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Simulacado Autores: Paulo Roberto Barbosa Lustosa Vera Maria Rodrigues Ponte Walter Rodrigues Dominas Objetives de Aprendizado O estudo deste capitulo permitira ao leitor: # compreender of conccitos bésicos de simulasio; ‘© compreender 0 Método de Simulagio de Monte Carlo & sus uulizagio no processo de tomada de daciedo das empresas; ‘+ dentificar situagdes passiveie de aplieagio da téeniea de simulagao nas éreas de Controladoria 6 Finangas; * resolver problemas coti 6 emprego da tSenica de simatic, 1 INTRODUGAO Existem varias thenicas quantitativas aplicadas na solugio de problemas sgerenciais. Apesar da enorme contribuigao dessas téenicas, em algumas seragBes, clas tém seu potencial limitado. Iss0 occrre, por exemplo, em circenstncias como as relacionadas a seguir, nas quis hé incerteza quanto aos valores assumides for ‘uma ou mais das varidveis do probl 8) uma empresa deseja determinar qual « probabilidade de que um novo produto seja lucretivo; 6) uma empresa quer saber quantas unidades de um produto devem ser ‘mantidas em estoque, para que a dernanda nfo atendida nfoultrapasse 5%; uma empresa deseja conhecer 6 ntimero minimo de telefonistas re- queridas para que apenas 3% das solicitagBes de informagées néo se jam atendides de imediato; fe ) uma fabrica quer programar sua produceo, desinir niveis de estoques © | rmimero de funciongrios e planejar suas necessidaces de investimerto, A simmulagio € uma ferramenta deanslise quantitativa muito utlizada nas organlzagies pata o tratemento de problemas administrativos dessa natureza, © serd objeto de estudo neste capitilo. onhecitos¢ DEFININDO SIMULACAO Dadas as constantes mudangas ovorridas no ambiente, 0 dia-a-dia das or- _ SinizagGes é mareado pela necessidsde de realizar investigagSes em seus sistemas," 1 Sitema pole sr definigo como sm conjunte de componontes que atwem + Interagern tires com ofim de alsarca dererminad ijevo q 243, prociirandlo obter informagéee sobre os relaconamentes pre i existentes entreas vari veis que os compiem no rentido de predizer seus Futur Seog oa ido de predizer seus futuros desempenhs sob ay © estudo de um sistema pode ser eferuado acrevés de obse i Cr rvag6 ‘ema real ou uttizando um modelo? que o represence FiguraS.1), Fonte: Law eKelton (1991: 9.4, Figura 5.1. Abordagens de escudo de um siztema. Em alguns casos, é poseivel alterar‘ sistéma real __Bm alg ; alterat o sistéma real ¢ operévlo iob ai'novas condigées Todavia, raraimente iso évisvel, dados os custon civelvies € os la actos sobre seu fumcionzmento. Em muitas suagdes, o sistema aiida nao existe € necessita-se estudar sues diversas altemativas de configuragdd. Por esses riot- ‘Yom na maioria ds vere, um modelo que represent o sistema & corstruido & (Os modelos podem ser fisicos ou matemsticos. A construcd tatemsticos. A construgio pare testes do modelo de um carro é um exemplo de modelo fisico. Os modelea matemnéices Tepresentam, em termos I6gicos e quanstetivos, es relacionamentos existentes entre as varidveis. A equagdo do petrimdnio liquido ¢ um bom esemplo de um modelo matemitico; Pl, = etivo ~ passivo exigivel, 2 Modehé er a tepestaiosiopliicadadareaiade, ao peepésito€ pei acom- eens laste e prove sea coreparaststoaob deaninadas conan 244 (Os modelos matemétiens postem ter uma solugée analitica ou por meio da