PLANO DE DESEMVOLVIMENTO DECENAL DA UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA’E

2007 - 2017

DILI TIMOR-LESTE

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Capítulo I Introdução
1.1. Antecedentes O Plano de Desenvolvimento Decenal da Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) de 2007–2017, é um plano da Universidade, mandatário do desenvolvimento de qualquer organização, apesar da sua existência. O Plano de Desenvolvimento da Universidade foi elaborado no início da proliferação prevalecente da cultura global e das suas consequências. Uma das consequências significantes é o mercado livre, tanto para as mercadorias como para os serviços. Relativamente à educação em particular, há dois pontos que vale a pena serem considerados: primeiro, a possibilidade de as agências educacionais estrangeiras operarem no país e as agências nacionais nos países estrangeiros, e segundo, os profissionais estrangeiros poderem trabalhar no país e os profissionais nacionais nos países estrangeiros. Isto traz uma nova consequência às instituições educacionais nacionais, como é o caso da UNTL, que, para se sobreviver e, provavelmente, facilitar a cooperação com as parcerias estrangeiras, terá de estar alerta quanto à qualidade. Tudo isto para se concretizar numa série de fases de planeamento e operações. O planeamento deve incluir/inserir os esforços que possam assegurar que os graduados da UNTL sejam realmente qualificados e adquiram um alto nível de conhecimento, aptidão/habilidade e competência geral. Não levará tempo para que as pessoas estivessem cientes de que as protecções nacionais, deixando a protecção local a sós, já não seriam legais. As afiliações tribais, étnicas, e até mesmo nacionais, já não teriam qualquer valor redutivo ou suplementar. Pelo contrário, são a qualificação, comptência e outras atitudes qualificadas que, eventualmente, haveriam de prevalecer. No mundo de livre competição, a produtividade torna-se um dos factores decisivos. É a obrigação da UNTL, por isso, executar e concretizar uma óptima produtividade num processo mais eficiente. Tudo isto carece de recursos humanos qualificados em termos de qualificação e atitudes, desenvolvendo continuamente a tecnologia e suficientes fundos. Todo o património, real e potencial, deve ser identificado, registado, desenvolvido e utilizado, com o máximo proveito, no referido Plano de Dezenvolvimento. 1.2. Objectivos do Plano de Desenvolvimento Este Plano de Desenvolvimento foi preparado/elaborado para prover às entidades interessadas, internas e externas, com directrizes/orientações referenciadas. É considerado tal necessário para que as óptimas tarefas esperadas da parte da universidade, incluindo as de todas as unidades dependentes, sejam suportadas com boa coordenação e com a mesma referência das entidades interessadas exógenas, incluindo oficiais funcionais, faculdades e pessoal administrativo. O Plano Piloto de Desenvolvimento constitui suas directrizes tendentes a tornar a universidade uma organização efectiva, dinâmica, elegante e intelectual, que estará pronta para ambos os casos: auto-avaliação e

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auto-acreditação, em conformidade com o espírito da Visão de Desenvolvimento de Timor-Leste de 2020. O Plano Piloto de Desenvolvimento significa, igualmente, para as entidades interessadas exógenas: os pais, a sociedade local, os governos locais, a diocese, as outras universidades, o Ministério de Educação, os operadores comerciais, os industrialistas, as ONGs, os doadores, os parceiros e as demais instituições, que necessitam de obter informações claras/objectivas sobre aquilo que a universidade aspira, planeia/pretende fazer e o que estando actualmente a fazer. 1.1. Referências A Constituição da “República Democrática de Timor-Leste” O Plano de Desenvolvimento Nacional A Lei Básica da Educação A Política da Educação Nacional O Estatuto Orgânico do Ministério da Educação O Estatuto da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e O Decreto do Ministro da Educação sobre os Currículos Nacionais da Formação Superior A Política da Acreditação Nacional. 1.4. Apresentação Este documento serve essecialmente como um Plano de Desenvolvimento para pôr a declarada missão da universidade em andamento. Por outro lado, a própria declarada missão sujeita-se, de quando em quando, ao reajustamento e ao melhoramento que proporcionem/favoreçam o desenvolvimento actual. A composição/elaboração deste Plano de Desenvolvimento começou propriamente com as iniciativas das entidades interessadas, seguidas pela formulação da comissão, pelas segundas sugestões/ iniciativas das entidades interessadas, e, finalmente, pela versão melhorada. Este Plano de Desenvolvimento é apresentado em cinco capítulos. Capítulo I, Introdução apresenta os antecendentes, os objectivos da composição/elaboração do Plano de Desenvolvimento, referências e apresentação. Capítulo II, Auto-avaliação debruça-se sobre o estado de declaração da missão da universidade, iniciativa-processo-produção ou resultado, potencialidade, fraquezas e factores críticos. Capítulo III, Factores Estratégicos debruçam-se sobre a qualidade, a autonomia e a liberdade académica, responsabilidade, acreditação e avaliação. Capítulo IV, Programas apresentam a relação total dos programas, na qual cada um deles completa com a sua descrição. Estes programas são, para os fins da operação, agrupados em Assuntos Estudantis, Académicos, Administrativos e Financeiros, e Programas Gerais. Capítulo V, Programa de Gestão descreve a política financeira e o plano de acção.

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Capítulo II Auto-Avaliação
2.1. Estado das Artes Os membros e os líderes da sociedade, formais e informais, que se sentiram preocupados com o desenvolvimento da suas áreas, dentro da República Democrática de Timor-Leste, estabeleceram a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL) até hoje a única universidade pública no país, no dia 17 de Novembro de 2000. A UNTL iniciou com cinco faculdades: (1) Faculdade de Ciências de Educação, (2) Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, (3) Faculdade de Agricultura, (4) Faculdade de Economia e (5) Faculdade de Engenharia, onde se abrigam Departamentos vários como os de : Biologia, Matemática, Física, Química, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Estudos de Políticas de Governação, Administração Pública, Desenvolvimento Comunitário, Agronomia, AgroEconomia, Veterinária, Gestão, Estudos de Desenvolvimento, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia Eléctrica, Engenharia Informática, Ciências Agrárias. Hoje em dia o número das faculdades aumentou até sete, com duas novas faculdades: a Faculdade de Medicina e a Faculdade de Direito. O órgão estudantil foi aumentando ao longo dos anos. Quando foi fundada, a universidade começou com cerca de 5,000 estudantes activos, aumentando para mais 8,000 no lectivo ano académico de 2007/2008. 2.2. Declaração da Missão É direito de cada cidadão desenvolver as suas potencialidades até ao máximo e uma instituição de ensino superior serve como um instrumento de trabalho estratégico. Em vista disso, depois de vários anos de independência, os membros concernentes da sociedade e líderes comunitários, formais e informais, sentiram-se seriamente chamados a responder aos desafios, e em 2000 tiveram o êxito de fundar a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL). Ao servir a sociedade, a Universidade professa a fé básica que a educação constitui, na essência, um processo em que transcende, confirma e construi, no máximo, toda a pessoa humana, através da importante interacção recíproca entre o aprendizante e o professor. Adoptando o espírito que é declarado e orientado pela constituição nacional, a UNTL posicionou-se/optou por: (1) desempenhar um papel activo nas tentativas de elevar, confirmar e construir, no máximo, a pessoa humana a ser coerente para com as vivas aspirações do povo Timorense, (2) receber, seleccionar e aceitar o nível de formação superior de graduados do Ensino Secundário, que aspiram a serem graduados altamente qualificados, a fim de responder às exigências da nação e satisfazer as exigências académicas relacionadas com as áreas de estudo, (3) tornar-se um centro de desenvolvimento da ciência, tecnologia e cultura, capaz de manter, estudar, restaurar e reforçar/fortalecer os valores relevantes e acções que advoguem/proporcionem as relações dignificadas, prestimosas e balanceadas no seio do povo, com o universo e com Deus.

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2.3. Absorção/Input-Processo-Produção/Resultado Em geral, houve um aumento do número de registo/matrícula/ingresso de novos estudantes no decorrer do tempo, apesar de ter sido distribuído entre os departamentos. O corpo docente também aumentou em número e em nível de aquisição mais elevado, a par da melhoria de competência do pessoal administrativo. As facilidades institucionais, contudo, têm sido melhoradas significativamente. Dados os recursos disponíveis, os processos institucionais desenrolam-se relativamente bem, porém uma série de medidas de desenvolvimento necessitam de serem melhoradas, tais como os currículos, a execução da gestão de avaliação, os escritos de vários manuais, as actividades estudantis, as faculdades e os trabalhos de pesquisa estudantis. O plano de acção, com escalas de prioridade, é realmente necessitado. A produtividade de programas de estudo, geralmente, precisa ainda de ser melhorada, tanto em número de graduados como na sua qualidade. Neste momento, a percentagem da produção/resultado é ainda muito baixa (menos do que 10%), com uma média de GPA mais baixa do que 2.50 na escala de 1–4. Um número de medidas de melhoramento, de facto, carecem de ser tomadas, como sendo intensificar as orientações estudantis, o processo de ensino, de avaliação e a possibilidade de ter semestres curtos. Associando os projectos com os membros da sociedade, o governo local e o negócio nesta área também precisam de ser melhorados, mediante a participação, tanto quanto possível, de faculdades, estudantes e do pessoal administrativo. 2.4. Potencialidade Como única Universidade Pública, a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e possui vários factores fortes que são instrumentais no seu desenvolvimento. A comunidade, em geral, é aprobativa e tem um senso forte de posse. Isto é suportado pelo facto de que o número de alunos do ensino secundário no país continua a aumentar-se e apenas um número relativamente pequeno pode ser acomodado/aceite pela UNTL. Por causa de, entre outras, estas razões, a UNTL, como Universidade Pública, ganhou o suporte substancial do Governo Central, particularmente em termos de apoio financeiro. Em acréscimo, a UNTL ganhou também a especial atenção das várias instituições nacionais e internacionais. Uma das potencialidades da UNTL, especialmente a relativa a uma nova universidade, é a alta percentagem de professores que adquiriram o grau de mestrados ou actualmente estão a adquirí-lo. Esta medida é um recurso muito estratégico para o desenvolvimento seguinte. 2.5. Fraquezas Durante um tempo relativamente longo a universidade não pode escapar-se da influência de factores políticos e suas consequências. Desde o seu estabelecimento/fundação em 4

2000 até hoje em dia, o Estatuto da UNTL, infelizmente, ainda não foi aprovado pelo Governo, o que suscitou dificuldades à gestão da UNTL para elaborar os seus planos e executar as suas actividades. Este facto, indirectamente, causou algum impacto no trabalho ético, nas várias coordenações e na aquisição de muitos necessários recursos humanos disponíveis. Outro inevitável impacto é a emergência de atitudes sectárias que ocasionaram suspeitas e uma equipa de trabalho não sinérgica, cujo papel actual é muito importante para o progresso da universidade. Algumas outras fraquezas incluindo:  A falta de consolidação deontológica dentro da UNTL, isto é, a gestão, o pessoal docente, o pessoal discente (estudantes) e o pessoal administrativo. Por causa disto não há a mesma compreensão no meio da comunidade académica sobre a visão – missão universitária. Os recursos humanos, particularmente o pessoal não docente, não são bem treinados nos campos de trabalho. Por isso, a gestão administrativa é relativamente fraca/deficiente e não profissional; Sistema de gestão ineficiente e não profissional; Os currículos não são bem desenvolvidos nem bem estabelecidos/elaborados; As facilidades, particularmente os edifícios de campus, constituem uma fraqueza. Os campus em Dili, localizados na rua principal da cidade, não são conducentes/apropriados para o processo de ensino. Em acréscimo, as salas de aula dos edifícios danificados em Setembro de 1999 ainda não são recuperadas na sua totalidade.

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2.6. Factores Críticos Existem vários factores críticos encarados pela UNTL. A UNTL está agora no processo de superar alguns deles pelo aumento da gestão de coordenação e trabalho intenso. Alguns desses factores, contudo, dependem muito dos factores exógenos. O primeiro factor crítico é a acreditação. A acreditação é um factor crítico porque primeiramente se relaciona com a sobrevivência e a existência da UNTL no futuro e em segundo lugar, o tempo disponível para a sua preparação é muito limitado. A acreditação, planeada pelo governo, será conduzida no ano de 2008. A primeira medida da acreditação foi tomada, isto é, pelo aumento da gestão de coordenação e trabalho intenso. A acreditação é um processo contínuo, coeso, intensivo e amplo, que requer coordenação, cooperação e fundos. Toda esta coordenação, cooperação e fundos, se forem efectivamente implementados, obterão apenas alguns dos critérios requeridos da acreditação. A UNTL conseguiu satisfazer alguns outros critérios, com a ajuda ou apoio de várias partes através da implementação contínua dos seus planos.

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O segundo factor crítico é a autorização do sistema de gestão da universidade. Dada a inexistência do Estatuto durante um período relativamente longo, a autoridade, os procedimentos, a coordenação, os relatórios, o arquivo e as preferências carecem de ser autorizados, de acordo com as respectivas descrições do serviço e do plano relacionado com o sistema de gestão da universidade. O terceiro factor crítico é que o campo de Hera ainda não está concluído devido às razões supracitadas. A fim de se finalizar a sua construção, é preciso um avultado montante de fundos, eis um outro factor crítico.

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Capítulo III Factores Estratégicos
Os programas inseridos neste Plano de Desenvolvimento são classificados em quarto categorias: assuntos académicos, assuntos administrativos e financeiros, assuntos estudantis e assuntos genéricos. Na sua implementação de cada categoria e mesmo cada programa, deve-se ter em consideração os seguintes factores estratégicos: a qualidade, a autonomia e a liberdade académica, a responsabilidade, a acreditação e a avaliação. 3.1. Qualidade A qualidade é o objectivo de toda a organização, provinda tanto do processo de absorção como de produção/resultado, ainda que sejam tangíveis ou intangíveis. A qualidade é parte integrante da declaração da visão-missão da universidade, que comporta/insere os objectivos gerais que se pretendem atingir pela universidade e pelas instituições similares. Tal como outras universidades espalhadas em todo o mundo, um dos objectivos gerais da UNTL é produzir os graduados qualificados e produtivos, tanto como pesquisadores como sendo profissionais. A expectativa por graduados altamente qualificados deve ser suportada com a absorção qualificada (estudantes, pessoal académico ou pessoal docente, funcionários não-docente e facilidades de apoio), e também com processos altamente qualificados (produtividade eficiente, efectivo, relevante e ascendente). Os graduados qualificados, tendo desenvolvido optimamente os seus conhecimentos, aptidões/habilidades e a personalidade, indirectamente ajudarão a incrementar a qualidade da vida da comunidade local. Como tal, os esforços da universidade também ajudarão a contribuir algum género de valores acrescidos para a comunidade local. 3.2. Autonomia e Liberdade Académica A autonomia pode ser definida como sendo o direito e a autoridade para que a universidade funcione com liberdade e responsabilidade. A universidade tem o direito e a autoridade para convidar e recrutar os estudantes, professores e empregados, bem como dispôr de facilidades necessárias e utilizá-las com o máximo proveito possível. A liberdade académica pode ser compreendida como sendo a liberdade da sociedade académica para se executar o seu dever e funcionar como educadores e pesquisadores. O pessoal académico é livre de usar os vários recursos potenciais e métodos viáveis para desenvolver as disciplinas/matérias ou cursos pelos quais são responsáveis. Eles são também livres de escolher e conduzir a pesquisa pertinente à perícia ou áreas de estudo, de acordo com a lei e os valores morais prevalecentes.

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3.3. Responsabilidade A responsabilidade implica que todas as actividades feitas pela universidade possam e careçam de ser responsabilizadas pelas entidades interessadas, tanto internas como externas. A responsabilidade é muito inerente à viabilidade de ser fiscalizada, no sentido de que quaisquer actividades, que venham a ser feitas ulteriormente, sujeitam-se a serem fiscalizadas. Isto inclui a absorção, o processo, a produção/resultado e a compatibilidade entre a visão e a missão universitárias e as activadades da sua comunidade académica e os seus impactos no seio da própria comunidade. A responsabilidade, também, requer a transparência de posse e monitorização ou supervisão pelas entidades interessadas sobre a gestão e operação das actividades funcionais da universidade: educação, pesquisa, e serviço comunitário. Incluídas na responsabilidade ao utilização dos recursos disponíveis para alcançar os objectivos predeterminados e a consciência da comunidade académica de tal maneira a não prejudicar as funções da universidade e sociedade em geral. A nível dos programas de estudo, a responsabilidade cobre o currículo e as suas inerentes actividades. Inicia-se com a formulação dos objectivos ou visão-missão, particularmente os que pertencem aos perfis do resultado, seguidos por toda uma descrição dos programas de estudo, incluindo os conteúdos nacionais e locais do currículo, assim como a relação entre vários grupos de cursos. 3.4. A acreditação O Órgão Nacional de Acreditação conduz a acreditação da instituição de ensino superior, que particularmente se relaciona com os programas da operação, permissão e supervisão. Portanto, um programa de estudo não reconhecido deve, eventualmente, satisfazer os requisistos predeterminados para ser acreditado/reconhecido antes de lhe ser dado a portunidade para se desenvolver num determinado período de tempo. Se o programa de estudo continuar a não ser acreditado/reconhecido, a sua licença pode ser revogada. Por outras palavras, o programa de estudo deve ser encerrado e o mesmo deixa então de existir. Pelo contrário, se esse programa de estudo for acreditado/reconhecido, o mesmo tem o direito e o dever de empreender o contínuo desenvolvimento. Existem apenas três opções para a universidade no que concerne ao estado de acreditação/reconhecimento: A (acreditado/reconhecido) B (probatório), C (chumbado/reprovado/não reconhecido). Em princípio, a acreditação constitui uma parte da avaliação (avaliação externa). Neste caso, não há diferença entre as universidades públicas e particulares. O resultado da avaliação coloca um programa de estudo num nível de acreditação de A, B, ou C. No futuro é possível que haverá uma outra forma de avaliação, por exemplo, avaliacão de observação, particularmente no tocante ao nível da acreditação universitária. Os requisitos da acreditação são claros, amplos e detalhados, e tomam o formato da forma de acreditação (para os subgraduados), e portfólio para (programas de graduados). Os requisitos são claros, amplos e detalhados, e os ítens encontrados na forma da acreditação podem ser usados como base para o desenvolvimento do Plano Estratégico.

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Como tal, é prudente envidar todos os esforços precisos para alcançar os requisitos da acreditação, como sendo a mínima meta do desenvolvimento desse Plano Estratégico.

3.5. Avaliação A avaliação pode ser definida como sendo um esforço sistemático para recolher, tratar e processar os dados válidos e fidedignos e as informações, dos quais a conclusão ou realidade pode ser encontrada. Esta realidade é, pois, aplicada como gestão das actividades para assegurar o progresso ou desenvolvimento institucional. A avaliação revela o empreendimento de uma instituição ou programa, e serve como um instrumento importante de gestão para garantir a existência ou sobrevivência de uma instituição ou programa. Como a avaliação é importante, toda a actividade programada no desenvolvimento do Plano Estratégico deve ser formulada de tal modo que a mesma possa ser avaliada. De acordo com esta medida, em toda a instituição, programas e membros de uma sociedade académica, a habilidade de avaliar constitui um factor importante. Sem tal habilidade, todo e qualquer esforço para incrementar continuamente a qualidade é quase impossível de se concretizar. Um passo importante a dar antes de se fazer uma avaliação exógena, incluindo a acreditação, é a auto-avaliação. O resultado da auto-avaliação pode ser usada como sendo uma base para o planeamento do desenvolvimento. A auto-avaliação deve ser planeada de tal maneira que ela possa ser usada para colher informações necessárias, eis os objectivos (incluindo os requisitos mínimos), a absorção, o processo e a produção/resultado. Em acréscimo, deve-se também incluir a execução de indicadores que cubram a eficiência, a produtividade, a efectividade, a responsabilidade, a capacidade/flexibilidade inovativa e a atmosfera ou ambiente académico.

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Capítulo IV Programas
O Plano de Desenvolvimento Decenal de 2007–2012 da UNTL é um plano de desenvolvimento a longo prazo da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e. O plano está dividido em duas fases, designadamente Plano Quinquenal I (2007–2012) e Plano Quinquenal II (2012–2017). Cada fase está dividida em cinco fases de projectos anuais. Alguns dos programas já são bastante específicos para possibilitar uma implementação directa. Muitos deles, porém, necessitam de ser descritos em detalhes num número ou série de projectos. Isto é, principalmente, são executados pelas respectivas unidades de trabalho, de acordo com o que já foi descrito nos capítulos 1 a 3. A fim de facilitar a sua implementação, o programa principal está dividido em quatro partes: o programa académico, o programa administrativo e financeiro, o programa de assuntos estudantis e o programa geral. Enquanto os projectos desenvolvidos no programa principal são implementados pelas relevantes unidades de trabalho, o Pro-Reitor dos Assuntos Académicos e Bibliotecatecário é encarregado dos Programas Académicos e de Biblioteca, o Pro-Reitor dos Assuntos de Plano e Finanças é responsável pelos Programas Plano, Administratição e Finanças, o Pro-Reitor dos Assuntos Estudantis é responsável dos Programas de Assuntos Estudantis, o Pro-Reitor de Relações Internacionais toma conta dos Assuntos de Cooperação, o Pro-Reitor dos Programas de Posgraduação e Investigação Ciêntifica responsabiliza-se pelos assuntos de posgraduação e investigação científica.

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Programas Acadêmicos
A. Programas Académicos Programas A. 1. Estudantes A.1.1. Recrutamento de Estudantes Prospectivos A candidatura de excelentes estudantes em número suficiente poderá apressar o processo de estudo e aumentar a eficiência de educação. Para adquirir um plano efectivo e um mecanismo para transferir as informações, é necessário um conjunto apropriado de instrumentos seleccionados. Obter um plano de transferência de informações e um conjunto de instrumentos de selecção eficiente e efectiva. 1. Um Comité de Admissão dos Estudantes suportado por descrições explícitas de tarefa e um plano/horário de trabalho. 2. Um programa e os meios de distribuição de informações: anúncios, brochuras, postais, proibições, perfis e várias actividades coordenadas. 3. Agenda de actividade para os programas de estudo, faculdade e senado de estudantes para prover as informações. 4. Um conjunto de instrumentos seleccionados (incluindo testes) e sua descrição de mecanismo. 5. Avaliação sobre o recrutamento prospectivo dos estudantes. Antecendentes Objectivo Indicador de Execução

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A.1.2. Orientações de Estudo dos Estudantes

No começo dos seus estudos e durante o subsequente processo, os estudantes encontram/encaram sempre uma série de mudanças. Por isso, para facilitar o seu processo de estudo, são necessárias as orientações contínuas.

Os estudantes obtêm os conselhos que necessitam sobre o ponto de partida durante os seus estudos, assim como sobre a sua fase de finalização.

1. A disponibilização de várias directrizes: a. Directrizes de Orientação de Estudos. b. Directrizes de Seleccção de Cursos. c. Regulamentos Académicos d. Teses/Directrizes de Redacção dos Relatórios. e. Outros 2. Termos de Designação para os supervisores académicos e seus relatórios.

A.1.3. A atmosfera/ambiente académico Encontros/Reuniões cria-se através de várias actividades Académicas académicas dos estudantes e do pessoal académico nas horas extraordinárias de aula ou leccionação.

Os estudantes enriquecem e põem em prática os seus conhecimentos adquiridos na aplicação das horas extraordinárias de aula ou leccionação.

A disponibilização de planos e relatórios semestrais/anuais sobre: 1. Encontros/reuniões com o Chefe do Programa de Estudo. 2. Seminários. 3. Contestos Académicos 4. Discussões com os professores nas horas extraordinárias de aula ou leccionação. 1. Planos de actividades para incrementar a qualidade e a eficiência dos resultados da instrução. 2. A média de GPA aumenta

A.1.4. Melhoramento da Qualidade e Eficiência de Estudo

Um indicador do sucesso de estudantes no estudo é o GPA elevado e um tempo relativamente curto na finalização do programa de estudo. Isto precisa de uma atenção especial.

Aumento contínuo de qualidade de prestação dos estudantes e a eficiência do seu processo instrutivo.

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constantemente, atingindo entre 2.50–3.50. 3. Os estudantes graduados num curto tempo. Aumenta-se o número dos estudantes graduados ≥14 semestres. A.1.5. Administração Académica Os requisitos académicos fáceis e determinados e o procedimento que realemente podem ajudar os estudantes. Além disso, os dados compreensivos são essenciais para os que tomam decisões e a relacionada instituição. 1. Os estudantes 1. A disponibilização de adquirem o aumento procedimento explícito e de seguro e a requisitos para os estudantes a facilidade nos fim de: requisitos e no tornarem a registar-se, planear procedimento de os cursos para frequentar o ensino, realização de semestre, os exames finais, exames, obtenção de gozar a licença e desistir. orientações, e na 2. A disponibilização instantânea finalização dos seus de informações sobre o número estudos. de estudantes activos, 2. Os que tomam decisões e outras estudantes que não tornam a relacionadas instituições que regitar-se, estudantes falhados, são capazes de obter os dados estudantes graduados de detalhados e globais a respeito cada programa de estudo dos estudantes. durante menos de 3 anos ou mais de 3 anos. Melhorar a relevância da 1. Identificação e intensificação Universidade/Faculdade/Programa de: a) cursos, especialmente os de Estudo com as exigências do pertencentes aos currículos mundo comercial e industrial e o locais; b) as disciplinas/ desenvolvimento nacional. matérias de cada curso a serem

A.1.6. Intensificação da Relevância Educacional

A obrigação da universidade de produzir os graduados profissionais não se pode separar do cumprimento das exigências prospectivas dos utentes: o mundo comercial e

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industrial e o desenvolvimento nacional.

planeados para responder às necessidades do mundo comercial e industrial e do desenvolvimento nacional. 2. Planear e conduzir as pesquisas e executar/implementar as actividades da universidade/ faculdades/programas de estudo que sejam relevantes às exigências do mundo comercial e industrial e do desenvolvimento nacional. Prover os programas de treino para os estudantes séniores, criando/obtendo empregos/profissões bem sucedidas e a possibilidade de desenvolver a auto-actualização. 1. Identificar e intensificar os programas curriculares e cocurriculares empresariais (integrados em disciplinas/ matérias particulares) em cada programa de estudo. 2. Planear os programas extracurriculares empresariais. 1. A construção de instrumentos para monitorizar as aspirações dos alunos e o seu aperfeiçoamento relativamente aos seus empregos. 2. Cooperação com o mundo comercial e industrial: a. Informações sobre as oportunidades de emprego

A.1.7. Desenvolvimento de Atitudes Empresariais

A implementação de uma vontade profissional provavelmente óptima quando um elevado nível de capacidade é suportado com atitude, responsabilidade e carácter de uma pessoa de êxito ou espírito empresarial.

A.1.8. Aquisição de Emprego para os Graduados

Um emprego é uma parte importante na vida humana, porque pelo trabalho uma pessoa pode cumprir/satisfazer, pelo menos, as suas necessidades, e somente pelo trabalho uma pessoa pode ajudar os outros. Um emprego conveniente pode fazer uma pessoa descobrir e desenvolver toda a pessoa humana (dele/dela). Como tal, é a

Facilitar os graduados a obter/ encontrar os empregos e ajudar os que trabalharam para desenvolver os seus conhecimentos e as suas destrezas/aptidões.

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obrigação da Universidade, através de cada programa de estudo, equipar cada graduado com qualificações de acordo com o seu interesse.

em várias instituições governamentais e particulares. b. Um escritório para prover informações sobre as oportunidades de emprego e ajudar os alunos. c. Convites àqueles que carecem de graduados profissionais para irem ao campus explicar e informar acerca das oportunidades de emprego. d. Informações a respeito dos graduados para serem empregados prospectivos. 3. Cursos de aperfeiçoamento para os alunos. 4. Investigação sobre as oportunidades de emprego. 5. Treino para os estudantes séniores sobre as oportunidades de emprego.

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A.1.9. Monitorização dos Alunos

Para melhorar as relações de relevância de empenho entre os programas/departamentos de estudo e alunos carecentes de cultura.

Os alunos ganham informações actuais sobre os conhecimentos e as destrezas/aptidões. O programa de estudo/Universidade recebe opiniões emitidas sobre as exigências actuais, desde que elas sejam capazes de melhorar a relevância do seu empenho.

Os planos e os relatórios de várias actividades: encontros dos alunos, boletins informativos e discussões informais com os empregados. Associação estudantil, seminários, workshops e treinos.

A.2. Pessoal Académico A.2.1. Recrutamento de Professores Prospectivos Os professores são os executores da educação, da pesquisa e da função pública. O papel de um professor é vital; portanto, uma pessoa de grande capacidade e alta motivação, como também com intacta personalidade, é essencial. Para recrutar tal pessoa, precisamos de um plano selectivo mais acurado. Tendo uma proporção adequada 1. Aumentar o número de de professores: os estudantes, com professores permanentes para suficientes qualificações alcançar uma razoável académicas, são, pelo menos, proporção de professores: os capazes de adquirir graus de estudantes mestrados 2. Promover a necessidade de qualificação de professores prospectivos. 3. Melhorar o Teste de Aptidão Académica, o Teste de Personalidade e oTeste de Português e Inglês. 4. Melhorar o método de entrevista.

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A.2.2. Orientações de Professores Júniores.

Para aprofundar a cultura do ambiente da Universidade e participar activamente nela, uma pessoa carece de uma série de habilidades, destrezas e atitude que não se adquirem automaticamente por um recémrecruta graduado.

Todos os professores júniores recebem instruções e supervisões contínuas bem planeadas sobre as disciplinas/matérias, especialmente as relacionadas com a implementação das três missões primárias da universidade.

1. Descrição de programas supervisores para os professores júniores. 2. Professores júniores secundados pelos professores séniores para melhorar: a. O ensino técnico. b. Os programas instrutivos. c. a avaliação de prestação dos estudantes. d. As directrizes de trabalhos laboratoriais. e. Os trabalhos de pesquisa. f. Os programas de serviço comunitário. 3. Treinos sobre a técnica da escrita científica e a supervisão da escrita das teses dos estudantes. 4. Apresentação de trabalhos científicos nos seminários da faculdade. 5. Instruções de ensino dos assistentes, tais como: a. Tutores. b. Supervisores de trabalhos laboratoriais. c. Líderes de discussões. d. Examinadores de projectosrelatórios.

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e. Supervisores dos exames. 6. Melhoramento de visão ou conhecimento: científico, sociocultural e ambiental dos professores. A.2.3. Treino A fim de desenvolver a pessoa e executar o emprego profissionalmente, várias actividades de treino são mesmo necessárias. Melhorar continuamente a competência profissional dos membros das faculdades. 1. Workshops de Serviço. 2. Processo de Ensino. 3. Pesquisas. 4. Obras/Escritas Científicas

A.2.4. Educação Contínua

Para garantir uma qualidade contínua de melhoramento, a par das exigências de acreditação, qualificações dos professores, necessita do aumento contínuo através das designações apropriadas de acordo com a sua área de especialização. Uma qualificação adquirida mediante a educação formal é muito significativa/relevante.

Os formais requisitos educacionais da faculdade da UNTL são, pelo menos, o grau de mestrado, e para cada programa de estudo haveria um certo número de titulares de grau doutoral. Eles serão designados segundo as suas qualificações.

1. Programas de preparação dos pré-graduados, especialmente de Português e Inglês. 2. Participação das faculdades júniores nos programas de matrícula dos graduados seleccionados. 3. Participação das faculdades nos programas seleccionados de treinos/cursos de aperfeiçoamento. 4. Paricipação de membros seleccionados das faculdades nos estudos de graduados. 5. Emprego eficiente de professores que tenham

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adquirido o segundo ou terceiro graus: a. Designação para o antigo papel, planeado de antemão. b. Designação para o novo papel, consoante a área especializada. c. Designação de acordo com as funções disponíveis/ existentes.

A.2.5. Obtenção de Qualificações Académicas

Presume-se que cada nível atingido de qualificação (não existe relações directas com graus académicos) reflecte a implementação das missões de Educação Primária Superior, que é o primeiro dever de um professor e que é também para o progresso da sua carreira (dele/dela): ensino, pesquisa e serviço social. A qualificação académica constitui um factor substancial que se relaciona directamente com o bem-estar de cada professor individualmente e da respectiva instituição. Por isso, tal debe ser especialmente tratado.

Os professores obtêm em tempo a qualificação académica até ao nível mais alto (Professorado).

1. A função de um oficial especial para ajudar a tratar da qualificação académica. 2. O funcionamento do comité da avaliação dos pontos de crédito cumulativo. 3. O arquivo dos trabalhos dos professores. 4. Seminários dos departamentos ou faculdades. 5. Um Dia de Estudo para os professores. 6. Escritas/obras científicas para acumulação de pontos de crédito. 7. O aumento da frequência da publicação do jornal para acomodar os trabalhos científicos dos professores.

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A.2.6. Desenvolvimento da Personalidade

Para participar optimamente na intenção de ajudar a desenvolver os estudantes, os próprios professores precisam de desenvolver a maturidade intelectual, psicológica, moral e social.

Todos os professores devem desenvolver-se para se tornarem pessoas humanamente integrais/completas.

1. Actividades dentro e fora de campus, de acordo com os conceitos científicos e conservação ambiental. 2. Reflexões sobre o trabalho. 3. Actividades nas ocasiões especiais.

A.2.7. Eficiência dos Professores

A implementação sera óptima se as funções a executar coadunam com as qualificações e habilidades dos respectivos professores.

1. Todas as funções nas unidades de trabalho são optimamente executadas. 2. Os professores têm volumes de trabalho de acordo com as suas qualificações e habilidades, e o cumprimento das funções requeridas.

1. Detalhes de volumes de trabalho trimestral dos professores. 2. Alocação às seguintes funções: primeiro ano de ensino, assistência, supervisão de trabalhos práticos, discussões orientadoras, avaliação de relatórios, exames/testes administrativos, pedagógicos, anúncios (sobre disciplinas/ matérias) pesquisa, seminários/discussões, serviço social, trabalhos administrativos, renomeação, percentagem de volumes de trabalho: dentro/ fora do Programa de Estudo/ Universidade.

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A.3. Currículos A.3.1. Formulação de Responsabilidade Curricular A responsabilidade curricular do ensino superior pressupõe a claridade e a transparência do comportamento organizacional e é congruente com a moral e a ética da vida e os valores sociais. A responsabilidade curricular visa orientar a civilidade académica de tal forma que o comportamento actualizado de executar as suas actividades funcionais não interrompa nem perturbe quaisquer individualidades e não entre em conflito com os regulamentos e convenções actuais e a prática comum entre os membros da sociedade. A gestão da universidade deve mirar a qualidade e a eficiência em larga escala da educação. Para atingir isto, devem ser feitos os esforços no sentido de utilizar os recursos muito eficienetemente e organizar/elaborar um currículo operacional mais apropriado. A elevação de atitude responsável entre os oficiais da universidade e a civilidade académica é de tal modo, que o comportamento organizacional e actualizado de executar as suas actividades funcionais esteja de constante acordo com os interesses das partes relevantes e produza efeitos na sociedade local. 1. Utilização eficiente e efectiva de recursos. 2. Compatibilidade entre os currículos, objectivos, produtos e o comportamento dos executores das actividades funcionais, e a moral, ética e os valores sociais. 3. Os sentimentos de preocupação acerca do desenvolvimento sustentável de harmonia com as exigências actuais, tais como: os currículos, estudadntes, indústria, profissão, governo e outros tantos. 1. O número aumentado de graduados com um alto valor de competência no mercado de emprego. 2. O número aumentado de graduados que finalizam os seus estudos dentro do tempo mínimo determinado.

A.3.2. Decisão de Currículos Operacionais

Aumentar a qualidade da implementação universitária no melhoramento da qualidade dos graduados e reduzir a extensão do tempo dos seus estudos.

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A.3.3. Melhoramento do Currículo

O homem desenvolve-se constantemente, também no tempo dos próximos 5 anos. Este desenvolvimento é ainda largamente afectado pelas mudanças rápidas na indústria e impelido pelo contínuo avanço na ciência e na tecnologia e pela globalização. O currículo é como que um espelho da visão estruturada da universidade e a missão deve ser algo sensitivo ao desenvolvimento actual. Por isso, não obstante qualquer nova política nacional, o currículo deve ser revisto e aperfeiçoado de tampo a tempo.

Melhorar o currículo, isto reflecte cada vez mais inerente à missão declarada da universidade, aos regulamentos do governo e à compatibilidade entre a competência, destreza e atitude dos graduados, e às exigências do trabalho no presente e no futuro.

A disponibilização do currículo de cada programa de estudo do nível de subgraduados e a sua responsabilidade, com especial atenção sobre: 1. A visão-missão da UNTL. 2. O Currículo Nacional. 3. As exigências do emprego.

A.4. Processo Instrutivo A.4.1. Melhoramento do Programa Académico De acordo com a implementação do Currículo Nacional, as actividades académicas precisam de ser melhoradas e incrementdas, especialmente para responder às exigências da acreditação. Obter os requisitos feitos pela Comissão de Acreditação Nacional, que incluem: 1. A proporção adequada de professores: os estudantes. 2. A qualidade académica aumentada e qualificações dos professores. 3. O currículo replaneado e a lista de cursos para obter os requisitos do Currículo 1. A realização da proporção de professores-estudantes de 1:25 para os departamentos de ciência exacta e 1:30 para os departamentos da ciência social. 2. Melhor gestão da administração académica. 3. O cumprimento dos requisitos de qualificacões académicas dos professores.

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Nacional. 4. A qualidade aumentada de ingresso dos estudantes. 5. A disponibilização de facilidades de ensino mais adequado.

4. A disponibilização de directrizes académicas contendo o currículo e a lista cursos de cada programa de estudo. 5. O aumento de qualidade e número de graduados. 6. A disponibilização de facilidades do ensino adequado. A disponibilização de directrizes do processo de ensino, as quais referem os regulamentos académicos, incluindo: 1. Um plano de apresentação instrutiva para cada curso. 2. Um manual de avaliação instrutiva. 3. Manuais de trabalho prático. 4. Cobertura de índices locais. 5. Um manual de composição de testes. 6. Um manual de redacção das teses. 7. Um manual de realização da avaliação. A disponibilização de um currículo e lista de cursos de cada programa de estudo de subgraduados, incluindo as suas

A.4.2. Desenvolvimento das Directrizes Instrutivas

As apresentações de curso têm um papel dominante no processo de ensino que incluem encontros nas salas de aula e designações independentes e estruturadas. Estas actividades de ensino são suportadas com anúncios académicos, trabalhos práticos e áreas de estudo. Espera-se que os professores e estudantes, ambos, possam sempre desenvolverse para alcançar o desempenho académico mais elevado.

O melhoramento da realização do ensino constitui a chave da composição/determinação das directrizes instrutivas que incluem as responsabilidades de ambas as partes, professores e estudantes. Os professores devem ter a percepção sobre o melhoramento das funções instrutivas. Os estudantes devem tomar como padrão as directrizes das actividades académicas e a sua implementação no processo instrutivo.

A.4.3. Manual do Plano de Currículo/Lista de Cursos

Os seres humanos, tanto individuais como membros da sociedade, têm sempre a tendência natural de se desevolver para se tornarem melhores

O currículo e a lista de cursos reflectem cada vez mais a visãomissão da UNTL, os regulamentos do governo e o

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pessoas humanas em todos os aspectos da vida. No tempo dos próximos 5 a 10 anos, este desenvolvimento, provavelmente, será inflenciado fortemente pelas rápidas mudanças industriais, aceleradas pelo avanço da ciência e tecnologia, como também pela globalização, juntamente com as suas consequências. Um currículo, que reflecte a visão-missão estruturada, deve ser responsivo/susceptível ao desenvolvimento, tanto proactivamente como reactivamente. Tais funções de medida constituem uma medida de comportamento social e um provedor de recursos humanos não só altamente destros/hábeis, como também independentes. Por isso, com ou sem uma nova política nacional, um lista de cursos/currículo deve ser sempre revisto e corrigido. A.4.4. Os programas instrutivos disponíveis Manual de Plano do são ainda muito poucos em número, Programa Instrutivo cerca de 10 por cento do total de cursos. O melhoramento dos programas instrutivos existentes e a composição/elaboração de outros novos deve seguir a lista de cursos e a revisão do currículo.

balanço entre o desenvolvimento de destreza e o desempenho dos graduados, consoante as exigências do emprego no tempo presente e no tempo futuro.

resposabilidades, que reflectem: 1. A missão declarada da UNTL. 2. O Currículo Nacional. 3. As necessidades actuais e futuras.

Prover aos professores as facilidades de planear a sua instrução, preparar os encontros de aula e executar as actividades instrutivas. O melhoramento instrutivo e a sua cobertura podem ser medidos tangivelmente, através da avaliação do processo

1. A disponibilização de um manual do plano da unidade instrutiva. 2. A disponibilização de um programa da unidade instrutiva para cada curso pertencente ao programa de estudo relevante.

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instrutivo. A.4.5. Manual de Avaliação da Prestação Os resultados de aprendizagem dos estudantes são tidos em conta para determinar o seu sucesso em cada semestre e em todo o programa. Praticamente, a UNTL ainda não adquiriu tal manual de avaliação que pode ser usado como padrão de referência para todos os programas de estudo. O sucesso de aprendizagem dos estudantes em cada semestre e em todo o programa pode ser monitorizado e avaliado para as informações dos professores, estudantes individuais e pais. A disponibilização do manual de avaliação da prestação de aprendizagem cobre o seguinte: 1. Directrizes sobre as normas referenciadas e as avaliações referenciadas dos critérios. 2. Sistema de provação. 3. Relatórios de realização semestral. 4. Prerequisitos para a examinação das teses. 5. Elaboração de critérios para a examinação das teses.

A.4.6. Manual de Elaboração de Itens dos Testes

A fim de avaliar a prestação dos estudantes, os testes são, na realidade, os instrumentos mais comuns. É, por isso, necessário que os itens dos testes sejam elaborados, usando alguns critérios de padrão.

Os professores elaboram os seus 1. A disponibilização do manual testes e itens de testes segundo um de elaboração de itens dos manual de padrão, de modo a testes para os objectivos e capacitá-los no sentido de exercícios de testes. produzir uma avaliação válida e 2. Workshops sobre a elaboração credível de prestação. de itens dos testes e da análise. 3. A disponibilização de estoques de itens dos tetes para cada curso, que são acessíveis aos professores relevantes. Disponibilizar um conjunto de directrizes para que os aspectos variados do processo de ensino possam ser executados 1. A disponibilização de um conjunto de directrizes para a implementação do processo de ensino.

A.4.7. Manual Instrutivo

A instrução coloca uma grande prioridade sobre a realização dos objectivos da universidade; por isso, ela deve ser conduzida no melhor

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modo possível. Por conseguinte, é pois essencial preparar/elaborar um conjunto de directrizes concernentes aos vários aspectos relacionados com o processo de ensino, que, por um lado, proporciona procedimentos padronizados, por outro, capacita os estudantes e os membros das faculdades a beneficiarem-se da experiência, criatividade e ingenuidade, de forma a produzir sistemas excelentes de trabalho. A.5. Pesquisa A.5.1. Desenvolvimento de Agenda de Pesquisa Actualmente a Universidade tem um Centro de Pesquisa que coordena e gere os projectos de pesquisa, cooperando com as instituições nacionais e internacionais. Para prover/proporcionar o desenvolvimento actual, é necessário que este escritório active/ponha em prática o Centro de Pesquisa. O Centro de Pesquisa fornece à UNTL assuntos académicos, cuja responsabilidade consiste em facilitar/promover o desenvolvimento da ciência, tecnologia e cultura. Incrementar todas estas actividades e agenda de pesquisa julgados

regularmente, a fim de atingir, pelo menos, o padrão mínimo.

2. Os professores e os estudantes observam/cumprem o mesmo padrão de instrução básica aprovado.

1. Facilitar os membros das faculdades e as partes interessadas na pesquisa. 2. Suportar o desenvolvimento dos projectos de pesquisa nas faculdades/níveis do programa de estudo e entre os professores. 3. Coordenar as actividades de pesquisa que são conduzidas através das faculdades/programas de estudo e outras unidades. 4. Prover serviços às partes que carecem de assistência. 5. Favorecer estações de pesquisa

1. Treinos no decurso da pesquisa. 2. Actividades de pesquisa coordenadas. 3. Parceria/associação de pesquisa. 4. A disponibilização de várias facilidades de pesquisa, tais como: publicações, seminários e operadores de programas estatísticos 7. A disponibilização de uma agenda de pesquisa.

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necessários.

aos convidados/hóspedes pesquisadores. 6. Desenvolver as facilidades conducentes à pesquisa, tais como: um centro de serviço de informações da pesquisa, publicações, seminários e análises estatísticas. 7. Prestar apoios administrativos às actividades de pesquisa, como sendo correspondências e angariação de fundos. Os professors e pesquisadores obtêm mais oportunidades para conduzir a pesquisa, em conformidade com as directrizes padronizadas, de modo a poder conseguir a ciência de padrão e enriquecer o reino científico. A disponibilização de um manual de pesquisa que inclui: 1. A metodologia geral. 2. A implementação da pesquisa. 3. A coordenação de implementação dentro da UNTL. 4. Os códigos éticos da pesquisa científica.

A.5.2. Redacção das Directrizes de Pesquisa

A pesquisa científica, quer quantitativa como qualitativa, arrosta um número de problemas, partindo das variedades de referência aos próprios projectos de pesquisa. Os projectos de pesquisa são cruciais não só para o desenvolvimento da ciência, mas também para o estabelecimento de ligação do reino da ciência com o mundo prático-empírico. As actividades de seminários e workshops proporcionam oportunidades para apresentar os resultados e pôr os foros científicos a discutirem os problemas. A UNTL encontra obstáculos ao realizar estas actividades numa base planeada e de

A.5.3. Semanários e Workshops

1. Capacitar os participantes a obter as melhores visões/ideias, de tal modo que possam melhorar os seus trabalhos científicos. 2. Capacitar os professores a ter mais oportunidades para obter

1. Mais seminários e workshops programados, conforme às exigências. 2. Mais professores a participar nos seminários e workshops, dentro e fora do seu programa de estudo/faculdade.

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rotina, particularmente nas dificuldades de financiá-las. Todavia, aumentar as frequências de seminários e workshops é mesmo benéfico para juntar/colher, tanto quanto possível, os dados e as sugestões relacionados com os tópicos relevantes. A.5.4. Melhoramento da Relevância de Pesquisa Os professores/pesquisadores têm a liberdade de decidir sobre os tópicos. Entretanto, tem havido grande número de exigências de pesquisa sem serem implementadas, devido à insuficiência de pesquisadores ou à falta de fundos.

os pontos de crédito da pesquisa.

O melhoramento da relevância visa ajudar a UNTL ser mais capaz de estabelecer e empreender uma aventura conjunta ou angariação de fundos para incrementar a liberdade de seleccionar os tópicos. A relevância também exige a propriedade na decisão dos tópicos compatíveis com as aspirações existentes e apela imediatamente à atenção. Os campos de análise podem incluir os campos de arroz não irrigados, utilização de produtos marinos, conservação de uma grande variedade de plantas, autorização de unidades de pequenos negócios, melhoramento do espírito empresário, autorização de instituições rurais, aumento de preocupações sociais para com as comunidades menos afortunadas,

1. Preparação contínua de um foro de discussão entre as instituições endógenas e exógenas. 2. A disponibilização de fundos destinados aos estudos comparativos. 3. Promoção de oportunidade para os pesquisadores a equiparem-se com métodos e técnicas avançados de pesquisa. 4. Estabelecimento de parcerias entre a sociedade civil e os académicos. 5. Estabelecimento de coordenação entre as instituições de pesquisa e instituições de serviço comunitário, com acesso directo à sociedade.

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melhoramento da qualidade educacional e autorização de professores perseverantes perante as crises sociais, etc. A.5.5. Escrita/Obra Científica Idealmente, o tratamento profissional de uma disciplina/matéria pode começar-se com a pesquisa, então os resultados ensinados aos estudantes e a aplicação apresentada à sociedade, todos dentro de um pacote de três missões primárias de qualquer instituição de ensino superior. A universidade pode funcionar efectivamente os membros das faculdades, programas de estudo, departamentos e a universidade a empreender a pesquisa. Realizar isto, uma série de apoios, incluindo uma agenda de pesquisa, fórum e demais facilidades são precisos. A UNTL publica jornais científicos, mas não funciona optimamente em virtude das suas presenças irregulares e da escassa cobertura. Aumento de pesquisa e outros trabalhos científicos em termos do número de pesquisadores envolvidos, da sua produtividade e da sua qualidade. 1. A disponibilização de uma agenda de pesquisa a nível do programa de estudo, faculdade e universidade. 2. A disponibilização de um jornal científico em cada área de estudo ou cada grupo de áreas de estudo. 3. O número aumentado de pesquisa e outros trabalhos científicos. 4. Mais professores e estudantes comprometidos/dedicados a produzir os trabalhos científicos.

A.5.6. Publicações

Promover o estado e a função da existência do jornal e publicar outros tantos para prover todos os programas de estudo existentes.

1. A Universidade tem um programa que visa publicar os jornais científicos para o pessoal académico da UNTL, com o objectivo de produzirem alguns trabalhos científicos. Estes trabalhos tornam-se exigências significativas para a aquisição de qualificações

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académicas. 2. Uma distribuição alargada de jornais e uma mais alta frequência das suas presenças, mediante uma melhor cooperação entre o centro de pesquisa e todas as faculdades. A.6. Serviço Comunitário A.6.1. Inventário de Programas e Promoção O desenvolvimento dinâmico da comunidade resultou uma série de mudanças sociais, sendo o impacto das quais está estritamente observado/controlado, de modo a assegurar um processo harmonioso e balançado no sentido de materializar uma comunidade em melhor situação. É, portanto, necessário que a realização do serviço-actividade comunitátio da UNTL seja melhorada com a formação de um escritório à parte, isto é, o Centro de Serviço Comunitário ou sob o Departamento de Desenvolvimento Comunitário. A UNTL está apta para ver/ 1. Os seminários/workshops para identificar as necessidades actuais, expor os programas ofertados que são manifestadas na agenda à sociedade local pela UNTL. dos programas do Centro de 2. Os periódicos bem planeados Serviço Comunitário. Os para promover a prontidão do resultados de observação são Centro de Serviço Comunitário, inventariados e oferecidos ao no sentido de cooperar e prover governo local, com a finalidade de as consultas sobre matérias, tais se materializar em forma de como: programas de parceria ou autorização planeamento familiar, pesquisa institucional. de acção, desempenho/papel da unidade de pequenos negócios e treinos de gestão empresarial e de pequenos negócios. 3. Os programas bem preparados para as vilas de tutela, oferecidos ao governo local. O serviço comunitário fora da universidade significa um fórum de aprendizagem para os 1 Avaliação colectiva que envolve tais segmentos como: o governo local, a Igreja e ONGs nos

A.6.2. Melhoramento dos Programas de

O programa de serviço comunitário fora da universidade é um curso requerido/exigido para todos os

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Serviço Comunitário

estudantes, em parte para alcançar uma das três primárias missões de uma instituição de ensino superior. Por isso, o programa incluiu sectores tais como educação, saúde, assuntos sociais, cultura e agricultura. Este programa enfrentou uma série de problemas: a falta de fundos, a compatibilidade de programa e dificuldades de desencadear/mobilizar a participação dos respectivos parceiros, especialmente o governo local.

estudantes na sociedade, assim também um esforço da universidade para ajudar a mobilizar a participação comunitária nos programas de deesenvolvimento. O sucesso deste programa de serviço comunitário fora da universidade patanteia-se na sua habilidade de capacitar as comunidades especialmente rurais, melhorar os trabalhos da instituição rural e estabelecer a boa cooperação.

workshops/seminários. 2. Identificação dos problemas concretos tratados no programa de serviço comunitário fora da universidade que são relevantes às necessidades da comunidade. 3. Disponibilização de directrizes compreensivas mas realísticas para o programa de serviço comunitário fora da universidade. 4. Boa solução de outros assuntos concretos como tecnologia efectiva (produto orientado), processamento de produtos agrícolas, gestão de negócios produtivos e facilitação de outras actividades. 1. O estabelecimento da rede de trabalho com instituições de preocupações similares. 2. O estabelecimento de um fórum de comunicação e programas de de consultas da protecção/defesa. 3. A monitorização e participação contínua dos membros comunitários nos programas de serviço. 4. A promoção de apoio de várias

A.6.3. Novos Programas de Serviço Público

Os novos programas inseridos no serviço comunitário pela UNTL constituem a resposta direccionada às recentes situações concretas, como sendo uma das forma de proteger e/ou solucionar os problemas específicos da sociedade. Estes serviços são operados no âmbito dos direitos humanos e da consciência do género, protegendo as comunidades menos afortunadas-vulneráveis e acompanhando os oprimidos e as

Os objectivos de proteger os serviços são, entre outros, no âmbito das vítimas femininas de violência doméstica, jovens falhados, jovens menores submetidos ao labor, jovens afectados pela crise mental e outras vítimas de violência.

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várias formas de preocupações ambientais.

fontes para financiar e implementar os programas. 5. A participação non fóruns similares dentro e fora da província.

A.7. Biblioteca A.7.1. Desenvolvimento do Sistema A biblioteca é o coração da instituição do ensino superior. Quanto melhor é o seu sistema, tanto mais saudável é a sua instituição, e vice-versa. Um bom sistema de biblioteca facilita os professores e os estudantes na utilização dos recursos disponíveis. O sistema de biblioteca é muito importante na provisão de serviço aos utentes da biblioteca. Criar um sistema bom, eficiente, conducente e conveniente. 1. A formação de bons catálogos baseados nos títulos dos livros e autores. 2. A formação de um sistema de consultas de livros, que inclui os requerimentos, empréstimo de tempo limitado e sanções à violação regulamentar. 3. A formação de facilidades de boa aprendizagem, consistindo na leitura dentro das salas, quer individualmente, quer em grupo. 1. A disponibilização de livros didácticos/compêndios recentes. 2. A disponibilização de jornais. 3. A disponibilização de revistas científicas. 4. A disponibilização de relatórios de pesquisa recentes. 5. A disponibilização de CD ROM

A.7.2. Colecção de Programas de Estudo

A primeira tarefa da biblioteca é prover materiais de boa leitura, consistindo em livros didácticos/compêndios, jornais, revistas científicas e relatórios de pesquisa para os estudantes e professores de programas de estudo ou departamentos. Estes materiais de leitura são muito importantes para os

Prover os livros didácticos/ compêndios, jornais, revistas científicos e relatórios de pesquisa para os professores e estudantes nos programas de estudo ou depeartamentos existentes.

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estudantes e professores a fim de aprenderem e conservarem as teorias existentes. Eles são vitais no apoio da produção de documentos, teses, dissertações e outros trabalhos científicos. A.7.3. Colecção Geral Em adição à provisão de livros, revistas científicas, jornais e relatórios de pesquisa para identificar as necessidades de cada programa de estudo, a biblioteca deve identificar as necessidades da sociedade. Quanto mais avançada for a educação, ciência e tecnologia, mais as pessoas carecerão de últimas/actuais informações. Em acréscimo, os estudantes e os professores precisam também de textos sobre o conhecimento geral. Prover os livros didácticos/ compêndios, jornais, revistas científicas e relatórios de pesquisa que possam incrementar o conhecimento geral fora do escopo/objectivo dos programas de estudo/departamentos existentes. capacitar o público em geral a fazer uso das facilidades disponíveis.

de livros didácticos/ compêndios, jornais, revistas e relatórios de pesquisa. 6. A disponibilização de ligações de internet.

1. A disponibilização de livros didácticos/compêndios recentes sobre o conhecimento geral. 2. A disponibilização de jornais sobre o conhecimento geral. 3. A disponibilização de revistas científicas sobre o conhecimento geral. 4. A disponibilização de relatórios de pesquisa recentes sobre o conhecimento geral. 5. A disponibilização de CD ROM de livros didácticos/ compêndios, jornais, revistas e relatórios de pesquisa sobre o conhecimento greal. 6. A disponibilização de ligações de internet.

A.8. Gestão A.8.1. Planos para melhorar a Para desenvolver uma instituição de ensino superior, requer altos custos, A disponibilização de facilidades com que suportam eficientemente 1. Salas de aula. 2. Salas para os Oficiais.

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eficiência das facilidades

não obstante a disponibilização limitada de recursos. Como tal, as facilidades adequadas e ficientes utilizadas são mesmo necessitadas para suportar o processo de ensino.

o processo de ensino na universidade.

3. Salas para o Laboratório. 4. Salas para as Conferências. 5. Salas para os Seminários. 6. Jardim para a Prática Botânica. 7. Campos para Experência e Pesquisa. 1. Novo registo. 2. Orientações académicas. 3. Horário de aulas. 4. Avaliação sobre a prestação académica dos estudantes. 5. Avaliação académica. 6. Certificados. 7. Transcrições académicas. 8. Graduação.

A.8.2. Administração Académica

Uma instituição de ensino superior requer as facilidades de administração académica para gerir eficientemente o processo de ensino. Isto requer também a existência de um bom sistema de administração académica.

Para estabelecer um sistema eficiente e efectivo de administração académica.

A.8.3. Melhoramento da Realização do Programa de Estudo

Os programas ou departamentos de studo são a espinha dorsal de uma instituição de ensino superior. Este melhoramento da sua implementação é mesmo necessário para obter uma sã responsabilidade. Os esforços para tal melhoramento são muito carecidos.

Conservar os programas de estudo 1. A disponibilização de um sempre melhorados na sua posição número adequado de escolar e científica em professores para cada conformidade com as exigências programa/departamento de do presente e do futuro. estudo. 2. A disponibilização de professores academicamente autoritários. 3. Os professores capazes de implementar as três primárias missões de uma instituição do ensino superior. Prover os laboratórios adequados 1. A disponibilização de salas

A.8.4.

Para incrementar e aprofundar os seus

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Desenvolvimento do Laboratório

conhecimentos, os estudantes precisam não só das teorias aprsentadas na sala de aula, mas também das observações baseadas nas experiências e noutros campos ou trabalhos práticos. Estas podem ser feitas/adquiridas se existem laboratórios adequados.

ao suporte dos trabalhos práticos dos estudantes para porem em prática os seus conhecimentos teóricos aprendidos/adquiridos na sala de aula.

adequadas de aula para os estudantes. 2. A disponibilização de instrumentos adequados, equipamentos e materiais para os estudantes, equipamentos ou materiais para os trabalhos práticos dos estudantes. 3. A disponibilização de trabalhadores e assistentes que possam ajudar os estudantes nos seus trabalhos práticos.

B. Programas de Administração e Finanças Número e Nome de Programas Antecendentes Objectivo Indicador de Execução

B.1. Administração de Bens Imóveis B1.1. Certificação e Inventário A existência da UNTL e o seu futuro desenvolvimento necessitam de certificação e inventário de equipamento e infraestrutura como sendo bases para o posterior melhoramento e desenvolvimento Para garantir o óptimo uso da terra e facilidades do edifício, incluindo o seu desenvolvimento, informações detalhadas e completas acerca da sua Elaborar/imprimir os certificados de posse e inventário de bens imóveis de bens disponíveis. 1. Certificados de posse. 2. Listas de inventário.

B.1.2. Funções

A disponibilização de informações completas e detalhadas acerca de todos os edifícios, aposentos e suas

1. Terra/área: a. Mapa b. Extensão c. Data e etiquetas de função.

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localização e suas funções julgadas necessárias.

funções.

2. Edifícios (mapas, total, extensão e condição). 3. Aposentos: a. Aula/laboratório/estúdio b. Seminários/discussões /encontros c. Área de trabalho da faculdade d. Biblioteca e. Laboratório f. Outros. 1. A disponibilização de aposentos e edifícios bem conservados. 2. Propriedades bem conservadas.

B.1.3. Manutenção e Desenvolvimento

A manutenção e o melhoramento dos edifícios existentes são necessários para suportar a pertuidade da universidade e o seu desenvolvimento, de harmonia com o avanço da ciência e tecnologia.

A disponibilização de aposentos apropriados, edifícios e terra.

B.2. Administração de Património/Bens Actuais

B.2.1. Inventário

O inventário da universidade de património/bens actuais necessita-se bastante como meios de assegurar uma administração eficiente e o processo de alocação.

A disponibilização de dados funcionais sobre o património/ bens actuais.

1. Lista ou inventário de equipamentos. 2. Documentos de suporte aos instrumentos em operação, tais como veículos e outras máquinas. 1. Computadores. 2. Máquinas de fotocópias.

B.2.2. Gestão

Para garantir o uso mais eficiente e efectivo das facilidades, as

A disponibilização de informações a respeito de todo o

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informações acerca da existência, condição e função dos equipamentos são mesmo benéficas/proveitosas. B.2.3. Aquisição É necessária a aquisição de facilidades para suportar a eficiência de administração da universidade.

património/bens actuais e do seu uso.

3. Veículos de duas rodas. 4. Veículos de quatro rodas. 5. Motociclos, etc. Unidades de trabalho são fornecidos com o equipamento necessário.

A disponibilização de equipamentos apropriados.

B.3. Administração do pessoal B.3.1. Recrutamento Para desenvolver e fortalecer o sistema da administração e gestão da UNTL, sao precisas mais pessoas. Os recursos humanos requeridos são aqueles que possuem as qualificações apropriadas. A tarefa e a descrição de função de todo o pessoal administrativo têm que estar em conformidade com a sua habilidade e qualificaçao, para poder executar a sua profissão eficiente e efectivamente. O sucesso da operação universitária dependerá também do pessoal não educacional, individualmente e em seu prupo de unidade. O seu entuasiasmo no trabalho terá bom efeito no seu desempenho. Melhorar a qualidade e a qualificação do pessoal não educacional para o tornar capaz, com vista a suportar as actividades universitárias. A disponibilização de pessoal em número e qualidade suficientes para identificar/acomodar as necessidades.

B.3.2. Tarefa/Serviço

Executar o trabalho da universidade eficiente e efectivamente.

A descrição de profissão de todas as funções em todas as unidades de trabalho.

B.3.3. Desenvolvimento do Pessoal

1. Aumentar o desempenho do O pessoal hábil, honesto, leal e pessoal no máximo possível. responsável, com alto senso de 2. Aumentar, no máximo possível, pertença e solidariedade. o desenvolvimento do pessoal, para que, eventualmente, possa contribuir para o sucesso da universidade.

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B.3.4. Regulamentos de Emprego

Um grupo de pessoas trabalhando juntamente em qualquer organização necessita de observar/cumprir uma série de regulamentos para assegurar os seus direitos e deveres.

Incrementar o senso de pertença entre o pessoal e a sua equilibrada consciência a respeito dos seus deveres e direitos.

A disponibilização de um manual de emprego

B.4. Administração Financeira B.4.1. Mecanismo de Planeamento Orçamental O manual de orçamento da universidade coloca um factor muito decisivo sobre quase todas as operações universitárias. Este orçamento, por isso, tem de ser escrupulosamente planeado/ elaborado. O pagamento de propinas dos estudantes constitui as sustentáveis fontes financeiras necessárias para se gerir, tanto quanto possível, eficiente e fectivamente, no sentido de implementar e desenvolver a universidade. Para o desenvolvimento da UNTL no futuro, será necessário um bom sistema financeiro de modo a suportar a eficiência e a efectividade da gestão e tornar mais fácil a redação do relatório de responsabilidade. Como Descrever efectivamente o mecanismo para atingir o estimativo/cálculo do orçamento anual. A disponibilização de uma descrição escrita sobre o estimativo/cálculo do orçamento anual para todos os que são autorizados que se encontram envolvidos nisso.

B.4.2. Sistema de Pagamento de Propinas

Incrementar a vontade e a celeridade dos serviços financeiros nos estudantes.

A disponibilização de dados relativamente às receitas financeiras provindas das propinas estudantis (mensalmente, semestralmente e anualmente).

B.4.3. Gestão Financeira Integrada

Facilitar o controlo financeiro e a decisão determinante, fiscalização de liquidação/pagamento e auditoria (peritagem/examinação contabilística).

Um sistema financeiro integrado, que seja fácil de se empregar e que facilite a decisão determinante do planeamento: 1. Registo computerizado das propinas estudantis, salário do

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sendo uma organização relativamente pequena, parece apropriado para a UNTL ter uma gestão financeira centralizada.

pessoal, compras, receitas e despesas. 2. Contabilização: auditoria e lançamento de imposto. 3. Sistema informático para a decisão da execução (avaliação). 4. Contabilização padronizada no escritório central, unidades e subunidades. 5. Sistema de pagamento padronizado baseado no desempenho competitivo. 6. Sistema de relatório das receitas/despesas. 7. Sistema de relatório financeiro.

B.5. Miscelânea/Diversos B.5.1. Sistema de Conservação dos Documentos O aspecto legal das actividades universitárias é muito importante, que deve ser suportado pelos documentos e informações. Um bom sistema de conservação dos documentos requer a continuidade do desenvolvimento das informações tecnológicas. Estabelecer um bom sistema de conservação dos documentos que seja padronizado, eficiente e fácil de ser recuperável e seguro. 1. Um sistema integrado de conservação dos documentos. 2. Um lugar seguro para a conservação dos documentos. 3. Equipamento de conservação dos documentos actualizados. 4. Treinos/cursos sobre a conservação dos documentos.

B.5.2. Sistema Informático da

Um dos meios de capacitar a universidade no sentido de actualizar a sua missão é desenvolver um bom

1. Construir um sistema integrado, 1. Um sistema informático dinâmico e moderno de integrado, que inclui o informação. subsistema para (a) pessoal, (b)

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Gestão

sistema informático moderno. Usando 2. Desenvolver os recursos um tal sistema, a universidade é capaz humanos capazes de utilizar as de comunicar-se melhor, quer informações tecnológicas internamente, quer externamente, de actuais, incluindo o seu modo a poder estabelecer e equipamento. implementar uma infraestrutura 3. Para adquirir o software suficiente, equipamentos e uma gestão ehardware relevantes. adequada. O designado sistema 4. Construir um mecanismo de informático visa incrementar a trabalho que visa gerir o eficiência e a efectividade da sistema de informações operação gestora da universidade tecnológicas. conducente à actualização da sua declarada missão. O desenvolvimento da universidade traz consequências/efeitos amplos na gestão e na administração. Além disso, existem também as exigências de ter uma organização moderna na universidade. Por isso, é necessário o planeamento do seu desenvolvimento administrativo para apoiar as suas operações. Melhorar o sistema administrativo da universidade, adoptando os princípios científicos da gestão moderna, os quais são aplicáveis dentro da instituição superior, a fim de apoiar a implementação das funções universitárias.

estudantes, (c) orçamento, (d) finanças e (e) acreditação. 2. A disponibilização de pessoal qualificado como (a) analistas do sistema informático, (b) técnico que planeia o sistema informático, (c) programadores do sistema informático e (d) na instalação de hardware. 3. Rede de computadores dentro da universidade.

B.5.3. Sistema Administrativo da Universidade

1. A organização da administração financeira, pessoal, estudantes, reitoria, faculdades, departamentos e programas de estudo. 2. A elaboração de vários regulamentos e manuais como sendo a actualização do estatuto universitário. 3. A adopção do progresso da ciência e tecnologia no desnvolvimento da administração universitária.

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C. Programas de Assuntos Estudantis Número e Nome de Programas C.1. Actividades C.1.1. Orientação de Estudo A vida de campus exige maior e mais ampla responsabilidade e autonomia, que é muito diferente da vida escolar. Para tornar os novos mais preparados e activos no sentido de viver uma vida nova, é necessário dar-lhes uma série de actividades de orientação. Os novos estudantes são esperados a serem mais apreciativos/compreensivos acerca da visão e missão universitárias, dos departamentos, programas de estudo e do órgão estudantil. A implementação das actividades de orientação cobre: 1. Uma elaboração de visão e missão da universidade. 2. Uma elaboração de vários procedimentos e requisitos, tais como: a. Planeamento de cursos b. Professores c. Exames d. Reprovação e. Licença de ausência f. Pagamento g. Utilização da biblioteca h. Actividades estudantis Antecendentes Objectivo Indicador de Execução

C.1.2. Lógica, Ciência e Haptidão/Destreza

Espera-se a lógica dos estudantes para desenvolver não só no âmbito das disciplinas/matérias estudadas, mas ainda na integração de disciplinas/ matérias apresentadas separadamente e na sua vida quotidiana.

Os estudantes executam as actividades para desevolver e integrar a sua lógica, ciência e suas habilidades relacionadas com os problemas que os mesmos actualmente encaram.

Um relatório sobre as actividades extracurriculares dos estudantes, dentro e fora de campus, que são relevantes ao desenvolvimento da lógica, ciência e habilidades por eles adquiridas.

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C.1.3. Bem-estar

O melhoramento de bem-estar dos estudantes ajudar-lhes-á a identificar as suas necessidades relativamente à saúde, espiritualidade, orientações, conselhos e demais necessidades quotidianas. Tal medida da-lhes-á um certo grau de segurança e apoio a um melhor modo de estudarem.

Prover aos estudantes uma variedade de serviços que se carecem para suportar o seu êxito nos estudos.

1. Melhoramento do espírito de interesse estudantil em relação aos trabalhos colectivos: a. Estudantes cooperativos b. Grupos estudantis voluntários. c. Orientações espirituais. 2. Melhoramento dos serviços universitários para os estudantes: a. Bolsas de estudo b. Seguro de vida c. Conselhos d. Visitas domésticas e. Centro de serviço sanitário f. Centro de serviço spiritual g. Centro de emprego. Uma actividade ou serviço comunitário melhorado pelos grupos de estudantes interessados, tais como: o grupo voluntário e corpos paramilitares, recrutados especialmente pelas forças-tarefa. Os relatórios e as recomendações mostram o envolvimento estudantil em diversas actividades empreendidas pelos diferentes grupos interessados.

C.1.4. Serviço Comunitário

A sensibilidade e a compaixão sociais dos estudantes nem sempre desenvolvem automaticamente. Elas, muitas vezes, carecem seriamente de assistência para se desenvolverem.

Organizar as actividades que capacitem a sensibilidade e a compaixão sociais dos estudantes no sentido se desenvolverem.

C.1.5. Interesses Individuais

Os estudantes, como sendo um dos patrimónios e um recurso humano estratégico, têm de ser mesmo fortes fisicamente, justos, sinceros, responsáveis e criativos. Tal propósito

Facilitar os estudantes através das actividades relacionadas com os seus interesses individuais, a fim de que se desenvolva, no máximo possível, toda a sua pessoa

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pode ser incrementado mediante uma variedade de actividades relacionadas com os seus interesses e gostos. C.1.6. Educação de Valores A visão-missão da universidade, incluindo a do estado, está actualizado em todo o currículo de cada Programa de Estudo, especialmente nos cursos gerais em que deve ser integrada a educação de valores.

humana.

Organizar diversas actividades para os estudantes, no sentido de desenvolver a sua compreensão, atitude e comportamento, que devem ser coerentes para com os valores declarados na visãomissão universitária.

1. A descrição da actualização da visão-missão universitária, especialmente a relacionada com o desenvolvimento dos valores e da atitude. 2. O relatório dos planos e actividades estudantis relacionado com o que tem sido descrito.

C.2. Assistência de Actividades C.2.1. Directrizes sobre Actividades Estudantis Para organizar melhor as actividades estudantis, requer uma série de directrizes, além das já existents. Prover directrizes para organizar melhor as actividades estudantis. As directrizes relacionadas com: 1. Actividades exógenas. 2. Digressão de estudo. 3. Uso de computadores e facilidades musicais. 4. Concessão de prémio. 5. Eleição de senadores. 1. A disponibilização de escritório administrativo para os assuntos estudantis. 2. O melhoramento do sistema da secretaria e do arquivo. 3. Uma unidade adequada de computadores.

C.2.2. Administração e Dados Estudantis

A assistência àcerca de 7.000 estudantes de sete faculdades em cinco separados campus exige um suporte administrativo sistemático e ordenado.

1. Prover pessoal administrativo credível. 2. Melhorar o desempenho da secreataria e a função do arquivo. 3. Prover aposentos/salas adequadas e facilidades de

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computadores. 4. Estabelecer o sistema informático sobre os assuntos estudantis. C.2.3. Organização Estudantil A base legal para criar a organização estudantil numa instituição educacional terciária já foi estabelecida. Enquanto aguardando por uma infraestrutura legal específica, é, pois, conveniente começar a desenvolver já os procedimentos da sua implementação. 1. Estabelecer a organização estudantil em consonância com o regulamento in loco. 2. Assistir aos funcionários estudantis na implementação da organização. 3. Os estudantes possuem, tanto quanto possível, experiências organizacionais.

4. O sistema informático sobre os assuntos estudantis.

1. Actividades organizacionais alargadas e intensificadas: a. Eleição de senadores. b. Unidades de actividades estudantis. c. Planeamento, operação, avaliação e relatório das actividades. d. Encontros estudantis. 2. Resolução dos problemas internos e externos. 3. Treinos de liderança. 4. Cooperação externa. 5. Assistência nas actividades dos funcionários estudantis. 1. A alocação de 10% das propinas para melhorar as actividades estudantis. 2. Construção de um centro estudantil. 3. Envolvimento de conselheiros académicos no processo de orientação.

C.2.4. Uso Efectivo das Facilidades

Como sendo actividades educacionais, as actividades estudantis em que se envolvem vários componentes, reqerem, naturalmente, fundos e facilidades adequados. Pois as actividades estudantis constituem os componentes da educação nacional. As universidades têm por obrigação prover as facilidades.

Utilizar, com o máximo proveito possível, as infraestruturas e as facilidades para melhorar os programas. Alocar os fundos destinados a suportar a implementação dos programas estudantis.

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C.2.5. Centro de Informação Estudantil

A educação é, essencialmente, uma instituição científica, por isso ela tem que ser uma organização moderna, que carece de informações tecnológicas para ser gerida/adminitrada. Devido ao amplo escopo das actividades estudantis e dos programas, a coordenação, a consolidação e a sincronização são mesmo carecidas, a par da cooperação que se deve estabelecer com outras instituições. A comunidade universitária requer alguma convenção para observar, no sentido de bem operar dentro da comunidade científica. Como sendo membros da nova geração, os estudantes tornam-se cidadãos Timorenses educados, que observam/cumprem os princípios científicos e a Constituição nacional.

Adquirir informações pontuais, completase e acuradas e estabelecer redes informáticas dentro e entre as universidades.

O estabelecimento do Sistema Informático Estudantil em vários aspectos e propósitos, tais como informações das actividades estudantis e a vacatura do emprego.

C.2.6. Coordenação, consolidação e sincronização (CCS)

Assegurar a coordenação, 1. Uma descrição de função dos consolidação e sincronização Vice-Reitores. entre a liderança de oficiais 2. Documentos escritos para as universitários, assim como as boas actividades estudantis, editados relações entre as universidades e pelas autoridades universitárias. demais instituições.

C.2.7. Directrizes de Organização Estudantil C.2.8. Códigos Éticos

Compor/estabelecer uma série de directrizes operacionais convenientes/compatíveis.

Uma série complementar de directrizes das actividades estudantis e directrizes da organização estudantil. A disponibilização de publicações sobre as futuras figuras orientadas, construtivas, responsáveis, compreensivos e selectivos, bem como sobre os aspectos das normas científicas e tradições.

Facilitar os estudantes a tornaremse pessoas magnânimas/tolerantes e religiosas, que têm uma boa noção de responsabilidade social.

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D. Programa Gereal Número e Nome de Programas D.1. Novos Programa D.1.1. Os programas de treino para os Programas de Treino membros da sociedade coloca um lugar estratégico na universidade. A sociedade necessita desses programas para melhorar as suas habilidades em certas áreas da vida. A universidade pode usá-los para conservar/fortalecer a sua relevância e, muitas vezes, gerar fundos e, ao mesmo tempo, a actualização do serviço comunitário. D.1.2. Programas de Diploma e Politécnicas Os programas académicos ou de grau a sós não conseguem as qualificações de variedade de emprego, especialmente as de nível intemidário. No devido tempo, a universidade vê-se obrigada a implementar os programas da educação profissional para identificar as necessidades sociais. Por um lado, as exigências educacionais da sociedade são cada vez mais variegadas e intensivas. O Identificar as necessidades sociais Os programas de treino em: que são compatíveis com as 1. Português, Inglês para fins potencialidades universitárias, específicos. conduzindo-as ao plano e à 2. O melhoramento da qualidade operação dos programas de treino. dos professores. 3.Administração pública. 4. Criação de animais domésticos. 5. Horticultura. 6. Outros. Antecendentes Objectivo Indicador de Execução

Elaborar novos programas segundo as exigências, que a universidade será capaz de executá-los.

Os programas de diploma sobre: 1. Veterinária. 2. Administração pública. 3. Português e Inglês. 4. Outros.

D.1.3. Programas de Bacharelato e

Começar com os novos programas prospectivos que compatibilizem com os interesses

Os programas quadrienais de graus de Bacharelato são: 1.A Faculdade de Economia.

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Licenciatura

Centro de Desenvolvimento da Universidade deve antecipar-se a tratar/debruçar-se sobre algumas dessas exigências. Por outro, a universidade sente-se obrigada a começar a operar os programas prospectivos de estudo, a fim de se actualizar a sua missão relacionada com a defesa da humanidade e a sua responsabilidade de desenvolver mais análises intensivas acerca das dimensões mais essenciais da vida. O futuro desenvolvimento da sociedade, no futuro em termos científicos e tecnológicos, requer que a universidade trabalhe mais intensivamente, mais do que nos programas de subgraduados disponibilizados.

e a capacidade da universidade.

2. A Faculdade de Veterinária. 3. A Faculdade de Engenharia: Comunicação Informática e Tecnológica, Geologia, etc. 4. A Faculdade de Ciências Sociais e Políticas: Sociologia, Administração Comercial e Comunicação. 5. A Faculdade de Agricultura. 6. Outros.

D.1.4. Programas de Posgraduação

Começar com os programas em certas áreas, baseados nas exigências sociais e na prontidão da universidade.

Os programas destinados às especificações das áreas relevantes no período de segunda fase.

D.2. Miscelânea/Diversos D.2.1. Acreditação Com o regulamento sobre o sistema da acreditação, o cumprimento dos critérios de acreditação constitui o mandatário do bem-estar e da sobrevivência da universidade. Assegurar que todos os Programas de Estudo dentro da UNTL possam obter os critérios de acreditação nacional e sejam eventualmente acreditados. Todos os Programa de Estudo na Universidade sejam acreditados.

D.2.2 Directrizes da

Até aqui, ainda não existem quaisquer Prover aos oficiais da A disponibilização de uma série directrizes sobre a gestão do pessoal universidade as directrizes sobre a de directrizes sobre a gestão do

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Gestão do Pessoal Académico

académico, pelo que surgiram muitos problemas sem quaisquer soluções consistentes. Têm ocorrido muitos eventos não académicos afectando o processo de ensino da Universidade. Tais factos causaram uma preocupação entre a comunidade académica que, criando uma boa atmosfera académica, trouxeram à universidade as suas fundamentais funções.

gestão do pessoal académico para se desenvolver optimamente.

pessoal académico.

D.2.3. Ambiente Académico

Criar uma boa atmosfera dentro do campus.

1. A realização regular do processo de ensino. 2. A administração sistemática. 3. O funcionamento do pessoal estrutural. 4. O funcionamento regular das actividades pesquisatórias e do serviço comunitário. 5. As actividades estudantis para secundar o desenvolvimento científico. 1. Cada Programa/Departamento de Estudo planeia e executa independentemente os seus programas. 2. Cada Faculdade coordena todos os Programas de Estudo sob a sua responsabilidade em boa harmonia. 3. As determinadas unidades de trabalho trabalham eficiente e efectivamente. 4. A Universidade delega a sua autoridade às faculdades, aos programas de estudo e às unidades de trabalho, baseando

D.2.4. Actualização Autónoma

Até aqui, ainda não existe uma boa coordenação na UNTL, pelo que surgiram muitos problemas sobrepostos relativamente aos direitos e deveres da Universidade, das Faculdades, Programas de Estudo, bem como determinadas unidades de trabalho.

A criação de uma coordenação boa e clara dos direitos e deveres universitários, das faculdades, programas de estudo e unidades de trabalho.

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nos regulamentos actualmente vigentes. D.2.5. O Senado da Universidade é o O funcionamento do conselho normativo e o órgão Conselho Normativo representativo universitário mais alto. Implementar a função do Senado como conselho normativo e o órgão representativo universitário mais alto, para optimizar a efectividade de todas as unidades de trabalho dentro da universidade. 1. A formulação da política de desenvolvimento académico da universidade. 2. O manual de avaliação de prestação académica, competência e condutas do pessoal académico. 3. A formulação de normas e parâmetros relacionados com a abertura de novos programas. 4. O apoio de plano orçamental pelo senado. 5. A avaliação sobre o papel/ função do Reitor. 6. A formulação de directrizes concernentes à implementação da liberdade académica, liberdade de comunicação académica e autonomia universitária. 7. As recomendações respeitantes ao futuro Reitor e as aquisições de qualificações académicas de pós-leitor. 1. O Centro de Estudos de TimorLeste, suportado por todas as partes concernentes.

D.2.6. Superioridade

Baseado na viável potencialidade mobilizada, a UNTL carece mesmo de desenvolver a primária área

Decidir a primária área científica de estudo universitário e desenvolvê-la para se tornar a

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científica de estudo, de modo a torná- excelência/primazia da UNTL. la uma referência científica nacional e internacional.

2. A documentação, observação e publicação sobre línguas, cultura, governo, agricultura, economia, educação, bem como outros aspectos relevantes pertencentes a Timor-Leste. 1. O Plano Piloto da Rede Electrónica. 2. A computarização da administração académica. 3. A computarização da administração geral e finanças. 4. A computarização da biblioteca. 5. A computarização da administração estudantil. 6. As facilidades de internet para os professores. 7. As facilidades de internet para os estudantes.

D.2.7. Rede de Comunicação Electrónica

O progresso de informação e comunicação tecnológicas mudou muitos paradigmas da vida, incluindo o processo de aprendizagem e gestão. Em relação a isto, a rede de comunicação electrónica constitui uma necessidade que é difícil de se evitar, ou seja, uma necessidade vital.

Prover a rede de comunicação electrónica em fases, como sendo os meios de aumentar a qualidade e gestão académicas, exigidos pela capacidade e progresso da universidade.

D.2.8. Melhoramento da Faculdade de Treino dos Professores

Algumas razões pertecentes à educação: 1. A educação executa o aumento da qualidade humana para fazer face aos problemas políticos, económicos, sociais e culturais nos tempos vindouros.

1. Produzir a qualidade dos professores que identificam as exigências sociais e a visão e a missão da Universidade, tanto em qualidade como em quantidade. 2. Produzir os graduados que têm

1. O envio do pessoal académico da Faculdade de Treino dos Professores para os programas de graduados. 2. O estabelecimento do Centro de Pesquisa e a implementação da Aproximação Aplicada. 3. A implementação do Centro de

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2. A educação é um esforço que visa ganhar/adquirir fundos para as actividades universitárias na sociedade. 3. A educação constitui os meios primários tendentes a aumentar o crescimento económico e o desenvolvimento ou melhoramento da vida social, assim como da visão e integração nacionais. Para identificar as necessidades da implementação educacional, é necessário melhorar então a qualidade e o profissionalismo dos professores.

capacidade específica de encontrar empregos mais variados. 3. Fazer da Faculdade de Treino dos Professores uma unidade de recursos pecuniários para a Universidade. 4. Incrementar a harmonia entre a Faculdade de Treino dos Professores e o ambiente de campus.

Serviço Consultivo. 4. A implementação dos programas de observação, análise e pesquisa, conduzida pelo pessoal da Faculdade de Treino dos Professores e os professores das escolas. 5. A Faculdade de Treino dos Professores a ser gerida em consonância com a visão e missão da UNTL, a participação universitária na educação, as necessidades da sociedade e as exigências curriculares.

D.2.9. Comissão de Desenvolvimento e Planeamento

Até hoje em dia a Universidade ainda não tem a Comissão de Planeamento e Desenvolvimento, e, como resultado disto, é a ausência da acção estratégica e do planeamento orçamental. Por isso, é mesmo necessário uma comissão competente.

Estabelecer uma comissão profissional de Planeamento e Desenvolvimento para ajudar a universidade a competir na cultura global.

1. A disponibilização de uma Comissão de Planeamento e Desenvolvimento. 2. A composição/elaboração de acção estratégica e planeamento orçamental.

D.3. Cooperação D.3.1. Relações Internacionais A fim de incrementar a capacidade da UNTL, é necessário estabelecer relações mutuamente benéficas com as instituições internacionais. Estabelecer relações reciprocamente benéficas com as instituições internacionais, particularmente no tocante à As relações com as universidades e instituições estrangeiras, isto é, as existentes em Portugal, Brasil, Japão, Austrália, Nova Zelândia,

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pesquisa, estudos de graduados, faculdades, mudança estudantil, laboratório e equipamento das media. D.3.2. Relações Nacionais Para melhorar a qualidade, relevância, eficiência e produtividade da Universidade, precisa de construir então as relações mutuamente benéficas com as universidades e instituições nacionais.

Malásia, Indonésia, América, Ásia e as na Europa.

Construir relações reciprocamente A assinatura da Memória de benéficas com as universidades e Compreensão (MOU) com: instituições nacionais. a) Instituições nacionais. b) Dando o seguimento da Memória de Compreensão (MOU) mediante a execução de programas que poderão beneficiar ambas as partes.

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Capítulo V Gestão de Programas
Como foi dito no capítulo anterior, alguns dos programas inseridos neste Plano de Desenvolvimento podem ser directamente feitos sob forma de projectos, mas a maioria dos quais carecerá de deliberação detalhada em projectos, de modo a tornarem-se operacionais. Todos estes projectos são agrupados em Projectos de Desenvolvimento Quinquenal de primeira fase (2007–2012) e Projectos de Desenvovimento Quinquenal de segunda fase (2012–2017), como se encontram pantenteados no anexo. Embora estes projectos foram escrupulosamente planeados, a sua realização depende de muitos factores, particularmente financeiros. Por isso, a fim de se ver a viabilidade operacional destes programas e projectos, é necessário descrever concisamente a política financeira da universidade e do plano de acção. 5.1. Política Financeira No tempo em que este plano de desenvolvimento foi elaborado, a Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL) não tinha ainda um planeamento orçamental claro e detalhado. Contudo, geralmente, havia receitas de rotina provêm, principalmente, do orçamento de estado e propinas. Por outro lado, as despesas da UNTL podem, em geral, ser classificadas em cinco: salários, bens e serviços, capital menor, capital de desemvolvimento. Alguns dos seus detalhes são patenteados na Tabela 2. Tabela 2. Descrição Geral das Receitas e Despesas da UNTL NO. RECEITAS NO. B. B.1. B.2. DESPESAS OPERACIONAL Salários do Pessoal Docente Salários do Pessoal Administrativo Honorários Actividades (encontros, seminários do pessoal, etc.) Administração (estacionária) Programas Estudantis Acreditação Manutenção Taxas Outros DESENVOLVIMENTO/INVESTIMENTO Educação e Treinos Contínuos 53

A. ROTINA A.1. Impressos de Registo/ Matrícula A.2. Propinas (incluindo emolumentos do registo, dos exames, etc.) A.3. Serviços (fotocópia, trancrições, etc.) A.4. Lucros A.5. Outros

B.3. B.4. B.5. B.6. B.7. B.8. B.9. B.10. D. D.1.

C. INCIDENTAIS C.1. Emolumentos do Registo

C.2. Assistência Técnica do Pessoal C.3. Ofertas de Equipamentos C.4. Ofertas de Edifícios C.5. Outros

D.2. D.3. D.4. D.5. D.6.

Laboratórios Equipamentos Edifícios Terra/Terreno Outros

Alguns projectos são considerados como autofinanciamento, isto é, os que geram/produzem dinheiro despendido para certos fins, tais como realização dos programas de orientação, aquisição/compra do casaco de alma mater, realização da cerimónia de graduação e um número de serviços comunitários e actividades relacionadas com as pesquisas. Neste momento as receitas geradas/produzidas internamente na UNTL constituem ainda uma boa distância de serem suficientes para financiar, no máximo, os seus projectos de desenvolvimento. Os projectos de desenvovimento, que requerem fundos relativamente avultosos, são ainda, por isso, improváveis se não houver então doações/ofertas provenientes fora da universidade. O modelo da distribuição do orçamento encontra-se nas seguintes matrizes:

PROGRAMA 2007 – 20012
Programa A. ACADÉMICO No de Prog. Nome de Programas Estimativo Orçamental (%/milhares de dólares) Autofin. Operac. Invest. Doac. Total

A.1. Estudantes Universitários A.1.1. Recrutamento de Estudantes Prospectivos A.1.2. Orientações de Estudo Estudantil A.1.3. Encontros Académicos A.1.4. Melhoramento de Qualidade e Eficiência do Estudo A.1.5. Administração Académica A.1.6. Relevância de Intensificação Educacional A.1.7. Desenvolvimento de Atitude Empresarial A.1.8. Aquisição de Emprego para Graduados A.1.9. Monitorização de Alunos

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A.2. Pessoal Académico A.2.1. Recrutamento do Pessoal Prospectivo A.2.2. Orientações de Professores Júniores A.2.3. Treinos A.2.4. Educação Contínua A.2.5. Obtenção de Qualificação Académica A.2.6. Desenvolvimento da Personalidade A.2.7. Eficiência dos Professores A.3. Currículo A.3.1. Responsabilidade da Formulação do Currículo A.3.2. Decisão do Currículo Operacional A.3.3. Melhoramento do Currículo A.4. Instrução A.4.1. Melhoramento dos Programas Académicos A.4.2. Desenvolvimento das Directrizes Instrutivas A.4.3. Manual do Plano Currícular/Lista de Cursos A.4.4. Manual de Plano do Programa Instrutivo A.4.5. Manual de Avaliação da Prestação de Aprendizagem A.4.6. Manual do Plano do Programa Instrutivo A.4.7. Manual Instrutivo A.5. Pesquisa A.5.1. Desenvovlimento da Agenda de Pesquisa A.5.2. Redacção das Directrizes de Pesquisa A.5.3. Seminário/Workshop 55

A.5.4. Melhoramento da Relevância de Pesquisa A.5.5. Escrita Científica A.5.6. Publicações A.6. Serviço Comunitário A.6.1. Promoção e Inventário dos Programas A.6.2. Melhoramento dos Programas de KKN (serviço comunitário fora de campus) A.6.3. Programas de Novos Serviços Públicos A.7. Biblioteca A.7.1. Desenvolvimento do Sistema A.7.2. Colecção dos Programas de Estudo A.7.3. Colecção Geral A.8. Gestão A.8.1. Plano do Desenvolvimento da Eficiência de Facilidades A.8.2. Administração Académica A.8.3. Melhoramento de Implementação deEstudo dos Programas A.8.4. Desenvolvimento do Laboratório Programa B. ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS No de Prog. Nome de Programas Estimativo Orçamental (%/milhares de dólares) Autofin. Operac. Invest. Doac. Total

B.1. Administração do Património/Bens Imóveis B.1.1. Certificação e Inventário B.1.2. Funções B.1.3. Manutenção e Desenvolvimento B.2. Administração do Património /Bens Actuais 56

B.2.1. B.2.2. B.2.3.

Inventário Gestão Aquisição

B.3. Administração do Pessoal B.3.1. Recrutamento B.3.2. Designação B.3.3. Desenvolvimento B.3.4. Regulamentos de Emprego B.4. Administração Financeira B.4.1. Mecanismo de Planeamento Orçamental B.4.2. Sistema de Pagamento das Propinas B.4.3. Gestão Financeira Integrada B.5. Miscelânia/Diversos B.5.1. Sistema de Conservação dos Documentos B.5.2. Sistema Informático de Gestão B.5.3. Sistema de Administração Universitária Programa Principal C. PROGRAMAS DE ASSUNTOS ESTUDANTIS No de Prog. Nome de Programas Estimativo Orçamental (%/milhares de dólares) Autofin. Operac. Invest. Doac. Total

C.1. Actividades C.1.1. Orientação de Estudo C.1.2. Lógica, Ciência e Destreza C.1.3. Bem-estar C.1.4. Serviço Comunitário C.1.5. Interesses Individuais C.1.6. Educação de Valores C.2. Assistência de Actividades C.2.1. Directrizes das Actividades Estudantis C.2.2. Administração e Dados Estudantis

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C.2.3. C.2.4. C.2.5. C.2.6. C.2.7. C.2.8.

Organização Estudantil Uso Efectivo das Facilidade Centro de Informação Estudantil Coordenação, Cooperação e Sincronização (CCS) Directrizes da Organização Estudantil Códigos Éticos

Programa Principal D. GERAL No de Prog. Nome de Programas Estimativo Orçamental (%/milhares de dólares) Autofin. Operac. Invest. Doac. Total

D.1. Novos Programas D.1.1. Programas de Subgraduados D.1.2. Programas de Graduados D.1.3. Prgramas de Primeiro Grau D.1.4. Programas de Graduados D.2. Gestão Geral D.2.1. Acreditação D.2.2. Directrizes de Gestão do Pessoal Académico D.2.3. Atmosfera/Ambiente Académico D.2.4. Actualização Autónoma D.2.5. Funcionamento do Conselho Normativo D.2.6. Superioridade D.2.7. Rede de Comunicação Electrónica – RCE D.2.8. Melhoramento da Faculdade de Treino dos Profesores D.2.9. Comissão de Desenvolvimento e Planeamento D.3. Cooperação D.3.1. Relações Externas D.3.2. Relações Internas 58

5.2. Planeamento de Programas de Acção Os programas de desenvolvimento inseridos/integrados no presente Plano de Desenvolvimento foram classificados em quatro categorias, de acordo com a estrutura administrativa da direcção universitária e um outro, que é geral. Por conseguinte, é preciso então indicar/designar/saber exactamente quem é o responsável por esses programas e pela sua monitorização, pois espera-se que a direcção da universidade possa assumir tal rsponsabilidade pelos programas relevantes no que tange à cada função. A seguir se mencionam, por isso, as entidades seguintes com as suas respectivas funções: o Pro-Reitor dos Assuntos Académicos é o responsável ou gerente da operação dos Programas Académicos, o Pro-Reitor da Plano e Finanças incumbe-se da execução dos Programas de Planeamento, Administrativos e Financeiros, o Pro-Reitor dos Assuntos Estudantis encarrega-se da implementação dos Progrmas de Assuntos Estudantis, os ProReitores das Relações Internacionais e Programas de Posgraduação e Investigação Científica encarregam-se da realização dos Programas Gerais. Cada responsável ou gerente da operação é assistido pelo oficial relevante/apropriado a nível da Faculdade, isto é, o Pro-Decano Académico, o Pro-Decano da Administração e Finanças, o ProDecano dos Assuntos Estudantis e os Decanos fiscalizam os Programas Gerais a nível das Faculdades. Todos os responsáveis ou gerentes das operações respondem perante o Reitor e o Vice-Reitor, como sendo os Gerentes Gerais/ Supervisores de todos os projectos do Plano de Desenvolvimento. Os planos de acção encontram-se descritos/inseridos nos projectos alistados, derivados dos programas. Os responsáveis ou gerentes da operação e o seu pessoal, todavia, têm que estudar ainda os projectos cuidadosamente, tendo em consideração as suas escalas de prioridade e viabilidade, antes de decidirem que um projecto deva começar a operar-se. Para os ajudar a decidir, qualquer entidade de um projecto ou unidade de trabalho deve submeter a sua proposta voluntariamente ou involuntariamente. Ao fazer isto, recomenda-se que seja devidamente preenchido um formulário, a seguir indicado:

Universidade Nacional Timor Lorosa’e Proposta de Projecto Nome do Projecto Nome e Número do Programa Nome da Unidade de Trabalho Nome do Director do Projecto I. Antecedentes: :___________________________________ :___________________________________ :___________________________________ :___________________________________

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II. Objectivos: III. Indicadores de Execução: IV. Tempo Estipulado: V. Orçamento: 1. Detalhes 2. Deliberação 3. Nome do Chefe da Unidade de Trabalho 4. Assinatura:__________________ Data:____________________ 5. Nota/comentário do responsável/gerente da operação

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