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c.. IJ j . '1IvIAMOi. 'ASY.' A OIRITO.IS REI'OMsAVlIS


11••• ALU'" MA'I ANT'.OS N' . IIOI!: ALUNO WI EDERSP....
LA• ._ _ A'IIM, ,IQUINAI 'AL~A' .,~ ALUIlO SAaPAIO
DIM II1 II'ARADA'. CoM'A.HIIR~MO f
I.'ORTA.TE I. QUALOUER I.TUAÇA • BoM
IINIO l U. 'AT~ QUI II"RI DE I IIR EDIT'"
LIVADO I. CONTA. TA..TO SE 'ALA EM 1- ~LU. WI [DERSP.'"
LEVAR MOIIO .. tVlL'- ELIVAR O Ni~EL DO

. -
.ERCANTI, MAl .,ICAMOI EII "EQU~NINAI
COISAS COMO O RII.IITO 1 PESSOA,
MA, I.VI'.T'DA OU fIA0 DE :auT.IOADI.
E cAlMOIEM CONT. .vfl"A AO DIZIAMOS
- NU. DIAGAAMADORIS
.LU. WIEDERSP....

. "liAS . VELHA' DEICULPAI


COMCO TAO COMHICIDO -'IGA NADA-
TIAlllNAOAI
AO
.LUIIO SAIFA 10

.,O.TO DE ".R VIZII SOTI••ARIIOS A EDU DIRETOR DE '\ATE'


CAclO .AlleA. E LA rO~A& •• ,.1
coMi .LUNO Sp4TONE .
OI "'.RESI ~'A.r~IA ... ADIAN'A i.'·

NADA. td MIC"lI:IIDADI DI.S MlSMOS


NOS AUT...OLICIA.... I VIRI'IC.R OI
VAL."EI QUI ISTA.I ADOTANDO, SI CO!
RINTIS co- • CO-'UTA QUI 'ROPALAMOS.
r NICISIARIO QUI ,AISIMOI DA ,ALAvaA
I Açio. CRIARMOI UMA CONSCleHCI. OI
. . . .0. s& Ais". NOIRIMOS · BATALHAR
-
PRODUCAO
SOCI EO'OE ~DtM l~
'11.. OUI NOS f DIDIRIITO. DA M'RIN'- MERCANTE
o " 'OI ' A. NTO 111 .. ' SOCl CUOI,
111 • .v.. f DI I..ORTaNCI.
o .R.L RICIBIDO 111 NOSSOI LARES f
CA. ITAL. .
RI ALIZACAO DA
-
A IASI 'ARA IIIE COM'ORTAMENTO. ~I­ TURMA CLC ROBERTO
SUMI R o QUI TIIIOS, ' ORGULHARIIO-NOS rERRE'RA~ SILVA
DllSO E RII'EITAR o OIE CONQUISTAMOS

!
! •
f ,aIIlORDIAL. t A ~.ICA MANEIRA QUE
EXIITE 'ARA NOI IIIPORIIOI COMO HOMENS '''AllSAO
_'rICA DO
-
CIA~
~ .
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• • • • o'.

EM SALA OI AULA ••••••


CAPA

OISIItMOS a ESTRUTUAAÇAO
. . PEGOU s& CEM 'OR CINT•••••••
ALUNO WI EDERSP.HN
- Mlu .,ASTOR SUMlul' ALUNO SENTONE
-- LEME DIREITO. "ASSO. 80MBOADO, A
PROA eUINA PAAA QUI 10ROO?
--OHI UfSIAO AA,AZI
· 1
~
__ ~ <-
f __

· OUV IU-SE NA EFOMM•••••


-~\~
~~:
-- DEPOIS DE NOSSA E9UIPE DE fUTEBOL TER JOGADO COM OS RUSSOS,
CONVIDAR UM TIME DE CEGOS pARA JOGAR CONTRA O NOSSO TIME.
-
VAO

-- Os MAQUINISTAS RECEBERAM DIPLOMA PARA IREM À VALSA (CalNC).

-- Ao IRMOS PARA A VISITA AO NAVIO-ESCOLA TOVARITCH, PARECIAMOS . OS


PORTUGUESES AO VEREM PARA O BRASIL: SÓ fALTOU LEVAR ESPELHOS E MI-
ÇANGAS PARA TROCARMOS COM ELES.

-- VERSO MAIS CONJUGADO A BORDO 00 TOVARITCH: CHANGE.

"MISSÃO DIPLOr#TICfl"

DIAS 8 E 9 DE SETEMBRO ESTIVEMOS EM "MISSÃO DIPlOMÁTICA~ R!


....
CEBEMOS NO DIA 8 A TRIPULAÇAO DO NAVIO-ESCOLA TOVARITCH, QUE VISITOU
A - I ~
NOSSAS DEPENDENCIAS E CONHECEU NAO 50 NOSSAS INSTALAÇOES MAS TAMBfM
, ....
TEVE IDEIA DO NOSSO SISTEMA DE INSTRUÇAO. No DIA SEGUINTE fOMOS VISI-
,
TÁ-lOS. Após UMA BELA DEMONSTRAÇÃO DE OPERACIONALIDADE, SUBIMOS A BO!
DO. FOMOS MUITO BEM RECEBIDOS E PUDEMOS, UTILIZANDO-NOS DO NOSSO EXCt
,. ....
LENTE INGlES, TAO SUfiCIENTE COMO O DELES PARA NOS COMUNICARMOS, CO-
-
NHECER UMA OUTRA MANEIRA DE fORMAR OfiCIAIS DA MARINHA MERCANTE. PUD!
MOS TAMBÉM CONHEC~R UM GRANDE VELEIRO. MulTO SOlíCITOS, NOS MOSTRARAM .
TODA A EMBARCAÇÃO. DA MESMA fORMA QUE AQUI, ONDE RECEBERAM UM COQUE-
TEL AO fiNAL DE SUA VISITA; RECEPCIONARAM-NOS COM UM lANCHE MUITO AP!
TITOSO.
....
PODEMOS COMO CONClUSAO DIZER QUE EM TODOS OS ASPECTOS A VI-
SITA fOI-NOS DEVERAS PROVEITOSA, CONTANDO COMO MAIS UM PONTO EM NOSSO
APRENDIZADO NAVAL.
Il: l .. . r , _ _ .;" . • '- _.

"MAR"
-
....
MEU AMIGO , MEU IRMAO E CO NSELHEIRO~
QUANTAS E QUA~TAS VEZES SUBJUGADO PELA ROTINA,
SENTEI A SEUS PÉS E A BEIJAR SUAS BELAS PRAI AS,
fUI INVAD IDO DE fORA pARA DENTRO DE MIM,
, A
POR SUA SERE NI DADE , SUA fURIA ESPONTANEA;
E A OUVIR SUAS CANÇÕES, POIS SUAS ÁGUAS
Ao BATEREM SOBRE AS PEDRAS,
fAZEM RETRAI R MI~HIALMA E AUMENTAR MEU CORA ÇAO. -
ESTAR DIANTE DE SUA GRANDEZA
t COMO ESTAR AO LADO DE DEUS, EspíRITO.
,
SUA fiLOSOf iA E A GRAÇA,
EA fORÇA A NOS DOMINAR E SUBJUGAR,
, , ,,
fAZ-NOS IR ALE M DAS fRONTEIRAS DA PROPRIA EX I STENC IA,
....
E COMO QU E DESLIGADO DE TODA ESSA IMENSIDAO
CHEGA -SE AOS CONfiNS DESSE ESPAÇO PEQUENO
O QUA L T ~ QUERES ABOCANHAR ,
MAs SEMPRE HAVERÁ UM PEDACINHO DE TERRA.
E COMO S E NÃO BASTASSE,
HAVERÁ TAMBÉM O HOMEM A TE OLHAR,
A TE BE I JAR , A TE ADORAR E A TE AMAR
MEU AM IGO VELHO, MAR.

COL. AL. POSSOSOM.


UMA .MENSAGEY.

A ~UVENTUDE - "E UM PER 1000 DA VIDA.


NAO A JUVENTUDE É UM
,
ESTADO DE ESPIR I TO, UM EfEITO DA VONTADE, UMA QUA LIDADE DA IMA6~
~ ,
NAÇAO, UMA INTENSIDADE EMOTIVA,UMA VITORIA 00 VALOR SOBRE A TI-
MIDEZ, 00 GO STO PELA AVENTURA SOBRE O AMOR AO CONfORTO.
ALGUÉM NÃO SE TORNA VELHO POR HAVER VIVIDO UM CERTO N&
MERO DE ANO S , TORNA-SE VELHO PORQUE DEStRTOU DO S IDEAIS. OS ANOS
ENRUGAM A PELE , MAS A RENÚNCIA A UM IDEAL ENRUGA A ALMA.
As PREOCUPAÇÕES , AS DÚVIDAS, OS TEMORES E AS DESESPE-
-
RANÇAS SAO OS I NI MI GOS QUE, LENTAMENTE, NOS fAZEM VERGAS pARA O
-
CHAO E NOS CONVERTEM EM PO ANTES DA MORTE.
,

JOVEM É O QUE SE DESLUMBRA E SE MARAVILHA ••• O QU E PE~


GUNTA COMO MENINO: E DEPOiS •••• JOVEM É O QUE DESAfiA OS ACONTE-
CIMENTOS E ENCONTRA ALEGRIA NOS ~OGOS DA VIDA. As PROVAS O GALV~
,
NIZAM~ OS fRA CASSOS O TORNAM MAIS fORTES, AS VITORIAS O f AZEM
MELHOR .
SER ÁS TÃO ~OVEM COMO TUA fÉ, TÃO VELHO COMO TUAS DUVI -
N -
DAS, TAO ~OV E M COMO A CONfiANÇA QUE TENHAS EM TI, TAO VELHO COMO
TUAS DESESPE RANÇAS •••••• [ MAIS VELHO AINDA QUANTO O TEU ABATI-
MENTO.
PERMANECERÁ S ~OVE" TANTO QUANTO PERMANECER ES GENEROSO,
TANTO QUANTO SENT I RES O ENTUSIASMO DE DAR ALGUMA CO i SA DE Til
PENSAMENTOS, PALAVRAS, AMOR, TANTO QUANTO O fATO DE TE DAR A IM- .
-
PRESSAO DE RE CEBER E, POR CONSEGUINTE, DE SEUPRE ESTAR QUERENDO
E DESEJANDO MA I S .
PERMANECERÁS JOVEM ENQUANTO fORES RECEPTIVO A TUDO
,
QUANTO E BELO, BOM E GRANDIOSO, PODENDO DESfRUTAR DAS · • • SA. E" S.
DA NATUREZA , 00 HOME. [ 00 INfiNITO.
J>J

S E UM DIA, QUALQUER QUE SEJA A TUA IDADE, TEU CORAÇAO


, ,
f OR MORDIDO PELO PESSIMISMO, TORTURADO PELO EGOISMO, ROIDO P E~ O

C i Ni SMO ••••• • QU E DEUS TENHA PIEDADE DA TUA ALMA DE VELHO.

COL. AL. MORENO.


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(iU QUERiA fléCE"/JE:1'i MEfI SOLDO J


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QU~NDO UM LOUCO ESCREVE•••

ERA NOITE E O SOL BRILHAVA NAS TREVAS


SENTADO EM pf NUMA PEDRA DE pAu
O MUNDO fALAVA SOZINHO.
tPREfERíVEL MIL VEZES MORRER
DO QUE PERDER A VIDA
NUMA FLORESTA SEM ÁRVORES
OS PASSARINHOS PASTAVAM, ALEGREMENTE
' ENQUANTO AS VACAS SALTITAVAM
• DE GALHO EM GALHO
E OS ELEFANTES DESCANSAVAM
DEBAIXO DAS rOLHAs DE ALfACE
SAI CORRENDO VAGAROSAMENTE NUM DESERTO
CHEIO DE GENTE
ENTREI PELA PORTA DA fRENTE QUE
fiCAVA NOS fUNDOS
QUANDO CHEGUEI EM MEU QUARTO
PERCEBI QUE TINHA ENTRADO PELA ~ANELA
FUI DORMIR E SONHE I QUE ESTAVA ACORDADO
~CORDEI. ESTAVA DORMINDO AINDA.
SERVI o ALMOÇO E fU~ .~ANTAR .- ---
COMI UM GUARDANAPO •••
E LIMPEI A BOCA COM UM BifE
ALI PfRTO, LÁ LONGE 1
HAVIA UM VELHO CEGO
QUE LIA UM ~ORNAL SEM LETRAS
QUE OS QUATRO PROfETAS 00 MUNDO
, A
ERAM TRES
JEREMIAS E JACÓ.

CaL. BA R~ RA.
' . PELA PRIME I RA VEZ NO P ELI CAN O, NÓS , 0 0 GRUPO EVA NGÉLICO DA EFOMM
"
ESTAMOS LEVANDO A TODOS VOCES A NOSSA MENSA GE M, A iv1ENSAGEM DE DEUS .
A CADA UM DE ~OC€S, NÓS DESEJAMOS MOSTRAR ALGU ÉM QUE TUDO CRIOU, E
ALÉM DISSO, QUE A TODOS AMA: DEUS.

"f DISSE DEUS: FA~AMOS O HOMEM À NOS :,A I MA GEM, CONFORME A NOSSA SE
MELHANÇA~ (GENESIS 1:26).
~~
" ~ ,,~ '
~
.

~
.

-. QUEM PODERÁ SE NT I R E COMP RE~ <\) ~~ ~~~


ENDÊ-LO? UM AUTÔMATO? ,( SER SEM VON- (;~ ' Q .
TADE PRÓPR.A). CERTAMENTE NÃO PODt:- '~~ (: 4-
li IA~ . ~i.,0f:'. C~~'
OEUS CRIOU UM SER O
MO ELE MESMO, TEM VONTADE PROPR IA E
O PODER DE ESCOLHER ENTRE TER ESTA
COMU NHÃO COM ELE ou NÃO.
Q~AL, C~ ~ . ~c} I.\v~
<yv
~ J\.
O~'
()
v
r: ~\-~~~~~
.tJ. If!-~ ~Dliatt)
l'",út'9MS",. JtrI.A(JotJAIl
, ftM"" & ~Wl· DEUS
D I A N TE DO~C2:D EU~ DElXOU DO 'S . CA MINHOS:

==-~_ -PORT M.JTO, SE O HOMEM VI VER


,
EM
.COMUNHAO CO M DEU S , ELE SE S ENT I RA COM-
PLE TO E SAT ISF E I TO PO I S O HOMEM FO i
FEI TO pA RA DEUS .

MAS , SE, O HO MEM I NSI ST I R EM SE-

.- ~

-'

A BíBLIA DI Z :
" PORQ UE TODOS PECARAM E DEST I TUíDOS ESTÃO DA GLÓR IA
;

DE D E U S ~ ( RO MA NOS 3:23).
:! MAS PROSS EGUE DIZENDO:
.>
) i " MAS A TODOS QUANTOS O RECE BERAM, DEU - LH ES O PODER
' )
DE SEREM FEITO S FILHO S DE DEUS : AO S QUE CRE ÊM NO SEU
NOME~ (JOÃO 1:2 ).

JESUS SOFREU E FOI CR UCIFiCA


,
00 PARA QUE PU DESSEMOS RECE BER ESSE
-
PODER.
"li RECEBA ESTAS pALAVRAS NO SEU
CORAÇÃO E CO NVIDE A CR I STO pARA EN-
TRAR NA SUA VIDA E DIRI GI-LA DA QUI
PARA FRENTE.,.. SE RÁ GR ANDE A NOSSA A-
LEGRIA EM TE- LO CONOSCO E JUNTOS
DESFRUTAREMOS DE TUDO AQUILO QUE
DEUS NOS CONCEDE.
/
.
GRUPO EVANGt LICO D~ EFOMM.
o

(5 /lo;
(jfjJ5Jb o /1 \ '\
Ao PREPARARMOS ESTA COLUNA PENSAMOS EM UM VELEJAOOR A-
-
MERICANO CUJO NOME NAO NOS LEMBRAMOS, QUE CERTA VEZ DISSE: "HO~E
EM DIA COM A ERA DA VELOCIDADE PARA TUDO, AS CRIANÇAS APRENDEM
PRIMEIRO A CORRER E DEPOIS A ANDAR". VALE DIZER QUE É COMUM EN-
,
CONTRARMOS PESSOAS VELEJANDO PARA CIMA E PARA BAIXO. ATE MESMO

A
-
VENCENDO COMPETIÇOES, SEM CONHECER OS NOMES DAS PEÇAS QUE
A
USAM,
OS PORQUES DO SEU fUNCIONAMENTO, COMO AGIR NAS EMERGENCIAS, AS
REGRAS DE REGATAS, AS DIVERSAS MANOBRAS COM UM VELEIRO, ETC.
POR ISSO PROCURAREMOS TRANSMITIR SEMPRE TUDO O QUE rOR
, A

POSSIVEL SOBRE VELA, QUER DE NOSSAS EXPERIENCIAS, QUER NAS DOS


AUTORES CONSULTADOS, ESPERANDO QUE SEJA DE UTILIDADE PARA TODOS,
TANTO PARA OS ALUNOS DO GVEFOMM QUANTO PARA OS QUE NÃO SEJAM DO
GRÊMIO.
INICIAREMOS BEM "DO PRINCípIO. EMBORA SAIBAMOS QUE MUI-
TOS DE VOcÊs JÁ CONHECEM ALGUMA COISA SOBRE o ASSUNTO. PARA ES-
-
TES AS NOSSAS PRIMEIRAS PALAVRAS VALERAO COMO UMA RECORDAÇAO. -
O NÚMERO DE MODELOS DE BARCOS HO~E EM DIA É TÃO GRANDE
QUE SERIAM NECESSÁRIAS VÁRIAS . PÁGINAS só pARA APRESENTAÇÃO DOS
TIPOS EXISTENTES E SUAS DifERENTES "ARMAÇÕES". MAS, BASiCAMENTE
,
TODOS ELES USAM OS MESMOS PRINCIPIOS pARA ENfRENTAR ESTE OU AQU!
.
LE VENTO OU MAR E REAGEM QUANTO A VELAS E CASCO DENTRO DE REGRAS
JÁ CONHECIDAS. POR OUTRO LADO, AS PARTES ESSENCIAIS DAS MAIORIAS
DAS tlARMAÇÕES" sÃo SEMELHANTES. ASSIM SENDO, VAMOS fALAR DE QUA~
TRO TIPOS BÁSICOS QUE ABRANGERÃO PRATICAMENTE À TODOS OS MODÊLOS
CONHECIDOS.

I) ARMAÇÃo DE VELAS:' GRANDE E BUJA .

CLASSES: STAR, SNIPE, SOLING,


LIGHTNING, 470, 420,
fLYI NG DOUGHTMAN,
DAY SAILER, ETC.
2) ARMAÇÃO DE 'UMA SÓ VELA GRANDE.
CLASSES: DINGHIE
F'IN
PINGUIM
LASER
505
IOLE OLIMPICA

3) ARMAÇÃO DE VELA .LAT I NA:


.' CLASSES: SHARPIE 12M
fLAMINGO
STAR-fisH
OPTIMIST
OBS: ALGUMAS CLASSES APRESENTAM
TAMBÉM A VELA "BU.JA".

4) EMBARCAÇÕES MULT1CASCOS~

CLASSES: HOBIE CAT 14


HOBIE CAT 16 - APRESENTA BU.JA
CASCAIS
fLAMINGO
TRIMARAM

BIBLIOGRAFIA ABC DA VELA


COL. GVEFOMM (AL. D6RIA).
/
,;
"

-.
Memória Projeto

Esta edição foi digitalizada através do Projeto Memória, divisão do Jornal Pelicano encarregada de
recuperar e digitalizar todo conteúdo produzido pelos alunos da Escola de Formação de Oficiais da
Marinha Mercante.

http://pelicano.sammrj.com.br/memoria
Conheça os Termos de Uso e saiba como colaborar acessando nosso site.

Processado em Fevereiro de 2009 com a colaboração dos alunos


Lorenzeto, Túlio, Souza Mattos, Leandro, Farsura, Sara e Dieinielle.