REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO

DO TOCANTINS

PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA PARA CONSTRUÇÃO DE OBRAS DE ARTE ESPECIAIS

Rodovia Trecho Subtrecho Segmento

BR-242/TO DIV. BA/TO - DIV. TO/MT (SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA) ENTR. BR-010(B)/TO-387(B) - ENTR. TO-280(A) Km 246,730 - Km 246,780 (Córrego Pistola) Km 242,320 - Km 242,370 (Ribeirão Santa Cruz) Extensão : 50,00 m (Córrego Pistola) 50,00 m (Ribeirão Santa Cruz) Lote : 01 Código PNV: 242BTO0420 - 242BTO0425

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VOLUME 3B - MEMÓRIA DE CÁLCULO DE ESTRUTURAS

JUNHO/2009

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS

PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA PARA CONSTRUÇÃO DE OBRAS DE ARTE ESPECIAIS

Rodovia Trecho Subtrecho Segmento

BR-242/TO DIV. BA/TO - DIV. TO/MT (SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA) ENTR. BR-010(B)/TO-387(B) - ENTR. TO-280(A) Km 246,730 - Km 246,780 (Córrego Pistola) Km 242,320 - Km 242,370 (Ribeirão Santa Cruz) Extensão : 50,00 m (Córrego Pistola) 50,00 m (Ribeirão Santa Cruz) Lote : 01 Código PNV: 242BTO0420 - 242BTO0425

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VOLUME 3B - MEMÓRIA DE CÁLCULO DE ESTRUTURA

SUPERVISÃO : Diretoria de Planejamento e Pesquisa COORDENAÇÃO : Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos/Coordenação de Projetos FISCALIZAÇÃO: Superintendência do DNIT no Estado do Tocantins ELABORAÇÃO : Razão Engenharia Projetos e Consultoria Ltda CONTRATO Nº : 094/2007 - DERTINS PROCESSO Nº : 2007/3845/000.120 EDITAL Nº : CONVITE 010/2007 - CPL

JUNHO/2009

SUMÁRIO

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
1

BR-242/TO

Dimensionamento da Infraestrutura ------------------------------------------------------------------------------------------.84 PONTE SOBRE O RIBEIRÃO SANTA CRUZ 4.11 PONTE SOBRE O CÓRREGO PISTOLA 4.1 .MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL ---------------------------------------------------------------------------------.Introdução -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.8 4 .8 3.5 .11 4.Memorial de Cálculo da Superestrutura--------------------------------------------------------------------------------------.94 4.187 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 2 BR-242/TO .Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura ---------------------------------------------------------------------------.4 2 .SUMÁRIO 1 .3 .MAPA DE SITUAÇÃO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------.151 4.1 .182 5 .4 .6 .Memorial de Cálculo da Superestrutura--------------------------------------------------------------------------------------.TERMO DE ENCERRAMENTO ----------------------------------------------------------------------------------------------.INFORMATIVO DO PROJETO--------------------------------------------------------------------------------------------------.Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura -----------------------------------------------------------------------------.2 .67 4.Dimensionamento da Infraestrutura ----------------------------------------------------------------------------------------.6 3 .APRESENTAÇÃO -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.

1 .APRESENTAÇÃO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 3 BR-242/TO .

os cálculos e estudos realizados e os resultados obtidos.Entr.: 094/2007 . elaborado pela RAZÃO ENGENHARIA PROJETOS E CONSULTORIA LTDA.1 .1 . • • • 1. Trecho: Div.120 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 4 BR-242/TO . é apresentado com a seguinte composição: • Volume 1 .Projeto de Execução: Contém as plantas.DERTINS Processo Administrativo N°.Informações Sobre o Contrato • • • Edital: CONVITE Nº.Memória de Cálculo de Estruturas. É apresentado em tamanho A-4.34) na Rodovia: BR-242/TO. Lote 01. Subtrecho: Entr. Volume 4 . TO-280(A). TO/MT (São Félix do Araguaia). BR-010(B)/TO-387(B) .: 2007/3845/000.Div.Orçamento e Plano de Execução da Obra: Contém as composições de custos unitários que se fizeram necessárias para atender as necessidades do Projeto Executivo. 010/2007 Contrato Nº. BA/TO .Memória de Cálculo de Estruturas: Contém o detalhamento do cálculo estrutural da infra.75) e Ribeirão Santa Cruz (Km 242. em seus diversos volumes.Relatório do Projeto e Documentos para Concorrência: Contém a descrição da metodologia utilizada em cada uma das atividades do projeto. Volume 2 . que faz parte do Relatório Final do Projeto Executivo de Engenharia para Construção de Obras de Arte Especiais sobre os Córregos Pistola (Km 246. O Projeto Executivo de Engenharia para Construção de Obras de Arte Especiais. É apresentado em tamanho A-4. É apresentado em tamanho A-3. É apresentado em tamanho A-4. seções transversais tipo. e demais desenhos necessários à execução da obra projetada.APRESENTAÇÃO Apresentamos o Volume 3B . Volume 3B . meso e superestruturas.

MAPA DE SITUAÇÃO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 5 BR-242/TO .2 .

2 .MAPA DE SITUAÇÃO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 6 BR-242/TO .

3 .INFORMATIVO DO PROJETO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 7 BR-242/TO .

a abertura de fissura máxima de 0. conforme prevê a norma. Esta estrutura esta dimensionada para absorver as cargas resultantes da transferência dos esforços verticais e horizontais da superestrutura. A Superestrutura é constituída por dois vãos. utilizando a laje como parte integrante deste conjunto. Na Infraestrutura foram adotadas como solução tubulões a ar comprimido tanto nas cabeceiras como nos apoios intermediários com comprimento médio de 8. Pistola e Rib. considerando-se como veiculo tipo.80 metros para cada cabeceira com largura de 13. As obras seguem as exigências do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes – DNIT. O sistema estrutural principal da obra é. Na Mesoestrutura foram detalhadas as vigas travessas com seções constantes de 160 x 140 x 1300 mm para as cabeceiras e no apoio central com seções.1 .80 metros. A modelagem desta estrutura em pórticos e sistema de grelha de vigas e lajes planas permite ao calculista uma análise integral de todas as variáveis e deformações da estrutura. As Pontes sobre o Córr. dando liberdade na sua utilização com tecnologia avançada. vigas estas dimensionadas de forma a funcionar com armadura frouxa e protensão parcial. Estas vigas longitudinais estão apoiadas sobre um conjunto de apoio denominado de aparelhos de apoio tipo neoprene fretado e calços em concreto armado. composto por vigamento múltiplo com quatro vigas no vão. O dispositivo adotado foi desenvolvido com base nas recomendações técnicas contidas no Manual de Projeto de Engenharia Rodoviária editado pelo DNIT.00 metros. caminhão de carga classe 45T. A consolidação da estrutura toda se dá com a concretagem “in-loco” unindo as peças e integrando a estrutura.34 (Ponte sobre o Ribeirão Santa Cruz).3mm conforme estipulado nos critérios de cálculo estrutural. procurando. O conjunto forma assim um sistema reticulado do tipo grelha.00 metros.3 . o modelo de calculo utilizado. As vigas estão dimensionadas para trabalhar em forma de T. sendo que esta solidarização das vigas longitudinais com a laje de pista forma o conjunto de sistema de grelha de laje plana. incorpora a estrutura como um todo. através da laje. em particular a NBR 7187 (Projeto e Execução de Pontes de Concreto Armado e Protendido) e NBR 6118/2003. Os calços determinam à declividade transversal da obra (nivelamento).INFORMATIVO DO PROJETO 3. Considerou-se.Introdução As presentes obras de artes especiais são composta por duas pontes rodoviárias localizadas na rodovia BR-242/TO.30 m e comprimento de 24. no Km 246. A consolidação formará o pórtico necessário ao suporte da estrutura calculada.75 (Ponte sobre o Córrego Pistola) e Km 242. Desta forma. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 8 BR-242/TO . Esforços adicionais foram considerados de acordo com as Normas Brasileiras em especial a NBR 6118/2003. O projeto foi também concebido de acordo com o preconizado nas Normas Brasileiras. portanto. contudo atender às necessidades técnicas e econômicas. possuindo alta hiperestaticidade interna. uma vez que apresentam altura constante. Cada vão é constituído de quatro vigas prémoldadas com alturas de 1. Santa Cruz são constituídas de dois vãos de 24. fazendo parte do programa de ampliação da capacidade rodoviária.

As hipóteses de cálculo estrutural estão todas relacionadas no memorial de cálculo bem como as considerações adotadas pelo calculista. junto às vigas travessas nas cabeceiras.Nas extremidades. as alas laterais e a laje de transição. estão detalhadas as cortinas frontais para fechamento transversal. A execução das lajes de transição se dá após o reaterro compactado das cabeceiras e execução do lastro de concreto. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 9 BR-242/TO .

MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 10 BR-242/TO .4 .

a DA NBR 7188/84 Materiais Aço comum : CA – 50 Concreto: Vigas Transversina Lajes da superestrutura Bibliografia • • • • • • fyk = 500 MPa fck = 30 Mpa fck = 30 MPa fck = 30 MPa ‰ NBR 6118/2003.1 . NBR 7188/1984 Fundamentos da técnica de armar .20 m entre apoios) Largura média do tabuleiro = 13.P.SEÇÃO TRANSVERSAL TÍPICA Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 11 BR-242/TO .80 m (24.Memorial de Cálculo da Superestrutura • • • ‰ Comprimento da viga = 24. Fusco Construções de concreto .1.00 m Ponte Classe 45 / ITEM 3.CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 1 .1.4 . NBR 8681/2003.1. Monnig Tabelas para dimensionamento de concreto armado – PROMON Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – Lauro Modesto dos Santos 4. Leonhardt / E. Fusco Técnicas de armar as estruturas de concreto .Péricles B.MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL PONTE SOBRE O CÓRREGO PISTOLA 4. NBR 7187/2003. B.1 .F.

5 cm com dente (chanfro penetração de concreto) e 2. sendo 2.4230 / 0.35 m (largura da laje p/ cálculo da prop. = 0.05 m Altura da pré-laje 5 cm.2 . desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato). 4 . geométricas.CÁLCULO DA LARGURA EQUIVALENTE DE CONTRIBUIÇÃO DA LAJE / PRÉ-LAJE Entre-eixo de vigas = 2. 3 .3780 / 0. desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 12 BR-242/TO .10 m (largura da laje p/ cálculo da prop. geométricas.VIGAS EXTREMAS • L eq.60 m Mesa superior da viga = 0.18 = 2.VIGAS INTERNAS • L eq.18 m Apoio da pré-laje na viga = 0. = 0.90 m Espessura média da laje ≅ 0.5 cm sem contato ou sem solidarização.18 = 2.

SEÇÕES DA VIGA Seção Típica Seção do Apoio Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 13 BR-242/TO .SEÇÃO TRANSVERSAL DO PRÉ-MOLDADO Legenda para a determinação das características geométricas 6 .5 .

1.Seção do apoio Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 14 BR-242/TO .PROPRIEDADES 7.2 .Seção típica 7.1 .Características geométricas das vigas internas: 7.1.1 .7 .

Características geométricas das vigas extremas 7.2 .Seção típica 7.2 .2.Seção do apoio Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 15 BR-242/TO .2.1 .7.

Características Geométricas do Modelo de Cálculo No cálculo da viga de 24.8 . As etapas de análise de um modelo são as descritas a seguir: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 16 BR-242/TO .0 cm Largura da alma = 30. simétrico com relação ao eixo longitudinal da obra. Para facilitar a construção de modelos estruturais. versão 12. Grid – grelha. Trata-se de um conjunto de programas destinados a geração da geometria do modelo . Space – estruturas espaciais e Trusstreliças.TRANSVERSINA DE APOIO E INTERMEDIÁRIA • • • Seção Retangular Altura total = 95.5. • Transversinas nos apoios e nos apoios (representadas por elementos de barra). composição de cargas e verificação de resultados. o programa está subdividido com relação ao tipo de estrutura em: Frame Plane – estruturas planas.80 m de comprimento.0 cm 8. O tabuleiro será considerado. O tabuleiro é constituído de: • Cinco longarinas (representadas por elementos de barra).20 m (distância entre centro de neoprenes de apoio – restrições de apoio). conforme indicado na figura. Entre vigas temos 5 elementos igualmente espaçados.PROGRAMA DE CÁLCULO Para a determinação dos esforços solicitantes será utilizado o software de análise estrutural STRAP (Structural Analysis Program). • Elementos finitos que dividem as longarinas em 50 partes. • Largura média do tabuleiro de cálculo (laje) é de 13.1 . o vão teórico é de 24. 9 . a favor da segurança.00 m. As seções transversais foram divididas em 20 partes mais 6 partes nas bordas (inferior e superior).

4. engastes. Definição dos carregamentos considerados (peso próprio.).1. Verificação dos resultados. Propriedades e materiais das barras e elementos: Propriedades das barras Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 17 BR-242/TO . etc. etc. Definição das condições de contorno (rótulas.). Cálculo do modelo. sobrecargas. 3. apoios simples. vento. cargas móveis. 5. 2. Geração da geometria: determinação das propriedades mecânicas das barras e dos elementos.

2306 BR-242/TO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas .5 = 1.45 tf/m2 1.20 = 0. = 0.30 x 2.26 tf/m2 OBS.22 tf/m (seção típica) g1engros.007 x 24.44 tf/m2 0.5 = 0.109 x 2.109m g3transv.CARREGAMENTOS 10.Propriedades dos elementos 10 . Coeficiente de impacto: ϕ = 1.2 .489 x 2.5 = Pré-lajes e laje (g2): g2 = 0.327m².: área de pavimento = 1.70 tf/m 10.Carregamento Permanente Peso próprio da viga (g1): g1viga = 0.20 18 = 1. pavimento e Transversinas (g3): g3barreira = (0. = 0.23 x 2. espessura equivalente = 1.Carregamento móvel O veículo utilizado é o Trem-Tipo 45.327 / 12.4 – 0.5) / 0.40 = g3pavimento = 0.18 x 2.4 = 1.1 .78 tf/m (seção engrossada) 0.711 x 2.5 = Barreiras.93 x 0.

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 19 BR-242/TO .9 = 59. foram consideradas as seguintes hipóteses: a) Em todo o tabuleiro (exceto na região das barreiras).898) = 17.62tf/m2. Pavimento + metade da espessura da laje = 19. d) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 30% da largura do tabuleiro).2306 Veículo : Q= = 0.Multidão (q): q = 0. Hipóteses para as cargas móveis: 1) Para a carga móvel devido à multidão com impacto.62 tf/m2 45 x 1. Dimensões da roda 20 x 50 cm.9 = 89. deslocando-se na borda superior do tabuleiro junto à defensa superior. A figura a seguir apresenta o carregamento previsto para o veículo anteriormente descrito. c) Na faixa central do tabuleiro (50% da largura do tabuleiro).23 tf/roda Consideraremos esta carga da roda distribuída até o eixo da laje.2 tf/m² Além da carga acima descrita foi prevista uma carga uniformemente distribuída na projeção do veículo de 0. e) Na faixa central do tabuleiro (40% da largura do tabuleiro). deslocando-se sobre a viga V2.598 x 0. conforme descrito a seguir: • veículo deslocando-se no tabuleiro a cada décimo do vão com as seguintes hipóteses : a) Veículo com impacto. b) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 25% da largura do tabuleiro).5 x 1.23 / (0. b) Veículo com impacto.2306 6 = 9. 2) Para a carga móvel devido ao veículo considerou-se uma combinação de carregamentos.8 cm e 50 + 2 x 19.8 cm Carga da roda c/ impacto = 9.9 cm Desta forma temos uma área de distribuição de 20 + 2 x 19. Este carregamento teve sinal positivo (contrário ao da multidão).

deslocando-se sobre a viga V3.: Carga atuando somente sobre a viga sem o funcionamento de grelha do modelo de cálculo. h) Veículo com impacto. deslocando-se com rodas entre as vigas V3 e V4. g) Veículo com impacto. f) Veículo com impacto. deslocando-se na borda inferior do tabuleiro junto à defensa inferior. deslocando-se sobre a viga V4. deslocando-se com rodas entre as vigas V4 e V5. deslocando-se com rodas entre as vigas V1 e V2. Lajes e Pré-lajes (g2) Seqüência executiva da laje e comportamento da estrutura: • Lançamento de pré-laje e concretagem da laje sobre as vigas e entre elas ⇒ viga com perfil simples (sem efeito de grelha no modelo): Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 20 BR-242/TO . e) Veículo com impacto. Seções analisadas A seguir serão apresentados todos os carregamentos anteriormente descritos Peso próprio da viga (g1) obs.c) Veículo com impacto. deslocando-se com rodas entre as vigas V2 e V3. i) Veículo com impacto. d) Veículo com impacto.

Barreiras. pavimento e transversinas (g3) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 21 BR-242/TO .

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 22 BR-242/TO . Multidão com impacto nas faixas laterais do tabuleiro Ocupando 2x25% e 2x30% do tabuleiro nas faixas laterais.Multidão com impacto em todo o tabuleiro Ocupando 100% do tabuleiro.

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 23 BR-242/TO . Veículo com impacto na borda superior junto à defensa Carregamento simétrico a esse (transversalmente – próximo à borda inferior) também foi processado.Multidão com impacto na faixa central do tabuleiro Ocupando 40% e 50% do tabuleiro na faixa central.

Veículo com impacto sobre a viga V3 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 24 BR-242/TO .Veículo com impacto sobre a viga V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – sobre a viga V4) também foi processado.

2 e 3 até a seção 6. Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V2 e V3 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – entre as vigas V3 e V4) também foi processado.Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V1 e V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – entre as vigas V4 e V5) também foi processado. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 25 BR-242/TO .ESFORÇOS SOLICITANTES Dada a simetria longitudinal e transversal da estrutura. 11 . serão apresentados os resultados das vigas 1.

Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Mg2 .Momentos fletores Mg1 .Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 26 BR-242/TO .

à multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 27 BR-242/TO .Mg3 . pavimento e transversinas (g3) Mmult. – Envoltória dos carregamentos dev.Devido a barreiras.

40 66.60 222. MOMENTO FLETOR: Mg1 SEÇÃO 0.00 Mmult.00 1 32.80 84.00 96.90 6 VIGA 1 Mg2 0.30 5 89.50 74.Mveíc.88 723.78 610.40 77.40 Mrecapa 0.50 230.00 59.60 4 86.80 Md 723.00 Md 0.00 150.60 50.90 Mg2 85.50 81.35 x Mg + 1.80 162.00 0.90 47.50 54.Devido ao veículo com impacto – Envoltória Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.00 0.50 Mrecapa 0.00 205.00 95.00 110.00 0.50 Mqk 0.60 87.00 30.00 Mveículo 150.5 x Mq Momentos fletores VIGA 1 2 3 Mg1 89.00 114.40 71.00 0.20 85.70 3 75.60 215.38 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 28 BR-242/TO .00 Mveículo 0.30 Mqk 255.50 212. 105.40 54.38 619.80 85.80 Mgk 252.56 694.60 206. .70 2 57.20 101.31 Pelos resultados acima temos que a viga mais solicitada é a V1.00 28.20 Mg3 0.00 91.90 Mg3 77.00 128. Mg = Mg1 + Mg2 + Mg3 Mq = Mmultidão + Mveículo Md’ = 1.00 0.70 245.00 0.m.90 89. 0.60 242.50 252.00 145.00 255.00 Mmult.60 92.00 37.00 Mgk 0.71 610.60 167.40 65.90 89.00 0.83 470.70 100.00 105.00 268.

Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Vg2 .Forças cortantes Vg1 .Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 29 BR-242/TO .

.62 x 2. o efeito de grelha.Devido à multidão com impacto em todo o tabuleiro Para este cálculo da força cortante.60 m (entre-eixo de vigas) qmult = 0. pavimento e transversinas (g3) V mult.Devido a barreiras. A multidão será representada por uma carga linear (definida através da área de influência) atuando a cada décimo do vão. qmult = 0.60 ⇒ qmult = 1.Vg3 .62 tf/m2 (com impacto) Vigas internas Faixa de contribuição = 2. a favor da segurança. conforme esquema apresentado a seguir. será desconsiderado.60 tf/m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 30 BR-242/TO .

97 4.84 Vmín (tf) 0.20 tf/m m Vigas Extremas Faixa de contribuição = (2.00 -0.62 x 2.600 1.77 -1.84 q= L= 1.600 1.5 L Vmáx (tf) 19.60 tf/m Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Extremas) Faixa = f = q= 2.1 L 0.60 / 2) + 1.49 6.49 6.Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Intermediárias) Faixa = f = q= 2.2306 0.10 -4.1 L 0.0 L 0.68 12.36 15.4 L 0.19 -0.3 L 0.30 = 2.10 -4.2306 0.2 L 0.36 15.00 -0.77 -1.3 L 0.74 -3.5 L Vmáx (tf) 19.84 Vmín (tf) 0.20 tf/m m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 31 BR-242/TO .97 4.615 Seção 0.39 9.60 24.2 L 0.0 L 0.60 24.68 12.4 L 0.615 Seção 0.84 q= L= 1.60 m qmult = 0.60 ⇒ qmult = 1.39 9.19 -0.74 -3.

80 8.19 12.máx Vqk mín = Vmult.18 110.70 2.68 -0.00 19.00 Vveículo Max.74 VSd 126.47 -8.40 13.60 15. FORÇA CORTANTE: VIGA 1 SEÇÃO 1 2 3 4 5 6 Vg1 15. 0..36 0.36 0. Min.mín V’sd = 1.50 8.35 x Vg + 1.00 0.90 5. 45.20 2.84 Vveículo Max.38 31.00 Vqk Max.36 0.19 -4. 19.60 11.80 8.00 VSd 126.70 Dos resultados acima temos que a viga V1 é a mais solicitada.90 Vgk 43.80 0.10 22. 19.46 40.00 0.80 7.96 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 32 BR-242/TO .41 44.00 0.77 9.30 Vg3 14.00 -3.90 25.24 62.00 -0.70 19.80 Min.00 Vrecapa 0.90 2.86 39. 0.91 103.39 26.00 0.90 5.64 Min.70 Vrecapa 0.10 21.84 -4.00 0. – Envoltória de cortantes devido ao veículo com impacto Quadro-resumo Vgk = Vg1 + Vg2 + Vg3 Vqk máx = Vmult.00 0.mín + Vveíc.00 0.30 -8.5 x Vq máx Forças cortantes máximas VIGA 1 2 3 Vg1 15.49 -1.70 0.máx + Vveíc.00 0.04 -11.89 27.60 Vqk Max.20 8.40 0.36 0.00 0.00 Vg3 14.50 5.50 37.00 Vmultidão Max.46 38.V veíc.70 11.00 0.70 13.00 Vgk 43.50 -11.50 33.74 6.50 20.90 0.10 4. 26.00 0.37 18.60 13.00 Vmultidão Max.70 -6.00 Vg2 13.60 -16.70 37.91 112.60 Min.00 19. 45.60 15.. 0.20 10..39 -0. 26.00 0.30 8.00 15.97 -3..49 22. 0.30 16.96 Min.00 17.60 Vg2 13. Min.00 15.33 81.

50 gfg = gfq = 1.fraca Classe II e III.tab 6.12 .50 COEFICIENTES DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS/αs: gc = gs = 1.00E+06 y1 = 0.35 1.00 2.moderada a forte Classe IV .Muito forte 2 gfg = Nº de Ciclos 1.15 Es/Ec fissuração Es/Ec fadiga 15 10 ver 0.1 Classe I .4 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 33 BR-242/TO .00 gfg = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): Fissur.4 1. / Condições do meio ambiente .DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA LONGITUDINAL O dimensionamento da armadura longitudinal foi elaborado para a seguinte seção de cálculo: COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: 1.

79 Ascorr.57 0.64 (21Ø25mm) 2789 0.00 φ (mm) barras por camada cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 25. Armadura sugerida CG barras número de camadas wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2) 2643 0.0 6 4.50 167.22 0.00 127.00 44.60 215.00 18.64 694.82 (24Ø25mm) 2793 0.Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES .00 121.30 1.1 4.00 4.45 212.00 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção bf hf bw h binf hinf Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) (cm) (cm) 235.00 (cm²) (cm) 4.00 18.00 252.00 4.28 320.00 127.60 2714 1801 913 1750 1.0 6 4.22 0.00 80.00 18.073 0.0 6 4.057 0.00 148.00 235.00 25.9 2 9.00 4.58 0.044 0.00 18.30 162.00 148.8 141.3 11.80 (26Ø25mm) (cm) 6.91 127.82 723.4 8.50 2674 1764 910 1750 1.74 80. (tfm) (tfm) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2) 140 92 2591 1698 893 1750 1.00 80.00 Seção 6 252.26 121.00 18.00 25.28 610.3 5 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 34 BR-242/TO .30 1.7 4 11.00 18.82 380.80 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.VIGA Seção 2 Seção 3 (tfm) (tfm) (tfm) 91.50 255.60 162.28 (16Ø25mm) 2775 0.00 148.00 235.80 96.00 44.50 2732 1816 917 1750 1.00 25.8 13.30 1.00 106.0 6 4.00 4.00 121.80 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmax tensões MDmin tensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K <1.00 235.00 148.70 Seção 5 242.00 106.8 138.60 Seção 4 212.50 2728 1812 916 1750 1.00 235.00 18.9 136.00 18.0 6 4.23 0.073 0.4 135.64 365.52 0.00 18.00 242.00 25. (tfm) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 268.00 18.55 0.44 (9Ø25mm) 2733 0.5 5 12.44 246.066 0.30 1.00 148.58 0.5 13.44 470.28 0.84 44.30 1.61 106.50 245.6 136.25 0.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.6 3 11.

“aL”deverá ser determinado através da expressão abaixo indicada: ⎡ VSD .44 9 φ 25.00 26 φ 25.0 = 110.64 121.00 22 φ 25.17 tf (média entre seções).82 127.0 = 45.η2.00 3 4 5 6 80.0 = 150.54 tf (média entre as seções) .max).RESUMO DAS ARMADURAS AScalculada ASsugerida (cm2) SEÇÃO (cm2) 2 44.00 Esquema da distribuição das barras na seção 6: Diagrama de Áreas Cálculo de aL De acordo com o item 17. Vc = 29. 4 f bd sendo fbd = η1.00 24 φ 25.0 cm (ver item 6.máx = 36. foi tomado o valor médio das seções 1 a 6 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 35 BR-242/TO .28 106.η3.max ⎤ 1 aL = d ⎢ ⎥ (1 + cot gα ) − cot gα ∴ aL ≅ 130.max − Vc ⎥ ⎦ Vsd.4.0 = 80.80 16 φ 25.2.fctd Ö 1 φ f yd Para a determinação do Cortante de Cálculo (VSD.0 = 130.1) ⎢ ⎣ 2(VSd . ά = 45º Cálculo de lb lb = .2 (Modelo de Cálculo I da armadura de armadura transversal) da NBR 6118/2003.

16 cm ⇒ adotado (a favor da segurança) lb = 80 cm Comprimento das Barras 13 .0 (situações de boa aderência) η3 = 1.1) η2 = 1. devem ser satisfeitas as seguintes desigualdades: a) VSd < VRd2.calc / As.inf / γc = 0.0 para φ < 32mm lb = (Φ / 4).ef) = (30 x 2.54) x (127.fctd = fctk.((500 / 1.4)) ≅ 30.3.φ lb = lb x (As.15) / ((2.2.03) / 1.1 da NBR-6118/2003 .2.4.25 (barras nervuradas – item 9.DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL Segundo o item 17.7 x 0.8 / 130.25 MPa η1 = 2. b) VSd < VRd3 = Vc + Vsw onde: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 36 BR-242/TO .3 x fck2/3 = 2.25 x 2.00) ≅ 75.

00 10 2 Seção 3 138.08 55.32 18.35 1 gfg = gfq = 1.d.75 18.00 n 18.4 1.64 -16. DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS: gc = gs = 1.00 8 2 Seção 6 135.50 1. com αv = (1 – fck / 250) em MPa Vsw = (Asw / s).50 y1 = gfg = Modelo II Nº de Ciclos 2.fywd.00 10 2 Seção 2 141.00 n 18.90 gfp = gfg = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.00 0.5 ⎫ VSd = ⎨ 1.d fctd = fctk.fck2/3 fywd = tensão na armadura transversal passiva.VRd2 = 0.00 10 2 Seção 5 136.00 Seção 2 33.46 0.47 Seção 4 16.38 18.00E+06 Δfsd fadiga (MPa) 85 MATERIAIS E ÂNGULO DOS ESTRIBOS: COEF.35 ⎫ ⎧ 1.00 n 18.19 Seção 3 25.46 -8.9.30 31.6.( sen α + cos α) Vc = Vco na flexão simples e na flexo-tração.bw.15 fck (MPa) fyk (MPa) a (graus) 35 500 TETA (° 45 90 Estado limite último .08 18.36 -0.27αv x fcd x bw x d.04 Seção 5 8.00 n 55.50 45.38 -0.fctd.80 26.00 ⎬ Vgk + ⎨ 0 ⎬ Vqk ⎩ ⎭ ⎩ ⎭ COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: Modelo de verificação Modelo I 1.00 n 18.60 Seção 6 0.37 -11.inf / γc fctk.00 8 2 Seção 1A 153.00 0.00 10 2 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 37 BR-242/TO . com a linha neutra cortando a seção Vco = 0.21.90 38.Cisalhamento/Torção ESFORÇOS SOLICITANTES: Vgk Vqkmax Vqkmin Vpk Tgk Tqk (tf) (tf) (tf) (tf) (tf m) (tf m) Seção 1 43.00 10 2 Seção 4 136.00 18.50 18.00 n 18.95 41. limitada ao valor fyd no caso de estribos (≤ 435 MPa) d = altura total menos a distância da base ao CG da armadura longitudinal Para cálculo de VSd temos a seguinte expressão: ⎧ 1.inf = 0.50 18.74 Seção 1A 37.11 PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: d bw bainha na alma bw útil bitola (mm) Ramos de estribo (cm) (cm) (cm) (mm) Seção 1 141.0.39 -4.00 n 18.40 22.

60 24 0.9 2RØ10 c/9.0 2RØ10 c/12.5. (cm2/m) Sugerido cisalhamento O esquema a seguir apresenta um gráfico das faixas dos estribos para cada décimo do vão com as áreas de aço corrigidas após a verificação do Estado Limite Último de Fadiga. a verificação do Estado Limite Último de Fadiga consiste na limitação na variação de tensões da armadura dimensionada.4 Seção 2 53 34 225 119 106 85 1.06 9.00 2. na determinação das tensões máximas e mínimas.29 Seção 3 81 145 0 0.13 2.60 27 0.21 1.31 14.98 Seção 6 28 142 0 0.9 2RØ10 c/8.4 Seção 4 30 13 204 11 194 85 1. a norma estabelece um valor limite igual a 850 kgf/cm2 para qualquer diâmetro. No caso de estribos.26 Seção 5 45 143 0 0.57 Seção 4 62 142 0 0.21 1.31 14.31 7.70 3.3 Seção 5 20 3 159 0 159 85 1.CÁLCULO: VERIFICAÇÃO DO CONCRETO Vsd (tf) Vrd2 (tf) Tsd (tf m) Trd2 (tf m) Tsd/Trd2+ Vsd/Vrd2 Seção 1 127 450 0 0.43 DIMENSIONAMENTO CISALHAMENTO fctm fctd Vc = Vco Taxa mínima Aswmin Asw (MPa) (MPa) (tf) (cm2/m) (cm2/m) Verificação do Estado Limite Último de Fadiga De acordo com a NBR-6118 (2003).13 2.66 17.60 16.7 2RØ10 c/9 Armadura cisalham.21 1.13 7.87 17.21 1. VERIFICAÇÃO DA FADIGA CISALHAMENTO VSdmax VSdmin sswmax sswmin Dσs Dσsadm K < 1.13 2. O cálculo das tensões na armadura deve ser realizado para a Combinação Freqüente das Ações com ψ1 igual a 0.31 10.21 1.20 3.71 3.92 16.60 24 0. Além disso.44 3.31 3.79 (EB-3) Aswcorrig.83 Seção 1A 113 160 0 0. (tf) (tf) (MPa) (MPa) (MPa) (MPa) (cm2/m) Seção 1 66 44 240 51 189 85 1.31 3.00 13.31 0.22 17.79 7.9 2RØ10 c/9.79 13. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 38 BR-242/TO .94 16.60 24 0.12 7.25 17.60 24 0.28 3.9 Seção 3 41 23 220 84 136 85 1.31 3.56 3. deverá ser adotado 50% do valor de Vco descrito anteriormente.13 2.21 1.13 2.21 1.13 2.3 2RØ8 c/30 Seção 1A 59 38 227 123 104 85 1.45 Seção 2 103 147 0 0.60 75 0.79 16.1 2RØ8 c/14 Seção 6 9 -8 0 0 0 85 1.60 24 0.

portanto.Adotando-se os diâmetros sugeridos (φ8 mm e φ10 mm).DETERMINAÇÃO DA CONTRA-FLECHA Para o cálculo das deformações das vigas. é sugerido que se adote Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 39 BR-242/TO .45 cm. que o valor da flecha da viga mais solicitada é de 4. foi utilizado uma combinação de carregamentos permanentes (g1+ g2 + g3). 14 . cujo máximo valor está apresentado abaixo (valor expresso em centímetros está multiplicado por 102): Verificou-se. deverão ser respeitados os espaçamentos mínimos e as faixas acima indicados. Como as deformações na prática costumam ser maiores que as deformações teóricas. A viga que apresentou a maior deformação foi a viga externa (V1).

a seguir serão apresentados os esforços solicitantes. serão apresentados os resultados até a metade do vão. a contra-flecha a ser adotada para a estrutura em questão deverá ser de. 15 . A viga superior corresponde a viga V1. Dada a simetria transversal e longitudinal da estrutura.0 vezes a flecha teórica.0 cm. ou seja. 9. Serão analisadas as seções abaixo indicadas.8 m da base: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 40 BR-242/TO . Dessa forma. no mínimo. Impacto do veículo na barreira Conforme manual de Obras de Arte Especias deverá ser previsto uma força horizontal concentrada de intensidade P = 60 kN ( 6 tf) aplicada em sua aresta superior.uma contra-flecha para as vigas de aproximadamente 2. a viga do meio corresponde a viga V2 e a viga inferior corresponde a viga V3.CÁLCULO DA LAJE Conforme resultado do processamento do “STRAP”. a 0.

37 Será adotado estribo 12.8 = 48kN .40m d = 40 − 3 = 37cm 6.4 × 48 = 67.37 × 1.969 × 0.4 6.5mm e 10 mm c/25 e ferro longitudinal de 10mm em cada face (5 ferros).M b = 60 × 0.m / m hbase _ defensa = 0.0 × 0.2kN .348 × 0.m / m M d = 1.020 3000 2 1.72 K md = = 0.Momentos Fletores na direção X Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 41 BR-242/TO . Esforços Solicitantes MX .72 As = = 4.3cm² / m 4.

Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 42 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 43 BR-242/TO .

obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3.Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. obtendo para momentos mínimos a viga V1. como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. como indicado abaixo: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 44 BR-242/TO . iremos realizar uma combinação com todas as cargas. iremos realizar uma combinação com todas as cargas.

MY .Momentos Fletores na direção Y Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 45 BR-242/TO .

Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 46 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 47 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. como indicado abaixo: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 48 BR-242/TO . obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3. iremos realizar uma combinação com todas as cargas. iremos realizar uma combinação com todas as cargas. como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. obtendo para momentos mínimos a viga V1. apenas no modelo Myn. apenas no modelo Mym.

615 -0.080 -0.m/m) 0.087 0. .max Mq .294 0.352 Seção C V1 (tf.159 2.292 -2.644 -0.max Mveic.0.277 -2.594 Coeficientes de impacto: laje = 1.720 -5.min Mveic.918 Seção B V2-V3 (tf.200 -0.106 0.Resumo tabelado dos momentos fletores • Momentos Mxm Mxm PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.m/m) 0. .823 -0.000 0.min Mg Mq .878 1.602 0.975 -2.max Mveic.277 0.625 0.074 -0.048 1.3818 = 1.596 0.102 -2. .864 -0.821 1.231 5.640 -1.max Mq .000 0.970 -0.612 • Momentos Mxe Mxe PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.361 -0.050 -0.000 1.582 0.min Mg Mq .max Mmult. . .801 Seção C V2-V3 (tf.868 -5.530 -0.4 .259 0.007 x 2.580 -1.120 -0.486 -2.m/m) 0.400 -0.197 -0.907 -0.000 0.min Mveic.000 1.4 .197 -0.986 0.m/m) -0.361 -0.093 0.330 2.911 Seção B V1 (tf.963 0.294 -2.894 0.0.680 -5.379 Seção D V1 (tf.026 0.60 = 1.414 3.100 -0.m/m) -0.305 3.067 -2. .361 -0.min MD Seção A V2-V3 (tf.110 -0. .007 x 24.369 -0.210 -1.min MD Seção A V1 (tf.000 -0.max Mmult.m/m) -0.153 -0.20 = 1.000 -0.350 3.124 -2.m/m) 0.649 -2.260 -0.115 -0.749 -3.420 0.235 -0.169 Seção D V2-V3 (tf.957 0.200 2.470 0.000 -0.443 -6.298 0.059 5.m/m) -0.2306  iga v Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 49 BR-242/TO . .130 -0.

000 0.149 1.051 -0. disposta dentro da pré-laje • Para Mxe altura da seção de cálculo = altura da laje + topo da viga = 18.370 -0.010 -0.158 0.243 Mg = Mg2 + Mg3 Mq = Mmultidão + Mveículo Md = (1.009 -0.1226 Mg = Mg2 + Mg3 Mq = (Mmultidão + Mveículo) x 1.012 -0.max Mq .000 0.210 0.149 0.0 cm (longitudinal negativa) – espessura da laje a favor da segurança Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 50 BR-242/TO .000 0.576 Md = (1.348 Seção D V1 (tf.709 Seção B V2-V3 (tf.000 0.058 -0.416 1.000 0. . .253 -0.094 Seção B V1 (tf.211 0.217 2.050 0.114 0. .106 0.198 -0.241 2.000 0.000 0.000 0.466 -0.0 + 15.000 0.1226 • Momentos Mym Mym PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.299 0.171 0.100 0.142 0.35) x Mg + 1.050 -0.m/m) 0.000 0.max Mveic. • Para Mxm altura da seção de cálculo = 18.081 0.m/m) 0.1229 ϕ viga Os momentos devido à carga móvel (Mq) foram multiplicados por 1.549 -1.m/m) 0.698 -0.111 -0.456 1.00 ou 1.min Mg Mq .000 0.m/m) -0.127 0.260 1.min Mg Mq .m/m) 0.204 0.00 ou 1.000 0.229 0. .min Mveic.5 x Mq Dimensionamento Será feito o dimensionamento à flexão.117 0.Correção do coeficiente de impacto = ϕ laje = 1.103 -0.m/m) 0.232 -0. .466 -0.m/m) 0. com verificação do estado limite último de resistência à fadiga e do estado limite de fissuração de acordo com as prescrições da NBR-6118/2003.162 -0.037 0.015 -0.049 0.046 0. .000 0.m/m) 0.0 – 4.0 cm (transversal negativa) • Para Mym altura da seção de cálculo = 18.min MD Seção A V1 (tf.000 -0.297 Seção D V1 (tf.000 0.max Mmult.103 -0.550 Seção D V2-V3 (tf.000 0.35) x Mg + 1. .100 -0.000 0.000 0.000 0.000 -0.000 0.007 -0.116 0.077 0.000 0.239 0.max Mq .0 = 14.000 0.max Mmult.0 cm (transversal positiva) – armadura principal.491 -0.200 0.000 0.068 -0.997 -0.5 x Mq • Momentos Mye Mye PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.771 Seção C V2-V3 (tf.000 0.0 cm (longitudinal positiva) – seção últil • Para Mye altura da seção de cálculo = 18.279 1. .125 -0.min MD Seção A V2-V3 (tf.0 = 33.min Mveic.max Mveic.

00 gfg = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.00E+06 COEFICIENTES DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS/α s: gc = gs = 1.35 1.4 1.COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: 1.50 gfg = gfq = 1.80 gfg = y1 = Nº de Ciclos 2.00 0.15 Es/Ec fissuração = Es/Ec fadiga = 15 10 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 51 BR-242/TO .

00 4.30 1.0 100.00 3.88 0.88 1.159 2.Mxm CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES A (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.005 0.11 0.07 9.41 0.005 0.49 5.007 0.29 2329 166 2164 1900 1.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.83 -2.77 3.95 2291 236 2055 1900 1.649 -2.70 cm²/m.0 100.70 1.5c/12.00 4.30 1.92 14.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.50 12.5 2. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2460 0.61 -1.5 2.00 6.27 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.14 5.50 12.15 x 18.048 1.0 18.37 9.00 4.13 2281 253 2027 1900 1.878 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min B -0.03 3.6cm) 2332 0.00 9.975 -2.7cm) 2378 0.49 (Ø12.65 2413 92 2321 1900 1.22 3.57 6.04 -0.0 100.18 2.235 -0.5 2.0 18.305 3.11 0.0 = 2.17 14.17 8.0 18.50 12.231 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 18.99 2.5c/13.27 (Ø12.6cm) 3 6 8 8 Armadura mínima: 0.0 100. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 1.5 2.80 14. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 1.350 3.14 (Ø12.29 0.08 9.15 h = 0.8cm) 2341 0.31 0.40 0.11 0.5c/33.00 8.5c/17.640 -1.50 (cm²/m) (cm) 4.30 1.88 2.414 D -0.007 0. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 52 BR-242/TO .03 (Ø12.059 D -0.30 1.89 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.95 -1.61 14.88 2.14 6.12 0.

00 12.30 1.93 2647 788 1859 1900 1. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2694 0.14 4.3cm) 2675 0.38 29.25 (Ø12.09 4.69 2659 456 2202 1900 1.986 2.0 100.00 (cm²/m) (cm) 4.59 29.38 1.45 (Ø12.5c/29.47 0.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.25 5.00 4.00 4.0 33.00 4.14 0.0 = 4.28 3.14 0.102 D 0.0 100.5 3.00 12.15 x 33.16 6.28 5.749 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min B 0.09 4.5cm) 2681 0.95 cm²/m. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 6.02 4.14 0.35 29.45 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.2cm) 2666 0.5 3.720 -0.00 4.00 4.005 0.005 0.28 (Ø12.38 1.0 100.52 5.00 12.88 2641 741 1899 1900 1.52 (Ø12.5c/27.0 100.41 5.00 4.5c/29.30 1.957 2.38 1.13 0.680 -0.14 0.14 0.15 h = 0.30 1.0 33.5 3. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 53 BR-242/TO .47 0.067 C 0.25 3.963 2.30 1.5 3.47 0.00 4.443 -0.47 0.38 1.00 5.5c/19.Mxe CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES A (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 1.868 -0.005 0. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 4.0 33.5cm) 6 4 4 4 Armadura mínima: 0.005 0.25 0.40 3.00 4.54 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.124 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 33.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.294 3.05 0.86 2632 695 1937 1900 1.91 29.

38 0.204 0.5 3.0 100.09 (Ø12.00 0.12 0.70 cm²/m.00 12.21 4.149 (MPa) (MPa) 35 500 35 500 (cm) (cm) 14.0 = 2.005 0. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 54 BR-242/TO .60 (Ø12.05 4.997 -0.3cm) 2570 0.30 1.2cm) 2 4 Armadura mínima: 0.370 -0.30 1.142 B 0.94 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.114 0.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.00 4.Mym CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Esforços solicitantes A Mgk Mqk max Mqk min Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.41 1.005 0.71 10.15 h = 0.26 2.60 1.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.41 0.13 0.5 3.0 100.09 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 0.0 14. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2444 0.5c/62.43 0.00 2389 2 2387 1900 1.00 4.08 2509 212 2297 1900 1.00 1.5c/25.45 0.00 (cm²/m) (cm) 4.77 10.01 1.15 x 18. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 0.38 1.

G. fyk ⇒ tensão de escoamento do aço. da seção 4.2 = 153. classe ⇒ tipo do aço A. n total ⇒ número de barras na seção.550 tfm/mlaje = 255000 kgf.de Lauro Modesto dos Santos Dados p/ o programa: unidades kgf e cm: fck ⇒ fck do concreto.Mym . cm Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 55 BR-242/TO .29 tf/mlaje = = 46287 kgf/mlaje 2.5 + 87.7 cm (C. asmin ⇒ taxa de armadura mínima. normal ⇒ esf.m (Mg3 + Mmultidão – esforços na viga V1) • Mdviga = γf x Mviga = 1 x 153. Es ⇒ mod. Será adotado.60) = 46. 325 .2 tf. 325 .m • Nd = 153.7 = 153.cm/mlaje (momento na laje de cálculo entre V2 e V3) Seção de cálculo Programa de dimensionamento a flexão oblíqua do livro Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – volume 1 – pág.60 m entre-eixo de vigas • Mym = 2. gama s ⇒ s do aço. a favor da segurança) • Mviga = 65.2 / (1. é possível determinar a armadura longitudinal positiva utilizando-se o programa DIMFOC1.2 tf. para o momento na viga.Seção C Considerando-se flexo-compressão na laje. normal de cálculo kgf momento y ⇒ momento fletor de cálculo kgf . do aço. de elast.de Lauro Modesto dos Santos 1 Programa de dimensionamento a flexão oblíqua do livro Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – volume 1 – pág. • centro de gravidade da armadura na seção C = 11.273 x 2. somente o esforço resultante do carregamento g3 e do esforço devido ao carregamento da multidão com impacto em todo o tabuleiro (a favor da segurança). gama c ⇒ c do concreto.

m (Mg3 + Mmultidão – viga V1) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 56 BR-242/TO .0028 unidade de comprimento em cm Armadura mínima: 0.5 50.1 -3.53333333 31.06666667 46.40 + 105.15 x 13.5 50.0015 Dimensionamento a flexo compressão oblíqua p/ seção ν = μx = μy = ω = 0.95 cm²/m.0 -6.1 -3.Seção D (½ do vão) Utilizando as mesmas hipóteses citadas anteriormente temos • centro de gravidade da armadura na seção D = 12.1 -3.4 5000 1.5 0.53333333 0 15.0 -6.6 -31.1424 0.06666667 -15.5 Posições das armaduras x -46.5 -50.15 2E+06 A vértices da seção x y -50.1 500 MPa n° vertices 4 ntotal 7 dupla sim N eixo y S normal 46287 momentox 0 momentoy 255000 asunit 0.0604 0.03 astotal 1.0000 0.00 = 182.0 = 1. Mym .15 h = 0.0 6.0 6.95 asmax taxa min/max 0.40 tf.1 -3.1 -3.1 -3.6 y -3.n° vértices ⇒ número de vértices da seção. Convenção de momentos fletores positivos: Dados de entrada e saída: fck gama c fyk gama s es classe 350 1.3 cm (a partir da borda inferior) • Mviga = 77.

60) = 55.0015 Dimensionamento a flexo compressão oblíqua p/ seção ν = μx = μy = ω = 0.60 m entre-eixo de vigas • Mym = 2.cm/mlaje (momento na laje de cálculo entre V1 e V2) Dimensionamento fck gama c fyk gama s es classe 350 1.0 6.40 / (1.• Mdviga = γf x Mviga = 1 x 182.0 -6.37 tf/mlaje = 55370 kgf/mlaje 2.1 -3.53333333 0 15.06666667 46. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 57 BR-242/TO .0610 * unidade de comprimento em cm Armadura mínima: 0.1 -3.95 cm²/m.1 -3.0 6.1 500 MPa n° vertices 4 ntotal 7 dupla sim N eixo y S normal 55370 momentox 0 momentoy 257600 asunit * astotal 1.95 asmax taxa min/max 0.15 x 13.15 h = 0.40 = 182.0000 0.0 -6.1 -3.267 x 2.6 y -3.53333333 31.5 0.0 = 1.m • Nd = 182.1 -3.5 50.5 50.1 -3.576 tfm/mlaje = 257600 kgf.1704 0.6 -31.4 5000 1.06666667 -15.5 -50.15 2E+06 A vértices da seção x y -50.40 tf.5 Posições das armaduras x -46.

35 14.00 10.103 B 0.70 cm²/m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 58 BR-242/TO .9cm) 3 1 1 1 Armadura mínima: 0.0 100.005 0.13 0.0 3.55 (Ø10c/138.00 0.9cm) 2043 0.76 0.29 0.0 100.50 0.162 0.15 x 18.00 4.00 0.39 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.0 100.47 (Ø10c/166.30 1.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.005 0.00 0.7cm) 1977 0.30 14.39 (Ø10c/206.0 3.549 -0.30 1.00 (cm²/m) (cm) 4.00 4.24 14.200 0.100 C 0.000 0.00 4.16 0.0 18.198 0.19 -0.09 14.0 = 2.00 1837 0 1837 1900 1.12 0.Mye CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Esforços solicitantes A Mgk Mqk max Mqk min Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.06 0.000 D 0.28 0. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 1.11 0.0 3.232 -0.30 1.47 0.14 0.55 0.00 10.6cm) 1885 0.91 0. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2581 0.76 (Ø10c/41.000 (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 18.0 3.07 0.0 100.58 0.04 0.39 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.00 1930 0 1930 1900 1.00 0. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 0.00 10.09 1.005 0.0 18.06 0.00 1.000 0.10 0.45 1.000 0.48 0.08 1996 19 1977 1900 1.15 h = 0.02 0.30 0.38 0.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 10.0 18.50 0.64 0.30 1.12 2531 466 2065 1900 1.50 0.005 0.50 0.

70 2.95 4.00 cm²/m Armadura negativa na laje: ∅10 mm c/10 .70 Armadura Sugerida Sentido transversal: Armadura positiva na laje: 4 ∅12.95 1.33 cm²/m Armadura negativa na laje: ∅8 mm c/15 .As = 10.70 Seção B 6.33 cm²/m Verificação do estado limite último de resistência à força cortante A verificação será feita para a posição do veículo abaixo indicada Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 59 BR-242/TO .As = 5.95 2.As = 8.00 cm²/m (seção A até seção B) ∅10 mm c/15 .70 Seção C 9.89 4.5 mm (para cada placa) .70 6.40 2.33 cm²/m (seção B até seção D) Sentido longitudinal: Armadura positiva: ∅10 mm c/15 .As = 3.95 4.18 4.As = 5.Quadro-Resumo Armadura calculada (cm2/m) Seção A Mxm Mxe Mym Mye 3.94 2.70 Seção D 9.95 2.99 4.

0 + 10.8 cm Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 60 BR-242/TO .b = 20 + 2 x (9.0 + 10.9) = 89.8 cm b’ = 50 + 2 x (9.9) = 59.

76 = 0. não maior que |0.53) / 2) = 0. conforme 17.65) = 6.8 + 89. quando a força cortante de cálculo obedecer à expressão: VSD ≤ VRd1 A resistência de projeto ao cisalhamento é dada por: VRd1 = [τRd k (1.6 cm ⎝ ⎠ Força Cortante de Cálculo Vsd • laje / pavimento: Vl/p = 0.24 tf/mlaje  Vsd = 1.109 x 2.54 tf/mlaje • coef.21 x 0.60 = 1.15 σcd]bwd onde: τRd = 0.35 x 0.6 – d|.18 x 2.71 tf/m2 • Vgk = (Vl/p) x ((0.71 x 0.1. para os demais casos: k = |1.54 + 1.4 x (1 – (59.5 x 1.8 / 260.74 / 1.06) / 2 – (0.” Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 61 BR-242/TO .74 tf • Vqkmáx = Vveíc / bw = 6.l ⎟ = 59.5 x Vqkmáx = 1.4. não menor que |1|.2-b.a1 = 89.24 Força cortante resistente Vrd1 ⇒ Vsd = 8.4 da NBR6118/2003.35 x Vgk + 1. podem prescindir de armadura transversal para resistir aos esforços de tração oriundos da força cortante.59 tf/mlaje De acordo com o item 19. temos que: Força cortante em lajes e elementos lineares com bw ≥ 5d Lajes sem armadura para força cortante As lajes maciças ou nervuradas.25 fctd fctd = fctk.4 = 0.inf/γc ρ1 = AS 1 .1. com d em metros.3818 • Vveíc = 7. de impacto: = 1.0)) = 128.02| bw d σcd = NSd/Ac k é um coeficiente que tem os seguintes valores: para elementos onde 50% da armadura inferior não chega até o apoio: k = |1|.3818 x (0.286 = 5.0.007 x 2.5 + 0.79 x 2.50 x 5.4 cm (distância da face da viga ao centro da carga) ⎛ b⎞ largura útil: bw = b + a1 x ⎜1.4 .2 + 40ρ1) + 0.

25 tf/m2 ρ1 = 10.25 x 1.7 x 0.0 cm Durante o Macaqueamento Na eventual necessidade de substituição dos aparelhos de apoio.7 x 0.4 = 1. a protensão tem como objetivo promover a ligação entre as vigas principais.69 tf Como VSD < VRd1. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 62 BR-242/TO .13 = 1.DIMENSIONAMENTO DA TRANSVERSINA Propriedades Geométricas: • • • Seção Retangular Altura total = 95 cm Largura da alma = 30.6 – 0.3 x fck2/3) / 1. Dimensionamento Protensão da transversina Como a solicitação de momento fletor nas transversinas tem valores insignificantes.0) = 0. não há necessidade de armadura de cisalhamento nas lajes. os macacos serão posicionados embaixo de cada viga de modo a permitir o levantamento do tabuleiro.00 / (100 x 13.61 MPa τRd = 0. A seguir tem-se os valores das tensões na transversina na devido a protensão.61 = 0.3 x 352/3) / 1.4 = (0.008 σcd = 0 (obs: NSd é a força longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento (compressão positiva) • k = 1. 16 .40 MPa = 40.Assim temos: • • • • fctd = (0.47 VRd1 = 11.

5125000E-02 4.285 m2 I = 0. conforme ilustra a figura a seguir: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 63 BR-242/TO .0000 m m m m m H1 = H2 = H3 = H4 = H5 = 0.0000 0.0000 m m RESULTADOS PERFIL SIMPLES COTA DO C.35 x Mg + 1.m Momento Fletor Negativo: Md = -4.1434375E-02 3.0000 0.50 x Mq Momento Fletor Positivo: Md = 3.5125000E-02 Na transversina extrema. ÁREA HOMOGENEIZADA MOMENTO DE INÉRCIA MOMENTO ESTÁTICO MÓDULO RESIST SUP DA VIGA MÓDULO RESIST SUP (COMPOSTO) MÓDULO RESIST INFERIOR m m m m m m m 1 2 4 3 3 3 3 PERFIL COMPOSTO CG A I S Wsup Wsup Winf 4. ≤ 0.0451 m3 2 cabos de 6 ∅12.5125000E-02 4.0 0.0000 0. Neste momento.95 x 0.0000 0.70 x 35 = 24.0000 0. a transversina deve ser macaqueada de modo a permitir o levantamento do tabuleiro.Elementos Geométricos da seção homogênea ENTRADA DE DADOS B1 = B2 = B3 = B4 = B5 = Jota1 .02143 m4 Wi = Ws = 0.7 mm Fp = 14 x 6 = 84 tf compressão: σmax.9 tf.3843750E-02 4.0000 m m m m m LARGURA DA LAJE ESPESSURA DA LAJE RELAÇÃO Eviga/Elaje 0.0000 0.6 tf.7500000E-01 2.0000 0.50 MPa = 2450 tf/m² • σp = 270.c Como podemos observar.m A = 0.5125000E-02 4. a tensão está dentro do limite apresentado. a transversina deverá ser apoiada em dois pontos.c = 0.0000 1.8500000E-01 2.8 tf/m² σp < σmax.9500 0.70 fck • σmax.G.8500000E-01 2.ver.3843750E-02 4.7500000E-01 2.1434375E-02 3. 3. obtemos a seguinte envoltória para todos os carregamentos: Md = 1. Durante o Macaqueamento Na eventual necessidade de substituição dos aparelhos de apoio.30 = 0.3000 0.

• Momento fletor Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 64 BR-242/TO . conforme esquema a seguir) com as reações posicionadas nos eixos dos apoios.Pelos resultados do STRAP temos as seguintes reações de apoio devido a carga permanente (g1 + g2 + g3): Para o cálculo da transversina foi processado um outro modelo de cálculo (uma viga bi-apoiada.

Força Cortante

Determinação dos Esforços de Cálculo (conforme item 5.1.4.3 da NBR 8681/2003)

⇒ Momento Fletor Positivo Md = 1,00 x 68,2 = 68,2 tf.m ⇒ Momento Fletor Negativo Md = 1,00 x 59,4 = 59,4 tf.m ⇒ Força Cortante Vd = 1,00 x 58,4 = 58,4 tf Dimensionamento Armadura Longitudinal Será adotada armadura longitudinal positiva igual a armadura longitudinal negativa.
ESFORÇOS SOLICITANTES Mg (tf.m) = MD (tf.m) = 68,20 68,20 COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO Estado Limite Último: gfg = 1,00

PROPRIEDADES DOS MATERIAIS: Fck (MPa) = Fyk (MPa) = 35 500 COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DOS MATERIAIS gc = gs = 1,4 1,15

PROPRIEDADES DA SEÇÃO: bcomp. (cm) = h (cm) = d'(cm) = d (cm) = c (cm) = φ (mm) = Cálculo da L.N. x (cm) = As (cm ) =
2

30,0 93,0 6,3 86,8 5,0 25,0 16,7 19,59

Dimensionamento: Md = 68,20

ok

Adotar Î 2X7 Ø 16,0mm

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
65

BR-242/TO

Armadura Transversal
ESFORÇOS SOLICITANTES: SEÇÃO 1 Vgk (tf) = Vqkmax (tf) = Vqkmin (tf) = Vpk (tf) = 58,40 0,00 0,00 0,00

COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: ESTADO LIMITE ÚLTIMO: gfg = MATERIAIS: fck (kgf/cm ) = fyk (kgf/cm ) =
2 2

1,00

gfq =

1,50

gfp =

0,90

350 5000

gc = gs =

1,4 1,15

φ (mm) = nº ramos =

10 2 a(graus) = 90

PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: SEÇÃO 1 d (cm) = bw (cm) = 93,0 30,0

CÁLCULO: VERIFICAÇÃO DO CONCRETO VSd (kgf) = VRd2 (kgf) = 58400 161960 VSD<VRd2 - ok DIMENSIONAMENTO fctm (MPa)= fctk,inf (MPa)= fctd (kgf/cm )= Vc = Vco (kgf)= Asw (cm /m)=
2 2

3,21 2,25 16,05 26867 8,66

Adotar Î Ø 10,0mm c/9 Armadura de pele: As = 0,10% x Ac = 0,0010 x 0,30 x 0,95 = 2,85 cm² em cada face Adotar Î 2x7 Ø 16,0mm (já adotado na armação longitudinal) Vericação das Tensões σmax.c ≤ 0,70 x 35 = 24,50 MPa = 2450 tf/m²

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
66

BR-242/TO

2 cabos de 6 ∅12,7 mm P = 14 x 6 = 84 tf σs = M / Ws = 68,20 / 0,0451 = 1512 tf/m2 σi = M / Wi = 59,4 / 0,0451 = 1317 tf/m2 σp = P / A = (2 x 84,0) / 0,285 = 589 tf/m2 σ1 = σs + σp = 1512 + 589 = 2101 tf/m2
σ2 = σi + σp = 1317 + 589 = 1906 tf/m2

σ1 ≤ σ2 ≤ σmax.c Como podemos observar, todas as tensões estão dentro dos limites.
4.2 - Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura

• • • • •
‰

Comprimento das travessas = 13,00 m Comprimento do pilar (tubulão) = 8,00 m Travessas (extrema e intermediária) Apoio extremo = 1,40 x 1,60 (m) Ponte Classe 45 / ITEM 3.5 DA NBR 7188/84

Materiais Aço comum : CA – 50 Concreto: Travessa Pilar Bloco

fyk = 500 MPa fck = 25 Mpa fck = 25 MPa fck = 25 MPa

‰

Bibliografia

• • • • • •

NBR 6118/2003, NBR 7187/2003, NBR 8681/2003, NBR 7188/1984 Fundamentos da técnica de armar - P. B. Fusco Técnicas de armar as estruturas de concreto - Péricles B. Fusco Construções de concreto - F. Leonhardt / E. Monnig Tabelas para dimensionamento de concreto armado – PROMON Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – Lauro Modesto dos Santos

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
67

BR-242/TO

4.2.2 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 1 - VISTA FRONTAL DAS TRAVESSAS, BLOCO E PILAR

Apoio Extremo e Apoio Intermediário

2 - SEÇÃO TRANSVERSAL DAS TRAVESSAS, BLOCO E PILAR Apoio Extremo Apoio Intermediário

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
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BR-242/TO

PROPRIEDADES E MATERIAIS DAS BARRAS • • • • • • • Propriedade 1: viga extrema Propriedade 2: viga intermediária Propriedade 3: transversina do apoio e central Propriedade 4: apoio de neoprene Propriedade 5 e 6: travessa extrema Propriedade 7: travessa intermediária Propriedade 8 a 11: Tubulão Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 69 BR-242/TO .3 .

Para facilitar a construção de modelos estruturais. pavimento e transversina) V1 = V5 = 16. vento. etc.Indicação de Rigidez Transversal em Tubulões: 4 . 5 . 5. Verificação dos resultados.). grelha.1 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 70 BR-242/TO . 2. 4.CARREGAMENTOS Reações da Superestrutura Rg1 (viga) V1 = V2 = V3 = V4 = V5 = 15. versão 12.6 tf Rg2 (laje) V1 = V5 = V3 = 14. o programa está subdividido com relação ao tipo de estrutura em: estruturas planas. 3. Definição das condições de contorno (rótulas. etc. cargas móveis. composição de cargas e verificação de resultados. estruturas espaciais e treliças.6 tf V3 = 10.PROGRAMA DE CÁLCULO Para a determinação dos esforços solicitantes será utilizado o software de análise estrutural STRAP (Structural Analysis Program).1 tf V2 = V4 = 8. apoios simples.4 tf Rg3 (barreiras.0 tf V2 = V4 = 14. Geração da geometria: determinação das propriedades mecânicas das barras e dos elementos. As etapas de análise de um modelo são as descritas a seguir: 1. Cálculo do modelo. Trata-se de um conjunto de programas destinados a geração da geometria do modelo . sobrecargas.). engastes.5. Definição dos carregamentos considerados (peso próprio.

V1 = V5 = 0. V1 = V5 = 15.1 tf V3 = .4 tf V3 = 4.31 tf V3 = .1 tf Rmultidão (na faixa central do tabuleiro) Ocupando 40% do tabuleiro na faixa central.5 tf V2 = V4 = 19.1 tf V2 = 0.5 tf V4 = 0.1.1 tf V2 = V4 = 9.3 tf Ocupando 2x30% do tabuleiro nas faixa laterais. V1 = V5 = 16.3 tf Rveículo (próximo a borda inferior) V1 = .31 tf V5 = .3 tf V2 = V4 = 13.3 tf V5 = 32.1.0.0.9 tf Rveículo (próximo a borda superior) V1 = 32.3 tf Rmultidão (nas faixas laterais do tabuleiro) Ocupando 2x25% do tabuleiro nas faixa laterais. V1 = V5 = 16.2 tf V3 = 15.2 tf Ocupando 50% do tabuleiro na faixa central. V1 = V5 = 1.1 tf V3 = 16.5 tf V2 = 12.34 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 71 BR-242/TO .Rmultidão (ocupando todo o tabuleiro) Ocupando 100% do tabuleiro.6 tf V3 = 19.5 tf V3 = 2.2 tf V2 = V4 = 6.34 tf V4 = 12.46 tf V2 = V4 = 10.

aterro e pavimento glajeaproximação+aterro+pav = 4.30 x 2.30% do peso do veículo tipo Fa/f = 0.30 x 2.20 = 7.7 tf Peso Próprio Travessa+cortina e travessa gtravessa+cortina = 2.20 x 24.50 = 13.13 tf/m Laje de aproximação.8 tf V5 = 5.75 tf Solicitações Horizontais Aceleração e frenagem Conforme a NBR 7187:2003.70 x 2.0 tf V2 = V4 = 8.05 x 0.50 = 6.7 tf V4 = .54 tf/nó V4 = 30.80 + 0.40 = 5.5 x 12.50 = 7.76 tf V3 = 7.0.76 tf V5 = 0 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 72 BR-242/TO .50 + 1.86 x 2.50 = 1.63 tf/m Aba gaba = 0.5 / 25 = 0. ou .7 tf Rveículo (sobre V4) V1 = 0 tf V2 = .06 x 1.45 x 2.3 x 4.1 tf Rveículo (sobre V2) V1 = 5.8 tf V3 = 7.4 tf Fa/f = 0.5 tf → fa/f = 13.0.1tf V3 = 29.Rveículo (no meio do vão – sobre V3) V1 = V5 = 1.7 tf V2 = 30.15 tf/m gtravessa = 2.0 x 0. a força de frenagem será o maior dos seguintes valores: .5% do peso do tabuleiro com as cargas móveis distribuídas.

Fator de rugosidade e dimensões da edificação (categoria I – rios e classe C – maior dimensão superior a 50 m e adotada uma altura de 40m (por segurança) = 1.20 .00 = 36.6 / 5 = 1.72 tf/nó 6 .66 kg / m² Fv = 0.39 x 13.Empuxo na cortina Eterra = (1 / 2) ( 1 / 3 ) x 1.0 x 1.03 tf/nó Empuxo diferencial devido a carga móvel Hfic = (45 / (6 x 3) + 0. Fator Topográfico (terreno plano) = 1.2 x 4 = 8.5 / 9 = 4.8) = 1.10 Vk = 30 x 1.05 = 33. fator estatístico (grupo 1) = 1.052 x 13.0 x 3.192 x 24.20 x 1.8 x 3.07 tf → fe/d = 33.39 Fe/d = (1 / 3) x 1.67 tf/nó Retração e temperatura → Δt = 30o C Vento Velocidade Básica = 33 (adotada a de Palmas/TO).6 tf → fv = 8.0.8 x 1.60 m/s Q = 1.1 = 39.5) x (1 / 1.3 tf → eterra = 36.6 x Vk²/11 = 191.ESFORÇOS DEVIDO A CARGA VERTICAL Momentos fletores Mg = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) +g(travessa intermediária) + g(laje de aprox+aterro)+ g(aba) Travessa Extrema Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 73 BR-242/TO .07 / 9 = 3.

Mq Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 74 BR-242/TO .35.m.50.Mg + 1.Travessa Intermediária Mq = q(multidão) + q(veículo) Travessa Extrema Travessa Intermediária Md = 1.50.Mq Travessa Extrema Travessa Intermediária Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf. Mg = M(Rg1) + M(Rg2) + M(Rg3) + Mg(travessa+cortina) Mg(Travessa intermediária)+ Mg(laje de aprox+aterro) + Mg(aba) Mq = Mq(multidão) + Mq(veículo) Md = 1.35.Mg + 1.

70 47.58 410.70 0.87 Forças cortantes Vg = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) g(travessa intermediária) + g(laje de aprox+aterro) + g(aba) Travessa Extrema Travessa Intermediária Vq = q(multidão) + q(veículo) Travessa Extrema Travessa Intermediária Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 75 BR-242/TO .70 0.02 57.10 44.80 0.80 78.70 21.70 Extrema Intermediária 49.20 136.50 25.70 39.70 Md 277.80 23.40 Md 252.05 0.50 45.95 0.41 Mqk 81.06 0.65 M(Rg2) 20.60 158.20 Mgk Mg(travessa+cortina) Mg(la+aterro) Mg(Trav Intermediária) Mg(aba) M(mult) M(veic) 26.50 114.60 144.00 67.30 77.60 21.70 M(Rg2) 25.10 M(Rg3) 19.40 39.00 0.50 114.20 Mgk Mg(travessa+cortina) Mg(la+aterro) Mg(Trav Intermediária) Mg(aba) M(mult) M(veic) 27.00 24.72 Mqk 65.40 143.80 0.40 Momentos (-) M(Rg1) Travessa 22.00 0.00 37.05 21.00 4.00 M(Rg3) 11.78 418.Momentos fletores Momentos (+) M(Rg1) Travessa 28.00 Extrema Intermediária 51.

60 V(Rg3) 15. Força normal Ng = = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) g(travessa intermediária) + g(laje de aprox+aterro) + g(aba) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 76 BR-242/TO .90 21.50.Vd = 1.50 46.Vg + 1.35.40 Vgk 111.70 V(Rg2) 21.02 143.02 0.50 104.00 29.63 350.70 Vd 228.02 23.50.90 Vg(travessa+cortina) Vg(la+aterro) Vg(travessa intermediária) Vg(aba) V(mult) V(veic) 27.80 0.60 0. por ser a mais solicitada.01 57.30 Foi adotada com referência a seção direita do apoio do tubulão. nas duas travessas.02 1.35.70 23.Vq Travessa Extrema Travessa Intermediária Quadro-resumo Vg = V(Rg1) + V(Rg2) + V(Rg3) + Vg(travessa+cortina) Vg(travessa intermediária)+ Vg(laje de aprox+aterro) + Vg(aba) Vq = Vq(multidão) + Vq(veículo) Vd = 1.90 0.Vg + 1.15 Vqk 52.30 42.Vq Forças cortantes máximas Cortante Travessa Extrema Intermediária V(Rg1) 23.30 47.70 28.

Tubulão de Extremidade Tubulão Intermediário Nq = q(multidão) + q(veículo) Tubulão de Extremidade Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 77 BR-242/TO .

35.Nq Tubulão de Extremidade Tubulão Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 78 BR-242/TO .Tubulão Intermediário Nd = 1.Ng + 1.50.

80 Ngk 150.00 91.80 N(Rg3) 29.80 Ng(aba) N(mult) N(veic) 1.40 70.00 0.00 Ng(trav intermed) 0.50.35.00 78. 2) Mh3 = acel.Quadro-resumo Ng = N(Rg1) + N(Rg2) + N(Rg3) + Ng(travessa) + Ng(laje de aprox+aterro) + Ng(pilar) Nq = Nq(multidão) + Nq(veículo) Nd = 1.Nq Forças normais máximas Normal Tubulão Extremo Intermed N(Rg1) 39. e frenagem + empuxo na cortina + empuxo dif dev carga móvel + retração e temperatura Tubulão Extremidade Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 79 BR-242/TO .80 47.30 Nd 342.00 39.80 59.50 93.90 185.00 N(Rg2) 35.80 612.70 248.89 7 .60 0.70 45.50 36.50 Ng(travessa+cortina) Ng(la+aterro) 46.10 0.10 Nqk 92.ESFORÇOS DEVIDO A CARGA HORIZONTAL Momentos fletores (dir.Ng + 1.

00 M(emp.00 Mgh 302.20 M(emp. dif.00 0. Mh3 = acel.80 Momentos fletores (dir.) 19.) 32.Mh3 Momentos fletores Tubulão Extremo Intermediário M(acel.m.Tubulão Intermediário Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.20 Mdh 454.90 51. 3) Mh2 = vento Tubulão Extremidade Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 80 BR-242/TO .00 M(ret.00 0.70 51.05 76. e temp. e frenagem + empuxo na cortina + empuxo dif dev carga móvel + retração e temperatura Md3 = 1.50. dev carga móvel) 119. na cortina) 131. e fren.80 0.

e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão Extremidade Tubulão Intermediário Md3 = 1.ESFORÇOS DEVIDO A CARGA VERTICAL E HORIZONTAL Momentos fletores (dir.35 x (g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba)) + 1. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 81 BR-242/TO . 2) M3 = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel.Tubulão Intermediário 8 .5 x (q(mult) + q(veíc) + acel.

e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão Extremidade Tubulão Intermediário Md2 = 1.Tubulão Extremidade Tubulão Intermediário Momentos fletores (dir.35 x (g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba)) + 1. 3) M2 = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel.5 x (q(mult) + q(veíc) + acel. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 82 BR-242/TO .

1 tf Maior Reação de apoio Intermediário = 93. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Maior Reação de apoio Extremidade = 47.Tubulão Extremidade Tubulão Intermediário Reações de Apoio R = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel.8 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 83 BR-242/TO .

00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.30 1.0 25 3.3 1 4.00 140.8 13.80 2618 2039 579 1750 1.28 0.7 135.00 72. Armadura sugerida CG barras número de camadas wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2) 2542 0.8 135.25 0.9 135.00 48.72 136.89 410.46 226.00 140.00 140.00 48.92 158.60 114. (tfm) (tfm) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2) 156 115 2520 1860 660 1750 1.032 0.0 25 3.46 418.00 160.8 8.00 43.3 1 4.3 1 4.46 (15Ø25mm) 2455 0.032 0.30 1.19 0.00 25.0 25 3.8 13.00 140.00 (cm²) (cm) 5.80 65.3 .18 0.0 25 3.Dimensionamento da Infraestrutura 1 .31 252.26 0.00 73.41 144.80 73.00 73.032 0.31 147.8 9.01 48.00 72.30 1.00 43.51 72.40 114.3 1 Adotar Î 12 Ø 25.98 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.70 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES .00 25.00 160.89 215. (tfm) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 277.032 0.0mm (extrema) e 15 Ø 25.17 0.TRAVESSAs Extrema + Extrema (tfm) (tfm) (tfm) 114.00 5.98 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmax tensões MDmin tensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K <1.76 143.DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS • Dimensionamento das Travessas à Flexão Intermed + 143.98 (15Ø25mm) (cm) 4.00 160.00 5.89 (9Ø25mm) 2381 0.4.31 (10Ø25mm) 2641 0.00 25.95 81.20 Intermed 158.79 Ascorr.30 1.0mm (intermediária) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 84 BR-242/TO .00 φ (mm) barras por camada cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 25.6 135.18 43.41 2356 1566 790 1750 1.31 0.40 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção bf hf bw h binf hinf Armadura inferior (MPa) (MPa) 30 500 30 500 30 500 30 500 (cm) (cm) (cm) (cm) 160.72 2429 1699 730 1750 1.00 5.18 0.

5 4RØ10 c/13 196 143 274 128 146 85 1.31 2.12 18.5 c/10.20 2.45 195 0.Cisalhamento/Torção .00 160.00 n 160.DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL DAS TRAVESSAS COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: Modelo de verificação Modelo I 1. DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS: gc = gs = 1.50 0.90 1.00 PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: d bw bainha na alma bw útil bitola (mm) Ramos de estribo Ae hef uef CÁLCULO: (cm) (cm) (cm) (mm) (cm²) (cm) (cm) Extrema 140.32 24.88 48.00 y1 = gfg = Modelo II 0.5 4 VERIFICAÇÃO DO CONCRETO Vsd (tf) Vrd2 (tf) Tsd (tf m) Trd2 (tf m) Tsd/Trd2+ Vsd/Vrd2 DIMENSIONAMENTO CISALHAMENTO Extrema 229 1140 0 0.9 4RØ12.15 104.00 n 160.12 18.2 Armadura cisalham.50 0.00 Intermediária 143.70 0.54 28.72 48.20 Intermediária 350 1140 0 0.90 1.41 fctm fctd Vc = Vco Taxa mínima Aswmin Asw (MPa) (MPa) (tf) (cm2/m) (cm2/m) DIMENSIONAMENTO TORÇÃO Al/s (pele) AsT/s (torção) (cm2/m) (cm2/m) VERIFICAÇÃO DA FADIGA CISALHAMENTO VSdmax VSdmin sswmax sswmin Dσs Dσsadm K < 1.54 6.00 12.00 160.51 24.79 (EB-3) Aswcorrig.2 .35 1 gfg = gfq = 1.00 gfg = gfp = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.90 1.15 30 500 TETA (°) 45 a (graus) Estado limite último .45 195 0.Travessas ESFORÇOS SOLICITANTES: 90 Vgk Vqkmax Vqkmin Vpk Tgk Tqk (tf) (tf) (tf) (tf) (tf m) (tf m) Extrema 111.50 85 MATERIAIS E ÂNGULO DOS ESTRIBOS: Nº de Ciclos 2.02 52.00 10 4 Intermediária 140. (cm2/m) Sugerido cisalhamento Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 85 BR-242/TO .00E+06 Δfsd fadiga (MPa) fck (MPa) fyk (MPa) COEF. (tf) (tf) (MPa) (MPa) (MPa) (MPa) (cm2/m) 137 111 171 59 112 85 1.4 1.

Portanto devido às suas dimensões estaremos realizando o cálculo do elemento como viga e como laje.105 tf.0mm (cada face) 3 . ficando assim sujeita ao empuxo do aterro e sobrecarga aplicada no encontro.m: 2.607 tf P5: 0.240 tf/m2 0.294 tf P4: 0.4cm² em cada face Adotar Î 11 Ø 16.250 m 1.m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 86 BR-242/TO .m 0.001 × 1.532 tf Cortante f ct. Dimensionamento das alas 1 .868 m3 2.028 tf 0.133 tf.350 tf 0.188 cm2 3 .60 = 0.00224m² = 22.10%. Ac ASpele = 0.1 .Geometria LA: B: CA: D: E: FA: Volume: Peso: 2.082 tf.189 tf 0..565 MPa f ywk: 500 MPa Asw/s: 2.40 × 1.Armadura de pele (ambas as travessas): ASpele = 0.m 1.188 cm2 6.165 tf Momentos M1: M2: M3: M4: 0.119 tf.Verificação como laje 3.650 m 1.m 0.DIMENSIONAMENTO DA ALA As alas têm como função conter o aterro lateral nos encontros e confinar a laje de transição.56 cm2/m Momentos M1: M2: M3: M4: M5: Total: 1.600 m 1.m 30 MPa 0.113 tf 0.m 0.m 0.500 m 0.650 m 0.m Cálculo Md: fck: bw: h: d': As: Asmin: As Adotada: 40 5.Empuxo devido ao aterro Tensões Empuxo e1: e2: e3: e4: 0.732 tf.100 m 0.678 tf.250 m 0.345 tf.350 m 0.m 0.m 3.m 1.811 tf.990 tf/m2 0.363 tf P2: 0.000 tf 0.m 0.940 tf P3: 0.851 cm2 6.113 tf 0.717 tf.360 tf/m2 0.169 tf D E FA LA 40 B 1 2 3 4 CA 2 .166 tf.Cálculo como viga Peso P1: 1.089 tf.850 m 0.602 tf.990 tf/m2 E1: E2: E3: E4: Retangular Triangular 0.306 tf 0.328 tf Total: 3.

250 m 0. já foi calculado e obteve-se 36.00 tf Mk: 14.Empuxo devido à carga móvel Tensões Empuxo e1: e2: e3: e4: 0.19 cm2 12.109 tf.650 m h: d': As: 0.Impacto do veículo na extremidade da barreira Fk: 6.55 cm2/m 5 .m 25 MPa 1.3 mm c/ 11 4 .050 m 6.23 cm2 Asmin: 6. também já calculado e foi obtido 33.DIMENSIONAMENTO DA CORTINA As cortinas têm.833 tf/m2 0.5 mm 7 Ø 16.29 cm2 2.920 tf.Resumo do aço As interna: As externa: As na parte engros: As Estribos: 6. ficando assim sujeita ao empuxo do aterro e sobrecarga aplicada no encontro.0 mm 9 Ø 6. Como a cortina está totalmente apoiada sobre a viga de apoio será verificado apenas seu comportamento como laje com bordo livre e engastado.809 tf 0.392 tf 0.10 tf.438 tf 1.3.833 tf/m2 0.394 tf.m As: 17.0 mm 6 Ø 12.3 tf 2ª. no qual tenhamos a aplicação de um carregamento distribuído.m 0.389 m Momentos M1: M2: M3: M4: 0. também.904 tf. hipótese: Empuxo da cortina. função de conter o aterro dos encontros no sentido longitudinal da ponte e apoiar a laje de transição.23 cm2 6. igual ao seu empuxo. hipótese: empuxo diferencial.56 cm2 8 Ø 10.783 tf 0.07 tf.833 tf/m2 E1: E2: E3: E4: heq: Retangular 0.2 .m 0.m 2. Modelo Adotado Momento Fletor Esforço Cortante Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 87 BR-242/TO .833 tf/m2 0. Será adotado um modelo.188 cm2 4 .m Cálculo Md: fck: bw: 5.m 0. Para fins de dimensionamento será adotado apenas a primeira hipótese.269 tf.460 tf. • • • 1ª.

(tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 3.00 4.83 20.1cm) Asmin = 0. adota-se a armadura de pele As = 0. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 3400 0.884 cm² ou 0.30 1.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 10.25 x 3.9 cm² Para a outra face.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.42 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.54 0.84 3344 3344 0 1900 1.75 cm2/m Ascal = 4.00 (cm²/m) (cm) 4.50 1.05 = 3.15% Será adotado Adotado 0.42 0.00 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.00 4.8 cm2/m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas Ø 10 C/ 20 BR-242/TO . (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 2.Md = 2.9 cm² 6 x 100 x 25 Asmin = 3.84 mt/m Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Cortina (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 2.32 4.84 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 30 500 (cm) (cm) 25.004 0.42 (Ø10c/18.84 2.42 cm2/m Ø 10 C/ 20 Ø 6.3 C/ 30 Será adotado 88 Armadura de distribuição: (1/5)As = 0.05% x .0 4.20 0.0 100.

540 tf/m2 1.000 Esforços Mper M móvel 4.416 0.916 0.3720 2.485 2.100 2.125 0.356 m 0.000 Esforços: P= p= Carga per k 0.68 t Espessura 0.000 0.000 m 2.168 tf/m2 0.000 1. Equivalente (R): t: t / a: Darregamento: Camada Laje: Pavimento: Solo: 4.500 kp' 0.000 0.193 0.00 0.350 1.000 m 13.119 8.300 m 0.50 tf 0.750 tf/m2 0.5 .Esforços Geometria lx: ly: ly / lx = ϕ: a: lx / a: Tabela utilizada: Dimensões da roda: Dim.021 0.300 m Densidade 2.916 Esforço Mxm Mym Mxr M = ϕ ⋅ [P ⋅ kl + p ⋅ (kp + kp')] Mper = G ⋅ k ⋅ l x 2 Dimensionamento Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 89 Laje 0.754 Móvel Permanente Carga móvel kp 1.458 tf/m2 Coef de ajuste 1.070 m 0.500 m Solo BR-242/TO Pavimento .800 tf/m3 Total: Peso 0.966 2.200 m 0.CÁLCULO DA LAJE DE APROXIMAÇÃO Lx = 4.0m Laje de transiçao .190 0.400 m 3.500 tf/m3 2.125 7.000 0.400 tf/m3 1.00 3.50 tf/m2 kl 0.316 m 1.000 1.

38 3.4cm) 2598 0.5mm c/10 . Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2778 0.7cm) 9 3 Asmin = (0.Direção x Î Ø 12.25 10.0 30.5 4.70 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.49 2.00 3.33 0. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 6.40 25.30 1.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.00 4.89 3.97 0.Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Mxm (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 2.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.15% x bw x h) = 0.005 0.5c/33.53 (Ø12.5 cm²/m Resumo da armadura: .15% x 100 x 30 = 4.00 10.90 2.49 2562 570 1992 1900 1.83 25.008 0.89 2.12 0.49 0.5c/11.00 (cm²/m) (cm) 4.15 0.92 2731 1156 1575 1900 1.53 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.05 3.0mm c/20 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 90 BR-242/TO .00 Mym 0.38 1.5 4.18 0.0 100.00 12.00 10.0 100.Direção y Î Ø 10.17 0.05 3.92 4.00 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 30 500 30 500 (cm) (cm) 30.30 1. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 11.89 (Ø12.

80 tf (Na base) M’’dx= 1.55 A’’s = ω’’ x (fcd x Ac1) / fyd = 159 cm² (3 metros cima da base) µdx = M’dx / (Ac1 x fcd) = 0.DIMENSIONAMENTO DO TUBULÃO Com os valores obtidos do resultado da aplicação das cargas verticais e horizontais será agora calculado a armação do tubulão.22 ω = 0.5 x 15393 / 100 = 76.75 2 fyd = fyk / ϒs = 43478 tf/m As = ω x (fcd x Ac1) / fyd = 218 cm² (na Base) µdx = M’’dx / (Ac1 x fcd) = 0.17 ω’’ = 0.6 .13 ω’ = 0.05 tf Mdx= 1.6 tf (3 metros acima da base) M’dx= 1.4 x 114 = 159 tf (4 metros acima da base) Ac1 = 0.25 A’s = ω’ x (fcd x Ac1) / fyd = 72.4 x 197 = 275.68 µdx = Mdx / (Ac1 x fcd) = 0.89 = 858.4 x 149 = 208.96 cm² (no topo) Armadura adotada: Até cerca de 3 metros da base do tubulão: .589 m² (base) Ac2 = 1.6 cm² (4 metros cima da base) → menor que Asmin Asmin =0 0. Cálculo da Armação Nd = 1.4 x 612.5% x Ac2 = 0.539 m² (topo) νd = Nd / (Ac1 x fcd) = 0.armadura longitudinal Î 27 Ø 25mm + 27 Ø 20mm + 27 Ø 10mm Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 91 BR-242/TO .

91 kg/cm² Estimativa de tensão referente a Momentos: Fm = 197 / (250/2) = 157. e uma pressão de 2 kgf/cm² equivalente a 20 metros de coluna d’água.armadura longitudinal Î 27 Ø 25mm Armadura mínima para Esforço Cortante: Foi adotada uma armadura para uma tensão em serviço igual a Fyk/1.91m² Tensão Máxima Reação de Apoio: 19.7 cm²/ml Armadura adotada (3.Após cerca de 3 metros até o topo (armadura mínima): . Considerando a seção com diâmetro interno de 80 cm teremos: As = 2 x 80 / 2 x 5000/1.12 kg/cm² Em termos estimativos podemos admitir que a tensão admissível no solo será: SPT / 4.3mm c/20 Verificação do solo Reação de apoio máxima na base do Tubulão: 93. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 92 BR-242/TO .7.1 tf/m² = 3. em kg/cm² No caso temos: SPT = 34 (lado 1) e 23 (lado 2) Assim teremos tensões admissíveis superiores ao somatório das tensões.21 kg/cm² Somatório das tensões: 5.8 tf Área da Base: 4.53 cm²): Ø 10mm c/40 + Ø 6.7 = 2.1 tf/m² = 1.6 tf Tensão Máxima Momentos: 32.

67E-03 3.00 0.44 0. cobrim.25 28.15 cm cm cm rad rad rad PESO E VOLUME DO APARELHO Volume do neoprene Volume do aço Peso unitário Peso total mm dm3 dm3 kgf kgf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 93 BR-242/TO .49 cm cm kgf/cm2 kgf/cm2 kgf/cm2 cm cm cm cm cm cm cm rad rad rad Fator de forma ti Fator de forma cobrimento H total σmáx adm em area reduzida σmínadm em área reduzida Volume Unitário Volume Total para Compra VERIFICAÇÃO PELO UIC-CODE Soma deflexões cam.0245 3.33E-02 0.5 4 10 0 Tensão normal considerando área total do aparelho Tensão normal com área reduzida Tensão normal permanente com área reduzida Tmin .2042 1.limitação deslocamento horizontal Ttmáx para estabilidade Soma das deflexões das camadas internas Soma das deflexões das camadas de cobrimento Deflexão total Rotação admissível pela análise da estabilidade Rotação admissível sem considerar camadas cobrimento Rotação adicional permanente pelo limite deformação 5 Deformação de cisalhamento por esforços normais Deformação de cisalhamento por esforços horizontais Deformação de cisalhamento devida às rotações Deformações totais por cisalhamento no elastômero Deformações totais por cisalhamento no cobrimento Espessura mínima para a chapa interna de aço 0. acidental Deslocamento long.2024 0.06 0.56E-02 1.0150 2.83 0.0237 0.200 mm kgf/cm2 kgf/cm2 dm3 dm3 0.23 47 49.320 83. por estabilidade (K=1) Idem.23 1. acidental Deslocamento total permanente Deslocamento total acidental 46700 28700 1.ti G fyk atrito: concreto (6) ou demais (2) 40 40 0. permanente NEOPREX .00 0. adm.55E-02 1.2 10 2100 6 cm cm cm cm kgf/cm2 kgf/cm2 fator espessura da chapa externa espessura da chapa interna cobrimento vertical cobrimento horizontal nº de aparelhos para uso nº de aparelhos p/ ensaio 3 3 2. permanente 12.10E-04 0 2000 0 0 kgf kgf rad rad kgf kgf cm cm largura do aparelho: // eixo long.0 150 30 8.0019 0.72 0.86 0. permanente Horizontal long.56E-03 2.51 265.10E-04 3.cargas permanentes Tmin .21E-03 6.cargas totais Tmin .00 52.EN 1337 Atualizada em: 09/10/99 mm mm mm mm unidades unidades Deslocamento long.4 30.Verificação dos Aparelhos de Apoio Aparelhos de apoio de elastômero fretado Obra: Local: Ponte sobre o Rio Pistola Versão 0. acidental Horizontal long.deslizamento .01 0.8 3.5 3. Deflexão total Rot.0007 0.3050 26.4 0.deslizamento . sem cam.internas Soma deflexões cam.adm.0 Carga permanente Carga acidental Fator majoração cargas vivas Rotação long. permanente Rotação long.33 64. obra: comprimento do aparelho: espessura camada de elastômero: ti altura total elastômero = n. cobrimento (K=1) Rot.

Monnig Tabelas para dimensionamento de concreto armado – PROMON Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – Lauro Modesto dos Santos Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 94 BR-242/TO .Memorial de Cálculo da Superestrutura • • • ‰ Comprimento da viga = 24.1.1. B. NBR 7188/1984 Fundamentos da técnica de armar .20 m entre apoios) Largura média do tabuleiro = 13.PONTE SOBRE O RIBEIRÃO SANTA CRUZ 4.P.4 . Fusco Construções de concreto .00 m Ponte Classe 45 / ITEM 3.Péricles B. NBR 8681/2003. Leonhardt / E.80 m (24.a DA NBR 7188/84 Materiais Aço comum : CA – 50 Concreto : Vigas Transversina Lajes da superestrutura fyk = 500 MPa fck = 30 Mpa fck = 30 MPa fck = 30 MPa ‰ Bibliografia • • • • • • NBR 6118/2003.F. Fusco Técnicas de armar as estruturas de concreto . NBR 7187/2003.

3 .5 cm com dente (chanfro penetração de concreto) e 2.5 cm sem contato ou sem solidarização.CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 1 .90 m Espessura média da laje ≅ 0. sendo 2.05 m Altura da pré-laje 5 cm.SEÇÃO TRANSVERSAL TÍPICA 2 .VIGAS EXTREMAS Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 95 BR-242/TO .4.1 .CÁLCULO DA LARGURA EQUIVALENTE DE CONTRIBUIÇÃO DA LAJE / PRÉ-LAJE Entre-eixo de vigas = 2.18 m Apoio da pré-laje na viga = 0.60 m Mesa superior da viga = 0.4.

geométricas.VIGAS INTERNAS • L eq. = 0.• L eq.4230 / 0.10 m (largura da laje p/ cálculo da prop. 4 . desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato). desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato) 5 .18 = 2.3780 / 0.SEÇÃO TRANSVERSAL DO PRÉ-MOLDADO Legenda para a determinação das características geométricas Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 96 BR-242/TO .35 m (largura da laje p/ cálculo da prop.18 = 2. geométricas. = 0.

Características geométricas das vigas internas: 7.1.6 .1 .SEÇÕES DA VIGA Seção Típica Seção do Apoio 7 .1 .PROPRIEDADES 7.Seção típica Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 97 BR-242/TO .

Características geométricas das vigas extremas 7.7.Seção típica Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 98 BR-242/TO .2 .2 .Seção do apoio 7.2.1.1 .

TRANSVERSINA DE APOIO E INTERMEDIÁRIA • • • Seção Retangular Altura total = 95.Características Geométricas do Modelo de Cálculo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 99 BR-242/TO .2.0 cm Largura da alma = 30.2 .1 .7.0 cm 8.Seção do apoio 8 .

O tabuleiro é constituído de: • Cinco longarinas (representadas por elementos de barra). Space – estruturas espaciais e Truss-treliças. O tabuleiro será considerado. versão 12. • Largura média do tabuleiro de cálculo (laje) é de 13. o programa está subdividido com relação ao tipo de estrutura em: Frame Plane – estruturas planas. sobrecargas. etc. composição de cargas e verificação de resultados. etc. Entre vigas temos 5 elementos igualmente espaçados. apoios simples.5.). As seções transversais foram divididas em 20 partes mais 6 partes nas bordas (inferior e superior).PROGRAMA DE CÁLCULO Para a determinação dos esforços solicitantes será utilizado o software de análise estrutural STRAP (Structural Analysis Program). Definição dos carregamentos considerados (peso próprio. simétrico com relação ao eixo longitudinal da obra.00 m. a favor da segurança.80 m de comprimento. Cálculo do modelo. conforme indicado na figura. 4. • Elementos finitos que dividem as longarinas em 50 partes.20 m (distância entre centro de neoprenes de apoio – restrições de apoio). Verificação dos resultados. As etapas de análise de um modelo são as descritas a seguir: 1. Definição das condições de contorno (rótulas. Trata-se de um conjunto de programas destinados a geração da geometria do modelo . 3. 2.No cálculo da viga de 24. Para facilitar a construção de modelos estruturais. cargas móveis. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 100 BR-242/TO . engastes.Geração da geometria: determinação das propriedades mecânicas das barras e dos elementos. 9 . • Transversinas nos apoios e nos apoios (representadas por elementos de barra).). 5. vento. o vão teórico é de 24. Grid – grelha.

Propriedades e materiais das barras e elementos: Propriedades das barras Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 101 BR-242/TO .

= 0.20 102 = 1.4 = 1.18 x 2.CARREGAMENTOS 10. = 0.40 = g3pavimento = 0. pavimento e Transversinas (g3): g3barreira = (0.007 x 24.Propriedades dos elementos 10 .44 tf/m2 0.109 x 2.45 tf/m2 1.327m².5 = Barreiras.5 = 0.5 = Pré-lajes e laje (g2): g2 = 0.22 tf/m (seção típica) g1engros.30 x 2. espessura equivalente = 1.2 . Coeficiente de impacto: ϕ = 1.23 x 2.109m g3transv.489 x 2.26 tf/m2 OBS.2306 BR-242/TO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas .5) / 0.78 tf/m (seção engrossada) 0.70 tf/m 10.1 .93 x 0.20 = 0.Carregamento Permanente Peso próprio da viga (g1): g1viga = 0.Carregamento móvel O veículo utilizado é o Trem-Tipo 45.: área de pavimento = 1.327 / 12.5 = 1.711 x 2.4 – 0.

9 = 89.2306 6 = 0. deslocando-se na borda superior do tabuleiro junto à defensa superior. conforme descrito a seguir: • veículo deslocando-se no tabuleiro a cada décimo do vão com as seguintes hipóteses: a) Veículo com impacto.9 cm Desta forma temos uma área de distribuição de 20 + 2 x 19. Hipóteses para as cargas móveis: 3) Para a carga móvel devido à multidão com impacto.598 x 0.9 = 59.62tf/m2. d) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 30% da largura do tabuleiro). Pavimento + metade da espessura da laje = 19.2306 Veículo : Q= 45 x 1.23 / (0.Multidão (q): q = 0.8 cm e 50 + 2 x 19. e) Na faixa central do tabuleiro (40% da largura do tabuleiro).8 cm Carga da roda c/ impacto = 9. b) Veículo com impacto. Este carregamento teve sinal positivo (contrário ao da multidão).2 tf/m² Além da carga acima descrita foi prevista uma carga uniformemente distribuída na projeção do veículo de 0. Dimensões da roda 20 x 50 cm. deslocando-se sobre a viga V2.898) = 17.5 x 1.23 tf/roda Consideraremos esta carga da roda distribuída até o eixo da laje. 4) Para a carga móvel devido ao veículo considerou-se uma combinação de carregamentos. c) Na faixa central do tabuleiro (50% da largura do tabuleiro). Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 103 BR-242/TO .62 tf/m2 = 9. foram consideradas as seguintes hipóteses: a) Em todo o tabuleiro (exceto na região das barreiras). A figura a seguir apresenta o carregamento previsto para o veículo anteriormente descrito. b) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 25% da largura do tabuleiro).

deslocando-se sobre a viga V4. g) Veículo com impacto.: Carga atuando somente sobre a viga sem o funcionamento de grelha do modelo de cálculo. Seções analisadas A seguir serão apresentados todos os carregamentos anteriormente descritos Peso próprio da viga (g1) obs. deslocando-se com rodas entre as vigas V4 e V5. d) Veículo com impacto. f) Veículo com impacto. Lajes e Pré-lajes (g2) Seqüência executiva da laje e comportamento da estrutura: Lançamento de pré-laje e concretagem da laje sobre as vigas e entre elas ⇒ viga com perfil simples (sem efeito de grelha no modelo): Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 104 BR-242/TO . deslocando-se com rodas entre as vigas V2 e V3. deslocando-se na borda inferior do tabuleiro junto à defensa inferior. deslocando-se com rodas entre as vigas V1 e V2. deslocando-se com rodas entre as vigas V3 e V4. h) Veículo com impacto. deslocando-se sobre a viga V3. i) Veículo com impacto. e) Veículo com impacto.c) Veículo com impacto.

Barreiras. pavimento e transversinas (g3) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 105 BR-242/TO .

Multidão com impacto nas faixas laterais do tabuleiro Ocupando 2x25% e 2x30% do tabuleiro nas faixas laterais.Multidão com impacto em todo o tabuleiro Ocupando 100% do tabuleiro. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 106 BR-242/TO .

Veículo com impacto na borda superior junto à defensa Carregamento simétrico a esse (transversalmente – próximo à borda inferior) também foi processado.Multidão com impacto na faixa central do tabuleiro Ocupando 40% e 50% do tabuleiro na faixa central. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 107 BR-242/TO .

Veículo com impacto sobre a viga V3 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 108 BR-242/TO .Veículo com impacto sobre a viga V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – sobre a viga V4) também foi processado.

Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V2 e V3 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – entre as vigas V3 e V4) também foi processado. serão apresentados os resultados das vigas 1. 2 e 3 até a seção 6.ESFORÇOS SOLICITANTES Dada a simetria longitudinal e transversal da estrutura. Momentos fletores Mg1 . 11 .Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 109 BR-242/TO .Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V1 e V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente – entre as vigas V4 e V5) também foi processado.

Mg2 .Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 110 BR-242/TO .

à multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 111 BR-242/TO . – Envoltória dos carregamentos dev.Devido a barreiras. pavimento e transversinas (g3) Mmult.Mg3 .

31 Pelos resultados acima temos que a viga mais solicitada é a V1.5 x Mq Momentos fletores VIGA 1 2 3 Mg1 89.Mveíc.20 85.60 4 86.30 Mqk 255.00 Mveículo 150.50 212.60 215.60 206.Devido ao veículo com impacto – Envoltória Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.m.40 77.50 81.56 694.00 Mmult.70 3 75.00 95.50 74.00 28.30 5 89.00 268.35 x Mg + 1.80 162.00 110.80 85.60 222.00 105.00 0.50 54.60 50.00 255.60 167.20 Mg3 0.20 101.38 619.50 Mrecapa 0.00 0.00 0.40 66. .00 Md 0.90 89.80 Md 723.83 470.90 Mg2 85.00 0. 0. MOMENTO FLETOR: Mg1 SEÇÃO 0.71 610.00 96.00 128.50 Mqk 0.00 1 32.60 92.00 Mgk 0.70 245.60 242.90 Mg3 77.80 84.40 54.00 30.70 2 57.50 230.00 0.00 0.90 89.40 65.00 Mveículo 0.38 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 112 BR-242/TO .00 150.70 100.60 87.00 59.78 610. Mg = Mg1 + Mg2 + Mg3 Mq = Mmultidão + Mveículo Md’ = 1.00 91.90 6 VIGA 1 Mg2 0.00 Mmult.00 0.00 37.50 252.00 145. 105.80 Mgk 252.40 Mrecapa 0.40 71.00 114.00 205.90 47.88 723.

Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 113 BR-242/TO .Forças cortantes Vg1 .Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Vg2 .

Devido a barreiras. A multidão será representada por uma carga linear (definida através da área de influência) atuando a cada décimo do vão.Devido à multidão com impacto em todo o tabuleiro Para este cálculo da força cortante. . qmult = 0.60 ⇒ qmult = 1. conforme esquema apresentado a seguir.62 tf/m2 (com impacto) Vigas internas Faixa de contribuição = 2.62 x 2.60 m (entre-eixo de vigas) qmult = 0. a favor da segurança. o efeito de grelha.60 tf/m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 114 BR-242/TO . pavimento e transversinas (g3) V mult. será desconsiderado.Vg3 .

36 15.60 24.60 ⇒ qmult = 1.2 L 0.00 -0.84 Vmín (tf) 0.1 L 0.20 tf/m m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 115 BR-242/TO .84 q= L= 1.77 -1.49 6.60 24.1 L 0.97 4.2 L 0.3 L 0.10 -4.Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Intermediárias) Faixa = f = q= 2.49 6.97 4.68 12.36 15.5 L Vmáx (tf) 19.615 Seção 0.74 -3.0 L 0.19 -0.600 1.2306 0.39 9.00 -0.0 L 0.10 -4.615 Seção 0.4 L 0.60 tf/m Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Extremas) Faixa = f = q= 2.68 12.19 -0.60 m qmult = 0.3 L 0.62 x 2.2306 0.30 = 2.20 tf/m m Vigas Extremas Faixa de contribuição = (2.84 q= L= 1.77 -1.600 1.5 L Vmáx (tf) 19.39 9.60 / 2) + 1.4 L 0.74 -3.84 Vmín (tf) 0.

41 44.00 15.00 0.70 13.00 Vg2 13.86 39. 0.80 Min.70 0.70 11.70 2.90 2.49 22..46 38.5 x Vq máx Forças cortantes máximas VIGA 1 2 3 Vg1 15.00 0.36 0.60 11.96 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 116 BR-242/TO .00 19.10 4. 26.90 0.70 37. 0.04 -11.90 5.70 -6. 19.00 0. Min.00 -0.60 Min.50 33.mín + Vveíc.00 Vmultidão Max.74 6.00 17.00 Vqk Max.00 -3.33 81.00 0. Min.60 15.00 Vveículo Max.64 Min.60 13. 0.38 31. 45.96 Min.00 Vgk 43.00 0.50 20.10 22.19 -4. FORÇA CORTANTE: VIGA 1 SEÇÃO 1 2 3 4 5 6 Vg1 15.80 0.30 -8.97 -3.40 13.70 19.36 0.60 15.máx Vqk mín = Vmult.84 -4.10 21.50 37.00 Vg3 14.24 62.00 0.89 27.36 0.30 8.74 VSd 126.30 16.90 5.60 Vg2 13.70 Vrecapa 0.20 8.39 -0.40 0.00 Vrecapa 0.mín V’sd = 1.máx + Vveíc.00 19...00 VSd 126.00 0. 19.30 Vg3 14.80 7.47 -8.90 25.37 18.00 0. 26. 0.60 -16.00 0.77 9.80 8.20 10.35 x Vg + 1.90 Vgk 43.00 0.V veíc.36 0.50 8.00 0.84 Vveículo Max.49 -1.00 15.50 -11.80 8.00 Vmultidão Max. – Envoltória de cortantes devido ao veículo com impacto Quadro-resumo Vgk = Vg1 + Vg2 + Vg3 Vqk máx = Vmult.91 112.70 Dos resultados acima temos que a viga V1 é a mais solicitada.68 -0.20 2.91 103.60 Vqk Max.18 110.39 26. 45..19 12.46 40.00 0.50 5.

50 COEFICIENTES DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS/αs: gc = gs = 1.moderada a forte Classe IV .Muito forte 2 gfg = Nº de Ciclos 1.fraca Classe II e III.50 gfg = gfq = 1.15 Es/Ec fissuração Es/Ec fadiga 15 10 ver 0.00 gfg = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): Fissur.4 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 117 BR-242/TO . / Condições do meio ambiente .tab 6.00E+06 y1 = 0.00 2.DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA LONGITUDINAL O dimensionamento da armadura longitudinal foi elaborado para a seguinte seção de cálculo: COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: 1.12 .4 1.1 Classe I .35 1.

80 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.00 18.5 5 12.28 320.70 Seção 5 242.00 18.00 (cm²) (cm) 4.57 0.073 0.00 127.00 18.5 13.80 96.25 0.44 246.00 148.80 (26Ø25mm) (cm) 6.00 148.00 80.58 0.9 136.82 (24Ø25mm) 2793 0.28 (16Ø25mm) 2775 0.1 4.60 215.22 0.00 18.74 80.84 44.00 18.00 121.Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES .00 44.26 121.23 0.00 121.4 8.00 252.00 18.073 0.30 1.3 5 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 118 BR-242/TO .0 6 4.00 18.00 25.066 0.00 25.8 141.044 0.00 φ (mm) barras por camada cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 25.30 1.00 4.58 0.50 255.00 235.00 235.79 Ascorr.00 235.7 4 11.00 127.82 723.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.64 694. (tfm) (tfm) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2) 140 92 2591 1698 893 1750 1.64 (21Ø25mm) 2789 0.00 25.00 148.0 6 4.28 0.9 2 9.8 138.00 106.00 18.50 2674 1764 910 1750 1.00 4.30 1.64 365.00 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção bf hf bw h binf hinf Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) (cm) (cm) 235. Armadura sugerida CG barras número de camadas wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2) 2643 0.44 (9Ø25mm) 2733 0.45 212.00 242.8 13.3 11.60 2714 1801 913 1750 1.00 Seção 6 252.55 0.4 135.60 162.00 80.057 0.00 148.6 136.00 148.00 4.00 18.00 44.50 2732 1816 917 1750 1.0 6 4.VIGA Seção 2 Seção 3 (tfm) (tfm) (tfm) 91.80 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmax tensões MDmin tensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K <1.30 162. (tfm) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 268.00 235.0 6 4.50 2728 1812 916 1750 1.28 610.00 18.0 6 4.50 167.91 127.00 106.44 470.61 106.30 1.82 380.52 0.00 4.30 1.22 0.60 Seção 4 212.50 245.00 25.6 3 11.

00 24 φ 25.1) ⎢ ⎣ 2(VSd .0 = 45.17 tf (média entre seções).max).0 = 110.2 (Modelo de Cálculo I da armadura de armadura transversal) da NBR 6118/2003.28 106.η2.00 22 φ 25.2.25 MPa η1 = 2.inf / γc = 0.4. 4 f bd sendo fbd = η1.82 127.0 cm (ver item 6.25 (barras nervuradas – item 9. Vc = 29. “aL”deverá ser determinado através da expressão abaixo indicada: ⎤ ⎡ VSD .0 = 150.2.64 121.00 26 φ 25.max − Vc ⎥ ⎦ Vsd.1) Ö 1 φ f yd Para a determinação do Cortante de Cálculo (VSD. ά = 45º Cálculo de lb lb = .0 = 80.RESUMO DAS ARMADURAS AScalculada ASsugerida (cm2) SEÇÃO (cm2) 2 44.máx = 36.44 9 φ 25.00 3 4 5 6 80. foi tomado o valor médio das seções 1 a 6 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 119 BR-242/TO .80 16 φ 25.00 Esquema da distribuição das barras na seção 6: Diagrama de Áreas Cálculo de aL De acordo com o item 17.3 x fck2/3 = 2.3.0 = 130.54 tf (média entre as seções) .fctd fctd = fctk.7 x 0.η3.max 1 aL = d ⎢ ⎥ (1 + cot gα ) − cot gα ∴ aL ≅ 130.

ef) = (30 x 2.d.1 da NBR-6118/2003 .DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL Segundo o item 17.25 x 2.00) ≅ 75.η2 = 1.0 (situações de boa aderência) η3 = 1.4)) ≅ 30.27αv x fcd x bw x d. com αv = (1 – fck / 250) em MPa Vsw = (Asw / s).16 cm ⇒ adotado (a favor da segurança) lb = 80 cm Comprimento das Barras 13 .4.φ lb = lb x (As.((500 / 1. b) VSd < VRd3 = Vc + Vsw onde: VRd2 = 0.15) / ((2.8 / 130.03) / 1.9.calc / As.( sen α + cos α) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 120 BR-242/TO . devem ser satisfeitas as seguintes desigualdades: a) VSd < VRd2.54) x (127.2.fywd.0.0 para φ < 32mm lb = (Φ / 4).

39 -4.15 fck (MPa) fyk (MPa) 35 500 TETA (° 45 a (graus) 90 Estado limite último .47 Seção 4 16.75 18.30 31.00 n 18.00E+06 Δfsd fadiga (MPa) 85 MATERIAIS E ÂNGULO DOS ESTRIBOS: COEF.90 38.00 n 55.74 Seção 1A 37.5 ⎫ VSd = ⎨ 1.46 0.50 1.00 8 2 Seção 6 135.08 55.00 ⎬ Vgk + ⎨ 0 ⎬ Vqk ⎩ ⎭ ⎩ ⎭ COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: Modelo de verificação Modelo I 1 gfg = 1.00 10 2 Seção 3 138.36 -0.35 ⎫ ⎧ 1.90 gfg = gfp = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.50 18.08 18.fctd.00 n 18.11 PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: d bw bainha na alma bw útil bitola (mm) Ramos de estribo (cm) (cm) (cm) (mm) Seção 1 141.50 gfg = y1 = Modelo II Nº de Ciclos 2.04 Seção 5 8.00 8 2 Seção 1A 153.00 10 2 Seção 4 136.inf = 0.00 10 2 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 121 BR-242/TO .32 18.38 -0.00 10 2 Seção 5 136.38 18.Vc = Vco na flexão simples e na flexo-tração.80 26.fck2/3 fywd = tensão na armadura transversal passiva.35 gfq = 1.37 -11.00 18.21.inf / γc fctk.50 45.60 Seção 6 0. com a linha neutra cortando a seção Vco = 0.00 n 18.46 -8. limitada ao valor fyd no caso de estribos (≤ 435 MPa) d = altura total menos a distância da base ao CG da armadura longitudinal Para cálculo de VSd temos a seguinte expressão: ⎧ 1.00 n 18.00 10 2 Seção 2 141.4 1.6.19 Seção 3 25.40 22. DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS: gc = gs = 1.00 0.00 Seção 2 33.00 n 18.64 -16.95 41.00 0.50 18.00 n 18.bw.d fctd = fctk.Cisalhamento/Torção ESFORÇOS SOLICITANTES: Vgk Vqkmax Vqkmin Vpk Tgk Tqk (tf) (tf) (tf) (tf) (tf m) (tf m) Seção 1 43.

31 7.12 7.29 0.13 2.60 27 0.13 2.60 24 0. O cálculo das tensões na armadura deve ser realizado para a Combinação Freqüente das Ações com ψ1 igual a 0.13 2.60 24 0.98 0.21 1.21 1.13 2.60 24 0.06 9.9 2RØ10 c/9.4 Seção 4 30 13 204 11 194 85 1.4 Seção 2 53 34 225 119 106 85 1.25 17.13 2.21 1.60 75 0. deverá ser adotado 50% do valor de Vco descrito anteriormente.9 2RØ10 c/9.31 3.92 16.79 (EB-3) Aswcorrig.60 16.21 1.31 14.60 24 0. a norma estabelece um valor limite igual a 850 kgf/cm2 para qualquer diâmetro.79 13.28 3.21 1.94 16.7 2RØ10 c/9 Armadura cisalham.21 1.CÁLCULO: VERIFICAÇÃO DO CONCRETO Vsd (tf) Vrd2 (tf) Tsd (tf m) Trd2 (tf m) Tsd/Trd2+ Vsd/Vrd2 Seção 1 127 450 0 Seção 2 103 147 0 Seção 3 81 145 0 Seção 4 62 142 0 Seção 5 45 143 0 Seção 6 28 142 0 Seção 1A 113 160 0 0.31 10.43 DIMENSIONAMENTO CISALHAMENTO fctm fctd Vc = Vco Taxa mínima Aswmin Asw (MPa) (MPa) (tf) (cm2/m) (cm2/m) Verificação do Estado Limite Último de Fadiga De acordo com a NBR-6118 (2003).3 Seção 5 20 3 159 0 159 85 1.13 7.5. a verificação do Estado Limite Último de Fadiga consiste na limitação na variação de tensões da armadura dimensionada.3 2RØ8 c/30 Seção 1A 59 38 227 123 104 85 1.66 17.87 17.44 3.56 3.79 16.31 14.1 2RØ8 c/14 Seção 6 9 -8 0 0 0 85 1.21 1.57 0. na determinação das tensões máximas e mínimas.00 2.26 0.83 0.9 Seção 3 41 23 220 84 136 85 1.60 24 0.9 2RØ10 c/8.70 3.00 13.20 3.71 3.22 17. (cm2/m) Sugerido cisalhamento O esquema a seguir apresenta um gráfico das faixas dos estribos para cada décimo do vão com as áreas de aço corrigidas após a verificação do Estado Limite Último de Fadiga. (tf) (tf) (MPa) (MPa) (MPa) (MPa) (cm2/m) Seção 1 66 44 240 51 189 85 1.31 3.13 2.31 3. VERIFICAÇÃO DA FADIGA CISALHAMENTO VSdmax VSdmin sswmax sswmin Dσs Dσsadm K < 1.0 2RØ10 c/12.79 7. No caso de estribos. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 122 BR-242/TO .31 0.45 0. Além disso.

Adotando-se os diâmetros sugeridos (φ8 mm e φ10 mm).DETERMINAÇÃO DA CONTRA-FLECHA Para o cálculo das deformações das vigas. cujo máximo valor está apresentado abaixo (valor expresso em centímetros está multiplicado por 102): Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 123 BR-242/TO . deverão ser respeitados os espaçamentos mínimos e as faixas acima indicados. 14 . foi utilizado uma combinação de carregamentos permanentes (g1+ g2 + g3). A viga que apresentou a maior deformação foi a viga externa (V1).

ou seja. portanto.0 vezes a flecha teórica. é sugerido que se adote uma contra-flecha para as vigas de aproximadamente 2. Dada a simetria transversal e longitudinal da estrutura. Como as deformações na prática costumam ser maiores que as deformações teóricas. 15 . a 0. a contra-flecha a ser adotada para a estrutura em questão deverá ser de. no mínimo. Serão analisadas as seções abaixo indicadas.Verificou-se.45 cm.0 cm.CÁLCULO DA LAJE Conforme resultado do processamento do “STRAP”. Dessa forma. Impacto do veículo na barreira Conforme manual de Obras de Arte Especias deverá ser previsto uma força horizontal concentrada de intensidade P = 60 kN ( 6 tf) aplicada em sua aresta superior. serão apresentados os resultados até a metade do vão. a viga do meio corresponde a viga V2 e a viga inferior corresponde a viga V3. a seguir serão apresentados os esforços solicitantes.8 m da base: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 124 BR-242/TO . 9. que o valor da flecha da viga mais solicitada é de 4. A viga superior corresponde a viga V1.

020 3000 2 1.4 × 48 = 67.M b = 60 × 0.m / m hbase _ defensa = 0.72 K md = = 0.Momentos Fletores na direção X Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 125 BR-242/TO .0 × 0.4 6.37 × 1.m / m M d = 1.5mm e 10 mm c/25 e ferro longitudinal de 10mm em cada face (5 ferros) Esforços Solicitantes MX .8 = 48kN .348 × 0.37 Será adotado estribo 12.40m d = 40 − 3 = 37cm 6.2kN .72 As = = 4.3cm² / m 4.969 × 0.

Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 126 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 127 BR-242/TO .

como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. iremos realizar uma combinação com todas as cargas. iremos realizar uma combinação com todas as cargas.Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3. obtendo para momentos mínimos a viga V1. como indicado abaixo: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 128 BR-242/TO .

MY .Momentos Fletores na direção Y Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 129 BR-242/TO .

Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 130 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 131 BR-242/TO .

Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento. apenas no modelo Myn. apenas no modelo Mym. obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3. iremos realizar uma combinação com todas as cargas. iremos realizar uma combinação com todas as cargas. como indicado abaixo: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 132 BR-242/TO . obtendo para momentos mínimos a viga V1. como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento.

067 -2.min Mg Mq .max Mveic.294 -2.153 -0.970 -0.582 0.292 -2.957 0.m/m) -0.000 -0. .min Mveic.907 -0.868 -5.m/m) -0.975 -2.20 = 1.60 = 1.963 0.0.min MD Seção A V1 (tf.894 0.min MD Seção A V2-V3 (tf.305 3.max Mveic.max Mq .087 0.878 1.361 -0.max Mq .443 -6.625 0.000 0.102 -2.210 -1.4 .420 0.m/m) 0.277 -2.911 Seção B V1 (tf.000 -0.369 -0.200 -0.801 Seção C V2-V3 (tf.470 0.823 -0.864 -0. .080 -0.615 -0.2306 ϕ laje = 1.580 -1.486 -2.093 0.260 -0.400 -0.918 Seção B V2-V3 (tf. . .max Mmult.059 5.000 1.max Mmult.4 .050 -0.530 -0.361 -0.110 -0.3818 = 1.680 -5.100 -0.074 -0.1229 ϕ viga  iga v Correção do coeficiente de impacto = Os momentos devido à carga móvel (Mq) foram multiplicados por 1.026 0.min Mveic.612 • Momentos Mxe Mxe PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.m/m) 0.259 0.602 0.298 0. .1226 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 133 BR-242/TO .644 -0.048 1.352 Seção C V1 (tf.640 -1.294 0.120 -0.000 1.Resumo tabelado dos momentos fletores • Momentos Mxm Mxm PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.m/m) 0.169 Seção D V2-V3 (tf.649 -2.130 -0.106 0.361 -0. .350 3.414 3.min Mg Mq . .200 2. .000 0.986 0.159 2.0.115 -0.379 Seção D V1 (tf.m/m) -0.749 -3.720 -5.197 -0.007 x 2.231 5.m/m) -0.596 0.235 -0.124 -2.197 -0.007 x 24.821 1.330 2.000 -0.594 Coeficientes de impacto: laje = 1.m/m) 0.277 0.000 0.

000 0.158 0.046 0. .000 0.007 -0.min Mg Mq .103 -0.00 ou 1.550 Md = (1.000 0.00 ou 1.m/m) 0.229 0.m/m) 0.000 0. .000 0.000 0.210 0.466 -0.000 0.max Mmult.min Mg Mq .171 0.0 + 15.491 -0.077 0.000 0.m/m) 0.0 – 4.142 0.050 0.103 -0.297 Seção D V1 (tf.081 0.000 0.015 -0.049 0.000 0. .116 0.279 1.162 -0.058 -0.1226 • Momentos Mym Mym PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.204 0.117 0.241 2.max Mmult.min MD Seção A V2-V3 (tf.456 1.149 1.000 0.217 2.114 0.416 1.000 0.012 -0.211 0.0 cm (longitudinal negativa) – espessura da laje a favor da segurança Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 134 BR-242/TO .000 0. .068 -0.5 x Mq Dimensionamento Será feito o dimensionamento à flexão.232 -0.m/m) 0.5 x Mq • Momentos Mye Seção D V2-V3 (tf.698 -0.0 cm (transversal negativa) • Para Mym altura da seção de cálculo = 18.min Mveic.m/m) 0.239 0. disposta dentro da pré-laje • Para Mxe altura da seção de cálculo = altura da laje + topo da viga = 18.466 -0. .010 -0.111 -0.000 0. .200 0.094 Seção B V1 (tf.051 -0.260 1.000 0.771 Seção C V2-V3 (tf.000 -0.000 0.m/m) -0.min Mveic.000 0.000 0.000 0.max Mveic.050 -0.max Mveic.198 -0.max Mq .000 0.m/m) 0. com verificação do estado limite último de resistência à fadiga e do estado limite de fissuração de acordo com as prescrições da NBR-6118/2003.0 = 33.576 Mye PP(Laje) Mg3 Mrecapa Mmult.125 -0.m/m) 0.127 0.0 cm (longitudinal positiva) – seção últil • Para Mye altura da seção de cálculo = 18.149 0.000 -0.35) x Mg + 1.370 -0.348 Seção D V1 (tf.0 cm (transversal positiva) – armadura principal.Mg = Mg2 + Mg3 Mq = (Mmultidão + Mveículo) x 1.106 0.997 -0.000 0.100 0.max Mq .253 -0.0 = 14.037 0.299 0.100 -0.min MD Seção A V1 (tf.549 -1.243 Mg = Mg2 + Mg3 Mq = Mmultidão + Mveículo Md = (1.000 0. . .000 0. • Para Mxm altura da seção de cálculo = 18.009 -0.35) x Mg + 1.709 Seção B V2-V3 (tf.

00 gfg = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.35 1.4 1.50 gfg = gfq = 1.15 Es/Ec fissuração = Es/Ec fadiga = 15 10 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 135 BR-242/TO .00E+06 COEFICIENTES DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS/α s: gc = gs = 1.00 0.80 gfg = y1 = Nº de Ciclos 2.COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: 1.

57 6.07 9.0 100.95 -1.5 2.03 (Ø12.61 14.007 0.70 cm²/m.5c/12.83 -2.92 14.5c/17.5c/13.13 2281 253 2027 1900 1.0 = 2.005 0.37 9.5 2.00 8.08 9.41 0.22 3.49 (Ø12. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2460 0.50 12.99 2.50 12.14 6.350 3.30 1.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.975 -2.00 3.235 -0.14 (Ø12.059 D -0.14 5.8cm) 2341 0.18 2.27 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.15 x 18.77 3.88 2.49 5.00 4.5c/33.89 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.30 1.640 -1.0 100.11 0.6cm) 2332 0.5 2.70 1.159 2.29 0.6cm) 3 6 8 8 Armadura mínima: 0.31 0.5 2.878 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min B -0.03 3.27 (Ø12.00 9.15 h = 0. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 1.649 -2.61 -1.0 18.95 2291 236 2055 1900 1.88 2.11 0.0 100.414 D -0.00 4.65 2413 92 2321 1900 1. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 1.80 14.17 14.11 0.30 1.40 0.0 18.231 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 18.12 0.00 4.04 -0.007 0.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.30 1.50 (cm²/m) (cm) 4. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 136 BR-242/TO .7cm) 2378 0.0 100.048 1.29 2329 166 2164 1900 1.17 8.Mxm CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES A (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.50 12.88 0.00 6.005 0.0 18.305 3.88 1.

25 (Ø12.5 3.0 33.5 3.09 4.00 4.30 1.00 4.0 100.16 6.59 29.5c/27.0 100.443 -0. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 6.14 4.14 0.Mxe CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES A (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 1.00 (cm²/m) (cm) 4.5cm) 2681 0.00 4.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.868 -0.00 5.00 4.69 2659 456 2202 1900 1.30 1.91 29.067 C 0.005 0.38 1.93 2647 788 1859 1900 1.40 3.28 5.986 2.52 (Ø12.47 0.00 4.09 4.45 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.5c/29. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 137 BR-242/TO .00 4.005 0.0 100. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 4.88 2641 741 1899 1900 1.15 x 33.00 4.00 12.38 1.05 0.25 0.005 0.38 1.5 3.5c/29.14 0.86 2632 695 1937 1900 1.5cm) 6 4 4 4 Armadura mínima: 0.35 29.0 100.0 33.0 = 4.28 (Ø12.38 29.14 0.00 12.28 3.25 5.00 4.680 -0.25 3.00 12.02 4.13 0.30 1.294 3.5c/19.47 0.720 -0. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2694 0.47 0.2cm) 2666 0.005 0.0 33.41 5.38 1.14 0.957 2.124 Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 33.45 (Ø12.15 h = 0.95 cm²/m.47 0.749 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min B 0.54 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.30 1.52 5.102 D 0.14 0.3cm) 2675 0.963 2.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.5 3.

00 4.09 (Ø12.26 2.0 14.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.00 (cm²/m) (cm) 4.08 2509 212 2297 1900 1. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2444 0.2cm) 2 4 Armadura mínima: 0.01 1.12 0.0 100.15 x 18.30 1.60 1.00 1.21 4.05 4. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 0.204 0.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 12.60 (Ø12.Mym CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Esforços solicitantes A Mgk Mqk max Mqk min Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.0 = 2.5 3. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 0.149 (MPa) (MPa) 35 500 35 500 (cm) (cm) 14.13 0.45 0.5c/25.0 100.15 h = 0.41 1.5 3.00 12.997 -0.142 B 0.3cm) 2570 0.00 4.41 0.00 2389 2 2387 1900 1.00 0.38 1.38 0.114 0.30 1.43 0.70 cm²/m.5c/62.94 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.77 10.71 10.370 -0.005 0.005 0. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 138 BR-242/TO .09 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.

325 . somente o esforço resultante do carregamento g3 e do esforço devido ao carregamento da multidão com impacto em todo o tabuleiro (a favor da segurança). para o momento na viga. classe ⇒ tipo do aço A. de elast.550 tfm/mlaje = 255000 kgf. gama s ⇒ s do aço.cm/mlaje (momento na laje de cálculo entre V2 e V3) Seção de cálculo Programa de dimensionamento a flexão oblíqua do livro Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – volume 1 – pág. n total ⇒ número de barras na seção.60 m entre-eixo de vigas • Mym = 2.m • Nd = 153. Será adotado. fyk ⇒ tensão de escoamento do aço.2 / (1.Mym . normal de cálculo kgf momento y ⇒ momento fletor de cálculo kgf .G. do aço.de Lauro Modesto dos Santos 1 Programa de dimensionamento a flexão oblíqua do livro Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – volume 1 – pág.2 tf.m (Mg3 + Mmultidão – esforços na viga V1) • Mdviga = γf x Mviga = 1 x 153.60) = 46. • centro de gravidade da armadura na seção C = 11. asmin ⇒ taxa de armadura mínima. é possível determinar a armadura longitudinal positiva utilizando-se o programa DIMFOC1. 325 .de Lauro Modesto dos Santos Dados p/ o programa: unidades kgf e cm: fck ⇒ fck do concreto.Seção C Considerando-se flexo-compressão na laje.5 + 87. gama c ⇒ c do concreto. Es ⇒ mod.7 cm (C.29 tf/mlaje = = 46287 kgf/mlaje 2. cm Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 139 BR-242/TO . normal ⇒ esf.2 = 153.273 x 2.7 = 153. da seção 4. a favor da segurança) • Mviga = 65.2 tf.

0 6.95 cm²/m. Mym .6 -31.Seção D (½ do vão) Utilizando as mesmas hipóteses citadas anteriormente temos • centro de gravidade da armadura na seção D = 12.5 -50.15 x 13.5 Posições das armaduras x -46.5 50.m (Mg3 + Mmultidão – viga V1) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 140 BR-242/TO .53333333 0 15.0 = 1.06666667 -15.00 = 182.1 -3.03 astotal 1.0 -6.0 -6.40 tf.0000 0.53333333 31.40 + 105.1 -3.0 6.1 -3. Convenção de momentos fletores positivos: Dados de entrada e saída: fck gama c fyk gama s es classe 350 1.0604 0.6 y -3.1 500 MPa n° vertices 4 ntotal 7 dupla sim N eixo y S normal 46287 momentox 0 momentoy 255000 asunit 0.5 0.0015 Dimensionamento a flexo compressão oblíqua p/ seção ν = μx = μy = ω = 0.4 5000 1.06666667 46.1424 0.0028 unidade de comprimento em cm Armadura mínima: 0.15 2E+06 A vértices da seção x y -50.n° vértices ⇒ número de vértices da seção.1 -3.3 cm (a partir da borda inferior) • Mviga = 77.15 h = 0.95 asmax taxa min/max 0.5 50.1 -3.1 -3.

6 y -3.0015 Dimensionamento a flexo compressão oblíqua p/ seção ν = μx = μy = ω = 0.06666667 -15.cm/mlaje (momento na laje de cálculo entre V1 e V2) Dimensionamento fck gama c fyk gama s es classe 350 1.• Mdviga = γf x Mviga = 1 x 182.0 = 1.5 0.0000 0.40 / (1.5 50.60 m entre-eixo de vigas • Mym = 2.5 50.40 = 182.06666667 46.0 -6.1 -3. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 141 BR-242/TO .1 -3.37 tf/mlaje = 55370 kgf/mlaje 2.1 -3.60) = 55.1 500 MPa n° vertices 4 ntotal 7 dupla sim N eixo y S normal 55370 momentox 0 momentoy 257600 asunit * astotal 1.1 -3.1704 0.95 cm²/m.576 tfm/mlaje = 257600 kgf.95 asmax taxa min/max 0.5 -50.1 -3.15 h = 0.267 x 2.5 Posições das armaduras x -46.0610 * unidade de comprimento em cm Armadura mínima: 0.0 6.53333333 0 15.6 -31.1 -3.40 tf.4 5000 1.15 2E+06 A vértices da seção x y -50.m • Nd = 182.53333333 31.0 -6.15 x 13.0 6.

0 3.103 B 0.50 0.00 1.07 0.005 0.50 0. Armadura e espaçamento Quantidade de barras wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2/m) 2581 0.00 10.76 0.19 -0.232 -0.58 0.50 0.00 0.005 0.005 0.39 (Ø10c/206.12 0.000 0.00 4.100 C 0.70 cm²/m Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 142 BR-242/TO .0 3.45 1.00 4.0 φ (mm) cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 10.00 4.39 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmaxtensões MDmintensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K Ascorr.50 0.13 0.549 -0.15 x 18.09 1.14 0.30 1.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.0 18.30 1.00 0.12 2531 466 2065 1900 1.06 0.000 D 0.28 0.0 3.00 1930 0 1930 1900 1.24 14.16 0.Mye CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES Esforços solicitantes A Mgk Mqk max Mqk min Propriedades dos materiais fck fyk Propriedades da seção h bw Armadura inferior (tfm/m) (tfm/m) (tfm/m) 0.9cm) 2043 0. (tfm/m) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 1.0 100.30 0.7cm) 1977 0.005 0.47 0.10 0.39 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.0 100.08 1996 19 1977 1900 1.00 0.38 0.35 14.48 0.09 14.15 h = 0.000 0.64 0. (tfm/m) (tfm/m) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2/m) 0.198 0.30 1.04 0.91 0.76 (Ø10c/41.000 (MPa) (MPa) 35 500 35 500 35 500 35 500 (cm) (cm) 18.02 0.00 0.11 0.162 0.47 (Ø10c/166.55 (Ø10c/138.000 0.29 0.0 3.9cm) 3 1 1 1 Armadura mínima: 0.6cm) 1885 0.0 18.00 10.30 14.06 0.0 = 2.0 100.00 10.00 1837 0 1837 1900 1.55 0.0 100.00 (cm²/m) (cm) 4.200 0.0 18.30 1.

33 cm²/m Verificação do estado limite último de resistência à força cortante A verificação será feita para a posição do veículo abaixo indicada Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 143 BR-242/TO .95 2.As = 5.89 4.00 cm²/m Armadura negativa na laje: ∅10 mm c/10 .00 cm²/m (seção A até seção B) ∅10 mm c/15 .70 Seção C 9.95 4.Quadro-Resumo Armadura calculada (cm2/m) Seção A Mxm Mxe Mym Mye 3.18 4.94 2.As = 10.5 mm (para cada placa) .33 cm²/m Armadura negativa na laje: ∅8 mm c/15 .As = 3.70 6.70 Armadura Sugerida Sentido transversal: Armadura positiva na laje: 4 ∅12.33 cm²/m (seção B até seção D) Sentido longitudinal: Armadura positiva: ∅10 mm c/15 .99 4.70 Seção B 6.As = 8.95 1.95 4.40 2.95 2.As = 5.70 Seção D 9.70 2.

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 144 BR-242/TO .

4 x (1 – (59.06) / 2 – (0.8 cm b’ = 50 + 2 x (9.9) = 89.60 = 1.5 + 0.3818 • Vveíc = 7.8 / 260.24 Força cortante resistente Vrd1 De acordo com o item 19.50 x 5.4 .2-b.71 x 0. conforme 17.54 tf/mlaje • coef.74 tf • Vqkmáx = Vveíc / bw = 6.0.53) / 2) = 0.9) = 59.24 tf/mlaje  Vsd = 1. de impacto: = 1.35 x 0.l ⎟ = 59.25 fctd fctd = fctk.5 x 1.007 x 2.4 cm (distância da face da viga ao centro da carga) ⎛ b⎞ largura útil: bw = b + a1 x ⎜1.inf/γc ρ1 = AS 1 .0 + 10.1.18 x 2.65) = 6.3818 x (0.6 cm ⎝ ⎠ Força Cortante de Cálculo Vsd • laje / pavimento: Vl/p = 0.21 x 0.74 / 1.4.35 x Vgk + 1.0 + 10.79 x 2.02| bw d σcd = NSd/Ac k é um coeficiente que tem os seguintes valores: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 145 BR-242/TO .4 da NBR6118/2003.76 = 0.71 tf/m2 • Vgk = (Vl/p) x ((0. podem prescindir de armadura transversal para resistir aos esforços de tração oriundos da força cortante. quando a força cortante de cálculo obedecer à expressão: VSD ≤ VRd1 A resistência de projeto ao cisalhamento é dada por: VRd1 = [τRd k (1.59 tf/mlaje Força cortante em lajes e elementos lineares com bw ≥ 5d Lajes sem armadura para força cortante As lajes maciças ou nervuradas.54 + 1.8 cm a1 = 89.0)) = 128. temos que: ⇒ Vsd = 8.5 x Vqkmáx = 1.b = 20 + 2 x (9.109 x 2.8 + 89.286 = 5.4 = 0. não maior que |0.1.15 σcd]bwd onde: τRd = 0.2 + 40ρ1) + 0.

0 cm Durante o Macaqueamento Na eventual necessidade de substituição dos aparelhos de apoio.3 x 352/3) / 1. Dimensionamento Protensão da transversina Como a solicitação de momento fletor nas transversinas tem valores insignificantes. os macacos serão posicionados embaixo de cada viga de modo a permitir o levantamento do tabuleiro.47 VRd1 = 11.6 – d|.para elementos onde 50% da armadura inferior não chega até o apoio: k = |1|.00 / (100 x 13.40 MPa = 40.4 = 1. não há necessidade de armadura de cisalhamento nas lajes. A seguir tem-se os valores das tensões na transversina na devido a protensão. 16 . a protensão tem como objetivo promover a ligação entre as vigas principais.4 = (0.61 = 0.25 x 1.008 σcd = 0 (obs: NSd é a força longitudinal na seção devida à protensão ou carregamento (compressão positiva) • k = 1. com d em metros. Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 146 BR-242/TO .69 tf Como VSD < VRd1.” Assim temos: • • • • fctd = (0.3 x fck2/3) / 1.25 tf/m2 ρ1 = 10. não menor que |1|.0) = 0.13 = 1. para os demais casos: k = |1.7 x 0.DIMENSIONAMENTO DA TRANSVERSINA Propriedades Geométricas: • • • Seção Retangular Altura total = 95 cm Largura da alma = 30.6 – 0.61 MPa τRd = 0.7 x 0.

0000 0.50 MPa = 2450 tf/m² • σp = 270.0000 0.50 x Mq Momento Fletor Positivo: Md = 3.3000 0.5125000E-02 4.3843750E-02 4.5125000E-02 Na transversina extrema.70 x 35 = 24.35 x Mg + 1.5125000E-02 4.0451 m3 2 cabos de 6 ∅12.02143 m4 Wi = Ws = 0.m Momento Fletor Negativo: Md = -4. Neste momento. a tensão está dentro do limite apresentado.0000 0.0000 1.0 0.0000 0.c = 0.3843750E-02 4.8500000E-01 2.ver.8500000E-01 2.5125000E-02 4. obtemos a seguinte envoltória para todos os carregamentos: Md = 1.Elementos Geométricos da seção homogênea ENTRADA DE DADOS B1 = B2 = B3 = B4 = B5 = Jota1 .70 fck • σmax.0000 0.0000 m m m m m H1 = H2 = H3 = H4 = H5 = 0.G.0000 0. ≤ 0.0000 m m m m m LARGURA DA LAJE ESPESSURA DA LAJE RELAÇÃO Eviga/Elaje 0. Durante o Macaqueamento Na eventual necessidade de substituição dos aparelhos de apoio.95 x 0.0000 0. conforme ilustra a figura a seguir: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 147 BR-242/TO . ÁREA HOMOGENEIZADA MOMENTO DE INÉRCIA MOMENTO ESTÁTICO MÓDULO RESIST SUP DA VIGA MÓDULO RESIST SUP (COMPOSTO) MÓDULO RESIST INFERIOR m m m m m m m 1 2 4 3 3 3 3 PERFIL COMPOSTO CG A I S Wsup Wsup Winf 4.9 tf.7500000E-01 2.0000 m m RESULTADOS PERFIL SIMPLES COTA DO C.9500 0.m A = 0. 3.1434375E-02 3.1434375E-02 3.7500000E-01 2.7 mm Fp = 14 x 6 = 84 tf compressão: σmax. a transversina deverá ser apoiada em dois pontos.6 tf.c Como podemos observar. a transversina deve ser macaqueada de modo a permitir o levantamento do tabuleiro.30 = 0.285 m2 I = 0.8 tf/m² σp < σmax.

• Momento fletor Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 148 BR-242/TO .Pelos resultados do STRAP temos as seguintes reações de apoio devido a carga permanente (g1 + g2 + g3): Para o cálculo da transversina foi processado um outro modelo de cálculo (uma viga bi-apoiada. conforme esquema a seguir) com as reações posicionadas nos eixos dos apoios.

Força Cortante

Determinação dos Esforços de Cálculo (conforme item 5.1.4.3 da NBR 8681/2003)

⇒ Momento Fletor Positivo Md = 1,00 x 68,2 = 68,2 tf.m ⇒ Momento Fletor Negativo Md = 1,00 x 59,4 = 59,4 tf.m ⇒ Força Cortante Vd = 1,00 x 58,4 = 58,4 tf Dimensionamento Armadura Longitudinal Será adotada armadura longitudinal positiva igual a armadura longitudinal negativa.
ESFORÇOS SOLICITANTES Mg (tf.m) = MD (tf.m) = 68,20 68,20 COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO Estado Limite Último: gfg = 1,00

PROPRIEDADES DOS MATERIAIS: Fck (MPa) = Fyk (MPa) = 35 500 COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DOS MATERIAIS gc = gs = 1,4 1,15

PROPRIEDADES DA SEÇÃO: bcomp. (cm) = h (cm) = d'(cm) = d (cm) = c (cm) = φ (mm) = Cálculo da L.N. x (cm) = As (cm ) =
2

30,0 93,0 6,3 86,8 5,0 25,0 16,7 19,59

Dimensionamento: Md = 68,20

ok

Adotar Î 2X7 Ø 16,0mm

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
149

BR-242/TO

Armadura Transversal
ESFORÇOS SOLICITANTES: SEÇÃO 1 Vgk (tf) = Vqkmax (tf) = Vqkmin (tf) = Vpk (tf) = 58,40 0,00 0,00 0,00

COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: ESTADO LIMITE ÚLTIMO:

gfg =
MATERIAIS: fck (kgf/cm ) = fyk (kgf/cm ) =
2 2

1,00

gfq =

1,50

gfp =

0,90

350 5000

gc = gs =

1,4 1,15

φ (mm) =
nº ramos =

10 2

a(graus) =

90

PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: SEÇÃO 1 d (cm) = bw (cm) = 93,0 30,0

CÁLCULO: VERIFICAÇÃO DO CONCRETO VSd (kgf) = VRd2 (kgf) = 58400 161960 VSD<VRd2 - ok DIMENSIONAMENTO fctm (MPa)= fctk,inf (MPa)= fctd (kgf/cm )= Vc = Vco (kgf)= Asw (cm /m)=
2 2

3,21 2,25 16,05 26867 8,66

Adotar Î Ø 10,0mm c/9 Armadura de pele: As = 0,10% x Ac = 0,0010 x 0,30 x 0,95 = 2,85 cm² em cada face Adotar Î 2x7 Ø 16,0mm (já adotado na armação longitudinal) Vericação das Tensões σmax.c ≤ 0,70 x 35 = 24,50 MPa = 2450 tf/m² 2 cabos de 6 ∅12,7 mm
Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
150

BR-242/TO

P = 14 x 6 = 84 tf σs = M / Ws = 68,20 / 0,0451 = 1512 tf/m2 σi = M / Wi = 59,4 / 0,0451 = 1317 tf/m2 σp = P / A = (2 x 84,0) / 0,285 = 589 tf/m2 σ1 = σs + σp = 1512 + 589 = 2101 tf/m2 σ2 = σi + σp = 1317 + 589 = 1906 tf/m2 σ1 ≤ σ2 ≤ σmax.c Como podemos observar, todas as tensões estão dentro dos limites.

4.5 - Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura

• • • • • •
‰

Comprimento das travessas Apoio extremo = 13,00 m Apoio intermediário = 13,00 m Comprimento dos pilares (tubulão) = 8,00 m Travessas extrema e intermediária = 1,40 x 1,60 (m) Ponte Classe 45 / ITEM 3.5 DA NBR 7188/84

Materiais

Aço comum : CA – 50 Concreto: Travessa Pilar

fyk = 500 MPa fck = 25 Mpa fck = 25 MPa

‰

Bibliografia

• • • • • •

NBR 6118/2003, NBR 7187/2003, NBR 8681/2003, NBR 7188/1984 Fundamentos da técnica de armar - P. B. Fusco Técnicas de armar as estruturas de concreto - Péricles B. Fusco Construções de concreto - F. Leonhardt / E. Monnig Tabelas para dimensionamento de concreto armado – PROMON Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto – Lauro Modesto dos Santos

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
151

BR-242/TO

CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 1 .5.4.1 .VISTA FRONTAL DAS TRAVESSAS E PILARES Apoio Extremo Apoio Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 152 BR-242/TO .

SEÇÃO TRANSVERSAL DAS TRAVESSAS. BLOCO E PILAR Apoio Extremo Apoio Intermediário 3 .2 .PROPRIEDADES E MATERIAIS DAS BARRAS Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 153 BR-242/TO .

Trata-se de um conjunto de programas destinados a geração da geometria do modelo . grelha. composição de cargas e verificação de resultados.PROGRAMA DE CÁLCULO Para a determinação dos esforços solicitantes será utilizado o software de análise estrutural STRAP (Structural Analysis Program). Para facilitar a construção de modelos estruturais.• • • • • • • Propriedade 1: viga extrema Propriedade 2: viga intermediária Propriedade 3: transversina do apoio e central Propriedade 4: apoio de neoprene Propriedade 5 e 6: travessa extrema Propriedade 7: travessa intermediária Propriedade 8: tubulão 4 . versão 12.0. o programa está subdividido com relação ao tipo de estrutura em: estruturas planas. estruturas espaciais e treliças. As etapas de análise de um modelo são as descritas a seguir: Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 154 BR-242/TO .

3 tf Rmultidão (nas faixas laterais do tabuleiro) Ocupando 2x25% do tabuleiro nas faixa laterais. V1 = V5 = 15.6 tf V3 = 10.). V1 = V5 = 16. Verificação dos resultados.1 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 155 BR-242/TO .5 tf V3 = 2. cargas móveis.3 tf Ocupando 2x30% do tabuleiro nas faixa laterais. Definição das condições de contorno (rótulas. engastes. 5 . Cálculo do modelo. Definição dos carregamentos considerados (peso próprio.2 tf V2 = V4 = 6. etc. apoios simples.).• • • • • Geração da geometria: determinação das propriedades mecânicas das barras e dos elementos. etc.4 tf Rg3 (barreiras.6 tf V3 = 19.CARREGAMENTOS Reações da Superestrutura Rg1 (viga) V1 = V2 = V3 = V4 = V5 = 15. sobrecargas.5 tf V2 = V4 = 19. pavimento e transversina) V1 = V5 = 16.1 tf Rmultidão (ocupando todo o tabuleiro) Ocupando 100% do tabuleiro. vento.0 tf V2 = V4 = 14.1 tf V2 = V4 = 8.6 tf Rg2 (laje) V1 = V5 = V3 = 14. V1 = V5 = 16.

1 tf V2 = 0. V1 = V5 = 1.V2 = V4 = 9.4 tf V3 = 4.0.0.1.1.2 tf Ocupando 50% do tabuleiro na faixa central.3 tf V2 = V4 = 13.46 tf V2 = V4 = 10.7 tf V2 = 30.2 tf V3 = 15.5 tf V4 = 0.5 tf V2 = 12.34 tf V4 = 12.1tf V3 = 29. V1 = V5 = 0.1 tf V3 = 16.31 tf V3 = .8 tf V4 = .3 tf Rveículo (próximo a borda inferior) V1 = .7 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 156 BR-242/TO .1 tf V3 = .1 tf Rveículo (sobre V2) V1 = 5.0 tf V2 = V4 = 8.0.76 tf V5 = 0 tf V5 = 32.31 tf V5 = .1 tf Rmultidão (na faixa central do tabuleiro) Ocupando 40% do tabuleiro na faixa central.3 tf Rveículo (no meio do vão – sobre V3) V1 = V5 = 1.34 tf V3 = 7.9 tf Rveículo (próximo a borda superior) V1 = 32.

85 tf/m Solicitações Horizontais Aceleração e frenagem Conforme a NBR 7187:2003.54 x 2. ou .5 / 25 = 0.3 tf → eterra = 36.Rveículo (sobre V4) V1 = 0 tf V3 = 7.8) = 1.3 x 4.7 tf Tubulão gaba = 1.71 tf/m Aba gaba = 0.50 = 13.8 tf V2 = .05 x 0.39 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 157 BR-242/TO .03 tf/nó Empuxo diferencial devido a carga móvel Hfic = (45 / (6 x 3) + 0.76 tf V5 = 5.50 = 2.50 = 3.40 = 5.50 + 0. aterro e pavimento glajeaproximação+aterro+pav = 1.30% do peso do veículo tipo Fa/f = 0.20 x 24.5) x (1 / 1.13 tf/m Laje de aproximação.0.20 = 7.8 x 3.45 x 2.5% do peso do tabuleiro com as cargas móveis distribuídas.83 x 2.5 / 9 = 4.00 = 36.86 x 2.80 + 0.052 x 13. a força de frenagem será o maior dos seguintes valores: .44 x 2.5 x 12.54 tf/nó Empuxo na cortina Eterra = (1 / 2) x (1 / 3 ) x 1.08 tf V4 = 30.20 x 2.4 tf Fa/f = 0.7 tf Peso Próprio Travessa+cortina e travessa gtravessa+cortina = 2.5 tf → fa/f = 13.15 tf/m gtravessa = 2.50 = 7.92 x 1.50 = 6.

10 Vk = 30 x 1.05 = 31.2 x 4 = 8.ESFORÇOS DEVIDO A CARGA VERTICAL Momentos fletores Mg = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) + g(laje de aprox+aterro+pav) + g(aba) + g(tubulão) Travessa Extrema Travessa Intermediária Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 158 BR-242/TO .8 x 1.03 / 9 = 3.60 m/s Q = 1.6 x Vk²/11 = 191.6 tf → fv = 8.66 kg / m² Fv = 0.Fe/d = (1 / 3) x 1.39 x 12. Fator de rugosidade e dimensões da edificação (categoria I – rios e classe C – maior dimensão superior a 50 m e adotada uma altura de 40m (por segurança) = 1.0. fator estatístico (grupo 1) = 1.1 = 39.03 tf → fe/d = 31.20 .6 / 5 = 1.192 x 24.72 tf/nó 6 .45 tf/nó Retração e temperatura → Δt = 30o C Vento Velocidade Básica = 33 (adotada a de Palmas/TO).0 x 1.2 x 3.20 x 1. Fator Topográfico (terreno plano) = 1.

Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Mq = q(multidão) + q(veículo) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 159 BR-242/TO .

Travessa Extrema Travessa Intermediária Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 160 BR-242/TO .

Mg + 1.Mq Travessa Extrema Travessa Intermediária Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 161 BR-242/TO .Tubulão do Apoio Intermediário Md = 1.50.35.

Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 162 BR-242/TO .

00 63.50 33.20 39.80 45.90 M qk 63.90 146.30 Mg(la+aterro+pav) 20.50 50.00 0.04 M gk 0.10 Mg(la+aterro+pav) 22.20 45.50 M gk 107.50 Md 255.19 0.08 Md 0.00 0.50 25.22 Forças cortantes Vg = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) + g(laje de aprox+aterro+pav) + g(aba) + g(tubulão) Travessa Extrema Travessa Intermediária Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 163 BR-242/TO .03 Mg(travessa+cortina) 0.60 0.00 0.20 120.90 M(R g3) 15.00 59.60 160.Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.90 M(R g3) 19.25 M(R g1) 24.00 0.00 3.47 379.02 0.30 M gk 120.60 M(R g2) 22.60 M qk 61.00 Mg(la+aterro+pav) 0.80 21.50.40 0.02 0.m.50 28.70 124.10 50.56 M(R g1) 26.04 M(R g2) 0.08 0.00 32.40 M(R g2) 23.00 0. Mg = M(Rg1) + M(Rg2) + M(Rg3) + Mg(travessa+cortina) + Mg(laje de aprox+aterro) + Mg(aba) + Mg(tubulão) Mq = Mq(multidão) + Mq(veículo) Md = 1.00 0.06 0.70 0.35.10 M qk 0.00 Mg(tubulão) Mg(aba) M(mult) M(veic) 0.05 0.40 -3.Mg + 1.00 0.36 403.02 0.04 0.20 0.10 57.00 29.60 Md 240.Mq Momentos fletores Momentos (+) Travessa Extrema Intermediária Momentos ( -) Travessa Extrema Intermediária Momentos Tubulão Extrema Intermediária M(R g1) 0.20 65.00 Mg(tubulão) Mg(aba) M(mult) M(veic) 0.00 Mg(tubulão) Mg(aba) M(mult) M(veic) 0.80 30.00 0.30 Mg(travessa+cortina) 25.00 Mg(travessa+cortina) 28.02 0.03 M(R g3) 0.

Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Vq = q(multidão) + q(veículo) Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 164 BR-242/TO .

Travessa Extrema Travessa Intermediária Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 165 BR-242/TO .

50.35.Vg + 1.Tubulão do Apoio Intermediário Vd = 1.Vq Travessa Extrema Travessa Intermediária Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 166 BR-242/TO .

Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 167 BR-242/TO .

68 Tubulão Extrema Intermediária V(R g1) 0.01 0.03 V qk 0.10 32.00 0.01 V(Rg3) 0.01 V(R g2) 0.30 42.04 0.01 0.00 Vg(tubulão) Vg(aba) 0.06 Força normal Ng = g1 + g2 + g3 + g(travessa+cortina) + g(laje de aprox+aterro+pav) + g(aba) + g(tubulão) Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 168 BR-242/TO .70 V(R g2) 21.00 0.01 V gk 0.20 V(veic) 21.90 22.00 0.02 0.00 0.01 0.00 0.20 Vg(travessa+cortina) Vg(la+aterro+pav) Vg(tubulão) Vg(aba) 27.90 0.00 0.35.00 V(mult) 28.Quadro-resumo Vg = V(Rg1) + V(Rg2) + V(Rg3) + Vg(travessa+cortina) + Vg(laje de aprox+aterro) + Vg(aba) + Vg(tubulão) Vq = Vq(multidão) + Vq(veículo) Vd = 1.01 23.80 V gk 110.20 56.00 Vd 224.Vq Forças cortantes máximas Travessa Extrema Intermediária V(R g1) 23.Vg + 1.50 V(Rg3) 16.01 V(veic) 0.01 Vg(travessa+cortina) Vg(la+aterro+pav) 0.00 0.00 0.32 V qk 49.91 145.00 0.50 42.50.28 344.02 Vd 0.00 V(mult) 0.20 0.70 99.40 46.01 0.00 0.00 0.

Tubulão do Apoio Intermediário Nq = q(multidão) + q(veículo) Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 169 BR-242/TO .

Ng + 1.Tubulão do Apoio Intermediário Nd = 1.50.35.Nq Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 170 BR-242/TO .

10 0.00 78.80 59.80 Ng(aba) 2.80 N(Rg3) 29.10 0.Tubulão do Apoio Intermediário Quadro-resumo Ng = N(Rg1) + N(Rg2) + N(Rg3) + Ng(travessa) + Ng(laje de aprox+aterro) + Ng(tubulão) + Ng(aba) Nq = Nq(multidão) + Nq(veículo) Nd = 1.50 Ng(travesssa + cortina) 46.80 30.50 39.90 Nqk 92.35.80 Ng(la+aterro+pav) 37.80 91.70 278.00 N(mult) 45.10 93.50.Ng + 1.30 Nd 437.90 185.50 N(veic) 47.00 Ng(tubulão) 30.30 654.Nq Forças normais máximas Tubulão Extrema Intermediária N(Rg1) 39.00 N(Rg2) 35.80 Ngk 220.47 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 171 BR-242/TO .40 70.

7 .ESFORÇOS DEVIDO A CARGA HORIZONTAL Momentos fletores (dir. e frenagem + empuxo na cortina + empuxo dif dev carga móvel + retração e temperatura Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 172 BR-242/TO . 3) Mh3 = acel.

50.Mh3 Tubulão do Apoio Extremo Tubulão do Apoio Intermediário Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 173 BR-242/TO .Md3 = 1.

40 M(ret.20 73.20 M(emp.80 49. dev.50.) -16. 2) Mh2 = vento Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 174 BR-242/TO .50 Momentos fletores (dir.Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.20 0.m.80 M(emp.50 40. Mh3 = acel.00 Mdh 307. e temp. carga móvel) 92. na cortina) 104.Mh3 Momentos fletores Tubulão Extrema Intermediária M(acel e fren) 24. dif.00 -1.00 Mgh 204. e frenagem + empuxo na cortina + empuxo dif dev carga móvel + retração e temperatura Md3 = 1.50 9.

50.Tubulão do Apoio Intermediário Md2 = 1.Mh2 Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 175 BR-242/TO .

3) M3 = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 176 BR-242/TO .ESFORÇOS DEVIDO A CARGA VERTICAL E HORIZONTAL Momentos fletores (dir.Tubulão do Apoio Intermediário 8 .

5 x (q(mult) + q(veíc) + acel.35 x (g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba)) + 1.Tubulão do Apoio Intermediário Md3 = 1. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento) Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 177 BR-242/TO .

e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 178 BR-242/TO .Tubulão do Apoio Intermediário Momentos fletores (dir. 2) M2 = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel.

5 x (q(mult) + q(veíc) + acel. e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão do Apoio Extremo Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 179 BR-242/TO .35 x (g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba)) + 1.Tubulão do Apoio Intermediário Md2 = 1.

Tubulão do Apoio Intermediário Reações de Apoio R = g1 + g2 + g3 + g(trav+cortina) + g(laje de aprox+aterro) + g(pilar) + g(bloco) + g(aba) + q(mult) + q(veíc) + acel.0 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 180 BR-242/TO . e frenagem + emp na cortina + emp dif dev carga móvel + retr e temp + vento Tubulão do Apoio Extremo Maior Reação de apoio = 315.

Tubulão do Apoio Intermediário Maior Reação de apoio = 468.0 tf Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 181 BR-242/TO .

6 .0 40 4. (tfm) (cm) (cm) (cm²) (cm²) 240.60 2650 2110 540 1750 1.19 72.00 140.17 67.35 0.30 1.98 44.DIMENSIONAMENTO DAS TRAVESSAS • Dimensionamento das Travessas à Flexão CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES .3 1 Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 182 BR-242/TO .8 9.027 0.0 25 3. (tfm) (tfm) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (kgf/cm2) (cm2) 140 108 2593 2005 587 1750 1.00 DIMENSIONAMENTO Md d x As As' nec.79 Ascorr.58 207.00 72.00 5.00 140.00 25.3 1 4.58 379.00 25.20 0.78 (14Ø25mm) 2482 0.30 1.45 120.78 222.8 15.90 (9Ø25mm) 2672 0.60 61.20 0.34 0.00 67. Armadura sugerida CG barras número de camadas wk ≤ (kgf/cm2) (mm) (mm) (mm) (cm2) 2614 0.00 44.00 5.3 1 5.60 2455 1769 686 1750 1.00 160.00 140.00 140.00 25.30 1.58 (9Ø25mm) 2457 0.5 135.00 67.00 44.00 41.6 134.027 0.TRAVESSAS Extrema + Extrema (tfm) (tfm) (tfm) 107.50 Propriedades dos materiais fck (MPa) fyk (MPa) Propriedades da seção bf hf bw h binf hinf Armadura inferior 25 500 25 500 25 500 25 500 (cm) (cm) (cm) (cm) 160.8 16.20 120.60 Intermediária 160.30 0.30 1.00 φ (mm) barras por camada cobrimento na armadura Armadura superior As' d' (mm) (cm) 25.8 9.19 0.0 40 4.90 63.90 2432 1724 708 1750 1.032 0.Dimensionamento da Infraestrutura 1 .4.00 160.30 0.00 (cm²) (cm) 5.3 1 5.60 124.70 Esforços solicitantes Mgk Mqk max Mqk min Intermediária + 146.90 151.85 160.36 VERIFICAÇÃO DA FADIGA MDmax tensões MDmin tensões ssmax ssmin Δss Δσs Admissível K <1.36 CONTROLE DA FISSURAÇÃO ssmax ρri w1 w2 ELS-W K Ascorr.2 134.38 41.36 (15Ø25mm) (cm) 4.78 403.032 0.20 146.0 25 3.4 135.90 255.00 41.00 5.19 0.00 72.90 120.00 160.

2 - DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL
COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Estado Limite Último: 1.35 gfg = gfq = 1.00 gfg = gfp = Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): 1.00 gfg = y1 = 1.50 0.90 0.50 85 MATERIAIS E ÂNGULO DOS ESTRIBOS: Modelo de verificação Modelo I Modelo II

1

Nº de Ciclos

2.00E+06

fsd fadiga (MPa)

COEF. DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS: 1.4 gc =

gs =

1.15

fck (MPa) fyk (MPa) a (graus)

20 500

TETA

(°)

45

90

Estado limite último - Cisalhamento/Torção - Travessas
ESFORÇOS SOLICITANTES:

Vgk Vqkmax Vqkmin Vpk Tgk Tqk

(tf) (tf) (tf) (tf) (tf m) (tf m)

Extrema 110.91 49.70 0.00

Intermediária 145.32 99.00 0.00

PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO:

d bw bainha na alma bw útil bitola (mm) Ramos de estribo Ae hef uef CÁLCULO:

(cm) (cm) (cm) (mm) (cm²) (cm) (cm)

Extrema 140.00 160.00 n 160.00 10 4

Intermediária 140.00 160.00 n 160.00 12.5 4

VERIFICAÇÃO DO CONCRETO

Vsd (tf) Vrd2 (tf) Tsd (tf m) Trd2 (tf m) Tsd/Trd2+ Vsd/Vrd2

Extrema 224 795 0 0.28

Intermediária 345 795 0 0.43

DIMENSIONAMENTO CISALHAMENTO

fctm fctd Vc = Vco Taxa mínima Aswmin Asw

(MPa) (MPa) (tf) (cm2/m) (cm2/m)

2.21 1.11 149 0.09 14.15 13.83

2.21 1.11 149 0.09 14.15 35.80

DIMENSIONAMENTO TORÇÃO

Al/s (pele) AsT/s (torção)

(cm2/m) (cm2/m)

VERIFICAÇÃO DA FADIGA CISALHAMENTO

VSdmax VSdmin sswmax sswmin Dσs Dσsadm K < 1.79 (EB-3) Aswcorrig.

(tf) (tf) (MPa) (MPa) (MPa) (MPa) (cm2/m)

136 111 345 206 139 85 1.64 23.20 23.2
4RØ10 c/13,7

195 145 267 157 110 85 1.29 46.22 46.2
4RØ12,5 c/10,8

Armadura cisalham. (cm2/m) Sugerido cisalhamento

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
183

BR-242/TO

3 - DIMENSIONAMENTO DO TUBULÃO

Com os valores obtidos do resultado da aplicação das cargas verticais e horizontais será agora calculado a armação do tubulão. ν = Nd / (fc x h2) ∴ fc = 0,85.fcd ν.e/h = (ν x (e1 + Md / Nd)) / h ρ = ω x (fc / fs) ∴ fs = fyk / ϒs = 43478 tf/m2 As = ρ x A e1 = h / 30 = 1,40 / 30 = 0,047 m Asmin = 0,5% x 3,14 x (140² / 4) = 76,9 cm² Cálculo da armação (Tubulão do apoio extremo) Tubulão do apoio extremo Nd = 437,0 tf Md = √(308,0² + 31,8²) = 309,6 tf.m ν = 437,0 / (0,85 x 1428,6 x 1,40²) = 0,18 ν.e/h = (0,18 x (0,047 + 309,6 / 437,0)) / 1,40 = 0,097 ∴ ω = 0,34 As = 0,34 x (0,85 x 1428,6 / 43478) x (3,14 x 140² / 4) = 146,1 cm²

Cálculo da armação (Tubulão do apoio intermediário) Tubulão do apoio intermediário Nd = 655,0 tf Md = √(73,5² + 63,7²) = 97,3 tf.m ν = 655,0 / (0,85 x 1428,6 x 1,40²) = 0,28 ν.e/h = (0,28 x (0,047 + 97,3 / 655,0)) / 1,40 = 0,039 ∴ ω = 0 As = Asmin = 76,9 cm²

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
184

BR-242/TO

Verificação dos Aparelhos de Apoio

Aparelhos de apoio de elastômero fretado
Obra: Local: Ponte sobre o Rio Pistola
Versão 0.0 Carga permanente Carga acidental Fator majoração cargas vivas Rotação long. permanente Rotação long. acidental Horizontal long. permanente Horizontal long. acidental
Deslocamento long. permanente

NEOPREX - EN 1337
Atualizada em: 09/10/99 mm mm mm mm unidades unidades

Deslocamento long. acidental Deslocamento total permanente Deslocamento total acidental

46700 28700 1,5 3,10E-04 3,10E-04 0 2000 0 0

kgf kgf rad rad kgf kgf cm cm

largura do aparelho: // eixo long. obra:

comprimento do aparelho:
espessura camada de elastômero:

ti altura total elastômero = n.ti
G fyk

atrito: concreto (6) ou demais (2)

40 40 0,8 3,2 10 2100 6

cm cm cm cm kgf/cm2 kgf/cm2 fator

espessura da chapa externa espessura da chapa interna cobrimento vertical cobrimento horizontal nº de aparelhos para uso nº de aparelhos p/ ensaio

3 3 2,5 4 10 0

Tensão normal considerando área total do aparelho Tensão normal com área reduzida Tensão normal permanente com área reduzida Tmin - deslizamento - cargas permanentes Tmin - deslizamento - cargas totais Tmin - limitação deslocamento horizontal Ttmáx para estabilidade Soma das deflexões das camadas internas Soma das deflexões das camadas de cobrimento Deflexão total Rotação admissível pela análise da estabilidade Rotação admissível sem considerar camadas cobrimento Rotação adicional permanente pelo limite deformação 5 Deformação de cisalhamento por esforços normais Deformação de cisalhamento por esforços horizontais Deformação de cisalhamento devida às rotações Deformações totais por cisalhamento no elastômero Deformações totais por cisalhamento no cobrimento Espessura mínima para a chapa interna de aço

0,00 0,23 47 49,4 30,4 0,00 0,44 0,33 64,86 0,2024 0,0019 0,2042 1,56E-02 1,55E-02 1,33E-02 0,72 0,06 0,23 1,01 0,83 0,49

cm cm kgf/cm2 kgf/cm2 kgf/cm2 cm cm cm cm cm cm cm rad rad rad

Fator de forma ti Fator de forma cobrimento H total σmáx adm em area reduzida σmínadm em área reduzida Volume Unitário Volume Total para Compra VERIFICAÇÃO PELO UIC-CODE Soma deflexões cam.internas Soma deflexões cam. cobrim. Deflexão total Rot.adm. por estabilidade (K=1) Idem, sem cam. cobrimento (K=1) Rot. adm. permanente

12,25 28,00 52,0 150 30 8,320 83,200

mm kgf/cm2 kgf/cm2 dm3 dm3

0,0237 0,0007 0,0245 3,67E-03 3,56E-03 2,21E-03 6,0150 2,3050 26,51 265,15

cm cm cm rad rad rad

PESO E VOLUME DO APARELHO Volume do neoprene Volume do aço Peso unitário Peso total mm dm3 dm3 kgf kgf

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas
185

BR-242/TO

TERMO DE ENCERRAMENTO Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 186 BR-242/TO .5 .

Volume 3B – Memória de Cálculo de Estruturas 187 BR-242/TO . numeradas de 1 até 187.TERMO DE ENCERRAMENTO Este volume encerra-se nesta página e contém 187 folhas.5 .

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