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AgRg no AI 753.002

AgRg no AI 753.002

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Superior Tribunal de Justiça

AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 753.002 - RS (2006/0047178-0) RELATOR AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO PROCURADOR AGRAVADO AGRAVADO ADVOGADO : : : : : : MINISTRO HERMAN BENJAMIN LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS ELLINGER LTDA JAQUELINE OLIVEIRA DOS SANTOS E OUTROS INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS MAURO LUCIANO HAUSCHILD E OUTROS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC : SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC : LEONARDO PACHECO DE SOUZA E OUTROS

EMENTA
PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL. CONTRIBUIÇÃO PARA O SESC E SENAC. LABORATÓRIO DE PESQUISA E ANÁLISE CLÍNICA. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS. ART. 577, DA CLT. ENQUADRAMENTO SINDICAL. EXIGIBILIDADE. AÇÃO DECLARATÓRIA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. VALOR DA CAUSA. ART. 20, § 4º, DO CPC. REEXAME DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 07. 1. É pacífico o entendimento deste Tribunal de que a Contribuição para o SESC e SENAC configura intervenção no domínio econômico, e as empresas prestadoras de serviço (in casu, laboratório de análises clínicas) estão sujeitas ao recolhimento da exação. 2. "Nas ações declaratórias, os honorários advocatícios devem ser fixados sobre o valor da causa, que deve corresponder ao benefício econômico que se pretende auferir com a demanda. "(AgRg no REsp 792481/SP, 1ª Turma, Rel. Min. FRANCISCO FALCÃO, DJ 06/03/2006). 3. A revisão da verba honorária fixada nos termos do artigo 20, § 4º, do CPC, implica reexame da matéria fático-probatória, o que é vedado ao STJ pela Súmula 7/STJ, exceto quando se tratar de valor irrisório ou exorbitante, o que não se configura neste caso. 4. Agravo Regimental não provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, negar provimento ao Agravo Regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro-Relator. Os Srs. Ministros Eliana Calmon, João Otávio de Noronha, Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. Ministro Relator. Brasília (DF), 05 de dezembro de 2006 (Data do Julgamento)

MINISTRO HERMAN BENJAMIN Relator

Documento: 666439 - Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJ: 18/12/2007

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. fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa. As Contribuições referidas visam à concretizar a promessa constitucional insculpida no princípio pétreo da 'valorização do trabalho humano" encartado no artigo 170 da Carta Magna ("A ordem econômica. quer por força do seu ato constitutivo. tem por fim assegurar a todos existência digna. o STF.002 . 577.Site certificado . 240) e confirmada pelo seu guardião. De fato. Nesse sentido cito: "TRIBUTÁRIO.RS (2006/0047178-0) AGRAVANTE : LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS ELLINGER LTDA ADVOGADO : JAQUELINE OLIVEIRA DOS SANTOS E OUTROS AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL .SENAC AGRAVADO : SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC ADVOGADO : LEONARDO PACHECO DE SOUZA E OUTROS RELATÓRIO O EXMO. PRESTADORAS DE SERVIÇOS.º 431347/SC. (. RESP N. As prestadoras de serviços que auferem lucros são. 2.. a Primeira Seção e a Primeira e Segunda Turmas desta Corte pacificaram o entendimento no sentido de reconhecer a legitimidade da cobrança das contribuições sociais ao SESC e SENAC para as empresas prestadoras de serviços enquadradas no plano sindical da Confederação Nacional do Comércio. As empresas prestadoras de serviços estão incluídas dentre aquelas que devem recolher . conforme a CLT. UNÂNIME. inequivocamente estabelecimentos comerciais. a assimilação no organismo da Carta Maior. consoante a classificação do artigo 577 da CLT e seu anexo . art. 1. recepcionados pela Constituição Federal (art.Inteiro Teor do Acórdão . SR.Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 753. CONTRIBUIÇÕES AO SESC E AO SENAC. conforme os ditames da justiça social. oportunidade em que elegeram o Documento: 666439 . porquanto enquadradas no plano sindical da Confederação Nacional do Comércio. ALTERAÇÃO NO POSICIONAMENTO DA PRIMEIRA SEÇÃO DO STJ. a título obrigatório . MINISTRO HERMAN BENJAMIN (Relator): Trata-se de Agravo Regimental interposto contra decisão (fls. 107-109) que negou provimento a Agravo de instrumento nos seguintes termos: "Decido. contribuição para o SESC e para o SENAC.)") 3.DJ: 18/12/2007 Página 2 de 10 . Irretocável a decisão recorrida.INSS PROCURADOR : MAURO LUCIANO HAUSCHILD E OUTROS AGRAVADO : SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL .

das exações sub judice. da CLT. beneficiando todos os seus associados. 1ª Turma. deixando à calva a ilegitimidade da pretensão deduzida. 8. pág. Discute-se nos presentes autos se.Inteiro Teor do Acórdão . 7. cujo enquadramento é dado pelo artigo 577. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇO NO RAMO DE ANÁLISES CLÍNICAS E ATIVIDADES CIENTÍFICAS AFINS. está obrigada ao recolhimento de contribuições para o SESC e SENAC. À luz da regra do art. à luz do conceito moderno de empresa. Consectariamente. O SESC e o SENAC tem como escopo contribuir para o bem estar social do empregado e a melhoria do padrão de vida do mesmo e de sua família. Rel. A pretensão de exoneração dos empregadores quanto à contribuição compulsória em exame. e nesse contexto a verificação se houve sua violação passa por esse aspecto teleológico-sistêmico – impondo-se considerar que o acesso aos serviços sociais. Luiz Fux. 6. encerra arbítrio patronal. empresa prestadora de serviços no ramo de análises clínicas e atividades científicas afins. a natureza constitucional e de cunho social e protetivo do empregado. bem como implementar o aprimoramento moral e cívico da sociedade . 3. quer em função da novel categorização desses estabelecimentos. recepcionada constitucionalmente. unânime." (AGREsp 438. tais contribuições são devidas pelas empresas ligadas à Confederação Nacional do Comércio. 5. Considerando que o serviço de análises Documento: 666439 . Min.Site certificado . tal como preconizado pela Constituição. em desigualdade com os demais. 5º. 186) "TRIBUTÁRIO. da LICC – norma supralegal que informa o direito tributário. mercê de gerar privilégio abominável aos que através a via judicial pretendem dispor daquilo que pertence aos empregados. em benefício dos empregados. CONTRIBUIÇÃO PARA O SESC E SENAC. quando integrado noutro serviço social. 2. 1. é um "direito universal do trabalhador". a aplicação da lei.DJ: 18/12/2007 Página 3 de 10 .724/DF. independentemente da categoria a que pertençam. Agravo Regimental improvido. 4. cujo dever correspectivo é do empregador no custeio dos referidos benefícios. gerando situação anti-isonômica e injusta. e seu quadro anexo. visando a evitar relegar ao desabrigo os trabalhadores do seu segmento. EXIGIBILIDADE. implica que o empregador contribuinte somente se exonere do tributo. Consoante posicionamento jurisprudencial desta Corte. DJ 17/03/2003.Superior Tribunal de Justiça regime jurídico próprio a que pretendiam se submeter.

). 115).Superior Tribunal de Justiça clínicas se encontra abrangido pelo quadro da Confederação Nacional do Comércio. a incidência da Súmula nº 7/STJ" (AgRg no Ag 759045/PR.. Logo.853/46 e 8... não havendo valor da causa. DJ 17.08. que a ação proposta é de cunho declaratório." (REsp 499599/RS. 114). como empresa comercial" (fl. c) "os valores recolhidos com as aludidas contribuições não são aplicados em favor das empresas prestadoras de serviços.) As contribuições para o Sesc e o Senac foram instituídas pelos Decretos-Leis nº 9. o que é vedado nesta Instância Superior. sendo a finalidade das aludidas exações a efetivação de medidas que contribuam para o bem estar social. Relator Ministro JOSÉ DELGADO. 115).10. desta forma. g) "Pode-se perceber. e nessa. estão desobrigadas a recolher as exações ao SESC e SENAC" (fl. não há. nego provimento ao recurso . os sujeitos passivos das contribuições em tela são os estabelecimentos comerciais que estejam enquadrados nas Federações e nos sindicatos coordenados pela Confederação Nacional do Comércio. não enquadrando-se. art.Inteiro Teor do Acórdão . desprovido. (. Dessa forma. bem como estimular o aprendizado e o ensino dos empregados" (fl. desta forma. a empresa que o desenvolve está obrigada ao recolhimento das contribuições em epígrafe. b) "as mencionadas exações. como bem registrado pela decisão recorrida. confirmou a manutenção da verba honorária em 10% do valor da causa" (fl. 4.DJ: 18/12/2007 Página 4 de 10 . nos termos do art. § 4º. Relator Ministro JOSÉ DELGADO. Publique-se.Site certificado . 119). 20. logicamente.2006). 118). 149 da Carta da República. Assim sendo.621/46. 116). DJ 20. atraindo. e) "a contribuição social para o Sesc e para o Senac é indevida pelas empresas prestadoras de serviço. por não serem as empresas prestadoras de serviços beneficiárias das atividades desenvolvidas pelo SESC e pelo SENAC. de natureza parafiscal" (fl. não podem ser compelidas para o seu custeio. f) "o culto Ministro Relator." A agravante alega que: a) "(. vez que trata-se de empresa de natureza eminentemente civil.. constituem contribuições de interesse da categoria profissional ou econômica. d) "Desta forma. "o critério de fixação dos honorários advocatícios enseja reexame de matéria de fato. e. valor da Documento: 666439 . As empresas que não se incluam nestas duas situações.2003) Quanto à apontada violação do CPC. Recurso conhecido em parte. claramente." (fl.

É o relatório. Requer. a reconsideração da decisão agravada ou "se assim não entender.Site certificado .Inteiro Teor do Acórdão . 120). se digne em requerer a apresentação do feito em mesa" (fl.Superior Tribunal de Justiça condenação" (fl. 119). ao final. Documento: 666439 .DJ: 18/12/2007 Página 5 de 10 .

Nesse sentido. 149. essas empresas devem recolher. TRIBUTÁRIO. PRECEDENTES. à luz do conceito moderno de empresa". vinculada à Confederação Nacional do Comércio.002 .DJ: 18/12/2007 Página 6 de 10 .Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 753. são estabelecimentos de natureza empresarial e assim subjugam-se ao recolhimento de tais exações. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS.347/SC.Estabelecimentos de Serviços de Saúde. laboratório de análises clínicas). LABORATÓRIO DE PESQUISA E ANÁLISE CLÍNICA. (Precedentes jurisprudenciais). quer em função da novel categorização desses estabelecimentos. É pacífica a jurisprudência do STJ no sentido de que as Contribuições para o SESC e SENAC configuram intervenção no domínio econômico (art. Desta forma. " (AgRg no Ag 539918/PR. oportunidade em que elegeram o regime jurídico próprio a que pretendiam se submeter. inequivocamente estabelecimentos comerciais. 2. ENQUADRAMENTO SINDICAL.RS (2006/0047178-0) VOTO O EXMO.Inteiro Teor do Acórdão . A Primeira Seção deste Superior Tribunal de Justiça. AGRAVO DESPROVIDO. Min. Agravo regimental desprovido. pacificou entendimento no sentido de que "as prestadoras de serviços que auferem lucros são. a título obrigatório. sujeitam-se à incidência das contribuições instituídas pelo art. 577 DA CLT. e as empresas prestadoras de serviço (in casu. estando enquadradas na categoria econômica do 6º Grupo .laboratório de pesquisa e análise clínica) são estabelecimentos de índole empresarial. os seguintes julgados: "TRIBUTÁRIO. MATÉRIA PACIFICADA. DJ 01/03/2004. MINISTRO HERMAN BENJAMIN (Relator): Não merece guarida a irresignação da agravante quanto à decisão proferida no Agravo de Instrumento. contribuição para o Documento: 666439 . 139) "AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL.621/46. de relatoria do Ministro Luiz Fux. TEORI ALBINO ZAVASCKI. 1. da CF). quer por força do seu ato constitutivo. conforme classificação do artigo 577 da CLT e seu anexo.853/46. bem como pelo art. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS. no julgamento do REsp 431. 4º do DL 8. SR. EXIGIBILIDADE. 1. CONTRIBUIÇÕES AO SESC E AO SENAC. Por esse motivo. 3º do DL 9. por terem como objetivo a obtenção de lucros. CONTRIBUIÇÕES AO SESC E AO SENAC.Site certificado . por exercerem atividade organizada com fins lucrativos. p. 1ª Turma. ART. Rel. VINCULAÇÃO À CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO. As empresas prestadoras de serviços (no caso .

DJU 17. DJ de 22/04/03. por unanimidade. FRANCISCO FALCÃO. p. Luiz Fux. ART. Min. DJU 25. que deve corresponder ao benefício econômico que se pretende auferir com a demanda. Rel. Min.6.Superior Tribunal de Justiça SESC e para o SENAC.11.Site certificado .2002. A colenda Primeira Seção deste Sodalício. Rel. FINSOCIAL.2002. DJU 28.Verba honorária fixada em 10% (dez por cento) sobre o valor da causa.Agravo regimental improvido. § 4º. 20.347/SC.6. DENISE ARRUDA. Rel.491/AM. no sentido da exigibilidade da contribuição para o SESC e o SENAC pelas empresas prestadoras de serviço. DJ 04/09/2006. MATÉRIA PACIFICADA NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Rel.491/AM. 244) Descabida também a argumentação da agravante quanto à manutenção dos honorários. EREsp 438.11. e AGA 425. MAJORAÇÃO DE ALÍQUOTAS. Min. Assim. 1ª Turma. do CPC . j. DO CPC. II . Min. Agravo regimental desprovido. não Documento: 666439 ." (AgRg no REsp 792481/SP. 2ª Turma. todos da relatoria deste Magistrado. DJ 06/03/2006.2003. CONTRIBUIÇÃO PARA O SESC E SENAC.06. sufragou o entendimento já esposado por este Magistrado no REsp 326.2004. I .2003. Rel(a). § 4º. e AgRg no REsp 502. DJU 25. 2. Precedentes: AGA nº 569. Min. VALOR DA CAUSA. 20.2003. p. 3.340/PR. Min. DJ 11/09/2006. Min. j. devidamente atualizado. III . que atende ao critério de eqüidade de que trata o art.2003 . Há muito esta Corte Superior já se posicionou sobre sua fixação. Luiz Fux.092/DF. de minha relatoria.2002. João Otávio de Noronha. Rel. AÇÃO DECLARATÓRIA. fixados pelo juízo a quo em 10% sobre o valor da causa. Rel. Nessa esteira: "PROCESSUAL CIVIL.168/SP. p. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. Relator o subscritor deste. Agravo regimental improvido. nas ações declaratórias." (AgRg no REsp 819257/RJ. 240) Ainda que o percentual dos honorários advocatícios.786/PR. torna-se inviável reverter a decisão agravada. DJ de 28/06/04 e AGEDAG nº 471.Inteiro Teor do Acórdão .DJ: 18/12/2007 Página 7 de 10 .6." (AgRg no Ag 663985/PR. os honorários advocatícios devem ser fixados sobre o valor da causa.724/RS. divergisse do adotado por este Tribunal. por se tratar de Ação Declaratória. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXIGIBILIDADE. 3. DJU 3. DJU 30.11. Precedentes: REsp 431. LUIZ FUX. 230) "AGRAVO REGIMENTAL.6.Esta Corte firmou o entendimento de que.2002. DJU 30.11. REsps 326.347/SC. quando do julgamento do REsp 431. 1ª Turma. FRANCIULLI NETTO.

inviável em sede de recurso especial. pois aplicar posicionamento distinto do proferido pelo aresto confrontado implicaria reexame da matéria fático-probatória. DO CPC.. do CPC. o que é obstado a este Tribunal Superior. ARTIGO 20. não há que se prover o Agravo Regimental que contra ela se insurge. nos termos do § 4º. proferida. a decisão que. da Súmula desta Corte. nego provimento ao Agravo Regimental. 4. Rel..º 7.Superior Tribunal de Justiça prospera o inconformismo da agravante. DO CPC NÃO CONFIGURADA. 2ª Turma. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO.DJ: 18/12/2007 Página 8 de 10 . 1. correta e integralmente. Com esse entendimento: "PROCESSUAL CIVIL. do CPC." (AgRg nos EDcl no Ag 761993/DF. AFRONTA AO ARTIGO 535. A revisão da verba honorária fixada por eqüidade.). Documento: 666439 . Min. § 4º. 2. É como voto. 3. a teor do que dispõe o enunciado n. (. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. REVISÃO. do artigo 20. ademais.Site certificado . do artigo 20. 176) Ausente a comprovação da necessidade de correções a serem providas na decisão agravada. AÇÃO DECLARATÓRIA.Inteiro Teor do Acórdão . Por tudo isso. DA SÚMULA DO STJ. implica o reexame do acervo fático-probatório constante dos autos. POSSIBILIDADE. Agravo regimental improvido. Não afronta o § 4º. INCIDÊNCIA DO ENUNCIADO Nº 7. conforme determinado pela Súmula 07/STJ:"A pretensão de simples reexame de prova não enseja Recurso Especial". atendendo às regras de eqüidade. com lastro em fundamentos suficientes e em consonância com entendimento pacífico deste Tribunal. p. fixa os honorários advocatícios em 10% (dez por cento) sobre o valor da causa. FIXAÇÃO SOBRE O VALOR DA CAUSA. CASTRO MEIRA. DJ 08/11/2006.

nos termos do voto do(a) Sr(a). proferiu a seguinte decisão: "A Turma. ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data. Sr.Contribuição .SENAC SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC LEONARDO PACHECO DE SOUZA E OUTROS ASSUNTO: Tributário . ANTÔNIO CARLOS FONSECA DA SILVA Secretária Bela. negou provimento ao agravo regimental.Superior Tribunal de Justiça CERTIDÃO DE JULGAMENTO SEGUNDA TURMA AgRg no 753002 / RS Número Registro: 2006/0047178-0 Números Origem: 200272050029542 200272050059327 200504010533926 PAUTA: 05/12/2006 Ag JULGADO: 05/12/2006 Relator Exmo. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Subprocurador-Geral da República Exmo. Documento: 666439 .INSS MAURO LUCIANO HAUSCHILD E OUTROS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL .SENAC SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC LEONARDO PACHECO DE SOUZA E OUTROS CERTIDÃO Certifico que a egrégia SEGUNDA TURMA." Os Srs.SESC / SESI / SENAC / SENAI / SEBRAE AGRAVO REGIMENTAL AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO PROCURADOR AGRAVADO AGRAVADO ADVOGADO : : : : : : : LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS ELLINGER LTDA JAQUELINE OLIVEIRA DOS SANTOS E OUTROS INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL .DJ: 18/12/2007 Página 9 de 10 .Social . Sr.INSS MAURO LUCIANO HAUSCHILD E OUTROS SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL .Site certificado . Ministro(a)-Relator(a). Castro Meira e Humberto Martins votaram com o Sr. João Otávio de Noronha.Inteiro Teor do Acórdão . Sr. VALÉRIA ALVIM DUSI AUTUAÇÃO AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO PROCURADOR AGRAVADO AGRAVADO ADVOGADO : : : : : : : LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS ELLINGER LTDA JAQUELINE OLIVEIRA DOS SANTOS E OUTROS INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL . Dr. Ministro Relator. por unanimidade. Ministros Eliana Calmon. Ministro HERMAN BENJAMIN Presidente da Sessão Exmo.

Superior Tribunal de Justiça Brasília.DJ: 18/12/2007 Página 1 0 de 10 .Site certificado . 05 de dezembro de 2006 VALÉRIA ALVIM DUSI Secretária Documento: 666439 .Inteiro Teor do Acórdão .

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