A GRANDE INVOCAÇÂO

Desde o ponto de Luz na Mente de Deus, Que se ilumine a mente dos homens, Que a Luz desça sobre a Terra. Que aflua Amor aos corações dos homens, Desde a fonte de Amor no Coração de Deus, Que Cristo retorne à Terra. Que a vontade pequena dos homens se guie Pelo Propósito que os Mestres conhecem e a que servem. Assim será compreendida a Vontade de Deus. Que se realize o Plano de Luz e de Amor, Ressurgindo do íntimo da própria humanidade. Assim fique selada a porta donde provém o mal. Que a Luz, o Amor e o Poder da Vontade, Pelo esforço consciente da raça dos homens se conjuguem E restabeleçam o Plano de Deus na Terra.

Estamos no limiar da Era de Aquário. Os próximos 2.160 anos serão regidos pelo 7º raio, o raio da Magia Cerimonial, da Organização, da fusão entre Espírito e Matéria, as duas faces do UNO ABSOLUTO INFINITO. Nesta era que se avizinha, o 7º raio também terá um importante papel na escalada evolutiva da Humanidade: unir a mente concreta, expressão maior da 5a. raça raiz, com a mente abstrata, portal de entrada para a Tríade Superior, para o Reino das Almas, o Reino dos Seres Libertos: nossos amados Mestres de Sabedoria e Compaixão. Para entendermos o desafio que se coloca à frente de nossa raça raiz, teremos que estar conscientes de que a mente concreta, analítica, discriminadora, compartimentalizada, deverá reunir, fundir, sintetizar e abstrair o conhecimento, transformando-o em sabedoria. O mundo da Magia Ritualística deverá ceder lugar ao mundo da Magia Significativa , onde o homem trabalhará com energias, qualidades e significados diretamente, num trabalho mais interior, produzindo resultados exteriores mais eficientes e precisos. O objetivo da Magia será então a transformação do homem, a construção do Templo Sagrado, para
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ALICE!BAILEY!

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manifestação plena de seu Espírito, sua Luz Interior, seu Cristo Interno, de modo que este planeta possa tornar -se uma Estrela de Liberdade, Amor e Compaixão.
http://www.ceomt.kit.net/estudos.html TRATADO SOBRE O FOGO CÓSMICO 001] Uma breve descrição do nosso Campo de Evolução

Quando o SER CÓSMICO, que exotericamentente é chamado DEUS e esotericamente é denominado LOGOS SOLAR, decidiu mudar o seu estado de ser, para dar mais um passo grandioso em sua escalada evolutiva cósmica e viver mais um ciclo de sua excelsa vida, ou seja, encarnar fisicamente, ELE organizou a matéria prima cósmica à sua disposição em sete diferentes tipos de átomos, variando em sete graus de densidade e conseqüentemente em sete níveis de freqüência (capacidade de vibrar) e de velocidade. Quanto mais sutil, maior energia, maior freqüência e maior velocidade, decaindo todas essas propriedades à medida que o átomo foi se tornando mais denso, até a nossa matéria física, na qual vivemo s e evoluímos, quando encarnados. A construção dos átomos de uma determinada densidade sempre é a partir dos átomos de uma densidade imediatamente menor, de tal forma que os átomos da nossa matéria física são formados por um aglomerado bem definido e organizado de átomos da matéria mais sutil, denominada matéria divina ou adi. De forma resumida e não detalhada, vamos descrever o processo de construção dos sete tipos de matéria, que constituem o palco da nossa evolução, neste grande ciclo. A descrição detalh ada ficará para mais tarde, mas no momento é necessário um pouco de conhecimento da estrutura da matéria, para a compreensão inicial do que seja o FOGO e seus processos de diferenciação e propagação. Inicialmente o nosso LOGOS SOLAR apropriou-se de uma quantidade que, embora não seja infinita, é todavia incomensuravelmente grande, de átomos colocados à sua disposição. Não vamos falar agora de QUEM dispôs esses átomos, para não complicar as coisas. Para se ter uma idéia do número que expressa essa quantidade , se pudermos imaginar o que seja um decilhão, o número 1 seguido de 33 zeros, esse número é irrisório comparado com o número de átomos que o LOGOS SOLAR apropriou para si. É possível matematicamente estimar esse número. Após a apropriação, o LOGOS infundiu nesses átomos as suas três qualidades principais: VONTADE, na forma de inércia ou tamas, a capacidade de manter o modo de ser ou resistir à alteração, ATIVIDADE ou rajas, a capacidade de vibrar ou de se movimentar e RITMO ou AMOR, sattwa, a capacidade de vibrar de forma ritmada, harmoniosa e não desordenada. Essas três qualidades impostas aos átomos são chamadas gunas.
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A infusão das qualidades ou gunas nos átomos é feita por um ato de Vontade do LOGOS. Nesse processo ELE dosou-as nas proporções aproximadas de 50%, 30% e 20%, havendo permutação delas, de tal forma que foram geradas 7 especializações denominadas de raio, porque o átomo responde preferencialmente à energia de seu raio. Por exemplo, o do 1º raio tem 50% de tamas, 30% de sattwa e 20% de rajas. Essa diferenciação, entre muitas outras aplicações, é que permite a transferência das 3 energias (FOGOS) básicas de uma modalidade da matéria para outra, como também a excitação dos átomos diretamente pela MÔNADA. Essa matéria inicial é chamada plano adi ou divino. Em seguida o LOGOS agrupou uma quantidade definida desses átomos em 6 diferentes modalidades. Cada partícula da 1ª modalidade continha um determinado número de átomos, dispostos numa certa geometria e mantendo entre si um relacionamento energético precisamente calculado. Em conseqüência desse agrupamento de átomos, a capacidade de vibrar e a velocidade dessas partículas ficaram reduzidas. Essa limitação de capacidade chama-se Tamatra, que quer dizer a medida d'AQUELE. Essa modalidade chamou-se sub-plano sub-atômico ou 2º sub-plano, sendo o sub -plano atômico ou 1ºsub-plano o conjunto dos átomos livres. Depois o LOGOS reuniu aglomerados dessas partículas, também em geometria definida, número determinado e certa relação energética entre si e assim construiu a 2ª modalidade, de maior densidade, denominada 3º sub plano. Sucessivamente ELE organizou as demais modalidades, até concluir o 7º sub plano, o mais denso, constituído de partículas ou moléculas com maior número de átomos. Dessa forma passaram a existir sete divisões ou sub-planos da matéria do plano divino ou adi As moléculas dos sub-planos abaixo do atômico também estão divididas entre os 7 raios, conforme a preponderância de átomos desse ou daquele raio. Em seguida o LOGOS, usando átomos adi em grupos de 70, provocou vórtices na matéria do 7º sub-plano adi, qualificou esses vórtices, sempre levando em conta os 7 raios e assim construiu os átomos da matéria chamada monádica ou anupadaka . Pelo mesmo processo empregado na construção das 6 divisões ou sub-planos da matéria adi, ELE organizou 6 divisões da matéria monádica, passando a existir também sete divisões ou sub -planos, com as mesmas denominações da matéria adi. Dessa forma ficou constituído o plano monádico ou anupadaka . Assim, por essa técnica, foram construídas as matérias dos planos espiritual ou átmico, intuicional ou búdico, mental, emocional ou astral e físico, todos com 7 divisões ou sub-planos, sempre utilizando 70 átomos do plano imediatamente menos denso, pela provocação de vórtices na matéria do 7º sub-plano, para formação do átomo do plano mais denso seguinte.

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Qualquer que seja o átomo, sempre ele tem a forma espiralada, mais ou menos esférica, com uma pequena depressão na parte superior e uma pequena ponta na parte inferior. É de máxima relevância que fique bem clara a concepção das 7 divisões de átomos quanto à densidade como das 7 divisões quanto ao raio, totalizando 49 tipos de átomos. As partículas, que podemos chamar de moléculas, das divisões abaixo da atômica também obedecem à divisão segundo o raio. A classificação é de acordo com o número de átomos predominantes de um determinado raio, que constituem a molécula. Todos os átomos e moléculas de todas as divisões, desde a matéria adi até à matéria física, coexistem no mesmo espaço, estando todos eles ao nosso redor e nos interpenetrando, à semelhança dos neutrinos, essas partículas descobertas pelos físicos e intensamente pesquisadas e que nos atravessam continuamente aos milhões da cabeça aos pés, sem que sintamos a sua presença. Todavia as partículas mais sutis afetam as mais densas, no processo de transferência de energia. Assim como o fóton, que para os físicos é simultaneamente partícula e onda, ao entrar no elétron, energiza -o, fazendo com que ele aumente a velocidade e se liberte da atração do núcleo do átomo químico,também as partículas mais sutis transferem energia para as mais densas, penetrando nelas. Concluindo, temos agora uma visão sucinta do nosso campo de evolução. Pelo relacionamento com esse campo, em todas as modalidades de matéria, através dos sentidos, mecanismos de entrada das informações e do conhecimento na nossa consciência e dos mecanismos de ação, que permitem a saída das informações que a nossa consciência engendrou, atuamos no meio exterior e somos por ele atuados. Para todas as modalidades de matéria existe um corpo ou veículo para esse relacionamento. Pela distribuição das partículas constituintes dos nossos veículos físico -etérico, astral e mental inferior, segundo a densidade e o raio, em conseqüênci a da imensa quantidade de interações e reações entre si e com as energias exteriores, é que a nossa personalidade é definida. A atuação da MÔNADA via Alma, ao longo das muitas encarnações e experiências, vai controlando esses corpos, substituindo as partículas mais densas pelas mais sutis e ampliando as qualidades dos raios. Eis o objetivo do processo evolutivo: o domínio total de todos os planos, sub-plano a sub-plano, para que a Mônada possa expressar toda a sua divindade em qualquer plano. Pelo controle completo dos nossos veículos chegaremos ao controle completo do meio exterior. A sentença ³CONHECE-TE A TI MESMO´ deve ser acrescida de ³DOMINA-TE A TI MESMO´.

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Pela constituição dos átomos e moléculas dos planos, todos formados por átomos divinos, vemos, racionalmente, que DEUS está realmente em nós e em tudo o que existe materialmente, deixando de ser uma simples questão de fé cega, mas sim de certeza científica e lógica.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fogo Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 1-JAN-2002

[002] Deus, O Uno Absoluto Infinito Mestre Tibetano, no livro Tratado sobre Fogo Cósmico, escrito pela Sra. Alice A. Bailey, na página 972, diz textualmente: ³O Espírito e a matéria nunca estão dissociados durante a manifestação; constituem a dualidade que está por trás de todo o objetivo. Sem embargo algum fator é responsável por ela - aquele que não é Espírito nem matéria, considerado como inexistente por todos, exceto pelo iniciado. Na 3ª iniciação, o iniciado tem um lampejo de luz a respeito desta abstração e quando recebe a 5ª iniciação terá captado bastant e para permitir-lhe dedicar-se com afinco a desvendar seu segredo´. Como já tinha dúvidas a respeito da dualidade Espírito -matéria e nunca aceitei a idéia de que DEUS é apenas Espírito, muito menos o DEUS dos religiosos, passei a meditar profundamente nas informações do Mestre Tibetano. Cheguei então a uma conclusão, que passo a descrever. Inicialmente determinadas premissas devem ser estabelecidas. 1. DEUS é infinito e, pelo princípio matemático da unicidade do infinito, é único e uno, sendo portanto absoluto . 2. Sendo infinito, nada por ser criado, na acepção de haver surgido do nada, simplesmente porque se algo fosse criado num dado instante, no instante imediatamente anterior esse algo não existia, o que é um absurdo, porque negaria a infinitude de DEUS, pois faltava esse algo a ELE. 3. No infinito não existem os conceitos de espaço e de tempo, pois, sendo DEUS infinito, é onipresente, logo para ELE não há distância, não havendo distância, não há espaço nem tempo. 4. Como não pode haver vazio em DEUS, ELE tem a prop riedade da continuidade. Todas as possibilidades de estados de ser existem em DEUS, ao infinito. Nada mais pode ser criado, em decorrência desse fato. Esses estados de ser existem NELE ao infinito e simultaneamente, uma vez que para ELE não existe o tempo. Em decorrência desse raciocínio, o que é chamado manifestação ou criação de DEUS, na realidade é o conjunto de estados de ser DELE, não existindo nem criação no sentido de haver surgido do nada, nem manifestação no sentido de exteriorização, porque ELE nã o pode sair de Si Mesmo, o que seria um absurdo.
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Assim, Espírito ou Mônada e matéria são dois estados de ser, opostos, de DEUS, ou seja, Mônada é DEUS e matéria é DEUS, em estados de ser diferenciados e simultâneos. Há também um terceiro estado de ser, cha mado consciência, resultante do relacionamento entre Mônada e matéria. DEUS no estado de ser como Mônada possui consciência de individualidade, ou seja, autoconsciência e como matéria, apenas consciência. Isto significa que ELE, como Mônada, considera -se finito e com poderes limitados. Como existe diferenciação (Mônada e matéria), para a Mônada existe tempo e espaço, como estados de consciência, decorrentes do relacionamento com a matéria, uma vez que há referencial para espaço e tempo. DEUS possui infinitos estados de ser como Mônadas bem como infinitos estados de ser como matéria. Percebem aí, claramente, a trindade de DEUS: Mônada, o Pai, a Vontade matéria, a Atividade Inteligente - consciência, o Filho, o Cristo, o AmorSabedoria, gerado pela relação M ônada (Pai) -matéria (Mãe). DEUS, no estado de ser como Mônada, repete o processo de assumir estados de ser como Mônada e matéria, sendo que essas Mônadas, sub -estados de ser da Mônada Pai,acham-se mais limitadas e com poderes mais reduzidos. Assim, o processo de Mônadas, sub-estados de ser, adquiriremsub -estados de ser cada vez mais limitados e com poderes cada vez mais reduzidos, prossegue até chegar ao nosso Logos Cósmico, nosso Logos Solar e nós, Mônadas humanas e às Mônadas Dévicas. Por esse raciocínio, todo ser humano encarnado, é um estado de ser de DEUS, em um número incomensuravelmente grande de divisões de estados de ser. Todas as Mônadas humanas, encarnadas ou não, qualquer que seja o nível de evolução, de um santo ou de um criminoso, sem exceção, são o Logos Solar, em um número imenso de estados de ser e tendo a autoconsciência de individualidade, que é conferida ao estado de ser chamado Alma, por ocasião do processo de individualização, na 3ª sub -raça da raça Lemuriana, conforme o Mestre Tibetano descreve no livro Tratado sobre Fogo Cósmico, página 570. Podemos ter uma idéia mais clara do que seja estado de ser, analisando as propriedades da água em seus estados sólido, líquido e gasoso. No estado sólido, a água é dura. No estado líquido ela é fluida e adquire a forma do recipiente que a contém. No estado gasoso, o de maior liberdade para a água, ela é dinâmica, exerce pressão sobre as paredes do recipiente que a contém e pode executar trabalho, como nas turbinas geradoras de eletricidade e nos navios. As propriedades são diferentes, mas sempre será a mesma água. Estando bem caracterizado, por lógica e raciocínio puros, que tudo é DEUS em infinitos estados de ser, vamos começar a estudar a matéria. É consenso entre os físicos que há fundamentalmente dois tipos de partículas: os férmions, que constituem a chamada matéria densa, como elétrons, prótons, nêutrons e quarks e os portadores de energia, chamados bósons, como os fótons e os glúons. Mas quem é responsável pela energização dos bósons, quem fornece a sua energia. Sabemos que cada bóson ou fóton tem um quantum de energia, mas de onde vem essa energia? Fica evidente que os bósons são relacionadores. Logo eles fazem o trabalho do Filho ou do Cristo, sob o ponto de vista maior do estado de ser de DEUS como matéria. Como o Cristo relaciona a Mônada com a matéria, em
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muitíssimas relações, deduzo que quem fornece a energia para os bósons é a Mônada. No caso do nosso mundo fenomênico, é a Mônada do nosso Logos Solar. Dessa forma chegamos ao assunto Fogo, tema principal do Mestre Tibetano no livro Tratado sobre Fogo Cósmico. No próximo estudo prosseguirei com esse tema. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fogo Cósmico, do Mes tre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 6-NOV-2002

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Os Fogos que alimentam e mantêm nossos corpos, densos e sutis, a natureza e todo o mundo fenomênico, objetivo e subjetivo ± Parte 1 Dentro da nossa linha de visão do UNO ABSOLUTO INFINITO, DEUS, vamos entrar agora numa área que o Mestre Tibetano considera de suma importância não só para um entendimento mais claro e coerente do que ocorre em nosso entorno e dentro de nós como em todos os níveis onde a vida se manifesta, desde o mais denso até os mais sutis. A conceituação de objetivo e subjetivo é muito relativa. Para nós, encarnados num corpo denso e a consciência enfocada no cérebro físico, dependendo de informações captadas pelos sentidos e do bom funcionamento dos nossos neurônios, os mundos mais sutis que o físico são denominados subjetivos. Todavia quando estamos atuando e vivenciando no mundo astral, utilizando o corpo astral, em relacionamento com a matéria astral, o mundo astral é tão objetivo como o nosso físico. O mesmo pode -se afirmar do mundo mental concreto, do mental superior ou causal. Quando recebermos a 4ª Iniciação, a da Renúncia, a 2ª Solar, viveremos e agiremos no mundo búdi co ou intuicional de uma forma tão objetiva quanto agora vivemos e agimos no mundo físico, sendo lógico que os modos de vida e de ação serão bem diferentes, com mais intensidade de vida, mais precisão de ação, mais clareza e abrangência na utilização dos sentidos, enfim, vivendo uma vida mais plena e abundante, conforme disse o Sr. CRISTO, quando, em corpo físico, ensinou à humanidade. Para cada mundo de matéria, por mais sutil que ela seja, como o átmico, o monádico, o adi ou divino etc., sempre haverá um corpo ou envoltura constituído de matéria daquele mundo que será utilizado pela Mônada para adquirir consciência desse mundo, cada vez com maior intensidade de vida, embora essa simples expressão não consiga traduzir a verdadeira realidade. Na medida de recebimento das iniciações, o homem vai conquistando esses mundos sutis e superiores. Sabemos que as iniciações são conquistadas pelo esforço pessoal de cada um, por isso é dito que o Iniciado se faz ou o Iniciado já é Iniciado. Oportunamente falaremos com mais detalhes sobre o processo

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iniciático e sua suprema importância. Para fins de simplificar e facilitar o entendimento, vamos explicar os 3 Fogos, considerando apenas o chamado mundo físico cósmico, corpo de expressão física cósmica do nosso LOGOS SOLAR, que é o nosso DEUS, uma vez que todos nós, sem exceção, homens e devas, somos Centelhas da DIVINA CHAMA MAIOR e estamos imersos em sua DIVINA CONSCIÊNCIA, da qual nunca nos afastamos, muito embora o mundo fenomênico e a grande deficiência de nossos sentidos bem como a falta de conhecimento nos apresentem uma visão muitíssimo distorcida e irreal. Resumindo e concluindo, ao homem estão reservadas VIDAS CADA VEZ MAIS GLORIOSAS, ATUANTES E DE INTENSA COLABORAÇÃO DENTRO DA VIDA DO NOSSO LOGOS SOLAR, bastando que ele adquira os conhecimentos necessários e faça o devido esforço aplicando esses conhecimentos, que nos foram dados pelo nosso Mestre Tibetano, de uma forma mais clara e direta, pois ELE escolheu a tarefa de ajudar e orientar a humanidade, através da Sra. Alice A. Bailey. O que o Mestre quer é que entendamos o que ELE ensina, saibamos explicar com nossas próprias palavras e apliquemos no dia a dia. Tanto no livro Tratado sobre Fuego Cósmico como em Los Rayos e las Iniciaciones Mestre Tibetano descreve os estados de consciência e as atividades e responsabilidades que estão reservadas aos iniciados e conseqüentemente a todo ser humano que faça os devidos esforços. É um futuro muito grandioso e não um eterno³adorar´ a DEUS, como se ELE necessitasse de adorador es, sabendo que tudo o que nós chamamos criação é ELE em infinitos estados de ser. As religiões é que criaram essa visão distorcida da vida futura, porque estabeleceram um conceito de DEUS de forma humana, antropomorfo e fora do que chamam criação. Após essas considerações, vamos ao tema dos Fogos. Iremos estudá-los a partir do mundo adi ou divino, que, como sabemos, é a primeira divisão (que no esoterismo é chamado sub -plano) e a mais sutil do mundo físico cósmico (também chamado plano). Quando o nosso LOGOS SOLAR decide iniciar um novo ciclo cósmico de experiências em mundos mais densos, a primeira tarefa é construir seu corpo de expressão e relacionamento com a matéria cósmica mais densa. Nós, igualmente, quando como Almas decidimos avançar mais uma etapa de experiências, construímos nosso corpo físico-etérico, para entrarmos em contato com a matéria física, etérica e densa. Vimos que nessa etapa o LOGOS já está diferenciado em si mesmo em 3 estados de ser, chamados aspectos no esoterismo: Vontade, Pai, - Amor / Sabedoria (Filho) - Inteligência Ativa (Espírito Santo). Esse último aspecto se subdivide em 4 estados de ser denominados: Harmonia pelo Conflito, Conhecimento Concreto, Devoção / Idealismo Abstrato e Organização / Ordem / Ritual. Tudo isto, para o nosso ponto de vista, está ocorrendo no mundo adi ou divino. Para o ponto de vista do LOGOS a visão é bem diferente.

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Para adquirir e viver novas experiências o LOGOS tem de se relacionar com a matéria do mundo adi. Aqui é muito importante realçar os relacio namentos do LOGOS. Para tanto vamos usar a lei da analogia, tão utilizada pelo Mestre Tibetano. Nós, seres humanos, quando encarnados, nos relacionamos com a matéria que constitui as células do nosso corpo físico e com os órgãos como organizações, tudo interiorizado. Vamos esquecer por agora os relacionamentos com o corpo astral ou emocional, para não complicar o entendimento. Há também os relacionamentos com a matéria exterior ao nosso corpo, para os quais nós nos servimos dos sentidos. chamados jnanaindriyas, para captação de informações e ainda a ação que exercemos não só em relação a nós mesmos como em relação ao meio exterior, através dos mecanismos de ação, chamados carmaindriyas. Da mesma forma e considerando as devidas diferenças quanto à amplitude e à qualidade do nível cósmico de atuação, o LOGOS relaciona -se com o seu corpo de expressão, no qual nós estamos inseridos e com o ambiente exterior cósmico. O relacionamento do LOGOS com seus pares é assunto para outra ocasião. Como o LOGOS tem 3 estados de ser principais, Vontade, Amor-Sabedoria e Inteligência Ativa (que abrange o aspecto Mente ou Manas e a matéria), em sua ação não só em relação a seu corpo físico cósmico como em relação ao meio exterior, ELE utiliza 3 tipos de energia, que chamaremos Fo gos. Neste estudo trataremos apenas desses Fogos dentro do seu corpo. Cada Fogo está ligado a cada estado de ser. O Fogo Elétrico éresultado da ação da Vontade, que é por excelência a natureza da MÔNADA LOGOICA. O Fogo Solar éresultado da ação do Amor -Sabedoria, que atua predominantemente em relacionar, correlacionar, unir, juntar, agrupar, manter os grupos coesos. O Fogo por Fricção ou da Matéria é conseqüência da Inteligência Ativa e vitaliza todos osátomos de todos os tipos de matéria. Em termos de linguagem oriental, o Fogo Elétrico é resultado da ação de Shiva, o Solar da ação de Vishnu e o de Fricção da ação de Brahma. Mestre Tibetano utiliza as seguintes expressões: Fogo do Raio Primordial da Matéria Ativa Inteligente, Fogo do Raio Divino de Amor -Sabedoria e Fogo do Raio Cósmico da Vontade Inteligente. Como a Vontade do LOGOS se manifesta no mundo mental cósmico, o Mestre também chama esse Fogo de Fogo do plano (mundo) mental cósmico. Com referência ao nível de perfeição e eficiência alcançados por ess es Fogos, o mais desenvolvido é o do Raio Primordial da Matéria Inteligente. Istoé devido ao fato de o nosso LOGOS o ter utilizado muito no sistema solar anterior ao atual, no qual a sua meta era desenvolvê -lo ao máximo. É bom que saibamos que em cada encarnação do LOGOS, que é um sistema solar, ELE sempre tem um propósito ou meta. No atual a meta é desenvolver ao máximo o Fogo do Raio Divino do Amor-Sabedoria, o que ELE está fazendo utilizando principalmente o Raio Primordial da Matéria Inteligente, embora ELE também faça uso do Raio Cósmico da Vontade Inteligente. O Raio Cósmico da Vontade Inteligente, o Fogo Elétrico, é o que distingue
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nosso LOGOS dos demais LOGOS, é a sua principal característica e indica o lugar que lhe corresponde na evolução cósmica. Neste atual sistema solar ELE não está preocupado em acelerar muito esse Fogo. Sua meta agora é o Raio Divino do Amor-Sabedoria. No próximo sistema, ELE aperfeiçoaráo Raio Cósmico da Vontade Inteligente e nós, Mônadas humanas bem como as Dévicas, iremos viver novas experiências sob condições no momento inimagináveis, por faltarem termos de referência. Se raciocinarmos em termos de efeitos no mundo fenomênico, podemos fazer o seguinte resumo para melhor compreensão:
1-Atividade manifestação animadora da matéria fogo por fricção fogo solar

2-magnetismo manifestação animadora da forma 3-vitaliadade

manifestação animadora da existência fogo elétrico

Chamamos a atenção para o fato de que o magnetismo aqui citado não tem o significado comumente aceito, mas é a capacidade atrativa e repulsiva no sentido mais abrangente. Fogo por fricção: energia animando os átomos da matéria do sistema solar e resulta em: 
 

a forma esférica de toda a manifestação o calor inato de todos os átomos diferenciação dos átomos entre si.

Fogo solar: energia animando as formas ou conglomerados deátomos, resultando em: 
 

os grupos coerentes a irradiação de todos os grupos ou a interação magnética (atrativa e repulsiva) de tais grupos a síntese da forma

Fogo elétrico: é energia que se ex pressa e atua como vitalidade ou vontade de ser de alguma Entidade e resulta em: 
 

Ser Abstrato obscuridade unidade

Todas essas definições serão devidamente esclarecidas, inclusive com exemplos. Passemos agora a uma conceituação um pouco mais profunda e detalhada, sem esgotar o assunto sobre os fogos. Estamos vendo que os 3 fogos são resultados da ação dos 3 estados de ser principais do LOGOS: o mundo visível e tangível - fogo por fricção - o mundo da consciência e relacionamento por excelência como o das Almas - fogo solar - o mundo das Mônadas ou Espíritos
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(Espíritos no sentido esotérico), onde a vontade realmente atua - fogo elétrico. Essas 3 energias ou fogos tem comportamentos diferentes conforme a matéria onde atuam, ou seja, os fenômenos que produzem d iferem de acordo com o tipo de átomo no qual agem. Todos os 3 fogos, qualquer que seja a matéria onde atuam, se subdividem em 3, da seguinte forma:
Fogo por fricção: por fricção Fogo solar: Fogo elétrico por fricção por fricção solar solar solar elétrico elétrico elétrico

Essa subdivisão tríplice observa-se em toda a manifestação, inclusive no ser humano. O fogo por fricção, também chamado fogo interno, atua de 2 modos: 

como calor latente, causa do movimento de rotação e da forma esférica de todos os átomos e de toda existência, até o sistema solar, visto como um grande átomo cósmico, prosseguindo para outros universos maiores; como calor ativo, que produz a atividade e impulsiona progressivamente toda a matéria para atender seu plano de evolução e ad equação às necessidades da Mônada. Por exemplo, a semente no interior da terra, brota por ação do calor latente e se desenvolve para transformar -se em árvore pela ação do calor ativo. Essas 2 ações ocorrem em todos os seres vivos. O conhecimento detalhado desses 2 modos do fogo interno e de mais um terceiro modo, que será explicado e detalhado posteriormente, será de grande valia na manutenção da saúde humana. 

Aqui vamos fazer uma parada, para que as informações fornecidas sejam devidamente meditadas e assimiladas. Estaremos à disposição para esclarecer as dúvidas. Continuaremos dentro de 10 dias.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 9-JAN-2003

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Os Fogos que alimentam e mantêm nossos corpos, densos e sutis, a natureza e todo o mundo fenomênico, objetivo e subjetivo ± Parte 2 Vimos no final do último estudo que o fogo por fricção manifesta -se de 2 formas, latente e ativo. Existe uma terceira forma, que estudaremos quando tratarmos da ação dos fogos nas envolturas ou corpos de expressão. É muito importante que fixemos muito claramente em nossas mentes, dentro do assunto fogos, a ação dos Devas (chamados Anjos em algumas religiões). Mestre Tibetano afirma que sem Eles não existiríamos. São Eles os incontá veis e incansáveis agentes realizadores do Plano Divino, no que toca aos veículos de manifestação. Eles exercem um papel de alta relevância na operação dos fogos. O modo de evolução dos Devas é diferente do dos homens, mas todos são manifestações de Mônadas, havendo portanto Mônadas dévicas e Mônadas humanas, como também todas são centelhas da Divina Chama Maior, a Grande Mônada, o nosso LOGOS SOLAR. Os Devas estão organizados em uma hierarquia muito bem definida, na qual os cargos são conquistados por mérito.É questão de gratidão reconhecer cotidianamente o esforço e trabalho que os nossos amados irmão Devas fazem pela nossa evolução. Antes de passarmos ao Fogo Solar ou da Mente, vamos discorrer mais um pouco sobre o Fogo por Fricção, no nível do LOGOS SOLA R. Os dois tipos de fogo por fricção do Logos atuam inicialmente no mundo adi ou divino, que é o primeiro e o mais sutil das 7 divisões ou sub -planos do corpo físico cósmico do LOGOS SOLAR, correspondente ao atômico, como também é o de maior energia e freqüência vibratória. Ali, a ação dos 2 fogos por fricção, o latente e o ativo, na matéria adi, provoca nela um movimento vibratório de tal intensidade que o Mestre Tibetano descreve através da expressão: mar de fogo. Para nós humanos esse mundo é o mais elevado e só será conquistado após a sétima iniciação planetária, que é a quinta solar e a primeira de Sírius ou Cósmica. É a partir do mundo adi, através do processo de penetração de átomos adi em átomos dos mundos inferiores ao adi, que os fogos atingem a ma téria desses mundos, até chegarem a nós e ao nosso mundo fenomênico. O processo técnico dessa transferência de energia ou fogo de um mundo ou plano para outro não está no escopo deste estudo. Podemos apenas dizer que o processo é semelhante à penetração de um fóton em um elétron, energizando -o, como também à ação dos bósons e glúons atuando nos quarks, fatos esses do conhecimento do mundo científico e objeto de pesquisa dos físicos que trabalham nos grandes aceleradores de partículas. Quando esses fogos ou energias, passando de átomo para átomo de cada mundo, chegam ao nosso mundo tangível e visível, é que ocorrem os fenômenos da natureza, como por exemplo os vulcões e os raios atmosféricos. Com referência aos raios atmosféricos, que resultam da ação do fogo por fricção no aspecto elétrico e proveniente do centro do nosso sol, a ciência tem feito estudos bastante profundos a seu respeito e, quando tratarmos desse fogo, apresentaremos um desses estudos. O fogo solar, Fogo da Mente, como diz o Mestre Tibetano, estabelece o
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relacionamento entre a Mônada e a matéria, sendo por isso a base da consciência. O Mestre afirma ainda que o Fogo da Mente é a soma total da existência. A conhecida frase de René Descartes: ³Cogito, ergo sum´, ´Penso, logo existo³, contém uma grande verdade, embora alguns cientistas modernos não tenham entendido e por isso distorceram esse conceito. Isto vale tanto para o homem como para o LOGOS SOLAR e para os Logos Planetários. Lembramos que o nosso mundo ou plano mental é uma divisão do corp o físico cósmico do LOGOS SOLAR e corresponde ao estado gasoso da física. Portanto o que para nós é subjetivo, para o Logos é matéria e objetivo. Obviamente o LOGOS SOLAR tem um corpo mental cósmico, mas esse assunto é muito complexo para o nosso início. Mais tarde, talvez, possamos falar desse assunto. O Fogo da Mente também se manifesta como expressão ativa do pensamento, através dos Elementais do Fogo, do reino dévico, que, em sua essência, constituem esse fogo. Exemplificando, quando pensamos, a nossa A lma gera o pensamento, pela atividade do aspecto Mente ou Manas (o 3º aspecto da Alma), atuando nessa fase o Fogo latente da Mente, mas logo em seguida a matéria mental que constitui o corpo mental da Alma, responde ao Fogo latente da Mente, iniciando-se então a movimentação e organização da forma mental. A atividade da Alma ao pensar é o fogo solar ou mental latente e a forma mental que responde é resultado do fogo ativo. Da mesma forma quando a Alma do LOGOS SOLAR pensa, Ela manipula Fogo Solar ou da Mente na forma latente, num nível cósmico e em seguida a matéria mental cósmica, que constitui o corpo mental cósmico do Logos, reage pela ação da forma ativa do Fogo Solar e entram em ação os grandes Devas do Fogo, num nível bem mais elevado. Vamos por alguns momentos nos restringir a dissertar sobre os 3 fogos atuando no homem tríplice, ou seja, Mônada, Alma e Personalidade. Aqui necessário se faz esclarecer o que seja Personalidade sob o ponto de vista esotérico. A Alma para se manifestar nos mundos ou planos mental inferior, astral e físico, servindo-se da unidade mental, do átomo astral permanente e do átomo físico permanente, leva a cabo a construção,com a ajuda dos Devas, dos corpos mental, astral e físico. A atuação conjunta desses 3 corpos e da capacidade de comandamento da Alma sobre esses corpos gera a Personalidade. Inicialmente temos o Fogo Vitalizador Interno ou Fogo por Fricção, que no homem encarnado chama-se kundalini , em sua dualidade: Calor latente, base da vida das células, de sua forma esféri ca, sua rotação e ajustamento com as outras células. Calor ativo ou prana (não é o prana solar ou planetário, que serão estudados mais tarde), que anima todo o corpo e é a força impulsionadora da forma evolucionante e mantém o corpo coeso como uma unidade. Ele se manifesta nos chamados 4 éteres, que são as subdivisões da matéria chamadas: atômica ou primeira, sub-atômica ou segunda, super-etérica ou terceira e etérica ou

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quarta bem como no estado gasoso. Essas duas modalidades do Fogo por Fricção constituem para a Mônada humana a vibração ou energia básica, que permite a Ela por se em contato com o mundo físico. É análoga ao Fogo de mesmo nome da Mônada do LOGOS SOLAR, que, como veremos mais adiante, vitaliza todo o sistema solar. Como estão percebendo, os Fogos energizantes originam-se na Mônada, quer Solar, quer humana, quer dévica, dentro de cada sistema respectivamente. A lei que rege esse fogo é a da Economia, numa sua sub divisão, a lei da Adaptação no fator tempo. Em seguida temos o Fogo da Mente ou Solar. Na forma latente, é a própria essência da Alma, cujo mecanismo é pouco conhecido, embora Mestre Tibetano explique com bastante clareza no Tratado sobre Fuego Cósmico. É regido pela lei da Atração. O efeito desse fogo é a atividade cíclica -espiral, que leva à expansão e ao retorno à Mônada. É aí que se manifesta a vontade inteligente, vinculando a Mônada a seu ponto de contato inferior, a personalidade. Deriva daí também os ciclos de nascimento e morte nos mundos inferiores, aquisição de experiências fí sicas, esforço para o domínio do mundo físico, término dos ciclos físico, astral e mental inferior e análise e assimilação no mundo causal, para posterior início de um novo ciclo numa espiral mais elevada, até à libertação total dos mundos inferiores na qu arta iniciação planetária e começo de um ciclo maior mais elevado. Como calor ativo, energizando as formas mentais construídas pela Alma, o verdadeiro Pensador. Em muito poucas pessoas encarnadas a Alma domina suficientemente os veículos inferiores e a personalidade para que, a partir do cérebro físico, Ela consiga manipular eficientemente o Fogo Solar na modalidade ativa, para energizar e vitalizar formas mentais. O verdadeiro Mago é aquele que já tem essa capacidade. Falta ainda falar sobre o Fogo Elétric o como energia da Mônada humana. Deixaremos esse assunto para o próximo estudo, que será publicado dentro de 10 dias. Estamos ao dispor para quaisquer esclarecimentos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.

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Os Fogos que alimentam e mantêm nossos corpos, densos e sutis, a natureza e todo o mundo fenomênico, objetivo e subjetivo ± Parte 3 No final do último estudo, prometemos falar sobre o Fogo Elétrico como energia da Mônada humana. Trataremos agora desse fogo, sem aprofundarmos muito, apenas o necessário para o entendimento do seu significado, sua atuação e seus efeitos, para o controle d a personalidade e
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assim acelerar o processo evolutivo dentro do Propósito do nosso Logos Solar, na parte que é do nosso conhecimento. Vamos antes elucidar a nossa linha de subordinação em relação a Seres Cósmicos. Como já foi dito, somos como Mônadas, centelhas da chama maior, a grande Mônada, o nosso Logos Solar, que na realidade é um estado de ser do Absoluto Infinito. O Logos Solar tem um propósito para este atual sistema solar, que Ele construiu justamente para realizar esse propósito. Para ajudarem-no nessa empreitada e ao mesmo tempo adquirirem experiência e conhecimento bem como evoluírem cosmicamente, Ele convocou 12 Seres Cósmicos, de menor hierarquia cósmica que Ele, chamados Logos Planetários. Sete são chamados Logos Sagrados, porque suas funções, atividades e responsabilidades constituem centros de força ou chacras principais, que são núcleos irradiadores de energias, que são de vital importância para o funcionamento correto de todo o sistema solar em diversos níveis. Os outros cinco são denominados não sagrados, mas também são núcleos de energias que produzem efeitos relevantes no sistema solar. Cada Logos Planetário tem sob sua responsabilidade e guarda um determinado número de Mônadas humanas e dévicas, velando portanto pela sua evolução. Em conseqüência nós, Mônadas humanas, estamos subordinados ao Logos Planetário do chamado esquema da terra, que não é sagrado no momento, embora sejamos centelhas da Mônada Solar. Esse Logos Planetário atualmente se faz representar na terra por uma Entidade proveniente do esquema de Vênus, que é sagrado, Entidade essa conhecida como SANAT KUMARA. Esses esclarecimentos foram necessários porque nós estamos sob a atuação dos fogos provenientes da Mônada Solar e da Mônada do Logos Planetário da terra. O Fogo Elétrico é a energia essencial da Mônada humana, que só pode atuar diretamente na matéria do mundo monádico. Mais tarde, pela evolução, ela poderá atuar e conquistar mundos mais elevados, porém só após ter dominado os cinco mundos inferiores ao monádico e este pró prio. Como o Fogo Elétrico é fundamentalmente o resultado da Vontade da Mônada ao atuar nos átomos monádicos e ela é tríplice, ou seja, vontade, amor sabedoria e mente (atividade inteligente), esse fogo elétrico se manifesta como elétrico/elétrico, elétrico/amor-sabedoria e elétrico/mente, ou falando de outra forma, elétrico/elétrico, elétrico/solar e elétrico/por fricção. Observem que a expressão mente ou atividade inteligente tem relação com a matéria, no

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sentido de que a mente ou a atividade inteligente expressa-se pela matéria. A vibração ou oscilação gerada pelo fogo elétrico nos átomos monádicos é a mais alta que a Mônada pode conseguir. Esse fogo está regido pela Lei da Síntese, que tende à fusão e é a causa do movimento progressivo do chamado Jiva evolucionante, que somos nós. Como o nosso Logos Solar, neste atual sistema solar, está interessado em desenvolver ao máximo a freqüência do aspecto amor -sabedoria, a vibração do aspecto vontade não é tão forte quanto a do amor -sabedoria. O Logos faz isso deliberadamente. Como o fogo elétrico é resultado da ação da vontade, a manifestação dupla desse fogo como fogo latente e fogo ativo não é atualmente bem clara, embora num futuro ainda distante possamos obter indícios. O objetivo do nosso processo evolutivo é fazer com que a freqüência da vibração da matéria animada pelo fogo por fricção da personalidade entre em sintonia com a freqüência da matéria mental animada pelo fogo solar da Alma e em seguida essas matérias sintonizadas se sintonizem com a matéria sup erior animada pelo fogo elétrico da Mônada. Então, quando todas essas matérias estiverem perfeitamente sintonizadas entre si, sem nenhum ponto de dissonância, será atingida a máxima freqüência e o Jiva evolucionante (nós) terá conseguido sua meta: ajustar corretamente a matéria ao Espírito e a Mônada estará liberta definitivamente da forma, que serviu apenas como instrumento de aprendizado e crescimento. Inicia-se então um outro ciclo muito mais grandioso e elevado de conquista. O processo de sintonia dos d iversos tipos de matéria que constituem os veículos do tríplice homem em evolução pode ser melhor entendido, se usarmos a analogia com dois aparelhos de todos conhecidos: o receptor de rádio e o de televisão. Em ambos existe, na entrada do equipamento, um circuito chamado sintonizador. É ele que permite ao ouvinte e ao telespectador ouvir a estação escolhida e assistir o canal selecionado. Essa sintonia baseia-se num fenômeno da eletrônica chamado batimento de freqüências ou heterodinagem. Quando duas freqü ências diferentes são injetadas num dispositivo que antigamente era a válvula termo -iônica e atualmente é o semicondutor, ocorre o surgimento de freqüências diferentes, mas que conservam a informação existente na freqüência portadora, que interessa. De todas elas somente uma é aproveitada, a chamada freqüência intermediária, que émenor que a portadora, que foi irradiada pelo transmissor. A freqüência intermediária contém todas as informações da portadora, ou seja, o som no caso do rádio, e o som e a imagem (vídeo e cor) no caso da televisão. Outros sinais estão presentes, mas não interessam ao nosso estudo. O motivo desse abaixamento de freqüência é que, quanto mais baixa, mais fácil seu processamento no receptor.

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A escolha da freqüência correta para uma est ação ou canal baseia-se nisso e é a sintonia. Da mesma forma quando a Alma procura fundir o fogo solar com o fogo por fricção da personalidade, o que realmente Ela quer é sintonizara freqüência do fogo por fricção da personalidade num submúltiplo exato (fr eqüência mais baixa), mas que, ao mesmo tempo, seja a freqüência mais alta que o fogo por fricção possa alcançar. Exemplificando, se a freqüência do fogo solar for de 1000 gigahertz (1 000 000 000 000ou um trilhão de ciclos por segundo) e a do fogo por fri cção for de 500 megahertz (500 000 000 ou quinhentos milhões de ciclos por segundo), queé o resultado da divisão de 1 000 gigahertz por 2 000, então essa freqüência mais baixa é um sub-múltiplo exato da maior. Sendo assim, fica mais fácil adequar a formada freqüência menor (tecnicamente denominada forma de onda) para a reprodução pelo fogo por fricção da personalidade das qualidades que a Alma está manifestando pelo seu fogo solar. Tecnicamente chamamos as qualidades de informações. Basicamente o que a Alma faz é procurar sintonizar o receptor personalidade com a sua freqüência, tal que, mesmo sendo muito mais baixa a da personalidade, ela consiga reproduzir suas qualidades ou informações num nível inferior. É óbvio que os veículos inferiores nunca alcançarã o a freqüência dos superiores, mas podem ajustar sua forma de onda. É por isto que o Mestre Tibetano não se cansa de afirmar, no Tratado sobre Fuego Cósmico, que nós vivemos fenômenos elétricos, quando diz que Manas(Mente) é eletricidade, na página 271, 2, do citado livro. É oportuno fazer um breve esclarecimento a respeito do segundo aspecto da Divindade, Amor-Sabedoria-Razão Pura, também chamado aspecto Crístico ou Búdico. O mundo búdico, onde esse aspecto mais se manifesta ao nosso alcance, édenominado mundo da razão pura. A palavra razão (do latim ratio) significa relação. Na matemática razão é quociente entre duas quantidades, ou seja, é a quantidade que é dada a cada um do divisor quando o dividendo resolve se dar. Isto é o verdadeiro relacionamento, o verdadeiro princípio cristico ou búdico. O amor que a grande maioria da humanidade interpreta e pratica édesejo, portanto astral ou emocional e é o "gostar".Ora, as pessoas gostam daquilo que lhes agrada, por lhes completar ou lhes dar prazer, sendo porta nto posse. Isto não é dividir, não sendo portanto razão, logo não éexpressão do princípio crístico ou búdico. O verdadeiro amor-razão pura é muito mais um estado mental que sentimento, sendo este uma conseqüência do estado mental, que aciona o corpo astral,

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gerando a emoção e levando à ação. O Iniciado Martin Luther King soube muito bem expressar essa diferença en tre amar e gostar, quando afirmou que não era obrigado a gostar do xerife que o perseguia ferozmente (apelidado bull dog), mas sim a amá -lo, caracterizando o estado mental de amor. É necessário que os conceitos aqui expostos sejam bem entendidos e assimilados, para poderem ser aplicado no dia a dia. A visão clara e firme do que ocorre em nós é que irá acelerar a nossa evolução pelo uso consciente da vontade. No próximo estudo, que será publicado dentro de 10 dias (em 14/fevereiro/2003), faremos um resumo do que foi explicado até agora, para entrarmos na descrição mais profunda dos fogos internos das envolturas (veículos ou corpos) utilizados pela Mônada humana.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 4-FEV-2003

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Os Fogos que alimentam e mantêm nossos corpos, densos e sutis, a natureza e todo o mundo fenomênico, objetivo e subjetivo ± Parte 4 Façamos agora uma revisão do que foi dito sobre os 3 fogos, de forma resumida e destacando genericamente os conceitos principais, para melhor fixação e assimilação, resultando em mais amplo entendimento e conseqüente maior facilidade de aplicação no dia a dia. Os 3 fogos são os sustentadores de toda a economia do sistema solar e de tudo o que nele está contido. A palavra economia aqui tem o significado de utilização ótima de recursos com o mínimo de desperdício, para alcançar um objetivo. Esse objetivo é um conjunto de poderes, qualidades e conhecimentos que o ser em manifestação deve adquirir, com determinada intensidade, quer se trate de um Logos Solar, um Logos Planetário, um gra nde Deva, um homem, um pequeno Deva ou um átomo. Para tal é necessário um cenário, um campo de experimentação, onde possam ser vivenciadas todas as situações experimentais imprescindíveis para que o ser alcance o ideal de perfeição relativa. Quando digo pe rfeição relativa, quero dizer que não existe para o ser em evolução perfeição absoluta e última, mas sim uma sucessão infinita de perfeições, onde cada uma sempre é maior que a anterior. É como o conjunto dos números da matemática, dado qualquer número, por maior que seja, eu sempre vou achar um número maior que ele.

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Isto vale para qualquer ser em evolução e é um fato lógico, como vale para qualquer número. Os 3 fogos propiciam esse campo e suas condições dentro da capacidade e do nível de evolução de cada um. Observem que esses 3 fogos não são a matéria, porém os agentes dinâmicos que atuam sobre a matéria, qualquer que seja seu grau de refinamento e sutileza. Pelas razões acima expostas concluímos que os fogos constituem a totalidade ou a soma de todas as atividades vitais de um sistema solar, de um esquema planetário, de um homem em atividade física, astral e mental, como de um átomo físico, de um átomo astral ou de um átomo mental e assim por diante. De um modo geral, a nível de sistema solar, o fogo por fricção relaciona-se com: a. a atividade da matéria; b. o movimento de rotação da matéria; c. o desenvolvimento da matéria por fricção ou atrito, sob a Lei da Economia. O fogo solar, que é proveniente do mundo mental cósmico,tem relação com: a. a forma através da qual evolui manas ou a mente; b. a vitalidade da Alma; c. o efeito da ação evolutiva da Alma, quando consegue produzir a síntese da matéria, ou seja, manter todas as células e órgãos do corpo denso e o corpo etérico como uma unidade, o mesmo fazendo com as partícula s dos corpos astral e mental. A fusão do fogo por fricção com o fogo solar, sob a ação da Alma, produz o que chamamos consciência. À medida em que esses fogos vão se fundindo, ou melhor dizendo, se sintonizando continuamente, a existência consciente se ape rfeiçoa cada vez mais e ocorre sua expansão; d. a Lei da Atração atua cada vez com mais vigor; e. em conseqüência dos fatos acima ocorre o movimento cíclico em espiral, que é a volta em nível superior e com um raio maior, em termos de experiências, aprendizado, vivência e poderes. Isto é chamado no sistema solar evolução solar, porém, sob o ponto de vista cósmico, é a aproximação do nosso sistema solar do seu ponto central, ao longo do tempo. O fogo elétrico tem a ver com: a. a evolução da Mônada ou do Espírito. N o momento nada se pode dizer sobre essa evolução. O grau de evolução da Mônada só se pode perceber pela evolução da matéria.

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Somente por um veículo adequado e mediante a adaptação do envoltório, corpo ou forma, é possível avaliar o ponto de desenvolvimento espiritual alcançado em qualquer sentido. Devemos advertir que, assim como é impossível ao corpo físico expressar no mundo físico o grau total de desenvolvimento do Ego ou Alma, da mesma forma é impossível à Alma perceber e expressar plenamente a qualidade da Mônada. Digamos que só é possível expressar numa oitava inferior. Concluímos que é absolutamente impossível à consciência cerebral humana entender com exatidão a vida da Mônada. Todavia isto não impede que nos esforcemos continuamente para nos aproximarmos desse entendimento. Pela meditação constante e pelo conhecimento vamos adquirindo entendimentos cada vez amplos e claros e assim nos aproximando e isto nos dá incentivo e estímulo para prosseguir com mais convicção e certeza; b. a atuação da Mônada utilizando o fogo elétrico sob a Lei da Síntese palavra genérica que oportunamente abarcará as outras duas leis como subdivisões; c. o resultante movimento, síntese de todos: progressivo, cíclico espiral e giratório. O tema deste estudo trata da essência subjetiva e não somente do aspecto objetivo ou do espiritual. Ocupa -se dos Entes que habitam na forma e manifestam-se como agentes animadores da matéria por meio dos fogos, em especial das matérias dos mundos superiores, búdico, átmico, monádico e adi, que constituem os éteres cósmicos, e assim desenvolvem outra faculdade, o fogo da mente ou solar e são essencialmente pontos de fogo, que se desprendem pela fricção cósmica, que produz a roda cósmica ao girar, sendo impelidos a uma manifestação limitada e temporária, devendo retornar com o tempo a seu ponto central cósmico. Voltarão enriquecidos pelos resultados obtidos pelo desenvolvimento evolutivo, que, ao serem assimilados, intensificarão sua natureza fundamental e serão Fogo Espiritual ou Elétric o além de Fogo Manásico ou Solar. O fogo por fricção é o resultado do contato por meio da matéria dos fogos elétrico e solar. Esse fogo por fricção manifesta -se na nossa matéria como os fogos internos do sol e dos planetas, como veremos mais tarde e reflet e-se nos fogos internos do homem. O homem está constituído pela Chama Divina (a Mônada) que produz seu fogo elétrico e pela Alma, que produz seu fogo solar ou da mente, postos em contato pela matéria de seus corpos inferiores, assim gerando a personalidade . Quando a evolução chega ao fim, já não se percebe o fogo por fricção. Existe unicamente enquanto os fogos elétrico e solar estiverem em contato por meio da matéria e não subsiste fora da matéria. Consideremos agora brevemente certos fatos a respeito do f ogo por fricção, de

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forma correlativa. O fogo interno (fogo por fricção), por ser latente e ativo, manifesta -se como síntese dos fogos do sistema solar na forma de combustão interna planetária e irradiação solar. Isto, em certa medida, tem sido tratado pela ciência e está oculto no mistério da eletricidade do mundo físico, fogo interno ativo do sistema solar e do planeta, assim como a combustão interna (centros do sol e do planeta, sendo o magma um efeito) é o fogo latente e se encontra em todos os planetas e é a origem de toda vida física objetiva. O fogo por fricção (fogos internos) constituem a base da vida nos reinos mineral, vegetal e animal e nos corpos físico e etérico do homem. O fogo solar, em fusão com o fogo por fricção, é a base da vida no reino humano e unidos controlam (agora parcialmente e mais tarde totalmente) o tríplice homem inferior, a personalidade. Este controle perdura até a 1ª iniciação planetária. Finalmente, o fogo elétrico, uma vez fundido com os outros dois fogos (fusão que começa no homem na 1ª iniciação planetária) constitui a base da vida ou existência espiritual. À medida que a evolução do 5º reino (o reino espiritual, o reino dos Mestres de Sabedoria e Compaixão) avança, estes três fogos resplandecem simultaneamente, produzindo a consciência perfeita (para este ciclo). Este resplendor resulta na purificação final da matéria e sua conseqüente adaptabilidade. No final da manifestação produz, oportunamente, a destruição e dissolução da forma e o fim da existência, conforme se enten de nos mundos inferiores (físico, astral e mental inferior). Não significa o fim de qualquer tipo de existência, mas sim o fim da nossa modalidade de existência, pois começa um novo modo de existir, muito mais intenso e grandioso. Usando palavras da Teologia Budista, produz a aniquilação. Contudo isto não implica em perda da identidade, mas somente é a cessação da objetividade e a retirada da Mônada para seu centro cósmico. Existe uma analogia na iniciação, quando o adepto vê-se livre das limitações da maté ria dos três mundos inferiores. Os fogos internos (fogo por fricção) do sistema solar, do planeta e do homem são três: 1. fogo interno no centro da esfera (sol e planeta), são fogueiras internas que produzem calor e as chamas. É o fogo latente; 2. fogo irradiante. Este fogo pode ser expresso no mundo físico em termos de eletricidade, prana e kundalini ativo. É o fogo ativo; 3. fogo essencial, os agentes do fogo, que são a essência do fogo. Classificam-se em dois grupos principais: a. Devas do fogo ou entes evolutivos (estão na linha de subida); b. Elementais do fogo ou entes involutivos (estão na linha de descida para o ponto mais denso da matéria). Esses entes serão tratados mais adiante, na parte referente ao Fogo da Mente e à natureza dos elementais do pensamento. Eles são controlados pelo Sr.

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AGNI, o Senhor do Fogo. O que foi dito nos itens 1 e 2 sobre os fogos internos é o efeito que esses entes produzem sobre seu meio ambiente. Cada efeito gera diferente tipo de fenômeno. O fogo latente inicia o crescimento ativo daq uilo que se encontra incrustado (por exemplo, a semente enterrada) e é a causa do impulso ascendente que traz à manifestação tudo o que existe nos reinos da natureza. O fogo irradiante ou ativo mantém o contínuo crescimento de tudo aquilo que progrediu sob ação do fogo latente, até o ponto de recepção do fogo irradiante. A nível macrocósmico ou no sistema solar, pela atuação do Logos Solar ou o Exaltado Homem Celestial: O fogo latente produz o calor interno no centro do sol e faz com que no sistema solar originem-se todas as formas de vida. É a causa de toda a fertilização humana, animal e vegetal. O fogo ativo sustenta a vida interna e provoca a evolução de tudo o que se desenvolveu até a objetividade por meio do fogo latente. A nível planetário, pela atuação do Logos Planetário ou o Homem Celestial: É tudo o que foi dito com referência ao Logos Solar, só que em relação ao planeta. Quanto ao microcosmo, o homem: O fogo latente do corpo humano origina a produção de outras formas de vida, tais como: 1. as células do corpo; 2. os organismos nutridos pelo fogo latente; 3. a reprodução de si mesmo em outras formas humanas, cuja base é a função sexual. O fogo ativo é o que mantém aquilo no homem que se iniciou pela ação do fogo latente. É o chamado prana, que atua no corpo etérico e desse passa ao corpo denso. Esse prana pode ser doado por um homem para outro, permitindo a cura. Há que diferenciar a irradiação de prana do magnetismo. O magnetismo procede de um corpo mais sutil (geralmente o astral) e tem relação com a Mônada, ao atuar por seu aspecto búdico na matéria dos mundos inferiores, sendo portanto manifestação do fogo solar. A Mônada humana atua, pelo seu aspecto búdico, diretamente na matéria do mundo monádico e essa energia vem atuando nas matérias dos mundos búdico e astral, dando origem aos fenômenos magnéticos do ser humano.

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A ação da Mônada Solar, pelo seu aspecto búdico, na matéria monádica cósmica provoca efeitos nas matérias búdica e astral cósmicas e a partir daí atua nas matérias adi, monádica, búdica e astr al do nosso sistema solar, interagindo com os átomos físicos e produzindo a associação de um campo magnético ao elétron (que é um átomo físico feminino), envolvendo -o, fato reconhecido pela ciência. Essa associação é devida a que o elétron é envolto por uma nuvem de moléculas da 7ª subdivisão (a mais densa) do mundo astral sistêmico. Por hoje vamos encerrar nosso estudo. O próximo será publicado no dia 24/2/2003, quando estudaremos os fogos internos do sistema solar, do planeta e do homem, com mais detalhes. Solicitamos que nos comuniquem suas opiniões sobre o assunto e o grau de entendimento, bem como as dúvidas surgidas.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 14-FEV-2003

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Os Fogos que alimentam e mantêm nossos corpos, densos e sutis, a natureza e todo o mundo fenomênico, objetivo e subjetivo ± Parte 5 Antes de prosseguirmos no estudo dos fogos, vamos dar algumas noções a respeito da matéria e dos processos de propagação das energias, que na realidade são os fogos. Para tal usaremos desenhos e gráficos, para facilitar o entendimento, a assimilação e a aplicação dos conceitos. Inicialmente daremos uma concepção dos mundos que nos rodeiam, nosso palco de evolução, que é o corpo físico cósmico do nosso Logos Solar.
Mundo ADI

Constituído de átomos e moléculas (aglomerados de átomos), com 7 divisões, origem dos fenômenos que ocorrem nos mundos abaixo. Para o Logos Solar é o primeiro éter ou a divisão atômica. Envolve e interpenetra todos os mundos abaixo.
Mundo Monádico

Constituído de átomos formados por átomos adi e moléculas, com 7 divisões. Sede das Mônadas humanas. Para o Logos é o segundo éter ou a divisão subatômica. Envolve e interpenetra os mundos abaixo.

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Mundo Átmico ou Espiritual

Constituído de átomos formados por átomos monádicos e moléculas, com 7 divisões. Para o Logos é o terceiro éter. Envolve e interpenetra os mundos abaixo.
Mundo Búdico ou Intuicional ou da Razão Pura

Constituído de átomos formados por átomos átmicos e moléculas, com 7 divisões. Para o Logos é o quarto é ter. Envolve e interpenetra os mundos abaixo.
Mundo Mental

Com duas divisões principais: 

Mundo causal, mental superior ou abstrato, constituído de átomos formados por átomos búdicos e moléculas, com as divisões atômica, subatômica e a terceira. É a sede do s pensamentos abstratos. É a sede das Almas ou Egos humanos. Mundo mental inferior ou concreto, constituído de moléculas formadas por átomos mentais e com quatro divisões. É a sede dos pensamentos concretos, com forma. Para o Logos o mundo mental completo é o estado gasoso. Envolve e interpenetra os mundos abaixo. 

Mundo Astral ou Emocional

Constituído de átomos formados por átomos mentais e moléculas, com 7 divisões. É a sede das emoções. Para o Logos é o estado líquido. Envolve e interpenetra o mundo físico.
Mundo Físico

Constituído de átomos formados por átomos astrais e moléculas, com 7 divisões: atômica ou primeiro éter, subatômica ou segundo éter, terceiro éter, quarto éter, estado gasoso, estado líquido e estado sólido. É o mundo onde vivemos quando encarnados. Como as matérias dos diversos mundos se interpenetram, o desenho a seguir apresentado permite uma melhor visualização de como eles são.

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Passemos agora aos processos descritos pela física de propagação da energia. Vejamos a corrente elétrica.

O elétron é o portador da eletricidade negativa. No gerador o pólo positivo (+) fica sem elétrons e o negativo ( _ ) com acúmulo de elétrons. Com a chave desligada eles não podem circular, porém ao ligá -la eles fluem do pólo negativo, passam pelo motor fazendo-o girar e chegam ao pólo positivo. Assim que a chave é ligada, o elétron do átomo mais próximo do pólo positivo é atraído para esse pólo, ficando o átomo positivo e então ele atrai o elétron do átomo ao lado e assim a corrente ocorre saltando o elétro n de um átomo para outro, sob a ação da energia do gerador. Esse é um processo de transmissão de energia por partícula. Há outros.

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Um outro processo é por onda, também chamada vibração ou oscilação. Uma onda é uma seqüência de compressões e descompressões ou de intensificação e diminuição de campos de força. A oscilação de uma corda esticada e elástica, quando nela tocamos com uma certa força é um exemplo de onda. Ao tocarmos nela, provocamos uma compressão das partículas da corda, iniciando a ondulação, em seguida ocorre a descompressão, expressa pelo vale e a energia aplicada é transferida para as partículas seguintes, gerando um novo pico e assim prossegue a transferência da energia, até seu esgotamento. Esta onda chama -se mecânica. Onda na superfície do mar

A onda no fundo do mar

As ondas do mar também são ondas mecânicas As ondas sonoras seguem o mesmo princípio das ondas do mar, só que o meio de propagação é o ar ou um outro meio apropriado, inclusive o sólido. A onda eletromagnética

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A onda eletromagnética é uma seqüência de campos elétricos e magnéticos, dispostos entre si num ângulo de noventa graus, que crescem de um determinado modo, atingem um valor máximo e decaem, iniciando um novo crescimento em sentido inverso, ou seja, mudam a polaridade tanto do campo elétrico como do campo magnético. Essas ondas têm freqüência, que é o número de ciclos por segundo. Um pacote dessas ondas tem uma determinada energia ou um quantum de energia e pode ser interpretado como sendo uma partícula, sendo um exemp lo o fóton. Concluímos então que há duas modalidades de propagação da energia: por corrente, como a elétrica, a marinha e aérea, e a onda. Na corrente é a partícula que transporta a energia ao se deslocar. Na onda as partículas transferem a energia às partículas que lhes estão próximas. Vimos que um pacote de ondas pode ser interpretado como sendo uma partícula. Esses conceitos aplicam-se tanto à física quanto ao esoterismo. Daí que o claro entendimento dos processos físicos acima descritos são de imensa aj uda para a compreensão dos processos explicados pelo Mestre Djwal Khul, no Tratado sobre Fogo Cósmico. No próximo estudo estudaremos a aplicação desses conceitos da física ao átomo físico primordial, que é o agente portador e transferidor do fogo por fricção e, por comparação, poderemos ver os processos nos mundos astral e mental. O novo estudo será publicado no dia 11/03/2003.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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008]

Os Fogos Internos dos envoltórios - Os três canais Vamos estudar com bastante profundidade o fogo por fricção, que é o fogo que atua na matéria. Como já sabemos, esse fogo só existe em presença da matéria Ele é o resultado do contato do fogo elétrico com o fogo solar por meio da matéria. Observem que contato não significa fusão ou sintonia. O assunto a ser tratado aqui vai da página 72 à 82 do Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul,pela Sra. Alice A. Bailey. Voltando ao contato do fogo elétrico com o fogo solar através da matéria, gerando o fogo por f ricção, fica óbvia e lógica essa afirmação do Mestre Djwal Khul, uma vez que o fogo solar é o relacionador, que relaciona a Mônada com a matéria dos mundos inferiores. Primeiro temos a Mônada, o que emite e a matéria o que recebe. Para que a matéria receba a atuação da Mônada, é necessário o intermediário, o relacionador, o que adeqüa a energia da Mônada à capacidade de recepção da matéria. Na nossa vida diária material temos uma analogia dessa adequação na eletricidade que alimenta nossos aparelhos domésti cos. A corrente elétrica que sai da usina geradora é muito mais alta que a que chega às nossas residências. Seu valor na linha de transmissão da usina até a estação de rebaixamento é de 100.000 volts. Nas estações de rebaixamento ela é transformada para 25.000, 13.500 e 5.000 volts, entre outros valores, para chegar aos 110 ou 220 volts, nas residências. O esquema abaixo visualiza melhor essas transformações:

De forma análoga o mecanismo que gera o fogo solar é o transformador que baixa a voltagem da Mônada à capacidade receptiva da matéria. A descrição desse mecanismo não cabe no atual contexto. O fogo por fricção é equivalente aos 110/220 volts residenciais, que colocam nossos eletrodomésticos em funcionamento. É portanto o fogo elétrico da Mônada (alta voltagem) rebaixado pelo fogo solar em baixa voltagem (fogo por fricção), para atuar na nossa matéria. Vejamos o desenho abaixo:

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Fogo por fricção

Fogo elétrico em contato com fogo solar dentro da matéria produz fogo por fricção. Se não existir matéria, não há fogo por fricção. Assim demonstra-se a veracidade da afirmação do Mestre Djwal Khul. Por outro lado o Mestre diz, mais adiante, que o fogo solar existe como conseqüência do contato do fogo elétrico com o fogo por fricção da matéria. Isto parece uma contradição, mas, se raciocinarmos corretamente, veremos que é a mais pura realidade. O fogo elétrico tem de entrar em contato com a matéria, para que a Mônada adquira experiência e desenvolva seus poderes. Mas, para tal, tem de gerar um intermediário e redutor de sua energia e, então, gera o fogo solar e os dois juntos geram o fogo por fricção. Quando a matéria deixar de existir no chamado pralaia físico, o fogo por fricção que anima a nossa matéria desaparecerá. Mas os fogos elétrico e solar persistirão para manter o fogo por fricção dos mundos astral e mental. Todavia as Mônadas, Solar e humanas, adquiriram e conservam a habilidade de produzir fogo por fricção em seus respectivos níveis. Quando, na continuação do pralaia do nosso Logos Solar, as materias astral, mental, búdica e átmica se desintegrarem, para as Mônadas humanas sóexistirá o fogo elétrico tríplice, atuando na matéria monádica, mas Elas terão desenvolvido a capacidade de gerar fogo solar e por fricção, através da experiência vivenciada. No próximo sistema solar (uma nova encarnação cósmica do Logos Solar), essas Mônadas voltarão à atividade, dentro de um outro propósito do Logos e iniciarão sua vida nos mundos inferiores (que serão mais elevados), utilizando a capacidade adquirida. Nada se per de. Num estudo anterior foi dito que os fogos internos (fogo por fricçao)do sistema solar, do planeta e do homem, são três: fogo interno, fogo irradiante e fogo essencial, sendo este último constituído pelos Devas. Na realidade, os Devas são os agentes operadores dos fogos. Como veremos mais adiante, o fogo por fricção é tríplice e os Devas, nas linhas evolutiva e involutiva, são os agentes que manipulam o fogo tríplice. Vamos agora estudar o que o Mestre Djwal Khul chama os fogos internos dos envoltórios. Todo ente em manifestação possui um corpo ou veículo, para entrar em

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contato com a matéria do mundo no qual vai evoluir, quer seja um Logos Cósmico, Solar, Planetário, um Deva ou um homem. No caso do nosso Logos Solar, seu corpo físico cósmico é constituído pelas matérias dos mundos adi, monádico, átmico, búdico, mental, astral e físico. O nosso sistema solar visível é apenas a matéria física densa, existindo a matéria etérica, que não é visível, mas está sendo detectada pelos cientistas, através dos modernos aparelhos que são sensíveis às ondas eletromagnéticas fora do espectro visível, como a radiação cósmica de fundo (CRB) e as irupções de raios gama (GRB). Nos aceleradores de partículas também foram percebidas componentes da matéria etérica. Todavia os cientistas não a admitem. Estudaremos os fogos por fricção que atuam na matéria do mundo físico, nas suas divisões densa, (sólida, líquida e gasosa) e etérica. É importante ressaltar que para a consciência atuando pelo corpo astral, a matéria exterior astral é tão material e objetiva, quanto o nosso mundo denso para a nossa consciência cerebral. A diferença está nas propriedades da matéria astral, no modo de operação e na capacidade de detecção dos sentidos astrais, que levam à consciência astral as inf ormações exteriores. Os mecanismos de ação também são diferentes. O mesmo acontece no mundo mental. Portanto os mundos astral e mental também são animados pelo fogo tríplice. Mestre Djwal Khul diz: ³Existe no Sol, no planeta, no homem e no átomo, um ponto central de calor e (se me permitido empregar um termo tão limitador e inadeqüado) uma caverna central de fogo ou núcleo de calor; este núcleo central chega até os limites de sua esfera de influência, seu ³círculo não se passa´, por meio de um tríplice cana l.´
O Sol

Dentro do Sol, no seu centro, existe um mar de fogo ou de calor, porém não um mar de chamas. As chamas são apenas os efeitos de uma reação química e a combinação de alguma substância com o oxigênio ou outro elemento, sob a ação de uma energia. Deve ficar bem clara na mente a diferença entre as chamas ou gases incandescentes e a energia do calor que produz as chamas ou outro efeito qualquer.É esse calor interno do Sol que gera as chamas visíveis. Essa região central do Sol é onde se concentra o fo go interno latente do Sol, o fogo por fricção, produzindo a máxima temperatura. As chamas na superfície do Sol são apenas o efeito dessa energia. É esse fogo por fricção que pode provocar a fusão do hidrogênio em hélio. Portanto a energia essencial do Sol não é oriunda da fusão nuclear, mas sim do fogo por fricção. Esse fogo interno chega à superfície do Sol e se irradia para todo o sistema solar por um tríplice canal, de uma forma análoga à do homem, que tem três

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canais: ida, pingala e sushuma, no corpo e térico, conforme veremos em continuação a esse estudo. Os canais pelos quais o fogo por fricção tríplice do Sol alimenta todo o sistema solar estão localizados na sua parte etérica. Os esquemas abaixo tornarão mais clara a compreensão dessa localização e a distribuição de cada fogo:
Mundos ou Matérias Astral e Superiores do nosso Sistema Solar Mundo Físico ou Divisão atômica do PrimeiroÉter. matéria Física, onde OBS: não confundir com o Mundo Adi, estamos encarnados. que é o primeiro Éter sob o ponto de vista Cósmico Divisão Sub-Atômica ou Segundo Éter Terceiro Éter Quarto Éter Gasoso, Líquido e Sólido a parte densa visível

Núcleo do Sol

Canal de eletricidade solar Canal de raios de luz de aspecto prânico Canal akasha

Sistema solar elétrico

Sistema solar denso

A manifestação eletricidade ou elétrica do fogo por fricção do Sol éde uma só polaridade. É energizada pelo primeiro Raio ou Aspecto Vontade do Logos. Os fenômenos dos raios atmosféricos são resultantes desse fogo por fricção elétrico. Estudos e pesquisas têm sido feitos no Brasil (Grupo ECAT, do INPE) e outros paises sobre a eletricidade atmosférica. Os raios de luz de aspecto prânico (prana solar) constituem a manifestação do segundo Raio ou Aspecto Amor-Sabedoria-Razão Pura, através do fogo por fricção. Poderíamos chamá-los de sub-fogo solar do fogo por fricção. Akasha seria o fogo por fricção puro. É manifestação pura do terceiro Raio ou Aspecto Inteligência Ativa. É o kun dalini puro do sistema solar. Percebemos claramente que esses fogos são externos e irradiantes para nós, mas sob o ângulo do Sol eles são internos.
O planeta

Nas profundidades do coração de um planeta, como a terra, encontram -se os fogos internos, que ocupam a esfera central que, plena de calor, torna possível a vida no planeta. É responsável pelo magma terrestre e pela atividade
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vulcânica. Também se situa na parte etérica do planeta e por ela se distribui através de canais etéricos para todas as partes gas osas, líquidas e sólidas.
Os fogos por fricção do planeta também são três:

Fluido elétrico: latente no planeta e pouco conhecido pela ciência em sua natureza essencial. É o oposto da eletricidade solar. Podemos dizer que é o sub-fogo elétrico do fogo por f ricção do planeta e é qualificado pelo Aspecto Vontade do Logos Planetário. O contato da eletricidade solar com este fogo é o objetivo - talvez inconsciente - de todo o esforço científico na atualidade. O portador deste fogo é o elétron, que é o átomo físi co primordial feminino. Prana planetário: é o sub -fogo solar do fogo por fricção do planeta. Está qualificado pelo Aspecto Amor -Sabedoria-Razão Pura do Logos Planetário. Esse fogo, tão benéfico à saúde humana, é absorvido pelos poros da pele, que ésua linha de menor resistência. É o responsável pelo bom funcionamento dosórgãos e do organismo como unidade. A substância produtiva: é o fogo que vitaliza toda a matéria do planeta, só existindo em presença da matéria. É responsável pela germinação de tudo. É a mãe e o protetor de tudo o que existe dentro e fora do planeta. Corresponde ao akasha do sol, como manifestação do fogo por fricção do Sol. Éele que faz a semente brotar. Os vulcões entram em atividade sob a ação desse fogo. Todas essas manifestações do fogo por fricção do planeta são resultantes da captação, absorção e assimilação dos fogos por fricção do Sol pelo Logos Planetário, que os qualifica, acumula no depósito no interior da terra e distribui através de uma rede de canais etéricos para todo o planeta, para manter a vida. Os fogos por fricção da lua estão praticamente esgotados, porque os Devas e a humanidade não estão mais lá. Certas funções da natureza não podem existir sem a presença dos Devas.
O homem

Na base da coluna vertebral do homem, no seu corpo etérico, estão ocultos os fogos por fricção do sistema humano. Deste centro os três fogos se irradiam para todo o corpo etéricopor três canais da coluna vertebral etérica e deles, por uma rede de canais menores, alcançam e vitalizam todo corpo denso . Os centros de força chamados chacras desempenham um papel importantíssimo nessa distribuição, além de suas funções transcendentais. Reação nervosa: é o fogo equivalente à eletricidade solar e ao fluido elétrico do planeta. É distribuído a partir do centro onde está acumulado, por um canal e atinge o cérebro e o sistema nervoso e ao estabelecer contato com eles, dá origem a toda a atividade elétrica do nosso corpo. Sem esse fogo não conseguiríamos pensar nem ter sensações. Quem sabe a mecânica desse fogo e o canal pelo qual circula pode aumentar sua capacidade cerebral. Mestre

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Djwal Khul recomenda que esse assunto seja estudado mais deti damente. Emanação prânica: é o fogo equivalente ao prana solar e ao planetário.É o responsável pela manutenção do que foi construído. É distribuído por um canal e dele para todo o corpo pelos canais menores chamados nadis. Sua irradiação pela superfície do corpo etérico constitui o que chamam aura de saúde. É possível de ser transmitido de uma pessoa para outra conscientemente, sendo maior seu efeito se o doador possui conhecimentos de ocultismo e do corpo humano, donde algumas pessoas serem curadoras. Não se deve confundir uma boa aura de saúde com qualidades magnéticas. O magnetismo tem origem no corpo astral, proveniente de um corpo superior e a aura de saúde é a irradiação pelo corpo etérico do prana que sobrou do necessário para a manutenção da saúde do corpo físico. Calor corpóreo: é o equivalente ao akasha do fogo por fricção do Sol eà substância produtiva do planeta. É distribuído por um canal e dele para todo o corpo físico, sendo responsável, entre outras coisas, pelo calor do corpo. Mais detalhes sobre esses fogos do homem serão fornecidos em continuidade a esses estudos. Convém ressaltar que essa tríplice manifestação do fogo por fricção também ocorre nos corpos astral e mental, de uma forma adequada a esses corpos. Por hoje vamos encerrar essa parte do nosso estudo. A próxima continuação será publicada em 21/03/2003. Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos. Solicitamos que nos informem suas observações bem como forneçam suas opiniões.
Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 11-MAR-2003

[009]

Os Fogos Internos dos envoltórios - Os três canais (Continuação) Continuando nosso estudo sobre os Fogos, segundo os ensinamentos do Mestre Djwal Khul, vamos agora enfocá-os sob o ponto de vista macrocósmico, ao mesmo tempo revendo e propiciando alguns detalhes no vos.

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O nosso Logos Solar, que é uma Entidade Cósmica, é tríplice, como o homem. A Mônada, a Divina Chama Logoica, residente no mundo monádico cósmico. A Alma Logoica ou o Ego Logoico, residente no mundo causal cósmico, sendo uma manifestação da Mônada Logo ica no mundo causal cósmico. A Personalidade Logoica, constituída dos corpos mental inferior, astral e físico cósmicos, sendo uma manifestação do Ego Logoico nesses 3 mundos inferiores. Na realidade, a Mônada Logoica utiliza o Ego e seu corpo causal como instrumentos ou veículos. O Ego Logoico também se serve da Personalidade e seus corpos como veículos. Por aí se vê que a Mônada Logoica é a verdadeira Entidade, utilizando o Ego para atuar no mundo causal e o Ego e a Personalidade simultaneamente para atuar nos mundos inferiores cósmicos. A Mônada Logoica tem 3 aspectos ou modos de ser: vontade, amor -sabedoria e inteligência ativa. Quando Ela atua nos mundos exteriores a Ela, para adquirir experiências e evoluir, o modo de ser que está prevalecendo ness a atuação é como se fosse um Logos distinto. Mas isso é apenas uma aparência. Todavia cada modo de ser tem 3 sub-modos: sub-modo vontade, sub-modo amor-sabedoria e submodo inteligência ativa. Vamos exemplificar cada uma dessas situações.  

      

Quando Ela está usando a vontade, para algum propósito, ou seja, está querendo algo e ao mesmo tempo está planejando, o modo de ser é vontade e o sub-modo é inteligência ativa, sendo vontade inteligente ativa. Quando, estando num estado voluntarioso, Ela procura atrair ou amar, está no sub-modo amor, sendo a vontade de amar. Quando, usando a vontade, procura impor ou usar a força, o sub -modo é vontade, sendo a vontade pura. Quando está no modo amor e está usando a força para conseguir algo, é o amor voluntarioso. Quando, no modo amor, simplesmente ama, é o amor puro. Quando no modo amor, age externamente ou pensa inteligentemente, é o amor inteligente ativo. Quando está pensando ou agindo e ao mesmo tempo está usando a força, é a inteligência ativa voluntariosa. Quando emprega a inteligência para aumentar o amor, é a inteligência ativa amorosa. Quando simplesmente pensa, raciocina ou age, é a inteligência ativa

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pura. Em qualquer situação ou modo de ser, a Mônada é uma só, embora num dado momento prevaleça um modo de ser. É essa a explicação para os três Logos. 
 

Quando prevalece a vontade, dizemos que é o 1º Logos. Quando predomina o amor-sabedoria, é o 2º Logos. Quando sobressai a inteligência ativa, é o 3º Logos.

A inteligência ativa ou Manas se relaciona diretamente com a m atéria, porque necessita de um espelho ou reflexo para perceber o grau de perfeição do que está sendo tratado por ela. Em essência a Mônada é vontade, embora neste atual sistema solar, melhor dizendo, nesta atual encarnação cósmica do nosso Logos Solar, a meta seja desenvolver o modo de ser amor-sabedoria. No mundo monádico e, mais tarde, no mundo adi, a Mônada, por ser essencialmente vontade, pela sua ligação direta com a matéria monádica, atua como fogo elétrico, ou seja, dinamiza os átomos e as moléculas monádicas como fogo elétrico, que é força. 
 

Quando está no modo vontade pura, a energia resultante é fogo elétrico/elétrico. Quando está no modo amor-sabedoria, o resultado é fogo elétrico/solar. Quando está no modo inteligência ativa, resulta fogo elétri co/por fricção.

A matéria monádica é apta para responder a essa força elétrica, nos 3 modos principais e, dentro do modo inteligência ativa, às 4 sub -modalidades que constituem os chamados raios de atributo, que são: harmonia pelo conflito (4º), conhecimento concreto (5º), idealismo abstrato e devoção (6º) e organização e magia cerimonial (7º). Quando a energia emanada da Mônada penetra nas matérias átmica, búdica e causal (mental superior ou abstrato), ela é transformada em fogo solar, porque predomina o modo amor-sabedoria e essas matérias são aptas para responder essencialmente a esse fogo ou energia, igualmente nos 3 modos de ser e nos 4 sub-modos da inteligência ativa. Temos fogo solar/elétrico, fogo solar/solar (puro) e fogo solar/por fricção e mais 4 sub-modalidades desse último correspondentes aos 4 raios de atributo. Quando a energia irradiada pela Mônada se entranha nas matérias mental inferior ou concreta, astral e física, oriunda do causal, ela é transformada em fogo por fricção, porque prevalece a inteligência ativa e essas matérias foram preparadas para responder a esse fogo, também nos 3 modos e nos 4 sub modos do 3º, como sejam: fogo por fricção/elétrico, fogo por fricção/solar e

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fogo por fricção/por fricção (puro) mais os 4 menores. No sistema solar anterior, o Logos Solar procurou desenvolver ao máximo o modo de ser inteligência ativa. Daí afirmar-se que o 3º Logos é atualmente o mais adiantado. Isto apenas significa que manas (inteligência ativa) é a qualidade que sobressai no momento. Como a meta atual é o amor-sabedoria (2º Logos), o esforço maior é dedicado a esse modo de ser ou qualidade. Mas para tal Ele usa o que mais desenvolveu, manas. Por isso Mestre Djwal Khul diz que o objetivo do homem neste sistema solar é expressar budi (amor-sabedoria) através de manas, no máximo grau. O 2º Logos é o responsável por tudo o que tem forma, melhor dizendo, o modo de ser do Logos Solar como amor-sabedoria e atuando como fogo solar na matéria constrói as formas. Somente no próximo sistemaé que o Logos Solar irá expandir e desenvolver ao máximo seu modo de ser como vontade, o 1º Logos. Então o fogo elétrico terá o papel mais importante e a meta seráexpressar a vontade através do amor-sabedoria e da inteligência ativa unidas. Mestre Djwal Khul afirma: ³Nesta 4a. ronda e neste 4º globo (a terra) do nosso esquema planetário, os fogos do 3º Logos de matéria inteligente fundem -se parcialmente com os fogos da mente cósmica, manifestando -se como poder ou vontade e animando o Pensador em todos os plano s. A finalidade de sua colaboração é manifestar, de forma perfeita, o Senhor Cósmico de Amor. Devemos refletir sobre isso, porque revela um mistério.´ Isso significa que no atual período está havendo uma sintonia parcial entre o fogo por fricção dos mundos inferiores e o fogo solar/elétrico do mundo causal, proveniente do mundo mental cósmico (corpo mental cósmico do Logos Solar), resultando dessa sintonia parcial uma manifestação de poder ou vontade que anima e dinamiza o Ego, permitindo que ele atue com m ais domínio nos mundos inferiores. Conseqüentemente, o Ego Solar como o Ego humano podem dar mais ênfaseà expressão do amor cósmico (Ego Solar) e do amor mundial (Ego humano). Lembramos que o Ego é fogo solar por excelência. A expressão entrar em sintonia ou alinhar-se significa que o receptor está conseguindo estabelecer uma freqüência que está em harmonia ou fase (as ondas não se contrapõem) com a freqüência do doador e assim o receptor pode receber e assimilar muito mais energia e se tornar muito mais d inâmico e vital. Em termos de fogo por fricção do mundo mental inferior e o fogo solar/elétrico

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do mundo causal (onde está o Ego), quer dizer que as moléculas da 4a. divisão do mental inferior conseguem oscilar ou vibrar numa freqüência mais próxima da freqüência dos átomos mentais animados pelo fogo solar/elétrico, os quais, por isso, podem penetrar com mais facilidade nas moléculas mentais, aumentando em muito sua capacidade vibratória, seu dinamismo e sua vitalidade. Essas penetrações e transferências d e fogo prosseguem nosátomos astrais e físicos, chegando finalmente ao cérebro físico, onde a consciência de vigília manifesta os efeitos do amor-vontade inerente ao fogo solar/elétrico. O propósito tanto do Logos como do homem é a sintonia entre os fogos elétrico, solar e por fricção. O processo iniciático, sobre o qual falaremos mais tarde, acelera essa sintonia ou fusão. Atualmente o fogo por fricção é o que está mais desenvolvido e ativo, como conseqüência das experiências e vivências do sistema solar anterior. O passo a ser dado agora é, utilizando esse fogo por fricção (manas), estimular o fogo solar (amor-sabedoria-razão pura) ao máximo e obter a sintonia perfeita entre os dois, para a máxima transferência de energia. Em seguida, teremos de, utilizando esses dois sintonizados, atrair e estimular o fogo elétrico (vontade), para, num próximo passo, sintonizar os três. Por isso é sumamente importante utilizar muito a mente analítica (não a separadora), no nosso dia a dia, buscando tirar conclusões. O Senhor Buda disse duas verdades utilíssimas para o homem. Uma é:³A falta de conhecimento é a causa dos sofrimentos do homem´ . A outraé: ³Nunca aceitai qualquer afirmação, venha de quem quer que seja, mesmo que seja eu, sem passar pelo crivo de vossa razão´. Mas, para podermos analisar com acerto, é necessário que adquiramosconhecimento, a fim de termos subsídios com que racioc inar e comparar. Apresentamos a seguir um diagrama para melhor fixação dos conceitos apresentados.

Mundo Monádico

Mundo átmico

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Fogo solar/solar

Fogo solar/elétrico

Fogo solar/por fricção

Mundo búdico Fogo solar/solar Mundo mental superior (causal) Fogo solar/solar Fogo solar/elétrico Fogo solar/por fricção Fogo solar/elétrico Fogo solar/por fricção

Mundo mental inferior ou concreto Fogo por fricção/solar Fogo por fricção/elétrico Mundo astral Fogo por fricção/solar

Fogo por fricção/por fricção

Fogo por fricção/elétrico

Fogo por fricção/por fricção

Mundo físico Fogo por fricção/solar

Fogo por fricção/elétrico

Fogo por fricção/por fricção

Por hoje encerramos nosso estudo. O próximo será publicado em 31/03/2003. Solicitamos sua opinião.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 21-MAR-2003

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Os Fogos Internos dos envoltórios - Os elementais do fogo e os Devas Iremos neste estudo considerar com brevidade os elementais do fogo e os Devas. São conhecidos certos fatos relacionados aos espíritos do fogo, pois há muita literatura sobre eles. Porém o mais importante, que deve ser acentuado, é que AGNI, o senhor do Fogo, rege os elementais e os Devas do fogo, nos três mundos da evolução humana, o físico, o astral e o mental inferior, não só no nosso planeta, mas em todo o sistema solar. O Senhor AGNI é uma das 7 entidades (denominadas os 7 Irmãos, na Doutrina Secreta) e cada uma expressa e personifica um dos 7 princípios e formam os 7 centros de força no corpo do Senhor Cósmico do Fogo, chamado FOHAT por
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Helena Petrovna Blavatsky. Por ser o regente do 5º princípio, Manas, AGNI é a expressão da inteligência ativa da Mônada Solar, dentro do nosso sistema solar e, conseqüentemente, dos fogos internos ou por fricção desse sistema. Cada um desses 7 Irmãos rege um mundo do nosso sistema solar, desde o adi até o físico. Três são chamados maiores (assim como existem os 3 raios maiores, 1º, 2º e 3º, os de aspecto, e 4 menores, os de atributo) e quatro menores. Nesse contexto a palavra maior significa o que é mais forte, no sentido de usar mais a vontade. Nesse enfoque 3 mundos estão ligados e são: adi - átmico mental superior. Portanto os 3 Irmãos maiores ou mais fortes no contexto regem os mundos adi, átmico e mental superior. Não devem confundir princípio com mundo de matéria. Princípio é um instrumento e mundo de matéria é o meio onde o princípio se manifesta e adquire expressão. Assim o princípio pode evoluir de mundo de matéria, quando é concluído o trabalho de aperfeiçoamento de um mundo, ou seja, quando é conseguido o desenvolvimento máximo (dentro de uma meta) das qualidades que o princípio tem de expressar, atra vés da interação com a matéria e, com essa interação, a matéria evolui e o princípio se expressa plenamente. O corpo etérico é um princípio , mas o corpo físico denso não o é. Utilizando o corpo etérico a Mônada pode desenvolver determinadas qualidades. Prana é outro princípio, pois vitaliza o corpo etérico e este o corpo denso. Prana contém certas propriedades que permitem o corpo etérico atuar. Não esquecer nunca que essa conquista é individual e estamos nos referindo à matéria que constitui os veículos de cada um. Melhor explicando, para que tudo fique bem claro. Quando a Mônada encarnada consegue expressar ao máximo suas qualidades através dos veículos físico, astral e mental inferior, Ela fez com que as matérias desses seus corpos evoluíssem e Ela fica liberada da obrigação de encarnar nos mundos inferiores. Daí o significado da expressão ³ redenção da matéria ´. Isso é conseguido na 4a. Iniciação Planetária. Em outra ocasião falaremos com detalhes dos 7 princípios, porém no momento basta o que foi explicado. Todos constituem o fogo por fricção ou da matéria, em virtude do seu aspecto Inteligência Ativa. É por isso que AGNI é o regente do fogo e das entidades operadoras do fogo nos mundos mental interior, astral e físico, em todo o sistema solar. Resumindo, esses 7 Senhores, incluindo AGNI, são a essência do Senhor

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Cósmico do Fogo, Fohat nos livros ocultistas. De forma análoga, os 7 Choans de raio e seus grupos de discípulos são os 7 centros de força (chacras) no corpo do nosso Logos Planetário e 7 Logos Planetários são os 7 chacras no corpo do Logos Solar. Cada um dos 7 Senhores do Fogo age e atua através de numerosos grupos de entes do fogo, desde os Senhores dos Devas de um mundo, até as pequeninas salamandras das fogueiras internas. As essências ígneas dos mundos superiores ao mental inferior não serão aqui estudadas. Assim temos: 1. Mundo físico Salamandras - são os minúsculos elementais do fogo, que alguns videntes podem ver dançando nos fogos de uma casa e das fábricas. Pertencem ao mesmo grupo de espíritos do fogo que se encontram nas profundezas das ígneas entranhas da terra. Os espíritos do fogo, ocultos em todo foco de calor, são a es sência desse calor (a ação deles na matéria provoca o calor que percebemos e sentimos). Encontram-se no calor da estrutura corpórea humana, animal e terrestre. Os Agnichaitas, os espíritos do fogo de grau superior (estão na linha de evolução ou retorno), f ormam um vórtice de fogo (efeito) e são vistos em grande escala nos vulcões e nos grandes incêndios. Estão intimamente ligados a um grupo de Devas ainda mais importantes, que constituem o envoltório ígneo do sol. Esses 3 grupos manipulam o fogo por fricção /por fricção. Os elementais prânicos, essas microscópicas essências ígneas que têm a capacidade de interpenetrar os tecidos dos corpos humanos e dos animais e do reino vegetal e sintonizam-se, coordenam-se e trabalham juntas com os demais fogos dos sistemas microcósmicos. Manipulam o fogo por fricção/solar. Alguns Devas, que podem ser descritos como animadores e vitalizadoresde grandes raios de luz, sendo a essência desses raios. Como exemplo, temos os que animam os GRB (Gamma Rays Burst), erupções de raios gama, que às vezes atingem a terra. Não é permitido passar mais informações sobre esses Devas, porque eles manipulam o mais perigoso dos fogos, o fogo por fricção/elétrico.

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2 - Mundo astral

Como a grande maioria da humanidade não tem a visão astral, torna -se muito difícil explicar as entidades ígneas do mundo astral. Elas são os agentes do calor do corpo astral ou emocional, onde as sensações físicas são transformadas em emoções. Quando o calor do corpo astral se expressa como desejo, essas entidades estão na linha de involução, sendo chamadas pitris lunares. Quando o calor se expressa como aspiração as entidades passam a Devas, na linha de evolução ou retorno. Existem muitos graus e categorias, porém não cabe aqui citar seus nomes. Todavia há uma categoria que deve ser conhecida, porque cuidam dos fogos que, mais tarde, destruirão o Loto Egoico e o corpo causal. O Loto Egoicoé o mais importante instrumento da Mônada. Deve ficar bem claro que a sintonia dos fogos por fricção, solar e elétrico provocam destruição. Esses Devas são os Agnisuryas, os quais são as essências ígneas do mundo búdico e a sua manifestação mais baixa é no mundo astral. Informações mais detalhadas e extensas serão fornecidas com a continuação desses estudos do Tratado sobre Fogo Cósmico, pois o Mestre Djwal Khul está muito empenhadoem que a humanidade compreenda o mundo fenomênico e a evolução dévica, para que possam ambos os reinos prosseguir de forma mais acelerada. A seguir apresentamos um diagrama, para facilitar a assimilação do que foi exposto.

Os Devas do Mundo Físico

Salamandras Espiritos do Fogo

Fogo por fricção / por fricção

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Agnichaitas Elementais prânicos Devas animando grandes raios de luz Os Devas do Mundo Astral Várias categorias Devas encarregados dos fogos que mais tarde irão destruir o Loto Egoico e o corpo causal, no momento da 4a Iniciação Planetária. Fogo por fricção / solar

Fogo por fricção / elétrico

Agnisuryas

Aqui vamos encerrar o nosso estudo. O próximo será publicado em 10/04/2003, quando começaremos a estudar a relação entre o raio da personalidade e o fogo por fricção. Enviem seus comentários e dúvidas, se for o caso. A troca de opinião beneficia a ambos, quem envia a opinião e quem a recebe.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 4-ABR-2003

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O Raio da personalidade e o fogo por fricção - O trabalho dos três raios Iremos agora estudar o trabalho dos raios Monádico, do Ego e da personalidade, e a relação entre o raio da personalidade e o fogo por fricção, quando esse raio atua nos átomos permanentes. O tema dos átomos permanentes, embora seja de amplo e g eral interesse,é muito pouco compreendido. Todo corpo ou forma em que a Mônada funciona e se expressa, tem como ponto focal um átomo de matéria do mundo em que se expressa, o qual serve para atrair a matéria daquele mundo a fim de formar o corpo, distribuir força, conservar as faculdades, assimilar as experiências e preservar a memória. Os átomos permanentes não são átomos comuns. Eles ficaram durante muito tempo sob a influência da chamada segunda emanação do Logos Solar, que é do aspecto Amor-Sabedoria-Razão Pura, tendo por isso grande poder de coesão. No nosso estudo iremos tratar da Tríade Inferior, constituída da unidade mental, responsável pelo corpo mental inferior, do átomo astral permanente, responsável pelo corpo astral ou emocional e do átomo físi co permanente, responsável pelo corpo físico.

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A unidade mental é uma molécula da quarta sub -divisão do mundo mental. Existe ainda a Tríade Superior ou Espiritual, formada pelos átomo sátmico ou espiritual, búdico ou intuicional e mental, que serve de veículo para a Mônada. Esses átomos estão em relação direta com um dos três grandes raios, no que respeita ao homem, o microcosmos, os quais são: 
 

Raio Monádico Raio Egoico Raio da Personalidade

A palavra raio aqui tem o significado de corrente ou emanação de força. O Logos Solar se manifesta por meio de três raios maiores e quatro menores: Vontade ou Poder, Amor-Sabedoria-Razão Pura, Inteligência Ativa ou Adaptabilidade (os três maiores), Harmonia pelo Conflito-Beleza-Arte, Conhecimento Concreto ou Ciência, Devoção -Idealismo Abstrato e Magia Cerimonial (os quatro menores). As Mônadas humanas se manifestam através dos três raios maiores, ou seja, há Mônadas de Vontade, Mônadas de Amor e Mônadas de I nteligência Ativa. Já os Egos e as personalidades são dos sete raios, sendo o raio egoico um sub-raio do raio Monádico e o raio da personalidade um sub -raio do raio egoico. Em cada encarnação o raio da personalidade geralmente muda. O raio Monádico atua na unidade mental. O raio egoico influencia o átomo astral permanente e o raio da personalidade afeta oátomo físico permanente. A ação desses raios é a seguinte: 
 

age na parede externa do átomo ou da unidade, aumentando sua capacidade oscilatória e giratória; estimula o fogo por fricção interno do átomo ou da unidade, intensificando-o e fazendo com que sua luz brilhe com mais resplendor; atua nas espirilas do átomo, pondo -as em atividade gradualmente.

Os átomos de um tipo de matéria são formados pela junção de átomos da matéria imediatamente mais sutil, constituindo uma espécie de corda ou fio. Com essas cordas ou fios são gerados vórtices. Essas cordas ou fios, em número de sete, é que são as espirilas. Essa explicação é muito sucinta. Em outra ocasião será dada uma explanação mais detalhada. Cada espirila é ativada ciclicamente. Na atualidade quatro estão ativas. Mas elas podem ser ativadas pelo esforço individual. A ação dos três raios não é simultânea, mas obedece a ciclos ordenados. A atuação do raio Monádi co sobre a unidade mental só começa quando o homem recebe a primeira iniciação planetária. Iniciação planetária é uma expansão de consciência e dinamização dos centros
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de força do homem (chacras), pelas energias que fluem do Cetro de Poder do Sr. CRISTO nas primeira e segunda iniciações e do Cetro de Poder do SENHOR DO MUNDO nas iniciações a partir da terceira. Esse assunto é tratado no livro do Mestre Tibetano, pela sra. Alice A. Bailey, Iniciação Humana e Solar, que já existe em português. No livro do mesmo Mestre, Os Raios e as Iniciações, o assunto é tratado em muito mais profundidade e nele são descritos com detalhes os modos de vida, as responsabilidades, as funções e a glória incomensurável, que estão reservadas ao homem que tem disposição, decisão e vontade para fazer o esforço necessário. Uma coisa é certíssima: o homem conquista a iniciação. Por isso é dito que o INICIADO já é um iniciado. Portanto, para estimular o interesse da Mônada nos veículos inferiores, devemos usar ao máximo a capacidade discriminatória e analítica da mente concreta, uma vez que Ela se preocupa muito com o conteúdo da unidade mental. Para tanto devemos no dia a dia analisar tudo o que ocorre em nosso interior e ao nosso redor, buscando entender e tirando conclusões. Na anális e do comportamento das pessoas, que é muito importante, devemos ter o cuidado de não julgá -las, porém apenas efetuar a análise. O julgamento conduz àdiscriminação das pessoas, o que maléfico, pois leva à separatividade. Discriminar para efeito de análise é bom, mas discriminar devido ao julgamentoé trabalhar contra o Plano Divino de fraternidade. Usem a mente para tudo, inclusive nos cinco sentidos. Usem -na na audição, na visão, no tato, no paladar, no olfato. Façam todos os dias, antes de conciliar o sono, uma análise dos principais fatos do dia. Ao amanhecer, procurem efetuar um planejamento do comportamento ao longo do dia. Garanto que a evolução de todos será grandemente acelerada. Embora no início a mente concreta tende a matar o real, como dizem, todav ia o seu uso é importantíssimo para a evolução, pois com o tempo as perguntas, indagações e dúvidas que surgem vão estimulando a mente abstrata e, através dela, a atenção do Ego, que, por sua vez, chama a atenção da Mônada. Assim, a mente concreta passa a ser iluminada pela luz da Mônada e, dessa forma, transforma-se no farol da Mônada para os mundos inferiores. Logo, a alegação de que a mente concreta mata o real não é desculpa para não utilizá -la; os preguiçosos mentais é que costumam alegar isso. A ação do raio egoico sobre o átomo astral permanente só se inicia quando o Ego consegue estabelecer uma boa conexão com o cérebro físico. Saibam portanto fazer bom uso das emoções, estimulando as boas e transformando as más, jamais bloqueando-as. Essa transformação, que é transmutação, é conseguida pela análise mental. O corpo astral é uma ferramenta muito importante para o Ego e para a Mônada, embora seja o mundo astral um mundo de miragem. Mas, através da mente, podemos dissipar essa miragem do mundo astral e vê-lo como ele érealmente. No homem comum já se dá a influência do raio da personalidade sobre oátomo físico permanente.

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A história da tríade inferior, em termos de evolução, é a seguinte: Inicialmente o Ego envia energias para o átomo físico permanente e nele se concentra. Posteriormente, Ele passa a energizar o átomo astral permanente, assim aumentando a luminosidade dos dois átomos. A seguir Ele trabalha a unidade mental. Chega um momento em que os três componentes da tríade inferior estão muito próximos e brilham fortemente como se fossem uma esfera única, de rápidos movimentos. Quando essa fase é atingida, ocorre a transmutação paulatina. Ao transcender o átomo físico permanente, a polarização passa para o átomo mental permanente da Tríade Superior. Quando o átomo astral permanente se torna altamente radioativo, a polarização é transferida para o átomo búdico permanente. Finalmente quando a unidade mental se torna intensamente dinâmica, a transferência é feita para o átomo átmico permanente. Em temos práticos e de vivência, isso significa uma nova e muito mais intensa vida, com as limitações dos mundos inferiores eliminadas. É o Reino dos Céus, ensinado pelo sr. CRISTO, e que não foi entendido pelos religiosos, sendo por eles completamente distorcido. Este é o resultado da ação dos raios Monádico, Egoico e da personalidade sobre a tríade inferior e, conseqüentemente, sobre os corpos, uma vez que os componentes da tríade inferior são os focos irradiadores de energias para eles. Toda essa conquista pode ser conseguida pelo esforço individual, acelerando a própria evolução e escapando da longa demora do ritmo comum da humanidade, que se deixa levar e não percebe que pode assumir o comando do processo, através da busca do conhecimento e da devida ação. Cabe esclarecer que a natureza do raio da Mônada tem um efeito muito forte na aceleração da escalada evolutiva. As Mônadas do primeiro raio, por ser um raio de poder, conseguem ir mais depressa. Como na realidade o Ego é a Mônada expressando-se no mundo causal e a personalidade é a Mônada manifestando-se nos mundos mental inferior, astral e físico através do Ego, o raio da Mônada, quando Ela é do primeiro raio, atua com poder em todos os componentes da tríade inferior e assim os efeitos são mais rápidos. Cabe dizer que no atual período da humanidade as Mônadas de primeiro raio encarnadas são raríssimas. A seguir apresentamos um desenho com as conexões dos três raios com os componentes da tríade inferior:

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Aqui encerramos nosso estudo. No próximo o tema será a ação do raio da personalidade sobre a tríade inferior, com maior enfoque nos fogos e serápublicado em 10/04/2003. Sempre ao dispor para dúvidas e opiniões.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Raio da Personalidade e o fogo por fricção - O Raio da Personalidade e os átomos permanentes No estudo anterior vimos que o raio Monádico estimula a unidade mental, o raio Egoico o átomo astral permanente e o raio da personalidade o átomo físico permanente. No presente estudo vamos mostrar que o átomo físico permanente é afetado também pelos raios Monádico e Egoico. Essa atuação é feita nas espirilas do átomo físico permanente, que são sete. A explanação técnica das espirilas será feita em estudo posterior. Por ora basta que saibam que, normalmente, uma espirila é ativada por ronda e atualmente estamos na 4ª ronda. Ronda é um ciclo de uma cadeia. Cadeia é o nome dado a uma manifestação física cósmica de um Logos Planetário, o que podemos chamar de encarnação do Logos Planetário. No caso do nosso Logos Planetári o, ela é constituída de 1 globo físico denso, a
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terra, 2 globos etéricos, 2 globos astrais e 2 globos mentais inferiores, totalizando 7 globos, todos com suas funções e finalidades. Em cada cadeia ocorrem 7 rondas, ou seja, a Vida do Logos Planetário anima os 7 globos, globo a globo, por 7 vezes, detendo -se durante algum tempo em cada globo. No final da 7ª ronda, os 7 globos da cadeia são desfeitos e o Logos Planetário entra num período de abstração, chamado pralaia , com tudo o que está sob a sua responsabilidade, incluindo nós. No momento estamos na 4ªronda da 4ª cadeia. Cada cadeia tem uma meta para a humanidade. No nosso caso a meta é a 5ª Iniciação Planetária, a do Adepto. Como o átomo físico permanente é a fonte de energia para a construção dos corpos físicos etérico e denso do ser humano, fluindo por ele as energias emanadas pela Mônada via Ego e como as espirilas são analogicamente as artérias do átomo físico permanente, quanto mais espirilas estiverem ativas, maior será o dinamismo dele, melhorando em muito a qualidade do corpo físico e, assim, permitindo uma melhor expressão das qualidades e energias da Mônada. Lembramos que o átomo físico permanente é o que está por detrás do nosso DNA, controlando a atividade das proteínas (corpos físicos dos chamado s pequenos construtores), ao lerem a palavra -chave na região de controle do DNA e darem instruções para a construção de outras proteínas necessárias à vida física, de forma bioquímica. Pelas espirilas fluem energias diferenciadas. Pelas 4 primeiras (ativas atualmente no homem comum) circulam as energias mais grosseiras, que expressam as qualidades desse homem comum. Somente o raio da personalidade atua e as muitas diferenciações são devidas às variações dos raios de personalidade e seus sub -raios, que, se considerarmos as proporções de intensidade de cada raio e sub -raio, geram a imensa gama de personalidades, que observamos na humanidade. Nas 3 rondas anteriores à atual, as Mônadas provenientes da cadeia lunar, que antecedeu a nossa cadeia e que estavam em condições de ingressar no reino humano,permaneceram um muito longo período de tempo inativas, aguardando a construção do novo cenário de evolução, ou seja, a nova cadeia. Em conseqüência dessa inatividade, as tríades inferiores tiveram de passar por várias etapas de reativação de seus átomos. Para tal na 1ª ronda, a 1ª espirila, a mais grosseira, foi ativada. Na 2ª ronda, a 2ª espirila e na 3ªa 3ª espirila. Aí a tríade inferior estava preparada e desperta para receber um corpo humano, o que ocorreu na 4ª ronda, a atual. Como pelas 5ª e 6ª espirilas do átomo físico permanente fluem energias da Mônada, via átomos mental e búdico permanentes e Ego, essas espirilas têm de ser ativadas pelo raio Egoico.

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A 7ª espirila, a mais sutil, deve expressar energias da Mônada via átomo átmico permanente, o mais elevado para a humanidade e para a sua ativação o raio Monádico é que tem de atuar. O homem de vontade não precisa esperar as rondas futuras para despertar as espirilas superiores. Pela disciplina, conhecimento e serviço ele pode acelerar sua evolução e alcançar a meta bem antes e prosseguir para regiões mais elevadas. Este tema é de grande interesse e utilidade e oferece ao pesquisador vastos horizontes e abre extensos campos de investigação aos estudiosos que anseiam pelo saber. A sucessão e o tempo para essas ativações dependem do raio Monádico. Quando se considera a questão sob a ótica do fogo, percebe -se como o fogo latente no átomo é estimulado, chega a brilhar e torna -se útil pela ação do raio da personalidade e a fusão de ambos, melhor dizendo, a sintonia de ambos produz efeitos análogos aos produzidos pela ação de Fohat sobre a matéria do mundo físico cósmico (os nossos 7 mundos). O fogo está latente dentro da esfera, quer do sistema, quer do átomo físico. Por um lado o raio da personalidade, atuando no átomo físico, incrementa o fogo oculto e o põe em atividade. Por outro lado Fohat age sobre o fogo oculto na matéria do sistema, colocando-o em atividade manifesta. Nesta analogia, as devidas proporções e dif erenças devem ser mantidas. Vemos também que o raio da personalidade tem a ver com o terceiro aspecto, Inteligência Ativa, a atividade do microcosmos, o homem. A tarefa do terceiro aspecto logoico consistiu em por em ordem a matéria do sistema, de maneira que, com o tempo, pudesse tomar forma pelo poder do segundo aspecto, Amor-Sabedoria. É essa a analogia. A vida no mundo físico (que é demonstrada plena e claramente pelo átomo físico) ordena e separa a matéria com a qual será construído oportunamente o Templo de Salomão, que é o corpo egoico, pela ação da vida egoica, o segundo aspecto. No terreno da vida pessoal já estão preparadas as pedras do grande Templo. O existir no mundo físico e o viver a vida pessoal objetiva, proporcionam essa experiência que será transformada em faculdade do Ego. A clara compreensão desses mecanismos, de suas ações e de seus efeitos sob o ponto de vista da Mônada, o homem verdadeiro e real, fornece ao estudioso criterioso e ávido de sabedoria diretrizes firmes e inabaláveis para ele prosseguir na luta e no esforço em direção à conquista de sua meta, o mais rápido possível. Portanto vivamos a nossa vida física, pondo a mente em tudo, usando os sentidos de forma ampla e dinâmica e extraindo deles o máximo de
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informações e conclusões que pudermos. Isso só será possível se soubermos usar a capacidade analítica da mente concreta, essa riqueza que todos possuem, podem e devem desenvolver ao máximo, para despertar a outra riqueza maior, a mente abstrata. Apresentamos a seguir alguns ilust rações, para melhor assimilação dos conceitos acima explanados.

Esclarecimento: Princípios são arquétipos ou idéias básicas que devem ser desenvolvidos e expressos pelos veículos. Esses princípios serão estudados com detalhes em ocasião oportuna. Os raios Monádico, Egoico e da personalidade na vida prática no mundo físico:
RAIO MONÁDICO

Quando a Vontade está ativa, na concentração, na meditação, no auto -

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controle, na firmeza de decisão e de propósito.
RAIO EGOICO

Quando o desejo é transmutado em aspiraç ão pelos ideais superiores e todo o esforço é feito para a conquista da Sabedoria, juntamente com o serviço desinteressado.
RAIO DA PERSONALIDADE

Está sempre atuando. Quando os raios Egoico e Monádico passam a atuar, esse raio vai se transformando num canal cada vez mais puro e sem ação própria, expressando e manifestando cada vez com mais fidelidade os outros dois raios. O assunto tratado neste estudo está na página 85 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Aqui encerramos nosso estudo. O próximo será publicado e m 15/04/2003, sobre o tema O Raio da Personalidade e a Lei do Carma (página 86 do Tratado sobre Fuego Cósmico). Estamos sempre à disposição para qualquer esclarecimento e opiniões.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Raio da Personalidade e o fogo por fricção - O Raio da Personalidade e a Lei do Carma Antes de entrar no tema do nosso atual estudo, vamos fazer uma recapitulação rápida do que foi dito sobre os 3 fogos que sustentam todo o nosso mundo fenomênico. Todos os fogos do nosso sistema solar, onde está nosso cenário de evolução para este atual grande ciclo, são provenientes da Mônada Solar, o Logos Solar verdadeiro, assim como a Mônada humana é o homem verdadeiro. A Mônada Solar, neste atual sistema solar, sua encarnação cósmica, tem como propósito desenvolver ao máximo seu segundo aspecto. o Amor-SabedoriaRazão Pura, em nível cósmico. Todo o seu relacionamento com os outros Logos Solares, quer os seis com os quais constitui os centros ou chacras
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cósmicos (sete) do Logos Cósmico, quer com os outros Logos Solares não sagrados e Entidades Cósmicas que vivem e evoluem dentro do corpo do Logos Cósmico, é baseado no Amor-Sabedoria-Razão Pura cósmico. No sistema solar anterior, o propósito foi o desenvolvimento da Inteligência Ativa, o terceiro aspecto, que se expressa na matéria. Portanto, atualmente, todos os fogos agindo no sistema solar, em qualquer lugar e planeta, tem como qualidade essencial e fundamental o Amor Sabedoria-Razão Pura. O fogo por fricção (raio primordial) é responsável pelo movimento , que tem como resultado o calor. O fogo solar (raio divino) reúne a matéria em movimento para construir as formas. O fogo elétrico dinamiza tudo e é a base da vida da matéria, em todos os mundos de matéria. Por cima de todos esses três fogos paira supremo o Fogo do Amor, querendo a todo custo se expressar, se manifestar, se expandir, crescer e se transformar numa gigantesca labareda, abarcando a todos com esse incomensurável Amor Cósmico. Nós, Mônadas humanas, à semelhança da Mônada Solar, na qual estamos e da qual somos fragmentos e centelhas, também estamos sujeitos à mesma divina compulsão: desenvolver e expressar ao máximo o Amor -SabedoriaRazão Pura. Passemos agora para o tema em pauta. Para tanto fixemo-nos no fogo por fricção, o fogo da matéria. A Lei do Carma diz que somos responsáveis pelos efeitos e conseqüências das ações que praticamos, em todos os mundos. Como estamos encarnados no mundo físico, nossas ações nesse mundo geram efeitos, que podem ser benéficos ou maléficos que, por sua vez, reagem também beneficamente ou maleficamente. Como a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória, ou seja, somos livres para agir, porém somos obrigados a receber as conseqüências de nossos atos, é óbvio que tem de existir um processo que torna a colheita obrigatória. Como o fogo por fricção atua na matéria e nossos atos, quando encarnados, produzem efeitos na matéria, mesmo os que se expressam nos mundos emocional ou mental inferior, por exemplo, quando pela calunia, sem tocar fisicamente na pessoa, fazemo s com que ela sofra e nessa ação maléfica usamos um poder do corpo físico, a fala, é óbvio que será pelo fogo por fricção que iremos receber a reação da má ação.

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Como o carma tem de ser justo, os Seres que o administram têm de ser imunes a qualquer falha h umana. Logo só podem ser Devas de elevada categoria, que são os Lipikas ou Senhores do Carma. A palavra lipika significa aquele que escreve, porque Eles têm dispositivos que registram todas as ações de todos os seresdo reino humano e superiores. Um pensamento concentrado de ódio contra uma pessoa, ao atuar na matéria mental, atinge a vítima, provocando nela um efeito, que vai se manifestar no corpo físico, pela lei da repercussão vibratória, caindo portanto no campo do fogo por fricção. Por outro lado, pensamentos de Amor e bem querer também atingem a pessoa visada e as energias emanadas ao chegarem ao seu corpo físico, pela mesma lei da repercussão vibratória, irão contribuir para a sua saúde, além do efeito benéfico direto em seus corpos mental inferio r e astral. Enfim, sempre iremos cair no campo do fogo por fricção. Os Senhores Lipikas são quatro. Um para cada raio ou fogo (três) e o quarto é o sintetizador e coordenador, para que as ações dos três se harmonizem, produzindo um efeito total coerente. Vamos exemplificar, para que tudo fique bem claro. Uma pessoa que agride fisicamente uma outra. Pela natureza do ato, ela atuou usando o fogo por fricção na sua forma por fricção, logo o Lipika registrador é o ligado ao fogo por fricção. Outra pessoa que provoca sofrimento em outra na área emocional. Aía atuação foi na área do fogo por fricção no seu aspecto solar. Nesse caso o Lipika que irá agir será o ligado ao fogo solar. Uma terceira pessoa, dotada de um certo poder mental e de conhecimentos de magia mental, ao efetuar um processo visando prejudicar outra pessoa, estará agindo com o fogo elétrico, ficando pois sob a tutela do Lipika ligado ao fogo elétrico. Como existe a lei da repercussão vibratória, pela qual o que ocorre num mundo afeta o outro mundo abaixo dele, a ação mental provocaráefeitos nos corpos mental inferior, astral e físico da pessoa atingida. Por causa disso é necessária uma coordenação para que o carma aplicado ao agente gerador leve em conta essas interações entre os três fogos. É bom l embrar que o carma é corretor e não punitivo. Esses quatro Lipikas têm seus pontos de contato na terra por meio dos três Budas de Atividade e o quarto Kumara, o Senhor do Mundo, que é o coordenador e sintetizador. Conseqüentemente o raio da personalidade, em sua relação com o fogo por fricção, é influenciado e adaptado diretamente em sua atividade por um dos Budas de Atividade. O carma da matéria é um assunto muito complexo e até agora apenas foram feitas sugestões a esse respeito. Todavia ele está fortemen te ligado ao carma do homem. Implica em controlar a evolução da essência monádica (a matéria atômica) e da essência elemental (a matéria molecular). Consiste no despertar e na dinamização das quatro espirilas, na sua atividade e aderência às formas
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quando são atômicas e no desenvolvimento do fogo interno latente e na sua intensificação ígnea, até que ocorra dentro do átomo o que ocorre com o corpo causal: a destruição da periferia do átomo pelo fogo. Trata -se da utilização da matéria para a construção de formas, através da interação dos dois fogos, o Elétrico e o Solar, na matéria, produzindo assim o fogo por fricção, que leva àvida e à fusão. O tema do carma da forma é também muito amplo e demasiado complexo para a compreensão comum, porém é um fator muito importante, que não se deve passar por alto, em relação com a evolução de um mundo, de uma síntese de mundos ou de um sistema, ao serem considerados de níveis mais elevados. Na sua totalidade, é o resultado da ação empreendida por Essências e Entidades Cósmicas em sistemas solares anteriores, desenvolvendo-se por meio dos átomos individuais e dos conglomerados de átomos denominados formas. Portanto, o efeito do Raio da Personalidade sobre os fogos internos é, na realidade, resultado da influência do Logos P lanetário de qualquer raio implicado, na medida em que esgota a parte do carma que lhe corresponde em um ciclo dado, grande ou pequeno. Dessa maneira produz e, com o tempo, transmuta os efeitos de causas que Ele iniciou anteriormente, no seu relacionamento com seus seis Irmãos, os outros Logos Planetários. Temos um paralelo ilustrativo no efeito que um indivíduo gera sobre outro nos contatos mundanos do dia a dia, ao estimular ou desestimular, ao acelerar ou atrasar a evolução de outra pessoa. Devemos lembrar que toda influência e efeitos fundamentais se sentem no mundo astral ou emocional e daí atuam por intermédio do etérico até o físico denso, assim submetendo a matéria sob sua influência, o que não se origina no mundo físico. A seguir apresentamos um gráfico para melhor assimilação.

Aqui encerramos nosso estudo. Estamos sempre à disposição para qualquer esclarecimento. Nosso próximo estudo será publicado em 24/04/2003.

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Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O corpo etérico e o prana - A natureza do corpo etérico - Seu propósito e descrição Em nosso atual estudo vamos esclarecer os ensinamentos do Mestre Djwal Khul apresentados nas páginas 90, 91, 92 e 93 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Na análise desses ensinamentos, sua visualização, entendimento de sua operação e assimilação, descobriremos coisas de vital importância, embora o Mestre tenha dito que isso é para a futura geração de pensadores, todavia como essa afirmação do Mestre foi feita em meados do século passado, podemos nos incluir entre esses pensadores. 1. Seu propósito e descrição Primeiro - Se os cientistas e médicos já tivessem aceitado a existência do corpo etérico e pesquisado o assunto, teriam compreendido em maior profundidade as leis da matéria e da saúde. A palavra saúde tem sido empregada até agora de uma forma muito limitada e seu significado tem sido aplicado à sanidade do corpo físico, à ação colaboradora dos átomos do corpo físico do homem e à plena expressão dos poderes do elemental físico, mesmo assim por aqueles que possuem a visão esotérica do cosmos. No futuro (que é agora) dar -nos-emos conta de que a saúde do homem depende da saúde das outras evoluções afins, da ação colaboradora e da plena expressão da matéria do planeta e do elemental planetário, o qual é a manifestação conjunta e simultânea de todos os elementais físicos da natureza manifestada. Segundo - O estudo e a pesquisa do corpo etérico e do prana revelarão os efeitos de certos raios do sol, os quais, por falta de um vocabulário mais adequado, o Mestre chama de ³emanações p rânicas solares´. Estas emanações são efeitos do calor central (fogo interno) do sol, quando atinge outros corpos do sistema solar, como os planetas (densos e etéricos), por um dos três canais principais de contato ou aproximação( akasha, raios de luz de aspecto prânico e eletricidade solar), produzindo nos corpos nos quais estabeleceu contato efeitos diferentes dos demais, ou seja, cada emanação

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produz sua própria e característica ação. Tais ações poderão ser estimulantes e construtivas e, pela sua qualidad e essencial, produzem condições que estimulam o crescimento da matéria celular. Sua adaptação depende das condições ambientais e, semelhantemente, da saúde interna (que se manifesta como calor no átomo e sua conseqüente atividade) e da evolução uniforme da forma, da qual esse átomo particular de matéria é parte constituinte. Estamos tratando de prana. As emanações de prana ajudam pouco na construção das formas, porque isso não é de sua competência, porém conservam a forma preservando a saúde de suas partes componentes. Outros raios do sol atuam de maneira diferente sobre as formas e sua substância. Alguns desses raios agem como destruidores das formas (como os do primeiro raio, a eletricidade solar), outros realizam o trabalho de coesão e atração (como o prana). As tarefas de destruir e preservar são efetuadas sob a Lei de Atração e Repulsão. Alguns raios do sol aceleram o movimento, outros retardam-no. Os raios ora em estudo, ³as emanações prânicas solares´ atuam dentro dos quatro éteres. Esses quatro éteres, embora sejam matéria física, não são ainda visíveis pelo olho humano. Todavia os físicos que pesquisam na área das partículas de alta energia e nos aceleradores lineares de partículas, usando a câmara de bolha para visualizar e quantificar os efeitos das colisões das partículas altamente aceleradas nos núcleos dos átomos, já estão trabalhando com matéria etérica, todavia não admitem isso. As partículas subatômicas, como os quarks (6), os taus, os múons, os elétrons, os três tipos de neutrinos (neutrino ta u, neutrino múon e neutrino elétron), num total de 12, são pertencentes aos éteres. Existem mais componentes dos éteres. Os prótons e os nêutrons também são moléculas do quarto éter. Essas emanações são o sustentáculo de toda vida no mundo físico, considerando-se unicamente em relação à vida dos átomos da matéria física, seu calor inerente e seu movimento giratório (fogo por fricção, fogo interno, latente). Terceiro - Estudando-se o corpo etérico e o prana, chegaremos a compreender o método da manifestação do Logos Solar, assunto de grande interesse para os metafísicos e pensadores abstratos, que somos nós. O corpo etérico do homem oculta o segredo da sua objetividade. Tem sua analogia no mundo arquetípico, chamado o mundo da manifestação divina, o primeiro plano ou mundo do nosso sistema solar, o Adi. Mestre Tibetano usa a palavra plano para designar os diversos mundos de matéria. Passaremos daqui em diante a usar também essa palavra com o mesmo significado. A matéria do plano Adi, o mais elevado para nós, é chamada às vezes ³mar de fogo´ e é a origem do plano monádico, denominado akasha, pois o átomo monádicoé formado a partir de átomos do plano Adi. É importante lembrar que
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o plano monádico é a nossa sede como Mônadas. Essa analogia será bem detalhada, pois sua exata compreensão trará grande iluminação, juntamente com muitas coisas que servirão para esclarecer problemas macro e microcósmicos. Começaremos com o homem e seu corpo etérico. O corpo etérico tem sido descrito como uma rede impregnada de fogo, ou uma rede animada por uma luz dourada. Na Bíblia é denominado ³cuenco dorado´, que quer dizer tigela ou terrina dourada. É composto de matéria etérica e tem essa aparência porque os finos fios dessa matéria se entrelaçam e os Construtores menores as convertem na forma ou modelo, de acordo com o qual será moldado o corpo físico denso. No próximo estudo explicaremos detalhadamente como esses fios são construídos a partir dos átomos e moléculas etéricas, tendo como origem o átomo físico permanente, como também daremos informações sobre a interação entre o corpo etérico e o DNA, tão em voga atualmente. Sob a Lei da Atração, a matéria densa do plano físico (átomos e moléculas que irão formar as células e depois os órgãos) se adere a essa forma vitalizada e gradualmente vai se conformando ao seu redor e por dentro, até que a interpenetração é tão completa, que as duas matérias (doscorpos etérico edenso) constituem uma só unidade. As emanações prânicas do corpo etérico atuam sobre o físico denso, da mesma maneira que as emanações prânicas solares atuam sobre o corpo etérico Existe um vasto sistema de transmissão e interdependência dentro do sistema solar. Todos recebem para dar e ajudar o inferior ou menos evoluído. Este processo pode ser observado em todos os planos. Dessa forma o corpo etérico constitui o plano (planejamento) arquetípico, em relação com o corpo físico denso. O Pensador (A Alma) em seu próprio planoencontra-se com respeito ao corpo físico, na mesma relação em que o Logos Solar se encontra com respeito ao seu sistema solar. De uma forma sintética podemos dizer assim: ³O Pensador no plano astral, o plano do desejo e da necessidade, encontra -se com respeito ao corpo físico na mesma relação do Logos Solar no plano astral cósmico com respeito ao seu sistema solar.´ A referência aqui feita pelo Mestre ao plano astral e ao plano astral cósmico será explicada no próximo estudo. Na medida do avanço do nosso estudo, iremos observando as analogias no cosmos, no sistema e nos três mundos, pois devemos ter sempre presente que a analogia tem de ser perfeita: 1. O Homem, o Microcosmos, a Mônada em manifestação ou encarnada, o Uno. 2. O Homem Celestial, o Logos Planetário, o grupo manifestado.
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3. O Grande Homem dos Céus, o Macrocosmos, O Logos Solar, a manifestação de todos os grupos e evoluções dentro do seu corpo, o sistema solar. Todos esses corpos - homem, Logos Planetário e Logos Solar - são produtos do desejo originado nos respectivos planos da mente abstrata, seja a mente cósmica, do sistemaou dos três mundos ou desejo -mente cósmica, desejomente humana e todos os seus corpos, são ³Filhos da necessidade´, como tão apropriadamente expressa Helena Petrovna Blavatsky, na Doutrina Secreta. Por ora encerramos nosso estudo. Voltaremos no dia 30/04/2003, quarta -feira da próxima semana, quando elucidaremos em maior extensão alguns tópicos aqui tratados, como a construção da trama etérica e a influência do corpo astral no corpo etérico e a partir deste no corpo físico e entraremos nos Oito Enunciados sobre o corpo etérico, páginas 93 a 98 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Solicitamos e enfatizamos que procurem entender e assimilar bem esse assunto, porque é de suma importância para a saúde física. Ao total dispor para quaisquer dúvidas e esclarecimentos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 24-ABR-2003

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A Construção do Corpo Etérico Conforme prometemos no último estudo, iremos agora estudar a construção do corpo etérico. O processo de uma encarnação começa no plano causal, quando a Alma, após ter assimilado as essências das experiências da última encarnação e transformado-as em qualidades, pela inserção nas pétalas do Loto Egoico, o mecanismo mais importante do homem e que será explicado em outro estudo, sente um impulso oriundo da Mônada para viver novas experiências nos mundos inferiores. Ao responder a esse impulso, sua atenção é enfocada na unidade mental permanente, onde está gravado todo o seu passado. Nessa fase os Senhores do Carma definem a parcela do carma dessa Alma que deve ser cumprido na encarnação que se inicia.

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Detalhes desse carma, como os raios dos corpos mental inferior, astral, físico e da futura personalidade como outras características são devidamente delineados. Os Devas construtores, em diversos níveis, atuam nessa ocasião. Quando a unidade mental permanente recebe o fl uxo de energia da Alma,é gerado um campo de força em torno dela, que atrai partículas dos quatro sub planos inferiores do plano mental, de acordo com o conteúdo da unidade mental e do carma. Essas partículas irão constituir o núcleo do futuro corpo mental inferior, que irá se desenvolver após o nascimento e crescimento do futuro corpo físico. O fluxo de energia prossegue, atingindo o átomo astral permanente, que gera em torno de si um outro campo de força, que atrai partículas astrais, também de acordo com o conteúdo do átomo astral permanente e o carma. É o núcleo do futuro corpo astral. A seguir a energia chega ao átomo físico permanente. Ao ser gerado o campo de força em torno, ele atrai partículas dos quatro sub -planos etéricos, de acordo com o que foi planejado para aquela encarnação. Ao ser construído o núcleo do corpo etérico, as partículas atraídas se agrupam linearmente, como o fio de cobre que conduz a corrente elétrica. A energia que propicia essa coesão provém do segundo aspecto, juntamente, é óbv io, com a energia do terceiro aspecto, o fogo interno ou fogo por fricção, inerente à matéria. Os núcleos dos corpos mental inferior e astral e o minúsculo molde etérico com todos os dados e informações necessárias, estão prontos, aguardando o momento da fecundação do óvulo pelo espermatozóide, para ser iniciado o processo físico da encarnação. No pequeno molde etérico, em cada partícula do fio que irá se expandir até chegar a formar uma rede, estão diminutos campos de força que irão atuar sobre os genes dos DNA do pai e do mãe, contidos em seus cromossomos, ativando aqueles necessários para que se efetive o que foi decidido pelos Senhores do Carma para essa encarnação. À medida em que esse corpo físico incipiente vai se desenvolvendo, passando pelas fases dos reinos vegetal e animal, para, na fase mais adiantada da gestação, adquirir a forma humana, o molde etérico vai se expandindo, estendendo-se o fio etérico e entrelaçando-se, formando uma estrutura semelhante a uma de arame, como esses desenhos que são v istos nos computadores, para serem preenchidos e formarem o desenho definitivo. É nessa trama etérica, em suas partículas, que estão armazenadas as instruções que, através dos minúsculos campos de força, atuarão sobre os genes, ativando-os e desativando-os, conforme o carma.

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É digno de se notar que a dupla hélice do DNA, com os seus quatro componentes fundamentais, adenina, timina, guanina e citosina, formando os pares AT, TA, gc E cg, é também uma trama ou rede. É de se observar também que, na linguagem de um computador, com apenas dois dígitos, 0 e 1, dispostos em grupos de oito, efetuando -se permutações, podemos codificar 2 elevado a 8 (256) unidades de informação. Se os grupos forem de 32, teremos 4.294.967.296 unidades de informação. No DNA, de base quatro e grupos de oito, teremos 4 elevado a 8 (65.536) unidades de informação e com grupos de 16, teremos 4.294.967.296 unidades. Com a expansão gradativa da trama etérica, atuando sobre o DNA, o corpo físico vai crescendo, dentro da normalidade do homem. Outro fato digno de nota é o aspecto astrológico do nascimento. A astrologia é uma ciência e como ciência deve evoluir e, para tal, mais pesquisas e estudos sérios devem ser feitos, dentro de moldes científicos e através de análises estatísticas e não apenas se baseando em dados brutos, nem sempre representativos. Alguns astrólogos desavisados e sem mentalidade científica afirmam enfaticamente que são os astros que fazem com que uma pessoa seja o que é. Ora, se considerarmos que o planejamento e a escolha das características dos novos corpos são feitos antes do nascimento, que é o homem que conquista suas qualidades e que antes do nascimento, no ventre da mãe, o corpo físico já está sendo construído, concluímos que a afirmação desses astrólogos é sem fundamento. Sabemos que as energias provenientes dos Seres Cósmicos que se expressam pelas constelações atuam em toda a natureza e no homem, estimulando, porém não são coercitivas no todo no homem, pois esse tem uma boa dose de livre arbítrio. Na nossa interpretação, o planejamento cármico é feito de acordo com os méritos, conquistas, a cota de bem e mal e o que é melhor em termos de evolução para atingir a meta prevista para o homem que, na atual cadeia, é a quinta Iniciação Planetária, a terceira Solar . Uma vez feito esse planejamento, em função do que o homem conquistou, planejamento esse que prevê respostas dos veículos desse homem a certas energias dos Seres Cósmicos, deve ser aguardado o momento certo em que as condições astrológicas sejam coerentes com o planejado. Concluímos então que as condições astrológicas (o mapa natal) no momento do nascimento de um homem apenas indicam o que ele conquistou e fornecem informações (se bem interpretadas por um astrólogo sábio, o que é raríssimo) para que ele aproveite ao máximo aquela encarnação sob o ponto de vista de

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evolução, porém jamais são forças escravisantes. A seguir apresentamos um desenho para melhor esclarecimento.

Por ora encerramos nosso estudo. Continuaremos no dia 5 de maio de 2003, próxima segunda-feira, com os oito enunciados sobre o corpo etérico. Ao inteiro dispor para quaisquer dúvidas e esclarecimentos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Dj wal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 30-ABR-2003

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O Corpo Etérico e o Prana - A natureza do corpo etérico - Oito enunciados No decorrer dos nossos estudos dedicar-nos-emos ao corpo etérico de todas as coisas, à sua vivificação pelo prana (cósmico, solar, planetário e humano), dos órgãos de recepção e da fonte das emanações. Para maior claridade, serão estabelecidos oito enunciados sobre o corpo etérico.
Primeiro - O corpo etérico é o molde do corpo denso. Segundo - O corpo etérico é o arquétipo, segundo o qual é construída a forma física densa, seja um sistema solar, seja uma cadeia planetária, seja um corpo humano em qualquer encarnação. Terceiro - O corpo etérico é uma trama ou rede de finos canais entrelaçados, formados de matéria dos quatro éteres e organizados em uma forma específica. É o ponto focal para certas emanações que irradiam e vivificam, estimulam e provocam o movimento giratório dos át omos, microcósmicos e
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macrocósmicos.
Quarto - Estas emanações prânicas, uma vez enfocadas e recebidas, reagem sobre a matéria densa, construída sobre e dentro do arcabouço e estrutura etéricos. Quinto - Esta trama etérica constitui, durante a encarnação, u ma barreira entre o plano físico e o astral, barreira que somente pode ser ultrapassada quando a consciência está suficientemente desenvolvida para poder se evadir, o que ocorre no microcosmos e no macrocosmos. Quando o homem, pela concentração e pela meditação, expandir sua consciência até determinado grau, poderá alcançar os planos mais sutis e ir mais além dos limites da trama divisória.

Correspondência entre os subplanos físicos (divisões do mundo físico) e os planos do sistema
Subplanos físicos etérico s 1 - Primeiro éter - subplano atômico 2 - Segundo éter - subatômico Planos do sistema solar

Adi - Mar de fogo - primeiro éter cósmico Anupadaka - Plano monádico - elemento Akasha - segundo éter cósmico Átmico - Plano espiritual - elemento Éter terceiro éter cósmico Búdico - Plano intuicional - elemento Ar quarto éter cósmico Mental - elemento Fogo - gasoso cósmico Astral - Plano emocional - elemento Água líquido cósmico Físico - elemento Terra - denso cósmico

3 - Terceiro éter - superetérico 4 - Quarto éter - supergasoso Físico denso 5 - Gasoso - subetérico 6 - Líquido

7 - Terreno - denso

Uma vez que o Logos Solar tenha expandido sua consciência nos níveis cósmicos, poderá ultrapassar a trama etérica logoica e ir além do ³círculo não se passa´ da Sua manifestação objetiva. Ao refletir sobre essa analogia, devemos ter sempre em mente que os sete planos do nosso sistema solar, desde o Adi até o físico, são subplanos do plano físico cósmico, o mais baixo ou inferior. Podemos observar aqui a exatidão da analogia com referência à matéria (subplanos do plano físico do sistema solar relacionados com os subplanos do plano físico cósmico) e com referência à irradiação (ultrapassagem das tramas etéricas do homem e do sistema sola r).
Sexto - Em cada um dos três corpos etéricos: humano, planetário e logoico, existe um grande órgão receptor de prana. Tal órgão tem sua manifestação no
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corpo denso. No sistema solar, o órgão receptor de prana cósmico vitalizador da matéria de todo o sistema, é o Sol central, que não é o nosso sol físico visível, receptor direto e distribuidor do prana cósmico como das outras duas manifestações do fogo por fricção cósmico. O prana cósmico é uma das tríplices divisões do Raio Primordial de Inteligência ativa. Cada um dos Raios Cósmicos é tríplice em sua essência, fato que muitas vezes é esquecido, embora logicamente é evidente. Cada raio é o veículo de um Ente cósmico e toda existência é necessariamente tríplice na manifestação. O Sol central tem dentro de sua periferia um centro receptor e uma superfície irradiante. Os diagramas abaixo ilustram as triplicidades do Raio Primordial de Inteligência ativa e a recepção e irradiação do Sol central:

No nosso planeta, como em qualquer planeta, há também um órgão receptor semelhante em seu corpo etérico, cuja localização não é permitido revelar. Está relacionado com a localização dos pólos norte e sul, sendo o centro ao redor do qual gira o globo terrestre e é a origem da lenda de que existe dentro da esfera de influência polar uma fértil terra central. A mítica terra de extraordinária fertilidade, de abundante vegetação e de exuberante crescimento vegetal, animal e humano, que, logicamente, encontra se no lugar onde o prana é recebido. É o esotérico Jardim do Éden, a terra da perfeição física.

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A irradiação da superfície, uma vez distribuída, manifesta -se como prana planetário. No homem o órgão de recepção é o baço, na sua contraparte etérica (associado ao chacra esplênico). Depois de distribuído por todo o cor po denso por meio da rede etérica, irradia -se pela superfície (a pele) como aura de saúde.
Sétimo - Desta maneira observar-se-á claramente a semelhança nos três corpos e é possível comprovar facilmente sua perfeita analogia: Prana no Sistema Solar O Sistema Solar

Entidade em manifestação Corpo de manifestação Centro receptor Irradiação ou emanação na superfície Movimento produzido

O Logos Solar O Sistema Solar (denso e etérico) O pólo do Sol central O prana solar, como uma espécie de aura de ³saúde´ do Sol, alimentando o que existe em sua superfície A rotação do sistema solar em torno do centro da nossa galáxia, a Via Láctea

Efeito da sua A irradiação etérica solar (sentida cosmicamente), ou seja, distribuição para o a energia irradiada que constitui o chamado raio de sistema Solar aproximação, que é absorvido pelos planetas do sistema solar, como atinge outros sistemas, assim como o ser humano, ao irradiar seu prana, afeta o utros homens como outros reinos.
O Planeta

Entidade em manifestação Corpo de manifestação Centro receptor Irradiação ou emanação na superfície Movimento produzido Efeito da sua distribuição

Um Logos Planetário Um planeta O pólo planetário A ³aura de saúde´ planetária alimentando tudo o que se encontra em sua superfície A rotação do planeta em torno do próprio eixo e em torno do sol (órbita ou translação) de forma harmoniosa com os outros planetas do sistema solar A energia irradiada pela aura de saúde planetária afetando os outros planetas do sistema solar, como nós da terra somos afetados pelas irradiações dos outros planetas.
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Quando um planeta se aproxima da terra, é óbvio que suas irradiações etéricas nos atingem e provocam efeitos, efeitos esses que deviam ser melhor pesquisados
O ser humano

Entidade em manifestação Corpo de manifestação Centro receptor Irradiação ou emanação na superfície Movimento produzido Efeitos da sua distribuição

O Pensador, a Alma, um Dhyan Choan O corpo físico O baço A aura de saúde A rotação harmoniosa dos átomos do corpo como um todo A irradiação etérica humana afetando o meio ambiente
O Átomo da matéria

Entidade em manifestação Corpo de manifestação Centro receptor Irradiação ou emanação na superfície Movimento produzido

Uma Vida elemental A esfera atômica O pólo do átomo A contribuição da aura de saúde do átomo para a aura de saúde da célula e para a aura de saúde do corpo humano Melhora a rotação do átomo, harmonizando -a com a rotação dos outros átomos, uma vez que é o fogo por fricção que é responsável pela rotação do átomo e prana harmoniza essas rotações para haver saúde A irradiação do átomo afetando outros átomos; exemplo: um átomo de urânio (elemento radioativo) afeta o átomo de outro elemento, podendo transformá -lo em outro, pelo bombardeio do núcleo pelos nêutrons emitidos e a conseqüente saída de partículas do núcleo do átomo bombardeado

Efeito da distribuição

Oitavo - Quando cessa a vontade de viver ou existir objetivamente, então os ³Filhos da necessidade´ deixam de se manifestar objetivamente.

Como é natural, isto é inevitável e pode observar -se em todos os casos em que existe um ente objetivado. Quando o Pensador, em seu próprio plano, desvia sua atenção do pequeno sistema, nos três mundos e recolhe dentro de si todas as suas forças, termina sua existência no plano físico e tudo se volta para a consciência causal. Isto constitui uma abstração, tanto do Pensador (o homem) nos três mundos (planos físico, astral e mental inferior), como do Logos Solar, em seu tríplice
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sistema (o sistema solar, em sua parte física cósmica, astral cósmica e mental inferior cósmica). Essa abstração, chamada morte, manifesta-se no plano físico, quando o radiante corpo etérico se retira pela parte superior da cabeça, ocorrendo então a desintegração do corpo físico denso. A estrutura física desaparece, a vida prânica é extraída totalmente do envoltório denso, deixando de estimular os fogos da matéria. Permanece o fogo latente no átomo, ao qual é inerente, porém a forma é construída pela ação conjunta dos dois fogos da matéria - um ativo e latente, outro irradiante e inato -, ajudados pelo fogo do Segundo Logos. Quando se separam, a forma se desintegra. Esta é uma representação em miniatura da dualidade essencial que existe em todas as coisas sobre as quais atua Fohat. Existe uma íntima relação, em conexão com o corpo etérico, entre o baço e a parte superior da cabeça. O baço tem uma interessant e analogia com o cordão umbilical, que une a criança em gestação com a mãe, para ser nutrida e que é rompido ao nascer. Quando o homem começa a viver conscientemente sua própria vida de desejo e nasce nesse mundo, onde se vive de forma mais sutil (o plano astral), o cordão entrelaçado de matéria etérica (que faz a ligação com o corpo físico) é cortado, o ³cordão prateado´ é desatado e o homem rompe seu vínculo com o corpo físico denso, retirando-se pelo centro superior do corpo, em vez de fazê lo pelo inferior (o umbilical). Passa a viver em um mundo superior e em outra dimensão, ou seja, num mundo com outras propriedades. Assim ocorre com os corpos e envoltórios do microcosmos, pois a analogia existe em todos os planos da manifestação. Quando se alcançar um conhecimento mais científico, ver-se-á que o mesmo procedimento, em maior escala, tem lugar na manifestação planetária. Um planeta é apenas o corpo de um Logos Planetário, sendo etérico este corpo e o Logos se expressa, através dele e constrói sobre a est rutura etérica um veículo de manifestação. A lua foi em um tempo o corpo de expressão de um Logos (o nosso). A terra o é agora, pois os ciclos mudam constantemente. O centro por onde se retira o corpo etérico planetário encontra -se analogamente num planeta físico e o cordão prateado planetário é cortado no momento assinalado. Todavia o momento e os ciclos, seu começo e fim, encontram-se ocultos nos
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mistérios da Iniciação e não nos concernem. No sistema solar ocorrerá o mesmo ao término de um Mahamanvantara (duração de um sistema solar, uma encarnação de um Logos Solar, aproximadamente 311 trilhões e 40 bilhões de anos terrestres). O Logos Solar se recolherá em Si Mesmo, abstraindo seus três princípios maiores. Seu corpo de manifestação - o Sol e os sete planetas sagrados que existem em matéria etérica - retirar-se-á da objetividade e ficará obscurecido. Do ponto de vista físico podemos dizer que a luz se apagará no sistema. A isto seguir-se-á uma gradual inalação até que o Logos tenha recolhido tudo em Si Mesmo. O etérico cessará de existir e a trama terá desaparecido. Lograr-se-á plena consciência e no momento da realização cessará a existência ou a manifestação da entidade. Tudo será absorvido no Absoluto relativo, então chegará o pralaya ou o ciclo cósmico de descanso e já não se ouvirá a Voz do Silêncio. A reverberação da PALAVRA apagar-se-á e o ³Silêncio das Alturas´ reinará supremo. Por ora terminamos nosso estudo de hoje. Voltaremos em 12/05/2003, com o tema A Natureza do Prana - Prana Solar, que vai da página 98 à 100, do Tratado sobre Fuego Cósmico. Sempre ao dispor para quaisquer dúvidas e esclarecimentos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 5-MAI-2003

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A natureza do Prana - Prana Solar (Páginas 98 a 100 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Até agora o corpo etérico e suas funções, como assimilador e distribuidor de prana, foram tratados do ponto de vista do lugar que ocupam no esquema das coisas, ou seja, segundo a lei da analogia, onde se encontram no sistema solar, no planeta e no homem. Foi visto que o corpo etérico é o fundamento da forma física e é, por si mesmo, o vínculo mais importante entre: a. O homem físico e o corpo emocional ou astral. b. O Homem Planetário (Logos Planetário em seu corpo físico cósmico) e a
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qualidade emocional essencial. c. O Logos Solar, o grande Homem Celestial (em seu corpo físico cósmico) e o plano astral cósmico. Agora o corpo etérico do homem será estudado sem se falar das analogias sistêmicas ou cósmicas. Contudo é conveniente lembrar q ue o estudante inteligente obtém a sabedoria pela linha da interpretação. Quem se conhece a si mesmo, como manifestação objetiva, qualidade essencial e desenvolvimento compreensivo, conhece também o Senhor de seu Raio e o Logos de seu sistema. Portanto é somente questão de aplicação, expansão consciente e interpretação inteligente. Além disso deve se abster sensatamente de fazer afirmações dogmáticas e há que reconhecer que a analogia se encontra na qualidade e no método empregado, mais que em ajustar-se estritamente a uma ação específica num determinado momento da evolução. O material de estudo que é possível dar aqui, se houver reflexão profunda, pode induzir a levar uma vida prática mais inteligente, empregando o verbo viver em seu sentido esotérico. Estudando este material de forma científica, filosófica e religiosa, o estudante poderá também ser levado a desenvolver os objetivos do processo evolutivo no ciclo menor imediato, ou seja, acelera em muito sua evolução, podendo conseguir nesta atual encarnação (ciclo menor imediato) realizar muitas coisas que poderiam levar muitas encarnações futuras. Por isto o objetivo do estudo consiste em tornar mais real o corpo secundário (o corpo etérico) do homem e expor algumas de suas funções e a forma em que poderá ser posto oportuna e conscientemente ao alcance da compreensão mental. Como bem sabemos, a ciência está chegando rapidamente na etapa em que ver-se-á obrigada a admitir a realidade do corpo etérico, pois as dificuldades que surgirão ao negá -lo serão tão insuperáveis como admitir sua existência. Os cientistas já aceitam a existência da matéria etérica, O êxito obtido na fotografia tem demonstrado a realidade do que até agora foi considerado irreal, porque é intangível do ponto de vista físico. As conclusõe s obtidas nos aceleradores lineares de partículas comprovam essa afirmação. As atuais pesquisas para detectar o neutrino constituem outra prova. Continuamente ocorrem fenômenos considerados sobrenaturais, que podem ser explicados por meio da matéria etérica e os cientistas, em seu empenho para demonstrar que os espiritistas estão equivocados, têm ajudado a causa do espiritismo verdadeiro e superior, apoiando -se na realidade e na existência do corpo etérico, embora o considerem (pois se interessam pelos efei tos, sem
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ter descoberto a causa) um corpo que emana irradiação. A medicina começa a estudar (embora às cegas) a questão da vitalidade, o efeito dos raios solares sobre o organismo físico e as leis subjacentes no calor inerente e irradiante. Atribui ao baço funções não reconhecidas anteriormente e estuda os efeitos da ação das glândulas e sua relação com a assimilação das essências vitais através da estrutura corporal. Por isso encontra-se no caminho certo. Não levará muito tempo para que a realidade do corpo etérico e suas funções básicas sejam afirmadas mais além de toda controvérsia e o objetivo da medicina, preventiva e curativa, passe para um nível superior. Tudo o que é possível fazer aqui é dar, simplesmente e em forma condensada, alguns dados que poderão acelerar a chegada do dia do seu reconhecimento, o que despertará maior interesse no verdadeiro investigador. Após tudo isso, vamos enunciar brevemente o que será tratado nos três pontos que falta considerar: 
  

As funções do corpo etérico. Sua relação com o físico denso durante a encarnação. Os males e as enfermidades do corpo etérico (tendo em conta o significado original da palavra enfermidade). Sua condição depois da morte.

O que for ensinado abrangerá aquilo que é de utilidade prática na atualidade. Logo adquiriremos mais conhecimento, se o transmitido ao público for aplicado com cuidado e se os investigadores estudarem inteligente, sensata e amplamente tão importante tema. À medida que a natureza do corpo etérico e suas funções ocupem o pensamento do mundo e o lugar que lhes corresponde e as pessoas se conscientizem de que o etérico é o mais importante dos dois corpos físicos, o homem fará contato consciente e íntimo com outras evoluções que existem em matéria etérica, assim como é feito com o corpo f ísico denso. Existem certos grandes grupos de Devas denominados Devas dourados, ³Devas das sombras´ ou Devas violetas, que estão intimamente vinculados com o desenvolvimento evolutivo do corpo etérico humano e lhe transmitem irradiações solares e planetári as. O corpo etérico humano recebe prana de diferentes maneiras e de diversas classes, que o põem em contato com distintas entidades.
Prana Solar

Fluido vital e magnético ( por ser do segundo aspecto), que é irradiado pelo sol (raios de luz de aspecto prâni co) através de átomos físicos primordiais do
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segundo raio, sendo transmitidos ao corpo etérico do homem por certas entidades dévicas de ordem muito elevada e de matiz dourado. Elas absorvem esses átomos carregados de prana em seus corpos etéricos, processa m-nos e os irradiam em potentes jatos em condições adequadas diretamente a certos chacras situados na parte superior do corpo etérico humano, na região da cabeça e dos ombros, donde descem a um chacra que tem conexão com o baço, passando energicamente para ele. Essas entidades prânicas de matiz dourado encontram -se no ar, sobre nós e estão particularmente ativas em algumas regiões do mundo, como a Califórnia e as regiões tropicais, onde o ar é puro e seco e os raios solares são considerados essencialmente benéficos. As relações existentes entre o homem e esses Devas são muito íntimas, porém muito perigosas para o homem. Os Devas têm muito poder e, na sua própria linha, estão muito mais evoluídos que o homem. O ser humano que não sabe se proteger está a sua mercê e devido a isto e à falta de conhecimento das leis da resistência magnética ou de repulsão solar, está propenso à insolação. Quando o corpo etérico e seus processos assimilativos forem compreendidos cientificamente, o homem será imune aos perigos da i rradiação solar, pois existem outras energias nos raios solares além de prana. Proteger-se-á pela aplicação das leis que regem a repulsão e a atração magnéticas e não meramente pelo tecido da roupa e pelo teto ou telhado da casa. De uma forma geral é questão de polarização. Poderemos sugerir que quando os homens entenderem a evolução dévica mais corretamente, souberem como trabalhar em certas linhas relacionadas com o Sol e se derem conta de que tal evolução representa o pólo feminino, assim como o homem representa o pólo masculino (a quarta hierarquia criadora, as Mônadas humanas, é masculina), compreenderão sua inter relação e regerão essa relação de acordo com a lei. O reino humano evolui pela linha da resistência, devendo ³fazer força´ para evoluir e atingir a meta da cadeia e por isso pode ir mais depressa, dependendo do esforço que faz. Aí está a chave para o homem conseguir se defender dos efeitos prejudiciais dos raios solares, pois esse modo de evoluir, se bem entendido, torna bem claro o concei to de masculinidade do reino humano e a postura interior, aliada ao conhecimento do mecanismo dos raios solares e da feminilidade do reino dévico, dará ao conhecedor e senhor de si mesmo a chave da polarização. O reino dévico, por estar mais adiantado, seg ue a linha da ³passividade´, não significando inércia, em hipótese alguma, pois os Devas são os mais ativos

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trabalhadores do Plano Divino. Essa passividade significa que eles agem e laboram sem encontrar resistência, sendo essa atividade uma coisa inerente à sua natureza, encontrando eles no trabalho uma imensa alegria, felicidade e sensação de vida. Estes Devas solares recebem os irradiantes raios do Sol, que saem desde o centro e chegam até a periferia por um dos três canais de aproximação, passam-nos pelo seu corpo e organismo e os enfocam ali. Atuam como uma lente de aumento que concentra os raios solares. Em seguida os refletem e transmitem ao corpo etérico do homem, que os capta e assimila. Quando o corpo etérico está são e funciona corretamente, absor ve bastante prana para manter a forma (o corpo denso) organizada. Este é o objetivo dessa função do corpo etérico, coisa que nunca se fará ressaltar suficientemente. O prana que sobra é emitido como irradiação animal ou magnetismo físico (diferente do magnetismo da física), ambos termos expressando a mesma idéia. Portanto o homem repete, em escala menor, a tarefa dos grandes Devas solares e, por sua vez, acrescenta sua cota de emanações, re -polarizada ou remagnetizada, à soma total da aura planetária. A seguir apresentamos um desenho para melhor visualização:

Encerramos aqui nosso estudo de hoje. Voltaremos no dia 17/05/2003, com o tema Prana Planetário, páginas 101 e 102 do Tratado sobre Fuego Cósmico.

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Sempre ao dispor para quaisquer dúvidas e esclarecim entos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 12-MAI-2003

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A natureza do Prana - Prana Planetário (Páginas 101 e 102 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Energia fundamental e vital, que cuida da manutenção e vitalização das formas, no sentido de mantê-las coesas e funcionando em perfeita harmonia, mantendo as partes do organismo em ótima colaboração entre si, para que o todo, ou seja, a forma como um todo, seja apta para que a Vida que a utiliza possa expressar o planejado para essa forma. Tudo isso porque é uma função do fogo por fricção ligada ao segundo raio ou aspecto do Logos, Amor Sabedoria-Razão Pura que, entre outras coisas, trata da união e coesão e, para tanto, é necessário haver cooperação entre as partes. No atual contexto, vamos estudar o prana emanado pelo planeta, qualquer planeta, embora estejamos mais interessados no prana do nosso planeta, a terra. O que ocorr e com o prana solar e com o homem, ocorre também com o planeta, corpo físico, melhor dizendo, a parte mais densa do corpo físico cósmico do Logos Planetário. Obviamente estudaremos só essa parte mais densa, todavia é importante saber que prana também existe nas partes astral e mental inferior do corpo físico cósmico do Logos Planetário, que constituem as partes líquida e gasosa de seu corpo. Esse prana planetário é o prana solar que a terra recebe, assimila, qualifica, distribui para todo o planeta, interio r e superfície, alimentando tudo o que está no planeta e irradia o que sobra, constituindo a ³aura de saúde planetária´. Logicamente esse prana tem as qualidades do nosso Logos Solar, acrescida das qualidades do nosso Logos Planetário, considerando todas a s qualidades Dele como Ego ou Alma e Personalidade, pois elas deixam suas marcas (vibrações ou oscilações) nas partículas portadoras de prana. Como vêm, o tema prana planetário é uma imensa área de estudo e pesquisa e pode nos fornecer muitas informações sobre o nosso Logos Planetário. Mas esse assunto é para aqueles que estão realmente interessados em conhecer os mistérios da manifestação em profundidade e não se contentam em ficar somente na superfície. No tratamento do prana solar que é transmitido ao pl aneta, trabalham Devas Dourados de elevadíssima categoria, ligados diretamente ao nosso Logos Planetário, muito acima dos Devas Dourados que trabalham com a
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humanidade. Mas esse não assunto para este estudo. O prana que é irradiado pela planeta é recebido, tratado e transmitido por um grupo de Devas chamados Devas Violetas, denominados ³Devas das sombras´, cujo corpo mais denso é etérico, de matiz ligeiramente violáceo. Obviamente em seus corpos entram os quatro éteres, o que lhes dá uma hierarquia em função da elevação do éter que compõe seu corpo. Eles concentram em si as emanações prânicas do planeta e de todas as formas que existem nele. Em virtude da semelhança da essência etérica deles com a do homem, eles estão muito intimamente ligados aos seres huma nos, transmitindo a eles as energias da ³Mãe Terra´. Assim, dois grupos de Devas trabalham com o homem: 1. Os Devas Solares lhe transmite a energia vital que circula pelo corpo etérico. 2. Os Devas Planetários de cor violeta, ligados ao corpo etérico do homem, lhe transmitem o prana da terra ou do planeta no qual atue o homem durante uma encarnação física. Podemos aqui fazer algumas perguntas e, embora elas não sejam totalmente respondidas, podemos dar algumas sugestões. Qual a razão da aparente falta de vida na Lua? Existe ali vida dévica? Em que a Lua, aparentemente morta, difere de um planeta vivo como a Terra? Aqui nos encontramos frente a frente com um mistério, cuja solução - para aqueles que têm o hábito de investigar - ficará revelada pelo fato de que não existem seres humanos nem certos grupos de Devas na Lua. O homem não deixou de existir na Lua porque está morta e, em conseqüência, não possa sustentá-lo, mas sim porque os homens e os Devas retiraram-se da sua superfície e da sua esfera de influência. O homem e os Devas atuam em cada planeta como intermediários ou agentes transmissores. Onde eles não estão, torna -se impossível realizar certas atividades, sobrevindo a desintegração. A causa dessa retirada está na Lei Cósmica de Causa e Efeito ou Carma Cósmico e na história conjunta, embora individual, de um dos Homens Celestiais cujo corpo foi, num momento determinado e passado, a Lua ou qualquer outro planeta. Essas palavras do Mestre Tibetano significam o seguinte. Existiu uma cadeia anterior à nossa, cha mada cadeia lunar, constituída de sete globos, sendo um físico, a Lua, dois astrais, dois mentais inferiores e dois causais. Essa cadeia foi a encarnação anterior do nosso Logos Planetário. Nessa encarnação nosso Logos Planetário cometeu o que respeitosame nte chamamos de ³erros cósmicos´, cujo detalhamento não cabe neste atual estudo. Por isso, por
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intervenção do próprio Logos Solar, a cadeia lunar teve de ser desintegrada antes do tempo previsto. Isso quer dizer que o nosso Logos Planetário ³morreu fisicamente antes do tempo´. Quanto ao aspecto cármico desses erros, muitos problemas que ocorrem e ocorreram com a humanidade são conseqüências desses erros. Uma pergunta pode ser feita aqui, se o erro foi do Logos Planetário, porque nós temos de sofrer as conseqüências? A explicação para essa pergunta é muito longa e não cabe aqui, todavia deve ficar bem claro que nós, Mônadas humanas, a quarta hierarquia criadora, tivemos a nossa cota de culpa nesses erros cósmicos, porque a nossa origem verdadeira está mu ito distante no passado, mas muito mesmo, como nem imaginam. Oportunamente darei algumas informações sobre este mistério. No próximo estudo darei mais detalhes sobre o prana planetário, com bastante ilustração gráfica. Voltarei em 24/05/2003 com o tema Pra na das Formas, além do acima prometido. Tal tema encontra -se nas páginas 102 a 106 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Darei também esclarecimentos sobre o diagrama da página 104, Logos de um Sistema Solar. Aqui despeço-me, esclarecimentos. sempre ao dispor para quaisquer perguntas e

Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 17-MAI-2003

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A Natureza do Prana - Prana das Formas (Páginas 102 a 106 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Antes de estudarmos o prana das formas, devemos deixar bem claros as diversas classes de formas. Elas são três: a. as formas mais simples incorporadas à substância, com a qual são feitas todas as demais formas. Devemos ter sempre em mente que forma é o veículo de expressão e ação de uma vida. Essa forma singela é a matéria atômica e molecular, animada pela vida ou energia do terceiro Logos; b. as formas elaboradas com as formas mais simples citadas em ³a´ e que constituem os reinos mineral, vegetal e animal. São animadas pelas
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vidas conjuntas dos terceiro e segundo Logos; c. As formas também elaboradas com as formas mais simples citadas em ³a´ e que constituem unicamente os reinos humano e dévico. São animadas pelas vidas conjuntas dos três Logos. No final deste estudo o diagrama que expõe essas três ações dos Logos (processos de ação do Logos único) será elucidado. Com respeito ao grupo ³b´, o pran a emitido pelos membros dos reinos vegetal e animal (após terem absorvido, assimilado e utilizado o prana solar, planetário e humano, sendo pois a combinação dos três, como excesso, é captado, como irradiação de superfície, por certos grupos de Devas menores de ordem não muito elevada, que têm uma curiosa e complexa relação com a alma grupal do animal ou vegetal que o irradia. Não é possível nem conveniente dar informações detalhadas sobre esses Devas aqui. Obviamente o reino mineral (como forma coesa) também capta prana e irradia o que sobra, mas esse assunto não é para agora, pois trata -se de um processo cujo conhecimento envolve o controle da matéria. Eles têm um matiz violeta, porém tão pálido que é quase cinzento. Estão numa fase de transição e misturam -se de forma confusa com certos grupos de entidades que estão no arco involutivo, que é a etapa de descida para o mais denso. Quanto ao grupo ³c´, a forma humana transmite o que sobra de prana a um grupo de Devas de ordem muito mais elevada. Esses Devas têm um matiz mais acentuado. Após terem assimilado devidamente o prana irradiado pelo ser humano, transmitem -no principalmente ao reino animal, demonstrando assim a íntima relação entre os dois reinos. Ter-se-á conseguido muito, se o que foi dito anteriormen te sobre as complicadas relações (em termos de energias) entre o Sol e os planetas, estes e as formas que neles evoluem, entre as formas de mesmo reino e de um reino para outro inferior, servir para demonstrar, embora apenas isso, a intricada interdependência de tudo o que existe. Outro fato que se deve ressaltar é que a íntima relação existente entre todas as evoluções da natureza, desde o Sol celestial à violeta mais humilde, por mediação da evolução dévica, que atua como força transmissora e transmutadora em todo o sistema. Finalizando, todos trabalham com fogo. Fogo interno, inerente e latente; irradiante e emanante; gerado, assimilado e irradiado; vivificador, estimulador e destruidor; fogo transmitido, refletido e absorvido, base de toda a vida;
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essência de tudo o que existe e agente que desenvolve e impulsiona o que está por detrás de todo o processo evolutivo. Fogo edificador, preservador e construtor; fogo originado, o processo e a meta; fogo purificador e consumidor. O Deus do fogo e o fogo de Deus interagem até que todos os fogos se fundam, se sintonizem e ardam e tudo o que existe tenha passado pelo fogo - desde um sistema solar até uma formiga - surgindo com perfeição tríplice. Então o fogo emergirá como essência perfeita do ³círculo não se passa´ , seja do ³círculo não se passa´ humano, planetário ou solar, o que quer dizer, as Mônadas, geradoras do fogo pela sua atuação sobre a matéria, qualquer que seja, sairão de seus ³círculos não se passa´, como Mônadas perfeitas (perfeição que sempre busca uma perfeição maior), sejam Mônadas humanas, planetárias ou solares. A roda do fogo gira; tudo o que se encontra dentro dela é submetido a uma tríplice chama e com o tempo tudo chega à perfeição, para em seguida iniciar a busca e luta para uma perfeição maio r ainda, em condições muito superiores e melhores. Assim cada um dá sua cota de perfeição ao QUE JÁ É PERFEITO ABSOLUTO, sendo tudo ELE MESMO, em infinitos estados de ser. No prosseguimento dos nossos estudos, dentro do seqüenciamento do Mestre Tibetano, iremos entrar em mais detalhes sobre a atuação dos fogos no processo evolutivo. Uma forma mais objetiva de explicar os três fogos é a dos três conceitos: fogo, calor e movimento. Fogo, calor e movimento são a vida subjetiva manifestando se objetivamente. Fogo: essência do primeiro Logos, fogo elétrico, vontade, Espírito que aquece. Calor: dualidade, essência do segundo Logos, fogo solar, aspecto filho, consciência que une. Movimento: essência do terceiro Logos, fogo por fricção, matéria em movimento pela ação do fogo que aquece e se une pela ação do calor do fogo solar.
O Macrocosmos Expressão subjetiva

Primeiro Logos Fogo Segundo Logos Calor

Vontade de viver ou de ser. Elétrico Dualidade ou amor entre dois. Solar.

Terceiro Logos Movimento Fogo da mente, ³relação entre´. Fogo por fricção

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Expressão objetiva

O Sol Saturno

Vontade ou poder. Atividade ou inteligência.

Vênus-Mercúrio Amor e sabedoria.

O Microcosmos Expressão subjetiva

A Mônada O Ego

Fogo elétrico Fogo solar

Vontade ou poder Amor e sabedoria

A personalidade Fogo por fricção Atividade ou inteligência

Expressão objetiva

Corpo mental Vontade ou poder Fogo Corpo astral Amor-sabedoria Corpo físico Calor

Inteligência ativa Movimento

Cérebro Coração

Corpo físico Mônada Vontade ou poder Fogo elétrico

Ego

Amor-sabedoria

Fogo solar

Órgãos inferiores Personalidade Inteligência ativa Fogo por fricção Apresentamos a seguir o diagrama da página 104 do Tratado sobre Fuego Cósmico, sobre o Logos de um sistema solar:

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Estas emanações do Logos têm estreita relação com os fogos e devem ser explicadas detalhadamente, pois trata -se do processo de construção do nosso sistema solar, não apenas a parte física, porém toda a estrutura que abrange os sete planos, desde o Adi até o nosso físico. Por isso o estudo ficará para o dia 24/06/2003.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 24-MAI-2003

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Continuação do estudo do Prana das formas e explicação do diagrama das três emanações do Logos Solar, da página 104 do Tratado sobre Fuego Cósmico No estudo anterior tratamos do prana das formas, não sob a ótica do processo ou técnica de absorção, assimilação e distribuição dentro das formas, mas sob o ponto de vista de classificação com base na atuação dos três estados de ser do Logos Solar, também chamados aspectos. Tais atuações conduziram ao diagrama das três emanações, que iremos estudar em seguida. Contudo, antes devemos lembrar o que foi dito sobre os fogos, para que a conexão entre fogos e emanações fique bem clara e inteligível, eliminando qualquer dúvida e, de posse dessa clareza de entendimento, surjam a convicção e a certeza inteligentes, tornando -se a aplicação desses conhecimentos em nós mesmos imediata, profunda e efetiva. Como sabemos, fogo é o resultado da atuação da Mônada ou Espírito nas partículas (átomos e moléculas) do plano com o qual Ela tem conexão direta e nos planos mais densos que esse pela penetração em seus átomos e moléculas dos átomos e moléculas animadas pela atuação direta. Exemplificando, a Mônada Solar, ao atuar diretamente nos átomos e moléculas do plano monádico cósmico, no qual Ela é residente atualmente (no atual sistema solar), gera o fogo elétrico, que se expressa de forma tríplice como fogo elétrico/elétrico, quando prepondera o estado de ser vontade, fogo elétrico/solar, quando prevalece o estado de ser amor -sabedoria e fogo elétrico/por fricção, quando é mais forte o estado de ser inteligência ativa. Existem átomos específicos para responderem a esse ou a aquele estado de ser. Quando esses átomos monádicos cósmicos animados pela energia direta da Mônada Solar, portanto fogo elétrico tríplice, penetram em átomos do plano átmico ou espiritual cósmico, o fogo se transforma em fogo solar também tríplice: fogo solar/elétrico, fogo solar/solar e fogo solar/por fricção, conforme o fogo que anima o átomo monádico penetrante. Também no plano átmico há átomos específicos para esse ou aquele fogo solar. Assim, por esse processo de penetração, vem surgindo o fogo nos diversos planos cósmicos, havendo uma transformação do fogo, de tal forma que nos planos átmico, búdico e causal cósmicos é fogo solar tríplice e nos planos mental inferior, astral e físico cósmicos ele passa a ser fogo por fricção tríplice, chegando finalmente, através de outras transformações e penetrações, desde o plano adi do nosso sistema solar até o nosso mundo fenomênico físico, no qual estamos vivendo e evoluindo no momento. O Logos Solar também absorve fogo por fricção cósmico para seu corpo físico

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cósmico (nosso sistema solar como um todo), conforme veremos mais adiante. No próximo sistema solar, a Mônada Solar, após ter recebido mais uma Iniciação Cósmica, a quinta, deverá estar residente no plano Adi Cósmico, então os fogos terão características diferentes, mas sempre serão o resultado da atuação direta da Mônada Solar nos átomos e moléculas do plano de sua residência. Contudo, não podemos esquecer que, assim como nós, Mônadas humanas, ao atuarmos diretamente nos átomos e moléculas do plano monádico do sistema, produzimos nosso fogo elétrico tríplice, que no início do nosso processo evolutivo não é muito forte (na realidade fraquíssimo) e, por isso, para animarmos nossos veículos (formas) precisamos dos fogos do Sol, e do Planeta, assim também a Mônada Solar apropria-se do fogo da Mônada do Logos Cósmico, do qual é parte constituinte, para animar suas formas, que são várias, incluindo nosso sistema solar, juntamente com seu próprio fogo. Portanto nossas formas (corpos físico, astral, mental inferior, causal, búdico, átmico e monádico, esses três últimos incipientes na grande maioria da humanidade encarnada e desencarnada e já desenvolvidos e atuantes nos iniciados planetários, em diversos graus) trabalham com fogos do Logos Cósmico, Solar, Planetário e de nossas Mônadas. À medida que vamos evoluindo e adquirindo mais conhecimentos sobre o mundo fenomênico visível e invisível, conquistando mais poder sobre nossos veículos e expandindo nossas consciências e nosso círculo ³não se passa´, iremos controlando e aumentando nossos fogos e sintonizando -os. Para equacionarmos corretamente as três emanações e os três fogos, devemos, usando a lei da analogia, considerar a construção do nosso sistema solar(como um todo, desde o plano adi até o nosso físico) como o corpo físico cósmico do nosso Logos Solar, assim como o homem constrói seu corpo físico, por um processo diferente, para adquirir experiências, desenvolver qualidades, corrigir erros cármicos e prosseguir em sua evolução na direção da meta que, na atual cadeia, a quarta, é a quinta iniciação planetária, a terceira solar, a do Adepto. Assim como o homem inicia o processo de encarnação a partir do seu corpo astral, pois, antes de reativar o átomo físico permanente (núcleo do fu turo corpo físico), ele reativa o átomo astral permanente e aglutina um incipiente corpo astral, que irá se desenvolver no decorrer da nova encarnação, assim também o Logos Solar, antes da construção de seu corpo físico (nosso sistema solar total), já reativou seu átomo astral cósmico permanente e formou seu incipiente corpo astral cósmico. Mestre Tibetano é um Adepto que sempre demonstrou uma genial e excelente capacidade de raciocínio lógico. Se Ele colocou esse diagrama no contexto dos fogos, é porque existe uma correlação entre as emanações e os fogos, o que vamos demonstrar.

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No diagrama da página 73 do Tratado, está escrito que o átomo de um plano é construído a partir de um vórtice gerado na matéria do sub -plano mais denso do plano imediatamente mais sutil, com átomos desse plano mais sutil. Exemplificando, o átomo físico é construído por átomos astrais gerando um vórtice na matéria do 7ºsub-plano astral, o sub-plano astral mais denso, sendo esse vórtice envolto por matéria astral. Quando o Logos iniciou o processo de construção de seu corpo físico cósmico, nosso sistema solar completo, Ele, no modo de ser Inteligência Ativa (3º Logos), primeiramente alterou as três ganas, que são as relações vibratórias: tabas (estabilidade), rajas (atividade) e satã (h armonia), do seu corpo astral cósmico na parte mais densa, para adequá-las às condições necessárias de seu futuro corpo físico cósmico. Em seguida, Ele, sempre no estado de ser Inteligência Ativa ou 3ºLogos, gerou os vórtices na matéria astral cósmica, que era a matéria virgem após a alteração das ganas, pelo processo já descrito. Após, Ele, ainda no estado de ser Inteligência Ativa, mas no sub -estado de ser Vontade, impregnou o interior dos vórtices com a sua energia, gerando o fogo elétrico. Isso deu nova vida aos vórtices, que passaram a ser a matéria prima dos átomos do plano adi. Com isto a matéria virgem foi fecundada. Existindo então Espírito e matéria, tinha de existir o relacionamento. Surgiu então o Filho para relacionar Espírito (Pai) e matéria (Mãe). Esse Filho se expressou da seguinte forma: o Logos, em seu estado de ser Inteligência Ativa e sub-estado de ser Amor-Sabedoria, impregnou os vórtices com a sua energia, gerando o fogo solar. Os dois fogos, elétrico e solar, em contato entre si dentro dos vórtices, transformaram-se em fogo por fricção, dando uma nova vida aos átomos, que passaram a ser os átomos do plano adi. Os átomos do 1º raio passaram a expressar fogo por fricção/elétrico, os do 2º raio fogo por fricção/solar e os do 3º raio fogo po r fricção/por fricção. A seguir, por agrupamentos dos átomos adi, são formados os 6 sub -planos do plano adi e posteriormente os demais planos e sub -planos, até o nosso físico, todos impregnados pelo fogo por fricção tríplice. Assim iniciou-se a evolução da matéria, pela atuação do Logos, no seu estado de ser Inteligência Ativa ou 3º Logos. Como acabamos de ver, a 1ªemanação é a atuação do fogo por fricção. Em segunda etapa, o Logos, no estado de ser Amor -Sabedoria, atuou em uma quantidade calculada de átomo s, impregnando-os de fogo solar, também tríplice. Esse fogo solar, por ser de natureza coesiva e atrativa, fez com que esses átomos e as moléculas por eles formadas se organizassem em aglomerados, no início sem a forma que nós concebemos, mas não deixavam de ser protótipos de formas que, futuramente, iriam ser as formas dos reinos mineral, vegetal e animal. Todos os planos foram atingidos por esse fogo. Nos planos mental, astral e físico etérico, esse reino é chamado reino da essência elemental, que tem grande importância e influência nos nossos veículos e no
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nosso comportamento. Assim iniciou-se a evolução das formas pela 2ª emanação, que foi o fogo solar. Numa terceira etapa, o Logos, no estado de ser Vontade, atuou novamente, mas agora de forma diferente. Em vez de atuar diretamente nos átomos, Ele atuou diretamente nas Mônadas humanas, que na realidade são fragmentos d'Ele, sem se desprenderem d'Ele. As Mônadas humanas, então, tiveram sua vontade aumentada e atuaram diretamente nos átomos monádicos, gerando fogo elétrico tríplice. Esse fogo elétrico manifestou-se no plano causal como fogo solar tríplice e provocou o surgimento do Ego ou Alma, iniciando -se assim o processo de individualização, o ingresso no reino humano. A terceira emanação foi, portanto, a atuação do fogo elétrico.
Resumindo:

Fogo por fricção Fogo solar Fogo elétrico

1ª emanação do Logos Solar - 3º Logos 2ª emanação do Logos Solar - 2º Logos 3ª emanação do Logos Solar - 1º Logos

A 3ª emanação mantém a sua pureza, porque a atuação é direta nas Mônadas humanas, que fazem parte da Mônada Solar. No diagrama vemos que o plano átmico se reflete no plano físico, o búdico no astral e o mental não se reflete, sendo, para nós, o intermediário. Eu disse para nós, porque na realidade o plano in termediário é o búdico, mas para a atual humanidade o intermediário é o mental, sendo por isso que a sede do Ego ou Alma é o plano causal. Também é por isso que o corpo mental completo do homem (mental inferior mais o causal) possui sete sentidos de percep ção, que o homem tem de desenvolver. Futuramente estudaremos essa questão dos sentidos de percepção dos diversos corpos do homem, assunto que será de grande utilidade prática. Como esclarecimento e ainda dentro do assunto, Mestre Tibetano, no Tratado sobre Fuego Cósmico, página 296, apresenta um diagrama no qual aparecem três Logos no plano adi do físico cósmico, dando a impressão de que existem três Logos Solares. O que o Mestre quer dizer é que existem três entidades cósmicas sob a jurisdição do Logos Solar, que se encarregam da execução das três fases do seu projeto de construção do seu corpo físico cósmico, fases essas relacionadas com as três emanações e fogos, oriundos dos três aspectos ou estados de ser do Logos Solar único e uno. Esses três modos de ser do Logos Solar, que deram origem às três emanações, persistem hoje e agora, mais evoluídos, uma vez que o Logos
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Solar está evoluindo cosmicamente. Como exemplo vejamos a ação dos químicos no reino mineral. Quando o químico produz um polímero (tecido sintético), que é uma grande molécula, com novas qualidades e propriedades, pelo processo de unir átomos e moléculas, ele está propiciando novas experiências e relacionamentos às vidas que evoluem naqueles átomos e moléculas, propiciando assim a aquisição de novas qualidades. Assim o homem, mesmo sem saber, contribui para o Plano Divino. É óbvio que as condições atuais são bem diferentes das existentes no início da cadeia e da ronda, quando só existiam as forças da natureza para atuar no reino mineral, sendo na realidade mais ricas em experiências para o reino mineral, graças aos avanços da ciência. A quarta Hierarquia Criadora, as Mônadas humanas, é de fato uma hierarquia criadora em muitos sentidos. A seguir apresentamos um desenho ilustrativo dos cinco pl anos de evolução do homem, no seu aspecto de se refletir.

Aqui encerramos nosso estudo de hoje. Voltaremos em 02/07/2003, com o assunto A Função do corpo etérico - Receptor de prana - Assimilador de prana - Transmissor de prana, da página 106 à 110 do Tr atado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
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Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 24-JUN-2003

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Função do corpo etérico - Receptor de prana - Assimilador de prana Transmissor de prana (Da página 106 à 110 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Iremos agora analisar as funções do corpo etérico e sua relação com o corpo físico denso. Essas funções devem ser estudadas em conjunto, pois se inter relacionam tão intimamente que se torna impossível separá -las. São três as principais funções do corpo etérico: 1. Receptor de prana; 2. Assimilador de prana; 3. Transmissor de prana. 1. Receptor de prana O corpo etérico é negativo ou receptivo para os raios do sol e positivo ou irradiador para o corpo físico denso. Sua segunda função, a assimilativa, está estritamente equilibrada e é interna. Como foi explicado anteriormente, o corpo etérico absorve as em anações prânicas do sol por meio de centros ou chacras situados principalmente na parte superior do corpo denso, desde os quais passam para o centro denominado baço etérico, contra -parte etérica do baço denso. O principal centro receptor de prana, na atua lidade, está localizado entre os omoplatas, havendo um outro centro um pouco mais acima do plexo solar, que tem permanecido parcialmente inativo, devido aos abusos da chamada civilização. A próxima raça-raiz e cada vez mais a atual (quinta), valorizará a necessidade de expor tais centros aos raios do sol, o que aumentará a vitalidade física e a capacidade de adaptação. Os centros situados entre os omoplatas, acima do diafragma e o baço formam, se pudéssemos vê-los, um triângulo etérico radiante donde origi na-se o impulso para a posterior circulação prânica, que percorrerá todo o sistema corporal etérico. O corpo etérico está realmente formado por uma rede de finos canais, que constituem um sutil cordão trançado - o qual é parte do elo magnético que une os corpos físico e astral, cortando ao retirar-se o corpo etérico do corpo físico denso no momento da morte. Como o chama a Bíblia, o cordão prateado se corta. Isto deu origem à lenda da ³irmã fatal que corta o fio da vida com as suas temidas tesouras´.

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A trama etérica está composta pelo complicado tecido deste cordão vitalizado e, separados dos sete centros da trama (centros sagrados, sendo que o baço freqüentemente é considerado um deles), encontram -se os dois jámencionados, que formam com o baço um triângulo ativo. A trama etérica do sistema solar é análoga e igualmente possui três centros receptores de prana cósmico. A misteriosa franja do firmamento denominada Via Láctea (não é a galáxia) está intimamente relacionada com o prana cósmico, vitalidade ou alimento cósmicos que vitalizam o sistema solar etérico e daí atingem a parte densa desse sistema, mantendo todas as formas em atividade. Esse assunto émuito importante e de grande utilidade e deveria ser alvo de pesquisa dos verdadeiros investigadores científicos. 2. Assimilador de prana O processo de assimilação é levado a cabo no triângulo mencionado. O prana, ao penetrar por qualquer desses centros, circula três vezes por todo o triângulo, antes de ser transmitido ao corpo etérico e deste ao corpo denso. O órgão principal de assimilação é o baço - a contra-parte etérica e oórgão físico denso. A essência vital (prana) procedente do sol (após o processamento pelos Devas Dourados) penetra no baço etérico; neste é submetida a um processo de intensificação ou desvit alização, o que depende do estado de saúde desse órgão. Se o homem está são, a emanação recebida será intensificada pela vibração individual e o grau de vibração (a freqüência) será acelerado antes que o prana passe ao baço denso. Se o estado de saúde não é bom, a vibração do prana diminui e o processo torna -se mais lento. Estes três centros, parecidos a pratinhos ou pires, têm a mesma forma que os demais e assemelham-se a pequenos vórtices que atraem à sua esfera de influência as correntes que se encontrem a seu alcance. Os centros podem ser descritos como vórtices giratórios, unidos entre si por um tríplice canal compactamente entretecido, que quase forma um sistema circulatório separado. Este sistema tem seu ponto de saída no lado do baço oposto àquele pelo qual penetra o prana. O fluido vital circula três vezes por estes três centros e entre eles, antes de passar à periferia do seu pequeno sistema. Depois de circular o prana pelos finos canais entre-laçados, passa por todo o corpo, impregnando -o totalmente com suas emanações, se assim se pode expressar. Essas emanações saem finalmente do sistema etérico, irradiando -se pela superfície. A essência prânica sai da circunferência do seu ³círculo não se passa´ temporário como emanante prana humano, que é o mesmo prana recebido anteriormente, porém carregado, durante sua transitória circulação, com a qualidade particular que o indivíduo lhe transmite. A essência sai levando a qualidade individual. Neste processo temos uma nova analogia de como evadem -se todas as

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essências de qualquer ³círculo não se passa´, uma vez terminado seu ciclo. O tema do corpo etérico é de grande interesse prático. Quando o homem se der conta da sua importância, prestará mais atenção à distribuição do prana no seu corpo e procurará que a sua vitalidade, através dos três centros, não seja entorpecida. Embora necessariamente o tema tenha de ser tratado de forma superficial e somente possam ser dados esboços e sugestões espaçadas, concluir -se-á todavia que se for estudado detalhadamente o que for passado, surgirá um conhecimento das verdades, cujo conteúdo e qualidade resultarávalioso e algo que até agora não foi ensinado. O lugar que ocupa a envoltura etérica, como separadora ou ³círculo não se passa´ e sua função como receptora e distribuidora de prana, serão esclarecidos aqui de uma forma muito mais extensa que antes; possivelmente mais adiante o tema será ampliado. Dos dados tão superficialmente acima tratados deduzem -se duas verdades fundamentais: Primeiro. O quarto sub-plano etérico do plano físico é a preocupação imediata do: 1. o homem, o microcosmos, 2. o Homem Celestial, o Logos Planetário, 3. o grande Homem dos Céus, o Logos Solar. Convém aqui lembrar que o quarto sub-plano etérico para os Logos Solar e Planetário é o plano búdico. Assim, os Iniciados que vivem, atuam e trabalham no plano búdico, estão exercendo funções importantíssimas no corpo etérico do nosso Logos Planetário. Essa atuação ocorre a partir da quarta iniciação planetária, a da renúncia, quando o Iniciado começa o domínio, sub-plano a sub-plano, desse plano, não só com referência ao seu corpo búdico como em relação à matéria búdica exterior. Muito mais pode ser dito a esse respeito, contudo esse assunto detalhado ficará para mais tarde. Quando tiverem um vislumbre, por mais tênue que seja, a respeito da vida, das atividades e responsabilidades nesse plano, sentirão com certeza umímpeto muito forte para prosseguir nos esforços para alcançar a meta. Segundo. Na quarta cadeia e quarta ronda (a nossa) é iniciado o estudo do quarto éter que - visto como trama separadora - permite a saída ocasional das vibrações correspondentes. 3. Transmissor de prana Até agora temos nos referido muito pouco ao tema do fogo, pois o propósito do corpo etérico é levá-lo e distribuí-lo por todo o seu sistema; somente temos tratado dos fatos que poderão despertar o interesse e acentuar a utilidade do
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veículo prânico (o corpo etérico). Devemos considerar e recalcar certos fatos, à medida em que estudarmos este círculo estático e seus fogos circulantes. Para maior claridade vamos recapitular brevemente aquilo já exposto: O Sistema solar recebe prana de fontes cósmicas, por meio de três centros e o redistribui a todas as partes de sua dilatada influência, até os limites da trama etérica solar. Este prana cósmico está colorido pela qualidade do Logos Solar e chega aos mais afastados confins do sistema solar. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste em vitalizar o veículo, a expressão material física do Logos Solar. O Planeta recebe prana do centro solar e o redistribui, por meio de três receptores, a todas as partes de sua esfera influência. Este prana solar está colorido pela qualidade planetária e é absorvido por tudo o que evolui dentro do ³círculo não se passa´ planetário. Poder-se-ia dizer que sua missão consiste em vitalizar o veículo de expressão material física de qualquer dos sete Homens Celestiais. O Microcosmos (o homem) recebe prana proveniente do sol, depois de ter compenetrado o veículo etérico planetário, de modo que, além de prana solar, possui a qualidade planetária. Cada planeta é a personificação de um aspecto de Raio e sua qualidade se destaca predominantemente durante toda a sua evolução. Portanto, prana é calor irradiante, sua vibração (freqüência) e qualidade variam de acordo com a Entidade receptora. Ao passar o prana pelo corpo etérico do homem, é colorido pela sua própria qualidade particular, transmitindo -o a essas vidas menores que formam seu pequeno sistema (seu corpo físico, etérico e denso). Assim produz-se uma grande interação; todas as partes se mesclam e fundem, dependendo uma da outra e todas recebem, colorem, qualificam e transmitem. Tem lugar assim uma interminável circulação sem princípio concebível e sem possível fim, desde o ponto de vista do homem finito, porque sua origem e fim se acham ocultos na ignota fonte cósmica. Se existissem em todas as partes perfeitas condições, esta circulação continuaria sem interrupção e se ria quase interminável, porem o fim e a limitação são produzidos pela imperfeição, que gradualmente é substituída pela perfeição. Cada ciclo origina-se em outro ciclo ainda não finalizado, cedendo lugar a outra espiral mais elevada; assim sucedem -se períodos de aparente e relativa perfeição, que conduzem a períodos de maior perfeição. O objetivo deste ciclo maior consiste, como sabemos, em fundir os dois fogos da matéria, latentes e ativos, submergindo -os nos fogos da mente e do espírito (fogos solar e elétrico), até que desapareçam na Chama geral; os fogos da mente e do espírito consomem a matéria e com isso liberam a vida dos veículos que a confinam. O altar terreno é o lugar onde nasce o espírito, quem
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o libera da mãe (matéria) e é também a entrada para r einos superiores. Quando o veículo prânico funcionar corretamente nos três grupos, humano, planetário e solar, lograr -se-á a união com o fogo latente. Por esta razão recalca-se a necessidade de construir veículos físicos puros e refinados. Quanto mais refinada e sutil seja a forma, será melhor receptora de prana e oferecerá menos resistência à ascensão de kundalini no devido momento. A matéria tosca e os corpos grosseiros e imaturos são uma ameaça para o ocultista; nenhum verdadeiro vidente terá um corpo g rosseiro (trata-se do vidente superior e não daquele que o é pelo chacra umbilical). O perigo de ser desintegrado é muito grande e a ameaça de ser destruído pelo fogo é terrível. Já uma vez, na história (na época lemuriana), a raça e os continentes foram destruídos por meio do fogo. Os Guias da raça, nessa época, aproveitaram tal acontecimento para eliminar a forma inadequada. O fogo latente na matéria (por exemplo, nas erupções vulcânicas) e o fogo irradiante do sistema combinaram -se. O kundalini planetário e a emanação solar entraram em conjunção e teve lugar o trabalho de destruição. Na raça atlantiana (a quarta raça -raiz) houve também uma conjunção de fogos, como consequência de uma expansão de consciência do nosso Logos Planetário. O mesmo poderia voltar a acontecer, porém só na matéria do segundo éter e seus efeitos não seriam tão graves devido à sutileza desse éter e ao refinamento comparativamente maior dos veículos. Observaremos aqui um fato interessante, embora seja um mistério insolúvel para a maioria; as destruições produzidas pelo fogo são parte das provas de fogo de uma iniciação desse Homem Celestial cujo carma está ligado ao de nossa terra. A destruição de uma parte da trama torna mais fácil a saída; em realidade (visto desde os planos superiores) é um passo adiante e uma expansão. Sua repetição efetua-se no sistema solar em ciclos determinados. No campo da astronomia temos um exemplo atualmente desse aumento dos fogos, no caso da estrela Eta Carinae, que bruscamente teve o seu brilho aumentado enormemente eé alvo de estudos acurados dos astrônomos e astrofísicos. Houve uma expansão de consciência devida a uma iniciação cósmica do Grande Ser que se expressa fisicamente por essa belíssima estrela. Todavia os cientistas não interpretam dessa forma . Ainda falta muito para que os cientistas vejam DEUS manifestando-se na natureza, apesar da lógica perfeita que se observa dentro da imperfeição aparente. Apresentamos a seguir um diagrama, para clarear o acima exposto.

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Aqui encerramos nosso estudo de hoje. Voltaremos em 08/07/2003, quando estudaremos as desordens do corpo etérico - funcionais - orgânicas e estáticas - da página 110 à 116 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão P ura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Desordens do corpo etérico - Funcionais, Orgânicas e Estáticas (Da página 110 à 113 do Tratado sobre Fuego Cósmico)

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Desordens do corpo etérico

Iremos estudar agora o corpo etérico, suas doenças e também sua condição post-mortem. Ocupar-nos-emos dele muito brevemente. Tudo o que pode ser feito é indicar, em linhas gerais, as doenças fundamentais às quais o corpo etérico pode estar sujeito e a orientação que a medicina poderá seguir mais tarde, quando as leis ocultas forem melhor compreendidas. Ressaltaremos um fato significativo que tem sido pouco compreendido e nem sequer captado: as doenças de que padece o corpo etérico do microcosmos (o homem), também são sofridas pelo corpo etérico do macrocosmos (os Logos Solar e Planetário), com as devidas diferenças e efeitos, em particular na natureza, na humanidade como um todo e em cada um particularmente, considerando o modo de ser individual. Aí está a explicação para os aparentes sofrimentos da natureza. Alguns dos grandes males do mundo têm suas origens nas doenças etéricas do Logos Planetário. Ampliando-se a idéia, o mesmo podemos dizer com referência às condições planetárias e solares. Ao estudarmos as causas das doenças etéricas do homem, talvez sejam percebidas as analogias e reações de ordem planetária e solar. Há que ter em mente de forma bem clara e nítida que o corpo etérico do Logos Planetário como o do Logos Solar são constituídos de matéria dos planos búdico, átmico, monádico e adi, não esquecendo o corpo etérico da Entidade Planetária (chamada por alguns autores de Espírito Planetário), q ue não é o Logos Planetário e sobre a qual falaremos mais adiante. Conseqüentemente qualquer perturbação no corpo etérico do Logos Planetário irá ocorrer na matéria desses planos. Seus efeitos irão depender de vários fatores: 


amplitude, intensidade e natur eza da perturbação; proporção de matéria búdica, átmica, monádica e adi em seu corpo etérico.

Como esses planos interferem nos três planos mais densos, mental, astral e físico, é óbvio que qualquer anomalia nessas áreas do corpo etérico do Logos Planetário irá se manifestar nos nossos planos mental, astral e físico, surgindo no nosso campo etérico, afetando a natureza de diversas formas, inclusive no comportamento dos vírus, bactérias, bacilos e outras micro vidas, em particular os vírus, tão agressivos e destruidores para o reino humano, quando se considera a Entidade Planetária. O estudo desse aspecto irá trazer ao homem muito esclarecimento e muita orientação no tocante à cura e à eliminação de muitas doenças que afligem a humanidade, como irá explicar muitos fenômenos da natureza, inclusive o atual aquecimento da nossa atmosfera e a atividade vulcânica.

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Aqui cabe lembrar, expressando imensa gratidão, o importantíssimo trabalho dos Mestres e seus discípulos aceitos (iniciados planetários), que atuam no plano búdico, corrigindo as perturbações nessa matéria, minimizando seus efeitos na humanidade, de uma forma análoga, porém num nível muito mais elevado, à ação das pequenas vidas que trabalham no nosso corpo físico, as células do nosso sistema imunológico, as células dendríticas, as células T, os macrófagos, as células B, os bazófios e outras, que vigiam e defendem o nosso organismo contra qualquer invasor que queira prejudicá -lo. Infelizmente a humanidade desconhece totalmente esse trabalho e a maioria dos ocultistas também não se dá conta dele. Esse trabalho dos Mestres e discípulos aceitos é apenas uma dentre muitas atividades deles no corpo etérico do Logos Planetário. A concepção do que os Mestres e iniciados planetários fazem ainda é muito obscura para a humanidade. Devemos ter muito em conta, ao estudarmos esse assunto, que as enfermidades do corpo etérico são derivadas do seu tríplice propósito e poderão ser: a. funcionais, afetando a absorção de prana e demais energias; b. orgânicas, afetando a distribuição de prana e conseqüentemente o funcionamento dos órgãos; c. estáticas, afetando a trama etérica, considerada estritamente como o ³círculo não se passa´ físico e como elemento separador entre o físico e o astral, conhecimento que deve ser muito útil para os psicólogos e os médicos. Essas três funções ou propósitos são de primordial interesse, produzem resultados totalmente diferentes e reagem externa e internamente de distintas maneiras. Consideradas desde o ponto de vista planetário podemos perceber as mesmas condições e o corpo etérico planetário (que é fundamentalmente o corpo dos planetas sagrados, sendo que a terra não é um deles) também terá suas desordens funcionais, que afetarão a absorção de prana e sofrerá transtornos orgânicos, que alterarão sua distr ibuição, produzindo dificuldades na trama etérica, o ³círculo não se passa´ da Entidade Planetária, que não é, repito, o Logos Planetário. Aqui cabe uma explicação para as palavras do Mestre Tibetano que estão entre parênteses no período acima. Como o noss o Logos Planetário não é um Logos Sagrado, como o são os Logos de Vulcano, Mercúrio, Vênus, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, a terra é também utilizada pela Entidade Planetária, um ser de nível cósmico que está no ciclo chamado involutivo, ou seja, Ele busca experimentar as vibrações mais densas e grosseiras, coletivamente. Isso quer dizer que todas essas vibrações geradas pelos baixos instintos, sentimentos torpes e emoções imundas, são experimentadas por Ele, como um todo. Também se nutre das vibrações dos reinos inferiores. O Mestre também quer dizer que os Logos Planetários sagrados estão polarizados em seus corpos etéricos, ou seja, nos planos búdico, átmico, monádico e adi, não
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constituindo os planos mental, astral e físico princípios para Eles. Tudo isso faz parte do Plano Divino. Na cadeia anterior à nossa, a lunar, a Entidade Planetária provocou transtornos sérios e graves, levando o nosso Logos Solar a intervir e fazendo com que o nosso Logos Planetário desintegrasse a cadeia lunar antes do final p revisto e assim a cadeia lunar não completou a sétima ronda. Nada mais posso dizer sobre o assunto. Para essa Entidade Planetária, os sub -planos etéricos do nosso planeta constituem seu corpo etérico e não a matéria búdica, pois Ele ainda não tem condições de responder à matéria búdica. Por isso uma determinada perturbação nesses sub-planos etéricos pode perfeitamente permitir que certas micro-vidas, como os vírus, materializem-se no plano físico denso, pela ação dessa Entidade, a partir do plano astral. O mecanismo desse processo não cabe no atual contexto. Quero adverti-los de que os Espíritos Planetários que se encontram no arco ou ciclo evolutivo divino, os Homens Celestiais, os Logos Planetários sagrados, cujos corpos são planetas, a trama etérica não constitui uma barreira, sendo que Eles podem (como os Senhores do Carma fazem num plano superior) atuar livremente fora dos limites da trama planetária, dentro da circunferência do ³círculo não se passa´ solar. Quanto aos Logos não Sagrados, como o nosso, Eles ainda estão no processo de destruir a tela etérica, processo que será concluído quando Eles recebem a iniciação cósmica que torná -los-á sagrados. O nosso Logos Planetário está em vias de se tornar sagrado. Do ponto de vista do sistema, ou seja, do Logo s Solar, podemos observar que os mesmos efeitos estão vinculados funcionalmente, com o centro cósmico, organicamente, com a totalidade dos sistemas planetários e estaticamente, com o ³círculo não se passa´ solar logóico. Podemos agora, para maior claridade, considerar esses três grupos de forma separada e indicar brevemente (o único que posso fazer) os métodos curativos e retificadores. a - Desordens funcionais no microcosmos. No homem, relacionam-se com a absorção dos fluidos prânicos por meio de seus corr espondentes centros. Devemos ter sempre em conta e saber distinguir com claridade que as emanações de prana têm relação com o fogo latente da matéria. Quando são recebidas e atuam corretamente através do corpo etérico, colaboram com o calor natural latente do corpo e ao se misturarem vitalizam-no, impondo à sua matéria certo grau de ação vibratória, que leva ao veículo físico a necessária atividade e o correto funcionamento de seus órgãos. Portanto, é evidente que o abc da saúde física depende da correta r ecepção de prana e que uma das mudanças fundamentais na vida do animal humano (o aspecto que estamos considerando) deverá ser nas condições comuns do viver diário. Há que se procurar que os três centros principais, utilizados para a recepção de prana, funcionem com mais liberdade e menos restrição. Devido ao atual sistema errôneo de vida seguido durante séculos e aos erros fundamentais
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originados na época lemuriana, os três centros prânicos do homem não funcionam corretamente na atualidade. O centro entre os omoplatas é o que está em melhores condições receptivas, embora, devido a uma deficiente condição da coluna vertebral (que em muitas pessoas está desviada), sua localização na espádua talvez não seja exata. O centro do baço, situado perto do diafragma, é de tamanho menor que o normal e sua vibração não é correta. No caso dos aborígines das ilhas do Pacífico sul, suas condições etéricas são melhores e sua vida é mais normal (desde o ponto de vista animal) que em qualquer outra parte do mundo. A raça humana em geral necessita de certas capacidades, situação que pode ser descrita da seguinte maneira:
Primeiro - Incapacidade para extrair as correntes prânicas, devido á vida malsã que leva a maioria. Isto interrompe o aprovisionamento proveniente da fonte de origem e causa a conseqüente atrofia e redução dos centros receptores. Isto se observa, com exagero, nas crianças das zonas muito povoadas das grandes cidades e nos moradores anêmicos e viciados dos baixos fundos (porões). A cura é evidente: melhores condi ções de vida, uso de roupas mais adequadas e a adoção de métodos de vida mais independentes e saudáveis. Uma vez que os raios prânicos tenham livre acesso aos ombros e ao diafragma, a condição subnormal do baço ajustar -se-á automaticamente. Segundo - Excessiva capacidade de extração das correntes prânicas. O primeiro tipo de desordem funcional mencionado é comum e muito difundido. Seu oposto encontra-se onde as condições de vida são de tal natureza que os centros (por estarem expostos e submetidos direta e prolongadamente às emanações solares) desenvolvem-se exageradamente, vibram muito rapidamente e recebem prana em demasia. Isso é pouco freqüente, porém acontece em alguns paises tropicais, sendo em grande parte a causa da molesta fraqueza que ataca seus moradores. O corpo etérico recebe o prana ou os raios solares com demasiada rapidez e permite que entre e saia do sistema com excessiva força, deixando a vítima presa da inércia e da desvitalização. Em outras palavras, o corpo etérico torna -se preguiçoso. É como uma tela inconsistente (empregando um termo muito familiar), semelhante ao tecido de uma raquete de tênis que ficou frouxa e perdeu elasticidade.

O triângulo interno transmite as emanações de prana com demasiada rapidez, não permitindo a subsidiária absorção e logicamente sofre todo o sistema. Mais tarde descobrir-se-á que a maioria das doenças sofridas pelos europeus na Índia têm origem nisso e algumas das dificuldades serão eliminadas cuidando se do baço e regulando inteligentemente as condições de vida. Ao analisar as condições semelhantes que imperam no planeta, percebem -se as mesmas dificuldades. Nada mais pode ser dito, porém ao estudar inteligentemente a ação da radiação solar sobre a superfície do planeta, em relação com o seu movimento giratório, compreenderão e aplicarão algumas
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regras grupais sanitárias. A Entidade Planetária tem analogamente seus ciclos. O segredo da fertilidade e da vegetação encontra -se na adequada absorção e distribuição do prana planetário. Grande parte disto oculta -se na fabulosa lenda que se refere à luta entre o fogo e a água, baseada na reação do fogo latente na matéria, opondo-se ao fogo que vem do exterior de si mesma e atua sobre ela. No intervalo que transcorre enquanto ambos os fogos (o latente e o ativo) estão em processo de fusão, sucedem-se esses períodos, durante os quais, devido á herança cármica, a absorção é irregular e a distribuição desigual. Quando for alcançado o ponto de equilíbrio racial, será logrado também o equilíbrio planetário e com isso será obtido um equilíbrio recíproco entre os planetas do nosso sistema solar. Uma vez obtidos mútuo equilíbrio e interação, então o sistema solar estará estabilizado e chegar-se-á à perfeição. A distribuição eqüitativa de prana irá paralela ao equilíbrio obtido p elo homem, pela raça, pelo planeta e pelo sistema solar. Esta é outra maneira de dizer, que será conseguida uma vibração uniforme. Apresentamos a seguir um desenho ilustrando os efeitos das perturbações nos corpos etéricos do Logos Planetário da terra e da Entidade Planetária no planeta e sua humanidade.

Por hoje encerramos nosso estudo. Não fomos até a página 116 como tínhamos anunciado, em virtude da extensão. Como o assunto acima exposto, na parte referente aos corpos etéricos do Logos Planetário e da Entidade Planetária e seus efeitos no planeta e na humanidade, pode e deve ser mais explorado de forma científica, para melhor ent endimento e mais eficiente ação na cura, voltaremos a ele em 15/07/2003.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.

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Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Uma breve exposição sobre os corpos etéricos do Logos Planetário e da Entidade Planetária da Terra. Como prometemos no último estudo, vamos hoje desenvolver um pouco o assunto dos corpos etéricos do nosso Logos Planetário e da Entidade Planetária que utiliza a Terra como corpo denso. Primeiramente falaremos do corpo etérico do nosso Logos Planetário. Ele é construído com a porção de matéria dos planos búdico, átmico, monádico e adi, de que Ele se apropriou para construí -lo. Esse planos, sob seu ponto de vista, são os sub-planos etérico, super-etérico, sub-atômico e atômico do plano físico cósmico. Os nossos planos mental, astral e físico constituem os estados gasoso, líquido e sólido da matéria cósmica densa, não sendo para Ele princípio, ou seja, Ele está polarizado nos quatro planos superiores, em termos de consciência física cósmica. Os chacras do seu corpo etérico, atualmente, estão no plano búdico. Sanat Kumara com seu concílio (Shamballa) formam seu chacra coronário. A Hierarquia constitui seu chacra cardíaco e a humanidade seu chacra laríngeo. Ao considerarmos que os chacras do Logos Planetário estão no plano búdico, que a humanidade constitui o chacra laríngeo e quão poucos seres humanos conseguem atuar na matéria búdica, concluímos logicamente que a contribuição da humanidade para esse chacra é muitíssimo pequena. Somente os discípulos e aspirantes, que já conseguem manipular matéria búdica, e m diversos níveis conforme seu grau evolutivo, contribuem para o funcionamento desse chacra. Daí percebem a imperiosa necessidade de a humanidade acelerar sua evolução, para que possa ser conseguida uma participação mais dinâmica e efetiva no funcionamento desse chacra, com os conseqüentes benefícios para a consciência física do Logos Planetário, benefícios esses que redundarão em benefícios também para nós, pela expansão da consciência do Logos. É portanto um sistema de realimentação, nós nos esforçamos para evoluirmos mais depressa, melhorando o funcionamento do chacra laríngeo do Logos Planetário, o que melhora a saúde do seu corpo físico etérico, com repercussão na parte densa (planos mental, a stral e físico) e nos atingindo, ou seja, recebemos dele uma parcela do resultado do nosso esforço. Portanto é
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inteligente acelerarmos nossa evolução. O chacra laríngeo é regido pelo terceiro Raio, de Inteligência Ativa, atuando na matéria. Podemos deduzir daí que a melhoria da qualidade desse chacra irá melhorar as condições da Terra, pela potencialização da capacidade criadora da humanidade, uma vez que o chacra laríngeo estimula a atividade criadora. Os chacras ainda não são profundamente conhecidos pelo s ocultistas. Eles têm determinados vórtices chamados pétalas. Esses vórtices são fontes irradiadoras e captadoras de energias, sendo também mecanismos de transferência de informações do astral para o físico e do físico para o astral. O mapeamento exato das funções das pétalas, na parte das funções orgânicas, irá trazer imensos benefícios para o homem. Nosso Logos Planetário está encarnado fisicamente, em termos cósmicos, pois possui um planeta físico, a Terra, mais dois etéricos, dois astrais e dois mentai s inferiores. Mas também está encarnado fisicamente na Terra através de Sanat Kumara. É por isso que Mestre Tibetano muitas vezes refere -se a Sanat Kumara como nosso Logos Planetário. Assim como nós, encarnados fisicamente, temos sensações provocadas pelo meio ambiente e outras derivadas de nossos estados emocionais, que, muitas vezes, afetam nosso corpo físico, como são os casos de somatização, gerando doenças, assim também nosso Logos Planetário tem sensações cósmicas, que se manifestam em seu corpo etérico (matéria búdica e acima), repercutindo na parte densa, nossos planos mental, astral e físico e nos afetando de diversas maneiras. Ele está lutando para alcançar determinadas qualificações, pois almeja receber uma Iniciação Cósmica, não sendo portanto pe rfeito e pode cometer erros, como cometeu na sua encarnação anterior, a cadeia lunar. Considerando a diferença de vivência do tempo entre Ele e nós, um momento de ³mau humor´ ou de ³euforia´ d'Ele pode equivaler a muitos anos para nós. Determinadas crises pelas quais a humanidade passou foram resultados desses estados emocionais do nosso Logos Planetário. Como já disse, a atuação da Hierarquia nos planos superiores (corpo etérico do Logos) minimiza os efeitos sobre a humanidade. O conhecimento desses fatos nos é muito útil, pois passamos a saber a origem das crises e, sabendo, podemos impedir, através do auto-conhecimento, os efeitos negativos, utilizando a vontade e a mente. Passemos agora à Entidade Planetária. Como já disse, é um Ser Cósmico no

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ciclo involutivo, utilizando-se do corpo denso do Logos Planetário, a Terra. Futuramente individualizar-se-á. Nosso Logos Planetário já passou por essa fase no Sistema Solar anterior e nosso Logos Solar num Sistema Solar, distante do atual no tempo de muitos sistema s solares. Para se ter uma idéia de tempo cósmico, a duração média de um sistema solar é de 311.040.000.000.000 anos terrestres (voltas da Terra em torno do Sol). O corpo etérico da Entidade Planetária é a totalidade da matéria etérica da Terra, sendo a parte densa seu corpo denso. É afetada pelos estados emocionais e mentais do Logos Planetário. As atitudes da humanidade como um todo também a afetam. As agressões ao reino animal e à natureza geram nela reações, que podem repercutir na essência elemental, fazendo com que se manifestem no plano físico denso como doenças e pragas, que atingem o homem. O homem tem de amar e respeitar a natureza, como um ser vivo. A humanidade não é dona da Terra, mas hóspede. Estamos assistindo os esforços dos cientistas financiados pelos governos, para dominar planetas do nosso sistema solar, como Marte, com finalidades exploratórias e predatórias. Esquecem que Marte faz parte de outro esquema de globos, com sua humanidade, que no momento está em outro globo do esquema, existindo em Marte apenas um pequeno núcleo humano. Um outro Logos Planetário, não sagrado, está se manifestando por esse esquema, assim como o nosso o faz pelo esquema da Terra. Consideremos também os efeitos de certos estados interiores no nosso Logos Planetário na Terra, através do seu corpo etérico. Como Ele está em vias de receber uma Iniciação Cósmica, os fogos que circulam pelo nadi principal de seu corpo etérico, no processo de transferência de chacras, são estimulados. Isso repercute na parte etérica da Terra, em particular na coluna vertebral etérica da Terra, que cruza o planeta de norte a sul. A linha de vulcões do Pacífico está próxima dessa coluna. Havendo ativação do fogo por fricção na bolsa de kundalini, que está próxima do pólo sul (Antártida), é natural que a temperatura desse continente aumente, com o conseqüente degelo, já observado pelos cientistas. Por outro lado, a circulação dos fogos estimulados pela coluna vertebral etérica atua na linha de vulcões, levando -os à atividade.

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Assim vemos efeitos físicos provocados por causas ocorrendo na matéria búdica constituinte do corpo etérico do Logos Planetário. Há muito mais sobre esse assunto, como o mapeamento dos chacras da Terra, mas isso não pode ser revelado no momento, por causa do mau uso desse conhecimento. Apresentamos a seguir um desenho visualizando as relações entre os corpos etéricos do Logos Planetário e da Entidade Planetária.

Por hoje encerramos nosso estudo. Voltaremos em 22/07/2003, continuando com o tema Desordens do Corpo Etérico - Funcionais, Orgânicas e Estáticas, a partir de Desordens Orgânicas no microcosmos, da página 113 à 116 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 15-JUL-2003

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Desordens do Corpo Etérico - Funcionais, Orgânicas e Estáticas - Desordens Orgânicas no microcosmos - Desordens Estáticas no microcosmos. (Da página 113 à 116 do Tratado sobre Fuego Cósmico) As desordens orgânicas no microcosmos, o homem, são fundamentalmente duas: 


mal estar produzido pela congestão; destruição dos tecidos, por causa da excessiva absorção de prana ou sua fusão demasiado rápida com o fogo latente da matéria (o chamado

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calor corpóreo), assunto esse de suma importância, que geralmente passa desapercebido, donde procuraremos esmiuçar um po uco. A excessiva absorção de prana, pela sua abundância na atmosfera e demasiada exposição ou alteração no corpo etérico, e sua fusão muito rápida com o fogo latente da matéria são causas funcionais. A congestão em alguma parte do corpo etérico é uma causa orgânica. Todavia as duas causas se relacionam. A absorção excessiva e a rapidez muito grande na fusão podem levar ao congestionamento na área afetada, pelo grande acúmulo de prana. Por outro lado, a absorção e a circulação pelo triângulo prânico muito v elozes pode dificultar a assimilação, provocando a fraqueza e as doenças conseqüentes. Também a absorção excessiva e a fusão demasiadamente rápida podem levar à destruição do tecido orgânico, pelo grande aumento do calor corpóreo, como pode levar à destruição da trama etérica, porque os átomos e moléculas etéricas constituintes da trama perdem a coesão entre si e se dispersam, provocando uma desordem estática. A congestão de prana numa determinada área do corpo etérico pode tornar a trama demasiadamente espessa, dificultando a transmissão de energias da Alma para o cérebro físico e provocando o desequilíbrio mental e a idiotia. Pode também ocasionar um crescimento anormal dos tecidos e o engrossamento de algum órgão interno, produzindo pressão excessiva, podendo chegar a um câncer. A região congestionada do corpo etérico pode alterar completamente a condição física e dar lugar a diversas doenças. A destruição dos tecidos pode gerar vários tipos de demência, especialmente as incuráveis. Por outro lado a queima da trama etérica dá margem à penetração de correntes astrais estranhas, contra as quais o homem não tem defesa. Os tecidos cerebrais podem ser destruídos, por causa da pressão excessiva, como podem surgir problemas em conseqüência da ruptura em alguma par te do ³círculo não se passa´ etérico. A desvitalização de prana pode também provocar afrouxamento da tela etérica e suas conseqüências. Algo análogo pode acontecer ao planeta. Mais adiante será dada informação, que até agora não o foi e esclarecerá de que forma raças inteiras foram influenciadas e perturbados certos reinos da natureza, pela congestão etérica planetária ou destruição dos tecidos etéricos do planeta, entre outras coisas
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afetando a Entidade Planetária, pela penetração nela de energias astrais cósmicas, para as quais Ela ainda não está preparada. Temos tratado de perturbações funcionais e orgânicas do corpo etérico, dando certas indicações para logo estender o conceito a outras esferas, além da estritamente humana. No reino humano se encontra a chave que abrirá a porta a uma mais ampla interpretação, uma vez que permitirá a entrada nos mistérios da natureza. Embora a chave deva ser girada sete vezes, sem embargo uma só volta revelará inconcebíveis avenidas de eventual compreensão. Essa questão de girar a chave sete vezes será estudada em outra ocasião. Até aqui consideramos a recepção e distribuição de prana no homem, no planeta e no sistema e observamos as causas que produzem desordens momentâneas e desvitalização ou vitalização excessiva da for ma orgânica. Trataremos agora do tema desde outro ângulo.
Desordens estáticas no microcosmos

Nesse tipo de desordem consideramos o corpo etérico na sua função de ³círculo não se passa´ entre os corpos denso e astral. Segundo já foi dito aqui e nos livros de Helena Petrovna Blavatsky, o ³círculo não se passa´ é a barreira ou o filtro que atua como separador ou linha divisória entre um sistema e o que se encontra fora dele. Como compreender-se-á, isso tem interessantes correlações, se considerarmos o tema (como deve ser) desde o ponto de vista do ser humano, de um planeta e de um sistema, recordando que ao estudar o corpo etérico, tratamos com matéria física, o que não deve ser esquecido nunca. Portanto, em todo grupo e conglomerado será achado um fator dom inante, devido ao fato de que o ³círculo não se passa´ atua como obstáculo para aquilo que é de pouca importância para a evolução, porém não é barreira para o que é importante para a evolução. Tudo depende de duas coisas: do carma, seja do homem, do Logos Planetário ou do Logos Solar, e o domínio que exerce a entidade espiritual interna sobre veículo. O que acaba de ser dito é de tão grande relevância, que deve ser mais explorado. Primeiramente vamos olhar sob a ótica do carma. Carma no atual contexto é o resultado de uma ação anterior. Por isso o corpo etérico de qualquer entidade é moldado segundo o que a entidade era no exato momento da sua última morte. Tudo o que ela fez está gravado no último corpo etérico, para ser mais exato,
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no átomo físico permanente. A lei do carma tem dois lados. Se a entidade só praticou boas ações na última encarnação, terá o que chamam bom carma e seguirá na nova encarnação o plano individual de evolução, dando mais um passo para alcançar a meta estabelecida para ela, que no c aso do homem é a quinta Iniciação Planetária, a terceira Solar, para a atual cadeia, a quarta. Se a entidade mesclou boas com más ações, seu carma será exatamente proporcional ao peso dessas boas e más ações. Portanto a trama etérica será tal que ou cerceará a ação da entidade ou permitirá maior liberdade de ação. A maior liberdade de ação, se bem aproveitada, conduzirá a um maior domínio sobre o veículo, acelerando assim o processo evolutivo e propiciando uma expansão do ³círculo não se passa´ etérico, que vai num crescendo, até a queima total da tela etérica na 4a. Iniciação e a liberação dos mundos inferiores, passando a ser um trabalhador altamente eficiente no corpo etérico do Logos Planetário. Esse assunto pode ser amplamente desenvolvido, dentro do en foque particular das doenças orgânicas e mentais que afetam o homem, cruzando -se os aspectos cármicos individuais com os efeitos coletivos provocados pelos carmas do Logos Planetário e da Entidade Planetária. Por hoje encerramos nosso estudo. Voltaremos em 29/07/2003, com o tema dos éteres macrocósmico e microcósmico, da página 116 à 119 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Dj wal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 22-JUL-2003

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Esclarecimentos sobre os Éteres Macrocósmicos e Microcósmicos(Da página 116 à 119 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Conforme prometemos no último estudo, iremos hoje analisar com detalhes o assunto éteres macrocósmicos, buscando tirar conclusões e definir os efeitos na humanidade, para melhor entendimento e aplicação no que for o caso. Inicialmente vamos pesquisar as ³saídas noturnas´ do nosso Logos Solar, quando penetra no plano astral cósmico e ao retornar ao seu corpo físico cósmico, de uma forma ou outra afeta sua consciência física cósmica, que está no plano adi, com as lembranças dos fatos presenciados, com o que aprendeu
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e com as energias que recebeu através do seu corpo astral cósmico, limitado pelo que pode passar para sua consciência física, pela tela etérica. Com isso sua consciência se altera e todo o seu corpo físico cósmico manifesta essa alteração e conseqüentemente toda a natureza e nós sentimos os efeitos. Na página 59 do Tratado sobre Fuego Cósmico, Mestre Tibetano dá a duração de uma noite de Brahma (Logos Solar), o equivalente a uma noite nossa de 12 horas. Essa noite d e Brahma tem a duração média de 4.320.000.000 anos nossos. Se pudéssemos fazer uma análise do comportamento da natureza e da humanidade por períodos de 4.320.000.000 anos, com certeza iremos perceber alterações bem características. Pela tabela que se encontra na página 59 do Tratado sobre Fuego Cósmico, vemos que 1 segundo do Logos Solar equivale a 100.000 anos terrestres. A Kali Yuga dura para nós 432.000 anos, que equivalem 43,2 segundos para o Logos. Outra relação interessante existe entre as durações d as Yugas. A Kali Yuga dura 432.000 anos, a Dwapara Yuga 864.000 anos, igual a 432.000 vezes 2, a Treta Yuga dura 1.296.000 anos, igual a 432.000 vezes 3 e a Krita Yuga dura 1.728.000 anos, igual a 432.000 vezes 4. Temos aí uma relação 1, 2, 3, 4, muito interessante. Isso faz parte do conhecimento dos ciclos. Se admitirmos a hipótese de que o nosso Logos Solar já viveu a metade de sua atual encarnação, então as 4 Yugas já ocorreram 36.000.000 de vezes. A ligação do quarto grupo de Entidades Cármicas com a q uarta Hierarquia Criadora, que somos nós, Mônadas Humanas, encarnadas e desencarnadas, é outro assunto de suprema importância para nós. Os três Logos do V diagrama da página 296 do Tratado sobre Fuego Cósmico são três Entidades Cósmicas em nível inferior ao do Logos Solar, mas acima dos Logos Planetários. Elas expressam no plano físico cósmico os três aspectos do Logos Solar: Vontade, Amor -Sabedoria-Razão Pura e Inteligência Ativa. Abaixo deles, no plano monádico, estão os 7 Logos Planetários Sagrados. Observem que no quarto triângulo do diagrama, contando da esquerda para a direita, estão as Mônadas Humanas. Podemos deduzir que este quarto triângulo representa o Logos Planetário do quarto raio, que é o Logos do esquema de Mercúrio. Mas as Mônadas Humanas, nós, estamos sob a guarda do Logos Planetário do esquema da Terra, que não é um esquema sagrado. Daí concluirmos que recebemos forte influência do Logos de Mercúrio, via nosso Logos, como também dos outros 3 Logos (mente concreta, idealismo e cerimonial/organização, respectivamente Vênus, Netuno e Urano). Essa conclusão tem por base a informação do Mestre D. K. de que os 4 raios da mente (harmonia pelo conflito, mente concreta, idealismo e
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cerimonial/organização) têm conjuntamente a seu cargo o atual process o evolutivo do homem, considerado como o Pensador. Daí a explicação da forte ligação do quarto grupo de Entidades Cármicas (constituído de 3 sub-grupos: primeiro e segundo sub -grupos e os 4 Maharajás) com as Mônadas Humanas. Por ser o quarto grupo, é de se supor que sua ação se exerça na linha do quarto raio (harmonia pelo conflito). Como o objetivo do carma é orientar as ações para a consecução das metas do processo evolutivo, entende -se claramente essa forte ligação. O fato de a quarta Hierarquia Criado ra de Mônadas Humanas ser regida por uma quádrupla lei cármica sob a guia dos Lipikas explica -se pelo fato de serem 4 os atributos da mente a regerem o atual processo evolutivo do homem. Sendo 4 as áreas de experimentação e aprendizado do homem e consider ando suas mútuas interferências, compreende-se que a lei do carma tenha de estar baseada em 4 setores. Os Senhores Devas Regentes dos planos búdico, mental, astral e físico encontram-se mais empenhados na evolução humana que os dos planos átmico, monádico e adi, porque a meta da humanidade para a atual cadeia é a quinta Iniciação, que leva o Iniciado a viver e atuar no plano átmico. Mas para alcançar a quinta Iniciação, é necessário antes passar pelas 4 primeiras, relacionadas respectivamente aos planos fís ico, astral, mental e búdico. Como a grande maioria da humanidade atual está fortemente centrada no plano astral, entende-se perfeitamente o imenso trabalho dos Senhores Devas Regentes dos planos abaixo do átmico. No quarto plano, o búdico, os Logos Planet ários começam e evadir-se de sua trama etérica e a fazer incursões no plano astral cósmico. Como o objetivo d'Eles é dominar completamente seus corpos físicos cósmicos, essa evasão só pode ser conseguida estando Eles em manifestação física. Durante o prala ia isso não é possível, porque não existe o corpo físico cósmico. Por isso Eles têm de aproveitar ao máximo as encarnações. Da mesma forma o homem deve conseguir evadir-se de sua trama etérica, durante a encarnação, através do processo pessoal para a capa citação às Iniciações. Nunca esquecer que as 4 primeiras Iniciações só podem ser recebidas estando o homem encarnado fisicamente, que já estamos além da metade da quarta ronda e entrando na etapa final do período global da terra e que as raças raizes e rondas finais ocorrem mais rapidamente. Acresce a tudo isso o fato de que as exigências para as Iniciações tornam -se mais severas com o decorrer do tempo. Portanto aqueles que querem alcançar a meta da cadeia não devem ficar
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protelando, pois correm o risco de perderem oportunidades e em decorrência terem de aguardar eons por uma nova oportunidade. Quando o Mestre D. K. diz: ³Nada o retém nos mundos inferiores´, Ele está sendo textual, ou seja, é exatamente isto que Ele quis dizer. Quando o Iniciado tem contato consciente em seu cérebro físico com um mundo superior como o causal, ele pode comparar o tipo de vida nesse plano com o da vida no plano físico, perdendo então naturalmente todo apego à vida material, simplesmente porque vivenciou algo muito mais intenso e de muito maior plenitude. Quando vivencia o plano búdico em cérebro físico, então nem se fala. Quando o Mestre D. K. diz que a ciência na atualidade está estudando e desenvolvendo o conhecimento do quarto éter e, em certa medida, este quarto éter já se encontra a serviço do homem, Ele afirmou uma grande verdade, embora o tenha dito há uns 75 anos passados. A ciência hoje em dia chegou à conclusão de que a matéria visível e detectável por instrumentos constitui apenas 5% da totalidade da massa do universo e que 95% é a chamada matéria escura e energia escura. Estudos atuais sobre as partículas sub-atômicas em aceleradores lineares, bem como os neutrinos, misteriosas partículas, alvo de intensa pesquisa, comprovam as palavras do Mestre. Todos os aparelhos modernos utilizados na medicina, nas telecomunicações, na indústria, na área de lazer e na ciência, atuam no quarto éter e nos superiores. O Mestre ainda diz que o quarto Manvantara (a quarta cadeia) verá que o ³círculo não se passa´ solar oferece caminhos de escape para aqueles que tenham alcançado o grande desenvolvimento necessário. Na realidade, ao receber a quinta Iniciação (a da Revelação), o Iniciado toma conhecimento dos 7 caminhos, que se resumem em 4 e na sexta Iniciação (a da Decisão) ele tem de escolher um dentre os sete. Tomada a decisão, ele inicia o treinamento necessário e posteriormente sairá do Sistema Solar, para adquirir conhecimentos que nem podemos imaginar, receber novos treinamentos e exercer funções em outros sistemas e em nível cósmi co. Quando o Mestre diz que o nosso Logos Solar, por ser de quarta ordem, começará a coordenar seu corpo búdico cósmico e, à medida que desenvolva sua mente cósmica, obterá gradualmente, com a ajuda dessa mente, a habilidade de estabelecer contato com o pl ano búdico cósmico, Ele nos passou uma valiosíssima informação para acelerarmos a nossa evolução e alcançarmos celeremente a meta. É pela utilização e desenvolvimento da mente, que conseguiremos nos evadir da trama etérica, iniciar a coordenação (organização) do corpo búdico e estabelecer contato com ele, para mais tarde atuar nele com desembaraço. Inicialmente temos de usar intensamente a mente analítica, para em seguida extrairmos a essência e os conceitos dos conhecimentos concretos e assim desenvolvermos a mente abstrata e por meio dela estabelecermos contato com

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o corpo búdico. Portanto a regra é estudar, adquirir conhecimentos, analisá-los, extrair a essência, trabalhá-la no mundo sem forma (plano causal), usando apenas a mente abstrata, esquecendo qualquer forma, nem sequer enunciar mentalmente palavras, apenas pensando em idéias e correlacionando -as. Assim iremos ter cada vez mais vislumbres da vida dos Mestres, do Senhor do Mundo e do Logos Planetário e, em escala bem pequena, do Logos Solar. Aqui encerramos nosso estudo de hoje, esperando ter fornecido material suficiente para meditação. Voltaremos em 12/8/2003, com o tema Éteres do Cosmos e do Sistema, da página 119 à 124 do Tratado sobre Fuego Cósmico, onde o Mestre aprofunda mais ainda esse assunto, dentro da sua técnica de voltar para clarificar e consolidar o conhecimento.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 5-AGO-2003

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Éteres do Cosmos e do Sistema (Da página 119 à 124 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Em benefício dos leitores deste tratado e considerando que a repetição consecutiva leva a aclarar os fatos exporemos brevemente algumas hipóteses fundamentais que giram definidamente sobre o tema em consideração e poderão servir para eliminar a atual confusão a respeito do sistema solar. Alguns de tais fatos já são bem conhecidos, outros deduzem -se e ainda outros respondem a antigas e exatas analogias expressas em termos modernos. a. O plano cósmico mais baixo (mais denso) é o físico cósmico, o único que a mente finita do homem pode compreender. b. Este plano físico cósmico está composto de matéria diferenciada em 7 qualidades, grupos, graus ou vibrações. c. Estas 7 diferenciações constituem os 7 planos principais do nosso sistema solar. Para maior clareza podemos classificá -los em plano físico, do sistema e cósmico, para efeito de evidenciar suas relações e analogias e sua conexão com aquilo que está acima e o que está abaixo ou incluído nele .

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OS PLANOS

Plano Físico 1 - sub-plano atômico 1º Éter 2 - Sub-atômico

Planos do Sistema Divino - Adi Matéria primordial Monádico - Anupadaka Akasha

Planos Cósmico Sub-plano atômico 1ºÉter cósmico Sub-atômico cósmico 2º Éter cósmico 3º Éter cósmico

3 - Super-etérico

Espiritual - Átmico Éter Plano de união ou unificação

4 - Etérico

Intuicional - Búdico Ar Os três mundos inferiores

4º Éter cósmico

5 - Gasoso 6 - Líquido 7 - Sólido

Mental - Fogo Astral - Emocional Plano físico

Gasoso Líquido Físico denso

d. Os 7 planos principais do nosso sistema solar constituem os 7 sub planos do plano físico cósmico e nisso está a explicação para o fato de Helena Petrovna Blavatsky ter enfatizado que matéria e éter são termos sinônimos, que tal éter se encontra em uma e outra forma em todos os planos e é somente uma questão de graduação da matéria atômica cósmica, chamada, quando está indiferenciada, mulaprakriti ou substância primordial pregenésica e, quando está diferenciada por Fohat (Vida energizadora, o 3º Logos ou Brahma), é conhecida como prakriti ou matéria. Esse processo já foi explicado em estudos anteriores. e. Nosso sistema solar está classificado como de 4ª ordem, porque está colocado no 4º sub-plano etérico cósmico (nosso plano búdico), contando do mais sutil para o mais denso, ou seja, a começar do adi. A expressão ³está colocado´ significa que a consciência física cósmica do nosso Logos Solar está no plano búdico, assim como a nossa consciência física está no cérebro físico. É como se os ³neurônios´ do cérebro físico cósmico do Logos Solar fossem formados de matéria búdica. Nós ainda não sabemos ter consciência usando a matéria etérica,só conseguindo ter consciência física através dos neurônios. Basta qualquer alteração em nosso cérebro (um coágulo, uma ruptura de vaso sanguíneo cerebral, um aneurisma, um tumor provocando pressão), para perdermos a consciência física ou para que ela seja alterada. f. Daí que este 4º éter cósmico (búdico) representa o ponto de união entre o passado e o futuro e é o presente. Isso quer dizer que é no plano búdico que estão registrados todo o passado histórico físico do nosso Logos Solar e o seu potencial para o futuro.
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O átomo físico cósmico permanente do Logos Solar projeta suas informações no plano búdico. O Iniciado da 4ª Iniciação, que passa a viver relacionado com a matéria búdica, toma conhecimento do passado do nosso sistema solar. Na 3ª Iniciação o Iniciado, através da psicometria planetária (um sentido do corpo mental análogo ao nosso tato), toma conhecimento do passado do nosso planeta, mas nada capta do passado do sistema solar. g. Em conseqüência, o plano búdico é o ponto ou plano de união para aquilo que constitui o homem e constituirá o super-homem, ligando o que foi com o que será. Isso significa que a chave para o homem se tornar um super -homemestá no domínio do plano búdico. h. As seguintes analogias existentes no tempo merecem ser meditadas profunda e detidamente. Baseiam-se no entendimento da relação existente entre o 4º éter cósmico (plano búdico) e o 4º sub -plano físico etérico. O 4º sub-plano mental, analogia do 4º sub-plano físico etérico para o plano mental, é também um ponto de transição entre o inferio r e o superior e o lugar de transferência a um corpo superior (mental inferior para o causal). O 4º sub-plano do plano monádico é realmente o lugar onde se passa do raio egóico (qualquer que seja este raio) para o raio monádico. Os 3 raios maiores monádicos (1º , 2º e 3º) encontram-se organizados nos 3 sub-planos superiores do plano monádico, respectivamente. Da mesma forma os 3 sub-planos superiores do plano mental (causal ou mental abstrato) constituem a área de transferência do raio da personalidade ao egóico. Mas o que significa essa transferência? A Tríade Inferior em conjunto (que vai gerar os corpos inferiores e produzir a personalidade) manifesta -se sob a ação de um determinado raio, sem responder inicialmente ao raio egóico. Quando chega o momento da transferência, em conseqüência do processo evolutivo, a Alma passa a ter maior domínio sobre sua Tríade Inferior e começa a impor as qualidades de seu raio a ela, agindo no plano causal e pelas pétalas do Loto Egóico, que são na realidade campos de força. Assim a Tríade Inferior passa a expressar as qualidades do raio egóico, sendo o raio da Tríade Inferior como um todo (personalidade) e os raios dos corposinferiores sub-raios do raio egóico. Os 4 raios menores fundem-se com o 3º raio maior de Inteligência Ativa nos planos mental e átmico. Isso quer dizer que as qualidades dos 4 raios menores expressam-se coordenadamente, sem conflito, em equilíbrio total, no máximo de intensidade e simultaneamente, no plano átmico.
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Em decorrência disso os 4 Logos Planetários dos raios menores (harmonia pelo conflito, conhecimento concreto, idealismo devocional e cerimonial/organização) atuam em uníssono no plano átmico. Não esquecer que o plano átmico é o 3º sub-plano (super-etérico) do plano físico cósmico, ou seja, os 4 Logos Planetários agem e trabalham fisicamente, em uníssono. i. As Mônadas humanas do atual sistema solar formam 3 grupos: 
 

5.000.000.000 no 1º raio, de Vontade e Poder, adiantadas, 35.000.000.000 no 2º raio, de Amor -Sabedoria-Razão Pura, em dia, 20.000.000.000 no 3º raio, de Inteligência Ativa, atrasadas.

Esses 3 grupos de Mônadas humanas atuam e trabalham no plano mental (como Almas) sob a regência do Manu as do 1º raio, do Bodisattva (o Sr Cristo ou Maitreya) as do 2º raio e do Mahachoan as do 3º raio. Elas necessitam aprender a trabalhar e atuar em conjunto e muito bem sintonizadas dentro do g rupo e entre si. Essa sintonia ocorre da seguinte forma: a. no plano búdico, utilizando a matéria do 2º sub -plano ou sub-atômico, as Mônadas de 2º raio aprendem aprendem a trabalhar e atuar como uma unidade. b. no plano átmico, as Mônadas de 1º raio aprendem a trabalhar e atuar como uma unidade, utilizando a matéria atômica. Os grupos de Mônadas de 2º e 3º raios aprendem a trabalhar como uma unidade. Disso resulta uma atividade dual: Mônadas de 1º raio formando um grupo e Mônadas de 2º e 3ºraios formando outro g rupo. c. no plano monádico os 3 grupos aprendem a trabalhar e atuar como uma unidade, ao mesmo tempo em que as Mônadas de 2º raio aperfeiçoam sua atividade grupal como uma unidade, utilizando a matéria do sub plano sub-atômico. Resulta apenas 1 grupo de Mônadas, atuando em conjunto e em uníssono. O 4º plano (búdico) e o 4º sub -plano contêem a chave para o domínio da matéria. No 4º éter físico o homem começa a coordenar seu corpo astral ou emocional e a transferir sua consciência cerebral física para este corpo com mais freqüência. Quando ele chega a dominar os 4 éteres, então adquire continuidade de consciência física e astral. No 4º sub-plano do plano mental o homem começa a controlar seu corpo causal e a enfocar sua consciência neste corpo, até que a polar ização se torna total e completa. Então funciona conscientemente neste corpo, uma vez que dominou as analogias dos 4 éteres do plano mental.
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No plano búdico (o 4º éter cósmico) os Homens Celestiais ou Logos Planetários (ou a consciência grupal das Mônadas humanas e Dévicas) começam a atuar e a evadir-se com o tempo dos sub-planos etéricos cósmicos. Uma vez que as Mônadas humanas tenham os 3 éteres cósmicos (planos búdico, átmico e monádico) dominados, aperfeiçoado seu funcionamento e centrado sua polarização nos veículos monádicos, então os 7 Homens Celestiais terão alcançado sua meta, com referência a seus corpos físicos cósmicos. j. Em conseqüência o Logos do nosso sistema solar repete nesses níveis etéricos cósmicos, como resumo total, as experiências de se us minúsculos reflexos nos planos físicos, coordenando seu corpo astral cósmico e consegue continuidade de consciência, quando tenha dominado os 3 éteres cósmicos (búdico, átmico e monádico). k. Deve observar-se que assim como o corpo físico do homem, em seus 3 graus - denso, líquido e gasoso - não é reconhecido como um princípio, da mesma forma, em sentido cósmico, os planos físico (denso), astral (líquido) e mental (gasoso) são considerados inexistentes (não são considerados princípio) e assim o sistema sola r tem sua localização, como sede de consciência física cósmica, no 4º éter cósmico, o plano búdico. Os 7 Planetas Sagrados estão compostos de matéria deste 4º éter cósmico e os 7 Homens Celestiais têem sua consciência física cósmica neste 4ºéter, embora também contenham matéria dos planos inferiores e superiores; a questão é dominar todas as matérias. Quando o homem adquire a consciência do plano búdico, eleva sua consciência até a do Logos Planetário, de cujo corpo físico cósmico é uma célula. Isso é conseguido na 4ª Iniciação, a Iniciação libertadora. Na 5ª Iniciação o homem ascende, com o Homem Celestial, ao 5º plano, o átmico (do ponto de vista humano) e na 6ª, domina o 2º éter cósmico, alcançando consciência monádica e atividade ininterrupta. Na 7ª Iniciação o homem (já um super-homem) domina toda a esfera de matéria contida no corpo físico cósmico do Logos Solar, evade -se de todo contato etérico cósmico e passa a atuar(na 8a. Iniciação, a Grande Transição) no 7º sub-plano (que do ponto de vista humano é um plano) do plano astral cósmico. No sistema solar anterior ocorreu a superação dos 3 sub -planos físicos cósmicos inferiores (físico, astral e mental), do ponto de vista da matéria e da coordenação da tríplice forma de vida densa, na qual encontra -se toda forma de vida, quer seja em matéria densa, líquida ou gasosa. Existe uma analogia deste fato, que se pode observar no trabalho realizado pelas 3 raças-raiz do atual período global.
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A 1ª raça-raiz, a adâmica, era astral, com uma consciência muito rudime ntar e só possuía um sentido, a audição. A 2ª, a hiperbórea, era etérica, com mais um sentido, o tato. A 3ª, a lemuriana, era densa, tendo mais um sentido, a visão, sendo realmente uma raça humana, que se consolidou na 4ª raça -raiz, a atlanteana. A 5ª raça-raiz, a ária, a atual, está terminando seu ciclo, juntamente com grande parte da 4ª e restos da 3ª Embora cada raça -raiz dê origem à seguinte, todavia elas se sobrepõem. Da população atual do planeta, os tártaros, mongóis, chineses, japoneses e esquimós constituem remanescentes da raça atlanteana e os aborígines australianos e os hotentotes constituem restantes da raça lemuriana. Cabe aqui enfatizar que não se pode fazer julgamentos sobre raças, porque há muitos Egos avançados e iniciados em corpos atlanteanos, com mentes de raças futuras. Mestre Tibetano é um exemplo, pois já era um Adepto em corpo atlanteano, como todos sabem. Co nfúcio em corpo chinês, portanto atlanteano, era um homem da 5ª ronda, ainda por vir. Na coordenação dos corpos monádico, átmico e búdico do Homem Celestial, instrumentos da vida espiritual, analogia esotérica superior do prana, que flui através do reflexo inferior, o corpo físico etérico, o ponto de síntese sempre se encontra no sub-plano atômico, onde ocorrem a fusão e a transformação em um. Prana é a analogia da coordenação porque manter organizado e coordenado é sua função. No atual sistema solar o plano onde produzir -se-á a síntese não está incluído no esquema evolutivo. É o plano da u nião e do pralaia. No sistema solar anterior o plano da fusão e da união era o 4º éter cósmico, o búdico, que representava para os entes evoluídos daquele sistema o que é agora o plano adi, sub-plano atômico físico cósmico, o ponto mais elevado de realizaç ão. A meta no sistema anterior era o plano búdico. Hoje a meta é constituída por 3 planos distintos - o búdico, o átmico e o monádico - 3 planos por vez e sua eventual síntese. No futuro sistema solar o éter atômico cósmico, o plano adi do sistema atual, será o ponto de partida e os 3 planos a dominar serão os 3 sub-planos inferiores do plano astral cósmico. O homem sempre começa a partir de onde parou e o fará com matéria física cósmica aperfeiçoada, como agora no atual sistema começamos com a matéria física, astral e mental melhorada pelo trabalho realizado no sistema anterior. No futuro sistema o corpo mais denso será o monádico, de matéria do 2ºéter físico cósmico e não será considerado um princípio, como atualmente não é considerado um princípio o tríplice corpo inferior do homem (físico, astral e mental). O presente sistema solar verá a superação dos 3 planos físicos cósmicos e a coordenação do corpo etérico cósmico do Logos, pelo início da atuação no
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plano adi. Mas isso não impede que aqueles que t êem suficiente vontade para irem depressa superem o físico cósmico e atinjam o astral cósmico, como acontece com aqueles que recebem a 8a. Iniciação, a 2ª Cósmica. Infelizmente o que ficará para o próximo sistema serão a fusão e a síntese com a maioria das outras Mônadas que não ultrapassarem o plano adi. Esse trabalho em conjunto é necessário. Essa Mônadas que no atual sistema receberem a 8a. Iniciação virão como líderes no próximo sistema, pois terão muito a ensinar e muito que trabalhar. Com referência à analogia com as 3 raças-raiz, a explicação é a seguinte: No sistema anterior foram conquistados os 3 planos inferiores. No atual sistema as Mônadas humanas começaram a atuar realmente a partir do causal, só o fazendo quando houve o ingresso das Tríades Inferiores no reino humano. As 3 raças-raiz iniciais representam esses 3 planos inferiores já conquistados, tanto que o processo de individualização (conquista da auto -consciência, que de fato caracteriza o homem) só ocorreu na 3ª sub -raça da3ª raça-raiz, a lemuriana, há 18.000.000 de anos, com a chegada dos 107 Kumaras, liderados por Sanat Kumara, o atual Senhor do Mundo, provenientes do esquema de Vênus, que é o mais adiantado do sistema solar, já tendo iniciado o pralaia. Falamos muito de matéria búdic a, átmica, monádica e adi, que devem ser dominadas. É importante, muito importante, que tenhamos sempre em nossas mentes, sem hesitação, que todas essas modalidades de matéria, diferenciações vibratórias da matéria primordial pregenésica, estão ao nosso redor, nos envolvem e nos interpenetram, sem que tenhamos consciência. Não estão distantes espacialmente, mas a nosso alcance. A questão é desenvolver os mecanismos de percepção, para que alcancemos aquela vida mais plena, de que falou o Sr. Maitreya. Nesta fase temos primeiro de sentir a vibração relativa ao sentido, vibração essa que contém uma informação assim como o som contém uma informação. Depois temos de identificar essa vibração, o que significa entendê -la, para ocorrer a conscientização, quando a percepção estará completa. Em seguida temos de aprender a responder a essa vibração, de forma plenamente consciente, produzindo efeito na matéria que nos cerca, sendo essa a fase de ação, que requer que conheçamos os mecanismos de ação, para podermos utilizá-los e atuarmos na matéria e no mundo exteriores. Essas 2 fases, percepção e ação, devem ser desenvolvidas e dominadas para todos os planos, melhor dizendo, para todos os tipos de matéria, física, astral, mental, búdica, átmica, monádica e adi. Mas para isso é necessário o conhecimento e sua aplicação, para nos libertarmos dessa grande miragem, que impera no mundo atual e em muitas
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religiões. Aqui vamos encerrar nosso estudo. Voltaremos em 19/08/2003, com o tema Propósito Protetor do Corpo Etérico, da pá gina 124 à 128 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Propósito Protetor do Corpo Etérico (Da página 124 à 128 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Após a extensa elucidação anterior, deixaremos as coisas cósmicas e de difícil entendimento, para entrarmos no que se refere à evolução. Estudaremos a matéria do corpo etérico do homem e o dano que lhe pode ocasionar, se não preenche (por ter sido quebrada a lei) sua função protetora. Antes de mais nada vejamos quais são essas funções protetoras:
Primeiro - A trama etérica atua como separadora e divisória entre o corpo astral e o físico denso. Segundo - Permite a circulação ou afluência da vitalidade ou fluido prânico, ação que é realizada em 3 etapas.

Na primeira etapa são recebidos o fluido prânico e as radiações solares, que circulando 3 vezes pelo triângulo prânico e sendo distribuídos deste ao cor po denso através do corpo etérico, animam e vitalizam todos os órgãos físicos, o que permite que o corpo denso atue automática ou subconscientemente. Quando o corpo etérico desempenha perfeitamente sua função, protege das enfermidades. O homem que absorve e distribui o prana corretamente, desconhece as doenças da carne. Os médicos devem ter isto em conta, porque, quando chegar a ser devidamente compreendido, trará mudanças fundamentais na medicina e ela, em vez de ser curativa, será preventiva. Na segunda etapa os fluidos prânicos começam a fundir -se com o fogo da base da coluna vertebral (a bolsa de kundalini tríplice) e a impelir tal fogo lentamente para cima, transferindo seu calor (fogo por fricção , sob ação do aspecto Brahma ou terceiro raio ou aspect o Inteligência Ativa) dos centros situados abaixo do plexo solar aos 3 centros superiores, cardíaco, laríngeo e coronário.

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Lembro aqui o que já foi explicado em estudo anterior. O fogo por fricção ou da matéria que se encontra na bolsa de kundalini é tríplice: reação nervosa (a parte elétrica, responsável por toda a atividade cerebral, nervosa e neuronial, sendo por isso do primeiro sub -raio), emanação prânica (responsável pela coesão celular e pelo trabalho coordenado de todas as células e órgãos em prol do eficiente funcionamento do organismo como um todo, sendo por isso do segundo sub-raio) e calor corpóreo (a parte por fricção ou da matéria pura, responsável pelo calor da célula e sua atividade rotacional e forma esférica, sendo por isso do terceiro sub -raio). Essa interação na realidade se dá entre 3 tipos de fogo: reação nervosa, emanação prânica e calor corpóreo, localizados na bolsa de kundalini, na base da coluna vertebral etérica, de um lado, e eletricidade do sol (que chamam de fohat), raios de luz de aspecto prânico (que chamam de prana) e akasha (que chamam de kundalini), que recebemos do sol. Esta fusão se processa nos 3 pares: fohat/reação nervosa, prana/emanação prânica, akasha (kundalini do sol)/calor corpóreo. Como kundalini provoca o movimen to de rotação, sua penetração nos chacras, que são vórtices rotacionais, faz com que a rotação dos chacras aumente, com a grande vantagem da presença do prana, que induz os chacras a se coordenarem melhor com seus correspondentes astrais, ao mesmo tempo que a dinamização, pelo calor, da tela etérica (que separa o chacra etérico do astral), permite um melhor contato com o mundo astral (função transcendente), além do grande aumento da função puramente orgânica do chacra junto ao organismo denso. Simultaneamente a fusão de fohat/reação nervosa atua fortemente no sistema nervoso e no cérebro, intensificando os neurônios, isso além dos efeitos nos chacras, pois fohat, por ser energia do primeiro sub -raio, é essencialmente a energia de vida. Dessa ação tripla (fohat, prana e kundalini, reflexo na matéria da fusão dos primeiro, segundo e terceiro raios) resultam: 
 

melhor saúde física; melhor fluxo de algumas energias superiores, que veremos já, com novos resultados altamente benéficos; aumento da capacidade de con tato com o mundo astral, sem prejuízo da consciência cerebral física.

Este é um processo largo e lento, quando é deixado unicamente a cargo das forças da natureza. Todavia, na atual estágio da humanidade é permitido em alguns casos acelerar o processo, par a melhor equipar o mecanismo físico daqueles que trabalham para a humanidade. É o objetivo que persegue todo verdadeiro treinamento ocultista. Este aspecto do tema será tratado mais adiante, quando estudaremos o tópico que trata de kundalini e da coluna vertebral. Na terceira etapa os 3 pares (fohat/reação nervosa, prana solar/emanação prânica e akasha do sol/calor corpóreo), já fundidos, sintonizados e sincronizados,melhor dizendo, os átomos portadores de cada tipo de energia
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sintonizados par a par, inicia-se a sintonização dos 3 pares entre si. Poeticamente falando, diríamos que os 3 pares de átomos portadores iniciam uma dança altamente dinâmica e sincronizada, em grande velocidade, provocando na matéria etérica oscilações que se manifestam como luzes de cores de uma beleza inimaginável. Isto resulta em certos efeitos, que veremos em seguida. Produz a aceleração da vibração normal do corpo denso (suas células), para que responda com mais rapidez à nota superior do Ego. Este aumento da nota (freqüência vibratória) do corpo denso advém do aumento da nota do corpo etérico. Com isto prossegue a elevação dos 3 fogos (reação nervosa, emanação prânica e calor corpóreo) através do tríplice canal da coluna vertebral etérica (sushuma, pingala e ida) , prosseguindo a fusão dos 3 pares. Quando estes 3 fogos fundidos chegam a um chacra situado na parte infe rior das omoplatas (que faz parte do triângulo prânico), ocorre sua total fusão. Aí então a evolução é altamente acelerada, o que ocorre definidamente na primeira Iniciação, quando a polarização se fixa em qualquer dos 3 chacras superiores, dependendo do r aio a que pertence o homem. Como conseqüência dessa fusão e sintonia, tem lugar uma mudança na ação dos chacras, que se convertem em ³ rodas que giram sobre si mesmas´ e seu movimento exclusivamente giratório transforma -se em atividade quadridimensional, com 4 direções simultâneas de movimento: linear (1 dimensão), na superfície (2 dimensões), no espaço (3 dimensões) e a rotação do conjunto todo sendo a quarta dimensão. Passam a ser centros giratórios irradiantes de fogo vivo. Os 3 chacras principais da cabeça (a ordem consecutiva varia de acordo com o raio do homem) entram em atividade, desenvolvendo -se entre eles um processo semelhante ao efetuado no triângulo prânico. Aí os chacras da cabeça deixam de reagir fracamente um ao outro, mas iniciam uma fase de intensa percepção e captação do calor e do ritmo dos outros, embora de forma separada. Então o fogo passa a saltar de um chacra para outro, ficando os 3 cada vez mais ligados por uma cadeia de fogo, até formar um triângulo ígneo, pelo qual os 3 fogos vão oscilando para trás e para frente, em vez de circular. O fogo kundalínico produz o calor do chacra, assim como seu intenso fulgor e brilho, enquanto que o fogo prânico emanante produz crescente atividade e rotação, ao mesmo tempo em que fohat intensifica os dois. À medida em que transcorre o tempo, entre as primeira e quarta iniciações, o corpo etérico e o tríplice canal da coluna vertebral ficam limpos e purificados gradualmente, graças à ação do fogo, até que (como dizem os cristãos) se queima toda a ³escória´ e nada mais impede o avanço desta chama. Conforme os 3 fogos continuam sua tarefa e o canal vai ficando limpo, os
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chacras tornam-se mais ativos e o corpo se purifica, então, a chama do Espírito (a Mônada) ou o fogo proveniente do Ego desce com mais energia, até que emana da cúspide da cabeça uma chama resplandecente, surgindo para cima e através dos corpos, em direção à sua fonte de origem, o corpo causal. Lembrem-se de que até agora lidamos com os fogos da matéria, portanto os fogos da Alma só podem se manifestar, quando os fogos da matéria estão plenamente ativos e sintonizados ou fundidos. Com a ativação simultânea dos fogos da matéria e do Ego, os da mente ou manas ardem com maior intensidade. Estes são os fogos conferidos na individualização. Sã o nutridos continuamente pelos fogos da matéria e seu calor aumenta devido ao fogo solar emanante, que tem sua origem nos níveis cósmicos da mente. Este aspecto do fogo manásico se desenvolve como instinto, memória animal e recordação ativa, tão evidentes no homem pouco evoluído. Com o passar do tempo, o fogo da mente arde com mais brilho, até que começa a queimar e transpassar a trama etérica - nessa parte da trama que resguarda o chacra situado na cúspide da cabeça (coronário), permitindo assim a entrada do fogo do Espírito (fogo elétrico). Assim produz-se o seguinte: A mente ou o aspecto vontade, desde o plano mental, dirige e regula conscientemente o fogo da matéria. Pelo poder mental do homem, mesclam -se os 3 fogos da matéria, primeiro entre si e depo is com o fogo da mente. Esta fusão destrói (por Lei e ordem) a trama etérica, trazendo a conseqüente continuidade de consciência, permitindo que penetre na vida pessoal do homem (em sua consciência cerebral física e em seu corpo físico), a³Vida mais abundante´, o terceiro fogo do Espírito, fogo elétrico. A precipitação do Espírito e a subida dos fogos internos da matéria (regulados e dirigidos pela ação consciente do fogo da mente) produzem os correspondentes resultados nos mesmos níveis dos corpos astral e mental, produzindo assim um contato paralelo e prosseguindo em forma ordenada a grande tarefa de liberação. As 3 primeiras Iniciações aperfeiçoam e conduzem à quarta, quando a intensidade e unidade destes fogos consomem e destroem totalmente as barreiras, liberando o Espírito de sua tríplice envoltura inferior, mediante o esforço conscientemente dirigido. O homem terá concluído assim, conscientemente, sua própria liberação. Estes resultados são auto-induzidos pelo homem ao emancipar -se nos 3 mundos inferiores, sendo ele quem destrói a roda dos renascimentos, em vez

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de ser destruído por ela. Pelo exposto, é evidente a grande importância que tem o veículo etérico ao atuar como fator separador dos fogos. Isto põe de manifesto os perigos a que está exposto quem trata de manipular ignorante, imprudente e caprichosamente estes fogos. Se alguém, valendo-se do poder da vontade ou pelo desenvolvimento excessivo do aspecto mental do seu temperamento, adquire o poder de fundir e ativar os 3 fogos da matéria, corre perigo de obsessão, loucura, morte física ou de que uma terrível enfermidade ataque alguma parte do seu corpo; também corre o risco de que a força ativa suba de forma desordenad a, forçando sua irradiação para chacras indesejados. A razão disso está no fato de que a matéria do seu corpo não está suficientemente purificada, para resistir à união dos fogos e o canal ascendente da coluna vertebral encontra-se obstruído ou bloqueado e portanto atua como uma barreira, fazendo com que o fogo retroceda para baixo; este fogo (soma dos fogos produzidos pelo poder da mente, sem a simultânea descida do poder desde o plano do Espírito, ao queimar a tela etérica, permite a entrada de forças, correntes e até entidades estranhas e indesejáveis, que destroem, rasgam e deterioram o que restar do veículo etérico, dos tecidos do cérebro e até do próprio físico denso. O homem desprevenido, que não sabe qual o seu raio e portanto não sabe a exata forma geométrica triangular do correto sistema de circulação entre um chacra e outro, fará o avanço dos fogos de forma errada, queimando assim os tecidos; isto terá como resultado (se não ocorrer algo pior) atrasar em várias vidas o relógio do progresso evoluti vo, porque terá que dedicar muito tempo a reconstruir o destruído e a recapitular corretamente o trabalho que deve efetuar. Se o homem persiste durante encarnações sucessivas nessa linha de ação, descuidando seu desenvolvimento espiritual e concentrando s eu esforço intelectual na manipulação dos fogos da matéria para fins egoístas e se, apesar das advertências do seu eu interior e daqueles que vigiam, continua com esse comportamento durante um extenso período de tempo, pode provocar a própria destruição, que significa o fim do seu manvantara ou ciclo. Também, a união desses fogos, da matéria e da dupla expressão do fogo mental, pode chegar a destruir totalmente o átomo físico permanente e com isso cortar a conexão com o eu superior por hinos de tempo, o que quer dizer, por rondas ou cadeias (milhões de anos ou mais). Helena Petrovna Blavatsky referiu -se a algo semelhante a isso, quando falou das ³almas perdidas´ aqui devemos enfatizara gravidade deste terrível desastre e advertir sobre os perigos que ameaçam aqueles que tratam de manipular os fogos da matéria. A fusão desses fogos deve ser o resultado do conhecimento espiritualizado, dirigida unicamente pela Luz do Espírito, que é amor e atua por meio do amor e busca a unificação e a fusão total, não do ponto de vista dos sentidos ou da satisfação material, mas com o objetivo de obter a liberação e a
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purificação e estabelecer a união superior com o Logos; tal união não deve ser desejada para fins egoístas, porque constitui a meta da perfeição grupal, cuja finalidade é prestar um maior serviço à raça. Por hoje vamos encerrar nosso estudo. Como esse assunto é sumamente importante, não só para a saúde como para o processo evolutivo e iniciático, daremos maiores esclarecimentos no próximo estudo, a ser apresentado em 26/8/2003.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Bu enos Aires, Argentina.

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Esclarecimentos sobre o Propósito Protetor do Corpo Etérico (Da página 124 à 128 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Iremos hoje tecer alguns esclarecimentos sobre o que o Mestre Tibetano ensinou sobre o propósito protetor do corpo etérico. Primeiramente Ele falou sobre a ação de filtragem da tela etérica (parte do corpo etérico), que filtra o que pode passar do corpo a stral para o corpo etérico e daí para o cérebro físico, sede da consciência do homem encarnado. Sem entrar no mérito da constituição da tela etérica, assunto que será estudado numa etapa mais avançada, informamos que essa tela fica situada entre os chacras etérico e astral, conforme o desenho abaixo: Ao chacra astral chegam muitas energias contendo informações na forma de oscilações (chamadas vibrações comumente), energias essas que afetam o corpo astral, induzindo estados emocionais qualificados, que pass am pela tela etérica, chegando ao chacra etérico e são conscientizadas pelo cérebro físico como emoções e sentimentos. Logicamente nesse processo físico são empregados neuro transmissores e ativados determinados hormônios, ou seja, ocorre uma ação bioquímica, como conseqüência. Mas aquilo que os sentidos astrais percebem do meio exterior astral, com a visão, a audição, o tato astral (psicometria) e outros, não conseguem passar pela tela, devido à sua faixa vibratória limitada, uma vez que ela é sintonizada somente para aquilo que a consciência do homem pode suportar e lhe é útil para sua evolução. É essa tela que começa a ser alterada em termos de resposta de freqüência, quando os fogos, na fusão e dinamizados, sobem para os chacras acima do
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diafragma. Quando os fogos chegam, por exemplo, ao chacra cardíaco etérico na primeira Iniciação, a rotação e oscilação dos vórtices (pétalas) aumentam de velocidade, freqüência e amplitude. Com isso a tela é afetada e também aumenta sua freqüência, permitindo que mais energias e informações astrais passem para o chacra etérico (já apto para responder à maior freqüência) e chegam à consciência cerebral. Não vamos agora entrar no mérito da natureza da informação que passa do chacra astral para o etérico. Esse aumento de velocidade e freqüência da tela e dos chacras vai num crescendo, até sua desintegração total (que o Mestre chama de queima), na quarta Iniciação, porque ela deixa de ser necessária. Também não vamos tratar dos casos de ruptura e frouxidão da tela, que explicam muitas doenças mentais e físicas. Esse assunto é muito vasto e requer uma série de estudos especiais orientados para a cura. Quanto à função de receptor, qualificador e distribuidor de prana, há muita coisa a ser esclarecida. Mestre Tibetano, quando fala do fogo por fricção tríplice, que chega até nós proveniente do sol, classifica -os em 3 tipos: eletricidade (chamada fohat), raios de luz de aspecto prânico (chamado prana) e akasha (chamado kundalini). No planeta Ele define também 3 tipos: fluido elétrico (eletricidade terrestre), prana planetário e substância produtiva (kundalini terrestre). No homem Ele ainda menciona 3 tipos: reação nervosa (eletricidade do homem), emanação prânica e calor corpóreo (kundalini do homem), que permanecem armazenado s na chamada bolsa de kundalini e são utilizados para a sobrevivência do homem. Fica óbvio que para sobrevivermos temos de captar os 3 fogos do sol e os 3 fogos da terra, utilizá-los no nosso organismo e guardar o que sobrar em nossa bolsa de kundalini. No útero da mãe, a criança utiliza os fogos da mãe. No processo de captação e qualificação dos 6 fogos (3 do sol e 3 da terra) para produzirmos o nosso, a fusão e sintonia deles 2 a 2 (elétrico do sol com elétrico da terra, prana do sol com prana da terra e kundalini do sol com kundalini da terra) não é perfeita no início da evolução. Temos de sintonizá-los 2 a 2, para, numa etapa posterior, sintonizar os 3 pares sintonizados, o que ocorre no chacra entre as omoplatas do triângulo prânico. É essa fusão e sintonia, que somente cada um pode fazer, que acelera nosso processo evolutivo e permitirá aos Hierofantes das Iniciações (Senhor Cristo ou Maitreya, nas primeira e segunda Iniciações e o Senhor do Mundo, Sanat Kumara, da terceira Iniciação em diante) elevar os fogos, após a abertura dos

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filtros nos canais, para os chacras superiores. As moléculas do quarto éter tornam-se mais dinâmicas e com a purificação do corpo (duplamente, física e emocional, pela polarização mental), os terceiro e segundo éteres ativam-se até o atômico. Com isso ocorre um grande ganho em capacidade intelectual com a intensificação do fogo chamado reação nervosa, que atua nos neurônios. Isso é necessário, porque a partir da segunda Iniciação o discípulo inicia imediatamente sua preparação para a terceira, a Transfiguração, sendo seu corpo mental altamente incrementado, o que exige um cérebro físico adequado para expressar todo o poder do corpo mental. Mestre Jesus deixou isso bem claro, quando fez a simulação dessa Iniciação, ao subir ao monte Tabor, com João, Pedro e Tiago e seu rosto ficou resplandecente e emitia intensa luz, tendo aparecido a seu lado Elias e Moisés. Tal era o bem estar irradiado que os apóstolos propuseram fazer uma tenda e lá permanecerem. Com a ativação dos 3 chacras da cabeça, após a sintonização ou fusão dos 3 fogos da matéria no chacra entre as omoplatas, o fogo solar da Alma ou Ego, que atua no corpo mental, também de forma tríplice, passa a atuar no fogo tríplice do corpo astral, melhorando o desempenho dos chacra s do corpo astral e busca a sintonia com o fogo tríplice, já sintonizado, do corpo físico. Com essa nova sintonia, à medida em que ela se aperfeiçoa, o fogo elétrico tríplice da Mônada é atraído, uma vez que os fogos tríplices inferiores já estão sendo preparados e, nessa fase, rapidamente começa então a fusão e sintonia do fogo elétrico tríplice da Mônada com o fogo solar tríplice da Alma e com o fogo por fricção tríplice do corpo físico. Observem que quando o fogo solar tríplice da Alma se sintoniza e se funde com o fogo por fricção tríplice do corpo físico, ocorre a fusão plena da Alma com a personalidade (na terceira Iniciação). Rapidamente o Iniciado chega à fusão e sintonia total entr e os 3 fogos tríplices, elétrico da Mônada, solar da Alma e por fricção da personalidade, na quarta Iniciação, quando se dá a grande libertação dos mundos inferiores. Mestre Tibetano diz: ³ Com a ativação dos fogos da matéria e do Ego, os da mente ou manas ardem com mais intensidade. Estes são os fogos conferidos na individualização. São nutridos continuamente pelos fogos da matéria e seu calor aumenta devido ao fogo solar emanante, que tem sua origem nos níveis cósmicos da mente.´ Percebemos nessas palavras uma nítida diferença entre o fogo solar do Ego e o fogo de manas. O fogo tríplice de manas surge no processo de individualização. Na realidade é
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o fogo da matéria do corpo mental, que para a Mônada e a Alma é matéria, sutil mas é matéria. O fogo solar do Ego ou Alma tem sua origem nos níveis cósmicos da mente, porque a essência do corpo causal (sede da Alma) é o Loto Egóico. O Loto Egóico é constituído pela substância de uma Entidade Dévica elevadíssima, chamada Anjo Solar, que se afasta voluntariamente do plano mental cósmico, onde reside, para construir o Loto Egóico, conferir ao homem a auto consciência e velar pela evolução da Alma humana, ficando com ela até a quarta Iniciação, quando é liberado do seu sacrifício. Falaremos em detalhes mais tarde do Anjo Solar e do Loto Egóico, todavia, considerando a seqüência dos assuntos do Tratado sobre Fogo Cósmico, falta muito tempo ainda para chegarmos lá. Apresentamos a seguir um quadro visualizando o processo de fusão dos 3 fogos.

Por hoje encerramos nosso estudo. Voltaremos em 04/09/2003, com o tema A Morte e o Corpo Etérico, da página 128 à 132 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 28-AGO-2003

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A Morte e o Corpo Etérico (Da página 128 à 132 do Tratado sobre Fuego

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Cósmico) Não temos o propósito de expor fatos para que a ciência os verifique, nem indicar a direção do novo passo que devem dar os investigadores científicos; se isso acontecer, será casual e secundário. Nosso propósito especial é assinalar o desenvolvimento e as analogias da tríplice totalidade (o Logos Solar), que faz do nosso sistema solar ser o que é o veículo pelo qual uma grande Entidade cósmica, o Logos Solar, manifesta inteligência ativa com o propósito de demonstrar perfeitamente o aspecto amor da sua natureza. Atrás desse desígnio existe um propósito, posterior e esotérico, oculto na Consciência Vontade do Ser Supremo, propósito que necessariamente manifestar-se-á quando tenha conseguido o atual propósito. As alternâncias entre a manifestação objetiva e o obscurecimento subjetivo, a periódica exalação, seguida da inalação de tudo aquilo que foi levado a cabo e conquistado pela evolução, personifica, no sistema, uma das vibrações cósmicas fundamentais e a tônica dessa Entidade Cósmica da qual somos o corpo. As batidas do coração do Logos Solar (se podemos nos expressar dessa forma tão inadequada) são a fonte de toda a evolução cíclica; daí a importância que se atribui a esse aspecto do desenvolvimento, denominado do ³coração´ ou do ³amor´ e o interesse que desperta o estudo do ritmo. Isto não só é verdade, cósmica e macrocosmicamente, como também quando se estuda o ente humano. Subjacentes em todas as sensações físicas produzidas pelo ritmo (vibrações ou oscilações), pelos ciclos e pelas batidas do coração (que são ritmadas), encontram -se as analogias subjetivas - amor, sentimento, emoção, desejo, harmonia, síntese e ordem consecutiva - e atrás destas analogias encontramos a origem de tudo, a identidade desse Ser Supremo que assim se expressa. Portanto, o estudo do pralaya, a extração ou retirada da vida do veículo etérico, não será diferente, seja que se estude a extração do duplo etérico humano, a do duplo etérico planetário ou do duplo etérico do sistema solar. O efeito é o mesmo e as conseqüências são semelhantes. Qual é o resultado desta extração, ou melhor dizendo, o que causa esse algo que chamamos morte ou pralaya ? Devido a que temos adotado o estilo de um livro de texto, continuaremos neste tratado com nossos métodos de classificação. A extração do duplo etérico do homem, de um planeta ou de um sistema, deve se às seguintes causas: a. Cessação do desejo - Deveria ser o resultado de todo processo evolutivo. A verdadeira morte, de acordo com a lei, é produzida por ter
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sido alcançado o objetivo e pela cessação da aspiração. Isso acontece quando o ciclo perfeito chega a seu fim, com respeito ao ser humano individual, ao Homem Celestial (o Logos Planetário) e ao Logos Solar mesmo. b. Consecução da vibração adequada e a realização do trabalho para a redução e cessação gradual do ritmo cíclico. Quando a vibração ou nota é sentida ou emitida com perfeição, é produzida (no ponto onde se sintetiza com outras vibrações) a total desint egração das formas. O movimento caracteriza-se como sabemos por 3 qualidades: 1. Inércia 2. Mobilidade 3. Ritmo Essas 3 qualidades são experimentadas sucessivamente na ordem indicada e pressupõem um período de atividade lenta, seguido por outro de máximo movimento. Neste período intermediário (quando se buscam a nota e o grau de vibração exatos), ocorrem períodos de caos, de experimentação (tentativa e erro) e de compreensão (análise e entendimento). Em continuação a estes dois tipos de movimento ( que caracterizam o átomo, o homem, o Homem Celestial ou grupo e o Logos Solar ou a Totalidade) vem um período de ritmo ou estabilização, em que se alcança o ponto de equilíbrio. O pralaya (ou a morte, outro nome) é a conseqüência inevitável da força equilibradora, que equi libra os pares de opostos. c. Separação do corpo físico do corpo sutil, nos planos internos, mediante a desintegração da trama etérica. Isto provoca um tríplice efeito:
Primeiro - A vida que animou a forma física (tanto densa como etérica) e que partindo do átomo físico permanente ³compenetrou o ativo e o estático´ (o que se encontra em Deus, no Homem Celestial, no ser humano e no átomo da matéria), recolhe-se totalmente dentro do átomo no plano de abstração. Este ³plano de abstração´ é distinto para cada um d os entes implicados:

a. b. c. d.

Para o átomo físico permanente é a esfera atômica. Para o homem é o veículo causal. Para o Homem Celestial é o plano monádico, onde habita. Para o Logos Solar é o plano adi.

Estes pontos indicam onde desaparece a unidade no pralaya. De vemos ter presente na mente que sempre é pralaya observado de baixo. Desde a visão superior, que percebe o mais sutil pairando sobre e observando constantemente o denso, quando não está em manifestação objetiva, pralaya é simplesmente subjetividade, aquilo que é esotérico, não aquilo ³que não é´.
Segundo - O duplo etérico do homem, o do Logos Planetário, assim como o do Logos Solar, quando se desintegra, já não se polariza com seu morador interno e por isso pode evadir-se. Já não é (para expressar com outra s palavras) fonte
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de atração nem ponto focal magnético. Converte -se em não magnético, cessando de ser regido pela grande Lei de Atração, por isso a desintegração é a condição imediata da forma. O Ego já não é mais atraído pela sua forma no plano físico e, mediante a inalação, retira sua vida da envoltura. O ciclo chega a seu fim, já foi levado a cabo o experimento, foi alcançado o objetivo - o qual é relativo em cada vida e em cada encarnação - então já não se deseja nada. O Ego ou ente pensante perde seu interesse pela forma e dirige sua atenção internamente. Muda sua polarização e, com o tempo, abandona o corpo físico. Semelhantemente, o Logos Planetário, durante seu ciclo maior (a síntese ou o conglomerado dos minúsculos ciclos das células de Seu corpo) s egue o mesmo curso; deixa de ser atraído para baixo ou para fora e dirige seu olhar para dentro; recolhe internamente o conglomerado de pequenas vidas dentro de seu corpo, o planeta e corta a conexão. A atração pelo externo desaparece e tudo gravita para o centro, em vez de dispersar-se para a periferia de Seu corpo. No sistema, o Logos Solar segue o mesmo processo; desde seu elevado lugar de abstração já não é atraído pelo seu corpo de manifestação, porque este deixou de interessar-lhe e os dois pares de opostos, o espírito e a matéria do veículo, se separam. Com esta separação, o sistema solar, o ³Filho da necessidade´ ou do desejo, deixa de ser e sai de sua existência objetiva. Terceiro - Finalmente produz-se a dispersão dos átomos do corpo etérico, que retornam à sua condição primitiva. Retira -se a vida subjetiva, ativa-se a síntese da vontade e do amor. A sociedade é desfeita. Então a forma se desintegra, porque o magnetismo que a mantinha coerente e coesa já não está presente e a dispersão é total. Persiste a matéria, mas não a forma. O trabalho do segundo Logos terminou e a divina encarnação do Filho chega a seu fim. Porém a faculdade ou qualidade, inerente à matéria, persiste e no fim de cada período de manifestação a matéria (embora volte ao seu esta do primitivo) torna-se matéria inteligente ativa, incorporando o adquirido durante a objetividade e a acrescentada atividade latente e irradiante conseguida através da experiência. Vamos dar um exemplo: a matéria indiferenciada do sistema solar foi matéria inteligente ativa e isto é tudo o que se pode afirmar dela. Tal matéria inteligente ativa era matéria qualificada por uma experiência anterior e colorida em uma encarnação anterior (sistema solar anterior). Agora esta matéria tem forma, o sistema solar não se encontra em pralaya, mas em objetividade; esta objetividade tem por meta agregar outra qualidade ao conteúdo logoico, a qualidade amor-sabedoria. Por conseguinte, no próximo pralaya solar no final dos cem anos de Brahma (311 trilhões e 40 bilhões de a nos terrestres), a matéria do sistema solar estará colorida pela inteligência e pelo amor ativos, o que significa que sua cor será diferente da atual. Isto quer dizer, textualmente, que o conjunto de matéria atômica solar vibrará, com o tempo, a um ritmo distinto do que era no alvorecer da manifestação, ou,
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segundo os físicos, no início do big bang. Podemos aplicar este mesmo raciocínio ao Logos Planetário e à unidade humana, pois a analogia é perfeita. Em pequena escala, temos a analogia no fato de que em cada período da vida humana o homem ocupa um corpo físico mais evoluído e de maior sensibilidade, sintonizado em uma vibração mais alta, mais refinada e vibrando a um ritmo diferente. Estes três conceitos contêm muita informação, se forem estudados e ampli ados. d. A transmutação da cor violeta em azul. Sobre isto não podemos nos estender. Simplesmente vamos expô-lo, deixando sua elucidação aos estudantes cujo carma o permita e sua intuição esteja suficientemente desenvolvida. Se analisarmos o que o Mestre disse acima a respeito da coloração da matéria do atual sistema solar pela qualidade do amor sabedoria em cima da qualidade da inteligência ativa, do sistema anterior e que cor é o resultado de vibração (oscilações cuja freqüência determina a cor), entenderemo s claramente o significado dessa informação. Quando o atual sistema solar começou, o Logos Solar, ao se apropriar da matéria virgem para formá -lo, imprimiu nela a vibração que estava armazenada em seu átomo físico cósmico permanente, vibração essa oriunda do aperfeiçoamento da qualidade inteligência ativa, que foi seu objetivo no sistema anterior. Ora, vibração tem freqüência e a cor associada a essa freqüência era o violeta. Logo, quando o sistema atual começou, a cor que predominava era o violeta. Ao longo do processo de aperfeiçoamento da qualidade amor -sabedoria, objetivo atual do Logos Solar, a matéria foi respondendo a essa qualidade, melhorando sua freqüência e forma de onda e, em conseqüência, a cor violeta foi se transformando lentamente, passan do para a cor azul, a cor do amorsabedoria. Por isso o nosso sistema solar na época do pralaya estará totalmente na cor azul-índigo, que é realmente a cor do amor -sabedoria. O próximo sistema solar iniciará com a cor índigo, que será transmutada para uma outra cor coerente com a freqüência que será imposta à sua matéria pela qualidade Vontade amorosa e inteligente, que será a nova meta do Logos Solar. c. Mediante a extração da vida, a forma dissipar -se-á gradualmente. Resulta interessante observar a ação refl exa, pois os Construtores e Devas superiores, agentes ativos durante a manifestação, que mantêm a forma como um conjunto coerente, transmutam, aplicam e fazem circular as emanações solares, no pralaya não são mais atraídos pela matéria da forma e dirigem sua atenção a outra coisa. No caminho da exalação (seja humano, planetário ou solar) estes Devas construtores (que estão no mesmo raio ou num complementar ao do ente que deseja se manifestar) são atraídos pela sua vontade ou desejo e executam sua tarefa de construção. No caminho de inalação (humano, planetário ou solar) já não são atraídos e a
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forma começa a dissipar-se. Perdem seu interesse e as forças (entidades), agentes de destruição, efetuam o trabalho necessário de destruir a forma; dispersam-na (como se diz no ocultismo) aos ³quatro ventos do céu´ ou às regiões dos quatro alentos -quádrupla separação e distribuição. Aqui há uma sugestão que merece um estudo detido e atento. Essa dispersão aos quatro alentos, citada pelo Mestre, significa a cessação da atividade conjunta na matéria da forma dos quatro tattvas, Pritivi (terra), Apas (água), Agni (fogo) e Vayu (ar). Quando a forma está integrada pela vida da Mônada, humana, Planetária ou Solar, os quatro tattvas atuam coordenadamente. Quando essa vida se r etira, cada tattva vai agir separadamente em suas respectivas partículas. São os quatro elementos, muito citados, mas muito pouco compreendidos. Embora não tenham sido descritas, como era de esperar, as cenas desenroladas no leito de morte, nem a dramática evasão do palpitante corpo etérico através do chacra coronário, mesmo assim foram dadas algumas das regras e propósitos que regem essa evasão. Vimos que o objetivo de cada vida (humana, planetária ou solar) consiste em realizar e levar avante um propósito definido. Propósito que envolve o desenvolvimento de uma forma mais adequada para uso do Espírito (Mônada); uma vez isto conseguido, o Morador interno dirige sua atenção a outra parte e a forma de desintegra, depois de ter preenchido seu papel. Isto nem sempre ocorre em cada encarnação humana ou planetária. O mistério da cadeia lunar é o mistério do fracasso. Conduz, uma vez compreendido, a levar uma vida digna, oferecendo-nos um objetivo que merece nossos melhores esforços. Tão pronto este aspecto da verd ade seja reconhecido universalmente e o será, se a inteligência da raça se desenvolver suficientemente, então a evolução avançará com certeza e os fracassos diminuirão. Mais informações sobre o assunto morte serão encontradas no livro Cura Esotérica, do Mestre Djwal Khul (Mestre Tibetano), pela Sra. Alice Ann Bailey. Ante esses ensinamentos tão sábios e úteis do Mestre Tibetano, só podemos concluir que o medo apavorante que a maioria da humanidade tem da morte é irracional, como é sem lógica a perseguição f renética da vida física eterna. A forma física só tem um objetivo: a aquisição de qualidades e capacitação para modalidades de vida de muitíssimo maior intensidade, impossíveis de serem vivenciadas numa forma densa, aprisionadora e fortemente limitante. O nosso amado Bodisattva, o Senhor Maitreya, o Cristo, que nos deu o exemplo, expressou muito bem essa vida mais plena, quando disse, através do Mestre Jesus: ³ Abandonai as falsas riquezas terrenas, que a traça e a ferrugem corroem e buscai a vida mais plena e os tesouros do Reino de meu Pai.´ Ele é de fato o caminho e ninguém vai ao Pai se não por Ele, porque Ele é o Iniciador nas primeira e segunda Iniciações e só na terceira Iniciação é que estaremos diante do Pai, Sanat Kumara, o Benditor Senhor do Mundo , a encarnação do Logos Planetário.

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Por hoje vamos encerrar nosso estudo. Voltaremos em 11/09/2003, com o tema O Kundalini e a Coluna Vertebral, da página 133 à 134 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 4-SET-2003

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O Kundalini e a Coluna Vertebral - Introdução (Páginas 133 e 134 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Como a manipulação de kundalini em suas três modalidades é de alta periculosidade para aqueles não preparados e não possuidores do devido conhecimento, nossa passagem sobre esse assunto será breve. Inicialmente devemos ressaltar que se trata da coluna vertebral etérica e não da estrutura óssea, comumente conhecida como espinha dorsal ou coluna vertebral. Também lembramos que, quando se fala de coluna vertebral etérica, temos de separar a estrutura etérica que envolve e interpenetra a estrutura óssea e os três nadis, sushuma, ida e pingala, que serpenteiam pela coluna etérica. Esses três canais principais passam pelo centro das vértebras e são na realidade condutores. A contraparte etérica da estrutura óssea atua nessa e seu conhecimento é de grande utilidade na solução de problemas da coluna vertebral física, tão em voga atualmente. Todavia o nosso estudo não versará sobre esse assunto, mas sobre os canais pelos quais circula o fogo tríplice da matéria. É óbvio que o fogo, ao subir pelos canais, em virtude do campo de força que desenvolve em torno, atua na contraparte etérica e pode ser utilizado para resolver problemas da coluna física, mas para tal é necessário saber manipular esse campo de força, mas, como já disse, isso não é assunto para o momento. Por conseguinte trataremos estritamente de: a. o canal etérico, b. o fogo tríplice que sobe por ele, c. a fusão ou conjunção deste fogo tríplice no ponto situado entre as
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omoplatas, d. a subida conjunta para a cabeça, e. sua fusão oportuna com o fogo de manas, que eletrifica os três centros localizados na cabeça. Com referência ao fogo de manas, lembramos que ele também é tríplice e é ativado pelo fogo solar da Alma, como também é estimulado pelo contato com o fogo da matéria, quando isso se dá em seu devido momento, dependendo unicamente do esforço e empenho de cada um em acelerar seu processo evolutivo. É muito importante não esquecer que as condições reinantes hoje em dia não são as mesmas do passado. Para o processo in iciático que ocorre no atual estágio da humanidade, em virtude do tremendo avanço da ciência e do aperfeiçoamento dos meios de comunicação e divulgação, como a internet, as exigências foram acrescidas. É por isso que o Mestre Tibetano enfatiza a necessida de da polarização mental, com a saída da puramente devocional, que na maioria das pessoas é puramente astral. Nunca esquecer que o objetivo da quinta raça -raiz, a atual, é desenvolver a mente ou manas. Cabe ainda lembrar que o fogo de manas nada mais é que o fogo da matéria mental. Na antiga Índia os ascetas em busca da iluminação recolhiam -se em grutas ou matas, isolando-se assim da humanidade. O grande Senhor Buda demonstrou com a sua vida que não era assim que se conseguia a iluminação, mas no meio da humanidade e com ela convivendo e repartindo os conhecimentos adquiridos e as experiências vividas, para dar sua contribuição no sentido de acelerar a evolução dos outros, para que a meta da nossa cadeia seja atingida, que pelos menos 2/3 da humanidade re cebam a quinta Iniciação planetária. Como o Mestre dará a continuação (O kundalini e os três triângulos) informações que, entre outras coisas, envolvem o centro alta maior, necessário se faz tecermos alguns comentários sobre esse centro ou chacra. Esse chacra está localizado na parte posterior da cabeça, um pouco acima da nuca. Ele foi desativado pela Hierarquia na raça atlantiana, em virtude do mau uso da clarividência astral. Os atlantianos possuíam a clarividência astral de nascença. Eles não sabiam usar a mente analítica como a quinta raça -raiz o faz, pois sua meta era desenvolver a parte emocional, para consolidar o corpo astral. Todavia, por terem a clarividência astral, viam os seres da natureza efetuarem suas ações ao produzirem os fenômenos naturai s. Também viam as pessoas continuarem vivas após a morte física e livres das dores do corpo físico, bem como podiam se comunicar com elas. Em conseqüência disso, incorreram em dois erros graves. Passaram a cometer o suicídio ante qualquer dor, pois sabiam que, mortos, iriam continuar vivos em
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outro tipo de matéria e livres da dor. O outro erro foi mais grave. Por poderem observar os seres da natureza em seu trabalho normal, aprenderam por imitação a atuar também e a produzir fenômenos para se livrarem de inimigos, o que os levou à magia negra. Sabiam manipular o fogo por fricção elétrico proveniente do sol através de cristais e o utilizavam para matar seus inimigos. A situação tornou -se tão grave, a ponto de comprometer o Plano Divino, que a Hierarquia não teve outro jeito que não desativar o chacra alta maior ou carótido, desligando -o dos três canais principais que envolvem a coluna vertebral etérica. Com isso eles perderam a clarividência astral. O afundamento da Atlântida também foi uma conseqüência desse desvio do Plano Divino. A religação desse chacra aos canais principais é tarefa do homem da quinta raça-raiz. Quando o homem se intelectualiza, inconscientemente ele começa a fazer essa religação. Por intelectualizar queremos dizer usar a mente analítica. Com a aquisição de mais conhecimentos, a prática da meditação ocultista e a purificação e o domínio dos veículos, esse chacra liga -se definitivamente aos canais principais, o que é acelerado pela fusão dos fogos no chacra entre as omoplatas, pois o salto se dá daí para o alta maior. O chacra alta maior ou carótido tem relação com o bulbo raquidiano e com o plexo carotídeo. Constitui o chamado triângulo da cabeça, juntamente com os chacras coronário (ligado à glândula pineal) e frontal (ligado à glândula hi pófise ou pituitária). O chacra frontal é o regente da personalidade e o coronário é o principal mecanismo pelo qual a Alma exerce seu domínio sobre o corpo físico. Por isso há uma íntima ligação entre o coronário e o frontal. Quando o alta maior está construído, o fogo tríplice unificado no chacra entre as omoplatas passa para ele e aí inicia -se a triangulação desse fogo tríplice em fusão com o fogo solar da Alma e o de manas, triangulação essa entre o alta maior, coronário e frontal. Com isso os sete chac ras da cabeça e seus correspondentes centros no cérebro são despertados e iniciam um processo de dinamização, que prossegue num ritmo cada vez mais acelerado, dependendo muito do mecanismo disponível pelo discípulo. Para esclarecer a relação do chacra alt a maior ou carótido com a clarividência, apresentamos um esquema do livro Neuro anatomia funcional, de Ângelo Machado, da editora Atheneu, página 144. Observem que o plexo carotídeo interno e o nervo carotídeo interno estão na área de atuação do chacra carótido (região da nuca), pertencem ao sistema simpático e se conectam (linhas vermelhas tracejadas no esquema) ao globo ocular. Não vamos entrar em detalhes funcionais do processo, porque não cabem neste estudo, que visa demonstrar a íntima relação entre o esoterismo e a neuro anatomia. O esquema está ampliado para que vejam com detalhes essa importantíssima relação.

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Aqui encerramos nosso estudo de hoje. Voltaremos em 18/09/2003, com o tema O Kundalini e os Três Triângulos, da página 134 à 137 do Tratado sobre Fuego Cósmico.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 11-SET-2003 [031]

O Kundalini e os Três Triângulos (Da página 134 à 137 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Existe uma analogia muito interessante entre o triângulo da cabeça e o prânico, sendo aquele refletido no triângulo inferior, assentado na base da coluna vertebral. Temos pois três triângulos de suma importância no corpo humano: a. na cabeça: a glândula pineal, a glândula pituitária ou hipófise e o centro alta maior; b. no corpo médio: o baço, o centro acima do diafragma e o centro entre as omoplatas, formando o chamado triângulo prânico; c. na base da coluna vertebral: o ponto na base da coluna vertebral e os dois órgãos sexuais (dois testículos no homem e dois ovários na mulher). A relação entre esses órgãos físicos e os chacras é a seguinte: glândula pineal

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? chacra coronário - glândula pituitária ? chacra frontal - centro alta maior (região do bulbo, incluindo o corpo carotídeo) ? chacra alta maior; ponto na base da coluna vertebral? chacra básico; órgãos sexuais ? chacra sacro. O aspecto sexual não será tratado aqui, porque esse assunto não deve interessar muito ao verdadeiro o cultista, mas cabe enfatizar que na transferência dos fogos do triângulo inferior para os superiores está a redenção do homem. A fusão ou sintonia dos fogos sintonizados da matéria com os da mente tem como resultado a energização de todos os átomos de mat éria que compõem o corpo físico etérico. Como isto ocorre em termos fisiológicos? Quando se dá a fusão ou sintonia máxima entre o calor corpóreo (kundalini propriamente dito), a emanação prânica e o reação nervosa (o fogo elétrico da matéria, que sustenta toda a atividade cerebral e nervosa), no chacra entre as omoplatas, o fogo solar da Alma e o fogo tríplice de manas são atraídos para o chacra alta maior, provocando o salto do fogo tríplice sintonizado do chacra entre as omoplatas para o alta maior. Inicia-se então a sintonia com os fogos solar e de manas. Disso resulta uma intensa dinamização dos fogos da matéria, ou seja, o homem passa a dispor de um calor corpóreo muito mais forte e dinâmico, de uma emanação prânica também muito mais forte e de um reação nervosa também muitíssimo mais forte. Como conseqüência o homem terá um metabolismo mais intenso (calor corpóreo), um excelente funcionamento dos órgãos (emanação prânica) e uma atividade cerebral e nervosa altamente eficientes (reação nervosa), resumind o, a sua saúde tornarse-á muitíssimo melhor e sua resistência ao cansaço e às doenças aumentará imensamente. Não explicarei no momento o mecanismo operacional dessa intensificação e difusão dos fogos, que agem através de átomos, em virtude de sua complexidade, como também é complexo o mecanismo de operação das pétalas dos chacras, ao exercerem suas ações nos órgãos do corpo denso. Esta explicação requer uma série de estudos. Em época oportuna tratarei disso. Este é o segredo da enorme resistência que poss uem os grandes pensadores e trabalhadores da raça (humanidade). Também são estimulados com a fusão os três centros superiores do corpo: - cabeça, coração e laringe - , considerando os três centros da cabeça como sendo um centro, ficando esta região do corpo eletrificada (não esquecer a ação elétrica do reação nervosa). Cabe aqui explicar que a transferência dos fogos da matéria do chacra umbilical para o cardíaco ocorre na primeira Iniciação, após o aspirante ter feito a transferência do triângulo inferior (básico e sacro - dois órgãos sexuais) para o umbilical. A transferência do cardíaco para o laríngeo se dá na segunda Iniciação. Vemos pois que duas ações se desenvolvem simultaneamente: de um lado o trabalho do homem em captar e processar os fogos trípli ces por fricção do sol em seu triângulo prânico e os da terra, qualificando -os e armazenando-os em sua bolsa de kundalini (regida pelo chacra básico), para em seguida intensificá los e sintonizá-los no chacra entre as omoplatas. De outro lado, o trabalho para transferir os fogos do triângulo inferior para o superior. A ação no triângulo prânico afeta todos os chacras, uma vez que sua energia é distribuída por todos eles. Vemos portanto duas ações paralelas que se realimentam. Essa ação é intensificada, quando ocorre o salto dos fogos
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fundidos e sintonizados do chacra entre as omoplatas para o alta maior. Quando o fogo solar da Alma juntamente com o fogo de manas passa a circular no triângulo da cabeça (alta maior, pineal e pituitária), em processo de fusão com o fogo já sintonizado da matéria, o fogo elétrico tríplice da Mônada é atraído. Melhor dizendo, a Mônada (o Pai nos céus), vendo que seu reflexo está preparado, decide com grande vontade tomar posse definitiva dele. Esse fogo elétrico tríplice da Mônada ou fogo do Espírito penetra no corpo físico pelo chacra coronário. Também nessa fase existe uma intensa movimentação de átomos, transportando o fogo elétrico tríplice da Mônada, todavia a explicação desse fenômeno ficará para mais tarde. Também nessa fase o Loto Egoico já está com as pétalas da primeira fileira totalmente abertas (as pétalas do conhecimento) e em coordenação as da segunda fileira (do Amor-Sabedoria-Razão Pura). Esse assunto, como já disse, será explicado mais tarde, mas desde já asseguro que é da máxima importância nos tempos atuais. Com a penetração do fogo elétrico tríplice da Mônada no chacra coronário, suas pétalas (48x2x10+12=972) passam a girar em altíssima velocidade, ao mesmo tempo em que aumentam seu campo de giro, ou seja, a largam-se. Este chacra é o sintetizador, pois controla todos os outros chacras e deles recebe informações. O estímulo aplicado aos chacras do corpo etérico é duplicado em conseqüência dessa vivificação do chacra coronário, por ser ele o ponto de fusão ou sintonização dos três fogos - da matéria, da Alma e da Mônada. A penetração do fogo elétrico da Mônada é iniciada a partir da segunda Iniciação, a partir da terceira Iniciação ela se intensifica. Aí a energização resultante é tão forte que começa o proces so de combustão, ou melhor dizendo, de desintegração. Essa combustão deve ser encarada da seguinte forma: quando um átomo químico atinge uma massa muito grande, como o urânio ou o rádio, ele se torna rádio-ativo, emitindo partículas e energia, porque está com excesso dela e não consegue retê-la. Igualmente quando os átomos do corpo físico ficam repletos dessas energias, fogo por fricção, fogo solar e fogo elétrico, todos os três em perfeita sintonia, harmonia e em perfeita fase, com o conseqüente rendimento máximo, o movimento é tão forte que a desintegração se inicia. Isso vai num crescendo, até que na quarta Iniciação tudo se desintegra, ocorrendo a combustão final, como ocorre numa super -nova. Não devemos esquecer que esse processo de dinamização pela aç ão conjunta dos três fogos ocorre nos corpos astral, mental inferior e mental superior ou causal. Devemos ter sempre em mente que existe o fogo por fricção da matéria astral, da mental inferior e da causal. A fusão dos fogos da matéria é o resultado do cre scimento evolutivo, quando a ação do tempo permite um desenvolvimento lento e normal. A conjunção de ambos os fogos (fogo por fricção/por fricção e fogo por fricção/solar) vem efetuando-se desde os começos da história do homem e produz essa vigorosa saúde de que goza aquele que leva uma vida pura e possui idéias elevadas. Uma vez que os fogos da matéria tenham subido (unidos) algo mais pelo canal etérico da coluna vertebral, põem -se em contato com o fogo de manas à medida em que é irradiado do chacra larín geo. Aí o homem começa a trabalhar com mais intensidade seu fogo por fricção/elétrico, o chamado reação nervosa,
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aumentando sua atividade intelectual. Aqui é essencial pensar com claridade, pois é necessário esclarecer um pouco este tema tão complexo. 1. Os três centros maiores da cabeça (desde o ponto de vista físico) são: a. alta maior; b. a glândula pineal; c. a glândula pituitária. 2. Formam um triângulo manásico, após a união de seus fogos com os dos dois triângulos inferiores, como por exemplo ao sintetizarem -se estes dois no chacra entre as omoplatas. Não esquecer que na realidade são os mesmos fogos (calor corpóreo, emanação prânica e reação nervosa), que são transferidos do triângulo do básico para o triângulo prânico, ao mesmo tempo em que são transferidos para o chacra umbilical, daí prosseguindo para o cardíaco, mas aqui é outra história, ou seja, o trajeto umbilical - cardíaco - laríngeo. 3. Porém o triângulo puramente manásico, antes dessa fusão, está formado por: a. o centro laríngeo (o chacra alta maior ainda não está ativado; b. a glândula pineal; c. a glândula pituitária. Isto ocorre durante o período em que o ente humano possui aspirações em forma consciente e aplica a vontade no aspecto evolutivo, dando assim um caráter construtivo à sua vida. O outro fogo, o da matéria (o fogo tríplice), é atraído para cima, misturando -se com o fogo de manas ou mente, ao efetuar-se a união no centro alta maior. Este centro ou chacra está situado na base do crânio, existindo uma pequena separação entre este centro e o ponto no canal da coluna vertebral etérica donde surgem os fogos da matéria. Parte do trabalho do homem que está desenvolvendo seu poder mental consiste em construir um canal provisório com matéria etérica, para eliminar essa separação. Esse canal é o reflexo do Antakarana no corpo físico, ponte que o Ego (sinônimo de Alma) tem de construir entre o mental inferior e o superior - entre o veículo causal no terceiro sub-plano do plano mental e o átomo manásico ou mental permanente no primeiro sub-plano, para em seguida conectar com a unidade mental, para ser estabelecido o canal de comunicação com a Tríade Superior - Atma-BudiManas. Tal é o trabalho que estão realizando inconscientemente os pensadores avançados. Uma vez construída esta ponte, os corpos físico e astral do homem se coordenam com o corpo mental e fundem-se os fogos da matéria física, da matéria astral e da matéria mental, sob o comando do fogo solar da Alma, pois o Antakarana permite a passagem do fogo elétrico da Mônada para os veículos inferiores. Segundo o Mestre Tibetano, o Antakarana deve ser construído conscientemente pelo homem. No livro Los Rayos y Las Iniciaciones, o Mestre ensina as regras para a sua construção científica, na página 364, sob o título La Ciencia del Antakarana, até a página 436. Isto completa o aperfeiçoamento da vida da personalidade. Como foi dito
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anteriormente, este aperfeiçoamento leva o homem ao portal da Iniciação - o que é o sinal de que o trabalho foi realizado e marca o fim de um ciclo de menor desenvolvimento e o começo da transferência de todo o trabalho a uma espiral mais elevada. Devemos recordar que os fogos da base da coluna vertebral e o triângulo do baço são fogos da matéria. Isto não deve ser esquecido nunca, tão pouco devemos confundi-los. Não têm efeito espiritual e concernem unicamente à matéria onde estão situados os centros de força. Tais centros são dirigidos pela mente ou manas, ou pelo consciente esforço do ente imanente, o Ego; porém este não pode realizar seu intento até que os veículos (pelos quais trata de expressar-se) e os centros diretores e energizantes respondam adequadamen te. Somente durante o transcurso da evolução e uma vez que a matéria desses veículos esteja suficientemente energizada pelos seus próprios fogos latentes, poderá o ente realizar este tão ansiado propósito. Daí também a necessidade de que o fogo da matéria suba a seu próprio lugar e ressuscite de seu largo enterro e aparente envilecimento, antes de poder unir -se com seu Pai no Céu, o Terceiro Logos, A Inteligência da matéria mesma. Aqui a analogia também é exata. Incluso o átomo do plano físico tem sua meta, suas iniciações e seu triunfo final. Mais adiante, na duas partes imediatas, trataremos de outras facetas deste tema, tais como as relações dos centros e do fogo do Espírito (fogo elétrico) com manas e a eventual fusão dos três fogos. Nesta seção nos limitamos a estudar a matéria e o fogo e não devemos nos desviar do tema, para evitar confusões. Para melhor esclarecimento apresentamos o desenho abaixo, no qual são visualizadas as condições dos triângulos do homem, nas suas três fases principais, homem comum, aspirante já no caminho e Iniciado já com as primeira e segunda Iniciações.

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Por hoje encerramos nosso estudo. Voltaremos em 25/09/2003, com o tema O Despertar de Kundalini, páginas 137 e 138 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [032] O Despertar de Kundalini (Páginas 137 e 138 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Vamos hoje dar informações sobre um assunto de suma importância não só sob o ponto de vista de saúde, como de evolução. Todo o conhecimento já passado, através dos estudos anteriores, deve estar bem assimilado e consolidado, para um bom entendimento do que vai ser dito agora. O corpo etérico do homem tem três canais principais, nos quais estão fixados os chacras principais, chamados sagrados, bem como os demais, por derivações. Esses três canais são denominados ida, pingala e sushuma (o central). Ida é para a circulação do fogo por fricção/por fricção, denominado comumente kundalini ou calor corpóreo. Pingala é para a circulação do fogo por fricção/solar, chamado emanação prânica. Sushuma é para a circulação do fogo por fricção/elétrico, denominado reação nervosa, isto sob o pon to de vista
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da matéria. A fusão do calor corpóreo com a emanação prânica já está feita na raça atual, pelo processo evolutivo normal, não sendo portanto motivo de preocupação. Mas esses dois fogos fundidos só circulam livremente por um canal, ida. Pelos outros dois canais a circulação é somente para manter a vida física: emanação prânica por pingala e reação nervosa por sushuma. É necessário que se faça uma segunda fusão, com o reação nervosa, para ocorrer uma livre circulação por pingala e posteriormente por sushuma. Com essa seg unda fusão e limpeza de pingala, os fogos fundidos circularão livremente por ida e pingala. Quando essa fase é atingida, o fogo de manas é atraído a partir do chacra laríngeo, conforme vimos no último estudo. O fogo reação nervosa (que é fogo da matéria e por si só apenas produz ação fisiológica no sistema nervoso e no cérebro) tem especial atração para o fogo de manas, devido à sua função de atuar no cérebro, sede da expressão material do Pensador ou Ego. Inicia-se então uma estimulação do fogo reação ne rvosa pela ação do fogo de manas. Essa dinamização do reação nervosa juntamente com o fogo de manas limpa o sushuma, ao mesmo tempo em que é acelerada a fusão dos três fogos da matéria, calor corpóreo, emanação prânica e reação nervosa no chacra entre as omoplatas. Conforme já vimos, o triângulo prânico é interligado por três canais, cada um para um tipo de fogo da matéria. Com essa dinamização, o calor gerado em termos de energização é tão forte, que não só toda a sujeira existente nos três canais é queimada, como eles começam a se unir, terminando por se transformarem num canal único. Quando isso ocorre, dá -se o salto dos fogos fundidos do chacra entre as omoplatas e o alta maior ou carótido, iniciando -se a fusão deles com os fogos de manas e o solar do Ego. Quando ocorre o salto do chacra entre as omoplatas e o alta maior, a ligação entre esses dois chacras permanece, o que leva a um novo estágio circulatório, ou seja, passam a circular pelos canais unidos do triângulo prânico e por ida, pingala e sushuma os três fogos fundidos da matéria mais os fogos de manas e solar, do Ego, ao mesmo tempo em que a triangulação na cabeça começa a atrair o fogo elétrico da Mônada para o chacra coronário, que rege a glândula pineal. Neste estágio, a energização nos canais ida, pingala e sushuma é tão forte, que eles começam a se unir, acabando por se transformarem num canal único. Na linguagem da eletrônica diríamos que a voltagem torna -se tão elevada, que é vencida a tensão de ruptura do isolante entre os três canais e ocorre um curto-circuito e o calor gerado provoca a fusão dos três condutores, o que na realidade são os canais. Mas isso é apenas uma analogia, na realidade o que ocorre é o seguinte: pelos três canais ou condutores passam os fogos transportados por átomos físicos primordiais; como os átomos físicos têm associado um campo de força formado por uma nuvem de moléculas astrais em ângulo de noventa graus, à medida em que os fogos aumentam de intensidade pela fusão e pelo uso adequado pelo Pensador, esse campo também aumenta não só de intensidade como de raio, ou seja, expande -se; assim, paulatinamente, os campos dos três condutores se aproximam e começam a interagir, entrando em sintonia e com isso iniciam uma atração entre si; com essa atração e essa sintonia os três condutores entram em perfeita harmonia e passam a ser um único condutor, de muito maior
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condutância (termo usado na eletrônica e que significa capacidade de conduzir corrente elétrica). Com isso a alta energia conquistada pelo homem pode circular livr emente, sem perdas, por um canal único e com resistência zero. Esse fenômeno é semelhante ao da física, em que na temperatura próxima do zero grau Kelvin ( 273,1º C) a resistência do condutor cai a zero ohm e a corrente elétrica fica circulando perpetuamente, ou seja, os elétrons portadores de carga ficam circulando no condutor continuamente, sem nenhuma perda, sendo gerado um campo magnético muito forte, contrapondo-se à força gravitacional, na experiência de levitação. São os chamados super -condutores. A experiência é feita da seguinte forma: colocando -se um prato de chumbo num banho de hélio liquefeito (-269ºC) , o prato de chumbo converte -se num super-condutor. Pondo-se uma pequena barra imantada nas suas proximidades, ela induz uma corrente elétrica no prato de chumbo. Não encontrando resistência, a corrente elétrica transforma o chumbo num poderoso eletro -imã, que faz a barra flutuar. Citei esse fenômeno da física no atual contexto para mostrar uma analogia muito interessante. Assim como a zero grau Ke lvin cessa toda a resistência do condutor, permitindo a levitação pelo campo magnético associado ao elétron, da mesma forma quando o homem consegue eliminar toda resistência existente em seus condutores do corpo etérico (os canais), ele consegue a liberação final, ou seja, a levitação, cessação de qualquer atração pelos mundos materiais. Nessa analogia o zero grau Kelvin da física equivale ao completo auto-domínio da Mônada sobre seus veículos inferiores, via Ego, que faz cessar qualquer movimento de resistência, permitindo assim que os fogos superiores fluam livremente e executem seu trabalho de adequar os veículos à perfeita expressão das qualidades da Mônada. A dinamização, estimulação e fusão dos fogos deve ser conseguida pela disciplina, meditação, vida pura em todos os sentidos, pelos atos, palavras, pensamentos, emoções, no corpo físico, pela higiene normal, alimentação adequada, sem carne, exercícios físicos corretos, descanso suficiente, tranqüilidade, prestação de serviço dentro do alcance, uso cont ínuo da mente analítica (não a mente julgadora e separatista, mas a mente que analisa para entender e melhor servir e ajudar), pelo estudo, pela aquisição de conhecimentos, enfim procurando ver o real por detrás do aparente e, acima de tudo, pelo auto-conhecimento. Não há perigo em usar os fogos da matéria para obter saúde, mas para isto é necessário muito conhecimento de si mesmo e dos mecanismos do corpo etérico e entender perfeitamente o significado de cada tipo de fogo. Sem esses conhecimentos, aliados a um grande domínio de si mesmo, o que significa uma forte VONTADE, torna-se perigosíssimo qualquer manipulação dos fogos. Conforme diz o Mestre Tibetano, quando o Cristo menino nasce na caverna do coração, então o Hóspede Divino pode controlar consciente e eficientemente os corpos inferiores, através da mente consagrada. A expressão ³ O Cristo menino nasce na caverna do coração´ significa a primeira Iniciação, quando os fogos são transferidos do chacra umbilical para o cardíaco. Cabe aqui lembrar o episódio da vida do Mestre Jesus, quando Ele, aos 12 anos, foi para o Templo em Jerusalém e assombrou os sacerdotes com a sua sabedoria e conhecimento. O fato de Ele ter 12 anos e serem 12 as pétalas do chacra cardíaco, para o qual os fogos são transferidos na p rimeira Iniciação é muito significativo, pois o Mestre rememorou simbolicamente as três Iniciações que já
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tinha: a primeira, o nascimento, nesse episódio, a segunda, no Batismo no Rio Jordão e a terceira, na Transfiguração no Monte Tabor. Somente quando Budi (Amor-Sabedoria-Razão Pura) assuma fortemente o controle da personalidade (os três veículos inferiores), por meio do corpo mental (daí a necessidade de construir o Antakarana), a personalidade responderá ao que está acima e os fogos inferiores subirão e fundir-se-ão com os superiores. Unicamente quando o Espírito (a Mônada), pelo poder do pensamento, controla os veículos materiais, a vida subjetiva assume o lugar que lhe corresponde. O DEUS interno brilha e resplandece até que a forma se perde de vista e ³ o caminho do justo brilhe cada vez mais até que o dia esteja com conosco. ´ Apresentamos a seguir um desenho, mostrando as diversas fases do despertar dos fogos da matéria.

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O iniciado com a segunda iniciação, em preparação para a terceira, com os três canais em adiantada fusão, os Chacras da cabeça bem unidos, com os Fogos fundidos circulando intensamente entre eles, os sete Chacras da cabeça bastante ativados, havendo também circulação de fogos entre eles, o triângulo Prânico em perfeito funcionamento e os Chacras Cardíaco e Laríngeo grandemente expandidos, já girando em quatro dimensões, apresentando ao clarividente uma visão de esplêndida beleza. Acima de tudo destaca-se pela grandiosidade o Antakarana, emitindo em toda a Glória as vibrações inerentes aos raios da Mônada (o principal) e do Ego (secundário), na forma de belíssimas cores. O fim do grande ciclo da Mônada (o ciclo do Ego), aproxima-se. A forma está quase pronta para expressar a glória da Jóia no Loto (o Ego). Brevemente o iniciado estará face a face com o Senhor do Mundo (nosso Logus Planetário em encarnação, portanto nosso Deus ao alcance imediato, para logo a seguir receber a quarta iniciação, da renuncia, quando ver-se-á totalmente liberto da roda encarnatória dos mundos inferiores, para iniciar um novo grande ciclo de glórias muito maiores, usando apenas a Tríade Superior, a partir do plano Búdico, tudo isso está ao alcance de todos, desde que façam o esforço necessário.

Por hoje encerramos nosso estudo, para voltarmos em 2/10/2003, com o tema
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O Movimento nos Planos Físico e Astral - Considerações Preliminares - O Tríplice Objetivo, A Tríplice Função e A Tríplice Atividade, da página 139 à 143 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Como vêm, a palavra Movimento deve ser tomada ao pé da letra, pois trata-se realmente de movimento, como ensina o Mestre Tibetano, uma vez que todo o mundo fenomênico, quer o físico, quer o emocional (astral), resulta do movimento de partículas, tudo como conseqüência da lei que impera no plano Adi, a Le i da Vibração, e vibração é movimento de partículas e, em conseqüência desse movimento de partículas, tudo o que é composto de partículas se movimenta. Então, conhecendo -se as leis básicas que regem os movimentos das partículas, poderemos conhecer os movimentos de tudo o que é constituído por elas, incluindo nossos veículos, nossas sensações e nossas emoções e assim saber controlá -los. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Movimento nos Planos Físico e Astral - Considerações Preliminares - O Tríplice Objetivo, A Tríplice Função e A Tríplice Atividade. (Da página 139 à 142 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Hoje entraremos na seção E da Primeira Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico. Esta é a penúltima seção da Primeira Parte deste valiosíssimo livro científico, que esclarece dentro de uma perfeita lógica não só o universo visível como o invisível aos nossos olhos físicos e aparelhos científicos, universo invisível esse que a ciência atualmente denomina de matéria e energia escuras, constituindo aproximadamente 95% do total calculado para haver coerência entre as velocidades dos corpos celestes e as leis de Newton que regem a dinâmica celeste. Nessa primeira parte o Mestre Tibetano explica os fogos internos, que alimentam a matéria física, astral e mental. Na segunda parte Ele analisará o Fogo da Mente ou Manas e o Fogo Solar, descendo a detalhes científicos de uma importância tão grande, que a maioria da humanidade nem pode imaginar. Brevemente chegaremos lá. Iniciando o Mestre adverte e enfatiza que o movimento que vai considerar é produzido pelo fogo latente da própria matéria. Este movimento é a característica principal e a qualidade básica do Raio Primordial de Inteligência Ativa, ou seja, a faculdade de maior realce do Terceiro Aspecto do Logos Solar, chamado Terceiro Logos (Brahma na linguagem oriental), considerado como Criador. Essa faculdade é o produto de um sistema solar anterior. Vamos relembrar um
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pouco o passado do nosso Logos Solar. Um sistema solar é a encarnação física cósmica de um Logos Solar. Esse sistema compõem-se de sete estruturas, que se interpenetram, na realidade na forma de esferas, como veremos em continuidade aos nossos estudos. Essas esferas ou estruturas são: os planos adi,monádico,átmico, búdico, mental, astral e físico, que em conjunto constituem o físico cósmico. No sistema anterior o nosso Logos Solar empenhou-se em desenvolver ao máximo a faculdade Inteligência Ativa, que é a atividade da matéria. Esse objetivo Ele conseguiu. Agora, no atual sistema, Ele se propôs desenvolver ao máximo a faculdade Amor-Sabedoria-Razão Pura, servindo-se da Inteligência Ativa como ferramenta, ou seja, Ele quer expressar na maior perfeição possível o Amor-Sabedoria-Razão Pura através da matéria que Ele aperfeiçoou no outro sistema. É como o artista que quer colocar na sua criação toda a beleza que consegue criar em seu interior, quer seja um pintor, um escultor, um compositor, um poeta ou qualquer pessoa que busca a perfeição em algum campo e quer exteriorizar essa perfeição. Os três Aspectos do Logos estão em manifestação simultânea e personificados nos três Logos que aparecem no plano Adi (Mar de Fogo), no V diagrama da página 296, Evolução de um Logos Solar, do Tratado sobre Fogo Cósmico. Para um melhor entendimento desses três Logos que personificam os três aspectos do Logos Solar no plano adi, façamos uma analogia com o homem. Quando o homem pensa, ele utiliza seus neurônios e os neuro transmissores. Ora, o que acontece nos neurônios, troca de íons transportando carga elétrica, é o movimento e a atividade de pequenas vidas, que adquirem experiência através dessa atividade, o mesmo acontecendo com os neuro transmissores, que saem das vesículas sinápticas para o outro neurônio, para ocorrer a devida comunicação entre eles. Portanto o pensamento do homem é executado por essas microscópicas vidas, para as quais o homem é o Deus ou o Logos. Com isso o Jiva encarnado aprende, desenvolve qualidades e ajuda outras vidas a evoluírem. Da mesma forma, quando o Logos Solar pensa, são os três Logos no plano adi que executam o pensamento do Logos em seu corpo físico cósmico, fazendo um trabalho semelhante ao dos neurônios e neuro transmissores. É óbvio que a diferença dessa atividade é incomensurável, havendo apenas uma semelhança de função. Cada Logos personifica e põe em atividade os três aspectos do Logos Solar, porém cada um vivencia em muito maior intensidade um determinado aspecto. No atual sistema solar o Logos que expressa a Inteligência Ativa é o mais desenvolvido, em virtude de ter sido o mais utilizado no sistema solar anterior. Mas Ele trabalha em perfeita harmonia com seu irmão, o Logos do Amor Sabedoria-Razão Pura, porque o Logos Solar, atualmente, pensa intensamente em Amor-Sabedoria-Razão Pura. De modo análogo, cada Jiva encarnado, o homem, tem sempre uma determinada qualidade que o caracteriza em relação aos demais Jivas, embora
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apresente outras qualidades. Essa questão de qualidades do Jiva encarnado está muito bem expressa nos 12 trabalhos de Hércules. Uma vez bem esclarecida essa questão, vamos para os movimentos resultantes da ação dos três Logos, considerando a tríplice meta, a tríplice função e a tríplice atividade. O Terceiro Logos, Inteligência Ativa - Atua por movimento rotatório ou rotação compassada da matéria do sistema; primeiro põe em movimento todo o material circunscrito dentro do ³círculo não se passa´ solar; segundo diferenciao de acordo com os sete graus vibratórios ou ritmos dos sete planos. Isto é levado a cabo em cada plano, gerando os sete sub -planos, havendo portanto para cada plano a totalidade do plano e as sete diferenciações, os sete sub-planos. Esta diferenciação da matéria é conseqüência da rotação e está controlada pela Lei de Economia. Havendo diferenças na velocidade de rotação e na freqüência de oscilação, é lógico que haverá aproximação entre as partículas de mesma velocidade de rotação e mesma freqüência oscilatória, dando origem aos planos e sub-planos. A Lei de Economia é o fator controlador da Vida do Terceiro Logos em toda a sua atividade. Em conseqüência temos: a. Sua meta consiste em lograr uma perfeita sintonização entre Espírito e matéria, melhor dizendo, que a matéria consiga expressar o melhor possível as qualidades do Espírito. b. Sua função consiste em manipular prakriti ou a matéria, a fim de capacitá-la para atender às demandas e necessidades do Espírito. c. Seu modo de atuar é pela rotação, melhor dizendo, pela rotação da matéria aumenta a atividade dela e portanto torna-a mais maleável. Esses três conceitos estão regidos pela Lei de Economia, Lei de Adaptação em tempo e espaço ou linha de menor resistência. Esta linha de menor resistência é a que busca e segue o aspecto material da existência. Incidentalmente o Terceiro Logos expressa Vontade, mas é vontade de Amar, de adquirir Sabedoria e desenvolver a Razão Pura, que no atual sistema é a linha de menor resistência. Todavia sua principal característica é a adaptabilidade, melhor dizendo, adaptar a matéria para expressar Amor -Sabedoria-Razão Pura. O Segundo Logos, Amor-Sabedoria-Razão Pura - O Segundo Logos, Vishnu, o Raio Divino de Sabedoria, o grande princípio Budi, cuida de se unir com o princípio Inteligência Ativa e está caracterizado pelo Amor. Seu movimento é cíclico-espiral. Aproveitando o movimento de rotação dos átomos, acrescenta a eles seu próprio movimento, movimento periódico em
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espiral e circulando em órbita ou caminho esferoidal (que gira ao redor de um foco central, subindo sempre em espiral) obtém dois resultados: a. agrupa os átomos em forma. b. Mediante estas formas estabelece o contato necessário e desenvolve plena consciência nos cinco planos de desenvolvimento humano, sutilizando e refinando gradualmente as formas, à medida em que o Espírito de Amor ou Chama Divina ascenda, sempre em espiral, na direção da sua meta - meta que é também a fonte de onde procede, ou seja, a Mônada Solar. Esses cinco planos de desenvolvimento humano são os planos físico, astral, mental, búdico e átmico, constituindo a meta a ser alcançada. Todavia nada impede que aqueles que querem ir depressa ultrapassem essa meta, passando a dominar planos superiores, como o monádico, o adi e até entrando nos sub-planos do plano astral cósmico e mais além, dependendo apenas da vontade de cada um, melhor dizendo, da verdadeira vontade, no sentido de sacrifício, que significa tornar sagrado, pois a palavra sacrifício provém do latim: sacer (sacra, sacrum), sagrado, e facio, torno, portanto torno sagrado, este o verdadeiro significado da vontade. Estas formas constituem a soma total de todas as esferas ou átomos dentro do sistema solar, o ³círculo não se passa´ solar, as quais, em suas sete diferenciações maiores, constituem as esferas dos sete Espíritos ou os sete Logos Planetários, ou seja, os corpos físicos cósmicos do Logos Solar, dos Logos Planetários sagrados e não sagrados, como também de outras Entidades Cósmicas com outras funções dentro do corpo do Logos Solar. Todas as esferas menores, partindo das maiores e em ordem descendente, abarcam todos os graus da manifestação, descendo até a essência elemental do arco involutivo. Devemos recordar que no Caminho de Involução percebe-se principalmente a atividade de Brahma, Inteligência Ativa, buscando a linha de menor resistência. No Caminho de Evolução sente-se a atividade do Segundo Logos, a qual começa num ponto do tempo e do espaço que oculta o mistério da segunda cadeia, porém tem seu ponto acelerado de vibração (unificação dos dois tipos de manifestação - rotatório-espiral-cíclico) na parte média do que chamamos a terceira cadeia. Isto é, depois de tudo, a fusão da atividade de Brahma com o avanço progressivo de Vishnu. Temos sua analogia nos efeitos produzidos nas segunda e terceira raças-raiz. Esclareçamos essa última analogia. A segunda raça-raiz, a hiperbórea, era etérica, quando começou fisicamente o movimento de rotação em termos de corpos humanos, mas não havia auto -consciência. Na terceira raça-raiz, a lemuriana, os corpos humanos eram densos, consolidando -se o movimento giratório e iniciando-se o movimento cíclico-espiral, no sentido de aquisição da auto-consciência, na direção do Ego, expressão da Mônada no plano causal. Somente na terceira sub-raça lemuriana é que foi possível ocorrer a sintonia dos dois movimentos, quando, pela ação do Anjo Solar no plano causal e a influência dos Senhores da Chama, de Vênus, no plano físico, a chispa da mente
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foi implantada no homem, surgindo a auto -consciência. Essa sintonia dos dois movimentos ainda está ocorrendo, em busca da perfeição, pois a consciência deve se expandir cada vez mais. A atividade do Segundo Logos se desenvolve sob a Lei Cósmica de Atração. A Lei de Economia tem uma lei subsidiária de amplo desenvolvimento, chamada Lei de Repulsão. As Leis Cósmicas de Atração e de Economia são, por conseguinte, a razão de ser (desde certo ponto de vista) da eterna repulsão produzida pelo Espírito ao procurar constantemente liberar-se da forma. O aspecto matéria segue sempre a linha de menor resistência e rechaça toda tendência ao agrupamento, enquanto que o Espírito regido pela Lei de Atração busca sempre separar-se da matéria pelo método de atrair um tipo mais adequado de matéria no processo de distinguir o real do irreal e de passar de uma ilusão a outra, até utilizar plenamente todos os recursos da matéria, assim aprendendo, desenvolvendo qualidades, dominando todos os tipos de matéria e fazendo com que ela também evolua. Com o tempo o Morador da forma, a Mônada, sente a urgência ou a força atraente de seu próprio Ser. O Jiva reencarnante, por exemplo, perdido num labirinto de ilusões, começa com o tempo a reconhecer, sob a Lei de Atração, a vibração de seu próprio Ego, ou seja, a consciência do Ego (expressão da Mônada) atuando através do cérebro físico identifica sua própria vibração, vibração essa que significa para o Jiva o que o Logos é para seu próprio sistema, sua divindade nos três mundos de experiência. Mais tarde, quando o corpo egoico e o Loto Egoico são considerados ilusões, é percebida a vibração da Mônada, ou seja, a consciência da Mônada expressando-se pela Tríade Superior identifica sua própria vibração e o Jiva, atuando sob a mesma lei, abre seu caminho de regresso através da matéria que compõe os dois planos da evolução super-humana (os planos monádico e adi), até fundir-se com sua própria essência. A palavra Jiva significa prisioneiro. Quando a Mônada se expressa pela Tríade Superior, Ela está aprisionada nessa Tríade, que é matéria, sutilizada mas matéria. À medida em que a Mônada vai melhorando o desempenho da Tríade Superior, o que significa adequação e aperfeiçoando a exteriorização de suas qualidades, cada vez mais se aproxima da fusão ou sintonia exata, o que é fundir-se com sua própria essência. Uma vez essa fusão conseguida, é iniciada de imediato uma nova espiral, mais elevada e de maior raio, em torno da Mônada Solar, da qual todos somos centelhas, caracterizando assim o movimento cíclico-espiral do Segundo Logos. Resumindo: a. A meta do Segundo Logos é obter consciência em colaboração com o Terceiro Logos. b. Sua função é a construção de formas ou veículos, que lhe servem de instrumento de experiência. c. Seu modo de atuar é cíclico e em espiral e se encontra nas revoluções da roda da existência em ciclos ordenados para um propósito específico e na progressão das esferas de matéria ao redor de um centro fixo, dentro da periferia solar. Isto observamos no movimento de translação dos
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planetas em torno do sol, juntamente com o de rotação dos planetas em torno do próprio eixo. Por sua vez o próprio sol, com todo seu sistema, executa uma órbita em torno do centro da galáxia, com duração aproximada de 200 milhões de anos terrestres. Como a nossa galáxia se desloca na direção de um ponto situado na direção da constelação de Lira, temos então um movimento progressivo, formando o movimento cíclico-espiral do sistema solar. O planeta terra tem ainda outros movimentos secundários, de bastante importância para nós, como o de orientação do eixo norte-sul na direção de sete estrelas boreais, que são: Polaris (alfa de Ursa Menor), alfa de Cefeu, alfa de Cisne (Deneb), alfa de Lira (Vega), alfa de Hércules e alfa e beta de Dragão, trazendo eras para a nossa humanidade. No momento a orientação está sendo feita para Polaris, já bem próxima do alinhamento exato, quando ocorrerão eventos importantes para a humanidade. Estes três conceitos estão regidos pela Lei de Atração, lei que rege a interação ou a ação e a reação entre: a. o Sol e seus seis irmãos, b. os sete planos do sistema solar, que giram vertiginosamente, conforme veremos mais adiante, c. tudo o que existe na matéria de todas as formas, as próprias esferas de matéria e o conjunto dessas esferas incorporadas nas formas de outras esferas maiores. Aqui vamos encerrar o nosso estudo de hoje, esperando que todos meditem profundamente sobre essas informações e tirem conclusões aplicáveis em si mesmos e no mundo fenomênico, para assim ac elerar a evolução e melhor aproveitar a atual fase planetária, muito propícia para o processo iniciático para aqueles que souberem como fazê-lo. Voltaremos em 9/10/2003, continuando com esse estudo, quando trataremos do modo de atuar do Primeiro Logos, Shiva na linguagem oriental, o Aspecto Vontade. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Movimento nos Planos Físico e Astral - Considerações Preliminares - O Tríplice Objetivo - A Tríplice Função - A Tríplice Atividade (Continuação) (Da página 142 à 145 do Tratado sobre Fuego Cósmico) O Primeiro Logos - O Primeiro Logos é o Raio da Vontade Cósmica, que se manifesta no plano mental cósmico e daí tem seu propósito executado pela
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Entidade Cósmica chamada Primeiro Logos no plano Adi, abrangendo as matérias dos planos abaixo dele, até atingir as do campo inferior de evolução: mental, astral e físico. Seu modo de atuar consiste literalmente em impulsionar para adiante o ³círculo não se passa´ solar através do espaço. É muito oportuno que fique bem claro nas mentes de todos que o sistema solar não é apenas esse conjunto de planetas visíveis em órbita em torno do sol. As informações que vou passar são muito importantes e a época em que elas devem ser divulgadas é chegada. Embora os cientistas pensem que os planetas originaram-se do sol, esse e os planetas são irmãos, filhos de uma Estrela binária, que com o nosso sol e mais uma outra estrela forma um sistema quaternário. Essa Estrela binária está mais próxima de nós do que imaginam. Ela é que é realmente o centro do nosso sistema solar. Helena Petrovna Blavatsky, essa Iniciada da Terceira Iniciação, deixou indícios dessa situação. Nosso Logos Solar é muito mais grandioso do que possam imaginar. Aqueles que tiverem suficiente intuição e já estiverem preparados poderão descobrir que Estrela é essa, ao lerem o que o Mestre Tibetano diz na página 976 do Tratado sobre Fogo Cósmico, ao descrever o II caminho, o do Trabalho Magnético e confrontarem com a Estância XVII, na página 991 do mesmo livro. Após essa digressão, voltemos ao tema em pauta. O Mestre afirma que no atual sistema solar não podemos conceber o que realmente é o Primeiro Aspecto, Vontade ou Sacrifício ou Poder. Conhecemo-lo agora como vontade de existir, manifestando-se por meio da matéria de que estão compostas as formas (o Raio Primordial do Raio Di vino) e também como aquilo que, de forma desconhecida, vincula o sistema com seu centro cósmico. De maneira inconcebível para nós, o Primeiro Logos traz a influência de outras constelações. Quando se entender melhor este Primeiro Aspecto, no próximo mahavantara (o próximo sistema solar), compreender-se-á também o trabalho dos sete Rishis da Ursa Maior e a suprema influência da estrela Sírius. Na presente manifestação do Filho ou aspecto Vishnu (o atual sistema solar), nos afetam mais intimamente as Plêiades e a influência que exercem através do Sol e, sobre a Terra, por meio de Vênus. O tema do Primeiro Logos, o qual se manifesta unicamente quando está se relacionando com os outros dois Logos do sistema, é um profundo mistério, que ainda não foi compreendido plenamente nem sequer por aqueles que já

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receberam a sétima Iniciação. O Primeiro Logos personifica a ³vontade de viver´. Por sua mediação os Manasaputras (as Mônadas humanas e dévicas) vieram à existência objetiva, constituindo as hierarquias humana e dévica. No atual sistema a fusão do Raio Divino de Sabedoria (Amor-Sabedoria-Razão Pura e fogo solar na atuação na matéria) com o Raio Primordial da matéria inteligente (fogo por fricção na atuação na matéria) forma a grande evolução dual. Por detrás de ambas Entidades Cósmicas existe outra Entidade que personifica a Vontade e utiliza as formas - unicamente as formas dos grandes Devas Construtores e das hierarquias humanas em tempo e espaço. Ela é o princípio animante, o aspecto vontade de viver das sete Hierarquias Criadoras. Não obstante, como disse H. P. Blavatsky, essas sete Hierarquias constituem o sétuplo raio de Sabedoria, o dragão em suas sete formas, sendo isto um profundo mistério. Cada Hierarquia Criadora tem a sua função, mas todas estão sob o propósito do Logos Solar de desenvolver o Amor-Sabedoria-Razão Pura, portanto são sete funções ou modalidades de ação diferentes, constituindo sete sub-raios de Sabedoria, o sétuplo raio de Sabedoria. Somente uma pista pode achar o homem na atualidade, conte mplando sua própria natureza nos três mundos em que se manifesta. Assim como nosso Logos Solar procura objetivar-se por meio do seu sistema solar de forma tríplice - o sistema atual é a segunda forma - o homem procura objetivar-se por meio dos seus três corpos: físico, astral e mental. Atualmente o homem encontra-se polarizado em seu corpo astral, que é seu segundo aspecto, da mesma forma que o Logos indiferenciado está polarizado em seu segundo aspecto. Em tempo e espaço, tal como o concebemos agora, a quase totalidade dos Jivas está regida pelo sentimento, a emoção e o desejo, não pela vontade, somente alguns que já passaram pelo portal da segunda Iniciação já estão se polarizando pela vontade. Sem embargo, o aspecto vontade rege ao mesmo tempo a manifestação, pois o Ego, fonte da personalidade, manifesta a vontade de amar. A Mônada é vontade (fogo elétrico), sendo que no atual sistema Ela quer desenvolver o Amor-Sabedoria-Razão Pura, portanto o Ego, expressão da Mônada no plano causal, manifesta a vontade de amar, que se expressa no corpo astral como desejo. A raiz da dificuldade está na incapacidade da mente finita do homem para compreender o significado desta tríplice manifestação; porém refletindo profundamente sobre a personalidade e sua relação com o Ego que, embora sendo o aspecto Amor, no que respeita à manifestação nos três mundos inferiores, também é o aspecto Vontade, lançar-se-á um pouco de luz sobre os
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mesmos problemas elevados à Divindade ou amplificados desde a esfera microscópica até a macroscópica. O aspecto Mahadeva (Vontade, Primeiro Logos), que personifica a Vontade Cósmica, está controlado pela Lei de Síntese, que rege unicamente a tendência para a unificação. Porém neste caso não é a unificação da matéria com o Espírito, mas a unificação dos sete nos três e dos três no um. Isto significa que a Entidade, quer o Jiva quer o Logos tem de aprender a expressar as sete modalidades de ser (os sete raios) simultaneamente, em perfeita harmonia e no mais alto grau. Estas três modalidades de manifestação são primordialmente o Espírito, a qualidade e o princípio e não especialmente a matéria que, embora inspirada pelo Espírito, adota qualquer forma. A Lei de Síntese tem relação direta com Aquele que é superior ao nosso Logos Solar, sendo a Lei controladora que Ele aplica ao Logos do nosso sistema. Esta relação espiritual busca a abstração ou síntese dos elementos espirituais (as Mônadas), cujo resultado será o retorno consciente (a finalidade de tudo está enraizada na palavra consciente) a seu ponto cósmico de síntese ou a unificação com sua fonte de origem. Esta fonte, como já vimos anteriormente, é AQUELE SOBRE QUEM NADA SE PODE DIZER. Este raciocínio do Mestre é lógico e óbvio. O Logos Cósmico se manifesta através de sete Logos Solares Sagrados, dos quais o nosso é um. Cada Logos Solar é a expressão de um raio emanado do Logos Cósmico. No final da encarnação, o Logos Cósmico recolhe em si mesmo os frutos colhidos pelos sete Logos Solares, sintetizando-os em um. Isto implica no retorno dos sete Logos Solares à sua fonte, o Logos Cósmico. Porém esse retorno e abstração não significa perda de identidade. Como cessou a objetividade (a dualidade eu-não eu), cessa também a consciência, que é o resultado do relacionamento eu-não eu. Todavia um novo estado de ser é adotado, que podemos chamar identificação, sendo conservadas as qualidades e os poderes adquiridos, mesmo sem objetividade, não existindo portanto aniquilação, o que seria ilógico. Resumindo, podemos dizer em relação ao Primeiro Logos: a. sua meta é sintetizar os Espíritos (as Mônadas), que estão adquirindo consciência por meio da manifestação ou objetividade e qualidades e poderes mediante a experiência na matéria; b. sua função é reter os Espíritos na manifestação por meio da vontade, durante o período desejado e logo abstraí-los e fundi-los novamente com sua fonte espiritual de origem. Fundir não significa perder a identidade. Esse processo de abstração e unificação é análogo ao que ocorre na
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Química, quando se estuda o fenômeno da solução, que pode ser homogênea ou heterogênea, conforme as fases. No petróleo existem várias substâncias diferentes, com diferentes qualidades e propriedades, todas juntas e unidas. Para se ter uma compreensão mais clara do que ocorre com as Mônadas ou Espíritos humanos e Dévicos no pralaya ou abstração, quando o sistema solar, na desintegração, chega à totalidade das matérias dos sete planos, do físico ao adi, passando a consciência do Logos Solar a viver no plano astral cósmico, assim como o homem, ao morrer fisicamente, passa a viver no plano astral do sistema, a melhor analogia é um oceano. Imaginemos o oceano Atlântico. Ele é constituído de água, na qual enc ontramse dissolvidas várias substâncias como cloreto de sódio, cálcio, manganês e potássio, prevalecendo cloreto de sódio. Vamos acompanhar a trajetória de uma molécula de água, quando, pela ação do calor (fogo por fricção), adquire maior velocidade de rotação e se libera do oceano, subindo para a atmosfera. A água (H²O) é a união de dois elementos que, coesos pela ação do fogo por fricção no seu aspecto fogo elétrico, passam a evoluir unidos. Essa molécula, ao atingir a atmosfera, fica exposta a diversas situações e forças. Citemos apenas algumas para não nos alongarmos em demasia, pois eu poderia escrever um livro contando as experiências dessa molécula de água nesse grande ciclo até seu retorno ao oceano. O deslocamento em decorrência da variação de temperatura e pressão, as forças ascendentes e descendentes quando é colocada em uma nuvem Cumulonimbus (a nuvem de trovoada), a grande velocidade de rotação ao fazer parte de um furacão ou tornado, sua agregação em torno da chamada partícula higroscópica, para transformá-la em gota d'água na nuvem, as forças elétricas que nela atuam na descarga do raio. Todas essas situações atuam nessa molécula d'água, que sente esses impactos, responde a eles, memoriza e melhora sua capacidade de reação. Ao se encaminhar para o continente, levada pelas correntes aéreas e pelas frentes (frias ou quentes), precipita-se na forma de chuva, caindo ao solo, podendo abastecer um manancial de água potável e indo parar no organismo de um ser humano, no qual vive novas experiências, até ser eliminada na forma de suor ou urina. Pode em seguida cair em um rio, retornando ao mesmo oceano de onde partiu, o Atlântico. Quando nele chega, essa molécula d'água volta a constituir a massa do oceano e funde-se com ela. Todavia ela não é a mesma de quando partiu, pois adquiriu novas qualidades e poderes, decorrentes das experiências pelas quais passou ao longo de todo seu ciclo fora do oceano. Embora dentro da massa do oceano, ela conserva sua identidade. Quando ela iniciar um novo ciclo, fá-lo-á a partir de uma situação mais elevada. De forma análoga, quando as Mônadas retornam ao seio da Mônada Solar, que é o seu oceano, analogicamente falando, após o grande ciclo solar de experiências, elas se fundem naquele oceano, todavia conservam todas suas qualidades e poderes adquiridos, sua memória e sua individualidade e mesmo sem o não -eu, pois não há objetividade, elas tem um modo de ser muito acima do que nos chamamos consciência, que, conforme já disse, podemos chamar identificação.
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Quando o Logos iniciar um novo mahavantara (um novo sistema solar, um novo grande ciclo), as Mônadas começarão de um patamar muito mais elevado, conforme veremos no decorrer de nossos estudos do Tratado sobre Fogo Cósmico. Daí a necessidade de recordar que, fundamentalmente, o Primeiro Logos controla as Entidades Cósmicas ou Seres que existem fora do sistema, melhor dizendo, que atuam acima do plano físico cósmico (lembro aqui que atuar acima do plano físico cósmico significa relacionar-se conscientemente com a matéria astral cósmica, utilizando um veículo adequado, com seus mecanismos de captação de informações, jnanaindryas, e de ação, carmaindryas, o mesmo acontecendo com a matéria mental cósmica etc.); o Segundo Logos controla as Entidades Solares, ou seja, as que atuam no plano físico cósmico; o Terceiro Logos controla as Entidades Lunares e suas energias, em qualquer parte do sistema; por entidades lunares queremos dizer aquelas que energizam a matéria através do fogo por fricção. Esta regra não deve ser interpretada ao pé da letra, enquanto a mente humana possua o atual calibre. O mistério está em compreender que tudo se leva a cabo com a colaboração divina, cuja base se encontra fora do sistema. Daí também que se chame o Primeiro Logos o destruidor, que visto de baixo para cima é abstração ou retirada. Seu trabalho consiste em sintetizar o Espírito com o Espírito, em sua eventual abstração ou retirada da matéria e em sua unificação com sua fonte cósmica. Por isso Ele produz o Pralaya ou a desintegração da forma da qual Ele extraiu o Espírito. Essa visão tão lógica e nítida que o Mestre Tibetano nos proporciona com referência ao tão temido pralaya, que nós chamamos morte, elimina de uma vez por todas o terror que a imensa maioria da humanidade sente, qua ndo pensa ou ouve falar essa palavra. Mesmo nos pequenos pralayas, como a morte física, aquele que ao longo de sua vida física adquiriu e entendeu os verdadeiros conhecimentos esotéricos e os colocou em prática, não fica em desespero, mas permanece inalterado, pois para ele tanto faz atuar aprisionado num corpo físico, como livre dele. O que ele realmente quer é se ver livre o mais rápido possível da prisão da matéria. Para tanto ele se esforça em dominar todos os seus veículos, para prestar um melhor serviço à Hierarquia. Aqui cabe lembrar que após a terceira Iniciação (a primeira solar) o Iniciado recebe instruções de como construir o maiavirupa, que significa corpo ilusório. Foi por esse poder que Santo Antônio de Pádua, estando em Coimbra pronunciando a homilia, apareceu numa cidade próxima, num tribunal, para defender o pai, inocente, mas que seria condenado, se não fosse o testemunho do Santo, sendo este feito chamado milagre da bilocação pela igreja católica (bilocação quer dizer estar em dois lugares ao mesmo tempo). A explicação científica para o fato é a seguinte: o Ego de Sto. Antônio deixou os corpos físico e astral na igreja onde estava pronunciando a homilia, foi em corpo mental até o tribunal, construiu corpos astral e físico ilusórios (maiavirupa) e fez a defesa do pai, uma vez que ele tinha a capacidade de coordenar simultaneamente a
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permanência dos corpos na igreja e a ação do maiavirupa no tribunal. Cabe aqui lembrar que Santo Antônio de Pádua era natural de Lisboa, mas, a pedido de São Francisco de Assis (cuja Mônada atualmente é o chamado Mestre Kutumi, Choan do segundo Raio e futuro Bodisattwa, quando o Senhor Maitreya ou Cristo assumir o cargo de Buda), foi para Pádua, na Itália, para ensinar os irmãos da recém fundada ordem dos franciscanos, pois Santo António era muito inteligente. Por hoje vamos encerrar o nosso estudo, para continuar em 16/10/2003, dentro ainda desse tema, que é de muita importância e utilidade, uma vez que nos proporciona uma visão racional da constituição, organiza ção e direção dos nossos mundos de evolução e, com essa visão, a eliminação do maia e da miragem.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Movimento nos Planos Físico e Astral - Considerações Preliminares - O Tríplice Objetivo - A Tríplice Função - A Tríplice Atividade (O Primeiro Logos Final - Da página 145 à 147 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Continuando nossas considerações preliminares sobre o movimento nos planos físico e astral, vamos aplicar mais uma vez a analogia à ação do Primeiro Logos, comparando-a com a ação do Ego, o microcosmos. O Ego (que é para o homem no plano físico o que o Logos é para seu sistema) é analogicamente a vontade animadora, o destruidor de formas, o produtor de pralaya e quem extrai de seu tríplice corpo o homem espiritual interno, atraindo-o para si, ao centro de seu pequeno sistema. Vamos esclarecer essa expressão ³extrai de seu tríplice corpo o homem espiritual interno, atraindo-o para si, ao centro de seu pequeno sistema´. Primeiramente lembremos que o Ego é um mecanismo construído com átomos mentais, pelo qual a Mônada se manifesta no plano mental, relaciona -se com a matéria mental, nos três sub-planos mais sutis e se serve de um outro mecanismo importantíssimo, denominado Loto Egoico, que é análogo ao disco rígido de um computador em termos de armazenar informações. O Ego vive experiências no plano mental concreto por meio do corpo mental, o mesmo fazendo no plano astral através do corpo astral e no plano físico pelo corpo físico. Quando encarnado, a consciência se manifesta pelo cérebro físico, embora atuando simultaneamente nos corpos astral, mental e causal. Após a morte física, a consciência é transferida para o corpo astral, quando então o Ego vive simultaneamente exper iências nos planos astral, mental e

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causal. Após a morte astral, é feita a transferência da consciência para o corpo mental, passando o Ego a viver simultaneamente experiências nos sub-planos inferiores e superiores do plano mental. Após a morte mental, a consciência passa para o plano causal, ou seja, o Ego passa a viver exclusivamente em seu habitat natural. Nessa fase Ele inicia o processo de consolidar em seu Loto Egoico as memórias das essências das experiências vivenciadas na última encarnação, abrangendo os três planos inferiores, transformando-as em qualidades, que irão brotar na próxima encarnação. Conseqüentemente o chamado ³homem espiritual interno´ é o conjunto dessas essências citadas, que serão armazenadas no Loto Egoico, sendo que na quarta Iniciação todo o conteúdo do Loto é absorvido pela Tríade Superior, ocorrendo então a desintegração do Loto, uma vez que não é mais necessário. O Ego é extra-cósmico no que concerne ao ser humano no plano físico, o que é o mesmo que dizer: o Ego atuando através do corpo físico (cérebro físico) interpreta a si mesmo atuante no corpo causal como um ser extra-cósmico. Se essa conceituação for bem entendida, ficará elucidado o verdadeiro problema cósmico que envolve o Logos e os ³Espíritos aprisionados´, como diz o cristão. c. Seu modo de atuar consiste em impelir para adiante; Sua é a Vontade que está subjacente ao desenvolvimento evolutivo e é o que impulsiona o Espírito através da matéria, até que com o tempo consegue surgir dela, depois de ter realizado duas coisas: Primeiro - Ter acrescentado qualidade à qualidade, em conseqüência, surge com a faculdade adquirida, engendrada por essa experiência. Segundo -Ter aumentado o grau de vibração da matéria por meio de sua própria energia, de maneira que a matéria, no momento do pralaya e da obscuração, terá duas características principais - atividade, resultado da Lei de Economia e magnetismo dual, resultado da Lei de Atração. Tais conceitos estão regidos pela Lei de Síntese, lei da coerente vontade de ser, que persiste não só em tempo e espaço, como também durante um ciclo maior. Estas observações preliminares têm por objeto apresentar uma síntese do conjunto. As palavras limitam e obscurecem as idéias; textualmente velam e ocultam o pensamento, tirando clareza ao expressar de forma confusa. A tarefa que desempenham os Segundo e Terceiro Logos (objetivar o Espírito essencial) é compreendida mais facilmente por meio de uma ampla descrição, que a tarefa mais esotérica efetuada pelo Primeiro Logos, a vontade animadora. Em termos de fogo, talvez possamos esclarecer outro ponto de vista. O Terceiro Logos é fogo da matéria. Arde por fricção, adquire velocidade e acelera a vibração ou freqüência devido à rotação das esferas, cuja interação
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produz fricção. O Segundo Logos é fogo solar, a fusão ou sintonia do fogo da matéria com o fogo elétrico do Espírito, que em tempo e espaço produz esse fogo chamado solar. Em outras palavras podemos dizer o seguinte: quando o Imanifestado (que não é nem Espírito nem matéria) sai do seu estado original para ingressar na manifestação, surgem os dois fogos, elétrico e da matéria e da relação (contato) entre os dois, é gerado o fogo solar, o que leva a concluir que para a matéria evoluir, o que só é possível pela incrementação do fogo da matéria, é necessário a atuação do fogo solar. Resumindo temos: o fogo solar só existe para relacionar o fogo elétrico com o fogo da matéria e o fogo da matéria só pode evoluir pela ação do fogo solar animado pelo fogo elétrico, por outro lado, o fogo elétrico, atuando no fogo solar e por meio deste no fogo da matéria, adquire experiência e também evolui. Assim é no atual sistema solar, no próximo será diferente. Apenas podemos fazer uma conjectura com base na informação do Mestre Tibetano de que a meta do atual sistema solar é expressar Budi através de Manas, o que em termos de fogo significa o fogo da matéria sintonizar -se perfeitamente com o fogo solar. Então o próximo sistema solar começará com a matéria muitíssimo mais refinada e com uma muito maior capacidade de vibrar, o que, obviamente, permitirá uma aproximação muito mais íntima entre o fogo elétrico e o da matéria, reduzindo em muito a necessidade do fogo solar. Voltemos ao fogo do Segundo Logos. Constitui a qualidade da chama ou chama essencial, produzida pela fusão. O fogo elétrico atuando por meio do fogo solar no fogo da matéria, leva este a expressar a qualidade essencial do primeiro (um outro significado de fusão), a resposta do fogo da matéria ao fogo solar é realimentada a este, fazendo então com que ele se torne na qualidade da chama, que é o fogo elétrico. Podemos ver essa analogia no fogo irradiante da matéria e na emanação, por exemplo, do Sol central, de um planeta ou de um ser humano, denominada magnetismo (não é o magnetismo da física) neste últi mo. A emanação ou vibração característica do homem é o resultado da fusão do Espírito (a Mônada) com a matéria e da relativa adaptação da matéria ou forma à vida interna (a qualidade da Mônada). Em outras palavras, a Mônada, fogo elétrico, por meio do Ego, fogo solar, impõe sua qualidade à forma, seus corpos inferiores, fogo da matéria. O sistema solar objetivo ou Sol manifestado, é o resultado da fusão do Espírito (fogo elétrico) com a matéria (fogo por fricção); as emanações do Filho (fogo solar) dependem em tempo e espaço do grau de adequação da matéria e da forma à vida interna. O Primeiro Logos é fogo elétrico, fogo do Espírito puro. Todavia, na manifestação é o Filho, porque ao unir-se com a matéria (a mãe), o Filho é criado por Aquele que O conhece. Na linguagem comum, o Filho é a imagem do Pai. ³Eu e meu Pai somos Um´ é a afirmação mais esotérica da Bíblia cristã, que não só se refere à união do homem com sua fonte, a Mônada, por conduto do Ego, mas também à união de toda vida com sua fonte, o aspecto Vontade, o

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Primeiro Logos. Vamos agora procurar nos manter estritamente dentro do tema do fogo da matéria e seu efeito ativo sobre as envolturas, das quais é o fator animador e sobre os centros que estão primordialmente sob seu controle. Conforme já foi dito e geralmente aceito, o efeito do calor na matéria produz a atividade denominada giratória ou rotatória das esferas. Certos livros antigos, alguns dos quais não são acessíveis no Ocidente, ensinam que toda a abóbada celeste é uma vasta esfera que, ao girar lentamente, arrasta, qual imensa roda, esse número sem fim de constelações e universos nela contidos. Esta é uma afirmação impossível de ser comprovada pela mente finita do homem em sua condição atual ou com os elementos e instrumentos científicos de que dispõe, porém, da mesma forma que toda afirmação ocultista, traz em si a semente da idéia, o germe da verdade e um indício para descobrir o mistério do universo. É suficiente dizer aqui que a rotação das esferas dentro da periferia solar é um fato esotérico aceito e a ciência já tem provas de que o ³circulo não se passa solar´, nosso sistema solar, gira também entre as constelações no lugar designado, o giro em torno do centro da galáxia, numa duração de 200 milhões de anos. Recentemente foi formulada mais uma teoria sobre a forma do universo, a de um dodecaedro, um sólido com 12 faces, finito, havendo reflexão de sistemas. Ainda não temos o modelo matemático dessa teoria, todavia cremos que ainda é uma visão de sob o véu de maia, a grande ilusão provocad a pela grande limitação dos sentidos e pela ausência de mais informações. Porém não vamos tratar agora deste aspecto do tema, mas estudaremos a ação giratória das esferas do sistema e seu conteúdo - as esferas menores que pertencem a todos os graus - lembrando sempre que tratamos unicamente das características inerentes à matéria mesma e não da matéria em colaboração com seu oposto, o Espírito, cuja colaboração produz o movimento cíclico -espiral, ou seja, não vamos estudar ainda o aspecto consciência, contudo poderemos usar a mente analítica e efetuar deduções sobre os efeitos dos movimentos na consciência, que é fogo solar. É isto que o Mestre Tibetano tanto recomenda, que cruzemos suas informações, façamos analogias, usemos bastante a mente discriminadora, tirando conclusões, abstraiamos a essência do conhecimento (mente abstrata), utilizemos as informações da ciência humana e assim consigamos a expansão de nossa consciência, melhor dizendo, alarguemos nosso ³círculo não se passa´. A seguir apresentamos um desenho no qual expressamos a nossa concepção da geração e atuação dos três Logos e dos três fogos, configurando a Santíssima Trindade, com base nos ensinamentos do Mestre Tibetano:

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Do Dois surge o Três - A Santíssima Trindade - Segundo Logus Aquele que relaciona o espírito com a matéria, o filho, o crucificado entre o espírito e a matéria, a consciência, o Ego crucificado, porque ao mesmo tempo está em contato com o
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espírito e é prisioneiro da matéria, a qual deve subjugar, para se libertar da Cruz, após adquirir experiências na matéria, conhecêla profundamente, dominá-la, expressar-se através dela, adaptando-a às suas qualidades e passar a essência dessas experiências e desses conhecimentos para o espírito - só pode existir em presença do espírito e da matéria Por hoje vamos encerrar nosso estudo, devendo voltar em 23/10/2003, quando abordaremos o assunto Efeitos do Movimento de Rotação, da página 147 à 149, item 3 exclusive, do Tratado sobre Fogo Cósmico. Aproveitamos o ensejo para comunicar a todos que estamos preparando um livro sobre todo o conteúdo até agora divulgado neste site, com referência ao Tratado sobre Fogo Cósmico, abrangendo os assuntos desde Postulados de Introdução, página 33 até Kundalini e a Coluna Vertebral, Seção D da Primeira Parte, página 133. É nosso propósito continuar escrevendo livros em continuação aos assuntos aqui tratados. É oportuno lembrar na atual época as palavras do Mestre Tibetano: ³Los iniciados del mundo vendrán a la encarnación en esta época y leerán mis palabras al final de este siglo, con gran comprensión.´ - Página 494 de Los Rayos y Las Iniciaciones. Tradução: Os iniciados do mundo virão à encarnação nesta época e lerão minhas palavras no final deste século, com grande compreensão. Ora, o livro foi escrito em meados do século passado, quando os citados iniciados estavam nascendo e agora estamos no início de um novo século. ³En el próximo siglo, a principios del mesmo, vendrá un iniciado que impartirá su ensenanza, haciéndolo bajo la misma ³égida´, pues mi tarea no ha terminado todavia y esta serie de tratados que vinculan el conocimiento materialista del hombre con la ciencia de los iniciados, tiene aún otra faz que recorrer.´ - Página 363 de Astrologia Esotérica. Tradução: No próximo século, no princípio do mesmo, virá um iniciado que divulgará seus ensinamentos, fazendo-o sob a mesma ³égide´, pois minha tarefa ainda não terminou e esta série de tratados que vinculam o conhecimento materialista do homem com a ciência dos iniciados, tem ainda outra face que percorrer. ³Uno de los resultados de este alineamiento y adaptación jerárquicos será el establecimiento, por primera vez, de una interacción y movimiento fluídico, entre los tres centros planetarios. Actualmente, los Chohanes salen de la Jerarquia y entran en la Câmara del Concilio del Señor del Mundo, o en uno de los Siete Senderos; los Maestros mayores, a cargo de Ashramas, están recibiendo grados superiores de iniciación y ascendiendo al grado de Chohanes; iniciados que pasaron del tercer grado están recibiendo rápidamente la cuarta y quinta iniciaciones, convirtiéndose en Maestros (recibiendo ambas iniciaciones en una sola vida), y sus puestos están siendo ocupados por iniciados menores, que a su vez, estuvieron entrenando a discípulos que los reemplazarán hasta qu e en este processo de sustituir y reemplazar lleguemos a la puerta que simbólicamente se halla entre la humanidad y la Jerarquia y ahora está ampliamente abierta, y así los discípulos aceptados recibirán la iniciación, los
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discípulos comprometidos serán aceptados y los discípulos en aceptación prestarán juramento.´ Página 439 de La Exteriorización de la Jerarquia. Tradução: Um dos resultados deste alinhamento e adaptação hierárquicos será o estabelecimento, por primeira vez, de uma interação e movimento fluídico entre os três centros planetários. Atualmente, os Choans saem da Hierarquia e entram na Câmara do Concílio do Senhor do Mundo, ou em um dos Sete Caminhos; os Mestres maiores, a cargo de Ashrams, estão recebendo graus superiores de iniciação e ascendendo ao grau de Choans; iniciados que passaram do terceiro grau estão recebendo rapidamente as quarta e quinta iniciações, convertendo-se em Mestres (recebendo ambas iniciações em uma só vida), e seus postos estão sendo ocupados por iniciados menores, que, por sua vez, estiveram treinando discípulos que os substituirão, até que neste processo de substituir e remanejar cheguemos à porta que simbolicamente se acha entre a humanidade e a Hierarquia e agora está amplamente aberta, e assim os discípulos aceitos receberão a iniciação, os discípulos comprometidos serão aceitos e os discípulos em aceitação prestarão juramento. Citamos estas palavras textuais do Mestre Tibetano para enfatizar que estamos vivendo o momento das oportunidades, que todos devem aproveitar e que em seguida virá o momento do expurgo e da seleção. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 16-OUT-2003

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Efeitos do Movimento de Rotação - Separação (Páginas 147 e 148 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Iremos estudar agora os efeitos do movimento de rotação, que são: separação, impulso, fricção e absorção. Nesta semana iremos tratar somente da separação. Toda esfera gira no corpo macrocósmico. Esta rotação produz certos efeitos, que podemos enumerar da seguinte maneira: 1. Separação. Esta ação provoca a diferenciação das esferas, formando como sabemos as seguintes unidades atômicas: a. O sistema solar, reconhecido como átomo cósmico; todos os átomos dentro da sua periferia são considerados moleculares. b. Os sete planos, considerados como sete vastas esferas, que giram latitudinalmente dentro da periferia solar. c. Os sete raios, considerados como as sete formas que ocultam os Espíritos, são bandas esferoidais de cor, que giram longitudinalmente e formam (com referencia aos sete planos) uma

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vasta rede entrelaçada. Estas duas séries de esferas (planos e raios) constituem a totalidade do sistema solar e produzem sua própria forma esférica. Deixemos por ora de lado a Consciência que anima estas esferas e concentremos nossa atenção no fato de que cada plano é uma vasta esfera de matéria, ativada pelo calor latente, que gira em determinada direção. Cada raio de luz, não importa a cor, é igualmente uma esfera de matéria de máxima tenuidade, que gira perpendicularmente à direção dos planos, ou seja, formando um ângulo de noventa graus com a direção de rotação dos planos. Estes raios produzem, em virtude de sua ação mútua, um efeito irradiante entre si, ou seja, um influencia o outro através do campo de força que cada partícula de matéria portadora da qualidade de um raio gera em torno de si e que atinge a partícula portadora da qualidade de outro raio. Explicaremos essa interferência mútua mais adiante. Assim pela rotação das esferas, pela aproximação do calor latente das esferas e pela interação desse calor, é produzida essa totalidade chamada ³fogo por fricção´. Com referência a estes dois tipos de esferas, poder-se-ia dizer, à maneira de ilustração e para maior claridade, que: a. os planos giram de este a oeste e b. os raios giram de norte a sul. Vamos deixar bem claro que não nos referimos aqui a pontos no espaço; simplesmente estabelecemos tal orientação empregando palavras que tornam mais inteligível esta idéia abstrusa. Do ponto de vista dos raios e dos planos, não existem norte nem sul, este nem oeste. Aqui temos uma analogia e um ponto muito interessante, embora muito complexo. Graças a esta mesma interação torna-se possível o trabalho dos quatro Maharajás ou Senhores do Carma; o quaternário e todo o quádruplo poderão ser vistos como uma das combinações fundamentais da matéria, produzidas pelas revoluções duais de planos e raios. Os sete planos e igualmente os átomos giram em torno de seu próprio eixo e se adaptam àquilo que se exige de todas as vidas atômicas. As sete esferas de cada plano, denominadas sub-planos, correspondem também ao sistema; cada sub-plano tem suas sete rodas giratórias ou planos que giram por sua própria capacidade inata, devido ao calor latente - o calor da matéria de que estão formados. As esferas ou átomos de qualquer forma, desde a forma logoica (à qual nos temos referido sumariamente) até o último átomo físico e a matéria molecular
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que entra na construção do corpo físico, demonstram correspondências e analogias similares. Todas estas esferas se ajustam a certas regras, preenchem certas condições e estão caracterizadas pelas mesmas qualidades fundamentais. Mais adiante consideraremos estas condições; por agora devemos continuar estudando os efeitos da ação giratória. Interpretemos essas informações do Mestre Tibetano, de forma a que fiquem mais claras nas mentes de todos e assim possam ter uma visão mais inteligível e nítida das diversas áreas do mundo fenomênico, em particular da área do comportamento humano (devido à ação dos raios), não só individual como coletivo (grupos, nações e humanidade). Estabeleçamos um ponto de vista inicial. Será a visão do sistema solar como um todo, desde o plano adi até o físico, que constituem em conjunto o físico cósmico. Nesta fase devemos esquecer as estrelas (quatro), os planetas e asteróides que constituem nosso sistema solar, a atual expressão física cósmica do nosso Logos Solar. Não esqueçamos que esse sol que nós vemos nascer e se por todos os dias e os planetas visíveis e invisíveis que circulam ao seu redor, constituem uma parte do sistema verdadeiro do nosso Logos Solar. Vamos nos colocar mentalmente fora desse sistema, olhando-o de uma posição no mesmo nível em que ele está no espaço. Admitamos que tenhamos a visão das matérias de todos os planos, desde o adi até a etérica, com a habilidade de, à vontade, ver todas as matérias simultânea e isoladamente, ou seja, poderemos ver apenas as partículas da matéria adi, ou somente as partículas da matéria monádica e assim por diante, ou todas elas ao mesmo tempo. Obviamente a nossa consciência terá a amplitude suficiente para abarcar, em termos de visão, toda a imensidão desse sistema. O que vamos fazer não é devaneio irracional, uma vez que vamos trabalhar com os conceitos que o Mestre Tibetano nos passou. Primeiramente concentremos nossa atenção apenas na visão mais elevada, a da matéria adi. O que veremos ? Veremos uma esfera com uma depressão no centro da parte superior. Para tanto já devemos ter um referencial para discernir o que está acima, abaixo, à esquerda, à direita etc, podendo ser esse referencial um outro sistema ou um conjunto de sistemas. Em contraposição a essa depressão no centro da parte superior, veremos um ponto no centro da parte inferior. Esses dois pontos poderemos chamar de pólo norte para a depressão superior e pólo sul o ponto em contraposição na parte inferior, em analogia com a nossa geografia. A região à nossa esquerda vamos chamar de oeste e aquela à nossa direita de este. Assim conseguimos determinar quatro pontos cardeais para nossa orientação. Essa esfera é constituída de um número quase infinito de partículas infinitesimais, que circulam em velocidade muitíssimo maior que a da luz (300.000 km/segundo é a velocidade da luz, aproximada), em torno do eixo central da esfera, de este para oeste, ao mesmo tempo em que executam muitos
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outros movimentos. São os átomos adi. Essas partículas preenchem todas as regiões da esfera, não havendo um ponto em que elas não estejam. Agucemos a nossa visão adi para enxergarmos as moléculas adi, constituídas de associações de átomos adi. Veremos então seis tipos de partículas, que diferem entre si pelo tamanho, pela velocidade e pela habilidade de movimentos simultâneos. Todas elas também circulam em torno do eixo central e preenchem todos os pontos da esfera. Quanto maior a molécula, menor a velocidade e a capacidade de oscilar. Esses seis tipos de partículas ou moléculas formam os seis sub-planos do plano adi e juntamente com os átomos são os sete sub -planos adi. Dentro de cada sub-plano há também sete diferenciações, que vamos esquecer por enquanto para não complicar as coisas. De uma forma sintética, veremos sete esferas, uma dentro da outra, girando em velocidades diferentes, conforme o grau de tenuidade ou sutileza (tamanho da partícula), ou seja, quanto mais sutil e menor, maior a velocidade, todas as esferas cheias de suas partículas respectivas, sendo que as partículas menores podem passar por entre os espaços existentes dentro das partículas maiores constituídas de átomos, à semelhança dos neutrinos que nos atravessam da cabeça aos pés, sem que sintamos. Adaptemos agora nossa visão para vermos matéria um pouco mais densa que a do plano adi. Veremos um número ainda quase infinito, porém um pouco menor do que de partículas adi, de maior tamanho e menor velocidade, circulando de este para oeste, por entre o oceano de partículas adi, com suas sete diferenciações, como no plano adi. Essa é a matéria monádica. Lembrem-se de que não estamos considerando as qualidades e propriedades de cada matéria, pois esse assunto não é para agora. Passemos a seguir nossa visão para a matéria átmica ou espiritual. Novamente veremos partículas em número muito grande, porém um pouco menor que o anterior, de maior tamanho e menor velocidade, preenchendo a esfera até o centro, também com sete diferenciações, continuando a cair a velocidade em função do aumento do tamanho da partícula. Prosseguindo com a transferência da visão de um tipo de matéria para outro, chegaremos aos sub-planos etéricos, esquecendo a matéria física densa, constituída de partículas etéricas associadas, quando continuaremos a ver mais esferas dentro de esferas, cada esfera circulando em velocidades diferentes, conforme o tamanho da partícula. Controlando a nossa visão e a nossa consciência para vermos simultaneamente todas as esferas em circulação, presenciaríamos o belíssimo espetáculo de quarenta e nove esferas, uma dentro da outra, cada uma com suas respectivas partículas até o centro comum (esqueçamos as sete sub-divisões dos subplanos), girando em velocidades diferentes, sendo a mais veloz a mais sutil e a mais lenta a mais densa.

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As partículas mais sutis passando em maior velocidade por dentro das partículas mais densas. Devido a essa diferença de velocidade e capacidade de oscilar, cada plano conserva a sua identidade, juntamente com seus habitantes, que podem ter ou não consciência dos habitantes dos outros planos. Há interferência de um plano em outro, mas ela é regulada por leis. Olhemos agora para a depressão no centro da parte superior. Veremos um fluxo contínuo de partículas mais sutis que os átomos adi, penetrando na esfera por essa depressão e prosseguindo na direção do pólo sul. Este fluxo de partículas sutis, em seu trajeto do pólo norte ao sul, seguindo a curvatura da esfera em todo o seu espaço interno, adquire a aparência de uma esfera que gira num ângulo de noventa graus (ângulo reto) com a direção de rotação das matérias dos planos e forma a rede entrelaçada. Este fluxo é o resultado da atuação de entidades cósmicas chamadas Senhores de Raio. Eles se manifestam através das sete estrelas principais da constelação de Ursa Maior. Como são sete as cores do espectro luminoso, Mestre Tibetano usa a expressão ³bandas esferoidais de cor´. As partículas portadoras das energias e informações referentes às qualidades dos Senhores de Raio têm comportamentos diferentes, sendo específicas para cada Raio. Por isso é possível identificar essas ³esferas longitudinais´ dos Raios, que giram simultaneamente. É bom recordar que estamos estudando o sistema solar como um todo, no seu aspecto movimento, logo não cabe um aprofundamento do assunto Raios. Pelo processo de penetração de uma partícula sutil em outra mais densa ocorre a atuação de um raio em outro, não cabendo aqui o detalhamento técnico dessa operação, pois é um assunto bastante complexo. Todas as matérias de todas as esferas são influenciadas e qualificadas por essas energias de Raios. Vamos agora procurar interpretar o que o Mestre Tibetano quis dizer quanto ao trabalho dos quatro Maharajás. Se analisarmos bem os movimentos ortogonais (em ângulo reto) dos dois conjuntos de esferas (planos e Raios), considerando os objetivos dos dois conjuntos (experiências materiais e qualidades), perceberemos nitidamente quatro setores de esfera. Se cortarmos uma esfera nos sentidos vertical e horizontal em ângulo reto, teremos os quatro setores. Como as esferas estão em rotação horizontal (experiências materiais) e vertical (qualidades), os quatro Maharajás ou Senhores do Carma têm seus setores para aplicação do carma, uma vez que podem dispor de matérias e qualidades diferenciadas para a execução do carma. Como prova da lógica do que o Mestre Tibetano diz, é suficiente lembrar o fato, tão do conhecimento da Astronomia, do alinhamento do eixo norte -sul da Terra com as sete estrelas boreais, provocando a inclinação desse eixo em relação com a eclíptica, que é no momento de 23 graus aproximadamente. O alinhamento atual é com a estrela Polaris, a alfa de Ursa Menor. Essa estrela tão brilhante, só visível acima de 70 graus norte, é na realidade um sistema de cinco estrelas, um binário em torno do qual giram três estrelas. Há uma grande particularidade em relação a essa estrela sob o ponto de vista esotérico. Ela está alinhada com as
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estrelas Dubhe e Merak, respectivamente as alfa e beta de Ursa Maior e serve de filtro para as energias de primeiro e segundo raios de Dubhe e Merak respectivamente. Merak (segundo raio) está mais próxima da Terra. Conseqüentemente as energias de primeiro raio de Dubhe são atenuadas pelas de segundo raio de Merak e atenuadas e adequadas por Polaris às condições da Terra. Aqui encerramos nosso estudo. Voltaremos em 29/10/2003, continuando com esse assunto, quando estudaremos o impulso e a fricção, nas páginas 148 e 149 do Tratado sobre Fogo Cósmico. A absorção ficará para a outra semana, por ser um assunto mais complexo, exigindo mais explicações. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 23-OUT-2003

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Efeitos do Movimento de Rotação - Impulso e Fricção (Páginas 148 e 149 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Impulso - Esse impulso aqui é conseqüência da repulsão provocada pelo movimento de rotação. Quando dois átomos, girando cada um em torno de seus próprios eixos no mesmo sentido, aproximam-se, tendem à repulsão, porque no lado da aproximação os movimentos são opostos, conforme se vê no desenho abaixo:

Esta é a lei de Repulsão, subsidiária da grande Lei de Economia, que rege a matéria.

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Temos um exemplo da aplicação do movimento de rotação no lançamento de sondas espaciais, quando a força gravitacional é aproveitada para acelerar a sonda, conforme se vê no desenho abaixo:

É a força de repulsão que mantém os planetas e asteróides afastados entre si e em seus lugares, como também faz com que estrelas mantenham-se em seus locais determinados, formando sistemas estelares e sistemas estelares formem galáxias e assim por diante. É a Lei de Repulsão que permite aos planos e subplanos conservarem suas identidades materiais. Observem que estamos considerando a repulsão. Todavia o que mantém os astros ligados, apesar da repulsão, formando sistemas ? É a energia do Espírito ou Primeiro Logos, através do Filho, Segundo Logos, que atrai e sustenta os sistemas. Não podemos esquecer que os sistemas são formas, pelas quais os Seres Cósmicos se expressam e evoluem. Vemos então de um lado o Espírito, por meio do seu segundo aspecto e do fogo solar, atuando para construir e estabilizar sua forma, de outro lado a matéria opondo-se à união. Essa luta caracteriza a manifestação, é o que chamam luta entre o bem e o mal. Contudo, é por intermédio dessa luta que o Espírito desenvolve sua força, torna ativas suas potencialidades, descobre os segredos da matéria neste atual sistema solar, no qual as condições reinantes são outras e a matéria está mais forte do que no sistema solar anterior, pois nele a meta foi desenvolver ao máximo a matéria (terceiro aspecto). Mas o Espírito, cada vez mais, impõe sua força atrativa (fogo solar) e, lentamente, vai subjugando a matéria, vencendo sua repulsão e construindo formas melhores, que expressam com crescente fidelidade suas qualidades, que assim se aprimoram, agigantam-se, traduzem atividades e responsabilidades que nunca foram imaginadas, mas sabemos que existem, por um raciocínio
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lógico, quando consideramos as funções de unidades menores dentro de unidades maiores. Vamos esclarecer o acima dito. O reino humano constitui o chacra laríngeo do nosso Logos Planetário. Como a maioria da humanidade ainda não está num bom nível evolutivo para essa função, somente os Iniciados planetários trabalham efetivamente nas pétalas do chacra laríngeo do Logos. Essa atividade é exercida na matéria búdica e acima. A descrição dessa atividade não cabe neste estudo, apenas podemos afirmar com convicção e certeza lógicas que não é o ³dolce far niente´ (doce não fazer nada) ou a eterna adoração a Deus, defendidas a unhas e dentes pelos religiosos, ainda fortemente dominados pelas energias da era de Peixes (6º Raio) e resistindo fortemente às energias de Aquário (7º Raio). De época em época o conflito Espírito/matéria continua e a matéria cada vez perde poder. Lentamente (tanto que quase não se percebe do plano físico) o poder de atração do Espírito vai enfraquecendo a resistência da matéria, até que no final dos ciclos solares maiores produzir-se-á a chamada destruição e a Lei de Repulsão será dominada pela Lei de Atração. Constitui a destruição da forma e não da matéria, pois esta é indestrutível. Podemos ver isso agora na vida microcósmica, no processo de desintegração da forma, a qual se mantém como unidade separada ao empregar o mesmo método de rechaçar de todas as outras formas. Esta situação gradual e imperceptível pode ver-se no que respeita à Lua, a qual já não é rechaçada pela Terra, uma vez que dá ao nosso planeta sua própria substância. H. P. Blavatsky insinua isto na Doutrina Secreta, quando diz que a Lua cessou sua rotação. Fricção - Primeiramente vamos procurar entender melhor o que seja fricção. Sabemos que na física a fricção ou atrito gera calor, produz eletricidade estática e gera desgaste. Sabemos ainda que um campo magnético, ao cortar um condutor, produz nele uma corrente elétrica, sendo que podemos considerar o corte como sendo uma fricção. Quando um campo de força atua em outro ou em qualquer objeto, podemos considerar essa atuação como um atrito ou fricção. Em decorrência dessa linha de raciocínio, podemos concluir que a fricção é a atuação de uma unidade de matéria em outra, ou seja, é o resultado da convivência das unidades de matéria, que assim aprendem a viver juntas, a se entenderem, a se ajudarem, a se harmonizarem e, unindo-se, formarem unidades maiores e mais complexas. Isso é adaptação, um das leis subsidiárias da Lei de Economia. Daí a importância do fogo por fricção no processo evolutivo. Isto posto, vamos estudar os resultados da fricção: a. vitalidade do átomo. Na transferência de energia de um átomo para outro, o receptor é vitalizado; b. ao ser vitalizado, receber e dar energia e ao agir de acordo com o propósito da unidade maior da qual faz parte (uma forma), o átomo aprende a agir coerentemente; c. em toda essa atividade o átomo aprende a atuar e ser útil; d. fazendo parte de uma forma (unidade maior), o átomo contribui para o
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aumento da energia e calor dessa forma, quer seja dentro de uma célula na forma microcósmica, quer seja um planeta girando dentro de um sistema solar, ou vários sistemas solares girando no corpo de uma galáxia; e. finalmente, quando um determinado grau de perfeição é alcançado, ocorre a desintegração da forma, o que supõe a fusão dos fogos. É este o segredo da obscuração final e do pralaya. Sempre os três fogos estão envolvidos: elétrico, solar e por fricção, em diversos níveis. Vamos concluir nosso estudo, analisando uma situação que choca muitas pessoas, à luz dos ensinamentos do Mestre Tibetano, que são perfeitamente lógicos e racionais, afastando-nos das explicações religiosas irracionais. Uma pessoa morrendo em decorrência de um câncer generalizado. Está ocorrendo a desintegração final ou pralaya para esse pequeno ciclo dessa Alma. Que grau de perfeição foi atingido, ante tanto sofrimento visível ? Que grau de fusão e sintonia foi alcançado pelos fogos ? Um modo de analisar e entender esse caso particular é à luz da Lei do Carma. Essa lei procura corrigir situações que impeçam a consecução da meta estabelecida para o ciclo maior da entidade. Ora, para a atual cadeia planetária, a meta é a quinta Iniciação planetária. Para essa Iniciação tem de ocorrer antes a fusão dos três fogos. Em determinadas situações cármicas, o antagonismo entre os três fogos é muito grande, não cabendo aqui explicações técnicas detalhadas desse antagonismo. Conseqüentemente é estabelecida para uma encarnação a eliminação de uma determinada quantidade das energias que provocam o antagonismo e dificultam a fusão dos fogos. Quando essa quantidade a ser eliminada é alcançada, chega o momento do pralaya ou morte, porque aquela Alma ficou um pouco mais próxima da meta, o que quer dizer, em última análise, que a meta transitória (para a encarnação) foi alcançada, ou em outras palavras, foi atingido aquele pequeno ³grau de perfeição´ para a encarnação. Sabe-se que o câncer é uma doença que envolve energias do primeiro raio (o sintetizador e o destruidor). Existe um processo pelo qual as células cancerosas desenvolvem os seis super-poderes e passam a trabalhar apenas para si mesmas, esquecendo a unidade maior, o corpo humano. Esses seis super poderes são: não esperar a autorização para se duplicar, ignorar a ordem de suicídio quando algo sai errado na duplicação, angiogênese ou capacidade de construir vasos sanguíneos, duplicar-se acima do limite previsto (entre 50 e 70 vezes), habilidade para migrarem para outros tecidos e neles se multiplicarem (metástase) e ignorar a ordem de dar uma parada nas duplicações. Por hoje vamos encerrar nosso estudo. Voltaremos em 6/11/2003, quando estudaremos a absorção, páginas 149, 150 e 151 do Tratado sobre Fogo Cósmico, tema de uma certa complexidade, porque envolve um pouco o processo evolutivo não só do homem, como do Homem Celestial (o Logos Planetário) e do Divino Homem Celestial (o Logos Solar). Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
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Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Efeitos do Movimento de Rotação - Absorção (Páginas 149,150 e 151 do Tratado sobre Fuego Cósmico) A absorção é o quarto efeito do movimento de rotação, provocado pelo fogo por fricção. Ele é necessário para que a vida interna que se expressa pelo átomo viva novas experiências, pela recepção de novas energias, de diversas qualificações e fontes, experimente diversas modalidades de movimento de rotação, reaja a essas experiências, que logicamente resultam de relacionamentos com outros átomos e dessa reação sua energia interna seja estimulada. Assim o átomo evolui no caminho da sua meta, estabelecida para este sistema solar, contribuindo também com a sua cota para a evolução do ser mais elevado do que ele, que pode ser o homem, o Logos Planetário, o Logos Solar e Seres maiores. A penetração das energias no processo de absorção ocorre num determinado ponto da superfície da esfera atômica e nesse ponto é formada uma depressão, que podemos chamar pólo norte, em analogia com o pólo norte da Terra. O oposto ao pólo norte é o pólo sul, girando o átomo em torno desse eixo norte sul, assim como a Terra. O pólo norte é o principal local de entrada de energias no átomo, mas existem outros pontos secundários. O pólo sul é o principal local de saída de energias do átomo, havendo outros pontos secundários de saída. Nos livros Principles of Light and Color (Princípios de Luz e Cor) de Edwin D. Babbitt Química Oculta, da dra. Annie Besant, o átomo é descrito de uma forma compreensível, ficando bem nítida a depressão. Esta depressão é provocada pelas irradiações (partículas menores), que procedem em sentido ortogonal (formando ângulo reto) com o sentido de rotação da esfera e descem do pólo norte na direção do pólo sul, até um ponto intermediário. Ali tendem a aumentar o calor latente, a produzir um maior impulso e a introduzir uma qualidade específica, de acordo com a fonte de irradiação. A absorção das emanações que provêm de fora da esfera encerra o segredo da dependência que existe entre uma esfera e outra e tem sua analogia na periodicidade de um raio, que ocorre em qualquer plano das esferas, ou seja, os raios atuam por determinados períodos de tempo, gerando efeitos em todos os reinos, como agora, num nível mais elevado, está saindo de atividade o sexto

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raio e entrando o sétimo. Esta penetração de energia de uma esfera para outra ocorre desde um sistema solar, como um átomo macrocósmico, até uma célula do corpo físico. O processo consiste na penetração de partículas menores portadoras das energias em partículas maiores, processo esse que segue uma técnica bem definida, que não cabe aqui explicar, apenas citamos como exemplo a introdução de um fóton em um elétron, aumentando o dinamismo do elétron. Como o átomo recebe e emite, ele ao mesmo tempo é negativo ou receptivo e positivo ou irradiante, assim sendo influenciado pelo meio ambiente e influenciando-o. Dessa forma fica caracterizada a dependência mútua em todos os campos de evolução, microcósmicos e macrocósmicos. No nosso sistema solar existe uma interação muito importante, dentro dessa troca de energias, que segue um planejamento no nível do Logos Cósmico, ao qual nosso Logos está ligado intimamente. É lógico que nós, seres humanos, em particular, somos fortemente afetados por essa interação. A estrela Sírius (binário), as Plêiades (sete) e as sete estrelas principais (Dubhe, Merak, Phekda, Megres, Alioth, Mizar e Benetnash) da Ursa Maior têm fortes relacionamentos com o nosso sistema. Assim como do sol são emitidos três energias, denominadas eletricidade (fogo por fricção/elétrico, raios de luz de aspecto prânico (fogo por fricção/solar) e akasha (fogo por fricção/por fricção), que mantêm nosso sistema em plena atividade e evoluindo, igualmente desses astros chegam a ele esses fogos, porém em nível cósmico. Mestre Tibetano esclarece apenas o fogo proveniente das Plêiades, que é o fogo elétrico cósmico, que atua no físico cósmico, sendo por isso fogo por fricção cósmico/elétrico. Quanto aos demais Ele sugere que nós façamos as deduções. Achamos que Sírius nos manda fogo por fricção cósmico/por fricção e a Ursa Maior fogo por fricção cósmico/solar. Observamos que esses astros desenvolvem outras atividades em relação ao nosso sistema, conforme veremos quando entrarmos na segunda parte do livro. O nosso Logos Solar, com o seu sistema total, que é muito maior do que o sistema planetário aceito pelos astrônomos, é a personificação do aspecto Amor do Logos Cósmico (chacra cardíaco) e portanto irradia essa energia para todo o seu corpo, sendo positivo nesse sentido. Igualmente, as Plêiades, ao mesmo tempo em que são positivas para nós, irradiando fogo por fricção cósmico/elétrico, são negativas ou receptivas para os sete Rishis da Ursa Maior, conforme vemos na página 296 do livro, no V diagrama, Evolução de um Logos Solar. Quando chegarmos a essa parte, o assunto será mais esclarecido e veremos a grandiosidade imensa dentro da qual estamos inseridos. Sintetizando o que foi dito sobre os efeitos do movimento de rotação nos planos
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físico e astral, podemos concluir o seguinte: 1. 2. 3. 4. a separação é o efeito da repulsão; o impulso é o efeito interno; a fricção é o efeito no ambiente; a absorção é o efeito receptivo ou atraente.

Esses resultados ocorrem em todos os átomos, nos planetas, nas estrelas, nas constelações, nas galáxias, nos aglomerados de galáxias, nos aglomerados de aglomerados de galáxias, nas chamadas paredes, que são conjunto s de milhões de aglomerados de aglomerados de galáxias e maiores ainda, como os astrônomos descobrirão, quando possuírem telescópios de maior alcance. Devemos procurar entender e visualizar essas interações e seus efeitos na matéria astral e deduzir, em termos práticos, o que ocorre no comportamento humano, em sua parte emocional, uma vez que a grande maioria da humanidade está centrada na emoção e muito distante da polarização mental. Enfatizo aqui que a polarização mental não significa de modo algum ausên cia de sentimento e emoção, mas pelo contrário, eles se tornam muito mais intensos pela ação da mente vigilante, poderosa e em contato com a mente abstrata, conferindo ao homem maior sensação de vida e muito mais capacidade de ser útil à humanidade e à Hierarquia. Os efeitos do movimento no plano mental serão estudados na segunda parte do livro. Apresentamos a seguir o V Diagrama da página 296 do Tratado sobre Fogo Cósmico e o átomo do livro do Babbitt.

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Voltaremos em 14/11/2003, quando estudaremos as qualidades do movimento de rotação: inércia, movimento e ritmo, que são as três gunas (tamas, rajas e satwa), nas páginas 151 e 152 do Tratado sobre Fogo Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Qualidades do Movimento de Rotação (Páginas 151 e 152 do Tratado sobre Fuego Cósmico)
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O movimento de rotação, produzido pela ação do fogo por fricção, confere à matéria de qualquer plano três qualidades fundamentais, chamadas gunas em alguns textos e que são: inércia (tamas), mobilidade (rajas) e ritmo (satwa). É muito importante que fique bem claro que estudaremos apenas as qualidades da matéria e não da consciência, muito embora elas sejam interpretadas pela consciência como informações, após terem passado por todo o processamento específico para cada veículo. Pelos mecanismos de percepção (Jnanaindryas ou sentidos, existentes em todos os corpos), essas qualidades (que atuam através de oscilações ou vibrações) chegam à consciência, em qualquer veículo, sendo o cérebro físico sua sede quando estamos encarnados fisicamente. Não vamos agora detalhar o processamento que ocorre nos veículos, ficando para mais tarde. Esclarecemos que o termo inércia é empregado aqui em dois sentidos: ausência de outro movimento que não o de rotação e a resistência a mudar o estado em que se encontra, essa última a definição da física, na parte em que trata da mecânica. Ficará bem claro o sentido, conforme o caso. Comecemos pela inércia. Inércia - Está presente em todos os átomos, no início de qualquer manifestação, quer seja um ciclo solar ou mahamanvantara (cem anos de Brahma ou um sistema solar), uma cadeia planetária, um globo ou qualquer forma esférica, sem exceção. Abrange a totalidade das formas em manifestação dentro do sistema solar. Nossos veículos ou corpos estão inclusos. Nessa fase inicial, quando prevalece apenas a energia do Terceiro Logos (a Primeira Emanação) e não existe ainda nenhuma forma, as esferas somente giram em torno do próprio eixo, não havendo ainda atração nem repulsão. As três divisões do fogo por fricção (elétrico, solar e por fricção) estão no interior da esfera ou átomo, latentes, provocando unicamente o giro, sem outro movimento, havendo portanto inércia, no sentido de que as esferas não passam daí, em outras palavras, não há produção nenhuma. É uma quietude relat iva, ou seja, não há ainda inter-relacionamento, só movimento individual, que, ao ser atingido um determinado grau de intensidade, estabelece condições para que advenha a Segunda Emanação, do Segundo Logos, para a construção das formas e então surge o: Movimento - É um movimento diferente do giro. A Segunda Emanação induz nas esferas ou átomos o impulso para a geração das formas, que então se aproximam (outro movimento), trocam energias entre si (irradiação), atraem-se ou repelem-se, nascendo as formas quando há atração. Começam então as oscilações ou vibrações, tão presentes em nossa vida diária. Vamos dissecar um pouco esse assunto. Quando a corda de um violino vibra sob a ação do arco do violinista, essa oscilação é mecânica. Quando o cone de papelão de um auto-falante oscila sob a ação da corrente elétrica variando na bobina móvel, produzindo o som, temos ainda uma oscilação mecânica. Todavia a corrente elétrica variando na bobina
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móvel também é uma oscilação, com a diferença de que o que oscila é a intensidade da corrente elétrica. Vamos dar exemplos práticos, para que esses conceitos fiquem bem claros. Imaginemos um atleta corredor, que fizesse o seguinte treino: o trajeto a ser percorrido por ele seria de 1000 metros. Iniciaria a corrida, aumentando a velocidade gradualmente até 20km/hora (333metros por minuto), ao atingir essa valor, reduziria aos poucos até a parada, para repetir esse ciclo várias vezes até completar os 1000 metros. Por meio do gráfico abaixo, vemos claramente que é uma oscilação, no sentido de que ocorrem re petições ordenadas de procedimentos:

É muito importante que esse conceito de oscilação, tão conhecido pelos físicos e técnicos de eletrônica, fique bem assimilado nas mentes de todos, pois o que ocorre em nossos veículos é exatamente isso. Vejamos mais um exemplo do que ocorre em nossos aparelhos de televisão:

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Neste segundo gráfico, vemos um exemplo de uma onda retangular, onde percebemos nitidamente a oscilação da voltagem da corrente elétrica e a forma dessa oscilação. Vejamos mais um gráfico de oscilação em que ocorre mudança de polaridade:

Essa onda senoidal é a que alimenta nossas residências de eletricidade, na freqüência de 60 Hz, que quer dizer 60 ciclos por segundo. Existem também as ondas eletromagnéticas, já explicadas em estudos anteriores. Essas oscilações, que são movimentos, estão presentes em todos os planos e níveis de evolução, em todos os reinos, em todos os planos, na ação dos raios, nos relacionamentos humanos, planetários, de sistemas solares, de sistemas de sois formando veículos de expressão de Logos Cósmicos, de sistemas de Logos Cósmicos constituindo corpos de manifestação do Parabrahma Cósmico, conforme Mestre Tibetano chama e assim por diante. No futuro, quando o ocultista for realmente um cientista, ele analisará o que ocorre nos corpos do homem à luz das formas de onda, freqüência e intensidade das oscilações das partículas. No momento poucos, muito poucos, têm essa concepção, que está baseada nos ensinamentos do Mestre Tibetano, este Grande Cientista do Ocultismo, que tanto tem ajudado a humanidade na busca do conhecimento verdadeiro e autêntico. Essa interação de ondas conduz à máxima sintonia, o que leva à terceira qualidade: Ritmo - É o ponto de equilíbrio, máxima sintonia, máximo alinhamento ou fase das ondas e a conseqüente estabilidade. A busca desse ponto é longa. Procuremos esclarecer estes conceitos por meio de gráficos. Abaixo temos 2 esferas oscilando nas mesmas freqüência, forma de onda e fase,
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próximas entre si. Pela Lei de Economia não haverá conflito entre essas esferas, nem perdas ou distorções, dando-se então a máxima transferência de energia, com benefícios mútuos. É um exemplo de atração. Essas esferas estão aptas a constituírem uma forma.

Outro exemplo de sintonia, por fase:

Neste gráfico vemos 3 casos de fase: fora de fase (no exemplo 90 graus), havendo distorção e perda de rendimento; em fase, quando o rendimento é máximo; em oposição total, quando um ciclo de uma onda começa num sentido (polaridade), o ciclo da outra começa em sentido oposto (polaridade oposta). Nesses casos temos de ver também a freqüência das 2 ondas. Um exemplo amplamente conhecido de ondas em fase é o laser, no qual as ondas luminosas estão perfeitamente em fase, produzindo os efeitos que todos conhecem. Esse tipo de análise parece nada ter a ver com o esoterismo, mas tem e muito. Embora tenhamos apenas considerado as qualidades do movimento da matéria,
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não podemos esquecer nunca que os efeitos dessas qualidades constituem alimentação para a consciência. Usando a linguagem da eletrônica, essas ondas da matéria são o ³input´ (entrada) para a consciência, na qual provocam alterações, que produzem ³output´ (saída) não só através dos mecanismos de ação (carmaindryas), como nos próprios veículos. Os efeitos na consciência serão estudados mais tarde, ao longo do Tratado sobre Fogo Cósmico. Logo existe uma correlação entre freqüência e forma de onda dos movimentos da matéria dos corpos do homem e sua consciência. Analisando-se pois esses parâmetros, poderemos tirar conclusões sobre o que ocorre na consciência, o que será utilíssimo no trabalho de cura e para acelerar o processo evolutivo. Quando ocorre o equilíbrio perfeito (que sempre é relativo), são produzidos alguns efeitos específicos, que parecem ser contraditórios e paradoxais, como diz o Mestre Djwal Khul, mas se reflexionarmos profundamente, usando a lei da Analogia, que Ele tanto recomenda e que nós usamos, quando fazemos a comparação com os fenômenos da eletrônica e colocamos os resultados ante a meta da evolução, concluiremos que são perfeitamente lógicos e coerentes. Esses efeitos são: a. A desintegração da forma - é evidente, porque se o objetivo foi alcançado, o instrumento (a forma) não é mais necessário. b. A liberação da essência confinada na forma - é lógico, porque o Espírito ou a Mônada atingiu seu objetivo e não tem mais nada a fazer com a forma. c. A separação da Mônada e da matéria (forma) - também conseqüência evidente. d. O fim de um ciclo, seja humano, planetário, solar ou cósmico. e. A obscuração e o fim da objetividade ou manifestação, que não significa o término da existência. f. A reabsorção da essência e novamente a fusão da matéria diferenciada com a raiz da matéria - no caso da desintegração do sistema solar considerando o físico cósmico (os sete planos, do físico sistêmico ao adi), as energias do Logos Solar que constituem as Terceira e Segunda Emanações e que geraram o sistema, são recolhidas por ELE e então cessa a diferenciação, pelo término do movimento, restando apenas a matéria raiz, enriquecida pelas experiências adquiridas e que será utilizada em outro grande ciclo solar (outro sistema solar). Nada se perde. g. O fim do tempo e do espaço, como os compreendemos. É óbvio, uma vez que os conceitos de tempo e de espaço estão intimamente ligados à matéria. h. A unificação dos três fogos e a combustão espontânea, se assim podemos expressar -Ocorrendo a sintonia perfeita entre os três fogos, haverá a máxima transferência de energia entre eles, com o máximo de rendimento e ganho, surgindo então um pico de energia, como se diz na linguagem da física, que leva à combustão total. i. A atividade sintética da matéria nos três tipos de movimento - giratório, em espiral-cíclico e progressivo - cujo movimento unificado será produzido pela interação dos fogos da matéria, da mente e do Espírito -

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muito claro e explícito, o Mestre já disse tudo, sem necessidade de mais explicações. Concluindo, podemos afirmar que quando o ponto de equilíbrio ou ritmo é alcançado, por um sistema cósmico, solar, planetário (uma cadeia) no caso d o macrocosmos e em qualquer corpo do homem (o microcosmos), então o morador é liberado da prisão; pode retirar-se à sua fonte de origem, abandonando a envoltura que lhe serviu de cárcere e sai do meio ambiente que utilizou para adquirir experiência e foi o campo de batalha entre os pares de opostos (Mônada e matéria). A forma ou envoltura, qualquer que seja a classe, automaticamente se desintegra. No próximo estudo, em 21/11/2003, veremos O Movimento de Rotação e o Simbolismo, nas páginas 152, 153 e 154 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 14-NOV-2003

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O Movimento de Rotação e o Simbolismo (Páginas 152, 153 e 154 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Existe um princípio universal sobre o simbolismo: ³ Toda esfera giratória de matéria pode ser representada empregando-se os mesmos símbolos gerais cósmicos, que se utilizam para representar a evolução.´ (Mestre Tibetano) 1. O círculo - Simboliza o ³círculo não se passa´ da matéria indiferenciada, em outras palavras, os limites impostos pelo Logos Solar, quando define o espaço dentro do qual vai vivenciar e desenvolver mais um grande ciclo de sua escalada evolutiva cósmica, através da quantidade de matéria cósmica selecionada, para Ele formar e construir as muitas combinações, de acordo com o seu propósito e através desse veículo relacionar-se com o mundo cósmico ambiental e os Grandes Seres Cósmicos, não só seus Pares como seus Superiores, melhor dizendo, Os que estão acima d´Ele. Sob o ponto de vista etérico representa um sistema solar ou o corpo logóico, um planeta ou o corpo de um Homem Celestial (Logos Planetário) ou um corpo humano, no caso da manifestação inicial e uma só célula no corpo humano ou animal, um átomo químico ou físico. Não esquecer que o etérico para o Logos Solar é o conjunto dos planos búdico,

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átmico, monádico e adi. 2. O círculo com o ponto no centro - Significa o calor latente no coração da matéria; o ponto de fogo, o instante da primeira atividade giratória, o primeiro esforço provocado pelo calor latente, efetuado pelo átomo para chegar à esfera de influência de outro átomo, o que é a primeira irradiação, o primeiro esforço de atração e a conseqüente repulsão, dando como resultado: 3. A divisão do círculo em duas partes - Marca a rotação ativa e o início do movimento do átomo de matéria (além do movimento de rotação em torno do próprio eixo), expandindo a influência do ponto positivo dentro do átomo de matéria, até que o raio dessa esfera de influência se estenda do centro à periferia. No local em que essa influência (a vida interna manifestando-se como fogo tríplice) toca a periferia, é estabelecido um contato com a influência advinda dos átomos vizinhos; assim inicia-se a irradiação (relação eu-não eu) e surge o ponto de depressão, que caracteriza a afluência (entrada) e a efusão (saída) de força e calor. Aqui somente é explicado como aplicar os símbolos cósmicos à matéria e nos ocupamos da manifestação, de um ângulo estritamente material. Exemplificando, usamos o símbolo do ponto dentro do círculo para representar a esfera da matéria e o ponto de calor latente. Não tratamos aqui da matéria conformada e qualificada por um ente, que representa para a matéria à qual deu forma um ponto de vida consciente, pois aí surgem infinitos outros movimentos secundários. Estamos considerando unicamente a matéria, o calor latente e o efeito produzido pelo movimento giratório do calor irradiante e a conseqüente interação entre os grupos atômicos. Resumindo, estamos estudando apenas o movimento das envolturas, o que faremos também na quinta divisão, O Movimento e os Centros. 4. A divisão do círculo em quatro partes - Este é o verdadeiro círculo da matéria, a cruz de braços iguais do Espírito Santo (O Terceiro Aspecto, Brahma), personificação da matéria inteligente ativa. Este símbolo representa a qualidade quadridimensional da matéria e a penetração do fogo em quatro direções; sua tríplice radiação está simbolizada nos triângulos formados pela quádrupla cruz. De fato os quatro setores do círculo gerados pela cruz dentro do círculo podem ser olhados como quatro triângulos, conforme se vê na figura abaixo:

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Não significa que o átomo realize quatro revoluções, mas a qualidade quadridimensional da revolução, que é a meta perseguida. Temos várias maneiras de entender essa quadridimensionalidade. Os movimentos referentes aos três fogos são: rotação - fogo por fricção , espiral-cíclico - fogo solar , progressão - fogo elétrico, somando, temos: rotação + espiral + cíclico + progressão = 4. Um outro modo é: o terceiro aspecto, atividade inteligente da matéria se divide em quatro atributos: harmonia pelo conflito, conhecimento concreto, idealismo devocional e organização/magia cerimonial, que são qualidades. Vejamos os movimentos dos chacras. Primeiro a rotação de cada partícula componente, segundo o movimento que vai do núcleo do chacra à periferia e retorna ao núcleo, terceiro a oscilação das partículas e quarto o giro de todos esses três movimentos simultâneos em torno de um eixo, como um prato girando, conforme se vê no desenho abaixo:

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Esses quatro movimentos são expressões na matéria de qualidades essenciais para a evolução não só dela como do Espírito ou Mônada, que a utiliza em seu processo. Atualmente, na quarta ronda e quarta cadeia, essa meta já começou a ser percebida e entendida, em graus diferentes, é claro, conforme o nível evolutivo de cada um, ou seja, alguns entendem-na em maiores clareza e profundidade, outros de forma ainda distorcida. A medida que se desenvolve no átomo a quinta espirila ou quinta corrente de força e o homem pode entender o movimento giratório quadridimensional, reconhecer-se-á a exatidão deste símbolo. Constatar-se-á então que todas as envolturas, em sua progressão da inércia ao ritmo, passando pelo movimento, percorrem todas as etapas, sejam as envolturas logóicas, os raios em que se ocultam os Homens Celestiais, os planos que formam os corpos de certas Entidades Solares, o corpo causal (a envoltura do Ego ou Alma no plano mental), a constituição etérica do corpo físico humano ou uma célula desse corpo etérico. Estas formas materiais (que existem em matéria etérica, a verdadeira matéria de todas as formas) são inicialmente ovóides indiferenciados, logo giram ativamente ou manifestam calor latente, em seguida expressam dualidade ou fogo latente e irradiante; a conjunção de ambos dá por resultado a atividade quadrimensional, a roda ou forma que gira sobre si mesma. 5. A suástica - Fogo que se estende não só da periferia ao centro em quatro direções, como também circula e irradia gradualmente desde a periferia e ao redor de toda ela. Isto significa uma atividade total em todos os aspectos da matéria, até que finalmente temos uma roda ígnea e

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flamejante que gira em todas as direções, com irradiantes canais de fogo, que vão do centro ao ³círculo não se passa´ - fogo para dentro, para fora e ao redor, até que a roda se consuma e somente resta fogo perfeito. Abaixo um desenho ilustrativo:

Devemos analisar esses movimentos como efeitos de qualidades da Mônada, através da Alma, na matéria. Quando esses movimentos atingem a perfeição estabelecida para o atual grande ciclo, a matéria é redimida e é este o verdadeiro significado da expressão ³redenção da matéria´. No caso do homem, essa redenção ocorre na quarta Iniciação planetária, a segunda Solar. No caso do Logos Solar, quando Ele recebe a Quarta Iniciação Cósmica. No próximo estudo, em 28/11/2003, trataremos do Movimento e os Centros, páginas 154 e 155 do Tratado sobre Fogo Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 21-NOV-2003

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O Movimento e os Centros (Páginas 154 e 155 do Tratado sobre Fuego Cósmico) A relação entre o movimento e os centros pode ser estudada sob três óticas. Muito foi dito e escrito e ainda continua sobre os centros ou chacras. Paira um grande mistério sobre o assunto, o que levou muitos a entrar numa área que não lhes compete. Neste estudo serão proporcionadas informações para esclarecer um pouco esse tema e apresentar um novo ponto de vista, para a pesquisa e o entendimento destes complicados tópicos. Em hipótese alguma serão fornecidas instruções para vivificar e ativar os centros. Cabe aqui uma importante e solene advertência. O homem deve levar uma vida de elevado altruísmo e adotar uma disciplina que controle e refine seus corpos inferiores. Uma vez feito istoe elevada e estabilizada sua vibração, descobrirá que o desenvolvimento e a conseqüente atividade dos centros efetuaram-se paralelamente e a tarefa prosseguiu na direção certa, sem a sua participação direta. Grande perigo e deploráveis calamidades ameaçam o homem que desperta os centros, empregando métodos ilegítimos e experimentando com os fogos do seu corpo, sem ter o necessário conhecimento técnico. Pelo esforço poderá despertar os fogos e intensificar a atividade dos centros, sofrerá porém o castigo de sua ignorância, destruindo a matéria, queimando os tecidos do corpo ou do cérebro, provocando a demência e abrindo as portas para energias indesejáveis e destruidoras. Não é covardia ser prudente e cuidadoso com referência às questões da vida subjetiva. Em conseqüência o estudante deve fazer três coisas: 1. Purificar, disciplinar e transmutar sua tríplice natureza inferior (corpos físico, astral e mental). 2. Buscar o conhecimento de si mesmo e equipar o corpo mental; o corpo causal há de ser construído através de bons pensamentos e ações. Isto significa entender a construção e funcionamento de seus três corpos inferiores, físico, astral e mental (inferior e causal), o que pode ser amplamente conseguido pelo estudo profundo do Tratado sobre Fogo Cósmico, do Mestre Djwal Khul e assim acelerar em muito sua evolução. 3. Servir a sua raça com total abnegação, o que inclui passar conhecimentos. Assim procedendo ele cumpre a Lei, condicionando-se para receber treinamento e capacitar-se para receber a culminante aplicação do Cetro de Iniciação. Dessa forma minimizará os riscos de despertar os fogos. Toda a intenção dessa divulgação de informações é projetar mais luz sobre os centros, demonstrar suainter-relação e explicar os efeitos produzidos pelo correto desenvolvimento. Para isso, como já foi dito, dividiremos o tema nas s eguintes partes: 1. 2. 3. 4. A natureza dos centros. Os centros e os raios. Os centros e o kundalini. Os centros e os sentidos.

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5. Os centros e a Iniciação. Pelo acima exposto vê-se que o assunto não só é amplo como complexo. Isto é devido a que a atual humanidade está obrigada a aceitar as afirmações daqueles que alegam saber (a Hierarquia), porém até que o homem consiga a clarividência, não estará em condições de comprovar o que lhe é dito. Quando ele puder ver e provar por si mesmo, então ser-lhe-á possível verificar estas afirmações; todavia o momento ainda não chegou, exceto para uns poucos (os que já passaram pelo menos pela segunda Iniciação). Não podemos esquecer nunca que estamos estudando a relação entre o movimento e os centros ou chacras. Como os chacras são constituídos de átomos e moléculas, que efetuam movimentos, podemos entender claramente que, conforme a fonte da energia que atua nos chacras, variarão o movimento e seus efeitos na consciência e no comportamento. São quatro as fontes de energia que podem agir nos chacras, conforme discrimina o Mestre. Nesta etapa iremos estudar esses efeitos, sem descer a muita profundidade, olhando mais o movimento em si. Podemos concluir, tendo em vista o acima dito, que se pudéssemos ver a forma do movimento executado pelas partículas dos chacras, estaríamos capacitados em diagnosticar o estado de consciência e o comportamento das pessoas, o que seria de grande valia para a compreensão e o trabalho de cura. Essa conclusão é análoga à técnica muito empregada na eletrônica, quando, através de um aparelho chamado osciloscópio, o técnico pode ver as diversas formas de onda presentes em diversos pontos do equipamento (uma televisão, umvideocassete etc) e descobrir o defeito, com base nas alterações dessas formas. Formas de onda são movimentos de partículas, no caso elétrons. Quando a humanidade for dotada de clarividência etérica e astral, ficará comprovado tudo isso. Os que estão indo mais depressa, já têm a certeza. No corpo mental ocorrerá o mesmo, quando surgir a clarividência mental. O item 4, os centros e os sentidos, é muitíssimo interessante, importante e prático, pois nos dá uma visão de grande amplitude e profundidade em relação aos sentidos, desde o corpo físico até o corpo átmico. Essa visão, proveniente das explicações claras e lógicas do Mestre, permite que entendamos, com crescente clareza, os modos de vida nos diversos planos, do físico ao átmico. A expressão ³crescente clareza´ significa que, a cada vez em que meditamos sobre o assunto, obtemos mais clareza e percebemos coisas antes não vistas, o que é o mesmo que enxergar os muitos reinos de Deus, os quais teremos de dominar, passo a passo, para prestarmos serviços mais elevados, mais sofisticados, mais importantes e mais úteis ao nosso Logos Planetário, simultaneamente com a maior plenitude de vida. É assim que será compreendida a atividade dos Mestres nesses planos, como, por exemplo, a natureza do trabalho deles e seus discípulos (iniciados) nas pétalas do chacra cardíaco do Logos Planetário. Nós consideramos esse item 4 o mais importante e esclarecedor, por causa dessa visão clara e lógica dos mundos sutis, o que nos levou a um maior esforço no sentido de acelerar conscientemente o nosso processo evolutivo, através de toda

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a técnica explicada pelo Mestre. Se todos puderem entender com clareza o que vai ser explicado mais adiante sobre esses tópicos, conseguindo perceber com nitidez como é a ação do Iniciado nesses mundos sutis, com a mesma nitidez com que entendemos a ação aqui no mundo físico, ficará enormemente facilitada a compreensão de tudo o que será tratado na segunda parte do livro. Todos só terão a ganhar, pois, com a convicção oriunda do claro entender, o esforço será muito menor, já que a própria felicidade da vida mais plena estimulará fortemente, assim como já ocorreu em nós e o desapego das coisas materiais será automático, simplesmente pela substituição para metas maiores e mais amplas, que nem a traça nem a ferrugem conseguem destruir. Porém é bom que saibam que, quando um plano sutil é conquistado, o Iniciado não pode ficar preso a ele definitivamente, porque assim que a conquista ocorre, por maior que seja a plenitude de vida, descortina-se um outro plano mais sutil e de maior plenitude a ser conquistado, prosseguindo isso ao infinito, mesmo quando o Iniciado penetra no plano astral cósmico e outros mais elevados. O próprio Senhor do Mundo, SANAT KUMARA, ao receber a Nona Iniciação, a Terceira Cósmica e a Sétima Solar, a Grande Negação, terá de renunciar à vida no primeiro sub-plano do plano astral cósmico, no qualELE já participa no seu dia a dia da vida emocional do Logos Solar, para ingressar no segundo subplano do astral cósmico, para uma participação muitíssimo mais intensa da vida do Logos. Concluindo, é de grande importância o estudo detalhado desses tópicos, para que todos saiam do estado mental confuso para o claro e pleno de luz. Voltaremos em 5/12/2003, com o tópico A Natureza dos Centros, nas páginas 155, 156, 157 e 158 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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A Natureza dos Centros (Páginas 155, 156,157 e 158 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Não serão aqui tratados todos os centros, mas aqueles mais importantes para a quíntupla evolução do homem. Conforme já foi dito, o homem, ao terminar sua longa peregrinação, terá passado, no regresso à sua origem, pelos cinco reinos da natureza: 1. mineral, 2. vegetal,
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3. animal, 4. humano e 5. super-humano ou espiritual (dos Iniciados e da Hierarquia), e terá desenvolvido plena consciência nos cinco planos: 1. 2. 3. 4. 5. físico, astral ou emocional, mental, búdico ou intuicional e espiritual, átmico ou nirvânico,

por meio dos cinco sentidos e suas analogias nos corpos dos respectivos planos: 1. 2. 3. 4. 5. audição, tato, visão, paladar e olfato.

Quando chegar a quinta ronda (a próxima), três quintos da família humana terão alcançado este desenvolvimento (os que conseguirem, desde que já estejam se esforçando agora)e os cinco sentidos estarão plenamente ativos nos três planos, físico, astral e mental. Os outros dois planos, búdico e átmico, serão dominados nas duas ron das restantes. Deve ser realçado aqui um fato pouco conhecido. Nesta quíntupla evolução do homem e neste sistema solar, as duas últimas rondas de qualquer ciclo planetário e as sexta e sétima raças raízes de tais ciclos sempre são sintetizadoras. Sua função é reunir, consolidar e sintetizar o realizado nas cinco anteriores. Por exemplo, na atual raça raiz, as sexta e sétima sub-raças sintetizarão e fundirão o que as cinco anteriores produziram. A analogia está no fato de que neste sistema solar os dois planos superiores ( logóico ou divino ou adi e o monádico) são sintetizadores. O logóico é para o Logos, o qual extrai a essência do manifestado e desenvolvido, o monádico é para a Mônada, a qual extrai e recolhe os frutos das experiências vivenciadas durante a objetividade. O estudo versará sobre os centros relacionados com a evolução dos corpos sutis, a evolução da psiquê e não os vinculados com a evolução e propagação do corpo físico denso. Tais centros são cinco e sua localização é a seguinte: 1. na base da coluna vertebral, o básico, o único centro estudado que produz efeitos físicos; 2. no plexo solar, o umbilical, o centro mais importante do ponto de vista astral; 3. na laringe, o laríngeo, o mais importante do ponto de vista mental; 4. na área do coração, o cardíaco, que se liga esotericamente com o plano búdico; 5. na parte superior da cabeça, o coronário, vinculado com o plano átmico.

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Não serão tratados os centros inferiores da procriação, o sacro, nem o do baço, o esplênico, que se relaciona diretamente com o corpo etérico e é o transmissor de prana. Este último já foi tratado anteriormente. Os centros ou chacras do homem são produzidos pelos fogos emanados pela sua Mônada, através do canal ou condutor desses fogos, que vai da Mônada à Alma ou Ego e daí para o corpo etérico, por um processo que podemos chamar de reflexão, passando pelos corpos mental e astral. Eles não são órgãos no sentido com que o homem está acostumado, sendo mais usinas geradoras de forças, que alimentam e vitalizam o corpo denso, quando são distribuídas pela rede de condutores ou canais do corpo etérico. São vórtices porque os fogos emanados pela Mônada provocam nas partículas dos diversos corpos esse tipo de movimento. A vinculação com a parte densa ou objetiva é indireta e não direta, sendo pois um efeito. Esses fogos, como ocorre em todo o mundo fenomênico, são transportados por átomos dos diversos planos, à semelhança do fóton que penetra no elétron e o energiza e do elétron ao transporta carga elétrica, como ensina a física. Vemos portanto que os chacras estão ligados à Mônada, aspecto Vontade, Imortalidade (a Mônada é imortal e todos nós somos realmente Mônadas imortais, que estão sempre evoluindo e crescendo e não somos em hipótese alguma corpos perecíveis), Existência, Vontade de Viver (viver no verdadeiro e amplo sentido e não apenas no mundo físico). Estão os chacras ligados também aos poderes inerentes à Mônada, que é Vida Divina. Podemos concluir portanto que os chacras estão diretamente ligados às energias da Vida Divina, a imortal Mônada. Olhando o Macrocosmos, constatamos que por trás dos movimentos giratórios e em vórtice das nebulosas estão os grandes chacras ou centros cósmicos, surgindo a partir desses movimentos os astros de forma esférica. Cada astro é a expressão da ³vontade de viver´ de alguma Entidade Cósmica e a força atuando em vórtice, construtora, solidificadora e que dá coerência à forma, é a força de algum Ser Cósmico. Os centros cósmicos que alimentam o nosso sistema solar estão no corpo mental cósmico do nosso Logos Solar e são por assim dizer controlados por Seres Cósmicos das sete Plêiades. Daí por reflexão geram centros correspondentes no corpo astral cósmico do Logos, que por sua vez geram centros na matéria monádica de seu corpo físico cósmico, para por sua vez refletirem-se na matéria búdica (quarto éter cósmico) de seu corpo físico cósmico e finalmente, após passarem pela matéria mental e astral, surgem como centros refletidos na matéria do quarto éter físico, como planetas sagrados. Esta interpretação da atividade de Seres Cósmicos pertencentes a outras estrelas, como é o caso de Alcione, a mais brilhante das Plêiades, dentro do corpo mental cósmico do nosso Logos Solar, requer uma explicação muito mais detalhada, a qual não é possível no momento, uma vez que será necessária uma sólida base de conhecimentos, base essa que demanda um longo tempo para ser passada. Resumindo, os Homens Celestiais (Logos Planetários) possuem centros em três
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planos solares: a. no plano monádico, o plano dos sete raios. b. no plano búdico, onde os Mestres e seus discípulos constituem os 49 centros dos corpos dos sete Homens Celestiais (Mestres e discípulos dos sete esquemas planetários sagrados, que não incluem o nosso esquema terrestre). c. no quarto éter físico, o quarto sub-plano físico, onde se encontram os planetas sagrados, corpos de matéria etérica dos sete Homens Celestiais. Façamos agora uma analogia com o microcosmos, o homem. Nele os centros estão localizados no plano mental, em seu corpo mental, onde se origina o impulso que leva à existência no plano físico, a vontade de encarnar. Ocorre sua reflexão no plano astral, em seu corpo astral, para em seguida refletirem-se em seu corpo etérico, sustentáculo do corpo denso, provocando assim a objetividade da Mônada humana, analogamente ao que oco rre com os Logos. Observem que analogia não significa que os processos sejam idênticos, pois há uma grande diferença, simplesmente quer dizer que existe uma correspondência de funções. Oportunamente esclareceremos detalhadamente esse assunto. Podemos afirmar com convicção e certeza científica que os centros estão formados em sua totalidade por correntes de força que partem da Mônada e passam pelo Ego ou Alma. Aí está a explicação para o segredo da aceleração gradual das vibrações dos centros, quando o Ego, pela primeira vez, começa a atuar e controlar a personalidade ou os veículos inferiores. Logo, depois da primeira Iniciação, a Mônada faz o mesmo, com mais intensidade a cada Iniciação, provocando mudanças e aumentando a vitalidade dentro destas esferas de fogo ou força vital pura (os centros ou chacras). Continuaremos este estudo em 12/12/2003.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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A Natureza dos Centros (continuação) (Páginas 158, 159, 160 e 161 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Continuemos o estudo da natureza dos centros. Quando o homem consegue fazer com que seus centros funcionem corretamente, eles passam a constituir literalmente o ³corpo de fogo´, a verdadeira transmutação, o veículo final para a Mônada e seu Ego, nos planos físico, astral e mental, aproximando-se então o dia da glória, a quarta Iniciação, a total libertação dos mundos inferiores. É o corpo incorruptível (citado por Paulo de Tarso), o produto da evolução, o resultado final da fusão total dos três fogos, que destroem a forma, que não é mais necessária. Fica somente a chama pura, síntese dos sete centros

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flamejantes, que ardem com o máximo de intensidade. Neste fogo trino prevalece o elétrico, o dominante, em perfeita sintonia com os demais, porém sendo o regente supremo. Os dois pólos (Espírito e matéria) uniram-se completamente através do filho, a consciência, o fogo solar, a Alma. Por isto foi dito: ³ Nosso Deus é um fogo consumidor.´ (a Bíblia, Cor. I, XV, 53) Três centros são chamados maiores, porque expressam os três aspectos da Mônada: Vontade, Amor -Sabedoria e Inteligência Ativa, os quais são: 1. O centro coronário - representando a Mônada, a Vontade ou o Poder. 2. O centro cardíaco - representando a Alma ou o Ego, o Amor-Sabedoria. 3. O centro laríngeo - representando a Personalidade, a Inteligência Ativa. Os outros dois, o básico e o umbilical estão relacionados respectivamente com os corpos etérico e astral. Cabe aqui lembrar que são sete os centros sagrados, incluindo o sacro, que não é tratado neste estudo e o frontal (entre as sobrancelhas), que na realidade faz parte do coronário, com o qual se funde totalmente no final do processo evolutivo humano nos planos inferiores. O centro laríngeo é o sintetizador da vida da personalidade e está claramente vinculado com o plano mental. Como já vimos no último estudo, o homem em consciência cerebral está conectado (no início só potencialmente) com os cinco planos de evolução (físico, astral, mental, búdico e átmico), através dos cinco centros físicos, da seguinte forma: centro básico e sacro (como um só) com o físico, umbilical com o astral, laríngeo com o mental, cardíaco com o búdico e o coronário (abrangendo o frontal) com o átmico. O centro alta maior ou carótido, depois de sua ativação e ligação com a coluna vertebral etérica, tarefa que o homem tem de realizar, une-se ao coronário e é sumamente importante na atividade mental. Não podemos esquecer que o centro básico é também sintetizador, pois todo ponto situado na região mais baixa é onde tudo se reflete com maior intensidade, em toda a manifestação. Também é nele que se reflete a fusão dos três fogos da matéria: reação nervosa, emanação prânica e calor corpóreo, para em seguida ocorrer a segunda fusão com o fogo de manas e solar da Alma e por último com o fogo elétrico da Mônada, quando se dá a consumação final. Embora essas fusões se realizem no centro entre as omoplatas, elas são refletidas no básico. Esses centros, vistos como vórtices de fogo pelo clarividente, estão localizados nas seguintes regiões do corpo etérico: 1. 2. 3. 4. 5. Na base da coluna vertebral, o básico. Entre as costelas, logo abaixo do diafragma, o umbilical. Na zona que abrange o mamilo esquerdo, o cardíaco. No centro da laringe, o laríngeo. Na cabeça, abrangendo o coronário, na cúspide e o frontal entre as

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sobrancelhas. Segundo C. W. Leadbeater, no livro Vida Interna, Tomo I,pag. 407 -460, as cores e os números de pétalas dos centros são esses: 1. 2. 3. 4. 5. Básico: quatro pétalas em forma de cruz e cor laranja. Umbilical ou plexo solar: dez pétalas e cor rosa mesclado de verde. Cardíaco: doze pétalas e cor dourada resplandecente. Laríngeo: dezesseis pétalas e cor azul prateada, predominando a azul. Coronário, em suas duas partes:

frontal, com dois lóbulos de 48 pétalas cada um, totalizando 96, de core s rosa e amarela um e azul e púrpura o outro; coronário, com dois vórtices: o interno, com doze pétalas na cor branca ouro (o mais importante e ligado ao cardíaco) e o periférico, com novecentas e sessenta pétalas secundárias dispostas em torno do interno. Somando todas as pétalas (do frontal e do coronário em seus dois vórtices), obtemos um total de um mil e sessenta e oito pétalas, o que significa trezentas e cinqüenta e seis triplicidades: 3 x 356 = 1.068. Esses números possuem um significado oculto, que não será pesquisado no momento. À semelhança da Mônada, que tem três aspectos e sintetiza os sete princípios do homem, o centro coronário tem dentro do seu campo de força sete centros, dos quais três são chamados maiores e quatro menores, todos sintetizad os por ele. Esses sete centros estão na cabeça do homem e a cada um corresponde um pequeno órgão no cérebro. Quando estão ativos e unidos, são vistos coroados pelo coronário. Existem três órgãos físicos no cérebro denominados: glândula pineal, expressão do coronário, glândula pituitária, regida pelo centro frontal e o centro físico chamado alta maior, comandado pelo centro etérico de mesmo nome, que sintetiza quatro centros menores. Há uma íntima relação entre os centros laríngeo e alta maior, cardíaco e frontal (pituitária), coronário e pineal. Essas relações podem ser muito úteis na meditação, para o aperfeiçoamento consciente e científico do corpo físicoetérico. Uma informação de grande importância é a seqüência de triângulos formados por centros, no processo de intensificação, fusão e transferência dos fogos, ao longo da evolução do homem, servindo esses triângulos como indicadores do nível evolutivo. Essa seqüência depende do raio da Mônada. Temos então:

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1. O triângulo prânico: baço - o centro nas costas abaixo do diafragma centro entre as omoplatas. O homem unicamente material. 2. Básico - umbilical - cardíaco. O homem regido pelo seu corpo astral. 3. Básico - cardíaco - laríngeo. O homem regido pelo seu corpo mental. 4. Cardíaco - laríngeo - os quatro centros menores da cabeça, sintetizados pelo alta maior. O homem parcialmente regido pelo Ego, o homem avançado, o aspirante. 5. Cardíaco - laríngeo - os sete centros da cabeça. O homem espiritual, até a terceira Iniciação. 6. Cardíaco - os sete centros da cabeça - o coronário. O homem espiritual, até a quinta Iniciação. Quando os fogos estão enfocados em um triângulo, não significa que não circulem em outros, mas sim que naquele a intensidade e o brilho são muito maiores, como também a fusão ocorre a uma velocidade maior. Pela visão desses triângulos, o Instrutor pode avaliar o progresso do discípulo. Quando o homem, após a terceira Iniciação, aproxima -se rapidamente da quarta, todos os triângulos estão ativos e brilham intensamente, havendo, é lógico, uma graduação de intensidades. Como nessa fase cada centro gira sobre si mesmo, como um prato girando em torno do próprio eixo, ele adquire o aspecto de uma esfera de fogo, lançando centelhas para todos os lados. Como são três centros interligados, a aparência do triângulo é de uma grande esfera flamejante, na qual se vêm os fogos circulando entre as esferas menores. Porém a visão do triângulo da cabeça é a mais impressionante. Do alto do coronário destaca-se um fluxo belíssimo de fogo para cima, com o matiz do raio da Mônada, encontrando-se com outro fluxo, que desce, com o fogo elétrico da Mônada. Este espetáculo marca a libertação do jugo dos três corpos inferiores, em virtude do total domínio do Iniciado sobre eles e, conseqüentemente, sobre os três planos inferiores. É o seu momento de maior glória, pois está pronto para ficar face a face com o Senhor do Mundo, SANAT KUMARA, a encarnação do Logos Planetário. Neste estágio, são muitos os movimentos dos centros, sendo por isso que são denominados multidimensionais. Vejamos esses movimentos: rotação dos átomos em torno do próprio eixo, oscilação dos átomos, movimento deles em vórtice, formando as pétalas ou raios, rotação de todo o conjunto em torno do centro, rotação do conjunto em torno do próprio eixo, pulsação do conju nto e outros, simultâneos. Essa triangulação e esses movimentos ocorrem também nos centros dos corpos astral e mental, o que transforma a visão simultânea dos três corpos em algo

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muitíssimo mais belo e arrebatador. A grandiosidade e a beleza desse espetáculo são indescritíveis e somente aqueles que conseguem captar os significados, através do intenso raciocínio analítico e dedutivo, iluminado pela mente abstrata,estão em condições de percebê-las em sua visão interior. Quando isso acontece com o Iniciado (p ara essa visão é necessário ter pelo menos a segunda Iniciação), sua certeza e convicção adquirem um tal grau de solidez, que nada pode abalá -las, simplesmente porque ele viu dentro de si. É nossa firme e indesviável intenção passar para todos, dentro da capacidade de alcance de cada um, o que sabemos e percebemos interiormente, adaptando-o a uma linguagem compreensível, com o único objetivo de que todos consigam acender a chama interior, levantem os véus de maia e da miragem, enxerguem o verdadeiro caminho para a Iniciação, anunciado pelo sr. CRISTO e conquistem a felicidade duradoura, que não depende de fatores externos. Essa nossa intenção é inspirada na do Mestre Tibetano e de toda a Hierarquia. Continuaremos em 19/12/2003. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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A Natureza dos Centros (continuação) (Páginas 161, 162 e 163 do Tratado sobre Fuego Cósmico) Vamos descrever agora a evolução dos centros à luz dos símbolos. 1. O círculo. Nesta etapa o centro tem a aparência de um pequeno prato de fogo, que o envolve totalmente, porém é muito débil. A rotação é bastante lenta, a tal ponto que é quase imperceptível. É a situação do homem iniciando seu processo evolutivo, o homem lemuriano, quando era mais animal que homem. O cérebro estava sendo preparado para a implantação da chispa da mente pelos Senhores da Chama, os Kumaras, que vieram do esquema de Vênus, liderados por SANAT KUMARA. Ao mesmo tempo o ANJO SOLAR, no plano causal, começava a construção do LOTO EGÓICO. 2. O CÍRCULO COM O PONTO NO CENTRO. Irrompe no ponto central do prato uma intensificação do fogo, que acelera a rotação. É a fase em que a mente inicia sua manifestação pelo homem, no final da raça lemuriana. O trabalho de construção do LOTO EGÓICO por parte do ANJO SOLAR está quase concluído, embora seu sacrifício continue por milhões de anos, pois tem de velar pela sua obra. 3. O CÍRCULO DIVIDIDO EM DOIS. O ponto de fogo no centro do vórtice
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torna-se mais forte e sua luminosidade aumenta. Pelo incremento da rotação, esse ponto se estende em duas direções opostas, dividindo aparentemente o vórtice em dois semicírculos. Devido à aceleração, a linha de fogo oscila para frente e para trás, o que faz crescer o brilho do centro. É o homem da raça atlantiana. 4. O CENTRO DIVIDIDO EM QUATRO. Nesta situação o ponto de fogo de maior intensidade no meio do centro, além do movimento horizontal, inicia outro movimento vertical, dividindo o centro em quatro quadrantes. Sua atividade fica enormemente incrementada. A roda gira juntamente com a cruz interna, lançando chispas de fogo em todas as direções no plano gerado pela superfície do centro, provocando um espetáculo de grande beleza. Indica que o homem alcançou um alto grau de desenvolvimento mental, correspondente à quinta raça-raiz, a atual. Ele tem conhecimento de suas atividades internas, na parte da personalidade, representada pelo braço horizontal da cruz, bem como com referência à parte espiritual, do Ego, expressada pelo braço vertical. Aproxima-se do caminho probatório. A personalidade ainda atua fortemente. 5. A SUÁSTICA. No final da fase anterior, as centelhas de fogo lançadas pelos braços da cruz começam a dar a forma de suástica ao conjunto, devido à rotação. Inicia-se então um novo movimento de giro em torno do eixo. O centro gira em torno de seu ponto central, ao mesmo tempo em que gira em torno de seu eixo. Assim ele gera uma esfera, que simultaneamente tem duas rotações: longitudinal e vertical. O homem está então no Caminho. Os raios ou pétalas da roda (conseqüência da evolução da cruz desde o ponto central) se fundem e misturam em um fogo que consome tudo. Lembramos que, embora tenhamos falado em cruz, que possui apenas quatro raios, ela não se refere às pétalas dos centros. Essas variam conforme o centro e são na realidade vórtices dentro do centro. Os raios (como raios de uma roda), sinônimos de pétalas, citados nesse contexto, nada têm a ver com os sete raios, qualidades da manifestação do Logos. Mestre Tibetano cita palavras simbólicas referentes ao tema em pauta, afirmando que a meditação sobre o assunto produzirá um efeito definido num dos centros, que deverá ser descoberto por cada um. Nossa interpretação é a seguinte: ³O segredo do Fogo encontra-se oculto na segunda letra da Palavra Sagrada.´: a palavra sagrada é AUM, que é uma abreviatura da frase (em sentido vibratório) que o Logos Solar está pronunciando para a realização de seu projeto e propósito. A letra A, a primeira, representa o sistema solar anterior, no qual o Logos desenvolveu o terceiro aspecto. No atual sistema, a letra é a segunda, o U, que expressa seu propósito atual, que é o Amor-Sabedoria-Razão Pura. Portanto o Fogo dominante agora é o Solar, do segundo aspecto ou raio. A forma da letra U traz a idéia de conter, de unir, de fundir. O mistério da vida acha-se oculto no coração.³ : como o coração (comandado pelo centro cardíaco) é regido pelo segundo raio, é ele onde a vida está
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ancorada. No atual sistema solar, a meta é expressar budi por manas, ou seja, expressar a vida do coração pelo centro laríngeo. Quando vibra o ponto inferior, quando o triângulo sa grado resplandece, quando o ponto, o centro médio e o ápice ardem, então os dois triângulos - o maior e o menor - fundem-se em uma só chama, que consome tudo.´ : o ponto inferior é o centro básico; o triângulo sagrado é formado pelos centros frontal, coron ário e alta maior; o ponto é o básico, o centro médio é o cardíaco e o ápice é o coronário; o triângulo maior é o da cabeça e o menor é o triângulo prânico, do qual o fogo unido salta para o centro alta maior. ³ O fogo dentro do fogo menor é fortemente impelido em seu progresso, quando o círculo do móvel e o imóvel, da roda menor dentro da maior, imóvel no tempo, encontra sua dupla saída, então brilha com a glória do duplo Uno e de seu sêxtuplo Irmão. Fohat se precipita através do espaço. Busca seu complemento. O alento do imóvel e o fogo do Uno, que vê o conjunto desde o princípio, apressam-se para unirem-se, e o imóvel transforma-se em uma esfera de atividade.´ : o fogo menor é o fogo tríplice da matéria (emanação prânica e calor corpóreo, unidos atualmente e reação nervosa), o fogo citado é o solar, da Alma ou Ego; o círculo do móvel é o central do coronário, de doze pétalas, o imóvel é o periférico de novecentas e sessenta pétalas do coronário, o círculo externo, que no começo não gira com muita velocidade; quando os dois, o móvel e o imóvel (o coronário duplo) consegue enviar o fogo solar do Ego para o centro frontal, que tem dois lóbulos, esquerdo e direito, totalizando 48 + 48 = 96 pétalas, é então que começa a brilhar a glória do duplo Uno (o duplo coronário) e de seu sêxtuplo Irmão (os seis centros sagrados), pois eles entram em plena atividade, multidimensional. Lembremos que 960 = 96 x 10. A partir daí o fogo elétrico da Mônada (Fohat) penetra no coronário e atinge os demais centros, iniciando a fusão dos três fogos, buscando seu complemento. O alento do imóvel (fogo solar da Alma) e o fogo do Uno (aqui o fogo da Mônada, que persegue a fusão dos três fogos desde o início) aceleram a união. Então o coronário (a periferia e a coroa central unificadas) transforma-se em uma esfera de intensa atividade. Temos pois nas palavras do Mestre Tibetano uma belíssima e poética descrição do que ocorre no ser humano, quando ele decide, usando verdadeiramente seu livre arbítrio, ser o condutor de sua evolução. No próximo estudo, em 28/12/2003,trataremos do importante tema Os Centros e os Raios, iniciando na página 163 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Raios (Páginas 163, 164 e 165 do Tratado sobre Fuego Cósmico) O assunto a ser estudado agora é de suma importância, porque o entendimento profundo e claro dos raios irá permitir não só que cada um acelere a própria evolução, como passe a compreender os efeitos provocados na civilização e nos reinos pelas entradas e saídas dos raios, na medida da aquisição de mais conhecimentos, é claro. O tema é muito amplo, mas dará uma base para reflexão, analogias, deduções e conjecturas inteligentes e racionais. Segundo as próprias palavras do Mestre Tibetano, o único objetivo para essas informações é proporcionar fatos fundamentais, sobre os quais, pelo emprego da imaginação, poderá ser erigida uma estrutura baseada em teorias lógicas, que permitirá duas coisas: Desenvolver a capacidade de ampliar e estender os conceitos mentais, que são expostos na Tratado sobre Fogo Cósmico e construir o antakarana - a ponte que devem construir, cientificamente e com pleno conhecimento do processo, entre a mente superior e a inferior, aqueles que querem atuar no corpo búdico, o corpo que permite acessar ao conhecimento puro e não distorcido. Daí a necessidade de utilizar a imaginação, sentido do corpo astral, equivalente ao paladar do corpo físico, à discriminação do corpo mental e à intuição do corpo búdico (mais tarde estudaremos as equivalências de todos os sentidos). Logo, pelo uso da imaginação conjuntamente com a discriminação (mente racional ou inferior), a teoria lógica é construída e a reflexão sobre os conceitos subjacentes irá estimular a intuição, que é a imaginação transmutada. O Mestre ainda continua afirmando que todos os instrutores (como Ele) que aceitam discípulos para treinamento, a fim de utilizá-los no serviço mundial, empregam o mesmo método: expõem um fato (muitas vezes velado em palavras ou oculto em um símbolo), deixando q ue o discípulo faça sozinho suas próprias deduções. Assim desenvolve-se a capacidade de discriminar, método essencial que libera o Espírito (a Mônada) das ligações da matéria e lhe ensina a discernir entre a ilusão e o que ela vela. É portanto o único modo de vencer maia, a miragem e a ilusão, as três etapas da ilusão geral. Vamos explicar melhor isso. Maia é o engano provocado pela deficiência dos sentidos físicos, em relação ao mundo fenomênico físico. Miragem é o engano gerado pelo corpo astral e ilusão é o engano articulado pelo corpo mental inferior, que só atua nos Iniciados até a segunda Iniciação, sendo que logo após essa Iniciação, ela começa de imediato a ser vencida e eliminada, com uma velocidade que depende exclusivamente da vontade e do esforço do Iniciado, podendo ele até conseguir sua total aniquilação na própria encarnação em que recebeu a segunda Iniciação. É raro acontecer isso, mas não impossível, sendo condição fundamental, sem a qual não, que ele faça uso intenso da mente analítica, buscando sempre os significados e conceitos subjacentes, inclusive sobre os fenômenos devocionais, como os êstases (samadi) dos místicos. Como é do conhecimento de todos, o místico (apenas místico) não dá o menor valor à mente analítica e atinge seus arroubos unicamente levado pela devoção. Como existe uma linha de comunicação direta (via sub-plano atômico) entre o
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plano astral e o búdico (relação 4-6), ele acessa o búdico, todavia essa linha é incompleta, tanto que ele não consegue explicar nada e por isso desdenha a mente, como fazem muitos deles, chegando ao cúmulo de condenar os que valorizam e defendem o uso dela. Em parte são levados a esse comportamento, porque usar o corpo astral é relativamente fácil, não requerendo muito esforço, é uma linha passiva, mas saber se servir da mente exige muito esforço e disciplina. Uma coisa é certa, a nossa raça-raiz, a quinta, tem como meta o desenvolvimento da mente (quinto raio e quinto plano). Para concluir, os Mestres que seguiram a linha devocional, como o sr. Buda, Jesus e Serápis Bey, escolheram o quarto caminho, por ocasião da sexta Iniciação, a da Decisão, caminho esse que conduz a Sírius, fonte da Inteligência Cósmica (Manas Cósmico) para o nosso sistema solar. Lá irão chegar como aprendizes, para desenvolverem sua capacidade mental em nível cósmico, pois não conseguiram a perfeição relativa necessária nessa área. São Mestres de Compaixão, mas não Dragões de Sabedoria. Isto em hipótese alguma coloca-os em situação inferior. A explicação é que na época deles a humanidade respondia melhor ao estímulo devocional e não ao mental. Por isso Eles escolheram essa linha de evolução, para melhor ajudarem a humanidade. Quando concluírem o treinamento em Sírius, Eles serão Gigantes de Inteligência Cósmica. O Planejamento Divino é sábio e atua de acordo com as necessidades reinantes. Mas na época atual a linha prevista pelo Plano Divino é a mental. A maioria dos seres humanos que conseguirem atingir a meta da cadeia, a quinta Iniciação, a do Adepto, deverão escolher o caminho de Sírius, em virtude dessa tendência devocional. Poucos terão condições e preparo para escolher os outros caminhos. O Senhor Maitreya escolheu o quinto caminho, o de Raio, um dos mais difíceis, o mesmo escolhido por Mãe Maria, que hoje não tem mais essa imagem conhecida. Ela atualmente é um grande Deva, ocupando um altíssimo cargo dentro da administração solar. Após essa digressão, com o único objetivo de esclarecimento, voltemos ao tema em pauta. Não é possível fornecer muita informação sobre a influência dos raios sobre os centros, porque os mais capacitados, mas sem a devida solidez de caráter, poderiam direcionar os conhecimentos para fins egoístas e antagônicos aos planos da Hierarquia. A evolução dos centros é um processo gradual e lento, que avança em ciclos ordenados, que variam segundo o raio da Mônada do homem. Sob o ângulo do desenvolvimento dos centros sob a ação dos raios, podemos dividir a vida da Mônada encarnada em três períodos principais: 1. O período sob a ação do raio da personalidade. 2. O período sob a ação do raio do Ego. 3. O período sob a ação do raio da Mônada. O primeiro período, como é óbvio, é o mais prolongado e abarca a imensa sucessão dos séculos, durante os quais se desenvolve o aspecto atividade do tríplice eu. As encarnações se sucedem, sendo forjado lentamente o aspecto manas ou mente. O homem é controlado cada vez mais pelo seu intelecto, atuando através de seu cérebro físico.

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Analogamente poderemos afirmar que este período corresponde ao primeiro sistema solar, anterior ao atual, no qual o terceiro aspecto do Logos, Brahma, Mente, Inteligência Ativa, alcançou a total culminação. Em conseqüência no atual Sistema Solar o aspecto Amor -Sabedoria-Razão Pura começou a fundir-se e a se estruturar por intermédio de Manas ou Mente, o que demonstra clara e cabalmente que a mente é o cimento e o alicerce para a construção do palácio do Amor -Sabedoria-Razão Pura. Os milênios passam e o homem torna-se mais inteligente e seu campo de ação passa a ser mais adequado para a manifestação do segundo asp ecto. A analogia está na semelhança e não nos detalhes observados em tempo e espaço. A ação do raio da personalidade sobre os centros abrange o período dos três primeiros triângulos (prânico-básico/umbilical ou plexo solar/cardíacolaríngeo), já explicados. Para maior clareza não devemos esquecer que foram estabelecidas diferenças entre os três aspectos e o seu desenvolvimento foi considerado separadamente, todavia isto só é possível em tempo e espaço ou durante o processo evolutivo, porém é impossível do ponto de vista do Eterno Agora ou da Unidade do EuTotal (inexistência de tempo e espaço). O aspecto Vishnu ou Amor-SabedoriaRazão Pura está latente no Eu-Total e é parte do conteúdo monádico, mas o aspecto Brahma ou Atividade Inteligente antecede à sua manifestação no tempo. Simbolicamente falando, o Tabernáculo no deserto surgiu antes da construção do Templo de Salomão, como relata o Antigo Testamento. O grão de trigo permanece na escuridão da Mãe Terra, antes de aparecerem as douradas espigas. O loto terá de afundar suas raízes no lodo, antes de manifestar a beleza do seu botão. O término da influência do raio da personalidade sobre os centros só ocorre depois que o triângulo básico-cardíaco-laríngeo foi bem trabalhado, quando se dá a transferência dos fogos para os quatro centros menores da cabeça, sintetizados pelo Alta Maior ou Carótido. A ação simultânea do cardíaco (emoção sublimada) e do laríngeo (atividade mental) torna o homem mental sem perder a sensibilidade de sentimento, mas com conhecimento e controle das emoções e não escravo delas, ou seja, adquire o amor inteligente. Não podemos esquecer que o chacra cardíaco tem uma conexão interna com a coroa central de 12 pétalas do coronário. Daí concluímos com certeza lógica e racional que somente usando a mente o homem consegue escapar do domínio da personalidade. A ação do raio da personalidade sobre os centros pode ser analisada à luz dos movimentos e oscilações de átomos e partículas, o que ocorre em toda a natureza. É por isso que o Mestre Tibetano deu ao assunto o título ³ O Movimento nos Planos Físico e Astral´. Contudo o detalhamento dessa análise requer uma base sólida de conhecimentos sobre a estrutura do átomo,
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impossível de ser passada aqui. Por agora encerramos nosso estudo. Voltaremos em 7/1/2004, continuando com esse assunto. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Raios (Continuação) (Páginas 165, 166, 167 e 168 do Tratado sobre Fuego Cósmico) O segundo período, em que domina o raio egóico, não é tão longo quanto o primeiro. É o período em que os quarto e quinto triângulos são vivificados (cardíaco/laríngeo/os quatro centros menores da cabeça, sintetizados pelo Alta Maior e cardíaco/laríngeo/os sete centros da cabeça). É a fase do ciclo evolutivo em que o homem emprega suas forças a favor de sua evolução, submete-se conscientemente a uma disciplina, ingressa no caminho da provação e vai subindo até a terceira Iniciação. Quando esteve sob o domínio do raio da personalidade, o homem vivenciou as experiências dos cinco raios, os quatro de atributo inicialmente, para depois sintetizá-los no terceiro, aprendendo assim a trabalhar com a mente. Quando passa para a regência do raio egóico, o homem fica sob a influência de um dos sub-raios de um dos dois raios maiores, o primeiro e o segundo, se não é o terceiro seu raio egóico. Aqui cabe perguntar se o raio egóico tem de ser necessariamente um dos três maiores e se há Mestres e Iniciados em algum raio menor. A resposta é que o raio egóico pode ser um dos sete. Todavia o nosso Logos Solar está cultivando com mais ênfase seu segundo aspecto: Amor-Sabedoria-Razão Pura, nesta sua atual encarnação, o Sistema Solar objetivo. Vishnu, o Filho, o Dragão de Sabedoria está em manifestação, sendo pois sua meta construir a Obra Prima do Amor. Portanto o segundo é o raio sintético e todos os outros são na realidade seus sub-raios. Em conseqüência as Entidades Cósmicas que com Ele colaboram são também do segundo raio. Embora as Mônadas em evolução agora sejam dos três raios, prevalecem as do segundo, assim distribuídas em número: 


Primeiro raio: 5 bilhões Segundo raio: 35 bilhões
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Terceiro raio: 20 bilhões

Apesar de existirem Mônadas dos primeiro e terceiro raios, contudo Elas são na realidade dos primeiro e terceiro sub-raios do segundo, uma vez que o nosso Logos Solar está no segundo raio. As que estão no primeiro sub-raio estão adiantadas e as do terceiro atrasadas. O conhecimento do sub-raio monádico é adquirido na terceira Iniciação. O fato de que os Mestres e Iniciados pertençam a todos os raios deve-se aos dois seguintes fatores: 1. Cada raio maior tem sete sub-raios. 2. Muitos dos Guias das raças mudam de raio conforme as necessidades e as exigências do trabalho a ser efetuado. Quando um Mestre ou um Iniciado é transferido, ocorre um total reajuste em termos de raio. Da mesma forma quando um Mestre deixa de pertencer à Hierarquia do nosso planeta, para trabalhar em outra parte, freqüentemente é preciso que seja efetuada uma completa reorganização e a conseqüente admissão de novos membros na grande Loja Branca. Poucos entendem esses fatos. Lembramos oportunamente que as informações dadas sobre os raios referem-se a todo o sistema solar e não somente às condições da terra e às Mônadas nela evoluindo. A Terra é um órgão dentro de um organismo. Ainda prevalece entre a maioria dos habitantes deste planeta a crença de que ele é o mais importante do sistema solar. Sob a supervisão do Ego predomina o raio no qual ele se encontra num dado período. Este raio é simplesmente um reflexo direto da Mônada e depende do aspecto da Tríade Espiritual, que em determinado momento constitui a linha de menor resistência para os veículos inferiores. Tendo isto em vista, é fácil entender que ora a ênfase está no aspecto átmico (vontade), ora no búdico (amor-sabedoria-razão pura) e em outros períodos no manásico (mental). A Tríade Espiritual é constituída de três átomos permanentes: átmico, búdico e mental. Cada um desses átomos tem a sua característica principal, mas pode manifestar as qualidades dos outros dois de forma secundária. Assim temos: Aspecto átmico: 1. Átmico-átmico 2. Átmico-búdico 3. Átmico-manásico

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Aspecto búdico: 1. Búdico-átmico 2. Búdico-búdico 3. Búdico-manásico Aspecto manásico: 1. Manásico-átmico 2. Manásico-búdico 3. Manásico-manásico Exemplifiquemos essas sub-divisões. Uma Mônada decide desenvolver seu aspecto Vontade (átmico), voltado para a qualidade Amor -Sabedoria-Razão Pura (búdico). Então durante um período Ela estimul a seu átomo átmico, dando ênfase à atividade búdica dele. Isto irá fazer com que o Ego ingresse no primeiro raio e gere personalidade do segundo raio. Se a Mônada quer se exercitar no aspecto búdico orientado para a atividade mental (manas), o Ego será do segundo raio, com personalidade que poderá do terceiro raio ou qualquer dos quatro raios menores, conforme os objetivos da Mônada. Com essas combinações temos 21 possibilidades. Esse assunto é pouco entendido. O terceiro período, no qual o raio monádico at ua diretamente no plano físico, é o mais curto. É quando o sexto triângulo(cardíaco - os sete centros da cabeça coronário) está em atividade. É a etapa de realização e liberação. Embora de pequena duração sob o ponto de vista da personalidade, é de relativa permanência para a Mônada. Estabelecendo uma analogia com o Logos Solar, equivale ao tempo que resta dos cem anos de Brahma ou do processo de manifestação. Há muito material para refletir, meditar e fazer deduções valiosíssimas no estudo dos triângulos relacionados com a ação dos raios. Cabe advertir que os triângulos de importância são cinco, se levarmos em conta que o prânico está relacionado mais com o físico denso, que não é um princípio. Assim temos: a. Dois triângulos vivificados pelo raio da personalidade b. Dois triângulos vivificados pelo raio egóico c. O triângulo sintetizador da Mônada. A questão dos períodos dos raios não é tão simples como aparenta, porque os triângulos da personalidade alcançarão plena atividade de acordo com o raio da Mônada. Por isso não se pode estabelecer uma regra fixa para seu desenvolvimento. Uma Mônada do primeiro sub-raio tenderá a evoluir

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aceleradamente. Os triângulos egóicos dependem em grande parte de como a força vital da Mônada é refletida sobre a personalidade, ou seja, da capacidade do Ego em transferir a energia da Mônada para ela. Os triângulos egóicos são o ponto intermediário, assim como o corpo causal é o ponto transmissor (quando está construído e suficientemente dotado) entre o superior e o inferior. Os átomos permanentes da Tríade Inferior estão encerrados dentro da periferia do corpo causal. Contudo este corpo, de relativa permanência, é construído, expandido e transformado em um receptor central e em uma estação transmissora (palavras inadequadas para expressar uma idéia esotérica) pela ação direta dos centros, principalmente por eles. Do mesmo modo pelo qual a força espiritual ou o aspecto vontade construiu o sistema solar, assim o corpo causal é construído no homem. Vemos portanto que os centros ou chacras são de imensa importância. Quando no Macrocosmos o Espírito e a matéria (Pai -Mãe) entraram em contato e se uniram por um ato de vontade, o Filho, o Sistema Solar objetivo veio à existência. É chamado Filho do desejo, porque é conseqüência da necessidade do Logos Solar de adquirir experiência física cósmica, sendo sua característica o Amor e sua natureza budi ou Sabedoria Espiritual. No homem (o microcosmos) a força ou vontade da Mônada faz com que Ela se una à matéria, gerando o mecanismo coerente para efetivar esse contato, o corpo causal, seu sistema objetivo (juntamente com os corpos inferiores). Esse pequeno sistema é também produto do desejo transmutado da Mônada e sua característica (quando manifestada plenamente) será Amor, que com o tempo expressará budi no plano físico. Assim como o corpo causal é somente o envoltório ou corpo do Ego, da mesma forma a parte da matéria causal cósmica que envolve o nosso sistema solar é somente o envoltório ou corpo do Ego Solar. Nos dois sistemas, o maior e o menor, existem, como sabemos, centros de força ou chacras, que produzem a objetividade. Podemos afirmar que os chacras dos corpos do homem são reflexos miniaturizados dos que existem nos corpos do Logos Solar. Será de grande utilidade desenvolver um pouco mais o que acima foi dito, antes de se estudar a relação entre os chacras e kundalini. Assim vamos passar informações valiosíssimas (para os que têm olhos de ver) sobre os centros, com referência ao Sistema Solar e ao Sistema Cósmico maior, do qual o nosso Logos Sol ar é um centro sagrado. Tudo o que se diz dos centros do homem é aplicável aos grandes Seres Cósmicos, dos quais os homens são diminutas células. Alertamos que não será possível informar os triângulos dos sistemas, porque são conhecimentos tão transcendentais, que só podem ser dados de forma muito
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velada e por isso não teriam utilidade prática intelectualmente, exceto para os que estão bem adiantados no ocultismo e têm desenvolvida a intuição. Todavia coisas interessantes podem ser reveladas. Continuaremos em 13/01/2004. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Raios (continuação) (Páginas 168, 169 e 170 do Tratado sobre Fuego Cósmico) O Sistema Solar. Pode ser estudado brevemente do ponto de vista dos Homens Celestiais (os Logos Planetários) e do grande Homem dos Céus, o Logos Solar. a. Os Homens Celestiais. Seus centros encontram-se na matéria búdica e acima e se manifestam como grandes campos de força, dentro dos quais os grupos de Adeptos e seus discípulos atuam, manipulando sua substância. Cada grupo de Mestres, Iniciados, discípulos e os seres humanos, encarnados ou desencarnados, que se encontram na periferia da consciência do Logos Planetário, constituem um centro de algum tipo ou qualidade especial. Este fato é geralmente aceito, mas é muito importante que os estudantes o correlacionem com as informações dadas sobre os centros do homem, com o que aprenderão muito. Assim como no homem, tais centros são constituídos de matéria etérica, porém cósmica, o que significa matéria búdica. Os Logos Planetários também possuem chacras ou centros em seus corpos astrais cósmicos, mentais cósmicos e superiores. Nesses corpos a matéria presente em seus centros pode ser dos quatro sub-planos superiores (primeiro ou atômico, segundo ou sub-atômico, terceiro e quarto), dependendo do nível de evolução do Logos. Igualmente ao que ocorre com o homem, serão vivificados pelo kundalini planetário circulando pelos triângulos desejados. Esse kundalini não é o que alimenta o homem, mas o que atua nas matérias búdica e acima. Serão dadas duas informações para uma consideração bem conscienciosa e profunda, que fornecerão muitas conclusões de elevadíssima importância e grande aplicação prática para aqueles possuidores de visão intelectual oculta e com capacidade de cruzar informações e usar o potencial da analogia. É muito comum serem encontradas pessoas com formação científica e acadêmica, que só sabem utilizar a mente racional na sua parte concreta, ou seja, elas só
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conseguem entender o que pode ser demonstrado materialmente e que vêm, não tendo a mínima condição de entender e assimilar conceitos abstratos. Essas informações referem-se a um Logos Planetário, que o Mestre Tibetano não revela. Existe um triângulo de força formado pelos três seguintes centros: a. O centro do Manu e seu grupo. b. O centro do Bodhisattva ou Cristo (sr. Maitreya) e seus discípulos. c. O centro do Mahachoan e seus discípulos. Este triângulo ainda não foi totalmente vivificado na atual etapa de desenvolvimento do Logos implicado. Pela análise e reflexão profunda, não é muito difícil deduzir quem é esse Logos. Também é relativamente fácil inferir quais são esses centros. De posse desses conhecimentos, saberemos a etapa evolutiva do Logos. Como o Mestre Tibetano diz que o nome desse Logos não pode ser revelado publicamente, só resta incentivar os estudantes para que estudem detidamente o assunto, servindo-se bastante da mente abstrata, da analogia e do cruzamento de informações. A outra informação é que há um outro triângulo, referente ao nosso Logos Planetário, formado pelos sete Kumaras. Os quatro Kumaras exotéricos constituem os quatro centros menores da cabeça e os três maiores (incluindo Sanat Kumara) são os três centros maiores da cabeça. A triangulação é assim disposta: os quatro centros menores são sintetizados pelo Alta Maior, que abrange um centro maior, o que nos dá a configuração na qual um vértice é formado pelos quatro menores e um maior abrangido pelo Alta Maior, o outro vértice é o frontal e o terceiro é o Coronário. Essa sintetização dos quatro centros menores pelo Alta Maior é análoga à sintetização dos quatro raios menores pelo terceiro, o de Manas. Com referência aos Kumaras, Eles são sete e provenientes do esquema de Vênus, donde vieram há 18 milhões de anos, liderados por Sanat Kumara, num total de 108,para ajudar no processo de individualização e implantação da chispa da mente na raça lemuriana. A maioria já retornou, permanecendo os atuais sete, incluindo Sanat Kumara. Este com mais dois são esotéricos e possuem veículos de matéria mais sutil que a etérica e os outros quatro são exotéricos, com veículos de matéria etérica. Sanat Kumara transmite para a terra a força especializada do nosso Logos Planetário, sendo considerado sua encarnação física, os demais transmitem energias dos outros seis esquemas planetários sagrados. A energia do outro esquema planetário sagrado que falta nos vem por Sanat Kumara, uma vez que o nosso Logos Planetário tem uma ligação muito íntima com um Logos Planetário sagrado. Existe um outro triângulo planetário muito importante, formado pela Terra, Marte e Mercúrio e que muito nos afeta. Não constitui um triângulo sagrado. Mercúrio, sagrado, expressa o kundalini como atividade inteligente, relacionado pois com Manas e Marte expressa o kundalini latente, voltado para o movimento de rotação e o calor da matéria. Por isso Mercúrio e o chacra básico
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do homem estão estreitamente vinculados. Nessa circulação triangular do kundalini a Terra é beneficiada e aqueles que possuem o conhecimento necessário podem usufruir dessa energia em muito. A verdade sobre esse triângulo encontra-se oculta nos símbolos astrológicos dos dois planetas, que devem ser devidamente interpretados à luz da mente abstrata. Usando a técnica de elevar para níveis planetários o que ocorre com o kundalini do homem e as relações geométricas entre os três planetas, o segredo é revelado. Mas isto não é assunto para o atual estudo. Este triângulo é citado pelas implicações nos três Logos Planetários, demonstrando que Eles se relacionam e se ajudam reciprocamente, afetando, é óbvio, as humanidades neles evoluindo, incluindo os reinos. b. O Grande Homem dos Céus. Ele tem como centros principais os sete Logos Planetários sagrados, os quais mantêm com Ele relações idênticas às dos Mestres e seus grupos para com o Logos Planetário.Esses centros são vivificados pelo kundalini do sistema e na atual etapa do desenvolvimento logóico alguns estão mais ativos e estreitamente ligados, o que significa que também formam triângulos, que traduzem o grau de evolução do Logos. O triângulo citado anteriormente, Terra, Marte e Mercúrio, tem excepcional importância sob o ponto de vista do nosso Logos Planetário. Mestre Tibetano chama-os textualmente de os três planetas etéricos de nossa cadeia, dando a entender à primeira vista que eles formam uma cadeia. Cremos todavia que o Mestre quis se referir às ligações energéticas que Marte e Mercúrio têm com a Terra, conforme pode-se comprovar pelo VI diagrama, à página 317 do Tratado sobre Fogo Cósmico, quando é descrita a Divina Década. Neste diagrama vemos as ligações de dois globos etéricos do esquema da terra com Mercúrio e Marte. Para melhor esclarecimento, apresentamos um desenho com base no diagrama.

Outro triângulo muito interessante é constituído por Vênus, Terra e Saturno, o qual na atualidade está sendo vivificado pelo kundalini do sistema, fazendo com esses centros comecem seus movimentos quadridimensionais. No estudo dos

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centros do Logos Solar devemos ter sempre em mente que existe uma semelhança entre suas funções e as dos centros dos homens, mas os detalhes dessas funções são diferentes, como deveria ser, considerando a grande diferença entre o homem e o Logos. Existem outros grandes triângulos no sistema, contudo nada pode ser dito sobre eles. Apenas podemos informar algo sobre dois centros sagrados. a. Vênus. É o centro cardíaco do corpo do Logos Solar e por isso relacionase com os demais centros nos quais predomina o aspecto coração (Amor). Esta afirmação do Mestre requer uma explicação. Em outros trechos Ele diz que Júpiter é o centro cardíaco e Vênus o frontal do Logos. Como o cardíaco se conecta diretamente com o frontal e o coronário, sendo ambos centros da cabeça e portanto superiores ao cardíaco, deduzimos que o que o Mestre quis dizer foi que Vênus tem poder de influenciar centros ligados ao Amor, como Júpiter e Netuno. Esta dedução é comprovada pelo fato de o Mestre afirmar que o esquema de Vênus é o mais adiantado do sistema solar, já tendo começado a entrar em pralaia e alcançado a etapa de expressar budi através de Manas, que é a meta do atual sistema solar. Por isso a Terra e sua humanidade estão sendo fortemente beneficiadas por essa relação. É lógico que aqueles que conhecem esse fato e sabem como se sintonizar com as energias circulantes, serão muito mais beneficiados. Uma coisa é evidente, clara e óbvia: as energias oriundas do esquema de Vênus são da natureza do Amor-Sabedoria-Razão Pura, o que significa a fusão da mente (inferior e superior) com o Amor existente no plano búdico. b. Saturno. É o centro laríngeo do Logos Solar, portanto estimulador da atividade inteligente criadora do terceiro aspecto. Podemos concluir com certeza, em decorrência da atividade deste triângulo com a terra, que a oportunidade no momento para aqueles que querem ir depressa é para usar ao máximo a mente e buscar conhecimentos, entendo -os claramente, com o objetivo principal de compreender o verdadeiro amor, que é búdico e não astral e torná-lo realidade no dia a dia, ou seja, expressar budi através de manas. Conforme a evolução do nosso Logos Solar for progredindo, os centros serão dinamizados mais intensamente e os fogos do sistema, em circulação triangular, levá-los-ão a uma atuação e eficiência cada vez maiores, com os conseqüentes benefícios para as humanidades do sistema. Sem embargo os dois triângulos estudados são de altíssima importância na atualidade. Em resumo temos três triângulos em atividade: Marte-Terra-Mercúrio e VênusTerra-Saturno, sob o ponto de vista do Logos Solar; Terra e os dois planetas ou globos etéricos de seu esquema, ligados a Mercúrio e Marte, sob o ponto de vista do nosso Logos Planetário. De todos os três podemos usufruir imensos benefícios em termos de evolução. É questão de saber aproveitar. Infelizes aqueles que não o fizerem. Voltaremos em 20/01/2004, continuando o estudo sob o ponto de vista do Logos Cósmico, do qual o nosso Logos Solar é o centro cardíaco.
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Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Raios (Final) (Página 170 do Tratado sobre Fogo Cósmico) O assunto a ser estudado agora é de difícil compreensão, pois envolve estrelas com seus sistemas, executando funções de centros no corpo do Logos Cósmico, no qual o nosso Logos Solar está inserido. Assim como sete Logos Planetários são centros principais no corpo do Logos Solar, da mesma forma existem estrelas (algumas múltiplas) com atividades semelhantes, em nível bem mais elevado. Quando contemplamos o céu numa noite limpa e livre de poluição, vemos muitas estrelas, constituindo constelações para o ponto de vista da Terra, mas tendo outra aparência de conjunto, quando vistas de fora do nosso Sistema Solar. Para a nossa visão física, são apenas astros, com diversos graus de brilho. Várias estrelas na realidade são sistemas de estrelas, embora para nossos olhos, sem os recursos de uma luneta ou telescópio, aparentem ser uma única. São exemplos de estrelas múltiplas: a Centauri, a mais próxima de nós, a 4,3 anos-luz, com 3 estrelas ( a Centauri A, B e C), Castor (a de Gêmeos), com 6 estrelas, Polaris (a de Ursa Menor), com 5 estrelas, Sírius (a de Cão Maior), com 2 estrelas, a 8,7 anos-luz de nós e muitas outras. No verão do hemisfério sul estrelas muito importantes para a Terra são visíveis a olho nu, como Sírius, Betelgeuse, a Centauri e algumas da Ursa Maior. Sírius, Betelgeuse, Rigel e Procyon formam uma cruz muito linda no céu do Rio. Embora nossos olhos só enxerguem astros luminosos e nada mais, a realidade é muitíssimo diferente. Essas estrelas, com seus sistemas, são corpos de manifestação de Entidades em nível de Logos Solar e acima. Elas se relacionam entre si e colaboram com um Ser mais elevado do que Elas, o Logos Cósmico. Algumas, reconhecidamente, exercem atividades em seu corpo, tais como: nosso Sol, as Plêiades, as sete estrelas principais da Ursa Maior, Polaris, Betelgeuse e Sírius, existindo muitas outras. Apesar de ser difícil, devemos fazer todo o esforço mental e intelectual para assimilarmos a visão interior desses Excelsos Seres Cósmicos em seus relacionamentos, trocando energias, influenciando-se mutuamente e exercendo funções necessárias para o Logos Cósmico. Somente a prática de pensar continuamente nesses conceitos, dentro de uma

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linha lógica e racional, é que desenvolve a capacidade de entendê-los e vê-los com clareza. Daí advém a certeza. Não é uma fé cega e irracional, como pregam as religiões, mas a convicção oriunda da nítida compreensão. O mecanismo de comunicação entre essas Entidades se processa nas matérias búdica, átmica, monádica e adi, no nível físico cósmico. Mas temos ainda o relacionamento emocional pela matéria astral cósmica e o mental pela matéria mental cósmica. A velocidade de propagação das energias nessas relações é muito maior do que a da luz f ísica. É óbvio que nessas relações a nossa humanidade é afetada, não obstante a ciência oficial não o aceitar, porque só reconhece o que pode ser detectado por instrumentos, que estão envoltos no véu de maia. Após essa breve dissertação sobre aspectos macrocósmicos, passemos às poucas informações referentes aos centros do nosso Logos Cósmico. O nosso Sistema Solar é o centro cardíaco. Dois outros centros são constituídos pelas Plêiades e por uma estrela da Ursa Maior, sendo esse último um centro equivalente ao da cabeça. Esses 3 centros atualmente formam um triângulo de circulação do kundalini cósmico. Simultaneamente o nosso Sol com as Plêiades e mais 2 outros Sois constituem o quaternário cósmico inferior, com os centros básico, umbilical, cardíaco e laríngeo, que futuramente serão sintetizados pelos sete centros da cabeça, como ocorre com o homem na quarta Iniciação. Muito além da Ursa Maior existe uma constelação, que é o centro coronário do Logos Cósmico e que sintetizará os 7 centros da cabeça, que são: Dubhe, Merak, Phekda, Megres, Alioth, Mizar e Benetnash, respectivamente a, ß, ?, d, e, ? e ? de Ursa Maior (formam a cauda da Ursa). O nome dessa constelação só é revelado ao Iniciado na sétima Iniciação, que é a primeira cósmica e a partir da qual a Mônada inicia a penetração na matéria astral cósmica e já tem a liberdade de sair do Sistema Solar com plena consciência. Com referência ao quaternário cósmico identificamos as seguintes estrelas: 
  

inferior do Logos Cósmico,

Centro básico - uma de Dragão, talvez a alfa. Centro umbilical - Betelgeuse, a de Órion. Centro cardíaco - nosso Sol. Centro laríngeo - as Plêiades, com ênfase em Alcione, a mais brilhante.

Embora as Plêiades estejam na constelação de Touro (na região do pescoço do Touro), sendo Alcione a ? Tauri, elas constituem um aglomerado estelar. No caso especial de Alcione, a relação entre o Ser Cósmico que se expressa por ela e o nosso Logos Solar é muito íntima.

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Não obstante o conhecimento intelectual desses relacionamentos entre Entidades Cósmicas não ser de muita utilidade para a grande maioria da humanidade, contudo o esforço para entendê-los por meio da analogia e do pensamento abstrato e conceitual, em muito contribui para expandir a consciência, acelerar a evolução e propiciar uma visão clara da realidade do Espaço como um Ser Vivo. Aqui encerramos o assunto ³Os Centros e os Raios´. Voltaremos em 5/2/2004 com o tema ³Os Centros e o Kundalini´. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e o Kundalini (Páginas 170, 171 e 172 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Não é permitido passar atualmente muitas informações a respeito do kundalini, que é o fogo por fricção, em sua aplicação aos centros, devido ao meu uso, que pode ter conseqüências funestas para o incauto que se aventure, sem possuir o devido conhecimento e a capacitação necessária. Tendo isso em vista, façamos um resumo do que já foi escrito. O fogo por fricção é tríplice e se acha localizado na base da coluna vertebral, numa região chamada bolsa de kundalini, feita de matéria etérica, portanto não detectável por instrumentos. Ele é tríplice, sendo assim dividido: fogo por fricção/elétrico (reação nervosa), fogo por fricção/solar (emanação prânica) e fogo por fricção/por fricção (calor corpóreo). Essas funções foram detalhadamente explicadas em estudos anteriores. No homem comum, esse fogo apenas vitaliza o corpo físico-etérico. Porém, no decorrer de sua evolução, processam-se três unificações ou fusões. Três centros nas costas do corpo físico se encarregam de captar, qualificar, assimilar e distribuir os fogos por fricção oriundos do Sol e da Terra, transformando-os no fogo individual. A localização desses centros já foi informada num estudo anterior. Além dessa captação, o centro principal, o localizado entre as omoplatas, exerce uma função de fusão. Na maioria da humanidade, já ocorreu a fusão entre o calor corpóreo e a emanação prânica. A conquista agora é a fusão desses dois

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com o fogo reação nervosa. Quando o fogo solar, da mente, começa a circular a partir do centro laríngeo, o reação nervosa passa a ser muito solicitado, quando o homem se torna um intelectual, exigindo explicação para tudo e não aceita a fé cega. Inicia-se então a fusão do reação nervosa com os outros dois já unidos. Essa fusão ocorre no centro entre as omoplatas. Simultaneamente com essa fusão, o fogo solar, fluindo com intensidade crescente, passa a dominar os outros três,com eles se fundindo e unindo. Isso também ocorre no centro entre as omoplatas, que nessa fase já está se unindo com o centro Alta Maior. Daí em diante, quando o homem já passou pela segunda Iniciação, o fogo elétrico da Mônada passa a se impor aos outros, circulando pelos sete centros da cabeça, efetuando a síntese paulatinamente, para finalizá-la no centro coronário, na quarta Iniciação. Cada canal do triângulo prânico, como também os canais sushuma, pingala e ida, têm a função de unificar os fogos. Essa unificação e ativação dos centros ocorre por triangulação. Em cada fase há sempre um triângulo com maior atividade e intensidade, percebendo-se nitidamente o brilho e a luminosidade dos fogos, não só nos centros, como nos condutores (canais) que os ligam. Ocorre também aumento da dimensionalidade dos centros, em conseqüência do crescimento da quantidade de movimentos efetuados pelas partículas dos centros. Na fusão do calor corpóreo com a emanação prânica, são três dimensões. Na fusão com o fogo solar, são quatro dimensões. Na terceira Iniciação, pela fusão com o fogo elétrico da Mônada, são seis dimensões. Nessa crescente dinamização dos fogos e dos centros, todas as partículas dos corpos etérico e denso também são dinamizadas e vitalizadas, o mesmo ocorrendo nos corpos astral e mental, uma vez que essas fusões e dinamizações também são feitas nesses corpos. Em conseqüência são produzidos dois efeitos. O aumento de velocidade e de freqüência das partículas provoca a expulsão das grosseiras e atrai as mais sutis e refinadas, sintonizadas com o maior padrão vibratório conquistado pelo iniciado. Como o kundalini ou fogo da matéria é a vida do Terceiro Logos, o iniciado repete em seu nível o que o Logos faz, ao atrair, diferenciar, qualificar e purificar a matéria física cósmica, para o seu sistema solar (seu corpo físico cósmico). Com referência à trama etérica, que separa o corpo astral do físico, o fogo por fricção é responsável por dois efeitos. Pelo seu movimento cada vez maior, elimina as escórias purificando assim o corpo etérico e atingindo o corpo denso. Daí o intenso vigor e a grande saúde

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dos iniciados. Quando o fogo solar (da mente) passa a atuar com m ais intensidade, a intensificação do fogo por fricção destrói a trama etérica, de tal forma que, ao chegar à terceira Iniciação, o homem já tem continuidade de consciência, ou seja, ele passa a viver simultaneamente nos mundos físico, astral e mental, mantendo seu perfeito equilíbrio com respeito à saúde mental, em outras palavras, não se torna um esquizofrênico. Todavia, ele é livre para decidir não ter essa continuidade de consciência,por motivos do trabalho a realizar na encarnação física, quando então faz uso da sua vontade. Finalizando, percebemos nitidamente o que está reservado ao homem, que, através do conhecimento claro e lúcido, decide trilhar o caminho iniciático, tornando-se realmente livre e tendo acesso ao verdadeiro Poder, outorgado pelo Senhor Maitreya nas primeira e segunda Iniciações e pelo Bendito Senhor do Mundo, SANAT KUMARA, a partir da terceira Iniciação. Que Glória humana pode ser maior do que estar face a face com o Senhor Maitreya e com o Senhor do Mundo ? Por hoje encerramos o nosso estudo. Voltaremos em 12/2/2004, quando entraremos num tema de altíssima importância evolutiva: Os Centros e os Sentidos Normais e Supra-normais. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais (Páginas 172,173 e 174 do Tratado sobre Fogo Cósmico) É muito importante que certos esclarecimentos sobre os sentidos sejam dados agora, com o objetivo de que o entendimento do que será explicado adiante seja o mais completo possível. Temos de compreender os sentidos tendo em vista sua definição, sua quantidade, sua relação com a Mônada e os efeitos que eles produzem, sem o que jamais sua grande importância será percebida e não será possível trilhar o caminho do conhecimento. Os sentidos são os mecanismos de que dispõe a Mônada, o Deus aprisionado, para estabelecer contato com o ambiente exterior, tomar conhecimento do que ocorre nesse ambiente, investigar, pesquisar, vivenciar e adquirir experiências e por meio de tudo isso saber o que precisa aprender, expandir sua consciência e evoluir para níveis cada vez mais elevados.

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Estudaremos os cinco sentidos do homem. Os animais também os possuem, mas, pelo fato de não possuírem auto-consciência, sua capacidade de relacionar o ³eu´ com o ³não eu´ é muito limitada. Por ³eu´ queremos dizer a auto consciência do homem e por ³não eu´ tudo o que está fora dessa auto consciência. Os sentidos dos animais constituem uma faculdade grupal, que se manifesta como instinto racial. O que ocorre nos corpos do homem e chega à sua auto-consciência é considerado como ³não eu´, daí a necessidade de não se identificar com os corpos, muito embora saibamos identificar essa ocorrência em nossos veículos. Os sentidos do homem manifestam-se como: realização individual de sua autoconsciência (nem sempre no comando), poder para afirmar esse individualismo, instrumento poderoso para a evolução de sua auto-consciência, fonte de conhecimento e saber e, finalmente, faculdade transmutadora quando se encerra seu processo evolutivo nos três mundos inferiores. Eles são os seguintes, na ordem de desenvolvimento: 
   

audição; tato; visão; paladar; olfato.

São os tattwas, as vibrações ou oscilações dos átomos, que dão origem aos chamados elementos, os responsáveis pelos sentidos. Não cabe aqui uma explanação detalhada e profunda sobre os tattwas, o que poderá ocorrer em outra oportunidade. Apenas esclareceremos as relações entre eles, os planos e os sentidos. O tattwa akasha ou éter rege a audição. Seu plano é o átmico. Embora existam os tatwas dos planos adi e monádico, nada será revelado sobre esses dois, pois não é conhecimento para a atual humanidade. O akasha dá origem ao vahiu, elemento ar, regente do tato, sendo seu plano o búdico. Tejas ou agni, elemento fogo, é o regente da visão, plano mental. Apas, elemento água ou líquido, rege o paladar, plano astral. Prítivi, elemento terra ou sólido, rege o olfato, plano físico. Deve ficar bem claro que, embora os tattwas relacionem-se intimamente com seus planos específicos, eles atuam em todos eles. Portanto temos akasha, vahiu, tejas, apas e prítivi no plano físico, como no astral, no mental etc. O entendimento claro e profundo dos tattwas requer o domínio intelectual da teoria das oscilações. É um assunto perigoso, porque conduz ao domínio da matéria e sua transformação e transmutação, para o que, como já dissemos, não
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está preparada a humanidade, bastando lembrar os funestos resultados pela utilização da célebre fórmula de Einstein: energia é igual ao produto da massa pelo quadrado da velocidade da luz. Tendo em vista a seqüência do processo de evolução do homem, físico, astral, mental, búdico e átmico,e o desenvolvimento de seus sentidos, audição, tato, visão, paladar e olfato, existe a seguinte correlação sentido/plano: audição plano físico tato visão olfato plano astral plano mental plano átmico

paladar plano búdico

Na consideração acima devemos também ter em mente o reflexo entre os planos: o plano átmico se reflete no físico, o búdico no astral, ficando o mental sem reflexo. Todos os corpos do homem, desde o físico até o átmico, possuem sentidos, chamados jnanaindryas (vias do conhecimento). Os corpos monádico e adi também os possuem, todavia não serão aqui tratados. No corpo físico a correlação entre os sentidos e os sub-planos é a seguinte: audição quinto sub-plano, gasoso tato visão olfato quarto sub-plano, primeiro éter terceiro sub-plano, super-etérico primeiro sub-plano, atômico

paladar segundo sub-plano, sub-atômico

Observem que essa correlação acima é análoga à existente entre os sentidos e os planos, na qual a audição está relacionada ao físico, o mais denso, e o olfato ao mais sutil dos cinco planos, o átmico. Nos planos físico e astral, os sub-planos de conquista do homem são os cinco superiores. Os dois inferiores, o sexto e o sétimo, respectivamente, líquido e sólido, estão simbolicamente debaixo do umbral e são utilizados pelas formas de vida inferiores à humana. No desenvolvimento das raças-raiz da atual ronda encontramos uma analogia muito interessante. As duas primeiras raças, a adâmica e a hiperbórea, não eram definidamente humanas, sendo a terceira raça, a lemuriana, realmente humana. Conclui-se pois que o terceiro sub-plano dos planos físico e astral é o marco inicial do esforço humano, devendo o homem conquistar os cinco sub planos superiores.

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O mesmo não ocorre no plano mental. Mas esse assunto ficará para o próximo estudo, no dia 18/02/2004. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [051] Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais (Continuação) (Páginas 174, 175 e 176 do Tratado sobre Fogo Cósmico) O desenvolvimento e a conquista dos sentidos do corpo mental têm maior amplitude do que nos corpos físico e astral. No decorrer da evolução normal humana, os sentidos referentes aos cinco sub -planos inferiores devem ser dominados. São eles: audição (clariaudiência superior)-sétimo sub-plano, tato (psicometria planetária) -sexto sub-plano, visão (clarividência superior) -quinto sub-plano, paladar (discriminação) quarto sub-plano, todos do corpo mental inferior ou concreto . Quando o homem já é um iniciado e sua consciência está centrada no terceiro sub plano (causal), entram em atividade mais três sentidos superiores, que são: olfato (discernimento espiritual) -terceiro sub-plano, resposta à vibração grupal - segundo sub-plano e telepatia espiritual-primeiro subplano ou atômico. Este último é o sub -plano de abstração ou síntese, ou seja, todos os demais sentidos são resumidos e sintetizados nele. O corpo mental é o mais solicitado, porque no atual sistema solar a mente é utilizada para expressar budi, uma vez que ela foi conquista do sistema solar anterior. Para o Homem Celestial ou o Logos Planetário, ocorre a mesma coisa. Os dois planos superiores, monádico e adi, são os de abstração e síntese das conquistas feitas nos plan os inferiores. Façamos agora uma tabulação comparativa entre os sentidos dos cinco corpos do homem, desde o físico até o átmico, que são metas da humanidade para a atual cadeia, pois a quinta iniciação tem de ser alcançada e ela exige o domínio do corpo átmico. Os sentidos resposta à vibração grupal e telepatia espiritual, do corpo mental superior ou causal, não têm análogos nos corpos inferiores. No corpo astral a correspondência entre os sentidos e os sub -planos é a mesma do corpo físico. No corpo búdico a correspondência é a seguinte:
captação cura sétimo sub-plano sexto sub-plano equivale à audição do corpo físico equivale ao tato do corpo físico equivale à visão do corpo físico equivale ao paladar do corpo físico

visão divina quinto sub-plano intuição idealismo quarto sub-plano

terceiro sub-plano equivale ao olfato do corpo físico

Os sentidos referentes aos sub -planos segundo e primeiro (atômico) do corpo búdico são conquistados após a quinta iniciação. No corpo átmico temos:
beatitude sétimo sub-plano equivale à audição

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serviço ativo compreensão perfeição

sexto sub-plano quinto sub-plano quarto sub-plano

equivale ao tato equivale à visão equivale ao paladar

conhecimento total terceiro sub-plano equivale ao olfato

Também neste corpo os sentidos referentes aos sub-planos segundo e primeiro são conquistados após a quinta iniciação. A correspondência entre os sentidos dos corpos físico e astral é a seguinte:
audição clariaudiência astral tato visão psicometria clarividência astral

paladar imaginação olfato idealismo emotivo

Um sentido mais elevado incorpora os inferiores. Então no tato existe audição, na visão existem audição e tato, no paladar existem audição, tato e visão e no olfato existem audição, tato, visão e paladar. O paladar e o olfato são sentidos subsidiários do tato e este é o mais importante do atual sistema solar, pois é regido pelo segundo raio, a meta do nosso Logos Solar. Sabemos pela ciência que o paladar e o olfato exigem o contato das moléculas portadoras da s respectivas vibrações com as células responsáveis por esses sentidos (papilas gustativas e células olfativas) e que eles interagem entre si. Quando estudarmos o significado de cada sentido dos corpos, desde o físico até o átmico, comparando -os entre si e utilizando a analogia, obteremos um entendimento bem profundo do modo de vida nos planos. Com esse conhecimento crescerá o estímulo para acelerar o processo evolutivo, pois o caminho ficará claro e todos saberão o que conquistar. A técnica para adquirir o conhecimento do modo de atuação nas matérias dos mundos sutis (astral, mental, búdico, átmico etc) consiste em analisar-se profunda e exaustivamente as percepções dos cinco sentidos do corpo físico, a propagação das informações via rede nervosa até o cérebro e o que ocorre nesse, até chegar à conscientização, fazendo depois as devidas ilações para os corpos sutis. Vamos dar um exemplo. Na visão, os fótons (partículas de luz), após passarem pela córnea, pupila, cristalino e humor aquoso, chegam à retina, incidindo sobre os cones e bastonetes, onde são transformados em sinais elétricos, os quais seguem pela rede nervosa e c hegam ao centro cerebral da visão. Nesse são processados e conscientizados, trazendo então mais informações, o que significa mais conhecim ento, não interessa que tipo de conhecimento. Na audição as ondas sonoras chegam à cóclea, após passarem pelos diversos componentes do aparelho auditivo (tímpano, bigorna, martelo e estribo). Os cílios vibráteis transformam as ondas sonoras em sinais elétricos, os quais são transportados pelo nervos até o centro auditivo cerebral, onde ocorre a conscientização da informação, o que significa mais conhecimento. De modo semelhante são processadas as informações dos demais sentidos. Vamos fazer um esforço para explicar o que ocorre com o sentido da audição do corpo astral. Assim como no mundo físico determinados

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estímulos provocam a formação de ondas sonoras, que são classificadas como ondas mecânicas pela física, embora a origem seja etérica, da mesma forma certos estímulos na matéria astral geram ondas ou oscilações das moléculas astrais. Essas oscilações, ao atingirem o corpo astral, por ele se propagam, sem necessidade de um órgão específico, como o ouvido do corpo físico. Ao chegarem no chacra responsável pe lo processamento desse tipo de oscilação, as informações contidas são extraídas e levadas à consciência astral. O corpo astral não é rígido como o corpo denso, mas fluídico, sendo por isso que a audição astral é mais eficiente que a física. No corpo astral a audição se dá por qualquer parte dele, como também a visão, o tato (psicometria) e os demais sentidos. O que diferencia um sentido astral do outro é o tipo de oscilação e o chacra responsável pelo processamento. Na realidade há muito mais riqueza de inf ormações e detalhes nos sentidos astrais do que nos físicos. Aquele que consegue continuidade de consciência entre o astral e o físico e, é óbvio, sabe utilizar ao máximo os sentidos astrais, possui uma grande capacidade de adquirir conhecimentos. Exemplifiquemos o que foi dito acima. Na visão astral é possível reduzir a linha de visão de tal forma que a área a ser examinada seja do tamanho de uma molécula, como se fosse um microscópio. Assim é possível ver com detalhes o funcionamento de uma molécula. Tran sferindo o que foi percebido pelo corpo astral para o cérebro físico, muitas informações de imensa utilidade poderão ser aplicadas para o bem estar geral dos encarnados. Mas para tal é necessário que a pessoa em consciência cerebral física tenha muitos con hecimentos sobre o mundo astral. Na realidade a grande maioria das pessoas que estão vivendo nesse mundo, após a morte física, não conhecem muito sobre ele. A grande maioria dos encarnados que consegue acessar o mundo astral, é por ruptura da tela etérica do chacra umbilical e não sabe empregar os sentidos astrais, por falta de conhecimento, além da distorção na transferência das informações para o cérebro físico. Concluímos que quanto mais pudermos aprender sobre os mundos sutis, mais liberdade de atuação adquiriremos. Continuaremos com esse importante estudo no dia 5/3/2004. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanh ol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

[052] Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - Audição (Continuação) (Páginas 176. 177 e 178 do Tratado sobre Fogo Cósmico)

Vamos estudar hoje o sentido da audição. O plano físico é o mais
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baixo e denso. Sua construção e conformação é feita por vibrações (oscilações) dentro da gama de freqüências e formas de onda denominadas sonoras, que na Física são classificadas como ondas mecânicas. O som é regido pelo tattwa Akasha ou éter, cujo plano é o átmico, que manifesta essencialmente o terceiro aspecto da Divindade, Inteligência Ativa. Por isso seu efeito mais forte e sentido se dá no plano físico (sétimo plano) e nos sétimos sub-planos, os mais densos e concretos. Em decorrência do acima exposto, a audição é o primeiro sentido que se manifesta. No nosso atual período global, que está ocorrendo no planeta Terra, a primeira raça -raiz, chamada adâmica, que era astral, só possuía o sentido da audição. Será pela audição no plano físico que o homem conseguirá conhecer plenamente o efeito produzido pela palavra sagrada, enquanto é pronunciada pelo Logos Solar. A medida em que a energia do som da palavra sagrada repercute em todo o Sistema Solar, as partículas (átomos e moléculas) são forçadas a ocuparem seus devidos lugares, alcançando o grau mais forte de concreção. A audição é a chave que o homem terá de girar, para descobrir: a. b. c. d. e. seu próprio som ou nota individual; o som ou nota de seu próximo; o som ou nota de seu grupo; o som ou nota do Logos Planetário com o qual está vinculado; o som ou nota do Logos Solar, o que lhe dará amplo conhecimento sobre o Sistema Solar e permitirá alcançar vislumbres da consciência do grande Homem Celestial.

Esses sons ou notas o homem conseguirá da seguinte forma: a. a sua nota, no plano físico; b. a do seu irmão, no plano astral, pelo processo de semelhança de emoções, que o levará a conhecer a identidade do seu próximo; c. a do seu grupo, no plano mental, onde apre nde a responder a essa nota grupal, pelo sentido chamado resposta à vibração grupal; d. no plano búdico, começa a perceber, identificar e responder à nota do seu Logos Planetário; e. no plano átmico, sua consciência começa a responder à nota do Logos Solar, quando inicia a participação mais intensa na vida do Logos. Essas diferenças são apenas para maior esclarecimento. No processo evolutivo, em virtude das sobreposições existentes na natureza, essas
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diferenças não são tão nítidas e o raio do homem, seu grau de desenvolvimento, o trabalho que já realizou anteriormente, suas limitações temporárias e cármicas e outras causas, provocam uma aparente confusão. Todavia, sob uma visão superior do grande esquema divino, a tarefa avança da forma descrita. No plano astral a capacidade de ouvir os sons astrais é denominada clariaudiência astral. Embora as ondas sonoras astrais estejam numa faixa de freqüências bem mais elevadas que os sons físicos, mesmo assim são freqüências mais baixas em relação às da luz astral. Dessa forma a relatividade de freqüência permanece e podemos dizer que os sons astrais são ondas mecânicas astrais, existindo um significado mais profundo nessa afirmação, que não vamos elucidar no momento. Como já explicamos em estudo anterior, a audição astral se dá em qualquer parte do corpo astral, em virtude de sua constituição fluídica e mais dinâmica. A conscientização sonora astral também é mais rápida, pois as ondas sonoras deslocam-se com maior velocidade no corpo astral. Outro aspecto importante e referente à audição física do homem é a limitação de freqüências que ele pode ouvir. Embora uma quantidade imensa de freqüências esteja presente no ar e chegando aos ouvidos humanos, contudo eles só respondem a uma pequena faixa. A gama de freqüências sonoras do ouvido humano normal é de 20Hz (20 ciclos por segundo) a 20kHz (20.000 ciclos por segundo). É fato sabido que os animais têm maior sensibilidade auditiva que o homem. Os cães ouvem acima de 20kHz. Um fato curioso é que os gatos possuem nos olhos um mecanismo pelo qual eles podem ouvir. O homem no momento não está preparado para todos os sons da natureza. Se ele ouvisse a nota da natureza, a soma de todas as notas produzidas pelas formas físicas densas, seu corpo físico desintegrarse-ia. Quando ele tiver desenvolvido plenamente a audição astral e mental, além da física (o tríplice ouvido interno), então ele poderá ouvir a nota da natureza sem perigo. Há uma correlação entre o desenvolvimento dos chacras e dos sentidos. Na primeira iniciação (o nascimento) os chacras estimulados são os do corpo físico. Na segunda (o batismo) são os centros do corpo astral. Na terceira (a transfiguração) são os do corpo mental. Portanto só o Iniciado da terceira iniciação consegue ouvir plenamente no plano físico. No plano mental a audição é análoga à física, ou seja, a capacidade de diferenciar as ondas mecânicas mentais, o que quer dizer, compressões e rarefações de partículas mentais, que atingem o corpo
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mental. Nada tem a ver com a telepatia (comunicação direta, sem ondas sonoras, Ego a Ego) do corpo causal. A telepatia causal é a síntese de todos os sentidos. No plano búdico a audição (que já incorpora a telepatia causal) torna se mais aperfeiçoada, porque permite três coisas: 1. conhecimento e identificação do som individual; 2. conhecimento e identificação do som do grupo; 3. sua completa unificação. Por isso ela é chamada captação. A culminação da audição búdica ocorre no fato de o homem começar a ouvir a nota do seu Logos Planetário e assim entrar na sua consciência. Não devemos esquecer que o corpo etérico do Logos está no plano búdico para cima. Este é o segredo do poder do Mestre. No plano átmico é análoga à do plano búdico, captação de sons da matéria átmica, os quais, relativamente, podem ser considerados ondas mecânicas átmicas. Todavia, em virtude da maior freqüência da matéria átmica, as ondas sonoras átmicas possuem uma gama imensa de informações (quanto maior a freqüência, maior a capacidade de conter informações). Como o plano átmico é onde o terceiro aspecto da Divindade, Inteligência Ativa, expressa -se mais essencialmente para nós, a audição átmica atinge a perfeição relativa, permitindo ao homem começar a ouvir a nota do Logos Solar (física cósmica), o que trará à sua consciência informações valiosíssimas sobre a vida física do Logos. Por isso a audição átmica é chamada de beatitude pelo Mestre Tibetano, sendo então a base da existência, o método da evolução e o unificador final. É no plano átmico que o homem entenderá com clareza o significado da frase sagrada que o Logos Solar está pronunciando, sendo o AUM apenas a abreviatura, pois na realidade ela contém 21 letras. Muitas pessoas pronunciam o AUM sem ter a menor noção do seu significado. Como é do conhecimento de todos os que estudaram acústica, na Física, o som produz formas, o que foi comprovado experimentalmente em laboratório. Quando o homem tiver visão etérica, verá essas formas. Os Devas vêm o som e ouvem a luz. No processo de construção das diversas partes do universo manifestado, o som gerado pelo Logos, dentro do seu planejamento, produz modelos que forçam as partículas a se unirem de acordo com eles e assim surgem as diversas formas cósmicas: nebulosas, galáxias, estrelas, planetas etc. Também no microcosmos o som do Logos atua nas formas. Um dos caminhos que o Iniciado da sexta iniciação vê diante de si leva-o a desvendar profundamente os mistérios reais do som, em diversos
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planos. Este caminho é o terceiro, o de treinamento para os Logos Planetários. São os Senhores da verdadeira ciência do Mantram . Por aí podem perceber quão grande é a ignorância dessas pessoas que vivem recitando mantrans, sem o menor conhecimento da mecânica do som, nos planos físico, astral e mental. É oportuno neste contexto citar um artigo da conceituada revista Scientific American Brasil, de março de 2004, página 48, sob o título Sinfonia Cósmica, pelos cosmólogos Wayne Hu e Martin White, que descrevem a teoria da formação do universo por ondas sonoras no plasma inicial constituído por partículas sub -atômicas (quarks, glúons,fótons, elétrons etc). Esses cientistas fazem menção de uma sinfonia cósmica produzida por músicos muito estranhos e acompanhada de coincidências ainda mais estranhas. É a ciência humana aproximando-se da ciência sagrada, como previu o Mestre Tibetano. É um artigo que vale a pena ser lido por aqueles que querem o conhecimento profundo e real e não se contentam em ficar na superfície. Ainda dentro do campo da ciência, existe uma arma desenvolvida por um país, a qual, ao ser ativada perto de uma pessoa, emite ondas sonoras na freqüência de ressonância de um órgão, por exemplo, o baço, levando-o a oscilar com amplitude crescente, até a ruptura completa, provocando a morte da pessoa. Quando a visão etérica for conseguida, poderá ser construído um aparelho que gerará ondas sonoras, que substituirão a cirurgia, na reconstrução de órgãos. Todavia a meta do homem é não depender de aparelhos, mas gerar ondas usando apenas sua capacidade de manipular os três fogos. Aí jaz o segredo. Há muito mais informações sobre o som que serão passadas ao longo dos nossos estudos. No próximo estudo, dia 12/04/2004, iremos tratar do tato, tão importante no atual Sistema Solar.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído po r editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 5-MAR-2004

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Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - O Tato Páginas 178, 179, 180 e 181 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Vamos estudar o sentido do tato. Este sentido foi o segundo a se manifestar na raça humana, o que ocorreu na segunda raça -raiz do nosso período global, a raça hiperbórea, que era etérica. Este fat o demonstra que existe um tato

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etérico, que será reconquistado pelo homem num nível muito elevado, quando a humanidade se polarizar no corpo etérico. Aqueles que querem seguir depressa, homens e mulheres, podem consegui -lo bem antes, desde que adquiram o conhecimento necessário e saibam aplicá -lo. Já que falamos de raça-raiz, vamos rapidamente esclarecer um assunto muito do momento, embora fora do tema do nosso estudo. Na Bíblia está escrito que a mulher (Eva) foi feita por Deus de uma costela do homem (Adã o), dando a entender que o homem foi criado primeiro e é superior à mulher. Nada mais irracional e errado que isso. Nas duas primeiras raças -raiz (adâmica e hiperbórea) e nas duas primeiras sub-raças da raça lemuriana (a terceira), o ser humano era de um só tipo, não existindo homem e mulher distintos. O processo de propagação da espécie era diferente do atual. Foi na terceira sub raça da raça lemuriana que ocorreu a separação dos sexos. Portanto homem e mulher vieram de um mesmo ser e apareceram simultaneamente. Não existe portanto a propalada superioridade do homem sobre a mulher. As religiões que se baseiam unicamente na Bíblia, esquecendo que ela deve ser interpretada, pois é um simbolismo, ensinam essa interpretação errada, de que a mulher é proveniente da costela de Adão e contribuíram muito para essa discriminação da mulher. Já na infância a criança aprende esse preconceito, induzindo o menino a se considerar superior à menina e esta a se ver um ser passivo e subordinado. Este ensinamento errado em mui to atrasou a evolução da mulher, prejudicando o Plano Divino, que prevê para a mulher o acesso ao conhecimento e às oportunidades tanto quanto para o homem. Esquecem que a Alma encarna como mulher e como homem, com o objetivo de adquirir qualidades. Prejudicando a mulher, na realidade estão prejudicando a si mesmos. Retornemos ao nosso assunto. O tato é um sentido de grande importância no atual Sistema Solar, que é de consciência astral búdica. É a consciência básica do sistema, porque o Logos Solar está de senvolvendo o segundo aspecto, Amor-Sabedoria, que em seu corpo físico cósmico expressa -se no plano búdico e reflete-se no plano astral como emoção, sentimento e sensação, que devem se transmutar em intuição, percepção espiritual e unidade, ou seja, a polarização da humanidade deve passar para o búdico, após passar pelo mental. Não devemos esquecer que os sentidos, conforme vão se desenvolvendo, começam a se sintetizarem com os outros, tornando-se muito difícil separar um do outro. O tato é o reconhecimento do contato estabelecido por Manas ou mente de três modos: 
 

como conhecimento como memória como antecipação.

Como conhecimento, porque aprende algo novo sobre o não -eu. Como
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memória, porque, uma vez gravado o que aprendeu, identifica e recorda num segundo contato. Como antecipação, porque, com base no que está gravado (memória) e em novo contato, pode prever. Cada sentido, ao relacionar-se com a mente, desenvolve na consciência um conceito, que personifica o passado, o presente e o futuro. Em conseqüência, o homem muito evoluído, que já tem plenamente ativos os sentidos dos corpos físico, astral e mental (o Iniciado com a terceira Iniciação, em preparação para a quarta), pode observar os três planos inferiores do ponto de vista do ³Eterno Agora´, ou seja, transcende o tempo (como é conhecido nos mundos inferiores). Isso significa que os sentidos foram substituídos pela plena consciência ativa, sabe e não necessita mais dos sentidos para adquirir o conhecimento sobre os planos físico, astral e mental, porque sua mente, amplamente desenvolvida e potente, pode captar diretamente todas as vibrações dos três planos, interpretando -as com fidedignidade, podendo assim ter uma visão do futuro nesses planos inferiores. Não necessita de instrumentos, por mais sofisticados que sejam, para entender o funcionamento do universo. Pela qualidade conquistada pela psicometria planetária (tato do corpo mental) sabe a origem do universo físico, o mesmo ocorrendo com relação aos universos astral e mental, que antecedem o fís ico. É de fato um ser completamente livre dos três mundos inferiores. Sua atenção se volta para os mundos búdico e superiores. Porém, no tempo e nos três mundos inferiores, cada sentido, em cada plano, fornece ao homem (o Pensador) um aspecto ou faceta do não-eu e com a ajuda da mente ele pode ajustar sua relação com esse aspecto. Vejamos esses aspectos. A audição dá noção de direção relativa e permite ao homem definir sua posição e localizar-se no esquema do qual faz parte. Essa localização não é apenas espacial. A audição astral fornece detalhes de orientação, que permitem avaliação da direção evolutiva do não -eu, havendo maior riqueza desses detalhes na audição mental. Assim pode prestar melhor ajuda a seu irmão. O tato dá noção de quantidade ou medida e permite ao homem fixar seu valor relativo em relação aos outros corpos estranhos a si mesmo. A visão dá noção de proporção e permite o ajuste do movimento ao dos demais. Como cada sentido inclui os anteriores, na visão também existem as noções de direção e quantidade, sendo portanto a visão um sentido sintetizador. Como o paladar e o olfato são subsidiários do tato, a visão aperfeiçoada contém as noções propiciadas por esses dois. O paladar dá noção de valor e permite decidir o que parece melhor. O olfato dá idéia de qualidade inata e permite achar o que o atrai, porque é da mesma qualidade ou essência.

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É muito importante que, em todas essas definições, tenha -se em mente que a finalidade dos sentidos é revelar o não -eu e permitir ao Pensador (o Eu) diferenciar o real e o irreal. Pelos mecanismos de percepção (Jnanindriyas) o Pensador colhe informações do não -eu e reage a elas pelos mecanismos de ação (Carmindriyas), que são seis: 1. 2. 3. 4. 5. boca, aparelho fonador-falar mãos-aferrar pernas-andar anus -evacuar, excreção órgãos genitais-procriar.

A mente é o verdadeiro órgão dos sentidos, sendo a parte física apenas o coletor de informações, na forma de vibrações ou oscilações. Por isso o Iniciado avançado consegue prescindir dos órgãos físicos para captar as informações e obter o conhecimento do não-eu. Daí a grande importância do conhecimento, inclusive no serviço. Quanto maior a capacidade dos sentidos, maior a capacidade do curador para detectar o que está errado no seu irmão e conseguir a harmonia (a cura). Na evolução dos sentidos, é o ouvido que atrai a atenção do Eu, aparentemente cego, para algo que ocorre fora dele, dando -lhe a noção de exterior e de direção da fonte de som. Esse sentido com o tempo provoca a formação de outro sentido. P ela Lei de Atração, o Eu quer se aproxima daquilo que está gerando o som que lhe chega aos ouvidos e sentir com mais detalhes esse algo. Surge então o tato, que fornece ao Pensador incipiente mais informações: dimensão, contextura externa e tipo de superfí cie. Assim a consciência se amplia, pode ouvir e apalpar, todavia ainda não tem subsídios para correlacionar e definir. Quando consegue definir e dar nomes às coisas, terá dado um grande passo avante. Podemos aqui aplicar aos sentidos os antigos símbolos c ósmicos. O ponto no centro- a consciência do eu na etapa em que só pela audição consegue perceber o não-eu. O círculo dividido em dois - a consciência do eu percebendo o não-eu pela audição e pelo tato. Quando a fase do tato está consolidada (final da segu nda raça-raiz, a hiperbórea), nasce o terceiro sentido, a visão, iniciando a habilidade de estabelecer relações entre os diversos não -eu e consigo mesmo. É a partir daí que a Mente começa realmente a funcionar, através do raciocínio. A visão surgiu na terceira raça-raiz, a lemuriana, a primeira densa. Na terceira sub-raça lemuriana o ser humano, ainda sem sexo definido, estava bastante treinado no uso da vista e dos outros dois sentidos, ferramentas excelentes
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para o raciocínio. Foi então que ocorreram dois fatos importantíssimos na história da humanidade: a divisão em dois sexos, homem e mulher e a chegada dos Senhores da Chama, provenientes do esquema de Vênus. Esses excelsos Seres são citados no Antigo Testamento como os Filhos de Deus. Eles vieram para implantar no lemuriano a chispa da mente. Foi aí que realmente iniciou -se o processo de individualização do ser humano. Esse assunto é de imensa importância para a humanidade, pois envolve um Ser de elevadíssima categoria, que voluntariamente se sacrificou pelo homem, descendo do plano búdico cósmico para o nosso plano causal, com o objetivo de construir o Loto Egóico, sem o qual não teríamos auto-consciência. Esse Deva permanece velando pelo homem até a quarta Iniciação, quando é liberado. Devemos cotidianamente prestar gratidão ao nosso Anjo Solar, como é chamado pelo Mestre Tibetano. Todo o trabalho do Anjo Solar está descrito com riqueza de detalhes no Tratado sobre Fogo Cósmico. Chegaremos lá. Com a auto-consciência definitivamente implantada e o Loto Eg óico em funcionamento, embora nessa fase tinha o aspecto de um botão, com as pétalas totalmente fechadas, houve um grande incremento no relacionamento entre o eu e o não -eu, os quais se coordenaram imediatamente, havendo intensa troca de informações, tendo como conseqüência uma aceleração da evolução. Com essas informações, já podemos concluir quão importante é saber utilizar corretamente os sentidos, aplicando intensamente a capacidade analítica da mente, no processo evolutivo. Quanto mais conhecimentos pu dermos adquirir através dos sentidos, quanto mais pudermos utilizá -los, quanto mais pudermos expandi-los, mais acelerada será a nossa evolução. Devemos também saber utilizar os sentidos astrais e mentais. O pensar constante nos significados desses sentidos, irá desenvolvê-los. Assim também o Loto Egóico irá abrir suas pétalas. No intervalo entre a morte e o renascimento, quando a consciência é transferida para o plano causal, dá -se a transferência da essência do conquistado na última encarnação para as devi das pétalas do Loto Egóico, que assim entram em atividade e abrem-se. Pelo serviço prestado ao próximo com amor desinteressado, as pétalas do Amor -Sabedoria se dinamizam, sendo importante que esse serviço seja ligado ao conhecimento, para ocorrer a transformação do conhecimento em sabedoria. O Iniciado com a segunda Iniciação já tem condições de fazer a transferência para as pétalas do Loto Egóico, bem como acelerar o movimento das partículas constituintes, ainda encarnado, não necessitando esperar a morte. Por isso ele pode optar, com a autorização de seu Mestre, por abdicar de ir ao plano mental, permanecendo curto tempo no plano astral e retornando rapidamente a uma nova encarnação. Ele não pode perder tempo, pois a Hierarquia necessita urgentemente que ele receba Iniciações mais elevadas, para ocupar cargos importantes, liberando os Mestres para seguirem os caminhos escolhidos. Como exemplos, temos o Senhor Buda e os Mestres Jesus e Serápis Bey, que devem seguir para Sírius, mas que estão aguardando que n ovos Iniciados sejam sagrados e ocupem os cargos vacantes.

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Continuaremos o nosso estudo no dia 18/03/2004, ainda dentro do mesmo tema.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - (Continuação) (Páginas 181 e 182 do Tratado sobre Fogo Cósmico) A continuação do estudo dos sentidos relacionados com os centros, vejamos suas vinculações com os três aspectos do Logos Uno, chamados os três Logos. Essas vinculações derivam dos aspectos abrangidos pelos sentidos. Três sentidos são chamados maiores, audição, tato e visão, sendo os outros dois, paladar e olfato, considerados menores, pois são derivados do tato. De fato, o paladar e o olfato, exigem o contacto da molécula portadora de suas respectivas informações com as células sensoras (gustativas e olfativas), para a conscientização. Pela audição o homem consegue reconhecer a quádrupla palavra, a atividade da matéria, o Terceiro Logos. A quádrupla palavra (quádruplo som) é responsável pelas quatro leis que regem a ma téria: 
  

lei de vibração lei de adaptação lei de repulsão lei de fricção.

Essas quatro leis são subsidiárias da Lei de Economia, que rege a matéria. Estudá-las-emos mais tarde. Pelo tato o homem reconhece o sétuplo Construtor de Formas, a construção das formas, sua aproximação e inter-relacionamento, que constituem a atividade do segundo Logos. De fato tato é aproximação e tende a unir (embora possa afastar). A Lei de Atração começa a atuar pelo tato entre o eu e o não-eu. Pela visão o homem reconhece a totalidade, a síntese dos muitos no UNO e a partição do UNOnos muitos, a atuação da Lei de Síntese em todas as formas que o eu ocupa e a unidade essencial de toda a manifestação. É tarefa do primeiro Logos, Vontade. O tato, por estar relacionado com o segundo aspecto, Amor-Sabedoria-Razão Pura, que é a meta do nosso Logos Solar para este atual sistema, é o sentido mais importante e, por isso, seu mecanismo, sua utilização, as informações que ele fornece e seus efeitos devem ser estudados em profundidade, em

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todos os planos. Tal estudo levar-nos-á a conclusões interessantes e muito úteis. Através do reconhecimento da superfície da forma, podemos identificar a essência nela oculta. Uma vez conseguida essa identificação, é possível ao eu harmonizar-se com o não-eu em qualquer etapa evolutiva e assim saber qual a ajuda correta e mais adequada que deve dar, usando o processo de maior rendimento. Isso é servir ativamente. É Senhor de Compaixão aquele que, pelo tato, sente, capta plenamente e compreende a maneira de corrigir o inadequado (o que está em desarmonia) no não-eu, assim acelerando sua evolução. Devemos também estudar o valor do tato na cura, embora aí seja um carmindriya (os jnanindriyas e carmindriyas se relacionam). Todos os curadores da raça são exímios na arte do tato. É a linha dos Bodhisattvas, de Amor-Sabedoria e ensino, a linha do CRISTO, caminho esse que todos deverão percorrer com o tempo. Eles sabem manipular a Lei de Atração e Repulsão. Não esquecer que atração e repulsão são pólos de uma mesma força. Mestre Tibetano diz que a origem etimológica da palavra tato é um tanto obscura e que provavelmente significa ³extrair com movimento rápido´. Aí está todo o segredo do nosso Sistema Solar objetivo, que demonstrará a aceleração do movimento pelo tato. As qualidades essenciais do não-eu são: inércia (tamas), movimento (rajas) e ritmo (sattva). O ritmo, o equilíbrio, a vibração estável, serão alcançados pelo tato. Vejamos um exemplo. Quando o homem medita corretamente, pela concentração e obediência às regras, ele consegue estabelecer contacto com matéria mais elevada e refinada que a usual, a causal e, com o tempo, com a búdica, por breve período. Com esse contacto a sua vibração rotineira se acelera, com os óbvios benefícios. Aqui entramos novamente no tema principal do nosso estudo, os fogos. Na meditação, o fogo por fricção atrai a si o fogo de manas, que lhe é superior. Eles se tocam, reconhecem-se e fazem-se conscientes um do outro. O fogo de manas arde continuamente e se nutre com o que dele se apro xima e por ele é rechaçado. Quando ocorre o contacto entre os dois fogos, de manas e por fricção, inicia -se o processo de fusão e incrementa -se intensamente a força estimulante, aumentando a capacidade de estabelecer contacto, que dá origem a um ciclo de realimentação (feedback) positiva. Desse aumento da capacidade atrativa, o fogo elétrico da Mônada aproxima -se e entra em contacto com os outros dois fogos fundidos, iniciando -se a segunda fusão, a tríplice. Isto está relacionado com o mistério do Cetro da Iniciação. Quando estudarmos
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os centros e a Iniciação, veremos que o assunto envolve esse misterioso aspecto do tato, faculdade do segundo Logos, que aplica a Lei de Atração. No ato da Iniciação ocorre uma intensa manipulação de fogo elétrico (solar/elétrico), armazenado no Cetro Iniciático, qualquer que seja, o do Sr. Maitreya, o do Senhor do Mundo, o Diamante Flamígero ou o do Logos Solar, o Sétuplo Fogo Flamejante. O Iniciando, por ter feito a sua parte, levar inicialmente seus fogos por fricção e solar a um elevado nível de atividade e fusão e posteriormente fazer o mesmo com seu fogo elétrico da Mônada, faz jus a uma carga extra de fogo elétrico de níveis cósmicos, o que acelera tremendamente sua evolução, tornando -se com isso altamente útil ao Plano Di vino. Por isso Mestre Tibetano diz que o homem é um fenômeno elétrico e que Manas é eletricidade, no que Ele está certíssimo. Não tiro essa conclusão apenas porque é um Mestre que está afirmando, mas porque vejo uma lógica perfeita na sua afirmação. Quem conseguir entender com clareza e ver o processo iniciático e em conseqüência compreender e ver a atividade que está reservada ao Iniciado nos planos superiores, jamais esmorecerá em seu esforço evolutivo, porque sabe e não porque lhe falaram. Voltemos à visão, ao paladar e ao olfato, para logo resumir as relações entre os centros e os sentidos e suas interações. Uma vez isto concluído, restam apenas dois pontos para o término da primeira parte. Esses dois pontos são: os centros e a Iniciação e a Lei de Econ omia, que rege a matéria. Terminados esses dois pontos, entraremos na parte mais importante do livro, a que trata dos fogos de Manas, tanto coletivamente (os Logos Planetários), como individualmente (os divinos Manasaputras). É a verdadeira evolução da Mônada e como ela usa a fusão cósmica dos fogos da matéria e de Manas. Manasaputras são os filhos da Mente, o princípio individual no homem, o Ego ou Alma, às vezes chamado Anjo Solar, que não deve ser confundido com o Anjo Solar, o grande Deva construtor do Loto Egóico. É bom aqui recordar a célebre frase de Renè Descartes:³ Cogito, ergo sum´, que quer dizer: penso, logo existo. Continuaremos o nosso estudo no dia 19/03/2004, ainda dentro do mesmo tema.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais (Continuação) (Páginas 183 e 184 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Continuando nosso estudo dos sentidos, iremos analisar a visão, o paladar e o olfato, em seus aspectos transcendentes e evolutivos, pois seu objetivo é fazer o homem evoluir, em direção à sua meta: adquirir conhecimentos e dominar todos os planos previstos pelo Plano Divino para esta cadeia. A visão é o principal correlacionador do Sistema Solar. Sob a ótica das leis regentes, pela Lei de Economia o homem ouve. O som penetra o íntimo da matéria e provoca sua diferenciação ou heterogeneidade. Ouvindo, o homem é levado a tocar a fonte do som que lhe chega aos ouvidos (Lei de Atração). O toque provoca duas reações no que toca e no que é tocado: atração ou repulsão, dependendo da sinto nia. Ao tocar, o homem percebe que as informações captadas não são suficientes, ele quer saber mais. Então seus olhos se abrem e ele vê. Pela Lei de Síntese ele reconhece sua posição na ordem do mundo manifestado. A audição expressa a unidade, porque o hom em apenas ouve, mas não tem experiência de algo concreto sem ser ele mesmo e assim sente -se só e um. Quando toca e sente concretamente, sabe realmente que existe algo fora dele, o não-eu. É a dualidade. Quando enxerga, ele pode relacionar, o que o leva à triplicidade: eu, não -eu e o relacionamento entre o eu e o não -eu. Todo o presente está contido nesses três sentidos. Evoluir é reconhecer, utilizar, coordenar e dominar tudo, até que o Eu se torne plenamente consciente da existência de todas as formas e de todas as vibrações oriundas do não-eu. Lembramos aqui que a expressão não -eu não se refere somente ao outro homem, mas a toda a natureza, inclusive os próprios veículos, numa etapa mais avançada. Dessa forma o objetivo do Eu, utilizando -se do poder ordenador da mente, será achar a verdade, ou seja, o ponto no círculo da manifestação que, para o Eu, é o ponto de equilíbrio, onde a coordenação é perfeita. Isto é um estado interior, significando a conquista de qualidades bem definidas, através do conhec imento (estudo) e sua aplicação não só em relação a si mesmo, como a seu próximo. Incluímos aqui como próximo a natureza. Somente quando este ponto for conquistado, é que o Eu poderá dispensar todos os véus, contactos e sentidos. Ele saberá por captação di reta, não precisando de mecanismos intermediários. É a etapa em que o homem recebe a quarta Iniciação, quando se liberta dos três mundos inferiores, iniciando uma nova fase de conquistas. Nos estágios do processo evolutivo nos mundos inferiores, ocorrem três tipos

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de separação: Involução. A separação ou diferenciação da matéria, quando o Uno se converte nos muitos. Os sentidos se desenvolvem e o Eu os aperfeiçoa, para utilizar a matéria, sob o comando da Lei de Economia. Evolução, até chegar no caminho de Provação. O uso intensivo dos sentidos conduz a uma identificação progressiva do Eu com todas as formas, desde as mais densas até as relativamente refinadas. Rege a Lei de Atração e o Espírito se funde com a matéria, ou seja, o Espírito consegue melhorar a matéria para seu uso. Evolução no Caminho. Outra separação, o Espírito se separa da matéria, passa a se identificar com o Uno e finalmente repele a forma (terceira separação), porque não mais dela necessita. Pela experiência vivida, os sentidos são sintetizados numa faculdade adquirida e o Eu dispensa o não -eu. Funde-se com o Omni-Eu (Eu Total). Rege a Lei de Síntese. Nestas três etapas observa-se a atuação dos três aspectos do Logos. Na partição ou diferenciação da matéria está agindo o Terceiro Logos, o C riador. Na repulsão da matéria pelo Espírito comanda o Primeiro Logos, o Destruidor. Na evolução até o caminho de Provação, o grande regente é o Segundo Logos, o Preservador. Na realidade os três aspectos estão sempre presentes simultaneamente, as tarefas e funções é que são exercidas separadamente. O mesmo acontece com o homem. No aperfeiçoamento final da visão, que ocorre no corpo átmico, a palavra compreensão é totalmente inadequada para defini -lo. Mais uma vez lembramos que a expressão aperfeiçoamento f inal é relativa. Ela significa a consecução da meta para a atual cadeia, a quarta, que é a quinta Iniciação, a do Adepto, que implica no domínio do plano átmico. O aperfeiçoamento continua. Uns poucos ultrapassarão essa meta. Serão os dirigentes nas futura s rondas e cadeias. Pela análise cuidadosa das informações que os sentidos captam nos cinco planos da evolução humana (físico, astral, mental, búdico e átmico), em particular, comparando entre o físico e o átmico e levando em conta o resumo feito pelo Mestre Tibetano na página 184, podemos fazer ilações interessantíssimas, que muito nos auxiliarão a adquirir uma compreensão nítida e lógica do modo de vida nos planos superiores. Infelizmente a maioria da humanidade está profundamente identificada com a vida material, a ponto de achar que a vida no chamado paraíso, post -mortem, é continuação da vida física, como ensinam algumas religiões. No momento em que entenderem com clareza como é a vida em cada plano, concluirão quão insanos foram. Esse entendimento só pode ser conseguido
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pelo estudo, pesquisa, comparação, meditação e lógica, o que requer esforço e disciplina. A chamada salvação é tarefa de cada um. O instrutor fornece as informações necessárias e ajuda no raciocínio, mas o trabalho tem de ser de cada um. É muito cômodo pensar que algum Mestre irá fazer o nosso trabalho por nós, salvando-nos. Esse modo de pensar é irracional e férrea lógica, pois como iremos desenvolver qualidades sem praticá-las ? Assim como a função faz o órgão, igualmente o exercício da qualidade a faz crescer. Analisemos o resumo do Mestre, sentido a sentido. Audição - Beatitude - Logra-se por meio do não-eu.O que é beatitude ? É o estado mais elevado de felicidade relativa. Como se refere à audição átmica, significa que esse estado, an álogo ao samadi da ioga, é conseguido pela captação de vibrações mecânicas átmicas, contendo informações de ordem muito elevada. Na audição átmica começamos a ouvir a nota física cósmica do Logos Solar. Essa nota, que não é um som único, mas um imenso conj unto de sons, fornece à consciência muitas informações e detalhes da natureza da vida física do Logos. Além dessa conscientização, as partículas do corpo átmico passam a vibrar em resposta à nota do Logos, assim como o som físico afeta o nosso corpo e pode nos alegrar. É essa vibração do corpo átmico, aliada à conscientização, que provoca a suprema euforia, que o Mestre chama beatitude. Isso é conseguido por meio do não -eu e pelo constante exercício da audição em todos os planos. O som no plano átmico não gera formas como nos planos físico, astral e mental inferior, porque o átmico é um plano arupa, que quer dizer sem forma. Todavia produz figuras geométricas, que encerram conceitos matemáticos elevados e abstratos. Por conceitos matemáticos elevados estamos nos referindo à matemática que descreve relações e fenômenos nos planos superiores. Por exemplo, uma equação diferencial relaciona variáveis, funções e suas derivadas e pode descrever um fenômeno físico ou uma teoria física. De forma análoga uma equação diferencial transcendental pode descrever a atuação de energias cósmicas extra-sistêmicas, que darão subsídios à Hierarquia para auxiliar a humanidade. Na aplicação das energias superiores é necessária a quantificação, a dosagem dessas energias. Há Adeptos que se especializam nesse ramo e são muito úteis, assessorando a Hierarquia na tomada de decisões,o que comprova o velho aforismo: ³ Assim como é em cima, é em baixo´, que deve ser interpretado com as devidas diferenças. Chamamos a atenção para uma observa ção muito importante. Mestre Tibetano fala por diversas vezes que na etapa final o Eu rechaça o não -eu. Esse rechaçar o não-eu não significa o abandono do próximo. Nas etapas iniciais e intermediárias do processo evolutivo, dentro do Planejamento para a no ssa cadeia, o Eu necessita do não -eu para adquirir experiência e se desenvolver. Nessa relação muitas vezes o Eu se identifica com o não -eu, por exemplo, com o próprio corpo, pensando que ele é a sensação física, a emoção e o pensamento, esquecendo que são fenômenos que estão ocorrendo em seus veículos e que são muito úteis para o desenvolvimento da sua consciência, mas efetivamente ele não é isso. Quando chega na etapa final, da evolução no Caminho (já tendo passado pela primeira Iniciação), ele começa a p erceber o
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Omni-Eu, o Uno, em todos os não-eu e conclui que todas as formas de não -eu são ilusórias como partes separadas, mas necessárias e importantes para o seu desenvolvimento. Então ele abandona essa identificação com as formas, que é o rechaço do não -eu. Como conquistou as qualidades derivadas de todas as percepções, por ter usado muito os sentidos na sua escala mais ampla, dispensa esses mecanismos, porque sabe diretamente. Então, por ter entendido por lógica o Omni -Eu presente em todos os não-eu, com Ele se identifica e passa a ajudá -lo, ajudando todas as formas de não -eu, usando os poderes e as qualidades conquistadas. Todavia nunca perde sua identidade. Não confundir essa confusão de identificação com a identificação no sentido de entender os proble mas do próximo. Quando começar a espiral mais elevada, a conquista dos planos monádico, adi e superiores, terá de enfrentar uma nova batalha, porém em condições muitíssimo diferentes. São pugnas que só trazem alegrias e felicidade de uma modalidade e intensidade inimagináveis pelo homem comum. Procurem descobrir a luta no nível dos Logos, porque ela existe. No próximo estudo, em 23/03/2004, falaremos sobre o tato, dentro dessa mesma ótica do Mestre Tibetano.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - O tato (Continuação) Página 184 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Neste estudo vamos analisar e pesquisar o tato, dentro do objetivo do Mestre Tibetano, que façamos deduções, comparando a natureza das informações que esse sentido leva à consciência, plano a plano, tentando dessa forma entender como é o modo de vida nos planos. Tenhamos sempre em mente que o tato é o sentido mais importante no atual Sistema Solar, porque está regido pelo segundo aspecto do Logos Solar, Amor -Sabedoria-Razão Pura, sua meta e tem dois sentidos menores subsidiários: o paladar e o olfato. Vejamos quais informações o tato físico fornece à consciência física. São noções de contextura, forma, suavidade ou aspereza, tamanho, quantidade e temperatura. Fisiologicamente a pele, onde o tato está localizado, é a blindagem de defesa do corpo humano. Existe um tipo de célula da pele, o melanocito, que possui características muito interessantes e, quando se altera, transforma -se num

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câncer dos mais agressivos, o melanoma. Fizemos essa citação, apenas porque existe uma conexão profunda entre a pele e o tato, não somente porque o tato nela está. As energias portadoras das informações acima descritas afetam o corpo denso, seguindo o processo da transformação da pressão me cânica sobre a pele em sinais elétricos, que são transportados pelos nervos para o cérebro, onde ocorre a conscientização. Para a informação da temperatura, há duas energias que atuam: o movimento das moléculas excitadas pelo calor (energia mecânica) e e as ondas eletromagnéticas na faixa do infravermelho; no caso do frio (temperatura externa menor do que a da pele), a sensação é proveniente da retirada do calor da pele, que é fogo por fricção. Na realidade sempre o fogo por fricção age no processo do tato, ou seja, ocorre entrada ou retirada de fogo por fricção. Esse assunto é um pouco mais complexo, todavia não vamos entrar em detalhes agora. Existem também as informações que chegam à consciência por meio da aura etérica. Essa aura estende-se mais ou menos por cinco centímetros além da superfície da pele e é constituída de partículas do corpo etérico. Ela pode ser penetrada por energias portando informações, que são conduzidas ao cérebro por condutores etéricos chamados nadis. Na maioria das vezes a conscientização da informação não é clara, mas expressa -se como sensação agradável ou desagradável, dependendo da natureza da energia. Quem está habituado a aplicar constantemente sua mente ao tato, pode entender imediatamente e com clareza esse tipo de informaçã o táctil. É questão de treinamento e, é óbvio, depende do desenvolvimento dos centros etéricos, em particular do cardíaco. Informações sobre doenças podem ser captadas pelo tato bem treinado, sendo necessário um mínimo de conhecimentos anatômicos e fisioló gicos. No corpo astral o tato chama-se psicometria, a faculdade de perceber não só as informações análogas às do tato físico, como outras de fatos ocorridos em torno do objeto com o qual o corpo astral está em contacto. Semelhantemente ao tato físico, a psicometria está em toda a periferia do corpo astral. Vemos nitidamente como o tato, ao passar para o corpo astral, torna -se mais abrangente, com mais riqueza de detalhes e mais informações, dentro de sua área. Essa expansão crescente ocorre sempre ao passar o sentido para um corpo mais sutil, refinado e dinâmico, comprovando a afirmação de que, quanto maior a freqüência (número de ciclos da vibração por segundo), maior a capacidade de conter informações. Isso pode ser entendido facilmente, se raciocinarmos da seguinte forma: uma informação pode ser decomposta numa quantidade do que chamamos tecnicamente unidade de informação, que fica armazenada num ciclo ou até num semi-ciclo, então, quanto maior o número de ciclos por segundo (freqüência), maior a quantidad e de unidades de informação contida num segundo da onda portadora. No corpo mental o tato é a psicometria planetária. Qual a diferença entre essa psicometria e a astral ? Pelo princípio acima explicado, é a maior abrangência
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de informações nessa área, por ser o corpo mental de maior freqüência. Isso significa que no corpo mental a psicometria fornece informações de fatos ocorridos em torno do objeto, numa profundidade que envolve a história do planeta. No corpo búdico o tato chama-se cura. Embora a cura seja um carmindriya, pois é uma ação, todavia se analisarmos com bastante atenção as funções do corpo búdico, concluiremos que há uma associação direta entre o tato búdico (jnanindriya) e a cura búdica (carmindriya), provando que o Mestre Tibetano está certo. A matéria búdica é regida pelo quarto Raio, da harmonia pelo conflito, o que significa que ela tende a conciliar o que está em conflito ou desarmonia. O que é a doença ? É o resultado da falta de harmonia. Num corpo sadio todas as partes, todos os órgãos, todas as células, trabalham em estreita colaboração, para o bem-estar do todo, o corpo. Qualquer falta de cooperação provoca a doença. Num câncer, por exemplo, as células cancerosas só trabalham para si mesmas, esquecendo o trabalho compartilhado com outr as células para o todo, não estando portanto em harmonia. Logo, curar é restaurar a harmonia, onde quer que ela tenha se ausentado. Sem entrar em detalhes sobre a fisiologia do corpo búdico, o tato nesse corpo capta minúcias do processo de desarmonia e pas sa-as para a consciência atuando no corpo búdico. Então sua capacidade harmonizadora entra em ação e, dependendo da capacidade da Mônada de se comunicar com sua Alma e com o cérebro físico do corpo que está ocupando, tanto a informação sobre o processo de desarmonia que está provocando a doença, como as energias búdicas restauradoras podem chegar à consciência cerebral física. Aí o conhecimento e as energias curadoras atuam pelo tato físico e efetuam a cura. Lembremos que existe uma linha de comunicação entre o tato búdico (como jnanindriya e carmindriya) e o tato físico. É óbvio que quanto maior a capacidade de domínio da Mônada sobre todos os seus veículos (incluindo a Alma), maior sua capacidade curadora, que irá se manifestar em seu corpo físico. Mestre Jesus, quando encarnado, tinha esse poder em alto grau. Como já tinha a terceira Iniciação, da Transfiguração, seu corpo búdico já estava bem organizado e coordenado, como também sua Mônada já possuía um excelente contacto com o cérebro físico. Sabemos que bastava tocar em seu corpo, para ficar curado. Assim, com argumentação lógica e raciocínio, demonstramos que Mestre Tibetano está correto, quando chama o tato do corpo búdico de cura. No corpo átmico o tato é denominado pelo Mestre como serviço ativo. Sig amos a mesma linha de raciocínio utilizada para o tato búdico. A matéria átmica é regida pelo terceiro Raio, de Inteligência Ativa. Esse Raio é sintetizador dos quatro raios menores de atributo. Essa síntese significa que todas as faculdades do tato dos corpos inferiores são absorvidas e acrescidas pelo tato átmico, que funciona ao mesmo tempo como jnanindriya (ao captar

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informações) e como carmindriya (ao exercer ação). O domínio do plano átmico é a meta da nossa cadeia para o homem e na quinta Iniciação, da Revelação, o Adepto tem de desenvolver ao máximo seu corpo átmico. Portanto, o despertar do tato átmico até sua plenitude significa o alcance da perfeição desse sentido (na captação e na ação), perfeição relativa, é claro, pois, como já dissemos, a conquista de novas perfeições continua, a partir do plano monádico. Falemos um pouco das novas qualidades acrescidas ao tato átmico. No tato búdico citamos o estabelecimento da harmonia, como a principal qualidade. No tato átmico surge o estímulo para a correta evolução. O que é agir para a correta evolução ? É saber o nível de evolução da pessoa ajudada, sua posição no processo evolutivo, suas qualidades e deficiências, seus diversos raios, em particular os raios da Mônada e da Alma e seu carma, antes de agir. Todas essas informações são necessárias para a escolha da melhor ação de ajuda, que será o melhor serviço. Portanto o sentido tato átmico opera juntamente com a ação, sendo perfeitamente coerente a expressão serviço ativo, dado pelo Mestre a ele. Em todos os veículos existe a aura, semelhante à etérica. O que iremos falar do corpo átmico cabe aos demais corpos sutis, com as devidas diferenças, é óbvio. O corpo átmico é constituído por um conjunto de partículas (átomos e moléculas) de matéria átmica. Sua organização inicia-se pela dinamização do átomo átmico permanente pela Mônada, quando chega o momento certo. Essa dinamização não é abrupta, mas paulatina. Começa após a dinamização do átomo búdico permanente, estando o corpo búdico com razoável grau de coordenação e atividade, o que ocorre a partir da segunda Iniciação, uma vez que na quarta Iniciação o corpo búdico será a sede da consciência e o plano búdico terá de ser plenamente experimentado e dominado, sendo esse trabalho acompanhado pela coordenação do corpo átmico, que será utilizado na quinta Iniciação e, segundo o Mestre Tibetano, atualmente a quinta Iniciação é conferida logo após a quarta. Existe toda uma fisiologia do corpo átmico em relação ao ambiente átmico, à semelhança da fisiologia do corpo físico em relação ao ambiente físico. A palavra fisiologia é aqui empregada no sentido de estudo das funções do corpo. A aura do corpo átmico, que é muito maior que as dos inferiores, recebe informações do meio exterior e nele atua pelo tato átmico, chamad o serviço ativo. Se essas informações forem meditadas, se refletirem bastante sobre elas, se procurarem estabelecer comparações entre os mecanismos do tato nos diversos corpos, com certeza obterão muitos vislumbres a respeito do modo de vida nos planos, o que em muito irá clarear a visão desses planos. Mas o mais
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importante é que, com isso, irão atrair a atenção e o interesse de suas Mônadas, com os imensos benefícios resultantes, em particular, no caso do tato, o processo de cura. Continuaremos em 26/3/2004, quando falaremos sobre a visão.
Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído p or editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. 057] Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - A visão (Continuação) (Página 184 do Tratado sobre Fogo Cósmico) O objetivo principal da visão é estabelecer a noção ou informação de proporção na mente do Pensador (o Eu), que assim pode ajustar ou regular seu movimento ao dos demais eu´s, que constituem seu não -eu. Lembramos que o vocábulo movimento, aqui, tem um sentido mais amplo, não significando apenas movimento físico, mas o movimento de evolução e o movimento ou ação de ajudar. Proporção significa grandeza relativa entre pelo menos duas coisas. Por meio dela o Eu pode saber sua posição no conjunto de todos os eu´s e assim aprender de quem deve receber ajuda e a quem ajudar. Reconhecer a sua situação verdadeira no processo evolutivo é um dever de todos e não é vaidade. Aquele que se considera inferior a todos e a tudo é falso humilde, podendo até padecer da vaidade de ser considerado humilde por todos os seus pares. A verdadeira humildade cons iste em respeitar a todos e a tudo, mantendo simultaneamente sua altivez e dignidade e reconhecendo seu verdadeiro valor e sua importância no contexto geral, bem como de todos. Como os sentidos maiores são três: audição, tato e visão, sendo o paladar e o olfato derivados do tato, a visão é a coroação dos sentidos. Por isso a visão será o sentido mais importante no próximo Sistema Solar, quando o Logos Solar irá aperfeiçoar -se, desenvolvendo ao máximo seu primeiro aspecto, a Vontade, que também é chamada Sacrifício, do latim sacer (sacra, sacrum: sagrado) e facere (fazer, tornar), significando tornar sagrado ou divino. Essa palavra, pela sua etimologia, nada tem a ver com sofrimento. Essa conceituação errada simplesmente derivou do péssimo costume de agradar a Deus (melhor dizendo tentar comprar), através do sofrimento de alguém, que podia ser um homem ou um animal. Nesse novo sistema viveremos experiências impossíveis de imaginar atualmente. Só aqueles que já passaram pelo portal da segunda Iniciação e, portanto, estão se preparando para a terceira, da Transfiguração, podem entender e aceitar esse futuro. O Logos expressará todo o seu aspecto Vontade através do Amor -Sabedoria-Razão Pura, assim como agora Ele está se esforçando para externar seu Amor por meio d e Manas ou Mente, coisas que muitos não compreendem, porque erroneamente
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acham que o amor nada tem a ver com a mente, esquecendo que o Iniciado que atua no plano mental, usando somente seu corpo mental, também expressa Amor e num nível muito mais elevado, porque a triplicidade existe em todos os planos e corpos e a autêntica inteligência reconhece e entende o amor verdadeiro. O que acontece é que a maioria da humanidade tem uma noção completamente errada do amor e vive apenas o amor puramente emocional ou a stral e egoísta, simplesmente porque lhe agrada e lhe dá prazer. A visão é um sentido sintetizador, o que é demonstrado pela sua capacidade de captar a proporção e assim propiciar a percepção global e do UNO nos muitos. Por isso a visão engloba os outros d ois sentidos, audição e tato e, através do tato, também engloba o paladar e o olfato, porque são derivados dele. Sabemos que é muito difícil para o atual estágio evolutivo da humanidade entender e aceitar o que estamos afirmando. Por isso pedimos que racio cinem, analisando as características dos processos de cada sentido. A audição exige as ondas sonoras, que são ondas mecânicas, portanto grosseiras. O tato exige a pressão sobre a pele, por menor que seja, sendo também força grosseira. O paladar requer o contacto direto com as papilas gustativas. O olfato depende do contacto das células olfativas com as moléculas portadoras do odor. A visão no entanto funciona com as ondas eletromagnéticas, uma energia muitíssimo mais refinada, sutilizada e com maior capacid ade de armazenar informações. É por essa sua qualidade de responder a uma energia com maior poder de transportar informações, que a visão é um sentido sintetizador. É óbvio que no período atual ainda não acontece isso, mas é a meta. As cores, com suas nuances e matizes, constituem a prova do enorme potencial discriminador da visão. Por outro lado, a luz branca, como sintetizadora de todas as cores, demonstra o poder de síntese da visão, uma vez que o olho humano responde às cores e à luz branca. Por isso Mestre Tibetano diz que, pela visão, o homem pode ver o UNO nos muitos (a luz branca) e os muitos no UNO (as cores). No corpo astral a visão é análoga à física, porém com uma riqueza muito maior. As cores e suas nuances e seus matizes são em quantidade inconcebível. As cores levam informações e é por isso que o Mestre Tibetano diz que os Devas ouvem a luz, sendo essa sua linguagem de comunicação. Portanto quem quiser se comunicar com os Devas, tem de aprender seu código de cores e a gerá -las mentalmente. Não adianta nada ficar pronunciando palavras e sons, sem o devido acompanhamento de cores, muito embora Eles possam entender uma pessoa pura de sentimento, que pede socorro e atendê -la. Mas isso é uma emergência e não uma conversação clara. A capacidade de sín tese da visão astral é muito maior que a física, o que é óbvio, porque todos os sentidos astrais possuem maior capacidade discriminadora, em conseqüência das propriedades da matéria astral. Uma outra particularidade da visão astral é que ela está em todo o corpo astral, não ficando restrita a um órgão único, como acontece com o corpo físico. Um outro detalhe é que todos os lados de um objeto são visíveis ao mesmo tempo, não sendo necessário mudá -lo de posição. É
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impossível a qualquer pessoa no plano astral ocultar seus sentimentos a quem sabe utilizar a visão astral, pois ela penetra no mais profundo da pessoa, tornando-a transparente, pelas cores geradas. No corpo mental a visão opera de forma análoga à astral, numa escala muito mais elevada. Com a visão do corpo mental superior, o homem consegue ver a essência das grandes massas de matéria mental que atuam sobre a humanidade e entender seu envolvimento com a matéria astral e os efeitos no seu comportamento. Só assim poderá realmente compreender os problemas da humanidade. No plano búdico, o Mestre chama a visão de visão divina. Porque essa expressão ? Simplesmente porque a vida física efetiva do nosso Logos, portanto nosso DEUS, manifesta-se realmente a partir do plano búdico, uma vez que os três planos infe riores não constituem princípios para ELE. Portanto com a visão do corpo búdico, o homem começa a ver a beleza do corpo físico cósmico do Logos, DEUS, sendo realmente visão divina. Para tanto já deve ter recebido a quarta Iniciação, da Renúncia. Quem já tem a segunda e começou a coordenar seu corpo búdico, pelo uso sistemático da capacidade analítica da mente, como diz o Mestre Tibetano, tem vislumbres dessa Vida e isso é suficiente para estimulá -lo a prosseguir com mais ímpeto, acelerando assim sua evoluçã o, uma vez que crê, porque viu diretamente. As particularidades e os detalhes são indescritíveis por palavras, pois faltam termos de comparação na linguagem humana. O Mestre chama a visão no corpo átmico de realização e compreensão, definindo assim: ³ Reco nhecimento da necessária triplicidade para a manifestação e a ação reflexa do eu e do não -eu . Com essas palavras Ele resume o que realmente é a visão átmica, em termos de perfeição desse sentido, como sempre perfeição relativa, porque há mais conquistas. É realização, porque, com a visão átmica plenamente desenvolvida, o homem consegue realizar a meta. É compreensão, porque, pelo enorme poder de discriminação e síntese da visão átmica, o homem simultaneamente vê as muitas diferenciações entre os eu´s, gera ndo a multiplicidade de relações entre eles e sua ação recíproca, provocando a existência do eu e do não -eu e a seqüência de interações entre eles, que enriquece cada eu de experiência. Com isso cada eu cresce em poder, sabedoria e inteligência, passando a se ver nos outros eu´s, até que vê o UNO em todos e todos no UNO. Dessa forma a visão átmica permite entender a necessidade da existência da diferenciação (eu e não -eu) e de sua relação, constituindo a triplicidade, para que a manifestação possa ocorrer. Entende porque vê todo o processo em seus mínimos detalhes, uma vez que o plano átmico é um plano de síntese. Voltaremos a falar sobre esse sentido do corpo átmico, ainda dentro do tema Os Centros e os Sentidos Normais e Supranormais. Pedimos a todos que reflexionem, meditem, utilizem -se bastante das analogias e tirem conclusões, pois só assim conseguirão estimular os neurônios e construir linhas de comunicação com a mente superior, obtendo inspiração (insight), que facilitará o entendimento. Fazendo isso, estarão ao mesmo tempo estimulando os sentidos imaginação (paladar do corpo
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astral), discriminação (paladar do corpo mental), idealismo emotivo (olfato do corpo astral), discernimento espiritual (olfato do corpo mental) e intuição (paladar do corpo búdico) . No próximo estudo, em 30/3/2004, falaremos do paladar e do olfato, ainda dentro do mesmo prisma do Mestre Tibetano. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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O Centros e os Sentidos Normais e Supranormais - paladar e olfato (Continuação) (Páginas 184 e 185 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Iremos discorrer neste estudo sobre o paladar e o olfato, esses dois sentidos derivados do tato eque interferem -se mutuamente com predomínio do olfato. São os mais importantes no atual Sistema Solar, por serem expressões do objetivo do Logos Solar para essa Sua encarnação: Amor-Sabedoria-Razão Pura. Mestre Tibetano diz que o paladar dá idéia de valor, para se escolher o que é melhor. Na realidade no corpo físico ele nos informa o que mais nos agrada e dá prazer, não só na área dos alimentos, como com qualquer coisa que entre em contacto com a língua. Assim o homem começa a discriminar materialmente, selecionando o que lhe parece de mais valor. Pelo tato ele aprendeu a diferenciar quanto ao conceito de dimensão, contextura, suavidade ou asperez a e temperatura. Pelo paladar a diferenciação refere-se a outro conceito, o de agrado, que no corpo físico é o que ele considera de valor. No corpo astral o paladar é chamado de imaginação pelo Mestre Tibetano. Se analisarmos os sinônimos da palavra imagin ação, fantasia e devaneio, perceberemos claramente a analogia entre o sentido astral e o paladar físico. Pela imaginação o homem encontra deleite, imaginando aquilo que mais lhe agrada e dá prazer. Assim ele discrimina o que acha que tem mais valor e seleciona. Um desencarnado, vivendo no plano astral, usando a imaginação, pode simular o paladar físico. No entanto como o mecanismo astral é diferente do físico, a sensação astral será diferente. A gama de diferenciação do paladar astral (imaginação) é muito m aior, como também a sensação. No corpo mental o paladar é denominado discriminação pelo Mestre. Pelas propriedades da matéria mental e dentro do conceito de valor, esse sentido do

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corpo mental leva à consciência subsídios para que o melhor valor seja escolhido. Esse melhor valor significa aquilo que é mais correto, o mais adequado e o mais útil. É o que é chamado na linguagem comum de bom senso, discernimento e viveka na linguagem do ioga. Para isso é necessária grande capacidade de perceber detalhes, não a penas físicos, mas em termos de conseqüências e efeitos. É a aproximação da Sabedoria, somente aproximação, sendo um estágio para a intuição. Na discriminação são percebidas as muitas diferenciações entre o eu e o não eu, dentro da dualidade, mas já é feit a a abstração dos conceitos e das idéias. No corpo búdico o paladar é a intuição, esse sentido que permite ver a unidade através das diferenciações e cujo desenvolvimento confere a seu possuidor a capacidade de realmente se unir com os outros eu´s, sendo b em distinta da faculdade de fazer contacto com eles. De fato pode haver o contacto sem a união. Pela intuição é possível entender um fenômeno qualquer da natureza, vendo simultaneamente cada parte atuando e todas as suas ações recíprocas, como um todo. Não é como na análise mental, em que cada parte só pode ser vista separadamente. Nada tem a ver com a premonição, como muitos erroneamente pensam. Essa capacidade é muito rara hoje em dia, quando prevalece o intenso egocentrismo, devido à identificação com a forma, embora necessária, mas que deve ser rechaçada posteriormente. Pelo despertar do paladar búdico, a intuição, são feitas distinções cada vez mais sutis, até se alcançar o âmago da nossa verdadeira natureza, por meio das formas. No corpo átmico o paladar é chamado perfeição e o Mestre assim descreve: ³ Evolução que se completa utilizando o não -eu e sua lograda suficiência ´. Analisemos essas palavras. Por meio das interações e dos relacionamentos entre eu e não-eu, o eu evolui na direção da meta, servindo-se dos sentidos dos diversos corpos, do físico até o átmico, onde está a meta da cadeia. No plano átmico as diferenças são muito mais sutis que no búdico, na área do paladar. Como cada eu é não -eu para os outros eu´s, todos na realidade ajudam-se no processo evolutivo, mesmo não tendo consciência disso nas fases iniciais. Assim, no plano átmico, aqueles que conseguem alcançá -lo (quinta Iniciação, da Revelação), completam sua evolução (a programada), com a ajuda do não-eu, que também consegue a suficiência, porque chega ao topo. Todavia, mais uma vez repetimos, a caminhada prossegue para picos mais altos e grandiosos. A prova é que a quinta Iniciação é chamada a Revelação, porque no ato são revelados ao Iniciando os sete caminhos, dos quais Ele terá de escolher um na sexta Iniciação, da Decisão. Esses caminhos nada mais são que cursos de treinamento, para o desenvolvimento de qualidades e poderes, sobre os quais é muito cedo para falarmos. Vejamos agora o olfato. Subsidiário também do tato, porque exige o c ontacto com a molécula portadora do odor com as células olfativas. A idéia básica
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desse sentido é a de qualidade inata, que permite saber o que é da mesma qualidade ou essência e assim atrair, deixar -se atrair ou repelir. O olfato físico é um sentido muito importante para o homem. Sua segurança depende dele em grande escala. Por ele podemos perceber se um ambiente é mortífero, como uma sala repleta de gás venenoso, como o de cozinha. Sabemos por ele de imediato se um alimento está deteriorado, antes de levá -lo à boca e usar o paladar. Por isso é regido pelo centro básico, que também rege o sistema imunológico. O olfato interage com o paladar e na sensação do gosto ele tem papel predominante. É por isso que quando a pessoa está resfriada e com olfato reduzido, perde o paladar. Na maioria das pessoas a quantidade de sabores básicos percebidos é em média de cinco, ao passo que os odores são em número de vinte mil em média. Pelo olfato sentimos prazer, quando o cheiro nos agrada. É fortemente utilizado nas relações sexuais, sendo fator estimulante ou repelente. No reino animal também tem suma importância.j Existe uma poderosa indústria que explora o olfato, a de perfumes. Esse sentido, quando desperto e plenamente ativo no corpo átmico, conduz o homem à sua fonte de origem, o plano arquetipico (o átmico), sua verdadeira morada. Pelo hábito de perceber as diferenças, surge uma divina nostalgia, como diz o Mestre, no coração do Peregrino (a Mônada enclausurada), pela saudade de seu local de origem. Pelas comparações que faz, ao notar as diferenças pelo uso dos outros sentidos, aprende a identificar as vibrações, inclusive a do seu lar, usando-se aqui uma certa flexibilidade de expressão. Essa capacidade é a equivalência espiritual do sentido que, em alguns animais como o pombo correio, as aves, as tartarugas e outros, orienta-os no retorno ao local de reprodução. Resumindo, é a captação da vibração essencial do Eu e o rápido retorno por esse instinto ao ponto de origem. No corpo astral o olfato é chamado idealismo emotivo. O que quer dizer essa expressão ? A função do olfato é perceber diferenças nas qualidades, ora como toda qualidade contém idéias, cuja soma a define e caracteriza e essas idéias manifestam-se no plano astral como vibrações específicas, o olfato as tral é capaz de captar essas vibrações e levá -las à consciência astral como idéias que dão a sensação de qualidades. Como acontece com o paladar astral (a imaginação), um homem desencarnado pode ter a sensação de um odor físico, porque esse odor permanece em sua memória astral. Mas não é esse o objetivo principal. Também a gama de odores astrais (idéias) é muito maior que a de odores físicos, pois é muito importante que a capacidade discriminatória aumente cada

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vez mais. No corpo mental o olfato é discernim ento espiritual. Discernimento espiritual é a capacidade de captar diferenças dentro das qualidades, como vibrações, para que, ao serem levadas à consciência mental e serem identificadas, o Eu possa aperfeiçoar a qualidade que ele quiser, uma vez que fica de posse dos detalhes necessários. Como é fácil de observar, em duas pessoas com a mesma qualidade, encontraremos diferenças nessa qualidade, por mais idênticas que sejam as pessoas. Essa análise baseia-se no conceito de unidade de qualidade, ou seja, a qu alidade é decomposta em partes. No corpo búdico o olfato é o idealismo. É análogo ao idealismo emotivo do corpo astral, com a diferença de que as idéias componentes das qualidades são em número muito maior e já está presente a percepção da unidade. Não é difícil entender que no plano búdico a quantidade de idéias que formam qualidades constitui um verdadeiro oceano, se considerarmos que é nesse plano que começa o corpo físico cósmico do Logos Planetário. No corpo átmico o Mestre chama o olfato de conhecimento perfeito e o define com estas palavras:³ O princípio manas (mente) em sua atividade discriminadora, aperfeiçoando a inter -relação entre o eu e o não-eu ´. É no plano átmico que a mente atinge sua máxima capacidade discriminadora, conseguindo detectar as mínimas diferenças nas qualidades, utilizando esse sentido. Assim a mente consegue saber todas as possibilidades de diferenciação das qualidades e, dessa forma, passa a conhecer todas as essências, nos mínimos detalhes e conclui com toda clareza que por d entro de toda essa variação jaz soberano o UNO. É o ápice e a otimização do olfato, em seu significado mais elevado e profundo. Com o seu aperfeiçoamento o homem atinge o alto da montanha, ou seja, a meta da nossa cadeia, que todos devemos alcançar. Vimos como é importante aplicar a mente aos sentidos, usando seu poder de análise, cujo objetivo é desenvolvê -la ao máximo, para que, através da mente aperfeiçoada, o Amor-Sabedoria-Razão Pura possa se expressar em toda a sua glória e excelsitude. Continuaremos com esse estudo em 2/4/2004, dando ênfase aos centros e aos fogos, em sua relação com os sentidos.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. 059] O Centros e os Sentidos Normais e Supranormais (Final) (Página 185 à 189 do Tratado sobre Fogo Cósmico)

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Antes de prosseguirmos com o nosso estudo, é muito oportuno e importante enfatizar as recomendações e palavras do Mestre Tibetano, dentro do atual contexto, para o que transcrevemos suas palavras, em português: ³ Ao considerar este tema, perceber-se-á a vasta região abrangida pelas idéias envolvidas, pois significa o completo desenvolvimento evolutivo do ser humano. Todavia, tudo o que se pode fazer aqui ou em qualquer outra parte, é dar idéias para serem refletidas cuidadosamente e realçar certos conceitos, que poderão servir como pensamentos fundamentais para a futura atividade mental da geração imediata . Analisemos atentamente essas palavras do Mestre, o que Ele tanto recomenda que façamos. A utilização e o aperfeiçoamento do s sentidos de todos os corpos previstos para a meta atual é a c have da evolução. Porque ? Simplesmente porque pelos sentidos adquirimos conhecimentos do universo manifestado e de nós mesmos, entendemos nossos semelhantes e os reinos inferiores, pelo racioc ínio aprendemos a servir, pois entendemos claramente que, ajudando os outros, estamos ajudando a nós mesmos, já que passamos a nos ver nos outros e, o que é muito precioso, estamos aliviando o fardo da Hierarquia. Quanto às palavras ³ idéias para serem ref letidas... , nós somos a geração imediata, uma vez que o Tratado sobre Fogo Cósmico foi escrito por volta de 1925 e estamos em 2004. Logo é nosso dever refletir, meditar, comparar e tirar conclusões desses excelsos ensinamentos do Mestre, aplicá-los e divulgá-los ao máximo. Esse é um serviço útil à humanidade e à Hierarquia, porque só mudaremos a mentalidade reinante pelo ensino e pelo raciocínio lógico. Esse é o verdadeiro amor: esclarecer as mentes e libertá-las dos preconceitos, quaisquer que sejam, inc luindo os religiosos que pregam a separatividade e, às vezes, dificultam o progresso da ciência. Não é o amor piegas ou cegamente devocional, que muitos apregoam. É o amor que, através do conhecimento, desperta a dignidade e libera. Não basta a simples afirmação de que Deus está dentro de nós. Só o auto-conhecimento dá a certeza de que de fato Deus está dentro de nós. Como o conhecimento dá a convicção serena, aqueles que gritam e berram afirmações religiosas não têm certeza nenhuma. Passemos ao estudo. Façamos inicialmente algumas considerações úteis: a. Nessa parte do livro foram tratados os sentidos, porque eles se ligam à forma material. Os cinco sentidos, tais como os conhecemos, são os meios de contacto construídos pelo Pensador (polarizado em seu corpo etérico, quanto ao corpo físico). Eles se manifestam pelas células sensitivas especializadas, pela rede nervosa (os condutores da informação), neurônios, gânglios e plexos, reconhecidos pela ciência exotérica. b. Que tais sentidos, para os propósitos da atual manifestação, têm seu ponto focal no plano astral e, conseqüentemente, são estimulados em grande parte pelo plexo solar - esse grande ponto focal situado no centro do corpo, agente que estimula a maioria da família humana na atualidade. c. A medida que o triângulo superior entra em ação e a polarização se
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eleva aos centros superiores, os sentidos do corpo mental entram em atividade e o homem passa a ser consciente nesse plano e nele atuar com desembaraço, tão bem quanto no físico e no astral. Quando a polarização é transferida da personalidade para o Ego ou corpo causal, ou seja, do corpo mental inferior para o causal, que é constituído pelos três sub -planos superiores do mental, observamos um interessante reflexo dessa divisão no corpo físico. De fato abaixo do diafragma estão os centros: 1. 2. 3. 4. o básico o baço o sacro o umbilical ou plexo solar.

Esses correspondem aos quatro sub -planos inferiores do corpo mental, chamados em conjunto de corpo mental inferior ou concreto. Acima do diafragma temos: 1. o cardíaco 2. o laríngeo 3. o coronário. Esses correspondem aos três sub -planos superiores do mental e constituem o corpo causal, mental superior ou abstrato. Semelhantemente temos no microcosmo (o homem) a Tríade Superior separada do quaternário inferior (corpos físico, astral, mental e personalidade). Reflitamos sobre essa analogia e assim elucidaremos a ação reflexa entre os centros e os sentidos, desde os diversos corpos, tendo em conta que, a medida que os centros vão despertando, o processo será triplo: Primeiro- o despertar no plano físico e a atividade crescente dos centros, até alcançar o caminho de Provação. Isto ocorre em paralelo com o uso aumentado dos sentidos, em particular a utilização constante para identificar o Eu e seus corpos. Segundo- o despertar no plano astral e o aumento gradual da atividade dos centros e sentidos astrais, até alcançar a primeira Iniciação. Isso ocorre simultaneamente com o uso extraordinariamente acentuado dos sentidos para discriminar o Eu e o não -eu. Terceiro- O despertar no plano mental e a conseqüente atividade acelerada dos centros e sentidos mentais. O efeito em ambos os casos tende a identificar o Eu com sua essência em todos os grupos e a rechaçar os envoltórios e as formas. Esse desenvolvimento é paralelo entre os corpos su periores (búdico e átmico) e inferiores. Quando os centros e sentidos do corpo astral se tornam plenamente ativos, os correspondentes centros e sentidos do corpo búdico vão despertando e entrando em atividade, culminando com uma mútua interação vibratória e a força da Tríade Superior (na realidade a força da Mônada atuando pelo átomo búdico permanente da Tríade) começa a se expressar de forma clara pela personalidade, através do
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corpo astral, ou seja, pelos sentimentos e pelas emoções, o aspecto amor. O modo dessa manifestação depende das pétalas do Loto Egóico que estão abertas. Igualmente quando os centros do corpo mental se tornam quadridimensionais e os sentidos mentais plenamente atuantes, os centros e sentidos correspondentes do corpo átmico despertam e o homem começa a ter consciência no plano átmico. Então o aspecto Vontade da Mônada começa a se expressar, via átomo átmico permanente da Tríade Superior, no corpo mental e na personalidade. O modo também depende das pétalas do Loto Egóico que estão ativ as. Com isso uma maravilhosa atividade ígnea tem lugar nos três corpos inferiores. Sob o ponto de vista do fogo, sem considerar no momento a aura e as suas cores, esses fatos indicam de forma bem definida uma etapa no processo evolutivo do homem: a. Aa vivificação do calor interno dos envoltórios ou corpos, ou do pequeno ponto de fogo em cada átomo individual da matéria. Este processo ocorre nos três corpos inferiores, no princípio lentamente, logo mais rápido e finalmente de forma simultânea e sintética. b. O início da atividade latente dos sete centros de todos os corpos, começando do físico para cima, o prosseguimento dessa atividade, corpo a corpo, com a conseqüente ativação dos sentidos, até o corpo átmico, para culminar com a perfeita coordenação e int errelação centro a centro, de tal forma que no Adepto perfeito são vistos trinta e cinco (7 centros X 5 corpos) vórtices de fogo, em uma interatividade exatamente coordenada e com uma irradiação e fulgor exuberantes. c. Os vórtices de fogo (centros) conectam-se entre si em grupos de três, formando triângulos, em cada corpo, de tal forma que são vistas bolas ígneas ligadas por tramas de fogo (os condutores das partículas portadoras dos fogos, os três canais fundidos). Cada bola de fogo ondula com movimentos mu ltidimensionais, pois são em número altíssimo as informações e qualidades processadas e não devemos esquecer que os centros são responsáveis pelos sentidos e pela veiculação das energias da Mônada. Por isso é verdadeira a afirmação de que os Filhos da Ment e são Chamas. d. Somente quando a Vontade, que de fato representa o Espírito, começa a atuar, é que os centros se aceleram para a perfeição. É o fogo solar ou da mente que une os centros, formando os triângulos unificadores, enquanto o fogo por fricção ou da matéria mantém a forma unida e coordenada. Então temos o fogo elétrico (da Vontade) acelerando para a perfeição, o fogo solar formando os triângulos e o fogo por fricção unindo a matéria para a forma, donde se conclui que Espírito, mente e matéria se inter dependem e o resultado é a sintonia exata dos três fogos. e. O tema dos centros aplicado aos Homens Celestiais (Logos Planetários) nos conduz a interessantes deduções, com base na Lei da Analogia. Eles também possuem mecanismos de percepção ou sentidos, pelos quais captam informações de seu ambiente
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cósmico e assim evoluem em direção a uma meta estabelecida. A natureza dessas informações é muito complexa para o nosso atual entendimento. Mas os Logos também têm suas deficiências e lutam para eliminá-las. Como nós, possuem mecanismos de ação, pelos quais se relacionam entre si. Os Logos Planetários manifestam -se através de um esquema de sete cadeias, sendo cada cadeia uma encarnação. Foi dada indevida importância ao planeta físico de uma cadeia, embora nem todas as cadeias tenham planeta físico, o que tirou um pouco da importância da cadeia como um todo, ou seja, todos os globos de uma cadeia são igualmente importantes. Uma cadeia pode ser vista como um centro de um Homem Celestial. Embora elas se sucedam no tempo para nós, contudo para Eles a visão das sucessivas cadeias é bem diferente, elas se comportam como se estivessem sempre presentes. Por exemplo, o nosso Logos Planetário, para nós, está na quarta cadeia. Mas Ele vive os efeitos das três cadeias anteriores no seu contínuo presente e assim podemos conceber uma cadeia como um centro. É também correta a concepção de Egos formando centros de um Homem Celestial, todavia somente para os planos búdico, átmico e monádico. Como vemos, a concepção dos centros dos Logo s Planetários é muito mais complexa e abrangente. Chamamos a atenção para um fato importante: os sete Homens Celestiais estão encarnados fisicamente, através de um planeta físico. No caso do nosso Logos é a Terra e SANAT KUMARA é seu representante, melhor dizendo, a extensão na Terra da sua Consciência. Da mesma forma com que o carma dos homens varia de um para outro, o carma dos Logos também varia. O nosso Logos Planetário está com um carma muito pesado, atualmente oculto no mistério da sua personalidade. Apenas como indício muito vago, sabemos que a sua cadeia anterior, a lunar, não foi até o fim previsto, tendo sido desintegrada por intervenção do próprio Logos Solar, devido a um erro do Logos, erro esse sem possibilidade de correção. Concluindo, a manifestação dos Logos Planetários difere, em função do grau de atividade dos centros. Esse campo de estudo é extenso, complexo e de grande interesse em relação ao Sistema Solar, porque os sete Logos Planetários constituem centros no corpo do Logos Solar, ficando portanto evidente a importância do estudo, em termos de se saber o nível de evolução do Logos Solar, entre muitas outras informações de grande utilidade para a humanidade. Em se tratando do Sistema Solar, achamos muito louvável o esforço dos cientistas e m conhecer o sistema por meio de naves e sondas espaciais, mas é muita presunção pretender colonizar planetas. No próximo estudo, em 06/04/2004, entraremos no tema Os Centros e a Iniciação, de grande relevância. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra.

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Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Os Centros e a Iniciação (Páginas 189, 190 e 191 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Após termos dissertado sobre a relação entre os centros e os sentidos, entraremos agora nos efeitos da Iniciação sobre os centros. Informaremos ainda muita coisa sobre os sentidos no decorrer dos noss os estudos, quando a relação se fizer presente e for útil no dia a dia no mundo físico. O que iremos explicar é da mais profunda importância e utilidade, em termos de noções do processo iniciático, seu efeito nos centros e o que resulta na personalidade. É ponto pacífico que quanto mais conhecimentos tivermos sobre as Iniciações, mais estímulo teremos para a conquista da meta, pois veremos e entenderemos claramente o que está à nossa frente e não agiremos mais às cegas. Foi feita uma breve explanação sobre a função, organização e atividade gradativa dos centros, desde a lentidão inicial até o máximo de movimento. A partir daí os múltiplos movimentos da periferia, dos vórtices internos chamados pétalas e de todo o conjunto produzem um efeito multidimensional. Isto é devido ao alinhamento entre os centros etéricos e os sutis, na seqüência: astral - mental - búdico - átmico. Tal alinhamento é obtido oportunamente na Iniciação. Quando o homem, por esforço próprio, pelo conhecimento e pela vontade de servir consci ente e sabiamente, põe os centros em atividade, então ele faz jus à primeira Iniciação. Neste sagrado momento, os quatro centros inferiores (básico, baço, sacro e umbilical, correspondentes à personalidade) iniciam a transferência dos fogos para o triângulo superior. Como já vimos, nessa etapa evolutiva o triângulo que vai ser estimulado é o constituído pelo cardíaco, laríngeo e os sete centros da cabeça. Na fase imediatamente anterior (do homem intelectual, parcialmente regido pela Alma) o triângulo ativo era cardíaco-laríngeo-os quatro centros menores da cabeça sintetizados pelo alta maior. Deve ficar bem claro na mente de todos a diferença entre estar ativo e ter os movimentos multidimensionais. A dupla rotação dos centros inferiores é nitidamente visível (periferia e pétalas) e os centros do triângulo superior iniciam essa dupla rotação Quando o Cetro da Iniciação é aplicado ao Iniciado pelo Sr. Maitreya, ocorrem certos efeitos nos centros, que assim descrevemos: a. O fogo tríplice contido no básico e em circulação é transferido
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definitivamente para o centro que é objeto de atenção especial, o que varia conforme o raio ou o trabalho especial a cargo do Iniciado. Por exemplo, se o Iniciado deve fazer um trabalho na área da inteligência, então o centro estimulado será o laríngeo, se for na área que requeira unicamente o amor, será o cardíaco, se houver predominância de raios pares, será o cardíaco ou um centro da cabeça de número par, se prevalecerem os raios impares, então será o laríngeo ou um centro da cabeça de número impar. Essa transferência significa que o centro escolhido é o estimulado primeiro, mas os fogos ficam circulando pelos outros dois do triangulo, uma vez que todo o triângulo tem de atingir o máximo de atividade. b. Esse centro escolhido imediatame nte intensifica sua atividade, aumentando com isso sua taxa de evolução e entram em atividade determinadas pétalas ou vórtices dele. Essas pétalas têm relação direta com certas espirilas dos átomos permanentes e, em conseqüência, elas também entram em atividade crescente, acontecendo isso nos átomos permanentes físico e astral e na unidade mental, porque o estímulo ocorre nos centros dos três corpos inferiores. Após a terceira Iniciação, pelo estímulo dos centros dos corpos búdico e átmico e sua conseqüente ação nas espirilas dos átomos búdico e átmico, os corpos correspondentes passam a ser coordenados e utilizados pela Mônada, intensificando-se também os sentidos desses corpos, com um grande incremento da intensidade de vida. A polarização então passa a se r superior. c. Pela aplicação do Cetro da Iniciação a afluência da força do Ego ou Alma à personalidade é triplicada. A direção dessa força depende de qual seja a Iniciação. Se for a primeira, são os centros etéricos, se a segunda, são os do corpo astral, que influenciam os correspondentes etéricos, se for a terceira, são os corpo mental. Quando o Iniciador é o Instrutor do Mundo, o Sr. Maitreya, nas primeira e segunda Iniciações, a força da Tríade Superior vivifica os centros cardíaco e laríngeo e é extraordinariamente aumentada a capacidade de sintetizar a força dos centros inferiores. Quando o Iniciador é o Senhor do Mundo, a partir da terceira Iniciação, a afluência da força provém da Mônada e, embora os centros cardíaco e laríngeo respondam a ela increment ando mais ainda sua atividade, a direção principal da força é para os sete centros da cabeça. Finalmente, na liberação (quarta Iniciação) a força da Mônada se dirige para o irradiante centro coronário, que sintetiza os sete centros menores da cabeça. d. Nas Iniciações o grande aumento do poder e da capacidade de vibração dos centros provoca na vida física do Iniciado os seguintes efeitos:
Primeiro- Maior refinamento e sensibilidade dos corpos, o que no início gera sofrimento, porém a capacidade de responder ao s contactos anula esse sofrimento incidental. Segundo- O despertar e desenvolvimento das faculdades psíquicas, o que também produz mal estar transitório, mas com o tempo leva ao reconhecimento do Eu Uno em todos os eu´s, meta do esforço.

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Terceiro - A fusão ou sintonia dos três fogos, elétrico, solar e por fricção e sua correta progressão geométrica através da trama etérica. Isto permite adquirir continuidade de consciência. Inicialmente essa consciência é entre a consciência física e astral, mas com o tempo atinge o consciência mental. Então o Iniciado passa a ter consciência simultânea nos três mundos e assim torna-se capaz de utilizar o tempo como fator para os planos da evolução. Quarto- A crescente compreensão da Lei de Vibração como um dos aspectos da Lei básica de construção (uso do som como construtor e como destrutor). Em decorrência o Iniciado aprende a construir conscientemente, a manipular a matéria mental para aperfeiçoar os planos do Logos, a trabalhar com a essência elemental mental e a aplicar a lei nos sub-planos mentais, afetando o plano físico (o que constitui um grande perigo, caso o mago das trevas pudesse ter acesso). O movimento ou vibração (oscilação) origina -se nos subplanos mentais cósmicos, seguindo a mesma ordem no microcosmo. Existe aqui uma informação velada muito importante, que pode revelar muita coisa, se houver a devida meditação e reflexão sobre o assunto, com os devidos cruzamentos de informações. No exato momento da aplicação do Cetro de Iniciação, o Iniciado entende conscien temente o significado da Lei de Atração na construção de formas e na síntese dos três fogos. O poder e o progresso do Iniciado dependerão de sua capacidade de reter essa compreensão e de aplicar a lei. Essa capacidade de reter será grande se o Iniciado est iver habituado a prestar atenção aos sentidos no dia a dia, a meditar continuamente, mesmo no tumulto das multidões, a buscar continuamente conhecimento, a cruzar informações e a tirar conclusões. É por isso que a Hierarquia toma muito cuidado ao seleciona r o candidato à Iniciação.

e. A aplicação do Cetro de Iniciação provoca um novo despertar nos três fogos da matéria (reação nervosa, emanação prânica e calor corpóreo) e os sintoniza em maior profundidade e guia em progressão ascendente. Há também a ação do fogo solar, da mente, que tem de dominar e se sintonizar com os três da matéria, incrementados pelo Cetro, que os dirige por certas rotas e triângulos. Existe uma razão esotérica precisa, de acordo com as Leis da Eletricidade, atrás do fato bem conhecido de que todo Iniciado que se apresenta ante o Iniciador vai acompanhado por dois Mestres, um de cada lado. Os três juntos formam um triângulo que facilita o trabalho. Por essas informações do Mestre concluímos que a Iniciação é um fenômeno que envolve eletricidade, da qual a nossa eletricidade comum é uma expressão, sendo a eletricidade atmosférica (a solar), que atua nas nuvens de trovoada (cumulo nimbus), outra expressão, possuindo por sua vez um comportamento muito característico, como já foi comprovado pelos grupos de cientistas que pesquisam o assunto, no mundo inteiro. Essas nossas conclusões finais, aparentemente sem conexão com um tema tão elevado, como a Iniciação, têm sua razão de ser, pois é um estímulo para que usem a Lei de Analogia, façam comparações e tirem conclusões, pois só assim é que terão uma visão clara e nítida dos fenômenos ocultos e transcendentes. Por hoje vamos encerrar nosso estudo. Voltaremos em 9/4/2004, continuando
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com o mesmo tema.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina 061] Os Centros e a Iniciação (Continua ção) (Página 191 à 194 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Continuemos nosso estudo sobre os centros e a Iniciação. Como o Cetro da Iniciação, tantodo Sr. Maitreya, comodo Senhor do Mundo, está carregado de eletricidade cósmica, concordamos plenamente com a afirmação do Mestre Tibetano de que a Iniciação é um fenômeno elétrico. Os Iniciadores, que possuem o Poder, são hábeis no controle da carga elétrica aplicada ao Iniciando. Essa carga é função dos raios e da Iniciação do Iniciando. O Iniciando sozinho não suportaria a tremenda descarga elétrica e todos os seus veículos sofreriam sérios danos. Não esqueçamos que o fogo elétrico é oriundo do primeiro raio, que ao mesmo tempo constrói e destrói. Vemos isso no mundo físico. Na medicina a eletroterapia cura, mas na cadeira elétrica a eletricidade mata. A manipulação do DNA é por eletricidade. Por isso no ato da Iniciação existe a formação triangular, os dois Mestres padrinhos e o Iniciando constituem o triângulo. Os dois Mestres são os dois pólos necessários para a circulação da corrente elétrica. Um Mestre é o Chohan do raio do corpo em foco na Iniciação. O outro é o Chohan do raio da personalidade. Por exemplo, na segunda Iniciação de um discípulo de primeiro raio de personalidade e de sexto raio de corpo astral (o corpo em foco na segunda Iniciação), os Padrinhos serão os Mestres Morya e Jesus. Há que lembrar que a segunda Iniciação é regida pelo sexto raio e por isso o Mestre Jesus sempre está envolvido nesta Iniciação. Um discípulo de sexto raio de corpo astra l, ao receber a segunda Iniciação sentirá em grau altíssimo os efeitos dessa coincidência de raios: sexto raio de corpo astral e sexto raio regente da segunda Iniciação. Mesmo que, devido ao trabalho a ser feito, seja o laríngeo ou um da cabeça o centro visado, ele terá o cardíaco hiper -ativado e ficará em estado de graça por vários dias, em consciência física. Podemos conceber o triângulo iniciático, embora de forma grosseira, como a lâmpada elétrica de filamento de tungstênio. O Iniciador é a origem da corrente, os dois Padrinhos são os pólos positivo e negativo e o Iniciando é o filamento que, ao receber a corrente, incandesce e emite luz. Os dois pólos também exercem a função de dosar a voltagem ao valor que o Iniciando pode suportar. Falemos agora dos Cetros da Iniciação. Não devem imaginar os Cetros como coisas físicas. No plano onde ocorre a Iniciação não existe a forma. O Cetro da Iniciação na realidade é um aglomerado de energias muito
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especiais, à semelhança do depósito de forças do Cristo no plano búdico. Eles são três: Primeiro - O Cetro do Sr. Maitreya, utilizado nas primeira e segunda Iniciações. Ele é carregado pelo Cetro do Senhor do Mundo, o Diamante Flamígero, carga que se repete cada vez que um novo Instrutor do Mundo assume o cargo. A cerimônia dessa carga é maravilhosa. O novo Instrutor do Mundo recebe seu Cetro de Poder, o mesmo utilizado desde que se fundou a nossa Hierarquia Planetária e o apresenta ao Senhor do Mundo, que o toca com seu potente Cetro, carregando -o de eletricidade. Essa cerimônia ocorre em S hamballa. A verdadeira história do Sr. Maitreya, o Cristo, é muito pouca conhecida pela humanidade. Seu verdadeiro valor não é reconhecido, a não ser por aqueles que tiveram a glória de ficar face a face com Ele por duas vezes. Então torna-se impossível esquecê -lo e surge uma vontade inquebrantável de evoluir depressa como Ele. Para terem uma idéia da grandiosidade do Sr. Maitreya, é suficiente saberem que Ele se individualizou na raça lemuriana. Em todo o Sistema Solar foi o homem que mais depressa evoluiu, ultrapassando muitos que já vieram individualizados da cadeia lunar. Jamais foi superado por quem quer que seja nessa velocidade de evolução. Por isso chamou a atenção do Logos Solar e do Logos de Sírius. Muito mais será dito a seu respeito no decorrer dos nossos estudos. Segundo - O Diamante Flamígero, o Cetro de Poder do Senhor do Mundo, utilizado a partir da terceira Iniciação, da Transfiguração. O Senhor do Mundo, SANAT KUMARA, é conhecido na Bíblia como o Ancião dos Dias. Este Cetro nas Iniciações finais (sexta e sétima) transmite força elétrica extra-sistêmica, por conduto do próprio Logos Solar. É o Cetro empregado na Terra. Está guardado no ³Oriente , como diz o Mestre Tibetano e retém o poder latente que irradia a Religiã o da Sabedoria. O próprio Sr. SANAT KUMARA o trouxe ao tomar forma física na Terra há 18 milhões de anos. No início de cada período mundial, quando um novo Senhor do Mundo assume o cargo, esse Cetro é carregado pela ação direta do Logos Solar. O local onde fica guardado só é conhecido pelo próprio Senhor do Mundo e pelos Chohans de Raio. Por ser o talismão da evolução da Terra, o Chohan do segundo raio, Mestre Kutumi, é seu principal guardião, abaixo do Senhor do Mundo, ajudado pela Deva Regente do plano monádico. Os Budas de Atividade são também responsáveis pela sua custódia, juntamente com os Chohans de Raio, a Eles subordinados. Ele não é utilizado unicamente nas Iniciações, mas em certas funções relacionadas com a ronda interna e com o triângulo formado pela Terra, Marte e Mercúrio. Terceiro - O Cetro de Iniciação do Logos Solar, denominado, entre outros nomes, como o ³Sétuplo Fogo Flamejante . Foi confiado ao nosso Logos Solar pelo Logos de Sírius e enviado ao nosso Sistema desde essa estrela binária. Uma de suas finalidades é ser utilizado em casos de urgência. Nunca foi empregado com esse propósito na atual cadeia, embora tenha estado perto por duas vezes, uma na época atlantiana e outra no terceiro ano da última guerra mundial. É também usado para Iniciação dos sete Logos Planetários em níveis cósmicos e para Iniciação
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de grupos, algo ainda quase incompreensível para a humanidade. Ele á aplicado aos centros dos Homens Celestiais, de modo semelhante aos Cetros menores aplicados aos centros humanos, send o todavia o efeito numa escala muito maior. Na realidade este assunto tão complexo não concerne ao homem. Mestre Tibetano entrou nele, porque ficaria incompleta a enumeração dos Cetros. Mas serve para demonstrar a maravilhosa síntese do conjunto e o lugar do nosso Sistema dentro de outro esquema maior. Em todas as coisas cósmicas regem a lei e a ordem perfeitas. As ramificações do Plano Divino são percebidas em todos os planos e sub-planos. Este Cetro, o maior de todos, está sob a custódia do primeiro grande grupo de Senhores do Carma. A sua carga elétrica é de níveis cósmicos muito elevados. Os outros dois Cetros menores são carregados com eletricidade diferenciada. O Cetro Solar está guardado no Sol e é carregado somente no início do período de cem anos de Brahma, ou seja, no início do Sistema Solar. A razão de se tratar dos Cetros de Poder é que eles têm relação com os centros, vórtices de força da matéria e(embora canais para a força espiritual ou centros em que se expressa a ³vontade de ser ) se manifestam como atividade da matéria. Eles são os centros da existência e assim como na manifestação os dois pólos, Espírito e matéria, não podem se separar, igualmente é impossível aplicar o Cetro na Iniciação sem produzir efeitos definidos entre ambos. Não podemos esquecer que o fogo cósmico da matéria se divide em fogo da matéria/elétrico, fogo da matéria/solar e fogo da matéria/da matéria. Os Cetros são carregados com Fohat, que é fogo da matéria e também fogo elétrico, daí seu efeito sobre a matéria e o Espíri to. Há também o aspecto solar, que é o relacionador. Não é possível explicar este mistério com maiores detalhes, porque os segredos da Iniciação não se podem revelar. O que foi dito sobre esse tema significa muito, nunca tendo sido tratado antes, embora alguns já tenham ouvido falar dessas coisas. Muito mais será dito sobre as Iniciações ao longo dos nossos estudos, inclusive sobre os Cetros, uma vez que o objetivo é que, pela assimilação das informações aqui passadas e devidamente aplicadas no dia a dia, o maior número possível de pessoas adquira condições e se qualifique para atravessar o Portal Iniciático. No próximo estudo, em 13/04/2004, entraremos na seção F da primeira parte do livro, a Lei de Economia, que é bem curta. Após estaremos na parte mais importante, mais extensa e mais complexado livro, que trata do Fogo Solar, o fogo da mente. Lembramos que a compreensão dessa segunda parte depende fundamentalmente da perfeita assimilação do conteúdo da primeira parte. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina

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A Lei de Economia - Seus efeitos sobre a matéria (Da página 195 à 197 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Entraremos agora num assunto que esclarecerá muito a execução e o desenvolvimento da obra do Terceiro Logos, denominado Atividade Inteligente. O Logos Solar é um só, mas na construção do seu corpo físico cósmico, que vai servir de mecanismo para que expresse e desenvolva ao máximo sua qualidade Amor-Sabedoria-Razão Pura, Ele utiliza sua Mente (Manas). Isso Ele faz estabelecendo e seguindo a Lei de Economia, que consiste em ob ter o máximo de rendimento e aproveitamento, com um mínimo de gasto ou custo, usando o material disponível. Material disponível sim, porque Ele o recebe do Logos Cósmico ao qual está subordinado. Nessa tarefa Ele convoca Seres Cósmicos a Si ligados e sob seu comando, para materializarem o projeto que Ele concebeu, desenvolveu e amadureceu. Embora nessa tarefa prevaleça o aspecto Mente ou Manas, ela se divide em três partes, que são: Inteligência Ativa, Amor-Sabedoria-Razão Pura e Vontade. Então os três Sere s Cósmicos são responsáveis pelas seguintes funções: 
 

Inteligência Ativa pura ou Manas puro, Inteligência Ativa/Amor-Sabedoria-Razão Pura Inteligência Ativa/Vontade.

Essa tríplice divisão é devida à triplicidade reinante em tudo. A Entidade Cósmica responsável pela função Inteligência Ativa pura ou Manas puro é chamada Terceiro Logos e é a mais importante na tarefa da parte material. A outra Entidade responsável pela função Inteligência Ativa/Amor -SabedoriaRazão Pura é chamada Segundo Logos e chama -se Primeiro Logos Quem cuida da Inteligência Ativa/Vontade. Esses três Seres, ao executarem essas funções, adquirem experiência, aprendem e assim evoluem. Eles convocam e utilizam uma equipe bem numerosa de outros seres para os ajudarem nesse trabalho, que também adquirem experiência, aprendem e evoluem. Acontece a mesma coisa, numa escala muito menor, com os seres menores que trabalham nos nossos corpos, desde os minúsculos até os mais elevados, sendo que para eles nós fazemos o papel de logos, corroborand o a Lei de Analogia: ³Assim como em cima, é em baixo´. Todos os três Logos recebem as energias e a orientação do Logos Solar Único, que é sua fonte de vida.

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Resumidamente as três funções podem ser assim descritas:
Terceiro Logos - (Aspecto Brahma ou Inteligência Ativa) - Formação dos vórtices na matéria virginal, que serão os átomos primordiais, sua diferenciação, distribuição espacial, qualidade de cada tipo e seu conseqüente ritmo vibratório e o movimento giratório, comum a todos os átomos. Rege a Lei de Economia, que faz com que a matéria siga a linha de menor resistência, causa da tendência separatista dela. Segundo Logos - (Aspecto Vishnu ou Amor-Sabedoria-Razão Pura, o Construtor) - Atrair a matéria ao Espírito ou à Mônada e aproximá -los paulatina e progressivamente, para que a matéria consiga expressar as qualidades da Mônada, o que significa a fusão dos dois pólos. Surge então a coesão, que leva à formação de conglomerados de átomos, o que produz as diversas formas. Este poder atrativo é do Espírito e se manifesta como:

1. Associação, 2. Construção de formas, 3. Adaptação da forma à vibração imposta pela Mônada, ao expressar suas qualidades, 4. Homogeneidade relativa da unidade grupal, ou seja, no homem o funcionamento global como um ser individual e no Sistema So lar como um Sistema específico e determinado, 5. Movimento cíclico em espiral. Não segue a linha de menor resistência, mas a de Atração. A causa da dor e do sofrimento do mundo está no conflito entre o poder de atração da Mônada e a adaptação da matéria às ne cessidades dela. Como a matéria segue a linha de menor resistência, ela se opõe à atração da Mônada, que a força a se adequar ao que Ela quer, o que significa um esforço maior da matéria e isto gera sofrimento e dor. Portanto sofrimento e dor só existem pa ra a matéria. Mas isso é necessário, até que o homem entenda esse mecanismo e passe a evoluir conscientemente, o que só se torna possível pelo conhecimento, jamais pela fé cega, sendo por isso que o Senhor Buda falou: ³ A falta de conhecimento é a causa do sofrimento do homem´.
Primeiro Logos - (Aspecto Shiva ou Vontade) - A atividade das entidades subordinadas a este Logos induz a unidade forçada e a homogeneidade essencial. É a Lei de Síntese, a última a atuar, após a fusão do Espírito ou Mônada com a matéria e sua adequação perfeita. É a síntese final do eu menor com o Eu maior (personalidade e Ego ou Alma) e finalmente com o Omni -Eu (a Mônada, em diversos níveis).

Em espiral mais elevada sintetiza a essência com a Essência, o que quer dizer, as Mônadas individuais com a Mônada maior, a Solar, no nosso caso, sem perda de identificação. Há graus crescentes de sínteses. Por exemplo, a síntese das Mônadas Solares com a Mônada Cósmica. É diferente da síntese matéria e Mônada.

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A atividade do Primeiro Logos se manifesta como: 1. Abstração, 2. Liberação espiritual, 3. Destruição da forma ou corpo, ao retirar a vida da Mônada (o aspecto Destruidor), 4. Homogeneidade e unidade essencial absolutas, de um modo muito mais profundo que no caso do Segundo Logos, 5. Movimento de avanço progressivo. Nessa atividade conjunta, progressiva e coordenada das três Entidades (os três Logos), gerando as três Leis (Economia, Atração e Síntese), percebemos claramente uma maravilhosa síntese. Cada lei é a personificação do modo de trabalhar de cada Entidade. Trataremos brevemente da Lei de Economia, ficando as outras duas para outra oportunidade. Esta lei é o fundamento do que erroneamente os religiosos chamam ³a queda´ ou a ³expulsão do paraíso´. Na realidade ela define o processo involutivo, considerado cosmicamente. Produziu a sétupla diferenciação da matéria do sistema (os sete planos), da mesma forma que a Lei de Atração gerou a sétupla diferenciação psíquica dos Filhos da Mente, ou seja, a diferenciação dos Egos ou Almas segundo os sete raios. Em todo esse processo percebemos uma interessante conexão entre: 
 

os sete planos ou sete graus de matéria, os sete Homens Celestiais (os sete Manasaputras Divinos ou Logos Planetários), que espalham pelo sistema os sete sub -raios de AmorSabedoria-Razão Pura, uma vez que Eles são os sete Senhores de Raio para o nosso sistema, portanto irradiam os sete tipos de Amor. as sete qualidades da Sabedoria que as Entidades Cósmicas, os Kumaras, introduziram com a ajuda do conhecimento adquirido por meio da matéria. Os Kumaras aqui citados não são os Senhores da Chama provenientes do esquema de Vênus, pois Esses atuaram e atuam apenas na Terra. São Seres que trabalham para expressar as qualidades dos sete raios através da matéria. Como um exemplo disso temos os elementos químicos da tabela periódica, classificados segundo os sete raios. Se analisarmos suas propriedades, p erceberemos a veracidade dessa classificação.

A Lei de Economia tem várias leis subsidiárias, que regulam o efeito produzido sobre os diferentes graus de matéria. A ação dessa lei se faz sentir pelos sons emitidos pelo Logos Solar, que obviamente são oscil ações ou vibrações impostas por Ele à matéria de todos os planos, desde o adi até o físico. Essas oscilações têm características de seqüências de compressões e rarefações de partículas, chamadas ondas mecânicas pela Física. É por isso que se diz que o som construiu o universo. É um fato claro que, conforme o
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modo pelo qual essas seqüências de compressões e rarefações são realizadas, as partículas se aglutinam e ocupam seu devido lugar no universo organizado. Vamos parar por agora. No próximo estudo, que ser á colocado em 16/04/2004, iremos esmiuçar esse assunto, de grande fascínio, todavia muito mal entendido, que leva a atitudes cegas, ou seja, ficar pronunciando sons, sem ter a mínima compreensão de como eles atuam nas partículas das matérias dos planos, em particular nos três planos onde está a maioria da humanidade, físico, astral e mental. É lógico que certos sons induzem bem estar nas pessoas, mas o conhecimento do seu modo de operação dará muito mais poder e eficiência. Antes de terminarmos, devemos esclarecer uma coisa. Assim como nós somos responsáveis pelos nossos corpos e através deles experimentamos, aprendemos, desenvolvemos qualidades, capacidades e poderes e assim evoluímos, embora inúmeros seres trabalhem nesses corpos, da mesma forma o Logos Solar também é responsável pelo seu sistema e através dele experimenta, aprende, desenvolve qualidades, capacidades e poderes e assim evolui. Há que considerar ainda, o que é muito mais importante, os relacionamentos do Logos com seus Pares, os demais Logos e outros Seres Cósmicos, que não exercem funções de Logos, mas alguns no mesmo nível evolutivo e outros em nível mais elevado. Nós igualmente evoluímos nos relacionamentos com nossas famílias, amigos, chefes, subordinados, enfim, com toda a humanidade e co m a natureza.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina [063] A Lei de Economia - Seus efeitos sobre a matéria (final) e suas Leis Subsidiárias (Da página 197 à 200 do Tratado sobre Fogo Cósmico) Conforme prometemos, vamos detalhar um pouco a ação do som (ondas sonoras) na aplicação da Lei de Economia e na construção do sistema solar. É dito que a Palavra Sagrada ou o Som emitido pelo Criador tem diferentes formas, embora na realidade seja uma só palavra com várias sílabas. Juntas formam uma frase solar, separadas constituem palavras de poder e provocam diferentes efeitos. A grande Palavra ressoa e reverbera durante os cem anos de Br a hma (duração do Sistema Solar). Essa frase divina é simbolizada pelo som sagrado AUM. Essas três letras representam as iniciais das três frases, que são pronunciadas no tempo e no espaço, contendo cada frase vários sons. A primeira letra, A, está seguida de quatro letras, totalizando cinco, representam as cinco grandes ondas sonoras consecutivas que construíram o Sistema Solar e o mantêm materializado, sem entrar no
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aspecto forma. É a nota de Brahma ou do Terceiro Logos, Inteligência Ativa. Se analisarmos essas cinco ondas sonoras em comparação com a divisão do terceiro raio, Inteligência Ativa ou Manas, nos quatro raios de atributo, Harmonia pelo Conflito, Conhecimento Concreto, Devoção e Idealismo e Organização/Cerimonial, entenderemos com clareza a correlação entre a construção do Sistema e os raios. Esse é o significado do Pentágono, a estrela de cinco pontas, o quinto princípio da Mente. O Pentágono relaciona-se também com os cinco planos da evolução humana: físico, astral, mental, búdico e átmico, com o meta da atual cadeia, embora os que querem ir mais depressa e fazem o esforço necessário, podem ultrapassar essa meta, indo mais além e muito mais, como já o fez o nosso Amado Senhor Maitreya, o Cristo. A compreensão exata das ondas sonoras simbolizadas por essas cinco letras e das tonalidades (conjunto de harmônicos, freqüências abaixo da fundamental e de maior comprimento de onda), fornecem a c have da natureza interna da matéria e do seu controle (a desintegração e a construção, sendo a fusão nuclear a frio um dos efeitos). Este controle é conseguido por aquele que aprende a correta interpretação da Lei de Economia. Impera o fogo por fricção. A segunda letra, U, vem seguida de seis letras, totalizando sete e representam as sete grandes ondas sonoras co nsecutivase simultâneas, pois ainda ressoam. Essa frase é de Vishnu, o Segundo Logos, o Construtor de formas, Amor -Sabedoria-Razão Pura. Cada grande onda sonora, expressando os propósitos de cada raio, é ³pronunciada (está entre aspas porque é muito mais do que pronunciar) por cada um dos sete Logos Planetários sagrados, entre os quais não estão incluído o nosso, o que nos leva a concluir que a Terra e a sua humanidade estão sob a influência de um outro Logos Sagrado. Essa segunda frase está regida pela L ei de Atração. A conformação dessas ondas sonoras (seqüências de compressões e rarefações de partículas), ou seja, como essas seqüências se movimentam (como ondulações de uma serpente), leva as partículas a se unirem na infinidade de formas, incluindo noss os corpos até os planetas e globos sutis. A correta entonação, total ou parcial, provocando a correta ou parcial reverberação (a reverberação é conseqüência da ressonância ou resposta da matéria ao som original), conduz à organização da forma e à sua adaptação às necessidades da Mônada ou Espírito. Impera o fogo solar. A terceira e última letra, M, vem seguida de oito letras, totalizando nove e formam a última frase, a do Primeiro Logos, Shiva, Vontade e completam a grande sentença Logóica que construiu se u corpo. Essa última frase é a última no tempo, mas no momento está reverberando juntamente com as outras duas e vai ser a mais forte e dominante no final dos tempos, ou seja, no fim dos cem anos de Brahma. No final de cada ciclo menor, ela sempre atua com mais força e anula as demais, como na hora da morte e no fim dos períodos globais,das rondas e das cadeias. Por falar em período global, é bom lembrar que já estamos próximos do fim do período global da Terra. Quem tem olhos de ver, que entendam e tomem a s decisões necessárias. Somando as letras de toda a sentença, temos 5 + 7 + 9 = 21, sendo portanto vinte e um os tipos de ondas sonoras que atuam no Sistema
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Solar, desde o plano físico até o adi. Como dissemos, essas ondas estão presentes simultaneamente, embora em alguns momentos umas atuem com mais vigor que outras e prevaleçam. Essa última frase está regida pela Lei de Síntese e é ela que vai imperar sobera na no final, quando ocorrerá a liberação total do Espírito da forma. Impera o fogo elétrico. Quando comparamos acima os movimentos das ondas sonoras às ondulações de uma serpente, tivemos a intenção de preparar as mentes de todos para uma informação que o Mestre Tibetano dará, quando entrarmos na segunda parte do Tratado, o Fogo Solar, sobre a ligação do Reino das Répteis com o nosso Logos Planetário e os Lipikas. Existe uma forte correspondência entre essas nove ondas sonoras do Primeiro Logos e as nove Iniciações, cada uma propiciando ao Iniciado uma união mais perfeita do Eu com o Omni -Eu e uma maior liberação das ataduras da matéria. Embora cada Iniciação seja regida por um raio, sempre em todas está também presente o primeiro raio como libertador esintetizador, por etapas. Uma outra aparente coincidência é observada nos vinte e dois aminoácidos que constituem os fundamentos de todas as proteínas e enzimas que atuam no nosso organismo. Temos 21 + 1 = 22, ou seja, o número de aminoácidos é igual ao núme ro de ondas sonoras fundamentais mais a ondasintetizadora, que representa o UNO. Um fato interessante com referência à união dos aminoácidos ao formarem a proteína, é que, após se unirem eletricamente, eles constituem um filamento, que tem somente uma dime nsão, comprimento. Mas em seguida o filamento se retorce ao longo das ligações, de uma maneira misteriosa para a ciência, fazendo com que a proteína resultante passe a ter três dimensões. Como os ângulos, nos quais há campos elétricos, são diferentes, é conseguido um modo eficiente para identificação da proteína pelo sistema imunológico, de modo semelhante a chave e fechadura. Somente quando o homem tiver aperfeiçoado seu sentido de audição, é que ele saberá a sentença completa. Isso ocorrerá na quinta Ini ciação, em que a beatitude(a audição do corpo átmico, quando o homem começa a ouvir a nota do Logos Solar) estará plenamente ativa e ele entenderá corretamente a Lei de Economia. A medida que as Iniciações forem sendo recebidas, o homem vai entendendo melh or esse mecanismo, em particular, quando está sendo preparado para a terceira, o Iniciado já compreende nitidamente a lógica desse processo, tem noções do seu mecanismo operacional e vislumbra sua expressão matemática. Não podemos esquecer nunca que, para a Mônada, todos os planos, desde o físico até o adi, constituem matéria e são objetivos e todos nós somos Mônadas enclausuradas nos diversos corpos materiais, logo, nossas consciências cerebrais são da Mônada ancorada no cérebro físico e se expressando pela atividade elétrica dos neurônios. A atividade hormonal e dos neurotransmissores é conseqüência, a etapa final, de um processo anterior com início na Mônada. Como existe a reciprocidade, é óbvio que uma perturbação nessa atividade do cérebro, induzida por meios externos, como substâncias químicas, pode alterar o estado da consciência. Mas o Iniciado, que já percebeu e entendeu por lógica esse mecanismo, não se deixa iludir e assume o comando. De posse da audição aperfeiçoada e tendo entendido o verdadeiro som
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sagrado, o Iniciado, agora o Conhecedor,prenunciá -lo-á em sua própria e autêntica chave, efetuando a fusão de seu som com todas as vibrações, conseguindo assim instantaneamente a compreensão de sua identidade essencial com Aqueles Seres que emitem as palavras. A medida que os sons da matéria (os cinco primeiros sons) fazem impacto em seus ouvidos aperfeiçoados e em todos os planos, verá que todas as formas são ilusões e delas se libertará, sabendo que ele é onipresente. Quando o som de Vishnu (os sete sons simbolizados pela letra U) ressoa dentro de si mesmo sem distorção, ele sabe que é sabedoria perfeita e distingue a nota de seu ser (ou a do Logos Planetário em cujo corpo se encontra) das notas grupais e se vê onisciente. Quanto os nove sons finais de S hiva, Ma hadeva ou Primeiro Logos fazem seus ouvidos vibrarem em perfeita consonância, o Iniciado se reconhece, sem nenhuma margem de dúvida, como Espírito puro e na sintonização perfeita dos sons, seus e do Primeiro Logos, dá -se a fusão dele com o Eu Maior ou a fonte da qual se originou. Então, para ele, passa a não existirem mais mente e matéria, restando somente ele imerso no oceano do Eu Maior, sem, contudo, perder sua identidade. Nas etapas de relativa realização, rege uma das leis, inicialmente a lei da matéria (Lei de Economia), em seguida a lei dos grupos (Lei de Atração) e finalmente a Lei do Espírito e da liberação (Lei de Síntese), embora haja simultaneidade. SUAS LEIS SUBSIDIÁRIAS São quatro as leis subsidiárias da Lei de Economia e se rela cionam com o quaternário inferior: 1. A Lei de Vibração - rege a nota chave ou ritmo da matéria em cada plano. Através do conhecimento dessa lei pode -se controlar a matéria de qualquer plano nas suas sete divisões ou sub -planos. Quem entender essa lei, saberá qual a freqüência de ressonância de qualquer tipo de matéria, bem como de qualquer agrupamento. Não esquecer que som é vibração. 2. A Lei de Adaptação - rege o movimento giratório de qualquer átomo, em todos os planos e sub -planos. Por meio do conhecimento dessa lei e da anterior, o Iniciado domina a ciência dos tattwas. 3. A Lei de Repulsão - rege as relações entre os átomos, evitando que se encostem e permitindo que atuem livremente, mantendo -os girando a distâncias fixas da esfera de polaridade oposta. Vem os sua ação, entre outras, no nosso Sistema Solar, em que os planetas giram ao redor do Sol, em órbitas fixas e ordenadas. 4. A Lei de Fricção - rege o aspecto calor de qualquer átomo, sua radiação e seu efeito sobre qualquer outro átomo. Isso é a transferência do fogo por fricção. Essas quatro leis subsidiárias estão no campo de ação do fogo por fricção. O conhecimento e o domínio dessas leis outorgam o domínio do fogo por fricção e torna o Iniciado um curador no sentido exato da palavra. ;Todo átomo de qualquer plano pode ser estudado sob quatro aspectos e
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está sob o comando de alguma ou de todas as leis combinadas. a. b. c. d. Todo átomo tem seu ritmo ou freqüência e forma de movimento. Tem velocidade de rotação. Age e reage sobre os átomos a seu redor. Contribui com sua cota de calor ao calor geral do sistema atômico, qualquer que seja.

Essas leis gerais aplicam -se não somente aos átomos individuais, mas aos seus agrupamentos: moléculas, células, órgãos, corpos, planetas, globos, o Sistema Solar, as constelações, as galáxias, enfim, todos os conjuntos esféricos. Podemos ver um sistema sol ar como um átomo cósmico. Todos evoluem sob a Lei de Economia, em algum de seus quatro aspectos. Concluindo, afirmamos que a Lei de Economia, com suas subsidiárias, é uma das leis que o Iniciado deve dominar antes da liberação (quinta Iniciação). Tem de a prender a manipular a matéria e a trabalhar com a sua energia ou força, aplicando essa lei. Esse conhecimento e domínio são necessários para o Iniciado usar a matéria e a energia com o objetivo de conseguir a libertação do Espírito e realizar os propósitos do Logos no processo evolutivo. Aqui terminamos o estudo da primeira parte do Tratado sobre Fogo Cósmico. Entraremos em 20/04/2004 na segunda parte, a mais importante, profunda, complexa, abrangente, longa e aparentemente abstrata. Dissemos aparentemente abstrata, porque vai depender de como nos posicionamos como consciência. Si a nossa visão é de Mônadas olhando o mundo mental exterior através do mecanismo chamado corpo mental, então o assunto não será abstrato, mas objetivo. O mesmo raciocínio vale para os planos superiores, búdico, átmico, monádico etc. Do nível de entendimento e assimilação da primeira parte dependerá a compreensão da segunda. Portanto, rogamos a todos que se esforcem para adquirirem o máximo de clareza. Estamos à disposição para sana r as dúvidas. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina 064] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução (Da página 203 à205) Entraremos hoje na parte mais importante do Tratado, com título genérico Fogo Solar. Esse título expressa aquilo que gera as muitas diferenciações de atividade e processo, no que concerne realmente à nossa evolução. Trata essencialmente do fogo da mente. N a nossa quinta raça-raiz a meta é o desenvolvimento da mente, pois ela é regida pelo quinto raio, da mente concreta. Daí o tremendo avanço da ciência e da tecnologia. Por
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outro lado, temos o objetivo do nosso Logos Solar, expressar Budi (Amor-Sabedoria-Razão Pura) através de Manas (Mente, Atividade Inteligente). No Sistema Solar ou sua encarnação anterior, Ele desenvolveu ao máximo a qualidade ou aspecto Inteligência Ativa. Agora Ele quer cultivar e fazer crescer ao máximo seu Amor, no verdadeiro sentido e não como a maioria da humanidade pensa. A ferramenta que Ele usa para tal é a mente ou inteligência ativa. É por essa razão que o Mestre Tibetano dedica a maior parte do seu livro ao estudo detalhado e profundo do fogo solar ou da mente. Não esqueçamos que o Tratado sobre Fogo Cósmico é o seu livro mais importante, segundo suas próprias palavras. Todas as raças-raiz têm seu nascimento, coexistindo com o final da raça raiz anterior durante um certo período, para a transferência, assimilação e desenvolvimento das conquistas culturais da raça que se finda (o que nem sempre é bem feito), vindo em seguida seu amadurecimento, suas conquistas, seu auge, sua glória e o declínio. Como estamos na quinta sub-raça da quinta raça-raiz, já passamos da metade da raça. A se xta subraça, da qual já existem exemplares encarnados, irá aperfeiçoar mais ainda o intelecto, aliado ao amor. Na sétima sub -raça ocorrerá a consolidação do conquistado e sua transferência para a primeira sub -raça da sexta raça-raiz, da qual também já existem Egos encarnados, na realidade já há Egos com mentalidade da sétima raça e até da quinta ronda, pois é questão de mentalidade e não de corpo físico. Se a transferência for harmoniosa, clara e eficiente, não haverá na realidade um declínio de civilização, pois será tão grande a harmonia e o entendimento, que haverá uma continuidade para atingir uma elevação e uma glória maiores. Mas se não ocorrer essa harmonia, será realmente um declínio. Atualmente temos membros das sétimas sub -raças atlantiana (a quarta)e lemuriana (a terceira) coexistindo com a quinta raça raiz. A explicação para essa coexistência não é para o momento. Essa segunda parte está dividida em seis seções, de A até F, que são longas. Após esse preâmbulo, comecemos o assunto. Mestre Tibetano inicia o tema, fazendo considerações de suma importância. Diz Ele que o que vai ser estudado é profundamente misterioso, constitui a base de tudo o que vemos e conhecemos, objetiva e subjetivamente. Acabamos de estudar parcialmente o pólo da manifestação chamado matéria. O que vamos estudar agora abrange uma variedade de coisas que, em termos gerais, podemos denominar consciência e, em termos específicos, engloba os seguintes tópicos, o que lhe dá uma importância fundamental: a. A ciência da objetividade. b. A manifestação do Filho através do Sol e suas esferas subsidiárias, ou seja, o Sistema Solar em sua totalidade. c. O desenvolvimento evolutivo da consciência no tempo e espaço, logo a evolução do Espírito e da matéria. Analisemos sucintamente cada tópico. O que é ciência da objetividade ? É o estudo de tudo aquilo que é exterior à nossa consciência. Envolve a
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natureza e seus fenômenos e muito mais, como as relações humanas, com sua imensa gama de diferenciações. Dentro dessa conceituação, em todos os planos existe objetividade. Mesmo no cérebro físico, temos de separar a atuação dos neurônios da consciência cerebral. Essa consciência é subjetiva e interior, mas os neurônios são objetivos, embora forneçam insumos para a consciência, na sua ação eletro -bioquímica. No item b entendemos a expressão do Logos Solar, servindo -se do Sistema Solar, com seus planetas visíveis e invisíveis, para adquirir experiência, aprender, evoluir e adquirir qualidades e poderes, simultaneamente prestando serviço a seus Semelhantes e recebendo ajuda, pois sabemos que nosso Logos orienta e dá instruções a outros Seres Cósmicos, pois Ele está na linha do segundo Raio (o raio dos Instrutores) e também recebe instruções, como por exemplo do Logos de Sírius. O item c é bem claro, signif icando o aperfeiçoamento da relação do Espírito com a matéria, em sua ação recíproca, o que produz o aprimoramento de ambos. O Filho (a relação, a consciência) faz o Pai (Espírito) e a Mãe (matéria) evoluírem até alcançarem a meta planejada. Vemos nitidamente que esses três tópicos são muito vastos, o que nos limita a dar um conceito claro e geral do longo processo e gradual desenvolvimento da consciência. Para que possamos prosseguir com o tema de forma inteligente e racional, é conveniente que estabeleç amos perguntas básicas, que (embora conhecidas e sabidamente de valor) servirão para o estudante de arcabouço, sobre o qual poderá ser erigida a correspondente estrutura do conhecimento. Se aquele que estuda a Sabedoria for capaz de captar de forma geral a natureza do tema, ele poderá ordenar com mais facilidade e exatidão a informação detalhada, colocando as diversas partes em seus devidos lugares. Das respostas às perguntas básicas, poderemos fazer ilações e deduções, que constituirão um conjunto de info rmações explicativas do processo evolutivo da consciência, da matéria e da Mônada. Este parece nos o melhor método. Baseamo-nos na suposição de que essas perguntas surgem ao estudante da Doutrina Secreta, que já está no ponto de perceber o grande Plano Divino, todavia é iniciante na técnica de captar os detalhes desse Plano. Vamos às perguntas: I. II. III. IV. V. VI. Que relação existe entre o Filho e o Sol ? O que é a evolução e como se desenrola ? Porque o Sistema Solar evolui como dualidade ? O que é a consciência ? Que lugar ela ocupa no atual esquema das coisas ? Existe uma analogia direta entre um sistema solar, um planeta, um homem e um átomo ? O que é o aspecto mente e porque o princípio manásico ou mental é de tanta importância ? Quem são os Manasaputras ou Filhos da Mente ?
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VII. VIII. IX.

Porque a evolução se desenvolve ciclicamente ? Porque consideramos ainda certos conhecimentos como esotéricos e em outros aspectos como exotéricos ? Que relação existe entre : 1. os dez esquemas planetários ? 2. os sete planetas sagrados ? 3. as sete cadeias de um esquema ? 4. os sete globos de uma cadeia ? 5. as sete rondas de uma cadeia ao passarem por cada globo ? 6. as sete raças-raiz e suas sete sub -raças ?

Quando tivermos respondido breve e resumidamente a essas nove perguntas e identificado pelas respostas o que está oculto e impulsiona a evolução da consciência do Filho e de tudo o que inclui esta expressão, estaremos prontos para estudar o Plano mais inteligentemente e entender com maior exatidão a etapa imediata que devemos alcançar, partindo do nosso atual desenvolvimento. Enfatizamos que a investigação e um entendimento mais profundos do Plano do Logos não t êm importância para o homem, a menos que ele consiga correlacionar o presente com aquilo que ele crê encerrado no futuro, esteja seguro de seu desenvolvimento alcançado e compreenda em que consiste o trabalho imediato a realizar durante o processo gradual de obter plena consciência. I. Que relação existe entre o Filho e o Sol ?

Primeiramente temos de esclarecer quem é o Filho e qual sua função. Todo sistema que faz jus ao adjetivo filosófico, reconhece universalmente dois fatores, Espírito e matéria, Purusha e prakriti. Há uma tendência de confundir os termos ³vida e forma , ³co nsciência e veículo de consciência , com as palavras ³Espírito e matéria . Tais vocábulos relacionam -se, mas a confusão desaparecerá, quando for compreendido que, antes do nascimento de um sistema solar (manifestação), é mais correto empregar as palavras E spírito e matéria. Antes da manifestação, durante o descanso entre dois sistemas solares (pralaya ou abstração), não existem consciência e forma nem tão pouco a vida expressando-se como princípio atuante. Existe unicamente Espírito substância, em estado de total neutralidade, sem polaridade, sem movimento, ou seja, prevalece a passividade. Esclarecemos que no pralaya de um sistema solar não existe o corpo físico cósmico do Logos, isto é, os sete planos, do físico ao adi, foram desintegrados. Todavia o Logos continua a se manifestar através do seu corpo astral cósmico, que também se desintegrará mais tarde, quando ocorrerá o pralaya astral. Isto significa que estamos estudando o que ocorre com a substância que deu origem à matéria adi, da qual se originaram os demais seis planos. Essa substância retorna à situação de não diferenciada, existente antes da manifestação. É por isso que ela se torna neutra, não havendo a forma para que o Espírito se expresse, embora Ele continue atuando através da matéria astral cósmica. Quando chega o momento em que o Logos vai iniciar seu novo ciclo de
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manifestação, dá-se a polarização (cessando a neutralidade), advém a aproximação entre Espírito e matéria, com sua ação e reação, começam o movimento e a vibração (oscilação) sob novos moldes e ambos se utilizam. Então surge a forma, que vai ser impregnada pelo Espírito ou Mônada, do que resultam a vida e a consciência em veículos adequados. Portanto vida é o resultado da atuação do Espírito nas formas ou na matéria. Quando ocorre a abstração ou o pralaya, a vida cessa, porque o Espírito se ausenta da forma, mas a origem da vida, o Espírito, permanece. Quando um homem morre, sua vida física cessa e seu corpo físico se desintegra, todavia a origem da sua vida, o Espírito (nesse caso atuando através do Ego ou Alma), continua expressando a vida por meio do corpo astral. Concluímos então que o Sol (o Sistema Solar) é o Filho, resultado da aproximação ou relação do Espírito (o Pai) com a matéria (a Mãe). No próximo estudo, a ser coloca do em 21/04/2004, daremos ao tema dessa pergunta o enfoque dos fogos. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina [065] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - Que relação existe entre o Filho e o Sol? (Da página 205 à 208) Continuemos com a análise da pergunta I - Que relação existe entre o Filho e o Sol ?, sob o prisma dos fogos, ou seja, como é a parte operacional ou como se manifesta. Comecemos usando a lei de Analogia e façamos comparações com fatos científicos do dia a dia. Vejamos a ger ação de luz pela lâmpada elétrica comum, de todos conhecida. Ela é feita de um filamento de tungstênio dentro de um bulbo de vidro, dentro do qual foi feito o vácuo, para impedir a oxidação do filamento e a sua queima. Ao se ligar o interruptor, fechando os contactos, os elétrons fluem do pólo negativo do gerador para o positivo, passando pelo filamento. Nessa passagem, os elétrons colidem com os átomos do filamento, transferindo energia (fogo por fricção/elétrico) para os elétrons orbitais dos átomos do tu ngstênio. Esses elétrons ficam excitados e saltam para uma órbita exterior, de maior nível. Mas são obrigados a retornar para a órbita original e devolvem a energia recebida na forma de fótons (luz). É também gerado calor. A luz e o calor são portanto res ultados do contacto entre os pólos positivo e negativo. Simbolicamente é um casamento, uma vez que é uma união. Já sabemos que a Mônada ou o Espírito é fogo elétrico por excelência, quando atua na matéria, sendo o pólo positivo do grande GERADOR, que é o UNO ABSOLUTO INFINITO, já explicado no início dos nossos estudos,
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AQ UELE que não é nem Espírito nem matéria, mas que pode assumir os dois modos de ser. A matéria, o pólo negativo, é fogo por fricção por excelência. Para o contacto dos dois (o Divino Matri mônio), é necessário o fogo solar (o filamento de tungstênio), que ao servir de meio de comunicação entre os dois pólos, é excitado pelas suas energias e irradia luz e calor cósmicos. O relâmpago, de todos conhecido, gera luz e calor, sendo que o calor produz ondas sonoras, que são ondas mecânicas, seqüências de compressões e rarefações de partículas (matéria), o nosso conhecido trovão, que a muitos assusta. O relâmpago é o resultado do contacto da carga elétrica positiva da nuvem (que, embora a ciência n ão saiba, é eletricidade solar) com a carga negativa da Terra (que o Mestre Tibetano c hama de fluido elétrico). O comportamento do relâmpago já foi pesquisado pela ciência e foi comprovado que ele tem particularidades não observadas em outros tipos de descarga elétrica que forma arco. O deslocamento do chamado líder escalonado e das partículas portadoras de carga elétrica que o seguem, quando a tensão de ruptura é alcançada, não produz luz nesse trajeto. Somente quando eles e seus seguidores entram em con tacto com o fluido elétrico da Terra, já próximo do solo, é que surge a luz e o calor. De forma muito análoga, o fogo elétrico do Espírito ou Mônada,em contacto com o fogo por fricção da matéria, gera o fogo solar, que produz luz e calor, que dá origem ao som cósmico, seqüências de compressões e rarefações, emmuitas planejadas e diferenciadas formas de onda, que farão surgir o sistema solar objetivo total, que inclui os sete planos. A luz, juntamente com o som, é a responsável pelas formas, sendo que a luz tem como escopo principal a consciência. Não esqueçamos que a luz física é ondaeletromagnética, uma seqüência de campos elétricos e magnéticos, formando ângulos de noventa graus ent re si. No caso da luz cósmica, ela é também uma seqüência de campos elétricos e magnéticos ortogonais (em ângulos de noventa graus), só que aqui o campo elétrico é uma região onde atua o fogo elétrico e o campo magnético é outra região onde atua o fogo so lar. Nós temos um exemplo disso na física. A todo elétron em movimento está associado um campo magnético que o envolve, em noventa graus de ângulo. Há outras leis na Física, que ajudam a entender o assunto, como a lei de Lenz (eL = - di/dt), ou seja, a força elétrica gerada pelo colapso do campo magnético é diretamente proporcional à velocidade de queda da corrente elétrica geradora do campo magnético, em outras palavras, quanto mais rapidamente o campo magnético cair a zero, maior será a voltagem produzida. A expressão matemática di/dt é a derivada da correnteem relação ao tempo. O sinal - (menos) significa que a voltagem induzida é invertida em relação à original. Mas a explicação da correlação dessa lei com o esoterismo fica para mais tarde. A multiplicidade de formas com que esses campos de fogo elétrico e fogo solar se unem e interagem, em todos os planos, é a responsável pela construção dos veículos, pelos quais a consciência se estabelece e evolui. Um exemplo é o Loto Egóico, tão importante segundo o Mestre Tibetano e tão desconhecido, muito embora o Mestre tenha dado um
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oceano de informações claras no Tratado sobre Fogo Cósmico, as quais iremos estudar. É muito lamentável esse desconhecimento, pois o Mestre nos deu pérolas e a grande maioria da human idade as desprezou, preferindo ficar escrava das religiões, em vez de buscar o verdadeiro conhecimento que liberta. É o fogo solar que o Logos Solar quer desenvolver ao máximo neste atual Sistema Solar. No anterior foi o fogo por fricção a meta. No próxim o será o fogo elétrico. Como o fogo por fricção já está bastante aperfeiçoado, quanto maior e mais intensa a interação entre ele e o fogo elétrico, mais crescerá o fogo solar. Essa linguagem técnica e científica do Mestre Tibetano é muito coerente, pois ela explica a expressão de qualidades, assim como a Física explica as propriedades da matéria. Assim como numa televisão, pela manipulação do elétron por meio de capacitores, indutores, resistores, cristais de quartzo, transistores e diodos armazenados em circuitos integrados (CI ou Chip), transformadores e o cinescópio (a tela da imagem, TRC ou de cristal líquido), são reproduzidas imagens e obtidas belíssimas nuances, que são qualidades de cores, da mesma forma, manipulando partículas por meio de campos d e força (campos de fogo elétrico e fogo solar) gerados pelo Espírito, este expressa qualidades, intensifica-as, modifica-as e sintetiza-as, resultando em aumento de poder. Vejamos a evolução da consciência do homem, o microcosmo, nos três mundos inferiores, físico, astral e mental. Ele é o contacto (ainda imperfeito na imensa maioria) dos dois pólos: Espírito (o Pai, a Mônada no céu, via Alma ou Ego) e a matéria, o corpo(a Mãe). Este contacto produz o Filho de Deus individualizado, a unidade do Eu divino e a reprodução exata em miniatura no plano mais denso do Grande Filho de Deus ou Omni-Eu, que constitui em si mesmo a totalidade dos filhos em miniatura, dos Eu´s individualizados e de todos e de cada um dos entes. O microcosmo, sob o ponto de vista subjetivo, é um sol em miniatura, que se distingue pelas qualidades de luz e calor, sendo a luz seu conhecimento e ocalor seu amor e vigor com que se empenha no serviço coerente com seu nível evolutivo. Na atualidade essa luz está oculta, como dentro de um cristal opaco, que ainda não foi trabalhado. A medida que for sendo burilado pela Alma, o cristal vai se tornando transparente e translúcido, ao mesmo tempo em que a luz interna aumenta seu brilho e intensidade, tornand o-se então visível e radiante. No momento o calor microcósmico é mínimo, ou seja, a radiação magnética entre os entes microcósmicos é pouco sentida (segundo o significado oculto da palavra), porém com o tempo irá aumentando, não só pela ação da chama inte rna, como pela assimilação das radiações dos outros microcosmos e atingirá tal proporção, que a interação entre os Eu´s individualizados resultará na perfeita fusão da chama e do calor em cada um, o que significa a sintonia exata entre os três fogos: elétr ico, solar e por fricção. Isto prosseguirá até um nível de sintonia, em que haverá ³uma só chama com incontáveis chispas e o calor será geral e equilibrado, o fogo por
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fricção será harmonioso, sem nenhum ponto de conflito ou dissonância. Quando essa situação for atingida e cada Filho de Deus se torne um Sol perfeito, caracterizado pela luz e pelo calor perfeitamente expressados e sintonizados, com o máximo de vigor e todas as qualidades exigidas em total atividade e visíveis e sentidas em todo o sistema, então o Sistema Solar, o Filho Maior de Deus, será um Sol perfeito. A glória será tão grande, que será radiante e visível, resplandecendo em todo o espaço do Logos Cósmico, ao qual nosso Logos Solar está subordinado, chamando a atenção não só do próprio Logos Cósmico, que ficará jubiloso pelo seu Filho, como também dos Logos irmãos, que serão beneficiados pela radiação cósmica. Nesse estado será estabelecida uma conexão consciente com seu centro cósmico, seu Logos Cósmico. Isso significará a liberação do Filho e Seu retorno à longínqua fonte que originou o impulso primordial. Em conseqüência temos o seguinte: 1. O Filho é o resultado da união do Espírito com a matéria e pode ser considerado como a totalidade do Sistema Solar: o Sol, os sete planetas sagrados e os cinco não sagrados. 2. O Filho se manifesta através de suas qualidades, que se expressam materialmente como luz e calor, como é o Sol com suas propriedades. 3. O Filho é o produto da união elétrica do fogo elétrico com o fogo por fricção e é também fogo solar, resultante desse contacto, que gera luz e calor, que se vê e se sente. O fogo solar é pois o relacionador. No próximo estudo, que será colocado em 27/4/2004, concluiremos essa primeira pergunta, para ingressarmos na segunda: O que é a evolução e como se desenvolve ? , que é um assunto de extrema importância, porque nos esclarecerá os motivos e objetivos pelos quais estamos neste mundo material, passando por tudo isso, para onde iremos e nos fornece orientação para a libertação. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina 066] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - I - Que Relação existe entre o Filho e o Sol? (Final) - II - O que é a Evolução e como se desenvolve ? (Da página 208 à 210) Continuemos nosso estudo sobre a relação exis tente entre o Filho e o Sol. Vimos três conclusões decorrentes dessa pergunta, veremos agora a última, a mais abrangente e sintética. O Filho, visível e invisível, é por conseguinte a manifestação intermediária produzida, ocultamente falando, tanto para o que está acima, como para o
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que está embaixo. Dissemos visível e invisível, porque por Filho não estamos só nos referindo à matéria física, acessível aos nossos sentidos, quer direta quer indiretamente, como as ondas eletromagnéticas e partículas só detectáveis por aparelhos especiais e pelos efeitos: raios cósmicos, infravermelhos, ultravioletas, elétrons, íons, neutrinos e outras partículas. Incluímos também a invisível: as partes etérica, astral, mental e causal, que constituem a invisível aos olhos físi cos e aos instrumentos da ciência. Assim, no caso do Logos Solar, o Filho, em seu próprio plano, o mental cósmico, é o corpo egóico do Logos, melhor dizendo , seu Loto Egóico. Igualmente, no caso do homem, o microcosmo, seu Loto Egóico, cujo envoltório ou campo de força gerado é o corpo causal, é o resultado do contacto da Mônada do homem com a matéria mental, sendo portanto o Filho. No homem o corpo egóico está apenas em processo de formação, na maioria da humanidade, mas nos Iniciados já está em adianta da fase e, conforme a Iniciação, em fase final. A partir da segunda, o adiantamento é enorme, na terceira ocorre a fusão plena do Ego com a personalidade, significando a grande proximidade do aperfeiçoamento (para esta etapa), que será alcançada na quarta, quando será destruído, por não ser mais necessário, iniciando -se uma nova etapa, a partir do corpo búdico. Igualmente o Filho Maior, o corpo de expressão do Logos Solar, seu Corpo Egóico, está também em processo de formação e aperfeiçoamento. Seus corpos inferiores cósmicos, mental, astral e físico, ainda carecem de retoques. É aí que entra a nossa tarefa para com Aquele que nos deu a Vida. O Logos Solar só atingirá a sua perfeição e meta previstas, quando todas as células do seu corpo, que somos nós, tiv erem alcançado suas perfeições e metas previstas, que, embora num nível bem abaixo do nível do Logos, não deixam de ser perfeições, relativas, é lógico. Somente quando nós tenhamos conquistado, por esforço próprio e com plena consciência, a Vida Plena est ável, de que falou o Sr. Maitreya no Sermão da Montanha, através do corpo físico do Mestre Jesus, é que nosso Pai Maior, o Logos Solar, conseguirá seu lugar entre as constelações celestes (os Filhos de DEUS em sentido cósmico), quando sua Luz, sua radiação e seu resplendor sejam vistos e sentidos perfeitamente. O Filho nos Céus não resplandecerá, até que cada uma das células de seu corpo seja uma esfera de radiante glória ou, falando esotericamente, uma chama de fogo e luz e uma fonte de radiação magnética ou calor. Como sabemos, nosso Sol, sob o ponto de vista cósmico, é de quarta ordem e está no plano cósmico inferior, o físico cósmico, que significa que Ele está encarnado fisicamente. Quando o Logos tiver alcançado, através do seu corpo egóico, o Filho , plena e total expressão por meio do seu Sistema Solar, o que significa ter aperfeiçoado sua emissão de luz e calor, é que brilhará em outro plano, o mental cósmico. Temos a analogia disso no homem, o microcosmo. Quando a luz do homem (sua Sabedoria e se u Amor) brilhe plenamente e sua radiação magnética e seu calor (sua Sabedoria e seu Amor servindo e aquecendo a todos)tenham alcançado uma interação viva ou atividade grupal, é que o
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homem terá logrado a plena auto -expressão e incluído em sua esfera de influência e controle o plano mental, ou seja, aprenderá a viver correntemente com total domínio no plano mental, tão bem como vive no plano físico. Então será considerado um Mestre, embora também de quarta ordem, um quaternário, porque ainda dependerá de qu atro componentes: corpos mental, astral e físico e personalidade. Fisicamente os sub-planos etéricos são seu centro de vida, assim como o Sol e os planetas existem em matéria etérica (em sentido cósmico, da matéria búdica para cima). Assim como é em cima , é em baixo. Logo a relação entre o Filho, o Pai e a Mãe, no que diz ao Sol, é a mesma existente entre o homem e o veículo pelo qual atua. É Seu modo de agir, Seu modo de expressão, Sua ferramenta de trabalho, que Ele anima com a Sua vida para: adquirir experiência, fazer contactos, desenvolver total conhecimento de Si mesmo, alcançar total domínio e controle de Seus veículos, chegar cosmicamente à ³maturidade . O Cristo cósmico deve conquistar a estatura do ³homem plenamente maduro , como diz a Bíblia. f. expandir Sua consciência. Estas etapas serão alcançadas nos níveis cósmicos, exatamente como o homem persegue ideais semelhan tes no sistema, que são os planos cósmicos físico, astral e mental. Por aí se vê o quanto a ciência ainda desconhece a respeito do Sistema Solar como um Todo, quando são incluídos os corpos cósmicos inferiores do Logos Solar. II. O que é a Evolução e como se desenvolve ? 1. Ciclos de Vida. Limitar-nos-emos a tratar brevemente do processo evolutivo e a indicar que o método de evolução consiste em adequar o aspecto matéria ao aspecto Espírito, para que o primeiro seja um instrumento perfeito de expressão para o segundo. Na realidade a ação é recíproca. O Espírito age pela matéria, manifestando o que quer, ela reage e se modifica; na ação o Espírito se exercita e melhora, exercendo uma atuação mais avançada na matéria já um pouco melhor e assim o progresso segue nu m ritmo crescente, até chegar à perfeição de ambos. É esse o verdadeiro significado da expressão ³redimir a matéria , da Bíblia. O ciclo de vida do Filho (o Sistema Solar) é de cem anos de Bra hma (trezentos e onze trilhões e quarenta bilhões de anos terre stres), referindo-se a uma encarnação do Logos. Semelhantemente o ciclo de vida do homem, sua encarnação, é de um certo número de anos, dependendo de seu Karma. Em seu ciclo de vida, o homem expressa em sua etapa particular tudo o que adquiriu e conquistou, desenvolvendo-o gradualmente desde o
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a. b. c. d. e.

período pré-natal, em que oEgo influi sobre o aspecto matéria (seus veículos em construção), com uma intensidade muito variável, quase nula no homem primitivo e iniciante, um pouco maior no homem mais avançado e com intensidade crescente a medida que se adianta no caminho. Prossegue o desenvolvimento com mais ênfase, quando o Ego toma posse dos veículos. Esse desenvolvimento varia conforme o nível evolutivo do Ego. Ele deve desenvolver com mais plenitude a auto consciência e, caso esteja progredindo normalmente, expressar -se com mais propriedade através de seus veículos. Em cada ciclo menor de vida, dentro do grande ciclo do Ego, completa -se cada vez mais essa expressão, os corpos são mais controlados e o Ego passa a se realizar com mais consciência, até que chega uma sucessão culminante de vidas, em que o Ego domina rapidamente e assume total autoridade. A forma torna-se completamente adequada, dá -se a plena fusão dos dois pólos, Espírito e matéria e a luz (fogo sola r) e o calor (irradiação do fogo por fricção) são vistos e sentidos em todo o ambiente. Durante o grande ciclo do Ego, há vários ciclos de maior e menor importância, ou seja, ciclos de sucessão de encarnações em que o avanço é maior e ciclos em cujas enca rnações a velocidade ou taxa de evolução é menor. Quando ocorre a fusão do Espírito com a matéria, melhor dizendo, quando ocorre a fusão do Ego com a personalidade na terceira Iniciação, a adequação da forma às necessidades do Ego é perfeita, todavia o Eg o é a manifestação da Mônada (Espírito) no plano causal, que é matéria, superior sim, mas matéria, para Ela. Isso quer dizer que essa fusão Espírito/matéria nessa etapa é relativa, sendo necessária outra fusão em nível mais elevado. Na Iniciação seguinte, a quarta, o Ego consegue a liberação da roda de encarnações, ficando totalmente livre dos planos físico, astral e mental. Aí a Mônada abandona a forma inferior ou a conserva, uma vez que Ela mantém a Tríade Inferior, que é a base dos veículos inferiores,q uando quer realizar um trabalho específico consciente junto à humanidade encarnada. Na quarta Iniciação os três fogos, elétrico, solar e por fricção sintonizam se perfeitamente e percebe -se com toda a clareza o esplendor e a glória do fogo solar. Elevemos esses fatos desde o o homem, como unidade individualizada de consciência, até os grandes Homens Celestiais, os Logos Planetários, em um de cujos corpos o homem é uma célula. O corpo de expressão de cada Logos Planetário sagrado é um planeta sagrad o. Eles perseguem o mesmo objetivo que o homem, só que num nível bem mais elevado. Na realidade, os Logos Planetários não sagrados, como o nosso, também perseguem o mesmo objetivo, nesse caso tornarem -se sagrados, o que implica uma Iniciação cósmica maior. Em termos do nosso Logos Planetário e da nossa humanidade, a meta para a atual cadeia, a quarta, é que pelos menos 2/3 da humanidade total (encarnada e desencarnada) recebam a quinta Iniciação, a da Revelação, na qual o homem será um Adepto. Nessa Iniciação são revelados ao Iniciado os sete caminhos, dos quais terá de escolher um na sexta Iniciação, da Decisão. Ele tem o tempo
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entre elas para decidir, mas esse tempo não é muito longo. É por esses sete caminhos, que na realidade são cursos, que ele verá a g lória e as responsabilidades que lhe estão reservadas. Todos Eles querem obter em seus altos níveis a plena e total expressão de suas consciências aperfeiçoadas através de seus veículos, os planetas, incluindo tanto o reino humano neles evoluindo como os demais. Quando tal acontecer, haverá também a fusão dos três fogos em espiral elevadíssima, a luz de cada um será vista e o calor sentido em todo o Sistema Solar, ocorrendo uma intensa interação entre todos Eles, com forte atração e união. Cosmicamente ser ão vistos como uma imensa esfera de fogo, de cores nunca vistas nem imaginadas. Subamos mais ainda, até incluir o Filho Maior e todo seu Sistema Solar. A sua meta é também expressar plenamente sua Consciência aperfeiçoada através de todo seu Sistema, inclu indo os sete planos. Sua Luz e seu Calor devem ultrapassar os limites de Seu ³circulo não se passa , atingindo Sistemas Solares vizinhos e Seu Pólo Cósmico oposto, essa constelação que é o oposto magnético do nosso Sistema Solar. No próximo estudo, a ser colocado em 30/04/2004, iremos estudar o objetivo das Unidades de Consciência, o homem, o Homem Celestial e o Homem Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. fique com todos.

Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 27-ABR-2004 [067] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução -II - O que é a Evolução e como se desenvolve? - 2 Objetivo das Unidades de Consciência - 3 - Unidades de Consciência em Manifestação(Da página 210 à 213) Veremos agora o objetivo das Unidades de Consciência. O que são unidades de consciência? São todas as Mônadas em estado de individualização, como os homens, em qualquer esquema, Iniciados de qualquer nível, os Logos Planetários, o Logos Solar e Maiores. Todos são centros de consciência, em seus respectivos campos de evolução. Em todo o plano evolutivo está presen te a idéia de fusão e união. Por isso todos Eles têm por meta: a. fazer seu calor ultrapassar seu ³escudo não se passa b. resplandecer sob o ponto de vista esotérico, ou seja, pelo seu vigor interior e demonstrando sua luz ou objetividade ígnea, o que significa irradiar seus fogos elétrico, solar e por fricção; c. expandir-se até abranger o que está além de sua esfera imediata; d. fundir e sintetizar os fogos elétrico e por fricção, para produzir o fogo solar com perfeição;

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e. aperfeiçoar o corpo, para que ele expresse c om fidelidade o Espírito; f. fundir ou sintonizar a essência de sua própria forma, qualificada segundo a Ciência Divina (o Plano Divino), com as essências de todas as formas - nas esferas humana, planetária e cósmica; g. conseguir a maturidade, como homem, como Logos Planetário e Logos Solar; h. dominar os três planos inferiores, físico, astral e mental, no que respeita ao homem; i. dominar os cinco planos, do físico ao átmico, no que respeita ao Homem Celestial; j. dominar os três planos cósmicos, físico, astral e mental , no que toca ao Filho Maior ou o Logos Solar. Essas três áreas de domínio referem-se à situação de encarnado, ou seja, o homem encarnado em seu corpo físico, o Homem Celestial encarnado num planeta físico, com sua consciência física no plano búdico e o Lo gos Solar encarnado num Sistema Solar, com sua consciência física no plano adi. Podemos resumir tudo o que foi dito acima na expressão : ³crescer continuamente, através da luta e do esforço . 3. Unidades de Consciência em Manifestação Se analisarmos profundamente os objetivos explicados acima, concluiremos que cada unidade de consciência ocupa seu lugar no Plano Divino e que a palavra evolução no contexto significa desenvolvimento gradual, em tempo e espaço, da capacidade inerente de um ser humano, um Homem Celestial e do Grande Homem dos Céus. Devem ser considerados o lugar e a posição que cada um ocupa, em relação aos outros, pois ninguém pode evoluir sem os demais, o que significa a ação reflexa do eu e do não -eu, já explicada anteriormente. Logo nós temos: a. O Filho, o Grande Homem dos Céus . Expressa -se por meio do Sol (o Sistema Solar), com os sete Planetas Sagrados, cada um personificando um de seus sete princípios, da mesma forma que Ele, como um Todo, personifica um princípio do Logos Cósmico (no caso o Amor-Sabedoria-Razão Pura cósmicos). b. Um Homem Celestial. Expressa -se por meio de um planeta (na realidade por meio de um esquema de sete globos), sendo responsável por um princípio do Logos Solar. Desenvolve -se igualmente através de sete princípios, fonte de sua unidade essencial com os demais Homens Celestiais. Como o Grande Homem Celestial, o Logos Solar, está desenvolvendo o princípio Amor-Sabedoria-Razão Pura, cada princípio do Homem Celestial é um sub-princípio daquele.Temos então, quanto ao Homem Cele stial a seguinte situação: Ele desenvolve em primeiro plano um princípio subsidiário do Amor-Sabedoria-Razão Pura do Logos Solar e em segundo plano Ele cultiva mais seis princípios subsidiários. Em
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outras palavras, se o Logos Planetário é responsável pela qualidade Vontade (primeiro raio), Ele manifesta Amor voluntarioso, se for a Inteligência Ativa (terceiro raio), a manifestação será de Amor Inteligente Ativo, se for Amor, então a manifestação será Amor Puro e assim com os demais princípios. Sempre sobres sairá o princípio do Logos Solar. c. Um Ser Humano. Também se expressa por meio de uma forma, no plano físico, possuindo sete princípios e se esforça para desenvolvê-los em cada ciclo de vida. Tem sete chacras ou centros, que expressam os sete princípios, todavia tem uma vibração fundamental, que depende do princípio que seu Logos Planetário está manifestando. Assim temos:
O Logos Solar

Pai - Espírito (Mônada Solar) - - -

- - - Mãe (Matéria) Geram

O Filho ou o Grande Homem dos Céus, o Ego Logóico auto-consciente, que evolui por meio de :

O Sol e os sete Planetas Sagrados, cada um personificando: Um princípio cósmico, com seis diferenciações, pelo método de : 1. Expansão, estímulo vibratório, interação magnética ou a lei de atração e repulsão. 2. Progressão cíclica, repetição rotatória, simultaneamente com ascensão em espiral e desenvolvendo: a. a qualidade Amor-Sabedoria-Razão Pura, utilizando a forma por meio da Inteligência Ativa (a Mente); b. plena auto-consciência; c. um perfeito Sistema Solar, adequado às necessidades da Mônada imanente. A mesma metodologia classificatória pode ser empregada para demonstrar a semelhança do processo no caso do Homem Celestial e do ser humano. Vejamos no caso do homem:
Mônada - - --geram Ego ou Alma (o Filho) trabalha com os três corpos inferiores, físico, astral e mental, cada um com sete chacras, cada um personificando um princípio e tendo seis diferenciações desse princípio, totalizando sete. Trabalha da seguinte forma: 1. 2. procurando expandir a consciência, buscando o conhecimento de tudo, intensificando conscientemente sua freqüência vibratória e, relacionando -se com o não-eu, exercita a Lei de atração e repulsão; procurando sempre crescer e subir, vive a Lei de Progressão cíclica, pratica a repetição rotatória, ou seja, repete experiências para consolidar as qualidades resultantes e fortificando -as, ascendendo assim em espiral de raio cada vez maior (as encarnações). Ao fazer tudo isso, desenvolve: a. o Amor-Sabedoria-Razão Pura, servindo-se da forma e empregando a Inteligência Ativa, ou seja, age inteligentemente, buscando sempre entender e não às cegas; b. a plena auto-consciência, pela sua expansão contínua, que passa a ser sua característica, no esforço de tudo analisar para compreender, o que quer dizer, no uso constante da mente analítica, no princípio usando a concreta, idéias com formas, com o tempo, dependendo de matéria causal

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c.

sua velocidade de atividade mental (taxa mental), utilizando apenas a mente abstrata, trabalhando somente com idéias e conceitos sem formas e vendo as relações existentes entre os conceitos e idéias, desse modo. Com isso aproxima -se rapidamente (novamente dependendo de sua taxa mental) da ativação de seu corpo búdico, em particular da verdadeira intuição (sentido do corpo búdico análogo ao paladar do corpo físico ); veículos perfeitos para as necessidades de manifestação e exteriorização da sua Mônada.

Continuaremos no próximo dia 4/5/2004, quando faremos uma análise dos esquemas planetários, dentro desse tema e entraremos na pergunta III Porque o Sistema Solar evolui como dualidade? Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

[068] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - I - Que Relação existe entre o Filho e o Sol ? (Final) - II - O que é a Evolução e como se desenvolve ? (Da página 208 à 210) Continuemos nosso estudo sobre a relação existente entre o Filho e o Sol. Vimos três conclusões decorrentes dessa pergunta, veremos agora a última, a mais abrangente e sintética. O Filho, visível e invisível, é por conseguinte a manifestação intermediária produzida, ocultamente falando, tanto para o que está acima, como para o que está embaixo. Dissemos visível e invisível, porque por Filho não estamos só nos referindo à matéria física, acessível aos nossos sentidos, quer direta quer indiretamente, como as ondas eletromagnéticas e partículas só detectáveis por aparelhos especiais e pelos efeitos: raios cósmicos, infravermelhos, ultravioletas, elétrons, íons, neutrinos e outras partículas. Incluímos também a invisível: as partes etérica, astral, mental e causal, que constituem a invisível aos olhos físicos e aos instrumentos da ciência. Assim, no caso do Logos Solar, o Filho, em seu próprio plano, o mental cósmico, é o corpo egóico do Logos, melhor dizendo , seu Loto Egóico. Igualmente, no caso do homem, o microcosmo, seu Loto Egóico, cujo envoltório ou campo de força gerado é o corpo causal, é o resultado do contacto da Mônada do homem com a matéria mental, sendo portanto o Filho. No homem o corpo egóico está apenas em processo de formação, na maioria da humanidade, mas nos Iniciados já está em adiantada fase e, conforme a Iniciação, em fase final. A partir da segunda, o adiantamento é enorme, na terceira ocorre a fusão plena do Ego com a personalidade, significando a grande proximidade do aperfeiçoamento (p ara esta etapa), que será alcançada na quarta, quando será destruído, por não ser mais

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necessário, iniciando-se uma nova etapa, a partir do corpo búdico. Igualmente o Filho Maior, o corpo de expressão do Logos Solar, seu Corpo Egóico, está também em processo de formação e aperfeiçoamento. Seus corpos inferiores cósmicos, mental, astral e físico, ainda carecem de retoques. É aí que entra a nossa tarefa para com Aquele que nos deu a Vida. O Logos Solar só atingirá a sua perfeição e meta previstas, quando todas as células do seu corpo, que somos nós, tiverem alcançado suas perfeições e metas previstas, que, embora num nível bem abaixo do nível do Logos, não deixam de ser perfeições, relativas, é lógico. Somente quando nós tenhamos conquistado, por esforço pró prio e com plena consciência, a Vida Plena estável, de que falou o Sr. Maitreya no Sermão da Montanha, através do corpo físico do Mestre Jesus, é que nosso Pai Maior, o Logos Solar, conseguirá seu lugar entre as constelações celestes (os Filhos de DEUS em sentido cósmico), quando sua Luz, sua radiação e seu resplendor sejam vistos e sentidos perfeitamente. O Filho nos Céus não resplandecerá, até que cada uma das células de seu corpo seja uma esfera de radiante glória ou, falando esotericamente, uma chama de fogo e luz e uma fonte de radiação magnética ou calor. Como sabemos, nosso Sol, sob o ponto de vista cósmico, é de quarta ordem e está no plano cósmico inferior, o físico cósmico, que significa que Ele está encarnado fisicamente. Quando o Logos tiver alcançado, através do seu corpo egóico, o Filho, plena e total expressão por meio do seu Sistema Solar, o que significa ter aperfeiçoado sua emissão de luz e calor, é que brilhará em outro plano, o mental cósmico. Temos a analogia disso no homem, o microcosmo. Quando a luz do homem (sua Sabedoria e seu Amor) brilhe plenamente e sua radiação magnética e seu calor (sua Sabedoria e seu Amor servindo e aquecendo a todos)tenham alcançado uma interação viva ou atividade grupal, é que o homem terá logrado a plena auto-expressão e incluído em sua esfera de influência e controle o plano mental, ou seja, aprenderá a vi ver correntemente com total domínio no plano mental, tão bem como vive no plano físico. Então será considerado um Mestre, embora também de quarta ordem, um quaternário, porque ainda dependerá de quatro componentes: corpos mental, astral e físico e persona lidade. Fisicamente os sub-planos etéricos são seu centro de vida, assim como o Sol e os planetas existem em matéria etérica (em sentido cósmico, da matéria búdica para cima). Assim como é em cima, é em baixo. Logo a relação entre o Filho, o Pai e a Mãe, no que diz ao Sol, é a mesma existente entre o homem e o veículo

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pelo qual atua. É Seu modo de agir, Seu modo de expressão, Sua ferramenta de trabalho, que Ele anima com a Sua vida para: adquirir experiência, fazer contactos, desenvolver total conhecimento de Si mesmo, alcançar total domínio e controle de Seus veículos, chegar cosmicamente à ³maturidade´. O Cristo cósmico deve conquistar a estatura do ³homem plenamente maduro´, como diz a Bíblia. f. expandir Sua consciência. Estas etapas serão alcançadas nos níveis cósmicos, exatamente como o homem persegue ideais semelhantes no sistema, que são os planos cósmicos físico, astral e mental. Por aí se vê o quanto a ciência ainda desconhece a respeito do Sistema Solar como um Todo, quando são incluídos os corpos cósmicos inferiores do Logos Solar. II. O que é a Evolução e como se desenvolve ? 1. Ciclos de Vida. Limitar-nos-emos a tratar brevemente do processo evolutivo e a indicar que o método de evolução consiste em adequar o aspecto matéria ao aspecto Espírito, para que o primeiro seja um instrumento perfeito de expressão para o segundo. Na realidade a ação é r ecíproca. O Espírito age pela matéria, manifestando o que quer, ela reage e se modifica; na ação o Espírito se exercita e melhora, exercendo uma atuação mais avançada na matéria já um pouco melhor e assim o progresso segue num ritmo crescente, até chegar à perfeição de ambos. É esse o verdadeiro significado da expressão ³redimir a matéria´, da Bíblia. O ciclo de vida do Filho (o Sistema Solar) é de cem anos de Brahma (trezentos e onze trilhões e quarenta bilhões de anos terrestres), referindo se a uma encarnação do Logos. Semelhantemente o ciclo de vida do homem, sua encarnação, é de um certo número de anos, dependendo de seu Karma. Em seu ciclo de vida, o homem expressa em sua etapa particular tudo o que adquiriu e conquistou, desenvolvendo -o gradualmente desde o período pré-natal, em que oEgo influi sobre o aspecto matéria (seus veículos em construção), com uma intensidade muito variável, quase nula no homem primitivo e iniciante, um pouco maior no homem mais avançado e com intensidade crescente a medida que se adianta no caminho. Prossegue o desenvolvimento com mais ênfase, quando o Ego toma posse dos veículos. Esse desenvolvimento varia conforme o nível evolutivo do Ego. Ele deve desenvolver com mais plenitude a auto -consciência e, caso esteja progredindo normalmente, expressar-se com mais propriedade a. b. c. d. e.

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através de seus veículos. Em cada ciclo menor de vida, dentro do grande ciclo do Ego, completa -se cada vez mais essa expressão, os corpos são mais controlados e o Ego passa a se realizar com mais consciência, até que chega uma sucessão culminante de vidas, em que o Ego domina rapidamente e assume total autoridade. A forma torna -se completamente adequada, dá -se a plena fusão dos dois pólos, Espírito e matéria e a luz (fogo solar) e o calor (irradiação do fogo por fricção) são vistos e sentidos em todo o ambiente. Durante o grande ciclo do Ego, há vários ciclos de maior e menor importância, ou seja, ciclos de sucessão de encarnações em que o avanço é maior e ciclos em cujas encarnações a velocidade ou taxa de evolução é menor. Quando ocorre a fusão do Espírito com a matéria, melhor dizendo, quando ocorre a fusão do Ego com a personalidade na terceira Iniciação, a adequação da forma às necessidades do Ego é perfeita, todavia o Ego é a manifestação da Mônada (Espírito) no plano causal, que é matéria, superior sim, mas matéria, para Ela. Isso quer dizer que essa fusão Espírito/matéria nessa etapa é relativa, sendo necessária outra fusão em nível mais elevado. Na Iniciação seguinte, a quarta, o Ego consegue a libe ração da roda de encarnações, ficando totalmente livre dos planos físico, astral e mental. Aí a Mônada abandona a forma inferior ou a conserva, uma vez que Ela mantém a Tríade Inferior, que é a base dos veículos inferiores,quando quer realizar um trabalho específico consciente junto à humanidade encarnada. Na quarta Iniciação os três fogos, elétrico, solar e por fricção sintonizam -se perfeitamente e percebe-se com toda a clareza o esplendor e a glória do fogo solar. Elevemos esses fatos desde o o homem, como unidade individualizada de consciência, até os grandes Homens Celestiais, os Logos Planetários, em um de cujos corpos o homem é uma célula. O corpo de expressão de cada Logos Planetário sagrado é um planeta sagrad o. Eles perseguem o mesmo objetivo que o homem, só que num nível bem mais elevado. Na realidade, os Logos Planetários não sagrados, como o nosso, também perseguem o mesmo objetivo, nesse caso tornarem -se sagrados, o que implica uma Iniciação cósmica maior. Em termos do nosso Logos Planetário e da nossa humanidade, a meta para a atual cadeia, a quarta, é que pelos menos 2/3 da humanidade total (encarnada e desencarnada) recebam a quinta Iniciação, a da Revelação, na qual o homem será um Adepto. Nessa Iniciação são revelados ao Iniciado os sete caminhos, dos quais terá de escolher um na sexta Iniciação, da Decisão. Ele tem o tempo entre elas para decidir, mas esse tempo não é muito longo. É por esses sete caminhos, que na realidade são cursos, que ele verá a g lória e as

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responsabilidades que lhe estão reservadas. Todos Eles querem obter em seus altos níveis a plena e total expressão de suas consciências aperfeiçoadas através de seus veículos, os planetas, incluindo tanto o reino humano neles evoluindo como os demais. Quando tal acontecer, haverá também a fusão dos três fogos em espiral elevadíssima, a luz de cada um será vista e o calor sentido em todo o Sistema Solar, ocorrendo uma intensa interação entre todos Eles, com forte atração e união. Cosmicamente serão vistos como uma imensa esfera de fogo, de cores nunca vistas nem imaginadas. Subamos mais ainda, até incluir o Filho Maior e todo seu Sistema Solar. A sua meta é também expressar plenamente sua Consciência aperfeiçoada através de todo seu Sistema, incluindo os sete planos. Sua Luz e seu Calor devem ultrapassar os limites de Seu ³circulo não se passa´, atingindo Sistemas Solares vizinhos e Seu Pólo Cósmico oposto, essa constelação que é o oposto magnético do nosso Sistema Solar. No próximo estudo, a ser colocado em 30/04/2004, iremos estudar o objetivo das Unidades de Consciência, o homem, o Homem Celestial e o Homem Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 27-ABR-2004

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - III - Porque o Sistema Solar evolui como Dualidade? - 2 - Sua Natureza e Dualidade (Páginas 216 e 217) Analisemos a conjunção que gerou o Filho, sob o prisma da qualidade. Vontade casada com Inteligência Ativa dá nascimento ao chamado ³Filho da necessidade´, como diz Blavatzky. Esse Filho expressa a inteligência, a vontade, que muitas vezes é desejo e, com a fusão e sintonia de ambos, o amor -sabedoriarazão pura. Vejamos agora essa conjunção sob o ponto de vista de Fogo. O fogo por fricção, que foi relativamente aperfeiçoado pelo Logos Solar no Sistema Solar anterior ao atual, sua anterior encarnação, resultou da interação da Mônada Solar (o Logos Solar verdadeiro, assim como o homem verdadeiro é a Mônada humana) com a matéria, com forte ênfase em elevar a Inteligência ao máximo possível. Como se pode ver, houve também uma interação da Mônada com a matéria, só

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que o resultado foi o aperfeiçoamento do Fogo por Fricção, sem ser dada ênfase ao relacionamento entre os dois. O que estava em foco era fazer crescer ao máximo possível a Inteligência Ativa. A matéria tinha de ser ativa o máximo possível e de forma inteligente. Em Sistemas Solares bem anteriores, nosso Logos expressou e desenvolveu as qualidades do sétimo raio, organização, do sexto, devoção, do quinto, mente concreta e do quarto, harmonia pelo conflito. Tudo isso na matéria, pois os quatro raios menores são derivados do terceiro, da matéria. No último Sistema Ele dedicou-se a aperfeiçoar todas as qualidades anteriores conjuntamente, buscando a perfeita sintonia e síntese delas, uma vez que o trabalho tinha sido feito isoladamente, cada qualidade por vez. Portanto sempre houve a interação entre a Mônada e a matéria, mas com objetivos e enfoques diferentes. O homem passa pelo mesmo processo, ao encarnar sucessivamente sob os doze signos do zodíaco, que são doze atualmente. No atual Sistema, o fogo por fricção, já sintetizado no terceiro aspecto ou terceiro raio e aperfeiçoado, é posto em atividade, após o pralaya inter -sistêmico e fulge com toda a sua glória, para ser o instrumento de desenvolvimento e aperfeiçoamento de uma nova qualidade, Amor-Sabedoria-Razão Pura, que, como o próprio nome diz, requer dois para existir ou seja, a relação. O Logos cede ao seu desejo de perfeição e encarna. Esse desejo tem uma origem exterior ao Logos. O fogo por fricção produz calor irradiante, que afeta a Mônada (é lógico que há um mecanismo para levar esse calor até Ela, ou seja, o mecanismo da irradiação) e Ela reage, através de seu fogo elétrico. Isso é o raio atravessando a matéria, simbolicamente falando, pois a ação do fogo elétrico é sempre para frente. Essa ação recíproca, fogo por fricção afetando a Mônada e o fogo elétrico dessa reagindo sobre a matéria e seu fogo por fricção, é que constitui o fogo solar, o Filho, o fruto do Divino Matrimônio, que se observa em toda a Natureza. Essa relação recíproca, que se expressa pelo fogo solar, tem de crescer, aprofundarse, aperfeiçoar-se e alcançar a sintonia perfeita com os fogos elétrico e por fricção. Com isso os três crescem, como o filho que numa família contribui para a evolução e amadurecimento do pai e da mãe. O objetivo é que essa relação se transforme em Amor-Sabedoria-Razão Pura perfeitos, em todos os níveis, no homem, nos Logos Planetários e no Logos Solar. Outros Logos Solares podem ter outros objetivos, assim como o Nosso no próximo Sistema objetivará fazer crescer ao máximo sua Vontade, o que significa crescer ao máximo a Mônada Solar, já então com o Amor-Sabedoria-Razão Pura e a Inteligência Ativa agigantadas cosmicamente. Termina aí a evolução ? NÃO. Um objetivo foi conquistado (tudo é conquista, para desagrado dos religiosos devotos, que vivem esperando serem salvos por alguém, se se esforçarem). Um novo objetivo surge, com um novo desafio, num nível bem mais elevado, para todos, homens e Logos.

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O homem tende a ser um Logos Planetário ou a um cargo no mesmo nível, o Logos Planetário tende a ser Logos Solar ou a cargo de mesmo nível, o Logos Solar tende a ser Logos Cósmico ou a exercer uma função de mesmo nível, dentro da Economia e Administração cósmicas. O Logos Cósmico terá de lutar e trabalhar para ser Parabrahma Cósmico e assim prossegue ao INFINITO. Em resumo, a GLÓRIA a ser conquistada é INFINITA. Mestre Tibetano diz na página 217 do Tratado: ³O Fogo elétrico ou Espírito, unido ao fogo por fricção, calor, produz fogo solar ou luz.´ Em termos materiais vemos isso todo dia, quando acendemos uma lâmpada: a corrente elétrica (fogo por fricção/elétrico), ao atravessar o filamento de tungstênio (fogo por fricção/por fricção), produz a luz física (fogo por fricção/solar), que é a sucessão de campos elétricos e magnéticos em ângulo de noventa graus (pela Física), contendo portanto fogos elétrico e solar unidos. Nesse processo físico uma parte do fogo por fricção/por fricção se irradia como calor. É a Lei: assim como é em cima, é em baixo, com as devidas diferenciações, é óbvio. Concluímos que pela observação atenta, cuidadosa e inteligente da Natureza e seus fenômenos no dia a dia, podemos ver e entender toda a Sabedoria Oculta em operação e desse conhecimento tirar partido, não só acelerando a própria evolução, como adquirindo melhor saúde. Esse acréscimo de uma nova qualidade, Amor-Sabedoria-Razão Pura, à conquistada anteriormente, quando o Logos se encarna novamente, utilizando a Inteligência Ativa aperfeiçoada, expressa-se inicialmente como capacidade de entender e amar o objetivo, o não-eu, para posteriormente utilizar a forma com sabedoria. A vontade pura atualmente é mera abstração e só será levada a pleno desenvolvimento no próximo Sistema Solar. As outras duas qualidades, amorsabedoria-razão pura e inteligência ativa não são abstrações, mas fatos reais, todavia a inteligência ativa é a mais em evidência, estando a outra em desenvolvimento e só irá emparelhar com a inteligência no final da atual encarnação do Logos, ou seja, pouco antes de sua ³morte física cósmica´ e nós, Mônadas Humanas (as que atingirem as diversas metas), iremos participar da glória dessa vitória do Logos. As Mônadas humanas fracassadas terão de recuperar o tempo perdido no próximo Sistema, o que em termos práticos quer dizer o seguinte: atualmente 35 bilhões de Mônadas humanas estão no segundo raio, portanto em dia, 20 bilhões no terceiro raio, as fracassadas do sistema anterior e 5 bilhões no primeiro raio, adiantadas. Pouco antes do desencarne do Logos, as Mônadas de sucesso deverão estar no segundo raio aperfeiçoado, para no próximo renascimento físico do Logos Elas iniciarem o trabalho evolutivo no primeiro raio. As Mônadas atualmente no primeiro raio irão também evoluir no próximo Sistema, porque as condições e experiências que terão de vivenciar serão bem diferentes das atuais, considerando todos os planos cósmicos. Tudo o que foi dito acima já era conhecido, todavia foi repetido para enfatizar e realçar a necessidade de se olhar esse processo de evolução, que se traduz na prática como o Plano Divino (um conjunto de metas para atingir o objetivo do

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Logos), sob o ponto de vista das grandes Entidades e não apenas do homem. ³A evolução humana é essa evolução, em que o aspecto Filho tem de se expressar com a máxima perfeição nesta atual encarnação física cósmica do Logos Solar.´ O homem tem de unir, fundir e sintonizar os dois opo stos, Mônada e matéria, fogo elétrico e fogo por fricção, o que significa que ele, por ser fogo solar por excelência, ao desenvolver em si mesmo a fusão dos outros dois, será a expressão dos três. O homem será, no final do grande ciclo do Logos, a manifestação perfeita, sincronizada e sintonizada dos três fogos, elétrico, solar e por fricção, em outras palavras, a matéria capacitada para ser o templo da Mônada. No final deste item 2 Mestre Tibetano tece alguns comentários sobre o processo de expressão da consciência do Logos Solar através dos Logos Planetários e das humanidades evoluindo nos diversos esquemas. Esses comentários requerem explicações mais detalhadas, para serem devidamente entendidos e visualizados. Essas explicações serão colocadas em11/05/2004.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

[070] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - III - Porque o Sistema Solar evolui como Dualidade? - 2 Sua Natureza e Dualidade (Final) (Páginas 217 e 218) Detalhemos um pouco o processo de expressão da auto -consciência do Logos Solar, o Filho Cósmico, através da humanidade. O homem é a melhor expressão do princípio manásico ou mente e, desde um ponto de vista muito especial, dirige a obra de Brahma ou Inteligência Ativa, porque o humanidade faz parte da consciência do Logos Planetário, que faz parte da consciência do Logos Solar. A humanidade c omo um todo constitui o centro laríngeo do Logos Planetário. A auto -consciência do Logos Solar se expressa pelas auto -consciências dos Logos Planetários. Cada ser humano, conforme sua evolução, tem uma função no centro laríngeo do Logos Planetário. Os Inic iados passam a atuar no centro cardíaco do Logos. Quando entram na Câmara do Concílio de Shamballa atuam no centro coronário. Na figura abaixo procuramos visualizar essas linhas de consciências, ou seja, a difusão da Auto -Consciência do Logos Solar: O Logus Solar - - -

Auto-consciência --. do Logos Solar Os 7 Logos Planet. Sagr. Autoconsc. do Logos

Os 7 não Sagrados.

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As humanidades SANAT KUMARA, o Senhor do Mundo para o atual período global, é a consciência encarnada fisicamente na Terra do Logos Planetário. É dele que é dito que não cai uma folha sem que o Pai saiba. Tudo o que ocorre na Terra está dentro de Sua Consciência. Todavia Ele tem o direito do Divino Isolamento, ou seja, Ele toma conhecimento de tudo, mas não é afetado. Ele foi escolhido há dezoito milhões de anos, quando o Logos decidiu encarnar fisicamente. Como Ele não podia assumir forma física humana pessoalmente, manifestou esse seu desejo e logo vários candidatos se apresentaram e SANATKUMARA foi o escolhido. É proveniente do esquema de Vênus, o mais adiantado e em vias de pralaya ou abstração. Por isso o homem faz parte da consciência do Logos. O homem é o aspecto Vishnu ou Amor-Sabedoria-Razão Pura em desenvolvimento por meio da inteligência ativa, em seu nível, impulsionado pelo aspecto Vontade ou Shiva . Daí o homem ser muito importante, porque é o ponto de união dos três aspectos, todavia não o é, sob o ponto de vista maior do triângulo, ou seja, ele é o ponto médio do triângulo, mas não o vértice mais elevado, o aspecto Espírito ou Pai, sendo apenas o Fi lho, quando olhamos a Trindade: Espírito-Pai O Filho ou o homem Matéria-Mãe Quando o homem, na quarta Iniciação, passa a viver, atuar e trabalhar com a matéria búdica, ele participa ativamente do funcionamento dos chacras laríngeo e cardíaco do Logos, porque sua consciência física está nas matérias búdica e acima. É por isso que t odos devem acelerar a própria evolução. Para o Grande Ser maior que nosso Logos Solar, AQ UELE DE QUEM NADA SE PODE DIZER (o Logos Cósmico do Qual nosso Logos Solar com mais seis Sagrados são centros), a evolução do nosso Logos Solar, o Grande Filho, o Cristo Cósmico (porque Ele representa o Amor Sabedoria-Razão Pura Cósmicos) é muito importante. As Grandes Entidades Cósmicas, que se manifestam fisicamente pelas constelações e estrelas ligadas, observam com muita atenção a evolução do nosso Logos. Da mesma forma que a Terra é o campo de batalha entre o Espírito e a matéria dentro do Sistema Solar e por isso de grande importância, igualmente nosso Logos Solar, o Divino Arjuna, luta para aperfeiçoar sua auto-consciência e tornar-se independente da forma e do não-eu cósmicos, sendo por isso muito importante cosmicamente. Na Terra o homem batalha para conseguir a mesma coisa, em escala menor. Nos Céus, dizemos simbolicamente, Miguel e seus Anjos ou os divinos Homens Celestiais travam a Divina Pugna para os mes mos objetivos, em escala muito mais elevada. Concluindo e resumindo, a dualidade e a sua interação produzem:

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a. b. c. d.

a objetividade, o Filho ou o Sol manifestado; a própria evolução; o desenvolvimento da qualidade; o tempo e o espaço, que surgem pelo referencial.

Essas perguntas contêm aspectos fundamentais da manifestação, quando ela é contemplada do ponto de vista subjetivo ou psíquico. Encerramos aqui a pergunta III. Iniciaremos no próximo 14/05/2004 o estudo da pergunta IV: O que é a Consciência ? Que lugar ocupa no atual esquema das coisas ? - Esse assunto é de fundamental importância, porque o homem é essencialmente um Pensador e a consciência é o resultado da ação de pensar , portanto entendendo o que é a cons ciência, todos adquirirão conhecimentos dos objetivos do processo evolutivo no atual Sistema Solar e assim terão mais estímulo e motivação para acelerar esse processo, na luta pela conquista da meta da nossa cadeia, a quinta Iniciação, da Revelação. Com os conhecimentos que serão passados no decorrer do estudo do Tratado (falta muita coisa), essa motivação crescerá exponencialmente, temos a certeza, uma vez que, tendo a visão clara do processo evolutivo, não haverá nunca mais hesitação, por não haver mais dúvida. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espan h ol, da Fundação Lucis e distrib uído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

[071] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IV - O que é a Consciência? Que lugar ocupa no atual esquema das coisas ? (Páginas 218, 219 e 220)

A consciência pode ser definida como o resultado da captação. O homem tem cinco mecanismos de percepção, os sentidos (jnanaindriyas) e cinco de ação (carmaindriyas). Pelos sentidos ele capta o que acontece em seu exterior, o nãoeu. Pelos mecanismos de ação ele atua no seu exterior. Mas ele também percebe o que está fazendo, quando usa seus mecanismos de ação, melhor dizendo, ele capta o que está fazendo, embora nem sempre tenha noção de sua ação, sob o ponto de vista do correto e justo. Quando ele toma conhecimento de sua ação, está se relacionando com seus veículos, logo esses constituem também o não-eu, uma vez que a consciência está além dos veículos, apesar de depender do cérebro físico, que faz parte do corpo. Portanto existe o Pensador e o pensado, o Conhecedor e o conhecido, o que sugere o conceito de dualidade, o objetivo e o que está atrás do objetivo. Quando se olha a consciência do ponto de vista da manifestação, conclui-se que ela é o ponto médio desse processo. Não se fixa totalmente no Espírito, nem na matéria, mas prende-se ao Espírito por uma metade e à matéria pela outra, sendo pois o elo entre os dois, provocando uma interação entre ambos e, pela

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ação e reação dos dois, dá-se a adaptação, que é a evolução. Temos na eletrônica um fenômeno bem análogo a isso. E a realimentação, que pode ser positiva ou negativa. A figura abaixo visualiza esse fenômeno:

A energia de entrada é amplificada no amplificador e uma parte dela amplificada na saída é enviada à entrada, aumentando a energia amplificada, quando está em fase, ou seja, a polaridade é a mesma da energia de entrada, chamando-se isto realimentação positiva. Com isso o circuito pode entrar em oscilação. Muitos já devem ter presenciado a chamada microfonia, em sistemas de som, quando ocorre aquele ruído desagradável, se o microfone ficar direcionado para o alto-falante. O microfone é a entrada e o alto-falante a saída do amplificador. Se o microfone estiver orientado para o alto-falante, ele vai receber sua própria energia amplificada e enviá-la para o amplificador, o que vai num crescendo até entrar em oscilação, que provoca o ruído chamado microfonia. Se considerarmos a Mônada ou Espírito, em qualquer situação (como Alma no corpo causal ou como cérebro físico no homem encarnado), como a energia de entrada, os mecanismos de ação como a saída da energia amplificada (a energia de vida que anima o corpo é a eletricidade do amplificador) e os sentidos como o elo de realimentação, teremos uma visão analógica do processo de evolução e da consciência. É óbvio que estamos fazendo uma analogia e por isso há diferenças entre os dois sistemas, o amplificador com sua realimentação e o homem. O amplificador não se limita a amplificar o sinal ou a energia de entrada, ele também processa esse sinal, o mesmo acontecendo com a consciência do homem, que processa, ou seja, modifica o que nela entra. Quando a energia da Mônada chega ao cérebro físico, ela é adequada para se manifestar no mundo físico e isso equivale à amplificação. Quando o homem percebe algo do mundo exterior ou que está ocorrendo em seus corpos, essa percepção é conseqüência da energia da mente que fluiu de seu cérebro para o exterior (a atenção), equivalendo então à energia de saída. Ao captar algo fora e retornar ao cérebro (consciência), esse algo provoca uma reação, que pode aumentar a energia inicial (se está na mesma polaridade ou em fase) ou reduzir (se está na polaridade oposta ou em contra-fase). Com isso temos de um lado um aumento da energia, que podemos ver como uma determinada qualidade ou
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um vício e de outro uma diminuição, q ue pode ser também uma qualidade ou um vício. Quando o homem atua e age, o raciocínio é o mesmo. Sua açãoé conseqüência da energia de entrada da Mônada no cérebro físico, que leva à ação. A reação a essa ação, quer vindo de outros quer de si mesmo, chega à entrada pelos sentidos e retorna para a amplificação. Com isso, no caso de a energia de realimentação estar em fase, ocorre a oscilação, que leva ao crescimento. Podemos até encarar o processo de reencarnação como uma oscilação, em que uma encarnação é um ciclo e a seguinte um outro, que pode ter uma amplitude maior. Encaremos agora todo esse processo sob o ponto de vista esotérico: Pólo positivo ou Energia de entrada (input) Amplificador ou o Sistema no qual ocorre a interação Pólo negativo ou de saída Primeiro Logos, Mahadeva Segundo Logos, Vishnu, Amor -Sabedoria Terceiro Logos, Brahma, InteligênciaVontade Razão Pura Ativa Espírito Consciência Matéria Pai Egou ou Alma Personalidade o Eu A relação entre O Não-Eu o Conhecedor

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O Conhecimento O Conhecido Vida Realização Forma Muitas outras comparações podem ser feitas, para demonstrar o processo da consciência na manifestação. O que deve ser enfatizado é que o Sistema Solar personifica, durante a objetividade evolutiva, a relação logoica acima explicada, ou seja, os três aspectos do Logos único interagem, como se fossem três separados, para que a auto-consciência logoica consiga plena realização, completo conhecimento ativo e o máximo de expansão. Embora neste atual Sistema Solar o objetivo é desenvolver o Filho, quando olhamos o Logos como um Todo, entendemos que Ele, Filho, é objetiva ou exteriormente o Sistema Solar, em essência é Vontade ou Poder e subjetiva ou interiormente é Amor-Sabedoria-Razão Pura, que está sendo desenvolvido pela utilização máxima da Inteligência Ativa, que é o próprio Sistema Solar. A manifestação tríplice do Logos Solar, através dos chamados Três Logos, que estão no plano Adi e têm sob suas responsabilidades grandes equipes de Seres elevados, procura alcançar completo desenvolvimento nos três aspectos, embora o desenvolvimento maior é o do segundo. Os três Logos se inter-dependem. O primeiro Logos, Mahadeva, a Vontade, com a ajuda do terceiro Logos, a Inteligência de Brahma, procura desenvolver o segundo Logos, Vishnu, Amor-Sabedoria-Razão Pura. Não podemos esquecer que cada Logos é tríplice e cada um, quando procura desenvolver seu segundo aspecto, utiliza os outros dois, embora dando ênfase ao segundo. Com isso o segundo Logos é o beneficiado, pois sendo Ele preferencialmente AmorSabedoria-Razão Pura, os trabalhos dos outros dois, com ênfase no segundo aspecto, geram condições em todo o Sistema para seu êxito. No próximo Sistema, o beneficiado será Mahadeva, o primeiro Logos. O microcosmo, o homem, reflexo do tríplice Logos, usando seus três corpos, busca alcançar o mesmo desenvolvimento em seu nível. Nos planos superiores os Homens Celestiais, servindo-se de atma-budi-manas, esforçam-se para conseguir progresso similar. Os Homens Celestiais, sagrados e não sagrados, juntamente com os entes de seus corpos, compostos de Mônadas Dévicas e humanas, constituem em conjunto o corpo do grande Homem Celestial, o Logos Solar. Quando o homem se realiza e obtém êxito em sua luta pela meta proposta, os Homens Celestiais também se realizam e logram seus êxitos, alcançando total
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conhecimento e desenvolvimento e plena auto-consciência em todos os planos. Então o Filho, o Logos Solar, realiza-se e obtém sua vitória final, conseguindo completo conhecimento e desenvolvimento e total auto-consciência nos planos cósmicos, como também seu Sistema, que é seu corpo de manifestação, do físico ao adi, serviu ao seu propósito, expressando as qualidades previstas. Então, porque seu corpo cósmico não é mais necessário, ele é abandonado e o Sistema Solar deixa de existir, tornando-se o Logos Solar um Homem Cósmico livre. Entra num período de descanso, para preparar sua futura encarnação cósmica, o próximo Sistema Solar. Vejamos essa evolução tríplice do Logos Solar, através dos três Sistemas Solares, dos quais o nosso é o ponto médio, em conjugação com a evolução tríplice do microcosmo, o homem, nesses três Sistemas: O Macrocosmo, o Logos Solar O primeiro Sistema Solar expressou o princípio ³Eu sou´. O segundo Sistema manifesta o princípio ³Eu sou esse´. O terceiro Sistema externará o princípio ³Eu sou esse eu sou´. O microcosmo, o homem A primeira manifestação, a Personalidade, expressa o princípio ³Eu sou´. A segunda manifestação, o Ego, personifica o princípio ³Eu sou Esse´. A terceira manifestação, a Mônada, externa o princípio ³Eu sou Esse eu sou´. Embora essas três fases do homem ocorram em cada Sistema Solar, todavia em cada um é dada ênfase a um princípio. Expliquemos melhor. No primeiro Sistema, o Logos viveu o princípio ³Eu sou´, então o homem viveu as três fases assim: Personalidade ³Eu sou/Eu sou´ Ego ³Eu sou/Eu sou Esse´ Mônada ³Eu sou/Eu sou Esse eu sou´ Os princípios vividos pelo homem eram sub-princípios do princípio maior ³Eu sou´, do Logos. No atual Sistema, quando o Logos está vivendo o princípio ³Eu sou esse´, o homem vive: Personalidade ³Eu sou esse/Eu sou´ Mônada ³Eu sou esse/Eu sou Esse eu sou´ Ego ³Eu sou esse/Eu sou Esse´
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No próximo Sistema o homem viverá: Personalidade ³Eu sou esse eu sou / Eu sou´ Ego ³Eu sou esse eu sou / Eu sou Esse´ Mônada ³Eu sou esse eu sou / Eu sou Esse eu sou´ Esclareçamos esses princípios. O princípio ³Eu sou´ significa o intenso egocentrismo e a vida material, quando o interesse pelos outros é apenas no que eles possam ser úteis. O ³Eu sou Esse´ significa que já há preocupação desinteressada com os outros e a visão deles como reflexos de si. O ³Eu sou Esse eu sou´ quer dizer que o homem já se identifica com os outros em essência, ou seja, ele reconhece com toda a clareza que todos têm a mesma essência espiritual e divina que ele. A nossa linha de raciocínio utilizada nessas deduções é baseada no fato de que no Sistema Solar anterior, o Logos concentrou-se em desenvolver seu terceiro aspecto, a Inteligência Ativa, logo ela está relacionada com o pr incípio ³Eu sou´. No atual Sistema o objetivo é o segundo aspecto, Amor-Sabedoria-Razão Pura, logo ele está relacionado com o princípio ³Eu sou esse´. No próximo o propósito será o primeiro aspecto, Vontade, o que leva à conclusão de que ela está relacionada com o princípio ³Eu sou esse eu sou´. Portanto todos os princípios do homem são subsidiários do princípio dominante do Logos nos diversos Sistemas. É muito útil e interessante que apliquemos esses conceitos ao Logos Solar e tiremos nossas conclusões, em termos de consciência. Concluímos pelo acima dito que os três aspectos são dependentes entre si e se necessitam mutuamente, demonstrando a unidade do Logos. No homem acontece o mesmo. No próximo estudo, a ser colocado em 18/05/2004, analisaremos a V pergunta:´Existe uma analogia direta entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo ?´ Veremos então como a afirmação:´Assim como é em cima, é embaixo´, é bem verdadeira e nos permite entender o modo de vida dessas excelsas Entidades, as quais um dia seremos. Esse entendimento irá clarear em muito nosso caminho, o que dará a todos força para prosseguir com mais vigor. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khu l, pela Sra. Alice A.
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Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 14-MAI-2004

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - V - Existe uma analogia direta entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo? (Páginas 220, 221 e 222) Ao entrarmos na quinta pergunta, que envolve analogia, necessário se faz tornar bem clara uma coisa: a analogia não é semelhança exata, mas apresenta semelhanças de funções e conceitos. Por isso, para se entender analogia, é condição sine qua non (sem a qual não) ter grande capacidade de raciocínio abstrato, para extrair a idéia ou o conceito fundamental das partes comparadas e suas relações. Os detalhes operacionais das idéias são diferentes em quantidade, nível, funções em ação e complexidade. Demos um exemplo. Quando afirmamos que existe uma analogia entre um homem e um animal em vias de ingressar no reino humano, queremos dizer que o animal tem a mesma trindade que o homem: Espírito, consciência e corpo de expressão, sendo três funções análogas, porém não idênticas. O animal tem Espírito atuando através de uma Tríade Inferior incipiente, com pouca capacidade de ação ou função, enquanto que no homem a Tríade é muit o mais ativa e operante e suas funções muito mais amplas e em nível mais elevado. O animal tem consciência, mas não auto -consciência, o que por si só expõe nitidamente a diferença. O animal possui um corpo físico, capaz de exercer efeitos físicos, com sentidos e mecanismos de ação como o homem. Todavia o corpo do animal tem detalhes anatômicos e fisiológicos diferentes dos do homem. Um Logos Planetário também tem Mônada ou Espírito, auto -consciência e corpo físico, como o homem. Contudo o nível e a complex idade dessas idéias ou funções são bem diferentes. Portanto para saber usar a analogia, é imprescindível ter a habilidade de perceber diferenças dentro de semelhanças. Essa habilidade só pode ser desenvolvida com o exercício de cruzar informações, procurando ver os pontos em comum. Quando descrevemos um fenômeno por meio de uma equação matemática, estamos quantificando os conceitos regentes do fenômeno. Futuramente o esoterismo será expresso por meio de equações matemáticas, como também a astrologia, que trabalhará com modelos probabilísticos, do tipo: y = f (x1, x2, x3, x4, ......., xn) + İ , sendo İ o termo de erro, y o resultado de um determinado prognóstico e f (x1, x2, x3, x4, ......, xn) a função de n variáveis ou fatores que concorrem para o prognóstico. Mas ainda falta muito, porque atualmente pouquíssimos conseguem enxergar assim e a imensa maioria não aceita que DEUS usa a matemática ao construir seus universos, em todos os níveis.

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Comecemos o estudo dessas analogias com o átomo. O átomo a. O átomo físico primordial é uma esfera, que contém dentro de si mesma um núcleo de vida. b. O átomo físico contém dentro de si átomos de outro nível e diferenciados, que por sua vez contêm dentro de si átomos de nível mais elevado e diferenciados, que por sua vez contêm dentro de si átomos de nível mais elevado e diferenciados e assim prosseguindo, até o plano arquetípico, totalizando quatorze bilhões de átomos arquetípicos. Todavia esses quatorze bilhões manifestam-se como uno. c. O átomo se distingue pela atividade, expressando as qualidades de: 1. - movimento giratório, 2. - poder discriminador, 3. - capacidade de desenvolvimento. d. É dito que o átomo possui três espiras maiores e sete menores, que estão em processo de vitalização, não tendo ainda conseguido plena atividade. Na etapa atual apenas quatro estão ativas, estando a quinta em fase de desenvolvimento. e. O átomo está regido pela Lei de Economia, está sendo lentamente governado pela Lei de Atração e, com o tempo, estará sob o domínio da Lei de Síntese. f. O átomo tem seu lugar em todas as formas e o conjunto de átomos produz a forma, na seqüência de moléculas, células, órgãos, sistemas e a forma completa. g. Um átomo responde aos seguintes estímulos externos:  estímulo elétrico, que afeta sua forma objetiva ou exterior, por exemplo a valência e campos elétricos;  estímulo magnético ou de atração, que atua sobre sua vida subjetiva ou interior. O efeito combinado de ambos esses estímulos leva ao conseqüente crescimento e desenvolvimento internos. Assim o átomo caracteriza-se por: I. II. III. IV. Sua forma esférica. Seu ³ círculo não se passa ³ é preciso e nítido. Sua disposição interna abrange a esfera de influência de qualquer átomo, ou seja, eles se comunicam e interagem. Sua atividade vital ou vitalidade ( a medida com que a vida de seu centro o anima ), muito pequena na atual etapa. Sua sétupla economia interna em processo de evolução. Essa sétupla economia interna é a atividade das sete espirilas. Na realidade, como são dez espiras, a economia é constituída de dez funções, tendo em vista a síntese final. Sua eventual síntese interna das sete espiras em três. Sua relação grupal, por exemplo, quando formam moléculas. O desenvolvimento de sua consciência ou capacidade de resposta,
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V. VI. VII.

quando por exemplo tornam-se radioativos. Vejamos quais conceitos ou idéias podemos extrair desses sete itens. No primeiro temos o conceito de forma ou corpo de expressão. No segundo percebemos o conceito de relacionamento. No terceiro captamos o conceito de capacidade de atuação. No quarto detectamos a idéia de organização interna para atingir um objetivo. No quinto vemos a idéia de processo de aperfeiçoamento e síntese. No sexto é o conceito de trabalho grupal, utilizando as relações entre si, para um objetivo comum ao grupo, que muitas vezes serve a um grupo maior, constituído de vários grupos menores. No sétimo é o conceito de consciência, resultado da interação com o meio, como no caso do elemento U (urânio), que pela radioatividade altera outros elementos. A Química apresenta muitos exemplos desses conceitos. Quando o químico moderno constrói as grandes moléculas chamadas polímeros, com muitas propriedades planejadas, como por exemplo os tecidos sintéticos, ele está manipulando esses conceitos. Seguindo essa mesma linha conceitual, iremos analisar o homem no próximo estudo, a ser colocado em 21/5/2004. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 18-MAI-2004

[073] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - V -Existe umaanalogia entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo? - O homem (Páginas 222, 223 e 224) Analisemos agora o homem segundo os mesmos conceitos utilizados para o átomo. a. Um homem tem forma esférica. Pode ser visto com um ³círculo não se passa´ esférico, uma esfera de matéria com um núcleo de vida no centro. Se considerarmos o Ego no centro do corpo causal, de forma ovóide, teremos a esfera, com o núcleo de vida no centro, sendo o ponto médio entre Espírito e matéria. O corpo astral com sua aura também é ovóide, o mesmo acontecendo com o corpo etérico e sua aura. b. Se o homem for olhado desde o plano búdico, será visto como quatro ovóides, o mais sutil (o causal) envolvendo o mental inferior, esse envolvendo o astral, esse envolvendo o etérico e dentro desse o corpo denso. Todos os ovóides são constituídos de átomos diferenciados, que se unem formando unidades mais complexas, com funções especializadas, como por exemplo os centros, até chegarem a formar o corpo. A vida da Mônada está ligada a cada átomo, a cada conjunto de átomos, ao corpo inteiro, vitalizando -os, conferindo a todos a vontade de viver e fazendo com que vibrem a uma determinada freqüência, de acordo com o grau de evolução da Mônada e, em conseqüência dessa freqüência, surge uma cor, que indica sua posição e o ritmo de seu ciclo de vida.
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c. O homem é caracterizado pela atividade e pelo dinamismo que consegue desenvolver em um ou mais planos inferiores (físico, astral e mental)e manifesta as seguintes qualidades: 1. Movimento de rotação, ou seja, cada encarnação sendo considerada um giro da roda da vida, em torno de seu pólo egóico. 2. Capacidade de discriminar ou seu poder de escolher, decidir e adquirir experiência. 3. Capacidade de evoluir, com o objetivo de acelerar sua freqüência e estabelecer contactos cada vez mais elevados. d. Contém em si mesmo os três princípios maiores: Vontade, Amor Sabedoria-Razão Pura e Inteligência Ativa ou adaptabilidade, sendo que esse último se divide nos quatro menores, formando os sete no todo. Esses sete princípios são ativados e vividos individualmente no início. Posteriormente os quatro menores são sintetizados no terceiro, Inteligência Ativa, requerendo isso mais uma vivência. Em seguida vem a sintetização do terceiro no segundo e fina lmente do segundo no primeiro. Com isso somam-se dez vivências ou princípios, que irão constituir as dez manifestações perfeitas. No momento apenas os quatro princípios menores estão ativos, fato comprovado pelas quatro espirilas ativas do átomo físico permanente, o que caracteriza o homem como o quaternário inferior. O quinto princípio, Inteligência Ativa (o terceiro contando a partir da Vontade, o primeiro) está despertando, o que leva ao despertar da quinta espirila. Portanto Manas está se desenvolvendo. e. O homem está regido pela Lei de Atração, evolui segundo a Lei de Economia e lentamente vem caindo sob o domínio da Lei de Síntese. A Lei de Economia comanda o processo material, do qual o homem não é muito consciente. A Lei de Atração regula suas ligações com outras unidades ou grupos. A Síntese é a lei de seu eu interior, a vida que anima a forma, ou seja, a Mônada manifestada dando vida à forma. f. O homem ocupa um lugar dentro do grupo formado pelas formas. Os grupos egóicos e os Homens Celestiais estão fo rmados pelo conjunto de homens e Devas. g. O homem responde ao estímulo externo: 1. Estímulo pelo fogo por fricção tríplice (elétrico, solar e por fricção), que afeta a forma externa. 2. Estímulo pelo fogo solar (magnético), que age sobre sua vida subjetiva ou interna. Esta sua vida interna provém de seu grupo egóico, ou seja, de sua Alma, que pertence a um grupo de Almas. Mais tarde essa vida virá diretamente do Homem Celestial, de cujo corpo é uma célula. 3. O efeito combinado dos dois estímulos conduz ao crescimen to e desenvolvimento contínuos, propiciando a chegada do fogo elétrico da Mônada. Conseqüentemente o homem é caracterizado por: I. Sua forma esférica, visível pela forma esférica de seus átomos, suas células, a maioria de seus órgãos e a forma ovóide de seus corpos sutis.
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II.

III.

IV.

V.

VI. VII.

Seu ³círculo não se passa´ é exato e perceptível. Sua organização interna. Toda a sua esfera de influência está em desenvolvimento. Atualmente tal esfera é limitada e seu campo de atividade pequeno. A medida que seu corpo egóico for se desenvolvendo, o núcleo de vida Monádica (a Alma), que se encontra no seu centro, dilata seu raio de controle, até controlar e dominar todo o conjunto de suas formas. Sua atividade vital ou aquilo que ele pode expressar em determinados momentos de auto-consciência ou o controle que exerce sobre sua tríplice natureza inferior, os corpos físico, astral e mental. Sua sétupla economia interna, o desenvolvimento de seus sete princípios, expressos pelas sete espirilas do seu átomo físico permanente e, finalmente, sua síntese nas três maiores. Sua eventual síntese interna, sob a ação paulatina e progressiva das três leis, as sete (pelo desmembramento da terceira em quatro) nas três e finalmente as três em uma, quando passa a ser Vontade, enriquecida com todas as qualidades adquiridas ao longo de seu grande ciclo evolutivo. Então a Vontade transforma -se literalmente em Sacrifício, com o sentido de tornar sagrado (do latim sacer, sacra, sacrum - sagrado e facere - tornar). Suas relações com o grupo. Seu desenvolvimento de consciência, de resposta ao contacto, que implica no aumento da capacidade de percepção, donde a suprema importância de usar todos os sentidos, pondo neles a mente e do poder de análise do que é percebido, conforme já foi explicado, quando estudamos os centros e os sentidos.

Ficou bem clara a analogia entre o átomo e o homem. Há semelhança de características, funções e metas,porém no homem elas se expressam em áreas e campos bem mais elevados e amplos, com muito maiores complexidades e relações. Portanto vale a pena se esforçar para evoluir, pois a Glória espera os Valorosos que se dispõem a lutar. No próximo estudo, a ser colocado em 25/5/2004, demonstraremos as analogias com o Homem Celestial. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 21-MAI-2004

[074] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - V - Existe uma Analogia entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo ? - O Homem Celestial (Páginas 224, 225 e 226) Iremos aplicar agora a Lei de Analogia ao Homem Celestial ou Logos Planetário. a. Seu corpo físico pode também ser visto como tendo forma esférica. Os
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globos físico ( planeta) e de matéria sutil totalizando sete e constituindo um esquema, são todos esféricos. O esquema todo é esférico, como também seu ³círculo não se passa´. Esse esquema é seu corpo físico cósmico, análogo ao corpo físico do homem e ao átomo físico. Cada esquema tem sete cadeias, ou seja, ele se renova sete vezes, num processo de aperfeiçoamento do Homem Celestial que se expressa pelo esquema. As sete cadeia s de um esquema são sete fases ou ciclos menores de uma encarnação do Logos Planetário, assim como o homem tem vários ciclos em uma encarnação física. Vemos aí a semelhança de processo entre as encarnações do Homem Celestial e do homem, com as diferenças de detalhes desse processo, ou seja, vemos a analogia em seu real significado. Isso é assim, para que, ambos, Homem Celestial e homem, vivam e adquiram experiências, para evoluírem. Para o Homem Celestial, seu corpo físico cósmico abrange as matérias física, astral e mental, que não constituem princípios para Ele, mais as matérias búdica, átmica, monádica e adi, estando sua Consciência física focalizada na matéria búdica atualmente, com ativação das matérias superiores, a medida que for evoluindo. Quando nós, homens, nos tornarmos plenamente conscientes na matéria búdica, estaremos contribuindo para a ativação da consciência física do Logos e para sua evolução. b. Assim como o corpo físico do homem é constituído por células, que reunidas formam órgãos, que por sua vez se organizam em sistemas, que juntos e integrados são o corpo físico, igualmente o Logos Planetário possui células em seu corpo físico, que são o conjunto de Devas e homens, que vibram ao ritmo de Sua nota chave e respondem ao compasso de Sua vida, sendo ambas, nota chave e compasso de vida, resultantes das Suas qualidades, principal e subsidiárias, Suas intensidades e Seu nível evolutivo. Essa dependência em nada afeta ou restringe a nossa liberdade, pois somos livres para evoluir depressa, caso queiramos e seguir para fora do esquema e até do Sistema Solar, como veremos mais tarde, quando entrarmos no estudo dos sete caminhos, no final do Tratado. A Sua Vontade de ser é que mantém todo esse conjunto de entes, Dévicos, humanos e os reinos inferior es, unidos como uma unidade, assim como é a vontade de ser da Mônada via Alma, que mantém as células do corpo físico coesas como uma unidade no homem. Quando se olha um esquema de globos a partir do plano astral cósmico, ele é visto como uma esfera de vida de uma beleza indescritível, vibrando maravilhosamente, segundo sua capacidade. Esse ritmo vibratório depende da atividade do Ser cósmico (o Homem Celestial) que anima o esquema. A visão do esquema de Vênus, o mais adiantado, é a mais bela do Sistema Solar. Todo esquema planetário tem sua cor, resultado de sua freqüência, sua velocidade de órbita em torno do Sol, que é fixa durante um certo tempo, conforme o ciclo de vida dentro do grande ciclo logóico solar ou mahamanvatara. De fato sabemos pela Astronomia que os planetas orbitam em torno do Sol com velocidades diferentes, segundo as leis de Keppler. Além disso a rotação em torno do próprio eixo varia de planeta para planeta, como também o sentido da rotação e o ângulo de giro em relação ao Sol.
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Vênus por exemplo gira em sentido oposto ao da Terra e seu ângulo de giro em relação ao Sol é de 110 graus, enquanto a Terra tem um ângulo de 23 graus (seu eixo norte-sul está orientado para a estrela Poláris, a alfa da Ursa Menor).

c. Da mesma forma com que o homem se caracteriza pela atividade em um dos três planos inferiores, físico, astral e mental, o Homem Celestial se caracteriza pela Sua atividade em um dos três planos cósmicos inferiores, físico, astral e mental cósmicos. Com a evolução o homem passa a ser plenamente auto-consciente nos três, igualmente o Logos Planetário será plenamente auto -consciente fisicamente nos planos átmico, monádico e adi, que para Ele são sub-planos físicos (os subplanos etéricos cósmicos). O homem também terá de desenvolver plena auto-consciência nos sub-planos físicos etéricos, o que deverá ocorrer num globo etérico do esquema. Um aumento de atividade e vitalidade do conjunto de homens (a humanidade encarnada e desencarnada) nos três planos inferiores, provoca um aumento de ativid ade nos planos búdico e acima, afetando a consciência do Logos. Essa interação entre a Vida que anima o Logos (a Mônada do Homem Celestial) e se expressa pelos seus veículos, as vidas (as Mônadas humanas) que se expressam pelos homens e as vidas que se expressam pelos átomos, é misteriosa e maravilhosa. O Homem Celestial, em seus níveis correspondentes, manifesta analogamente as seguintes propriedades: 1. Movimento de rotação (não é movimento atividade particular cíclica ao redor da roda esquema planetário e portanto ao redor do considerando um esquema planetário com as encarnação física físico) cíclico ou da Sua Vida, um Seu pólo egóico, sete cadeias uma cósmica.

2. Capacidade de discriminar ou poder de decidir e escolher, para adquirir experiências. Os Ho mens Celestiais utilizam Manas ou faculdade de entender, escolher e rechaçar (por isso Eles são chamados Divinos Manasaputras) e assim adquirirem conhecimento e auto-consciência. Desenvolveram essa capacidade (Manas) em kalpas ou sistemas solares anteriore s. Agora se servem dessa conquista para produzirem certos efeitos específicos e conseguir determinadas metas. 3. Capacidade de evoluir, aumentar a freqüência vibratória, adquirir conhecimento e estabelecer contactos. Este aumento de freqüência é progressivo e gradual, avança de um centro a outro, como no caso do homem e das espirilas do átomo. Seu objetivo é conseguir a estabilidade dos contactos entre si e sintetizar Suas entidades em uma Entidade Una, conservando simultaneamente a plena auto-consciência ou auto-compreensão individualizada, ou seja, não perdem a noção de individualidade.

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d. O Homem Celestial contém em Si três princípios maiores - Vontade, Amor-Sabedoria-Razão Pura e Inteligência Ativa - que se manifestam pelos sete princípios, tão freqüente mente tratados nos livros ocultistas, pelo desmembramento do terceiro em quatro, para, na fase da perfeição final, sintetizar os quatro no terceiro, o terceiro no segundo e este no primeiro, constituindo o dez da perfeição. Cada Homem Celestial tem sua coloração primária ou princípio principal, pelo qual se destaca, como o homem e o átomo. O homem tem como coloração primária ou princípio mais em evidência a do Homem Celestial, de cujo corpo é uma unidade. Tem também outros dois princípios maiores (igual ao Homem Celestial) e sua diferenciação nos sete, já explicada. O átomo físico permanente tem como princípio e coloração primária a do raio do Ego do homem em cujo corpo físico se encontra. Essa cor manifesta-se como vibração, a qual estabelece o ritmo das t rês espirilas maiores e das sete menores. Nos Homens Celestiais somente quatro princípios manifestam -se em certa medida, embora um dEles encontra-se mais avançado que os outros e seu quinto princípio vibra adequadamente, outros estão em processo de aperfeiçoar o quarto. Esse mais avançado é o Logos do esquema de Vênus. O Homem Celestial do nosso esquema, da Terra, vibra seu quinto princípio em certa medida, melhor dizendo, está em processo de despertá -lo para a vida, resultado de sua forte relação com o Log os do esquema de Vênus. Seu quarto princípio, nesta quarta ronda ou ciclo e neste quarto globo, a Terra, está desperto, embora não funcione ainda como o fará na próxima ronda. Grande parte das dificuldades que existem hoje no planeta deve -se à entrada em atividade da quinta vibração ou princípio, a mais elevada, a qual estará completa e transcenderá na próxima ronda. Essas dificuldades são devidas à luta entre o princípio devocional e o mental. Os homens apenas devocionais, que insistem em viver unicamente emoções, sem si quer usar um pouco a mente, resistem tenazmente ao advento da visão mental. Aí está a explicação para o intenso crescimento das religiões hoje em dia. Eles não querem aceitar que as religiões têm de ser científicas, que o sexto raio é tão i mportante quanto o quinto. Podemos aqui aplicar também a analogia existente entre o homem e o átomo, embora sem exatidão, ou seja, quando o homem começar a ativar sua quinta espirila, sua capacidade mental crescerá visivelmente, tornando -se seu átomo físico permanente intensamente rádio -ativo, não tanto, é lógico, quando as sete estiverem ativas. Nessa fase de transição surgirão problemas para o homem. Manas atingirá seu ápice e sua glória na próxima ronda, para os homens que conseguirem escapar do grande e xpurgo (o grande Dia do Juízo). Aqui encerramos nosso estudo, continuando no próximo dia 28/5/2004 a analogia com o Homem Celestial. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Bu enos Aires, Argentina. GN 25-MAI-2004

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - V - Existe uma analogia entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo? - O Homem Celestial (Páginas 226,227 e 228) Continuemos com o estudo da aplicação da Lei de Analogia ao Logos Planetário ou Homem Celestial. Ele está regido pela Lei de Atração, já transcendeu a Lei de Economia e está passando rapidamente para a influência da Lei de Síntese. Para comprovar essas afirmações temos o gradual e crescente controle, com base nos seguintes fatos: Primeiro - A Lei de Economia é a lei primária do átomo. A Lei de Atração está assumindo o controle do átomo, o que pode ser observado pela rádio -atividade, que é resultante do aumento de partículas sub -atômicas no núcleo do átomo químico (o átomo dos cientistas, para diferenciar do átomo físico primordial). Esse aumento de partículas é conseqüência do aumento do poder de atração dos átomos físicos primordiais, que são as partículas sub-atômicas, pela ação da Lei de Atração. A Lei de Síntese só é sentida fracamente pela vida do átomo ou o minúsculo ente que se expressa pelo átomo. Constitui a Lei da vida. Os efeitos práticos dessa lei no átomo só serão percebidos pela Ciência no futuro. As novas propriedades conseguidas não só pelos Químicos como pelos Físicos, como os polímeros e o transistor, são resultantes da Lei de Síntese. No caso do transistor, a dopagem do germânio e do silício permite que eles se tornem amplificadores e controladores da corrente elétrica, permitindo o estupendo avanço da tecnologia não só de telecomunicações como de informática, com seu imenso leque de aplicações. No caso dos polímeros, temos o tecido inteligente. Segundo - A Lei de Atração é a lei primária do homem. A Lei de Economia é uma lei secundária para ele; rege a matéria de seus corpos. A Lei de Síntese começa a atuar e a fazer-se sentir paulatinamente. Que a Lei de Atração é a mais forte para o homem é um fato óbvio, pois uma de suas manifestações mais em evidência, embora ainda em nível inferior, é a intensa atividade sexual que impera hoje em dia. Mas já se observa a elevação do nível nos movimentos de defesa do ser humano, como da natureza. Quanto aos efeitos da Lei de Síntese, eles são percebidos pela utilização crescentemente intensa da mente por uns poucos no momento. Cabe lembrar que a Vontade se manifesta no corpo mental, pa ra o homem. Terceiro - A Lei de Síntese é a lei primária do Homem Celestial. A Lei de Atração o domina totalmente e já transcendeu completamente a Lei de Economia. A comprovação de que a Lei de Síntese é a lei primária está no fato de que os Homens Celestiais estão saindo da polarização astral ou emocional, sob o ponto de vista cósmico, para ingressarem na mental, onde a Vontade irá se impor e sintetizar as qualidades adquiridas e ampliá -las. Quanto à Lei de Atração, é evidente seu domínio total, uma vez qu e os Homens Celestiais geram grupos naturalmente, sendo a humanidade como um todo um exemplo. Como já sabemos, o corpo físico denso, constituído pelas matérias física, astral e mental, não é um princípio para os Homens Celestiais, porque já transcenderam a Lei de Economia. A Lei de Atração rege o processo material da construção de formas. A Lei de Síntese constitui a lei de Seu Ser. f. Cada Homem Celestial sabe seu lugar dentro dos grupos logóicos e procura descobrir quais são suas posição e função entre os se te
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sagrados e, mediante a realização de seu propósito, está prestes a constituir uma unidade, ou seja, realizar plenamente a Lei de Síntese. g. Responde ao estímulo externo, não só de seus pares dentro do Sistema Solar, seus próximos, como de Entes Cósmicos de fora do Sistema, em particular as sete Plêiades, na constelação de Touro (ficam no pescoço do touro, astronomicamente falando). Da natureza dessas relações só os Iniciados têm noções, que logicamente afetam a humanidade, tendo grande influência na Astrologia, essa grande ciência, muito embora a quase totalidade dos astrólogos atuais teimem em ignorar essas relações, mantendo-se numa astrologia cristalizada. Essa resposta ao estímulo externo refere-se:  Ao estímulo elétrico, proveniente do Sol e simultaneamente dos planetas, afetando a parte física, ou seja, as formas. 

Ao estímulo magnético, atuante em sua Vida subjetiva, ou seja, em sua Alma. Esta irradiação emana de fontes que estão fora do Sistema, como as Plêiades e os sete Rishis (Seres Cósmicos)das sete estrelas principais da Ursa Maior (as estrelas que formam a cauda da Ursa: Dubhe, Merak, Phekda, Megrez, Alioth, Mizar e Benetnash, respectivamente as alfa, beta, gama, delta, épsilon, dzeta e eta da Ursa Maior).

Podemos observar os seguintes fatos: 
 

O estímulo magnético do átomo físico permanente do homem emana do plano astral e mais tarde do plano búdico. O estímulo magnético do homem emana do Homem Celestial no plano búdico (onde está polarizada a consciência física cósmica do Homem Celestial) e posteriormente no plano monádico. O estímulo magnético do Homem Celestial emana de regiões de fora do Sistema Solar, o astral cósmico; o efeito unido de tais estímulos induz ao contínuo desenvolvimento externo. Essas regiões de fora do Sistema estão dentro da região maior que constitui o corpo do Logos Cósmico. É lógico que o nosso Logos Cósmico recebe influências de outros Logos (ou Logoi, se considerarmos que a palavra logos é grega e no grego clássico o plural de logos é logoi, todavia continuar emos a escrever esse plural como logos).

Com referência ao homem, a elevação de nível das influências, por exemplo, do plano astral para o búdico, depende unicamente do esforço de cada um, podendo ser rápida para aqueles que efetuam o esforço necessário, c omo muito lenta para os mais inertes. O Homem Celestial é caracterizado por: I. Sua forma esférica, como já demonstramos. Seu ³círculo não passa´ durante a manifestação é preciso e perceptível.

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II.

Sua disposição interna e Sua esfera de influência ou essa atividade animadora da cadeia planetária. Isto significa Sua capacidade de ação e atuação, resultante de Suas qualidades e de Sua Vontade, influenciando Seus Pares, os outros Homens Celestiais.

III.

O controle que exerce sobre Sua vida espiritual em um período dado, poder mediante o qual anima sua sétupla natureza. Esse controle nada mais é que o domínio da Mônada Logoica sobre seus corpos inferiores, como acontece com a Mônada humana, em nível mais baixo. A velocidade ou taxa de crescimento dessa influência é bem maior que a do homem sobre seus corpos inferiores.

IV.

Sua eventual síntese final dos sete nos três e dos três em um, cujo processo já foi explicado. Isto abarca o obscurecimento dos globos da cadeia e a fusão na unidade dos sete princípios que cada globo está desenvolvendo. Como são sete cadeias, deduzimos que ocorrem sete fusões, dando-se a última na sétima cadeia.

V. VI.

Sua evolução sob as Leis e o desenvolvimento conseqüente. Sua relação grupal, ou seja, seus relacionamentos entre si, agindo como grupo, para atingir as metas e objetivos do Logos Solar, do Qual são Colaboradores. O desenvolvimento de Sua consciência e de Sua percepção. Aqui podemos fazer uma observação muito importante. Assim como nós, seres humanos, temos os mecanismos de percepção (os sentidos ou jnanaindriyas) e os de ação (carmaindriyas), para enriquecermos a nossa consciência, os Homens Celestiais também os possuem, análogos, porém muitíssimo diferentes. Nós temos de ampliar e expandir esses mecanismos, para dominarmos o meio exterior (não no sentido de domínio sobre os outros, mas domínio da matéria). Eles também têm de ampliar e expandir seus mecanismos de percepção e ação, para ampliar e expandir Sua consciência cósmica, para dominarem o meio exterior cósmico, dentro de sua esfera. Posteriormente irão dominar esferas mais elevadas. Procurar entender como são esses atos de perceber e agir desses Homens Celestiais, usando comparações com o nosso dia a dia, é uma meditação muito útil para o nosso desenvolvimento e expansão da nossa consciência. É lógico que teremos de fazer muitas modificações nas comparações e utilizar muito a capacidade de abstração. Embora difícil, mas não impossível, a utilidade desse exercício é flagrante. Para tudo o que é difícil, basta o primeiro passo, para que aos poucos o que é difícil se torne progressivamente fácil.

VII.

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Finalizando essa parte referente aos Homens Celestiais, lembramos que inevitavelmente as expressões ³estímulo magnético e elétrico´ conduzem aos fogos solar e elétrico, que são as bases d e toda a manifestação, tanto do homem como dos Homens Celestiais. Aqui encerramos nosso estudo do Homem Celestial. No próximo, a ser colocado em 1/6/2004, estudaremos a Lei de Analogia aplicada ao Grande Homem Celestial, o Logos Solar. Há um universo de co isas referentes aos Homens Celestiais a ser explicado, o que faremos ao longo dos nossos estudos, dentro da seqüência do Tratado sobre Fogo Cósmico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura.
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 28-MAI-2004

[076] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - V - Existe uma analogia entre um Sistema, um Planeta, um homem e um átomo ? - O Logos Solar (Páginas228, 229, 230 e 231) Estudemos agora o Logos Solar à luz da analogia. a. Essa excelsa Vida, o Grande Homem dos Céus, possui também veículos de forma esférica. Não é apenas pelas estrelas e seus planetas, através das quais Ele se expressa e vive, para adquirir experiências em nível cósmico e evoluir na direção da sua meta e para alcançar seus objetivos, em harmonia com o Grande Plano de seu Logos Cósmico. Dissemos propositadamente pelas estrelas, porque Seu corpo físico cósmico mais denso não é somente esse nosso Sol, Ele vai muito mais além. Esse glorioso corpo é constituído por quatro estrelas, sendo duas principais, que giram uma em torno da outra, formando um binário e mais duas estrelas, incluindo o nosso Sol, que orbitam em torno do binário. Por isso podemos afirmar que o nosso Logos, do qual somos centelhas, é muito mais portentoso do que possam imaginar. Todo esse conjunto tem forma esférica. Seu ³círculo não se passa´ abarca toda a periferia desse conjunto. Na parte que nos toca, habitantes do Sistema Solar, o Sol ocupa uma posição análoga à do núcleo de vida no centro do átomo. Na realidade Ele é o chacra esplênico solar para a nossa área. Abarca os sete esquemas planetários, que com os três sintetizadores compõem os dez da manifestação logoica. A vida central circula por todos os esquemas, em todas as cadeias, da mesma forma que a vida do Logos Planetário circula sete vezes pelo seu esquema, totalizando sete cadeias e em cada cadeia circula sete vezes, constituindo as sete rondas e em cada ronda circula pelos sete globos formadores da cadeia. Cada cadeia tem uma posição em relação ao Sistema análoga à do globo em relação à cadeia. Eis aí a beleza da analogia, embora não exista exatidão na semelhança de detalhes, sendo isso óbvio, uma vez que os níveis são bem diferentes.

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b. O Logos Solar contém em Si mesmo (como o átomo em seu corpo de expressão, que contem partículas sub -atômicas) grupos de todos os tipos, desde a alma grupal, que abrange os reinos inferiores e está no ciclo de descida para o mais denso, até os grupos de Egos no plano causal. São centros animadores de seu corpo os sete grupos maiores ou os sete Homens Celestiais, que transmite m suas energias para toda a esfera logoica e se expressam por todas as vidas e os grupos menores, os seres humanos e dévicos, células, átomos e moléculas. Visto de níveis cósmicos, por exemplo, do plano astral cósmico, todo o conjunto tem a aparência de uma vibrante bola ígnea de glória suprema, contendo dentro de seu círculo de influência os globos planetários, também como vibrantes esferas ígneas. O Grande Homem dos Céus vibra a um ritmo constante e crescente. Esse ritmo gera uma certa cor, que matiza todo o Sistema. É a cor conseqüente da vida do Logos, o Raio Uno Divino, Amor-Sabedoria-Razão Pura. É o ritmo desse grande ciclo ou kalpa e ao redor de seu pólo solar central.

c. O Logos Solar caracteriza-se por Sua atividade em todos os planos do Sistema Solar. Explicando melhor, Sua energia física cósmica tríplice, fogo por fricção/elétrico (fohat), fogo por fricção/solar (prana) e fogo por fricção/por fricção (kundalini solar ou akasha, como chama o Mestre Tibetano), alimenta a matéria desde a adi até a física, na qual vivemos fisicamente. Assim como nosso estado interior afeta nosso corpo físico, da mesma forma o estado interior Dele afeta as matérias desde a adi até a física, atingindo-nos como também atinge os Logos Planetários. Em cada plano o efeito é diferente. É assim que o Logos Solar imprime sua característica em seu corpo físico cósmico. É um processo análogo ao do homem, porém muitíssimo diferente em detalhes operacionais e fenomênicos. Desde o átomo físico até o mais radiante e cósmico Dhyan Choan (Logos Planetário), todos sentem Suas influências, sendo portanto a soma de toda a manifestação dentro do Sistema. Esse sétuplo ritmo vibratório (são sete tipos de matéria) é o ritmo do plano físico cósmico (o inferior) e seu grau de vibração pode ser sentido e percebido no plano astral cósmico conjuntamente, com uma débil resposta no mental cósmico (os planos se afetam de cima para baixo como de baixo para cima). Dessa forma na vida da existência do Logos Solar, nos níveis cósmicos, pode-se observar o paralelismo com a vida do homem nos três mundos inferiores (físico, astral e mental). Em seus próprios planos o Logos manifesta igualmente:

1. Movimento de rotação, que pode ser visto em vários significados. No significado físico é o giro do Sistema completo, ou seja, as quatro estrelas constituintes, em torno do centro da galáxia, pois sabemos pela Astronomia que o nosso Sistema está localizado num braço da galáxia chamada Via Láctea. No significado mais
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transcendente, temos as passagens cíclicas de um di a de Brahma, nas quais gira em espiral em torno da Sua roda maior, os dez esquemas de um Sistema Solar, ou seja, em cada cadeia de um esquema Ele vive experiências em uma volta sempre mais elevada. 2. Capacidade de discriminar. Sua primeira escolha, como s abemos, consistiu em selecionar a matéria de que necessitava para a construção de seu corpo físico cósmico. Essa decisão foi controlada por: 

 

Seu carma cósmico, Sua capacidade vibratória, Sua qualidade de resposta ou sua cor.

Seus fatores numéricos implicados nas matemáticas cósmicas, ou seja, o número de Suas oscilações na unidade de tempo (freqüência fundamental), as freqüências dos harmônicos gerados por essa freqüência principal, os valores das intensidades das forças cósmicas externas atuantes e m Seu mapa cósmico e que dependem de seu carma cósmico e, no momento, a situação das forças cósmicas atuantes, seu trânsito em níveis cósmicos. Ele é a personificação de Manas cósmico e, ao se utilizar dessa faculdade, procura - mediante a forma animada, seu corpo, seu Sistema - desenvolver em seu corpo causal cósmico a qualidade paralela de Amor -Sabedoria-Razão Pura. 3. Capacidade de progredir, melhor dizendo, Sua taxa ou velocidade de evolução, de aumentar sua freqüência vibratória e conseguir plena auto-consciência nos níveis cósmicos superiores. d. O Logos Solar contém dentro de Si mesmo os três princípios ou aspectos maiores e sua diferenciação em sete princípios (conforme já descrevemos), que constituem os dez da Sua perfeição final e se sintetizam, com o tempo, no princípio aperfeiçoado de Amor -SabedoriaRazão Pura. Esse princípio constitui Sua cor primária. Cada princípio encontra-se personificado em um dos esquemas e se desenvolve por meio de um dos Homens Celestiais sagrados, com a colaboração dos Homens Celestiais não sagrados ligados a esse Homem Celestial. Só quatro princípios se manifestam atualmente em certa medida, porque a evolução do Logos depende da evolução dos Homens Celestiais. Da mesma forma a evolução dos Homens Celestiais depende da evolução das humanidades e do reino dévico que estão sob suas responsabilidades. Daí e extrema importância da nossa evolução para o nosso Homem Celestial, o Logos Planetário do esquema da Terra. Que tenhamos isso sempre em mente e façamos o esforço necessário. Não o
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desiludamos. e. O Logos Solar está regido pela Lei de Síntese. Mantém o todo em uma unidade sintética ou homogeneidade. Sua vida subjetiva, ou Sua Alma, está regida pela Lei de Atração e Sua forma material, seu Sistema, pela Lei de Economia, que no momento começa a ser regida por outra lei cósmica, incompreensível atualmente pelo homem, sendo revelada somente aos Iniciados mais elevados.

f. O Logos Solar está em processo de determinar Seu lugar dentro do Sistema maior (o Sistema do Logos Cósmico), no qual ocupa um lugar análogo ao do Homem Celestial no Sistema Solar. Primeiro, procura descobrir o segredo de Sua própria existência e alcançar plena Auto consciência; segundo, achar a posição e o lugar de Seu Pólo oposto; terceiro, fundir-se e mesclar-se com esse Seu Pólo oposto, consumando Seu Divino Matrimônio Cósmico.

g. O Logos Solar caracteriza-se pela Sua resposta ao estímulo externo, o qual concerne: Ao estímulo elétrico ou Sua resposta à força elétrica ou fohática, procedente de outros centros estelares, que controlam, em grande parte, a ação do nosso Sistema e seus movimentos no espaço, em relação com outras constelações. Em particular temos a Ursa Maior e as sete estrelas boreais, que controlam o eixo da Terra, as quais são: Poláris, alfa de Ce feu, alfa de Cisne (Deneb), alfa de Lira (Vega), alfa de Hércules, alfa e beta de Dragão. Ao estímulo magnético sobre sua Vida subjetiva, Sua Alma, procedente de certos centros cósmicos, sugeridos na Doutrina Secreta e que têm sua fonte de origem nos níveis búdicos cósmicos. Os centros cósmicos são as sete estrelas que constituem a cauda da Ursa Maior, citadas em estudo anterior, nas quais estão os chamados sete Rishis da Ursa Maior, que trabalham no plano búdico cósmico. Esses sete Rishis estão ligados às as sete Plêiades (na constelação de Touro), em um nível mais baixo, talvez o mental cósmico,as quais influenciam os sete Logos Planetários do Sistema Solar. Seu efeito conjunto induz o desenvolvimento constante. O Logos Solar caracteriza-se por: I. Sua existência esférica manifestada. Seu ³círculo não se passa´ é perceptível e exato. Isso pode ser demonstrado unicamente pelo esforço realizado para determinar a extensão do controle subjetivo (o controle da Alma do Logos), a medida que a esfera solar de in fluência ou a atração magnética do Sol exercida sobre outros corpos menores, que são mantidos por Ele em movimento circulatório em torno de si mesmo. Seria a força gravitacional que mantém os planetas orbitando em torno do Sol. Logo ela é resultante dessa atração magnética (fogo solar).
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II.

A atividade da Vida que anima os dez esquemas.

III.

A amplitude de Seu controle sobre seu Sistema, exercido em qualquer período dado. Quanto a isso, devemos levar em conta o Sistema completo, ou seja, constituído pelas quat ro estrelas, sendo o Sol Central o grande Controlador. O conhecimento exato e claro desse processo de controle, a partir do Sol Central, só é adquirido a partir da quinta Iniciação, a do Adepto, que é a meta da nossa cadeia. Os Iniciados com a segunda Iniciação e em preparação para a terceira, já recebem vislumbres desse processo e sabem com convicção que ele existe. Devemos lembrar que entre as segunda e terceira Iniciações, ocorrem Iniciações intermediárias, nas quais o Iniciado recebe instruções. A velocidade de recebimento dessas Iniciações intermediárias depende exclusivamente do esforço do Iniciado. Nada é concedido sem mérito. A síntese final dos sete esquemas nos três e dos três em um, processo já explicado. Com isso ocorre o obscurecimento dos es quemas e a unificação dos sete princípios que eles personificam. Lembramos que nessa síntese final, cada Homem Celestial conserva sua identidade, jamais perdendo sua auto-consciência. Quando os Homens Celestiais efetuam suas sínteses, o Logos Solar também efetua sua síntese. Esclarecemos que nessa fase na realidade desenvolve -se o processo de fusão, harmonização e sintonia, dando -se a síntese final na fase seguinte. É lógico que o Logos Solar depende do que os Logos Planetários estão fazendo.

IV.

V.

Sua sujeição à Lei de Seu Ser, ou seja, a síntese final. No caso do atual Sistema Solar, essa Lei de Seu Ser, segundo a qual ocorrerá a síntese, é a Lei de Amor-Sabedoria-Razão Pura.

VI.

Sua relação grupal. Essa relação grupal envolve não só os grupos dentro do Logos Solar, humanos, dévicos e os Logos Planetários, como também as relações do Logos Solar com seus Pares dentro do corpo do Logos Cósmico, como sejam, os outros seis Logos Solares e os outros Entes Cósmicos, que executam funções no mesmo nível de Logos Solar. Da mesma forma, dentro do Sistema Solar, há Entidades no mesmo nível de Logos Planetário e que exercem funções diferentes das de Logos Planetário.

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VII.

O desenvolvimento de Sua Consciência. O tempo necessário para esse desenvolvimento depende da velocidade de desenvolvimento de todos os entes conscientes de Seu corpo, o que inclui a todos nós.

Demonstramos muito brevemente algumas analogias existentes entre o Logos Solar, o Logos Planetário, o homem e o átomo. As respostas foram superficiais, pois, se fôssemos explicar com mais detalhes os diversos processos de funcionamento das manifestações, iríamos nos alongar em demasia. Todavia, se esses pontos forem estudados e meditados em certa profundidade, os estudantes conseguirão desenvolver bastante sua capacida de de análise e expandir sua compreensão e visão da beleza de todo o Sistema Solar. Aqui encerramos o estudo da quinta pergunta. No próximo dia 4/6/2004 entraremos nasexta pergunta: O que é o aspecto Mente ? Porque o princípio Manásico (mental) é tão importante ? Quem são os Manasaputras ? Nas respostas a essa pergunta verão a magna importância do desenvolvimento da mente, para através dela o Amor-Sabedoria-Razão Pura poder se expressar em toda a sua glória. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura .
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 1-JUN-2004

[077] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VI - O que é o aspecto Mente? Porque o princípio Manásico é tão importante ? Quem são os Manasaputras? (Páginas231, 232, 233 e 234) Entraremos agora no mistério mais profundo de todo o Sistema Solar manifestado, o mistério da Eletricidade, ao qual refere -se H. P. Blavatzky. Ele está intimamente vinculado com a vida de Deus, tal como se manifesta por meio de seus sete Centros, os sete Homens Celestiais, os divinos Manasaputras. É impossível explicar este mistério exotericamente e muito pouca coisa pode ser revelada ao público, devido a três razões: Primeiro - o grau de evolução alcançado pelo homem comum não permite entender corretamente essas abstrações. Segundo - grande parte do que pod e ser revelado só é possível aos Iniciados que passaram pela terceira Iniciação e, mesmo assim, de forma muito reservada. Terceiro - a revelação do estreito vínculo existente entre a mente e fohat ou energia, ou entre o poder do pensamento e o fenômeno el étrico - efeito do impulso fohático sobre a matéria - encerra muitos perigos. O elo que falta (se é possível assim chamar) na cadeia de raciocínio, partindo dos fenômenos ao impulso que os gera, só se pode informar sem risco, quando já foi construída devidamente a ponte entre a mente superior e a inferior, ou seja, o Antakarana. Quando o inferior está sendo construído pelo superior, ou quando o quaternário está sendo fundido com a Tríade Superior, só então pode -se confiar ao homem os quatro fundamentos restantes. Três fundamentos fá foram descritos no
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início da Doutrina Secreta e, conjuntamente com o conceito evolutivo da psicologia, formam os três conceitos revelados e o quarto que está aparecendo. Os outros três são esotéricos e assim ficarão, até que cada homem tenha realizado por si mesmo seu desenvolvimento espiritual, construído o Antakarana, preparado o santuário para a Luz de Deus no Templo de Salomão (seu corpo causal) e dedicado suas atividades a colaborar sem interesse pessoal para os planos do Log os. Quando essas qualidades tenham alcançado um bom nível de proeminência e o homem tenha dedicado toda a sua vontade ao serviço, então será posta em suas mãos a chave que lhe permitirá encontrar o método, mediante o qual o impulso elétrico, manifestando -se como calor, luz e movimento, poderá ser dominado e utilizado; descobrirá a fonte do impulso inicial, que provém de fontes de fora do Sistema e o ritmo básico. Só então poderá ser um verdadeiro colaborador inteligente e (escapando do controle da Lei que rege os três mundos inferiores) manejará ele mesmo essa lei. Analisemos um pouco essas palavras do Mestre Tibetano, no que for possível revelar ao público, considerando os perigos oriundos, em particular no uso da energia nuclear, a qual, com o pouco conh ecimento obtido pelos cientistas, foi utilizada para destruir vidas. De uma certa forma há bastante clareza nas palavras do Mestre, caso se consiga enxergar em profundidade. Sabemos que a eletricidade no nível mais elevado do homem é a qualidade essencial da Mônada. Eletricidade ou fohat são sinônimos. Mesmo sendo o aspecto Amor Sabedoria-Razão Pura, o segundo Raio, o objetivo do nosso Logos nesse atual Sistema, a Mônada é em essência Vontade ou Eletricidade, manifestando Amor agora. Seria como um choque elétrico amoroso, usando uma linguagem simbólica com termos conhecidos e comuns. A vontade da Mônada sempre se manifesta no plano mais elevado relativamente. No homem já liberado e com a sétima Iniciação, ela atua com máxima capacidade diretamente no plano a di. Nos Iniciados com a sexta Iniciação, o homem está batalhando para dominar completamente o plano monádico e só recebe a sétima quando completar esse trabalho. Cabe aqui lembrar que, embora a Mônada humana se relacione com a matéria monádica desdeo iníci o do atual Sistema, essa relação é muito superficial, sendo necessário e imprescindível que Ela experimente e domine as matérias de todos os planos inferiores ao monádico, para, só após isso,com seus poderes (Vontade e Conhecimento) possa iniciar a conquis ta plena da matéria do plano monádico. É necessário que Ela vença todas as tentações dos mundos inferiores. Em relação aos planos inferiores, a Vontade da Mônada se manifesta na matéria do plano mental superior (causal) através do Ego, para o homem ainda em evolução nesses mundos. O segundo aspecto tem preferência pela matéria astral e o terceiro atua melhor no físico. Por dedução lógica conclui -se que é na matéria mental inferior que a Vontade da Mônada via Ego irá se manifestar. Como Vontade é Eletricidade, pela natureza essencial elétrica da Mônada, a matéria mental inferior é eletricidade, quando devidamente energizada pela Vontade da Mônada. Temos um vislumbre disso, quando vemos que toda a atividade cerebral do homem é elétrica, uma vez que ocorrem no s neurônios troca de íons com carga elétrica, até as vesículas sinápticas, onde são liberados osneuro transmissores, moléculas que levam a informação de forma elétrica para o outro neurônio. Há mais coisas sobre esse assunto, com referência à atuação dos fogos, em particular o elétrico, no processo iniciático,
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cujos detalhes técnicos não podem ser revelados. Apenas podemos resumir que o auto-controle total e completo irá dinamizar a matéria mental, elevando a voltagem dela e, pela atuação dela nos átomos in feriores, produzir fenômenos físicos e no mundo astral. Todavia lembramos que faz parte desse auto controle total e completo ter desenvolvido em alto grau a capacidade de amar e servir com desinteresse. Portanto, através do serviço, da dedicação ao estudo, para entender todo o mundo fenomênico e da disciplina, a Vontade irá crescendo, até o ponto de atuar diretamente no fogo elétrico do átomo. Os fenômenos elétricos da natureza ocorrem pela atuação do fogo elétrico da Mônada Solar, atravessando todas as mat érias dos planos cósmicos superiores, a partir do monádico cósmico, sede da Mônada Solar. A chave está em entender com clareza esse processo de transferência do fogo elétrico da Mônada Solar átomo a átomo, até chegar ao nosso átomo físico. Quando o Mestre diz que a fonte está fora do Sistema Solar, Ele quis dizer fora do Sistema visível, pois na realidade a Mônada Solar está muito além do Sistema visível. Existem as influências elétricas que vêm de outros Sistemas, mas fundamentalmente é a Mônada Solar a pr incipal origem, assim como no homem é sua Mônada a fonte de sua energia de vida, embora precisemos dos fogos do sistema, como os pranas solar e planetário, para mantermos nossos corpos vivos e atuantes. Essas influências de outros Sistemas são devidas aosinter-relacionamentos existentes e necessários nos níveis cósmicos, assim como o homem se relaciona com outros homens, num processo contínuo de troca de energias e influências. 1. Há três perguntas importantes, que podem ser consideradas como uma, uma vez elas se referem ao mesmo tema e referem-se à objetividade inteligente. Talvez se modificássemos essa tríplice pergunta e a reduzíssemos à objetividade microcósmica, o problema não pareça tão complexo. Assim diríamos: O que é o aspecto pensante do ser humano ? Porque sua mente e seus processos mentais são tão importantes? Quem é o Pensador? O homem, em sua essência fundamental, é a Tríade Superior (através da qual a Mônada se manifesta para se relacionar com as matérias inferiores à monádica) expressando-se por meio de uma forma que evolui gradualmente, o corpo causal ou egóico e usa a tríplice personalidade como instrumento de contacto com os três mundos inferiores. Tudo isso tem por finalidade o desenvolvimento da auto-consciência perfeita. Acima da Tríade S uperior está a Mônada ou o Pai no Céu - um ponto de abstração quando o homem o contempla desde o plano físico, para quem a Mônada ocupa a posição do Absoluto, no mesmo sentido em que o Logos indiferenciado se encontra com respeito à Trindade, as três Pessoas da manifestaçãologoica. Esta analogia é exata. É óbvio que quando o homem vai evoluindo e adquirindo mais conhecimentos e entendendo cada vez com mais clareza todo esse processo e técnica do contacto da Mônada com os mundos inferiores, ele se identifica cada vez mais com sua Mônada, até atingir um tal grau de certeza, convicção e compreensão, que se torna uma expressão quase exata dela, quase exata porque as matérias inferiores sempre impõem limitações, devido à sua limitação de capacidade de oscilar. Te mos então:

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1. A Mônada. 2. A Tríade Superior (átomos átmico, búdico e mental ligados entre si), vontade espiritual, intuição e mente superior. 3. O corpo causal ou egóico (na realidade o Loto Egóico, como veremos mais tarde), santuário do princípio búdico, uma vez que ele representa por excelência o segundo aspecto, o relacionador entre a Mônada e a matéria inferior. Este corpo se constrói com o poder da mente, sendo a manifestação dos três aspectos acima citados. 4. A tríplice natureza inferior, os pontos de objetividade mais densa. 5. A tríplice natureza inferior é, em essência, um quaternário: corpo etérico, vida animante ou prana, kama -manas (o corpo astral) e o corpo mental inferior. Manas, o quinto princípio, constitui o elo entre o superior e o inferior. Temos, conseqüentemente, quatro inferiores e três superiores e a relação existente entre eles, o princípio mente. Eis aqui os sete, formados pela união dos três e dos quatro e outro fator (a relação, o princípio mente) totalizando oito. Os sete finais serão percebidos quando budi e manas se fundam, ou seja, quando o aspecto búdico (Amor-Sabedoria-Razão Pura) aperfeiçoado consiga se expressar sem distorções e cristalinamente pelo aspecto manas. Em alguns livros ocultistas são feitas muitas insinuações com respeito à oitava esfera. O Mestre sugere que nesse fator vinculador, mente inteligente, temos a chave do mistério. Quando a mente obtém um desenvolvimento indevido, cessa de unir o superior com o inferior e cria uma esfera própria. Este é o maior desastre que pode ocorrer ao homem. É literalmente o caso do homem sem Alma, que tem duas formas de apresentação. Temos portanto: A Mônada, o Absoluto microcósmico Espírito Puro O uno e único A Trindade Monádica Primeiro aspecto Segundo aspecto Terceiro aspecto Atma ou vontade espiritual Budi ou princípio crístico Manas ou mente superior

O aspecto Filho na objetividade O corpo egóico ou causal (o Loto Egóico) O quaternário inferior Corpo mental 2- Corpo astral ou emocional 13- Prana ou energia vital (na realidade os três fogos). 4- Corpo etérico.

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O homem, o microcosmos, é a reprodução do Sistema Solar em miniatura. Isso refere-se às formas objetivas, que correspondem ao Sol e aos sete planetas sagrados. Porém, paralelamente à forma exotérica ou objetiva do Sistema Solar, é levado a cabo um desenvolvimento psíquico (que ocorre na Alma ou Ego Logóico), denominado os sete princípios. O homem também desenvolve sete princípios, que concernem ao seu Ego (na realidade aplicam -se à Mônada, quem de fato evolui em última instância). Aqui encerramos nosso estudo. Voltaremos em 8/6/2004, quando explanaremos os princípios microcósmicos, os do homem. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura .
Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 4-JUN-2004

[078] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VI - O que é o Aspecto Mente ? Porque o Princípio Manásico é tão importante ? Quem são os Manasaputras ?1. Natureza da Manifestação Princípios Microcósmicos(Páginas234,235, 236 e 237) Iremos estudar hoje os princípios microcósmicos, do homem. Inicialmente é importante fixar de forma clara o que se entende por princípio. Analisando em profundidade o que o Mestre Tibetano diz, princípio pode ser uma qualidade, um modo de ser ou uma energia, que pode ser isolada ou inerente a um veículo. O modo de ser também pode estar ligado a um veículo. Sempre o objetivo do princípio é desenvolver as qualidades e os poderes da Mônada, que, em última instância, é quem evolui. Princípio, como a palavra diz, é aquilo que dá origem a algo. Dentro dessa linha de raciocínio, vejamos a inteligência ativa, classificada pelo Mestre como um princípio. É um estado de ser da Mônada, utilizando -se da matéria para se realizar. Ao mesmo tempo pode ser vista como uma qualidade. Passemos para o prana, também classificado pelo Mestre como um princípio. O que é o prana ? Conforme Ele próprio afirma no início de seu livro (assunto que já foi explicado em estudos anteriores), o prana serve para energizar o corpo etérico e por ele o corpo denso. Mas os corpos etérico e denso necessitam de três energias diferenciadas, que são: fogo por fricção/elétrico (chamado fohat), fogo por fricção/solar (prana) e fogo por fricção/por fricção (kundalini). Os corpos etérico e denso do homem precisam dessas três energias para sobreviverem, provenientes de duas fontes: do Sol e da Terra. Do Sol temos: eletricidade solar (de um só pólo), raios de luz de aspecto prânico (prana solar) e akasha (kundalini solar). Da Terra temos: fluido elétrico, prana planetário e substância produtiva (kundalini da Terra), sendo essas três energias resultantes da absorção, assimilação e qualificação pela Terra das três energias oriundas do Sol. O corpo etérico do homem absorve, assimila e qualifica essas seis energias e as transforma em: reação nervosa (a componente elétrica), emanação prânica e calor corpóreo (kundalini do corpo). Sem essas energias o homem não sobrevive fisicamente. Por isso essas três energias, que podemos chamar fogo

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por fricção conjuntamente e o corpo etérico são princípios, pois realmente constituem origem para a vida física do homem. O homem tem de sin tonizar e dominar essas energias. No decorrer da descrição dos princípios iremos dando mais detalhes. Inicialmente o Mestre apresenta dois princípios superiores: Inteligência Ativa e Amor-Sabedoria-Razão Pura, latentes e acrescenta que a natureza psíquica da Mônada é dual. Mas como entender essa dualidade da Mônada, se Ela é tríplice ? Simplesmente porque o Mestre se refere à natureza psíquica da Mônada, o que significa a natureza da Mônada que atua na geração da Alma, pois o adjetivo psíquico vem de psiquê (palavra de origem grega), que quer dizer Alma. Conforme veremos futuramente no decorrer dos nossos estudos, Mestre Tibetano descreve a construção da Alma pela Mônada como a manifestação de budi no plano causal ou mental superior, utilizando três átomos m entais. Portanto, para o homem, os princípios superiores são realmente dois: Inteligência Ativa (os três átomos mentais) e Amor -Sabedoria-Razão Pura (budi), de fato os mais elevados para o homem, olhando de baixo para cima. Em seguida temos a Tríade Superior, composta de um átomo átmico (o princípio atma, a natureza espiritual, a Vontade), um átomo búdico (o princípio budi, a natureza Amor-Sabedoria-Razão Pura) e um átomo mental (o princípio manas, a natureza Inteligência, atividade). Esses três princípios, expressos pela Tríade Superior, com os dois superiores sintetizadores da Mônada somam cinco e são a chave da enumeração empregada por H. P. Blavatzky em algumas partes. Podemos fazer uma comparação analógica, sob o ponto de vista da realidade antes da manifestação. No princípio só existia Aquele (o ABSOLUTO), que não é nem Espírito nem matéria. Então ELE decidiu se manifestar como Espírito e matéria, conservando-se ELE mesmo. Temos pois analogicamente: O ABSOLUTO a Mônada Espírito Matéria Amor-Sabedoria-Razão Pura, Purusha, Vishnu Inteligência Ativa, Prakriti, o Divino Manasaputra

Na objetividade espiritual temos a Tríade Superior Portanto uma dualidade dentro da unidade. Na manifestação do homem temos: Primeiro Princípio: o ovo monádico, esfera de manifestação da Mônada Segundo Princípio: Atma, Vontade Terceiro Princípio: Budi, Razão Pura, Sabedoria Quarto Princípio: Quinto Princípio: Sexto Princípio: Manas Superior Manas inferior Kama-manas, a mente inferior mesclada com emoção

Sétimo Princípio: emoção pura, kama separa de manas Esta classificação acima refere-se à vida subjetiva ou da Alma, esquecendo o conjunto prana e corpo etérico. Quando consideramos a vida puramente espiritual, definimos apenas cinco princípios, faltando dois, os quais são: a Vida do Logos Planetário, em cujo
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corpo o homem se encontra e a Vida do Logos Solar, em cujo corpo o Logos Planetário também tem o seu lugar. A medida que o homem vai evoluindo, os princípios espirituais vão se ativando. No homem pouco evoluído na atualidade, os princípios são: 
     

corpo etérico, fogo por fricção tríplice, kama-manas, emoção mesclada com manas inferior, manas inferior, manas superior, budi, atma.

O Ego ou Alma se vê como o Absoluto em relação aos veículos inferiores e como absoluta vontade deser e para baixo vê os seguintes princípios: 
    

budi e manas - o binário (seus modos de ser) corpo causal ou mental superior (seu principal veículo de expressão) corpo mental inferior corpo astral fogo por fricção tríplice corpo etérico.

A classificação para o Ego é a mesma que para o homem inferior, variando apenas a ordem, sendo isso devido ao fato de que no homem primitivo os princípios superiores estão semi -adormecidos. O homem, com a evolução, também vive o corpo causal. Concluindo, os princípios dependem do nível de evolução, sendo essa a explicação para as diversas classificações. A med ida que as qualidades previstas no Grande Plano Divino para o homem se desenvolvem, os princípios superiores passam a se impor, enquanto os inferiores ficam subordinados. Os três níveis de evolução, do homem comum (a puramente objetiva), do homem voltado para a Alma (a subjetiva) e do Iniciado (a espiritual), caracterizam a definição dos princípios em atividade. Assim como um atleta utiliza aparelhos e pesos, que impõem resistência, obrigando-o a fazer força, para desenvolver os músculos, igualmente os princípios são os ³aparelhos´ para a Mônada desenvolver suas qualidades e poderes (³seus músculos´). Uma vez desenvolvidas as qualidades e os poderes no nível desejado, os princípios são abandonados, pois já serviram à sua finalidade. Mas a evolução prossegue, na direção de novas conquistas, quando novos princípios são ativados. Por hoje encerramos nosso estudo. Voltaremos em 15/6/2004, quando estudaremos o item 2. Desenvolvimento objetivo, tanto das Entidades Cósmicas (Macrocosmos), como do homem (microcosmos). É um assunto muito interessante, pois aumenta nossa compreensão do belíssimo processo evolutivo reinante no Universo. Na realidade, toda a segunda parte do Tratado sobre Fogo Cósmico do Mestre Tibetano é de um interesse e deslumbramento crescentes, porque nos fornece muitas informações a respeito não só do mundo fenomênico, como das vidas subjetivas.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos.

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Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 8-JUN-2004

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VI - O que é o Aspecto Mente ? Porque o Princípio Manásico é tão importante ? Quem são os Manasaputras ?2. Desenvolvimento Objetivo(Páginas237 e 238) Iremos estudar agora resumidamente o desenvolvimento objetivo, ou seja, o processo seguido na utilização das formas, para que a Mônada desperte e amplie seus poderes e qualidades, em espiral mais elevada (não esquecer nunca que estamos num novo Sistema Solar, uma nova encarnação do Logos Solar). Por formas, enfatizamos e deixamos bem claro que um Sistema Solar é uma forma gigantesca para o Logos Solar, assim como um esquema planetário é uma forma para o Logos Planetário e o corpo físico (como os demais) o é para o homem. Todos Eles utilizam-nas para expandir cada vez mais suas Mônadas, melhor dizendo, as Mônadas servem-se das formas para conseguirem seus objetivos, abandonando-as quando eles são alcançados. Esse processo é sétuplo (ocorre em sete etapas) durante o período maior, tornando-se nônuplo (mais duas etapas) na fase de abstração ou obscurecimento, quando inicia-se o afastamento das formas e décuplo (mais uma e última etapa) na destruição das formas, por não serem mais necessárias e úteis. Serão delineados os aspectos principais, sem descer a detalhes, que serão considerados ao longo dos estudos, dentro da programação do Mestre Tibet ano. Vejamos inicialmente o Macrocosmo, o Logos Solar, o Grande Homem Celestial. Seu corpo físico de expressão é constituído principalmente de: 
 

os sete planetas sagrados(os sete esquemas sagrados), entre esses sete dois sintetizadores, o que perfaz o total de nove, em termos de funções (a função de sintetizar), o sintetizador final, o Sol, totalizando dez em termos de funções.

O Logos Solar tem portanto dez centros. Não consideramos aqui os planetas não sagrados, que exercem suas funções, não só quanto à própria evolução, mas também quanto à do Logos Solar. Enfoquemos o Logos Planetário. Ele se expressa por meio de: 


as sete cadeias de um esquema, entre essas sete duas são sintetizadoras, totalizando nove, também em
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termos de funções, a sétima e última cadeia é a sintetizadora final, totalizando dez.

Portanto um Logos Planetário também possui dez centros. Vejamos o homem, o microcosmo. Na fase humana evolui através de sete corpos: 
     

átmico, búdico, causal ou egóico, mental inferior, astral ou emocional, etérico e físico denso.

Dois corpos são sintetizadores: o causal e o físico, fazendo nove. O homem possui o sintetizador final: o envoltório monádico, também chamado ovo monádico, o instrumento com que a Mônada se relaciona com a matéria monádica. Assim o homem perfaz também o dez. Embora o homem utilize sete corpos para evoluir na fase humana propriamente dita, todavia a Mônada, quem realmente evolui, abstrai e sintetiza tudo o que for conquistado nos mundo abaixo do monádico, em seu corpo monádico. Esse corpo só será plenamente ativado na sétima Iniciação planetária, que é a quinta solar e a primeira cósmica. No corpo físico há sete centros, que correspondem aos sete corpos. Entre eles, dois são sintetizadores: o cardíaco e o laríngeo. O grande e final sintetizador é o coronário. Os centros estão situados no corpo etérico e daí influenciam o denso, que não é um princípio. O corpo físico é sintetizador, porque as qualidades da Mônada, via Ego e os corpos causal, mental e astral, devem se expressar por ele (em particular o cérebro físico). O corpo causal, na realidade o Loto Egóico, é o depositário da essência de todas as experiências vividas nas encarnações físicas, como nas passagens pelos planos astral e mental, no intervalo entre encarnações. O centro coronário corresponde ao corpo átmico e faz par com o básico, que é a expressão mais forte do corpo físico, sendo responsável pelo instinto de sobrevivência, ao mesmo tempo o corpo átmico reflete-se no físico. O centro cardíaco corresponde ao corpo búdico e faz par com o umbilical, que corresponde ao corpo astral, ao mesmo tempo o corpo búdico reflete-se no astral. O centro laríngeo corresponde ao corpo mental e faz par com o sacro, responsável pela capacidade procriadora física. Demonstramos que assim como é cima, é em baixo, no que toca às formas ou ao processo de evoluir, ocorrendo a mais exata analogia de funções, todavia com profundas diferenças na amplitude,intensidade, quantidade e complexidade de ações. Obviamente o espaço e o tempo, que surgem na manifestação, são
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sentidos de modos diferentes. Para o Logos Solar, como já vimos, uma vida física tem uma duração equivalente a trezentos e onze trilhões e quarenta bilhões de anos terrestres (311.040.000.000.000). A sensação de espaço também é diferente. Ela existe para o homem e para o Logos Solar, mas o que para o homem é uma imensidão, para o Logos é apenas seu corpo e sua sensação de imensidão (o espaço onde o Logos atua e trabalha) soa ao homem como o infinito, uma vez que ele não é capaz de medi-lo, embora possa calculá-lo matematicamente. Tudo isso refere-se apenas ao lado objetivo da manifestação, exteriorização e mecanismos de exercitar e experimentar, para a aquisição de poderes e qualidades. No próximo estudo, a ser colocado em 18/6/2004, analisaremos o desenvolvimento subjetivo, a relação entre os corpos e as qualidades, em suas diversas etapas e fases. Trataremos da vida que se expressa pelas formas, de suma importância para todos, pois irá clarear a visão dos mundos chamado s subjetivos e incrementar em muito a convicção e a certeza, pela lógica bem explícita.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 15-JUN-2004

[080] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VI - O que é o Aspecto Mente? Porque o Princípio Manásico é tão importante? Quem são os Manasaputras? 3. Desenvolvimento Subjetivo (Páginas 238 e 239) Estudemos agora a programação do desenvolvimento subjetivo ou do lado psíquico, de forma comparativa, através da utilização dos diversos tipos de matéria (os chamados planos), pelos quais dá -se a manifestação, com o objetivo de ativação de poderes e qualidades. Como era de se esperar, esse desenvolvimento também é sétuplo. Assim temos as seguintes etapas: 1. astral ou emocional: desejo, emoção, sentimento pu ro, 2. kama-manásica: desejo mesclado com a mente, na maioria dos casos o desejo dominando a mente, 3. manásico: mente inferior, 4. manásico superior: mente abstrata ou pura, 5. búdico: razão pura, 6. átmico: vontade pura (e não desejo), realização, 7. monádico: o conjunto, a síntese de: vontade, amor-sabedoria-razão pura e inteligência. As qualidades inerentes a cada etapa são desenvolvidas com a ajuda da mente, mesmo quando ela é dominada pelo desejo, para a conquista do amor 308

sabedoria-razão pura o mais perfeito possível, que é a meta do atual Sistema Solar. Isso é realizado pelo Logos Solar, o Macrocosmo, utilizando -se em particular dos sete Homens Celestiais, os Logoi (o plural da palavra Logos em grego é Logoi) Planetários sagrados, mas também dos Logoi não sagrados com o o nosso e outras Entidades cósmicas que labutam e evoluem dentro dos esquemas e do Sistema. Assim como o homem vive principalmente através de seus sete chacras ou centros principais e secundários, mas também possui órgãos físicos de suprema importância, que exercem funções muito bem definidas dentro da economia do corpo físico, da mesma forma os Logoi têm em seus corpos cósmicos físicos outros órgãos importantíssimos, com suas funções também muito bem definidas. Analisemos melhor isso. No nosso estômago há enzimas que decompõem as moléculas dos alimentos, para que os nutrientes sejam absorvidos, sem o que o homem não sobreviveria. No corpo de um Logos há órgãos com funções de suma importância para a sua sobrevivência, sendo essas funções muitíssimo complexas, totalmente diferentes das funções das enzimas do corpo físico do homem. Quando olhamos para o céu, vemos de dia o Sol e possivelmente a Lua e de noite as estrelas, os planetas e também a Lua. Mas só vemos isso, devido à limitação de nossa visão física. Contudo se tivéssemos visão mais acurada, essa seria muitíssimo diferente, pois veríamos esses órgãos ocultos e seus modos de operação. Os Iniciados que já passaram pela quarta Iniciação adquirem os conhecimentos sobre esses assuntos, como também são treinados (aulas práticas) para ajudar nessas atividades, porque elas ocorrem na matéria búdica para cima. Mas em nível mais baixo, como na matéria etérica, veríamos também o desenrolar de funções do corpo do Logos. Não é sem razão que o Mestre Tibetano diz que o espaço é vivo. No caso do Logos Planetário, Ele se desenvolve psiquicamente utilizando -se dos sete grupos de entes humanos, que formam seus centros psíquicos. Esses grupos, em seu próprio plano, desenvolvem a inteligência (manas), são essencialmente amor e podem estabelecer contacto objetivamente com as sete cadeias do esquema. Tais grupos são constituídos de Egos, no plano causal, onde cada grupo se encarrega de atividades em seu respectivo centro. Trabalham com matéria mental superior, dentro das limitações impostas pelo nível de evolução do Ego. É lógico que os Egos Iniciados (os que ainda não receberam a quarta Iniciação) já operam na matéria búdica e acima, conforme seu grau de evolução. O contacto objetivo com as sete cadeias requer uma explicação mais detalhada. As cadeias existem no espaço e no tempo, ou seja, elas existem no espaço através dos sete globos que as constituem e existem no tempo através das energias que geraram, mesmo após a desintegração dos sete globos (as energias da extinta cadei a lunar, anterior à atual, ainda persistem e influenciam a humanidade). O citado contacto objetivo é com essas energias. É contacto objetivo porque o Ego utiliza -se de seu corpo causal (o Loto Egóico), portanto objetivo e exterior a Ele, para estabelecer o contacto. Cabe ressaltar aqui que os Iniciados a partir da quarta Iniciação, a segunda solar, não possuem mais Ego, atuando objetivamente através da Tríade Superior e dos veículos do búdico para cima, sendo seu nível de trabalho nessas matérias. No caso do homem vivendo unicamente em seus veículos inferiores, o desenvolvimento ocorre através de seus sete centros principais, o que constitui
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a chave da sua evolução psíquica. Também está desenvolvendo a inteligência, é essencialmente amor, mesmo com as distorções e é visto objetivamente por meio de qualquer de seus corpos inferiores. Devemos enfatizar que o desenvolvimento psíquico, da Alma ou Ego, como também a evolução subjetiva, é o principal empreendimento do Logos Solar, dos Logoi Planetários e do homem. O amor inteligente ativo, a ser despertado e desenvolvido pela aplicação inteligente da mente, que trará á atividade o amor latente, será o fruto do processo evolutivo no atual Sistema Solar. Como vêm, a mente é importantíssima nesse processo e sem ela jamais o objetivo será alcançado. É por isso que aqueles que desdenham o uso da mente analítica e da busca do conhecimento, estão completamente equivocados e poderão cair na lista dos que serão expurgados no grande dia do juízo da quinta ronda, caso persistam nessa inércia mental, contentando -se em permanecer no sexto raio, da devoção sem mente. Serão expurgados porque não terão atingido a meta. Sabemos que o trabalho é lento para alguns, mas se não houver um início, jamais sairão desse estado de inércia. Fica r só na linha devocional é muitíssimo fácil, porque esse tipo de devoção está fortemente ligado à emoção e ao corpo astral, que é a linha de menor resistência da grande maioria da humanidade. É por isso que o desenvolvimento psíquico ou subjetivo é dual, p orque é mente-amor, como o é o desenvolvimento objetivo. A fusão mente -amor produz a consciência. Somente o Espírito ou a Mônada é uma unidade indivisível. O desenvolvimento da Mônada ou a obtenção dos frutos da evolução, somente será alcançado, quando a d upla evolução da forma e da psiquê se tenha consumado. Então os resultados da evolução serão colhidos pela Mônada, que reunirá em si as qualidades cultivadas durante o processo de manifestação. Esses resultados serão: perfeito amor e perfeita inteligência, expressando-se como amor-sabedoria-razão pura inteligente e ativo, ou seja, produzindo efeitos. Podemos agora dar a resposta às perguntas: o que é o aspecto mente e porque é tão importante ? A habilidade mental é na realidade a capacidade que o Logos tem de pensar, agir, construir e evoluir, para desenvolver a faculdade de amor ativo e atuante. Quando o Logos, que é inteligência ativa, tiver percorrido seu ciclo de vida (o Sistema Solar), será também amor-sabedoriarazão pura em plena manifestação e atuant e em toda a natureza. Ele manifestará as duas qualidades, amor e inteligência, simultaneamente e em perfeita harmonia, em todos os recônditos do Sistema Solar, mesmo estando esse nessa época em obscurecimento material. O mesmo pode ser afirmado com referência aos Logoi Planetários em suas esferas e ao homem em seu pequeno ciclo. Aí está o motivo da suprema importância da mente ou manas. É o instrumento pelo qual a evolução é possível, a compreensão pode ser alcançada e é possível ser ativo, porque atividade sem inteligência somente destrói. Vejamos essa pergunta sob o enfoque do Fogo: OBJETIVAMENTE SUBJETIVAMENTE 1- o mar de fogo, o fogo do nosso Deus plano adi consumidor 2- akasha, o fogo do plano a Luz de Deus monádico é um fogo Vontade energizante aspecto forma

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3- éter, o fogo do plano átmico o calor da matéria 4- ar, o fogo do plano búdico a iluminação pela intuição

aspecto atividade

5- fogo, o fogo do plano mental o fogo da mente, a atividade mental 6- luz astral, o fogo do plano o calor das emoções astral 7- o mundo fenomênico físico ESPIRITUALMENTE 1. O mistério da eletricidade ou as leis que regulam a ação e o uso do fogo elétrico nos diversos planos 2. O mistério das sete constelações que formam o corpo de expressão do nosso Logos Cósmico 3. O mistério do UNO, o nosso Logos Cósmico, do qual nosso Logos Solar é o chacra cardíaco. Aqui encerramos nosso estudo de hoje. Voltaremos em 22/06/2004, quando trataremos dos Homens Celestiais, os Logoi Planetários e do homem, dentro da mesma ótica comparativa ou analógica, para mais clara compreensão do processo evolutivo. Mais uma vez enfatizamos a importância, que o Mestre Tibetano não se cansa de dar, do desenvolvimento e da aplicação d a mente, em particular da sua capacidade analítica, para o florescimento da qualidade amor-sabedoria-razão pura. Para tal, é condição sem a qual não,adquirir conhecimento em diversas áreas, para através da conjugação desses conhecimentos perceberem-se os pontos em comum e assim ser despertada e desenvolvida a mente abstrata e, através dessa, a intuição. Com esse exercício contínuo, os sentidos dos corpos superiores serão estimulados, ocorrendo um belíssimo processo de realimentação (feedback) positiva: o ex ercício estimula os sentidos superiores, esses permitem que novas informações cheguem ao cérebro físico, clareando o entendimento, o que por sua vez realimenta o estímulo dos sentidos superiores, os quais novamente respondem para o cérebro físico. Assim o processo segue num ritmo crescente, acelerando em muito a evolução.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. GN 18-JUN-2004

o tríplice fogo por fricção, por trás do mundo fenomênico.

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VI - O que é o aspecto Mente? Porque o princípio manásico é tão importante ? Quem são os Manasaputras ? 4 - Os Homens Celestiais e o Homem (Páginas 239,240, 241 e 242) Iremos agora responder à pergunta ³Quem são os Manasaputras ?´ Com referência ao nosso Logos Planetário, serão dadas informações mais detalhadas, quando for tratado o assunto da chegada na Terra dos Senhores da Chama, provenientes do esquema de Vênus, em meados da terceira sub raça da raça lemuriana, há 18 milhões de anos. Inicialmente assentaremos as bases para qualquer pensamento sobre o tema. Os Divinos Manasaputras, com diversas denominações na Doutrina Secreta, podem ser definidos como os Filhos nascidos da mente de Brahma, o terceiro Aspecto, Inteligência Ativa, pois Eles vêm à atividade neste Sistema Solar sob a influência desse Aspecto, que é exe cutado no plano Adi (a parte atômica do corpo físico cósmico do Logos Solar) por uma Entidade denominada terceiro Logos e que está numa posição acima dos Logoi Planetários. Esses Divinos Manasuputras são os sete Logoi Planetários, os Senhores dos Raios, os sete Homens Celestiais. Eles desenvolveram o aspecto mente no Sistema Solar anterior, quando a meta para aperfeiçoamento foi a Inteligência Ativa, a mente (Brahma na linguagem oriental). A ênfase foi dada à existência objetiva, material. Esse aperfeiçoame nto foi conseguido. Atualmente o objetivo é desenvolver o segundo aspecto, Amor-Sabedoria-Razão Pura (Vishnu), sendo a soma total da existência atual. Os Logoi Planetários não sagrados, como o nosso, também são Divinos Manasaputras e exercem funções altamente relevantes no Sistema Solar. Brevemente, em sentido cósmico, Ele tornar-se-á sagrado. As evoluções humana e dévica, em seus respectivos esquemas, constituem as células de seus corpos, assim como entes menores são as células dos corpos dos seres humanos, obviamente numa espiral bem inferior. Estudando -se profundamente as relações entre o homem e suas células, poderemos, utilizando os conceitos existentes nessas relações, captar muitas idéias sobre as relações entre os homens como células e os Logoi Plane tários, nas funções de seus corpos físicos cósmicos. Muitos esclarecimentos e entendimentos advirão com esse estudo. É lógico que requer esforço e a busca de conhecimentos em várias áreas científicas, para o cruzamento de informações e a consecução de idéias novas. Há um fato importantíssimo, que nunca deve ser esquecido. Assim como o homem é a Mônada fundamentalmente, a qual se expressa por meio de um corpo semi-permanente, o Loto Egóico e o corpo causal (semi -permanente, porque é desintegrado na quarta In iciação) e de três outros corpos inferiores, o mental inferior e o astral (que são princípios) e o físico, do qual apenas o corpo etérico é princípio, não o sendo a parte densa, da mesma forma o Homem Celestial é fundamentalmente a Mônada, que se expressa por meio de um

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corpo semi-permanente, o Loto Egóico e o corpo causal, no plano mental superior cósmico e de três corpos inferiores (cosmicamente falando), mental inferior (de matéria mental inferior cósmica), astral (de matéria astral cósmica), os quais constituem princípios. Ele possui também um corpo físico cósmico, o qual é formado de matéria etérica cósmica (os nossos planos monádico, átmico e búdico), de matéria mental superior, constituindo essas matérias princípios e de matéria mental inferior, astra l e física, as quais não são princípios. O homem energiza seu corpo denso com os três fogos (reação nervosa, emanação prânica e calor corpóreo), que permitem a utilização dos nutrientes da alimentação para a manutenção da vida física. Assim o homem utiliza esse instrumento, seu corpo denso, para suas atividades físicas, apenas isso, não o vendo como um princípio. De forma semelhante, o Homem Celestial energiza com seus fogos as matérias mental inferior, astral e física de seu corpo denso, mas também não as vê como princípios. Somente quando o homem desenvolve a consciência egóica no plano causal é que ele toma conhecimento claro da sua relação com seu Logos Planetário, como célula de seu corpo. Isso é óbvio, porque o Logos é alheio aos planos inferiores ao causal. Podemos explicar isso de outra forma. O corpo causal do homem, como célula do corpo físico do Homem Celestial, em sua totalidade, é a área mais densa pela qual o Homem Celestial se manifesta. Igualmente o corpo etérico do homem é o ponto mais denso no qual sua consciência se expressa. Esclareçamos um pouco essa atuação do corpo etérico do homem. A consciência do homem encarnado manifesta -se no cérebro físico, que é constituído de matéria densa. Mas atentemos para a atividade dos neurônios. Essa é elétrica, pela troca de íons para dentro e fora da membrana do axônio, sendo o íon o portador de carga elétrica, havendo uma modulação que porta a informação. No final do axônio está a vesícula sináptica, que libera os neuro transmissores, moléculas portadora s da informação para o outro neurônio. Essas moléculas transportam carga elétrica. Ora essa atividade elétrica se dá no corpo etérico, pois é o fogo chamado reação nervosa o responsável. Portanto a consciência está no corpo etérico, utilizando -se da parte densa do cérebro apenas como suporte. No futuro o homem dispensará o corpo denso, quando poderá viver fisicamente apenas utilizando o corpo etérico. Convém deixar bem claro que todas as Entidades em evolução têm seus planos e projetos para essa evolução e, conforme o ciclo, necessitam se expressar em determinadas matérias mais densas, com variação de níveis. O homem, como já dissemos, é fundamentalmente Mônada, atuando no plano monádico. Seu principal ponto de enfoque atualmente é o mental, o quinto plano. Todavia procura obter pleno desenvolvimento consciente nos três planos inferiores: mental, astral e físico. O Homem Celestial é fundamentalmente Mônada, atuando no plano monádico cósmico, portanto fora do Sistema Solar, como o homem como Mônada está fora dos três mundos de seu esforço. Seu principal ponto de enfoque físico em
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termos cósmicos está no segundo plano do sistema, o monádico (o mesmo do homem como Mônada), porém se esforça para desenvolver plenamente sua consciência física cósmica por meio das ma térias dos planos das Tríades Superiores humanas, suas células, os planos átmico, búdico e causal. Sua consciência física cósmica nos planos mental, astral e físico, utilizando -se das Tríades Inferiores humanas, Ele a desenvolveu no Sistema Solar anterior. O homem repete até a quinta Iniciação o esforço do Homem Celestial no Sistema anterior e assim conquistará o nível de consciência alcançado pelo Ele naquele Sistema. Esse processo de conquista está sempre ligado às Iniciações. O Logos Solar, o Grande Home m Celestial, é fundamentalmente Mônada atuando no plano monádico cósmico, porém num sub -plano monádico mais elevado que o dos Logoi Planetários. Seu principal ponto de enfoque está no plano causal cósmico, mas procura se exercitar e evoluir por meio dos três planos cósmicos inferiores: mental inferior, astral e físico, à semelhança do homem. Para Ele os sete planos, desde o adi até o físico, constituem seu corpofísico-etérico, sendo os planos adi, monádico, átmico e búdico os quatro éteres e o causal, a parte mais refinada do denso. A relação é a mesma existente para o homem, quanto a seu corpo físico -etérico. Portanto, com referência ao Grande Homem Celestial, podemos dizer que: 
   

Ele vitaliza seu corpo físico com os três fogos da matéria: elétrico, solar e por fricção, em nível cósmico. Anima-os. É plenamente consciente através dele. O etérico (adi, monádico, átmico e búdico) é seu princípio mais denso, atualmente. A parte densa de seu corpo não é um princípio, logo não é levada em conta. Essa parte densa é c onstituída pelas matérias mental inferior, astral e física. Donde se conclui que o plano búdico é o quarto éter cósmico.

Embora repetindo, vamos consolidar: Sete Homens Celestiais, os Sagrados, formam os sete centros principais do corpo físico cósmico do Logos Solar. São esferas das quais saem os fogos que vitalizam e animam esse corpo, expressando cada Um a força que o caracteriza, segundo sua posição dentro do corpo. Os seres humanos, como Egos, formam grupos no plano causal se estão conscientes nesse plano, sendo que conjuntos desses grupos constituem centros no corpo do Homem Celestial. O Logos Solar, também repetindo para consolidar o conhecimento, forma um centro no corpo de uma Entidade Cósmico ainda maior, o Logos Cósmico, AQUELE DE QUEM NADA SE SABE.

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Conseqüentemente os seres humanos, de qualquer esquema planetário, ocupam lugar em um dos quarenta e nove centros (observar que um centro pode ser formado de vários grupos egóicos, que atuam em diferentes partes ou pétalas do centro) dos sete Homens Cele stiais. Existe um relacionamento muito íntimo entre os sete Homens Celestiais sagrados e os sete Rishis da constelação de Ursa Maior, relacionamento esse que passa pelas sete Plêiades, o aglomerado estelar que se encontra no pescoço da constelação de Touro. Essa relação entre os sete Homens Celestiais sagrados e os sete Rishis da Ursa Maior tem a mesma distância energética que a existente entre a Mônada e o homem encarnado. Isso não quer dizer que os sete Rishis sejam as Mônadas dos Homens Celestiais, mas apenas dá uma idéia da distância energética. Por meio dessas comparações, podemos vislumbrar como são esses grandes Seres Cósmicos e seu dia a dia cósmico. Como um dia seremos também Seres Cósmicos, não interessa de quantos eons necessitemos, esses conhecim entos que o Mestre Tibetano nos propicia incrementam em nós a vontade para acelerarmos a nossa evolução. No próximo estudo, a ser colocado em 25/06/2004, entraremos na VII pergunta: Porque a evolução se desenvolve ciclicamente ?
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VII - Porque a Evolução se desenvolve ciclicamente ? (Páginas 242,243 e 244) Mestre Tibetano diz que esta pergunta é desconcertante (difícil de explicar) e nos obriga a pensar. Assim Ele fixa determinados conceitos, para que possa haver um claro entendimento. Esses conceitos são explanados a seguir.
Repetição No tempo: a atividade cíclica ou periódica compreende períodos de tempo de diferente duração, havendo ciclos maio res e menores, ambos uniformes quanto à duração. Assim como os dias humanos têm a mesma duração, vinte e quatro horas, variando apenas quanto ao ciclo do Sol, ou seja, no solstício de inverno, o percurso do Sol ao longo da eclíptica durante o dia é o menor do ano para a região onde está iniciando o inverno, sendo o período diurno de menor duração, enquanto no solstício de verão é o maior do ano, para a região onde está começando o verão, da mesma forma um Dia de Brahma ou um Dia do Logos Solar sempre tem igual duração. O mesmo ocorre com um mahamanvantara, uma encarnação do Logos Solar. O período de giro de um átomo em torno do próprio eixo é constante, para todos os átomos em seus respectivos planos. Obviamente há pequenas variações em torno de uma média. Portanto estamos tratando de valores médios. De fatos: Cada grupo de átomos que constitui uma forma possuiuma particular freqüência, ou seja, um número fixo de oscilações por segundo. Este conjunto de átomos atuará no meio ambiente, gerando determinadas cir cunstâncias e procurará manter a sua freqüência (freqüência natural ou de ressonância) e, quando um agente externo atuar sobre ele nessa freqüência, ele responderá com ênfase a ela, sendo sua linha de menor resistência. Se esse agente externo repetir a sua atuação dentro de um cronograma, sempre o conjunto de átomos constituintes da forma responderá a essa freqüência, atuando por sua vez no meio ambiente. Isso nada mais é que a interação entre o Eu e o não -eu. É lógico que, pela constante influência do agen te externo, a reação do Eu sobre sua forma vai lentamente (rapidamente quando o Ego está mais desenvolvido) modificando-a, alterando assim sua freqüência de ressonância ou natural, o que significa evolução. Isso é análogo às oitavas de uma freqüência fundamental, pois podemos excitar um cristal em várias oitavas da mesma nota. No espaço: esse conceito está profundamente ligado ao carma, essa grande Lei que rege realmente a matéria do Sistema Solar e iniciou sua ação em sistemas anteriores. Assim temos repetições ordenadas e ascendentes, formando simbolicamente uma espiral ascendente, sob a regência de uma lei precisa.

Como fatos observados resultantes da aplicação desses conceitos, temos:

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O Sistema Solar repete sua atividade - Repetição no Espaço Uma cadeia planetária repete sua atividade - Repetição no Tempo, porque o sistema, o espaço e o local são os mesmos A repetição consecutiva e constante da freqüência de ressonância, também chamada nota, de um plano, um sub -plano e de tudo que tal nota traz à objetividade - Planos de Repetição A tendência dos átomos constituintes de formas para manter sua freqüência e gerar circunstâncias ambientais e corpos semelhantes - Repetição da Forma. Vemos claramente essa lei funcionar no ser humano: o ciclo da gravidez, o ciclo da infância, o ciclo da adolescência, o ciclo da maturidade e o ciclo final da senilidade. Esses ciclos repetem -se para todos, exceto, é óbvio, para os que morrem cedo. O comportamento nos diversos ciclos varia, conforme o grau de evolução da Alma encarnada. Também aqui estamos falando de valores médios, havendo flutuações em torno dessas médias. Se raciocinarmos em profundidade, concluiremos que esse processo de repetição cíclica é o mais eficiente para o aprendizado, o que é a evolução, um contínuo aprendizado. Nas escolas e faculdades, temos esse método. O ciclo letivo de um ano, no ano seguinte outro ciclo em que as matérias estudadas são aprofundadas e assim prossegue até o término do primeiro grau. Depois vem o segundo grau, com repetição dos ciclos anuais com novas matérias e mais aprofundamento das estudadas. Em seguida, para alguns felizardos (o que deveria ser para todos, sem exceção), vem o terceiro grau, atualmente com ciclos semestrais, com mais aprofundamento. Conseqüentemente o homem segue fielmente a lei dos ciclos. Temos, em nível mais elevado e coletivo, o nascimento, ascensão, auge e queda das civilizações. Temos também em nível planetário as grandes eras, a de Áries, já passada, a de Peixes, que está no final e a de Aquário, que e ntrará em seguida. No fato de a era de Peixes estar terminando e estar começando a de Aquário, temos a explicação para o recrudescimento das religiões. Como a maioria da humanidade é fortemente pisciana, ela resiste tenazmente às energias de Aquário, que s ão de índole mental e de liberdade. Mas essa resistência é inútil, pois quem não se sintonizar com Aquário, será expurgado. Essa sintonia com Aquário nada tem a ver com o signo do Sol ou do Ascendente, sendo uma questão de nível evolutivo e de mentalidade. Uma informação que cabe ser lembrada aqui, é que o nosso Logos Planetário vai receber uma Iniciação Cósmica menor na atual ronda, Iniciação essa que antecede a quarta Cósmica que Ele irá receber na próxima ronda. Ora, como a quarta Iniciação é a da renúncia, o que requer desapego e liberdade, nada mais lógico que a humanidade, células em seu corpo, esteja passando por provas de renúncia e desapego. Portanto está tudo dentro de uma lógica e planejamento perfeitos. Cabe a nós entender isso e nos adequar a es sa situação consciente e inteligentemente. O que vamos dizer a seguir é uma conjugação lógica de fatos e informações, que nos leva a uma conclusão e que

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se encaixa no assunto atual, os ciclos. O calendário maia só vai até o ano 2.012. Sabemos que o Senhor Maitreya, o Cristo, em uma encarnação na Atlântida, esteve entre os Maias, onde ficou conhecido como Quetzal-Coatl,a Serpente Emplumada, tendo sido um Rei muito sábio, que ensinou muitas coisas àquele povo. Por outro lado, o eixo norte-sul da Terra está se alinhando com a estrela Poláris, a alfa de Ursa Menor. Essa estrela é um filtro para duas estrelas da Ursa Maior, Dhube e Merak, respectivamente a alfa e a beta, transmitindo Dhube energias do primeiro raio e Merak do segundo. Portanto, via Poláris, a Ter ra está recebendo energias dos primeiro e segundo raios. Portanto juntando esses fatos com a Iniciação Cósmica menor que o nosso Logos vai receber na atual ronda, com o fato de o nosso globo, a Terra, ser o único denso do esquemae o último da ronda e ainda com a necessidade de a quarta Iniciação ter de ser recebida em encarnação física e o nosso Logos estar encarnado fisicamente através de SANAT KUMARA, podemos deduzir que essa Iniciação Cósmica menor do nosso Logos será recebida no ano 2.012. Logicamente a Terra e a humanidade sentirão os efeitos dessa Iniciação. Estendendo essas idéias para planos além do Sistema Solar, por exemplo o astral cósmico, estaremos caminhando rumo ao infinito. Esclareçamos melhor o que acabamos de dizer. Sabemos que sete Sistemas Solares formam o corpo de expressão de um Logos Cósmico. Para esse Logos, muito superior ao nosso, a Lei dos Ciclos também funciona e ELE não pode dela escapar. A área de atuação dessa lei é muito mais complexa e elevada que a do Logos Solar. Indo mais alto, encontramos o Logos Hiper-cósmico, o Parabrahma cósmico, cujo corpo de expressão é formado por sete Logoi Cósmicos. Também ELE obedece à Lei dos Ciclos. Podemos ter uma idéia aproximada, se considerarmos os ciclos de nascimento, existência, ápice e extinção de uma galáxia, de um aglomerado de galáxias e de um aglomerado de aglomerados de galáxias, já detectados pelos modernos telescópios. Com base nessas diferenças de grandezas, podemos inferi-las entre Logoi, ou seja, Logoi Solares, Cósmicos, H iper-cósmicos e acima. As matérias de atuação e vivência, nas quais esses Seres Cósmicos evoluem e adquirem experiência, são de tal freqüência e energia, que é muito difícil conceber sua ordem de grandeza. Sabemos que existem e devemos nos dar por muito felizes em saber isso e nos contentar em entender que a grande Lei dos Ciclos a ELES se aplica. Sabemos que esse assunto é muito complexo, por isso vamos parar por hoje, para que todos reflitam e tirem suas próprias conclusões, pois só assim poderão expandir suas mentes. No próximo estudo, a ser colocado em 29/06/2004, trataremos das leis que regem a repetição da atividade cíclica.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VII - Porque a Evolução se desenvolve ciclicamente? 2 - A repetição da Atividade Cíclica está regida por duas Leis (Páginas 244 e 245) Estudemos agora as leis que regem a atividade cíclica. Na realidade há apenas uma lei maior, sendo a outra sua subsidiária. Com isso temos dois ti pos de ciclos envolvidos na natureza do Eu e do não-eu.A ação recíproca entre os dois, pelo uso da mente, produz o meio ambiente ou o conjunto de circunstâncias, que leva o homem a evoluir. A Lei maior é a de Atração e Repulsão, causa dos ciclos pelo seu modo de agir. Sua subsidiária é a Lei de Periodicidade e Renascimento. A Vontade do Espírito ou da Mônada juntamente com a atividade da matéria leva à evolução em ciclos. A Mônada cria modelos (as formas) com a matéria ativa, sendo esses modelos necessários para as experiências e aprendizado, ou seja, para evoluir. Por isso toda forma tem Vida. Há uma tendência para toda vida se unir com a vida semelhante latente nas outras formas. Quando a Mônada conseguir que a forma se sintonize perfeitamente com Ela, o q ue significa que a freqüência ou nota emitida pela forma seja um sub -múltiplo exato, o mais próximo possível, da nota da Mônada, cessará a evolução para aquela meta, iniciando-se imediatamente um novo ciclo de evolução, em espiral mais elevada. Quando a freqüência ou a nota da forma é mais forte que a da Mônada, há atração exercida pelas formas, que dominam. Quando a freqüência emitida pela Mônada é mais potente que a da matéria e forma, então a Mônada rechaça a forma. Esse é o campo de luta da vida (a Môna da) e as suas incontáveis etapas intermediárias, o que pode ser dito da seguinte maneira: 
  

O período em que prevalece a nota da forma (matéria), é o ciclo da involução. O período em que a Mônada rechaça a forma, é o ciclo da batalha nos três mundos inferiores. O período em que uma Mônada atrai Outra, é o ciclo de abandono da forma e da entrada no Caminho. O período em que se impõe a freqüência ou nota da Mônada, é o ciclo da evolução nos planos superiores ao mental.

O que ocorre nos ciclos mundiais (por exemplo na última guerra mundial) é conseqüência da falta de sintonia entre as freqüências emitidas. É assim que a harmonia é alcançada: primeiro a matéria impõe sua freqüência, que passa a ser a fundamental; gradualmente a Mônada vai aumentando a potê ncia da sua freqüência em cima da nota da forma e monopoliza a atenção, até que aos poucos a freqüência da Mônada é a dominante sobre as outras da matéria. Todavia cabe lembrar que é a nota da Mônada que mantém unidas e coesas as partículas constituintes da forma. A nota do Sol atrai os planetas do Sistema e os mantém em órbitas ordenadas, através da força gravitacional. Essa

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sintonia das freqüências prossegue num crescendo até ser obtida a sintonia exata ou harmonia, entre os planetas, os esquemas, as humanidades evoluindo nos esquemas e os Logoi responsáveis pelos esquemas, ao conseguirem expressar com perfeição o modelo cósmico que o Logos Solar estabeleceu para esse Sistema Solar. Então advirá o ciclo de abstração, o desinteresse pela forma e a conseqüen te desintegração do Sistema. O mesmo ocorre com o ser humano. Por meio da nota da Mônada ele mantém seus corpos coesos e unidos (seu Fogo Solar). Para as pequenas vidas que se expressam pelas partículas (átomos, moléculas, células etc) de seus corpos a Mônada faz o mesmo papel do Sol em relação aos planetas. Analisando em maior profundidade, concluímos que a Lei de Atração expressa os poderes da Mônada e que a Lei de Repulsão, mesmo oriunda da Mônada, rege as formas, melhor dizendo, a Mônada exerce a atração que mantém os elementos constituintes da forma, que se repelem entre si, coesos para existir a forma, ao mesmo tempo as formas repelem-se entre si. Expliquemos a ação dessa Lei maior de outro modo. A Mônada atrai a Mônada durante todo o ciclo maior. Nos ciclos menores, a Mônada atrai temporariamente a matéria constituinte das formas. Prevalece sempre a tendência de as Mônadas se unirem e se fundirem, o que é coerente com a natureza essencial delas, uma vez que Elas são estados de ser da Grande Mônada Solar. Com a repulsa das formas entre si, dá-se a separação. Essa separação é a causa da luta travada pela Mônada para desenvolver seus poderes e qualidades, pelo domínio pleno das formas. Quando a mente, o terceiro fator,começa efetivamente a atuar, a Mônada passa a buscar o ponto de equilíbrio, quando inicia -se o estabelecimento da harmonia entre as formas e entre ela e a Mônada. Mas para isso, as experiências em diversas condições são imprescindíveis, o que implica em repetição ou ciclos ordenados e bem planejados. Isto é válido para Sistemas Solares, esquemas planetários, o homem e o átomo, como também para Sistemas maiores que os solares. Dessa forma, pela repetição constante, a consciência é aperfeiçoada e é estimulada a capacidade de resposta. Com a aumen to dessa capacidade de resposta, ela se torna patrimônio muito valioso da equipagem da Entidade (Logos e homem). Inicialmente isso ocorre na equipagem física, ou seja, o corpo físico. Mas essa capacidade de resposta tem de ocorrer também nos corpos astral e mental. Daí a necessidade imperiosa dos renascimentos, para todos sem exceção. Quando essa faculdade auto -consciente, na captação de informações (jnanaindriyas) e na resposta (carmaindriyas), estiver no nível ideal de aperfeiçoamento, tal que haja uma co ordenação perfeita (dentro da meta estabelecida pelo Logos Solar) e, em conseqüência, todos os Entes dentro do Sistema Solar, em todos os planos desde o físico até o adi (o físico cósmico no todo), exerçam suas funções em perfeita harmonia e na mais perfei ta sintonia e coordenação, tornando-se parte integrante da equipagem do Logos, só então cessará a evolução cíclica para o físico cósmico. O movimento oscilatório em todos os sub-planos (nossos planos sistêmicos) do plano físico cósmico será tão afinado e sincronizado, que provocará o início de idêntica ação no plano
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astral cósmico, o imediato ao físico. É óbvio que nessa ocasião ocorrerá a desintegração do físico cósmico. Novamente vemos a grande importância da capacidade analítica da mente. É somente por meio dela que é possível entender todo esse magno processo evolutivo e apreciar sua imensa beleza. Aqueles do reino humano que receberem a sexta Iniciação Planetária e obtiverem êxito no caminho escolhido nessa Iniciação, saberão o que é trabalhar no plano astral cósmico e até em planos cósmicos superiores. Na oitava Iniciação, a segunda Cósmica, o felizardo Iniciado já começa a trabalhar com a matéria astral cósmica. Concluindo, há uma lógica exata no processo pelo qual a evolução prossegue aos ciclos. Ao mesmo tempo, mais uma vez percebemos a glória que aguarda o homem que, usando sua Vontade e sua Inteligência Ativa, faz o esforço necessário para desenvolver o Amor -Sabedoria-Razão Pura e adquirir conhecimentos (não esquecer que o conhecimento liberta). A S abedoria só é possível após a conquista do conhecimento. Essa glória suprema (até um certo nível) consiste em poder viver e atuar em matéria cósmica de altíssima energia, como é a matéria astral cósmica, sede das emoções cósmicas do nosso Logos Solar. Dissemos suprema até um certo nível, porque há níveis mais elevados de vivência para o homem, como a matéria mental cósmica, a búdica cósmica e outras mais refinadas e de maior energia. Encerramos aqui nosso estudo de hoje, voltando em 2/7/2004, com o item 3 - A Terceira Idéia Implicada no Conceito dos Dois Tipos de Ciclos, quando, partindo dos movimentos, chegaremos aos resultados desses movimentos, abrangendo desde o átomo até o Logos Solar.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina

[084] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VII - Porque a Evolução se desenvolve ciclicamente? 3 - A Terceira Idéia Implicada no Conceito dos Dois Tipos de Ciclos (Páginas 245e 246) Iremos estudar a seguir o significado dos movimentos, não apenas no sentido físico, mas no de processo de evolução, ou seja, o significado simbólico, suas conseqüências, implicações e resultados. Rotação em torno do eixo Este movimento ocorre fisicamente no átomo, nos planetas e no Sol. No caso dos planetas, correlacionando esse mo vimento com os conhecimentos esotéricos relativos aos Logoi que por eles se expressam, tiramos conclusões muito interessantes. Vejamos Vênus. Ele gira em torno de seu eixo, formando um ângulo de 177,3 graus em relação à eclíptica, apontando seu pólo norte para um determinado ponto no espaço, que não é difícil de descobrir, assim como o pólo norte da Terra aponta para Poláris. O sentido de rotação de Vênus
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é oposto ao da Terra e da maioria dos planetas, girando Vênus de este para oeste e não de oeste para este. Esses dados astronômicos fornecem muitas informações a respeito do nível evolutivo dos Logoi, para aqueles que têm olhos de ver. Mestre Tibetano cita um movimento de rotação do Sol com todos os corpos celestes que estão dentro do seu ³círculo não se pa ssa´. Sabemos que o Sol gira em torno do próprio eixo, mas para entendermos o que o Mestre quis dizer, temos de considerar a ligação do Sol que nos aquece com uma estrela binária, em torno da qual o Sol gira com seus planetas. H. P. Blavatzky conta a verdadeira história do nosso Sistema Solar, que não é essa que a maioria pensa. Embora esse movimento possa parecer uma órbita, não o é, se atentarmos para o Sistema Maior, que é o constituído pelo nosso Sol e seus planetas, a estrela binária, onde está o Sol C entral e verdadeiro e uma quarta estrela também pertencente ao Sistema Maior. Essa estrela binária igualmente gira em torno de um eixo, em um processo mais complexo que o do nosso Sol. Em significado simbólico temos o seguinte:   

Quanto ao homem, temos o envio para a consciência central da Alma das informações dos três corpos inferiores, físico, astral e mental inferior, durante uma encarnação. Podemos considerar a consciência central como o eixo de rotação e as diversas fases de desenvolvimento das capacidades de captação dos corpos como a rotação. Quanto ao Homem Celestial, temos o sucessivo enfoque da consciência do Logos Planetário em cada globo da sua cadeia, que é uma encarnação, sendo essa sucessão a rotação e a consciência do Logos o eixo. A título de exemplo, no período atual, nosso Logos Planetário tem sua consciência enfocada na Terra. Com referência ao Grande Homem Celestial, o Logos Solar, considerando o Sol Central (a estrela binária), o giro dele produz diversos estados de consciência para o L ogos.

Movimento de órbita em torno de um centro Devemos ter em mente que as órbitas dos planetas são elípticas, estando o Sol num dos focos da elipse, causa do periélio (aproximação máxima do Sol) e afélio (afastamento máximo), não sendo isso a razão das estações do ano. Essas são provocadas pela inclinação do eixo norte-sul da Terra em relação à eclíptica. Considerando o significado simbólico, temos: No homem é o ciclo completo de uma encarnação, desde a saída do plano causal, a ativação da unidade mental, do átomo astral permanente e do átomo físico permanente, a construção do corpo físico, em suas etapas etérica e densa, o desenvolvimento dos corpos astral e mental inferior, a morte física, a passagem pelo plano astral, a morte astral, a passagem pelo pla no mental inferior, a morte mental e o ingresso no plano mental superior ou causal, retornando. Todas essas etapas podem ser consideradas como sendo uma órbita em torno da consciência central da Alma. No Homem Celestial é o período de uma ronda, quando a c onsciência do Logos Planetário passa pelos sete globos de uma cadeia, sendo essa passagem uma órbita em torno da consciência central. No Grande Homem Celestial, temos de considerar o Sol Central (a estrela
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binária), em sua órbita em torno de seu Centro Cós mico (lembremo-nos de que o nosso Logos Solar faz parte do corpo de um Logos Cósmico), levando consigo o nosso Sol e seus planetas e a outra estrela pertencente ao Grande Sistema estelar. É óbvio que essa grande órbita leva muitas informações cósmicas à consciência do Logos Solar, da mesma forma que a órbita da Terra em torno do Sol, percorrendo os doze signos do Zodíaco, afeta o comportamento humano, pelas influências emanadas deles. No que acima foi dito ficou bem explícito que sempre o pólo central é a consciência. Não se pode conceber tempo, espaço e atividade sem o Pensador, o ser consciente, que se nutre, enriquece, expande -se e evolui com o que consegue colher nas diversas etapas. Dessa conexão muito íntima do tempo e do espaço com a consciência e o Pensador, podemos fazer muitas ilações de grande interesse e de suma importância para o nosso entendimento de como esses dois conceitos são fortemente relativos e ilusórios, uma vez que, usando uma linguagem matemática, podemos afirmar que tempo e espaço sã o funções da consciência. Quanto mais ampla e veloz a consciência, mais tempo e espaço tendem a zero. Por isso, o que para o homem gera a sensação de um milênio, para um Ser Cósmico gera a sensação de um minuto, pelo fato de a consciência do Ser Cósmico ser muito mais abarcante e rápida, com grande capacidade de viver eventos simultâneos. Essa mudança de sensação já é percebida quando se trabalha com plena consciência com a matéria dos planos sutis, ainda dentro da esfera humana, ou seja, os planos astral e mental inferior. O mesmo acontece com a sensação de espaço. Para um vírus o espaço dentro de uma célula do corpo humano é enorme. Para o homem o espaço da Terra é muito grande, mas para o Logos Planetário é apenas uma parte de seu corpo de expressão. Temos hoje um exemplo marcante dessa diferença em termos de espaço. Como todos já devem saber, a nave Cassini -Huygens chegou em Saturno ( o Senhor dos Anéis) no dia primeiro de julho corrente, tendo sido lançada da Terra há sete anos. Essa distância, enorme pa ra o homem, é uma proximidade para os Logoi Planetários, pois suas consciências são muitíssimo mais abrangentes e velozes. É um fato científico comprovado que, quanto maior a freqüência de um oscilador, maior a capacidade de conter e processar informações, como sua velocidade. Vemos isso nos modernos computadores. Como seus processadores operam em freqüências da ordem de grandeza doGiga Hertz (um gigahertz significa um bilhão de ciclos por segundo), sua velocidade e capacidade são bem maiores que as dos com putadores de menor freqüência. Como nos planos astral e mental inferior os átomos oscilam em freqüências mais elevadas que as do plano físico, a sensação de tempo já é diferente. O ocultismo chama essa faixa de freqüências, dentro da qual os átomos podem oscilar, de tanmatra do plano, sendo seus efeitos os tattwas. Com referência aos tattwas, cabe aqui uma pequena observação, embora saindo um pouco do tema em pauta. Os ocultistas falam muito em tattwas como energias, considerando apenas o desenho do movimen to da partícula, segundo esse ou aquele tattwa. Mas se considerarmos que para cada plano existe uma faixa de freqüências, também para cada sub -plano de um plano existe uma faixa menor de freqüências, sendo cada sub-plano regido por um tattwa secundário, de ntro do tattwa principal regente do plano. O plano físico é regido pelo tattwa Pritivi. Os sub-planos físicos têm as seguintes sub-regências:
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sub-plano super-etérico (o terceiro): tattwa akasha ou éter (som) sub-plano etérico (o quarto): tattwa vaiu (ar) sub-plano gasoso (o quinto): tattwa tejas ou agni (fogo, luz) sub-plano líquido (o sexto): tattwa apas (água) sub-plano sólido (o sétimo): tattwa pritivi (terra)

Não falamos propositadamente dos sub -planos atômico (o primeiro) e sub atômico (o segundo), pois não constituem assunto para o momento. O estudo das formas de onda (o desenho do movimento das partículas) e das freqüências de cada sub-plano físico, segundo os tattwas, será muito útil, em particular, para a saúde humana, pois o corpo humano, em suas diversas partes, é regido por tattwas diferentes, sob a regência maior do tattwa pritivi. A inserção aqui desses comentários sobre os tattwas é justificada, porque tattwa é movimento e o assunto em pauta é movimento. No próximo estudo, a ser colocado em 6/7/2004, teceremos considerações a respeito da interação entre a consciência e as diversas etapas do tempo, dentro do movimento, seguindo a programação do Mestre Tibetano.
Que a Paz do Sen h or Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espan h ol, da Fundação Lucis e distrib uído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VII - Porque a Evolução se desenvolve ciclicamente? - A Terceira Idéia Implicada no Conceito dos Dois Tipos de Ciclos - Continuação (Páginas 246, 247, 248 e 249) Estudemos agora a interação entre a consciência e o tempo, dentro da idéia de movimento. Relembremos que o tempo é a sucessão de estados de consciência, sendo sentido portanto de forma diferente, não só quanto à expansão da consciência como à matéria, em relação à qual a consciência atua, age e capta informações. Einstei n já afirmou que o deslocamento do tempo está intimamente ligado à velocidade. Ante isso podemos admitir que, quanto mais ampla e dinâmica ou veloz a consciência, mais rapidamente passa o tempo, até chegar à velocidade infinita para o ABSOLUTO INFINITO, o que significa o eterno agora. Todos nós, com a evolução, viveremos essas experiências de aproximação contínua do ABSOLUTO INFINITO, sem nunca chegar a ELE, muito embora cada vez mais perto. Comecemos pela consciência do átomo. Ele gira em torno de seu eixo , valendo isso para todos os planos. Nesses giros penetra no campo de atividade de outros átomos, atraindo-os para seu campo de atividade (formação de moléculas, visando suprir uma necessidade, como a valência) ou repelindo -os, dando origem à separação. Na união cada átomo conserva sua identidade (na água, H2O, os átomos de hidrogênio e oxigênio mantêm suas identidades). Nessas combinações os átomos adquirem experiências e expandem suas consciências. Os Químicos, quando atualmente constroem gigantescas
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moléculas como os polímeros ou manipulam o silício com a dopagem (inserção de impurezas), para transformá -lo em semicondutor e transistor (de imensa utilidade hoje em dia, sem o qual não teríamos o estupendo avanço da tecnologia em diversas áreas), estão decid idamente contribuindo para a evolução do reino mineral. Esse atrair e repelir é a chave dos outros estados de consciência. As consciências mineral, vegetal e animal diferem da consciência humana em muitos detalhes, em particular no fato de não saberem coor denar, deduzir nem reconhecer uma outra entidade separada. É semelhante à consciência humana na capacidade de responder aos múltiplos contactos, mesmo não possuindo auto-consciência. O homem, durante seu ciclo de manifestação, em qualquer plano, gira em to rno de seu ponto central, sua Alma, manifestação da Mônada (o homem verdadeiro), fonte de sua vida. Nesse movimento entra em contacto com outros homens (podemos considerá-los como átomos humanos), o que o leva à cooperação e interação, podendo atrair, form ando grupos ou repelir. Também conserva sua identidade nos grupos, pois sabe que é uma célula no grupo. O Homem Celestial, quando se expressa por meio de uma cadeia planetária, gira também em torno de seu eixo, ocorrendo com Ele a mesma interação com outros esquemas planetários. Em suas órbitas em torno do Sol, os planetas interagem e se influenciam mutuamente. A Astrologia está aí para confirmar isso, muito embora a visão da grande maioria dos astrólogos ainda é muito parca. Um planeta afasta outro similar, em virtude da lei muito conhecida de que os semelhantes se repelem, embora com o tempo as vibrações de ambos se intensificam e se harmonizam, ocorrendo então a atração. Um planeta positivo atrairá outro negativo (positivo e negativo no sentido de polarid ade). Esta é a manifestação do sexo, desde o átomo até as imensas cadeias planetárias, alcançando também Sistemas Solares, sendo a base da atividade. Essa interação entre sexos opostos é a atividade irradiante, que se observa entre os átomos, entre homem e mulher, entre esquemas planetários e entre Sistemas Solares, quando vibram entre si, buscando a complementação. Podemos concluir conseqüentemente que essa passagem do tempo é o desenvolver da consciência, em que ela procura seu pólo oposto e segue regida pela Lei de Atração. o que a leva ao matrimônio atômico, humano, planetário, solar e cósmico. Esse processo é facilmente inteligível no que concerne ao ser humano, o qual é conduzido pelas simpatias e antipatias. Esses dois estados de ser são resultantes da percepção pela consciência de que uma outra forma entrou em seu ³círculo não se passa´ ou seu campo magnético, podendo ser atraída ou repelida, segundo a lei regente de seu ser. Unicamente quando a Mônada dominou e transcendeu a forma, cessa a repulsão, porque a Mônada passa a enxergar outra Mônada, de sua mesma essência divina, servindo-se de outra forma para evoluir. Para o Logos Solar, quando for alcançada essa etapa, será o início do pralaia solar ou a desintegração do Sistema Solar, o que é o mesmo q ue dizer que cessa o

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tempo físico. Isso vale para o homem e para os Logoi Planetários. A consciência também está ligada ao espaço, ao utilizar a matéria, o que já foi comprovado pelos Físicos, quando uniram o espaço e o tempo através da consciência do obse rvador. Para o Logos Solar espaço é a área onde se desenvolvem seus propósitos, objetivos e atividades conscientes, seu ³círculo não se passa´ (o que sua consciência alcança). Para um Logos Planetário espaço é a parte do Sistema Solar que Ele pode utilizar, para cumprir seu propósito de vida, dentro das limitações de sua consciência. O homem repete o mesmo processo, dentro de seu nível evolutivo, o qual pode ser muito restrito, no caso de um homem pouco evoluído, ou bem mais amplo e extenso, para um homem muito evoluído (um Iniciado), podendo até estabelecer contacto conscientemente com a periferia do campo de ação de seu Logos Planetário, do qual é uma célula consciente. Essa é a meta atual e todos devem se esforçar conscientemente para alcançá -la e ir mais além, muito mais além. Para o átomo fazendo parte do corpo de um homem, o espaço é o corpo desse homem, no qual está a consciência maior, podendo ser atraído ou rechaçado: se atraído, incorpora-se à atividade rotineira do corpo do homem, se rechaçado, fica impedido de se locomover em algum ponto. Isso também ocorre com o homem, se muito evoluído (um Iniciado), trabalha rotineiramente dentro do corpo de seu Logos Planetário, se não, fica restrito a uma pequena área. Concluímos, através dessa linha de racioc ínio, que espaço e tempo são apenas idéias ou conceitos que traduzem a atividade cíclica de uma entidade, em relação com a sua consciência. O assunto é bastante complexo para a maioria da humanidade, em virtude de seu pequeno desenvolvimento intelectual, uma vez que ela está mais preocupada com a manifestação material do que com a atração entre as Mônadas, sendo essa nada mais que um mero conceito. Se mais seres humanos obtivessem contacto mais íntimo com suas Almas ou Egos e assim procurassem se desapegar da matéria e da forma, seria facilmente entendido o processo transmutador. Só então o tempo poderá ser transcendido, conforme ele é sentido e medido nos três mundos inferiores, como também descobrir-se-á que o espaço (os três planos inferiores ou os dezoito subplanos) constitui uma barreira, que pode ser ultrapassada. Esses dezoito subplanos são: os sete físicos, os sete astrais e os quatro mentais inferiores. O mesmo ocorre com os Logoi Planetários, sagrados e não sagrados, os Logoi Solares e Cósmicos, indo mais além. Para os reinos inferiores ao humano também dá-se o mesmo, em sentido inverso, pois, quanto mais tende para o denso, maiores são a inércia, a falta de resposta aos estímulos exteriores e a limitação da irradiação. No próximo estudo, a ser colocado em 9/7/2004, faremos uma análise do quinto diagrama, que está na página 296 do Tratado, com vistas ao problema do Logos Solar, dentro do que é possível passar e à exata analogia entre Ele e seu reflexo, o homem.

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Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [086] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VII - Porque a Evolução se desenvolve ciclicamente? 3 - A Terceira Idéia implicada no conceito dos dois tipos de Ciclos Continuação (Páginas 249,250 e 251) Vejamos rapidamente o V diagr ama, na página 296 do Tratado sobre Fuego Cosmico, citado pelo Mestre Tibetano. Neste diagrama observamos claramente que a Mônada Solar se encontra, como um centro (o cardíaco), no corpo do quarto Logos Cósmico, que por sua vez é um centro no corpo do PARABRAHMA CÓSMICO, AQ UELE QUE ESTÁ ACIMA DOS LOGOI CÓSMICOS. O plano de residência é o Monádico cósmico, ou seja, todo relacionamento da Mônada Solar é com a matéria monádica cósmica. Por aí temos uma idéia do que está muito acima de nós e de como é a nossa maior aproximação de DEUS. No diagrama vemos no plano búdico cósmico sete triângulos, que simbolizam os sete Rishis da Ursa Maior, como centros no corpo búdico cósmico do nosso Logos Solar. São Eles os portadores das energias de Raios, cuja origem está numa constelação além da Ursa Maior. Obviamente as energias de Raios c hegam à Mônada Solar, provenientes dessa misteriosa constelação, que é o centro coronário do Logos Cósmico. Os sete Rishis da Ursa Maior trabalham essas energias dentro do corpo búdico cósmico do Logos Solar. Daí elas prosseguem passando pelos corpos causal, mental inferior e astral cósmicos do Logos, chegando aos sete Logoi Planetários do nosso Sistema. Há muito mais coisa a ser dita sobre esse diagrama, mas o momento não é agora. Busquemos as analogias entre o Logos Solar e o homem, seu reflexo, em termos de processo evolutivo e identifiquemos onde se localiza o problema do Logos. Primeiro - Ambos estão em encarnação física. O Logos Solar no plano físico cósmico, através de seu Sistema Solar , o que nos mostra que esse Sistema vai muito mais além dessa ínfima parte visível e que pode ser detectada e estudada pela Ciência humana. O que está mais além só pode ser estudado e compreendido no decorrer das Iniciações, quando o Iniciado conquista a c apacidade e o direito de atuar conscientemente nessas matérias de altíssima energia. Segundo - Ambos estão na situação de maior densidade ou involução, pois o físico é o mais denso. Isso não significa que o Logos esteja num baixo nível evolutivo, uma vez q ue Ele é um Logos Solar sagrado, mas apenas que está encarnado fisicamente. Terceiro - Os dois estão limitados pela matéria física e estão desenvolvendo a consciência egoica no plano físico, o homem no físico sistêmico e o Logos no cósmico. Quarto - O homem deve se esforçar para que seu Deus interno (sua
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Mônada) adquira total controle dos corpos inferiores e por eles possa expressar suas qualidades, com plenitude de consciência, conseguindo assim manipular as diversas matérias e usá -las como instrumentos. O Logos Solar desempenha o mesmo papel nos níveis cósmicos. Ainda falta muito para os dois conseguirem realizar seus objetivos. Quinto - A energia básica de trabalho para os dois é a eletricidade (que advém da Vontade atuando na matéria). Por isso podemos dizer que eles estão nela e com ela trabalham. Sexto - Os dois estão subordinados às leis que regem a forma, ou seja, o carma, que atua no tempo e no espaço. Portanto o carma é a Lei da forma. Essa lei faz com que a qualidade se desenvolva, da mesma forma que a energia gera a vibração ou oscilação. Sétimo - Ambos executam seus projetos por meio de formas compostas de: a. Três tipos principais de formas: uma forma mental (o corpo mental inferior), expressão da Vontade, primeiro aspecto, nos mundos inferiores, uma astral, expressão do Amor -Sabedoria-Razão Pura, segundo aspecto e uma forma física, manifestação da Inteligência Ativa, terceiro aspecto. A capacidade oscilatória do corpo mental fixa a chave do ritmo e permite utilizar e coordenar adequadamente o corpo físico, de acordo com a Vontade. Cuida da consciência e a conecta às três formas inferiores, mantendo uma só direção. Pode também rechaçar e provocar separação. A capacidade oscilatória do corpo astral é responsável pela qualidade e o ritmo de atração. É o componente psíquico. O corpo físico é o mecanismo de contacto da consciência com matéria densa. A forma material é o resultado da sintonia das oscilações do corpo mental com as oscilações do corpo astral, ou seja, da chave (freqüência fundamental) com o tom (os harmônicos). b. Sete centros de força, responsáveis pela manutenção dos três corpos inferiores em um conjunto coerente, pela sua vitalização e coordenação. Relacionam também os três corpos inferiores com o centro principal de consciência nos planos su periores, a Alma no corpo causal, melhor dizendo, no Loto Egoico, seja do homem, seja do Logos Planetário, seja do Logos Solar. c. Milhões de células infinitesimais, personificando cada uma uma vida menor, encontram-se em constante atividade e rechaçam outras células, para manter sua individualidade ou identidade. Todavia estão coesas entre si pela força central atrativa, a Alma. Todas as formas em manifestação são assim constituídas, um mineral, um cristal, um vegetal, um animal, um homem, um planeta, um sistema solar, uma constelação, uma galáxia, um aglomerado de galáxias, um aglomerado de aglomerados de galáxias, uma parede de galáxias etc. Concluindo, os dois agem dentro de uma dualidade: atraem e repelem. A atração exercida pela Mônada ou Espírito sobre a matéria, para construir seu corpo de expressão, é conseqüência da eletricidade existente em todo o Universo (o fogo elétrico), a qual, para cada caso,
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coloca as vidas ou esferas menores dentro do campo de influência da Mônada. Resulta na força magnética ( fogo elétrico/solar) na fase de atrair e manter coesão. O Logos Solar, como Mônada Solar, usa seu próprio fogo elétrico/solar, juntamente com o fogo elétrico/solar que extrai do ³círculo não se passa cósmico em que se encontra, para manter unido seu Sistema Solar. Um Logos Planetário, igualmente como Mônada, usa seu fogo elétrico/solar, juntamente com o fogo elétrico/solar que extrai do ³círculo não se passa solar, para manter coeso seu esquema de globos. O homem, comoMônada, usa seu fogo elétrico/solar a través do Ego ou Alma, juntamente com o fogo por fricção/solar (prana) do esquema ou planeta no qual vai encarnar, para manter unidos seus corpos inferiores. É óbvio que na construção de corpos os três fogos são necessários, qualquer que seja a entidade en carnante. O que é enfatizado aqui é que na atração de matéria para os corpos prevalece o fogo solar. A principal observação a ser feita através dessas informações é que, qualquer que seja o nível de evolução da entidade em manifestação, sempre vidas menores circularão dentro de vidas maiores. Na realidade, tempo e espaço só surgem dentro da consciência, quando a Mônada, qualquer que seja seu nível evolutivo, está se relacionando com algum tipo de matéria, para adquirir experiência. Nessa relação ocorrem ciclos de atração e repulsão, em sucessão e simultaneamente. Quando a Mônada abandona a relação com um tipo de matéria e a dirige para outro tipo, por exemplo, deixa a matéria física (a morte comumente conhecida) e a enfoca na matéria astral, cessaram o tempo e o espaço físicos, o que é óbvio, mas eles continuam, de outra forma, dentro da consciência astral. Conclui-se então, de modo lógico e racional, que tempo e espaço são grandezas, cujos valores dependem do grau de evolução da entidade geradora da consciência, consciência essa que é resultante da interação Mônada/matéria, bem como da natureza dessa matéria. Podemos fazer uma comparação entre os dois movimentos básicos e os ciclos de consciência. Para o movimento de rotação em torno do próprio eixo, pensemos, no caso do homem, no ciclo de consciência de uma encarnação, durante o qual ele, através das experiências e vivências, avança e expande um pouco sua consciência. Esse seria um ciclo menor, no qual o homem efetuou um giro em torno de sua própria consciênc ia. Para um Logos Planetário, podemos interpretar esse movimento de várias maneiras, dependendo do ponto de vista. Sob o ponto de vista de uma ronda, os períodos globais seriam os giros em torno do próprio eixo. Já sob o ponto de vista de uma cadeia, os gi ros seriam as rondas. Para o movimento de translação ou órbita em torno de um centro, pensemos na sucessão de ciclos menores de encarnação até a primeira Iniciação Planetária, quando o homem se torna um Discípulo atuante. Esse período entre a individualiza ção e a primeira Iniciação pode ser interpretado como uma órbita completa em torno da consciência central da Alma ou Ego, que se expandiu e cresceu enormemente. Esse seria um ciclo maior, composto de vários ciclos menores, ou seja, em termos de movimentos, uma órbita completa em torno do centro de consciência egoica, com muitos giros em torno das consciências para cada encarnação. O mesmo raciocínio pode ser aplicado para o período mais curto entre as primeira e quarta Iniciações.
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Há um terceiro tipo de cic lo, para o qual fica difícil estabelecer uma analogia com algum tipo de movimento, segundo o Mestre Tibetano. O nosso Logos Solar possui seu Oposto Cósmico, com o qual procura se relacionar. Nessa relação ocorrem influências mútuas, como as que ocorrem num casal. Quando isso atinge um certo nível de intensidade, o Logos Cósmico, dentro de cuja consciência o nosso Logos Solar e seu Oposto Cósmico se encontram, toma conhecimento, ou seja, é estabelecido um contacto. A resposta do Logos Cósmico a esse contacto marca o início de um ciclo para Ele e abarca os outros dois ciclos. É dificílimo ter uma idéia do que consiste essa resposta, pois faltam palavras que expressem os conceitos envolvidos. É óbvio que, quando o Logos Cósmico responde a esse contacto, os dois Logoi implicados recebem um fluxo tremendo de energia, que acelera em uma quantidade inconcebível a evolução dos Dois. Podemos ter uma idéia infinitesimal, se pensarmos no que ocorre na consciência cerebral do homem, quando ele, pela primeira vez, fica face a face, como Ego, com o Senhor do Mundo, SANAT KUMARA, na terceira Iniciação, a primeira Solar e estabelece o primeiro forte contacto com sua Mônada, melhor dizendo, o canal de comunicação Mônada/cérebro é enormemente alargado. A inclusão dessa última informação é muito útil e estimulante, porque esclarece nitidamente e com grande lógica como o processo evolutivo avança, penetrando nos níveis cósmicos. Voltaremos em 13/7/2004, entrando na VIII Pergunta: Porque o conhecimento é a um tempo exotérico e esot érico? Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [087] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - VIII - Porque o Conhecimento é a uma vez exotérico e esotérico ? (Páginas 251, 252, 253 e 254) Analisemos agora a VIII pergunta, porque o conhecimento é ao mesmo tempo exotérico e esotérico ? Sabemos, por um raciocínio lógico, que o conhecimento esotérico refere -se ao aspecto subjetivo, à vida, que é subjacente a toda a matéria e a todas as formas por ela constituídas, o que é o mesmo que a energia ou força que anima a matéria e as formas. O conhecimento exotérico abrange o aspecto objetivo, ou seja, a matéria e as formas, em seu funcionamento e organização. Daí o grande perigo do conhecimento esotérico, pois, em mãos indevidas e não preparad as, resulta em destruição e não emconstrução e evolução. Fica evidente que, enquanto a maioria da humanidade, em particular a Cíência, não tiver desenvolvido mecanismos ou processos para comprovar os conhecimentos subjetivos, uma grande parte deles ficará fora de seu alcance. Somente alguns poucos entenderão esses conhecimentos. Como já foi dito várias vezes, a meta da evolução para o homem é ele ser
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consciente em relação a todos os tipos de matéria, desde a física até a átmica (quinto plano e quinta Inicia ção Planetária), sendo esta a meta da atual cadeia planetária, podendo, quem quiser e fizer o esforço necessário, prosseguir para Iniciações maiores e ser consciente em planos superiores ao átmico e dominá -los. Esse é o verdadeiro livre arbítrio: saber fazer uso da vontade e não ser escravo dos desejos. Devido ao pouco desenvolvimento da maioria da humanidade, no momento somente o plano físico está sendo conscientemente controlado. A Ciência atual já possui muitos conhecimentos a respeito dos cinco sub planos inferiores do plano físico. As leis que regem os três estados mais densos, sólido, líquido e gasoso (os sub -planos sétimo, sexto e qunto), já são conhecidas, o que é demonstrado pela abundância de livros de Física e Química e pelas habilidades dos Físic os e dos Químicos, bem como pela sofisticação de seus aparelhos e laboratórios. No campo da medicina, todos estão vendo seus avanços. Quanto aos sub -planos quarto e terceiro (respectivamente os sub -planos etérico e super-etérico), a Ciência já penetrou neles, pois já se fala em outros estados da matéria. Nos aceleradores de partículas já foram descobertas muitas partículas sub-atômicas, demonstrando o conhecimento desses sub -planos. Portanto podemos afirmar que esses conhecimentos são exotéricos. A humanidade já viveu os terrores do mau uso desses conhecimentos, com as bombas atômicas que arrasaram Hiroxima e Nagasaki. Vivemos ainda sob ameaça, com o aperfeiçoamento delas e a produção de bombas de hidrogênio, muito mais poderosas e letais que a atômica. Acre sce que o homem ainda não detém todos os conhecimentos a respeito da energia nuclear, ou seja, da vida que anima os átomos. Se com os poucos conhecimentos, o homem foi capaz de tanta destruição, o que não faria, caso fosse detentor de mais conhecimentos. Nas próximas duas raças-raiz, sexta e sétima, o homem adquirirá conhecimentos sobre os outros dois sub -planos físicos, o sub-atômico (segundo) e o atômico (primeiro e mais energético) e pelo conhecimento domina-los-á. Então todo o conhecimento referente aos sete sub-planos físicos será exotérico e estará ao alcance de toda a humanidade, a qual poderá fazer uso à vontade das energias animadoras da matéria e das formas. Os cinco sentidos físicos de percepção (jnanaindryias) estarão plenamente desenvolvidos e o homem viverá uma era dourada e de vida física abundante. Temos uma pequena idéia desse futuro, quando analisamos o imenso progresso da Ciência e da Tecnologia hoje em dia. Todavia os conhecimentos a respeito da vida que se manifesta através das formas continuarão sendo, por longo tempo ainda, esotéricos. Igualmente as informações sobre a matéria astral e mental, bem comoas leis regentes da vida nelas em manifestação, continuarão esotéricas. Contudo, isso ocorrerá para o homem médio e para as massas. Todo o conhecimento exotérico e objetivo foi adquirido pelo homem, em grande parte, na Aula do Aprendizado, por meio dos cinco sentidos e da experimentação (reprodução do fenômeno). No decorrer do tempo e após muitas encarnações, a repetição e a vivência das exp erimentações produzem o que é chamado experiência de vida, o que leva ao instinto ou à reação natural, aliado a algum tipo particular de estado de consciência, reação essa a certas circunstâncias ou conjunto de condições
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ambientais.Também é chamado reflexo ou condicionamento. Isso pode ser observado nos reinos animal e humano. No reino animal, por não estar ainda plenamente ativa a mente no cérebro e sendo sua memória instintiva, pois ele emprega o plexo solar como mente instintiva, falta a capacidade de an alisar e discriminar, não podendo portanto fazer ilações e se beneficiar conscientemente com informações de fatos passados, isso de forma genérica, pois, hoje em dia, já se notam animais com grande capacidade de avaliar situações, embora limitada. Já no homem, é bem desenvolvida a habilidade de usar a mente concreta e racional. Por isso ele pode fazer previsões com base em fatos passados e antecipar. Tudo o que pode ser adquirido por meio da mente concreta atuando no cérebro físico é denominado conhecimento exotérico. Mas as velocidades (taxas) e os níveis de evolução dos homens diferem muito e, por isso, podemos definir os seguintes parâmetros regentes da capacidade de adquirir conhecimentos: 
  

A idade da Alma. A experiência e os conhecimentos adquiridos e a plicados. As condições do cérebro e do corpo físico. As circunstâncias e o meio ambiente.

Quando o homem atinge uma certa etapa em sua evolução, que podemos avaliar pelo triângulo de centros que está ativo, a mente passa a se desenvolver com maior veloci dade, quando o homem inicia uma fase de captar relações entre diversos aspectos e fatores a respeito do que experimenta e vive. Nessa fase ele se preocupa com os conceitos e idéias que estão por baixo dos fatos observados e com as interrelações. É quando sua mente abstrata passa a atuar. Com o uso e avanço da mente abstrata, a intuição, um sentido do corpo búdico análogo ao paladar do corpo físico, começa a atuar através do cérebro físico, empregando -o como placa receptora. Isso faz com que a atividade cere bral seja transferida dos neurônios para os centros da cabeça existentes em matéria etérica, embora os neurônios continuem sendo utilizados, mas não mais como os principais atuantes. Atualmente isso só ocorre com poucos. A massa humana só chegará a essa co ndição nas próximas raças-raiz, mesmo assim não todos, pois muitos serão expurgados, por não apresentarem qualificações para prosseguirem. Situação idêntica ocorre com o reino animal, quando a atividade do plexo solar é progressivamente transferida para o cérebro rudimentar, sob a influência de manas incipiente. Vemos pois claramente que esses conhecimentos sobre os estados de consciência ainda não são de domínio da massa da humanidade, embora alguns setores científicos já principiaram a desconfiar e pesqu isar. Portanto são conhecimentos esotéricos. Enfatizamos que, quando esses fatos forem plenamente compreendidos, ficará evidente o verdadeiro significado do exotérico e do oculto ou esotérico. Então, aqueles detentores do conhecimento real esforçar -se-ão em passar esse conhecimento para aqueles que já estão preparados para semelhante expansão de consciência, pois terão a devida capacidade de
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avaliar e selecionar, para não divulgar conhecimentos ocultos para os não aptos, ou seja, para não atirar pérolas aos porcos, como ensinou o Mestre Jesus. A Hierarquia trabalha dessa forma. Ela atrai os homens em condições e lhes ensina essas verdades sagradas. Aí está o processo iniciático, que não é apenas um ritual, mas um curso intensivo para os que conseguem acompan há-lo. Sempre haverá oportunidade para os que decidem ir com maior rapidez e servir à humanidade, à Hierarquia e ao Logos Planetário. Esses que estão aptos irão trabalhar em um determinado centro do Homem Celestial, sob as instruções da Hierarquia. Assim como os Mestres, nossos Irmãos Maiores,ajudam e estimulam os homens, da mesma forma o homem ajuda seus irmãos do reino animal, estimulando neles a mente, para que a vida que neles evolui seja transferida para o reino humano, em época futura. É assim que o entrelaçamento (a fraternidade) e a responsabilidade se desenvolvem e sãodistribuídas, dentro do Grande Plano Divino. No próximo estudo, a ser lançado em 20/7/2004, começaremos a estudar a IX e última pergunta de introdução, que trata de relações bastante complexas. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [088] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 1. Partes Interrelacionadas (Páginas 254 e 255) Esta última pergunta é muito abrangente, envolvendo diversas áreas de conceitos cósmicos e referentes ao homem, em seu processo evolutivo. Como são muito subjetivos, pois tratam das vidas expressando -se pelas formas, de diversos tamanhos, necessário se faz limitar o campo de análise em conceitos amplos e gerais, ficando os aspectos secundários e detalhes para a continuidade dos estudos. Tratemos inicialmente das partes que se relacionam. Para facilitar o estudo, enfoquemo-nos unicamente no que se refere ao Homem Celestial e ao Grande Homem Celestial, respectivamenteo Logos Planetário e o Logos Solar. Assim, deixaremos de lado a estrutura celular de seu Corpo, ou seja, as unidades separadas de consciência, denominadas Devas e seres humanos. Será pois uma visão de grupo, não individual. A parte do meio do Tratado sobre Fogo Cósmico explica o desenvolvimento da consciência dos Homens Celestiais e do processo que Eles usam para, servindo-se da mente ou manas, transformarem o conhecimento adquirido no Sistema Solar anterior em sabedoria, através das ferramentas da objetividade e das formas, como também consolidarem as faculdades adquiridas e as expandirem, para que se tornem Amor aplicado e atuante. É um trabalho semelhante ao dos seres humanos, suas células, que é
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desenvolver o princípio mente. Quando os homens conseguirem realizar isso, através da vivência de experiências nos três mundos inferiores (físico, astral e mental), poderão então entender um pouco do conceito de grupo, após terem recebido as Iniciações finais, ou seja, terão plena consciência de seu lugar, suas funções e responsabilidade s dentro do ³círculo não se passa de seu particular Logos Planetário, o que é o mesmo que dizer: saberão trabalhar eficientemente como células no corpo de seu Logos Planetário. Dentro dessa postura conceitual, iniciemos com as responsabilidades do homem para com o Homem Celestial. Elas são tríplices e consistem em adquirir:   

Consciência do controle conseguido sobre seus próprios corpos. É o período compreendido entre a individualização e a primeira Iniciação, que significa a entrada no reino espiritual. É o despertar da consciência nos três mundos inferiores. Consciência do centro particular do Logos Planetário, no qual os seres humanos devem trabalhar. Essa fase leva à quinta Iniciação e é o despertar da consciência nos cinco planos de evolução, ou seja, o homem consegue ser plenamente ativo nos planos físico, astral, mental, búdico e átmico. Para a atual cadeia da Terra, é a conquista da meta. Consciência do centro no corpo do Logos Solar, do qual todo Logos Planetário é a soma total, melhor dizendo, a con tribuição de cada Logos Planetário para que o Logos Solar exerça com eficiência sua função de centro cardíaco no corpo do Logos Cósmico. Uma coisa é saber isso teoricamente, outra coisa bem diferente é ter expandido a consciência a um nível tal, que possa trabalhar em uma pequena parte, dentro desse centro maior. Esse estado supõe a sétima Iniciação, a primeira Cósmica, com a consciência plenamente desperta nos sete planos do nosso Sistema Solar, desde o físico até o adi, ou seja, no plano físico cósmico, uma vez que esse centro cardíaco do corpo do Logos Cósmico é etérico cósmico.

Essas expansões de consciência são alcançadas com a ajuda da mente transmutada em Amor-Sabedoria-Razão Pura, implicando, é lógico, conforme já foi dito, no domínio plenamente cons ciente dos sete planos do Sistema Solar, o físico cósmico. Reflitamos profundamente sobre essas informações do Mestre Tibetano. Ele diz claramente, sem margem de dúvida, que o processo consiste em fazer a metamorfose da mente em Amor -Sabedoria-Razão Pura. Ora, isso implica em buscar o máximo de conhecimentos, trabalhar esses conhecimentos, aplicá -los, vivenciá -los no serviço, fazer ilações e conclusões, sempre procurando ir mais alto. Só assim a mente crescerá na direção do Amor verdadeiro, que é o Amor Int eligente e eficiente, eficiente não só no sentido humano, como também no ponto de vista do Logos Planetário e do Logos Solar. Ficar somente no aspecto devocional, esperando que Deus faça tudo por nós, é grande ignorância e egoismo. Infelizmente a grande ma ioria da humanidade só sabe pedir, eximindo -se
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do esforço para evoluir e ser útil a Deus, que é o verdadeiro servir a Deus, uma vez que o nosso Logos Planetário e o nosso Logos Solar são manifestações do ABSOLUTO INFINITO, DEUS, ao nosso alcance imediato e inteligível, conforme já foi demonstrado no início de nossos estudos, que tudo é o INFINITO ABSOLUTO, DEUS, em infinitos estados de ser, numa hierarquia infinita, cada conjunto contendo muitos conjuntos menores. O grande Senhor Buda já havia dito que a fa lta de conhecimento é a causa dos sofrimentos do homem. A busca de conhecimentos nunca vai cessar. Quando o homem recebe a quinta Iniciação, da Revelação, imediatamente recebe novas instruções para receber a sexta, da Decisão, quando tem de escolher um den tre sete caminhos, que na realidade são cursos, nos quais receberá instruções e conhecimentos muito mais grandiosos do que tudo o que recebeu antes. Mas o saber não termina aí. Quando retornar dos cursos, ao aplicar os conhecimentos adquiridos, irá aprender mais coisas, em nível cósmico. Não existe a chamada iluminação total definitiva. Novas iluminações sempre ocorrerão, em níveis cada vez mais altos. Sempre o empenho e a vontade de aprender estarão presentes, seja um Adepto, o Bodisattwa, o Buda, o Senhor do Mundo, um Logos Planetário, um Logos Solar, um Logos Cósmico, um Parabra hma Cósmico. É justamente nesse processo contínuo de expansão, no rumo do INFINITO, que está a Glória da Vida mais Plena, de que o sr. CRISTO falou. Portanto façamos a nossa parte, estudando, pesquisando, passando para os outros o que for conquistado, servindo à humanidade no que estiver ao alcance, pois assim receberemos cada vez mais através do esforço. No próximo estudo, a ser colocado em 23/07/2004, entraremos na análise do trabalho dos Homens Celestiais, dentro do mesmo ponto de vista. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Funda ção Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [089] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 1. Partes Inter-relacionadas - O Trabalho dos Homens Celestiais (Páginas 255 e 256) Vamos estudar a atividade dos Homens Celestiais, os quais, como grupo, efetuam um trabalho, cujo resultado dentro do corpo do Logos Solar, é equivalente ao dos sete centros no corpo do homem. Se tivermos uma noção bem nítida e real das funções dos nossos s ete centros principais na fisiologia dos nossos corpos etérico e denso, como receptores e distribuidores de energias especializadas, poderemos vislumbrar como o Sistema Solar funciona, desde que saibamos fazer as devidas adequações. Recordemos que os centr os não têm apenas as funções físicas, mas também as transcendentais, ao trazerem para o corpo energias do nível
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do Ego, que chegam à consciência cerebral, produzindo também efeitos no corpo denso. Todavia não podemos no momento nos aprofundar no assunto, por ser muito vasto e exigir muito detalhamento. Assim como o homem, ao fazer seu trabalho para evoluir, também trabalha para um centro de seu Logos Planetário, mesmo de forma imperfeita, igualmente os Logoi Planetários trabalham para os centros do seu Logos Solar, ao seguirem suas vidas evolutivas. Essa atividade dos Logoi Planetários também é tríplice e resulta em conquistar: 

Completa auto-consciência nos cinco planos cósmicos: físico, astral, mental, búdico e átmico, tal qual o homem com referência aos planos de mesmos nomes dentro do físico cósmico, do qual são sub-planos. De início essa auto -consciência deve ser reforçada nos sub-planos mais densos do físico cósmico, como sejam búdico e átmico, uma vez que os sub -planos físico, astral e mental não constituem princípios, sendo a parte densa do corpo físico cósmico do Logos Planetário. Isso é conseguido nas três primeiras cadeias e rondas, no chamado ciclo involutivo, quando ocorre uma recapitulação. Como estamos na quarta cadeia e quarta ronda, essa etapa já foi superada e o nosso Logos Planetário está agora na fase de novas conquistas. Dentro do seu ³círculo não se passa , ou seja, o espaço de sua consciência e atuação, Ele está se esforçando agora para adquirir a plena auto -consciência física nos sub-planos búdico, átmico, monádico e adi. Sabemos que numa ronda, a consciência do Logos passa sucessivamente com enfoque maior pelos sete globos da sua cadeia, levando toda a humanidade com ela. A nossa atual cadeia é constituída de dois globos de matéria mental inferior e acima, dois de astral e acima, dois de etérica e acima e um, a Terra, de matéria densa e acima. Em cada um, tanto Ele como sua humanidade vivem novas experiências, cada um no seu próprio nível, desenvolvendo e aprimorando diversas qualidades. Não devemos esquecer que simultaneamente o Logos vive seus relacionamentos, que podemos c hamar sociais (comparando com o nosso modo de vida), com seus pares, os demais Logoi Planetários, como também com seus Instrutores, porque Eles, como nós, aprendem. Da mesma forma nós cuidamos de nossos corpos e mantemos nossas relações. 

Consciência do Logos Solar, dentro de cujo corpo exercem funções e evoluem, na atividade de seus centros. Como os centros estão conectados entre si, os Logoi Planetários desenvolvem uma consciência grupal sétupla, o que significa que Cada um identifica e assimila a natureza da consciência dos outros seis Logoi. Em linguagem científica, dizemos que Cada um capta as freqüências vibratórias ou oscilatórias dos outros seis. Podemos ainda nos expressar assim: Cada um vê as cores e ouve as notas fundamentais dos outros seis, numa linguagem mais simples,
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longe do rigor científico. Isso é muito importante e necessário, porque todos os centros devem operar na mais perfeita harmonia, conservando sua própria freqüência. Com esse treinamento os Logoi adquirem a capacidade e habilidade de controlar conscientemente os sete planos do Sistema Solar. Isso é conseguido, no período de uma cadeia, nas quarta, quinta e sexta rondas. Devemos observar que o Logo s Solar faz a mesma coisa, num nível muito mais elevado, no corpo do Logos Cósmico do qual Ele é um dos centros sagrados. Deduzimos que um Sistema Solar para um Logos Solar deve ser o correspondente a uma cadeia para um Logos Planetário, dedução essa que n os leva a uma outra dedução: sete Sistemas Solares devem constituir um grande ciclo na vida de um Logos Solar. Muitas outras conclusões podemos fazer nessa linha de raciocínio e usando a Lei de Analogia, com referência ao nosso atual Sistema Solar. Todavia não é momento para expormos essas idéias. 

Consciência mais plena e nítida do centro que o nosso Logos Solar expressa, dentro do corpo do Logos Cósmico. Uma coisa é saber que o nosso Logos Solar é o centro cardíaco do Logos Cósmico, o que todo mundo sabe, outra coisa é saber o que é isso em termos de natureza, de Almas, de Reino Dévico, de Sistemas Solares, de elementos químicos dentro desses sistemas, de constelações, de galáxias, de relações entre elas e outros aspectos,não só considerando a matéria fí sica, mas levando em conta as demais do físico cósmico e as dos outros planos cósmicos. Muito mais acima de tudo isso está ter consciência e identificar a freqüência oscilatória fundamental desse centro cósmico e responder a ela. Mais acima ainda está iden tificar os harmônicos da fundamental e a eles responder. A consecução dessa consciência dá -se no período da sétima ronda de uma cadeia adiantada, geralmente a sétima, considerando que as rondas bem como as cadeias são conectadas entre si, ante o que podemo s falar no Eterno Agora, saindo da esfera limitadora do espaço e do tempo. O que queremos dizer com isso é que os resultados das rondas e das cadeias são sempre presentes. Com o início dessa consciência o Logos Planetário começa a desenvolver o controle de suas emoções cósmicas, ou seja, de seu corpo astral cósmico. Os problemas da nossa humanidade, conseqüências dessa deficiência de controle emocional do nosso Logos Planetário, estão começando a ser solucionados agora. A sua experiência das situações cósmi cas é ainda imperfeita. É lógico que essa imperfeição afeta o comportamento da humanidade, suas células, assim como o descontrole emocional do homem afeta seu corpo físico. A evolução dos Homens Celestiais não se processa de forma igual para todos, à semel hança com os homens, que evoluem em velocidades ou taxas diferentes, alguns velozmente, outros lentamente. O nosso Logos Planetário não atingiu o mesmo grau de
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evolução do Logos do esquema de Vênus. Em cada ronda o Logos conquista o controle de um sub -plano astral cósmico e, ao expandir sua consciência, penetra no sub -plano mais elevado e sutil e inicia seu domínio. O Senhor de Vênus já domina os cinco sub -planos inferiores astrais cósmicos e já está trabalhando no sub -atômico. Nosso Logos Planetário ainda está se esforçando para concluir a sujeição plena do quarto sub -plano astral cósmico e começando a atuar conscientemente no terceiro (estamos contando do mais sutil e energético, o atômico para o mais denso, o sétimo). Como já dissemos, os resultados dos c iclos se ligam e sobrepõem, por isso nosso Logos já esta quase completando seu domínio sobre o quarto sub-plano astral cósmico, tendo iniciado a luta para o controle do terceiro sub-plano, o que será efetivado plenamente na quinta ronda, a próxima. Já pres sente e responde à ração do segundo sub-plano (o sub-atômico), porém não é claramente consciente dela. Temos um reflexo disso no homem. Na quarta raça -raiz, a atlanteana, o homem desenvolveu a consciência astral, agora na quinta, a ariana, ele está aperfeiçoando o controle dela e desenvolvendo o quinto princípio, a mente e presente o sexto, o búdico, que deverá desenvolver na sexta raça-raiz. Reflitamos sobre isso. O sexto princípio é a intuição, que, embora seja um sentido do corpo búdico, análogo ao paladar do corpo físico, conforme o Mestre Tibetano diz, podemos considerar aqui em seu sentido mais abrangente, a consciência crística. Ora, para que ela possa se expressar, é necessário um instrumento, sendo esse a mente abstrata. Mas para desenvolver a mente abstrata, é preciso desenvolver ao máximo a mente concreta, através do conhecimento e da análise. Em cima da estrutura de conhecimentos e pela análise, serão percebidas as relações entre os diversos conhecimentos e extraídas as essências e conceitos exist entes, o que é trabalho da mente abstrata. Será sobre essa mente abstrata que a intuição poderá ser desenvolvida, o que permitirá captar e entender a verdade que rege os fenômenos dos três mundos inferiores, físico, astral e mental. Não será a verdade abso luta, no sentido de explicar todo o Sistema Solar, pois logo em seguida vem a conquista do sétimo princípio, atma, que deverá ocorrer na sétima raça -raiz, numa dose coerente com a quarta ronda. Quem quiser ir mais depressa, poderá fazer o esforço necessário e adquirir o conhecimento imprescindível, para caminhar pela trilha das Iniciações, que é o caminho em linha reta. No próximo estudo, a ser colocado em 27/7/2004, estudaremos o trabalho de um Logos Solar. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [090]
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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 1. Partes Inter-relacionadas -O Trabalho de um Logos Solar (Páginas 256, 257, 259 e 260) Estudemos o trabalho de um Logos Solar. O seu trabalho é análogo ao do Logos Planetário e consiste nas tare fas e responsabilidades a seguir explanadas. Ele deve expandir ao máximo sua consciência em todos os sete planos do Sistema Solar, melhor dizendo, desenvolver ao máximo todos os seus sentidos físicos cósmicos (jnanaindryias cósmicos) em relação a todas as matérias existentes no Sistema Solar, desde a do físico nosso até a do adi, em seus mínimos detalhes e dominá -las completamente, a ponto de conseguir expressar com a máxima perfeição o seu Propósito, devendo também aperfeiçoar seus mecanismos de ação (carm aindryias cósmicos). Isso significa simbolicamente ter consciência de todo o seu ³círculo não se passa . Esta etapa abrange o período em que cinco dos Homens Celestiais, ou cinco de seus centros sagrados, em outras palavras, cinco dos esquemas dentro de sua esfera de ação, tenham alcançado a sensibilidade suficiente para responder com exatidão ao contacto e ao estímulo emanados DELE. Deve também adquirir consciência do Logos Cósmico, do qual é um centro sagrado. Tem de descobrir, por experiência própria, se u devido lugar no grupo cósmico do qual faz parte, assim como um Logos Planetário em relação ao seu grupo dentro do Sistema Solar. Esse estado é alcançado quando todos os Homens Celestiais estejam completamente despertos e ativos, plenamente cônscios de su as tarefas e responsabilidades, vejam com clareza suas metas e propósitos, ajam livremente e se relacionem harmoniosamente, segundo a Lei de Ação e Reação. Nesse nível de evolução Ele conquista o controle não só do plano físico cósmico, mas também do plano astral cósmico, o que significa que Ele aprendeu a dominar suas emoções cósmicas. Sua principal tarefa e função dentro do corpo do Logos Cósmico (AQ UELE DE QUEM NADA SE PODE DIZER) tem de ficar bem clara e nítida em sua mente, ou seja, o que Ele tem de fa zer para que o centro cardíaco do Logos Cósmico funcione adequadamente e esse Ser Maior consiga realizar seu Propósito Cósmico. Esse centro cardíaco, que é a principal tarefa do nosso Logos Solar, é muito importante para o Logos Cósmico. O nosso Logos Solar, ao mesmo tempo em que executa essas funções, avança velozmente em sua escalada evolutiva cósmica, inclusive no Processo Iniciático Cósmico, para futuramente ocupar funções mais grandiosas, sobre as quais não temos agora a menor idéia, mas um dia teremos. Deixamos bem claro que essa discriminação é feita com base no presente e sob o ponto de vista do nosso Logos Planetário, que ainda se encontra sob uma certa limitação, em virtude deseu nível evolutivo e suas condições peculiares no momento. Essa limitaçã o afeta a inteligência e a capacidade de entendimento de suas células, nós doreino humano. Conseqüentemente o que acima foi dito é resultado da mente discriminadora e não da sintética. Quando chegar o momento, dar se-á uma absorção sintética com todos os L ogos Planetários, à semelhança doque ocorre com o homem. No caso DELES, o corpo causal

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ou do Ego, melhor dizendo, o Loto Egoico Planetário, será o sintetizador das energias, informações e qualidades do quaternário ou eu inferior (a personalidade planetária ) e a envoltura Monádica Planetária sintetizará em si os sete princípios, ocorrendo portanto a seqüência: três, sete e dez. Expliquemos melhor essa seqüência. Inicialmente os três raios maiores, em seguida a diferenciação do terceiro raio maior nos quatro de atributo, gerando os sete raios e no final a síntese, culminando no dez. Urge que evitemos o perigo da mente analítica incipiente humana de cair numa concepção excessivamente materialista. Quando a mente analítica está sob o domínio da mente abstrata, n ão ocorre esse perigo, porque ela trabalhará então vendo os conceitos da vida interna e não das formas, ou seja, tratará das energias e qualidades, os princípios, buscando sua síntese. O homem encarnadotem como meta esforçar -se para desenvolver ou fazer vibrar ao máximo um determinado princípio, através de um centro etérico, manifestando assim uma qualidade de sua Alma. Um Logos Planetário, por meio de uma cadeia de seu esquema, busca o mesmo. O Logos Solar faz o mesmo, servindo -se de um esquema planetário, dentro de seu Sistema Solar. Sua meta é a síntese da qualidade em diversas experiências e situações, em sua vibração e amplitude máximas, não lhe sendo de muita importância a perfeição da forma. A resposta da forma dinamizada pelo Ego (manifestação da M ônada) dependerá, é lógico, de acordo com a Lei, do vigor do Ego, que é o demandante. Essa resposta é de importância secundária e não o objetivo principal a alcançar. Isso deve ser considerado em termos de perfeição da forma. Em resumo, deve ficar bem claro que o mais importante é a qualidade que a Mônada quer desenvolver ao máximo, utilizando -se da forma, não se preocupando com a perfeição absoluta dessa forma, tanto que, ao conseguir a vibração qualitativa máxima, a Mônada se desliga da forma. Sintetizando as explicações acima feitas, concluímos que o trabalho a ser feito é tríplice, tanto no nível macrocósmico, como no microcósmico. Temos inicialmente o desenvolvimento da consciência individual. A seguir vem a consciência grupal. Por último segue a consci ência divina. Por consciência divina queremos significar a fonte espiritual mais elevada, sendo da mesma essência do Deus residente em cada um, seja um homem, um Homem Celestial (Logos Planetário), um Grande Homem Celestial (Logos Solar), um Grande Homem C elestial Cósmico (Logos Cósmico). Mestre Tibetano afirma que todos os pensadores deveriam meditar sobre esse conceito e ressaltar a síntese que lhe é inerente. A célula relaciona se com o grupo e isso é de suma importância. O grupo relaciona -se com o conjunto de grupos, o que também é importante. Finalmente, todos se relacionam com a Entidade residente, que os mantém coesos e coerentes, em uma relação conjunta e sintética, por meio da Lei de Atração e Repulsão. As palavras célula e grupo e a expressão conju nto de grupos referem-se exclusivamente à forma ou ao veículo e portanto à matéria. O vocábulo Entidade, que conceitua aquilo que sintetiza os grupos e é a vida animadora das células e ao mesmo tempo a vida coerente e una do conjunto de grupos, refere -se à Mônada ou Espírito.
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Ambos os conceitos conduzem a um terceiro, a consciência, que forçosamente deve ser desenvolvida e expandida. O que é essa consciência? É o resultado do contacto entre a Mônada e a matéria, que se organiza numa forma, para maior eficiê ncia como instrumento da Mônada, o morador da forma. Ser consciente é reconhecer essa relação, é saber detalhes e minúcias dessa relação, que se diferencia infinitamente, saber esse que cresce a partir da célula, passando a incluir o grupo e conjunto de grupos, donde a suprema importância do uso da mente na busca do conhecimento, em diversas áreas, juntamente com a intensa atividade analítica e correlacionadora, simultaneamente com a extração de conclusões e ilações. Isso se aplica a todos os níveis: homem, Logos Planetário, Logos Solar e Logos Cósmico. Na realidade aplica -se ao infinito. Um homem, que tem a consciência coerente (coerente porque é integrada e unificada) inferior, sendo consciência no seu verdadeiro sentido: ³aquele que sabe , é somente uma c élula, um átomo dentro do grupo, um componente. Um Logos Planetário, como um todo, é um grupo coerente consciente. É a soma de todos os homens, Devas e reinos em evolução dentro de seu esquema planetário. Um Logos Solar, também como um todo, é um grupo coe rente consciente, sendo a soma de todos os Logoi Planetários (com tudo o que está dentro de seus esquemas), mais as outras Entidades que não são Logoi Planetários, mas executam funções e trabalham dentro de seu ³círculo não se passa . A consciência de um L ogos Solar é a totalidade simultânea das consciências evoluindo dentro do seu grande corpo cósmico. Para um Logos muito mais elevado (acima do Logos Cósmico), um Logos Solar está na posição de um homem em relação ao Sistema Solar, sendo portanto uma célula . Quando ficar bem clara e nítida na mente a posição que o Sistema Solar ocupa dentro do esquema maior cósmico, juntamente com suas relações com outros sistemas solares, só então poderá ser entendido que um Logos Solar é uma Inteligência, dentro da Consciência Cósmica, tão relativamente inferior, como a do homem em relação à consciência de um Logos Solar, ou seja, um Logos Solar é uma céluladentro do corpo de AQ UELE SOBRE QUEM NADA SE PODE DIZER. Um Logos Solar executa em relação a esse GRANDE SER um trabal ho análogo ao do homem dentro do Sistema Solar. Assim como o homem tem de experimentar e dominar as matérias dos três planos inferiores do sistema (físico, astral e mental), da mesma forma um Logos Solar tem de experimentar e dominar as matérias dos três planos inferiores cósmicos (físico, astral e mental cósmicos), para poder entender todo o seu meio ambiente. A reflexão profunda e a lúcida compreensão desses conceitos analógicos são de muita importância e condição fundamental, para o entendimento do que será ensinado nessa segunda parte do Tratado sobre Fogo Cósmico. Deve ficar bem claro que só será adquirida uma visão realista do mundo fenomênico em que vivemos e da meta que todos temos diante de nós, se for seguido esse processo de comportamento, pela assimilação desses ensinamentos de supremo valor, ensinamentos esses que o Mestre Tibetano se empenhou e se empenha até hoje, em passar
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para a humanidade, tão necessitada de Luz. Não devemos esquecer que Luz significa adquirir conhecimento. Não podemos ficar sentados esperando que a Luz nos seja dada de mão beijada, é necessário que busquemos o conhecimento pelo esforço individual. Podemos adaptar esses ensinamentos do Mestre Tibetano aos conhecimentos da moderna Astronomia. Pelas descobertas feitas por meio dos atuais telescópios de altíssimasensibilidade e vastíssimo alcance, sabemos que existem galáxias com bilhões de estrelas, aglomerados de galáxias e aglomerados de aglomerados de galáxias. Usando a analogia ensinada pelo Mestre, podemos comparar a ENTIDA DE que se expressa por um aglomerado de aglomerados de galáxias como sendo um Logos Solar, a ENTIDADE menor que se expressa por um aglomerado de galáxias como um Logos Planetário e a ENTIDADEmenor ainda que se expressa por uma galáxia como um homem. Assim, o que o homem é para o Logos Planetário, a ENTIDADE de uma galáxia é para a ENTIDADE de um aglomerado de galáxias. Por outro lado, o que um Logos Planetário é para o Logos Solar, a ENTIDADE de um aglomerado de galáxias é para a ENTIDADE de um aglomerado d e aglomerados de galáxias. Percebemos nitidamente a distância entre um Logos Solar, que se expressa por meio de uma estrela com seu sistema, e a ENTIDADE que se expressa através de uma galáxia com bilhões de estrelas. Podemos ir mais além na analogia, aplicando esse conceito de conjuntos dentro de conjuntos maiores à ENTIDADE de um aglomerado de aglomerados de galáxias e à ENTIDADE de uma parede de aglomerados de aglomerados de galáxias, que já foram detectadas pela Astronomia. Esse é o raciocínio abstrato que o Mestre Tibetano tanto nos recomenda, para entendermos o que realmente somos e o que é o mundo que nos cerca. Na analogia entre o plano físico do sistema (esse em que estamos encarnados) e o físico cósmico (que devemos experimentar e dominar, o que conseguiremos conquistando as condições iniciáticas), está o segredo do quádruplo mistério, conforme descreve o Mestre Tibetano: 1. O mistério do Akasha. 2. O segredo da quinta ronda (a nosso próxima). 3. O significado esotérico de Saturno (em foco atualmente, pela s onda Cassini-Huygens, que já está nele), o terceiro planeta. 4. A natureza oculta do kundalini cósmico ou a força elétrica do Sistema Solar. Sobre o quarto ponto, o Mestre diz que, quando for melhor entendida a interação elétrica no sentido de polaridade (pos itivo e negativo) entre os planetas, então saberemos quais estão conectados e quais estão se aproximando do ponto de equilíbrio. Ele fornecerá brevemente algumas informações, sem se estender e sem ser muito claro, competindo ao homem buscar mais conhecimen to por si mesmo, quando então essas informações irão se encaixar exatamente no esquema correto. As conclusões oriundas serão muito iluminadoras e demonstrarão a lógica perfeita do Plano Divino, permitindo prever o que irá acontecer, dentro de um procedimento científico. Com referência à quinta ronda, sabemos que nela ocorrerá o chamado Dia
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do Juízo, o período em que haverá a grande seleção, quando só permanecerão no esquema da Terra aqueles que tiverem condições de receber a quinta Iniciação Planetária, a t erceira solar, sendo expurgados os demais. Ocorrerá também a derrota final do mal, através da grande batalha entre o plano causal e o mental inferior. No próximo estudo, a ser colocado em 3/8/2004, faremos uma análise detalhada do diagrama da página 258 do Tratado, titulado CLASSIFICACIÓN II - LA EVOLUCIÓN EN EL UNIVERSO, em português: CLASSIFICAÇÃO II - A EVOLUÇÃO NO UNIVERSO. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [091] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 1. Partes Inter-relacionadas - A Evolução no Universo (Página 258) Analisemos o diagrama Classificação II - A Evolução no Universo, na página 258 do Tratado sobre Fogo Cósmico. É apenas uma página, mas contém informações que, se bem aprofundadas, poderão conduzir a muitas conclusões esclarecedoras e muito úteis, com referência ao universo manifestado. Nesse diagrama temos dados sobre a Entidade em manifestação, seu corpo ou veículo pelo qual manifesta e desenvolve a consciência, que Entidade utiliza para ser seu centro de força a ser distribuída, porção do espaço em termos de planos cósmicos que deve vivenciar e dominar, para expansão e enriquecimento de sua consciência e conseqüente evolução da Mônada, que é a Entidade, bem como a conquista de poderes por Ela, tudo isso no eter no caminho em direção ao ABSOLUTO INFINITO. São apresentados também os ciclos principais para as Entidades. Inicialmente vejamos a Entidade. São cinco níveis de entidade, o mais baixo, o homem e o mais elevado (não no sentido absoluto), o Desconhecido (o Parabrahma). Pelo veículo temos uma idéia da grandeza da Entidade. Comecemos pelo homem. Ele tem sete centros ou chacras como mecanismos de expressão. Todavia sabemos perfeitamente que o corpo de um homem é constituído de mais partes, que dependem das energias emanadas pelos sete centros principais. De igual forma um Homem Celestial ou Logos Planetário se serve de sete cadeias planetárias (que são na realidade sete encarnações). Assim, o corpo de um Logos Planetário é composto de todo o conjunto de globos (sete), que se renovam sete vezes (as cadeias), durante um Sistema Solar, uma encarnação do Logos Solar. Essas cadeias podem ser vistas como centros no tempo, como diz o Mestre Tibetano, embora para cada cadeia o Logos Planetário disponha de centros específicos, como at ualmente Shamballa é o centro coronário, aHierarquia o cardíaco e a humanidade o laríngeo, utilizando -se portanto
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o Logos de grupos para seus centros ou chacras. Um Logos Solar se serve de sete esquemas planetários para se expressar, tendo como centro umHo mem Celestial, com toda a sua equipagem. Um Logos Cósmico utiliza sete sistemas solares para a sua manifestação e evolução, tendo como centro um Logos Solar, também com toda a sua equipagem. O Desconhecido (o Parabrahma) se expressa através de sete constelações, tendo como centro um Logos Cósmico, da mesma forma com todos os seus sistemas solares. Percebemos claramente que são conjuntos cada vez maiores, contendo vários conjuntos. Seguindo essa linha de raciocínio, perfeitamente lógica, concluímos que o processo continua, existindo uma Entidade maior que o Parabrahma, cujo corpo é formado de sete conjuntos, cada conjunto com sete constelações, totalizando quarenta e nove constelações e trezentos e quarenta e três sistemas solares. Se considerarmos que esses números referem-se apenas aos centros principais, os chamados sagrados e que existem muitos outros órgãos dentro de um corpo, então deduzimos que a quantidade de estrelas no corpo dessa Entidade maior que o Parabra hma é muito maior que trezentas e quarenta e três. Daí podermos pensar na Entidade que se expressa através de uma galáxia e até de aglomerado de galáxias, como já fizemos. Estudemos agora os planos de vivência e domínio. Para o homem é o plano físico cósmico, que vai desde o nosso físico até o adi ou divino, embora aqueles que estão em evolução acelerada possam conquistar planos mais elevados. Para um Logos Planetário são dois planos cósmicos: físicoe astral. Para um Logos Solar são três planos cósmicos: físico, astral e mental. Para um Logos Cósmi co são quatro planos cósmicos: físico, astral, mental e búdico. Para um Parabra hma (o Desconhecido) são cinco planos cósmicos: físico, astral, mental, búdico e átmico. Isso é válido para o atual grande Ciclo. Em grandes Ciclos futuros (esse futuro significando para a nossa limitação mental uma ³eternidade ) os planos serão outros mais elevados. Também para Entidades mais elevadas, como uma se expressando por meio de uma galáxia, os planos serão outros mais elevados. Essa dedução é óbvia e lógica, com base nessa lei de formação ou processo evolutivo. Chegamos agora ao tempo ou duração dos ciclos. Para o homem, é o período de um esquema planetário. Como um esquema se renova sete vezes (em sete cadeias), concluímos que o homem pode conseguir sua conquista numa única cadeia (os mais velozes) ou em até sete cadeias. Quem não obtiver êxito, será um fracasso. Para um Logos Planetário, é o período de um sistema solar, cuja duração média é de trezentos e onze trilhões e quarenta bilhões de anos terrestres, segundo consta na página 59 do Tratado sobre Fogo Cósmico. Para um Logos Solar, é o período de três sistemas solares, o que é igual a novecentos e trinta e três trilhões e cento e vinte bilhões de anos terrestres. Isso significa que um Logos Solar faz a sua conquista em três encarnações.Para um Logos Cósmico e um Parabrahma (o Desconhecido), o Mestre Tibetano não fornece indicações. Dessas informações podemos fazer deduções interessantes. O homem
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leva de uma até sete cadeias para conquistar um plano cósmico. Um Logos Planetário faz a conquista de dois planos cósmicos em um sistema solar, o que significa um plano cósmico por meio sistema solar em média. Um Logos Solar domina três planos cósmicos em três sistemas solares, o significa um plano cósmico por sistema solar. T abulando esses resultados para melhor visualização, temos:
Entidade Homem Plano Cósmico 1 plano cósmico Méia de Tempo de uma a sete cadeias 1/2 sistema solar 1 sistema solar

Logos Planetário 1 plano cósmico Logos Solar 1 plano cósmico

Vemos claramente que a medida que a Entidade se eleva, seu esforço para dominar 1 plano cósmico torna -se maior, porque demanda mais tempo, considerando nosso ponto de vista de tempo. Isso é perfeitamente lógico, pois quanto mais elevada a Entidade, maiores são s uas funções, suas responsabilidades, sua área de abrangência, a quantidade e o nível das entidades dentro de seu corpo e a energia da matéria a ser dominada. Por isso quanto mais elevada a Entidade, maior seu Poder, que é conquistado. Com base nessa tendên cia, podemos fazer inferências com referência ao Logos Cósmico e ao Parabrahma, todavia isso não seria de grande utilidade para nós, uma vez que mais nos importa a nossa conquista de 1 plano cósmico. Essas conjecturas apenas seriam úteis para admirarmos essas Excelsas Entidades, que são fontes de nossa Vidas e nos estimular no esforço para a vitória. No próximo estudo, a ser colocado em 10/8/2004, analisaremos o trabalho dos Entes Atômicos. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [092] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 2. O Trabalho dos Entes Atômicos (Páginas 260 e 261) Estudaremos agora em maior profundidade e com mais detalhamento o trabalho e as funções dos Logoi Planetários, os Homens Celestiais, dentro do corpo de expressão do Logos Solar, o Sistema Solar, sendo considerados por isso análogos aos centros do corpo fís ico do homem, com a diferença de que são pontos focais, através dos quais fluem as energias da Mônada do Logos Solar, via sua Alma ou Ego, atuando no plano causal cósmico. O claroentendimento da correspondência entre o plano físico cósmico e o físico do sistema ajudará em muito a compreensão dessa analogia. Mestre Tibetano chama os Logoi Planetários de Entes Atômicos, no sentido de que são elementos constituintes dos centros do Logos Solar. Sabemos que os centros físicos do homem são vórtices gerados por di versos movimentos de

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átomos físicos e moléculas formadas por átomos físicos, o que esclarece perfeitamente a denominação utilizada pelo Mestre, Entes Atômicos, considerando as funções dos Logoi Planetários como centros. Não podemos esquecer que estamos tra tando do corpo físico cósmico do Logos Solar, portanto, quando falamos que os Logoi Planetários são centros solares, estamos nos referindo aos corpos físicos cósmicos dos Logoi Planetários. Deve ficar bem claro que os Homens Celestiais exercem outras atividades e vivem outras modalidades de vida, além das funções de centros solares. A analogia com os centros do homem não pode ser levada ao pé da letra. O trabalho dos Homens Celestiais é muito mais consciente do que o do homem. Dentro da analogia com os centros do homem, vemos que três centros solares são inferiores: básico, sacro e umbilical. Sob o ponto de vista do plano físico cósmico, é a seguinte a correspondência desses centros inferiores:
básico sacro plano físico do sistema plano astral do sistema sub-plano denso do físico cósmico sub-plano líquido do físico cósmico

umbilical planos mental e búdico do sistema sub-planos gasoso e etérico (quarto éter) do físico cósmico

No momento esses centros estão sendo enfocados pelo fogo por fricção (kundalini) logoico. Como sabemos, o centro umbilical é o sintetizador dos outros dois inferiores e assim é constituído o quaternário solar, pois temos: básico, sacro, umbilical ou plexo solar e esse último na função de sintetizador, além da sua própria, o que totaliza quatro funções. O centro umbilical ou plexo solar do Logos Solar ocupa dois planos do sistema (mental e búdico) por causa de sua função sintetizadora. O básico solar, correspondente ao centro humano situado na base da coluna vertebral, sob o qual está a chamada bolsa de kundalini, é mais durável que os outros dois inferiores.O Logos Planetário que é responsável por essa função e é fonte geradora de calor para seus Irmãos pode perfeitamente ser descoberto pela Intuição, não bastando a mente concreta isolada. Nessa pesquisa há que diferenciar entre o centro básico e a bolsa de kundalini solares. Posteriormente voltaremos a esse assunto. Pela tendência já observada, vemos que os centros superiores solares têm as seguintes correspondências:
cardíaco laríngeo plano átmico plano monádico sub-plano super-etérico (terceiro éter) do físico cósmico sub-plano sub-atômico (segundo éter) do físico cósmico

coronário plano adi ou divino sub-plano atômico (primeiro éter) do físico cósmico

Fica faltando um centro, o frontal. Todavia esse centro faz parte do coronário, estando portanto no plano adi. Como o centro umbilical solar está muito atuante na atual quarta ronda da quarta cadeia do esquema da Terra, o Logos Planetário responsável por ele (do esquema de Netuno) trabalha intensamente nesse período, sendo de grande importância vital para a evolução planetária. Quanto ao nosso Logos Planetário, quando Ele conseguir vitalizar seu centro umbilical, transferindo para ele o fogo por fricção dos centros inferiores, iniciando a síntese necessária, começará um novo ciclo de sua vida cósmica e chegará ao fimuma grande parte do atualsofrimento da humanidade. Contudo, Ele apenas está começando seu t rabalho nesse sentido. Serão necessários ainda dois ciclos e meio para a conclusão.
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Quando tal acontecer, o efeito na humanidade será tríplice:  



O estímulo sexual atual será transformado em criação, nos planos físico, astral e mental, manifestando -se em obras de arte e beleza e grande avanço na área científica. Os crimes, originados em grande parte pela paixão sexual, chegarão a seu fim. Haverá uma redução de pelo menos setenta e cinco por cento na libertinagem, nas orgias e nos horrores conseqüentes.

Pelas informações já passadas pelo Mestre Tibetano (que o nosso Logos Planetário irá receber uma Iniciação maior relacionada com a renúncia na próxima ronda e uma menor na atual), podemos deduzir que Ele já avançou um pouco na transferência do fogo para o umb ilical, uma vez que o Tratado sobre Fogo Cósmico foi escrito em 1925, portanto há 79 anos. Como já dissemos anteriormente, talvez essa menor ocorra no alinhamento do eixo norte-sul da Terra com a estrela Poláris, a alfa de Ursa Menor, que está alinhada com Dubhe e Merak, respectivamente a alfa e a beta de Ursa Maior e transmissoras das energias dos primeiro e segundo raios. Esse alinhamento está previsto por alguns para 2.012. É razoável pois que tenhamos esperanças para a melhoria das condições da humanidade, apesar do sofrimento inerente a essa Iniciação menor, relacionada com a renúncia. Só nos resta estarmos preparados e atentos continuamente, sem nenhum momento de vacilação. Continuaremos com esse assunto em 13/8/2004. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [093] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - 2. O Trabalho dos Entes Atômicos - Continuação (Páginas 261 e 262) Continuemos o estudo do trabalho dos entes atômicos. Vimos duas conseqüências para a humanidade, resultantes da viv ificação do plexo solar planetário e a síntese nele dos dois centros inferiores, por parte do nosso Logos Planetário. A terceira será o aperfeiçoamento da interação entre os três planetas físicos densos e o homem poderá passar de um a outro à vontade. Quais são esses três planetas físicos densos ? A Terra está na quarta cadeia e é o quarto globo, conforme consta no VI diagrama da página 317 do Tratado, existindo portanto dois globos etéricos na atual cadeia do esquema da Terra. Pelo mesmo diagrama o nosso e squema tem conexões com os esquemas de Marte e Mercúrio. Pela proximidade de Marte e Mercúrio, que são físicos densos e considerando as conexões, podemos deduzir que o Mestre está se referindo a esses dois planetas, quando menciona a passagem pelo homem de um a outro. As sondas
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enviadas pela NASA a esses planetas e as informações sobre eles já obtidas reforçam nossa dedução. Aproveitamos a oportunidade para dizer que Mercúrio é o centro básico do Sistema Solar. A sonda Messenger já está a caminho de Mercúrio, devendo lá chegar em 2011. O Mestre diz ser inadequada a denominação para os globos de uma cadeia, como também os nomes dados a uma cadeia com base no nome do planeta, por provocar confusões. Na afirmação de que Vênus é o primário da Terra, existe uma pista para um entendimento correto. Não é possível falar muito sobre o mistério de que Vênus é o alter ego da Terra, nem é aconselhável, porém algumas idéias podem ser sugeridas, de tal forma que a reflexão sobre elas dará uma visão maior da beleza existen te na síntese da natureza e na maravilhosa correlação de tudo quanto evolui. Talvez tenhamos uma noção mais clara sobre isso, se lembrarmos que, em sentido oculto, Vênus é para a Terra o que o Eu superior é para o homem. Não devemos pensar com isso que Vê nusé literalmente o Eu superior do Logos Planetário da Terra, mas sim que a distância evolutiva entre os dois Logoi é comparável à entre a Alma do homem e sua personalidade. A c hegada à Terra dos Senhores da Chama (Sanat Kumara e os 107 Kumaras) há 18 milhões de anos não foi ao acaso, mas aconteceu em obediência à Lei, como uma questão planetária, que tem uma analogia com o vínculo existente entre a unidade mental e o átomo mental permanente do homem. É um fato semelhante à construção pelo homem do Antakarana, a conexão entre a unidade mental e o átomo mental permanente. Igualmente a humanidade da Terra construirá um canal até Vênus, o primário da Terra. A questão de ser Vênus o primário da Terra remonta a um relacionamento muito antigo, de cadeias anterior es, entre os dois Logoi. Vênus é um planeta sagrado, mas a Terra não o é. Os planetas representam princípios para os Logoi Planetários, assim como os átomos permanentes para o homem. A diferença entre essas representações para os Logoi é que para os sagrad os a representação persiste durante todo o Sistema Solar, mas para os não sagrados, ela é temporária. Essas representações são com referência ao Logos Solar. Três planetas sagrados são moradias dos três Raios maiores, as formas físicas pelas quais se manif estam os três aspectos ou princípios maiores do Logos Solar. Os outros quatro planetas sagrados expressam os quatro Raios menores ou de atributo. O Mestre diz que, desde o ponto de vista atual (grifando essa expressão), podemos considerar Vênus, Júpiter e Saturno, nesta época, como veículos dos três super-princípios. Ora, por super-princípios, queremos entender os Raios maiores: Vontade, Amor -Sabedoria-Razão Pura e Inteligência Ativa. Mas sabemos que Vulcano expressa o primeiro Raio, Júpiter o segundo e Saturno o terceiro, sendo Vênus o quinto Raio. Como então explicar Vênus como um super -princípio, no caso o primeiro Raio ? A única explicação que achamos lógica e racional é que, no atual período do Sistema Solar, por ser Vênus o esquema mais adiantado e se r o centro frontal, portanto da cabeça e ligado ao coronário (expressão do primeiro Raio), é por Vênus que o Logos Solar está expressando no momento seu
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aspecto Vontade. Mercúrio, Terra e Marte estão estreitamente ligados a esses três. Mercúrio, por ser o básico, tem conexão natural com o coronário, sendo as ligações da Terra e de Marte por outros motivos, embora a vinculação de Mercúrio também possa ser com outro objetivo, pois o Mestre afirma que essas conexões ocultam um mistério, sendo que a evolução da ronda interna tem relação com esse mistério. Ronda interna é um processo de evolução mais rápida para aqueles que possuem condições e disposição para essa aceleração evolutiva. Um exemplo típico é o Senhor Maitreya. Pelas palavras que o Mestre acrescenta a seguir, podemos deduzir que esse mistério está relacionado com os reinos humano e Dévico, em evolução nesses três esquemas, Terra, Marte e Mercúrio. Examinemos, pois, as palavras do Mestre. Assim como o Logos Solar tem (nos planetas não sagrados) sua ana logia com os átomos permanentes do homem, assim também a evolução que está entre os dois (Deus como o Logos Solar e o Homem) é constituída pelos Homens Celestiais, cujo corpo está formado por Mônadas humanas e Dévicas, que igualmente possuem seus átomos permanentes. Assim temos uma linha de dependência: O Logos Solar depende dos Homens Celestiais, os quais dependem de nós, Mônadas humanas e dos Devas, Mônadas Dévicas. Mais uma vez fica bem caracterizada a nossa responsabilidade em todo o processo evolutivo do Sistema Solar. É relativamente fácil perceber -se a importância dos três princípios superiores (os três Raios maiores), em relação aos quatro inferiores. O assunto exposto nesse estudo requer muita meditação e reflexão, não só quanto ao nosso esforço pa ra acelerar a evolução, mas em relação ao trabalho dos cientistas em pesquisar os nossos vizinhos Marte e Mercúrio (no momento a atenção está voltada para Saturno, pela sonda Cassini Huygens). No próximo estudo, a ser colocado em 17/8/2004, continuaremos com esse assunto, em particular em relação a Vênus e sua ligação numérica com a Terra, em termos de cadeia, ronda e raça -raiz. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [094] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O Trabalho dos Entes Atômicos - Continuação (Páginas 262 e 263) Continuemos nosso estudo do trabalho dos Entes atômicos. A chave para entendimento das ligações entre esquemas, cadeias e rondas estáoculta no fato de que entre o número que corresponde a um globo de uma cadeia e sua cadeia correspondente existe um canal de comunicação e relacionamento, através do qual influências são trocadas. O mesmo acontece entre uma cadeia de globos e um esquema que tenha o mesmo
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número da cadeia. Exemplifiquemos. Dentro de uma cadeia de glob os (sabemos que um esquema se renova sete vezes durante um Sistema Solar, sendo cada renovação uma cadeia, ou melhor dizendo, uma encarnação do Logos Planetário), existem sete globos de matérias diferentes, conforme a cadeia. Esses globos são denominados numericamente ou através de letras. C. W. Leadbeater usa letras e o Mestre Tibetano utiliza números. Uma ronda é a passagem da atenção do Logos Planetário do esquema por todos os sete globos da cadeia, sucessivamente. A distribuição das matérias constituint es dos sete globos varia em função do número da cadeia. Sabemos que no atual Sistema Solar a meta de conquista para as humanidades é a matéria do plano átmico ou espiritual. Logo os globos são constituídos de matérias variando da física até a átmica. Apresentamos a seguir uma tabulação dessas matérias em função das cadeias:
Número da cadeia 1ª e 7ª cadeias (n°. 1 e 7) Distribuição das matérias mais densas dos globos globos 1 ou A e 7 ou G de matéria átmica, globos 2 ou B e 6 ou F de matéria búdica, globos 3 ou C e 5 ou E de matéria mental superior e globo 4 ou D de matéria mental inferior

2ª e 6ª cadeias globos 1 ou A e 7 ou G de matéria búdica, globos 2 ou B e 6 ou F de matéria mental superior, globos 3 ou C e 5 ou (n° 2 e 6) E de matéria mental inferior e globo 4 ou D de matéria astral 3ª e 5ª cadeias (n°. 3 e 5) 4ª cadeia (n°. 4) globos 1 ou A e 7 ou G de matéria mental superior, globos 2 ou B e 6 ou F de matéria mental inferior, globos 3 ou C e 5 ou E de matéria astral e globo 4 ou D de matéria física, podendo ser puramente etérica ou densa globos 1 ou A e 7 ou G de matéria mental inferior, globos 2 ou B e 6 ou F de matéria astral e globos 3 ou C, 4 ou D e 5 ou E de matéria física, podendo ser apenas etérica ou densa.

Percebemos que as cadeias vão se adensando até o máximo, na 4a. cadeia, para em seguida perderem densidade. Embora se emparelhem duas a duas, exceto na quarta, quanto às matérias, contudo a vivência das unidades de vida e a qualidade das matérias diferem entre a descida para o mais denso e a subida, ou seja, entre a primeira e a sétima cadeias, entre a segunda e a sexta e entre a terceira e a quinta. Embora exista a matéria mais densa para cada globo, todavia eles são revestidos de matéria mais elevada, até a adi ou divina. Exemplificando: a Terra está na quarta cadeia e é o quarto globo ou o D, então estamos imersos em matéria física (etérica e densa), astral, mental inferior, mental superior, búdica, átmica, monádica e adi; os globos 1 ou A e 7 ou G da cadeia terrestre (a nossa) são forma dos de matérias mental inferior, mental superior, búdica, átmica, monádica e adi. Assim percebemos claramente as imensas possibilidades para aqueles que decidem e se esforçam para mais rápida evolução, pois podem viver experiências nas matérias mais sutis e devidamente preparadas para tal, uma vez que já tenham conquistado o controle pleno das matérias mais densas. Mestre Tibetano faz alusões a esse tipo de experiência por parte de Egos avançados, com permanência em globos sutis, no intervalo entre encarnações na Terra. Incluem-se nessas experiências as influências por energias de raios, quando o Iniciado as necessita. Esses globos atualmente existem e estão localizados próximos da Terra, sendo os dois físicos puramente etéricos, formando os três físicos jun tamente com a Terra. É óbvio que é impossível aos telescópios (e aos radiotelescópios) detectarem esses globos de matéria sutil. A vinculação existente entre os esquemas da Terra e de Vênus está oculta nessa relação numérica. O Mestre afirma que o magno ac ontecimento
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conhecido como a chegada dos Senhores da Chama, provenientes do esquema de Vênus, ocorreu em um momento de misterioso alinhamento entre um globo, sua cadeia correspondente e o esquema de número similar. Esse importantíssimo evento foi realizado durante a terceira raçaraiz da quarta ronda. Analisemos essas relações numéricas. A Terra é o quarto globo da quarta cadeia terrestre e está dentro do quarto esquema do Sistema Solar, sendo a ronda atual a quarta, donde o alinhamento numérico com base no número quatro três vezes: globo-ronda, globo/ronda-cadeia e globo/ronda/cadeia -esquema. Vemos no VII diagrama na página 327 do Tratado sobre Fogo Cósmico que a Terra, o quarto globo, recebe influência do segundo globo, que está regido por Vênus. Como as energias geradas pelas cadeias e seus globos perduram no tempo e no espaço, as energias geradas pelo quarto globo da quarta cadeia do esquema de Vênus alinharam -se agora com o quarto globo (a Terra) da quarta ronda da quarta cadeia do quarto esquema. Explic amos isso, porque atualmente o esquema de Vênus está na quinta cadeia e o planeta Vênus é o quinto globo. Então, quando chegou esse momento de altíssima importância para o nosso Logos Planetário, o momento de sua ³encarnação física , necessária para aceler ar sua evolução cósmica, o que implicava na implantação da auto -consciência na raça realmente terrestre, a raça primogênita (devemos lembrar que a raça lemuriana, embora a terceira, foi a primeira densa e realmente humana da cadeia terrestre e a atlante fo i constituída em sua grande maioria de Egos oriundos da cadeia lunar), chegaram os Senhores da Chama liderados por SANAT KUMARA, juntamente com os ANJOS SOLARES no plano causal, para a INDIVIDUALIZAÇÃO do homem lemuriano. O trabalho do ANJO SOLAR ao construir o LOTO EGOICO no plano causal tinha de ser acompanhado pelo trabalho estimulador dos Senhores da Chama (os KUMARAS) no plano físico, os quais implantaram a chispa da mente naqueles cérebros rudimentares. Assim, com a chegada dos ANJOS SOLARES, de SANAT KUMARA e seus KUMARAS e a individualização da terceira raça-raiz, o nosso LOGOS PLANETÁRIO conseguiu ³encarnar fisicamente . Lembramos que os KUMARAS são citados no Antigo Testamento (Gênesis) sob o nome de Filhos de Deus. Dentro do que foi explanado hoje há muito assunto para reflexão e conclusões muito úteis e com potencial acelerador da evolução. No próximo estudo, a ser colocado em 20/8/2004, passaremos mais informações sobre o SENHOR DE VÊNUS, o Logos de Vênus, tão ligado ao nosso Logos Planetário e c onseqüentemente a todos nós, que constituímos a humanidade e ao reino Dévico. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [095] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O trabalho dos Entes Atômicos - Continuação
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(Páginas 263 e 264) Continuemos nosso estudo dos Homens Celestiais e seu trabalho. A evolução desses grandes Seres não se processa de forma igual nem com a mesma velocidade. Assim como os homens, suas células, evoluem com taxas de evolução bem diferentes, Eles igualmente dife rem. Embora repetindo, temos no Senhor Maitreya um exemplo clássico e inigualável de evolução ultra-rápida, pois, tendo se individualizado na terceira sub raça lemuriana, alcançou em três raças -raiz a posição que atualmente ocupa, de Bodisattwa, Instrutor de homens e Anjos (Devas) e de Iniciador nas primeira e segunda Iniciações Planetárias, sem falar nas outras funções que exerce dentro do Sistema Solar, como a de Portador das energias do Cavaleiro da Paz, um Ser Cósmico, com o qual teve contacto direto. Importante se faz enfatizar que Esses Homens Celestiais do nosso Sistema Solar enfrentam problemas diferentes, o que nos impede de avaliar corretamente o trabalho já realizado por Eles e sua posição na escalada evolutiva cósmica. É dito que o Logos do esque ma de Vênus é o que está mais adiantado, por estar na quinta cadeia e quinta ronda. Todavia as coisas não são bem assim. Assim como na evolução humana podemos observar três linhas maiores de evolução e quatro menores em processo de fusão em uma das maiores , ou seja, as linhas dos raios de aspecto: Vontade, Amor-Sabedoria-Razão Pura e Inteligência Ativa e as dos raios de atributo: harmonia pelo conflito, conhecimento/ciência, idealismo/devoção e organização/magia cerimonial, o mesmo acontece com os Logoi Planetários. O Senhor de Vênus não está na linha dos raios maiores, estando ainda num dos raios de atributo, onde também se encontra o nosso Logos Planetário. Realmente sabemos que o Logos de Vênus exerce a função de centro do quinto raio (centro frontal), es tando pois no quaternário logoico. A pergunta que está sob análise e estudo no momento refere -se a esquemas, cadeias, rondas e raças -raiz. Cadeias, rondas e raças-raiz são para os Logoi o que as encarnações são para o homem. Essa comparação facilita um pou co o entendimento dos ciclos evolutivos dessas excelsas Entidades, sejam um Logos Cósmico, um Logos Solar ou um Planetário. Helena P. Blavatzky já disse que na evolução de um Sistema Solar há ciclos maiores e menores, podendo -se dizer o mesmo de um Logos P lanetário, um homem e um átomo. Com isso temos de fazer uma outra observação, de natureza numérica: Os ciclos evolutivos dos grandes Seres podem ser classificados em três grupos principais, cada grupo dividindo -se sete vezes, um sem número de vezes. Para um Logos Solar temos: 
 

Cem anos de Brahma (311 trilhões e quarenta bilhões de anos terrestres) Um ano de Brahma (3 trilhões cento e dez bilhões e quatrocentos milhões de anos terrestres) Um dia de Brahma (8 bilhões e seiscentos e quarenta milhões de

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anos terrestre) Esses períodos já foram calculados pelos pesquisadores indus, sendo a duração de um Sistema Solar e se encontram na página 59 do Tratado sobre Fuego Cósmico. Em relação aos Logoi Planetários, temos os seguintes ciclos análogos: 
 

Um esquema planetário (dura um Sistema Solar) Uma cadeia planetária (uma encarnação), num total de sete Uma ronda planetária (uma mudança de enfoque do Logos numa encarnação, também num total de sete para cada cadeia

Dentro de uma ronda temos ainda ciclos menores, que podemos ver como encarnações do Logos, porém de uma forma totalmente diferente de uma encarnação do homem. São os seguintes:   



Período em que um globo está plenamente ativo, quando o Logos enfoca sua atenção nesse globo, como agora o nosso está enfocado na Terra Período de uma raça-raiz, ou seja, dentro de um globo, o Logos se preocupa com uma especial qualidade da humanidade sob sua responsabilidade Período de uma sub-raça, quando, numa raça-raiz, o Logos cuida de desenvolver um aspecto da qualidade da raça -raiz Período de uma ramificação de uma sub -raça, em que o Logos quer aperfeiçoar sob um determinado ângulo um aspecto da qualidade da raça-raiz.

Percebemos nitidamente e sem margem de dúvida o aprofundamento e a atitude discriminadora (no sentido de dividir par a melhor entender e aperfeiçoar) do Logos, sendo óbvio que posteriormente Ele terá de sintetizar tudo o que conquistar. Temos um exemplo claro e facílimo de entender nas nossas faculdades. Um curso superior compõem -se de vários períodos de seis meses, send o que em um o estudante se dedica a determinados assuntos de uma matéria, para dominá -los e no seguinte utilizá-los em uma etapa mais profunda da matéria e assim ele prossegue, até se tornar um profissional no ramo que escolheu, quando terá de fazer uso de todos os conhecimentos conquistados, na sua vida prática. De forma análoga, o Logos Planetário efetua seu aprendizado cósmico, etapa por etapa, ou período por período, até concluir seu curso e se diplomar no final do Sistema Solar. É lógico que devemos fa zer as devidas diferenças de amplitude e de natureza, nessa analogia com o processo de um Logos. Esse assunto é muito valioso para reflexão e meditação, pois é muito útil para a extração de conceitos abstratos, que, se devidamente trabalhados e inter-relacionados, poderão conduzir a conclusões muito importantes na escalada evolutiva, uma vez que, com a intensa utilização da mente abstrata (onde está localizado o Ego ou a Alma), a intuição (sentido do corpo búdico) poderá ser ativada e informações de alto interesse serão passadas para o cérebro físico.
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No próximo estudo, a ser colocado em 24/8/2004, continuaremos nosso estudo, com informações mais ligadas ao homem, dentro desse mesmo enfoque. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [096] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O Trabalho dos Entes Atômicos - Continuação (Páginas 264, 265 e 266) Procuraremos hoje explicar com fatos objetivos e de maior facilidade de entendimento como é a manifestação de um Logos Planetário em suas diversas áreas de atuação, através das quais Ele adquire experiência, exercita-se e evolui. Ao analisarmos o comportamento do Logos por meio de uma raça-raiz, devemos lembrar que o conjunto de seres humanos e Dévicos em um planeta constitui o corpo v ital de um Logos Planetário, enquanto o conjunto de vidas menores de um planeta (que inclui os corpos físicos dos homens e dos Devas e os outros reinos da Natureza) forma Seu corpo físico denso,podendo ser dividido em dois grupos: 

as vidas que estão no arco evolutivo (de ascensão), como as do reino animal 

as vidas que estão no arco involutivo (de descida para o mais denso), como as formas de matéria elemental, dentro da esfera de influência do Logos, as quais, no todo, conformam, como já foi dito, o corpo de expressão do espírito do planeta, também chamado a entidade planetária. Sua posição evolutiva em relação ao Logos Planetário é análoga à dos diversos seres elementais que constituem os corpos físico, astral e mental do homem, sendo também, como todos os seres manifestados em constante evolução, de natureza tríplice, embora em descida para o mais denso (denominado ciclo involutivo). Em conseqüência, os homens e os Devas (não considerando entre estes últimos os Construtores menores) constituem a ALMA do Homem Celestial. Outras vidas tomam parte em seu CORPO, porém, levando em conta a divisão do Tratado sobre Fogo Cósmico em duas partes, estamos interessados no corpo e na Alma. O corpo expressa o fogo da matéria e a Alma o fogo da mente. Os Devas são opera dores dentro da ativa mente universal, em troca os homens são considerados manásicos ou mentais num sentido diferente. Os homens constituem a ponte ou ligação ou meio de comunicação com a essência e os Devas fazem o mesmo com a matéria. Obviamente o
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Mestre Tibetano, quando usou a palavra ALMA no atual contexto, foi nesse sentido de ligação, pois sabemos perfeitamente que a ALMA ou EGO do Logos Planetário encontra-se no plano causal cósmico, portanto muito distante em termos de matéria sutil da área de atuação do homem, que ainda se encontra atuando no plano físico cósmico e em sub -plano bem baixo. O homem atua no corpo físico etérico ou vital do Logos, sendo daí que as experiências vividas são levadas, via corpos astral e mental cósmicos, à ALMA do Logos Pla netário, assim como as experiências vividas pelo homem em corpo físico são levadas, via corpos etérico ou vital, astral e mental, à Alma humana. Concluindo, podemos dizer que os homens e os Devas, como seres pensantes, são o corpo etérico ou vital do Logos e a ponte para a ALMA Logoica, sendo os Devas a ponte para matéria e os homens a ponte em sentido inverso. Os reinos elementais formam a parte densa do corpo logoico, a qual não é um princípio. Não podemos esquecer que a parte densa do corpo físico logoic o é constituída pelas matérias dos planos físico, astral e mental do nosso esquema. Portanto os homens são a ponte pela atuação nas matérias acima da búdica, sendo isso uma razão para acelerarmos a nossa evolução no sentido de aprendermos a atuar com basta nte desembaraço e domínio nessas matérias sutis. Só assim seremos de mais utilidade para o Logos. Se associarmos os ciclos dos Logoi Solar e Planetários com a Mônada humana, teremos as seguintes correspondências:  



O Grande Ciclo da Mônada humana, correspondendo aos cem anos de Bra hma (uma encarnação do Logos Solar e sete encarnações dos Logoi Planetários) O ciclo do Ego ou Alma (sub -ciclos da Mônada) ciclo da Personalidade (sub -ciclos do ciclo do Ego).

Esses conceitos abrem um vastíssimo campo para pesquisa, reflexão, estudo e comparações, quando encaixamos esses ciclos do Ego e da Personalidade dentro dos ciclos mais amplos do Logos Planetário, procurando descobrir o grau de evolução do homem nas diversas raças raiz, rondas e cadeias. Muitas conclu sões valiosíssimas poderão ser extraídas desses estudos, que em muito irão clarear a nossa visão do universo em seu aspecto espiritual. Todo esforço nesse sentido será compensador. Há conceitos fundamentais regendo o assunto, os quais devem ser considerado s detidamente. Os ciclos da manifestação da personalidade humana se sucedem em grupos de quatro e sete, obedecendo a seqüência comum evolutiva:  



Diferenciação - o processo de descida ao mais denso ou involutivo, o Uno convertendo-se nos muitos, o homogêneo transformando-se no heterogêneo. Equilíbrio - o processo de reajuste cármico. Síntese ou espiritualização - os muitos voltando a ser o Uno.
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Obscurecimento ou libertação - o fim do processo evolutivo ou a libertação do Espírito ou Mônada das grilhões da mat éria.

Pelo acima dito percebe -se que nem todas as encarnações físicas têm a mesma importância. Algumas, sob o ponto de vista do Ego, são insignificantes e outras de grande valor. Algumas encarnações físicas possuem, para a Mônada humana em evolução, a mesm a importância que uma encarnação em um globo ou raça -raiz tem para um Logos Planetário. Para outras encarnações a importância é relativa e bem menor, assim como o é para um Logos a encarnação em uma ramificação de raça -raiz. Por causa do pequeno e insuficiente grau de evolução do homem médio, mui pouco são consideradas as encarnações ou ciclos astrais (os períodos passados no plano astral, não só entre mortes físicas, como também aqueles passados em globos astrais da cadeia, quando o Logos neles enfoca sua atenção ou, em outras palavras, quando neles encarna). Contudo não se pode abrir mão delas, pois, freqüentemente, são mais importantes que as físicas. Em seu devido tempo compreender -se-á melhor o significado dos ciclos astrais e sua relação com os ciclos físicos. Quando for compreendido com clareza e sem margem de dúvidas, que o corpo físico não é um princípio, porém que o princípio kama manásico (desejo -mente, que domina a grande maioria da humanidade atualmente) é o mais vital para o homem atual, então o período ou ciclo em que o homem atua no quinto sub-plano astral (fundamentalmente o sub-plano kama-manásico), ou seja, quando prevalecerem seu corpo astral matéria do quinto sub-plano, terá sua devida importância. Isso é óbvio, porque o quinto sub -plano astral é onde manas começa a se separar de kama ou desejo, iniciando o homem a transferência de polarização do plano astral para o mental, transferência essa que será mais forte, quando prevalecer a matéria do quarto sub -plano astral, bastando para se entender isso lembrar que o quarto sub -plano mental é o ponto de transferência da polarização do mental inferior para o causal, onde reside o Ego. As ações nos planos se interferem. Como sempre irá ocorrer, devido ao aprofundamento do nosso estudo, os conceitos acima expostos devem ser refletidos e meditados o máximo possível, uma vez que constituem base para o que vem em seguida. No próximo estudo, a ser colocado em 27/8/2004, prosseguiremos com os ciclos do Ego e da Mônada. Que a Paz do Senhor Cristo fique co m todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [097] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O Trabalho dos Entes Atômicos - Continuação (Páginas 266 e 267) Continuemos o estudo dos Entes Atômicos. A questão dos ciclos e das
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transferências de polarização também ocorre nos pl anos mental inferior e causal. Os ciclos do Ego abrangem todos os ciclos nos três mundos inferiores ou da personalidade e correspondem a uma ronda completa nos ciclos de um Logos Planetário. São sete tais ciclos, todavia o número de ciclos menores, incluin do os sete, é segredo de Iniciação. A evolução do Ego, quando se torna mais explícita, sucede -se em grupos de sete e de três e não de quatro e de sete, como os ciclos da personalidade. A mesma proporção existe nos ciclos centrais dos Logoi Solar e Planetários. Os ciclos da Mônada ocorrem em ciclos de um e de três, como os ciclos básicos das grandes Entidades, das quais o homem é o reflexo microcósmico. Se aplicarmos esses conceitos gerais aos esquemas e a outras formas de manifestação e se analisarmos o mi crocosmo como se fosse a chave de tudo, surgirão idéias na mente referentes ao propósito que jaz velado em todas essas manifestações. Convém recordar que o homem médio, em cada encarnação, alcança os três objetivos: 

desenvolver a consciência ou despertar e expandir a faculdade perceptiva, conquistar em certa medida a faculdade de permanecer ou o acréscimo definido do conteúdo do corpo causal, melhor dizendo, do Loto Egoico,  

gerar carma ou iniciar pela atividade causas, que produzirão efeitos inevitáveis.

Assim também um Logos Planetário faz o mesmo em uma etapa de Sua evolução. A medida que o homem progride e entra no Caminho de Provação e no imediato Caminho de Iniciação, consegue outros desenvolvimentos notáveis: 

Como aconteceu antes, a sua consciência se expande mais ainda, porém começa a trabalhar e atuar inteligentemente desde cima e numa posição superior e não às cegas nos planos inferiores. Conclui a construção do seu Loto Egoico e começa a destruir o que fez antes, a derrubar o Templo que construiu tão cuidadosamente, pois descobre que ele limita e obstaculiza sua ação. Deixa de gerar carma nos três mundos inferiores e inicia o esgotamento do já criado, literalmente ³ inicia a ordenação de seus assuntos.  

Os Logoi Planetários fazem o mesmo em nível muito mais elevado, porque também têm um Caminho Cósmico a percorrer, análogo ao dos homens ao aproximarem-se da meta de seu esforço. Esse conceito pode ser ampliado muito mais ainda, ao analisarmos que o
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Logos Solar realiza um trabalho semelhante. Vemos claramente, sem a menor margem de dúvidas, que essas comparações podem ser esmiuçadas em grande profundidade e detalhes, auferindo nossas consciências grandes lucros, ou seja, iremos ter uma percepção muito mais inteligente e rica não só do comportamento das grandes Entidades, como de seus problemas psicológicos. Teremos ainda idéia de seu nível evolutivo e muito mais. O esforço intelectual será altamente compensador, pois de posse dessas conclusões e informações, nossa compreensão do Univ erso manifestado será muito mais clara, com excelentes efeitos na aceleração de nossa evolução, agilizando assim o retorno do Sr. CRISTO. Como estamos no final deste assunto, consideramos sumamente útil, antes de prosseguirmos, refletir intensamente sobre essas comparações, homem, Logos Planetário e Logos Solar, dentro dos conceitos de ciclos, ou seja, das sub-raças-raiz, raças-raiz, períodos globais, rondas, cadeias e Sistemas Solares. No próximo estudo, a ser colocado em 31/8/2004, exporemos nossas idéias sobre o assunto, solicitando que todos meditem sobre o que foi dito. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanho l, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [098] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O Trabalho dos Entes Atômicos - Continuação (Página 267) Faremos neste estudo uma análise correlativa entre alguns ciclos da humanidade terrestre no atual período global, com o objetivo de inferir o que ocorre com o nosso Logos Planetário, no seu campo psíquico, ou seja, como qualidades. Comecemos pelo ciclo da raça lemuriana, a terceira raça -raiz. Na terceira sub-raça dessa raça ocorreu um grande evento para a humanidade: a individualização, que foi um processo pelo qual o homem obteve a auto consciência. Anteriormente ele tinha consciênc ia, mas não autoconsciência, a noção de individualidade. Vieram do esquema de Vênus os Kumaras, liderados por SANAT KUMARA. A história de SANAT KUMARA remonta a cadeias anteriores e é conseqüência de relacionamentos antigos entre os dois Logoi Planetários. Por outro lado vieram ao plano causal da Terra os Anjos Solares, com a missão de construir o Loto Egoico (que será detalhadamente estudado mais tarde), o verdadeiro corpo causal e chacra cardíaco da Mônada. O que chamam de Alma ou Ego também foi definitivamente estruturado pelo Anjo Solar. Esses excelsos Devas, de elevadíssima categoria, saíram do plano búdico cósmico para esse trabalho no plano causal, um sub -plano do físico cósmico. Daí fica bem visível o gigantesco sacrifício desses Divinos
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Seres. O sacrifício torna-se maior ainda, ao considerarmos que Eles ficam retidos, velando pelo Loto Egoico, até que o homem receba a quarta Iniciação Planetária, a segunda Solar, a da renúncia, quando são liberados. Portanto, sua libertação só depende de nós e do no sso esforço e empenho, para conquistarmos as condições para essas Iniciação. Para o Logos Planetário da Terra, esse evento significou sua encarnação física. Ele necessitava de um contacto mais intenso não só com os sub planos físicos cósmicos superiores, como sejam, os nossos planos adi, monádico, átmico e búdico, os etéricos cósmicos, como também com os sub-planos densos, mental, astral e físico, que não constituem princípio para Ele. SANAT KUMARA então foi a encarnação física do Logos, sendo por isso que muitas vezes o Mestre Tibetano chama SANAT KUMARA de Logos Planetário. Esse grande Ser é aquele do qual é dito na Bíblia: ³Não cai uma folha de uma árvore, sem que meu Pai saiba . A sua consciência abrange todo o planeta, incluindo todos os reinos, estand o tudo sob seu controle. Seu poder é inimaginável. É o grande Iniciador nas Iniciações a partir da terceira. Sabemos que o nosso Logos irá receber uma Iniciação menor na atual ronda e isso ocorrerá no atual período global. Essa Iniciação menor antecede a q uarta Iniciação cósmica, que Ele receberá na próxima ronda. Como é a Iniciação da renúncia, a que Ele receberá agora está ligada também à renúncia. Podemos concluir portanto que o nosso Logos está se desvencilhando do apego às coisas materiais, no sentido cósmico. É lógico que isso nos afeta e nos dá oportunidade para ingressarmos no Portal Iniciático, desde que saibamos aproveitar essa oportunidade. Vejamos agora a meta da raça lemuriana. Foi desenvolver e consolidar o corpo físico. As duas raças anterior es, a adâmica, astral e a hiperbórea, etérica, não eram definidamente humanas, sendo a lemuriana realmente a primeira humana no sentido exato da palavra, pois era densa. Através dela o nosso Logos adquiriu experiências via SANAT KUMARA das vivências dos ho mens lemurianos, o que foi muito útil para Ele. A Entidade denominada Espírito Planetário da Terra também se aproveitou das experiências dessa raça. O nosso Logos evolui também através dessa Entidade, que está no ciclo de descida para o mais denso, num sentido cósmico. Na quarta raça-raiz, a atlante, a meta foi desenvolver o corpo astral. O homem dessa raça tinha de viver intensamente as emoções, não havendo muita preocupação em desenvolver a mente. O objetivo foi consolidar o corpo astral. Com essa raça, o nosso Logos, também via SANAT KUMARA, adquiriu mais experiência nessa área, a área emocional humana, o que Lhe foi muito útil em termos de sensação física cósmica, pois não devemos esquecer que as emoções astrais significam para Ele sensações físicas, no sentido cósmico. Na atual raça-raiz, a quinta, a meta é desenvolver a mente e consolidar o corpo mental, usando os corpos físico e astral. O que significam para o nosso Logos as experiências oriundas da atividade mental da humanidade? Não estamos nos ref erindo aos Iniciados que já trabalham nos planos búdico e superiores, uma vez que esses já estão acima da humanidade comum. As experiências mentais da humanidade via SANAT KUMARA representam para o nosso Logos sensações físicas cósmicas
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mais refinadas e su periores, o que analogicamente equivale à fase em que o homem começa a purificar seu corpo físico denso, uma vez que o plano mental do sistema é o sub -plano gasoso no corpo físico cósmico do nosso Logos. Assim, seguindo um raciocínio baseado na equivalênci a entre os planos físicos do sistema e os sub -planos do físico cósmico, fizemos deduções com referência ao que ocorre no psiquismo do nosso Logos. Na sexta raça-raiz, por vir, a meta será a mente abstrata. Através das experiências dessa raça o Logos começ aráa vivenciar experiências físicas na matéria etérica de seu corpo cósmico. Sabemos que o corpo mental abstrato ou causal é o suporte para o desenvolvimento das propriedades do corpo búdico. Com referência ao corpo búdico cabe aqui fazer uma rápida observação. Os que seguem exclusivamente a linha do misticismo e da devoção, desdenhando a importância da mente, conseguem, desde que consigam despertar a matéria atômica de seus corpos astrais, contacto direto com os sub -planos inferiores do búdico, no que chamam deêxtase ou samadi (na linguagem oriental), sem passar pelo plano mental. Esse contacto lhes dá uma sensação superior de imensa felicidade, que interpretam erroneamente como uma imersão no Infinito. Todavia esquecem que o plano búdico é o plano do Amor Sabedoria-Razão Pura. Nesse contacto direto eles ativam apenas a componente Amor, que lhes confere a sensação de imensa felicidade e gozo, mas esquecem as componentes Sabedoria -Razão Pura, que só podem ser atingidas e ativadas, quando o contacto com o plan o búdico é estabelecido pelo caminho natural e correto, que é via corpos mental inferior e causal. Lembremos que a Natureza não dá saltos. Assim, fica demonstrado por lógica qual é o caminho certo e rápido, que o Senhor BUDA tanto recomendou e recomenda pa ra a humanidade, o caminho do verdadeiro conhecimento. Todos os místicos e devotos, que só cuidaram desse lado, terão de voltar a encarnar para desenvolver a mente através do cérebro físico. Na sétima raça-raiz, a última do nosso período global, a humanid ade irá desenvolver a intuição e outros atributos do corpo búdico, através do cérebro físico. O nosso Logos irá então vivenciar experiências por meio da humanidade através da matéria etérica do seu corpo físico cósmico, as quais significarão para Ele sensa ções físicas superiores e o rompimento da separação entre seus corpos astral e físico cósmicos, à semelhança do que ocorre com o homem, quando ele ativa a matéria etérica (quarto éter) de seu corpo etérico. Percebemos assim, com clareza e com lógica, atra vés das equivalências, o quanto podemos fazer pelo nosso Logos Planetário. É óbvio que, devido à realimentação positiva existente nesse processo, a nossa evolução será enormemente acelerada. Expliquemos melhor essa realimentação positiva. Pelo nosso esforç o em evoluir, seremos melhores e mais eficientes células no corpo do Logos, advindo então ³melhor saúde física e disposição para Ele. Conseqüentemente Ele irá progredir mais depressa, despertando mais energia e qualidades. Essa maior energia e esse acréscimo de qualidades irão atuar em nós, dando -nos mais disposição para evoluir e assim esse ciclo de realimentação prossegue, com benefícios para os dois, nós e o Logos.
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Através dessa reflexões, concluímos que os ciclos se interferem, tendo significados diferentes para o microcosmo e o Macrocosmo, porém análogos. Assim, com mais reflexões, poderemos conseguir muito mais informações, profundas e importantíssimas, para o nossoprogresso Iremos finalizar esse assunto (o Trabalho dos Entes Atômicos) no próximo estudo, a ser colocado em 10/9/2004. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [099] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Perguntas de Introdução - IX - O Trabalho dos Entes Atômicos - Final (Páginas 267 e 268) Encerraremos nossas considerações sobre o trabalho dos Entes Atômicos, vistos como componentes ou células de Entidades Maiores. Tudo o que acabamos de estudar e analisar refere -se à área psíquica ou à Alma, no sentido de consciência e da paulatina expansão do conhecimento dessa Alma, que constitui célula de um Homem Celestial. É importante lembrar que a semelhança entre a atividade e a evolução do homem e dos Logoi Planetários não pode ser interpretada ao pé da letra nem ser levada aos extremos, muito embor a todos esses Seres Cósmicos se reflitam no homem. Temos de considerar não só a diferença de amplitude, como também os processos empregados. Um Logos Planetário utiliza os homens como células em seu organismo físico cósmico, mas Ele tem a sua atividade emo cional em nível cósmico, como a mental cósmica, as quais não são alcançadas pela humanidade comum. Essas grandes diferenças devem ser levadas em conta com muita atenção, sob o perigo de serem feitas conclusões grosseiras e até ridículas. Nunca é demais enf atizar que a analogia existe entre funções e não entre processos detalhados. Os problemas enfrentados pelos Homens Celestiais não são os mesmos dos homens. O homem luta para ser um perfeito filho da Mente ou Manasaputra perfeito, com todos os poderes da M ente plenamente ativos e assim chegar a se parecer com Aquele que é responsável pela sua evolução manásica. Não podemos esquecer que os homens são Mônadas centelhas da Mônada Solar, entregues à guarda de um Logos Planetário. Um Homem Celestial já desenvolveu Manas e cuida do problema de ser um Filho de Sabedoria, não apenas em potencial, mas em total atividade, cosmicamente falando. Um Logos Solar é à sua vez um Manasaputra divino e um Dragão de Sabedoria, sendo seu problema desenvolver o princípio da Vontade Cósmica, que o converterá em um ³Leão de Vontade Cósmica . Em todos esses diversos graus de manifestação divina a lei é aplicada, sempre o menor incluído no maior. Por isso é muito importante que mantenhamos o sentido de proporção, a relatividade do tempo na
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evolução e o posicionamento exato de cada unidade dentro de sua esfera maior, na qual está contida. Essas considerações são muito importantes e devem estar sempre presentes em nossas mentes. Foi dito que as 777 encarnações encerram um mistério, o que provoca muitas conjecturas. Esse número é a chave dos três ci clos maiores já mencionados, não sendo um número exato de encarnações do homem. Em primeiro esse número se aplica ao nosso Logos Planetário e seu esquema e não aos demais. Cada Logos Planetário tem o seu número e o do Nosso está oculto nesses três dígitos, 777, da mesma forma que nos números 666 e 888 acham-se ocultos os enigmas de outros dois Logoi Planetários. O número 777 é também o número de transmutações para o nosso Logos, sendo transmutar o trabalho fundamental de todos os Homens Celestiais, ou seja, Todos têm de transmutar um determinado número de vezes, o que varia. O trabalho básico do homem é adquirir e acumular, ou, em outras palavras, adquirir aquilo que deverá transmutar mais tarde. A tarefa de transmutar ou o verdadeiro ciclo de 777 começa no caminho de provação e é exatamente a atividade do nosso Homem Celestial, que está sendo conhecida e obedecida pelas células do Seu corpo, nós. Somente quando Seu corpo alcançar certo movimento vibratório, é que Ele poderá realmente influir sobre suas célul as individuais. A tarefa de transmutar a atividade celular começou neste planeta na última raça -raiz, a atlante, continuando todavia a divina alquimia. Ainda é pouco o progresso obtido, contudo cada célula consciente transmutada aumenta a velocidade e a exatidão do trabalho. Apenas é necessário tempo para c hegar ao fim. A respeito dessa questão nasceu a lenda da Pedra Filosofal, que significa literalmente a aplicação do Cetro da Iniciação. De fato a aplicação do Cetro da Iniciação implica na confirmação de uma transmutação feita pelo Iniciado, transmutação essa de suma importância. São sete os planos de matéria do nosso Sistema Solar e sete as Iniciações Planetárias para a conquista de todos eles, sendo a sétima a primeira solar, uma vez que com a Sétima planetária todo o plano físico cósmico fica dominado. Mais uma vez fica bem evidente e clara a tarefa que todos temos ante nós, a qual, muito mais que tarefa, é a Glória e o verdadeiro Paraíso, de Vida mais plena, não aquele tão ridiculamente distorcido pel os religiosos que não sabem usar a mente. No próximo estudo, a ser colocado em 14/9/2004, entraremos em explanações mais profundas sobre Manas ou Mente, de crucial relevância para a nossa evolução. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [100] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cós mico - Fogo Solar - Seção A - A Natureza de Manas ou Mente (Páginas 269, 270 e 271)
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Entraremos agora numa área de suma importância para o entendimento do nosso processo evolutivo, uma vez que iremos estudar o Fogo da Mente ou Solar, sob os pontos de vista cósmico, sistêmico e humano. Até agora temos nos dedicado mais aos fogos da matéria ou por fricção na sua esfera mais densa, explicando seu propósito, origem e modo de ação. Embora de forma limitada, tratamos da consciência, quando esclarecemos o trabalho de um Logos Solar, incluindo todas as vidas manifestadas em seu corpo de expressão e chegamos à conclusão que o Seu grande trabalho é o desenvolvimento de um controle consciente e a percepção psíquica, dentro de limites definidos estabelecidos. Tendo fixadas as idéias básicas iniciais, temos agora de agrupar, para maior claridade, todo o material disponível sobre o fogo de manas, este princípio animador da própria consciência. Primeiramente faremos uma ampla exposição geral, para em seguida completar os de talhes. As Três Manifestações de Manas 
 

O fogo da mente analisado cosmicamente. O fogo da mente analisado sistemicamente. O fogo da mente analisado dentro do microcosmo ou o homem.

Com outras palavras, nosso objetivo é estudar a Mente de um Logos Solar, de um Logos Planetário e do homem. O método de estudo dessas três partes de Manas consistirá de quatro subdivisões menores, as quais podem ser expressas da seguinte maneira: 
  

A origem da mente do cosmo, do sistema e do homem. O lugar que corresponde à mente, no processo evolutivo, nos três casos. O atual grau de desenvolvimento da mente em cada caso. O futuro da mente ou do desenvolvimento de manas.

Quando tivermos entendido com clareza esses três pontos, teremos uma idéia mais nítida do propósito e lugar que cabe ao fogo da inteligência ou manas e poderemos compreender com exatidão sua função sintética correlacionadora. Todavia, antes de desenvolver essas idéias, é necessário que definamos o que é o princípio Manas e ver o que já entendemos por tal termo. Algumas Definições de Manas MANAS, COMO SABEMOS, É O QUINTO PRINCÍPIO. Vamos agora estudar certos fatores e analogias, o que será de grande valor para as nossas análises atuais. Este quinto princípio contém a vibração básica do quinto plano, seja do ponto de vista cósmico, seja do sistema. Um determinado som da Palavra Logoica, ao chegar ao plano mental, melhor dizendo, ao atingir a matéria mental do Sistema faz essa matéria (os á tomos mentais) vibrar ou oscilar de tal forma que impede sua tendência à dissipação, fazendo com que tome uma forma esférica e se transforme, literalmente, em um corpo cuja forma é mantida coerentemente por uma poderosa Entidade Dévica conhecida pelo nome de Senhor Rajas do plano mental. Um procedimento exatamente igual ocorreu na esfera cósmica, quando foi pronunciado um
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som ainda mais poderoso por AQ UELE SOBRE QUEM NADA SE PODE DIZER, cuja enunciação gerou uma vibração no quinto plano cósmico. Então certas grandes Entidades entraram em atividade, incluindo Seres relativamente pouco importantes como nosso Logos Solar e seu grupo. Este quinto princípio constitui a cor característica de um grupo particular de Logoi Solares no plano causal cósmico, que é forma do pelos três subplanos mais sutis do mental cósmico. Além disso, é o fator animador de suas existências, a razão para que se manifestem por meio de vários sistemas solares e a grande Vontade de ser que os leva à objetividade ou manifestação. Manas tem sido definido como mente ou a faculdade de deduzir e raciocinar de forma lógica e a atividade racional que distingue o homem do animal. Contudo, Manas é muito mais do que isso, porque sub -jaz em toda a manifestação. Até a forma de uma ameba ou a faculdade discriminadora de um átomo ou de uma célula no nível mais baixo de evolução, é feita por um determinado tipo de mente. Somente quando se compreender e reconhecer, dentro da sua esfera maior, o lugar que corresponde a esse átomo ou a essa célula que discrimin am, obter-se-á um conceito claro do que poderá ser essa abarcadora, racional e coerente mente. Temos que entender que daqui em diante estaremos tratando de fogo atuando na matéria mental, quer seja cósmica, quer seja sistêmica. Vimos até agora, com mais ênfase, a atuação dos fogos na matéria física, sendo menor a ênfase aplicada na sua atuação nas m atérias astral e mental do sistema. Sabemos perfeitamente que quando pensamos, estando encarnados, servimo -nos do cérebro físico e seus neurônios, em toda a sua atividade elétrica e bioquímica. Para tal atividade trabalhamos mais intensamente com o fogo por fricção/elétrico (chamado reação nervosa), embora também trabalhemos com fogo por fricção/solar (prana) e fogo por fricção/por fricção (calor corpóreo). Quando desencarnados e no período de permanência na matéria astral, servimo -nos também desse mesmo fogo tríplice, havendo, é claro, ênfase do fogo por fricção/elétrico astral, na atividade de pensar. Quando c hega o período de permanência na matéria mental, após o término do período astral, trabalhamos com o fogo por fricção/elétrico mental, mais intensame nte que os demais fogos da matéria mental. No caso da atividade mental estando a consciência centrada no plano mental (após a morte física), há que diferenciar entre o fogo solar da Alma, gerado pela sua atividade intrínseca de pensar (o aspecto Manas da Alma) e o fogo por fricção que anima os átomos mentais e as moléculas por eles formadas. O que ocorre na realidade é que o fogo solar da Alma age no fogo da matéria mental, passando a comandá-lo. Mesmo quando encarnados fisicamente, essa ação do fogo solar da Alma continua existindo e, pelo processo de penetração de átomos energizados dentro de átomos mais densos, ocorre a transferência de energia plano a plano. É óbvio que essa atuação do fogo solar da Alma sobre os fogos mais densos depende do nível de evo lução da Alma. Exemplificando, a Alma de um Iniciado com a terceira Iniciação tem muito mais poder de atuação através de seu fogo solar, que a de um homem comum. A mesma coisa ocorre quando o fogo elétrico tríplice da Mônada inicia sua atuação mais efetiva sobre o fogo solar da Alma e daí
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sobre os fogos inferiores. Nesse caso o efeito é muito maior e visível. É muito importante que esses conceitos fiquem bem claros na mente, para o entendimento do que será explanado a seguir, em termos de eletricidade. O próximo estudo será colocado em 17/9/2004, quando veremos que Manas é eletricidade. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [101] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Seção A - 2. Manas é Eletricidade (Páginas 271, 272 e 273) Entraremos num assunto muitíssimo importante, que o Mestre Tibetano não se cansa de enfatizar. Pelo simples raciocínio de que um grande Mestre como Ele, um Cientista real e efetivamente Sábio, Cientista atuando na área extra-sistêmica, ter dedicado seu precioso tempo a nos dar esses conhec imentos valiosíssimos, podemos deduzir com plena certeza de que são de fato conhecimentos de suma importância, não só para o nosso entendimento dos processos envolvidos em nossa evolução e ascensão, como, pela aplicação deles, para acelerarmos essa evoluçã o e, assim, podermos o mais rápido possível (dependendo é claro de cada um) nos tornar trabalhadores realmente eficientes no corpo do nosso amado Logos Planetário, contribuindo para a Sua Evolução. Antes de prosseguirmos, faremos uma breve exposição sobre um fato relacionado com a polarização do UNO ABSOLUTO INFINITO. Como já foi dito no início de nossos estudos, só existe realmente ELE, sendo tudo mais estados de ser ou idéias DELE. Espírito e matéria são portanto idéias dentro DELE. Para efeito didático, conceituemos a primeira diferenciação DELE em Mônada ou Espírito e Matéria. Pelos conhecimentos que temos do processo de construção dos átomos de um plano pela associação de átomos do plano imediatamente menos denso, por exemplo, os átomos físicos são form ados de átomos astrais, os astrais de átomos mentais e assim sucessivamente, podemos deduzir que a primeira divisão do UNO ABSOLUTO INFINITO (sem perder Sua unidade) constituiu-se de uma Mônada imensamente grande e de átomos de uma pequenez inimaginável. A medida que essa Mônada inicial ia se fragmentando em Mônadas menores dentro de si, os átomos por Elas construídos eram formados pela associação de átomos iniciais, ficando portanto com tamanho maior. Seguindo esse raciocínio, concluímos que para as Mônadas mais elevadas e maiores, a matéria por Ela utilizada é de tamanho cada vez menor e por isso menos densa e mais dinâmica. Com isso vemos de forma bem clara o conceito do infinitamente pequeno em termos de matéria ligado ao conceito do infinitamente grande em termos de Mônada ou Espírito. Vemos também o conceito do infinitamente pequeno ligado ao conceito do infinitamente dinâmico, o que é coerente e lógico com a conexão entre o infinitamente dinâmico e a Mônada
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infinitamente grande. Na ciência humana lidam os com valores muito pequenos, como, por exemplo, a constante de Planck (a energia mínima de um fóton), cujo valor é: 6,63 x 10 elevado a -34 J.s, que é igual ao número: 0,000.....(trinta zeros)663. Um outro exemplo: o número 3,34 x 10 elevado a -1000 seria igual a: 0,(999 zeros)334 Pelo conceito matemático do conjunto dos números reais, sabemos que ele vai de - infinito a +infinito, existindo portanto comprimentos infinitamente pequenos e infinitamente grandes. Esses conceitos abstratos são muito úteis para a compreensão dos conceitos esotéricos expostos no livro do Mestre. Após essa pequena digressão, passemos ao tema em pauta. O fogo da mente é fundamentalmente eletricidade, manifestando -se em suas atividades superiores e não uma força da matéria densa. C om essas palavras o Mestre deixa bem claro que a principal força motriz do plano mental é a componente elétrica do fogo tríplice, embora as outras duas componentes também atuem (fogo solar e fogo por fricção). Em se tratando dos 7 planos do nosso Sistema S olar (em conjunto o corpo físico cósmico do nosso Logos Solar), temos a seguinte manifestação da componente elétrica: No plano adi, logoico ou divino, a atuação é como Vontade de Ser, a principal característica dessa força, a qual, no devido momento, gera a objetividade. Sob o ponto de vista cósmico, é o resultado do fogo elétrico do corpo causal cósmico do Logos Solar, pela atuação do fogo do Ego Solar (fogo solar tríplice em nível cósmico). Pelo processo de penetração de átomo portando o fogo dentro de átomo imediatamente mais denso, temos a seguinte trajetória: átomos mentais cósmicos penetram em átomos astrais cósmicos, que por sua vez penetram em átomos físicos cósmicos, que são os átomos adi. Assim é estabelecido o primeiro contacto do fogo mental cósm ico com o sub-plano atômico do físico cósmico, o adi. Quando esses átomos adi, portando fogo mental cósmico, penetram em átomos monádicos, o efeito no meio monádico é a tendência à construção de formas. Os átomos monádicos já estavam animados pelo fogo por fricção e ao serem penetrados pelo fogo mental do Ego Solar, dá-se o contacto dos dois fogos: o mental, caracteristicamente elétrico e o por fricção, isso ocorrendo na intimidade das espiras do átomo monádico. Surge a tendência para a organização de forma s, o que é lógico, uma vez que o Ego Solar (o Ego da Mônada Solar) necessita de formas para viver experiências na matéria física cósmica, ou seja, Ele tem o desejo de existir nesse mundo. Por isso a Vontade ou determinação de existir do plano adi transforma-se em Desejo de existir no plano monádico. Podemos dizer o mesmo com outras palavras: a manifestação ou atuação dinâmica da vontade, que anima o fogo elétrico no plano adi, transmuta-se de manifestação dinâmica elétrica em manifestação ardente elétrica no plano monádico. O mar de fogo elétrico (Vontade imperando) do plano adi passa a ser matéria etérica ardente (o plano monádico é o segundo éter cósmico) ou Akasha. É o plano do Sol flamejante, assim como o adi é plano das névoas de fogo ou das nebulosas ( não são nebulosas no sentido da
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Astronomia). No plano monádico ocorrem certos fatos, que devem ser compreendidos, embora só teoricamente, porque não há comprovação material, no sentido da Ciência humana. São os seguintes os fatos: Pela primeira vez vê - se e sente-se o calor ou a irradiação flamejante. Não esquecer que existe um corpo de matéria monádica, como mecanismo de relacionamento entre a unidade de consciência e o ambiente monádico. Toma-se posse de uma forma e é iniciada a forma esférica de tudo o q ue existe. O corpo monádico é esférico. Ocorre pela primeira vez a interação entre pólos opostos. É percebida a primeira diferenciação, não só na já conhecida dualidade de todas as coisas, como também no movimento e são reconhecidas duas vibrações. Os movimentos vibratórios duais provocam nas partículas os seguintes efeitos: atração (pólos opostos), repulsão (pólos iguais), repulsa discriminada, assimilação coerente, manifestação de formas giratórias e caminhos em órbitas, começando a curiosa atração para o mais denso, descendente por isso para a matéria, o que resulta na própria evolução. Adquirem expressão as 7 manifestações primárias da existência Logoica e os três inicialmente e os quatro em seguida começam o seu trabalho. Esses são os três raios de aspe cto e os quatro de atributo, derivados do terceiro. Inicia-se a atividade dos 7 chacras principais do corpo físico etérico cósmico do Logos Solar, a parte mais densa da Sombra ou Reflexo do Logos Solar, sendo essa Sombra ou Reflexo a Personalidade Logoica, que é o resultado da atuação conjunta dos seus corpos cósmicos inferiores: mental inferior, astral e físico. É percebida então a vitalidade desses chacras, o que fornece indícios a respeito do nível de evolução do Logos Solar. O Mestre diz que tudo o que está em manifestação no plano físico cósmico é fundamentalmente eletricidade física, embora os fogos solar e por fricção também atuem, pois é pela atividade dos três que se dá a manifestação Logoica, ocorrendo algo análogo ao calor, à atividade e à irradiação vitais de um ser humano, que se desenvolvem no plano físico solar, esse em que vivemos encarnados. Sabemos que certos fenômenos elétricos caracterizam o homem, como a sua atividade cerebral e nêurica, que é animada pelo fogo reação nervosa, que é a com ponente elétrica do fogo por fricção da matéria. No próximo estudo, que será colocado em 21/9/2004, continuaremos esse assunto tão relevante. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fue go Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

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Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Seção A - 2. Manas é Eletricidade (Continuação) (Páginas 273,274 e 275) Prossigamos nosso estudo servindo-nos da Lei de Analogia, essa lei que, além de expressar uma grande realidade imperante em toda a manifestação, facilita nos muito o entendimento de toda a fenomenologia existente em nós e fora de nós. Façamos isso, seguindo os três aspectos do Logos Solar. Primeiro temos a VITALIDADE reinante em todos os seres em manifestação, responsável pela coerência de tudo e que mantém todos os átomos formadores de um corpo, qualquer que seja seu tamanho e complexidade, girando em torno de uma Unidade de Força, origem dessa VITALIDADE. É isso que faz com que os milhões de átomos se comportem como uma UNIDADE. Devemos ter em mente que um Sistema Solar é o corpo etérico e denso de um Logos. Essa VITALIDADE é o aspecto VONTADE. Isso é Fogo elétrico/elétrico. Em segundo lugar temos o MAGNETISMO irradiante, que caracteriza o homem e o faz duplamente ativo em relação com: 


a matéria que compõe seus corpos; as unidades que compõem seus corpos, em outras palavras, a capacidade atrativa. Isso é o resultado do segundo aspecto AMOR SABEDORIA-RAZÃO PURA. Isso é Fogo elétrico/solar.

Em terceiro lugar temos a ATIVIDADE, no plano físico, que traz como conseqüência a devida atuação da VONTADE e do desejo da entidade imanente, que no homem é a analogia do aspecto BRAHMA (INTELIGÊNCIA ATIVA). É a concretização no plano físico do propósito da Mônada via Alma. Isso é Fogo elétrico/por fricção. Analisemos detidamente as palavras seguintes do Mestre Tibetano, no início do último parágrafo da página 273 do Tratado sobre Fogo Cósmico: " Pode -se observar a atuação dessas três manifestações elétricas - vitalidade, magnetismo e impulso fohático - ". Com essas palavras o Mestre deixa bem claro que se trata dos três modos de atuar do Fogo Elétrico, que é Vontade, o Pai, ao mesmo tempo o Criador, o Destruidor, o Conservador, o Filho e a Mãe. Qualquer que seja o tipo de matéria em que o Fogo esteja atuando e qualquer que seja o nome que a Ele se dê, sempre será Fogo Elétrico tríplice . Quando atuando na matéria mais densa, a física, esse Fogo Elétrico recebe o nome de Fogo por Fricção ou Fogo da Matéria, com os três modos de ser ou atuar: Fogo por Fricção/elétrico (fohat ou vitalidade), Fogo por Fricção/solar (prana ou magnetismo) e Fogo por Fricção/por fricção (impulso fohático, a atividade de movimento da matéria, portanto impulso derivado de fohat). É por isso que o Mestre usa a palavra ELETRICIDADE, para se referir ao Fogo atuando em qualquer tipo de matéria, aparentemente confundin do o leitor estudante, o que o Mestre faz de propósito, para estimular o raciocínio do leitor. Os nomes dados aos Fogos, quando atuam nos diversos tipos de matéria (divina ou adi, monádica, átmica, búdica, mental, astral e física) variam em função da

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qualidade (Raio), à qual a matéria responde com maior intensidade, porém sempre será Fogo Elétrico tríplice, ou seja, Vontade manifestando -se de três maneiras. É muito importante que isso fique bem claro nas mentes de todos, para evitar confusões no futuro. Assim fica bem comprovado e nítido que sempre será VONTADE ou FOGO ELÉTRICO. Mesmo no homem astralino, ou seja, dominado pelos seus desejos, quando ele cede a eles, é a sua vontade, dominada por agentes externos, que atua, também de forma tríplice. A meta é a vontade passar a ser VONTADE, o que significa livrar-se do domínio dos agentes externos e tornar-se ELA PURA E INDEPENDENTE. Essas três manifestações elétricas ocorrem com o homem, com um Logos Planetário e com um Logos Solar. São exteriorizações objetiva s oriundas da Alma ou natureza psíquica. Exemplificando essas palavras, podemos chamá las, quando se trata do Logos Solar, de qualidades: Vontade, Amor -SabedoriaRazão Pura e Inteligência Ativa. Com base no que acaba de ser dito, podemos concluir que os três planos superiores (os três primeiros éteres cósmicos): adi ou divino ou logoico, monádico e átmico ou espiritual, são de grande importância, porque deles derivam os quatro secundários, o que, em outras palavras, significa que os três primeiros planos pe rsonificam literalmente as três Entidades conhecidas como: Mahadeva (VONTADE), Vishnu (AMOR SABEDORIA-RAZÃO PURA) e Brahma (INTELIGÊNCIA ATIVA). Semelhantemente os três encontram sua expressão mais densa nos três primeiros éteres físicos. Os quatro inferiores (búdico, mental, astral e físico) manifestam-se no curso da evolução, porém oportunamente sintetizam -se nos três superiores (como ocorre com o homem no processo iniciático). Devemos ter sempre em mente que nos sete sub-planos de um plano solar, por exe mplo o plano astral, ocorrem fenômenos e processos análogos aos ocorridos nos planos superiores, em decorrência da ação do FOGO ELÉTRICO, ou seja, desenvolvem-se fenômenos elétricos sob três modalidades, variando, é claro, segundo a natureza da matéria do plano. Pode-se perceber isso mais facilmente no plano mental, ao se analisar o processo do homem no plano causal, melhor dizendo, do homem como Alma, vivendo em relação com a matéria do plano mental superior ou causal, que é constituído pelos três sub-planos superiores do plano mental. É aceito teoricamente que o corpo causal (o Loto Egoico) absorve todas as faculdades e nele é interrompida toda a objetividade obrigatória nos três mundos ou planos inferiores (mental, astral e física), quando se encerra o pe ríodo sintetizador. Nos outros planos isso não é tão evidente. No plano búdico, os Construtores no arco evolutivo ou grande parte da Evolução Dévica estão submetidos a uma síntese paralela. No plano físico ocorre uma misteriosa síntese com o "Espírito da Terra" e os três éteres físicos superiores relacionam-se com ele de uma forma ainda muito pouco compreendida. Tudo o que acima foi dito pode ser resumido da seguinte maneira:
Primeiro - o equilíbrio dos fenômenos elétricos ou a consecução da síntese, quanto ao homem, efetua-se no três sub-planos superiores do plano mental, ou seja, o causal.

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Segundo - algo similar, quanto ao Homem Celestial, desenvolve -se nos três sub-planos superiores do plano monádico. Num sentido mais amplo, podemos dizer que essa síntese é do que foi conquistado nos planos mental, búdico e átmico, que são os três éteres inferiores do corpo físico cósmico do Logos Planetário, da mesma forma que o homem sintetiza no Loto Egoico (no plano causal) o que conquistou nos planos físico, astral e mental. Atentem para uma diferença muito importante: o homem sintetiza como Alma, portanto sua parte mais espiritual, enquanto o Logos sintetiza como corpo físico, cósmico, mas corpo físico. Essa diferença mostra o desnível de amplitude entre o homem e o Logos Planetário e também contribui para indicar a nossa posição em seu Corpo físico. Terceiro - para um Logos Solar (dentro do Sistema Solar e não considerando sua síntese cósmica), a absorção ou síntese ou abstração (sinônimos) tem lugar nos três sub-planos superiores do plano logoico. O mesmo se dá com os três Logoi, aquelas Entidades Cósmicas que personificam os três aspectos do Logos Solar nos planos logoico, monádico e átmico. Também para Eles, essa abstração é com referência a seus corpos físicos cósmicos.

Deve estar sempre presente em nossas mentes que estamos tratando com matéria elétrica, conseqüentemente com matéria etérica cósmica. A expressão matéria elétrica quer dizer a matéria que é portadora dos fogos, pois, como sabemos, os fogos são transportados por átomos (portanto matéria etérica), que associados formam as moléculas mais densas, sendo por isso que o Mestre diz que toda a matéria no sistema é necessariamente etérica. Conseqüentemente, como os sete planos do Sistema Solar, esses nos quais evoluímos, estando no momento no físico do sistema, constituem em conjunto o plano físico cósmico, podemos afirmar que todos os fenômenos neles ocorridos são físicos. Isto é mais uma prova de que aquilo que muitos pensam ser subjetivo, na realidade sob o po nto de vista da Mônada é objetivo, material e físico, quando encaramos as diversas matérias dos planos. No tempo e no espaço lidamos com unidades de polaridade diferente, as quais, durante o processo evolutivo, buscam a união, a igualdade, o equilíbrio ou síntese, até que finalmente o conseguem. Um exemplo dessa polaridade é a existência do elétron e do positron, de mesma massa e polaridade oposta, sendo essa polaridade aceita pela Física moderna, no conceito de matéria e anti-matéria. Na chamada tomografia por emissão de positron (PET), utilizada nas clínicas de imagem, temos a utilização prática de conceitos da Física, que corroboram os ensinamentos da Ciência Sagrada. Esta interação elétrica entre duas unidades portadoras de energia gera o que chamamos lu z (em seu sentido muito mais amplo) e como conseqüência a objetividade, manifestação ou exteriorização. No decorrer da evolução isto se manifesta como calor e interação magnética e é a fonte de todo crescimento vital. Quando a meta objetivada é alcançada, a união ou unificação, duas coisas ocorrem: 


Primeiro, a aproximação ou fusão dos dois pólos ou um resplendor ou luz radiante. Segundo, o obscurecimento ou a desintegração final da matéria, devido

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ao intenso calor. Temos um exemplo disso no fenômeno físico do relâmpago ou raio. A forte luz emitida ocorre quando a carga elétrica transportada pelas partículas que descem da nuvem encontram-se com as partículas que sobem do solo. Sob o ponto de vista da Ciência Sagrada, os átomos físicos positivos (ou masculino s) portadores de eletricidade solar (de uma só polaridade) unem -se aos átomos físicos negativos (ou femininos, os elétrons, também de uma só polaridade). Observa-se isso quanto ao homem, a um Logos Planetário, a um Logos Solar e aos seus corpos de manifestação. Quando o homem alcança esta união ocorrem os três tipos diferentes de fenômenos elétricos, quando então a luz resplandece, irradiando sobre o corpo causal (Loto Egoico) e iluminando o sutratma ou cordão (textualmente o Caminho), que conecta o corpo c ausal com o cérebro físico. Em seguida produz-se a desintegração ou destruição, o corpo causal se desvanece como uma labareda de fogo elétrico e o homem verdadeiro ou eu é abstraído dos três corpos do mundo. O mesmo ocorre com o corpo de um Homem Celestial, um esquema planetário, como também com o corpo do Logos Solar, um sistema solar. Essa desintegração do Loto Egoico ocorre na quarta Iniciação Planetária, a segunda solar, a da Renúncia, que implica no domínio do corpo búdico e da matéria búdica. Temos muito material para refletir, conjugar com outras informações e tirar conclusões, para aplicação no dia a dia. Só assim conseguiremos evoluir e sair da escravidão da matéria, conseguindo a vida mais plena, anunciada pelo Sr. CRISTO. Prosseguiremos nosso estudo desse tema em 24/9/2004.
Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina.

GN 21-SET-2004 [103] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Seção A - 2. Manas é Eletricidade (Continuação) (Páginas 275, 276 e 277) Anteriormente explicamos superficialmente a atuação da eletricidade (fogo elétrico) na matéria, provocando sua atividade. Agora, nessa segunda parte, estamos tratando da atuação da eletricidade nas formas, como magnetismo, não exatamente o magnetismo estudado na Física, o qual é um caso particular (fogo elétrico/por fricção/solar), mas aquilo que mantém a coesão das partes componentes da forma, físicas, astrais, mentais etc. Esses con ceitos são difíceis de expor, pela falta de palavras apropriadas. Por isso no momento trataremos apenas das idéias principais que envolvem o assunto. Assim, temos: 1. Eletricidade na matéria: manifesta -se como atividade tríplice da matéria: fogo elétrico/por fricção tríplice.

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2. Eletricidade na forma: manifesta -se como magnetismo, que produz coesão: fogo elétrico/solar tríplice. 3. Eletricidade na existência: manifesta-se como vitalidade: fogo elétrico/elétrico tríplice. Isso é literalmente, como diz Helena Petrov na Blavatsky, o fogo elétrico tríplice: Fogo elétrico/por fricção: eletricidade animando os átomos da matéria ou a substância do Sistema Solar e produz: 
 

A forma esférica de toda manifestação. O calor inato de todas as esferas. A diferenciação dos átomos entre si.

Fogo elétrico/solar: eletricidade animando as formas ou aglomerados de átomos, resultando em: 
 

Os grupos coerentes. A irradiação de todos os grupos ou a interação magnética de tais grupos. A síntese da forma, ou seja, ser um organismo.

Fogo elétrico/elétrico: eletricidade manifestando -se como vitalidade ou vontade de ser de alguma Entidade e se expressa como: 
 

Ser abstrato. Obscuridade, no sentido de desintegração, após ser cumprida a missão da forma. Unidade.

Vimos anteriormente que a manifesta ção elétrica no primeiro plano, adi ou divino ou logoico, provocou a vibração inicial e, no segundo, o monádico, sua atividade produziu a forma arquetípica de toda manifestação, desde um Deus até o homem e o átomo. No terceiro plano, átmico ou espiritual, primordialmente o plano de Brahma (Atividade Inteligente), esta força elétrica manifestou -se como propósito inteligente. A vontade de ser e a forma desejada estão correlacionadas com o propósito inteligente que subjaz em tudo. Esse propósito inteligente ou vontade ativa, servindo-se de um instrumento, leva-nos ao mais difícil dos problemas metafísicos, a diferença entre vontade e desejo. É impossível esclarecer esse tema tão delicado, exceto dizer que tanto na vontade como no desejo, o fator fundamental é a inteligência ou manas e isso deve ser reconhecido. O princípio compenetrante de manas - que colore os aspectos vontade e desejo - gera grande confusão entre os estudantes. Obter-se-á um pensamento claro somente quando se compreender que: Primeiro, toda manifestação emana ou é eletrificada desde o plano mental cósmico, o que é óbvio, uma vez que o Logo Solar planeja seu Sistema Solar utilizando-se de seu corpo Mental Cósmico, que é feito de matéria mental cósmica, assim como nós, seres humanos, temos o modelo do nosso corpo físico em matéria mental do sistema. Segundo, a Mente Universal ou o Pensador Divino é o Princípio Inteligente que
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se dá a conhecer como "Vontade de Ser", Desejo ou "Amor de Ser" e esse propósito inteligente ativo que anima o Sistema So lar. Terceiro, Mahadeva ou Vontade Divina, Vishnu, o aspecto Sabedoria ou o manifestado "Filho da necessidade" e Brahma ou propósito ativo, são a soma total da consciência inteligente e (para a Entidade cósmica em manifestação) o que os corpos mental, astral e físico são para o homem - o pensador nos três mundos - que atua no corpo causal. Isso significa que existe um Ego ou Alma Solar, que expressa os três aspectos divinos nos corpos cósmicos abaixo do causal cósmico, incluindo o físico cósmico, nossos sete planos, do adi até o físico. São essas diferenças de manifestação devidas aos três aspectos que devem ser consideradas, quando analisamos a fenomenologia existente no universo ao nosso alcance. Não devemos esquecer que o corpo causal encerra a Tríade inferior, composta da unidade mental permanente, do átomo astral permanente e do átomo físico permanente, que personificam o princípio inteligência (o aspecto vontade para os planos inferiores), o desejo (o aspecto amor inferior) e a objetividade física, resp ectivamente. Nunca é demais realçar a analogia existente entre o tríplice Logos e o tríplice homem e, quando se medita sobre a semelhança existente entre ambos, adquire -se nitidez de pensamento e de conceito. O homem é uma unidade que funciona como tal no corpo causal e uma triplicidade que atua regida pelo aspecto vontade, o corpo mental, onde a vontade se expressa para os corpos inferiores, governada pelo aspecto desejo ou amor, o corpo astral, controlada pelo aspecto atividade, o corpo físico. O Ego, no corpo causal, eletrifica ou vitaliza os três corpos ou aspectos, unificando-os em um e produzindo - por meio da inteligência que Ele é em essência - coerência na ação, simultaneidade de propósito e esforço sintético. Finalmente, é evidente que, estudado desde qualquer ponto de vista, o tríplice Logos ou seu reflexo, o homem, usando o princípio manásico, converte inteligentemente a matéria em forma, quando reúne os átomos e moléculas para construir seus corpos e utiliza-os para cumprir a vontade, o desejo e o propósito da existência imanente. Poderemos observar que este princípio subjaz nos três aspectos. É desnecessário citar aqui as distintas triplicidades que se podem formar sobre a idéia básica de Espírito e matéria, ligados pela Inteligência. Já fizemo s isso inúmeras vezes. Estamos interessados agora em enfatizar que a INTELIGÊNCIA é a qualidade principal do Logos. Manifesta -se como vontade, desejo sabedoria e atividade e a razão disso está no trabalho realizado anteriormente pela Entidade Cósmica, abra ngendo os ciclos de um passado remoto, incluindo do ângulo do nosso Logos Solar (o Sistema Solar anterior ao atual, quando Ele desenvolveu o aspecto INTELIGÊNCIA). Manas (ou mente) desenvolvido constitui o propósito inteligente que está efetuando a unificação em cada plano do Sistema Solar, juntamente com os sub-planos. Oportunamente conseguirá a síntese de todos os planos, colocando o plano físico cósmico, melhor dizendo, o corpo físico cósmico do Logos Solar, como um todo unificado, sob o controle total d essa Entidade cósmica (o Logos Solar), que cuida de expressar-se por meio dessa tríplice manifestação chamada Sistema Solar ou corpo físico logoico. Enfatizamos a diferença entre o plano físico cósmico e o corpo físico cósmico do Logos Solar, porque existe realmente um plano físico cósmico fora do corpo físico cósmico do Logos Solar, no qual Ele vive fisicamente. Da mesma forma com que o
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homem tem seu corpo físico e vive num meio físico, o mesmo ocorre com o Logos Solar. Para o homem, que vive dentro do corpo físico do Logos, esse corpo é efetivamente seu plano físico cósmico, todavia os Iniciados de graus elevados conseguem evadir-se desse corpo físico cósmico e movimentam-se livremente no verdadeiro plano físico cósmico. É muito importante que essa diferença fique bem nítida e clara nas mentes de todos. Reflitam profundamente sobre isso, pois os resultados serão muito benéficos, no sentido de clarear bastante a visão do que temos pela frente, em termos de conquistas, responsabilidades, atividades, plenitude de vida e penetração na Consciência do Logos Solar. No próximo estudo, a ser colocado em 28/9/2004, continuaremos com a exposição do que ocorre no terceiro plano do sistema, o átmico ou espiritual, o plano de Brahma, Inteligência Ativa, o terceiro Logos, em termos de atividade elétrica. Que a Paz do Senhor Cristo fique com todos. Que todos vejam a Máxima Luz da Razão Pura. Fonte: Tratado sobre Fuego Cósmico, do Mestre Djwal Khul, pela Sra. Alice A. Bailey, em espanhol, da Fundação Lucis e distribuído por editorial Kier, Buenos Aires, Argentina. [104] Segunda Parte do Tratado sobre Fogo Cósmico - Fogo Solar - Seção A - 2. Manas é eletricidade (Continuação) (Páginas 277, 278 e 279) Continuemos nosso estudo sobre a atuação do terceiro aspecto do Logos Solar em seu sistema, em seu plano específico, o terceiro, o átmico ou espiritual. Sua ação resulta em atividade coerente. Essa atividade coerente está presente não só no sistema, mas também no planeta e no campo de atuação da Mônada. Em outras palavras, o que o Logos Solar faz, suas células (os Logoi Planetários em nível mais elevado e as Mônadas em nível mais baixo) repetem. Como tudo é tríplice, temos em tudo isso a tríplice vibração de espírito-matéria-inteligência, soando como a tríplice Palavra Sagrad a, que é eletricidade gerando som. Em conseqüência temos uma interessante seqüência ou inversão, segundo o ponto de vista, envolvendo os planos como os conhecemos: Eletricidade provocando impulso vibratório ou oscilatório. É a segregação ou acumulação de matéria em um espaço definido e limitado (os limites do corpo físico cósmico do Logos Solar ou seu Sistema Físico Cósmico completo), para que ela entre em atividade de forma planejada dentro desse "círculo não se passa" solar. Isso ocorre no plano adi. É a primeira letra da Palavra Sagrada. Eletricidade gerando luz. É a objetividade das esferas, os átomos, inicialmente. Dá-se no plano monádico, na primeira manifestação das formas, pois o monádico é o plano da Lei de Coesão, sendo o nascimento do Filho. É a segunda letra da Palavra Sagrada. Eletricidade como som. Ocorre no terceiro plano, o átmico. Sabemos que o som é uma sucessão de concentrações ou condensações e dilatações ou rarefações. Nas fases de concentrações ou condensações ocorre o aglutinamento de átomos e partículas, formando aglomerados mais densos de moléculas. Existe atualmente uma teoria física sobre a formação do universo,
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baseada nesse conceito. É a terceira letra da Palavra Sagrada. Todavia essa terceira letra também é tríplice. Parece que há uma contradição no que acabamos de expor, embora seja apenas aparente. Na realidade, no plano adi é iniciada a Palavra Criadora. No monádico vem a segunda letra ou fase, quando é estabelecido o processo de relacionamento entre as formas, pela luz. De fato a luz relaciona. No terceiro plano temos a terceira letra ou fase, que marca o início da concreção ou densificação, sendo o som propriamente dito, que para o físico é uma onda mecânica. No quarto plano, o búdico, a ação elétrica, que provocou o som no átm ico, pelo impulso que obrigou os átomos a oscilarem segundo ondas análogas às mecânicas da física, provoca o aparecimento de um atributo chamado cor. Nesses quatro enunciados temos os quatro conceitos fundamentais de toda a manifestação, ou seja, o quaternário logoico. Todos os quatro têm uma origem elétrica (vontade). São na realidade uma diferenciação, provocada pela força que vem do plano mental cósmico, onde está sediado o Ego Logoico, força essa que assume forma, com um propósito inteligente, no plano físico cósmico. O Ego humano (manifestação no plano mental do sistema do homem verdadeiro, a Mônada) repete esse mesmo processo em uma escala muito minúscula, limitando-se aos três planos (mental, astral e físico) e chegando à objetividade no físico do sistema ou solar. Isso será comprovado futuramente, quando a ciência compreender a verdade de que: 1. Todos os fenômenos físicos, conforme entendemos a expressão, têm uma origem elétrica e uma vibração inicial no primeiro sub -plano físico dosistema, o atômico. 2. A luz, no plano físico, está intimamente ligada ao segundo sub -plano, o segundo éter (o sub-atômico) e utiliza-o como meio de propagação. 3. O som atua através do terceiro éter. 4. A cor (diferenciação da luz chamada branca), em um sentido peculiar, está ligada ao quarto éter. É oportuno aqui lembrar que o sentido da audição precedeu ao da visão, pois a primeira raça-raiz (a Adâmica) só possuía a audição, tendo a visão surgido na terceira raça-raiz (a Lemuriana), da mesma forma que o som antecedeu à cor. Observamos aqui uma interessante analogia entre o quarto éter cósmico (o plano búdico) e o quarto éter do físico solar. Ambos estão em via de se tornarem exotéricos, um desde o ponto de vista do homem nos três mundos e o outro desde o ponto de vista do Homem Celestial. Os cientistas já estão investigando o quarto éter e grande parte do que postulam sobre o éter, o átomo, o rádio e as partículas sub-atômicas, tem a ver com o quarto éter. Com o tempo encontrarão a sua fórmula científica ou a equação que desc reverá matematicamente o quarto éter. Algumas de suas propriedades, o conhecimento referente a seu campo de influência e sua utilização prática serão do conhecimento do homem. Paralelamente a isso, o plano búdico, o plano do princípio crístico, está sendo conhecido gradualmente por esses seres avançados, que individualmente são capazes de reconhecer o lugar que lhes corresponde no corpo de um Logos de um esquema planetário. Esses seres são os Iniciados Planetários.
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A influência do plano búdico e a caracterí stica peculiar da força elétrica começam a se fazerem sentir e sua energia começa também a produzir um efeito definido no corpo egoico do homem. O quarto éter do plano físico do sistema está assumindo analogamente o lugar que lhe corresponde na mente dos homens e a força elétrica desse sub-plano está sendo adaptada e utilizada pelo homem nas artes mecânicas, nos meios de transporte, na iluminação e na cu