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Cursos da Resolução A.

891 - Training of Personnel on MOU

INSTITUTO DE CIÊNCIAS NÁUTICAS

Legislação Marítima

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

APRESENTAÇÃO E SUMÁRIO DO CURSO

– Objetivos do Curso
– Apresentação do Curso (Conteúdo e Programa) – Material Didático e de Suporte – UE-1.0 Introdução à Legislação Marítima e a Organização Marítima Internacional (IMO)

– UE-2.0 Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar - SOLAS (SAFETY ON LIFE AT SEA)

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

– UE-3.0 - Convenção MARPOL

– UE – 4.0 - Convenção STCW – UE- 5.0 - Código Modu – UE – 6.0 - Outras Convenções, Resoluções e Normas da Bandeira das Águas Jurisdicionais da Operação da Unidade

Training of Personnel on MOU  OBJETIVO DO CURSO Propiciar uma visão básica e acesso à legislação marítima internacional e nacional para profissionais que ocupem cargos de responsabilidade gerencial a bordo de MOUs .891 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU 1 – Introdução à Legislação Marítima Internacional e a IMO 2 – Convenção Solas PROGRAMA 3 – Convenção Marpol 4 – Convenção STCW Curso LegMar 5 – Código Modu 6 – Outras Convenções. Resoluções e Normas da Bandeira das Águas Jurisdicionais da Operação da Unidade Carga Horária 24 h/aula .891 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU CD-Rom LEGMAR Material Didático e Suporte Apostila para acompanhamento das aulas .Cursos da Resolução A.891 .

891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU METODOLOGIA DE ENSINO A SER APLICADA NO CURSO Aulas expositivas com a participação ATIVA dos alunos .

891 .0 Introdução à Legislação Marítima e a Organização Marítima Internacional .Training of Personnel on MOU UNIDADE DE ENSINO 1.Cursos da Resolução A.

ONU). incluindo as normas convencionais originadas das organizações internacionais (IMO. .Legislação Nacional: normas do Estado da Bandeira (Flag State) e do Estado Costeiro (Port State). . OIT. sobretudo após a instituição do ISM Code.891 .Cursos da Resolução A. dentro do conceito mais moderno de autorregulamentação.Training of Personnel on MOU PRINCIPAIS FONTES DA LEGISLAÇÃO MARÍTIMA .Legislação Internacional. é a atribuída à própria empresa operadora da unidade. Outra fonte importante de normas sobre segurança marítima.Regras de Construção emanadas das diversas Sociedades Classificadoras. .

pelo Congresso Nacional). ao lado da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ . serão editadas como fonte complementar. . As regras concretas. em geral. um departamento de comércio exterior.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU PRINCIPAIS FONTES DA LEGISLAÇÃO MARÍTIMA Do ponto de vista nacional. no Brasil. etc. a regulamentação da segurança marítima é baseada em um conjunto de regras internacionais e de normas nacionais adotado. pelo parlamento (no Brasil.essa como órgão regulatório do setor). guarda costeira. tem-se a Diretoria de Portos e Costas como autoridade com atribuição nesse sentido. regulando os aspectos materiais da segurança.891 . pelos órgãos governamentais responsáveis pelo setor marítimo (por exemplo.

Training of Personnel on MOU PRINCIPAIS FONTES DA LEGISLAÇÃO MARÍTIMA Identificam-se quatro níveis de autoridades reguladoras com atribuição de fiscalizar.as Sociedades Classificadoras (Classification Societies).Cursos da Resolução A. .os Estados da Bandeira (Flag States) .os Estados Costeiros (Coastal States) . que podem atuar em nome dos Estados. controlar e exigir a aplicação das normas internacionais.891 . quais sejam: .os Estados do Porto (Port States) .

de modo a garantir a segurança da navegação e a prevenção da poluição Sede da IMO em Londres .Training of Personnel on MOU ORGANIZAÇÃO MARÍTIMA INTERNACIONAL Uma das primeiras agências da ONU a ser criada 1948 GENEBRA/SUIÇA PROPÓSITO Gerar instrumentos capazes de normalizar a utilização dos mares e oceanos.Cursos da Resolução A.891 .

no que tange às normas relativas a assuntos técnicos de todas as espécies que afetem o tráfego marítimo empenhado no comércio internacional. II .Training of Personnel on MOU PRINCÍPIOS BÁSICOS DA IMO Os princípios básicos que norteiam as atividades da Organização Marítima Internacional (IMO) são os seguintes: I . eficiência.Cursos da Resolução A. prevenção e controle da poluição marinha produzida por navios. para que flua sem burocracia desnecessária e discriminações que não as razoáveis para o fomento de navegações mercantes próprias. .Estimular a adoção de elevados padrões de segurança marítima.Promover mecanismos de cooperação entre governos. III – Remoção de óbices ao tráfego marítimo internacional.891 .

Merc. Comunicações / Busca e Salvamento (COMSAR) Sbc. Perigosas. Linhas de Carga/Seg.Cursos da Resolução A. Pesqueiros e Estabilidade (SLF) . Granéis Líquidos e Gases (BLG) Sbc. Projetos e Equipamentos (DE) Sbc.Training of Personnel on MOU ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA IMO SEGRETARIA GERAL ASSEMBLEIA CONSELHO Comitê Jurídico (LEG) Comitê de Facilitação (FAL) Comitê de Segurança Marítima (MSC) Comitê de Proteção ao Meio Ambiente Marinho (MEPC) Comitê de Cooperação Técnica (TC) Sbc. Navegação (NAV) Sbc. Implementação dos Instrumentos da IMO (FSI) Sbc. Cargas Sólidas e Contêineres (DSC) Sbc. .891 .subcomitê Sbc. Proteção a Incêndio (FP) Sbc. Normas de Treinamento /Serviço de Quarto (STW) Sbc.

B – 10 membros e C – 20 membros. eleito pelo Conselho e ratificado pela Assembleia. Tem a responsabilidade pela aprovação do programa de trabalho e orçamento e pelas eleições dos integrantes do Conselho. O atual ocupante do cargo é o Sr.é o órgão executivo e responsável pela supervisão dos trabalhos da Organização. do Japão (eleito para a função com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012). sendo dirigido por um Secretário-Geral. mediante eleição. Através de suas Resoluções é que se desenvolvem as principais atividades da IMO. Reúne-se de forma regular a cada seis meses e é composto por 40 membros. .é o órgão permanente. - Conselho . Indica. Assembleia como órgão de cúpula. Koji Sekimizu.891 . o SecretárioGeral. divididos por categorias: A – 10 membros. cujo nome está sujeito à ratificação da Assembleia.Cursos da Resolução A. é composta por todos os Estados-Membros e reúne-se regularmente a cada dois anos.Training of Personnel on MOU Secretaria Geral . salvo em casos de convocações especiais.

 Categoria B . Em 1967.891 . Cursos da Resolução A. a partir de 1973. vem sendo votado na categoria B. o Brasil foi eleito pela primeira vez para o Conselho dentro da categoria C.Essas categorias são uma forma de classificar os EstadosMembros de modo a se identificarem e se aglutinarem da seguinte maneira :  Categoria A .  Categoria C .formada por países de maiores frotas mercantes. Cabe observar que ampliou-se o número de membros do Conselho para 40. e nele permanece até hoje. tendo sido sufragado em todas as eleições posteriores. categoria B (10) e categoria C (20).formada por países para os quais o tráfego marítimo internacional apresenta maior interesse.formada por países que não se enquadram na categoria A e nem na B.Training of Personnel on MOU . No entanto. assim distribuídos: categoria A (10).

Training of Personnel on MOU 1o Nível Convenções e Códigos Instrumentos Normalizadores 2o Nível Resoluções de Assembléia 3o Nível Circulares de Comitê .Cursos da Resolução A.891 .

891 .Training of Personnel on MOU Força do Cumprimento da Legislação Internacional 1o Lugar Na regulamentação e adequação às normas nacionais 2o Lugar Na implementação abrangente 3o Lugar Nas Vistorias e Inspeções ( Port State control ) .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU UNIDADE DE ENSINO 2.891 .SOLAS (Safety of Life at Sea) .0 Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar .Cursos da Resolução A.

sendo o mesmo depositado em um órgão neutro. em que todas as partes têm a responsabilidade de zelar pelo seu cumprimento.891 . construído com linguagem diplomática.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Introdução à Convenção SOLAS Definição de Convenção: É um acordo político internacional multilateral. pré-definido A Convenção SOLAS é a mais antiga do setor marítimo e vem servido de exemplo para a elaboração de outros tratados internacionais Objetivo Fundamental A PRESERVAÇÃO DA VIDA HUMANA NO MAR .

estanqueidade.891 . 3a FASE Preocupação com a operação segura.Training of Personnel on MOU Evolução da Convenção SOLAS em Relação ao Conteúdo 1a FASE . estabilidade.Preocupação com a estrutura.Preocupação com equipamentos e avanço tecnológico. Foco na capacitação do homem que opera . entre outras.Cursos da Resolução A. Foco na embarcação como meio seguro 2a FASE . Foco na segurança de equipamentos.

891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS A Convenção SOLAS é composta: Pela Convenção/74 propriamente dita Composta por 13 Artigos Pelo Protocolo/88 Pelo Anexo à Convenção 74/78 Composto por 9 Artigos Composto por 12 Capítulos de Assuntos Técnicos .

Definições etc.Aplicações.Cursos da Resolução A.891 . Parte B .Acidentes Este Capítulo contém 21 artigos .Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO I .Vistorias e Certificados Parte C .REQUISITOS GERAIS Parte A .

Máquinas e Instalações Elétricas Parte A .Linha de carga da compartimentagem para navios de passageiros Parte B-4 – Gerenciamento de Estabilidade Parte C – Instalações de Máquinas Parte D – Instalações Elétricas Parte E – Exigências Adicionais para PMPD (Praças de Máquinas Periodicamente Desguarnecidas ) Parte F – Projetos e Arranjos Alternativos Esta parte do Capítulo II contém 55 Regras .Cursos da Resolução A.Compartimentagem.Generalidades Parte A-1 – Estrutura dos Navios A Estrutura da Convenção SOLAS Parte B – Compartimentagem e Estabilidade Parte B-1 – Compartimentagem em avaria de Navio de Carga Parte B-2 .891 .Training of Personnel on MOU CAPÍTULO II-1 Construção e Estrutura Compartimentagem e Estabilidade. integridade da estanqueidade à água e da estanqueidade ao tempo Parte B-3 .

Generalidades Parte B – Prevenção de incêndio e Explosão Parte C – Supressão de Incêndios Parte D – Escape Parte E – Requisitos Operacionais Parte F – Projeto e Dispositivos Alternativos Parte G – Requisitos Especiais Esta parte do Capítulo II contém 23 Regras .Cursos da Resolução A. Detecção e Extinção de Incêndio Parte A .Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO II-2 .Construção e Proteção Contra Incêndio.891 .

Generalidades CAPÍTULO III .Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS Parte A .Cursos da Resolução A.891 .Projetos e Arranjos Alternativos Este Capítulo contém 38 Regras .Prescrições Equipamentos Salva-Vidas Seção I – Embarcações de Passageiros e Embarcações de Carga Seção II – Navios de Passageiros (prescrições adicionais) Seção III – Navios de Carga (prescrições adicionais) Seção IV – Prescrições Relativas aos Equipamentos e Dispositivos Salva-Vidas Seção V – Diversos Parte C .Equipamentos Salva-Vidas e Outros Dispositivos Relativas aos Embarcações e aos Parte B .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO IV .Generalidades Parte B – Compromisso dos Governos Contratantes Parte C – Requisitos das Embarcações Este Capítulo contém 18 Regras .891 .Radiocomunicações Parte A .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO V .Segurança da Navegação Apêndice do Capítulo V – Regras para a administração.Disposições Gerais Parte B – Disposições Especiais para Cargas Sólidas a Granel Parte C – Transportes de Grãos Este Capítulo contém 09 Regras .891 . a operação e o financiamento da Patrulha do Gelo do Atlântico Norte Este Capítulo contém 35 Regras CAPÍTULO VI Combustíveis Transporte de Cargas e Óleos Parte A .

Plutônio e Resíduos com Elevado Nível de Radioatividade sob a forma de Embalagem a bordo de embarcações. Este Capítulo contém 16 Regras .Transporte de Produtos Perigosos sob a forma de Embalagens Parte A-1 – Transporte de Produtos Perigosos sob a forma sólido.Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO VII . a granel Parte B – Construção e Equipamento de Navios Transportadores de Produtos Químicos Líquidos Perigosos a Granel Parte C – Construção e Equipamento Transportadores de Gases Liquefeitos a Granel de Navios Parte D – Prescrições Especiais para o Transporte de Combustível Nuclear Irradiado.Transporte de Produtos Perigosos Parte A .Cursos da Resolução A.891 .

Navios Nucleares Este Capítulo contém 12 Regras CAPÍTULO IX .Gerenciamento para Operação Segura de Navios Este Capítulo contém 06 Regras CAPÍTULO X Medidas de Embarcações de Alta Velocidade Segurança para Este Capítulo contém 03 Regras .Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO VIII .

Cursos da Resolução A.1.2 .Training of Personnel on MOU A Estrutura da Convenção SOLAS CAPÍTULO XI .Medidas Especiais para Intensificar a Proteção Marítima Este Capítulo contém 13 artigos CAPÍTULO XII .891 .Medidas Especiais para Intensificar a Segurança Marítima Este Capítulo contém 06 Regras CAPÍTULO XI .Medidas Adicionais de Segurança para Graneleiros Este Capítulo contém 14 artigos .

891 .Certificado de Segurança Rádio para Navio de Carga .Training of Personnel on MOU Apêndice Certificados SOLAS /Registros e Apensos .Certificado de Segurança para Navio de Passageiros com Propulsão Nuclear .Certificado de Segurança para Navio de Carga com Propulsão Nuclear .Cursos da Resolução A.Certificado de Segurança para Navio de Carga .Certificado de Segurança de Construção para Navio de Carga .Certificado de Segurança de Equipamento para Navio de Carga .Certificado de Segurança para Navio de Passageiro .Certificado de Isenção .

Código Marítimo Internacional de Produtos Perigosos (International Maritime Dangerous Goods Code .Manual Internacional Aeronáutico e Marítimo de Busca e Salvamento (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual .Código Internacional para Sistemas Seguros contra Incêndio (International Code for Fire Safety System .IAMSAR Manual) .FSS Code) .IMDG Code) .Training of Personnel on MOU Principais Códigos Associados à SOLAS .Cursos da Resolução A.891 .Código Internacional de Sinais (International Code of Signals) .HSC Code) .Código Internacional de Segurança para Embarcações de Alta Velocidade (International Code of Safety for High Speed Craft .

Código de Procedimento Seguro para Estivagem e Peiação da Carga (Code of Safe Practice for Cargo Stowage and Securing – CSS Code) .Training of Personnel on MOU Principais Códigos Associados à SOLAS .Código Internacional de Dispositivos Salva-Vidas (International Life-saving Appliance Code .LSA Code) .891 .Código Internacional para o Gerenciamento da Operação Segura de Navios e para a Prevenção da Poluição (International Management Code for the Safe Operation of Ships and for Pollution Prevention – ISM Code) .Cursos da Resolução A.ISPS Code) .Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias (International Code for the Security of Ships and Port Facilities .

Cursos da Resolução A.A Convenção SOLAS estabelece como espécies de vistorias a inicial.Periódicas -Anuais .Adicionais .Training of Personnel on MOU Vistorias Segundo a Solas . as periódicas. exigindo todas ou algumas. as anuais e as adicionais.Renovação . conforme o tipo de navio considerado.  Tipos de Vistorias (Solas) -Inicial .891 . de renovação.

após a vistoria inicial. a intervalos que a Administração possa considerar necessário para assegurar que as condições do navio estão satisfatórias.Training of Personnel on MOU Vistorias Segundo a Solas . máquinas e equipamentos.No caso de navios de carga.891 . .Cursos da Resolução A. uma vistoria todo ano em relação à instalação rádios e em relação ao casco. o navio está sujeito a uma vistoria subsequente a cada dois anos em relação aos dispositivos salva-vidas e outros equipamentos.

Com relação às vistorias da estrutura. Cursos da Resolução A.Vistorias Segundo a Solas .As vistorias periódicas e anuais deverão ser endossadas no Certificado de Segurança dos Equipamentos de Navio de Carga (no caso das vistorias dos equipamentos salva-vidas e de outros equipamentos dos navios de carga) e no Certificado de Segurança Rádio de Navio de Carga (no caso das vistorias das instalações rádio dos navios de carga). deverão ser endossadas no Certificado de Segurança da Construção dos Navios de Carga as vistorias intermediárias e anuais e as inspeções da parte externado fundo do navio.891 . . das máquinas e dos equipamentos dos navios de carga.Training of Personnel on MOU .

Analisando as regras que disciplinam as vistorias.891 .Training of Personnel on MOU Vistorias Segundo a Solas .Esse intervalo é comumente denominado de “janela” e permite manter a data de aniversário do Certificado se a vistoria correspondente for realizada dentro do período estabelecido na regra (ou seja. .Cursos da Resolução A. observa-se referência ao interregno de três meses antes ou depois da data de aniversário do Certificado considerado. . dentro das janelas).

891 . Certificado de Segurança de Construção de Navio de Carga.A Regra 12 do Capítulo I lista os vários certificados que devem ser conferidos pelo Estado da Bandeira como prova que o navio foi inspecionado e encontrado de acordo com os requerimentos da Convenção. .Os Certificados referidos são os seguintes: Certificado de Segurança para Navio de Passageiros.Também faz referência ao Certificado de Isenção quando for concedida pelo Estado da Bandeira uma isenção a um navio com no disposto nessas regras.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Documentos Exigidos pela Solas . Certificado de Segurança de Equipamentos de Navio de Carga e Certificado de Segurança Rádio de Navio de Carga. . .

endossar ou autorizar o endosso dos certificados existentes no navio de acordo com as presentes regras.A Convenção SOLAS permite que outro Governo que não o Estado da Bandeira emita ou endosse um desses certificados estatutários (Regra 13 do Capítulo I). se estiver convencido de que as exigências das presentes regras foram atendidas. fazer com que um navio seja vistoriado e. quando for adequado. mediante solicitação da Administração. .Training of Personnel on MOU Documentos Exigidos pela Solas .Qualquer certificado assim emitido deverá conter uma declaração afirmando que ele foi emitido mediante solicitação do Governo do Estado da Bandeira que o navio está autorizado a arvorar.891 . um Governo Contratante poderá. e deverá ter o mesmo valor e receber o mesmo reconhecimento que o dado a um certificado emitido com base na Regra 12. deverá emitir ou autorizar a emissão de certificados para o navio e.Cursos da Resolução A. . Assim.

para todos os efeitos previstos na Convenção SOLAS. os certificados emitidos sob a autoridade de um Governo Contratante devem ser aceitos pelos demais Governos Contratantes como tendo o mesmo valor que os certificados por eles emitidos.Nos termos precisos da Regra 17 do Capítulo I.891 . .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Documentos Exigidos pela Solas .

na qual são prestados serviços SAR. Região de Busca e Salvamento (SRR – Search and Rescue Region) – é uma área de dimensões definidas.Cursos da Resolução A. Centro de Coordenação de Salvamento (RCC – Rescue Co-ordination Centre) – unidade responsável por promover uma organização eficiente dos serviços de busca e salvamento e por coordenar a realização das operações SAR numa determinada Região de Busca e Salvamento.Training of Personnel on MOU Sistema Salvamar Brasil  O desenvolvimento de um Sistema SAR envolve o estabelecimento de uma ou mais Regiões de Busca e Salvamento com capacidade de receber alertas e de coordenar e prover serviços SAR. que possui um centro de coordenação de salvamento.891 . .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Sistema Salvamar Brasil A função de Coordenador SAR na área marítima de responsabilidade do Brasil é desempenhada pelo SALVAMAR BRASIL. . além de ser o responsável pela elaboração e disseminação das normas necessárias ao seu correto funcionamento.891 . no atendimento aos acidentes SAR.  O Comando de Operações Navais (SALVAMAR BRASIL) exerce a supervisão do Serviço de Busca e Salvamento Marítimo em todo Brasil. As Capitanias dos Portos. em suas áreas. as Delegacias (DL) e as Agências (AG) funcionam como subcentros de Coordenação do Serviço de Busca e Salvamento e seguirão instruções específicas do Distrito Naval de sua jurisdição.

RN. com sede em Rio Grande. . PA. .SALVAMAR NORTE.SALVAMAR SUL. com sede em Salvador. com sede em Natal.SALVAMAR LESTE. e . estendendo-se até o meridiano de 010ºW.891 . com sede no Rio de Janeiro. RJ. . essa Região SAR foi dividida em cinco sub-regiões marítimas. existindo para cada uma um Centro de Coordenação de Salvamento (RCC). com sede em Belém. Pelas grandes dimensões. RS. BA.Training of Personnel on MOU Sistema Salvamar Brasil A Região de Busca e Salvamento Marítimo sob a responsabilidade do Brasil abrange toda a nossa costa. como se segue: . .SALVAMAR NORDESTE.Cursos da Resolução A.SALVAMAR SUESTE.

e . a saber: . com sede em Ladário.Training of Personnel on MOU Sistema Salvamar Brasil Compete também ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha a responsabilidade pelas operações SAR nas vias navegáveis interiores da Bacia Amazônica e do Rio Paraguai.891 . Para esse fim. com sede em Manaus. MS. AM. .SALVAMAR NOROESTE.SALVAMAR OESTE. existem dois Centros de Coordenação SAR.Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Sistema Salvamar Brasil .Cursos da Resolução A.891 .

Cursos da Resolução A.Unidade de Busca e Salvamento (Search and Rescue Unit) é definida como sendo uma unidade constituída de pessoal adestrado e dotado de equipamentos adequados para uma rápida realização de operações de busca e salvamento.Training of Personnel on MOU Sistema de Apoio e Salvamento Os principais recursos SAR disponíveis para a prestação dos serviços de busca e salvamento são os navios e aeronaves subordinados aos Comandos dos Distritos Navais (DN) / Comando Naval correspondentes a cada SALVAMAR. Em cada Distrito Naval / Comando Naval há um Navio de Serviço de prontidão para atendimento de incidente SAR. .891 . . A empresa / operadora deve elaborar um plano de contingência para enfrentamento de acidentes com a disponibilização de recursos humanos e materiais adequados para a característica da atividade explorada.

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU UNIDADE DE ENSINO 3.0 Convenção Internacional para Prevenção da Poluição por Navios MARPOL 73/78 .

O Protocolo 97 .A Convenção 73 .O Protocolo 78 .06 Anexos .texto técnico .Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL .891 .Cursos da Resolução A.

891 . ALÉM DE PRINCIPALMENTE. NORMALIZAR AS ATIVIDADES RELACIONADAS COM DESCARGA DE POLUENTES NAS ÁGUAS. .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Objetivos e Propósitos da Convenção MARPOL 73/78 PREVENIR A POLUIÇÃO DOS MARES E OCEANOS POR EMBARCAÇÕES E UNIDADES FLUTUANTES.

891 .65 98.20 97.47 94.30 1997 .Cursos da Resolução A.59 89.Training of Personnel on MOU Os Anexos da Marpol Instrumento MARPOL (Anexo I/II) MARPOL (Anexo III) MARPOL (Anexo IV) MARPOL (Anexo V) MARPOL Protocolo (Anexo VI) 73/78 73/78 73/78 73/78 Entrada em Vigor 02/10/1983 01/071992 27/09/2003 31/12/1988 19/05/2005 Estados Contratantes 152 138 131 144 72 % da AB Mundial 99.

Generalidades Capítulo 2 .Vistorias e Certificação Capítulo 3 – Exigências para os Compartimentos de Máquinas de Todos os Navios Capítulo 4 – Exigência para a Área de Carga de Petroleiros Capítulo 5 – Prevenção da Poluição Resultante de um Incidente de Poluição por Óleo .Cursos da Resolução A.Regras para a Prevenção da Poluição por Óleo Capítulo 1 .Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO I .891 .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL Capítulo 6 .891 .Instalação de Recepção Capítulo 7 – Prescrições Especiais para Plataformas Fixas ou Flutuantes Capítulo 8 – Prevenção da Poluição Durante Transferência de Carga de Óleo entre Petroleiros no Mar Capítulo 9 – Exigências Especiais para o Uso ou Transporte de Óleos na Região da Antártica O Anexo I possui 43 Regras .

Generalidades Capítulo 2 – Classificação de Substâncias Líquidas Nocivas Capítulo 3 – Vistorias e Emissão de Certificados Capítulo 4 – Projeto. Dispositivos e Equipamentos Capítulo 5 – Descargas Operacionais de Resíduos de Substâncias Líquidas Nocivas .Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO II .891 .Regras para o Controle da Poluição por Substâncias Líquidas Nocivas a Granel Capítulo 1 .Cursos da Resolução A. Construção.

Medidas de Controle pelos Estados do Porto Capítulo 7 – Prevenção da Poluição Resultante de um Incidente Envolvendo Substâncias Líquidas Nocivas Capítulo 8 – Instalações de Recepção O Anexo II possui 18 Regras .891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL Capítulo 6 .

891 . possuindo 8 Regras .Cursos da Resolução A.Regras para Prevenção da Poluição por Substâncias Danosas Transportadas por Mar sob a forma de Embalagens O Anexo III não se encontra dividido em capítulos.Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO III .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO IV Poluição por Esgoto dos Navios Capítulo 1 .891 .Regras para a Prevenção da Capítulo 2 – Vistoria e Certificação Capítulo 3 Descargas – Equipamentos e Controle das Capítulo 4 – Instalação de Recepção Capítulo 5 – Controle do Estado do Porto O Anexo IV possui 13 Regras .Generalidades .

Regras para Prevenção da Poluição por Lixo dos Navios O Anexo V não se encontra dividido em capítulos. possuindo 9 Regras .Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO V .Cursos da Resolução A.891 .

Regras para a Prevenção da Capítulo 1 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Estrutura da Convenção MARPOL ANEXO VI Poluição do Ar por Navios .Generalidades Capítulo 2 – Vistoria. Certificação e Meios de Controle Capítulo 3 – Exigências para o Controle das Emissões Provenientes de Navios O Anexo VI possui 18 Regras .891 .

891 .Training of Personnel on MOU Certificado MARPOL Principal Documento de Comprovação de Cumprimento das Prescrições MARPOL CERTIFICADO IOPP .Cursos da Resolução A.

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Plano de Emergência de Bordo para Poluição por Óleo .SOPEP Todos os navios petroleiros de 150 AB e todas as demais embarcações acima de 400 AB deverão ter a bordo um PLANO DE EMERGÊNCIA PARA COMBATE A POLUIÇÃO POR ÓLEO.891 . aprovado pela Administração Treinamento .

como emendado. para plataformas móveis. Para plataformas construídas até 05/03/1998.Cursos da Resolução A.891 . em seu Capítulo 9.A NORMAM 01. sendo aplicáveis os seguintes Certificados:  Certificado Internacional de Prevenção da Poluição por Óleo – IOPP . . emitido de acordo com a Convenção MARPOL. a partir de 05/03/2008.emitido de acordo com a MARPOL 73.Training of Personnel on MOU Certificados da MARPOL . dispõe que as plataformas fixas e móveis deverão cumprir com as disposições da Convenção MARPOL 73/78.  Certificado Internacional para Prevenção da Poluição por Esgoto. para plataformas móveis com quilha batida após 05/03/1998. Anexo IV. Anexo I.

. acessórios.Cursos da Resolução A. arranjos e material. na medida em que o navio esteja coberto pelo Anexo. que deverá conter uma vistoria completa da sua estrutura.891 . ou antes que seja emitido pela primeira vez o Certificado exigido pela Regra 7 do Anexo I.Training of Personnel on MOU Vistorias previstas pela MARPOL 1) Vistoria inicial antes que o navio seja posto em serviço. dos seus equipamentos. sistemas. de modo a assegurar o cumprimento integral das prescrições aplicáveis do Anexo.

a intervalos especificados pela Administração.Cursos da Resolução A. exceto quando for aplicável a Regra 10. os equipamentos. A vistoria de renovação deverá ser feita de modo a assegurar que a estrutura.5.7 deste Anexo. os arranjos e o material atendam totalmente às prescrições aplicáveis do Anexo. os sistemas. 10.Training of Personnel on MOU Vistorias previstas pela MARPOL 2) Vistoria de renovação. que não excedam a cinco anos.6 ou 10. 10.891 .2. os acessórios. .2.

Estas vistorias intermediárias deverão ser endossadas no Certificado emitido de acordo com a Regra 7 ou 8 do Anexo I. as bombas e os sistemas de redes a eles associados. os equipamentos de separação da água e óleo e os sistemas de filtragem de óleo. inclusive os sistemas de monitoramento e de controle das descargas de óleo.4 desta Regra. ou de três meses antes ou após a data do terceiro aniversário do Certificado. . atendam totalmente às prescrições aplicáveis deste Anexo e estejam em boas condições de funcionamento. que deverá substituir uma das vistorias anuais especificadas no parágrafo 1.Training of Personnel on MOU Vistorias previstas pela MARPOL 3) Vistoria intermediária.Cursos da Resolução A. no período de três meses antes ou após a data do segundo aniversário.891 . A vistoria intermediária deverá ser feita de modo a assegurar que os equipamentos. os sistemas de lavagem com óleo cru.

Estas vistorias anuais devem ser endossadas no Certificado emitido de acordo com a Regra 7 ou 8 deste Anexo. dos acessórios. dos arranjos e do material mencionados no parágrafo 1. no período de três meses antes ou após cada data de aniversário do Certificado.1 desta regra. para assegurar que tenham sido mantidos de acordo com os parágrafos 4.1 e 4. .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Vistorias previstas pela MARPOL 4) Vistoria anual. incluindo uma inspeção geral da estrutura.891 .2 desta Regra e que permanecem em condições satisfatórias para o serviço para o qual o navio se destina. dos equipamentos. dos sistemas.

que deverá ser realizada após um reparo realizado em decorrência das inspeções prescritas no parágrafo 4.Cursos da Resolução A. Essa vistoria deverá ser realizada de modo a assegurar que os reparos ou remodelações necessários tenham sido efetivamente feitos. que o material e a execução desses reparos ou remodelações estejam sob todos os aspectos satisfatórios e que o navio atenda em todos os aspectos às prescrições do presente Anexo. .891 .3 desta regra. ou sempre que forem realizados quaisquer reparos ou remodelações importantes. geral ou parcial de acordo com as circunstâncias.Training of Personnel on MOU Vistorias previstas pela MARPOL 5) Vistoria adicional.

Cursos da Resolução A.0 Convenção Internacional sobre Normas de Treinamento de Marítimos.891 . Expedição de Certificados e Serviço de Quarto – STCW 78/95 .Training of Personnel on MOU UNIDADE DE ENSINO 4.

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Antes do STCW-78 HISTÓRICO Com o STCW-78 Com as Emendas de 1995 .

891 .Instrumentalizar a Fiscalização .Training of Personnel on MOU Motivação para a Realização das Emendas 95 .Detalhar os Padrões Mínimos de Competência .Transferir os Detalhes Técnicos para um Código .Cursos da Resolução A. mantendo o Controle com a Administração .Descentralizar a Responsabilidade.

Training of Personnel on MOU Objetivo da Convenção STCW 78/95 ESTABELECER UM PADRÃO MÍNIMO DE COMPETÊNCIA PARA TODOS OS NÍVEIS DE RESPONSABILIDADE FUNCIONAL NO SETOR MARÍTIMO .Cursos da Resolução A.891 .

Training of Personnel on MOU Estrutura da STCW 78/95 17 Artigos CONVENÇÃO ANEXOS 08 Capítulos CÓDIGO 02 Partes .891 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Art I – Obrigações Gerais Art II – Definições Art III – Aplicação Art IV – Comunicações de Informações Art V – Outros Tratados e Interpretações Art VI – Certificados Art VII – Disposições Gerais Art VIII – Licenças Art IX – Equivalência Art X – Controle CONVENÇÃO Art XI – Cooperação Técnica Art XII – Emendas Art XIII – Assinatura.Idiomas .891 . Aprovação e Adesão Art XIV – Entrada em Vigor Art XV – Denúncia Art XVI – Depósito e Registro Art XVII .Cursos da Resolução A. Ratificação.

Cursos da Resolução A.891 . Segurança do Trabalho.Training of Personnel on MOU Capítulo I – Disposições Gerais Capítulo II – Comandante e Depo Convés Capítulo III – Departamento de Máquinas Capítulo IV – Pessoal de Radiocomunicações ANEXO Capítulo V – Requisitos Especiais de Treinamento para pessoal que serve a bordo de certos tipos de navios Capítulo VI – Funções de Emergência. Assistência Médica e Sobrevivência Capítulo VII – Esquemas de Expedição de Certificados Alternativos Capítulo VIII – Serviço de Quarto .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU PARTE A – Dispositivos Obrigatórios CÓDIGO PARTE B – Diretrizes Recomendadas .891 .

de 21 a 25 de junho de 2010. . .891 . introduzem novas exigências de treinamentos e certificação e metodologias. .Training of Personnel on MOU O Código STCW .As emendas atualizam os padrões de competência requeridos. particularmente a luz das novas tecnologias utilizadas.A Parte A do Código é mandatória enquanto a Parte B é recomendatória. prevenção ao uso de drogas e álcool e padrões de higidez física e médica para os marítimos. realizada em Manila.Uma revisão abrangente da Convenção STCW começou em janeiro de 2006 e culminou com a Conferência dos Estados Parte da Convenção STCW. e detalha os requisites de horas de trabalho e de descanso. nas Filipinas. Nessa Conferência adotou-se um número significativo de emendas à Convenção STCW e ao Código. Também melhoram os mecanismos de compulsoriedade de suas provisões.Cursos da Resolução A.

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo II – Comandante e Depto de Convés Encarregado de Quarto de Navegação em embarcação com AB>500 Comandante ( AB>500 ) e Imediato em função de comando (AB>500) Encarregado de Quarto de Navegação /Comandante de embarcação com AB<500 (pequena derrota / interior) REGRA II/1 REGRA II/2 REGRA II/3 REGRA II/4 Subalterno .

891 .000 KW ≤ propulsão ≥ 750 KW REGRA III/4 Subalterno.000 KW Chefe de Máquinas e Subchefe.Cursos da Resolução A. propulsão ≥ 750KW de REGRA III/1 REGRA III/2 REGRA III/3 Chefe de Máquinas e Subchefe de máquinas. .Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo III – Depto de Máquinas Encarregado do Serviço de Quarto máquinas em PMPD. 3. propulsão ≥ 3.

Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo IV – Pessoal de Radiocomunicações REGRA IV/1 REGRA IV/2 Aplicação (link com a SOLAS) Certificação em conformidade Regulamento Radio com o Capítulo V – Treinamento para Navios Especiais REGRA V/1 Navios-Tanque (1 – Familiarização e Segurança Operacional) 2 – REGRA V/2 Navios de Passageiros ro-ro .891 .Cursos da Resolução A.

891 .Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo VI – Funções de Emergência / Segurança do Trabalho. Assistência Médica e Sobrevivência REGRA VI/1 Treinamento Básico Proficiência em Embarcação Salvatagem e Resgate (normal e rápida) Combate a Incêndio Avançado Primeiros Médica Socorros e Assistência de REGRA VI/2 REGRA VI/3 REGRA IV/4 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo VII – Certificação Alternativa REGRA VII/1 REGRA VII/2 REGRA VII/3 Emissão do Certificado Alternativos Expedição do Certificado Princípios para Expedição .Cursos da Resolução A.891 .

Training of Personnel on MOU Análise dos Capítulos Capítulo VIII – Serviço de Quarto REGRA VIII/1 REGRA VIII/2 Aptidão para o Serviço (fadiga) Organização do Serviço dos quartos .891 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Como Consultar o STCW Código Anexo/Capítulo/Regra Exemplo: Seção A da Regra – Seção B da Regra REGRA II/1 Seção A-II/1 Seção B-II/1 .Cursos da Resolução A.891 .

891 .Radiocomunicações II .Nível Operacional I – Nível Gerencial NÍVEL DE RESPONSABILIDADE III – Nível de Apoio .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Os Níveis de Responsabilidade e as Tabelas de Competência Mínima PADRÕES DE COMPETÊNCIA 1 – Navegação 2 – Manuseio e Estivagem de Carga 3 – Controle Operacional 4 – Máquinas 5 – Eletricidade/Eletrônica 6 – Manutenção e Reparos 7 .

891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU .

891 .Training of Personnel on MOU Certificado de Competência.Cursos da Resolução A. Endosso e Reconhecimento CERTIFICADO é o documento emitido pela Autoridade marítima que a competência do portador ATESTA ENDOSSO VALIDA A CERTIFICAÇÃO Regra I/2 .

Endosso e Reconhecimento .891 .Reconhecimento de Certificado .Revalidação de Certificado .Regra I/11 .Training of Personnel on MOU Certificado de Competência.Regra I/10 .Acordo entre Estados-Membros .Cursos da Resolução A.Aceitação de Certificado .

Cursos da Resolução A.Nível de Responsabilidade CERTIFICADOS DE QUALIFICAÇÃO ESPECIAL Mandatórios Recomendável .Padrão de Competência .891 .Training of Personnel on MOU Qualificação Especial CERTIFICADO DE COMPETÊNCIA .

Training of Personnel on MOU Instituto de Ciências Náuticas .Cursos da Resolução A.891 .ICN .

Training of Personnel on MOU Resolução A.891(21) – Recomendação para Treinamento de Pessoal Empregado em Unidade Móvel de Offshore (MOUs) .891 .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Princípios da Resolução A.891 . GARANTINDO UM ADEQUADO NÍVEL DE SEGURANÇA DA VIDA HUMANA.891 Desenvolvimento da doutrina PROVER UM PADRÃO INTERNACIONAL DE TREINAMENTO PARA TODO PESSOAL EMPREGADO EM UNIDADE MÓVEL DE OFFSHORE (MOU).Cursos da Resolução A. DA PROPRIEDADE E PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. COMPLEMENTANDO O CONTEÚDO ESTABELECIDO PELA CONVENÇÃO STCW 78/95 .

891 Unidade Móvel de Offshore – MOU Embarcação que pode ser (rapidamente) mudada de posição.891 .Training of Personnel on MOU Estrutura da Resolução A.Cursos da Resolução A. engajada em trabalho offshore Unidades SS Unidades Auto-Elevatórias Unidades de Superfície Navios Sonda .

891 .Visitante ou pessoa especial com permanência a bordo não superior a 03 dias. Categoria C .Pessoa engajada regularmente com responsabilidade de segurança em relação a terceiros.Training of Personnel on MOU Estrutura da Resolução A. Categoria D . sem envolvimento com as atividades da MOU Categoria B .891 Para efeito de instrução e treinamento o pessoal empregado em Unidade Móvel de Offshore – MOU foi dividido nas seguintes categorias: Categoria A .Pessoa especial sem responsabilidade de segurança em relação a terceiros.Membros da Tripulação Marítima .Cursos da Resolução A.

OIM) – Principal da unidade e responsável por todos a bordo.MS) – Responsável pela inspeção.Cursos da Resolução A.BS) – Principal auxiliar do OIM no que diz respeito a assuntos marítimos. O qual detém o completo comando da unidade Supervisor da MOU (Barge Supervisor .891 TRIPULAÇÃO MARÍTIMA DA MOU (quando em posição) Gerente da MOU (Offshore Installation Manager . calado e estabilidade. .Training of Personnel on MOU Estrutura da Resolução A. operação e teste das máquinas e motores da MOU.891 . responsável pelas operações de lastro e pelas condições de estabilidade Operador de Lastro (Ballast Control Operator . Supervisor de Manutenção (Maintenance Supervisor .BCO) – Responsável pelo controle diário do trim.

Cursos da Resolução A.Treinamento de Familiarização 2 – Treinamento de Segurança Marítima 3 – Cursos de Certificação para o Pessoal Chave (tripulação marítima) 4 – Treinamentos de Qualificação Especial Treinamentos e Cursos de Certificação de Competência .891 .Training of Personnel on MOU 1 .

B.B.891 .A. C e D (todas) 2 .Training of Personnel on MOU Cursos e Treinamentos por Categorias 1 .Antes de assumir qualquer função regular CATEGORIAS .Antes de se engajar em qualquer atividade na MOU CATEGORIAS .Cursos da Resolução A. C e D .Treinamento de Segurança Marítima (Basic Training) QUANDO .Treinamento de Familiarização QUANDO .

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Cursos e Treinamentos por Categorias 1 – Curso de Formação de Gerente de MOU (OIM) QUANDO .Antes de assumir função de OIM CATEGORIAS .D Carga Horária 300h/aula 2 – Curso de Formação de Supervisor de MOU (BS) QUANDO .Antes de assumir função de BS CATEGORIAS .D Carga Horária 180h/aula .

891 .D Carga Horária 150h/aula .D Carga Horária 150h/a 2 – Curso de Formação de Supervisor de Manutenção (MS) QUANDO .Training of Personnel on MOU Cursos e Treinamentos por Categorias 1 – Curso de Formação de Operador de Lastro (BCO) QUANDO .Antes de assumir função de MS CATEGORIAS .Antes de assumir função de BSO CATEGORIAS .Cursos da Resolução A.

Training of Personnel on MOU Cursos e Treinamentos por Categorias QUALIFICAÇOES ESPECIAIS .Cursos da Resolução A.CATEGORIA D 1 – Proficiência em Embarcação de Salvatagem e Resgate 2 – Proficiência em Embarcação Rápida de Resgate 3 – Combate a Incêndio Avançado 4 – Primeiros Socorros 5 – Cuidados Médicos .891 .

A Lei nº 9. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. 3º que cabe à Autoridade Marítima promover a sua implementação e execução.537. prescreve em seu art. e a prevenção da poluição ambiental por parte de embarcações. de 11 de dezembro de 1997.891 . no mar aberto e hidrovias interiores. que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências (LESTA).Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta).Cursos da Resolução A. plataformas ou suas instalações de apoio. com o propósito de assegurar a salvaguarda da vida humana e a segurança da navegação. .

O Comandante da Marinha delega o exercício da Autoridade Marítima aos denominados representantes da Autoridade Marítima. o preparo e o emprego das Forças Armadas. 17 as atribuições subsidiárias da Marinha do Brasil. de 09/06/1999. 156/MB. A Lei Complementar nº 97.891 .Cursos da Resolução A. prescreve em seu art.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). nos termos da Portaria nº. estabelecendo a estrutura da Autoridade Marítima e as competências para o exercício das atividades especificadas . designando o Comandante da Marinha como Autoridade Marítima. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. de 03/06/2004. que dispõe sobre as normas gerais para a organização.

Diretor de Hidrografia e Navegação (DHN) e Comandantes dos Distritos Navais (ComDN) e ao Comandante Naval da Amazônia Ocidental (CNAO). Comandante de Operações Navais (ComOpNav). As autoridades militares que receberam a delegação para o exercício das atividades atribuídas à Autoridade Marítima são as seguintes: Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA). Diretor-Geral de Navegação (DGN).891 .Cursos da Resolução A. Diretor de Portos e Costas (DPC).Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. .

Representantes da Autoridade Marítima para a Segurança da Navegação e o Meio Ambiente responsáveis pelos assuntos concernentes à segurança da navegação. I.891 . Para o exercício dessas atividades foram designados o Comandante de Operações Navais e o Diretor-Geral de Navegação. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. plataformas ou suas instalações de apoio.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). . à salvaguarda da vida humana no mar aberto e hidrovias interiores e à prevenção da poluição ambiental por parte de embarcações.

ao Ensino Profissional Marítimo e aos Aquaviários. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário.891 . II.Representante da Autoridade Marítima para a Marinha Mercante – responsável pelos assuntos concernentes à Marinha Mercante.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta).Cursos da Resolução A. sendo exercido pelo Diretor de Portos e Costas. .

à inspeção naval. à praticagem. o Diretor de Hidrografia e Navegação. Para o trato desses assuntos.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). III. à segurança das embarcações. . os Comandantes dos Distritos Navais e o Comandante Naval da Amazônia Ocidental.Representantes da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário – responsáveis pelos assuntos concernentes à segurança do tráfego aquaviário. foram designados o Diretor de Portos e Costas. à cartografia náutica e à meteorologia marinha. à sinalização náutica. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário.891 .Cursos da Resolução A.

responsáveis pelos assuntos concernentes à busca e salvamento de vida humana e assistência e salvamento de embarcações em perigo no mar. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. .Cursos da Resolução A. IV.Representantes da Autoridade Marítima para o Socorro e Salvamento . nos portos e nas vias navegáveis interiores.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta).891 . São designados para essas atividades os Comandantes de Distritos Navais e o Comandante Naval da Amazônia Ocidental.

Representantes da Autoridade Marítima para o Meio Ambiente – são responsáveis pelos assuntos concernentes às condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). e à poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional. São designados para o trato desses assuntos o Diretor de Portos e Costas. os Comandantes de Distritos Navais e o Comandante Naval da Amazônia Ocidental. .Cursos da Resolução A. plataformas ou suas instalações de apoio.891 . a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário. à prevenção da poluição por parte de embarcações. V.

os Comandantes de Distritos Navais e o Comandante Naval da Amazônia Ocidental. . o Diretor de Hidrografia e Navegação. em terreno de marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais. submersos. o Diretor de Portos e Costas. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário.Cursos da Resolução A. encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional. em decorrência de sinistro. exploração. Para o trato desses assuntos.891 . alijamento ou fortuna do mar. Investigação Científica Marinha e Bens Submersos – responsáveis pelos assuntos concernentes aos organismos internacionais relacionados com o mar. remoção e demolição de coisas ou bens afundados. foram designados o Chefe do Estado-Maior da Armada.Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). à pesquisa e investigação científica em águas sob jurisdição nacional e à pesquisa. sob domínio da União.Representantes da Autoridade Marítima para Organismos Internacionais. VI.

Cursos da Resolução A. Foi designado o Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM). .Training of Personnel on MOU  Assuntos regulados pela Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta).Representante da Autoridade Marítima para a Antártica e os Recursos do Mar – responsável pelos assuntos concernentes à Antártica e aos Recursos vivos e não-vivos existentes na Zona Econômica Exclusiva e na Plataforma Continental Brasileira. VII. a Autoridade Marítima Brasileira e as tarefas da Diretoria de Portos e Costas em relação à segurança do tráfego aquaviário.891 .

891 .Training of Personnel on MOU UNIDADE DE ENSINO 5.Cursos da Resolução A.0 Código para Construção e Equipamentos de Unidades Móveis de Offshore – MODU Code .

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

Código para Construção e Equipamentos de Unidades Móveis de Perfuração Marítima
- Unidades construídas após 01 de maio de 1991 – MODU 89

- Unidades construídas entre 31 de dezembro de 1981 e 30 de abril de 1991 – MODU 79 - Unidades construídas antes de 31 de dezembro de 1981.

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Código Modu

Existem em vigor três versões para o Code for the

Construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units (MODU Code).

A primeira versão, “1979 MODU Code”, foi adotada pela Resolução A.414(XI) e é aplicável às plataformas construídas entre 31/12/81 e 01/05/91. O Código MODU de 1989 foi adotado pela Resolução A.649(16), em 19 de outubro de 1989 e é aplicável às plataformas construídas após 01/05/1991. A terceira versão "2009 MODU Code" foi adotada pela Resolução A.1023(26) aplica-se as plataformas construídas após 01/01/2012.

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Código Modu
O Código MODU funciona, de forma geral, em relação às unidades móveis, como uma Convenção SOLAS. Nesse sentido, o propósito do Código MODU é recomendar critérios de design, padrões de construção e outras medidas de segurança para as unidades móveis de forma a minimizar os riscos para tais unidades, para as pessoas a bordo e ao meio ambiente.
O MODU Code foi desenvolvido para fornecer padrões internacionais de projeto, construção e outras medidas de segurança para novas construções de unidades móveis de perfuração de forma que a sua adoção e aplicação pelas empresas de petróleo, facilitem a operação e movimentação internacional das unidades.

As plataformas móveis construídas a partir de 01/05/1991 devem cumprir os requisitos estabelecidos no Código MODU 89. . em seu Capítulo 9 (que trata das embarcações e plataformas empregadas na prospecção e extração de petróleo e minerais). .Cursos da Resolução A.As plataformas móveis construídas a partir de 31/12/1981 devem cumprir os requisitos estabelecidos no Código MODU 79. para avaliação da necessidade do estabelecimento de requisitos adicionais ou alternativos. estabelece que as plataformas deverão atender os requisitos estabelecidos no Código para Construção e Equipamento para Plataformas Móveis de Perfuração levando-se em consideração o seguinte: .891 . os requisitos estabelecidos no Código MODU 79 devendo.Training of Personnel on MOU Código Modu A NORMAM 01. tanto quanto possível.As plataformas móveis construídas antes de 31/12/1981 devem cumprir. . submeter qualquer desvio ao citado código à DPC. contudo.

Capítulo 5 – Instalações Elétricas para todos os Tipos de Unidades .Capítulo 1 – Generalidades . apresentando a seguinte estrutura normativa: .Capítulo 2 – Construção.Capítulo 6 – Instalações de Máquinas e Elétricas em Áreas de Risco para todos os Tipos de Unidades . Estabilidade e Borda Livre .Training of Personnel on MOU Código Modu .891 . Resistência e Materiais .Estrutura O Código MODU 1989 encontra-se dividido em 14 Capítulos.Capítulo 3 – Subdivisão.Cursos da Resolução A.Capítulo 4 – Instalações de Máquinas para todos os Tipos de Unidades .

Training of Personnel on MOU Código Modu .Capítulo 11 – Instalações de Radiocomunicações .Capítulo 10 – Equipamentos e Dispositivos Salvavidas .Capítulo 9 – Segurança contra Incêndio .Estrutura .891 .Dispositivos de Içamento .Capítulo 7 – Instalações de Máquinas e Elétricas para Unidades Autopropulsadas .Capítulo 14 – Requisitos Operacionais .Capítulo 13 – Instalações para Helicópteros .Capítulo 12 .Cursos da Resolução A.Capítulo 8 – Espaços de Máquinas Periodicamente Desguarnecidos para todos os Tipos de Unidades .

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Código Modu - Vistorias - O Código MODU prescreve que cada unidade deverá ser submetida a sete vistorias. Note-se que são vistorias para aferir a conformidade da unidade com as regras do Código MODU, podendo a unidade ser submetida a outras vistorias prescritas em convenções internacionais (como a MARPOL, por exemplo) ou códigos (como o Código ISM, por exemplo) diversos.

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Código Modu - Vistorias

- Vistoria Inicial – antes da unidade ser colocada em serviço ou antes do certificado ser conferido pela primeira vez; - Vistoria de Renovação a intervalos especificados pela Administração, mas não superiores a 5 anos, exceto quando for aplicável a regra 1.6.11.2.1 (que se refere à janela de três meses) ou 1.6.11.5 (que se refere à situação em que a plataforma não se encontra, quando o certificado for expirar, no local em que deveria ser submetida á vistoria) ou 1.6.11.6 (trata de circunstâncias especiais determinadas pela Administração);

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Código Modu - Vistorias

- Vistoria Intermediária - até três meses antes ou três meses depois da data do segundo aniversário, ou até três meses antes ou três meses depois da data do terceiro aniversário do Certificado, que deverá ser realizada em lugar de uma das vistorias anuais especificadas na regra 1.6.1.4;
- Vistoria Anual - até três meses antes ou três meses depois de cada data de aniversário do Certificado;

6.Vistorias .Vistoria da Estação Rádio – deverá ser procedida de acordo com a regra 11.Docagem (Drydock survey) – durante um período de cinco anos. após um acidente marítimo). .5 é aplicável.Cursos da Resolução A. a unidade deverá ser submetida a duas docagens. exceto quando a regra 1.10. .891 .Vistoria Adicional – quando a ocasião exigir (por exemplo. .11.Training of Personnel on MOU Código Modu .

Cursos da Resolução A. que foi desenvolvido seguindo uma revisão completa no Código MODU de 1989. em sua 26ª sessão (ocorrida entre 23 de novembro e 2 de dezembro de 2009). 2009 O MODU Code 2009 suplantará o Código MODU 1989 para as unidades móveis cuja quilha tenha sido batida ou esteja em estágio similar de construção em ou após 01 de janeiro de 2012. and Equipment of Mobile Offshore Drilling Units. . o Code for the Construction (2009 MODU Code).891 .Training of Personnel on MOU Código Modu – Atualização A Assembleia da Organização Marítima Internacional adotou pela Resolução A.1023(26).

UNIDADE DE ENSINO 6.ICN 1 . RESOLUÇÕES E NORMAS DE BANDEIRA E DAS ÁGUAS JURISDICIONAIS DA OPERAÇÃO DA UNIDADE Instituto de Ciências Náuticas .0 OUTRAS CONVENÇÕES.

891 . .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Convenção Load Lines 66 Essa Convenção Internacional está relacionada diretamente com a segurança dos navios. Ao longo do século XIX observou-se que era uma prática comum o carregamento em excesso dos navios com consequências desastrosas em termos de prejuízos causados pelos constantes naufrágios. sobretudo em termos de perdas de vidas humanas.

Training of Personnel on MOU Composição da CILC 66 – Artigos: aspectos burocráticos – Anexo I  Capítulo I: Geral  Capítulo II: Condições para atribuição  Capítulo III: Cálculo  Capítulo IV: Transporte de Madeira – Anexo II: Zonas e períodos sazonais – Anexo III: Certificado .Cursos da Resolução A.891 .

ou após a data de entrada em vigor da presente Convenção (21/07/68).Cursos da Resolução A.891 . 2) .Navio novo significa um navio cuja quilha foi batida ou se encontrava em estado similar de construção em.Viagem Internacional é uma viagem por mar a partir de um país signatário da Convenção até um porto fora desse país. . .Navio existente significa um navio que não é um navio novo.Training of Personnel on MOU  Definições (Art. .

. se este for maior.Cursos da Resolução A. medido na mesma linha d’água.Training of Personnel on MOU .891 . o maior valor entre L2 e 96% de L1. Na figura.Comprimento (L) significa 96% do comprimento total na linha d’água correspondente a 85% do menor pontal moldado ou o comprimento compreendido entre a roda de proa e o eixo da madre do leme.

esses navios serão obrigados a aumentar a borda-livre que lhe eram anteriormente atribuídas.Cursos da Resolução A.  Para terem o privilégio de reduzirem suas bordas-livres previamente atribuídas. deverão atender.  Navios existentes que não atendam completamente aos requisitos constantes no Anexo I ou em qualquer outra regra da Convenção.  As Regras constantes do Anexo I são aplicáveis aos navios novos.Training of Personnel on MOU Aplicação (Artigo 4)  A Convenção se aplica aos navios que arvoram bandeira de um Governo Contratante usados em viagens internacionais. os navios existentes deverão atender integralmente aos requisitos da presente Convenção.891 . . pelo menos. aos requisitos que lhe eram anteriormente aplicáveis. Em nenhum caso.

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

Exceções (Artigo 5) A Convenção não se aplica a: a) navios de guerra; b) navios novos com menos de 24m de comprimento; c) navios existentes com AB inferior a 150; d) iates de recreio, não empregados no comércio; e e) navios de pesca. A LL-66 também não é aplicável à navios que naveguem exclusivamente em algumas áreas específicas, como por exemplo os rios da Prata, Paraná e Uruguai, a leste de uma linha traçada entre “Punta Norte” (Argentina) e “Punta del Este” (Uruguai).

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Isenções (Artigo 6)
As Administrações podem conceder isenções dos requisitos da Convenção para:  navios empregados em viagens internacionais entre portos próximos, condicionadas a aceitação pelos Governos onde os portos estão situados. Navios que apresentam características de novo tipo cuja aplicação dos requisitos da Convenção pode inviabilizar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias. O navio deverá atender aos requisitos de segurança que a Critério da Administração sejam adequados ao tipo de serviço no qual é empregado, os quais deverão ser aceitos pelos países a serem visitados pelo navio.

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Isenções (continuação)
 Uma Administração que conceda uma isenção de acordo com o estabelecido nos 2 casos anteriores deverá comunicar a IMO detalhes e razões para a sua concessão, a qual circulará a informação entre os demais Governos Contratantes.  Um navio que normalmente não é empregado em viagens internacionais que, em circunstâncias excepcionais, necessita efetuar uma única viagem pode ser isentado pela Administração de qualquer item da LL66, desde que atenda aos requisitos de segurança que, a critério da Administração, sejam adequados à viagem pretendida.

saídas d’água e meios de acesso aos alojamentos em condições efetivas de manutenção. balaustradas.891 . 3 meses antes ou depois de cada data de aniversário do certificado. Vistoria de Renovação Vistorias Anuais.Cursos da Resolução A. antes do navio entrar em serviço.  marcas de borda-livre .Training of Personnel on MOU Vistorias (Artigo 14) Um navio deverá ser submetido às seguintes vistorias: Vistoria Inicial. para verificar que:  não ocorreram alterações  itens e dispositivos de proteção de aberturas.

a qual não deve exceder 5 anos.891 . o período de validade do novo certificado poderá ser a partir da data de conclusão da vistoria de renovação até no máximo 5 anos a partir da data de término da validade do certificado anterior.Cursos da Resolução A. . Nesse caso. exceto quando a vistoria de renovação for efetuada dentro de 3 meses antes da data de término da validade do certificado.Training of Personnel on MOU Duração do Certificado (Artigo 19)  Validade determinada pela Administração.

Training of Personnel on MOU Duração do Certificado (continuação)   Vistoria de renovação concluída após data de término da validade do certificado existente: o novo certificado terá validade a partir da data de conclusão da vistoria de renovação até não mais de 5 anos a partir da data de término da validade do certificado existente.Cursos da Resolução A.891 . Vistoria de renovação concluída mais de 3 meses antes da data de término da validade do certificado existente: o novo certificado terá validade de até 5 anos a partir da data de conclusão da vistoria .

Training of Personnel on MOU Duração do Certificado (continuação)  No caso de. . desde que não tenham ocorrido alterações no navio.891 . a pessoa ou organização que efetuou a vistoria de renovação poderá endossar a prorrogação da validade do certificado existente por um período de até 5 meses.Cursos da Resolução A. ocorrer a impossibilidade de emissão do novo certificado antes do término da validade do certificado existente. após conclusão da vistoria de renovação.

a Administração poderá estender a validade do certificado por um período de até 3 meses. Um navio para o qual essa extensão foi concedida não poderá deixar o porto onde deveria ser vistoriado sem um certificado novo .Cursos da Resolução A.891 . somente com o propósito de permitir ao navio se deslocar ao porto onde pode ser vistoriado.Training of Personnel on MOU Duração do Certificado (continuação)   Se o certificado de um navio se expirar em um porto no qual ele não pode ser vistoriado.

Training of Personnel on MOU Perda de Validade do Certificado O Certificado perde sua validade se:  ocorrerem alterações materiais no casco ou superestruturas que aumentem sua borda-livre  os itens mencionados no artigo 14 (1) (c) não forem mantidos em condições efetivas  não for endossado para demonstrar a execução das vistorias anuais  degradação estrutural do navio em extensão tal que torne o navio inseguro. .  emitido por uma Administração perde sua validade no caso de mudança de bandeira.891 .Cursos da Resolução A.

estando sujeitos à renovação.Cursos da Resolução A. para a qual foi emitida.891 . extensão e cancelamento. de forma similar ao estabelecido para o Certificado Internacional de Borda-Livre  os certificados emitidos de acordo com o Artigo 6(4) deverá ser limitada a uma única viagem.  . endosso.Training of Personnel on MOU Validade do Certificado de Isenção os certificados emitidos de acordo com o Artigo 6(2) (nova tecnologia) terão validade de até 5 anos.

Navios construídos e mantidos em conformidade com requisitos de uma Sociedade Classificadora reconhecida pela Administração podem ser considerados como tendo resistência adequada.Training of Personnel on MOU Anexo I .Resistência do casco A Administração deverá garantir que a estrutura geral do casco é suficiente para o calado de borda-livre atribuído. .891 .Capítulo I Regra 1 .Cursos da Resolução A.

Embarcações que transportam carga de madeira no convés podem ter bordas-livres adicionais.Aplicação (das regras) Regras aplicáveis a embarcações com ou sem meios de propulsão mecânica.Training of Personnel on MOU Regra 2 . . Rebocadores e veleiros (propulsão principal ou auxiliar) terão suas bordas-livres atribuídas de acordo com a LL-66 a critério da Administração.Cursos da Resolução A.891 . Embarcações de madeira ou de construção mista e navios cujas características de construção tornem a aplicação do Anexo impraticável terão suas bordaslivres determinadas pela Administração.

Abrandamentos desses requisitos poderão ser concedidos as embarcações para as quais foi concedida uma borda-livre maior que a mínima.Training of Personnel on MOU Regra 2 .891 .Cursos da Resolução A. desde que a Administração se satisfaça das condições de segurança atribuídas.Aplicação (das regras) Regras 10-26 (capítulo II) são aplicáveis a todos os embarcações para os quais uma borda-livre mínima foi atribuída. .

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Regra 3 – Definições Perpendiculares de vante e de ré devem ser tomadas nas extremidades de vante e de ré do Comprimento (L). Meia-nau é a metade do Comprimento (L).891 . Borda-livre atribuída é a distância vertical na meianau entre a face superior da “Linha de Convés” e a linha de carga considerada. . A perpendicular de vante coincide com a extremidade de vante da linha d’água onde o comprimento é mensurado.

891 . . todas as aberturas no costado apresentam meios de fechamento estanque à água.Definições (continuação) Convés de Borda-Livre normalmente é o convés completo mais elevado.Training of Personnel on MOU Regra 3 . exposto ao tempo e ao mar. abaixo do qual.Cursos da Resolução A. o qual apresenta meios permanentes de fechamento de todas as aberturas de suas partes expostas e.

891 .  Superestrutura fechada é a superestrutura com: – anteparas limites de eficiente construção.Training of Personnel on MOU Regra 3 . caso existentes. – aberturas de acesso.Definições (continuação)  Superestrutura é qualquer estrutura com convés de cobertura acima do Convés de Borda-Livre que se estenda de bordo a bordo da embarcação ou cujo chapeamento lateral não esteja situado a mais de 4% da Boca (B) da embarcação para dentro do costado.Cursos da Resolução A. com portas que atendem aos requisitos da regra 12. . e – todas demais aberturas dotadas com eficientes meios de fechamento estanque ao tempo.

Training of Personnel on MOU Regra 4 . . É marcada a meia-nau em cada bordo e sua face superior deve coincidir com a interseção do prolongamento externo da parte superior do Convés de Borda-Livre com a parte externa do costado Regra 5 .Cursos da Resolução A.Marca da Linha de Carga Consiste de um anel de 300 mm de diâmetro externo e 25 mm de largura cruzado por uma linha horizontal de 450 mm de comprimento e 25 mm de largura cuja face superior passa pelo centro do anel. Também conhecida como “Disco de Plimsoll”.Linha de Convés É uma linha horizontal com comprimento de 300 mm e 25 mm de largura.891 .

.Training of Personnel on MOU O centro do anel será colocado a meio navio a uma distância vertical abaixo da face superior da Linha de Convés igual à borda-livre de verão.891 .Cursos da Resolução A.

Linha de Carga de Inverno indicada pela face superior de uma linha marcada “W”. Linha de Carga Tropical indicada pela face superior de uma linha marcada “T”.Training of Personnel on MOU Regra 6 . Linha de Carga de Inverno no Atlântico Norte indicada pela face superior de uma linha marcada “WNA”. .Linhas de Carga Sazonais As seguintes Linhas de Carga devem ser usadas: Linha de Carga de Verão indicada pela face superior da linha horizontal que cruza o centro do disco e também por um linha marcada “S”.Cursos da Resolução A.891 .

de Carga Tropical de Água Doce indicada pela face superior de uma linha marcada “TF”.Training of Personnel on MOU Linha de Carga de Água Doce de Verão indicada pela face superior de uma linha marcada “F”.Cursos da Resolução A.891 . A diferença entre essa linha de carga e a Linha de Carga de Verão constitui a tolerância concedida para carregamento em água doce para as outras linhas de carga. Linha .

.Training of Personnel on MOU Se bordas-livres referentes ao carregamento de madeira forem atribuídas. as seguintes linhas de carga para madeira poderão atribuídas além das linhas de carga normais: Linha de Carga para Madeira de Verão indicada pela face superior de uma linha marcada “LS”. Linha de Carga para Madeira de Inverno indicada pela face superior de uma linha marcada “LW”.891 . Linha de Carga para Madeira de Inverno no Atlântico Norte indicada pela face superior de uma linha marcada “LWNA”.Cursos da Resolução A.

891 .  Linha de Carga de Madeira para Água Doce de Verão indicada pela face superior de uma linha marcada “LF”.Training of Personnel on MOU Linha de Carga para Madeira Tropical indicada pela face superior de uma linha marcada “LT”.  .  Linha de Carga para Madeira Tropical de Água Doce indicada pela face superior de uma linha marcada “LTF”. A diferença entre essa linha de carga e a Linha de Carga para Madeira de Verão constitui a tolerância concedida para carregamento em água doce para as outras linhas de carga de madeira.Cursos da Resolução A.

891 .Training of Personnel on MOU .Cursos da Resolução A.

 Quando for atribuída uma borda-livre maior que a borda-livre mínima. tais linhas poderão ser omitidas.Training of Personnel on MOU  Quando as características da embarcação. somente a linha de Água Doce deverá ser marcada. de tal modo que a linha de carga seja marcada em posição correspondente ou mais abaixo que a linha de carga sazonal mais baixa.891 . a natureza do serviço ou restrições impostas à navegação tornem inaplicáveis quaisquer das linhas de carga sazonais.Cursos da Resolução A. .

acima da linha horizontal que passa pelo centro do anel. .Marca da Autoridade Responsável A marca da autoridade que determinou as linhas de carga poderá ser indicada ao longo do disco. ou acima e abaixo dessa linha.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Regra 7 . Esta marca consistirá de no máximo 4 iniciais para identificar o nome da autoridade.891 .

Training of Personnel on MOU Regra 8 . linhas e as letras deverão estar marcados de forma permanente. a critério da Administração. no costado da embarcação. arranjos especiais deverão ser feitos com esse propósito. em fundo claro. linhas e as letras serão pintados em branco ou amarelo em fundo escuro ou em preto. caso necessário. .Cursos da Resolução A. O disco.Detalhes da Marcação O disco. As marcas deverão ser facilmente visíveis e.891 .

Posição 1: sobre as partes expostas dos conveses de borda-livre.Capítulo II Regra 10: Informação a ser suprida ao Comandante Regra 11: Anteparas Limites de Superestruturas Regra 12: Portas em Superestruturas Fechadas Regra 13: Posição de escotilhas.Cursos da Resolução A. .891 . contado a partir da perpendicular de vante.Training of Personnel on MOU Anexo I . aberturas de acesso e ventilações. tombadilhos e para as partes dos conveses expostos das superestruturas situados a vante no 1/4 de vante do Comprimento (L).

.891 .Capítulo II (continuação) Posição 2: sobre as partes dos conveses expostos das superestruturas situados a ré de um ponto localizado a um 1/4 do Comprimento (L).Training of Personnel on MOU Anexo I . Regra 14: Escotilhas de Carga Regra 15: Escotilhas fechadas por tampas portáteis Regra 16: Escotilhas fechadas por tampas de aço Regra 17: Aberturas de Praças de Máquinas Regra 18: Aberturas diversas nos Conveses de Borda-Livre e de Superestruturas.Cursos da Resolução A. contado a partir da perpendicular de vante.

Capítulo II (continuação) Regra Regra Regra Regra Regra Regra Regra Regra 19: 20: 21: 22: 23: 24: 25: 26: Ventiladores Suspiros Aberturas para Carga Embornais. Admissões e Descargas Vigias.Cursos da Resolução A. Aberturas para saídas d’água Proteção para a Tripulação Condições especiais para navios do Tipo A .Training of Personnel on MOU Anexo I .891 .

alto grau de resistência ao alagamento. devido à baixa permeabilidade dos espaços de carga carregados e ao elevado padrão de subdivisão normalmente adotado .Training of Personnel on MOU Anexo I .Capítulo III Regra 27: Tipos de Embarcações Tipo A: .Cursos da Resolução A.891 . .se L > 150 m: critério de estabilidade em avaria.transporta somente granel líquido .alta integridade do convés exposto .tanques de carga com apenas pequenas aberturas de acesso fechadas por tampas estanques à água de aço (ou material equivalente) .

. sendo conhecidos como embarcações “B-60” ou “B-100”. sendo conhecidos como navios do “Tipo B com borda-livre aumentada”.Training of Personnel on MOU Anexo I .Cursos da Resolução A. .Embarcações do Tipo B com tampas de escotilha na posição 1 que não atendam as Regras 15(7) ou 16 deverão ter sua borda-livre tabular acrescida de um valor tabular indicado na regra 27.Se L > 100 m.Capítulo III (continuação) Tipo B: Toda embarcação que não é do tipo A . desde que atendam requisitos específicos das regras.891 . as embarcações do Tipo B podem ter uma borda-livre tabular reduzida.

Deve ser atribuída uma borda-livre de acordo com as regras. .Capítulo III (continuação) Balsas e Barcaças (embarcações sem propulsão) . . .891 . não necessitam cumprir regras 25.Barcaças não tripuladas.Training of Personnel on MOU Anexo I .Barcaças não tripuladas que apresentam no Convés de Borda-Livre apenas pequenas aberturas de acesso fechadas por tampas estanques ao tempo de aço ou material equivalente podem ser suas bordas-livres reduzidas em 25%.Cursos da Resolução A. 26(2) e 39.

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Anexo I .Capítulo III (continuação) Regra 28: Tabelas de Borda-Livre Regra 29: Correção para navios com L < 100 m Regra 30: Correção para o Coeficiente de Bloco Regra 31: Correção para o Pontal Regra 32: Correção para a posição da Linha de Convés Regra 33: Altura padrão de superestruturas Regra 34: Comprimento de superestrutura Regra 35: Comprimento efetivo de superestrutura Regra 36: Troncos .

cálculo da Linha de Carga de Inverno no Atlântico Norte .Training of Personnel on MOU Anexo I .cálculo da Linha de Carga de Verão .891 .Cursos da Resolução A.cálculo da Linha de Carga de Inverno .cálculo da Linha de Carga Tropical .Capítulo III (continuação) Regra 37: Dedução para superestruturas e troncos Regra 38: Tosamento Regra 39: Altura Mínima de Proa Regra 40: Bordas-livres mínimas: .cálculo da Linha de Carga de Água Doce .

891 . Não inclui polpa de madeira ou carga similar.Training of Personnel on MOU Anexo I .Cursos da Resolução A.Capítulo IV Regra 41: Aplicação Regra 42: Definições Carga de Madeira no Convés significa carga de madeira transportada sobre partes não cobertas de Conveses de Borda-Livre ou de Superestrutura. Regra 43: Construção do Navio Regra 44: Estiva Regra 45: Cálculo da Borda-Livre .

891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Anexo II Critério: Verão: não mais de 10% de ventos com força 8 na Escala Beaufort (34 nós) Tropical: não mais de 1% de ventos com força 8 na Escala Beaufort (34 nós) e não mais que uma tempestade tropical em 10 anos em uma área de 5o quadrados em qualquer mês específico do calendário Regra 46: Zonas e áreas sazonais de Inverno no Hemisfério Norte Regra 47: Zona sazonal de Inverno no Hemisfério Sul .

Certificado Internacional de Borda-Livre .Certificado Internacional de Isenção de Borda-Livre .Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Anexo II Regra 48: Zona Tropical Regra 49: Áreas Sazonais Tropicais Regra 50: Zonas de Verão Regra 51: Mares Interiores Regra 52: A Linha de Carga de Inverno no Atlântico Norte Anexo III .

cursos de treinamento. requisitos para certificação de serviços de quarto. fraudes.Training of Personnel on MOU RLM 118 Trata-se de um conjunto de regras versando sobre certificação do pessoal da Marinha Mercante. licenças para oficiais. . exames de certificação para oficiais. É uma resolução abrangente que busca o cumprimento das normas estabelecidas na Convenção STCW.Cursos da Resolução A. endossos. divididas em gerais e aplicáveis nas MOUs. substituição e renovação de licenças. identificação de marítimos e livro de registro. etc. entre outras questões de definições. certificação de qualificação especial. O seu conteúdo trata.891 .

na forma do contido no Anexo B.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Competências da Autoridade Marítima Brasileira (AMB) prevista na Portaria nº 156. de 03/JUN/2004. para o exercício das atividades especificadas.891 . de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha. O estabelecer da estrutura da Autoridade Marítima se dá conforme o organograma constante do Anexo A. e de acordo com as atribuições e os níveis de atuação dos órgãos envolvidos. . do Comando da Marinha e seus anexos A e B Esta Portaria do Comandante da Marinha estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de Direção Geral.

Training of Personnel on MOU .Cursos da Resolução A.891 .

como estabelecido na Constituição Federal. .Cursos da Resolução A. de 03/JUN/2004. São atribuições subsidiárias todas aquelas conferidas à MB por norma legal e que não sejam relacionadas com a defesa da Pátria e a garantia dos poderes constitucionais. tem competência para o trato dos assuntos que cabem à Marinha do Brasil (MB) como atribuições subsidiárias.891 . exercida pelo Comandante da Marinha (CM). da lei e da ordem.Training of Personnel on MOU Competências da Autoridade Marítima Brasileira (AMB) prevista na Portaria nº 156. do Comando da Marinha e seus anexos A e B A Autoridade Marítima (AM).

Representantes da Autoridade Marítima para o Socorro e Salvamento.891 . . Investigação Científica Marinha e Bens Submersos. IV.Representantes da Autoridade Marítima para o Meio Ambiente.Representantes da Autoridade Marítima para Organismos Internacionais.Representante da Autoridade Marítima para a Marinha Mercante. de 03/JUN/2004. V.Training of Personnel on MOU Competências da Autoridade Marítima Brasileira (AMB) prevista na Portaria nº 156. II.Representantes da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário.Representante da Autoridade Marítima para a Antártica e os Recursos do Mar. e VII. III.Cursos da Resolução A. VI.Representantes da Autoridade Marítima para a Segurança da Navegação e o Meio Ambiente. do Comando da Marinha e seus anexos A e B  São Representantes da Autoridade Marítima: I.

Cursos da Resolução A.891 .Training of Personnel on MOU Localização Territorial dos Distritos Navais da Marinha do Brasil e a Rede de Capitanias  O Brasil possui nove Distritos Navais: .

Delegacias e Agências.Training of Personnel on MOU Localização Territorial dos Distritos Navais da Marinha do Brasil e a Rede de Capitanias  Os Distritos Navais são compostos por Capitanias dos Portos. .891 .Cursos da Resolução A.

.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Localização Territorial dos Distritos Navais da Marinha do Brasil e a Rede de Capitanias  Os Distritos Navais são compostos por Capitanias dos Portos.891 . Delegacias e Agências.

Training of Personnel on MOU Localização Territorial dos Distritos Navais da Marinha do Brasil e a Rede de Capitanias  Os Distritos Navais são compostos por Capitanias dos Portos. Delegacias e Agências.Cursos da Resolução A. .891 .

Training of Personnel on MOU .Cursos da Resolução A.891 .

Agente ou Oficial designado pelo Capitão dos Portos.891 .Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Nível de Representação AUTORIDADE MARÍTIMA Representante Nacional O Diretor de Portos e Costas Representante Regional O CAPITÃO DOS PORTOS Representante Local Delegado. quando na área da Capitania .

– Conteúdo das Normas da A Autoridade Marítima exerce as suas atribuições normativas por intermédio das denominadas NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA (NORMAM). como se pode verificar do disposto no art. A edição de uma NORMAM pela Autoridade Marítima deve compatibilizar-se com as convenções e demais instrumentos normativos internacionais ratificados pelo Brasil. 36.Cursos da Resolução A. . especificamente aos relativos à salvaguarda da vida humana nas águas. Art. As normas decorrentes desta Lei obedecerão. no que couber.Training of Personnel on MOU Legislação Nacional Autoridade Marítima. 36 da LESTA.891 . à segurança da navegação e ao controle da poluição ambiental causada por embarcações. aos atos e resoluções internacionais ratificados pelo Brasil.

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

NORMAN 01 NORMAM 02

Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esportes e Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas Normas da Autoridade Marítima para Operação de Embarcações Estrangeiras em Águas sob Jurisdição Nacional Normas da Autoridade Marítima para Homologação de Material e Autorização de Estações de Manutenção Normas da Autoridade Marítima para Reconhecimento de Sociedades Classificadoras para Atuarem em Nome do Governo Brasileiro Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Inspeção Naval Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas sob Jurisdição Nacional Normas da Autoridade Marítima para Inquéritos Administrativos

NORMAM 03

NORMAM 04

NORMAM 05

NORMAM 06

NORMAM 07 NORMAM 08 NORMAM 09

Cursos da Resolução A.891 - Training of Personnel on MOU

NORMAM 10

Normas da Autoridade Marítima para Pesquisa, Exploração, Remoção e Demolição de Coisas e Bens Afundados, Submersos, Encalhados e Perdidos

NORMAM 11
NORMAM 12 NORMAM 13 NORMAM 14 NORMAM 15

Normas da Autoridade Marítima para Obras, Drenagens, Pesquisa e Lavra de Minerais Sob, Sobre e às Margens das Águas sob Jurisdição Nacional
Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários Normas da Autoridade Marítima para Cadastramento de Empresas de Navegação, Peritos e Sociedades Classificadoras Normas da Autoridade Marítima para Atividades Subaquáticas

NORMAM 16

Normas da Autoridade Marítima para Estabelecer Condições e Requisitos para Concessão e Delegação das Atividades de Assistência e Salvamento de Embarcação, Coisa ou Bem, em Perigo no Mar, nos Portos e Vias Navegáveis Interiores Normas da Autoridade Marítima para a Sinalização Náutica
Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Meteorologia e Oceanografia

NORMAM 17 NORMAM 19

NORMAM 20

Normas da Autoridade Marítima para Gerenciamento da Água de Lastro de Navios

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NORMAM 21

Uso de uniformes da Marinha Mercante do Brasil

NORMAM 22

Cerimonial da Marinha Mercante Nacional
Controle dos Sistema Antiincrustantes Danosos em Embarcações Norma da Autoridade marítima para credenciamento de instituições para ministrar cursos para profissionais não-tripulantes e tripulantes não-aquaviários. Norma da Autoridade marítima para levantamentos hidrográficos Norma da Autoridade marítima para serviço de tráfego de embarcações Norma da Autoridade marítima para homologação de helipontos em plataformas marítimas

NORMAM 23

NORMAM 24

NORMAM 25 NORMAM 26 NORMAM 27

Training of Personnel on MOU NORMAM 28 Navegação e Cartas Náuticas Ensino Profissional Marítimo.891 .Cursos da Resolução A. Volume I – Aquaviários e Volume II – Portuários e Atividades Correlatas NORMAM 30 .

Marcações. diante da edição da NORMAM 27 Borda-Livre e Estabilidade Intacta Determinação da Arqueação. Treinamento e Manutenção Registros Operacionais Emissão de Certificado de Responsabilidade Civil por Poluição Submersíveis Tripulados para Turismo e Diversão Código Internacional de Gerenciamento de Segurança Código Internacional de Proteção para Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code) . Alteração. Deslocamentos e Porte Bruto Embarcações e Plataformas empregadas na Prospecção e Extração de Petróleo e Minerais Vistorias e Certificação Instruções. Nomes e Cores de Embarcações.Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 01 CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 5 CAPÍTULO 6 CAPÍTULO 7 CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 9 CAPÍTULO 10 CAPÍTULO 11 CAPÍTULO 12 CAPÍTULO 13 CAPÍTULO 14 CAPÍTULO 15 CAPÍTULO 16 Estabelecimento das Tripulações de Segurança das Embarcações Inscrição. Reclassificação e Regularização de Embarcações Material de Segurança para Embarcações Transporte de Cargas O Capítulo 6 e seus Anexos A e B foram retirados da NORMAM 01 pela Portaria nº 175/DPC/2011. Registros. Número de Identificação de Navios e Registro Especial Brasileiro Construção.891 .

Navios Sonda.Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 04 CAPÍTULO 1 Siglas e Definições CAPÍTULO 2 Procedimentos para Operação de Embarcações de Bandeira Estrangeira em Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) Vistoria em Condição em Navios Graneleiros Controle de Navios pelo Estado do Porto Perícia em Embarcações Utilizadas no Transporte a Granel de Petróleo.Cursos da Resolução A.891 . Unidades de Produção e Armazenamento (FPSO) e Unidades de Armazenamento de Petróleo (FSO) CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 5 CAPÍTULO 6 . seus Derivados e Biocombustíveis Perícia em Plataformas.

Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 06 CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 Generalidades Reconhecimento Da Fiscalização e Controle Certificação .891 .Cursos da Resolução A.

Despacho e CAPÍTULO 2 Embarcações CAPÍTULO 3 Tráfego de Embarcações CAPÍTULO 4 Permanência em AJB Saída de .Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 08 CAPÍTULO 1 Sinais e Definições Entrada.891 .Cursos da Resolução A.

891 .Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 12 CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 5 Da Estrutura do Serviço de Praticagem Dos Práticos Lancha de Prático. Lancha de Apoio e Atalaia Das Zonas de Praticagem Preços dos Serviços de Praticagem .Cursos da Resolução A.

Cursos da Resolução A.Training of Personnel on MOU Conteúdo da Normam 24 CAPÍTULO 1 Propósito e Definições CAPÍTULO 2 Cursos CAPÍTULO 3 Credenciamento CAPÍTULO 4 Certificação e Homologação CAPÍTULO 5 Vistorias CAPÍTULO 6 Indenizações .891 .