14.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
produzidas e veiculadas no âmbito do
serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt
coletânea de
respostas
técnicas
01. Agriculturaepecuária
02. Alimentosebebidas
03. Borrachaeplástico
04. Brinquedosejogos
05. Celuloseepapel
06. Construção
07. Couroecalçados
08. Eletricidade,gáseágua
09. Equipamentosdeinstrumentação
médico
10. Equipamentodemedida,teste,
controledeautomaçãoindustrial
11. Equipamentodesegurança
profssional
12. Gemasemetaispreciosos
13. Madeira
14. Máquinaseequipamentos
15. Materialeletrônicoeaparelhose
equipamentosdecomunicação
16. Meioambiente,reciclageme
tratamentoderesiduos
17. Metal
18. Metalurgiabásica
19. Mineraisnãometálicos
20. Mobiliário
21. Produtosquímicos
22. Serviçosindustriais
23. Têxtil
24. Transporteearmazenagem
25. Vestuárioeacessórios
OrganizaçãO
Oswaldo Massambani
2
Agência USP de Inovação
Av. Prof. Luciano
Gualberto, trav. J, 374
7º andar
Prédio da Antiga Reitoria
Cidade Universitária
Butantã
São Paulo - SP - Brasil
05508-010
Telefone: 11 3091 4495
www.inovacao.usp.br
Universidade de são PaUlo

reitora
Suely Vilela
vice-reitor
Franco Maria Lajolo
Pró-reitora de Graduação
Selma Garrido Pimenta
Pró-reitor de Cultura e extensão Universitária
Ruy Alberto Corrêa Altafm - 2008-2009
Pró-reitora de Pesquisa
Mayana Zatz
Pró-reitor de Pós-graduação
Armando Corbani Ferraz
aGênCia UsP de inovação

Coordenador
Oswaldo Massambani
diretor Técnico de empresa e empreendedorismo
Jose Antonio Lerosa de Siqueira
diretor de Processos de inovação
Claudio Tervydis
diretor Técnico de Propriedade intelectual
Maria Aparecida de Souza
diretor Técnico de Transf. de Tecnologia
Alexandre Venturini Lima
diretor Técnico de inovações para sustentabilidade
Elizabeth Teixeira Lima
Pólo Pirassununga/Piracicaba
Daniel Dias
Pólo ribeirão/Bauru
Flávia Oliveira do Prado
Pólo são Carlos
Freid Artur
Leonardo Augusto Garnica
Produção visual e web:
Thais Helena dos Santos [ Midiamix Editora Digital ]
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
3
01. Agriculturaepecuária
02. Alimentosebebidas
03. Borrachaeplástico
04. Brinquedosejogos
05. Celuloseepapel
06. Construção
07. Couroecalçados
08. Eletricidade,gáseágua
09. Equipamentosdeinstrumentação
médico
10. Equipamentodemedida,teste,
controledeautomaçãoindustrial
11. Equipamentodesegurança
profssional
12. Gemasemetaispreciosos
13. Madeira
14. Máquinaseequipamentos
15. Materialeletrônicoeaparelhose
equipamentosdecomunicação
16. Meioambiente,reciclageme
tratamentoderesiduos
17. Metal
18. Metalurgiabásica
19. Mineraisnãometálicos
20. Mobiliário
21. Produtosquímicos
22. Serviçosindustriais
23. Têxtil
24. Transporteearmazenagem
25. Vestuárioeacessórios
14. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
produzidas e veiculadas no âmbito do
serviço brasileiro de respostas técnicas – sbrt
respostas
técnicas
coletânea de
ORGAnIZAçãO
Oswaldo Massambani
4
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
5
prefácio
O Programa Disque Tecnologia, em parceria com o Sistema
Integrado de Bibliotecas, ambos da Universidade de São Paulo,
está oferecendo ao público essa importante coletânea de respostas
técnicas produzidas e veiculadas no âmbito do Serviço Brasileiro
de Respostas Técnicas – SBRT, abrangendo um conjunto de temas
distribuídos por diversos setores da Indústria e da Agropecuária.
O Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas é uma iniciativa
do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio do Programa
Tecnologia Industrial Básica, com recursos dos fundos setoriais,
mediante convênio com o CnPq.
O SBRT resulta de parceria entre diversas instituições que
dispõem de serviços de apoio às empresas nos moldes do Disque
Tecnologia. São elas: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico,
da Universidade de Brasília; o CETEC, de Minas Gerais; o Disque
Tecnologia/ Agência USP de Inovação, da Universidade de São
Paulo; a Rede de Tecnologia da Bahia (IEL); a Rede de Tecnologia
do Rio de Janeiro; e o SEnAI, do Rio Grande do Sul. Esse grupo
de entidades técnicas é apoiado pelo Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT, do MCT, e pelo
SEBRAE nacional.
A idéia básica que norteou a constituição do SBRT foi a de prover a
informação tecnológica diretamente ao demandante e de acordo
com sua necessidade específca; na verdade o SBRT é fruto da
evolução da experiência brasileira com a organização de serviços
de informação tecnológica a partir da década de 1970, desde
o Centro de Informação Tecnológica do Instituto nacional de
Tecnologia, em cooperação com a CnI, passando pelos núcleos de
Informação Tecnológica apoiados pelo Programa TIB no âmbito
do PADCT e também por diversas iniciativas como o Disque
Tecnologia, cujo mérito é justamente o de prover respostas de
forma mais direta e expedita.
6
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
7
Se na época das primeiras iniciativas a ausência de profssionais
especializados, a mobilização de departamentos nas universidades
e institutos de pesquisa e mesmo a disponibilidade de um
computador eram obstáculos, hoje o acesso amplo à Internet, pode
ser também um obstáculo de outra ordem, exigindo mecanismos
que possam trabalhar a informação e mesmo buscar fontes mais
adequadas; é esse o ambiente do SBRT: prover informações de
baixa e média complexidade, em uma fase inicial e posteriormente
atender também demandas de alta complexidade.
O fato é que o SBRT se frmou como ferramenta de inovação no
sentido lato e o simples registro sistemático das informações no
seu portal se tornou um canal para futuros demandantes; também
a publicação de algumas respostas em jornais tiveram sucesso,
estendendo seu alcance.
Por todas as razões, essa surpreendente e importantíssima
iniciativa do Disque Tecnologia vem oferecer a evidência objetiva
da informação útil e vem materializar na forma de livro todo
um esforço dirigido à capacitação tecnológica da empresa e do
empreendedor brasileiro. Foi com alegria e emoção que percorri as
respostas procurando imaginar desde o demandante formulando
a pergunta, passando pela complexa construção da resposta, até a
sua entrega, muitas vezes decisiva para a viabilização de negócios,
para a criação de empregos e para a conquista de mercados.
É, portanto, com um sentimento de gratidão que registro a
preciosa inspiração dos dirigentes da Agência USP de Inovação ao
oferecer esse magnífco incentivo ao desenvolvimento científco e
tecnológico do Brasil.
reinaldo dias Ferraz de souza
Coordenador - Geral de Serviços Tecnológicos
Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
Ministério da Ciência e Tecnologia
8
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
9
SUMário
Allnhamento e balanceamento de auto .............................................................. ll
Desenrolar ño de aço lnoxldavel............................................................................. l3
Lqulpamentos e procedlmentos necessarlos a um banco de
armazenamento de celulas tronco ........................................................................ l6
Pabrlcaçao de gula retratll para caes ..................................................................... 20
Pabrlcaçao de lncensos .............................................................................................. 26
Pabrlcaçao de pranchas de surf .............................................................................. 28
Pornecedores de medldores de vazao de gas ................................................... 33
Locaçao de empllhadelras ........................................................................................ 37
Maqulnarlo para envasamento de sucos ............................................................. 39
Mecanlca dos nuidos .................................................................................................. 43
Produçao de garfo ....................................................................................................... 45
Padladores e trocadores de calor ........................................................................... 47
Secador por atomlzaçao spray dryer..................................................................... 49
l0
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
ll
ALINHAMENTO E
BALANCEAMENTO DE AUTO
PALAvrAs-CHAvE
Lqulpamentos, balanceamento, allnhamento, equlpamento para all-
nhamento e balanceamento.
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Lsta pensando em lnvestlr em um lo[a de pneus que ofereça os servl-
ços de allnhamento e balanceamento para automovels.
sOLUçãO APrEsENTADA
Seguem-se abalxo os equlpamentos necessarlos para lnvestlr em
uma lo[a de pneus que oferece o servlço de allnhamento e balance-
amento de rodas:
l 0l aparelho de allnhamento,
l 0l aparelho de balanceamento,
l 0l callbrador de pneus,
l 0l compressor de ar,
l 0l maqulna de montagem e desmontagem de pneus,
l 0l plataforma ou elevador de 04 colunas,
l Klt de ferramentas para mexer com rodas e suspensao de veicu-
los, lnsumos (peso para balanceamento, dentre outras tarefas).
Quanto aos fornecedores para, segue-se abalxo o contato de quatro
empresas que comerclallzam estes equlpamentos:
PANAM8PA TLCN|CA |MPOPT. L LXPOPTAÇÃO LTDA
Av. do Lstado, 5588 - Sao Paulo - SP
Pone:(ll) 3346 6300
Slte: http://www.panambra.com
L-mall: atraves do slte.
1UP|TLP LQU|PAMLNTOS AUTOMOT|vOS
P.Nazareno Mlngonl, 747 – Camplnas – SP
Pone/Pax: (l9) 3229-8482
Slte: http://www.jupiterbr.com
L-mall: atraves do slte.
l2
AUTOPP|C|NL LQU|PAMLNTOS AUTOMOT|vOS LTDA.
Av. D.Pedro ||, 68 - Lo[a-03 – Lages - SC
Pone: (49) 3225 20l4 / 3225 2088
Slte: http://www.autofcine.com.br
L-Mall: automclneQtwc.com.br
COMLPC|AL SOLMAG LTDA
Av. Tereza Crlstlna, l60l – 8elo Horlzonte - MG
Pone: (3l) 3295.2469.
Slte: http://www.solmag.com.br
L-mall: solmagQsolmag.com.br
rEfErêNCIAs
APAU1O, Nelma Camelo de, COSTA, Posanla de Ollvelra. “Pesposta
tecnlca 336”. Dlsponivel em <http://sbrt.ibict.br/upload/sbrt336.pdf>,
acesso em 28 de mar. 2006.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Carlos A. v. de A. 8otelho
DATA DE fINALIzAçãO
28 de mar. 2006
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
l3
DEsENrOLAr fIO DE AçO
INOXIDávEL
PALAvrAs-CHAvE
Desboblnador de arame, endlreltador de arame, aço lnoxldavel
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Saber qual e o dlsposltlvo que deve utlllzar para desboblnar ño de
aço lnoxldavel de 0,9mm de dlametro. Tem ño de aço lnoxldavel duro
e preclsa desenrolar e transforma-lo em barras de aproxlmadamente
2M, mas quando ele e desenrolado ñca com formato de boblna e nao
consegue endlrelta-lo.
sOLUçãO APrEsENTADA
Nao exlste no mercado nenhum dlsposltlvo ou equlpamento especi-
ñco para desboblnar ño de aço lnoxldavel.
No entanto, uma alternatlva para esta açao serla a utlllzaçao de ma-
qulnas especiñcas para desboblnar arame, lsso porque a estrutura e
a conformaçao – no caso, esferlca - do arame e semelhante a do ño
de aço. O emprego deste tlpo de equlpamento nao comprometerla a
forma do materlal (ño de aço), nem facllltarla um efelto de expansao
do mesmo, o que pode ocorrer se o equlpamento utlllzado para o
procedlmento de endlreltamento for especiñco para placas ou cha-
pas metallcas cu[a estrutura e plana.
Ao escolher o dlsposltlvo adequado deve-se observar a questao do
dlametro, pols como para o ño de aço, o arame tambem e encontra-
do em dlferentes medldas. Sollclte a execuçao de testes e experlen-
clas para a aqulslçao do equlpamento mals adequado.
MáQUINAs E fOrNECEDOrEs
Desbobinador / endireitador de arame
PA8P|CA DL MAQU|NAS wD8 LTDA
AvLN|DA LNGLNHL|PO AL8LPTO DL ZAGOT|S 696
04675-902 SAO PAULO SP
Tel:(ll)5523-9233
l4
Pax:(ll)5523-9249
e-mall:taboada@wafosdobrasil.com.br
Slte: http://www.wafosdobrasil.com.br
G|L LQU|PAMLNTOS |NDUSTP|A|S LTDA
PUA GU|ANA PPANCLSA 720/740
l4075-220 P|8L|PAO PPLTO SP
Tel: (l6)3626-2800
Pax:(l6)3626-2098
e-mall: tulio-marcus@uol.com.br
Slte: http://www.gil.com.br
|NDUSTP|A MLTALUPG|CA COST|NHA LTDA
PUA 1OSL DL ALLNCAP 56
09530-300 SAO CALTANO DO SUL SP
Tel:(ll)422l-l866
Pax:(ll)422l-3l79
e-mall: projetos@costinha.com.br
Slte: http://www.costinha.com.br
N|LHOPP-HLP8OPN MAQU|NAS LTDA
PUA MAP vLPMLLHO l092
064l2-l40 8APULP| SP
Tel: (ll)4l98-4322
Pax: (ll)4l98-4234
e-mall: diret@niehof.com.br
Slte: http://www.niehof.com.br
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Pecomenda-se que o cllente entre em contato com os dlversos for-
necedores e fabrlcantes aclma llstados para o esclareclmento do pro-
[eto em questao, sollcltando lnformaçöes sobre o dlsposltlvo melhor
adequado para os procedlmentos a serem executados.
Para melhores lnformaçöes, duvldas e orlentaçöes procurar por:
Marcos Poberto – Pabrlca de maqulnas wD8 Ltda
Tel:(ll)5523-9233
e-mall:taboada@wafosdobrasil.com.br
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
l5
rEfErêNCIAs
APCLL Automaçao |ndustrlal Ltda. Dlsponivel em:
<http://www.arcel.com.br>. Acesso em: 06 de out. 2005.
HAP Automaçao de Prensas. Dlsponivel em:
<http://www.hap.com.br>. Acesso em: 06 de out. 2005.
Pabrlca de Maqulnas wD8 Ltda
Tel:(ll)5523-9233
Dlsponivel em:<http://www.wañosdobrasll.com.br>. Acesso em: 06
de out. 2005.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Pablana Pocha
DATA DE fINALIzAçãO
06 de out. 2005
l6
EQUIPAMENTOs E
PrOCEDIMENTOs NECEssárIOs A
UM BANCO DE ArMAzENAMENTO
DE CéLULAs TrONCO
PALAvrAs-CHAvE
Celulas tronco, genetlca, banco de celulas, genoma
IDENTIfICAçãO DE DEMANDA
|nformaçöes sobre os equlpamentos necessarlos para o armazena-
mento de celulas tronco de cordao umblllcal.
sOLUçãO APrEsENTADA
O Centro de Lstudos do Genoma Humano, do |nstltuto de 8lologla
da USP póde nos lnformar alguns equlpamentos necessarlos a cons-
tltulçao do banco de armazenamento de celulas. Lles sao: centrifuga
refrlgerada, tanques ou contalneres de nltrogenlo liquldo, freezer
mecanlco, equlpamento de congelamento programado, cltómetro
de nuxo e nuxo lamlnar.
Alnda segundo o centro de pesqulsas e fundamental uma equlpe de
medlcos e enfermelros trelnados para o procedlmento, pols a retlra-
da do sangue deve ser raplda, [a que o mesmo coagula multo rapl-
damente.
O processamento do materlal pode ser felto por proñsslonals da sau-
de capacltados, como blologos, bloquimlcos (farmaceutlcos), blome-
dlcos ou enfermelros.
A ANv|SA [a regulamentou o procedlmento de coleta de sangue de
cordao umblllcal humano. No endereço abalxo ha lnformaçöes a res-
pelto. No mesmo slte, no ltem “leglslaçao”, procure lnformaçöes so-
bre “cordao umblllcal” e ve[a as conslderaçöes a respelto da portarla
N. 93l, de 02 de malo de 2006.
Dlsponivel em: http://www.anvisa.gov.br/sangue/sangue_cordão_umbili-
cal_e_placentario/index.htm
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
l7
fOrNECEDOrEs
Centrífuga refrigerada:
S|NC do 8rasll |nstrumentaçao Clentiñca LTDA.
Pua Coronel Melo de Ollvelra, 562
vlla Pompela, Sao Paulo – SP
CLP: 050ll-040
Telefone: (ll) 3864-l4ll Pax: (ll) 3872-9749
Lmall: vendas@sinc.com.br
Slte: http://www.sinc.com.br
CALLMLX
Pua Pernando Perrelra de Mello, 3l5
8om Abrlgo, Plorlanopolls – SC
CLP: 88085-260
Telefone/Pax: (48) 3240-8800
Slte: http://www.callmex.com.br
Tanques de nitrogênio líquido:
A|P L|QU|DL
Av. das Naçöes Unldas, ll.54l, 9º andar
8rooklln Novo, Sao Paulo - SP
CLP 04578-000
Telefone: (ll) 5509-8300 Pax (ll) 5509-83l0
Slte: http://www.airliquide.com.br
wH|TL MAPT|NS
Telefone: 0800 709 9000
Slte: http://www.whitemartins.com.br
Citômetro de fuxo:
8D - 8rasll
Pua Alexandre Dumas, l976
Chacara Santo Antonlo, Sao Paulo – SP
CLP: 047l7-004
Telefone: (ll) 5l85-9833
Slte: http://www.bd.com/brasil
l8
PK-8|OTLC
Av. 8ento Gonçalves, 9500
Campus UPPGS - Predlo 4343l, Porto Alegre – PS
Calxa postal l5.030
CLP: 9l50l-970
Telefone: (5l) 3352-6864
Lmall: lnfoQfkblotec.com.br
Slte: http://www.fkbiotec.com.br
fluxo Laminar:
TPOX do 8rasll
Pua Alvarenga, 2.025
8utanta, Sao Paulo - SP
CLP:05509-005
Telefone: (ll) 3037-3900
Pax: (ll) 3037-39l0
P|LTPACOM Ltda.
Av. Lulz Carlos 8runello, 359
Dlstrlto |ndustrlal, vallnhos – SP
CLP: l3278-074
Telefone: (l9) 388l-8000 PAX: (l9) 388l-8009
vAL|CLLAN |NDUSTP|A COMLPC|O L SLPv|ÇOS LTDA
Pua Alfredo da Costa Plgo, 3l9
Camplnas – SP
CLP: l3087-534
Tel: (l9) 3256-7l56 Pax: (l9) 3256-6307
CONCLUsõEs E rECOMENDAçõEs
L lmportante, prlmelramente, em qualquer empreendlmento a rea-
llzaçao de um plano de negoclos, bem como uma pesqulsa de mer-
cado. Para lsso sao de grande auxillo as lnformaçöes contldas no slte
do Servlço de Apolo as Mlcro e Pequenas Lmpresas de Sao Paulo (SL-
8PAL): www.sebraesp.com.br
fONTEs CONsULTADAs
Centro de Lstudos do Genoma Humano, |nstltuto de 8lologla, USP
Dlposnivel em: http://genoma.ib.usp.br/index.php. Acesso em l5 ago.
2006,
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
l9
Agencla Naclonal de vlgllancla Sanltarla
Dlsponivel em: http://www.anvisa.gov.br/. Acesso em l5 ago. 2006.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Gullherme Lelte Cunha
DATA DE fINALIzAçãO
l5 ago 2006
20
fABrICAçãO DE
GUIA rETráTIL PArA CãEs
PALAvrAs-CHAvE
Gula para caes, gula retratll
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Como fabrlcar gula retratll para caes.
sOLUçãO APrEsENTADA
A gula retratll e um con[unto de peças que sao montados em um
corpo de plastlco, essas peças que formarao a gula (corda, o gancho
para prender na colelra e a mola) poderao ser obtldos no mercado
dlspensando a compra de equlpamentos especiñcos(l).
O corpo e a roldana lnterna do produto sao fabrlcados pelo processo
de ln[eçao de plastlcos, sendo montados com a mola e a corda com
o gancho na ponta.
Pelaclonam-se abalxo algumas empresas que atuam no segmento de
produçao de ln[etoras para plastlcos e moldes e que eventualmente
poderlam atender ao lnteressado.
INDICAçõEs:
fOrNECEDOrEs DE MáQUINAs
l) Pabrlcantes de Maqulnas para Produçao da Calxa e da Poldana:
1.1) fabricantes de Injetoras para Plástico:
H|MACO H|DPAUL|COS L MAQU|NAS LTDA.
AvLN|DA NAÇÖLS UN|DAS 350l
NOvO HAM8UPGO PS
CLP : 93320-02l
TLLLPONL : (5l)582-8000 PAX : (5l)593-6588
e-mall : cristian@himaco.com.br
Slte : http://www.himaco.com.br
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
2l
HwA CH|N DO 8PAS|L LTDA.
PUA PPOPLSSOP 1OAQU|M ALvAPLZ CPUZ 626
SAO PAULO SP
CLP : 02l50-030
TLLLPONL : (ll)695l-4455 PAX : (ll)695l-7956
e-mall : cetra@uol.com.br
Slte : http://www.hwa.com.br
|NDUSTP|AS POM| S/A.
AvLN|DA PLPOLA 8¥|NGTON 56
SANTA 8AP8APA D OLSTL SP
CLP : l3453-900
TLLLPONL : (l9)3455-9000 PAX : (l9)3455-2499
e-mall : alromi@romi.com.br
Slte : http://www.romi.com.br
1ASOT |ND.L COM.DL MAQU|NAS L LQU|PS.LTDA.
PUA MUPUT|NGA DO SUL 60/62
SAO PAULO SP
CLP : 034ll-l20
TLLLPONL : (ll)6l97-l600 PAX : (ll)6l97-l600
e-mall : jasot@jasot.com.br;jasot@uol.com.br
Slte : http://www.jasot.com.br
PAvAN ZANLTT| |NDUSTP|A MLTALUPG|CA LTDA.
CA|XA POSTAL 338
AMLP|CANA SP
CLP : l3465-970
TLLLPONL : (l9)3475-8500 PAX : (l9)3462-5099
e-mall : rh@pavanzanetti.com.br
Slte : http://www.pavanzanetti.com.br
SANDPLTTO DO 8PAS|L S/A.
AvLN|DA OSAKA 755/78l
APU1A SP
CLP : 07400-000
TLLLPONL : (ll)4652-0l00 PAX : (ll)4655-2l00
e-mall : guido@sandretto.com.br
Slte : http://www.sandretto.com.br
STOPCK DO 8PAS|L LTDA
22
PUA LvAP|STO DA vL|GA 686
CUP|T|8A PP
CLP : 8l650-300
TLLLPONL : (4l)376-ll88 PAX : (4l)276-84l8
e-mall : waterloo@storck.com.br
Slte : http://www.storck.com.br
wUTZL S|STLMAS DL |MPPLSSÃO LTDA.
PUA S|LvLSTPL vASCONCLLOS CALMON 330
GUAPULHOS SP
CLP : 07020-00l
TLLLPONL : (ll)6475-4233 PAX : (ll)6440-4524
e-mall : rodrigues@wutzl.com.br
Slte : http://www.wutzl.com.br
1.2) fabricantes de Moldes para Plástico por Injeção:
AUTOMATA |NDUSTP|AL LTDA.
AvLN|DA OSwALDO APANHA 9l5 -LOT.TLPPA NOvA
TAU8ATL SP
CLP : l208l-800
TLLLPONL : (l2)362l-23l2 PAX : (l2)3622-3067
e-mall : dir@automata-ind.com.br
Slte : empresa nao possul slte
C.M. CONSTPUÇÖLS MLCÂN|CAS LTDA.
PUA SOL|MOLS 405
D|ADLMA SP
CLP : 09930-570
TLLLPONL : (ll)409l-7288 PAX : (ll)409l-8396
e-mall : g.mappelli@cm-moldes.com.br
Slte : http://www.cm-moldes.com.br
COSMOLDL |NDUSTP|A L COMLPC|O DL MOLDLS LTDA.
AvLN|DA PADPL APL|NDO v|L|PA 939
SAO PAULO SP
CLP : 04297-000
TLLLPONL : (ll)6969-0085 PAX : (ll)6946-9030
e-mall : cosmolde@cosmolde.com.br
Slte : http://www.plasticosmaradei.com.br
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
23
DLLKPON DO 8PAS|L COMLPC|AL LTDA.
LSTPADA MUN|C.DO 8A|PPO S.v|CLNTL l30l - CP l802
MA|P|POPA SP
CLP : 07600-97l
TLLLPONL : (ll)4482-l290 PAX : (ll)4482-lll9
e-mall : delkron@terra.com.br
Slte : http://www.vertex.com.br/delkron
PLPMOLTLC |NDUSTP|A L COMLPC|O LTDA.
PUA SUZANA 870
SAO PAULO SP
CLP : 03223-000
TLLLPONL : (ll)62ll-6903 PAX : (ll)62ll-6895
e-mall : fermoltec@uol.com.br
Slte : http://www.fermoltec.com.br
1AC|NTO Z|M8APD| & C|A.LTDA.
PUA PASCHOAL Z|M8APD| 85
GUAPULHOS SP
CLP : 07224-200
TLLLPONL : (ll)64l2-2555 PAX : (ll)64l2-89l9
e-mall : miquelin@jacintozimbardi.com.br
Slte : http://www.jacintozimbardi.com.br
MANOLL TOPPLS SO8P|NHO
AvLN|DA POPTUGAL 53
|TAPLv| SP
CLP : 06690-280
TLLLPONL : (ll)4l42-6930 PAX : (ll)4l42-7l24
e-mall : zelma@mtsz.com.br
Slte : http://www.mtsz.com.br
M|PANDA |NDUSTP|AL LTDA.
AvLN|DA 1OPGL 8L¥ MALUP 3085
SUZANO SP
CLP : 08630-l90
TLLLPONL : (ll)4746-7400 PAX : (ll)4748-4755
e-mall : fnanceiro@miranda.ind.br
Slte : http://www.miranda.ind.br
MODLLAÇÃO UN|DOS LTDA.
24
AvLN|DA AP|CANDUvA 5500
SAO PAULO SP
CLP : 03490-000
TLLLPONL : (ll)672l-4755 PAX : (ll)672l-l492
e-mall : jhenrique@unidospattern.com.br
Slte : http://www.unidospattern.com.br
MOLDAÇO |NDUSTP|A L COMLPC|O LTDA.
PUA 1OAQU|NA TLOP|LO DO LSP|P|TO SANTO 324
GUAPULHOS SP
CLP : 072l0-008
TLLLPONL : (ll)64l2-5999 PAX : (ll)6488-0806
e-mall : moldaco@ig.com.br
Slte : http://www.moldaco.com
MOLTLC |NDUSTP|A L COMLPC|O DL MOLDLS LTDA.
PUA DOS |NOCLNTLS 696
SAO PAULO SP
CLP : 04764-050
TLLLPONL : (ll)5523-40ll PAX : (ll)5523-43l9
e-mall : l.diretoria@moltec.com.br
Slte : http://www.moltec.com.br
PAMLTPON |NDUSTP|A COMLPC|O L US|NAGLM LTDA.
PUA Av|ADOP 8APPOS 7l
SAO PAULO SP
CLP : 04l62-070
TLLLPONL : (ll)6947-5860 PAX : (ll)6948-2968
e-mall : pametron@uol.com.br
Slte : http://www.pametron.com.br
POL|MOLD |NDUSTP|AL S/A.
LSTPADA DOS CASA 4585
SAO 8LPNAPDO DO CAMPO SP
CLP : 09840-000
TLLLPONL : (ll)4358-7333 PAX : (ll)4358-7303
e-mall : maisa@polimold.com.br
Slte : http://www.polimold.com.br
PO8LPT 8OSCH LTDA.
v|A ANHANGULPA S/N KM 98 - CP ll95
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
25
CAMP|NAS SP
CLP : l3065-900
TLLLPONL : (l9)3745-l378 PAX : (l9)3745-2820
e-mall : edercio.disselli@br.bosch.com
Slte : http://www.bosch.com.br
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Observa-se que a fabrlcaçao de gula retratll para caes nao e um pro-
cesso dlficll, porem depende de maqulnas e equlpamentos.
No mercado [a exlstem fabrlcantes deste produto que fornecem e
atendem a demanda. O cllente deve fazer uma anallse para verlñcar
os possivels compradores da sua produçao.
METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/fONTEs DE INfOr-
MAçãO CONsULTADAs/ BIBLIOGrAfIA
l. Lulz Henrlque Lucanchuc Plbelro. Tel: (ll) 5582-6490. Dlsponivel
em: <http://www.abimaq.org.br>. Acesso em: 25 de abr. 2005.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Kleberson Plcardo de Ollvelra Perelra
DATA DE fINALIzAçãO
25 de abr. 2005
26
fABrICAçãO DE INCENsOs
PALAvrAs-CHAvE
Maqulna de fabrlcar lncenso, lncenso, produçao de lncenso, lndustrla
de lncenso
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Maqulna de fabrlcar lncenso, para que possa fabrlca-lo em grande
escala.
sOLUçãO APrEsENTADA
Pelas pesqulsas feltas (em destaque a felta [unto a A8|MAQ, Asso-
claçao 8rasllelra da |ndustrla de Maqulnas e Lqulpamentos), nao fol
encontrado nenhum processo de fabrlcaçao de lncenso em escala
lndustrlal com uso de maqulnas. Asslm, dlspomos de lnformaçöes
sobre fabrlcaçao de lncenso em pequena escala, ou melhor, fabrlca-
çao de manelra artesanal. Lssas lnformaçöes podem ser encontradas
em duas Pespostas Tecnlcas, dlsponivels em:
http://www.sbrt.ibict.br/upload/sbrt1396.html
http://www.sbrt.ibict.br/upload/sbrt1208.html
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Aconselha-se consultar um engenhelro mecanlco, para que possa
obter lnformaçöes no sentldo de adaptar alguma maqulna, com um
dado uso, a produçao de lncenso.

rEfErêNCIAs
A8|MAQ, Assoclaçao 8rasllelra da |ndustrla de Maqulnas e Lqulpa-
mentos. Dlsponivel em: <http://www.abimaq.org.br>. Acesso em: 07 de
out. 2005.
QUADPOS, Crlstlane de Llma. Pesposta Tecnlca l208. Dlsque-Tecnolo-
gla Cecae-Usp. Dlsponivel em: <http://www.sbrt.ibict.br/upload/sbrt1208.
html> Acesso em: 07 de out. 2005.
S|LvA, Alexandre Perrelra da. Pesposta Tecnlca l396. Centro de Apolo
ao Desenvolvlmento Tecnologlco CDT/Un8. Dlsponivel em: <http://
www.sbrt.ibict.br/upload/sbrt1396.html> Acesso em: 07 de out. 2005.
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
27
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Paulo Cezar de Ollvelra
DATA DE fINALIzAçãO
07 de out. 2005
28
fABrICAçãO DE
PrANCHAs DE sUrf
PALAvrAs-CHAvE
Prancha, surf, prancha de surf, materlas-prlmas, equlpamentos, ma-
terlas prlmas e equlpamentos para a fabrlcaçao de pranchas de surf.
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Saber quals as materlas prlmas e equlpamentos utlllzados na fabrlca-
çao de pranchas de surf.
sOLUçãO APrEsENTADA
Seguem-se abalxo os equlpamentos e materlals utlllzados na fabrl-
caçao de pranchas de surf, asslm como o respectlvo processo de fa-
brlcaçao. (l)
EQUIPAMENTOs
Os equlpamentos baslcos utlllzados para a fabrlcaçao da prancha sao:
l Plalna eletrlca,
l Cavaletes,
l Plalna manual,
l Metro, serrote e espatula,
l Polltrlz, llxadelras,
l Surfom.
O uso de ferramentas eletrlcas nao e uma necessldade, podendo ser
utlllzadas ferramentas manuals.
MATErIAIs UTILIzADOs
As materlas prlmas utlllzadas no processo de produçao de uma prancha:
l Placa de polluretano,
l Tecldo AP-l,
l Peslna (pollester crlstal),
l Monómero de estlreno ,
l Llxas d’agua 360,
l Llxas d’agua 600,
l l llxa de ferro 50,
l Llxa de ferro l00,
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
29
l Plncels 2”,
l Solvente para llmpeza,
l Soluçao de parañna,
l Catallsador,
l Plta colante (tlpo crepe).
PrOCEssO DE fABrICAçÂO
1º Passo: O prlmelro procedlmento e o Shape, e nele que serao de-
ñnldas as llnhas e medldas de cada prancha. Lste trabalho cabe ao
Shaper, lsto e, o “artesao” que val dar forma a prancha. Cabe ao shaper
deñnlr que tlpo de fundo sera utlllzado, o tlpo de rabeta, a nutuaçao,
a espessura, a marcaçao do poslclonamento das qullhas, etc. Todos
estes ltens sao calculados a partlr de lnformaçöes que o surñsta passa
ao shaper.
2º Passo: Quanto aos blocos, ho[e em dla os blocos [a vem pre-sha-
peados e com dlversos tamanhos, o que faclllta multo. Devera ser
felta a verlñcaçao do tamanho e curvatura do bloco, a ñm de ldentl-
ñcar onde estao os melhores pontos para o “rlscado” do desenho da
prancha. A partlr dai [a se podera ter uma noçao de como val ñcar a
prancha.
3º Passo: Cortar e acertar o outllne (desenho da prancha), ellmlnando
o excesso de bloco que nao lnteressa e tlrando os prlmelros “bumps”
(pequenas ondulaçöes que vao aparecendo conforme se val traba-
lhando).
4º Passo: Depols de felto este procedlmento, começa-se a shapear o
botton (fundo) da prancha, uma das partes mals lmportantes do pro-
cesso, pols e nesta parte que se val deñnlr o nuxo de agua da pran-
cha. Um fundo rulm compromete todo o funclonamento da prancha.
Usando uma plalna eletrlca para tlrar o mals grosso e com o auxlllo
do Suform, molda-se o fundo.
5º Passo: Termlnado o fundo começa-se a trabalhar no deck, ou se[a,
na parte de clma da prancha, tambem com o uso da plalna eletrlca
e do Surform.
6º Passo: Pelto o deck e o fundo, parte-se para o calmento de borda.
Lste ponto e multo lmportante, pols e nele que se val deñnlr o centro
30
de borda, ou se[a, o arredondamento da borda e deñnlçao se sera
mals chela ou mals estrelta.
7º Passo: So falta fazer a demarcaçao de qullhas e asslnar. Desta for-
ma o bloco shapeado [a esta pronto.
8º Passo: Alr 8rush (plntura) - responsavels pelas cores das pranchas,
as plnturas podem varlar de slmples a artistlcas. A plntura pode ser
felta na placa de polluretano com reslna bem dlluida ou tlnta Duco,
conforme o gosto do fabrlcante ou tambem depols da prancha estar
totalmente llxada com llxa grossa antes do banho para acabamento.
9º Passo: 8anho para acabamento - depols da prancha estar total-
mente llxada, apllcar o banho ñno nas panes lnferlores e superlores
da prancha. A medlda necessarla e de 300 grs. de reslna, 30 grs. de
monómero parañnado e 6% de catallsador, devendo o banho ser
apllcado com um plncel de pelos de seda.
- Glass (ñbra de vldro): Apos a plntura ñcar pronta, lnlcla-se a lamlna-
çao, onde se deñne a reslstencla da prancha. A lamlnaçao e felta com
uma comblnaçao de reslna e de tecldo ou malha para ñbra-de-vldro.
L felta com o auxillo da espatula e nao se pode delxar que apareçam
bolhas, o que comprometerla todos os outros processos.
Neste processo se faz a colocaçao das qullhas.
10º Passo: Com a prancha [a devldamente shapeada, plntada e laml-
nada, so falta llxar, tlrando os excessos de reslna que ñcam utlllzando
llxas d’agua 360 e posterlormente a 600. Neste ultlmo servlço tam-
bem se deñne se uma prancha devera ser pollda ou nao. Depols de ll-
xada a prancha, puxar o brllho usando Kaol e massa para pollmento.
fOrNECEDOrEs DE MATérIAs PrIMAs
8ASP S/A
Sede Admlnlstratlva
Lstrada Samuel Alzemberg, l707
0985l-550
Pone: (ll) 4343 2233
Pax: (ll) 4343 6989
Servlço de atendlmento ao consumldor: 0800 l94 500.
8ASP S/A
Pabrlca – Pollestlreno
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
3l
Av. Carlos Marcondes, l200
Km l59,5 - vla Dutra
l224l-420
Pone: (l2) - 3935 6700
Pax: (l2) - 3932 7l3l
Servlço de atendlmento ao consumldor: 0800 l94 500.
Slte: http://www.basf.com.br
A8|QU|M
Assoclaçao 8rasllelra da |ndustrla Quimlca
Pua Santo Antonlo, l84 – l7º e l8º andares
CLP 0l3l4-900 – Sao Paulo – SP.
Tel: (ll) 3242-ll44 – PAX (ll) 3242-09l9
varlos llnks de lndustrlas fornecedoras de materla-prlma.
Slte: http://www.abiquim.org.br
Mercosul Plbras |nd. e Com. LTDA
Pua Unlao, l300 - Alvorada - (PS)
94824 l90
Tel. (5l) 483 l4l6
Slte:http://www.mercosulfbras.com.br
PLN|L QU|M|CA LTDA
Pua Ptolomeu, 7l5 – Socorro
04762-040 – Sao Paulo – SP
PA8X: (ll) 5545-2l00 vLNDAS: (ll) 5545-2lll PAX: (ll) 5548-9332
L-mall: fenil@fenil.com.br
Central de Atendlmento ao Cllente para todo o 8rasll: 0800 ll90ll
Slte:http://www.fenil.com.br
OX|TLNO - Companhla Quimlca
Pabrlcaçao e comerclallzaçao de dlversos produtos como catallzado-
res, Pollester, reslnas, tlntas e vernlzes.
Telefone: (ll) 3l77-6888 / 6942
Pax: (ll) 283-lll6
http://www.oxiteno.com.br
L-mall: gedir@oxiteno.com.br
PLS|NAC |ndustrlas Quimlcas Ltda.
vla de Acesso 1oao de Goes, l5l - 1ardlm Alvorada
CLP 066l2-000 - 1andlra - SP - 8rasll –
32
Telefax: (ll) 4789-5066
Slte:http://www.resinac.com
rEfErêNCIAs
l. “Pabrlcaçao de pranchas de surf”, [ulho 2003. Documento da serle
“|delas de negoclos”, desenvolvldo pelo Centro de Documentaçao e
|nformaçao do SL8PAL-LS. Dlsponivel em: <http://www.sebraees.com.
br/ideiasnegocios/pag_mos_ide_neg.asp?id=725&tipoobjeto=3&objeto=725&
botao=0>. Acesso em: 24 de nov. 2005.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Carlos A. v. de A. 8otelho
DATA DE fINALIzAçãO
24 de nov. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
33
fOrNECEDOrEs DE
MEDIDOrEs DE vAzãO DE Gás
PALAvrAs-CHAvE
Medldor de vazao, dlspenser
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Os medldores de vazao utlllzados nas bombas (dlspenser) de GNv,nos
postos de dlstrlbulçao sao em geral lmportados. Quals sao os fornece-
dores! Gostarla de desenvolver um produto naclonal de balxo custo.
sOLUçãO APrEsENTADA
O GNv, armazenado a alta pressao, deve ser abastecldo nos veiculos
por melo de um dlsposltlvo capaz de executar esta tarefa com rapldez
e segurança. Lstes dlsposltlvos de abasteclmento de GNv sao normal-
mente conhecldos como “dlspenser” para abasteclmento de GNv.
O dlspenser e composto por um corpo, onde se encontram as unl-
dades mecanlcas e de medlçao do GNv abastecldo e manguelras
nexivels de alta reslstencla que levam o GNv ate a valvula de abaste-
clmento no veiculo.
Normalmente os dlspensers sao equlpados com duas manguelras
de abasteclmento, que permltem que se abasteça dols veiculos por
equlpamento. Um posto de servlço caracteristlco possul um com-
pressor e dols dlspensers, o que representa a posslbllldade de abas-
tecer quatro veiculos de cada vez.
Um Posto de Servlço para abasteclmento de GNv e uma lnstalaçao
que apresenta algumas pecullarldades que o dlferem dos Postos de
Servlço que comerclallzam combustivels liquldos. Lstas pecullarlda-
des tornam estas lnstalaçöes aparentemente mals complexas, como
pode ser vlsto no esquema apresentado na Plgura l.
34
Figura 1: esquema básico de um Posto de serviço de Gnv
Fonte: GasNet
Lsta ñgura apresenta apenas o grupo de equlpamentos dlretamen-
te relaclonado com o abasteclmento de GNv. No caso de um Posto
de Servlço dedlcado ao abasteclmento de GNv, estas serao as unlcas
lnstalaçöes dlsponivels, porem se [a houver o servlço de abastecl-
mento de combustivels liquldos estas lnstalaçöes serao adlclonadas
as [a exlstentes.
O gas natural e fornecldo pela empresa concesslonarla de gas canallzado
que atende a reglao onde o Posto de Servlço sera lnstalado. O produto
e fornecldo atraves de um gasoduto, como lndlcado na Plgura l. A llnha
de gas amarela representa uma llnha de balxa pressao. O gas fornecldo e
medldo na estaçao de medlçao antes de allmentar os compressores.
Depols de medldo, o gas e comprlmldo nos compressores e atlnge
pressöes da ordem de 220 atmosferas, estando pronto para ser dls-
ponlblllzado nos Pontos de Abasteclmento ou encamlnhado para
uma estocagem ñxa, vulgarmente conheclda como “pulmao”, que e
composta de um con[unto de clllndros conectados entre sl por tubu-
laçöes e dlmenslonados para suportar as elevadas pressöes do gas. A
Plgura l apresenta a llnha da gas de alta pressao em vermelho.
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
35
Cada ponto de abasteclmento, tambem denomlnado de “dlspenser”,
funclona como se fosse uma bomba de combustivel, semelhante a
uma bomba de gasollna ou alcool hldratado. O ponto de abastecl-
mento possul equlpamento capaz de dlsponlblllzar o produto em
um slstema de abasteclmento compativel com a valvula de abastecl-
mento do veiculo, alem de totallzar o volume de GNv abastecldo.
Os dlspensers eletrónlcos, sao os mals usuals em funçao da sua slm-
pllcldade nao requerendo outras varlavels para o seu funclonamento
que nao se[a allmentaçao eletrlca.
Os dlspensers eletropneumatlcos requerem uma manutençao malor
que os eletrónlcos, pols alem de allmentaçao eletrlca necesslta de
ar comprlmldo para a sua operaçao ou se[a, duas varlavels a serem
conslderadas.
Lxlstem os medldores de massa abasteclda. Lstes medldores apllcam
o prlnclplo de Corlollls para o calculo de massa abasteclda e portanto
recebem o nome de medldor por efelto de Corlollls. Os dlspensers
que utlllzam este tlpo de medldor, dlñcllmente estao su[eltos a pro-
blemas de medlçao, pols a varlaçao da temperatura, bem como as
particulas em suspensao nao provocam alteraçöes na medlçao.
O uso de medldores volumetrlcos de turblna em dlspensers esta su[el-
to a constantes problemas de medlçao, pols alem da varlaçao constan-
te de temperatura de abasteclmento, qualquer particula em suspen-
sao podera ocaslonar danos a turblna e a camlsa provocando erros de
medlçao. Os medldores de turblna sao mals comuns para medlçöes a
balxa pressao e normalmente sao usados antes do compressor.
LEGIsLAçãO
Portarla |NMLTPO 32/97
Lstabelece as condlçöes minlmas a que devem satlsfazer os medldo-
res de gas automotlvo (dlspensers) utlllzados nas medlçöes de massa
que envolvem as atlvldades prevlstas no ltem 8 da Pesoluçao CON-
MLTPO Nºll/88.
fOrNECEDOrEs
Aspro GNv
8P 277, km l07 – Pondlnha
36
Campo Largo – PP
CLP 82608-000
Telefone (4l) 2l06-4200
http://www.aspro.com.br
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Devldo aos elevados valores envolvldos na aqulslçao de equlpa-
mentos e execuçao das obras e tendo em vlsta uma operaçao facll e
segura, tanto em postos novos, como prlnclpalmente na adaptaçao
dos [a exlstentes, deve-se proceder a um detalhado estudo de cada
subdlvlsao do pro[eto para a otlmlzaçao dos custos e operaçöes en-
volvldos.
A elaboraçao de um plano de negoclo bem abrangente, bem como
a reallzaçao de uma pesqulsa de mercado, para conhecer o publlco
alvo e os concorrentes e asslm estlmar os lnvestlmentos necessarlos.
rEfErêNCIAs
Aspro GMC. Dlsponivel em: <http://www.asprognc.com>. Acesso em 22
de [un. 2005.
GasNet. Dlsponivel em:
<http://www.gasnet.com.br/gasnet_br/gnv/abastecendo.asp>. Acesso em
22 de [un. 2005
|NMLTPO |nstltuto Naclonal de Metrologla, Normallzaçao e Quallda-
de |ndustrlal. Dlsponivel em: <http://www.inmetro.gov.br>. Acesso em
22 de [un. 2005.
SO8P|NHO, C. A. Uso de “Dlspensers” e Carreta Pelxe para Abastecl-
mento de veiculos com Gas Natural. Plo de 1anelro: |nstltuto 8rasllel-
ro de Petroleo, l999.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Serglo valle[o
DATA DE fINALIzAçãO
23 de [un. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
37
LOCAçãO DE EMPILHADEIrAs
PALAvrAs-CHAvE
Lmpllhadelras
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Saber quals sao os modelos de empllhadelras exlstentes e como sa-
ber a adequaçao entre os modelos e as ñnalldades.
sOLUçãO APrEsENTADA
Segundo o senhor Poberto Mota, dlretor da Movlmac Peças e Manu-
tençao Ltda, exlstem varlos tlpos e modelos de empllhadelras sendo
que cada tlpo e/ou modelo esta relaclonado com o tlpo de movl-
mentaçao que se dese[a reallzar.
Lxempllñcando: em um galpao fechado com corredor apertado usa-
se uma empllhadelra eletrlca e, se o galpao for alto preclsa-se de gar-
fos longos. O tlpo de materlal a ser movlmentado tambem lnnuencla
na escolha, asslm como o peso. Ou se[a, para cada tlpo de apllcaçao
exlste uma empllhadelra adequada.
O que se deve conslderar para determlnar a melhor opçao:
- tlpo de movlmentaçao,
- espaço dlsponivel,
- peso do materlal a ser movlmentado,
- tlpo de armazenagem: se amblente fechado ou aberto, etc.
Poberto Mota lndlca os representantes dos fabrlcantes de empllha-
delra e sugere contato com as mesmas:
representante Número do telefone representada
Alphaqulp (ll) 4l98-3553 Clark
8auko (ll) 3693-934l ¥ale
Somov (ll) 37l8-5000 Hyster
Desenvolvlmento de Pede (ll) 5502-9l00 Toyota

38
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Sugere-se vlsltar os representantes aclma relaclonados o que propor-
clonara posslbllldades de aprendlzado.
rEfErêNCIAs
Poberto Mota – Dlretor da Movlmac Peças e Manutençao Ltda.
L-mall: contato@movimac.com.br
Pua Guldo Oreggla 46
CLP 0537l-l50 Sao Paulo SP
Tel: 3735 000l / 373l 4296 - Pone/fax: 373l 6509.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Magda das Graças Costa
DATA DE fINALIzAçãO
l6 de nov. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
39
MAQUINárIO PArA
ENvAsAMENTO DE sUCOs
PALAvrAs-CHAvE
Lnvase de suco, maqulnas para envase de suco
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
|nformaçöes sobre como abrlr um pequeno negoclo de envasamen-
to de sucos e de maqulnas de envasamento de sucos que utlllzam
polpa de frutas.
sOLUçãO APrEsENTADA
Lxlstem no mercado baslcamente dols tlpos de equlpamentos, as en-
chedoras, para o envase de liquldos:
l maqulnas seml-automatlcas: a produçao lra depender da mao-
de-obra dlsponlblllzada e do trabalho desempenhado manual-
mente – colocaçao e retlrada dos reclplentes e embalagens.
l maqulnas automatlcas: a produçao lra depender da capacldade
do equlpamento, podendo varlar de l,5mll a l6 mll embalagens
por hora.
Dentre esses dols tlpos, encontra-se a venda no mercado equlpa-
mento de dlferentes modelos, com tecnologla e custo varlavels.
Um outro aspecto relevante para a produçao, e consequentemente,
para a escolha adequada do equlpamento, e o tlpo de embalagem
elelto para comerclallzar o produto. As garrafas podem ser plastlcas
ou de vldro, com capacldade para 300ml, 500ml, l000ml ou l,500ml.
O produtor pode optar tambem por embalagens tlpo “saqulnhos” ou
“calxlnhas”.
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Para pesqulsa de equlpamentos, recomenda-se entrar em contato
com os de fornecedores:

Aquamak - Sao Paulo - SP
Llnhas completas para envase de agua mlneral, sucos, energetlcos e
40
lsotónlcos
Tel: (ll) 6954-0884 - L-mall:aquamak@uol.com.br

Delgo - Cotla - SP
Maqulnas para envase de copos
Tel: (ll) 46l2-00ll - Slte: http://www.delgo.com.br
Lmll - Alem Paraiba - MG
Maqulnas para envase de copos
Tel: (32) 3462-2l00 - L-mall:emil@emil.com.br
Slte: http://www.emil.com.br
Pluld Tech - Sao Paulo - SP
Lqulpamentos para secagem e envase de garrafas de agua mlneral.
Tel: (ll) 6263-0064 - L-mall: fuidtech.br@uol.com.br
Hidro e Envase - São Paulo - SP
Llnha completa para agua mlneral, ñltro em aço lnox, estelra, [ateadelra
Tel: (ll) 658l-4222
Slte: http://www.hidroenvase.com.br
I.G. Máquinas - Serra Negra - SP
Lavadoras, enchedoras, escovadelras duplas, hlglenlzadoras, maqul-
nas sob encomenda.
Tel: (l9) 3892-3450 / 3892-2692 - L-mall: igmaquinas@uol.com.br
Slte: http://www.guiamercadodeaguas.com.br/ig
Milainox - Piracicaba - SP
Maqulnas envasadoras de copos.
Tel:(l9) 3422-305l / 3433-305l - L-mall: atendimento@milainox.com.br
Slte http://www.milainox.com.br
Nlcale - Sao Paulo - SP
Maqulnas para engarrafamento de agua mlneral.
Tel:(ll) 6949-64ll - L-mall: nicalemaquinas@terra.com.br
Slte: http://www.nicale.com
Peal Peslstenclas e Maqulnas - Sao Paulo -SP
Maqulnas para embalagens.
Tel:(ll) 623l-7007 - L-mall: realresistencias@uol.com.br
Slte: http://www.realresitencias.hpg.ig.com.br
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
4l
Zegla - Bento Gonçalves - RS
Lnchedora, tampadora, lavadora, llnha para agua mlneral de 5, l0 e
20 lltros.
Tel: (54) 455-3868 - L-mall:zegla@zegla.com.br
Slte: http://www.zegla.com.br

Lxlmaq lnd.e com.de equlpamentos lndustrlals Ltda.
Pormadora-enchedora-seladora volumetrlca de saco
Plastlco
Tel: (l9) 3886-4455 - L-mall: eximaq@eximaq.com.br
Slte: http://www.eximaq.com.br
Matlsa maqulnas de costura e empacotamento Ltda.
Pormadora-enchedora-seladora volumetrlca de saco
plastlco
Tel: (l9) 345l- 5233 - L-mall: matisaltda@limeira.com.br
Slte: http://www.matisa.com.br
Selovac lndustrla e comerclo ltda.
Pormadora-enchedora-seladora volumetrlca de saco plastlco
Tel: (ll)564l-5599 - Pax: (ll)564l-3924
L-mall: cornellsQselovac.com.br
Slte: http://www.selovac.com.br
Para obter lnformaçöes sobre Abertura do negoclo em questao, re-
comenda-se sollcltar consultorla ao SL8PAL – Servlço 8rasllelro de
Apolo a Mlcro e Pequenas Lmpresas:
Slte: http://www.sebraesp.org.br
Sede do Sebrae-SP
Pua verguelro, lll7-Paraiso
Sao Paulo/SP - CLP 0l504-00l
Telefone: (ll) 3l77-4500.
rEfErêNCIAs
S8PT- Servlço 8rasllelro de Pespostas Tecnlcas. Dlsponivel em: <http://
www.sbrt.ibict.br>. Acesso em: 02 de ago. 2005.
Delgo Metalurglca Ltda - Selos, Seladoras e Lnvasadoras, Dosadoras.
Dlsponivel em: < http://www.delgo.com.br. Acesso em 02 de ago. 2005.
42
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Pablana Pocha
DATA DE fINALIzAçãO
02 de ago. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
43
MECÂNICA DOs fLUÍDOs
PALAvrAs-CHAvE
Pressao estatlca, pressao total, perda de carga no tubo
IDENTIfICAçãO DE DEMANDA
Qual o tlpo de pressao que devo conslderar para medlr a perda de
carga de um determlnado trecho de um duto, pressao total ou pres-
sao estatlca!
sOLUçãO APrEsENTADA
Segundo Ldevaldo 8randillo Pelnaldo, tecnlco do Laboratorlo de Cl-
enclas Termlcas (LA8Term) da Unlversldade Pederal de Santa Cata-
rlna, a melhor pressao para medlr uma perda de carga e a pressao
estatlca , pols a pressao total (pressao dlnamlca + pressao estatlca)
lnclul o trabalho da velocldade de nuldo. Para determlnar a perda
de carga num determlnado trecho, e necessarlo conslderar a velocl-
dade do nuldo constante, e asslm obter a dlferença da pressao real
que atua entre dols determlnados pontos do nuldo. Para este ñm um
manómetro confere malor preclsao por atuar na medla de pontos lo-
callzados na secçao.
Abalxo , segue o esquema de dlstrlbulçao dos pontos do manómetro
ao longo da secçao:
Figura: ligação entre as tomadas de pressão estática. (a) forma con-
vencional; (b) montagem tipo triplo-T (Benedict, 1984)
44
CONCLUsõEs E rECOMENDAçõEs
Sugerlmos como leltura sobre metodos de avallaçao da pressao o es-
tudo reallzado pela LabTerm sobre as varlas posslbllldades de pres-
sao numa seçao de duto.
Para acessar este estudo
http://srv.emc.ufsc.br/labtermo/Pitot1.pdf#search=%22pressao%20total%2C%
20pressao%20dinamica%2C%20pressao%20estatica%22 (acesso em: 25 de
ago.2006)
fONTEs CONsULTADAs
Laboratorlo de Clenclas Termlcas do Departamento de Lngenharla
Mecanlca da Unlversldade Pederal de Santa Catarlna. Dlsponivel em:
<http://srv.emc.ufsc.br/labtermo>. Acesso em: 25 de ago.2006.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
wladlmlr 8arblerl 1unlor
DATA DE fINALIzAçãO
25 de ago.2006
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
45
PrODUçãO DE GArfO
PALAvrAs-CHAvE
Garfo, garfo de empllhadelra, solda, solda em garfo de empllhadelra
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Obter lnformaçöes sobre a produçao de garfos de empllhadelra. Qual
e o materlal utlllzado na produçao! L possivel fazer alguma solda!
sOLUçãO APrEsENTADA
Segundo o proñsslonal de manutençao de maqulnarlo pesado, Sr.
Pernando Laran[elro, o materlal para fabrlcaçao do chamado garfo
de empllhadelra pode ser tanto de plastlco de alta reslstencla como
de aço, podendo varlar de acordo com o porte da maqulna e a carga
que alme[a erguer.
L possivel em caso de ruptura reallzar a solda, no entanto, de acordo o
prof. Hello Goldensteln, professor do Departamento de Metalurglca e
Materlas da Lscola Polltecnlca da USP, essa pratlca nao e recomendada.
Lle expllca que ao reallzar uma solda vlsando remendar alguma fen-
da ou parte quebrada da maqulna, o materlal nao mals tera o nivel de
reslstencla que o orlglnal, uma vez que a llga prlmarla nao sera mals
a mesma, podendo ñcar quebradlço e lncorrer em danos ao equlpa-
mento, bem como causar serlos acldentes no trabalho.
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Asslm, prlmelramente recomenda-se entrar em contato com a em-
presa que produzlu a empllhadelra, para checar se ha algum tlpo de
asslstencla tecnlca e materlal de reposlçao que eles possam fornecer,
bem como lndlcaçöes de como proceder nessa sltuaçao.
Sugere-se que entre em contato com um engenhelro habllltado para
melhor averlguaçao do caso e obter orlentaçao de proñsslonal a ñm
de evltar pre[uizos a empresa e a vlda dos trabalhadores.
O laboratorlo de Metalurglca e Materlals da Lscola Polltecnlca da USP
reallza esse tlpo de averlguaçao medlante remuneraçao.
46
rEfErêNCIAs
Lscola Polltecnlca da USP – Departamento de Metalurglca e Mate-
rlals. Dlsponivel em:
<http://www.poli.usp.br>. Acesso em: l8 de ago. 2005.
Contato: Prof. Hello Goldensteln.
Lnd. Avenlda Professor Luclano Gualberto, travessa 3 nº 380
CLP - 05508-900 - Sao Paulo – SP
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Podrlgo Pavanl Gurgel
DATA DE fINALIzAçãO
l8 de ago. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
47
rADIADOrEs E
TrOCADOrEs DE CALOr
PALAvrAs-CHAvE
Padladores, trocadores de calor
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Saber quals as varlavels lndlspensavels para calculo de radladores de
oleo utlllzados em motores estaclonarlos, geradores, maqulnas agrl-
colas e tratores. Conslderar que os radladores serao produzldos com
tubos chatos de latao e aletas de cobre.
sOLUçãO APrEsENTADA
De acordo com 1orge Gut, a conñguraçao de um trocador a placas
deñne a dlstrlbulçao das correntes quente e frla ao longo dos seus
canals e ela e deñnlda pelo seu numero de canals, pelos numeros de
passes em cada lado e pelas locallzaçöes dos nuldos e das conexöes
de allmentaçao. L utlllzado um con[unto de sels parametros para a
caracterlzaçao da conñguraçao.
A modelagem estaclonarla do trocador e desenvolvlda na forma de
um algorltmo, [a que nao e possivel representa-la como uma funçao
expliclta dos sels parametros de conñguraçao. O slstema resultante
e composto por equaçöes dlferenclals ordlnarlas de valor de contor-
no e por equaçöes algebrlcas nao-llneares, o qual e resolvldo nume-
rlcamente pelo metodo de dlferenças ñnltas. Atraves do estudo de
exemplos de slmulaçao, verlñca-se que a hlpotese de constancla do
coeñclente global de troca termlca nao e llmltante para a avallaçao
global do trocador. A valldaçao experlmental da modelagem esta-
clonarla e reallzada atraves da estlmaçao de parametros de troca ter-
mlca para um con[unto de ensalos com dlferentes conñguraçöes. L
alnda apresentada a modelagem dlnamlca do trocador a placas para
conñguraçöes generlcas, vlsando a anallse do seu estado translente
e a slmulaçao de malhas de controle.
L proposto um procedlmento de screenlng para a resoluçao do pro-
blema de otlmlzaçao da conñguraçao do trocador. Neste procedl-
mento, as restrlçöes sao apllcadas sucesslvamente para a ellmlnaçao
48
de elementos lnvlavels ou nao-otlmos. Atraves da ldentlñcaçao de
conñguraçöes equlvalentes e da reallzaçao de uma busca estrutura-
da, todos os trocadores com a menor area de troca termlca podem
ser obtldos com esforço computaclonal bastante reduzldo. O funclo-
namento e a eñclencla do metodo sao anallsados em detalhes atra-
ves de dols casos de otlmlzaçao.
Para o caso dos processos de pasteurlzaçao, que usam trocadores
com multlplas seçöes, e proposto o metodo de branchlng para otl-
mlzaçao da conñguraçao das seçöes de aqueclmento, resfrlamento
e regeneraçao. Lste metodo conslste em um algorltmo de busca
multo eñclente, capaz de locallzar as conñguraçöes que apresentam
minlmos custos ñxos e operaclonals reallzando um numero extrema-
mente reduzldo de avallaçöes das seçöes do trocador, em relaçao as
grandes dlmensöes do problema e sua complexldade.
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
Como sao multas as varlavels no dlmenslonamento do trocador de
calor, recomenda-se a leltura da tese sobre Conñguraçöes otlmas
para trocadores de calor a placas
METODOLOGIA DO ATENDIMENTO/
fONTEs DE INfOrMAçãO/ CONsULTADAs /
BIBLIOGrAfIA
Gut, 1orge Anfrey wllhelms. Conñguraçöes otlmas para Trocadores
de Calor. Tese (Doutorado). Lscola Polltecnlca da Unlversldade de Sao
Paulo. 20003. Dlsponivel em: <www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/
tde-22102003-093322>. Acesso em: 30 de mar. 2005
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Serglo valle[o
DATA DE fINALIzAçãO
30 de mar. 2005
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
49
sECADOr POr ATOMIzAçãO
sPrAY DrYEr
PALAvrAs-CHAvE
Secador por atomlzaçao, spray dryer
IDENTIfICAçãO DA DEMANDA
Saber quals as empresas e para quals apllcaçöes podera se utlllzar
um equlpamento do tlpo spray dryer.
sOLUçãO APrEsENTADA
sECAGEM POr ATOMIzAçãO - sPrAY DrYEr
Lxlste uma gama multo ampla de produtos que requerem a utlllzaçao
do slstema de secagem por atomlzaçao, que mantem as proprleda-
des fislco-quimlcas dos produtos e em alguns casos chega a melho-
rar essas proprledades. Atraves de uma soluçao, emulsao, suspensao
ou pasta, e enorme a dlversldade de produtos que se pode secar por
melo deste slstema nas lndustrlas Quimlca e Allmenticla. Lelte em po,
sucos, sopas lnstantaneas, detergentes sao alguns poucos exemplos
de produtos do conheclmento geral.
A Secagem por Atomlzaçao e tambem usada para a preservaçao dos
allmentos. Medlante este processo slmples e ultra-rapldo, se conse-
gue secar os solldos e solldos soluvels, com a mals alta qualldade e
com a preservaçao das caracteristlcas essenclals. Lste processo tam-
bem oferece vantagens na reduçao dos pesos e volumes.
O processo se caracterlza em pulverlzar o nuldo ou mlstura de nuldos
dentro de uma camara submetlda a uma corrente controlada de ar
quente. Lste nuldo e atomlzado em mllhöes de mlcro-gotas lndlvldu-
als medlante um dlsco rotatlvo ou blco pulverlzador.
Atraves deste processo a area de superficle de contato do produto
pulverlzado e aumentada enormemente, que encontrando dentro
da camara com a corrente quente de ar de secagem produz uma va-
porlzaçao raplda do solvente do produto, em geral agua, provocan-
do frlgorlas no centro de cada mlcro-gota onde se encontra o solldo,
50
que seca suavemente sem choque termlco, se transformando em po,
e conclulndo o processo, com a coleta do mesmo. O processo descrl-
to pode ser vlsuallzado no dlagrama abalxo:
Fonte: Bras Spray
CONCLUsãO E rECOMENDAçõEs
A secagem por atomlzaçao e apllcada a qualquer produto possivel
de bombear emulsöes, pastas, soluçöes e suspensöes das segulntes
lndustrlas:
alimentícias:
tals como cereals e extratos de plantas, lacteos em geral, cafes e seus
sucedaneos, leveduras, hldrollzados de proteinas, derlvados marl-
nhos, sub-produtos de frlgoriñcos, ovos, frutas e extratos de frutas.
Farmacêuticas:
antlblotlcos e derlvados, vaclnas, vltamlnas, farmacos em geral.
Cerâmica:
argllas para apllcaçöes dlversas e especlals.
Química orgânica:
acldos sals organlcos, compostos nltrogenados, plastlcos, reslnas, ca-
tallsadores e corantes, fertlllzantes, pestlcldas, lnsetlcldas, detergen-
tes em geral, tanlnos naturals e slntetlcos, etc.
m
á
q
u
i
n
a
s

e

e
q
u
i
p
a
m
e
n
t
o
s
5l
Química inorgânica:
compostos de aluminlo, barlo, boro, cromo, cloro, enxofre, nuor, lodo,
magneslo, hldroxldos e oxldos em geral.
fOrNECEDOrEs
8ras Spray |ndustrla e Comerclo Secadores |ndustrlals Ltda
Pua Antao Sther, 94.
1andlra - SP CLP 066l2-040
Telefone (ll) 4789-7l00
Alem Mar Com. |nd. S/A.
Pepresentante da LA8 PLANT
Av. Senador Quelroz, 96 5º andar.
Sao Paulo - SP CLP 0l026-000
Telefone (ll) 3229-8344
rEfErêNCIAs
8ras Spray |ndustrla e Comerclo Secadores |ndustrlals Ltda. Dlsponi-
vel em: <http://www.brasspray.com.br>. Acesso em 02 de ago 2005.
NOME DO TéCNICO rEsPONsávEL
Serglo valle[o
DATA DE fINALIzAçãO
02 de ago. 2005
52
Av. Prof. Luciano Gualberto, trav. J, 374
7º andar - Prédio da Antiga Reitoria
Cidade Universitária - Butantã
São Paulo - SP - Brasil
05508-010
Site: www.inovacao.usp.br