ARQUÉTIPOS os conteúdos que vão para o inconsciente são conteúdos que não tiveram energia para ficar no consciente

ou que foram recalcados e reprimidos. Jung divide o inconsciente em dois, o inconsciente pessoal, onde se encontra os complexos, e o inconsciente coletivo, onde encontramos os arquétipos. os conteúdos do inconsciente coletivo não vão passar pela consciência, eles são primitivos, comum a todos os seres, e não temos acesso direto a ele. Os arquetipos são uma comniação de padrões, imagens, que conferem a todos os individuos, sendo determinados e renascendo expontaneamente. Estes são percebidos em comportamentos externos, especialmente em torno de experiências básicas da vida de um indivíduo.A exemplo de experiências como nascimento, casamento, morte, separação, entre outros. É importante lembrar que esses arquétipos podem ser mais evidentes em situações de crise, onde o EGO está mais vulnerável. Ele pode se revelar a partir de figuras como ANIMA, que seria a personificação de todas as tendências psicológicas femininas na psique do homem, ANIMUS, a personificação masculina do inconsciente na mulher, a SOMBRA, que é tudo aquilo que negamos de nós mesmos, PERSONA, que é a nossa máscara, e outras mais. Teoricamente pode-se existir qualquer número de arquétipos. Eles ficam armazenados dentro do inconsciente coletivo e levam os individuos a se comportarem de modo semelhante aos de seus ancestrais, sem que haja nenhuma influência direta. Como exemplo o arquétipo materno, que possui uma variedade enorme de acpectos, como a propria mãe, avó, madrastra, sogra, uma Deusa, a mãe de Deus.