ROBERT

DILTS

Poder
de la

el

Palabra
Con cinco títulos ya publicados por Urano (Aprendizaje dinámico con PNL, Creación de modelos con PNL, Herramientas del espíritu, Identificación y cambio de creencias, Liderazgo creativo), Robert Dilts es uno de los autores más respetados de la PNL. La originalidad de su pensamiento lo sitúa en la vanguardia de este campo. Robert Dilts es investigador en el campo de la Programación Neurolingüística (PNL) desde el año 1975. Además de ser pionero en la aplicación de la PNL al desarrollo organizacional, al aprendizaje, a la creatividad y a la salud, sus contribuciones personales al campo de la PNL incluyen gran parte del trabajo seminal sobre las técnicas de Estrategias y Sistemas de Creencias en PNL, así como el desarrollo de lo que se conoce como «PNL sistémica».

Robert Dilts

El poder de la palabra
La magia del cambio de creencias a través d e la conversación

URANO
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Dedicatoria Este libro está dedicado con afecto y respeto a Richard Bandler John Grinder Millón Erickson Gregory Bateson quienes me enseñaron la magia del lenguaje y el lenguaje de la «magia». © 1999 by Meta Publications © 2003 by Ediciones Urano. S. bajo las sanciones establecidas en las leyes. The Magic of Conversacional Belief Change Editor original: Meta Publications.. Capitola. sin la autorización escrita de los titulares del copyright. pral. 142.com ISBN: 978-84-7953-519-3 Depósito legal: B.2008 Fotocomposición: Ediciones Urano. . asi como la distribución de ejemplares mediante alquiler o préstamo públicos. .A.A. incluidos la reprografía y el tratamiento informático.969 .Vcrdagucr.08786 Capellades (Barcelona) Impreso en España . Queda rigurosamente prohibida.08036 Barcelona wwwmundourano. Impreso por Romanyá Valls. Aribau. S.Prinled in Spain . 1 . Titulo original: Sfeighí ofbtouth.A. la reproducción parcial o total de esta obra por cualquier medio o procedimiento. 19. S. California Traducción y actualización del glosario: David Scmpau Reservados todos los derechos.

Lenguaje y e x p e r i e n c i a La magia del lenguaje Lenguaje y Programación Neurolingüística Mapa y territorio Experiencia C ó m o el lenguaje e n c u a d r a la experiencia Reencuadrar c o n «aunque» Capítulo 2. M a r c o s y r e e n c u a d r e s Marcos Cambio de objetivos Reencuadre Cambiar el t a m a ñ o del marco Reencuadrar el contexto Reencuadrar el c o n t e n i d o Reencuadrar a los críticos y las críticas Los patrones de «Intención» y «Redefinición» d e El poder de la palabra Ejercicio d e reencuadre de u n a palabra Percibir u n a situación desde otro m o d e l o de m u n d o situándose en «segunda posición» 7 13 15 21 23 28 31 34 38 40 43 45 49 53 56 60 61 64 69 72 74 .índice Dedicatoria Agradecimientos Prefacio Capítulo 1.

Virus m e n t a l e s y la m e t a e s t r u c t u r a d e creencias Metaestructura d e creencias Virus mentales Presuposiciones Autorreferencia 191 193 195 201 203 205 206 208 210 212 217 221 223 227 236 242 . Fragmentación F o r m a s d e fragmentación Fragmentar hacia abajo Fragmentar hacia arriba F r a g m e n t a r lateralmente (descubrir analogías) Ejercicio: Busca isomorfismos Puntuación y repuntuación C a p í t u l o 4 . La e s t r u c t u r a básica d e las creencias 0 11 157 Capítulo 3. 170 Auditoría d e valores 173 Hoja de auditoría d e valores 178 Auditoría d e creencias 179 Procedimiento de «Auditoría de creencias» 179 Utilizar contra ejemplos para reevaluar las creencias limitadoras 182 Algunos marcos verbales para desvelar afirmaciones de creencias limitadoras 185 Generar contra ejemplos 186 Capítulo 7. C r e e n c i a s y e x p e c t a t i v a s Creencias y sistemas de creencias El poder de las creencias Creencias limitadoras Transformar las creencias limitadoras Expectativas Las expectativas y el patrón d e consecuencias d e El poder de la palabra Cartografiar creencias y expectativas clave Evaluar la motivación para el cambio Hoja de evaluación de creencias C o n s t r u y e seguridad y refuerza las creencias Utilizar el m a r c o «como si» para reforzar creencias y expectativas Ejercicio « C o m o si» 79 81 83 86 87 89 91 95 97 100 102 104 106 108 111 116 121 127 129 131 134 135 137 144 148 151 153 154 154 155 Estructura lingüística de las creencias 159 Equivalencia compleja 160 Causa y efecto 162 Tipos de causas 165 La influencia d e las causas formales 167 El poder de la palabra y la estructura d e las creencias . Valores y c r i t e r i o s La e s t r u c t u r a d e l significado Valores y motivación Criterios y juicios Recle finir valores y criterios para e n c a d e n a r l o s Fragmentar hacia abajo para definir «equivalencias de criterio» Estrategias de realidad Ejercicio de estrategia de realidad F r a g m e n t a r hacia arriba para identificar y utilizar jerarquías d e valores y criterios Técnica d e jerarquía de criterios C a p í t u l o 5. E s t a d o s i n t e r n o s y c a m b i o n a t u r a l d e creencias El proceso n a t u r a l de cambio de creencias El ciclo de c a m b i o de creencias Cambio de creencias y estados i n t e r n o s Reconocer estados internos e influir sobre ellos Ejercicio: Acceder a u n estado y anclarlo Tutoría y m e n t o r e s internos Procedimiento del ciclo d e creencias Implementar el ciclo d e cambio d e creencias Encadenado d e creencias La influencia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal Capítulo 8. .10 E L PODER DE LA PALABRA índice C a p í t u l 6.

Todd E p s t e i n . Aplicar los p a t r o n e s c o m o u n s i s t e m a 246 248 253 256 262 265 D e s e o e x p r e s a r m i g r a t i t u d a: J u d i t h DeLozier. m e a y u d ó c o n la lectura d e p r u e b a s y la e d i c i ó n d e este libro. A n d r e w y J u l i a . J o h n es el c r e a d o r d e la c u b i e r t a d e este libro.12 EL PODER DH LA PALABRA La teoría d e los tipos lógicos Aplicación a sí m i s m a de u n a creencia o una generalización Metamarcos Niveles lógicos C a m b i o de niveles lógicos C a p í t u l o 9. J o h n W u n d e s . A m i Sattinger q u i e n . c u y a s e x p e r i e n c i a s y explicaciones m e a y u d a r o n a c o m p r e n d e r el p r o c e s o n a t u r a l d e c a m b i o d e creencias y la « m e t a e s t r u c t u r a » d e las creencias. Mis hijos. así c o m o d e las sugestivas i m á g e n e s q u e a b r e n cada u n o d e s u s capítulos. d e m o d o q u e p u e d a n ser c o m p r e n d i d a s c o n m a y o r claridad.B a n d l e r p o r su c o n t r i b u c i ó n y su a p o y o c u a n d o e m p e c é a desarrollar las ideas q u e c o n s t i t u y e n la base d e El poder de la palabra. 3 1 0 Reencuadrar y «sacar del marco» a u n virus mental utilizando El poder de la palabra 312 Practicar El poder de la palabra 319 C a p í t u l o 10. Agradecimientos Definición y ejemplos d e patrones d e E¡ poder de la palabra 267 Los patrones de El poder de la palabra c o m o sistema de intervenciones verbales 282 Utilizar El poder de la palabra c o m o u n sistema de patrones 283 Crear y m a n t e n e r u n «virus mental» utilizando El poder de la palabra 302 El poder de la palabra y la Ley d e variedad requerida . David G o r d o n y Leslie C a m e r o n . al igual q u e ha h e c h o c o n tantos o t r o s d e m i s libros y p r o y e c t o s . . C o n c l u s i ó n Epílogo Bibliografía Glosario 327 333 335 339 . que ha transformado en imágenes a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s más p r o f u n d a s s u b y a c e n t e s en El poder de la palabra.

Se m e o c u rrió q u e . m u c h o m á s allá d e la p s i c o t e r a p i a . Barcelona. la m e t o d o l o g í a del modelado podía conducir a amplias innovaciones en m u c h a s otras áreas e n las q u e interviniera la c o m u n i c a c i ó n h u m a n a . estos a u t o r e s m o d e l a b a n los p a t r o n e s del lenguaje y las c a p a c i d a d e s intuitivas d e tres d e los m á s eficaces psicoterapeutas del m u n d o (Fritz Perls. mi p r i m e r « p r o y e c t o d e m o d e l a d o » versó s o b r e la aplicación d e los filtros lingüísticos . Trata d e la magia del lenguaje y se basa e n los p r i n cipios y las clarificaciones d e la P r o g r a m a c i ó n N e u r o l i n g ü í s t i ca o PNL. La clase estaba a cargo d e J o h n Grinder. p u d i e r a f o r m u lar las p r e g u n t a s q u e u n t e r a p e u t a e x p e r i m e n t a d o plantearía. Q u e d é a s o m b r a d o a n t e las p o s i b i l i d a d e s q u e t a n t o el m e tamodelo c o m o el p r o p i o p r o c e s o de m o d e l a d o ofrecían. Virginia Satir y M i l t o n Erickson). c o f u n d a d o r d e la PNL. e n s e ñ a n z a . 1 9 9 9 ) . sin n i n g u n a experiencia p r o p i a e n terapia d e clase a l g u n a . etc. Dilts. c o m o a l u m n o en u n a clase d e lingüística en la U n i v e r s i d a d d e California en Santa C r u z . G r i n d e r a c a b a b a d e c o m p l e t a r el primer v o l u m e n d e su o b r a p i o n e r a The Structure oj Magíc ( 1 9 7 5 ) . ciencia. En esta o b r a . política. E n t r é e n c o n t a c t o p o r p r i m e r a vez c o n la P N L hace ya casi v e i n t i c i n c o a ñ o s .Prefacio Me he e s t a d o p r e p a r a n d o d u r a n t e m u c h o s a ñ o s p a r a escribir este libro. J u n to con Richard Bandler. M e pareció q u e el m o d e l a d o p o d í a tener i m p l i c a c i o n e s i m p o r t a n tes en t o d a s las áreas d e la actividad h u m a n a : arte. c o m o y o m i s m o ( e s t u d i a n t e d e tercer c u r s o d e ciencias políticas). C o m o e s t u d i a n t e d e filosofía política. gestión e m p r e s a r i a l . U r a n o . (ver Creación de modelos con PNL. Este c o n j u n t o d e p a t r o n e s ( c o n o c i d o c o m o Metamodelo) hacía p o s i b l e q u e c u a l q u i e r p e r s o n a .

p u d e r e c o n o c e r a l g u n a s d e las e s t r u c t u r a s q u e e m p l e a b a . s e g u í a n i n f l u y e n d o y m o d e l a n d o la historia. Karl M a r x . la q u e m e c o n d u j o a r e c o n o c e r y formular c o n s c i e n t e m e n t e esos p a t r o n e s en el a ñ o 1980. a q u e l l a s p e r s o n a s e m p l e a b a n d e t e r m i n a d a s series de patrones. Si b i e n a q u e l e s t u d i o r e s u l t ó ser a la vez fascinante y revelador. «oír». desafiando a los p a r t i c i p a n t e s a q u e le c o n v e n c i e r a n p a r a cambiarlo (ver Capítulo 9 ) . estos p a t r o n e s p r o p o r c i o n a n u n a h e r r a m i e n t a p a r a el c a m b i o d e creencias a través d e la conversación. Es m á s . a q u e l l a s clarificaciones c o n t r i b u í a n a la c o m p r e n s i ó n . n o s e s t a r e m o s l i m i t a n d o a i m i t a r o a r e p e t i r « c o m o u n loro» los e j e m p l o s q u e s e n o s h a y a n p r o p u e s t o . Lo m i s m o s u c e d í a c o n otras d i ferenciaciones verbales p r o p o r c i o n a d a s p o r la PNL. 1 9 7 5 . las p a l a b r a s s o n estructuras superficiales q u e t r a t a n d e representar o d e e x p r e s a r estructuras profundas. Dilts. Al e s c u c h a r los d i s t i n t o s « r e e n c u a d r e s » verbales q u e Bandler creaba e s p o n t á n e a m e n t e . q u e p e r m i t e n a s u vez establecer. Así p u e s . « s o n a r » . E n los casi v e i n t e a ñ o s t r a n s c u r r i d o s d e s d e su formalización inicial. d e a l g ú n m o d o sentía q u e . N o o b s t a n t e . r e p u t a d o p o r s u d o m i n i o del lenguaje. estos p a t r o n e s d e El poder de la palabra e s t á n formados p o r categorías y d i s t i n c i o n e s v e r b a l e s . Bandler. etc. n a d i e entre los p r e s e n t e s tuvo el m e n o r éxito en influir sobre el a p a r e n t e m e n t e i m p e n e t r a b l e sistema d e creencias q u e Bandler acababa de establecer ( u n sistema b a s a d o en lo q u e y o d e n o m i n a r í a m á s tarde «virus m e n tales»). p a r a p r o m o v e r c a m b i o s sociales p o d e r o s o s y positivos. en la capacidad d e p e r s u a s i ó n d e Sócrates. M o h a n d a s G a n d h i y Martin L u t h e r King. es i m p o r t a n t e q u e al a p r e n d e r y practicar El poder de la palabra s e p a m o s d i s t i n g u i r la magia g e n u i n a d e los t r u c o s «tri- . Tal vez m á s que n i n g ú n o t r o c o n c e p t o d e P N L . a pesar d e q u e q u i e n e s las p r o n u n c i a r o n h u b i e r a n d e s a p a r e c i d o físicamente m u c h o s a ñ o s atrás. p a r a tratar d e d e s c u b r i r q u é p a t r o n e s s u r g i r í a n del e s t u d i o d e los Diálogos Socráticos de Platón (Platos Use of the Dialectic in The Republic: A Linguistic Analysis. e n Aplications ofNLP. « m i rar». aquellos pat r o n e s q u e s u s p a l a b r a s codificaban. p a r a influir s o b r e las creencias d e q u i e n e s les e s c u c h a b a n . Para aclarar u n p u n t o d e s u s e n s e ñ a n z a s d u r a n t e u n s e m i n a r i o . así c o m o p a r a influir s o b r e creencias sociales y s i s t e m a s d e creencias. m e fui c o n v e n c i e n d o d e q u e . e n t r e otros.).16 EL PODCR DE LA PALABRA Prefacio 17 q u e G r i n d e r y B a n d l e r h a b í a n e m p l e a d o p a r a analizar a a q u e llos t e r a p e u t a s . Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra c o n s t i t u y e n m i i n t e n t o p o r c o dificar a l g u n o s d e los m e c a n i s m o s lingüísticos clave q u e esas p e r s o n a s e m p l e a r o n para p e r s u a d i r a o t r a s . A m e d i d a q u e a v a n z a b a en el e s t u d i o d e l o s escritos y los d i s c u r s o s d e p e r s o n a s q u e h a b í a n influido o i n c i d i d o e n el curs o d e la historia d e la h u m a n i d a d — c o m o J e s ú s d e Nazaret. F u e u n a experiencia c o n R i c h a r d Bandler. «sentir». Albert Einstein. Sin d u d a . e n t r e o t r o s — . tales c o m o los predicados sistémicos representacionales (palabras descriptivas q u e i n d i c a n d e t e r m i n a d a m o d a l i d a d sensorial: «ver». 1 9 8 3 ) . Para c o m p r e n der r e a l m e n t e y aplicar c o n creatividad d e t e r m i n a d o p a t r ó n d e lenguaje. c a m b i a r o t r a n s f o r m a r creencias a través del lenguaje. E n esencia. «tocar». P u e d e n s e r definidas c o m o « r e e n c u a d r e s v e r b a les» q u e influyen t a n t o s o b r e las creencias c o m o s o b r e los m a pas m e n t a l e s a partir d e los q u e éstas h a n s i d o c o n s t r u i d a s . p e r o n o a c a b a n d e c a p t a r la t o t a l i d a d d e las d i m e n s i o n e s d e los p o d e r e s persuasivos d e Sócrates. los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n d e m o s t r a d o s e r u n o d e los g r u p o s d e clarificaciones p r o p o r c i o n a d o s p o r la P N L c o n m á s p o d e r p a r a la p e r s u a s i ó n efectiva. d e b e m o s interiorizar su « e s t r u c t u r a m á s p r o f u n d a » . estableció u n sistema d e creencias j o c o s o p e r o « p a r a n o i d e » . C o m o la p r o p i a P N L señala. h a b i d a c u e n t a d e q u e t r a t a n d e p a l a b r a s y éstas s o n f u n d a m e n t a l m e n t e abstractas. A b r a h a m L i n c o l n . e n s e ñ a r estos p a t r o n e s d e forma eficaz presenta s u s dificultades. G a n d h i y J e s ú s . I n c l u s o a pesar d e q u e aplicaba p a t r o n e s «negativos» p a r a defender s u p o s i c i ó n . c o m u n e s y fundamentales. tenía q u e h a b e r algo m á s q u e las d i s t i n c i o n e s q u e el m e t a m o d e l o podía explicar. d e lo c o n t r a r i o . m e p e r c a t é d e que se trataba e x a c t a m e n t e d e las m i s m a s e s t r u c t u r a s q u e h a b í a n utilizado p e r s o n a j e s c o m o Lincoln. c o f u n d a d o r d e la P N L . A pesar de p o ner en ello t o d o s u e m p e ñ o .

tanto cognitiva c o m o n e u r o lógicamente. El poder de la palabra es u n t e m a a p a s i o n a n t e . E s m á s . L i n c o n y G a n dhi. en el original. este p l a n t e a m i e n t o refleje el m o d o e n q u e a p r e n d i m o s n u e s t r a l e n g u a m a t e r n a s i e n d o n i ñ o s . Desde q u e identifiqué los patrones d e Eí poder de la palabra. e n cierta m e d i d a . h e ido desarrollando u n a serie d e técnicas para el cambio de creencias. el Proceso d e Instalación d e Creencias. La magia del c a m b i o p r o v i e n e d e la c a p a c i d a d para acceder a algo q u e está m á s allá d e las p r o p i a s palabras. e n t r e o t r o s . e n el q u e e x p l o raré e ilustraré c ó m o fueron u t i l i z a d o s estos p a t r o n e s p o r personajes h i s t ó r i c o s c o m o Sócrates. s u p o n i e n d o q u e el discíp u l o a d i v i n a r á i n t u i t i v a m e n t e p o r s u c u e n t a la e s t r u c t u r a p r o funda necesaria p a r a g e n e r a r los p a t r o n e s a d e c u a d o s . l o c u a l les ha c o n f e r i d o c o n el t i e m p o cierta r e p u t a c i ó n d e p o m p o s o s . M a r x . b á s i c a m e n t e c o m o h e r r a m i e n t a p a r a la d i s c u s i ó n y el d e b a t e .18 E L PODER DE LA PALABRA Prefacio 19 viales». p a r a establecer. el Metaespejo y la Integración d e Creencias Enfrentadas (ver Cíianging Belief Systems wiih NLP. ROBERT DILTS Santa C r u z . d e m o s t r a t i v o s d e las diferentes e s t r u c t u r a s verbales. 1990). J e s ú s . Hasta a h o r a . hasta hace pocos a ñ o s n o h e c o n s e g u i d o la profundización y la c o m p r e n s i ó n necesarias acerca de c ó m o se forman las creencias y d e c ó m o se m a n t i e n e n .). los p a t r o n e s d e El poder de la palabra h a n sido e n s e ñ a d o s p o r lo general p o r m e d i o d e la p r e s e n t a c i ó n al a l u m n a d o d e definiciones y e j e m p l o s verbales. Confío en q u e disfrutes d e este viaje a la m a g i a del lenguaje y del c a m b i o d e creencias a través d e la c o n v e r s a c i ó n . con mayúscula. a u n q u e al m i s m o t i e m p o les r e s u l t a n a veces c o m p l e j o s y algo confusos. 1990. A u n q u e . Dilts. P o r e j e m p l o . c o m o p u e d a n ser l o s t í p i c a m e n t e relacionados c o n la terapia o el d e b a t e . Los identifiqué y formulé antes d e tener la o p o r t u n i d a d d e explorar con d e t e n i m i e n t o la estructura m á s profunda d e las creencias y del c a m b i o d e creencias. el Patrón d e Transformación del Fracaso en E n s e ñ a n z a . . h a y p e r s o n a s ( p a r t i c u l a r m e n t e las n o a n g l ó fonas p o r o r i g e n ) a las q u e los p a t r o n e s d e El poder de la palabra les p a r e c e n útiles y p o d e r o s o s . tales c o m o la Reimpronta. y Beliefs: Pathwcrys to Health and Well-Being. H a l l b o m y Smith. que m e permitieran presentar con claridad y concisión suficientes las estructuras m á s profundas subyacentes en El poder de la palabra. Tengo p r e v i s t o u n s e g u n d o v o l u m e n . Algunas d e estas dificultades reflejan s i m p l e m e n t e el p r o p i o desarrollo histórico d e estos patrones. sin n e c e s i d a d d e técnicas formales o d e contextos específicos. del T. H a y i n c l u s o p r a c ticantes" d e P N L ( a l g u n o s c o n m u c h o s a ñ o s d e e x p e r i e n c i a ) q u e n o s i e m p r e tienen claro c ó m o encajan estos p a t r o n e s c o n otros c o n c e p t o s d e la P N L . así c o m o su relación con otros niveles de c a m b i o y aprendizaje. influir y t r a n s f o r m a r creencias que r e s u l t a r o n cruciales e n la f u n d a c i ó n d e n u e s t r o m u n d o moderno. California M a y o d e 1999 * Practitioners. (N. Dilts. los p a t r o n e s s o n a m e n u d o p r e s e n t a d o s y utilizados en u n m a r c o a d v e r s o . n o es m e n o s cierto q u e tiene s u s limitaciones. t i t u l a d o en p r i n c i p i o Eí Lenguaje del Liderazgoy del Cambio Social. C o n o c e r l o me p e r m i t e a y u d a r t e a p r o n u n c i a r las p a l a b r a s a d e c u a d a s e n el m o m e n t o o p o r t u n o . Sin e m - bargo. Se refiere a una de las categorías dentro de la formación reglada y certificada en PNL.

.

y p u e d e ejercer u n a tremenda influencia sobre el modo en q u e percibimos la realidad y r e s p o n d e m o s ante ella. p o r ejemplo. Las palabras apelan a las emociones y constituyen. con ellas arrastra el orador a quienes le escuchan. los casos siguientes: . C o n s i d e r e m o s . como tal. El lenguaje verbal constituye u n a característica exclusiva de la especie h u m a n a . tienen poderes m u y especiales. El gran psiquiatra Sigmund Freud. siendo considerado c o m o u n o de los principales factores que nos distinguen d e las d e m á s criaturas. opinaba que las palabras son el i n s t r u m e n t o básico de la conciencia h u m a n a y q u e . el medio a través del cual influimos sobre nuestros congéneres. El lenguaje constituye u n o de los c o m p o n e n t e s fundamentales a partir de los cuales construimos nuestros modelos m e n t a les del m u n d o . e incluso hoy las palabras siguen reteniendo gran parte de su poder mágico. con ellas imparte el maestro sus enseñanzas a sus discípulos. deforma universal. Con ellas podemos darnos unos a otros la mayor felicidad o la más grande de las desesperaciones. C o m o él m i s m o expuso: Palabrasy magia fueron al principio una y la misma cosa. determinando sus juicios y sus decisiones. p o r ejemplo. Los p a t r o n e s de E¡ poder de la palabra proceden del estudio del m o d o en que el lenguaje ha sido y p u e d e ser utilizado para influir sobre la vida de las personas.La magia del lenguaje El poder de la palabra trata d e la magia de las palabras y del lenguaje.

las b u e n a s noticias son que h e m o s extirpado todo el tumor. perm i t i e n d o q u e la a g e n t e haga s u trabajo sin m á s violencia n i enfrentamientos. U n joven se halla i n t e r n a d o en el ala de psiquiatría de u n hospital mental. llega un n u e v o psiquiatra. El cirujano va a verlo para informarle del resultado de la operación. Sabe que es precisamente en esta clase d e situaciones en las que más peligra su integridad física. Medio aturdido a ú n p o r los efectos de la anestesia y en cierta m e d i d a ansioso. j u n t o c o n los chillidos de terror de u n a voz femenina. dejar el hospital y conseguir u n e m p l e o estable. si es q u e eres d e la clase de persona que gusta de ayudar a los d e m á s . aquellas afortunadas palabras le sirvieron a la agente m u c h o m á s q u e meses d e preparación física para el c o m b a t e c u e r p o a cuerpo. Tras u n o s instantes d e silencio sepulcral. Pasa s u s días sin hacer nada. Se implica en el proyecto y establece n u e v a s amistades con otros pacientes y con los obreros que trabajan en la construcción. Al aproximarse a la vivienda en cuestión. Un h o m bre está gritando fuertemente y se oye el r u i d o de objetos al ser arrojados contra la pared. .. el h o m b r e d e d e n t r o estalla en u n a s o n o r a carcajada y abre la puerta. y r e s p o n d e : —Servicio de reparación de televisores. Bueno. la agente escucha voces y chillidos procedentes del interior de aquélla. sobre todo si se trata de personas violentas e irritadas. deambula p o r la sala y predica a los d e m á s pacientes. . De r e p e n t e sale volando a través d e la puerta de entrada u n televisor. C o m o m á s tarde c o m e n t a r í a .. El resto es ahora cosa suya. Del interior d e la vivienda surge u n a voz de t r u e n o que pregunta: — ¡ ¿ Q u i é n d e m o n i o s es?! La agente echa una mirada d e reojo a los restos del televisor. que va a estrellarse contra el suelo para hacerse añicos ante los pies d e la agente. Un paciente despierta d e la anestesia en la sala de recuperación d e u n hospital. que lo ignoran sistemáticamente. El t u m o r q u e h e m o s extirpado es canceroso. A lo q u e el otro le responde. u n b u e n día. Éste le r e s p o n d e : — L a m e n t o traer malas noticias. A la gente n o le gusta que la policía se m e t a en sus a s u n t o s familiares. en la m e d i d a de lo posible. Reflexionando acerca de lo estresante y poco gratificante q u e ha sido su vida en los años preceden- . el paciente le pregunta: —¿Y ahora qué? A lo q u e el cirujano le responde: — B u e n o . el recién llegado se acerca al j o v e n y le dice: —Tengo entendido que tienes experiencia como carpintero. s í . Hace cambios en su dieta y comienza a hacer ejercicio c o n regularidad. —Tu ayuda nos sería d e gran utilidad —prosigue el psiquiatra—. . el paciente comienza a reevaluar su estilo d e vida y las posibles alternativas. d o n d e está siendo tratado de su creencia d e ser «Jesucristo». n i los psiquiatras ni l o s cuidadores h a n tenido el m e n o r éxito en sus intentos p o r persuadirle de que a b a n d o n e su ofuscación hasta que. Incapaz de negarse. Hasta el m o m e n t o . tras u n a intervención quirúrgica. Enfrentándose a s u s peores temores. Ésta s e precipita hacia la p u e r t a y c o m i e n z a a golpearla c o n todas s u s fuerzas. Finalmente consigue establecer relaciones sociales normales.A PALABRA Lenguaje y experiencia 25 Una agente de policía de recibe orden de acudir urgentem e n t e a u n a vivienda para a t e n d e r u n incidente de violencia doméstica. Entonces el psiquiatra le explica q u e están c o n s t r u y e n d o u n a nueva instalación en la sala d e recreo y q u e necesitan a alguien que sepa manejar la madera. el paciente decide prestarse al j u e g o . esparcidos p o r el lugar d o n d e ella estaba tan sólo u n par d e s e g u n d o s antes. Espoleado p o r el c o m e n t a r i o del médico. s o r p r e n d i d o : — B u e n o . el paciente le pregunta al médico c ó m o h a ido la intervención. más o m e n o s .EL PODER DE I. Tras observar discreta- m e n t e al paciente d u r a n t e u n tiempo. .

t e m e que. probablemente habría visto antes a aquel peatón y habría p o d i d o responder con mayor rapidez y precisión. que permite m á s opciones. Su tío va a visitarle y. se siente cada vez m á s d e s a n i m a d o . pero el coche patina. y lo que más le gustaría sería entrar en la facultad de ciencias empresariales d e una d e las universidades m á s prestigiosas de su e n t o r n o . Para su sorpresa y deleite. Un joven q u e ha estado en u n a cena con s u s amigos y se h a l o m a d o varios vasos de vino. I m b u i d o d e la sensación d e q u e sí p u e d e aprender. libre de su cáncer y m á s sano d e lo que n u n c a antes había estado. Un m u c h a c h o trata desesperadamente d e a p r e n d e r a jugar a béisbol. Luego da u n paso atrás y se la devuelve con suavidad al muchacho. De repente. Ha barajado diversas opciones. Una m u c h a c h a se está p r e p a r a n d o para acceder a la universidad. Siente q u e el accidente es p o r completo culpa suya. estudia psicología y se convierte en consejero de víctimas d e c o n d u c t o r e s ebrios y en terapeuta para personas que h a n sido arrestadas p o r c o n d u c i r bajo los efectos del alcohol. Al t o m a r u n a curva. Sin embargo. es aceptada y acaba convirtiéndose en u n a prestigiosa consultora. habida cuenta de la cantidad d e solicitudes. Pisa el freno a fondo. Finalmente. Paso a paso va a u m e n tando la distancia entre a m b o s . Su vida cambia espectacularmente para mej o r y. le dice a su entrenad o r q u e piensa dejarlo p o r q u e se considera u n «mal jugador». Ilustran hasta qué p u n t o las . al ver el lamentable estado del m u c h a c h o . diciéndole: —Seguro que esa universidad estará i n u n d a d a de solicitudes. s u s valores y su propósito vital. se siente feliz. Luego. pero parece incapaz d e atrapar bien la pelota y ésta le asusta. convierten alguna creencia limitadora en u n a perspectiva más rica. Si n o hubiera bebido tanto. Cambia p o r completo s u s hábitos. n o tenga la m e n o r o p o r t u n i d a d d e ser aceptada. Esta sencilla verdad anima a la j o v e n a m a n d a r también su solicitud a esa universidad de s u s s u e ñ o s . golpea al peatón y éste m u e r e . colocando su m a n o sobre el h o m b r o del s o b r i n o .EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 27 tes a la intervención. El h o m b r e le responde: — N o hay malos jugadores. todos c o r r e m o s peligro c o n s t a n t e m e n t e . se embarca en u n proceso de crecim i e n t o p e r s o n a l . Mientras rellena los formularios. se sienta a su lado y p e r m a n e c e en silencio u n o s m i n u t o s . hasta q u e el chico recibe y lanza con seguridad a u n a distancia respetable. Quiere estar en el equipo con s u s amigos. años más tarde. Tratando de ser m á s «realista» y d e evitar el desengaño. coge su coche para volver a casa en m e d i o d e la helada n o c h e invernal. clarificando sus creencias. Poniéndose d e pie frente al chaval. el joven siente c o m o si una nueva luz c o m e n zara a iluminar su vida. el h o m b r e le dice c o n sinceridad y sencillez: — S e a m o s o n o conscientes d e ello. tan sólo hay personas que n o confían en su capacidad para aprender. le explica su raz o n a m i e n t o a su m a d r e . le p o n e la pelota en su guante y le pide q u e se la lance. A m e dida q u e el curso y los e n t r e n a m i e n t o s avanzan. Todos estos ejemplos c o m p a r t e n u n a característica c o m ú n : unas pocas palabras cambian para mejor el curso d e la vida de alguien. A lo que su m a d r e le responde: — S i e m p r e hay sitio para alguien b u e n o . considera incluso la idea d e suicidarse. sabe que ha acabado con u n a vida y q u e ha destrozado una familia de forma irreparable. decide presentar solicitudes ú n i c a m e n t e para otras opciones más modestas. Sintiéndose cada vez más d e p r i m i d o . De este m o d o consigue transformarse en u n a fuerza positiva d e cambio y sanación para la vida d e m u c h a s personas. el chaval vuelve a entrenar hasta convertirse en u n m i e m b r o valioso para su equipo. se e n c u e n t r a delante d e él con una persona q u e cruza la calle. D u r a n t e semanas el joven se siente paralizado p o r el desasosiego y la confusión.

se basa en nuestras percepciones del mundo. Este libro trata del poder benéfico o perjudicial d e las palabras y de las distinciones que d e t e r m i n a n el tipo de impacto que esas palabras van a tener. a su vez. determinadas en parte por nuestro modelo de representación.. The Structure of Magic ( 1 9 7 5 ) . estamos creando un modelo de nuestra experiencia. Esta clase de magia se caracteriza p o r la experiencia «ahora lo ves. también las palabras p u e d e n confundirnos y limitarnos. en una actividad que denominamos razonar. así c o m o d e los patrones de lenguaje a través de los cuales p o d e m o s transformar afirmaciones perjudiciales en declaraciones positivas. mer libro. a «palabras c o m o cosas». Los patrones verbales de Eí poder de la palabra tienen u n a cualidad «mágica» en cierto m o d o parecida. En segundo lugar. han implicado la utilización del lenguaje.. p u e s t o que consiguen a m e n u d o provocar cambios espectaculares. que hemos creado por medio del uso representativo del lenguaje. el lenguaje n o s sirve c o m o m e d i o tanto para representar o crear modelos d e nuestra experiencia. Cuando utilizamos el lenguaje como sistema de representación. escribir. A esta actividad consistente en la utilización del lenguaje como medio de comunicación la denominamos hablar. como para c o m u n i c a r n o s acerca de los mismos. mientras que las palabras escritas lo son de las pa- Lenguaje y Programación Neurolingüística El presente estudio se basa en los patrones y las precisiones de la Programación Neurolingüística o PNL. y éstas están. cofundadores de la PNL. El gran filósofo griego Aristóteles describía c o m o sigue la relación entre palabras y experiencia mental: Las palabras habladas son los símbolos de la experiencia mental. La PNL trata asimismo del m o d o en q u e nuestra programación mental y nuestro sistema nervioso se reflejan tanto en nuestro lenguaje c o m o en los patrones lingüísticos que e m p l e a m o s . En su pri- . En realidad. Las palabras inadecuadas en el m o m e n t o i n o p o r t u n o p u e d e n resultar dañinas y destructivas. conferenciar o cantar. La prestidigitación consiste en el arte d e practicar la «magia» a corta distancia. Rhema ( p r | u a ) equivalía a u n a expresión. ahora n o lo ves». Por ejemplo. Las estrategias («programas») a través d e las que nos organizamos y c o n d u c i m o s n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o están construidas sobre patrones neurológicos y verbales. ésta se ha «transformado» en la reina d e corazones. Este modelo del mundo. Según Bandler y Grinder. c u a n d o vuelve a mirar la carta.28 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 29 palabras adecuadas en el m o m e n t o o p o r t u n o tienen p o d e r para generar efectos poderosos y positivos. La esencia de la Programación Neurolingüística estriba en que el funcionamiento de nuestro sistema nervioso ( « n e u r o » ) está í n t i m a m e n t e vinculado a nuestra capacidad para el lenguaje («lingüística»). los griegos antiguos tenían n o m b r e s distintos p a r a cada u n a de estas dos utilizaciones del lenguaje. Por desgracia. tanto en lo positivo como en lo negativo. Empleaban los t é r m i n o rhema para referirse a las palabras utilizadas c o m o medio de c o m u n i c a ción. discutir. En primer lugar para representar nuestra experiencia. Ésta se o c u p a de la influencia q u e el lenguaje tiene sobre nuestra programación mental y d e m á s funciones de n u e s t r o sistema nervioso. tanto e n la percepción c o m o en las presuposiciones sobre las que se basa cada percepción en particular. p u g n a b a n p o r definir algunos de los principios ocultos tras la aparente «magia» del lenguaje a la que se refiere Freud: Todos los logros de la especie humana. mientras q u e logos (koyoo) se refería a las palabras relacionadas con la «manifestación d e la razón». u n espectador coloca el as de espadas sobre la baraja pero. a la vista de todos. pensar. nos servimos del lenguaje para comunicarnos unos a otros nuestro modelo o representación del mundo. empleamos el lenguaje de dos formas. fantasear o ensayar. y logos para d e n o t a r las palabras relacionadas c o n el pensamiento y la c o m p r e n s i ó n . Como humanos. Richard Bandler y J o h n Grinder.

tanto conscientes c o m o inconscientes. Accediendo a esas estructuras profundas subyacentes a las palabras específicas utilizadas p o r cualquier persona. El lenguaje. tanto para reflejar c o m o para moldear las expresiones mentales. el lenguaje p u e d e ser paralelo e incluso substituir a las experiencias y las actividades. i n m a n e n t e y activo en toda realidad y omnipresente en todo c u a n t o existe. C o m o señalaran Bandler y Grinder: El sistema nervioso. constituye u n tipo de mapa o modelo del m u n d o que nos permite resumir o generalizar nuestras experiencias y transmitirlas a otros h u m a n o s .) definía el «logos» como el «principio universal a través del cual todas las cosas estaban interrelacionadas y sucedían todos los acontecimientos naturales». Mapa y territorio La piedra angular. responsable del sistema representacional del lenguaje. p o r ejemplo. el lenguaje n o es tan sólo u n «epifen ó m e n o » o u n conjunto d e signos arbitrarios p o r medio de los cuales nos c o m u n i c a m o s acerca d e nuestra experiencia mental. ahorrándoles así la necesidad de tener que cometer de nuevo los m i s m o s errores. su obra capital. del mismo modo que lo son todas las cosas de las cuales nuestras experiencias son imágenes. en gran medida. C o m o resultado d e todo ello. capaces de formar y utilizar representaciones simbólicas o mapas. cinestésico. En cada uno de ambos sistemas actúan los mismos principios estructurales. las experiencias mentales que ambas expresiones directamente simbolizan son las mismas para todos. Del mismo modo que no todos los hombres tienen la misma escritura.30 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 31 labras habladas. es el mismo sistema nervioso por medio del cual los humanos producimos todos y cada uno de los diferentes modelos del mundo (visual. La filosofía del lenguaje de Korzybski ha significado u n a de las influencias más poderosas en el desarrollo de la PNL. reconoce la distinción fundamental entre n u e s t r o s m a p a s del m u n do y el propio m u n d o . Ello las convierte en h e r r a m i e n t a s poderosas para el p e n s a m i e n t o . una consecuencia de la superior flexibilidad de s u s sistemas nerviosos. las palabras tienen poder. Heráclito (540-480 a. c o n t e m p o r á n e o d e J e s ú s — . En la filosofía de la Grecia antigua. La afirmación aristotélica d e q u e las «palabras» simbolizan nuestra «experiencia mental» nos recuerda el concepto de PNL consistente en que las palabras. s o n «estructuras superficiales». «logos» era el p u n t o intermedio entre la realidad última y el m u n d o perceptible. Sin embargo. p o d r e m o s identificar e influir. tanto habladas c o m o escritas. o d e . Ello implica u n papel especial y particularmente profundo para el lenguaje en el proceso de cambio y sanación.). tampoco tienen los mismos sonidos hablados. Korzybski afirma que el progreso del ser h u m a n o es. transformaciones a su vez de otras «estructuras profundas».C. p o r ejemplo. Para los estoicos. se consideraba que el «íogos» constituía el principio controlador y unificador del universo. U n a i m p o r t a n t e implicación consiste en q u e «hablar de algo» p u e d e hacer m u c h o más que reflejar simplemente nuestras percepciones: p u e d e en realidad crear o modificar esas percepciones. tanto d e El poder de la palabra c o m o del enfoque al lenguaje de la PNL. «logos» tía el principio regidor y generador. etc. así c o m o para otros procesos mentales. En Science and Sanity (1933). al nivel más profundo. las operaciones mentales que los patrones d e lenguaje de esa persona reflejan. Desde esta perspectiva. La c o m b i n a c i ó n de su trabajo en el área d e la semántica c o n la teoría sintáctica d e gramática trasformacional de Noam C h o m s k y constituye el núcleo de gran parte del aspecto «lingüístico» de la Programación Neurolingüística. en n u e s t r o s sistemas de representación interna. consiste e n el principio de que «el mapa n o es el territorio». F o r m u l a d o inicialmente por Alfred Korzybski (1879-1950). sino que constituye también una parte crucial de esta m i s m a experiencia mental. Por consiguiente. Según Philo —filósofo j u d í o griegoparlante. fundador de la Semántica General.

a ilustraciones y fotografías. a la «neurolingüística» c o m o área de estudio importante en relación con su semántica general. P o r ejemplo. los cofundadores d e la PNL Richard Bandler y J o h n Grinder señalaron que la diferencia entre q u i e n e s r e s p o n d e n eficazmente al m u n d o que les rodea y q u i e n e s lo hacen deficientemente está. al m i s m o tiempo que su mal uso y s u mala comprensión constituyen también la explicación de nuestros problemas. o incluso metafóricamente (ojos de gata) a las personas. para que p u d i e r a n así comunicarse m á s eficazmente y apreciar mejor las características únicas d e s u s experiencias cotidianas. . En palabras del gran científico Albert Einstein: «Nuestra forma d e p e n s a r genera problemas que la m i s m a clase d e pensamiento n u n c a logrará resolver». De hecho. I ( 1 9 7 5 ) . es importante que e x p a n d a m o s sin cesar n u e s t r o s m a p a s del m u n do. c ó m o reaccionaremos ante él. qué significado extraeremos de nuestras experiencias y cuál d a r e m o s a n u e s t r o s c o m p o r t a m i e n t o s .. c o m o resultado de nuestras experiencias vitales individuales. en la que perciben un amplio abanico de posibilidades donde elegir su acción. p o r ejemplo. o que no dispongan de opciones. Esta clase de capacidad lingüística generalizadora de los h u m a n o s —señala Korzybski— explica la diferencia abismal entre nuestro progreso y el de los animales. m á s q u e la propia realidad. Las otras creen tener pocas opciones. La PNL postula que todos t e n e m o s nuestra propia visión del m u n d o . o a u n h o m í n i d o d e dos piernas. n o está siempre claro si se está refiriendo a un animal d e cuatro patas. Vol. La distinción de Korzybski entre mapa y territorio implica que nuestros m o d e l o s mentales de la realidad d e t e r m i n a n . m e n o s p o r las implicaciones d e su lenguaje cotidiano y más p o r las realidades irrepetibles de su situación particular. a u n a palabra de cuatro letras. Trató d e desarrollar h e r r a m i e n t a s que a y u d a r a n a la gente a evaluar s u s experiencias. La ley de individualidad d e Korzybski. Así p u e s . ninguna de las cuales les resulta atractiva. fenómeno que se conoce en PNL c o m o «generalización» o «ambigüedad». Korzybski sugiere que los h u m a n o s necesitan ser adec u a d a m e n t e entrenados en la utilización del lenguaje con el fin de evitar las confusiones y los conflictos innecesarios que surgen d e la confusión entre el «mapa» y el «territorio». a n u e s t r a s imágenes mentales. las ideas y los métodos d e Korzybski constituyen una de las bases de la PNL.. C o m o ha q u e d a d o dicho. E n The Structure of Magic. así c o m o q u e esta visión se basa en los m a p a s i n t e r n o s que h e m o s ido c o n s t r u y e n d o a través de n u e s t r o lenguaje y de nuestros sistemas sensoriales de representación. declara q u e «no hay dos personas. C o m o señala el Hamlet de Shakespeare: «No hay más bien ni mal que el que el pensamiento construye». El objetivo de Korzybski consistía en estimular a las personas a p o s p o n e r s u s reacciones inmediatas y a buscar las características únicas d e la situación j u n t o con interpretaciones alternativas. d o s situaciones o d o s etapas d e u n proceso que sean iguales en detalle». al «mismo» animal en diferentes etapas de su vida. su primer libro. el propio Korzybski señaló. c u a n d o alguien utiliza el t é r m i n o «gato». Por consiguiente. Son estos «mapas lingüísticos» los que determinarán. sino que se bloquean y no pueden ver las opciones y las posibilidades que se abren ante ellas. Korzybski consideraba i m p o r t a n t e enseñar a las personas el m o d o de reconocer y trascender s u s hábitos lingüísticos. más q u e la propia realidad. Hemos descubierto que no es que el mundo sea demasiado limitado para ellas. en 1941.32 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 33 reinventar lo que ya ha sido previamente descubierto. a u n a palabra d e cuatro letras.. son las que poseen una representación o un modelo ricos de su situación. lo cual tiende a c o n d u c i r a la identificación o «confusión» entre dos o más situaciones. la palabra «gato» es c o m ú n m e n t e aplicada a millones de animales individualmente distintos. el m o d o en que actuaremos. cómo interpretaremos el m u n d o que nos rodea. en función de su m o d e l o interno del m u n d o : Las personas que responden creativamente y se las arreglan con eficacia.. Korzybski señala que disp o n e m o s d e un n u m e r o d e conceptos y palabras m u y inferior al de experiencias únicas. debido a que éstas no encajan en sus modelos del mundo. e n gran medida.

La experiencia sensorial constituye el medio principal p o r el c¡ue o b t e n e m o s información nueva acerca d e la realidad. De . más posibilidades tendrás para manejar los retos que la realidad te plantee.34 EL PODER DE l-A PALABRA Lenguaje y experiencia 35 U n a d e las creencias fundamentales en la PNL consiste en que. l o s «valores» y el sentido d e «sí m i s m o » . Nuestra «experiencia» d e u n a puesta d e sol. y c o n l l a enriquecemos n u e s t r o particular m a p a del m u n d o . Toda la información d e la que d i s p o n e m o s acerca d e nuestra existencia física procede de estas ventanas sensoriales. Utilizamos también el t é r m i n o «experiencia» para referirnos al conocimiento a c u m u l a d o a lo largo de nuestra vida. cuanto más extenso y rico sea tu m a p a del m u n d o . generadas desde el cerebro del individuo en lugar d e percibidas p o r los sentidos. las fantasías. Además de la experiencia procedente de los sentidos. Cada canal sensorial actúa c o m o u n filtro q u e responde a u n rango d e t e r m i n a d o de estímulos (ondas l u m i n o s a s . Experiencia sensorial se refiere a la información recibida a través de los órganos sensoriales (ojos. las «creencias». A m o d o d e primera interfaz con el m u n d o que nos rodea.). la comunicación y el m o d e l a d o eficaces h u n d e n p o r igual s u s raíces en la experiencia sensorial. distorsionar y generalizar los datos recibidos a través d e ellos. C o m o resultado de ello. j u n t o con los recuerdos. Según la PNL. contacto físico. piel. organizarse y responder ante él es m u c h o más rica. etc. «Experiencia» se refiere aquí al proceso d e experimentar. las sensaciones y las emociones asociadas q u e emergen d e n u e s t r o propio interior. nariz y b o c a ) . sentir y percibir tanto el m u n d o que nos rodea c o m o n u e s t r a s reacciones ante él. si enriqueces o e x p a n d e s tu m a p a del m u n d o p o d r á s percibir más opciones disponibles. Esta red interna de c o n o cimiento genera otra serie de filtros «internos» q u e enfocan y d i rigen nuestros sentidos y q u e actúan asimismo para eliminar. este m o d o . que variará según la especie d e que se trate. Su forma d e percibir el m u n d o . El aprendizaje. tales c o m o los «pensamientos». n o hay ningún mapa del m u n d o «verdadero» o «correcto». así c o m o c o n nuestra participación en los mism o s . así c o m o la materia prima fundamental para la c o n s trucción de n u e s t r o s m o d e l o s del m u n d o . construida a partir d e experiencias generadas internamente. d e u n a discusión o d e u n a s vacaciones está direct a m e n t e relacionada con nuestra percepción personal d e estos acontecimientos. Por esta razón la PNL valora en extremo la experiencia sensorial y la considera como la fuente primordial de todo nuestro conocimiento acerca del medio externo. Desde la perspectiva de la PNL. los sentidos constituyen n u e s t r a s «ventanas al m u n d o » . c o m o la fantasía o la alucinación. nuestra experiencia constituye la materia prima a partir de la cual creamos n u e s t r o s propios m a p a s o modelos del mundo. así como al conocimiento del m u n d o e x t e r n o derivado de esta información. Según la PNL. nuestras experiencias se construyen a partir de la información sobre el medio externo que recibimos a través d e los órganos sensoriales. La experiencia sensorial p u e d e ser contrastada c o n otras clases de experiencias. oídos. el conocimiento previo existente actúa a m o d o d e filtro para e Experiencia Nuestros m a p a s del m u n d o p u e d e n ser contrastados c o n nuestra experiencia del m i s m o . Lo que sucede es que las personas más eficaces s o n aquellas cuyo mapa del m u n d o les permite percibir el mayor n ú m e r o posible d e posibilidades y perspectivas. Cada cual tiene el suyo y ning u n o es m á s «bueno» o «real» que otro. Los órganos sensoriales constituyen las facultades por las que los h u m a n o s y otros animales perciben el m u n d o que les rodea. Toda la información que nos llega p o r m e d i o d e los s e n t i d o s es constantemente codificada o envuelta en c o n o c i m i e n t o precedente. actuarás c o n m á s eficacia y m a y o r sabiduría. los h u m a n o s t e n e m o s también u n a red interna d e información y c o nocimiento. A m e n u do. sea lo q u e sea lo q u e estés haciendo. U n a d e las misiones prioritarias d e la PNL consiste en crear h e r r a m i e n t a s ( c o m o los patrones d e El poder de la palabra) q u e ayuden a las personas a ampliar y enriquecer s u s m a p a s i n t e r n o s d e la realidad. ondas sonoras. dada u n a m i s m a realidad.

de u n estado en el q u e la conciencia sensorial del individuo está concentrada en el m e d i o externo. Nuestra experiencia primaria es p o r fuerza m u c h o m á s rica y completa que cualquier mapa o descripción que consigamos hacer de ella. C u a n d o experimentamos algo directamente. Las teorías y las interpretaciones relacionadas con las causas o las implicaciones sociales de las experiencias podrán ser discutidas y cuestionadas. Los procesos y los ejercicios d e la P N L p o n e n el énfasis s o bre la experiencia. Las personas con éxito y que disfrutan d e la vida tienen la capacidad de experimentar directamente más del m u n d o . La experiencia secundaria deriva de n u e s t r o s m a p a s mentales. U n a d e las misiones d e la P N L consiste precisamente en ayudar a las personas a enriquecer la cantidad de experiencia sensorial q u e s o n capaces d e recibir. la mayoría d e técnicas d e PNL se basan e n habilidades d e observación enfocadas a tratar d e maximizar nuestra experiencia sensorial directa de cada situación.36 EL PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Teorías Descripciones Interpretaciones 37 la experiencia sensorial nueva. n o s a y u d a n a percibir y disfrutar con m a y o r plenitud la vida y las a b u n d a n tes o p o r t u n i d a d e s d e aprendizaje que nos rodean. las «teorías» o las «descripciones» acerca d e esa experiencia. El estado d e alerta. valiosa en potencia. Según el modelo d e la PNL. Se trata. La PNL distingue entre experiencia primaria y secundaría. Para lograrlo. Desde la perspectiva d e la PNL. Causas Experiencia Significado 1 Estímulo sensorial Nuestra experiencia es la materia prima a partir de la cual creamos nuestros modelos del mundo Es nuestra experiencia primaria la q u e aporta vibración. Las actividades basadas en la Programación Neurolingüística (sobre todo las de d e s c u b r i m i e n t o ) tienden a «conducir con la experiencia». necesitamos a p r e n d e r antes a dejar caer n u e s t r o s filtros i n t e r n o s y o b t e n e r u n a experiencia sensorial directa del m u n d o que nos rodea. d e las descripciones e interpretaciones d e estas percepciones. La experiencia primaria es u n a función de nuestras percepciones directas del territorio circundante. De h e c h o . y n o se limitan a diluirlo en los filtros de lo que «deberían» experimentar o esperan experimentar. Así p u e s . pero la experiencia en sí misma forma i n d u d a b l e m e n t e parte d e los datos esenciales de nuestra vida. en el «aquí y a h o r a » . De h e c h o . u n a d e las habilidades básicas más i m p o r t a n t e s de la P N L consiste en alcanzar el estado de «alerta». y es prioritaria ante cualquier teoría o interpretación c o n ella relacionada. el c a m b i o eficaz proviene d e la capacidad para «recuperar el sentido». creatividad y sensación d e singularidad a nuestra vida. distorsión y generalización significativas. Richard Bandler y J o h n Grinder n o se cansaban de encarecer a s u s a l u m n o s q u e «utilizaran la experiencia sensorial» en lugar d e proyectar o alucinar. n u e s t r a experiencia subjetiva es nuestra «realidad». La experiencia «primaria» consiste en la información que recibimos y percibimos realmente a través d e los sentidos. nuestra «experiencia» de algo p u e d e ser contrastada c o n los «mapas». mientras q u e la experiencia «secundaria» trata d e los m a p a s verbales y simbólicos que creamos para representar y organizar nuestras experiencias primarias. La P N L n o cuestiona la validez subjetiva d e las vivencias «fuera de lo corriente» q u e las personas p u e d a n tener. j u n t o c o n el a u m e n t o de experiencia sensorial q u e le a c o m p a ñ a . n o ten e m o s conciencia ni p e n s a m i e n t o s disociativos acerca de lo q u e sentimos y experimentamos. Una vez en condiciones de experimentar algo directamente. c o m o las experiencias «espirituales» o d e «vidas pasadas». y está sujeta p o r lo tanto a eliminación. e n s a n c h a n d o lo que Aldous Huxley d e n o m i n ó «válvula reductora» de la conciencia. sin la c o n t a m i n a c i ó n de juicios y .

pero m a ñ a n a lloverá». la « e n c u a d r a n » . El propósito d e los patrones de El poder de la palabra es el d e ayudar a la gente a enriquecer s u s perspectivas. p o r e n d e . p o r ejemplo. aunque mañ a n a lloverá»—. colocando en primer plano ciertos aspectos de las mismas Esta clase d e encuadre y «reencuadre» verbal o c u r r e en t o dos los casos. «y» o « a u n q u e » . a m e n u d o . C u a n d o c o n e c t a m o s ideas o experiencias con esta clase d e palabras. Por ejemplo. pero sé que n o d u r a r á » . los patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser considerados c o m o «reencuadres verbales». invitándola a « p u n t u a r » s u s experiencias de form a diferente y a a d o p t a r distintas perspectivas. Veamos la siguiente afirmación: Puedes lograr lo que te propongas si estás dispuesto a trabajar duro. Lo m i s m o s u c e d e c o n las expresiones «Deseo alcanzar mi objetivo. si la palabra conectiva es «aunque» — « H o y luce el sol. en cambio. Y lo h a c e n m o s t r a n d o en primer plano ciertos aspectos d e la experiencia y d e j a n d o otros e n la sombra. palabras conectivas c o m o «pero». que influyen tanto sobre las creencias c o m o sobre los m a p a s mentales a partir d e las q u e éstas se h a n formado. atención sobre la primera parte de la manifestación —el b u e n día que hace h o y — . C o n s i d e r e m o s . dejando la otra en s e g u n d o término.38 E L PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia 39 evaluaciones. sino q u e . C o m o cualquier otro concepto o m o d e l o de PNL. a ampliar sus mapas del m u n d o y a restablecer la conexión con su experiencia. aunque tengo u n problema». el resultado queda equilibrado. Esta clase de marco verbal p u e d e influir en gran medida sobre el m o d o en q u e interpretamos afirmaciones y situaciones concretas y. p o r ejemplo. nos m u e v e a centrar más nuestra atención sobre la p r e o c u p a c i ó n de la lluvia de mañ a n a q u e sobre el b u e n día q u e hace hoy. Desde esta nueva conciencia ampliada de estas limitaciones. aunque sé q u e n o d u r a r á » . «Hoy m e siento feliz y sé q u e n o durará» y «Hoy m e siento feliz. con i n d e p e n d e n c i a d e cuál sea el contenido que se expresa. Si alguien. E n general. funcionan con u n patrón habitual que minimiza constantemente el lado positivo de su experiencia con la palabra «pero». Hoy hace sol pero mañana lloverá Hoy hace sol y mañana lloverá Hoy hace sol aunque mañana lloverá Algunas palabras «enmarcan» nuestras experiencias. «Deseo alcanzar m i objetivo y tengo u n problema» y «Deseo alcanzar mi objetivo. n u e s t r a s reflexiones sobre esa experiencia p u e d e n ser m u c h o m á s ricas y significativas. en el m o d o en que r e s p o n d e m o s ante ellas. las afirmaciones «Hoy m e siento feliz. conecta a m b a s frases c o n la palabra «y» — « H o y luce el sol y mañ a n a lloverá»—. C u a n d o u n a persona nos dice q u e «Hoy es u n día soleado. el efecto resultante consiste en centrar nuestra . susceptibles d e bloquear o distorsionar nuestra experiencia del m u n d o y su potencial. El poder de la palabra n o s ayuda a cobrar conciencia d e los filtros y los mapas. que conecta dos partes significativas de la experiencia e n una relación de causa y efecto: «loMi agradecimiento a Teresa Epstein por este ejemplo. p o d e m o s también c o m e n z a r a librarnos d e ellas. pero tengo u n problema».' Se trata d e u n a creencia s u m a mente afirmadora y potenciadora. la d e n o m i n a m o s patrón. referentes a la climatología. Los p a t r o n e s d e El poder de la palabra operan sobre la base de llevar a la persona a e n c u a d r a r o reencuadrar s u s percepciones en relación con d e t e r m i n a d a situación o experiencia. generan cambios de énfasis similares a los de las declaraciones anteriores. enfocamos la atención sobre distintos aspectos de ellas. Cuando alguna estructura se ajusta d e este m o d o a diferentes contenidos. Algunas personas. F i n a l m e n t e . Cómo el lenguaje encuadra la experiencia Las palabras n o tan sólo representan nuestra experiencia.

Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema. Observa hacia d ó n d e se desplaza tu atención. . p o d r á s lograr lo que te p r o p o n g a s » . El reencuadre con «aunque» constituye u n b u e n ejemplo. » Identificar los patrones verbales nos p u e d e p e r m i t i r crear herram i e n t a s lingüísticas que n o s ayuden a moldear e influir en el significado q u e percibimos c o m o resultado de u n a experiencia. necesario para «lograr lo que te p r o p o n g a s » . que vuelva a surgir de nuevo». En la p r i m e r a afirmación. seguro que volverá a surgir de nuevo». Sin embargo. Identifica alguna afirmación en la que u n a experiencia positiva quede perjudicada por la palabra «pero». He descubierto que esta técnica resulta particularmente poderosa e n el caso d e personas adictas a la clase d e p a t r ó n «Sí. p e r o . En esta segunda versión. Observa ahora lo q u e s u c e d e si le das la vuelta a la expresión y dices: «Si estás dispuesto a trabajar d u r o . pero grar lo que te propongas» y «estar dispuesto a trabajar d u r o » . el conjunto genera u n fuerte s e n t i d o de motivación. a u n q u e sutil. que a u n a afirmación de que podrá «lograr lo q u e se p r o p o n g a » . «Lograr lo que te p r o p o n g a s » constituye sin d u d a algo s u m a m e n t e motivador. El resultado final se parece m á s a un intento para convencer a alguien de que trabaje d u r o . su impacto queda de algún m o d o d i s m i n u i d o debido a q u e la disposición a «trabajar duro» ha sido colocada e n p r i m e r términ o de la secuencia. . en cualquier frase en la q u e «pero» disminuya o minusvalore algún aspecto positivo de la experiencia. «lograr lo que se p r o p o n g a » parece más bien u n a eventual recompensa p o r haber «trabajado d u r o » . al m i s m o tiempo que satisface la necesidad de m a n t e n e r una perspectiva equilibrada. p u e d e ejercer u n p o d e r o s o i m p a c to sobre el m o d o en q u e el mensaje es recibido y e n t e n d i d o . que conecta u n s u e ñ o o u n deseo con los recursos necesarios para convertirlo en realidad. A u n q u e las palabras utilizadas sean las m i s m a s .El PODER DE LA PALABRA Lenguaje y experiencia Ejemplo: «He encontrado una solución a mi problema. Reencuadrar con «aunque» 2. Prueba con los siguientes pasos: 1. No obstante. Se trata d e u n patrón que se aplica s i m p l e m e n t e substituyendo la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . al ir u n i d o s a m b o s conceptos c o n «lograr lo que te propongas» en primer lugar. Esta diferencia. . «trabajar d u r o » quedaba enmarcado c o m o u n recurso i n t e r n o . Cambia la palabra «pero» p o r « a u n q u e » . eso de «trabajar duro» ya n o es tan apetecible. aun- Esta estructura permite mantener u n centro d e atención p o sitivo. en cambio.

Marcos y reencuadres .

Marcos Por «Marco» o encuadre psicológico se entiende el foco de atención general o la dirección q u e proporciona u n a línea maestra para los p e n s a m i e n t o s y las acciones d u r a n t e u n a interacción. Por ejemplo. p u e d e aplastarnos y absorber toda nuestra atención en el marco temporal breve d e los cinco m i n u t o s siguientes al acontecimiento. Un marco temporal de u n a o de tres horas para el m i s m o acontecimiento generará dinámicas c o m p l e t a m e n t e distintas. los marcos se refieren al contexto cognitivo que envuelve d e t e r m i n a d o suceso o experiencia. en la medida e n que sirven para « p u n t u a r » esas experiencias y dirigir nuestra atención. c o m o sobre la forma en que respondemos a ellos. Determinará d ó n d e p o n d r á n su atención las personas implicadas. Los marcos suelen influir tanto sobre el m o d o en que percibimos experiencias y acontecimientos concretos. Sin e m b a r g o . Los marcos contribuyen asimismo a la eficacia de las interacciones. por ejemplo. p r e d e t e r m i n a r u n marco temporal de diez minutos para u n a r e u n i ó n o u n ejercicio influirá en gran m a n e r a sobre lo q u e estos acontecimientos p u e d a n dar d e sí. e n la medida en que d e t e r m i n a n qué información y cuáles cuestiones q u e d a n d e n t r o o fuera del propósito d e la interacción. Los marcos t e m p o - . esta misma experiencia dolorosa tal vez se n o s antoje incluso trivial al contemplarla desde la perspectiva de toda u n a vida. En este sentido. qué temas y qué cuestiones considerarán apropiado incluir en la interacción y qué cantidad d e esfuerzo aplicarán en ella. el «marco» establece el perímetro y los límites a los que se circunscribe determinada interacción. U n recuerdo doloroso. C o m o el propio término indica. El «marco temporal» constituye u n ejemplo c o m ú n d e e n cuadre.

«Quiero dejar d e fumar». p o r ejemplo. Desde la perspectiva de la PNL. p o r ejemplo. p o d e m o s d e d u c i r q u e el objetivo correspondiente es el d e « a u m e n t a r los beneficios». el « c o m o si» y el d e «enseñanza frente a fracaso». o reencuadrar descripciones formuladas negativamente en otras expresadas en términos positivos. crecimiento o aprendizaje. mientras q u e otros más dilatados abren la posibilidad d e prestar también atención a las relaciones interpersonales. lo más probable es que las personas convocadas entiendan que se trata de u n encuentro orientado a la tarea. asimismo es a p o r t a n t e hacerlo d e n t r o d e u n c o n t e x t o orientado hacia la o b - . Establecer esta clase de marco implica evaluar cualquier actividad o información con referencia a su importancia para el logro de d e t e r m i n a d o objetivo o estado. Si alguien nos dice: «Mi problema es que m e da m i e d o fracasar». Con ello. si el p r o b l e m a es q u e «caen los beneficios». más que de u n a sesión abierta y exploratoria dedicada a u n «bombardeo» de ideas. mientras q u e el marco-objetivo n o s invita a pensar los objetivos y los efectos deseados. el marco-objetivo n mueve a m a n t e n e r n o s con la atención puesta en las solucio orientados hacia las posibilidades positivas del futuro. Entre los «marcos» más habituales en PNL se c u e n t a n el del «objetivo».E l . en oposición a «lo deseado» o « q u e q u e r e m o s » . Es m u y frecuente q u e las personas formulen s u s objetivos de forma negativa: «Deseo evitar las situaciones embarazosas». De forma parecida. t o d o «problema» comporta objetivos apetecibles. «A ver si me libro de esta interferencia». etc. PODER DE 1A PALABRA Marcos _ y reencuadres Marco-objetivo ¿Qué es lo q u e quieres? ¿Cómo p u e d e s conseguirlo? ¿Cuáles son los recursos disponibles? Marco-problema 47 rales breves tienden a centrar la atención de los implicados en la tarea. ¿Qué es lo que está mal? ¿Por q u é es eso u n problema? ¿Qué lo causó? ¿Quién es responsable de ello? Comparación entre marco-objetivo y marco-problema La aplicación del marco-objetivo implica tácticas c o m o transformar las afirmaciones de problemas en afirmaciones d e objetivos. M a n t e n e r u n marco-objeti° implicaría formular p r e g u n t a s c o m o : «¿Qué es lo que quie' * «Si n o estuvieras tan asustado. El énfasis básico del marco-objetivo. Por consiguiente. Pensar «No quiero sentirme tan asustado» c o m p o r t a realmente la sugestión d e «estar asustado» como parte del propio p e n s a m i e n t o . lo que se consigue es centrar la atención en el problema y. paradójicamente. consiste en centrar y m a n t e n e r la atención en el objetivo o en el estado desea dos. generar sugerencias implícitas en relación con el estado-problema. El segundo p o n e el énfasis sobre «lo q está mal» o «lo n o deseado». t o d o s los p r o b l e m a s p u e d e n ser percibidos de n u e v o c o m o desafíos u «oportunidades» de cambio. Visto d e este m o d o . El marco-problema conduce a centrar la atenci sobre los síntomas indeseables y la búsqueda de las causas que 1 provocan. Si se fija para u n a reunión u n marco temporal d e quince m i n u t o s . ¿qué es lo que sentirías entonces?» v r e s 0 Temas que están «dentro» del marco Temas que están «fuera» del marco Marco por ejemplo. p o d e m o s a s u m i r q u e hay ahí un objetivo implícito que consiste en «tener la seguridad de que voy a triunfar». un marco de «objetivo» Los marcos dirigen la atención e influyen sobre el modo en que los acontecimientos son interpretados Un marco-objetivo puede ser provechosamente contrasta c o n u n marco-problema. Aunque sea importante examinar los síntomas y s u s causas como p a n e de la resolución eficaz d e p r o b l e m a s . así c o m o en los recursos cesarios para alcanzarlos.

C u a n d o el objetivo o el estado deseado constituyen el foco d e la recogida d e información a m e n u d o surgen las soluciones. contar chistes atrevidos. el objetivo consistirá p r o b a b l e m e n t e en «establecer y alcanzar u n consenso sobre las prioridades para la culminación y entrega d e determinado p r o d u c t o o servicio». ubicándola d e n t r o de u marco de objetivo o d e enseñanza. sea percibido como relevante y útil. en cambio. cirujano. parece m e n o s probable que utilizar analogías poco habituales. El m a r c o d e «enseñanza frente a fracaso» centra la atención sobre el m o d o en que lo q u e aparece c o m o problemas. el tío. a m e n o s . El psiquiatra. q u e h e m o s visto al principio d e este li bro s o n casos ilustrativos d e cambio del marco desde el q u e e percibida cada u n a d e las situaciones descritas. el objetivo consiste en conseguir q u e afloren ideas «nuevas y singulares». inútil y «fuera del marco». De este m o d o . Utilizar analogías p o c o habituales. Otros «marcos» de la PNL o p e r a n d e forma parecida. El patrón de El poder de la palabra d e n o m i n a d o Otro objetivo P 'ca formular u n a afirmación q u e traslade la atención de los t o r e s a u n objetivo distinto del p r o p u e s t o en principio o i m c. contar chistes atrevidos. d e t e r m i n a lo que se percibe c o m o relevante. algo preferible a «libra de» lo que n o se quiere. c o m p o r t a m i e n t o s diferentes serán percibidos como más relevantes y útiles para « c o n o c e r n o s mejor» q u e para «cumplir con u n plazo i n m i n e n t e » . El foco del marco « c o m o si» consiste en actuar « c o m o si» ya se hubiera alcanzado el objetivo o el estado deseados. etc. en lugar d e u n b o m b a r d e o de ideas se trata de la fase final de las negociaciones con u n cliente clave.) Cambio de objetivos Se ha señalado. la agente de policía nos ofrecía u forma metafórica d e c a m b i o a u n marco-objetivo y d e enseñan za. sea inter pretado c o m o enseñanzas. o evaluar si algo de lo que se dice es o n o «realista» resultaría. a su vez. incluso sin haber llegado a c o m p r e n d e r p l e n a m e n t e el estado-problema. más q u e c o m o u n fracaso. el análisis de los síntomas y s u s causas n o c o n d u c i r á a n i n g u n a solución.48 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 49 tención del estado deseado. inadecuado y estéril en ese m i s m o contexto. y lo que se considera irrelevante. u n a brainstorming. que la r e u n i ó n se haya estancado e n u n estado q u e requiera p a r a s u superación u n poco de b o m b a r d e o de ideas. 2) d e u n marco-fracaso a u n marco-reali m e n t a c i ó n . síntomas o errores. del entrenador. La atención p u d o e n t o n e " desplazarse del «problema» al «objetivo». formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y comportarse de u n m o d o u n tanto «extraño». la madre o el e n t r e n a d o r a y u d a r o n a cambiar l percepción de u n a situación que estaba siendo e x p e r i m e n t a d c o m o u n «problema» o u n «fracaso». d e lo contrario. Señalar soluciones y políticas ya existentes c o m o «la respuesta correcta». En u n a sesión de bombardeo d e ideas. C o n respecto a ese objetivo. a r a e s e ac .. c o m o información acerca d e las correcciones necesarias para alcanzar ese objetivo deseado. al p o n e r el énfasis en «reparar». p o r ejemplo. De forma parecida. abriendo nuevas p o bilidades. formular preguntas a p a r e n t e m e n t e tontas y c o m p o r t a r s e de u n modo u n tanto «extraño» s o n actividades relevantes y positivas en ese contexto concreto. p o r s u p u e s t o . u n objetivo concreto crea un tipo de marco q u e . exitoso y situado «dentro del m a r c o » . cambiar el objetivo que constituye el foco de la atención con relación a e r m i n a d a situación o interacción alterará n u e s t r o s juicios y nuestras percepciones acerca de lo que resulta o n o relevante y sigcativo P contexto concreto. del ciru j a n o . Por otro lado si. Los ejemplos de la agente d e policía. Tal vez el objetivo más fundamental de la aplicación de 1 patrones verbales de El poder de la palabra consista en ayudar las personas a cambiar su perspectiva 1) de u n marco-proble a u n marco-objetivo. q u e «el propósito dirige la actividad». En consecuencia. a mi e n t e n d e r acertadamente. del psiquiatra. y 3) de u n marco-imposibilidad a u n marco «com si». (Incluso al identificarse c o m o m i e m b r o del «servici de reparación d e televisores».

manejarlo. la sensación de estar preparado. el conocimiento pleno de que. sino en a p r e n d e r algo nuevo... ¿qué nuevas enseñanzas has descubierto?» U n principio parecido opera con relación a todas nuestras experiencias vitales. c o n s e g u i r e m o s alterar en lo fundamental el m o d o d e plantearse e interpretar las experiencias q u e vayan surgiendo a lo largo de la realización del ejercicio. se convierte en u n éxito c u a n d o de lo que se trata es de «descubrir algo n u e v o » .. darte cuenta de que esa enseñanza te resultó útil en muchas. También es una buena enseñanza encontrarte frente a una situación que no puedes manejar y. podras enfrentarte a ello. Sin embargo. Suele suceder que las personas se sientan asi por haberse fijado c o n anterioridad el objetivo de «hacerlo lodo perfecto». S u p o n g a m o s . que n o es otro que el que solucionó el p r o b l e m a del j o v e n que creía ser Jesucristo en n u e s t r o ejemplo del Capítulo 1: Es importante tener un sentido de seguridad.. También te permitió descubrir las áreas en las que necesitabas emplear más afondo la seguridad en ti mismo. p o r ejemplo. En este caso. es m u y probable que nos parezca que h e m o s fracasado estrepitosamente. e incluso disfrutar haciéndolo. El propósito de este patrón consiste en cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ese j u i c i o o generalización. venga lo La declaración d e Erickson constituye u n ejemplo d e aplicación del patrón Otro objetivo d e El poder de la palabra. Si evaluamos nuestra respuesta ante u n a situación complicada con relación al objetivo d e «sentirnos c ó m o dos y seguros». tal vez d e s c u b r a m o s que h e m o s tenido u n éxito s o r p r e n d e n t e . Reaccionar ante lo bueno y lo malo y manejar ambas cosas adecuadamente: ahí es donde reside el verdadero gozo de vivir. sin embargo."»0 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres que venga. q u e u n participante en u n seminario o en u n taller ha realizado u n ejercicio y se siente frustrad o p o r q u e «no ha obtenido los resultados esperados». Erickson. «aprender» o «descubrir algo n u e v o » . formulada p o r el famoso psiquiatra e h i p n o t e r a p e u t a Milton H. Al reflexionar sobre la experiencia. sacar más de tu potencial interior. Veamos la siguiente afirmación. resulta adecuada u n a generalización del tipo « n o lograr los resultados apetecidos significa q u e has h e c h o algo mal o que a ú n n o eres lo suficientemente c o m p e t e n t e » . al reflexionar sobre ello más tarde. Te permitió medir tus fuerzas. Lo que sería un fracaso en relación con «hacerlo todo perfecto». Manejar la situación Reaccionar a n t e lo b u e n o y lo m a l o y m a n e j a r a m b a s cosas a d e c u a d a m e n t e Cambiar el objetivo modifica el marco de lo que se considera relevante y exitoso . si percibimos esa misma situación bajo el prisma del objetivo d e «hacernos más fuertes». si cambiam o s el objetivo d e ese ejercicio d e «hacerlo todo bien» a «explorar». Su comentario transforma lo que podría haber sido considerado c o m o un «fracaso» en relación con d e t e r m i n a d o objetivo (manejar la situación) en u n a enseñanza en relación con otro objetivo diferente («reaccionar ante lo b u e n o y lo malo y manejar a m b a s c o sas a d e c u a d a m e n t e » ) . muchas formas distintas. Aplicar e n este caso el p a t r ó n Otro objetivo implicaría decirle al participante: «El resultado del ejercicio n o consiste e n demostrar que ya sabes hacerlo a la perfección. 51 plícitamenie a s u m i d o por d e t e r m i n a d o juicio o generalización.

Por ejemplo. Ser lo que siento significa que Reencuadre Reencuadrar implica ayudar a las personas a reinterpretar problemas y a encontrar soluciones. También constituye el mecanismo primario de El poder de la palabra. autodescubrimiento. cambiar a otro objetivo sirve para «reencuadrar» nuestra percepción de la experiencia. de Por ejemplo: Aprender a actuar conmigo mismo y con los demás con congruencia. ¿Cuál e s la generalización o el juicio negativo que has hecho (sobre ti mismo o sobre los demás) con respecto a esa situación? ¿Qué objetivo u objetivos están implícitos en ese juicio o en esa generalización? Juicio:. Por ejemplo: No decir abiertamente soy un cobarde. etc. Desde la perspectiva de la PNL. si cambiaras el objetivo a «tratarme a mí mismo y a los demás con respeto» o «tratar a los demás c o m o me gustaría ser tratado». considerarte un «cobarde» por n o hablar abiertamente ya n o te parecería una generalización tan relevante o apropiada. Reencuadrar significa literalmente poner un marco nuevo alrededor de una imagen o experiencia. 2. por medio de la substitución del marco en el que esos problemas son percibidos. Objetivo(s):. con lo que nuestra percepción del significado de esa imagen también será distinta. El «reencuadre» se considera en PNL c o m o uno de los procesos cruciales para el cambio. Situación:. . actuar con integridad. lo que pienso. seguridad. 3. «reencuadrar» algo significa transformar su significado colocándolo dentro de un marco o contexto distinto de aquel en el que ha sido percibido inicialmente.52 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 53 Ensaya en ti mismo este patrón: 1. respeto por ti mismo y por los demás. sabiduría y compasión. La información que podamos tener de la imagen variará según la parte de ella que quede dentro del marco. sanación. Piensa e n una situación en la que te sientas atascado. crecimiento. 4. o te ayudara a ver las consecuencias de la situación presente c o m o una enseñanza en lugar de un fracaso? Objetivo(s) alternativo(s): Por ejemplo: Pienso que esa persona se está aprovechando mi. ¿Qué otro objetivo podrías añadir a — o cambiar por— tu objetivo actual. por ejemplo. exploración. frustrado o fracasado. pero no me creo capaz de decírselo abiertamente. Desde el punto de vista de la psicología. Explora el impacto que tendría sobre tu percepción de esa situación si pensaras también en ella en relación con otros objetivos posibles. Por ejemplo. que hiciera parecer menos relevante la generalización o el juicio negativo. aprendizaje. El marco alrededor de una imagen constituye una buena metáfora para ayudar a comprender el concepto y el proceso de reencuadre. Por ejemplo: Conseguir decir abiertamente fuerte y valiente. un fotógrafo o un pintor que estén reproduciendo un paisaje pueden enmarcar tan sólo un árbol o.

Sin embargo. Observa que tu experiencia y tu c o m p r e n s i ó n de la situación se e n s a n c h a n para dar cabida a u n a nueva perspectiva. Marco pequeño Mira lo q u e sucede ahora al ampliar el marco. Se trata s i m p l e m e n t e de algún pez. j u n t o con los n u e v o s niveles de conciencia que derivan de reencuadrar nuestra perspectiva d e la situación. las p e r s o n a s acaban en la posición del pez p e q u e ñ o . Parece que el pez p e q u e ñ o n o se da cuenta de la situación. C o n demasiada frecuencia. De forma parecida. El p r i m e r pez n o es ya simplemente «un p e z » . Marco aún más grande He aquí que n o s e n c o n t r a m o s d e n u e v o ante otra perspectiva y otro significado c o m p l e t a m e n t e diferentes. El pez g r a n d e también va a ser comido por otro a ú n mayor. nos percatamos de i n m e d i a t o de que n o s hallamos ante u n a situación distinta. P o d e m o s sentirnos alarmados e inquietos p o r el pez p e q u e ñ o . La situación aquí descrita. sus animales y tal vez un riachuelo o u n estanque.54 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 55 p o r el contrario. en la medida en q u e d e t e r m i n a n lo q u e «vemos» y percibimos d e d e t e r m i n a d a experiencia o situación. tan Marco más grande La primera imagen n o tiene demasiado significado p o r sí misma. al a m - . constituyen u n a buena metáfora tanto para el proceso como el propósito del reencuadre psicológico. Al cambiar el tamaño del marco. o aceptar en c a m b i o que el pez grande se tiene que c o m e r al p e q u e ñ o para sobrevivir. observa la siguiente imagen: pliar el marco y producir c o n ello la segunda imagen. sino que se ha convertido e n «un pez p e q u e ñ o q u e va a ser c o m i d o p o r otro mayor». de la que nosotros sí p o d e m o s percatarnos gracias a nuestra perspectiva de «marco más grande». Observa ahora lo que s u c e d e c u a n d o «reencuadramos» d e nuevo la situación a m p l i a n d o a ú n más nuestra perspectiva. Ello d e t e r m i n a r á m á s tarde lo que el espectador verá del paisaje original. o del m e d i a n o . el pez grande se ha c o n c e n t r a d o tanto en comerse al p e q u e ñ o q u e n o se da cuenta d e la amenaza del otro pez m u c h o mayor. También p u e d e suceder q u e el c o m p r a d o r del c u a d r o o d e la fotografía decida cambiar el marco p o r otro q u e se adapte m e j o r a la decoración d e la habitación concreta d o n d e lo va a colgar. los marcos psicológicos influyen sobre el m o d o en que las exper i m e n t a m o s e interpretamos. nos d a m o s cuenta de q u e el pez p e q u e ñ o n o es el único que corre peligro. A m o d o d e ejemplo. i n o r a n t e s d e alguna amenaza i n m i n e n t e . incluir d e n t r o del marco todo u n p r a d o con s u s árboles. En su lucha p o r la supervivencia.

un acontecimiento que nos parezca insoportablemente doloroso considerado a la luz de nuestros propios deseos y expectativas. Una acción que resulte aceptable si la hace una sola persona. Sin embargo. El cambio del tamaño del marco está relacionado con la amplitud o la extensión de la perspectiva que tomamos. De forma parecida. la paradoja consiste en que está tan absorto en un comportamiento específico relacionado con s u supervivencia que la pone en peligro de otro modo. luego vemos que lleva un brazalete con la esvástica. Una persona puede mantener el mismo objetivo («sanación». Reencuadrar nos permite ver la «imagen mayor». Cambiar el tamaño del marco El patrón de Cambio de tamaño del marco de El poder de la palabra aplica directamente este principio a nuestras percepciones de alguna situación o experiencia. En el caso del pez mediano.) y cambiar al mismo tiempo el tamaño del marco dentro del que evalúa su progreso hacia ese objetivo. puede situar a quien lo hace en grave peligro en un plazo más amplio. Sin embargo. En PNL. Expresiones tales c o m o «viendo el asunto desde una perspectiva mayor». Dar a luz suele ser una experiencia intensa y sobrecogedora para quien la vive por primera vez. si se le recuer- da a esa persona que se trata de un proceso que lleva evolucionando millones de años a través de millones de mujeres. o si tal o cual jugador lo hace excepcionalmente bien o m u y mal. «seguridad». puede resultar destructiva y dañina si la hace un grupo de personas. pueden ser considerados c o m o «no saludables» en el marco de sus consecuencias inmediatas. al considerar años más tarde el acontecimiento con respecto al contexto mayor de sus vidas personales. de un número de participantes mayor (o desde el punto de vista individual) o de una perspectiva mayor o menor. Observa que el proceso de cambio del tamaño del marco es distinto del de cambio de objetivo. a medida que la cámara retrocede. En la película Cabaret podemos ver un buen ejemplo de este cambio de tamaño del marco. e n relación con el objetivo concreto que estamos considerando dentro de ese marco. lo que podría parecer algo «seguro» a corto plazo. El significado y el sentimiento transmitidos por la imagen cambian radicalmente. Los síntomas específicos de una enfermedad. generalización o juicio en el contexto de un marco temporal más largo (o más corto). reencuadrar implica colocar un nuevo marco mental e n torno al contenido de una experiencia o situación. puede de repente parecemos trivial si lo comparamos con los sufrimientos de otras personas. pero también como un proceso de «limpieza» o de inmunización en relación con sus consecuencias a largo plazo. En una escena del film la cámara nos muestra un primer plano del rostro angelical de un adolescente que canta con su hermosa voz. Este patrón supone reevaluar (o reforzar) la implicación de determinada acción. Por ejemplo.56 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 57 concentradas en conseguir tal o cual objetivo que no se percatan de la crisis que se les viene encima. aquel mismo suceso les parecerá del todo insignificante. de modo que podamos implementar opciones y acciones más apropiadas. La imagen parece dulce y completa. c a Con el uso del lenguaje podemos lograr cambios parecidos. El campo de la homeopatía. tal vez la ayude a sentir más confianza y menos miedo por lo que está ocurriendo dentro de su cuerpo. por ejemplo. nos damos cuenta de que el cantor está en medio de una gigantesca marcha nazi. Sin embargo. vemos primero que el muchacho viste un uniforme militar. etc. por ejemplo. «considerando las implicaciones a largo plazo» o «por . Los espectadores de un acontecimiento deportivo pueden volverse locos si su equipo gana o pierde determinado partido. se basa en la premisa de que pequeñas cantidades de una substancia tóxica producen inmunidad ante la misma a largo plazo. expandiendo nuestra percepción de la misma de modo que pueda ser manejada con más recursos y sabiduría. Cuando el tamaño del marco se hace lo suficientemente grande. según las informaciones que acompañan d a cambio de tamaño del marco.

c o m u n i d a d . . ¿Cuál es el marco actual desde el q u e estás viendo esta situación? (Por ejemplo. ¿Cuál sería el marco temporal (más largo o m á s corlo). o la m a y o r o m e n o r perspectiva q u e cambiarían tu juicio o tu generalización acerca d e esa situación. el acontecimiento o el objetivo. sistema global. d e m o d o natural. resultados inmediatos. (Por ejemplo. n o tiene cuesco C u a n d o la gallina es u n h u e v o . etc. . Considera los cambios d e t a m a ñ o del marco en las siguientes estrofas d e u n a canción d e c u n a tradicional escocesa: Le di a mi amor u n a cereza sin cuesco Le di a m i a m o r u n a gallina sin h u e s o s Le di a mi amor u n bebé sin llanto ¿Cómo p u e d e haber u n a cereza sin cuesco? ¿Cómo p u e d e haber u n a gallina sin huesos? ¿Cómo p u e d e haber u n bebé sin llanto? . Decir algo así c o m o «hace u n o s diez años» o «en los p r ó x i m o s siglos» invita. Observa c ó m o cambia todo esto tus percepciones y t u s evaluaciones c o n respecto a esa situación. en u n lapso d e tiempo limitado. acontecimiento específico. C u a n d o la cereza florece. n o tiene h u e s o s C u a n d o el bebé d u e r m e . individuo. q u e estrechemos nuestra percepción a períodos concretos del ciclo cotidiano el bebé. Luego estréchalo hasta que se centre en u n individuo específico. Algo q u e parece u n fracaso a corto plazo se ve a m e n u d o c o m o u n paso necesario para el éxito a largo plazo. u n sistema mayor. g r u p o . darte cuenta d e q u e t u s esfuerzos s o n algo por lo q u e m u c h a s personas tienen q u e pasar alguna vez.) Marco actual: 3. pasado.58 El. . El t a m a ñ o del marco p u e d e también ser modificado m e d i a n t e la inclusión de palabras q u e pres u p o n g a n u n m a r c o mayor. El t a m a ñ o del marco que estamos c o n s i d e r a n d o d e t e r m i n a en gran medida el significado y la importancia que seremos capaces d e percibir. adulto. p u e d e n influir directamente sobre el tam a ñ o del marco que aplicamos para percibir la situación. PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres Situación: 59 m u c h a s generaciones». desagradable o d e algún m o d o dolorosa. n i ñ o . etc. Piensa en alguna situación q u e j u z g u e s difícil. . a p e n sar en términos d e d e t e r m i n a d o marco temporal. futuro. . consecuencias a largo plazo. n o llora La solución a las dos primeras estrofas requiere q u e ampliem o s nuestro marco d e percepción a los ciclos vitales de la cereza y la gallina. Los t é r m i n o s «florece». etc. «huevo» y « d u e r m e » nos c o n d u c e n d e forma n a t u r a l a este cambio e n la percepción. Cambia el t a m a ñ o del marco e n s a n c h á n d o l o para abarcar c o n él más t i e m p o . para q u e fueran algo m á s positivo? N u e v o marco: Los p a t r o n e s de Cambio de tamaño del marco y d e Otro objetivo de El poder de la palabra s o n ejemplos de lo q u e en P N L se conoce c o m o reencuadre de contexto y d e contenido. .) 4. p o r lo que p u e d e ser u n a cuestión d e s u m a importancia e n relación con la resolución eficaz de problemas. p u e d e ayudarte a que se te hagan m e n o s pesados. Prueba tú mismo este patrón practicando los pasos siguientes: 1. el n ú m e r o d e personas (mayor o m e n o r ) . • 2. en u n solo a c o n t e c i m i e n t o . La solución a la tercera estrofa requiere q u e vayamos e n la dirección opuesta. . más personas.

Como paso siguiente. con lo cual podemos centrar nuestra atención en las cuestiones relacionadas con el contexto mayor. ese campo es una oportunidad para cultivar. un espacio en el que construir una casa de ensueño. Para un piloto de avioneta al que se le está acabando el combustible. p. y así comenzará a comunicarse de forma más útil con él acerca de ese comportamiento dentro del contexto en el que se está produciendo. un lugar ideal para un picnic. estando así en condiciones de poder responder de forma más constructiva. en un contexto determinado. El sentimiento de culpa produce a menudo una especie de «respuesta de polaridad» que. permite asimismo al hijo percibir ese comportamiento desde una perspectiva distinta. resaltando la utilidad de éste en algunos contextos. las respuestas negativas consiguen a menudo mantener. Percibir los efectos positivos. Para un agricultor. En lugar de acabar con ellos. . C o m o ejemplo. Ello nos permite ver el comportamiento simplemente como lo que es. Según Leslie Cameron-Bandler (1978. por ejemplo. pero como algo muy negativo para otro grupo que se encuentre en medio de unas inundaciones. en lugar de tener que estar constantemente a la defensiva. Imaginemos. En lugar de sentirse irritada y avergonzada. Y así sucesivamente. un campo de hierba vacío. si alguien la molestara en su camino de vueK ta a casa desde la escuela?» Eso puede ayudar a la madre a cambiar su percepción del comportamiento del hijo y verlo desde una perspectiva más amplia. la madre y el hijo pueden trabajar conjuntamente para tratar de establecer la intención positiva y los beneficios relacionados con la conducta del chaval en la escuela. Ése es claramente el mecanismo subyacente en el patrón de reencuadre de contenido El poder de la palabra. la lluvia no es ni «buena» ni «mala». sirve más para estimular que para inhibir el comportamiento no deseado. aprender a crear sistemas de drenaje más eficaces. ayudará a la madre del ejemplo anterior a situarse en una mejor «metaposición» con relación a ese comportamiento. en realidad. por ejemplo. en lugar de maldecir la lluvia cuando nos inunda. puede ser percibida como un acontecimiento extremadamente positivo por un grupo de personas que hayan estado padeciendo una sequía severa. La lluvia. El juicio que cada cual se haga de ella estará relacionado con las consecuencias que provoque en un contexto determinado. conducta o acontecimiento pueden tener distintas implicaciones. el reencuadre contextual en PNL «acepta que todo comportamiento es útil en algún contexto». El propósito del reencuadre contextual consiste en cambiar la respuesta interna negativa de la persona ante determinado comportamiento. Reencuadrar el contenido d e En lugar de cambiar de contexto. del comportamiento de su hijo. o que tuviera prevista una boda al aire libre. Un mismo contexto (el «campo») es percibido de formas diferentes según la perspectiva y la «intención» del observador. Cambiar el tamaño del marco desde el que estamos percibiendo algún acontecimiento constituye claramente un medio para percibirlo dentro de un contexto diferente. Reencuadrar el contexto implicaría preguntar algo así como: «¿No es agradable saber que su hijo podría proteger a su¡ hermana pequeña. «un comportamiento» (como la lluvia). por ejemplo. e incluso aumentar. Ver que su comportamiento es validado como útil en determinado contexto. según el contexto en el que se produzcan. buscando juntos alternativas más apropiadas. en lugar de sentirse sólo atacado y criticado. una oportunidad Para aterrizar con garantías. imaginemos que una madre está preocupada porque su hijo adolescente se mete constantemente en peleas en la escuela. los comporta- mientos problemáticos. Para un arquitecto. tal vez pueda apreciar el comportamiento de su hijo como útil en determinado contexto. 131). el reencuadre de contenido comporta alterar nuestra perspectiva o nuestro nivel de percepción respecto a determinado comportamiento o situación. En sí misma.0>O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 61 Reencuadrar el contexto Reencuadrar el contexto tiene que ver con el hecho de que determinada experiencia. Para una pareja joven.

Este comentario pilló al m u c h a c h o p o r sorpresa. El practicante le dijo al chaval: «¿No te parece fantástico tener u n padre que trata d e protegerte p o r todos los medios de q u e te hagas d a ñ o o te decepciones? Apuesto a q u e n o conoces a m u c h o s padres que se p r e o c u p e n tanto p o r s u s hijos».). atención. es decir. La intención tiene dos aspectos distintos. también podía asumir el de realista o entrenador. De forma parecida. Este nuevo encuadre del c o m p o r t a m i e n t o de su progenitor también le permitió considerar a su padre c o m o u n recurso potencial para ayudarle a a p r e n d e r a planificar su futuro. Hasta entonces. desde la rabia al aprecio sincero. n u n c a se le había ocurrido que pudiera haber u n propósito positivo tras las críticas d e su padre. así c o m o la importancia que cada u n o de estos papeles tiene para u n a planificación eficaz. Señaló que la función d e u n b u e n crítico consiste en detectar lo que le falta a u n a idea o u n plan para evitar problemas. d e diferenciar el c o m p o r t a m i e n t o e n sí de la intención positiva. Pero que n o tengan consecuencias negativas. Veamos u n ejemplo. explicándole las diferencias entre «soñad o r » . amor. así c o m o q u e quedaba claro que su padre estaba en la posición d e «crítico» en relación c o n los s u e ñ o s de su hijo. el reencuadre de contenido implica en PNL explorar la intención que se oculta tras el c o m p o r t a m i e n t o externo de u n a persona. Se percató d e que.62 EL PODER DE LA PAIABRA Marcos y reencuadres 65 Utilizando c o m o ejemplo u n a imagen física. el comportamiento problemático es separado de la intención positiva del p r o g r a m a i n t e r n o o «parte» responsable d e ese comportamiento. «realista» y «crítico». u n m o d o de mirar u n cuadro o u n a fotografía de forma diferente consiste e n «reencuadrarlo» t o m a n d o en consideración la intención del artista o del fotógrafo al crear la imagen. La nueva validación de la intención del padre también le permitió a éste cambiar la percepción de su propio papel (y. Así p u e s . E n este proceso. reconocimiento. se consigue establecer alternativas d e c o n d u c t a viables. ecológico y productivo r e s p o n d e r a su «estructura profunda» que a su manifestación superficial. etc. etc. También le explicó los problemas que p u e d e n presentarse entre u n s o ñ a d o r y u n crítico si no media entre a m b o s u n realista. De acuerdo con este principio.. ante u n c o m p o r t a m i e n t o problemático resulta más respetuoso. abriendo la puerta a la posibilidad de tratarlo con más recursos y de forma más creativa. la función. respeto. etc. El segundo es el efecto beneficioso con el q u e contribuye el c o m p o r t a m i e n t o en el contexto o sistema mayor en el q u e se está p r o d u c i e n d o ( p o r ejemplo. el deseo de seguridad. lo q u e se suele conseguir en PNL trat a n d o de averiguar la «intención positiva». . sólo lo había visto c o m o u n a t a q u e contra él. su método d e participación) en la vida d e su hijo. q u e lo m o t i v a n . la creencia. U n practicante d e PNL aconsejaba a la familia de u n adolescente q u e se quejaba de que su padre siempre se oponía a los planes de futuro que él proponía. protección. Los comentarios del experto bastaron para que cambiara la respuesta del chico a las objeciones de su padre. El practicante prosiguió. U n o d e los principios básicos d e la PNL consiste e n la importancia de separar c o m p o r t a m i e n t o y persona. Al permitir que la parte causante del c o m p o r t a m i e n t o pasado a s u m a la responsabilidad de implementar comportamientos alternativos q u e satisfagan la m i s m a intención positiva. reencuadrar el c o n t e n i d o implica d e t e r m i n a r la posible intención positiva que podría subyacer en u n comportamiento problemático.) Una d e las principales aplicaciones del reencuadre de contenido en P N L es el Reencuadre en seis fases. el «propósito positivo» o el «metaobjetivo» relacionado con d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o m p o r t a m i e n t o problemático. además del papel de crítico. ¿Qué respuesta trataba de suscitar en el espectador? ¿Qué emociones trataba d e c o m u n i car? Considerar algo dentro del marco de esa intención altera nuestra percepción al respecto. más que c o m o u n incordio o u n a piedra en el camino. p o r consiguiente. Percibir u n s í n t o m a o u n c o m p o r t a m i e n t o problemático dentro del marco más a m p l i o del propósito positivo que trata de satisfacer modifica las respuestas ante ese c o m p o r t a m i e n t o . cambio d e foco de atención. El primero consiste en la motivación positiva interna que hay detrás del c o m p o r t a m i e n t o ( p o r ejemplo.

n o q u e d a n m á s opciones que estar de a c u e r d o con ellas o n o estarlo. «Te equivocas. Estamos hablando d e la diferencia entre decir «Es u n a idea estúpida» o decir «Eres u n e s t ú p i d o p o r p r o p o n e r esta idea». «evitar el estrés» y «sentirse más cómodo y relajado» s o n dos formas d e expresar verbalmente un estado interno parecido. consideran desde la lógica «lo q u e podría pasar si» se presentaran problemas. es decir. probablemente. a u n q u e para ello se utilicen palabras distintas. sino q u e enjuicia también al «soñador» o al «realista» a nivel personal. p o r el contrario. p o r causa de su aparente negatividad y de su tendencia a e n c o n t r a r problemas en las ideas y las sugerencias d e otros. describe lo que sí deseamos. De este m o d o . A pesar de todo ello. a la pérdida d e sintonía y finalmente al conflicto. el ú n i c o m o d o de responder directamente consiste en decir «Creo q u e tienes razón» o bien. pero que p o d r í a n o bien verse afectadas p o r s u s consecuencias o bien influir positiva o negativamente en la implementación del plan o actividad propuestos. en c a m b i o («sentirse más cómodo y relajado»). esta intención n o resulta fácil d e discernir a partir de la «estructura superficial» d e la crítica expresada. Por . El problema con esta clase de generalizaciones verbales consiste en q u e . el reencuadre p u e d e constituir u n m é t o d o eficaz para tratar con los críticos y las críticas. La segunda. suelen formularse en términos lingüísticamente negativos. P o r ejemplo. P o r consiguiente.64 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 65 Reencuadrar a los críticos y las críticas C o m o h e m o s visto en el ejemplo del padre crítico y su hijo adolescente. dada la forma en que s o n formuladas. u n o de los problemas principales con las críticas consiste en que suelen ser expresadas en forma d e juicios generalizados. (Los soñadores o p e r a n desde el «marco-como-si». m u c h a s críticas vienen enmarcadas en términos de lo que n o se quiere. «No es u n plan realista». Sin embargo. Obtener afirmaciones positivas a partir de intenciones positivas Uno de los problemas con gran parte de las críticas es q u e . n o es demasiado costosa». Si alguien dice que «Esa idea n u n c a funcionará» o que «Esta propuesta es d e m a s i a d o costosa». De forma parecida. se expresan en forma de negaciones verbales. Se les suele considerar «aguafiestas» p o r q u e gustan d e operar desde u n «marco-problema» o «marco-fracaso». Un crítico eficaz realiza u n análisis del plan o c a m i n o p r o p u e s t o para tratar de detectar qué es lo que podría salir mal y c ó m o p o dría ser evitado. etc. «Esa idea n u n c a funcionará». m a Esto p u e d e resultar a veces complicado. está motivado por su correspondiente intención positiva. c o m o «Esta p r o p u e s t a es demasiado costosa». El propósito del «crítico» consiste en evaluar los resultados del «soñador» y del «realista». la i n t e n c i ó n (o criterio) positiva subyacente en la crítica «esto es u n a pérdida de tiempo» reside. n o solamente esun «aguafiestas». debido a q u e ha sido formulada en t é r m i n o s d e lo que se quiere evitar. en lugar de lo que sí se quiere. E n este caso. Los críticos descubren lagunas. es i m p o r t a n t e n o perder de vista que el c o m p o r t a m i e n t o crítico. en el deseo de «utilizar los recursos disponibles d e forma juiciosa y eficiente». c u a n d o el crítico ataca a la persona al nivel d e su identidad. «Este proyecto requiere d e m a s i a d o esfuerzo». además de ser juicios «negativos». la capacidad para reconocer y extraer afirmaciones de intención positiva a partir d e críticas formuladas negativamente constituye una habilidad lingüística crucial para tratar con las críticas y transformar los marcos-probleen marcos-objetivo. la crítica s u e l e c o n d u c i r a la polarización. Por ejemplo. c o m o cualquier otro. En el nivel lingüístico. habida cuenta d e ^ f e los críticos suelen operar desde u n marco-problema. Los problemas más difíciles se presentan c u a n d o el crítico n o se limita a criticar la idea o el plan. mientras que los realistas lo hacen desde u n «marco-objetivo» o «marco-realimentación»). Los «críticos» son considerad o s a m e n u d o c o m o las personas m á s difíciles d e tratar d e n t r o d e una interacción. Los b u e n o s críticos suelen a d o p t a r el p u n t o de vista d e personas no involucradas directamente en el a s u n t o . La primera de las expresiones («evitar el estrés») describe lo que no q u e r e m o s . sino también un «asesino». si u n o n o se muestra d e acuerdo c o n la crítica.

por ejemplo. en lugar de limitarlo a mostrarse en desacuerdo o discutir con el crítico. por ejemplo. para ayudar a alguien a ser un crítico «constructivo». pero resulta mucho más productiva. [Nota: Al nivel de sus estructuras profundas. Lo dicho es de aplicación para la práctica totalidad de las críticas. la crítica puede ser transformada e n una pregunta. si bien se trata de una intención positiva. las opciones de respuesta son completamente diferentes de cuando se formula como juicio o generalización. Preguntar. por ejemplo.] Cómo ayudar a los críticos a convertirse en consejeros Convierte las críticas en preguntas Una vez que la intención positiva tras la crítica haya sido desvelada y reformulada en términos positivos. 2) asegurarse de que la intención positiva se exprese (encuadrada) positivamente. Cuando una crítica es transformada en pregunta. puede reformularse así: «¿Cómo podrías conseguir que fuera más fácil y sencillo ponerlo en práctica?» Por lo general. o un consejero. señala lo que se trata de «evitar». el crítico preguntara: «¿Cómo vamos a costearlo?» Con esta pregunta. es decir. a examinar «cómo sabes» que eso «es» o «no es». que en vez de decir «Eso es demasia- En resumen. La formulación positiva de esa misma intención posiüva seria algo así como «Asegurarnos de que el coste sea asequible» o «Estar seguros de que respetamos el presupuesto». ¿qué es lo que conseguirías con ello (cual sería tu beneficio)?» Veamos a continuación algunos ejemplos de reformulación positiva de declaraciones negativas: Declaración negativa demasiado caro pérdida de tiempo temor al fracaso irreal demasiado esfuerzo estúpido Reformulación positiva asequible utilización juiciosa de los recursos disponibles deseo de triunfar concreto y alcanzable fácil y cómodo juicioso e inteligente ¿o caro». Observa que se trata de preguntas principalmente sobre el «cómo». El comentario «Esa idea nunca funcionará» puede ser transformado en la pregunta «¿Cómo pondrías esa idea en práctica?» «Este plan no es realista» puede convertirse en «¿Cómo podrías hacer más tangibles y concretas las etapas de este plan?» La queja «Eso requiere demasiado esfuerzo». ¿qué es lo que sí quieres?» o «En caso de que lograses evitar eso que no quieres. lo que puede conducir de nuevo al desacuerdo y al conflicto. Supongamos. Para extraer formulaciones positivas a partir de intenciones y criterios. se le brinda al interlocutor la posibilidad de entrar en los detalles del plan. si le preguntas a un critico por la intención positiva tras un comentario como «Esta propuesta es demasiado costosa». y 3) convertir esa crítica una pregunta. presuponen a menudo otros juicios. afirmaciones sobre lo que algo «es» o «no es». preferiblemente sobre el «cómo». Esta clase de preguntas tienden a ser las más útiles.66 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 67 ejemplo. e n . o «¿Por qué no puedes ser un poco más realista?» sigue presuponiendo un marco-problema. en lugar de lo que se desea conseguir. las preguntas sobre el «cómo» suelen ser más eficaces para centrar la atención sobre el marco-objetivo o el marco-realimentación. lo más probable es que consigas una respuesta parecida a «La intención consiste en evitar gastos». Observa que. Lo mismo sucede con preguntas como «¿Qué es lo que hace que tu propuesta sea tan cara?» o «¿Quién va a pagarlo?» En líneas generales. Las que se hacen con «por qué». esta clase de pregunta sirve al mismo propósito que la crítica. Las preguntas sobre «cómo» conducen a exploraciones epistemológicas. las críticas son declaraciones ontológicas. «¿Por qué tiene que ser tan cara esa propuesta?». aún está lingüísticamente formulada o enmarcada en términos negativos. deberemos plantear preguntas como: «Si lo que no quieres es estrés/gasto/fracaso/desperdicio. resulta útil: 1 ) descubrir el propósito que se °culta tras la crítica.

recorre los pasos antes descritos y convierte tus críticas en preguntas. ¿Cuál es el criterio o la intención positiva que hay tras esa crítica u objeción? ¿Qué es lo que tratas de conseguir o de preservar con tu crítica? Por ejemplo: «Un cambio profundo y duradero». Piensa en algún aspecto de tu vida en el que trates de manifestar nuevos valores a creencias y colócate en posición de «critico» respecto a ti mismo. 2. para obtener las correspondientes respuestas. en el que utilizamos El poder de la palabra para trasladar la atención de un marco-problema o un marco-fracaso a un marco-objetivo y un marco-realimentación.) . ¿cuál es la pregunta «cómo» que tiene que ser formulada? Por ejemplo: «¿Cómo puedes estar seguro de que la propuesta presentada satisfará los aspectos cruciales para conseguir un cambio profundo y duradero?» Practica este proceso contigo mismo. (Nota: También resulta útil conducir primero al crítico a reconocer qué criterios han sido satisfechos. El patrón de Intención de El poder de la palabra se basa en la presuposición básica de la PNL que afirma que: En algún nivel. Este proceso se basa en dos formas fundamentales de reencuadre que forman parte del núcleo mismo de los patrones de El poder de la palabra: el patrón de Intención y el de Redefinición. tengan implicaciones distintas. establecer límites. todo comportamiento tiene (o e n algún momento tuvo) una «intención positiva». desde el punto de vista de la persona a la que ese comportamiento pertenece. Es más fácil y más productivo responder a esa intención positiva que a la expresión de u n comportamiento problemático. Asumido que ésta es la intención de la que se trata. En última instancia.68 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 69 Todo eso se puede conseguir empleando la siguiente secuencia de preguntas: 1. Una vez que hayas transformado tus críticas en preguntas. C 1 0 m á superficial». pasa de ser un «aguafiestas» o un «asesino» a convertirse en un «consejero». El patrón de Intención comporta dirigir la atención de la persona hacia el propósito o la intención (por ejemplo. constituye un ejemplo de una modalidad de «truco mágico verbal». Aplicar el patrón de Intención implicaría responder a la(s) >ntención(es) positiva(s) tras determinada generalización o jui' s que directamente a la propia expresión.) subyacente tras alguna generalización o afirmación. el objetivo de la fase crítica de un proyecto es asegurarse de que un proyecto o un plan sea ecológicamente sólido y que preserve cualquier beneficio o subproducto positivo de la forma presente de tratar de alcanzar el objetivo. El patrón de Redefinición comporta la substitución de una o más palabras o frases de la generalización o afirmación por otras nuevas que. Cuando un crítico formula preguntas sobre el «cómo». podrás llevarlas ante el «soñador» y el «realista» que hay en ti. Reemplazar una frase formulada en negativo por otra expresada en positivo constituye un ejemplo de «redefinición». Como ejemplo. así como convertir la crítica e n una pregunta sobre el «cómo». llamar la atención. ¿Qué objeciones o problemas encuentras a lo que estás haciendo? Cuando hayas identificado algunos problemas u objeciones. Es (o fue) percibido como apropiado dado el contexto en el que fue establecido. ¿Cuál es tu crítica u objeción? Por ejemplo: «Lo que propones es los patrones de «Intención» y «Redefinición» de El p o d e r d e la p a l a b r a Identificar y reconocer la intención positiva del critico. protección. sin alterar el significado de ésta. 3. etc. Descubre la intención positiva y las preguntas «cómo» relacionadas con tu autocrítica (a veces resulta útil hacerlo con ayuda de otra persona). para poder o bien reencuadrarla o bien reforzarla. antes de pasar a coi mentar lo que falta o se necesita.

en Las palabras pueden tener significados superpuestos. Redefinir «demasiado caro» como «no se lo pueda permitir» coloca la fuente de la objeción en la preocupación del cliente en relación con sus propios recursos financieros y su capacidad de pagar el precio del artículo. el impacto e s distinto si le preguntamos a alguien: «¿Cuánto dolor soporta usted?» o «¿Cuánta incomodidad siente usted?» A menudo. permitir 1 Objeción «Demasiado caro» Marco Problema Caro Centrarse en la intención de un juicio o afirmación limitadores ayuda a cambiar de un marco-problema a un marco-objetivo Redefinir implicaría decir algo parecido a: «¿Es porque usted cree que el precio es excesivo o porque le preocupa que no se lo pueda permitir?» En este caso. con el propósito de obtener más información específica sobre la objeción del cliente. por ejemplo. Intención Marco Objetivo / Excesivo / No se l o \ / \ pueda \ 4 . la afirmación «Me temo que es demasiado caro para mí» ha sido redefinida por la vendedora en dos líneas distintas. Por consiguiente. Ambas reformulaciones sig-? nifican algo parecido a la objeción original. pero implicaciones distintas La redefinición que el cliente elija proporcionará información importante para la vendedora. La primera redefinición cambia «teme» por «cree» y «demasiado caro» por «excesivo». «Creer» y «no se lo pueda permitir» son expresiones. la vendedora diría algo así como: «Entiendo que para usted es importante obtener valor por su dinero». implican procesos cognitivos y. que sirven para reubicar el juicio del cliente en< un marco-realimentación. Según cuál sea su respuesta. esta clase de reencuadre erbal cambia automáticamente la percepción de dolor en la per- v . decidir ofrecerle un descuento (si el cliente considera que el precio es «excesivo») o una financiación (si lo que le preocupa es que «no se lo pueda permitir»).70 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 71 supongamos que un cliente entra en unos almacenes y muestra interés por determinado artículo. pero dice: «Me gusta. Esta frase sirve para dirigir la atención del cliente a la intención subyacente tras el juicio de que algo es «demasiado caro» (en este caso. muchos aspectos. La segunda substituye «temo» por «preocupa» y «demasiado caro» por «no se lo pueda permitir». pero m e temo que es demasiado caro para mí». Volver a etiquetar «dolor» c o m o «incomodidad» constituye otro buen ejemplo del impacto del patrón de Redefinición de El poder fe 'a palabra. Más que una reacción. «Excesivo» como redefinición de «demasiado caro» implica que la objeción del cliente está en función de su expectativa sobre el precio que el establecimiento debería cobrar por ese artículo. redefinir constituye un modo simple pero eficaz de abrir nuevos canales de pensamiento e interacción. Si aplicara el patrón de Intención. Por ejemplo. la intención de «obtener valor»). pero tienen implicaciones distintas. por consiguiente. Eso contribuirá a que el cliente responda desde un marco-objetivo en lugar de hacerlo desde un marco-problema. diferentes a «temer». la vendedora podrá. más probabilidades de que algo sea percibido como enseñanza.

él es un calzonazos. Por ejemplo: Responsable (estable. etc. «éxito». podrías decir que «tiene mucha imaginación» o que «explica cuentos de hadas». «Dolor». son palabras o expresiones que colocan marcos distintos en torno al concepto de «dinero» y que afloran perspectivas diferentes. a menudo. desagradable) Respetuoso (considerado. rígido) Cuando ya te sientas cómodo con los reencuadres de una sola palabra. en cambio. no permite matiz positivo alguno. «corrupción». a tus hijos. tacaño) Amistoso (agradable. innecesarias y a menudo perniciosas. pesado) 75 sona preguntada. ingenuo) Asertivo (confiado. Hazte una lista de palabras y practica formando con ellas tus propios reencuadres de una sola palabra. Por ejemplo. acusaciones o implicaciones negativas. «Estúpido» podría ser redelinido. él es un tonto de cabeza dura». Yo lo he reconsiderado.. por ejemplo. «responsabilidad». «inocente» o «distraído». Toma prestada la fórmula de Russell y trata de construir algunos ejemplos. Como señalara jocosamente el filósofo Bertrand Russell: «Yo soy firme. lo «reencuadra» con distintas palabras. En lugar de decir que n a persona que no oye bien es «sorda». «energía verde». El propósito de esta modalidad de reverbalización consiste en reducir los juicios negativos y los estigmas que acompañan. como «ingenuo». transigente) Global (expansivo. Por ejemplo. por ejemplo. Yo me he equivocado de buena fe. Prueba a ver si encuentras para estas palabras algunas redefiniciones que impliquen aspectos positivos. él se ha echado atrás. como: Yo estoy justamente indignado. Yo soy compasivo. «Riqueza». tú estás enojado. Las redefiniciones suelen conseguir «transmitir el mensaje» y evitan. Eso se hace tomando una palabra que exprese determinado concepto o idea y buscando otra que la reemplace y que aporte un matiz más positivo (o negativo) que la anterior. «flexible». Cada una de estas afirmaciones toma determinado concepto de la experiencia y lo coloca en diferentes perspectivas. podemos decir que tieu . él es un condenado mentiroso. Esta clase de redefinición constituye el proceso básico de la «corrección política» en el lenguaje. en lugar de llamar «hiperactivo» a un chaval que rebosa de energía y tiene dificultades en hacer lo que le mdican. También puedes considerar la utilización de reencuadres de una sola palabra para reformular comentarios tuyos acerca de otras personas. etc. Consideremos. por ejemplo. tú has cambiado de idea. «Irresponsable» podría ser reemplazado por «espíritu libre». tú eres blando. tú eres obstinado. al mismo tiempo. o «despreocupado». Tal vez así suavizarías tus críticas redefiniendo algunas de las palabras que utilizas cuando hablas a tu pareja. podrás tratar de aplicarlos a afirmaciones limitadoras con las que te encuentres. a tus compañeros de trabajo o a tus amigos. poco sincero) Frugal (sabio. aburrido) Juguetón (flexible. tal vez te maldigas a veces por ser tan «estúpido» o «irresponsable». En lugar de acusar a un niño de «mentir». «instrumento». a las etiquetas que utilizamos para describir a personas de algún m o d o distintas de nosotros. la palabra «dinero». Un término c o m o «incomodidad» contiene implícita la sugerencia de «comodidad». Ejercicio de reencuadre de una palabra Un buen m o d o de explorar el patrón de Redefinición de £1 poder de la palabra consiste en formular «reencuadres de una sola palabra». él está haciendo una montaña de u n grano de arena.72 EL PODER DE LA PALABRA Meneos y reencuadres Estable (cómodo. tú tergiversas los hechos. podemos decir que es «fogoso». tanto en ti mismo c o m o en los demás.

las creencias y las presunciones del otro. Desde el punto de vista de la PNL.74 EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 7i nc «dificultades auditivas». Es decir. y expresarlo acto seguido en palabras para ampliar la perspectiva de los demás. sientes como él. llamaríamos «ponerse en su piel». Cuando conseguimos ver una situación desde el modelo del mundo de la otra persona. No hay ningún mapa del m u n d o que sea el único correcto. dentro de determinada situación o interacción.. te conviertes en él. Ésa es la creatividad del abogado defensor. Toda persona elige la mejor opción disponible. oyes. Implica cambiar de perspectiva y ver lo que está pasando c o m o si fueses la otra persona. su sentido y su intelecto. La segunda posición es una de las tres posiciones básicas definidas por la PNL. «andar con sus zapatos» o estar «al otro lado de la mesa».. En lugar de «lisiado» podemos decir «disminuido físico». por consiguiente. te metes en su piel. Serra comentaba: e Percibir una situación desde otro modelo de mundo situándose en «segunda posición» Una forma sencilla pero poderosa de reencuadrar consiste en considerar la situación. que afirma que: El mapa n o es el territorio. Colocarse en segunda posición implica situarse en el punto de vista del otro. sientes. En segunda posición ves. Así pues. hueles y gustas esa interacción desde la perspectiva del otro. e n oposición a los más «realistas» o «precisos». El patrón de Modelo del mundo de El poder de la palabra se basa en otra de las presuposiciones de la PNL. en jerga legal. debes traducir sus sensaciones. La intención de este cambio de etiquetas consiste en ayudar a las personas a ver a los demás desde una perspectiva más amplia y menos enjuiciadora. en su «posición perceptiva». desde un modelo del mundo diferente. eso se consigue con facilidad y naturalidad poniéndose en la piel del otro. aunque también habrá quien lo considere paternalista y poco sincero. estos cambios de denominación ayudan también a cambiar la visión y la definición de papeles de un marco-problema a un marco-objetivo. [C]uando representas al acusado. a menudo ganamos con ello nuevas y numerosas ideas y comprensiones. Sólo «la palabra» es tuya. en la o hayas logrado actuar con toda la maestría que hubieras ( l U e n . Los mapas más «sabios» y «compasivos» son aquellos que convierten e n accesibles el mayor y más a m p l i o número de opciones. En una entrevista del año 1998 para la revista Speak. Tomas en tus manos el barro del comportamiento de esa persona y lo embelleces. Identifica una situación que implique a otra persona. Implica ser capaz de reencuadrar una situación o generalización por medio de la percepción y la expresión de un mapa mental distinto de esa situación. así como percibir. en lo que se conoce c o m o «segunda posición». o en metáforas persuasivas. en lenguaje popular. ves con sus ojos y oyes con sus oídos. como componentes relevantes de su comportamiento. Cuando resultan eficaces. Necesitas conocerlo por completo para comprender la naturaleza de su comportamiento. El abogado criminalista Tony Serra nos ofrece un buen ejemplo del proceso de situarse en segunda posición para conseguir un modelo del mundo diferente. las ideas y los acontecimientos desde el modelo del mundo de esa otra persona. la segunda posición implica estar asociado con el punto de vista. Toda persona tiene su propio mapa del m u n d o . en el lenguaje de la ley. la experiencia o el juicio. El «conserje» pasa a ser el «técnico de mantenimiento» y la «recogida de basuras» se convierte e n «gestión de los residuos». dadas las posibilidades y las capacidades que perciba c o m o accesibles a ella d e s d e s u propio m o d e l o del m u n d o . Es lo que. El patrón de El poder de la palabra conocido c o m o Modelo ¿ ¡ mundo s e basa e n este proceso. lo conviertes en una obra de arte.

¿que clase d e pelea iba a ser ésa? En ese m o m e n t o . Q u i s e m o s t r a r m e amistoso. le dije al q u e tenía mas cerca: —¿Sabe? No m e p u e d o creer q u e piense q u e s o m o s h o m o sexuales. pero a Richard le gustaba y lo había elegido para e n c o n t r a r n o s . a estas alturas. Por otro lado. usted me dobla en tamaño. O p i n o que su intención es otra. Sup o n g o q u e les parecería que yo n o era la clase d e fulano más adec u a d o para estar allí. pero francamente. llevo anillo de boda. Con voz pausada y firme. respondí: —Ya e n t i e n d o . sí que habíamos progresado algo. d o n d e h a b í a m o s q u e d a d o para vernos. Afortunadamente. Desde esta nueva perspectiva. Entonces el otro m e espetó: —¡Mírame cuando te hablo! La cosa se iba p o n i e n d o cada vez más fea y. de m o d o que tuve u n a idea brillante: ¿Por qué n o usar la PNL? Decidí tratar de descubrir y atender su intención positiva. . que contempla esa situación. No pasó m u c h o tiempo antes d e que u n o de ellos empezara a d a r m e golpes en efl Estaba seguro de q u e . Respiré h o n d o y me puse en su piel por u n instante. no seria una gran pelea. Colócate en la piel de ¡a otra persona. p o r q u e n o tardaron m u c h o en gritarnos obscenidades. y observar la situación desde su p u n t o d e vista. A lo que el tipo me espetó: —Sí. en el sentido de que estaba lleno d e esa clase d e personajes r u d o s y malcarados. Era la clase de bar que p o d r í a m o s llamar «de m o t e r o s » . No es la clase de lugar que pretiero. ¿Cuál es la generalización o el juicio que hiciste. sacude a su hijo d e catorce años y le dice que ps «justo» p o r q u e él está bebido? a A m o d o de ejemplo práctico sobre c ó m o he aplicado personalm e n t e algunos d e los principios q u e h e m o s c o m e n t a d o hasta aquí. así que lo miré y sonreí. nosotros estamos borrachos. ¡queremos pelea! Me imagino q u e . recuerdo u n a ocasión en la que m e encontraba con Richard Bandler en un bar. En primer lugar p o r q u e y o n o q u i e r o pelear. n o funcionó. es u n a pelea justa. C o m o p u e d e ver. q u é gran cosa eso d e El poder de la palabra». para sorpresa mía.7O EL PODER DE LA PALABRA Marcos y reencuadres 77 p o d i d o . Pero. en lugar del monólogo anterior. en realidad. ¿Cómo esa situación si jueras ella? percibirías Imagina ahora que eres un observador neutral. p u e s t o que habíamos conseguido iniciar u n a conversación. Mi primera estrategia consistió en tratar de ignorarles cortésmente. U n o de ellos dijo: ¿Qué d e m o n i o s estás mirando? — d e m o d o q u e bajé la vista. p o r s u p u e s t o . tanto de ti m i s m o c o m o de la otra persona? Enriquece tu percepción d e la situación y d e tu generalización considerándola desde al men o s tres p u n t o s d e vista o «mapas del m u n d o » . p u e d e ser u n a experiencia m u y poderosa. A p r o v e c h a n d o la o p o r t u n i d a d . ¿qué es lo que te llamaría la atención en esa interacción? ¿Cómo la percibiría un antropólogo/artista/sacerdote/periodista? Elegir para esa segunda posición a alguien que haya sido un profesor o u n m e n t o r importante para ti. m e estaba c o m e n z a n d o a enfadar. a llamarnos «mariquitas» y a invitarnos a que nos fuéramos d e allí. Me volví p a r a mirarle directamente a los ojos y le contesté: — ¿ N o le parece que eso sería algo así c o m o el padre que Ue8 a casa borracho. Evidentemente b u s c a b a n alguien con quien meterse. Estaban ebrios y con ganas de pelea. pero. eso era precís e n t e lo que le había pasado a el una v otra vez c u a n d o tenia ^ edad. así q u e n o sacaría gran cosa de mí. Habíamos c o m e n z a d o a hablar c u a n d o aparecieron por la puerta u n par de tipos e n o r m e s . con toda probabilidad. así que. Un ejemplo de palabras adecuadas en el momento oportuno brazo y a hacerme d e r r a m a r la bebida. te estarás diciendo algo así como: «Vaya R o b e n . me di cuenta a tiempo de q u e seguir el patrón habitual d e respuesta sólo serviría para e m p e o r a r la situación. el otro tipo (que parecía ser el «cerebro» del dúo) intervino: —No.

p a s a n d o acto seguido a hacer terapia con ellos.) A u n q u e yo n o lo recuerde exactamente así. resultó ser u n karateka experto y les dio en la calle u n a buena lección. iba a sugerirles q u e . lo cierto es que el caso confirma mi fe absoluta e n el p o d e r del lenguaje y d e la Programación Neurolingüística. salieran a la calle a sacudirse entre ellos. lo q u e hice fue dilucidar las s u b m o d a l i d a d e s d e los dos h o m b r e s . p u e s t o q u e lo q u e querían era pelear. j u n t o c o n su estrategia de decisión para elegirnos. PODER DE LA PALABRA Enfrentados a la verdad. (Según él. Fragmentación . aquellos h o m b r e s ya n o podían c o n t i n u a r c o n s u s abusos. Tal c o m o Richard interpreta la anécdota. p o r cierto.78 EL. d e m o d o q u e se fueron a molestar a otro cliente q u e .

barcos y aviones en u n a m i s m a categoría de «medios d e transporte». «transmisión». Fragmentar hacia arriba Formas de transporte Fragmentar lateralmente Coches H Bicicletas Caballos . «ir en bicicleta» o «o navegar a vela».Barcos A A A A proa quilla timón silbido ruedas focos Trenes Aviones ruedas motor frenos pedales manillar horquilla cola patas cascos alas hélices tren de aterrizaje Fragmentar hacia abajo «Fragmentar » implica la capacidad de desplazar la atención entre las generalidades y los detalles .Formas de fragmentación Los procesos de reencuadre alteran a m e n u d o el significado de una experiencia o u n juicio al «re-fragmentarlo». «Fragmentar hacia abajo» significa desplazarse a u n nivel de información m á s específico y concreto. trenes. el «coche» p u e d e ser fraccionado e n «ruedas». «frenos». c o m o p o r ejemplo incluir coches. «conducir u n coche» p u e d e asimilarse a « m o n t a r a caballo». el término «fragmentar» significa reorganizar o fraccionar alguna experiencia en porciones mayores o menores. p o r ejemplo. « m o t o r » . etc. En PNL. más general o abstracto. «Fragmentar hacia arriba» significa desplazarse hacia u n nivel d e información mayor.» . «Fragmentar lateralmente» c o m p o r t a encontrar otros ejemplos en el m i s m o nivel de información. p o r ejemplo.

¿significa eso que la idea expresada por esa palabra también es errónea?) Ante determinada situación. por ejemplo. «reconocimiento». Supongamos que alguien ha sido catalogado como «discapacitado para aprender» (obviamente. Como dirían los indios nativos americanos: «Ver con los ojos del ratón y del águila». Palabras c o m o «siempre». prestar atención a los pequeños frag m e m o s puede conducir a que «los árboles no permitan ver e bosque». «buscar inversores». Transformar estas críticas en una pregunta sobre el «cómo» (como ya hemos visto) sirve frecuentemente para ayudar a «fragmentar hacia abajo» estas generalizaciones excesivas. Por ejemplo.82 El. el modo en que la persona fragmenta su experiencia puede ser útil o problemático. Esta clase de lenguaje resulta de «fragmentar hacia arriba» hasta un punto que no resulta ya adecuado o útil. «Nunca acabas lo que comienzas» o «Siempre sales con ideas demasiado arriesgadas». o en grandes detalles.) Redefinir requiere las capacidades adicionales de «fragmentar hacia abajo» y «fragmentar lateralmente». puede ser fraccionado en proble más pequeños. «identificar clientes potenciales». es importante mantener la flexibilidad para desplazar libremente la atención entre fragmentos pequeños y grandes. o relacionados con ellos. Esta metáfora es aplicable a cualquier clase de situación o experiencia. u n problema que tal vez parezca primera vista insuperable. para poder así identificar conceptos y experiencias similares a los expresados en la afirmación inicial. También hay que considerar la cuestión de la relación entre fragmentos grandes y pequeños. Cuando la persona traía de pensar de forma «realista». puede ser fragmentado en sub-objetivos. Si. para identificar la categoría más amplia de la que el juicio o el comportamiento son la expresión (por ejemplo. Las críticas no constructivas suelen estar expresadas en términos de «fragmentos» o generalizaciones más bien grandes. etc. etc. Las situaciones pueden ser percibidas en términos de grados de detalle variables (microfragmentos de información) y de generalización (macrofragmentos de información). el tema centra' del que trata el libro. c o m o por ejemplo el deletreo de las palabras de un párrafo. por el contrario. es decir. una etiqueta propia de «marco-proble- . que resulten manejables. Fragmentar hacia abajo es un proceso fundamental en PNL. pero con asociaciones e implicaciones distintas. a un juicio o a una creencia. para modificar así el modo en que son percibidos y para «reencuadrarlos». «crear un plan de negocio». así c o m o a si el juicio o la generalización es aplicable a toda la categoría o tan sólo a algunos de sus componentes. «protección». creando una percepción distinta y más rica de la generalización expresada por el juicio o la afirmación. PODER DE LA PALABRA Fragmentación 83 Así pues. Descubrir la intención subyacente en determinado comportamiento o creencia. c o m o «desarrollar el producto». conviene pensar en fragmentos más bien pequeños. «jamás» o «sólo» se conocen en PNL con el término genérico de universales o cuantifica dores universa/es. Uno puede fijar su atención en los pequeños detalles. por ejemplo. Un objetivo sobrecogedor. Para desarrollar competencia con El poder de la palabra. fragmentar está relacionado con el m o d o en que la persona utiliza su atención. como: «Eso no funcionará nunca». como por ejemplo «abrir un nuevo negocio». implica reducir l o s elementos de un juicio o de una afirmación a fragmentos más Pequeños. «nunca». Un viejo refrán dice: «¿Cómo se come una sandía?» La respuesta constituye un ejemplo de fragmentación hacia abajo: «Trozo a trozo». (Si una palabra está mal deletreada. por ejemplo. que implica reducir una situación o experiencia a sus com nentes básicos. El «tamaño del fragmento» se refiere al nivel de detalle o generalización desde el que la persona o el grupo analizan o juzgan determinado problema o experiencia. es considerado en PNL como el resultado de la capacidad para fragmentar hacia arriba. Fragmentar hacia abajo Los procesos de fragmentar hacia arriba y hacia abajo pueden también ser aplicados directamente a una afirmación. «respeto». El patrón de fragmentar hacia abajo de El poder de la palabra. se trata de un bombardeo de ideas.

atender ( o n o ) a la realimentación. las ruedas. los dedos pequeños de tus pies. Un término como «fracaso». tales como fP jarse (o no) un objetivo. o bien atención a los objetivos. al pasado. «Fragmenta hacia abajo» lingüísticamente alguna de esas palabras clave buscando elementos o fragmentos más pequeños. si alguien dice que «Este coche es demasiado caro». ¿consiste el problema en que la persona es incapaz de recibir información?» De forma parecida: ¿Significa ser discapacitada para aprender que esa persona no está capacitada para «representar». la gasolina y el aceite son igual de caros que en cualquier otro coche. establecer (o no) un plan. el tono de tu voz. auditiva. etc. que estén implícitos en la afirmación. tus codos. Busca alguna etiqueta. el juicio o la generalización. por ejemplo. tus sueños. poco atractivos?» Una vez más. al contexto. «representar». tu nariz. podría ser fragmentado en una serie de pasos que constituyen la experiencia de «fracasar». emprender ( o n o ) la acción. Son el motor y los frenos los que cuestan un poco más. el parabrisas. Los substantivos y los objetos pueden ser fragmentados en «Fragmentos» más pequeños Toma una etiqueta como «déficit de atención» y explora con ella diferentes clases de atención (por ejemplo: visual. Podemos coger la palabra «aprender» y fragmentarla en otras que reflejen diversos componentes del proceso al que el término «aprender» se refiere. Por ejemplo. Incluso ante una afirmación c o m o «No soy atractiva» es posible fragmentar el «yo» implícito: «¿Son asimismo tu barbilla. etc. Entonces ya podemos preguntar: «¿Discapacitado para aprender quiere decir discapacitad o para asimilar? Es decir.) . a uno mismo. Practica tú m i s m o este proceso. el juicio o la generalización de que se trate. o que estimulen una perspectiva completamente diferente en relación con la etiqueta. responder con flexibilidad (o rigidez). Discapacidad para «aprender» los componentes que los constituyen. ¿Discapacidad para asimilar representar almacenar retirar? Palabra clave Fragmentar una generalización hacia abajo puede cambiar musirás percepciones y presuposiciones sobre ella Los verbos y las palabras de proceso pueden ser «fragmentados» en la secuencia de subprocesos que las constituyen (como en el ejemplo anterior con «aprender»).. «almacenar» y «retirar» información. en lugar de en las categorías. ayudándonos así a ubicar de nuevo la situación en un «marco-realimentación». Con ello conseguiremos volver a centrar nuestra atención e n las personas y e n los procesos. tu antebrazo. al estado interno. se puede «fragmentar hacia abajo» con el argumento: «Bueno. «almacenar» o «retirar» información? Tales preguntas y consideraciones son susceptibles de estimularnos a repensar nuestras presuposiciones acerca del significado de esa clase de etiquetas.84 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 85 ma»). en realidad. algún juicio o alguna generalización negativa y anota las palabras clave. cinestésica. etc. porque se ha querido garantizar el rendimiento y la seguridad». el proceso sitúa el juicio o la evaluación en un marco completamente distinto. el tubo de escape. el color de tu pelo. Procura encontrar reformulaciones que tengan implicaciones más ricas o más positivas que las que contiene la etiqueta. como «asimilar».

Clasificación superior Palabra clave Otros procesos u objetos en la misma categoría «Fracaso». el «instinto». Podemos decir. forma parte d e u n a categoría más amplia de procesos. identificando alguna clasificación superior en la que dicha palabra encaje. reconsiderar el juicio en relación con esta clase de «reencuadre» nos lleva a c o m p r e n d e r n u e s t r o significado y nuestras presuposiciones desde u n a perspectiva nueva. a los que p o d e m o s referirnos c o m o formas diversas de «adaptación». al m i s m o ftempo q u e n o s a y u d a n a cambiar d e u n marco-problema a u n marco-objetivo o a u n marco-realimentación.86 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 87 Fragmentar hacia arriba El patrón de El poder de la palabra para fragmentar hacia arriba c o m p o r t a generalizar hacia u n a clasificación m a y o r algún elem e n t o de u n a afirmación o d e u n j u i c i o . «Adaptarse» ¿Discapacidad o más positivas que las que c o m p o r t a la expresión actual d e esa etiqueta. podría ser «fragmentado hacia arriba» a la categoría de «consecuencias conductuales». El p a t r ó n d e analogía de El poder de la palabra implica descubrir u n a relación análoga a la definida p o r la generalización o el j u i c i o . así como a desvelar y evaluar n u e s t r a s presuposiciones. . Fragmentar lateralmente (descubrir analogías) Condicionar Aprender Instinto Evolución Fragmentar hacia arriba nos lleva a reconsiderar las implicaciones de una generalización o de un juicio Practica tú m i s m o este proceso. De nuevo. p o r ejemplo. juicio o generalización. j u i cio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior. la «evolución». por ejemplo. creando de este m o d o u n a percepción nueva o enriquecida da la generalización expresada. pero que tenga implicaciones más ricas Fragmentar lateralmente consiste p o r lo general en la b ú s q u e d a de metáforas o analogías. ¿significa eso que también está de algún m o d o «discapacitada para adaptarse»? ¿Es t a m b i é n «incapaz de c o n d i c i o n a r » . que n o s aporte u n a nueva perspectiva sobre las implicaciones de esa generalización o ese juicio. «incapaz para el instinto» o «incapaz d e evolucionar»? P u e d e q u e a l g u n o s de estos términos s u e n e n casi cómicos. C u a n d o se le cuelga a alguien la etiqueta d e «discapacitada para aprend e r » . así c o m o a sacarlo d e su «marco-problema». que la «discapacidad para aprender» es como el «mal funcionamiento d e u n p r o g r a m a informático». «¿Viene el problema de alguna línea concreta de programación? ¿Del m e d i o físico del o r d e n a d o r ? ¿O tal vez el problema está en el programador? » Analogías c o m o ésta n o s estimulan a enriquecer nuestra perspectiva sobre u n a generalización o u n juicio en concreto. «¿Cuál es la causa y c ó m o p u e d e ser corregida?». Coge la misma etiqueta. «Aprender». o bien que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas. Fragmenta lingüísticamente «hacia arriba» alguna de s u s palabras clave. Eso n o s conduciría a u t o m á t i c a m e n t e a formular preguntas como: «¿Dónde está el fallo?». pero a pesar d e ello n o dejan de ser extensiones lógicas posibles d e estas etiquetas. Ser «poco atractivo» lo podría ser a «diferir de la n o r m a » . entre los que se incluyen también el «condicionamiento». «Gasto» pasaría a ser «consideraciones sobre el m o v i m i e n t o d e capital». p o r ejemplo. etc. Y así sucesivamente.

juicio o generalización negativos que utilizaste en el ejercicio anterior.88 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 89 U n a «discapacidad p a r a aprender» es análoga a \j defecto e n u n p r o g r a m a informático n ¿Dónde está el problema y cuál es su causa? «Fragmentar lateralmente» implica descubrir analogías susceptibles de estimular ideas y perspectivas nuevas Según el antropólogo y teórico de la comunicación Gregory Bateson. . Abductivo Los h o m b r e s m u e r e n . Sócrates es u n h o m b r e . El razonamiento deductivo c o m p o r t a formular predicciones acerca d e d e t e r m i n a d o objeto o f e n ó m e n o b a s á n d o n o s en su clasificación. Palabra clave n Otros procesos o . Vuelve a tomar la misma etiqueta. El p e n s a m i e n t o abductivo o metafórico c o n d u c e a u n a mayor creatividad y p u e d e . El r a z o n a m i e n t o inductivo implica la clasificación d e objet o s o fenómenos particulares de a c u e r d o con s u s características c o m u n e s . modalidad del p e n s a m i e n t o distinta d e la «inductiva» y la «deductiva». es análoga a . c o m o en el caso de la lógica del tipo «si-entonces». . las modalidades inductiva y deductiva se centran más en los objetos y las categorías q u e en la estructura y la relación. Esta modalidad d e p e n s a m i e n t o es esencial para «fragm e n t a r hacia arriba». q u e sea u n a metáfora para ellos). o b i e n que estimule u n a perspectiva c o m p l e t a m e n t e diferente respecto a ellas. Podría establecerse otra analogía parecida entre «gasto» y la «energía» requerida para el ejercicio físico o el crecimiento. Éstas implican el establecimiento d e iso- . «fragmentar lateralmente». Y así sucesivamente. Por ejemplo. es decir. en realidad. análogo al definido p o r la etiqueta. Jenomenos r Deductivo Los h o m b r e s m u e r e n . el juicio o la evaluación (es decir. «fragmentar lateralmente» para descubrir analogías constituye u n a de las funciones del pensamiento ábduclivo. percatarse de que todos los pájaros tienen p l u m a s . pero que tenga implicaciones m á s ricas o más positivas que las que comporta la expresión actual de esa etiqueta. juicio o generalización. Los h o m b r e s s o n h i e r b a . Practica tú m i s m o este proceso. «Fragmenta lateralmente» e n busca d e algún otro proceso o fenómeno. llevarnos a descubrir verdades m á s profundas acerca d e la realidad. La h i e r b a m u e r e . Ejercicio: Busca isomorfismos Comparación entre procesos de pensamiento deductivo y abductivo La capacidad para «fragmentar lateralmente» y crear analogías constituye una habilidad fundamental para la construcción de metáforas terapéuticas. La d e d u c c i ó n implica «fragmentar hacia abajo». Sócrates m o r i r á . Bateson argumenta q u e razonar exclusivamente a través d e estas d o s m o d a l i d a d e s d e p e n s a m i e n t o p u e d e causar rigidez en el m o d o d e pensar. u n a analogía a «fracaso» podría ser la incapacidad de Cristóbal Colón para establecer u n a ruta comercial a Oriente. Gregory Bateson esclareció la diferencia entre la lógica deductiva y el p e n s a m i e n t o abductivo c o n t r a s t a n d o los siguientes razonamientos: Según Bateson. que lo condujo a las costas de América del Norte. La cría de cisne (o «palito feo») constituye u n ejemplo clásico de analogía p a r a u n a p e r s o n a « p o c o atractiva». p o r ejemplo. El r a z o n a m i e n t o abductivo implica buscar las similitudes entre objetos y fenómenos.

personajes. por ejemplo. Las comas. estaciones. por ejemplo: «La atención de A sobre el pasado le impide avanzar e n su vida». relaciones y procesos contextualmente significativos en la situación o el problema de A B los expresa verbalmente a A para comprobar su exactitud. En PNL. Me dijo que podía conducir con seguridad mirando s ó l o al retrovisor siempre que la carretera delante de mí fuera exactamente la misma que la que dejaba atrás». 2. B y C pueden utilizar las siguientes fuentes de inspiración Fantasía Temas universales Experiencias de la vida en general Experiencias de la vida personal Naturaleza (animales. Cambiar de papeles hasta que todos hayan estado en el de A. B y C trabajan juntos para presentar una metáfora a A. etc. A. los signos de exclamación o interrogación nos permiten comprender el significado implícito. morfismos o paralelismos entre l o s personajes y los sucesos del relato y la situación personal de quien lo escucha. Pero observa lo que sucede cuando se puntúan c o m o sigue: . A habla a B y C de un problema o de una situación p sentes. con el objetivo de ayudarlo a encontrar nuevas perspectivas y activar recursos. 3. 4. pe duda debido a los problemas experimentados e n relaci nes anteriores. puntuamos las palabras de varias formas diferentes: como preguntas. Esta clase de puntuación cognitiva funciona de forma análoga al modo en que I puntuación lingüistica opera en el lenguaje hablado y escrito.90 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación Por ejemplo: «Mi abuelo me enseñó a conducir. como afirmaciones o c o m o exclamaciones. a Tomemos como ejemplo las siguientes palabras: lo que es es lo que no es no es no es así así es A primera vista no parecen más que un parloteo carente de mido. el término «puntuación» se utiliza para referirse al m o d o en que el individuo fragmente una experiencia en unidades de percepción significativas. El ejercicio siguiente te ayudará a desarrollar y aplicar tus habilidades de pensamiento lateral: En grupos de tres personas. plantas. 5. En la organización de nuestra experiencia ocurre algo parecido. El diccionario define puntuar como «poner en la escritura los signos ortográficos necesarios para distinguir el valor prosódico de las palabras y el sentido de las oraciones y de cada uno de sus miembros». A desearía tener una nueva relación. B y C están atentos a los elementos significativos de la situación o el problema de A. Distintas «puntuaciones» de nuestra percepción del mundo nos permiten crear diferentes significados de una misma experiencia. hacia abajo y lateralmente) proporcionan un poderoso conjunto de herramientas lingüísticas con las que enriquecer. geo grafía. geología. reencuadrar y «re-puntuar» nuestros mapas del mundo. En el lenguaje hablado. B y C: 1. B y C hablan entre sí para ponerse de acuerdo sobre los elementos.) Cuentos populares Ciencia ficción Deportes Puntuación y repuntuación Las diversas formas de fragmentar (hacia arriba. para los que le gustaría obtener algún consejo Por ejemplo.

I N T E R C A M B I O S V I R T U A L E S . las c o m a s y los p u n t o s mentales y emocionales. Procesos cognitivos c o m o la fragmentación. Ya h e m o s atravesado m o m e n t o s difíciles e n otras ocasiones ( c o m a ) . p u e s confieren distintos significados a ese c o n t e n i d o . El poder de la palabra trata. creencias y expectativas: Crítico: Los beneficios h a n caído el trimestre pasado. Las personas n o suelen discutir. no es. A partir d e a q u í las cosas mejorarán. situada a u n nivel distinto al d e las propias palabras. Estas palabras podrían ser puntuadas también de m o d o distinto. considerar u n acontecimiento e n términos de s u s implicaciones «a largo plazo». Así. deprimirse. O R G . Así es. en gran medida. Es. Nuestra p u n t u a c i ó n mental influye sobre qué percepciones a g r u p a m o s . así es. La p u n t u a c i ó n . q u é tipo de relaciones v a m o s a percibir. lo p e o r ya ha pasado. u n realista y u n crítico. No es. lo que no es.02 EL PODER DE LA PALABRA Fragmentación 93 Lo que es. no es. W W W. la percepción del tiempo y los canales representacionales. le conferirá u n significado c o m p l e t a m e n t e distinto a considerarlo en relación con el «pasado inmediato». Ver u n detalle en relación con la «gran imagen» es m u y diferente a verlo en relación con otros delalles. ¿No es así? ¡Así es! Parece q u e de repente cobran cierto sentido. d e t e r m i n a n d ó n d e colocar los interrogantes. u n a información c o m o : «Los beneficios h a n caído el trimestre pasado». sobre la base de sus respectivos valores. los signos de admiración. ¿qué p o d r í a m o s hacer para esforzarnos más (interrogante)? Soñador: Los beneficios han caído el trimestre pasado. etc. N o es más que un tropezón en el c a m i n o ( p u n t o y coma). es lo que no es. Compara la puntuación anterior con los siguientes ejemplos: Lo que es. o matarse unas a otras p o r el c o n t e n i d o d e su experiencia ni p o r s u s respectivos mapas del m u n d o . es. p o r ejemplo. Es relativamente neutral e incluso está vacío de cualquier significado real. He aquí c ó m o puntuarían esos m i s m o s datos u n soñador. del m o d o en que el lenguaje nos lleva a p u n t u a r y r e p u n t u a r n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . es. ¡Eso es terrible! ¡Estamos a r r u i n a d o s (signo d e exclamación)! Realista: Los beneficios h a n caído el trimestre p a s a d o . d ó n d e c e n t r a m o s la atención. las organiza y las «enmarca» de m o d o q u e nuestra percepción de ellas cambia. no es. Por ejemplo. Lo que no es. El contenido d e nuestra experiencia es c o m o la primera de estas series de palabras. No es así. así c o m o del m o d o en que estas p u n t u a c i o n e s le dan sentido a nuestra experiencia. sino más bien p o r el lugar d o n d e colocan los signos de exclamación y los interrogantes. Lo que. Tomemos.

4 Valores y criterios .

En otras culturas. p o r ejemplo. Desde la perspectiva d e la PNL. Los modelos y procesos d e PNL. pero también c o m o u n «riesgo» o u n a «carga» p o r otros. S1 Todos los animales tienen la capacidad d e crear códigos y . Diferentes m a p a s del m u n d o producirán significados i n t e r n o s distintos p a r a u n mismo territorio d e experiencia. c o m o los q u e El poder de la palabra representa. p u e d e ser visto c o m o u n «éxito» para algunos. del inglés hablado entre los siglos xn y xiv menen (inglés antiguo maman). El equivalente inglés para «significado» es meaning.La estructura del significado El significado está relacionado con la intención o el sentido de u n mensaje o u n a experiencia. en cambio. q u e significa «tener en m e n t e » . c ó m o c o n s t r u i m o s a partir d e ellos u n «sentido». es decir. eructar significa «gracias por la excelente comida». equivalente a su vez del alemán antiguo meinen. c ó m o interpretamos esos datos y les d a m o s u n significado i n t e r n o en n u e s t r o s m a p a s mentales del m u n d o . se refiere a las representaciones o experiencias internas asociadas c o n estímulos y acontecimientos externos. Así p u e s . Tener mucho dinero. significamos o representamos los datos empíricos. «significado». p o r ejemplo. eso gnificaría q u e la persona se siente indispuesta. meaning. el significado es u n a función de la relación entre «mapa y territorio». fueron desarrollados con el objetivo d e explorar y descubrir «cómo» simbolizamos. Un m i s m o incidente o u n a misma experiencia en el m u n d o externo cobrarán significados distintos en i n d i v i d u o s diferentes o en culturas distintas. d e p e n diendo d e c ó m o sean s u s respectivos m a p a s internos. n o tiene m o d a les o es grosera. En u n a cultura árabe.

constituye otra fuente de influencia sobre el significado. es muy diferente decir «¿No?» que decir «No» o que decir «¡No!» Uno de los principios fundamentales de la PNL consiste en que para el receptor. los mensajes transmitidos. Un mapa limitado de la experiencia producirá. Colocaron en un cesto los pocos alimentos que les quedaban y los catapultaron sobre sus asaltantes. para crear así la posibilidad de descubrir distintos significados potenciales en relación con determinada situación o experiencia. decidieron mostrar determinación. Cuando éstos. la intensidad. Los marcos mentales que colocamos en torno a nuestra percepción de una situación. vieron caer sobre ellos aquellos alimentos. Las representaciones sensoriales constituyen la «estructura profunda» de nuestro lenguaje. que también comenzaban a andar escasos de suministros. la cantidad de movimiento. centrará nuestra atención en determinados aspectos de esa situación y nos llevará a atribuir significados a los. El significado es la consecuencia natural de nuestra interpretación de la experiencia. Las mismas palabras pronunciadas con entonación y énfasis distintos tendrán significados muy diferentes. Qué significado extraemos y cómo lo extraemos está en función de la riqueza y la flexibilidad de nuestras representaciones internas del mundo. de un suceso o de un mensaje sirven a m o d o de contexto generado en nuestro interior para nuestra experiencia. con toda probabilidad. que nos indican c ó m o interpretarlos para darles el significado adecuado. el modo en que cada cual extraerá sentido de una comunicación está en gran medida determinado por los paramensajes y metttmenstíjes que acompañen a esa comunicación.98 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 99 mapas del mundo. Las presuposiciones acerca de la intención tras determinado comportamiento o determinada comunicación crean. Por ejemplo. Una palabra hablada suscitará distinta clase de significado que un símbolo visual. Con él ánimo de no rendirse. Así pues. cierta clase de marco que influirá sobre el modo en que serán interpretadas. etc. Ésta es la razón que hace que los procesos de PNL de enmarcar y reencuadrar sean herramientas con tanto poder para la transformación del significado de una situación o experiencia. acontecimientos. Cambiar el color. de las representaciones internas alterará también el significado y el impacto de determinada experiencia. la comida comenzaba a escasear entre los sitiados. el significado de toda comunicación consiste en la respuesta que suscita en él. Una misma comunicación o conducta tendrá diferentes significados en contextos distintos. distintos a si percibimos la misma situación desde un «marco-objetivo» o desde un «marco-realimentación- en-vez-de-fracaso». interpretaron que los del castillo tenían tanta comida que podían permitirse «uzar parte de ella a sus atacantes para desafiarles. alterar estas representaciones internas puede alterar también el significado que esa experiencia vaya a tener para nosotros. muy realista. por ejemplo. Responderemos de forma diferente si vemos a alguien apuñalado o acribillado a balazos en la ficción de un escenario. Para sorpres u . El teórico del medio Marshall McLuhan asegura que el medio por el que el mensaje es transmitido tiene más importancia sobre c ó m o s e recibe y se interpreta éste que el propio mensaje por sí mismo. En significado está asimismo muy influido por el contexto. así como de dar significado a su experiencia a partir de esos mapas. (las cualidades de «submodalidad»). que un contacto físico o que un olor. que si lo vemos tendido en medio del callejón que hay detrás de ese mismo teatro. un significado igualmente limitado. A medida que el asedio se prolongaba. Así pues. Percibir una situación desde un «marco-problema». Los metamensajes no verbales son como guías y marcadores de. Habida cuenta de que el significado es una función de nuestras representaciones internas de la experiencia. El medio o canal a través del que se recibe o se percibe un mensaje o una experiencia. Sentir el «éxito» es una experiencia distinta a visualizarlo o a hablar de él. Veamos un ejemplo. el tono. asimismo. sea cual fuere la intención del comunicador. La PNL subraya la importancia de explorar diferentes perspectivas y niveles de experiencia. tanto la percepción del contexto c o m o los indicios contextúales constituyen un aspecto importante de la capacidad de extraer sentido de un mensaje o un acontecimiento. de un castillo medieval que estaba bajo el asedio de un ejército extranjero.

etc. el uso del t é r m i n o se amplió en el siglo xix hasta incluir u n a interpretación más filosófica. Está relacionado c o n la pregunta «¿Por qué?» Los mensajes. la «flexibilidad». «¿qué te mueve a la acción. sentido y deseo. con u n salario garantizado y u n a s funciones bien definidas. Por ejemplo. Q u i e n valore la estabilidad se contentará c o n u n empleo de 9 a 5. el significado es p r o d u c t o de n u e s t r o s valores y n u e s t r a s creencias. De forma parecida. F u n d a m e n t a l m e n t e . e n n a s sa d e los sitiados. los valores son «principios. Esta persona buscará objetivos distintos a los de otra cuyo valor sea. i n c o n g r u e n t e s o violentados. C u a n d o nuestros valores se ven satisfechos o correspondidos. solemos sentirnos insatisfechos. Ello d e t e r m i n a qué clase de estrategias e n t a l e s seleccionará para a b o r d a r esa situación. sentimos satisfacción. Los patrones de El poder de la palabra o p e r a n c a m b i a n d o el significado de los acontecim i e n t o s y las experiencias. sobre todo en términos del sentido e c o n ó m i c o de interc a m b i o comercial. la expresión tangible de nuestros valores. En su origen. probablemente lo hará p o r q u e trata de satisfacer el valor d e «éxito financiero». a b a n d o n a r o n precipitadam e n t e el asedio. la m u e v a el valor de «trabajar con otras personas». Habida cuenta d e lo asociados que están a los conceptos de valía. crecimiento.100 EL PODIÍR DE LA PALABRA valores y criterios A m o d o d e exploración d e tus p r o p i o s valores. Estos filósofos acuñaron el t é r m i n o axíologia (del griego axios o «valioso») para referirse al estudio de los valores. en efecto.) Las creencias relacionadas con causa-y-efecto. lo m á s probable es q u e la persona cuyo objetivo consista en «crear u n e q u i p o eficaz». la persona que se sienta motivada p o r la «estabilidad» c o m o valor. Los objetivos que nos fijamos son. Bajo la influencia de filósofos c o m o Friederich Nietzsche. las tropas asaltantes. d e t e r m i n a n en gran m e d i d a el significado q u e o t o r g a m o s a esos a c o n t e c i m i e n t o s . p o r m e d i o de la actualización o del c a m b i o de los valores y las creencias asociados a esos acontecimientos. descorazonadas p o r su propia interpretación del mensaje. se marcará objetivos relacionados con la satisfacción de este valor en su vida personal o profesional. supervivencia. en cambio. Valores y motivación Según el diccionario Webster's. Q u i e n valore la flexibilidad. Quien se fije el objetivo de «aumentar los beneficios». cualidades o entidades que resultan intrínsecamente valiosos o deseables». qué te saca d e la cama por la mañana?» Entre las respuestas posibles podrían contarse: Éxito Elogio Reconocimiento Responsabilidad Placer Amor y aceptación Logro Creatividad Valores c o m o éstos influyen e n y dirigen fuertemente los o b jetivos que n o s fijamos y las opciones q u e elegimos. j u n t o c o n la c o n e x i ó n entre los acontecimientos percibidos y n u e s t r o s valores. ¿qué es lo que te motiva?». m . Los valores d e la persona t a m b i é n moldearán el m o d o en el que «puntuará» o atribuirá significado a su propia percepción de h u a c i ó n concreta. el t é r m i n o «valor» se refería a «la valía de algo». «¿qué es lo más importante para ti?». a r m o n í a o sintonía. así c o m o . tratará d e encontrar un e m p l e o que implique variedad de funciones y de h o rario. C u a n d o sucede lo contrario. considera por un m o m e n t o c ó m o responderías a las siguientes preguntas: «En líneas generales. a c o n t e c i m i e n t o s y experiencias que e n c o n t r a m o s m á s «significativos» s o n aquellos que están más c o n e c t a d o s con n u e s t r o s valores fundamentales (seguridad. p o r ejemplo. los valores constituyen en la vida del ser h u m a n o u n a fuente primaria de motivación. Alterar las creencias y los valores p u e d e c a m b i a r de i n m e d i a t o el significad o de n u e s t r a s experiencias vitales.

Valores y criterios básicos son a menudo expresados con palabras tales c o m o «éxito». Los criterios. conductuales e intelectuales. e Criterios y juicios En PNL. vulnerados. en contraste con los «datos» y las acciones observables. «amor». Así pues. los valores son a menudo equiparados con lo que se conoce como «criterios». esos objetivos se vuelven m u c h o más incitadores. Todos los patrones de El poder de la palabra giran en torno a una utilización del lenguaje destinada a vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del mundo c o n nuestros valores fundamentales.102 El. «seguridad». conducirá a determinados juicios y conclusiones. aunque ambos conceptos no sean del todo sinónimos. enseñanza. etc. sin embargo. que representan la «objetividad». a menudo. «casa». Esta clase de palabras. Quien valore en cambio la «diversión». mientras que otras aspiran a «crecimiento» y «autodesarrollo». que significa «juez o arbitro». El término proviene de la palabra griega krites. evaluará esa misma situación o actividad por las oportunidades de recreo o juego que pueda proporcionar. Podemos tener criterios medioambientales. esa misma organización o esa misma familia. «integridad». Por ejemplo. suele ser notablemente «resbaladiza». actuando a m o d o de poderoso filtro de percepción. Ello se debe a que. una organización o una familia. «armonía» o «respeto»). Aplicar en cambio el criterio de «capacidad de adaptación» llevará a otra clase de juicios y conclusiones sobre ese mismo producto. sus respectivas evidencias requeridas para determinar si esos criterios están siendo satisfechos o. a pesar de que las personas compartan valores parecidos (como «éxito». Nuestros criterios definen y moldean la clase de estados deseados que buscaremos. Los valores están relacionados con lo que queremos o deseamos. debate. supresión y distorsión. también suele ocurrir que las personas actúen desde valores distintos. aplicar el criterio de «estabilidad» a un producto. Ello hace que sean mucho más susceptibles de sufrir los procesos de generalización. conocidas en PNL c o m o nominalizaciones. Como etiquetas. en cambio. las fusiones entre organizaciones y las transiciones n la vida de las personas plantean. por el contrario. «correr». El contacto entre culturas. consiste en que el lenguaje utilizado para expresarlos sea a menudo muy general y muy poco «basado-en-los-sentidos». «sentarse». Los valores y los criterios fundamentales constituyen ejemplos clásicos de experiencia «subjetiva». actuar de forma m u y diferente e n situaciones parecidas. por ejemplo. Por supuesto. Uno de los retos en la definición. Esta realidad suele ser causa tanto de conflicto c o m o de diversidad creativa. cuestiones relacionadas con las diferencias entre criterios y valores. sados en emociones. los valores constituyen la base de la motivación y de la persuasión. o incluso conversación sobre valores y criterios. Desde esta perspectiva. los valores son parecidos a lo que en PNL denominamos criterios fundamentales. lo están con los estándares y las pruebas que aplicaremos para tomar decisiones y formular juicios. al mismo tiempo que criterios ba- . Puede que una persona o un grupo busquen «estabilidad» y «seguridad». Reconocer que las personas tienen diferentes valores y criterios es fundamental para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad. y determinan las pruebas que utilizaremos para evaluar nuestro éxito y nuestro progreso en relación con estos estados deseados. Cuando conseguimos conectar nuestros planes y objetivos futuros con nuestros valores y criterios fundamentales. etc. y ello debido a la enorme diferencia entre sus respectivas definiciones subjetivas de esos mismos valores. estará constantemente evaluando la situación o la actividad para detectar cualquier «peligro» potencial. las acciones que realizará en ella. tienden a estar mucho más alejadas de cualquier experiencia sensorial específica que otras como «silla». PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 103 última instancia. Los criterios pueden ser aplicados a cualquier clase de niveles de experiencia. Dos personas pueden afirmar que poseen los mismos valores y. pueden diferir substancialmente. No es raro ver a dos personas proclamando los mismos valores y actuando de forma diferente e n situaciones similares. Quien valore la «seguridad».

Anota dos criterios a p a r e n t e m e n t e opuestos en los espacios titulados Criterio 1 y Criterio 2. consiste en «fragmentar hacia abajo» los valores y las afirmaciones para convertirlos en expresiones m á s específicas o. e n equivalencias de criterio. «Seguridad». l o q u e es lo m i s m o . «trabajar j u n t o con personas diversas» y «formar parte de un grupo» s o n conceptos parecidos. estos sencillos reencuadres verbales consiguen superar el abismo entre dos criterios que parecían incompatibles. Por ejemplo. 2. sin embargo. tal vez el valor fundamental sea la «seguridad». p o r ejemplo. Trata de encon- Reencuadre l Reencuadre 2 Escribe ahora t u s p r o p i o s ejemplos de Criterio 1 y Criterio 2 en los espacios habilitados y busca reencuadres simples q u e ayuden a establecer el vínculo entre a m b o s . el t é r m i n o «globalización» p u e d e ser fácilmente r e e n c u a d r a d o c o m o «trabajar j u n t o con personas diversas». pero q u e p r o p o r c i o n e n u n a perspectiva distinta. susceptibles d e surgir del lenguaje utilizado para expresar valores. U n a empresa.104 El. Prueba a hacerlo tú m i s m o utilizando los espacios habilitados más abajo. . En m u c h o s aspectos. F r a g m e n t a n d o hacia abajo para definir «equivalencias de criterio». en «la confianza de formar parte de un g r u p o » . De este m o d o . Para algunas d e las personas de esa empresa. O t r a posibilidad p a r a evitar o resolver las limitaciones y los conflictos p o t e n c i a l e s . 3. U n m o d o de tratar con los conflictos percibidos entre valores consiste en utilizar el p a t r ó n d e redefinición de El poder de la palabra para crear u n vínculo o «cadena» que u n a estos criterios divergentes. F r a g m e n t a n d o hacia arriba para identificar y utilizar «jerarquías» d e valores y criterios. Por ejemplo: Profesionalidad > integridad personal Criterio 1 Reencuadre 1 Autoexpresión Reencuadre 2 < Libertad Criterio 2 Procura ahora e n c o n t r a r reencuadres que a y u d e n a encadenar los dos criterios siguientes: Atención al cliente Criterio 1 ~*— A u m e n t o d e beneficios Criterio 2 Redefinir valores y criterios para encadenarlos Se presentan a m e n u d o situaciones en las que parece que haya diferencias entre los valores o criterios fundamentales d e personas o grupos. trar recncuadres q u e «encadenen» los d o s criterios iniciales d e forma que éstos p u e d a n ya ser compatibles. p u e d e tener la «globalización» c o m o valor fundamental. Criterio 1-»> Reencuadre 1 Reencuadre 2 Criterio 2 Criterio 1 Reencuadre l Reencuadre 2 Criterio 2 Encadenar criterios es u n a m o d a l i d a d d e «fragmentación lateral» orientada a la u n i ó n d e valores a p a r e n t e m e n t e contradictorios. Si n o son atendidas d e la forma adecuada. Reencuádralos luego utilizando palabras o frases compatibles c o n esos criterios. esta clase d e diferencias a p a r e n t e m e n t e fundamentales p u e d e n generar conflictos y disensiones. « E n c a d e n a n d o » criterios y valores por m e d i o d e su redefinición. PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 105 Los principios y patrones de El poder de la palabra p u e d e n ser utilizados d e varios m o d o s para ayudar a resolver cuestiones y problemas relacionados con los valores y los criterios: 1.

Definir equivalencias d e criterio implica preguntar: « ¿ C ó m o p o d e m o s saber si d e t e r m i n a d a c o n d u c t a o consecuencia cumple c o n d e t e r m i n a d o criterio o valor?» E n el ámbito personal. «Equivalencia d e criterio» es el t é r m i n o que utiliza la PNL para describir las evidencias específicas y observables q u e las personas utilizan para decidir si d e t e r m i n a d o criterio ha sido o n o satisfecho. ¿Qué fue lo que te estimuló a desear adquirir ese producto? ¿El color. más movimiento? ¿Qué pasa c u a n d o alejas o acercas la imagen? ¿Qué sucede si subes o bajas el volum e n de los sonidos y las palabras? ¿Qué experimentas c u a n d o aceleras o retardas el movimiento? Identifica qué cualidades te hacen sentir mejor esa experiencia. Ajusta las cualidades sensoriales d e tu experiencia interna de m o d o que se haga más motivadora y atractiva. Las personas suelen diferir en c u a n t o a s u s canales sensoriales. u n p r o d u c t o o u n a situación determinará en gran m e d i d a si éstos serán juzgados c o m o interesantes. Las «equivalencias de criterio» están relacionadas con las experiencias y las n o r m a s que las personas utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de d e t e r m i n a d o s criterios. Los valores y los criterios suelen ser de carácter m u y general. más palabras. El tipo d e evidencia sensorial. Para explorar algunas de tus equivalencias d e criterio. d e forma específica. la música. 2. ¿Sucede eso c u a n d o añades m á s color. su nivel d e detalle y las perspectivas que utilizan para evaluar su éxito en la satisfacción de s u s criterios. de otra persona o d e u n a m e d i c i ó n objetiva)? Las percepciones sensoriales q u e conforman nuestras equivalencias de criterio influyen en gran medida en el m o d o en que pensamos y sentimos acerca d e algo. las palabras. Considera el m o d o en q u e tus percepciones sensoriales influyen sobre tu grado d e motivación. Recuerda. p r u e b a lo siguiente: 1. La persuasión eficaz. el tono d e la voz. ¿Cómo p o d r á s saber. que u n a persona utiliza para evaluar u n a idea. creatividad. singularidad.) 2. Las equivalencias de criterio son las d e m o s t r a c i o n e s u observaciones sensoriales o conductuales específicas utilizadas para saber si u n criterio está o n o siendo satisfecho. igualando para ello su equivalencia de criterio. Los «criterios» están relacionados con objetivos y valores. q u e sentirás? ¿Sabes si se basa exclusivamente en tu propia evaluación. Las equivalencias de criterio s o n el resultado de los procedimientos de prueba. Establecer criterios y equivalencias d e criterio constituye asimismo u n aspecto i m p o r t a n t e para la construcción de equipos. implica la capacidad para identificar y satisfacer los criterios fundamentales d e la otra persona. la luz. más brillo. U n procedimiento de prueba une el porqué (los criterios y los valores) con el cómo (las observaciones y las estrategias utilizadas para tratar de satisfacer los criterios). el movimiento? Estas características particulares se c o n o c e n en P N L con el n o m bre de «submodalidades». Piensa en algún valor o criterio que sea i m p o r t a n t e para ti satisfacer (calidad. que oirás. Pueden presentar formas y aspectos m u y diversos. p o r ejemplo. Explóralo tú m i s m o c o n el ejercicio siguiente: 1. etc. salud. m a n tenemos o nos representamos la «estructura más profunda» de n u e s t r o s valores de forma n o lingüística bajo el aspecto d e imá- . abstracto y ambiguo. algún anuncio en la televisión q u e te haya hecho apetecer la posesión del p r o d u c t o a n u n c i a d o .106 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 107 Fragmentar hacia ahajo para «equivalencias de criterio» definir genes. que has conseguido satisfacer ese valor o criterio? ¿Es algo q u e verás. y j u e g a n a m e n u d o u n papel significativo en las estrategias d e motivación d e las personas. y q u e ya los estás disfrutando. m á s sonido. p o r ejemplo. exitosos. etc. deseables. Imagina que ya has alcanzado u n objetivo o u n resultado q u e se c o r r e s p o n d e con los criterios que acabas d e definir. o necesitarás p o r el contrario verificación externa ( p o r ejemplo. para la creación y el m a n t e n i m i e n t o d e u n a cultura organizacional y para la planificación estratégica. sonidos. o d e equivalencia d e criterio. palabras y sensaciones internas.

tendré que hacerlo d e tal m o d o que encaje con tu propia estrategia de realidad. Incluso muchos n o están del todo seguros de si alguna experiencia fuerte de su infancia fue real o imaginada. Lo cierto es q u e . ¿ C ó m o d e t e r m i n a s q u e n o hiciste lo u n o e hiciste lo otro? Puede q u e la diferencia sea sutil. n o fue más que un s u e ñ o o u n a fantasía. En m u c h o s aspectos. si quiero ayudarte de algún modo a cambiar tu c o m p o r t a m i e n t o . Se trata esencialmente d e la estrategia por la que distinguimos la «fantasía» de la «realidad». Dispones de una «estrategia de realidad» que te permite distinguir entre las dos experiencias. E s propio d e la infancia pretender que ha sucedido algo q u e . para representar ambas experiencias. No existen partes específicas del cerebro que hayan sido diseñadas para la «fantasía» o para la «realidad». la PNL consiste en el estudio del m o d o en que creamos nuestros propios m a p a s d e la realidad. en efecto. pero que en realidad n o hiciste. Tengo que conseguir que sea consistente con las cualidades requeridas para tus imágenes. necesitamos disponer d e alguna estrategia que nos confirme que la información recibida p o r los sentidos supera determinadas verificaciones que la imaginada n o puede superar. pero las cualidades de tus imágenes internas. de cómo se desestabiliza y q u é es lo q u e hace q u e un mapa sea o n o eficaz. La PNL p r e s u p o n e la existencia de tres realidades distintas. Piensa en algo que pudieras haber h e c h o ayer. las mismas células del cerebro. Otra experiencia corriente del m i s m o fenómeno sucede c u a n d o estamos absolutamente seguros de haberle dicho algo a alguien. Contrasta tu experiencia imaginada c o n tu experiencia real y c o m p r u e b a tus representaciones internas. Por ejemplo. Luego piensa en algo q u e sí hiciste. expresadas en n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . h a n sido objeto d e la atención de la Programación Neurolingüística desde sus inicios. a u n q u e d e s p u é s d e t o d o n o fuiste. Las estrategias de realidad involucran la secuencia de p r u e b a s mentales y los criterios i n t e r n o s q u e la p e r s o n a aplica p a r a evaluar si u n a experiencia o u n acontecimiento particulares son o n o «reales» o « h a n sucedid o en realidad». constituyen el m o d o en q u e «sabemos» q u e algo es lo M e es. tus submodalidades. Identificando tu propia estrategia de realidad podrás determinar con precisión cómo necesitas representarte u n cambio d e c o m p o r t a m i e n t o para que te convenzas d e q u e se trata d e algo q u e p u e d e s conseguir. nunca podemos estar seguros de dónde está la realidad. Tanto el sistema o las estrategias de la realidad q u e creamos. en realidad. Si deseo convencerte de algo. ir d e c o m p r a s . d e qué es lo que mantiene esa realidad o ese m a p a de forma estable. Considera el siguiente ejemplo de averiguación d e la estrategia de realidad de una persona a partir de su n o m b r e : u . Prueba u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o . Ahí reside la diferencia. deberé a s e g u r a r m e d e que el resultado encaje contigo c o m o persona. Así pues. Las estrategias de realidad son el adhesivo q u e m a n t i e n e u n i d o s nuestros m a p a s del mundo. En cambio. codificada con mayor precisión si la experiencia es real q u e si es imaginada. pero esa persona lo niega en red o n d o y más tarde nos d a m o s cuenta de que. porque nuestro cerebro nunca conoce realmente la diferencia entre la experiencia vivida y la imaginada. c o m o p o r ejemplo ir a trabajar o verte con u n amigo. Desde la perspectiva de la PNL. de algún m o d o . sensaciones y sonidos internos. o hacer que u n a cosa parezca real para ti.108 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 109 Estrategias de realidad Las equivalencias d e criterio están estrechamente relacionadas c o n la estrategia de realidad de la persona. como el m o d o en que ese sistema interactúa para formar nuestros mapas de la realidad. los s o n i d o s y las sensaciones cinestésicas de a m b a s experiencias diferirán p r o b a b l e m e n t e de algún m o d o . ¿Están situadas en el m i s m o lugar dej tu campo de visión? ¿Es u n a más clara q u e la otra? ¿Es u n a de ellas u n a película y la otra u n a i m a g e n fija? ¿ Q u é h a y d e las cualidades o sensaciones asociadas con cada u n a de ellas? La calidad d e la información percibida por los sentidos está. Muchas personas tratan de cambiar o «reprogramarse» visualizándose a sí mismas en posesión del éxito. A quienes usen esta estrategia de forma natural les funcionará de maravilla. Debido a ello. lo planteam o s en nuestra m e n t e pero n u n c a lo llegamos a expresar. esa misma estrategia n o funcionará. utilizamos. Contrasta a m b a s experiencias en tu mente. para quienes utilicen una voz interior que les diga «¡Tú puedes!». es decir.

estando ahí sentada. Asegúrate de q u e lo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste sea algo que esté por completo d e n t r o de tu ámbito d e c o m p o r t a m i e n t o . Ejercicio de estrategia Parte I: de realidad a) Elige algo trivial que hayas h e c h o ayer. . q u e así es c o m o te h a n llamado «toda tu vida»? ¿Acaso oyes voces? L: Sí. hiciste «realmente» u n a de las dos cosas. Primero averiguó que tenía u n diálogo interior constante consigo m i s m o . e incluso asustado. Al preguntarle si podía silenciar aquella voz. un psicoanalista que estudiaba PNL se mostró m u y interesado por descubrir su estrategia d e realidad. Al preguntarle si había algo más que pudiera hacer para desprenderse sin problemas de sus voces internas respondió: «Necesito algo a lo que agarrarme». te cepillaste los dientes. resultaría interesante ver c ó m o se las arreglaba para seguir sabiendo su n o m b r e . «una chimenea». Pero también está abriendo la puerta a nuevos descubrimientos y enseñanzas. C o m o ejemplo. j u n t o c o n algo que podrías haber h e c h o pero n o hiciste. No pienses en p o n e r manteca d e cacahuete a tu helado c u a n d o n o te gusta el helado con m a n t e c a de cacahuete. pero n o te tomaste u n a taza de té (a pesar d e que te la podrías haber t o m a d o perfectamente). Por ejemplo.] 10 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 111 Pregunta: ¿ C ó m o te llamas? Lucy: Lucy. Luego se percató de que etiquetaba verbalmente para sí m i s m o todas sus experiencias. Mejor elige c o m o ejemplo algo q u e ya hayas h e c h o antes. Por ejemplo. ¿ c ó m o sabrías q u e ése es tu n o m b r e ? L: Veo u n cartel ante mis ojos con la palabra «Lucy» escrita en él. a e Explora tu estrategia de realidad contrastando un recuerdo de algo sucedió ayer con algo que podría haber sucedido pero no sucedió. «Lucy» tiene u n s e n t i m i e n t o asociado c o n su n o m b r e . P: ¿Y c ó m o sabes que te llamas asi? L: Bueno. p o r q u e n u n c a lo hubieras h e c h o . Se le instruyó a tener agarrada u n a cuchara y m a n t e n e r d e este m o d o el contacto con la realidad de forma cinestésica. La única diferencia es que ayer. Si este m i s m o ejercicio se lleva lo suficientemente lejos. precisamente. al entrar en u n a habitación comenzaba a decirse: «un cuadro». tal como él la conocía. P: Si n o tuvieras ésa voz q u e te dice que te llamas Lucy. C u a n d o alguien comienza a llegar realmente a la raíz d e su estrategia de realidad p u e d e sentirse algo desorientado. así m e h a n llamado toda mi vida. o si estuviera tan borroso que n o pudieses leer el n o m b r e . la persona p u e d e llegar incluso a d u d a r d e algo tan básico c o m o su propio n o m b r e . etc. c o m o cepillarte los dientes o tomarte u n a taza de té. ¿ c ó m o sabrías q u e el que lleva escrito «Lucy» es el tuyo? L: Es u n sentimiento. Si p u d i e r a hacer algo para librarse de ese sentimiento. P: Y si vieras m u c h o s carteles c o n n o m b r e s distintos. ¿cómo p o d r í a s saber que te llamas Lucy? L: No podría saberlo. « u n sofá». P: Si n o pudieras ver ese cartel. Este ejemplo ilustra algunas características c o m u n e s c o m o «estrategia d e realidad». La persona «sabe» que Lucy es realm e n t e su n o m b r e p o r q u e dispone de múltiples sistemas de representación «cruzados». P: ¿Y c ó m o sabes. En última instancia. p u d o expandir su estrategia de realidad y abrirse literalmente a una nueva forma «no verbal» de experimentar la realidad. oigo u n a voz que m e dice: «Me llamo Lucy». Al hacerlo. se mostró reticente a hacerlo porque temía que iba a perder el contacto con la realidad.

Es m e n o s probable que percibamos c o m o «real» el recuerdo d e alguna posible acción que p u diéramos haber realizado si ésta n o es congruente con nuestras creencias sobre nosotros mismos. sensaciones. parece m á s «real». 7) Congruencia — El grado en el q u e alguna experiencia encaja con nuestras creencias en relación con nuestros propios hábitos y valores influye también en nuestra percepción d e su «realidad». nos parecerá m e n o s «real». debido a q u e n o se consideran i m portantes. Estos procesos d e «meta» recuerdo p u e d e n ser e x p a n d i d o s e n s e ñ a n d o a la p e r s o n a implicada c ó m o «marcar» las experiencias internas que hayan sido fabricadas o m a n i p u l a d a s . 9) Claves de acceso . hasta q u e n o encuentres ya diferencia alguna. colocando u n m a r c o a su alrededor. A m e n u d o . las experiencias manufacturadas eliminan detalles del contexto circundante. p o r ejemplo.. 2) Implicación de múltiples sistemas de representación . es intensa. (Eso comienza a s u p e r p o n e r s e con nuestra creencia de estrategias convincentes. 5) Probabilidad .U n a parte crucial de m u c h a s estrate- . las diferencias d e s u b m o d a l i d a d .112 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 113 b) Determina c ó m o conoces la diferencia entre lo que hiciste y lo que n o hiciste pero podrías haber h e c h o . haz que las cualidades sensoriales del h e c h o q u e n o sucedió se parezcan cada vez m á s a las del q u e sí sucedió. Quizás u n a sea u n a película y la otra u n a foto fija. Si algo n o «encaja» con n u e s t r o s d e m á s recuerdos. C o m p r u e b a . Es decir. P u e d e q u e tengas u n a imagen de lo u n o pero n o de lo otro. tal vez observes otras cosas. Para explorar capas cada vez m á s profundas de tu estrategia d e realidad.La cualidad sensorial d e u n a experiencia interna constituye u n a d e las estrategias de realidad más c o m u n e s . 3) Submodalidades . hay vistas. La siguiente relación incluye algunos de los m e d i o s p o r los q u e las personas «saben» q u e algo ha sucedido «realmente»: 1) Tiempo — ¿ Q u é a c u d e a tu m e n t e en p r i m e r lugar? A men u d o d e t e r m i n a m o s que u n a experiencia es «real» porq u e se trata d e la primera asociación que h a c e m o s cuand o se n o s pide que p e n s e m o s e n ello. Por lo general.La probabilidad es u n a evaluación d e la posibilidad de q u e algo ocurra. etc.En otras palabras. cuantos m á s sentidos estén involucrados en u n recuerdo. C u a n d o u n a imagen mental está asociada. sonidos. p o r ejemplo. ¿ C ó m o sigues sabiendo que u n o sucedió y el otro n o ? C o n t i n ú a haciendo q u e el recuerdo d e lo q u e «no sucedió» realm e n t e se parezca cada vez m á s al d e lo q u e «sí sucedió». 8) «Meta» recuerdo — La persona tendrá a m e n u d o el recuerdo d e haber creado o m a n i p u l a d o la experiencia imaginaria. clara. de t a m a ñ o real.El grado d e detalle en relación con el e n t o r n o o los antecedentes d e algún recuerdo constituyen otros indicadores de lo «real» que p u e d e o n o ser. toma cada u n a de las distinciones que descubras y aplícala al rec u e r d o de lo q u e «no sucedió» realmente. Lo que se te ocurra primero será p o r lo general tu verificación más obvia de la realidad. habida cuenta del resto d e la información d e la que ya disponemos.) 6) Contexto . U n a vez que hayas c o n s t r u i d o esa imagen. 4) Continuidad — La correspondencia d e u n recuerdo concreto (su «flujo lógico») c o n el recuerdo d e otros sucesos i n m e d i a t a m e n t e anteriores y posteriores al que estamos p r e s t a n d o nuestra atención. sobre la base d e que d i s p o n e m o s de c o m p o r t a m i e n t o s anteriores. Tal vez u n a tenga m á s brillo y más color que la otra. gustos y olores asociados con la experiencia. E n ocasiones percibimos algo c o m o n o «real» p o r q u e nos parece «improbable» o poco viable q u e haya o c u r r i d o . más «real» nos parecerá.

d e h a b e r sucedido. Sin embargo. Ayuda a la p e r s o n a a r e c o n o c e r q u e s u s creencias s o n . la incapacidad para distinguir lo imaginado de la «realidad» está considerada como u n o d e los síntomas d e la psicosis y de otros desórdenes mentales severos. n o desbaratarla. p o r q u e t u s imágenes n o serán tan claras y probablemente estarán distorsionadas. lo m á s adecuado y ecológico es detenerse u n rato. Luego haz que las s u b m o d a l i d a d e s y d e m á s cualidades de esta fantasía encajen con las que utilizas en tu estrategia d e realidad. mientras que las fantasías lo están d e u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la derecha. lo cual puede a u m e n t a r de i n m e d i a t o las opciones d i s p o n i b l e s y servir m o d o d e «meta marco» e n t o r n o a la creencia. E n estos casos. «creencias». trata de llegar a u n p u n t o en el q u e realmente d u d e s d e cuál d e las experiencias fue real. haciéndolas encajar con s u s respectivas estrategias de realidad. Si el proceso empieza a sobrecogerte (lo que a veces p u e d e suceder). p u e d e n aprender a utilizarlos para distinguir la realidad d e la fantasía. sino en averiguar cuáles son tus verificadores para la realidad. ¿Cómo cambia eso tu experiencia del pasado? Tanto en la Parte I c o m o en la II d e este ejercicio. enriquecer y reforzar la propia estrategia de realidad es u n a fuente importante para incrementar la propia salud mental. De h e c h o . las convertían en realidades. Crea u n a representación interna d e este acontecimiento. e n o p o s i c i ó n a «realidades». Personas c o m o Leonardo da Vinci. d ) Piensa ahora en algo que n o haya sucedido en tu infancia pero que. En la Parte 1 tomaste algo ocurrido m e n o s de 2 4 horas antes. C u a n d o s e aplica a las generalizaciones y creencias c o m o uno de los p a t r o n e s de El poder de la palabra. h u b i e r a ejercido u n i m p a c to p o d e r o s a m e n t e positivo sobre tu vida. de m o d o q u e te parezcan ya «reales». El valor de conocer tu propia estrategia d e realidad reside en que podrás utilizarla para a c o m p a ñ a r en el futuro nuevas experiencias. Parte II: c) Elige dos cosas que hayan sucedido d u r a n t e tu infancia y d e t e r m i n a c ó m o sabes q u e fueron reales. Los recuerdos van a c o m p a ñ a d o s por lo general de u n m o v i m i e n t o ocular hacia arriba y hacia la izquierda (para diestros). Ello p u e d e a y u d a r a reafirmar o bien a c u e s t i o n a r la validez d e ese j u i c i o . generalización o creencia. q u e queda n o r m a l m e n t e fuera del á m b i to de la conciencia d e las personas. La confusión acerca de la propia estrategia d e realidad puede conducir a u n a profunda incertidumbre. la e x p l o r a c i ó n de las estrategias d e realidad sirve para a y u d a r a fragmentar hacia abajo y d e s c u b r i r las r e p r e s e n t a c i o n e s y p r e s u p o s i c i o n e s (a m e n u d o i n c o n s c i e n t e s ) s o b r e las q u e h e m o s c o n s t r u i d o d e t e r m i nada creencia o generalización. Nicolás Tesla o Wolfgang Mozart creaban fantasías en s u s m e n t e s y.114 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 115 gias de realidad. comprender. «¿Es ésa r e a l m e n t e la única generalización a . El objeto del ejercicio n o consiste en confundir t u s estrategias d e realidad. el proceso d e decisión se vuelve a ú n más interesante. Por consiguiente. con los recuerdos lejanos s u c e d e a veces q u e las personas distinguen lo que ocurrió en realidad p o r q u e aparece más borroso q u e lo fabulado. en efecto. C u a n d o consideras algo q u e s u c e d i ó hace más d e 2 4 años. También podrás servirte de ella para desarrollar u n sentido más fuerte d e tu propio p u n t o d e vista y a u m e n t a r la claridad d e tus propios pensamientos y experiencias. quizás oigas u n a especie d e z u m b i d o o tal vez te sientas u n poco mareado. ten cuidado c u a n d o comiences a cambiar las cualidades d e la experiencia q u e n o tuviste para re- presentarla c o m o la q u e sí tuviste. A u n q u e las personas n o sean normalm e n t e conscientes de estos indicadores sutiles. Recuerda que tu o b jetivo es averiguar cuál es tu estrategia de realidad. De hecho. Descubrirás que resulta u n poco difícil determinar q u é es lo que sucedió por aquel entonces. La p e r s o n a queda e n t o n c e s liberada p a r a p r e g u n t a r : «¿Es eso r e a l m e n t e lo que quiero creer?». consiste en la fisiología asociada al recuerdo. y cambiaste tu percepción d e la realidad sobre ello.

116 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 117 que puedo extraer de estas representaciones y experiencias?». Otra persona. observa qué criterios van surgiendo. tendrá un estilo de vida diferente. Ése sería tu primer nivel de criterios. aunque eso que estuvieras haciendo satisficiera tu respuesta a la pregunta 1? (Contraejemplo A). «excepciones a la regla». 3. ¿Por qué? Por ejemplo: «Nunca entraría en un aseo para el otro sexo. Dime algo que podrías hacer pero no haces. fundamentalmente. «¿Estoy en realidad tan seguro de las experiencias a partir de las cuales nace esta creencia c o m o para aferrarme a ella con tanta fuerza?» 1. Esta persona tenderá a poner su salud «delante». que prevalecen sobre los demás. Pero quizá dejaras de hacer algo creativo. porque va contra las normas». y estructurará probablemente su vida en torno a actividades físicas más que sobre oportunidades profesionales. que son. La siguiente serie de preguntas utiliza el proceso de descubrir contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios de una persona: . ¿Qué te haría dejar de hacer algo. así c o m o en qué orden y en qué prioridad. ¿Qué podría ocurrir para que lo hicieras. ¿Qué te haría volver a dejar de hacerlo? (Contraejemplo C). es decir. la identificación de contraejemplos puede ayudar a desvelar criterios de «nivel superior». excitante o divertido si con ello comprendieras que estabas siendo irresponsable con tu familia (Contraejemplo A). cuya jerarquía de criterios sitúe el «éxito económico» por encima de la «salud». a pesar de todo? (Contraejemplo) Por ejemplo: «Entraría si realmente no hubiera otra opción y lo necesitara con urgencia». Tal vez desees hacer algo que sea «creativo». el criterio «responsabilidad» Pasaría por delante de los criterios «creatividad». Sin embargo. 2. Como este ejemplo ilustra. ¿Qué te haría reanudar de nuevo esa acción. Para hacerte una idea de tu propia jerarquía de criterios mediante la búsqueda de contraejemplos. «emocionante» o «divertido». ¿Qué es lo que te motivaría a probar algo nuevo? 2. el orden de prioridades que aplicarán a la hora de decidir c ó m o actuar frente a determinada situación. En este caso. A medida que avanzas e n las respuestas. Las jerarquías de valores y criterios están relacionadas con el grado de importancia o significado que cada cual atribuye a diferentes acciones y experiencias. La jerarquía de criterios de una persona o de un grup o es. Un ejemplo de «jerarquía de criterios» sería el de la persona que valora más la «salud» que el «éxito económico». en esencia. responde a las preguntas siguientes: 1. Las jerarquías de valores juegan asimismo un papel importante en la persuasión y la motivación. «emoción» o «diversión». en cambio. la negociación y la comunicación. a pesar de haberla dejado por las razones que has identificado en la pregunta 2? (Contraejemplo B). también podría suceder que volvieras Fragmentar hacia arriba para identificar y jerarquías de valores y criterios utilizar También es posible fragmentar valores y criterios hacia arriba con el objetivo de identificar sus niveles más profundos. s u jerarquía. Uno de las formas más útiles para dilucidar la jerarquía de valores de una persona consiste en descubrir lo que se conoce como «contraejemplos». Estará dispuesta a sacrificar la salud y el bienestar físico con tal de «salir adelante» financieramente. Criterio = «Seguir las normas». 4. Clarificar las jerarquías de valores de las personas es importante para el éxito en la mediación. Criterio superior = «Solucionar una crisis».

a u n q u e n o estuviera de oferta? (Búsqueda del siguiente contraejemplo.) Por ejemplo: « Q u e hacerlo me permitiera a p r e n d e r mucho». a pesar d e n o estar familiarizado con ella? (Identificación de criterio de nivel superior. n o r m a l m e n t e compro XYZ. el «crecimiento c o m o persona» estaría p o r encima d e los criterios de «responsabilidad». si quisiera r e c o m p e n s a r m e realm e n t e a mí m i s m o por haber h e c h o algo difícil (Criterio 5 = Autoaprecio. otra forma d e identificar contraejemplos (y por consiguiente. ¿Hay alguna otra razón q u e le m o t i vara a c o m p r a r u n a cerveza desconocida.) P: Cierto. en relación con el contraejemplo.) Estaba de oferta. Vale la p e n a demostrarles nuestro aprecio. Jerarquías d e criterios parecidas. Me estaba p r e g u n t a n d o .) Los b u e n o s amigos n o a b u n d a n . m á s cara. «emoción» y «diversión». con u n descuento i m p o r t a n t e sobre su precio habitual.) P: Claro.) Claro. Las jerarquías de criterios constituyen u n a d e las fuentes principales de diferencias entre personas. Pero s i e n t o m u c h a c u r i o s i d a d p o r saber si h a y algo q u e le hiciera c o m p r a r u n a cerveza d e s c o n o cida. Supongo q u e estoy acost u m b r a d o a ella. la «seguridad» ocuparía el lugar más alto en tu «escala» de criterios.) D a n d o p o r sentado que esta p e r s o n a sea representativa de n a población más extensa d e potenciales compradores d e cerveza. (Criterio 2 = Ahorro. s u p o n g o q u e habrá s i t u a c i o n e s e n las q u e la clase d e cerveza q u e u n o c o m p r a habla de las p r i o r i d a d e s que u n o tiene. q u e no fuera n i seguro ni fácil. algunas veces. ¿verdad? ¿Ha c o m p r a d o alguna otra marca alguna vez? (Búsqueda de contraejemplo.) R: Supongo que lo haría. ahorrar p u e d e venir m u y bien a veces. en cambio. jerarquías de criterios) consiste en preguntar: R: P: R: P: R: 1. Por cierto. ¿Qué fue lo que le decidió a c o m p r a r esa otra marca. 2. (Contraejemplo C). Descendiendo a u n nivel a ú n m á s profundo. (Criterio 1 = Familiaridad. es i m p o r t a n t e conocer d e a n t e m a n o lo que uno P: compra. sin q u e h u b i e r a n a d a q u e agradecer n i q u e d e m o s t r a r c o n ello. grupos y culturas. motivaría a probar algo nuevo? Por ejemplo: « Q u e fuera seguro y fácil». el entrevistador h a logrado descubrir una jerarquía de criu . ¡No soy u n r o ñ o s o ! (Criterio 4 = Impresionar a los demás. el siguiente caso hipotético de utilización del proceso de averiguación de contraejemplos para desvelar la jerarquía de criterios d e u n cliente a la hora de elegir su cerveza: Pregunta: ¿Qué marca de cerveza suele comprar? Respuesta: Bueno. (Criterio 3 = Demostrar agradecimiento a los demás. ¿Qué es lo q u e te motivaría a probar algo n u e v o . Así p u e s . (Contraej e m p l o B). ¿habrá c o m p r a d o en alguna ocasión alguna otra marca que n o conociera.) Claro. ¿Qué es lo q u e te. por ejemplo. P: ¿Por q u é XYZ? R: Es la q u e siempre h e c o m p r a d o . aunque no satisficiera la respuesta a la pregunta anterior? (Es decir.) R: Sí. tal vez descubrirías que p o d r í a s dejar de hacer eso tan «necesario para tu crecimiento c o m o persona» si c o n ello «comprometías tu seguridad y la de tu familia».118 E L PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 119 a hacer eso tan «irresponsable» si llegaras a la conclusión de que era necesario para tu «crecimiento como persona». Las jerarquías de criterios constituyen u n aspecto clave para la motivación y el marketing. a u n q u e n o estuviese de oferta o n o tuviese que agradecer u n favor? (Búsqueda del siguiente contraejemplo. «creatividad». h e c o m p r a d o cervezas caras c u a n d o h e salido c o n los c o m p a ñ e r o s d e trabajo. E n tu jerarquía d e valores. claro. son la base d e la compatibilidad entre grupos e individuos. Considera. (Búsqueda del siguiente contraejemplo.) Sí. para agradecer a u n o s amigos su ayuda c u a n d o me m u d é d e casa.

o también consideraría la posibilidad de salir con otra clase de hombre? M: Sí. Algunos individuos y culturas valoran más el «cumplimiento de tareas» que la «preservación de relaciones». La secuencia siguiente es uni ejemplo de esta clase de entrevista: Hombre: ¿Con qué clase de hombre le gustaría salir? Mujer: Con uno rico y guapo. Técnica de jerarquía de criterios Los criterios situados en niveles distintos de la propia «jerarquía de criterios» suelen oscilar entre «uno mismo» y «los demás». con el objetivo de identificar e n ellas valores que les pudieran ayudar a darse cuenta del mayor número de opciones sociales disponibles. La información así obtenida puede entonces ser utilizada para superar límites que a menudo se daban por sentados. E palabras. de acuerdo con un criterio que sea más importante que los que dicha generalización está atendiendo. o supiera encontrar algo especial e n mí. por supuesto. «hacer o conseguir algo para los demás») son a n o t r a s . resulta asimismo de ayuda para la persuasión eficaz. La jerarquía de criterios constituye un patrón clave en El poder de la palabra. H: ¿Ha salido alguna vez con alguien que no fuera ni rico ni guapo? M: Sí. aproximándose cada vez más a los valores fundamentales a medida que descienden hacia niveles de experiencia más «profundos». Reconocer que cada cual tiene sus propios criterios (y su propia jerarquía de criterios) es esencial para la resolución de conflictos y el manejo de la diversidad. H: ¿Y qué la animaría a salir con alguien que n o fuera rico y guapo. Veamos a continuación una técnica que aplica este patrón para identificar y superar conflictos relacionados con distintos niveles de criterio. susceptibles de expandir la flexibilidad y el abanico de opciones de una persona. H: ¿Sale sólo con ricos y guapos o graciosos. tal vez si hiciera algo o estuviera involucrado en alguna actividad única o excitante podría sentirme interesada.120 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criíerios 121 terios a la que apelar para vender una cerveza desconocida y cara a quienes. Se les instruyó para ir en busca de mujeres e interrogarlas. en condiciones normales. Parecía saber de todo. e H: ¿Se le ocurre algo que pudiera motivarla? M: Bueno. en cambio. tienen unas prioridades del todo opuestas. Al invitar a la persona a responder esta clase de preguntas. H: ¿Alguna otra cosa? M: Que yo le importara realmente y me ayudara a entrar en contacto conmigo misma c o m o persona. no la comprarían. Me hacía reír casi con todo. Pero parecía que sabía lo q u quería de la vida y tenía la determinación necesaria para conseguirlo. H: ¿Y ha salido alguna vez con alguien que no fuera apuesto. Otros. se les enseñó este método a un grupo de hombres que n o se atrevían a dirigirse a las mujeres porque creían que no tenían nada que ofrecerles. también salí con otro que era muy inteligente. Este proceso para desvelar jerarquías de criterios por medio de la identificación de contraejemplos. criterios al nivel de comportamiento (por ejemplo. había uno que era realmente gracioso. H: ¿Y cómo podría saber que le importaba realmente? Este diálogo demuestra de qué modo podemos utilizar unas preguntas sencillas para ir desde las creencias superficiales hasta las creencias y valores más profundos. aunque no tenía ninguna de esas cualidades. gracioso. bueno. la puedes ayudar a romper con su forma habitual de pensar y aprender algo acerca del modo en que ordena sus valores. adinerado. Como ejemplo. gracioso ni que la deslumhrara con su inteligencia? M: Hubo uno que me gustaba mucho. no que recuerde ahora. que implica reevaluar (o reforzar) una generalización. inteligente o determinado? M: N o .

Sin embargo. con el objetivo de superar conflictos y alcanzar los objetivos deseados con mayor eficacia. Por ejemplo: Quiero practicar ejercicio para «estar sano» y «tener buen aspecto». Disposición espacial para la técnica de jerarquía de criterios 1. por definición. situados al nivel de las creencias y los valores (por ejemplo. pero que te abstienes de llevar a cabo. El procedimiento siguiente utiliza la ubicación espacial y el proceso de contraejemplos para identificar diferentes niveles de criterios. 2. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. «aprender algo para mí mismo»). «ser responsable ante los demás» o «seguir las normas»). Antes de comenzar. Los diferentes niveles de criterios son asociados con frecuencia a sistemas de representación o cualidades de submodalidad concretos. así c o m o sus correspondientes características representacionales. Conocer estos distintos aspectos de los criterios te puede ayudar a «acompañar y conducir» o «igualar» diferentes niveles de criterios. Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Localización 3 Localización 2 Localización 1 Por ejemplo: «¿Qué sería suficientemente importante como para que encontrara siempre tiempo para practicar ejercicio y lo practicara aunque doliera? ¿Qué valor lo satisfaría para que fuera más importante que el tiempo y las molestias?» Por ejemplo: «Responsabilidad para con mi familia». superan a los de motivación. Por ejemplo: Practicar ejercicio deforma constante. Pasa a la localización 3 y averigua los criterios que te impiden llevar a cabo ese comportamiento. Identifica la representación sensorial de la «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio.122 EL PODER DE LA PALABRA Valores y criterios 123 menudo superados por otros relacionados con las capacidades (por ejemplo. prepárate cuatro localizaciones distintas. para ayudar a superar la resistencia interna al establecimiento de un nuevo patrón de comportamiento. Por ejemplo: Una sensación de estrés y tensión asociada con no disponer de tiempo y sentir dolor. como muestra el diagrama siguiente. 4. las creencias y los valores son también superados por los criterios correspondientes al nivel de identidad (por ejemplo. 3.) Por ejemplo: No me ejercito de forma constante porque «no tengo tiempo» y «duele». (NOTA: Ésos serán los criterios de nivel superior porque. relacionados con sus «equivalencias de criterio». En la localización 1 identifica un comportamiento que desees realizar. Pasa a la localización 4 y encuentra un criterio de nivel superior que sea más importante que los criterios limitadores del paso 3. una al lado de otra. Los criterios al nivel de las capacidades son a su vez superados por otros. . «ser cierta clase de persona» o «mantener la integridad personal»). Colócate en la localización 2 e identifica el criterio que te motiva para desear este comportamiento. Identifica la representación sensorial o «equivalencia de criterio» utilizada para determinar ese criterio. Por ejemplo: lina imagen de mí mismo en el futuro con salud y buen aspecto.

que igualarán los criterios de los tres niveles sin violar los criterios limitadores. Ahora ya estás listo para utilizar la siguiente secuencia de técnicas: a. ¿no demostraría más responsabilidad hacia ella encontrando tiempo para mantener la salud y el buen aspecto?» b.Manten en m e n t e tu criterio de más alto nivel y regresa a la localización 1.124 EL PODER DE LA PALABRA Localización 4 Identidad Localización 3 Creencia ¿Qué te detiene? Por ejemplo: Visualízate a ti mismo rebosante de salud y con excelente aspecto. que no provoque molestias dolorosos y en el que pueda involucrar a mi familia?». pasando por alto las localizaciones 2 y 3 . Secuencia de pasos de la técnica de jerarquía de criterios 5.Colócate en la localización 2 y ajusta las cualidades de la representación interna de los criterios asociados con el c o m p o r t a m i e n t o deseado. contempla a tu familia segura y feliz. d e m o d o que igualen la «equivalencia d e criterio» que utilizas para determinar tu criterio de m á s alto nivel.Pasa de la localización 2 a la localización 3 y explora las opciones que te permitirán alcanzar el comportamiento deseado. siéntete bien con todo ello y repítete a ti mismo lo importante que es todo eso para ti. . A p a l a n c a m i e n t o . Aplica este criterio de más alto nivel al c o m p o r t a m i e n t o deseado para superar con él las objeciones limitadoras. Utilización d e la «equivalencia de criterio» del criterio s u p e r i o r . Por ejemplo: «Puesto que mi comportamiento es un modelo para mi familia. Localización 2 Capacidad Criterios motivadores para el comportamiento Localización 1 • Comportamiento! Comportamiento que deseas pero que no realizas Nivel superior de criterio que supera a los criterios limitadores A c o m p a ñ a m i e n t o d e los c r i t e r i o s l i m i t a d o r e s . Por ejemplo: «¿Existe alguna clase de programa de ejercicio continuado que no requiera demasiado tiempo.

5 Creencias y expectativas .

crean las «estructuras superficiales» de nuestros pensamientos. Las creencias constituyen otro d e los componentes clave de nuestra «estructura profunda». En gran medida. u n a d e las formas más fundamentales en las que enmarcamos nuestra experiencia y le otorgamos significado es a través de nuestras creencias. Las creencias funcionan a un nivel distinto q u e el comportamiento y la percepción. Las afirmaciones «El m o v i m i e n t o d e las placas continentales provoca los terremotos» y «La ira divina provoca los terremotos». Las creencias y los valores están relacionados con la pregunta. las creencias se consideran c o m o generalizaciones firmemente aferradas acerca d e 1) causalidad. «Un h u m a n o n o p u e d e correr u n a milla en menos de cuatro m i n u t o s » . c) nuestras capacidades y d ) nuestra identidad. Afirmaciones c o m o «El polen causa alergia». En PNL. reflejan creencias distintas acerca del m u n d o que nos rodea. Nuestras creencias y nuestros valores proporcionan el refuerzo (motivación y permiso) que apoya o inhibe determinados comportamientos y capacidades. representan creencias de u n a u otra índole. e influyen sobre nuestra experiencia e . «Nunca tendré éxito p o r q u e aprendo despacio» o «Detrás de todo c o m p o r t a m i e n t o hay u n a mtención positiva». 2) significado y 3) límites en a) el m u n d o que nos rodea. «¿Por qué?» Las creencias son básicamente juicios y evaluaciones sobre nosotros mismos.Creencias y sistemas de creencias Además de ios valores y los criterios. sobre los d e m á s y sobre el m u n d o q u e nos rodea. por ejemplo. «No es ético ocultar información». palabras y acciones y les dan forma. b) nuestro comportamiento. Determinan cómo conferimos significado a los acontecimientos y constituyen el núcleo d e la motivación y la cultura.

El sistema límbico ha sido relacionado con las e m o c i o n e s y con la m e m o r i a a largo plazo. a d u c i e n d o q u e era u n cadáver. p o r ejemplo. los valores deben ser conectados a las experiencias p o r m e d i o d e las creencias. u n a e s t r u c t u r a más «primitiva» que el córtex del cerebro. Existe sobre esto u n a vieja anécdota. Por fin le preguntó si los cadáveres sangraban. Si b i e n el sistema límbico es. relaciona el valor «éxito» con. ¡comenzó a p r o d u cir realmente leche en cantidad suficiente para alimentar al bebé adoptado! n El poder de las creencias Las creencias ejercen u n a p o d e r o s a influencia sobre nuestra vida. en cambio. Según sean s u s creencias. cada cual adoptará u n planteamiento distinto ai tratar d e conseguir el éxito. cierta clase de actividad («trabajo d u r o » ) . s u s «equivalencias d e criterio» y s u s consecuencias ( c o m o veremos en m á s detalle en el Capítulo 6).130 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 131 interpretación de la realidad. Debido a que s o n prod u c i d a s por las estructuras m á s profundas del cerebro. etc. También es esa íntima relación entre creencias y funciones psicológicas profundas lo q u e hace posible que u n a s y otras influyan de manera tan poderosa en el c a m p o d e la salud y la sanación. siendo responsables de m u c h a s d e n u e s t r a s respuestas inconscientes. que nos «hierva la sangre» o que s i n t a m o s u n «escalofrío». a m e n u d o de forma inconsciente. Las creencias definen la relación entre los valores y s u s causas. t o m a n d o m u c h a s decisiones sutiles. p r o d u c i r á n también efectos fisiológicos espectaculares. U n a persona que d e verdad crea que tiene u n a enfermedad incurable comenzará a organizar su vida y s u s actos en t o r n o a dicha creencia. así c o m o para regular el sistema nervioso autónomo. la dilatación de las pupilas. a lo q u e el enfermo respon- . c o n e c t a n d o esta experiencia con nuestros sistemas d e valores o criterios. Ésa es la razón p o r la que el polígrafo p u e d e detectar q u e u n a persona «miente». U n a afirmación d e creencia típica liga d e t e r m i n a d o valor a determinada parte d e nuestra experiencia. convencida d e q u e las «madres» tenían que a m a m a n t a r a s u s hijos. p o r ejemplo. efectos todos ellos q u e n o p o d r í a m o s provocar c o n s c i e n t e m e n t e . acerca d e u n paciente q u e estaba siendo tratado p o r u n psiquiatra. o con otros valores y creencias. El psiquiatra pasó largas horas a r g u m e n t a n d o con aquel paciente. Es m á s . u n a actividad o u n a idea encaje (o n o ) con las creencias y los sistemas d e valores d e u n individuo o g r u p o d e individuos. Las creencias tienden a tener u n efecto autoorganizador o «autocumplidor» sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o a múltiples niveles. Neurológicamente. las creencias están asociadas con el sistem a límbico y el h i p o tálamo del cerebro m e d i o . con los c o m p o r t a m i e n t o s . Para a u m e n t a r el significado práctico. la t e m p e r a t u r a corporal. el m o d o en que u n a situación. en m u c h o s aspectos. Es el caso de la mujer que a d o p t ó a u n bebé y. que reflejarán esa creencia. Las creencias relacionan los valores c o n el medio. Asimismo. para intentar convencerlo d e q u e n o era u n cadáver. desviando la atención hacia d e t e r m i n a d a área en d e t r i m e n t o d e otras. narrada p o r el psicólogo humanista A b r a h a m Maslow. sirve para integrar la información procedente del córtex. que controla a su vez funciones corporales básicas c o m o el r i t m o cardíaco. De hecho. Otra persona. las creencias provocan cambios en las funciones fisiológicas fundamentales del c u e r p o . c o m o se demuestra c o n el efecto placebo. Las personas tienen reaccio- e s distintas c u a n d o creen en lo que dicen que c u a n d o «simplemente» p r o n u n c i a n las palabras c o m o u n a forma m á s d e comportamiento ( c o m o el actor q u e recita su p a p e l ) . c o n los pensamientos y las representaciones. La afirmación de creencia «El éxito requiere trabajo d u r o » . tomará decisiones m u y distintas. Y p u e s t o q u e las expectativas generadas por nuestras creencias afectan a nuestra neurología más profunda. que crea firmemente que se curará d e su enfermedad. m i e n t e n o s o n incongruentes. u n o d e los m e d i o s p o r los q u e sabemos que creemos realmente en algo es p o r q u e activa en nosotros reacciones fisiológicas: hace q u e nuestro corazón «lata acaloradamente». resultan n o t a b l e m e n t e difíciles de cambiar p o r medio de las n o r m a s tradicionales de p e n s a m i e n t o lógico o racional. determinará c ó m o serán éstas recibidas e incorporadas. Aquella persona rehusaba tomar bocado o cuidar de sí misma.

C o m o era d e esperar. mientras que los «lentos» lo hacían p o r debajo de sus registros anteriores: las creencias d e s u s respectivos maestros habían afectado la capacidad d e aprendizaje de los a l u m n o s . nadie había conseguido ni siquiera aproximarse a ese tiempo. Algunos pacientes habían seguido el tratamiento tradicional de quimioterapia y/o radiación. se tenía la absoluta certeza de q u e los cuatro m i n u t o s eran u n a barrera infranqueable. casi doscientas personas habían roto aquella barrera. otros habían a d o p t a d o u n enfoque nutricional. j u n t o c o n otras que nos limitan.132 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 133 dio: «Por s u p u e s t o q u e no. maestros. Es lamentable que m u c h a s personas enfermas. Después de t o d o . El psiquiatra procedió a pincharle en el brazo con u n a aguja hipodérmica y. susceptibles de expandir nuestro potencial m u c h o más allá 'o que hoy p o d r í a m o s imaginar? Y si lo es. otros se habían c o n c e n t r a d o en los aspectos psicológicos e incluso algunos n o habían h e c h o n a d a en absoluto. N u e v e a ñ o s después. el corredor australiano J o h n Lundy situó el récord u n s e g u n d o más abajo. e incorporar otras nueras. q u e otrora pareciera insuperable. U n o d e los g r u p o s fue asignado a u n maestro al que se le dijo que sus a l u m n o s eran «superdotados». A final de curso se sometió a los dos g r u p o s a test de inteligencia. que era el t i e m p o m í n i m o que u n h u m a n o p o día tardar en recorrer u n a milla. El paciente se m o s t r ó d e acuerd o . Creencias c o m o «Ya es demasiado tarde». ¿cómo p o d e m o s controlarlas. nuevas y poderosas. parece que todos estos ejemplos demuestran que nuestras creencias pueden moldear. «De todos modos no hay nada que yo pueda hacer» o «Soy una víctima. Efectivamente. Me ha tocado a mí». e incluso n u e s t r o nivel d e felicidad y éxito personal. ¿Es posible reestructurar. si es cierto que las creencias tienen tanto poder sobre nuestra vida... en el q u e u n g r u p o de n i ñ o s de inteligencia media fueron divididos aleatoriamente en d o s g r u p o s d e igual número. El poder de las creencias q u e d ó d e m o s t r a d o p o r un estudio esclarccedor. que tal vez nos estén limitando. el paciente exclamó: «¡Que me aspen. nuestra salud.. En los nueve años anteriores a l día histórico en q u e Roger Bannister r o m p i ó la marca de los cuatro minutos. todas sus funciones corporales se h a n d e t e n i d o » . cien «supervivientes» de cáncer (pacientes cuyos síntomas habían desaparecido d u r a n t e más de diez años) fueron entrevistados acerca de lo q u e habían hecho para lograr- lo. para que no nos controlen ellas a nosotros? Muchas de estas creencias nos fueron implantadas en la infancia p o r padres. insistan ante sus médicos y sus amistades c o n la m i s m a creencia d e la anécdota. Las entrevistas d e m o s t r a r o n que n i n g ú n tratamiento sobresalía como más eficaz que los d e m á s . nuestra creatividad. ¿cómo hacerlo? e e r La Programación Neurolingüística y El poder de la palabra ecen algunas herramientas. mientras q u e si está convencido d e que n o es posible. influyen con fuerza en nuestra eficacia cotidiana. desaprender o cambiar esas viejas creencias. La única característica c o m ú n a todos ellos consistía en que estaban convencidos q u e su opción funcionaría. e n t o r n o social y medios de comunicación. así c o m o sobre lo que es posible en el m u n d o a n u e s t r o alrededor.. con las q u e ernodelar y transformar creencias potencialmente limitadoras. limitan a m e n u d o la plenitud de recursos del paciente. p o r supuesto. m u c h o antes de q u e fuéramos conscientes de su impacto o d e que pudiésemos decidir sobre üas. c u a n d o alguien cree q u e p u e d e hacer algo. . Seis semanas d e s p u é s d e la proeza de Bannister. El de «la milla en cuatro m i n u t o s » constituye otro b u e n ejemplo del p o d e r d e las creencias. p o r ejemplo de cáncer o afecciones cardíacas. c o m e n z ó a sangrar. n i n g u n a cantidad de esfuerzo lo convencerá d e lo contrario. al que se le dijo que se trataba de alumnos «lentos». la m a y o r parte d e los alumnos «superdotados» p u n t u a r o n mejor que al c o m e n z a r el curso. C o n u n a mirada d e e n o r m e sorpresa y a s o m b r o . En otro estudio. Así pues. Cada u n o d e nosotros tiene creencias que actúan c o m o recursos. otros habían seguido un c a m i n o espiritual.. tanto para limitarnos c o m o para potenciarnos. afectar e incluso determinar nuestro grado de inteligencia. El otro g r u p o fue puesto al cargo d e otro maestro. era u n cadáver. Con anterioridad al 6 de mayo d e 1954.. E n t o n c e s el psiquiatra le convenció para realizar j u n tos u n p e q u e ñ o e x p e r i m e n t o : le pincharla levemente con una aguja y verían si sangraba o n o . los cadáveres SANGRAN!» La sabiduría p o p u l a r tiene claro q u e . lo h a c e . N u e s t r a s creencias sobre nosotros m i s m o s . nuestras relaciones.

pero no de mí. Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Soy un fraude. dotarse de p o d e r personal. Transformar las creencias limitadoras En última instancia. y a interferir con n u e s t r o s esfuerzos y con la capacidad p a r a sanar o mejorar (la estructura y la influencia d e los virus m e n t a l e s se analizan c o n m á s detalle en el Capítulo 8 ) . a u n q u e la pers o n a crea que el objetivo deseado es alcanzable y q u e d i s p o n e de la capacidad p a r a lograrlo. Reconociendo estas intenciones profundas y actualizando nuestros mapas m e n t a l e s para incluir otras formas. «No tengo permiso para tener éxito». Lo que deseo es inalcanzable. I m p o t e n c i a : Creencia d e que el objetivo deseado es alcanzable. a u n c r e y e n d o q u e el objetivo existe y es alcanzable. c o m o el d e protegerse. e n el proceso de c a m b i o . u n . d e c u m plimentarlas. 1. p o r ejemplo. con u n a capacidad de destrucción parecida a la de u n virus biológico o informático. La d e s e s p e r a n z a se da c u a n d o alguien n o cree q u e determin a d o objetivo apetecido sea ni siquiera alcanzable. He aquí algunos ejemplos ¿e creencias limitadoras relacionadas con la identidad: «Soy un ¡nútil/no valgo nada/soy una víctima». la p e r s o n a n o se siente capaz d e lograrlo. A u s e n c i a d e m é r i t o : Creencia d e q u e n o m e r e c e m o s el objetivo deseado d e b i d o a algo q u e s o m o s o h e m o s (o n o hemos) hecho. lo q u e las hace a ú n más difíciles de identificar y combatir. Los virus m e n t a l e s contienen suposiciones y presuposiciones n o verbalizadas. F r e c u e n t e m e n t e . r e n u n c i a a él p o r q u e cree q u e n o m e r e c e conseguir aquello q u e t a n t o desea. las creencias p u e d e n ser a m e n u d o cambiadas c o n mínimo d e esfuerzo y sufrimiento. sean cuales sean n u e s t r a s capacidades. En estas situaciones la persona sentirá: «Lo he intentado todo para cambiar y nada funciona». las creencias más p e n e t r a n t e s son aquellas q u e ge relacionan c o n nuestra identidad. Tratar c o n eficacia con estos obstáculos implica descubrir la creencia limitadora que está en su n ú c l e o y tratarla d e la manera adecuada. las creencias m á s influyentes están fuera del alcance d e nuestra conciencia. Para tener éxito. «No merezco tener éxito». D e s e s p e r a n z a : Creencia d e q u e el objetivo deseado n o es alcanzable. Está fuera de mi alcance. m á s eficaces. s o n a m e n u d o desarrolladas con el objetivo de c u m p l i m e n t a r algún propósito positivo. Se caracteriza p o r el s e n t i m i e n t o d e q u e «Haga lo que haga nada cambiará. s e n s a c i ó n d e c a p a c i d a d y r e s p o n s a b i l i d a d y s e n t i d o d e valía y p e r t e n e n c i a . etc. Las creencias limitadoras y los virus mentales suelen presentarse c o m o «obstáculos». Las creencias limitadoras. No merezco ser feliz o estar sano. 2. No soy lo bastante bueno o capaz para conseguirlo». y percibimos c o n mayor claridad nuestra identidad y n u e s t r a s misiones. La i m p o t e n c i a se da c u a n d o . transformamos las creencias limitadoras y nos « i n m u n i z a m o s » a los «virus mentales» c u a n d o e x p a n d i m o s y enriquecemos n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . Merezco el dolor y el sufrimiento que estoy experimentando». pero n o s o m o s capaces d e lograrlo. 3. Soy una víctima» .134 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 135 Creencias limitadoras Las tres áreas m á s c o m u n e s d e creencias l i m i t a d o r a s se centran e n t o r n o a las cuestiones relacionadas c o n la desesperanza. establecer límites. Las creencias limitadoras o p e r a n a veces c o m o «virus m e n tales». las personas necesitan c a m b i a r esta clase de creencias limitadoras p o r otras q u e i m p l i q u e n e s p e r a n z a e n e | futuro. Hay algo fundamentalmente malo en mí como persona. No pertenezco aquí. U n «virus mental» es u n a creencia limitadora q u e llega a convertirse e n u n a «profecía que se c u m ple por sí m i s m a » . P r o d u c e el s e n t i m i e n t o d e q u e «Eso está al alcance de otros. en apariencia insuperables. O b v i a m e n t e . la impotencia y la ausencia de mérito. «5Í consigo lo que deseo perderé alguna otra cosa». La a u s e n c i a d e m é r i t o está p r e s e n t e c u a n d o . Estas tres g r a n d e s áreas de creencias p u e d e n ejercer u n a e n o r m e influencia respecto a la salud m e n t a l y física d e las personas.

(Éste es precisamente u n o de los principios básicos d e la técnica de cambio d e creencias denominada r e i m p r o n t a . vien e n a m e n u d o definidos p o r otras personas i m p o r t a n t e s . d e la Programación Neurolingüística. • Aportación de información sobre «cómo» en relación c o n las alternativas para el c u m p l i m i e n t o de la intención positiva o el propósito d e la creencia limitadora. tanto las limitadoras c o m o las potenciadoras. deberem o s responder a la pregunta: «¿Cómo p u e d o m o s t r a r mis e m o ciones y m a n t e n e r al m i s m o tiempo la seguridad?» Intención positiva Debido a q u e la identidad y la misión forman el marco mayor que circunda n u e s t r a s creencias y nuestros valores. Por consiguiente. Así p u e s . lo m á s probable es q u e desarrolle la creencia de que «Soy incapaz d e completar esta tarea con éxito». • Identificación de cualquier presuposición o suposición n o verbalizada o inconsciente. las creencias limitadoras p u e d e n ser actualizadas y transformadas mediante: • Identificación y reconocimiento de la intención positiva subyacente. para tratar con u n a creencia c o m o «Es peligroso m o s t r a r mis emociones». establecer o cambiar relaciones significativas p u e d e ejercer u n a fuerte influencia sobre las creencias. Por ejemplo. c u a n d o una¡ persona n o sabe cómo cambiar su c o m p o r t a m i e n t o . sobre todo c u a n d o se trata de relaciones q u e p r o p o r c i o n a n soporte positivo al nivel de identidad. p o r ejemplo. tanto las potenciadoras c o m o las limitadoras. j u n t o con la c o r r e s p o n d i e n t e recepción d e apoyo al nivel d e identidad. también resulta a m e n u d o i m p o r t a n t e p r o p o r c i o n a r las respuestas a u n a serie d e preguntas sobre el «cómo» para ayudar a la persona a transformar s u s creencias. Es decir. s o n a m e n u d o construidas m e d i a n t e la realimentación y el refuerzo procedentes d e otras personas significativas para n o s o tros. Establecer n u e v a s relaciones es a m e n u d o parte importante en la p r o m o c i ó n d e u n cambio d e creencias perdurable.136 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 137 M u c h a s creencias limitadoras surgen c o m o consecuencia de preguntas sin responder sobre el « c ó m o » . clarificar o alterar relaciones clave. es fácil que elabore la creencia d e q u e «Este c o m p o r t a m i e n t o no p u e d e cambiarse». Creencia • limitadora Nuevas respuestas acerca de preguntas sobre «cómo» Creencia actualizada Suposiciones y presuposiciones Las creencias limitadoras pueden ser transformadas o actualizadas mediante la identificación de la intención positiva y de las presuposiciones subyacentes en la creencia y proporcionando alternativas y nuevas respuestas a preguntas sobre el «cómo» Las creencias. Expectativas Las creencias. o «mentores». • Expansión d e la percepción d e las cadenas d e causa y efecto o d e las «equivalencias de criterio» relacionadas con la creencia limitadora.) En r e s u m e n . Si u n a persona n o sabe c ó m o c u m p l i r determinada tarea o función. Nuestros sentidos de identidad y misión. Expectativa significa «anhelo o deseo» d e q u e se p r o d u z c a u n resultado o u n aconte- . que sirva de base para la creencia limitadora. q u e n o s sirven c o m o p u n t o s d e referencia para los sistemas mayores de los que n o s percibimos c o m o m i e m b r o s . • Clarificación o actualización d e las relaciones clave que d a n forma al propio sentido de misión y propósito. están relacionadas con n u e s t r a s expectativas. suele facilitar d e forma espontánea cambios en las creencias. así c o m o los mensajes recibidos en el contexto de esas relaciones.

Según el diccionario Webster. sin ningún ingrediente t e r a p é u t i c a m e n t e activo. las personas que se sienten escépticas acerca d e la posibilidad d e que se p r o d u z c a el resultado. Por lo general. en segundo lugar. se le suministra al paciente u n «falso» fármaco. por ejemplo. hasta el p u n t o de realizar preparativos o anticipar ciertas cosas. p u e d e n llevar a la persona a invertir u n esfuerzo extra y a liberar capacidades dormidas. re > Resultado Expectativa de eficacia propia Expectativa de resultado Relación entre expectativa de eficacia propia y expectativa de resultado Conseguir los resultados codiciados en situaciones difíciles P°r medio de u n a actuación eficaz. Las expectativas influyen sobre n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o de diferentes m o d o s . a menudo comienza a evidenciar mejoría física real. La expectativa de resultado es fruto d e la estimación personal de que d e t e r m i n a d o comportam i e n t o c o n d u c i r á a d e t e r m i n a d o resultado. c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e inadecuación que hace que la persona se sienta «impotente». La ausencia de expectativa de eficacia propia. pero n u n c a antes utilizadas. depend i e n d o d e hacia d o n d e se dirijan. El sentimiento a ellas unido depende de dos factores: en primer lugar. contribuye a reforzar la conriza de u n o m i s m o en las capacidades q u e ya tiene.138 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 139 cimiento. Sigmund Freud (1893) señaló que: Algunas ideas comportan un sentimiento de expectativa. del grado de íncertidumbre inherente en la expectativa sobre ese resultado. acciones o sentimientos». Sin embargo. Persona — ¡ — C o m p o r t a m i e n t o — A Estas creencias y expectativas d e t e r m i n a n a m e n u d o la cantidad de esfuerzo q u e la persona está dispuesta a invertir. así como la d u r a c i ó n d e su esfuerzo c u a n d o se e n c u e n t r e c o n situaciones difíciles o estresantes. d e n t r o del e n t o r n o sistémico q u e constituye su realidad. implica « u n alto grado d e certeza. que denominamos expectativas. Ello se . del grado de importancia que el resultado tenga para mí. o d e s u s capacidades para lograrlo. e ideas sobre que me suceda tal o cual cosa. La expectativa de eficacia propia está relacionada con la convicción d e q u e es posible desarrollar con éxito el c o m p o r t a m i e n t o necesario para que se p r o d u z c a el resultado esperado. en cambio. en psicología cognitiva m o d e r n a (Bandura 1 9 8 2 ) . La distinción d e Freud entre «intenciones» y «expectativas» se refiere a lo q u e . Las creencias y las expectativas de las personas sobre los resultados. El f e n ó m e n o conocido c o m o «efecto placebo» constituye u n b u e n ejemplo d e expectativas consistentes. Tales ideas son de dos clases: ideas sobre mí haciendo esto o aquello. la expectativa de la persona activa capacidades d e c o m p o r t a m i e n t o latentes. así c o m o sobre s u s propias capacidades personales. Con respecto al cambio y el aprendizaje. De h e c h o . j u e g a n u n p a p e l i m p o r t a n t e en s u capacidad para alcanzar estados deseados. que denominamos intenciones. En estos casos. La expectativa d e eficacia propia se relaciona con el grado de confianza que u n o m i s m o tiene e n su propia eficacia o capacidad para a p r e n d e r las nuevas habilidades. la expectativa de resultado está relacionada c o n el grado en q u e la persona espera que las capacidades y los c o m p o r t a m i e n t o s que está aprendiendo o en los que se está implicando lleguen realmente a p r o d u c i r los beneficios deseados. algunos estudios sobre el efecto placebo hablan de resultados francamente espectaculares. E n este caso. si esa persona cree que el fármaco es «real» y espera mejorar con él. o bien Para incorporar los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios para alcanzar el s u l t a d o deseado. En las actividades autogestionadas. se conoce c o m o expectativa d e «eficacia propia» y expectativa d e «resultado». Las expectativas fuertemente positivas. p o r su parte. la falta d e expectativa d e resultado c o n d u c e a u n s e n t i m i e n t o d e «desesperanza» que hace que la p e r s o n a se a b a n d o n e a la apatía. tienden a m i n a r s u s p r o p i o s esfuerzos c u a n d o se aproximan a s u s límites.

Como consecuencia de ello. El conocimiento del impacto d e las expectativas ha sido utilizado d u r a n t e siglos p influir sobre las percepciones de la gente. que influyen o d e t e r m i n a n d e m u c h a s formas las creencias y los juicios q u e extraemos de esas mismas experiencias. Anticiparse a u n a perspectiva de éxito o fracaso constituye. Según la PNL. Ese mapa reflejaría nuestro c o m p o r t a m i e n t o . ocurrió todo lo contrario. fue un grave error ridiculizar al enemigo. ante la impresión directa de la resistencia del enemigo. La capacidad receptiva de las grandes masas es tan sólo muy limitada. p o r lo general n o desarrollamos n u e s t r o pleno potencial. Por consiguiente. hasta que el último de los hombres sea capaz de entender lo que se quiere decir con cada una de esas pocas palabras. la base para lo que se conoce c o m o «profecías q u e se c u m p l e n » . en cambio. más minuciosamente deberán ser diseñadas las tácticas desde el punto de vista psicológico. Vemos p u e s que las expectativas actúan c o m o otro tipo mas de poderoso «marco» e n t o r n o a nuestras experiencias. cuando el combatiente se enfrentaba al adversario real. las consecuencias esperadas y percibidas c o m o «negativas» conducirán a la abstención y a la apatía. «los contratiempos requieren u n a planificación adecuada». por ejemplo. Su capacidad para el olvido es. Cuanto más complejo sea el argumento de su representación. C o m o señala Richard Bandler. motivarán a la persona a desarrollar u n esfuerzo adicional con la esperanza d e alcanzar algún estado deseado. Su capacidad de comprensión es corta. las expectaüvas constituyen u n ejemplo clásico de la relación entre mapa y territorio. Por otro l a d o . lo q u e hace la persona y el m o d o en que siente d e p e n d e r á n del valor que otorguen y de las causas que atribuyan a las consecuencias anticipadas. Las diferencias entre el m u n d o en general y las expectativas q u e c o n s t r u i m o s c o n respecto a él s o n la base d e muchos d e los q u e b r a n t o s d e nuestra vida. recibía una impresión completamente distinta. Las expectativas relacionadas con los resultados esperados del propio c o m p o r t a m i e n t o constituyen la fuente primordial de motivación. preparó al soldado indis u . grande. p o r ejemplo. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística. Veamos. tal como hacía la propaganda austríaca y alemana en publicaciones cómicas. toda propaganda eficaz tiene que limitarse a unos pocos puntos repetidos como eslóganes hasta la saciedad. a l g u n o s c o m e n t a r i o s d e Adolf Hitler en su Mein Kampf. Desde este p u n t o d e vista. C u a n d o estos mapas son m u y fuertes. Unas expectativas d e resultado fuertes y «positivas». Todos creamos expectativas y esperamos que el m u n d o se adapte a ellas. la «expectativa» es u n mapa mental que relaciona acciones y consecuencias futuras. el resultado quedará debilitado y finalmente eliminado. con lo que. Sólo bajo condiciones q u e p o n g a n a prueba n u e s t r o s límites descubriremos lo que s o m o s capaces de hacer. En cambio. Al presentar a los alemanes ante pueblo como bárbaros y hunos. son capaces de influir sobre nosotros con más fuerza q u e la propia realidad que nos rodea. así c o m o para condia r a cionar sus evaluaciones de d e t e r m i n a d o s sucesos y situaciones. Fue una estrategia fundamentalmente errónea porque. lo cual pasó su terrible factura puesto que el soldado alemán. en lugar de ver reforzada su combatividad e incluso su firmeza. Por ejemplo (durante la Primera Guerra Mundial). el efecto desaparece y las masas nunca podrán digerir ni recordar el material que se les ha ofrecido. El hombre se desesperó. cofundador de la PNL. los resultados de nuestro c o m p o r t a m i e n t o o acontecimientos que nos pueden suceder. así c o m o d e la influencia d e los m a p a s sobre el c o m p o r t a m i e n t o .EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 141 debe a que. asimismo. Tan pronto como uno sacrifica este principio fundamental y trata de ser versátil. a u n p o s e y e n d o las capacidades necesarias. se sintió engañado por quienes hasta aquel momento habían tenido la responsabilidad de informarle. la propaganda de los británicos y los norteamericanos fue acertada.

esperaremos d e ella que saque b u e n a s notas. demostraron q u e el esfuerzo aplicado a dicha realización disminuía notablemente c u a n d o supieron q u e n o iban a recibir recompensa alguna p o r hacer lo m i s m o en el futuro. P o r fortuna. Desde la perspectiva de la PNL. ha pasado a la historia c o m o u n ejemplo arquetípico del mal uso de estos principios. E n este sentido. Si creemos que «el trabajo d u r o c o m p e n s a » esperaremos ver recompensados n u e s t r o s esfuerzos. las expectativas s o n a m e n u d o reflejo de las creencias subyacentes. más fuerte será la expectativa correspondiente. Como demuestra el e x p e r i m e n t o c o n los estudiantes antes mencionado. que tuvo que conocer por propia experiencia. las creencias y las expectativas acerca del a p o y o futuro influyen m á s sobre el c o m p o r t a m i e n t o q u e el hecho objetivo d e q u e ese m i s m o c o m p o r t a m i e n t o haya recibido apoyo en el p a s a d o . La fuerza de u n a expectativa está en función de la solidez d e la representación de la consecuencia anticipada. c u a n t o más p u e d e u n a persona ver. Por consiguiente. 1° cual «reforzó su furia y su odio» hacia el enemigo. no seria ya más que la prueba de la información que previamente había recibido. la intensidad de u n a expectativa está también condicionada por las creencias subyacentes sobre causa y efecto. reforzando por otro lado su furia y su odio hacia el enemigo atroz. Si los estudiantes creen que «el e x p e r i m e n t o ha t e r m i n a d o » . o incluso probablemente. engañados y d e s c o r a z o n a d o s a l d e s c u b r i r q u e s u s adversarios n o eran los est ú p i d o s bufones que se les había i n d u c i d o a esperar. confirmaba s u s expectativas d e que se iban a enfrentar a h u n o s brutales. c o m p r e n s i ó n y aplicación de los principios subyacentes en El poder de la palabra. Las expectativas sobre el apoyo. en cambio. lo cual venía a reafirmar su creencia en la veracidad de las afirmaciones de su gobierno. U n a Las creencias subyacentes p u e d e n asimismo generar resistencias o «contraexpectativas». sus propias armas tuvieran un efecto aún más terrible. p o r ejemplo. El arma más terrible que se pudiera emplear contra él. Y es que el efecto cruel del arma de su enemigo. La experiencia directa de los soldados británicos. Los soldados alemanes se sintieron contrariados. de que tal vez. q u e influyen sobre las conclusiones q u e las personas extraen de s u s experiencias.142 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 143 vidual para los horrores de la guerra y lo preservó del desengaño. tanto si al final la recibían c o m o si n o . De forma parecida. que se hacen patentes en forma de rePresentaciones de interferencia. ya n o esperarán recibir la recompensa por realizar las mismas tareas por las que fueron previamente reforzados. Experimentos realizados c o n estudiantes que habían sido recompensados p o r realizar d e t e r m i n a d o s c o m p o r t a m i e n t o s . Así p u e s . p u e s . las imágenes y los sonidos internos. lo cual sí sucedió por desgracia entre los combatientes alemanes. Si creemos q u e «Fulanita es buena estudiante». ni por un instante. las expectativas se debilitarían si disminuyera la calidad o la intensidad de las representaciones internas asociadas c o n las posibles consecuencias futuras. hasta el extremo de que acabaron por rechazar todo lo que viniera de su propio bando como «engaños» y «palabrería» (Krampf). asociados con una posible acción o consecuencia futura. la impresión de que su país le había engañado. Freud lo describió c o m o sigue: . No cabe duda de que b u e n a parte d e la influencia de Hitler c o m o líder procede d e su visión. sin percatarse en cambio. u n fuerte impacto. tanto sobre nuestra motivación c o m o sobre las conclusiones que derivamos d e nuestra experiencia. De este modo el soldado británico nunca a llegó a tener. Nuestras expectativas ejercen. ejercen u n a influencia sobre el c o m p o r t a m i e n t o m a y o r que el propio apoyo. las expectativas p u e d e n ser intensificadas mediante el enriquecimiento d e las sensaciones. ni por un instante. Las declaraciones q u e acabamos de leer ilustran el i m p a c t o d e las expectativas c o m o «marcos». oír y sentir en su imaginación alguna consecuencia futura. le iba apareciendo gradualmente como la evidencia de laya proclamada brutalidad de los hunos del bárbaro enemigo.

.. el psiquiatra trata de utilizar la lógica para convencer al paciente de q u e n o es u n cadáver. Probemos también algunas de esas cosas. podría haberle di«Bueno. p u e d e n apoyar los resultados deseados o bien oponerse a ellos. digerir comiuicluso aprender. Este patrón c o m p o r t a dirigir la atención hacia u n efecto potencial (positivo o negativo) resultante de un creencia o d e la generalización definida p o r ella. en lugar ^ quedarse atascado con su paciente. bailar. En el caso de una intención. así c o m o c o n los principios que hemos analizado hasta este p u n t o del t e x t o . b) Trabajar sobre las creencias subyacentes que constituyen la fuente de la expectativa. es decir. e c e Las expectativas y el patrón de consecuencias de El p o d e r d e la p a l a b r a El p a t r ó n d e consecuencia d e El poder de la palabra utiliza las expectativas bien para reforzar. estas ideas antitéticas se despliegan del modo siguiente: «No triunfaré en llevar a cabo mis intenciones porque esto o aquello es demasiado difícil para mí y no estoy preparado para ello. «¡Que me a s p e n . las consecuencias anticipadas operan a modo de marco respecto a otras experiencias. a excepción de la que deseo que me suceda. se m u e s t r a n estériles cuando el paciente exclama. sorprendido. En el ejemplo del psiquiatra y el paciente que aseguraba ser un «cadáver». PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 145 La incerüdumbre subjetiva. experiencia o r e s p u e s t a p u e den actuar c o m o r e c u r s o o c o m o limitación. Así pues. La Programación Neurolingüística proporciona una serie de h e r r a m i e n t a s y estrategias para ayudar a desarrollar expectativas positivas y manejar las expectativas negativas. Si ese psiquiatra hubiera estado familiarizado c o n el p a t r ó n de consecuencia de El poder de la palabra. si los cadáveres p u e d e n sangrar.I pectativa. me p r e g u n t o q u é ^ Podran hacer. está representada por un conjunto de ideas a las que daré el nombre de «ideas antitéticas perturbadoras». El patrón de consecuencia d e El poder de la palabra está relacionado c o n la presuposición d e P N L q u e dice q u e : Ninguna r e s p u e s t a . . p o d e m o s ver una buena muestra d e la aplicación de este p a t r ó n . Las expectativas contradictorias suelen crear confusión o conflicto interno. Pinchando el brazo del paciente para q u e sangre. También sé que otros han fracasado en una situación parecida».. los juicios. Todo c o m p o r t a m i e n t o . s e g ú n cómo encajen con el r e s t o del s i s t e m a . para el establecimiento o el cambio de expectativas implica una de estas dos estrategias: a ) Trabajar directamente sobre las representaciones sensoriales internas asociadas con la expectativa. reír. la contraexpectativa.. El otro caso.. . Por ejemplo. el de la ex. Las consecuencias positivas anticipadas fortificaran y reforzaran las creencias y . bien para cuestionar las generalizaciones y las creencias. o d e la r e s p u e s t a siguiente q u e s u s c i t e n . El p l a n t e a m i e n t o fundamental de la PNI.144 El. a u n q u e el juicio sea en sí m i s m o negativo o limitador (una aplicación del principio d e que «el fin justifica los m e dios» )• ¿Cuántas veces h a b r á s oído decir: «Sólo lo digo (o lo bago) por tu bien»? Por s u p u e s t o . Por consiguiente. Identificar u n a consecuencia positiva constituye o t r o m o d o d e restablecer u n marco-objetivo con respecto a los juicios o generalizaciones negativos y limitadores. sin embargo. los cadáveres SANGRAN!. podría haber sacado parti° de los comentarios d e éste. experiencia o c o m p o r t a m i e n t o tienen s e n t i d o fuera del c o n t e x t o en el q u e fueron establecidos. no precisa de comentarios: la idea antitética consiste en enumerar todas las cosas que podrían pasarme. Tal vez puedan cantar. que h e m o s visto en este m i s m o capítulo. las expectativas p u e d e n ser «positivas» o «negativas». las consecuencias negativas cuestionaran las generalizaciones y las p o n d r á en tela d e juicio. Los esfuerzos del psiquiatra.

pero se les mete p o r la nariz al respirar y las enferma. n o p u d o presentar objeción alguna a m i lógica y se mostró d e acuerdo en tomar las pildoras. le describí c ó m o actuarían los placebos y d e qué modo la iban a hacer sentir diferente. de m o d o que cada vez que s u s padres la telefoneaban. En lugar de tratar de atacar y cuestionar la creencia. las moscas podían llegar incluso a través del teléfono. Acto seguido le expliqué que su situación presentaba todos los síntomas de u n a alergia. para cocinar. lo que en realidad estaba diciendo era q u e su creencia había reemplazado a u n a sede estrategias d e toma d e decisiones. pero u n a s personas m á s q u e otras. Luego. Utilizando lo q u e había averiguado acerca de sus equivalencias d e criterio y s u s estrategias de realidad. N o p o día ignorarlas. Aquella mujer dedicaba u n a gran parte d e su t i e m p o a protegerse de las «moscas». p o r q u e nadie aceptaba que fueran reales. hasta el p u n t o de q u e su piel estaba todo el t i e m p o enrojecida y erosionada. en d e t e r m i n a d o m o m e n t o . Estaba convencida de que tenía insectos p o r todo el cuerpo. Aquella mujer estaba en la treintena y llevaba mas de quince a ñ o s batallando c o n su c o m p u l s i ó n . sin éxito. sin dejar d e m a n t e n e r los beneficios que obtiene siendo u n cadáver». las creencias limitadoson con frecuencia el resultado de preguntas sobre el «cómo» contestar. En lugar d e tenerse q u e ocultar del polen. muchas personas habían tratado. Ella les llamaba «moscas reales imaginarias»: «imaginarias». Se lavaba y se frotaba c o n s t a n t e m e n t e para sacarse de encima las moscas. ( C o m o Einstein señaló. Tal vez ese n o sea el m o d o adecuado de tratar c o n ellas. Compraba siempre vestidos d e talla superior a la suya. c u a n d o volvió a mi consulta la s e m a n a siguiente estaba m u y asustada.146 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 147 A lo mejor descubre que p u e d e llevar u n a vida bastante buena c o m o cadáver (algunos lo h a c e n ) . p e r o c o n los q u e pasaba m u y poco tiempo p o r q u e estaban llenos d e ellas. Habida cuenta de q u e esta explicación encajaba a la perfección c o m o consecuencia d e su p r o p i o sistema de creencias. lo cual la obligaba a colgar. Curiosamente. del receptor c o m e n z a b a n a salir moscas a m o n t o n e s . No lo p u e d e n ver. o tratar d e alejarlo. estas personas toman m e d i c a m e n t o s para q u e su sistema inmunológico reduzca los síntomas d e alergia. Ha tratado d e sacárselas de encima y a h u y e n t a r l a s . p o r q u e para ella lo e r a n m u c h o . ¿Ha sido usted tratada alguna vez para su alergia "real imaginaria" a las moscas "reales imaginarias"?». El h e c h o d e q u e las moscas fueran «imaginarias» le proporcionaba algunas opciones interesantes. n e a S U l 1 3 5 . para que le c u b r i e r a n t o d o el c u e r p o y n o le q u e d a r a expuesta n i n g u n a zona d e piel. P o r s u p u e s t o .) Yo m i s m o he aplicado con éxito este p a t r ó n a una mujer con u n diagnóstico d e «obsesiva compulsiva». Entonces saqué u n frasco que contenía u n placebo y le dije: «Esto son pildoras "reales imaginarias". etc. Le expliqué cuidadosamente el poder del «efecto placebo» y le cité u n a serie de estudios en los que los placebos habían sido utilizados c o n éxito para tratar reacciones alérgicas. le provocaban una terrible sensación de ser «invadida». ésta pueda ser reencuadrada desd e u n p r o b l e m a a u n a ventaja. para vestirse. p o r q u e aquellas «pildoras reales imaginarias» habían funcionado. Tenía setenta y dos pares de guantes diferentes: para conducir. Me t o m é tiempo para entrar en sintonía con ella» así c o m o para averiguar s u s «equivalencias de criterio» y sus estrategias de realidad. Son "imaginarias" porque no contienen n i n g ú n fármaco. en particular s u s p a d r e s . Puesto que eran imaginarias. P o r ejemplo. todo el m u n d o las tenía. Se sentó delante mí y c o m e n z ó a preguntarme: « ¿ C ó m o sabré q u é r o p a c o m p r a r ? ¿ C ó m o sabré cómo relacionarme con mis padres? ¿Cómo sabré a quién debo dejar que me toque? ¿ C ó m o sabré qué hacer o a d o n d e ir en el "uando que me rodea?» C o n aquellas palabras. n o s e p u e de solucionar u n problema con la m i s m a forma de pensar q u e lo creó. Algunas personas. C o m o ya he señalado antes. p o r ejemplo. de convencerla de lo absurdo d e su creencia. q u e n u n c a había llegado desarrollar. le dije- «¿Sabe? Ha intentado d u r a n t e toda su vida librarse d e esas moscas. «reales». a l o s q u e a m a b a m u c h o . pero s o n "reales" p o r q u e curarán su alergia y cambiarán lo q u e siente». tienen alergia al polen. de lavarse c o n t i n u a m e n t e .

idenüñca u n a creencia o generalización limitadora q u e te impida actuar c o n la eficacia q u e sabes q u e podrías. lo cual le permite actuar de forma m a s ecológica. el miedo n o es tan m a l o . 5. Enriquece tu percepción d e esta situación o experiencia planteándote: «¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la generalización definida por ella?» (Un m o d o de hacerlo consiste e n considerar el problema o la dificultad desde m á s de u n marco temporal. a alguien q u e trata d e curarse.148 EL PODER DE LA PAI. d e u n a ñ o y de m u c h o s años. aquella mujer aprendería u n a serie de estrategias de toma de decisión eficaces y se libraría definitivamente de su obsesión. creencia limitadora: M e siento c o m o un cobarde c u a n d o tengo miedo ante situaciones difíciles. Lo deseable q u e sea el resultado. tu miedo hará de ti u n a persona m á s sabia y determinada. 2. La confianza e n q u e las acciones especificadas producirán el resultado apetecido. p o r ejemplo. 4. La evaluación sobre lo apropiado y lo difícil de ese comportamiento ( c o n i n d e p e n d e n c i a d e q u e se crea o n o q u e vaya a p r o d u c i r el resultado deseado). las personas cambian su c o m p o r t a m i e n t o al adquirir nuevas experiencias de referencia y nuevos mapas que les permitan formar u n «plan».) Por ejemplo. C e . de un mes. ya n o podía evitar tener q u e enfrentarse con s u s creencias sobre s u s propias capacidades. Una «expectativa de resultado» nueva la obligaba a reevaluar su «expectativa de eficacia propia». relacionadas a su vez con u n a serie d e c o m p o n e n t e s del cambio fundamentales: 1. d e n t r o de d e t e r m i n a d o sistema. Las cuestiones d e creencias básicas q u e surgen en relación con el logro de objetivos provienen de expectativas. aprender algo n u e v o o d e triunfar e n u n proyecto empresarial. A largo plazo. influyen en gran medida en el grado d e confianza q u e t e n d r e m o s acerca de la obtención de un resultado. valía propia y permiso q u e uno tenga e n relación con los c o m p o r t a m i e n t o s necesarios y con el resultado final. el grado de apoyo p o r parte d e las relaciones q u e u n o reciba. Determinados factores. miento produzca d e t e r m i n a d o resultado. Para explorar t ú m i s m o el patrón d e consecuencia.ABRA Creencias y expectativas 149 U n a vez q u e la mujer c o m e n z ó a creer q u e podía librarse realmente d e las «moscas». de u n día. p o r ejemplo. Nuestras expectativas. P o r ejemplo. Por consiguiente. La creencia d e poder p r o d u c i r los c o m p o r t a m i e n t o s n e cesarios para completar el plan q u e c o n d u c e al objetivo. 3. c o m o el «itinerario» hasta el resultado. Consecuencia positiva: El m i e d o evita q u e la gente se precipite. las experiencias d e referencia. un m i s m o comportamiento n o siempre produce resultados idénticos. el grado de variabilidad del sistema y las h e r r a m i e n t a s de q u e u n o disponga d e t e r m i n a r á n la probabilidad d e q u e d e t e r m i n a d o comport*' l | P a z Ecológico I P 0 S < W e I I D " e a b ' f Plan Comportamiento Resultado Itinerario Cuestiones de creencias relacionadas con el cambio ¿ ° n s i d e r e m o s . El sentido de responsabilidad. imaginar la situación d e n t r o de u n a hora. de u n a semana. habida cuenta que hace q u e las personas sean más p r u d e n t e s y actúen de forma m á s ecológica. Cartografiar creencias y expectativas clave Merecedor teponsablc Apropiado C a En líneas generales. Manejar el c a m b i o y lograr resultados requiere d i s p o n e r d e los mapas cognitivos. las herramientas y el a p o y o d e las relaciones necesarios para establecer la clase más adecuada d e presuposiciones y expectativas respecto a determinado objetivo. Sin embargo. tarea o situación. C o n ayuda.

E incluso. aunque esté convencida de que hacer ejercicio y mejorar su dicta la ayudaría a estar más sana. Tal vez se diga: «Haga lo que haga. aprender o alcanzar el éxito. De forma parecida. Por otro lado. ¿Hasta qué punto esta persona quiere realmente estar sana. no me pondré bien». u «Otros m e necesitan. «Tengo tantas cosas que atender. o bien le preocupen las consecuencias para otras áreas de su vida. Cuando alguien cree que no merece alcanzar el objetivo deseado. la salud no es prioritaria para mí». Evaluar la motivación para el cambio Para poder ayudar a otros o a nosotros mismos a alcanzar los objetivos deseados es importante que consigamos evaluar todo este sistema de creencias. o no se considera responsable de hacer lo necesario para lograrlo. Incluso si la persona desea con todas sus fuerzas tener salud. las creencias y las presuposiciones potenciadoras pueden liberar capacidades y «competencias subconscientes». Los planes y las acciones n o puede ser llevados a cabo con eficacia si hay conflicto o duda en exceso. Quiero delegar en otros». seria egoísta por mi parte concentrarme únicamente en mi éxito». que aprender algo nuevo no me resulta tan importante». no está dispuesta a hacer el esfuerzo de cambiar dfl estilo de vida. puede suceder que se pregunte si lograrlos es posible. tal vez alguien cica que un nuevo trabajo lo conduciría al éxito. «Un perro viejo no aprende trucos nuevos» o «Mejor que no me haga ilusiones de triunfar. Las creencias pueden ser evaluadas formulando una aclaración espci ilica de cada una de ellas. pero dude de sus capacidades para llevar^ cabo las acciones necesarias. inherentes en la persona o el p u p o . pero no con este plan/técnica/programa/etc. Alguien podría decir: «En es-i tos momentos. O tal vez dude de merecer estar sano.» Otra quizá piense que determinado camino sea el adecuado. También suele ocurrir que la persona desee el resultad* piense que es posible y crea que el camino propuesto es el adejj cuado para lograrlo. aprender o triunfar en los negocios no siempre está en cabeza de la jerarquía de criterios de la persona. Por ejemplo. Eso es trabajo de los expertos. y lo cierto es que estar sano. pero dude que determinado comportamiento sea el más adecuado para ello Es probable que se diga: «Creo que es posible alcanzar mi objetivo. Puede que se diga: «No es responsabilidad mía estar más sano/aprender/tener éxito. Pero raramente las condiciones son las mismas. Aquí topamos con una cuestión de autoestima. crea que el camino propuesto es el adecuado para lograrlo y n o dude de sus capacidades para llevar a cabo las acciones necesarias. Un modo de determinar la motivación de la persona o del P u p o consiste en lormular una afirmación de las cinco creencias clave que hemos identificado como significativas para el proceso * b i o . pero que no habían sido movilizadas con anterioridad. pero no sabe encontrar el tiempo necesario. aprender o triunfar? En las mismas condiciones. Otra quizá crea que determinado curso la puede ayudar a aprender algo importante. piense que es posible. no hay duda de que todos deseamos las tres cosas. Otra persona tal vez desee intensamente un resultado. pero no esté dispuesta a asumir los esfuerzos y sacrificios que ese camino exige. Tal vez piense: «No soy lo suficiente hábil/perseverante/inteligente/centrado/etc.150 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 151 Las cuestiones de creencias pueden presentarse con cada uno de los elementos del cambio arriba mencionados. Una primera cuestión tiene que ver con lo deseable que sea el resultado. En ocasiones. c o m o e n l o s siguien^ ejemplos: c a r n . y como demuestra el efecto placebo. en el caso de que la persona desee el resultado. inteligencia o éxito. da igual que tenga las capacidades necesarias. también e s posible que se cuestione si es o no responsabilidad suya realizar las acciones que conduzcan a la consecución del objetivo. ocurre que la persona se siente indigna de tener salud. pero duda porque le preocupa el impacto que este cambio pudiera ejercer sobre su familia. para hacer lo que hace falta para alcanzar mi resultado deseado». Nada de lo que yo haga cambiará las cosas». que conozca cuál es el camino adecuado y que lo desee. aprender o tener éxito. e incluso crea que es posible alcanzarlo.

» "T"| |~2~| [~3~~| |~4~| I^T i b. Declaración: «Es posible alcanzar ese objetivo». indicando c o n el 1 el grado más bajo y con el 5 el m á s alto. Lo deseable del resultado. Seguridad en que el resultado es alcanzable. lo cual producirá de inmediato u n interesante perfil d e áreas potenciales de problemas de motivación y seguridad. Puntúa en las siguientes casillas tu grado de creencia e n relación con el objetivo o el resultado a lograr.)» m • • • LI c. Declaración: «Lo q u e hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico». La hoja de evaluación de creencias de la página siguiente proporciona u n a h e r r a m i e n t a sencilla pero eficaz para evaluar con rapidez las áreas de creencia relevantes en relación con det e r m i n a d o objetivo o plan. Las p u n t u a c i o n e s bajas indicarán posibles áreas de resistencia o interferencia.» • •• • X | U n a vez establecidas estas creencias el interesado puede calibrar su grado d e conformidad c o n cada u n a de ellas en una escala del 1 al 5. Declaración: «El objetivo es deseable y vale la p e n a » . «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado. Hoja de evaluación de creencias Describe en u n a frase el objetivo o el resultado a lograr: Objetivo/resultado: . 4. Evaluación de lo apropiado o lo difícil de los comportamientos necesarios para alcanzar el resultado deseado (con independencia de que se crea o n o que lo producirán). «Es posible alcanzar ese objetivo. q u e requerirán ser de algún m o d o atendidas. 3. 5. «El objetivo e s deseable y vale la pena. Sentido de la propia valía o permiso para realizar los c o m p o r t a m i e n t o s requeridos y alcanzar el resultado deseado.» m . Creer e n la propia capacidad para p r o d u c i r los comportam i e n t o s requeridos. Declaración: «Tengo/tenemos las capacidades necesarias para alcanzar el objetivo deseado». d. Declaración: «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objetivo y m e / n o s lo merezco/merecemos».» V ° v e. «Tengo/tenemos la responsabilidad de alcanzar ese objee / n o s lo merezco/merecemos.152 EL PODER DE LA PALABRA Creencias y expectativas 153 1. «Lo que hay que hacer para alcanzar el objetivo es apropiado y ecológico. a. 2.

si el ejecutivo d e u n a compañía n o fuera capaz de describir cuál sería su estado deseado en relación c o n d e t e r m i n a d o proyecto. Constituye también u n m e d i o útil para ayudarlas a superar las resistencias y limitaciones propias d e su m a p a actual del m u n d o . p o r ejemplo. «No me merezco. Milton Erickson solía repetir que «Puedes imaginar y d o m i n a r lo que quieras».154 Construye EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 155 seguridad y refuerza las creencias U n a vez que hayas evaluado el grado de seguridad y congruencia en relación con esas áreas clave de creencias. ¿Quién es el mejor m e n t o r para esa creencia? 3.. n o s ayuda a identificar y utilizar la noción d e «Yo» c o m o función en lugar d e como rígida nominalización. ¿Qué más hace falta saber o añadir al objetivo o creer para ser más c o n g r u e n t e y seguro? 2. Muchos d e los procesos y técnicas d e la Programación Neurolingüística aplican el marco « c o m o si». o p o r m e d i o del cual un individuo o u n g r u p o a c t ú a n «como si» fueran otra persona o entidad. El marco « c o m o si» constituye u n a h e r r a m i e n t a clave para mentores y consejeros. También n o s ayuda a liberarnos d e las limitaciones de nuestra historia personal. aplicaríamos el marc o « c o m o si» y le p r e g u n t a r í a m o s : « ¿ Q u é pasaría si pudieras hacer X?». así c o m o sus estados futuros deseados.El m e n t o r animará respetuosamente al explorador a decir cosas tales c o m o : . un m e n t o r le podría preguntar: Imagina que h a n pasado cinco años. «Actúa c o m o si pudieras hacer X. ¿Qué mensaje o consejo daría ese m e n t o r ? ción presente d e los c o n s t r e ñ i m i e n t o s d e la realidad y utilizar la imaginación c o n m a y o r plenitud. P o r ejemplo: «No es posible para m í . ¿ C ó m o sería?» o «Si (ya) pudieras hacer X. Creamos imágenes d e ellos y las visualizamos con los ojos d e la m e n t e . Luego c o menzamos a darles vida « c o m o si» ya estuviéramos experimentando y practicando los c o m p o r t a m i e n t o s específicos q u e se corresponden con esos s u e ñ o s y objetivos. . si u n a persona nos dice: «No p u e d o hacer X» o «Es imposible hacer X». «No soy capaz d e . El ejercicio siguiente aplica el marco «como si» considerándolio u n m e d i o para ayudar a la superación de creencias limitadoras. ¿Qué ha cambiado? Actuar « c o m o si» nos permite d e s p r e n d e r n o s de la percep- Ejercicio «Como si» 1. » . .» 2 . El marco « c o m o si» se utiliza a m e n u d o para cuestionar creencias limitadoras p o r m e d i o d e la creación d e contraejemplos y alternativas. » . El m a r c o « c o m o si» constituye u n m e d i o p o d e r o s o para ayudar a las personas a identificar y enriquecer su percepción del m u n d o . El marco « c o m o si» es d e gran importancia para la creación de un espacio en el q u e sea posible comenzar a estimular la n e u rología que p u e d e apoyar la consecución de n u e s t r o s deseos.. . d a n d o a esas imágenes las cualidades q u e deseamos q u e tengan. En el proceso d e creación de objetivos. En realidad. Utilizar el marco «como si» para reforzar expectativas creencias y El marco «como si» es u n proceso p o r m e d i o del cual u n individ u o o u n g r u p o a c t ú a n «como si» el objetivo o el resultado deseados h u b i e r a n sido ya alcanzados. podrás reforzar las creencias en áreas de duda considerando las preguntas siguientes: 1. de n u e s t r o s sistemas de creencias y d e n u e s t r o «ego». Activa nuestra capacidad innata para imaginar y suponer. Por ejemplo. resultados y s u e ñ o s . a c t u a m o s primero «como si» fueran posibilidades. ¿qué estarías haciendo?» Por ejemplo. . El explorador pensará en algún objetivo o situación acerca de los cuales tenga alguna d u d a . Expresará verbalm e n t e la creencia limitadora a s u mentor.

¿Qué pensarías.156 EL PODER DE LA PALABRA «¿Qué sucedería si eso fuera posible/fueras cerlo/lo merecieras?» «Actúa "como si" eso fuera posible/fueras lo/lo merecieras. el m e n t o r seguirá p r e g u n t a n d o : «Actúa "como si" y a hubieras tratado con esa objeción/interferencia. Si surgen otras objeciones o interferencias p o r parte del explorador. harías o creerías deforma diferente?» 2. ¿Cómo sería?» capaz de ha- capaz de hacer- i 6 La estructura básica de las creencias «Imagina que ya has tratado con todas las cuestiones relacionadas con tu creencia de que eso no es posible/no eres capaz de hacerlo/no lo mereces. ¿Cómo responderías defonna diferente?» .

«conduce a». la afirmación de que «El éxito requiere buena suerte» vincula el m i s m o valor con otra causa («buena suerte»). las creencias s o n básicamente declaraciones sobre las relaciones entre diversos elementos de nuestra experiencia. «Un corazón que late en reposo a 0 Pulsaciones p o r m i n u t o es u n corazón sano».Estructura lingüística de las creencias El propósito principal de n u e s t r a s creencias y de n u e s t r o s sistemas de creencias es vincular valores fundamentales con otras partes de nuestra experiencia y con n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . Las equivalencias complejas son afirmaciones lingüísticas que implican «equivalencias» entre distintos aspectos de nuestra experiencia. «hace». «resulta ' tc. «Tener m u c h o "ero significa que has alcanzado el éxito» o «Amar significa n o tener que decir n u n c a "lo s i e n t o ' » son ejemplos d e equivalencias p l e j a s que reflejan creencias. C o m o demuestran ambas afirmaciones. («A=B» o «A significa B»). la declaración d e la creencia en que «El éxito requiere trabajar duro» vincula el valor «éxito» con una clase concreta d e actividad («trabajar d u r o » ) . así c o m o para establecer evidencias destinadas a d e t e r m i n a r si los valores h a n sido satisfechos o violentados. Corn bra '~ ^ ^ de causa-efecto (caracterizadas p o r palaen> ° ° u s a » . las creencias se expresan p o r lo general en forma de patrones verbales conocidos c o m o «equivalencias complejas» y «causas-efectos». «obliga». Esta clase de patrón d e lenguaje es n o r m a l m e n t e utilizado para formular definiciones de valores. Lingüísticamente h a b l a n d o . En cambio.) vinculan causalmente valores con otros aspectos de aS a r m a c o n e s C m < < c a e . Como ya h e señalado a n t e r i o r m e n t e .

Las equivalencias complejas y las generalizaciones acerca de causa y efecto constituyen estructuras fundamentales a partir d e las cuales c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del m u n d o . s i n ó n i m o de «odiarse a sí m i s m o » . Las equivalencias complejas están lejanamente e m p a r e n t a d a s con las equivalencias d e criterio. o d e un m o d o q u e contribuye al m a n t e n i m i e n t o del síntoma. Una equivalencia compleja para d e t e r m i n a d o valor o en- . u n a relación compleja. o «Si hablas poco. «Pronto a la cama y p r o n t o en pie hacen al hombre s a n o . «Seguridad significa tener p o d e r para luchar contra fuerzas hostiles». Las equivalencias d e criterio se establecen en forma d e evidencias basadas en los sentidos para d e t e r m i n a d o valor o criterio. En su m a p a del mundo. Equivalencia compleja La equivalencia compleja implica hablar d e dos o m á s experiencias c o m o si se trataran d e lo m i s m o . sino en si u n o consigue o n o e n c o n t r a r interpretaciones susceptibles d e ofrecer u n a nueva perspectiva. se sobresimplifica hasta el nivel d e estructura superficial. Desde la perspectiva d e El poder de la palabra. eso tiene que significar que tienes poco que decir». Debe odiarse realmente a sí m i s m o » . las equivalencias complejas distorsionan o sobresimplifican relaciones sistémicas. c o m o si fueran «equivalentes». p o d r á revestir la forma d e alguna otra generalización o nominalización. d e estructura p r o funda. q u i e n la formula implica que «mala salud» es. En la afirmación «Está mal de salud. Los d i c h o s d e q u e «el p o d e r corrompe» o «el a m o r sana» constituyen afirmaciones relacionadas con las consecuencias d e la expresión de d e t e r m i n a d o s va-j lores. En el lado problemático. Definidos tal vez m á s acertadamente c o m o «equivalencias simplistas». Las creencias vienen por lo general expresadas en forma de equivalencias complejas o causas-efectos. Toda declaración establece u n a especie d e «equivalencia» entre dos términos.160 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 161 nuestra experiencia. la cuestión n o estriba tanto en si u n o ha e n c o n t r a d o o n o la equivalencia compleja «correcta». E n el lado positivo. pero u n p o c o m e n o s » . Los pacientes (así c o m o s u s familias). las conexiones establecidas p o r a l g u n a s interpretaciones a y u d a n a simplificar o explicar relaciones complejas. por ejemplo. Nuestras «interpretaciones» de acontecimientos y experiencias proceden del establecimiento y de la aplicación d e paquetes de equivalencias completas. causas O Medios Éxito Valor o criterio Trabajo d u r o M u c h o dinero Causa o evidencia terio. Las siguientes afirmaciones serían otros ejemplos d e «equivalencias complejas»: «Pensar o actuar fuera de las n o r m a s sociales significa que eres m e n t a l m e n t e inestable». a u n q u e son distintas d e ellas. Estas estructuras lingüísticas se utilizan para definir las causas y las consecuencias del logro de determin a d o s valores. ambas experiencias s o n en cierta m e d i d a «lo m i s m o » (a pesar de que p r o b a b l e m e n t e n o tengan relación alguna en realidad). tienden a interpretar s u s s í n t o m a s de forma m u y negativa. en ellas. hacia indicadores específicos d e algún valor o criterio. El proceso se asemeja más a u n a fragmentación lateral q u e hacia abajo. p o r ejemplo. rico y sabio». la frase clásica d e Benjamín Franklin constituye u n a afirmación de factores causales que c o n d u c e n al logro de d e t e r m i n a d o s valores. u n nuevo mapa del m u n d o o Lina nueva forma d e p e n s a r que difiera de la que ha creado y m a n t i e n e el problema de q u e se trate. d e algún m o d o . el peligro d e estas declaraciones consiste en q u e . U n a equivalencia compleja es más u n a «definición» q u e u n «procedimiento de evidencia». Implican «fragmentar hacia abajo». es decir. Como sentenció Einstein: «Todo debe simplificarse tanto c o m o s e a posible.

e n el cual está implícita o explícita la r e l a c i ó n c a u s a l e n t r e d o s experiencias o fenómenos con d e s c r i p c i ó n v e r b a l . «átomos». como el de usalidad. N u e s t r a s c r e e n c i a s s o b r e causa y efecto están reflejadas en el p a t r ó n l i n g ü í s t i c o d e «causa-efecto». si c r e e s q u e d e t e r m i n a d a alergia está causada p o r u n « a l é r g e n o » e x t e r n o . más q u e d e una sola. 'bert Einstein escribió: A Ca ^ '° claramente que ciertos conceptos. p e r o solo en ciertas condiciones. Habida cuenta de que los siste m a s c o m p l e j o s e s t á n f o r m a d o s p o r n u m e r o s o s vínculos m u t m e n t e c a u s a l e s ( p o r e j e m p l o . Si crees q u e la alergia s e d e b e a la d e s c a r g a d e « h i s t a m i n a s » . oír o sentir las partículas atómicas interactuando entre sí. u a 11111 chos fenómenos s o n el resultado d e causas múltiples. p o r el contrario. De h e c h o . cada u n o d e los elementos implicados en una cadena d e causa-efecto p u e d e tener su propia «energía colateral». p o r e j e m p l o . la i n v e s t i g a c i ó n y el m o d e l a d o eficaz d e cualq u i e r t i p o r e q u i e r e n la i d e n t i f i c a c i ó n d e las causas q u e subyacen e n los f e n ó m e n o s o b s e r v a b l e s . en gran medida. Si. en la afirmación «Criticarle le h a r á r e s p e t a r l a s r e g l a s » n o está n a d a claro d e q u e m o d o . Las causas s o n a m e n u d o m e n o s evidentes y a m p l i a s y m á s sistémicas en su naturaleza q u e el s í n t o m a o el f e n ó m e n o particular que es e x p l o r a d o o estudiado. P o r e j e m p l o . sobre el m i s m o terreno. los cambios en el mercado. «electromagnetiso». la m i s m a fuerza. C o n c e p t o s tales c o m o «gravedad».y poner orden a nuestra propia experiencia sensorial. El a n á l i s i s . Además d e t o d o ello. los cambios en la tecnología. t o m a r á s «antihist a m í n i c o s » . los canales de c o m u n i c a c i ó n o c u a l q u i e r otra cosa. Esta clase de afirmación deja sin especificar m u c h o s e s l a b o n e s i m p o r t a n t e s e n potencia. P o r e j e m p l o . de la fuerza del m i s m o . etc. e incluso «tiempo» «espacio» son. O t r a s t i e n e n v a l i d e z . elaboraciones arbitrarias que fgieron de nuestra imaginación (y no del m u n d o exterior) para •^egorizai. N o p o d e m o s ver. p o r ejemplo. d a d o q u e la energía n o fluye a través d e ellos d e forma d e t e r m i n a d a y mecánica. tales r e l a c i o n e s p u e d e n o n o ser acertadas o válidas al nivel de est r u c t u r a p r o f u n d a . pero inc o m p l e t a s . p u e d e ser el resultado d e algo relacionado con la competencia. I Ocurre lo m i s m o en el caso de m u c h a s de nuestras creencias relacionadas con la realidad física. le das u n p u n t a p i é a u n perro con el m i s m o á n g u l o .. Tan solo p o d e m o s percibir y medir s u s resultados. en función del ángulo de i m p a c t o . Tal a c c i ó n p o d r í a t a m b i é n tener c o m o resultado el efecto e x a c t a m e n t e c o n t r a r i o . la a c c i ó n d e criticarle hará que el criticado desarrolle respet o p o r l a s reglas. es decir. Si c r e e s q u e la c a u s a d e esa alergia es el «estrés». Algunas son válidas. p o d r á s calcular con bastante exactitud d o n d e irá a caer. trat a r á s d e r e d u c i r l o . Un descenso en los beneficios o en la p r o d u c t i v i d a d . y es q u e el perro tiene su propia «energía colateral». etc. la organización. l a s d e c l a r a c i o n e s d e causa y efecto son modalidades v e r b a l e s s i n especificar. El principal peligro con ellas consiste en la i m p l i c a c i ó n d e q u e la relación q u e esta siendo definida sea f r a n c a m e n t e s i m p l e y m e c á n i c a . Y así s u c e s i v a m e n t e . en conc r e t o . t r a t a r á s d e evitarlo.162 E L PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 163 Causa y efecto La p e r c e p c i ó n d e c a u s a y efecto es la base d e n u e s t r o m o d e l o del m u n d o . «causa y efecto». P o r s u p u e s t o . no pueden ser deducidos de la experiencia maU m e v . Lo q u e identificam o s c o m o c a u s a d e u n e s t a d o d e s e a d o o d e u n e s t a d o problema d e t e r m i n a d ó n d e a p l i c a r e m o s n u e s t r o s esfuerzos. de la fricción del suelo y del aire. Gregory Bateson señaló q u e si le das u n p u n t a p i é a u n a pelota. ostulamos el c o n c e p t o imaginario «gravitación» para explicar °s efectos. s e b a s a e n e n c o n t r a r y tratar la(s) causa(s) de d e t e r m i n a d o s í n t o m a o c o n j u n t o d e s í n t o m a s . el liderazgo. c o m o tampoco percibimos directamente las fuerzas «gravitacional» o «electro"wg'iética». C o m o s u c e d e c o n las equivalencias complejas. Eso hace que los sistemas sean m u c h o m á s complejos. «energía». resultará m u c h o m á s difícil p r e d e t e r m i n a r cuál será el resultado. q u e cada u n o d e ellos tiene su propia fuente de energía y n o r e s p o n d e de forma p r e d e t e r m i n a d a . Las c a u s a s s o n los e l e m e n t o s suby a c e n t e s r e s p o n s a b l e s d e la c r e a c i ó n y el m a n t e n i m i e n t o d e det e r m i n a d o f e n ó m e n o o s i t u a c i ó n . La r e s o l u c i ó n exitosa de conflictos. el sistema nervioso h u m a n o ) . c o n ello n o q u i e r o decir q u e n i n g u n a declarac i ó n d e c a u s a y efecto sea valida.

q u e «La mujer hizo llorar al n i ñ o » . sino tan sólo sus efectos. C a u s a s p r e c i p i t a n t e s Sucesos p a s a d o s . C a u s a s c o n s t r i c t i v a s Relaciones p r e s e n t e s . Lo que Einstein n o s dice es que nuestros sentidos n o percib e n realmente las cosas c o m o «causas». Este mismo dilema es de aplicación con igual rigor a la psicología. p o d e m o s percibir una secuencia de acontecimientos c o m o : «Un h o m b r e corta u n árbol c o n u n hacha» y luego «el árbol cae». proceden del punto de vista de convenciones lógicas libremente elegidas. pero lo q u e es percibido es tan sólo la s e c u e n c i a de los acontecimientos. 2 ) c a u s a s «constrictivas» o «eficientes». a la neurología y probablemente a cualquier otra área de actividad humana. p u e s t o q u e lo único que p u e d e n percibir es que primero sucede u n acontecimiento e inm e d i a t a m e n t e s u c e d e otro.164 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Tipos de causas 165 terial por medio de métodos lógicos. C u a n t o más nos aproximamos a las relaciones y n o r m a s primarias que determinan y rigen nuestra experiencia. Presente Condiciones circundantes I Presuposiciones Estado Causas constrictivas V Presente Relaciones Causas constrictivas . Según Einstein.. o «Una mujer le dice algo a u n niño» y luego «el niño comienza a llorar». El a r g u m e n t o de Einstein consiste en que las reglas básicas q u e utilizamos para operar en el m u n d o . Pasado C a d e n a lineal de a c o n t e c i m i e n t o s que c o n d u c e al presente Presente Causa precipitante Causa precipitante 2. Según el filósofo g r i e g o Aristóteles (Últimos analiticos) hay cuatro tipos básicos d e c a u s a s a ser t o m a d a s en consideración en cualquier i n v e s t i g a c i ó n y análisis: 1) causas «antecedentes». d e p e n d i e n d o d e qué marco d e referencia decidamos elegir.r e a c c i ó n . Por ejemplo. mas lejos estamos d e cualquier cosa que sea directamente perceptible' No podemos experimentar físicamente los principios y las normas q u e generan nuestro comportamiento y nuestras experiencias. o «Hay un eclipse d e Sol» y luego « u n terremoto el día siguiente». t a m b i é n p o d r í a m o s decir: «La gravedad causa que los árboles caigan». «Una teoría p u e d e ser c o m p r o b a d a p o r la experiencia. incluso los más próximos a la experiencia. Por ejemplo. pero n o hay m o d o de formular u n a teoría a partir de la experiencia». p o d e m o s decir que «el h o m b r e hizo que el árbol cayera». si el cerebro trata de percibirse sí mismo. o q u e «El eclipse causó el ter r e m o t o » . Por ejemplo. habrá inevitablemente algunos p u n t o s ciegos. presuposiciones y condiciones circ u n d a n t e s q u e m a n t i e n e n el estado presente del sistema ( i n d e p e n d i e n t e m e n t e d e c ó m o haya llegado allí). acciones o decisiones que influyen en el estado p r e s e n t e del sistema a través de u n a cadena lineal de a c c i ó n . Todos los conceptos. La «causa» es u n a elaboración interna librem e n t e elegida q u e aplicamos a la relación que h e m o s percibido. así c o m o las reglas seg ú n las cuales el p r o p i o m u n d o opera. C o m o él m i s m o señaló. «necesarias» o « p r e c i p i t a n t e s » . 1. n o son observables en el c o n t e n i d o d e nuestra experiencia.. 3) causas «finales» y 4) causas «formales». «Las expectativas n o c u m p l i d a s del niño le hicieron llorar» o «Las fuerzas i n t e r n a s d e la Tierra causaron el terremoto».

P o r ejemplo. p o r ejemplo.d e ^ afluencia de ¡as causas formales n varios aspectos. En la ciencia de nuestros días t e n d e m o s a buscar causas mecánicas. Se trata d e esclarecimientos sin d u d a útiles e i m p o r t a n t e s . o se dirige éste hacia alguna parte? ¿Cuáles s o n las visiones y los objetivos que hacen q u e u n a organización tenga éxito? Identificar las causas formales del «universo». Cuando est u d i a m o s científicamente u n fenómeno. relevancia y propósito a las acciones en curso. Tratar d e descubrir las causas formales d e u n problema o resultad o nos conduce a verlo c o m o u n a función de las definiciones y presuposiciones que estamos aplicando a la situación. nuestras creencias y nuestros °s del m u n d o funcionan c o m o «causas formales» de núese . ¿A qué nos referimos exactamente al hablar d e «universo». Por ejemplo. Por ejemplo. q u e «el SIDA está causado por un virus que penetra en el c u e r p o y actúa sobre el sistema inmunitario». con i n d e p e n d e n c i a de su historia? Buscar causas finales implica explorar l o s objetivos o fines potenciales de esos fenómenos con respecto al resto d e la Naturaleza. pero q u e n o necesariamente nos c u e n t a n toda la historia d e los fenómenos a los que se refieren. Buscar causas precipitantes nos c o n d u c e a ver el problema o el resultado c o m o consecuencia d e acontecimientos y experiencias del pasado. C a u s a s formales Definiciones y percepciones d e algo. presuposiciones básicas y m a p a s mentales. lo m á s probable es que tomar cualquiera de estas causas c o m o la explicación única y completa del producto final c o n d u z c a a u n a imagen incompleta. ¿qué es lo que le impedirá seguir expandiéndose? ¿Cuáles s o n las restricciones (o la ausencia de ellas) que p o d r í a n provocar la caída o el despegue d e u n a organización. ¿qué es lo q u e d e t e r m i n a e l r i t m o al q u e se está expandiendo en la actualidad?. t e n d e m o s a buscar la cadena lineal d e causa y efecto que lo produjo. o q u e «esta organización tiene éxito p o r q u e dio los pasos concretos en los m o m e n t o s precisos». Identificar causas constrictivas implica e x a m i n a r q u é m a n tiene la estructura presente del f e n ó m e n o .166 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 167 3 . nuestro lenguaje. ¿cómo es que m u chas de las personas infectadas p o r el virus del SIDA n o m a n i fiestan ningún síntoma? Si el universo se ha estado e x p a n d i e n d o después del Big Bang.) e v cl Estado \ presente j Influencia n o lineal q u e c o n d u c e al estado presente Causa final 4. «organización» o «SIDA»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca d e su estructura y su «naturaleza»? (Ésta fue la clase d e preguntas que ó a Albert Einstein a reformular p o r completo nuestra percepo n del tiempo. a las que Aristóteles se refería c o m o causas «antecedentes» o precipitantes. resultados o visiones que guían o influyen en el estado presente del sistema y confieren sentido. ¿es el SIDA simplemente u n azote. de una «organización exitosa» o del «SIDA» implicaría examinar muestras presuposiciones e intuiciones básicas sobre el fenómeno en cuestión. Considerar causas finales nos lleva a percibir el problema o el resultado como consecuencia de los motivos y las intenciones de los implicados. del espacio y d e la estructura del universo. Buscar causas constrictivas nos c o n d u c e a percibir el problema o el resultado c o m o algo fruto d e las condiciones en curso. Claramente. C a u s a s finales Objetivos futuros. Presente Futuro cimos que «nuestro universo fue causado p o r el Big Bang. con i n d e p e n d e n c i a de lo que lo haya llevado hasta ahí. q u e ocurrió hace miles de millones de años». u n a lección o un proceso evolutivo? ¿Juega Dios a los dados c o n el universo. dentro de las cuales ocurre la situación actual.

P o r ejemplo. a lo que la operadora le respondió que sí. En cons e c u e n c i a .168 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 169 tra realidad. p o r q u e definimos c o m o «roble» a algo q u e tiene tronco. ésta le dijo que n o le podía facilitar aquella información. presuposiciones e intuiciones acerca d e esos fenómenos. n o existían para el ordenador del centro. Las causas formales están también í n t i m a m e n t e relacionadas con el lenguaje y c o n los m a p a s mentales e n los q u e c r e a m o s n u e s t r a s realidades y que conceptualiz a n y e t i q u e t a n n u e s t r a experiencia. Luego le pidió si le podía facilitar la relación de personas fallecidas de cáncer d u r a n t e el m i s m o periodo. Identificar jas causas formales d e l «liderazgo». médicos insistían en que n o tenían pacientes así. Sin embargo. cascos y cola la l l a m a m o s «caballo». p o r e j e m p l o . Esta clase d e causa está relacionada c o n lo que Aristóteles den o m i n ó «intuición». Sin e m b a r g o . p o r q u e exhibe la forma o las características «formales» que hemos asociado con la p a l a b r a y el c o n c e p t o d e «caballo». Al princie l e r a . las «causas formales» est á n a s o c i a d a s m á s b i e n c o n la «forma» q u e c o n el c o n t e n i d o . El investigador le aseguró que disponía de la autorización pertinente. ejemp l o s para lo q u e estamos b u s c a n d o . a la estatua de b r o n c e d e u n animal con crines. Algo parecido s u c e d i ó con otro g r u p o d e investigadores. Antes d e q u e p o d a m o s comenzar a investig a r algo c o m o el «éxito». o d e «alineación»? ¿ Q u é estamos p r e s u p o n i e n d o acerca de su estructura y de su «naturaleza»? El investigador q u e quería entrevistar a personas que habían experimentado «remisiones» de cánceres terminales. •Qué es lo que q u e r e m o s decir. en realidad. pero que habían escapado a los filtros del centro de registro de dalos simplemente p o r q u e n o se había estaecido una categoría para ellas. implica e x a m i n a r n u e s t r a s definiciones. al hablar d e «liderazgo». La comparación d e ambas listas p u s o en evidencia que había varios centenares de personas a las que se había diagnosticado u n cáncer terminal. el investigador acabó con u n a relación de más de doscientas personas en «remisión». La «causa formal» d e u n f e n ó m e n o es la q u e da la definición d e su c a r á c t e r esencial. constituye u n b u e n ejemplo de la influencia de las causas formales. deber e m o s tener clara la idea de que ese fenómeno tal vez n o exista. Consiguió permiso d e las autoridades locales para recopilar datos del centro regional de registro de datos médicos. identificar «líderes eficaces» q u e m o d e l a r implica t e n e r la intuición d e q u e tales individuos son. presuposicioo r nes e intuiciones acerca d e ese problema o resultado. interesados en estudiar el fenómeno d e la remisión. a lo q u e ella le respondió que ése no era el problema. p ejemplo. la «alineación» o el «liderazgo». pero q u e n o habían m u e r t o . P o d r í a m o s decir q u e la «causa formal» de u n ser h u m a n o . d e u n a «organización exitosa» o de la «alineación» implicaría examinar nuestras definiciones. C o m o el p r o p i o t é r m i n o implica. P o r e j e m p l o . Buscar las causas formales d e u n problema o resultado. Las causas formales d i c e n en realidad m á s acerca de quien p e r c i b e q u e sobre el f e n ó m e n o q u e está s i e n d o percibido. de «organización exitosa». s o n las relaciones d e estructura profunda codificadas e n el ADN. El m i s m o concepto d e «causa» es u n a modalidad d e «causa formal». para descubrir patrones en su proceso de sanación. c u a t r o patas. Tras eliminar a quienes habían cambiado de domicilio o habían m u e r t o p o r otras causas. C u a n d o u n artista c o m o Picasso coloca el manillar d e una bicicleta j u n t o al sillín p a r a c o n s t r u i r la cabeza d e u n «toro». Identificar causas formales implica desvelar n u e s t r a s presuposiciones y n u e s t r o s m a p a s m e n t a l e s básicos acerca del tema de que se trate. Las causas formales están relacionadas con nuestras definiciones fundamentales de un fenómeno o u n a experiencia. r a m a s y hojas de d e t e r m i n a d a forma. exactamente. Decimos que «la bellota se ha c o n v e r t i d o en u n r o b l e » . i n d a g a r e n las c a u s a s formales constituye u n o d e los m e c a n i s m o s p r i m a r i o s d e El poder de la palabra. E n t o n c e s él le preguntó si le podía facilitar la relación de todas las p e r s o n a s a las que se hubiera diagnosticado u n cáncer terminal d u r a n t e los diez o doce años anteriores. Lo que sucedía era q u e el ordenador n o tenía u n a categoría para «remisiones».' c o s para averiguar n o m b r e s e historiales d e p e r s o n a s q u e j n remitido d e a l g u n a enfermedad terminal. Entrevistaron j ^ ° . recur r e a las «causas formales» d e b i d o a q u e está t r a t a n d o con los e l e m e n t o s esenciales d e la forma de algo. Debido a que estas personas n o tenían «causa formal». c u a n d o se presentó ante la operadora del o r d e n a d o r para obtener los nombres de las personas en remisión.

(Causas formales) Por e j e m p l o .170 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 171 pió.) 4. «Autosatisfacción» El p o d e r d e la p a l a b r a y la estructura de las creencias En resumen. a lo q u e respondieron de i n m e d i a t o : «¡Oh. debe ser atendida cada u n a de las causas aristotélicas. « L o g r o » . y q u e c o n d u c e a la «seguridad» y al «reconocimiento p o r parte d e otros». La persona sabrá que ha alcanzado el éxito c u a n d o «note cierta sensación» en su «pecho y estómago». Así p u e s . En algún nivel. los investigadores se resignaron a creer q u e tal vez la remisión fuera u n incidente de m u c h o m e n o r cuantía d e la q u e ellos creían.) . sí. c o m o el agua en la q u e n a d a el pez. « ¿ C ó m o . en concreto. las equivalencias complejas y las declaraciones de causa-efecto constituyen los elementos básicos d e construcción de n u e s t r a s creencias y d e n u e s t r o s sistemas de creencias. t e n e m o s m u c h o s de ésos!» Las causas formales son en ocasiones las m á s difíciles de identificar. «¿De q u é m o d o . para que «estructuras profundas» c o m o los valores (más abstractos y subjetivos) lleguen a alcanzar el entorno tangible en forma de comportamientos concretos. «¿Qué consecuencias o resultados producirá ese valor?» «¿Adonde conduce?» ( C a u s a s finales. en última instancia. criterios y ' lores está relacionada esta cualidad o entidad?» (Causas formales. deben estar vinculadas a través d e las creencias a procesos y capacidades cognitivos específicos. e n concreto.) v a Definición Qué es ¿Con qué mas se relaciona? (Causas precipitantes) Valores o criterios Por e j e m p l o . p o r q u e pasan a formar parte de las presuposiciones y premisas subconscientes desde las q u e o p e r a m o s . basada en la percepción d e u n a equivalencia. hasta q u e a u n o de ellos se le ocurrió p r e g u n t a r a los médicos si tenían pacientes que h u b i e r a n e x p e r i m e n t a d o «recuperaciones notables» en vez de «remisiones». «¿Qué es lo q u e causa o crea esta cualidad?» (Causas precipitantes. «Dar lo m e j o r d e s í » Evidencias ¿Cómo sabes que has llegado? Por e j e m p l o . 3. Son la base a partir de la cual decidimos n u e s t r a s acciones. u n a persona p u e d e definir el «éxito» c o m o «logro» y «autosatisfacción». Es esta clase de estructuras la q u e .) Por ejemplo. «Una sensación en el c o r a z ó n y en el e s t ó m a g o » Por ejemplo. La persona tal vez crea q u e el «éxito» proviene de «dar lo mejor de s í » . sabes q u e determinado comportamiento o experiencia encaja con u n criterio o valor particular?» «¿Qué valores y experiencias específicos acompañan a ese criterio o valor?» (Causas constrictivas. Afirmaciones c o m o «si X = Y. defines la cualidad o la entidad que valoras?» «¿Con q u é otras cualidades. haz Z» implican iniciar u n a acción causal. d e t e r m i n a de q u é modo aplicamos d e forma concreta lo q u e sabemos. Éxito (Causas finales) |Definidón^> ¿Adonde conduce? ¿Qué lo causa? Por e j e m p l o . «Seguridad» «Reconocimiento p o r parte d e otros» (Causas constrictivas) Las creencias conectan valores a diversos aspectos de nuestra experiencia 2. De acuerdo a los principios de El poder de la palabra. las creencias s o n respuestas a preguntas como: 1.

Todos los patrones de El poder de I V labra giran en torno a una utilización del lenguaje encaminada^ relacionar y vincular diversos aspectos de nuestra experiencia y nuestros mapas del m u n d o c o n los valores fundamentales. por consiguiente.. tratando de tener un «palo más grande» que el d e q u i e n e s percibe c o m o s u s e n e m i g o s . «¿Qué significa q u e n o l e s importes a los demás?» Tales creencias son a menudo desveladas por medio de expresiones «conectivas». «¿Cuáles son las consecuencias de que n o les importes a l o s demás?». qué l o causa y adonde conduce. El proceso de «auditoría» de valores utisugerencias verbales y palabras clave para garantizar que se c j V o s a v c r e a c V a 0 U n c a m e n t a . la cuestión n o es tanto que u n o haya dado o n o c o n la creencia de causa-efecto «correcta».» Una vez más y desde la perspectiva de la Programación N e u rolingüística. c o m o «porque». d o s personas p u e d e n compartir el valor «seguridad». La primera buscará la seguridad por m e d i o de la acum u l a c i ó n de poder. « N o les importo a los d e m á s si.. Para poder enseñar o establecer v a l o r e s a d e c u a d a m e n t e . c o m o qué clase de resultados prácticos es u n o capaz de alcanzar actuando « c o m o si» esa equivalencia o esa relación causal existieran realmente. para que un valor c o m o la «profesionalidad» se materialice e n u n c o m p o r t a m i e n t o . «¿Qué hace que te ignoren?». Ésta es la razón por la cual las creencias ejercen una influencia tan profunda en nuestras Percepciones y en nuestras visiones de futuro. mientras que la otra p i e n s e q u e este valor e s consecuencia de «comprender y resp o n d e r a las i n t e n c i o n e s positivas de quienes n o s amenazan». Por ejemp l o . Por ejemplo: « N o les importo a los demás porque. que dan forma a las creencias y a I declaraciones de creencias. por consiguiente. pero n o llega a revelar las creencias asociadas con ella. «si». «después de que».E L PODER DE LA PALABRA Líi estructura básica de las creencias 173 Para que u n valor s e convierta en operativo. «No les importo a los demás. Los patrones de Eí poder de la palabra pueden ser considerad o s c o m o operaciones verbales que cambian o reencuadran los diversos elementos y vínculos que c o n s t r i ñ e n las equivalencias complejas y las causas-efectos. una verbalización c o m o «No les importo a los demás» n o c o n s tituye una plena «declaración de creencia». de c ó m o sabes q u e está s i e n d o materializado (las «equivalencias de criterio»). una afirmación de equivalencia completa o de causa-efecto. estas creencias s o n tan significativas c o m o el propio valor. «por consiguiente». La Auditoría de valores es una herramienta que aplica co' lingüísticos para ayudar a definir y establecer creencias ^ l i o n a d a s con el establecimiento y la manifestación de liza ^ ^ * l e s . Por e j e m p l o ... a5 a a En el modelo de El poder de la palabra. Una de ellas. e n cambio. I n c l u s o e s probable q u e s u s planteamientos parezcan contradictorios.». La otra. Por ejemplo. aunque n o estemos seguros de ello. deberán compartir en cierta medida determinadas creencias y valores.». sin embargo. Auditoría de valores El propósito de nuestras creencias consiste e n guiarnos e n áreas en las que n o c o n o c e m o s la realidad. todo el sistema de creencias debe ser especificado en un grado u otro. A m b a s personas buscarán la seguridad por caminos m u y distint o s . tratará de satisfacer el m i s m o valor a través de la comunicación. de la recopilación de información y de la búsqueda de opciones. para que las personas actúen dentro de u n sistema de forma coherente con los valores fundamentales d e é s t e . es necesario construir creencias acerca de l o que es la profesionalidad (los «criterios» para la profesion a l i d a d ) . Para averiguar las creencias relacionadas c o n esta generalización d e b e r e m o s preguntar: «¿Cómo sabes que a los demás no les importas?». etc.. c o n el m o d o e n que esa p e r s o n a tratará de manifestarlos. Es una generalización relacionada c o n el valor de «importar». tal vez crea que la seguridad proviene de «ser más fuerte que tus enemigos». Está claro q u e las creencias del individuo e n relación con sus valores fundamentales determinarán su «mapa mental» con resp e c t o a e s o s valores y. una «declaración de creencia» completa debe contener. Para alcanzar resultados y manifestar nuestros valores. En la d e t e r m i n a c i ó n del m o d o e n que actuará la persona. d e b e m o s creer que algo Puede suceder. «siempre q u e » . c o m o m í n i m o ..

Podríamos decir. s e h a establecido u n v í n c u l o importante entre u n a consecuencia (o «causa final») relacionada con el aprendizaje. c o m o para influir sobre las creencias d e otras p e r s o n a s . En otras palabras. causa q u e sea posible. Por ejemplo. tales c o m o : porque mientras en el lo mismo que antes de siempre que sí por consiguiente Conectivos A través d e esta clase de palabras «conectivas». C o n s t r u i m o s y reforzamos nuestras creencias y nuestros valores b a s á n d o n o s en m a p a s cognitivos. necesitaremos identificar esas «buenas razones» para creer en esos valores y objetivos. Por ejemplo. palabras o frases que u n e n una idea con otra. es decir. si u n a persona quisiera reforzar su creencia y su compromiso con el valor «salud». En este caso. así c o m o valores con experiencias. C u a n t a s más razones tengamos para creer en algo. los distintos tipos de causas aristotélicas están reflejados en algunas expresiones clave c o n o cidas c o m o «conectivos».174 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias Lingüísticamente h a b l a n d o . así c o m o a evitar que se limite a formular «raciona3 r haya explorado p o r c o m p l e t o el sistema sustentador de las creencias necesarias para p o n e r los valores en acción. relacionamos unas ideas con otras. Es posible utilizar distintas palabras conectivas para explorar o «auditar» las distintas «causas» relacionadas c o n d e t e r m i n a d o valor o criterio. m e (nos) hace merecedor (merecedores). Todo ello constituye las «razones» por las q u e creemos de entrada en algo. Un m é t o d o sencillo consiste en elegir cualquier valor y recorrer sistemáticamente con él todos los conectivos. el proceso comenzaría con la afirmación de ese valor: «La salud es i m p o r t a n t e y deseable». si tuviésemos que formular u n a declaración de valor como «aprender es i m p o r t a n t e » . causa q u e ese c a m i n o sea el a d e c u a d o . Manteniendo constante esa afirmación. después de de modo que a pesar de . m á s probable será que cream o s en ello. m e ( n o s ) hace capaz (capaces). experiencias referentes. Esto implica descubrir y facilitar las respuestas a varias preguntas i m p o r t a n t e s sobre el « c ó m o » : a) ¿Es eso deseable? ¿Por q u é es deseable? b ) ¿Es posible conseguirlo? ¿Por q u é es posible? c) ¿Cuál es el c a m i n o que debe seguirse para conseguirlo? ¿Por qué es ése el c a m i n o adecuado? d ) ¿Soy ( s o m o s ) capaz (capaces) de completar ese camino? ¿Por qué soy (somos) capaz (capaces) de completarlo? e) ¿Merezco (merecemos) completar ese c a m i n o y conseguir lo q u e d e s e o (deseamos)? ¿Por que lo merezco (merecemos)? Según Aristóteles. lo cual contria garantizar q u e esa p e r s o n a p e r m a n e z c a asociada c o n la " 'encia. r e s p o n d e r a esta clase d e preguntas implica descubrir las «causas» subyacentes relacionadas con diversas cuestiones. por ejemplo: «Aprender es i m p o r t a n t e p o r q u e te ayuda a crecer y a sobrevivir». Tanto para reforzar n u e s t r a s propias creencias con respecto a n u e s t r o s valores y objetivos. En este caso sería i m p o r t a n t e c o m e n z a r cada nueva frase sugerida por el conectivo con el p r o n o m b r e «Yo». la persona pasaría en°nces por cada u n o d e los conectivos p a r a explorar d e este modo todas las r a z o n e s d e apoyo. d e b e r í a m o s ir más allá y averiguar alguna «causa» q u e nos Heve a esa conclusión. apoyo relacional y d e m á s herramientas disponibles. se trata d e descubrir: a) b) c) d) e) Qué Qué Qué Qué Qué causa q u e sea deseable. con el fin de descubrir cualquier otra asociación o presuposición de apoyo.

de modo que yo pueda disfrutar d e mí m i s m o y ser u n b u e n ejemplo para los demás. necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis sueños. (Es i m p o r t a n t e prestar atención a ese «aunque» o a cualquier otra respuesta q u e parezca negativa. por consiguiente. Comenzaré a dar los pasos adecuados para cuidar de ella. siempre que yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. de modo que y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Aunque tengo otros objetivos y otras responsabilidades que atender. del mismo modo que yo necesito las bases y los recursos necesarios para alcanzar mis s u e ñ o s . Puedo disfrutar de mí mismo y ser un buen modelo para los demás. a excepción de « a u n q u e » . La salud es i m p o r t a n t e y deseable. de las razones para c o m p r o m e t e r s e con el valor fundamental seleccionado: La salud es importante y deseable. El párrafo anterior define elementos d e u n c a m i n o q u e expresa el valor. yo voy a dar los pasos a d e c u a d o s para cuidar de ella. La salud es importante y deseable. * aunque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. las series d e nuevas afirmaciones podrían ser creadas c o m o sigue: La salud es i m p o r t a n t e y deseable. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Quiero estar preparado para el futuro. proporciona motivación e incluso maneja posibles objeciones. yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. del mismo modo que y o Veamos u n ejemplo d e c ó m o podría alguien completar estas frases: La salud es i m p o r t a n t e y deseable porque yo necesito fuerza y energía p a r a crear y sobrevivir. si y o La salud es i m p o r t a n t e y deseable. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. Proporciona u n a explicación general que justifica el c o m p r o m i s o con el valor. se convierte en u n a fuente p o derosa de afirmaciones positivas. por consiguiente. porque yo La salud es i m p o r t a n t e y deseable. se crea u n conjunto coherente de ideas y afirmaciones que ayuda a la persona a reforzar su compromiso y su creencia con el valor d e la salud. Como p u e d e s comprobar. Tras haber c o m p l e t a d o las nuevas afirmaciones. siempre que yo quiera estar preparado para el futuro. Debido a que el conjunto de afirmaciones identifica múltiples razones (o causas) y las expresa en palabras. aunque yo tengo otros o b jetivos y otras responsabilidades que atender. Quiero ser feliz y productivo. s o r p r e n d e n t e m e n t e coherente y valiosa.176 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 177 lizaciones». Necesito fuerza y energía para crear y sobrevivir. resulta interesante leer cada u n a d e ellas s u p r i m i e n d o las palabras de sugerencia. La salud es i m p o r t a n t e y deseable. si yo quiero ser feliz y productivo. Así pues. _ . al m i s m o tiempo que ofrece u n a rica fuente d e ideas para tratar c o n las d u d a s .) Las series d e respuestas formarán entonces u n a afirmación completa. Prueba este proceso con alguno d e tus valores c o m p l e t a n d o °s pasos siguientes y remitiéndote a la Hoja d e auditoría d e valores.

¿Cudl es el valor que es importante para ti establecer o reforzar? porque yo ¿Por qué es deseable y apropiado tener esto como valor? por consiguiente. En cada palabra «sugerente». Auditoría de creencias Hoja de auditoría de valores Valor: es i m p o r t a n t e y deseable. Como ejemplo. Escribe el valor en el espacio res e r v a d o al efecto c o m p l e t a n d o así la declaración d e valor. lee cada una de ellas s u p r i m i e n d o las palabras d e sugerencia (a excepción de la palabra « a u n q u e » .178 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 179 1. Identifica u n a creencia q u e necesites p a r a lograr u n o b jetivo d e s e a d o . 2. lee tus respuestas j u n t a s y o b serva qué es lo que ha cambiado y ha q u e d a d o reforzado. añade luego la palabra y completa la frase c o n lo p r i m e r o q u e a c u d a «espontáneamente» a t u pensamiento. añadiendo diferentes conectivos al final de cada afirmación. El proceso de «auditoria» m e d i a n t e conectivos lingüísticos p u e de ser asimismo aplicado al refuerzo d e creencias estableciendo «creencias sobre creencias». Identifica u n valor fundamental que sea i m p o r t a n t e para ti establecer o reforzar. o resultados se relacionan con este valor? del mismo modo que yo ¿Qué otro valor parecido ya tienes? . s u p o n g a m o s que u n a persona duda acerca de si se merece ser saludable y atractiva. Aplicar el proceso d e Auditoría d e creencias implicaría repetir esta creencia. Llenar los huecos creados c o n la adición d e conectivos sirve para establecer vínculos entre esa creencia y otras creencias y expectativas. En cada palabra «sugerente». 3. yo . lee primero tu declaración d e valor. las cuales servirán c o m o justificaciones adicionales y apoyo para m a n t e n e r la confianza en determinada creencia. ¿Cudl es la consecuencia conductual de tener este valor? siempre que yo —___ — ¿Cuál es la situación o condición clave para tener este valor? de modo que yo ¿Cuál es el propósito positivo de este valor? aunque yo ¿Qué alternativas si yo __ ¿Qué limitaciones — ~ o restricciones existen en relación con este valor. así como para «reencuadrar» posibles interferencias. Escribe la creencia en el espacio reservado al efecto más abajo. C u a n d o hayas t e r m i n a d o . 2. pero sobre la q u e tengas d u d a s (refiérete a la Hoja d e evaluación de creencias del Capítulo 5). repite primero la frase que expresa la creencia. Procedimiento de «Auditoría de creencias» 1.C u a n d o hayas t e r m i n a d o . lee tus respuestas j u n t a s y observa q u é es lo q u e ha c a m b i a d o y ha q u e d a d o reforzado. C u a n d o hayas c o m p l e t a d o todas las afirmaciones. añade luego la palabra y completa la frase con lo primero que acuda «espontáneamente» a tu pensamiento. 3. Pruébalo tú m i s m o utilizando el procedimiento siguiente. que conviene retener para q u e esa respuesta concreta n o q u e d e formulada en negativo) y c o m e n z a n d o con la palabra «Yo».

p u e d e s repetir luego las respuestas generadas p o r el otro p u n t o d e vista s u b s t i t u y e n d o «Tú» p o r «Yo». ¿Qué mas sucede al mismo tiempo que esta creencia? siempre que yol tú . EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 181 porque yo/tú ¿Porquées (soy/eres) deseable/posible/apropiado de/responsable de) tener esto como valor? por consiguiente. De h e c h o . También es posible que te resulte más fácil o más apropiado responder en otro orden distinto del propuesto. También p u e d e a y u d a r n o s a descubrir presuposiciones subconscientes o innecesarias. ¿Qué limitaciones *aunque yo/tú ¿Qué alternativas cia? del mismo modo que yo/tú ¿Qué otra creencia parecida ya tienes? A m e d i d a q u e a v a n c e s e n este p r o c e s o c o n alguna d e tus creencias. real o hipotética. si la declaración generada desde la otra perspectiva es: «Tú te mereces estar sano y ser atractivo p o r q u e tú eres un producto precioso de la Naturaleza». p u e d e s hacerlo en el orden q u e a ti o al g r u p o o s resulte m á s natural y cómodo. o resultados se relacionan con esta creencia? o restricciones existen en relación con esta creen- . Por s u p u e s t o . Esta modalidad d e Auditoria d e creencias p u e d e hacerse identificando u n a persona. C o n ello p o d e m o s abrir u n n u e v o «espacio perceptivo» que nos ayudará a eliminar obstáculos inconscientes a n u e s ua creatividad. te darás cuenta d e q u e algunas de las palabras sugerentes son m á s fáciles de responder que otras. que tenga plena confianza en la creencia d e la q u e d u d a m o s . yo/tú ¿Cuál es el efecto o la exigencia de esta creencia? después que yo/tú ¿Qué tiene que suceder para apoyar esta creencia? — (capaz/merecedor Tampoco pasa nada si dejas alguna respuesta en blanco. surgen a m e n u d o dudas p o r q u e nos q u e d a m o s atascados en nuestro p u n t o de vista y no percibimos n i n g u n a opción. No obstante. de m o d o q u e p u e d a s hacerte u n a idea d e la afirmación desde ambos p u n t o s de vista. o un c o m p a ñ e r o . descubrirás que las respuestas que parecen más difíciles suelen c o n d u c i r a algunos de los resultados más s o r p r e n d e n t e s y penetrantes. repetirás la misma frase en primera persona. Entonces u n o mismo. Otra forma de utilizar el proceso d e Auditoría de creencias consiste en hacerlo desde el p u n t o d e vista d e otra persona o «mentor». En ocasiones resulta difícil o infructuoso auditar una creencia desde nuestra propia perspectiva. A m e n u d o ayuda que otra persona te lea primero las respuestas. — ¡Cuál es la condición clave en relación con esta creencia? de modo que yol tú ¿Cuál es la intención de esta creencia? si yo/tú. Auditar una creencia desde una perspectiva diferente mientras que yo/tú. Para c o m p r o b a r la influencia de esta otra perspectiva sobre tu propio nivel d e confianza. p u e d e ponerse en la piel de esa otra p e r s o na e «interpretar su papel» r e s p o n d i e n d o a cada una d e las palabras sugerentes. Para facilitar la interpretación del rol. hay q u e substituir «Yo» p o r «Tú» al r e s p o n d e r a las sugerencias. es decir: «Yo merezco estar sano y ser atractivo p o r q u e yo soy u n p r o d u c t o precioso de la Naturaleza».180 Creencia:. Por ejemplo.

182 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 183 Utilizar contraejemplos limitadoras para reevaluar las creencias Las auditorías d e valores y de creencias aplican principios de Programación Neurolingüística y de El poder de la palabra para a y u d a r n o s a estar más abiertos a creer en n u e s t r o s objetivos. las 1 . Las creencias formuladas en términos universales tienen a m e n u d o u n mayor impacto sobre nuestras expectativas y nuestra motivación. establecer u n contraejemplo implica dar con u n ejemplo que n o encaje con las declaraciones d e causa-efecto o de equivalencia compleja que construyen la creencia o el sistema de creencias y que modifique y enriquezca nuestra percepción d e la generalización o del juicio que se expresa. Para cuestionar esta representación. pero p o d e r o s o . Otro patrón m u y poderoso. la estructura d e las declaraciones de creencias adopta p o r lo general alguna d e las siguientes formas: A significa B (equivalencia compleja): Por ejemplo: Fruncir el entrecejo significa que no estás contento. en n u e s t r o s valores. d e evaluar y cuestionar creencias potencialmente limitadoras. En s e mejantes situaciones. U n contraejemplo es u n ejemplo. Descubrir contraejemplos constituye u n m o d o sencillo. C o m o ya ha q u e d a d o d i c h o . pero p o d e r o s o s . también es importante disponer d e herramientas que nos ayuden a estar más abiertos a dudar de esos juicios y generalizaciones que nos limitan. Por lo general quiere decir que el sistema 0 el fenómeno que es explorado o estudiado es más complejo de lo que se había percibido o que s u s elementos más fundamentales no han sido a ú n descubiertos. «cada». ( P o r ejemplo. Con relación a El poder de la palabra. u n a persona p u e d e decir: «Todos los masai son ladrones de ganado» y expresar una generalización acerca de u n g r u p o de personas. que nos ayudan a establecer nuevas y consistentes creencias. lo cual abre el potencial para otras perspectivas y posibilidades. consiste en descubrir «contraejemplos» p a r a las creencias. «ninguno». J creencias y las críticas se t o m a n limitadoras c u a n d o se formulan en términos de «universalidad». No es lo mismo decir que «No tengo éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». «nadie». Los contraejemplos son. De forma parecida. o C causa D (causa-efecto): Por ejemplo: Los alérgenos causan alergias. Por s u p u e s t o . p o d r í a m o s buscar ejemplos q u e n o encajaran en ella. fragmentar hacia arriba o identificar criterios de nivel superior nos ofrecen diversos métodos para suavizar y reencuadrar las creencias limitadoras.) C o m o ya he m e n c i o n a d o con anterioridad. fragmentar hacia abajo. que trabaja con la estructura de las creencias. para u n a afirmación que fuera realmente universal seria necesario que no p u d i é r a m o s encontrar contraejemplos para ella. básicamente. Se trata d e procesos simples. Por ejemplo. en nuestras capacidades y en nosotros mismos. buscaremos ejemplos de empleados que confíen en s u s jefes. caracterizadas por expresiones como «todos». e x cepciones a la regla. Sin embargo. Descubrir un contraejemplo n o significa que la afirmación de creencia sea «errónea». «nunca». hay m o m e n t o s en los que tal vez nos enfrentem o s a interferencias procedentes d e creencias limitadoras. a decir que «Nunca tendré éxito p o r q u e me falta la experiencia necesaria». así c o m o de profundizar en la comprensión de las d e m á s creencias. u n a experiencia o un fragm e n t o d e información que n o encaja en determinada generalización sobre el m u n d o . Así. Quizá también descubramos que hay jefes d e quienes desconfían otras personas distintas a s u s empleados. Procesos como la búsqueda de la intención. las implicaciones y las expectativas relacionadas con «Estoy enfermo porque tengo cáncer» n o son las mismas q u e las q u e asociaríamos con «Siempre estaré enfermo p o r q u e tengo cáncer». si alguien n o s dice: «Todos los empleados desconfían d e s u s jefes». en el Capítulo 4 utilizamos contraejemplos para identificar jerarquías de criterios. etc. Los contraejemplos n o necesariamente desacreditan una afirmación de creencia. tal vez alguna ocasión en q u e u n masai le hubiera devuelto a alguien u n a res extraviada. pero cuestionan su «universalidad» y con frecuencia la sitúan en u n a perspectiva m á s amplia.

que creemos q u e u n a cosa es resultado o consecuencia d e otra. c o n las que p o d r á s luego tratar con la ayuda de los distintos patrones de E¡ poder de la palabra que hemos estado estudiando a lo largo de este libro. la cual implica e n c o n t r a r algo tan parecido c o m o sea posible al alérgeno. si lograras lo que deseas? Conseguir lo que quiero significaría ¿Qué significado negativo tendría. impotencia. Las siguientes sugerencias utilizan estas formas verbales como medio para explorar y desvelar g r u p o s de creencias limitadoras relacionadas c o n el sentido de desesperanza. Para generar afirmaciones de creencias limitadoras. m u c h o más complejos.184 EL PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 185 Para buscar c o n t r a e j e m p l o s . en las q u e te sientas atascado o en u n «callejón sin salida». el núcleo de la Técnica para la alergia de la PNL. utilizaremos sugerencias verbales parecidas a las aplicadas en las auditorías de valores y de creencias. cualquier cambio en ellas por medio del hallazgo de u n contraejemplo podrá a m e n u d o producir efect o s i n m e d i a t o s y espectaculares. aunque no esté presente ningún alérgeno? Descubrir contraejemplos c o n d u c e a m e n u d o a u n a comprensión más profunda del fenómeno que estamos considerando y n o s ayuda a enriquecer n u e s t r o «mapa» del territorio. p o r ejemplo. entonces ¿Qué podría salir mal. las creencias limitadoras a d o p t a n p o r lo general la forma d e declaraciones de «causa-efecto» o d e «equivalencia compleja». aunque no frunza el entrecejo? o ¿Existe algún D que n o esté causado por E? Por ejemplo: ¿Puede alguien tener una reacción alérgica. A men u d o hay cierta validez superficial en algunas generalizaciones ( c o m o en el caso d e la relación entre fruncir el entrecejo y el enfado o entre la alergia y el alérgeno). pero los procesos a los que se refieren son. lograr lo que deseas? ~ hace q u e las cosas sigan c o m o están. E n c o n t r a r contraejemplos constituye. pero no cause D? Por ejemplo: ¿Puede estar la gente junto a un alérgeno y no sufrir alergia? También es posible invertir o «convertir» los términos. C o m p l e t a n d o los espacios en blanco en relación con determinada situación o área d e tu vida. Es decir. preguntando: ¿Ocurre alguna vez B sin A? Por ejemplo: ¿Puede alguien estar enfadado. Algunos marcos verbales para desvelar de creencias limitadoras afirmaciones para practicar la b ú s q u e d a d e contraejemplos para las creencias limitadoras necesitarás d i s p o n e r de a l g u n o s ejemplos d e éstas. o ausencia de mérito. en realidad. N o olvides q u e . para ti o para otros. o que algo es evidencia o significado d e algo más. p r e g u n t a r í a m o s primero: ¿Ocurre alguna vez A sin B? Por ejemplo: ¿Frunce alguna vez el entrecejo alguien cuando está contento? o ¿Hay algún m o m e n t o en que C esté presente. Si consigo lo que quiero. p o d r á s descubrir importantes creencias limitadoras. pero q u e n o p r o d u z c a la reacción alérgica. Como sucede c o n cualquier creencia y con su correspondiente verbalización. o qué podrías perder. p u e s t o q u e las creencias están ligadas al nivel neurológico profundo. ¿Qué es lo que impide que las cosas cambien? Conseguir lo q u e quiero hará que ¿Qué problemas podrían surgir si lograras lo que deseas? .

a pesar d e ello. También p u e d e s identificar contraejemplos 2) b u s c a n d o casos de B p e r o n o d e A. He aquí u n par d e ejemplos más: Nunca triunfaré para aprender. a pesar d e ello. p o r ejemplo. ¿Se te o c u r r e algún individuo que n o haya h e c h o n i n g ú n esfuerzo ( c o m o u n bebé recién nacido) y q u e . o no has hecho. académicamente porque tengo dificultades realmente? Siempre tendré este problema p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas y que nunca podrá ser cambiado? Querer ser diferente está mal p o r q u e ¿Qué es lo que hace que querer cambiar sea malo o 1. p o r ejemplo. triunfaran académicamente? No me merezco conseguir lo que quiero porque no me he esforzado lo suficiente. ¿Existen ejemplos de personas que n o triunfaran académicamente. merezca lograr lo q u e desea? Puedes buscar contra ejemplos tanto entre las experiencias propia vida c o m o en los logros y éxitos d e otros. 2. situaciones en las q u e personas con alguna formación técnica n o hayan logrado a p r e n d e r a utilizar u n ordenador. a pesar de haber realizado m u c h o s esfuerzos para conseguirlo? (Por ejemplo.186 E l . Descubrir contraejemplos implicaría 1) buscar caso de A pero n o de B. 1. ¿Se te o c u r r e algún ejemplo d e personas que n o se merezcan lograr lo que desean. PODER DE LA PALABRA La estructura básica de las creencias 187 La situación n u n c a cambiará p o r q u e ¿Qué impedimentos u obstáculos hacen que las cosas sigan como están? N o p u e d o conseguir l o q u e deseo p o r q u e ¿Qué es lo que te impide lograr lo que deseas? No m e es posible conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué es lo que hace que lograr lo que deseas te resulte N o soy capaz d e conseguir lo que deseo p o r q u e ¿Qué deficiencia personal te impide lograr lo que deseas? Las cosas n u n c a mejorarán p o r q u e ¿Qué es lo que siempre te impedirá triunfar imposible? __ Por ejemplo: (A) No soy capaz de aprender porque (B) no soy una persona orientada a la técnica. ladrones o asesinos que p o n e n m u c h o e m p e ñ o en preparar y realizar s u s crímenes. (A). p o r q u e (B). x . para que no seas merecedor de conseguir lo que deseas? Generar contraejemplos Elige u n a creencia (equivalencia compleja o causa-efecto) con b que trabajar y escríbela en los espacios en blanco.) 2. ¿Existen ejemplos de personas c o n dificultades para aprender ( c o m o Albert Einstein) q u e . p e r s o n a s que n o sacaran provecho d e las o p o r t u n i d a d e s q u e se les ofrecían). Las accio- inapropiado? No me merezco lo q u e deseo p o r q u e • ¿Qué es lo que has hecho. a pesar d e n o tener n i n g u n a dificultad para aprender? ( p o r ejemplo. casos en los que personas sin formación técnica hayan a p r e n d i d o a utilizar u n ordenador.

verás que cada vez te aguantas m á s tiempo». así c o m o de Eí poder de la palabra en general. Los padres también p o d r í a n decir: «¿Recuerdas que tu herm a n a se caía siempre c u a n d o aprendía a m o n t a r en bicicletaAhora m o n t a perfectamente. Si sigues practicando. n o sólo en que eso es posible. E n c o n t r a r ejemplos en nuestra propia vida va u n paso más allá. Recuerda que el propósito d e descubrir contraejemplos. e n c o n t r a r a u n q u e sea u n a sola persona que haya logrado realizar algo que se consideraba imposible. En este caso. el contraejemplo se establece «fragmentando hacia arriba». Eso lo ayudara a abrirse a la creencia d e que realmente p u e d e a p r e n d e r a manten e r el equilibrio. . Una vez e n c o n t r a d o u n contraejemplo p o d e r o s o . G e n e r a l m e n t e . puede ser presentado ante la p e r s o n a que se debate con la creencia limitadora. así que n o siempre te caes. es decir. Los contraejemplos extraídos de n u e s t r a s propias experiencias nos convencen de que tenemos las capacidades para lograr lo que deseamos y de q u e n o s lo merecemos. así como a cambiar u n marco-problema o u n marco-fracaso p o r u n marcoobjetivo o u n marco-realimentación. construye n u e s t r o s e n t i m i e n t o de esperanza y d e «expectativa de res u l t a d o » . s u s padres p u e d e n responderle: «Has a g u a n t a d o el equilibrio casi tres metros ahora mismo.188 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 189 nes y los logros de otras personas suelen convencernos de que algo es posible o deseable. lo más probable es que le ayude a reforzar su creencia en el desarrollo d e sus propias capacidades. Me caigo siempre». Este contraejemplo procede de «fragmentar hacia abajo» la experiencia del chaval. o su «expectativa d e r e s u l t a d o » . Ello lo ayudará a d u d a r de que caer signifique que u n o n o aprenderá. a m p l i a n d o el marco y s e ñ a l a n d o los éxitos d e otros. sino también en q u e ya s o m o s capaces en cierta medida de lograrlo. Eso servirá para construir la confianza del chico. e n q u e . a p r e n d e r a m o n t a r en bici es posible. si u n niño dice: « N u n c a aprenderé a montar en esta bicicleta. Ambos contraejemplos a y u d a n a reubicar la generalización limitadora — « N u n c a aprenderé a m o n t a r en esta bicicleta. Puesto q u e está extraído d e la propia experiencia del n i ñ o . puesto que intensifica nuestra confianza. n o consiste en atacar o humillar a alguien p o r tener u n a creencia limitadora. así como d e reducir el t a m a ñ o del marco para concentrarlo en los mom e n t o s d e éxito. reforzando nuestra confianza en que eso q u e deseamos es posible. Por ejemplo. sino ayudarlo a e n s a n c h a r y enriquecer su mapa del m u n d o . Caerse es sólo parte del aprendiz 3 |je». a u n q u e al principio te caigas muchas veces. fortalece nuestra expectativa de autoeficacia. Siempre me caigo»— en u n marco de realimentación en lugar d e u n marco de fracaso.

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A lo largo de los últimos veinte arios he trabajado con m u c h a s p e r s o n a s . de creencias. todos descartamos d e m a n e r a automática cientos. a nuestros valores. a lo largo d e nuestra vida. También p u e d e n a y u d a r n o s a «reencuadrar» generalizaciones negativas. en s u m a . herramientas poderosas para el cambio de creencias a través de la conversación. A m e n u d o las personas piensan q u e los procesos de cambio de creencias tienen q u e ser difíciles y requieren esfuerzo.El proceso natural de cambio de creencias El propósito de la totalidad d e los patrones de El poder de la palabra que h e m o s visto hasta aquí es a y u d a r n o s a estar más abiertos a nuestros objetivos. desaprobándolas o atacándolas. y h e sido testigo de las consee c a . miles. estimulándonos a estar más abiertos a dudar de las evaluaciones y los juicios que nos limitan. lo cierto es q u e . Constituyen. c u a n d o lo h a c e m o s de u n m o d o q u e n o respeta el ciclo natural de c a m b i o de creencias. Los patrones de El poder de la palabra son estructuras verbales. Tal vez la dificultad surge c u a n d o tratamos de hacerlo de manera consciente. simples pero eficaces. Tratamos d e cambiarlas «reprimiéndolas». a nuestras capacidades y a nosotros mismos. tanto individual c o m o ectivamente en seminarios. q u e contribuyen al establecimiento de creencias nuevas y potenciadoras. Sin embargo. Sin embargo. así como que forzosamente tienen que ir a c o m p a ñ a d o s d e luchas y conflictos. suele ser m u y fácil cambiar d e creencias si respetamos y acompañamos este proceso natural. así c o m o al cambio de creencias limitadoras. He dedicado m u c h o t i e m p o a estudiar y m o d e l a r el proceso m b i o natural de creencias.

c) c o n f i a m o s en n u e s t r a «creencia» d e alcanzar los recursos y el éxito. las creencias sirven su p r o p ó sito. Crece d u r a n t e el verano y c u a n d o madura se hace fuerte y echa raíces. v a m o s r e p i t i e n d o el m i s m o ciclo m u c h a s veces: a) c o m e n z a m o s «queriendo creer» q u e seremos capaces d e m a n e j a r cada n u e v o reto c o n r e c u r s o s y c o n éxito. m u c h a s creencias limitadoras a lo largo de s u s cortas vidas y establecer en su lugar otras m u c h o más enriquecedoras. Aprender a tocar el piano (o esta canción) es difícil y aburrido. m i s hijos h a n expresado afirmaciones c o m o éstas. Sin embargo. que resultan c u a n d o las personas logran liberarse d e viejas creencias limitadoras y las c a m b i a n por otras nuevas y potenciadoras. la persona aband o n a . A veces s u c e d e q u e u n a n u e v a convicción e n t r a e n conflicto con creencias que interfieren y contradicen la nueva generalización o el nuevo juicio que estamos tratando d e establecer. así c o m o de q u e e s t a m o s h a c i e n d o lo q u e nos conviene. en el que se fueron sintiendo cada vez más abiertos a dudar d e sus creencias limitadoras. N o soy u n b u e n j u g a d o r d e béisbol. la nueva semilla necesitará la ayuda del agricultor. U n a nueva creencia es c o m o la semilla que plantamos en primavera. Esta transición p u e d e ser a menudo tanto rápida c o m o suave. b) nos «abrimos a creer» q u e podemos. 1995). El proceso a través del cual mis hijos cambiaron sus creencias ocurrió según u n ciclo natural. Quizá m á s i m p o r t a n t e a ú n . A medida que n o s percatamos d e que n o s adentraS a r i a s . C u a n d o n u e s t r a s capacidades se confirman. tener las c a p a c i d a d e s necesarias para lograr los r e c u r s o s y el éxito. en invierno las partes de la creencia que ya n o se necesitan s o n abandonadas a la descomposición. Todo ello m e ha m o v i d o a formular lo que he d e n o m i n a d o Ciclo de cambio de creencias (ver Estrategias del Genio. He visto también a m i s d o s hijos (de diez y o c h o a ñ o s de edad al escribir estas líneas) cambiar m u c h a s . comienzan a pasarse y se marchitan. y cada vez más abiertos a creer q u e podían lograr sus objetivos. Para salir adelante. A m e nudo. los «frutos» de la creencia (las intenciones y los propósitos positivos que hay tras ella) son preservados o «recolectados» y separados de las parles q u e ya n o resultan imprescindibles. r e a l m e n t e . e incluso p u e d e ocurrir que deje de disfrutar c o n estas actividades o que deje de intentar realizarlas para el resto de su vida. que la fertilizará y la protegerá de la maleza. E n algún m o m e n t o d e s u vida. la semilla debe a veces c o m p e t i r p o r la supervivencia con otras plantas o c o n la maleza q u e crece en el m i s m o huerto. El grado en que creían s u s propias palabras amenazaba su motivación para seguir a p r e n d i e n d o . lo hicieron sin necesidad de psicoterapia o medicación (si bien es cierto que algo d e tutoría y de Eí poder de la palabra resultó de a y u d a ) . v o l u m e n III. No soy b u e n o en matemáticas. No logro aprender a batear yo solo. Me cuesta d e m a s i a d o a p r e n d e r a esquiar. Cuando tales creencias llegan a d e t e r m i n a d o e x t r e m o . c o m o : N u n c a a p r e n d e r é a m o n t a r en bici.194 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 195 cuencias. A m e d i d a q u e nos p r e p a r a m o s para las dislintas etapas d e nuestra vida o d e n u e s t r a carrera. Finalmente. Estas creencias limitadoras abarcaron diversos temas y actividades. p e r m i t i e n d o así q u e el ciclo vuelva a comenzar. Eí ciclo de cambio de creencias El ciclo natural de cambio de creencias p u e d e compararse con el cambio de estaciones. C o m o las cosechas e n o t o ñ o . a veces milagrosas. al establecer límites y prioridades percibidas c o m o necePara la seguridad o la supervivencia en aquel m o m e n t o d e nuestra vida. Durante su proceso de crecimiento. estas creencias o interferencias son generalizaciones q u e snvieron para a p o y a r n o s o p r o t e g e r n o s en algún m o m e n t o del pasado. N o soportaré este dolor. Al entrar en esta etapa d e la vida y a p r e n d e r las lecciones que precisamos para ese m a n e j o .

de que «no p u e d e s cruzar la calle sin la ayuda d e u n adulto». Cuando creemos en algo (tanto si es p o sitivo c o m o si es negativo. etc. en el m a r c o realimentación y en el marco « c o m o si». « ¿ C ó m o sería mi vida si adoptara esta creencia?». ésta entra en conflicto c o n otra ya existente. Los pasos fundamentales de este ciclo s o n los siguientes: 1. Abiertos a creer «Abrirse a creer» constituye u n a experiencia e s t i m u l a n t e y generadora q u e viene a c o m p a ñ a d a a m e n u d o p o r u n a s e n s a c i ó n de libertad y exploración. pero sin dejar d e d a r n o s cuenta d e que nuestros valores. en nuestra m e n t e n o hay preguntas ni d u d a s . Estar abierto a creer implica estar p l e n a m e n te inmersos e n el marco resultado. A medida q u e e n t r a m o s y pasamos por distintas relaciones. Sabemos que a ú n n o lo c r e e m o s . lo más «cierto».. U n n i ñ o una niña que quiere creer q u e « p u e d o m o n t a r en bicicleta» debe a m e n u d o luchar c o n s u s generalizaciones previas. se debe h a b i t u a l m e n t e a que pensam o s que la nueva creencia producirá efectos positivos sobre nuestra vida.196 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 197 m o s en u n a nueva etapa de nuestra vida o de nuestra actividad c o m e n z a m o s a d) estar más «abiertos a dudar» d e que las limitaciones y las decisiones asociadas a aquella etapa anterior sigan siendo realmente lo que más importa. 2. R e c o n o c e m o s q u e e) «solíamos creer» que é r a m o s de d e t e r m i n a d a m a n e r a y q u e ciertas cosas eran importantes. p o d e m o s echar la vista atrás y c o m p r o b a r que aquello que para nosotros fue i m p o r t a n t e y verd a d e r o ya n o lo es. lo prioritario. De forma parecida. derivadas de la experiencia d e caerse n u m e r o s a s veces en s u s intentos anteriores. 0 S l l s . Querer creer «Querer creer» está relacionado c o n n u e s t r a s expectativas y motivaciones para el establecimiento de u n a nueva creencia. pero que abandon a m o s c u a n d o d e n u e v o transitamos hacia u n a nueva etapa del c a m i n o d e nuestra vida. Ocurre c o n frecuencia q u e . u n niño que quiera creer que "cruzar la calle solo es seguro» deberá antes tratar adecuadamente y a b a n d o n a r la creencia. y la consideramos nuestra «realidad» presente. C u a n d o p o r fin logramos pasar a la siguiente etapa d e nuestra vida o de nuestra profesión. Para e n c o n t r a r a b u n d a n t e s ejemplos d e este ciclo. amistades. «Querer creer» algo implica asimismo el reconocim i e n t o de que a ú n n o «lo creemos». nuestras prioridades y nuestras creencias ya n o s o n las m i s m a s . establecida con anterioridad p o r padres. hasta tus diversas etapas d e m a d u r e z . e m p l e o s . Cuand o « q u e r e m o s creer» algo. pasando p o r tu adolescencia. desarrollamos creencias y valores q u e n o s sirven. Creyendo ya Las generalizaciones q u e «ya creemos» construyen n u e s t r o sistema de creencias en vigor. sino q u e r e c o p i l a m o s y s o p e s a m o s p r u e bas que la validen. Ello n o n o s i m p i d e retener las creencias y las capacidades q u e nos ayudan en la etapa actual. asociaciones. C u a n d o estamos «abiertos a creer» todavía n o e s t a m o s c o n v e n c i d o s de q u e la nueva creencia sea completamente válida. pero pensamos: «Tal vez sea posible». sólo tienes que reflexionar sobre los procesos d e cambio que has atravesado desde tu infancia. nos c o m p r o m e t e m o s p l e n a m e n t e con esa creencia. «Podría s e r » . tanto si es potenciador c o m o si es limitador). de q u e la nueva creencia a ú n n o supera nuestra «estrategia d e realidad» o las «equivalencias de criterio» necesarias para que s e p a m o s que la h e m o s inc o r p o r a d o p l e n a m e n t e a nuestro presente m o d e l o del m u n d o . Actuamos c o n congruencia «como si» esa creencia fuera cierta para nosotros. al tratar de incorporar u n a n u e va creencia. Es en este m o m e n t o d o n d e la creencia c o m i e n z a a adquirir las propiedades de « a u t o c u m p l i m i e n t o » asociadas a la fe en algo ( c o m o con el «efecto placebo»). oír o sentir para c o n v e n c e r m e de que esa n u e v a creencia es válida y útil?» 3. C u a n d o creemos p l e n a m e n t e en algo. « ¿ Q u é tendría yo q u e ver.

de m o d o que q u e d e n d e n u e v o en u n m a r c o resultado o en un m a r c o realimentación. creíamos que este personaje vivía en el Polo Norte y q u e . para tratar de n o repetirlos. Abiertos a dudar Para reevaluar y descartar viejas creencias que interfieran con el establecimiento d e otra nueva. quizás esa creencia que h e m o s m a n t e n i d o tanto tiempo. etc. Pensamos: «Quizá n o sea válida. d e b e r e m o s «abrirnos a la duda» sobre la creencia existente. De hecho. C u a n d o v e m o s a r m a s medievales e i n s t r u m e n t o s d e tortura en la vitrina de u n m u s e o tal vez nos sintamos curiosos y reflexivos. n o necesita negar airada y vehementemente la existencia d e este personaje imaginario. 4. En relación con nuestras creencias descartadas s u c e d e algo parecido. n i olvidamos d e m a n e r a automática que solíamos creer. En lugar d e pensar que alguna nueva creencia tal vez sea cierta. «Ya h e cambiado de creencias otras veces». pero ya n o lo creo. ex 1 . C u a n d o c a m b i a m o s realmente u n a creencia. sino que le basta con mirar en retrospectiva con nostalgia. sino que m á s bien cambia espectacularmente el efecto emocional y psicológico q u e esa creencia tenía en n o sotros. n o necesitamos realizar n i n g ú n esfuerzo para negarla o eliminarla. consistente en crear u n sentimiento de magia y excitación. Esa creencia ya n o forma parte de realidad. n o sea cierta. pero ahora e s t a m o s m u y lejos d e t o d o ello. 5. así c o m o a reencuadrarlas. c u a n d o estamos «abiertos a d u d a r » lo estamos a considerar q u e . Recordamos lo que «solíamos» creer. Recordamos y decimos: *Solía creer q u e n o podía m o n t a r e n bici o cruzar la calle solo. utilizaron todo aquello. ya establecidas como parte d e n u e s t r o sistema d e creencias existente. pero ya n o las creemos. es i m p o r t a n t e recordar los errores y las creencias limitadoras de n u e s t r o s antepasados. en otros tiempos. Ahora tengo otras formas de satisfacer la intención Positiva y el propósito de aquella vieja creencia». el intento de a d o p t a r u n a creencia nueva d e s e n c a d e n a a m e n u d o conflictos y resistencias con respecto a otras creencias.198 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 199 N o es infrecuente que se p r e s e n t e n tales conflictos entre creencias c u a n d o c o m e n z a m o s a considerar con seriedad la posibilidad de creer en algo n u e v o o diferente. así es c o m o r e c o r d a m o s las viejas creencias de las que nos h e m o s d e s p r e n d i d o . Así p u e s . De forma parecida. «¿De q u é contraejemplos dispongo para cuestionar esa creencia?». La creencia en Papá Noel es u n ejemplo paradigmático d e esta clase de experiencia. Los patrones d e Eí poder de la palabra p r o p o r c i o n a n h e r r a m i e n t a s verbales poderosas p a r a ayudarnos a a b r i r n o s a la duda sobre creencias existentes interferentes. la mayoría de a d u l t o s r e c o r d a m o s cómo. Eí «Museo de historia personal». pero ciertamente n o e x p e r i m e n t a r e m o s m i e d o . enfado o disgusto. Sabemos que otras p e r s o n a s . o haya dejado d e serlo». Recordar lo que «solíamos» creer C u a n d o dejamos de creer en algo. ¿qué otras posibilidades percibo?» o «¿Cuál es el propósito positivo al que esta creencia ha servido? ¿Existen otros medios para lograr ese m i s m o propósito de forma m e n o s limitadora y más enriquecedora?» Abrirnos a la d u d a implica por lo general reencuadrar creencias formuladas en función de marco problema o marco fracaso. Nuestra relación con ella se asemeja a la experiencia de visitar un m u s e o de historia.. nesia p o r esa creencia. establecer u n p a t r ó n d e c o m p o r t a m i e n t o saludable o merecer el U o . C u a n d o alguien deja de creer en Papá Noel. En las culturas que celebran la Navidad. en N o chebuena. volaba p o r los cielos e n su trineo m á g i c o a l r e d e d o r del m u n d o para llevar regalos a los niños. siendo n i ñ o s . «Si me lo miro d e s d e u n a perspectiva más amplia. «Tal vez n o sea tan i m p o r t a n t e o necesario creer eso». La experiencia de estar abierto a la d u d a es el c o m p l e m e n t o d e estar abierto a creer. pero a sabiendas d e que ya n o ejerce n i n g u n a influencia significativa sobre n u e s t r o s pensamientos o n u e s t r a conducta. Sabemos que «solíamos creerlas». y recordar la intención positiva de aquella creencia. Tan sólo ya n o encaja c o n nuestros criterios para la «realidad». a m e n u d o n o g e n e r a m o s a.

De forma parecida. capacidad. En este s e n t i d o . hasta que no hayamos incorporado s o m á t i c a m e n t e d e t e r m i n a d o valor o creencia. le resultará m u c h o más difícil aferrarse a creencias negativas y limitadoras. o d e confiar en u n sistema m a y o r que uno m i s m o . Así p u e s . hasta el nivel de la. El estado interno d e la persona está relacionado c o n la experiencia fisiológica y emocional que tiene en u n m o m e n t o determinado del t i e m p o . está relacionado c o n la expectativa de que suceda realmente. en m u c h o s aspectos. Funcionan. Por el contrario. en que u n a p e r s o n a «será fiel a su palabra» o en q u e «las cosas mejorarán». Sin embargo. el estado físico. Nuestros estados internos son. los contenedores de nuestras creencias. los p a t r o n e s d e El p°' der de la palabra sirven c o m o h e r r a m i e n t a s verbales q u e nos ayud a n a apoyar este ciclo n a t u r a l de c a m b i o d e creencias y u ° c o n d u c e n a u n a m a y o r apertura a la d u d a sobre las creencias y generalizaciones que nos están limitando. fuerza o autenticidad d e algo o alguien». La experiencia d e «confiar» en algo q u e está m á s allá de n u e s t r a s creencias. capacidades y creencias. U n a creencia (positiva o negativa) n o es m á s q u e un «rumor» hasta q u e está «en el m ú s c u l o » . hasta que está en el músculo». C u a n d o se utilizan d e forma selectiva. el estado i n t e r n o d e u n a persona ejerce u n a e n o r m e influencia sobre su «visión del m u n d o » presente. la confianza está relacionada con la esperanza. El diccionario Merriam-Webster define la confianza c o m o la «fiabilidad asegurada acerca del carácter. La persona que tiene esperanzas d e recuperarse d e u n a enfermedad grave debe creer que tal recuperación es posible. más c ó m o d o y m á s ecológico. el sentimiento d e confianza suele ser más fuerte que el de esperanza. Así p u e s . la influencia sobre tu experiencia de 'as siguientes listas d e estados: ar . p o r ejemplo. la confianza constituye la piedra angular del proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias. y sintamos y e x p e r i m e n t e m o s e m o c i o n a l m e n t e s u s implicaciones. palabras o ideas. E n el ciclo natural d e cambio de creencias. p o r ejemplo. al estado en q u e éstas se forman. la confianza se caracteriza p o r u n a fe o creencia e n «algo futuro y probable». Emocionalmente h a b l a n d o . s Como p o n e n de relieve los pasos del ciclo natural de cambio de creencias. PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 201 Cambio de creencias y estados internos En m u c h o s aspectos. m á s allá d e n u e s t r a s creencias. a u n q u e m u y relevante. el psicológico y el e m o cional en el q u e nos e n c o n t r e m o s ejercerán u n a gran influencia sobre los tipos de creencias q u e estaremos inclinados a incorpo[ . Los estados i n t e r n o s d e t e r m i n a n en gran medida nuestra elección d e c o m p o r t a m i e n t o y d e respuesta. Un viejo. la confianza constituye a m e n u d o algo en lo que a p o y a r n o s c u a n d o n o t e n e m o s pruebas. proverbio de Nueva Guinea asegura: «El conocimiento es tan sólo un rumor.Considera. De h e c h o . a la vez. la «confianza» se tipifica p o r u n estado qLie n o s permite acceder. Más q u e c o n la s i m p l e creencia de que algo sea posible. Ésta es u n a función de nuestra creencia en que algo es posible. Confianza El. seguirá siendo tan sólo u n conjunto disociado d e conceptos. Las creencias y valores activan su «poder» sólo c u a n d o se conectan a nuestra fisiología y a nuestros estados i n t e r n o s . identidad o incluso d e la experiencia espiritual. c o m o u n a especie de filtro de n u e s t r a s percepciones y c o m o puerta d e acceso a d e t e r m i n a d o s recuerdos. Confiamos. nuestro estado interno representa u n a influencia importante para el cambio d e creencias. Si uno se encuentra en u n estado positivo y optimista. Es decir. n o resulta fácil m a n t e n e r la congruencia con creencias positivas y potenciadoras c u a n d o nuestro estado interno es de frustración. la confianza se extiende m á s allá d e la creencia. p u e d e ayudar a q u e el proceso d e c a m b i o de creencias sea más suave.200 6. disgusto o temor.

la presión sanguínea. p o r consiguiente. Así p u e s . la tensión . p o r consiguiente. Reconocer los estados i n t e r n o s de la persona. En PNL. Respondemos a estímulos (anclas) que s o n a la vez internos y externos a nosotros. El grado de atención. La eficacia y la facilidad con que u n p r o g r a m a m e n t a l se ejecuta viene d e t e r m i n a d a . responder a ellos e influir en los m i s m o s . etc. C o n el cerebro h u m a n o sucede lo m i s m o . Ciertas estrategias o p r o g r a m a s s o n más a d e c u a d o s que otros para resolver determin a d a s tareas y son. estos cambios h a n q u e d a d o en g r a n m e d i d a fuera d e n u e s t r a elección. el ritm° respiratorio. Sin embargo. es m u c h o más fácil estar «abierto a creer» y asociarse a creencias positivas y potenciadoras c u a n d o el estado i n t e r n o es positivo q u e c u a n d o n o lo es. la postura corporal. a c o m p a ñ a n a los cambios en el estado i n t e r n o de la persona e influyen en g r a n medida en su capacidad p a r a p e n s a r y para actuar. si u n o r d e n a d o r tiene u n chip defectuoso o la corriente que lo alimenta n o es estable. Evidentemente. y crea una probabilidad m a y o r d e m a n t e n e r creencias y expectativas positivas. del individuo determinará la eficacia con la que podrá ejecutar sus propios programas mentalesProcesos fisiológicos profundos. n o p o d r á ejecutar los programas con eficacia.202 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 203 Estados i n t e r n o s «positivos» Tranquilo Relajado Flexible Fluido Centrado Confiado Optimista Atento Receptivo Seguro Estados i n t e r n o s «negativos» Enfadado Tenso Rígido Atascado Ansioso Frustrado Dubitativo Distraído Cerrado Temeroso muscular.. U n a de las premisas básicas d e la Programación Neurolingüística consiste en q u e el cerebro h u m a n o funciona de forma parecida a u n o r d e n a d o r . así c o m o d e acceder intencionalmente a ellos en determinadas situaciones. nos proporciona más opciones sobre c ó m o experimentarlas y reaccionar ante ellas. p o r el e s t a d o psicológico del i n d i v i d u o . en gran medida. en gran m e d i d a . la mediocridad o la excelencia d e su d e s e m p e ñ o . es decir. ejecutando «programas» o estrategias m e n t a l e s . c o m p u e s t a s de secuencias o r d e n a d a s de inst r u c c i o n e s o representaciones i n t e r n a s . los términos «selección de estado» y «manej o de estados» se refieren a esta capacidad para elegir el estado ™as apropiado para cada situación o desafío y acceder a él. cambiamos d e estados i n t e r n o s y accedemos a diversidad de ellos. etc. la respuesta galvánica d e la epidermis. estrés. Reconocer estados internos e influir sobre ellos A medida q u e a v a n z a m o s en los diferentes contextos y experiencias de nuestra vida. Nuestros estados internos están relacionados c o n la parte «neurológica» de la Programación Neurolingüística. el t i e m p o d e reacción. receptividad. c o m o el ritmo cardíaco. El estado de nuestra fisiología y de nuestra neurología actúa a m o d o de filtro para establecer d ó n d e c e n t r a m o s la atención y.. Para la mayoría de nosotros. el estado i n t e r n o del individuo ejerce influencias i m p o r t a n t e s sobre su capacidad de actuación en cualquier situación. así c o m o d e alcanzar los resultados apetecidos. la estrategia que el individ u o utilice la q u e d e t e r m i n a r á . qué oímos (y dejamos d e oír) y c ó m o interpretamos lo que oímos. es posible aprender c ó m o elegir n u e s t r o propio estado. Poder influir y dirigir n u e s t r o s estados internos incrementa en gran medida nuestra flexibilidad individual. constituye u n a d e las habilidades importantes para utilizar eficazmente El poder de la palabra. La capacidad para reconocer estados útiles. c o m o si funcionáramos p o r m e d i o d e u n «piloto automático». U n o los objetivos d e la Programación Neurolingüística es ayudare C o m o p u e d e s d e d u c i r fácilmente d e tu propia experiencia.

U n inventario de emociones implica prestar atención a la constelación d e c o m p o n e n t e s que constituyen n u e s t r o s estados emocionales. p o d e m o s se-. Diferentes estados o actitudes se e x p r e s a n por medio de patrones d e lenguaje y c o m p o r t a m i e n t o s d i s t i n t o s . U n a vez conocidos los factores q u e definen e influyen en las características de n u e s t r o s estados internos. Un inventario de fisiología implica prestar atención a la postura corporal. brillo. p o n tus h o m b r o s en tensión. inventario d e s u b m o d a l i d a d e s e inventario de emociones. Los ejercicios siguientes ilustran a l g u n a s formas d e u s a r las herramientas básicas d e la PNL para a y u d a r n o s a seleccionar y manejar mejor nuestros estados internos. a la posición de los ojos. Respira profunda y tranquilamente. los pasos siguientes c o n d u c e n al establecimiento de dos tipos d e «anclas» importantes y útiles: . sonidos. los e s t í m u l o s n o verbales constituyen a m e n u d o u n o de los aspectos m á s relevantes e influyentes en el control y el manejo d e estados i n t e r n o s . p o d e m o s incrementar el n ú mero d e opciones disponibles para responder a d e t e r m i n a d a situación. es necesario a p r e n d e r á hacer inventario d e n u e s t r o s procesos neurológicos. Anclar miplica establecer indicadores o desencadenantes para cada estado mterno. Mientras lees este párrafo. el t a m a ñ o y la posición de las imágenes mentales. Para reconocer y c o m p r e n d e r mejor nuestros estados internos. Ello nos permitirá realizar los ajustes necesarios c u a n d o el estado en el q u e estamos interfiera con nuestra capacidad para alcanzar los objetivos d e s e a d o s . así c o m o para ayudar a desarrollar nuestra capacidad de «selección» y «manejo» de los m i s m o s . la superficie. Por ejemplo. ¿ D ó n d e está tu a t e n c i ó n en ese estado? ¿Qué creencias acerca del aprendizaje c o n e c t a s c o n él? ¿Cuál de los dos estados c o n d u c e mejor al aprendizaje? C o m o este sencillo ejercicio d e m u e s t r a . el t o n o . sobre los e s t a d o s internos de las personas. El anclaje constituye u n a de las herramientas más sencillas y P °derosas para la selección y el acceso a estados i n t e r n o s . Un ejemplo. Al ser más conscientes d e los patrones y d e los estímulos que influyen sobre los estados internos. Ejercicio: Acceder a un estado y anclarlo Los peculiaridades y los estímulos cognitivos y físicos identificados por la P N L p u e d e n ser utilizados para acceder de m a n e r a sistemática y movilizar diferentes partes de n u e s t r o sistema n e r v i o so. el color.. c o m o el brillo. de las sensaciones cines tésicas. a la respiración y a los patrones de m o v i m i e n t o . levanta los hombros hasta las orejas.) y los estímulos no verbales. i n c l u s o de los más sutiles aspectos de la fisiología. Busca una postura c ó m o d a y equilibrada. Desarrollar la capacidad para inventariar en los tres ámbitos nos lleva a u n a mayor flexibilidad. U n estado fisiológico típico del estrés. La Programación Neurolingüística ofrece tres m é t o d o s para ello: inventario d e fisiología. Entre los m é t o d o s utilizados en P N L para seleccionar y anclar estados i n t e r n o s cabe citar la localización espacial. a los gestos. etc. Muévete u n p o c o . el timbre y el volumen d e voces y sonidos. ¿Cómo respiras? ¿Estas c ó m o d o e n ese estado? ¿Te p a r e c e indicado para aprender? ¿Dónde está tu atención? ¿ Q u é creencias acerca del aprendizaje mantienes en ese estado? Ahora cambia de posición. Es importante reconocer la influencia del c o m p o r t a m i e n t o . p u e d e s levantarte y volver a sentarte. ahora m i s m o .204 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 205 nos a crear u n a «biblioteca» de estados útiles y llenos d e recursos. etc. Un inveníarío de submodalidades implica percatarse de las submodalidades sensoriales más notorias en nuestro estado interno. la temperatura. siéntate desequilibrado. la textura. a c o m p a ñ a d a del agradable beneficio colateral d e a u m e n t a r n u e s t r o d o m i n i o sobre los estados psicológicos en que o p e r a m o s . Recorre tu c u e r p o y elimina cualquier exceso d e tensión. las s u b m o d a l i d a d e s (colores. leccionarlos y «anclarlos» para que nos resulte más fácil recurrir a ellos. Estos tres tipos d e inventario están relacionados con nuestras equivalencias de criterio y n u e s t r a s estrategias de realidad.

Mentor es el sabio y fiel consejero del héroe Ulises.). personas a las que jamás h e m o s conocido personalmente. 2. e incluso partes d e u n o m i s m o . La tutoría. P o d e m o s llevar dentro de nosotros « m e n t o r e s internos» q u e n o s aconsejen y nos guíen en m u c h a s situaciones d e nuestra vida. etc. Entre los mentores p u e d e n haber niños. 6. patrones de respiración. así c o m o a reencuadrar las creencias limitadoras. Selecciona algún color. El m e n t o r tiene semejanzas con el maestro o el formador. fenómenos naturales ( c o m o el océano. La forma básica de utilizar u n «mentor interno» consiste en imaginar la presencia de esa persona o entidad y colocarse acto seguido en «segunda posición». Repite los pasos del 1 al 4 hasta que tengas u n acceso fácil y claro a ese estado. Haz inventario d e los indicadores físicos. d e las submodalidades (cualidades d e las imágenes. c u a n d o éste estaba a u s e n t e en s u s viajes. a los recursos o a capacidades inconscientes. Sal del espacio elegido y d e s p r é n d e t e del estado que acabas d e anclar. aunque n o es exactamente lo m i s m o . etc. Ve a través de tus ojos. el formador proporciona realimentación específica en c u a n t o al comportamiento. hijo d e Ulises. Encarnada como Mentor. la acción del m e n t o r (sobre todo en u n rnarco ocupacional). nos c o n d u c e al d e s c u b r i m i e n t o de nuestras competencias inconscientes. como ancla «interna») para ese estado. En la mitología griega. las m o n t a ñ a s . es decir. para ayudar a la persona a a p r e n d e r o crecer. mentor interno n o s ayuda a darles vida en nuestro comportan o s n r e c Tutoría y mentores internos El proceso n a t u r a l de cambio de creencias es también a menudo facilitado p o r «mentores». d e m o d o que la presencia e x t e m a del m e n t o r deja de ser necesaria. la tutoría incluye también la posibilidad de aconsejar y guiar a u n nivel superior. o alguna sensación interna que te sirvan c o m o recordatorio (es decir. o maestro. enfatiza el aspecto relacional informal del aprendizaje y de la actuación tanto c o m o el d o m i n i o de la tarea. Esta clase d e tutoría acaba a m e n u d o siendo interiorizada por el individuo c o m o parte d e sí m i s m o . Ahora c o m p r u e b a que tus anclas funcion e n e n t r a n d o de n u e v o en el espacio y utilizando tu ancla interna p a r a recuperar el estado deseado. 3 . a m e n u d o mediante su propio ejemplo. «estar abierto a creer») y colócate en ese espacio. sonido y sensaciones) y de las sensaciones emocionales asociadas con ese estado. oye p o r t u s oídos y experimenta las m i s m a s sensaciones. símbolo o cualquier otro indicad o r visual. a . maestros. La tutoría p u e d e asimismo incluir el proceso de patrocinio y apoyo a otra persona. 4. pero sobre las q u e hemos leído. q u e en aquella ocasión. Selecciona u n espacio en el suelo ante ti. El mentor. El maestro instruye. Como sugiere el ejemplo mitológico d e Mentor. Representando estas cualidades. la diosa Atenea se erigió en guardiana y maestra de Telémaco. en su perspectiva o en «su piel». Eso permite acceder a las cualidades presentes e n nosotros. el t é r m i n o mentor se utiliza para referirse al personaje que nos ayuda a moldear o influir en nuestra vida d e forma positiva haciendo q u e «resuene» algo muy profundo e n n o s o t r o s . Recuerda alguna ocasión en la que experimentaras el estado q u e deseas anclar. para designarlo c o m o ancla «espacial» para el estado interno al que deseas acceder. el concepto de «mentor» ha acabado significando el proceso de a) avisar y aconsejar y b) servir como g u . liberándolo o desvelándolo. En Programación Neurolingüística. ahora o en el futuro (por ejemplo. pero ° ° n o c i d a s o incluidas como parte d e nuestro mapa d e la situación (o de nosotros mismos). Corn° consecuencia de ello. 5. Es posible utilizar el recuerdo de mentores importantes en nuestra vida para que nos ayuden a acceder de nuevo al conocimiento. Recupera p l e n a m e n t e ese estado. ayudándola a establecer creencias potenciadoras. mascotas. en cambio.206 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 207 1. algún s o n i d o y/o palabra.

Los mentores pueden ser niños. 4 ) abrirse a la duda. Una experiencia de «confianza» profunda. (Identifícate de nuevo con algún otro «mentor» que te haya ayudado a estar más abierto a dudar de algo que te estaba limitando. El procedimiento implica establecer localizaciones separadas para cada estado. pero sobre las que has leído. se sitúa en el centro del círculo para servir c o m o «metaposición» y «verificador ecológico» para el resto del proceso. y anclar luego el correspondiente estado a cada localización. Comporta la utilización del anclaje y de mentores internos para acompañar a la persona a través de la secuencia de estados que completan el ciclo: 1) querer creer. Solía creer i / Quiero creer creencias Patrón d e localizaciones para el ciclo d e c a m b i o d e . 2.R DI LA PALABRA Estados infernos y cambio natural de creencias 209 miento en curso (cuando nos asociamos a la perspectiva del mentor). Procedimiento del ciclo de creencias La experiencia de «confiar» en algo. e incluso tú mismo. mascotas. Las creencias que «crees ahora». fisiológicamente asociado con cada uno de estos aspectos del ciclo de cambio de creencias. aplica el proceso que seguiste en el ejercicio de «anclaje». etc.) 5.208 til POI5I-. más allá de nuestras creencias. podemos incorporarlas a nuestra propia posición perceptiva dentro de una situación concreta y aplicarlas. 5) la experiencia de recordar algo que solíamos creer y 6) confianza. colocándote tanto como te sea posible en la experiencia. «Quiero creer» en algo nuevo. liberando o desvelando algo oculto en tu interior. maestros. Para «anclar» los estados. El procedimiento siguiente es una técnica que desarrollé con el propósito de ayudar a guiar a la persona a través del ciclo natural de cambio de creencias.). Una vez que hemos experimentado estas cualidades desde la posición del mentor. pero confiabas plenamente e n ti o en algún otro poder. «andándolas» a su correspondiente localización espacial: 1. incluyendo cualquier creencia limitadora que entre e n conflicto con la nueva que quisieras sentir con más fuerza. 3 ) creer. Luego crea un espacio físico para el mentor. 2) abrirse a creer. las montañas. tal vez alguna ocasión e n la que ya n o sabías qué creer. fenómenos naturales (como el océano.) 6. 4. personas a las que jamás has conocido personalmente. Las creencias que «solías creer» pero que ya no crees. La experiencia de estar «abierto a creer» algo nuevo. [Nota: Puedes identificar a algún «mentor» que te haya ayudado a estar más «abierto a creer» «resonando» contigo. próximo a la localización correspondiente a «abierto a creer».] 3. Sitúa los estados del ciclo de acuerdo con el siguiente patrón: / \ 5 . (Éste es el espacio que he denominado «museo de historia personal». La experiencia de estar «abierto a dudar» de algo que creíste largo tiempo.

(Si has elegido algún «mentor» para ese estado. Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú q u e se está «abriendo a d u d a r » . Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu mentor. ) 4. Obsérvate a ti m i s m o a través d e los ojos de tu m e n t o r . Tal vez p u e d a s darle algún consejo o apoyo útil a ese otro tú. Considera también si hay alguna parte d e las viejas creencias q u e valdría la p e n a retener o incorporar a la nueva. C u a n d o i n t u i t i v a m e n t e creas q u e es el m o m e n to o p o r t u n o . Considera si hay algún cambio o revisión q u e desees incorporar a la n u e v a creencia.) 2. 1. 5. C o m p r u e b a la ecología: desplázate a la localización cor r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre las intenciones positivas y el propósito tanto d e la nueva creencia como d e cualquier otra confhctiva o limitadora. Colócate en el espacio correspondiente a «Quiero creer» y piensa en la «nueva creencia» en la que desearías confiar más. m a n t e n í a en tu m e n t e y desplázate c o n ella al espacio correspondiente a «Abierto a d u d a r » . 3. p o n t e ahora «en su piel». Mantenía en m e n t e y pasa al espacio correspondiente a «Abierto a creer». Siente c ó m o es eso d e estar más abierto a creer esa nueva creencia. U n a de las más c o m u n e s consiste en que la pef" s o n a piense en la nueva creencia que desearía reforzar y s i m p l e m e n t e la haga «circular» a través d e los pasos del ciclo natural- . que está «abierto a creer». si has elegido algún m e n t o r para este espacio. p u e d e ser utilizado de muchas formas distintas. (De n u e v o . regresa a las viejas creencias conflictivas o limitadoras q u e dejaste aparcadas en la localización c o r r e s p o n d i e n t e a «Abierto a d u d a r » y llévate- «Paisaje» de estados asociado con el ciclo de cambio de creencias Implementar el ciclo de cambio de creencias U n a vez dispuesto este paisaje.Enriquecido p o r tus d e s c u b r i m i e n t o s en el espacio correspondiente a «Confío». Si mientras estás en ese espacio se presenta alguna creencia confhctiva o limitadora.) e Estos estados y estos m e n t o r e s n o tienen p o r q u é tener ning u n a relación con la cuestión d e creencias q u e tratas de resolver. p o n t e «en su piel» en este m o m e n t o . y c o n c é n t r a t e en esa nueva creencia q u e deseas tener. desplázate a la localización correspondiente a «Creo a h o r a » .210 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias El procedimiento es el siguiente: 211 ( P u e d e resultarte d e g r a n ayuda incorporar mentores q u te hayan ayudado antes a generar esta experiencia de confianza.

p o r ejemplo. en el futuro. [Nota: Para que u n a creencia q u e d e p l e n a m e n t e instalada (es decir. será necesario desplazarse progresivamente desde el primero hasta otro algo m e n o s negativo. 2) posible. es decir. Vuelve a «Creo ahora» y concéntrate en la nueva creencia que deseas reforzar. q u e facilitan e n gran medida el logro de a l g u n o de esos estados o el m o v i m i e n t o ente ellos. Las cadenas más eficaces son las que acompañan y c o n d u c e n de forma progresiva desde el estado problema hasta el estado deseado. ocasiones en las que u n a s pocas pa* . E x p e r i m e n t a esa nueva sensación de seguridad y verbaliza cualquier inspiración o lección que hayas descubierto en el proceso. el t é r m i n o «encadenado» se refiere a u n a modalidad de anclaje en el q u e las experiencias se unen en determinada secuencia que c o n d u c e del estado de partida al estado deseado. q u e u n a persona se e n c u e n tra atascada en un estado de frustración y quiere sentirse motivada para aprender algo nuevo. No olvides q u e . Cambiar de frustración a motivación así como así n o es tarea fácil. pasar p o r ejemplo d e «quiero creer» a «abierto a creer». el mero h e c h o de recorrer estas localizaciones (o incluso de hacerlo m e n t a l m e n t e ) y d e reexperim e n l a r l o s estados e s suficiente p a r a c o m e n z a r a cambiar con suavidad d e creencias. Si el estado problema es negativo y el estado deseado es positivo. «en el m ú s c u l o » ) tal vez sea necesario repetir el ciclo con cada u n a d e las cinco creencias fundamentales que hemos visto e n el Capítulo 5. siempre p o d r á s realizar los ajustes que precises para que se adapte a lo que para ti sea más apropiado y ecológico. el ciclo d e cambio d e creencias no requiere necesariamente del uso del lenguaje. en el m o m e n t o o p o r t u n o . Por su1 1 1 3 5 Encadenado de creencias El propósito ú l t i m o d e los diferentes patrones de bl poder de la palabra consiste en ayudar lingüísticamente a c o n d u c i r a la persona a través d e los estados incluidos en el ciclo de cambio de creencias. E n c a d e n a r implicaría establecer dos o m á s pasos o estados intermedios entre la frustración y la motivación. sin embargo. La técnica del E n c a d e n a d o de creencias demuestra c ó m o se utilizan algunos patrones simples de Eí poder de la palabra (Intención y Definición) para estimular y apoyar d e t e r m i n a d o s estados internos. gracias a este ciclo natural. el p r o c e s o p u e d e seguir e v o l u c i o n a n d o . C o m p r u e b a la ecología: vuelve a colocarte en el espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Confío» y reflexiona sobre los cambios que acabas d e realizar. En Programación Neurolingüística. de las respuestas emocionales y d e las representaciones y s u b m o d a l i d a d e s internas. El proceso puede realizarse tan sólo estableciendo la localización de las anclas para cada u n o d e los estados i n t e r n o s y recorriéndolas e n la secuencia apropiada. creer q u e algo es 1) deseable. es decir. Para m u c h a s personas. C o m o técnica.212 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 213 las al espacio c o r r e s p o n d i e n t e a «Solía creer» (Tu «museo d e historia personal»). como curiosidad por lo q u e está p o r venir. 4) que estás en condiciones de lograrlo y 5) q u e lo mereces. Desde ese estado algo m e n o s negativo p o d e m o s dar u n paso pequeño pero significativo hacia otro estado algo más positivo. orgánico e incesante. Supongamos. c o m o p o r ejemplo confusión. así c o m o q u e . A menudo resulta difícil cubrir el h u e c o entre el estado actual y el deseado. El elemento clave para el establecimiento de una «cadena» eficaz consiste en la selección de los estados intermedios elegidos para u n i r a m b o s estados extremos. Hay. Estos estados de transición funcionan c o m o «peldaños» q u e a y u d a n a la persona a desplazarse con mayor facilidad hacia el estado deseado. el lenguaje ejerce una influencia poderosa sobre n u e s t r o s estados i n t e r n o s . 6. Además de la fisiología. 3) a p r o p i a d o . 7. Tratar de forzar el salto de un estado a otro crearía sin d u d a tensión o conflicto. Entonces resulta ya m u c h o fácil pasar de ese estado al de motivación deseado. así c o m o para fortalecer la experiencia d e estar «abierto a creer» o «abierto a d u d a r » .] labras bien colocadas.

ambas implican i n c e r ú d u m b r e acerca del resultado. que la haga en cierta medida positiva. serán necesarios más o m e n o s pasos intermedios. d. la técnica de PNL de «Encadenar anclas» ha venido utilizando anclas cinestésicas.214 EL PODLR Dli LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 215 puesto. Abierto a la duda — Abierto a creer — Localización Localización Localización Localización 1 2 3 4 Estados transitorios Algo un ». según sea la distancia fisiológica y emocional entre los estados extremos. Localización 2: La intención positiva de la creencia limitadora. lo más aconsejable es q u e los estados contiguos se solapen e n cierto grado fisiológica. p o r ejemplo. para tratar con u n a creencia limitadora p u e d e s designar cuatro espacios para formar c o n ellos u n a cadena q u e vaya desde el estado p r o b l e m a (la creencia limitadora) al estado deseado (creencia potenciadora) con dos pasos intermedios: a. Los estados contiguos de una misma cadena deberían superponerse en algún grado Estado p r o b l e m a Estado deseado Localizaciones para crear una cadena de creencias básicas .poco menos negativo ejemplo: Confusión Estado deseado Algo positivo ejemplo: Motivación para aprender Algo un poco positivo ejemplo: Curiosidad Acompañar ^. c. p o r ejemplo. De forma parecida la confusión y la curiosidad se s u p e r p o n e n en ciertos aspectos. c o m p a r t e n algunas características. También la curiosidad y la motivación se asemejan en q u e a m b a s implican v o l u n t a d d e ir e n u n a misma dirección. así c o m o vincular u n estado y o t r o . c o m o los patrones de Eí poder de la palabra. La frustración y la confusión. a la secuencia de anclas cinestésicas. Históricamente. Por ejemplo. Localización 1: La creencia limitadora (estado problema).C o n d u c i r Encadenado de estados. Estado problema Al 20 negativo ejemplo: Frustración procedimiento básico de encadenado de creencias Es más fácil establecer la secuencia d e estados de u n a misma cadena. mediante el proceso d e anclaje. Localización 4: U n a creencia potenciadora que sea consecuencia tanto de la intención positiva c o m o d e la redefinición (estado deseado). De frustración a motivación Al seleccionar los estados para u n a cadena. cognitiva o emocionalmente. Un m o d o de crear una cadena d e creencias consiste en añadir distinciones lingüísticas. b. Localización 3 : U n a redefinición d e a l g ú n aspecto d e la declaración d e la creencia limitadora.

Recuerda que se trata tan sólo de q u e te hagas u n a idea d e los cambios en el estado i n t e r n o . Avanza de n u e v o . p o n e también de relieve la importancia d e la c o m u n i c a c i ó n n o verbal. prueba diferentes palabras. La c o m u n i c a c i ó n n o verbal e s t a n importante. si n o m á s . n u e v o la creencia limitadora. Existen m u c h a s otras formas n o verbales en que las personas interactúan y se envían mensajes. p r o b a n d o distintas palabras hasta d a r c o n u n a expresión q u e cambie realmente tu sensación y tu estado interno a algo más positivo (por ejemplo: «Sentirme asociado y con e c t a d o c o n lo que estoy a p r e n d i e n d o » ) . q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal. Asegúrate de n u e v o de que las palabras estimulen realmente sentimientos positivos c u a n d o las p r o n u n c i e s ( p o r ejemplo: « C u a n d o estoy asociado y conectado a mis sentim i e n t o s y relaciones c o n otras personas m i e n t r a s escucho las palabras. Explora c ó m o los diferentes reencuadres verbales te p u e d e n ayudar a a d o p t a r perspectivas distintas sobre la creencia. hasta q u e sientas q u e h a y u n flujo fácil y s u a v e d e s d e el e s t a d o presente al d e s e a d o . así c o m o de la utilización del anclaje espacial en el c a m b i o d e creencias. Recorre la cadena varias veces. señalar c o n el d e d o o subrayar con el t o n o d e voz. asentir con la cabeza. Según Gregory Bateson. Todavía n o hace falta que te fijes en los cambios en la propia creencia. llorar. pero redefiniendo las palabras clave d e la misma de m o d o que reflejen lo q u e has descubierto acerca de su intención positiva. Regresa al espacio correspondiente a la creencia limitadora y pásate a c o n t i n u a c i ó n a la de «intención positiva». Luego sal de la localización y «sacúdete» el efecto asociado con la creencia limitadora. No es necesario de mom e n t o conocer la creencia p o t e n c i a d o r a que acompañará a la creencia. Colócate ahora en la localización correspondiente al estado deseado y entra en u n estado i n t e r n o en el que te sientas «alineado» y «sabio».216 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias e 217 1. p u e d o disfrutar realmente a p r e n d i e n d o idiomas»). porque tan sólo presto atención a las palabras y no a mis sentimientos y relaciones con otras personas»). Presta atención al estado interno asociado c o n esta creencia limitadora. basta con e x p e r i m e n t a r el estado interno positivo q u e estará asociado con ella. 4. tanto lingüística c o m o a n e s t é s i c a mente. U n a vez más. 3 . Expresa de. 5. Los mensajes verbales o palabras s o n t a n s ó l o u n a d e l a s m o d a l i d a d e s a través de las cuales las personas se c o m u n i c a n e influyen u n a s en otras. Avanza d e n u e v o . pero q u e sea enriquecedora y potenciadora. ahora hasta el espacio correspondiente a la «redefinición». 6. 2. Colocado en la localización del estado problema. Regresa a la localización c o r r e s p o n d i e n t e al «estado problema» y desplázate físicamente a través d e los demás pas o s d e la cadena. y formula u n a declaración d e creencia positiva que incorpore la intención positiva d e la creencia limitadora. para e x p e r i m e n t a r así el movimiento desde el estado presente al estado deseado. c o m o establecer contacto visual. esta vez hasta la localización del estado deseado. La influencia de la comunicación no verbal El impacto del c a m b i o de estados internos. Explora el propósito positivo d e tu creencia limitadora. repitiendo las afirmaciones c o r r e s p o n d i e n t e s a cada localización. a p r o x i m a d a m e n t e tan sólo u n 8 p o r ciento de la información c o m u n i c a d a en u n a interacción está a . hasta que des con alguna que cambie significativa- m e n t e tus sensaciones c o n respecto a la creencia ( p o r ejemplo: «Me cuesta prestar atención a los idiomas cuando me confundo y me aburro. elig u n a creencia limitadora con la que quieras trabajar (por ejemplo: «Me resulta difícil a p r e n d e r idiomas p o r q u e me confundo y m e a b u r r o con las palabras»). 7.

Decirle a alguien «Tú n o p u e d e s hacer eso» c o n t o n o d e irritación o con tono d e frustración puede hacer tanto p o r estimular la duda c o m o p o r inspirar confianza o creencia. la postura. n o hay duda de q u e la respuesta primaria del can atenderá m á s al tono que al c o n t e n i d o d e nuestras palabras. — es a m e n u d o tanto o más i m p o r t a n t e que las propias palabras para q u e el chiste sea más o m e n o s «gracioso». Si alguien dice «Fantástico» con u n tono d e sarcasmo. C o n frecuencia d e t e r m i n a n el m o d o en que la c o m u n i c a c i ó n verbal será recibida e interpretada. el mensaje será radicalmente diferente a si p r o n u n c i a las mismas palabras señalando a s u s oídos. de forma n o verbal está enviando u n mensaje c o m p l e t a m e n t e contrario a lo que significan s u s palabras. La comunicación no verbal es más «primitiva» y constituye la modalidad primordial que utilizan los d e m á s animales para comunicarse entre sí (y nosotros con ellos). Entre estos aspectos analógicos d e la c o m u n i c a c i ó n cabe citar el lenguaje corporal. y el m o v i m i e n t o ocular. Los aspectos no verbales de nuestra >1 Tono de voz comunicación medida tienden a reflejar n u e s t r o e s t a d o i n t e r n o e n m a y o r q u e la c o m u n i c a c i ó n verbal De este m o d o . t e m p o y v o l u m e n . el tono d e voz que utilizamos al hablar con otras personas ejerce un g r a n impacto sobre c ó m o va a ser «oído» y «recibido» el mensaje. Las señales n o verbales. Los indicadores no verbales son a m e n u d o «metamensajes». es decir. a través del sistema «analógico». c o m p o n e n t e «digital» de esta interacción El 9 2 por ciento restante es c o m u n i c a d o de forma n o verbal.218 EL PODER DE LA PALABRA Estados internos y cambio natural de creencias 219 cargo de las palabras. c o m o la expresión de la cara y el tono de voz. los mensajes n o verbales tienden a reflejar e influir en n u e s t r o estado i n t e r n o . Si p r o n u n c i a m o s las palabras «¡Perrito bueno!» en u n tono d e voz irritado y amenazador. y determin a n los «sentimientos» que suscitará lo que la persona dice. el modo en que se cuenta u n chiste — l a e n t o n a c i ó n . e t c . así como el c o m p o n e n t e tonal correspondiente a la parte audible de la interacción: tono d e voz. De h e c h o . los cambios en el tono y el t e m p o de la voz. tienen u n impacto más bien emocional. Por ejemplo. mensajes acerca del c o n t e n i d o verbal que u n o está expresando. las expresiones faciales las pausas. al m i s m o t i e m p o que señala a s u s propios ojos. mientras que los mensajes verbales están m á s asociados con el proceso cognitivo. los gestos. Mensaje enviado Idea cognitiva: «No p u e d o hacerlo» Mensaje verbal: «Sigue intentándolo» Tono vocal de frustración «Metamensaje» no verbal Estado interno de duda: «Debo estar i haciendo algo mal» Mensa/e recibido Los metamensajes no verbales influyen en gran e n los e s t a d o s i n t e r n o s y la interpretación del del mensaje verbal medida receptor . Si u n a persona dice: «Ahora presta mucha a t e n c i ó n » . La c o m u n i c a c i ó n n o verbal incluye indicios y señales como la expresión facial.

el estado i n t e r n o en el que estemos c u a n d o hablamos es tan importante c o m o el d e quien nos escucha. El grado d e congruencia entre n u e s t r o s mensajes n o verbales y nuestras palabras procede. de la congruencia entre el «mensaje» y el «mensajero». solemos fijarnos preferentemente en los aspectos verbales d e la comunicación. p r o n u n c i a d a s con el tono de voz inapropiado. p u e d e a y u d a r n o s a incrementar en g r a n medida nuestra eficacia al utilizar El poder de ¡a palabra para influir positivamente e n otras personas. 8 Virus mentales y la metaestructura de creencias .220 EL PODER DE LA PALABRA En general. o con la expresión facial inadecuada. Las palabras correctas. y nos pasa inadvertida la parte n o verbal de ésta. es decir. de nuestra propia congruencia con lo q u e estemos diciendo. así c o m o a prestar más atención a n u e s t r o propio estado interno. suelen p r o d u c i r el efecto contrario del deseado. Por consiguiente. Al trabajar con El poder de la palabra es fundamental prestar atención al metamensaje n o verbal que acompaña a las palabras. Aprender a observar los indicadores n o verbales. en primera instancia.

Nuestra e x p e r i e n c i a sensorial es la q u e nos proporciona las materias primas c o n las que c o n s t r u i m o s n u e s t r o s m a p a s del mundo. Las creencias conectan los valores c o n la experiencia a través de declaraciones d e «causa-efecto» y de «equivalencia compleja». .Metaestructura de creencias A lo largo d e este libro h e m o s explorado u n a serie d e d i m e n s i o nes de nuestra experiencia sobre las q u e nuestras creencias influyen. las creencias s u p r i m e n y distorsionan los aspectos d e la experiencia para cuya representación han sido desarrolladas. Ello les confiere el potencial tanto para limitarnos c o m o para p o t e n c i a r n o s . Nuestros estados p e r n o s son a m e n u d o la base sobre la que se apoya determinacreencia o generalización. Necesariamente. Las creencias s o n generalizaciones extraídas de los datos de nuestra experiencia. Las consecuencias concretas q u e u n a creencia o generalización produce determinan su utilidad. p o r lo general actualizadas y corregidas por la propia experiencia. d e t e r m i n a n d o la energía emocional ruda en el m a n t e n i m i e n t o de la creencia. Constituyen las «intenciones positivas» d e m á x i m o nivel para cuyo apoyo o reflejo h a n sido establecidas las creencias. en su calidad de m o delo para nuestra experiencia. El estado i n t e r n o actúa c o m o filtro. Los valores d a n sentido a nuestras creencias y a nuestra experiencia. tanto para la experiencomo para el ímpetu de nuestras acciones. y que a su vez están implicadas en la formación y el mantenimiento de creencias. Las expectativas p r o p o r c i o n a n la motivación necesaria para el mantenimiento de d e t e r m i n a d a generalización o creencia.

la expectativa d e mejora y los valores d e diversión y mejora de sí m i s m o . «Puedo aprender» sirve para u n i r valores clave asociados c o n el aprendizaje — c o m o «diversión» y «mejora de. Una creencia potenciadora c o m o . ese estado i n t e r n o negativo afectará al rendimiento del m u c h a c h o . C o n s i d e r e m o s el caso del niño que aprende a m o n t a r en bicicleta. las expectativas. Además de p r o d u c i r sentimientos i n c ó m o d o s . A m e d i d a que experimenta períodos cada vez m á s largos d e m a n t e n i m i e n t o del equilibrio antes de caerse. La función de n u e s t r a s creencias consiste en proporcionar los vínculos fundamentales entre estos distintos elementos que conforman n u e s t r o mapa del m u n d o . q u e lo conducirán a u n estado interno d e frustración. s u p o n g a m o s que el chaval que está a p r e n d i e n d o a m o n t a r en bici tiene u n a h e r m a n a que ya sabe. los estados internos. f o r m a n d o a s í n u e s t r o tej" d e la realidad . v a l o r e s . junto con el estado d e confianza. Puede que entonces el chaval comience a construir la expectativa de que «me volveré a caer». Habida cuenta d e que su actuación no se corresponderá c o n estas expectativas. e s t a d o s i n t e r n o s y e x p e c t a t i v a s . haciendo que se caiga más a m e n u d o . de equilibrio I antes de caerse w Experiencia (Estímulo sensorial) Nuestras creencias son generalizaciones que u n e n experiencias. Las creencias limitadoras p u e d e n surgir como resultado del cambio d e u n o cualquiera d e estos c o m p o n e n t e s a u n a formulación negativa o «marco-problema». Todo ello proporciona al n i ñ o la motivación y el í m p e t u necesarios para seguir p r o b a n d o . Si b i e n ese ejemplo p u e d e constituir para él u n a fuerte motivación. Las creencias saludables m a n t i e n e n su conexión c o n todas estas dimensiones. también p u d e s u c e d e r q u e le m u e v a a desarrollar expectativas exageradas.224 EL PODER DE LA PAIAISRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 225 Las interconexiones entre estos diversos c o m p o n e n t e s constituyen lo q u e Richard Bandler d e n o m i n a el «tejido de la realidad» . se refuerza en él la generalización d e que « p u e d o a p r e n d e r » . es probable que establezca la creencia de q u e « n u n c a p o d r é m o n t a r en bici» y deje de hacerlo para siempre. las creencias limitadoras ejercen su influencia sobre otro c o m p o nente o sobre todos ellos. tal vez el chico pase a u n marco problema o a u n marco fracaso. P o r fin. Una vez establecidas. así c o m o a m e d i d a q u e vivimos nuevas experiencias. a u n q u e al principio se caiga a m e n u d o . sí m i m o » — con u n estad o i n t e r n o de «confianza» y c o n la expectativa d e q u e «cada vez lo h a r é mejor». p o r ejemplo. a l i m e n t a n d o de este m o d o u n a profecía que se refuerza a sí misma. Nuestras creencias c a m b i a n y se actualizan a sí mismas a medida q u e e x p e r i m e n t a m o s cambios en los valores. para evitar las reiteradas incomodidades y frustraciones. Por ejemplo.

S i u e 2 e mentales ExpectativasS (Consecuencias') anticipadas) «Me volveré a caer» Las creencias limitadoras surgen de las generalizaciones. eso le hará pensar: «Bueno. Cada vez estará m á s «abierto a creer» q u e p u e d e a p r e n d e r a m o n t a r en bici. así c o m o m á s «abierto a d u d a r » de las limitaciones percibidas con anterioridad. l o Por ejemplo. Tales creencias se t o r n a n a ú n m á s limitadoras y difíciles d e cambiar cuando estamos separados de las experiencias. sino q u e n o s ha sido impuesta p o r otros. Esta situación se vuelve a ú n más exagerada c u a n d o la creencia limitadora n o la h e m o s construido nosotros a partir d e nuestra experiencia. la PNL se ocupa de cómo tratar el h e c h o de q u e . en lugar d e c o m o u n mapa más cuyo propósito consiste en a y u d a r n o s a transitar p o r u n a parte de nuestro c a m p o d e experiencias. de los estados internos y de las expectativas d e las q u e en origen dichas creencias derivaron. así c o m o sobre «debería hacer» y q u é « n o se debería hacer» en relación l u d de u n o m i s m o y d e los d e m á s . según sean sus antecedentes.226 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 227 Deseo de evitar mas frustración e incomodidad f Valores \ ( (Intenciones ) \ ^ positivas) y éxito continúa. la creencia llega a ser percibida c o m o u n a especie d e «verdad» disociada acerca de la realidad. reencuadrándola d e forma natural. C u a n d o eso sucede. Por lo general. Una presuposición fundamental en Programación Neurolingüística consiste en q u e cada cual tiene su p r o p i o mapa del m u n do. Los n u e v o s d a t o s o «contraejemplos» q u e n o encajen con la generalización conducirán a la persona a reconsiderar la validez de su creencia Imitadora. Los m a p a s de las personas s o n m u y distintos entre sí. su sociedad. d e cambios en el estado i n t e r n o y de la revisión de expectativas. Tienen s u s p r o p i o s S a acerca q u é se c o n la mapas . En g r a n medida. su formación profesional y su historia personal. acabará invirtiendo su anterior creencia negativa. tal vez d e s p u é s de todo sí aprenderé». las supresiones y las distorsiones q u e h a n sido colocadas en u n «marco-problema». u n «marco-fracaso» o u n «marco-imposibilidad». Si u n chaval q u e ha consolidado la generalización de q «nunca p o d r é m o n t a r en bici» es estimulado y apoyado par c o n t i n u a r p r o b á n d o l o (y logra percibir su «fracaso» como una «realimentación»). Ello c o n d u c e a la p e r s o n a a c o m e n z a r a ver la creencia c o m o «el territorio». efectivamente. U n o d e los retos m á s i m p o r t a n t e s d e nuestra vida consiste en coordinar n u e s t r o mapa del m u n d o con s de los d e m á s . d e los valores. cada cual tiene su propio mapa del m u n d o . llegará en su m o m e n t o a m a n t e n e r el equiü" brío y c o m e n z a r á a tener algunos éxitos. su cultura. Virus Creencias (Generalizaciones) «Nunca podré montar bici» Supresión Distorsión Experiencia (Estímulo sensorial) Caerse y hacerse daño Las creencias limitadoras crean un «marco-problema» C u a n d o las creencias y las generalizaciones limitadoras perm a n e c e n conectadas a las intenciones y las experiencias a partir de las cuales fueron establecidas. las personas tienen distintas creencias de las capacidades sanadoras del c u e r p o . las supresiones y las correcciones se actualizan y corrigen c o m o resultado de n u e v a s experiencias.

p o r consiguiente. la creencia limitadora) o bien se enfrenta a él. que proporciona el contexto y el propósito a la creencia y d e t e r m i n a su «ecología». n o resulta fácil examinar la validez o la utilidad de esa creencia. estado i n t e r n o . suelen ser otras creencias limitadoras. S u p o n g a m o s que la paciente d e n u e s t r o ejemplo trabajara como enfermera de u n m é d i c o generalista y q u e éste. hay q u e recurrir a identificar y transformar las d e m á s creencias y presuposiciones en las que se basa el virus (y q u e lo m a n t i e n e n en su sitio). los virus mentales se basan en presuposiciones n o explicitadas q u e . del m i s m o m o d o q u e cualquiera tendría q u e asumir estar expuesto a los gérmenes si estuviera j u n t o a u n a persona afectada p o r alguna enfermedad infecciosa. C u a n d o eso sucede. lo cual probablemente p r o d u c i r á consecuencias negativas en s u s esfuerzos o en los de otras personas para que su salud mejore. p o r lo general. estas otras creencias y presuposiciones n o s o n a m e n u d o evidentes e n la estructura superficial de la creencia. de una creencia a la q u e la paciente haya llegado p o r su propia experiencia. sobre todo c u a n d o se presenta como el «mapa correcto del m u n d o » . Está tan sólo presentada c o m o «así s o n las cosas». En lugar de ello. Esta clase de creencia. u n virus mental ha p e r d i d o toda c o n e x i ó n con la «metaestructura» circundante. y q u e . pero tratándose de su m é d i c o . se tendrá que c o n t e n t a r c o n la creencia del m é d i c o c o m o factor d e su p r o p i o sistema d e creencias. dato sensorial. / Valores \ ( (Intenciones ) \>positivas) J (Estímulo sensorial) Un «virus del pensamiento» es una creencia que ha quedado desconectada de los demás procesos cognitivos y empíricos a partir de los cuales fue construida Así p u e s . el virus mental se convierte en su propia y única «realidad» de validación. En esencia. comienza a averiguar qué p u e d e hacer para ayudar m e n t a l m e n t e a su propia curación. evidentemente. acaba convirtiéndose en lo que den o m i n a m o s u n «virus mental». A diferencia de la creencia limitadora típica. probablemente. en lugar d e .m e n t e n o s o n m á s que palabrerías». Tanto si le gusta c o m o si n o . a u n a mujer q u e . acabarán p o r «volverla loca». tras descubrir q u e tiene u n cáncer d e m a m a metastásico. N o se trata. Observa que la creencia expresada p o r el m é d i c o está expresada en u n marco problema y n o está conectada c o n n i n g u n a intención positiva. En ocasiones estos mapas resultan m u y limitadores. n i consecuencia esperada o deseada en relación c o n la aceptación de la misma. C o n s i d e r e m o s . Sin embargo. las creencias de éste ejercen u n a gran influencia sobre las decisiones que ella t o m e en relación con su propia salud. y c o n d u c e n a confrontaciones y conflictos entre creencias. p o r ejemplo. Su m é d i c o le ha dicho: «Todas esas historias sobre la sanación c u e r p o . que n o es sino u n a clase particular de creencias limitadoras.228 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 229 acerca d e lo q u e es posible en relación con la sanación física y v S ven su vida de a c u e r d o con esos m a p a s . Por consiguiente. La mujer queda en u n a posición en la q u e o b i e n se m u e s t r a d e a c u e r d o c o n su m é d i c o (aceptando. p r o c e d e n t e s d e las experiencias. que p u e d e ser actualizada o corregida c o m o resultado d e la experiencia. susceptibles d e interferir seriamente c o n los esfuerzos p r o p i o s o ajenos para sanar o mejorar. n o es fácil corregir o actualizar los virus mentales mediante datos o contraejemplos n u e v o s . en lugar d e servir a u n a realidad mayor.

El «virus mental» es. me importa mi familia. Lo que convierte esto d e tal m o d o en un virus mental potencial es que implica q u e el m o d o «correcto» y único de ser una m a d r e y esposa b u e n a y amorosa consiste en aceptar q u e te vas a m o r i r y en prepararte a ti m i s m a y a tu familia para esa realidad inevitable. escribe sobre ellos i n d i s c r i m i n a d a m e n t e . Eso causa q u e el o r d e n a d o r funcione mal y provoque graves errores.230 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 231 decirle. n o vaya p o r ahí tratando de ponerse bien. Implica que tratar de recuperar la salud cuando la propia m u e r t e es tan i n m i n e n t e significa. ser egoísta y n o preocuparse p o r la familia. lo que n o está explícitamente expresado. o dirigir sus acciones según u n determinado pensamiento. C u a n d o u n a persona decide actuar según una determinada creencia. pues. p o r eso n o hay f ° ' 13 r ma de matarlo. Penetra en las células del «anfitrión» q u i e n . No es una idea completa y coherente que encaje con el sistema mayor de ideas y creencias d e la persona y los apoye orgánicamente de forma saludable. Sólo cobran «vida» cuando alguien actúa sobre ellos. c o m o el especialista. No es realmente u n ser vivo. Su ú n i c o propósito consiste tan sólo en reproducirse sin parar y hacerse cada vez mayor. Tales «virus mentales» p u e d e n «infectar» la m e n t e y el sist e m a nervioso. p o r ejemplo. Pero lo que n o está en la superficie. la mujer del caso real antes citado vivió doce más de lo q u e s u s médicos habían pronosticado.) Un «virus informático» se parece a u n virus biológico en que n o es u n p r o g r a m a completo en sí m i s m o . Los pensamientos y las creencias individuales n o tienen «poder» p o r sí mismos. y n o . resulta a ú n más difícil de reconocer q u e «no es m á s que su opinión». en gran . Debido a que u n a b u e n a parte del significado del mensaje es implícito y n o expresado. Es entonces c u a n d o se «autorrealizan». Habida cuenta d e q u e las bacterias son células q u e se autolimitan. para poder digerir n u e s t r o s alimentos. e n realidad refleja m u c h o más u n potencial virus mental. Hacerlo generaría falsas esperanzas. podría malgastar recursos financieros y acabaría provoc a n d o frustración y tristeza. Si de veras le importa su familia. es q u e ese «dejarla» significa en realid a d «usted va a morir». Tal vez la mujer piense: «Sí. p o r q u e eso la dejaría sin preparar. le dice en privado: «¿Sabe? Si d e veras le i m p o r t a su familia n o debería dejarla sin prepararla». o de lo contrario todavía se lo p o n d r í a más difícil a su familia. U n virus es u n a porción i n c o m p l e d e «programa». n o la pienso dejar sin prepararla». N o se le p u e d e e n v e n e n a r o destruir p o r q u e n o está vivo. n u e s t r o s sistemas nerviosos son perfectamente susceptibles d e ser «infectados» y dañados por los «virus mentales». n o tiene ni idea de la «ecología» del o r d e n a d o r q u e invade n i n i n g u n a percepción de su identidad con respecto al resto de la p r o g r a m a c i ó n del equipo. que sí son células vivas que p u e d e n ser destruidas. N o tiene «conocimiento» acerca d e d ó n d e pertenece en el o r d e n a d o r o d e qué partes de la m e m o r i a están libres y accesibles para él. exactamente igual que los virus en el cuerpo o en u n sistema informático los infectan y provocan confusión y mal funcionamiento. En términos biológicos. le ofrece sin saberlo u n «hogar» e incluso lo ayuda a reproducirse y a generar más virus. Sin embargo éstos resultan inútiles contra los virus. pero gran parte d e ellas son beneficiosas y d e h e c h o necesarias para el c u e r p o . Puesto que n i reconoce ni respeta los límites de los programas y datos del ordenador. b o r r á n d o l o s y reemplazándolos por sí m i s m o . a n o s Por ejemplo. q u e está h a c i e n d o el t o n t o . La implicación d e la frase consiste en que «debería dejarse d e tonterías y prepararse para morir». no «invaden» n i asaltan las células de nuestro c u e r p o . (Todo ello contrasta con el caso de las «bacterias». c o n antibióticos. en esencia. u n «virus» es en realidad u n fragm e n t o de material genético. parecido a los otros tipos de virus. Es u n a creencia o u n pensamiento concreto susceptible de generar confusión o conflicto. Del m i s m o m o d o q u e la programación de un o r d e n a d o r o d e u n c o n j u n t o d e ordenadores p u e d e ser dañado p o r u n «virus informático». esa persona les infunde «vida». p o r ejemplo. si n o está inmunizado contra él. Nuestro código genético constituye n u e s t r o programa «físico». A u n q u e en principio esta amonestación parezca m e n o s violenta q u e decirle que todo eso «no son más que palabrerías». Algunas de ellas s o n parasitarias y llegan a ser perjudiciales si su n ú mero rebasa ciertas proporciones.

«Si algo tiene la estructura "AAABACADAEAF". Si se verifican únicamente las primeras letras. Lo cierto es que un virus mental puede conducir a la muerte con tanta certeza c o m o el del SIDA. aunque se lo dijo en términos de meses e incluso semanas. haz C» o.) Las creencias limitadoras y los virus mentales deben ser tratados de forma parecida a la que el cuerpo emplea con los virus físicos. El médico para el que trabajaba le anunció que. Los virus no sólo afectan a las personas y a los ordenadores «débiles». Lo relatado no implica que aquel médico fuera bajo ningún concepto una mala persona. es porque la estructura de éste se asemeja e n m u c h o s aspectos al código de nuestras propias células (una modalidad de «acompañamiento y conducción» a nivel celular). «estúpidos» o «malos». con suerte. En apariencia no hay nada obviamente perjudicial en ella. parece que encaja con los valores positi- . (La quimioterapia funciona en cierto m o d o c o m o la guerra. de hecho. convenció a su mujer para que hiciera lo propio. su «virus». tan solo ser reconocido y neutralizado o filtrado fuera del sistema. nuestro «código» genético es una especie de programa que funciona algo más o menos así: «Cuando haya A y B. La mujer dejó de trabajar para él y vivió muchos años más libre de síntomas de cáncer. Es incluso posible que la forma de malar del virus del SIDA sea a través de los virus mentales que lo acompañan. Piensa si no e n cuántas personas han sido asesinadas en tantas «limpiezas étnicas» y «guerras santas». aunque el estado de su enfermedad no era tan avanzado como el de su antigua enfermera. Otra forma que el virus tiene de engañar al sistema inmunitario consiste en revestirse de una envoltura de proteínas uiocuas. La respuesta de aquel médico consistió en quitarse la vida. En cierta medida. todo eso se asemeja a la afirmación del médico de que «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla». matar a la persona que ha actuado en función de una idea o de una creencia tampoco las destruye. Siglos de guerra y de persecución religiosa lo demuestran. Destruye células infectadas. Un virus mental no puede ser destruido. sino su creencia. En realidad. podría vivir unos dos años. o tal vez lo hizo él con sus propias manos (el caso nunca llegó a aclararse del todo). Sin embargo. los humanos y los chimpancés son las únicas criaturas cuya estructura genética se asemeja lo suficientemente a la del virus del SIDA c o m o para poder ser infectada («acompañada») por el virus. El «anfitrión» es en principio «engañado» por el virus porque éste aparenta encajar en el sistema o bien ser inofensivo. inmunizándose ante ellos y no dejándoles espacio en el sistema. el problema no era él. Una de las funciones del sistema inmunitario consiste e n verificar los códigos de diversas partes de nuestro cuerpo. el agente extraño es «expulsado» o reciclado. Si el cuerpo y su sistema inmunitario son «engañados» por un virus c o m o el del SIDA. el hecho de que se quitara la vida puede entenderse c o m o un acto final de integridad para alguien con aquella creencia. éste enfermó gravemente. Puede matar a su «anfitrión» y contaminar a quienes éste pueda «infectar». que parece en ciertas partes similar al del individuo.232 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 233 medida gracias a que decidió no interiorizar las creencias limitadoras de los facultativos. Como ejemplo. en cuyo caso el sistema inmunitario no percibe entonces nada alarmante. supongamos que el código genético de una persona tiene el patrón «AAABACADAEAF» y el de un virus es «AAABAOAPEAF». Lo que hay que enjuiciar críticamente son las creencias. ¿Por qué? Porque estaba convencido de que su muerte era inminente e inevitable y no la quería «dejar sin prepararla». o el ordenador con los informáticos: reconociéndolos. no las personas. De hecho. No puedes matar una «idea» o una «creencia» porque no están vivas. así c o m o todo lo que entra en él para garantizar su salubridad y su pertenencia al conjunto. Desde la perspectiva de la Programación Neurolingüística. por ejemplo. Además. inflige un numero relativamente considerable de «bajas civiles» entre las células sanas del cuerpo. Por si fuera poco. unos años después de que hubiera abandonado a su anterior jefe. algo así c o m o el caballo de Troya. En caso contrario. entonces pertenece a esta localización». Por ejemplo. el código parece idéntico y al organismo se le permite la entrada en el cuerpo. Por otro lado. pero ni sana el cuerpo ni lo protege contra el virus.

Éste sigue presente en el m e d i o . Te p o n e s la vacuna y de r e p e n t e tu c u e r p o dice: «Mira. p e r o . Sin embargo. Verifica el programa del via r a rus con m a y o r extensión y profundidad. informático o m e n t a l ) n o tiene ni inteligencia ni i n t e n c i ó n respecto al sistema en el que penetra. La sabiduría. sino que a y u d a n al organismo a r e c o n o cer con mayor claridad lo que es tuyo y lo q u e n o lo es. en enseñar al sistema i n m u n i t a r i o a reconocer el virus y a reciclarlo o a expulsarlo del cuerpo. u n virus biológico sólo resulta perjudicial cuand o el c u e r p o le permite la entrada y lo confunde consigo mismo. A medida q u e nuestro m o d e l o del m u n d o se e x p a n d e y enriquece. lo hace tamn la percepción q u e t e n e m o s de nuestra identidad y d e n u e s ra misión.El objetivo consiste en crear u n mapa lo más rico posible. c o m o e n el caso d e la quimioterapia. el sistema i n m u n i t a r i o mejora su capacidad de reconocimiento y selección de los distintos patrones en los códigos genéticos de los virus. De forma parecida. De hecho. sencillamente p o r q u e ningún h u m a n o p u e d e aspirar a eso. Obviamente. pero n o tan violenta c o m o «luchar» con el virus y «matarlo». lo que hacen estos programas es expulsar el disco c o n t a m i n a d o al detectar algún virus. A m e n u d o . Es algo q u e h a c e m o s n o tan sólo para proteger n u e s t r o s equipos. Del m i s m o m o d o q u e una niña o u n niño q u e a p r e n d e n a leer s o n cada vez más capaces d e discriminar patrones de letras. sino también para actualizar y reemplazar c o n n u e v a s versiones los p r o g r a m a s que se van quedando anticuados. La infección vírica n o es ni automática ni inevitable. la ética y la ecología n o derivan de estar en posesión del mapa del m u n d o «exacto» o «correcto». que respete la naturaleza sistémica y la ecología. n o es más q u e u n conjunto d e palabras hasta que le damos «vida» a través de los valores. las expectativas y las experiencias que relacionamos con estas palabras. Reconocer y distinguir u n «virus» requiere a m e n u d o una buena dosis de sabiduría. el sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o mejora su «educación» p reconocer y seleccionar ese virus. qué es lo que pertenece al c u e r p o y qué es lo que n o le pertenece. al i n m u n i z a r s e ante d e t e r m i n a d o virus. los estados internos. lo dicho n o constituye u n a invitación a salir por ahí a «borrar» t o d o s los p e n s a m i e n t o s limitadores. h e m o s conseguido eliminar virtualmente la viruela de la faz del planeta. Es i m p o r t a n t e recordar que u n virus (biológico. Muchas personas tratan simplemente de librarse de sus síntomas. Por ejemplo. Iodos hem o s pasado s e g u r a m e n t e p o r experiencias en las que hemos estado «expuestos» a los virus de la gripe o del resfriado. sino que reconoce el programa vírico y lo b o r r a de la m e m o r i a del disco d u r o . Tan sólo le h e m o s enseñado a n u e s t r o sistema i n m u n i t a r i o sistemas para reconocer a ese virus. el contexto en el que se p r o n u n c i a y lo q u e n o se dice. y experimentan en ello grandes dificultades tan sólo p o r q u e n o hacen ningún esfuerzo p o r prestar atención a su situación y comprenderla. p o r ejemplo. su acción atiende más al síntoma que a su causa. la convierten en letal. seleccionar u n archivo en el disco duro del ordenador y m a n d a r l o «a la papelera» para ser eliminado constituye u n a solución final. sin infectarnos p o r q u e n u e s t r a s defensas estaban «en guardia». tanto d e nosotros mismos c o m o d e l m u n d o en el q u e vivimos. y eso es todo. Una declaración d e creencia. ese virus n o m e pertenece». e n esencia.234 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 235 vos de «importar» y «estar preparado». el énfasis prioritario estriba en tomarse el tiempo necesario para explorar la c o m u n i c a c i ó n o la intención positiva del síntoma. ) Por ejemplo. El sistema i n m u n i t a r i o del c u e r p o es su m e c a n i s m o l e . de manera q u e el o r d e n a d o r n o sufra ningún riesgo. Repito que las vacunas no m a t a n virus. (Es cierto que las d e n o m i n a d a s «células T asesinas» del sistema i n m u n i t a r i o hum a n o s o n capaces de destruir células y tejidos de n u e s t r o cuerpo infectados p o r u n virus. pero se presupone o se a s u m e . El sistema i n m u n i t a r i o n o aprende a matar el virus p o r q u e éste n o es u n ser vivo. De forma parecida. las células s i m p l e m e n t e n o llegan a infectarse n u n c a . u n programa informático «antivirus» n o destruye partes del ordenador. La vac u n a c i ó n contra u n v i r u s específico consiste. pero n o lo h e m o s logrado d e s t r u y e n d o al virus causante d e esa enfermedad. Sanar u n «virus mental» implica profundizar y enriquecer nuestros m a p a s m e n t a l e s para conseguir de este m o d o más o p ciones y perspectivas. De forma parecida. En una inm u n i z a c i ó n completa.

Una presuposición lingüística es algo q u e está abiertamente expresado e n el propio cuerpo d e la declaración y que debe ser «supuesto» o aceptado para que la frase o el p r o n u n c i a m i e n t o tengan sentido. la i n m u n i z a c i ó n ante un virus mental implica la clarificación. tratando de sabotear los esfuerzos terapéuticos d e quienes la atienden. procede del latín y significa literalmente «poner debajo». cierta información o determinadas relaciones tienen que ser aceptadas c o m o verdaderas. d e u n a acción o de otra creencia. en efecto. h a y que asumir que la persona a la que se dirige esta afirmación ha estado. situándolos d e nuevo en el contexto d e m o d o que pueden ser actualizados de forma natural. La pregunta. y son necesarias para q u e éstas tengan sentido. La afirmación p r e s u p o n e también que se está intentando alguna clase de esfuerzo terapéutico. Muchos d e los principios y técnicas d e Programación Neurolingüística — c o m o los que incluyen los patrones de El poder de la palabra— pueden considerarse como una modalidad de «vacuna» que ayuda a las personas a inmunizar sus «sistemas de creencias» frente a determinados «virus mentales». p r e s u p o n e que realmente n o existe otra alternativa. embebidas en la estructura d e un p r o n u n c i a m i e n t o . es que partes significativas d e la creencia se p r e s u p o n e n y n o son explíc i t a m e n t e expresadas en la creencia. Conclusiones c o m o «El q u e habla cree que el ejercicio es unportantc» o «El que habla n o está familiarizado con los hábitos de ejercicio del p r e g u n t a d o » n o están p r e s u p u e s t a s p o r las preguntas. Son suposiciones e inferencias que p o d r í a m o s extraer e la pregunta. hacer que afloren a la superficie y examinar las d e m á s creencias y presuposiciones en las q u e el virus se basa. De forma parecida. estaremos en condiciones de lograr algo más d e progreso». para que una afirmación concreta tenga sentido. así c o m o que se ha logrado al m e n o s algún grado de progreso. Las verdaderas presuposiciones lingüísticas deben ser contrastadas con las suposiciones y las inferencias. Por ejemplo. C o m o conclusión. El p r o c e s o d e i n m u n i z a c i ó n implica sobre todo q u e este sistema aprenda más acerca d e lo q u e forma parte de nuestro ser físico y lo que no. n o contiene esa presuposición. en relación c o n nuestra identidad y nuestra misión. tanto en el aspecto fisiológico c o m o en el «espiritual». Para q u e el virus mental sea actualizado o corregido. para c o m p r e n d e r la afirmación: «Tan p r o n t o como dejes d e sabotear n u e s t r o s esfuerzos terapéuticos. de sub («debajo») y poneré ( « p o n e r » ) . tendremos q u e recurrir a la violencia». en la pregunta: «¿Has dejado d e practicar ejercicio con regularidad?».236 EL PODER DE LA PAI-ABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 237 para clarificar y m a n t e n e r la integridad de su propia identidad física. pero que n o están implícitas en ella misma. El t e r m i n o «suponer» marcha- . será necesario identificar. las expectativas. los estados internos y las experiencias. la utilización de la palabra dejado implica que el preguntado ya practicaba ejercicio regularmente antes. procedentes d e nuestra experiencia. Las presuposiciones están relacionadas con las u c e n c i a s inconscientes o suposiciones. en cambio: «¿Practicas ejercicio c o n regularidad?». Por ejemplo. las técnicas d e El poder de la palabra nos permiten tratar con las creencias limitadoras y los virus mentales d e u n m o d o que se asemeja más a la vacunación que a la quimioterapia. Según el diccionario. Las presuposiciones lingüísticas se p r o d u c e n c u a n d o . presup o n e r significa «suponer de a n t e m a n o » . Considera las siguientes afirmaciones: Los autoridades impidieron que los manifestantes " porque temían la violencia. así c o m o que s o n «ellos» quienes determinan q u e la h a y a o n o . ra Presuposiciones Uno de los principales factores que i m p i d e n que u n virus mental sea actualizado o corregido de forma natural por datos y contraejemplos nuevos. De forma parecida. la afirmación: «Puesto que n o nos dejan otra alternativa. la congruencia y la alineación del sistema d e creencias de cada cual. Diluyen las creencias limitadoras y los virus mentales restableciendo su conexión con los valores.

La inferencia está relacionada c o n las conclusiones lógicas realizadas sobre la base de la información proporcionada p o r la afirmación. y no m e v a n a volver loca». sino que lo más probable es que lo hiciera a través de s u s filtros mentales c o m o licenciado en medicina. se hace más difícil identificarlas y tratarlas directamente. » En la primera d e ellas. Es decir. lo cual sonaría bastante raro y. la paciente fue aconsejada p o r una practicante d e PNL. n i inteligente n i saludable. Habida cuenta de que las presuposiciones. d e todos modos.» no por rectamente.238 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias marcha- 239 Las autoridades impidieron que los manifestantes ran porque predicaban la violencia. Consideremos las creencias de los dos médicos mencionados en el ejemplo de la paciente de cáncer: «Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente son más que palabrerías que. De m o d o que concluyó que explorar los m é t o d o s de sanación c u e r p o . En el caso d e los dos médicos. por lo q u e n o p u e d e n ser negadas o refutadas directamente. p o drán ser exploradas. que te vas a m o r i r y que lo mejor q u e p u e d e s hacer es prepararte para ello y acabar c u a n t o antes para n o molestar a los d e m á s ) . acabarán volverla loca. s u s estados interiores y las experiencias a partir d e las cuales la creencia se formó. La paciente r a z o n ó que no tomar todos los c a m i n o s posibles d e sanación q u e se le presentaran n o sería ni sabio. a excepción de las palabras «temían» y «predicaban». las s u p o s i c i o n e s y las inferencias n o aparecen e n la e s t r u c t u r a superficial d e determinada afirmación o creencia. la misma intención se convertía en «actuar sabiamente. Es más probable q u e p e n s e m o s que sean las autoridades las que teman la violencia y los manifestantes quienes la prediquen. en realidad. La inferencia relacionada con a m b a s frases podría ser que «los manifestantes y las autoridades eran g r u p o s diferentes de personas». las experiencias. los juicios y las generalizaciones esenciales se e n c u e n t r a n en la estructura superficial de la frase. probablemente. según cuál d e las dos utilicemos. la generalización y el juicio fundamentales n o aparecen en la estructura superficial d e la frase. asumiremos q u e el sujeto que «teme» o «predica» son las «autoridades» o los «manifestantes». sobre todo si hacerlo n o interfería con los d e m á s tratamientos. Eso es todo. que trató de dilucidar las intenciones positivas de ambas afirmaciones. A m b a s frases tienen exactamente la m i s m a estructura. Sin embargo. sino q u e es a s u m i d o p o r q u i e n e s la oímos. Lo ú n i c o que ambas frases p r e s u p o n e n es que u n o s manifestantes querían desfilar. lo primero que hay que hacer es sacar a la superficie s u s presuposiciones. en lugar d e centrarse en ellas mismas. pero eso n o está en absoluto p r e s u p u e s t o p o r la propia afirmación. evaluadas y «reencuadradas». n o trataría c o n las suposiciones e inferencias q u e realmente hacen d e la afirmación u n a creencia limitadora (a saber.m e n t e » . Llegó a la conclusión de que la intención positiva d e la primera afirmación («Todas esas historias sobre la sanación cuerpo-mente no son más que palabrerías que. p o r haber probado y rechazado él m i s m o los métodos « c u e r p o . a u n c u a n d o la intención. En la s e g u n d a afirmación. s u s expectativas. s u s suposiciones y s u s inferencias. probablemente. las expectativas y el estado i n t e r n o d e los q u e derivan la generalización y los juicios h a n sido s u p r i m i d o s . acabarán por volverla loca») consistía en «no ser t o n t a » . F o r m u l a d a en positivo. su m é d i c o se sentía completamente p e r d i d o c o n esos m é t o d o s . También se percató de q u e . Tan sólo cuando éstas hayan sido cuestionadas y se hayan e x a m i n a d o s u s intenciones positivas. Para tratar d e u n a m a n e r a eficaz con esta s e g u n d a afirmación. el facultativo n o hablaba p o r su propia experiencia. probablemente. Se dio cuenta d e que. Para hacerlo habría q u e decir algo así: «No m e importa mi familia y no la voy a p r e p a r a r » .m e n t e con sabidu- «Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla. la interlocutora podría responder: «No son palabrerías. Las declaraciones de «equivalencia compleja» y d e «causa-efecto» p u e d e n ser negadas o rechazadas di- . inteligentemente y s a l u d a b l e m e n t e » .

al verla. La mujer concluyó q u e u n a d e las mejores maneras en q u e podía «preparar» a s u s hijos para tratar con u n a enfermedad grave consistía en ser ella misma u n b u e n m o d e l o de c ó m o abordar la salud con congruencia y o p t i m i s m o . E n r e s u m e n . describen c ó m o empleaba este legendario h i p n o t e r a p e u t a las presuposiciones lingüísticas para inducir estados d e trance en s u s pacientes y ayudarlos a manejar más eficazmente s u s síntomas. sin embargo. Dados los comentarios anteriores sobre virus mentales y presuposiciones. parece usted más sana q u e yo! ¿Qué ha hecho?» Sabía que n o podía ser n a d a médico. Esta presuposición ejercerá una influencia positiva sobre las acciones del paciente. sobrepasando c o n mucho las expectativas d e cualquiera de los implicados.240 El. la paciente acabó p o r tener u n a espectacular recuperación. la única cuestión es cuándo. La mujer le respondió: «Ya sé que usted dijo que n o creía en la sanación c u e r p o . las presuposiciones y las inferencias también p u e d e n transmitir mensajes positivos. la presuposición es: «Puede hacerse algo más para promover su recuperación. Solía formular a m e n u d o afirmaciones o sugerencias q u e p r e s u p o n í a n d e t e r m i n a d o s comportamientos o respuestas en s u s pacientes. y usted tiene la capacidad y la responsabilidad de hacerlo». o prefiere esperar un poco?» (Se da por sentado que la persona dirá qué es lo que le molesta. la ingeniería genética m o d e r n a utiliza incluso virus especiales para «empalmar» genes. Sin embargo. el médico reaccionó c o m o si se encontrara ante u n a aparición. Q u e d ó francamente s o r p r e n d i d o p o r su estado de salud y le dijo: «¡Válgame el Cielo. La paciente respondió d e forma parecida a la afirmación del otro médico. C o m o ya h e señalado con anterioridad. Aquella mujer (que no era otra que mi m a d r e ) contó q u e . A lo que el facultativo respondió: «Bueno. oculta tras la creencia en apariencia negativa de éste.D. afirmación que t a m b i é n implica presuposiciones e inferencias. en el que el psiquiatra le dice al paciente que creía ser Jesús «Tengo e n t e n d i d o q u e tienes experiencia c o m o carpintero». la tendré q u e creer p o r q u e sé que nosotros n o h e m o s hecho nada». c u a n d o le dice a su paciente que «El resto es cosa suya». Lo que sucede es q u e las presuposiciones lingüísticas reducen s i m p l e m e n t e el potencial para el análisis directo. víctima d e s u s propio virus m e n t a l y d e s u s presuposiciones. más potencial tiene para convertirse en u n «virus». Erickson M. pero decidí probar d e todos m o d o s y h e pasado m u c h o tiempo m i r a n d o en mi interior y visualizando cómo me curaba». le puso la m a n o en el h o m b r o y le dijo: «Manténgase lejos d e los médicos».m e n t e . PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 241 ría.) . C o m o ya h e m e n c i o n a d o . es i m p o r t a n t e recordar que n o todos los virus s o n perjudiciales. El ejemplo incluido en el Capítulo 1. En Patterns of the Hypnotic Techniques of Milton H. c o m o : «¿Quiere hablarme ahora mismo de lo que le molesta. De hecho. constituye u n ejemplo del m o d o en que Erickson se servía de las presuposiciones lingüísticas. el m i s m o médico atendió a la misma paciente para u n a cuestión de cirugía menor. Recordemos el comentario del m é d i c o citado en el Capítulo 1. (1975) los cofundadores d e la Programación Neurolingüística. D e t e r m i n ó q u e su i n t e n c i ó n positiva de su creencia («Si de veras le importa su familia no debería dejar de prepararla») consistía en última instancia en aceptar su destino y actuar ecológicamente con respecto a su familia. n o podía conocer su destino. p o r q u e su estado se había considerado demasiado avanzado para eso. sin dejarse vencer p o r la desesperación o p o r la apatía. podría realmente dar respuesta a la intención positiva n o explicitada del facultativo. p o r consiguiente. Después d e practicarle u n c h e q L t e o realmente exhaustivo. De forma parecida. También reconoció que su destino estaba en m a n o s d e Dios y de ella m i s m a y q u e (a pesar d e lo que él pudiera p e n s a r de sí m i s m o ) el m é d i c o n o era Dios y q u e . Nueve años más tarde. Richard Bandler y J o h n Grinder. En este caso. el otro facultativo acabó suicidándose al verse enfrentado a u n a enfermedad grave pocos a ñ o s después d e haber p r o n u n c i a d o su famosa frase. resulta interesante observar que el médico que formuló la primera d e las dos afirmaciones volvió a ver a la paciente varios meses después. c u a n t a s más presuposiciones contenga la frase.

) «Cuando sus síntomas hayan desaparecido. los sistemas saludables mantienen u n equilibrio entre «autorreferencia» y «referencia externa» (u «otra» referencia). observará lo fácil que le resultará mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida. parecen centradas en sí mismas y arrogantes. la única cuestión es el ritmo al que lo hace. Otro ejemplo sería la historia de aquel ladrón q u e repartía siete perlas robadas. o que son ajenas al propio proceso o sistema. Los procesos autorreferenciales p u e d e n contrastarse con aquellos que disponen d e referencias externas. creando d e este m o d o u n a r g u m e n t o circular. así como que tiene ganas de que llegue el momento. Crece y se extiende hasta un p u n t o e n el que resulta destructivo para el resto del sistema. Por lo general. C u a n d o u n sistema o proceso es en exclusiva autorreferencial. Por ejemplo. las personas que sólo son autorreferenciales. U n ejemplo de percepción «autorreferenciada» consistiría en colocarse entre dos espejos y ver nuestra imagen en u n espejo que la refleja sobre el otro. C u a n d o hayas t e r m i n a d o d e te darás cuenta d e lo fácil que es Puesto que . Decimos que u n proceso es autorreferencial c u a n d o se refiere a sí m i s m o u opera sobre sí mismo. y sabemos que lo q u e la Biblia dice tiene q u e ser verdad p o r q u e es la palabra revelada de Dios» se refiere a su misma afirmación c o m o evidencia d e su validez. ya puede anticipar el placer ahora mismo.» (Se da por sentado que los síntomas desaparecerán. El de la derecha le preguntó: —¿Y eso p o r qué? — P o r q u e soy el líder — r e s p o n d i ó el ladrón. Le dio dos al ladrón d e su derecha y otras dos al d e su izquierda. La única cuestión es cuándo comenzar. creando así la experiencia d e «verse a u n o m i s m o viéndose a sí mismo». Los procesos d e referencia externa operan en respuesta a reglas y realimentaciones procedentes sobre todo del exterior. — P o r q u e soy el que más perlas tiene.242 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 243 «Ahora no se relaje demasiado deprisa. p u e d e provocar patologías y paradojas. también podrías (comenzar/terminar) generados internamente. Autorreferencia Un segundo factor clave que p u e d e hacer que u n a creencia se convierta en u n virus mental se presenta c u a n d o la creencia se vuelve circular o autorreferencial. llenando los espacios en blanco c o n algún c o m p o r t a m i e n t o o respuesta que desees: ¿Quieres ahora o u n poco más tarde? N o es necesario demasiado deprisa. Argumentos circulares Las afirmaciones autorreferenciales p r o d u c e n a m e n u d o u n a especie de lógica circular.) Practica tú m i s m o la elaboración d e declaraciones de presuposiciones c o n las siguientes fórmulas. El cáncer constituye u n ejemplo biológico de u n sistema (o d e u n a parte del sistema) que se ha vuelto autorreferencial en exceso.» (Se da por sentado que ya se está relajando.) «Puesto que se lo va a pasar tan bien aprendiendo un nuevo nivel. La única cuestión estriba en darse cuenta de ello. el comentario d e q u e «Dios existe p o r q u e la Biblia nos dice que así es. Los sistemas sociales o psicológicos autorreferenciales o autoorganizadores construyen su propia realidad aplicando principios y reglas . del mismo modo que se da por hecho que mantener los cambios que ha hecho en su estilo de vida es fácil. —¿Y c ó m o es que eres el líder? —insistió el otro. Por ejemplo.» (Se da por sentado que se lo va a pasar bien y que va a aprender. —Yo —dijo e n t o n c e s — m e quedaré c o n tres.

Si la afirmación es cierta. q u e podrían d e t e r m i n a r su ecología o s u utilidad. pasa a pertenecer a la categoría de los que n o se afeitan y tiene q u e ser afeitado p o r el barbero. tales conflictos están en la raíz tanto d e la creatividad c o m o de la psicosis. ¿ p u e d e crear u n a roca tan grande q u e n i él m i s m o p u e d a mover?» U n «doble lazo» es u n a clase especial d e paradoja q u e crea una situación d e «nadie gana». película. es decir. C u a n d o la autorreferencia se c o m b i n a c o n las creencias. es falsa. tu integridad. c u a n d o p r o d u c e n paradoja a d e m á s de circularidad. Parece tener cierta validez p o r q u e . U n a d e las características de estas «frases víricas» consiste en q u e s o n autorreferenciales y autoconfirmadoras. c o m o en el caso de la afirmación d e q u e «Restringir la libertad d e expresión tiene que ser b u e n o para la sociedad. ¿Es esa persona quien n o s «contro- la»? ¿Tiene e n realidad algo que ver con el control? ¿Y q u é hay de la curiosidad. Esta clase de afirmaciones autorreferenciales está desconectada de la «metaest r u c t u r a » . pero ¿nos tiene en realidad bajo su control? ¿Quién es ese «yo» q u e n o s está controlando? Ciertamente. los dobles lazos están relacionados con lo que ha acabado p o r conocerse c o m o «Catch-22». Lo que la declaración realmente dice es que «Restringir la libertad d e expresión es b u e n o para la sociedad.) en otro nivel. d e la c o s t u m b r e o d e la estrategia? Una vez m á s . consecuencias y estados internos. y así hasta el infinito. etc. porq u e conviene a los intereses de ésta que la expresión tenga ciertos límites». N u m e r o s o s dobles lazos implican procesos a distintos niveles. En ocasiones.) a m e n a z a tu supervivencia (tu seguridad. el hecho de q u e la frase n o esté conectada a n i n g ú n tipo d e metaestructura la convierte en autovalidante. Veamos la frase siguiente: «Te tengo bajo mi control porque tienes que leer mi final. que fue quien definió inicialmente el doble lazo. la mitad del a r g u m e n t o utiliza la otra mitad para validarse a sí m i s m o . El t é r m i n o proviene de la novela d e m i s m o n o m b r e [Trampa 22] escrita p o r Joseph Heller ( 1 9 6 1 . por el contrario. u n a situación en la q u e «maldito si lo haces. Observa que contiene u n a serie d e presuposiciones y suposiciones interesantes. por ejemplo. valores. quedarse atrapado e n él. s e g ú n u n o sea capaz de trascender el doble lazo o. paradojas y dobles lazos Las declaraciones autorreferenciales t a m b i é n p u e d e n invalidarse a sí mismas.» Eso es lo q u e los psicolingüistas d e n o m i n a n «frase vírica» (emparentada. ser afeitado por el barbero. m a l d i t o si n o lo haces». ¿Se afeita él también? Si lo hace. El a r g u m e n t o d e esta n o - . la frase n o es u n ser con i d e n t i d a d propia. Otro b u e n ejemplo es el del barbero del p u e b l o q u e afeita a todos los q u e n o se afeitan. sino tan sólo u n conjunto de palabras. las afirmaciones autorreferenciales p u e d e n estar disfrazadas al redefinir ligeramente en ellas alguna palabra clave. 1970). luego es cierta. de m o d o que aquello que tienes q u e hacer en u n nivel para sobrevivir (estar seguro. tenemos que leer el final d e la frase. La paradoja lógica clásica «Esta afirmación es falsa». PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 245 De n u e v o . Según el antropólogo Gregory Bateson. pero n o idéntica. U n tercer ejemplo de paradoja autorreferencial sería la pregunta «Puesto q u e Dios es t o d o p o d e r o s o . Pero si n o se afeita. Sin embargo. del resto de las experiencias. P u e d e incluso q u e quien la haya escrito esté m u e r t o . al «virus m e n t a l » ) . es decir.244 El. N o hay n i n g u n a otra información c o n la q u e verificarla. n o pertenece a la categoría d e los que n o se afeitan y por consiguiente. n o puede. El ú n i c o territorio referido p o r la frase es el d e sí misma. mantener tu integridad. para c o m p r e n d e r la afirmación d e causa-efecto q u e prop o n e . p o r q u e restringir la libertad de expresión es b u e n o para la sociedad». etc. es decir. constituye u n caso claro d e afirmación autorrefencial que produce una conclusión paradójica. p o r sí m i s m o . En este sentido. la mezcla resultante p u e d e dar pie al nacimiento de u n n u e v o virus verbal. n o resulta así de evidente p o r q u e «restringir la libertad de expresión» ha sido redefinido c o m o «ciertos límites a la libertad d e expresión» y « b u e n o para la sociedad» ha pasado a ser «conveniente para los intereses de la sociedad».

Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. según c o m o sea su equilibrio c o n los d e m á s procesos del sistema. Por ejemplo. Si. p o r q u e nadie en su sano juicio desearía seguir jugándose la vida. en los que en u n a de las pruebas para d e t e r m i n a r si u n a persona era o n o bruja se la ataba y se la echaba al agua. primero tiene q u e pedir ser d a d o de baja. La Luna está hecha de queso azul.246 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 247 vela. sino q u e c o n d u c e n a la misma sensación d e confusión e impotencia. Incluir una afirmación sobre la clase como un todo como si uno de sus miembros produjera una paradoja 2 + 2 = 5 Los osos polares son animales tropicales. se consideraba q u e aquello era u n a prueba evidente d e brujería. para q u e le d e n de baja del servicio militar p o r locura. La teoría de los tipos lógicos Se El filósofo y matemático Bertrand Russell desarrolló u n a «teoría d e tipos lógicos» para tratar de ayudar a resolver la clase de pr°" g u n la teoría de tipos únicos de Russell. pero n o p u e d e s hacer lo m i s m o con «la clase patatas». En su e m p e ñ o por lograrlo. La trama a r g u m e n t a l narra las vicisitudes del aviador Yossarian en sus intentos p o r escapar a los h o r r o r e s d e la guerra. «La tesis central [de la teoría d e tipos] consiste en q u e existe u n a d i s c o n t i n u i d a d entre u n a clase y s u s m i e m b r o s . Los dobles lazos n o sólo exhiben a m e n u d o la doble cualid a d de paradoja y circularidad q u e ilustra el ejemplo d e «Catch22». dependiendo de cómo se estructure y se utilice. p o r ejemplo. Puede producir tanto patología como confusión. La Luna está hecha de queso azul. quedaba liberada d e la acusación d e brujería. los juicios d e Salem. Sin embargo. pág. Todas las afirmaciones de este recuadro son falsas. a u n q u e de poco le servía p o r q u e de todos modos ya estaba muerta. en esencia. p e n s a d o con la intención d e ser u n a sátira negra pero h morística sobre la burocracia militar. puesto que el t é r m i n o utilizado para clase pertenece a otro nivel de abstracción — a u n tipo lógico distinto— del t é r m i n o e m p l e a d o para miembros». convertir la clase en un miembro de sí misma produce paradoja . 2+2 =5 Los osos polares son animales tropicales. u n a misteriosa regulación que es. por el contrario. Así p u e s . Las ratas son una clase de pájaros. la autorreferencia constituye una fuente tanto d e creatividad c o m o d e confusión. u n a r g u m e n t o circular. blema q u e surgen de la paradoja autorreferencial y d e la circularidad. Resumiendo. La trampa estriba en que si alguien pide ser d a d o d e baja. Las ratas son una clase de pájaros. Según Gregory Bateson (Sieps to an Ecology of Mind. queda atrapado en la «Catch-22». La clase n o p u e d e ser u n m i e m b r o d e sí m i s m a ni p u e d e ser u n o de los m i e m b r o s d e la clase. la clase de las patatas n o es e n sí misma u n a patata. En caso d e que flotara y sobreviviera. C o n su misma voluntad d e n o volar. Yossarian descubre q u e p u e d e conseguir que dictaminen q u e no es apto para volar con la c o n d i c i ó n de que demuestre que está loco. sitúa la acción en u n a base de las fuerzas aéreas estadounidenses d u r a n t e la segunda guerra m u n d i a l . 202) (Una u n i d a d sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología d e la m e n t e ) . las reglas y las características q u e son de aplicación a los m i e m b r o s de determinada clase n o tienen p o r q u é serlo a la propia clase: p u e des pelar o chafar u n a patata. p o r lo que se la llevaba al patíbulo. C o n s i d e r e m o s . se h u n d í a y se ahogaba. es señal de que está c u e r d o . Yossarian d e m u e s t r a estar perfectamente cuerdo.

c o m o los implicados en los sistemas autopoiésicos y autoorganizadores. Los problemas de aquel h o m b r e llegaron a conocimiento d e los dos formadores de PNL que dirigían el seminario. A lo que p a ñ e r o respondió: «Pero ¿no es ridículo q u e sea apropiado P o n d e r de este m o d o a u n a pregunta tan ridicula?» Pero el otro S u C o r n res . Sacaron al h o m b r e c o m o sujeto para la demostración de u n ejercicio d e flexibilidad vocal. incluyendo esta misma creencia. constituyen ejemplos de procesos autorreferenciales recurrentes. habida cuenta d e lo ridicula que es». Un b u e n ejemplo de utilización del p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» para tratar con u n potencial virus m e n t a l . ocasión que el otro formador aprovechó para añadir: «Es apropiado que se sienta confundido Por esta pregunta. d e m o d o q u e no caigáis en la t r a m p a d e creer q u e es la "realidad"». u n o d e los formadores le dijo: «Tengo entendido que considera apropiado desarrollar flexibilidad en su voz. que decidieron utilizar u n a clase de técnica de confusión para i n t e r r u m p i r aquel patrón de resistencia. Mi pregunta es si lo que quiere es ser apropiadamente ridículo o ridiculamente apropiado». es el d e aquel hombre que se debatía c o m o participante en u n seminario d e PNL. Ese conflicto i n t e r n o hacía que estuviera c o n s t a n t e m e n t e p e n d i e n t e de sí m i s m o y q u e se atascara cada vez que trataba d e realizar u n ejercicio. La recursión o repetición es u n a modalidad concreta de bucle de realimentación. Por ejemplo. comenzaron también a manifestarse la resistencia y el conflicto.PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 249 El principio d e los tipos lógicos d e Russell constituye u ejemplo del establecimiento de u n m e c a n i s m o de regulación autorreferencial a u n «nivel» operativo distinto. A m e n u d o . q u e trata a menudo c o n bucles y procesos «recurrentes». Sus dificultades con los ejercicios hacían que se sintiera cada vez m á s frustrado. n o sólo por sí m i s m o . Una parte d e sí m i s m o sabía que era «apropiado» ser más flexible con su voz. Estaba interesado e n desarrollar la flexibilidad d e su tono vocal. pero seguía e n c o n t r á n d o s e con u n a e n o r m e resistencia interna. qLie n o es m á s q u e otro m a p a . s u p o n g a m o s q u e alguien n o s dice: «No está b i e n generalizar». así c o m o para evaluarlas. «proporcionar realimentación sobre la realimentación». le p o d e m o s preguntar: «¿Estás seguro de que está bien que hagas esta generalización?» El propósito de aplicar u n a creencia o u n a generalización a sí m i s m a consiste en descubrir si la creencia es o n o u n ejemplo c o n g r u e n t e d e su propia generalización. pero p o r otro lado se sentía «ridículo» al tratar de hacer algo distinto. Aquella pregunta cogió desprevenido al alumno y se q u e d ó sin contestar. n Aplicación a sí misma de una o una generalización creencia El p a t r ó n d e El poder de la palabra conocido c o m o «Aplicar a sí mismo» constituye u n ejemplo de aplicación verbal del proceso de autorreferencia para a y u d a r a alguien a reflexionar sobre afirmaciones d e creencias. Llegados a este p u n t o . Esta clase de mecanismo se ha convertido en el objeto d e estudio de lo que se conoce c o m o «cibernética de s e g u n d o o r d e n » .248 El. volviéndola contra sí misma. Otro ejemplo. en el que la operación o el procedimiento s o n autorreferenciales. c u a n d o alguien dice: «El mapa n o es el territorio... Aplicar una creencia a sí misma implica evaluar la afirmación d e la creencia s e g ú n la generalización o l o s criterios definidos p o r ella misma. que sirve para sacar a la luz aquellas áreas en las q u e la creencia n o es útil. supongo que n o te p u e d e s fiar de lo que acabas de decir». tan p r o n t o como comenzó a tratar de realizar el ejercicio. el proceso d e aplicar a sí m i s m a u n a creencia limitadora crea u n a paradoja. sino también p o r los otros participantes q u e trataban de realizar los ejercicios c o n él. si alguien expresa u n a creencia c o m o : «No puedes fiarte d e las palabras». pero que le preocupa hacer el ridículo intentándolo. etc. es decir. Por ejemplo. «observar al observador». Es u n a forma d e aplicarle el viejo adagio d e que a veces hay que combatir «el fuego c o n fuego». C o m o de costumbre. aluden a sí mismos c o m o parte del procedimiento. e n u n a especie d e «regla d e oro» que diría: «Una generalización es válida para los demás e n la m e d i d a q u e lo pueda ser para sí m i s m a » . «Comunicar acerca d e la comunicación». la creencia p u e d e ser aplicada a sí misma diciendo: «Puesto que n o te puedes fiar d e las palabras.

y m e parece necesario q u respondamos a ella de la forma apropiada». Si podía verse haciéndolo. se fueron yendo uno tras otro. como si no les oyera. A medida que «giraba sobre sí mismo» m e n t a l m e n t e . Señor». Para hacerlo. El h o m b r e . con la mujer frente a él. cada vez que salía a la luz cualquier cuestión relacionada c o n lo «apropiado» o lo «ridículo» d e su c o m p o r t a m i e n t o . tratando de tentarle para tener de qué acusarle luego. Luego soltó u n a carcajada. finalmente se levantó y les dijo: «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra». Y aquellos que lo escucharon. los dos formadores le p r e g u n t a r o n entonces: «¿Usted qué opina?» e Veamos a c o n t i n u a c i ó n otro ejemplo. y cuando la tuvieron ante sí le dijeron: «Maestro. Creo que es apropiado que estemos en u n a situación tan ridicula. c o m p l e t a m e n t e a n o n a d a d o . estado q u e el practicante d e PNL que le atendía aprovechó para ayudarle a desarrollar algunos tests y operaciones más eficaces en relación con su estrategia d e motivación. comenzando por el más viejo y hasta el último y allí quedó jesús solo. esta mujer ha sido sorprendida en el mismo acto de adulterio. siempre acababa desbordado p o r el n ú m e r o d e a s u n t o s q u e atender. convictos por sus propias conciencias. se descubrió que si u n cliente o u n amigo le pedía alguna tarea o algún favor. la técnica d e confusión sirvió para desensibilizarle con respecto a la interpretación problemática de determinadas palabras. Volviéndose hacia el a l u m n o . pareció q u e el joven entraba en trance. ante lo que los formadores dijeron: «Pues v a m o s a hacer el ejercicio». Otro ejemplo es el del h o m b r e que tenía dificultades con su negocio. tengo que ser ridículo. lo cual le dejó libre para elegir su reacción sobre la base de criterios diferentes. Sin saber m u y bien c ó m o . c o m e n z a b a inmediatamente a construirse u n a imagen mental de sí m i s m o h a c i e n d o lo que se le pedía. para actuar d e forma apropiada.250 El. . el segundo formador insistió: «Ya sé q u e lo que estoy diciendo es ridículo pero creo q u e . sería ridículo actuar de forma apropiada». Pero Jesús se inclinó hacia delante y escribió con su dedo en el polvo. y dada la situación. Se le pidió entonces q u e se visualizara a sí m i s m o no haciend o aquello que podía visualizarse h a c i e n d o . En cierta medida. a lo que el otro siguió: «Es ridículo decir eso. Moisés en su ley ordena que una mujer así debe ser lapidada. Tras levantarse y ver que nadie había más que la mujer. pero es apropiado hacer u n a pregunta ridicula cuando la situación es tan ridicula c o m o parece que es ésta». entonces se decía que tenía que hacerlo y se ponía m a n o s a la obra. a u n q u e aquello interfiriera con los d e m á s a s u n t o s en los que estuviera implicado. Lejos de amilanarse. t o m a d o del Evangelio según San J u a n (8:3-11). Al averiguar su estrategia d e motivación. se reía p o r q u e ya se sentía en condiciones d e tomar s u s decisiones sobre la base de u n a estrategia distinta y m á s eficaz. dijo: «Mujer. pero ¿tú qué dices?» Así dijeron. en el que el p a t r ó n d e «Aplicar a sí mismo» de El poder de la palabra fue utilizado para salvarle la vida a una mujer: y los escribas y los fariseos llevaron a su presencia a una mujer sorprendida en adulterio. J e s ú s p r i m e r o «fragmentó hacia arriba» «adulterio» en «pecado». Así que. Aquel joven p u d o ya completar el ejercicio sin n i n g u n a clase de interferencia interna. De h e c h o . La frase de J e s ú s «Que aquel de entre vosotros que esté libre de pecado tire la primera piedra» constituye u n ejemplo clásico de aplicación d e los valores expresados p o r u n a declaración de creencia a la m i s m a creencia. ve en paz y no vuelvas a pecar». invitando acto seguido a los presentes a aplicar el m i s m o criterio y las mismas consecuencias a su propio c o m p o r t a m i e n t o . cuando siguieron inquiriéndole. se q u e d ó en blanco u n o s instantes. ¿dónde están quienes te acusaban? ¿Te ha condenado alguien?» «Nadie. PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 251 n o cejó: «Sí. En lo sucesivo. respondió ella y Jesús le dijo: «Tampoco yo te condeno. Tras lo cual se sentó a escribir de nuevo sobre el polvo.

En Programación Neurolingüística. estarías más abierto a interiorizar algunas nuevas ideas sobre c ó m o aprender. Eso se podría hacer diciendo: «¿Está seguro de que p u e d e permitirse m a n t e n e r c o n tanta fuerza esta creencia? Podría impedirle sacar partido de oportunidades importantes» De forma parecida. Prueba este patrón con alguna de tus propias creencias. Por ejemplo. si alguien nos dice: «Un diagnóstico de cáncer es c o m o recibir u n a sentencia d e m u e r t e » . u n a «creencia» y n o n s n Por ejemplo: Soy lento aprendiendo comprender las nuevas ideas. y luego res o n a m o s sobre todo ello para obtener n u e v a s ideas y comprensiones que nos a y u d a r á n a actuar d e forma más eficaz. esa afirmación podría ser aplicada a sí m i s m a contestando: «Esa creencia se ha estado extendiendo c o m o u n cáncer d u r a n t e años. acciones e interacciones. para incluir en él el comp o r t a m i e n t o d e los d e m á s . En metaposición. obligando al g r u p o a cambiar de posición perceptiva y a ampliar su mapa d e la situación. sino que la «des e n c u a d r a » . asegúrate de formularla en u n a afirmación de causaefecto o de equivalencia compleja: Creencia: soy/es/son . tal vez t e n g a m o s q u e h a c e r la «aplicación a s í mismo» de forma más bien metafórica.252 El. porque Metamarcos Aplicar a sí misma u n a generalización c o n d u c e a m e n u d o a la persona a u n a metaposición en relación con s u s propios pensamientos y creencias. En ocasiones es necesario pensar d e forma n o lineal y n o literal para p o d e r aplicar la creencia a sí m i s m a . PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 253 creencia? ¿De qué m o d o podría ser u n ejemplo (o n o serlo) d e su propia afirmación? 'Que aquel de e n í n r vosotros que esté libre de pecado tire i piedra la pr Por ejemplo: ¿ C u á n t o t i e m p o te costó a p r e n d e r la idea de que eso significa que eres lento a p r e n d i e n d o ? Tal vez si te t o m a r a s el tiempo necesario para c o m p r e n d e r realmente hasta q u é p u n t o esta creencia te limita innecesariamente. nos disociamos p r i m e r o de nuestros p e n s a m i e n t o s . el concepto de «metaposición» es u n m e d i o de aplicación de u n p r o ceso autorreferencial para facilitar el cambio psicológico y el crecimiento personal. en efecto. Eso ° a c e ver que la creencia es. Para comenzar. Tal vez le haya llegado ya la hora d e extinguirse». Ha pecado (ha cometido adulterio) Por Merece ser castigada (lapidada hasta morir) consiguiente Aplicación por Jesús del patrón «Aplicar a sí mismo» para salvarle la vida a una mujer Observa que Jesús n o cuestiona la creencia. si alguien dice: «No p u e d o p e r m i t i r m e ese p r o d u c t o p o r q u e es demasiado c a r o » . p o r q u e me toma tiempo ¿Cómo p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia se g ú n la generalización o los criterios definidos p o r la misma .

U n a de las formas m á s directas d e alcanzar u n a metaposición c o n respecto a la creencia consiste en utilizar lo que se conoce c o m o « m e t a m a r c o » . F r e u d explicaba y «enmarcaba» c o n s t a n t e m e n t e las quejas de SLIS pacientes colocándolas d e n t r o del marco de s u s teorías. Piensa en algún juicio. es decir. c a m b i a n d o la perspectiva de la persona p o r la de un observador de sus procesos mentales. así como que debía saber que la responsabilidad moral no es de aplicación a los niños. podríamos decir: «Esta creencia parece más bien u n a reflexión desde un p u n t o d e vista relativamente estrecho y masculino. U n metamarco d e apoyo podría ser: «Tienes esta creencia p o r q u e reconoces que la era d e la información ha c a m b i a d o para siempre '°s factores necesarios para la supervivencia». no debía considerarse a sí mismo como responsable de aquellos rasgos de su carácter. Luego implica que «la responsabilidad moral n o es d e aplicación a los niños». La diferencia entre aplicar la creencia a sí m i s m o y metaencuadrar consiste en q u e . su contenido (es decir. P o d e m o s creer. p o r ejemplo. c u a n d o u n a creencia es aplicada a sí misma. C o m o ejemplo. Aplicar la creencia a sí misma implicaría decir algo así c o m o : «Me pregunto si esta creencia será lo suficientemente fuerte c o m o para sobrevivir hasta el próximo milenio». P o r ejemplo. establecer una creencia sobre la creencia. Metaencuadrar constituye u n a estrategia c o m ú n en psicoterapia y asesoría para trabajar con las creencias. p o r l o q u e el paciente n o debe culpabilizarse a sí m i s m o de s u s compulsiones. Para metaencuadrar la creencia. los valores y las generalizaciones que la creencia expresa) es utilizado para evaluar la propia creencia. que alguna otra creencia es errónea o estúpida. Explora este patrón con t u s propias creencias. Metaencuadrar difunde a m e n u d o el i m p a c t o d e u n a creencia limitadora. la creencia sobre la otra creencia p u e d e tener u n contenido c o m p l e t a m e n t e diferente al d e la creencia a la que se refiere. cuya aplicación consiste en evaluar la creencia desde el m a r c o d e u n contexto fluyente y orientado hacia lo personal. creencia o generalización q u e te esté limitando. Vea m o s la siguiente cita. 255 necesariamente la única interpretación posible d e la realidad. s u p o n g a m o s que alguien desee establecer la creencia de q u e «Mi inteligencia y mi capacidad d e c o m u n i c a c i ó n hacen d e m í un superviviente». e n cambio. q u e deja sin reconocer la importancia d e la cooperación y la flexibilidad con respecto a la supervivencia». La técnica d e psicoanálisis d e Sigmund Freud constituye u n ejemplo clásico de aplicación de m e t a m ' co. en cambio. consideremos la generalización siguiente: «Tienes q u e ser fuerte para sobrevivir». . el de metaencuadrar p u e d e ser también utilizado para apoyar o reforzar alguna creencia potenciadora. ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer tu percepción d e la misma? Creencia: Tengo esta creencia porque: C o m o los d e m á s patrones de El poder de la palabra. En el metaencuadre.254 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentalesy la metaestructura de creencias Le hice ver que. La frase: «Lo dices sólo para hacerme sentir bien» constituye u n ejemplo c o m ú n del m o d o en que se p u e d e usar un metamarco para descartar una a f i r m a c i ó n o evaluación positiva hecha p o r otra persona. porque todos aquellos impulsos reprensibles tenían su origen en la infancia y no eran más que derivaciones de su carácter infantil que sobrevivían en su subconsciente. extraída d e su informe sobre el trabajo con u n paciente obsesionado c o n fantasías sobre ratas (el caso llamado «Raiman»): a r Freud reencuadra los p e n s a m i e n t o s y los «impulsos reprensibles» del h o m b r e c o m o derivados del «carácter infantil que sobrevive en el subconsciente». en la que el cliente es a c o m p a ñ a d o al metamarco d e su historia personal o de otras influencias sociales. lógicamente.

así c o m o para distinguir entre diferentes clases o tipos lógicos de comportamiento. Según Bateson. o hacer algo extraño para demostrar sus intenciones. o reír. o viceversa. Hacen q u e s e a m o s m á s conscientes d e lo que Bertrand Russell denomin ó «tipos lógicos». Según Bateson. acabará probablemente actuando de forma mapropiada para la situación. d a n d o saltos o h a c i e n d o alguna otra cosa para indicar que n o hay que tomarse en serio lo que van a hacer. Bateson señalaba q u e el «juego» implica distinguir entre diferentes tipos lógicos de c o m p o r t a m i e n t o y de mensajes.256 EL PODER DE LA PALABRA Virus mentales y la metaestructura de creencias 257 Niveles lógicos Los patrones d e El poder de la palabra d e «Aplicación a sí mism o » y de «Metamarco» estimulan por lo general u n cambio de nuestra atención hacia u n nivel distinto de p e n s a m i e n t o . el de ciudad y el n ú m e r o local. a n u n c i a n d o que «Es sólo u n j u e g o » . Cabe citar c o m o ejemplo de ello las dificultades q u e tienen las personas de c u l t u r a s diferentes para interpretar las sutilezas no verbales d e la otra parte. Bateson asegura que m u c h o s p r o b l e m a s y conflictos tienen como causa la confusión o la mala interpretación de esos m e n s a jes. Bateson compara esta situación con la d e u n sistema telefónico que n o consiguiera discriminar entre el código de país. con demasiada frecuencia. c u a n d o alguien n o está en condiciones de realizar estas distinciones. Sus mordiscos son mordiscos j u g u e t o n e s . Las consecuencias serían q u e . que el comp o r t a m i e n t o exhibido e n el j u e g o es de otra clase que el «de verd a d » . estos mensajes «de nivel superior» (habitualmente comunicados d e forma n o verbal) s o n cruciales para q u e tanto animales c o m o h u m a n o s se c o m u n i q u e n e interactúen c o n eficacia. n o reales. señaland o q u e también ellos pertenecen a u n «tipo lógico» distinto del contenido d e la c o m u n i c a c i ó n d e q u e se trate. P o r ejemplo. Bateson mantiene que la explicación de m u c h o s c o m p o r t a m i e n t o s aparentemente psicóticos o «locos» residía en la incapacidad para reconocer e interpretar correctamente metamensajes. distinguir entre clases d e comportamiento requiere t a m b i é n diferentes tipos d e mensajes. Bateson asegura que la confusión entre tipos lógicos es en gran medida responsable de lo q u e h e m o s estado denominando «creencias limitadoras» y «virus mentales». etc. Sin embargo. el concepto d e tipos lógicos distintos es fundamental para la c o m p r e n s i ó n del j u e g o . s n a En The Logical Categories of Learning and Communication . d e u n a p r e g u n t a sincera. el que marcara se encontraría con la respuesta de «se ha equivocado d e n ú m e r o » al °tro lado del teléfono. que él denomina «metamensajes» — m e n s a j e s acerca de los mensajes—. El a n t r o p ó l o g o y teórico d e la comunicación Gregory Bateson aplicó la teoría d e tipos lógicos d e Russell c o m o medio para contribuir a la explicación y a la resolución d e u n a serie de cuestiones relacionadas c o n la c o n d u c t a . tanto los unos c o m o los otros saben distinguir. que se p e r s o n ó en la farmacia del hospital. Incluso a pesar d e que todos los n ú m e r o s (el contenido) fueran correctos. En opinión de Bateson. d e forma muy parecida a c o m o lo hacen los animales. C o m o ejemplo. Según Bateson. El resultado sería que interpretaría los n ú m e r o s d e código d e país c o m o i fueran parte del n ú m e r o del teléfono. el aprendizaje y la com u n i c a c i ó n . en Epidemiology of a Schizofrenia ( 1 9 5 5 ) . en su m a y o r p a r t e . los animales avisan que «voy a jugar» meneand o la cola. c u a n d o los animales y los h u m a n o s se implican e n el «juego». Bateson cita el ejemplo de u n paciente mental joven. d e u n a bronca p o r estar d o n d e n o debía. e x h i b e n a m e n u d o los m i s m o s comportam i e n t o s asociados con la agresión. De h e c h o . P u e d e n «metacomunicarse» v e r b a l m e n i e . pero el paciente no conseguía discernir si esa p r e g u n t a se trataba d e u n a a m e n a za. dar u n suave codazo. La enfermera encargada le preguntó: «¿En q u é p u e d o ayudarlo?». Los estudios realizados con h u m a n o s reflejan asimismo la utilización de mensajes específicos para avisar a los d e m á s de q u e están j u g a n d o . de u n a proposición sexual. del aprendizaje d e alto nivel y d e los p a t r o n e s de p e n s a m i e n t o patológicos. así c o m o del h e c h o de que n o p o d e m o s tratar a la clase y a s u s m i e m b r o s c o m o si perteneciesen a u n mism o nivel. la sexualidad y otros aspectos más «serios» de la vida ( c o m o c u a n d o los animales j u e g a n a «pelearse» o los n i ñ o s a «médicos»). su clasificación (el contexto) seconfusa y provocaría problemas. Según él.

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Virus mentales y la metaestructura de creencias «... se puede estimular a una rata (positiva o negativamente) cuando investiga algún objeto extraño, con lo que aprenderá a acercarse o a alejarse de él. Pero el propósito mismo de la exploración consiste en reunir información para determinar a qué objetos hay que acercarse y a cuáles no. El descubrimiento de que determinado objeto es peligroso es, por consiguiente, un éxito del esfuerzo por reunir información. Este éxito no desanimará a la rata de ulteriores exploraciones de otros objetos extraños»

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(1964), Bateson utiliza la noción de tipos lógicos para explicar distintas clases y f e n ó m e n o s de aprendizaje y comunicación. Define dos tipos o niveles fundamentales d e aprendizaje, a considerar en cualquier proceso d e cambio: «Aprendizaje I» (tipo de c o n d i c i o n a m i e n t o estímulo-respuesta) y «Aprendizaje II» o deuteroaprendizaje (aprender a reconocer el contexto mayor en que el estímulo ocurre, d e m o d o q u e su significado p u e d a ser entendido correctamente). El ejemplo más elemental de fenómeno de aprendizaje II es el del p r e d e t e r m i n a d o , c u a n d o u n animal aprende a resolver pruebas, es decir, c u a n d o u n animal d e laboratorio aprende cada vez m á s deprisa n u e v a s tareas q u e corresp o n d e n a la m i s m a clase d e actividad, lo cual está relacionado c o n a p r e n d e r clases d e c o m p o r t a m i e n t o s , más que comportam i e n t o s aislados. Por ejemplo, u n animal condicionado para evitar aprenderá distintos tipos de c o m p o r t a m i e n t o i n h i b i d o r cada vez más aprisa. Sin embargo, será m á s lento en a p r e n d e r c o m p o r t a m i e n t o s de respuesta ( p o r ejemplo, salivar al oír u n timbre) q u e otro que haya sido c o n d i c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e para esta clase de comp o r t a m i e n t o s . E n otras palabras, a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a identificar y rechazar objetos que p r o v o q u e n descargas eléctricas, pero le costará m á s a p r e n d e r a salivar al oír el timbre q u e anuncia la llegada de la comida. Por otro lado, u n animal entrenado en el c o n d i c i o n a m i e n t o de Pavlov a p r e n d e r á r á p i d a m e n t e a salivar ante otros estímulos (colores, s o n i d o s , etc.), pero será más lento e n a p r e n d e r a evitar objetos electrificados. Bateson señala que esta capacidad para a p r e n d e r patrones o reglas d e u n a m i s m a categoría de procedimientos d e condicionam i e n t o c o r r e s p o n d e a u n «tipo lógico» d e aprendizaje distinto y n o funciona según las secuencias del simple refuerzo d e estímulo-respuesta utilizado para enseñar c o m p o r t a m i e n t o s específicos aislados. Bateson observa, p o r ejemplo, que el estímulo a la «exploración» (un medio de aprender a aprender) en las ratas es de naturaleza distinta al de «probar» u n objeto (el contenido d e aprendizaje d e la exploración). En Steps to an Ecology ofMind (pág. 282) [Una unidad sagrada: pasos ulteriores hacia u n a ecología de I mente] escribe:
a

La capacidad de explorar, a p r e n d e r u n a tarea discriminatoria o ser creativo constituye u n nivel d e aprendizaje s u p e r i o r al de las tareas específicas que c o m p o n e n estas capacidades. Asimismo, las dinámicas y las reglas del c a m b i o correspondientes a este nivel superior son distintas. Debido al p a p e l y a la influencia d e Bateson e n el alumbramiento de la Programación Neurolingüística, el concepto d e tipo lógico es i m p o r t a n t e en PNL. E n la década de 1980 adapté las ideas de Russell y Bateson para formular los conceptos de «niveles lógicos» y «niveles neuro-lógicos» en el c o m p o r t a m i e n t o y el cambio h u m a n o s . Inspirándose en Bateson, el m o d e l o de niveles propone q u e d e n t r o d e u n i n d i v i d u o o g r u p o existe u n a j e r a r q u í a natural de niveles, que funcionan c o m o diferentes tipos lógicos de procesos. Cada nivel sintetiza, organiza y dirige una clase concreta de actividad en el nivel i n m e d i a t o inferior. C a m b i a r algo en u n nivel s u p e r i o r «irradiará» necesariamente hacia abajo, precipitando el c a m b i o en los niveles inferiores. Sin embargo, habida cuenta de q u e cada nivel sucesivo pertenece a u n tipo lógico de proceso diferente, cambiar algo en u n nivel inferior n o afectará p o r fuerza a los niveles p o r encima del m i s m o . Las creencias, p o r ejemplo, se forman y se c a m b i a n según n o r m a s distintas a las q u e rigen los c o m p o r t a m i e n t o s reflejos. Recompensar o castigar d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o n o cambiará p o r fuerza las creencias que lo provocan p o r q u e , tanto a escala m e n tal como neurológica, los sistemas de creencias pertenecen a u n upo de proceso distinto al d e las creencias. Según el modelo de niveles neuro-lógicos, las influencias del

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medio determinan las condiciones externas en las que tiene lugar el comportamiento. Sin embargo, en ausencia de u n mapa interno de u n plan o de u n a estrategia que los guíe, los comportamientos s o n c o m o reflejos en la rodilla, hábitos o rituales. En el nivel de capacidad p o d e m o s seleccionar, alterar y adaptar u n a clase de comportamiento a u n conjunto más amplio de situaciones externas. En el nivel de creencias y valores p o d e m o s estimular, inhibir o generalizar determinada estrategia, plan o forma de pensar. La identidad, p o r supuesto, consolida sistemas completos de creencias y valores en u n sentido del propio ser. La experiencia al nivel espiritual está relacionada con el sentir que nuestra identidad es parte de algo más grande que nosotros mismos, y con nuestra visión de los sistemas mayores a los que pertenecemos. A medida que cada nivel se abstrae cada vez más d e las especificidades del comportamiento y d e la experiencia sensorial, crece la amplitud de su efecto sobre nuestro comportamiento y nuestra experiencia. * Los factores del medio determinan las oportunidades o restricciones externas a las que el sujeto debe reaccionar. Atienden a las preguntas relacionadas con d ó n d e y cuándo. * El comportamiento se construye c o n acciones y reacciones específicas tomadas del m e d i o . Atiende a las preguntas relacionadas c o n q u é . * Las capacidades c o n d u c e n y orientan las acciones del c o m p o r t a m i e n t o a través d e u n m a p a m e n t a l , p l a n o estrategia. Atienden a las preguntas relacionadas c o n cómo. * Las creencias y los valores p r o p o r c i o n a n el apoyo (motivación y permiso) q u e afirma o niega las capacidades. Atiend e n a las p r e g u n t a s relacionadas con p o r q u é . * Los factores d e identidad d e t e r m i n a n el propósito general (la m i s i ó n ) y m o l d e a n las creencias y los valores a través d e n u e s t r o s e n t i d o del ser. Atienden a las preguntas relacionadas con q u i é n . * Las cuestiones d e nivel espiritual se relacionan con el hecho d e que s o m o s parte de u n sistema mayor, que va mas allá d e u n o m i s m o c o m o individuo, para abarcar a la fa-

milia, a la c o m u n i d a d y a los sistemas globales. Responde a las p r e g u n t a s relacionadas c o n p a r a q u i é n y p a r a q u é . Desde la perspectiva d e la Programación Neurolingüística, cada u n o de estos procesos implica u n nivel d e organización distinto y activa la movilización y la entrega de «circuitos» n e u r o lógicos cada vez más profundos. Resulta interesante señalar q u e a l g u n o s d e los estímulos de este modelo surgieron m i e n t r a s se enseñaban los patrones de El poder de la palabra. C o m e n c é a d a r m e cuenta d e que algunas clases de afirmaciones les resultaban a las personas más difíciles d e manejar q u e otras, a pesar de q u e la clase d e juicio que se afirmaba fuera esencialmente la misma. C o m p a r e m o s , p o r ejemplo, las siguientes afirmaciones: Ese objeto e n tu m e d i o es peligroso. Tus acciones en ese contexto concreto fueron peligrosas. Tu incapacidad para j u z g a r a d e c u a d a m e n t e es peligrosa. Lo que tu crees i m p o r t a n t e y valoras c o m o tal es peligroso. Eres u n tipo peligroso. En cada caso, el juicio expresado es d e q u e algo es «peligroso». De forma intuitiva, sin embargo, la mayoría d e personas sienten que el «espacio» o el «territorio» implicado en cada u n a de las frases se vuelve cada vez m á s amplio, e x p e r i m e n t a n d o u n efecto emocional creciente con cada u n a d e ellas. Que alguien te diga que d e t e r m i n a d o c o m p o r t a m i e n t o fue peligroso es m u y distinto a que te diga que tú eres « u n tipo peligroso». Observé q u e si m a n t e n í a constante u n juicio y simplemente substituía u n t é r m i n o para medio, c o m p o r t a m i e n t o , capacidades, creencias y valores e identidad, m i interlocutor se sentía cada vez más ofendido o halagado, s e g ú n la naturaleza del juicio mera negativa o positiva. Pruébalo tú m i s m o . Imagina q u e alguien te dice cada u n a de las frases siguientes: Tu medio es estúpido/feo/excepcional/hermoso.

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El m o d o en q u e te comportaste en esa situación fue estúpido/feo/ excepcional/hermoso. Realmente tienes la capacidad d e ser estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eso q u e crees y valoras es estúpido/feo/excepcional/hermoso. Eres estúpido/feo/excepcional/hermoso. Observa u n a vez m á s q u e las evaluaciones expresadas en cada afirmación s o n idénticas. Lo q u e cambia en cada frase es el aspecto particular de la persona al q u e se refiere.

gado a d o m i n a r todos los elementos necesarios para el éxito». D e nuevo, eso resitúa el juicio d e identidad limitador en el á m b i t o de u n marco m á s productivo y resoluble. Los reencuadres de estas características p u e d e n diseñarse realizando los pasos siguientes: a) Identifica el juicio de i d e n t i d a d negativo: Soy «Soy una carga para los demás»). (Por ejemplo:

Cambio

de n i v e l e s

lógicos

b) Identifica u n a capacidad o u n c o m p o r t a m i e n t o específico q u e esté relacionado con el estado presente o bien con el estado deseado, implicado en el juicio de i d e n t i d a d negativo: Capacidad para (Por ejemplo: «Capacidad para resolver los problemas por mí mismo»). c) Reemplaza el juicio de identidad negativo p o r la capacidad o el c o m p o r t a m i e n t o : Tal vez no es que tú seas (Identidad negativa, por ejemplo: «una carga para los dem á s » ) , sino simplemente que todavía no has desarrollado la capacidad de (capacidad o c o m p o r t a m i e n t o específico, p o r ejemplo: «resolver los p r o b l e m a s p o r ti m i s m o » ) . Por s u p u e s t o , ese proceso también p u e d e ser invertido para promover creencias potenciadoras. Se p u e d e elevar un c o m p o r tamiento o u n a capacidad al nivel de manifestación de identidad. Por ejemplo, p o d r í a m o s decir: «Tu capacidad para mostrarte creativo en esta situación demuestra q u e eres u n a persona creatrva». Otros ejemplos d e lo m i s m o serían: sobrevivir superviviente, sanar p e r s o n a sana, tener éxito - » * triunfador/a, c Esta clase de reformulación sirve para profundizar o reforzar k percepción d e u n a persona hacia s u s p r o p i o s recursos.
e t

Una d e las tácticas de El poder de la palabra m á s c o m u n e s y eficaces consiste en volver a categorizar u n a característica o experiencia desde un nivel lógico a otro, p o r ejemplo, separar la identidad d e u n a persona de sus capacidades o de su comportamiento. Los juicios de identidad negativos son a m e n u d o el resultado de interpretar comportamientos específicos, o bien la incapacidad para producir determinados resultados del comportamiento entendida c o m o una manifestación d e la identidad d e la persona. Devolver u n juicio de identidad negativo a su lugar de manifestación de comportamiento o capacidad reduce en gran medida el impacto de ese juicio sobre la persona, tanto mental c o m o emocionalmente. P o r ejemplo, tal vez u n a persona se sienta deprimida por ten e r cáncer y se refiera a sí misma c o m o u n a «víctima del cáncer». Sin embargo, eso podría ser «reencuadrado» con la respuesta: « N o eres u n a víctima del cáncer, sino u n a persona normal y corriente q u e todavía n o ha desarrollado su capacidad de sacarle todo el partido a la conexión entre cuerpo y mente». Esto ayudará a esa persona a cambiar su relación con la enfermedad, a abrirse a otras posibilidades y a verse a sí m i s m a c o m o partícipe de su propio proceso d e sanación. El m i s m o tipo de reencuadre podría hacerse con u n a creencia c o m o , p o r ejemplo: «Soy u n fracaso». Se podría observar q u e : « N o es q u e tú seas u n "fracaso", sino q u e todavía n o has H
e

.

El propósito del presente capítulo consiste en resumirlos a modo de sistema de conceptos que puedan ser empleados por igual en la conversación. que me será difícil cambiar». en la consulta o en el debate para ayudar a las personas a ser más «abiertas a dudar» d e sus creencias limitadoras. como a «ampliar el mapa» asociado con esta creencia. Si bien es reflejo de u n a perspectiva válida. Aplicar los distintos patrones de Eí poder de la palabra contribuirá a añadir nuevas perspectivas. También resulta particularmente peligrosa p o r tratarse d e u n a creencia n o tan sólo sobre otras creencias. Esta calidad «autorreferencial» incrementa la posibilidad d e que se t o r n e circular. sino también sobre el proceso m i s m o d e cambio de creencias. Se trata de u n a creencia realmente c o m ú n . j u n t o con los principios y los métodos que proporcionan la capacidad para generarlos y utilizarlos. cada uno de los cuales ayuda a cambiar el foco de la atención o a ampliar el mapa d e la persona en diferentes direcciones. a s i . así como más «abiertas a creer» en otras más potenciadoras y útiles. Existen catorce patrones distintos d e El poder de la palabra. con la que se tienen q u e debatir m u chas personas c u a n d o tratan d e hacer algún cambio en su vida. así c o m o d e q u e acabe p o r convertirse en u n «virus mental».Definición y ejemplos de patrones de El poder de la palabra A lo largo de este libro hemos examinado u n a serie de patrones específicos d e Eí poder de la palabra. Consideremos la creencia de q u e «Tengo esta creencia desde hace tanto tiempo. p u e d e resultar ser una creencia m u y limitadora si se toma en sentido literal y se interpreta de forma rígida o estrecha.

págs. Miremos deforma realista esta creencia y lo que haría falta para cambiarla. de m o d o que la intención positiva que subyace e n su creencia sea satisfecha p o r m e d i o de otras opciones. (Ver Capítulo 2. págs.) Por ejemplo: «Efectivamente. «tener desde hace tiempo» = > «tan apegado» «difícil d e cambiar» = > «poco fácil» des- Estructura de la afirmación de una creencia limitadora acerca del cambio Veamos a c o n t i n u a c i ó n algunos ejemplos y definiciones sobre c ó m o aplicar los catorce patrones d e El poder de la palabra a esta creencia en concreto. Intención positiva = «honestidad» «Es muy importante ser realista en relación con el cambio de las propias creencias. 70-74. 6270. pero q u e tenga implicaciones distintas. puede parecer extraño traspasar los límites conocidos» «creencia» = > «límite conocido» «difícil de cambiar» = > «inicíalmente extraño de traspasar» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ creencia = límite conocido Redefinir Redefinir difícil de cambiar sentirse inicialmeníe extraño Redefinir y Honestidad Ser realista Intención Tengo esta creencia desde hace tiempo Intención Me será difícil cambiar . I n t e n c i ó n : Dirigir la a t e n c i ó n al propósito o a la intenc i ó n s u b y a c e n t e e n la creencia. Recordemos u n a vez más que el propósito de El poder de la palabra n o consiste en atacar a la persona o a su creencia. Redefinición: Substituir u n a d e las palabras utilizadas en la declaración de creencia p o r otra nueva que signifique algo parecido. 1. puede resultar difícil prenderse de algo a lo que has estado tan apegado».268 EL PODER DE LA PAIAÜRA Aplicar los patrones como un sistema 269 Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar 2.» Intención positiva = «ser realista» «Estoy de acuerdo en que. (Ver Capitulo 2. inicíalmente.] Por ejemplo: «Admiro m u c h o y a p o y o tu deseo de ser h o n e s t o contigo m i s m o » . sino en reencuadrar la creencia y ampliar el mapa del m u n d o de esa persona.

F r a g m e n t a r h a c i a abajo: Reducir los elementos d e la creencia en porciones más p e q u e ñ a s . «Admitir de verdad nuestras inquietudes nos permite apartarlas para centrar la atención en lo que queremos» 4. págs. 83-85.) Por ejemplo: «Puesto que tener la creencia tan sólo un breve período de tiempo haría que cambiarla fuera más fácil. (Ver Capítulo 5.» «cambiar la creencia» = > «modificarla p o r partes» Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Reconocer las inquietudes facilita centrarse en los objetivos Consecuencia Consecuencia Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar . d e m o d o q u e cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. págs. 144-148. C o n s e c u e n c i a : Dirigir la atención hacia u n efecto (positivo o negativo) d e la creencia o de la generalización definida p o r la creencia que la cambia o refuerza. tal vez puedas recordar cuándo la formulaste e imaginar que la cambiaste entonces». (Ver Capítulo 3.) Por ejemplo: «Anticipar que algo va a ser difícil hace que parezca a menudo mucho más fácil cuando lo haces realmente». « m u c h o tiempo» = > «poco tiempo» «laf vez si en lugar de tratar de cambiar toda la creencia de una vez la modificaras por partes. te resultaría más fácil e incluso divertido.270 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 271 3.

272 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 273 5. sino si conocemos o no el lenguaje de programación. a pesar de todo el tiempo que llevaban existiendo. págs. Analogía fcam-y bio de creencia = forma de conocimiento y ciclo de cambio ' Fragmentar haría arriba di' flcü de cambiar • desconectado naturi del 'Fra. El conocimiento evoluciona con rapidez cuando se reconecta con los procesos naturales que lo actualizan». 86-87. mentar hacia amt \ Analogía F r a g m e n t a r hacia a r r i b a . i «difícil de cambiar» = > «futuro» «cambio» = > reconectado c o n los procesos naturales que lo actualizan». La cuestión no es si es viejo o nuevo.» Tengo esta creencia desde hace tiempo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Causas Me será difícil cambiar 7 Una creencia es como una ley. incluso leyes muy antiguas pueden ser cambiadas con rapidez si un número suficiente de personas vota por otra nueva».» «Los dinosaurios quedaron probablemente muy sorprendidos de lo rápido que cambiaba su mundo. «Una creencia es como un programa informático. «Todos los procesos de cambio tienen un ciclo natural que no puede precipitarse.) Por ejemplo: «El pasado no siempre predice con exactitud el futuro.) Por ejemplo: «Una creencia es como una ley. (Ver Capítulo 3 . (Ver Capítulo 3 . págs. 8 7 91. F r a g m e n t a r hacia arriba: Generalizar u n elemento de la creencia hasta u n a clasificación superior que cambie (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia. Una creencia es como un programa informático. La pregunta es: ¿Cuánto dura el ciclo vital natural de tu particular creencia?» «difícil de cambiar» = > «no se p u e d e precipitar el ciclo natural» «tienes la creencia mucho tiempo» = > «duración del ciclo vital de la creencia» Analogía: E n c o n t r a r u n a relación análoga a la definida p o r la creencia que cuestione (o refuerce) la generalización definida p o r la creencia.

O t r o r e s u l t a d o : C a m b i a r a otro objetivo distinto al que atiende o implica la creencia. tan sólo actualizarla». Objetivo real: actualizar las creencias. Tal vez cuantas más personas consigan cambiarla. (Ver Capítulo 2. más fácil será para las demás cambiar esta clase de creencia en el futuro». «Dentro de unos años. para cuestionar (o reforzar) la relevancia d e ésta. 49-53. d e u n m a y o r n ú m e r o de personas (o de u n a sola p e r s o n a ) o d e una perspectiva más o m e n o s amplia.274 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 275 7.» Tengo esta | creencia desde | hace tiempo Causas Me será difícil ^cambiar. y ser congruente con quien tú eres ahora. 56-59.) Por ejemplo: «No es necesario cambiar de creencia. págs.) Por ejemplo: «Probablemente no eres ni el primero ni el único en tener esta creencia. págs. probablemente te resultará difícil recordar siquiera que tuviste esa creencia. como construir un mapa del mundo que sea congruente con quien tú eres ahora. Otro objetivo Tus hijos se sentirán Otros han tenido y cambiado creencias parecidas Cambio de tamaño del marco felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiarla Cambio de tamaño del marco Otro objetivo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me sera difícil cambiar Cambio del tamaño del marco . en lugar de traspasársela a ellos.» «Estoy seguro de que tus hijos se sentirán felices de que hayas realizado el esfuerzo necesario para cambiar esa creencia. sino «La cuestión no es tanto cambiar las creencias.» 8. (Ver Capítulo 2. C a m b i o del t a m a ñ o del marco: Reevaluar (o reforzar) |g implicación de la creencia en el contexto de u n marco temporal m a y o r (o m e n o r ) . más que cambiarlas.

M o d e l o del m u n d o : Reevaluar (o reforzar) la creencia desde el marco d e u n m o d e l o diferente del m u n d o .) Por ejemplo: «¿Cómo. Me pregunto qué clase de creatividad hará surgir en ti tus esfuerzos por cambiar esa creencia. en concreto. (Ver Capítulo 2. págs. (Ver Capítulo 4. muchas personas ni siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones son función de creencias que pueden ser cambiadas por completo. 110-117.» lO. 74-78. «Los artistas suelen usar sus luchas internas como fuente de inspiración para la creatividad.276 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 277 9. teniendo en cuenta que las personas o p e r a n desde percepciones cognitivas del m u n d o para construir s u s creencias. págs.Estrategia d e realidad: Reevaluar (o reforzar) la creencia. Les llevas mucha delantera».) P o r ejemplo: «Estás de suerte. sabes que tienes creencia "desde hace tiempo"?» esta «¿Qué cualidades concretas de lo que ves o escuchas cuando piensas en cambiar esa creencia hacen que eso te parezca "difícil"?» f personas ni \ siquiera se dan cuenta de que sus limitaciones proceden de creencias \ \ I L \ » ¿Qué recuerdos o representaciones internas te hacen | pensar que cambiar esa | creencia va a ser difícil? f > Estrategia de realidad \ Modelo del mundo / Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar ^ J Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar \ / Modelo del mundo Estrategia de realidad .

278 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 279 1 1 .) Por ejemplo: «El grado en el que la creencia encaja con nuestra visión y nuestra misión y las apoya es más importante que el tiempo durante el que hemos estado manteniendo la creencia». 182187. (Ver Capítulo 6. en lugar de hacerse más fuertes. (Ver Capítulo 4 .» La mayor parte de los ~\demás procesos | mentales se dijuminan con | el tiempo. págs. págs. J e r a r q u í a d e criterios: Reevaluar (o reforzar) la creencia de a c u e r d o c o n u n criterio que sea m á s i m p o r t a n t e que cualquier otro atendido p o r la creencia. C o n t r a e j e m p l o : Encontrar u n ejemplo o u n a «excepción de la regla» q u e cuestione (o enriquezca) la generalización definida p o r la creencia. ¿Qué hace a las creencias tan diferentes?» «He visto muchas creencias establecidas cambiar de forma instantánea cuando la persona tiene acceso a las experiencias y el apoyo necesarios. en vez de volverse\ más fuertes Contraejemplo Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas Me será difícil cambiar Tengo esta creencia desde hace tiempo Congruencia integridad personales e Causas Jerarquía de criterios Contraejemplo Jerarquía de criterios Esfuerzo para cambiar . «La congruencia y la integridad personales compensan cualquier esfuerzo que uno haga por alcanzarlas.) Por ejemplo: «Parece que la mayoría de los procesos mentales (como los viejos recuerdos) se vuelven menos intensos y más sujetos a la distorsión y al cambio cuanto más tiempo hace que los tenemos.» 1 2 . 118-124.

METAMARCO Aplicar a sii mismo ^Aplicar a sí .Metamarco: Evaluar la creencia desde el marco d e u n contexto presente. y de algún modo no se encuentran disponibles en el camino en el que ahora mismo te encuentras.280 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 281 13.» ¿Cuánto tiempo has mantenido esta creencia? ¿Cuan ai). d e orientación personal.) Por ejemplo: «¿Cuánto hace que tienes la opinión de que la dificultad para cambiar de creencias es. págs. 253-258. «¿Se te ha ocurrido que tal vez tu creencia de que esta creencia concreta será difícil de cambiar constituye una buena justificación para quedarte como estás? Tal vez haya algo que te guste. del modo en que ahora eres. d e acuerdo c o n la relación o los criterios definidos p o r ella. seria cambiar esa creencia? Tal vez tengas esa creencia porque te han faltado las herramientas adecuadas para el cambio. 248-253.) P o r ejemplo: «Tal vez tienes la creencia de que las creencias son difíciles de cambiar. (Ver Capítulo 8. o que le guste a alguna parte de ti. mismo ~~~ Tengo esta creencia desde hace tiempo Causas es Me será difícil cambial- Tengo esta creencia desde hace tiempo Me será i y Causas difícil cambiar Aplicar a sí mismo Metamarco . fundamentalmente una cuestión de tiempo?» «¿Cuan difícil crees que sería cambiar tu creencia de que las generalizaciones mantenidas largo tiempo son difíciles de cambiar?» 14. es decir. (Ver Capítulo 8. págs.Aplicar a sí m i s m o : Evaluar la propia afirmación de creencia. debido a que te han faltado ¡as herramientas y la comprensión necesarias para cambiarlas con facilidad». establecer una creencia sobre la creencia.

Sin embargo. los catorce patrones de El po_ der de la palabra c o m p o n e n u n sistema d e intervenciones q p u e d e n ser aplicadas a la afirmación d e causa-efecto o de equivalencias complejas q u e se e n c u e n t r a e n la base d e la creencia de que se trate. De «echo. hasta el p u n t o de percibir la incertidumbre n o ya por fuerza c o m o u n p r o b l e m a . Ello es cierto sobre todo c u a n d o n o s e n c o n t r a m o s ante u n «virus mental». u n a sola afirmación de El poder de la palabra contribuye en gran medida al cambio de la actitud y las respuestas de la persona. Comenzó a implicarse m á s p e r s o n a l m e n t e en la acción. Temiendo lo peor. se sentía ansiosa y desconcertada por la situación. habida cuenta de lo «inusual» d e su situación. los médicos no estaban m u y seguros de c ó m o tratarlo. Consultó a u n practicante d e PNL quien. Este simple comentario la a y u d ó a cambiar de perspectiva. así c o m o a estar m á s «abierto a creer» en las potenciadoras. Consideremos el ejemplo de la mujer a la q u e le acababan d e c o m u n i c a r q u e tenía u n a variante «inusual» de cáncer y q u e . las i n t e r v e n c i o n e s d e El poder de la palabra requieren a m e n u d o la aplicación de m á s de u n solo p a t r ó n para atender diversos aspectos d e u n a m i s m a creencia. lo q u e a su vez motivó q u e sus médicos le ofrecieran m á s opciones. La mujer c o m e n z ó a mejorar a ojos vista (algo asimismo «inusual») con u n a m í n i m a intervención de s u s m é d i c o s . p u e d e n suceder cosas inusuales». p o r consiguiente. los p r o p i o s virus mentales se m a n t i e n e n en su lugar p o r k aplicación i n c o n s c i e n t e de p a t r o n e s de El poder de la palabra que actúan a m o d o d e e s c u d o ante c u a l q u i e r i n t e n t o d e cambiarlos.282 EL PODER DE IA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 283 Los patrones como sistema de El p o d e r d e la p a l a b r a de intervenciones verbales Utilizar E ' p o d e r d e la p a l a b r a n sistema de patrones u como C o m o ilustra el diagrama siguiente.A estas alturas del libro h e m o s e x a m i n a d o de q u é m o d o p u e d e ser aplicado cada u n o de los patrones de El poder de la palabra para ayudar a estar m á s «abierto a d u d a r » de las creencias y generalizaciones limitadoras. llegando a recuperar p l e n a m e n t e la salud. sino c o m o u n a posible ventaja. Patrones de El poder de la palabra El sistema de patrones de El poder de la palabra al compleí C o m o ejemplo. m i p r i m e r r e c o n o c i m i e n t o consciente de la ^ t r u c t u r a de a l g u n o s d e los patrones d e El poder de la palabra ^Hgió en el a ñ o 1980. m i e n t r a s participaba en u n seminario en ashington a cargo d e Richard Bandler. A m e n u d o . cofundador d e la Pro- . observó: «Ante circunstancias inusuales. con el objetivo de volverse m á s «abierto a dudar» o «abierto a creer» esa generalización concreta. «aplicando a sí mismo» la generalización. U e .

y d e n u e v o se tambaleó.284 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 285 gramación Neurolingüística. La obra de teatro improvisada fue más o m e n o s c o m o sigue: . el fen ó m e n o conocido c o m o cruzar el umbral. que podríamos d e n o m i n a r la «última barrera» c o n respecto a la relación. Para t e r m i n a r «definitivamente» de forma c o n g r u e n t e c o n la relación. antes relegados a u n seg u n d o p l a n o . se prestó voluntario para el experimento. saltó en ayuda de Richard y trató de arreglar la pata suelta. Este proceso tiene u n a estructura parecida a la del «virus m e n t a l » . posibilidades o r a z o n a m i e n t o s que Bandler le p r o p o n í a para que cambiara d e o p i n i ó n acerca d e la chica y de la relación. al m i s m o tiempo que todo lo positivo se difuminará en el trasfondo. C u a n d o vio q u e Vic volvía a tratar d e arreglar la dichosa pata. p a r a ver si d e ese m o d o resolvían el problema. atributos y hábitos negativos d e la otra persona. Ben hizo gala d e u n a gran creatividad a la hora d e rebatir las opcio- nes. La persona implicada dedicará g r a n cantidad d e esfuerzos para m a n t e n e r s u s recuerdos d e la relación d e n t r o de u n «marco p r o b l e m a » . m á s sana. la plataforma se inclinó e hizo que se tambaleara. la plataforma volvió a balancearse. c o m p u e s t o p o r varias tarimas elevadas más pequeñas puestas j u n t a s para formar u n a superficie mayor. r o m p e d e r e p e n t e esa relación c o n el otro individuo d e t e r m i n a d a a no volver a saber m á s de él. A pesar d e querer colaborar activamente en la demostración. Por desgracia. la pata seguía d a n d o p r o b l e m a s y cuando Bandler volvió a pisar sobre ella mientras interactuaba con Ben. con el objetivo de crear la posibilidad d e u n a nueva relación. La pata de u n a d e esas tarimas estaba algo suelta. orientados al «marco p r o blema». C o m o suele suceder en estos casos. Richard decidió «dar la v u e l ta a la tortilla» y colocar metafóricamente a Ben y al resto de los participantes en la posición d e la novia. al que llamaremos «Vic». la relación comprometida. Richard. La relación con su novia n o iba por b u e n c a m i n o y se planteaba romperla. El seminario se desarrollaba en la sala d e u n hotel. Bandler ( q u e p o r aquel entonces tenía problemas en su m a t r i m o n i o ) estaba interesado en a y u d a r a Ben a resolver s u s dificultades salvando así. Bandler p u s o en funcionamiento varios d e los principios y técnicas verbales de reencuadre que h e m o s analizado en este libro. Richard comenzó a crear u n a especie d e escenario «paranoide». Para mantener su «virus mental» paranoide. percibió u n a o p o r t u n i d a d para crear u n a situación ridicula. realizará u n a especie d e reencuadre negativo con respecto a sus recuerdos del pasado. que tiene u n instinto n a t u r a l para lo grotesco. Eso suele ocurrir c o m o resultado d e cruzar u n a especie de línea. En u n p r o c e s o q u e Bandler d e n o m i n a «cambio de imágenes». Bandler analizaba. En lugar de sentirse frustrado. U n a persona. Ben estaba convencido de que su m a p a mental d e la situación era c o rrecto. U n o d e los participantes. el que decide romperla necesita d e algún m o d o s u p r i m i r o reencuadrar las n u m e r o s a s experiencias positivas c o m p a r t i d a s con la otra persona. Richard y Ben estaban sobre u n entarimado temporal. Todos los recuerdos. a la que llamaremos «Ben». q u e ha estado implicada en u n a relación intensa y significativa c o n otra d u r a n t e u n período dilatado de tiempo. entre otros. pasarán ahora a p r i m e r a línea. en el q u e aparentaba sentirse deliberadamente agredido por Vic. paralela a la que Ben estaba viviendo en relación c o n su novia. e n el sentido de que n o resulta fácil que la experiencia o el r a z o n a m i e n t o consigan darle la vuelta. y parecía d e t e r m i n a d o a dejarla. Ben trataba de echarle la culpa a su novia d e todos los problemas de la relación. d e m o d o que cuando Bandler pisó allí p o r primera vez. Este fenómeno se prod u c e c u a n d o u n a persona. Bandler comenzó a explorar la posibilidad d e «invertir» ese proceso u n a vez ya manifestado. y aseguraba q u e lo había c o m p r o b a d o u n a y mil veces. a ser posible. La realidad d e m o s t r ó q u e n o era tan fácil convencer a Ben para q u e diera a su novia y a la relación otra o p o r t u n i d a d .

¿qué otra explicación le p o d e m o s d a r a q u e arregle la pata y cuand o vuelvo a pasar p o r ahí. está bien. E n cualquiera d e los dos casos n o quiero tener nada que ver c o n ese tipo. p o r p o c o m e lastimo? 0 es u n tonto i n c o m p e t e n t e o lo ha h e c h o a d r e d e . y lo haría de nuevo. Acabaría lastimándome. Vic intenta de manera intuitiva vincular la generalización con una consecuencia positiva. N u n c a más nte fiaré d e él. RB: De m o d o que lo q u e quieres es que pise ahí. N u n c a m á s podría confiar en ella. v Bandler amplía el «tamaño del marco» para mantener el «marco-problema» y restablecer la posibilidad de un contraejemplo. Eso quiere decir que trata de lastimarme y que no me puedo fiar de él». Si no es eso. q u e ponga mi vida en peligro. n o ? ¿Entonces para qué lo hiciste? Vic: M m m . creando así un «marco-fracaso» y un «marcoproblema»: «Vic ha hecho algo que podía lastimarme varias veees.. Es la única explicación que p u e d o darle a lo sucedido. exagerando el peligro potencial.) Tuvo su o p o r t u n i d a d y n o lo hizo bien. Bandler «fragmenta hacia arriba».. convirtiendo la consecuencia de «lastimarme» o «romperme la pierna» en «poner mi vida en peligro». y ahora p u e d e s c o m p r o b a r q u e está firme c o m o u n a roca. Vic ensaya una versión de «aplicar a sí mismo». Bandler se centra en un contraejemplo para la explicación de Vic. Tratando de «seguir el juego».286 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema RB: ¿Ah. ¿de acuerdo? RB: ¿Tienes alguna idea d e cuántas veces más tengo que pasar p o r ese p u n t o más que tú? Ya sabes que lo p r o b é la última vez y aguantó. ¿verdad? Pues n o le voy a dar otra o p o r t u nidad de h a c e r m e d a ñ o . firme c o m o u n a roca. Vic: N o . Le i m p o r t a u n c o m i n o que m e r o m p a la p i e r n a . ' c : Pisaste sobre el lado dere- Tratando de «sacar del marco» . la arreglé. p e r o c u a n d o volví a pasar p o r ahí ¡Boom!. ¿qué es entonces? ¿Por q u é querrá h a c e r m e eso a mí? (Dirigiéndose a Vic. Bandler establece la creencia limitadora en forma de causaefecto y afirmaciones de equivalencia compleja. otra vez. RB: ¿Y si n o lo está? ¿Qué pasa si m e r o m p o una pierna? 287 Transcripción Richard Bandler: La persona q u e arregló esta pata q u e salga i n m e d i a t a m e n t e d e la sala. (A Bcn. ¿Te das cuenta? No le importa mi futuro. la. Otra vez p o r el suelo.) ¿Por q u é quieres lastimarme? ¿Eh? Vic: Eso n o es cierto. Quiero decir. Vic: Arriesgaré y o mi vida prim e r o .

y o también m e he Bandler utiliza la confirmación dado cuenta. Al principio creí que eras alguien sincero. N o tenía ni idea d e lo que realmente tratabas d e h a c e r m e . Lo ú n i c o q u e me aconseja es que «pruebe de n u e v o » . Bandler fragmenta hasta la totalidad de la secuencia de la interacción. lo cual tiene como efecto cambiar el «resultado» sobre el que se centraba el argumento. EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 289 está un el contraejemplo.. Parecía otra cosa. RB: Bueno. ¿Qué te pa. trata d e q u e vaya ahí a lastimarme.al nivel de «identidad». Para mí n o tiene n i n g ú n sentido. Bandler toma el comentario de Hombre 1 como confirmación de su marco problema y de su creencia limitadora.288 cho. en c a m b i o (señalando a H o m b r e 1). Vic. m e dice d ó n d e tengo q u e vigilar. ¿no le has escuchado? Pretende q u e vaya ahí a p r o b a r d e nuevo. E .de Ben de la creencia limitadora bía o c u r r i d o a n t e s sacar la para «fragmentar hacia arriba» maldita plataforma. asegurando q el problema se circunscribe sólo a una parte del entarimado. Ben acompaña también el marco problema de Bandler. tal vez me aconseje Bandler continúa centrándose en ir demasiado lejos. RB: Exacto. Ahora aún más la intención negativa de sí q u e veo bastante claro Vic de «hacerme daño» a «tratar que lo q u e quiere es q u e de asesinarme». No me cabe en la cabeza que alguien quiera hacerme u n a cosa así. Ue (Dirigiéndose a Ben. señalando que el comportamiento de Vic es un contraejemplo de sus protestas de buenas intenciones. así como de sus afirmaciones de que la tarima está «firme como una roca». RB: ¿Veis? Él sí que trata d e a y u d a r m e . BemBueno. todo irá bien. H o m b r e 1: A condición de que evites pasar p o r ahí en el futuro. p u e d e q u e haya otros peligros.) ¿Ves? Él (señalando a Hombre 1) sí que está d e mi parte ¿Mmm? Ben:(captando la metáfora): Tal vez. todavía no estoy m u y seguro. Esa parte poco mal. pero el patrón de «buenas intenciones» sus intenciones s o n b u e . Vic «fragmenta hacia abajo». trasladándola me haga daño. centrándose en la «intención» de Vic. n o lo c o m p r e n d o . RB: Sí q u e lo está.frente a «malas intenciones». De ese otro (señalando a Vic) n o me p u e d o fiar. ¿no es así? Ése.. rece? Viene a mi seminario a tratar d e asesinarme. Pero seg u r a m e n t e eso n o es d e lo ú n i c o q u e m e tengo que preocupar. y amplía el «tamaño del marco» para incluir a otros que también tengan «mala intención». que d e verdad trataba de a y u d a r m e . No se me ha. Simplemente. ñas. en cambio. amabilidad y todo eso. me s o r p r e n d e u n poco que n o haya ido ya a probar él m i s m o . El tipo ése. Hombre 1 acompaña el «marcoproblema» de Bandler y su fragmentación general.

para incluir también su «modelo del mundo limitado». Bandler sigue fragmentando cia arriba. En todo caso. Hombre 2 trata de «metaencuadrar» parte de la creencia limitadora de Bandler. n o quiero estar cerca de nadie con esas intenciones. Para mantener el marco problema. Mujer 1 trata de utilizar la respuesta de Bandler como un posible contraejemplo de su creencia acerca de la intención negativa de Vic. así que n o lo p u e des saber con seguridad. que confirma la creencia negativa de Bandler. RB: Si n o ha pensado antes en mi futuro. Bandler mantiene el marco problema. Hombre 2: Pero sólo tienes un ejemplo. de encontrar «fragmentan- H o m b r e 2: ¿Por q u é crees que p e n s ó que tenía que volver a colocar ese trozo. Es pisar primero la tarima no era que n o le i m p o r t o . Mujer 1: Sí.porta». ha- El contraejemplo es leencuadrado como «consecuencia». tampoco lo hará la p r ó x i m a vez y me meterá en alguna situación d e la que saldré realmente escaldado. Bcn continúa «acompañando» la declaración de i neiu ia de Bandler. para tratar de indicar una posible presuposición. Hombre 2 trata un contraejemplo do hacia abajo». tal vez n o lo haya h e c h o deliberadamente. Ben: Y ahí lo tienes. Tal vez n o sabe qué más hacer en el futuro para hacerme daño. con una consecuencia negativa. O quizá nunca se le ocurrió pensar el daño que me podía hacer. M u J e r 1: ¿Por qué n o le dais la vuelta a esa plataforma entre los dos y os aseguráis Mujer 1 trata de establecer un «marco-realimentación» cooperativo y cambiar de resultado: . sentado y sin hacer nada. pero si n o piensa en lo que p u e d e ocurrir en el futuro. Quizá quiere lastimarme. Ahí lo va a dejar ciones. Bandler cambia el foco de la atención de la «intención» a las «consecuencias». u n a oport u n i d a d tras otra d e tratar de hacer algo positivo. en vez de sacarlo? RB: No sé por qué lo ha hecho. conectándola de nuevo ro. Le doy «prueba» suficiente de sus intenigual. ampliando las causas posibles del comportamiento de Vic desde su «¡mención negativa». de Ben:Ya le has dado m u c h a s oportunidades de demostrar q u e n o va a p o r ti. Quizá n o le gusto. n o lo ha h e c h o .cia arriba —asegurando haberle nes sobre c ó m o hacer algo ofrecido a Vic «un montón de oppara d e m o s t r a r m e q u e n o ciones»— y «redefine» la falta estaba t r a t a n d o d e lasti.290 EL PODER DE LA PAIABRA Aplicar los patrones como un sistema 291 intenta c o n v e n c e r m e que no es u n a trampa. RB: ¡Lo ha h e c h o d o s veces! Y Bandler vuelve a fragmentar hale di u n m o n t ó n d e o p c i o . «fragmentando hacia arriba» el «contraejemplo" para cuestionar la afirmación de Vic de que no tiene malas intenciones. Ofreció pisar y demostración de que «no le im«arriesgar su vida» p r i m e .de respuesta de Vic como una m a r m e . pero ¿lo ha h e c h o ? N o . Le sugerí (Bandler obvia el hecho de que le que sacara ese trozo y ha dicho a Vic que su oferta de t a m p o c o lo ha h e c h o .) hasta q u e consiga que m e caiga. RB: Ya lo creo que sí.

para descalificar de este modo la solución potencial. y luego q u e sea yo el que se pasee sobre ella los dos o tres días siguientes. Lo sabía desde el principio. Bandler amplia de nuevo el tamaño del marco (más allá del presente hasta «los dos o tres días siguientes»). utilizando el hecho de que se sienten en el mismo lado de la sala como consecuencia confirmadora. . Mujer 1 se da cuenta de que una de las consecuencias del «metamarco» de Bandler consiste en que descarta potcncialmente cualquier intento que ella pueda hacer para cuestionar su creencia. Mujer 2 hace otro intento directo. Sacadlo d e la sala ahora m i s m o . Mujer 2: ¿No le vas a d a r otra oportunidad? blema. podría esconderse y esperarte afueta. C ó m o podía yo imaginar q u e (Vic) iba a venir antes que nosotros a torcer esa pata. Bandler profundiza el marco problema. Y no sólo una. q u e le dem o s la vuelta a la tarima. Ahora ya es demasiado tarde. sino q u e le di u n m o n t ó n d e ellas y no aprovechó n i n g u n a . RB: Ya tuvo su o p o r t u n i d a d . ¿No te das cuenta? ¡Si hasta te has s e n t a d o en el m i s m o lado de la sala que él! «comprobar» la plataforma para asegurarse de que «está bien». RB: N o quiero nada. n o ! No te fías de mí p o r q u e piensas que s o m o s cómplices. RB: Vaya. centrándose en el futuro inmediato Bandler reafirma el marco RB: Tal vez debería ocultarme. ¡Ah. N o sé qué más va a tratar d e hacerme. ahora tratas de h a c e r m e parecer paranoico ¿Eh? (Vic) Te ha preparad o para eso ¿no? Hombre 1 acompaña el marco problema de Bandler (junto con su afirmación acerca de la intención negativa de Vic). cuestionando la autenticidad de Hombre 1. Acto seguido «metaencuadra» el intento de la mujer por encontrar una solución y lo convierte en una prueba de que conspira con Vic. Tú estás de su lado. Mujer 2: Entonces ¿qué es lo que quieres ahora mismo? Mujer 2 hace un intento directo por establecer un marco resultado. RB: De m o d o que lo que pretendes es que m e ponga a trabajar con él. . Lo q u e n o . Hombre 1: Creo q u e es mejor que te vayas tú. quería es que se volviera a instalar esa tarima. ampliándolo para incluir también el comportamiento futuro del sospechoso.292 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 293 el marco al que está bien? Q u e trabaje contigo para comprobarlo. Simplemenie n o le importa. cambiando pasado. Bandler vuelve a «fragmentar hacia arriba». ¿Qué otra explicación p o dría haber si no? C ó m o podía yo imaginar q u e iba a caerme. ombre 3: (Señalando a H o m bre 1) ¿Y qué te hace pensar que p u e d e s fiarte de él? Hombre 3 cambia a «otro objetivo». Mujer 1: Bueno. pues lo p u e d o hacer y o con é l . señalando una consecuencia negativa de la afimación de Mujer l. extendiendo las consecuencias de su creencia paranoica. en esta ocasión para establecer un marco realimentación.

jetivo» en relación con su propia guro acerca de lo que pasa «seguridad» en lugar de con el a mi alrededor. Hombre 3 propone una metamarco más «positivo» para el comportamiento de Vic. RB: No l o sé.5 c o m o una «excusa» para el comportamiento de Vic. ¿ Q u é p u e d o hacer? Hombre 4: Bueno. Hombre 4 trata de tención negativa» «genio diabólico». Mujer 2 trata de redefinir en positivo su intención. tal vez p u e d a s utilizar su genio diabólico.) ¿Qué clase de ser h u m a n o eres? Mira lo que has conseguido. Hombre 4 trata de desplazar la atención hacia el futuro y hacia un marco objetivo. que Bandler amplia de nuevo el marco. Hombre 4: Tiene q u e ser con. ampliando el marco problema para incluir a otras personas. Hombre 4: ¿Crees q u e p o d e mos ser m á s listos q u e él? Mujer 2 trata de «fragmentar hacia arriba» y ampliar el tamaño del marco. y continua expandiendo el marco-problema paranoide. Bandler pasa a «otro obsentirme u n p o c o más se. Hombre 4: Si vas c o n precaución. RB: No te q u e p a d u d a d e q u e L lo es. Bandler cambia el marco temporal al pasado. él haría lo m i s m o que yo. 295 RB: Bueno. Sólo Dios sabe a c u á n t o s más habrá pillado.) Todos s e n t a d o s en p r i m e r a fila. s RB: No vale la p e n a . vida está llena d e cosas b u e n a s aparte d e esa clase d e porquería. a d e m a s de sí m i s m o .foco de atención. La c h u s m a ataca. afirmando que tiene una intención negativa. E s u n a posibilidad.) Ya os dije que ése quería que la gente se hiciera d a ñ o entre sí. él marco resultado redefinir la «inde Vic como colocándola en de «utilizarlo». grarlo c o n t a n t o s r o d e o s . centrando de n u e v o la atención sobre Vic.294 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema dos personas se enfrenten y que las d e m á s tengan que tomar partido. Tan sólo Para restablecer un marco-proaspiro a estar c o n gente y a blema. Hombre 4 trata de es- . RB: No me vengas con esas. ¡qué casualidad! Mujer 2: Es u n a acción en masa.Hombre 4 sugiere un cambio de d e n a d a m e n t e listo para lo. RB: ¿Por qué le buscas excusas? ( M i r a n d o a las personas con las q u e n o está d e acuerdo. para exagerar la crcenciay llamar la atención sobre la generalización. reafirmando l<¡ intención negativa de éste \ '" consecuencias negativas de SU comportamiento. (A Vic. sólo me p r e o c u p a q u e pienses que toda esta gente está contra ti. Bandler coloca un «metamarco» en torno al comemaño de Mujer 2. Ya m e pilló u n a vez. m i e n t r a s esté aquí lo p u e d e s vigilar. H o m b r e 3: Quizá (Vic) sea u n s e ñ u e l o . Mujer 2: N o . (A Vic) ¿Te das cuenta del lío que has armado? (A la sala. RB: ¡Vaya! Otra que trata d e hacerme parecer paranoico. Para satisfacer el objetivo «seguridad». ¿Sabes? La «genio» de Vic. Y m e volvió a pillar. Bandler «redefine» el metam co de Hombre .

Hombre 1: No te critico por ello. Bandler expande el marco más allá del presente. tando que la conclusión de éste se basa en una experiencia limitada. cumpliendo con su requisito de retirar la tarima estro peada. Bandler «colapsa» el metamarco aplicando su conclusión a los términos de éste. a u n q u e lle.R DI= LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 297 trechar el tamaño del marco temporal hasta la situación en curso. lo . más que en la intención negativa de Vic. lución en el presente. argumen- RB: Bueno. N o hay más que. En lugar de atender a la pregunta. así podrá hacerlo otra vez c u a n d o se le antoje. n o sé. Además. lo cual implica que volverá a sentirse amenazado más adelante. Vic trata de crear un contraejemplo a la generalización de Bandler. Bandler utiliza este marco como confirmación de la intención negativa de Vic. p r e g u n t o c u á n d o acabará todo esto. Bandler metaencuadra la acción de Vic como un intento de desacreditarle a él y de aparentar que no corre ningún peligro. Tal vez corte u n a futuro. verle. descartando cualquier sopata del otro e x t r e m o . (Y comienza a retirar la tarim a estropeada. sino que lo volvió a disponer todo para que m e sucediera lo m i s m o de nuevo. centrándose en las consecuencias negativas del comportamiento de Vic sobre su estado interno (de Bandler). y crea así una especie de «argumento circular»..296 EL PODP. Mujer 3: Pero n o has tenido la adecuada interacción con él para fiarte. ¿Qué p u e d o hacer? No me fío de él. La cuestión es que n o sólo dejó que me sucediera a mí. no quiero tener ninguna clase de interacción con él porque no me fío». pero ésa no es la cuestión. sigue sentado en el m i s m o sitio. y que todo está bien. Pero n o quiero tener ninguna clase d e interacción con él. ¿quién sabe? Mujer 3: ¿ C ó m o sabes que lo preparó d e a n t e m a n o ? Mujer 3 trata de determinar con qué «estrategia de realidad» ha formado Bandler su generalización acerca de la intención negativa de Vic. RB: Ya lo vigilo. Vic: Voy a sacar esa tarima. Dirá a los d e m á s que la arregló y la volvió a colocar.) RB: Quiero decir. ¿eh? Podría tratar d e h a c e r m e lo m i s m o de n u e v o . Bandler cambia de inmediato a «otro objetivo». Mujer 3 trata de establecer otro metamarco alrededor de la generalización de Bandler. ¿Debería cortar p o r lo sano y n o volver a c o m u n i c a r m e n u n c a más con él? Tal vez sea lo mejor. ¿Veis? Ahora trata de hacer ver que n o ha p a s a d o nada.. RB: Ahora intenta hacerme parecer estúpido. Incluso a u n q u e n o lo hiciera adrede. así como a modo de justificación para la falta de confianza respecto a Vic y a las potenciales consecuencias futuras. maño del marco para incluir en tan sólo estaría seguro u n él consecuencias negativas en el tiempo.Bandler vuelve a cambiar el tavarais u n a tarima nueva. a saber: «No me fío porque no he tenido con él la adecuada interacción. RB. Me.

RB: Solía ser confiado y feliz. N o p o d r é cho estado tenga para su futuro volver a ser la misma per. Ahora ya n o soy así. Es capaz de volver d e n u e v o c o n otro n o m bre. Bandler desplaza atención de la causa-efecto a las relacionadas con terno. redefiniendo la situación como relacionada con «ayudarme». el foco de la generalización consecuencias su estado in- Bandler fragmenta hacia arriba y amplía el tamaño del marco. RB: La cuestión no es ésa. (Dirigiéndose a la sala. Mujer 3 trata de utilizar el pasado como recurso para establecer un marco objetivo. Traté d e darle u n a o p o r t u nidad para hacer algo al respecto.Mujer 4 trata de conducir a sas que hayas disfrutado Bandler a identificar contraejemh a c i e n d o c o n él? Q u i e r o plos positivos del pasado. a u n q u e ahora te dis. ¿dejarme de este m o d o ? P o r q u e si n o sois capaces d e a y u d a r m e m e t e n d r é q u e marchar. m a ñ a n a n i n u n c a . sus interacciones con Vic. Mujer 4: ¿Puedes recordar co. Bandler vuelve a un marco proMema y traslada el marco al pasado. en lugar de tratar de las acciones de Vic. Bandler cambia el marco a su espero n o podría ser lo mis. ¿Veis? ¡Estoy aterrado! Mujer 3: ¿De qué m o d o te hace sentir así? Mujer 3 trata de nuevo de «fragmentar hacia abajo» la «estructura» de la generalización de causa-efecto.cionados con su estado interno y guste. eso gativas que es de esperar que disería imposible. Bandler pasa del pasado al presente. todo eso está ahí.) ¿Veis lo que m e estáis haciendo? (A la sala. A h o r a n o p u e d o dejar d e sentirme de este m o d o .asi como a las consecuencias netir lo que siento ahora. pero me decepcionó. claro. Quiero ser c o m o era antes. Si él n o h u biera h e c h o todas esas cosas. y o n o m e sentiría así. . Me gustaba la gente y confiaba en ella. Mujer 3: ¿Y c ó m o eras? C u é n tamelo. Él es quien me hace sentir mal. reladecir. Ni siquiera quiero volver a tener participantes en mis seminarios. Mujer 3 realiza otro intento de establecer directamente un marco objetivo.(cambia del nivel de comportasona con él nunca más. Al n o sen.298 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema los seis meses últimos he cambiado m u c h o . RB: No. orientado hacia un futuro más positivo. n o quiero q u e sea así.) Pero n o P a r a mantener el marco problema.tado interno negativo presente. N o voy a p o d e r dar seminarios hoy. ¿Veis lo que me ha hecho? (Señalando a Vic. ¿Santo cielo! ¡No m e dejéis así! Mujer 3: ¿Así es c o m o quieres que sea? 299 cierto es que sucedió.) ¿Qué vais a hacer?. E n miento al de identidad). RB: Sí. Lo que importa es que eso es lo q u e siento. m o en el futuro. estableciendo las «equivalencias» o estrategias internas que Bandler aplica para construir su generalización.

H o m b r e 4: Lo q u e quería es p o n e r t e en el estado e n q u e te e n c u e n t r a s . o «fragmentar hacia airiba». implicando que Bandler tiene más opciones de las que admite al nivel de capacidad. desde el nivel de identidad («no soy como era») al de respuesta de comportamiento («él estado en que te encuentras»). Mira c ó m o . [Bandler vuelve a colocar el problema en el nivel de identidad (Vic es un asesino de líderes) y lo utiliza como medio para restablecer y expandir firmemente. Realmente n o vale la pena. Me he lastimado más d e lo que nunca h u biera pensado. pero la gente te puede p o n e r trampas como ésa. Bandler utiliza una modalidad de «jerarquía de criterios». ¿Puede alguien ayudarme? RB: ¿Qué m á s da? No sé q u e hacer. asegurando que no importa las opciones que uno taiga si «no sabe qué hacer». Mujer 3: ¿Quieres decir q u e n o p u e d e s hacer nada m á s o que n o quieres hacer n a d a más ? Mujer 3 trata de redefinir «no puedo» como «no quiero». Quiere sentirse superior a mí. estoy. RB: Ya lo sé. Puedo cuidar de mí mism o y defenderme. Hombre 4 trata de redefinir (o «encadenar») el «problema» de Bandler. Ahora me h e dado cuenta de que hay personas que harían cualquier cosa para herirme. Solía ser la clase de persona que piensa que todos tienen buenas intenciones. Hay m u c h o s asesinos de líderes c o m o él.300 El. su marco problema. pero ahora ya he aprendido la lección. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un s i s t e m a 301 p u e d o hacer nada más porque n o queréis ayudarme. Solía pensar bien de todo el m u n d o .

podría seguir d e t e r m i n a n d o el resultado d e la interacción. q u e pierda mi credibilidad c o m o profesor y que os riáis d e mí. para ver si lograba emular en cierta m e d i d a la actuación de Bandler. ¿Está en el baño? Seguro que estará allí. me percaté d e q u e lo q u e Richard hacía tenía u n a estructura que yo p o d í a repetir. Para a l g u n o s resultaba a t o r m e n t a d o r . tenía q u e probar a propósito los patrones yo mismo. Estaba claro que la i n t e n c i ó n p r i m o r d i a l d e la d e m o s t r a c i ó n d e Bandler consistía en m a n t e n e r a toda costa el m a r c o problema. decidí informar al g r u p o de que les iba a mostrar un nuevo conjunto revolucionario de patrones. (Establece creencia limitadora: «Jim ha . La o p o r t u n i d a d se me presentó u n mes más tarde. Esta nueva comprensión me llevó al umbral de lo que se conoce como fase de «disparadero inconsciente» del modelado en Programación Neurolingüística. M i e n t r a s consiguiera m a n t e n e r el «marco».. Estaba claro para mí que estos patrones podían ser empleados tanto para defender c o m o para cuestionar creencias y generalizaciones. a n t e la reiterada súplica d e Bandler d e «¿Pued e alguien a y u d a r m e ? » . que serán presentados e n el Volumen II d e la presente obra. Pero si n o tratáis de ayudarme. También m e percaté de que Bandler utilizaba sistemáticamente ( a u n q u e d e m a n e r a intuitiva) los patrones lingüísticos que yo había estado percibiendo c o m o resultado de mi estudio sobre personajes históricos importantes. Pero antes de hacerlo. El siguiente paso consistió en tratar de formalizar los patrones que había c o m e n z a d o a intuir. cada vez que alguien trataba d e « a c o m p a ñ a r » el m a r c o problema. A b r a h a m Lincoln. modelada sobre la de Bandler: Robert: ¿Quién m e ha puesto ese micrófono? ¿Jim? ¿Dónde está Jim? Va a p o r mí. malo t a m b i é n » . para otros frust r a n t e . Bandler lo metía e n u n lío más gordo. Sus respuestas n o vers a b a n r e a l m e n t e sobre el c o n t e n i d o de la creencia que había eleg i d o . entre otros. las interacciones continuaban. De otro m o d o nos limitaríamos a formular t a n sólo u n a descripción. Hitler y G a n d h i . Una condición clave del m o d e l a d o eficaz en P N L consiste en q u e . Es obvio. e n u n m a r c o realimentación. ¿no? ¿Me va a a y u d a r alguien? Dentro de poco estará aquí de n u e v o . si bien el c o n t e n i d o de la int e r a c c i ó n era distinto. En el tercer día del programa. m a l o . Me di c u e n t a d e q u e . que reflejaría la «estructura superficial» del proceso en lugar d e construir u n m o d e l o d e las nociones m á s profundas necesario para generar la capacidad de que se trate. Consiguió colocara los p a r t i c i p a n t e s e n u n lazo doble m á s o m e n o s c o m o éste: «Si tratáis d e a y u d a r m e . o e n u n m a r c o « c o m o si». m e d i a n t e el reencuadre negativo o el « d e s e n c u a d r e » d e c u a l q u i e r i n t e n t o d e resituar la creencia lim i t a d o r a en u n m a r c o objetivo. a pesar d e t o d o . sin n i n g u n a clase d e progreso. Se trataba de u n m o d o de establecei y m a n t e n e r u n «virus m e n t a l » . M e d i cuenta. y t o d o s habéis visto ya q u e tropiezo a cada m o m e n t o con eso. t r a m a n d o algo contra mí.302 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 303 Crear y mantener un «virus mental» El p o d e r de la p a l a b r a utilizando Esta clase d e diálogo e n t r e Bandler y los participantes d u r ó aú u n b u e n rato. o la formulación negativa d e la intención tras la creencia. al nivel de «estructura profunda» se trataba d e u n diálogo c o n el q u e m e había e n c o n t r a d o ya numerosas v e c e s en m u c h a s p e r s o n a s . También era obvio que. para cebarse en c u a l q u i e r cosa que el participante que planteara una opción dejara al m a r g e n d e ella. en su intento de establecer «sintonía» c o n él. Me ha p u e s t o esta cosa. Karl Marx. p o r ejemplo. en un programa avanzado d e PNL en Chicago. J e s ú s . es necesario interiorizar la capacidad q u e se esté m o d e l a n d o . No hay d u d a d e q u e va a p o r mí. de q u e Bandler cambiaba sistem á t i c a m e n t e el marco y el t a m a ñ o del marco. Seguro que quiere que me caiga y me lastime. c o m o Sócrates. u n a d e las mujeres presentes respondió f i n a l m e n t e : «¿Quieres q u e t e traiga u n p o c o d e caldo d e gallina?») C o m o . Conseguía « d e s e n c u a d r a r » cada u n a de las intervenciones q u e se le planteaban c o m o i n t e n t o de ayudarle a e n c o n t r a r alguna solución. antes de formalizarla en conceptos relevantes. Veamos a continuación una transcripción c o m e n t a d a de mi propia versión del drama «irónico». (De h e c h o ..

Puesto que ya ha sucedido antes.) R: ¡Lo hace! Y puesto que eres lo suficientemente listo como para darte cuenta de lo peligroso de la situación. Necesito ayuda urgentemente. no te quedes ahí dándome consejos. (Metamarco: Pones todas esas preguntas y tratas de cuestionar mi creencia porque conspiras con Jim. volverá a suceder de nuevo. Está claro que está loco. (Versión sutil de aplicación de la creencia a sí misma. ayúda- me.) Pl: Así que si no te hubieras dejado poner el micro te habría hecho aparecer c o m o un tonto.304 EL PODER DE LA PALABRA Aphcar los patrones como un sistema 305 hecho algo que ha provocado que me haga daño y me sienta humillado. ¡Haz algo ahora mismo! (Consecuencia: «Puesto que estás de acuerdo conmigo. Trata de lastimarme y estoy en peligro». También sirve para desviar el marco objetivo de vuelta a quien habla. de modo que R puede mantener el marco problema. ¿Acaso estás de su parte? Me estoy comenzando a poner nervioso con todas esas preguntas que me hace.) P2: Bueno.. Tal vez su mapa del mundo consista en perjudicar a los demás para elevarse a sí mismo.) R: ¡Ya te he dicho lo que quiere hacer! ¡Va a por mí! (Se centra de nuevo sobre la intención negativa.) • Participante 1: ¿Por qué dejaste que te lo pusiera.) P2: ¿Y que gana él con eso? (Búsqueda de la intención positiva cambiando a otro objetivo. si no te lo pones no parecerás un tonto». (Se centra e n la consecuencia del juicio «loco» para tratar de establecer un marco objetivo.) R: No sé lo que gana con ello. Consecuencia: «Pensaríais que soy un paranoico».) P2: Llamemos los dos.) P2: ¿Cuál crees que es su propósito? (Sigue fragmentando hacia arriba en busca de la intención positiva. hazme el favor de llamar al hospital para que se lo lleven.) . igual que Jim.) R: Ya te lo he dicho. si sabias que iba a por ti? (Contraejemplo: Inconsistencia entre las consecuencias lógicas de la creencia manifestada de R y su comportamiento.) P2: ¿Qué crees que Jim trata de hacer? (Intento de descubrir la intención positiva. tenéis que ayudarme. Vamos. quiere lastimarme. Trata de estimular una reevaluación de la creencia manifestando una consecuencia de la declaración de creencia redefinida: «Puesto que colocarte el micrófono es lo que te hace aparecer como un tonto. dirigiendo la consecuencia de la declaración de creencia a quien la manifiesta. todos pensaréis eme soy un paranoico y él habrá conseguido desacreditarme ante vosotros. entonces quizá deberíamos avisar al hospital.) ¿Sabéis qué? Lleva camisa azul y vaqueros del mismo color.) P2: Estoy de acuerdo contigo.) R: Bueno. Quiere que quede c o m o un tonto. Lo más probable es que esté tratando de ponerte en ridículo ante todas estas personas.) R: ¿Por qué haces tantas preguntas? (Al resto de participantes. (Acompaña el marco problema. y si trato de impedirle que me coloque el micrófono.) R: Porque sabe que estáis todos aquí. deberías hacer algo al respecto ahora mismo». (Utiliza el marco de un modelo del mundo diferente para encadenar una intención positiva. (Trata de ampliar el marco para incluir en él a R. la conspiración está creciendo. (Metamarco: «Parecería raro que tratara de detenerle». ¿no? (Fragmenta hacia arriba y redefine «tropezar con el cable y perder credibilidad» en «aparecer como un tonto». (Fragmenta hacia arriba la intención negativa hasta una consecuencia al nivel de identidad: «Hacerme quedar como un tonto»..

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R: N o , tendrás q u e hacerlo tú p o r mí. Si aviso yo al hospital pensarán q u e estoy loco. Tú m e c o m p r e n d e s , estoy seguro de que me ayudarás llamándoles en mi lugar. (Metamarco: U n a tercera parte tiene m á s credibilidad. Creerán q u e soy paranoico c u a n d o les cuente lo que m e pasa.) P2: ¿Por qué tendrían q u e pensar q u e estás loco? (Pasa al m o d e l o del m u n d o de «ellos» y fragmenta hacia abajo, t r a t a n d o d e e n c o n t r a r opciones posibles o contraejemplos.) R: N o m e fastidies, ¡sabes perfectamente p o r q u é lo pensarán! (Reafirma el metamarco en forma de presuposición: « T ú ya sabes p o r q u é » . ) P2: Yo n o creo que estés loco. (Tratando d e proporcionar un contraejemplo en curso.) R: Esto está fuera d e lugar. ¡Yo necesito ayuda ahora! (Pasa a otro objetivo: «Necesito ayuda ahora».) P3: ¿Y qué pasaría si dejaras de j u g u e t e a r c o n el cable del micrófono? (Utiliza la generalización d e causa-efecto afirmada p o r la creencia para atraer la atención a la influencia del c o m p o r t a m i e n t o del p r o p i o R.) R: ( C o n suspicacia.) ¿Y p o r q u é m e p r e g u n t a s eso ahora? (Metamarco: «Tu implicación d e q u e debería cambiar mi c o m p o r t a m i e n t o significa que estás contra mí».) P4: (Riéndose.) Está loca, yo en tu lugar también la vigilaría a ella. R: S í . . . J i m lleva gafas y ella también. ¿Qué voy a hacer? ¿Nadie va a ayudarme? (Amplía el marco.) P5: ¿Qué tendría que hacer J i m para que n o pensaras que va a p o r ti? (Busca u n a base para contraejemplos de la creencia limitadora acerca d e J i m . ) R: No quiero cambiar mi forma de sentir hacia él. Sólo q u ' ' ro librarme d e él. Sé que va a p o r mí. ¡Mira! ¡Aquí está la
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prueba! (R m u e s t r a el cable del micro a la sala.). ¿Lo ves? No me negarás q u e es u n a p r u e b a a b r u m a d o r a , ¿verdad? Aquí está. Ayudadme. (Afirmando la presuposición d e q u e J i m va a p o r él, R fragmenta hacia abajo para centrarse en el cable del micrófono c o m o prueba.) P6: Bueno, primero sácate ese micro y luego ve a hablar c o n J i m del a s u n t o . Necesitas alivio i n m e d i a t o , ¿no es así? (Trata de establecer un marco objetivo en relación con el cable del micrófono y c o n la i n t e n c i ó n d e J i m . ) R: Si m e saco el micro hará alguna otra cosa. Eso sería tratar s i m p l e m e n t e el s í n t o m a . M e h a p u e s t o u n a y otra vez esa cosa cada día. ¿ Q u é te hace pensar que sacarme el micro le detendría? (Cambia el t a m a ñ o del marco e x p a n d i e n d o el marco t e m p o r a l para centrar d e n u e v o la atención sobre el marco problema y las consecuencias de la «intención negativa» d e J i m . ) P5: ¿Qué necesitas para saber que n o va a p o r ti? (Trata d e fragmentar hacia abajo, para definir la estrategia d e realid a d de la creencia acerca d e la intención d e J i m y buscar posibles contraejemplos.) R: ¿Por q u é sigues tratando de convencerme de que n o va a por mí? Ya h e demostrado que va a por mí. No quiero que nadie me convenza de q u e n o es así. Eso me metería en problemas. (Metamarco: «Tratar de cambiar m i creencia de que va a por mí me acarrearía consecuencias negativas».) P7: ¿Qué quieres q u e te a y u d e m o s a conseguir? (Intenta establecer d e forma directa u n marco objetivo.) R: Sólo quiero s e n t i r m e p r o t e g i d o . . . saberme a salvo d e él. Y eso n o lo p u e d o hacer por mí m i s m o . Necesito ayuda. (Utiliza u n a formulación ligeramente distinta al objetivo para m a n t e n e r intacto el marco problema.) P8: ( C o n vehemencia.) Sí, pero todo el tiempo has sabido que ese cable estaba ahí. ¡Lo p r i m e r o q u e p u e d e s hacer

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p o r tu seguridad es quitártelo! (Utiliza u n a consecuencia de la creencia d e R para tratar de establecer u n marco realimentación — a p l i c a n d o indirectamente la creencia a sí m i s m a — y colocar a R en u n a posición de «víctima».) R: Me p o n e realmente nervioso que alguien m e grite. (Metamarco del c o m e n t a r i o para llamar la atención sobre la consecuencia sobre su estado i n t e r n o de la parte no verbal d e la declaración.) P7: ¿Cómo sabrías q u e ya estás a salvo de Jim? (Tratando de establecer u n marco objetivo y u n marco realimentación, fragmentando hacia abajo y estableciendo el criterio de equivalencia para «seguridad».) R: No p u e d o sentirme seguro mientras él ande por ahí. Lib r a d m e d e él ahora m i s m o . (Fragmenta d e nuevo hacia arriba, reafirmando el marco problema y s u s consecuencias.) P9: ¿Para qué te sirve q u e sigas con el cable p u e s t o , a pesar d e q u e crees que es u n peligro? (Fragmenta de nuevo hacia abajo y cambia el foco de atención, d e Jim al «cable», y trata d e averiguar la intención de R para establecer u n m a r c o objetivo. «No seguro» es asimismo redefinido c o m o «peligroso».) R: El micrófono sólo es peligroso c u a n d o m e muevo. La cuestión es que ése es tan sólo u n m o d o más de J i m para pillarme. (Metaencuadra y cambia el t a m a ñ o del marco para desviar la atención desde el cable del micrófono hasta la intención negativa d e J i m . ) P9: ¿De m o d o que es el cable lo que te indica que Jim va a p o r ti? (Fragmenta hacia abajo para verificar la estrategia d e realidad que relaciona el cable del micrófono con la mala intención de Jim.) R: Ese cable n o me indica nada. Ya sé q u e va a p o r mí. ¿Acaso tratas de confundirme? (A la sala.) Creo que está loca.

(A P9.) Me s o r p r e n d e que estés loca... Venga, se s u p o n e q u e sois practicantes de PNL. ¿Por q u é n o me ayudáis? (Sitúa de lleno la atención sobre la intención negativa d e J i m c o m o causa del «peligro». Establece u n a «equivalencia compleja» entre el estado i n t e r n o de R — « E s t o y conf u n d i d o » — y u n juicio sobre la otra persona — « D e b e s d e estar loca»—. Asimismo, R descarga sobre los particip a n t e s la responsabilidad de su estado problema.) P6: (Riéndose.) E s e j i m comienza a asustarme a mí también. R: Y con razón. (A la sala.) Ése es el ú n i c o entre lodos vosotros q u e tiene algo de cerebro. M e va a librar d e J i m . (Afirma u n a consecuencia p r o b l e m a d e la aceptación d e su marco problema.) PÍO: Si te ata c o n eso e s q u e va a p o r ti, p o r c o n s i g u i e n t e . . . (Redefine el p r o b l e m a con el micrófono c o m o «estar atado».) R: N o , n o te das cuenta de lo que pasa. N o me «ata». Sabe perfectamente q u e , a lo largo del programa, acabaré trop e z a n d o con el cable. (Cuestiona la redefinición.) PÍO: ¿Y el ú n i c o m o d o en que p u e d e s detener eso es librándote d e él? (Busca contraejemplos.) R: ¡Exacto! PÍO: Siendo así, tal vez n o sea mala idea q u e le ates c o n ese cable d e m o d o que n o enloquezcas y le mates. (Redefine «librarte de él» c o m o «matarle» y trata de establecer u n a consecuencia positiva con respecto al cable.) R: ¡Yo n o quiero matarle! Sólo quiero sentirme protegido d e él. ¿Qué tratas de hacer? ¿Convertirme en u n asesino? ¿Veis? Lo q u e J i m ha estado haciendo para desacreditarm e está d a n d o frutos. Ha conseguido que penséis que soy yo quien va a p o r ÉL. (Metamarco: «Tu redefinición d e "librarte de él" c o m o "matarle" refuerza mi creencia limitadora y mi m a r c o problema».)

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C o m o la transcripción ilustra, conseguí recapitular en cierta m e d i d a lo que Bandler había h e c h o en aquel seminario d e Washington D. C. Fue a la vuelta de mi seminario d e Chicago cuando formulé explícitamente los catorce patrones de £/ poder de la palabra, b a s á n d o m e en lo q u e ya había conseguido interiorizar intuitivamente de la d e m o s t r a c i ó n de Bandler.

El p o d e r d e la p a l a b r a y la Ley de variedad

requerida

Estas experiencias iniciales con El poder de ¡a palabra me confirmaron q u e la capacidad para m a n t e n e r o desencuadrar determin a d a creencia constituye, e n esencia, u n a aplicación d e la Ley de variedad requerida de los sistemas d e creencias. Según esta ley, si deseas firmemente alcanzar u n objetivo, debes incrementar el n ú m e r o de opciones disponibles para lograrlo, en proporción al grado d e variabilidad potencial (incluyendo posibles resistencias) del sistema. Es decir, q u e es i m p o r t a n t e d i s p o n e r d e variantes para las operaciones utilizadas para alcanzar objetivos —aunque dichas operaciones hayan tenido éxito en el pasado—, habida cuenta de la tendencia de los sistemas al cambio y a la variación. Se dice a m e n u d o que «si haces lo que siempre has hecho, conseguirás lo q u e siempre h a s conseguido». Pero ni siquiera es necesariamente cierto que consigas «lo que siempre has conseguido». Hacer lo m i s m o n o siempre produce el mismo resultado, si el sistema circundante cambia. Es evidente que, si en la carretera que tomas cada día para acudir al trabajo hay un atasco de circulación o u n a s obras, n o conseguirás llegar a tiempo «haciend o lo que siempre has h e c h o » . Para lograrlo tendrás que buscar rutas alternativas. Los taxistas de las grandes ciudades disponen de varias posibilidades para llegar al aeropuerto o a determinada calle, para el caso d e que la ruta habitual esté bloqueada. Probablemente sea e n la biología básica de nuestro cuerp d o n d e m á s evidente resulta la necesidad de la «variedad r e q u e da». Los asesinos biológicos que nos asolan hoy no son p e l i g sos p o r su fuerza, sino por su «variedad requerida» y p o r nuestra falta de ella para regularlos. Lo q u e hace peligroso al cáncer es
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grado de variación y adaptabilidad. Las células cancerígenas cambian con rapidez y son capaces de adaptarse rápidamente a entornos diferentes. El cáncer se convierte en u n a amenaza mortal cuando nuestro sistema i n m u n e n o consigue producir la variedad reguladora necesaria para identificar y «absorber» las células cancerosas q u e proliferan. El c a m p o d e la oncología se h a visto atascado en sus esfuerzos p o r tratar el cáncer debido a que las células cancerígenas tienen u n a variedad requerida mayor q u e la d e los poderosos venenos químicos y la de los tratamientos de radiación que se u s a n p a r a tratar d e destruirlas. Al principio del tratamiento, estos métodos consiguen e n efecto destruir n u m e r o s a s células cancerígenas, por desgracia j u n t o a otras m u c h a s sanas. Sin embargo, las variaciones en las células d a ñ i n a s llegan a hacerlas resistentes a esos tratamientos, lo cual desemboca en la recurrencia de los síntomas. Se p o n e n en juego entonces tratamientos cada vez más fuertes, hasta el p u n t o de que éstos amenazan la propia vida del paciente, y a h í se acaba lo m é d i c a m e n t e posible. El virus del SIDA p r o d u c e problemas parecidos. C o m o en el caso del cáncer, el virus del SIDA es e x t r e m a d a m e n t e flexible y adaptable, lo cual dificulta su tratamiento p o r m e d i o s químicos. El propio virus afecta al sistema i n m u n e r e d u c i e n d o su flexibilidad. Es necesario señalar q u e el virus del SIDA n o destruye p o r completo el sistema i n m u n i t a r i o de su víctima, sino que se limita a influir sobre parte de él. Las víctimas de SIDA siguen rechazando m u c h a s infecciones y enfermedades cada día. Ese virus en realidad afecta a la adaptabilidad del sistema inmunitario d e la persona. Estudios recientes d e m u e s t r a n q u e en el cuerpo de una persona sana a p r o x i m a d a m e n t e la m i t a d d e las células del sistema inmunitario están «preprogramadas» para actuar frente a enfermedades específicas. La mitad restante n o lo está, q u e d a n d o disponible para responder a nuevos desafíos. En el c u e r p o de las Personas afectadas p o r SIDA, esta proporción cambia hasta aproximadamente u n 8 0 p o r ciento de células preprogramadas, y tan Sólo el 20 p o r ciento restante está libre para a p r e n d e r y adaptarse a situaciones nuevas. Las células afectadas p o r el virus del SIDA son las únicas q u e le confieren al sistema i n m u n i t a r i o su v a r i e d a d requerida».

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U n a de las implicaciones d e la Ley d e variedad requerida consiste en que estas dos enfermedades p o d r í a n ser tratadas con mayor eficacia si se a u m e n t a r a la variedad del sistema inmunitario. Un sistema i n m u n e sano es, en esencia, u n a organización capaz d e a p r e n d e r con eficacia. De hecho, parece que las personas con i n m u n i d a d natural ante el virus del SIDA poseen u n sistema inmunitario que ya dispone de la «variedad requerida» necesaria para tratar con el virus. Por consiguiente, la cuestión n o estriba tanto en la «fuerza» del sistema, sino en su grado de flexibilidad para la respuesta. E x t e n d i e n d o la analogía al c o n c e p t o d e «virus mental», com e n z a m o s a d a m o s c u e n t a d e q u e la persona con la mayor flexibilidad será la que dirija la interacción. Así p u e s , los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la «variedad requerida» de q u i e n e s deseen ayudar a transformar o sanar creencias limitadoras y virus mentales, asi c o m o a reforzar y p r o m o v e r creencias potenciadoras. Los patrones de El poder de la palabra p r o p o r c i o n a n un m e d i o para incrementar la flexibilidad d e n u e s t r o «sistema inmunitario» psicológico. Nos a y u d a n a c o m p r e n d e r mejor la e s t r u c t u r a del sistema d e creencias que m a n t i e n e en su lugar al «virus d e p e n s a m i e n t o » , así c o m o a g e n e r a r de forma más creativa las respuestas y los reencuadres q u e nos a y u d e n a «absorber» y t r a n s l o r m a r esas creencias limitadoras.

zación d e El poder de la palabra c o m o m e d i o para tratar más eficazmente c o n el «virus mental» paranoide q u e h e m o s utilizado como ejemplo en el presente capítulo. La esencia d e la creencia limitadora, base de ese virus mental, es la siguiente: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. U n o de los mejores m o d o s tanto d e a p r e n d e r c o m o d e aplicar El poder de la palabra consiste en considerar las preguntas clave relacionadas con cada uno d e s u s patrones. En cierto modo, cada u n o d e los patrones de El poder de la palabra p u e d e ser considerado c o m o una respuesta a preguntas clave, c o n d u centes a distintas perspectivas y posiciones perceptivas. Los ejemplos siguientes ilustran de qué m o d o explorar esas respuestas puede ser de utilidad para identificar y construir reencuadres de El poder de la palabra. El objetivo d e esos n u e v o s encuadres consiste en e n c o n t r a r un m o d o de reafirmar al p o s e e d o r de la creencia limitadora al nivel de su identidad y de su intención p o sitiva, reformulando al m i s m o tiempo la creencia para convertirla en u n marco objetivo y en u n m a r c o resultado. Creencia l i m i t a d o r a :

Reencuadrar y «sacar del marco» un virus utilizando El poder de la palabra

mental

Una vez familiarizados c o n el sistema d e creencias que mantiene en su lugar, por ejemplo, a un «virus mental» potencial, estamos en mejores c o n d i c i o n e s d e e n c o n t r a r reencuadres eficaces que nos a y u d e n a situar de n u e v o la creencia limitadora en u n marco objetivo y e n u n marco realimentación. Los diversos patrones de El poder de la palabra n o s p e r m i t e n enfocar el sistema de creencias limitadoras d e forma m e n o s reaccionaria y m á s estratégica. C o n s i d e r e m o s el m o d o en que p o d e m o s utilizar la formali-

La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1. Intención: ¿Cuáles son la intención o el p r o p ó s i t o positivos de esta creencia? Hay muchas formas de comenzar a desarrollar un sentido de poder y control cuando te preocupa tu seguridad. ( I n t e n c i ó n = «comenzar a desarrollar u n s e n t i d o d e p o der y control».)

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Es muy importante dar todos los pasos posibles para asegurarte que la gente actúe éticamente y haga ¡o adecuado ( I n t e n c i ó n = «dar t o d o s los pasos q u e p u e d a s para asegurarte q u e la gente actúe éticamente y haga lo adecuado» ) 2. Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla, pero con implicaciones más positivas? Creo que deberías hacer todo lo que estuviera a tu alcance para evitar ser una víctima. («La persona X trata d e d a ñ a r m e y estoy en peligro» => «Soy u n a víctima».) Es la clase de reto que hay que enfrentar con valor, apoyoy sabiduría. («Estar en peligro» => « u n reto».)

Para tratar eficazmente con la situación, es importante determinar si el grado de peligro aumenta con cada tentativa de agresión o si, por el contrario, estás en el mismo nivel de peligro ahora que la primera vez que saliste lastimado. Cuando dices que la persona X «trata» de lastimarte, ¿significa eso que esta persona se forma una imagen mental de hacerte daño? Si es así, ¿qué parte de esa imagen es más peligrosa? ¿Cómo actúa esta persona en esa imagen? ¿Qué crees que fue lo que colocó esa imagen en la mente de X? 5. F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos de mayor tamaño están implicados en la creencia, pero tienen u n a relación más rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? Las sensaciones intensas son siempre la base de nuestra motivación para el cambio. Como dijera Cari G.Jung, «No hay conciencia sin dolor». («daño» => «sensaciones intensas», «dolor».) Tratar con la incomodidad que experimentamos al enfrentarnos con los riesgos de la vida es uno de los caminos para convertirnos en seres humanos más fuertes y competentes. («daño» => « i n c o m o d i d a d » ; «peligro» => «riesgos d e la vida») 6 . Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida por la creencia (una metáfora para ella), pero que tenga implicaciones distintas? Aprender a dominar las relaciones interpersonales es como saber levantarse cuando aprendemos a montar en bicicleta, dejando atrás el hecho de habernos pelado las rodillas y manteniendo la determinación de seguir probando hasta lograr mantener el equilibrio. Enfadarse con la bicicleta por habernos lastimado no nos llevará muy lejos. Tratar con las intenciones de otros se parece un poco a torear. Para mantener la seguridad, debemos saber qué es lo

C r e e n c i a limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 3. C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo d e la creencia o d e la relación p o r ella definida? Ahora que ya sabes reconocer las situaciones de peligro y pedir ayuda, en el futuro será mucho mas difícil que te lastimen. Ése es el primer paso para transfonnarte de victima en héroe. Sabiendo lo que ahora ya sabes resultara más difícil que alguien vuelva a sacar ventaja de ti. 4. F r a g m e n t a r hacia abajo: ¿Que elementos o fragmentos más pequeños están implicados en la creencia, pero " u n a relación más rica o positiva que los que contiene declaración de creencia?
t i e n e

EL PODER DE LA PALABRA

Aplicar los patrones como un sistema

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que atrae la atención del toro hacia nosotros, dirigir su atención y apartarse de su camino cuando comienza a cargar.

Los sociobiólogos sugerirían que la fuente de tu peligro no es lo que tú o esa persona creéis que es su intención consciente, sino el desarrollo evolutivo de sus hormonas. Imagina todas esas personas que, en todo el mundo, tienen que soportar constantemente la realidad de la opresión social en forma de racismo o de persecución religiosa. Probablemente estarían encantadas de encontrarse en una situación en la que únicamente tuvieran que enfrentarse a las intenciones negativas de una persona única e identificable. lO.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción d e esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para q u e esa creencia tuviera fundamento? Cuando piensas en las ocasiones en que te has lastimado, ¿las ves por separado o todas juntas? ¿Las recuerdas desde una perspectiva asociada o más bien las ves como si estuvieran editadas, como en una especie de documental de tu vida? ¿Qué es lo que más te hace sentir en peligro, tus recuerdos de acontecimientos pasados o lo que imaginas sobre los que pueden o no suceder en el futuro?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 7. C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal mayor (o m e n o r ) , que cantidad de personas mayor (o m e n o r ) o q u é perspectiva mayor (o m e n o r ) podría hacer m á s positivas las implicaciones de la creencia? Cómo tratar con el sufrimiento a manos de otros sigue siendo una de las cuestiones más complicadas, sin resolver aún por nuestra especie. A menos que lo logremos hacer con sabiduría y compasión, continuará habiendo violencia, guerra y genocidio, tanto a nivel global como individual. Todos tenemos que aprender a tratar con el lado oscuro de nuestros semejantes. Estoy seguro de que cuando recuerdes este incidente al final de tu vida lo verás como un pequeño bache en el camino. 8. O t r o objetivo: ¿ Q u é otro objetivo o resultado podría ser m á s relevante q u e el que expresa o implica la creencia? El objetivo no es tanto evitar ser lastimado por determinada persona, como desarrollar las capacidades necesarias para estar seguro, hagan lo que hagan los demás. Para mí, la cuestión no es tanto cuál ha sido la intención de la persona, sino qué hace falta para que cambie esa intención. 9. M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre es& creencia?

Creencia limitadora: La persona X ha hecho algo que ha provocado que me lastime más de una vez. Puesto que ya ha sucedido antes, volverá a suceder de nuevo. La persona X trata de dañarme y estoy en peligro. 1 1 . C o n t r a e j e m p l o : ¿Qué ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? Si tan sólo fuese cierto que no tuviéramos que preocuparnos de que algo suceda sólo porque no ha ocurrido antes... El mayor peligro proviene seguramente de lo que aún no ha su-

M e t a m a r c o : ¿ Q u é creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción de la creencia? Las investigaciones demuestran que lo natural es que las personas sientan temor de los demás y de sus intenciones. al m i s m o t i e m p o q u e se reformula la creencia hamarco objetivo o u n marco realimentación. u n . 14. trabajar en las que hemos salido lastimados puede generar tanto dolor como una persona ajena con intenciones negativas. ¿No crees que es más importante evitar ser esclavo de nuestros propios miedos que eludir la realidad inevitable de que alguna vez saldremos lastimados? 13. Comienza escribiendo una declaración de creencia limitadora sobre la que quieras trabajar. seguirás condenado a sufrir las consecuencias. es muy importante que seamos extremadamente claros en cuanto al modo en que entendemos nuestras propias intenciones y actuamos según ellas. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia declaración de creencia de acuerdo con la relación de criterios definidos p o r ella? Puesto que las intenciones negativas pueden ser tan dañinas y peligrosas. en forma de u n a equivalencia compleja o de una afirmación de causa-efecto. corremos el mismo peligro en relación con las personas bien intencionadas y que no nos han dañado nunca antes. 12. Asegúrate de que sea una declaración «completa». Cuando estés dispuesto a pasar a un «marco objetivo» comenzarás a descubrir numerosas soluciones posibles. Cuando utilizamos nuestras creencias sobre ¡as intenciones negativas de otra persona como justificación para tratarla del mis" modo que ella nos trata a nosotros. La hoja de trabajo siguiente te ofrece ejemplos de preguntas susceptibles de ser uülizadas para identificar y formar los reencuadres d e El poder de la palabra. Piensa si no en la cantidad de gente que mata a otra persona sin querer en accidente de tráfico. Veamos una estructura típica: Referente (soy/es/son) j u i c i o p o r q u e Yo malo Tú incapaz Ellos despreciables Ello imposible razón equivalencia compleja causa-efecto n e C l a Recuerda q u e el propósito d e t u s respuestas consiste en reairrnar la identidad y la intención positiva de la persona que tiela creencia. Man ner creencias que nos hagan revivir una y otra vez ocasión 10 e Practicar El p o d e r d e la p a l a b r a Practica tú m i s m o estas preguntas de El poder de la palabra. Mientras sigas centrado en permanecer en un «marco problema» acerca del comportamiento y de las intenciones de la persona X. por lo que deberíamos para cualquier posibilidad. hasta que desarrollan suficientemente su autoestima y la confianza en sus propias capacidades. Para estar del todo seguros es importante reconocer que probablemente. Como dice el refrán: «El camino hacia el infierno está pavimentado con buenas intenciones».318 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema para prepararnos 319 cedido. J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía c o n s i d e r a d o y es p o t e n c i a l m e n t e m á s i m p o r t a n t e que los q u e atiende la creencia? Siempre he creído que pensar qué recursos necesito para completar con éxito el camino que he elegido y con el que me he comprometido es más importante que preocuparme por los efectos temporalmente dañinos de las intenciones de otras personas. nos volvemos como ellePuede ser igual de peligroso pensar que solo corremos pd* gro por quienes nos han perjudicado anteriormente.

I n t e n c i ó n : ¿Cuáles son la intención o el propósito positivos d e esta creencia? 8. Analogía: ¿Qué otra relación existe que sea análoga a la definida p o r la creencia ( u n a metáfora para ella). C o n s e c u e n c i a : ¿Cuál es el efecto positivo de la creencia o de la relación p o r ella definida? lO.ABRA Aplicar los patrones como un sistema 321 Hoja de trabajo de El poder de la C r e e n c i a limitadora: _ palabra — significa/causa ñ o r ) o q u é perspectiva m a y o r (o m e n o r ) podría hacer más positivas las implicaciones de la creencia? 1 . F r a g m e n t a r hacia arriba: ¿Qué elementos o fragmentos d e m a y o r t a m a ñ o están implicados en la creencia.320 El. de a c u e r d o c o n la relación d e criterios definidos p o r ella? r 0 7. O t r o objetivo: ¿Qué otro objetivo o resultado podría ser más relevante que el que expresa o implica la creencia? 2 . C a m b i o d e t a m a ñ o del marco: ¿Qué marco temporal y o r (o m e n o r ) . p e q u e tenga implicaciones distintas? 1 3 . M o d e l o del m u n d o : ¿Qué m o d e l o del m u n d o distinto proporcionaría u n a perspectiva m u y distinta sobre esta creencia? 3. pero tien e n u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración de creencia? 1 1 . pero tienen u n a relación m á s rica o positiva que los que contiene la declaración d e creencia? 1 2 . qué cantidad de p e r s o n a s mayor (o • M e t a m a r c o : ¿Qué creencia sobre esta creencia podría cambiar o enriquecer nuestra percepción d e la creencia? . Redefinición: ¿Qué palabra que signifique algo parecido a alguna de las que c o m p o n e n la declaración de creencia p u e d e substituirla. F r a g m e n t a r h a c i a abajo: ¿Qué elementos o fragmentos más p e q u e ñ o s están implicados en la creencia. pero c o n implicaciones más positivas? 9. Aplicar a sí m i s m o : ¿ C ó m o p u e d e s evaluar la propia d e claración d e creencia.Estrategia d e r e a l i d a d : ¿Qué percepciones cognitivas del m u n d o h a n sido necesarias para la construcción de esa creencia? ¿ C ó m o habría que percibir el m u n d o para que esa creencia tuviera fundamento? 4. PODER DE LA PAI. J e r a r q u í a d e criterios: ¿Qué criterio n o ha sido todavía considerado y es potencialmente más importante que los que atiende la creencia? 6. C o n t r a e j e m p l o : ¿ Q u é ejemplo o experiencia constituyen u n a excepción a la regla definida p o r esa creencia? 5.

¿ C ó m o te representas. e t c . la actitud personal. lo que hará que la vida sea más difícil.El cáncer es c o m o u n c a m p o d e hierba que comienza a caer bajo la influencia de la maleza porque no se ha atendido a d e c u a d a m e n i e . sino qué es lo que hace q u e la vida merezca la pena d e ser vivida. Aseguran q u e la presencia d e u n desarrollo maligno es tan sólo u n o d e entre m u c h o s factores — i n c l u y e n d o la alimentación. el estrés. la falta de ejercicio. O t r o objetivo .¿Me estás diciendo que cualquier cambio o m u t a c i ó n d e u n a p e q u e ñ a parte del sistem a causará siempre la destrucción de lodo el sistema? 6. así c o m o q u e sólo c u a n d o n u e s t r o sistema i n m u nitario se debilita comienzan los problemas. p o d r á n m a n t e n e r d e n u e v o el c a m p o en u n equilibrio ecológico. pero de este m o d o tal vez estés excluy e n d o toda razón d e esperanza. C o n t r a e j e m p l o . las creencias como ésta tienden a convertirse en profecías a u t o c u m p l i d o r a s porque la persona afectada deja d e buscar otras opciones y posibilidades. 3. ¿Es ésa u n a creencia que quisieras que tus hijos tuvieran? 8. así c o m o del grado de sintonía existente entre quien habla y quien escucha. el tratamiento apropiado. Recuerda q u e el efecto final d e u n a afirmación determinada d e El poder de la palabra dependerá fuertemente del tono de voz en que se pron u n c i e .La verdadera cuestión n o es tanto q u é es lo q u e causa la m u e r t e . 9. 10. Si el estrés. — que d e t e r m i n a n la duración de la vida. red u c e n la cantidad de ovejas. 7. B u s q u e m o s el m o d o d e mejorar el sistema inmunitario. Nuestras percepciones en relación con el cáncer pueden ciertamente causar t e m o r y pérdida de esperanza..322 Un ejemplo El. susceptibles d e ofrecernos otras perspectivas. 2. F r a g m e n t a r hacia abajo . en concreto. Las células blancas de W sistema i n m u n i t a r i o s o n c o m o u n rebaño de ovejas.Si todos tuvieran esa creencia nadie se curaría n u n c a . esta creencia? ¿Te imaginas al cáncer c o m o u n invasor con inteligencia propia? ¿ Q u é represeniaciones internas tienes del m o d o en q u e el c u e r p o responde? ¿Ves al c u e r p o y al sistema i n m u n i t a r i o c o m o más inteligentes que el cáncer? 11. Los ejemplos siguientes ilustran el m o d o en que estas preguntas p r o d u c e n distintas intervenciones d e El poder de la palabra. Si logras incrementar el n ú m e r o de ovejas. PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 323 T o m e m o s u n a creencia limitadora c o m ú n : «El cáncer causa la m u e r t e » . I n t e n c i ó n . 5. . sino el colapso del sistema inmunitario. Redefinición . etc.En última instancia.P o r desgracia. M o d e l o del m u n d o .Sé que tu intención consiste en prevenir las falsas expectativas. C a m b i o del t a m a ñ o del m a r c o . C o n s e c u e n c i a . Analogía .Tal vez sea más i m p o r t a n t e centrarse en el propósito y la misión d e nuestra vida que en lo larga que ésta vaya a ser. 1. la mala alimentación. 4. ¿ C ó m o explica esa creencia estos casos? 12. J e r a r q u í a d e c r i t e r i o s . Creencia: «El cáncer causa la muerte». n o es el cáncer el que causa la m u e r t e .Estrategia d e r e a l i d a d .Cada vez a u m e n t a el n ú m e r o de casos d e p e r s o n a s que tenían cáncer y que sobrevivieron con b u e n a salud d u r a n t e m u c h o s años. la hierba crece en exceso y da paso a la maleza.A m e n u d o me he preguntado cuánta «muerte» contiene cada célula cancerosa. F r a g m e n t a r h a c i a a r r i b a .M u c h o s profesionales d e la medicin a creen q u e todos tenemos células m u t a n t e s todo el tiempo.

U n a creencia simplificada en exceso como ésta surge c u a n d o carecemos de u n m o d e l o que nos permita explorar y c o m p r o b a r todas las variables complejas q u e contribuyen a los procesos de la vida y d e la muerte. Sería interesante ver qué pasaría si esa creencia muriera. M e t a m a r c o . pero es u n a creencia ciertamente mortífera d e mantener. Aplicar a s í m i s m o .324 EL PODER DE LA PALABRA Aplicar los patrones como un sistema 325 13.Esta creencia se ha extendido como u n cáncer en los años pasados. . 1 4 .

10 Conclusión .

así c o m o sobre las generalizaciones y las creencias (tanto limitadoras c o m o potenciadoras) que derivan de nuestra experiencia. Partiendo del principio d e q u e el mapa no es el territorio. de u n marco «imposibilidad» a u n marco «como si». 3. . Hemos e x a m i n a d o las formas en que d e t e r m i n a d o s tipos de patrones d e palabras p u e d e n enmarcar y «reencuadrar» n u e s t r a s percepciones. p u e d e n acarrear u n sentimiento de impotencia y ausencia d e mérito con respecto a nuestra vida y a nuestras acciones. También h e m o s analizado con profundidad la estructura lingüística de las creencias. 2. y h e m o s establecido que p o r creencias limitadoras e n t e n d e m o s aquellas q u e e n m a r c a n nuestra experiencia en c u a n t o a problemas. C u a n d o tales creencias se convierten en el marco principal sobre el que construimos n u e s t r o s modelos del m u n d o . de u n marco «fracaso» a u n marco «realimentación». fracaso e imposibilidad. e x p a n d i e n d o o limitando las opciones q u e percibimos c o m o accesibles. el objetivo de la aplicación de los patrones d e El poder de la palabra consiste en ayudar a las personas a desplazar su atención: 1.Conclusión Este primer v o l u m e n de El poder de la palabra se centra en la «magia del lenguaje». así c o m o en el p o d e r d e las palabras para moldear n u e s t r a s percepciones y nuestra actitud acerca de nuestro propio c o m p o r t a m i e n t o y del m u n d o que nos rodea. En este aspecto. h e m o s explorado el impacto que el lenguaje tiene sobre nuestra experiencia. de un marco «problema» a u n marco «objetivo».

y a través de las cuales formamos y actualizamos n u e s t r a s creencias. • A u m e n t a r nuestra conciencia de los potenciales «virus mentales». las expectativas y los estados internos . • Identificar y apreciar diferentes perspectivas y modelos del m u n d o alternativos.330 E L PODER DE LA PALABRA Conclusión 331 Los patrones de El poder de la palabra están incluidos en catorce patrones verbales d e «reencuadre» distintos. los valores. reforzar las creencias potenciadoras a c t u a n d o «como si» y facilitar la «apertura a d u d a r » de las creencias limitadoras descubriendo nuevas perspectivas más enriquecedoras. Los patrones p u e d e n ser aplicados para c u m p l i r objetivos tales c o m o reencuadrar la crítica. Estos patrones h a n v e n i d o s i e n d o utilizados a lo largo d e la historia d e la H u manidad c o m o m e d i o primordial para estimular y dirigir el cambio social. así c o m o para evolucionar n u e s t r o s modelos colectivos del m u n d o . para buscar acto seguido formas m á s a p r o p i a d a s y útiles d e satisfacer estas i n t e n ciones positivas. nivelar jerarquías d e criterios para generar motivación. j u n t o con los valores q u e las motivan. examinará el m o d o en que figuras históricas ( c o m o Valores (Intenciones positivas) Marco objetivo Rcencuadre Jerarquía de Creencias (Generalizaciones) ¿Supresión? ¿Distorsión? Marco realimentación Fragmentar hacia arriba y hacia abajo Contraejemplos Marco «Como si» -* Expectativas (Consecuencias) anticipadas) Experiencia (Estímulo sensorial) Los patrones de El poder de la palabra nos ayudan a actualizar nuestras creencias conectándolas a las experiencias. así c o m o del m o d o en que todos ellos p u e d e n ser utilizados en conjunto c o m o u n sistema. Estos modelos constituyen u n poderoso sistema de patrones de lenguaje q u e p u e d e n ser aplicados para producir cambios profundos y d e largo alcance. La estrategia fundamental q u e h e m o s seguido para utilizar los patrones d e El poder de la palabra implica. • A c o m p a ñ a r el proceso n a t u r a l d e cambio d e creencias • C o m p r e n d e r mejor el impacto del lenguaje y de las creencias sobre diferentes niveles de nuestra experiencia. En m u c h o s aspectos. El p r ó x i m o v o l u m e n d e El poder de la palabra. expectativas y valores. • Reconocer la influencia de n u e s t r o s estados i n t e r n o s sobre nuestras creencias y n u e s t r a s actitudes. • Descubrir las estrategias i n t e r n a s p o r medio de las cuales evaluamos la «realidad». identificar las intenciones positivas tras las creencias limitadoras. • Explorar las formas en que c o n s t r u i m o s nuestros m a p a s mentales a través d e los que formamos expectativas. El propósito d e estos patrones es reconectar nuestras generalizaciones y nuestros m o d e l o s mentales del m u n d o con nuestra experiencia y con los d e m á s aspectos que conforman la «metaestructura» de nuestras creencias: estados internos. Los diversos patrones d e El poder de la palabra nos a y u d a n a hacerlo i n c i t á n d o n o s a: • «Repuntuar» y «refragmentar» nuestras percepciones. en p r i m e r lugar. así c o m o de n u e s t r a s suposiciones y p r e s u p o siciones. por ejemplo. det e r m i n a m o s causas y conferimos sentido a nuestra experiencia y al m u n d o q u e nos rodea. lo q u e este libro presenta n o es más que el principio de las potenciales aplicaciones de los patrones de El poder de la palabra. El libro proporciona definiciones y ejemplos específicos d e cada patrón.

c) tratar con lazos dobles. La NLP University es u n a organización dedicada a proporcionar formación d e m á x i m a calidad en habilidades de PNL básicas y avanzadas. y m u c h o más. así c o m o a promover el desarrollo de n u e v o s modelos y aplicaciones d e la P N L en los á m b i t o s d e la salud. la violencia. viajo p o r todo el m u n d o p r e s e n t a n d o seminarios y p r o g r a m a s específicos sobre u n a variedad de temas relacionados con la PNL y El poder .O. b ) manejar las expectativas y la «Curva d e B a n d u r a » . Cada verano. la organización. la opresión económica y política. la NLP University ofrece s u s p r o g r a m a s en la Universidad de California en Santa Cruz.com Además de mis programas en la NLP University. El Volumen 11 de El poder de la palabra definirá asimismo estrategias básicas para utilizar g r u p o s y secuencias d e patrones de El poder de la palabra. Epílogo Espero que hayas disfrutado con esta exploración a El poder de la palabra. etc. las creencias limitad o r a s y los virus mentales. científicos. California 9 5 0 0 5 Teléfono: ( 8 3 1 ) 3 3 6 . así c o m o para explorar la estructura de las estrategias d e creencias o d e «convicción» por m e d i o de las que f o r m a m o s y e v a l u a m o s sistemas d e creencias.nlpu. Lincoln. Para más información. c o m o los patrones de «injerencia plausible» de George Polya.3 4 5 7 Fax: (831) 336-5854 Correo electrónico: Teresanlp@aol. Analizará c ó m o estos personajes trataron de atender y «sacar del marco» a los virus mentales q u e subyacen en el racismo. políticos y filosóficos que dan forma a n u e s t r o m u n d o m o d e r n o .com Página web: www. la creatividad y el lenguaje. las estrategias y las habilidades descritas en estas páginas. J e s ú s . También estudiará el m o d o en que los principios. contacta p o r favor con: NLP U n i v e r s i t y P. Si estás interesado en profundizar en estos patrones o e n otros aspectos de la Programación Neurolingüística. Box 1112 Ben L o m o n d . las distinciones y los patrones que h e m o s analizado en este libro p u e d e n a y u d a r n o s a: a) identificar y tratar a d e c u a d a m e n t e las falacias lógicas. con cursos residenciales sobre las habilidades d e PNL q u e incluyen p a t r o n e s lingüísticos avanzados c o m o los de El poder de la palabra. entre otros) han aplicado los p a t r o n e s de El poder de la palabra para moldear los sistemas religiosos.332 EL PODER DE LA PALABRA Sócrates. los negocios. existen otros recursos disponibles para desarrollar y aplicar c o n m a y o r a m p l i tud los conceptos. G a n d h i y Einstein.

Palo Alto. Por ejemplo. y Grinder. Nueva York. E.334 EL PODER DE LA PALABRA de la palabra. 1996. . 1980. J. Mouton. J. Dilts. 1972. 1975-1976. R Dutton. R. Syntactic Structures. California. Real People Press. Neurologic Programming: The Study of the Structure of Subjective Experience. T . Language and Mind.D. L. J. Moab.journeytogenius. Box 6 7 4 4 8 Scotts Valley CA 9 5 0 6 7 . Nueva York. J. Steps to an Ecology of Mind. 1978. J. .com Bibliografía Bandler. G. Utah. Real People Press. California. Cameron-Bandler. y DeLozier.. Chomsky N. 1987. California. J. 1979. vols... Santa Cruz. Erickson. J. Science and Behaviour Books. . basados e n los principios y los conceptos de la PNL. contacta por favor con: Journey to Genius P. Utah. The Encyclopedia of Systemic . y Grinder.. I. vol. 1957. y Epstein. Reframing. y LaValle. Mind and Nature.. La Haya. I y II. recientemente he completado varias herramientas informáticas basadas e n mi modelado de estrategias del genio: Vision to action. DeLozier. J. Moab. Inc... Meta Publications. he escrito otros libros y he desarrollado programas informáticos y cintas de audio. The Structure ofMagic. 1985. Imagineering Strategy y Journey to Genius Adventure. Using Your Brain. 1982.7 4 4 8 Teléfono: ( 8 3 1 ) 4 3 8 . vols. DeLozier.. Capitola.. Capitola.. M.O. California. sobre mi agenda de seminarios y sobre otros productos y recursos relacionados con la PNL. Utah. y Grinder. Turtles All The Way Down. Asimismo. 1975-1977.. San Rafael.. 1968.com Página web: www. DeLozier & Associates. 1 y 11.8 3 1 4 Fax: ( 8 3 1 ) 4 3 8 ..8 5 7 1 Correo electrónico: info@journeytogenius. Patterns of the Hypnotic Techniques ofMilton H. Harcourt Brace Jovanovich. California. J. California. .. Para más información sobre estos programas. Meta Publications. Ballantine Books.. 1979. Grinder. FuturePace.. y Grinder. Meta Publications. Nueva York. Real People Press. Persuasión Engineeering. Frogs into Princes. Solutions (They Lived Happily Exer After). Capitola. Moab. ——. y Grinder.. Grinder. R. Bateson. J.

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Igualar el c o m p o r t a m i e n t o . t a n t o los verbales c o m o los n o verbales. Extraer y utilizar los recursos y estados d e aprendizaje de los a l u m n o s o del auditorio. lenguaje y p r e d i c a d o s de otra p e r s o n a . Representación disociada del t i e m p o . q u e implica d i s p o n e r d e la flexibilidad necesaria para t o m a r el vocabulario y el c o m p o r t a m i e n t o d e otras Acceder a l o s recursos del público Acompañamiento. para igualar su m o d e l o o visión del m u n d o . Proceso de utilizar y realimentar i n d i c a d o r e s clave de la otra p e r s o n a . Se trata d e u n p r o c e s o i m p o r t a n t e para m u c h o s de los aspectos esenciales d e la c o m u n i c a c i ó n . a n t e s d e c o n d u c i r l e hacia algo distinto. seguimiento Accessing audience resources Pacing .Glosario de PNL y de habilidades de formación A través del tiempo Through time Estar fuera del «ahora» d e n u e s t r a línea de t i e m p o . p o s t u r a . tales c o m o el establecimiento de sintonía y confianza. para conseguir sintonía con ella. n o r m a l m e n t e m e d i a n t e una linea q u e pasa p o r delante de nosotros. con el p a s a d o a la izquierda y el futuro a la derecha.

cada vez que sean necesarios. internamos ponernos en la piel del otro. como por ejemplo: «El burro de Pedro». sonido. Proceso sencillo para traer estados de plenitud de recursos al momento presente. Podemos acompañar comportamiento. colocándose en su mismo ángulo de visión y/o pensamiento. Al «acompañar». Proceso de combinar distintos objetivos. e incorporarlos a los nuestros propios. Es parte importante en la interpretación Lenguaje corporal La capacidad aprendida de observar escuchar y percibir Cincstésicamente. Palabras que al oído suenan iguales pero que son diferentes. palabra. para experimentar su modelo del mundo. Va a haber. Administración TimeJrame del marco management temporal Utilización del tiempo de la forma más provechosa durante una formación. de manera que las actividades no se prolonguen ni se abrevien innecesariamente. Por ejemplo. El estímulo extemo se conecta con el estado interno.340 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 341 personas. ¿Es Pedro un burro o tiene un burro? Algo que varía continuamente dentro de determinados límites. creencias e identidad. valores. El desarrollo de una capacidad cada vez más refinada para detectar diferencias sutiles en lo que vemos oímos y sentimos. Un estimulo específico —visión. como por ejemplo: Va a ver. «nuestra canción». Frase ambigua. Ello nos permite comunicar con él en su propio lenguaje y a través de su propia forma de pensar. Parte de la tarea del formador consiste en ajustar los distintos objetivos de la formación- Alineamiento Alignment Emular o emparejar el comportamiento o la experiencia de otra persona. como un regulador de voltaje eléctrico. Ambigüedad creada uniendo dos proposiciones separadas en una sola persona. con el fin de crear la mejor situación. en la que ambas partes salgan beneficiadas. Anclaje Anchoring . olor o sensación táctil— que evoca automáticamente un determinado recuerdo y un estado corporal y mental. Las anclas pueden formarse tanto espontánea como deliberadamente. Establecer determinada asociación entre un estímulo y una respuesta. las mismas claves o pistas que otra persona ofrece en su analogía. Es la base de los acuerdos y las negociaciones. Ambigüedad en la puntuación Ambigüedad fonética Punctuation ambtguity Phonological ambiguity Ambigüedad sintáctica Syntactic ambiguity Análogo Agudeza sensorial Sensory acuity Analogue Ancla Anchor Ajuste de objetivos Dovetailing outeomes Anclado de recursos Resource anchoring Anclado.

342

EL PODER DE LA PAIABRA

Glosario de PNL y de habilidades

deformación

343

Proceso de crear asociaciones mediante anclas. Ver Ancla. Aprendizaje Leaming Proceso de adquisición de conocimientos, habilidades, experiencias o valores, por medio del estudio, la experiencia o la formación. Cambiar las percepciones, ascendiendo o descendiendo respecto a determinado nivel lógico. Ascender consiste en considerar un nivel que engloba a lo que se está tratando; por ejemplo, considerar la intención que motiva determinada pregunta, descender consiste en pasar a u n nivel inferior, desde el cual considerar un elemento o fragmento especifico de lo que se está tratando; por ejemplo, utilizar una forma de expresión positiva para formular un objetivo. Vinculado a la experiencia. Experimentarla con el propio cuerpo y verla con los propios ojos. Ver también Primera Posición. Contrastar con Disociado y Tercera Posición. Modalidad sensorial de escucha y habla, incluyendo sonidos y palabras. Ver Sistemas de Representación. Denominada habitualmente «búsqueda T-D». Proceso en el cual se ancla una sensación y, utilizan

el ancla, se lleva la sensación atrás en el tiempo, hasta anteriores ocasiones en que la persona haya experimentado esa misma sensación. Calibrar Calibrating Reconocer con precisión el estado de otra persona o de un grupo, mediante la interpretación consciente de señales no verbales. Por ejemplo, observas que cuando no está de acuerdo contigo, tu interlocutor tensa el lado derecho de su cara. La próxima vez que lo haga, sabrás que no está conforme con lo que le estás diciendo. El segundo canal de comunicación e influencia en las presentaciones, por orden de importancia. Segün los estudios realizados al respecto, representa el 39 por ciento del impacto total de la comunicación. Una cortina de humo. La persona se queda en blanco, se bloquea, o experimenta confusión. Proceso de Anclado de PNL, que añade recursos a situaciones pasadas en las que éstos faltaron. Encuadre unificador de la PNL. Matriz tridimensional formada por los niveles neurológicos, las posiciones perceptivas y el tiempo. Nuestros seis sentidos, en tanto que canales de comunicación con el mundo exterior: vista oído, olfato,

Ascender / descender

Stepping up/down

Calidad de la voz

Voice quality

Asociado

Associated

Callejón sin salida

Impasse

Cambiar la historia personal Campo unificado

Change personal history Unifiedfield

Auditiva

Auditory

Búsqueda Transderivati transderivacio- onal (T-D) nal search

Canales sensoriales

Sensory chunnels

344

El- PODER DE LA PAI.ABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Claves de acceso ocular Eye-accessing cues

.345

gusto, tacto y cinestésico. Ver Sistemas de representación. Capacidad
Capabiliíy

Conjunto de estrategia y recursos adecuados para realizar determinada tarea. Es uno de los niveles tieurológicos. Etapas del aprendizaje en la adquisición de habilidades automáticas: incompetencia inconsciente, seguida de incompetencia consciente, seguida de competencia consciente y por último, competencia inconsciente. Relativo a la sensación del propio cuerpo. Sentido por el que se percibe el equilibrio, el movimiento muscular, la posición, el peso, etc., del propio cuerpo. Formas de utilizar nuestra fisiología como, por ejemplo, adoptar determinada postura, manera de respirar o movimiento ocular, que nos facilitan el acceso a determinada manera de pensar. Normalmente, no somos conscientes de nuestras claves de acceso. Comportamientos inconscientes —incluyendo respiración, gestos y movimientos de cabeza y ojos— que indican qué modalidades sensoriales específicas están siendo utilizadas para pensar, o para el procesado interno de información.

Ciclo de aprendizaje

Learning
cyck

Movimientos oculares inconscientes que denotan el procesado interno de información, y que nos permiten saber si una persona está viendo imágenes internas, escuchando sonidos internos, o experimentando emociones. Ver Claves de Acceso, Sistemas de Representación y Modalidades Sensoriales. «Modelo lingüístico en el cual expresamos nuestro mensaje como su fuera el de otra persona.» Ver Acompañamiento. La tercera etapa del ciclo de aprendizaje, en la que todavía se necesita la plena atención consciente para desempañar una actividad. La habilidad no está aún plenamente integrada, ni es automática. La cuarta etapa del ciclo de aprendizaje, en la que la habilidad ya ha sido plenamente integrada y es automática. Cualquier actividad que realizamos, incluidos los procesos mentales. Constituye uno de los niveles neurológicos. Cualquier activación muscular, incluyendo movimientos micromusculares tales como las Claves de Acceso

Comillas

Quotes

Compartir Cinestésico Kinesthetic Competencia consciente

Pacing Conscious competence

Claves de acceso

Accessing cues

Competencia inconsciente

l/nconscious competence

Comportamiento

Behaviour

346

EL PODER DE LA PALABRA

Glosario de PNL y de habilidades de formación Consciente Conscious Todo aquello de lo que se tiene consciencia en el momento presente.

347

ComportaExterna! miento externo Behavior Condiciones Well-Formed de un Objetivo Goal Bien Formado Conditions

El comportamiento aparente, visible a todos. Las cinco condiciones que deben darse para que un sueño o un deseo sea un objetivo alcanzable son: (1) formulado en positivo; (2) iniciado y mantenido por uno mismo; (3) basado en los sentidos; (4) especifico en cuanto a cómo, dónde y cuándo; (5) ecológico para el resto del individuo y del sistema (familia, trabajo, negocios, comunidad, etc.) en el que vive. Ver Comportamiento. Estado en el que objetivos, pensamientos y comportamientos están de acuerdo entre sí. Las palabras que se dicen, en contraposición con la manera en que se dicen. personal: Alineación de creencias, valores, habilidades y acciones en uno mismo. Estar en sintonía consigo mismo. mensajero-mensaje: Cuando el comunicador encarna y es modelo de las habilidades o valores que intenta transmitir. de alineación: Cuando las diversas partes de la comunicación (palabras, tono de voz y lenguaje corporal) transmiten el mismo mensaje. Conocimiento que el ser humano tiene de su propia existencia, de sus estados y de sus actos.

Contenido

Contení

El quién y el qué de una situación. Contrastar con Proceso. El cuándo y el dónde de una situación. El empleo sistemático de distintas disposiciones para la realización de determinadas actividades (formación, comunicación, interacción, etc.) Por ejemplo, ponerse de pie o sentarse en una posición distinta para dar intormación, organizar un ejercicio, aceptar y responder preguntas, narrar anécdotas, etc. De esta manera se establecen anclas. Ver también Psicogeografía. Nuestra posición ante los demás, el grado en el que se nos considera sinceros, competentes y congruentes. Establecer credibilidad ayuda a establecer un conjunto de expectativas positivas, que favorecen la comunicación y la interacción. A veces podrá ser necesario manifestar la autoridad sobre el tema de que se trate. Generalizaciones sobre uno mismo, sobre los demás y/o sobre el mundo. Las creencias actúan como profecías que se dan cumplimiento a sí mismas e influyen en todo

Contexto

Context

Coreografía

Choreografy

Conducta Congruencia

Behaviour Congruence

Credibilidad

Credibility

Cr encias
ei

Belicfs

Consciencia

Consciousnes

Una buena demostración proporciona un modelo claro. siendo uno de los factores que más influyen en la buena realización de la actividad. Criterios (Valores) Criteria (Valúes) Rasero o estándar según el que se evalúa algo. Variación entre dos estados diferentes únicamente posibles. oír y tocar. Es uno de los niveles neurológicos. Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. desemparejamiento. 3 y 4" posición). Posición de «nosotros». dejando ver parcialmente los dientes» y decir: «Está feliz». por ejemplo. Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva global de todo el sistema. 2 . Describir o interpretar un acontecimiento en términos de lo que se puede ver. lo cual constituye una interpretación. Se averigua preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. Una de las categorías del Metamodelo. Demostración Demostration Proporcionar un modelo de la actividad a realizar. Stepping down Ver Ascender. para reunir la máxima información posible acerca de una persona o situación. Hablar consigo mismo sin pronunciar palabras audibles. Programa mental que determina que una persona tienda a moverse «hacia» o «lejos de» determinada experiencia. por lo que será necesario restablecerla en otros términos si se desea proseguir con la interacción. falta de correspondencia Mismatching Dar un salto Overlap Adoptar pautas de comportamiento distintas a las de la otra persona.348 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Descripción basada en los sentidos SensoryBased Description 349 nuestro comportamiento. Rompe de inmediato la sintonia. Término lingüístico para palabras como «cualquiera» y «todos» que no admiten excepciones. Ver Posición perceptiva. imaginar una escena para escuchar luego sus sonidos. Adoptar distintos puntos de vista ( I . en lugar de por lo que uno cree que está ocurriendo. con el propósito de cambiar el rumbo de una reunión o conversación. Criterios equivalentes Criterial equivalen ts Información directamente observable y verificable por los sentidos. como por ejemplo un interruptor eléctrico en «marcha» o en «paro». a a a CuantificadoUniversa/ res universales quaníi/ters Descripción múltiple Múltiple description Cuarta Posición Fourth Posiüon Desigualación. Diálogo interno Digital ¡ntemal dialogue Digital Descender Dirección de la Moíivation Motivación Directíon (MetaProgram) . Utilizar un sistema representativo para acceder a otro. Es la diferencia existente entre decir: «Tiene los labios estirados y las comisuras de la boca hacia arriba. Visión mental del sistema.

Estar asociado al «ahora» de nuestra linea de tiempo. se benefician de él en su totalidad la persona. enmarcar Framing Ecología Ecology Encuadre abierto Oven frame . adiestramiento y tratamiento. Disposición o psicogeografía Layout Eliminación Deletion En el tiempo Distorsión Distortion ln lime Encuadrar. colocar los asientos en hilera o en circulo. Desvinculado de la experiencia. La colocación transmite un metamensaje acerca de la comunicación. Los buenos ejercicios crean un contexto en el que resulta fácil aprender. La manera en que se estructura el entorno de la comunicación: por ejemplo. como un sistema equilibrado e interactuante. De la ciencia de la biología. valores y creencias. Ver también Observador y Tercera Posición. Por ejemplo: Verse a si mismo en una pantalla de cine o flotando por encima de un acontecimiento. Análisis de la globalidad de la persona u organización. o el conjunto de relaciones entre la persona y sus pensamientos. Equilibrio dinámico de los elementos en cualquier sistema. Las etapas de un ejercicio son: diseño. Del griego oifcos (casa. Pérdida de parte de la experiencia al pensar o hablar. Contrastar con Asociado. el proceso y el contenido de una formación. También puede designar la ecología interna. capacidades. Situación en la que se puede formular cualquier pregunta o comentario que interese sobre el material presentado. Preocupación por el Disociado Dissociated conjunto de relaciones entre la persona. a qué se debe prestar atención y qué no debe ser tenido en cuenta. Proceso por el cual algo es representado inadecuadamente y/o en forma limitadora. la organización o la familia. demostración. Ver también Preencuadrar y Reencuadrar. Cuando un cambio es ecológico. La estructura. hogar)+ logos (comprensión. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 351 Leading Design Ver Liderar. establecidos para alcanzar los objetivos de dicha formación.350 Dirigir Diseño El. conocimiento). Ejercicios Exerrices Actividades estructuradas con un objetivo. Constituyen el núcleo de la formación por la experiencia. organización o familia y su entorno. para alcanzar los objetivos deseados. organización. Dar instrucciones sobre cómo entender e interpretar el material que viene a continuación. estrategias. conductas. Visión o experiencia de una situación desde fuera del propio cuerpo.

Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los criterios. cuando se siente con recursos. Covert Sutil. Llamado también simplemente «estado» o «estado interno». Utilizado nonnalmente para interrumpir los estados denominados negativos o sin salida. que convierte a una tarea en más agradable y fructífera. Las reglas de cumplimiento para que se cumplan los valores. por ejemplo: «No me está mirando. Combinación de pensamientos. La suma total de los procesos físicos y neurológicos de una persona en un momento dado. luego no escucha lo que estoy diciendo». que percibimos normalmente como emoción dominante. Estado de plenitud de recursos Resourceful state Experiencia total física y neurológica de una persona. Ver Encuadrar. la habilidad de formación más importante. Lo que tiene que suceder para que los criterios sean satisfechos. Ver también Disposición o psicogeografía. si bien toda experiencia puede constituir un estado de recursos. fuera de la percepción consciente. El contexto o marco psicofísico en que se desarrolla una actividad. tales como distintos sentidos. Afirmaciones a las que se atribuye el mismo significado. metaprogramas o secuencias concepto-estructuraaplicación. enfocada a la acción y llena de potencial en la vida de una persona. Existen muchos modelos diferentes. habilidades deformación 353 Control Jrame Límite impuesto al ámbito o a la duración de una actividad. Lo que tiene que suceder para que los valores sean satisfechos. interacción o comunicación.352 Encuadre de control Encubierto EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de. Una habilidad clave en formación consiste en emplear todos los Estado de ruptura Equivalencias de criterio Criterio/ equivalents Estado emocional Emotional state Equivalencias de valor Valué equivalents Estado State . Administrar el propio estado y el de Estilos de aprendizaje Learning styles los alumnos es. El estudio de cómo sabemos lo que sabemos. Enmarcar Entorno Framing Environment Estado de recursos Epistemología Epistemology Equivalencia compleja Complex equiva/ence Resource staíe Típicamente una experiencia positiva. El estado en que nos encontramos influye en nuestras capacidades. Breafe State Abrupta interrupción del estado corriente. Un complejo formado por todos nuestros pensamientos y sensaciones. así como en nuestra interpretación de la experiencia. probablemente. Las distintas maneras preferidas de aprender. sensaciones y fisiología.

para utilizarla como modelo. El mundo siempre es más rico que nuestra experiencia de él. empleada para la obtención de determinado objetivo o resultado. que conforman nuestro modelo del mundo. sonidos. cuando nos encontramos atascados o presionados. PODER DE LA PA1. palabras y sensaciones) que conducen a un objetivo. Para ello puede (1) elegir un recurso al que ya haya tenido acceso en el pasado. Técnica para volver a sentirnos en plenitud de recursos y generar nuevas opciones. se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. Ver Filtros perceptivos. en lugar ele enseñar según el propio estilo preferido e inconsciente. En formación. oído y acción. Ver Habilidad de adiestramiento. es aconsejable proporcionar una combinación de vista. experiencias. La persona que facilita determinado proceso. Estructura profunda Deep structure Forma lingüística completa de una afirmación. Secuencias de imágenes. el grupo puede tener una preferencia común. Proceso mediante el cual la persona revisa una situación en la que no se comporta como desearía. Secuencia de pensamientos y conductas. más que como un mero transmisor de conocimientos. (2) fingir que tiene el recurso (ver Marco «Como si») y (3) elegir a otra persona que disponga del recurso. Estrategia Strategy Secuencia de representaciones internas (imágenes. para atender así a todas las estrategias. sonidos y sensaciones que conducen al aprendizaje. En la visión de vanguardia de la educación. creencias y lenguaje exclusivos. Estado en el que la atención y los sentimientos están volcados hacia afuera. Ejemplo: Responder Cómodamente ante la Crítica. de la que se deriva la estructura superficial.generator tamiento strategies Filtros perceptivos Perceptual filters Ideas. Estructura superficial Surface structure Exteriorización L7píime Estrategia de recuperación Recovering strategy Facilitador Facílitator Estrategias de aprendizaje Learning strategies Filtros Filters Estrategias ge. Por otra parte. La parte «visible» de la comunicación.ABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación 355 estilos. añadiendo a continuación nuevos recursos a dicha situación. Programa mental predispuesto. Término lingüístico para la comunicación oral o escrita. diseñado para producir un resultado específico.354 El. . que se deriva de la estructura profunda mediante la eliminación.New neradoras de behaviour nuevo compor. distorsión y generalización.

Dejad pues que el aprendizaje de vuestros hijos adquiera la forma de juego. El c o n o c i m i e n t o c o g n i t i v o implica tan sólo a la m e n t e c o n s c i e n t e y a la m e m o r i a . ? » Lleva u n p o c o m á s allá el m a r c o « c o m o si». así c o m o para estudiar soluciones. Fragmentar Fisiología Physiology Parte física d e la manifestación. Por ejemplo.356 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 357 N u e s t r o s filtros perceptivos determinan qué percibimos y qué suprimimos. es i n d i s p e n s a b l e a p r e n d e r a calibrar e i n t e r p r e t a r l o s c a m b i o s sutiles e n su fisiología. División d e t e m a s u objetivos e n porciones que estemos e n c o n d i c i o n e s de a s u m i r y c u y a consecución podamos comprobar. Ello os permitirá además desvelar sus predisposiciones naturales. C o n u n a sola posibilidad eres u n robot. n o p o d e m o s percibir la l u z infrarroja ni l o s u l t r a s o n i d o s . o para i n t r o d u c i r c a m b i o s e n el c o m p o r t a m i e n t o existente. Acción o pensamiento consistente y Fisiológico Physiologkal Flexibilidad Flexibility F l e x i b i l i d a d d e Behavioral c o m p o r t a m i e n . ¿harías e n t o n c e s tal o t r a . C r e a c i ó n d e aprendizaje p o r m e d i o d e la experiencia directa. Disposición d e elección d e comportamiento e n determinada s i t u a c i ó n . puesto que ésta implica t a n t o a la m e n t e c o n s c i e n t e c o m o a la inconsciente. a pesar d e q u e sean parte integrante del m u n d o q u e n o s rodea. Relativo a la p a r t e física d e la persona. M o d a l i d a d S e n s o r i a l del g u s t o . . La capacidad de modificar las propias a c c i o n e s para p r o v o c a r determinada reacción en otra p e r s o n a .Flexibiliíy to Formación por la e x p e r i e n c i a Experiencia! training Generador de nuevo comportamiento New behaviour generator Generalización Generalization Gustativa Habilidad Gustatory Skill . Para saber c ó m o i n t e r p r e t a n los d e m á s lo q u e está o c u r r i e n d o . «Si s u c e d i e r a tal cosa. Sencilla y eficaz técnica para e n s a y a r mentalmente nuevas habilidades y c o n d u c t a s . u n dilema.» C a m b i a r de p e r c e p c i ó n d e s p l a z á n d o s e arriba y abajo d e los niveles. Se emplea para c o m p r o b a r el g r a d o de c o m p r o m i s o . . con dos. m á s q u e p r o b l e m a s . La mejor m a n e r a d e a p r e n d e r habilidades es p o r medio d e la acción. F r a g m e n t a c i ó n en e t a p a s realizables y reconocibles del c a m i n o q u e n o s c o n d u c e al objetivo. A este r e s p e c t o P l a t ó n dijo l o siguiente: Futuro condicional Condiüonal cióse Cnunfeing down «El aprendizaje forzado no permanece en la mente. Requiere u n m í n i m o d e tres alternativas posibles. Proceso m e d i a n t e el cual u n a experiencia específica es utilizada para r e p r e s e n t a r toda u n a clase d e experiencias.

Ello puede hacerse verbalmente o no. Evocar un estado mediante la propia conducta. Estado en el que objetivos. Cualquier cosa de la que no somos conscientes en el momento presente. La influencia es universal y puede ser espontánea o premeditada.358 El. en la visión de vanguardia de la educación se considera al educador como un facilitador del aprendizaje. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. El conflicto interno se refleja en el comportamiento de la persona. más que como un mero transmisor de conocimientos. En este sentido. Lo que uno cree ser. para posibilitar el aprendizaje. Puede producirse tanto a nivel individual. Constituye el propósito de cualquier encuentro o reunión. La totalidad de lo que uno es. Constituye uno de los niveles lógicos. que logra el objetivo y es respaldada/o por creencias capacitadoras. La incongruencia puede ser secuencia! (una acción seguida de otra que la contradice) o simultánea (una afirmación positiva expresada en un tono de voz dudoso o negativo). que seria copiar consciente y exactamente el comportamiento de la otra persona La primera etapa del ciclo de aprendizaje. como de la organización.Matching parejamiento. en la que no tenemos Incongruence consciencia alguna de determinada habilidad. A menudo consiste en utilizar preguntas para desviar la atención de una persona. Ejemplo: Cuando una persona dice algo y hace lo contrario. La propia imagen o la idea de sí mismo. nuestra presencia y nuestro lenguaje corporal. por ejemplo. Es imposible no influir. Afectar a otros mediante lo que decimos. PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 359 eficaz. Adoptar parte del comportamiento otra persona. de (al manera que el cambio de comportamiento deseado se produzca espontáneamente. pensamientos y comportamientos están en conflicto entre sí. con la intención de establecer sintonía con ella o de incrementarla. Incongruencia Habilidad de Coaching adiestramiento sfeill Saber cuándo y cómo intervenir en un proceso. Igualar no equivale a imitar. em. correspondencia Influencia lnjluence Incompetencia consciente Conscious incompelence . de modo encubierto o descubierto. Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. La habilidad de conseguir que otra persona adopte determinado comportamiento. Identidad Identiíy Inconsciente Imconscious Inducción Igualación cruzada Cross over matching Induction Igualación.

e n los propios pensamientos y sentimientos. «No p i e n s e s e n lo q u e te estoy diciendo». q u e resulte en u n a integración. Sin ellas. c e n t r a r la a t e n c i ó n e n el interior. resultado e s p e r a d o de determinada acción. tiene u n a i m p o r t a n c i a critica. E n u n e s t a d o d e t r a n c e ligero. El p r o p ó s i t o q u e hay q u e m a n t e n e r e n m e n t e es la o b t e n c i ó n de la m á x i m a ganancia con la m í n i m a intervención. a q u e l l o q u e dicho c o m p o r t a m i e n t o c o n s i g u e para la p e r s o n a q u e lo m u e s t r a y q u e es i m p o r t a n t e para ella. d e forma q u e p o d a m o s e n c a m i n a r n o s hacia otro p u n t o m á s útil. C o n g r u e n c i a y sinceridad. Proceso de negociación e n t r e d o s «partes» internas o polaridades. P r o p ó s i t o . Cualquier intervención encaminada a d e t e n e r el c o m p o r t a m i e n t o p r e s e n t e . «Cortar» t e m p o r a l m e n t e c o n el m u n d o exterior. a pesar de n o r e p r e s e n t a r m á s q u e el 7 por c i e n t o d e l v o l u m e n de ésta. «No te relajes del t o d o hasta q u e n o estés c ó m o d a m e n t e s e n t a d o » . Lenguaje corporal Body language El m o d o e n q u e e m p l e a m o s n u e s t r o cuerpo —consciente o i n c o n s c i e n t e m e n t e — para c o m u n i c a r n o s . Incluye n u e s t r a vestimenta. Descubrir la i n t e n c i ó n positiva p r o p o r c i o n a la clave p a r a responder eficazmente. consistente e n identificar la I n t e n c i ó n positiva de cada u n a de ellas y Negociar u n a c u e r d o entre las dos. Interrupción de pauta Pattern interruption Integración de polaridades Visual squash Intervención ¡ntervention Integridad Iníegrtty Lenguaje Language Intención Iníeníion Intención positiva Positive inlenúon Canal de c o m u n i c a c i ó n q u e . El p r o p ó s i t o q u e s u b y a c e e n cualquier c o m p o r t a m i e n t o . las habilidades d e P N L d a r á n u n o s resultados d e s a g r a d a b l e m e n t e d i s t i n t o s de los esperados. lo q u e le c o n d u c e a p e n s a r e n ello. Para alcanzar u n e l e v a d o nivel de habilidad de formación y/o liderazgo.360 Información útil Instrucción negativa EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 361 Feedback Negative Command Ver R e a l i m e n t a c i ó n . presumiblemente positivo. E n u n a p r e s e n t a c i ó n . n u e s t r o p e i n a d o . Ejemplos: "No te p r e o c u p e s » . s o n i m p r e s c i n d i b l e s la i n t e g r i d a d personal y la ética e n las acciones. Interiorización Downüme Decir a alguien lo q u e n o d e b e hacer. n u e s t r a p o s t u r a y n u e s t r o s gestos. I n t e r r u m p i r u n a interacción para cambiar d e objetivo. El deseo u objetivo s u b y a c e n t e e n u n comportamiento. Para q u e u n a i n t e r v e n c i ó n sea eficaz es n e c e s a r i o saber c u á n d o hacerla (agudeza sensorial) y c ó m o hacerla (flexibilidad d e c o m p o r t a m i e n t o ) . el lenguaje se c o m p o n e d e declaraciones y/o preguntas. . que pueden ser muy específicas ( m e t a m o d e l o ) o i n g e n i o s a m e n t e vagas (ver M o d e l o de Milton).

Es fundamental que.362 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 363 Constituye el principal canal de comunicación (55 por ciento). La disposición inconsciente de los recuerdos pasados y las expectativas futuras de una persona. Marcado análogo Liderazgo Leadersliip Marcado espacial Spatial marking Marcado tonal Tonal marking «As If» Frame Línea de tiempo Timeíine Marco «Como Si» . que se construye cada persona a partir de sus propias percepciones y experiencias. Cambiar lo que uno hace con la suficiente sintonía para ser seguido por la otra persona o el grupo. tanto durante como después de la interacción. Ver también Metaespejo. estimulando así la solución creativa a los posibles problemas y dirigiéndose mentalmente más allá de los obstáculos aparentes. si se encuentra en el «ahora» y su línea de tiempo pasa a través de él. Uso coherente de distintas zonas del espacio para distintas acciones. o «a través del tiempo». Intento de producir un resultado que la otra persona perciba como a costa suya. Ver Coreografía y Disposición o psicogeografía. Lenguaje digital Digital language Lenguaje carente de predicados sensoriales. Pensar desde la suposición de que determinado acontecimiento ocurriera realmente. presente y futuro. hacia las metas deseadas. gestos. sonidos y sentimientos de nuestro pasado. la capacidad para inspirar y motivar a otros mediante sus propios valores. El acto de liderar. lenguaje corporal. utilicemos conscientemente nuestro lenguaje corporal y sepamos interpretar el de los demás. A nivel organizacional. Disponer de suficiente sintonía mediante el acompañamiento. Secuencia en la que almacenamos escenas. A nivel individual. para crear con ellos una comunidad a la que deseen pertenecer. etc.. para subrayar alguna pieza clave de la comunicación. Típicamente vista como una hilera o «línea» de imágenes. Liderar Leading Mapa de la realidad Map of reality Representación única del mundo. a través de uno mismo y de otros. la capacidad de transformar una visión en acción. legales y corporativos. con la finalidad de asociar ubicación con acción. Uso de la voz para destacar ciertas palabras como significativas. muy utilizado en documentos académicos. en toda interacción. cuando experimenta el «ahora» y su línea de tiempo como externos a él. Manipular Manipulating El sujeto puede estar situado «en el tiempo». Analogue marking Utilización de tono de voz. como para cambiar el propio comportamiento e inspirar a otros a seguimos.

después de. Esencialmente. sea lo que fuere lo que intentaste comunicar». se impone una primera distinción entre mensaje «deseado» o intentado y mensaje realmente «recibido». Al considerar el «mensaje» como elemento de comunicación. En formación es conveniente marcar espacialmente los metacomeniarios (ver Marcado espacial). Mensaje deseado o intentado Mensaje recibido Mente consciente Inlended message El contenido que intenta comunicar quien emite el mensaje. el «significado» de un mensaje es para el receptor lo que realmente «recibe» del mismo. que consiste en «fingir» o comportarse «como si» algo fuera cierto. «Usted está leyendo esta explicación». o como decía el gran psicólogo humanista Cari Rogers. consistente en desplazarse uno mismo (o Mente inconsciente Unconscious mind Meta Meta Metacognición o metaconocimiento Metacognition Metacomentario Metacomment Metaespejo Metamirror . Los mensajes pueden ser verbales (tanto hablados como escritos) y no verbales (desde claves visuales hasta tonos de voz y gestos). sino para poder explicar a otros cómo la hacemos bien. Implica un punto de vista desapegado de las propias habilidades. más allá de. Mensaje Message Elemento básico de comunicación. Técnica desarrollada en 1987 por Robert Dilts. por ejemplo. sin percibirlo en el momento presente. la comunicación eficaz es un bucle de realimentación entre «emisor(es)» y «receptor(es)». Una de las habilidades de comunicación más importantes consiste en asegurarse de que el mensaje intentado se corresponde realmente con el recibido. A no comunicó».364 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 365 Método para generar recursos. Sólo puede prestar atención a unas cuantas variables al mismo tiempo y no puede ver ni a largo plazo ni las consecuencias profundas. La parte de la mente que está en la percepción del momento presente. ademas de. Lo que existe en un nivel distinto al de otra cosa. Tener el conocimiento necesario de determinada habilidad no sólo para hacerla bien. Received message Conscious mind El contenido que llega a percibir el receptor del mensaje. cuya intención consiste en optimizar la congruencia entre los mensajes deseados y los recibidos. En otras palabras. Un comentario sobre un proceso que está ocurriendo. «Si B no entendió. Del griego meta. con independencia de la intención del «emisor». Un aforismo de PNL reza. Consta de todo lo que hacemos con nuestra realidad interior. «el significado de lu comunicación está en la respuesta que obtienes.

a partir del lenguaje. Modelo que identifica pautas o patrones de lenguaje. Metaprograma Metamodelo Metamodel Metarresultado Meta-Outcome El máximo valor conseguido por determinado comportamiento (el valor por encima de todo valor). La obtención y el conocimiento del Metaprograma de una persona facilita enormemente la comunicación y la inducción. tratar con los detalles más fácilmente que con el conjunto. que vincula el lenguaje con la experiencia sensorial. que enfatizan el mensaje principal o proporcionan pistas sobre cómo debe ser interpretado. Los metamensajes son mensajes sobre otros mensajes. Metamensaje Metamessage que se utilizan para recopilar información sumamente específica basada en la percepción sensorial. El contenido de u n mensaje viene generalmente acompañado por «metamensajes» de nivel superior (frecuentemente no verbales). tener mayor facilidad para fragmentar hacia abajo que hacia arriba. el «contenido» se relaciona con el aspecto puramente verbal de la comunicación.366 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 367 acompañar a la persona a la que se trata de ayudar) por las 4 posiciones perceptivas. Conjunto de particularidades y cuestiones lingüísticas que denotan. eliminación y generalización. En PNL. Comunicación indirecta mediante un relato o una figura. que condicionan nuestras experiencias. es decir. Metaposición Meta-Position La tercera posición perceptiva. En muchos casos. Metáfora Metaphor Un relato o figura de expresión. Por ejemplo. mientras que los metamensajes lo hacen con la parte no verbal de la misma. recabando información y recursos de cada una de ellas. que obscurecen el sentido de una comunicación a través de los procesos de distorsión. así como cuestiones específicas para clarificar e impugnar el lenguaje impreciso. . Nuestro comportamiento está transmitiendo constantemente metamensajes. el modelo del mundo de una persona. que implica una comparación. tanto sobre nosotros mismos como sobre nuestros mensajes. que impliquen una comparación. sistemáticos y típicamente inconscientes. Conjunto de filtros habituales. Conjunto de pautas de lenguaje y preguntas de PNL. Mefciprogram Programa mental habitual que opera a través de múltiples contextos distintos de la vida de una persona. la metáfora incluye símiles. Desarrollado por Richard Bandler y John Grinder en 1975 y expuesto en su libro The Structure of Magic. parábolas y alegorías. a fin de volverlo a conectar con la experiencia sensata y la estructura profunda. la del observador neutral y desapegado. Diecisiete distinciones de lenguaje.

Una combinación de creencias. quien dice. representación. Lo contrario del Metamodelo. comportamiento. cuando incluya a algo que esté en un nivel lógico más bajo. Ver Mapa de la realidad. «Si uno avanza con seguridad en la dirección de sus sueños. eliminada o distorsionada. Ver Sistemas de. creencias. capacidad. Descripción de las características esenciales de una experiencia o capacidad. oímos y sentimos el mundo. así como Model Modelo de Milton Milton Model Nominalización Nominalization . identidad y lo espiritual. Copia generalizada.. Lo que nos permite conferir significado a nuestras experiencias. olfato. Negociación Negociation Modalidades sensoriales Sensory Modalitles Nivel lógico Lógica! íeve! Modelado. Como dijera Henry David Thoreau. se encontrará con el éxito insospechado en el momento menos esperado». pero antes que nada. Suma total de los principios personales de operación de una persona. Término lingüístico que denota el proceso de convertir un verbo en un substantivo abstracto. Proceso de PNL para el estudio de la secuencia de ideas y conductas que le permiten a alguien realizar excelentemente determinada tarea. valores. Modelo del mundo Model of the world 1. En ocasiones es grande. tus acciones y tu sentido de quien eres. Constituye la base de la PNL y del aprendizaje acelerado. Es una tela tejida con las distintas hebras de tus intereses. emulación o imitación consciente Modelo ModeUing Niveles lógicos Logical levéis Los cinco niveles de percepción útiles para el individuo o la organización. global e incluso grandiosa. oído. La descripción del mapa mental de la experiencia de una persona. Algo estará en un nivel lógico más alio. Cuando vives tu misión. el significado preciso más útil para ella. Utiliza ingeniosamente patrones lingüísticos vagos para que cada persona capte. conducta.a forma en que vemos. estados emocionales y sistemas de representación. Estos niveles son: Entorno.368 Misión EL PODER DE LA PAIABRA Glosario cíe PNL y de habilidades deformación 369 Mission El sentido de propósito que te atrae hacia el futuro. gusto y tacto. tus valores. La habilidad para intercambiar diferencias y llegar a un acuerdo en que ambas parles salgan ganando. Unifica tus creencias. toda misión es divertida. creencias e identidad Niveles neurológicos Neurological levéis Conocidos también como los diferentes niveles lógicos de la experiencia: entorno. capacidad. tiendes a comportarle como Steven Spielberg. deseos y objetivos.. que no puedo ni desayunar». «Me levanto tan entusiasmado. Los cinco sentidos a través de los cuales absorbemos las experiencias: vista. según su propia experiencia.

370 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Operador modal de posibilidad Modal operator of possibility 371 a la p a l a b r a del s u b s t a n t i v o asi f o r m a d o . El objetivo es específico. organizados alrededor de valores específicos tales c o m o s e g u r i d a d . p u e d e s prever s u s efectos y asegurarte d e q u e sean positivos para t o d o s los afectados p o r s u c o n s e c u c i ó n . c a m b i a n d o el t o n o d e voz o e l lenguaje c o r p o r a l . d e m a n e r a q u e los d e s t i n a t a r i o s n o lo c a p t e n c o n s c i e n t e m e n t e . etc. «ir a p o r ello». o p o r m e d i o p r e g u n t a s s e g ú n el M e t a m o d e l o . El objetivo es ecológico.) Órdenes incrustadas Embedded commands Destacar ciertas frases q u e p o d r í a n c o n s i d e r a r s e p o r sí solas c o m o ó r d e n e s . es un «quiero» y n o u n «debería». s i n o tan sólo inconscientemente. d i r e c c i ó n . Muy útil para modificar h á b i t o s y respuestas e m o c i o n a l e s . mientras que otra s i m p l e m e n t e q u i e r e ir a p o r ello». Olfactory Substitución Operador modal de necesidad Modal operator of necessity T é r m i n o lingüístico para reglas (debe. Obtención Eíiciíaíion P a t r ó n d e cita Quotes patlern P a t r ó n lingüístico m e d i a n t e el q u e e x p r e s a m o s n u e s t r o mensaje c o m o s i p r o c e d i e r a d e otra p e r s o n a . basada e n la percepción sensorial. c r e a t i v i d a d . etc. Técnica de P N L para c o n s e g u i r i n f o r m a c i ó n . R e s u l t a d o específico d e s e a d o .) . e n la q u e la clave de la dificultad se transforma e n e l desencadenante de su superación. q u e p r e s e n t a u n a evidencia definida de é x i t o . Lo h a c e s t ú . h a y q u e . tal v e z . Patrón de Olfativa/o Swish Pattern Técnica generativa d e s u b m o d a l i d a d e s . ya sea m e d i a n t e la observación directa de indicadores n o verbales. n o es imposible. Way Down.» Subpersonalidades c o n intenciones a veces conflictivas. Partes Parts C o m p l e j o s de c o m p o r t a m i e n t o s o estrategias. R e l a ñ v a / o a la M o d a l i d a d S e n s o r i a l d e l olfato. objetivos e intenciones. f u n d a m e n t a d o en los s e n t i d o s y q u e r e ú n e los siguientes criterios para estar bien formado: El objetivo es positivo. E j e m p l o : «Una p a r t e d e mí anhela seguridad. P o r e j e m p l o : « U n a p a r t e d e m í q u i e r e adelgazar. n o general. motivación y educación. etc. Q u i e r e s h a c e r l o . p o r ejemplo. Objetivo Goal R e s u l t a d o final. es lo q u e h a y q u e h a c e r y n o lo q u e h a y q u e evitar. n o otra p e r s o n a . T é r m i n o q u e d e s c r i b e el s e n t i m i e n t o de que dentro de u n o mismo conviven distintos c o m p o r t a m i e n t o s . Nuevo código New code D e s c r i p c i ó n d e la P N L p r o v e n i e n t e d e la obra de J o h n G r i n d e r y j u d i t h DeLozier en su libro Turtles All the T é r m i n o lingüístico para p a l a b r a s q u e d e n o t a n lo q u e se c o n s i d e r a posible ( p u e d e . P u e d e s h a c e r l o .

habilidades o a c t i t u d e s . « N o t a r o n q u e n o estaban en c o n t a c t o » . el del otro ( 2 p o s i c i ó n ) . Las p e r s o n a s están d o t a d a s de t o d o s los recursos q u e necesitan. Las p e r s o n a s t o m a n s i e m p r e la mejor opción disponible. e n lugar d e dacerlo c o n acciones individuales d e forma lineal. Si u n a p e r s o n a p u e d e hacer algo. se interpreta c o m o una orden. Percibir las i n t e r r e l a c i o n e s entre experiencias o acontecimientos aparentemente inconexos.372 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 373 Pensamiento sistémico Systemic thinkmg P e n s a r e n t é r m i n o s de influencia m u t u a . Toda experiencia tiene u n a estructura. que i n d i c a n q u é sistema representacional está s i e n d o conscientemente empleado. Haz c u a l q u i e r otra cosa. cualquier otra p u e d e a p r e n d e r a hacerlo. «Le pedí q u e m e e s c u c h a r a » . h a z otra cosa. Ensayar m e n t a l m e n t e n u e v o s c o n o c i m i e n t o s . U n a vez el cerebro h a e n s a y a d o u n proceso de esta m a n e r a . Perceptual position El p u n i ó de vista d e l q u e s o m o s conscientes en todo momento. Future Pacing Representarse m e n t a l m e n t e u n objetivo. Predicados Predícales Proceso Process Programación futura Preencuadrar Outjraming P r e s u p o s i c i o n e s Presuposítions Ideas o afirmaciones q u e h a y q u e dar p o r s u p u e s t a s para q u e u n a i n t e r a c c i ó n tenga s e n t i d o . El significado d e t u c o m u n i c a c i ó n es la respuesta q u e o b t i e n e s . o el d e t o d o el s i s t e m a o globalidad ( 4 p o s i c i ó n ) . s e p a r a d o s e n el t i e m p o y e n el espacio. Si lo q u e h a c e s n o funciona. P u e d e ser el n u e s t r o ( I p o s i c i ó n ) . el de u n o b s e r v a d o r objetivo y n e u t r a l ( 3 p o s i c i ó n ) . relaciones y causa-efecto. No puedes N O comunicarte. el c o m p o r t a m i e n t o s e . Por e j e m p l o : «Tal c o m o yo lo veo». Postulado de conversación Conversadonal postúlale F o r m a h i p n ó t i c a d e lenguaje. Bajo t o d o c o m p o r t a m i e n t o subyace u n a intención positiva. El c ó m o de u n a acción o de u n a situación. U n a p r e g u n t a que. Primera posición First Position Visión o experiencia del m u n d o a través d e los p r o p i o s ojos y d e l p r o p i o c u e r p o . Ver A s o c i a d o y Posición perceptiva. Palabras basadas e n los s e n t i d o s . U n a de las tres principales posiciones perceptivas. para u n futuro imaginario e n el q u e s e r á n necesarios. Establecer p r e v i a m e n t e u n e n c u a d r e q u e excluye posibles objeciones. M e n t e y c u e r p o s o n partes del m i s m o sistema. a a a a Las p r e s u p o s i c i o n e s básicas e n P N L s o n las siguientes: El m a p a n o es el territorio. Pistas de acceso Posición perceptiva Accessing cues Ver C l a v e s d e a c c e s o . para asegurar q u e t e n d r á lugar la c o n d u c t a deseada. C a p a c i d a d p a r a tratar c o n c o m p l e j o s d e a c o n t e c i m i e n t o s .

C a m b i a r el m a r c o o el significado d e referencia d e u n a c o n t e c i m i e n t o . (NLP) Recursos Resources Cualquier medio q u e p o d a m o s utilizar para a l c a n z a r u n objetivo: fisiología. La Realimentación Positiva a n i m a a c o n t i n u a r c o n los m i s m o s c o m p o r t a m i e n t o s . Dicho p r o c e s o c a m b i a la perspectiva d e la p e r s o n a . a c e p t a d o p o r lodos. Cuestionar de qué manera una afirmación o u n c o m p o r t a m i e n t o específicos c o n t r i b u y e n a alcanzar d e t e r m i n a d o objetivo. estrategias. E s t u d i o de la e s t r u c t u r a d e la e x p e r i e n c i a subjetiva. preguntando: «¿Dónde quedaría bien esta afirmación?» graphy R e a l i m e n t a c i ó n Peedback o retroalimentación R e e n c u a d r e d e l Context contexto reframing . Prueba de relevancia o de pertinencia Relevcirtcy challenge Reencuadre Reframing Pseudo orientación en el t i e m p o Psicogeografía Reorientar a u n a p e r s o n a e n el pasado Pseudoo en el futuro. los d e m á s . P r o c e s o q u e tiene c o m o objetivo conectar estados de recursos con claves específicas o anclas. R e e n c u a d r e d e l Contení contenido reframing Información visual. mientras q u e la R e a l i m e n t a c i ó n Negativa indica diferencia y a n i m a al cambio de comportamientos. auditiva y cinestésica q u e vuelve a nosotros c o m o respuesta a n u e s t r o c o m p o r t a m i e n t o . de m o d o q u e tales r e c u r s o s e m e r j a n de forma a u t o m á t i c a e n presencia d e dichas claves. proporcionando nuevas opciones. e n el q u e la u t i l i d a d y n o la a u t e n t i c i d a d es el criterio m á s i m p o r t a n t e para el éxito. time. En PNL. e m p l e a n d o p r i n c i p a l m e n t e para ello s u s p r o p i a s p a l a b r a s y expresiones. Ver también A n c l a d o y Estados de Recursos. C o n f i r m a r los p u n t o s clave del discurso d e otra persona. p e n s a m i e n t o s . e x p e r i e n c i a s . u t i l i z a n d o las m i s m a s p a l a b r a s clave y el m i s m o t o n o d e voz q u e s e utilizaron o r i g i n a l m e n t e . Evita q u e se d i s t o r s i o n e n las ideas originales y es útil p a r a r e p a s a r las p u n t o s clave. u n p r o c e s o de redefinición e n el q u e se valida el beneficio s e c u n d a r i o q u e c o r r e s p o n d e a la i n t e n c i ó n de u n c o m p o r t a m i e n t o d e t e r m i n a d o . Ver Linea d e l orientation in tiempo. acontecimientos y posesiones. U n r e s u m e n m u y preciso. Tomar u n a afirmación y d a r l e o t r o s e n t i d o .Linguistic ca ( P N L ) Programming Proceso de creación d e m o d e l o s de excelencia h u m a n a .374 EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Recapitulación Baktracking 375 hallará a u t o m á t i c a m e n t e d i s p o n i b l e . Habilidad m u y útil para resumir. PsychogeoVer D i s p o s i c i ó n . dirigiendo la a t e n c i ó n a otra parte d e s u contenido mediante la p r e g u n t a : «¿Qué otra cosa podría significar esto?» C a m b i a r el c o n t e x t o de u n a afirmación p a r a darle o t r o s e n t i d o . Programación NeuroN e u r o l i n g ü í s t i . e s t a d o s . c a d a vez q u e se p r e s e n t e este c o n t e x t o futuro. m a n t e n e r la s i n t o n í a y c o n s o l i d a r el compromiso.

Todos nuestros pensamientos y sentations sensaciones. Prestar atención a determinados aspectos de la interacción. Ver también Objetivo. Seguir múltiples pistas Muititracfeing Relación Rapport Representación Representation Codificación o almacenamiento en la mente de la información basada en los sentidos. Toda resistencia existe únicamente en virtud de un empuje continuado en la dirección contraria. Proceso espontáneo de comunicación.376 Reflejar EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación Seguir la pista Tracking 377 Mirroring Colocarse en la posición de otra persona para sintonizar con ella.. La sintonía se presenta cuando se refleja o se comparte el comportamiento de otra persona en una diversidad de niveles. Ver Dar un salto. y lo que éste obtendría de cada respuesta posible.. Puede hacerse de modo consciente o. Un objetivo. La consecuencia lógica del proceso de obtención de un objetivo. Synesthesia Resultado Outcome Enlace automático entre un sentido y otro. sonidos. los niveles de interés de la misma para el resto del grupo. La capacidad para atender a muchas variables a la vez. que cumple las Condiciones de Buena Formación del logro de objetivos. Resisíemce Cualquier obstáculo para la comprensión o la acción. por ejemplo. Ver Acompañamiento. combinados con imágenes. El estado correspondiente a encontrarse en la misma «longitud de onda» que otra persona. Ver Sintonía. inconsciente. Una de las cuatro principales posiciones perceptivas. Por ejemplo. a estar «sintonizado» con ella. ¡antes de abrir la boca! Ver o experimentar un acontecimiento desde la perspectiva y la experiencia de la persona con la que estamos interactuando. deseo o sueño. su tono de voz y Sintonía Rapport Saltar Seguimiento Overlap Pacing . Reflejo cruzado Cross over mirroring Corresponder al lenguaje corporal de otra persona con movimientos de otro tipo. sabores. su lenguaje corporal. Representaciones internas Interncü repre. ante una pregunta. olores y sensaciones. Todo ello. Segunda Posición Second Position Resistencia Signos / Señales de acceso / exploración Sinestesia Accessing cues Ver Claves de acceso. Patrones de información que creamos y almacenamos en nuestra mente. igualando sus palabras. marcar con el pie el ritmo de su lenguaje. Ver Posición perceptiva. el tiempo disponible para responderla. evaluar qué es lo que realmente quiere el que la formula. con la práctica.

etc. Sistémico Systemic Relativo a los sistemas. Ejemplo: En la modalidad visual. Submodalities provocarán automáticamente cambios en las restantes submodalidades. al ser modificadas. Cinestésica (sensaciones corporales). Proceso natural de emular y alinearse con otra persona. en lugar de «Dígame X». Las personas orientadas al detalle utilizan «pequeñas porciones». Olfativa (olfato) y Gustativa (gusto). Substantivos que no especifican a qué o a quién se refieren. enfoque. Substantivos L7nespeci/ied inespecificados nouns Tamaño de la porción Chunfe Size Suavizadores Softeners . Sistemas de Representador! Sentidos internos. antes que la relación lineal de causa y efecto. brillo. dimensión. Unconscious Submodalities Ver Inconsciente. de ahí la extensión de los números de teléfono. Submodalidades Sistema director Lead system Sistema repre. Patrones lingüísticos destinados a amortiguar el impacto de una afirmación o de una pregunta directa. que contempla las relaciones y las consecuencias en el tiempo y en el espacio. Capacidad para generar respuestas de otra persona. George Miller estableció que los seres humanos estaban capacitados para manejar simultáneamente 7 ± 2 fragmentos de información. Los componentes que forman una modalidad sensorial. Constituye la base de la influencia. Cantidad de información o nivel de especificidad considerado en cada momento. En PNL existen cinco sistemas de representación principales: Visual (vista). Subconsciente Sintonizar Rapport slablishing «¿Podría Vd. Se denominan de representación. por ser las formas en que el cerebro humano representa los recuerdos e ideas. lo hacen mediante «grandes porciones». Auditiva (oído).. las Submodalidades incluirán movimiento. color.La Modalidad Sensorial más desarrollada y utilizada por una sentacional pre. Ver Patrón de Substitución. Aquellas que en cambio piensan en términos generales.Preferred Re.presentational persona. ven la gran panorámica. Las unidades estructurales más pequeñas de nuestros pensamientos. Cualidades de nuestras representaciones internas. utilizando un tono de voz suave o una introducción como: Submodalidades críticas Critical Aquellas que. Sistema representacional que está recabando información para traspasarla a la consciencia. la forma en que representación al systems pensamos. decirme X?». PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades deformación 379 acompañando sus valores y creencias. Distinciones y matices. dentro de cada sistema representativo. para pensar ferido System conscientemente y organizar su experiencia.378 El.

El proceso no queda especificado. Sesión de comentarios y preguntas después de realizar un ejercicio. La proyección mental del camino futuro que te conduce al cumplimiento de la Misión. Tratamiento de Exercices los ejercicios processing Verbos Unespecified inespecificados verbs Vincular Triple descripción Triple dcscription Linfeing Visión Vission Utilización Ufilisaíion La habilidad de aprovechar cualquier comportamiento o incidencia. con el fin de poner de. Ver Criterios.380 Tercera Posición EL PODER DE LA PALABRA Glosario de PNL y de habilidades de formación Variedad requerida Requisite Varíety 381 Third Position Ver o experimentar un acontecimiento como un observador externo al mismo. mediante pocos estímulos. La teoría de sistemas postula que el elemento de un sistema dotado de la mayor flexibilidad de comportamiento. Generador de nuevo comportamiento y Programación futura. Los estados o experiencias que nos importan. Verbos cuyo adverbio ha sido eliminado y que no especifican cómo se realizó la acción. Lo que es importante para nosotros.Map of reality Ver Mapa de la realidad y Modelo del lidad mundo. con un foco de atención dirigido al interior. así como de los Resultados producidos por ella. Trance Estado alterado. será el elemento que controle el sistema. Constituyen uno de los niveles lógicos. Segunda y finalmente Tercera Posición. Valores Valúes Visión de la rea. Valores equivalentes Valué equivalents Visualización Visuaiizaíion . La película mental de cómo alcanzarás tu Misión. Proceso por el que percibimos la experiencia a través de las posiciones I . Ver también Estrategia. Se averiguan preguntando: «¿Qué es importante para ti?» Las reglas de cumplimiento para qu se cumplan los valores. a a Trance Capacidad de flexibilidad de pensamiento y conducta. 2" y 3 . Lo que tiene que suceder para que i valores sean satisfechos. Proceso de ver imágenes en nuestra mente. Lo que impulsa nuestros actos. o visión del mundo Visual Visual Relativo a la Modalidad Sensorial de la vista. Ver Posición perceptiva. con el fin de dotar de continuidad a la misma. Explicitar las conexiones entre las distintas parles de la comunicación al pasar de una a la siguiente. Considerar una experiencia desde las tres posiciones perceptivas básicas: Primera. para favorecer los objetivos de la formación. relieve los distintos aspectos del aprendizaje.

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