UNIDADE 6 TEORIA DA CONTINGÊNCIA Prof.

Wagner Rios

1 - CONCEITO É A RELAÇÃO FUNCIONAL ENTRE AS CONDIÇÕES DO AMBIENTE E AS TÉCNICAS ADMINISTRATIVAS UTILIZADAS PELAS ORGANIZAÇÕES PARA O ALCANCE DE SEUS OBJETIVOS

2 - PRINCIPAIS VULTOS
• • • • • • WILLIAM R. DILL WILLIAM STARBUCK JAMES R. THOMPSON PAUL R. LAWRENCE JAY W. LORSCH TOM BURNS

3 - ENTENDIMENTO • NADA HÁ DE NOVO NAS ORGANIZAÇÕES
• TUDO É RELATIVO • TUDO DEPENDE

VARIÁVEIS • VARIÁVEIS DO AMBIENTE : SÃO AS VARIÁVEIS INDEPENDENTES NÃO DEPENDEM DA VONTADE DAS ORGANIZAÇÕES • VARIÁVEIS / TÉCNICAS ADMINISTRATIVAS : SÃO AS VARIÁVEIS DEPENDENTES DEPENDEM DA VONTADE DA ORGANIZAÇÃO .4 .

ABORDAGEM AÇÕES ADMINISTRATIVAS CARACTERÍSTICAS SITUACIONAIS RESULTADOS OPERACIONAIS .5 .

6 .ORIGEM DA TEORIA CONTINGENCIAL ORIGINOU-SE DE UMA SÉRIE DE PESQUISAS QUE BUSCARAM IDENTIFICAR QUAIS ERAM AS ESTRUTURAS E OS MÉTODOS IDEAIS QUE PERMITIRAM ÀS ORGANIZAÇÕES SUA SOBREVIVÊNCIA AO LONGO DOS ANOS .

CONFIRMAÇÃO AS PESQUISAS BUSCARAM CONFIRMAR ALGUNS PRESSUPOSTOS DA ABORDAGEM CLÁSSICA : • DIVISÃO DO TRABALHO • AMPLITUDE DE CONTROLE • HIERARQUIA DE AUTORIDADE .7 .

8 .CONCLUSÕES PESQUISAS • A estrutura organizacional é resultante de sua interface com o meio ambiente externo • Não há uma única forma de se organizar / administrar • A grande influência das contingências externas • As oportunidades e as restrições influenciam os processos internos .

PESQUISA DE CHANDLER • CONSISTIU EM UM ESTUDO SOBRE GRANDES ORGANIZAÇÕES • CONSTATOU QUE AS ORGANIZAÇÕES APRESENTAM ESTRUTURAS CONTÍNUAMENTE ADAPTADAS • O QUE SEMPRE ENFOCOU ESTAS MUDANÇAS FOI A ESTRATÉGIA MERCADOLÓGICA DA ORGANIZAÇÃO .9 .

QUATRO FASES • ACUMULAÇÃO DE RECURSOS • RACIONALIZAÇÃO DO USO DOS RECURSOS • CONTINUAÇÃO DO CRESCIMENTO • RACIONALIZAÇÃO DO USO DOS RECURSOS EM EXPANSÃO .

AMBIENTES DIFERENTES NOVAS ESTRATÉGIAS DIFERENTES ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS .

PESQUISA DE BURNS & STALKER BUSCOU IDENTIFICAR A RELAÇÃO ENTRE PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DAS ORGANIZAÇÕES E SEU AMBIENTE EXTERNO CONCLUSÃO : É O AMBIENTE QUE DETERMINA A ESTRUTURA E O FUNCIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES .10 .

11 .DOIS TIPOS DE ORGANIZAÇÕES SISTEMAS MECANÍSTICOS SISTEMAS ORGÂNICOS .

cargos estáveis e definidos . permanente . os ocupantes são especialistas e univalentes . rígida e definitiva • Autoridade baseada na hierarquia e no comando • Desenho de cargos e de tarefas definitivo .SISTEMAS MECANÍSTICOS • Estrutura organizacional burocrática .

• Processo decisorial no qual as decisões são centralizadas na cúpula da organização • Apresenta comunicações quase sempre verticais • Confiabilidade colocada sobre as regras e os regulamentos formalizados por escrito e impostos pela empresa • Seus princípios predominantes são os princípios gerais da teoria clássica • O seu ambiente é estável e permanente .

adaptativa e transitória • Sua autoridade está baseada no conhecimento e na consulta • Seu desenho de cargos e tarefas é provisório .SISTEMAS ORGÂNICOS • Sua estrutura organizacional é flexível mutável . seus cargos são mutáveis . redefinidos constantemente e seus ocupantes são polivalentes .

aqui e agora • Suas comunicações são quase sempre horizontais • Sua confiabilidade está colocada sobre as pessoas e as comunicações informais entre as pessoas .• O seu processo decisorial tem suas decisões descentralizadas .

• Seus princípios predominantes são os aspectos democráticos da teoria de relações humanas • Seu ambiente é instável e dinâmico .

12 .ÊNFASE : AMBIENTE TUDO O QUE ENVOLVE EXTERNAMENTE UMA ORGANIZAÇÃO AMBIENTE GERAL AMBIENTE DE TAREFA .

ECOLÓGICAS . ETC . ECONÔMICAS .AMBIENTE GERAL • MACRO AMBIENTE • COMUM A TODAS AS ORGANIZAÇÕES • ESTÃO SUJEITAS A TODAS AS CONDIÇÕES : TECNOLÓGICAS . DEMOGRÁFICAS . CULTURAIS . POLÍTICAS . LEGAIS .

CONCORRENTES E AS ENTIDADES REGULADORAS .AMBIENTE DE TAREFA AMBIENTE DE OPERAÇÃO A ORGANIZAÇÃO COMPARTILHA OS MESMOS : FORNECEDORES . USUÁRIOS . CLIENTES .

QUANDO AS SUAS DECISÕES DEPENDEM DAS DECISÕES DE TERCEIROS .AMBIENTE UMA ORGANIZAÇÃO EXERCE DOMÍNIO SOBRE SEU AMBIENTE QUANDO AS SUAS DECISÕES AFETAM TERCEIROS UMA ORGANIZAÇÃO TEM DEPENDÊNCIA .

AS ORGANIZAÇÕES BUSCAM : AUMENTAR O SEU PODER REDUZIR A SUA DEPENDÊNCIA ESTABELECER O SEU DOMÍNIO .

TIPOS DE AMBIENTES • CONCORRÊNCIA PURA : NÚMERO INFINITO DE EMPRESAS • CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA GRANDE NÚMERO DE EMPRESAS • OLIGOPÓLIO : PEQUENO NÚMERO EMPRESAS • MONOPÓLIO PURO : UMA OU POUCAS EMPRESAS .

ÊNFASE :TECNOLOGIA •TODA ORGANIZAÇÃO DEPENDE DE UM TIPO DE TECNOLOGIA PARA ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS • PODEMOS DEFINIR TECNOLOGIA COMO O CONHECIMENTO ACUMULADO E DESENVOLVIDO AO LONGO DO TEMPO PARA A EXECUÇÃO DE TAREFAS • ENCONTRADA EM MÁQUINAS . EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES .13 .

MODIFICANDO SUAS CARACTERÍSTICAS .EM BENS E SERVIÇOS .E ELEMENTOS SIMBÓLICOS .MATÉRIAS PRIMAS .TECNOLOGIA TRANSFORMA ELEMENTOS MATERIAIS .INFORMAÇÕES .

MATERIAIS . HARDWARE NÃO INCORPORADA : ESTÁ CONTIDA NAS PESSOAS .TECNOLOGIA INCORPORADA : ESTÁ CONTIDA NOS BENS DE CAPITAL . COMPONENTES . NO CONHECIMENTO INTELECTUAL . SOFTWARE .

14 .TIPOS DE TECNOLOGIA ELOS EM SEQUÊNCIA MEDIADORA INTENSIVA .

QUE É CÍCLICO • ABORDAGEM TÍPICA DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA .ELOS EM SEQUÊNCIA • INTERDEPENDENCIA SERIAL ENTRE DIFERENTES TAREFAS • ÊNFASE NO PRODUTO • TECNOLOGIA FIXA E ESTÁVEL • REPETITIVIDADE DO PROCESSO PRODUTIVO .

QUE SÃO MEDIADOS PELA EMPRESA • TECNOLOGIA FIXA E ESTÁVEL .MEDIADORA • DIFERENTES TAREFAS • PADRONIZADAS SÃO DISTRIBUIDAS EXTENSIVAMENTE EM DIFERENTES LOCAIS • ÊNFASE EM CLIENTES SEPARADOS . COM PRODUTO ABSTRATO . MAS INTERDEPENDENTES .

• REPETITIVIDADE NO PROCESSO PRODUTIVO . QUE É PADRONIZADO E SUJEITO A NORMAS E PROCEDIMENTOS • ABORDAGEM TÍPICA DA TEORIA DA BUROCRACIA .

INTENSIVA • DIFERENTES TAREFAS SÃO FOCALIZADAS E CONVERGIDAS SOBRE CADA CLIENTE TOMADO INDIVIDUALMENTE • ÊNFASE NO CLIENTE • TECNOLOGIA FLEXIVEL .

• PROCESSO PRODUTIVO ENVOLVENDO VARIEDADE E HETEROGENEIDADE DE TÉCNICAS QUE SÃO DETERMINADAS ATRAVÉS DA RETROAÇÃO FORNECIDA PELO PRÓPRIO CLIENTE • ABORDAGEM TÍPICA DA TEORIA DA CONTINGÊNCIA .

NÍVEIS ORGANIZACIONAIS INSTITUCIONAL INTERMEDIÁRIO OPERACIONAL .15 .

INSTITUCIONAL FUNÇÃO : INTERCÂMBIO E INTERAÇÃO COM O AMBIENTE PAPEL : DECISORIAL PONTO DE VISTA : SATISFACIENTE PROCEDIMENTO : NÃO PROGRAMÁVEL .ALEATÓRIO .

INTERMEDIÁRIO
FUNÇÃO : INTEGRAÇÃO E ARTICULAÇÃO INTERNA PAPEL : ADMINISTRATIVO

PONTO DE VISTA : COORDENAÇÃO
PROCEDIMENTO : ENTRE NÃO PROGRAMÁVEL E PROGRAMÁVEL

OPERACIONAL
FUNÇÃO : EXECUÇÃO DAS TAREFAS E OPERAÇÕES COTIDIANAS PAPEL : TÉCNICO PONTO DE VISTA : OTIMIZANTE

PROCEDIMENTO PROGRAMÁVEL REGULARIDADE

INSTITUCIONAL

INTERMEDIÁRIO

OPERACIONAL

16 - CONCLUSÕES
• CADA TEORIA REPRESENTA A SOLUÇÃO ENCONTRADA PARA DETERMINADA CIRCUNSTÂNCIA • TENTATIVA DE COMPREENDER A ORGANIZAÇÃO E SEU AMBIENTE • TENTATIVA DE DEFINIR OS PADRÕES DE RELAÇÕES ENTRE AS VARIÁVEIS

• ÊNFASE NA NATUREZA MULTIVARIADA DAS ORGANIZAÇÕES • PERCEPÇÃO DA CONSONÂNCIA ENTRE A EMPRESA E O AMBIENTE NA BUSCA DA EFICIÊNCIA • ABORDAGEM ECLÉTICA E INTEGRATIVA > ABSORVE OS CONCEITOS DAS DIVERSAS TEORIAS .

CRÍTICAS VISÃO DO CONTIUNUUM : TEORIA X TEORIA Y EXTREMOS DE DOIS ESTILOS DE ADMINISTRAÇÃO .17 .

VISÃO DO CONTINUUM TAREFA ROTINEIRA TAREFA NÃO ROTINEIRA EXTREMOS DE DOIS TIPOS DE TAREFAS .

VISÃO DO CONTINUUM AMBIENTE ESTÁVEL AMBIENTE INSTÁVEL EXTREMOS DE DOIS TIPOS DE AMBIENTES .

NA ATUALIDADE AS FRONTEIRAS ENTRE AS TEORIAS ESTÃO CADA VEZ MAIS PERMEÁVEIS NA ATUALIDADE OCORRE UM INTERCÂMBIO DE IDÉIAS ENTRE AS DIVERSAS TEORIAS .

19 .TRÊS CASOS DE ABORDAGEM CONTINGENCIAL MODELO SUECO MODELO JAPONÊS MODELO ITALIANO .

NAS ÚLTIMAS DÉCADAS DIFERENTES PAÍSES E EMPRESAS TÊM TENTADO SE ESTRUTURAR DE MODO A FAZER FACE ÀS IMPOSIÇÕES DO MEIO AMBIENTE .

MODELO SUECO .

CIDADE DE KALMAR .EXPERIÊNCIA > USO DE GRUPOS SEMI-AUTÔNOMOS DE TRABALHO FÁBRICA VOLVO .DÉCADA DE 70 FABRICAÇÃO DE AUTOMÓVEIS COMERCIAIS .

FOI UMA TENTATIVA BEM SUCEDIDA DE COMBINAR SATISFATÓRIAMENTE PRODUTIVIDADE E CONDIÇÕES DE TRABALHO MODELO DE PRODUÇÃO QUE SE OPÔS À LINHA DE MONTAGEM CLÁSSICA DO MODELO FORDISTA DE PRODUÇÃO .

A PLANTA INDUSTRIAL TINHA OS SEGUINTES OBJETIVOS A SEREM ATENDIDOS EM RELAÇÃO AO TRABALHADOR : NECESSIDADES ERGONÔMICAS NECESSIDADES FÍSICAS NECESSIDADES PSICOSOCIAIS .

FOI O PASSO INICIAL DA PROPOSTA DE ESTRUTURAR UM MODELO PRODUTIVO CAPAZ DE ALIAR : EFICIÊNCIA BEM ESTAR DO OPERÁRIO APROVEITAMENTO DA CAPACIDADE MENTAL DO TRABALHADOR .

MODIFICAÇÕES INTRODUZIDAS DIVISÃO DO TRABALHO EM GRUPOS COM RELATIVA AUTONOMIA SOBRE REVEZAMENTOS E PAUSAS REDUÇÃO DA FADIGA DO TRABALHADOR ATRAVÉS DE SISTEMAS AUTOMATIZADOS DE TRANSPORTE DE PEÇAS .

POSSIBILIDADE DE VARIAÇÃO NO RÍTIMO DE PRODUÇÃO ATRAVÉS DO USO DE ESTOQUES INTERMEDIÁRIOS MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE LIMPEZA . ILUMINAÇÃO . NÍVEL DE RUIDOS . INSTALAÇÃO DE LOCAIS DE DESCANSO DAS EQUIPES DE TRABALHO .

CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA USO DE DOCAS PARA CARGA E DESCARGA DE SUPRIMENTOS ABANDONO COMPLETO DA LINHA DE MONTAGEM > PRODUTO É FEITO IMÓVEL GRUPOS DE 05 A 10 TRABALHADORES SÃO RESPONSÁVEIS PELA MONTAGEM INTEGRAL DO PRODUTO .

O GRUPO DE TRABALHO TEM RESPONSABILIDADE SOBRE : VOLUME DIÁRIO PRODUÇÃO CONTROLE DE QUALIDADE MANUTENÇÃO FERRAMENTAS .

L.C. COM MÃO-DEOBRA QUALIFICADA > P.USO DE TECNOLOGIA ATUALIZADA . + ROBÔS PARTICIPAÇÃO DO SINDICATO DURANTE TODO O PROCESSO DE MONTAGEM DA PLANTA E OPERAÇÃO DA FÁBRICA .

MANUTENÇÃO DE TODOS OS MÉTODOS TRADICIONAIS DE PRODUÇÃO < LINHAS DE MONTAGEM > EM OUTRAS UNIDADES DA EMPRESA CONJUGAÇÃO DE TODOS OS MÉTODOS DE TRABALHO VISANDO MELHORES RESULTADOS > TEORIA DA CONTINGÊNCIA .

CONCLUSÕES NÃO HÁ FORMAS UNIVERSAIS DE SE ORGANIZAR A PRODUÇÃO E O TRABALHO RESULTADOS SIGNIFICATIVOS DE PERFORMANCE INDUSTRIAL E COMPETITIVIDADE PODEM CONVIVER COM A PRESENÇA DO SINDICATO .

GANHOS COM A REDUÇÃO DE ESTOQUES EM PROCESSO . NO TEMPO AJUSTADO PREOCUPAÇÃO COM A QUALIDADE DO PRODUTO . OS QUAIS CHEGAM ÀS UNIDADES DE PRODUÇÃO .

MODELO JAPONÊS INDUSTRIA JAPONESA NOVO PARADIGMA ? TRÊS DIMENSÕES .

Q.C.PRIMEIRA DIMENSÃO USO DE TÉCNICAS E MÉTODOS DE TRABALHO / PRODUÇÃO JUST-IN-TIME KANBAN C.Q. . T.C.

TÉCNICAS E MÉTODOS PRATICADOS EM ATIVIDADES DE GRUPOS OS GRUPOS DE TRABALHO SÃO SEMI-AUTÔNOMOS . TENDO RESPONSABILIDADE PELA EXECUÇÃO DO TRABALHO INEXISTÊNCIA DE ESTRUTURAÇÃO POR POSTOS DE TRABALHO .

MANUTENÇÃO . CONTROLE DA QUALIDADE E GESTÃO DO FLUXO DE PRODUÇÃO UTILIZAÇÃO DA ROTATIVIDADE DE TAREFAS .PRÁTICA DA POLIVALÊNCIA GENERALIZADA DO OPERÁRIO . UMA VEZ QUE O OPERÁRIO E MULTIFUNCIONAL . QUE CUIDA DA FABRICAÇÃO .

MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DO OPERÁRIO EM TODAS AS ATIVIDADES DA EMPRESA ENVOLVIMENTO DE TODO O PESSOAL NOS PROCESSOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA .

ELEVADO NÍVEL DE ESCOLARIDADE FORMAL DO OPERÁRIO FORMAÇÃO PROFISSIONAL SISTEMÁTICA . DENTRO E FORA DA EMPRESA .

SEGUNDA DIMENSÃO MODELO ESPECÍFICO DE RELAÇÕES TRABALHISTAS PROPORCIONA EMPREGO VITALÍCIO PREDOMÍNIO DA MÃO-DE-OBRA MASCULINA .

PROMOÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO SINDICATO ESPECÍFICO PARA CADA EMPRESA O EMPREGO ESTÁVEL PERMITE ACUMULAR EXPERIÊNCIA AO LONGO DA CARREIRA NA EMPRESA .

TERCEIRA DIMENSÃO PROCESSO DE INTER-RELAÇÕES INDUSTRIAIS INTERCÂMBIO ENTRE EMPRESA CLIENTE E EMPRESAS FORNECEDORAS SUBCONTRATAÇÃO COM MÉDIAS E PEQUENAS EMPRESAS .

EXCLUSIVIDADE NAS PRÁTICAS DE NEGÓCIOS ADOTADAS COLABORAÇÃO TECNOLÓGICA ENTRE A EMPRESA CONTRATANTE E AS EMPRESAS CONTRATADAS FORMAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PARA AS EMPRESAS CONTRATADAS .

CONCLUSÕES MODELO INDUSTRIAL BASEADO EM : .

MODELO DE RELAÇÕES INDUSTRIAIS > SISTEMA DE EMPREGO MODELO DE RELAÇÕES ENTRE EMPRESA CLIENTE E EMPRESAS FORNECEDORAS > SUBCONTRATAÇÃO .

MODELO DE RELAÇÕES SOCIAIS NO TRABALHO > PARTICIPAÇÃO COLETIVA CARACTERÍSTICA BÁSICA > TIPO DE RELAÇÕES SOCIAIS DE TRABALHO NA EMPRESA .

MODELO ITALIANO .

BASE • PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS • EMPRESAS LOCALIZADAS EM DISTRITOS INDUSTRIAIS • NÚMERO DE EMPREGADOS : ATÉ 250 .

FATORES CONDICIONANTES • DIFERENCIAÇÃO REGIONAL NORTE X SUL • MOVIMENTOS COOPERATIVOS • INFLUÊNCIA DO PARTIDO COMUNISTA NO APÔIO ÀS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS .

CARACTERÍSTICAS • FORTE MOVIMENTO OPERÁRIO • SINDICATOS ATIVOS • LIMITAÇÃO DOS DIREITOS TRABALHISTAS DOS EMPREGADOS DE EMPRESAS COM MENOS DE 16 FUNCIONÁRIOS .

• ESPECIALIZAÇÃO PRODUTIVA REGIONAL • BAIXA PRESENÇA DE GRUPOS ESTRANGEIROS • PRODUÇÃO VOLTADA PARA EXPORTAÇÃO • AUTONOMIA DAS PEQUENAS EMPRESAS EM RELAÇÃO ÀS GRANDES EMPRESAS .

• AS INDÚSTRIAS PREDOMINANTES SÃO DO RAMO METALMECÂNICO • UTILIZAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA EXTREMAMENTE QUALIFICADA • EMPREGO DE TECNOLOGIA ATUAL E DE PONTA .

PRODUÇÃO • BAIXOS VOLUMES • ESPECIALIZADA • TEM ELEVADO CONTEÚDO TECNOLÓGICO • PRODUTOS INOVADORES • FLEXIBILIDADE PRODUTIVA • PEQUENOS LOTES • TRADICIONAL • POR ENCOMENDA .

ATUAÇÃO SINDICAL • NEGOCIAÇÕES BASEADAS METAS : PRODUTIVIDADE TEMPO DE PROCESSAMENTO INOVAÇÃO DO PRODUTO • GRUPO DE FÁBRICA É QUEM DEFINE A FORMA DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO • AUSÊNCIA DE CHEFIAS .

CONCLUSÕES SOBRE OS TRÊS MODELOS .

CARACTERÍSTICAS COMUNS • FORÇA DE TRABALHO DE ALTO NÍVEL • FORÇA DE TRABALHO COM ELEVADA FORMAÇÃO ESCOLAR • ÓTIMO NÍVEL DAS ECOLAS PÚBLICAS .

RELAÇÕES DE TRABALHO ESTABILIDADE NO EMPREGO PEQUENA DIFERENCIAÇÃO SALARIAL TRABALHO EM EQUIPE ATUAÇÃO DO SINDICATO BAIXO NÍVEL DESEMPREGO .

Reinaldo O. Idalberto . São Paulo : Pioneira Thomsom Learning . . SILVA .20 .BIBLIOGRAFIA CHIAVENATO . Teoria Geral da Administração . 1998 . . Teorias da Administração . 2001 . São Paulo : Makron Books do Brasil Editora Ltda .

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