Belo Horizonte, p. 1-324 Disponível em: http://www.letras.ufmg.

br/poslit

Achegas à bibliografia de Alphonsus de Guimaraens
Francine Fernandes Weiss Ricieri | UNIMEP Ângela Maria Salgueiro Marques | UFMG*

Resumo: As achegas à bibliografia de Alphonsus de Guimaraens têm por objetivo discutir a bibliografia ativa e passiva do escritor mineiro. Para tanto, inventariam-se as publicações das obras de Guimaraens feitas pelo próprio poeta e postumamente, seja por seus herdeiros diretos, seja por pesquisas acadêmicas diversas. Quanto à bibliografia passiva, apontamse os principais bibliógrafos do escritor. Acrescentam-se, ainda, duas listagens bibliográficas que visam a contribuir com a pesquisa acadêmica sobre o poeta e que complementam as bibliografias sobre o escritor já publicadas. Palavras-chave: Literatura brasileira; Bibliografia; Alphonsus de Guimaraens.

bibliografia de Alphonsus de Guimaraens, seja ela ativa ou passiva, tem sido objeto de cuidados por parte dos mais diversos pesquisadores. Bibliógrafos respeitáveis como Otto Maria Carpeaux e Simões dos Reis ocuparamse da organização da recepção crítica do poeta, tendo cabido a Hélio Gravatá o preparo e a atualização das bibliografias mais completas que acompanharam as publicações de seus escritos.

A

*.

Doutoranda em Literatura Comparada na UFMG.

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O eixo e a roda: v. 9/10, 2003/2004 Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/poslit

Na 2ª edição das Poesias, datada de 1955, os “Apontamentos biobibliográficos sobre Alphonsus de Guimaraens” vêm acompanhados da seguinte nota explicativa:
A presente bibliografia foi compilada pelo bibliotecário Hélio Gravatá, que se utilizou, para elaborá-la, de documentos constantes de seu próprio arquivo, da coleção pertencente a Alphonsus de Guimaraens Filho e das bibliografias sobre o Poeta de autoria dos Srs. Simões dos Reis e Otto Maria Carpeaux. O compilador, certo de que não faltarão a estes apontamentos as omissões comuns aos trabalhos do gênero, antecipadamente delas se penitencia. Belo Horizonte, março de 1953.
1

A relação, portanto, tomara outras duas como ponto de partida e a elas acrescera documentos de arquivos pessoais. A última fonte talvez explique a imprecisão de alguns dados, sobretudo no que se refere a textos publicados em jornais e revistas. Hélio Gravatá, segundo se pôde apurar, organizou pelo menos quatro bibliografias sobre Alphonsus de Guimaraens, em momentos diferentes. Há, em cada uma delas, alterações consideráveis com relação àquela que lhe é cronologicamente anterior. Já a história das publicações póstumas de Alphonsus de Guimaraens apresenta dois protagonistas: João Alphonsus e Alphonsus de Guimaraens Filho, um contista, o outro poeta. Sob a responsabilidade do próprio escritor, que faleceu em 1921, um total de seis livros viera a público: Setenário das Dores de Nossa Senhora e Câmara ardente (no mesmo volume), Dona Mística, Kiriale, Mendigos (textos em prosa) e Pauvre lyre. Guimaraens deixou, ainda, uma extensa e ainda não totalmente palmilhada contribuição em jornais. João Alphonsus assumiu a responsabilidade de organizar a Pastoral aos crentes do amor e da morte, deixada em projeto, e conseguiu publicá-la em 1923, pela editora Monteiro Lobato. Segundo palavras de João Alphonsus, em seu esforço de divulgação da poesia paterna, ele teria, no volume de 1923, realizado diversas intervenções, estabelecendo critérios e categorias para agrupar os poemas, tomando decisões a respeito das versões então veiculadas, assim como incluindo e excluindo textos do conjunto que então veio a público. Tais intervenções encontram-se documentadas nas notas que o próprio João Alphonsus redigiu para a edição das Poesias, de 1938.

1.

GUIMARAENS, 1955, p. 649.

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Em 1960. No caso das crônicas. Também documentam as decisões tomadas pelos editores em relação ao texto final e fornecem indicações críticas ou bibliográficas a respeito do poeta. p. assim como o cuidado e o empenho devotados a reescrevê-los. para os quais não havia qualquer indicação para organização em livro. datada de 1955. para um estudo crítico de tais edições são as notas que o próprio João Alphonsus acrescenta às Poesias (em 1938. Escada de Jacó e Pulvis. a tradução da Nova primavera de Heine feita por Alphonsus e que fora publicada pelo escritor na Revista Brasileira. o livro em prosa Mendigos. ou poemas considerados pelos organizadores como não totalmente acabados e não passíveis de integrar qualquer das três “obras” póstumas. Organizada por João Alphonsus com valiosa colaboração de Manuel Bandeira. que lhes são adicionadas na publicação seguinte. Desta vez. Documentário e Apêndice. Obra poética (que inclui a tradução de Heine). cria-se a divisão Outras poesias. Ao corpus das edições anteriores acrescem-se Mendigos (1920) e Pauvre lyre (1921). A única fonte. os “versos humorísticos” e Salmos da noite.ufmg. registrando o esforço e a freqüência com que Alphonsus divulgava seus versos. 1-324 Disponível em: http://www. ainda. com o desaparecimento do irmão. assim como inserir significativo cabedal de informações ao conjunto das notas já preparadas. para incluir os versos esparsos do escritor. Prosa (contendo apenas Mendigos). além das obras poéticas em português deixadas impressas pelo poeta (excluídos. em 1898. Documentário traz ainda as “Crônicas de Guy d’Alvim”.br/poslit 2 Esta edição de 38.Belo Horizonte. Em Documentário. 289 . as notas esclarecem a 2. portanto. nos livros póstumos. devolvê-los ao crivo do leitor de jornal da época. O principal mérito destas notas é acrescentar informações sobre variantes e publicações originais pela imprensa. É importante destacar que o caráter orgânico atribuído a estes três livros nesta sua primeira versão passa todo pelos critérios editoriais de João Alphonsus. diversos acréscimos de poemas até então inéditos ou inéditos em livro. cinqüenta e uma notas) além de outras.letras. portanto. é publicado o volume Obra completa. Vale destacar o cuidadoso e minucioso empenho de revisão do texto. com apontamento de lapsos da edição anterior. e os versos em francês de Pauvre lyre). reformulá-los. A edição apresenta-se dividida em quatro seções: Introdução geral. acresce outros três “livros” ao conjunto: a própria Pastoral. Aparece. caberá a Guimaraens Filho realizar.

interrompido apenas por duas antologias (iniciativas de alcance restrito) de 1972 e 1985.. de que se eliminam as crônicas. acima inventariada. da mesma editora. data de 1960. Tem o mérito de acentuar o peso dessa categoria de estudos e. só indiretamente se relaciona com o objeto de nossa consideração. A respeito do corte. o cerne de sua obra. por um de seus mais destacados 3 realizadores: Hélio Gravatá: Resgate bibliográfico de Minas Gerais. a totalidade dos escritos do autor do Setenário das Dores de Nossa Senhora. Esta Poesia completa: em um volume tem o mérito decisivo de devolver à circulação e tornar novamente acessível uma representativa soma de textos do escritor. a sua poesia (.O eixo e a roda: v. a edição anterior. da seção Prosa (que continha as crônicas e contos de Mendigos) e a modificação do Documentário. consiste na retomada. são semelhantes as duas edições. A primeira. Apesar do tempo transcorrido. nesta.letras. de 2001. 290 . com o título Poesia completa. este nos faz refletir também sobre alguns dos problemas relacionados à bibliografia ativa do poeta em questão.)”. os versos humorísticos e o epistolário. de 1998. bem como sobre seus desdobramentos. na edição de 1960. do legado poético do pai. aparece. na versão mais recente. a Obra completa. portanto.br/poslit impossibilidade de que se considere o conjunto como um livro e o caráter incompleto da seleção. lembrar a necessidade e a relevância de que se dêem continuidade aos esforços neste sentido. Trata-se de obra de referência que nos confronta com a valorização e o resgate da pesquisa bibliográfica em Minas. A principal diferença é a exclusão. portanto.ufmg. Um longo intervalo. Os versos humorísticos são apresentados como estando igualmente incompletos e como tendo passado por seleção e dificuldades de localização exaustiva. Como se disse. a bibliografia de Alphonsus de Guimaraens. * Duas publicações ainda recentes e bastante diferentes parecem convergir no sentido de oportunizar uma reflexão sobre a bibliografia ativa e passiva do escritor mineiro. nota editorial esclarece: “Tendo sido reunida e conservada. 9/10. 3. ÁVILA. Se o primeiro trabalho mencionado dirige nosso olhar para a bibliografia passiva. 2003/2004 Disponível em: http://www. ao fazê-lo. A segunda. por Alphonsus de Guimaraens Filho.. 1998. que reaparece pela Nova Aguilar. de que trataremos na seqüência.

o restante da Poesia completa traz apenas poucas modificações em relação à edição de 1960. em 1977. mas agora aparecem. fica agora impedido de ler significativo volume de textos já publicados. A Obra completa de 1960 é o melhor momento desta atividade conjunta. Em verdade. três (salvo erro de contagem) são devidas à colaboração de Alexei Bueno e aparecem com a indicação de suas iniciais.ufmg. A estrutura do conjunto é a de 1960. dois dos quais já anotados em estudos acadêmicos. em 1921. não exaustivo. abraçando o dogma da irrelevância teórica ou analítica de toda a prosa produzida pelo escritor. Entre os méritos do empenho dos irmãos. Como já se afirmou. p. Nesta edição.letras. vinte e oito crônicas de Guimaraens veiculadas em O Mercantil. mas praticamente inacessíveis. Um novo soneto passa a compor 4. alterações de redação e acréscimos. Este esforço foi muito complementado mais tarde por seu irmão Alphonsus de Guimaraens Filho. Quem não possui. seis acréscimos ao conjunto de poemas. reproduzem literalmente o que havia em 1960. 1977. p. que é fácil listar. Possivelmente considerando ainda a possibilidade dos mencionados acréscimos futuros. as notas editoriais sempre se destacaram. a menos que tenha acesso às poucas bibliotecas que a conservam. 1-324 Disponível em: http://www. Entre retificações diversas. em sua quase totalidade. entre 1890 e 1891. eles localizaram e ordenaram textos inéditos. com a morte do poeta. como colaboradores. assim como a seleção e as notas.br/poslit Quem possui a rara edição de 1960 pode ler em suas páginas que a prosa lá contida possui caráter ilustrativo. ainda. há algo em torno de vinte modificações. Em primeiro lugar. esta traz pouco mais de 280 (considerem-se as exclusões). a organização continua creditada a Guimaraens Filho. dando aos livros póstumos seu formato conhecido. 315-353. Alexei Bueno e Afonso Henriques Neto. A edição de 2001 faz. Ao pesquisador de 2001 parece caber apenas (?) contentar-se com as Poesias completas. de São Paulo. Do total das notas. A edição de 1960 continha cerca de 330 notas. salvo pela minuciosa revisão (em diversos momentos perceptível) é preciso assinalar que pouco contribuíram os dois nomes acrescidos. CAROLLO.Belo Horizonte. 291 . a pesquisadora Cassiana Lacerda Carollo divulgara 4 em Estudos Brasileiros. O fato é que. Uma nota chega a mencionar a existência de um “maço de recortes” e assinala a possibilidade de acréscimos posteriores. seu filho João Alphonsus assumiu o trabalho de publicação do legado literário do pai. Além dessa supressão de cerca de 200 páginas de texto.

a bibliografia anônima que a encerra. 328. já sem o nome do organizador. Em 1942. o que se poderia adicionar à Poesia completa. apareceu igualmente no livro de Carollo 8 Decadismo e Simbolismo no Brasil e também não aparece nas Poesias de 2001. 5. “Soneto de Anvers”. Entre 1955 e 1972. sem dúvida. p. 1980. pelo menos quatro versões de bibliografias sobre o poeta foram organizadas por Hélio Gravatá. A da edição de 2001 mantém a estrutura do último trabalho assinado de Gravatá. p. um deles pela mesma Nova Aguilar. É possível que os organizadores da obra desconheçam o estudo de Carollo. Salmos da noite sofre três acréscimos: “A voz do rochedo”. CAROLLO. aparece. Uma última lacuna perturba o pretensioso título Poesia completa. seis dos poemas registrados no periódico não foram incluídos na Obra completa. p. 2001. “Quadras a Lúcia”. já havia realizado um levantamento de dezenove poemas com as assinaturas que Alphonsus de Guimaraens então utilizava. A segunda está na edição de 1960. 8. É acrescida uma 6 estrofe à segunda das Cantigas e Voltas e a seção Outras poesias é aumentada por “D. 52. de 1972. Em 1960. 2003/2004 Disponível em: http://www. como se disse).ufmg. 1977. os irmãos editores divulgam no suplemento literário de A manhã (Autores e livros) diversos poemas de Alphonsus inéditos em livro. Tais acréscimos não esgotam. a mencionada pesquisadora Cassiana Lacerda Carollo. contudo. CAROLLO. Não há qualquer comentário sobre as ausências. ainda. Silvério” e “A prece das Juritis”. examinando jornais paulistanos. Nenhuma de suas contribuições foi aproveitada. GUIMARAENS. 1970. “Os cardeais”. Um dos poemas transcritos no periódico. 6. o pior da edição é. A contribuição está registrada em “Um apêndice à Obra completa de Alphonsus de 7 Guimaraens”. o segundo dos quais o poeta publicou em vida. Finalmente. DIMAS. 189-223.letras. um significativo cabedal de anotações relativas a variantes e edições em jornal de textos do poeta. No entanto. Dos 189 textos nela referendados apenas três não se encontram naquelas relações: um livro de Guimaraens Filho (1995) e dois escritos de Luciana Stegagno-Picchio (1995 e 1997).br/poslit o conjunto do livro Escada de Jacó: “Apesar do teu fundo olhar agonizante”. 292 . O 5 texto já estava disponível em dissertação de mestrado de 1970. os seis poemas permanecem ausentes e os organizadores nada registram sobre o fato. no livro Mendigos (excluído desta edição. 9/10. Em 1977. 7.O eixo e a roda: v. No estudo.

com transcrição integral de textos curtos ou excertos de longos e antecedida por comentário sobre fontes. p.Belo Horizonte. Outras edições Aguilar trazem coletâneas de excertos. o sentimentalismo gasto não consegue disfarçar a falta de cuidado da atual edição.br/poslit Assim como está. Por fim. e sequer inclui todas as teses acadêmicas já produzidas sobre o escritor (disponíveis no Museu Casa Alphonsus de Guimaraens. para os quais eram irrelevantes os orgulhos dinásticos tanto evocados. cuja estrutura poderia ser já muito melhor se respeitasse (atualizando) a linha geral da anterior. Trata-se de uma colcha de retalhos (alguns recortes não ultrapassam um parágrafo. ou textos integrais (Drummond). nem seletiva (cerca de 20 referências remetem a textos em que o poeta é citado apenas de passagem). pode fazer crer que. Ou seja. * 293 . pois a fragmentação em nada contribui com uma compreensão fundamentada do escritor. 1-324 Disponível em: http://www. contendo quarenta e sete trechos (boa parte posterior a 1967) e que só faz sentido como curiosidade. Tanta devoção permanece irrelevante do ponto de vista da avaliação intelectual do trabalho e não tem o condão de transformá-lo em aceitável. indicam-se organizadores ou colaboradores da bibliografia anexada. em Mariana). Coutinho foi injusto: os méritos intelectuais daquele volume eram outros. em quarenta anos. sem poluí-la de tantas ausências. Em 1960. houve três acréscimos aos estudos sobre o poeta desde a última lista publicada por Gravatá. Mas no próprio volume se desmente essa impressão.ufmg. O caos não se deve a “normas da editora”. outra metade não aparece na bibliografia. metade dos tais exegetas aparece. Aparentemente os organizadores têm consciência de alguns dos problemas. Por fim. Em ambas. Outro lapso lamentável é a ausência de critério na seleção dos textos relacionados. É ainda da Aguilar o volume dedicado a Nelson Rodrigues que traz apenas “Fortuna crítica”. pois o tom da nota editorial de Alexei Bueno lembra um pedido de desculpas. que nem é exaustiva (elimina referências de valor). Em 2001. e não retalhos (Cecília Meireles). na nova seção denominada “Alphonsus de Guimaraens e alguns de seus exegetas”. há o caso dos volumes dedicados a Guimarães Rosa em que se aproveitam textos divulgados pela coleção “Fortuna Crítica” (Civilização Brasileira/PróMemória/INL).letras. outros estão impiedosamente truncados). Bueno retoma a “devoção filial”. nota de Afrânio Coutinho falava em “devoção filial” para se referir à Obra completa. sem utilizar aspas.

Dessa forma. as autoras destas Achegas seguiram coletando referências bibliográficas sobre Guimaraens. 1997. preparando outros trabalhos. seja por dificuldades relativas ao estado de conservação dos arquivos de que se dispõe. a que se acrescentaram resenhas sumárias e comentários de ordem técnica. 9/10. 11. como achegas à bibliografia passiva de Alphonsus de Guimaraens (uma vez que a bibliografia ativa já se encontra discutida nas páginas anteriores) duas listagens bibliográficas. 10.br/poslit Às pesquisas acadêmicas apontadas. apresentamos.O eixo e a roda: v. evidentemente. localizaram-se novos textos e organizou-se uma lista de referências não encontradas. contribuições. publicações localizadas em fontes diversas. problemas na localização do documento. ampliar e situar a produção bibliográfica sobre Guimaraens. reparos. entre outros casos. 2001. retificações. os textos localizados foram incluídos em apêndice à Bibliografia. Neste processo. defendida em 1997 e que procurou localizar. tais como indicação de bibliógrafo consultado. MARQUES. portanto. fornecendo-lhe o resultado de nosso trabalho e aguardando. seja por lapso ou equívoco na localização da informação. 9. Nos anos que se seguiram à elaboração da dissertação mencionada. acréscimos. seja por possível imprecisão de dados dos bibliógrafos. 1998. RICIERI. Ao longo da pesquisa. entendeu-se ser necessário registrar o fato. retificações de informações fornecidas por bibliografias anteriores. 2003/2004 Disponível em: http://www. acrescentaríamos nossas próprias experiências enquanto pesquisadoras da obra de Alphonsus de Guimaraens às 9 10 voltas com sua bibliografia em nossos estudos de mestrado e de doutorado. a dissertação se apresentou como uma listagem cronológica única de referências bibliográficas.letras. contribuir com um eventual pesquisador que se dedique à obra ou ao autor em foco. Para efeitos metodológicos. O objetivo central do trabalho não era localizar dados sobre a bibliografia ativa do escritor. foram localizados diversos textos escritos por Alphonsus de Guimaraens que não constavam de suas publicações em livro. RICIERI. Para tanto. 294 .ufmg. O objetivo deste texto é. Desdobramento dos trabalhos bibliográficos realizados por Hélio Gravatá foi a dissertação de mestrado Alphonsus de Guimaraens (1870-1921): Bibliografia 11 comentada. contudo.

letras. 1970. *ACADEMIA homenageou Alphonsus com três conferências. 3. fazer aos trabalhos bibliográficos de Hélio Gravatá. Belo Horizonte. Diário de Minas. *ALPHONSUS de Guimaraens tem ciclo em Divinópolis. 295 . Lúcia Machado. Estado de Minas. 1-324 Disponível em: http://www. *ALPHONSUS ganha festa acadêmica. Belo Horizonte. menções ligeiras. Belo Horizonte. Belo Horizonte 2 jan. 19 jun. 5 mar. alusões sumárias ou comentários breves ou de interesse muito específico. 1970. 1930. bem como textos mais recentes publicados por pesquisadores a cujos estudos tivemos acesso: *A PASSAGEM hoje do nono aniversário da morte do grande poeta mineiro. 1970. *ALPHONSUS de Guimaraens e sua obra. *ACADEMIA dá prêmio a escritores. cad. 1995. 15 jul. *ALPHONSUS é lembrado também em Uberlândia. *A PROVÍNCIA do Pará. 1921. 1970. Belo Horizonte. *ACADEMIA Mineira de Letras. 3 jul.ufmg. *ACADEMIA Mineira de Letras. 1 jul. 1. antologias de poemas. *ALMEIDA. 1970.br/poslit A primeira delas contém os acréscimos que se poderiam. 8 jul. ensaios ou análises da obra do poeta Alphonsus de Guimaraens. 1970. 5 set. 28 jul. Correio da Serra. p. Minas Gerais. A relação apresenta textos localizados em hemerotecas e arquivos públicos ou particulares. 86-87. 1971. O diário. 1970. Os textos assinalados com o sinal * não se constituem em estudos. Belo Horizonte. Estado de Minas. Diário de Minas. 1972. Barbacena 29 ago. Juiz de Fora 18 jul. Diário de Minas. Belo Horizonte. A VOZ divina. Trata-se de referências em que se encontram registros de efemérides. 1972. Estado de Minas. *ACADEMIA Mineira de Letras. *ACADEMIA lembra o Dr. Belo Horizonte. *A TARDE. Lucas Machado. Estado de Minas. 9 jan. Estado de Minas.Belo Horizonte. p. 12. Belo Horizonte. 1970. Minas Gerais. 15 jul. p. 20 jul. 3 jan. *AGENDA permanente da literatura brasileira. Veja . Belo Horizonte. 1993. 15 fev. 1 jul. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional. Belo Horizonte. 1969. 9 e 10 ago. Minas Gerais. *ACABA hoje ciclo de Alphonsus. *ALPHONSUS de Guimaraens. Belo Horizonte. Diário de Montes Claros. Belo Horizonte. 1970. 12 Estado de Minas. 1970. 1970. *ACADÊMICO. homenagens ou textos laudatórios. atualmente.

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