Acrelândia

Governador do Estado do Acre Arnóbio Marques de Almeida Junior Vice-Governador do Estado do Acre Carlos César Correia de Messias Secretária de Estado de Assistência Social Laura Keiko Sakai Okamura Secretária de Estado de Educação Maria Corrêa da Silva Secretário de Estado de Saúde Osvaldo Leal Junior Secretário Adjuntos de Governo—Coordenação de Assuntos Políticos Carlos Alberto Bernardo de Araújo Secretário Adjuntos de Governo—Coordenação de Inclusão Social Antonio Carlos da R. Xavier

PREFEITOS E PREFEITAS ELEITOS
ACRELÂNDIA VILSEU FERREIRA DA SILVA ASSIS BRASIL MARIA ELIANE GADELHA CARIUS BRASILÉIA ANA LEILA GALVÄO MAIA MOREIRA BUJARI JOÃO EDVALDO TELES DE LIMA CAPIXABA JOAIS DA SILVA DOS SANTOS CRUZEIRO DO SUL VAGNER JOSE SALES EPITACIOLÂNDIA JOSE RONALDO PESSOA PEREIRA FEIJÓ JOSÉ JUAREZ LEITÃO DOS SANTOS JORDÃO HILARIO DE HOLANDA MELO MÂNCIO LIMA CLEIDSON DE JESUS ROCHA MANOEL URBANO MANOEL DA SILVA ALMEIDA MARECHAL THAUMATURGO RANDSON OLIVEIRA ALMEIDA PLÁCIDO DE CASTRO PAULO CESAR DA SILVA PORTO ACRE JOSE MARIA RODRIGUES PORTO WALTER NEUZARI CORREIA PINHEIRO RIO BRANCO RAIMUNDO ANGELIM VASCONCELOS RODRIGUES ALVES FRANCISCO ERNILSON DE FREITAS SANTA ROSA DO PURUS JOSÉ BRASIL BARBOSA DA SILVA SENA MADUREIRA NILSON ROBERTO AREAL DE ALMEIDA SENADOR GUIOMARD JAMES PEREIRA DA SILVA TARAUACÁ ERISVANDO TORQUATO DO NASCIMENTO XAPURI FRANCISCO UBIRACY MACHADO DE VASCONCELOS

A P R E S E N TA Ç Ã O
necessidade de integração entre as políticas públicas federais, estaduais e municipais em busca da eficiência e da qualidade nos serviços prestados aos cidadãos é um desafio para cada gestor público de nosso país. No Acre, em particular, o desafio vem sendo superado pelo Governo do Estado, através de uma gestão que se caracteriza por ações planejadas e desenvolvidas em sintonia por todos os órgãos, levando-se em conta o ordenamento territorial contido no Zoneamento Ecológico-Econômico. O conjunto de políticas de desenvolvimento sustentável e inclusão social implementadas pelo governo Binho Marques é orientado pela nossa visão de futuro que é a de transformar o Acre no melhor lugar para se viver na Amazônia. Esse é o marco que define os objetivos e os resultados que estamos construindo. É o futuro comum que almejamos quando trabalhamos para cumprir as metas do nosso governo. Agora, neste momento em que os municípios do Estado vivem a transição para mais um ciclo de governo, queremos compartilhar com os prefeitos e prefeitas eleitos o nosso sonho e responsabilidade de

A

construir uma sociedade onde as pessoas sejam educadas, nutridas e saudáveis; onde haja eqüidade entre as pessoas; onde as cidades e as comunidades sejam sustentáveis; onde as empresas sejam dinâmicas e competitivas; onde o Estado seja moderno. Para tanto, o governador Binho Marques propõe aos prefeitos e prefeitas eleitos este Pacto pelo Desenvolvimento Social dos Municípios do Acre, cuja proposta-base está detalhada no documento aqui apresentado. Nesse momento de celebração dos nossos compromissos comuns com o Acre e com os acreanos, congratulamo-nos com as equipes que estão assumindo a gestão em cada município e iniciamos um movimento de apoio técnico e financeiro aos novos mandatários, especialmente nas áreas de Educação e Saúde. Com base em estudos sobre a situação específica de cada município, em breve definiremos juntos as metas que precisam ser cumpridas, tanto pelo Governo quanto pelos prefeitos e prefeitas, para que o Acre se torne o Estado com a melhor qualidade de vida na Amazônia.

INDICADORES DE SAÚDE

Plano de Governo

ZAP

Zona de Atendimento Prioritário

DIMENSÕES TERRITORIAIS DAS ZAPs

CONDIÇÕES QUE CARACTERIZAM AS ZONAS DE ATENDIMENTO PRIORITÁRIO
• Áreas inundáveis, com saneamento e assentamentos precários; • Espaços de convivência precários, abandonados ou inexistentes; • Alta vulnerabilidade ambiental; • Isolamento ou acesso precário; • Elevado número de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema; • Elevado número de crianças, adolescentes e mulheres vitimas de violência e exploração; • Elevada taxa de evasão escolar; • Elevados índices de violência e criminalidade. • Assentamento tradicional e diferenciado; • Áreas inseridas em Unidades de Conservação; • Áreas com alta degradação ambiental; • Precárias condições de saneamento básico.

BAIRRO

BAIRRO

BAIRRO

ZAP

ZAP VILA

VILA

ZAP VILA

TIPOS DE ZAP

Os 5 Eixos Temáticos

Que sociedade estamos construindo?
• Onde as pessoas sejam educadas, saudáveis e nutridas. • Onde haja eqüidade entre as pessoas, ou seja, onde não haja desigualdades. • Onde as cidades e as comunidades sejam sustentáveis. • Onde as empresas sejam dinâmicas e competitivas. • Onde o Estado seja moderno.

QUAIS SERÃO NOSSOS FOCOS DE AÇÃO?

Pacto pelo Desenvolvimento Social do Municípios do Acre

PRESSUPOSTOS
O MUNICÍPIO: • É onde os problemas se manifestam de forma mais direta na vida das pessoas; • É a base potencial para a construção de soluções integradas a partir de novos arranjos institucionais entre a comunidade, o estado e o mercado; • Tem potencial para atuar como força motriz de transformações necessárias à superação de problemas ou seja, tem potencial para “fazer acontecer”. • É onde as ações desenvolvidas impactam imediatamente na vida das pessoas, das famílias e da comunidade.

tências, compartilhando-se responsabilidades e destinando-se recursos financeiros e materiais aos entes públicos municipais. Permite aproximar a tomada de decisões da realidade onde os fatos acontecem, tornando-a mais ágil, adequada e eficaz. FLEXIBILIDADE: A flexibilidade reside na capacidade de ajustar a forma de operar os serviços públicos às particularidades das comunidades e dos estratos sociais por ela focados. Os serviços públicos devem garantir os direitos sociais e serem flexíveis nas condições de aplicação e exercício desses direitos. OBJETIVOS GERAIS • Ofertar Serviços Públicos de qualidade para todos prioritariamente para as populações que se encontram em condições de vulnerabilidade pessoal, social e ambiental. • Elevar o Padrão de Vida das comunidades através de ações integradas de educação, saúde, produção familiar, esporte, cultura, revitalização de espaços de convivência e garantia dos direitos e proteções sociais fundamentais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Fortalecer o Poder Público Municipal estabelecendo parcerias para aportar recursos financeiros, materiais e apoio técnico; • Sintonizar, Sincronizar e Sinergizar as ações desenvolvidas pelos Município e pelo Estado; • Compor Redes Locais de Inclusão Social articulando instituições públicas – municipais e estaduais – privadas e não-governamentais para execução articulada de projetos tanto na zona rural quanto na zona urbana. ESTRATÉGIAS • Estabelecer padrões mínimos de condutas e procedimentos técnicos e éticos de prestação de serviços públicos desenvolvidos mediante parceria Município-Estado; • Estabelecer parâmetros e Indicadores avaliativos da qualidade dos

PRINCÍPIOS NORTEADORES
INTERDEPENDÊNCIA: O desenvolvimento do Estado está diretamente vinculado ao desenvolvimento dos municípios e este está vinculado ao desenvolvimento das comunidades e de cada uma das pessoas que a compõem. Existe um estreito vínculo entre as partes que compõem a sociedade acreana. CAPILARIDADE: Os serviços públicos devem se fazer presentes em todos os municípios, vilas e comunidades atingindo as pessoas em suas vidas cotidianas. TRANSVERSALIDADE: As políticas públicas são implementadas simultaneamente de forma focada nas pessoas e nas comunidades, abordando-as de forma integral e integrada, ou seja, sem fragmentá-las. DESCENTRALIZAÇÃO: A gestão dos serviços públicos é realizada delegando-se compe-

serviços prestados e dos resultados alcançados nos projetos e serviços desenvolvidos mediante parceria Município-Estado; • Reconhecer e bonificar projetos e serviços prestados à população mediante parceria Município-Estado, aportando recursos e apoios técnicos na mesma medida do empenho, do trabalho empreendido e do resultado alcançado; • Otimizar e maximizar o uso do tempo e dos recursos materiais e financeiros, planejando e implementando as ações de forma articulada entre o Poder Público municipal e estadual. • Integrar as Políticas Públicas, empreendendo um esforço simultâneo e coordenado entre as diversas agências do município e do estado visando promover impacto maior que a soma dos recursos ou esforços investidos pelas partes. • Estabelecer vínculos de co-responsabilidade entre indivíduos, os atores sociais, os gestores públicos no âmbito das organizaões públicas municipais e estaduais.

EM qUE CONSISTE UM ACORDO DE COLABORAÇÃO? TERMO DE INTENÇÕES • Declaração de vontade exarada em documento, formalizando o propósito de, a partir de janeiro de 2009, estabelecerem Pacto pelo Desenvolvimento Social dos Municípios do Acre. PACTO • Convenção entre o Município e o Estado sobre a consecução das metas definidas no Plano de Governo Estadual, definindo ações e procedimentos, tecnicamente aceitos e consentimento por adesão voluntária. • Um PACTO implica processar um alinhamento tanto político, quanto conceitual, estratégico e operacional. ESTABELECIMENTO DE CONVÊNIO POR qUE MEDIANTE CONVÊNIO? Porque se trata de um instrumento que disciplina a transferência de recursos financeiros que tem como participe, de um lado, órgão da administração pública estadual e de outro lado, órgão da administração pública municipal sem fins lucrativos, visando a execução de programa de governo, implicando a realização de projeto, atividades, serviços, aquisição de bens ou evento de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação. REPASSE FINANCEIRO • Efetivados em conformidade com o cronograma físico-financeiro de execução do Plano de Metas pactuado. • A continuidade do desembolso implica a avaliação de resultados apresentados, mediante relatório avaliativo do período, que será trimestral. • O repasse será efetivado assim que as eventuais inconsistências técnicas e/ou administrativas estiverem saneadas.

ADESÃO VOLUNTÁRIA
ADESÃO A qUÊ? • Ao plano de metas firmado mediante assinatura do Pacto pelo Desenvolvimento dos Municípios do Acre; • Ao desenvolvimento de serviços dentro do Padrão Mínimo pré-estabelecido à execução dos serviços públicos; • Ao sistema de Monitoramento e Avaliação trimestral; • Ao sistema de Certificação e Bonificação em função dos resultados quantitativos e qualitativos alcançados. POR qUE VOLUNTÁRIA? • Porque implica consensos entre os poderes públicos Municipal e Estadual no estabelecimento de prioridades e metas. • Porque se trata de uma parceria na consecução de objetivos superiores e comuns visando a promoção e a inclusão social. • Porque implica das partes a assunção de compromissos e empreendimento de esforços conjuntos focados em determinados estratos sociais, grupos etários e áreas georeferenciadas.

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO • A comunicação entre os executores das ações, os gestores municipais e estaduais será realizada, primordialmente, mediante rede informatizada. • O acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos e realização de ajustes técnicos e administrativos que se fizerem necessários serão feitas mediante encontros e visitas de supervisão. • Os dados armazenados mediante alimentação de dados no sistema oferecerão aos operadores e gestores municipais e estaduais ampla visão dos resultados e impactos alcançados nas ações. CONCORRÊNCIA CONSTRUTIVA SOLIDÁRIA • As boas práticas e os resultados alcançados serão divulgados aos demais gestores municipais e estaduais, visando estimular uma concorrência construtiva. • Este empenho dos operadores e gestores trará grandes benefícios para a população e um retorno ao município que será publicamente reconhecido (premiado) e fará jus a obtenção de bonificação. • A bonificação é uma demonstração de reconhecimento pela capacidade de promover o desenvolvimento social, se traduzindo no aumento do apoio técnico, administrativo e financeiro ao desenvolvimento de seus projetos.

DESENVOLVIMENTO SOCIAL DOS MUNICÍPIOS DO ACRE

OBJETIVOS

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VIDA SAUDÁVEL

OBJETIVOS

Plano de Trabalho

ETAPAS DE TRABALHO

Assinatura do acordo de colaboração

EXEMPLO DE PLANO DE AÇÃO

Glossário

Crescimento Populacional
O crescimento populacional é a mudança positiva do número de indivíduos de uma população dividida por uma unidade de tempo. No Acre, ele tem sido superior ao do país, com uma média de 3,01% ao ano. Destaca-se particularmente o crescimento da população urbana, que aumentou 6,29% ao ano, enquanto a população rural teve crescimento negativo: -0,55, em função de um forte movimento demográfico que é o êxodo rural. O grau de urbanização do Acre, que em 1970 era inferior a 30%, atingiu 65% em 1996. No entanto, apenas sete municípios — os maiores do Estado — possuíam grau de urbanização superior a 50%.

IDH – Índice de Desenvolvimento Humano
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH ) foi concebido para medir o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município levando-se em consideração três componentes: a renda per capita (toda a riqueza produzida ao longo de um ano dividida aritmeticamente por sua população), a longevidade (a expectativa de vida da população) e a escolaridade (número de crianças alfabetizadas e regularmente matriculadas nas escolas).

O primeiro componente (IDH-R) é uma referência à renda que cada pessoa teria caso os recursos fossem igualmente distribuídos; o segundo (IDH-L) componente é um indicador da qualidade da saúde pública (expresso pela longevidade média da população). O terceiro componente (IDH-E) expressa o nível de escolaridade da população, ou seja, o potencial de transformação social. O Índice de Desenvolvimento Humano é uma média desses três componentes. quanto mais próximo de 1 for o resultado, melhores as condições da unidade territorial considerada. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), de um total de 177 países analisados o Brasil ocupa a 69ª colocação (com índice 0,792). Assim, nos situamos num grupo de IDH intermediário (entre 0,500 e 0,799).

IDH

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
Zona Urbana Zona urbana é a área de um município caracterizada pela edificação contínua e a existência de equipamentos sociais destinados às funções urbanas básicas, como habitação, trabalho, recreação e circulação. No Brasil, a Lei Nº 5.172, de 25 de outubro de 1966, define que toda “zona urbana” deve observar o requisito mínimo da existência de melhoramentos em pelo menos dois dos incisos seguintes, construídos ou mantidos pelo Poder Público: • I - meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; • II - abastecimento de água; • III - sistema de esgotos sanitários; • IV - rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar; • V - escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de três quilômetros do local considerado. A legislação municipal pode ainda considerar urbanas as áreas urbanizáveis, ou de expansão urbana, constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes, destinados à habitação, à indústria ou ao comércio, mesmo que localizados fora das zonas definidas nesses termos. No Brasil a classificação das zonas urbanas obedece às normas da Instrução nº 4/79 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano – CNDU.

ZONA RURAL
Por oposição a zona urbana, definem-se as zonas rurais (ou o meio rural, ou campo) como as regiões no município não classificadas como zona urbana ou zona de Expansão Urbana, não urbanizáveis ou destinadas à limitação do crescimento urbano, utilizadas em atividades

agropecuárias, agro-industriais, extrativismo, silvicultura, e conservação ambiental. Embora tradicionalmente estas áreas tenham sido primariamente utilizadas para a agricultura ou pecuária, atualmente grandes superfícies podem estar protegidas como uma área de conservação (de flora, fauna ou outros recursos naturais), terras indígenas, reservas extrativistas e ter outra importância econômica, por exemplo, através do turismo rural ou ecoturismo.

CADÚNICO
O Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), regulamentado pelo Decreto n° 6.135, de 36 de junho de 2007, é um instrumento de coleta de dados e informações com o objetivo de identificar todas as famílias de baixa renda existentes no país. Devem ser cadastradas as famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, ou seja, R$ 207,50 (duzentos e sete reais e cinqüenta centavos). Famílias com renda superior a esse critério poderão ser incluídas no CadÚnico, desde que sua inclusão esteja vinculada à seleção ou ao acompanhamento de programas sociais implementados pela União, estados ou municípios. O CadÚnico é constituído por sua base de dados, instrumentos, procedimentos e sistemas eletrônicos, e sua base de informações pode ser usada pelos governos municipais, estaduais e federal para obter o diagnóstico socioeconômico das famílias cadastradas. Dessa forma, o CadÚnico possibilita a análise das principais necessidades das famílias cadastradas e auxilia o poder público na formulação e gestão de políticas voltadas a esse segmento da população. O cadastramento das famílias é executado pelos municípios por meio da coleta de dados das famílias de baixa renda em formulário específico para esse fim. Os cadastros são processados pelo Agente Operador do Cadastro Único – CAIXA – que é responsável por atribuir a cada pessoa da família cadastrada um número de identificação social (NIS) de caráter único, pessoal e intransferível. Por meio do NIS os operadores do Cadastro Único poderão localizar as pessoas cadastradas, atualizar dados do cadastro, verificar a situação do benefício, caso exista, e realizar as ações de gestão de benefícios. As principais informações das famílias cadastradas são: • Características do domicílio (número de cômodos, tipo de construção, tratamento da água, esgoto e lixo); • Composição familiar (número de membros, existência de gestan-

tes, idosos, mães amamentando, deficientes físicos); • Identificação e documentação civil de cada membro da família; • qualificação escolar dos membros da família; • qualificação profissional e situação no mercado de trabalho; • Rendimentos e despesas familiares (aluguel, transporte, alimentação e outros).

IDI – ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Os conceitos de desenvolvimento infantil e desenvolvimento humano são complexos e envolvem dimensões nem sempre fáceis de expressar em um índice. A idéia de criar um Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI) surgiu da necessidade de promover e desenvolver políticas públicas orientadas para os primeiros seis anos de vida da criança, período em que se formam grande parte das capacidades cognitiva, emocional, social e de desenvolvimento físico da pessoa. Nesse sentido, o IDI é mais um instrumento que contribui para a formulação e o monitoramento de políticas públicas orientadas à primeira infância que o Brasil pode usar para alcançar os compromissos assumidos na Declaração do Milênio, em 2000. Esse documento originou os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que 191 Estados-membros das Nações Unidas se comprometeram a alcançar até 2015. Por sua desagregação municipal, o IDI é particularmente útil para mobilizar recursos e vontade política, no processo de descentralização e municipalização das políticas e dos serviços destinados ao desenvolvimento infantil. A Declaração e os Objetivos do Milênio foram pautados por diversos acordos e instrumentos jurídicos internacionais, como a Con-

venção sobre os Direitos da Criança, cujos princípios e conteúdo no Brasil estão traduzidos no Estatuto da Criança e do Adolescente. Os Objetivos do Milênio relativos à infância foram adaptados e incluídos no Plano Presidente Amigo da Criança e do Adolescente, lançado em 2003 pelo governo brasileiro. A Convenção e o Estatuto reconhecem que as crianças são sujeitos de direito, sem distinção de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política, origem nacional ou social, posição econômica e nascimento; que toda criança tem direito a sobrevivência sadia, desenvolvimento pleno e proteção contra todas as formas de discri minação,

exploração e abuso; que a criança tem direito a uma vida saudável e a um desenvolvimento pleno na primeira infância. Isso implica que o governo tem a responsabilidade e a obrigação de oferecer acesso a serviços de qualidade, e a família tem o compromisso de proteger e cuidar da criança nessa fase especial de desenvolvimento. A família e a comunidade também têm responsabilidade nos cuidados com a criança. Sob essa perspectiva, o IDI incorpora variáveis relacionadas a: oferta de serviços de saúde; oferta de serviços de educação; e cuidado e proteção que a família deve proporcionar à criança nos primeiros anos (representados pelo nível de educação do pai e da mãe).

PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os serviços e bens produzidos num período (mês, semestre, ano) numa determinada região (país, estado, cidade, continente). O PIB é expresso em valores monetários (no caso do Brasil em Reais). Ele é um importante indicador da atividade econômica de uma região, representando o crescimento econômico. Vale dizer que no cálculo do PIB não são considerados os insumos de produção (matérias-primas, mão-de-obra, impostos e energia). A Fórmula para o cálculo do PIB de uma região é a seguinte: PIB = C+I+G+X-M. Onde, C (consumo privado), I (investimentos totais feitos na região), G (gastos dos governos), X (exportações) e M (importações). O PIB per capita (por pessoa), também conhecido como renda per capita, é obtido ao pegarmos o PIB de uma região, dividindo-o pelo número de habitantes desta região. O PIB do Brasil no ano de 2007 foi de 2,558 trilhões de Reais (com crescimento de 5,4% sobre o ano de 2006).

ICMS
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Tributo estadual que incide sobre a movimentação de produtos, como alimentos e eletrodomésticos, e sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Esse imposto incide também sobre importações, mas não sobre as exportações. O ICMS é um tributo não-cumulativo, ou seja, em cada fase da operação é compensado o valor devido com o montante cobrado anteriormente. De acordo com a Constituição, 25% do total arrecado com o ICMS pertencem aos municípios.

Repasse de ICMS
O Repasse do ICMS é o montante liberado para os municípios pelo Estado.

PIB PER CAPITA

PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO COBERTA PELA ESTRATéGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
ACRE

BREVE HISTóRICO DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
No início da década de 80, alguns países iniciaram os primeiros passos nessa direção, aparecendo Canadá, Cuba, Inglaterra e outros, como pioneiros das mudanças nos serviços primários de saúde de reconhecida resolutividade e impacto, mundialmente. Das experiências mundiais e as realizadas em vários pontos do território brasileiro é elaborada a estratégia de reorganização da Atenção Primária ou Básica, denominada de “Programa de Saúde da Família e de Agentes Comunitários de Saúde”, o PSF e o PACS. O PSF iniciou-se no Brasil como estratégia no ano de 1994, por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde/MS e o Fundo das Nações Unidas para a Infância/UNICEF. A estratégia mostra que oferecer às famílias serviços de saúde preventiva e curativa em suas próprias comunidades resulta em melhorias importantes nas condições de saúde da população. A estratégia da saúde da família surgiu com o propósito de alterar o modelo assistencial de saúde, centrado na doença, no médico e no hospital. Privilegiava a parte curativa em detrimento da preventiva. O PSF veio como resposta às necessidades de uma atenção integral desenvolvida por equipe multiprofissional, ao indivíduo e à comunidade, com intensa participação da comunidade.

O objetivo da estratégia foi implementar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), de integralidade, universalidade, eqüidade e participação social. Estruturado como uma estratégia para dar conta do processo de reorganização da rede de atenção básica ou primária, o PSF, por essa potencialidade seria também uma estratégia de reorganização de todo o sistema. Dos aspectos relevantes da estratégia compreende a territorializaçao com a adscrição de clientela /criação de vínculo equipe-usuário e o aumento da oferta de serviços de saúde e de suas áreas de abrangência. No Brasil a implantação do PACS, surge em 1991 com trabalhos de pessoas da comunidade treinadas, capacitadas e supervisionadas por profissionais de saúde. O PACS foi criado baseado em experiências anteriores bem sucedidas, constituindo-se em uma estratégia que agrega idéias de proporcionar a população o acesso e a universalização do atendimento à saúde, descentralizando as ações. A implantação do PSF e do PACS ocorre por adesão espontânea dos Estados e municípios que cumprem os seguintes requisitos: • Estar habilitado na Norma Operacional Básica do SUS/NOB-SUS/96; elaborar projeto de implantação do PSF/PACS de acordo com as diretrizes do programa; • Ter aprovação de sua implantação do PSF/PACS pelo Conselho Municipal de Saúde/CMS; • Garantir a inclusão da proposta de trabalho do PSF/PACS no Plano Municipal de Saúde; • Garantir a infra-estrutura de funcionamento da Unidade de Saúde do PSF; • Garantir a integração do PSF à rede de serviços de saúde complementares , de forma a assegurar a referência e contra-referência quando os problemas exigirem maior grau de complexidade para sua resolução; • Manter a organização de uma equipe composta por (01) profissional médico, (01) profissional enfermeiro, (01) profissional auxiliar e/ou técnico de enfermagem podendo ser acrescido ou não de Agente Comunitário de Saúde/ACS.

• Garantir a integração do ACS na rede básica dentro da área de abrangência do PACS; • Garantir o programa de educação continuada para a equipe do PACS; • Ter 01 enfermeiro supervisor para cada 30 ACS, em plena parceria entre a União, Estados e municípios, co-responsáveis na proteção da saúde da população brasileira.

IDEB
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep em 2007 e representa a iniciativa pioneira de reunir num só indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Inep a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb – para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios.

História da Prova Brasil e do Saeb
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) foi a primeira iniciativa brasileira, em escala nacional, para se conhecer o sistema educacional brasileiro em profundidade. Ele começou a ser desenvolvido no final dos anos 80 e foi aplicado pela primeira vez em 1990. Em 1995, o Saeb passou por uma reestruturação metodológica que possibilita a comparação dos desempenhos ao longo dos anos. Desde a sua primeira avaliação, fornece dados sobre a qualidade dos sistemas educacionais do Brasil como um todo, das regiões geográficas e das unidades federadas (estados e Distrito Federal). O Saeb é feito a cada dois anos e avalia uma amostra representativa dos alunos regularmente matriculados nas 4ª e 8ª séries do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio, de escolas públicas e privadas, localizadas em área urbana ou rural.

PROVA BRASIL OFERECE DADOS POR ESCOLA
A Prova Brasil foi criada em 2005, a partir da necessidade de se tornar a avaliação mais detalhada, em complemento à avaliação já feita pelo Saeb. A Prova Brasil é censitária. Por esta razão, expande o alcance dos resultados, porque oferece dados não apenas para o Brasil e unidades da Federação, mas também para cada município e escola participante. A Prova Brasil avalia todos os estudantes da rede pública urbana de ensino, de 4ª e 8ª séries do ensino fundamental. Uma vez que a metodologia das duas avaliações é a mesma, elas passaram a ser operacionalizadas em conjunto, desde 2007. Como são avaliações complementares, uma não implicará na extinção da outra. A Prova Brasil e o Saeb foram aplicadas entre os dias 5 e 20 de novembro de 2007. Fizeram a Prova Brasil todos os alunos de escolas públicas urbanas de 4ª e de 8ª série. O Saeb é feito por alguns alunos selecionados estatisticamente de 4ª e de 8ª série do Ensino Fundamental das redes particulares e rural e de 3º ano do Ensino Médio das redes pública e particular, de área urbana.

Taxa de Mortalidade Infantil
É o número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.
Regiões Brasil Norte 1991 45,2 42,3 1997 31,9 32,2 2000 26,8 28,7 2004 22,6 25,5

Há consistente tendência de redução da mortalidade infantil em todas as regiões brasileiras, o que reflete a melhoria nas condições de vida, o declínio da fecundidade e o efeito de intervenções públicas nas áreas de saúde, saneamento e educação da mãe, entre outros aspectos. Ainda assim, os valores médios continuam elevados, sobretudo na região Nordeste.

Pré-Natal
Pré-Natal é o nome dado ao acompanhamento médico dedicado a mulher e ao bebê durante todo o período gestacional. Neste acompanhamento o médico dá instruções à futura mamãe, como cuidados com a alimentação, formas de se manter confortável, estimulação do bico do seio, polivitamínicos a serem ingeridos e outras bem como a realização de exames. As consultas devem ser iniciadas o quanto antes para que sejam feitos os exames necessários que garantirão a saúde da gestante e do bebê bem como a detecção de alguma doença ou disfunção, se houver. Os exames identificam gestações normais e gestações de alto risco que assim é considerada quando apresentam alguma doença na mãe ou no bebê. Os exames solicitados são: • Hemograma completo; • Glicemia • Tipagem sanguínea; • Urina; • Papanicolaou; • Sorologia para detectar ou não toxoplasmose e rubéola; • Avaliação de infecções para detectar ou não sífilis, hepatite B, AIDS.

Informações sobre Nascimentos
Condições Número de nascidos vivos Taxa Bruta de Natalidade % com prematuridade % de partos cesáreos % de mães de 10-19 anos % de mães de 10-14 anos - geral - partos cesáreos - partos vaginais 1996 14.236 29,4 4,8 20,8 32,2 1,7 7,2 7,6 7,1 1997 14.778 29,5 11,3 20,9 32,6 1,7 7,1 6,7 7,2 1998 13.291 25,9 10,1 21,0 32,8 1,7 7,5 8,2 7,3 1999 14.939 28,3 7,4 21,4 32,3 1,8 7,5 8,6 7,1 2000 15.228 27,3 5,7 23,4 31,7 1,7 6,9 7,5 6,7 2001 14.899 25,9 4,9 23,4 30,6 1,5 6,7 7,9 6,3 2002 15.841 27,0 4,3 23,4 30,1 1,4 6,5 7,3 6,2 2003 15.986 26,6 4,4 24,3 29,2 1,5 7,1 8,3 6,6 2004 16.584 27,0 2,9 25,5 28,8 1,5 7,0 8,5 6,5 2005 17.482 26,1 3,3 28,8 27,3 1,4 6,9 8,1 6,4

Coeficiente de Mortalidade para algumas causas selecionadas (por 100.000 habitantes)
Causa do Óbito Aids Neoplasia maligna da mama (/100.000 mulheres) Neoplasia maligna do colo do útero (/100.000 mulh) Infarto agudo do miocardio Doenças cerebrovasculares Diabetes mellitus Acidentes de transporte Agressões Fonte: SIM * Coeficiente de mortalidade infantil proporcional **considerando apenas os óbitos e nascimentos coletados pelo SIM/SINASC Fonte: SIM/SINASC 1999 1,3 1,5 3,1 14,4 18,9 5,9 13,4 9,7 2000 2,7 2,5 3,3 12,2 23,3 8,8 16,5 19,0 2001 1,9 2,8 1,8 11,5 22,8 9,4 17,8 21,1 2002 1,7 3,1 4,1 10,1 23,9 14,1 22,3 25,7 2003 2,3 2,3 4,0 14,2 25,0 14,5 17,0 24,5 2004 2,4 1,6 3,3 11,2 25,9 12,9 14,2 18,6 2005 2,5 3,3 3,0 21,2 30,5 17,3 14,6 18,4

2005
Grupo de Causas I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias II. Neoplasias (tumores) IX. Doenças do aparelho circulatório X. Doenças do aparelho respiratório XVI. Algumas afec originadas no período perinatal XX. Causas externas de morbidade e mortalidade Demais causas definidas Total Menor 1 17,4 0,9 1,8 11,8 44,2 23,9 100,0 1a4 29,9 3,4 5,7 16,1 2,3 16,1 26,4 100,0 5a9 6,1 9,1 9,1 12,1 36,4 27,3 100,0 10 a 14 12,1 12,1 9,1 3,0 39,4 24,2 100,0 15 a 19 6,5 8,1 6,5 12,9 48,4 17,7 100,0 20 a 49 11,1 9,9 14,1 6,4 37,6 20,7 100,0 50 a 64 7,8 21,2 28,8 8,3 7,5 26,3 100,0 65 e mais 60 e mais 5,4 13,8 40,8 18,0 2,1 19,9 100,0 5,4 15,1 39,3 17,2 2,8 20,2 100,0 Total 9,5 11,8 25,3 12,8 5,9 13,0 21,8 100,0

Anexos

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE BCG EM MENOR DE ANO DE 2003 A 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJÓ JORDÃO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte: SI-API/PNI * Cobertura até setembro/2008 COBER 2008* 51,80 4,42 12,00 33,43 88,85 71,68 104,89 68,35 70,94 99,38 81,09 80,19 54,66 94,48 66,55 58,27 105,72 63,08 22,40 68,45 75,59 63,09 80,37 COBER 2007 71,91 10,40 21,50 61,99 126,64 113,43 72,84 132,44 88,07 236,36 80,17 94,07 101,49 109,27 91,42 75,80 101,46 110,00 110,27 100,51 137,90 91,44 113,76 COBER 2006 45,96 13,60 13,50 80,86 132,15 82,00 16,81 121,66 84,26 182,91 77,84 73,52 108,91 113,31 82,09 71,92 99,15 135,00 105,05 92,31 116,94 100,20 111,74 COBER 2005 26,64 29,66 29,68 59,89 121,31 92,39 33,70 150,72 113,00 156,62 123,47 60,49 65,53 131,29 93,41 104,44 154,09 265,38 93,57 129,51 256,58 91,20 115,39 COBER 2004 63,24 43,55 57,14 78,93 115,98 114,60 93,28 145,76 123,13 229,78 76,10 142,65 106,20 132,38 110,77 90,68 131,39 668,75 113,43 141,48 266,67 109,79 120,24 COBER 2003 134,05 79,03 66,07 75,47 109,95 96,72 89,92 162,97 140,00 191,11 120,75 128,68 104,65 137,07 78,11 92,44 161,58 1112,50 125,53 175,56 245,10 106,72 122,16

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE FEBRE AMARELA - 2003 a 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHALTHAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte: SI-API COBER 2008* 93,69 58,41 76,67 75,08 62,35 119,71 187,50 66,04 70,00 74,38 82,81 74,30 48,73 66,67 73,79 88,55 55,94 55,14 62,39 56,31 85,83 42,83 66,18 COBER 2007 119,15 120,00 98,00 104,31 95,21 118,29 148,71 69,94 77,92 132,73 65,89 83,20 99,50 116,53 115,67 113,01 68,45 80,83 70,84 90,26 90,32 70,47 91,48 COBER 2006 130,21 70,40 62,50 96,50 91,95 127,71 153,45 61,87 49,75 134,18 36,44 54,35 63,86 84,27 113,06 88,13 48,18 57,50 52,44 84,62 75,00 64,17 80,30 COBER 2005 92,58 95,76 127,74 77,36 83,73 147,06 150,54 93,73 65,63 84,56 66,84 52,34 52,91 94,53 112,09 70,28 88,65 138,46 64,89 68,31 168,42 54,16 83,40 COBER 2004 80,00 159,68 140,18 72,27 57,29 256,93 212,61 78,56 73,13 137,33 80,50 96,69 62,02 90,22 86,87 82,37 73,54 312,50 53,00 67,41 188,24 49,32 71,53 COBER 2003 97,84 187,10 140,18 104,80 76,24 217,52 256,30 105,55 103,44 125,78 106,92 136,03 70,54 124,44 104,04 104,28 125,71 706,25 93,39 162,22 288,24 80,64 96,22

* Referente até setembro/2008

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE HEPATITE B. - 2003 a 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte: SI-API/PNI * Referente até setembro/2008 COBER 2008* 107,21 64,00 84,67 75,99 60,04 91,40 126,09 61,11 71,88 94,06 68,77 72,76 55,08 73,25 81,72 62,34 54,79 51,40 77,11 66,50 92,91 48,47 65,09 COBER 2007 165,11 101,60 104,50 109,70 93,48 112,57 138,36 75,62 91,12 105,09 71,14 92,09 84,16 106,85 96,27 98,17 84,95 95,83 96,02 96,41 90,32 78,94 95,23 COBER 2006 125,96 95,20 71,50 96,50 90,14 103,43 137,50 70,08 62,69 78,18 27,99 65,42 73,27 84,48 116,42 81,74 60,19 84,17 63,38 92,31 88,71 76,77 82,04 COBER 2005 113,97 114,41 127,74 99,71 88,84 144,29 152,17 83,09 69,97 81,99 45,92 56,01 66,02 105,25 105,86 84,44 93,66 176,92 64,07 92,90 171,05 56,48 86,29 COBER 2004 122,70 204,84 132,14 86,67 75,21 275,91 202,52 80,58 77,19 120,89 115,09 101,10 65,12 97,76 112,79 79,60 93,42 537,50 75,58 85,19 154,90 63,78 85,98 COBER 2003 108,65 240,32 110,71 88,00 84,28 213,50 231,09 97,02 104,06 205,78 89,31 145,96 68,22 102,04 110,10 61,46 118,68 581,25 85,55 112,59 152,94 66,06 95,44

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE PÓLIO ROTINA - 2003 a 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte: SI-API * Referente até setembro 2008 COBER 2008* 118,47 123,89 70,00 68,69 64,19 98,21 144,02 45,69 66,25 63,44 85,96 67,49 58,90 89,81 98,97 62,34 61,52 48,60 81,58 71,36 96,06 26,73 65,61 COBER 2007 160,43 120,80 118,50 121,02 104,60 138,00 126,72 92,28 104,57 75,27 81,92 95,85 90,59 144,76 122,39 113,93 88,35 87,50 102,90 98,97 139,52 64,17 102,62 COBER 2006 122,98 144,00 57,00 96,77 102,92 91,71 132,76 96,65 69,54 88,36 25,66 67,00 58,42 100,00 119,78 74,20 78,03 90,00 55,10 93,33 109,68 68,31 90,89 COBER 2005 122,27 108,47 145,81 104,58 102,56 182,35 193,48 104,28 91,95 72,43 44,39 60,29 51,94 112,25 144,69 61,39 115,03 326,92 69,32 85,79 164,47 61,99 98,87 COBER 2004 100,00 233,87 167,86 126,93 115,67 264,23 231,93 119,17 83,44 129,78 114,47 97,43 51,16 111,81 114,81 102,02 164,28 556,25 71,72 90,37 280,39 52,85 115,29 COBER 2003 108,11 275,81 212,50 105,33 112,78 235,77 216,81 201,56 112,19 251,56 85,53 115,07 64,34 136,05 117,85 138,79 127,50 843,75 125,84 131,85 174,51 105,58 132,84

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE COBERTURA DE PÓLIO CAMPANHA 1ª ETAPA - 2003 a 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE COBER 2008 100,57 112,64 101,87 103,25 96,66 100,14 111,87 106,17 100,33 103,86 110,37 110,54 100,96 100,35 102,23 100,83 111,06 113,47 100,80 99,33 101,94 98,46 101,04 COBER 2007 148,51 185,60 164,00 118,06 129,11 151,71 186,21 128,90 120,30 100,36 99,42 95,85 102,48 104,64 108,58 107,53 100,12 143,33 155,92 103,08 127,42 106,20 91,30 COBER 2006 106,38 275,20 138,50 122,91 119,19 145,71 147,84 141,28 144,67 92,73 59,77 98,81 68,81 91,33 127,99 111,19 158,37 154,17 124,52 96,41 103,23 105,61 93,85 COBER 2005 127,95 147,46 233,55 187,11 147,07 179,58 354,35 119,88 143,03 213,97 133,67 49,29 90,78 116,63 189,38 152,50 203,84 615,38 141,27 85,25 178,95 69,25 95,77 COBER 2004 125,41 219,35 271,43 178,13 129,97 178,83 283,19 142,53 137,19 304,44 123,27 214,34 111,63 104,48 100,67 94,96 212,11 1237,50 141,71 146,67 382,35 90,55 99,08 COBER 2003 275,14 369,35 244,64 150,67 108,40 284,67 244,54 147,83 173,75 196,00 132,70 252,21 102,33 179,84 127,61 131,99 167,56 1900,00 100,10 157,78 252,94 85,65 103,09

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE ROTAVÍRUS MENOR DE 1 ANO - 200 A 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte:PNI/SI-API-AC * Dados até setembro/2008 COBER 2008* 70,27 52,21 55,33 45,59 42,10 64,16 128,80 38,08 43,44 27,50 27,22 23,84 27,97 54,78 60,69 42,49 19,74 15,89 22,03 50,49 68,50 35,34 40,53 COBER 2007 70,64 60,00 77,00 39,08 61,63 70,86 105,60 32,39 35,03 24,73 8,75 13,64 36,14 64,52 60,82 38,36 22,57 22,50 20,30 55,38 76,61 43,90 48,23 COBER 2006 51,49 14,40 19,50 6,20 22,04 22,57 29,31 5,05 3,81 1,82 4,08 6,32 25,74 28,43 20,52 22,15 6,43 7,50 5,47 32,31 28,23 24,90 17,08

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE TETRAVALENTE - 2003 A 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte:PNI/SI-API-AC * Dados até setembro/2008 COBER 2008* 118,47 66,37 76,00 75,99 60,73 102,15 113,59 72,72 71,25 117,81 79,94 82,35 43,64 71,13 86,90 58,52 63,09 50,93 67,05 69,90 96,06 45,24 66,88 COBER 2007 164,26 112,00 134,00 121,83 94,97 123,71 124,14 66,25 92,39 132,00 67,35 96,84 85,15 104,84 105,60 95,66 91,38 103,33 93,62 90,77 136,29 71,06 95,52 COBER 2006 122,98 111,20 70,00 94,34 94,09 106,00 121,98 67,02 68,78 151,27 34,11 63,24 60,89 97,78 115,67 82,88 55,22 147,50 59,49 89,23 109,68 67,32 84,31 COBER 2005 120,09 114,41 148,39 106,02 98,14 161,25 167,39 90,67 73,68 128,31 87,76 54,99 50,97 108,32 102,20 94,72 110,18 323,08 67,78 83,06 144,74 52,13 94,27 COBER 2004 109,19 233,87 165,18 94,13 79,14 243,80 221,01 85,42 81,88 151,11 123,27 94,85 69,77 96,74 110,77 82,87 151,42 650,00 43,85 97,04 145,10 59,91 89,45 COBER 2003 101,62 211,29 138,39 86,67 92,98 251,82 231,09 115,14 113,75 252,00 100,63 112,13 73,64 123,63 109,09 91,94 130,49 612,50 92,78 90,37 166,67 71,07 105,52

DIVISÃO DE IMUNIZAÇÃO E REDE DE FRIO SÉRIE HISTÓRICA DE TRÍPLICE VIRAL DE 1 ANO - 2003 A 2008
MUNICÍPIO ACRELANDIA BUJARI CAPIXABA PLACIDO DE CASTRO RIO BRANCO SENADOR GUIOMARD PORTO ACRE CRUZEIRO DO SUL MANCIO LIMA MARECHAL THAUMATUGO PORTO WALTER RODRIGUES ALVES ASSIS BRASIL BRASILEIA EPITACIOLANDIA XAPURI FEIJO JORDAO TARAUACA MANOEL URBANO SANTA ROSA SENA MADUREIRA ACRE Fonte:PNI/SI-API-AC * Dados até setembro/2008 COBER 2008* 104,05 87,61 95,33 85,41 70,48 131,18 126,63 72,28 65,94 73,44 76,50 76,78 72,03 65,61 73,79 82,70 85,26 76,64 59,16 72,33 77,95 58,74 73,19 COBER 2007 121,70 150,40 101,00 122,37 105,67 151,14 128,02 84,65 98,22 144,73 67,93 78,46 142,08 114,52 120,15 109,36 83,98 106,67 89,81 116,41 119,35 83,96 101,94 COBER 2006 137,02 111,20 92,00 104,04 95,68 125,71 153,88 77,51 73,10 126,55 64,43 70,55 73,76 92,74 102,99 78,54 71,60 103,33 53,02 101,03 96,77 71,36 88,23 COBER 2005 109,61 160,17 197,42 104,87 101,57 168,51 242,39 90,62 84,83 88,97 107,65 56,82 61,65 117,72 116,48 93,61 112,52 326,92 79,37 109,29 207,89 72,82 100,60 COBER 2004 165,41 243,55 378,57 121,87 103,76 314,96 389,08 118,21 152,81 274,67 97,48 116,18 89,15 223,63 145,45 135,01 108,07 1531,25 130,01 142,96 288,24 97,84 127,59 COBER 2003 108,65 211,29 172,32 96,80 81,22 245,26 318,49 101,61 105,94 145,78 90,57 128,68 87,60 124,44 120,54 96,98 128,85 950,00 88,71 139,26 317,65 76,88 99,45

COLABORADORES
ADSON DUTRA DA SILVA AUDENYR BELMINO (DENIS) CARLOS ALBERTO FERREIRA DE ARAÚJO CÁSSIO SILVEIRA FRANCO CHARLES ANDRÉ CAVALCANTE CLEIVER DA SIVA LIMA DALILA PEREIRA PONTES EDEMILSON PEREIRA DOS SANTOS EUFRAN FERREIRA DO AMARAL EVILÁSIO LIMA DE SOUZA GABRIEL MAIA GELPKE IRAILTON LIMA DE SOUZA JANETE PONCI JOSENIR DE ARAÚJO CALIXTO KENNEDY GOMES AFONSO LEONARDO DAS NEVES CARVALHO MAIK JOSÉ DA SILVA SOUZA MARIA DAS GRAÇAS ALVES PEREIRA MARIZE BARBOSA FREIRE DE LUCENA MIGUEL ANTONIO FELIX DE ANDRADE SONIA JACINTA DA SILVA RAFAEL LUÍS GALDINI RAIMUNDO SILVIA COSTA DE ARAÚJO THALES BESSA LOPES THOR OLIVEIRA DANTAS WILSON ALVES PEREIRA EDSON PERGENTINO RONALDO DE PAULA PAULO EDSON HUDSON AFONSO