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2505000 Apostila de D Constitucional OABRJ (1)

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Curso Fraga

Matérias:  Direito Fundamentais  Direito Constitucionais  Organização do Estado  Organização dos Poderes / Processo Administrativo / Três Poderes / Tribunal de Contas. Doutrinas:  Alexandre Morais  José Afonso da Silva  Resumo da Editora Saraiva – Sinopse Jurídica  Constituição Atualizada Controle de Constitucionalidade 1. Normas Jurídicas 1.1. Constitucionais - Constituição Federal; - Emenda de Revisão; - Emenda Constitucional. 1.2. Infraconstitucionais (sub constitucionais) – Atos Normativos Primários (art. 59 CF/88). Sofrem controle da constitucionalidade, porque são atos de regulamentação. – Atos Normativos Secundários (infralegais) atos da administração pública, portaria, decreto, instrução normativa. Não sofre controle constitucional. Sofre mo máximo controle de legalidade. 2. Inconstitucionalidade Vício no conteúdo, no Procedimento ou na Competência, da norma jurídica em relação ao processo legislativo em face da Constituição Federal. Art. 64 CF/88 3. Espécie de Inconstitucionalidade  Material (substantiva) – é o vício no conteúdo.  Formal (orgânica) • Objetiva – vício no rito (procedimento). • Subjetivo – vício na competência. Assim, com o advento de uma nova constituição a doutrina sustenta que não pode existir inconstitucionalidade formal superveniente, ou seja, discussão de vício no procedimento ou competência de normas jurídicas anteriores a constituição face a esta nova constituição. Ex.: Lei 1533/51 em relação a CF/88 – em 2005 Entretanto, é possível discussão de inconstitucionalidade material de normas anteriores a CF/88 somente pela ADPF, nos moldes da lei 9882/99, sendo uma exceção dos efeitos da revogação. 4. Modalidade de Controle:  Controle Preventivo (sistema americano) – atípico ou político. - Poder executivo – veto – art. 66 CF/88 Obs. Emenda Constitucional não sobre sanção ou veto. página 1

Súmula 512 STF . Princípio da Reserva de Plenário (controle difuso) – art.X CF/88 – pode suspender a execução de lei declarada inconstitucional pelo STF. V CF/88 – sustação dos atos normativos.Poder Legislativo – comissões constitucionais e justiça (art. XXXV CF/88. Controle Concentrado É a possibilidade de discussão da inconstitucionalidade por um só órgão do poder judiciário. total ou parcialmente. página 2 . 97 CF/88. 2) É possível o controle preventivo pelo poder judiciário? Sim (de forma excepcional). art.: 1) Medida Provisória não aprovada ou rejeitada: O Congresso Nacional exerce o controle repressivo de constitucionalidade. 49. Obs. Regras Processuais – art. 52. . 5º.  Subjetivo – porque existe uma lide (conflito de interesse) • – Concentrado Poder Legislativo – Art. Controle por via de exceção. 480 e 482 CPC.. 58 CF/88)  Controle Repressivo (sistema francês) – Típico • Poder Judiciário – Difuso (aberto ou incidental) – e a possibilidade de discutir uma inconstitucionalidade em qualquer juízo ou tribunal. art. 52.Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança. Papel do Senado Federal – art. Natureza Jurídica da Inconstitucionalidade – questão prejudicial. tal regra não gera obrigatoriedade pelo Senado por falta de previsão legal.  Concreta – atua concretamente no pedido. Quorum qualificado para a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo nos tribunais por maioria absoluta de votos do órgão especial ou do próprio tribunal. Efeitos: Interparte – retroativo ao pedido (ex tunc) em regra. o poder judiciário pode realizar tal controle quando presentes inconstitucionalidades formal objetiva ou subjetiva. 176 a 178 Regimento Interno do STF. 3) O poder público pode exerce controle de constitucionalidade de seus atos administrativos? Sim é possível uma vez que o administrador tem o dever de anular seus atos administrativos que possuam vício de legalidade. X CF/88 O senado federal pelo art. exercendo inclusive controle de constitucionalidade pelas súmulas 347 e 473 do STF. Fica tudo na mão do STF existe no âmbito estadual (TJ/RJ). Características  Indireto – anterior ao seu pedido.

VII. 10.  Direto – porque é o pedido principal (ADIn)  Abstrato – porque não há lide (não há autor e réu. com efeito.  Objetivo – porque se discute a densidade da norma Obs. IV. lei ou ato normativo estadual ou municipal perante o TJ/RJ. Natureza Jurídica – forma o litisconsórcio facultativo Para o prof. Estaduais X CF/88. Salvo no período de recesso. Nagib – é uma intervenção de terceiro especialíssimo. Erga Ominis. 12 lei 9868/99. 1o A argüição prevista no § 1o do art. 103. Medida Cautelar – é possível por maioria absoluta de votos. Art. V. Art. 102 da Constituição Federal será proposta perante o Supremo Tribunal Federal. Art. I.: Norma constitucional que necessita de regulamentação pela ADIn por Omissão. Modalidades: a) ADI (ação direta de Inconstitucionalidade) • Âmbito Federal(ADI) X contra própria CF/88 – STF • Âmbito Estadual (ADI Estadual) X Constituição Estadual – TJ/RJ • Por Omissão X CF/88 – STF Conceito: ADI que visa impugnar lei ou ato normativo Federal ou Estadual perante O STF. Esse legitimado em duas categorias: a) Universais – art. Leis Federais e Estaduais X CF/88. resultante de ato do Poder Público. 103. Obs. 7º § 2º da lei 9868/99 – Rito de ADI. e sim interessado). IX CF/88 Amicus Curiae (amigo da corte) – é o terceiro que se habilita no processo (controle) abstrato de constitucionalidade. teve origem na constituição americana.Características – discutir a lei em tese. Art. 6º § 1º lei 9882/99 – Lei da ADPF Art. Legitimados: Art. Objeto: Leis Municipais. bem como possibilitar a eficácia plena de norma constitucional que necessite de regulamentação pela ADIn por omissão. de forma tácita. 11. Da Medida Cautelar em Ação Direta de Inconstitucionalidade página 3 . e terá por objeto evitar ou reparar lesão a preceito fundamental. 11. 10. III. II.: é direta porque é uma lesão direta a constituição e constituição estadual. 103 CF/88 – salva ADIn Estadual com regra na Constituição Estadual. VIII CF/88 b) Especiais – art. § 2º lei 9868/99). observado o disposto no art. a medida cautelar na ação direta será concedida por decisão da maioria absoluta dos membros do Tribunal. VI. efeito Ex Nunc (não retroage) e possibilidade do efeito Represtinatório (art.

7º lei 9868/99) Atuação do Procurador Geral da República (PGR) Atua como fiscal da lei mesmo sendo autor e Advogado Geral. salvo expressa manifestação em sentido contrário. Não se admite intervenção de terceiros (art.22. o Tribunal poderá deferir a medida cautelar sem a audiência dos órgãos ou das autoridades das quais emanou a lei ou o ato normativo impugnado. Não cabe o Instituto da “Reclamação”.: Declaração Progressiva de Inconstitucionalidade – Art. no que couber. submeter o processo diretamente ao Tribunal. o relator. o procedimento estabelecido na Seção I deste Capítulo. Lei 6368/76 Lei 10259/01 Lei 10409 Decisão Definitiva Efeitos – Erga Ominis . 26 lei 9868/99) Cabe Agravo de Decisão que não defere a petição inicial. na forma estabelecida no Regimento do Tribunal. será facultada sustentação oral aos representantes judiciais do requerente e das autoridades ou órgãos responsáveis pela expedição do ato. defende os interesses da União. após a prestação das informações. 27 lei 9868/99 O STF pode em razão da segurança jurídica ou de excepcional público ou social determinar que os efeitos de tal declaração sejam geradas após transitarem em julgado ou outro momento a ser fixado. será concedida com efeito ex nunc. Art. observando-se. que terá a faculdade de julgar definitivamente a ação. Obs. § 3o Em caso de excepcional urgência. no prazo de dez dias. poderá. 11. 12. que deverão pronunciar-se no prazo de cinco dias. dotada de eficácia contra todos. § 2o A concessão da medida cautelar torna aplicável a legislação anterior acaso existente. sucessivamente. § 1o A medida cautelar. § 1o O relator. § 2o No julgamento do pedido de medida cautelar. no prazo de dez dias. Art. 26 lei 9868/99) Não cabe ação Rescisória (art. Segundo o prof. Havendo pedido de medida cautelar. Nagib – Declaração de inconstitucionalidade sem pronuncia de nulidade. Ex Tunc e Vinculante Cabe embargo de declaração (art. 8º lei 9868/99. após a audiência dos órgãos ou autoridades dos quais emanou a lei ou ato normativo impugnado. e a manifestação do Advogado-Geral da União e do Procurador-Geral da República. julgando indispensável. salvo se o Tribunal entender que deva conceder-lhe eficácia retroativa. no prazo de três dias. página 4 . devendo solicitar as informações à autoridade da qual tiver emanado o ato. ouvirá o Advogado-Geral da União e o ProcuradorGeral da República. o Supremo Tribunal Federal fará publicar em seção especial do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça da União a parte dispositiva da decisão. no prazo de cinco dias. Art. Autuação do Advogado geral da União (AGU) Presença indispensável para defesa da lei em tese. em face da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica. Concedida a medida cautelar.

2) É possível intervenção do aminus curiae. cabendo-lhe: § 1º . 102. com a Emenda 45 é possível que o governador distrital bem como sua assembléia legislativa seja legitimado da ADIn Federal. . Conceito – é uma ação do controle concentrado que visa a inconstitucionalidade de leis municipais. lesão a preceito fundamental. 30 e 31 da lei 9868/99 é possível a mesma interpretação da ADIn Estadual para a ADIn Distrital. 21 lei 9868/99 Decisão Definitiva – com base na emenda 45.O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. Art.Surgiu partir da emenda 3/93 . Obs. 103 da CF/88.: página 5 .Obs. Controle Concentrado – art.102. Controle de Constitucionalidade . 2º CF/88 todas as regras anteriores são validas não se admitindo medidas cautelar por não há norma jurídica a ser impugnada contra a própria constituição e a figura do AGU é dispensável. 103 CF/88 ADC (ação declaratória de constitucionalidade) – Emenda 45 Conceito . mesmo sendo autor. APDF – Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamentais – art. 1º lei 9882/99. distritais ou federais. Legitimidade – todos do art. não cabe ação rescisória.indenciação que defere a petição inicial. pois não há defesa de lei em tese.é uma ação constitucional que tem por objetivo declara constitucionalidade da lei ou ato normativo federal. precipuamente. onde se impugna lei ou ato normativo local ou regional contra a lei orgânica do distrito federal.A uma crítica a tal ADC em virtude da falência do controle preventivo de constitucionalidade.: Com base no art. efeitos erga ominis. Medida Cautelar = sim.: Em relação a ADIn por Omissão art. pelo art. § 1º CF/88 e lei 9882/99. vinculate e retroativo (EX TUNC) a existência da lei. Inclusive. Art. E ainda é aquela ação que visa evitar ou reparar. Obs. Obs. a guarda da Constituição. Entendemos assim que a lei orgânica distrital possui STATUS de constituição regional. 103 CF/88 – conforme mudança da emenda 45. estaduais. atuação indispensável Pessoa que exercem AGU – defender a lei em tese – dispensável não pode ser autor de ADC. cabe agravo da ------------------------------. efeitos Erga Ominis e vinculante – art. incluindo as leis anteriores a constituição que possuem controversa nos tribunais.: 1) cabe embargo de declaração. Compete ao Supremo Tribunal Federal. PGR – continua sendo fiscal da lei.

11 da lei 9882/99. ADPF surgiram com a constituição. página 6 . A união das duas casas chama-se Congresso Nacional. EX TUNC 9retroativo). ADC. 2) Não cabe ação rescisória. EX TUNC ou EX NUNC dependendo do caso concreto – é doutrinário. 6º e 7º CF/88. 2) Preceito Fundamental – são todos os direitos do art. 103 CF/88. 37. princípio do art. 12 da lei 9882/99 Efeitos Erga Ominis.Unicameralismo – uma casa município e os estados . o inciso II foi vetado. Diferença entre Princípio Fundamental e Direito Fundamental – os direitos humanos Legitimados – art. sistema eleitoral majoritário. 170. 3 senadores por Estado. 2º da lei 9882/90 – são as mesmas ao art. ADPF é uma espécie do chamado controle misto de constitucionalidade. cabe agravo no prazo de 5 dias de decisão que indefere a petição inicial.Bicameralismo – duas casas organismo federal – Câmara (representante do povo). 3) A jurisprudência do STF entende que os efeitos vinculante da ADIn.: 1) É possível a chamada declaração progressiva de inconstitucionalidade na ADPF. cabe embargo de declaração. art. 5º lei 9882/99 por maioria absoluta de voto de seus membros. art. Senado Federal ou Câmara Alta – 81 membros . cabe a chamada reclamação (meio de impugnação indireta ou atípica). idade mínima de 35 anos. Organização dos Poderes: Poder Legislativo = que cria ou modifica as leis dos Estados. antes da CF/88 desde que possuam relevância contra-vérsia nos tribunais. 1° caput lei 9882/99  Imprópria ou Indireta – art. 11 e art. – Senado Federal (representante dos Estados). 1º § único lei 9882/99 Medida Cautelar. vinculante Obs. vinculante. 150 e art. Sim. incluindo os direitos sociais do art. ADPF – recurso de amparo ou queixa constitucional 01/08/2005 Espécies de ADPF  Própria ou Direta – art.1) Tal medida judicial pode atacar as chamadas normas pré-constitucionais ou seja aquelas normas que foram editadas. mandato de 8 anos. pelo art. representação paritária. 5º. . Decisão Definitiva – art. entretanto sua regulamentação surgiu com as leis 9868/99 e a lei 9882/99 e a emenda 45 de 2004. Efeitos Erga Ominis. Existe por dois sistemas.

por prazo certo admitindo prorrogações. A atuação da CPI pela jurisprudência do STF. 58 CF/88 – núcleo de estudos Permanente CCJ – comissão de comissão e justiça Temporárias – CPI – comissão parlamentar de inquérito – “prazo determinado”. ou seja. Obs.Própria – art. Art. Presidente Senado ou Presidente da Câmara dos Deputados. Lei 1579/52 lei das CPIs. quebra de sigilo bancário. mandato de 4 anos. busca e apreensões.Imprópria – art.Direito de Ausência – art. 51 CF/88 devemos ler como privativo e entender como exclusiva pois não cabe delegação. Art. 52 CF/88 – devemos ler competência privativa nas doutrinas nos ensina uma competência exclusiva. bem como interferir nas áreas de atuação de outros órgãos. art. sistema eleitoral proporcional. determinadas e adequadas. . . incluindo suas comissões.: O veto do presidente da república pode ser derrubado pelo congresso nacional através do voto da maioria absoluta dos deputados e senadores – art.Representante do povo. Sessão Extraordinária (art. .– Competência: art. 48 ou atribuição imprópria – uma vez que o presidente da república interfira na sua atuação com sanção ou veto. 50. 4 sessões ordinárias e 8 período ordinárias. Não pode decretar prisões.Direito de Convocação – art. Comissões – art. 50. idade mínima 21 anos . admitindo-se fatos conexos. 49 – uma vez que a competência ela é exclusiva. 57 § 6º e 7º CF/88) Funciona no recesso legislativo no período em branco através de uma convocação extraordinária efetuada pelo Presidente da República. § 1º CF/88. na forma do art. 66 § 4º CF/88. página 7 .Por sessões e períodos legislativos Legislatura – 4 anos.Reúne-se anualmente na capital federal. 18 § 1° CF/88. Congresso Nacional – poder legislativo Federal . Atribuições: art. Na referida sessão extraordinária o congressista não pode receber parcela indenizatória superior ao subsídio mensal. . pois não se admite delegação. 513 deputados. 57. 57 e seguintes CF/88. Câmara dos Deputados . investigações de fatos específicos e definidos. . Oitiva de Testemunhas realiza perícia. 49 e 50 CF/88. caput – o Congresso Nacional pode convocar qualquer Ministro de Estado ou subordinado da presidência para informações relevante a casa legislativa. § 6º CF/88. fiscal e de dados. 48.Competência: art. não se admite delegação. 58 § 3º CF/88 – jurisprudência do STF. sobre pena de crime de responsabilidade. o congresso nacional não pode rejeitar o comparecimento do ministro de estado em qualquer uma de suas casa. .

Não possui pode jurisdicional é um órgão auxiliar e de orientação do poder legislativo. 59 a 69 CF/88 1. 54 CF/88. idade mínima 35 anos e máxima de 65 anos.  Geral – qualquer pessoa do art. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. 31 CF/88. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. possuem 9 ministros. 51. Mistas ou Singular – só no senado ou da câmara. 52. dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. Função Fiscalizadora do Poder Legislativo – atuação do TCU art. 2) O TCU é órgão do poder legislativo federal que realiza o controle externo. art. Ele julga administrativamente. 61 CF/88 – sobre matéria indeterminada. 70 a 75 CF/88. página 8 . 71 CF/88. Processo Legislativo – art. Iniciativa – é o ato que dá inicio ao processo administrativo. 96. Suas atribuições em todo território nacional num efeito meramente administrativo. incluindo os chamados Decoro Parlamentar. 55 CF/88.1. Conceito: é o conjunto de atos necessários a produção legal.- Sua atribuições são de investigação própria das autoridades judiciais.aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. Perda do Mandato do Congressista – art. 235 CF/88 e art. Art.: 1) O artigo 75 combinado com o art. Art. 2. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. 96 CF/88 Art. 61 §1º. 71 CF/88. Procedimento  Fase Introdutória – iniciativa  Fase Constitutiva • Deliberação • Votação • Sanção/Veto  Fase Complementar/Conclusiva • Promulgação • Publicação 2. Obs. Ex. 31 § 4º proíbe a criação de novos tribunais municipais a partir da CF/88. Compete privativamente: I . Composta das duas casas é a comissão do Congresso Nacional. incluindo atribuições administrativas típicas de inquérito policial ou administrativo. 127 § 2º.: Arts. pela infrigência da proibição conforme o art. O TCU possui sede no Distrito Federal.

E para projeto de lei. 2/3 e 3/5. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo.c) prover. III . d) propor a criação de novas varas judiciárias. obedecido o disposto no art. 19. dirigido à Câmara dos Deputados. nos crimes comuns e de responsabilidade. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. f) conceder licença. Quorum é um só. parágrafo único. e) prover. inclusive dos tribunais inferiores. Deliberação é discussão. Maioria O nº mínimo de congressistas para que a matéria seja aprovada. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. onde houver. II . É variável possui algumas penalidades maioria simples (relativa).aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. 2) As propostas de emendas à Constituição não possuem a fase sanção ou veto. tanto ordinária quanto complementar. bem como os membros do Ministério Público. ou de provas e títulos. 65 e 66 CF/88 – é a sujeição da proposta de lei ao escriturário. III CF/88. observado o disposto no art. Regra: se inicia na Câmara dos Deputados tendo o Senado a função revisora.12. por concurso público de provas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41. 14. Observações: 1) A norma passa a existir após o termino da fase constitutiva. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. a maioria é variável (simples ou relativa).ao Supremo Tribunal Federal. 61 § 2º CF/88 combinado com art. 2. na forma prevista nesta Constituição. 169. Mas sua obrigatoriedade se dá após a fase complementar. c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. maioria qualificada que subdivide em absoluta. Deliberação: também chamada de ato de discussão do projeto de lei. Votação – arts 64.2. Quorum Chamado momento de deliberação. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. 2. página 9 . É o número mínimo de congressista para dar inicio a discussão em um só. maioria qualificada (absoluta).  Reservada Iniciativa Popular – art. exceto os de confiança assim definidos em lei. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. passando a existir com a promulgação.2003). salvo quando o Senado possuir tal iniciativa.3. os cargos necessários à administração da Justiça. 2/3 e 3/5. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias.

a constituição determina  Lei Ordinária (art. 49 CF/88) .4. Silencio Eloqüente (o legislador não quis prever prazo) interpretação). 60 dias prorrogável por uma única vez por igual período. 53 § 8º CF/88 2. 68 CF/88)  Decreto Legislativo . 60 CF/88)  Lei Complementar (art.1) Medida Provisória – art. Lei Ordinária vai completar a norma constitucional. 69.66 CF/88 – é o ato de Aquiescência ou não do projeto de lei. não se admite veto parcial de letras. é insindicável. 60 § 2º CF/88 Maioria de 2/3 – quebra da imunidade do Art.Congresso Nacional  Resolução: Instrumento normativo da Câmara e do Senado – Art.4. Art. ou seja. 2. Sanção/ Veto – Art.(art. 59 CF/88)  Atos Normativos Primários. Reedição por uma única vez (art. sobre as demais normas. Emenda Constitucional – art. § 3º combinada com o § 7º CF/8. 51 e 52 CF/88. página 10 . Inovações: 1) Prazo de Vigência 60 + 60 dias. sob pena de trancamento de pauta do Congresso Nacional que consiste na Analise prioritária da M. para votação de lei complementar. =/= de Lacuna Técnica (falha 3) Espécies Normativas (art.5. § 7º CF/88 2.Características do Veto: é irretratável é ato jurídico perfeito. 66. Maioria absoluta (art. 62. 61/69 CF/88) .1. Prazo: não há prazo para publicar. 69 CF/88) número de congressista. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta. 61 CF/88) – lei especifica  Lei Delegada (art.: Maioria simples número de presentes para votação de lei ordinária. Não existe diferença entre Lei Complementar e Lei Ordinária.. Prazo: Implícito. 2. Promulgação: é o ato que atesta a existência da norma. admitindo-se somente a regra do artigo 66 § 2º CF/88.6. em razão do chamado silêncio eloqüente (o legislador não quis prever prazo). (art.art.  Emenda a Constituição. 48 horas . 62 § 3º CF/88) 2) Pressuposto da Medida Provisória.P. político (podendo ter aspecto jurídico). 3. Publicação: é o ato que dá ciência a tecer sobre o conteúdo da norma jurídica. após os 120 dias a medida provisória deverá ser analisada para ser convertida em lei em razão da proibição de outras reedições.Obs. palavras isoladas ou parte de normas. não existe hierarquia entre as normas.

: Ministro de Estado que é Deputado Federal possui imunidade? A imunidade é do cargo ou da função? página 11 . 53 CF/88 – ATENÇÃO CAI NA PROVA DA OAB. Obs. onde se convertida em lei a Medida Provisória temos a revogação da lei anterior caso contrário a lei anterior voltará com seus efeitos. sendo tal prazo o chamado caráter de urgência.: Sim. 1. Determinado pessoa esta de fora do alcance das leis gerais. dentro de 60 dias. Art. O que acontecesse quando uma Medida Provisória modifica o assunto de uma lei? Resp. Imunidades Parlamentar – art. pelo Princípio da Simetria em razão do art.: Trancamento de Pauta – art.: Medida Provisória e Tributos – art. sendo que seus efeitos somente serão produzidos nos exercício financeiro seguinte.Art.: A lei anterior pelo STF terá sua eficácia suspensa. § 2º CF/8. palavra e votos 2. palavra e votos – Penal – Opinião. É possível a instituição e majoração de tributo na modalidade imposto. Espécies de Imunidades  Formal – Prisão – Processo  Foro de prerrogativa da função  Sustação do processo  Material – Civil – Opinião. 64 § 2º CF/88 . desde que foi convertida em lei ate a última dia da sua edição. Obs. Imunidade em qualquer lugar desde que esteja na sua função ou em razão deste. 25 § 2º CF/88. É possível Medida Provisória Estadual e Municipal ? Resp. 62.1) Relevância Urgência (interesse público) – aquilo que não pode esperar 90 dias. 62 § 6º CF/88 A Medida Provisória se não for apreciada dentro de 45 dias após sua reedição. entrará em regime de urgência onde cada uma das casas legislativa terão sua pauta trancada até que se termine a votação da Medida Provisória. 62 § 1º CF/88 – memorizar Vedação da Medida Provisória sempre cai em prova Obs. que já prevê uma proibição de conteúdo em relação à Medida Provisória Estadual.1 Imunidade Material – art. onde em cada casa legislativa o projeto de lei deverá ser discutido e votado dentro de 45 dias. 2. Conceito – isenção de “culpa” em razão de sua função nos moldes da lei. 53 Caput CF/88 Natureza Jurídica – exclusão da tipicidade do STF Em todo território nacional admitindo for do país quando esta representando o país.

2 Imunidade Formal a) Prisão – art. Não é maioria absoluta. para Garantia Fundamental e Remédio Constitucional. resolva a prisão. só deputado ou senador têm imunidade. 84. mas seu conteúdo esta igual ao art. VII. salvo prisão em flagrante de crime inafiançável onde os autos dentro de 24 horas serão remetidos à casa legislativa correspondente para que por voto de maioria de seus membros. há possibilidade de aplicação do foro de prerrogativa conforme o art.: A imunidade protege a função logo se o Ministro de Estado que possui a função de Deputado federal possui imunidade. 2. entretanto se sua atitude não esteja vinculada à função de Deputado não há imunidade. 84. Súmula 394 do STF – foi canelada. b) De Processo – compete ao STF desde a expedição do diploma o julgamento dos deputados e senadores (art. ou seja o foro de prerrogativa permanece. Direitos Fundamentais Art. maior de 2/3 ou 3/5 e só maioria. Ministro não tem imunidade.  Inalienabilidade. §§ 1º e 2º CPP. 5º e 78 incisos e quatro parágrafos CRFB/88 1) Conceito de Direito Fundamentais: é todo e qualquer direito indispensável à pessoa humana. § 2º CPP. página 12 . 53.Resp. CF/88. 29. 53 § 2º CF/88 – Tal congressista terá imunidade prisional. Direito Fundamental – Indispensável ao ser humano. 3) Diferença entre Direito Fundamental. 2) Características do Direito Fundamentais:  Imprescritibilidade. b) Fatos durante o mandato e julgamento depois do mandato art. c) Em relação às ações de improbidade da lei 8429/92. E vereador somente a material – art. com limitação espacial ou seja dentro do município na forma da lei orgânica municipal.  Relatividade. Deputado Estadual e Vereador têm imunidade? Resp.  Historicidade. as duas imunidades sem nenhuma limitação espacial. § 1º CF/88. 27.  Indelegabilidade.§ 1º CPP. para Direito Individual. Direito Individual – direito de ser cidadão.: Sim deputado estadual – art. a) Fato Antes e Julgamento Durante o Mandato – há foro de prerrogativa de função pela chamada aquisição superveniente de foro de acordo com o STF. 84. § 1º CF/88) = Foro de prerrogativa de Função.

Alexandre Moraes Direitos e Deveres Individuais e Coletivos Art. 23 - • • • Pena de Morte Integridade Física – inc. 4ª Geração: são direitos da genética. III lei 9455/97 – lei de tortura Tratamento Degradante – valores sociais (preso tem que ser ressocializado) Tratamento Desumano – valores íntimos – intra-social (falta de alimentação nas cadeias).Garantia Fundamental – é uma limitação estatal para preservar direito fundamental. XLVII. XLIX. I e II CP • Excludentes do art. nasce indenização aos reeducandos Inciso LXII a LXV – são direitos dos presos Inciso V página 13 . Segurança e Propriedade • Vida: é todo se de forma normal ou anormal – (a morte para o direito é toda a cessação dos bens vitais) Exceções: art. direitos difusos e coletivos. 1º. 5º. biogenética (já é também relacionada à mudança de sexo). • Direito Individuais Básicos: Vida. 3ª Geração: Meio ambiente. 5ª Geração: Informática. Direito Fundamental Liberdade – Prisão Legal – Habeas Corpus 4) Evolução dos Direitos Fundamentais: 1ª Geração (Liberdades Clássicas Negativas): Direito Civil (liberdade (lembra Habeas Corpus). LXIII. LXIV e LXV CRFB/88. Liberdade. 2ª Geração (liberdades positivas concretas): (século XX. igualdade e fraternidade) e Direito Políticos (final do século XVIII). vem da Constituição Mexicana e Alemã) – direitos sociais direito do trabalho. Igualdade. autodeterminação dos povos. 23 CP (legitime defesa e estado de necessidade) Exclusão de ilicitude Art. III. Leitura para fazer => Afonso da Silva. Inciso XLVII – Princípio da Proibição de Penas – temos uma garantia fundamental aos presos. 128. direitos do genoma. pluralidade política. XLVII CRFB/88 • Abortos – art. LXII. Integridade Moral – inc V e X Espécies do Direito à Vida: • Direito de Personalidade – Novo Código Civil Art. 5º CRFB/88 Noções Gerais: • Titulares : qualquer brasileiro e estrangeiro no País. Remédio Constitucional – é a solução para reservar uma garantia e o direito fundamental.

Inciso XI – Flagrante Delito. o exercito pode dar uma situação alternativa.inciso 16 a 21 .: A criação das Associações pelo Código Civil e das Cooperativas na forma da lei Diferença entre Associação e Reunião Associação – definitiva Reunião – temporário Como se termina uma associação – as associações só podem ser compulsoriamente “Dissolvidas”. intimidade (são aspectos pessoalíssimos.inciso 10. sobrenome. 11 e 12 – inviolabilidade da casa. .Vida Privada – aspectos pessoais com sua família. Obs. por Decisão Judicial com o Transito em Julgado.Imagem – é o reflexo (menor na Internet. Direito da Liberdade – direito de ir e vir • • Liberdade de Locomoção – inciso XV Liberdade de Expressão Individual – inciso VI. página 14 .: escusa Absolutória – nenhum cidadão sofrerá punição se a Lei determinar uma prestação alternativa em virtude da negativa de uma obrigação legal imposta para todos os cidadãos. VII. VII. por convicção da pessoa. pode ser alternativo.: Tomar cuidado com inciso VIII.as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. Inciso XII . desastre ou socorro. o trânsito em julgado. inciso XIX e suas atividades podem ser “Suspensas” por Decisão Judicial. IX e X  Crença e Culto  Intelectual Obs. Direito da Liberdade (Privacidade e Intimidade) . a chamada escusa absolutória – tem que fazer o que a lei diz para todos. estado civil. exigindo-se.Honra – atributos morais – (honra objetiva e subjetiva) . filosófica ou política. a quer servir o exercito. São Direitos de Resposta (proporcional ao agravo) – da mesma maneira que foi ofendido terá direita de resposta.3 danos são indenizáveis Inciso X  São invioláveis. no primeiro caso. durante o dia com determinação judicial (06:00 às 20:00 horas). somente quando segue sua convicção religiosa. Expressão Coletiva: • Associação – inciso 16 e 17 • Cooperativa .Inviolabilidade das Comunicações – se permite quebras comunicação de dados.  São Direito Indenizatórios .a palavra chave é cooperativa Obs. Fazer parte da Ong de desarmamento. Ex. XIX . ninguém pode invadi-la): . pessoa jurídica na televisão) Direito da Personalidade = nome.

XXXVII. rádio ou tv. 12. Ex. XXI. 7º. • Isonomia Material – quanto à lei prevê proibições de tratamento não isonômico. XLVI. regras previdenciárias – art. Direito de Igualdade .Obs. XXXVIII e LIII Princípios:  incisos XXXV – Princípio do Acesso ao Judiciário – todo direito é relativo.: Majoritariamente o STF entende que as violações das comunicações telefônicas são legais desde que por ordem judicial para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. Exceções à Igualdade Constitucionais. c) Mulheres Eclesiásticas. inc. portanto é isonomia material. LXVII página 15 . XXXIII (é genérico). XXXII. Art. XLVII. Art. § 3º CF/88) Ministro de Estado : idade mínima 21 anos – Art.. 143. CPI não pode quebrar sigilo e sim “solicita” – em relação a telefone.: Mulher discriminada no trabalho Ver art. § 2° CF/88 d) Somente brasileiro nato ou naturalizado há mais de 10 anos pode ser proprietário de jornal. É formal quando está escrito que homens e mulheres são iguais perante a constituição. Teoria das Ações Afirmativas – são políticos públicos (Ex. 87 caput Qualquer brasileiro (naturalizado ou nato salvo o Ministro da Defesa. A matéria da isonomia. fora do serviço militar. nato e naturalizado (cargos privativos de brasileiros natos – art. que também é de 21 anos e tem que ser brasileiro nato). 39 e 40 e 201 CF/88 b) Brasileiro. está sendo de maneira implícita (material). XXX.inciso I e XLII Isonomia – é o princípio da igualdade e sim dividido em duas espécies: • Isonomia Formal – quanto à lei determina a isonomia. XL. quantas podem ser quebrados: comunicação de dados e telefônicas. Exceção Arbitragem e Desportivo  incisos XXXVII – Princípio da Proibição  incisos XXXVIII – Princípio do Tribunal do Júri  incisos LIII – Princípio do Juiz Natural (juízo competente) c) Garantias Materiais (matéria penal) – incisos XXXIX. 222 CF/88 Direito de Segurança: Em todos os atos jurídicos a) Segurança nas relações jurídicas – inciso XXXXVI b) Segurança em relações às matérias jurídicas – incisos XXXV.: Cotas dos negros) para tratar os diferentes para que se tornem iguais. XLV. salvo em caso de guerra. a) Aposentadoria.

XXIV. XXV. LVIII  Incisos LIV– Princípio do Devido Processo Legal (Due process of Low)  Incisos LV – Princípio do Contraditório e da Ampla Defesa  Incisos LVI – Princípio da Provas Lícitas As provas ilícitas propriamente ditas e provas ilegítimas Ilícitas – fora do processo (grampo não autorizado. Ilegítima – adquirida durante o processo (dentro).. XXVIII.. XXIII. LV.  Incisos LVII – Princípio da Presunção de Inocência  Incisos LVIII – Princípio da Identificação Criminal Dever de casa lera lei 10054/00 Direito da Propriedade Inciso de XXII.. incisos XXXIX – Princípio da Legalidade  incisos XL – Princípio da Irretroatividade  incisos XLV – Princípio da Intranscedência  incisos XLVI – Princípio da Individualização da Pena  incisos XLVII – Princípio da Proibição de Pena  incisos LXVII – Princípio da Prisão Civil d) Garantias Processuais: Incisos LIV. XXX. XXIX. etc.). XXVII. XXXI página 16 . LVII. LVI. XXVI.

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