SOBRE A IDÉIA DE PERVERSÃO EM MASUD KHAN “As neuroses são. uma perversão tem as características de exclusividade e fixação .” “. em suma. que eles acham que falta nas mulheres.então estaremos. o negativo das perversões. por assim dizer.. Os substitutos deste pênis. desempenham um grande papel na determinação da forma assumida por muitas perversões.” Sigmund Freud. “Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade”(1905) .” “. via de regra.... justificados em considerá-la um sintoma patológico.

sadomasoquismo). fazer este retorno às contribuições fundamentais do criador da psicanálise.. evidentemente. estas podem mesmo proporcionar. com uma pessoa do sexo oposto. ou por outras zonas corporais (coito anal. minha filha.. mas de onde vem. por si sós. o prazer sexual. É interessante e necessário. 1987) e no livro de Humberto Nágera Basic Psychoanalytic concepts of the Libido Theory (Nágera. Histoire de Juliette (1796) A PERVERSÃO PARA SIGMUND FREUD Acredito que além.). definido este como coito que visa a obtenção do orgasmo por penetração genital. a partir das idéias de Freud. . por exemplo) e quando o orgasmo é subordinado de forma imperiosa a certas condições extrínsecas (fetichismo. esse gosto monstruoso? . travestismo.da natureza. antes de abordar o conceito de “perversão” para Masud Khan. pedofilia. Laplanche e Pontalis. voyeurismo e exibicionismo. então.FREUD E O CONCEITO DE PERVERSÃO “. podemos encontrar duas interessantes sínteses sobre o tema das “perversões” no Dicionário de Psicanálise de Laplanche e Pontalis (Laplanche e Pontalis. dos textos freudianos. bestialidade. Diz-se que existe perversão quando o orgasmo é obtido com outros objetos sexuais (homossexualidade.” Marques de Sade. etc. definem da seguinte maneira o termo “perversão”: “Desvio em relação ao ato sexual “normal”. 1970).

designa-se por perversão o conjunto de comportamento psicossexual que acompanha tais atipias na obtenção do prazer sexual. Judy Cooper (Cooper. biógrafa de nosso autor. 1997.De forma mais englobante. As formulações metapsicológicas que Freud fez em relação a estes desvios sugerem que uma tendência do ego à regressão a formas prégenitais de satisfação constituem.” Maomé. (2) o trauma acumulativo e (3) as perversões. seja mediante o uso de objetos inadequados e/ou através da satisfação de fins instintivos distintos do fim normal da união sexual.Khan A obra de Masud Khan* (1924-1989) talvez possa. ser dividida em três pontos básicos (Miraldi. que está posta a serviço da reprodução. 1989): (1) os sonhos. o setting analítico e o analista. em muitos casos. . define “perversão” da seguinte forma: “A perversão é uma forma de atividade sexual adulta que se desvia da sexualidade adulta normal devido a que sua gratificação se obtém.de “Speak Of Me As I Am”. o Mouro de Veneza.significativamente . hoje. Revinter. também seguindo a Freud. 1993). Este título corresponde a uma das últimas falas de Otelo. antes de * Sugiro a leitura da introdução que faço à Edição Brasileira do livro de J. intitulou seu livro sobre ele . de uma maneira simplificada. Evidentemente estes aspectos estão interligados mas.” AS IDÉIAS DE MASUD KHAN SOBRE AS PERVERSÕES “O que viola a intimidade do outro o corrompe. Cooper “Speak Of Me As I Am”. Ed. uma defesa contra a intensa ansiedade produzida pela sexualidade genital.” Humberto Nágera. o tema das “perversões” será nosso enfoque principal. citado por M.

Neste livro. No prefácio do livro ele escreve: “No século XIX duas pessoas determinaram o destino do século XX. no obituário que escreve sobre a morte de Masud Khan e publicado no International Journal of PsychoAnalysis dois anos após a morte de nosso autor (e do qual ele havia sido por muitos anos um dos editores). do objeto de seu desejo. It could be said that he lived in the interface between fact and fiction. na tragédia de Shakespeare. truth and metaphor. Como ele. He was a mass of splits and contradictions. Judy Cooper escreve: “Who was Masud Khan? Masud Khan was a fascinating man. Khan seemed to live in that “transitional space” between inner and outer experience that he understood so well. que é Alienation in Perversion. Carlos Marx e Sigmund Freud. Ambos diagnosticaram a enfermidade das culturas ocidentais judaico-cristãs: Marx.sua morte.” A. comenta sobre o livro mais importante de Masud Khan no tema das “perversões”. um artifício ou uma imagem pornográfica.” . As times he led a life that was remarkable for its monastic austerity and ascetic discipline. Freud em função da pessoa alienada de si mesma. Os três o alienam de si mesmo. Masud Khan sempre foi visto pelos seus como um estranho. em função da pessoa alienada na sociedade. de 1952 a 1979. considerando que ele é um texto onde a sensibilidade e a intuição do autor ficam evidentes no atendimento destas estruturas clínicas. reunindo trabalhos de cerca de duas décadas. 1992).Limentani (Limentani. at other times he was driven to immediate gratification and romped around with the self indulgence of a wealthy playboy. Por isso o título deste livro “Alienation in Perversions. reality and fantasy. Masud Khan deixa muito claro como compreende os fatores que levam os indivíduos a se tornarem perversos. O argumento básico deste livro é que o perverso coloca um objeto impessoal entre seu desejo e seu cúmplice: este objeto pode ser uma fantasia estereotipada. e pelos europeus como um estrangeiro. infortunadamente. assim como.

Habitualmente são . devida a perturbações na relação mãe-bebê (Limentani... através da sexualização.. como muitos outros teóricos que escrevem sobre a perversão. um conceito importante para ele. mas Khan está mais interessado nas influências ambientais. desde as contribuições de Freud até os desenvolvimentos de vários autores. quem nos oferece uma interessante abordagem na evolução do conceito de “perversão”... onde a erotização é um modo de buscar o sentido de realidade”.. Encontramos no Capítulo II de seu livro sobre as perversões estas idéias.. no fato do bebê ser cuidado por uma mão muito “amorosa” mas incapaz de compreender seu filho como alguém que necessita desenvolver uma personalização. Khan vê a perversão como um outro modo de tentar lidar com “splits” esquizóides . o fato de que as perversões são semelhantes “a uma psicose que é compatível com um aparente estilo normal de vida . principalmente Donald Winnicott. Esta perturbação se baseia. É central em suas idéias a formulação teórica que considera as perversões como uma falha maturacional no processo de integração do ego. e nas perversões vem do self e dos instintos. . 1992). Entretanto. nas personalidades esquizóides a alienação vem do self e do objeto.. Esta barreira contra a “intimidade” (ou qualquer relação real) é necessária porque o perverso busca utilizar (ou usar perversamente) o outro somente como parte de seu sonho. Judy Cooper (1993) escreve: “Em essência. entretanto. como com o histérico. enquanto que o esquizóide se retrai . Por isso o perverso pode “usar” os objetos.É o próprio Masud Khan. enfatiza o papel central desempenhado pela ansiedade de castração.” Masud Khan considera que a perversão age como uma barreira contra a “intimidade”. quando este caracterizou as perversões como o negativo das neuroses (onde o perverso atua os impulsos que o perverso reprime).. Glover. Masud Khan acrescenta à concepção de Freud. . fundamentalmente.

O objeto interno confrontado pode ser visto.mães que têm um cuidado impessoal no handling do corpo de seu filho: assim dá-se o fenômeno de idolização. comenta Judy Cooper: “. Outros dois conceitos fundamentais para a teoria das perversões de Masud Khan são os de intimidade e sua concepção de acting-out. Considera que se a integração das funções do ego são perturbadas devido a um meio ambiental (materno) de holding inadequado. o resultado é impedir a relação do perverso consigo mesmo e com os outros. O objeto interno confrontado é freqüentemente representado simbolicamente pelo objeto fetichista... Por causa destes cuidados infantis insuficientes ou inadequados. para isto Khan realiza um intrigante casamento entre as idéias de Fairbairn e Winnicott.e de Winnicott (1951) de objeto transicional. os perversos fazem uma “collage” parcial e compensatória de aspectos. O próprio Masud Khan nos levará através destes temas: “Winnicott (1951) esboça o papel que desempenham as funções psíquicas iniciais na etiologia das perversões. impossibilitando qualquer integração real ou encontro . 1979). Visto que Khan conclui que o “collage” de imagens internalizadas não totalmente integradas constituem o objeto interno confrontado ... da incapacidade para o “playing” e da ausência de transicionalidade.. pela situação esteriotipada ou pela fantasia repetitiva . amalgamando idéias de Fairbairn .. baseando suas investigações na relação mãe-filho e em sua hipótese sobre os objetos transicionais.quanto aos “splits” de ego e no fato de que a criança introjeta um objeto primário dissociado . Sobre este conceito de objeto interno confrontado. “bocados” e pedaços idealizados dos cuidados corporais que receberam de sua mãe e “internalizam esta realidade psicótica através do que Khan denomina objeto interno confrontado” (Cooper.. então. Mas Khan os coloca juntos. Estes dois analistas nunca se entenderam realmente um ao outro.. os objetos transicionais que aparecem no desenvolvimento normal da infância se . como o “contrário do que é o objeto transicional na saúde”.”.

A técnica de intimidade volta a reproduzir a neurose infantil. Ele começa por referir que em Freud o acting-out tem uma conotação de . seduz e obriga a compartir o acting-out da detenção do desenvolvimento e do trauma acumulativo que conduzem à otimização da identidade. Mediante esta técnica se apela a outro objeto. Em primeiro lugar explicaremos detalhadamente a técnica da intimidade através da qual o perverso induz e obriga a outra pessoa a converter-se em seu cúmplice. relacionando este conceito com Freud. combina em seu sutil equilíbrio a exploração defensiva de satisfações regressivas de natureza instintiva pré-genital e a mobilização de processos psíquicos arcaicos. A intimidade não é. Khan. a qual instala a neurose infantil. com a esperança de liberar e expandir o ego para que chegue a ser uma organização independente e coerente e alcançar um sentido de identidade. em especial. cujo mecanismo é o acting-out.” Masud Khan faz uma síntese da questão da intimidade. entretanto. da seguinte maneira: “Examinaremos agora porque a intimidade é o modo de relação objetal preferido pelo perverso. destinada a compensar a insuficiência de cuidado materno que constitui o requisito prévio do auto-erotismo e do narcisismo infantil. cumplicidade e reciprocidade nas perversões”. comenta o acting-out. Freud havia destacado o papel das experiências auto-eróticas na sexualidade infantil. uma reprodução planificada de práticas masturbatórias entre duas pessoas. Em suas primeiras investigações analíticas sobre a personalidade humana. Neste capítulo (“intimidade. o acting-out das fantasias e práticas sexuais perversas. se o involucra. buscando a raiz freudiana. Sugerimos que as perversões são um acting-out social da neurose infantil dos perversos.” Da mesma maneira com que fez com o conceito de intimidade. uma simples repetição regressiva egosintônica do auto-erotismo infantil.convertem na vida adulta em relações sexuais perversas com objetos humanos e não-humanos. É um erotismo à deux. Esta técnica de intimidade. Masud Khan também. 1979) consideraremos.

Nesta situação tropeçamos com a inacessibilidade do perverso à influência e à mudança devido a suas relações objetais. O perverso constantemente . mas como também uma bandeira de esperança: Visto que. refere o seguinte: “Ainda seguindo a Winnicott. 1993).” Ao final do texto citado. O ego do perverso atua seu sonho e involucra a outra pessoa nesta atualização. no tratamento do perverso temos que fazer frente a outro formidável trabalho terapêutico: como obter que desperte e abandone seu modo específico de dramatizar estes sonhos. Khan mantém que o perverso emprega o acting-out não só como um mecanismo contra-fóbico para escapar de seu mundo interno congelado.resistência ao processo analítico e. em continuidade. escrevendo sobre o conceito de acting-out para Masud Khan. escreve Masud Khan: “De minha parte. A técnica de intimidade constitui o veículo deste tipo de sonho e o acting-out é seu mecanismo preferencial de funcionamento psíquico. como um grito de ajuda para alertar o ambiente da experiência primitiva da deficiência materna do perverso. Caberia argumentar que embora o perverso dramatize e satisfaça efetivamente seus sonhos corporais com uma pessoa real. um grande número de autores que estudam o papel específico do acting-out em relação com as perversões e os transtornos da vida instintiva. com a rememoração. não pode livrar-se deles. na versão de Winnicott. Desta forma. em particular.” Judy Cooper (Cooper. a tendência anti-social é considerada positivamente. Por fim. Ele cita. ao considerar o mecanismo de acting-out me limitarei a descrever suas funções a serviço da técnica de intimidade nas perversões. conclui Masud Khan: “As perversões têm mais afinidade com o sonho que com a formação de sintomas neuróticos. Faz a ressalva que hoje o conceito se ampliou em seu alcance e em sua esfera de aplicação “clínica” para abarcar uma grande quantidade de fenômenos de conduta relacionados tanto com o processo analítico como à estrutura da personalidade.

ela é muito influenciada pela fantasia. não era. mesmo estando presente na experiência da criança. Utilizo aqui propositadamente a palavra “idolização” e não idealização.” Penso que um dos trabalhos mais interessantes do “ Alienations in Perversions” é o capítulo I. e que se refere a reparação feita no self como um objeto interno idolizado. o pai. Todos os sujeitos em questão tinham sido. Leiamos o próprio Masud Khan escrevendo sobre isto: “O tratamento analítico intensivo. Ele também está compelido ao acting-out como uma defesa maníaca para evitar sua ansiedade latente e sua depressão. me permitiu isolar um modelo da primeira relação mãe-criança. pois aos meus olhos os dois processos são bem distintos. de uma dúzia de casos de perversão. no entanto. É sobre esta “idolização” do bebê e da criança que eu quero chamar a atenção. portanto. Ele descreve que todos os seus . é um sobre-investimento de um objeto anterior real. ao contrário. em cada caso.precisa acumular testemunhas para seus atos.no caso a criança. A idolização. A idealização é um processo intra-psíquico. 1976) Masud Khan considera também que dois tipos de dificuldades adicionais parecem estar presentes nestas crianças: a ausência do “brincar” (playing) e de objetos transicionais. registrado como presença ou como pessoa. em sua infância. em uma exploração mental dos componentes instintuais e dos processos psíquicos primitivos em relação a um exterior . ela se apoia nas atitudes e funções do “eu” que englobam os investimentos do “isso” e os intensificam para pô-los a seu serviço. Ela implica. É notório que. muito amados por suas mães.” (Khan. ao longo desses vinte últimos anos. A mãe oferecia à criança cuidados corporais intensos mas de modo impessoal. que conduz a escolha de práticas sexuais perversas (heterossexuais bem como homossexuais). porque nele Masud Khan nos remete aos seus conceitos básicos. A criança era tratada pela mãe como sua “criançacoisa” (thing-creation) mais do que como uma pessoa que está emergindo e crescendo. parecendo ser este seu método de comunicação preferido.

Dando continuidade a suas idéias ele postula que todas as perversões apresentam uma alienação fundamental do self da pessoa envolvida e a tentativa . para nosso autor. entretanto. “tradição Hope” de Donald Winnicott. quase claustrofóbicos e bastante desesperados. involucrados nesta patologia. c) na identificação narcísica o perverso utiliza o objeto como um espelho do self. muitas perversões são tentativas de impulsionar precariamente as funções do ego. talvez possamos dizer assim. despersonalizados e com um tipo de personalidade claramente esquizóide. 1979). b) na idealização o perverso outorga um valor demasiado intenso a um só aspecto do objeto. apresentam. escreve ele. Judy Cooper também aborda este tema ao considerar que. em estado latente. chegaram à puberdade e à adolescência em um estado de inocência “organizada”: com escassa capacidade para o “devaneio” sexual e suas primeiras tentativas masturbatórias foram “pateticamente” insatisfatórias. no intuito de defender-se de sentimentos depressivos. A dependência em relação ao analista na procura da aceitação total adquire um .por parte do perverso . Original é também a idéia de Masud Khan quando ele escreve na. o que não conseguem materializar em experiências vitais e/ou em relações objetais atuais”. uma intensa necessidade de tomar contato com a vida e com os demais. 1) Nas relação do perverso consigo mesmo e com seu objeto encontramos três componentes: a) na idolização o perverso trata o objeto como um fetiche sagrado.de encontrar a personalização através da elaborada “maquinaria das experiências sexuais” (Khan. Penso também que dois pontos aportados são muito interessantes. 1979).pacientes. “Sentem-se encerrados. que “o que se requer é estabelecer com a maior firmeza e solidez as tendências positivas que jazem ocultas sob os resíduos da perícia erótica do perverso” (Khan. 2) Na situação transferencial estes três processos se evidenciam: a) na idolização “qualquer gesto do analista que revele seu estado de separação é vivenciado como algo traumático e aniquilador.

um tipo de coisa com que sonha em seu sonho”. 1988). Rio de Janeiro. (Hidden Selves. ele é “somente uma coisa. (When Spring Comes . Lugar Editorial. 1991 Quando a Primavera Chegar. é interessante ouvir novamente o autor: “Nenhum ser humano pode fazer muito pelo perverso na vida comum porque. São Paulo 1991 Entre L’Idole et L’Ideal. Ediciones Nueva Visión. como diria Tweedledee. b) quando o perverso representa o self idealizado se produz uma sutil desvalorização do analista. 1974). o personagem da obra de Lewis Carroll. Printemps. BIBLIOGRAFIA Livros de Masud Khan Psicanálise: Teoria e Casos Clínicos. 1979). Buenos Aires. 1987 Loucura y Soledad. Livros e Artigos sobre Masud Khan . N ° 13. Buenos Aires. Despertares em Psicanálise Clínica. não publicada).publicado nos Estados Unidos com o título de The Long Wait. Editora Escuta. O analista deve realizar a reparação a fim de que comece a operar a personalização diferenciada”. (1976) Nouvelle Revue de Psychanalyse. (Alienation in Perversions. Livraria Francisco Alves Editora. (The Privacy of the Self. c) na identificação narcísica busca mais desenvolver uma intimidade com o analista do que um trabalho analítico efetivo Para concluir. Entre la Teoria y la Práctica Psicoanalítica . 1976 (há uma tradução de Suzana Alves Viana e Denise Vieira Lee.grau máximo. 1977 Alienación en las Perversiones . 1983).

. Masud R. São Paulo. Int. A vida e a obra de Masud Khan. Obituary (1924-1989). 1997. M. Khan. por J. Rio de Janeiro. 145-154. Psycho-Anal. 1997. Judy Cooper. Outeiral. 1993. Notas sobre o artigo de Masud Khan.Masud Khan (1924-1989. Karnac Books. (Falem de mim como eu sou. Asociación Psicanalítica del Uruguay. A. obituário). “Speak Of Me As I Am. (1992). The Life and the Work of Masud Khan. “Entre l’Idole et l’Ideal” .) Apresentação à edição Brasileira. pp. London. Ed. Não publicado.” Judy Cooper. Jul. de “Falem de mim como eu sou”. Revista Uruguaya de Psicoanálisis. Suzana Alves Viana e Denise Vieira Lee. Aida Miraldi. 155. Rio de Janeiro. N ° 71. Revinter. Revinter. J.Limentani. 1990. 73.

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