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Livro 3 em português

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Cincuenta Sombras Liberadas
Christian's Point of View
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CAPÍTULO UM

Estendi meus sonhos sob seus pés; pise macio, porque você pisa em meus sonhos...
(William ButlerYates)

Tradução: Neusa Reis

Estou perdido no momento, o tempo passa, e minha mulher está em meus braços, o nosso beijo se prolongando. Eu a amo além do amor. O que está além do amor? O amor parece uma emoção simples comparado com o que eu sinto por Anastasia. O que eu faria por ela? Simplesmente tudo... Não existe nenhuma coisa que eu não faria por ela. Gostaria de tê-la da mesma maneira que ela estaria disposta a me ter; eu não sou orgulhoso demais para admitir que tudo o que ela me der, eu vou pegar, e ela me dá tudo dela. "Sra. Christian Grey,” eu digo com reverência, e ela sorri tão amplamente quanto ela pode. Seu sorriso ilumina o meu mundo, de mais de uma maneira. Desejo corre através de minhas veias, e imediatamente eu estou em cima dela. All I want is you - U2 "Eu preciso de você, Ana! Você é tudo em que eu penso, tudo que eu sinto... Às vezes, é difícil de trabalhar. Se eu a amar mais, eu não sei se eu poderia fazer outra coisa, além de estar em você 24/7, dia e noite." Eu sussurro fervorosamente em seus lábios, com toda a intensidade das minhas emoções. Seus olhos se ampliam; as pupilas estão ficando maiores, cobrindo quase todo o seu azul, até que ele é apenas uma pequena borda azul ao redor do preto. É tão fodidamente quente! Eu tenho que tê-la, aqui e agora! Meu pau está em modo de saudação plena, e eu esfrego-o sobre seu sexo, minha ereção está protestando em seu confinamento, ansiosa para sair. Enquanto eu me esfrego nela, mesmo com minhas calças e o vestido como barreiras entre nós, a sensação do que ela está sentindo é demais para ela suportar; ela inclina a cabeça para o lado, seus olhos rolam para trás, enquanto ela geme de prazer. Com a respiração irregular e o coração acelerado, seus dedos tateiam trêmulos o meu zíper, e imediatamente sua mão está dentro da minha boxer, esfregando minha ereção e apertando minhas bolas. Eu gemo alto e empurro meus quadris em suas mãos gananciosas. "Vamos deixá-la nua, baby,” eu digo ansiosamente. Eu nunca a quis tanto quanto eu quero agora, e considerando que eu sou uma arma meio engatilhada para ela, quase o tempo todo, isso é dizer muito. Celine Dion - Alone ***** As costas de Anastasia se curvam, e suas mãos agarram as flores, sobre as quais ela tinha sido colocada, no chão da casa de barcos. Eu a imobilizo efetivamente, debaixo de mim, no chão; as luzes sombrias na casa de barcos, o mar de flores silvestres de cores vibrantes, as paredes rústicas, e os sons da água batendo preguiçosamente abaixo da casa de barcos, criam dentro um lugar mágico para fazer amor. O cabelo de Anastasia fica úmido, com todos os esforços, e um brilho fino de suor cobre meu corpo. Meus lábios viajam para o pescoço dela e ela vira a cabeça para o lado, para me permitir um acesso mais fácil a ela. Eu mordisco sua mandíbula e pescoço e, lentamente, me dirijo para dentro do vale de seus seios. Meu polegar e o indicador capturam seu mamilo, e rolam e puxam enquanto eu capturo o outro mamilo com a minha boca; eu a chupo profundo e forte, fazendo-a gritar meu nome em voz alta, “Christian! Por favor!" Dou-lhe um sorriso lascivo, com o mamilo entre os dentes, puxando-o suavemente. "Tudo a seu tempo, baby... Quero fazer amor com você,” murmuro.

"Por favor, eu quero você muito. Eu estou pronta agora!” Diz ela empurrando seus quadris para cima para encontrar meu pau ansioso, mas eu a impeço, apertando seu corpo entre minhas pernas. "Devagar, baby, devagar... Saboreie isto..." Persuadindo-a. Minha boca e lábios se movem para baixo em sua barriga e minha língua assalta o pequeno buraco apertado de seu umbigo, enquanto minha mão espalma seu sexo, apalpando seu clitóris, e mergulhando um e depois dois dedos em seu convidativo, e agora encharcado sexo. Minha outra mão efetivamente rola, puxa seu mamilo, sabendo que as sensações vão viajar para seu núcleo; ela geme em resposta, e seu corpo quase levita do chão com puro prazer. "Christian, por favor, me tome!" Minha boca viaja para seu sexo, e encontra sua ansiosa flor. Eu mordisco seu ponto sensível levemente e ela quase convulsiona. Eu redemoinho seu núcleo, e seu clitóris, e mergulho minha língua em sua apertada abertura, rolando-a dentro dela em sentido anti-horário, tocando seu ponto sensível na parede frontal da vagina; assaltando-a, incansavelmente. Enquanto minha mão dá prazer a seu seio, minha língua está fazendo amor com ela; eu uso minha outra mão para esfregar seu clitóris, e a escala de seu prazer atinge seu máximo e ela alcança seu orgasmo duplo. Enquanto as ondas do orgasmo estão rolando através de seu corpo, e contraindo seu núcleo interior, eu pairo sobre ela, e afundo meu pau dolorido dentro dela, centímetro por centímetro. Quando estou enterrado, profundo até as bolas, eu paro por um segundo e desfruto de nossa unicidade, unidade e conexão. É quase celestial, quando somos agora um só corpo e uma só alma. As ondas de seus orgasmos ainda estão rolando através dela e as contrações dentro de seu sexo estão me puxando mais profundo, pedindo e implorando pelo atrito que o meu pau pode fornecer, e eu atendo. Eu recuo lentamente, e me desmanchando na resposta que seu corpo está me dando, afundo novamente, enquanto seu sexo me puxa, mais profundo, para esse ponto especial, implorando para ser esfregado, e tocado, e alertado, tocando todos os sinos e incendiando todas as sinapses junto com seu corpo. Meus lábios encontram os dela, e eu lentamente começo a beijá-la, combinando meu ritmo com o seu sexo. Lentamente, sem pressa, saboreando, sentindo cada pequeno movimento, querendo que isso dure para sempre. Nossos lábios se moldam um no outro, eu chupo seu lábio inferior, e ela geme de prazer na minha boca, e isso desencadeia o desejo em mim, me acendendo, e minha língua mergulha em sua boca, encontrando a dela, e fodendo um ao outro nas duas extremidades, e quando eu chupo sua língua, seus quadris levantam automaticamente, fazendo com que meu pau encontre o local mais profundo nela, e suas pernas se envolvem em torno de mim, empurrando minha bunda, instando meus quadris a permanecerem bloqueados um pouco mais de tempo. Eu giro meu quadril naquele ponto específico, sem puxar para fora, esfregando aquele lugar especial em círculos, e eu a sinto crescendo para o climax de novo. Isso me excita mais, e eu puxo para trás , e aumento o meu ritmo e velocidade. Meu pau entra e sai incansavelmente, golpeando nela, nossos lábios bloqueados, as unhas cavando nas minhas costas, algo que eu não podia tolerar antes, e agora, não posso viver sem. Enquanto uma das minhas mãos segura sua bunda deliciosa, para ajudar meu pau a ir mais fundo ainda, a outra está rolando e puxando seus mamilos. Anastasia grita seu prazer na minha boca, fazendo-me chegar ao meu auge, e eu gemo uma interpretação incoerente de seu nome, e derramo tudo o que tenho nela, marcando minha mulher, fodendo e fazendo amor, fundindo nossos corpos e almas, tudo ao mesmo tempo. Eu finalmente desmorono sobre ela, completamente fodido e completamente saciado.

***** "Podemos casar amanhã?" Murmuro para ela. Eu não acho que posso lidar por muito mais tempo, com não tê-la cem por cento pertencendo a mim, completamente. Não apenas como uma namorada, não apenas como uma noiva, mas eu a quero como minha esposa. Eu a quero de todas as formas possíveis. Eu quero que todos a reconheçam como minha, assim como eu sou dela e que nós pertencemos um ao outro. Eu quero ser legalmente reconhecido como o único que pode tomar decisões por ela; eu quero ser seu parente mais próximo, e eu quero que ela seja minha. Eu quero ser a pessoa que é responsável por ela, que ela seja reconhecida como minha esposa e eu, seu marido. Inferno, eu quero que isso seja reconhecido aos olhos de Deus, para selar o acordo por toda a eternidade! O que Deus uniu, não o separe o homem. Isso é o que eu quero do nosso relacionamento... Eu o quero para sempre! Eu quero o que está além de para sempre. Ela murmura um tonto, "Hmmm,”quando ela está sobre meu peito, enquanto eu estou esparramado no chão entre as flores do prado. "Isso é um sim?" Pergunto esperançoso. Soou como uma afirmação. "Hmmm". "Um não?" "Hmmm." Eu rio para a sua saciada, exausta resposta. Estou satisfeito de descobrir que eu posso ter esse efeito sobre minha mulher. "Srta. Steele, você está incoerente?" "Hmmm." Eu posso sentir seu riso, e sua resposta me faz rir de alegria. Eu a abraço com força e beijo o topo de sua cabeça. "Tudo bem, está decidido. Vegas, amanhã, é isso." Ela levanta a cabeça sonolenta, "Eu não acho que meus pais ficariam muito felizes com isso,” ela responde.

Bem, eu não quero dar uma má impressão aos meus sogros. O que ela quer? Eu pondero, enquanto eu distraidamente tamborilo meus dedos nas gloriosamente nuas costas dela, como os ameaçadores quatro cavaleiros do apocalipse. Eu paro quando penso isto, e apenas a acaricio suavemente. "O que você quer, Anastasia? Vegas? Um grande casamento com todos os acompanhamentos? Digame." Eu não quero privá-la de seus sonhos por querer tê-la imediatamente. Eu quero que ela seja parte da decisão. Eu quero que ela se lembre do início para sempre. Foi-me dito, repetidamente, pela minha irmã, que todas as garotinhas sonham com o dia do casamento. Eu não gostaria que Anastasia fosse privada disso, se eu puder ajudar. "Não grande... Apenas amigos e familiares." Eu posso fazer isso. Eu posso fazer qualquer coisa que ela queira. Vegas, pequeno, grande, qualquer coisa no meio. Eu só quero a ela... de qualquer forma ou maneira como ela vai ter a mim. Ela olha para mim, tentando avaliar minha reação. "Ok,” eu digo balançando a cabeça. "Onde você gostaria de tê-lo?" "Na casa dos seus pais? Será que eles se importam?” Ela pergunta. Se importar? Já posso imaginar a minha mãe gritando dessa forma que eu agora vim a conhecer, com puro êxtase. Eu faço um som rude. "Minha mãe estaria no sétimo céu para dizer o mínimo." "Ok, então aqui. Tenho certeza de que minha mãe e meu pai prefeririam isso,” responde ela baixinho. Eu acaricio seu cabelo, empurrando os fios que se soltaram com nosso amor, por trás de seu cabelo. Pura felicidade... "Então, nós estabelecemos o onde, agora, o quando." "Certamente você deve perguntar a sua mãe,” diz ela, como se eu pudesse dar a minha mãe uma quantidade infinita de tempo. Everything I do, I do it for you - Bryan Adams "Hmm." Ela gostaria de ter um tempo muito longo, como é tradição na nata da sociedade, para ter tudo perfeito, e bom, e deixar uma impressão digna nas páginas da sociedade, mas, eu não dou a mínima para isto. Eu só irei conceder-lhe o máximo de tempo que eu posso tolerar sem ter Anastasia como minha esposa. "Ela pode ter um mês, é isso. Eu quero você demais para ter que esperar por mais tempo." "Christian, você me tem,” Anastasia me repreende. "Você já me tem desde um tempo. Mas tudo bem, um mês será,” diz ela beijando meu peito, um gesto que eu não podia tolerar antes, mas agora é algo que eu desejo imensamente. Ela levanta a cabeça para olhar para mim e nós bloqueamos os olhares. Ela sorri dessa maneira que puxa minhas cordas do coração. Meus lábios descem efetivamente nos dela, silenciando-a e fazemos amor, mais uma vez, na cama de flores.

Celine Dion - A New Day Has Come

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O telefone toca insistentemente. São apenas 8:01. "Olivia!" Andrea grita. "Você nunca deve deixar o telefone tocar mais de três vezes!" "Oh, Deus! Eu sinto muito,” ela diz, desajeitada em suas palavras, e sua voz falha quando ela atende. "Bom dia. Grey Enterprises Holdings. Aqui é Olivia. Como posso ajudá-lo?” Diz ela engolindo, e esperando que não seja o Sr. Grey. Ele assusta o inferno fora dela, e faz com que ela pule mais que os feijões saltadores mexicanos. (N.T. Eles saltam porque existe uma larva de mariposa dentro deles. Elas vivem lá
dentro do feijão e quando se movem, o feijão se move)

"Olivia,” diz uma voz masculina, cantando suave do outro lado do telefone. "Escute, querida,” ele a atrai com a palavra, acalmando instantaneamente o coração saltitante de Olivia. "Sr. Grey,” diz ele, em seguida, corrigindo-se, acrescenta: "Christian, quero dizer, aparentemente ficou noivo no sábado, e ele esqueceu-se de me enviar um convite para a celebração. Tenho certeza de que foi um descuido, uma vez que ele teve esse acidente horroroso logo no dia anterior. Embora, nós não sejamos tão amigos como eu gostaria que fôssemos, mas tivemos um jantar ou dois juntos, e eu queria saber, querida, você por acaso sabe o nome dela?"

Olivia limpa a garganta. Ela quer ser útil. Este é o seu Trabalho Número 1. Andrea insiste nisso. Seu olhar interrogativo já está no seu, avaliando cada palavra sua, cada gesto. A primeira coisa que Andrea disse a ela, quando ela começou seu estágio, foi que ela tem que sorrir ao telefone. O destinatário do sorriso não pode vê-la, mas o sorriso seria percebido através de sua voz. Ela realmente quer ficar no GEH permanentemente, uma vez que o estágio termine. É afinal a melhor empresa em Seattle. Então ela sorri tão grande quanto possível para o receptor. "O nome de quem, senhor?" Olivia pergunta em sua voz mais profissional. "Da noiva do Christian é claro, querida. Tenho certeza que ele disse a seu pessoal sobre seu noivado. Este é, afinal, Christian Grey! " Olivia escaneia seu cérebro. Ela sabia que todos eles tinham uma ordem permanente para passar a Srta. Anastasia Steele imediatamente, porque ela é sua namorada. O Sr. Grey nunca mais tinha sido o mesmo desde que ele começou a vê-la. Mesmo Ros estava ficando curiosa sobre isso, e ela está lá há mais tempo. Eles estavam todos tentando arrancá-lo de Taylor. Assim, ele deve estar sério sobre ela. Ele teve uma reunião com ela e Andrea de que a Srta. Steele deveria ter ‘top’ prioridade. Não importa o que ele estivesse fazendo, ela deveria ser colocada no telefone, ou deveriam encontrá-lo. "Olivia? Você está aí, querida?" Ele soa tão doce. Ela odeia decepcioná-lo. Ela limpa a garganta, e Andrea levanta as sobrancelhas. Ela deve ter soado não profissional. "Sim, senhor, estou aqui,” ela responde em seu tom mais profissional e encantador. Ele deve ter sorrido ao telefone, porque sua voz é ainda mais doce agora. "Você vê, eu estou um pouco decepcionado, mas eu estava esperando poder enviar uma cesta de presentes e flores para o feliz casal. Seria uma vergonha terrível e desrespeito, se eu não souber o nome dela para colocar na cesta e nas flores." "Oh, é claro, senhor. Mas, eu não tenho certeza se o Sr. Grey e a Srta. Steele estão comprometidos. Não nos foi dito nada, ainda. " "Você disse Srta. Steele? Qual é o seu nome? " "Anastasia..." deixa escapar Olivia. Os olhos de Andrea se arregalam, e eles estão prestes a saltar das órbitas; sua cor se transforma em uma mistura de vermelho e marrom-arroxeado em um instante, ela parece que vai explodir o topo de sua cabeça, e a chamam de "Gelada". Ela se parece mais com a Mulher-Diabo (N.T. Uma mulher, cujo mau humor e crueldade são tão extremos como evocando uma imagem do diabo) agora e caminha em seus saltos de 10 cm, rapidamente, para Olivia. O homem no telefone sabe que seu tempo é curto quando ele ouve, “Olivia!” através do fone do receptor. "Eles estão noivos?”pergunta ele apressadamente. Olivia, sabendo que ela está na merda, responde: "Sinto muito, senhor, eu não tenho nenhuma maneira de confirmar ou negar se a Srta. Steele e o Sr. Grey estão noivos!" E Andrea pega o telefone da mão dela, e friamente fala no bocal.

"De que jornal você está ligando?" "Quem disse que eu estou ligando de um jornal? Eu trabalho freelance. Agora eu posso vender a informação pelo maior lance. Bom dia!” Diz ele e o telefone fica mudo. Andrea gira nos saltos para encarar Olivia, que agora está desejando que o chão se abrisse e a engolisse. Andrea parece o Mount Saint Helen vomitando pedaços de gelo, e Olivia está na extremidade, recebendo. "Merda! Merda! Merda!” Lamenta Andrea com os olhos esbugalhados, sua calma está falhando. Ela anda em volta com seus saltos altos batendo sobre os pisos de mármore, decididamente, como se estivesse pisando em toda Olivia, que agora recua com os olhos cheios de lágrimas. "Eu sinto muito,” ela sussurra com fervor. "Você tem alguma idéia em que tipo de problemas você nos colocou" Ela abre a boca para vomitar novamente, mas o telefone toca mais uma vez. Olivia choraminga e sua mão se estende para o telefone automaticamente. "Pare!" Andrea fala com severidade e ela corre para o telefone tão rápido, que Olivia imagina que Andrea se parece com Usain Bolt em saltos altos, para chegar ao telefone. (N.T. atleta jamaicano, considerado por muitos jornalistas e analistasesportivos como o maior velocista de todos os tempos) Andrea pega o receptor, e responde com uma voz tão calma e profissional, que Olivia acha que imaginou ela gritando apenas 20 segundos atrás. "Bom dia, GEH. Escritório de Christian Grey. Aqui é Andrea falando. Como posso ajudá-lo?" "Bom dia Andrea. Aqui é Anthony Décimo. Eu sou secretário de Alex Pella. O Sr. Pella voltou, a pedido do Sr. Grey, do exterior. No entanto, ele teve que deixar um importante negócio inacabado, portanto, ele deve retornar depois de completar o seu exame do helicóptero do Sr. Grey. O Sr. Pella viu o EC135 e ele gostaria de compartilhar suas descobertas com o Sr. Grey. Quando ele poderia vê-lo hoje?" Ele soa culto, de outro mundo, bem-educado, e completamente no comando. "Oh, Sr. Decimus..." Andrea começa. "Anthony, por favor,” ele a corrige. "Eu não tenho certeza de que horas o Sr. Grey está chegando hoje, mas ele já está chegando. Eu sei que o Sr. Grey estaria mais do que ansioso para falar com o Sr. Pella, desde que estamos tentando encontrá-lo. Qual é a agenda do Sr. Pella para hoje? " "O Sr. Pella dedicou este dia inteiro para o Sr. Grey. Estamos atualmente em Boeing Head (N.T.Central da Boeing) e ele ainda está examinando o helicóptero, senhora. Digamos depois do almoço no GEH?" "Sim, eu acredito que poderia ser, mas apenas no caso de que tenhamos que fazer ajustes, você poderia me dar um número de contato para alcançá-lo?"

"Certamente". Nesse momento Andrea ouviu os passos firmes de Christian Grey seguidos por passos furtivos de Taylor. Andrea anota o número e, depois de desligar o telefone, ela pega seu tablet, e se apronta para cumprimentar seu chefe. "Olivia! Há café fresco? " "Sim, Andrea, há,” responde Olivia, esfregando os olhos violentamente, antes que o Sr. Grey apareça virando a esquina. "Rápido! O Sr. Grey está aqui! " E Christian Grey com um rosto invulgarmente alegre e Taylor em seu habitual rosto ilegível, caminham para a área da recepção. "Bom dia, Sr. Grey!" As garotas cumprimentam-no em uníssono e como de costume, Olivia salta de pé. "Bom dia!” Ele responde, e caminha para seu escritório enquanto atende seu telef one celular com aquela voz suave, fascinada.

"Olá, Baby!” Diz ele no fone, mas um grito vindo do telefone para instantaneamente não apenas Christian Grey, mas todos os outros presentes. Todo o corpo de Christian imediatamente fica tenso. A linguagem corporal de Taylor espelha a de seu chefe. Ele é tão sintonizado com Christian Grey, que quando Christian pensa em andar, Taylor se move. Ele é como uma extensão de seu corpo, um membro independente. "O quê?” ele grita.

Todo mundo congela no escritório. "Onde está Sawyer?" "Okay. Fique aí! Nós estamos chegando."Desligando o telefone, ele olha Taylor severamente. "Vamos lá!” Diz ele. Olivia e Andrea só olham uma para a outra, assustadas e confusas. "O que diabos aconteceu?” Diz Andrea olhando para as costas de seu chefe.

Danger Zone - Kenny Loggins

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"Vamos para a SIP, Sr. Grey?" "Não. Para a deli na esquina de seu trabalho. " "Deli, senhor?" Taylor pergunta confuso. "Yes! O maldito paparazzi a encurralou no banheiro!"Eu resmungo no nosso caminho. Eu aperto o botão de chamada do elevador;ele não vem rápido o suficiente. Meu pé batendo nervosamente, tão logo o elevador ‘ding’ aberto, eu entro com Taylor. Ele está no telefone com Sawyer. "Mantenha os fodidos paparazzi fora! Faça o pessoal levá-la para um quarto nos fundos, uma sala com chave, eles devem ter uma. " Ele escuta, e eu estendo minha mão para o telefone. "Sawyer, onde está a Srta. Steele?" "Ela está no banheiro senhor, um pouco abalada. Sinto muito, Sr. Grey. Eu não poderia ir para o banheiro com ela. Ela me pediu para comprar um ‘scone’ quando ela entrou no banheiro das senhoras.(N.T. Um scone é um pãozinho individual de forma redonda, típico da cozinha do Reino Unido e originário
da Escócia. É um alimento muito comum no café da manhã e lanches, tanto no Reino Unido e Irlanda, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.) Eu vim para a porta do banheiro esperar por ela assim que eu

comprei seu pãozinho. Eu estava esperando na porta, e eu só ouvi o grito dela. Claro que invadi o local, e um paparazzi, em pé em cima da outra cabine, estava tentando tirar fotos dela, de cima!" "Que merda é essa?" Eu berro. "Eu quebrei sua câmera e ... uhm ... Eu posso ter quebrado seu nariz. Ele disse que iria processá-lo."

"O filho da puta tenta tirar uma foto da minha noiva em um banheiro de senhoras e ele quer me processar por ter você para protegê-la? Foda-se! Onde está Ana?" "Ela não saiu do banheiro, Sr. Grey. Ela está muito abalada. Então, eu simplesmente não estou deixando ninguém entrar no banheiro, eu estou bem na frente da porta. O proprietário colocou uma placa em frente à porta aqui. Dissuadindo outros de entrar."Eu passo a mão pelo meu cabelo exasperado. A porta do elevador se abre no nível Garage. Corremos para o SUV. "A propósito Sr. Grey, há um pequeno exército de fotógrafos e paparazzi esperando para emboscar fora. Quando Taylor trouxer você, se ele se dirigir para a parte de trás da delicatessen, há uma entrada para entregas. Francamente, senhor, no estado em que a Srta. Steele está, eu não acho que há alguma maneira de levá-la de volta à SIP a pé, com a Srta. Steele estando tão chateada. " Taylor abre a porta para o SUV, e eu deslizo ainda falando. "Você não vai se mover! Estamos chegando. Faça o proprietário fechar o lugar agora. Uma hora apenas. Eu vou pagar o dobro do custo, do que ele iria ganhar, fechando o lugar. Precisamos utilizar o acesso para entregas." "Sim, senhor!" E eu entrego o telefone de volta para Taylor. "ETA (N.T. Tempo Estimado de Chegada) em 8 minutos, Sawyer,” Taylor diz em um tom uniforme, e escuta. "As mesmas regras se aplicam. É uma porra de uma emergência, e haverá mais disto em um futuro próximo. Fixe a cena... Sim... Okay... Vemo-nos em seis minutos!" E desliga e aperta o acelerador. Eu estou fodido de raiva! Espero em Deus que o porra do fotógrafo não esteja lá, ou então eu vou matálo! A tensão está exalando por todo o meu corpo. Quando alcançamos a deli, o SUV guincha pneus na parte de trás da recepção. Há um recipiente de lixo gigante que Taylor evita bater por pouco, antes de chegar a uma parada total. Corro para a porta, e Taylor murmura uma maldição em voz baixa, antes que ele dobre atrás de mim. A porta está aberta e um adolescente com espinhas em todo o rosto está controlando a entrada de trás. "Quem é você, homem? Ninguém deveria entrar aqui,” ele diz com uma corajosa, mas estranha voz. Sawyer aparece imediatamente quando ouve o adolescente. "Obrigado, Jason. Ele é o Sr. Grey. " Com a menção de meu nome, ele me dá um grande sorriso. "Ela está bem ali,” diz ele apontando para o banheiro. Um rápido olhar para o lugar me diz que há apenas funcionários que estão aqui ociosamente limpando em volta, e Taylor encontra o proprietário imediatamente, para cuidar dos negócios. "Sawyer,” eu digo assentindo para ele, de lado. "Sim, senhor,” ele responde em um tom neutro,o que é até mesmo louvável, porque eu estou em um estado de espírito assassino.

"Onde está o filho da puta?" "Ele foi levado sob a custódia da polícia. Alguém daqui chamou a polícia." "Eles falaram com Anastasia?" "Não, senhor. Ela estava muito chateada e se recusou a falar com alguém até que você chegasse aqui. "Eu concordo com a cabeça. Eu entro no banheiro, nervoso, sem saber o estado em que eu vou encontrar Anastasia dentro. Eu empurro a porta abrindo-a, e eu olho para baixo com o barulho de vidro quebrado sob meus pés. A câmera. Há ainda um rastro de pingos de sangue seco no chão. "Vá embora!" Vem o som de uma das cabines. "É assim que você recebe seu noivo?” Eu respondo aliviado. A porta da cabine se abre e bate na parede imediatamente, e eu vejo Anastasia atirando-se para mim. Seus olhos estão vermelhos de tanto chorar, e ela se agarra a mim, seu coração ainda está batendo rápido, e suas lágrimas começam a rolar de novo. "Shhh ... Eu estou aqui agora. O que aconteceu?" Eu digo tentando manter a tensão longe da minha voz. "Eu não sei, Christian. Esse cara só espiou da cabine ao lado e disse: 'Srta. Steele? Srta. Anastasia Steele? "Eu disse automaticamente 'sim', e ele começou a tirar fotos de mim de cima, no banheiro. Eu não podia me mover! Eu me senti tão... tão... exposta,” diz ela tremendo. "Devo ter gritado. Sawyer então entrou correndo e o ouvi puxando a cara para fora da cabine, em seguida, houve uma briga...” diz ela entre soluços. "Foda-se! Ele a viu exposta? " "Eu estava sentando na cabine, levantei minha saia e abaixei minha calcinha. Não, eu não acho que ele deu uma boa olhada para a minha bunda, mas eu estava muito apavorada,” ela exclama para mim. "Eu tenho que aumentar a segurança,” eu digo com raiva. Eu não quero que ela vá para o trabalho hoje, inferno, eu não quero que ela vá para o trabalho, sempre! Eu posso cuidar dela. "Por que você veio para a deli? Você não teve café da manhã suficiente?" Tentando mudar o assunto para acalmar nós dois. "Eu tive. Só que eu me lembrei dos seus ‘scones’, e queria ter um para mais tarde com o meu chá. Sawyer disse: 'Eu vou buscá-lo para você, Srta. Steele', e eu disse-lhe que ia para o banheiro feminino. Eu não estava esperando um hom em me seguir aqui,” diz ela, abraçando-me com mais força. "Devo levá-la para casa?" Eu pergunto. Ela balança a cabeça violentamente. "Eu... não. Eu quero ir para o trabalho." Eu quero protestar, e eu estou ficando furioso a cada segundo, mas eu controlo minha zanga.

"Anastasia, você quase foi atacada por um porra de um paparazzi. Haverá mais do que isso, no futuro, agora que eles têm um cheiro de com quem eu vou me casar. Eu posso te proteger melhor se eu puder mantê-la em casa,” eu digo com os dentes cerrados. "Christian, você não pode me manter em casa o tempo todo. Eu não sou uma figura decorativa, ou uma decoração de braço. Eu sou a minha própria pessoa. Eu quero trabalhar. Eu estava apenas... chocada com a emboscada. Se eu soubesse que isso poderia acontecer, eu seria mais cautelosa. Foi o jeito que ele se aproximou de mim, que me assustou. Na cabine do banheiro, pelo amor de Deus! " "Ana, eu sou um homem de grande visibilidade. Não há só os paparazzi, mas todos os tipos de pessoas das quais eu gostaria de protegê-la. Pessoas com riqueza têm um monte de inimigos, ou chacais oportunistas. Uma vez que eles sabem que você está na minha vida, você está em perigo. Eu tenho que protegê-la. Mas você tem que me deixar! Você precisa me ouvir, e seguir as instruções." "Christian ..." ela começa a protestar de uma forma que só Anastasia pode. "Anastasia,” eu digo com firmeza. "Sua segurança não é negociável. Se você quer trabalhar, tudo bem. Mas, você tem que seguir os protocolos de segurança. Você não está mais sob o radar. Você é visível. Me mataria se alguém a prejudicasse de qualquer maneira por minha causa. Você entende isso?" Eu digo com fervor pegando sua cabeça em minhas mãos. Ela acena com a cabeça concordando relutantemente. Uma vez que nos casemos, uma vez que ela seja completamente minha, ela vai me prometer aos olhos de Deus e de todos os outros me obedecer. Por agora, eu posso ficar em silêncio por um pouco mais de tempo, ou bater a merda fora dela, esta segunda opção claramente está fora. Porra! "Então, o trabalho. Mas, não deixe o prédio. Taylor e eu vamos buscá-la depois do trabalho. Entendeu?" "Sim, Christian,” diz ela, abraçando-me com mais força. "Nós acabamos de anunciar nosso noivado na noite de sábado para apenas sua família e amigos. Como é que eles souberam disso tão depressa? " "Nariz de Paparazzi fareja o sangue de solteiro e compromissos de alto nível, casamentos, ou escândalos, como o cão fareja sangue num raio de cem milhas,” eu digo. "Agora que o gato está fora do saco, temos que fazer um anúncio formal. Eu vou falar com PR quando eu voltar para o escritório.” Ela acena com a cabeça concordando. Every Breath You Take - Sting ***** Nós vamos de carro a curta distância até a SIP e paramos na porta de trás da editora, uma vez que na frente do prédio tem um pequeno exército de fotógrafos à espera. Faço uma nota mental para falar com Welch sobre a segurança no prédio. Eu ando com Anastasia todo o caminho até seu escritório, e pergunto-lhe novamente se ela realmente tem quer ficar no trabalho hoje, embora eu sei qual seria sua resposta.

"Sim, Christian. Eu preciso aprender a lidar com isso. Se este é o pacote que vem com você, eu aceito isso,” diz ela, parando minha respiração. Ela me pega com meu pior, como posso não desejar lhe dar o meu melhor? "Ana?" "Sim?" "Estou muito feliz que você me chamou. Eu quero ser aquele que vem para você para satisfazer todas as suas necessidades. Eu quero ser aquele que a salva, embora eu estou fodido de raiva pelo que aconteceu, que algum filho da puta violou sua privacidade de uma maneira tão grosseira. Então, não saia, até eu chegar, ok? " "Sim, Christian,” ela responde. "Boa menina. Precisamos conseguir-lhe uma assistente, para que ela possa pegar seus ‘scones’, e almoços a partir de agora,” eu digo e a beijo. "Ela?" "Sim, uma 'ela'. Eu não posso suportar que um homem esteja trabalhando para você, e vendo-a mais do que eu, em um dia,” eu digo com firmeza. "Tudo bem,” ela aquiesce. "Eu te amo Christian". Meu olhar suaviza,” e eu, a você, Ana". ***** Quando Taylor e voltamos para o meu escritório, Andrea e Olivia saltam ambas de pé. "Andrea, traga o seu tablet e entre imediatamente!" Eu digo sem rodeios. Ela apressa seus passos atrás de mim. "Está tudo bem esta manhã, senhor?" Ela consegue perguntar. "Não, merda! Eles emboscaram minha noiva em um banheiro público. Isso soa como se estivesse tudo bem?" "Sua noiva, senhor?" "Srta. Anastasia Steele e eu estamos noivos. É por isso que eu preciso de você, agora. Eu quero que você entre em contato com o PR, e precisamos anunciar formalmente o nosso compromisso, e eu vou dar-lhe uma foto de modo que eles não vão emboscar Anastasia nos banheiros! " "Paparazzi, senhor?” Ela pergunta engolindo, parecendo inquieta. "Sim. Existe algo que você precisa me dizer? "

Andrea fica de pé ereta, mantem a cabeça mais elevada, nervosamente colocando um fio não-existente de cabelo atrás da orelha, e abraça seu tablet como um bote salva-vidas. Meu olhar a penetra, e minha mandíbula aperta. "Sinto muito, Sr. Grey. Esta manhã, alguém chamou a GEH fingindo ser seu amigo, e ele disse que ia mandar uma cesta de presentes e flores para felicitar pelo seu noivado, e perguntou o nome da sua noiva. Lamento dizer que eu fui incapaz de chegar ao telefone antes de Olivia,que disse que não sabia se você e a Srta. Steele estavam comprometidos." "O quê? Porra! Porra!"Eu grito e pulo de pé, caminho para a porta com passos bruscos, e abro a porta totalmente. "Olivia! Venha aqui! " O rosto de Olivia fica carmesim imediatamente, e ela caminha para o meu escritório com passos vacilantes. "Sim, Sr. Grey,” diz ela engolindo, com os olhos cheios de lágrimas, pelas quais eu não tenho nenhuma simpatia. "O que exatamente você disse ao paparazzi?" "Ele não era exatamente um paparazzi, Sr. Grey. Ele disse a Andrea que ele estava trabalhando freelance,” diz ela e até mesmo Taylor revira os olhos. “Você é uma merda estúpida ou o quê? Ele não estava trabal hando para um jornal! Ele estava trabalhando para todos! Você sabe a miséria em que você colocou a Srta.Steele esta manhã? Você teria gostado se os paparazzi estivessem tentando tirar "fotos espontâneas" de quando você estava fazendo xixi em um banheiro público?" "Sinto muito, Sr. Grey. Eu disse a ele que eu não poderia confirmar ou negar que você e a senhorita Steele estavam noivos,” ela profere. Meu peito está arfando da raiva, e eu corro minhas mãos em exasperação. "Você está completamente louca? Ele estava tentando descobrir quem era Anastasia, e você a entregou a ele espontaneamente! Você encaminhou Anastasia para uma emboscada! Porra!" Ela começa a soluçar. "Pare com a choradeira, e dê o fora do meu escritório! Eu não quero vê-la pelo resto do dia!" Eu berro. "Estou demitida, senhor?" "Se você continuar aí, você estará! Eu não quero ver essa incompetência novamente por nenhum preço. Andrea, mande-a para o treinamento para ela aprender o que eu preciso do meu pessoal imediato." Andrea olha para mim. "Agora!" Eu grito, fazendo-a saltar.

Você tem que dar a Andrea o devido crédito, por ser uma das poucas pessoas que podem encarar o meu olhar, e não se encolher sob ele. "Sim, senhor. Eu vou atendê-lo imediatamente. No entanto, o Sr. Pella está na cidade, e ele está apenas hoje na cidade. O secretário dele ligou solicitando uma reunião com você esta tarde. Ele examinou Charlie Tango, e gostaria de compartilhar suas descobertas com você, de preferência após o almoço, no GEH, senhor. Eu tenho que ligar e confirmar a hora com ele. Embora ele tenha dito que o Sr. Pella está dedicando o dia de hoje para você, então a qualquer hora que você quiser encontrá-lo, senhor. O Sr. Pella estará partindo para o exterior novamente para cuidar de um negócio inacabado no final do dia de hoje. Será que depois do almoço é um bom momento para você encontrar o Sr. Pella, senhor?” Diz ela em um e meio fôlego, em fogo rápido. Eu tomo uma respiração profunda, e expiro. "Sim, limpe o meu horário da tarde. Eu não sei quanto tempo isso levaria. " "Sim, senhor,” ela responde. "Oh, Andrea. Aqui está a carta que eu gostaria que fosse enviada juntamente com o cheque de Len e Evelyn Mattson ,” eu digo estendendo o envelope. "Você já recebeu o cheque em seu nome?" Eu pergunto. "Sim, senhor. Tenho a papelada aqui, para você assinar,” diz ela estendendo a papelada e eu rapidamente coloco minha assinatura. "Eu quero isso sendo enviado hoje,” eu digo, enquanto eu estendo a papelada de volta para ela. "Sr. Grey? " "Sim,” eu respondo com firmeza. "Seu pai ligou e perguntou se o senhor poderia almoçar com ele no Rover. Ele fez reservas." "Fez?" "Ele foi um pouco insistente, senhor,” diz ela tensa. Meu olhar vai para Taylor em seu canto habitual. Ele tem a sua aparência taciturna habitual. A única coisa que mostra a sua diversão à distância é o leve brilho em seus olhos. "Tudo bem. Vamos acabar com isso. A que horas?" "Ao meio-dia, senhor." "Diga-lhe que estarei lá."

"Vou agendar o Sr. Pella para 14:00 de hoje, isto deve dar-lhe tempo de sobra para voltar, senhor." "Tudo bem,” eu digo, com o encerramento em minha voz, e Andrea aproveita sua deixa e sai do meu escritório. Eu vou para meu computador e escrevo uma mensagem para Anastasia.

__________________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: queria que fôssemos para casa Data: 20 de junho de 2011 11:04 Para: Anastasia Steele Baby, ambos devíamos ter ficado em casa hoje e nos perdido um no outro. Você está se sentindo melhor? Eu realmente queria que você não trabalhasse. Eu posso cuidar de você, você sabe. Chame-me se você precisar de alguma coisa. Christian Grey Sentindo falta de minha noiva, CEO Grey Enterprises Inc. PS: Eu te amo PPS: Lembrar você, uma flor entre as flores na magia da noite passada, é o que está me movendo prá frente hoje. _______________________________________________________________

Sua resposta não leva muito tempo para chegar a minha caixa de e-mail. _________________________________________________________________
De: Anastasia Steele Assunto: Re: queria que fôssemos para casa Data: 20 de junho de 2011 11:07 Para: Christian Grey Christian, eu tenho que trabalhar. Eu quero trabalhar. Não vamos discutir isso de novo, por favor. Apesar de também eu desejar que estivéssemos em casa e perdidos um no outro. Melhor ainda, na casa de barco, entre as flores selvagens, e fazendo amor. Montes disso. Foi ... a melhor noite da minha vida. Sempre! ILY Ax

__________________________________________________________________ Melhor noite, hein? Para mim também. Eu a amo tanto que o pensamento de que alguém pode prejudicá-la é como uma faca enferrujada torcendo no meu coração. Eu não posso tê-la exposta a ameaças e perigos por causa de quem eu sou. E Anastasia sendo Anastasia não vai me escutar. É ao mesmo tempo refrescante, e excruciante. Tanto veneno como antídoto. Como posso fazê-la me ouvir? Como posso fazê-la me obedecer, para que ela não esteja exposta a qualquer perigo. Qualquer dano. Como?

Mais um mês... Mais um mês e ela não terá escolha a não ser me obedecer. Porque ela vai estar prometendo obediência diante de Deus e talvez de muitas pessoas que nós decidamos convidar para o nosso casamento. O pensamento me dá serenidade neste porra de dia caótico. Eu prometerei isso nos meus votos de casamento: ‘Eu, Christian Trevelyan Grey, tomo você, Anastasia Rose Steele, para ser minha legítima esposa, para ter e manter deste dia em diante, para o melhor ou para o pior, na riqueza e na pobreza, na doença e na saúde, para amar e para cuidar, até que a morte nos separe, de acordo com a santa vontade de Deus; e assim me comprometo com a verdade.’ E ela vai me dar sua promessa. 'Eu, Anastasia Rose Steele, tomo você, Christian Trevelyan Grey, para ser meu legítimo esposo, para ter e manter deste dia em diante, para o melhor ou para o pior, na riqueza na pobreza, na doença e na saúde, para amar, cuidar e obedecer, até que a morte nos separe, de acordo com a santa vontade de Deus; e assim me comprometo com a verdade.' Sim, me sentirei imensamente melhor quando ela prometer me obedecer. "Sr. Grey, devemos ir, se você está indo encontrar seu pai para o almoço, senhor. " Eu me levanto, para ver o que deu um desejo ardente no meu pai de almoçar comigo, apesar do fato dele ter me visto toda a noite de ontem. Só consigo pensar em uma razão. E isso tem que ser cortado pela raiz. "Vamos lá,” eu digo mais determinado do que nunca. ***** "Sr. Grey, é uma honra tê-lo aqui, senhor. Sua companhia está esperando por você na sala de jantar privada. Por favor, siga-me por aqui, senhor,” afirma o Maître D’ (N.T. O maître d' (abreviação para maître
d'hôtel, literalmente 'o mestre do hotel'), ou simplesmente maitre, é a pessoa encarregada de destinar clientes às mesas) indicando o caminho para uma sala privada, fora dos olhos curiosos da sala de jantar.

Quando entramos na sala de jantar privada, meu pai se levanta me cumprimentando, enquanto outro homem se levanta com ele em seu terno três peças profissional, que parece estar gritando "eu-sou-umcaro-advogado-de-divórcio’. "Pai," saudo-o apreensivo. O olhar de Taylor parece impassível, mas ele também está descontente. Ele não gosta de surpresas, se ele não está preparado para elas. O meu pai percebe a minha entonação, e convenientemente ignora. "Christian, este é o meu colega, Andrew Whitaker." "Como vai você, Sr. Grey?” Diz ele em um não-sorridente tom, com bom senso.

"Muito bem, obrigado, Sr. Whitaker. Embora, eu gostaria de saber qual é o seu negócio comigo hoje,” eu digo cortando a perseguição. Ele dá a impressão de um sorriso nos lábios, embora seja difícil dizer, já que ele parece não ter usado seus músculos faciais para formar um sorriso por um tempo muito longo. "Podemos tomar nossos lugares em primeiro lugar, e uma vez que você já está aqui, seria possível pedir algo para comer, Sr. Grey? A comida é excelente aqui, e eu odiaria vê-la ir para o lixo,” diz ele em um tom invulgarmente paternal. O jeito que ele fala sobre comida, e não desperdiçá-la, de alguma forma me puxa para um dos assentos. "Vou ouvi-lo, em consideração a que o meu pai pediu-lhe para vir aqui. Mas, a minha resposta será a mesma,” eu digo, e ele acena com a cabeça. "Tudo o que peço é o seu tempo. Sr. Grey, pela duração do almoço, como um favor a seu pai, para quem terá sido reembolsada uma dívida pessoal, na conclusão deste almoço. Não estou fazendo um discurso de vendas e nem eu preciso fazer isso, eu garanto a você. Estou me aposentando no próximo mês, e muito rico, graças a jovens como você. Como qualquer um que está no topo de seu jogo, nós, advogados, não precisamos fazer qualquer discurso de vendas para ninguém. Há suficiente população bastante jovem, rica e hormonal em redor, que faz escolhas descuidadas, e que no final, atropeladamente, cai em nossos colos muito caros. " O garçom vem com um menu. "O que eu posso trazer-lhe para beber, senhor?” Ele pergunta. "Sancerre. E eu quero o Menu Degustação. Obrigado,” eu digo, despachando o garçom. Eu olho para o meu pai intencionalmente. "Ouça-o, filho. Isso não é contra Anastasia. Isso é para proteger o seu futuro, para proteger o que você trabalhou tão duro para construir há anos. Não deixe que um erro tome de você a metade, ou mais, no final."

A raiva sobe em mim. Meu pai, entre todas as pessoas, devia conhecer-me um pouco. Embora ninguém me conheça bem o suficiente, exceção para Anastasia. O que todo mundo não consegue perceber, é que eu ficaria destruído se Anastasia decidisse me deixar. Se eu retenho ou não o que tenho acumulado, não é importante, porque eu estaria me despedindo da vida. Eu seria uma casca de meu muito fodido eu mesmo. Eu olho Taylor, que está olhando para frente, tenso, e impassível. Ele não gosta da idéia de eu ser emboscado por um advogado, como eu noto. Pior, eu estou sendo emboscado pelo meu próprio pai. Que dia de merda! "Diga o que pensa, Sr. Whitaker." "Sr. Grey, uma pequena pesquisa no Google pode facilmente indicar que você vale cerca de 12,5 bilhões de dólares. Um pouco mais, ou menos, embora no seu caso seja bastante sólido, pois os seus bens não são baseados em ações ou quotas de sua empresa. Você possui tudo isso. Você é pelas últimas estimativas a 25ª. pessoa mais rica do planeta. Você é gênio por próprio mérito." Ele dá uma porrada de informação, me apresentando a mim mesmo; como se eu não tivesse me conhecido antes! "Agora que você me apresentou a mim, Sr. Whitaker, o que mais você tem a dizer?" Eu digo irritado. "Christian, por favor. Ouça-o em primeiro lugar,” o meu pai insiste. "Sr. Grey, você tem alguma idéia, de quantas pessoas iriam vender sua mãe, pai, irmãos, filhos e sua própria alma para obter uma fração, uma fração minúscula do que você tem? Alguma idéia, afinal?" Meus olhos se escurecem, e a raiva acumulada, mal é contida em um tom de nível mortalmente afiado. "Você está insinuando que minha noiva está atrás do meu dinheiro? Como você sabe que eu não fiz qualquer verificação de antecedentes sobre ela? Como você sabe que não fui eu quem a convenceu?"

"Maravilhoso. Então ela não se importaria de assinar um pedaço de papel que diz, que o que é dela é dela, e o que é seu é seu,” diz ele em um tom uniforme para coincidir com o meu. "Você está tentando zombar de mim? Insultar minha noiva, ou ridicularizar a nós dois? O que a minha noiva e eu temos - que por sinal é particular - é uma piada para você, Sr. Whitaker? " "Eu garanto Sr. Grey, eu não tenho senso de humor da maneira que você fala, e nem eu preciso zombar de você e de vocês, de qualquer forma. Todo mundo é capaz de fazer isso por si mesmo. O que eu estou tentando lhe dar é a estatística, se você quiser, e a distância em que alguém iria, brincando com alvos ricos e bonitos como você. Os números são simplesmente sem limites. Estou tentando lhe dizer que houve pessoas que estavam realmente, verdadeiramente apaixonadas, com todas as emoções certas investidas no relacionamento. Mas, as pessoas mudam ao longo do tempo. A vida e as circunstâncias mudam. Desejam e querem mudar. As pessoas crescem separadamente, caem fora do amor. Como você acha que eu acumulei tal fortuna? Embora eu não esteja no rank que você ocupa, eu ainda sou um dos homens mais ricos deste país. Porque, eu fiz minha fortuna com os jovens que uma vez estiveram apaixonados e sem pré nupcial. Como diz o ditado, 'Quem casa a correr, toda a vida tem para se arrepender’. Você está apaixonado, mas conhece sua noiva por um tempo muito curto. É imperativo que você obtenha o seu acordo pré-nupcial. As esposas podem tomar ½ da fortuna, mas vamos tomar... Ohhh.., alguma coisa a partir de 35% até 50% desta fatia. Você deve saber como nós advogados somos caros. Você acha que eu iria e explicaria como eu acumulei minha fortuna? " Quando o garçom chega para servir nossa comida, todos na mesa ficam em silêncio, e ele serve a comida profissionalmente e rapidamente se afasta. "Sr. Whitaker, obrigado por suas opiniões francas, porém cínicas. O que todo mundo não consegue ver é que, nada que eu tenho significa nada para mim, se eu não tenho Anastasia. Ela poderia muito bem ficar com tudo. Quero ela na minha vida, pura e simplesmente. A separação não é uma opção. Nós vamos nos casar para a vida." Meu pai balança a cabeça. "Filho, eu não quero nada mais para você do que se casar para a vida. Eu não quero nada mais para você do que ter o que eu tenho com sua mãe. Desejo-lhe toda a felicidade do mundo. Mas você deve entender que certo número de coisas podem dar errado, porque você e Ana conhecem um ao outro muito pouco. Esta pode ser uma paixão. Ela é uma garota maravilhosa, e nós a amamos muito. Sua mãe e eu somos imensamente felizes porque ela o faz feliz. Mas, alguma coisa pode dar errada. Quão bem você realmente a conhece? Ela é, afinal, sua primeira namorada. Você não teve ninguém antes. É fácil..." Eu finalmente tive tudo que eu posso aguentar dos dois advogados, um dos quais acontece de ser meu pai. Eu me levanto e bato os punhos na mesa. Meu próprio pai faz suposições sobre mim, sobre o que a minha vida é! "Como você me conhece? Eu já trouxe a porra de alguém para você conhecer antes?" "Bem, não. Porque ela é sua primeira... "

"Pai! Você está completamente errado em todas as suas suposições. Mas, para colocá-lo em poucas palavras para você, eu vou dizer isto: eu estou fodidamente desapontado que você decidiu falar sobre minha vida pessoal, minha noiva que parece adorar você, sabendo quão reservado eu sou, na frente de um advogado que eu conheci há menos de dez minutos! Você está falando sobre a pessoa mais importante que eu já tive, que eu vou ter em toda a minha vida! Sim, Anastasia é a minha primeira namorada, mas ela é mais do que isso. Ela é a primeira mulher por quem eu já me apaixonei. Além do mais, ela me ama! Ela é a única que eu achei digna de apresentar a minha família. Além de tudo isso; ela será minha última. Não haverá outras, apenas ela! O assunto está encerrado. Eu não estou fazendoa assinar qualquer pré nupcial. Nenhum. Zip! Nada!" Eu digo com os dentes cerrados. Meu pai suspira. Whitaker se vira para mim e diz: "nesse caso, Sr. Grey, parabéns. Desejo-lhe toda a felicidade do mundo. Jovem, você pode sentar e terminar sua comida maravilhosa."Então ele se vira para o meu pai e diz: "Carrick, meu amigo, minha dívida com você está paga. Vamos almoçar." ***** "Sr. Grey, o Sr. Pella está aqui, senhor,” Andrea anuncia pelo interfone. "Mande-o entrar, por favor, Andrea". Alex Pella entra em meu escritório com um ar de confiança que ele sempre exala em seu 1,88m de estatura, em seu terno de três peças feito por encomenda, até mesmo os seus sapatos estão gritando ‘italianos feitos por encomenda’. Ele anda em uma marcha medida, os movimentos econômicos como se cada passo que ele dá é calculado, e ele está no controle completo de seu ambiente e não apenas da sua própria vida. Ele é quase como se tivesse uma onda de energia rodeando-o e, envolvendo-o. Ele é um alfa entre os machos alfa, que é provavelmente por isso que eles quase nunca se reúnem. Nós dois gostamos de estar no controle. Nenhum de nós está disposto a entregá-lo, mesmo hipoteticamente. Ele estende a mão sinceramente, com um largo sorriso no rosto, e em vez de segurar minha mão, ele agarra meu pulso, como ele sempre fez no passado, com a outra mão batendo firmemente do lado do meu outro braço. "Grey! Fico feliz em vê-lo inteiro, meu amigo!” Diz ele, com uma voz segura de si. "Alex,” eu dou-lhe um aceno de cabeça concordando e um sorriso de saudação. Eu aponto para uma cadeira diante da minha mesa, e ele afunda nela em um agachar elegante, como um caçador. Ele cruza a perna acima do joelho, e sauda Taylor no canto da sala. "Olá, Taylor,” diz ele acenando com a cabeça. "Sr. Pella,” responde Taylor, da mesma forma que um militar faz para um oficial de patente superior. "Quanto tempo você vai ficar na cidade?" Pergunto mesmo que nós dois saibamos que eu sei a resposta.

"Estou aqui apenas por hoje. Eu vim para ajudar na investigação de seu EC135. E eu compilei todos os resultados que os especialistas e o pessoal de segurança encontraram...” diz ele pausando. "Eu ouvi um ‘mas’ chegando". "Sim, há um ‘mas’. Eu não tenho que lhe dizer os tipos d e aeronaves que eu conheço. Eu as compro, eu as vendo, e eu conheço-as de dentro para fora. Tenho certeza de que você suspeitou de um crime quando ambos os motores falharam." Eu aceno com a cabeça concordando. "Eu conclusivamente confirmei que foi crime, depois de passar por todas as evidências. E evidência como um conceito é algo como uma linguagem antiga. Alguém precisa falar e ler, a fim de entender. Caso contrário, é uma linguagem sem nexo para qualquer outra pessoa. Muito poucos podem ler, mesmo se eles podem falar." "É aí que você entra," eu digo com um sorriso. "Sim. Eu tenho os relatórios técnicos aqui para você. Mas, eu também consegui extrair uma impressão parcial que não pertence a você ou a seu passageiro." Eu endireito-me no meu lugar. "Uma impressão parcial?" "Sim. Fizemos alguns testes em algumas bases de dados conhecidas. Nada veio... ainda. No entanto, como o seu próprio chefe de segurança concordaria, isso não significa que a impressão não existe em outro banco de dados. Se a impressão existe em seu helicóptero, o mesmo acontece com a pessoa. A fim de verificar os antecedentes criminais, gostaria de cavar fundo e verificar os registros fechados também. " "Por que você diz isso?" Alex se inclina e seus cachos loiros escuros movem-se com ele. Ele aperta os olhos azul-turquesa. Seus olhos ligeiramente mudam para Taylor, e depois olham para mim. Eu aceno para ele compreendendo o seu significado. Taylor precisa ouvir. "Como eu disse, a leitura de sinais é como ler uma linguagem antiga. A evidência que está presente, bem como o que não está, são importantes. Uma cópia parcial deixada por uma pessoa que odeia você tanto que ele ou ela assumiu o risco de ser pego e danificou o seu helicóptero de tal forma que você iria levantar vôo, mas isto iria falhar durante o vôo. Ele queria garantir que você estivesse morto. Ele queria garantir que você não pousaria vivo. Além do mais, ele queria ter certeza de que isso se pareceria muito com um acidente..." Ele faz uma pausa, senta-se para trás em sua cadeira e o couro da cadeira acomoda-o, afundando profundamente. Ele me deixa absorver o impacto da informação que ele me deu. "Você disse 'ele'. Como você pode ter certeza?" "Eu vou chegar a isso. Agora, este é um homem calculista. Mas um homem irritado um pouco super ansioso; um homem que possivelmente ou perdeu tudo, para arriscar tanto, ou incrivelmente imbecil,

mas, então, o nível de detalhe que ele colocou, e a atenção que ele deu para sua ação, a qual você tem que admirar do ponto de vista desonesto, me faz pensar que ele é de fato muito inteligente,” diz ele me fazendo enrugar a testa, “você, meu amigo, tem um inimigo que iria a extremos para eliminá -lo, e assumiria riscos que uma pessoa ordinária não assumiria. Só um homem que não tem nada a perder faria isso." "Por que não uma mulher? Não se diz, 'o inferno não tem a fúria de uma mulher desprezada?’ ” Eu pergunto. "Não!” Diz ele com firmeza. "As mulheres funcionam de forma diferente. Elas podem ser mais tortuosas do que um homem, mas as mulheres gostam de deixá-lo saber como você as desprezou e como elas estão indo mesmo sem você. Homens, por outro lado, primeiro o matam e, em seguida, medem o tamanho do seu pau, e, em seguida, lhe dizem como você não vai conseguir foder com ele novamente." "É apenas um palpite?" "Palpites são como sexto sentido, Grey. Sendo um homem que calcula seus passos com seis meses de antecedência, eu nunca iria basear uma conclusão sobre um palpite. Pode ser apenas um ponto de partida, mas nunca uma conclusão. Você tem provas suficientes para apoiar isso. Você apenas tem que olhar para os lugares certos. As respostas estão disponíveis para as perguntas certas." Eu me sinto frustrado. O que diabos isso significa? Onde tenho que procurar? Eu corro a mão pelo meu cabelo. Foda-se! Eu sinto que estou jogando Jeopardy na categoria "Tudo que Você Nunca Aprendeu"!
(N.T. Jeopardy! é um programa de televisão. É um show de perguntas e respostas (quiz) variando entre história, literatura, cultura e ciências. Diferentemente dos tradicionais, os temas são apresentados como respostas e os concorrentes devem formular a pergunta correspondente a cada um deles) . Ele empurra um arquivo bem

organizado num CD. "Seu homem Welch tem uma cópia destes resultados,” diz ele. Eu aceno con cordando, com a testa franzida. "Meu ponto de partida é que eu tenho um inimigo que é um homem. É isso? " "Não está escrito em pedra, mas tenho certeza de que ele é um homem. Sua ciência moderna chama isso de "perfil,” não é mesmo? Você pode supor que eu tenho o perfil psicológico de seu ‘poderia ser o assassino’. Alguém que é extremamente inteligente, zangado, e debruçado em algum tipo de vingança, a ponto de querer ter certeza que você está morto. O pior é que ele não se importa quem morre junto com você. É por isso que ele não se importou que você teria um passageiro em seu helicóptero. Eles só se tornam danos colaterais. Isso é um inferno de um inimigo. Se você for como eu...” diz ele, em seguida, sorri com um sorriso que não alcança seus olhos, “é clar o, você écomo eu, eu iria perguntar quantos dedos você esmagou, mas no meu caso, seriam muitos. Talvez, eu diria que você também poderia ter uma ordem vigente deles. Não chegam a ser o tipo de homens que somos; orientados, controlados e ambiciosos e no top do jogo de todo mundo, a ponto de obsessão, e não fazem uma lista dos inimigos." "Como eu sei se ele é um inimigo recente ou alguém no passado que está apenas esperando pela oportunidade certa?" Pergunto com um rosto impassível, minha raiva cuidadosamente escondida sob a superfície.

"Isso vai se apresentar em um curto espaço de tempo. Porque se ele fez essa tentativa, e quase conseguiu, isso o fará mais ousado, mas também com mais raiva por ter falhado. Ele vai tentar novamente, com certeza, contra você e os seus. Para causar a você uma maior dor, até que ele receba o que ele considera que lhe é devido, ele pode tentar chegar até você, através daqueles que você valoriza, provavelmente antes que ele tente matá-lo novamente. Ele vai deixá-lo saber quem derrubou você logo antes dele derrubá-lo." "Como você pode ter certeza?" Os olhos de Alex Pella escurecem como se ele se transformasse em um homem diferente. "Isso não seria o que eu faria, porque eu estou no topo do meu jogo, mas é o que faria um enraivecido segundo melhor. Alguém que perdeu a luta alpha. Primeira ordem de coisas para você deve ser um segurança para cada pessoa viva que você dê valor! Para todos que fariam você chorar se os perdesse,” diz ele, como se ele já tivesse passado por uma experiência tão dolorosa, que mesmo falando sobre isso em termos de um outro homem, lhe desse uma dor insuportável. Sua máscara de confiança assumida desliza de volta no lugar, em apenas alguns segundos. "Proteção é a primeira ordem das coisas. Cobrir sua bunda, e as bundas daqueles a quem você dá valor, enquanto você está investigando. Você tem um ponto de partida, e seu homem, Welch, é alguém astuto. Você tem um homem sólido em Taylor, protegendo-o. Eles sabem o que fazer em varreduras. Aperte as entradas e saídas para as suas propriedades, os locais de trabalho que você freqüenta, e, obviamente, os seus meios de transporte,” diz ele levantando-se. "Estou aqui por todo o dia, mas eu tenho que sair amanhã de manhã. Eu tenho um negócio inacabado para atender." "Obrigado, Alex!" Eu me levanto. Quando ele estende a mão novamente a jaqueta se abre, e noto uma arma escondida em sua jaqueta. "Você está armado?" "Claro, eu me sinto nu sem ele." "Como é que você passou pela minha segurança com uma arma escondida?" "Você não quer que eu lhe dê os truques do negócio, quer Grey?” Diz ele com uma risada de menino, que eu me lembro muito bem de Harvard. Eu rio para ele. "Por que você tem que ter uma arma?" Eu não posso deixar de perguntar por causa da minha aversão a armas. "Bem, Grey, eu pensei que ia demorar muito tempo para inserir manualmente as balas em homens que queriam me matar,” diz ele com um sorriso genuíno. "Não é para isso a sua segurança exagerada, é?" Pergunto sarcasticamente.

"Seria insensato, mas não para homens como nós,” ele dá de ombros. "Eu não sei como uma arma teria me salvado quando meu helicóptero estava caindo,” eu digo acidamente. "É porque as armas são ferramentas. Sua melhor arma é a cabeça, que você parece ter usado muito bem. Mas não faz mal estar ciente das ferramentas que seus inimigos podem empregar e ser proficiente nelas. " "Você e eu vamos ter que concordar em discordar de armas como ferramentas,” eu digo, e levo Alex para fora. Meu Blackberry vibra. Abro a mensagem quando eu estou com Alex Pella nos elevadores. Um sorriso idiota vem até o meu rosto assim que eu vejo o seu nome na tela do meu celular. "A propósito," diz Alex depois de ver o meu sorriso. "Ouvi dizer que os meus parabéns são devidos,” acrescenta ele, quando seu segurança se junta a ele no elevador. Antes que a porta se feche, acrescenta ele, "se o que eu vejo do seu sorriso é correto, você pode querer fazê-la o seu alvo digno de proteção número 1. Cura ut valeas* meu amigo...” diz ele, e a porta se fecha enquanto eu sou deixado com o meu Blackberry na mão, com um medo terrível de que Anastasia possa ser tirada de mim. Eu morreria. Eu seria pior do que morto. Eu balanço minha cabeça para clarear os pensamentos. Eu tenho que ouvi-la. Eu tenho que sentir a sua presença... "Taylor! Estamos indo embora." * Tome cuidado, para que você fique bem. (Latim)

When You're Gone - The Cranberries Zombie - The Cranberries

CAPÍTULO DOIS
Neste livro que é das minhas memórias. . . Na primeira página Que é o capítulo Onde eu primeiro encontrei você Aparecem as palavras . . . Aqui começa uma nova vida.
Dante Alighieri Tradução: Neusa Reis

~A Nova Vida~

Antes que Taylor comece a se mover para sair comigo, meu Blackberry vibra, de novo. É a minha mãe. Eu suspiro exasperado, e atendo o telefone. "Oi mãe,” eu digo baixinho. "Christian...” diz ela, em voz sem entonação. Estou em alerta imediatamente. "O que há de errado?" Pergunto em um tom mais alto. Este dia está ficando melhor e melhor!

"Eu liguei para pedir desculpas, filho. Seu pai me disse o que ele tinha feito e depois de ontem, eu não achei que ele iria meter o nariz novamente. Eu sinto muito, filho! Nós amamos Anastasia. Tanto seu pai como eu a adoramos. Ele só está chateado com... bem, você sabe com o que ele está realmente chateado." Eu suspiro. "Eu sei mãe, não que eu o aprecie fazendo isso. Mas eu entendo seus motivos. Podemos falar sobre isso outra hora?" "Não, isso não pode esperar,” diz ela com firmeza. "Não, se você tiver tempo. Você sabe que eu não iria me impor a você, mas eu não quero que tenha consequências uma briga entre você e seu pai tão perto de seu casamento." Eu renuncio. Eu levanto meu dedo para Taylor indicando que seria um minuto, e entro no meu gabinete para privacidade. Eu não quero todo mundo bisbilhotando minha conversa com a minha mãe. Isso pode demorar um pouco. "Ok, eu estou ouvindo,” eu digo. "Eu nunca o vi tão chateado com você, ou qualquer outra pessoa, para qualquer assunto, como ele estava no sábado. Nem mesmo quando você saiu de Harvard. Ele estava lívido, então, e eu me lembro de não ver você por semanas, se não meses. Eu não quero uma repetição disso. Eu não quero que Ana pague as consequências do que Elena fez para você. Isso é sobre o que ele está principalmente chateado, e o fato de que isto aconteceu durante seis anos!" "Mãe, eu não quero discutir Elena com você ou qualquer outra pessoa. É um assunto encerrado. Está no passado. Não pode ser alterado. Vamos deixá-lo prá lá!" Eu digo com a raiva crescendo em mim. "Isso não vai mudar o que ela fez para você, e o fato de que eu falhei com você como mãe. Nisso eu não posso concordar com você. Eu ainda estou puta com você por não deixar a mim ou seu pai em sua vida para que pudéssemos ajudá-lo. Em vez disso você..." Ela faz uma pausa para abafar um soluço, então muda de rumo. "Mas, lembre-se por um minuto como seu pai reagiu quando você saiu de Harvard. Você sabe quão exigentes em educação nós dois somos. Quando soltou a bomba sobre nós dizendo que estava saindo de uma universidade onde a maioria das pessoas daria seu braço direito para ser aceita. Você estava a um ano de se formar, e nessa sua idade muito jovem, você disse que estava começando seu próprio negócio em telecomunicações, sem experiência para mostrar, e sem dinheiro para começar com ele. Eu me lembro de você saindo pela porta, com o meu coração quebrando em um milhão de pedaços, e seu pai pela primeira vez perdendo sua calma, e dizendo-lhe que você não ganharia nada se você desistisse. Ele estava tentando ser um pai que estava sendo protetor com seu filho, tentando colocar bom senso nele da melhor maneira que ele sabia. O que ele fez hoje, embora inaceitável, ele estava tentando fazer o mesmo, sendo protetor com seu filho, embora eu esteja mortificada e eu não tinha idéia de que ele faria isso, e eu sinceramente sinto muito. Eu não tinha idéia, Christian! Você tem feito um trabalho maravilhoso com o seu negócio, e você teve a mesma determinação então, que você tem agora com Ana. Eu compreendo que você sabe como distinguir certos de errados, e eu sei que você defende aquilo em que você acredita, com firmeza. Eu respeito e honro este filho. Realmente respeito. Então, por favor, não fique com raiva de seu pai. Eu já conversei com ele, e ele está chateado com ele mesmo. Ele é um bom homem, e ele te ama com tudo o que ele tem. Agora que você já encontrou o amor de sua vida, um dia você vai chegar a compreendê-lo quando você mesmo se tornar um pai,” diz ela fazendo-me estremecer. Espero que isso não aconteça por muito, muito, muito tempo. "Estranhamente mãe, eu não estou zangado com papai. Bem," eu me corrijo, "não tão irritado como eu deveria estar. Eu tinha a sensação de que tinha algo a ver com Elena, e não Anastasia, mas mesmo

assim, eu quero que todos entendam claramente o seguinte:" eu digo em um tom inflexível, fazendo com que eles entendam que minhas decisões são firmes, e não para brincadeiras, "Eu não quero Ana assinando qualquer coisa que não seja sua certidão de casamento comigo e este é um assunto fechado. A única coisa que me deixou louco não foi que meu pai queria falar comigo para expressar suas preocupações, mas que ele trouxe um estranho para discutir Anastasia; o que foi uma invasão de nossa privacidade! Não só minha, mas de Anastasia também! Eu tenho que protegê-la disso. Depois que nos casarmos, ela será exposta a todos os tipos de merda que me rodeia, e quem eu sou. Eu vou fazer tudo ao meu alcance para protegê-la disso. Devo acrescentar a minha família a essa lista? Espero que você entenda a minha preocupação, mãe! Eu merecia meu pai gritando comigo ontem. Vamos manter sua raiva limitada a mim, e não punir minha noiva pelos meus defeitos. É onde eu risco a linha." "Eu sei, querido, e eu concordo com você, na medida em que diz respeito à Ana. Mas eu concordo com o seu pai sobre Elena. Seu pai acha que ele falhou com você como pai. Não percebendo o que tinha sido feito com você. Você não tem idéia de quanto atormenta este sentimento. Nós dois sentimos que não pudemos protegê-lo," ela diz, sua voz embargada. "Mãe, nada disso foi culpa sua. Nada disso! Então, por favor, esqueça, é um assunto encerrado. É passado..." Eu digo, mas ela me corta. "Não, Christian! Dê-me isso! Dê-me um pouco de espaço para me lamentar... Estou com raiva de mim, com raiva de seu pai, com raiva de todos por razões diferentes, mas tudo se resume a Elena. Mas, Ana, ela é boa para você. Ela o faz feliz, e ela o ama. Você não sabe como eu estou em êxtase em vê-lo feliz e apaixonado! Você merece ser feliz, filho! Então, não fique com raiva de seu pai, e não o puna, afastando Ana de nós," diz ela com fervor. Estou perplexo com seu lamento. "Oh, eu... Não, claro que não, mãe. Apenas a conversa que tivemos ontem, e logo meu pai como que faz uma espécie de emboscada para Ana, trazendo este acordo pré-nupcial para sua atenção, surpreendendo-a! Só de pensar nisso me deixa com raiva! Eu não quero que isso nunca mais ocorra novamente. Anastasia vai ser minhaesposa. Você teria gostado se o seu sogro tivesse surpreendido você desse jeito? Eu conheço isso melhor do que a maioria das pessoas, mãe, é um mundo cínico esse em que vivemos. Mas, por algum milagre, eu conheci a outra metade de minha alma, a melhor metade, a parte boa, em Ana. Eu vou ter a maldita certeza que qualquer coisa que Anastasia e eu fizermos, só irá fortalecer a nossa unidade, e não enfraquecê-la." "Eu entendo completamente, querido. Seu pai é um advogado há um tempo muito longo, e ele tem visto esquemas inimagináveis realizados, em sua maioria, por indivíduos despretensiosos. Ele está cuidando do seu interesse, como um pai, que também é um advogado, faria, e talvez, supercompensando um pouco..." "Um pouco, mãe?" "Ok, muito. Ele está cuidando de você à sua própria maneira, não que eu concorde com ele sobre isso. Não estou concordando com o seu raciocínio tendo conhecido Ana, você entende, mas seu pai acha que você está trazendo um monte financeiramente para seu casamento, e ela tem uma situação bastante menos vantajosa financeiramente..." diz ela e eu bufo com sua resposta.

"Pense nisso desta maneira, mãe: Quando você me encontrou pela primeira vez, eu era um faminto, subdesenvolvido filho sujo de uma prostituta drogada que foi abusado por seu maldito cafetão! Ela não podia estar mais baixo do que isso. Mas, você me acolheu, mãe! Você fez isso, e eu não posso dizer isso o suficiente para você, mas você salvou a minha vida! Você fez isso, mãe! Sem olhar para o meu passado, sem olhar para os tipos de problemas que eu poderia ter que claramente eram muito fodidos. Eu trabalhei duro. Muito, muito duro para acumular a minha fortuna e ter sucesso nos negócios. Não deve ser minha a decisão de com quem e como eu posso compartilhar isso? Financeiramente ela pode não estar trazendo nada nesta união, mas eu não me importo nada com isso. Eu sou muito bom em fazer dinheiro. O que ela está me dando é tudo de si mesma, seu amor, sua capacidade de ver através de mim, sua capacidade de perdoar. Desde que estamos juntos, eu estou vivo..." como se estivesse em uma confissão. "Você pode colocar um preço sobre isso?" "Eu posso ver a diferença. Eu sei que você desabrochou desde que ela está com você. Estou em reverência completa para ela,” diz ela e sua resposta amolece meu coração. "Ela é a minha vida, mãe. Eu a amo mais do que a mim. Eu não sei o que eu faria sem ela," eu digo engolindo. "Eu espero que você nunca perca isto, querido. Ela é uma boa menina. Eu a amo muito por te amar. Você merece ser amado incondicionalmente. Eu vou falar com seu pai. Tente ser um pouco indulgente, por favor, Christian. Você poderia fazer isso por mim, querido? Ele faz isso, porque ele te ama, e porque ele sente que falhamos com você. É a miséria dele que está fazendo ele assim. Às vezes você faz alguma coisa, negligencia alguma coisa, ou não faz alguma coisa, e quando percebe isso, você quer voltar no tempo e corrigir essa coisa, mas não pode, porque a água já correu debaixo da ponte, mas a inundação danificou o que você amou mais do que sua própria vida. Você pode tentar compreendê-lo e ser gentil com ele?" "Eu entendo isso melhor do que você pode imaginar, mãe. Eu farei o meu melhor, mas, por favor, diga a ele para deixar Anastasia fora disso. Eu não vou negociar nada quando se tratar dela. Ele pode ficar com raiva de mim, mas tem que se dirigir a mim corretamente, não a ela. Eu quero o meu limite respeitado." "Eu vou ter certeza de que ele não vai envolvê-la de novo, querido. Peço desculpas por ontem e hoje. Você quer que eu chame Ana para pedir desculpas?" "Não, mãe. Eu não quero que ela saiba mais sobre hoje. Ela vai se machucar imensamente. Eu não quero que este incidente impacte negativamente no meu relacionamento com ela. Na verdade, por favor, certifique-se de que ninguém na família descubra. Não Mia, e definitivamente, não Elliot; ele vai dizer a sua namorada, e ela vai dizer a ela. Eu não quero que ela me deixe, porque ela pensa que vocês pensam mal dela,” eu digo, com uma voz mal controlada. "Eu sinto muito de novo, filho... por ontem e hoje. Nós realmente te amamos, filho! Mesmo os pais cometem erros. Basta dar a ele algum tempo para recuperar-se de Elena. Foi um choque. Ele não tem sido o mesmo desde sábado à noite, comendo a si mesmo,” diz ela, fazendo-me estremecer. Nem eu, mas eu não digo isso a ela. Não é a coisa mais fácil de digerir, quando seus pais sabem que você começou a foder a amiga de sua mãe com a idade de 15 anos, independentemente do fato de que ela o seduziu. "Eu vou, mãe,” eu digo.

"Ah, e Christian, eu estou muito feliz que você e Ana decidiram ter o casamento aqui. Mia e eu vamos ter bastante diversão planejando. Enquanto isso vamos roubar Ana algumas vezes este mês, porque vamos precisar de sua contribuição." "Tudo bem, mãe, você tem que combinar isso com ela. Tente não levá-la por muito tempo," eu digo, brincando. "Eu vou fazer o que puder, querido. Eu vou deixar você ir agora. Eu te amo, meu filho. " "Eu também te amo, mãe,” eu respondo. "Por favor, seja indulgente e não force o seu relacionamento com seu pai neste momento. Ele está muito chateado e confuso. Conhecendo o seu pai, isso quase nunca acontece com ele. Eu nunca o vi desse jeito. " "Eu vou manter isso em mente, mãe. Obrigado," eu digo desligando. Eu corro ambas as mãos pelo meu cabelo. Eu lanço o Blackberry na minha mesa e afundo de volta na minha cadeira, fazendo o couro protestar sob meu peso. ***** Meus pensamentos voltam para ontem. Era para ser apenas o café-da-manhã em casa dos meus pais, mas minha mãe não conseguiu manter a boca fechada e disse a meu pai sobre Elena e eu. Quando chegamos a casa dos meus pais, o olhar de papai fumegava como o Old Faithful, (N.T. OldFaithful é um geiser localizado no Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, nos Estados Unidos.) mas ele conseguiu salvar um sorriso para o benefício de Anastasia o qual, naturalmente, não alcançou seus olhos. Mia e minha mãe efetivamente arrebataram Anastasia para falar sobre o nosso próximo casamento, então eu fui deixado com o meu pai. "Eu preciso falar com você, Christian. Siga-me para o meu escritório, por favor,” disse ele, sem sequer me dar a chance de dizer não. Nós tivemos a conversa sobre Elena ontem à noite com a falação de minha mãe. Gostaria de saber sobre o que era esta. Ele caminhou na direção de seu escritório, deixando-me segui-lo e deixando a porta aberta esperando, por trás dele, como o diretor da escola, que estava prestes a dar um sermão no aluno mais perturbador, o que não dava prazer a ele. Ele fechou a porta atrás dele depois que entrei. Olhamos um para o outro por um longo minuto. Seu olhar irritado, furioso mesmo, com ansiedade mal contida, o meu impassível, minha máscara de indiferença puxada no lugar firmemente, inflexível. "Sua mãe estava perturbada ontem como eu estava, e eu não posso dizer que eu a culpo. Eu não consegui dormir a noite toda,” ele começou. "Eu sempre me orgulhei de ser um homem bem-educado, sensato, responsável. Eu pensei que meus pés estavam firmemente plantados no chão. Você fez eu me sentir incrivelmente estúpido, como eu nunca me senti antes. Um idiota, um maldito idiota!” ele se lamentou. Isso não era o que eu esperava que ele dissesse. "Estúpido? Como? Por quê?" Perguntei incapaz de conter minha curiosidade.

"Porque, pela primeira vez na minha vida, meus pés não estavam no chão, você me enganou com 15 anos! E você escondeu isso de nós. Você foi abusado bem debaixo dos nossos narizes, e nós... eu," ele se corrigiu: "eu deveria ter pensado melhor. Você era só um menino! Eu me sinto como um idiota de merda, filho! Eu deveria ter notado e ter-lhe dado ajuda. Eu estou furioso com você, mesmo mais do que quando nos anunciou que estava deixando Harvard, porque você era inteligente o suficiente para saber melhor, pelo menos depois de um tempo. Eu pensei que eu tinha lhe dado muita sensatez. Pelo menos para vir até a mim... Será que você me odeia tanto que você não achou que eu era seguro o suficiente para você vir e confiar ou pedir ajuda? " "O quê? Não! Pai, não! " "Se não fosse a insistência de sua mãe de que isso iria prejudicar a sua reputação, eu iria prestar queixa contra aquela cadela neste instante! Nada que você pudesse dizer ou fazer iria me parar! Mas isto iria ferir sua mãe. Elena Lincoln feriu-o, e ao machucá-lo, ela machucou minha esposa. E ninguém machuca minha esposa! Ninguém machuca meu filho e sai impune!" "Pai! Está no passado. Eu não parei. Eu poderia ter parado. Eu sou tão culpado quanto Elena." "Você era um menino!" "Eu era um menino, mas por três anos! Isso continuou por seis! Eu tinha vinte e um anos quando terminou." "Vinte e um?" ele pergunta com ceticismo. "Você tem certeza disso? Do que sua mãe ouviu de sua bastante grande discussão com Elena, parecia que ela ainda tinha sentimentos por você!" "Sentimentos? Ela não sente, pai. Foi só foder! E está acabado agora. Está acabado fazem muitos anos. Foi um erro, que eu não vou repetir de novo." "E quanto a Anastasia?" "O que quanto a ela?" Pergunto apreensivo. "Ela é mais um de seus erros?" "Que porra você quer dizer?" Eu resmungo dando um passo adiante em direção ao meu pai, automaticamente. Ele não vacila. Mantém-se firme em sua posição. "Você conhece ela tem o quê? Cinco minutos, e você vai se casar com ela. Ela parece ser uma ótima garota, não me interprete mal. Mas você pensou o suficiente? O casamento não é como um erro de seis anos que você pode limpar com uma mão, e dispensar." "Você não sabe nada sobre ela!" "Não, mas eu comecei a ficar bem familiarizado com a sua escolha de mulheres agora,” diz ele fazendo me perder a calma.

"Minha escolha de mulheres? Que diabos você sabe sobre isso? Você está falando de uma mulher que me seduziu aos 15 anos! Não se atreva a colocar Anastasia na mesma categoria que Elena! Eu amo Anastasia, e ela me ama! " Meu pai anda em volta e pára em frente a mim. "Tudo bem. Eu vou te dar isso. Aqui está a minha refutação para você, filho. Se ela o ama de verdade, ela não teria medo de assinar um acordo pré-nupcial. Isto irá proteger... " "O inferno que ela vai!" Eu berro, a raiva crescendo em mim. "Essa conversa acabou!" Dirijo-me para a porta para sair. "Você não vai sair pela porra daquela porta! Isso é o que você sempre faz! Você não enfrenta seus problemas, você simplesmente sai," ele grita. Assim que a minha mão alcança a porta, minha mãe entra com o rosto repuxado em um olhar não-mexa-comigo. Ela fecha a porta atrás dela, e tranca-a, guardando a chave no bolso. "Vocês dois, sentem-se!" Ela ordena, em um tom com o qual não se brinca. "Querida, eu sinto muito..." "Eu disse, sente-se, Carrick,” ela olha para ele, e relutantemente nós ambos fazemos, de mau humor, como um par de adolescentes. "O que está acontecendo aqui?" Nós dois permanecemos teimosamente em silêncio. "Christian,” ela se vira para mim. Eu dou de ombros, sem dizer nada. "Carrick?" Ela se vira para meu pai, e ele cruza os braços na frente dele em um gesto defensivo, sentando para trás em sua cadeira, não olhando para ninguém em particular. "Isso é o que eu pensei. Tudo bem, homens Grey. Vocês podem estar de mau humor, mas não vão sair desta sala até que me digam o que está acontecendo entre vocês dois. Esta é sua fase dois de falar com ele sobre Elena, Carrick? A discussão é sobre isso?" "Eu falei, mas a discussão não é sobre Elena," meu pai responde num tom mais suave, mas firme. "É sobre o que então?” Ela pergunta. Ele não diz nada. "Christian,” ela se vira para me perguntar. Eu não digo nada. Minha mãe põe as mãos nos quadris. "Carrick! O sofá da sala do térreo tem o seu nome nele todo, se você não me contar o que está acontecendo entre você e nosso filho!" Ela ameaça o meu pai e isso funciona.

"É sobre isso,” diz o meu pai mostrando-lhe um documento impresso do tamanho deOrgulho e Preconceito primeira edição. Eu não sei por que eu pensei sobre isso. Minha boca cai aberta da sua insolência. Seria arrogância de meu pai, ou o seu ego ferido de pai? "Você já elaborou um documento? Eu não posso acreditar! Quando é que você teve tempo para fazêlo?" Eu berro. "Na noite passada... Depois que eu falei com você," ele diz com sua cabeça baixa. Minha mãe dá uma olhada no documento, e sua cabeça se endireita para olhar para o meu pai. "Por que você faria isso, Carrick? Este é o nosso filho! " "Sim, nosso filho, que foi explorado por mulheres antes!" "Uma mulher! Droga! Não categorize Anastasia com Elena! Foda-se, eu estou indo embora! Chave, mãe!" "Sente-se, Christian,” minha mãe diz suavemente, delicadamente, ferida mesmo. Eu me sento. "Carrick, querido... Anastasia não fez isso com Christian. Elena fez. Anastasia é mais uma vítima neste processo. Não deve ter sido fácil para ela descobrir que seu noivo tinha sido... " ela para procurando em seu cérebro pela palavra menos ofensiva, finalmente encontrando continua, "deflorado por uma molestadora de crianças, e o fato de que eu a convidei para a festa de aniversário do Christian, na noite em que anunciaram o noivado! Aquela pobre menina! O que ela deve pensar de mim! Ela teve de suportar Elena e manter as aparências para o resto de nós! E o que é mais, Elena estava esfregando isso sobre ela! " O rosto de meu pai muda, ele primeiro parece aflito depois culpado e envergonhado. "Eu sei. Sinto-me... Eu me sinto inadequado... Confuso. Eu apenas me sinto... velho,” diz ele olhando para ela, com os olhos cansados, parecendo Atlas cedendo sob o peso do mundo. "O tapete foi puxado por debaixo dos meus pés, e agora eu tenho isso, essa vontade horrível de fazer o que eu não pude fazer... O que não percebi... Eu deveria ter sido capaz de proteger o meu filho, Grace! Eu deveria ter sabido. Agora, eu estou tentando fazer... Estou tentando fazer o certo pelo meu filho. Estou tentando preservar o seu interesse, mesmo que ele não perceba que isso é o que eu estou fazendo. Ana é uma ótima garota. Uma menina maravilhosa!" Diz ele com fervor. "Ela é a melhor coisa que já aconteceu com você, Christian! Ela realmente é..." acrescenta ele olhando para mim com olhos determinados. "Mas este é um mundo cínico, filho. Você deve saber disso. Boas coisas podem azedar muito rápido, num piscar de olhos. Você isolou-se do mundo, mas eu vejo isso no dia a dia, no tribunal. Se ela o ama de verdade, ela gostaria de cuidar de seus interesses, também," diz ele com fervor. "Carrick, chega!" Diz minha mãe, sem que eu possa dizer uma mera palavra. "O assunto está encerrado. Isso é algo que ele tem que decidir. Não é da nossa conta." "Mas, Grace..."

"Vai ser um dia frio no inferno, se eu discutir isso com ela!" Eu digo, em pé. "Tudo bem!" Meu pai responde levantando suas mãos em um gesto derrotado. "Eu sei quando eu estou em desvantagem, e eu nunca apostaria contra sua mãe. Mas, por favor, filho, apenas, apenas considereo. Eu só estou preocupado com você." "Papai... Por favor, deixe-o!" Ele suspira, e não diz nada. "Muito bem, homens Grey. Cumprimentem-se e façam as pazes. Temos um maravilhoso café da manhã para comer, e antes que o resto da família venha nos procurar, deixe prá lá. Vamos!" Diz minha mãe, e meu pai pega a mão dela e deixamos seu escritório. Eu pensei que ele tinha encerrado o assunto até depois do café-da-manhã. Tudo estava indo bem até depois do café-da-manhã quando Mia gritou, sem saber o que aconteceu antes, enquanto ela estava navegando na web. "Olha isso!" Ela emocionou-se colocando seu netbook na mesa da cozinha na frente de toda a família. "Há um item de fofoca no site Seattle Nooz sobre você ter ficado noivo, Christian," ela informou a todos. Minha mãe ficou surpresa porque era a manhã de nosso anúncio apenas para família e amigos. "Já?” Disse ela. Mas lembrando-se do que se passou entre meu pai e eu menos de uma hora atrás, ela trancou a boca, e eu fiz uma careta para ela por ser tão óbvia. Mas minha irmã, que está completamente alheia ao mundo, inferno, à família na qual ela vive, continuou a ler o blog em voz alta. "A notícia chegou até nós aqui no Nooz que o solteiro mais cobiçado de Seattle, o Christian Grey, foi finalmente pego e os sinos do casamento estão no ar. Mas quem é a sortuda, sortuda senhorita? O Nooz está a caça. Aposto que ela está lendo um infernal acordo pré-nupcial." Mia deu uma risadinha e eu tive que olhar para ela para impedi-la, porque Anastasia parecia que levou um tapa, e o ar ficou gelado no cômodo com meu olhar. Anastasia olhou para mim apreensivamente, e eu balancei a cabeça para ela, mexendo com a boca sem som: "Não." Mas, meu pai teve que abrir a porra da boca continuando nossa conversa como se não tivesse acabado nesta manhã. "Christian,” ele me diz suavemente, persuadindo. "Eu não estou discutindo isso de novo,” eu exclamo para ele. O hipócrita! Na frente de Anastasia! Eu não tenho mais 15 anos para ser repreendido, e advertido assim! Em seguida, ele se vira para Anastasia nervosamente, abrindo a boca para dizer alguma coisa para ela! Eu tive que cortar o mal pela raiz! "Nenhum acordo pré-nupcial!" Eu grito com ele. De todas as pessoas, tinha que ser o meu pai a me dar um ataque cardíaco! Eu mal me continha e forcei o olhar para o WSJ (N.T. Washington State Journal) que eu tinha em minha mão, com foco no noticiário financeiro. Sinto o olhar de todo mundo olhando para mim, e olhando para Anastasia. Eu acho que isso tornou Anastasia muito desconfortável, e ela sentiu como se tivesse que dizer alguma coisa.

"Christian,” disse ela em um tom suave. "Eu assinarei qualquer coisa que você e o Sr. Grey quiserem," ela continuou. É claro que ela assinaria. Ela me ama e eu a amo por isso, mas isso está fora de questão. Mas eu quero que não existam barreiras entre nós. Sem contrato, com exceção de um de casamento, colocar barreiras entre nós não é o tipo de intimidade estruturada que eu quero com ela. "Não!" Eu exclamo para ela, levando a minha raiva para fora dela. "É para protegê-lo,” ela continua. "Christian, Ana - Eu acho que vocês devem discutir este assunto em particular,” minha mãe diz admoestando-nos ambos, possivelmente não querendo que o meu pai se intrometesse mais uma vez, e olhando tanto para o meu pai como para Mia. "Ana, isso não é sobre você," meu pai murmura um pouco envergonhado, tentando tranqüilizá-la. "E por favor, me chame de Carrick." Por que porra ele estava ainda continuando? Eu só olhei para ele friamente, minha raiva está focada nele apenas. Ele está tentando arruinar meu relacionamento com Ana? Tire a bunda do caminho já! Minha mãe, Mia e Katherine começam a limpar a mesa do café, conscientemente falando sobre o fascinante mundo da linguiça vs bacon. O bom humor de Anastasia se foi, e ela está perdida nos dedos entrelaçados. Eu sei o que ela está pensando; é o que eu temia, e é por isso que eu não queria que ela soubesse dessa conversa. Ela acha que meus pais pensam que ela é uma caçadora de fortunas, o que não é verdade, e mesmo que fosse eu não daria a mínima para isso. Eu a conheço! Isso é o que importa. Estávamos sentados um ao lado do outro, e ela está à deriva a quilômetros de distância. Eu estendo a mão e agarro suas duas mãos nas minhas. "Pare com isso,” eu digo com fervor. Ela olha para cima buscando o meu olhar. "Ignore o meu pai. Ele está realmente puto com Elena. Essas coisas foram todas destinadas a mim. Eu gostaria que minha mãe tivesse mantido a boca fechada,” eu digo em um sussurro que só ela pode ouvir. "Ele tem um ponto, Christian. Você é muito rico, e eu não estou trazendo nada para o nosso casamento, além dos meus empréstimos estudantis." Nada? Ela é tudo que eu quero, tudo que eu preciso. Eu não me importo se ela tem dinheiro. Eu tenho um monte da merda dele; mais ainda, eu sei como fazer isso. Anastasia, por outro lado é o meu lugar seguro. Ela é a dona do meu coração. Ela é o que faz com que eu viva. Ela não tem rival, não tem igual. Isso a torna sem preço. Isso, sozinho, vale todo o meu dinheiro. Sem ela, eu não tenho nada. "Anastasia, se você me deixar, você pode também pegar tudo. Você me deixou uma vez antes. Eu sei o que se sente." "Isso foi diferente,” ela sussurra. "Mas... você pode querer me deixar," d iz ela, com um olhar doentio. Eu rosno, e balanço a cabeça em uma falsa repugnância.

"Christian, você sabe que eu poderia fazer algo excepcionalmente estúpido, e você..." ela olha novamente para as mãos atadas, novamente se contorcendo como se esfaqueada, o rosto caindo. Eu não posso aguentar isso. Meu pai sabe bagunçar a porra das coisas. "Pare. Pare agora. O assunto está encerrado, Ana. Nós não estamos discutindo isso. Sem acordo prénupcial. Nem agora – nem nunca!" Eu olho para ela com caráter definitivo na minha decisão, e me volto para minha mãe. "Mãe, podemos ter o casamento aqui?" E é claro que eu ouço o grito encantado da minha mãe. E, Ana parece finalmente perceber que eles a amam, e eu dou um suspiro de alívio. ***** E agora, tudo que eu quero fazer é ir e abraçar minha garota. Mas, primeiro, eu verifico meu e-mail:
__________________________________________________________________ De: Anastasia Steele Assunto: Sonhar acordada... Data: 20 de junho de 2011 15:07 Para: Christian Grey ... com flores do prado e você e suas mãos, e sua língua, e uma casa de barcos, com luzes fracas e paredes rústicas. Sentindo sua falta. ILY Sua noiva Ax __________________________________________________________________

Foda-se a resposta! Vou levá-la para casa agora. Eu saio do meu escritório, onde Taylor está esperando impassível. "Pronto, senhor?" Ele pergunta. "Sim,” eu respondo. Ele não tem sequer que me perguntar onde. Ele sabe. Eu disco o telefone de Anastasia no caminho. "Hi, Christian," ela atende ao telefone. "Você pediu minha atenção, agora você a tem, baby. Arrume suas coisas, estou chegando para pegar você." "O quê? Eu ainda tenho mais uma hora de trabalho," ela responde. "Bem, de acordo com meu relógio, seu tempo no trabalho acabou." "Eu não pedi a meu chefe, se..."

"Seu Chefe do Chefe de seu Chefe diz que você pode sair. De fato, ele insiste nisso," eu digo com a minha mais lasciva voz de eu-não-posso-ser-convencido-do-contrário. O fato é que eu preciso dela. Eu tive um dia de merda. Muita coisa está acontecendo sem o meu controle, e isso é algo que eu odeio. Eu tenho que ter controle. Anastasia é o meu lugar seguro, ela me dá paz e excitação. Ela desperta sentimentos em mim que eu nunca soube que existiam. O fato confirmado de que alguns filhos da puta estão aí fora para me matar, que é o que eu suspeitava o tempo todo, está me deixando louco. Mas suspeitar e saber são duas coisas diferentes. Agora, eu sei. E a merda que meu pai puxou hoje! Eu posso lidar com o desastre decorrente da minha própria porcaria, mas da própria família? Vamos lá! Dá um tempo! "Christian, eu tenho trabalho..." Eu corto. "Anastasia, temos apenas um mês para o nosso casamento, e há muito a ser feito. Estou surpreso que eu sou quem lembra isso a você. Eu pensei que as garotas planejavam seu casamento desde que são crianças, ou coisa assim! " Eu digo mudando de tática. "Oh! É isso mesmo..." diz ela pensando. "Eu não acho que você deveria estar trabalhando em tempo integral pelo menos até passar nossa lua de mel. Este vai ser um mês cheio. O que é uma hora, de qualquer maneira, hoje. Eu pensei que você gostava de passar o tempo comigo," eu digo, a minha voz ficando mais baixa. "Eu gosto! Christian, eu gosto. Mas... " "Sem ‘mas’ Anastasia. Estamos logo ao virar da esq uina. Arrume suas coisas. Senão, Deus me ajude, eu vou colocá-la no meu ombro na frente de seus colegas, como um Neanderthal, com uma grande palmada na sua bunda deliciosa." "Você não ousaria!" "Oh, baby, não me tente. Você sabe que eu faria," eu digo, minha voz ficando profunda. Eu não quero desobediência dela, hoje não. Meu olhar encontra Taylor no espelho retrovisor. Ele está levemente divertido. "Tudo bem! Estarei fora do prédio em poucos minutos. Espere por mim. Não há necessidade de me arrastar para fora... " diz ela exasperada. Mais um mês... Mais um mês... Mais um mês... Eu canto para mim mesmo. É o meu mantra agora. Uma vez que formos casados, ela então vai ter que me obedecer. Não vamos ter discussões sobre se ela concorda comigo sobre algo tão simples como ela vir comigo para casa. Ela vai prometer me obedecer. Se ela não consegue me ouvir, eu vou lembrá-la da promessa que ela fez diante de Deus e de todos os próximos e queridos. Ou eu vou me divertir surrando-a para corrigir a situação. De qualquer maneira, é ganhar ou ganhar. Relaxado, eu sento para trás. Taylor faz a volta da esquina, e para na frente da SIP. "Senhor, tem alguns fotógrafos esperando fora. Você quer que eu vá para trás, e pegue a Srta. Steele saindo pela entrada de trás? "

"Não, Taylor. Porque se eles não nos virem juntos agora, eles vão continuar assombrando-a. Vamos darlhes o que eles querem, e cortar o mal pela raiz. Mande Sawyer nos seguir no carro da Srta.Steele," eu digo, e eu saio do carro. Taylor franze a testa, mas não diz nada. Assim que eu vejo Anastasia sair do prédio, eu saio do carro e caminho em sua direção em passos rápidos. Taylor rapidamente desliga o carro e corre atrás de mim. Ele fica super ansioso com multidões desconhecidas que ele não verificou. Quando os jornalistas me vêm, as câmeras começam a piscar em ambas as direções. Anastasia parece um ‘cervo nos faróis’, (N.T. paralisada, sem reação) mas eu rapidamente a alcanço com um sorriso tranquilizador, e seguro-a em meus braços. Quando seu olhar trava com o meu, ela parece relaxada e eu seguro sua mão, dando-lhe um sorriso que eu reservo só para ela, tranquilizando-a, implorando-lhe para confiar em mim, e deixar-me cuidar disso aqui. Ela entende e me dá seu sorriso deslumbrante. Enrolo meus braços em torno dela protetoramente, com uma mão na parte baixa das costas e a outra segurando-a delicadamente na sua nuca. Nós grudamos os lábios. A ligação entre nós dispara todas as nossas sinapses e a corrente elétrica corre através do meu corpo, e a energia vibrante nos une. Minha língua desliza para dentro de sua boca, acariciando a dela e ela relaxa instantaneamente e acende. Mas eu não quero que os outros vejam como ela fica apaixonada e eu retiro a minha língua, relutante. Eu posso ouvir os assobios atrás de nós, e, finalmente, diminuo o nível e dou um selinho com um beijo casto. "Sr. Grey! Sr. Grey! Parabéns, senhor! Eu sou do Seattle Times. Você poderia apresentar sua noiva a nós, por favor? " "E o seu nome?" Eu pergunto, ele está muito ansioso pela resposta. "Eu sou Andy Ritter." "Andy, esta é a minha noiva, Anastasia Steele." Anastasia lhe dá sorriso tímido enquanto meus braços passam em volta dela, e eu a abraço possessivo, o que não escapa a observação dos fotógrafos, e eles tiram fotos em rápida sucessão. Anastasia fica rígida com tanta atenção, mas eu a seguro de tal forma que ninguém pode chegar a ela sem ser através de mim. "Sr. Grey! Srta. Steele! Seattle Nooz aqui. Podemos fazer uma pergunta?" "Você acabou de fazer," eu respondo. "Nossos leitores querem saber sobre o acordo pré-nupcial,” diz ele e Anastasia fica rígida. "O que tem isso?" Pergunto impassível. "O que está nele, senhor?" "Por que isso diz respeito a você?" Pergunto incisivamente, observando seu anel de casamento. "Porque os nossos leitores querem saber." "É justo, mas diga-me o nome da sua esposa,” eu digo, fazendo Anastasia virar para olhar para mim.

"Uhmm. Marilyn. " "O que Marilyn assinou antes de vocês dois se casarem?" "Uhm, nada. Mas,bem, eu não tenho os seus bens consideráveis, senhor," diz ele quase zombeteiro. "Por que não? Você não trabalha duro o suficiente? Como você gasta sua renda menos considerável? " "Senhor?" "Você não quer me dizer como você gasta seus rendimentos?" "Não, porque não é interessante. O seu é." Ele diz zombando. Então, esse é o seu jogo. Eu estreito meus olhos para ele e me concentro. "Mas, eu estou muito interessado em saber como você gasta o seu. Também a minha noiva. Você não está,baby?" Pergunto a Anastasia, e ela balança a cabeça concordando, entendendo. Ela entendeu meu jogo. Boa menina! "Diga-me, marido de Marilyn, como é que você gasta o seu dinheiro, o que faz com ele, quanto dele você tem alocado para sua esposa caso vocês dois se divorciem?" Ele se mexe desconfortavelmente sob o meu olhar direto. "É particular, senhor." "Sua vida é particular, mas a minha não é? Eu não faço jus aos mesmos direitos que você?" Perguntolhe incisivamente, mas mantendo um sorriso deslumbrante em minha face e me virando para o resto dos jornalistas. "Fico feliz em responder a perguntas, enquanto minha noiva e eu não formos perseguidos, ou a nossa privacidade invadida. Eu acho que como cidadão, tenho os mesmos direitos à privacidade como qualquer um de vocês. Eu aprecio você vir e tomar o seu tempo para atender a minha linda noiva. Estou mais do que feliz em apresentá-la a você," eu digo olhando para ela tranqüilizador, "mas, eu não quero ninguém tentando invadir sua privacidade, ou assustá-la. Isso só irá conceder-lhe um processo em contraposição a um bom bate-papo. Meu PR (N.T. Public Relations) do escritório vai emitir um comunicado no final da tarde. No entanto, como você pode ver, eu trabalhei o dia todo, e assim o fez a Srta. Steele, nós só gostaríamos de ir, obter algo para comer, ir para casa e relaxar agora. Obrigado a todos por terem vindo." "Sr. Grey! "Um repórter grita. "O que a Srta. Steele faz?" "Ela está bem aqui. Por que você não pergunta a ela?" Eu respondo, reconfortando Anastasia com o meu aperto forte. "Desculpe, senhora. Srta. Steele, Randy Harford do Tribune. O que você faz para a SIP?" "Eu sou uma editora assistente aqui,” ela responde. "Obrigado, minha senhora,” diz ele, sorrindo para ela em resposta ao seu sorriso tímido. Porra, ela tem outro admirador. Eu aceno com a cabeça e caminho para o SUV, mantendo Anastasia debaixo do braço. Ouvimos os flashes atrás de nós.

"Beije-a!" Alguém grita por trás. "Que diabos!" Eu digo, e curvo Anastasia, e a beijo, rindo em seus lábios. Quando nós dois estamos sem fôlego, eu a levanto, e a instalo no SUV e a sigo atrás, enquanto Taylor fecha a porta atrás de nós. "O que foi isso? Você nunca demonstrou afeto em público assim,” pergunta Anastasia confusa. "Ao dar-lhes algo para imprimir, eu estava garantindo a sua segurança, e prevenindo de incomodá-la no futuro. Jogando-lhes um osso..." eu digo. "Oh,” ela responde. "Como foi seu dia?" "Ocupado. Li um monte de manuscritos, e tive uma reunião com um editor, e agora eu estou indo para casa com você,” diz ela sorrindo. "Isto você está,Srta. Steele. O que você teve para o almoço?" Pergunto impassível. Ela fica vermelha imediatamente. Merda! Ela não comeu. Ela não responde. "Anastasia?" Eu a incito. "O ‘scone’, e um pouco de chá." "Ana! Você não pode simplesmente passar um dia inteiro com ape nas um ‘scone’,” eu digo encarando-a enquanto meu olhar fica sombrio. "Eu não estava com disposição para comer depois desta manhã, Christian,” ela responde com petulância. "Anastasia, eu não entendo por que você me desafia em cada esquina! Eu quero que você coma. Você ainda não recuperou o peso que você perdeu! " "Eu gosto de ser magra assim,” ela retruca. "Faz-me sentir culpado ver que você não comeu, me faz sentir como se eu não pudesse cuidar de você. Que você não vai me deixar cuidar de você! " Eu digo. "Oh, Christian, é apenas uma refeição! Você realmente tem que superar isso!" Eu estreito meus olhos para ela. "Você sabe que eu posso colocá-la em meus joelhos,” eu digo sombriamente. Ela nervosamente olha para a parte de trás da cabeça de Taylor. "Você não ousaria aqui!" Ela sussurra. Eu a alcanço e rapidamente desato, em um flash, seu cinto de segurança e puxo-a para cima do meu joelho e dou um forte tapa na bunda dela.

"Oww,” ela grita mais de surpresa do que de dor. Taylor cuidadosamente olha p ara frente, sem mesmo encontrar meu olhar no espelho retrovisor. "Você estava dizendo, Anastasia?" Eu pergunto. Enquanto ela esfrega sua bunda com uma mão, eu puxo-a para o meu colo, e enrosco-a em meus braços. Beijando o topo da sua cabeça, eu sussurro: "Não me desafie. Mas eu suspeito que você não irá, após nos casarmos." "Como você sabe disso? Eu sou o que sou, Christian. Você tem que me levar do jeito que eu sou." "Eu estou levando você do jeito que você é. Mas você precisa me obedecer, porque eu tenho que protegê-la. Deus, me parece que eu estou tentando protegê-la de você mesma. Estou tentando cuidar do seu bem-estar, Ana! " "Christian, o que faz você pensar que eu vou mudar do dia para a noite, uma vez que estivermos casados? Essa é quem eu sou,” diz ela buscando o meu olhar. "Porque você vai prometer me obedecer. Está escrito nos votos de casamento,” eu digo com certeza. "Mas, Christian, eu não quero dizer alguns votos que não se aplicam a nós. Eu pensei que iríamos escrever nossos próprios votos." "O que há de errado com aqueles que já foram escritos? As pessoas têm estado dizendo há centenas de anos, e tem funcionado bem até agora." Eu respondo, colocando-a no assento, tentando avaliar a reação dela. "Esse é o problema, Christian. É velho! Você e eu somos únicos. Eu quero que os nossos votos digam Christian e Ana. Nós não estamos vivendo na Idade Média; eu pesquisei isso hoje. Eles foram originalmente escritos em 1549, e foram baseados nos textos anteriores latinos. Quem sabe quando isso foi escrito!” ela diz. "Ao que mais, nos votos originais, você se opõe, então? Deve haver algo que você não gosta neles." "Eles não refletem o nosso amor e devoção um pelo outro,” diz ela fugindo ao que eu quero dizer. "Vamos examiná-los, então, vamos?" "Aqui? No carro?” ela pergunta. "Podemos esperar até chegarmos a casa, por favor?” Ela pergunta olhando para Taylor. Eu aceno com a cabeça, concordando, com relutância, mas não muito satisfeito. Foda-se! Ela não quer obedecer. Há um nó na minha garganta que não está se movendo em qualquer direção. Sinto-me esmagado. Eu olho para fora da janela até chegarmos ao Escala, emburrado. Como eu posso levá-la a aceitá-lo? Como? Como? Onde eu posso resolver o meu caso com ela? Sala de jogos ou quarto? ‘Kinky fuckery’ ou baunilha? Quando Taylor vira na frente dos elevadores e para completamente, eu saio do carro, e estendo minha mão para Anastasia, e digo: "Vem,” com um olhar sombrio. Sua respiração acelera, mas ela não diz nada, enquanto ela pega a minha mão. Taylor se afasta para estacionar o SUV em uma das minhas vagas. Eu pressiono o botão de chamada do elevador. Quando eu entro na cabine do elevador segurando a mão de Anastasia, outro morador do prédio caminha para entrar, e eu dou-lhe um olhar aguçado que o

para no caminho, e as portas do elevador se fecham, deixando-o de fora. Eu soco o meu código para a cobertura. Neste pequeno espaço, a evidência de nossa atração é clara. É tangível, elétrica, forte, puxando-nos um para o outro, e crepitando com a energia. Minha mão chega até o rosto dela e acaricio sua bochecha com minhas juntas. Ela fecha os olhos, e se inclina para o meu toque. Ela inspira o meu odor profundamente, os olhos fechados, enquanto eu só me conecto com sua cabeça, com nossas testas e narizes tocando. Eu sinto um estremecimento através de seu corpo. Ela fecha a minúscula lacuna entre nós, a mão dela no meu cabelo, me puxando para mais perto dela, erguendo-se na ponta dos pés e encostando seus lábios nos meus. Esta conexão simples é a minha tábua de salvação, a que eu me apego. Impotente, eu me inclino, e retribuo. Lento no início, sentindo-a, sentindo sua proximidade, inalando seu perfume inebriante, e os contornos suaves de seu corpo se moldando ao meu... O desejo dispara através de mim, eu enrolo seu rabo de cavalo ao redor da minha mão, puxandoa e inclinando a cabeça para trás, para bloquear firmemente os meus lábios nos dela. Minha língua entra em sua boca, encontrando a dela e capturando-a e sugando-a. Ela geme em minha boca, fazendo minha ereção crescer mais dura. Minha mão vai para trás e eu, cegamente, tento localizar o botão da parada de emergência. Uma vez que eu o encontro, eu o pressiono e o elevador para entre o sétimo e o oitavo andares. Anastasia está completamente excitada e pronta para subir no meu pau e conseguir o que ela quer. Bom! Eu me viro e a empurro na parede do elevador, sem quebrar o contato e continuando meus ataques sobre seu corpo. Enquanto minha ereção está cavando nela, a minha língua e os lábios estão trabalhando em sua boca, seu queixo e pescoço. Uma das minhas mãos está segurando sua bunda e puxando os quadris para a minha ereção, enquanto a outra está sensualmente puxando e repuxando seus mamilos. Eu posso fazê-la gozar desse jeito, mas eu não vou.

"Sinta isso, baby, eu estou duro para você, quero você, e desejo você. Inferno, eu quero foder você até o próximo domingo!" Eu sussurro provocante em seu ouvido, enquanto eu a mordisco em seu lóbulo da orelha. Ela envolve uma de suas pernas em torno de mim, tentando me puxar para dentro dela. "Você me quer, Ana?" Eu sussurro. "Sim,” ela respira.

"Diga!" "Eu quero você, Christian!" "O que você quer que eu faça, Ana?" "Foda-me!” Diz ela ofegante, enquanto ela inclina a cabeça para trás. "Fodê-la?" "Sim,” ela suspira. "Leve-me, foda-me, aqui, agora,” ela arqueja, tentando puxar minha cabeça ainda mais para baixo, querendo que eu a consuma. "Porque, Srta. Steele, você é uma criatura devassa? Eu vou cuidar de você, baby, mas não aqui. No andar de cima. Na minha sala de jogos... " "O quê? Por quê? Eu quero você agora! Eu preciso de você agora!" "Eu sei baby, eu vou cuidar de você" . "Por favor, Christian,” diz ela esfregando os quadris em minha ereção. Eu mal consigo me controlar. "Acredite em mim, baby, eu quero foder você, e eu vou foder você, mas tudo em seu tempo. Na sala de jogos. Eu quero mostrar-lhe como isso pode ser bom se você apenas..." obedecer. Eu digo... "Esperar?” ela pergunta. "Sim, esperar. Eu tenho algo em mente,” eu digo. Ela está toda vermelha, o cabelo desgrenhado, e sua blusa para fora. Eu a ponho direita, colocando a blusa para dentro, com o contato do corpo inteiro, eu aliso a saia, e corrijo seu rabo de cavalo, enquanto meu pau está deixando-a sentir sua presença e mostrando-lhe como ele está mais que ansioso para foder com ela, empurrando para dentro dela. Eu posso sentir seu coração batendo como as asas de um beija-flor, sua respiração irregular. Eu toco o contorno dos seus lábios com o dedo indicador, percebendo um arrepio passar por ela. Eu pressiono o meu código para a cobertura de novo, e o elevador começa a se mover. Taylor já está no saguão esperando, discretamente. "Senhor, Welch acaba de chamar, e ele está esperando você chamá-lo de volta,” diz ele. "É urgente?" Pergunto olhando para ele, incisivamente. Ele pega minha intenção. "Nada que não possa esperar, senhor,” ele responde com um rosto impassível. "Tudo bem, mais tarde, então,” eu respondo e puxo Anastasia junto comigo para a sala de jogos. Enquanto eu abro a porta para a sala de jogos, eu olho para Anastasia com o olhar aquecido. Eu façolhe uma pergunta, que eu sei que ela não pode recusar. "Você quer jogar, Ana?"

"Sim,” ela diz com sua respiração ainda irregular. "Você tem certeza?" "Sim,” ela responde. "Você está prestes a ser minha esposa, Anastasia, e nós somos primeiro amantes, antes de tudo. Você vai dizer ‘pare’ se for demais? Sem palavras seguras. Basta dizer ‘pare’, e eu vou parar... imediatamente,” eu digo inclinando a cabeça para um lado para medir a reação de la. Ela acena com a cabeça concordando. "Isso é um sim?" Eu pergunto. "Sim,” ela respira. "Mas uma vez que passarmos por esta porta, são minhas regras, e você obedece. Você está no jogo?" Eu me inclino e sussurro em seu ouvido como a carícia de um amante. Um arrepio passa através dela. "Sim,” ela sussurra de volta. "Boa menina. Quando entrarmos na sala de jogos, por que você não tira suas roupas fora, mas deixa os sapatos e fica ao lado da cama?" "Ok,” ela responde expectante. Eu dou um suspiro interior de alívio. O primeiro passo está feito. O segundo está a caminho. Eu tenho que mostrar a ela o quão grande pode ser, se ela simplesmente me obedecer. Eu tenho que ter ordem, e eu tenho que ter regras. E com Anastasia elas estão fora. O fato de que alguém está lá fora para me pegar, e se eles querem me pegar eles podem pegá-la, assusta o inferno fora de mim. Eu não posso viver em um mundo sem ela. Eu tenho que protegê-la, e essa é a única maneira que eu sei como. A única maneira de mantê-la segura, a única maneira de impedi-la de se preocupar com o que poderia acontecer. Não é esse que deveria ser o meu trabalho como seu marido? E se ela não concordar? Um súbito ataque de pânico corre através de mim, e eu paro no meu caminho na sala de jogos, virando as costas para Anastasia, dissimulando o medo passando por mim. Dez... Nove... Oito... Sete... Seis... Cinco... Quatro... Três... Dois... Um... Inspire, expire. Inspire, expire. Okay. Eu me encaminho para a cômoda dos brinquedos. Eu pego o que eu preciso, e passeio de volta para Anastasia, como um predador, a qual está agora gloriosamente nua, exceto suas meias, cinta-liga e saltos altos. Porra! Que mulher eu tenho! O meu olhar escurece com intenção licenciosa. Ligo a música, colocando-o em ‘repetir’. Os Kings of Leon chegam ressoando através das paredes da sala de jogos. Kings of Leon - Closer "Você é muito bonita, eu quero foder essa gloriosa vagina por dias,” eu sussurro e ela fecha os olhos, sussurrando "Christian!" Eu amo o meu nome em seus lábios.

Eu tiro minha camisa, e desabotoo o botão de cima da calça. Eu recolho as roupas de Anastasia do chão ordenadamente, e coloco-as em uma pilha sobre uma cadeira. Eu passeio de volta para Anastasia, que está me olhando a cada passo, com os olhos dilatando. "Vendo algo que você gosta, Srta. Steele?" Pergunto me aproximando. Quando eu chego à frente dela, eu posso sentir o calor irradiando de seu corpo. Eu me inclino e suavemente planto um beijo na sua testa. "Sim, tudo,” diz ela em uma voz sussurrada. "Fique na minha frente, de costas para a minha frente," eu ordeno, e ela obedece imediatamente, expectante. Eu desfaço seu rabo de cavalo e tranço os cabelos, amarrando a ponta. "Vire-se,” eu sussurro, e ela faz. Quando ela vê as bolas de prata que eu estou segurando na minha mão, seus olhos ficam maiores, e expectantes. "Abra bem,” e ela ansiosamente abre a boca. Eu coloco as bolas de prata em sua boca, e sussurro, "feche, baby." Ela obedece.

"Boa menina. Agora vire de costas de novo." Eu ordeno e ela se vira. Minha parte da frente tocando sua parte de trás. Bad Things – Jace Everett "Envolva seus braços em torno de meu pescoço," Eu comando, e ela faz. Eu mergulho minha cabeça para seu pescoço plantando beijos suaves. Ela se acomoda, inclinando a cabeça para o lado. "Curve suas costas," eu sussurro, e quando ela o faz, os seios são empurrados para as minhas mãos à espera. Eu os pego em taça, suavemente, primeiro, amassando os mamilos gentilmente, meus dedos circulando-os, puxando, e rolando. Ela geme um truncado gemido de prazer. Eu sorrio. Minhas mãos viajam até a barriga e umbigo. Ela está respirando com dificuldade, enquanto meu pau está pressionando nela por trás. Eu abaixo minhas mãos para a parte interna de suas coxas e minha mão direita cobre seu sexo, e ela está encharcada para mim. Eu esfrego seu cerne sensível com a palma da mão e os dedos exploram as dobras de seu sexo. Ela geme meu nome.

"Eu sei baby, eu sei. Eu vou cuidar de você,” eu sussurro. "Vire de frente para mim," eu ordeno. Ela obedece imediatamente. "Abra,” eu digo, estendendo a mão para a boca. Ela abre e eu tiro as bolas lubrificadas fora dela. "Agora, se incline para baixo, e segure seus tornozelos," Eu ordeno, e ela obedece imediatamente. Eu insiro as bolas em seu sexo, uma por uma. "Levante-se,” eu ordeno, e ajudo-a a ficar em linha reta. "Você confia em mim Ana?" Eu pergunto-lhe. Ela pisca mas responde imediatamente. "Sim". "Eu vou amarrá-la agora na cama, vendar seus olhos, e trabalhar em você com isso,” eu digo mostrando o chicote de couro marrom trançado. Então, quando você estiver na beira do orgasmo, vou fodê-la... Forte,” eu digo com meu olhar escurecendo. Sua respiração acelera, então ela faz um 'o' com seus lábios para exalar sua respiração. "Sim, por favor,” diz ela com expectativa.

Eu amarro sua mão com algemas de couro pretas, e prendo-as na cama. Então eu passo para seus pés e algemo-os, e prendo-os em extremidades opostas da cama. "Agora, você já viu o suficiente,” eu digo e tampo seus olhos com uma venda. Eu me inclino e deposito um prolongado beijo em seus lábios, deixando-a sem fôlego e querendo mais. "Eu amo o seu corpo, Anastasia,” eu sussurro. "Você vai ser minha esposa em breve, e eu vou adorá -la com meu corpo,” ela acelera a respiração. Eu arrasto o chicote no seu pescoço, fazendo -a incliná-lo para trás, e gemer. "Silêncio agora." Eu o arrasto para seus lábios, fazendo-a abrir a boca. "Chupe,” eu sussurro. Ela obedece imediatamente, fazendo-me fechar os olhos. Por que ela não pode fazer isso o tempo todo. "Chega,” eu digo com uma voz rouca, e retiro -o do cativeiro de sua boca. Eu o arrasto sobre seus seios, provocando-a.

"Eu vou protegê-la com tudo o que tenho." "Sim,” ela respira. Eu arrasto o chicote até seu sexo, provocando seu ‘nódulo’, esfregando -o em seus sucos. Ela levanta os quadris para cima. Eu levanto o chicote e bato em seu mamilo em rápida sucessão. Ela geme erguendo o corpo para fora da cama. Eu sei que seu movimento faz com que as bolas de prata se movam dentro e a deixem pronta para o orgasmo. Eu circulo seu umbigo com o chicote, devagar e sem pressa. Ela estremece, querendo mais. De repente, eu levanto o chicote e bato direto em seu sexo, fazendo-a gritar. Ela puxa contra as algemas, levantando os quadris. "Absorva-o, baby. Sinta-o,” murmuro. Eu bato mais três vezes em seu sexo, seus quadris levantados, e seus gemidos me dizendo que ela está perto do orgasmo, enquanto as bolas estão se movendo dentro e estimulando-a. Eu bato o chicote em seu umbigo e seu seio de novo, e de novo, e ela geme. "Christian, por favor! Eu estou pronta,” ela pede. "Não, baby. Ainda não. Espere por isso. Espere até que eu diga que você está pronta." Eu bato novamente em seus mamilos fazendo-os pedir atenção, e de cada vez, seus quadris movem-se sacudindo as bolas.

"Oh, Deus! Por favor, Christian!” Ela pede. Eu bato com o chicote em seu sexo mais duas vezes, e mais um golpe poderia causar seu orgasmo. "Eu vou desamarrar você agora,” eu digo, e desato as algemas de couro rapidamente. Eu puxo a bunda de Anastasia para a beira da cama, e em um movimento rápido, eu puxo as bolas de prata para fora dela, e ela quase convulsiona com prazer. "Eu tinha sonhado com aqueles saltos em volta do meu pescoço,” eu sussurro, e levantando suas pernas para cima do meu ombro, eu mergulho meu pau dentro dela, e afundo nela ‘até o cabo’. Eu me seguro lá, aproveitando a sensação, e segurando seus quadris com as minhas mãos, eu começo a me mover, primeiro devagar e sem pressa, em seguida, ganhando velocidade e golpeando nela repetidamente. "Porra!” Grita Anastasia. Ela combina com o meu ritmo, impulso por impulso, e quando ela está quase no seu auge, eu saio de dentro dela e a viro levantando seu traseiro no ar. "Coloque seu rosto para o lado, baby,” eu digo, e mergulho nela de volta, ainda mais profundo. "Devagar, Christian, por favor, deixe eu me acostumar com isso,” diz ela, e eu diminuo. Após três golpes lentos, ela diz: "Eu estou bem, foda-me com tudo o que você tem!” Diz ela, e eu começo a perfurar, golpeando-a com força. Eu sinto as contrações dos músculos dentro de seu sexo, e logo seu sexo está tentando me ordenhar tudo o que tenho, e eu dou o que ela quer, e deixo que seu sexo me ordenhe até a última gota. Puxo para fora de novo, e empurro nela uma última vez, antes de eu cair sobre ela e nós ambos rolarmos como uma esfera, sem quebrar a conexão. "Isso foi...” diz ela. "Faltam-me palavras, Christian... Foi simplesmente incrível." Eu sorrio satisfeito. "Viu como é bom quando você segue as instruções?" Eu pergunto. Ela vira a cabeça levemente para mim quebrando nossa doce conexão, fazendo-me sentir desolado. Ela tem um olhar incrédulo no rosto. "Christian, você não pode me foder em obediência. Você sabe que isto é diferente. Eu só não posso dizer essa palavra. Eu quero escrever meus próprios votos,” diz ela em voz baixa, mas com fervor. "Por que você não quer dizer isso?" Eu me sinto como se ela estivesse me tomando uma coisa que me faz me sentir seguro. Controle. "Porque eu estaria perjurando a mim mesma. Eu quero que nós concordemos juntos. Não é só você tomando decisões, e eu seguindo-as." "Essa é a única maneira que eu sei. Eu preciso protegê-la, Ana! Você está tomando todas as minhas ferramentas, e deixando-me impotente. " "Por favor, Christian. Eu não estou tentando tirar as suas..." ela faz uma pausa, procurando a palavra certa, “suas ferramentas, mas preservando quem eu sou, a garota por quem você se apaixonou. Aquela que é incapaz de obedecer. Você não pode me aceitar como eu sou? "

"Eu já faço. Mas, eu gostaria que você me entendesse também. Você não me ouviu, e olha o que aconteceu esta manhã. Isto eliminaria toda a preocupação e todo o perigo, se você apenas obedecesse." "E se eu não puder?" "Anastasia, você pode mesmo compreender o quanto eu te amo, e a que distância eu iria, que leis eu iria quebrar, com quem eu iria lutar até a morte para protegê-la? Pode me dar apenas uma coisa para trabalhar?" "Eu faria o mesmo por você, Christian. Porque é isso que eu sinto por você. Mas, não me peça para obedecer, e me transformar em uma mentirosa. Você sabe como eu sou ruim em obedecer. Você quer uma esposa, não é? Não uma sub?" "Anastasia, as mulheres têm dito aqueles votos por centenas de anos; todas elas se tornaram subs?" "Não,” ela responde com petulância. "Por que você não pode dizê-los?" "Eu não posso dizer isso porque eu amo você. Eu não posso dizer isso, porque pode chegar um tempo em que eu queira protegê-lo, e você pode me pedir o contrário. Eu não posso dizer isso, porque bem, esta é a garota por quem você se apaixonou. Então você não pode apenas lidar com isso?"

"Porra!" Eu digo, enquanto eu me levanto exasperado, passo as duas mãos no meu cabelo, e deixo a sala de jogos de mau humor e completamente nu.

TUDO QUE EU QUERO É VOCÊ...
Tudo que eu quero é você – U2 Tradução: Neusa Reis Quando eu bato a porta da Sala de Jogos, eu ando em passos bruscos para o meu quarto. A Sra. Jones está ocupada na cozinha e "Sr. Grey, o jantar vai ser..." diz ela e percebendo o meu estado de nudez, ela protege os olhos com sua mão, virando sua cabeça, tentando ganhar sua compostura, limpando a garganta, "oh, querido," ela guincha em uma voz um pouco estridente, e eu vejo a expressão chocada de Taylor, que está de pé na sala. Ele recupera a compostura em primeiro lugar, e diz: "Gail!" com bastante força e acena com a cabeça, pedindo-lhe para sair da sala. Ela recua em passos rápidos. "O quê?" Eu fervo de raiva para Taylor. "Nada, senhor,” diz ele diz balançando a cabeça levemente, meio divertido m eio irritado. Eu ando para o meu quarto ainda zangado... mais que zangado, com fúria louca, eu ando prá lá e prá cá. Eu vou para fora novamente. Taylor é surpreendido, mais uma vez, ao me ver nu, mas ele não está chocado desta vez. "Taylor, encontre Bastille! Sessão de 3 horas, na minha academia. Faça ele me atender em 30 minutos," eu ordeno e caminho de volta para o meu quarto, sem esperar por sua resposta.

CAPÍTULO TRÊS

Eu ando para o chuveiro e ligo a água no máximo, e entro debaixo dela. A plena explosão inicial da água fria solavanca meus sentidos de volta para mim, e faz alguma coisa para diminuir o fogo um nível. Gradualmente, a água aquece e relaxa meus músculos tensos. Alcanço o shampoo e começo a lavar meu cabelo, com bastante força. Por que ela não obedece? Por que é tão difícil para ela aceitar que eu estou apenas tentando protegê-la? Eu fico debaixo da água, fechando os olhos, deixando o shampoo

correr pelas minhas costas em riachos preguiçosos. Eu sinto seus dedos lentamente e hesitantemente tocarem na parte de trás do meu braço, me fazendo ficar tenso. "Christian, não fique zangado,” diz ela suavemente. Eu não digo nada, fechando meus olhos. Meu outro braço alcança sua mão, e eu encontro-me dizendo: "Não faça,” com muita força, quebrando sua ligação comigo. Eu ainda estou fodido de raiva. Merda! Eu sei que ela é desobediente... muito. Eu sei que ela é refrescante em suas maneiras espirituosas, mas inferno, isto é casamento! Ela deveria conhecer melhor. O que mais ela vai excluir dos votos? Eu me viro, e seu rosto está decepcionado; ela parece ferida. Merda! Não é isso que eu quero. Eu quero que ela me entenda. "Christian, por que isso é um grande problema para você?" Ela pergunta em voz baixa. "Você está me gozando, Anastasia?" Eu digo, prendendo-a no lugar com meu olhar ardente. Estou respirando pelo nariz, como um touro furioso. "Você tem alguma idéia do propósito dos votos de casamento, e o que você está me negando?" "O que eu estou negando a você?" Ela pergunta como se eu a tivesse esbofeteado. "Os votos são derivados de contratos de casamento, o que significa que eles têm todos os direitos e responsabilidades conferidas pelo casamento." "Christian, com certeza você deve perceber que os direitos e responsabilidades não estão unicamente limitados a algumas linhas, que os casais dizem durante a cerimônia de casamento. Eu acho que os casais adquirem milhares de direitos, como resultado do ‘contrato de casamento',” diz ela fazendo aspas no ar “e não há nenhuma maneira possível de cobrir todos ele s durante uma cerimônia de casamento. Eu estou apostando que ele é muito mais longo do que seu contrato de submissa,” diz ela. Eu tento com força reprimir um sorriso. Tenho que me concentrar e sustentar minha raiva e não cair em seus encantos. "Quero dizer, eu acho que nós podemos declarar nosso amor e respeito mútuo e cuidar um do outro, não importa quais sejam as circunstâncias. É por isso que eu queria escrever nossos próprios votos. Porque nós somos únicos. Nós não nos moldamos na categoria ‘modelo único’,” diz ela, olhando para mim com expectativa. Ela está tentando me distrair do meu objetivo. Ela é boa nisso; sempre que ela acha que eu digo algo que ela discorda, ela encontra uma maneira de me distrair. Não vai funcionar desta vez. "Diga-me, Anastasia, que outra exigência "modelo único" dos votos você está pretendendo excluir? Eu quero saber..." Eu olho para ela com um olhar impassível, eu não sinto nada, porém. "O que você quer dizer?" Ela pergunta defensivamente. "Eu quero dizer que os votos são simples: Tudo que você tem a dizer é que: eu, Anastasia Rose Steele, tomo você, Christian Trevelyan-Grey, para ser meu legítimo esposo, para ter e manter deste dia em diante, para o melhor ou pior, na riqueza e na pobreza, na doença e na saúde, para amar, cuidar, e para obedecer, até que a morte nos separe, de acordo com a santa vontade de Deus, e a você eu dou minha palavra.Eu quero saber que outras palavras desses votos a ofendem muito? É ’para o melhor ou para pior’, ou poderia ser ‘na riqueza e na pobreza’... Ou que tal, ‘na doença e na saúde’? Que tal ‘amar’? Ou

'cuidar'? Há também 'até que a morte nos separe’..." Eu digo com meu olhar escurecendo. Eu fecho a distância entre nós prendendo-a à parede do chuveiro, com as mãos firmemente colocadas na parede, ao lado de seus ombros, mal tocando, tão perto, tão quente, tão desejoso, ainda que tão distante. "Digame Ana," eu sussurro perto da sua orelha "...Existe uma data de vencimento do seu amor? Diga-me Anastasia, eu quero saber!" Eu digo tentando esconder minha dor; meus olhos estão escuros com paixão com sua proximidade.

"Você é um asno, Christian!" Diz ela ferida tentando me empurrar para longe, com as palmas das mãos firmemente colocadas no meu peito, mas não vou ceder. "Eu sei! Eu sou pior que um asno! Eu sou um merda, filho de uma prostituta drogada! É por isso que você não vai dizer isso? Você não me acha digno de ser obedecido? Acredite em mim, baby, eu vou levá-la de qualquer maneira que você estiver disposta a me dar, mas, isso está me torturando por dentro! Por que Ana?" Eu olho para ela implorando. "Por que você não quer me ter de todas as maneiras que eu sou? Você quer pegar e escolher?" Ela para de me empurrar, raiva e mágoa substituídas por preocupação. As mãos dela alcançam meu rosto acariciando, a porra do meu corpo está tão em sintonia com o seu toque, que eu me vejo inclinando-me para sua carícia e fechando os olhos. "Christian, não é sobre você! É sobre mim." Meus olhos se abrem ardentes como se ela me esbofeteasse; dou dois passos para trás, para olhar para ela incrédulo. "Porra, Ana! Como não poderia isso ser sobre mim? Você não vai se casar comigo? Então, como isso poderia ser sobre você?" Ela dá um passo lento para frente, e eu levanto minhas mãos para impedir sua aproximação. Ela suspira, tentando esconder sua mágoa. "Christian, isto é sobre mim, sobre como manter a minha individualidade. Você é... você sabe, você! Este megalomaníaco que está sempre no comando, sempre no controle, sempre opinativo... E eu amo isso em você, mas por outro lado, esta sou eu," ela diz, sua mão direita firmemente colocada entre os seios em seu peito.

"A garota por quem você se apaixonou tem suas próprias opiniões. Eu quero agradá-lo, mas eu quero ser... eu!” Diz ela com fervor. "Você não pode simplesmente me aceitar como eu sou?" Eu passo minhas mãos pelo meu cabelo molhado, suspirando em completa exasperação. Eu mentalmente conto. Dez... nove... oito... sete... seis... cinco... quatro... três... dois... um... "Tudo o que eu estou lhe pedindo é apenas considerar dizer isto, Ana. Isso é tudo que eu peço,” digo, enquanto meu olhar aquece com emoções selvagens, que eu não tinha idéia que eu era capaz de possuir, conectando com seus olhos, pedindo-lhe com uma súplica. "Eu tenho uma sessão agendada com Claude. Você tem que jantar sozinha,” eu digo, enquanto eu saio do chuveiro, pegando uma toalha. "Oh!” Diz ela. "Eu vou me encontrar com sua mãe e sua irmã. Elas queriam apresentar algumas de suas idéias a mim,” diz ela em um murmúrio. Dirijo-me a ela, rápido como um raio. "Quando você estava planejando me contar?" "Precisamente agora,” diz ela lentamente. Sua irmã ligou e deixou uma mensagem quando estávamos... uhm, na Sala de Jogos." Eu solto uma golfada de ar. "Certifique-se de comer antes de ir! E não dirija! Leve Sawyer com você!" Eu ordeno. "Uhm... sobre o jantar...” ela começa a falar e eu sei que ela quer pular o jantar. "Certo, aí está!" Eu digo bastante forte, apontando um dedo acusador para ela. "Isso é o que eu estou falando, Anastasia. Você nunca escuta, mesmo que eu esteja cuidando do seu próprio interesse, porque você não está com vontade de fazê-lo! " Ela suspira exasperada, ficando com raiva. "Terminou, Sr. Grey?” Diz ela colocando as mãos em seus quadris. Esses quadris quente s, seus cotovelos levantados, e os braços jogados para trás, como ela está fazendo agora, fazem alguma coisa para seus seios, levantando-os em protesto. Com o frio leve no banheiro, seus mamilos apontam para cima. Eu balanço minha cabeça para não pensar merda, se eu quiser focar. O porra do meu pau está me traindo com sua saudação meio armada! Anastasia tenta esconder seu sorriso e parece estóica e sua voz fica rouca, mas ela tenta se concentrar em sua raiva. "Sua mãe e sua irmã, que estão trabalhando no planejamento do nosso casamento,” ela enfatiza, "me pediram para ir e provar algumas amostras de alimentos de um fornecedor que estará entregando na casa de seus pais. Se eu comer agora, eu não vou ser capaz de desfrutar totalmente da comida, e não vou poder ser capaz de fazer uma distinção do gosto com o estômago cheio, Christian. Não é porque eu estou tentando desafiá-lo. E é isso que eu estou tentando dizer a você. Se eu obedeço-lhe 100% do tempo, como agora, coma e vá, então eu não vou ser capaz de ter uma boa decisão sobre a comida mais tarde. Você tem que confiar no meu julgamento também. Podemos pelo menos concordar com isso,” ela pede.

Eu exalo minha exasperação. "Leve Sawyer com você... Eu vou malhar, e depois eu tenho um monte de trabalho para acompanhar. Ligue-me quando você estiver pronta para voltar,” eu digo e caminho para o meu closet para vestir -me, rapidamente, em meu moleton. Eu estou muito ligado, e muito estressado. Porra! Ela não vai obedecer! Nunca, ou por algum tempo? Como eu posso fazê-la mudar de idéia? Ela pode ser verdadeiramente minha se ela não obedecer? Eu a quero de todas as fodidas formas possíveis! Eu anseio que ela pertença a mim. Se ela não recitar completamente todas as palavras dos votos matrimoniais, não seria anulá-lo de algum modo? Porra! Eu estou ficando louco! Ela aparece na porta do closet parcialmente vestida, naquela roupa de baixo tipo short de menino, preta, e sutiã rendado. Porra! Como eu quero tê-la e dar-lhe uma lição de obediência! Eu estou no limite... Eu quero estar perto dela agora, mas eu não posso. Eu tenho que sair! Ela observa cada movimento meu. Ela quer dizer algo... Ela hesita. "Christian?" "O quê?" Eu replico com força, e imediatamente me arrependo. Estou muito nervoso. Ela pode me irritar com uma palavra ou um olhar. Eu amoleço o meu olhar sobre ela. "O que, Ana?" "Você não gostaria de provar a comida que seria servida no nosso casamento?" "Eu tenho negócios mais urgentes, hoje à noite. Sei que você, e minha mãe e irmã são capazes de fazer grandes escolhas. Confio no seu julgamento. Vou ter que passar esse detalhe,” eu respondo. "Mas?" "Ana, eu só quero você. Eu não me importo se você decidir servir queijo e biscoitos, e chá! Bem, eu gostaria de pedir vinho, mas, esta noite não é uma boa noite para mim. Foi apenas um dia estressante. Você vai e se divirta. Mas certifique-se de me ligar antes de sair, e não fique até tarde demais." "Não fique com raiva de mim..." diz ela, em um tom suave. "Anastasia, eu não estou com raiva. Estou furioso. Tudo o que eu estou pedindo para você dizer é uma merda de uma palavra, e você não quer fazer isso!" "É uma grande palavra, Christian. Eu não vou estar dizendo isso!" "O inferno que você não vai!" "Nesse caso, Christian, eu vou te ver depois de você ‘bater a merda fora’ de Claude Bastille, porque eu não quero estar na recepção final desta raiva. Tenho que ir!", ela diz e se vira com raiva. "Por que você está virando as costas para mim?" "Realmente, Sherlock! Você descobriu isso? Caso você não tenha notado, eu não sou sua submissa, e eu não vou me inscrever como uma submissa, porque dizer essa palavra será sempre acionar esses pensamentos. Eu quero ser sua esposa. Não sua sub! "

"Porra, Anastasia! Você nunca foi minha sub! Você não vai ser minha sub. Como posso explicar isso para você? Eu tenho que ter controle. Tenho que saber que você está segura! Tenho que saber que você vai ter precauções suficientes para atender as minhas preocupações sobre o seu bem-estar. Como posso conseguir qualquer um desses se você não me ouvir e me obedecer? E você.nunca.obedece! Você faz me sentir impotente!" Eu enuncio completamente exausto. "Falaremos sobre isso quando você estiver mais racional, Christian..." "Anastasia..." Eu digo com uma voz suave... muito suave, que não é confundida com outra coisa senão raiva.

"Eu realmente, realmente quero levá-la sobre meu joelho, e puni-la..." Eu digo. Ela olha para mim com um pouco de apreensão e um pouco de expectativa, mas balança a cabeça decidindo contra o que ela estava pensando. "Bem, Sr. Grey, eu gostaria de agradar a você e a mim... mas quando você se acalmar um pouco, vamos rever,” ela diz e vai embora. O que diabos aconteceu? Essa mulher, minha mulher, a dona do meu coração e alma, diz menos de duas frases e a porra do meu mundo está de cabeça para baixo, e eu sou incapaz de saber qual caminho é o certo! Porra! Estou perdendo o controle, e não estamos nem mesmo casados ainda! Porra! Onde inferno está Bastille? Eu saio para o salão onde Taylor está esperando, e ele parece que está vindo trazer más notícias. Acho que já cheguei ao meu limite hoje. "Sr. Grey, Bastille está fora da cidade..." ele começa. "O quê?" Eu berro, e eu atravesso a distância em três passos, tornando Taylor inquieto, e paro em frente a ele. "Onde inferno ele está?" "Ele estava visitando sua irmã. Hoje não é seu dia habitual para o seu treino. Ele está em seu caminho de volta, mas vai levar cerca de três horas ou um pouco menos, dependendo de quando ele saiu... Se desejar, senhor, ele vai encontrá-lo em três horas." "Três horas... três horas... três fodidas horas!" Estou tendo um ataque cardíaco ou um ataque de pânico. Meu coração está batendo forte, meu peito dói, e está ficando mais difícil de respirar. Há um fosso terrível no estômago. Anastasia aparece vestida em seu vestido ameixa, que eu gosto tanto, que abraça suas curvas em todos os lugares certos. "Sawyer!" Eu chamo e ele aparece na sala de estar.

"Leve a Srta. Steele para a casa dos meus pais. Ligue-me quando chegar lá, e me envie uma mensagem de texto quando você estiver voltando." "Sim, senhor,” ele responde. "Bye Christian, eu vou te ver hoje à noite,” diz ela e me dá um beijo casto no canto dos meus lábios. Quando ela está dando um passo para ir, odiando a distância entre nós, eu pego sua mão pelo pulso e puxo-a com força para mim e ela está alinhada com o meu corpo. Eu pego seu rosto em minhas mãos e beijo-a apaixonadamente. Eu não sou de carinhos em público, mas eu desesperadamente quero que ela saiba que ela é minha, que eu desejo que ela seja minha, em todas as fodidas formas possíveis! No momento em que eu paro de beijá-la, estamos ambos sem fôlego. "Uhm ...” diz ela engolindo em seco, ficando vermelho tomate, "Vejo você mais tarde esta noite." "Yeah. Estarei trabalhando até tarde." I love you and I hate you – Pride and Prejudice Ela e Sawyer desaparecem no elevador, e as portas se fecham. "Eu estou correndo até o escritório do Flynn," Eu digo a Taylor sem preâmbulos. "Se você me der dois minutos, eu vou acompanhá-lo em sua corrida. Mas, eu insisto que você me deixe dirigir, senhor." "Taylor, eu preciso estar em movimento, eu quero correr". "Eu vou correr com o senhor." "Eu prefiro ficar sozinho, Taylor!" "Sr. Grey, tem paparazzi acampados num raio de dezesseis quilômetros do Escala, senhor. E eles acamparam em toda nossa rota regular para pegar um vislumbre de você ou da Srta. Steele. Uma vez que você teve dois encontros hoje, eu sugiro que eu o leve, senhor, ou pelo menos deixe-me correr com você." "Tudo bem! Arrume-se!" Eu digo como uma criança petulante. Taylor não é nada se ele não for um homem eficiente. Sem perder uma palavra extra na discussão, ele se vira e corre para seu quarto para se trocar. Eu pego o meu Blackberry e disco para Flynn. "Boa noite, Christian,” ele atende ao telefone no segundo toque. "Flynn, tenho que vê-lo em seu consultório. Encontre-me em vinte minutos." "Bem, Christian, acontece que eu não deixei meu consultório ainda. Mas, deixe-me ligar para minha esposa e informar a ela que vou me atrasar, uma vez que esta não é a sua sessão agendada."

"Tudo bem,” eu digo e desligo. Quando eu faço o meu caminho para o saguão de entrada, Taylor sai. "Sr. Grey, vamos tomar um caminho diferente para o consultório do Dr. Flynn desta vez. Sawyer teve de iludir alguns paparazzi enquanto ele estava dirigindo..." ele diz e eu o corto. "Eles estão bem? A Srta. Steele está bem?" "Sim, senhor. Nada que ele não poderia administrar. Sugiro que pegue a saída de trás,” diz ele e espera por mim para liderar o caminho. "Não foi nada como esta manhã, e sua conversa com a imprensa nesta tarde dispersou a multidão maior. Estes são provavelmente os retardatários." ***** Nós saímos do Escala pela porta de serviço, e corremos para o escritório de Flynn. Eu estou tão fodidamente ligado, que eu me vejo correndo tão rápido, ou até mais rápido do que Taylor, que é mais rápido que um galgo. Minha mente está analisando, através de centenas de cenários diferentes, como posso fazer Anastasia ser sensata. Punição está fora, porra! Eu não quero que ela me deixe e eu me sentirei um merda se eu machucá-la. Porra! Ela é mais teimosa que uma mula do Missouri! Ela é a minha contrapartida! Ela chuta minha bunda mentalmente... toda.fodida.vez! Eu paro de repente, e Taylor, que estava em velocidade, corre dez passos, antes dele parar, para correr de volta para mim. "Está tudo bem, senhor?" "Sim,” eu respondo distraidamente. Eu não tentei tudo ainda. Ela não pode resistir a mim. Eu não posso resistir a ela para este assunto, mas eu tenho mais controle sobre meus desejos. Como posso puni-la na cama? Negação de orgasmo? É uma ferramenta padrão. Ultra-sexagem com ela? Ela me deseja tanto quanto eu a desejo. Negar-lhe o sexo como um castigo? Ela inicia sexo comigo tão frequentemente quanto eu faço com ela. Isso é uma coisa que não tenho problemas com ela. Seria um dia frio no inferno, se alguém se atrevesse a me manter longe de seu corpo; seria uma tortura para mim, assim como negar-lhe sexo, porque eu estaria arranhando minha própria pele, porra! O que fazer? O que fazer? Talvez Flynn tenha algumas respostas. Ou não... Quando chegamos ao escritório de Flynn, Taylor abre a porta de seu exuberante consultório. Sua secretária já foi para casa hoje. John sai de seu consultório com uma roupa esportiva. "Olá Christian,” diz ele. "John,” eu respondo. "Taylor,” ele acena com a cabeça para ele, cumprimentando-o com um sorriso caloroso. "Boa noite, Dr. Flynn,” responde Taylor, com um rosto impassível. "Bom, vamos Christian?” Diz ele apontando o caminho para seu escritório com a mão estendida.

"O que o traz aqui esta noite, Christian?” Ele pergunta, uma vez que entra em seu escritório, e fecha a porta atrás de mim. "John, eu estou caindo aos pedaços aqui!" Eu começo. "Eu vejo... Nervosismo do casamento? Dúvidas? Problemas em casa? Eu preciso de um pouco de informação." Eu ando prá lá e prá cá em torno de seu consultório e o olhar de John pacientemente segue os meus movimentos. Eu estou respirando com dificuldade. Finalmente, eu caminho até sua mesa e me inclino para baixo, com ambas as palmas das mãos colocadas sobre a mesa, o que Flynn percebe e anota algo em seu ‘tablet’ com capa de couro. Eu tomo um grande gole de ar como se meus pulmões não pudessem ter o suficiente. "Anastasia não vai me obedecer!” Ele olha para cima para mim com paciência. "Elabore...” diz ele, simplesmente, como se ele acabasse de me conhecer. "A porra dos votos de casamento! Ela não vai dizer os tradicionais votos de casamento! Ela quer escrever os seus próprios!" "Por que você vê isso como algo errado?" "Você está gozando da minha cara?" "Eu não brinco quando estou neste escritório, Christian. Você sabe disso,” diz ele ignorando a mi nha intenção. "O controle é muito importante para mim. Eu preciso dele, e Deus sabe que ela precisa disso! Ela não tem nenhum senso de auto preservação quando se trata de seu bem-estar. Isso me assusta! Estou tendo ataques de pânico! Eu pensei que era derrame ou ataque cardíaco ou algo assim! Ela me faz sentir impotente. Eu me sinto como um animal selvagem enjaulado,” eu explico. "Você acha que ela confina você?” Ele pergunta e eu bufo. Eu peso as nuances da palavra na minha cabeça. "O que eu sinto é este enorme desejo de protegê-la. O que eu sinto é que quando estou em sua órbita, ou ela está na minha, eu não sei qual caminho é o certo. " "Se ela disser que vai obedecer, o que você acha que isso vai fazer você ganhar no seu casamento com Anastasia?” Ele pergunta. "Você está brincando comigo? Vou protegê-la melhor! Eu vou saber que ela está segura, porque eu saberei o que fazer..." "Por essa resremunho, você quer dizer que ela não sabe como se proteger?” Ele pergunta. "Sim!"

"Entendo. Ela já esteve em algum tipo de acidente? Ela tem assumido riscos que são prejudiciais ao seu bem-estar? " "Eu não acho que ela já teve um acidente,” eu respondo, considerando a questão. "Uma vez ela bebeu demais e..." Eu paro não disposto a lhe dar mais informações sobre isso. "Mas existem outras coisas. Eu a deixei trabalhar esta manhã com a ordem expressa de que ela não deixasse o prédio do SIP, e a primeira coisa que ela fez foi deixar o prédio. Ela foi para uma ‘deli’ nas proximidades, com Sawyer, e ela foi emboscada por um paparazzi, de todos os lugares, no banheiro! Se ela tivesse apenas me escutado, tudo isso poderia ter sido evitado. Ela estava desesperada, como eu estava!" "Sim, mas o que ela fez, indo para uma ‘deli’ para comer alguma coisa, certamente não é alg o fora do comum. As pessoas fazem isso todos os dias. Porque é que a sua segurança é uma grande preocupação para você, Christian? " "A segurança da sua esposa não é uma preocupação para você?" Viro a questão de volta para ele. "A família de alguém é sempre uma preocupação, Christian. Mas a minha esposa é uma mulher adulta. Ela sabe o que fazer. Eu tenho que dar a ela essa confiança. Às vezes as mulheres são mais fortes do que lhes damos crédito." "Você não entende..." Eu digo desabando na cadeira de couro, inclinando-me, meus cotovelos sobre os joelhos, eu capturo meu rosto em minhas mãos. Eu sinto o ataque de pensamentos me pesando, e me dando uma dor de cabeça. "Eu a amo demais! Mais do que minha própria vida. Eu não posso suportar viver em um mundo onde ela não exista, porque eu não pude protegê-la corretamente. Minha vida é complicada, John. Mais complicada do que a sua ou a de um monte de outras pessoas. A que ela tinha antes que ela estava comigo era simples e descomplicada. Eu venho com um 747 de merda fodida com que ela tem que lidar! Poderia ser meu passado que poderia prejudicá-la. Isto aconteceu antes. Com Leila quase..." Eu paro incapaz de trazer o resto da minha frase. "Certamente, você sabe melhor. Você tem estado tratando-a." Ele acena com a cabeça com sua concordância, pela primeira vez, talvez imperceptivelmente. "Christian, você se isolou do mundo que o rodeia e colocou camadas sobre camadas para manter essa distância. Você deseja incluir Anastasia nessa bolha, e protegê-la,” ele resume. "Sim!" Eu suspiro. "No entanto...” acrescenta, "você estaria excluindo-a do mundo do qual ela tem sido uma parte." "Eu quero ser o seu mundo!" Eu exclamo. "A gaiola dourada. Mas você acha que isso é o que ela quer? " Meus olhos se arregalam de medo incontido. Eu pisco para limpar os pensamentos. "Ela disse que ela me quer,” repito em voz baixa.

"Ela quer Christian, o homem. Talvez, não Christian da gaiola. O que seria um meio termo feliz para vocês dois? " "Não há meio termo! Se eu tenho que protegê-la e cuidar dela, deve ser do meu jeito." "Bem, dado o fato de que você está aqui, suponho que ela não concordou com seus termos, Christian. Portanto, um meio termo é uma obrigação. Então, me diga, como você pode se comprometer?" "Eu não acho que eu posso... Não quando se trata dela. Eu não posso perdê-la." "Christian,” diz ele em uma macia, mas quase repreensiva voz. "Você não pode controlar o mundo em que vivemos. Apesar do fato de que você tem camadas sobre camadas de proteção, você já percebeu que as coisas acontecem sem o nosso controle. Há um limite razoável quando se trata de quem amamos. Porque se você estiver pressionando muito, vai se tornar arrogante, e você vai sufocá-la. Eu sei que isso iria derrotar o seu propósito de mantê-la feliz em sua vida." Eu sei que isso é verdade. Qualquer coisa que pudesse tirá-la da minha vida, ou fazê-la ficar fria comigo, iria me matar! A agonia agarra minhas entranhas e aperta firmemente. Fecho os olhos para a dor diminuir, minhas mãos em punhos no meu colo. "Eu iria me odiar se eu a mudasse. O que eu faço, John? Como faço para protegê-la? " "Nós vamos encontrar as respostas juntos. Mas deixe-me perguntar-lhe isto em primeiro lugar. O que exatamente ofende você se ela realmente estiver escrevendo seus votos? Você sabe o que ela escreveu? É satisfatório para você? " "Eu não vi isso... Ainda não de qualquer maneira. Eu não sei se ela acabou, ou ainda está trabalhando nisso. Ela só trouxe isso para mim hoje. " "Christian, vamos examinar uma outra questão premente que nenhum de nós mencionou hoje. Além de suas preocupações com sua segurança, que eu posso ver que são monumentais; mas eu acho que pode haver uma razão inconsciente, uma sobre a qual você não tem pensado muito." Eu olho para ele estreitando os olhos. Ele sabe que eu sei o que ele está pensando. "Você quer uma submissa em Anastasia?" "Não, eu não..." Eu vasculho meu cérebro para uma resposta honesta. "Não mais. Eu sei que ela não quer isso, e qualquer coisa que ela não quer é como a peste bubônica para mim. Eu faria qualquer coisa para evitar; mas se ela quisesse isto, eu sairia da minha maneira de ser para fazê-la feliz, e atender seus desejos. E o fato de que explorei coisas com ela que eu não sabia serem possíveis no passado, você sabe, incorporando o amor e o sexo e, agora, seu toque, eu me encontro ansiando por esses sentimentos como um homem faminto em um banquete no qual você pode comer tudo que quiser! Ela me fez experimentar emoções, desejos e paixão que eu não sabia que existiam. Tudo foi possível por causa dela. Senti a porra do nirvana! E ela está mais do que disposta a me acolher e adora minha ‘kinky fuckery’..." Eu digo sem conseguir deixar de sorrir.

"Tudo bem...” diz ele pausando. "Você acha que qualquer uma das suas subm issas dentro das limitações de seu "contrato de submissa" poderia ter conseguido isso com você?" "Nunca,” eu respondo e acrescento: "Mas isso também traz outra preocupação que tenho: ela é única do seu tipo. Ela é sem preço. Ela não tem igual. Se eu a perder, eu perco a mim mesmo,” eu digo com fervor. "Será que ninguém protege o que é tão precioso?" Pergunto sem pestanejar. "Sim, mas você deve observar as limitações com as pessoas. Eles não são artefatos. Você deve trabalhar dentro de seus traços de caráter. Anastasia é uma mulher vivaz. Temperamento forte, como você. E, por sua própria admissão, ela o ama incondicionalmente. Existe uma lista de traços de caráter que compõem Anastasia. A minha pergunta final torna-se: tudo o que ela está lhe oferecendo no seu próximo casamento... seu amor, seu corpo, seus modos, sua própria marca de caráter..." ele para deixando tudo afundar-se. “Não é o suficiente para você viver com ela? Será que você a amaria menos se ela desobedecesse você? Será que você não a quer se ela não disser que vai obedecer? " Meu coração para por alguns segundos com o impacto de suas palavras. "Eu a quero de qualquer forma e jeito que ela está disposta a me ter ! Mas eu não consigo me livrar desse medo em mim, roendo a minha alma, eu tenho um buraco no meu estômago, e eu estou inquieto pensando sobre isso. Eu vou sair da porra da minha mente! Como faço para parar isso? Eu tenho que ter controle! Mas, eu não posso viver sem ela, nem mesmo por hipótese." Eu afundo de volta na cadeira novamente. "Christian, todos esses anos, você já ensinou a si mesmo, mesmo relutantemente, através da Elena, que a fim de ter o controle de sua vida, você deve controlar seu entorno. Nos negócios, isso pode ser verdade. Nos relacionamentos entretanto, se você exceder o limite permitido, então você entra nos seus Limites Rígidos,” diz ele. Agora, ele está falando em termos que eu posso entender. "Você pode considerar obediência como Limite Rígido dela?” ele diz, e eu pestanejo. "John, eu prefiro pensar nisso como seu Limite Suave e ver como podemos trabalhar em torno disso. Ela obedece, no quarto; na verdade, ela gosta imensamente, eu só quero expandir isso para outras coisas na nossa relação,” eu digo com petulância. "Faça-o num nível aceitável. Mas então, eu não sou seu parceiro nesta relação. Anastasia é. Ela seria a mais indicada para lhe dar esse feedback. Mas agora você tem um ponto de partida exequível. Este é o primeiro relacionamento real que você tem, Christian. Ela não vai se comportar da maneira que suas subs faziam,” diz ele e eu bufo. "Mas a alegria neste tipo de relação é que tudo o que ela lhe dá é dado de bom grado. Você não ordenou que ela o desse a você. Ela queria que você o tivesse,” explica. "John, se fosse possível, eu estaria me fundido com ela o tempo todo. Não apenas sexo, foder, fazer amor, mas estar em constante contato com tudo dela! Abraçá-la, tocá-la, beijá-la, envolvê-la em meus braços,” eu digo com fervor, "Apesar de que apenas fodê-la é motivo suficiente. Suas palavras são capazes de acariciar minha alma como se ela mergulhasse as mãos em meu coração. Ao mesmo tempo, elas também são capazes de me ferir, me marcar, me queimar de dentro para fora! Você vê, nunca tivemos problemas com dar fisicamente um ao outro. Deus sabe, é um departamento que

estamos completamente satisfeitos, mas eu sempre vou ter essa pontada afiada no meu lado, e ficar ansioso até que eu saiba que ela está completamente segura. Esse é um sentimento do qual eu não posso me livrar." "Fale com ela, e comprometa-se,” diz ele. Eu não gosto do som da palavra. Eu me levanto da minha cadeira e expiro em voz alta. "Eu não posso ainda, John. Eu não estou pronto,” eu digo. Quando eu vou para a porta para despedir-me, eu me viro, “como Leila está progredindo?" "Ela está indo bem. Seguindo instruções, tomando sua medicação e mostrando interesse em algumas aulas de arte ". "Bom,” eu digo distraidamente. "Mantenha-me atualizado." "Oh, ela quer falar com você. Eu disse a ela que isto seria tomar vários passos para trás em seu progresso. Mas, já que você me pediu para passar todas as informações relativas a ela, é o que ela pediu. " "Por que diabos ela iria querer me ver?" "Ela não disse." "Eu não quero vê-la! Eu não a perdoei por colocar uma arma na cabeça de Anastasia também! Ela precisa permanecer na unidade de cuidados mentais, até que ela esteja bem o suficiente para viajar para os pais dela em Connecticut. Eu não a quero na costa oeste, e não perto de Anastasia. Nem agora, nem nunca! Passe isso. Uma vez que ela esteja bem o suficiente para viajar, eu vou pagar por sua viagem, cuidados médicos e educação. Mas, a minha condição é que ela nunca chegue perto de Anastasia. Nunca!" "Você não quer falar com ela ou vê-la? Ela pergunta por você a cada vez que a vejo. " "Que porra é essa, John? Eu não dou uma merda que ela quer me ver. Tenho Anastasia na minha vida. Eu não vou comprometer meu relacionamento com Ana porque Leila está muito fodida, e quer me ver. Eu estou fazendo o que eu deveria fazer por ela, mas em troca ela vai ter que seguir em frente. " "Tudo bem, eu passo seus termos, Christian. E lembre-se, apenas fale com Ana." "Eu vou fazer o que puder, John,” eu digo suspirando, e saio; Flynn me segue até a porta. Taylor está à espera. Seu rosto está impassível. "Bastille chegará no ginásio na próxima meia hora, senhor. Você quer ir lá?" "Sim,” eu digo monossilábico. E corremos. ***** "Porra Grey! Você é um lutador de nível superior, mas algo está mal hoje. Você está agressivo, mas, você não está completamente aqui. Eu preciso de sua mente aqui e agora! Você nunca deve deixar seu apartamento sem o seu cérebro ligado com sua cabeça! Vamos, homem! Eu chutei sua bunda sete

vezes nos últimos...” diz ele, olhando para o relógio,” 26 minutos; pelo jeito parece que uma cria nça de dez anos poderia chutá-lo! Mantenha-os juntos!" Bastille me repreende.

(Claude Bastille) "Vai se foder, Bastille!” Eu respondo. "Eu adoraria Grey, mas eu não balanço desse jeito,” diz ele tentando aliviar o clima. "Aqui está o que vamos fazer, cara! Nós vamos fazer um circuito de condicionamento já que todas as contusões que eu poderia dar-lhe não vão ser curadas até após sua lua de mel. Eu não quero a sua noiva me odiando porque eu danifiquei sua figura juvenil. Vamos começar com exercícios pesados de baixa repetição. Agora levantamentos ponderados seguidos por movimentos pliométricos (N.T. Pliometria é uma forma de
exercício que busca a máxima utilização dos músculos em movimentos rápidos e de explosão. Seu conceito baseiase na exploração do músculo em sequências de contrações excêntricas e concêntricas buscando a otimização do mesmo.) como bolas de peso medicinais (N.T. Treino medicinal com bola - requer que você execute movimentos explosivos, enquanto usa bolas de peso, variando de um a seis kg) e depois investidas de peso (N.T. Investida de peso - posição do corpo humano, quando uma perna está posicionada para a frente com joelhos dobrados e os pés no chão, enquanto a outra perna é posicionada atrás – passo de gigante) parece bom para mim. Nós vamos

com 10, 10, 10. Vamos improvisar à medida que avancemos." Quando eu vou para as barras, ele diz: "Não, eu tenho em mente um aquecimento diferente na esteira. Coloque a esteira na maior velocidade e na maior inclinação que você puder. Eu a quero de uma maneira que você não possa manter seu ritmo por mais de 30 segundos." "Eu estou no jogo,” eu digo determinado. "Suba e corra com tudo por 20 segundos! Go! Go! Go! Go! Go!" Eu dou tudo o que tenho. "Agora salte para seus pés em ambos os lados e descanse por apenas dez segundos e depois salte de volta para a esteira por vinte segundos, em seguida, descanse por dez, e salte para vinte. Esta é uma repetição de 10 corridas curtas! " "Intervalos Tabata?" (N.T. Intervalos Tabata - 20 segundos de exercício ultra-intenso seguido por 10 segundos de
descanso, continuamente repetido por 4 minutos - 8 ciclos)

"Exatamente! Go!" Eu pulo, corro na esteira por vinte segundos, e então descanso por dez segundos ao lado e sigo por vinte segundos, e salto para o lado por 10 segundos descansando novamente. Sem qualquer parada, depois de eu completar os intervalos Tabata, ele já pegou os próximos dois exercícios de musculação. Ele rapidamente ata uma corrente de 27 kgs. de peso em torno de mim, e me coloca nas barras para fazer levantamento do tronco. "Vai para dez, Grey!" Ele ordena e eu me puxo para cima. "Puxe tudo para cima, Grey! Eu quero ver seus ombros acima das barras! Joelhos dobrados! Levante as pernas para cima! Mantenha-se lá em cima por dois segundos! Quatro ... Cinco ... Seis ... Sete ... Oito ... Nove ... Dez! Para baixo! Tire os pesos fora! " Eu tiro fora a corrente de peso que está em torno de meu torso. "Agora corra para as bolas medicinais! Dez batidas, Grey!" Ele ordena, enquanto eu tento ir rapidamente para a bola medicinal: "Eu não estou ficando mais jovem aqui! Bola acima de sua cabeça! Levante-a! Bom... Certifique-se de subir nas pontas dos dedos dos pés como se fosse Kobe Bryant ( N.T. é
um jogador debasquetebol dos Estados Unidos. Atua como ala-armador no Los Angeles Lakers. No dia 31/03/2013, Kobe Bryant se tornou o 4º maior cestinha da NBA ) e você está indo marcar o ponto três, exceto que você vai

bater a bola com tudo o que você tem!" Eu mentalmente conto. " Velocidade Grey, velocidade! É isso aí. Sete... Oito! Nove! E dez!" "Vamos trabalhar os braços, Grey! Vamos lá! Vamos lá! Vamos lá! É isso aí! Empurre-o tanto quanto você possa! Nós vamos com dois conjuntos de dez! Alto, baixo! Alto, baixo! Alto, baixo!" Ele me força duro. "Continue Grey, se você não está respirando com dificuldade, e suas pernas não estão trituradas, você não está fazendo isso certo! Vamos, cara,” ele me força, e isso é bom, porque me foca na tarefa em mãos. Porque eles são de curta duração, não tenho tempo para ocupar minha mente com algo ou alguém. Apenas no exercício. "Segure cinco segundos, dez vezes, Grey! Pernas no banco, lateralmente, cotovelo e antebraços no tapete! Mantenha a cintura fora do chão! Braço esquerdo em sua cintura! Mantenha a respiração! Cinco! Quatro! Três! Dois! Um! Agora abaixe o quadril! Bom trabalho! Agora, levante-se e segure por cinco segundos de novo!" Vamos repetir o ciclo de dez levantamentos. "Role para o outro lado sem sair, Grey! Vamos repetir no outro lado. Braço esquerdo no tapete, braço direito na cintura! Bom trabalho! Nove! E dez! Fora do banco, já, já, já! Investidas de treze quilos de halteres!” Diz ele me empurrando para a próxima tarefa que ele tem em mente, não me deixando um segundo de tempo para pensar. Eu tenho treze quilos pendurados de cada mão e eu faço dez conjuntos de investidas com os pesos. "Vamos Grey! Comece em baixo, e suba forte! Vamos lá! Torso para cima, Grey! Cuidado com a postura! Inspire, expire! Agora, dez estocadas para a outra direção, Grey! Bom trabalho! Agora pesos para baixo! Não pare! Use o banco retangular para arremessar agora!” Ele me ordena, para fazer os saltos de perna dobrada. "Uma perna dobrada quando você alcançar... Sim! É isso aí! Mantenha a outra perna reta quando você dobrar uma, Grey! Arremesse! Mais alto, cara, mais alto! Isto não é para velocidade, Grey, isto é para força! Prá cima! Mais alto! Vamos com vinte sobre isso! "

Eu salto usando um banco para elevação vertical, e arremesso. No segundo que este exercício termina, ele me dirige para o próximo. "Agora, aperte nas bicicletas! Vá muito forte, por um minuto! Pule fora imediatamente, descanse 30 segundos e repita! Nós estamos indo para 10 repetições com este ciclo!" Quando eu termino com a bicicleta, estou respirando com dificuldade, mas nada com que eu não possa lidar. "Grey, você está indo fazer o comprimento do ginásio. Vamos começar com cerca de 100 metros de corrida, então você vai fazer 20 flexões, então corre 70 metros a partir de onde eu vou fazer uma marca para você, e você vai fazer 20 flexões. Vamos baixar com intervalos de 20 metros. Corrida, 20 flexões, Corrida, 20 flexões, Corrida, flexões, abdominais e corra até chegar ao marcador 0! Agora, corra!" Até o momento em que eu termino com os exercícios anaeróbicos, estou sem fôlego! "Agora, você está focado, Grey! Hidratar, e vamos ver o que você pode fazer no tatame!" Quando eu consigo ter Bastille esparramado no chão, ele tenta ir para uma queda. Eu consigo ficar em cima e coloco o braço em seu pescoço e através de sua axila e bloqueio com o meu outro braço e agarro bem, depois de meu bíceps! Quando ele tenta resistir, eu levanto os meus quadris e eu começo jogando um joelho sobre sua cabeça, e em troca ele traz sua mão esquerda para defender, dando-me uma boa idéia para trancar ainda mais minha mão, ajudando-me a enfiar isso o mais profundamente possível. Então eu mergulho a cabeça para o lado para proteger minha cabeça, mergulhando em meu ombro, giro os quadris para obter o máximo de energia possível para rolar para o meu lado, e uma vez que o tenho, eu o arranco para cima, e avanço sobre ele. Ele está completamente sob meu controle, e ele bate. Se ele não o fizer, ele pode perder a consciência em poucos minutos, porque o estrangulamento anaconda interrompe o fluxo de sangue para o cérebro. "Bom trabalho, Grey! Finalmente conseguiu se concentrar,” diz ele. "Nada mal para um homem cujo cérebro ainda está em outro lugar!” Diz ele, mas eu ignoro o comentário com um olhar impassível. ***** Eu tomei banho e me limpei e em minhas calças de pijama com uma t-shirt por cima, trabalho no meu escritório. Eu verifico a hora. Sem chamadas de telefone ou texto ainda. Já se passaram quatro horas desde que Anastasia saiu para ir à casa dos meus pais. Quanto tempo leva para provar alguns alimentos? Minha mão vai para o meu telefone, e eu me forço a parar. Quero que ela me ligue. Eu me forço a passar por cima de relatórios de negócios, analisando números, quando Anastasia finalmente chama. "Oi,” ela diz com sua voz suave de mocinha. Essa palavra simples, logo puxa minhas cordas do coração. "Oi,” responde minha voz grave e rouca, mas não digo mais nada. "Sawyer está me levando de volta agora,” diz ela, fazendo uma pausa. "Ok,” eu respondo em um murmúrio.

"Você ainda está bravo comigo?” Ela pergunta em um tom suave. Eu suspiro. "Talvez..." "Oh,” diz ela, e esta única palavra me diz que está desapontada, e esta simples palavra de seus lábios parte meu coração. "Eu vou vê-lo em casa, então...” ela responde em um sussurro. "Ok,” eu respondo, querendo dizer muito, e incapaz. Agindo como um porra de um adolescente! "Eu te amo, Christian,” diz ela me fazendo tremer no núcleo. Eu fecho meus olhos, e deixo as palavras afundarem em minha alma. Desejo por suas palavras, por seu toque, apenas... desejo por ela ... Hungry Eyes (pride and prejudice) "Eu sei,” é tudo que posso dizer em um murmúrio. O que e u quero dizer é que eu a amo mais do que palavras podem expressar. Que eu a amo mais do que amo a mim mesmo, ou a qualquer coisa ou uma combinação de coisas e pessoas que eu já amei na minha vida. Eu a amo tanto que dói pensar nisso! No entanto, tudo o que posso dizer é: 'Eu sei' para sua declaração de amor. Porra! Ela suspira. "Eu vou vê-lo em breve, então, Christian." "Ok,” eu respondo como um disco quebrado. Ela não desliga, fica na linha. "Bye, Christian." "Bye, Ana". A porra do meu coração dói quando ela finalmente desliga. Uma fodida palavra, Ana! Uma palavra! Quão difícil pode ser para dizer isso? Eu não sou digno disto? Eu começo a ir ao longo dos relatórios que Alex Pella criou, mas meu coração não está nisso. Meus ouvidos estão em meia atenção à espera de seus passos no apartamento. O zumbido do telefone me sobressalta, porque não há nenhum outro ruído. "Sr. Grey? Aqui é Welch." "Sim,” eu digo, franzindo a testa. "Eu queria repassar o relatório que o Sr. Pella criou, e passar-lhe algumas das nossas descobertas. Você tem tempo, senhor?" "Vá em frente,” eu respondo.

"Eu queria seguir com a eliminação de alguns dos suspeitos que você queria que eu fosse pesquisar," Ele passa por uma pequena lista de antigos colegas de trabalho. "Cada um estava ou fora da cidade ou suas atividades, próximo e após seu acidente, deram a entender que eles não tinham nada a ver com isso, ou não tinham conhecimento disso." "E quanto a Elena Lincoln e seu namorado?" Eu pergunto. "Eles estão ambos limpos, senhor." "Sem sombra de dúvida?" "Sim, senhor,” diz ele, com certeza. "O namorado estava na Califórnia na época, e ela estava trabalhando durante todo o dia, um dia antes e durante. Eu já confirmei com pessoas que trabalhavam e a lista de outros clientes que a viram no trabalho." "E o Sr. Lincoln?" Pergunto com relutância. "Ele estava na cidade, mas ele estava trabalhando. Um monte de gente confirmou tê-lo visto todos os dias em seu local de trabalho. Mas isso significa pouco. Ele não faria isso ele próprio, se tivesse sido ele. Portanto, a nossa melhor aposta é a de localizar o proprietário da impressão parcial que foi recuperada, e descobrir se ele trabalhou sozinho, ou com outra pessoa. " "Tudo bem. Eu quero a lista de nomes dos responsáveis com acesso a Charlie Tango, todos eles até o topo. " "Eu tenho pronta, senhor. Eu vou mandar por e-mail para você. " "Chame Andrea, e faça ela agendar o filho da puta principal responsável, primeira coisa amanhã de manhã! Alguém vai ter que responder pela falha inaceitável de segurança." "Sr. Grey, eu, pessoalmente, pesquisei isso por mim mesmo: a falta de segurança, e o acesso a Charlie Tango era incrivelmente fácil. Isso não é porque as regras não estavam definidas, mas porque as pessoas não estão fazendo seu trabalho. Eu vou lhe enviar as imagens, e um relatório resumindo os meus resultados, em alguns minutos. Eu já os estive interrogando pela falta de segurança, e eles estão apertando a segurança, e a facilidade de acesso às aeronaves GEH." "Um dia de atraso, um dólar a menos, Welch! Quero algumas cabeças rolando para a merda que quase custou a mim e a Ros, nossas vidas! Eu quero a administração esperando por mim amanhã de manhã!" "Sim, senhor. Terei Andrea agendando isto." "Mais alguma coisa?" "Isso é tudo por agora, senhor. Eu ainda não terminei completamente de repassar em detalhes todos os relatórios que o Sr. Pella criou."

"Atualize-me quando você terminar. Quero mais segurança para toda minha família, e aqui no Escala também. E-mail para mim a lista de nomes e informações, e Com Cópia para Taylor, e coordene-se com ele,” digo antes de eu desligar. Eu afundo de volta na minha cadeira. Um lunático está atrás de mim, e muito provavelmente atrás de Anastasia. O porra do paparazzi emboscou-a num banheiro público, pelo amor de Deus! Eu estou fazendo tudo que posso para tentar proteger minha mulher, e ela não vai colaborar porra nenhuma comigo! Ela não vai obedecer porra nenhuma! Rasgar meu coração com a mão seria menos doloroso! Exasperado eu volto para o meu trabalho. ***** Minha porta se abre lentamente. Anastasia entra com passos hesitantes e fecha a porta atrás dela. Meu olhar veste a máscara impassível, não demonstrando nada. Eu não pisco. Ela entra no cômodo, e a distância entre nós parece quilômetros de distância. "Estou de volta,” diz ela simplesmente. Eu não me atrevo a engolir. "Eu trouxe uma coisa,” acrescenta ela, e noto o prato na mão pela primeira vez. Ela caminha em passos lentos, como se ela estivesse caminhando para um animal selvagem que ela está tentando não tornar tímido. Ela coloca o prato sobre a mesa como se ela estivesse fazendo uma oferta. Suas mãos lentamente se retraem de volta. Eu não pisco. "Gostaria de vinho para acompanhar seus frutos do mar?” ela pergunta. "Sim,” eu respiro, ansiando por ela. Ela acena com a cabeça lentamente. "Tudo bem,” diz ela engolindo. "Eu vou pegar uma taça,” ela sussurra. Ela se vira para ir, e eu digo, "Ana?” ela se vira para olhar para mim, expectante. Eu balanço minha cabeça. "Vinho Branco,” eu digo, me chutando mentalmente. "Diga alguma coisa, estúpido!" Eu me repreendo. Ela se vira para sair, e caminha para fora do meu escritório. Parece solitário, sem tê-la perto da minha proximidade. Fodidamente solitário, miserável e eu sou tão fodido teimoso, e ela também é, por uma palavra, nenhum dando uma polegada para o outro! É uma palavra importante, mas uma palavra, no entanto. Ela volta com uma taça de vinho branco gelado. "Junta-se a mim?" Pergunto esperançoso. "Não, eu já comi... um monte, eu acho, com toda a comida para provar e vinho, na casa de seus pais. Eu acho que você não quer que eu beba demais. Sinto-me já com a cabeça leve,” ela diz seu olhar não deixando o meu. Nós dois olhando um para o outro com desejo, querendo o outro e incapaz de deixar passar a nossa teimosia. "É tarde. Eu quero ir para a cama. Você vem?” Ela pergunta com expectativa. Eu falo antes que eu possa pensar.

"Eu tenho que trabalhar. Muito, para recuperar o atraso,” eu digo baixinho, ainda sem pestanejar, ainda com meu coração quebrando com a distância que estamos construindo entre nós; nenhum disposto a recuar. Palavras permanecem por dizer. Ela fica no escritório sem jeito. Finalmente decidindo contra alguma emoção conflitante em sua cabeça, ela caminha para frente, e castamente me beija, me deixando congelado por alguns segundos, mas eu consigo corresponder, com a eletricidade passando através de nossa conexão. Nossos corpos nos traem; eu a puxo em meus braços e a seguro com força, sentindo o seu calor na minha proximidade, e inalo o cheiro dela, finalmente beijando o topo de sua cabeça. "Vá para a cama agora, baby. Eu vou ter que trabalhar um pouco mais. " "Venha para a cama,” ela pede, e eu quero. Oh, eu quero demais! Mas eu tenho medo de ceder ou pior, eu vou querer puni-la com sexo, e me deixar levar. Meus olhos se arregalam em resposta, eu balanço minha cabeça. "Há muita coisa para fazer. Não pode esperar. Nós só temos um curto mês, e é melhor eu deixar isso feito,” eu digo, indicando a tela do meu computador. Ela acena com a cabeça, mas o vislumbre de dor está lá, em seus olhos. "Tudo bem,” diz ela em um sussurro, e quando ela se afasta, sua mão que estava na minha lentamente se afasta de mim, me deixando sentindo-me abandonado. Celine Dion - Falling into you Eu permaneço no meu escritório mais quatro horas de trabalho duro, o sono não me encontrando. Quando eu finalmente me encaminho para meu quarto, eu lentamente ligo a lâmpada de cabeceira ao lado. Puxo uma cadeira, e assisto o sono de Anastasia. Ela está parecendo tão inocente, tão linda; seus lábios entreabertos, o cabelo dela se espalhando pelo seu travesseiro. Ela suspira e se vira. Sua mão distraidamente estende-se para o meu lado da cama, como se procurando algo que falta ao lado dela. A conexão... Ela rola, e não encontrando o que está procurando em seu sono, ela geme como se estivesse com dor. Eu ouço um chamado suave do meu nome, quase inaudível. Será que ela acordou? Eu me inclino, e seus olhos estão fechados. Mas ela está procurando por mim em seu sono. Ela vira-se automaticamente para o meu aconchego. Nós somos atraídos um pelo outro mesmo durante o sono, e estamos fodidos, sem sentido, um sem o outro. Eu tiro minha camisa e lentamente me introduzo na cama, puxando-a em meus braços, e, finalmente, pela primeira vez, durante todo o dia, eu me sinto completo. ***** Está escuro. Eu não posso ver coisa alguma. Eu não posso encontrar meu caminho. Não há nenhuma luz, nenhum som, nada. É um abismo profundo. Meu coração está batendo forte. Ela está aqui. Eu sei que ela está aqui. "Christian, me ajude!" Eu a ouço. "Onde você está, Ana?"

"Eu estou aqui! Ajude-me!” Ela grita. Eu não sei qual caminho é o certo para chegar até ela. Eu corro a toda velocidade, mas a voz está ficando distante. "Ana, onde diabos você está? Fale comigo! Deixe-me encontrá-la! " Tudo o que eu ouço é um grito de gelar o sangue. Meu nome atado em seu grito, rasgando minha alma em pedaços! Há uma luz fraca na distância. Tão fraca que, se você piscou, você a perdeu. Eu não me atreveria a piscar. Tenho que me concentrar. Eu chego a uma porta suja que tinha visto melhores dias. O cheiro... Eu conheço esse cheiro. É acre, desagradável. Ele desliza para fora da porta, tomando uma forma. Ele fede como... morte. Agonia aperta meu coração e as lágrimas ardem nos meus olhos, minhas mãos em punhos do meu lado. Eu chuto a porra da porta quase a arrancando fora de suas dobradiças. Ela fica pendurada, torta. Eu estou respirando com dificuldade, o meu coração está batendo na minha garganta com força, tentando sair do meu peito. Eu entro e olho em volta na penumbra. O cheiro me atrai como as mãos do diabo, de tão forte. É misturado com medo e malignidade. Exala odor de sangue, e ferida. Eu tenho medo de chamar o seu nome. Tenho medo de que ela não vai responder. Eu estou apavorado! Sinto seu cheiro , sua marca de mulher, seu perfume natural com cheiro de especiarias doces, ar livre, e frescor... e sangue. "Ana,” eu sussurro. "Ana, fale comigo, baby! Estou aqui... Estou aqui, Ana. Responda-me, baby..." Sem resposta. Meus olhos perplexos olham em volta. Então eu a encontro. Seu corpo, incrustrado de sangue, está nu no chão de concreto sujo. Linhas de chicote cruzam suas costas e seu peito. Seu cabelo emaranhado com sangue e sujeira. Seu rosto está machucado. Seu corpo sem vida sofreu uma dor inimaginável. Um grito, que eu não reconheço, chega aos meus ouvidos. Oh... Sou eu. Eu sou o que grita em agonia, caindo de joelhos, segurando-a com força em meus braços e balançando-a para trás e para frente. "Gosta disso agora?” Pergunta uma voz desconhecida. Ela fica mais alta e ainda mais alta. "Gosta disso, Mestre?” Pergunta a voz de Leila e seu rosto nebuloso. O rosto mud a lentamente, ondulando e mudando. "Gosta disso, Christian? Eu o salvei da puta cavadora de ouro! Você pode me agradecer mais tarde,” diz a voz e o rosto de Elena, mudando na figura nebulosa. Seu grande chicote de couro voa e bate nas pernas sem vida de Anastasia. "Pare com isso! Pare! Deixe-a em paz! " Ela ri, e o rosto ondula mais uma vez. "Como você se sente, jovem Christian Grey, quando alguém fode sua mulher?” Diz o rosto, se contorcendo, ao mudar para o Sr. Lincoln, na neblina. Ele inclina a cabeça para examinar suas feridas, com orgulho em seu olhar verde. "Eu tenho que dizer que ela, sim, gostou do castigo. Ela era uma boa menina, gritando quando eu queria que gritasse... exatamente no tom certo... Doeu-lhe o suficiente? Eu estava esperando um efeito de triturar a alma,” diz ele com voz melodiosa, completamente satisfeito consigo mesmo.

Eu tento proteger o corpo sem vida de Ana, ficando mais frio a cada segundo. Eu não posso fazer porra nenhuma para fazê-la viver! Eu grito e balanço-a para frente e para trás com mais força. As caras mudam rapidamente, como um organismo desconhecido, finalmente, a face do cafetão emergindo. "Gosta disso agora, bastardo? Você a matou. Como você matou sua mãe! Você é um assassino! Você é um assassino! Você.é.seu.assassino! Mas depois, você só merece o seu corpo morto!" Sua voz ferve veneno, seu hálito cheirando a cerveja barata e cigarros Camel. "Olha, o que nós temos aqui. A putinha que é sua mamãe. Lá está ela,” ele aponta para um outro corpo sem vida. "É melhor chegar até ela menino! Ela está ficando fria muito rápido,” ele diz com seu rosto se distorcendo em uma forma ameaçadora. "Que porra é essa que você fez com ela? Esta puta louca fodida! Merda! Porra! Saia do caminho, seu merdinha,” ele grita me chutando, e, de repente, eu sou pequeno, indefeso, ferido... "Não! Não! Não! Mamãe!" Aí está seu corpo sem vida deitado no tapete verde sujo. Eu quero minha mamãe! Eu estou aqui e eu não estou aqui. Eu olho para mim. Um faminto, sujo, indesejado menininho e a policial está tomando o meu cobertorzinho de mim. "Mamãe!" Eu corro para ela, e eu sou parado pelas grandes mãos da morte, me agarrando no meu ombro, com o rosto do cafetão. "É melhor você fazer sua escolha, seu merdinha!” Diz o cafetão. "O que vai ser? O cadáve r de sua mãe ou o cadáver de sua amante? O que você vai guardar?” Ele sussurra ameaçadoramente, me provocando. Eu corro entre os dois corpos neste abismo incapaz de salvar nenhum. Eu vejo os rostos girando em torno do corpo de Ana. Todos os tipos de rostos! Elena, Leila, o cafetão, o Sr. Lincoln... rostos desconhecidos. Tentando reivindicá-la como deles! Eles querem levá-la para longe de mim! "Não! Não! Não! Deixem-na em paz! Ela é minha!" Eu protejo seu corpo sem vida com o meu. Lágrimas fluem livremente, com agonia rasgando, separados, meu coração e minha alma. Unbreak My Heart – Toni Braxton "Não morra comigo, baby! Não vá! Eu te amo tanto! Apenas não me deixe!" Lágrimas jorram espontaneamente. "Leve-me, também, Ana! Eu não posso viver sem meu coração. Eu não posso viver sem minha alma,” Eu me aflijo em total desespero. Ela não me ouve ou responde. Minha baby está morta! Eu grito em agonia. Eu quero morrer, também! "Christian! Christian!" É a voz dela! Vem do céu? Ela soa urgente, me afastando das profundezas do meu desespero. "Eu estou aqui, Christian. Eu estou aqui,” ela me sacode. Meus olhos abertos, nublados com lágrimas, tornando difícil de ver. Ela está inclinando-se sobre mim, me agarrando por meus ombros, me sacudindo, o rosto também está marcado com angústia, e seus belos olhos azuis vivos estão arregalados e cheios de lágrimas.

"Ana,” eu digo descrente, em um sussurro ofegante, medo atando minha boca, escor rendo para fora dos meus poros. "Você está aqui. Você está bem," eu grito, incrédulo. "Claro, eu estou aqui." "Eu tive um sonho..." Eu digo sem fôlego. "Eu sei. Eu estou aqui. Eu estou aqui,” diz ela reconfortante. "Ana," Eu respiro seu nome como um talismã contra o asfixiante pesadelo agarrando minha alma, o medo me matando por dentro. "Calma, eu estou aqui,” diz ela enrolando seus braços em volta de mim, suas pernas me aconchegando, seu calor vivificante forçando os demônios do meu pesadelo para longe. Ela é minha vida, ela é o meu sol, ela é meu tudo! Eu não posso existir sem ela. "Ana, por favor, não vamos brigar,” eu digo com uma voz rouca, apertando -a dentro de meus braços. Segurando-a, e sentindo-a. "Ok, ok,” diz ela me acalmando. "Os votos. Sem obediência, eu posso fazer isso. Nós iremos encontrar uma maneira,” eu digo. Estou apenas feliz que ela está viva. Eu não me importo que ela não obedeça. Eu só quero a ela! "Sim. Nós iremos. Nós sempre encontramos uma maneira,” ela sussurra e desce seu s lábios selando os meus, tanto me calando quanto me sacudindo de volta à vida e à existência. Eu rolo sobre ela, puxando a t-shirt fora de seu corpo em um movimento rápido, e fundindo o meu corpo com o dela.

CAPÍTULO QUATRO
UM BUQUÊ DE LUZ
Tradução: Neusa Reis

Meu Blackberry vibra quando eu estou sentado à mesa do café. Sorrio para Anastasia e pego meu telefone. "Sr. Grey, Welch aqui." "Está tudo pronto?" "Sim, senhor. Tudo aponta para Andrew Warren, senhor. Pella indicou a falta de segurança com um olhar, o que nós já sabíamos, e eu falei com Warren várias vezes para corrigir esses problemas. O mesmo fez Taylor. Todas as vezes ele me assegurou que o treinamento adequado estava sendo implementado, e as lacunas em matéria de segurança tinham sido preenchidas, mas é evidente que ele estava atirando areia nos nossos olhos. " "O que fez Pella ter certeza de que foi falta de segurança?" "Bem, para começar, senhor, ele provou isso para mim entrando no prédio sem mostrar nada a ninguém... três vezes consecutivas durante trinta minutos," diz ele destacando. "Porra! Diga-me exatamente como ele fez isso!" Eu sibilo entre os dentes, e o olhar de Anastasia fica fixo em mim. Vejo meus músculos apertarem. Anastasia me olha preocupada, questionando. Dou-lhe um

sorriso forçado, e indicando ‘Eu vou levar um minuto’ com o meu dedo, eu ando em direção ao meu escritório. "Sr. Grey, Pella anda em qualquer lugar e pode fazer com que pareça que ele faz parte de lá." "Ele estava vestido com um uniforme de empregado?" "Não senhor. Ele entrou com a sua confiança arrogante, e apenas olhou para a funcionária que é suposta conferir as identificações como se ninguém existisse no mundo, e mostrou à Srta. Big Mamas um raro sorriso; ela não pode nem mesmo levantar seu queixo do chão! Quero dizer, ela nem sequer piscou; senhor, como se ele estivesse indo desaparecer e ela não queria perder nada. Apenas o fez entrar colocando seu número de telefone na sua mão, eu devo acrescentar." "Pode ter sido um golpe de sorte." "Sim, senhor, mas ele também passou por outros dois caras da segurança: um mais velho, um cara absurdo, que tinha catarata nos olhos, e um macho jovem, com formação militar... Aqueles dois deveriam ser difíceis de passar sem a devida identificação, senhor. Ele não mostrou nenhuma identificação a ninguém e aqui está a coisa senhor; ele teve dois de seus seguranças passando junto com ele !" "Porra! Como?" "Ele só falou com eles. Ele sabia exatamente o que dizer, como dizer isso para a pessoa certa. Como se cada pessoa falasse uma determinada linguagem e ele era o único que sabia qual era. Ele sabia a grau da dispensa do cara militar só pelo seu comportamento e descobriu onde e em que local ele recebeu dispensa. Ele se dirigiu a ele como tal, e para o velho, ele agiu como se ele fosse alguém de sua época, completamente à vontade. Fiquei perplexo. Eu estava indo lhe pedir para fazer mais uma corrida só para ter certeza e ele disse,” Welch faz uma pausa, pigarreando, "Welch, posso foder o meu caminho através dos portões, se isso é o que é preciso, e eu posso fazê-lo durante todo o dia , para dentro e para fora, mas tenho certeza que seu chefe não está me pagando mega dólares para eu testar a falta de segurança, a qual eu já tinha comprovado. Eu tenho tempo limitado, e eu preciso recolher provas, determinar como ele sabotou o 135 CE e criar um perfil de seu provável agressor. Se eu não fizer isso o filho da puta vai olhar, e acredite em mim quando eu digo isso, ele vai encontrar uma outra maneira, porque ele escapou da primeira vez. Se eu fosse o seu patrão, eu demitia os filhos da puta incompetentes! Mas não é totalmente culpa deles. Sua formação é insuficiente. Todas as respostas devem ser uniformes, mas cada empregado aqui se comportava como se eles tivessem sido treinados por três instrutores diferentes, nenhum dos quais estavam em sintonia. Isso deveria ter sido corrigido há muito tempo. " "O que mais?" Pergunto através dos dentes cerrados. "A razão pela qual estamos na posse dessas fotos que eu lhe enviei, enquanto ele estava calmamente passando pela segurança, ou talvez camadas de suposta segurança, sejam por causa dos esforços dele, senhor. Ele tinha seus homens tirando fotos dele, languidamente caminhando por onde o helicóptero estava, que eu poderia acrescentar era suposto estar fora da zona por causa da investigação." Então ele faz uma pausa de novo, "e ele também conseguiu chegar ao jato GEH e ganhou acesso a ele!" "Merda! Porra! O jato também?"

"Receio que sim, senhor,” diz Welch envergonhado. "Como ele entrou?" "Ele disse que usou seus encantos, senhor," diz ele desgostoso. "Seus encantos? Que porra é essa! Você não usa seu encanto como um cartão de identificação! É suposto haver protocolos de como algo deve ser feito. Porra!" "Ele tem presença, senhor. E ele nem sequer teve que parecer ser um empregado, ou alguém que tinha negócios lá. Ele simplesmente passeou lá dentro. " "E as suas descobertas anteriores de um mês atrás?" "Foram entregues ao Sr. Warren, senhor. Ele garantiu de cima abaixo que essas brechas de segurança eram insignificantes, e estariam sendo corrigidas imediatamente. Mas, como recentemente nesta semana foi comprovado pelo Sr. Pella, nada tinha sido corrigido, na verdade, estava pior! " A raiva está escoando para fora dos meus poros; eu corro minha mão pelo meu cabelo em exasperação. "O filho da puta foi agendado esta manhã?" Eu pergunto, batendo o punho na minha mesa. "Sim, senhor. Ele deve estar no GEH exatamente às 08:00h. " "Ótimo. Vamos deixá-lo cozinhar um pouco. Deixe-o se preocupar. Eu quero que ele saia com a bunda na mão, você entende? Não quero erros! E quanto ao resto? " "Não, senhor. Sem erros! Tudo como discutimos ontem à noite, senhor. Você já teve a oportunidade de ler sobre os relatórios que eu mandei? " "De frente para trás! Traga-os. Eu não estou em um estado de espírito de perdoar hoje! " "Sim, senhor. Estarei no GEH em breve, e montar tudo antes de sua chegada. " "Ótimo! Coordene-se com Taylor. Eu vou chegar às 9:00 h de hoje. " "Eu vou chamá-lo imediatamente, senhor." "Tudo bem!" Eu digo desligando. Implacável Christian está de volta! Quando eu ando de volta para a barra de café-da-manhã na cozinha, Anastasia está tomando seu chá fraco Twinning English. Sua encantadora presença afugenta a raiva que eu estou sentindo para um pouco abaixo da superfície. A doce imagem dela com uma xícara de chá, traz de volta lembranças de quando ela e eu tivemos champanhe nas xícaras de chá em seu apartamento. Eu saboreio o olhar, completamente admirando. Algo angelical sobre isso e me dá uma idéia. Uma doce idéia. Hmm... Eu vou ter certeza de implementá-la em breve. Ela percebe o meu olhar sobre ela.

"Qualquer coisa que você goste, Sr. Grey?" Ela pergunta sorrindo. "Todo o pacote, Srta. Steele," eu digo vagueando para ela, com licenciosos olhos escuros. Seus olhos seguem os meus movimentos, sem pestanejar; sua xícara está a meio caminho de seus lábios, e seu lábio inferior está dentro do cativeiro de seus dentes. Quando eu chego a frente dela, eu lentamente tomo a xícara de sua mão, sem quebrar o nosso olhar; eu a coloco sobre o balcão. Eu inclino minha cabeça para o lado para admirá-la melhor. Suas pupilas dilatam, e sua respiração fica difícil com a minha proximidade. Eu me inclino para baixo e com uma mão, eu puxo seu queixo liberando o lábio, e com os meus próprios dentes capturo-o para os meus próprios, e levemente o chupo, e ela geme na minha boca, disparando todas as minhas sinapses. Eu empurro a saia prá trás separando as pernas, e puxo-a para a frente em direção a mim enquanto eu estou entre suas pernas. Ao puxar seu rabo de cavalo com uma mão, eu empurro sua bunda para a borda do banco, em direção a mim, para fazer seu sexo encontrar minha crescente ereção, e ela engasga em minha boca. Suas mãos mergulham em meu cabelo, e me puxam em sua direção, enquanto suas pernas deliciosas, em suas meias de seda, se envolvem ao redor do meu corpo, o canto de seus saltos altos deliciosamente cavando minha bunda. Nosso beijo segue e segue, enquanto minha língua invade sua boca familiar, ainda que com nova descoberta a cada vez que eu a beijo, enquanto nossas línguas dançam. "Não temos tempo?” ela pergunta na minha boca. Eu sorrio. Quando eu relutantemente me afasto, deixando a nós dois sem fôlego, eu pergunto com um sorriso diabólico, "Tempo para quê, Srta. Steele?" "Para que você me foda!" Ela exige quente e pesado. "Porque Srta. Steele, você não é a refinada jovem desta manhã?" "Christian, você não pode me ligar assim e me deixar quente e incomodada o dia todo!" Ela repreende. "Acontece que, Srta. Steele, não podemos hoje de manhã,” eu respondo enquanto o rosto dela desaba. Eu não posso estar relaxado quando eu vou para o escritório. "Mas eu vou cuidar bem de você esta noite..." Eu digo com uma promessa carnal. "O quê? Não! Por quê? " Eu me inclino em seu ouvido e sussurro. "Não tente aliviar-se, também. Eu vou saber. Eu quero todo o seu prazer esta noite," deixando-a ofegante. "Christian, você não está sendo justo! Eu quero você agora! " "Eu sei, baby, eu sei. Eu quero você também, mas tudo em seu tempo... Eu prometo cuidar muito bem de você mais tarde," eu digo sensualmente, mostrando-lhe o meu desejo. Frustração sexual serve a vários propósitos. Quando eu estou frustrado sexualmente, eu sou como uma arma carregada - muito mais cruel; isto duplica o efeito quando eu tenho que esperar um longo tempo para foder Anastasia. É claro que quando ela me quer tanto assim como ela faz agora, minhas espadas estão muito mais afiadas do que eu preciso quando eu começar a trabalhar hoje. Mas a melhor parte é que o nosso amor é mais doce, nossos desejos estão no seu pico absoluto e nossa foda é muito pervertida. Ganhar-ganhar-ganhar.

Ela estreita os olhos em mim: "Você está preparando alguma coisa, Sr. Grey,” diz ela. "O que você quer dizer, Srta. Steele?" Pergunto fingindo inocência. "Sr. Grey, você é um monte de coisas. Mas inocente você não é,” ela acusa, me fazendo sorrir. "Como você me conhece bem, Srta. Steele," eu digo beijando-a apaixonadamente mais uma vez. "Esta noite," eu digo e embalo muita promessa nesta única palavra; seu batimento cardíaco acelera, fazendo-a corar. "Eu vou segurar isso para você,” ela responde em um sussurro rouco, segurando meu bíceps apertado, "embora,” diz ela, como se ela se lembrasse de algo, "eu não possa ser responsável pelas consequências de ser deixada quente e incomodada, Sr. Grey." "Cuidado,” digo em voz baixa ameaçadora. "Ninguém, além de mim toca aqui!" Eu digo cobrindo seu sexo com a mão, fazendo-a ofegar. "Sim,” ela diz em uma voz sussurrada, "só você, Christian!" "Boa menina. Termine o seu chá e vamos embora,” eu digo, e ela faz. Enquanto Anastasia está pegando sua maleta, Taylor entra discretamente, e eu olho para ele, ele acena com a cabeça sabendo o que significa. Tudo é coordenado. Eu pego a mão de Anastasia; entro no elevador com Sawyer e Taylor. Taylor e Sawyer abrem as portas dos passageiros no SUV, e ambos, Anastasia e eu entramos. Uma vez que estamos no SUV, eu seguro a mão de Anastasia novamente. Esfregando círculos nas costas da sua mão, e percebo que ela cruza os pés para apertar as coxas. Eu olho para ela enquanto meu olhar escurece. Ela está quente e incomodada. Hmm... Talvez ela possa ser persuadida a voltar para casa mais cedo hoje. Eu seguro sua mão e abrindo sua palma com a outra mão, eu beijo-a lentamente e levemente mordo a ponta do seu dedo mindinho, ao que ela responde com um gemido abafado. "Silêncio agora,” eu digo encostado em seu ouvido. "Hoje à noite...” eu sussurro devasso. Ela morde os lábios, escurecendo meus olhos. Eu puxo seu queixo, liberando o lábio. O SUV para na frente do SIP e Sawyer pula para abrir minha porta. Eu saio e estendo minha mão para Anastasia que a toma. Eu a levo até a porta do SIP. "Não deixe o prédio. Peça a Sawyer se você precisar de alguma coisa do lado de fora,” eu lembro a ela. "Sim, senhor,” responde ela suspirando, e dá-me um doce beijo rápido, deixando-me de pé, como um adolescente idiota. Diabinho! Ela sabe o que está fazendo. Talvez eu possa pagar-lhe de volta, em espécie, esta noite. *****

"Sr. Grey, o Sr. Warren está esperando por quase uma hora e quase partiu algumas vezes, mas consegui mantê-lo aqui, e, finalmente, eu o coloquei sentado em seu escritório há menos de cinco minutos atrás. Ele parece..." por um minuto eu acho que Andrea vai dizer 'puto'. "Ele parece infeliz por ter sido mantido à espera, senhor,” diz ela. "Ótimo!” Eu respondo. Eu entro em meu escritório com confiança inata e Taylor furtivamente me segue para o seu lugar de sempre no meu escritório. Warren, cujo rosto está distorcido como um rei que estava esperando o nascimento de seu próximo herdeiro, um filho, e este saiu uma réplica de seu mais feio tatara-tataratatara tio, em sua filha recém-nascida. "Sr. Grey,” diz ele, com uma voz desagradável, ficando em pé. "Warren,” eu digo e ignoro sua mão estendida, caminho alguns passos e desfaço o botão do meu paletó, virando as costas para ele, e antes de ir para o meu lugar, eu me viro e peço-lhe: "Sentese!” Enfatizando o 's' com firmeza, como alguém faria a seu cão 'Salta’! Ele obedece imediatamente. Meu olhar não dá nada de graça. Impassível. Ecstasy of Gold - from "The Good The Bad The Ugly "Posso perguntar por que você me convocou esta manhã, Sr. Grey?” Ele pergunta inquieto.

Eu olho para ele sem dizer nada, e perfurando-o por trinta segundos. Ele se mexe em sua cadeira, desconfortável.

"Tenho certeza que você tem uma opinião bem formada, Sr. Warren," eu digo em uma voz lenta, medida e controlada, que não disfarça a malícia implícita no significado. Ele engole. Como se ele ficasse frio num instante, ele esfrega os dedos na sua palma da mão, em um esforço para aquecê-los.

Meus olhos ligeiramente se mexem para dar uma pequena olhada para Taylor, sem mesmo virar a cabeça, de modo tão imperceptível que se Taylor e eu não estivéssemos tão em sintonia com os instintos um do outro, ele não saberia. Ele lenta e furtivamente sai da sala, sem nem mesmo o conhecimento de Andrew Warren. Sua cara rosa está ficando vermelha a cada segundo. Sua calvície mostra suor brotando. Sua arrogância sarcástica é sugada como um balão furado, a cada minuto.

Taylor silenciosamente retorna e Welch fecha a porta atrás. Eu olho para ele, e ele balança a cabeça imperceptivelmente. Todas as peças do quebra-cabeça estão aqui. Resquícios de seus dias anteriores de militar, ainda evidentes no corte curto de Welch, dando pistas de que ele já foi um membro dos ‘seals’, mas agora um profissional, e sua cicatriz inclinada entre as sobrancelhas está dando-lhe um ar de estar permanentemente cruzado. Seus olhos verdes são profundos e penetrantes, e imediatamente pregam Warren no seu assento, dando-lhe um olhar acusador. Sua presença dominante no escritório o faz mais alto que o seu 1,80 m. Ele está com seu terno escuro sempre combinando com gravata de seda escura. Mas mesmo em um terno de negócio, seu comportamento fala de um soldado profissional, andando com as costas eretas como se ele estivesse indo saltar para um passo de dança rápido com um parceiro invisível.

"Senhor,” ele me sauda respeitosamente. Ele faz um show pegando os documentos que eu pedi ontem à noite, todos eles já tendo sido enviados para mim por e-mail e eu já os tendo examinado.

Warren parece desafiador e arrogante como se ele fosse intocável.

"Bem, eu estou esperando, Grey,” diz ele, impaciente, ganhando a compostura. "Você me chamou aqui, no entanto, ainda não tenho idéia de para que seja, embora,” diz ele fazendo um show de ve rificar o seu relógio "Eu estive aqui por uma hora e trinta e oito minutos. Eu sou um homem muito ocupado,” e com isso eu salto para os meus pés como um predador, meus olhos cobertos de cacos de gelo de malícia. Eu dou a volta na minha mesa, o meu olhar fixo nele, inabalável.

"Um mês atrás, e até agora, Welch alertou-o da falta de segurança em geral, especialmente em relação às aeronaves GEH. Temos provas documentais de que o lapso aponta a culpa todo o tempo para vocês; e na verdade, você em especial, mostrando evidências claras de que você ignorou repetidas advertências de Welch,” eu digo sem levantar minha voz, mas em um tom tão claro, que minha voz ressoa dentro do meu escritório.

"Mas, seguramente, Sr. Grey, suas aeronaves estão seguras, muito bem. Tenho certeza de que a empresa de quem você arrendou-as cobrirá qualquer outro custo de reparação e, outros mais! Além disso, como poderia eu ter a certeza, do meu escritório no centro de Seattle, que suas aeronaves estão sob vigilância constante quando estão na Boeing ou na pista do aeroporto?” Diz ele, como um idiota que não entende o meu ponto.

O filho da puta tem a ingenuidade de insinuar que as minhas aeronaves estão em arrendamento de outra empresa. GEH possui todas as suas aeronaves e emprega desde nossa própria tripulação até nossos mecânicos. Eu não entrego meus negócios privados a terceiros. Portanto, nenhuma das minhas aeronaves são arrendamento wet ou dry. Mas isso não é da conta dele para ser explicado para ele. ( N.T.
A aviação tem dois tipos principais de arrendamento mercantil, leasing wet, que é normalmente usado para arrendamento de curto prazo, com tripulação e leasing dry, que é mais normal para os contratos de arrendamento a longo prazo, sem tripulação.)

"Você acha que eu dou uma merda que o seguro cobrirá os danos? Você gostaria que o seu seguro cobrisse sua vida inútil e a vida de um colega de trabalho porque pessoas como você não fizeram o seu trabalho?”

"Eu não tenho que ouvir essa merda!"

"No entanto, parece que você vai, por isso sente a porra da sua bunda, ou eu vou fazê-la sentar-se por você,” eu digo com uma voz calma de comando. Eu aceno para Welch que vai e abre a porta do meu escritório. Cerca de oito pessoas entram, e os olhos de Warren se arregalam.

"Eu não tolero lapso de segurança em qualquer nível da minha empresa. No entanto, as evidências coletadas mostram que cinco entre os que estão aqui grosseiramente abusaram de suas posições, desde o mais baixo,” eu olho para o guarda de segurança, “até o nível mais alto e m uma empresa de segurança,” eu digo olhando para Warren.

"Eu não trabalho para a empresa de segurança, senhor,” diz um receptor de esteróide anabolizante que tomou quinze doses em demasia.

"Cale a boca, Ronnie! Você trabalha para a Boeing Head, e você estava trabalhando no dia em que o helicóptero do Sr. Grey foi sabotado. Em vez disso você estava trabalhando na Srta. Kingsley, em vez de fazer o seu trabalho!” Diz o gerente da Boeing. Ronnie tem a decência de parecer mortificado.

Eu olho para a lista na minha mão com as imagens capturadas pelas câmeras de segurança, e os nomes ligados a elas. Meu rosto está impassível, eu sou qualquer coisa. Eu não tolero incompetência que está em um nível tal que ela poderia ter custado minha vida e a de Ros.

"Joe Coleman!" Eu chamo e um cara da segurança vem para frente. "Você fêz entrar um homem que não pertencia ao aeroporto; que aliás sabotou meu helicóptero. Espero que os cem dólares que recebeu tenham valido perder seu emprego!" Eu digo com um olhar gelado. "Você está demitido, porra! Caia fora do meu prédio!" Sua cabeça pende baixa, e ele vai embora.

"Sergio Ferrigno," Eu chamo e um homem de cabelo escuro, de cerca de 35 anos de idade vem para a frente. "Você foi o mecânico que assinou o atestado de que tudo estava em ordem de funcionamento, mesmo não estando."

"Sinto muito, Sr. Grey; eu não tive tempo para verificar os cabos quando chamaram para preparar a aeronave. Eu só assinei,” diz ele, como se essa explicação resolvesse.

"Quando você trabalhar para alguém da próxima vez, você vai ter a decência de fazer o seu trabalho corretamente, não vai assinar seu nome em um trabalho que não realizou! Incompetência é inaceitável! Você está demitido! A segurança vai acompanhá-lo para pegar suas ferramentas de merda. Você não vai pôr os pés perto de qualquer uma das minhas aeronaves!" e ele sai escoltado pela segurança.

"Sr. Sullivan! "

"Sim, senhor,” responde o chefe de Ronnie.

"Suas testemunhas estão aqui?"

"Sim, senhor, bem aqui,” diz ele apontando para dois impecavelmente vestidos funcionários do aeroporto. Seu comportamento na posição ereta, prestando meia atenção, com as mãos entrelaçadas nas costas, peito para frente, corte de cabelo militar me dizendo que eles eram recrutas militares recentes.

"Você,” eu digo em pé na frente de um dos rapazes, que olha para frente evitando meu olhar penetrante.

"Seu nome?" Eu ordeno, embora eu já saiba qual é.

"Lee Tyson, senhor!” Diz ele, como o militar que ele era.

"O que você tem a relatar?" Pergunto firmemente.

"O Sr.Yates, aqui,” diz ele, corrigindo-se, "Ronald Yates estava de plantão, senhor. Mas, apesar dos avisos repetidos meus e de Paul Kovak,” apontando para o outro ex -soldado, sem virar a cabeça, "ele saiu do plantão para ter um encontro com a Srta. Kingsley, senhor!” Ele presta suas contas.

"O que você diria para isto, Sr. Kovak?" Pergunto de pé na frente do outro ex-soldado, que também tem os olhos fixos à frente, olhando para ninguém ou nada em particular.

"O que o Sr. Tyson disse é a história correta, senhor. O Sr. Ronald Yates e a Srta. Kingsley desapareceram no quarto de serviço por mais de meia hora, senhor. Foi-lhe dito que ele estava deixando-nos com pouco pessoal no posto, senhor! "

"E qual foi a sua resposta a isto?" Eu pergunto já sabendo qual é.

Paul Kovak me olha pela primeira vez, olho no olho. Ele está sendo verdadeiro, mas embaraçado de ter que passar o próximo bit de informação para tal multidão. Meu olhar permanece impassível, cuidadosamente cobrindo o Vesúvio da raiva sob meu olhar glacial.

Ele engole. "Sr. Ronald Yates disse que ele não podia esperar nem mais um minuto sem perfurar este doce traseiro que esteve acenando para ele toda manhã, senhor!” Ele acrescenta. E a Srta. Kingsley, que tinha estado em silêncio e sem expressão até então, cora vermelho tomate. Eu ando para encarar a Srta. Kingsley, parando a um metro de distância dela.

"Isso é verdade Srta. Kingsley?" Pergunto com uma voz plana.

De uma forma inútil pra cacete, ela endireita as costas e empurra para frente seus grandes seios, que são, possivelmente, porque ela conseguiu o trabalho; em primeiro lugar, apresentando seus maiores ativos, olha para mim timidamente, com sua excessivamente composta cara, que poderia aparentar melhor se ela tivesse tentado meio quilo menos. Ela inclina a cabeça balançando seu rabo de cavalo de cabelos castanhos.

"Ah, sinto muito, docinho, mas eu estava só..." Eu a corto imediatamente. Claramente ela não está acostumada a falar com autoridades.

"Você pode me chamar de Sr.Grey ou senhor! Nunca me chame de ‘docinho’! Você entendeu?" Sua boca está aberta. Eu não acho que ela já teve antes uma recusa ao show de suas tetas.

"O quê?” Ela pergunta como se não compreendesse.

"Você entende o que eu estou pedindo para você?" Eu digo destacando.

"Sim, senhor,” diz ela gaguejando. Primeiro ela engole, então parece indignada.

"Srta. Kingsley, você e o Sr. Yates estão despedidos!"

"Por quê?" A Srta. Kingsley pergunta com petulância.

"Em breve relato, Srta. Kingsley, você está demitida por foder um colega de trabalho em horário comercial, quando você deveria estar trabalhando. Você não é paga para foder! Você é paga para trabalhar! "

"Mas eu não sou empregada por sua empresa! Estou empregada... "

"Permita-me, Sr. Grey,” diz Andy Sullivan andando para frente com um rosto sombrio, olhando para seus empregados. "Vocês dois têm sido uma desgraça para o nome da nossa empresa, para um dos nossos maiores clientes! Não só por negligenciar seu trabalho, que vocês são contratados para fazer, mas recusando-se a ouvir os seus colegas de trabalho que os têm alertado do contrário. Suas ações íntimas foram capturadas pelas câmeras de segurança. Em suma, Srta. Kingsley, e Ronnie, você estão ambos demitidos! Não se preocupem em voltar para trabalhar amanhã. A segurança vai acompanhá-los para obter os seus pertences agora. Eu não quero ver nenhum de vocês nas instalações!"

Enquanto a segurança acompanha um Ronnie envergonhado, e uma desafiadora Srta. Kingsley, Andy Sullivan arrebanha o grupo para fora do meu escritório.

Warren é a única pessoa restante no escritório, além de Taylor e Welch. Ele faz um movimento para sair.

"Grey, você pode ter convencido esses baixos níveis do aeroporto de sua falta de entusiasmo no trabalho, mas eu sou o CEO da minha empresa de segurança. Você não pode me demitir! Mesmo se você tentar fazer isso, eu vou ficar feliz de levá-lo ao tribunal,” ele grita com rancor.

"Você não tem nenhuma porra de idéia do que eu sou capaz de fazer; eu posso e vou acabar com você! Nenhuma empresa que eu tenho vai investir em contratar um CEO muito incompetente, um que é avisado um mês antes para corrigir os mesmos problemas que custaram a quatro outras pessoas os seus empregos! Você era responsável por implementar as medidas para livrar-se das falhas de segurança e ainda não fez nada! "

"Você não pode provar isso!"

"Welch, leia para o filho da puta seus direitos!"

"Alegremente, senhor,” diz ele, e pega seus documentos organizados diante dele. "Sr. Warren, um mês antes de hoje, eu fiz-lhe uma visita documentada, listando os furos na segurança geral e como isto afetava as aeronaves GEH. Nós pagamos uma boa quantia para que você possa cumprir esta tarefa a cada mês. Taylor ou eu sempre estivemos em constante contato com você transmitindo nossas exigências de segurança. A falta de segurança ou a incompetência desses funcionários que acabam de sair, com seus chapéus entregues em suas mãos, poderia ter sido interrompida pelas medidas de segurança da sua empresa, para as quais nós pagamos amplamente. Nós não lidamos com a média gerência. Você foi avisado, Sr. Warren, um mês inteiro atrás! "

"Nós odiamos perder o seu negócio,” diz Warren com um grunhido, “mas..."

"Você perde mais do que o negócio, Warren. Você perde o seu emprego! Você está demitido, porra!" Eu fervo de raiva.

"Você não pode me demitir, eu sou o CEO da ..."

"... da empresa da qual eu detenho o controle acionário,” eu silvo. Ele fica branco como um fantasma.

"Mas Sr. Grey..." o tom muda para puxa-saco.

"Ninguém sob o meu comando fode comigo e fica com o seu trabalho! Tire sua bunda para fora daqui. Welch! Leve a porra do lixo para fora! "

"Com prazer, senhor!” Diz ele, e conduz um Warren chocado para fora do meu escritório.

Sento-me no meu lugar com bastante força e ouço o couro da cadeira protestando. Pressionando o interfone, eu chamo Andrea.

"Sim, Sr. Grey?”

"Existem reuniões urgentes ou qualquer coisa na minha agenda que não podem ser canceladas?"

"Nada que eu não possa remarcar, senhor,” ela responde.

"Bom, então remarque. Tenho alguns assuntos pessoais para cuidar,” eu digo e a mudança de planos faz com que as sobrancelhas de Taylor saltem para cima.

"Nós estamos indo para algum lugar, senhor?” Ele pergunta. Levanto o dedo par a indicar um minuto. Eu não quero tornar Taylor inquieto, porque ele gosta de fazer uma varredura de segurança antes de eu ir para algum lugar, mas sob esta circunstância eu preciso. Eu não tenho muito tempo.

Eu pego meu Blackberry, e disco.

"Estou feliz que você recebeu meu texto, e chamou,” diz, atendendo, uma suave voz feminina.

"Oi, mãe!" Eu digo sorrindo. "Eu tinha alguns negócios urgentes; e eu não pude chamá-la de imediato. Eu tenho algumas sugestões para o casamento, e eu quero que elas sejam exatamente do jeito que eu disser a você! Nem mais, nem menos!"

"Estou intrigada, e muito satisfeita que você esteja participando. Quando Anastasia veio sozinha ontem, eu não sabia se...” mas eu interrompo.

"É claro que eu quero dar a minha colaboração, mãe. Eu vou casar com a garota dos meus sonhos, afinal de contas! Mas eu confio em seu gosto, e ela pode decidir sobre um monte do planejamento. Eu quero que este casamento seja perfeito para ela, e reflita seus sonhos, mas eu quero melhorar esses sonhos com a minha colaboração, não tirando ou desviando dos dela. Isto é, afinal, o que as meninas sonham desde que são pequenas. Desde que sua mãe não está aqui, eu estou muito feliz por você e Mia estarem ajudando-a, preenchendo o vazio. Anastasia não disse nada, mas eu tenho certeza que ela está sentindo a ausência de sua mãe ajudando-a. "

"Oh, querido! Nós amamos Ana, muito! Mia e eu estamos extremamente excitadas planejando o casamento. Você sabe Mia estudou culinária francesa, e ela tem algumas idéias, e eu acho que elas estão ajudando Ana a tomar decisões. Elas são da mesma idade de qualquer maneira, e seus gostos são tão parecidos! Eles são como irmãs, querido! Me faz muito feliz fazer parte deste casamento! Obrigado por me deixar fazer isso, baby,” ela diz com uma voz suave.

"O prazer é nosso, mãe,” eu respondo a ela. "Eu tenho uma lista de itens, na verdade. Eu não quero que você os compartilhe com Ana sob quaisquer circunstâncias. Eu quero que ela se surpreenda. Se você

tiver que deixar Mia saber, diga a ela para manter a boca fechada. Mas eu prefiro que você não conte a ninguém, exceto o planejador do casamento com quem você estará trabalhando. Ela assinou o NDA?"

"Sim, querido," minha mãe suspira. "O planejador de casamento e sua equipe toda assinaram. Embora Mia e eu estejamos fazendo todo o trabalho, ela está nos ajudando a coordenar. Preciso de alguém que possa assumir no dia do casamento, quando eu estarei me divertindo no dia mais feliz da vida do meu filho,” diz ela quase engasgando.

"Obrigado por todo o trabalho que você está fazendo por nós, mãe!" Eu digo e adiciono, “sobre a banda, eu só quero o que eu pedir para ser tocado, e você pode pedir uma lista para Anastasia, mas eles não podem tocar o que eles consideram que é bom. Só terá a minha, assim como a lista prescrita de Ana para serem tocadas. E há dois músicos que eu quero tocando no meu casamento, além da banda. Eu quero que os seus agentes sejam contatados imediatamente. Informe-me se isso é algo que você quer que o meu pessoal faça aqui."

"Christian,” ela me repreende. "Eu conheço alguns músicos através do meu trabalho de caridade. Se você quer que as pessoas se surpreendam, quanto menos pessoas souberem, melhor. Então deixe-me lidar com isso. Estou morrendo de vontade de saber! Quem são eles? "

Eu sorrio grande e digo-lhe os dois nomes que tenho em mente, e mesmo Taylor ouve seu grito alegre, para o que ele sorri largo! Outra surpresa.

"Mas isso não é tudo. Eu quero fazer outra coisa. Tem a ver com... " Eu digo e explico o meu plano. "Christian, você faria isso por ela?" A voz da minha mãe está completamente chocada, reverente, e espantada, tudo ao mesmo tempo, como se ela acabasse de me conhecer. Você não tem idéia do que eu poderia fazer por ela, eu penso comigo mesmo. Não faz idéia, de todo! Mesmo Taylor parece surpreso, já que na maioria das vezes parece que ele quer me espancar por causa de algo que eu diga ou não diga a Anastasia. Se eu não soubesse que ele estava apaixonado por Gail, eu ia chutá-lo para fora no meio-fio, mas eu vou com ‘avuncular’ com ele sempre que Anastasia está em causa.

"Que inferno. Perdido por um, perdido por mil, mãe. Oh, a propósito, eu tenho um outro pedido no que diz respeito à música..." Eu digo e explico o que eu quero.

"Wow! Isso está fora das normas, Christian. Mas, estranhamente, é extremamente romântico! Eu amo a idéia. Eu nunca vi ninguém fazer isso! "

"Nada sobre Anastasia e eu está dentro da norma, mãe. Mas eu quero exatamente assim,” eu digo e sinto falta da minha garota com a menção de seu nome.

"Sim, eu diria que sim,” diz ela e eu sinto o seu sorriso do outro lado do telefone.

"A propósito, eu quero ela em um vestido vermelho,” eu acrescento.

"Ana?"

"Não, mãe,“ eu suspiro exasperado.

"Oh, eu posso pedir isso?” Ela pergunta.

" Vestido longo, vermelho, de cetim,” reitero.

"Tudo bem... Eu quero saber o que isso significa? Não importa... Eu vou ter certeza de que seja feito."

"Obrigado, mãe,” eu digo, sem responder a sua pergunta. É claro que isso significa alguma coisa. Isso significa um monte de coisas. “Eu vou mandar por e-mail para você a lista em breve. Faça-me saber se você precisar de alguma coisa. Já tenho uma conta de casamento configurada e Andrea entrará em contato para as especificidades da mesma."

"Christian,” ela protesta.

"Mãe, não comece com isso! Eu vou pagar por tudo, porque você já está fazendo tanto com o planejamento, o que eu completamente aprecio. E você está deixando-nos ter o casamento em sua casa. Use o dinheiro que eu estou alocando. Por favor," eu digo.

"Tudo bem, sobre você e seu pai, vocês dois já se acertaram?"

"Não totalmente, mas eu estou disposto a corrigir a situação hoje."

"Sério, como?"

"Deixe isso comigo,” digo sorrindo.

"Christian, pode ser difícil para você entender agora. Ele pode levar um longo tempo para compreendê-lo de fato, mas lembre-se, não importa como ele faz isso, seu pai o ama, e ele faz o que faz por amor. Ele ainda se recupera por dentro do incidente de Elena. Defenda Anastasia, mas dê-lhe o benefício da dúvida."

Eu suspiro. "Eu vou fazer o que puder, mãe. Anastasia está fora dos limites."

"Ele entende isso agora. Ele não vai mencionar isso de novo. "

"Ótimo. Eu te amo, mãe,” eu digo surpreendendo tanto minha mãe quanto Taylor.

"Eu também te amo, querido,” e desligo.

"Taylor, nós vamos ter que ir às compras."

"Compras, senhor?"

"Sim, por um anel de casamento."

"Com todo o prazer, senhor."

"Vamos usar o mesmo joalheiro. Eu gostei de seu trabalho sobre o anel de noivado. "

"Se você me der alguns minutos, senhor, vou chamá-los e fazê-los esvaziar a loja. Nós não queremos olhares curiosos ao redor." Eu concordo com a cabeça. Enquanto Taylor sai para fazer o seu telefonema, eu rapidamente envio a minha mãe o e-mail com os meus pedidos para o casamento. Mas já existe uma mensagem dela. ___________________________________________________________
De: Grace T. Grey Assunto: Convites Data: 21 de junho de 2011 11:04 Para: Christian Grey, Anastasia Steele Oi Christian e Ana, Eu esqueci completamente de perguntar a qualquer um de vocês. Precisamos enviar os convites, eu preciso de suas listas de convidados, e dado o esquema de cores que você pediu, eu peguei algumas amostras para seus convites.

Por favor, deixe-me saber quais os que você mais gosta, e devolva para mim o mais rápido possível, para que possam ser solicitados e enviados. Amo vocês dois! Mamãe Anexo: Invitation1.jpg, Invitation2.jpg, Invitation3.jpg ___________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Convites Data: 21 de junho de 2011 11:08 Para: Grace T. Grey Oi mãe, Anastasia e eu vamos olhar os convites, esta noite, e enviar-lhe uma resposta o mais rápido que pudermos. Obrigado por tudo que você está fazendo por nós, mãe. Em anexo está a lista das pessoas a serem convidadas por mim, e eu tenho certeza que Anastasia irá fornecer-lhe a sua lista. A outra lista é a que eu mencionei no telefone. Certifique-se de apagar todos os anexos da mensagem se você responder para mim e Anastasia. Amo você, mãe. Christian Grey CEO, Grey Enterprises Inc. Invite.doc, requests.doc casamento ___________________________________________________________

Taylor entra de volta no meu escritório e me espera terminar minha mensagem.

"Tudo definido, senhor. Podemos ir. Eles estarão esperando por nós,” diz ele, e eu aceno com a cabeça em resposta.

Quando entro no elevador, me viro para Taylor e pergunto: "Taylor, eu vou dar-lhe um calendário para o jato, para ser agendado para a minha lua de mel, e os destinos. Coordene-se com a equipe, e dê-me o itinerário previsto e certifique-se de que os passaportes de todos estão em ordem, inclusive de Anastasia. Tenha Sawyer obtendo o passaporte dela pronto amanhã e tenha-o acelerado. Esses otários levam um longo tempo para enviar. Além disso, coordene-se com Welch para organizar a segurança em todos os pontos de destino ".

"Sim, senhor. Você já determinou os destinos? "

"Eu já, eu vou mandar por e-mail para você esta noite, e CC para Welch. Vocês dois precisam se coordenar, e eu tenho preferências específicas, assim como os lugares onde eu quero que fiquemos ".

"Eu vou ter certeza que é feito conforme as especificações, senhor."

"Você viajará conosco. Sawyer vai ficar para trás para vigiar o Escala e Gail, a menos que ela queira ficar com a irmã,” acrescento eu, depois de ver o rosto de Taylor azedar, e sua resposta é rápida.

"Eu prefiro se ela ficar com sua irmã na minha ausência, senhor. Tenho certeza de que Sawyer pode cuidar do local por conta própria,” diz ele e eu quero rir de sua resposta, mas eu não faço, sabendo o tipo de homens que somos: possessivos. Ele também me dá mais um motivo para confiar em Taylor com Anastasia, porque a sua resposta apenas confirmou-me que ele é completamente apaixonado por Gail, e isso significa que o seu carinho pela minha garota é apenas paternal, e eu gosto que fique desse jeito.

"Nós não vamos estar na cidade, por isso, você pode organizá-lo com Gail. Tudo o que vocês dois decidirem está bom. Ela não vai perder nenhuma parte do seu tempo de férias. Eu vou lhe dar uma pausa e ela vai ver sua família,” eu digo. Taylor acena com a cabeça, mas pelo que parece, ele não gosta tanto da irmã de Gail. Taylor é um grande cara, mas sua linha de trabalho em segurança de alto perfil, o fato de que ele é divorciado com um filho, não pode fazê-lo parecer tão atraente para a família de Gail. Tudo que eles têm a fazer é conhecer o homem por trás da fachada. Enquanto eu estou envolvido nos meus pensamentos, as portas do elevador abrem, e nós estamos na garagem. Meu Blackberry vibra com um e-mail recebido. Eu dou uma olhada e o nome do remetente traz um brilho aos meus olhos. A voz de Taylor me traz de volta para os meus sentidos.

"Senhor?" Ele abriu a porta e me deixa entrar no SUV. Depois que eu tomo o meu lugar, eu abro o email.
___________________________________________________________ De: Anastasia Steele Assunto: temperaturas aumentando Data: 21 de junho de 2011 11:44 Para: Christian Grey Querido Sr. Grey, Espero que você esteja ciente da situação em que você me colocou esta manhã. Eu não consegui me concentrar por toda reunião dos editores desta manhã. Tudo o que eu podia fazer era acenar a cabeça. Eles tiveram que se repetir muitas vezes para obter os meus pontos de vista. Eu não quero parecer estúpida durante todo o dia, Sr. Grey. Tem certeza que auto-ajuda não é uma opção, senhor? ILY Ana

xx ___________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Absolutamente não! Data: 21 de junho de 2011 11:49 Para: Anastasia Steele Srta. Steele, Eu estou fora de casa já. Se assim o desejar, posso fazer uma parada no seu trabalho e proporcionar o alívio muito necessário. Caso contrário, você vai ter que esperar. Talvez eu possa buscá-lo mais cedo. NÃO tente aliviar-se. Eu vou saber. Christian Grey Provedor de Socorro, CEO, Grey Enterprises Inc. ___________________________________________________________

Sua resposta é rápida.
___________________________________________________________ De: Anastasia Steele Assunto: não... Data: 21 de junho de 2011 11:44 Para: Christian Grey ... é necessário visitas conjugais, Sr. Grey. Não no SIP! Mas, eu realmente estou tendo um momento difícil segurando até esta noite. Ana xx ___________________________________________________________

"Taylor, desvio, rápido!"

"Senhor?"

"Parece que eu estou com fome, e eu preciso ter um almoço cedo. Nós vamos pegar a Srta. Steele no trabalho. Informe o joalheiro ".

"Sim, senhor,” ele diz, e disca para o joalheiro.

Eu pego meu Blackberry e chamo Andrea.

"Eu preciso de você para me fazer uma reserva de almoço rápida... Sala privativa," Eu ordeno.

No momento em que Taylor encosta na frente do SIP, o joalheiro está remarcado, e a reserva de almoço está feita.

"Espere por mim, eu vou pegar a Srta. Steele," eu digo, e Sawyer me encontra à porta.

"Tudo está bem, senhor?"

"Sim, muito bem. Eu vou pegar a Srta. Steele para o almoço."

Ele me faz entrar, e quando chegamos à porta de Anastasia, ele discretamente vira as costas e espera. Anastasia está completamente surpresa de me ver.

"O quê? Como? O que você está fazendo aqui, Christian?” Ela pergunta perplexa.

"Porque, Srta. Steele, eu vim para lhe proporcionar o alívio muito necessário,” murmuro fazendo sua respiração acelerar.

"Christian, eu disse que não aqui...” diz ela com os olhos arregalados.

"Bem, Srta. Steele, você pode fazer sua escolha. Eu posso fodê-la em qualquer uma das duas opções. Aqui, no seu escritório, ou, eu fiz reserva para o almoço em uma sal a privada, podemos ir para lá,” eu digo em voz baixa, lascivamente.

"Oh," ela diz com sua mão direita agarrada ao peito, enquanto o outro braço está segurando sua cintura como se empurrando para baixo seus desejos. Talvez eu precise acendê-los.

Dou um passo para frente.

"Você não parece muito bem, Srta. Steele. Você está bem?" Pergunto fechando a distância entre nós. "Você está corada," eu sussurro inclinando-me enquanto eu acaricio seu rosto com a lateral do meu dedo indicador. Sua respiração acelera, e ela se inclina para minhas carícias. A única ligação que temos

é através do meu dedo e sua bochecha. Ela estende a mão para mim, mas eu faço um movimento parando-a.

"Não, não, Srta. Steele. Aqui, ou na hora do almoço? Sua escolha."

"Eu não perguntei ao meu chefe se eu poderia sair para almoçar fora."

"Eu sou o chefe do chefe do seu chefe. Você pode sair para almoçar comigo,” eu digo de forma convincente. Ela me olha com seus olhos se estreitando.

"Você não está sendo justo, Christian!"

"O que não é justo, baby? Você precisa de alívio. Deus sabe que eu preciso de socorro. Além do mais, preciso de você. Agora!" Eu posso ver o desejo crescendo nela. Sem desviar o olhar, ela pega o telefone e disca para o chefe dela.

Quando Anastasia confirma sua longa pausa para almoço, eu pego sua mão firmemente na minha e levo-a para o SUV à espera. Sawyer fica para trás no SIP.

"Sr. Grey, o Maître estará esperando por nós na entrada de trás, assim você pode evitar a multidão em geral,” diz Taylor.

"Ótimo,” eu respondo.

O Maître nos leva para nossa sala de jantar privada. É pequena e acolhedora. Eu já pedi a comida e ordenei o vinho antes de nossa chegada, o que deve nos poupar tempo.

"Você gostaria de sua comida agora ou gostaria de desfrutar de seu vinho, senhor?"

"Dê-nos cerca de 30 minutos para a comida. Eu quero o aperitivo em primeiro lugar," eu digo. Quando ele sai, eu vou para a porta, e puxo Taylor de lado.

"Depois que eles trouxerem os aperitivos, ninguém entra por aquela porta por, pelo menos, 30 minutos. Dê-me um zumbido com o telefone, antes."

"Sim, senhor,” ele responde com firmeza. Volto à sala de jantar.

"O que foi aquilo?" Pergunta Anastasia.

"Nada importante, baby,” eu respondo. Eu tomo meu assento perto de Anastasia, o meu olhar fixo nela, escurecendo. Meu polegar roça meu lábio inferior.

"Christian,” ela pronuncia meu nome com tanta sensualidade e desejo, que meu pau entra em modo de saudação plena.

"Anastasia, tire sua calcinha..." Eu ordeno com uma voz rouca.

"Aqui?” ela questiona, olhando para a porta.

"Não se preocupe com a porta, ela está garantida," eu digo.

"Taylor?” ela pergunta corando.

"Não se preocupe com Taylor, baby,” eu digo, o meu olhar fixo nela, sem tocar. Eu quero toda a sua atenção e foco. Ela parece reticente.

"Christian, seu guarda-costas está lá fora, e as pessoas vão trazer comida."

"Eu não ligo uma merda, Ana,” murmuro. Ela engole seu vinho. "Agora, tudo que eu quero fazer é arrancar você de sua blusa, sua saia, sua calcinha e seu suti ã,” eu digo lentamente, dando-lhe o inventário. Sua respiração acelera, ela engole em seco. Meu Blackberry vibra.

É uma mensagem de texto de Taylor. * Aperitivos aqui *

Sem dizer uma palavra, eu ando até a porta, e deixo que o garçom traga a cama de ostras, junto com azeitonas e nozes. Quando ele sai, Taylor acena com a cabeça, e eu fecho a porta atrás de mim. Eu tenho trinta minutos.

Eu olho para Anastasia com o meu olhar escurecendo, e ela se levanta, lentamente puxando a saia até a linha onde os topos de suas meias de seda estão mostrando a cinta-liga; eu engulo em seco. Seus dedos chegam até o topo de sua calcinha preta rendada. Ela faz um show de colocar seus polegares sob a calcinha, e corrê-los em torno de sua cintura. Então, devagar e descuidadamente, ela desliza-a para baixo. Ela se amontoa a seus pés. Quando ela faz um movimento para tirar os pés para fora dela, eu digo, "Pare,” e sigo em frente pegando a mão dela e levando -a para fora de sua calcinha. Quando eu me inclino para baixo, o meu olhar fixa o dela, com minhas mãos em seus quadris, lentamente deslizando para baixo por suas pernas, fazendo-a tremer. Eu finalmente chego até o chão e pego a calcinha, e coloco-a no bolso.

Quando eu me levanto, minhas mãos percorrem suas meias de seda perseguindo suas pernas vestidas, finalmente atingindo o ápice de suas coxas, onde eu cubro seu sexo com minha mão, preenchendo sua lacuna.

"Desabotoe todos, menos dois dos botões de sua blusa, baby,” murmuro. "Sim,” ela responde com voz rouca. Enquanto a palma da mão está correndo em círculos em torno de seu clitóris, eu mergulho um dedo em seu sexo já molhado e ganancioso. Ela se inclina para trás para a mesa, segurando-a com ambas as mãos. Minha outra mão vai até o sutiã e acaricia seus seios sobre o material rendado. Eu puxo o copo do sutiã para fora, um de cada vez, fazendo seu peito empurrar para frente, libertando-os na minha mão aguardando. Entre o polegar e o dedo indicador, eu rolo o mamilo e capturo o outro mamilo entre os dentes, puxando levemente, enquanto minha língua rola em torno dele, lambendo e provocando.

Ela arqueia as costas empurrando-se em minhas mãos e boca à espera. Meus lábios viajam até o pescoço, mordendo e sugando suavemente, enquanto minhas mãos continuam suas ministrações. Meus dentes pastam ao longo de sua mandíbula e no canto de sua boca, mas nunca beijando-a. Eu me afasto dela e faço-a sentar-se firmemente sobre a mesa, enquanto ela agarra as laterais com suas mãos, e seus pés estão firmemente colocados no chão.

"Baby, quando eu me ajoelhar neste piso diante de seu sexo lindo, eu quero essas pernas lindas em volta do meu pescoço,” murmuro em sua orelha. Eu me ajoelho no chão com os olhos no nível de seu sexo e enquanto meus lábios se fundem com seu ápice, as pernas dela, revestidas em meias de seda, estão em volta do meu pescoço. Minha língua provoca e suga sua pequena protuberância, fazendo-a estremecer as pernas em volta dos meus ombros. Eu mergulho dentro de seu sexo e circulo implacavelmente anti-horário. E eu encontro seu doce spot na parede frontal da vagina, e proporcionolhe o alívio que ela tinha estado desejando ao longo de toda a manhã, fazendo-a gritar uma versão deturpada do meu nome, completamente perdida em prazer.

Enquanto as pernas tremem com a reverberação de seu orgasmo, ela mal consegue ficar em pé. Eu lentamente seguro-a de pé. "Baby, eu vou amarrar suas mãos em frente a você agora, eu quero que você coloque-as em volta do meu pescoço. Ok?” Eu pergunto, e ela só pode acenar com a cabeça. Eu pego a calcinha do meu bolso e amarro suas mãos rapidamente na frente dela, e ela parece divertida com a minha escolha, de improviso, de um dispositivo de retenção. Eu abro minha calça e minha ereção brota impaciente para fora.

"Agora, eu quero me enterrar dentro de você e me perder,” eu sussurro. Puxando sua saia até a cintura, eu separo suas pernas, e faço com que ela me tome no seu sexo, polegada por polegada. A Touch Too Much - AC/DC "Segure, por um segundo," Eu digo sem fôlego. "Deixe-me saborear você,” e a sensação de plenitude é emocionante. Estamos tão juntos como duas pessoas podem conseguir. Seus braços contidos em volta do meu pescoço, meu pau está enterrado até as bolas profundamente nela, e seus seios estão

esfregando no meu peito. Ela capta o lábio inferior novamente entre os dentes, e eu me inclino automaticamente e sugo-o fora de seu cativeiro, beijando-a implacavelmente. A tensão da noite passada e desta manhã foi construída, e agora busca liberação. Minha língua invade sua boca, e ela força a dela na minha, colidindo, e buscando outra liberação. Minhas mãos lentamente movem-se para seu traseiro nu, e eu a instigo a se mover. Minha boca tem gosto de seu sexo, e de especiarias doces de sua boca, e é uma mistura inebriante. Meus dentes começam arranhando seus lábios, e ela engasga. Minha boca desce para o pescoço dela lambendo, trilhando beijos para baixo entre os seios dela, e ela empurra-os em minha boca, que eu alegremente pego com um sorriso, e chupo com força, avidamente, trazendo-a para a linha entre dor e prazer. Ela geme em resposta e seus movimentos aceleram. Quando ela empurra seus quadris para baixo, eu empurro até encontrar o local mais profundo nela. Eu encontro o meu lugar favorito dentro dela e paro seus movimentos com minhas mãos e simplesmente giro os quadris, para criar atrito extremo, para dar-lhe seu orgasmo duplo. Ela move os quadris na direção oposta aos meus, proporcionando o máximo de prazer para nós dois. Quando meus lábios passam para o próximo mamilo, sinto seu sexo apertando, e contraindo para a construção de seu orgasmo. Eu paro, girando e fazendo-a subir e descer, e subo para os lábios, certificando-me de que ela está fodida em ambas as extremidades. Enquanto guio sua bunda com uma mão, começo a esfregar seu clitóris com a outra, ela geme na minha boca, e constrói seu orgasmo rolando em ondas longas, apertando seu sexo ao redor do meu pau, tentando me ordenhar para tudo que tenho, e chego ao meu auge, e empurro mais profundo e mais forte, chupando e fodendo, fazendo amor, unindo nossas almas com nosso beijo e ambos gozamos em voz alta.

A cabeça de Anastasia cai sobre o meu ombro, com um brilho fino de suor cobrindo seu lindo rosto corado. Eu beijo-a mais uma vez, docemente, e desamarro sua calcinha. Eu a coloco de pé na cabine, e limpo seu sexo e coloco a calcinha de volta, e endireito-a. Depois de me limpar, eu me viro e pergunto a minha mulher cansada, "Com fome?” Ao que ela responde: "faminta,” meio atordoada. Música para os meus ouvidos.

Meu Blackberry vibra na hora certa.

*A comida está aqui.* ***** "Sr. Grey! É um prazer tê-lo em nossa loja, senhor. Como podemos ajudá-lo?” Pergunta o velho joalheiro. Ele é, não só o melhor joalheiro em Seattle, mas a sua é uma das mais antigas empresas de jóias do mundo. O que posso dizer? Eu faço o meu dever de casa.

"Minha noiva está muito feliz com o anel que você criou. Eu estou procurando obter seu gêmeo. Eu não quero dizer igual. Eu quero que você me crie um outro anel que não vai tirar a simplicidade do primeiro anel ou sua grandeza, só para combiná-lo de uma maneira diferente. "

"Eu diria que você iria querer uma faixa de platina correspondente."

"Sim, eu quero."

"Eu quero poder ver as suas pedras. O que me interessa não é a maior, ou a ofuscante. Eu quero uma única em sua classe,” Eu digo com firmeza, o meu olhar fixo em seu rosto enrugado.

"Você é não convencional, senhor. Eu vou lhe mostrar nossas pedras brutas também, novamente, e talvez algumas outras...” ele diz com uma voz quase inaudível e caminha para dentro da loja. Três guardas de segurança esperam pacientemente.

Quando o velho joalheiro aparece, ele tem uma bandeja de pedras colocadas em determinados escaninhos marcados. Elas são pedras grandes e luminosas, reflexivas e chamando a atenção, mas nenhuma delas fala comigo.

"Estranhamente, Sr. Caria, eu não sinto nenhuma ligação com qualquer uma destas pedras. Você tem alguma outra? " Seus olhos brilham como se esta fosse a resposta que ele estava querendo.

"Sim, senhor. Quatro outras,” diz ele, e abre uma caixa de madeira, sem ornamentos, muito antiga. Duas das pedras atraem imediatamente minha atenção. Uma delas tem a forma de um barco ponteagudo, que o joalheiro chama de Marquesa, e outra em forma de pêra. Ambas luminescentes, mesmo sem qualquer luz brilhando sobre elas e elas são incolores. Eu tenho um momento difícil para decidir. Algo sobre elas me captura. A Marquise em forma de um barco, faria seu dedo bonito parecer ainda mais fino e mais longo, e isso me lembra o The Grace. Mas há algo sobre a outra. Ele me chama em um nível mais profundo; sinto uma conexão instantânea com esse objeto inanimado. O joalheiro percebe a minha indecisão.

"Talvez, “ele diz, "um fundo nos diamantes seria benéfico. Este, senhor,” ele estende o diamante entre o polegar e o dedo indicador enluvados," é o maior dos dois. Este é como o outro que você comprou, exceto, claro, que a Marquesa é de 15 quilates. Ele tem a mesma luminosidade, e ambos são incolores. Bem, incolor para o olho destreinado. Você pode ver um leve escurecimento nesse, mas você tem que ser como eu, olhando para eles por mais de 45 anos, senhor. Comparando a Marquise com o diamante em forma de pêra pelo preço, a Marquise custa um pouco mais, mas não muito. "

"Por que isso? Você disse que a Marquise é maior ".

"A diferença de preço é de cerca de 60 mil dólares, senhor, o que é insignificante,” diz ele, e Taylor quase faz um som de engasgo, mas ele discretamente esconde como uma tosse. "Embora ambos são únicos, o diamante em forma de pêra é um dos mais raros do mundo. Na verdade, é o irmão gêmeo do Diamante da Spoonmaker (N.T. Colher de pau). Ou, devo dizer, histórias semelhantes."

Eu penso que o velho precisa de uma cirurgia de catarata, existem enormes diferenças entre os dois diamantes, além de suas formas.

"Eu sei que o Diamante da Spoonmaker é amarelo. Este é incolor. Eu acho que o outro é de cerca de 87 quilates, e esse é , o que, de 10 ou 12? "

"São 12 quilates, senhor. Mas eu disse, histórias semelhantes, senhor. Nem cores semelhantes ou tamanho. Eles podem ser iguais em beleza, e não terem a mesma cor ou tamanho. Você não concorda, Sr. Grey? Mas o que é semelhante sobre os dois é a sua história. Elas são quase idênticas."

"Conte,” eu digo e sento cruzando os braços.

"A joalheria é um negócio de família para nós por mais gerações do que eu posso contar, senhor, está no nosso sangue. Quando a cidade de Constantinopla foi conquistada pelos turcos, em 1453, um dos meus antepassados possuía a maior joalheria na época, que serviu o imperador Constantino, o XI. Depois que toda poeira assentou depois da troca de poder, as pessoas seguiram com suas vidas, mas certas pessoas tomaram conhecimento do novo jovem Sultão, que tinha apenas 21 anos de idade. Cientistas, poetas, escritores, historiadores, arquitetos, artistas e joalheiros, que poderiam criar obras raras, como os meus antepassados, receberam esta notícia do jovem Sultão brilhante; meu avô de muitas gerações atrás, foi um dos que teve esta notícia.

Este pequeno pedaço que ficou marcado por este avô na época do Sultão, perdeu-se na visão do presente, mas sua história manteve-se e esta menina viajou por todo o mundo, até que se mostrou em 1822 para outro antepassado meu, e fez o seu caminho para o novo mundo. Bem, a sua história inicial diz que um pobre pescador estava andando à toa em Constantinopla, perto de um distrito chamado Yenikapı. O homem não tinha nada, completamente de mãos vazias, sem dinheiro ou posses para

comprar nada, nem mesmo metade de um pedaço de pão. Ele anda em torno dos escombros e lixo na esperança de encontrar algo que valha a pena comer. Então ele percebe uma pedra brilhante entre as pilhas de lixo, entulho, e imundícies, enquanto ele estava cavando através delas para, talvez, encontrar alguma coisa comestível. Não sabendo o que era, ele embolsa a pedra brilhante.

Então, depois de andar por aí com essa peça de pedra bonita no bolso, ele se lembra que ele a tem e para no primeiro joalheiro que ele encontra. Claro que o joalheiro reconhece o valor da mesma com um único olhar casual. Mas não querendo ter outro licitante na compra desta jóia rara, ele parece desinteressado, e diz ao pobre pescador: "É um pedaço de vidro colorido, meu bom homem. Você pode jogá-lo fora se quiser, ou eu posso dar-lhe três colheres de pau por ele, por todos os problemas que você tenha tido para trazê-lo para cá." Então, o que um pobre pescador sabe sobre o valor de uma jóia rara? Não é diferente de um pedaço de vidro para ele. E ele leva as colheres e deixa o diamante vendido para o joalheiro. Você vê senhor, foi daí que ele pegou seu nome como o diamante da Spoonmaker. Alguém que não sabia o seu valor vendeu-o por um preço muito ... muito ... muito ... abaixo do que realmente valia. Este aqui," ele levanta mostrando-o sob uma luz diferente "percorreu um caminho semelhante no momento em que chegou até nós, várias gerações atrás, procurando achar uma pessoa que soubesse o seu valor. É como se essa pedra tivesse um coração dela mesma. Eu não o dividi. E eu estou mostrando isso para você agora, porque, você, senhor, com o cuidado e a atenção que demonstrou em sua compra anterior merece vê-lo, e você é o primeiro a quem eu estou mostrando isso para vender. Nós, como um negócio, caímos em tempos difíceis no passado. Mas nenhum dos meus ancestrais abriu mão dele sabendo o seu valor, e apenas um proprietário digno deve tê-lo. Ninguém tão digno veio antes de você."

"Este diamante,” diz ele levantando-o, “dá a aparência de uma lua cheia iluminando o céu luminoso e brilhante entre as estrelas. Este diamante; pensei que eu não iria querer partilhá-lo, é um amuleto em pedra. Ao longo da história, sempre encontrou o seu digno proprietário. Ninguém roubou, ou machucou o seu proprietário e viveu. É como se esta peça de jóia escolhesse seu dono. Estou me aposentando muito em breve, e eu não tenho filhos para falar de levar o meu negócio, embora eu tenha sobrinhos que não são da velha escola como eu; embora nenhum deles seja pobre em dinheiro, eles, como o pobre pescador, são desprovidos do entendimento de seu verdadeiro valor. Eu acho que é hora de encontrarlhe um dono digno,” diz ele olhando para mim, com um brilho de esperança nos olhos.

Pela primeira vez em muito tempo, estou sem palavras. Eu vi a paixão nos olhos deste homem por amor de sua profissão, que está enraizada nele.

"Você pode mandá-lo avaliar, senhor, embora eu não saiba se você pode encontrar um outro joalheiro mais qualificado do que eu para avaliá-lo. Você vê senhor, a minha família tem estado neste negócio há cerca de 600 anos em três continentes. Eu sou o último da velha escola na minha linha de família."

Mesmo Taylor está escutando atentamente.

"Se você tem uma mulher única do seu tipo, isto é uma jóia única do seu tipo. É chamada de ‘um buquê de luz’, senhor."

Encontro-me dizendo: "Eu o quero,” porque a história dele vale a pena tanto quanto o próprio anel. Única do seu tipo, como a minha garota.

CAPÍTULO CINCO
FESTAS INESPERADAS

Tradução: Neusa Reis

"Qual você gostaria que fosse sua inscrição?" "Inscrição no interior do anel?" "Sim, senhor. Não vou me separar deste diamante, senão para um grande amor. Grandes amores são do tipo duradouro. Resistência está escrita em pedra; no seu caso, em platina." "Sim. Deveria ler-se: "Meu primeiro, último, mais e para sempre,” Eu determino. "E qual é o seu símbolo, senhor?" "Meu símbolo? Que símbolo?" "O que representa você, e seu amor por sua mulher, senhor? ” Ele pergunta, e eu me sinto como um aluno que está recebendo um questionário sobre a lição que ele ainda não tinha estudado. "Eu não tenho um símbolo,” eu digo. O rosto dele cai.

"Você deve ter um. Ou melhor, você tem, e você simplesmente não sabe qual é ainda. Há símbolos antigos que representam o amor,” ele diz e me avalia em silêncio. Ele olha para a minha postura, o meu olhar, e olha para mim de tal forma que, se eu não soubesse de nada, eu diria que ele estava pesando minha alma. "Não...” diz ele sacudindo a cabeça. "Um símbolo de amor não vai funcionar para você,” diz ele a uma pergunta que eu não ouvi ser perguntada. "Por que não?" Pergunto como uma criança insolente. "É muito pouco para você. Você precisa de algo mais...” diz ele. "Você exala poder, senhor. Você a ama, mas 'amor' não é a palavra correta para o que você sente." "O quê? Como não é amor isso que eu sinto por ela?" Pergunto com raiva. "Porque senhor, como os anéis, vocês são almas gêmeas. O amor seria muito simples: representando uma vida. O que você precisa...” diz ele pausando, e ele parece estar resolvendo uma equação difícil em sua cabeça, e ele precisa usar todas as suas faculdades para completar a tarefa, e seu rosto enruga olhando para mim, olhando através de mim, então abaixa a cabeça e olha para sua mão segurando o diamante, finalmente, balançando a cabeça como se ele conversasse com o anel, e olha de volta para mim, tendo resolvido o seu problema. Ele sorri. "...sim, o que você precisa está além. Além do amor, e além da vida... Eu acho que uma maçã simplesmente vai resolver ,” diz ele resolutamente. "O quê?" Pergunto chocado. Eu quero rir, eu quero gritar com ele, mas ele parece tão sério sobre esta conclusão a que ele chegou. Eu tenho que perguntar. "Uma maçã? Por que uma maçã? Eu não estou comprando um laptop. Meu amor por minha esposa ser representado por uma maçã? " "Senhor, você não sabe nada sobre Vênus, Cupido e a Maçã de Ouro?” Ele pergunta chocado. "Não. Quero dizer, eu conheço Vênus e Cupido, mas eu não vejo a ligação,” eu respondo. Ele suspira. "Eu ficaria feliz em educá-lo sobre o assunto, senhor,” diz ele como se ele fosse a reencarnação de Sócrates. Eu vejo, pela minha visão periférica, Taylor ouvindo atentamente, e mesmo ele está interessado. "Tudo bem. Estou ouvindo,” eu digo. Isso deve ser interessante... ao menos. A não ser que o velho tenha perdido completamente o juízo. "Os antigos gregos reverenciavam a maçã como um símbolo de amor e desejos sexuais, senhor...” diz ele, e eu estou imediatamente com toda a atenção. Amor edesejo sexual são o meu símbolo. Eu encontro-me inclinado para a frente, e mesmo Taylor, instintivamente, dá um meio passo para a frente.

"Isso é um símbolo associado com a deusa grega Afrodite; ou você pode conhecê-la como a Deusa do Amor. Como conta a história, senhor, se um cavalheiro atirou ou lançou uma maçã para uma donzela, ele estava confessando seu amor por ela...” ele diz e faz uma pausa para recuperar o fôlego. Anastasia foi minha donzela para todos os intentos e propósitos; um, eu a deflorei. Até agora, ele está no caminho certo. Sr. Caria toma uma golfada de ar e continua a sua história. "Se a moça, por sua vez, pegava a maçã, ou pelo menos tentava, isso significava que ela estava correpondendo com seu amor por ele." Eu estou com ele até agora. Quero Anastasia pegando minha maçã por todo o caminho. Então ele olha para mim divertido e com um brilho em seus olhos, ele diz ... "Jovem,” e ele o diz de tal maneira que, se eu não soubesse mais, eu diria que ele estava f alando com um sotaque de Yorkshire, soando como 'homem yung', (N.T.Yorkshire é um condado histórico, então alguns dialetos e a pronúncia são do Inglês Antigo)eu abro meus olhos mais amplamente, e ouço. "A maçã também foi considerada que trazia abundância e fertilidade. Era costume a noiva comer uma maçã na noite de núpcias garantindo desejo sexual, fertilidade para ter filhos e abundância dentro do casamento." Eu sorrio, "Bem, Sr. Caria,” eu respondo, sorrindo com confiança, "nós não precisamos de ajuda n a primeira parte, o segundo pode esperar por um longo tempo, e o terceiro eu já acumulei." "Sr. Grey, até um cego pode ver a verdade no que você disse. Mas, o que está disponível no momento deve ser preservado para o futuro. Você não concorda, senhor?" Eu aceno com a cabeça, imperceptivelmente. "Mas isso não é a única razão pela qual eu sugeri a 'maçã' como seu símbolo, senhor. Você exala poder, mas a sua postura me diz que você é o homem entre os homens poderosos, você é um líder, um cão superior, se você não se importa com minha expressão bruta. Você lutaria por ela... até a morte eu acho...” diz ele de forma lenta, e seguramente, concordando consigo mesmo, sua expressão escurecendo, e seus olhos insondáveis. "Você sabe por que ela se tornou o símbolo que se tornou?" Eu balanço minha cabeça, o meu olhar fixo nele. Ele concorda com a cabeça e continua a sua história. "Eris, a deusa do Caos, Conflito e Discórdia estava irritada por não ter sido convidada para o casamento de Tétis, uma ninfa do mar e Peleu. (N.T. Tétis, a mais formosa das Nereidas e Peleu,rei da Tessalia, neto de Zeus) O casamento foi assistido por muitos dos deuses do Olimpo." "Eu nunca ouvi falar da história de Tétis e Peleu,” eu digo com indiferença, encolhendo os ombros. Ele sorri e se inclina um pouco conspiratório. "Talvez você tenha ouvido falar de sua prole, Aquiles,” diz ele com uma voz suave. "Dele, eu já ouvi falar," eu digo balançando a cabeça.

"À medida que a história continua, contada por Hesíodo, na Teogonia, dizia-se que Eris estava irritada por não ter sido convidada. Então, ela jogou uma maçã de ouro sobre a mesa do banquete, alegando que quem fosse a possuidora desta bela maçã rara, seria considerada a mais bela deusa. Claro, Hera, Atena e Afrodite se moveram rapidamente para reivindicá-la, e elas começaram a brigar por ela. No entanto, Zeus interveio e nomeou Paris, que era considerado o homem mais bonito entre todos os mortais ,” diz lentamente, sua voz adquirindo o som de um orador talentoso. "É evidente que cada deusa queria ser declarada a mais bela e cada uma delas ofereceu algo para Paris, em troca de sua declaração. Atena prometeu a Paris riquezas, Hera prometeu-lhe poder, e Afrodite prometeu a Paris a mulher mortal mais bela do mundo, para ter como sua esposa. Ele escolheu, Afrodite, é claro, e ela lhe prometeu Helena de Esparta. Mas o problema era que Helena já era a esposa de Menelau. Oráculos advertiram Paris contra a sua missão, mas mesmo assim ele partiu para Esparta e foi bem recebido, calorosamente, por Menelau o que, naturalmente, imediatamente cessou quando Paris deixou Esparta levando sua esposa, que escolheu ir com ele, o que, em contrapartida, desencadeou a Guerra de Tróia. Consequentemente, a Maçã de Ouro tornou-se o símbolo do amor pelo que vale a pena lutar." Encontro-me dizendo: "Maçã de Ouro seja..." "Muito bem, senhor. Vamos chamá-lo quando o anel estiver concluído. Deve estar pronto em uma semana." ***** Sento-me no SUV, e Taylor fecha a porta, e rapidamente toma seu lugar na frente. "Onde senhor?,” Ele pergunta. "Um segundo, Taylor, basta sair e contornar a quadra até eu lhe dar uma direção,” digo. Eu verifico minhas mensagens de texto, e há uma de Elliot.

* No caminho para encontrar papai. Nora diz que sua agenda está aberta para a tarde. Falou com ele já? * Taylor parece momentaneamente confuso, mas rapidamente recupera a compostura e sai do estacionamento subterrâneo. Eu pego meu Blackberry, e tomo uma respiração profunda, discando. "Christian,” ele responde após o segundo toque. "Oi, papai! Ouça, você está fazendo alguma coisa esta tarde?" Eu pergunto. "Eu terminei com todas as aparições no tribunal, e eu só ia repassar alguns novos arquivos. Eu não tenho nada que não possa esperar. O que está acontecendo, meu filho? " "Desde que nosso casamento não está muito longe, eu acho que nós precisamos comprar um smoking para você, eu, meu padrinho Elliot, e meu padrinho Taylor," eu digo, e Taylor desvia um pouco fora de

sua pista..." Se sobrevivermos à direção, isto é..." Eu murmuro baixinho para que apenas Taylor possa me ouvir. Ele avermelha por toda a parte até a linha do cabelo e atrás de suas orelhas. "É por isso que Elliot acabou de chegar aqui?” Ele pergunta surpreso. "Hi, irmãozinho!" Eu ouço Elliott gritar no fundo. "Sim, eu tive uma manhã movimentada, eu só agora tive tempo para chamá-lo," eu digo, e os olhos de Taylor vão ao encontro dos meus no espelho retrovisor, e ele rapidamente olha para frente. "Ahh ... Claro, deixe-me limpar a minha agenda com Nora, e onde você quer que a gente o encontre?" "Elliot já sabe pai. Ele vai lhe trazer." "É um segredo?" "Não, pai. Não é. Vou vê-lo lá,” eu digo misteriosamente, ao que ele responde: "Sim, eu vou vê-lo... uhm... lá,” e desliga. "Nós vamos encontrá-los lá, senhor?" pergunta Taylor. "Sim, vamos” eu digo, impassível. "Onde é lá, senhor?" Muito engraçado Taylor. "Leve-me para o Escala. Armani está enviando seus alfaiates para tirar nossas medidas. Estamos indo para obter smokings feitos sob encomenda." "Sim, senhor, mas porque não na Armani?" Taylor pergunta confuso e dirige. "Mudei de idéia na última hora, e tive Andrea reorganizando-o ontem à noite. Eu preciso falar com meu pai sobre a nova segurança. A que horas eles estão vindo, a propósito? " "Oh, sim, Welch os tem sob controle, cabe a você, senhor. Se você deseja conhecê-los hoje mais cedo ou mais tarde, eles poderiam vir após as medidas, senhor. " "Vamos fazer isso. Isso vai me dar tempo de falar com ele, e enviá-lo com a nova segurança. Eu acredito que Welch acaba de enviar a informação ". "Sim, isso já foi arranjado senhor, Welch enviou a ambos a informação certa, quando estávamos saindo,” diz ele, enquanto ele entra na garagem subterrânea do Escala. Ele puxa para uma das vagas e estaciona o SUV. Ele abre a porta, e nós nos encaminhamos para os elevadores. "Senhor, antes de seu irmão e seu pai virem, eu preciso dar uma palavra com você,” diz Taylor, enquanto as portas do elevador se fecham sobre nós. Eu examino o rosto de Taylor, e está impassível, não aparentando nada. Eu não digo nada por um longo minuto. Quando o elevador nos leva para a

cobertura, eu aceno com a cabeça concordando, “em meu escritório." Ele balança a cabeça e espera pacientemente. Quando o elevador chega ao último andar, as portas ‘ding’ abertas. "Meu escritório,” eu digo e ele segue. Se Taylor solicitou uma reunião privada, ele deve ter preocupações, e eu estou morrendo de vontade de ouvi-las. Eu entro em meu escritório, e ele fecha a porta atrás. Sento-me na minha cadeira e levanto o meu olhar até Taylor, com curiosidade expectante. "Senhor, eu tenho preocupações de segurança sobre o seu casamento, à luz dos acontecimentos recentes. Quão importante é para você tê-lo em casa dos seus pais? " "É um assunto decidido, Taylor. Ele vai ser na casa dos meus pais." Ele acena com a cabeça. "Sabemos o layout da casa de seus pais. De um ponto de vista de segurança, é quase indefensável. Apenas uma varredura completa não é suficiente, senhor. Nós tivemos problemas no passado com Leila, mesmo depois que fizemos uma varredura completa no apartamento da Srta. Steele, e foi uma mulher senhor, que sabíamos quem era e como ela era, e como se comportaria. Agora temos um futuro agressor atrás de você ou até mesmo da Srta. Steele, e mesmo seus familiares são alvos ". "Qual é sua sugestão?" "Sr. Grey, não podemos deixar qualquer lugar 100% seguro, e menos ainda o lugar de seus pais, por causa da água. Vamos precisar ter a lista de convidados para a equipe de Welch poder fazer verificações de antecedentes sobre todos eles, e também a equipe de serviço, pessoal de atendimento, floristas, o Pastor, até o garoto do anel e a garota da flor, senhor. É uma grande propriedade, precisamos ter olhos e armas cobrindo cada entrada e mais ainda sobre o mar, senhor. " "Sem armas no meu casamento!" Eu berro. "Nós temos que ter armas senhor, porque nós não sabemos quem está atrás de você! Eu não posso correr riscos com sua segurança após o incidente de Charlie Tango. Pella disse que o criminoso vai tentar, e ele vai tentar ter sucesso desta vez! Eu não posso ter você ou a Srta. Steele ou alguém com quem você se importa, morrendo sob meu olhar! Senhor!” ele levanta sua voz ansioso. Eu não vi Taylor ansioso muitas vezes antes. "Armas são abomináveis para mim, Taylor! Especialmente na casa dos meus pais que odeiam tanto quanto, se não mais! Sem armas! Isso é final!" "Sr. Grey,” Taylor diz resolutamente, seus olhos escuros, sua postura firme, com finalidade em sua decisão. "Tem sido um privilégio e uma honra trabalhar para você, mas eu parei! Você me deu os seus limites, e eu estou lhe dando os meus. Um homem decidido a matá-lo está à solta, fazendo tentativas para matá-lo, os paparazzi estão acampados acima e abaixo na rua para assediá-lo ou a Srta. Steele, você está tirando os nossos meios para protegê-lo! Eu não posso ir junto com isto, senhor! Eu tenho que defender o meu território." Eu vacilo com sua resposta. Eu não posso perder Taylor. Ambas as minhas mãos vão para o meu cabelo, exasperado, eu tomo uma respiração profunda, inalando.

"Por que você está tão empenhado em levar uma arma? Você é um lutador experiente." "Sr. Grey, um provável assaltante com uma arma, não iria se importar com minhas habilidades de luta. Um bom lutador morre tão rápido quanto um mau, nas mãos de um lutador mais fraco, por causa das armas que ele possui. Eu não vou ter tempo para inserir manualmente as balas nele! No dia do casamento, todos os tipos de pessoas estarão saindo do submundo, porque eles tiveram algum tipo de rancor contra você. Nós não sabemos o que estamos procurando, e Pella insiste que o criminoso não está trabalhando sozinho! Isso significa que nós estamos olhando para um número desconhecido de pessoas, com rostos desconhecidos, e mais do que provavelmente, pessoas que você conhece. É quando se torna mais imperativo do que nunca que tenhamos proteção perto de você, com armas, senhor,” ele quase grita comigo. O meu olhar é impassível penetrando nele. É uma luta interna para ir com o que eu sei sobre armas, e a verdade no que Taylor está dizendo. "Sr. Grey, por favor! Ainda estou tendo pesadelos com a bunda ossuda, toda magra em seus 46 kg... desculpe-me,” ele se corrige: "Leila, segurando uma arma na cabeça da Srta. Steele, num apartamento em que fizemos uma varredura, e do qual ela não tinha uma chave, e ela poderia ter atirado na Srta. Steele!” diz ele, fazendo-me estremecer. "Mas ela não o fez e eu consegui dominá-la!" "Sr. Grey, é muito provável que esse homem que está atrás de você nunca seja subjugado por você! Por isso, ele não vai ser subjugado como Leila foi, a quem você sabia como derrubar até o calcanhar. Esse cara está indo em frente até que ele mate você ou alguém com quem você se importa. Eu não posso ver isso impotente, senhor. Se ele aparecer, alguns seguranças, com certeza, vão morrer tentando proteger você e aqueles que você ama, porque você não autorizou-nos uma forma de protegê-lo corretamente! Você tem que nos permitir portar armas, senhor, ou eu vou andar! Com esta merda de nenhuma arma, você está me fazendo sentir como um maldito idiota sem nenhuma forma de protegê-lo, e nós vamos ser como alvos fáceis para quem está com a intenção de prejudicá-lo. Devo entregar ao criminoso uma flor, enquanto ele está segurando uma arma na sua cabeça ou da Srta. Steele? Eu prefiro atirar no filho da puta. Senhor! " Ele está certo. Foda-se! Meu rosto fica vincado com o pensamento e eu salto para meus pés. "Tudo bem! Apenas os guarda-costas de corpo e aqueles que estão guardando os pontos de entrada são autorizados a portar armas. E esses devem ser escolhidos com cuidado por você e Welch, mas não para aqueles que estão andando entre os convidados. Caso contrário, eu vou ter suas bolas e as de Welch em um prato!" Eu sibilo entre os dentes. "É um compromisso exequível o suficiente para você?" Eu pergunto. Ele suspira, e enxuga o suor da testa com as costas da mão. "Sim, senhor. É. Uma outra medida que eu quero trazer à sua atenção. Precisamos ter um chamariz." "Um chamariz para quê?" "Uma localização chamariz para o casamento: Ter os convidados vindo para um local diferente, e depois de suas identidades verificadas, nós os enviamos para o local correto na casa dos seus pais, e temos as identificações verificadas, lá também. Dessa forma, podemos frustrar a maioria dos paparazzi e confundir

qualquer outra pessoa que está procurando vir atrás de você,” diz ele, e isto na verdade não é uma má idéia. "Sim, isso seria ótimo. Consiga o lugar com Andrea, e Welch. Eu vou deixar você e Welch na organização dos detalhes. E, Taylor, você não se importa de ser um dos padrinhos de casamento? " "Não, senhor. Eu estava pensando como sugerir isto a você, eu mesmo. Isto não receberá nenhuma proteção mais próxima do que essa. Então, essa foi uma boa jogada senhor ". "Acho que Anastasia pode usar como dama de honra Gail, que pode acompanhá-lo,” ele sorri, surpreso com minha resposta. "Sim, senhor!" "Eu gostaria que você ficasse, Taylor, mas você já percebeu isso por você mesmo," eu digo, minha cara séria, sem pestanejar. Ele é o melhor segurança pessoal, e ele cuida de Anastasia. Não posso substituílo. Não em um curto espaço de tempo. E, estranhamente, encontro-me apaixonado por ele. "Então, isso significa que você vai ficar?" "Sim, significa, senhor. Obrigado por se comprometer." Eu concordo com a cabeça, dispensando-o.

****

"Sr. Grey, estenda os braços para fora, senhor,” e eu faço o que me está sendo dito. "Angelo, há quanto tempo você vem fazendo isso?" Eu pergunto como uma forma de conversa fiada. "Quarenta anos no próximo outubro, senhor,” ele responde educadamente, empurrando seus óculos de meia-lua para trás, e pegando seu marcador de sabão e marcando o tecido. ( N.T. Sabão em barra de casa. Usa-se uma faca para cortar as pontas, para manter uma borda afiada .) "Sr. Grey, se puder, por favor, sair da plataforma, você é muito mais alto do que eu. Preciso tomar sua medida do peito, senhor,” diz ele, e eu desço da plataforma de 15 cm. "Agora, levante os braços para cima, senhor,” e eu faço. Ele educadamente me agradece. Ele escreve a medição, e enfia o lápis atrás da orelha. Assim que eu abaixo os braços para a minha lateral, ele diz, "se você pudesse estender seus braços, mais uma vez, senhor, eu preciso tomar sua medida da cintura." Ele pega a fita métrica, envolvendo em torno da minha cintura, escreve a medição, e me mede novamente. "Você errou da primeira vez?" Eu pergunto. Ele sorri. "Não, senhor, nós, alfaiates, temos um ditado, 'meça duas vezes e corte uma vez’, isto evita erros,” ele responde.

"São estes os tecidos que serão usados?” Pergunta meu pai do sofá em que ele está sentado. "Sim, são. Você tem alguma objeção às cores? " "Não, eu acho que são bonitas cores." "Eu não sou muito apreciador deste rosa pálido para o colete,” murmura Elliot. "Porque você está recebendo a cor prata?" "Eu sou o único que vai se casar,” eu digo, e Elliot bufa. "Além disso, você deve estar combinando com sua namorada, não comigo,” eu digo, e ele sorri. "Sr. Grey, quer subir de volta na plataforma, por favor? Ele tem apenas 1,70 m, o cabelo sal e pimenta (N.T. grisalho) com um bigode. Ele tem uma almofada de alfinetes amarrada acima do cotovelo. Ele deve estar se aproximando dos 60 anos de idade, embora ele pareça ágil para a sua idade. "De onde você é, Angelo?" "Eu nasci em Nápoles, senhor. Meu pai era um alfaiate, o pai dele antes dele. " "Mas você fala Inglês tão bem,” diz meu irmão. "Sim, senhor. Eu cresci no Brooklyn. Meu pai imigrou com uma das casas de moda como alfaiate. Ele era quase inigualável em suas habilidades, senhor . Eu aprendi a maior parte do que eu sei com ele,” diz, enquanto ele pega sua fita métrica novamente. "Sr. Grey, você seria tão gentil de tirar os sapatos? Eu preciso para medir você para as calças, senhor." "Para quem é que você trabalhava antes de Armani?” Pergunta meu pai, curioso. "Eu trabalhei para a maioria das grandes casas de moda, senhor. Brioni, Canali, Loro Piana, Ermenegildo Zegna, Stefano Ricci, Sartoria, Casare Attolini e agora Armani,” ele responde, inclinando -se para baixo. "Sr. Grey, você poderia abrir as pernas 30 cm de distância, senhor?” Ele pergunta educadamente. Eu faço, e ele mede do meu pé ao ‘gancho’ (N.T. o ângulo formado pelas faces interiores das pernas, onde se juntam a um tronco humano), e, em seguida, ele mede de meu pé à minha cintura. Em seguida, ele mede a minha panturrilha e a circunferência do meu tornozelo. Ele, então, vai ao redor do meu corpo tomando minhas medidas de vários lados e ângulos. Depois que ele termina comigo a medição para o meu smoking, ele mede o meu pai, e, em seguida, Elliot. "Christian, por que não escolher um smoking já pronto? Você não poderá usar essas cores novamente. Talvez, você possa usar o smoking, mas não o colete,” diz ele com desgosto. "Tenho certeza que Armani tem uma carga de smokings para satisfazer as necessidades de alguém cujo gosto é tão exigente quanto o seu,” diz ele sorrindo. Eu franzo a testa para ele.

"Por que você acha que é, Angelo?” Ele pergunta ao alfaiate. "É muito simples, senhor,” responde Angelo, enquanto ele contin ua ocupado com sua medição, com precisão profissional. "Como qualquer cavalheiro bem-vestido pode lhe dizer, não existe nenhum terno pronto tão elegante quanto um terno sob encomenda, senhor. Você pode, talvez, estar familiarizado com a expressão de "sob encomenda." Você já ouviu falar disso, senhor?" Pergunta Angelo, sem parar suas medidas. "Eu não acho que eu tenha,” responde Elliot genuinamente. "Talvez não, senhor, um grande lote de ternos de qualidade estão disponíveis em grandes casas de moda. Mas, esta frase se origina no século 17, quando os alfaiates tinham rolos de tecido em suas lojas. O cliente vinha e escolhia o material e, daí o tecido era dito, por isso, o termo "sob encomenda" era utilizado. Este material elegante era então transformado no vestuário adaptado às medições individuais do cliente, assim como eu estou fazendo para os senhores hoje. Sr. Grey solicitou materiais específicos, e ele não deseja usar alfaiataria sob medida." "Não é isso que você já está fazendo? Está nos medindo, e você está indo fazer os smokings com nossas medições,” pergunta Elliot. "Não, senhor. Feito sob medida usa um modelo já existente, ajustado individualmente às suas medidas. O que estou fazendo aqui é criar o seu próprio padrão, por suas medidas, senhor. Isso vai ser de fato um terno único de seu tipo. Sr. Grey tem muito bom gosto em roupas, senhor,” diz Angelo com admiração, e continua a medir Elliot.

(courtesy of Alonna C.)

"Ei mano, só para você saber, nós estamos tendo uma despedida de solteiro pa ra você!” Diz Elliot me surpreendendo. "O quê? Eu não quero uma despedida de solteiro! Eu queria que você me pedisse em primeiro lugar, Elliot! " Eu digo carrancudo. "Claro que você quer! É uma tradição! Eu espero que você me prepare uma quando eu for apanhado!" Ele diz, sorrindo. "Que tipo de despedida de solteiro? Quem está vindo?" "Acho que tem que ser meio-limpa, pois papai está vindo. Caso contrário, mamãe arrancaria minha pele,” diz ele calmamente. "Papai está vindo?" Pergunto mortificado. "Eu estou bem aqui, Christian,” diz divertido. "Sim, eu disse que viria, mas se isso te faz sentir melhor, eu não vou ficar muito tempo." "Não é isso, pai. Eu não gosto de surpresas inesperadas." "Existe algum outro tipo? E, além disso, eu acabo de informar você que está tendo uma despedida de solteiro. Sem nenhuma surpresa. Na verdade, eu vou lhe dar a opção de ir para um clube, ou levar a festa para o meu apartamento. Qual deles você prefere? " Eu penso por um minuto. Eu posso deixar um clube quando eu quiser, mas eu tenho menos controle sobre os arredores. Se for na casa de Elliot eu tenho mais controle, e eu acho que posso sair a qualquer momento que eu queira, também. "Sua casa!” Eu respondo. "Boa escolha!" "Quem está convidado?" "Seus amigos, é claro. Papai, Flynn, eu, Mac, Bastille e alguns dos meus amigos da minha equipe que você já conhece. " "Deixe seus nomes com Taylor, antes de sair." "Então, você está vindo com certeza?" "Sim,” eu digo a contragosto. "Tenho a sua palavra sobre isso?" Eu suspiro. "Sim, Elliot! Você tem,” eu respondo.

"Ótimo,” ele responde. "Agora seria um bom momento para dizer -lhe que vai ser realizada dois dias antes de seu casamento, e, aliás, é o dia da festa de despedida de solteira, e Kate me disse para lhe dizer que ela está pegando Ana na noite antes do casamento. Ela disse alguma merda como 'dá azar ver a noiva na noite antes do casamento’,” e desde que a mãe de Kate está fazendo o vestido de casamento, aparentemente, você não deveria ver isso. Acho que é outra má sorte as coisas que vocês dois deverão estar evitando...” diz ele, mas não vou deixá-lo terminar. Eu salto para os meus pés, e berro. "O que você disse?" "Eu disse que é outra coisa de má sorte,” responde ele confuso. "Não! Você disse algo sobre uma festa de despedida e que Anastasia passaria a noite antes do casamento com sua namorada. Eu estou falando sobre estas partes!" "Não fique nervoso, cara!” Diz ele, e eu sigo em frente. Angelo acidentalmente enfia um alfinete na pele de Elliot. "Sinto muito, Sr. Grey. Por favor, não se mexa,” avisa baixinho. "Diga isso para o meu irmão!" Rosna Elliot. "Ora, ora Christian!” Diz meu pai, me repreendendo. "Seu irmão e Kate só estão cumprindo certas tradições. Sua mãe teve que passar a noite com sua melhor amiga, na casa de seus pais. Não é tão ruim. E, além disso, você vai tê-la para o resto de sua vida depois daquela noite. É apenas uma noite,” diz ele e eu dou um grunhido. "Eu não sei nada sobre isso, pai! Uma festa de despedida para Ana? A noite antes do casamento passada separada?" Eu digo rosnando. Eu odeio quando as pessoas atiram coisas no meu caminho com coisas que eu não posso controlar. "O que elas vão fazer na hipotética festa de despedida de solteira? E o que elas vão estar fazendo no apartamento de Kate na noite antes do casamento? " "Coisas de menina, eu acho,” diz Elliot encolhendo os ombros. "Obrigado, Sr. Grey. Você pode descer, senhor,” diz Angelo levando -o para fora da plataforma. Taylor é o próximo na fila para ser medido. Elliot fecha a cara novamente. Taylor sobe na plataforma estoicamente como um cordeiro de sacrifício. Eu viro minha cabeça de volta para Elliot. "E então?" "Então o quê?" "Ninguém me perguntou se poderia haver uma despedida de solteira, ou se Ana poderia passar a noite longe de mim!" Eu berro.

"Christian, você não está tentando controlar Ana, está?” Pergunta papai intrigado. "Pai, fica fora disso, por favor!" Eu digo com a voz controlada. "Como futuro sogro de Ana, eu tenho que dizer alguma coisa. Você está fazendo isso por ciúme ou por controle, Christian? Ou as duas coisas?” Acrescenta ele relutantemente. "Pai, Anastasia é a pessoa mais importante na minha vida. A mais importante pessoa que já esteve em minha vida. Então, perdoe-me se eu tiver um tempo difícil permitindo homens nus cobiçando minha noiva!" Eu digo. "Porque você está tão preocupado? Eu diria que, se você não se saísse bem nos negócios, você teria uma carreira como um dançarino exótico, de fato, você pode colocar todos eles fora do negócio,” brinca Elliot. "Esse não é o ponto!" Eu berro. Meu pai intervém. "Meninos!” Diz ele e seu significado não é perdido por nós. "Talvez, você possa alocar algumas regras básicas, e de que maneira as meninas podem se divertir entre si, tendo um chá de panela e sua festa de despedida, e passarem a noite juntas, e você pode ter o seu caminho, ao estabelecer os parâmetros da forma como elas podem fazê-lo. Há sempre um compromisso e uma maneira viável." "Anastasia sabe sobre isso?" Eu pergunto baixinho, escondendo a ameaça na minha voz. "Eu não tenho certeza,” diz Elliot. "Kate pode já ter dito a ela ou talvez ela vá dizer a ela hoje. Eu não poderia dizer com certeza,” ele responde encolhendo os ombros. Pensando sobre isso, Anastasia não me mandou uma mensagem ainda, desde o nosso encontro no almoço. Normalmente, ela já teria feito um comentário espirituoso. Mesmo que ela tenha ficado ocupada, ela teria dito alguma coisa. Mas, já fazem quase 3 horas e nem um ‘beep’ dela. "Desculpem-me,” eu digo para os acompanhantes, e eu ando para meu escritório, fora do alcance de voz. Eu disco o celular de Anastasia. Ela responde baixinho. "Alô?" "Ana? Por que você está falando tão baixinho? " Eu pergunto, alarmado. "Oh, apenas... nada,” diz ela evitando. "Anastasia, qual é o problema?" "Nenhum problema Christian. Apenas ocupada, isso é tudo..." "Ocupada com o quê, Ana?"

"Oi, Christian!" Eu ouço a voz de uma das minhas pessoas menos favoritas. Katherine Kavanagh. "Por que ela está aí?" Pergunto baixinho, muito baixinho, mascarando a minha raiva cuidadosamente controlada. Eu posso quase sentir Anastasia fechando os olhos e engolindo. "Fazendo um convite...” diz ela em voz baixa. "Para que?" Eu sondo. "Uma festa...” ela responde baixinho. Eu respiro pelo nariz, como um touro furioso, fechando os olhos. Ela não vai me dar os fatos até mais tarde, eu suspeito. "Seria a festa de despedida de solteira?" Eu sibilo através dos meus dentes. "Você não quer que eu vá?" "Sobre o meu cadáver!" Eu grito, andando prá lá e prá cá, em volta do meu escritório. "Dê-me o telefone!" Eu ouço Katherine, a trituradora de bolas, que deve ter ouvido a minha voz. E antes de eu ter a chance de dizer não, a voz no telefone muda. "Christian, Elliot me mandou uma mensagem que você está indo para a festa de despedida de solteiro que ele dará em sua honra! Por que eu não posso fazer uma festa de despedida em honra da minha melhor amiga? Por que a dupla medida? Você pode cobiçar o corpo de alguma outra garota nua, mas Ana não pode fazer o mesmo com um stripper? E como é que você sabe que eu estou conseguindo um stripper? Talvez nós vamos comer e beber e dançar, e nos divertir!" "N.Ã. O.!" Eu soletro em voz alta para ela. "Bem, F. U. (N.T. Fuck You) e suas regras! Ela vai se casar com você, não é? Por que não podia ter esta única noite, como você estaria fazendo?" "O quê?" Eu ouço Anastasia em segundo plano. "Dê-me o maldito telefone, Kate,” ela diz, e nos próximos 10 segundos, a sua voz vem muito mais perto da minha orelha. "Christian? É verdade? " "O quê?" Eu sibilo. "Que você estará participando de uma despedida de solteiro. E aqui eu estava preocupada como você se sentiria sobre uma festa de despedida de solteira, e Kate tendo um momento difícil sobre isso! " "Eu NÃO QUERIA participar dela. Eu estava encurralado por Elliot! Eu pretendo sair tão cedo quanto possível. De preferência antes das strippers tirarem suas roupas!" "O quê? Mais do que uma stripper?"

"Eu não sei. Eu não quero ir! Eu acho que vai ser limpa, porque papai também vai estar lá." "Essa não era a resposta que eu estava esperando, Christian,” diz ela, e sua voz vem através, como se ela estivesse falando fora do alcance do receptor. "Kate, eu ficaria feliz em vir para a festa de despedida de solteira, e eu aceito seu convite para passar a última noite antes do casamento com você!" "Yaaa!" Eu ouço o grito de Kate ao fundo. Que diabos acabou de acontecer? "Adeus, Christian. Vou vê-lo esta noite,” diz ela docemente e desliga na minha cara! Na minha cara! Eu ando prá lá e prá cá em volta do meu escritório para obter um controle sobre a minha raiva crescente. Onde Anastasia está envolvida, ela sempre consegue me fazer perder o controle. Foda-se! Eu sinto ansiedade rastejando sobre mim. Eu conto para trás. Vinte... dezenove... dezoito... dezessete... dezesseis... quinze... quatorze... treze... doze... onze... dez... nove... oito... sete... seis... cinco... quatro... três... dois... um... Inspire, expire! Fácil Grey! Eu disco o número de Anastasia novamente. Ela não responde. Eu desligo. Eu chamo a SIP, e sua recém-contratada assistente, Hannah, me passa para ela. "SIP, Ana Steele fala,” ela atende ao telefone. "Não desligue! Eu não pedi uma despedida de solteiro. Eu não queria ir para ela. Elliot me colocou nela, e aconteceu de eu ter feito uma promessa de ir sem saber o que haveria lá. Se eu conseguir sair dela, eu vou. Mas, eu não quero que você vá à festa de despedida,” eu digo em uma respiração. "Eu sei que deve ser insuportável ser colocado para ir a uma festa de despedida de solteiro, onde haverá strippers. E, eu também devo suportar a perspectiva dolorosa de ver strippers homens na minha festa de despedida de solteira. Mas, você pode ter certeza que eu vou tentar aguentar estoicamente como eu puder, já que você estaria fazendo o mesmo. Terminamos, aqui, senhor?” Ela pergunta com raiva. "Não! Você vai passar a noite antes do casamento com Kate?" Eu pergunto. "Podemos discutir esta noite, por favor, Christian? Eu tenho trabalho a fazer, e eu tenho uma dor de cabeça horrível,” diz ela. "Eu preciso buscá-la em uma hora,” eu digo sem rodeios. Tenho certeza de que Angelo pode ter terminado de medir todos até então. E uma vez que Elliot prendeu isto a mim, eu vou colocá-lo de volta para ele... "Eu tenho mais duas horas, e eu tive um longo almoço,” ela protesta. "Eu não dou uma merda prá isso! Preciso ver você! E logo! Esteja pronta!" "Christian...” ela suspira, exasperada. Ela me faz sentir completamente impotente. Eu não sei qual caminho é certo com ela, e ainda assim, tudo o que ela faz, me faz sentir vivo. Preciso vê-la! "E,” eu acrescento, com uma voz profunda: "Eu fiz uma promessa a você esta manhã que eu ia cuidar bem de você,” eu digo em um tom acariciante, que iria fazer correr um arrepio pelo corpo dela.

"Christian, você não está jogando limpo!” Diz ela. "Baby, eu não posso jogar limpo quando você está envolvida. Você é a minha prioridade número um. Vou pegar você em uma hora... Esteja pronta,” eu digo com uma promessa carnal na minha voz. "Ok,” ela murmura quase inaudível. Quando eu ando de volta para a sala de estar, Angelo já concluiu as medições. "Sr. Grey, eu irei agora tomar as medidas do Sr. Trevelyan, e, em seguida, do Sr. Steele, senhor. Obrigado pelo seu tempo. Na sua conveniência, senhor, vamos fazer duas provas, uma na próxima semana, e uma na semana depois, então eu serei capaz de terminar seus smokings, senhor. Seria melhor se cada um pegasse o seu próprio smoking apenas para se certificar de que ele se encaixa perfeitamente, para o caso de ser necessária qualquer alteração de último segundo,” diz ele. "Obrigado, Angelo. Taylor vai levá-lo fora,” eu digo, e ele acena com a cabeça e segue Taylor fora. Viro-me para o meu pai, e Elliot, e sorrio. "Obrigado por terem tempo para tirarem suas medidas. Eu queria falar com vocês sobre o incremento à sua segurança,” e eu ouço um gemido de Elliot, e um grunhido suave do meu pai. "Cara, você sabe o quão estranho é ter um guarda-costas seguindo sua bunda em todos os lugares, quando você está no negócio de construção? Será que é realmente necessário? " "Não é apenas uma necessidade, mas é uma exigência. Meu investigador pensa que o incidente de Charlie Tango foi uma sabotagem. Nós não podemos dar uma chance. Até o agressor estar preso, eu receio que precisemos ter segurança adicional. " "É o mesmo cara que está vindo?" "Um deles é...” eu respondo. "Um deles? Que porra é essa? Você está devolvendo para mim por dar-lhe uma despedida de solteiro? Você é tão estranho, mano! Alguns outros caras seriam gratos pelo gesto." "Eu não sou algum outro cara, Elliot! E há uma ameaça de segurança que não podemos subestimar! Vocês vão ter cada um dois guarda-costas de proteção próximos. " "Isso são seis para nós! Eu não sei como vamos explicar isso para sua mãe, ou sua irmã, Christian. Elas já estão extremamente irritadas com o único que elas têm." "Pai, por favor! Irritação é a menor das minhas preocupações. Seu bem-estar é o que me preocupa neste momento. Isto é, até este criminoso ser pego. Então, podemos pegar leve com a seguranç a,” eu respondo. "Você quer dizer que você vai continuar a enviar os guarda-costas, mesmo depois do criminoso estar preso?"

"Talvez não tantos quantos vocês têm agora, mas, sim, para a sua segurança." "Você está tentando nos pagar em espécie por você ficar em apuros com a Ana?" Pergunta Elliot. "Eu não sonharia com isso. Eu tinha a segurança arranjada antes de você pensar na festa de despedida,” eu digo sorrindo. "Christian, eu vou ter certeza de que seu irmão não permita nada de mau gosto, ou faça com que qualquer coisa possa perturbar a sua mãe, ou Ana, ou Kate para este assunto,” diz meu pai resolutamente. "Pai! Como seria bom, se não podemos colocá-lo em apuros? " "E você não está nem um pouco preocupado com a sua namorada cobiçando strippers masculinos?" Eu pergunto. "O quê? Você acha que ela vai ter alguma coisa com isso?” Ele pergunta com confiança, exageradamente exibindo seu corpo. "Sem chance!” Diz ele sorrindo. Eu verifico o meu relógio o mais discretamente possível. "Pai, eu acho que é a nossa deixa para sair,” diz Elliot sorrindo. "Espero que não o coloquemos em um monte de problemas, irmão! Mas você tem que relaxar. Nós só queremos que você se divirta antes de se casar, isso é tudo! " "Isso é muito atencioso de sua parte, Elliot. Não se esqueça de seus presentes de despedida antes de sair,” eu digo sorrindo. "Taylor,” eu chamo. "Sim, senhor,” responde ele entrando. "Eles estão aqui?" Pergunto com um rosto impassível. "Eles estão, senhor. Eles estarão prontos para sair com ambos os Srs. Grey, senhor,” ele responde com um brilho em seus olhos. Seis caras se enfileiram em ternos escuros, eles se parecem com seis Rambos em cortes de cabelo militares. Os olhos do meu pai se arregalam. "Sua mãe não vai gostar disso,” ele sussurra para Elliot. "Nem me fale! Meus rapazes no trabalho terão munição suficiente para foder com a minha cabeça por um ano,” ele resmunga para trás. Taylor os apresenta. "Sr. Grey, estes são os seus seguranças: Brian Evans e Tom Rhodes,” diz a Elliot.

"Frank O'Neil, John Brady, Hank Thomas, Tony Citoli, Clint Warner, Joe Genarro, e Claus Schwartz vão com você, Sr. Grey,” diz ele voltando-se para o meu pai. "Cada um sabe a quem seguir, senhor." "Ótimo, ótimo,” ele responde em voz baixa. Em seguida, ganhando sua ‘eu-sou-um-advogado’ compostura, ele encontra sua voz profissional: "Prazer em conhecê-los, cavalheiros. Bem, vamos?” Diz ele como o homem que se resigna ao seu destino. "Nós temos que mantê-los em casa? Ou qual é o procedimento?" Meu pai pergunta em seu caminho para fora. Elliot está segurando a extremidade traseira do grupo. "Vejo você em sua festa, irmão! Eu não me sinto mais tão ruim por você ficar em apuros,” diz ele sorrindo. Depois que a porta do elevador se fecha atrás deles, Taylor se vira para mim e pergunta: "Estamos voltando para GEH, Sr. Grey?" "Não, nós vamos a SIP para recolher a Srta. Steele.” "Sim, senhor." ***** Skyfall - Adele

Estamos na frente do SIP seis minutos antes da hora. Sento-me no meu lugar, minhas emoções sob controle até agora, mas onde Anastasia está envolvida, meu controle tem um jeito de derreter como um bloco de gelo no calor do deserto. Eu verifico o meu relógio de novo, esperando que ela apareça na porta. São seis minutos depois da hora. Ela não está na porta. O meu olhar está fixo na porta, sem pestanejar. Será que ela esqueceu? Será que ela decidiu que quer continuar a trabalhar? De repente, o medo me toma. Eu vou dar-lhe mais alguns minutos. Talvez ela tivesse algo para terminar. Eu sinto o meu silencioso relógio marcando, enquanto meu olhar está fixo na porta. De repente, a porta se abre e eu sinto alívio, mas é outra pessoa. Eu pego meu Blackberry e disco o número de Anastasia. Ela não responde. O pânico e a raiva estão crescendo em mim como vulcões gêmeos. Eu disco o número de telefone do SIP, e sua nova assistente Hannah responde no terceiro toque, e ela está sem fôlego, como se ela tivesse corrido para o telefone. "SIP. Escritório da Srta. Steele, Hannah fala,” diz ela tentando recuperar o fôlego. Eu olho para o meu telefone confuso. "Hannah! Aqui é Christian Grey. Onde está a Srta. Steele?" "Sobre isso, senhor..."

"O quê?" Pergunto drasticamente, minha raiva crescente. Para onde ela foi? Onde está Sawyer? "Ela foi para algum lugar?" Pergunto bruscamente. Se ela foi, por que Sawyer não me chamou? "Não, senhor. Ela não foi a lugar nenhum,” ela responde educadamente. "Onde diabos está Sawyer?" Pergunto com força. "Sr. Sawyer está esperando a Srta. Steele ficar pronta. Eu não acho que ele estava ciente de que ela estava saindo mais cedo, senhor,” ela responde. "Você sabe por que ela não está atendendo o celular?" "Sim,” ela diz, e, em seguida, sua voz vai para um sussurr o. "Sr. Grey, eu sinto muito. Ela não estava bem na última hora. Ela não quer que ninguém saiba. Ela só tomou Advil, e colocou a cabeça baixa sobre a mesa, e me disse para acordá-la cinco minutos antes da hora, mas, ela me deu várias coisas para fazer, e me levou um tempo para terminar minhas tarefas, e eu completamente perdi a noção do tempo. Eu sinto muito que eu não a acordei a tempo, Sr. Grey. Ela só foi lavar o rosto rapidamente, antes que ela saia,” diz ela em um só fôlego. Em seguida, percebendo que ela não deveria falar, acrescenta envergonhada, "Oh, ela provavelmente não queria que eu passasse isso. Peço desculpas, Sr. Grey. Srta. Steele está aqui, senhor,” ela diz e lhe entrega o telefone. "Sr. Grey está no telefone para você, Ana,” diz ela, com a voz distante do alto-falante. "Olá, Christian,” diz Anastasia em um tom suave, e meu coração se derrete. "Oi,” eu respondo. "Você está quase pronta?" "Sim. Eu estava no banheiro. Eu estarei fora em um minuto,” ela responde. "Ok,” eu respondo suavemente. Ela aparece na porta dentro de poucos minutos, seguida por Sawyer, e encontro-me rapidamente saindo do SUV e caminhando em direção a ela, em passos firmes. Ela parece pálida. "Oi,” eu digo pegando a mão dela. Está fria. "Oi,” ela responde engolindo. "Você não está bem?" "Só cansada... Isso é tudo,” ela responde evitando minha pergunta. "Ana, o que há de errado?" Pergunto virando-a para mim. "Nada...” ela responde. Eu a coloco debaixo do meu braço protetoramente, e a levo para o SUV. "Você já comeu?" Pergunto, uma vez que estamos no carro.

"Sim, eu comi um sanduíche,” ela responde. "Ana! Qual é o problema?" Pergunto, a ansiedade crescendo em mim. "Eu preciso levá-la a um hospital?" "Não, Christian. Eu só tive uma dor de cabeça... ou melhor, aind a tenho,” diz ela, e eu a puxo em meu colo, onde ela se enrola, e eu beijo o topo de sua cabeça, segurando-a possessivamente. Ela suspira e seus braços se envolvem em torno de meu pescoço, ela enfia a cabeça debaixo da dobra do meu pescoço. "Não vamos brigar, baby! Não sobre coisas tolas como festas,” eu digo. "Bem, você está indo para a festa de Elliot?" "Você quer que eu fique?" Eu pergunto a ela, querendo que ela diga, 'sim', que ela quer que eu fique. "A parte racional de mim quer que você fique. Mas, eu confio em você. Eu quero mostrar que eu confio em você, mesmo entre seios despidos e bundas nuas,” diz ela estremecendo. "É por isso que você ficou doente?" "Sim. Mas, eu tenho que ser uma adulta sobre isso. Isso não significa que eu não vou ser insanamente e irracionalmente ciumenta. Porque você é o meu homem!” Diz ela, em um sussurro fervente. Sinto-me imensamente feliz e exultante com sua resposta. Eu quero que ela seja possessiva de mim. Eu quero que seu mundo comece e termine comigo, e o fato de que ela se sente assim o suficiente para ficar doente com isso, me faz feliz e louco. Porque eu quero protegê-la, e eu quero que ela fique bem. Eu não quero ser o motivo, a causa que a põe doente. "Baby, eu sinto o mesmo por você!" Eu digo a ela. "Mas o que vamos fazer, Christian? Você fez uma promessa, e eu também,” ela sussurra. "Nós vamos ter que estar lá o tempo suficiente para cumprir a promessa que fizemos. Mas, você realmente quer ficar com Kate na noite antes do nosso casamento? " "Eu não sei mais o que fazer. Aparentemente é a tradição, e eu concordei em dormir longe de você essa noite,” diz ela corando. Eu franzo a testa. "Eu não posso deixar você ficar longe de mim, Ana. Isso irá também criar um problema de segurança. Não quero paparazzi perseguindo você. O apartamento dela não é seguro o suficiente. Que tal este compromisso? Kate vem e permanece conosco no apartamento, com você, em seu antigo quarto. Dessa forma, você não dormirá comigo nesta noite, mas também estará cumprindo a sua promessa para sua amiga de passar a noite com ela,” ela pisca com algum tipo de alívio, olhando para mim. Então, eu me inclino e sussurro em seu ouvido. "Nós vamos ter que ter certeza que eu vou foder você uma boa parte do dia para compensar a noite que você não vai estar comigo,” eu digo, provocante, fazendo-a corar mais vermelho do que o manifesto comunista.

"Sim!” Ela sussurra, seus olhos escurecendo, segurando-me com mais força. "Como está sua cabeça?" "Surpreendentemente muito melhor,” ela responde sorrindo. "Eu estava esperando que você dissesse isso. Tenho planos para nós." "Eu espero que seja antes do jantar,” ela responde no meu ouvido. Quando Taylor pára o SUV na frente dos elevadores, Sawyer pula fora, e abre a porta, e sem quebrar a ligação, eu levo Anastasia para fora, andando com ela para os elevadores. Nós somos como o sol e seu planeta, tão atraídos um pelo outro; quando estamos perto, há um desejo insuportável e uma atração magnética para mesclar nossos corpos juntos. Eu pressiono o botão de chamada do elevador, e quando as portas ‘ding’ abertas, eu faço Anastasia entrar, e levanto minha mão para Sawyer. "Tome o próximo," eu digo a ele com um rosto impassível, fazendo corar Anastasia e enterrar a cabeça de vergonha debaixo do meu braço. "Sim, senhor,” responde ele, ficando carmesim. Quando a porta se fecha, eu entro o meu código para a cobertura e viro Anastasia, encerrando-a entre meus braços contra a parede do elevador. Minha ereção crescente está pressionando contra seu estômago. Eu me inclino e pressiono a testa contra a dela. Eu inalo seu aroma profundamente, enquanto eu fecho meus olhos. "Deus, você está me inebriando, Ana!" Eu digo, quando eu começo a devorar sua boca e língua, chupando e mordendo seus lábios e queixo e pescoço. Ela retribui, entrelaçando as mãos no meu cabelo, e puxando minha cabeça para baixo com força. Eu gemo em sua boca, o stress das duas últimas horas, finalmente, buscando a sua liberação. Eu tomo o mamilo, animado sob a blusa de seda, em minha boca, através de sua blusa, e ela empurra os braços contra a parede do elevador, fazendo seu seio empurrar para trás em minha boca. Tonight (I’m Fucking you – Enrique Iglesias) "Não aqui, baby,” eu sussurro. "Eu quero você na minha cama,” eu digo, e quando a porta do elevador ‘ding’ aberta na minha cobertura, eu a pego do chão e a iço no meu ombro, fazendo-a gritar de surpresa. "Christian, me coloque para baixo!” Ela protesta. "Tudo a seu tempo, baby,” eu respondo enquanto eu entro no saguão. A Sra. Jones está vindo da cozinha e pisca com surpresa total. "Olá, Sra. Jones," eu a cumprimento. "Uhm... Sim, oi, Sr. Grey. Srta. Steele,” diz ela e rapidamente ganha distância. "Oh Deus," Anastasia murmura baixinho, cobrindo seu rosto. Eu sorrio.

Eu entro em nosso quarto e fecho a porta com o pé e deposito-a na cama, caindo em cima dela. "Quanto você gosta desta blusa?" Eu pergunto. "Eu gosto bastante, a menos que você esteja disposto a substitui-la,” ela responde, e eu sorrio. Com um movimento rápido eu a rasgo, botões voando para todos os lados no meu quarto. Eu a tiro dela, e desabotoo sua saia, tirando-a. Ela está com sua calcinha rendada, meias de seda sustentadas com sua cinta-liga. Eu olho para ela apreciando a vista por um minuto, e inclino-me para baixo e puxo os copos do sutiã fora, em um movimento dolorosamente lento, um de cada vez. Eu me inclino para baixo e com cuidado pego um mamilo em minha boca e habilmente agito-o para frente e para trás com a minha língua, e arranho com os meus dentes, fazendo-a ofegar. Eu seguro a parte inferior do mamilo alongado entre os meus dentes da frente, e a minha língua suga implacavelmente. Meu dedo indicador e o polegar espelham minhas ações sobre o outro mamilo. Anastasia geme em prazer doloroso, e envolve instantaneamente suas pernas em volta do meu torso. Meus lábios se movem entre os picos gêmeos de seus seios, e beliscam e chupam, em meu caminho até seu umbigo, e sondam sua barriga, fazendo-a apertar sua virilha. Descendo para o topo do seu osso púbico, a minha mão cobre seu sexo, mergulhando um dedo e depois dois em seu sexo já encharcado. Eu sinto meu pau empurrando com força contra minhas calças. Minha boca desce para o seu cerne pulsante. Ela grita de prazer. Eu puxo seu bumbum para mim. Minha boca cobre o orifício de seu sexo. Minha língua mergulha em seu sexo, como se não houvesse amanhã e meus dentes pastam sobre o clitóris. Ela levanta o quadril para fora da cama na minha boca acolhedora. Minha língua mergulha mais profundo, primeiro em círculos, em seguida, para dentro e para fora. Enquanto com uma mão eu empurro sua bunda em minha boca, a minha outra mão provoca os seios. Estou língua, dentes, mãos, dando-lhe uma sobrecarga sensorial. Ela logo goza em voz alta, com ondas longas, estremecendo. Eu rapidamente despojo-me de minhas roupas, e viro Anastasia de barriga para baixo. "Levante esta gloriosa bunda para cima no ar, baby,” eu digo e quando ela faz, eu separo suas pernas com as minhas empurrando-as para o lado, e abrindo espaço para mim. Meu pau está pulsando, e exigindo estar dentro dela, e nada menos do que levá-la por todo o caminho, marcando-a em seu interior, irá satisfazer a besta em mim. Eu mergulho dentro dela fazendo-a ofegar, enchendo seu orifício apertado, e o sentimento é requintado. Eu fico assim conectado, os olhos fechados, e sua bunda em minhas mãos, saboreando-a. "Pronta, baby?" Eu pergunto.

"Um segundo,” diz ela e ajusta suas pernas, abrindo os braços para frente. "Ok, eu estou pronta, perca-se, e me leve com você!” Diz ela, fazendo a minha necessidade por ela crescer aos trancos e barrancos, e eu me movo. Primeiro lentamente, eu me movo dentro e fora, e ela me encontra impulso por impulso, e mergulhando de encontro a mim, fazendo-me encontrar os pontos mais profundos inexplorados dentro de seu sexo, gemendo. Eu empurro uma perna por cima, abrindo espaço para as minhas mãos para alcançar seu seio, e provocando e puxando, me movo e deslizo para dentro e para fora dela. O inchaço de seu cerne e sua umidade insuportável me empurra para o vórtice de prazer. Quando eu começo a gemer, eu sinto o aperto de seu sexo, e seu corpo começa a convulsionar com o prazer construído, sacudindo suas pernas. O desejo em mim por ela me empurra acima de todos os limites, e eu trabalho meus quadris em círculos, levantando sua bunda no ar em ângulo, para dar ao meu pau um melhor aproveitamento contra sua zona de prazer. Como o meu ritmo fica mais e mais rápido, eu martelo nela implacavelmente. "Christian, por favor!” Ela grita. "Isto é meu!" Eu assobio controlando seu sexo. "Você é minha!"

"Sua,” geme Anastasia. "E eu sou seu! Não.Esqueça.Isso! "Eu digo e me esvazio nela enquanto nós alcançamos os picos de nosso prazer. Eu empurro mais uma vez dentro dela, e, finalmente, eu colapso na cama, sem quebrar a nossa conexão. Eu a puxo em meus braços, completamente saciada e feliz. Antes que ela feche os olhos relaxados, eu a ouço sussurrar, "Eu amo você, Christian." Eu a seguro com mais força.

"E eu, a você, Ana," eu sussurro baixinho, e adormeço.

EU PROMETO A VOCÊ
Tradução: Neusa Reis

CAPÍTULO SEIS

"Ei, mano! Você pode se lembrar de estar na minha casa às dezoito horas de amanhã, não é?" Pergunta Elliot. "O que exatamente está na agenda?" "Você sabe... o habitual." "Eu não tenho hábito de ir a festas de solteiro; por isso eu não tenho nenhuma idéia do que o habitual implica, Elliot!" Eu resmungo. "Como seu padrinho, é meu alegre dever lhe oferecer um bom momento no seu último dia, ou melhor, nos dois últimos dias de sua liberdade como homem solteiro. Bem, pelo menos é o que eu pretendo conseguir amanhã,” ele responde com alegria, e evitando completamente dar uma resposta à minha pergunta. "Você deu a lista de convidados e de animadores a Taylor?" Pergunto, já sabendo a resposta. "Onde está a diversão, se não há nenhuma surpresa, Christian? Não a estrague para o resto de nós, mano!" "Nenhuma lista, nenhum acordo, Elliot! É melhor fazê-lo rapidamente, o tempo está passando." "Tudo bem! Mas, com uma condição. Você não vai dar uma olhada nisso! Eles verificam todos fora, consideram-nos seguros, então, isso deve satisfazer o seu enorme ego, mano,” diz ele, e eu posso ouvi lo rindo ao telefone. "Fechado! Envie a lista, e eu vou vê-lo às seis, amanhã à noite." "Na verdade, mano, eu estou passando para buscá-lo às 9:00h, amanhã de manhã. Sua festa de despedida começa mais cedo comigo." "Elliot, eu tenho montes de coisas para fazer..." Eu protesto, mas ele interrompe. "Não, você não tem! Eu tinha cancelado sua agenda para o dia. E, além disso, eu sei o que você está fazendo hoje. Você me disse, se lembra? Inspecionando o quarto do pânico, ou cofre, ou o que diabos você tenha construído. Então, você não tem desculpas para amanhã. Não se atreva a sair para qualquer outra coisa, e me deixe pendurado no ar. Eu vou ficar malditamente puto! Amanhã, vamos nos divertir!" Porra! A idéia de Elliot de diversão, e a minha, nem sempre se alinham, exceto talvez para caminhadas e pesca ou atividades ao ar livre. Espero que ele tenha alguns desses programados, em vez de uma festa, que eu só iria suportar. "Se a minha agenda está limpa, eu prefiro passar o dia com Anastasia," Eu dou um grunhido. "Acontece que, amanhã é um dia importante para Ana também. Mia, Kate e mamãe estão preparando um chá de panelas. Elas vão pedir-lhe para fazer o último ajuste no vestido de noiva na casa de mamãe, mas vai ser uma surpresa para ela. Assim, não se atreva a bater com a língua nos dentes para ela!” Adverte. Isso é novidade para mim.

"Ela não precisa de nada; eu posso dar-lhe tudo o que ela quiser. Não há nenhuma necessidade de um chá de panelas." "Christian,” suspira Elliot. "Cara, eu sei que ela é sua primeira namorada, mas deixe -me lhe dizer algo sobre as mulheres,” ele começa a discursar. Oh, merda! "Eu sei que você pode pagar o que ela quiser, mas não se trata de proporcionar toda a merda que você pode comprar. Esta é alguma merda de camaradagem entre mulheres, ou assim diz Kate. Você sabe, é sobre mulheres que se reúnem para se divertir, e dar à noiva lingerie idiota, presentes, e celebração da feminilidade, honrando sua amiga, comemorando seu casamento iminente,” diz ele como se estivesse recitando-o de suas notas escritas. Eu rio. "Como você saberia sobre celebrar a feminilidade? Além disso, Anastasia não gosta de surpresas." "Ei, eu tomo notas da minha mulher! E o que Kate me disse é o contrário! Ela disse que Ana ficou muito excitada quando Kate insinuou a possibilidade de um chá de panelas. Ela disse que Ana tinha um brilho em seus olhos. Claro que Ana disse que Kate não tinha que fazer isso, mas normalmente quando as garotas dizem 'você não precisa', elas realmente querem que você faça isso. Então, Mia e Kate cozinharam a idéia da festa, e mamãe é claro, ficou emocionada de ter isso em sua casa." "Quem está convidado para o chá de panelas?" "Não há muitas pessoas. Apenas Kate, a mãe de Kate, Mia, vovó, mamãe e algumas amigas muito próximas da mamãe. Algumas das amigas de Mia,” diz ele, e eu gemo. "Vamos homem, dez mulheres ou menos." "Tudo bem! Enquanto ela está na casa dos nossos pais, estou bem com isso. Mas para onde vamos?" Eu pergunto. "Paraquedismo!" "O quê?" Pergunto chocado. "Eu pensei que você precisa aprender a saltar de paraquedas após o incidente do ‘chopper’,” diz ele brincando, sabendo como eu odeio a palavra 'chopper'. "Uma vez que você é dos esportes radicais de qualquer maneira, este deve ser mais um furo em seu cinto de capacidades. Vou buscá-lo às nove amanhã!" "Não! Não posso fazer isso! Você me dá o endereço, e eu vou chegar lá por mim mesmo,” eu respondo, e ele relutantemente concorda. Depois de desligar com Elliot, percebo que Taylor está discretamente esperando por mim, para inspecionar o quarto do pânico. Eu estive pirando com o fato de que há um criminoso atrás de mim, e para chegar até mim, ele ou ela, pode ir atrás de Anastasia. Demorou algumas semanas para ter o quarto do pânico construído, mas tem sido um objetivo fundamental para mim, tê-lo terminado, para garantir a segurança de Anastasia.

Por 500.000 dólares de custo, eu quero ter certeza de que ele é tudo o que foi prometido. "Sr. Grey!" cumprimenta-me Eric Coulter, o presidente da True Security Inc. "Posso familiarizá-lo com o seu novo Quarto do Pânico, ou Quarto Seguro, senhor?" diz ele apertando minha mão com firmeza, e ansiosamente. "Vamos vê-lo,” eu respondo com um rosto impassível. "Senhor, o quarto não é enorme. Tem 4m x 5m (N.T. 20 m2 ) de tamanho. Quartos seguros são basicamente cofres construídos para humanos. Se houvesse um ataque biológico, esta sala deverá proporcionar 7,5 horas de oxigênio antes do dióxido de carbono dominar. Mas nós criamos um filtro poderoso para bombear oxigênio com segurança dos tanques destinados bem aqui na sala, senhor. Na verdade, esta sala é tão segura, que mesmo um vampiro dormindo pode se sentir em casa aqui,” acrescenta sorrindo; este deve ser o humor do cara de segurança, que eu não estou percebendo. "Eu não sabia que vampiro precisava de ar,” eu digo secamente. "Oh, eu quis dizer que é ligeiramente apertado quando você quer que ele seja; e resistente a fogo, bomba, e explosão. Há duas entradas como está ciente, senhor. Usar qualquer entrada bloqueará a unidade, uma vez que o ocupante esteja dentro. Deixe-me mostrar-lhe o que está lá fora, senhor,” diz ele apontando para um painel. "Nós não temos teclas padrão para quartos de pânico apenas para o caso deles caírem nas mãos erradas. Em vez disso, temos trancas interiores, combinação de teclados, e além esses, dispositivos de digitalização da retina e impressão digital. Entre, por favor, senhor,” ele diz liderando o caminho. "Nós temos um sistema de intercomunicação, uma linha de telefone enterrada, botão de alarme diretamente ligado à polícia e a sua equipe de segurança. Esta sala é totalmente à prova de som. Há um número de câmeras escondidas ao redor da sala, que estão vinculadas a três monitores aqui,” diz ele pressionando um botão, que em troca exibe um painel de três monitores que mostram a atividade em diferentes lados fora do quarto, bem como imagens das outras câmeras dentro e em torno de seu apartamento." "E energia? O que fornece energia para o quarto do pânico? E se o intruso cortar a energia?" "Além de ser ligado à rede elétrica, também é alimentado por seu próprio gerador caso o quarto do pânico perca energia. Temos câmaras herméticas para controlar temperatura, e umidade e, claro, sem a ameaça biológica fora do mundo, temos um muito seguro, intransponível sistema de fornecimento de ar. Temos também um banheiro aqui, que é muito parecido com o de um avião. Existem também compartimentos para comida de emergência,” diz ele mostrando um armário embutido, com suplemento de alimentos e bebidas. Aqui está embutido um para armazenamento contendo alimentos não perecíveis, abastecimento de água potável, primeiros socorros, rádio a bateria, roupas, produtos de higiene, cobertores e algumas outras coisas que sua equipe de segurança considerou necessárias, as quais eu não estava autorizado a verificar, senhor," diz ele fazendo uma cara azeda para Taylor, que responde de volta para ele, impassível.

"Todas as portas e as paredes são completamente resistentes a bala. Quando a pessoa entra aqui, ele ou ela precisa apertar este botão vermelho, e tudo fecha automaticamente em uma fração de segundo e você está em modo de proteção. Você não vai ser capaz de ouvir nada, exceto o fluxo de ar. Gostaria de experimentá-lo, senhor? " "Sim, vamos..." Eu digo querendo me certificar de que tudo está em ordem antes de haver uma emergência. Eu pressiono o botão vermelho de emergência, e as portas voam fechadas imediatamente, e assim como ele disse, o único barulho que se ouve é o zumbido baixo do fluxo de ar. O meu Blackberry junto com o de Taylor zumbem com uma mensagem de texto recebida. "Essa deve ser a mensagem que é enviada para a sua equipe de segurança, bem como qualquer pessoa na lista para ser notificada." Abro meu blackberry e há uma mensagem de texto: * Quarto do Pânico ativado * Taylor acena com a cabeça em confirmação. "A fim de desbloquear a porta e sair imediatamente, você deve usar três combinações. O escaneamento de retina, a digitalização de impressões digitais, bem como o seu código. A combinação tripla confirma que o ocupante deve sair imediatamente. Se, no entanto você não tem pressa, um destes dispositivos de desbloqueio vai abrir a porta em cinco minutos." "Não há um desvio de segurança para a combinação tripla?" "Sim, há uma chave mestra,” diz ele sorrindo. "Ok, o que é?" "É, você, senhor, você é a chave. Você vai ter uma combinação de teclas verbal, e falá-la, e ela vai abrir a porta para você. Você tem que escolher o que você quer que essa combinação seja, e gravá-la para ter sua voz reconhecida pelo sistema, e só o sistema saberá disso. O Chefe de sua segurança não permitiu que eu lhe ajudasse a configurá-lo, senhor. Consequentemente eu tive que ensiná-los a configurá-lo. Agora eles sabem e vão ajudá-lo a ensinar ao sistema a reconhecer sua voz como a chave mestra. " "Mais alguma coisa?" Pergunto impassível. "Seu designer pessoal programou o quarto para fornecer acomodações confortáveis. Há uma cama embutida nesta parede, e como você pode ver, você tem um bem decorado quarto para viver, com entretenimento, TV, música, e até mesmo um pequeno espaço para refeições. Você tem a conveniência limitada de um pequeno estúdio, mas a segurança de um bunker, senhor,” diz ele com orgulho. "É isso?" Pergunto impassível. "Isso é tudo, senhor, a menos que você tenha alguma dúvida." "Você familiarizou minha equipe da casa com o quarto do pânico?"

"Claro, senhor. Cada um teve uma demonstração. Exceto sua noiva, senhor." "Eu vou fazer isso eu mesmo,” eu digo com um rosto impassível. Tenho a intenção de batizar o quarto esta noite, quando ela voltar de sua prova do vestido... algumas vezes, pelo menos. ***** Antes de tudo a Skydiving School tinha seus seis alunos que eles estavam instruindo hoje. "Bom dia, companheiros! Meu nome é James Clark. Eu sou seu instrutor de para quedismo esta manhã,” diz ele muito alegre e excitado em ter paraquedismo às 10 horas da manhã. "De onde você é, James?" Eu me vejo perguntando. "Eu sou de Victor Harbor, South Australia, companheiro,” diz ele com um sorriso orgulhoso. "Não é um pouco perigoso saltar de um avião?” Pergunta a única aluna mulher. "Quero dizer, se uma aeronave está funcionando perfeitamente, eu gostaria de permanecer nela, e não saltar para fora dela,” diz ela, fazendo-me imaginar por que diabos ela veio para experimentar isso, em primeiro lugar. "Paraquedismo é para os que procuram emoção, Srta..." "Jennifer,” ela responde. "Jennifer,” diz ele com um sorriso deslumbrante dirigido a ela, "Paraquedismo é uma cura temporária para os viciados em adrenalina. Quando mais você pode estar tão perto do céu? É um super alívio para o estresse. Quando você pula de paraquedas, você se concentra no paraquedismo, e nada mais!" ele diz e seu comportamento fala muito alto, de quanto ele ama fazer o que faz. Faço uma nota mental de que, se eu gostar da experiência, eu gostaria que ele fosse o meu instrutor. "Ele mantém fora as distrações da vida, e dá-lhe imenso controle sobre a tarefa que você está fazendo. Não há pensamentos perdidos ou preocupações. Apenas o foco intenso, a bomba de adrenalina e controle do que você está conseguindo! Isso deixa você sentindo-se fisicamente e mentalmente limpo,” diz ele, fazendo um gesto de limpeza com suas mãos. "Tem certeza que você não pode conseguir isso sem sair de um avião voando?" Pergunto testando sua resposta. Seu foco intenso gira para mim, sem perder o humor em seus olhos. "Christian,” diz ele, sem precisar de apresentações. Ele fêz sua lição de casa. Eu gosto disso, ele sabe quem são seus alunos: "Nós somos ensinados sobre o perigo desde que somos crianças. Às vezes você percebe que não há problema em sair por aquela porta. Há uma consciência adquirida quando você pula de paraquedas; você aprende a compreender o seu entorno, desenvolver a confiança em si mesmo e responder rapidamente a tudo o que está acontecendo ao seu redor. Isso leva a um incrível senso de realização, porque você aprende a assumir o controle de seus medos, e empurra-se em seus limites. Mas se saltos individuais são muito intensos para você, eu ficaria feliz em ter um dos instrutores Tandem Jump com você (N.T. Salto Tandem é uma variação do paraquedismo tradicional, onde saltam duas pessoas:

um instrutor, com bastante experiência, e um passageiro, normalmente um novato. O nome tandem vem da preposição latina tandem). É mais seguro para os iniciantes,” explica genuinamente. "Não!" Eu digo com firmeza. Eu não vou ter outro cara amarrado na minha bunda, mesmo que eu esteja pulando de um avião. Eu olho para Taylor. Ele sorri imperceptivelmente. Ele tem feito muito isso, é claro, ao longo do tempo, no serviço militar. "Tudo bem então... Vamos dar-lhe o básico, alunos,” James diz em voz alta, sorrindo. Indicando o paraquedas, ele diz: "Isso é chamado de ‘piloto extrator’... Um ‘piloto extrator’ é liberado e funciona como um mini paraquedas. Ele pega o ar e empurra no paraquedas que se abre e se desdobra quando ele pega ar. Este é um processo que leva cerca de 20 segundos, no máximo. O paraquedas voa como um planador. Ele responde a entrada do ‘pilot’ e desliza você através do céu. A coisa boa sobre isso é, você pode voar de forma suave e lentamente ou se você é como meu companheiro George aqui,” diz ele, indicando o Tandem piloto que Elliot está planejando usar, ”você pode ser rápido e selvagem.” Elliot dá um relutante passo para distante de George. "Os paraquedas já estão verificados e embalados aqui para vocês. Vamos ligar o DAA, aqui,” diz ele. "O que é DAA?” Pergunta um rapaz magro, nervoso, de vinte anos. "É o Dispositivo de Ativação Automática. Não há muita margem para erro no paraquedismo. Vamos dizer que você perca a consciência, quando você está saindo do avião, ou caindo. Você pode até mesmo perder o controle da altitude, porque você se distraiu. Mesmo se outro paraquedista voar muito perto de você e danificar seu equipamento ou o tornar instável,” diz ele a sério. Os olhos do aluno se arregalam, e ele engole em seco. "Se qualquer uma dessas situações ocorresse e você não fosse capaz de desdobrar o seu paraquedas por você mesmo, o DAA, que é um pequeno computador que monitora constantemente a altitude, irá ativar o paraquedas reserva para o piloto." "É tarde demais para cair fora?” Pergunta o aluno de olhos selvagens, que parece mais verde do que Anastasia esteve na primeira noite, quando eu a levei para meu quarto de hotel, em sua bebedeira. "Não, companheiro,” responde James. "Nós não queremos que você precise disto no segundo que você sair. Mais alguém de vocês não quer voar?” Ele pergunta e me olha sorrindo. Dou -lhe um olhar impassível. "Coloquem seus macacões e seus paraquedas. Vou andar ao redor e verificar tiras e equipamentos de cada um, para me certificar que tudo parece bem." Uma vez que todo mundo está preparado, James dá mais instruções. "A forma mais comum do corpo quando voa, durante a queda de paraquedas, é arqueando os quadris, ou mais comumente conhecida por posição barriga para Terra. Esta é a mais estável e sua primeira lição é técnica de queda livre. Basicamente, você estaria fazendo uma forma de U com o seu corpo; ou seja, a sua cintura torna-se o fundo deste U! Há também estilos de queda livre de voar sentando e de cabeça para baixo, mas você não irá praticá-las, porque você é um novato! "

Elliot parece nervoso. "Se o paraquedas não funcionar por qualquer motivo, desdobre o paraquedas reserva! Isto é crucial: Avarias são extremamente raras, mas nós queremos que você compreenda os conceitos básicos de segurança. Um paraquedas de reserva deve ser desdobrado nos casos de emergência. Portanto, o paraquedas reserva não é redundante, mas absolutamente necessário,” diz James, e volta-se para os restantes cinco alunos de pára-quedismo. "Alguma pergunta?" "Sim,” eu respondo. "De que altitude vamos saltar?" "Boa pergunta, Christian! Normalmente nós subimos em torno de 4 mil metros, altura que dá em troca, ao saltador, sessenta segundos de queda livre. " "Queda livre? Ninguém disse nada sobre queda livre,” resmunga Elliot nervosamente. "Elliot,” James diz a ele pacientemente, "esse termo apenas descreve o momento em que o saltador sai do avião. Se fosse para ir a 4 mil e oitocentos metros, o que não vamos hoje, isto lhe teria dado cerca de setenta e cinco segundos de queda livre,” explica James. "O quê?" Pergunta Elliot. "O que... o que você quer dizer?" Parece que ele está à beira de um ataque de pânico. "Você não tem nada com que se preocupar, Elliot. Você tem um tandem piloto que tem milhares de saltos em sua carreira. Quando o avião estiver na altitude correta, e sobrevoando o local do salto, você e seu tandem piloto irão saltar para fora do avião. Cerca de sessenta segundos depois de sair do avião, você deve estar para baixo a cerca de 750 m de altitude, no ponto em que todos vocês, os paraquedistas, puxam o piloto extrator (N.T. Um piloto extrator é um pequeno paraquedas auxiliar usado para desdobrar o paraquedas principal ou reserva. O piloto extrator está ligado ao saco de desdobramento, que contém o paraquedas, por uma correia) e ele desdobra o paraquedas. No seu caso Elliot, uma vez que você está fazendo tandem paraquedismo, um paraquedas estabilizador é usado para regular a taxa de queda,” explica. "Em 60 segundos cai para 750 m?" Pergunta outro aluno nervoso. "Sim, isso é correto. Porque típica queda livre é de cerca de 190 quilômetros por hora. Isto claro muda para os saltos tandem, dependendo do peso combinado do instrutor e do aluno. Sua queda livre seria em torno de 280 a 320 quilômetros por hora, o que é muito mais rápido do que os saltos individuais. Mas o estabilizador retarda o par até a velocidade de queda normal,” diz ele, tranqüilizando a Elliot. "E sobre a aterrissagem?" Eu pergunto. "Você vai dirigir o paraquedas para se alinhar para aterrissagem, e aterrissa." "Só isso?” Pergunta a aluna loira. "Bem, você pode pousar suavemente, aterrissando para os lados e para trás. Tudo isso depende da direção e velocidade do vento. Se, no entanto, um pouso suave não puder ser possível, eu quero que

você realize o PLF." Quando Elliot abre a boca para fazer uma pergunta, James levanta a mão, e responde sua pergunta. "Isso significa que o Pouso de Descida de Paraquedas (N.T. Parachute Landing Fall - Um pouso de descida de paraquedas (ou PLF) é uma técnica de segurança que permite que um pára-quedista chegue a terra de forma segura e sem lesões). Você coloca os pés juntos assim,” ele mostra para a classe,” dobra seus joelhos ligeiramente e rola para um lado ao tocar o chão. Dessa forma, este pouso moverá o peso da queda sobre a maior parte do seu corpo. Será que isso responde sua pergunta?” Ele pergunta a Elliot, que acena concordando com a cabeça, em resposta. "Tudo bem então! Vamos saltar de paraquedas,” ele diz e conduz os alunos em direção ao avião. Viro-me e pergunto-lhe com uma voz que só ele pode ouvir. "Por que você realmente faz isto, James?" "Paraquedismo?” ele pergunta e eu concordo. "Colocado simplesmente, eu me sinto livre como um pássaro e perto do céu. Todo mundo tem um lugar a que pertence. Este é simplesmente o meu...” diz ele com um sorriso, encolhendo os ombros despreocupadamente. Taylor insiste que ele quer voar depois de mim, possivelmente para manter um olhar melhor em mim. Na verdade, ele sugeriu mesmo um salto tandem comigo, mas eu tenho um limite de quão perto eu quero estar de outro cara. Somos embarcados em uma aeronave turboélice SkyVan. Quando chegamos a 4 mil metros, um dos instrutores salta para demonstrar o processo de salto adequado. Ele é seguido pelo primeiro salto tandem com a aluna loira, então eu vejo Elliot ficando apavorado e seu rosto muda, mas seu instrutor faz um mergulho do lado de fora da porta aberta do avião, e ele vai com Elliot amarrado a ele com um grito abafado de êxtase, ou berro de medo. Sem qualquer hesitação, eu viro para Taylor e digo: "Eu vou ver você lá embaixo,” e eu saio do avião de lado. Eu sei que alguns segundos depois Taylor salta atrás de mim e James deve pular no fim do grupo com seu aluno tandem, o outro cara assustadiço. Assim que eu saio do avião, e em queda livre, eu não sinto esta queda repentina que eu esperava, como em uma montanha russa. Eu me sinto flutuando em um colchão de ar. O vento é rápido e soprando como um furacão e excepcionalmente frio na minha cara. Eu posso ouvir o rugido alto do motor do avião. No começo eu sinto que eu não posso pensar, mas depois tudo fica claro na minha mente. Não há nada para se agarrar, nem mesmo a asa de um pássaro passando para pegar, que eu poderia tentar prender; sem chão debaixo dos meus pés, só espaço. Na verdade, a sensação é muito parecida com estar com Anastasia. Eu não sei qual caminho é certo, mas eu me sinto vivo, e é completamente estimulante. É também como um daqueles pesadelos onde você se sente como se estivesse caindo e você não pode fazer nada sobre isso. Então eu me lembro dos sonhos de voar, e de alguma forma eu me sinto contente e abro os braços como um pássaro. Estou tão longe do chão; eu não percebo sua existência. Tenho voado por cinco anos, mas agora eu percebo a distinção - eu pilotei por cinco anos, isto é voar! Não há um helicóptero entre o corpo e o chão. Muito rapidamente, os meus sessenta segundos estão no fim, e eu desdobro o paraquedas e um safanão diminui muito minha descida e bem na hora eu me lembro de relaxar meu pescoço para evitar qualquer problema nas cervicais, então eu flutuo muito mais lentamente depois que meu paraquedas é

aberto. Eu sinto um suspiro de alívio. De repente, algo se torna muito mais claro. As pessoas não saltam de paraquedas porque elas têm um desejo de morte, mas porque elas querem reafirmar a vida. Seu paraquedas é o que lhe dá o controle. É o nosso compromisso com a morte. Quando eu vejo o chão se aproximando, eu não sinto meu estômago caindo, mas eu estou focado em controlar a minha queda. Estou acelerando, enquanto o vento está empurrando. Isso significa que eu tenho que rolar. Ponho meus pés juntos, e me posiciono para utilizar o meu peso para pousar de lado. O vento arrasta a queda um pouco, mas nada está quebrado, e eu estou no chão. Inferno, sim! Eu faria isso de novo! Eu vejo o paraquedas de Taylor pousando e ele está em pé, como o profissional que ele é e conseguiu manobrá-lo tão perto de mim quanto possível. A última dupla a pousar poucos segundos depois de Taylor é James e seu aluno. Eu ouço James murmurar "cabeça de merda!" para o outro aluno que vomitou no ar, e conseguiu cobrir tanto o seu quanto o equipamento de James de merda amarela, mas de alguma forma James conseguiu evitar qualquer coisa em si mesmo. Eu sorrio para ele e ele encolhe os ombros sorrindo, "ah, riscos do trabalho, companheiro, você se acostuma com isso. Mas você fez bem, talvez nós vamos vê-lo novamente!” Diz entusiasmado. "Com certeza!” Eu respondo, mas acho que Elliot não vai ser uma parte do 'nós'. ***** No caminho de volta para o apartamento de Elliot, Taylor tem que levá-lo, porque Elliot está se sentindo enjoado; felizmente ele não pintou o céu com seu vômito como o último aluno. Elliot parece muito lamentável; eu decido não provocá-lo até que ele esteja um pouco melhor. Quando eu estou dirigindo para casa de Elliot, eu disco o telefone de Anastasia. Ela não atende o telefone. Eu sei que tenho três chamadas perdidas dela. Ela está zangada? Ela está bem? Ela encontrou uma surpresa desagradável em seu chá de panelas? Eu estou preocupado. "Anastasia, eu estou no meu caminho para casa de Elliot. A lição de pára-quedismo foi bem. Eu te amo! Chame-me,” eu digo no final, com um ligeiro tom de preocupação na minha voz. O apartamento de Elliot fica no 26 º andar, e tem vista para o Monte Rainer, Elliot Bay e Lake Union, embora não igualmente, ou de um mesmo ângulo. Ele tem apenas dois quartos e dois banheiros, mas ainda é uma propriedade nobre e sua excessivamente grande sala de estar é um bom espaço de solteiro para se ter. Taylor e eu içamos Elliot debaixo dos braços para seu quarto, e o depositamos em sua cama. "Elliot, onde está sua equipe de segurança?" Pergunto com curiosidade. "Cara, você sabe o quão difícil é ter dois grandes caras me seguindo em todos os lugares sem que as pessoas pensem que eu sou gay?" "Você os dispensou?" Pergunto com os dentes cerrados. Eu pensei que nós tínhamos concordado.

"Calma, calma! Eles estão aqui. Por suas instruções, eles estão verificando o atendimento, a equipe do serviço, e," Ele faz uma pausa sorrindo, "o entretenimento. Uma vez que tínhamos Taylor conosco, eu não achei que eu deveria apenas entregar as chaves para o fornecedor. Eles estão aqui para cuidar deles. Tenho certeza de que eles estão na cozinha, ou algo assim." Eu aceno com a cabeça para Taylor imperceptivelmente para verificar a casa, e ele rapidamente sai da sala. "Você tem Dramamine ou algo assim? Ou devo enviar um de seus homens de segurança para pegar alguma coisa para a sua tontura?" Eu lhe pergunto. Elliot coloca o braço sobre os olhos. "Tão logo o teto pare de girar eu deverei ficar bem." "Tudo bem, então. Isso deve me dar tempo para ir ao Escala, me limpar e voltar." "Divirta-se...” ele geme, cobrindo os olhos com ambos seus braços novamente. "Mas, volte a tempo,” ele me lembra. "Se você estiver com cinco minutos de atraso, a festa vem para o Escala mesmo que eu tenha que chegar lá em uma maca,” ele ameaça. Taylor e eu deixamos o The Olivian (N.T. prédio do Elliot) para voltar ao Escala. Eu chamo Anastasia novamente, mas ela não atende o telefone. Mais uma vez... Eu imediatamente fico nervoso e ansioso. Eu chamo Sawyer que responde no terceiro toque me deixando impaciente. Existe uma grande quantidade de ruído de fundo, soando como um banho romano cheio de mulheres risonhas. "Sr. Grey?” Ele responde com frieza. "Sawyer, onde está a Srta. Steele?" "Ela está na casa dos seus pais por enquanto, senhor. As mulheres parecem estar jogando...” ele limpa a garganta... "Um jogo, senhor." Então, eu ouço uma grande gargalhada coletiva no fundo. "Que jogo é esse?" "Atualmente a Srta. Lilly está com os olhos vendados, e ela está tentando fixar um pênis de papel, no local correto, no cartaz nu de Alexander Skarsgård, senhor,” ele responde mortificado. Outra gargalhada é ouvida ao fundo. "Como está a Srta. Steele?" Eu pergunto. "É a sua vez agora,” ele responde e engole. Então eu ouço um aplauso alto no fundo. "Muito bem. Ana! Você sabe como localizar um pênis!" Eu ouço uma voz de mulher parabenizando a ela.

"Ela encontrou o local certo, senhor,” diz Sawyer, primeiro orgulhoso depois mortificado. Eu franzo a testa. "Gostaria de falar com ela?” Ele pergunta imediatamente. "Não, deixe-a divertir-se, mas faça-a me chamar antes que ela vá para a festa de despedida. E lembrese das minhas instruções desta manhã." "Sim, senhor. Um raio de um metro e meio de distância deve ser deixado ao redor da Srta. Steele por qualquer dançarino exótico que possa estar lá para divertir." "Chame-me imediatamente se alguma coisa fora do comum acontecer!" "Sim, senhor." Eu desligo. Quando chegamos ao Escala, tomo uma ducha rápida e visto minha camisa de linho branco, e jeans. Depois de eu responder a alguns e-mails relacionados a trabalho, Taylor me lembra o tempo, e eu, relutantemente, saio para o apartamento de Elliot. Quando estamos deixando minha cobertura, meu telefone vibra e o nome de Anastasia aparecendo traz alívio e um sorriso ao meu rosto. "Oi,” eu respondo suavemente. "Olá,” ela responde timidamente. "Eu sinto muito que eu perdi seus telefonemas. Estava muito barulho, eu não ouvi meu telefone. Você está muito zangado comigo?” Ela pergunta. "Longe de mim impedir sua diversão, baby. Não, eu não estou bravo com você... Embora, eu não posso dizer que aprovo um dos jogos que você estava jogando. Pelos gritos que eu ouvi no telefone, você foi bem no jogo 'Espete o pênis’ " eu digo em voz baixa, f azendo com que Taylor fique carmesim. "Onde você está agora?" "Eu estou na casa de Kate. Nós vamos ter a festa de despedida em um pouco,” diz ela erguendo a voz para se fazer ouvir com o crescente ruído de fundo. "Divirta-se,” eu digo. "Você também, mas não muito,” responde ela me fazendo sorrir. "Eu te amo, Christian." "E, eu a você, Ana.” "Ana! Vamos lá! Você é a convidada de honra! " Eu ouço a voz de Kate no fundo. "Sou solicitada aqui, eu tenho que ir!” Diz ela com pressa, e desliga antes que eu possa dizer adeus. *****

Som abafado de música pode ser ouvido através da porta de Elliot, mas não o suficiente para ser considerado como um incômodo. Tom Rhodes abre a porta com um olhar impassível, mas ele nos dá um sorriso cortês depois de ver quem são as pessoas. "Sr. Grey. Sr. Taylor,” diz ele, como forma de saudação. "Por aqui, senhor,” ele nos leva para dentro. "Hey! O homem do momento está aqui!” Diz o grupo de homens dentro. Papai, Elliot, Flynn, Mac, Bastille, três caras que estão trabalhando em remodelar a nossa nova casa com Elliot também estão lá. Os guarda-costas de papai Tony Citoli e Joe Genarro estão de pé na porta da varanda; um observando papai, e o outro observando o restante dos convidados, realmente se parecem com dois Rambos com cortes militares. Eu suprimo um sorriso. Em um canto da grande sala, ao lado de uma das janelas do chão ao teto, um equipamento de música ao vivo está configurado. Eu olho para Taylor com os olhos apertados, e ele encolhe os ombros. "Eles estão verificados?" Pergunto baixinho. "Sim, senhor, cada um." Elliot insinua-se para mim parecendo muito melhor. Eu olho para ele intrigado. "Não se preocupe, mano. Isso é um presente de papai e Flynn. Eles cobraram um favor em sua honra.” Elliot levanta sua taça de champanhe e batendo com seu garfo, “pessoal! Posso ter sua atenção, por favor,” ele chama para a multidão tagarela. Quando o barulho morre, todo mundo olha para Elliot com expectativa. "Obrigado! Bem-vindos a todos! Meu irmão menor Christian, o solteiro m ais cobiçado de Seattle,” diz ele sorrindo para mim, “consentiu em pendurar seu chapéu do celibato, e nós estamos aqui para comemorar seus dois últimos dias, como um homem solteiro. Brinde a meu irmão!” Diz ele erguendo o copo para cima, e o resto do grupo levanta suas taças de vinho ou garrafas de cerveja para cima, chamando "hear, hear!" (N.T. Quando alguém ouve uma pessoa dizer uma coisa na hora certa, no ponto, com que todos eles concordam) "Sirvam-se com alimentos e bebidas, e vamos fazer esta festa memorável para ele! O convidado de honra desta noite, além de meu irmão, está aqui...” diz ele virando e apontando para o palco enquanto as luzes diminuem. Ao ouvir as duas primeiras notas da música, minha cabeça se vira para meu pai e Flynn com surpresa. Em seguida, entra um dos meus músicos favoritos, cantando uma das minhas músicas favoritas! "Como?" Eu falo sem som para meu pai. Esta é a sua maneira de compensar-se comigo, e ele está completamente satisfeito com a minha reação. Um dos meus artistas mais favoritos começa cantando uma das minhas músicas favoritas, e eu estou completamente hipnotizado. Talvez essa não vá ser uma festa tão ruim afinal...

Bruce Springsteen – I’m on Fire

“Hey little girl is your daddy home Did he go away and leave you all alone I got a bad desire I’m on fire Tell me now baby is he good to you Can he do to you the things that I do I can take you higher I’m on fire Sometimes it's like someone took a knife baby Edgy and dull and cut a six-inch valley Through the middle of my soul At night I wake up with the sheets soaking wet And a freight train running through the Middle of my head Only you can cool my desire I’m on fire”
Então ele canta "Dancing in the Dark,” e a última canção que ele canta fala comigo, pessoalmente, "Tougher than the Rest." Embora eu não saiba se eu sou mais resistente do que o resto quando se trata de Anastasia. De qualquer forma, eu me encontro lentamente cantando a música. Bruce Springsteen – Tougher than the Rest "Well it’s Saturday night You’re all dressed up in blue I been watching you awhile Maybe you been watching me too

So somebody ran out Left somebody’s heart in a mess Well if you’re looking for love Honey I’m tougher than the rest Some girls they want a handsome Dan Or some good-lookin’ Joe, on their arm Some girls like a sweet-talkin’ Romeo Well ’round here baby I learned you get what you can get So if you’re rough enough for love Honey I’m tougher than the rest The road is dark And it’s a thin thin line But I want you to know I’ll walk it for you any time Maybe your other boyfriends Couldn’t pass the test Well if you’re rough and ready for love Honey I’m tougher than the rest Well it ain’t no secret I’ve been around a time or two Well I don’t know baby maybe you’ve been around too Well there’s another dance All you gotta do is say yes And if you’re rough and ready for love Honey I’m tougher than the rest If you’re rough enough for love Baby I’m tougher than the rest" Quando ele termina com as músicas, ele vem para cumprimentar. "Parabéns, cara! Este é todo tempo disponível que tenho. Acontece que eu também tenho algo de especial acontecendo esta noite aqui em Seattle. Mas eu queria retribuir um favor a Flynn e Carrick. Seu pai e eu temos um caminho passado. Quando ele disse que você era seu filho, eu arranjei um tempo para estar aqui, para contribuir para tornar sua noite um pouco mais especial, mesmo que eu não possa ficar mais tempo,” diz ele em seu sorriso marca registrada. "Não, não se preocupe com isso! Obrigado! O que você fez... Isso foi incrível!" Encontro-me dizendo. "Eu adorei! Obrigado a você, e obrigado pai, Flynn," eu aperto suas mãos. Estou perplexo que eles iriam sair de seus caminhos para organizar isto ou até mesmo se lembrar que eu gostava de Springsteen. "Bem, Christian, desejo-lhe toda a felicidade, cara!" ele diz, e Rhodes mostra-lhe o caminho.

"Sr. Grey?" Rhodes puxa Elliot para o lado. "Sim?" "Há três policiais na porta. Aparentemente houve queixa de barulho, senhor." Elliot verifica o relógio. Todo mundo está se entrosando, e Bastille está falando sobre a nova Capoeira Brasileira que ele está praticando. "Hey, Grey! Se o seu irmão puder colocar um pouco de música, eu posso mostrar-lhe alguns movimentos,” diz ele com um sorriso largo. Três policiais entram na sala atrás de um Elliot intrigado. Sua reação me confunde, e eu viro e olho para Taylor, que parece com o homem que foi apanhado sem as calças, na cama da mulher errada, por seu marido! Ele dá um passo na minha frente. Algo está errado com esse quadro. "Convidados inesperados?" "Parece. Eu não os tenho na minha lista, a menos que o Sr. Grey tenha feito uma mudança em seus planos,” ele responde.

O policial masculino se vira e pergunta: "Há uma festa acontecendo aqui?" "Sim, oficial, é uma despedida de solteiro, em honra do meu irmão."

"Recebemos uma queixa de barulho dos vizinhos." "Não houve qualquer barulho, oficial,” diz Taylor. "É isso mesmo, fomos informados que a festa está muito chata!" diz a oficial do sexo feminino e rasga seu uniforme Velcro de suas costas enquanto o policial homem impostor coloca a música.

"Porra!" Eu sibilo baixinho. Prometi a Anastasia que eu não iria ficar para os strippers. O rosto do meu pai tem um olhar severo e ele olha para Elliot, que tem a aparência de uma criança que foi apanhada com a mão na jarra de biscoitos!

A música começa detonando "Sweet Dreams" com Eurythmics. As duas dançarinas vestidas como policiais começam a dançar provocativamente, sugestivamente, em volta, entre os gritos e os hormônios masculinos em fúria no cômodo. Uma dançarina loira e uma morena, de cabelos longos. A dupla anda em torno provocando os convidados na sala. Striptease – Eurythmics - Sweet Dreams "Yeah! Agora é uma festa!” Grita um dos caras de Elliot. "Estávamos começa ndo a pensar que você fosse gay, Elliot! Eu não posso esperar para contar aos caras sobre essa festa!" Elliot encolhe os ombros, relaxado mas um pouco confuso. A dançarina de cabelo longo escuro faz o seu caminho em

direção a mim, sacudindo os quadris para Bastille que sorri em resposta e mostra alguns de seus movimentos, que ele está praticando, de Capoeira brasileira. Ela me olha sob os cílios, mas não se encaminha para mim porque Taylor se posiciona entre a bailarina e eu. A dançarina loira envolve uma echarpe de plumas pretas em volta do pescoço, e se movimenta em volta se sacudindo, dançando e provocando os homens na sala. Ela envolve a écharpe em torno de um dos caras de Elliot. Ele começa a dançar e requebrar o que ela acomoda facilmente e incentiva. Mesmo que o dançarino fique para trás, e coordenado com a música, ele despojou-se de sua camisa; mas até agora as calças permaneceram. Ele só tem sua gravata borboleta, e ainda tem colocado boné policial. As luzes diminuiram, a música está tocando, as garotas estão dançando, e seus movimentos provocantes combinados com a imensa fúria de hormônios masculinos e bebidas, está mudando para algo de que eu não quero ser uma parte. A dançarina morena se vira, se abaixa e esfrega a bunda dela em um dos guarda-costas, Citoli eu acho, que permanece impassível, balançando a cabeça, e eu posso ler seus lábios dizendo: ‘não, senhora!’ severamente. Quando os bailarinos fazem o seu caminho em volta, eu olho a porta. Agora seria um bom momento para sair, mas não quero parecer como se eu estivesse fugindo. O dançarino sacode e requebra sozinho e, ocasionalmente, uma das bailarinas vai para ele e o duo executa uma dança insinuante, fazendo com que os homens vão à loucura na sala, com exceção de mim, papai e Flynn e os caras da segurança, claro. Flynn parece estar se divertindo mas de um modo observador, e não como um participante. Ele ocasionalmente olha para mim para ver minha reação. Eu estou de pé rigidamente com a minha bebida na minha mão. Ambas as dançarinas circulam em volta da sala vindo de extremidades opostas e, finalmente, se encaminham para mim. A loira joga sua écharpe em volta do meu pescoço, e a de cabelo escuro toma posse do final da mesma. Eu balanço minha cabeça dizendo 'não' e os caras na sala assobiam, aplaudem, e buzinam, alguns deles gritando "yeah!"

Taylor faz um movimento para afastar as dançarinas para fora do caminho. "Vamos lá, cara! Deixe o homem aproveitar seu último dia de liberdade!” Grita um dos amigos de Elliot. A loira e a morena tocam meus braços e eu recuo, dando um passo para trás. "Não!" Eu digo com firmeza. Entre os gritos da multidão, percebo que o dançarino está tentando ter uma visão desobstruída para si mesmo. Quando Taylor está tentando manter as moças a distância, que também dançam em torno dele e o provocam, noto um pequeno ponto vermelho no chapéu do cara. Os guarda-costas de papai se movem para ajudar Taylor. "Parem a porra da música!" Eu digo em voz clara. "Acendam a porra das luzes." "Vamos lá, cara! Não seja gay! " Com isso Taylor pega o amigo de Elliot pela parte de trás de seu pescoço, e arrasta-o para fora, e fecha a porta atrás dele. A música é interrompida. "Tudo bem, vamos embora!” Diz o bailarino para os ruídos desapontados do grupo. Eu olho para Taylor imperceptivelmente, direcionando-o para o dançarino com os meus olhos. "Não tão rápido!” Diz Taylor e rapidamente se movimenta. "Eu não sou gay, cara! Não me maltrate!"

"Nem eu! Não se preocupe, sua virgindade permanecerá intacta!" Taylor murmura! Taylor remove o chapéu do cara, e descobre uma câmera espiã escondida em seu chapéu. "O que temos aqui?" Não é bem uma pergunta, mas uma declaração. A cabeça de Taylor vira para Elliot que parece completamente perplexo e surpreso. "Eles não são os dançarinos que contratei,” ele deixa escapar. "Agora você me diz!?!" Taylor grita. Ele olha Citoli que se move rapidamente para trancar a porta. "Ninguém sai até que limpemos isso tudo!" "O cara que você expulsou contratou-nos dizendo-nos para dançar, e colocar a multidão tão selvagem quanto possível, como um favor para o seu chefe. Candy aqui é especializada em sex-o-gram,” ele acena com a cabeça apontando a dançarina morena. "Então, eu tive que gravar cada ato, e dar isto a ele!" "Quem diabos é ele?" Pergunto a Elliot. "Um dos meus capatazes. Meu amigo,” diz ele estupefato. "Quanto você conhece ele, Sr. Grey?" Taylor pergunta severamente. "Ele trabalha para mim há seis anos. Eu trabalho com o cara cinco dias por semana. Ele é um cara dos caras. Ele nunca foi desonesto. Quero dizer, ele tem hormônios em fúria, mas, ele é um dos rapazes!” Diz Elliot como se isso resolvesse. "Onde você deveria entregar-lhe o vídeo?" Pergunta Elliot agarrando o pescoço do cara com uma mão e sem esforço. "Depois da festa, há um Starbucks na esquina. Ele iria nos dar dois mil extras se tivéssemos o noivo recebendo sexo oral de Candy,” diz ele com a sua voz ficando rouca. "Porra!" "O que mais?" Eu pergunto. "É evidente que isto não é tudo!" "Vamos, doçura! Vamos fazê-lo de forma gratuita para todos vocês na casa, se vocês apenas nos deixarem ir,” sussurra Candy, do sex-o-gram. "Cale a boca!” Diz Citoli se movendo junto com Taylor. "Bem? Há outra coisa que você está escondendo. O que é?" Pergunto com meu olhar fixo no dançarino. Ele engole, mas não diz nada. Eu empurro Taylor para fora do caminho. "Eu sou um homem muito ocupado e impaciente. Eu não concedo tempo para ninguém, especialmente para aqueles como você. Mas, eu vou lhe dar dois minutos de meu tempo antes de você começar a gastar uma boa parte da sua vida inútil na cadeia." "Para que, homem?” Ele pergunta com os olhos arregalando. "Eu tenho advogados caros, tenho certeza que eles podem encontrar alguma coisa,” eu digo com fria malícia na minha voz.

"Há seis guarda-costas nesta sala. Você acha que você pode deixar esta sala incólume? E você está invadindo." "Olha cara, eu ganho dinheiro com a minha aparência. Eu não quero nenhum problema. Como eu disse, o cara que seu Mr. Músculo simplesmente chutou para fora, nos contratou. Fomos contratados para tornar vocês, caras, selvagens, realizar alguns orais para cada um de vocês e, em seguida, entregar-lhe a fita de vídeo. Mas se você não der queixa, eu posso lhe dizer algo mais... ” diz ele, tentando negociar. "Neste momento, estou decidindo se você pode sair com sua vida intacta!" Eu sibilo e Flynn faz um movimento para intervir, mas eu levanto a minha mão. "O quê? Você se voluntaria, eu dou queixa, mas você sai do prédio vivo sob custódia da polícia! Essa é toda a concessão que estou disposto a fazer." "Porra! Ele disse que, se pudéssemos ter vocês tão selvagens quanto possível, e gravar, que íamos acabar recebendo um total de 15 mil cada! O preço dobraria se os meus outros dançarinos realizassem atos semelhantes na festa de despedida de sua noiva! Noventa mil em uma noite! Onde mais poderíamos fazer esse tipo de dinheiro?" Os olhos de Taylor dardejam para mim. Ele se inclina para perto. "Eu não compraria isso, Sr. Grey. O cara que eu joguei fora pode ser um idiota, mas ele foi verificado. Ele está limpo. Este filho da puta está lidando com alguém mais, e ele está tentando desviar a atenção do verdadeiro criminoso. Mas vamos jogar junto, e ver onde isso nos leva,” diz ele. Então ele se vira para os guarda-costas de Elliot com um grande estrondo, "Tornem-se úteis! Obtenham identificações, endereços e imagens desses malditos. Chamem a polícia; certifiquem-se de que eles sejam jogados na cadeia hoje à noite!" "Sim, senhor!” Grita um deles. "Elliot! Kate está em seu apartamento esta noite? Ou ela está planejando levar Anastasia a outro lugar?" "Sua festa deveria ser no apartamento dela. Ela decidiu não trazer dançarinos após Ana lhe dizer que não,” diz ele travessamente. "Uhm. Agora seria um bom momento para dizer-lhe que os dançarinos Chip and Dale estão sendo enviados para a festa de despedida dela também. Eles vão dizer a ela que você os enviou para a festa,” resmunga o dançarino para Elliot, e com raiva acumulada, eu o soco com todas as minhas forças. "Taylor! Vamos! " Eu rosno, e volto-me para a porta. "Chame sua namorada e avise-a! Agora!" Eu rosno para Elliot no meu caminho. Todos na sala parecem estupefatos. Eu disco o telefone celular de Anastasia, mas ela não responde, nem ouve minha chamada. "Porra! Porra! Porra! " Eu praguejo enquanto Taylor acelera pelas ruas de Seattle. Eu disco o telefone de Sawyer. Ele responde ao segundo toque. "Sawyer!" "Sim, senhor,” ele responde ansioso.

"Há dançarinos?" "Sim, senhor. Como você instruiu, eu estou tentando mantê-los longe da Srta. Steele. " "Quantos?" "Três, senhor." Eu ouço risos femininos e gritos encantados com grande fundo musical. "Eles são impostores! Ninguém os mandou! Leve a Srta. Steele imediatamente para um local diferente, e tranque-a dentro! Você me entende? Tranque-a num quarto! Certifique-se de que ninguém deixa o apartamento especialmente os dançarinos! Nós estaremos aí em quatro minutos! " "Entendido, senhor!” Diz ele, e eu desligo. Eu não tenho que dizer a Taylor a urgência de quanto rápido precisamos chegar lá. Os pneus do SUV guincham e vejo Citoli acelerando atrás de nós. Minhas mãos estão em punhos, e eu muito puto, porra! Paparazzi? Alguém com um rancor? Quem está por trás disso? Nós finalmente chegamos ao apartamento de Katherine Kavanagh, e eu nem sequer espero por Taylor parar completamente antes de dardejar fora do SUV, e eu ouço Taylor murmurar uma maldição em voz baixa. A música ainda está vindo através do apartamento e eu faço o meu caminho até ele, três degraus de cada vez. Eu não espero para tocar a campainha. A porta está trancada, e eu abro a porta com um pontapé. Taylor está correndo atrás de mim. Ouço Lilly suspirar quando ela me vê, e eu estou fervendo de raiva. No segundo que eu entro, eu desligo a música. Meu olhar dardeja ao redor da sala procurando Anastasia. Eu não a vejo, mas eu vejo Katherine que diz: "Que inferno, Grey? Por que você retirou Anastasia da sala? " Eu não respondo a ela, meu olhar está fixado nos três dançarinos Chip'n Dale. Taylor e Citoli entram atrás, um deles começa a guardar a porta para que ninguém saia. "Bem, eu estou esperando?" Eu digo para os dançarinos. Eles me olham mudos. "Quem os contratou?" "Sr. Elliot Grey,” responde um deles. "Resposta errada,” eu digo com um olhar glacial antes de socá -lo, e ele pousa sua bunda no chão, com o grito das meninas na sala. "O que você está fazendo?" Katherine salta para seus pés. "Sente-se! " Eu a imobilizo para baixo com o meu olhar e meu dedo apontando para o sofá. "Quem o contratou?" Pergunto com força. "Cada um de vocês iria ser pago com quinze mil hoje à noite para gravar um vídeo de uma festa de despedida selvagem. Mas ao invés disso, vocês vão ter a surra de suas vidas. Agora, se você não me irritar mais, eu posso deixar você sair daqui consciente, e somente sob custódia policial. Então, fale antes que eu perca a paciência! "

"Eu não sei quem foi!" O dançarino em quem eu bati responde. Eu bato nele novamente. "Errado! Responda!" Eu digo enunciando. "Ninguém se compromete a fazer algo sem saber quem os contratou. Como você ter certeza de que o seu pagamento está garantido? Eu pergunto a você de novo... A cada um de vocês..." Eu digo meu olhar fixando-os para baixo. "Quem o contratou?" "Se você não está dizendo isso, eu estou!” Disse um dos Chip 'n Dales . Eu viro minha cabeça para ele. "Quem?" "Algum repórter do tablóide. Quanto mais selvagem a festa, melhor a gente ia ser pago,” ele responde em voz baixa, envergonhado. "Cale a boca, Austin!” Diz o primeiro, que ainda deve estar esperando que receberá seu dinheiro. Taylor golpeia com o joelho sua virilha antes de eu fazer minha jogada, e ele está se contorcendo no chão, gemendo. "Bem?” eu pergunto a ele enquanto os outros dois dançarinos estão agora de olho em seu amigo no chão. Ambos engolem. "Nós deveríamos tornar as garotas selvagens. Especialmente a noiva, Mia Grey e a Srta. Kavanagh, mas principalmente a noiva... se pudéssemos obter boas imagens com ela sendo tocada e tendo prazer, nós íamos ter um monte de dinheiro." Todas as garotas arfam coletivamente. "O quê?" Kate pula em seus pés. Em seguida, ela caminha vagarosamente para diante do dançarino, com os olhos fixos nele e lhe dá um soco no queixo, e o chuta nas jóias da família! Quando ele está no chão junto com seu amigo, se contorcendo, ela coloca seu sapato de salto alto em seu pescoço, pressionando-o para baixo e comanda: "Ninguém tenta foder comigo ou com minhas amigas, e fica vivo para falar sobre isso! Então, foda-se você e seus amigos dançarinos lamentáveis. Você tem menos de 10 segundos para dizer o nome do filho da puta que queria que você gravasse a nós! " Então, ela se inclina e sussurra em uma voz que apenas os bailarinos podem ouvir. "Ou eu vou ter certeza que você vai desaparecer sem deixar rastro!" "É o porra de um repórter freelance de celebridades que fez acordos com um par de revistas de fofocas para vender a mais suculenta das notícias! Somos apenas dançarinos, isso é tudo! " "Nome,” eu berro. "Eu acho que é Tom Rodgers. Nós não verificamos seu RG, mas esse cara parece sempre colocar as mãos nas imagens mais suculentas das celebridades,” responde o único dançarino de pé. "Eu imagino porque...” responde Katherine. "Citoli! Recolha as identificações e endereços desses babacas! Chame a polícia. Onde você deveria encontrar esse cara? " "Em um bar no centro de esportes. O'Neill’s ,” responde o único dançarino de pé, praticamente tremendo. "Qual a aparência dele?" Pergunta Taylor.

"Ele tem 1,78 m ou 1,80m.” 90 kgs. Cabelo escuro, curto. Em seus 30 anos. Veste uma camisa ro ck 'n roll o tempo todo; ou Def Leppard, Grateful Dead, Alice in Chains, Van Halen, Pink Floyd ou algo parecido. Sempre tem um palito de dentes na boca, como uma chupeta. Ele tem uma cicatriz em sua boca. Como se ele tivesse uma fenda palatina ou algo assim, quando ele era criança, e tivesse tido uma cirurgia corretiva. Você não pode errar. Ele vai estar lá às 22 e vai esperar até 23,” ele responde. Eu verifico o meu relógio. 21:34h. "Citoli?" Eu pergunto. "A caminho, senhor. Vou esperar aqui. " "Sawyer! Leve a Srta. Steele para casa! " "Sim, senhor!" Anastasia ouvindo minha voz bate na porta de seu antigo quarto. "Christian,” ela grita. Concordo com a cabeça para Sawyer, indicando-lhe para abrir a porta. Eu entro no quarto e fecho a porta atrás. Anastasia olha para mim com os olhos perplexos. "O que está acontecendo?” Ela pergunta. Eu permaneço em silêncio, meu rosto impassível, e eu estou com raiva fora de controle. "Christian?” ela clama perguntando. "Anastasia, Sawyer vai levá-la para casa." "O quê? São os dançarinos? Eu não estava me envolvendo. Fiquei longe, na cozinha, Christian. Um deles veio atrás de mim dançando, mas eu o empurrei. Eu não quebrei minha promessa, Christian,” diz ela e de alguma forma o alívio se espalha através de mim. Meu olhar se estreita para cima dela, e ela fecha a distância entre nós, com as mãos chegando ao meu rosto. Talvez seja tê-la tido afastada, durante todo o dia, ou talvez os eventos esmagadores da noite, o desejo corre através de mim, e com o seu toque, eu revivo, meu pau entra no modo de saudação cheia, todas as minhas sinapses são disparadas. Eu a engulo em meus braços e a beijo apaixonadamente, a minha língua entrando em sua boca, invadindo, e amando, beijando, tomando posse dela. Muito em breve, estamos ambos sem fôlego. "Casa. Agora! Com Sawyer!" Eu ordeno. "Mas, por que não com você,” ela pergunta confusa. "Eu tenho que cuidar de algo em primeiro lugar, então eu vou estar em casa." Eu explico. "Mas a festa...” ela diz, e eu interrompo. "Os bailarinos eram bandidos contratados, Anastasia. Eu preciso que você vá para casa com Sawyer, imediatamente. Por favor, ouça o que lhe é dito para fazer pelo menos uma vez em sua vida!" Peço a ela. "Tudo bem... tudo bem. Eu vou,” ela aquiesce, me surpreendendo. "Você vai estar em casa logo?" "Assim que eu puder. Temos um longo dia amanhã," eu lembro a ela. Eu seguro a mão dela e a levo para fora do quarto. Sawyer está esperando com sua bolsa e seu casaco.

"Leve a Srta. Steele para casa, agora!" Eu ordeno. "Sim, senhor." Katherine chega à porta decepcionada. "Eu sinto muito, Christian! Eu não tinha idéia. Eles eram tão convincentes. Eles disseram que Elliot os enviou .” "Você não se preocupou em perguntar a ele?" "Eu liguei, mas ninguém respondeu. Então, eu achava que era um presente para Ana. E ele não faria nada que você não aprovasse quando se trata de Ana. Sinto muito. Mais uma vez...” diz ela. Concordo com a cabeça. "Esses caras devem ser entregues apenas para os policiais. Entendeu?" "Sim,” ela diz, perturbada. "Isso é o mínimo que posso fazer. Estou tão, tão triste Christian!” Acrescenta ela novamente. "Sr. Grey,” Taylor consulta de fora. "Se você quiser, Sawyer e eu podemos cuidar do filho da puta! Você quer levar a Srta. Steele para casa você mesmo?" Eu estreito meu olhar sobre ele, e ele levanta as mãos para cima, em derrota. "Vamos, então, senhor."

O caminho até o bar não demora tanto tempo. Não é difícil avistá-lo com a camisa Grateful Dead, como o dançarino indicou. Ele não está sentado no bar, entretanto. Ele está sentado perto da saída, como se ele fosse correr, e longe dos olhares indiscretos. O nome soou familiar, mas agora eu sei de onde eu conheço esse cara! Este é o porra do paparazzi que encurralou Anastasia no banheiro! Ele ainda está nos perturbando, perturbando-a! Taylor tem o mesmo olhar predatório em seu rosto que provavelmente se reflete no meu. Nós olhamos um para o outro, coordenando e concordando com a cabeça. Taylor desliza para seu lado direito, e eu me inclino na sua esquerda. Percebo que Taylor lentamente abre o casaco dando-lhe um vislumbre de sua arma. "Que tal você e eu darmos um passeio?" Taylor sussurra em seu ouvido, e bloqueia seu braço com o lado direito do cara, e eu bloqueio o meu braço esquerdo com o filho da puta, que agora tem um rosto atordoado. "Esperando alguém mais?" Eu pergunto. "O quê? Não somos suficientemente bonitos, como as dançarinas que você contratou?" Eu sorrio em direção das pessoas do lado de fora, e levo-o rapidamente para um beco lateral. "Segure-o, Taylor,” eu digo e o saco de escória põe uma cara horrorizada. "Eu tenho direitos!” Ele grita. "Eu também!" Eu assobio, e o golpeio antes que Taylor tenha a chance de agarrar seus braços.

"Pensando melhor, Taylor, deixe-o lutar." "Eu não quero brigar com você, cara!” Diz ele segurando sua mandíbula. "Eu só queria ganhar uns trocados! Qual é o problema? Vocês ricos se divertem o tempo todo mesmo! Eu estava oferecendo-lhe entretenimento gratuito por uma pequena taxa...” diz ele sem vergonha. Eu diri jo um chute circular para o seu lado, derrubando-o no chão. "Como diabos você sabe o que eu faço ou não faço? Minha noiva e minha família são zona proibida! Eu sou zona proibida! Você entende isto, filho da puta? Porque se eu o vir farejando por aqui novamente, eu vou desmontar o estabelecimento para quem você vender qualquer história – pedaço por pedaço de merda, e você não vai nem mesmo ser aceito entre a comunidade dos sem teto!” "Eu vou processar,” ele resmunga. "Ele ainda está latindo, senhor, eu posso deixá-lo na floresta..." Taylor diz, encolhendo os ombros com humor em seus olhos. "O quê? Não, não! Não! Cara, eu só estava brincando! É a dor falando!" Eu o olho meditando por um minuto. "Não é uma má idéia." "Deixe-me revistá-lo primeiro,” diz Taylor. "O que temos aqui? Sr. Grey... Esse cara tem sido mau." O rosto do filho da puta cai. Ele tem um pequeno receptor em sua bolsa de mão, que se parece com uma bolsa a tiracolo. "Sr. Grey...” diz Taylor com os dentes cerrados. Ele me mostra uma peque na imagem em um iPhone. Tudo o que vejo é uma mulher em uma saia A-line com belas pernas. (N.T. Uma saia A-line é uma saia que é colocada nos quadris e se alarga gradualmente em direção à barra, dando a impressão da forma de uma letra maiúscula A.) "O que é isso?" Eu pergunto ao cara. "Eu posso lhe dizer o que é isso!" Taylor diz chutando o filho da puta. "Filho da puta! Esse é o apartamento da Srta. Kavanagh!" "O quê?" "Há uma câmera espiã em algum lugar dentro de seu apartamento. Um de seus asseclas deve tê-la instalado." Eu imediatamente disco para Welch. "Sim, senhor." "Coloque uma equipe fazendo uma varredura no apartamento do meu irmão, assim como no apartamento da namorada dele, para procurar quaisquer câmeras ocultas. Faça o mesmo no meu apenas para o caso. Sawyer deverá estar em casa agora."

"Houve alguma entrega ultimamente?" "Bem, sim. Houve um fluxo constante de entrada de caixas de presentes para o casamento, senhor.” "Tenha a Sra. Jones mostrando a sua equipe os itens que chegaram, e verifique cada um deles." "Eu vou chamar a segurança de seus pais, seus irmãos e eu vou reunir a equipe imediatamente, senhor." "Boa idéia. Informe-me imediatamente!" Eu digo. "O que vamos fazer com você?" Pergunto com um tom assassino. "Eu tenho uma idéia, senhor." "O quê?" Eu rosno. "Eu prefiro não dizê-lo,” diz ele com um olhar firme. "Vamos apenas dizer que olho por olho. Eu vou ter certeza de pagá-lo em espécie, senhor." Eu quero perguntar o que ele vai fazer, mas, Taylor tem a aparência de ‘você-confia-em-mim, senhor?' e eu apenas concordo com a cabeça. A confiança é difícil de chegar perto de mim, mas eu confio em Taylor. Taylor algema o bastardo, e improvisa amarrando a boca do filho da puta com um lenço. Em seguida, ele pega seu Blackberry, e escreve alguma coisa. Menos de um minuto depois, ele recebe um texto de resposta. Ele mostra isso para mim. *ETA 16 minutes* Dentro do tempo previsto, uma SUV preta entra no beco, dois homens vestidos de preto com máscaras de esqui saem sem uma palavra, e transportam o cara abafado para longe, chutando e se ele pudesse fazer um som, ele estaria gritando. "Onde eles o estão levando?" Eu pergunto. Taylor ri. "Para as Montanhas Rochosas canadenses." Quando ele vê a minha cara de surpresa, ele explica. "Eu treinei com esses caras. Eles estavam na equipe de Welch. Quando você treina para determinados ramos no serviço militar,” diz ele, enigmaticamente, "você pode ser deixado em uma montanha remota, no deserto ou no mar, com muito poucos ou suprimentos básicos, para encontrar o seu caminho de volta ao seu local pré-determinado. Tenho certeza que ele vai ter um inferno de um bom tempo misturando-se com a vida selvagem, e acampando. E se ele fizer o seu caminho para casa, ele pode se juntar aos ‘seals’. Eles vão deix ar-lhe suprimento suficiente para durar uma semana, e monitorálo. Isto vai lhe dar um bom susto. " "Você acha que ele consegue voltar?" Pergunto com um brilho malicioso.

"Tenho certeza de que ele é engenhoso, senhor. Se ele não puder utilizar a sua sabedoria pessoal, eles vão soltar suprimentos para outra semana, e depois que passar outra semana, eles podem deixar fornecimento para mais uma semana...” ele diz e dá um de seus raros sorrisos, como se ele não gostasse tanto de si mesmo há um longo tempo. "Você sabe Sr. Grey, os elementos, e o ar livre têm uma maneira de mostrar a um homem tudo de uma perspectiva diferente, e a respeitar seus superiores. Eu realmente acredito que podemos ajudá-lo a limpar a mente de seus pensamentos rebeldes de invadir a privacidade dos outros. Se ao final de 4 semanas ele não conseguir encontrar o caminho de volta, os meus homens vão deixar a Polícia Montada saber sobre um andarilho perdido. Tenho certeza que alguns dias de fome vão fazer-lhe bem,” ele responde com um sorriso malicioso. Eu não posso deixar de sorrir de volta para ele. "Vamos para casa." "Sim, senhor.” Ele responde. Eu sabia que havia uma razão pela qual eu confiava em Taylor. Eu ainda estou tenso, mas ansioso para relaxar com uma Srta. Steele que será a Sra. Christian Grey em menos de um dia. E há uma superfície que ainda não batizamos na casa. Seria uma vergonha ter que desperdiçá-la esta noite, sabendo como amanhã vai ser um dia muito, muito ocupado. ***** Minha cama está vazia, e eu odeio não ter Anastasia lá. Mas eu tinha feito a promessa de passar a nossa última noite antes do casamento separados, embora com relutância. Em vez disso, a Srta. Katherine Kavanagh está dormindo ao seu lado. Antes de eu licitar seu boa noite a noite passada, Katherine a trituradora de bolas apontou para a porta do quarto e disse: "Christian, pense nesta porta como o Muro de Berlim... Cruze isto e sinta a lâmina da navalha entre suas pernas!” Acrescentou me fazendo rir em voz alta na noite passada. "Sua noiva está em zona proibida esta noite. Do que você está rindo?” Ela pergunta frustrada. "Estou rindo porque o Muro de Berlim veio abaixo antes de você nascer, Katherine,” eu respondo. "No entanto, não atravesse essa porta!" Ela me dá um olhar de advertência. "Pelo menos me deixe beijar minha futura esposa!" Eu protesto. "Tudo bem! Apenas um beijo, então debande para o seu próprio quarto,” diz ela sorrindo, enquanto indica a direção do meu quarto com um meneio de seus dedos. Eu beijo Anastasia, e deixo-a na companhia de sua melhor amiga. ***** Ontem tinha sido extremamente movimentado com os hóspedes que chegavam, cuidando da última parte do trabalho de preparação para o casamento, repassando detalhes de segurança, tendo os smokings entregues, ensaio, e jantar de ensaio. Eu não estive auto pilotado durante qualquer dia como eu estive ontem. Porque tudo o que eu queria era que chegasse hoje. E, finalmente está aqui. Meu coração está batendo como se estivesse indo voar mais rápido do que Charlie Tango.

Assim que o café da manhã termina, Sawyer está conduzindo Anastasia, Katherine e a Sra. Jones para a casa dos meus pais. Hoje é o mais excitante e mais exasperante de toda a minha vida. Mal posso sentar. Eu dou um prolongado beijo em Anastasia em sua saída. "Eu estarei esperando por você no altar,” eu sussurro. "Eu vou ser a de branco, Sr. Grey," ela diz sorrindo, e me beija de novo, e sai com suas companhias. Eu me visto em uma camisa branca, a gravata cinza prata favorita e o smoking preto simples, mas elegante, criado por Angelo. Minhas mãos tremem, e um arrepio percorre-me com o pensamento de que Anastasia vai ser minha por completo, de forma legal, e eternamente! O pensamento me entusiasma, e eu estou ansioso para ir me juntar a ela. Tão logo eu me visto e, finalmente amarro meus sapatos pretos, eu saio para a sala de estar.

"Taylor!" Eu chamo. Ele aparece, também completamente vestido como padrinho de casamento.

"Sim, senhor,” ele responde. "Eu preciso ser informado!" Eu digo e me encaminho para o meu escritório. Ele me segue. Depois de fechar a porta, ele começa. "Tudo está funcionando corretamente em ordem, senhor. A localização chamariz foi preparada. Todos os convidados serão direcionados para o clube de campo. É onde todo mundo acha que o casamento vai ser. Depois que os convidados tiverem identificação verificada e o chip no convite tiver sido comparado aos correspondentes, os convidados serão conduzidos para o serviço de transporte, e eles serão levados para a casa de seus pais. A exceção a esta regra é a sua família, e a família da Srta. Steele. Nós temos olhos e ouvidos em toda a propriedade do seu pai, bem como a localização chamariz para frustrar qualquer suspeita, senhor. Estou informado de que os jornalistas acamparam a noite toda do lado de fora do clube. Segurança esteve fazendo verificações sobre a propriedade dos seus pais; tudo foi devidamente protegido. Welch está no terreno desde as 5:00h desta manhã. Temos homens posicionados em frente ao mar, e através de todas as três entradas para a propriedade. As entregas foram concluídas ontem. A equipe de serviço vai ser verificada mais uma vez hoje, e os convidados e os funcionários são proibidos de trazer telefones celulares e dispositivos eletrônicos, com exceção da família, senhor." "E sobre as armas?" Eu pergunto. Ele abre a aba de seu smoking, e vejo sua alça de ombro. Eu suspiro. "Só a proteção próxima, e os guardas da entrada vão portar armas, como discutido, senhor,” diz ele com firmeza. "Será que os convidados VIP chegaram?" "Sim, senhor, eles já foram colocados em hotéis. Na verdade,” diz ele verificando seu relógio, “eles devem estar no seu caminho para a casa de seus pais."

"Eu não quero nada estragando hoje. Como estão os voos e destinos para hoje à noite?" "Tudo está indo, senhor. Mandei-lhe as cópias dos itinerários. Os pilotos estão de prontidão. " Eu olho Taylor, e ele está vestido com seu smoking. "Ótimo. Então, não vamos fazer a noiva esperar,” eu digo sorrindo. Eu distraidamente dou um tapinha no meu bolso para o anel, e eu sinto o volume satisfatório do local da caixa do anel. Espero que ela goste... Não, eu espero que ela adore! *****

Meu pai me atende na porta vestido de smoking cinza e gravata rosa pálido e colete combinando com o pai de Anastasia, Ray e os padrinhos. Eu não vejo meu pai tão feliz há muito tempo. Ele me puxa para um abraço de urso completamente me surpreendendo. Eu presto atenção na segurança na propriedade, e eu aprovo. Minha mãe vem correndo e ela pode estar feliz e triste ao mesmo tempo. Ela está radiante em seu vestido cinza claro com uma meia jaqueta, e seu penteado combinando e apenas um pequeno chapéu, a fazem parecer incrivelmente elegante. Ela me pega em seu abraço, e se lembrando, ela me solta. Em seguida, ela enxuga os olhos com um lenço.

"É um grande dia! Estou muito feliz,” ela sufoca um grito suave. Eu franzo a testa. Papai a envolve em seus braços.

"Estamos todos muito felizes, filho!” Diz ele com uma voz rouca. "Bem, venha, os convidados estão alinhados, sentados do lado de fora, e devemos colocar o show na estrada! Você tem que ir e se alinhar com o seu padrinho, e eu acho que Kate quer ter uma palavrinha com você... " "Oh, antes disso... Mãe, está tudo pronto?" Eu olho para ela de forma significativa... “Para quando ela sair," eu a lembro, erguendo minhas sobrancelhas.

"Oh, sim. Ela já está aqui! Estou muito emocionada e deslumbrada. Eu estava preocupada, porque o original que você pediu não estava viajando, mas ela gentilmente declinou. Então, quando a Srta... bem, você sabe, aceitou eu estava tão feliz... " "Mãe!" Eu a advirto lembrando a companhia ao redor. "Sim... Enfim, tudo está definido, do jeito que você pediu. E o outro também!" "Christian! Você parece tããão malditamente bonito! " Despeja Mia quando ela vem correndo escada abaixo.

"Devagar! Eu não quero leva-la às pressas para a sala de emergência no dia do meu casamento, porque você quebrou o pé nos saltos altos!" Eu sorrio para ela quando eu a encontro a meio caminho, e ela me abraça apertado. Ela puxa-me para trás à distância de um braço, segurando meus bíceps. "Vocês dois irão parecer tão maravilhosos juntos! Ela está linda de morrer em seu vestido de noiva, e você está tão quente! Assim como você, Taylor!” Diz ela, virando-se para ele, e Taylor fica carmesim, e murmura um agradecimento em voz baixa. "Bem, vamos lá! Você tem que ir encontrar e conversar com os padrinhos e ver o reverendo Walsh. Todo mundo está sentado do lado de fora! E você deveria estar aqui mais cedo, idiota!” Diz ela batendo no meu braço. "Não, eu tive que esperar para que a noiva ficasse pronta e eu não tivesse chance de dar uma olhada nela. Assim disseram mamãe e Kate!" "Oh, isso é novidade para mim! Bem, eu estou tããão feliz!” Diz ela rindo e me abraçando com um braço enquanto ela está me levando para a sala de jantar onde os outros padrinhos e madrinhas estão. "Ei, mano! Grande dia! Estou tão feliz por você, cara!” Diz Elliot e me surpreende com o quarto abraço de urso do dia. Eu acho que é o ‘abrace Christian’ dia. Ethan me dá um aperto de mão firme.

"Parabéns, Christian!" "Obrigado!" Eu digo retornando o aperto de mão, sorrindo. "Bem, vamos nos alinhar, todo mundo está esperando. Ouço passos fora da porta, e ela se abre. Kate está posicionada do outro lado. Ela está usando seu vestido de dama de honra rosa pálido, o mesmo que Mia e a Sra. Jones. "Oh, Christian, que bom! Você trouxe o azul? Anastasia disse que você iria trazer o azul!” Diz ela, nervosamente, como se sem ‘o azul’ não haveria casamento.

"Vamos lá! Não dê azar,” ela late, como se entendesse meus pensamentos. "Do que você está falando?" Elliot pergunta com uma careta. "Algo velho, algo novo, algo emprestado, algo azul,” ela recita, suspirando. "Por quê?" Pergunta Ethan. "Ethan! Estas são tradições que as mulheres tiveram durante centenas de anos! Elas são amuletos de boa sorte. Algo velho representa a continuidade; algo novo oferece otimismo para o futuro; algo emprestado simboliza a felicidade emprestada e algo azul representa a pureza, amor e fidelidade. Por isso, ela quer que o azul seja de seu marido! Você trouxe?” ela pergunta rispidamente com os olhos concentrando-se em mim em pequenas fendas. "Sim, eu trouxe,” eu digo sorrindo. Tiro a caixa do meu bolso, e entrego -a a ela. Ela abre e vê o simples grampo de cabelo de diamante azul, que o Sr. Caria criou para Ana. "Christian, isto é lindo!" Ela exclama. "Uau!"

"Deixe-me ver!" Interrompe Mia. "Vamos olhar para ele no caminho para cima. Temos uma agenda a cumprir." Quando ela abre a porta, a planejadora do casamento põe a cabeça para dentro. "Todo mundo está pronto?” Ela pergunta, nervosamente, como se alguém estivesse acendendo um incêndio debaixo dela. "Sim, estamos,” dizemos coletivamente. "Sr. Grey, você vai e espera com o Reverendo? Então, o padrinho vai sair com a Srta. Kate Kavanagh, em seguida, a Srta. Mia Grey vai descer com o Sr. Ethan Kavanagh." "Não, a programação está errada!" Interrompe Taylor com veemência. "Eu vou ter que descer com a Sra. Gail Jones, em seguida, Srta. Grey e o Sr. Kavanagh descem." A planejadora do casamento, hiper Srta. Lourdes Sanchez olha para Taylor, em seguida, olha para a sua lista. "Oh, eu o coloquei por último, porque eu tive que alinhar as mulheres de acordo com suas alturas,” diz ela. "Revise isto," eu ordeno a ela, levantando as sobrancelhas. Ela pisca os olhos e murmura: "Sim, Sr. Grey." "Tudo bem! Hora do show!” Diz ela sorrindo nervosamente. "Sr. Grey, primeiro você, por favor. "

Eu faço o meu caminho através das portas francesas para o pátio. O altar está montado ao lado do lago, em rosa pálido, prata e marfim, com seus lados abertos e de frente para a baía. O clima está ótimo, e o sol da tarde está brilhando sobre a água. É um dia roubado do céu. Completamente lindo! Mas, não posso prestar atenção aos requintes. Tudo em que posso pensar é que Anastasia será minha. Meu coração incha. Meu amor cresce aos trancos e barrancos. É isso aí! Ela está finalmente indo ser minha! Verdadeiramente minha! Um anjo arrancado do céu vai ser minha mulher! Eu mal noto o reverendo

Walsh, que aperta minha mão, e eu fico ao lado dele. Os hóspedes já tomaram seus lugares. Montes de rostos sorridentes, amigos e familiares. Eu posso ver os meus avós sentados na primeira fila, completamente felizes. Há Flynn e sua esposa. Ambos sorriem para mim educadamente, e Flynn tem um brilho feliz nos olhos. Feliz por mim? Ros e Gwen estão sentadas ao lado de Bastille, que tem uma acompanhante com ele. A mãe de Anastasia e Bob também todo sorrisos. O chefe Roach de Anastasia. Mas, eu não quero prestar qualquer atenção para os convidados. Eu mal posso esperar que Anastasia surja.

Eu mal noto que o quarteto de cordas está tocando a Primavera das Quatro Estações de Vivaldi. Quando o quarteto de cordas começa a tocar a Marcha Nupcial de Mendelssohn, meu coração começa a bater como as asas de um beija-flor. Elliot e Kate Kavanagh caminham lentamente pelo corredor, sorrindo para todo mundo, parecendo radiantes. Quando eles chegam até o ponto onde eu estou esperando com o reverendo, eles se separam, e Elliot está à minha direita, e Kate coloca-se a esquerda do reverendo. String Quartet Wedding March Taylor e a Sra. Jones estão de pé no corredor. Eles lentamente marcham em minha direção com a música e, finalmente, tomam seus lugares. Mia e Ethan começam a marchar pelo corredor depois de Taylor e da Sra. Jones tomarem os seus lugares. O meu coração está prestes a levantar vôo uma vez que percebo um vislumbre de Anastasia de braços com seu pai. Uma vez que ela e seu pai tomam o seu lugar no fundo do corredor, o quarteto de cordas pára a música. E quando uma das nossas canções favoritas é ouvida através do sistema de som, sua cabeça vira rapidamente, e nossos olhares bloqueiam, cheios de amor e admiração. Ela vira a cabeça para seu pai, espantada, segurando-se nele para apoio. Ele segura a mão dela e, em seguida, dá um tapinha na mão que está ligada ao seu braço e sorri para ela em tom tranqüilizador.

Um suspiro coletivo é liberado pelos convidados em pé, quando vêem Celine Dion sair para o aberto da minha direita, em um vestido de cetim vermelho longo. Ela está cantando com sua voz angelical aveludada "A primeira vez que vi seu rosto,” enquanto Anas tasia e seu pai estão andando pelo corredor. First Time Ever I Saw Your Face - Celine Dion Quando a música está chegando ao fim, eu ando e encontro Anastasia, e seu pai coloca sua mão na minha. Eu a levo de volta diante do reverendo. Nós ambos estamos respirando rápido, e eu fecho meus olhos e recupero minha compostura. O reverendo movimenta os convidados para tomarem seus lugares. Ele arruma sua roupa, e olha para o seu livro, e seu olhar se volta para os convidados. Em uma voz inesperadamente crescente, ele assume o comando da cerimônia. "Queridos amigos, estamos aqui reunidos hoje, aos olhos de Deus e nesta companhia, para testemunhar e celebrar um dos maiores momentos da vida, para reconhecer o valor e a beleza do amor, e para adicionar os nossos melhores votos e bênçãos à união de Anastasia Rose Steele e Christian TrevelyanGrey." Então, ele se dirige a nós, enquanto o meu olhar está bloqueado na imensa beleza de Anastasia. "Anastasia, e Christian, o casamento é uma instituição ordenada por Deus, e não deve ser assumido levianamente ou imprudentemente, mas com reverência, deliberadamente, e só depois de muita consideração, pois em se unindo em matrimônio vocês estão se comprometendo, exclusivamente, um para o outro, enquanto ambos viverem.” Ele olha para nós dois separadamente e depois em conjunto, e, em seguida, acena afirmativamente com a cabeça, sério: "Sabendo disso, eu faço a vocês esta pergunta:

Você, Christian Trevelyan-Grey, optou por se casar com Anastasia Rose Steele neste dia; para falar as palavras que irão uni-lo a ela, como sua esposa, para todos os dias da sua vida? Se assim for, por favor, responda: SIM.” "Definitivamente SIM!" Eu digo, rindo, em alto e bom som, para todo mundo ouvir. Eu ouço a suave risada da multidão reunida. O reverendo volta-se para Anastasia sorrindo para ela de uma forma paternal: "Você, Anastasia Rose Steele; opta por se casar com Christian Trevelyan-Grey neste dia, para falar as palavras que irão uni-la a ele, como seu marido, para todos os dias da sua vida? Se assim for, por favor, responda: SIM.” Minha respiração suspende enquanto Anastasia sorri para mim me tranqüilizando. "SIM, eu quero,” ela responde com firmeza. Eu deixo sair a respiração que eu não sabia que eu estava segurando. Em seguida, o reverendo se dirige a Anastasia e a mim: "Então, se vocês, por favor, virarem um para o outro e juntarem as mãos, enquanto cada um fala seus votos matrimoniais... Começando com você, Christian,” ele diz e eu concordo com a cabeça. Meu coração está na minha garganta, meu olhar está bloqueado na minha linda noiva, queimando com intensidade, escurecendo. Eu engulo, e falo para ela: "Eu solenemente juro que vou proteger e manter, carinhosa e profundamente, no fundo do meu coração a nossa união e você,” eu digo com uma voz rouca. "Eu prometo amar você fielmente, abandonando todas as outras, através dos tempos bons e ruins, na doença ou na saúde, independentemente de onde a vida nos levar. Eu vou proteger você, confiar em você, e respeitá-la. Vou compartilhar suas alegrias e tristezas, e consolá-la em momentos de necessidade. Eu prometo cuidar de você e manter suas esperanças e sonhos e mantê-la segura ao meu lado. Tudo o que é meu, agora é seu. Eu dou a você minha mão, meu coração e meu amor a partir deste momento, enquanto nós dois vivermos." Eu vejo lágrimas se agrupando em seus olhos. Esta é a primeira vez que ela ouve os meus votos. "E agora você, Anastasia,” orienta o reverendo. Ela acena com a cabeça concordando, sem separar o seu olhar do meu. "Eu dou a você minha promessa solene de ser sua parceira fiel, na saúde e na doença, de ficar ao seu lado nos momentos bons e ruins, de compartilhar sua alegria, bem como sua tristeza. Eu prometo amar você incondicionalmente, apoiá-lo em seus objetivos e sonhos, honrar e respeitar você, rir com você e chorar com você, partilhar minhas esperanças e sonhos com você, e lhe trazer conforto em momentos de necessidade. E cuidar de você enquanto nós dois vivermos,” diz ela terminando seus votos, e eu estou em reverência e amor por ela mais uma vez. O reverendo se vira para nós e pergunta:

"Que símbolo de amor e respeito vocês têm a oferecer um ao outro?" Eu tiro o anel do bolso e Anastasia se vira para Katherine, que produz o anel que ela escolheu para mim. Reverendo Walsh acena com a cabeça concordando. "O anel de casamento é o sinal exterior de uma graça espiritual interior, significando para todos a união deste homem e desta mulher no sagrado matrimônio. Foi Santo Agostinho, que disse: ‘A natureza de Deus é como um círculo cujo centro está em toda parte e a circunferência em nenhuma parte.’ Que os anéis que vocês detém simbolizem a natureza de Deus em suas vidas, e sempre que qualquer de vocês os virem, vocês possam ser lembrados deste momento e do infinito amor que vocês prometeram." Então, ele se vira para mim e pergunta: "Christian, como você se apresenta para Anastasia com seu anel de casamento e promete seu amor e sua vida a ela, você vai, por favor, repetir depois de mim:" Eu aceno com a cabeça concordando. "Anastasia, dou-lhe este anel como símbolo do meu amor. Com tudo o que sou, e tudo o que eu tenho, eu prometo sempre amar e honrar você. Com este anel, eu me caso com você." Eu repito cada palavra que ele diz, sem quebrar o meu olhar da minha noiva linda, e não vejo ninguém, apenas ela, e seus olhos brilham com lágrimas não derramadas.

Em seguida, o reverendo Walsh vira para Anastasia. "Anastasia, como você se apresenta a Christian com seu anel de casamento e promete seu amor e sua vida a ele, por favor, repita depois de mim: " Anastasia acena com a cabeça concordando, incapaz de falar, seu olhar travado com o meu. "Christian, dou-lhe este anel como símbolo do meu amor. Com tudo o que sou, e tudo o que eu tenho, eu prometo amar e honrar você, como sempre. Com este anel, eu me caso com você." Eu tenho um vislumbre do anel de platina com a inscrição dentro: ‘Eu sou do meu amado e o meu amado é meu.’

Então, o reverendo Walsh olha para nós dois, em seguida, para a multidão, e sua voz fala alto e em bom som: "Christian e Anastasia, na medida em que vocês tenham consentido em serem unidos no sagrado estado do matrimônio, e tendo penhorado e selado seus votos dando e recebendo os anéis na presença de Deus e destas companhias, é com grande prazer que Eu vos declaro marido e mulher. O que Deus uniu não o separe o homem!" "Deixe-os tentar!" Murmuro baixinho sorrindo, e a multidão ri. "Parabéns! Você pode beijar a noiva,” anuncia o Reverendo Walsh e discretamente dá alguns passos para trás. Anastasia apenas sorri para mim. Eu a puxo para mais perto e sussurro: "Finalmente, você é minha,” e puxo-a em meus braços e a beijo castamente nos lábios. Quando finalmente a solto, acrescento, "Você está linda, Ana" Eu murmuro e sorrio para ela. Ela está deslumbrante em seu vestido de casamento feito pela mãe de Katherine. É feito com fina guarnição de renda, ajustado para acentuar suas curvas, a renda apenas fora do ombro, recatada, mas extremamente sedutora. Seu cabelo está puxado em faixas e grampos, habilmente organizando seus cachos em uma bela obra de arte. Eu posso ver o diamante azul brilhando para mim em seu cabelo. Reverendo Walsh fala novamente: "É com grande alegria e honra que agora eu apresento a vocês o Sr. e a Sra. Anastasia Rose e Christian Trevelyan-Grey!" Um forte aplauso ecoa ao redor. Eu quero apenas levá-la e fazer amor com ela agora, mas temos uma festa para participar em nossa honra. "Não deixe ninguém tirar fora esse vestido além de mim, compreendeu?" Peço, provocante, com o meu sorriso só reservado para Anastasia. Meus dedos arrastam para baixo em sua bochecha, com reverência e desejo, apertando minha virilha, acelerando meu sangue. Ela só pode acenar com a cabeça em silêncio em resposta.

Eu mal percebo que todo mundo está aplaudindo e a multidão reunida dos nossos próximos e queridos levantando-se e aplaudindo-nos, em seus trajes de casamento. A mãe de Anastasia, seu atual marido Bob, o padrasto Ray, de Anastasia, meus pais, estão irradiando apenas felicidade, e todos estão sorrindo. Minha mãe está em seu modo habitual "eu-estou-tão-feliz-que-eu-posso-chorar,” e delicadamente enxugando seus olhos com um lenço branco. "Pronta para a festa, Sra. Grey?" Murmuro à minha noiva, sorrindo timidamente para ela. Ela me dá um olhar tão amoroso, que derrete meu coração. "Pronta, como eu sempre estarei,” ela responde sorrindo, completamente feliz. Seu sorriso faz meu coração exultar, sabendo que eu sou aquele que a fez feliz assim. Nós fazemos o nosso caminho como Sr. e Sra. Christian Grey para a pista de dança no final da marquise. O Mestre de Cerimônia anuncia nossa primeira dança por escolha de Anastasia, "Your Love is King.” Your Love is King - Sade

Eu levo minha noiva com orgulho e em plena vista de todos os nossos próximos e queridos e danço com ela para alegria do meu coração. Quando a música acaba, o MC anuncia que há um convidado especial, e para o olhar surpreso no rosto de Anastasia, eu coloco-a aos cuidados de seu pai Ray para o momento. "Ray, você poderia cuidar da minha linda noiva por alguns minutos?" Eu pergunto. "Com prazer,” ele responde, piscando. Anastasia olha para seu pai, em seguida, para mim, "Eu vou estar de volta em um segundo, baby," Eu digo e caminho até o palco.

A banda começa a tocar, "Every Breath You Take,” e os olhos de Anastasia se arregalam. Eu começo cantando... Robert Downey Jr. & Sting – Every breath you take “Every breath you take And every move you make Every bond you break, every step you take I'll be watching you,” Então, eu passo para o lado, e Sting caminha com um microfone na mão: “Every single day And every word you say Every game you play, every night you stay I'll be watching you Oh can't you see You belong to me How my poor heart aches With every step you take Em seguida, Sting me puxa para o seu lado, e cantamos em dueto: “Every move you make And every vow you break Every smile you fake, every claim you stake I'll be watching you Since you've gone I been lost without a trace I dream at night I can only see your face I look around but it's you I can't replace I feel so cold and I long for your embrace I keep crying baby, baby, please Oh can't you see You belong to me How my poor heart aches With every step you take Every move you make And every vow you break Every smile you fake, every claim you stake I'll be watching you Every move you make, every step you take I'll be watching you I'll be watching you (Every breath you take, every move you make) (Every bond you break, every step you take)

I'll be watching you (Every single day, every word you say) (Every game you play, every night you stay) I'll be watching you (Every move you make, every vow you break) (Every smile you fake, every claim you stake) I'll be watching you (Every single day, every word you say) (Every game you play, every night you stay) I'll be watching you (Every breath you take, every move you make) (Every bond you break, every step you take) I'll be watching you (Every single day, every word you say) (Every game you play, every night you stay) I'll be watching you (Every move you make, every vow you break) (Every smile you fake, every claim you stake) I'll be watching you O meu olhar está sobre Anastasia que está apertando o peito, e segurando-se em seu pai, chorando, e vencida pelas emoções. Acho que acertei o alvo. Sorrio com nada além do meu amor por ela.

MILE HIGH CLUB
CAPÍTULO VII

Tradução: Neusa Reis

(N.T. O termo Mile High Club (ou MHC) é uma gíria aplicada coletivamente aos indivíduos que têm relações sexuais a bordo de uma aeronave.) Um estrondoso aplauso é ouvido por toda parte depois que termino de cantar, enquanto o meu olhar ainda está bloqueado na minha linda noiva. Sting aperta minha mão e Anastasia se movimenta para subir. Anastasia sobe timidamente e aperta a mão de Sting. "Parabéns, Sra. Grey!" ele diz educadamente. "Estou sem palavras! Isso foi..." ela para e olha para mim com respeito, admiração e amor, "o melhor presente sempre!" diz ela. "Obrigado!" "Bem, então Sra. Grey, uma vez que a canção foi um presente de seu marido, eu vou presentear uma linda canção para uma linda mulher,” diz ele sorrindo, e eu sinto o ciúme crescer em mim. Eu levo minha esposa para a pista de dança. "Sr. Grey, eu estou mais do que nunca apaixonada por você agora. Esta canção..." ela diz meio com lágrimas nos olhos, meio sorridente, "o Hino do Perseguidor é de alguma forma tão condizente. Eu só o amo tanto!" ela sussurra. "Sra. Grey, nosso objetivo é agradar,” eu respondo sorrindo. Sting começa a tocar "Fields of Gold" e eu danço com Anastasia como se não houvesse amanhã, nossos olhares bloqueados.

Sting – Fields of Gold Sting sai depois da segunda música, e a orquestra assume, tocando nossas músicas favoritas. O MC anuncia a comida sendo servida e estamos indo para nossas mesas. Elliot senta ao meu lado, à minha direita. Ele se levanta, limpa a garganta, e golpeia a taça com o garfo.

"Posso ter sua atenção, por favor?" Ele pede à multidão em voz alta. Vozes altas baixam o volume, e todas as cabeças, em cada mesa, viram para olhar para o rosto sorridente de Elliot, com expectativa. "Boa noite senhoras e senhores! Obrigado por baixarem os garfos para me dar sua atenção. Eu gostaria que nós tomássemos um momento para apreciar e levantar nossas taças para minha mãe, Dra. Grace Trevelyan-Grey e minha irmã, Mia Grey, que sabem como fazer uma festa. " Elliot levanta a taça em sua homenagem, dois garçons trazendo xícaras de chá inglês, derramando Bollinger nelas com um floreio, para os olhos arregalados de Anastasia, olhando para mim, primeiro com surpresa, depois com admiração.

Enquanto os convidados chamam "hear, hear,” eu me inclino para o ouvido de Anastasia e sussurro, lascivamente, "nada tem sabor igual ao de um Bollinger em xícaras de chá!" Eu digo e sento-me direito de novo, com um sorriso reservado apenas para ela. Ela cora carmesim, mas incapaz de tirar os olhos de mim. "Bollinger Grande Année Rosé 1999, uma excelente safra," ela responde, espelhando minhas palavras de quando nós primeiro bebemos Bollinger em xícaras de chá, em seu apartamento. Elliot olhos as xícaras de chá, em seguida, dá de ombros e continua com o seu discurso. "Deixem-me começar por dizer que as damas de honra pareciam absolutamente deslumbrantes hoje e só suplantadas, justamente, pela nova esposa do meu irmão, Ana. Tenho certeza que vocês concordarão comigo, senhores, hoje é um dia triste para os homens solteiros, quando outra beleza deixa a lista de disponíveis. Sua perda é o lucro do meu irmão. Eu tive sorte o suficiente para ver a relação de Ana e Christian evoluir desde o início. Eu nunca vou esquecer o dia, ou melhor, a noite em que eu conheci Ana,” diz ele fazendo-me ficar tenso imediatamente. Será que ele vai falar sobre Anastasia completamente bêbada? "Aliás, foi a noite em que eu conheci a minha linda namorada Kate, que é a melhor amiga de Ana e dama de honra hoje. Mesmo que eu estivesse extasiado com Kate naquela noite,” diz ele olhando para Kate com amor, luxúria ou uma combinação dos dois, ele continua, "eu pude imediatamente dizer que o meu irmão estava de cabeça para baixo por Ana, pelo amor, carinho e ternura que ele mostrou para ela, que eu nunca, nunca o vi demonstrar antes. Eu não posso culpá-lo. Ana é incrível! Ela não é apenas bonita, mas também inteligente, obstinada e compassiva; ainda mais, o seu amor pelo meu irmão é evidente em cada movimento, cada olhar. O campo gravitacional que eles criam é tão forte, que deve ser o seu próprio sistema solar; eles estão cativados eternamente um pelo outro. Bem, dizem que os piores cinco minutos do dia do noivo são o discurso do padrinho e que os piores cinco minutos da noiva virão mais tarde, hoje à noite,” ele diz, e risadas podem ser ouvidas ao redor. "Quem disse isso não me conhece, nem ao meu irmão” diz Elliot sorrindo e pisca para mim, enquanto alguns dos convidados assobiam das outras mesas. Anastasia torna-se vermelha, e eu olho para ele incisivamente com um olhar impassível e ele sorri tão largo quanto possível. "Mas hoje é tudo sobre o amor. Pela maneira como meu irmão e minha nova irmã não puderam tirar os olhos um do outro durante todo o dia, eu sei que eles ganharam o grande prêmio da vida, e que eles estão total e completamente apaixonados. Eu não tinha visto outras duas pessoas estarem mais apaixonadas do que eles, fazendo-me desejar que quando eu decidir me casar um dia, eu seja tão feliz quanto meu irmão é hoje. Senhoras e senhores, eu lhes apresento o casal perfeito! Ana parece impressionante esta noite. Na verdade, a festa nupcial toda parece linda. Eles não pertencem a uma revista? Christian não está muito maltrapilho também,” ele diz e pisca para mim, novamente sorrindo. Então, seu rosto fica sério e ele acrescenta: "Aqui está o meu irmão Christian, e sua nova esposa e minha nova irmã, Ana! Que o resto de suas vidas seja repleto de alegria, admiração, amor e muito sexo quente!" Ele termina seu discurso com um grande sorriso e levanta a taça e toma um gole, entre fortes aplausos. A comida é excelente, a experiência da Mia em cozinha francesa é evidente, mas eu quero pular o prato principal e apenas chegar a sobremesa. Minha esposa está simplesmente muito deliciosa. Eu não consigo tirar meus olhos dela. Nós comemos, e saboreamos a nossa

Bollinger em xícaras de chá, e muito em breve, é hora de cortar o bolo. Para minha surpresa, há um bolo do noivo em forma de Charlie Tango! Presente de Anastasia para mim. Mas o bolo principal é uma obra-prima. É um bolo de chocolate decorado em prata e branco, e um laço de fita cinza-prata no segundo andar, apenas indicando minha peça favorita de acessório. Eu olho para Anastasia lascivamente, meu olhar aquecendo, escurecendo, e ela cora ficando quente. Nós cortamos o bolo juntos e ela me dá a primeira mordida. Eu o apanho a meio caminho dos meus lábios, e eu estendo a mão e segurando seu rosto, mesclo nossos lábios juntos, compartilhando o bolo e beijando-a o mais castamente possível, entre os gritos e assobios dos convidados. Eu não posso resistir a declarar a todos que esta é a minha mulher. Minha esposa!

Coloquei marcas de checagem mentais para todos os itens do nosso programa de casamento para que eu possa levar a minha noiva embora. A festa está agora em pleno andamento. Eu quero dançar com minha esposa, assim como a metade dos convidados, o que corresponde a todos os caras aqui. É uma perspectiva que eu não estou encarando. A primeira música após o bolo é " I'll Always Love you." (I'll Always Love you - Taylor Dayne) Eu sussurro as palavras em seu ouvido: I'll always love you for the rest of my days. You have won my heart and my soul with your sweet, sexy ways. You gave me hope when I needed someone near. You bring me happiness every day of every year. I'll always love you for all that you are. You have made my life complete, you're my lucky star. You are the one that I've been searching for. You are my everything, tell me who could ask for more.: http://www.lyricsfreak.com/t/taylor+dayne/ill+always+love+you_20135493.html ] And I'll always love you, Honey, this will never end. I need you by my side, baby, you're my lover, my friend. My friend.

You gave my world a thrill I've never known. And filled my eager heart with a love to call my own. And I'll always love you; you must know how much I do. You can count on me forever and I will take good care of you. I'll always love you, I'm so happy that you're mine. I'll always love you, yes, till the end of time. Os olhos de Anastasia transbordam com lágrimas, e ela se esforça para não chorar. Finalmente, ela consegue dar um grande sorriso por entre suas lágrimas. "Baby, não chore. Este é o nosso dia. Você é completamente minha agora, como eu sou seu,” eu sussurro. "Eu o amo Christian, eu sempre vou amar você,” ela declara. "Eu prometo amá-la todos os dias da minha vida, Ana". "Isso é suposto ser a minha próxima fala, Sr. Grey,” diz ela sorrindo. "É, Sra. Grey?" Eu provoco. "Posso interromper?” Diz uma voz familiar. É José. Posso deixá-lo ter uma dança, uma vez que Anastasia já é minha. "Você pode,” eu respondo e deixo Anastasia dançar com seu amigo, embora com relutância. Flynn vem para perto de mim, observando-me assistir Anastasia dançar com José. "Parabéns Christian! É uma alegria ver você assim exultante, assim feliz...” diz ele sorrindo. "Obrigado, John,” eu respondo sorrindo para ele. "Sr. Grey,” Taylor se insinua, e olha para mim intensamente. Embora seu olhar seja impassível, eu sei que há um problema. Um grande problema. "Desculpe-me um momento, John," eu digo com um sorriso apertado e deixo a conversa, para acompanhar Taylor. "O que foi?" Pergunto uma vez que estamos em um canto relativamente calmo e fora do alcance da voz. "A Sra. Lincoln está lá fora, e ela insiste em falar com você,” diz ele, nervoso. "Que porra é essa? Eu não acredito nisso!" "Eu sei que você tem instruções rigorosas sobre quem pode e não pode vir, senhor. Mas, eu pensei que você precisava saber sobre isso." "Eu não vou falar com ela no dia do meu casamento, nem tão cedo, em nenhum momento!"

"Eu estou ciente disto, senhor. Eu posso mandá-la embora. Ela passou uma nota para ser dada a você,” diz ele retirando-a discretamente para entregá-la a mim. Meu olhar trava em Taylor raivosamente e eu olho para ele, incisivamente, antes de pegar a nota. " Christian

Eu sei que você não quer me ver. Eu pensei que eu ainda deveria tentar. Você e eu temos uma história comum, e temos sido amigos há um longo tempo. Então, eu quero desejar-lhe boa sorte e toda a felicidade que você merece justamente em seu casamento. Mas se as coisas não derem certo, eu quero que você saiba que eu ainda estou aqui para você. Eu SEMPRE estarei aqui para você. Eu não vou sair até que você responda.

Elena "
Porra! Ela não vai sair até que ela receba uma resposta? Eu não estou indo para falar com ela deixando minha esposa aqui, ao cuidado de outros, ou enviar-lhe uma nota escrita. Não vou chamá-la também. Ela não pode escrever as regras que definem como eu me comporto, e jogar comigo nas mãos dela. Dirijo-me a Taylor e ordeno: "Eu quero que você vá lá fora, e fale com ela. Diga-lhe que o Sr. Grey está ocupado construindo seu futuro com sua nova esposa. Ele não está interessado em relembrar seu passado com ela. Caso ela tenha problemas para encontrar seu caminho para sua casa, um dos seguranças estaria mais do que feliz em dar as direções, e se ela ainda tiver dificuldade para entender o inglês simples, eles podem alegremente escoltá-la para casa,” eu digo. Há o fantasma de um sorriso e um tom de orgulho em Taylor, mas eles desaparecem. "Eu vou estar mais do que feliz em entregar a mensagem, senhor,” ele responde, e sai rapidamente. A música muda e eu deliberadamente me encaminho de volta para Anastasia e José. "Eu estou cortando José,” eu digo, com um pequeno sorriso, mas com segurança no meu tom. Ela é a minha garota, e eu vou dançar com ela, e reclamá-la de volta. José sorri e acena com a cabeça concordando. "Sr. Grey, eu senti sua falta,” sussurra Anastasia, acelerando minha respiração. "Sra. Grey, eu também,” eu digo e a giro em torno dela mesma com a música "Save the Last Dance for Me". Save the Last Dance For Me - Michael Buble Meus pais, a mãe de Kate e Ray, e muitos de nossos amigos e entes queridos estão dançando e sorrindo. Meu irmão e Kate vêm felicitar-nos. "Parabéns, mano! Eu pensei que esse dia nunca iria chegar. Mas então, você não conhecia Ana na época. Estou tão feliz por você, cara!" diz ele batendo no meu ombro e me puxando

para outro abraço de urso. Kate fica ao lado de Ana e ela olha para ela, franzindo a testa. Por que ela iria estar carrancuda? Anastasia está além de bonita. Ela parece angelical. Elliot continua a falar sobre alguma outra merda, mas eu não consigo me concentrar em seu discurso, com o que está acontecendo entre Anastasia e Katherine. "Ei, isso é suposto ser o dia mais feliz de sua vida,” ela repreende. Tem algo qu e incomoda Anastasia?

"E é,” eu ouço Anastasia sussurrando tensa. Por que então a trituradora de bolas acha que ela está chateada? "Oh, Ana, o que está errado? Você está olhando sua mãe e Ray?" Ela pergunta, e da minha visão periférica, eu vejo Anastasia concordar tristemente. "Eles estão felizes,” observa Kate. Eu olho para eles, e eles estão rindo e conversando, enquanto eles estão dançando. Eles são muito amigáveis, como dois pais orgulhosos que não estão mais juntos. Oh merda! Isso é o que ela está pensando. "Muito felizes separados,” ela sussurra. Elliot está sussurrando sobre algo, enquanto ele está puxando meu braço, tentando me afastar uns poucos passos, como se para me dizer ou pedir-me alguma coisa, mas eu não iria ouvi-lo nem se ele estivesse num alto-falante, porque estou decidido a ouvir a conversa de Anastasia. "Você está com dúvidas?" Katherine pergunta com alarme em sua voz, e meus olhos ficam mais abertos, e eu fico imóvel imediatamente no meu lugar. "Não, absolutamente. É só que... Eu o amo muito,” ela responde. Existe um "mas" vindo depois desta sentença. "Ana, é óbvio que ele a adora. Sei que você teve um começo não convencional para o seu relacionamento, mas eu pude ver o quão felizes vocês foram durante o mês passado,” ela lhe diz reconfortante e apertando a mão dela. "Além disso,” ela sorri, "é tarde demais". Anastasia ri em resposta. Katherine abraça Anastasia num abraço apertado, e diz: "Ana, você vai ficar bem. E se ele ferir um cabelo em sua cabeça, ele vai ter que responder a mim." Ok, isso é o suficiente desta porra de conversa. "Então, o que você acha Christian?" pergunta Elliot. "Bom, ótimo, maravilhoso! Vou falar com você sobre isso depois,” eu digo e caminho em direção a Anastasia. "Huh? Você quer dizer que não há problema em deixar os caras de segurança fora quando eu estou trabalhando?" "Elliot, eu não posso falar com você sobre isso hoje, seja razoável,” eu digo e vou embora.

Quando eu incisivamente olho para Katherine, ela me dá um olhar 'Eu tenho seu número Grey!’ e sorri. Eu olho para ela sugestivamente com um olhar que diz: ‘Eu estou aqui para reivindicar minha esposa, portanto vá a merda!' Elliot caminha para se juntar a Ethan e José. Eu coloco meus braços ao redor da cintura de Anastasia e sussurro: "Oi baby,” e a beijo na testa. "Kate:" Eu cumprimento a ela, tentando ser menos formal, mas minha voz ainda sai formal, com o seu comportamento de um passado não tão distante. "Olá novamente, Christian. Estou indo para encontrar o padrinho, que acontece ser meu melhor homem, também,” diz ela sorrindo ao pensar no meu irmão. Eu não tenho sido capaz de tirar os olhos de Anastasia. A única coisa que está na minha mente é simplesmente tirar seu vestido devagar e sem pressa e fazer amor com ela no meu jato, marcando outro primeiro com ela. "Hora de ir," eu murmuro em seu ouvido. "Já?" ela pergunta surpresa. "Esta é a primeira festa em que eu estive, onde eu não me importo de ser o centro das atenções,” diz ela virando em meu braço para me encarar. "Você merece ser, baby. E você está deslumbrante, Anastasia,” eu digo, sem conseguir impedir-me. "Assim como você,” ela responde, timidamente, me fazendo sorrir. Ela é tão quente, e ela é toda minha. "Este lindo vestido é digno de você,” eu digo a ela. "Essa coisa velha?" murmura corando quando ela puxa a guarnição da renda delicada de seu vestido de casamento. Ela ficaria absolutamente linda em um saco, mas o vestido a torna deslumbrante, de fato de dar água na boca. Acho que esperei tempo suficiente sem ficar em chamas. Eu me curvo e a beijo novamente. "Vamos lá. Eu não quero mais dividir você com todas essas pessoas,” eu digo, a minha voz devassa. Ela olha para mim surpresa. "Podemos deixar o nosso próprio casamento?" "Baby, é a nossa festa, e nós podemos fazer o que quisermos. Cortamos o bolo. E agora, eu gostaria de levá-la para longe e ter você só para mim,” eu respondo, no que sou recompensado com o meu som favorito no mundo todo, sua risada. "Você tem a mim, para toda a vida, Sr. Grey," ela responde. "Estou muito feliz em ouvir isso, Sra. Grey," eu digo aninhando-a. E somos interrompidos pela minha avó. "Oh, aí estão vocês dois! Esses pombinhos. Christian, querido, mais uma dança com a sua avó?” ela pede. Embora eu adorasse sair neste segundo, meus longos anos de boas maneiras arraigadas assumem. "Claro, Vovó."

"E você, linda Anastasia, vá e faça um velho feliz, dance com Theo." Anastasia parece confusa. "Theo, Sra. Trevelyan?" "Vovô Trevelyan. E eu acho que você pode me chamar de vovó. Agora, vocês dois precisam seriamente começar a trabalhar em meus bisnetos. Eu não vou durar muito mais tempo,” diz ela, para meu horror. Crianças? Não por muitos, muitos, muitos anos. Pelo menos dez anos. "Venha, vovó," Eu pego sua mão para levá-la para a pista de dança antes que ela comece a pressionar-nos para iniciar o processo, na tenda. Eu me viro para olhar para trás para Anastasia, ainda fazendo beicinho sobre o estranho pedido da minha avó e eu rolo meus olhos. "Laters, baby,” eu murmuro. Quando eu começo a dançar com a minha avó, eu noto que J osé se aproxima a Anastasia e ele está tendo uma conversa séria com ela. Que diabos é que ele quer dela? Ele não poderia estar se declarando a ela no dia do nosso casamento, poderia? Ele franze a testa quando Anastasia diz alguma coisa, então sorri. Anastasia se encaminha para o meu avô. Eu mal posso esperar para essa porra dessa música ter acabado. Eu a quero demais. Quando a música acabou, a minha avó quer falar comigo. Novamente. "Querido, eu estou cheia de alegria de vê-lo se casar. Então, feliz mesmo! Mas eu não estou brincando sobre bisnetos! Eu gostaria de vê-los antes de eu morrer,” diz ela, quase brigando. Deus! Não isto de novo. "Bem, vovó, eu estava esperando passar o casamento e a lua de mel em primeiro lugar," eu digo, enquanto eu beijo sua mão. "Que tal se eu levá-la de volta ao vovô?" "Isso seria bom. Você é um bom menino! Você faz um marido muito bonito para Ana, eu estou mais que feliz por fazer parte de hoje,” diz ela e eu sorrio, quando eu a levo de volta ao vovô e deposito-a em seus cuidados. Anastasia está de pé nas portas francesas, e ela está assistindo ao pôr do sol, que está pintando o céu de laranja, do outro lado da baía. É uma imagem sem preço. Mas, neste momento, eu não quero a pintura; o que eu quero é tirar o vestido dela e fazer amor com ela. "Vamos," apelo a ela assim que meus pés me levam para ela. "Oh, eu tenho que me trocar,” diz ela segurando minha mão tentando me puxar. Eu franzo a testa. Eu não quero que ela tire o vestido. Eu pensei que já tinha deixado claro para ela que eu queria ser o único a tirá-lo. Eu a puxo de volta para mim, parando-a em seu caminho. "Eu pensei que você queria ser quem ia tirar este vestido,” diz ela confusa. Oh! Meus olhos brilham de excitação. "Correta,” eu digo sorrindo para ela lascivamente. "Mas eu não vou despir você aqui. Nós não iríamos sair até... Eu não sei... " Eu digo acenando com a mão. Se eu fosse tirar esse vestido aqui, eu iria querer fodê-la, e eu não vou fazer isso aqui. Quero o primeiro sexo como um casal a 10.000 metros no ar. Nós temos outro primeiro para celebrar. Anastasia cora imediatamente, claramente entendendo o significado. "E não desmanche seu cabelo também,” murmuro em um tom sombrio.

"Mas...” diz ela, e eu a corto. "Sem mas, Anastasia. Você está linda. E eu quero ser o único a despir você,” eu a lembro, com meus olhos escurecendo com intenção carnal. Ela franze a testa. "Arrume suas roupas de despedida," eu lhe ordeno. "Você vai precisar delas. Taylor tem sua mala principal.” "Oh, sim,” diz ela curiosa. Eu rio para ela. Ela está queimando para saber onde estamos indo. Ela tentou arrancá-lo de mim; encarregando mesmo minha irmã e Katherine de ajudá-la na busca, sem sucesso. Vai continuar a ser um segredo até eu decidir deixá-la saber. Ela se vira para a mãe dela e Katherine, por perto, e fala com elas. Eu vejo minha mãe chegando e dando-lhe um abraço. Taylor vem para as proximidades. Eu aceno com a cabeça indicando que eu quero falar com ele em particular. "Você transmitiu minha mensagem?" "Sim, senhor. Transmiti." "E então?" Pergunto impaciente. "Ela estava aborrecida, mas ela queria sair por sua própria vontade. A Sra. Grey," diz ele, e quando ele vê-me apreensivo assumindo que é Anastasia, ele se corrige e diz: "Sua mãe, deve ter ouvido falar que alguém não convidado estava lá fora. Ela queria vir e ver quem era, mas eu lhe assegurei que a segurança era capaz de cuidar disso, e esperava-se ter convidados indesejados. Seria melhor que ela me deixasse cuidar disso,” diz ele e eu me sinto aliviado. "Em resumo, senhor, o convidado não desejado saiu sem qualquer violação da segurança ou incidentes,” explica ele percebendo que existem outros ouvidos que podem estar escutando nas proximidades. Concordo com a cabeça. "Está tudo pronto para a viagem?" "Sim, senhor. Tudo está pronto. " "E o carro?" "Tudo pronto, senhor. O jato está abastecido e pronto. A tripulação já está a bordo. Eles vão decolar assim que os passageiros cheguem,” diz ele. "Puxe o SUV para a frente. Vamos sair em breve." "Como quiser, senhor,” ele responde e rapidamente se encaminha para o posto do manobrista. Eu me dirijo para a casa para encontrar minha esposa, e lá ela está conversando com sua mãe e seu padrasto, radiante e de tirar o fôlego. Ouço reminiscências de Carla. "... E você cuidava dela e ajudou-a a crescer, Ray,” ela diz melancolicamente. "E eu amei cada minuto disso. Você está um inferno de uma noiva, Annie,” diz ele. Como ele está certo!

"Oh, pai..." murmura Anastasia, tentando abafar um soluço, enquanto eles se abraçam. Eu não quero minha esposa chorando naquele que deve ser o dia mais feliz de sua vida. Meu maior objetivo na vida é fazê-la feliz. Eu estou ao lado dela imediatamente. Quando Ray liberta-a de seu abraço, ele aperta minha mão calorosamente. "Cuide da minha menina, Christian,” diz ele com uma voz rouca. "Eu pretendo, Ray. Carla,” eu digo acenando com a cabeça para Ray, concordando, e beijando Carla na bochecha. Minha mãe e meu pai já sabem que nós estamos indo embora, e os convidados formaram um arco humano para nos passarmos através, para chegar ao nosso carro. Eu pego a mão da minha esposa na minha, e volto-me para ela perguntando: "Pronta?" "Sim,” ela responde. Entre gritos dos convidados de boa sorte e parabéns, estamos sendo regados com arroz. Meus pais estão na extremidade do arco. "Parabéns, meu filho!” Diz o meu pai, me puxando para um abraço. Minha mãe está em seu habitual modo "eu-estou-tão-feliz-que-posso-chorar' e ela enxuga os olhos com o lenço, enquanto nos abraçamos e beijamos. Nós, finalmente, vamos para o Audi SUV, e Taylor está esperando para nos levar para o aeroporto imediatamente. Quando eu chego ao SUV, eu abro a porta para Anastasia. Ela se vira e joga seu buquê de rosas brancas e cor de rosa para o grupo de mulheres solteiras, jovens, à espera, e minha irmã pula e pega. A competitividade é uma característica da família Grey; que posso dizer? Nós gostamos de ganhar. Mia sustenta as flores triunfante, e sorri tão amplamente quanto possível. Anastasia desliza para o SUV, enquanto ela está rindo para minha irmã, e eu recolho a barra do vestido da minha esposa. Uma vez que ela está no SUV, eu fecho a porta, e viro para a multidão reunida. "Obrigado a todos por terem vindo, fazendo deste o dia mais inesquecível de nossas vidas! Vemo-nos quando voltarmos,” eu digo e aceno para os convidados. Taylor abre a minha porta, e "Parabéns, senhor,” diz ele. "Obrigado, Taylor,” eu respondo sorrindo. Quando Taylor, finalmente, fecha a porta, ele entra no veículo e, enquanto ele se afasta da longa entrada dos meus pais, os convidados regam nosso SUV com arroz. Quão feliz pode um homem ficar? Eu agarro a mão de Anastasia e beijo seus dedos. "Até o momento tudo bem, Sra. Grey?" Eu pergunto. "Até o momento tudo maravilhoso, Sr. Grey. Para onde estamos indo?” Ela pergunta. Sempre curiosa. "Sea-Tac,”eu respondo, e sorrio. Eu quero que ela se surpreenda. Ela olha para mim interrogativamente, ardendo de curiosidade. Quando Taylor nos leva ao portão de segurança e depois para a pista, Anastasia vê nosso jato. Ele está claramente marcado com grande rotulação azul, Grey Enterprises Holdings Inc.

Ela se vira para mim e simula me repreender: "'Não me diga que você está fazendo mal uso da propriedade da empresa de novo!" "Oh, eu espero que sim, Anastasia,” eu respondo sorrindo. Taylor leva o SUV ao pé dos degraus que levam até o avião e pula para fora do veículo e abre minha porta. "A que horas é seu vôo?" Pergunto a Taylor. Ele não vai viajar no jato. Eu quero tanta privacidade quanto eu posso obter com Anastasia e, além disso, Taylor precisa chegar a Londres na nossa frente, para entrevistar a segurança arranjada e ter o hotel pronto para nós. "Eu estarei voando em duas horas, senhor. Sawyer vai levar o SUV de volta. " "Vejo você em Londres, então." "Boa viagem, senhor". "Você também, Taylor,” eu digo, em seguida, abro a porta do Audi, e inclinando-me, eu levanto Anastasia em meus braços. Tenho a intenção de carregá-la através de cada portal. "O que você está fazendo?” Ela grita. "Eu estou carregando você através do portal,” eu respondo. "Oh," ela diz surpresa. Eu a levo ao longo dos degraus, através do portal e na cabine do jato. Taylor me segue com sua bagagem de mão. Depois de deixá-la na entrada, ele retorna para o Audi para entregá-lo a Sawyer, e embarcar em seu avião na British Airways. Stephan nos recebe em seu uniforme. "Bem-vindo a bordo, senhor, Sra. Grey,” diz ele com um sorriso largo. Coloco minha esposa para baixo e aperto a mão de Stephan. Ao lado de Stephan está a copiloto Beighley. "Parabéns a ambos,” diz Stephan. "Obrigado, Stephan. Anastasia, você conhece Stephan. Ele é o nosso capitão hoje, e esta é o Primeiro Oficial Beighley,” eu digo apresentando a tripulação do voo para a minha esposa. Beighley cora e pisca rapidamente. Anastasia sub-repticiamente olha Beighley, que é uma

morena. Mas Anastasia não tem nada a temer. Eu não tenho olhos para ninguém além dela. Eu olho Anastasia tranqüilizador. "Encantada em conhecê-la,” jorra Beighley. Anastasia finalmente sorri para ela. "Todos os preparativos completos?" Eu pergunto. "Sim, senhor. Temos tudo pronto. O tempo está bom daqui até Boston. " "Turbulência?" "Não antes de Boston. Há uma frente meteorológica sobre Shannon que pode nos dar um mau bocado". "Entendo. Bem, espero dormir através de tudo isso,” eu digo de modo prático. Eu realmente estarei mais fodendo do que dormindo. Mas não é assunto deles. "Nós vamos estar a caminho, senhor. Vamos deixá-lo aos cuidados capazes de Natalia, a comissária de bordo,” diz ele. Viro-me e olho para a aeromoça, que é uma morena. Isso vai incomodar Anastasia. Eu franzo a testa, em seguida, viro para Stephan e sorrio. "Excelente,” eu digo. Eu pego a mão de Anastasia, que tinha estado observando a madeira clara e o interior em couro creme pálido. Eu a levo para um dos assentos de couro. Ela olha em volta mais uma vez para observar tudo. O jato é grande. Tem 12 assentos, e um quarto e um escritório aqui. Eu posso cuidar de todo meu negócio do meu jato, mas durante esta viagem, eu não pretendo fazer nada disso. "Sente-se,” eu ordeno a Anastasia. Enquanto ela toma seu assento, eu tiro o meu paletó, e desabotoo os botões do meu colete de brocado prata. Nós nos sentamos em assentos individuais, dispostos frente a frente, com uma pequena mesa polida entre nós. Natalia vem com Bollinger em taças de champanhe.

"Bem-vindo a bordo, senhor, senhora, e parabéns,” diz ela. "Obrigado,” eu respondo e sorrio. Ela recua para trás, para a cozinha. "Para uma vida conjugal feliz, Anastasia," Eu digo à minha esposa, levantando a taça e nós brindamos. "Bollinger?” ela pergunta. "Ele mesmo". "A primeira vez que eu bebi isso, ele estava em xícaras de chá,” diz ela rindo. "Eu me lembro bem daquele dia. Sua formatura." "É por isso que tivemos xícaras de chá durante o nosso casamento?” ela pergunta. "Sim,” eu respondo medindo a reação dela. "Foi além de...” diz ela pensando na palavra certa para expressar seus sentimentos, ”atencioso. Eu me senti prestigiada por você lembrar tal detalhe,” diz ela e eu exalo um suspiro que não percebi que estava segurando. "Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey," eu respondo. "Para onde estamos indo?” Ela pergunta curiosa. "Shannon,” eu respondo. Eu mal posso esperar para mostrar-lhe todos os lugares que ela desejava ver na Europa. Estou tonto de empolgação. "Na Irlanda?” ela exclama de olhos arregalados. "Para reabastecer,” eu digo brincando com ela. "Então?” ela sonda impaciente. Eu sorrio tão amplo quanto possível. Ela está animada com a perspectiva dos lugares que vamos visitar. Eu balanço minha cabeça, mantendo o segredo. "Christian!” ela repreende impaciente. "Londres,” eu finalmente respondo, olhando-a atentamente, tentando ver como ela se sente sobre isso. Será que ela ficará feliz? Ela engasga em resposta. Ela está iluminada como a árvore do Natal, incandescente de felicidade. Ela está respirando com dificuldade, mas completamente feliz. "Então Paris,” eu digo, olhando para ela sem piscar, querendo captar toda a sua reação, mergulhando dentro. Sua boca cai aberta, os olhos arregalados, o coração palpitante. Ela está chocada e alegre, tudo ao mesmo tempo. "Então, o sul da França." "Huh..." escapa de seus lábios em um guincho.

"Eu sei que você sempre sonhou em ir para a Europa. Quero fazer seus sonhos se tornarem realidade, Anastasia,” eu digo em um tom suave. Quero fazer de suas metas uma realidade. Eu quero dar a ela o mundo. Mostrar-lhe tudo. Compartilhar minha vida com ela. "Você, são os meus sonhos realizados, Christian." "O mesmo para você, Sra. Grey," eu sussurro. Ela é meu bem mais importante. A pessoa mais importante em todo o universo para mim. "Aperte o cinto agora, Sra. Grey," eu digo em uma voz autoritária e ela imediatamente obedece. O jato taxia na pista enquanto bebemos nossa Bollinger e sorrimos um para o outro como duas crianças muito felizes. Quando o jato está no ar, Natalia nos serve mais champanhe e prepara nosso jantar, consistindo de salmão defumado, perdiz assada com salada de vagem e batatas dauphinoise. Depois que terminamos com o nosso jantar, a nossa aeromoça pergunta: "Sobremesa, Sr. Grey?" Eu balanço minha cabeça, em resposta à sua pergunta, roçando meu dedo indicador no meu lábio inferior. Há uma sobremesa que eu quero, ok. Mas não está no menu do jato. Ela está sentada em frente a mim. "Não, obrigado,” responde Anastasia sem separar seu olhar de mim. Ela está pensando a mesma coisa que eu. Meus lábios se curvam em um secreto sorriso lascivo, reservado apenas para Anastasia. Natalia concorda e ela se retira. "Bom,” murmuro. "Eu planejei ter você para a sobremesa,” eu digo. Eu me levanto, e estendo minha mão para minha esposa, "venha,” eu digo. Eu a levo para a parte de trás da cabine. "Há um quarto aqui,” eu digo apontando para a cabine. "Eu pensei em passar nossa noite de núpcias a dez mil metros. É algo que eu nunca tinha feito antes,” eu digo olhando para ela, com concupiscentes olhos escuros. Ela pisca várias vezes, enquanto ela está de boca aberta para mim, incapaz de pronunciar uma única palavra. Ela entra no quarto e eu fecho a porta da cabine atrás. "Mas, primeiro, eu tenho que tirar você deste vestido fabuloso,” eu digo com uma mistura de amor e desejo carnal. Seu peito sobe e desce em rápida sucessão, completamente desejosa. "Vire-se,” eu ordeno em uma autoritária voz baixa e rouca, misturada com uma promessa de intenções licenciosas. Ela acena com a cabeça levemente e faz o que lhe é dito. Minhas mãos lentamente se movem para seu pescoço e, em seguida, para o seu cabelo. Ela é minha esposa! Minha esposa! Minha... Completamente, e legalmente. Eu engulo em seco, e começo o trabalho de puxar suavemente todos os grampos fora de seu cabelo castanho, um de cada vez. Seu cabelo cai em cachos sobre os ombros, enquanto eu desfaço cada bloqueio, cobrindo as costas e os seios. Surpreendentemente ela consegue ficar parada. Eu me inclino bem perto de sua orelha e sussurro: "Você tem um cabelo tão lindo, Ana,” e minha respiração acaricia seu rosto sem que meus lábios toquem seu rosto. Depois de eu ter tirado todos os grampos, eu corro meus dedos através de seu cabelo, e começo a massagear o couro cabeludo suavemente, relaxando-a. Ela fecha os olhos e inclina a cabeça em minhas mãos. Meus dedos viajam para baixo e agarram seu cabelo, inclinando a cabeça para trás para expor sua garganta.

"Você é minha,” eu respiro em seu ouvido, e puxo sua orelha com os dentes e ela geme desejosa. "Silêncio agora," Eu a repreendo. Limpando o cabelo de cima do ombro, meu dedo indicador corre na parte superior das costas, de ombro a ombro, enquanto eu sigo a borda do seu vestido. Um arrepio corre pelo corpo dela. Eu a beijo acima do primeiro botão do vestido, nas costas. "Tão linda,” eu digo e desabotoo o primeiro botão. "Você, Ana fez de mim o homem mais feliz do mundo hoje,” eu digo dando-lhe um vislumbre do que está dentro do meu coração. E perpetuamente lento, eu desato cada botão todo o caminho para baixo, em suas costas. "Eu a amo tanto,” declaro. Eu faço um caminho de beijos da nuca até a borda do ombro murmurando entre cada beijo, "Eu. Quero. Você. Muito. Demais. Eu. Quero. Estar. Dentro. De. Você. Você. É. Minha." Ela fecha os olhos e inclina a cabeça para trás, permitindo-me mais fácil acesso, hipnotizada. "Minha,” eu sussurro novamente. Eu lentamente desço seu vestido para baixo de seus braços, e finalmente para baixo, a seus pés, em uma pilha de seda marfim, e renda. "Vire-se,” eu sussurro em voz rouca. Meu Deus! Ela está de tirar o fôlego. Eu suspiro. Ela está em um apertado espartilho de cetim rosa, com tiras de ligas, combinando calcinhas rendadas e meias de seda branca. Deus Todo-Poderoso! Essa mulher é minha! O que eu fiz para merecêla? Eu puxo uma golfada de ar através de meus dentes. Meus olhos estão fixos nos dela, sem piscar, amplos e cheios de carência e desejo carnal. "Você gosta?" Ela sussurra com um rubor tímido. Ela não pode ficar mais sexy? "Mais do que gostar, baby. Você parece sensacional. Aqui," eu digo, estendendo minha mão para ela e ajudo-a a dar um passo para fora do vestido. "Fique quieta,” murmuro, sem tirar meu olhar dela, eu corro meu dedo médio sobre seus seios, seguindo a linha de seu espartilho. Ela está respirando com respirações curtas, enquanto eu me aventuro sobre os seios de novo, atormentando-a. Eu paro e giro o dedo indicador no ar, indicando-lhe para virar. Eu quero ver tudo dela, 360 °. Ela gira. "Pare,” eu digo quando ela está de frente para a cama, de costas para mim. Meus braços se enrolam ao redor da cintura dela, puxando-a contra mim, e eu acaricio seu pescoço. Minhas mãos viajam até seus seios cobrindo-os e brincando com eles, e meus polegares circulam sobre os mamilos, enquanto ainda sob o espartilho. "Minha,” eu sussurro. "Sua,” ela respira, em resposta. Minhas mãos viajam até seu estômago, sobre seu ventre, e até suas coxas, e meus dedos finalmente encontram seu sexo, deslizando nele. Ela dá um gemido abafado. Meus dedos deslizam para baixo em suas ligas, e solto ambas, simultaneamente, de suas meias, então minhas mãos viajam para seu traseiro. Minhas mãos reivindicam cada centímetro dela. "Minha,” eu respiro, enquanto minhas mãos se espalham por suas nádegas; as pontas dos meus dedos esfregando seu sexo.

"Ah!" Um gemido escapa dela. "Silêncio". Deixo minhas mãos viajarem até suas coxas, e solto suas ligas. Então eu puxo a cobertura da cama. "Sente-se," eu ordeno suavemente. Ela faz o que lhe é dito, e eu tiro seus sapatos de noiva Jimmy Choo. Minhas mãos deslizam e lentamente viajam pela sua perna esquerda e lentamente retiram sua meia fora. Então eu lentamente patino sobre sua perna direita, e, vagarosamente deslizo a outra meia para baixo. "Isso é como desembrulhar os meus presentes de Natal,” eu digo sorrindo, olhando para ela. "Um presente que você já ganhou...” diz ela. Eu franzo a testa para ela em resposta. "Oh, não, baby. Desta vez é realmente meu,” eu respondo. "Christian, eu tenho sido sua desde que eu disse sim,” diz ela, enquanto ela se movimenta para frente na cama e cobre meu rosto com as mãos delicadas. "Eu sou sua. Eu sempre serei sua, marido meu. Agora, eu acho que você está vestindo muita roupa,” diz ela curvando-se e beijando-me. O meu sangue ferve e acelera através do meu corpo, me aquecendo, e de repente eu me inclino, e beijo seus lábios, capturando sua cabeça em minhas mãos, meus dedos atados no seu cabelo. "Ana,” eu respiro. "Minha Ana." Eu a beijo mais uma vez, enquanto minha língua invade sua boca.

"Roupas,” ela sussurra em minha boca, enquanto ela empurra o meu colete para trás, e eu o retiro, relutantemente soltando-a por um momento. Eu tenho um momento para olhar para ela, para admirar e contemplar a minha esposa. "Deixe-me, por favor,” ela diz baixinho, me persuadindo. Quando eu me sento sobre meus calcanhares, ela se inclina para frente e agarra a minha gravata cinza prata, e, lentamente, desfaz o nó e a puxa, liberando-a. Quando eu levanto meu queixo para cima para deixá-la abrir o primeiro botão da minha camisa branca, ela se move para meus punhos. Eu estou usando as abotoaduras gravadas com A e C; nossas iniciais. É um presente de casamento que ela me deu, depois que batizamos o quarto do pânico, há duas

noites. Ela as remove e eu as pego dela e seguro na minha mão. Enquanto ela está me observando, eu beijo a minha mão e coloco as abotoaduras no bolso da calça.

"Sr. Grey, tão romântico,” ela observa. "Para você, Sra. Grey - corações e flores. Sempre." Anastasia pega a minha mão e ela olha para mim, em seguida, beija o meu anel de casamento. É tão sexy, e um gesto tão amoroso, eu fecho meus olhos em êxtase e gemo. "Ana,” eu sussurro, com intenso desejo por ela, seu nome uma ladainha sobre meus lábios. Ela chega até meu segundo botão da minha camisa e o abre e dá um beijo no meu peito cada vez que ela abre um botão, espelhando minha ação mais cedo, ela sussurra: "Você. Me. Faz. Muito. Feliz. Eu. Amo. Você.", me fazendo gemer de puro prazer. Sua declaração me faz intensamente desejoso por ela, e com um movimento rápido, eu a agarro ao redor de sua cintura, e levantando-a, deposito-a sobre a cama, e eu caio sobre ela. Meus lábios capturam os dela, minhas mãos segurando a cabeça no lugar, imobilizando-a e minha língua invade sua boca e eu exploro sua boca pequena, como um exame de amígdalas, nossas línguas dançando, e explorando. Eu não tenho suficiente de minha esposa. Eu me sento abruptamente e Anastasia é deixada sem fôlego. "Você é tão linda... esposa," Eu declaro, enquanto eu passo minhas mãos por suas pernas e eu agarro seu pé esquerdo. "Você tem pernas tão encantadoras. Eu quero beijar cada centímetro delas. Começando aqui,” eu digo e eu pressiono meus lábios contra seu dedo grande do pé e meus dentes roçam a almofada dele. Seus olhos rolam para trás em sua cabeça, ela quase convulsiona com prazer. Minha língua patina para cima de seu peito do pé e os meus dentes roçam os calcanhares, e até o tornozelo. Coloco macios beijos molhados à direita, até o interior de sua panturrilha. Anastasia se contorce debaixo de mim. "Parada, Sra. Grey," Eu repreendo a ela, e rapidamente viro-a para baixo sobre seu estômago e minha boca continua suas ministrações na parte de trás de suas pernas, suas coxas, nádegas e eu paro fazendo-a gemer e implorar.

"Por favor..." "Eu quero você nua, baby,” murmuro, e, lentamente, e habilmente, eu solto o espartilho, um gancho de cada vez, devagar e sem pressa. O espartilho está finalmente plano na cama debaixo dela, e a minha língua se aproveita de suas costas nuas e corre pelo comprimento de sua espinha. "Christian, por favor,” ela pede por mais. "O que você quer, Sra. Grey?" Pergunto suave e sensualmente perto de sua orelha. Eu estou em cima dela, apenas tocando-a, minha ereção dura contra sua bunda. "Você,” ela responde com uma voz sussurrada. "E eu a você, meu amor, minha vida..." eu sussurro, e rapidamente a viro deitada de costas. Eu rapidamente levanto, e me livro da minha calça e cueca, em pé diante da minha mulher nua, minha ereção está crescendo e pronta para tomá-la. Eu a quero. Aqui. Agora! Inclinando-me para baixo, eu arranco sua calcinha, e olho para baixo para seu sexo. "Minha,” eu mexo a boca sem som. "Por favor,” ela implora gemendo, me fazendo sorrir provocante. Quando eu rastejo de volta para a cama, eu faço um caminho de beijos pela sua perna direita até chegar ao ápice de suas coxas, empurrando as pernas mais separadas, querendo seu sexo. "Ah... esposa minha,” murmuro. Eu não me canso dessa palavra. Minha esposa! Ela é minha esposa! Minha! Ela fecha os olhos e entrega seu corpo para minha língua conquistadora. Suas mãos agarram meu cabelo, e seus quadris balançam em minha boca, se rendendo a minha provocação e ministrações. Eu seguro seus quadris para impedi-la de se mover, acalmando-a. "Christian,” ela geme. "Ainda não, baby,” eu respiro e minha língua mergulha em seu umbigo. "Não,” ela protesta me fazendo sorrir. Oh, mas estamos no meu ritmo. Eu estou no controle. "Muito impaciente, Sra. Grey. Nós temos até pousarmos na Emerald Isle," eu lembro a ela. Eu me movo em seu corpo e beijo os seios dela e puxo o mamilo esquerdo entre meus lábios. Levanto meu olhar para ela, enquanto seu mamilo está na minha boca, com os olhos escuros e lascivos, provocando-a. "Marido, eu quero você. Por favor." Sua mendicância, sua persuasão, é o chamado de uma sereia. Eu a quero. Eu quero reivindicar minha esposa. Eu não posso também esperar mais. Eu pairo sobre ela, meu corpo está cobrindo o dela, o meu peso está apoiado em meus cotovelos. Eu corro o meu nariz no dela, e suas mãos correm na minha bunda. "Sra. Grey... esposa. Nosso objetivo é agradar,” eu digo enquanto esfrego meus lábios nos dela. "Eu a amo,” eu digo.

"Eu também o amo." "Olhos abertos. Eu quero ver você. " "Christian... ah...” ela grita e eu lentamente, e centímetro por centímetro, afundo dentro dela, reivindicando minha esposa. "Ana, oh Ana," eu respiro e começo a me mover lentamente. Ela arqueia as costas, meu pau a preenchendo até a borda. Ela geme. Eu fico olhando para ela com os olhos arregalados. Eu recuo lentamente e, em seguida, mergulho nela mais uma vez. Minha boca afrouxa e um silencioso ‘Ah’ é formado em meus lábios. Minha reação a excita e ela agarra minha bunda, afundando as unhas, me puxando para fodê-la, pegando o meu ritmo.

“Calma, baby, devagar. Eu quero saborear a minha mulher,” eu digo com olhos ardentes. "Marido... por favor. Eu quero você! Eu preciso de você, agora! " "Você me quer, você me tem, baby!" Eu digo e acelero o meu ritmo. Ela me encontra impulso por impulso. Meu amor e nossa paixão aquecem nossos corpos, ardendo um no outro, e eu empalo seu sexo cada vez mais rápido, metendo nela. Eu sinto o aperto, agora familiar, dos músculos de seu sexo ao redor do meu pau, puxando e ordenhando a mim, e ela detona com rolos de orgasmo, e ela grita meu nome, empurrando seus quadris para dentro de mim, e eu alcanço meu ápice e esvazio tudo o que tenho dentro dela, depois de mergulhar dentro dela, mais três vezes. "Ana" Eu grito, quando eu gozo e despenco sobre ela. "Minha esposa, minha mulher... minha vida,” eu sussurro. Ela é meu tudo. Eu a amo tanto, que dói. Eu a beijo mais uma vez, e ela lentamente flutua no sono. Eu a olho dormir. Esta é minha esposa! Nós marcamos um outro primeiro, juntos. Eu lentamente a beijo, tentando não acordála, e lentamente me retiro para fora dela. Meus braços e perna se envolvem por cima dela como uma bandeira da vitória, eu caio no sono ao lado de minha esposa e sonho com ela. *****

"Anastasia, eu quero mostrar-lhe o quarto do pânico. Eu quero que você se familiarize com esta sala, porque caso haja uma emergência, é aí que você vai precisar estar. " Ela geme em resposta. "Eu pensei que o apartamento estava muito seguro, depois que, você sabe...” diz ela lembrando a crise de Leila. "Anastasia, eu não estou dando chances quando diz respeito a sua segurança," eu digo intencionalmente. "Eu quero que você me prometa que, se houver uma emergência, você vai usar o quarto, sem reclamações, hesitações, ou argumentos. Entendido?" "Uhm, tudo bem." "Tudo bem?" Eu pisco. Ela concorda? "Tudo bem,” ela acena com a cabeça em tom tranqüilizador. "Eu quero a sua palavra, Srta. Steele..." Eu digo, meu olhar se estreitando sobre ela. Ela rola os olhos. "Se houver uma emergência e me disserem para entrar no quarto do pânico, eu vou ficar neste quarto até que seja seguro sair,” diz ela recitando. "Oh, Srta. Steele, ouvi um sarcasmo em sua voz, e você acabou de rolar seus olhos para mim?" Pergunto com um sorriso licencioso, meus olhos escurecendo. Sua respiração suspende, e ela engole. "Tenho certeza que sim, Sr. Grey. O que você vai fazer sobre isso?” Ela pergunta. "Srta. Steele, eu não tenho o hábito de anunciar meus planos. Venha,” eu digo estendendo minha mão. Ela pega e me segue para o nosso quarto. "Espere aqui. Não se mova,” eu digo erguendo minhas sobrancelhas e saio da sala. Eu rapidamente me encaminho para a sala de jogos, e recupero um dos nossos brinquedos favoritos, e volto para o quarto, onde ela está de pé, curiosamente esperando por mim. "Abra a boca, Anastasia," eu ordeno. Seus olhos escurecem vendo o que eu estou segurando na minha mão. Sua respiração acelera, e ela passa o lábio delicioso para o cativeiro de seus dentes. "Não morda seu lábio. Caso contrário, isso vai acabar muito rápido, e nenhum de nós quer isso,” eu digo com um tom sensual. Ela abre a boca onde eu deposito as bolas de prata, seu olhar nunca deixando o meu. Eu a puxo para perto de mim e a abraço. Minhas mãos lentamente acariciam seu traseiro, e eu lentamente puxo para cima a saia de seu vestido de verão, branco, sem alças. Ela sufoca um gemido enterrando a cabeça na curva do meu pescoço.

"Silêncio agora,” eu digo. Minhas mãos viajam e esfregam suas nádegas. Eu facilito um dedo em seu sexo e ela já está excitada e encharcada. Minha respiração sibila, lentamente. "Você está tão pronta para mim, baby,” eu murmuro. "Abra a boca, eu vou tirar as bolas," eu digo com um meio-sorriso. "Venha para o lado da cama, e incline-se para baixo,” eu digo. "Agora, afaste as pernas um pouco e agarre seus tornozelos," eu ordeno. ao que ela obedece sem hesitação. Eu empurro a saia do vestido de volta para sua cintura, puxo a calcinha para o lado. Eu primeiro mergulho um dedo, e encontrando seu sexo deliciosamente quente e úmido, eu introduzo outro dedo e esfrego os dedos em movimento circular, finalmente, localizando seu ponto doce na parede frontal da vagina, eu o estimulo. Então eu insiro as bolas uma a uma, em seu sexo e puxo a calcinha de volta para o lugar. Finalmente, eu esfrego suas nádegas e doulhe um tapa em cima de seu sexo, uma vez que sei que vai balançar as bolas prateadas para a frente, e ela grita de excitação. "Você vai ter,” eu digo, sabendo que ela quer mais, e puxo-a para cima, em linha reta. "Vamos lá. Vou ter de familiarizá-la com o quarto do pânico,” eu digo com um olhar escuro. Puxando-a atrás de mim, eu ando em passos bruscos, sabendo que os movimentos vão colocar as bolas em ação e irão estimulá-la por dentro. As bolas de prata são um dos melhores brinquedos sexuais já inventados, desde os tempos da antiga China, e têm sido usados pelas gueixas do Japão para o orgasmo feminino explosivo; esta era a sua melhor ferramenta para pré-aquecer o forno, por assim dizer. Eu dou uma parada na frente do quarto do pânico. "Se houver uma emergência, por qualquer razão,” eu digo olhando nos olhos dela, minhas mãos viajando para o rosto, esfregando seu cabelo devagar, "eu quero que você venha para esta sala. Há três fechaduras diferentes para o quarto,” eu digo, sem afastar o meu olhar para longe dela. "Nenhuma das quais é física. A verificação de retina, impressão digital e códigos

numéricos. Aqueles que estão autorizados podem usar uma daquelas chaves para destrancar as portas. Mas se você está dentro, para uma maior segurança, você terá que digitar um código, além dos de fora. O sistema vai reconhecer isso,” eu digo, enquanto eu pego a mão dela e entro na sala. "Pressione aquele botão vermelho, baby,” eu digo apontando para o teclado na parede. Ela faz o que lhe é dito, e a porta bate fechada imediatamente, surpreendendo-a, fazendo-a saltar para trás. Meu celular recebe imediatamente uma mensagem de texto. Eu o pego e verifico. * Quarto do Pânico ativado * Eu lhe mostro a mensagem. "Se você estiver aqui, por qualquer motivo, eu vou saber Anastasia,” digo a ela. "Oh! Como é que vamos sair,” ela pergunta. "Nós não vamos sair até que tenhamos explorado este quarto completamente,” eu explico, o meu dedo indicador arrastando-se ao longo do seu queixo. Ela se inclina automaticamente para o meu toque. "Eu acho que você precisa ser espancada agora pelo incidente de rolagem de olho e a ponta de sarcasmo, você não acha Srta. Steele?" Pergunto baixinho ainda esfregando apenas o dedo indicador sobre seu rosto. Ela acena com a cabeça enfaticamente, com expectativa, sua respiração acelerando. Eu ligo o aparelho de som oculto e Flower Duetde Lakmé começa a tocar. Há uma espreguiçadeira na sala. "Venha,” eu digo puxando-a comigo. Sento-me no sofá, e puxo Anastasia sobre meu colo. Eu puxo o seu vestido para cima, e abaixo a calcinha até os joelhos. Eu esfrego seu traseiro, e depois espalmo seu sexo enquanto meu polegar acaricia delicadamente seu clitóris. Ela dá um gemido profundo. The Flower Duet – Lakmé "Shhh..." Eu a silencio. Minha mão deixa seu traseiro e com a palma da minha mão, eu bato nela em suas nádegas. Ela dá uma mistura de som de um grito e um gemido. Então minha mão bate bem sobre seu sexo. Eu crio um padrão, dois em todo o resto de suas nádegas e um, para baixo, destinado a empurrar as bolas para dentro, estimulando-a. Então eu esfrego sobre suas nádegas, lentamente, para estimular o fluxo de sangue. A bunda é uma zona erógena principal. Os nervos de excitação sexual, na bunda, estão enterrados em uma camada de gordura e exigem dura estimulação dispará-los, e isso precisa ser feito corretamente. "Oh, por favor, Christian!” Ela implora após o nono tapa em suas nádegas. Ela está perto de ser completamente estimulada. Suas nádegas têm um agradável tom de rosa. Apanhar cria uma resposta fisiológica, coletando sangue em seu sexo e áreas próximas e realizando, assim, mecanicamente, o que carícias e beijos fazem psicologicamente.

Anastasia submetendo-se a mim assim, entregando-se, é uma parte importante de sua resposta sexual, de sua confiança em mim, e em troca isto me excita além da crença, me fazendo querer foder com ela por toda próxima semana.

"Christian, por favor, me foda!” Ela pede, e eu puxo as bolas de prata de dentro dela, levando-a a beira do orgasmo. Eu a puxo na posição de pé e me dispo, rapidamente, das minhas calças, boxers e minha camisa. "Anastasia, eu vou segurar você, baby, eu quero que você enrole as pernas em volta de mim,” eu digo. Eu puxo-a para cima, em meus braços e, lentamente afundo em seu sexo, o seu peso empurrando para baixo, e meu pau encontrando seu ponto mais profundo. Com uma mão eu seguro suas nádegas, e com a outra, eu abaixo o vestido sem alças até a cintura, liberando seus seios. "Mova-se,” eu ordeno e ela começa a subir e descer no meu pau. "Calma, baby!" "Não, eu quero que você me foda duro!” Diz ela, aumentando a respiração. Eu amo estar sob o comando dela, e eu só estou começando a aprender que, ocasionalmente, dar-lhe o comando é sexy como o inferno. A voz desencarnada de Taylor é ouvida no alto-falante na sala. "Sr. Grey? As portas não estão abrindo, senhor? Você precisa de ajuda para sair?" Eu reviro os olhos, e Anastasia geme. Como ela diminui para um ritmo mais lento, eu aperto o botão do intercomunicador e respondo. "Não é necessária ajuda, Taylor. Estou familiarizando a Srta. Steele com o quarto do pânico. Ela precisa aprender a usá-lo por conta própria. " "Sim, senhor,” ele responde. "Isso é tudo, Taylor,” eu digo dispensando-o com um tom de irritação, e ele se vai. Quando Anastasia pega seu ritmo de novo, eu sinto o acúmulo de tensão na minha virilha. Quando ela empurra para baixo, eu enfio meu pau para cima, e quando eu a faço saltar de volta, mais uma vez, eu capturo os lábios dela com os meus, a minha língua correndo em sua boca, agredindo-a, explorando, amando, fodendo. Eu sinto o aperto familiar de seu sexo, e ela geme e suspira uma interpretação incoerente do meu nome, em minha boca, empurrando com força. Eu me esvazio nela; sinalizando e marcando minha mulher, na única superfície que não tínhamos batizado na casa.

Quando descemos do pico do nosso êxtase, eu a abaixo na espreguiçadeira, e a limpo e, em seguida, me limpo. Eu finalmente inclino-me e a beijo, longo e doce. "Eu a amo, Anastasia. Eu não acho que eu possa nunca obter o meu suficiente de você,” eu murmuro. "Nós estamos entrelaçados de corpo e alma, baby." "Engraçado você dizer isso, Sr. Grey," ela responde. "Eu tenho um presente para você." "Sério?" Eu digo surpreso. Seus presentes são sempre preciosos para mim; sempre planejados, e sempre especiais. Ela alcança a bolsinha que ela tinha deixado sobre a mesinha, e tira uma pequena caixa. Eu levanto as sobrancelhas e olho para ela. "Bem, abra-o, Sr. Grey,” diz ela sorrindo. "Sim, senhora,” eu respondo. Dentro da caixa está um par de abotoaduras com a A & C gravados com letras entrelaçadas. Quando eu olho para ela, ela olha expectante, mas tenta dar de ombros com indiferença. "Você gosta?" "Eu mais do que gosto, Ana. Eu amo! É perfeito,” eu respondo. Ela é perfeita.

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Round about the cauldron go: In the poisoned entrails throw. Toad, that under cold stone Days and nights has thirty-one Sweated venom sleeping got, Boil thou first in the charmed pot.

Fire burn and cauldron bubble...
CHAPTER VIII
Tradução: Neusa Reis

Double, double toil and trouble;

~ Shakespeare (Witches’ Chant from Macbeth)

Taylor e a convidada indesejada
Ele ouve seu nome sendo chamado freneticamente, através do rádio em seu ouvido. "Taylor, você pode me ligar em seu telefone celular? Ou entrar em uma linha privada? Nós temos uma situação aqui!” Zumbe Sawyer. "Que tipo de situação?" Pergunta Taylor. "Convidado indesejado," responde Sawyer. "Porra!" Murmura Taylor, sob sua respiração, em um epitáfio. “Eu estou chamando você agora mesmo. Eu não vou estar off-line. Apenas meu microfone desligado," adverte Taylor em prol dos outros da equipe de segurança. Ele liga para o celular de Sawyer. "Sawyer, qual é o problema?" pergunta Taylor sem preâmbulos. "T., aquela bruxa assustadora está aqui,” explica Sawyer. Taylor pensa por um momento. Quando se trata de seu chefe, ele teve mais do que seu quinhão de bruxas assustadoras. Mas Sawyer só conheceu duas delas. Então, pode ser Leila, ou Elena. "Sawyer, você precisa ser mais específico quando se trata de descrever os convidados indesejados. A qual bruxa assustadora você se refere?" Taylor pergunta impaciente.

"Não a mulher Williams. Ela é assustadora, mas esta me dá arrepios como se ela estivesse patas traseiras do diabo, e pronta para chutar a qualquer momento! A irmã do Drácula, a loira idiota que está sempre vestida de negro...” descreve Sawyer. "Porra!" "Ela disse o que ela quer?" "Ela quer participar do casamento, chefe!" "Ela não é a noiva ou o noivo. Ela não pode entrar! "Eu estou ciente disso, chefe, mas é melhor você trazer seu traseiro aqui logo porque a Sra. Grey está a caminho para a entrada. Alguém sussurrou em seu ouvido que há um convidado não desejado esperando lá fora.” "Puta merda! Mas que diabos? Ocupe a Sra. Grey. Não a deixe sentir uma brisa de quem é! Eu estarei já aí!” "Como faço para impedi-la?" "Sawyer, você estava na porra do FBI! Tenho certeza de que eles ensinaram algo para manter uma simpática senhora distante de uma bruxa experiente!" Diz ele correndo para a entrada da frente. "Cara, é melhor se apressar! A bruxa está afiando suas garras, e dando trabalho para a segurança que está cuidando da entrada! Gostaria de saber onde ela estacionou sua vassoura," ele resmunga. Taylor pega através da casa principal onde ele encontra a Sra. Grace Trevelyan-Grey. "Taylor, foi-me falado sobre um tumulto no portão da frente. Você sabe o que está acontecendo?" "Eu vou cuidar disso agora, Sra. Grey," Taylor responde com um olhar reticente em seu rosto. A Sra. Grey estreita seus olhos para ele. “Ouvi dizer que há um convidado indesejado...” diz ela deixando sua frase suspensa no ar, com os olhos apertados. 'Quem diabos tem a boca solta aqui?’ Taylor pensa para si mesmo. "Eu não sei o que você ouviu, ou de quem você ouviu minha senhora, mas não é nada que não possamos cuidar. Eu estou a caminho para resolvermos a situação agora,” diz Taylor. "Eu gostaria de ir com você, se você não se importa, então,” ela responde. Taylor dá um gemido interior. "Senhora, na verdade, eu me importo. Nosso trabalho aqui é protegê-la, e aos convidados, e manter os indivíduos indesejados fora, sejam eles quem sejam. Então, por favor, aproveite o casamento, e deixe nós cuidarmos das questões de segurança menores. Tenho certeza que não é nada para se preocupar." "É a Sra. Lincoln?” Ela pergunta incisivamente.

"Sra. Grey, eu não vi quem é o convidado indesejado. Se é um hóspede que não está na lista; ele ou ela não podem entrar." "Chefe, eu sugiro que você se apresse! A bruxa veio com seu caldeirão e ela começou a fabricar sua poção aqui !” Sawyer grunhe. De que diabos ele está falando? "Sra. Grey, sinto muito! Mas temos instruções estritas de que apenas a segurança deve lidar com as questões de segurança; e você não está na minha lista da equipe. Quem quer que esteja lá fora, é meu trabalho lidar com o problema. Se você me der licença, senhora,” diz Taylor, autoritariamente, fazendo um movimento para chegar ao portão. Grace Grey para por um momento, depois concorda com a cabeça, e volta-se para entrar na casa. Taylor limpa o brilho de suor da testa, e rapidamente se encaminha para a frente, onde Sawyer se encontra. Sawyer acena com os olhos indicando um pé batendo, toda vestida em negro da cabeça aos pés, num vestido cintilante, Elena Lincoln, que agora está levantando a cabeça regiamente, olhando para Taylor. Taylor procura em volta por um corvo preto em cima de uma árvore acompanhando a bruxa loira, e quando não vê um, ele secretamente se pergunta se ela está escondendo um chicote preto dentro de sua bolsa de festa, preta, cintilante. Ele se encaminha para ela. "Taylor,” diz ela com sua voz suave, com alívio. "Sra. Lincoln.” Taylor acena com a cabeça em saudação. "Tão formal comigo, Taylor," ela o olha, e ele recua interiormente. "Como posso ajudá-la, senhora?" " Me chame Elena,” diz ela tentando ser amigável. "Não, minha senhora. Eu não me sentiria confortável. Como posso ajudá-la hoje, minha senhora?” Ele pergunta educadamente. "Taylor, estou aqui para o casamento do Christian,” diz ela limpando a garganta. "Você tem um convite, senhora?" "Eu nunca precisei de qualquer convite para qualquer coisa relacionada a Christian. Por que a formalidade?” Diz ela com um som de relincho. "Sra. Lincoln, se você foi convidada, senhora, você sabe que há um protocolo, e esse não é o lugar para vir primeiro. Você não está na lista de convidados. Temos instruções rigorosas sobre quem está na lista, e quem pode entrar.” "Você quer dizer que eu sou um assunto em uma lista de proscritos?” ela diz quase entre dentes, sua cuidadosamente construída fachada calma, está escorregando. "Eu não tenho a liberdade para discutir isso com você, minha senhora."

"Assim, confirma então. Bem, vá dizer ao seu chefe que eu não vou embora até que ele venha aqui e fale comigo.” "Minha senhora!" Taylor repreende. ”Este é o casamento do Sr. Grey e da Srta. Steele. Ele não pode deixar seu casamento para vir falar com um convidado não desejado!” "Taylor! Eu vou ter as suas bolas para o jantar, e chicoteá-lo com seu pau, se você não me trouxer Christian neste minuto!” ela diz ameaçadoramente, os olhos arregalados, parecendo uma mulher louca. "Sinto muito, Sra. Lincoln. Mas a bajulação não funcionará, senhora! Tenho ordens. Você NÃO está na lista de convidados.” Ela o olha avaliando. Ele tem um olhar impassível; um olhar que Christian tem a maior parte do tempo. Um rosto que esconde as inseguranças, medos, angústias, problemas e preocupações de alguém. Ela quer ter um vislumbre da fraqueza de Taylor. "Taylor, eu tenho certeza que você não quer uma cena aqui para embaraçar seu chefe. Sugiro então que você entregue esta mensagem a ele,” diz ela rabiscando algo em um pedaço de papel. ”Diga a ele que eu não vou embora a menos que ele venha aqui falar comigo,” ela exige. Taylor relutantemente pega sua nota e sem uma palavra, se apressa para chegar a Christian. Quando ele se encaminha para a tenda, ele vê Christian dançando com Anastasia. Seu chefe parece... feliz. Mais feliz do que ele já esteve nos quatro anos em que ele está trabalhando para ele. Ele amaldiçoa a sua sorte de ter que quebrar esse momento feliz. Taylor não quer interromper; ele procura por uma abertura. Ele seria um maldito se ele deixasse Ana ouvir sobre o convidado indesejado e azedar seu humor alegre no dia de seu casamento! Pobre garota, não merece a intromissão dessa Troll Lincoln, naquele que deve ser o dia mais feliz de sua vida. Deus, ele se sente como se ele estivesse protegendo Sophie quando se trata de Ana! Taylor sabe que esta é a principal intenção por trás da intrusão da bruxa loira: desestabilizar seu casamento desde o primeiro dia. Ela quer fazer Ana se sentir inquieta, de que há outra mulher esperando que ela escorregue para tomar seu lugar. Quanto mais Taylor pensa sobre isso, mais louco de raiva ele fica. Mas ele tem que ver o que o seu chefe pensa em primeiro lugar. O Sr. Grey está olhando para Ana como se nada nem ninguém existisse além deles dois. Taylor sentese como um maldito verme, um voyeur perturbando seu momento especial. No passado, ele havia interrompido um monte de momentos íntimos, por várias razões, incluindo as vezes em que ele teve que bater na porta do quarto de jogos do patrão, quando ele estava envolvido em alguma merda bizarra como as sub acorrentadas em algum engenhoca e fora do chão. Mesmo assim, ele atenderia a porta, apenas levemente puto que seu coito tinha sido interrompido. Mas esse... esse é um momento privado, e parece mil vezes mais íntimo do que foder; como duas almas que se unem, abraçadas uma a outra. Taylor blasfema sob sua respiração novamente, "bunda de babuíno, puta merda!" Mas Taylor não tem que esperar muito tempo. Outro pobre filho da puta, que está apaixonado por Ana, interrompe a dança do chefe e Ana no final da canção. Taylor quase sente pena do pobre coitado. Ele parece triste como um cachorro espancado enquanto ele está olhando para Ana nos braços do chefe. Sr. Grey, relutantemente, permite-lhes dançar e fica de lado observando sua garota como um falcão. Dr. Flynn se esgueira ao lado dele. Taylor não pode esperar muito mais tempo antes da música acabar. Ele tem que alertar o chefe sobre a porra da hiena zombeteira fora da propriedade!

"Sr. Grey.” Taylor se insinua para Christian. Ele lhe dá o olhar ‘a merda está prestes a bater no ventilador'. O chefe entende, e ele não está feliz. "Desculpe-me um momento, John," ele próprio se desculpa com o hiper caro psiquiatra. No que diz respeito ao psiquiatra, ele é um cara legal. Mesmo Taylor sente que deveria ir até ele depois do que ele tinha visto na sala de jogos, nos últimos anos. Mas agora, ele tem uma tarefa, e se tudo estiver bem, a bruxa irá levitando em sua vassoura para fora. "O que está acontecendo?" O chefe pede. "A Sra. Lincoln está lá fora, e ela insiste em falar com você,” Taylor solta de um fôlego só, nervosamente. Quanto menor for a mensagem, melhor. "Que porra é essa? Eu não acredito nisso!” Seu chefe rosna, e sua mão corre através de seu cabelo em exasperação. Parece que ele poderia arrancar a cabeça da cadela fora. Cuidado! Ela é como criatura mitológica grega, a Hidra. Você corta uma cabeça e duas nascem em seu lugar. Você tem que usar uma tática diferente com esse tipo de serpente. "Eu sei que você tem instruções rigorosas sobre quem pode e quem não pode vir, senhor. Achei que você precisava saber disso,” responde Taylor. "Eu não vou falar com ela no dia do meu casamento, ou a qualquer próximo momento!” Diz o chefe, e se não houvesse ninguém por perto, Taylor poderia dar uma cambalhota para essa resposta. Isso é o quanto a bruxa lhe dá arrepios. "Eu estou ciente disso, senhor. Eu posso mandá-la embora. Ela passou uma nota para ser dada a você,” diz Taylor. Ele já olhou a nota no caminho. 'Yeah, yeah! Porra, privado! Bem, me processe !’ Ele pensa consigo mesmo. Isto é para o bem de seu chefe. Não é privado quando se trata do dia mais feliz da Ana, e tão brilhante quanto o seu chefe seja, às vezes ele não consegue ver o quão longe os tentáculos desta bruxa rastejam em seu pescoço. Taylor sente a necessidade de proteger os dois dela, pela força se necessário. Seu chefe lê o bilhete, e ele está fervendo de raiva. Graças a Deus há algum bom senso nele para perceber que esta cadela é um perigo para a sua felicidade! Ele o viu assim louco apenas algumas vezes. Quando ele olha para Taylor, depois da nota, seus olhos estão atirando punhais. Se apenas olhares pudessem matar, Taylor iria dirigir o olhar do chefe para o portão de entrada. "Eu quero que você vá lá fora, e fale com ela. Diga-lhe que o Sr. Grey está ocupado construindo seu futuro com sua nova esposa. Ele não está interessado em relembrar seu passado com ela. Se ela tiver problemas para encontrar seu caminho para sua casa, um dos seguranças estaria mais do que feliz em dar-lhe as orientações, e se ela ainda tiver dificuldades para entender o Inglês simples, eles podem alegremente escoltá-la para casa,” diz ele, e Taylor está orgulhoso dele como no primeiro dia em que Sophie aprendeu a andar. "Eu ficarei mais do que feliz em entregar a mensagem, senhor,” ele responde rapidamente e sai. Em seu caminho para o portão, ele chama Sawyer.

"O seu microfone está desligado?" "Sim, Taylor, ele está desligado." "O que a Sra. Lincoln está fazendo?" "A bruxa está andando para cima e para baixo, na medida em que lhe é permitido, no gramado da frente." "Eu estarei fora em um minuto,” diz Taylor antes de desligar. Quando anda para o portão da frente, Taylor respira fundo e caminha em direção a bruxa Lincoln em passos determinados. Quando ela vê o seu olhar firme, ela sabe. Ela inclina a cabeça para cima, sua postura fica orgulhosa e determinada, e ela olha para ele. "Bem,” ela pergunta com petulância. "O Sr. Grey não está disponível. Ele não pode vir.” "O que quer dizer que ele não pode vir?” Diz ela batendo seu pé. "Sra. Lincoln, o Sr. Grey lhe enviou uma mensagem. Ele diz que neste exato momento, ele está ocupado construindo um futuro com sua nova esposa,” diz Taylor, enfatizando que ele já amarrou o nó, que não há espaço para uma ex dominatrix, "... e que o Sr. Grey não está interessado em rememorar o passado com você. Se você tiver problemas para lembrar o caminho para sua casa, eu ficaria feliz em proporcionar isso para você. E se você, senhora, estiver tendo problemas para ir para sua casa, alguém da equipe de segurança estaria mais do que feliz em acompanhá-la até lá,” diz Taylor olhando para ela incisivamente. "Bem, bem, bem... Taylor. Você pode fazer um bom dom...” diz ela, avaliando-o, "se você não fosse um pouco velho demais para mim,” acrescenta, estreitando os olhos. Seu louvor inclui sempre um insulto escondido. Taylor sente a bile subir nele. Ele esteve em combates, e numerosas guerras, mas nada lhe dava tantos arrepios quanto essa mulher. Taylor finge que não ouviu a bruxa. "Você precisa de escolta, Sra. Lincoln?” Ele pergunta incisivamente. "Oh, é, você está com a empregada, não é?” Ela zomba dele. Ninguém fala sobre Gail assim! "Sra. Lincoln, eu ficaria mais do que feliz em acompanhá-la até sua vassoura!” Diz ele com firmeza, mas com calma. "Você é sensível,” ela suspira. ”Meu Mercedes CL 600 marca vassoura está estacionado ali, Taylor,” diz ela, indignada. “Eu não preciso de escolta. Diga a seu chefe que, quando ele precisar de mim... e ele vai precisar de mim.” diz ela muito segura de si. ”Quando esse momento chegar, eu estou pronta, apta e disponível para ele." Sem chance que Taylor vai passar essa mensagem! As garras da maldita bruxa são como arames farpados gigantes. Dói quando ela empurra para dentro, e eles arrancam um quilo de carne, quando ela os puxa para fora!

"Desculpe minha senhora. Eu NÃO vou passar essa mensagem! O Sr. Grey está casado agora. É melhor deixá-lo sozinho, e seguir em frente com outros empreendimentos,” diz ele severamente. "Você vai passar a mensagem, Taylor! Se você valoriza seu trabalho...” ela diz deixando o fim da ameaça em suspenso. "Estou contratado para ser a proteção pessoal do Sr. Grey. Eu sou obrigado a usar o meu melhor julgamento para protegê-lo do mal; e você minha senhora é mais venenosa do que uma cascavel, e protegê-lo deste tipo de perigo cai na descrição do meu trabalho. Ao contrário de outros, eu não tenho medo de suas presas, senhora. Seu tempo aqui acabou. Você tem dois minutos para deixar as imediações. Se você não pode sair, a segurança vai acompanhá-la,” ele diz com um olhar glacial. Ela vira as costas e caminha para sua Mercedes, com a cabeça erguida, indignada. Ela vai ter seu dia. Mas não hoje. While still I may, I write for you The love I lived, the dream I knew. From our birthday, until we die, Is but the winking of an eye; And we, our singing and our love, What measurer Time has lit above, And all benighted things that go About my table to and fro, Are passing on to where may be, In truth's consuming ecstasy, No place for love and dream at all; For God goes by with white footfall. To Ireland in the Coming Times ~ Yeats

IRELAND
Meu Blackberry já tem três mensagens de texto e vários e-mails de Taylor.
* Destino: Ashford Castle. Seguranças Harry O'Reilly, Greg Fergus. Senha: Crystal Fjord. Londres

está preparada para sua chegada amanhã à noite. Detalhes sobre a segurança em seu e-mail * Estou surpreendendo Anastasia com uma estadia em um castelo irlandês. Será que ela gostaria? “Baby, acorda,” eu sussurro no ouvido de Anastasia, beijando seu rosto, a borda de sua mandíbula, ao lado de sua boca. Ela geme cansada. “Nós estamos aqui. Levante-se e tome um banho e se vista, baby.”

"Onde estamos?” Ela pergunta se esticando, seus seios nus se movendo para cima com seus braços. Eu já tomei banho e me vesti, e estou pronto para aproveitar o primeiro dia de nossa lua de mel com minha esposa. Eu adoraria fazer amor com ela agora, mas vai manter-nos no aeroporto por toda a duração do dia, e nós temos planos. "Irlanda,” eu respondo. "Para abastecer?" "Nós já reabastecemos. Temos uma excursão,” eu digo com um sorriso malicioso. Ela estreita os olhos para mim, interrogativa. "Que tipo de excursão,” ela pergunta puxando os lençóis até o peito. Eu os puxo para baixo lentamente, sem desviar o meu olhar dela. "Vamos baby; estamos perdendo a luz do dia. Temos tanta coisa para fazer. Nós só temos um dia aqui. E eu tenho tanta coisa para mostrar-lhe, Sra. Grey.” eu digo sombriamente, e a beijo. Ela retribui, e me puxa para ela, forte, exigente, seus dedos enlaçando meu cabelo. Eu finalmente consigo me afastar sem fôlego. "Whoa! Anastasia! O que você faz para mim! Não podemos ficar na cama. Venha. Tome um banho e nós temos que ir.” Nós só pegamos as pequenas bagagens de mão e a equipe de segurança, que Taylor tinha arranjado, está esperando por nós depois que passamos a alfândega. Eles estão esperando por nós no setor VIP. Taylor tinha me enviado uma foto de cada um da proteção individual, e eu reconheço nossas escoltas; e não é só pelo grande cartaz que estão segurando: "Sr. e Sra. Christian Grey " Quando Anastasia e eu saímos, seus olhos brilham com a identificação. Eles sabem com que nos parecemos. "Sr. Grey,”? pergunta Fergus, que parece que tem apenas 30 anos de idade, mas ágil, asseado e focado. Ele enfatiza a letra 'r' em sua conversa. "Você é?" Eu pergunto. Ele mostra sua identificação. Todas as informações de identificação correspondem à cópia que Taylor me mandou por e-mail. Uma vez que eu termino de verificar sua identificação, eu pergunto: “Destino?" "Crystal Fjord,” ele responde. Anastasia olha para mim intrigada. "Uma vez que o seu tempo é limitado, estamos pegando o helicóptero, senhor. Temos sua agenda para a duração da sua estada na Irlanda; no entanto, se desejar outra coisa mais que não esteja na agenda, por favor, nos avise para que possamos organizá-lo rapidamente para você, Sr. Grey,” diz O'Reilly.

"Só nos levar para o nosso local de estada, vamos nos refrescar-se um pouco, então podemos seguir em frente com as nossas atividades,” eu digo com um olhar impassível. "É claro, Sr. Grey. Estamos a cerca de 148 km de nosso destino, senhor, que é cerca de 92 milhas. Dirigindo, nós levaríamos cerca de duas horas, senhor. Considerando que você já viajou uma grande distância, o Sr. Taylor arranjou um helicóptero para você, para levá-lo para seu destino, e está à sua disposição para a excursão que foi preparada para você. Ele permanecerá de plantão durante o período de sua estada, senhor,” acrescenta ele, educadamente. "Obrigado, O'Reilly," eu digo tomando a mão de Anastasia. "Por aqui, Sr. e Sra. Grey,” diz Fergus, e lidera o caminho. O helicóptero a que nos levam na pista é um Sikorsky S-92 de luxo. A mandíbula de Anastasia cai aberta com o tamanho do helicóptero. Sikorsky é um enorme helicóptero com mais de 17 metros de comprimento exterior, e a envergadura, sozinha, também tem mais de 17 metros de comprimento. Ela me olha com curiosidade.

"É enorme,” ela comenta em um sussurro. "Só o melhor para minha garota,” eu respondo tranquilamente. Eles pegam a nossa bagagem da aeronave, e nos apresentam ao nosso piloto, cujo nome deve ser Matt O'Connell de acordo com a informação fornecida por Taylor. "Permitam-me apresentar-lhes o seu capitão, senhor?" O'Reilly pergunta educada mente. ”Este é o capitão Matt O'Connell. Ele estará a seu serviço durante a sua estadia. Nosso co-piloto é o capitão Richard Bremer ,” ele indica os dois pilotos que estarão nos conduzindo. Suas fotos e nomes coincidem. "Bem-vindo a bordo, senhor,” dizem eles e apertam minha mão.

"Minha senhora, bem-vinda, e parabéns,” eles se voltam para Anastasia e a fazem corar. ”Por favor, sentem-se. Esta é uma grande aeronave, que serve comida e bebidas, e se você quiser usá-lo, há um banheiro, bem como um chuveiro, a bordo da aeronave,” diz O'Connell. "Obrigado. Eu acho que nós vamos agora tomar nossos lugares,” eu respondo. "Quanto tempo vai levar para nós chegarmos ao nosso destino?" Pergunta Anastasia. Menina inteligente! Ela não está perguntando onde, mas ela está fazendo as perguntas certas. "Não mais do que 40 minutos, Sra. Grey,” responde Fergus. Meus lábios se curvam em um pequeno sorriso. "Curiosa?" Eu me inclino e pergunto. Ela acena com a cabeça vigorosamente. "Você vai vê-lo em 40 minutos. Prefiro mostrá-lo a você que falar,” eu digo. Sikorsky é um helicóptero de luxo. Foi adaptado para o conforto dos passageiros. A altura da cabine é de 1,80 m, levando-me a abaixar minha cabeça quando eu entro nela. A largura da cabine parece ser de cerca de dois metros, mas o comprimento parece 6 metros. É espaçosa e eu estou sentado ao lado de Anastasia, quando uma aeromoça vem. "Bem-vindo Sr. e Sra. Grey. Meu nome é Jennifer. Eu sou sua aeromoça hoje. Eu gostaria de servir a vocês algumas bebidas. O que vocês gostari am?” Ela pergunta com um grande sorriso genuíno. Ela está em seus 30 e poucos anos, cabelos vermelhos, olhos verdes, uma mulher agradável. Ela olha para Anastasia com expectativa, em seguida, olha para mim e pisca em rápida sucessão. Eu me viro para olhar para a minha esposa, para perguntar o que ela quer, nada muito forte neste início de manhã. "Eu gostaria de Twinings English breakfast, por favor, saco de fora,” diz ela, em seguida, estreitando os olhos quando ela percebe um vislumbre da aeromoça olhando para mim, com uma apreciação carnal. Você não tem nada com que se preocupar, baby. Eu tenho apenas um tipo, e é você. Mas seu ciúme desperta minha virilha e me agrada secretamente. Ela me ama; eu nunca vou me fartar disso. "Você, senhor,” ela pede quase tropeçando em suas palavras. "Café com leite desnatado, por favor,” eu respondo, sem levar o meu olhar para longe da minha linda noiva. "Nós já temos uma reserva para almoço no nosso destino,” eu explico a Anastasia. "Onde é que nós vamos, Christian?” ela pergunta, com excitação na voz. "A expectativa é a maior parte do prazer,” murmuro, com um sorriso lascivo. "Mas eu quero saber o que eu estou esperando,” ela diz amuada, embora ela não consegue esconder sua emoção também. Eu apenas sorrio em resposta. O vôo está indo sem problemas. Eu verifico o meu horário, e olho para fora da janela. Eles deveriam fazer um sobrevoo em primeiro lugar, e eu quero ver o que Anastasia pensa e o que sente, quando vir pela primeira vez onde eu a estou levando. Fergus é suposto ser o guia turístico aéreo para este vôo. Ele limpa a garganta e se aproxima dos nossos lugares.

"O que vocês estão vendo abaixo é a Mayo Galway. Logo estaremos voando a Bush Island, para sua esquerda é Illaunree, ao norte da qual está Illaundarragh e Leaf Islandestá apenas um pouquinho a noroeste do mesmo. Bem ali à sua esquerda Sr. e Sra. Grey,” Fergus aponta as pequenas ilhas abaixo.

"Estamos indo agora sobrevoar os domínios, que são bastante grandes, ostentando mais de 10.000 ha. A propriedade em si tem entre 140-180 hectares, dependendo de a quem você perguntar, mas em 1852 Sir Benjamin Lee Guinness estendeu os domínios para suas grandes proporções. Para o norte, você pode ver o Centro Equestre Ashford. Se desejar, ou se você tiver tempo, você pode cavalgar no campo lindamente arborizado entre as margens do Lough Corrib e Lough Mas, e até mesmo nas montanhas de Connemara para o Oeste. Mais ao norte,” diz ele apontando com o dedo e Anastasia se inclina e para meu divertimento me empurra para fora do caminho para ver, com prazer infantil,” você pode ver o Clay Pigeon tiro ao alvo e arco e flecha,” acrescenta Fergus.

"Oh! Podemos ir atirar? Por favor, podemos?" Anastasia pergunta excitadamente. "Não!” Eu respondo com minha boca em uma linha apertada. Eu acabo de casar com ela. Eu não quero que ela seja acidentalmente baleada. Ela estreita os olhos para mim, mas não diz nada.

Fergus sente a tensão e se move rapidamente para um tópico diferente. "Para o sudeste, você vai ver as margens do Lough Corrib e, claro, a propriedade Orvis está localizada logo perto da que é uma das mais famosas indústrias de pesca em toda Irlanda, senhor,” diz ele para minha atenção.

"Além disso, minha senhora, se você olhar para sua esquerda,” ele diz, conduzindo Anastasia para a janela do seu lado do assento, “você verá o Gardens em Ashford. O castelo remonta a 1228...” diz ele, mas não pode terminar o resto de sua sentença porque Anastasia grita de prazer.

"Castelo! Você disse castelo? Christian ele disse castelo?” Ela grita com voz estridente. Eu não posso evitar, mas coloco um grande sorriso idiota no meu rosto.

Fergus coloca um sorriso de satisfação no rosto. “Sim, senhora, o castelo Ashford,” diz ele com orgulho, como se seu tio favorito fosse o dono. “Mas eu estou mostrando-lhe os jardins à sua esquerda. Sir Benjamin Guinness e seus sucessores, os Ardillauns, de 1852 em diante criaram, e conceberam, e executaram o layout dos jardins. Eles valem a pena ver, senhora. E à sua direita, Sra. Grey, se você olhar da janela do Sr. Grey, você vai ver o espetacular Castelo de Ashford. Foi fundado pela família anglo-normanda de Burgo após a derrota dos nativos O'Connors de Connaught.”

"Oh meu Deus! É simplesmente lindo, Christian! Parece Hogwart s!” (N.T. Hogwarts, é um internato de magia para
feiticeiros e feiticeiras com idades entre os onze e dezessete anos. É o palco principal para os primeiros sete livros da série Harry

JK Rowling.) Anastasia exclama. “Eu mal posso esperar para explorá-lo. É permitido explorá-lo?” ela pergunta a Fergus.
Potter, de

"Sim, senhora, é. Você irá ocupar uma das suítes com a melhor vista de tudo em volta, senhora!” Diz ele de forma promissora. Anastasia vira para mim e sorri com seu sorriso 10.000 Megawatts. Estou eufórico porque ela adora! Os pilotos pousam o helicóptero habilmente no heliporto, e um carrinho de golfe está esperando para recolher-nos e nos conduzir de volta ao castelo. "Sr. e Sra. Grey! Meu nome é Milton. Bem-vindo ao Castelo de Ashford,” um assistente pessoal nos cumprimenta com um grande sorriso caloroso. “Vou levá-los para seu quarto. Nós sabemos que vocês

viajaram um longo caminho, de modo que vocês podem descer quando vocês quiserem para o seu brunch,” diz ele cortesmente. (N.T.Brunch é uma refeição de origem britânica que combina o café da manhã breakfast em inglês com o almoço - lunch em inglês. É normalmente realizada aos domingos, feriados ou datas comemorativas)

"Obrigado Milton," ambos dizemos ao mesmo tempo para a resposta de Milton. Ele nos conduz no caminho esculpido através da grama bem aparada. À nossa esquerda podemos ver as pequenas ilhas na baía com vista para o castelo. A água está calma como folha e as cores são vivas; absolutamente lindo.

"Vamos levá-los por aqui senhora, senhor,” diz Milton depois que ele para na frente do castelo. Anastasia vira para mim e fala sem som, "Oh meu Deus!" .

"Christian, este é Downtown Abbey encontrando Camelot! Obrigada,” ela exclama depois de apreciar a arquitetura e passando sua m ão sobre o traje da armadura brilhante na porta da frente. “É formal, sem ser abafado! Como você sabia que eu adoraria isso?"

O rico interior de mogno tira seu fôlego. O mobiliário é eclético; de diferentes períodos, mas de algum modo, muito apropriado para o ambiente. Nossa suíte é bastante grande, com suaves entonações douradas e cores quentes. As janelas são grandes e com vista para a água e os jardins.

Uma vez que eu dou gorjeta a Milton, e o envio em seu caminho, Anastasia vira para mim e para minha surpresa, ela se lança sobre mim. ”Eu amo isso! Eu amo isso! E eu te amo! Obrigada!” Diz ela chovendo beijos no meu rosto, meu pescoço, em volta dos meus lábios e, finalmente, encontrando meus lábios. "Sra. Grey, se eu soubesse que eu ia conseguir essa reação...” mas eu não tenho chance de terminar minha frase. Sua boca captura a minha, e rapidamente o desejo se desenrola em nós dois. Eu a encosto na cama de dossel, e a empurro para o colchão e eu caio em cima dela. "Marido...” diz ela ofegante, com as mãos atadas no meu cabelo. “Eu quero você! Agora!” "Ana! Você vai me abater, baby! Mas temos planos. Caso contrário, vamos estar no nosso quarto o dia todo!” "Mas eu quero fazer amor com você em um castelo..." "Oh, baby, nós vamos, mas no momento e no lugar da minha escolha,” eu sorrio provocante. "Vamos nos limpar e vestir, eu tenho algumas surpresas para você."

"Se eu entrar em combustão no primeiro dia de nossa lua de mel, Sr. Grey, vai ser tudo culpa sua!” Ela acusa. "Sra. Grey, eu tenho certeza que eu posso pensar em algumas maneiras de apagar seu fogo,” eu respondo minha boca se contraindo. "Roupa confortável, nós talvez tenhamos que andar,” eu digo. Quando estamos prontos para ir, eu pego a mão dela, e nos encaminhamos para aDrawing Room para tomar café da manhã. ”Esta é uma sala de desenhar! Você sabe o quanto eu queria ver uma desde que eu li sobre elas em Orgulho e Preconceito?" Anastasia sussurra fervorosamente. Sua reação me faz querer colocar o mundo a seus pés, fazê-la feliz cada dia da sua vida. Eu só aperto-lhe a mão em resposta. Quando acabamos o café da manhã nos é dada uma excursão pelo castelo, e os jardins, mas não ao local de tiro. Eu não quero Anastasia perto dele!

Tanto quanto eu quero manter os estranhos longe dela, eu quero que Anastasia experimente o sabor local. Onde melhor podemos conseguir isso do que um honesto bom pub irlandês? O'Reilly e Fergus nos levam em uma Mercedes Benz SUV cor prata Classe G blindada. Eles nos levam a Thoor Ballylee.

"Anastasia, este é o lugar onde eles filmaram ‘Quiet Man’ de John Wayne com Maureen O'Hara," eu explico esperando a reação dela com meus olhos arregalados.

"Eu nunca ouvi falar desse filme, mas você sabia que William Butler Yeats restaurou este castelo normando do século 16 para ele e sua esposa?” Ela diz, me surpreendendo completamente. "Como você sabe disso?" Eu lhe pergunto completamente surpreso. Esta é uma das razões pela qual eu sou apaixonado pela minha esposa. Ela nunca deixa de me surpreender. "Eu pensei que todo mundo sabia disso!” Diz ela dando de ombros. ”Este é o lugar onde ele escreveu a coleção de poemas "A Torre". Foi inspirado por este lugar!” Diz ela com um golpe de sua mão. "Eu não acho que eu já ouvi sobre essa coleção,” eu digo escaneando o cérebro.
“An Ancient Bridge, and a more ancient tower, A farm-house that is sheltered by its wall, An acre of stony ground, Where the symbolic rose can break in flower, Old ragged elms, old thorns innumerable, The sound of the rain or sound Of every wind that blows, The stilted water-hen That plunged in stream again Scarred by the splashing of a hundred cows. I declare this tower is my symbol; I declare This winding, gyring, spiring treadmill of a stair is my ancestral stair; I, the poet William Yeats, With old mill boards and sea-green slates, And smithy work from the Gort forge, Restored this tower for my wife George; And may these characters remain When all is ruin once again. Benighted travellers From markets and from fairs Have seen his midnight candle glimmering. The river rises and sinks again; One hears the rumble of far below Under its rocky hole. What Median, Persian, Babylonian In reverie, or in vision, saw Symbols of the soul.”

Ela recita. “Eu sempre quis ver uma torre, você sabe, como os contos de fadas, onde a princesa está trancada na torre e sua armadura brilhante vindo para resgatá-la... Há algo tão romântico sobre isso! A torre medieval, junto à água em algum lugar, uma vegetação luxuriante que a rodeia. Decorada com onduladas cortinas... paredes de pedra, subindo alto no céu, e madeira quente queimando na lareira, cores quentes...” diz ela nostalgicamente, distraidamente, e, de repente, ela toma uma ingestão aguda

da respiração, e se abana corando. Sério? Eu não tinha idéia! Eu olho para a minha esposa de novo com olhos de admiração, totalmente apaixonado por ela, mais uma vez. "O que, Sr. Grey?” Ela provoca. ”Será que finalmente eu sei algo que você não sabe?” Ela pergunta inocentemente batendo os cílios, e morde o lábio. Minha mão avança automaticamente, e puxa seu queixo. "Não!" Eu a advirto com um olhar escuro. “Não aqui." "Você tem certeza, Sr. Grey?” Ela pergunta com um tom de nostalgia, olhando para a torre. O quê? Torres a colocam ligada? Porra! Minha mão voa para a minha cabeça em um esforço para suprimir o desejo crescente por ela, em exasperação. Ela está examinando o edifício com fome, lasciva, olhos desejosos. "Baby, você poderia me dar licença por um segundo?" Eu pergunto enquanto eu, relutantemente, solto a mão dela. "Fergus!" Eu chamo, e ele vem para ficar a um metro e meio diante de mim. Faço um gesto com os dedos para ele se aproximar, e ele se inclina. "Eu tenho um pedido para esta noite, e eu quero que seja feito exatamente como eu lhe disser!" Eu digo, e ele escuta. ***** Quero Anastasia de molho em algum sabor local, e somos levados a um pub popular chamado McDaids. Uma grande mulher com as bochechas vermelhas e olhos azuis, com um sorriso no rosto, está cuidando do bar. Ainda está no início da tarde de forma que há apenas alguns clientes no bar. A mulher sorri quando entramos no pub. Nós nos sentamos em uma mesa afastada, e a grande senhora vem à nossa mesa ainda sorrindo.

. "Welcome to McDaids amores! Qual é a sua fantasia hoje?” Ela pergunta. Sem mover meu olhar de Anastasia, eu respondo com outra pergunta: "O que você tem?" "Americanos, é?" "Sim, senhora,” eu respondo ainda olhando para Anastasia com olhos ardentes. "E tão educado, também! Bem queridos,” diz ela e para surpresa de ambos, ela puxa uma cadeira ao nosso lado, "Eu fico sem fôlego de pé, queridos, e eu gosto de conversar com os clientes. Ok, temos cerveja, mas turistas americanos sempre se queixam de que a cerveja irlandesa é amarga,” diz ela, fazendo uma careta. “Se você não está acostumado com isso, você pode não gostar, mas se você gosta de um desafio, você pode experimentá-la. Então nós temos Stout,” diz ela, e quando ela vê o olhar perplexo no rosto de Anastasia: "É a bebida nacional irlandesa,” acrescenta ela com uma risadinha de menina. Mas essa explicação não é suficiente para Anastasia. "O que é um stout? Eu nunca ouvi falar disso,” ela pergunta e olha para mim corando, e ainda com aqueles olhos desejosos. "É uma cerveja preta, mas é suave como veludo, minha querida, densamente coberta por uma camada de espuma cremosa. Sim, há um ritual para puxar corretamente um pint ( N.T. meio litro) de cerveja preta, minha querida! É melhor feito devagar com um copo concebido para maximizar o contato do ar,” diz ela imitando.” Você deve preencher dois terços completos, despejar um pouco da parte de cima, e deixar o copo assentar por cinco minutos até que ele se instala. Em seguida, puxar novamente, e escorrer o excesso.” Eu faço uma careta. Eu não quero que minha esposa fique bêbada no primeiro dia de nossa lua de mel. Eu preciso dela coerente para esta noite. "Obrigado..." Faço uma pausa para o seu nome. "Mildred é o meu nome, querido,” ela responde. "Mildred, mas nós precisamos de algo leve para minha esposa,” eu digo, meu olhar voltando para Anastasia. "Sim, meu jovem,” ela me responde então vira o olhar para Anastasia e acrescenta: "você deve ser uma recém-casada minha querida,” ela diz com um tom maternal. "Eu sou, na verdade este é o primeiro dia da nossa lua de mel. Como você sabia?" Pergunta Anastasia. "Doce menina, eu posso dizer pelo amor escorrendo do rosto de seu marido, e pelo jeito que ele disse: 'minha esposa’ com tanta reverência e oooh,” diz ela abanando -se, "... desejo e amor apaixonado, e a maneira como você olha para ele, eu pensei que McDaids pegaria fogo!” ela responde com sua voz borbulhante, fazendo Anastasia corar.

"Mas isso é tão doce, amor! Nenhuma vergonha em amar um ao outro!” Ela emociona-se. Para mudar de assunto eu pergunto: "O que mais você tem para beber?" "Whisky! Whisky irlandês. Se você nunca provou isso, é semelhante a um bom Scotch sem o sabor defumado. Mas, querido, o uísque irlandês,” diz ela com orgulho, "é o único uísque triplamente destilado do mundo! Outro adorável licor é Irish Mist. Eu acho que um copinho de Irish Mist capta o sabor completo do uísque irlandês, mas é mais suave. Temos também Alcopops. (N.T. Alcopop, ou Cooler em Inglês canadense, é um termo coloquial que descreve certas bebidas alcoólicas com sabor) Nós não somos como os americanos, querido. Não temos cocktails extravagantes aqui. Eu tenho um Alcopops chamado Fat Frog. E nós temos vinho.” "Vamos tomar cerveja irlandesa, mas em suas menores canecas,” eu digo, e ela sorri. ”Não quer nenhuma noiva bêbada no primeiro dia de sua lua de mel, queridinho?” ela diz e dá uma gargalhada. Então, inclina-se sobre a mesa e diz. "Parabéns queridinhos! Suas cervejas estão chegando!” ***** No momento em que voltamos para o castelo é o final da tarde. Anastasia e eu tomamos um banho na banheira com pés, olhando para a baía. Quando saímos da banheira, ”eu quero que você se vista com isso,” eu digo mostrando-lhe o vestido curto, preto, de cetim de renda, frente única.

"O que você está vestindo?” Ela pergunta intrigada. "Terno escuro e gravata cinza-prata," eu sussurro, com olhos ardentes. Eu posso ver a sua respiração acelerando cada vez mais, em rápida sucessão, pela subida do seu peito. Quando ficamos prontos, encontro Anastasia olhando para mim apreciativa e eu mais ainda - se eu não praticasse o autocontrole durante anos, isso teria sido uma tarefa muito difícil de cumprir. Nós finalmente saímos, encontrando O'Reilly e Fergus esperando na porta, os olhos escaneando o corredor. "Sr. e Sra. Grey,” eles nos cumprimentam, e naquele m omento eu percebi que eu não me canso de ouvir essa expressão, nossos nomes combinados numa unidade, declarado por outras pessoas, que ela é minha mulher, minha esposa. Fergus fala no rádio em sua manga. Quando chegarmos à torre iremos jantar lá, a surpresa de Anastasia é evidente e sua excitação é contagiante.

"Sr. e Sra. Grey,” Milton começa a sua introdução. ”Este fabuloso estilo francês do castelo foi adicionado ao esplendor arquitetônico do castelo em 1715. Por aqui, minha senhora, senhor,” diz ele com um floreio e nos direciona para dentro. A torre é decorada como uma sala aconchegante com espreguiçadeira e almofadas. Cortinas drapeadas e balançando com a leve brisa. Mesa posta para dois com velas suaves fica apenas requintado. A lareira está rugindo com fogo de lenha, e acrescentando ao ambiente da torre, que tem vista para a água. Milton pega a capa de Anastasia, colocando-a em uma das almofadas, em seguida, puxa a cadeira confortável para Anastasia e empurra enquanto ela se senta. Há um menu na mesa para cada um de nós dois, descrevendo tudo o que vai ser servido.

From George V Room

STARTER Ashford Castle Caesar Salad Air Dried Pork and Parmesan Shavings Pouilly - Fuisse, Joseph Drouhin, 2008 Warm Connemara Lobster Half Lobster with Crushed Purple Potatoes and Crisp Artichokes Seared Scallops Creamy Seafood Barley, Caramelised Pears and Fresh Basil Chateau Minuty, Prestige, Cote de Provence SOUP Cream of Prawn Bisque Soup Warm Whiskey Cream and Crisp Killary Harbour Prawn Tails MAIN COURSE Grilled Local Black Sole Cooked on the Bone and Filleted at your Table Sweet Potato Chateau La Bertrande, Premieres Cotes de Bordeaux DESSERT Choice of Dessert from our Dessert Menu, Tea & Coffee with Petit Fours We kindly ask the Gentlemen to honour the elegance of the George V Dining Room by wearing Jacket & Tie for dinner

Da Sala George V
ENTRADA Ashford Castle Caesar Salad - carne de porco seca e lascas de parmesão. Vinho Pouilly - Fuisse, Joseph Drouhin, 2008 Warm Connemara Lobster - meia lagosta com batatas roxas crocantes e alcachofras torradas Seared Scallops - Frutos do mar com creme de cevada, peras caramelizadas e manjericão fresco. Vinho Chateau Minuty, Prestige, Cote de Provence SOPA Cream of Prawn Bisque Soup creme de uísque quente e Caudas de Camarão crocantes Porto Killary

PRATO PRINCIPAL

Grilled Local Black Sole preparado com o osso e cortado em filés na sua mesa e Batata Doce. Vinho Chateau La Bertrande, Premieres Cotes de Bordeaux SOBREMESA Escolha de sobremesas do nosso Menu de Sobremesas, Chá & Café com Petit Fours Nós pedimos aos senhores que honrem a elegância da sala de jantar George V, vestindo Paletó & Gravata para o jantar

"Existe alguma coisa mais que possa obter para o senhor?" "Obrigado Milton. Estamos bem,” eu digo dispensando -o. Milton sai da torre fechando a porta de madeira pesada para nos dar privacidade. A equipe de segurança é para esperar em baixo, ao pé da torre, deixando-me ficar com minha esposa em uma torre com vista para a água enquanto o luar está subindo. "Torre, Sr. Grey?” Ela pergunta somente com admiração em seus olhos. "Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey," eu respondo com um sorriso tímido. "Não há ostras hoje, então?” Ela pergunta depois de olhar em volta da mesa. "Como você é impaciente Sra. Grey, mas sim, há ostras, direto de Galway Bay, me disseram," Eu digo, sem quebrar o meu olhar. "Eu estava pensando que eu a alimentaria esta noite. Você não comeu muito durante o almoço de hoje, e nós tivemos um dia atarefado. Eu não quero que você desmaie perto de mim para o que eu tenho em mente,” eu digo e ouço sua respiração suspender. Eu puxo meu assento mais perto de Anastasia. "Eu quero vendar você,” eu sussurro. Ela engole e concorda com a cabeça, em resposta, com expectativa. Eu tiro a máscara para olhos e a puxo sobre seus olhos. Meus lábios estão perto de seu ouvido e não a tocam. "Você pode ver alguma coisa?" Eu sussurro, enquanto minha respiração acaricia seu rosto. "Não,” ela sussurra de volta. Eu abro a bandeja com as ostras. Há apenas oito delas. Eu tomo uma e espremo um pouco de limão sobre ela. Eu a trago perto de seus lábios, e sussurro, "ostra." Ela abre sua boca, e eu inclino a concha, e ela engole quando suavemente desce em sua garganta. "Boa garota,” eu digo, e aperto outra fatia de limão e inclino na minha boca, e repito o processo até que todas elas se foram. "Vinho?" Eu pergunto.

"Sim, por favor,” ela responde com uma voz sussurrada. Eu levanto a taça até seus lábios e ela toma um bem vindo gole. Eu pego uma colher de sopa da bisque de camarão e a levo aos seus lábios. Ela toma e engole, fazendo um som apreciativo, apertando minha virilha. Eu tomo uma colher, e é deliciosa. Dou-lhe uma garfada de salada, e uma gota de molho sobra no canto de sua boca. Seu dedo levanta para limpá-la, mas eu o seguro, repreendendo-a. Eu me inclino lentamente e chupo o molho do lado de fora de seu lábio inferior. Ela quer me beijar, mas eu recuo, fazendo-a fazer beicinho. Eu sorrio de sua resposta. "Tudo a seu tempo, baby,” murmuro baixinho. Dou-lhe uma garfada do Sole. Ela mastiga com apreciação. Eu pego um bocado depois dela. Então, eu dou-lhe um bocado dos Scallops e, em seguida, a Lobster. Eu estabeleço uma rotina, finalizando com vinho. Quando a comida está toda acabada, eu me levanto e pego a mão de Anastasia e a levo para a espreguiçadeira ao lado da lareira. "Você sabe como desejável você está agora, baby?" Eu sussurro. Ela balança a cabeça. "Bem, você está e eu a quero demais, Sra. Grey!" "Marido! Eu quero você, também!” Ela responde com uma voz rouca. Está escuro lá fora. À exceção da luz das velas em cima da mesa, e a lareira, não há nenhuma outra luz. Eu a puxo de volta e sentada na espreguiçadeira com suas pernas presas entre as minhas, mas mal pairando sobre ela. Inclino-me e toco seu rosto só com a lateral do meu dedo indicador e ela toma uma ingestão aguda de respiração. ”Eu amo você, Ana," eu sussurro com fervor, e beijo sua bochecha, seu queixo; meus dentes capturam sua orelha, puxando-a. Então, meus lábios se movem para o seu pescoço longo. Ela inclina a cabeça para o lado para me dar acesso fácil. Meus dedos viajam para seus ombros e uma por uma abaixo as alças, liberando os seios diante de mim.

"Christian, quero vê-lo!” Diz ela. Eu paro, “por favor! Quero ver seus lábios no meu corpo! É...” ela para, e engole, “é inebriante!” Ela termina, e eu acho que meu pau acabou de entrar em modo de saudação cheia nas minhas calças. "Você quer isso, baby, você tem isso!" Eu digo e puxo a máscara fora de seus olhos. Ela vibra com os olhos abertos, atados de desejo. Eu estendo minha mão para ela e deixo-a ficar em pé.

"Eu quero descascar esse vestido fora de você agora,” eu digo, a minha voz rouca de desejo. Eu lentamente puxo-o para baixo de seus braços e barriga. Ele lentamente desliza para baixo em suas pernas, amontoando-se em seus pés. Eu estendo minha mão, e ela sai do vestido. Ela está de calcinha de renda preta, e em seus escarpins negros. "Você parece estar muito vestido, Sr. Grey,” diz ela com desejo ardendo em seus olhos. “Eu quero que você se dispa,” acrescenta ela. "Ninguém está impedindo você, baby,” eu respondo. Ela chega mais perto, e suas mãos indo debaixo da minha jaqueta sobre meus ombros, ela a desliza para baixo, e ela cai no chão. As mãos dela chegam até a minha gravata. ”Esta gravata, marido, me acende totalmente,” diz ela mordendo o lábio. Eu me inclino, e puxando -lhe o queixo, capturo o lábio com o meu, chupando-o suavemente, e puxo com os dentes, e depois o libero. Sua respiração aumenta à medida que o desejo corre através de nós. Ela puxa a minha gravata cinza-prata fora, e eu noto, a coloca gentilmente sobre o banco. Suas mãos habilmente fazem um trabalho apressado de desabotoar minha camisa. Seus dedos lentamente deslizam pelo meu peito me fazendo estremecer. Eu capturo uma mão e levanto-a para minha boca beijando os dedos, e depois chupo seu dedo mindinho, então ligeiramente mordo a almofada dele, com um sorriso devasso, finalmente soltando-o. Ela se move para baixo para minha trilha feliz, roçando sobre o cabelo, e abre meu cinto, e puxa meu zíper. Ambas as mãos entram na parte de trás da minha calça, apertando minha bunda, e puxando lentamente minha calça e cueca para baixo, ao mesmo tempo, fazendo minha ereção saltar fora. Eu saio fora delas, em

pé nos meus sapatos e meias. Ela me dá um sorriso malicioso, e se inclina para baixo deliberadamente levantando a bunda para cima no ar, num esforço para tirar meus sapatos e as meias. Minhas mãos a alcançam e acariciam seu traseiro. Eu puxo a calcinha rendada de lado e mergulho um, e depois dois dedos dentro de seu sexo, e ela está muito molhada e pronta para mim, como sempre. Eu silvo meu fôlego através dos meus dentes. "Eu sei o que você está fazendo, baby,” murmuro, e lhe dou um tapa, por trás, suavemente. Uma vez que ela tira os meus sapatos e meias, suas mãos patinam pelas minhas pernas atingindo meu pau em posição de continência completa. De repente, ela senta nos joelhos e me leva na boca me fazendo ofegar. "Whoa! Ana!” Ela recobre seus dentes e leva-me todo dentro, sua língua girando em torno da ponta do meu pau. Eu inclino a cabeça para trás e minhas mãos seguram sua cabeça. "Oh! Porra, Ana! O que você faz para mim!” Seu olhar levanta para mim, enquanto ela está me fod endo com a boca. Ela suga profunda e forte e os lábios e a língua deslizam para cima e para baixo no meu comprimento, completamente crescido, implacavelmente. "Anastasia, eu não quero gozar em sua boca!" Eu digo, e ela diminui suas ministrações, e inclinando-me para baixo eu a levanto, fundindo lentamente meus lábios nos dela, me provando em sua boca. Ela tem um gosto muito bom! Meus lábios deslizam para baixo do seu pescoço, para seus seios, puxando e provocando, enquanto eu torturo o outro mamilo entre o polegar e o dedo indicador. Ela sufoca um gemido. Meus lábios vão entre seus seios beijando, chupando e provocando, eu faço o meu caminho para o sul até seu osso púbico. Eu lentamente a empurro para baixo na espreguiçadeira, perto do fogo, abro suas pernas e enfio minha língua entre as flores de seu sexo, provocando, chupando e mordendo. Ela coloca a perna direita por cima do meu ombro, me fazendo sorrir. Eu ligeiramente sopro em seu sexo, enquanto ela está se contorcendo embaixo da minha boca, empurrando seu sexo em minha boca.

"Oh, por favor! Marido, Eu quero você, agora!” Eu sinto o aperto de seu sexo, e eu paro, soprando em seu sexo novamente. Ambas as pernas vão ao meu redor me puxando para ela. Eu levanto, e colocando os joelhos na espreguiçadeira entre suas pernas, eu pairo sobre ela, e, em seguida, centímetro por centímetro afundo em seu convidativo sexo. Quando estou nela até o cabo, eu seguro aí por um minuto, fechando os olhos, apreciando nossa conexão, e então começo a me mover. Minha boca desce para encontrar seus lábios, beijando, línguas destruindo e sugando. Ela arqueia as costas para mim, e minha cabeça se inclina para capturar o mamilo e chupar duro, beliscando enquanto ela geme empurrando seu peito em minha boca. Minha mão direita reflete as ações de minha boca com o outro mamilo. Então, eu deixo seus mamilos, e minhas mãos agarram sua bunda, levantando-a da espreguiçadeira, sem quebrar

nossa preciosa conexão. Nós continuamos a mover-nos; eu empurrando para cima, e Anastasia empurrando para baixo. Eu a empurro para o lado da pedra lisa do muro, perto da lareira, segurando-a contra a parede da torre, eu aumento minha velocidade, cravando nela, girando meu quadril para encontrar seu ponto ideal, e o esfrego, massageando-o com o meu pau fazendo-a subir. Quando eu sinto o aperto de seus músculos ao redor do meu pau, eu capturo sua boca, e fodo e chupo ao mesmo tempo, levando-nos mais alto do que já fomos e nós nos perdemos na torre do castelo, despejando tudo o que temos um no outro. Amando, fodendo, e unindo nossas almas, tudo ao mesmo tempo.

Quando descemos do nosso êxtase, eu a deito e limpo, em seguida, me limpo. Finalmente ajudo-a a vestir seu vestido rendado preto novamente. Após estarmos completamente vestidos novamente, deitamos ao lado do fogo abraçados, nenhum querendo que a noite acabe.

LONDON

Wanted to know what the River knew, For they were young, and the Thames was old And this is the tale that River told:”
― Rudyard Kipling

“TWENTY bridges from Tower to Kew Twenty Bridges or twenty-two,

Nós saímos do castelo ao meio-dia, e passamos a tarde no helicóptero, em turismo. Foi um longo dia ontem voando sobre alguns dos mais famosos fiordes da Irlanda, e os penhascos de Moher. Eu não quero dirigir ou caminhar para qualquer um deles com medo de que Anastasia possa querer olhar para baixo e cair. Eu não posso correr o risco. Mas o passeio de helicóptero panorâmico, sobre ambos, foi espetacular. Voamos para o Aeroporto Internacional de Shannon e embarcamos no jato GEH, e somos recebidos por minha própria tripulação novamente. A distância de Shannon até Londres está perto de seiscentos e cinquenta quilómetros. Isso leva cerca de uma hora e meia, incluindo chegar ao Aeroporto Internacional de Londres Heathrow. Taylor está nos esperando no aeroporto com dois novos seguranças. "Sr. Grey, Sra. Grey. Espero que tenham tido uma viagem agradável,” diz Taylor educadamente. "Estes são Harold Nichols e Roger Collins, senhor. Eles estarão nos acompanhando enquanto estivermos na Inglaterra,” diz apresentando a segurança para nós. Eu aceno impassível. "Prazer em conhecê-lo, senhor, senhora,” dizem eles educadamente, os olhos examinando a multidão no aeroporto. "Vamos, senhor?" Eles dizem liderando o caminho para o SUV, para chegar ao aeroporto. Nosso primeiro destino é o Sheraton Park Tower Hotel, Penthouse Suite.

Sheraton Park Tower Hotel está localizado no coração da elegante Knightsbridge, em Londres, que está a dois passos de distância do Hyde Park, Harrods e possui uma vista panorâmica da cidade. Nossa suíte Penthouse inclui o nosso próprio mordomo pessoal, que não vamos precisar hoje. "Vocês já jantaram, senhor?" Taylor pergunta na SUV. "Não, estamos cansados, Taylor. Acho que vou pedir serviço de quarto,” eu digo olhando para Anastasia com olhos famintos. Eu sei o que eu quero, e eu acho que ela quer o mesmo. Ela timidamente sorri para mim, e eu aperto sua mão em resposta. Sim, ela quer. Minha esposa e eu, em uma banheira de mármore, fazendo amor.

❀To Sra. Gloria J. McMillon❀ ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Louis Armstrong e Ella Fitzgerald – Cheek to Cheek

LONDRES
Above, the fair hall-ceiling stately set Many an arch high up did lift, And angels rising and descending met With interchange of gift.
Alfred, Lord Tennyson, “The Palace of Art”

CAPÍTULO IX
Tradução: Neusa Reis "Boa noite, Sr. e Sra. Grey," Geoffrey, o mordomo pessoal nos cumprimenta depois que eu entro em nossa cobertura com Anastasia em meus braços, cruzando outro limiar, Taylor me seguindo com a nossa bagagem. "Benvindos ao Sheraton Park Tower Hotel. Espero que você tenha uma estadia agradável. Como posso servi-los esta noite?” Ele pergunta com os olhos brilhantes, expectante. Eu não queria o mordomo hoje à noite, mas ele já está aqui. Anastasia olha para mim depois que eu a deixo ficar em seus pés, divertida. Ela já sabe que eu queria que ficássemos sozinhos, logo que possível. "Geoffrey, não vamos precisar de seus serviços esta noite," eu digo, e seu rosto cai, ele estava esperando para fazer algo por nós. "Mas, você pode cuidar das necessidades de Taylor hoje à noite,” eu digo apontan do para Taylor, cujos olhos se arregalam. Ele não tem certeza se ele me ouviu corretamente. "Senhor?" Taylor consegue pronunciar. "Geoffrey, atenderá suas necessidades, esta noite, e eu acho que nós vamos nos recolher, uma vez que tivemos um dia muito longo,” eu respondo, com um rosto impassível. Ele cora carmesim. Taylor nunca teve ninguém o servindo, além da Sra. Jones, e eu não quero saber a extensão do serviço. Isso é entre os dois. "Sim, senhor. Vamos, Geoffrey,” diz ele aquiescendo, e apressa o mor domo fora da cobertura.

"Bem, Sra. Grey," eu digo olhando para minha esposa com olhos escuros. "Estamos sozinhos por fim." "Aqui nós estamos, Sr. Grey. Agora que estamos sozinhos, o que você pretende fazer comigo?” Ela pergunta timidamente. "Você está flertando comigo, Sra. Grey?" "Eu com certeza estou, Sr. Grey,” diz ela, olhando para mim através de seus longos cílios.

"Venha,” eu pego a mão dela, "vamos encontrar o quarto e o banheiro. Acho que precisamos de um banho." Sua respiração prende e ela olha para mim desejosa; sua resposta me excita ao máximo. Nós entramos em um quarto grande, com janelas de parede a parede, com vista para o London Eye e Hyde Park. Anastasia dá uma olhada na vista cintilante e ela está hipnotizada. "Wow! É completame nte incrível,” ela exclama, seus olhos paralisados com a vista à sua frente. Eu a deixo olhando para fora da janela enquanto eu encontro o grande banheiro de mármore; despejo um pouco de óleo de banho na água e deixo correr a água do banho. Uma vez que a água lentamente começa a encher a banheira, ela começa a formar espuma e um cheiro muito doce de jasmim enche o banheiro, enquanto a espuma cresce, eu espalho pétalas de rosas vermelhas da cesta, na água do banho. Acendo as velas perfumadas novas, criando um clima. Eu finalmente volto para a minha esposa, que está de pé e olhando o horizonte de Londres diante dela, completamente hipnotizada com sua beleza. Venho por trás dela e envolvo meus braços ao redor de sua cintura e acaricio seu pescoço, puxando seu corpo para o meu. Este é o céu!

"Parece que você está apreciando a vista, Sra. Grey," eu digo mordiscando seu lóbulo da orelha. Ela inclina a cabeça para o lado para me dar acesso fácil.

"Sim. Estou amando isso! Para o que eu estou olhando, Christian? Eu reconheço o London Eye e Hyde Park a partir das imagens que eu vi. Mas quais são os outros edifícios?” ela pergunta. Sem soltá-la, eu aponto com a minha mão direita, com meu braço esquerdo ainda envolto em torno dela, e a minha frente alinhada com suas costas, eu aponto para o lado esquerdo do panorama: "Vê aqueles arranha-céus na esquerda, para lá?” Eu pergunto, e ela confirma com a cabeça. "Isso é Gherkin. É o principal distrito financeiro de Londres. Sua Wall Street,” eu digo, e ela aponta para o London Eye.

"Essa roda gigante é o London Eye. O que é isso por trás dela?” "Bem, essa roda gigante está situada nas margens do famoso rio Tâmisa."

"Oh, sim, eu gostaria de ver o Tâmisa. Eu sempre amei o poema de Kipling descrevendo o rio. Twenty bridges from Tower to Kew, Wanted to know what the River knew, Twenty Bridges or twenty-two, For they were young, and the Thames was old

And this is the tale that River told...*” (N.T. poema integral no final do capítulo) "Sra. Grey, você nunca deixa de me surpreender. Estou muito feliz que você goste de Londres. Eu teria o maior prazer de mostrar-lhe tudo o que você sempre quis ver,” eu digo, animado com a perspectiva de colocar a cidade de Londres diante de minha esposa. "O prédio atrás da London Eye é a famosa Catedral de St. Paul."

"É uma catedral anglicana?” ela pergunta me fazendo sorrir. "Bem, sim, eu diria que na Inglaterra a maioria das igrejas é. Fica na Ludgate Hill, que é o ponto mais alto de Londres, e eu acredito que é a sede do Bispado de Londres,” eu explico. "Eu acho que a família real tem a maioria de seus eventos importantes, como casamentos, funerais e batizados na Abadia de Westminster. Podemos, por favor, por favor, visitá-la? Eu quero ver lá o Canto do Poeta!” Ela pede. "Anastasia, você me surpreende a cada esquina. Sim, eu não vejo por que não podemos fazer isso amanhã, mas, primeiro, eu quero levá-la para aquela banheira de mármore lá, e me perder em você! Venha!" E eu, levantando-a em meus braços, a levo para o banheiro de mármore pálido.

O banheiro está repleto com os aromas de frésia e rosa. Quando Anastasia entra comigo, sua boca está aberta, com a vista à sua frente. Eu estou diante dela e a olho com olhos escuros. E seu lábio vai para o cativeiro de seus dentes. Eu me inclino para frente e puxo o lábio com o meu e o chupo, fazendo-a gemer. Eu inclino seu queixo para cima, e o seguro no lugar, e começo a beijá-la. O desejo desperta

nela e ela retribui totalmente, enfiando a língua na minha boca com força, e suas mãos começam a desabotoar a camisa de linho branco. Incapaz de desabotoar os dois últimos botões, ela puxa-os, para além de frustrada, espalhando os botões ao redor do chão do banheiro, que rolam e finalmente param. Sua paixão me faz sorrir, enquanto eu continuo a devorar seus lábios. "Marido, eu quero você!" Ela respira em minha boca. Eu quebro nossa conexão, e pego a bainha de seu vestido e o retiro. Ela está diante de mim em seu sutiã e calcinha rendada. Os topos de seu peito estão aparecendo e empurrados para cima com seu sutiã, tornando-os do tamanho perfeito para caber em minhas mãos. Eu puxo a copa do sutiã para baixo e capturo seu mamilo entre os dentes, fazendo-a ofegar. Enquanto eu o seguro entre meus dentes, suavemente, a minha língua brinca com ele, rolando-o. Ele se estende e se alonga sob meu assalto. Minha mão esquerda puxa a outra copa do sutiã e eu preciso de seu outro mamilo e seio sob meus dedos. Ela inclina a cabeça para trás e geme, eu sorrio e chupo mais. "Agh!" Ela geme, e ambas suas mãos mergulham no meu cabelo, empurrando-me em seu peito. Minha boca percorre por entre seus seios, para seu umbigo, para a barriga, e acima de seu osso púbico. Ela suspira e geme. "Silêncio agora, baby,” eu digo, e eu mergulho um dedo em seu sexo e depoi s dois. Ela está completamente molhada, e empurrando sua pélvis na minha mão. "Como você está pronta para mim, baby!" Eu digo, minha voz reverente. Eu me levanto imediatamente e deslizo a calcinha dela, e ela cai a seus pés; eu a faço sair dela. Eu puxo-a para mim, minhas mãos enroladas ao seu redor para encontrar o fecho de seu sutiã, enquanto minha excitação escava através do tecido grosso da minha calça jeans. Ela esfrega sua pélvis em mim avidamente, a fim de ter uma idéia de minha ereção. "Você tem muitas roupas..." ela se queixa. "Eu não vou parar você, baby. Você pode tirá-las,” eu digo com o meu olhar cheio de desejo por ela. Suas mãos descem, e habilmente desatam o primeiro botão da minha calça jeans, e eu ouço o ruído do zíper, sem afastar o meu olhar dela. Sem tirar minhas calças e a boxer fora, ela mergulha sua mão na minha calça, num gesto ousado, agarrando minha ereção e acariciando minhas bolas, para cima e para baixo, para cima e para baixo, em um movimento rítmico. Meus lábios fazem a forma de um 'o' com seu ataque repentino. Embora seja inesperado, é quente como o inferno. Sua outra mão mergulha e viaja para trás, primeiro acariciando e, em seguida, apertando minha bunda. Finalmente, ela move ambas as mãos, patinando em volta da minha cintura, e deixa meus jeans e a boxer caírem para o chão, ao mesmo tempo. O meu olhar está bloqueado nela, e eu sei o que ela quer fazer a seguir. Ela olha para mim através de seus longos cílios. Eu nunca vou me satisfazer com esta visão, Anastasia no chão diante de mim, como uma deusa, e seus lábios em torno de minha masculinidade. Seus lábios embainham meu pau lentamente, sua língua rodando em torno da ponta, ligeiramente chupando, concentrando-se na ponta, então ela mergulha a cabeça, e leva-me todo, enquanto a língua viaja no meu comprimento, dando-me a mais deliciosa sensação de formigamento que eu já experimentei. Quando ela puxa a boca para trás, ela ligeiramente roça meu pau com os dentes enquanto a língua fornece a sensação de prazer. Ela está aprendendo a dar os dois, dor e prazer ao mesmo tempo.

Eu não quero gozar assim, e fazer desta uma curta experiência. Eu lentamente, mas com relutância, puxo Anastasia, e mezclo seus lábios com os meus. Primeiro lentamente, moldando um ao outro, então o desejo toma conta de mim, e eu a beijo ardentemente, sugando, e mergulhando a minha língua em sua boca, se debatendo com a dela, deixando ambos sem fôlego e querendo mais. "Baby, enrole as pernas em volta de mim,” eu digo, enquanto eu a levanto do chão. Ela faz o que lhe é dito. Guiando minha ereção para dentro dela, eu a abaixo lentamente, e nós nos fundimos profundamente, até o punho e começamos a nos mover. Ela envolve seus braços em volta de meu pescoço, e seus lábios encontrando os meus, ela se levanta e se abaixa no ritmo dos meus impulsos, certificando-se que ela recebe o atrito máximo. Minhas mãos estão segurando-a abaixo de sua bunda, e enquanto ela desce no meu pau, eu bato forte na bunda dela, perto de seu sexo, e ela geme de prazer. Eu troco as mãos, e bato nela com a mão direita em sua nádega esquerda, ainda perto de seu sexo, durante sua descida. Ela morde meu lábio inferior ligeiramente. "Eu vou nos mover para a banheira,” murmuro em sua boca, e quando ela diminui seus movimentos para cima e para baixo, ando alguns passos para a banheira de mármore, e coloco um pé e depois o outro e, finalmente, lentamente, afundo na água quente com sabão, com minha esposa ainda montando meu pau. Quando na água, minhas mãos se movem para os seios, cobrindo-os e os meus lábios descem em um deles, capturando-o na minha boca, sugando e girando minha língua nele. Ela inclina a cabeça para trás, e o movimento empurra o peito ainda mais na minha boca, e seu rabo de cavalo atinge a espuma, se molhando. Ela continua a montar, para cima e para baixo e gira os quadris para esfregar em um local particularmente especial, me fazendo sorrir. Minhas mãos viajam para suas nádegas, orientando-a em seus movimentos, e eu começo a empurrar nela com força, enquanto ela desce em cima de mim. Nossos lábios se encontram novamente, e desta vez as línguas duelando, e nós dois estamos gemendo, alcançando nosso auge juntos. Quando ela cai no meu peito, eu empurro nela três vezes mais, encontrando minha própria satisfação, perdido no momento, e perdido em minha esposa. "Oh, Anastasia! Eu amo você demais!” Eu digo com fervor, enquanto eu a seguro perto de mim. "Eu também amo você, Christian,” ela responde, e se aconchega no meu peito, derramando água, sem quebrar nossa conexão. Eu sorrio para ela. "Deixe-me lavar você, baby,” eu digo, e lavo minha esposa, seco-a e a levo para nossa cama, onde logo adormecemos. ***** Eu acordo antes de Anastasia, como de costume. Eu não preciso de tanto sono. Eu olho para sua figura dormindo encostada no meu cotovelo, com os cabelos espalhados sobre o travesseiro. Enquanto ela ainda está dormindo, eu alcanço o meu Blackberry e mando um texto para Taylor, em seguida, coloco-o de volta na mesa de lado e viro e olho para minha garota dormindo. Ela parece tão jovem, tão inocente. Quando eu tento me mover, sua mão procura por mim em seu sono. Ela me quer na sua proximidade. Tomo a mão procurando por mim e beijo-a e prendo em meu coração. Seus olhos se abrem em pequenas fendas e um pequeno sorriso preguiçoso se arrasta sobre seus lábios.

"Bom dia, Sra. Grey," eu sussurro. "Bom dia, Sr. Grey. Há quanto tempo você acordou?” Ela pergunta. "Não faz muito tempo, há poucos minutos. Você está com fome?” Eu pergunto. "Na verdade, esfomeada depois dos esforços da noite pass ada, Sr. Grey,” diz ela, ainda grogue. "Sra. Grey, se assim o desejar, podemos revivê-los novamente esta manhã. Então, café da manhã ou sexo?” "Sexo,” ela responde com uma voz ofegante, e um sorriso malicioso, trazendo seus lábios até encontrar os meus. "Eu estava esperando que você dissesse isso," eu digo e empurrando-a para baixo no colchão, eu cubro o corpo de Anastasia com o meu. Eu decido tomar café da manhã servido na nossa suíte porque eu quero dar o meu presente para Anastasia, na privacidade. Nós nos duchamos e vestimos, e voltamos para a sala, e Geoffrey está de pé num terno completo, com uma toalha branca pendurada em seu braço. Ele também está usando luvas brancas. "O café da manhã está servido, Sr. e Sra. Grey," ele diz com uma voz culta. Ele nos dirige para as cadeiras da sala puxando a cadeira de Anastasia em primeiro lugar, e sentando-a e empurrando sua cadeira, em seguida, puxa minha cadeira e empurra. Anastasia está comendo panquecas, bacon e omelete, chá Twinings English Breakfast, preto e saco fora, e eu, claras de ovos, torradas, frutas e café. Agradeço a Geoffrey e o dispenso. "Isto é como ter uma Sra. Jones britânica e masculina," exclama Anastasia me fazendo rir. "O que vamos fazer hoje, Christian?” Ela pergunta entusiasmada. " Há muuuuuitas coisas que eu quero ver em Londres! Eu nem sei por onde começar!” "Que tal terminar primeiro o nosso café da manhã,” eu digo. O presente que eu quero dar para Anastasia está queimando um buraco em meu bolso. Depois que ela termina de comer suas panquecas, limpando o prato dela, estou plenamente satisfeito. "Sra. Grey! Eu deveria exercitar você com mais rigor na parte da manhã para garantir que você vai comer,” eu digo lascivamente. Ela me dá o seu sorriso de mil megawatts em resposta e toma um gole de seu chá. "Eu tenho algo para você,” eu digo, minha voz rouca, meu rosto impassível. "Oh,” ela pergunta. Eu pego o pequeno pacote embrulhado para presente do meu bolso, e dou a ela, sem quebrar o meu olhar. Seus olhos brilham. Ela rasga a embalagem do pacote e encontra a caixa do Omega dentro. Abrindo-a, ela descobre o relógio Omega de platina alojado no interior da caixa. Ela olha para mim piscando.

"Isso é absolutamente lindo!” Ela sussurra. "Vire-o e olhe atrás dele,” murmuro, e ela faz. Seus olhos se arregalam, e ela pisca várias vezes para empurrar as lágrimas.

Anastasia Você é o meu mais Meu Amor, Minha Vida Christian Ela diz em um tom suave. "Oh, Christian!” Incapaz de segurar suas lágrimas, e empurrando sua cadeira para longe, rapidamente ela corre para o meu lado e eu mal tenho tempo de me levantar e pegá-la, quando ela atira-se sobre mim. "Você, marido, diz e escreve as coisas mais românticas que qualquer garota poderia desejar! Você é meu Mais, você é meu Amor, e você é minha Vida! Eu te amo demais!” Ela soluça em minha camisa de linho branco e funga. "Hey! Eu não quero fazer você chorar! Silêncio agora..." Eu a acalmo e, segurando-lhe o queixo com o dedo indicador, eu beijo seus lábios, enquanto minha mão suavemente corre sobre seu cabelo. "Seus lábios são sempre mais suaves depois de chorar, baby,” eu digo, e as lágrimas continuam a escorrer. "Eu te amo! Não chore... " "Eu estou chorando porque eu estou muito feliz,” diz ela chorando. "Sim, eu estou me acostumando com a idéia de que a felicidade às vezes provoca as lágrimas das mulheres,” eu digo sorrindo. "Mas, vamos lá, sem mais lágrimas hoje. Tenho muito planejado para nós,” eu digo sorrindo e tentando distraí-la. Ela enxuga os olhos com minha camisa. "Para onde estamos indo?” Ela pergunta. "Oh, mas um bom guia nunca iria divulgar seus segredos de comércio, baby,” eu digo. "Deixe -me mostrar-lhe Londres." O primeiro lugar que eu instruo Taylor a nos levar é a Abadia de Westminster. Eu sei que ela iria adorar lá!

Nosso guia pessoal, Fredrick, nos encontra do lado de fora da Abadia. Ele é um homem jovem, provavelmente em torno de minha idade, com cabelos escuros e olhos azuis brilhantes. Ele é alto, e ele parece malhar regularmente e tem um comportamento amigável. Ele está vestido com uma camisa branca e gravata, e vestindo slacks com mocassins nos pés, provavelmente para andar o dia todo. "Estou positivamente muito feliz em conhecê-los, Sr. e Sra. Grey. Meu nome é Fredrick Lovelace,” ele nos recebe com um sorriso genuíno, estendendo a mão. Os olhos de Anastasia brilham com um olhar surpreso, e ela tenta reprimir seu sorriso depois de ouvir o seu último nome. Ela limpa a garganta, enquanto eu aperto a mão do guia. "Mr. Lovelace, que grande prazer em conhecê-lo,” diz ela, e aperta sua mão. "O prazer é todo meu, senhora. Por favor, me chame de Fredrick,” diz ele, já encantado com a minha mulher, segurando a mão dela um pouco mais do que o necessário. Ok, pare com isso! Ela é minha! Eu coloco meu braço em torno do seu ombro territorialmente e puxo-a para perto de mim, olhando para ele incisivamente. Ele, então, volta-se para Taylor e diz: "Sr. Taylor,” em saudação. Inclino -me no ouvido de Anastasia e sussurro, "Mantenha-se chamando-o Sr. Lovelace." Não há necessidade de ser amigável com ele. Ela olha para mim estreitando os olhos. Eu sorrio para ela inocentemente. "Vocês vieram para Londres em um momento muito agradável do ano,” diz ele em seu sotaque muito britânico, em um tom encantador. Eu seguro a mão de Anastasia, e aperto-a com força, fazendo-a sorrir. Situando-se a uma distância razoável da entrada, ele aponta grandiosamente com as mãos em direção a Abadia. "Por favor, observe o grande edifício que está se elevando diante de você. Abadia de Westminster, com suas grandes torres góticas subindo magnificamente e quase tocando o céu. O arco de alvenaria que você está vendo, se estendendo fora do exterior do edifício, ao longo do comprimento da nave da catedral, é arcobotante da Abadia de Westminster,” ( N.T. Arcobotante é uma construção em forma de meio arco, erguida na parte exterior dos edifícios na arquitetura gótica para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas ) ele explica e Anastasia ri.

Eu olho para ela com curiosidade. Ela sussurra em voz baixa: "Eu só pensava no odioso Sr. Collins." "Quem?" Eu pergunto. Quem é o Sr. Collins, como ela o conhece, e por que ela está pensando nele agora - na nossa lua de mel? "O primo de Elizabeth Bennett, que ficou tão encantado com a propriedade Rosings Estate de Lady Catherine de Bourgh que ele disse que, 'uma peça da chaminé sozinha custou 800 libras',” diz ela em um forte falso sotaque britânico. "Eu apenas pensei que era engraçado que ele está falando sobre o núcleo duro dos arcobotantes da Abadia de Westminster," ela sussurra, com um olhar malicioso, enquanto Lovelace ainda está discursando sobre a grandeza dos contrafortes. Só Anastasia para fazer tudo excitante. Lovelace fala sobre a história da Abadia, e para minha surpresa, Anastasia devora toda a informação que ele está dando, com avidez. Quando finalmente entramos no edifício, encontramos a abadia banhada na luz do sol. A Abadia está aberta aos turistas e vários grupos estão fervilhando dentro e fora das portas gigantes, com seus livros guia e guias turísticos estão proferindo suas palavras memorizadas. Anastasia gira 360 graus ao seu redor pegando tudo, e a enormidade da Abadia a deixa admirada ela. Ela respira fundo. "Tem cheiro de metal e pedra fria, por algum motivo,” diz ela. "Eu não sabia que pedra fria tinha um cheiro,” eu respondo brincando. "Claro que sim. Eu acho que ela cheira como congestionamento e também como um velha alvenaria sem uso, tem gosto de agulhas, se sente como rigidez, e se parece com um real, antigo prédio sem idade,” ela resume seus sentimentos. "Sra. Grey, você nunca deixa de me surpreender,” eu digo, puxando sua mão. "Venha, quero lhe mostrar uma coisa especial, depois que Lovelace terminar o seu discurso,” eu sussurro. "A Abadia de Westminster pertence à Rainha e é independente do resto da Igreja da Inglaterra. Reis e rainhas foram coroados e enterrados aqui, desde 1066. Além da realeza, muitos dos heróis e eventos nacionais da Inglaterra são celebrados e relembrados aqui. Na verdade, porque tem a maioria dos reis e

rainhas enterrados aqui, vou mostrar-lhes o poema de Francis Beaumont sobre os túmulos na Abadia de Westminster,” diz ele e começa a recitar em um tom muito poético, soando como um trovador. “MORTALITY, behold and fear What a change of flesh is here! Think how many royal bones Sleep within these heaps of stones; Here they lie, had realms and lands, Who now want strength to stir their hands, Where from their pulpits seal'd with dust They preach, "In greatness is no trust." Here's an acre sown indeed With the richest royallest seed That the earth did e'er suck in Since the first man died for sin: Here the bones of birth have cried, "Though gods they were, as men they died!" Here are sands, ignoble things, Dropt from the ruin'd sides of kings: Here's a world of pomp and state Buried in dust, once dead by fate.” Anastasia bate palmas de excitação. "Eu sempre quis ver esse poema aqui!" "Está no Canto dos Poetas, senhora. Vou levar seu grupo lá agora,” diz Lovelace. Ele cami nha lentamente, nos apontando vários artefatos e maravilhas arquitetônicas da igreja e finalmente, nos encaminhamos para o canto sudeste da igreja. Luz solar flui através das janelas rosa acima.

"Sr. Grey pensou que este seria um local favorito para você, senhora. O Canto dos Poetas é um santuário nacional para os escritores mais famosos da Grã-Bretanha. Na verdade, veio a ser por acaso,” diz ele parando, “através da presença da sepultura de Chaucer que é, claro...” diz ele e Anastasia o interrompe.

"... O pai da Literatura Inglesa,” ela exclama fazendo todos nós olharmos para ela com admiração.

"Sim senhora! Precisamente! Você é muito inteligente! De fato. O túmulo está no transepto sul da Abadia, por aqui, Srta. Grey,” diz ele. "Minha senhora Grey!" Eu o corrijo. "Minhas desculpas. Sra. Grey," ele se corrige. Cale a boca e pare de flertar com a minha esposa! Anastasia estreita os olhos sobre mim. "Chaucer foi enterrado aqui em 1400. Então, seguiu-se o enterro de Edmund Spenser e assim começou a tradição de enterrar ou homenagear poetas, escritores ou dramaturgos neste canto da Abadia de Westminster." "Você está realmente andando sobre as sepulturas,” ele aponta para o chão. "Eu pensei que Shakespeare não tinha sido enterrado aqui...” com enta Anastasia, depois de ver seu nome em uma placa. "Ele não foi, minha senhora. Ele foi enterrado em Stratford-upon-Avon em 1616. O que você está vendo aqui é apenas uma homenagem,” diz ele, em seguida, então, mudando de assunto, ele acrescenta: "O único escritor americano homenageado no Canto dos Poetas é Henry Wadsworth Longfellow. Este belo busto,” diz ele apontando para um busto de mármore, “foi instalado em 1884." "Coleridge, Samuel Johnson, Chaucer, Edmund Spenser, Robert Burns... Oh Deus! Christian, você pode imaginar o que esses gênios literários iriam falar uns com os outros, se eles pudessem sair diariamente! Simplesmente incrível! Obrigado por tornar meu sonho realidade, Christian,” ela exclama, e beija -me casta nos lábios, na companhia de dois seguranças britânicos que eu contratei, Taylor, e Lovelace. Eu retribuo o beijo da minha esposa com um ligeiro ardor. "Você, de alguma forma, sabe exatamente o que eu quero!" Ela sussurra, corando.

"Como eu não poderia? É meu propósito de vida compreender minha esposa com o melhor de minha capacidade, e fazer seus sonhos se tornarem realidade,” eu respondo com uma voz que só ela pode ouvir. Quando a turnê de Westminster está encerrada, Lovelace aperta minha mão, e quando Anastasia estende-lhe a mão, ele a pega, e beija-a por cima ligeiramente. Devagar, filho da puta! Eu levo Anastasia ao One Twenty One Two Restaurant para o almoço. O restaurante está enfeitando as margens do Tamisa, One Twenty One Two é assim chamado por causa do número de telefone universalmente famoso, Whitehall 1212, em homenagem ao ex-vizinho do hotel, Scotland Yard. Está também a poucos minutos de teatros, Charing Cross e Trafalgar Square. O cardápio é requintado, e Ana quer sentar-se no terraço. Nós pedimos peito de pato Gressingham, linguado cozido com um caldo de marisco de açafrão. A carta de vinhos é impecável. Para sobremesa, tarte tartin de banana caramelizada e compota de maçã de outono com creme calvados.

Depois do almoço eu levo Anastasia para o Kew Gardens, que é o Royal Botanic Gardens. É um lugar muito grande; eu só a levo para partes onde eu sei que ela estaria interessada. A próxima parada é o Museu Britânico. Quando entramos, percebemos que é enorme e há um monte de coisas que Anastasia quer ver. Nós não poderiamos cobri-lo em um dia. Há África, Américas, Ásia, Grã-Bretanha, Egito, Europa, Grécia, Japão, Oriente Médio, Pacífico, Roma, bem como Museu e exposições. Anastasia bate palmas como uma criança pequena que está apenas sendo levada para sua loja favorita de doces. Ela grita de alegria!

"Oh meu Deus, Christian! Eu poderia passar dias aqui dentro!” "Bem, nós podemos voltar amanhã. Nós só podemos passar um par de horas hoje, baby. Eu tenho planos para o jantar, e nós estamos indo para a ópera esta noite." Ela faz beicinho, e depois sorri. "Ok, não vamos perder o dia, então!” Diz ela me puxando na direção das múmias. "Não, querida," Eu sorrio para ela novamente. "Nós temos uma visita guiada, aqui. Eu não quero que você perca nada. " "Lovelace está aqui?” Ela pergunta curiosa. "Nãaoo! Outra pessoa,” eu digo com raiva. "Taylor, espere pelo guia aqui para nós. Eu preciso ter uma palavra com a Sra. Grey," eu digo e seguro a mão dela com firmeza e a levo. "Christian, para onde estamos indo?” Ela pergunta, mas eu não respondo. Ela dobra a velocidade de seus passos para me alcançar, depois de ser arrastada atrás de mim. Eu finalmente desacelero e identifico um homem que faz parte da equipe de limpeza no museu, e discretamente o sigo para encontrar um quarto de serviço. Ele destranca a porta e pega um esfregão e materiais de limpeza, e vai embora quando a porta começa a fechar-se lentamente. Eu coloco o meu pé no batente da porta antes que ela feche. Eu olho em volta e puxo Anastasia para dentro. "Por que estamos aqui?" Pergunta Anastasia sussurrando. "Você sabe o porquê!" Eu digo. E minhas mãos estão sobre ela, por todo o seu corpo, e minha boca cobrindo a dela. "Você me deixa louco, você me faz ciumes!" Eu digo com fervor através dos dentes e da boca e de beijos exigentes. "Eu não queria,” ela sussurra em minha boca.

"Tarde demais para isso. Eu vou foder você aqui e agora, e nós não temos muito tempo. Eu tenho que lhe mostrar a quem você pertence, Sra. Grey!” Eu digo enunciando as palavras. "Oh," ela sussurra. "Isso vai ser rápido, baby. Vire-se,” eu digo e certifico-me que a porta permanece fechada. Eu levanto sua saia e introduzo meu dedo em seu sexo, na lateral da calcinha. Encontrá-la molhada já me excita. Meu dedo mergulha em seu sexo e esfrego o polegar sobre o clitóris dela, e ela geme, e eu bato na bunda dela. "Silêncio agora! Estamos em um lugar público,” murmuro. "Curve-se baby, e agarre essa prateleira”. Ela obedece prontamente, já ofegante. Eu abaixo meu zíper, e me introduzo nela, fazendo-a ofegar. Eu lentamente puxo para trás e meto de volta nela, saindo e entrando de volta três vezes, e segurando suas nádegas, eu começo a empurrar para frente e puxar sua bunda para atender meu pau, ao mesmo tempo. Localizando seu ponto sensível, eu esfrego-o com a ponta do meu pau, e puxo para trás e bato nele de novo. Ela empurra o quadril para trás para me encontrar, impulso por impulso, abafando seus gemidos. Quando eu sinto o aperto habitual de seu sexo, eu aumento minha velocidade e dou a ela tudo o que eu tenho, empurrando ambos para cima e nossos orgasmos rolam de um para o outro, o dela em ondas, e o meu em jorros, misturando-se e deixando-nos perdidos. Quando as últimas ondas do nosso êxtase rolam através de nós, eu saio de dentro dela, e encontrando um rolo de papel toalha, eu limpo a nós dois, levanto meu zíper e endireito a Anastasia. Ainda saciada com seus orgasmos, Anastasia segura em mim enquanto eu conserto sua roupa de baixo, e coloco a saia no lugar. Eu a empurro de volta para a parede, e a beijo possessivamente. Minha língua entrando em sua boca, chupando e mordendo. "Você é minha! Não se esqueça disso!” "Sim, sua,” diz ela em uma voz sussurrada. "Eu deveria lhe fazer ficar com ciúmes com mais freqüência. Eu amei a foda no quartinho. É excitante e bruta e apaixonada,” murmura. "Cuidado! Você não quer me empurrar além dos meus limites baby. Eu poderia me perder,” eu digo, meus olhos escurecendo. Eu ouço alguém colocando uma chave na fechadura, tentando abrir a porta do quarto de serviço. Abro a porta e puxando Anastasia pela mão, eu vou embora. Uma senhora de meia-idade, em seu uniforme de trabalho, com sua chave em pleno ar, olha atrás de nós, sem palavras, enquanto nos afastamos para encontrar Taylor e o guia. Uma jovem mulher elegantemente vestida, com seu cabelo escuro em rabo de cavalo, vem para nos cumprimentar. Ela é uma morena, e o rosto de minha esposa muda com uma pitada de ciúme. Os olhos da jovem senhora se abrem mais quando ela me vê, e nervosamente ela enfia os cabelos atrás das orelhas e pisca cerca de uma centena de vezes, antes que ela possa abrir a boca e dizer uma saudação para nós. Anastasia revira os olhos, embora eu não esteja vendo o que ela está fazendo, eu sempre sei quando ela revira os olhos. Isso me deixa muito satisfeito. Eu quero que o mundo de minha esposa comece e termine comigo, e sua possessividade me faz sentir... exultante. Eu quero que ela marque seu território. Acho que eu quero saber que ela mostrou seu lado felino para outras me cobiçando. Eu sei que

é apenas um rostinho bonito, mas eu quero que ela me queira tanto quanto eu a desejo. É pedir demais de uma esposa? Anastasia envolve o braço em volta da minha cintura e enfia a mão no meu bolso de trás, apertando minha bunda possessivamente. Sua reação é bem-vinda, e me faz sorrir. Eu olho para ela sombriamente. "Benvindo ao Museu Britânico, Sr. Grey,” diz ela, e aperta minha mão e a agarra um pouco mais. "Eu sou a Sra Grey!” Diz Anastasia e levanta as sobrancelhas para ela, estendendo a mão. A gu ia, cujo nome ainda não sei, relutantemente solta minha mão e se vira para Anastasia. "Bem-vinda, Sra. Grey. Eu sou Martha Davis. Eu serei sua guia hoje,” diz ela. "O Museu Britânico conta com mais de 13 milhões de artefatos e tem algumas seções para ver as quais você pode gastar muitos dias para ver. O que você deseja,” diz ela olhando para mim, "para ver?” "Meu marido e eu desejamos ver a seção egípcia, senhorita Davis!" Anastasia diz bruscamente, e um fantasma de um sorriso se arrasta sobre meus lábios. "Sim, claro, minha senhora,” ela responde. Ela nos orienta para a seção Egito Antigo ou como ela o chama, Seção Egiptologia.

Ela nos mostra várias estátuas de diferentes dinastias e diferentes artefatos, ocasionalmente olhando para mim. Nós finalmente nos dirigimos para a seção onde eles abrigam as múmias, e olhamos para múmias de diferentes dinastias e períodos no Egito. As salas parecem ser bem organizadas. Eu vim aqui com os meus pais em 1998 e naquela época as salas eram repletas e desgastadas e cheias de mostras funerárias egípcias. As etiquetas explicativas eram escassas, a iluminação era pobre e as multidões eram esmagadoras. Mas agora, eles estão refeitos, organizados, as explicações no local, exibidores são bem iluminados, artefatos relacionados e múmias são exibidos juntos. Agora vale a pena ver. "Os primeiros antigos egípcios enterravam seus mortos em pequenas covas no deserto. Claro, o calor do deserto e o ar seco da areia desidratavam os corpos rapidamente, e os corpos foram naturalmente mumificados,” diz ela apontando para uma múmia exibido na posição fetal.

"Cada uma das múmias do nosso Museu Britânico foi uma vez um egípcio vivo, respirando, levando sua vida cotidiana. Conheça Nesperennub...” diz ela apontand o a caixa de uma múmia que não foi aberta há mais de 100 anos. "Ele viveu cerca de três mil anos atrás, em Tebas..." ela começa a explicar. Quando ela está quase terminando com a seção egípcia, Anastasia lembra de algo e exclama. "Podemos, por favor, ver a pedra de Rosetta antes de sairmos?” ela pede. "Sim, senhora," A Srta.Davis responde. "Ela também está na seção egípcia. Por aqui, por favor,” ela nos conduz em seu comportamento profissional. "A pedra de Rosetta é um dos mais famosos objetos do Museu Britânico. A pedra em si é uma peça quebrada de uma laje maior de pedra. Há uma mensagem esculpida nela, escrita em três tipos de letras. O que é muito importante nisso é que ela ajudou os egiptólogos a ler os hieróglifos. A Pedra é um decreto oficial sobre o rei Ptolomeu V. Ele tinha apenas 13 anos de idade. A mensagem simplesmente diz que os sacerdotes de um templo em Memphis apoiam o rei. Essa mensagem simples, inscrita em hieróglifos antigos egípcios, demótico e grego antigo, deu a chave para a compreensão dos hieróglifos." No final da turnê egípcia, lembro Anastasia que precisamos voltar para o hotel pois tenho planos para a noite. Taylor e mais a equipe de segurança nos levam de volta ao hotel. Geoffrey cumprimenta-nos à porta. "Suas encomendas chegaram, senhor. Eu tenho o smoking e o vestido pendurados em seu closet. Há alguma coisa que você deseje, senhor?” Ele pergunta educadamente. "Nada Geoffrey. Obrigado,” eu respondo, e Anastasia olha para mim intrigada. "Vestido e smoking?" "Para o jantar e a ópera,” eu digo.

"Quando você encomendou-os?" "Mais cedo, da Harrods,” eu respondo. "Venha, um banho rápido, e nós devemos ir." Depois que tomamos uma ducha, Anastasia seca o cabelo dela e enrola em um coque bem-feito. Ela coloca a calcinha e sutiã. Ela está de tirar o fôlego. Eu não posso afastar o meu olhar para longe dela. "Você está me secando, Sr. Grey?” Ela pergunta. "Sim, Sra. Grey. Eu preciso que você use algo para mim,” eu digo, meus olhos escurecendo. "O quê?” Ela pergunta. "Isso,” eu digo segurando seu brinquedo favorito. Ela sorri. "Para a Royal Opera House? Sr. Grey, você é tão pervertido,” ela parece chocada. "Sra. Grey, você não sabe da missa a metade. " Uma vez que o nosso brinquedo favorito está inserido com segurança na minha esposa, ela coloca seu vestido prateado especialmente escolhido para a ocasião. É um vestido costurado à mão, sem alças, com uma fenda em seu lado direito subindo o caminho até sua coxa, com um preço de 14.000 libras esterlinas, e ela vale cada centavo dele! Eu tenho dois brincos em forma de lágrimas pendurados de suas orelhas adoráveis até seu longo pescoço. Ela coloca maquiagem leve, natural, e usa luvas longas. Ela está deslumbrante! Estou no meu smoking preto, gravata borboleta e camisa branca. Taylor e a adicional equipe de segurança britânica nos levam. "Onde é que vamos jantar?" Pergunta Anastasia com curiosidade. "No Opera." "O Opera?" "Sim,” eu digo e meu polegar esfrega os nós dos seus dedos, dando -lhe arrepios. "Eu ia reservar uma sala de jantar privativa Paul Hamlyn Hall, mas eles não foram acolhedores o suficiente para nós,” eu digo sombriamente. "Não foram acolhedores o suficiente?" ela pergunta com a respiração presa. "Então, Taylor reservou-nos uma sala de jantar privativa no Covent Gardens". "Oh," ela diz com uma voz ofegante. "Depois?” ela sonda após um suspiro.

"Depois, vamos para o nosso camarote na Ópera, Sra. Grey," Eu digo sorrindo. "O que vamos ver hoje à noite?" Anastasia pergunta com curiosadade. "Le Nozze di Figaro,” eu respondo. "As Bodas de Fígaro?” ela pergunta. "Essa mesma,” eu respondo com olhos escuros. Durante todo o jantar, eu me asseguro de não tocar Anastasia, e ela está doendo pela conexão. Uma vez que a comida é entregue na nossa sala privativa, eu digo: "Eu não quero que você toque a sua comida." "O quê?” Ela pergunta curiosa. "Eu irei alimentá-la, Sra. Grey," murmuro, sem quebrar o meu olhar. Ela se desloca em seu assento, excitada, e expectante, ela se mexe para encontrar uma posição confortável para sentar-se, fazendo as bolas se deslocarem dentro dela também. Ela abafa um suspiro, olhando para as costas dos chefes de segurança. Hoje à noite vai ser uma noite que ela nunca vai esquecer.

*The River's Tale TWENTY bridges from Tower to Kew Wanted to know what the River knew, Twenty Bridges or twenty-two, For they were young, and the Thames was old And this is the tale that River told:"I walk my beat before London Town, Five hours up and seven down. Up I go till I end my run At Tide-end-town, which is Teddington. Down I come with the mud in my hands And plaster it over the Maplin Sands. But I'd have you know that these waters of mine Were once a branch of the River Rhine, When hundreds of miles to the East I went And England was joined to the Continent. "I remember the bat-winged lizard-birds,

The Age of Ice and the mammoth herds, And the giant tigers that stalked them down Through Regent's Park into Camden Town. And I remember like yesterday The earliest Cockney who came my way, When he pushed through the forest that lined the Strand, With paint on his face and a club in his hand. He was death to feather and fin and fur. He trapped my beavers at Westminster. He netted my salmon, he hunted my deer, He killed my heron off Lambeth Pier. He fought his neighbour with axes and swords, Flint or bronze, at my upper fords, While down at Greenwich, for slaves and tin, The tall Phoenician ships stole in, And North Sea war-boats, painted and gay, Flashed like dragon-flies, Erith way; And Norseman and Negro and Gaul and Greek Drank with the Britons in Barking Creek, And life was gay, and the world was new, And I was a mile across at Kew! But the Roman came with a heavy hand, And bridged and roaded and ruled the land, And the Roman left and the Danes blew in And that's where your history-books begin!"

CAPÍTULO DEZ
PERDIDO EM AUSTEN
Tradução: Neusa Reis

"Posso ver porque você escolheu Covent Garden, em vez de Hamlyn Hall," Anastasia observa.

"Realmente, Sra. Grey? E por que seria?"

"Eu acho que a cor vermelha sensual seria a principal razão,” ela responde, sem afastar o seu olhar do meu. "Como você me conhece bem, Sra. Grey. Essa é uma das razões. Os outros cômodos não eram aconchegantes o suficiente para os meus padrões. Eu gosto das cores quentes, sensuais, como a das pinturas desta sala,” eu digo apontando para a sala que Taylor conseguiu reservar no Covent Garden.

"Por que Sr. Grey, poderia a razão especial para a escolha dessa cor ser que, ela lembra você de uma particularmente favorita sala sua?” Diz ela, enquanto seu olhar viaja no sensual vermelho e paredes douradas e uma decoração que domina o ambiente. Dou-lhe um lascivo sorriso sombrio. "Qualquer cômodo em que eu tenha você comigo é um dos meus favoritos, Sra. Grey," eu respondo sombriamente. "Sr. Grey, você é o último romântico?” ela sussurra. "Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey. Agora, eu estou louco para vendar e alimentar minha esposa..." Eu sussurro com uma voz rouca. Ela morde o lábio e olha para mim sob seus longos cílios. Eu estendo a mão e libero esse lábio. "Não,” eu sussurro no ouvido dela e beijo o canto de sua boca, deixando-a querendo mais. "Eu já fiz o pedido para nós, pois temos que chegar à ópera." "Sempre e sempre no controle Sr. Grey,” ela sorri maliciosamente. "O chef que possui este lugar é francês. Suas habilidades na cozinha são bastante famosas. Tenho um jantar de seis pratos ordenado. Gostaria de dar uma olhada no cardápio? " "Sim,” ela responde e olha para o cardápio.

Saumon fumé mi-cuit, raifort et concombre Warm-oak smoked salmon, horseradish and cucumber ~ Risotto de champignons sauvages, truffes d'Alba Risotto of wild mushrooms, Alba truffles ~ Solette poêiée, purée de chou-fleur, amandes grillées Pan-fried Cornish Dover sole fillet, cauliflower purée, almonds ~ Noisette de chevreuil rôtie, endive, céleri braisé, sauce Grand Veneur Roasted loin of Shropshire venison, vhicory, braised celery, Grand Veneur sauce ~

Cœur de Franche-Comté : le Comté A selection of three Comté cheeses from Raymond Blanc’s native region ~ Poire pochée au caramel, crème chiboust à la vanille de Tahiti et règlisse Poached pear in caramel, Tahiti vanilla créme chiboust and liquorice Le Manoir garden leaf salad, fresh herbs, truffle dressing

"Christian, é um monte de comida. Eu não sei se eu posso comer tanto. Eu estava esperando poupar algum espaço para um outro tipo de sobremesa,” diz ela, enquanto olha prá mim animadamente. "Elas não são grandes porções, baby, o suficiente para obter um bom sabor,” eu digo, e ela sorri maliciosa para mim. "Você está rindo de mim, Sra. Grey?" Pergunto sombriamente. "Sim,” ela responde com uma voz rouca. "Oh, eu nunca faria isso, Sra. Grey. Eu poderia simplesmente ter que puni-la por isso. " "Sim, por favor,” ela responde, interrompendo minha respiração. "Ansiosa como sempre, Anastasia... Vou ver o que eu posso fazer,” eu respondo devasso. O jantar é servido e ela está espantada com a apresentação. Uma vez que os garçons saem, eu vou para a porta e olho Taylor; ele acena, concordando com a cabeça, em resposta. Ninguém entra, até que a gente saia. Eu tiro uma echarpe de seda prateada do bolso e mostro a ela enquanto eu passeio em direção à minha esposa. "É hora de fechar os olhos, baby,” eu digo, inclinando-me tão perto de seu corpo quanto possível, sem tocar, e cubro seus olhos e dou um nó atrás da cabeça, sem desmanchar seu lindo coque. Ela inspira o meu cheiro, e exala uma respiração sensual, lentamente, finalmente mordendo a ponta do seu lábio. Eu me inclino para baixo, e extraio o lábio do cativeiro de seus dentes com os meus próprios lábios. "Assim é melhor,” eu digo depositando um pequeno e casto beijo em seus lábios. Ela faz beicinho querendo mais, cruzando os braços. "Não cruze os braços, baby. Eu vou amarrá-los se o fizer," murmuro baixinho. O efeito do meu aviso é imediato. Suas mãos caem em seu colo. O jantar que eu pedi para nós não foi a partir do cardápio. Ele é especialmente preparado, apenas para hoje à noite, pelo próprio chef. "Com sede?" Eu pergunto, e ela balança a cabeça concordando, como resposta. Eu despejo o vinho branco na taça. Parece que temos para compartilhar. Tomo um gole do vinho. É puro e fresco. Desce suavemente e o sabor é requintado. Eu tomo um outro gole, inclinando a cabeça de Anastasia para trás, eu compartilho o vinho com ela. Ela engole agradecida.

"Mais, por favor,” ela diz. "Você tem que ter algo para comer primeiro, baby,” eu digo e pego uma garfada de peixe para ela e a guio em sua boca. Ela faz um pequeno ruído gemendo com a comida em sua boca. "Bom?" Eu pergunto. "Sim. Ele simplesmente derrete na boca. Hmm... Eu amo isso,” diz ela, e eu acho que ela está fazendo isso deliberadamente para me irritar. A Sra. Grey adquiriu algumas habilidades médias no departamento de sedução. Eu pego uma mordida do peixe, e ela está realmente certa. O gosto é maravilhoso. Então eu a alimento com uma garfada de risoto com cogumelos selvagens e ela mastiga devagar, fazendo pequenos barulhos apreciativos. "Que tal um sabor de carne de cervo?" "Manda ver, Sr. Grey,” diz ela com duplo sentido. Eu sorrio. Eu adoro quando ela come. Isto me acende. "Vinho?" "Ssssim,” diz ela enfatizando a letra ‘s’ em sua fala, me fazendo sorrir. Tomo um gole de vinho, saboreio e engulo devagar. Então eu tomo outro gole, e compartilho com Anastasia. Quando ela engole o vinho, ela capta o meu lábio inferior entre seus dentes. Me puxando para dentro. "Não, baby..." "Por favor,” ela pede. "Christian! Isso não é justo! Você me põe com tesão, e deixa-me pendurada... Eu vou explodir de desejo,” ela reclama. "Baby, eu sei exatamente como apagar o fogo... Nunca tema,” eu digo e retraio o lábio do cativeiro de seus dentes. Quando o jantar acaba, eu desato a venda. "Hora da ópera?" "Você não vai me foder?” ela repreende. "Sra. Grey! Eu estou chocado com a linguagem crua que você está usando,” eu digo sem conseguir esconder o sorriso dos meus lábios. "Eu não posso impedir isso, Sr. Grey. Estou dominada pelo desejo pelo meu marido, mas ele não parece querer ter a mim,” ela bate seus cílios, soltando seu charme. Eu tenho que morder dentro da minha bochecha para me impedir de sorrir para ela. "Inquieta? Incomodada? Desejando-me, baby? " Pergunto provocante. "Sim, e você sabe disso,” ela solta para mim.

"Sra. Grey, você está mal-humorada... Temos uma ópera para assistir,” eu digo e tomo-lhe a mão. "Vem". (N.T. O trocadilho de sempre: Vem – ‘Come’ em inglês também é gozar). "Eu gostaria, mas você não vai me deixar,” ela responde. Eu puxo-a em meus braços muito rápido; ela está nivelada com o meu corpo. "Baby... não. Acredite em mim, eu quero foder você até a próxima semana, especialmente quando você está me desejando assim, mas, paciência... agora... paciência é uma virtude. " "Eu pensei que você era o tipo de cara do momento,” diz ela ofegante. "Espere..." Eu a relembro plantando um casto beijo em seus lábios. "Espere, baby... seu marido vai cuidar de você,” eu digo beijando-a novamente. Mas as mãos puxam meu cabelo e nosso beijo se transforma em um apaixonado. Línguas duelando, ela geme em minha boca, e sentindo minha ereção, ela empurra seus quadris desesperadamente procurando por algum atrito, me fazendo sorrir. "Não aqui. Vamos lá,” eu digo, puxando sua mão. "Por que não aqui?" "Eu tenho planos. E você está tentando sabotá-los, baby,” eu digo levantando as sobrancelhas. Ela faz beicinho, suspira, e segue-me para fora, segurando a minha mão. *****❦ ♡ ❧*****

Eu tenho o Royal Secret reservado. É também chamado de Royal Box. Tem uma sala de jantar privada por trás do camarote, mas também um banheiro vitoriano datado de 1858, que pretendo utilizar esta noite com minha esposa.

Le Nozze di Figaro, ou "As Bodas de Fígaro" é uma ópera cômica e uma das obras-primas de Mozart. É uma peça de quatro atos durante a qual eu posso disfrutar, tanto da peça quanto da minha esposa. A peça se concentra em um único "dia de loucura" no palácio do conde Almaviva, perto de Sevilha, Espanha. O Maestro da noite se apresenta e cumprimenta tanto a orquestra quanto a plateia aplaudindo de pé. Arruma seus óculos, joga seu cabelo grisalho, comprido até o ombro com um gesto de sua mão, em seguida, levanta a baqueta. Com um aceno de sua mão, a abertura começa; já estamos sentados em nosso camarote. Embora o Royal Box possa acomodar vários espectadores, estou sentado sozinho com Anastasia. Quando começa a abertura, os músicos são quase invisíveis para os espectadores. É uma das mais famosas aberturas do mundo. Le Nozze di Figaro Overture Eu intencionalmente sento-me do lado direito de Anastasia. Eu tiro fora sua capa e coloco-a na cadeira ao meu lado. Quando as luzes se apagam na Royal Opera House, as cordas invisíveis começam a tocar. A atenção de todo o público é direcionada ao palco que não vai levantar a cortina até o final da abertura. Com o início da primeira nota aguda eu coloco minha mão sobre a perna esquerda de Anastasia, logo acima do joelho, que está deliciosamente exposta por todo o caminho até seu quadril, graças à fenda no vestido que escolhi cuidadosamente para esta ocasião. Eu sinto sua respiração suspender e ela se contorce em sua cadeira. Quando as notas na música ficam mais altas, assim também o faz minha mão. Quando a abertura chega a uma nota particularmente elevada, meus dedos alcançam seu ápice e ela olha para mim e olha em volta,

ansiosa, seus olhos arregalados. As luzes estão turvas e ninguém pode nos ver. Minha mão cobre seu sexo, e eu lentamente, sensualmente, começo a estimular seu sexo. Com as bolas se movendo dentro dela, ela sufoca um gemido. Meus olhos estão direcionados para o palco, enquanto Anastasia está incapaz de separar os dela do meu perfil. Ela aperta os joelhos juntos, enquanto minha mão está dando prazer a seu clitóris. "Christian,” ela sussurra o meu nome em um gemido. Eu viro minha cabeça para ela e levanto minhas sobrancelhas: "Você está se negando a mim, baby?" Eu pergunto, enquanto suas pernas se contraem para meu acesso. "Não, eu quero você! Agora!" Sua voz é baixa, mas urgente. Sua mão chega até a minha barriga, e ela começa a acariciar meu pênis duro com os dedos. Seus dedos são lentos, cuidadosos, e eu cubro sua mão com minha outra mão para evitar qualquer descoberta. Como eu quero levantála e beijá-la de todas as maneiras possíveis e fodê-la aqui! Mas eu mostro moderação. Estou faminto por uma prova de minha esposa.

A Abertura acaba e as luzes são diminuídas ainda mais para que se possa concentrar apenas no palco enquanto a cortina levanta. Em uma decisão rápida, eu puxo minha mulher para o meu colo, movendo-nos lentamente para a última fileira na escuridão relativa do camarote. Anastasia está montando em cima de mim quando eu me sento na cadeira e suas mãos se enrolam em volta do meu pescoço, enroscando no meu cabelo. Ela abre a boca e minha língua entra desesperadamente nela, profunda e forte, em um esforço para foder sua boca, e ela retribuiu com sua língua, sugando, sua língua lambendo, se rendendo, se submetendo, empurrando, e seus gemidos estão subindo rapidamente o meu desejo por ela. Sua língua finalmente encontra seu caminho em minha boca e eu chupo com força, acariciando-a com a minha língua. Minha mão mergulha até seu sexo novamente, e eu esfrego, e ela empurra seu sexo em minha mão que aguarda. As bolas se movendo dentro dela, estimulando seu sexo e tornando-a selvagem. "Por favor,” ela sussurra em minha boca. "Eu não posso aguentar, me fode!"

Eu olho para cima e está tudo escuro, e nós estamos no canto mais escuro do camarote, atrás de nós é a sala de jantar privada, e Taylor está guardando a entrada, então ninguém vai entrar. "Vai ser duro e rápido!" "Sim!" Ela geme. Com um puxão duro do meu dedo, eu rasgo sua calcinha, e abro o zíper de minhas calças do smoking. "Assim que eu puxar as bolas para fora, eu quero enterrar meu pau dentro de você, baby,” eu sussurro e ela quase convulsiona, concordando freneticamente. "Levante sua gloriosa bunda,” eu digo, e ela levanta a parte inferior do meu colo. Eu puxo a corda puxando as bolas prateadas e ela está perto do orgasmo, a cabeça se inclina para trás, seus seios para frente. Eu a abaixo no meu comprimento que a aguarda e ela toma dentro dela tudo de mim, e eu finalmente começo a movê-la, orientando seus quadris. O desejo está pulsando através de nós, palpável, quente, e tangível. Afundando em seu sexo florescendo, o meu lugar favorito no mundo, me faz perceber o quanto eu tinha estado morrendo de desejo por ela. Eu empurro meu pau para cima e ela está descendo sobre mim duro, empurra e encontra, atendendo, fodendo, fazendo amor; este desejo carnal pela minha esposa, consumindo tudo, e fogo escaldante rapidamente se espalhando entre nós. Não há nada que possa apagar o fogo, apenas nos perdermos um no outro, unindo, fazendo amor, segurando, beijando, acariciando, e eu estou perdido com seu desejo por mim, perdido em seus beijos pedindo, exigindo por mais. Seu sexo começa a se contrair em torno de meu pau, deliciosamente me ordenhando, e me desejando, me acariciando de dentro para fora. Eu estou perdido para ela, perdido para nós, e eu gozo estremecendo, juntamente com minha esposa, empurrando-nos e enterrando-nos um no outro. "O que você faz para mim, Sra. Grey," eu murmuro em seu ouvido, ainda enterrado dentro dela. "Baby, eu vou foder você lá dentro na sala de jantar durante o segundo ato," eu digo, indicando com um pequeno aceno de cabeça, “e depois neste banheiro vitoriano no terceiro ato, e se fizermos durante o quarto ato, sem devorar um ao outro, eu vou fazer amor com você toda a noite em nosso quarto de hotel,” digo sombriamente. "Sim, por favor,” ela sussurra e funde seus lábios com os meus novamente, sem quebrar nossa conexão. Meu pau se contrai mexendo mais uma vez em atenção. "Ah, foda-se! Vamos pular o segundo ato...” Eu digo e começo a me mover dentro dela, novamente, enquanto minha língua acaricia a dela e minha mão direita começa a provocar seus seios. Quando a música "Voi Che Sapete" termina, eu estou pronto para tomar minha esposa mais uma vez, e ela está mais que acolhedora enquanto batizamos o banheiro vitoriano, em pé.

Voi Che Sapete *****❦ ♡ ❧***** No caminho de volta para o hotel eu seguro a mão de Anastasia e começo a fazer círculos em seus dedos e na sua mão, correndo minha unha sobre ela, fazendo-a estremecer. "Como foi a sua primeira experiência na ópera?" Pergunto licenciosamente. Ela morde o lábio e responde em voz baixa: "Eu nunca soube que a ópera poderia ser tão estimulante, Sr. Grey,” ela responde batendo os cílios para mim. Minha mão vai até seu queixo, liberando o lábio.

"Não faça! Você sabe o que faz comigo, baby,” eu sussurro em seu ouvido. "Especialmente quando eu sei que você não está com sua calcinha. Comporte-se," eu sussurro em seu ouvido, meus olhos escurecendo. Quando chegamos a nossa suíte, Geoffrey está esperando por nós, pronto para atender as nossas ordens e servir. Pegando um vislumbre da apreciação carnal que está escrito em todo meu rosto por Anastasia, Taylor suspira, imperceptível e se vira para o mordomo e diz: "Geoffrey, somos eu e você hoje à noite, cara!" "Desculpe-me, senhor?" Geoffrey vira para ele um pouco confuso. "O Sr. e a Sra. Grey estão abrindo mão de seus serviços para mim, durante a noite,” Taylor responde com um rosto taciturno. "Oh, senhor, eu não estava ciente desse fato,” responde Geoffrey. "Sim, você pode retomar seus deveres amanhã de manhã, de volta aqui, novamente,” eu digo levantando as sobrancelhas. "Obrigado Geoffrey,” eu digo, com o olhar impassível de costume. "Boa noite, senhor, minha senhora,” ele diz curvando-se, e segue Taylor fora. Eu tranco a porta e passeio sombriamente para minha esposa. "Sra. Grey, a primeira superfície em que vou reclamar você é nesta mesa, depois nesta parede com a visão gloriosa da cidade, e, finalmente, no quarto. O que você diria sobre isso? " "Sim,” ela responde com uma voz sussurrada. "Sra. Grey, você sabe o quão irresistível você é quando você me quer assim?" Ela balança a cabeça. "Sim, você sabe! Você sabe que você me deixa louco!" Murmuro, meus braços enrolados ao redor da cintura dela e os meus lábios reclamando os dela.

*****❦ ♡ ❧***** Quando eu acordo na manhã seguinte, encontro as minhas pernas em volta das pernas de Anastasia, e os meus braços caídos sobre os seios dela, possessivamente. Sua mão está instintivamente no meu peito, e de alguma forma é confortante e não induz ao medo. Nós tivemos uma longa e apaixonada noite. Eu a olho em seu sono, ela é de tirar o fôlego. Eu posso olhá-la por horas. Ela é o auge da inocência, e toda minha. Minha garota, minha esposa, minha amada. Eu não quero deixá-la sozinha, mas ela vai ficar fora de combate por um tempo. Eu posso ir e malhar enquanto ela está dormindo. Eu tenho negligenciado malhar no ginásio, eu deveria aproveitar o seu sono e exercitar-me esta manhã. Levo Taylor comigo deixando Nichols e Collins esperando fora da nossa suíte, na minha ausência, caso Anastasia precise de sua ajuda, na mínima chance dela acordar antes de eu voltar. Eu corro, levanto pesos, faço aeróbica, e Taylor e eu praticamos artes marciais mistas por um pouco mais de 30 minutos. Quando eu volto para a nossa suíte, Geoffrey está esperando por mim. "Bom dia, Sr. Grey. Gostaria de ter o seu café da manhã agora, ou você prefere esperar o retorno da Sra. Grey? " "Retorno?” eu pergunto, e corro para o quarto. A cama está vazia, e Anastasia não está lá. Eu só então percebi que Nichols e Collins não estão na porta, também. Eu rapidamente me encaminho de volta para a sala de estar. "Onde está a Sra. Grey?" Pergunto quase duramente para Geoffrey. "Ela veiculou seu desejo de dar um passeio no Hyde Park, senhor." "O quê? Sozinha?" "Não sozinha, senhor, mas, eu lhe garanto, é muito seguro no parque." "Quando ela saiu?" "Ela saiu cerca de trinta minutos depois que você saiu esta manhã, senhor." "E ela ainda não está de volta?" Eu fervo de raiva. "O que ela disse exatamente?" Geoffrey pigarreia, olha para frente, e baixa o tom de sua voz para corresponder ao de Anastasia e animadamente tenta mudar o seu sotaque britânico em americano. "Ela disse, 'Geoffrey, eu vou para o Hyde Park',” diz ele com uma voz alegre. "Diga ao me u marido que eu vou fazer um passeio, imergir um pouco na cor local, e,” acrescenta ele revirando os olhos, que deve ser o que Anastasia tinha feito, "Eu vou levar os Guardas Reais comigo,” ele cita Anastasia, em seguida, acrescenta: "tecnicamente senhor, eles não são os Guardas Reais. Eles não estão a serviço de Sua Majestade. "

"Obrigado, Geoffrey,” eu digo dispensando-o e tomo a mais rápida ducha que posso, e coloco minhas roupas e corro para fora, com Taylor a reboque perguntando se algo está errado. "Eu não sei ainda. A Sra. Grey deu um passeio até o Hyde Park. Algum dos seguranças o chamou? " "Não, senhor. Eles têm ordens específicas de me chamar para qualquer coisa fora do comum, insegura, ou não programada,” diz ele, com o rosto tenso. Nós fazemos o nosso caminho para o parque, ambos digitalizando o parque, e localizamos Anastasia facilmente. Ela está sentada em um banco com um par de garotas locais e rindo e alimentando os esquilos! Ambos Nichols e Collins estão verificando a vizinhança, e vigiando-a como um falcão. Bom! Eu ainda estou decidindo se devem ser demitidos por não me informar. Nichols nos vê em primeiro lugar, e ele fica vermelho. Ele começa a fazer o caminho em direção a nós, mas eu levanto minha mão. Eu não quero alertar Anastasia de nossa presença.

Há duas garotas com idade de faculdade que compartilham seus almoços com pássaros e esquilos. Anastasia pega um pedaço de chip e oferece-o a um esquilo tímido, que para a vários metros de distância, tentando avaliar se podia confiar nela. Decidindo que ela é inofensiva, ele se aproxima de Anastasia, cuidadoso, recupera o chip de seus dedos, e retira-se para trás alguns metros e come sua recompensa com avidez.

Outro amigo dele aborda a menina com o cabelo encaracolado e pega o alimento oferecido, de sua mão. Anastasia e as outras duas meninas dão uma risadinha com a resposta dos animais. Elas quebram um pedaço de sanduíche e colocam no meio de suas mãos, e os pássaros descem sobre elas pegando o alimento, famintos. Eu vejo a minha mulher hipnotizada. Mesmo a equipe de segurança britânica está olhando para ela com reverência. Criaturas tímidas de seres humanos estão comendo sobre suas mãos. Anastasia coloca alguns pequenos pedaços de sanduíche no meio da palma da mão e estende-a. Desta vez, dois esquilos chegam mais perto e

pegam os pedaços e recuam alguns metros, em seguida, sentados em sua extremidade traseira, comem os seus prêmios. Eu não posso deixar de sorrir.

Anastasia, sentindo meu olhar sobre ela, olha na minha direção e sorri. Ela começa a caminhar em minha direção. "Oi, Christian,” ela me cumprimenta. "Oi,” eu respondo. "Eu não a encontrei na suíte,” eu digo, em meu olhar impassível de costume. "Não fique zangado. Eu queria dar um passeio no parque. Peguei a segurança, mas disse-lhes para não incomodá-lo enquanto você estava se exercitando, desde que era a apenas uma curta distância do hotel. Ah, e eu fiz alguns novos amigos! Venha conhecê-los!” Diz ela, me puxando para trás. Eu não posso fazer outra coisa senão seguir minha esposa. "Catarina, Leonor! Gostaria de apresentar o meu marido,” ela diz com orgulho em sua voz, e só esse ato derrete meu coração frio, e eu decido não demitir os agentes do MI6. Duas meninas muito tímidas olham para cima e murmuram saudações para mim. "Olá," eu digo e estendendo minha mão para saudar os novos amigos da minha esposa. "Vocês são desta área?" Pergunto indiferente tentando avaliar se o encontro com a minha esposa foi apenas uma coincidência ou algo mais. "Oh, não, nós somos de Portugal. Estamos apenas visitando Londres em nossas férias de verão. É uma cidade linda!” Diz Catarina. Ela tem cabelo crespo, covinhas no rosto, e muito simpática, de uma maneira doce. Concordo com a cabeça. "Prazer em conhecê-lo Sr. Grey, Ana. Tentamos vir aqui uma vez por dia. Mas às vezes não temos tempo. Há tanta coisa para ver em Londres, você sabe,” ela diz com um doce sotaque Português. "Muito prazer em conhecer você, Ana,” diz Leonor. "Sr. Grey,” ela acena com a cabeça, timidamente. "Nós vamos deixar vocês dois sozinhos já que vocês estão em sua lua de mel,” diz ela sorrindo e elas acenam para nós, se movendo para a beira do lago para alimentar os patos e os cisnes, discutindo se são os pedaços de sanduíche ou os chips o melhor para atrair os bichos, enquanto dão risadinhas. O meu olhar está todo em Anastasia agora com intensidade.

"Eu estava preocupado com você,” eu digo, meu sorriso desaparecendo. "Oh, Christian! Você foi para um treino, e eu não podia encontrá-lo quando eu acordei. Geoffrey disse que você tinha ido para a academia. E uma vez que você estava se exercitando, eu pensei que eu poderia dar um passeio a pé e ter um pouco de exercício, olhar o parque, e voltar quase ao mesmo tempo que você. " "Mas você não voltou!" Eu acuso. "Eu sei, eu sinto muito. Eu estava completamente envolvida pelas meninas que alimentavam algumas criaturas indescritíveis em suas mãos, e eu queria tentar o mesmo. Elas me mostraram como elas fizeram isso, e eu só estava me divertindo muito, eu me esqueci do tempo. E você veio e me encontrou,” diz satisfeita.

"E não fique bravo com os Guardas Reais Um e Dois, por favor. Eu disse-lhes para não perturbá-lo enquanto você estivesse se exercitando. Eu estava em frente ao hotel, e em plena luz do dia, sentada neste parque tranquilo. Apenas aproveitando o clima e as criaturas que vivem no parque, com 007 e 8 a reboque." "Ok,” eu respondo com um olhar impassível.

"Você vai me punir por ir ao parque?" "Baby, nós somos amantes, você é minha mulher, pelo amor de Deus! Você não é minha sub. Eu só estava preocupado com você, preocupado que você podia se machucar de alguma forma,” eu digo ferido com sua observação. Ela revira os olhos. "Eu estou bem, Christian,” ela responde, mas seu rosto cai. "Você quer que eu a puna?" Pergunto hesitante. "Eu não quero que você me machuque, mas...” sua voz some. "Mas?" Pergunto sondando. Mas o quê? "Eu gosto de jogar. Eu gosto da punição que não tem a intenção de me machucar,” ela responde, fazendo meu rosto cair novamente. "Anastasia, eu nunca quero machucar você. Mas, eu fiquei com medo quando você não estava no quarto do hotel e quase me deu um ataque cardíaco! O MI6 aqui não chamou o Taylor! " "É minha culpa. Eu pensei que você ficaria preocupado, por isso, eu disse a eles para não chamar, uma vez que estávamos apenas dando um passeio no parque, e ninguém me conhece aqui em Londres. E quando vi Catarina e Leonor, me senti como se eu estivesse em um campus universitário, e por algumas horas eu era apenas uma garota comum, esquecendo a marcação da segurança junto de mim. Eu realmente gostei de fazer algo simples, mas extraordinário, tendo pássaros e esquilos comendo na minha mão,” ela grita de alegria. "Vamos lá,” eu digo puxando sua mão. "Eu acho que é hora de alimentá-la. Gostaria de sair para um brunch?” Ela sorri e acena com a cabeça concordando em resposta. *****❦ ♡ ❧***** "O quê? Oh meu Deus!” Diz Anastasia, e me abraça em plena vista de toda segurança e se inclina para trás para me olhar e me abraça de novo, mais uma vez com força, e me beija descaradamente desta vez e eu tenho que conter sua paixão. Por um lado, eu não quero que ninguém veja o que a faz ficar toda excitada, e como ela é quando ela está excitada, e dois, eu não tenho tempo para fodê-la no caminho. "Você está me levando para a casa de Jane Austen!” ela grita com prazer, e me abraça novamente. "Se eu soubesse que eu ia conseguir essa reação de você, eu tenho certeza que seria a nossa primeira parada, na nossa lua de mel e não quase duas semanas depois,” eu digo sorrindo. "Mas Londres é uma cidade grande e há tanta coisa para ver. Estou tão incrivelmente grata que você organizou tudo isso! Tudo isso por mim! Eu amo cada minuto desta lua de mel,” ela jorra.

"Nós poderíamos ter voado, mas eu pensei que você gostaria de ver algum campo, e eu tenho você para mim em uma viagem no campo." Ela sorri tão ampla quanto possível em resposta. Ao deixarmos a cidade de Londres atrás de nós e entrarmos na A 331, as casas escasseiam e a área é mais das fazendas e a vegetação exuberante nos cumprimenta. "É muito verde..." Anastasia observa, "mas eu estava esperando mais árvores do que há lá fora,” ela comenta. Collins responde à observação de Anastasia. "Não, minha senhora. A área tem se desenvolvido, principalmente aldeias e fazendas, é por isso que você não vê tantas árvores ".

Chegamos à casa de Jane Austen em um pouco mais de uma hora de carro do hotel. É uma simples casa de tijolos do século 17, de dois andares. Mas ela não viveu naquela casa toda a sua vida; apenas os últimos oito anos da mesma. Uma Professora da Universidade de Oxford concordou em nos fazer um tour.

Ela é muito experiente e uma professora de Inglês. Ela nos recebe sem nenhum tom absurdo esperado de um professor da faculdade, mas um bastante agradável. "Sr. e Sra. Grey! ” ela nos recebe. "Como é bom conhecer vocês! Bemvindos ao Museu Casa de Jane Austen." Nós apertamos a mão estendida, e ela começa a turnê. "Jane Austen fez a maior parte de sua escrita madura nessa encantadora casa de campo. Ela revisou Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, Abadia de Northanger nesta casa, e ela escreveu Mansfield Park, Emma and Persuasion inteiramente nesta casa, na verdade nesta pequena mesa de chá,” diz ela, indicando uma simples mesa de chá pequena, pintura lavada, desgastada e só ocupada por um frasco de tinta solitário e pena sobre ele e acompanhado por uma simples cadeira de jantar de madeira com assento de palha.

Anastasia olha para a mesa com admiração, então se vira para mim e diz: "Christian, Jane Austen escreveu seis dos maiores romances do mundo nesta pequena mesa de chá. Se ela pode fazer isso com o pouco que o século 19 em que ela viveu oferecia para as mulheres, nada deve ser impossível para uma mulher do nosso tempo se soubéssemos!” Diz ela com fervor. Neste momento, algo se torna claro para mim. Eu quero fazer algo para Anastasia. Eu sei que ela quer estar no mercado editorial. Ela admira Miss Austen; uma mulher que conseguiu fazer algo que a maioria dos homens em sua época não pôde fazer. Tornar-se um sucesso em um empreendimento que ela ama. O dela aconteceu de se escrever. Anastasia quer estar no mercado editorial. Publicação... Hmm... Sim, está claro para mim agora. Eu quero presentear Anastasia com a SIP Publishing como presente de casamento, apoiar minha esposa em sua empreitada no mercado editorial, tornar possível para ela criar escritores de sucesso como Miss Austen. Anastasia praticamente come tudo o que a Professora está dizendo... e eu nem tanto. Porque eu estou ocupado assistindo o intenso desejo de minha esposa em saber mais sobre um de seus ídolos. "Então, você diz que a casa não tinha um banheiro?" Pergunta Anastasia. "Não, Ana, não tinha. Naqueles dias, as pessoas usavam latrinas e penicos". "Tudo bem... Seguindo em frente... ” diz Ana, fazendo todos sorrirem. "Este é o local onde Jane Austen gostava de escrever,” diz a professora apontando para uma mesa ao lado de uma grande janela com vista para o exuberante quintal bem cuidado.

"É um lugar muito inspirador,” observa Anastasia. "Bem, a vida de um romancista aguça a nossa curiosidade, é claro. Os amantes da literatura querem saber como ela escrevia, de onde suas idéias surpreendentes podem ter vindo, quais podem ter sido as suas técnicas de escrita, ou como ela preparou o seu manuscrito para a publicação." "Como ela fez isso?" Pergunta minha garota. "Essa é a parte mais frustrante, o que qualquer coisa que qualquer um diga seria, evidentemente, pura conjectura. Eu posso especular, tendo conhecido as circunstâncias em que ela chegou a Chawton que, claro, é a sua casa final. Miss Austen tinha trinta e três anos de idade quando ela chegou aqui. Este foi um presente de seu irmão Edward, e ela viveu aqui com sua irmã Cassandra, e um amigo da família. Jane tinha uma mente viva. O que ela tinha em sua mente era de fato mais vivo do que qualquer coisa que ela tinha em torno no momento. Ela iria inventar histórias sobre a terra das fadas e tocar piano para entreter seus pequenos sobrinhos, enquanto ela preparava o café da manhã. Ela era muito divertida de estar por perto." "Ela escreveu neste local em todos os momentos?" Pergunta Anastasia. A professora sorri.

"Jane iria escrever em pequenos pedaços de papel, que podem ser facilmente escondidos de olhares indiscretos, mas ela trabalhou no espaço geral da sala de estar da família."

"Nenhuma privacidade?" "Não no sentido que nós pensaríamos hoje. É uma casa de família. Não era fácil para uma mulher, ou qualquer um para essa questão eu suponho vir a ser publicada. Você sabe Sra. Grey," diz a professora gesticulando com a mão ao redor, "Jane Austen era realmente uma mulher muito tenaz. Uma mulher menor, ou menos disposta, não seria capaz de realizar o que ela fez. Ela escreveu seus principais romances, e reescreveu alguns deles, aqui nesta casa. Então ela prepararia os manuscritos para a publicação e viajaria 80 km para Londres, para uma estadia prolongada com seu irmão Henry e ela, os veriam na imprensa. E, claro, a vida na aldeia em Chawton lhe proporcionou um grande laboratório com a sua comunidade. " "Eu concordo com você em tudo isso. Mas, ser publicado é apenas metade da batalha. As pessoas em geral presumem que você escreve e publica e vende milhares de livros. Esse não é o caso. O que Jane Austen conseguiu fazer é nada menos que um feito incrível. Ela escreveu em um momento em que as escritoras eram poucas e distantes entre elas. Ela tornou-se famosa em vida, e sua escrita e os personagens foram amados por mais de 200 anos. Isso não é só prodigioso, mas também para além de admirável!" Eu tenho a melhor esposa do mundo! Ela nunca deixa de surpreender-me. Minha esposa não é apenas bonita, mas extremamente inteligente, apaixonada, e seu amor pelo que faz me surpreende. De alguma forma eu entendo minha esposa melhor hoje. Eu era superficial o suficiente para acreditar que seu gosto pelos clássicos britânicos era só por causa de corações e flores. Eu nunca pensei nisso na forma como ela explicou, sua percepção desses escritores para esta estranha... esta professora. Eu sinto inveja dessa estranha completa, por abrir um lado da minha esposa que eu nunca soube que existia. Neste momento, eu anseio por conhecer minha incrível esposa melhor. Anastasia olha para tudo na casa como se ela quisesse decorar o lugar, e enraizá-lo em todo o seu ser. Ela se senta no quintal, no verde luxurioso, e admira as flores, e absorve cada imagem, cada árvore, cada pássaro, e cada planta.

Antes que nosso passeio termine, a professora segura a mão direita de Anastasia com ambas suas mãos. "Ana, estou tão contente de conhecer uma das maiores fãs de Jane Austen, além de mim. Lembre-se que a rotina diária de Jane incluía longas caminhadas nas ruas de Chawton, como as meninas Bennett teriam em Meryton, em Hertfordshire. Ela iria conversar com seus vizinhos, ou costurar à noite, e ter as refeições em família com sua irmã, mãe e seu amigo da família, mas, por vezes, isto incluía encontros sociais, ou amigos. Então, se você gostaria de ter uma ligação concreta com o meio ambiente onde Jane morava, eu recomendo vivamente que você ande sobre a Chawton Village, olhe por aí, diga olá para as pessoas, querida,” diz ela calorosamente. Anastasia dá seu sorriso brilhante, e acena concordando com a cabeça, e agradece a professora. Passamos o resto do dia nos imergindo na cor local, e eu estou muito feliz de passar o dia com minha esposa na cidade de um de seus autores favoritos. A missão da minha vida, afinal, é fazêla feliz.

*****❦ ♡❧*****

"Anastasia, baby pode você consegue ficar sozinha por algumas horas hoje? Eu tenho que ter uma reunião de negócios, uma vez que eu já estou aqui. Ele não deve me levar muito tempo. A segurança pode levá-la para fazer compras, passear, ou há alguma coisa em especial que você queira fazer hoje? " Eu pergunto, já aborrecido porque eu tenho que deixar minha esposa na nossa lua de mel. "Oh...” ela diz com seu rosto desabando, mas rapidamente se recupera e sorri para me agradar. "Eu vou ficar bem, Christian. Vá fazer sua reunião. Mas, eu acho que vou ficar, ler um dos manuscritos, enquanto você está tendo a sua reunião,” ela responde. "Mas se você decidir sair, me ligue. Caso contrário, eu me preocupo. Eu estarei aí embaixo, em uma das salas de conferência," eu digo com um aviso na minha voz. "Chame-me se você estiver saindo mesmo que por cinco minutos,” eu a lembro de novo. "Sim, Christian,” diz ela revirando os olhos. "Você está rolando seus olhos para mim?" Eu provoco. "Sim, Sr. Grey, mas eu acho que você não tem tempo para fazer nada sobre isso,” ela brinca comigo de volta. "Oh, Sra. Grey. Você tem apenas que pedir. Eu sempre posso fazer uma exceção para você,” eu respondo puxando-a para nivelar com o meu corpo e bato em seu traseiro, empurrando-a para minha ereção que já está crescendo. "Isso é o que você faz para mim. Estou sempre uma arma meio-engatilhada perto de você, baby,” eu digo, olhando para ela sombriamente. Ela está sem palavras, mas suas mãos se emaranham no meu cabelo, me puxando para um beijo. Logo o nosso beijo se torna mais profundo, carnal, e devasso. "O que você está fazendo para mim, baby? Estou sempre perdendo o controle em torno de você,” eu sussurro em sua boca. "Você está reclamando, Sr. Grey?” Ela pergunta. "Baby, como eu poderia reclamar quando eu cobiço minha própria mulher? Mas quanto mais cedo eu terminar com a reunião, tanto mais cedo eu volto, e faço amor com você. " "Esta é uma promessa?" Eu agarro sua bunda e levanto-a do chão e enrolo suas pernas em volta de mim, enquanto minha ereção está cavando em seu sexo macio. Meus lábios reclamam os dela e a minha língua assalta sua boca, com desejo carnal e querer, pedindo, tirando e exigindo. "O que você acha, Sra. Grey?" Eu respiro em sua boca.

"S-sim,” ela choraminga. Ela me vê sair e eu me encaminho para descer com Taylor. "A sala de reuniões está pronta?" Eu pergunto. "Sim, senhor. Os clientes já devem estar aqui. Eu tenho o seu laptop aqui, e Roz deve estar online já." "Você pode pegar Geoffrey emprestado esta noite. Eu não vou precisar de seus serviços,” eu digo, impassível, e Taylor acena com a cabeça. "Como é que vocês dois estão indo?" Pergunto completamente descuidado. Taylor pisca. "Bom empregado, eu suponho. Eu não estou acostumado a ser atendido em tudo. Obrigado por alocar seus serviços para mim quando você não precisa dele,” diz ele e vendo um duplo sentido no que ele disse, ele altera, “quero dizer-lhe por me emprestar... ” acrescenta, em seguida, enxuga o suor a partir de suas sobrancelhas e, por fim diz: "Eu gosto das habilidades de mordomo de Geoffrey, mas eu amo Gail,” diz ele, finalmente, limpando a garganta, corando até o couro cabeludo e quando o elevador dings aberto, ele é salvo pelo gongo. Eu tento esconder meu sorriso. *****❦ ♡ ❧*****

Durante toda a reunião eu mal posso manter meu foco sobre o tema. Minha mente vagueia para minha esposa lá em cima. O que eu quero fazer com ela, fazer com ela na parede, no banho, no piano, varanda... Especialmente quando meu Blackberry vibra, e há uma mensagem de texto dela:

* Estou pensando nas maneiras em que você possa cumprir sua promessa para mim. Talvez eu devesse fazer algo impertinente que deve exigir um pequeno castigo * Eu respondo de volta imediatamente.

* N.Ã.O.! * Eu quero fazer muita coisa na cama, entretanto eu arranjei um monte de turismo na bela cidade de Londres, então esses planos terão que esperar até hoje à noite. A reunião continua depois da hora, e eu tenho planos. Eu digo a eles que é o máximo e digo-lhes que continuamos à noite para incluir dois outros locais, um em Taiwan, e um nos EUA para concluir a reunião. Isso vai me dar tempo para passar o dia com minha esposa, e enquanto ela descansa, eu posso terminar a reunião mais tarde à noite.

*****❦ ♡ ❧***** Quando eu volto para nossa suíte no final do meu encontro já passa das 11:00 h e quero cumprir tudo o que eu estive sonhando. Anastasia está ao lado da janela, enrolada em sua camisola de cetim, lendo um manuscrito. Seu olhar se levanta quando ela me vê, meu coração cresce. "Oi baby!" Eu digo enquanto eu me desloco em sua direção. "Oi,” ela responde saindo da cadeira. Eu a seguro em meus braços, levantando-a, beijando-a profunda e apaixonadamente. "Eu estive pensando em você o tempo todo. E agora, eu quero levá-la para a nossa cama, e ter meu caminho com você,” eu digo e ela cora, dizendo "sim,” enquanto ela engole seco. Eu deposito minha esposa na cama, arranco minhas roupas e deito na cama posicionado entre as pernas dela, enquanto minha mão se arrasta pelas pernas, arrastando sua camisola de cetim para cima, no caminho. Ela não tem nenhuma calcinha, mas o que me pega de surpresa não é a falta de roupa, mas seu sexo ‘desmatado’. "Que diabos você fez?" Eu exclamo. Eu sinto um horrorizado divertimento sentindo seu sexo raspado. Sento-me na cama, e acendo a luz da mesinha de lado e olho com cuidado para baixo em minha esposa, que tem mal cortados pêlos pubianos, como se alguém sem experiência tentou cortar o cabelo de alguém, e criou trilhos de trem. Minha boca fica aberta com uma forma O assustada. Anastasia se torna vermelho tomate e tenta puxar a camisola para baixo para esconder seu sexo, contrariada. "Ana,” eu exclamo. "Eu... uhm. Eu... raspei,” ela consegue responder. "Eu estou vendo isso, baby. Mas, por quê?" Pergunto incapaz de parar de sorrir de orelha a orelha. Ela fica completamente envergonhada de mim e cobre o rosto com as mãos, embaraçada.

"Hey, baby não se esconda. Não de mim,” eu digo baixinho, mas eu estou tentando não rir do esforço, que é admirável, mas o mau resultado pode exigir algum tipo de assistência. Eu tenho que morder o lábio para me segurar. "Diga-me. Por quê?" Pergunto com um brilho nos meus olhos. "Pare de rir de mim,” ela me repreende. "Eu não estou rindo de você. Sinto muito. Eu estou apenas ... encantado ,” eu digo. Eu realmente gostaria de ter sexo com seu sexo desmatado. A sensação muito melhor, pele com pele... "Oh...” ela responde. "Diga-me. Por quê?" Eu sondo. Ela finalmente toma uma respiração profunda. "Esta manhã, depois que você saiu para a reunião, tomei um banho e eu estava lembrando todas as suas regras,” ela começa. Isto não era o que eu estava esperando. Eu não quero que minha esposa pense em si mesma em termos das sub que eu tive. Ela é minha esposa, não minha sub. Todo humor desaparece de mim, e eu a considero com cautela. "E eu estava relembrando, uma por uma, e como eu me sentia sobre elas, e lembrei-me do salão de beleza e pensei... que isso é o que você gostaria. Eu não fui corajosa o suficiente para depilar com cera,” diz ela, finalmente, em um sussurro. Ela só queria me agradar. Isso significa muito para mim agora, que ela me tinha em mente, pensando no que eu gosto, e eu não sinto nada além de um imenso amor por esta criatura diante de mim. "Oh, Ana," eu respiro. Eu me inclino e beijo minha esposa devagar e com ternura. "Você me seduz,” eu sussurro contra seus lábios e beijo-a mais uma vez, desta vez segurando seu rosto entre as mãos. Meu beijo aprofunda e eu a beijo e a abraço até que nós dois estamos sem fôlego. Eu finalmente consigo recuar, inclinando-me sobre um cotovelo. Mas desta vez há um brilho malicioso nos meus olhos. "Eu acho que eu deveria fazer uma inspeção completa de sua obra, Sra. Grey." "O quê? Não!” Ela responde imediatamente cobrindo-se, e a seu sexo, do meu olhar. "Oh, não, você não vai fazer isso, Anastasia,” eu digo enquanto eu agarro suas mãos e as ergo longe de seu sexo. Eu me movo rapidamente e me posiciono entre suas pernas, e fixo suas mãos para os lados. Eu olho para a minha linda esposa, quente, sensual, ardente e inclino a cabeça para baixo, enquanto ela está olhando para mim. Meus lábios descem lentamente em cima de sua barriga nua e lentamente faço meu caminho para seu sexo. Ela se contorce debaixo de mim, me acendendo, mais quente do que nunca, e, finalmente, pára de se contorcer incapaz de me afastar. O fato é que eu gosto dela resistindo. Excita-me. Anastasia me resistindo, colocando-se em uma luta na cama, é uma das minhas fantasias.

"O que temos aqui?" Eu digo dando um beijo em seu sexo e raspando a barba do meu queixo através de seu sexo nu. "Ah,” ela exclama, sentindo tudo. Sim! Porra! Eu tenho uma dúzia de idéias sobre o que eu quero fazer nisto. Mas primeiro as primeiras coisas. Eu olho para cima e meu olhar dardeja para o dela, e eu não tenho nada além de desejo, desejo sensual em meus olhos. "Eu acho que você falhou um pouco,” murmuro, puxando alguns fios de cabelo delicadamente, logo abaixo dela. "Oh... Droga,” ela murmura mortificada. "Eu tenho uma idéia," eu digo saltando da cama nu, e sigo para o banheiro. Eu vou fazer a barba do sexo da minha esposa. Eu encho um copo com água quente, pego uma caneca, meu velho pincel de barba, sabão, seu barbeador e uma toalha. Volto para o quarto e arrumo a água, pincel, caneca e navalha na mesa de cabeceira e olho para minha mulher provocante, enquanto eu estou segurando a toalha. Vendo a minha intenção, seus olhos se arregalam e ela protesta: "Não. Não." "Sra. Grey, se um trabalho está mal feito, vale a pena fazer bem. Levante os quadris," Eu comando, enquanto meus olhos brilham com uma mistura de desejo e anseio por intimidade. "Christian! Você não está indo me barbear!” ela guincha. Eu inclino minha cabeça para o lado e pergunto-lhe: "Por que não, baby?" Ela cora. É pessoal, íntimo, próximo? "Porque... é muito...” ela pára. "Íntimo?" Eu completo a frase em um sussurro. Eu posso ver que este é o motivo. “Ana, eu imploro por intimidade com você - você sabe disso. Além disso, depois de algumas das coisas que fizemos, não fique toda escrupulosa comigo agora. E eu conheço esta parte do seu corpo melhor do que você conhece." Ela abre a boca com a minha arrogância. Eu posso ver isso em seus olhos. "É simplesmente errado,” ela lamenta. "Isso não é errado - é hot,” eu digo olhando para o seu sexo, querendo fazer isso. "Isso o excita?” Ela pergunta atônita. Eu rosno em resposta. "Você não pode ver?" Pergunto, olhando para a minha arma, em saudação completa. "Eu quero fazer a barba em você,” eu sussurro. Ela deita de volta em sinal de rendição e joga os braços sobre o rosto.

"Se isso o faz feliz, Christian, vá em frente. Você é tão pervertido,” ela resmunga e levanta os quadris para que eu possa colocar a toalha debaixo dela. Eu sorrio para ela concordando. Eu me inclino e beijo sua coxa. "Oh, baby, como você está certa,” eu respondo. Eu coloco o sabão na caneca, e mergulho o pincel na água quente e agito-o sobre o sabão. Quando ensaboa, eu agarro seu tornozelo esquerdo e abro suas pernas. Quando eu sento entre suas pernas, a cama afunda com o meu peso. "Eu realmente gostaria de amarrá-la agora,” murmuro o meu desejo. Eu não quero dar-lhe um corte enquanto ela se contorce e se move. "Prometo me manter imóvel,” ela responde. "Bom". Eu corro o pincel ensaboado sobre seu osso púbico e ela engasga em resposta. Ela se contorce sob o pincel. "Não se mova,” eu ordeno com a censura no meu tom e passo o pincel mais uma vez. "Ou eu vou amarrá-la,” eu digo desafiando-a. Eu adoraria amarrá-la, fazer a barba dela e transar com ela. Meu pau tem um espasmo em resposta. "Você já fez isso antes?” Ela pergunta timidamente quando eu alcanço a navalha. "Não,” eu digo. "Oh. Bom,” diz ela sorrindo. Eu amo essa resposta nela. "Outro primeiro, Sra. Grey." "Hmmm. Eu gosto de primeiros ". "Eu também. Aqui vai." Eu digo e executo a navalha ao longo dos lábios de seu sexo. "Fique quieta," Eu ordeno enquanto eu estou completamente focado na tarefa em mãos e passo a navalha. Eu raspo todo o cabelo. Uma vez que eu estou convencido de que todo o cabelo se foi, e a área está careca como no dia em que ela nasceu, eu pego a toalha e limpo o excesso de espuma. "Pronto... É mais parecido com isto,” eu devaneio. Ela levanta os braços do rosto e me olha enquanto eu sento e admiro seu, agora completamente desmatado, florescente sexo. "Feliz?” ela pergunta, em voz rouca. "Muito,” eu respondo sorrindo, e agora passo para a próxima coisa que eu estava querendo fazer desde que eu cheguei em casa. Eu coloco um dedo dentro dela. Sem cabelo. Só pele com pele, e ela está deliciosamente molhada. Eu me inclino para baixo e passo minha barba sem fazer, novamente, sobre seu cerne sensível, fazendo-a gemer, então minha língua se

desenrola para fora, mergulhando nas dobras de sua flor. Ela levanta os quadris, enquanto as pernas se envolvem em torno de meus ombros. Eu brinco com suas dobras com a minha língua. Eu lambo seu clitóris, girando minha língua, e um arrepio a percorre. "Oh, por favor, Christian,” ela pede. "O que você quer, Ana? Você tem que me dizer, baby...” eu sussurro. "Eu quero você,” ela exige. "Você quer que eu te foda assim?” eu digo inclinando, minha língua agitando ao redor de seu sexo, “ou assim,” eu digo passando o meu queixo sobre seu clitóris. Ela grita meu nome, “Christian, por favor!" "Por favor, o que, Ana?" Eu exijo. "Foda-me, por favor!” Diz ela, e me puxa para ela com as pernas. "Você não é uma garota exigente? Mas acontece, que eu estou atendendo a pedidos hoje ,” eu digo, e pairando sobre ela, eu lentamente afundo nela, centímetro por centímetro, e me seguro ali, no meu lugar preferido no mundo, dentro de minha esposa, então eu começo a mover-me.

Há apenas dois lugares no mundo onde se pode viver feliz: em casa e em Paris.
CAPÍTULO XI
Tradução: Neusa Reis

Hemingway

«Bienvenue à l'Hôtel de Crillon, Monsieur et Madame Grey. And may I extend my congratulations to you both. Welcome to Hotel de Crillon, sir, madam,» nosso concierge nos cumprimenta em francês e em Inglês.

"Merci beaucoup,” eu respondo. "Obrigada,” responde Ana, e o concierge de meia-idade, um pouco careca, sorri para nós dois profissionalmente. "Meu nome é Durrant Rodell. Qualquer um de nós no balcão do concierge estaria mais do que feliz em ajudá-lo a obter suas solicitações. Um simples telefonema é suficiente para ter um de nós aconselhando-o e fazendo todos os tipos de reservas para vocês. Teatros, concertos, museus, transporte, um intérprete de francês, caso deseje um, um guia, um motorista, um cabeleireiro, um personal trainer, qualquer coisa que você quiser. Como concierges do Hotel de Crillon, nós faremos o nosso máximo para trazerlhe o melhor que Paris tem para oferecer, Monsieur e Madame Grey.

Esta é a nossa gerente do hotel na chefia, Mademoiselle Elisabeth Dubois. Ela vai leválos para a sua suite,” diz ele, indicando uma jovem mulher em terno de trabalho crocante. Ela pisca um par de vezes, e, em seguida, estende sua mão em saudação. "Prazer em conhecê-los, Monsieur e Madame Grey," ela diz, e Anastasia estreita os olhos. Pelos movimentos do seu queixo, eu posso agradavelmente ver que ela está rangendo os dentes. Ela estende a mão para a gerente do hotel em primeiro lugar. "Eu sou a Sra. Ana Grey,” diz ela, em seguida, apontando para mim, ela indica,” e este é o meu marido, o Sr. Grey," ela diz. "É um prazer conhecê-los a ambos," Mademoiselle Dubois responde, e leva-nos para a nossa suíte. Os saltos altos da gerente e de Anastasia ecoam nos pisos xadrez de mármore italiano.

"Monsieur e Madame Grey, bem-vindos a Bernstein Suite,” diz ela abrindo a porta, deixando-nos entrar.

"Esta suíte recebeu o nome do famoso compositor que gostava de ficar aqui. Como você pode ver os terraços sublimes oferecem uma vista espetacular de Paris e da Torre Eiffel. Espero que vocês tenham uma estadia agradável no Hôtel de Crillon. Se há alguma coisa que podemos fazer por você, por favor, deixe-nos saber,” ela diz e sai do local, após seu olhar grudar em mim alguns segundos a mais, fazendo minha esposa sacudir a cabeça. Anastasia fica no meio do espaço vital e olha ao redor da sala, curiosa. As paredes são revestidas com painéis de mogno ornamentado e tem pinturas clássicas mostrando a nobreza francesa. A decoração é em cores suaves de vermelho e ouro, e a mesa de mármore grande está ocupando o meio da sala. Há rosas frescas cor de rosa pálido, estrategicamente colocadas ao redor da sala. "Há um piano,” diz ela apontando para o piano de madeira combinando perfeitamente com a sensação refinada, elegante e romântica da suíte. "Aí está, Sra. Grey," eu respondo com olhos escuros. "Eu me pergunto como será o quarto. Venha,” eu digo pegando a mão dela.

O quarto é muito grande, cerca de 40 metros quadrados. Mas, novamente, todo o conjunto tem mais de 240 metros quadrados, pelo que o folheto nos dizia. Decoração em vermelho e dourado continua para o quarto. A decoração é uma mistura dos clássicos dos séculos XVII e XVIII franceses. O sol está se pondo fora, e as luzes da cidade de noite, estão lentamente se infiltrando pela porta do terraço. Os olhos de Anastasia se abrem quando ela vê o terraço. Ela rapidamente se encaminha para as portas duplas francesas e abre-as. A cidade está brilhante de luz. A Torre Eiffel está iluminada e brilhante em toda sua glória. A forma como a torre é calorosamente iluminada, e o metal escuro contra o negro da noite a torna inegavelmente uma visão graciosa. Milhares de luzes brancas brilhantes estão faiscando por toda a torre, criando um cenário mágico, enfeitando a cidade do amor e luz com sua majestade.

"Este hotel... É como um castelo, Christian,” ela sussurra em voz baixa. Eu olho para minha esposa sem pestanejar. "Você gostou?" "Sim, eu adoro isso! É lindo! Existe um motivo especial pelo qual você escolheu este hotel?” ela pergunta, depois de ver o brilho nos meus olhos. "Na verdade, sim. O hotel foi construído pelo rei Louis XV em 1758, como um palácio, e, claro, ele é construído na grandiosidade da arquitetura do século XVIII. Eu acho que um duque viveu aqui. Em seguida, outros nobres residiram no palácio até a Revolução Francesa. Ele foi apreendido neste momento. Na verdade, o tratado franco-americano foi assinado aqui em 1778, o qual reconheceu o Ato da Independência dos Estados Unidos." "Então, você o escolheu pela sua importância histórica?” ela me pergunta com os olhos zombadores. "Sim e não. Este hotel resistiu a um período de grande confusão em sua longa história. E olha que grande ela o fez no final!" Eu digo num gesto largo. "Eu quero esta resistência para nós. Não importa o que vivamos, não importa quais as dificuldades que enfrentemos na vida, eu quero que nós cheguemos ao topo, e melhor do que nunca,” eu sussurro. Seus lábios se curvam em meio sorriso, meio tristeza. "Você diz as coisas mais românticas, e tira meu fôlego, Christian,” ela sussurra. "E eu amo você por isso. E eu amo você por ser você, e eu amo você por me amar!” Diz ela com seus olhos marejados, e ela me alcança, serpenteando os braços em volta do meu pescoço. "Para você, Anastasia, sempre corações e flores,” eu respondo. Ela engole em seco. "Beije-me,” ela sussurra enquanto seus lábios encontram os meus. Ela não tem que dizer isso duas vezes. Nossos lábios moldam um no outro enquanto estamos consumidos com paixão, na cidade do amor e luzes. Suas mãos viajam no meu cabelo e os dedos emaranham e puxam meu cabelo, fundindo-nos ainda mais. Sua língua parte meus lábios, e força seu caminho em minha boca, me fazendo suspirar por mais dela. Eu chupo sua língua, a acaricio com a minha, em um tango de amantes na minha boca e, finalmente, empurro minha língua em sua boca. Ela geme e engata sua perna direita em volta da minha cintura tentando me montar.

La Vie En Rose - Louis Armstrong "Whoa! Ana, mais devagar! Você vai me emascular, baby,” eu gemo em sua boca. "Por favor,” ela pede. "Nós temos uma reserva para jantar, em breve." "Por favor... Eu não ligo para o jantar, estou na cidade dos amantes!” Ela insiste implorando na minha boca. "Você quer que eu a tome, aqui? No terraço?" Pergunto incrédulo. "Por favor. Não me faça implorar, Christian! Porque eu vou... Você me trouxe para o lugar mais romântico do mundo. Eu quero fazer amor com meu marido!” Diz ela beliscando meu lábio inferior e sugando-o para aliviar a leve picada. Minha respiração vem sibilante através dos meus dentes. "Fodam-se os planos para o jantar! O que você quer, Anastasia? " Pergunto com meus olhos escuros. "Eu quero você de qualquer maneira que eu possa ter...” diz ela dando -me de volta as minhas próprias palavras. "Ter a mim, você terá então, baby,” eu respondo. "Vamos utilizar este banco,” eu digo apontando para o banco com almofadas coloridas creme. O sol se pôs completamente, e as luzes da cidade estão brilhando na distância. O terraço está em relativa escuridão.

"Venha,” eu digo com meu olhar escurecendo. Sento-me no banco, e puxo-a para o meu colo como se ela estivesse montando. Minha mão direita viaja para cima em sua perna e minha mão cobre seu sexo sobre a calcinha de renda. Ela move seus quadris, empurrando seu sexo em minha mão, e arqueia as costas. Minha ereção está lutando contra minhas calças, e ela está tentando esfregar-se sobre meu pau crescendo, para obter algum atrito. Eu insiro meu dedo na renda da calcinha e rasgo-a, liberando seu sexo em meus dedos à espera. Ela está deliciosamente molhada. Sua saia é empurrada para trás até as coxas e vê-la assim, no meu colo, é inebriante. Minha mão esquerda se move sob a blusa. Eu lentamente empurro-a para cima, e a retiro. Seus longos cabelos caem em ondas nas costas quase nuas. Ela arqueia as costas e empurra o peito mais perto do meu rosto, me fazendo sorrir. Meus dedos mergulham em seu sutiã, puxandoo para baixo, liberando seu peito. Eu repito o processo com o outro peito, e os mamilos endurecem com a leve brisa da noite. Anastasia se arrepia no meu colo. Meus dedos patinam sobre seu peito, atormentandoa. Um arrepio corre através dela de novo e ela gira os quadris em meu colo, pedindo por algum atrito. Com minha mão esquerda eu cubro seu seio, e brinco com ele, enquanto eu capturo o outro com a minha boca. Enquanto eu circulo meu polegar sobre o mamilo, meu dedo direito espelha esta ação sobre o clitóris dela. Eu continuo a provocar o outro mamilo com a língua, chupando levemente e beliscando. Ela geme. Eu rolo e amasso o mamilo entre o polegar e o dedo indicador e puxo o outro entre os meus lábios. Meus olhos estão fixos em seu rosto. Ela inclina a cabeça, os olhos fechados, tentando absorver toda a sensação. Eu tapo o mamilo com a língua, e deixando-o momentaneamente de lado, eu sussurrolhe: "olhos abertos, baby. Eu quero ver você se desfazer..." murmuro com uma voz rouca. "Marido! Leve-me, por favor,” ela implora. "Tudo a seu tempo, baby. Primeiro quero você toda bem e suave, e pronta para me levar por todo o caminho dentro,” eu respondo. Meus lábios viajam para a base de seu peito mordendo e chupando, fazendo paradas estratégicas. Eu capturo o outro mamilo, enquanto eu aperto seu traseiro delicioso com minha outra mão, eu faço macios, deliciosos círculos sobre ele. Seu mamilo direito está agora entre os meus lábios, eu levemente belisco-o, e só então, levantando sua saia, eu pouso uma palmada na bunda dela, fazendo-a arquear as costas mesmo, em uma curva requintada e atirar o mamilo mais em minha boca e mergulho meu dedo no seu sexo, ao mesmo tempo.

"Christian! Eu preciso de você agora,” ela pede mais. Eu desabotoo minhas calças rapidamente e minha ereção salta livre. Eu levanto suas nádegas do meu colo e, lentamente, coloco-a sobre meu pênis dolorido e, lentamente, enterro-o todo o caminho em seu sexo ganancioso. Meu pau a preenche e estende-a ao máximo. Ela se senta em mim, bolas profundas, e sem movê-la para cima, eu giro meu quadril, enquanto eu a mantenho imóvel, então eu lentamente a levanto. Quando ela desce no meu pau mais avidamente, eu a empurro para cima e a empalo profundo. Ela me encontra impulso por impulso. "Ahhh!" Ela geme. Em seguida, os lábios encontram os meus. Eu puxo e provoco seus mamilos com uma mão, enquanto eu guio suas nádegas com a outra, e os nossos lábios estão bloqueados, fazendo amor, apaixonados. "Chupe-me!" Ela geme em minha boca. Ela está se tornando uma Madame bastante exigente, ultimamente! Eu sorrio de sua fome de mim. Ela monta alto no meu pau, inclina a cabeça para trás enquanto meus lábios deslizam para baixo no queixo e pescoço, em seguida, para baixo para seu peito, chupando com força, e eu puxo o outro mamilo entre o polegar e o dedo, alongando-o. Ela gira os seus quadris, acelera seus movimentos e seu sexo começa a se contrair, apertando deliciosamente dentro, tentando puxar meu pau mais fundo, ordenhando tudo o que tenho, acariciando e provocando. Quando eu dou um puxão profundo em seu mamilo direito, seu sexo aperta meu pau duro, acariciando-o, e ela goza em voz alta, em ondas. Quando ela empurra o mamilo mais na minha boca, o braço esquerdo se inclina para trás, segurando minha perna apertado, me montando como um cavalo, e é a minha perdição vê-la se desmanchar na minha boca, e montar o meu pau duro com seu sexo. Eu gozo em jorros espessos dentro dela. Enquanto eu empurro nela mais duas vezes, ela finalmente cai em cima de mim, com os braços em volta do meu pescoço e eu carinhosamente a beijo. Quando eu a movo fora do meu pênis, sêmen desce por sua perna, e ela morde o lábio. Um rubor corre em suas bochechas. Marcá-la daquele jeito e ela morder o lábio é uma combinação muito inebriante para mim. Eu arranco-a do chão, segurando-a em meus braços, sem sequer me preocupar em fechar o ziper e a levo para banheiro. "Hora do banho,” eu digo. E desta vez, quero aproveitar minha esposa na banheira.

****❦ ♡ ❧***** Minhas mãos procuram por ela na cama. Quando minha mão chega ao fundo que ela havia criado no travesseiro, eu sinto o frio lá, e sua ausência me acorda imediatamente. Só me sinto seguro quando ela está na cama comigo, só me sinto confortável quando meus braços e pernas estão enrolados em volta dela ao acordar. Ela é a minha zona de conforto; o meu lugar seguro, e a principal fonte de minha ansiedade. Eu rapidamente encontro um robe, e coloco-o e saio para procurá-la. Ela não está na sala de estar ou sala de jantar.

Será que ela saiu sem me dizer? A ansiedade aumenta em mim, mas eu decido verificar o terraço e é aí que eu a encontro. Envolta em um roupão de banho, encarapitada em uma cadeira da varanda, olhando para a cidade do amor.

Ela está olhando para a distância, perdida na vista e sons da cidade; ela nem percebe quando eu fico de pé, bem atrás dela. "Oi,” sussurro lentamente, para não assustá-la. Ela se vira e me olha com seus grandes olhos azuis. "Hi! Christian,” diz ela virando a cabeça para me sorrir, mas o sorriso não alcança seus olhos. Ela está preocupada com alguma coisa? "O que você está fazendo aqui fora?" Eu pergunto, sem pestanejar. Mas ela me responde com uma pergunta. "Você sabe quais são os meus dez filmes favoritos?” ela pergunta ainda olhando para frente. Eu balanço minha cabeça, sem afastar o meu olhar, e respondo um suave: "Não." "Um deles é 'Sabrina'. Não o mais recente, mas aquele com Audrey Hepburn e Humphrey Bogart. Você já o viu?” Ela pergunta com uma voz distante. "Eu não acredito que vi. É sobre o que?" Pergunto tentando esconder minha ansiedade aumentando. "Há uma garota chamada Sabrina Fairchild que mora em cima da garage da propriedade palaciana dos Larrabee, em Long Island. Ela tem uma queda por David, que é o jovem herdeiro Larrabee, e um playboy. Ela cresce assistindo suas festas suntuosas e bailes que a família faz, de cima de uma árvore próxima. Seu pai é britânico e é o motorista da família. Quando ele descobre sua paixão por David, ele desaprova, porque eles não são do mesmo ‘material’, e a envia para Paris para que ela possa

aprender a cozinhar, como sua mãe, que morreu há muito tempo. Ela vai para Paris por um par de anos. Ela não aprende a cozinhar, mas ela aprende elegância, sofisticação e charme, que resulta ser a sua coisa. Ela volta para casa com um corte de cabelo chique, um elegante traje fazendo-a parecer muito crescida, e um poodle francês. Ela parece muito deslumbrante e David é arrebatado por ela.

Seu pai diz a Sabrina...” ela diz e faz uma pausa, com os olhos fixos na Torre Eiffel, “ ‘ele ainda é David Larrabee, e você ainda é a filha do motorista. E você ainda está querendo alcançar a Lua.’ Ao que ela responde: ‘não, pai. A Lua está me alcançando’. Mas sua família está desesperada com esta atração, porque eles querem que ele se case com uma bela menina rica, para a riqueza das famílias se fundirem. David tem um irmão mais velho Linus - um graduado de Yale,” diz ela olhando para mim, “que também percebe a criatura radiante que Sabrina se tornou Mas, claro, Linus e seu pai linha-dura, farão de tudo para acabar com o romance e Linus decide tirar Sabrina fora do caminho, para que seu irmão possa se casar com a menina rica ". "Que burro!” Eu respondo. Ela sorri um pouco, e continua com a história. "Linus monopoliza Sabrina por toda parte. Ele torna-se, essencialmente, acompanhante de Sabrina e seus sentimentos começam a mudar tudo ao redor. No momento em que Linus começa a perceber que ele está apaixonado por Sabrina, seu sucesso parece vazio, assim como sua vida, como resultado. Você conhece o velho ditado, o amor conquista tudo. Linus a envia para Paris, e ele deveria também ir, mas é claro que ele não o faz. Seu objetivo inicial era apenas se livrar dela, e então ele muda de opinião... ele a segue, ele vai atrás dela. E o resto é história. Paris é a salvação deles,” diz ela e encolhe os ombros.

"Ana, o que fez você pensar neste filme?" Pergunto cautelosamente. "Você não pode ver?” Ela pergunta. "Não, eu não posso. O que é que eu deveria estar vendo?" "Eu sou Sabrina de certa maneira. Você me trouxe a esta bela cidade, para esta opulência,” diz ela apontando ao redor. "Eu poderia muito bem ser a filha de seu chofer. Eu não tenho nada, e você ainda ... você ainda me quis. Você me ama... E eu estou completamente, totalmente e irremediavelmente apaixonada por você, Christian Grey! Eu não sei o que eu faria se você não me quisesse. Se você não me amasse ou deixasse de me amar, eu simplesmente morreria,” diz ela, com os olhos se enevoa ndo e levantando os olhos para mim. "Baby! Por que..." eu digo, mas não tenho a chance de terminar minha frase. Anastasia lança-se para mim, e nossos lábios se encontram. Quando paramos de nos beijar, estamos ambos sem fôlego. "Nada mais desse ‘Eu posso não querer você' absurdo! Não há ninguém mais além de você que eu, jamais, jamais, poderia querer! Você é a pessoa certa para mim, Ana. Você não vê isso, baby? Esta é a nossa lua de mel. O que causou isso?" Eu pergunto. "Só a extravagância esmagadora, meu inacreditavelmente bonito, amoroso marido... Eu me senti indigna de você de repente. Ainda é como um sonho para mim. Estou com tanto medo que eu vou acordar e você vai desaparecer. Eu amo você demais, isso me assusta, Christian,” diz ela com os olhos marejados, seus pensamentos refletindo os meus.

"Eu amo você mais do que você pode imaginar, Ana. Agora, vamos tomar café da manhã e, em seguida, você e eu vamos explorar a cidade do amor,” eu digo sorrindo, puxando-a em meu abraço.

*****❦ ♡ ❧***** "O que vamos ver primeiro?” Ela pergunta, animadamente, enquanto estamos sendo conduzidos no carro. Estamos em um SUV Mercedes. Taylor está na frente sentado ao lado de um dos nossos seguranças franceses, Philippe. Gaston, seu irmão gêmeo, já está no local, fazendo uma varredura. Eu seguro a mão de Anastasia na minha, e olho para ela. Minha resposta para a sua pergunta pode ser banal, mas é completamente verdadeira: "A Torre Eiffel." "Não é o Louvre, ou Champs-Elysées, ou Arco do Triunfo ou Notre Dame ou o Palácio de Versalhes?” ela pergunta sorrindo. "Nós vamos ver esses também, mas eu quero mostrar o que me inspirou na faculdade. A torre Eiffel me ajudou a entender o princípio da unidade; pois ela tem uma combinação magistral de indústria e de graça. É por isso que eu me assegurei que a elegância industrial e as curvas foram incorporadas na Grey House. A beleza da linha curva pode equilibrar a rigidez do frio metal. E, claro, a vista do alto é de morrer!” "Não temos um guia?” Ela pergunta. "É claro,” eu respondo sorrindo. "Mas você parece conhecer Paris tão bem. Por que o guia? "

"Porque então, eu posso observar minha esposa apreciar por si mesma esta cidade mágica,” eu respondo com sinceridade.

Quando chegamos à Torre Eiffel, Gaston está esperando com o nosso guia de meiaidade. Ele é um homem de uns 50 anos. Ele está usando roupa de trabalho informal. Ele não é um homem muito alto, na verdade, um pouco mais baixo do que Anastasia. Ele tem uma atitude acolhedora e uma presença experiente. Ele sorri calorosamente e profissionalmente, dando a nós ambos uma quantidade igual de sua atenção. "Bonjour Monsieur et Madame Grey! Como vão vocês? Eu sou Jaques Painlevé. Eu vou ser o seu guia esta manhã. " "Obrigado,” nós ambos dizemos ao mesmo tempo. "Permita-me apresentar-lhe uma das estruturas mais reconhecidas no mundo, a Torre Eiffel. Ela tem 324 metros de altura, o que dá cerca de 1.063 pés em suas medidas. Foi concluída no final do século XIX e se tornou a estrutura mais alta do mundo na época, e o foi até 1930, quando os norte-americanos construíram o Edifício da Chrysler. O homem por trás da torre foi Gustave Eiffel, e foi construída para a Exposição Mundial de 1889. Ela permaneceu na celebração da Revolução Francesa de 1789. Você sabia que embora a Torre Eiffel seja uma estrutura de aço e pese cerca de 10 toneladas, ela na verdade tem uma densidade relativamente baixa, pesando menos que um cilindro de ar ocupando as mesmas dimensões da torre?” Ele pergunta e olha por cima de seus grandes óculos, que pararam de ser eficientes em 1980. Anastasia fica curiosa e pergunta:

"Como é que 10 toneladas de aço pesam menos que um cilindro de ar ocupando as mesmas dimensões da torre?" Os olhos de Painleve acendem como um aluno que estudou muito para um teste e a pergunta que ele estava esperando que fosse feita está no exame. "Ah, a Madame está interessada em ciências,” ele solta, esfregando as mãos. "Será meu feliz dever educá-la sobre o assunto. A estrutura metálica, combinada com os componentes não metálicos da torre, pesam aproximadamente 4500 kg. 3,3 tons são de metal. Se você derretesse todo o metal, iria encher uma base quadrada de 125 a uma profundidade de apenas 6 centímetros, o que é cerca de 2,36 polegadas, assumindo a densidade do metal como sendo de 7,8 toneladas por metro cúbico. A torre tem uma massa inferior à massa do ar contido dentro de um cilindro com as mesmas dimensões, que é 324 m de altura e 88,3 metros de raio. O peso da torre é de 10.100 toneladas em comparação com 10.265 toneladas de ar,” diz ele sorrindo, por ter explicado isso com suas especificações científicas. Anastasia vira as costas para ele e olha para mim, enquanto seus olhos se iluminam e ela está abafando o riso. "O quê?" Eu sussurro zombeteiro. "Ele é como um mais velho, muito menor e francês Sheldon Cooper,” diz ela sorrindo. "Quem é Sheldon Cooper? Um ex-namorado seu de sua classe de Física?" Eu sussurro entre dentes. "Não, seu bobo,” ela ri mais. Monsieur Painlevé pisca e olha intrigado sem saber o que estamos cochichando. Eu balanço minha cabeça. "Ela está apenas fazendo uma observação," Eu digo em favor dela, e ele sorri educadamente em resposta. Então eu viro as costas para o guia, olho para Anastasia e pergunto-lhe: "Ana, você está me deixando louco! Quem é Sheldon Cooper?" Pergunto com meu olhar fixo nela sombriamente. Ela sorri e responde. "Contenha-se, Sr. Grey. Ninguém com quem você deve se preocupar. Ele é um personagem de um programa de TV chamado ‘The Big Bang Theory.’ Ele é um físico teórico nerd que é sempre muito egoísta e muitas vezes ele se gaba de sua inteligência, carece totalmente de habilidades sociais, maçante com germes e contato físico, introvertido, e sempre faz uma observação ou faz uma declaração que ninguém entende, ou mesmo se preocupa com esse assunto, tipo, 'Que parte de uma tangente

inversa se aproximando de uma assimptota você não entende?’ diz ela imitando uma voz masculina. "Quando nosso guia inseriu os fatos de matemática da torre, eu pensei que ele me fazia lembrar do personagem do Sheldon, e eu estava certa,” ela dá de ombros, mas o meu olhar fica mais escuro sobre ela. Ela franze a testa: "E, pelo amor de Deus, pare de olhar para mim desse jeito,” ela sussurra me repreendendo. "Eu não posso fazer uma observação sem você ficar com ciúmes de um personagem fictício?” ela murmura e eu suspiro. "Lembre-se que eu só tenho um tipo; e esse é Christian Grey,” ela sussurra. Eu seguro sua mão com força e viro para o nosso guia. Apontando-lhe para ir em frente.

"A melhor vista é, naturalmente, observada a partir do terceiro andar,” diz ele em seu sotaque francês. "Vamos?” Ele indica a entrada com sua mão direita. Tomamos o elevador para o terceiro andar e, finalmente, a cidade de Paris está diante de nós em toda a sua magnificência.

"Eis a beleza que é Paris,” diz Monsieur Painlevé. Ele fala sobre a história e as pessoas envolvidas na criação desta obra-prima. Então, ele nos deixa por nossa conta para desfrutar da vista espetacular de Paris, do terceiro andar da torre. Uma vez que nosso passeio termina, vamos almoçar no restaurante Le Jules Verne, localizado no segundo andar da torre. O local é reservado às vezes com semanas de antecedência, é por isso

que a nossa reserva foi feita antes que chegássemos a Paris. Ele tem uma grande seleção de vinhos, e cozinha francesa excepcional. Mas o destaque do dia é Versailles. Painlevé nos encontra no Chateau de Versailles. "Bienvenue sur le Château de Versailles,” diz ele. "O Château de Versailles é um fragmento da opulenta história da arquitetura barroca,” explica Monsieur Painlevé enquanto suas sobrancelhas levantam, e ele empurra os óculos para cima do nariz, mais uma vez.

"O palácio e os jardins circundantes são espetaculares e requintados em detalhes; mas ele estava no meio de um campo que uma vez foi negligenciado. A inspiração destes jardins veio do renascimento italiano, mas é claro que os italianos nunca teriam chegado a essa opulência e magnificência como os franceses,” acrescenta com orgulho. Anastasia limpa a garganta. "Sr. Painlevé, você não acha que sua declaração é um pouco racista?” Ela pergunta. Ele pisca para ela como se ela tivesse começado a falar em pig Latin (N.T. Pig Latin pega a primeira consoante (ou encontro consonantal) de uma palavra em Inglês, move para o final da palavra e coloca um sufixo em ay. EX. PIG – IGPAY. O objetivo é esconder o significado das palavras de outras pessoas que não conhecem as regras) “Não, a menos que seja verdade, Madame. A verdade não pode ser interpretada como racista, que por sinal é uma expressão muito americana. Não é percebida como tal aqui. Mesmo italianos sabem disso. Você sabe como se costuma dizer, Madame. Céu é o lugar onde a polícia é britânica, os cozinheiros são franceses,” diz ele com orgulho, "os mecânicos são alemães, os amantes são italianos - é claro que eu ouso dizer que os franceses são melhores amantes do que os italianos, mas eu divago - e está tudo organizado pelos suíços. O inferno é o lugar onde a polícia é alemã, os cozinheiros são ingleses, os mecânicos são franceses, os amantes são suíços e tudo é organizado pelos italianos,” diz ele.

"Tenho certeza de que os italianos são grandes cozinheiros, também," desafia Anastasia. "Oh, isso é discutível, Madame. O que eles têm? Pizza e massa... Eu não consigo pensar em mais nada." "Eu adoro pizza e massa,” responde Anastasia, completamente divertida, provocando como o inferno este homem que leva a sério suas piadas. "Mon Dieu! Monsieur Grey! Você deve apresentar imediatamente a jovem à comida verdadeira. Ela tem sido impedida!” "Disseram-me que os italianos ensinaram aos franceses como cozinhar. Eu estava mal informada?" Anastasia pergunta inocentemente, e a mão de Painlevé vai imediatamente até sua boca para abafar um grito. Eu aperto a mão de Anastasia para lembrá-la de abrandar, para salvar o pobre homem de ter um ataque cardíaco e proteger as relações entre gauleses e americanos. Taylor está tentando muito duro esconder seu sorriso enquanto os gêmeos da segurança franceses estão olhando impassíveis. "Eu diria que você estava grosseiramente, flagrantemente mal informada, Madame! A cozinha francesa é famosa por seus molhos, pão, queijo e vinhos. Vou imediatamente encaminhá-la e a Monsieur Grey a alguns restaurantes franceses, onde você pode experimentar a verdadeira magnificência da culinária francesa,” diz ele com fervor. "O que você pensa sobre a comida grega?" Anastasia pergunta, mudando de direção. Ele suspira, "os gregos são uma grande civilização. Para ser justo, senhora, eles nos deram a democracia, ciência e cubinhos de carne queimada com gosto de suor. É um fato conhecido que a culinária francesa é superior a todas as cozinhas do mundo." Os olhos de Anastasia primeiro se abrem, com sua resposta, chocada, mas também dançam travessos como se ela estivesse se divertindo muito enquanto inicia a I Guerra Mundial de Cozinhas. É tempo de pará-la. "Tão atraente quanto a discussão culinária que vocês dois estão tendo possa ser, eu gostaria de ver a grandiosidade desta arquitetura francesa,” eu digo intenciona lmente. Eu puxo a mão de Anastasia e ela está nivelada ao meu lado.

"O que deu em você? Você estava prestes a dar aquele pobre homem um ataque cardíaco e, talvez, começar a I Guerra Mundial das Cozinhas,” eu declaro com uma voz lenta, ameaçadora, em seu ouvido. "Eu não sei o que há de errado comigo, também,” diz ela mordendo o lábio. "Eu me sinto como uma encrenqueira. Eu simplesmente não conseguia parar,” ela sussurra de volta. Eu estreito meus olhos para ela. "Talvez você precise ser espancada, Sra. Grey," eu sussurro em seu ouvido, e ouço, mais do que vejo, sua respiração acelerando. "Eu fui uma menina má. Talvez uma punição esteja em ordem, Sr. Grey," ela sussurra em uma voz rouca, ruborizando. No momento em que entramos no castelo, Anastasia está espantada com toda a opulência, o esplendor dourado do palácio do século XVIII, e ela profere: "Eu estou completamente apaixonada por Versailles!" Inteiramente tomada por seus arredores, e é evidente que ela tem tudo perdoado por nosso guia. Após o nosso guia nos dar um tour pelo Palácio, ele nos dá seu adeus antes de nos deixar passeando pelo local por conta própria. Ele aperta a mão de Anastasia, então aperta a minha, dizendo: "você tem em sua posse uma muito sincera, muito apaixonada esposa, senhor. Quero parabenizá-lo! Ela deve ter franceses em sua ascendência. Por isso, estou honrado em conhecer vocês ambos,” diz ele e se despede. Estou completamente perplexo e surpreso como Anastasia afeta as outras pessoas. "Venha, Sra. Grey, deixe-me mostrar-lhe o que outros megalomaníacos fazem para as mulheres que amam,” eu digo sombriamente e a levo para a Sala dos Espelhos. A luz do início da tarde inunda através das janelas do oeste, iluminando os espelhos que revestem a parede leste e iluminando a decoração folheada a ouro e os enormes lustres de cristal. Anastasia está completamente hipnotizada, como se ela estivesse em um sonho espetacular do qual ela não quer acordar.

"Sim, é interessante ver o que acontece com um megalomaníaco despótico que se isola em tal esplendor,” murmura, enquanto eu estou de pé ao lado dela. Ela está tentando me irritar como ela fez com o pobre Monsieur Painlevé. Eu olho para ela inclinando a cabeça para um lado. "Seu ponto, Sra. Grey?" Pergunto com humor. "Oh, apenas fazendo uma observação, Sr. Grey,” diz ela acenando com a mão, alegremente, para os arredores. Eu sorrio para ela em resposta, seguindo-a até o centro da sala, onde ela está parada e boquiaberta com a vista. Há algo incrível nesta visão. A vista dos jardins espetaculares reflete nos espelhos, mas, então, também a imagem deslumbrante da minha mulher está refletida em cada espelho. Eu olho para ela audaciosamente, obscuramente, provocante. Ela está completamente, totalmente e incrivelmente bonita, especialmente da forma como a luz está acentuando seu cabelo castanho. "Eu construiria isso para você,” eu sussurro. "Só para ver a forma como a luz faz brilhar seu cabelo, aqui e agora,” eu digo com uma voz baixa e rouca, enquanto eu enfio uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. "Você parece um anjo," um anjo travesso, mas um anjo, mesmo assim. Eu a beijo logo abaixo de sua orelha, e tomando-lhe a mão murmuro: "Nós déspotas fazemos isso para as mulheres que amamos.” Ela cora, ainda tímida quando recebe um elogio. Sigo-a através da sala e, quando ela se volta para mim com desejo em seus olhos, eu seguro seu rosto suavemente em minhas mãos, e beijo-a com tudo que tenho, nosso abraço refletido em cada um dos espelhos como a estátua "O Beijo,” de Rodin.

Quando quebramos o nosso beijo, ela sussurra: "Você é muito audacioso, Sr. Grey." Eu sorrio para ela provocante e admiradamente. "Estamos na cidade do amor, em um palácio construído em um pedaço de terra negligenciada, que costumava ser um pequeno pavilhão de caça, mas Louis XIV reestruturou o local em um ícone de poder absoluto e de dominação atemporal - algo como minhas mais que humildes origens,” eu digo dando de ombros. "E olha o que você é agora...” acrescenta ela. Eu sorrio para ela, mas meu sorriso não chega a meus olhos. O meu olhar está focado nela. "Você sabia que há 357 espelhos, 17 portas de vidro, paredes de mármore, lustres e pinturas esplêndidas no teto: ele cria um esplendor celestial, que, claro, era a intenção do Rei Sol aqui. Mas você Ana, de pé aqui... você é a jóia mais brilhante de todas. A visão de você aqui, me olhando assim... com amor e admiração, é uma visão de tirar o fôlego em sua majestade. Estou simplesmente maravilhado, Ana. Você faz isso para mim” eu sussurro baixinho. Ela engole em seco, e seus braços serpenteiam em volta do meu pescoço. "Leve-me de volta para o hotel, ou encontre um quarto particular neste palácio, eu não me importo com qual. Agora, eu estaria completamente feliz se você me tomasse aqui,” ela sussurra devassa. "Sra. Grey, você se tornou completamente insaciável. O que foi que eu criei aqui?” Eu respondo com um sorriso. "Você poderia ter a mim de qualquer outra forma, Sr. Grey?” Ela pergunta sorrindo. "Eu vou ter você de qualquer maneira que eu possa, baby... de qualquer eventual maneira que eu possa. Venha, vamos embora,” eu digo e nós voamos para o Hotel de Crillon.

*****❦ ♡ ❧***** "Coloque suas roupas confortáveis e sapatos de andar, baby," eu a relembro de manhã. "Onde é que vamos hoje?” Ela pergunta, animadamente, depois do almoço. "É uma surpresa,” eu sorrio. Ela geme em resposta. "Baby, esta é uma cidade notável, com muita coisa para fazer. Você pode passar a vida inteira aqui e ainda não ter visto ou experimentado tudo. Ernest Hemingway viveu em Paris, e ele disse: 'Se você tiver a sorte de ter vivido em Paris quando jovem, então onde quer que vá, para o resto de sua vida, ela permanece com você, porque Paris é um festim móvel.’ Essa única frase capta tudo sobre Paris. Eu quero que essa seja uma experiência que você nunca vai esquecer. Ele também disse:‘Il n'y a que deux endroits au monde où l'on puisse vivre heureux: chez soi et à Paris.’ ” eu digo em francês, lentamente. Ela olha para mim apaixonada. Seu peito está subindo e descendo rapidamente, para acomodar sua crescente paixão. Ela está corada. Ela olha para mim sombriamente, enquanto anda em torno da mesa para estar diante de mim: "Eu não tenho idéia do que você disse, mas soou tão quente, tenho vontade de lançarme em você!" Ela sussurra licenciosamente. "Eu disse que ‘há apenas dois lugares no mundo onde se pode viver feliz: em casa e em Paris'. Eu estava citando Hemingway. Mas uma vez que você for mordida pelo amor de Paris, simplesmente não há cura para isto. Você estará apaixonada por esta cidade para a vida,” eu digo sorrindo, e virando minha cadeira para sua direção para que ela possa sentar no meu colo, estilo vaqueira. Ela envolve seus braços em volta de mim, e nós estamos perdidos em nosso beijo, até Taylor discretamente vir e limpar a garganta. *****❦ ♡ ❧***** "Museu do Louvre é um dos maiores museus do mundo,” eu explico a Anastasia. "O quê? Não estamos utilizando as habilidades de orientação de Monsieur Painlevé?” Ela pergunta sorrindo, batendo os cílios inocentemente. "Não. Eu decidi que você lhe deu tempo duro o suficiente ontem, e o pobre homem merecia uma pequena pausa de você. Você é demais para aguentar,” eu digo sorrindo, e ela morde o lábio em resposta. Eu libero o lábio com um puxão de seu queixo, e sussurro, "Felizmente, eu gosto de você desse jeito." "Por sorte, Sr. Grey?” Ela pergunta estreitando os olhos.

"Vamos apenas dizer que, isto me acende, me faz sentir vivo." "Não é justo, você sabe!" Ela sussurra. "O que não é justo?" Eu pergunto. "Que você me acenda em um excessivamente cheio, um dos maiores e mais famosos museus do mundo, deixando-me excitada!” Diz ela lentamente exalando, tentando se acalmar. Eu dou uma risada, e me sinto muito vivo e apaixonado pela minha esposa. "Deixe-me mostrar-lhe algumas das minhas exposições favoritas aqui,” eu digo e puxoa na direção do Departamento de Antiguidades Gregas, Etruscas e Romanas: Arte Helenística. Eu a levo para a frente da estátua de Afrodite. "Vênus de Milo,” ela sussurra.

"Sim. De acordo com a mitologia grega, Afrodite é deusa grega e arrebatamento sexual. Ela nasceu da espuma do mar em Chipre. Ela, como você pode ver, tem uma beleza sobrenatural. Zeus tinha medo que os deuses masculinos lutassem por ela, criando problemas. Assim, ele a casou com Hefesto, o sisudo e feio deus do fogo e da metalurgia. Ele ficou muito feliz por estar sendo casado com a deusa da beleza e ele forjou belas jóias, e um cestus, uma cinta para ela. Mas é claro que isto só a deixava mais irresistível para os homens. O cestus foi reconhecido como um símbolo de seus poderes mágicos para compelir o amor, fortalecer a sua potente capacidade de atração sexual. Ela era infeliz, é claro, por ter casado com alguém sem ser por sua vontade, e logo assumiu a companhia de outros deuses e até mesmo mortais. Ela foi uma amante de

Ares, o deus da guerra; Adonis, o deus da beleza e do desejo, e também Anchises que foi seduzido por Afrodite e era um amante mortal da deusa.

Ela também foi considerada a causa da Guerra de Tróia, depois de fazer Paris se apaixonar por Helena. Suas seduções e tentações eram uma fonte constante de prazer e perigo para ambos, deuses e mortais, que caíram sob seu feitiço cativante. Eles tinham seu juízo roubado, e eram induzidos para ações que normalmente não fariam. Ela era uma combinação de prazer e perigo. Afrodite não era má. Ela estava apaixonada pelo amor. Ela era incrivelmente apaixonada pelo amor e uma romântica indefesa. Olhe para o rosto dela..." eu aponto. "É atemporal e sem emoção. Sua silhueta alongada é muito sensual, realista, embora de outro mundo. Mesmo que o escultor estivesse buscando criar a beleza divina,” eu digo caminhando ao redor da estátua, e apontando para ela, "esta obra-prima atemporal criou uma boa resposta à eterna busca pela beleza que todos nós temos. O resultado é esta deusa do amor e da beleza, nascida da espuma do mar." Ela olha para a estátua com cuidado, com ciume. "Você é minha Afrodite, Anastasia. Você é o amor atemporal e a beleza que pertence a mim. Você é a obra-prima... " Eu digo a ela com reverência. "Por que ...” ela diz e para olhando para a estátua. "Por que você acha que estamos todos hipnotizados por tanta beleza? Mesmo eu não posso tirar meus olhos dela... ” ela comenta.

"É simples. Todos nós podemos apreciar a forma feminina. Gostamos de olhar seja em mármore ou óleo ou cetim ou filme. A beleza é agradável aos olhos. Uma obra-prima da criação de Deus, e nós gostamos de ver o reflexo disso em formas cativantes como essas..." Eu explico. Ela balança a cabeça e sorri. "Estou totalmente admirada com seu conhecimento, e sua confiança, e sua beleza Adônica, Christian." "Beleza Adônica?" Pergunto sorrindo. "Sim. Eu acho que você é uma obra-prima. Uma obra-prima que pertence a mim..." ela sussurra. "Eu acho que se eles fizerem uma estátua de você, as pessoas estariam olhando para ela daqui a cinco mil anos a partir de agora e admirando a obra-prima da criação de Deus que é você. Só espero que o título diga, ‘Marido da Sra. Anastasia Grey', diz ela sorrindo brilhantemente. "Eu gosto desse título, Sra. Grey. Eu gosto muito." *****❦ ♡ ❧*****

"Sr. e Sra. Grey! É um prazer tê-los a bordo do Fair Lady. Meu nome é Nicholas Perri; eu sou um ex-capitão, mas agora o shore manager (N.T. Principais responsabilidades: promoção, organização e supervisão de todos os programas de excursões) para o Fair Lady. Este é o Capitão David Madison,” ele indica um homem loiro, magro, com um nítido uniforme de capitão, que se curva e aperta minha mão com firmeza, em seguida, aperta a mão de Anastasia, dizendo: "Madame". "E este aqui é o seu First Mate (N.T. Imediato - oficial de navegação cuja função vem imediatamente a seguir à do comandante de um navio e a quem compete o comando da

embarcação em caso de incapacidade ou de impedimento daquele) do Fair Lady, Alain Benoît,” ele indica um jovem de cabelos escuros, alto mais ou menos da minha idade, que sorri brilhantemente, e estende sua mão , primeiro para Anastasia, e cantarola: "Encantado Mademoiselle, bem-vinda a bordo,” diz ele profissionalmente, mas eu não perco o leve brilho em seus olhos; ele está tomado por minha esposa. Com segurança ele pega a mão de Anastasia, e beija o dorso dela. Meus olhos estão fixos nele. Eu aposto que você está feliz! Ele propositalmente a chama de Senhorita (N.T.Mademoiselle). Eu tenho certeza que ele sabe que ela é a Sra. Grey, minha esposa. "Elle est Madame Grey. Ma femme! Je suis M. Grey. Son mari!” (N.T. “Ela é a Senhora Grey. Minha esposa. Eu sou o Senhor Grey. Seu marido!”) Eu me interponho entre seu braço e a mão da minha esposa. "Je m'excuse, Monsieur Grey," o filho da puta pede desculpas, e acrescenta: "Je suis heureux de vous rencontrer. Bienvenue à bord. " Claro que sim! Bastardo! (N.T. “Desculpe-me, Senhor Grey” Je m'excuse, Monsieur Grey) (N.T. “Eu estou feliz de encontrar vocês. Benvindos a bordo.” Je suis heureux de vous rencontrer. Bienvenue à bord.) "Moi aussi." (N.T. “Eu também.”) Eu digo enquanto meu olhar está firmemente fixo nele. Então, eu me volto para o Shore manager, e indicando um canto privado, eu digo: "Uma palavra, Sr. Perri". "Por favor, me chame de Nick, Sr. Grey." Dou um leve aceno imperceptível para Taylor, que encaminha Anastasia para longe para distraí-la, dizendo: "Por aqui, Sra. Grey." Anastasia parece confusa, mas segue Taylor. Quando Perri e eu andamos cerca de vinte metros de distância do Capitão e do First Mate, dirijo-me com toda a intensidade do meu olhar ao Shore Manager: "Eu não quero Benoît no navio durante a nossa estadia. Gostaria que você nomeasse outro First Mate para esta semana." "Perdoe-me, Sr. Grey? Ele o ofendeu de alguma forma? Garanto-lhe senhor; o seu show de boas maneiras é puramente francês e não fora da norma aqui."

"Não admito que me dê uma lição sobre as normas sociais, eu sei os costumes por eu ter vivido na França. Eu estou pagando 63.000 € pelo afretamento deste navio por esta semana para não mencionar as despesas adicionais que vão crescer a bem mais de €100.000. Eu quero um First Mate diferente, que eu e minha esposa possamos estar confortáveis com ele ao redor. " "Muito bem, senhor. Nós colocaremos outro First Mate em substituição ao Sr. Benoît. Há mais alguma coisa em que eu possa ajudá-lo com isso? " "Sim,” eu digo sorrindo por ter resolvido o problema. "Em que ano foi construído o navio?" Ele sorri em resposta. "Ele foi construído em 1928, senhor, mas remodelado em 2005 e 2006. Demorou cerca de dois anos para concluir o projeto. Ele é um navio inglês, ” acrescenta com orgulho. "A obra é requintada,” eu digo avaliando o navio. "Qual é o seu comprimento? Eu estou calculando que é de cerca de 36 metros de comprimento..." eu digo. "Muito perto senhor! Seu comprimento é de 37 metros, o feixe é 6,5 metros e seu projeto é de 3 metros, senhor. " "Que tipo de motores ele tem?" "Nós temos dois Gardner de 230 cavalos de potência, senhor, que permitem 10,5 nós de velocidade." "Impressionante. Tamanho da tripulação? " "Seis, senhor." "Que tipo de desportos aquáticos você acomoda no barco?" "Se eu puder fazer uma observação, senhor, você conhece os navios muito bem. Você está fazendo todas as perguntas certas. Bem, temos um bote Boston Whaler de 5.2m com motor de 130 cavalos de potência, bote inflável Avon com quatro metros com motor de 40 cv de potência, e dois botes à vela de lazer, duas canoas, esquis aquáticos e de reboque, cilindro de mergulho e equipamentos de mergulho, senhor, caso deseje utilizá-los."

"Nós iremos. Que tipo de comunicações e instalações de entretenimento você tem a bordo? " Ele sorri em resposta. "Você ficará feliz em saber que temos Satcom e facilidades de comunicação celular, senhor. Temos também acesso Wi-Fi à Internet, sistemas audiovisuais completos, TV por satélite e dock para iPod em todo o barco, Sr. Grey. Permitame levá-lo e a Sra. Grey em torno para uma turnê, senhor!” Diz ele, indicando com a mão, adiante, e eu aceno com a cabeça. Eu ando para minha esposa tomando-lhe a mão, e visitamos o Fair Lady, que irá acomodar-nos para a última semana de nossa lua de mel.

*****❦ ♡ ❧***** Cada cidade tem um sexo e uma idade, que não tem nada a ver com a demografia. Roma é feminino. Odessa também é. Londres é um adolescente, um moleque, e isso não mudou desde a época de Dickens. Paris, eu creio, é um homem na casa dos vinte anos, enamorado de uma mulher mais velha. John Berger L'Americain de Paris, c'est ce que l'Amerique a fait de mieux. (O americano de Paris é o que a América tem de melhor). F. Scott Fitzgerald O melhor da América deriva de Paris. O Americano em Paris é o melhor americano. É mais divertido para uma pessoa inteligente viver em um país inteligente. A França tem as duas únicas coisas em direção às quais caminhamos à medida que envelhecemos - a inteligência e as boas maneiras. F. Scott Fitzgerald

CAPÍTULO DOZE
MY FAIR LADY
Tradução: Neusa Reis

"Monte Carlo é incrível!" Anastasia exclama. Eu levanto os olhos do livro que estou lendo, sorrindo para ela. Ela está tentando conseguir minha atenção. "O que você está lendo?” Ela pergunta. "Watching the Clock: Economic Predictions,” eu digo. "É um livro que prevê o colapso do sistema bancário ocidental." "Parece apaixonante,” diz ela, enquanto seus olhos avidamente deslizam sobre meu torso sem camisa e minha bermuda jeans, deitado na espreguiçadeira ao lado da dela. O Fair Lady está ancorado no porto, e nós estamos nos aquecendo sob o sol, na praia Plaza Monte Carlo, em Mônaco. Eu sorrio de sua resposta. "Bem, eu estou indo me bronzear um pouco Sr. Grey, desde que você parece gostar da minha pele beijada pelo sol,” diz ela colocando os fones de seu iPod em seus ouvidos. Eu volto para meu livro por mais uma hora, e Anastasia cochila na espreguiçadeira escutando o que ela chama de "Christian Grey mix-tape:” o mix que eu criei para ela depois que ela terminou comigo, eu dolorosamente me lembro. De repente, eu sinto um desejo ardente pela minha esposa. Eu abaixo meu livro, me inclino e sussurro em seu ouvido.

"Você vai queimar,” e ela é assustada de seu cochilo. "Só por você, Sr. Grey,” murmura sorrindo docemente. O sol está mais baixo agora e não estamos mais na sombra. Eu puxo sua espreguiçadeira rapidamente e coloco-a sob a proteção do guarda-sol. "Fora do sol do Mediterrâneo, Sra. Grey," eu digo. "Obrigado por seu altruísmo, Sr. Grey,” ela responde. "O prazer é meu, Sra.Grey, e eu não estou sendo nada altruísta. Se você queimar, eu não vou poder tocar em você,” eu digo levantando as sobrancelhas. Não ser capaz de tocar em minha esposa na nossa lua de mel seria uma tortura para mim. "Mas eu suspeito que você sabe disso e você está rindo de mim." "Estou?” Ela pergunta inocentemente. "Sim, você o faria, e você faz. Com frequência. É uma das muitas coisas que eu amo sobre você, Sra. Grey," eu digo inclinando-me e beijando minha esposa, e de brincadeira mordendo seu lábio inferior. "Eu estava esperando que você me passasse mais protetor solar,” diz ela em meus lábios. "Sra. Grey, é um trabalho sujo... mas essa é uma oferta que não posso recusar. Sente-se," eu ordeno em voz rouca. Ela senta-se, e eu aplico lentamente o protetor solar em suas costas e na frente. Eu não consigo tirar meus olhos ou minhas mãos de minha esposa. "Você realmente é muito linda, Anastasia. Eu sou um homem de sorte,” murmuro minha apreciação por seu corpo enquanto eu agasalho seus seios com os dedos com loção de bronzear, sentindo o endurecimento de seus picos gêmeos. "Sim, você é, Sr. Grey," ela sussurra timidamente, olhando para mim através de seus longos cílios. "A modéstia se tornou você, Sra. Grey. Vire. Eu quero passar nas suas costas," eu ordeno. Ela rola sorrindo, e eu desamarro a alça do biquíni para esfregar a loção na sua bela parte traseira. "Como você se sentiria se eu fizesse topless, como as outras mulheres na praia?” ela pergunta, e momentaneamente meus dedos param de esfregar.

"Descontente,” eu respondo, embora 'descontente' seria o mínimo que eu ia sentir. Eu não quero que ninguém tenha um vislumbre da minha mulher nua. "Eu não estou muito feliz com você usando tão pouco agora,” eu acrescento, e inclino-me para baixo para sua orelha e sussurro: "Então, não abuse da sorte, baby." "É um desafio, Sr. Grey?” Ela pergunta. Deixe isso com Anastasia para levá-lo como tal. "Não. É uma constatação, Sra. Grey," eu respondo. Ela suspira e balança a cabeça. Sim, eu sei que eu sou um maníaco por controle possessivo, um marido doentiamente ciumento, mas também loucamente apaixonado por minha esposa! Quem poderia me culpar? Isso me deixaria louco se eu visse outros homens cobiçando minha esposa em estado de nudez. Eu mal consigo segurá-lo como está. Eu termino de esfregar a loção por todo o corpo, e dou uma palmada nas nádegas firmes. "Pronto, moça,” eu digo. Meu Blackberry vibra me fazendo franzir a testa. Ela me olha e seu olhar me faz sorrir. "Só para meus olhos, Sra. Grey," eu digo, batendo mais uma vez no seu traseiro, e sentando-me e atendendo a chamada. Anastasia mergulha de volta no seu cochilo. Depois que eu termino o meu telefonema, eu movimento uma garçonete para pedir drinques para nós, "Mademoiselle? Un Perrier pour moi, un Coca-Cola light pour ma femme, s'il vous plait. Et quelque chose a manger... laissez-moi voir la carte". (N.T. Senhorita? Uma Perrier (água mineral) para mim, uma Coca light para minha mulher, por favor. E algo para comer... deixe-me ver o cardápio.) Anastasia acorda ouvindo-me falar com a garçonete. Eu olho para minha linda esposa enquanto ela tremula os olhos abertos, observando a garçonete sair com a bandeja. "Sede?" Eu pergunto. "Sim,” ela responde, sonolenta. "Eu podia olhar você o dia inteiro. Cansada?" Eu pergunto. O calor do sol a deixa ainda sonolenta. Ela cora. "Eu não dormi muito na noite passada,” ela responde. "Nem eu,” eu sorrio, olhando para minha esposa. Os esforços da noite passada foram extremamente agradáveis. Eu coloco meu Blackberry de lado, e despojo-me da minha bermuda jeans. Enquanto eu tiro meu chinelo de dedo, eu convido minha esposa para um mergulho comigo. Eu estou em um estado de espírito brincalhão.

"Venha para um mergulho comigo, baby,” eu digo estendendo minha mão para ela. Ela olha para mim meio incoerente, ainda cansada. "Nadar?" Pergunto inclinando a cabeça para um lado, completamente divertido. Ela está muito sonolenta para compreender uma pergunta simples. Eu balanço minha cabeça lentamente, e com as engrenagens girando na minha cabeça, eu sei o que eu vou fazer para acordá-la. "Eu acho que você precisa de um alarme para acordar,” eu digo e ataco minha esposa, erguendo-a em meus braços, enquanto ela grita, completamente surpresa. "Christian! Coloque-me no chão!” Diz ela gritando, me fazendo rir.

"Somente no mar, baby,” eu respondo, caminhando em direção as águas turquesa do Mediterrâneo sob os olhares confusos, desinteressados, dos banhistas. Eu cubro a curta distância na areia, e entro nas águas quentes do Mediterrâneo. Anastasia aperta os braços em volta do meu pescoço. Percebendo o que eu vou fazer, ela diz: "Você não faria!" Sem fôlego, mas com uma pitada de diversão.

Eu rio para ela em resposta. "Oh, Ana, baby, você não aprendeu nada no pouco tempo que conhecemos um ao outro?" Eu respondo beijando-a. Ela retribui com força; seus dedos correndo pelo meu cabelo, agarrando punhados dele, beijando-me de volta com fervor, como se ela não estivesse recebendo o suficiente de mim, e eu empurro minha língua em sua boca. Ela está tentando se desvencilhar de mim, então eu não vou deixála na água. Uma vez que eu consigo puxar para trás de seus lábios, completamente sem fôlego, ligado e com fome por ela, eu olho para Ana, com os olhos escuros, devassos. "Eu entendo o seu jogo,” eu sussurro e lentamente afundo na água com ela em meus braços, enquanto eu bloqueio meus lábios com os dela, mais uma vez. Ela se envolve com seus braços, em torno de mim. "Eu pensei que você queria nadar,” ela murmura contra os meus lábios. Eu queria, mas posso improvisar. "Você é muito perturbadora,” eu respondo, meus dentes roçando o delicioso lábio inferior. Eu quero tomá-la aqui, no mar, mas agora temos uma crescente audiência. "Mas eu não tenho certeza se quero o bom povo de Monte Carlo vendo minha esposa no auge da paixão." Desta vez, ela corre os dentes ao longo da minha mandíbula, tentando me seduzir. Ela já me ligou, e eu mal posso suportar não fodê-la nas águas quentes do Mediterrâneo. Mas eu me contenho, considerando o público cada vez maior na praia. "Ana," Eu gemo. Eu envolvo seu rabo de cavalo ao redor do meu pulso puxando-o suavemente, inclinando sua cabeça para trás. Enquanto eu exponho sua garganta, eu deposito beijos de sua orelha até o pescoço. "Devo tomá-la no mar?" Pergunto sem fôlego. "Sim,” ela sussurra, exigente. Eu me afasto para olhá-la, com nada além de desejo e querer nos meus olhos. "Sra. Grey, você é insaciável, e muito descarada. Que tipo de monstro eu criei?" "Um monstro feito para você. Será que você iria me querer de outra maneira?” Ela pergunta. Oh baby, você sabe a resposta para isso. "Vou levá-la de qualquer maneira que eu possa lhe pegar, você sabe disso. Mas não agora. Não com uma audiência,” eu respondo balançando minha cabeça em direção à praia. Existem várias pessoas que estão interessadas agora em nossa interação no mar, alguns dos quais armados com binóculos. De repente eu pego Anastasia pela cintura, e lanço-a no ar, deixando-a cair na água e afundar sob as ondas e a areia macia do fundo do mar. O que eu fiz para ela é

tão inesperado, que tudo que vejo são os braços agitados, e por um segundo eu fico preocupado que eu vou ter que resgatar minha esposa em um metro e meio de água do mar, mas imediatamente, ela chega à superfície, tossindo, cuspindo e rindo . "Christian,” ela me repreende com seu olhar ameaçador. É seu olhar estoudecepcionada-que-não-tive-sexo, e eu tenho que morder o lábio inferior para abafar a minha diversão. Ela me salpica me conhecendo, e eu a salpico de volta. "Temos toda a noite," Eu a lembro e sorrio o mais amplo possível. "Laters, baby,” eu digo e mergulho sob a superfície para longe de Anastasia, nadando para longe da costa. Ela não tenta me alcançar. Ela não é uma nadadora rápida como eu sou. Quando estou quase a quinze metros de distância, ela desiste e nada para a costa. Ela pode ter sua Coca e sua barraca, enquanto eu nado e queimo um pouco de energia. Caso contrário, vamos ambos estar acordados a noite toda de novo. Eu nado mais no mar e eu posso sentir a mudança na temperatura na água. É visivelmente mais fria do que na costa. Eu estive na água mais de meia hora. Decidido a voltar para a praia, eu começo minhas braçadas para a costa. Quando eu chego mais perto da costa, eu olho a nossa espreguiçadeira para ver se Anastasia está sentada e esperando nela. Porra! Ela está esperando por mim, tudo bem! Ela está na porra do topless, virada para cima, dormindo! E metade da porra da praia está de olho nela, inclusive a minha equipe de segurança! Merda! Porra! Eu dobro os meus esforços para chegar à praia, nadando mais rápido do que jamais fiz, e praticamente corro para a espreguiçadeira onde ela está deitada. Eu fico sem fôlego ao pé da espreguiçadeira e os malditos gêmeos franceses da segurança estão sorrindo com o show que ela está proporcionando, e Taylor está carrancudo para eles. Estou além de fervendo de raiva! "Que diabos você pensa que está fazendo?" Eu grito com ela, acordando-a. A raiva fermentando em mim poderia secar o meu corpo encharcado. Ela abre os olhos, confusa no início, e então percebe seu estado de topless. "Eu estava de bruços. Devo ter virado durante meu sono,” ela sussurra defensivamente. Eu estou queimando com fúria. Eu estendo a mão e recolho o top do biquíni que ela descuidadamente atirou em minha espreguiçadeira, e lanço-o de volta para ela. Eu não estou totalmente certo se ela simplesmente virou-se de frente em seu sono. Ela está fazendo isso para desafiar a minha autoridade. Ela adora fazer o oposto de tudo o que eu lhe peço para fazer. Porra! Porque os simples pedidos que faço são um jogo para ela? Será que ela não se importa ou dá valor ao que eu acho? "Coloque isso!" Eu assobio entre os dentes cerrados.

"Christian, ninguém está olhando,” é sua desculpa esfarrapada. Ninguém está olhando? Mesmo a equipe de segurança que eu estou pagando está cobiçando-a. Ela está balbuciando para me por mais furioso? "Acredite em mim. Eles estão olhando. Tenho certeza de que Taylor e a equipe de segurança estão apreciando o show!” Eu rosno. Mais do que apreciando. Ela finalmente tem a decência de cobrir os seios com os braços, em pânico, depois de dar uma olhada para a segurança, e ver seus olhares bloqueados em seus peitos muito alegres.

"Sim,” eu rosno de volta para ela. "E alguns porra de vulgares paparazzi poderiam tirar uma foto de você também. Você quer estar na capa da revista Star? Nua desta vez?” Eu berro. Eu não acredito nesta porra! Por que ela faz as coisas sempre ao oposto do que eu digo a ela? Ela não tem consideração? Por que ela tem que desafiar tudo o que eu lhe peço para não fazer? Assim que eu vejo uma das garçonetes passando, eu grito, “L’addition!” (N.T. A conta!) para a conta enquanto eu lhe entrego um cartão de crédito. "Estamos indo,” eu digo para ela com determinação. "Agora?” ela pergunta. Agora, porra! "Sim. Agora!” Eu digo, voltando-me para a outra espreguiçadeira, pego a bermuda e coloco-a sobre minha sunga pingando, e visto minha t-shirt cinzenta. Quando a garçonete volta com o meu cartão cobrado, e a nota para assinar, coloco minha assinatura, sem olhar para a linha de fundo. Depois de ver o meu comportamento determinado, Anastasia coloca seu vestido de verão turquesa, e calça sua sandália de dedo. Eu escondo a minha raiva, tensão e fúria por trás dos meus óculos de aviador, e com raiva arrebato o meu Blackberry e o livro de finanças. Será que ela pensa que sua brincadeira era engraçada? Só porque estamos em uma praia em Mônaco, não quer dizer que eu iria parar de odiar os outros fodendo

minha mulher com os olhos! Além do mais, é um limite rígido para mim! É acima de tudo se o que está sendo tocado é nada mais que Anastasia! Vê-la de topless em público fez todas as minhas sinapses piscarem Red! Red! Red! Red! Red! Sem parar! Ela me faz sentir indefeso. Ela pegou o meu mundo ordenado e virou-o de cabeça para baixo, rompendo todos os meus limites! Como é que um homem deve lidar com isso? Eu tenho que mostrar a ela como seu comportamento me fez sentir. Eu tenho que mostrar a ela o quão desesperado, impotente, incompetente eu me sinto quando se trata dela. Eu não posso pronunciar outra palavra para ela. A raiva que eu sinto é palpável. "Por favor, não fique com raiva de mim,” ela sussurra enquanto ela pega o meu livro e o Blackberry, colocando-os em sua mochila. "Tarde demais para isso,” eu digo em um muito baixo, calmo, numa voz determinada a punir. "Venha,” eu digo pegando a mão dela na minha. Eu sinalizo para Taylor e os gêmeos franceses Philippe e Gaston. Como Anastasia pode esquecer os três caras enormes da segurança, conosco 24/7, durante todo o dia? Taylor parece estar bravo com Anastasia, bem sabendo que vou fritá-lo momentaneamente, por não acordar Anastasia e permitir que outros cobiçassem e fodessem com os olhos minha esposa. Apenas o pensamento disso está me torturando! Eu não compartilho! Ela é minha esposa, porra! Ela estava dizendo anteriormente que todas as outras mulheres na praia faziam topless. Eu sou um americano de sangue quente, pelo amor de Deus! Eu sou Christian Grey! Eu não sou namorado ou marido de qualquer outra mulher, o que eles fazem ou deixam de fazer não é a minha porra de negócio. Eu sou o marido de Anastasia! Eu cuido do que é meu, e eu sou o proprietário. Foda-se! Estou fervendo de raiva. Ando em direção ao hotel puxando Anastasia atrás de mim. Nós andamos através do hotel e na rua. A raiva ainda está fervendo e fermentando dentro de mim.

Como posso puni-la? Negação de orgasmo? É padrão em BDSM. Isso não é suficiente. Eu quero que ela se sinta tão desamparada, tão desesperada, tão indefesa, tão impotente, tão paralisada, tão exposta como eu me sinto quando ela empurra uma de suas brincadeiras desobedientes em mim. Eu quero que ela fique no meu lugar, sinta o que eu sinto! Ela me corta, e deixa-me sangrar lentamente. Eu vagamente percebo que Taylor e seus companheiros francófonos estão silenciosamente nos sombreando, com a distância apenas suficiente para que o meu furor não caia sobre eles.

"Para onde estamos indo?" Anastasia pergunta olhando para mim. "De volta para o barco,” eu respondo sem olhar para ela. Eu não quero seu desgosto, ou seu remorso para me amolecer. Quando chegamos à marina, são 5:45h da tarde. Eu a levo para a parte da marina onde a lancha e o Jet Ski pertencentes ao Fair Lady estão amarrados. Eu desato o Jet Ski, enquanto Anastasia estende sua mochila para Taylor para ser transportada no barco a motor. Anastasia olha para mim e Taylor nervosamente. Ele coloca a mochila para dentro do barco, e estende a Anastasia um colete salva-vidas.

"Aqui está, Sra. Grey," ele diz, e Anastasia coloca-o, em silêncio. Eu olho para Taylor, finalmente, expelindo um pouco da minha raiva dele. Ele sabe que eu estou extremamente infeliz que ele deixou Ana ficar de topless com os gêmeos franceses cobiçando-a. Ele poderia ter ido e colocado uma toalha nela, pelo amor de Deus! Seus modos, olhar e atitude me dizem que ele não queria atravessar meus limites. Será que ele acabou de me conhecer? Ele sabe que eu fico com ciúmes de minha esposa! Era melhor do que todo Monaco cobiçando os seios de minha mulher? Volto a Anastasia que prendeu seu colete salva-vidas, mas eu verifico sua obra, e aperto o do meio, e murmuro sombriamente: "Você vai fazer." Eu ainda não consigo olhar para ela. Ainda muito fodido de raiva por me desafiar! Qual a mensagem que ela estava tentando passar? Era, ”Olhe para mim, eu sou uma gostosona, e disponível,” ou "Eu posso dar ao meu marido um ataque cardíaco antes que ele complete 30? Eu respiro fundo e subo para o Jet Ski, e estendo minha mão para ela se juntar a mim sobre ele. No segundo que ela toca minha mão, nossas conexões me solavancam vivo novamente, e despertam um desejo dentro de mim por ela. Ela agarra a minha mão com força e joga a perna por cima do Jet Ski atrás de mim. Taylor e os gêmeos francofones escalam a lancha. Eu chuto o Jet Ski longe da doca, e deixo-o flutuar na marina. "Segure-se!" Eu ordeno a Anastasia, e é melhor ela obedecer. Ela coloca os braços em volta de mim, e agarra-se firmemente, abraçando-me perto dela. Seu nariz fuça nas minhas costas e nossa conexão me faz sentir vivo. Uma pontinha de alívio flui mas eu a mantenho na baia. Eu posso senti-la inalando meu cheiro, me fazendo endurecer. Eu não quero deixar a raiva ir. Ela precisa ser punida. Ela não pode ficar atravessando todos os meus limites. "Firme," Eu a lembro, mas a raiva se derrete um pouco com a sua proximidade, apesar da minha determinação. Ela beija minhas costas, e descansa sua bochecha contra mim. Eu viro a ignição do Jet Ski e quando o motor ruge para a vida, eu torço o acelerador e me lanço para frente através da água escura da marina e para o Fair Lady, atracado no centro do porto. Anastasia agarra-se a mim com força, mas posso sentir sua vibrante excitação. Ela adora essa modalidade de viagem. Tudo o que pode colocá-la excitada é excitante para mim. Taylor coloca o barco ao lado do Jet Ski, e eu olho para ele para que ele saiba que vamos ter um pouco de diversão, antes de ir a bordo. Eu acelero e nós pulamos para frente, chicoteando por cima da água. Taylor, incapaz de manter-se junto a mim, dirige o barco de volta para o iate. Eu torço o acelerador novamente e o Jet Ski empurra para frente em

direção ao mar aberto. A espuma do mar nos salpica, e a excitação de Ana é completamente palpável, contagiosa. Ela está completamente entusiasmada, e estou excitado para dar a ela um bom momento. Não importa o quão bravo eu fico com ela, a missão da minha vida ainda é fazê-la extremamente feliz.

Eu dirijo o Jet Ski em um semicírculo gigante e nos desviamos para o mar aberto e encaramos a marina, e olhamos para o Mont Agel, a montanha que cria uma fronteira natural entre a França e Mônaco. Podemos até ver os Chemin des Révoires que também é chamado o Telhado de Mônaco. A desorganização dos blocos de apartamentos, com vários tons de branco, amarelo, rosa e areia é visível e de alguma forma tornam a cidade distinta e sedutora. Anastasia dá gritinhos de prazer. Eu dou uma olhada por cima do meu ombro observando-a, e tento suprimir o meu sorriso.

"Outra vez?" Eu grito por cima do barulho do Jet Ski. Ela acena com a cabeça, concordando, vigorosamente, e seu entusiasmo me faz sorrir de orelha a orelha. Eu

torço o acelerador e acelero em volta do Fair Lady e para o mar aberto mais uma vez. Nós fazemos o circuito mais duas vezes, e a cada vez Anastasia grita de alegria. Eu finalmente diminuo a velocidade do Jet Ski e encosto ao lado do Fair Lady. Uma vez que chegamos até o iate, eu a puxo para mim e desato seu colete salva-vidas.

"Você já pegou uma cor,” eu digo percebendo seu bronzeado. É uma sombra agradável e faz sua pele brilhar, um tom saudável fazendo-a ainda mais bonita. Ela olha para mim questionando, procurando, avaliando. Um dos comissários está de pé, próximo, calmamente esperando o colete salva-vidas que eu entrego a ele. "Isso é tudo, senhor?” Ele pergunta. "Um segundo,” eu respondo. Ele acena com a cabeça concordando e espera. Eu tiro meus óculos de sol de aviador, e guardo-os na gola da minha t-shirt cinzenta. "Gostaria de uma bebida?" Pergunto a Anastasia. "Eu preciso de uma?” Ela pergunta me surpreendendo. Eu inclino minha cabeça para um lado e a questiono com uma voz suave. "Por que você diz isso?" "Você sabe por que,” ela responde. Minha esposa é muito inteligente e ela me conhece bem. Eu não quero magoá-la, mas eu quero que ela saiba como ela me faz sentir. "Dois gin e tônica, por favor. E algumas nozes e azeitonas,” eu ordeno ao comissário que balança a cabeça e desaparece.

Agora que estamos sozinhos, o que eu faço com a minha esposa? Minha mente está correndo, com possibilidades diferentes de castigo, todos eles envolvendo Anastasia na minha cama. "Você acha que eu vou puni-la?" Eu pergunto-lhe com uma voz sedutora. "Você quer?” Ela pergunta. "Sim,” eu respondo com sinceridade. "Como?" Ela sonda. "Eu vou pensar em alguma coisa. Talvez quando você tiver a sua bebida,” eu digo, finalmente, tomando uma decisão. Eu sei exatamente o que eu quero fazer. Ela visivelmente engole em seco, mas é difícil de ler seu comportamento. Ela parece antecipatória, mas eu não quero interpretar mal. Se ela não quiser ser punida, eu não posso. Eu franzo a testa com o pensamento. "Você quer ser?" Eu pergunto. Ela cora. ”Depende,” ela murmura em resposta. Ela parece esperançosa. "De que?" Eu pergunto, tentando esconder meu sorriso. "Se você quer me machucar ou não." Porra! Eu não quero machucá-la! Ela é minha esposa, pelo amor de Deus. Eu só quero que ela entenda meus limites; meus limites rígidos. Eu não quero que ela associe a mim, seu marido, com dor e angústia. Eu me inclino para frente e beijo-a na testa. "Anastasia, você é minha esposa, não minha sub. Eu não quero nunca mais te machucar. Você deveria já saber isso. Apenas... apenas não tire a roupa em público. Eu não quero você nua em todos os tablóides. Você não quer isso, e eu tenho certeza que sua mãe e Ray não querem isso também,” eu lembro a ela. Ela parece completamente consternada e apenas percebe que poucos minutos de indiscrição podem causar uma série de constrangimentos para muitos de nós. O comissário finalmente volta com nossas bebidas e snacks e coloca-os na mesa de teca no convés.

"Sente-se,” eu ordeno para ela. Ela se senta em uma cadeira de diretor, enquanto eu sento ao lado dela. Eu passo um dos gin e tônica para ela. "Cheers, Sra. Grey," Eu levanto meu copo. "Cheers, Sr. Grey," ela responde tomando um gole. Ela fecha os olhos e toma mais um gole, saboreando, extinguindo sua sede. Ela parece tão gostosa! Quando ela abre os olhos e olha para cima, ela encontra-me olhando para ela. Meu rosto está impassível e eu estou lutando dentro de mim como lidar com ela. Eu ainda estou furioso, e eu ainda quero que ela saiba que não é aceitável ela tirar a roupa em público, e que ela é minha mulher, mas eu não quero machuca-la. Como posso fazer isso? Mesmo o prazer pode ser efetivamente usado como uma punição. Oh, sim! Sra. Grey, você está a caminho de uma foda de punição estilo Christian Grey! Anastasia está tentando decifrar minha expressão, mas eu não deixo transparecer nada. Desistindo, ela pergunta: "Quem é o dono desse barco?" "Um cavaleiro britânico. Sir Qualquer-Coisa. Seu bisavô iniciou uma mercearia. Sua filha é casada com um dos príncipes coroados da Europa,” eu respondo tentando juntar as informações que o Shore Manager me deu naquele dia. Eu estava zangado demais para me lembrar de tudo quando o First Mate começou a dar uma cantada na minha esposa na minha presença. "Super rico?” ela pergunta. Onde ela está indo com isso? Eu não quero que ela pense sobre o dinheiro agora, como ela fez em nossa primeira noite em Paris. "Sim,” eu respondo com cautela. "Assim como você,” ela murmura. Porra! Não pense assim, baby! "Sim,” murmuro. O rosto dela cai. "E como você,” eu sussurro para ela e jogo uma azeitona na boca enquanto meu olhar paira sobre ela. Ela pisca rapidamente. Eu quero que ela se lembre de que o que é meu também é dela. Não há mais "meu". Somos nós. É o nosso. Ela é minha, e eu sou dela. Ela exala lentamente. "É estranho. Indo de nada para,” diz ela acenando com a mão ao redor para indicar o iate caro, “para tudo."

"Você vai se acostumar com isso,” eu respondo. Eu não quero nunca mais que ela faça disso um problema. Minha riqueza é dela. Sem ela, eu não tenho nada. Ela deu sentido a tudo o que tenho. "Eu acho que eu nunca vou me acostumar com isso,” ela responde. Taylor aparece no convés. "Senhor, você tem um chamado,” diz ele e estende o Blackberry. "Grey,” eu exclamo, levantando de meu assento. "Olá Sr. Grey. Ros aqui. Peço desculpas por interromper sua lua de mel, mas eu vou direto ao ponto imediatamente,” diz ela. "Bem, apresse-se então. Você está tomando meu tempo! O que está acontecendo?” "É o estaleiro de Taiwan..." "Eu estou ouvindo,” eu respondo. "Walter e eu precisamos ir a Taiwan para nos reunirmos com os chefes da empresa..." ****❦ ♡ ❧***** Assim que eu desligo com Ros, estou ansioso para voltar para minha esposa no convés. Eu rapidamente ando para ela, sentada no mesmo lugar em que eu a deixei. Ela está em pensamentos profundos, assim como eu a deixei, ainda remoendo sobre o nosso dinheiro, com o rosto ainda caído. "Você vai se acostumar com isso,” eu interrompo seus pensamentos. "Acostumar com isso?” Ela pergunta. "O dinheiro,” eu respondo revirando os olhos. Ela não responde, mas empurra a pequena tigela de amêndoas e castanhas de caju para mim. "Your nuts, senhor,” diz ela, mordendo os lábios para não sorrir. Sua resposta me faz sorrir. (N.T. nuts = nozes = louco) "I’m nuts about you,” eu respondo pegando uma amêndoa, desfrutando de seu humor malicioso. Minhas “nuts”, (N.T.”bolas”) meu pau, e todo o meu corpo sente saudades da

minha esposa. Eu lambo meus lábios. "Beba. Nós estamos indo para a cama,” eu digo com os olhos escuros. Ela olha para mim questionando. "Beba" Eu mexo a boca sem som para ela, libertinagem, desejo, pensamentos carnais enlaçando meu olhar. Ela pega o copo, e esvazia seu gin, sem tirar os olhos de mim. Seu olhar diz que ela também me quer, fazendo com que a minha boca caia aberta e a ponta da minha língua presa entre os dentes. Oh, o que eu vou fazer com você, Sra. Grey. Eu me levanto graciosamente, sabendo que ela está observando cada movimento meu, e curvo-me para minha esposa, minhas mãos apoiadas nos braços da cadeira. "Eu vou fazer de você um exemplo. Venha. Não faça xixi,” eu sussurro em seu ouvido. Ela olha para mim com alarme. Não, eu não estou na chuva dourada. (N.T. urofilia – quando um faz xixi no outro) "Isto não é o que você pensa,” eu digo sorrindo e estendo minha mão para ela. "Confie em mim," eu sussurro, devasso. "Ok,” ela responde colocando a mão na minha. Sua confiança está escrita em todo o rosto. Seu peito está levantando para cima e para baixo de excitação e expectativa. Eu levo minha esposa através da plataforma e do salão principal, e através do estreito corredor, sala de jantar, e desço as escadas para a cabine principal, o nosso quarto. Nossa cabine foi limpa, a nossa cama feita. A cabine é de cor creme, acentuada com cores ricas de vermelho e dourado e móveis de mogno e de nogueira. As duas vigias, tanto no estibordo como nas laterais da porta, são emolduradas e decoradas com pequenas cortinas coloridas em vermelho e dourado. Eu libero a mão de Anastasia quando entramos na cabine. Eu puxo a minha t-shirt sobre a minha cabeça e atiro-a na cadeira. Eu retiro a minha sandália de dedo e meus shorts e sunga ficando diante de minha esposa completamente nu. Ela está me comendo com o olhar, mordendo o lábio. Seu olhar é carnal. Chego até seu queixo e solto seu lábio, depois passo meu polegar ao longo de seu lábio inferior. "Assim é melhor,” murmuro e dou passos largos até o armário de nogueira que guarda minhas roupas. Eu abro as gavetas inferiores e puxo dois pares de algemas de metal, e uma máscara de olhos de companhia aérea. Seus olhos se arregalam e ela olha ao redor nervosamente para a cama, tentando ver onde eu posso prender as algemas. Baby, você não tem idéia do que eu posso fazer com um par destas. O meu olhar está sobre ela constantemente, meus olhos escuros, carnais, antecipatórios.

"Estas podem ser muito dolorosas. Eles podem morder a pele se você puxar muito forte,” eu digo levantando um par de algemas. "Mas eu realmente quero usá -las em você agora,” eu digo. Eu preciso! Quando ela me desobedece deliberadamente, eu me sinto pior do que ser algemado. Sinto-me impotente, sem voz, sem controle, sem leme, sem rumo, sem direção. Ela me faz sentir debilitado, subindo o riacho sem a porra de um remo, e algemado! Seu rosto está em pânico. "Aqui,” eu digo tentando colocá-la à vontade, entregando-lhe um conjunto. "Você quer experimentá-las primeiro?" Ela segura as sólidas, frias algemas de metal nas mãos, ponderando. Seus dedos correm pelas algemas abertas, ainda ansiosos. Eu assisto todos os seus movimentos, cada toque, cada expressão, atentamente. "Onde estão as chaves?” Ela pergunta em voz vacilante. Eu as mostro na palma da minha mão, mostrando-lhe a chave metálica pequena. "Isso abre ambos os conjuntos. Na verdade, todos os conjuntos,” eu respondo. Elas são universais. Seus olhos estão questionando. Eu não quero que ela tenha medo, mas eu realmente tenho que fazer isso. Eu me inclino para baixo; acaricio seu rosto com o meu dedo indicador, arrastando-o para sua boca. Eu me inclino perto o suficiente para beijála. "Você quer jogar?" Eu desafio em um tom baixo, licencioso, com intenção carnal. Eu quero foder. Eu quero punir. Eu quero mostrar a ela o que ela faz comigo. Eu a amo, porra, e isso me deixa louco, quando ela desobedece! Eu odiei quando seus belos seios eram o ponto focal da metade dos frequentadores da praia. Ela precisa saber como me sinto. "Sim,” ela respira em resposta. Eu sorrio, “Bom,” eu respondo e coloco beijinhos leves na sua testa. "Nós vamos precisar de uma palavra segura,” eu digo. Ela olha para mim com seu rosto 'o quê?' questionando. " ‘Pare’ não será suficiente, porque você provavelmente vai dizer isso, mas você não quererá dizer isso,” eu respondo, correndo meu nariz para baixo nela, sem tocá -la em qualquer outro lugar. Ela está muito ligada. Eu posso sentir seu coração vibrando, seu peito está subindo e descendo em rápida sucessão. "Isso não vai doer. No entanto, será intenso. Muito intenso, porque eu não vou deixá-la se mover. Ok?” Eu pergunto. Eu quero que ela absorva todo o prazer, todo o martelamento que eu vou dar para ela, tudo intenso, irresistível, a sensação de fora da

mente. Ela cora, e meu pau já está em modo de saudação cheia. Ela olha para minha ereção continuando a crescer com a visão dela. "Ok,” ela responde com uma voz quase inaudível, antecipando. "Escolha uma palavra, Ana," lembro-a. Ela pensa por alguns segundos, ”picolé,” ela diz, ofegante. "Picolé?" Pergunto depois que ela fica olhando para o meu pau. Ela quer me chupar!!!! "Sim,” ela responde com uma voz sussurrada. Eu sorrio enquanto eu me inclino para trás para olhar para ela. "Interessante escolha. Levante os braços para o alto,” eu comando e ela obedece. Eu levanto a bainha de seu vestido, puxo-o sobre sua cabeça e atiro-o no chão. Eu estendo minha mão para ela e ela coloca as algemas no meio da palma da minha mão. Eu coloco os dois conjuntos de algemas em cima da mesa, juntamente com a venda e puxo o edredon de cor dourada e vermelha para fora da cama, deixando-o cair ao chão. "Vire-se,” eu ordeno. Ela vira, e eu desamarro o top do biquíni, deixando-o cair ao chão. "Amanhã, eu vou grampear isso em você,” murmuro. Eu puxo o laço e liberto seu cabelo. Eu recolho os cabelos em uma das mãos. Eu o puxo suavemente e ela recua contra o meu peito, contra a minha ereção totalmente crescida. Ela engasga. Eu puxo sua cabeça para um lado e beijo seu pescoço. "Você foi muito desobediente,” murmuro em seu ouvido, fazendo-a segurar o fôlego. "Sim,” ela reconhece. "Hmm. O que vamos fazer sobre isso?” Pergunto retoricamente. "Aprender a viver com isso,” ela respira a resposta dela, me fazendo sorrir. Otimista, Sra. Grey. Eu pouso beijos lânguidos, suaves, no pescoço tornando-a selvagem. "Ah, Sra. Grey. Você está sempre otimista,” murmuro contra o pescoço dela. Eu me endireito, e divido o cabelo dela em três vertentes, e tranço-o lentamente e, finalmente, o amarro com seu laço de cabelo no final. Puxo a trança com cuidado e me inclino para baixo em seu ouvido. "Eu vou te ensinar uma lição,” reafirmo o castigo...

Eu me movo repentinamente, agarrando-a pela cintura, sentando-a na cama, e a coloco em meu joelho, fazendo-a deitar-se na minha ereção firmemente pressionada contra sua barriga. Eu bato no seu belo traseiro uma vez, muito forte. Ela grita. Coloco-a na cama em sua parte traseira. Eu olho para baixo, para esta bela criatura, com o desejo derretido em meus olhos. Ela está ligada, excitada, pronta para foder, para ser fodida. "Você sabe como você é linda?" Eu pergunto enquanto eu trilho os meus dedos até sua coxa. Um arrepio percorre seu corpo. Sem tirar os olhos de minha linda mulher, eu pego ambos os conjuntos de algemas. Eu pego o tornozelo esquerdo e encaixo um dos punhos em seu tornozelo. Eu levanto a perna direita, e repito o processo com a perna direita. Ela agora está deitada na cama com um par de algemas vinculado a cada tornozelo. "Sente-se,” eu ordeno. Ela obedece imediatamente. "Agora, abrace os joelhos," eu ordeno. Ela pisca para mim, enquanto ela puxa as pernas para cima de forma que elas estão dobradas na frente dela e ela envolve seus braços em volta de suas pernas. Chego para baixo, levanto seu queixo para cima, e planto um suave beijo molhado nos seus lábios, antes de cobrir seus olhos com a venda. Ela está excitada, seus sentidos estão em alerta. Seus lábios se partem em inebriante antecipação. "Qual é a palavra de segurança, Anastasia?" Eu pergunto. "Picolé,” ela responde, num tom ofegante. "Bom,” eu digo e tomando-lhe a mão esquerda, eu coloco a algema ao redor do seu pulso e repito o processo em ambos os pulsos. Quando a tarefa está concluída, ”Agora,” eu respiro, ”Eu vou te foder até você gritar." Sua boca fica aberta. Ela está praticamente ofegando. Eu agarro ambos os calcanhares de Anastasia e puxo, fazendo-a cair para trás sobre a cama. As algemas forçam-na a manter as pernas dobradas. Ela as testa, puxando contra elas. Ela está completamente amarrada e impotente. Foi assim que ela me faz sentir mais da metade do tempo. Um gosto de seu próprio remédio. Suas pernas estão puxadas para trás, mas colocadas juntas. Eu puxo os tornozelos separados, e ela geme para o que está por vir. Eu me inclino e beijo sua coxa. Normalmente ela estaria se contorcendo, mas ela não será capaz de fazê-lo nesta posição, sem as algemas cavando

em sua carne. Ela não tem escolha a não ser absorver todo o prazer com toda a intensidade pretendida. Ela tenta mover os quadris, mas as algemas a impedem de fazêlo. "Você vai ter que absorver todo o prazer, Anastasia. Sem se mexer,” murmuro, e lentamente avanço em meu caminho pelo corpo da minha esposa, beijando-a ao longo da beirada do biquíni. Eu finalmente puxo o fio de cada lado dos pequenos triângulos, e o tecido sexy, mas pequeno cai. Inalo acentuadamente vendo minha mulher completamente nua, toda amarrada, incapaz de mover-se debaixo de mim, para fazer amor, foder e puni-la dando prazer, como eu desejo, é uma excitação total. Eu me movo e beijo sua barriga e belisco seu umbigo com os dentes. "Ah...” ela suspira. Eu sigo com beijos suaves e pequenas mordidas até seu peito. Eu chupo e beijo e belisco com a pressão apenas suficiente para agradá-la, mas sucção suficiente para marcá-la como minha. Repito. Ela não será capaz de tirar a roupa por um tempo na praia com o que tenho em mente para ela. Ela suspira de novo com prazer. "Shhh..." Eu a acalmo. A maneira como ela parece agora faz me apaixonar por ela tudo de novo. "Você é tão linda, Ana," Eu declaro. Ela geme sua frustração, seu desejo. Ela quer combinar o meu ritmo com o dela. Tocar-me, mas ela não pode. Ela geme novamente e puxa suas algemas, frustrada, incapaz de fazer o que ela quer, cumprir seus desejos, assumir o controle, ela grita: "Argh!" Puxando com força contra suas algemas. "Você me deixa louco,” eu sussurro. "Então, eu vou deixá-la louca," murmuro descansando sobre ela, colocando o meu peso sobre meus cotovelos, finalmente, mudo minha atenção para seus seios. Os mamilos de seus picos gêmeos lindos, que ela mostrou para a metade de Mônaco, incluindo o pessoal da segurança, mesmo não intencionalmente, estão espiando e implorando por atenção. Meus lábios e os meus dedos se ocupam com seus mamilos. Eu tomo um entre os dentes chupando, enquanto eu presto a mesma atenção com o meu polegar e os dedos ao outro. Com perita eficiência eu começo a beliscar, morder, chupar, deixando pequenas marcas em todo o seu peito, deixando-a com prazer selvagem. Tomando o outro mamilo entre os dentes, eu aplico o mesmo castigo prazeroso com os meus dentes, lábios e língua. Chupando, mordendo, beijando, beliscando, lambendo, rolando, puxando e tocando, sem nunca parar, deixando-a selvagem. Ela quer se contorcer debaixo de mim, mas ela não pode, sem puxar suas algemas, o que a obriga a absorver tudo o que tenho para lhe dar.

"Christian,” ela começa a implorar pela liberação, por um atrito. Eu sorrio contra sua pele, triunfante, sabendo que ela está finalmente recebendo um gosto da tortura que ela estava me dando. "Devo fazer você gozar desta maneira?" Murmuro enquanto meus lábios estão enrolados em torno de seu mamilo, que endurece com sua excitação. "Você sabe que eu posso,” eu digo chupando mais forte, fazendo-a gritar. Eu posso sentir a sensação, a eletricidade, o prazer correndo por seu mamilo, apertando seu núcleo, sua virilha, seu sexo, porque ela puxa impotente em seus punhos, tentando montar o prazer, espalhá-lo em torno de seu corpo, em vez da concentração que eu estou liberando, com toda sua intensidade, em um só ponto. "Sim,” ela choraminga. "Oh, baby, isso seria muito fácil,” murmuro. "Oh... Por favor, Christian,” ela me pede. "Shhh..." Eu a acalmo, enquanto eu raspo os dentes sobre seu queixo, então eu, devagar, preguiçosamente me encaminho para sua boca, consumindo-a. Ela engasga quando eu a beijo. Minha língua invade e toma conta de sua boca. Explorando, movendo-se, saboreando, acariciando, sentindo, comandando, dançando com sua língua. Ela encontra minhas investidas uma por uma com a língua, contorcendo-se, chocando-se, acariciando, chupando, e correspondendo ao meu fervor e à intensidade do meu desejo. Eu agarro seu queixo, segurando sua cabeça no lugar. "Imóvel, baby. Eu quero você imóvel,” eu sussurro contra sua boca. "Mas, eu quero ver você,” ela reclama. "Oh não, Ana. Você vai sentir mais assim,” eu sussurro. Não sabendo o que vou fazer a seguir, não sabendo o que esperar, não ver, a obriga a usar e confiar no seu sentido da audição, olfato e tato. Eu quero que ela sinta. Às vezes, ver, torna os outros sentidos embotados, inúteis mesmo. Eu quero que ela sinta completamente o que estou fazendo e absorva tudo. Lentamente e habilmente eu flexiono os quadris e empurro meu pau, só parcialmente, dentro dela. Ela se esforça para empurrar sua pélvis para agarrar e puxar meu pau para seu sexo, mas ela não pode se mover. Ela me quer, mas ela é incapaz de conseguir-me do jeito que ela me quer. Ela está frustrada, assim como eu estava. Eu puxo meu pau de volta, sabendo que ela vai estar frustrada. "Ah! Christian, por favor!” Ela implora por fricção.

"Outra vez?" Pergunto brincando, provocando-a com a voz rouca. "Christian! Eu quero você!” Ela implora novamente. Eu empurro dolorosamente lento, apenas uma pequena fração do meu comprimento e retiro enquanto a beijo, puxando seus mamilos com os dedos. Ela está sobrecarregada de prazer, mas não localizado o suficiente para fazê-la gozar, e ela está desesperada por ele. "Não!” Diz ela, mas não é a palavra segura. Ela está quebrando sob a intensidade de minhas ministrações. "Você me quer, Anastasia?" Eu pergunto-lhe por entre os dentes. "Sim,” ela pede em voz relinchada. "Diga-me," Eu ordeno com a voz rouca. Eu preciso saber. Eu quero saber. Eu tenho que saber que ela me quer! Que ela está desesperada por mim! Por mim apenas! Não algum outro cara aleatório que pode dar uma olhada em seus seios. "Eu quero você,” ela choraminga. "Por favor, eu quero você!" Sua declaração me dá alívio, e eu suspiro baixinho em sua orelha. "E você me terá, Anastasia,” eu digo, e, finalmente, empino seu traseiro e me lanço em seu sexo, bolas profundas, forte! Ela grita, inclina a cabeça para trás, puxa suas algemas. Enquanto eu empurro em seu secreto ponto suave, enterrado dentro de seu sexo, na parede frontal da vagina, eu posso sentir os tremores que se deslocam através de seu corpo inteiro; concentrados, dolorosamente intensos, agradáveis, acima do limite de foda. Ela tenta se mover, e combinar com o meu impulso, mas ela não pode. Eu me imobilizo dentro dela, saboreando minha esposa, desfrutando da nossa conexão. Então eu circulo com os quadris, dando o atrito que ela está pedindo, esfregando o ponto suave, deixando a sensação irradiar por todo o caminho até a ponta dos dedos, de dentro dela. Isto é o que ela faz para mim. Ela me enlouquece, fricciona em mim, mais e mais e mais outra vez, desafiando, deixando-me impotente. "Por que você me desafia, Ana?" Pergunto incapaz de me impedir. "Christian, pare...” ela adverte. Ela me adverte mesmo embora ela seja a única que está me desafiando, deixando-me abandonado, vulnerável. Ela não me respondeu. Eu

circulo meus quadris novamente, meu pau provocando, e friccionando nela. Eu lentamente saio de seu sexo, e empurro nela novamente. "Diga-me. Por quê?” Eu assobio entre os dentes. Eu preciso saber. Será que ela me odeia? Será que ela gostaria de se afastar de mim? Será que ela quer alguém mais? Algo mais? Estou desesperado para saber! Ela grita um grito incoerente... "Diga-me!" Eu empurro nela novamente. "Christian...” ela adverte. "Ana, eu.preciso.saber." Eu digo empurrando nela com cada palavra, entrando no interior de seu sexo, mais profundo, com intensidade. Ela puxa contra suas algemas, pronta para o clímax, pronta para gozar, seu sexo aperta profundo dentro, se envolvendo firmemente em torno do meu pau, e pulsando, pronto para ordenhar-me. "Eu não sei,” ela grita. "Porque eu posso! Porque eu te amo! Por favor, Christian,” ela implora, e sua declaração é a minha perdição. Ela consegue controlar-me mentalmente, mesmo que ela seja a que está algemada. Eu gemo alto, e empurro profundamente em seu convidativo sexo, outra e outra e outra vez. Ela se perde para a sensação, se perde para nossa foda, se perde para a intensidade avassaladora que eu estou lhe dando. Ela abre a boca, e geme, sua voz é incoerente. "É isso aí,” eu rosno. "Sinta isso, baby!" Quando ela atinge o pico de seu êxtase, ela grita bem alto; seu orgasmo detona em grandes ondas, varrendo seu corpo, e rolando em meu corpo através de nossa conexão, seu corpo pulsando e tremendo com as réplicas de seu prazer. Eu me ajoelho diante dela, meu pau ainda dentro dela. Eu puxo minha mulher na vertical no meu colo. Eu agarro sua cabeça com uma mão, e seguro-a com a outra e empurro dentro dela mais duas vezes esvaziando tudo o que tenho, gozando dentro dela com um orgasmo tão violento, que minha cabeça involuntariamente solavanca para trás em um arco. Meu pau pulsa, latejante, perdido no orgasmo. Os jatos longos que eu despejo nela, lentamente me ordenham. Enquanto toma tudo o que tenho, não só proporciona um alívio físico, mas também emocional.

Eu arranco a venda dos olhos e beijo Ana. Eu capturo seus lábios e atiço sua boca com a minha língua, então eu beijo seus olhos, seu nariz e suas bochechas. Há lágrimas em seus olhos. Eu beijo-os, segurando o rosto dela entre as mãos. "Eu amo você, Sra. Grey," eu respiro em sua boca. "Mesmo embora você me faça ficar tão furioso - eu me sinto muito vivo com você,” eu confesso. Ela é a minha tábua de salvação. Ela é o que me faz me sentir intensamente vivo. Ela está tão exausta, que ela não pode pronunciar uma única palavra. Gentilmente, eu coloco minha mulher na cama, e puxo para fora dela. Ela tenta protestar silenciosamente, mas ela está perdida. Eu rapidamente salto da cama, e desfaço suas algemas. Uma vez que eu tiro suas algemas, eu esfrego suas mãos, pulsos, tornozelos, de quando ela puxou contra suas algemas. Deitado ao lado de minha esposa, eu puxo-a em meus braços, e ela estica as pernas, enrolando-as com as minhas, e logo cansada com os nossos esforços, ela adormece nos meus braços, nua. Eu vejo minha esposa em seu sono tranqüilo. Ela parece ainda mais jovem, e mais inocente. Ela sofreu sua foda de punição, e ainda assim eu sinto que eu sou o que foi punido, eu sou o que teve a vida recuperada novamente. Quando Anastasia está em sono profundo, eu escorrego para fora da cama e vou para o banheiro para tomar uma ducha. Quando eu saio, eu rapidamente me enxugo e coloco minha camisa de linho e minhas calças chino. Subo na cama com meu laptop e começo a trabalhar. O céu lá fora fica escuro em torno de nove horas O iate está se movendo em direção a Cannes. Anastasia se move ao meu lado na cama. Eu fico imóvel, e paro de escrever para não acordá-la, mas tem o efeito oposto. Ela abre os olhos, primeiro confusa, tentando avaliar onde ela está.

"Oi,” murmuro para ela, baixando os olhos com nada além de amor para ela. "Oi,” ela sorri de volta, e cora. Por que a timidez? "Quanto tempo eu dormi?” Ela pergunta. "Apenas uma hora ou algo assim,” eu respondo. "Estamos nos movendo?" "Sim. Eu imaginei que uma vez que comemos fora ontem à noite e fomos para o ballet e ao Casino, que iríamos jantar a bordo hoje. Uma noite tranquila à deux." (N.T. a dois) Ela sorri em resposta. "Para onde estamos indo?" "Cannes,” eu respondo. "Tudo bem,” diz ela tentando se esticar. Ela se senta, e abaixa as pernas no chão. Eu olho para ela e percebo os chupões que deixei nela. Ana pega seu robe de seda; ela coloca-o rapidamente, ainda muito tímida. Meus olhos continuam a seguir seus movimentos. Eu me sinto inquieto, descontente com as marcas. Minhas sobrancelhas sulcam. Eu viro meu olhar de volta para o meu trabalho no meu laptop, mas eu me vejo incapaz de me concentrar. Por que diabos eu me sinto desse jeito? Ela me desafiou, colocou-se na praia com os seios nus e com dois pedaços de triângulos na parte inferior do biquíni. E eu sou o que está se sentindo uma merda! Anastasia entra no banheiro. Eu olho e olho para a porta do banheiro, esperando que ela saia. Esperando ansiosamente pela reação dela quando ela perceber seus chupões. Mas ela não sai. O que ela está fazendo lá? Eu não ouço a água correr. Não há som. Ela está furiosa? Oh inferno! O que está errado? Ela sai do banheiro, e evita completamente o meu olhar, ou mesmo poupando um olhar em minha direção, ela espreita para dentro do armário. Ela está tão puta de raiva de mim! Oh merda! "Anastasia,” eu a chamo, ansioso para ouvir sua resposta. "Você está bem?" Ela não responde. Poucos minutos depois, ela entra no quarto emanando fúria, em sua camiseta e calças de moletom, e sem dizer uma palavra, ela lança algo em mim. Eu mal tenho tempo para reagir e levantar automaticamente os braços para proteger a cabeça. Anastasia estronda fora da cabine e eu vagamente percebo que ela atirou a escova em mim, como um jogador de baseball profissional. Eu estou impressionado e preocupado com sua raiva. Esta é a razão pela qual minha mulher pode me igualar em tudo.

Eu a sigo para fora da cabine. Eu subo os degraus de dois em dois para chegar ao andar de cima. Quando eu alcanço o convés, o ar balsâmico me atinge. O cheiro salgado do Mediterrâneo, o doce aroma de jasmim e as buganvílias que cheiram algo entre plantas putrefatas e brócolis da última noite, criando uma mistura interessante, soprando da costa. O Mar Mediterrâneo parece azul cobalto no escuro da noite, e o Fair Lady desliza sobre o mar sem problemas. Anastasia está olhando para a praia distante, com os cotovelos descansando no parapeito de madeira, distraidamente observando as luzes à distância. Eu estou atrás dela, sem fazer um movimento ou um esforço para tocá-la. Ela está vibrando de tensão e raiva. "Você está furiosa comigo,” eu sussurro. "Não brinca, Sherlock,” ela sussurra. "Quanto furiosa?" Pergunto baixinho. "Numa escala de um a dez, acho que estou em cinqüenta. Bom, hein?” Ela responde. Isso é impressionantemente furiosa; uma mulher cuja ira poderia igualar e superar a minha. Uma mulher feita para mim. "Muito furiosa,” eu respondo com uma voz que soa surpresa e impressionada ao mesmo tempo. "Sim. Empurrada para louca violência,” ela responde com os dentes cerrados. Yah, assim como eu! Eu sei como lidar comigo, mas eu nunca a tinha visto assim furiosa! Como posso lidar com isso? Eu permaneço em silêncio, e a olho com os olhos arregalados e cautelosos. Estou perdido. Eu não sei como lidar com isso. O que eu faço? Meu silêncio fez com que ela se voltasse para mim. Ela me olha com cautela, avaliando meu estado de espírito, minha expressão. "Christian, você tem que parar unilateralmente de tentar me trazer no calcanhar. Você se fez entender na praia. Muito eficazmente, se bem me lembro,” diz ela. Ela sabe por que eu tinha feito isso. Eu dou de ombros. "Bem, você não vai tirar se u top de novo,” murmuro, e pareço uma criança petulante. Seus olhos estão cheios de fogo, quando ela me encara. "Eu não gosto de você deixando marcas em mim. Bem, não tantas, de qualquer maneira. É um limite rígido,” ela sussurra. Sério? Foda-se! E os meus limites rígidos? Por que eu tenho que ser aquele que está acomodando, e sentindo-se impotente? Por que meus limites rígidos devem ser atravessados o tempo todo?

"Eu não gosto de você tirando a roupa em público. Isso é um limite rígido para mim,” rosno para ela em resposta. "Eu acho que nós estabelecemos isto," ela sussurra novamente através de seus dentes. "Olhe para mim,” ela grita puxando sua camiseta para baixo. Os topos de seus peitos estão pontilhados com chupões. Meu olhar desliza de volta para seu rosto, sem piscar. Eu estou desconfiado, inseguro. Ela está furiosa, e eu me sinto uma merda! Eu sei que ela está furiosa, mas por que ela foi tirar o top quando eu disse explicitamente que não podia. Eu não estabeleci o meu limite rígido? Eu achei que eu tinha feito isso claramente. Mas, eu não quero magoá-la ou marcá-la. "Ok," eu finalmente digo em um tom para aliviar. "Eu entendi". "Ótimo,” ela grita, mas eu acho que a briga já está fora dela. Estou exasperado com ela, comigo, com a nossa briga. Eu corro minhas mãos pelo meu cabelo. "Sinto muito. Por favor, não fique furiosa comigo,” eu peço desculpas. Eu sei que quando ela diz isso para mim, ela derrete meu coração, levando a briga para fora de mim. Mas eu me sinto arrependido. "Você é um adolescente, às vezes," ela me adverte. Ela está certa, é claro. Dou um passo em sua direção. Eu não quero que nós briguemos. Eu odeio a distância entre nós, emocional ou qualquer outra. Eu não posso aguentar. Eu lentamente, timidamente levanto minha mão e enfio seu cabelo atrás da orelha. "Eu sei," eu reconheço em um tom suave. "Eu tenho muito que aprender." Eu não conheço nenhuma outra maneira. "Nós dois temos,” ela responde e suspira. Ela, então, levanta a mão e, suavemente, com cuidado, coloca-a sobre meu coração. O gesto, embora pequeno, é importante para mim. Ela é a única pessoa que pode me tocar desse jeito. Eu não vacilo, mas ainda congelo. Mas eu quero seu toque, eu imploro por ele, eu não posso viver sem isso. Eu coloco minha mão sobre a dela, enquanto o alívio deságua em cima de mim, e sorrio para ela. "Acabei de saber que você tem um bom braço e uma boa pontaria, Sra. Grey. Eu nunca teria imaginado isso, mas eu sempre a subestimo. Você sempre me surpreende,” eu digo baixinho. Ela levanta as sobrancelhas para mim, ”prática de tiro ao alvo com Ray. Eu posso jogar e disparar em linha reta, Sr. Grey, e você faria bem em lembrar disso,” ela me avisa, brincando.

"Vou me esforçar para fazer isso, Sra. Grey, ou garantir que todos os potenciais objetos projéteis estão pregados ao chão e que você não tem acesso a uma arma,” eu sorrio para ela. Ela sorri de volta para mim. "Eu sou talentosa,” ela mexe as sobrancelhas, me fazendo sorrir. "Oh, isso você é, Sra. Grey," eu sussurro, e envolvo meus braços em torno dela, puxando-a para um abraço apertado. Este é o único lugar em que eu quero estar, em volta da minha esposa, segurando-a, inalando o cheiro dela, conectado. Eu me inclino e a acaricio. "Estou perdoado?" Pergunto baixinho. Eu quero saber que está tudo bem entre nós. "Eu estou?” ela pergunta. Naquele momento, eu sei que ela me perdoou. "Sim,” eu respondo. "Idem,” diz ela. Alívio desaba sobre mim. Eu a amo imensamente. Nós abraçamos um ao outro assim, por vários minutos. Percebendo que não jantamos, eu pergunto: "Com fome?" Ela está descansando contra o meu peito. "Sim. Faminta. Toda a... uhm... atividade deume apetite. Mas eu não estou vestida para jantar,” diz ela. Quem disse que temos que sair? "Você parece bem para mim, Anastasia. Além disso, o barco é nosso para a semana. Podemos nos vestir como nós gostarmos. Pense nisso como vestir-se terça-feira na Cote D'Azur. Enfim, eu pensei que iria comer no convés. " "Sim, eu gostaria disso,” ela responde sorrindo. Seu sorriso derrete meu coração, lava as minhas preocupações e me inclino para beijá-la. Beijá-la com tudo o que tenho, pedirlhe perdão com o meu beijo. Declarar o meu amor com cada moldagem de nossos lábios e carícias de nossas línguas. Eu a amo. Quando finalmente estamos ambos sem fôlego, fora do beijo, eu pego a mão dela e a levo para a proa do iate, onde a mesa de jantar está arrumada para nós. Começamos nosso jantar com sopa de gaspacho. (N.T. Gaspacho é uma sopa fria à base de vegetais de horta, com destaque para o tomate, o pepino e o pimentão, muito popular no sul de Portugal e no sul da Espanha. É geralmente produzida e consumida no verão.) Embora haja muita coisa para comer, não posso prestar atenção ao que eu estou comendo. Meu foco é a minha esposa. Quando, finalmente, a sobremesa é servida, e o comissário se foi, Anastasia me faz uma pergunta muito curiosa.

"Por que você sempre trança o meu cabelo?” Ela pergunta quando estamos sentados um ao lado do outro na mesa. Ela lentamente enrola sua perna em torno da minha. É um ato simples, mas um ato muito sensual. Eu quebro o açúcar queimado de cima do crème brulée (N.T. francês, para "creme queimado", é uma sobremesa que consiste em um creme rico e saboroso, feito com creme de leite, ovos, açúcar e baunilha, com uma crosta de açúcar queimado por um maçarico) e penso em sua pergunta. Há duas respostas para isso, mas eu não quero dizer a ela a primeira e aumentar sua curiosidade. Eu não estou pronto para falar sobre a prostituta do crack para ela e quebrar este momento mágico. A prostituta de crack costumava me deixar pentear seu cabelo. Mas a resposta que eu lhe dou é a mais simples das duas. "Eu não quero seu cabelo prendendo em qualquer coisa,” eu digo baixinho. "Hábito, eu acho," eu dou de ombros. Mas esconder a razão principal de minha esposa me incomoda. Eu franzo a testa, meus olhos se arregalam, e minhas pupilas se dilatam com o alarme. Eu não quero pensar sobre uma mãe que não me amava. Por um momento, eu estou perdido em lembranças. Perdido nos poucos momentos preciosos que tive com ela. Houve somente muito poucos deles. Pentear o cabelo dela era um deles. Ver o alarme no meu rosto põe Anastasia ansiosa. Ela se inclina e coloca o dedo indicador sobre meus lábios. "Não, isso não importa. Eu não preciso saber. Eu estava apenas curiosa,” diz ela em voz baixa, de uma forma calorosa, com um sorriso tranquilizador. Ela me ancora para aqui e agora, com seu tom de voz doce. Concentro-me em minha esposa, foco no amor que ela está me mostrando. Ela é minha âncora, me posicionando, colocando-me na sanidade. Eu finalmente consigo sentir alívio com a reafirmação de Ana. Ela se inclina e beija o canto da minha boca. "Eu amo você,” ela sussurra, e sua declaração é mais preciosa para mim do que qualquer coisa. Eu preciso de seu amor mais do que eu preciso da minha próxima respiração. "Eu sempre vou amar você, Christian,” acrescenta ela, sem quebrar o seu olhar de mim. "E eu a você,” eu consigo responder suavemente. "Apesar da minha desobediência?” ela pergunta, erguendo as sobrancelhas. "Por causa de sua desobediência, Anastasia,” eu respondo finalmente, sorrindo. Sua resposta é um sorriso devastador. Quando o jantar acaba, eu alcanço a garrafa de ‘rosé’ e reabasteço seu copo. Primeiro Anastasia olha redor, como ela normalmente faz quando quer me perguntar algo discretamente.

"O que há com a coisa de não ir ao banheiro,” ela pergunta. "Você realmente quer saber?" Pergunto com um meio sorriso, meus olhos estão em chamas, com um sorriso lascivo. "Quero?” ela me questiona, enquanto ela toma um gole de vinho. "Quanto mais cheia sua bexiga, mais intenso o seu orgasmo, Ana,” eu respondo. A pressão da bexiga cheia exerce uma ligeira pressão sobre os órgãos sexuais, estimulando-os e tornando-os mais sensíveis. E, além disso, quanto mais provocação, maior será o prazer. É por isso que eu começava, parava, reiniciava, repetidamente. Fazer amor é uma maratona, não uma corrida para mim. Ela cora com minha resposta. "Oh, eu entendo,” ela responde me fazendo sorrir. "Sim. Bem...” ela olha em volta procurando uma forma de mudar de assunto. Eu tenho pena dela e mudo o assunto. "O que você quer fazer o resto da noite?" Pergunto com um sorriso. Ela encolhe os ombros. Michael Bublé – You’ll Never Find Another Love Eu sei o que eu quero fazer,” murmuro. Eu pego o meu copo de vinho, e me levanto, estendendo minha mão para ela. "Venha,” eu ordeno. Eu levo Anastasia para o salão principal. Meu iPod já está encaixado. Eu o ligo, e olho a minha lista para escolher uma música para nós. Eu escolho uma canção pelas vozes de veludo de Michael Buble e Laura Pausini “You’ll Never Find Another Love Like Mine”. (N.T. Você nunca vai encontrar um amor como o meu) Eu pressiono o botão e as sedutoras vozes aveludadas ecoam ao redor. "Dança comigo,” eu digo sombriamente, puxando-a em meus braços. "Se você insiste." "Oh, eu insisto, Sra. Grey," Eu digo com voz rouca. Eu a varro fora de seus pés e a giro em torno da pista de dança. Ela grita e ri, quando eu a mergulho para baixo. Então eu a pego e a giro debaixo do meu braço. "Você dança muito bem. É como eu posso dançar,” diz ela. Eu sorrio. Seu rosto ligeiramente cai. Ela sabe que Elena me apresentou a dança, mas eu aprendi com os meus próprios esforços. Tive aulas para obter um pé direito e um pé esquerdo, no

mesmo corpo. Eu a mergulho mais uma vez, e beijo-a nos lábios. Ela canta junto com os cantores. "You’re gonna miss my love,” ela murmura, ecoando as letras. "I’d more than miss your love,” eu digo girando-a mais uma vez, cantando as palavras em seu ouvido. You'll never find, as long as you live Someone who loves you tender like I do You'll never find, no matter where you search Someone who cares about you the way I do Whoa, I'm not braggin' on myself, baby But I'm the one who loves you And there's no one else, no-oh-oh-oh one else You'll never find, it'll take the end of all time Someone to understand you like I do You'll never find the rhythm, the rhyme All the magic we shared, just us two Whoa, I'm not tryin' to make you stay, baby But I know somehow, some day, some way You are (you're gonna miss my lovin') You're gonna miss my lovin' (you're gonna miss my lovin') You're gonna miss my lovin' (you're gonna miss my lovin') You're gonna miss, you're gonna miss my love Whoa, oh, oh, oh, oh (you're gonna miss my lovin') Late in the midnight hour, baby (you're gonna miss my lovin') When it's cold outside (you're gonna miss my lovin') You're gonna miss, you're gonna miss my lo-o-ove You'll never find another love like mine Someone who needs you like I do You'll never see what you've found in me You'll keep searching and searching your whole life through Whoa, I don't wish you no bad luck, baby But there's no ifs and buts or maybes

You're gonna, You're gonna miss (miss my lovin') You're gonna miss my lovin' (you're gonna miss my lovin') I know you're gonna my lovin' (you're gonna miss my lovin') You're gonna miss, you're gonna miss my lo-o-ove Whoa, oh, oh, oh, oh (you're gonna miss my lovin') Late in the midnight hour, baby (you're gonna miss my lovin') When it gets real cold outside (you're gonna miss my lovin') I know, I know that you are gonna miss my lo-o-ove Let me tell you that you're gonna miss my lovin' Yes you will, baby (you're gonna miss my lovin') When I'm long gone I know, I know, I know that you are gonna miss Quando a trilha termina, eu olho para a minha esposa, com licenciosos olhos escuros. Seu olhar está bloqueado com o meu. Ela está sem fôlego, desejosa, amorosa. "Vem para a cama comigo?" Eu sussurro, como um apelo. Por favor, baby! Deixe-me fazer você me perdoar corretamente. Da única maneira que eu sei. Ela só balança a cabeça, e carregando-a em meus braços, eu a levo para nossa cama.

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INCÊNDIO CRIMINOSO

CAPÍTULO XIII
Tradução: Neusa Reis

Abro os olhos com as primeiras luzes do dia e encontro-me envolto em torno de Anastasia, como uma bandeira da vitória. Gosto de ver minha esposa dormir, a forma como seu corpo procura o meu, mesmo durante o sono, aconchegando-se a mim, mesmo que ela sinta calor. Eu não sou diferente. Meu corpo procura o dela dia e noite, dormindo ou acordado. Eu a seguro assim por não sei quanto tempo, em seguida, levanto-me e vou tomar um banho e fazer a barba do dia. Depois de tomar meu banho e me secar, eu enrolo uma toalha em volta da minha cintura e pulverizo o creme de barbear na minha mão e faço espuma sobre meu rosto. Quando eu começo a fazer a barba, Anastasia entra no banheiro. Vê-la aqui comigo me ilumina imediatamente. "Bom dia, Sra. Grey," eu digo, brincando. "Bom dia para você,” ela sorri em retorno para mim, me observando barbear -me. Eu levanto o meu queixo para cima e começo raspando por baixo em cursos longos, vendo o reflexo de minha esposa no espelho e noto que ela está fazendo mímica de meus movimentos. Quando eu puxo meu lábio superior para baixo e raspo meu philtrum, (N.T. filtro labial – aquela depressão do lábio superior) eu vejo ela me espelhar. Viro-me e sorrio para minha esposa, com apenas metade do meu rosto barbeado.

"Você está curtindo o show, Sra. Grey?" Eu pergunto. "Um dos meus favoritos de todos os tempos,” ela murmura, com olhos brilhantes, como se eu fosse a cena mais emocionante que ela já viu. Eu inclino-me e beijo-a rapidamente, e espalho sabão de barbear por todo seu rosto. "Devo fazer isso com você de novo?" Eu sussurro lascivamente e levantando a navalha, lembrando-lhe a experiência muito agradável de barbear seu sexo e que conduziu a resultados muito satisfatórios. Ela franze os lábios para mim: "Não,” ela murmura, tentando parecer de mau humor, falhando miseravelmente. "Eu vou depilar com cera da próxima vez,” diz ela. "Mas aquilo foi divertido,” eu digo maliciosamente. E realmente foi. Fico quente só de pensar nisso. "Para você, talvez,” ela responde fazendo beicinho, mas ela não pode me enganar. Ela adorou cada segundo do resultado. "Me pareceu que o resultado foi muito gratificante,” eu digo, voltando -me para terminar de me barbear. Ela olha para as mãos, corando. Esta é a nossa lua de mel. Eu não quero que ela se sinta tímida, muito menos comigo. "Ei, eu estou apenas brincando. Não é isso que maridos que são perdidamente apaixonados por suas esposas fazem?" Digo, e voltando-me para ela, eu levanto seu queixo e olho nos olhos da minha esposa. O que ela está pensando? Ela ficou chateada com isso? Eu tento decifrar sua expressão, o sempre presente medo, na parte de trás da minha cabeça, mostrando sua cabeça feia, me dizendo que ela poderia estar infeliz com alguma coisa. Mas, sua expressão muda para uma brincalhona. "Sente-se,” ela murmura. O quê? O que ela está tentando fazer? Ela suavemente me empurra para o banquinho no banheiro. Confuso, eu me sento, tentando entender o que ela quer fazer, ou por que ela quer que eu me sente meio raspado. Ela pega a navalha da minha mão levantada. Oh merda! Ela quer me fazer a barba! É vingança? "Ana,” eu digo em tom de aviso. Ela se inclina e me beija em resposta. "Cabeça para trás, Sr. Grey," ela sussurra.

Posso confiar nela com uma navalha na mão? Ela não podia nem raspar-se corretamente. Ela pode, eventualmente, fazer a barba no meu rosto, tão perto de minha jugular? "Olho por olho, Sr. Grey,” diz ela confirmando meus pensamentos. Oh, realmente, Sra. Grey? Eu fico olhando para minha esposa em descrença, mas ainda divertido. "Você sabe o que você está fazendo?" Eu pergunto, em voz baixa. Ela balança a cabeça lentamente, intencionalmente, mas esforçando-se para parecer séria. Bem, Sra. Grey, se eu vou morrer isto poderia muito bem ser em suas mãos. Faça o seu pior! Eu fecho meus olhos, balanço a cabeça e inclino a cabeça para trás, em sinal de rendição completa para ela. Sua mão esquerda rasteja no meu cabelo úmido em minha testa, segurando-o apertado, Anastasia me mantém imóvel no meu lugar. Eu firmemente mantenho meus olhos fechados, e abro meus lábios para inalar profundamente. Sinto o toque suave da lâmina, então ela a arrasta do meu pescoço até meu queixo suavemente. Eu sinto a falta da espuma deixando um rastro suave para trás. Eu exalo o ar que eu não sabia que estava segurando. "Você achou que eu iria machucá-lo? ela pergunta, baixinho. "Eu nunca sei o que você vai fazer, Ana, mas não, não intencionalmente,” eu respondo com sinceridade. Sinto a navalha correndo para cima no meu pescoço de novo, e sinto outra trilha suave correndo no meu pescoço. "Eu nunca iria machucá-lo intencionalmente, Christian,” ela murmura. Sentindo a verdade em suas palavras, eu abro meus olhos e a abraço, enquanto ela corre suavemente a lâmina para baixo na minha bochecha do começo da minha costeleta. "Eu sei,” eu respondo e inclino meu rosto para dar-lhe uma superfície de barbear lisa, esticada. Mais dois golpes de navalha, e ela acabou de me barbear. "Tudo feito, e nem uma gota de sangue derramado,” ela sorri com orgulho. Quando eu olho para a minha esposa, eu sinto suas pernas encaixando as minhas. E os nossos corpos se tocando, suas pernas envolvendo as minhas, enquanto ela está olhando para mim, eu fico quente, e passo a mão em sua perna, empurrando sua

camisola para cima. Eu a puxo para mim, e faço-a sentar-se montada em minhas pernas. Suas mãos agarram meus braços, segurando para se firmar. Ela está tão perto de mim, nossos rostos estão a apenas dois centímetros de distância. "Posso levá-la a algum lugar hoje?" Eu pergunto. "Sem banho de sol?" ela pergunta arqueando as sobrancelhas. Encontro-me lambendo os lábios nervosamente, porque ela não será capaz de tomar sol para o resto da nossa lua de mel. "Não. Sem banho de sol hoje. Eu pensei que talvez você preferisse algo mais." "Bem, desde que você me cobriu de chupões e efetivamente colocou um fim nisso, com certeza, por que não?” Diz ela acidamente, o que eu ignoro. "É uma viagem, mas vale a pena uma visita, pelo que tenho lido. Meu pai recomendounos visitar. É uma vila no topo de uma colina chamada Saint Paul de Vence. Há algumas galerias lá. Eu pensei que nós poderíamos escolher algumas pinturas ou esculturas para a casa nova, se encontrarmos qualquer coisa que gostemos." Ela imediatamente se inclina para trás, olhando para mim interrogativamente. Apreensiva mesmo. "O quê?" Pergunto confuso. "Eu não sei nada sobre arte, Christian,” responde ela baixinho. Eu dou de ombros e sorrio para ela com carinho. "Só vou comprar o que gostarmos. Isto não é sobre investimento," eu respondo. Seus olhos ficam maiores. "O quê?" Eu me vejo perguntando novamente, incapaz de decifrar sua expressão facial. Ela balança a cabeça em resposta, relutante em responder. "Olha, eu sei que nós só temos os desenhos do arquiteto do outro dia, mas não há mal nenhum em olhar e a cidade é um antigo lugar medieval,” eu digo. No caso do pior cenário, vamos fazer alguns passeios turísticos. Ela franze a testa e parece chateada mesmo. Ah, é tão difícil de compreendê-la algumas vezes. Eu queria que ela fosse mais explícita. "O que agora?" Encontro-me exclamando. Ela balança a cabeça sem vontade de dizer o que está passando através de sua bela cabeça. Eu nunca passei por isso antes. Eu tinha

tudo o que eu queria, incluindo respostas, no passado. Oh, merda! Talvez ela ainda esteja furiosa pela foda de punição. "Você ainda está brava com o que eu fiz ontem?" Eu suspiro, aninhando a cabeça em um dos meus lugares mais favoritos no mundo, entre seus seios. "Não. Eu estou com fome," ela murmura. Oh, ela fica irritada quando ela não come. Lógico! "Por que você não disse?" Eu digo levantando-a, eu me levanto, e tomando-lhe a mão eu a levo para o quarto.

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Quando chegamos a Saint Paul de Vence, sinto alívio de ver minha esposa completamente surpresa com a vila. A vila é uma das mais antigas cidades medievais na Riviera Francesa, situada no topo de uma colina. Está cheia de história, ostenta um cenário requintado, e tem um número abundante de galerias de arte moderna. Anastasia está completamente extasiada. Nós andamos de braços dados, enquanto uma mão dela está no bolso de trás da minha bermuda. Taylor e Philippe estão andando atrás de nós, a uma distância informal. O olhar de Anastasia prolonga-se para três velhos homens jogando bocha em uma praça arborizada. Ela olha para o jogo interessada nele. É chamado de Jeu De Boules ou Pétanque, disputado entre dois jogadores ou equipes. Um dos jogadores aqui neste jogo está usando uma boina, embora o clima esteja quente e sufocante.

A praça está cheia de espectadores, tanto moradores como turistas. Eu não gosto das multidões, e nem Taylor. Então eu, suavemente a levo para fora da praça, em pequenas ruelas com propriedades de pedra enfileiradas, em pé desde os tempos medievais. Chegamos a um pátio com belas fontes de pedra, esculturas antigas e modernas, e pequenas boutiques e lojas.

Uma galeria de fotos prende minha atenção no primeiro olhar. Está expondo e vendendo fotos eróticas. Estou distraído por um minuto. Tirando fora meus óculos de aviador, eu começo a mastigar sua haste, examinando as imagens. A obra pertence a uma artista chamada Florence D'Elle. As imagens são de indivíduos do sexo feminino em várias poses eróticas. Algumas são parecidas com as que eu tirei antes, das submissas.

(As figuras acima são de Florence D'elle) "Não é bem o que eu tinha em mente,” Anastasia murmura depois que ela me observa examinando as imagens. "Nem eu,” eu respondo, sorrindo para minha esposa, depois de perceber seu ciúme. Eu pego a mão dela na minha e caminho até a próxima galeria de arte. Este artista pintou a arte figurativa, como frutas e legumes, em super-close-up e as cores são muito vivas. "Eu gosto dessas,” murmura Anastasia, e eu posso ouvir o alívio em sua voz. "Eles me lembram você cortando legumes no meu apartamento,” diz ela em sua voz risonha de menina. Lembro-me dessa época muito bem. Na verdade, eu me lembrarei até o dia em que eu morrer. Foi o dia em que recuperei minha garota, de volta na minha vida. Eu tento e falho miseravelmente em esconder minha diversão.

"Eu pensei que eu tinha conseguido isso muito competentemente,” eu murmuro. "Eu estava um pouco lento, e além disso," eu digo, enquanto eu a puxo para um abraço apertado, "você estava me distraindo. Onde você as colocaria? " Pergunto decidindo comprar o quadro. "O quê?" Ela pergunta atordoada. Eu acaricio sua orelha e sussurro. "As pinturas, onde você as colocaria?" Pergunto mordendo o lóbulo da sua orelha para colocá-la fora de si, e eu consigo. Eu a vejo apertando as pernas juntas para reprimir seu desejo. "Cozinha,” ela murmura com uma voz sussurrada. "Hmm... Boa idéia, Sra. Grey," eu respondo. Quando Anastasia percebe o preço, ela engasga. "Cinco mil euros cada," ela sussurra. "Eles são muito caros!" "E ?" Eu cheiro minha esposa novamente. Eu quero colocar o mundo aos seus pés. "Acostume-se a isso, Ana." Eu não quero que falte nada para ela; faz-me feliz que eu posso dar para ela, e dar cada um dos desejos de seu coração. Eu ando para o balcão de vendas, onde uma jovem mulher vestida toda de branco está de pé e boquiaberta. Sabendo que Anastasia está observando a reação da funcionária, quase posso senti-la revirando os olhos em resposta a essa mulher me admirando. De alguma forma, saber que ela fica com ciúmes de mim, me faz feliz. Eu pago pelas pinturas, e deixo a loja para alguns passeios.

Saint Paul de Vence está na Riviera Francesa. A vila foi criada em torno da antiga igreja de Saint Michel du Puy e do castelo no topo da colina. Foi assim que o ‘castrum’ de São Paulo, uma posição defensiva militar foi evoluindo. (N.T. Originalmente, um ‘castrum’ era uma fortificação celta que se assemelhava a um castelo rodeado de uma muralha circular, geralmente no topo de uma colina. Os romanos tomaram de empréstimo o termo para designar seus campos militares, que eram retangulares.)

Eu levo Anastasia ao Hotel Le Saint Paul para o almoço. O pátio do restaurante do hotel fica no topo da colina, com vista sobre a paisagem circundante, que é completamente deslumbrante. Mesas estão colocadas estrategicamente ao redor do pátio de pedra e cobertas com crocantes toalhas de mesa de tecido branco, decoradas com flores frescas. As antigas paredes de pedra estão cobertas com exuberante hera verde, buganvílias rosa e vermelhas com vista para os vinhedos, colinas pontilhadas com girassóis formando um patchwork fascinante, e as chácaras francesas estão intercaladas neste belo cenário. O tempo está bonito, e o Mar Mediterrâneo, na distância, reflete sua cor turquesa convidativa. Anastasia está olhando, mas não está vendo, ela está perdida em pensamentos. Eu quero tirá-la para fora de seus devaneios.

"Você me perguntou por que eu tranço seu cabelo,” eu digo baixinho, se ntindo-me culpado. Algo em meu tom a alarma e ela levanta os olhos imediatamente. "Sim,” responde ela, com os olhos arregalados. "A prostituta de crack me deixava brincar com o cabelo dela, eu acho. Eu não sei se é uma lembrança ou um sonho,” eu digo. Eu olho em seus olhos, profundamente, mas minhas emoções estão agitadas e misturadas. Eu não quero que elas ressurjam; não aqui de qualquer maneira. "Eu gosto de você brincando com o meu cabelo,” diz ela com uma voz hesitante. Eu não tenho certeza se ela gosta. "Você gosta?" Eu sondo, expressando minha incerteza. "Sim,” ela diz com sinceridade. Ela se inclina, raspando sua cadeira no pátio de pedra, ela agarra minhas mãos. "Eu acho que você amava sua mãe biológica, Christian,” diz ela olhando para mim. Eu sinto meus olhos arregalando. Eu não quero pensar na prostituta drogada neste contexto. Ela não me amava. Por que eu amaria uma mulher que não me amava ou me protegia? Eu estou muito confuso. E se há verdade no que ela diz? E se eu realmente amo a prostituta de crack? Eu não quero que isso seja verdade. Ela não me protegeu... em nada! Ela me achou indigno de seu amor. Como posso amar isso? Eu olho para baixo para nossas mãos ligadas. O medo cresce em mim. Estou de volta tendo quatro anos de idade novamente. "Diga alguma coisa,” Anastasia sussurra, porque no silêncio, ela ouve as tempestades fermentando dentro de mim. Eu não quero fazer isso, agora. Não na minha lua de mel. Eu não quero ir para esse território. É muito escuro, muito profundo. É inevitável! Eu vou arrastar Anastasia para baixo comigo, e ela não precisa ir lá. Terminou, está tudo acabado. Eu libero a mão de Anastasia, e levanto-me, "Vamos,” eu digo.

Uma vez que estamos na rua, eu expiro lentamente, e olho ao redor as ruas estreitas nos rodeando, ladeadas por edifícios de pedra. Eu me puxo para o agora, na minha lua de mel. Eu finalmente consigo pegar a mão de Anastasia na minha. "Onde você quer ir?" Eu pergunto. Ouço Anastasia expirando; ela parece aliviada. Ela encolhe os ombros em resposta. "Só estou feliz que você está falando comigo,” diz ela. "Você sabe que eu não gosto de falar sobre toda essa merda. Está terminado. Acabado,” eu lhe digo baixinho. Trazê-lo à superfície não me faz bem nenhum. Isto me arrasta para o fundo, para lugares onde eu não quero estar. Já faz um longo tempo. Precisa ser escondido, para que nunca mais ressurja novamente. Agora, ela está silenciosa, meditativa. Ela não é o tipo de mulher que desiste facilmente. O que ela está pensando? Eu olho para ela, divertido e desconfiado de sua expressão, porque eu sei que algo está sempre fermentando naquela bela cabeça dela. Eu só não sei o que é. Mas sabendo que ele me dá vida e emoção, bem como um próximo ataque cardíaco, eu balanço minha cabeça, e puxo minha esposa sob meu braço, tão perto de mim quanto possível. Nós nos encaminhamos, por entre os turistas, para o local onde Philippe estacionou a grande

Mercedes. Anastasia enfia a mão no bolso de trás da minha bermuda, segurando minha bunda. Seu gesto íntimo me faz feliz. Antes de nos encaminharmos para a Mercedes, noto uma pequena boutique que vende jóias finas. Eu olho pela janela e observo algumas das peças encantadoras que estão vendendo. Eu quero que a minha mulher tenha uma delas. Olho para Anastasia. Segurando sua mão livre, eu olho para baixo e examino seu pulso, onde as algemas deixaram uma linha vermelha desbotada. Meu polegar passa sobre ela. Ver isso me faz sentir como uma merda. Eu a marquei. Eu não quero machucar minha esposa. Eu preciso compensar isso. "Não dói,” diz Anastasia em um tom tranqüilizador. Eu giro e libero sua outra mão também. As marcas da algema estão camufladas pelo relógio Omega com que eu a presenteei em Londres. Eu examino ambos os pulsos, e sinto-me pior com a visão das marcas. Eu sou um marido de merda! Será que ela acha que eu sou ruim para ela? Eu libero suas mãos e levanto seu queixo para cima, para examinar sua expressão. Será que ela sente ressentimento em relação a mim? Será que ela me odeia? O pensamento disso está torturando minha alma. Eu estou machucado por dentro por ferir minha esposa. "Elas não me machucam,” ela repete. Eu levo suas mãos até meus lábios e beijo o interior de seus pulsos me desculpando. "Venha,” eu digo puxando-a para a loja. Eu escolho um bonito bracelete de platina para ela. Quando eu pago imediatamente trinta mil euros pela pulseira, os olhos da vendedora magra ossuda se arregalam, escurecendo com algum tipo de ciúme. Qual é o seu problema? Minha esposa vale cada centavo dele! Apertando minha esposa perto de mim, eu digo "Aqui.” A pulseira é uma peça requintada, com filigrana, delicadamente trabalhada em forma de pequenas flores, com diamantes em seu centro. É elegantemente bonita; muito apropriada para minha esposa. Eu a fixo em torno de seu pulso. Porque é grande e como uma algema, as marcas vermelhas desaparecem sob ela.

"Pronto, isso é melhor,” eu murmuro, um pouco aliviado. "Melhor?” ela sussurra, olhando nos meus olhos. "Você sabe por que,” eu respondo com incerteza. Eu me sinto horrível de tê-la marcado. Isso está me comendo. "Eu não preciso disso,” diz ela sacudindo o pulso e a pulseira se mexe. Ela brilha na luz da tarde, cintilando em todas as paredes da loja. "Eu preciso,” eu digo com toda a minha honestidade. Eu quero que ela a tenha. Eu preciso corrigir os meus caminhos. "Não, Christian, você não precisa. Você já me deu tanta coisa. Uma lua de mel mágica, Londres, Paris, Cote D'Azur... e você. Eu sou uma garota de muita sorte,” ela sussurra, derretendo minhas entranhas. "Não, Anastasia, eu sou um homem de muita sorte,” eu respondo. Eu nunca imaginei que iria encontrar alguém com que eu pudesse ter esse tipo de intimidade, como tocar, e partilhar-me ao máximo, compartilhando meu passado e os meus demônios pessoais, eu nunca pensei que eu iria adorar esta profundidade, esta paixão, esta indelebilidade! Eu nunca pensei que nada disso era possível. E aqui ela está diante de mim. Às vezes penso que vou piscar e ela vai ter partido, ou desaparecer, e que seria apenas um sonho. "Obrigada,” diz ela, esticando-se na ponta dos pés, colocando os braços em volta do meu pescoço e me beijando, tirando o meu fôlego. "Porque isso?" Pergunto sorrindo, uma vez que nos libertamos do nosso beijo. Ela encolhe os ombros com um brilho nos olhos. "Por ser meu,” ela responde sorrindo.

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Nós finalmente nos encaminhamos de volta para a Mercedes. É de tarde na Riviera Francesa. Eu olho para fora da janela, observando os girassóis nos campos, suas cabeças seguindo o sol da tarde. Eu não consigo me livrar desse sentimento de merda. Eu marquei Anastasia. Eu a machuquei. Eu marquei minhas subs antes; na verdade eu gostava de fazer isso. Isso mostrava minha dominação sobre elas: que eu era o mestre, e elas estavam se submetendo a mim. Seu mau comportamento não era tolerado e era tratado com rapidez. Eu as castigava com vários métodos. Mas Anastasia não é minha sub. Ela é minha esposa! Eu a amo, e o pensamento de marcá-la assim é repugnante para mim, especialmente sabendo que desagrada a ela. Sou tirado dos meus devaneios pelas mãos de Anastasia apertando as minhas. Eu pestanejo com o aperto tranqüilizador. Eu olho para ela antes de soltar a mão dela, e acaricio seu joelho. Anastasia está vestindo uma saia curta azul escuro e branca, e uma camisa azul sem mangas combinada de dar água na boca. Minha mão viaja em seu joelho, e, de repente, eu quero verificar seus tornozelos. Com meu toque persistente, eu sinto a respiração de Anastasia suspendendo. Agarrando seu tornozelo, eu puxo o pé em cima do meu colo, forçando Anastasia a girar sobre seu traseiro, de frente para mim. "Eu quero o outro também,” eu digo baixinho. Os olhos de Anastasia viajam para a frente do carro, para Philippe e Taylor, que mantem seus olhos na estrada como os profissionais que são. Em seguida, ela coloca o outro pé no meu colo. Eu pressiono o botão na porta e levanto a tela matizada de privacidade. Uma vez que está totalmente levantada, estamos em nossa própria pequena bolha e em relativa privacidade. "Eu quero olhar seus tornozelos," eu explico calmamente. Ver as marcas sob as tiras da sandália me entristece. Eu gentilmente esfrego meu polegar por cima do peito de seu pé direito, e ela se contorce. Ela é muito coceguenta, sua resposta me faz sorrir. Eu desamarro a correia da sandália, em seguida, deixo-a cair no chão. Eu acaricio seus

tornozelos, e ver as marcas evidentes lá me faz sentir uma merda de novo. Eu olho pela janela sem ver. Sua rebeldia comigo, me faz perder o controle, e eu quero puni-la, mas então eu me sinto como uma merda fodida! "Hey. O que você esperava?" Anastasia pergunta baixinho. Eu olho para ela e dou de ombros. "Eu não esperava me sentir como eu estou, olhando para essas marcas,” eu confesso. Collide – Howie "Como você se sente?” Ela pergunta. Com os olhos desolados eu olho para ela. "Desconfortável." Eu resumo meus sentimentos em um murmúrio. Anastasia imediatamente abre seu cinto de segurança e desliza mais perto de mim, seus pés ainda no meu colo. Ela chega tão perto de mim quanto possível, sem subir no meu colo. Eu suspeito que ela está tímida com o condutor. Ela segura minhas mãos e eu finalmente encontro meu centro. "São os chupões de que eu não gosto,” diz ela em um sussurro. "Todo o resto... o que você fez,” diz ela baixando a voz conspiratória, “com as algemas, eu gostei disso. Bem, mais do que gostei. Foi arrebatador. Você pode fazer isso comigo de novo a qualquer hora,” diz ela. E sua declaração imediatamente levanta o meu ânimo como uma inje ção de adrenalina. Eu me mexo no meu lugar para olhar diretamente para ela, ver sua expressão facial, e sentir a verdade em seu depoimento. "Arrebatador?" Eu pergunto. "Sim,” ela responde sorrindo. Ela flexiona os dedos dos pés descalços na minha ereção crescente. Foda-se! Estamos no banco de trás da Mercedes com um piloto francês e Taylor no banco da frente, minha esposa quente está sentada ao meu lado, seus dedos do pé estão acariciando meu pau e eu tenho uma ereção! A ingestão aguda de ar enche meus pulmões, e eu separo meus lábios. "Você realmente deveria estar usando o cinto de segurança, Sra. Grey," eu digo em voz baixa, mas a sua proximidade é algo que eu não quero deixar ir. Eu sinto meu Blackberry vibrar no meu bolso, e eu olho o meu relógio. Só pode ser trabalho a esta

hora chamando com uma emergência. Ainda não é hora de trabalho nos Estados Unidos. Devem ser cerca de cinco ou seis horas da manhã em Seattle. Eu pesco meu telefone e olho para o interlocutor. "Barney,” eu atiro. Anastasia tenta remover os pés do meu colo, mas meus dedos apertam seus tornozelos firmemente. "Sr. Grey. Minhas desculpas, senhor, no entanto eu tenho de informar que houve um incêndio na sala do servidor muito cedo esta manhã,” diz ele em um só fôlego. "Na sala do servidor?" Pergunto em descrédito total. "Foi ativado o sistema de supressão de fogo?" Eu pergunto. O sistema muito caro, que ele me pediu para instalar, apenas recentemente. "Sim, senhor, e funcionou lindamente. Suprimiu o fogo imediatamente." Ouvindo a palavra incêndio, Anastasia puxa seus pés para baixo, enquanto ela está nervosa, brincando com sua nova pulseira e desta vez eu a deixo abaixar os pés no chão do carro. Eu pressiono o botão da tela de privacidade, baixando-o. Preciso que Taylor ouça esta notícia também. "Alguém ferido? Danos?" Eu pergunto. "Não houve feridos senhor, e nenhum dano para mencionar." "Quando?" "Cerca de uma hora atrás. A linha de emergência foi ativada imediatamente, e chamou meu telefone. Eu fui para a Grey House tão rápido quanto eu pude colocar os meus calções e a t-shirt e eu chamei você imediatamente após, quando eu tive certeza que ninguém ficou ferido e o incêndio tinha acabado,” ele responde. Eu olho para o meu relógio de novo, correndo a mão pelo meu cabelo, exasperado. Não era horário de trabalho no escritório naquela hora. Inferno, não há quase ninguém no prédio, exceto, talvez, a segurança e a equipe de limpeza. "Você quer que eu ou Welch informemos os bombeiros ou a polícia? Só para enfatizar mais uma vez, o incêndio foi suprimido imediatamente pelo novo sistema. "

"Não. Nem os bombeiros ou a polícia. Ainda não, de qualquer maneira," eu digo. Eu vejo Taylor se virando para ouvir a conversa. "Welch e sua equipe estiveram aqui desde o segundo que o alarme foi para seu telefone. Eles estão cuidando de tudo, verificando os logs, alimentação do vídeo de segurança, funcionários e qualquer pessoa que tenha estado no prédio, que teve acesso ao edifício, todos, e tudo mais. Ele não está deixando ninguém sair do prédio até que ele os interrogue ele mesmo. Ele está tratando isso como uma cena de assassinato, e sua equipe forense está aqui recolhendo provas, poeira e impressões digitais,” diz ele. "Está? Bom... " "Além do que eu informei ao senhor, não há muito para dizer ainda. É muito recente, e as evidências não foram avaliadas. Tão logo Welch me dê um ‘vá em frente’, eu vou ser capaz de ir e ver a sala do servidor. Vamos criar um relatório de danos para o senhor,” ele conclui. "Okay. Quero um relatório de danos detalhado. E uma listagem completa de todos os que tiveram acesso nos últimos cinco dias, incluindo o pessoal da limpeza... Entre em contato com Andrea e faça-a me chamar..." "Vou fazer, senhor. O novo sistema que contém argônio minimizou os danos como eu disse que faria. Fizemos um grande investimento inicial, mas com ele no lugar, nós salvamos milhões e milhões de dólares de danos em potencial incalculáveis. Foi um investimento muito bom, senhor. Estou muito feliz que você concordou em tê-lo instalado. Vamos obter os relatórios elaborados para você e enviá-los assim que eles estiverem disponíveis. " "Sim, parece que o argônio é muito eficaz, vale o seu peso em ouro." "Nós não temos nenhum relatório ainda, senhor. Como você sabe, é muito cedo...” diz ele, mas eu o interrompo. "Eu sei que é muito cedo..." "Você poderia me dar quatro horas mais, senhor?" "Não. Mande o e-mail em duas horas... ” eu respondo com firmeza. "Não vai ser tão detalhado, senhor, quatro horas me permitiria recolher mais informações...” diz ele, mas eu o interrompo novamente.

"Não, eu preciso saber." "Muito bem, senhor. Vou fazer o meu melhor para fornecer a informação mais detalhada que eu possa reunir e mandar por e-mail dentro de duas horas. É melhor eu ir para isto agora,” diz ele. Obrigado por me chamar,” eu digo e desligo. Eu sinto os olhos ansiosos de Anastasia, e o olhar firme de Taylor em mim. Eu disco o número de Welch. "Welch...” ele responde ao segundo toque. "Sr. Grey, eu estou na Grey House, senhor. Tudo está sob controle,” diz ele em tom tranqüilizador. "Ótimo..." "Deixe-me recolher um pouco mais de informação, e posso informá-lo sobre os dados que recolhemos até agora. Quando você gostaria de ser informado?” Ele pergunta. "Dentro de uma hora..." "Nós vamos encaminhar os dados e os servidores para o armazenamento de dados externo, até minha equipe completar a investigação. Eu recomendaria um forte esquema de segurança para o novo site, senhor." "Sim, concordo..." "Quanto tempo?" "Vinte e quatro horas por sete dias no armazenamento de dados off-site..." "Já nisto, senhor. Eu vou falar com você dentro de uma hora,” diz ele. "Bom,” eu respondo e desligo. "Philippe, eu preciso estar a bordo em uma hora,” eu ordeno. "Monsieur,” ele responde, e acelera.

Eu olho para Anastasia e ela parece preocupada. Eu deslizo minha máscara de expressão impassível para apagar sua preocupação. "Alguém ferido?” Ela pergunta em voz baixa. Eu balanço minha cabeça negativamente. "Muito poucos danos,” eu respondo. Seus olhos estão arregalados, seu medo é claro. Eu me chego até ela e seguro-lhe a mão, e aperto-a em tom tranqüilizador. "Não se preocupe. Minha equipe está nisso,” eu respondo. Eu sou o chefe, o CEO, o comandante do meu navio. Anastasia não precisa se preocupar com tudo isso. "Onde estava o incêndio?" "Sala do Servidor." "Grey House?" "Sim,” eu respondo dando-lhe o mínimo de informação possível, para impedi-la de se preocupar. "Por que tão poucos danos,” ela sonda. "A sala do servidor está equipada com um sistema de supressão de incêndio último tipo". Ela acena com a cabeça imperceptivelmente, silenciosa, preocupada e chateada. "Ana, por favor... não se preocupe,” eu digo em um tom reconfortante. "Eu não estou preocupada,” diz ela mentindo. Ela não é uma boa mentirosa. Ela está muito preocupada, muito preocupada com isso. Eu sei com o que ela está chateada. Estou preocupado com a mesma coisa. Primeiro Charlie Tango, e agora isso. Eu tenho que chegar ao fundo da questão, e logo. "Nós não sabemos ao certo se foi incêndio criminoso,” eu digo expressando sua preocupação e ansiedade. Sua mão imediatamente voa para a garganta com medo. Ela está apavorada. O que me preocupa é que quem está fazendo isso, quem está tentando me prejudicar, pode tentar prejudicá-la, e ela é o meu mundo. Se eles conseguirem chegar até ela, eu simplesmente morrerei. Eu tenho que descobrir e fazê-lo logo.

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Assim que chego a bordo do Fair Lady, eu aceno para Taylor para vir junto comigo e informo-o sobre o incêndio na sala do servidor da Grey House. "Qualquer coisa que eu possa fazer agora, senhor?" "Não, eu vou falar com Welch em poucos minutos. É melhor que você fique de olho na Sra. Grey, caso ela deseje ir para a cidade. Vou tê-lo coordenado com você,” eu digo dispensando-o. Eu me tranco no escritório em conferência com Welch. "O que você encontrou até agora?" "Os resultados preliminares são muito rudimentares, senhor. Os detalhes são vagos. Vi os vídeos de segurança. E o filme mostra um indivíduo não identificado, de macacão, com um boné de beisebol, dentro da sala do servidor. O maldito homem não deveria estar lá. Embora o ele poderia ser uma ela. Eu não estou descartando nada ainda. " "Eu quero ter isso perfeitamente claro. Você acha que isso não foi um acidente? Uma oscilação de energia, uma avaria em um dos compartimentos do servidor, ou sobrecarga de dados, ou algum outro problema técnico? " "Sr. Grey, estamos neste momento na coleta de dados, senhor. E nós estamos escovando Barney, porque ele quer verificar os servidores para anular quaisquer problemas técnicos. Ele indicou que nenhum alarme foi dado com uma questão técnica. Se fosse algo técnico relacionado com os servidores, um log de erro teria sido criado. Barney já se conectou e controlou e, de fato, verificou-se que nenhum log de erro, foi criado. Ele está lá, juntamente com um dos membros da minha equipe e examinando os compartimentos dos servidores, um por um. Estamos certos de que não é o nosso equipamento, senhor,” diz ele, e com a confirmação, meu coração afunda. "Porra!" "Eu vou ter uma imagem mais clara em poucas horas, senhor." "Houve uma correspondência com a impressão digital parcial do Charlie Tango?"

"Não corresponde, até agora, senhor. Nós ainda estamos no processo de coleta de evidências. É muito cedo para dizer, sem fazer uma comparação. Isso é uma das coisas que estamos procurando: outra impressão. Mas, é muito plausível que o criminoso poderia estar usando luvas, e pode não ter deixado uma impressão desta vez. Atualmente, estamos no processo de coleta de todas as impressões, identificando os empregados, questionando-os, verificando seu paradeiro no momento do incidente e eliminando os suspeitos. Mas eu vou adicionar uma segunda etapa e comparar as origens desses empregados que tenham impressões na sala do servidor, ver se eles fazem parte de lá e se eles deviam ter acesso, verificando os seus laços com algumas pessoas que você saiba que possam ter um rancor contra você. " "Barney não gerou nenhum relatório ainda?" "Ele ainda está trabalhando nisso, senhor, e eu acredito que ele vai enviá-los depois que ele acabar na sala do servidor, o que deve ser a qualquer momento. Nenhum relato de erro foi gerado até o incêndio. Com o incêndio existe um processo de desligamento automático para proteger os dados, e isolar um problema no local. Os dados e o relatório devem estar em suas mãos em breve. " "Andrea chegou ao trabalho?" "Sim, senhor. Vou informá-la quando eu desligar e fazê-la chamá-lo imediatamente." "Welch, eu não quero qualquer envolvimento da polícia até que confirmemos o incêndio criminoso, sem qualquer sombra de dúvida. Eu quero o meu próprio investigador no local." "Ele estava em Seattle recentemente com Charlie Tango, e estava deixando o país. Eu não sei se eu posso alcançá-lo, senhor, mas vou tentar." "Você vai fazer melhor do que isso. Eu quero que você o encontre imediatamente. Eu quero o criminoso preso, ontem!" "Sim, senhor!" "Eu quero que a segurança aumente para os meus pais, meu irmão e minha irmã, 24/7. E eu quero mais segurança providenciada para minha esposa. Encontre uma segurança do sexo feminino top de linha. Eu quero alguém que seja capaz de segui-la até o banheiro se ela tiver que ir! Coordene-se com Taylor, mantenha-o informado!" "Isso é tudo, senhor?"

"Não! Eu quero que os servidores da SIP Publishing sejam revistos, a segurança intensificada, um posto de controle colocado dentro. Ninguém faz mais o seu caminho para a SIP sem o meu conhecimento." "Sim, senhor." "Eu quero que você verifique o paradeiro da Sra. Lincoln, e Leila Williams no momento do incidente, ou daqueles próximos a elas." "Eu já tomei a liberdade para iniciar essa investigação, senhor." "Bom,” eu digo pausando. "Faça Andrea me chamar, agora!" "Como quiser, senhor,” ele disse e eu desligo, ainda fervendo de raiva, ansiedade, e totalmente apavorado... não por mim, mas principalmente por Anastasia. Enquanto eu percorro os meus e-mails de Welch, Ros e Barney, Andrea chama. "Boa tarde, Sr. Grey,” ela cumprimenta no seu comportamento profissional habitual. "Andrea, preciso de seu relatório sobre o fogo..." "Eu não estava aqui quando isso aconteceu, senhor. Barney me chamou e eu vim trabalhar tão logo eu estava pronta. GEH parece atualmente um caos organizado. A equipe do Sr. Welch está limpando e investigando as entradas, sala do servidor, levantando as impressões, outro grupo está entrevistando funcionários, enquanto alguns deles examinam os vídeos de vigilância." "Onde está Ros?" "Sua assistente me informou que ela está no térreo, ajudando o Sr. Welch a supervisionar a investigação. Um alarme também foi para o seu telefone, e ela chegou aqui, logo que ela recebeu o alarme em seu telefone, e chegou aqui direta da cama, em seus shorts e pantufas. Sua parceira só trouxe uma muda de roupa para ela." Há uma batida na porta do meu escritório. Eu ergo minha cabeça, e Anastasia entra no escritório. "Andrea, espere, por favor,” murmuro em meu Blackberry, com uma expressão séria. Eu olho para Anastasia educadamente, expectante. Ela fica na porta, e endireita os

ombros, parecendo tímida no início. Então, me dando um largo sorriso, ela diz: "Eu estou indo fazer compras. Vou levar segurança comigo." "Claro, leve um dos gêmeos e Taylor também,” eu respondo. Ela acena com a cabeça, e fica lá esperando por algo. "Mais alguma coisa?" Eu pergunto. Eu preciso ter essas chamadas concluídas, para que eu possa voltar a estar com ela. Eu quero esse problema resolvido. "Posso trazer-lhe alguma coisa?” Ela pergunta em voz baixa. Eu sorrio para ela, em resposta, o meu coração derretendo. Minha baby está sempre pensando em mim. "Não, baby, estou bem. A tripulação vai cuidar de mim,” eu respondo. "Tudo bem,” ela diz em uma voz sussurrada. Então ela anda para mim, e passando por trás da mesa, ela se inclina e dá um beijo em meus lábios, não só me surpreendendo como me acendendo. "Andrea, eu vou chamá-la de volta,” murmuro para o Blackberry, e desligo. Colocando o telefone em cima da mesa atrás de mim, eu puxo Anastasia em um abraço, e dou-lhe o beijo que ela merece: um apaixonado, quente e desejoso, despejando todo o meu amor, a minha preocupação, o meu desejo por ela naquele beijo. Quando eu a solto, eu estou completamente excitado e pronto para foder. Se eu não tivesse uma emergência em Seattle, e eu não soubesse que ela iria afetar Anastasia em tudo, eu abandonaria os telefonemas, e tomaria Anastasia em nossa suíte e teria o meu caminho com ela. Mas, este problema tem de ser resolvido. "Você está me distraindo. Preciso resolver isso, para que eu possa voltar para minha lua de mel,” eu digo correndo o meu dedo no seu rosto e seu queixo, e, finalmente, levantando o queixo para olhar para mim. "Okay. Sinto muito,” ela responde envergonhada. "Por favor, não se desculpe, Sra. Grey. Eu amo suas distrações,” eu digo beijando o canto da sua boca. Eu quero a minha mulher feliz, e isso é lua de mel. Assim que eu encontrar o filho da puta que está interrompendo a nossa vida, eu vou fazê-lo lamentar que ele já tivesse tentado nos prejudicar. "Vá gastar algum dinheiro,” eu digo soltando-a. "Irei,” ela responde, sorrindo, e deixa o meu escritório.

Eu chamo Andrea de volta, ansioso para resolver este problema, para que eu possa voltar a minha esposa, e nossa lua de mel. Menos de dez minutos depois de minha conversa com Andrea, eu ouço o som do Jet Ski circulando o Fair Lady. É evidente que Taylor não vai levar o Jet Ski, e nem o faria qualquer um dos membros da tripulação. Isso só pode significar que Anastasia está montando-o! "Andrea, eu vou chamá-la de volta!" Eu digo desligando imediatamente, correndo para fora, subindo as escadas e para o convés com o meu Blackberry na mão. Quando eu chego ao convés, acho minha esposa circulando o iate no Jet Ski! Pelo menos ela está usando um colete salva-vidas! Com minha boca aberta, meu coração na minha garganta, eu olho para ela. Ela me vê no convés e deixando de lado uma das mãos, ela acena para mim com entusiasmo! "Coloque sua mão de volta!" Eu berro. Mas ela não vai me ouvir e se mantém acenando para mim, então eu finalmente dou um aceno duro para ela. Ela ainda faz os seguranças parecerem idiotas, presos no meio do mar esperando para ela terminar seu passeio divertido. Eu disco o Blackberry de Taylor. "Sim, Sr. Grey,” ele responde. "Taylor! O que diabos está a Sra. Grey fazendo no Jet Ski? " Pergunto com os dentes cerrados. "Uhm..." ele gagueja. "A Sra. Grey indicou que ela resolveu-o com você,” ele responde em um tom envergonhado. "Bem, ela não fez. Ela não deveria estar no Jet Ski, se eu não estiver nele com ela! Isso está claro?" "Perfeitamente, senhor,” diz ele. "Você mostrou-lhe como usá-lo? Como usar o freio? " "Sim, senhor, eu mostrei." "Eu estou tornando você o único responsável de trazê-la de volta em um pedaço saudável, se você valoriza o seu trabalho!" Eu berro e desligo. Eu corro para a sala de controle, e encontro o capitão.

"Eu preciso de um par de binóculos," eu digo estendendo minha mão. "É claro, senhor,” ele diz, e me dá o par que ele está usando. Corro para o deck de novo, e vejo o Jet Ski chegar à doca, e assisto Taylor ajudá-la para fora do Jet Ski e falar com ela. Uma vez que ela está totalmente em terra, eu ligo para seu Blackberry. Com os binóculos praticamente colados aos meus olhos, eu assisto ela pescar o Blackberry da bolsa que Taylor devolveu a ela, e atender o telefone. "Oi,” ouço sua voz, e apenas com esse simples saudação, o alívio me inunda. "Oi,” eu respondo. "Eu vou voltar de barco. Não fique furioso,” diz ela imediatamente, completamente me surpreendendo. Eu estava esperando que ela discutisse comigo, e seu tom de voz me pega de surpresa. Eu suspiro completamente boquiaberto. Incapaz de formar uma frase coerente, me encontro dizendo: "Hum..." "Foi divertido, entretanto," ela sussurra, completamente eufórica. Eu quero impedi-la de divertir-se? É a nossa lua de mel, e eu estou preso aqui, tentando resolver um problema do trabalho. Eu suspiro. "Bem, longe de mim impedir seu divertimento, Sra. Grey. Basta ter cuidado. Por favor,” eu respondo com alívio. "Eu vou! Alguma coisa que você queira da cidade?” Ela pergunta com uma voz alegre. "Só você, de volta, inteira." "Eu vou fazer o meu melhor para cumprir, Sr. Grey," ela diz. "Estou feliz em ouvir isso, Sra. Grey." "Nosso objetivo é agradar,” ela responde com uma risada, que me faz sorrir em resposta. Um dos melhores sons do mundo para mim é sua risada. Eu ouço outra chamada, e desta vez é Ros. "Eu tenho outra chamada. Laters, baby,” eu digo, odiando o fato de eu ter que desligar.

"Laters, Christian,” ela responde e eu mudo as linhas. "Sr. Grey? " "Ros..." "Eu liguei para atualizá-lo sobre o desenvolvimento, senhor. Mas, eu sei que você está em sua lua de mel, por isso vou recapitular o que é novo, e o resto será enviado para você. Dessa forma, você pode avaliar a cópia dos relatórios e ver tudo em preto e branco...” ela começa, e conta o que há de novo, e, basicamente, não muito. Quando eu desligo, eu ando de volta para o estúdio a bordo, e meu telefone vibra com um novo e-mail. ____________________________________________________________________ De: Anastasia Grey Assunto: Obrigado Data: 17 ago 2011 16: 54 Para: Christian Grey Por não ser muito ranzinza. Sua esposa amorosa. Xxx Acho que foi Taylor que teve que lidar com o peso do meu mau humor. Outro e-mail vem através, de Barney desta vez com relatórios preliminares. Olho para tudo rapidamente e, em seguida, volto para a mensagem de Anastasia e digito uma resposta para ela. ____________________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Tentando manter a calma Data: 17 Agosto 2011 16:58 Para: Anastasia Grey De nada. Volte inteira. Isto não é um pedido. X Christian Grey CEO & Marido superprotetor, Grey Enterprises Holdings Inc. ____________________________________________________________________

Passei a maior parte da tarde no telefone e no e-mail. Já tem várias horas desde Anastasia se foi, e que eu não a vejo. Acho que ouvi o barco chegar. Eu vou ao longo dos relatórios e entrevistas iniciais dos funcionários que foram interrogados. Meu BlackBerry toca. "Grey,” eu respondo, sem sequer verificar o chamante. "Welch aqui, senhor. Agora tenho a confirmação de que o ataque foi, de fato, criminoso." Mesmo que eu suspeitasse, eu sinto meu mundo desmoronar ao meu redor. Eu me sinto como se eu tivesse levado um soco. "Senhor?” Ele pergunta, após meu silêncio. "Eu estou ouvindo,” eu digo secamente. "Todas as entrevistas estão concluídas, e cada um dos funcionários que tinham acesso à sala do servidor está contabilizado. Há apenas uma pessoa sem o acesso, no vídeo, e essa pessoa nunca deveria estar lá. " "O que mais?" Pergunto com os dentes cerrados. "Isso é tudo o que tenho por agora, vou atualizá-lo quando a informação se tornar disponível, senhor. Esta é, porém, toda a informação que fui capaz de confirmar. " "Eu vou chamar você,” eu digo e desligo. De repente, sinto falta da minha esposa. Eu preciso encontrá-la e abraçá-la e amá-la. Eu estou enlouquecendo. E se... Eu não posso trazer o resto do pensamento... E se eles a pegarem para chegar até a mim? Gostaria de rasgar aquela pessoa em pedaços, membro por membro. Eu tenho que encontrar minha mulher! Eu faço o meu caminho para a nossa cabine. Eu a encontro segurando um pacote de presente. Eu olho para ela por um longo momento. Me lembrando que ela está aqui, em nossa cabine, perto o suficiente para eu tocá-la. Ela está aqui... Ela está aqui... Ela está aqui... Respire... "Você se foi há algum tempo,” eu digo com uma voz suave. Anastasia se assusta ao ouvir minha voz. Quando ela olha para mim, eu posso ver que ela está excitada com alguma coisa. Seu comportamento leva minha mente para distante dos eventos do dia, momentaneamente. Meus olhos estão sobre ela com intensidade total.

"Tudo sob controle em seu escritório?” ela pergunta timidamente. "Mais ou menos,” eu respondo, franzindo a testa com o aborrecimento de que isso está acontecendo bem na nossa lua de mel. "Eu fiz um pouco de compras,” ela murmura. "O que você comprou?" Eu pergunto. "Isso,” diz ela colocando o pé na cama, exibindo a sua nova tornozeleira. "Muito bonito," eu digo, caminhando até ela e sacudindo os sininhos pendurados na tornozeleira. Percebo a leve marca vermelha em seu tornozelo, e passo os dedos ao longo dela. Um arrepio percorre seu corpo. "E isso,” diz ela segurando uma caixa para mim. "Para mim?" Pergunto surpreso. Ela me comprou um presente. Ela acena com a cabeça timidamente. Tomo a caixa de suas mãos e sacudo. Eu sorrio tão amplo quanto possível. Minha baby pensou em mim. Faz-me sentir valorizado. Sento-me ao lado dela na cama, seguro o queixo de Anastasia e beijo-a. "Obrigado," eu digo, encantado. "Você não abriu ainda." "Eu vou amá-lo, qualquer que seja," eu digo olhando para ela, com os olhos brilhando em adoração. "Eu não recebo muitos presentes". "É difícil comprar coisas para você. Você tem tudo, Sr. Grey. " "Eu tenho você,” eu digo. Ela é o meu mais valorizado, amado e adorado presente. Eu rasgo imediatamente o papel de embrulho, e revelo a caixa. É uma câmera. "Uma Nikon?" Pergunto com uma expressão confusa. Por que ela quer que eu tenha uma câmera de nível profissional? "Eu sei que você tem a sua câmera digital compacta, mas isso é para... umh... retratos e semelhantes. Ele vem com duas lentes,” ela despeja de um só fôlego.

Por que uma câmera, entretanto? Eu pestanejo, completamente confuso. Eu não entendo o significado desse presente particular. "Hoje, na galeria você gostou das fotografias de Florença D'Elle. E eu me lembrei do que você disse no Louvre. E, claro, havia aquelas outras fotos,” diz ela engolindo, claramente referindo-se às imagens das subs que eu tirei. Porra! Eu paro de respirar. Meus olhos se arregalam. Ela quer que eu tire fotos dela. Fotos eróticas! Eu não posso fazer isso com ela! Ela é minha esposa. Isso seria fazê-la um objeto, e eu não posso... Eu não vou... Eu não posso fazê-lo. "Eu pensei que você poderia, umh... gostaria de tirar fotos de ... mim.” Merda! "Fotos. De você?" Pergunto boquiaberto. A caixa da câmera está esquecida no meu colo. Eu não sei o que dizer. Eu não posso nunca colocar minha esposa naquela posição. Aquelas imagens não foram para o prazer. Ela acena concordando com a cabeça em resposta, ela está ansiosa e nervosa. Ela olha para mim com suas pupilas dilatadas. Eu não sei o que dizer. Esta é a mulher que eu amo. Esta é a minha esposa. Eu não posso tirar fotos dela sem ter que me lembrar do porque eu ter tomado essas imagens antes. Ela é melhor do que isso... Eu engulo e olho para a câmera, completamente desorientado. Distraído, eu vejo meus dedos traçando as linhas da imagem da câmera na caixa. Eu preciso saber por que ela quer que eu faça isso. É porque ela acha que eu poderia preferir as subs? É porque ela acha que eu quero que ela seja assim? "Por que você acha que eu quero isso?" Eu pergunto, minha mente preocupada. "Você não quer?” Ela pergunta, preocupada. Eu tomo um suspiro profundo. "Para mim, imagens como aquelas têm sido geralmente uma apólice de seguro, Ana. Eu sei que eu tornei mulheres objetos por muito tempo,” eu digo. Eu não quero que minha esposa ache que eu quero torná-la um objeto. "E você acha que tirar fotos de mim é... uhm, me tornar objeto?” ela pergunta, seu rosto ficando branco como um fantasma.

Estou dividido. Eu não sei exatamente por que ela quer que eu tenha isso, mas o significado dessas fotos feitas por mim, não é algo que eu iria associar a minha esposa, o amor da minha vida. Eu levanto meus olhos. "Eu estou muito confuso,” eu digo, em um sussurro. Eu fecho meus olhos. Se eu fizer essas fotos de Ana, onde iria nos levar? O que isso diria sobre mim como marido? Eu sei que a posição submissa não é algo que Anastasia quer ser, e isso é o que as imagens representam. Quando abro meus olhos novamente, eu estou cauteloso e emoções cruas me atormentam por dentro. "Por que você diz isso?” Ela sussurra com pânico em sua voz. Por quê? Porque ela vai odiá-lo! Ela pode apenas querer fazê-lo, porque em sua mente, ela não é boa o suficiente para mim, ou ela acha que eu quero esta vida para ela. Mas na realidade o que ela não gosta, eu não quero. Eu não quero que ela faça algo para mim se não é o que ela quer. Essas coisas podem fazer com que ela fuja de mim, e eu nunca, nunca vou lhe dar essa chance. Não com ela! Mesmo que a porra da foda de punição que eu dei perdeu o controle, deixando-a marcada em todo seu corpo. Eu dou de ombros em resposta a sua pergunta, e não posso deixar de olhar para baixo, para as marcas de algema em seu pulso, debaixo da pulseira que eu comprei para ela. "Christian, estas não importam!” Diz ela levantando seu pulso. A pulseira desliza para baixo revelando as marcas vermelhas agora desaparecendo, e vê-las me apunhala uma vez mais por dentro. "Você me deu uma palavra segura. Merda! Ontem foi divertido!” Ela enfatiza. "Eu gostei. Pare de pensar sobre isso. Eu gosto de sexo rude, eu já lhe disse isso antes,” diz ela corando. Eu olho para o seu rosto, sua expressão, seus olhos, examinando seu significado. Que será que ela quis dizer com isso? Ou ela está apenas tentando acalmar meu ego. Eu não libero nenhuma das minhas emoções. "É sobre o incêndio? Você acha que ele está conectado de alguma forma com Charlie Tango? É por isso que você está preocupado? Fale comigo, Christian! Por favor!” Ela pede. Os tornados estão crepitando dentro de mim. Tempestades emocionais golpeando minhas costas, a minha sanidade mental. Sim! Eu estou fodido de medo de que alguém possa chegar a minha esposa, machucá-la, porque eles querem me machucar... Estou

com medo de que eu seja o único a machucá-la. Eu a machuquei, apenas ontem! E eu tenho tornado mulheres objetos. Eu não quero que minha esposa seja uma delas. Eu estou fodido de apavorado! Sou um homem acostumado a ter controle em tudo, e não ter nenhum controle sobre esses eventos é me apavorar. Estou preocupado até meus ossos com ela! Eu a amo tanto, eu não sei o que eu faria se alguém a machucasse! "Não pense demais sobre isto, Christian,” ela me repreende em tom calmo. Ela se aproxima do meu colo, e pegando a caixa, ela abre. Eu a vejo com os olhos passivos. Ela a segura em suas mãos, e eu estou hipnotizado por seus movimentos simples. Ela remove a tampa da lente, e aponta a câmera para mim. Ela pressiona o botão, e mantém-no pressionado. Eu posso ouvir o obturador capturando a minha imagem em rápida sucessão. Ela toma pelo menos dez fotos da minha expressão alarmada. "Eu vou fazer de você um objeto, então,” ela murmura, pressionando o botão do obturador novamente. Ela continua tomando minhas fotos até que a contração de um sorriso rasteja em meus lábios. Eu tento segurar o sorriso, mas ela continua a tomar minhas fotos. Eu finalmente decido posar para ela, e eu acho que um biquinho seria apropriado para um estado de espírito brincalhão. Ela tira uma foto minha, e ri. Sua risadinha levanta o meu humor. "Eu pensei que o presente era meu, Sra. Grey," eu murmuro em tom mal-humorado, brincando com ela. "Bem, mas acontece Sr. Grey, que esse presente era para ser divertido. Mas, aparentemente, é um símbolo da opressão das mulheres por você,” diz ela tirando fotos de distância. Ela se aproxima e tenta capturar uma imagem do meu rosto em extremo close up. "Você quer ser oprimida?" Murmuro, brincando com ela. "Não. Não oprimida,” murmura de volta para mim, continuando a tirar fotos. "Eu poderia oprimir você totalmente, Sra. Grey," eu a ameaço como um predador, com uma voz rouca. "Eu sei que você pode, Sr. Grey. E você faz, muitas vezes. " Oh, merda! Eu faço! Meu rosto cai. O que estou fazendo de errado com minha esposa? Sou um marido de merda? Anastasia abaixa a câmera, e apenas olha para mim, exasperada.

"O que há de errado, Christian?” Diz ela parecendo exacerbada. Eu balanço minha cabeça, indicando nada. Ela segura a câmera, alinhando o visor com seu olho, e começa a tirar fotos de novo. "Diga-me,” diz ela insistentemente. "Nada,” eu respondo, mas desta vez, eu varro a caixa da câmera para fora da cama, para o chão, com um movimento. Eu pego minha esposa e a empurro para baixo na cama. Sento-me montado nela, na minha posição favorita de cavalgar. "Hey!” Ela exclama, e continua a tirar mais fotos de mim. Eu pego a câmera pelas lentes, tirando-a de Anastasia, e virando-a, eu começo a tirar fotos dela. Eu pressiono o botão do obturador para baixo, e tiro sucessivamente um número incontável de fotos dela. "Então, você quer que eu tire fotos de você, Sra. Grey?" Pergunto em um tom divertido. "Bem, para começar, baby, eu acho que você deve estar rindo," eu digo e faço cócegas em minha esposa, em suas costelas, impiedosamente. Ela dá gritinhos e risos embaixo de mim. Ela tenta agarrar meu pulso em um esforço infrutífero para me parar. Eu adoro quando ela luta comigo. É uma das minhas fantasias. Quando ela se contorce sob mim, quando ela luta de volta, completamente me liga! Meu sorriso fica maior, e renovo os meus esforços em fazer cócegas nela enquanto tirando fotos. "Não! Pare! " Ela grita. "Você está brincando?" Eu rosno. Eu coloco a câmera ao nosso lado na cama, para que eu possa utilizar minhas duas mãos fazendo cócegas nela. "Christian,” ela engasga e ofega seu protesto, rindo. Eu nunca fiz cócegas na minha esposa antes, e isso é muito divertido tê-la embaixo de mim assim, rindo, rindo, lutando de volta, apenas feliz. Ela está tentando empurrar minhas mãos longe, mas estou firme. Eu sorrio para a minha esposa, e desfruto completamente seu alegre tormento. "Christian, pare!” Ela pede, e de repente eu paro. Eu pego ambas as mãos, e mantenho as para baixo, em ambos os lados de sua cabeça e apenas pairo sobre ela. Ela está ofegante, sem fôlego, e a forma como ela está agora, toda vermelha, e bagunçada e feliz, faz algo para mim. Eu estou excitado além da crença. Minha respiração está espelhando a dela. Eu amo essa mulher! Eu absolutamente a adoro! Inferno, eu quero adorá-la com o meu corpo!

"Você. É. Muito. Bonita." enuncio num tom ofegante. Ela olha para mim. Eu sou incapaz de me impedir, mas, me sinto atraído por ela. Quero me perder em minha esposa. Eu quero fazer amor com ela. Eu me inclino para baixo e fechando os olhos, eu a beijo, completamente seduzido. Eu libero as mãos, e os meus dedos se curvam em torno de sua cabeça e estão tecidos em seu cabelo. Enquanto eu a seguro suavemente no lugar, eu começo a beijá-la docemente, e com ternura. Eu a beijo longa e devotamente e acariciando-a. Mas ela move o seu corpo exigindo mais de mim; seus lábios e sua boca respondem ao meu beijo, completamente me desfazendo. Nosso beijo se transforma em um carnal, profundo e devorador. Minha língua mergulha em sua boca, tomando, buscando, capturando, invadindo, e possuindo-a completamente. Aspiro bruscamente e gemo. Ela é a minha perdição. Ela me altera de tal forma que eu sou completamente dela. "Oh, o que você faz para mim,” gemo, o meu sentimento é cru, e carnal. Quero afirmar que ela é minha, que sou dela. Eu rapidamente me movo, deitando em cima dela, pressionando-a contra o colchão, e sentindo-a por toda a parte, e fazendo-a me sentir, sentir meu pau pressionando contra seu sexo. Deixá-la saber o quanto eu a desejo. Quando eu toco seu queixo com uma mão, minha outra mão escova seu peito, cintura, quadril, seu corpo e suas nádegas. Eu a beijo carnalmente, devasso e empurrando minha perna entre as dela, e eu levanto seu joelho. O comprimento total da minha ereção está se esforçando para sair, lutando contra minhas calças, e sobre seu sexo. O jeito que ela suspira e geme em minha boca, eu engulo sua voz, bebendo-a, alimentando a minha própria fome por ela. O desejo que eu sinto por ela é esmagador. Eu preciso dela mais do que a minha próxima respiração agora. Não é apenas um desejo. É uma necessidade por ela. Eu não posso viver sem ela, sem estar dentro dela. Assim é como eu me comunico com ela. Assim é como eu expresso meu amor, minhas preocupações, meus desejos, meus medos, minha raiva, minha paixão, e todas as minhas emoções para ela. Este sou eu, Christian Grey, em bruto. Anastasia me beija com renovado abandono. Suas mãos entram em meu cabelo, puxando, segurando meu cabelo com força. Em um instante, eu paro, levanto, e a puxo para fora da cama, colocando-a de pé diante de mim, completamente atordoado. Eu desfaço o botão de seu short, e ajoelho rapidamente, puxando-o para baixo junto com a calcinha. E antes que ela possa inspirar sua próxima respiração, eu a jogo de volta para a cama, e desabotoando minha braguilha, eu afundo meu pau em seu sexo, sem qualquer preâmbulo. Se eu não fizer

isso, eu vou me perder. Ela grita com a sensação de plenitude, mas eu não posso parar. Minha respiração sibila pelos meus dentes cerrados. Eu mergulho meu pau dentro e fora dela repetidamente, e um "siim!" sibila de meus lábios perto de seus ouvidos. Eu mantenho ainda, meu pau enterrado dentro dela, marcando-a como minha, sentindo-a, conectando-me com ela na forma mais elementar. Eu saboreio a sensação do momento, e então giro os quadris uma vez e mergulho nela mais profundo, fazendo minha mulher gemer. "Eu preciso de você,” eu resmungo, a minha voz é rouca e baixa. Mas é também o me u apelo a ela, eu simplesmente não posso viver sem ela. Eu roço meus dentes sobre sua mandíbula, mordiscando e sugando ao longo do caminho. Então eu começo a beijá-la novamente, mais forte dessa vez. Anastasia envolve as pernas ao redor da minha bunda, me segurando e me puxando em direção a ela, segurando-me duro, moendo em mim, querendo me dar tudo o que pode, e tomar tudo o que puder. A sensação de sua submissão ao meu corpo é inebriante. Ela me tira da mente e corpo e eu começo a me mover em um primal, carnal, desesperado, louco, possessivo, e enlouquecedor ritmo. Eu empurro mais profundo, e mais para dentro dela, mas o que eu procuro é mais do que um alívio para os nossos corpos, mas também para os nossos medos, emoções, amor, desejos, e que conecte nossas almas de uma forma inseparável. Sinto os músculos de Anastasia apertando dentro, se envolvendo em torno de meu pau, ordenhando e puxando, dirigindo mais dentro dela. Nossa respiração é dura, e forçada, e profunda e difícil. Anastasia geme alto, ofegante, ela está chegando mais alto, mais longe, um gemido esmagadoramente carnal escapa de seus lábios, e ela está prestes a gozar. "Goze comigo, Ana," eu suspito e invisto em cima dela, empurrando-a para o precipício, e ela fecha os olhos, pronta para o orgasmo. "Abra seus olhos," Eu ordeno. "Eu preciso ver você," eu apelo com uma voz implacável, urgente. Seus olhos se abrem, se conectam com os meus. Meus olhos, escurecem e dilatam. Vendo-me desejá-la nas profundezas da minha alma, dirigindo-a com meu pau, empurrando-a em seu auge, ela grita sua libertação, enquanto seu orgasmo rola em grandes ondas longas. "Oh, Ana," eu grito, e gozo, martelando nela de novo e de novo, e despejando tudo o que tenho em jorros grossos na minha mulher; e, depois, parando e caindo sobre ela. Meus olhos estão fechados, e os meus braços em volta dela, eu agarro firmemente

minha esposa. Ela beija meu peito através da minha camisa. Eu posso sentir seu olhar sobre mim, mesmo que meus olhos estejam fechados. Eu a amo, e estou loucamente apavorado de que alguém está lá fora, que pode ser capaz de machucá-la. "Diga-me, Christian, o que há de errado?” Ela pergunta com uma voz suave, ansiosa. Eu não digo nada. Como posso expressar meus medos? Como posso dizer em palavras quão profundo é o meu amor por ela, e como é grande o abismo que segura os meus medos? Eu não posso dizer com palavras. Tenho medo de que se eu digo em voz alta, eles podem se tornar realidade. Eu não posso nunca correr esse risco. Tortura e agonia me inundam de novo. Eu só a seguro em meus braços com força, e inalo o cheiro dela, mantendo meu pau dentro dela, tentando senti-la de toda maneira que eu puder. Ela é o meu lugar seguro. Ela é minha casa. Ela é tudo. Ela é o meu sol. Ela é a minha vida. Christina Perri – Arms

LAR DOCE LAR
CAPÍTULO XIV
Tradução: Neusa Reis

Anastasia espera que eu explique a minha preocupação, mas eu não consigo encontrar as palavras para expressá-la. Tudo o que posso fazer é segurá-la, com tudo que eu tenho; nunca deixá-la ir. Ela toma uma respiração profunda e começa a recitar seus votos de casamento. "Eu dou a você minha promessa solene de ser sua parceira fiel, na saúde e na doença, de ficar ao seu lado nos momentos bons e ruins, de compartilhar sua alegria, bem como sua tristeza”, ela recita em um murmúrio. Ouvir seus votos me congela no lugar, me desarmando. “Eu prometo amar você incondicionalmente, apoiá-lo em seus objetivos e sonhos, honrar e respeitar você, rir com você e chorar com você, partilhar minhas esperanças e sonhos com você, e lhe trazer conforto em momentos de necessidade”. Estou sem palavras e incapaz de responder ou mover um membro. Acabei de ouvir a sua recitação fervorosa dos votos que ela escreveu para mim com os olhos arregalados, assustados, preocupados, ansiosos e agitados, mesmo. Meus lábios se partem, mas as palavras não saem. Ela continua dizendo o resto de seus votos, me lembrando o que ela prometeu fazer como minha mulher, e parceira da vida. "E, cuidar de você enquanto nós dois vivermos,” ela diz, e suspira olhando para mim com olhos de sondagem.

"Oh, Ana," eu sussurro e me movo; nosso contato físico se quebra. Nós apenas estamos deitados lado a lado. Eu olho maravilhado para minha esposa. Ela está tentando fazer tudo que pode para ser a esposa que ela prometeu ser... e eu estou no meu esforço para protegê-la, descarrilando suas tentativas, talvez sem querer. Estou impressionado com ela. Eu acaricio seu rosto delicadamente com as costas de meus dedos. O que posso dizer em resposta a isso, para lembrar o que eu tinha prometido a ela? Só que eu também estou levando o meu trabalho como seu marido e seu protetor, muito a sério... Ela tem que saber disso. Ela deve saber isso! Eu começo sussurrando meus votos com uma voz rouca, embalada com todos os meus medos, amor e devoção por ela, para lembrar o que eu prometi e que ela é muito importante para o meu coração. "Eu solenemente juro que vou proteger e manter e cuidar carinhosa e profundamente, no fundo do meu coração, a nossa união e você. Eu prometo te amar fielmente, abandonando todas as outras, durante os bons e maus momentos, na doença ou na saúde, independentemente de onde a vida nos leve. Eu vou lhe proteger, confiar em você, e respeitá-la. Vou compartilhar suas alegrias e tristezas e consolá-la em momentos de necessidade. Eu prometo cuidar de você e manter suas esperanças e sonhos e mantê-la segura a meu lado. Tudo o que é meu, agora é seu. Eu lhe dou minha mão, meu coração e meu amor a partir deste momento, enquanto nós dois vivermos.” Lágrimas começam a escorrer dos olhos de Anastasia. Eu não quero preocupar minha esposa, mas por não falar com ela, eu a estou machucando. Eu não sei o que fazer. Eu olho para Anastasia com todo o meu amor e com a luta dentro de mim. "Não chore,” eu sussurro, enquanto eu limpo suas lágrimas. "Por que você não fala comigo? Por favor, Christian,” ela implora para mim. Eu fecho meus olhos em agonia. Como posso fazer isso quando meu primeiro instinto é protegêla de tudo, blindá-la mesmo do próprio mundo? Aqui, ela está me pedindo para expô-la a eles. "Eu jurei que iria lhe trazer consolo em tempos de necessidade. Por favor, não me faça quebrar meus votos,” ela pede ainda mais. Fazê-la romper seus votos é a coisa mais distante da minha mente; por isso, com dificuldade eu decido contar a ela. Eu suspiro, abro meus olhos cautelosamente, assustado, desolado: "É incêndio criminoso," eu consigo dizer. Seus olhos se arregalam com minha resposta. "E a minha maior preocupação é que eles estão atrás de mim. E se eles estão atrás de mim...” Eu paro e fecho meus olhos. Tenho medo de que, se eu disser isso em voz alta, pode se tornar realidade. Eu não posso dar essa chance. Mas ela termina meus pensamentos.

"... eles poderiam me pegar,” diz ela em um sussurro. Ouvir isso em voz alta, de seus lábios, me faz estremecer. Ela acaricia meu rosto para aliviar meus medos. E de alguma forma o seu toque me amolece por dentro. "Obrigada,” diz ela. Eu sulco minhas sobrancelhas para ela. Ela está me agradecendo porque ela está em perigo? Será que ela não valoriza a vida dela? "Por quê?" "Por compartilhar isso comigo,” ela responde. Bem, ela é a mestra de arrancar informação. Eu balanço minha cabeça, e pela primeira vez, desde a confirmação do incêndio, eu tenho o fantasma de um sorriso nos lábios. "Oh, Sra. Grey; você pode ser muito persuasiva." "E você pode aninhar e internalizar todos os seus sentimentos e se preocupar até a morte. Você provavelmente vai morrer de um ataque do coração, antes que você tenha quarenta anos, e eu quero você por perto por muito mais tempo do que isso,” diz ela. "Sra. Grey, você será a minha morte. A visão de você sobre esse Jet Ski quase me deu um ataque cardíaco!" Eu digo a ela, e eu desabo, de costas na cama, cobrindo meus olhos com os braços. Não é apenas o Jet Ski. É o jeito que ela desconsidera a maior parte de tudo que eu lhe peço para não fazer, pensando em seu bem-estar, mas sendo Anastasia, ela não escuta. Eu tenho uma dor constante dentro de mim... Estou num dilema com ela. Por um lado, todas as suas travessuras me dão vida, mas por outro lado, elas me preocupam até a morte. Veneno e antídoto em um pacote bonito, isto é Anastasia. "Christian, é apenas um Jet Ski. Você pode imaginar como vai ser como quando nós visitarmos o seu lugar em Aspen e eu for esquiar pela primeira vez,” ela pergunta. É o nosso lugar, pelo amor de Deus, e ela nunca vai esquiar se eu puder impedir! Ela pode ler o horror no meu rosto. "Nosso lugar,” eu finalmente consigo murmurar. Ela continua como se ela não me ouvisse. ”Eu sou um adulto, Christian, e muito mais resistente do que pareço. Quando é que você vai aprender isso?" Eu não sei se eu posso superar algum dia esse medo? Ela é a pessoa mais importante que já existiu para mim. Como posso conscientemente permitir que ela esteja em

qualquer tipo de perigo? Se eu disser qualquer coisa sobre esse fato, ela vai discutir comigo. Minha boca se afina em resposta, mas sem dizer nada, eu apenas encolho os ombros. "Então, sobre o fogo. A polícia sabe sobre o incêndio criminoso?” ela pergunta. "Sim,” eu digo com uma expressão séria. "Bom,” ela responde. Agora seria um bom momento para informar-lhe da segurança adicional. "A segurança vai ficar mais apertada,” eu digo calmamente, esperando oposição. Mas ela responde com: "Eu entendo,” então olha de cima a baixo para minhas roupas. "O quê?" Pergunto distraidamente. "Você". "Eu? Eu o quê? " "Sim, você ainda está vestido,” diz ela. Eu olho para as minhas roupas lembrando o desejo compulsivo que eu tive de me enterrar nela. "Oh," eu respondo divertido, e, finalmente, obtenho um sorriso dela. "Sra. Grey, você sabe como é difícil para mim manter minhas mãos longe de você, especialmente quando você está rindo como uma colegial.” Ela imediatamente se move, e me escarancha. Quando ela levanta as mãos, eu imediatamente entendo que ela quer me fazer cócegas. Eu rapidamente agarro seus pulsos, e a impeço. Eu não posso suportar receber cócegas. "Não,” eu digo a ela com firmeza. Ela fica amuada, seus sentimentos feridos. Anseio por Ana me tocar sempre que pode, mas é tudo muito novo, e eu ainda não posso suportar receber cócegas. Eu não sei como eu reagiria. Lutar ou fugir. Eu não quero esse tipo de gatilho associado com Ana. "Por favor, não,” eu digo em um sussurro. ”Eu simplesmente não ia poder suportá -lo. Eu nunca recebi cócegas quando criança,” eu digo, e ela relaxa as mãos, em um gesto para me deixar saber que ela não vai me fazer cócegas.

"Eu costumava olhar Carrick com Mia e Elliot fazendo cócegas neles e parecia um monte de diversão, mas eu nunca pude... Eu...” Eu sou incapaz de admitir, incapaz de enfrentar esses medos ainda. Anastasia coloca seu dedo indicador sobre meus lábios de forma eficaz e felizmente me silenciando. "Calma, eu sei...” ela murmura, e suavemente beija meu lábio, e depois se enrola no meu peito, onde eu era incapaz de segurá-la no começo. Agora é um sentimento bemvindo. Meus braços abraçam-na com força, e eu enterro meu nariz em seu cabelo, inalando seu perfume. Eu a acaricio de volta suavemente, suavemente, tranquilizandoa. Ficamos deitados assim por um longo tempo. Eu não posso ter o suficiente dela. Ela finalmente me faz a pergunta que foi se formando em sua cabeça. "Qual foi o maior tempo que você ficou sem ver o Dr. Flynn?" "Duas semanas. Por quê? Você tem um desejo insuportável de me fazer cócegas?" Eu pergunto. "Não,” ela ri. ”Acho que ele ajuda você,” diz ela. Eu faço um barulho muito não cavalheiresco. ”Ele deveria, eu pago bastante." Mas agora ela me deixou curioso. Ela está preocupada comigo? De repente, é muito importante para mim descobrir. Eu gentilmente puxo o cabelo dela, fazendo-a me encarar. Estamos olho no olho; nossos olhares se encontram. Eu quero saber exatamente o que ela sente. Eu quero desesperadamente saber que ela se importa comigo. "Você está preocupada com meu bem-estar, Sra. Grey?" Pergunto em um tom suave. "Toda boa esposa está preocupada com o bem-estar de seu amado marido, Sr. Grey," ela brinca comigo. Mas suas palavras são calmantes para minha alma. "Amado,” eu sussurro, sem poder esconder o meu desgosto. Eu quero muito ser o seu amado, mas eu não consigo superar o sentimento de ser indigno do amor. "Muito, muito amado,” ela responde, e me beija. Eu me perco nela e em nosso momento particular. "Você quer ir a terra para comer, Sra. Grey?" Eu pergunto. "Eu quero comer onde quer que você fique mais feliz,” ela responde com firmeza. "Bom, isso está resolvido, então,” eu digo sorrindo. ”A bordo do navio é o lugar onde eu posso mantê-la segura. Obrigado por meu presente, baby,” eu digo pegando a

câmera e segurando-a, eu tiro fotos de nós dois depois que todas as minhas merdas, meu maiores medos estão desnudados. "O prazer é todo meu,” responde Anastasia, e eu encontro meu lugar feliz, mais uma vez: nos braços de minha esposa. ****❦ ♡ ❧***** Anastasia e eu jantamos a bordo, mas ela está estranhamente quieta, sua mente está em um lugar distante. "No que você está pensando?" Pergunto em um tom suave, interrompendo seus devaneios enquanto eu tomo um gole de meu café depois do jantar. "Versailles,” ela responde. Sim, nós tivemos um monte de diversão lá. "Faustoso, não era?" Eu rio. Ela olha ao redor do Fair Lady, confundindo o que estava implícito. "Eu não estou falando sobre o Fair Lady. Isso dificilmente pode ser chamado de fausto.” "Eu sei, mas ainda assim é encantador. A melhor lua de mel que uma garota poderia querer,” diz ela. "Sério?" Pergunto surpreso. Estou muito satisfeito de ouvir que ela gostou da nossa lua de mel, apesar do telefonema do meu trabalho, do incêndio, da foda de punição, dos chupões... Eu estou feliz que eu fiz a coisa certa. "Claro que é." "Só nos restam mais dois dias. Existe alguma coisa que você gostaria de ver ou fazer?" "Eu só quero ficar com você,” ela sussurra. "Bem, você poderia ficar sem mim por cerca de uma hora? Preciso checar meus e-mails, descobrir o que está acontecendo em casa.” "Claro,” diz ela em um tom brilhante, que ela reserva para quando ela quer esconder sua decepção. De certa forma, sua resposta me faz feliz. Estou feliz que ela quer passar mais tempo comigo, e até mesmo uma hora de distância de mim, é tão difícil para ela quanto para mim. "Obrigado pela câmera, baby,” eu digo e faço o meu caminho para o escritório a bordo.

Eu ligo meu laptop no escritório, e começo a olhar os meus e-mails. Até agora, não houve nada de novo. Welch me informa que eles compartilharam as evidências que sua equipe recolheu com a polícia, mas ele não está convencido de que isso vai ser resolvido rapidamente. Ele não está feliz com o progresso lento. Eu pego o meu Blackberry e disco o número dele. Welch responde ao primeiro toque. "Sr. Grey? " "Welch, qual é o problema com o departamento de polícia?" "Não há nenhum problema com o departamento de polícia, Sr. Grey. Mas eu tenho preocupações que eu não queria expressar todas em um e-mail. Desde que você é o segundo maior contribuinte no estado de Washington, o departamento de polícia se verá obrigado a fazer tudo dentro das normas e, lentamente, para que eles não deixem espaço para erro. Mas tempo não é algo que nós temos,” diz ele, espelhando minhas preocupações. "Por que você diz isso?" Pergunto com uma voz mal controlada. "Eles têm que passar por todas as provas, e estabelecer sua própria conclusão. Enquanto isso, vamos esperar. Agora sabemos que esta é a segunda tentativa; eu coloco minha reputação em jogo ao afirmar que é o mesmo criminoso. Primeiro Charlie Tango, e agora a Grey House. Nossa segurança não estava cuidando de Charlie Tango - era a segurança do aeroporto, mas esta é a nossa casa, por assim dizer...” diz ele, e eu o cortei. "Nós dois sabemos que o criminoso conseguiu se desviar da nossa segurança em nosso próprio território, em nosso próprio quintal! Então me diga Welch, onde é seguro? Eu estou tornando os recursos disponíveis para você encontrar esse filho da puta! Faça o que for preciso, ou que Deus me ajude, eu vou ter suas bolas em um prato! " Eu berro e eu posso senti-lo estremecer. "Eu entendo," ele murmura com uma voz firme. "Diga-me de uma vez por todas: o que você precisa para pegar esse filho da puta? Você está com pouco pessoal, você não tem provas suficientes para identificar nada, nem conhecimento suficiente? Que porra vai levá-lo a identificar e encontrar esse idiota? " Eu assobio entre os dentes cerrados. "Como chefe de sua equipe de segurança, eu gostaria de sua permissão para trazer Pella. Como você sabe, senhor, ele é muito caro."

"Eu pensei que ele só investigasse incidentes relacionados com aeronaves,” eu digo recostado na minha cadeira, enfiando a mão pelo meu cabelo, exasperado. O couro da cadeira protesta com o meu impulso forte. "Não, senhor, Pella tem as mãos em todos os tipos de assuntos, mas ele não gosta de tornar isso conhecido. Há uma razão pela qual os principais caras aposentados das ‘ops’ especiais (N.T. OPS - As forças especiais, ou Forças de Operações Especiais são unidades militares altamente treinadas para executar missões não convencionais, muitas vezes de alto risco.) daria seu braço direito e uma perna para trabalhar para ele, mas, novamente, isto desvirtuaria o objetivo. Mas eu discordo... Eles estão todos de boca fechada, é claro, mas uma das minhas fontes sussurrou em meu ouvido que ele fornece até mesmo serviços para os governos para investigar assassinatos, seqüestros, o que você pensar...” diz ele baixando a voz. "E você sabe disso como?" "Eu prefiro não revelar minhas fontes, senhor. Código tácito de conduta. Mas eu sei que é verdade...” "Por que ele iria investigar para os governos? Claramente eles teriam mais recursos do que ele tem,” eu digo, momentaneamente intrigado.
"A política clandestina... Negação plausível... O que você quiser... (N.T. Negação plausível é um termo criado pela CIA durante o governo de Kennedy para descrever o poder que a instituição tem para negar qualquer envolvimento com escândalos durante a sua administração. Em uma negação plausível, todo escândalo ocorre por conta do agente, livrando os superiores da culpa pelo incidente.) Ele tem amigos em todos os governos. É um mistério, para não mencionar uma fonte de inveja, como ele faz amigos poderosos. Desta forma, os governos podem manter as mãos limpas. E ele pode entrar e sair da porra de qualquer país, sem medo, como se fosse dono do maldito lugar, investigando como uma sombra, e chegar a resultados,” ele diz com fervor.

"Como é que ele consegue fazer isso?" "Porque, de algum modo, ele tem homens e recursos, em todos os lugares, e inigualável senso de rastreamento de qualquer coisa com pouco ou nenhum vestígio. Ele não vai sujar as mãos, mas eu nunca ouvi falar de alguém que possa recolher provas, juntar as peças do quebra-cabeça e chegar a resultados onde outros falharam, com uma tão estranha competência. E ele sempre define suas próprias regras.” "Você está tentando dizer que você falhou?" Pergunto com a raiva crescendo em mim.

"Não, senhor. Eu estou te pedindo para trazer o melhor. A polícia vai retardar a investigação, e precisamos de resultados, como na semana passada! Eu usei todas as minhas fontes para chegar até ele, mas até mesmo as forças de elite estão de boca fechada quando se trata dele; é como se ele tivesse selado sua lealdade. Ele não faz um monte de amigos, e ele é extremamente leal aos poucos amigos que ele faz, e ele parece pensar em você como seu amigo! Ele pode ser persuadido a vir uma segunda vez. Ele pode mesmo ser capaz de encontrar laços entre a sabotagem de Charlie Tango com o incêndio criminoso, onde a polícia ou eu não conseguimos fazer a conexão. Ele pode perceber os laços e localizar evidências e fazer conexões a partir da investigação inicial de Charlie Tango que ele completou.” "Tudo bem! Consiga-o! " "Sim, senhor. Eu vou conseguir a palavra dele.” "Mais alguma coisa?" "Isso é tudo o que tenho por agora, senhor. Eu vou atualizá-lo tão logo se verifique qualquer alteração na investigação, ou se eu ouvir uma palavra do meu contato, sobre Pella.” "Faça-o rápido. Caso contrário, são as suas bolas, Welch!" "Sim, senhor,” responde ele, solenemente, e eu desligo. A exasperação se derrama em cima de mim. Eu não gosto nada de estar fora do meu controle: pessoal, ou de negócios. Eu farei tudo em meu poder para recuperar o controle de volta na minha vida. O pensamento de que há um maníaco lá fora, que está atrás de mim, possivelmente atrás de minha esposa ou até mesmo da minha família, está me levando à loucura! Eu tomo uma respiração profunda, enquanto eu me levanto e atravesso o comprimento do local, e então eu saio do escritório para encontrar minha esposa. Vejo Anastasia vindo me encontrar no convés. Ela vê minha cara antes que eu possa colocar a máscara impassível no lugar e ela silenciosamente caminha para o meu abraço. Envolvo os braços sobre ela e abraço-a apertado por vários minutos até que o sentimento de desamparo desapareça. ****❦ ♡ ❧***** "Não! Não, Christian! Não vá! "

Eu acordo no escuro com Anastasia se debatendo na cama, falando em seu sono, nervosa. Ela está com falta de ar, como se alguém a estivesse sufocando, tendo um ataque de pânico! "Hey," eu sussurro suavemente para não assustá-la. Ela está preocupada e seu pânico me deixa fora de mim. Eu tenho que ter muito cuidado com as informações que eu compartilho com ela a partir de agora. Eu não quero que ela tenha esses pesadelos. Tem que ser o meu fardo para carregar, não o dela. "Oh, Christian,” ela murmura. Eu posso ouvir seu coração vibrando, e sua angústia me quebra. Eu envolvo meus braços em torno dela. Eu sinto o grande fluxo de lágrimas no meu braço. "Ana, o que é?" Eu pergunto, acariciando seu rosto, tentando consolá-la e acalmá-la. Oh, meu Deus! Sua angústia me atormenta por dentro, me rasgando. "Nada. Apenas um pesadelo bobo,” ela sussurra. Eu beijo sua testa, as bochechas manchadas de lágrimas, e a borda de seus lábios, suavemente. "Apenas um sonho ruim, baby,” eu digo, prometendo guarda-la e protegê-la de qualquer coisa que possa desencadear essa reação de novo. “Eu tenho você. Eu vou mantê-la segura.” Ela aconchega a cabeça na dobra do meu braço, inalando meu cheiro profundamente. Eu a abraço forte, aninhando-a em meus braços e entre minhas pernas. Eu prendo Anastasia em meus braços, não conseguindo dormir por bastante tempo. Ela adormece novamente, mas permanece inquieta para o descanso da noite, e, finalmente, eu também caio em um sono perturbado, inquieto. ****❦ ♡ ❧***** Levanto-me cedo novamente. Chamar o último par de noites de inquietas seria o eufemismo do ano. Anastasia tinha apenas pesadelos, arisca, chorando e falando em seu sono, constantemente preocupada. Não ter sido capaz de espantar suas preocupações está silenciosamente me levando à loucura. Quem está fazendo isso para mim, para minha esposa, vai ter que pagar por isso, uma vez que eu o alcance! Eu rapidamente tomo meu banho, me seco e coloco minha bermuda jeans com a minha tshirt cinzenta. Pegando meu Blackberry, eu ando lentamente para fora da cabine, e vou para o escritório. Eu disco o telefone de Welch. "Uhm... Bom dia, Sr. Grey. Desculpe, eu não tenho certeza qual é a hora na França agora,” diz ele pedindo desculpas.

"São 5:18h da manhã,” eu respondo. "Está tudo bem?” Pergunta ele alerta. "Você ouviu alguma coisa sobre Pella?" Eu pergunto, ignorando sua pergunta. "Na verdade eu ouvi. Eu ia esperar por um momento adequado para chamá-lo, senhor.” "E ?" "Ele está atualmente em Londres, mas o mais cedo que ele pode estar em Seattle é terçafeira,” ele responde. "Terça... Tudo bem,” eu respondo. Eu posso viver com isso. ”Nada de novo com a investigação policial?" "Não, senhor. Apenas o laboratório criminal veio e polvilhou novamente, mas eu duvido que eles vão encontrar algo de novo.” (N.T. As impressões digitais são revestidas com pó, depois levantadas e levadas para identificação em laboratório) "E os servidores? Barney reencaminhou a sala do servidor para o armazenamento de dados externo?" "Sim, senhor, isso já foi feito. Mas isso é apenas uma solução temporária. Quando Pella e sua equipe concluírem o seu trabalho aqui na sala do servidor, teríamos que voltar a usá-la. Temos proteção permanente no armazenamento de dados externo 24/7, mas usar nossos próprios servidores aqui no local ainda seria o mais seguro.” "Eu concordo. Vejo você na segunda-feira, então," eu digo desligando. Eu me sirvo de uma taça de vinho para acalmar, mesmo que seja muito cedo. Eu volto para a cabine. Eu pego uma pequena poltrona estofada e trazendo-a para o lado da cama em silêncio, eu começo a olhar Anastasia. Seu sono é inquieto. Eu a olho por horas. Ela está falando em seu sono mais uma vez. Algumas palavras são ininteligíveis. Mas algumas outras são bastante claras: "Christian...” ela murmura em seu sono. A pronúncia do meu nome é embalada com preocupação e ansiedade. ”Eu estou com medo... Não o machuque!" Porra! Ela está tendo um pesadelo sobre mim.

"Shhh..." Eu murmuro docemente em um sussurro. Ela geme e se vira na cama. Suas mãos, instintivamente, vão para o meu travesseiro e ela sente minha ausência. Imediatamente, em pânico, ela se agita e acorda. Respirando com dificuldade, ainda sob os efeitos de seu pesadelo, ela procura em volta da cabine por mim. Eu coloco o copo de vinho para baixo, de imediato, e rapidamente me movo e me estico ao lado de Anastasia. "Ei, não se preocupe, baby. Tudo está bem,” digo suavemente, em um tom calmante. Seus olhos estão arregalados, quase aterrorizados. Eu acaricio seus cabelos carinhosamente, afastando-os para longe de seu rosto, e esse é o único lugar em que eu a toco, para não assustá-la. Sentindo minha presença calmante, ela se tranquiliza imediatamente. Eu tento colocar minha máscara impassível, mas a ansiedade é tão grande, que não consigo. Meus olhos permanecem largos, e cheios de preocupação. "Você tem estado muito nervosa nos últimos dois dias,” murmuro. "Eu estou bem, Christian,” ela diz e sorri largo; o sorriso que ela reserva para quando ela quer esconder seu medo e tensão. Ela não pode me enganar. Estamos ambos tentando proteger um ao outro de nos preocuparmos. Mas é o meu trabalho afastar todos os pesadelos. Não trabalho dela. Dor, preocupação, ansiedade está tudo escrito sobre seus olhos. "Você estava me observando dormir?” ela pergunta. "Sim...” eu respondo, meu olhar fixo no dela, estudando seu rosto.” Você estava falando." "Oh,” ela fala, em tom preocupado com o que ela poderia ter revelado. "Você estava preocupada,” eu sussurro. Sua angústia me enche de preocupação. Está gravado no franzido do seu rosto. Eu me inclino e beijo sua testa entre as sobrancelhas. "Quando você franze a testa, um pequeno V se forma bem aqui. É macio para beijar. Não se preocupe, baby, eu vou cuidar de você.” "Não sou eu que estou preocupada, é você. Quem está cuidando de você?" Ela geme. Sua angústia me preocupa, mas também puxa as cordas de meu coração. Minha esposa me ama profundamente, o suficiente para ter pesadelos, com medo por mim. Sorrio para ela num tom de admoestação. ”Eu sou grande o suficiente e feio o suficiente para cuidar de mim." Eu seria um maldito se o último dia de nossa lua de mel fosse ser

lembrado por essas memórias ruins. Eu tenho que fazer alguma coisa para mudar isso. Algo divertido. Algo que ela queira fazer... Já sei! "Venha. Levante-se. Há uma coisa que eu gostaria de fazer antes de ir para casa,” eu digo, rindo amplamente. Ela olha para mim surpresa, e eu dou uma palmada em sua bunda deliciosa. Ela grita em resposta, mas se levanta. Eu a ponho devidamente banhada, devidamente vestida e alimentada com o café da manhã. Finalmente, conseguindo colocar coletes salva-vidas em nós dois, eu a levo para o Jet Ski. Ela me olha, completamente perplexa. Prendendo a chave do Jet Ski no pulso dela, eu olho para ela com expectativa. Ela pisca com surpresa, seus olhos se arregalam. "Você quer que eu dirija?” Ela pergunta incrédula. "Sim,” eu sorrio de sua resposta. “Isso não está muito apertado?" "Está tudo bem. Oh ... É por isso que você está vestindo um colete salva-vidas?” ela pergunta levantando uma sobrancelha interrogativa. "Sim,” eu digo sorrindo. Ela ri da minha resposta. "Que confiança em minhas habilidades de condução, Sr. Grey,” diz ela com sarcasmo. "Como sempre, Sra. Grey," eu respondo. "Bem, não me ensine,” ela previne. Eu levanto minhas mãos em um gesto defensivo, ainda sorrindo como um idiota. "Será que eu ousaria?" Pergunto em um simulado tom magoado. "Sim, você faria, e sim, muitas vezes você faz, e não podemos ficar parados e discutindo na calçada aqui,” ela me lembra, colocando as mãos nos quadris. "Ponto bem defendido, Sra. Grey. Será que vamos ficar nesta plataforma durante todo o dia debatendo suas habilidades de condução ou vamos ter um pouco de diversão? " "Ponto bem defendido, Sr. Grey. Vamos nos divertir,” diz ela segurando o guidão do Jet Ski. Ela coloca-se no assento, e eu subo atrás dela, chutando-nos longe do iate. Posso notar que Taylor e dois marinheiros estão nos assistindo, provavelmente pensando que o maníaco por controle Christian Grey deve ter perdido a cabeça para deixar sua esposa dirigir o Jet Ski. Todos parecem divertidos. Eu sigo em frente e envolvo meu corpo em torno de Anastasia, tão perto quanto possível. Nem mesmo o ar pode passar entre nós.

"Pronto?” ela grita para mim acima do ruído do motor do jet ski. "Como eu sempre estarei,” eu digo em seu ouvido. Anastasia aperta lentamente as alavancas, atrás das barras das mãos, para aumentar sua velocidade. Nós lentamente nos afastamos do Fair Lady. Anastasia aperta as alavancas mais forte e o Jet Ski, com a gente em cima, salta para frente. "Whoa! Ana!" Eu grito, mas eu também estou excitado. Estamos reafirmando a vida juntos, e é delicioso! Anastasia ganha velocidade passando o Fair Lady em direção ao mar aberto. Estamos do lado de fora do Port de Plaisance de Saint-Claude-du-Var, e do Aeroporto Nice Cote d'Azur. Anastasia, por alguma curiosidade bizarra, dirige o Jet Ski para os aeroportos construídos quase no Mar Mediterrâneo. O Jet Ski se move pulando sobre as ondas, como uma rocha habilmente jogada na água. Eu posso sentir a emoção que Anastasia está experimentando. Ela está no sétimo céu!

"Da próxima vez que fizermos isso, teremos dois jet skis,” eu grito por causa do barulho. Eu posso sentir seu sorriso de resposta, sabendo que eu vou deixá-la fazer algo que considerava perigoso apenas ontem. O extremamente alto rugido de um motor de um jato se aproximando de repente, assusta Anastasia e, em vez de aliviar o acelerador, ela aumenta. "Ana,” eu gerencio para gritar enquanto nós dois somos catapultados para fora do Jet Ski com nossos braços e pernas agitando no ar, nas águas mais frias do Mediterrâneo. A última coisa que eu ouço é o grito dela, enquanto ela mergulha na água em um mergulho grande. Graças ao seu colete salva-vidas, ela ressurge quase imediatamente, mas ela está tossindo e cuspindo água do mar, e olhando ao redor para me encontrar. Estou catapultado para longe dela, mas eu nado para Anastasia, ansioso para ter certeza que ela está bem. O Jet Ski está a poucos metros de distância, silenciosamente flutuando na superfície.

"Você está bem?" Pergunto numa completa explosão de pânico. "Sim,” ela coaxa, sua garganta está, provavelmente, ainda queimando pela água do mar que ela engoliu. Alívio me inunda imediatamente, e eu a agarro e seguro, abraçando-a com força contra o peito, enquanto meu coração está batendo como um tambor da selva. Em seguida, inclinando-me para trás, eu verifico seu rosto para ver se ela está realmente bem. "Veja, Christian, não foi tão ruim!” Diz ela rindo. Sim, ela está bem. "Não, eu acho que não foi. Só que eu estou molhado,” eu gemo, em tom brincalhão. "Estou molhada também,” ela guincha. "Eu gosto de você molhada,” eu digo, cobiçando-a. "Christian,” ela me repreende, maliciosamente. Eu sorrio o mais amplo possível, e inclinando-me, eu beijo minha esposa com tudo que eu tenho. Nós não paramos de nos beijar até que ambos estejamos sem fôlego. Porra! Agora, eu estou pegando fogo para minha esposa. Talvez eu possa fazer algo sobre isso no chuveiro. "Vem. Vamos voltar. Agora, temos de tomar banho. Eu vou dirigir,” digo antes de montar o Jet Ski novamente. ****❦ ♡ ❧***** Enquanto nós nos sentamos na Sala de Espera da Primeira Classe da British Airways no Aeroporto de Heathrow, em Londres, estamos esperando o vôo de conexão para Seattle. Enquanto eu estou lendo o Financial Times, ouço o barulho do obturador de uma câmera. Eu levanto os olhos e sorrio para Anastasia. Ela está tentando chamar a minha atenção? Ela está olhando para minha camisa de linho branco e calça jeans, e seus olhos se concentram em meus óculos de aviador dobrados dentro do V da minha camisa aberta. "Como você está, Sra. Grey?" Eu pergunto. "É triste ir para casa. Eu gosto de ter você todo para mim.” Eu sorrio para ela em resposta, segurando a mão dela, eu levanto-a para os meus lábios e beijo seus dedos. Eu adoraria ter mais tempo a sós com ela, mas eu não posso afastar minha mente para longe do criminoso e que ele deve ser capturado para que possamos ter qualquer tipo de paz.

"Eu também,” eu respondo. "Mas?” ela diz erguendo as sobrancelhas. "Mas?” eu repito, mas eu não soo convincente para ela. Ela inclina a cabeça para o lado em seu novo olhar interrogativo, cavando por mais informações. Eu tenho que trabalhar mais no meu olhar impassível, se eu quero fazê-la acreditar. Eu suspiro. ”Eu só quero este incendiário capturado e fora de nossas vidas,” eu digo finalmente. "Oh," ela responde, entendendo a minha preocupação. "Eu vou ter as bolas de Welch em um prato, se ele permitir que algo assim volte a acontecer,” eu digo ameaçadoramente. Eu disse isso a Welch! Desta vez eu consigo olhar para Anastasia impassível, desafiando-a a se opor de todo a mim, se ela estiver se sentindo corajosa o suficiente. Ela apenas sorri em resposta, e levantando a câmera, ela imortaliza o olhar impassível. ****❦ ♡ ❧***** Nós finalmente chegamos ao Escala, após Sawyer pegar-nos no aeroporto. Lar doce lar! Anastasia está tão cansada, que ela adormeceu no carro. "Hey, dorminhoca, estamos em casa,” eu murmuro no ouvido de Anastasia. "Hmm," ela murmura ainda meio dormindo. Eu saio, e ando para a porta do passageiro do lado dela e abro. Em vez de deixá-la sair, eu me inclino, desato seu cinto de segurança e levanto Anastasia em meus braços, andando com ela para os elevadores. "Eei, eu posso andar,” ela protesta, mas ela ainda está muito sonolenta. Eu bufo. Esta é a nossa primeira vez como marido e mulher em nossa casa. Eu vou cruzar o batente com ela nos braços. ”Eu preciso levá-la através do batente," eu a relembro. Seus braços se enroscam ao redor do meu pescoço com muita boa vontade. "Os trinta andares?” ela me desafia, sorrindo. "Sra. Grey, estou muito satisfeito em anunciar que você ganhou um pouco de peso.” "O quê?" Ela quase grita, acordando completamente. Sua reação me faz rir. "Então, se você não se importa, vamos usar o elevador,” eu digo estreitando meus olhos sobre ela, provocando. Taylor abre as portas do saguão do Escala e sorri. Benvindos à casa, Sr. Grey, Sra. Grey."

"Obrigado, Taylor,” eu respondo. Quando Taylor volta para o Audi onde Sawyer está esperando por ele, Anastasia vira toda a força de seu olhar sobre mim. "O que você quer dizer que eu ganhei peso,” ela pergunta. Eu sorrio ainda maior, e seguro-a mais perto do meu peito, enquanto eu ando pelo saguão. "Não muito,” eu digo, mas lembro que ela só recuperou parte do peso que ela perdeu quando ela me deixou. Eu não posso deixar de lembrar a agonia que eu senti quando ela não estava em minha vida. Meu rosto despenca. "O que foi?” Ela pergunta com uma voz alarmada. "Você ganhou um pouco do peso que você perdeu quando você me deixou," eu digo, calmamente, com angústia, enquanto eu aperto o botão de chamada do elevador. "Hey". Sua voz é serena. Seus dedos seguram meu rosto me fazendo olhar para ela. ”Se eu não tivesse ido, estaríamos aqui de pé, assim, agora?” Ela pede sondando. Eu sorrio. Não, não estaríamos. ”Não,” eu digo enquanto as portas do elevador se abrem. Eu me inclino e beijo-a depois que eu entro no elevador, com ela em meus braços. ”Mas eu saberia que eu poderia mantê-la segura, porque você não iria me desafiar." Às vezes eu sinto falta de controle. Não gostaria, contudo, de trocar o que temos agora, que nunca teria ocorrido se ela não tivesse sido desafiadora. Todo o toque, a proximidade, o casamento tudo teria sido um sonho inalcançável, distante, para mim. Seu desafio é um pequeno preço a pagar. "Eu gosto de desafiar você,” diz ela estreitando os olhos. "Eu sei. E isso me faz assim... muito feliz,” eu digo sorrindo para ela. "Mesmo que eu esteja gorda?” Ela pergunta. Seu comentário me faz rir. ”Mesmo que você esteja gorda,” eu digo beijando-a, a nossa conexão fica mais aquecida, coloca o meu sangue fervendo. Ela tece os dedos no meu cabelo, me segurando contra ela, e nosso beijo, o tango de nossas línguas, é inebriante. Totalmente sensual. O elevador pára na cobertura, as portas abertas e estamos ambos sem fôlego. Eu não mudaria isso por nada no mundo.

"Muito feliz,” murmuro minha declaração. O meu olhar está escuro, o meu sorriso é lascivo e é a nossa primeira noite como marido e mulher. O que é melhor do que o batismo pela primeira vez da casa com sexo enlouquecedor? "Bem vinda ao lar, Sra. Grey," eu sussurro, enquanto meus lábios bloqueiam novamente nos dela, e então eu sorrio para ela. "Bem-vindo, Sr. Grey," ela responde sorrindo para mim. Eu ando por todo o hall de entrada, o corredor, o salão, e coloco-a na ilha da cozinha, fazendo-a sentar-se, com as pernas balançando. Eu pego duas taças de champanhe e uma garrafa de Bollinger da geladeira. Abro a garrafa e despejo o champanhe rosa pálido em cada taça, e entrego-lhe uma delas. Eu separo suas pernas, e movo-me entre elas, ficando cara a cara com ela. "Aqui, a nós, Sra. Grey," Eu levanto a minha taça. "A nós, Sr. Grey,” ela sussurra, sorrindo timidamente. Nós tilint amos as taças e ela levanta-a aos lábios para tomar um gole. "Eu sei que você está cansada agora, após a longa viagem de volta para casa,” eu sussurro, enquanto eu esfrego o nariz contra o dela. ”Mas eu realmente gostaria de ir para a cama, e não para dormir,” eu digo beijando o canto de sua boca. ”É a nossa primeira noite de volta aqui, e você é realmente minha,” eu digo e vejo um arrepio percorrer seu corpo. Eu planto um beijo suave em sua garganta. É o início da noite, e para os moradores de Seattle, não é hora de ir para a cama ainda, mas, novamente, eles não viajaram tão longe como nós, também.

****❦ ♡ ❧***** Eu acordo sentindo o estranho silêncio ser quebrado por um suspiro profundo. Eu sinto seu olhar em mim. Meus olhos estão pesados de sono. Mas imediatamente sentindo alguma coisa errada, eu estou bem acordado. Encontro Anastasia olhando para mim com uma espécie de preocupação. "O que há de errado?" Pergunto imediatamente. "Nada. Basta voltar a dormir,” diz ela com um sorriso tranquilizador. Oh, ela está com jet-lag, ela não consegue dormir. (N.T. Jet Lag é um distúrbio do sono causado por viajar longas distâncias com diferenças de horário.) Eu me alongo, e espanto o sono para longe do meu rosto e, em seguida, sorrio para ela. "Jet Lag?” eu pergunto-lhe. "É isso que isso é? Eu estou incapaz de dormir.” "Eu tenho a panacéia universal aqui, só para você, baby,” eu digo sorrindo, e ela revira os olhos, enquanto ri. Mas a próxima coisa que eu vejo, são dentes que roçam minha orelha enviando arrepios ao meu núcleo, e meu pau está bem acordado. O ato de fazer amor pesado nos deixa ambos sem fôlego, e cansados, e agradavelmente afugenta jet lag e pesadelos acabam com o súbito aumento dos feromônios. Quando eu acordo de novo, as primeiras luzes do dia de Seattle estão se infiltrando no nosso quarto. Eu calmamente levanto-me, entro na minha roupa de malhar e me encaminho para baixo, para o ginásio, com Taylor. É bom estar voltando para a minha rotina; me dá uma sensação de controle e alivia muito a tensão. Quando eu volto do treino, eu vou para o nosso quarto. Minha presença desperta Anastasia. Ela está gloriosamente nua sob os lençóis, e é um atrativo para mim, mas nós temos um dia cheio pela frente. Fomos convidados para a casa dos meus pais para almoçar com a família. "Chuveiro?” eu pergunto. "Sim,” diz ela sentando, deixando o lençol cair fora de seu corpo, fazendo-me suspender minha respiração. Eu largo minha toalha da academia no chão, distraído, e carrego minha esposa para fora da cama, e levo-a até o banheiro com seus protestos risonhos. Ela olha as malas no caminho para o banheiro. Gemidos. "Eu tenho que desarrumar hoje antes de irmos para seus pais,” ela reclama.

"Deixe a Sra. Jones fazê-lo,” eu respondo. ”Apenas relaxe esta manhã. Mas eu vou ter que fazer algum trabalho,” seu rosto despenca, mas, em seguida, ela coloca seu sorriso brilhante, reservado para quando ela quer mascarar suas verdadeiras emoções. "Não, eu acho que vou me manter ocupada enquanto você está trabalhando,” ela responde. ****❦ ♡ ❧***** É quase meio-dia quando estamos no Audi R8, dirigindo para a casa dos meus pais pela I-5, em direção à ponte 520. O humor de Anastasia está abandonado embora ela tente escondê-lo. Ela distraidamente esfrega o couro de seu assento, e deixa escapar: "Você me deixaria dirigir esse?" Me surpreendendo. "É claro,” eu respondo-lhe sorrindo.” O que é meu é seu. Embora se você amassá-lo, eu iria levá-la para o Quarto Vermelho da Dor,” eu digo olhando para ela com um sorriso diabólico, incitando-a.

"Você está brincando. Você me puniria por amassar o seu carro? Você ama seu carro mais do que você me ama?” Ela pergunta em tom de provocação. "Perto,” eu a provoco de volta, enquanto minha mão se estende para apertar seu joelho. ”Mas ele não me aquece durante a noite," eu digo com um sorriso lascivo. "Tenho certeza de que isso poderia ser arranjado. Você poderia dormir nele,” ela me devolve, em um tom de ciúmes, e sua resposta me faz rir. É tão bonito e tão normal. "Nós não estivemos em casa nem um dia e você já está me chutando para fora?" Eu pergunto-lhe, encantado. Ela olha para mim como se ela estivesse olhando para uma experiência científica bizarra, confusa com a minha reação.

"Por que você está tão contente?” Ela me testa. Eu dou -lhe outro sorriso dividido de orelha a orelha. "Porque essa conversa é tão normal,” eu respondo. Tão normal que eu sinto que eu ansiava por ela depois dos últimos dias estressantes com preocupação. "Normal!” ela diz bufando. ”Certamente, não depois de três semanas de casamento!” ela diz, e eu sinto o ar sugado para fora dos meus pulmões, drenando minha energia. Será que ela realmente acha que isso é tão ruim? Eu só estava brincando com ela. "Eu estou brincando, Christian,” diz ela imediatamente. Mas seu humor também está desaparecido. Sua disposição muda para desconsolada. "Não se preocupe, eu vou ficar com a Saab,” ela murmura desviando o olhar para a estrada do lado de fora de sua janela. Por que ela está com um humor tão ruim? "Hey! O que há de errado?" Eu pergunto a ela, sem poder esconder minha preocupação. "Nada,” responde ela. Se eu aprendi alguma coisa com o Curso de Mudança de Humor de Anastasia 101, é que, "nada" não é nunca "nada,” mas sempre alguma coisa; na verdade um monte de ‘algumas coisas’. "Você é tão frustrante às vezes, Ana. Basta dizer-me! " Eu digo exasperado. Ela se vira e dá-me um olhar, acompanhado por um sorriso. ”De volta para você, Grey," ela diz. Merda! Eu fiz algo de novo. Eu franzo a testa em resposta. "Eu estou tentando corrigir os meus caminhos,” eu digo com uma voz suave. "Eu sei. Eu também,” diz ela, e sua simples admissão levanta um pouco os nossos humores. Somos recebidos na porta por minha mãe, e ela nos leva para o terraço, onde todos os membros da família, assim como Katherine e Ethan estão reunidos. Meu pai está manejando a grelha com seu chapéu de chef inclinado para o lado, e seu avental Licenciado para Grelhar. Anastasia deve achá-lo muito engraçado; porque toda vez que ela olha para sua direção, ela sorri e balança a cabeça, imperceptivelmente. Meu irmão está novamente em seu modo habitual brincando, usando um monte de insinuações sexuais. Nós acabamos trocando um monte de insultos amigáveis e discutindo os novos planos para a nossa casa, enquanto minha mãe e Mia estão criando saladas e acompanhamentos sobre a mesa do terraço. Ouço Ethan e Kate questionando

Anastasia sobre a nossa lua de mel e os lugares que visitamos. Eu falo com o meu irmão enquanto eu seguro a mão de Anastasia, brincando com seus anéis, distraído. Sua empresa deve remodelar a nossa nova casa e torná-la mais "verde" e favorável ao meio ambiente. "Então, se você puder obter os planos finalizados com Gia, eu tenho uma janela de setembro até meados de novembro e posso colocar todo o pessoal nisso,” diz Elliot, que se alonga suavemente e prende sua namorada apertado. Isso me lembra de que tenho programado com Gia para vir amanhã, para que possamos seguir em frente com nossos planos. Eu quero que a nossa casa seja concluída em breve. "Sim, Gia deve vir discutir os planos amanhã à noite,” eu respondo -lhe. ”Espero que possamos finalizar tudo, então,” eu digo olhando para minha esposa. ”Claro,” ela responde sorrindo, mas o sorriso não alcança seus olhos. Ela ainda está de mau humor. Que diabos está acontecendo? Quando a atenção de todos é desviada para outro lugar, seu rosto desaba novamente como se o seu cachorro acabasse de morrer. Ela está perdida em seus pensamentos mais uma vez. Eu tenho que descobrir o que a está comendo, mesmo que eu tenha que levá-la para a casa de barcos para uma surra prolongada e uma sessão de foda! "Ana! Você ainda está no sul da França?" Pergunta Katherine. Ela sempre mete o nariz na hora errada. "Sim,” responde Anastasia com um pequeno sorriso. O tipo de sorriso que você mostra para a companhia, mas realmente não tem significado. "Você parece tão bem,” ela cumprimenta Anastasia. "Vocês dois estão," minha mãe concorda. "Para o casal feliz!" Meu pai diz erguendo a taça e todos na mesa brindam. "E, claro, parabéns a Ethan por entrar no programa de psicologia em Seattle,” diz Mia, elogiando seu namorado. Todos na mesa perguntam-nos sobre a nossa lua de mel, e os lugares de nosso itinerário. Ana permanece em silêncio, distante, então eu preencho por nós dois e falo sobre a nossa visita à Irlanda, Londres, Paris, sul da França, e as excursões no Fair Lady. Ana só fica em branco, emburrada, e desolada. Nada do que eu diga ou faça a levanta. Elliot derruba acidentalmente seu copo de vinho no terraço, e para não manchar, todo

mundo se movimenta para limpá-lo. Aproveitando a oportunidade eu inclino-me no ouvido de Anastasia: "Vou levá-la para a casa de barcos e, finalmente, espancar você lá, se você não sair desse humor,” eu sussurro. A primeira reação animada que recebo dela desde esta manhã é ofegar. Ela olha para mim chocada. "Você não ousaria!” Ela rosna. Oh, baby! Quão pouco você me conhece, e quão tentadora é sua incredulidade! Eu levanto minha sobrancelha para ela, esperando que ela diga a próxima coisa para mim, apenas para levá-la. Pela direção dos olhos de Anastasia viajando por toda a mesa, Katherine deve estar nos observando, mas eu não dou a mínima para ela. Anastasia é a minha mulher! Eu bato, eu fodo, eu beijo, e faço amor: ela é minha esposa, e eu preciso descobrir o que diabos a está comendo! "Você teria que me pegar primeiro, e eu estou usando sapatilhas,” ela sussurra. . "Eu me divertirei tentando,” eu sussurro, com um sorriso lascivo. Ela cora carmesim. Mas eu decido manter meu olho nela até que seu humor esteja completamente mudado. Depois que terminamos nossas sobremesas, a chuva começa a cair e todos nós saltamos para nossos pés, com nossos pratos e copos na mão, correndo para dentro. Minha mãe está contente que a chuva não começou até que acabamos com a nossa refeição e sobremesa. Vamos lá para dentro, e eu olho o piano dos meus pais. O piano onde passei muitas horas praticando quando criança. Pressiono o pedal do silencioso e começo a tocar baixinho. Anastasia senta e socializa com a minha família. Enquanto eu toco as notas de “Wherever You May Go”, eu começo a cantar a letra baixinho para mim mesmo. Em menos de um minuto a sala está completamente e estranhamente silenciosa, e eu sinto todos os olhos em mim. A primeira vez que eu cantei na frente de qualquer membro da minha família, que não Anastasia, foi no dia do nosso casamento. Isso foi um choque para todos, mas eu acho que é um choque maior para eles agora, porque, eu posso fazê-lo sem pensar. Charlene Soraia - Wherever You Will Go Quando eu paro de cantar e olho para trás, para minha família, minha mãe suavemente me impele a ir em frente. Acho que ela acaba de promover Anastasia ao nível dos santos depois de ouvir-me cantar uma segunda vez, confirmando que não foi apenas um acaso. Através da minha visão periférica, eu a vejo abraçando Anastasia e eu ouço seus alegres ‘obrigados’.

"Oh, querida garota! Obrigada, muito obrigada!" Ela pronuncia, completamente eufórica, como quando ela me ouviu falar pela primeira vez. Eu a ouço dizendo a Anastasia que ela está indo fazer um chá com uma voz rouca. Essa é a sua desculpa para ir para a cozinha e derramar lágrimas em particular. Levanto-me e vou para as portas francesas e olho para fora, imerso em pensamentos. Anastasia se pavoneia em minha direção. "Oi,” ela me cumprimenta. "Oi,” eu respondo, puxando-a para perto de mim, eu envolvo meu braço ao redor da cintura dela e ela coloca a mão no meu bolso de trás. "Você está se sentindo melhor agora?" Eu pergunto. Ela balança a cabeça afirmativamente. "Bom". "Você certamente sabe como silenciar uma sala,” diz ela. "Eu faço isso o tempo todo,” eu digo sorrindo. "Sim, você faz no trabalho, mas não aqui." "Isso é verdade; não, não aqui." "Então, esta é apenas a segunda vez que eles ouviram você cantar? O nosso casamento e agora?" "Eu suponho que sim,” eu observo friamente. Ela não tem idéia da profundidade dos meus sentimentos por ela, o que eu faria, como ela me afeta, o que me obriga a fazer apenas por estar na minha vida. De repente, eu quero levá-la para casa, e ter o meu caminho com ela, me perder nela. Eu sinto meu corpo aquecendo, o desejo correndo através de mim. ”Vamos?" Eu pergunto. Ela desvia o olhar para o meu rosto tentando avaliar o meu humor, tentando entender o que eu estou pensando. "Você vai me espancar?” Ela pergunta em um sussurro. Imediatamente todos os meus sentidos estão em modo de alerta total, e eu estou completamente focado nela. Meus olhos escurecem, minha boca seca, minhas pupilas dilatam, e meu pulso acelera.

"Eu não quero te machucar, mas eu fico mais do que feliz de jogar,” eu digo sensualmente. Ela cora e olha ao redor da sala para ver se alguém está perto de nós. Então, eu me inclino em seu ouvido, e sem fazer contato, sussurro, "Só se você se comportar mal, Sra. Grey," eu digo, e eu sei que ela está em um nó apertado por dentro, procurando maneiras de se comportar mal. "Eu vou ver o que posso fazer,” ela responde com uma voz sussurrada. "Não vamos perder tempo, então,” eu digo pegando a mão da minha esposa, pronto para sair. Nós dizemos nosso adeus à minha família e amigos, e à medida que caminhamos para o R8, eu jogo as chaves do carro para ela. "Aqui,” eu digo. ”Não o amasse," Eu olho para ela estreitando os olhos, tentando ser o mais sério possível, ”ou eu vou ficar muito puto." Sua boca fica aberta, incapaz de acreditar que eu vou deixar ela dirigir meu carro . Você não tem idéia do que eu deixaria você fazer, baby. "Você tem certeza?” Ela fala sem som, completamente atônita. "Sim, antes que eu mude de idéia,” eu digo e eu tenho que dizer, eu nunca vi seu riso tão grande antes. Eu abro a porta do motorista, e antes que eu chegue ao lado do passageiro, ela liga o carro, ansiosa para ir. "Ansiosa, Sra. Grey?" Pergunto ironicamente. "Muito,” responde ela animadamente. Ela lentamente recua o carro, e dirige-se à autoestrada. Esse é de transmissão manual, e eu não sei se ela vai parar o carro ou não. Mas quanto mais cedo ela ganhar uma surra, mais divertido para nós dois. Sawyer e Ryan sobem no Audi SUV e dirigem atrás de nós. Quando Anastasia está à beira da estrada, pronta para entrar na estrada principal, ela se vira para mim e pergunta. "Você tem certeza disso?" "Sim,” eu digo com uma voz firme, mas todos os meus instintos gritamnão! É claro que eu não tenho nenhuma confiança em suas habilidades de condução. Eu a vi dirigir como um morcego fora do inferno em sua armadilha mortal de carro antes, e ela fez a mesma coisa com o seu Saab. Lentamente, ela avança o R8 para a estrada, e noto que estou segurando com força, meus músculos tensos, eu estou agarrando tão forte, que

minhas juntas branqueiam. E minha esposa aperta o maldito acelerador, atirando-nos para a frente! Que diabos foi isso? "Whoa! Ana! " Eu grito em voz alta. ”Devagar, ou você vai nos matar!" "Desculpe,” ela murmura, tentando parecer desolada, mas falhando miseravelmente. Eu sorrio para ela, contando suas contravenções. "Bem, Sra. Grey, isto conta como se comportar mal,” eu digo casualmente, e seu pé imediatamente levanta o pé do acelerador, nos atrasando consideravelmente. Seus olhos dardejam para o espelho retrovisor. Eu sigo seu olhar. O Audi SUV está longe de ser visto. Há apenas um Dodge preto com janelas escuras atrás de nós enquanto nós estamos abrindo caminho para a ponte 520. Meu Blackberry vibra no bolso de trás da minha calça, e com a frustração aumentada eu amaldiçoo um epitáfio. "O quê?" Eu rosno para Sawyer. "Estou no viva-voz, Sr. Grey?” Ele pergunta com uma voz plana. "Não,” eu respondo. "A Sra. Grey está dirigindo o R8, senhor?" "Sim. Ela está,” eu respondo e meus olhos derivam para o espelho retrovisor, e os olhos de Anastasia seguem os meus, cruzando olhares no espelho. "Okay. Há um suspeito seguindo você. Nós já verificamos a placa do Dodge preto alguns carros atrás do R8, e ele está com placas falsas. Elas são roubadas, e há uma grande possibilidade de que o motorista do carro suspeito talvez seja o criminoso que estamos procurando, senhor.” Porra! Eu mentalmente amaldiçoo. "Entendo," eu suspiro a minha exasperação longa e dura, minha mão voa para minha testa esfregando forte, a tensão está escorrendo para fora dos meus poros. "Nós estamos tentando alcançá-lo, senhor, mas enquanto isso, você pode fazer a Sra. Grey acelerar e colocar alguma distância entre você e o suspeito?" "Sim..." eu digo, mas eu não sei se posso confiar nas habilidades de condução de Anastasia em situações estressantes. ”...Eu não sei,” acrescento eu. Vejo Anastasia olhando para mim com pânico em seus olhos. Pânico pode nos matar a ambos. Eu abaixo o telefone e pressiono-o no meu peito, e me dirijo apenas a Anastasia.

"Nós estamos bem. Continue indo,” eu digo e tento dar-lhe um sorriso tranquilizador. "Nós estamos indo para tentar cortar o motorista, mas ainda estamos atrás de alguns carros, e o motorista está tentando alcançá-lo rapidamente, senhor. Como o tráfego parece na 520? " "Tudo bem na 520." "Ótimo! Assim que você estiver na 520, então, faça a acelerador, e rápido siga para a I-5.” "Assim que atingirmos..." "Sim, então, a Sra. Grey acelera para colocar alguma distância entre vocês e o suspeito..." "Sim ..." "Seria melhor se você deixasse a Sra. Grey saber que você está sendo seguido, senhor. Dessa forma, ela pode entender a urgência, e você pode colocar-nos em mãos-livres e dirigi-la, enquanto eu lhe dou atualizações sobre o que o outro motorista está tentando fazer,” diz ele. "Eu vou,” eu digo com relutância. Assim que eu desligo o telefone eu o coloco na entrada de mãos-livres, Anastasia olha para mim questionando. "O que há de errado, Christian,” ela pergunta. "Basta olhar para onde está indo, baby,” eu digo em um tom suave. O meu olhar está sobre a estrada à frente, na direção da rampa de entrada da 520 para Seattle. "Eu não quero que você entre em pânico,” eu digo com uma voz suave. ”Mas assim que nós estivermos adequadamente na 520, eu quero que você pise no acelerador. Estamos sendo seguidos.” Ela suspira, e sua boca fica aberta. Seus olhos dardejam no espelho retrovisor. Agora ela sabe que o Dodge é o veículo que está nos seguindo. "Mantenha seus olhos na estrada, baby," Eu persuado minha mulher suavemente. "Como você sabe que está sendo seguido?” Ela pergunta em um sussurro ofegante, macio. "O Dodge atrás de nós tem placas falsas.” Eu respondo sucintamente. Anastasia dá sinal de entrada para chegar até a rampa da 520. Não está chovendo mais, mas é final da Sra. Grey apertar o

tarde, e o tráfego está razoavelmente leve. Graças a Deus, hoje é domingo. Ouço Anastasia tomar uma respiração profunda. Seu peito sobe e desce. Seu olhar desvia para o espelho retrovisor novamente. Anastasia fica mais lenta, e o pânico se eleva em mim! Não é a porra do momento para reduzir! O Dodge também retarda atrás de nós. Em seguida, Anastasia troca a marcha, e pisa no acelerador; o R8 pula para a frente para a rampa de acesso da 520, colando-nos em nossos lugares. Eu olho o velocímetro, e ele está a 120 km por hora. Demorou menos de sete segundos para o R8 chegar a 120 km por hora. Estes 6,8 segundos são o suficiente para dar um choque elétrico no meu coração, e meus nervos. "Calma, baby,” eu digo em uma voz calma, embora existam tornados fervendo dentro de mim. Nossas vidas estão em jogo pelo maníaco atrás de nós, e pelas habilidades menos que perfeitas de condução de minha esposa e meu maldito pessoal de segurança, cujas cabeças vou arrancar, se e quando pudermos chegar em casa em segurança! Anastasia está tecendo entre duas faixas de tráfego, como o jogo Frog Hopper. Ela está tão malditamente perto das laterais, que quando eu olho para o lado, mais parece que estamos dirigindo na água. Meu olhar está atirando punhais, estou irritado e nervoso, e se meus pais estão certos, Anastasia vai nos fazer, os dois, andarmos sobre a água! Ela está me ignorando completamente. Minhas mãos estão segurando uma a outra, tão apertadas que eu estou surpreso que eu não quebrei um dedo ou um osso. Mas, eu tento manter meus pensamentos para mim mesmo para eu não torná-la ainda mais nervosa, colocando-nos em perigo ainda maior. "Boa menina,” eu consigo respirar meu encorajamento para ela. Eu olho para trás, e ela pode ter perdido o suspeito. "Eu não posso ver o Dodge," murmuro. "Estamos bem atrás do suspeito, Sr. Grey," Eu ouço Sawyer explicar. "Bom. Sra. Grey está indo bem. Com essa velocidade, desde que o tráfego permaneça leve, e do que eu posso ver está, estaremos fora da ponte em poucos minutos.” "Senhor,” ele concorda. Nós voamos passando a torre de controle da ponte, e nós já estamos na metade do caminho através do lago Washington. Os olhos de Anastasia dardejam para o velocímetro que está mantendo uma velocidade constante de 120 km por hora. "Você está indo muito bem, Ana," murmuro, e meu olhar dardeja de volta para trás.

"Onde eu estou indo?” Ela pergunta em um tom surpreendentemente calmo. "Sra. Grey, direto para a I-5 e, em seguida, para o sul. Queremos ver se o Dodge segue você por todo o caminho,” diz Sawyer. Mantemos a corrida para diante, com a porra de uma sorte de ter encontrado os sinais verdes. Anastasia olha para mim nervosamente, e eu dou-lhe um sorriso tranquilizador. Mas quando eu olho para a frente, há uma fila de trânsito, que vamos encontrar ao sair da ponte. "Merda!" Eu praguejo baixinho e com amargura. Nós dois olhamos para trás e identificamos o Dodge cerca de dez carros atrás de nós. "Dez ou mais carros atrás?” ela pergunta. "Sim, eu o estou vendo,” eu digo.” Eu me pergunto quem diabos é ?" Se Anastasia não estivesse comigo, eu iria parar e espancar o motorista até cair. "Eu também. Não sabemos se é um homem dirigindo? " Pergunta Anastasia. "Não, Sra. Grey. Poderia ser um homem ou uma mulher. O tom é muito escuro, senhora.” "Uma mulher?" Eu pergunto. Essa possibilidade nunca me ocorreu. Anastasia dá de ombros e pergunta: "Sua Sra. Robinson?” ela arrisca, com o olhar fixo na estrada. Eu imediatamente enrijeço e tiro o telefone fora da base para evitar que meu pessoal de segurança se aprofunde em nossos assuntos pessoais. "Ela não é minha Sra. Robinson:" Eu rosno para ela. Pelo amor de Deus! "Eu não falo com ela desde o meu aniversário. E Elena não faria isso. Não é o seu estilo.” "Leila?" "Ela está em Connecticut com seus pais. Eu lhe disse," Eu digo completamente exasperado. "Você tem certeza?” Ela me sonda mais, colocando-me através da Inquisição espanhola. Faço uma pausa. Eu saberia se ela estivesse fora de seu estado. Sua família assinou documentos afirmando que iria informar Flynn. Meus pagamentos a ela estão condicionados a esse fato.

"Não. Mas se ela tivesse fugido, eu tenho certeza que os pais dela fariam Flynn saber. Vamos discutir isso quando estivermos em casa. Concentre-se no que você está fazendo,” eu a aviso. "Mas esse pode ser algum carro aleatório,” ela oferece ajuda. "Eu não vou correr quaisquer riscos. Não onde você está envolvida," eu devolvo para ela. Será que ela não entende o quão importante ela é para mim? Eu coloco o Blackberry de volta em sua base, e mais uma vez estamos em contato com a minha equipe de segurança. Felizmente, o tráfego começa a diminuir e Anastasia consegue acelerar mais para o cruzamento da Mountland em direção à auto-estrada I-5, e mais uma vez estamos jogando o Frog Hopper. "E se a gente fosse parado pela polícia?” ela pergunta. "Isso seria uma coisa boa,” eu respondo. Porque o criminoso não teria escolha, senão decolar. "Não para minha licença de dirigir,” ela responde. "Não se preocupe com isso,” eu digo. Eu posso conseguir isso esclarecido em um momento. Ela pisa de novo e estamos de volta aos 120 km. Mas o Dodge atrás de nós está acelerando para alcançar-nos. Anastasia aperta o acelerador novamente e o R8 salta para 135 km/h. "Ele está abrindo o tráfego e pegou velocidade. Ele está fazendo 145 km/h, senhor,” diz Sawyer. Anastasia aperta o acelerador novamente, e estamos a 150 km/h enquanto nos aproximamos da interseção da I-5. "Mantenha, Ana," Eu a incentivo. Anastasia desacelera um pouco para se mesclar ao fluxo do tráfego da auto-estrada. Então rapidamente ela se move para a pista mais imediatamente a esquerda. Nós voamos para a frente. "Ele atingiu 160 km por hora, senhor." "Fique com ele, Luke," eu exclamo para Sawyer.

Um caminhão entra na pista rápida, cortando Ana, fazendo-a pisar nos freios, e somos empurrados para frente. Somos apenas mantidos no lugar por nossos cintos de segurança. "Fodido idiota!" Eu amaldiçoo o motorista. ”Passe na frente dele, baby,” eu digo com os dentes cerrados. Ela verifica os espelhos e corta pela direita através de três vias, passando veículos mais lentos, para se deslocar de volta para a pista rápida, novamente. "Bom movimento, Sra. Grey," eu digo impressionado. ”Onde estão os policiais quando você precisa deles?" Eu reclamo. "Eu não quero uma multa, Christian,” ela murmura. ”Você teve uma multa dirigindo isso?” Ela pergunta. "Não,” eu respondo com sinceridade, divertido e sorrindo. "Você já foi parado,” ela pergunta me vendo sorrir. "Sim". "Oh," ela diz, com um tom interrogativo. "Charme, Sra. Grey. Tudo se resume a charme. Agora se concentre. Onde está o Dodge, Sawyer? " "Ele está a cento e oitenta, senhor,” diz ele. Há um Mustang à nossa frente, e ele não vai sair do nosso caminho. "Pisque o farol," Eu ordeno a Ana. "Mas isto me faria uma babaca,” ela responde. Esta é realmente a maldita hora de ter cortesia? "Então, seja uma babaca!" Eu a mordo. "Uhm. Eu não sei onde está o farol,” diz ela. "O pisca-pisca. Puxe-o em sua direção.” Ela, então, pisca o motorista, e ele fica fora do caminho, mas não antes de mostrar a minha mulher o dedo médio.

"Ele é o babaca,” eu digo baixinho. "Saia na Saída Stewart!" Eu ordeno a Anastasia. "Nós estamos tomando a saída da Rua Stewart," Eu informo a Sawyer. "Vá direto para o Escala, senhor." Anastasia diminui, verifica seus espelhos, sinaliza e movimenta-se por quatro pistas da rodovia para a rampa de saída. Nós viramos para a Stewart Street, em direção ao sul. "Temos muita sorte com o tráfego. Mas isso significa que o Dodge tem, também. Não abrande, Ana. Leve-nos para casa,” eu digo. "Eu não consigo me lembrar do caminho,” ela murmura com pânico crescente. "Dirija para o sul na Stewart. Continue indo até que eu diga quando,” eu a lembro, ansiosamente. Ela voa pelos últimos três blocos, e o sinal fica amarelo em Yale Avenue. "Avance o sinal, Ana!" Eu grito, e ela pisa no acelerador. "Ele está tomando a Stewart," Sawyer nos informa. "Fique com ele, Luke." "Luke?" "Esse é o nome dele,” eu respondo irritado. Ela se vira e olha para mim. Porque é que a atenção de minha esposa pode ser perturbada por coisas simples, como um nome? "Olhos na estrada!" Eu a mordo. "Luke Sawyer,” ela repete para si mesma. "Sim!" Eu estou completamente exasperado. Que porra é essa, Ana? "Ah,” diz ela, como se ela estivesse fazendo uma nota mental. "Sou eu, minha senhora,” Sawyer se junta à conversa. Isso é surrealmente fodido. Estamos sendo seguidos e minha esposa e o porra do segurança estão falando o nome dele!

"O suspeito está descendo a Stewart, senhor. Ele está realmente ganhando velocidade.” "Vai, Ana. Menos da porra da conversa fiada,” eu rosno para ela. "Estamos parando no primeiro sinal da Stewart," Sawyer nos informa. "Ana, rápido! Aqui!” Eu aponto um estacionamento no lado sul da Boren Avenue. Anastasia vira, os pneus cantando e ela desvia para o estacionamento lotado. "Dê a volta. Rápido! " Eu ordeno. ”Ali!" Eu digo apontando para um espaço no estacionamento. Seu olhar se alarga. "Apenas faça esta porra,” eu digo, e ela estaciona perfeitamente. "Estamos escondidos no estacionamento entre Stewart e Boren," Eu digo para o Blackberry. "Ok, senhor,” diz Sawyer irritado que não fomos para o Escala. ”Fique onde estão, nós vamos seguir o suspeito." Dirijo-me a Anastasia para ver se ela está bem. "Você está bem?" "Claro,” ela responde em um sussurro. Eu sorrio debochado em resposta. "Quem está dirigindo o Dodge não pode nos ouvir, você sabe." Ela dá uma gargalhada catártica. "Estamos passando agora Stewart e Boren, senhor. Estou vendo o estacionamento. Ele passou direto por você, senhor.” Nós dois expiramos de alívio. "Muito bem, Sra. Grey. Boa condução,” eu digo acariciando o rosto de minha espo sa com meus dedos. Anastasia salta com o contato, como se eu a tocasse com um fio desencapado. Ela inspira profundamente. "Isso quer dizer que você vai parar de reclamar sobre a minha condução,” ela pergunta, me fazendo rir em voz alta. "Eu não iria tão longe a ponto de dizer isso."

"Obrigado por me deixar conduzir o seu carro. Sob tais circunstâncias excitantes, também, " ela diz, mas sua voz racha no final. "Talvez eu devesse levar agora". "Para ser honesta, eu não acho que eu posso sair agora para deixá-lo sentar-se aqui. Minhas pernas parecem de Jello,” (N.T. gelatina) diz ela, e ela começa a tremer, quase violentamente. "É a adrenalina, baby,” eu digo. "Você fez incrivelmente bem, como de costume. Você me assombra, Ana. Você nunca me deixou na mão,” eu confesso tocando seu rosto com as costas das minhas mãos, suavemente. Eu amo essa mulher, e eu estou totalmente preocupado com ela, os riscos de segurança que acabam de apresentar-se tão perto de nós, tão perto de machucá-la, eu não acho que eu possa lidar com outro incidente como este novamente! Anastasia começa a chorar. "Não, querida, não. Por favor, não chore,” eu digo e chego até ela. Desabotoando o cinto de segurança, eu a puxo para o meu colo por sobre o console, e a embalo em meus braços. Ela soluça baixinho em meus braços. Eu fico assim segurando-a em meus braços, acalmando-a. "O suspeito diminuiu fora do Escala. Ele está procurando,” diz a voz de Sawyer, assustando-nos. "Siga-o,” eu ordeno. Anastasia limpa o nariz com as costas da mão. "Use a minha camisa,” eu digo beijando sua testa. "Desculpe,” ela murmura. "Por quê? Não se preocupe.” Ela limpa o nariz mais uma vez, e eu inclino seu queixo para cima e beijo seus lábios. "Seus lábios são tão macios quando você chora, minha linda, garota corajosa,” eu sussurro. "Beije-me outra vez."

Eu congelo no lugar, porque com toda a adrenalina correndo pelo meu corpo, a minha mulher em meus braços, eu não acho que eu posso só beijá-la e deixar por isso mesmo. "Beije-me,” ela respira, e eu tenho outro momento 'foda-se a papelada!’, inalando bruscamente. Eu me inclino sobre ela, tirando o Blackberry de sua base, lançando-o no assento do motorista. Então, minha boca está na dela, e minha mão direita move-se em seu cabelo, segurando-a no lugar. Minha mão esquerda segura o rosto dela, e a minha língua invade sua boca. As mãos dela apertam meu rosto, seus dedos percorrem as minhas costeletas, ela me beija febril. Eu gemo com sua resposta vigorosa, com um ruído gutural profundo. Eu abaixo minhas mãos para seus seios, roçando, até sua cintura e sua bunda. Ela continua se movendo e criando atrito sobre o meu pau. "Ah!" Eu digo quebrando nossa conexão, talvez sem querer, completamente sem fôlego. "O quê?" Ela murmura sem deixar meus lábios. "Ana, estamos em um estacionamento em Seattle." "E daí?" "Bem, agora eu quero foder você, e você está se movendo em torno de mim, e é desconfortável,” eu digo. "Foda-me então,” diz ela beijando minha boca. O quê? Agora? Aqui? Logo depois de uma perseguição de carro ameaçadora, com risco de vida? "Aqui?" É tudo o que posso perguntar com uma profunda voz rouca. "Sim. Eu quero você. E eu quero você agora!” Diz ela. Inclinando minha cabeça para o lado, eu obtenho uma boa olhada de minha esposa. Ela está muito quente, e eu estou morrendo de vontade de estar dentro dela. ”Sra. Grey, que cara de pau!” eu sussurro. O desejo se desfralda dentro de mim, e eu capturo os cabelos na nuca, segurando-a no lugar, e minha boca captura a dela, beijando-a com força. Minha mão patina para baixo de seu corpo, sobre sua coxa. Ela enlaça com os dedos o meu cabelo. "Estou tão feliz que você está vestindo uma saia,” murmuro, e deslizo a mão sob sua saia azul e branca, acariciando sua coxa. Ela se contorce no meu colo, fazendo chiar o ar através de meus dentes. Porra!

"Fique quieta," Eu rosno para ela, cobrindo seu sexo com a minha mão, e isto a imobiliza. Meu polegar suavemente esfrega sobre o clitóris, e sua respiração trava em resposta. Ela se move novamente. "Imóvel," eu sussurro minha ordem. Eu a beijo mais uma vez enquanto o meu polegar está circulando sobre a renda fina transparente sobre seu sexo. Dois dos meus dedos encontram o caminho para o seu sexo através da beirada da calcinha. "Por favor,” ela sussurra. "Oh, Sra. Grey. Você é uma garota tão gananciosa,” eu digo, meu dedo fodendo com ela. ”Perseguições de carro a excitam?" "Você me excita,” ela responde, me fazendo sorrir. Vou fodê-la duro e rápido aqui no meu carro. Eu coloco meu braço sob seus joelhos e levanto-a e coloco seu corpo de frente para o pára-brisas. "Coloque as pernas de cada lado das minhas," eu ordeno. Ela faz o que eu digo. Correndo a mão pelas suas coxas, eu puxo a saia para cima. "Mãos nos joelhos, baby. Incline-se para frente e levante essa gloriosa bunda no ar. Cuidado com a cabeça.” Eu me desloco sob ela e desabotoo as calças, puxo meu zíper para baixo, minha ereção salta livre. Eu coloco um braço em volta da cintura dela e com a outra mão puxo a calcinha rendada para o lado e enfio meu pau em seu sexo, com um movimento rápido, enterrando-o profundamente. "Ah,” ela grita, e atrita seu sexo em mim, fazendo com que a respiração silve através dos meus dentes. Meus braços serpenteiam em volta dela indo até seu pescoço, e eu inclino sua cabeça para trás para um lado, me aproximando, beijando sua garganta. Com a outra mão, eu seguro seu quadril e ambos começamos a nos mover.

Enquanto ela empurra para cima, eu afundo-me nela, dentro e fora, profundo, forte e rápido. Ela geme alto. Com uma mão, ela agarra o freio de mão e sua mão direita está contra a porta. Eu capturo o lóbulo da orelha com os dentes e mordo, e depois puxo sua orelha enquanto eu a perfuro com meu pau martelando de novo e de novo, repetidamente. Ela por outro lado sobe e desce em sincronia comigo, em um ritmo perfeito. Eu movo minha mão em volta debaixo da saia até o ápice de suas coxas, e os meus dedos estimulam seu sexo através da calcinha transparente. "Ah!" Ela geme novamente. "Seja. Rápida. baby,” eu respiro em seu ouvido, através dos meus dentes cerrados, com a minha outra mão ainda enrolada em seu pescoço. ”Precisamos fazer isso rápido, Ana,” eu digo aumentando a pressão dos meus dedos contra seu sexo e seu clitóris. "Ah!" Ela geme, e eu sinto dentro dela o aperto familiar de seus músculos. "Vamos lá, baby," Eu tento persuadi-la com uma voz rouca em seu ouvido. ”Eu quero ouvir você." Ela geme novamente, em voz alta desta vez, e eu rosno o seu nome em voz alta, minha respiração em seu pescoço, ainda fodendo duro, e ainda estimulando seu clitóris e seu sexo. "Sim!" Eu assobio quando eu martelo meu pau dentro dela, enquanto uma onda de orgasmo ondula através dela, se espalhando em seu corpo, e dentro de mim, através de nossa conexão. Eu gozo em voz alta, chegando ao clímax profundamente dentro do seu sexo. "Oh, Ana," murmuro. O que ela me faz fazer. Eu corro o meu nariz ao longo de sua mandíbula e beijo-a suavemente em seu pescoço, bochecha, e suas têmporas, enquanto ela cai sobre mim, completamente acabada.

"Tensão aliviada, Sra. Grey?" Eu pergunto, meus dentes em torno de seu lóbulo da orelha novamente. Ela só geme contra mim, incapaz de falar. Sua resposta física me faz sorrir. "Certamente ajudou com a minha,” acrescento eu. ”Você perdeu sua voz?" "Sim,” ela murmura. "Bem, você é uma criatura devassa? Eu não tinha idéia de que você era tão exibicionista ". Ela senta-se imediatamente, alarmada. "Ninguém está assistindo, está?” Ela pergunta, nervosa. "Você acha que eu ia deixar alguém ver a minha esposa gozar?" Eu pergunto, tranquilizando-a, enquanto eu a acaricio de volta. "Sexo Carro,” ela exclama. Eu rio para ela em resposta, enquanto eu enfio uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. "Vamos voltar. Eu vou dirigir,” eu digo e, finalmente, a nossa preciosa conexão é interrompida. Precisamos ir para casa. Bruce Springsteen - I'm on Fire

PEGUE-ME, SE PUDER
CAPÍTULO XV
Tradução: Neusa Reis

Abro a porta e relutantemente deixo que Anastasia saia do meu colo e ela desce do carro no estacionamento. Eu rapidamente fecho minha braguilha, e seguindo minha esposa, eu a deixo subir no assento do passageiro. Eu rodeio o carro e chego ao lado do motorista, e pego o Blackberry do meu assento; eu chamo a minha inepta equipe de segurança. "Sr. Grey. Aqui é Ryan,” ele responde. "Onde está Sawyer?" Eu exclamo para ele com raiva. "Eu o deixei no Escala, senhor,” ele responde. "E o Dodge? Como é que Sawyer não está com você?" "O motorista do Dodge esteve observando o Escala e decolou. Eu tive que deixar Sawyer no Escala, porque um de nós tem que estar com você em todos os momentos, por instruções de emergência de Taylor, e uma vez que a Sra. Grey estava dirigindo

com você tivemos de improvisar, senhor. E a mulher que estava dirigindo o Dodge decolou depois de perceber nossa aproximação e atualmente estou atrás dela,” diz ele em um tom neutro. "Ela?" "Sim, senhor. Parece ser um motorista do sexo feminino, embora não seja muito fácil determinar, porque ela está usando um boné de beisebol, mas o cabelo dela parece ser longo. Embora as janelas estivessem fortemente matizadas, as características do condutor parecem ser femininas. Ela parece estar acelerando em um esforço para perder-me na I-5 Direção Sul, senhor." "Fique colado nela," eu ordeno. "Sim, senhor,” ele responde enquanto eu desligo. Quem é ela? Minha mente percorre as muitas mulheres que eu tinha conhecido e fodido, ou trabalharam para mim, mas ninguém parece se destacar como o tipo para fazer esse tipo de dano. Quem? Quem? Quem? Eu olho para Anastasia. Eu quase posso ver o que ela está pensando mesmo que ela não coloque seus pensamentos em palavras. "O motorista do Dodge é uma mulher?” Ela pergunta. "Assim é o que parece," eu respondo calmamente. Porra! Eu preciso examinar isso atentamente. Estive pensando em cancelar a visita de Pella, mas isso muda tudo. Este pode ser o criminoso real, ou um cúmplice. Eu estou queimando de raiva. "Vamos para casa,” eu digo ligando o R8, e reverto para fora do espaço de estacionamento. "Onde, uhm... suspeito? (N.T. unsub – no original) O que isso significa, afinal? Parece muito BDSM para mim." Deixe-o com Anastasia para colocar tudo com uma conotação sexual. Ela me faz sorrir mesmo quando eu estou queimando com raiva. "Significa Sujeito Desconhecido (N.T. Unknown Subject). Ryan é um ex-FBI," eu explico brevemente. "Ex-FBI?” Ela pergunta intrigada. Curiosidade não é bom para Anastasia.

"Não pergunte," eu digo balançando a cabeça. Eu não quero me debruçar sobre o passado do meu pessoal de segurança agora. O que eu preciso descobrir ao certo é a identidade da puta que estava nos seguindo. "Bem, onde está o suspeito do sexo feminino?" Pergunta Anastasia. Aí vem a inquisição. "Ela está na I-5, em direção ao sul,” eu digo com olhos sombrios. Alguma cabeça de merda chegou perto de mim e minha esposa para nos ferir. Sinto o olhar de Anastasia em mim, apreensiva e preocupada mais uma vez. Apesar do fato de que eu tento protegê-la de toda essa merda, ela ainda recebe o calor, não é nada bom. Eu tenho que chegar a casa, e avaliar a situação. Captando o meu humor, Anastasia chega mais para mim, e corre os dedos pela parte de dentro da minha calça jeans na minha perna, viajando para o norte em direção a minha virilha. Eu adoraria que ela continuasse sua missão, mas eu preciso resolver este problema. Eu seguro a mão dela antes que ela vá mais longe. "Não,” indico claramente. "Nós já viemos até aqui. Tenho certeza que você não quer que eu tenha um acidente a três quarteirões da casa,” e levo sua mão à boca, sentindo sua decepção. Eu não quero que ela pense que eu não a quero. Mas este não é o momento certo, e eu preciso de todas as minhas faculdades reunidas. Ela pode me afetar com facilidade, e no que se refere a ela, eu já sou um soldado meio saudando-a em todos os momentos. Eu tenho que estar no comando, no controle. Anastasia tira a mão, e permanece em silêncio por um momento, remoendo algo em sua cabeça. "Feminino?” ela pergunta. "Aparentemente, sim,” eu digo suspirando, e marcando o código para a garagem do Escala, eu viro o R8 para a garagem subterrânea do edifício. "Eu realmente gosto deste carro,” ela murmura, e agradeço a Deus por seu curto tempo de atenção para mudar seus pensamentos do criminoso. "Eu também. E eu gosto de como você lidou com isso, e como você conseguiu não amassá-lo." Depois de eu estaciono o carro em uma das minhas vagas, ela se vira para mim sorrindo e diz: "Você pode me comprar um para o meu aniversário." Minha boca cai aberta. Como na terra é que ela consegue fazer isso comigo no meio de uma tempestade virtual? Ela consegue me surpreender cada vez. Minha esposa, Anastasia Rose Grey que brigaria e argumentaria comigo por dar-lhe um presente, um mero conjunto de livros, agora está me pedindo para lhe comprar um R8?

"Um branco, eu acho,” diz ela inclinando-se para baixo. Eu finalmente consigo sorrir para ela. "Anastasia Grey, você nunca deixa de me surpreender." Ela sorri e sai do carro. Minha mente está correndo. O que eu quero é aliviar os limites deste sentimento; a sensação de estar sobrecarregado. O que eu preciso é de controle, o que eu preciso é uma boa, fora deste mundo, enlouquecedora foda com a minha esposa. Talvez aqui, agora mesmo! Eu me movo para Anastasia, meus olhos fixos nela com uma apreciação carnal, e eu olho para ela desde o topo da cabeça aos dedos dos pés. Meus olhos permanecem em seus quadris e nas pernas. Eu estou na frente dela, muito próximo, inclino-me para baixo e sussurro: "Você gosta do carro. Eu gosto do carro. Eu fodi você dentro dele... talvez eu devesse foder você sobre ele." Ela suspira em resposta. Tão pronta para mim. Uma palavra sussurrada, um olhar, um gesto, e ela é massa de modelar em minhas mãos. É apenas justo, pois, eu já sou na dela. Porra, eu nunca me canso dela! Logo em seguida um elegante BMW entra na garagem, e minha ansiedade, que estava momentaneamente escondida atrás de uma cortina mental, está evidente novamente. Estou chateado, mas eu acho que é melhor. Nós vamos fazer isso numa outra vez. Eu sorrio maliciosamente para Anastasia. "Mas parece que temos companhia. Venha,” eu digo pegando a mão dela. Eu posso fazer mais no meu apartamento. Caminhamos para os elevadores, e eu aperto o botão de chamada. O cara que dirigia o BMW nos alcança, e se une a nós na espera. Eu olho o homem, avaliando-o. Um cara jovem, antes dos 30, vestido casualmente, com o cabelo escuro, longo, em camadas. Ele está nos noticiários ou na TV. Cheira a dinheiro do papai. Sua visão periférica pega a minha esposa. Ele já está aprisionado por ela. Quem não estaria? Ela exala uma beleza inocente. E agora, ela está toda fodida e despenteada, e tem o brilho de uma mulher que está bem satisfeita. É irresistível para qualquer homem. Eu me movo puxando minha esposa mais perto, declarando meu território. "Oi,” o filho da puta diz imediatamente. Cumprimento com a cabeça em resposta. Não estou com vontade de falar com alguém que está de olho na minha mulher. "Acabei de me mudar. Apartamento dezesseis,” diz ele. E por que você acha que precisamos saber esta informação? Eu não dou uma merda! "Olá," Anastasia diz com um sorriso. Ela o examina, não de uma forma carnal, mas curiosa. Não seja curiosa sobre outros homens! Eu a aperto um pouco mais para lembrála do fato.

Quando o elevador chega, todos nós entramos. Eu olho para a minha esposa para ela se concentrar em mim. Não neste desgraçado. Eu! Eu sou o marido que você acabou de foder em um estacionamento fechado, de uma forma muito licenciosa, lembra? "Você é Christian Grey,” diz o filho da puta enamorado. Dou-lhe um sorriso forçado reservado para as pessoas que eu realmente não me importo, mas preciso ser educado por razões óbvias. "Noah Logan,” diz ele, apresentando-se. Ele estende a mão, e as convenções sociais me fazem relutantemente segurar sua mão. Eu a aperto firmemente para que ele entenda quem é o cão superior. "Que andar?” Ele pergunta. "Eu tenho que inserir um código." "Oh.” "Cobertura.” "Oh,” ele sorri largamente. "É claro,” ele responde como se ele acabasse de perceber que eu tenho o melhor apartamento. Ele pressiona para o 8 º andar e as portas do elevador se fecham. "Sra. Grey, eu presumo,” diz ele fixando o seu olhar sobre Anastasia. "Sim,” ela diz sorrindo, e sacode sua mão. Com a oportunidade dada pela apresentação, ele olha para ela e cora. Cora! Outra porra de admirador e eu seguro minha esposa mais apertado. Ela é minha! Mantenha os seus olhos, e sua distância dela! "Quando você se mudou?" Pergunta Anastasia. Por que diabos você está curiosa? "No último fim de semana. Eu adoro o lugar." Claro que você adora. Agora que você já conheceu minha esposa, eu aposto que você gosta dele ainda mais! Eu não digo nada. O silêncio constrangedor continua porque ele percebe que eu estou territorial, o meu olhar está fixo sobre ele dizendo 'vá se foder!' Ele dá um breve suspiro de alívio quando o elevador chega ao seu andar. "Prazer em conhecê-los a ambos,” diz ele e vai embora rapidamente. Quando as portas se fecham, eu insiro o código para a cobertura, e o elevador começa a sua ascensão novamente.

"Ele parecia legal,” diz Anastasia. "Eu nunca conheci nenhum dos vizinhos antes." Eu fecho a cara. Ela não precisa conhecer ninguém, especialmente se eles vão cobiçá-la como esse sacana. "Eu prefiro assim." "Isso é porque você é um eremita. Eu achei que ele era bastante agradável." Que diabos? "Um eremita?" "Eremita. Preso em sua torre de marfim,” diz ela. Deixe isso para a minha mulher para me simplificar em uma frase elementar. Ela muda meu humor, me deixa sem palavras. Um pequeno sorriso se arrasta até o meu rosto. "A nossa torre de marfim. E eu acho que você tem outro nome a acrescentar à lista de seus admiradores, Sra. Grey. " Ela revira os olhos para mim, o que poderia merecer-lhe uma surra. Espero. "Christian, você acha que todo mundo é um admirador." "Você acabou de rolar seus olhos para mim?" Sua respiração suspende. Seus olhos se dilatam. Ela olha esperançosa. "Tenho certeza que fiz,” ela sussurra em voz baixa. Todos os tipos de punições podem ser aplicadas a esta transgressão, e eu não me importo de aplicar qualquer uma delas se ela assim o desejar. Eu inclino minha cabeça para o lado, arrogante. O meu olhar é divertido. "O que vamos fazer sobre isso?" Pergunto hipoteticamente. "Algo rude." Que porra é essa? Ela acabou de dizer isso? Ela quer algo... rude? Estou completamente chocado ao ouvi-la. "Rude?" Pergunto, pensando que eu poderia ter ouvido errado. "Por favor,” ela responde com desejo. "Você quer mais?" Após o ‘sexo carro’? Ela acena com a cabeça confirmando sua resposta lenta e claramente. As portas do elevador se abrem. Sou todo ouvidos, e ...pau. Quero dizer ‘pau armado’. Quero dizer, você sabe o que quero dizer...

"Como rude?" Pergunto, sua respiração pesada, meus olhos escurecendo com o desejo. Ela olha para mim sem uma resposta. Ela quer que eu escolha? Nós teremos alguma porra de diversão! Eu empurro a porta dupla para encontrar Sawyer em pé no corredor. Ele está esperando para ser entrevistado. Mas, agora, eu não dou uma merda. Não haverá qualquer entrevista até que a Sra. Grey esteja devidamente fodida e completamente satisfeita. "Sawyer, eu gostaria de ser informado em uma hora." "Sim, senhor,” ele diz indo esperar no escritório de Taylor. Eu olho para a minha esposa. "Rude?" Pergunto, em busca de confirmação. Ela acena com a cabeça confirmando, em resposta. "Bem, Sra. Grey. Você está com sorte. Eu hoje estou atendendo a pedidos." "Você tem alguma coisa em mente?" Pergunto ligando-a com meu olhar. Ela simplesmente dá de ombros, completamente sem fôlego, como se ela tivesse corrido uma maratona, e ela parece afobada. Por quê? Toda a emoção de mais cedo? Ela está de mau humor? Eu sei como acalmar e tomar a borda de todos esses sentimentos. "Kinky fuckery?" Pergunto baixinho. Ela acena com a cabeça, seu rosto fica carmesim. Depois de toda a merda que nós fizemos, ela ainda pode corar como louca, e eu adoro isso nela. Ela me seduz. Ela precisa de uma sacudida. Ela precisa de afirmação. Eu preciso fazê-la se sentir viva e excitada para estar comigo. "Carte Blanche?” eu sussurro. (N.T. Carta Branca?) Ela está nervosa, mas quente e excitada. "Sim,” ela murmura. Eu sorrio. Porra, sim! "Venha,” eu digo puxando-a para as escadas. Nós vamos jogar. Eu preciso disso tanto quanto ela. Eu preciso dessa conexão. Eu preciso sentir que estou no controle de alguns aspectos da minha vida, de nossas vidas. Eu preciso me sentir no comando. Eu preciso me sentir como aquele homem que eu sou. Quando chegarmos ao topo da escada, eu largo sua mão para abrir a porta da sala de jogos. Ela está pendurada no chaveiro Yes Seattleque Anastasia me deu confirmando sua resposta à minha proposta. Eu balanço a porta aberta, e com um movimento da minha mão, eu digo: "Depois de você, Sra. Grey."

Anastasia caminha lentamente. Eu acendo as luzes suaves, fecho a porta atrás e tranco. O cheiro familiar de couro, madeira e citrinos está sempre presente. Viro-me para a minha esposa e encontro-a olhando para mim. Eu olho para ela inclinando a cabeça para um lado. O que exatamente ela quer? E por que é que ela quer? Eu preciso saber. "O que você quer, Anastasia?" Pergunto baixinho. "Você,” ela responde. Essa é uma resposta ampla, e um dado. Eu já sou dela. Eu sorrio maliciosamente em resposta. "Você me tem. Na verdade, você me teve desde que você caiu no meu escritório." Ela toma fôlego tremendo e responde: "Surpreenda-me, então, Sr. Grey." Com prazer. Eu sorrio com a promessa carnal em meus lábios. "Como quiser, Sra. Grey." Cruzo meus braços, e levantando minha mão, eu esfrego meus lábios com o dedo indicador, avaliando Anastasia. "Eu acho que nós vamos começar privando você de suas roupas,” eu digo enquanto eu dou um passo a frente em direção a ela. Eu seguro a frente de sua jaqueta jeans e abro. Lentamente inserindo minhas mãos sob ela, eu a empurro para fora de seus ombros. Ela cai no chão. Então eu pego a bainha de sua blusa preta. "Levante os braços," Eu ordeno. Ela obedece instantaneamente. Eu a tiro fora dela. Eu me inclino e planto um beijo suave em seus lábios. Meu corpo está vibrando com luxúria e desejo, meus olhos estão exalando o meu amor por ela. Eu deixo cair sua blusa no chão. "Aqui," ela me diz me dando o laço de cabelo. Eu me imobilizo por um momento. Ela sabe que eu amarro seu cabelo quando temos kinky fuckery dura. Queremos fazer isso? Eu sei que ela quer, e Deus sabe que eu quero. Eu preciso disso. Realmente, desesperadamente preciso disso. Vai me fazer me sentir no controle, mesmo que seja só por um pouco de tempo, quando tudo parece fora de controle. Mas eu não quero machucá-la, ou marcá-la. Eu não quero que seja isso o que nos separa. É uma água difícil de atravessar. Porra! Ela parece comestível! Pego o laço do cabelo dela sem afastar o meu olhar. "Vire-se de costas,” eu ordeno, depois de ter tomado minha decisão. Ela o entrega. Ela quer isso tanto quanto eu. Ela parece aliviada também. Eu recolho o cabelo para cima e tranço rapidamente, e, em seguida, prendo-o com o elástico. Faço a trança e puxo sua cabeça para trás.

"Bem pensado, Sra. Grey," eu sussurro em seu ouvido, e belisco seu lóbulo da orelha. "Eu quero que você agora se vire e tire sua saia fora. Deixe-a cair no chão. Lentamente," eu digo e a solto. Recuando, ela se vira para me encarar. Seu olhar travado com o meu, ela desabotoa o cós da saia, e lentamente puxa o zíper para baixo. Sua saia flutua e cai no chão, amontoando-se a seus pés. "Saia de sua saia," Eu ordeno, e ela pisa em minha direção. Sem deixá-la mover-se mais longe, eu me ajoelho na frente dela, e segurando o tornozelo direito, eu desato as sandálias uma de cada vez. Ela segura na parede para equilibrar-se. Depois de retirar suas sandálias, eu balanço para trás sobre os calcanhares e olho para minha esposa que parece gloriosa apenas em seu sutiã e calcinha. Porra! Que vista magnífica. Eu sou um sortudo filho da puta! "Você é uma bela visão, Sra. Grey," eu sussurro. A vontade de me enterrar nela é esmagadora, e inebriante. Eu me ajoelho e agarro seus quadris e puxo-a para mim. Enterrando meu nariz no ápice de suas coxas, eu a inalo profundo, deixando seu perfume saturar dentro da minha cabeça, me dando uma subida.

"E você cheira a você e a mim e a sexo,” eu digo bruscamente. "É sedutor, inebriante." Eu beijo-a através da calcinha rendada, e sinto-a ficar mais úmida. Ela suspira e um arrepio percorre seu corpo inteiro. Tudo bem. Então eu a deixo ir, e recolho suas roupas do chão e levanto-me.

"Eu quero que você vá e fique ao lado da mesa,” eu digo em voz calma, de comando, indicando a direção com meu queixo. Então eu me encaminho para a cômoda de brinquedos. Ela olha cada movimento meu, cada passo que dou, e cada gesto que eu faço. Eu sorrio com malícia. Ela está cativada. "Olhe para a parede,” eu ordeno. "Dessa forma, você não vai saber o que eu estou planejando. Nosso objetivo é agradar, Sra. Grey, e você queria uma surpresa." Ela se afasta de mim, mas curiosa, toda atenção. Ela espera... Depois de guardar suas sandálias e suas roupas, eu tiro meus próprios sapatos, devagar e calmamente. Construindo sua expectativa. Eu me encaminho para a cômoda onde guardo os brinquedos, e abro a gaveta. O que devo fazer para você, Sra. Grey? Ah, sim... Acho que vai se divertir com isso. Minha esposa ainda é virgem, por assim dizer. Uma virgem anal. Estou pensando que iremos corrigir essa situação muito em breve. Eu pego alguns outros brinquedos que irão intensificar o prazer dela, e minha excitação. O que dá prazer a ela, excita-me... Imensamente. Meu prazer é diretamente proporcional ao dela. É uma equação muito simples, realmente. Eu vou para o som e escolho a música para esta cena. Um sutil som sibilante enche a sala, em seguida, os acordes tristes de um piano solitário são ouvidos. Os acordes da Great Gig in the Sky começam a tocar. Eu tiro minha camisa e coloco junto com suas roupas. Great Gig in the Sky - Pink Floyd Quando o vocal feminino começa cantando seus lamentos, eu calmamente caminho em direção a minha esposa. O único som que não é da música é o ruído dos meus pés sobre o chão de madeira. Estou atrás dela, em pé, sem tocá-la. Eu me inclino e respiro minha pergunta em sua orelha esquerda. "Rude, você disse, Sra. Grey?" "Hmm.” "Você tem que me dizer para parar, se for demais. Se você disser pare, eu vou parar imediatamente. Você entendeu? " Pergunto enquanto Pink Floyd começa cantando. "E eu não estou com medo de morrer a qualquer momento que seja, eu não me importo. Por que eu deveria ter medo de morrer? Não há nenhuma razão para isso, você vai ter que ir algum dia. Eu nunca disse que eu estava com medo de morrer..."

A música é de outro mundo; com a presença da minha esposa, neste estado, submetendo-se a mim, é simplesmente o céu. "Sim,” ela responde. Isso não é suficiente. Eu não quero que ela tente aguentar e, em seguida, me deixe. Eu quero ser capaz de confiar nela nesta sala, na verdade, em todos os lugares, mas é muito imperativo que ela se comunique comigo. Somos amantes. Parte de dar prazer a um amante passa por confiar totalmente no outro. Eu quero confiar nela. Confio que ela vai me dizer se é esmagador. "Eu preciso de sua promessa," Eu digo comandando. O tom e o som da minha voz fazem com que ela inspire bruscamente. "Eu prometo,” diz ela imediatamente. "Boa menina,” eu digo, e inclinando-me eu a beijo em seu ombro. Eu coloco meus dedos debaixo de suas alças do sutiã, e traço meus dedos sobre toda a linha em suas costas. Um arrepio percorre seu corpo, e ela suspira desejosamente. "Tire-o,” eu sussurro no ouvido dela, e ela o faz mais rápido do que uma bala. Ansiosa, Sra. Grey? Eu sorrio. Minhas mãos deslizam pelas suas costas, eu engancho meus dedos em sua calcinha, e, lentamente, deixo-a deslizar para baixo. Uma vez que ela se junta em torno de seus pés, "Ande,” eu ordeno. E ela faz exatamente o que lhe é dito. Eu lentamente planto um beijo em seu traseiro. "Vou agora vendá-la para que tudo seja mais intenso,” eu digo. Perder o sentido da visão, alerta o corpo para aumentar os outros sentidos; fazê-lo concentrar-se nos sentidos de tato, olfato, paladar e audição para observar os arredores e sensações. E porque o corpo está hiper consciente de todos os outros sentidos, ele também aumenta o prazer em muitos níveis.

"Curve-se e deite-se sobre a mesa,” eu digo baixinho, mas com firmeza. "Agora.” Ela imediatamente obedece, curva-se e segura os lados da mesa. O seu rosto está encostado na superfície da mesa. "Estique os braços para cima e segure na extremidade,” eu a instruo. Ela faz isso, hesitante. "Se você soltar, eu vou bater em você. Você entendeu? " Eu pergunto. "Sim,” ela diz compreendendo. Mas eu não quero fazer algo que ela não quer fazer. Eu quero o seu consentimento por todo o caminho. "Você quer que eu a espanque, Anastasia?" Eu pergunto. "Sim,” ela responde em um rouco sussurro, mal audível. Ela não tem certeza? Não quer? Ela está apenas tentando me agradar? "Por quê?" Eu pergunto, tentando entender. Ela encolhe os ombros em resposta. Isso não vai funcionar. Eu preciso saber. Eu preciso entender, assim eu não faço isso pelas razões erradas. É só por prazer. "Diga-me," eu incentivo.

"Uhm...,” ela responde. Isso é uma não-resposta. Talvez um teste seja adequado. Eu levanto minha mão e bato em suas nádegas forte. "Ah,” ela grita. "Silêncio agora." Eu esfrego sua bunda com a mão suavemente. Em seguida, encaixando-a entre meus quadris, minha ereção cavando nela, eu planto um beijo entre suas omoplatas e trilho beijos nas suas costas. Meu cabelo no peito esfrega nas suas costas, e minha ereção lembra-a do que está por vir e quem é o chefe, pois escava em sua carne macia através do tecido áspero da minha calça jeans. "Abra suas pernas," eu ordeno. Ela imediatamente obedece. "Mais,” eu digo. Ela geme e abre as pernas mais amplamente. "Boa menina,” eu respiro. Meus dedos traçam para baixo em suas costas, e logo ao longo da rachadura da sua bunda, e sobre o seu ânus. "Nós vamos nos divertir com isso,” eu sussurro. Ela não vai mais ser uma virgem anal. Não há necessidade de manter os bens na caixa, e escondidos. É melhor tirá-los e brincar com eles. Mais divertido. Eu sigo o meu dedo sobre seu períneo e lentamente mergulho dentro de seu sexo. "Estou vendo que você está muito molhada, Anastasia. É de mais cedo ou de agora? " Eu pergunto. É totalmente quente. Ela geme em resposta. Eu sei que ela está quente agora e desejosa por mim. "Oh, Ana, eu acho que são as duas coisas. Eu realmente acho que você gosta de estar aqui, assim. Minha,” eu digo. A constatação de que minha mulher adora estar na nossa sala de jogos, sabendo que eu procuro, desejo e exijo controle absoluto nesta sala, sendo minha, é absolutamente espantosa. Ela não diz nada, mas sua linguagem corporal indica que ela ama estar aqui. Retiro meus dedos de seu sexo e bato em suas nádegas duro, mais uma vez. "Diga-me,” eu sussurro em voz rouca, urgente. Eu preciso saber. Eu tenho que saber!

"Sim, eu gosto,” ela responde em um gemido. Sua resposta é uma fonte de excitação, êxtase mesmo. Eu bato na bunda dela mais uma vez duro, e ela grita. Eu coloco dois dedos dentro dela neste momento. Retirando-os imediatamente, eu espalho a umidade sobre e em torno de seu ânus. "O que você vai fazer?” Ela pergunta em voz ofegante. Ela quer saber se eu vou foder a bunda dela, mas meu pau é grande demais para a bunda dela agora. Ela é uma virgem anal. Eu não quero machucá-la. Este é um processo gradual. "Não é o que você pensa," Eu a tranquilizo. "Eu lhe disse, um passo de cada vez com isso, baby." Eu pego o tubo de lubrificante na minha mão, e salpico em minha palma. Então, espalhando ao redor da minha mão, eu levo meus dedos, agora lubrificados, e começo a massagear seu ânus, suavizando-o, tornando mais fácil para o plugue anal deslizar dentro. Ela se contorce sob o meu toque. Eu preciso que ela fique parada. Eu bato na bunda dela mais uma vez, mais para baixo, bem em seu sexo. Ela geme de prazer, como eu queria dela. "Fique quieta," Eu a lembro. "E não solte." "Ah," ela geme com desejo. "Isto é lubrificação,” eu explico, e espalho mais sobre suas nádegas e ânus. Eu posso sentir seu corpo pulsando de excitação, aquecendo sob o meu toque. "Eu queria fazer isso com você já há algum tempo, Ana,” eu digo em voz sombria. Ela geme em resposta. Eu tomo o plugue anal e esfrego-o para baixo em sua espinha. "Eu tenho um pequeno presente para você aqui,” eu sussurro. Quando o plugue anal chega em sua rachadura, eu a abro com o plugue anal, e ele apenas desliza porque eu o lubrifiquei bem. "Eu vou empurrar isto dentro de você muito lentamente, baby." Ela toma um fôlego, tremendo na expectativa. "Vai doer?" ela pergunta. "Não baby. É um pequeno. Uma vez que esteja dentro de você, eu vou foder você realmente duro” eu digo devasso. A excitação está total. Eu tinha querido fazer isso por um longo tempo.

"Pronta?" Eu sussurro. Um muito tranquilo "sim,” sai de seus lábios, quase um sussurro rouco. Eu corro meu dedo sobre sua bunda e períneo e deslizo o dedo em seu sexo novamente, acariciando delicadamente seu clitóris. Anastasia geme, e abre-se mais, empurrando seu sexo na minha mão. Enquanto meu dedo dá prazer a ela dentro de seu sexo, meu polegar circula e massageia seu clitóris. Então, quando tenho certeza que seus músculos estão relaxados, eu lentamente empurro o plugue anal em seu ânus. "Ah!" ela geme com a sensação que deve ser estranha para ela. Mas eu quero lhe ensinar os prazeres que eu posso oferecer a ela. O plugue desliza em sua bunda, e meu polegar agora gira dentro dela. "Oh, baby!" Eu digo, completamente excitado, pronto para foder com ela até a próxima semana. Eu redemoinho meu polegar, mais uma vez e torço o plugue dentro de seu traseiro para proporcionar-lhe uma sensação de prazer, fazê-la sentir a estimulação orgástica que ele pode proporcionar, levando-a para a borda. Enquanto eu giro o plugue, ela geme, longo e forte. "Christian,” ela murmura o meu nome em uma ladainha truncada em seus lábios. "Boa menina,” murmuro entre dentes. Eu abro minhas calças, e o meu pau salta para fora completamente ereto. Eu agarro o quadril de Anastasia e puxo-a para trás e abro suas pernas ainda mais, os meus pés efetivamente empurrando-as para mantê-las abertas. "Não largue a mesa, Ana," Eu a advirto. "Não,” ela suspira. "Algo rude? Diga-me se eu sou muito rude. Entendeu?" Eu pergunto-lhe. "Sim,” ela sussurra, e meu pau martela em sua profundidade. Enquanto eu empurro nela, eu puxo-a para mim, ao mesmo tempo, o que também sacode o plugue anal para frente, fazendo-o ir mais profundo espalhando a sensação por todo o corpo. "Porra!" Anastasia grita. Eu fico parado imediatamente. Eu quero que ela se acostume com a sensação. É incrivelmente agradável, mas igualmente intensa. "Outra vez?" Eu sussurro a minha pergunta.

"Sim.” "Fique deitada,” eu comando. Eu lentamente recuo, e martelo nela novamente. "Sim,” ela sussurra, e essa é a minha deixa para pegar o ritmo. Eu repetidamente empurro e martelo dentro dela, cada vez minha respiração está ficando mais elaborada, estou singularmente focado, e a sensação nos encaminha a ambos ao precipício, levando-nos mais alto, e mais alto. "Oh, Ana," Eu suspiro. Isto é euforia, isto é céu. Esta é minha mulher. Eu passo a minha mão direita em seu quadril e giro o plugue de novo, e puxando-o lentamente, eu o retiro devagar e depois o empurro novamente, enquanto meu pau está fazendo o mesmo sem nunca perder uma batida, uma e outra vez e outra vez. Quando eu começo a sentir seu sexo apertando dentro, envolvendo meu pau como uma luva apertada, eu a sinto começar a tremer, e construir no interior. Eu acelero o meu ritmo, mais rápido e mais profundo. Eu estou perdido em nossa conexão; eu estou no comando de nossos prazeres. "Ah, porra!" Anastasia geme. "Sim, baby,” eu assobio através dos meus dentes. "Por favor,” ela implora enquanto seu sexo fica mais apertado com o prazer sendo construído, começando a repuxar meu pau, tentando ordenhá-lo. "Isso mesmo," eu respiro, e bem quando eu sinto seu zênite sendo alcançado por ela, bato em sua nádega direita e ela está perdida para o seu clímax. Ela goza em ondas rolando, uma e outra vez, passando a sensação para meu corpo através de nossa conexão, me levando com ela. "Porra,” ela grita, e suas palavras são a minha perdição, eu gozo em jorros grossos agarrando seus quadris, e, finalmente, encontro minha própria libertação, segurando-a ainda. Porque o som está em modo de repetição, a voz aveludada da cantora ainda está cantando sua melodia lamentosa. Anastasia está enrolada em meus braços, enquanto se senta no meu colo, e nossas pernas estão amarradas umas com as outras. Ela está cansada, a cabeça está repousando contra o meu peito no chão da sala de jogos.

"Bem-vinda de volta,” eu digo quando eu retiro fora a venda. Ela pisca os olhos para fazê-los se ajustaram à luz novamente. Com o meu indicador e o dedo médio eu inclino o queixo para cima, e beijo-a nos lábios, ao mesmo tempo que o meu olhar está à procura do dela, ansiosamente. O que ela pensou sobre essa experiência? Ela odiou? Amou? Incerta? Ela se chega para acariciar meu rosto delicadamente, amorosamente, e satisfeita. Alívio me inunda e eu sorrio.

"Bem, eu cumpri a tarefa, Sra. Grey?" Eu pergunto, me divertindo. "Tarefa?” ela pergunta franzindo a testa, sem entender a minha pergunta. "Você queria rude," Eu a lembro suavemente. Seu sorriso de resposta é um prazer de ver. "Sim, eu acho que você cumpriu..." Ela acha? Eu levanto as sobrancelhas em resposta e sorrio de volta para ela. "Estou muito feliz em ouvir isso, Sra. Grey. Você parece completamente bem fodida e bonita neste momento,” eu digo acariciando seu rosto e acariciando sua bochecha. Deus! Ela é linda! "Eu sinto isso,” ela murmura. Eu estendo a mão e beijo minha esposa, com doçura, ternamente, moldando meus lábios nos dela. "Você nunca decepciona." Eu me inclino para trás e olho para minha esposa em reverência.

"Como você se sente?" Eu pergunto baixinho, ansiosamente. Esta é a sua primeira vez, como a virgem que ela era comigo. Eu preciso saber que eu não a machuquei, mas, novamente, eu também quero saber que eu a levei aos picos do prazer. "Bem,” ela murmura sua resposta. "Completamente bem fodida,” diz ela timidamente. Sua resposta me pega de surpresa. "Por que Sra. Grey, você tem uma suja boca suja,” eu digo com falso ultraje, mas é difícil para mim, esconder minha diversão quando ela está bem satisfeita, e dizendo isso em voz alta. Porra! É mais uma ligada! "Isso é porque eu sou casada com um sujo menino sujo, Sr . Grey,” diz ela, e essa resposta simples, essa frase simples me exalta, fazendo-me imensamente feliz. Eu sorrio tão grande que meu rosto dói, e seu sorriso de resposta é simplesmente incrível. "Estou feliz que você está casada com ele,” eu digo. Isso a faz completamente minha, à vista de todos, da sociedade e Deus. Ela é minha no céu e na terra. Que mais um homem pode pedir? Eu gentilmente agarro sua trança, e levantando-a, eu a beijo, meus olhos brilhando de amor por ela, irradiando-o de tal forma que só um homem apaixonado pode mostrar. Minha simples ação faz brilharem seus olhos calorosamente. Ela estende a mão e pega a minha mão esquerda e delicadamente beija minha aliança de casamento. "Meu,” ela sussurra, e esta única palavra puxa algo no fundo do meu coração, me chamando para ela. "Seu,” eu respondo, sem defesa. Meus braços se envolvem em torno dela mais apertado, e eu enterro meu nariz em seu cabelo, inalando seu perfume profundamente. "Devo dar-lhe um banho?" Eu pergunto. "Hmm..." ela responde cansada. "Só se você se juntar a mim,” ela diz. Isso é facilmente feito. "Ok,” eu respondo. Colocando-a em seus pés, eu levanto ao seu lado. Ela olha para minhas calças jeans que eu ainda estou vestindo. "Você vai usar os seus... uhm... outros jeans?” ela pergunta. Que outras calças jeans ela está perguntando? Eu franzo a testa quebrando a cabeça. "Outros jeans?" Eu pergunto. "O que você costumava usar aqui,” ela diz.

"Esses jeans?" Murmuro surpreso. Esses são os que pertencem à minha persona Dom. É isso que ela quer aqui? Eles a ligam? "Você fica muito quente neles,” diz ela timidamente. "Fico?" Eu pergunto, subitamente muito interessado. Sua opinião importa, e eu estou constantemente fazendo anotações mentais. "Yeah... Quero dizer, realmente quente,” diz ela, e é a minha vez de me sentir tímido. Eu nunca me sinto tímido. Por que me sinto assim? Será que é porque minha esposa pode me afetar profundamente? Eu sorrio para ela. "Bom para você, Sra. Grey, talvez eu o use." Tornando-o um ‘definitivamente eu farei’. Eu inclino-me e beijo-a novamente. Em seguida, pego o pequeno pote sobre a mesa que contém o plugue anal, o frasco de lubrificante, a venda e as calcinhas rendadas da minha esposa. "Quem limpa estes brinquedos?” Ela pergunta enquanto ela me segue para a cômoda. Eu não tenho certeza exatamente do que ela está perguntando. "Eu. Sra. Jones,” eu respondo distraidamente. "O quê?” Ela pergunta completamente surpresa. Sua resposta monossilábica me toma de surpresa, e eu finalmente concordo com a cabeça, divertindo-me com isso, mas também um pouco envergonhado. Eu desligo o aparelho de som. Eu digo a ela? Devo dizer-lhe e desligá-la. "Bem, uhm..." Uma das quinze... Atrevo-me a dizer isso? "Suas subs costumavam fazê-lo?” ela pergunta. Eu dou de ombros, me desculpando. Eu não quero falar sobre as quinze. Elas estão completamente acabadas. Ela é minha esposa, minha vida. Eu entrego a minha t-shirt, "Aqui,” eu digo, querendo mudar de assunto. Ela colocá-a. Deixo os itens na cômoda, e pego a mão da minha esposa. Eu abro a porta da sala de jogos, e segurando a mão de minha esposa eu a levo para fora da sala, e a conduzo para baixo, para nosso quarto. Entramos em nosso quarto e, em seguida, caminhamos até o banheiro principal. Ouço Anastasia dar um alto bocejo relaxante, e ela estende os braços para cima, levantando a t-shirt quase até sua virilha.

"O que é isso?" Eu pergunto quando eu abro a torneira da banheira. Ela balança a cabeça como se quisesse dizer nada. Não, nunca é apenas nadacom ela. "Diga-me," Eu a persuado suavemente. Eu despejo um pouco de óleo de banho de jasmim na água corrente. O doce aroma enche o banheiro. É relaxante, e sensual tudo ao mesmo tempo. Ela cora. "Eu me sinto melhor,” diz ela. Eu sorrio em resposta. Ela está completament e bem fodida, o que vai ter um efeito relaxante. "Você esteve em um modo estranho hoje, Sra. Grey," eu digo, e de repente eu a puxo em meus braços. Foi um dia estranho. Ela está estressada e preocupada, desde que ela ouviu sobre o incêndio criminoso, e apesar de eu compartilhar o mínimo possível, ela está tensa, chateada, nervosa, e tendo pesadelos. Eu não sei de que outra forma afastar esses sentimentos para longe. Eu quero protegê-la do mundo, e eu me sinto incapaz especialmente depois de perseguição de carro desta tarde. "Eu sei que você tem estado preocupada com esses acontecimentos recentes. Eu realmente sinto muito que você esteja presa neles, baby. Eu não sei o que é, se é uma vingança, um ex-funcionário, ou um rival de negócios. Se alguma coisa acontecesse com você por minha causa... " Eu digo, minha voz quebrando no final. Estou em agonia. Ela enrola os braços em volta de mim, em tom tranqüilizador. "E se alguma coisa acontecer com você, Christian?” Diz ela, com medo. Eu olho para baixo e procuro seu olhar. Ela está preocupada comigo como eu estou preocupado com ela? O medo está escrito sobre seus olhos e seu rosto. "Nós vamos descobrir isso. Agora vamos tirar esta camisa e vamos a esse banho. " "Você não deveria falar com Sawyer?” ela pergunta. "Ele pode esperar,” eu digo com a minha boca se mudando em uma linha dura. Eu vou fazê-lo tê-lo, mas ele pode se preparar para o momento. Eu tiro minha t-shirt dela, e quando ela me encara, eu franzo a testa. Eu ainda posso ver os chupões desbotados de nossa lua de mel sobre os seios. Merda! Por que me sinto tão culpado? Tudo o que a machuca, me machuca. Estamos conectados. Eu a amo. É simples assim. Eu a amo além do amor. "Eu me pergunto se Ryan pegou o Dodge,” ela pergunta. "Vamos ver após este banho. Entre." Eu estendo minha mão para ela. Ela pega-a, e entra na banheira.

"Ow!” ela protesta, enquanto ela afunda na água quente, o rosto estremecendo. Sua bunda deve estar doendo. Assim como ela estava quando ela perdeu a virgindade comigo. "Devagar, baby,” eu digo baixinho. Eu tiro minhas roupas, e entro atrás da minha esposa, puxando-a contra meu peito. Eu preciso desta conexão. Eu preciso senti-la, abraçá-la, saber que ela está segura em meus braços. Ela se aninha entre minhas pernas, meu pau está tocando suas costas. Eu seguro sua trança com uma mão, e começo girando-a entre meus dedos, distraído.

"Precisamos olhar os planos para a casa nova. Mais tarde, esta noite?" Eu pergunto. "Claro,” ela diz insegura. Por que ela está desconfortável? É sobre a casa? Os eventos do dia? A arquiteta? "Eu tenho que me preparar para o trabalho,” diz ela em um sussurro. O quê? Eu não quero que ela vá para o trabalho. Sempre que ela está longe de onde eu posso protegê-la, eu me sinto nervoso, inquieto, e em alfinetes e agulhas. Eu tenho todo o dinheiro do mundo para cuidar dela. "Você sabe que você não tem que voltar a trabalhar,” murmuro. "Christian, nós já ultrapassamos isso. Por favor, não 'ressuscite essa discussão’,” ela protesta. Essa é uma batalha que eu não vou ganhar. Com ela, eu tenho que escolher minhas batalhas. Uma das coisas que eu estou começando a aprender nos relacionamentos. Eu puxo a trança fazendo seu rosto inclinar para cima e para trás. "Apenas dizendo..." Eu murmuro e planto um beijo em seus lábios macios.

Após o banho estar terminado, eu coloco minha calça jeans e camiseta, e caminho para o meu escritório. Sawyer me segue atrás como um estudante errante indo para a sala do diretor. "Onde porra você estava?" Eu grito assim que ele fecha a porta atrás. "Sinto muito, senhor, perdemos você assim que a Sra. Grey entrou rapidamente no tráfego." "Não me diga que você perdeu a aula no FBI quando eles ensinaram ao resto de vocês como pegar uma jovem mulher motorista, de 21 anos de idade, que é apenas semi proficiente na direção!" Eu berro. Ele fica carmesim até seu couro cabeludo. "Você percebe o perigo em que você colocou a nós dois? É o seu trabalho se recuperar. É o seu trabalho ser pelo menos um motorista melhor do que as pessoas que você está protegendo! Se ela avança o sinal vermelho, você não se senta no sinal girando seus polegares para esperar o próximo sinal verde! Você passa o sinal atrás dela! Se você for seguir a lei a cada passo, se simples sinais vermelhos vão impedi-lo de fazer o seu trabalho e colocar em troca, em risco, a vida dela, eu não preciso de você! Porra, você me entende, Sawyer?" "Claramente, senhor." "Como porra eu posso confiar em você para a proteção dela, quando você não consegue nem protegê-la com Ryan, e comigo presente? Você pode fazer seu fodido trabalho, ou eu tenho que demiti-lo e conseguir alguém que possa? " "Eu posso, senhor. Isso não vai acontecer novamente." "É melhor não! Eu não outorgo concessões, e eu não perdoo facilmente. Não há margem de erro quando se trata da Sra. Grey! Isso está absolutamente claro para você? " "Sim, senhor. Perfeitamente claro. " "Agora saia e descubra onde Ryan está! Assim que ele voltar, eu preciso ser informado por vocês dois! " "Sim, senhor,” diz ele com o rosto pálido, e deixa o meu estúdio. Eu corro minhas mãos nos meus cabelos, exasperado. Sento-me atrás de minha mesa. Eu tenho que recuperar o controle de todos os eventos ultrapassando nossas vidas. Eu pego meu Blackberry, e ligo para Welch.

"Sr. Grey?” Ele responde ao segundo toque. "Welch! Falou com Sawyer ou Ryan hoje? " "Sim, senhor. Eu estou a par. Dodge Preto com placas falsas. Eles disseram que era um motorista do sexo feminino." "Alguma das características pode ser combinada com algum criminoso ou alguém conhecido ligado a mim no passado?" "É muito cedo para dizer, Sr. Grey. O suspeito não tinha marcas identificadoras. O documento era falso. Temos de recuar, senhor. Terei acesso a CCTV (é um sistema de televisão que distribui sinais provenientes de câmeras localizadas em locais específicos, para um ou mais pontos de visualização) em torno de Seattle, e verei se consigo localizar a perseguição de carro em qualquer uma das suas câmeras que estivesse gravando. Talvez eu tenha que violar algumas leis para isso. " "Faça isso! Eu quero o criminoso apanhado!" "Eu tenho uma reunião com Pella amanhã à noite. Estamos ocupados na coleta de provas para avaliar, Sr. Grey.” Isso pega-me de surpresa. "Eu pensei que ele viria na terça-feira." "Não, ele virá na noite de segunda, mas ele vai encontrá-lo terça-feira, senhor. Precisamos informá-lo e dar-lhe tempo para examinar as provas que temos estado recolhendo, e discutir as nossas conclusões." Eu exalo um longo suspiro. "Tudo bem. Quero ser notificado imediatamente se descobrir qualquer coisa nos vídeos CCTV de vigilância. Enquanto isso, eu preciso avaliar os vídeos da sala de servidores da Grey House." "Barney tem acesso a eles, senhor. Ele é um dos melhores caras de IT no estado de Washington, e ele conhece cada software antes que ele seja divulgado. Na verdade, ele está ajudando a mim e minha equipe na tentativa de obter uma imagem clara, para que possamos usar o software de reconhecimento facial para comparar com os registros estaduais e federais, você sabe, FBI e assim por diante. Mas o mais importante, eu quero compará-lo com os nossos funcionários atuais e passados para ver se podemos chegar a uma combinação."

"Eu vou falar com Barney sobre isso. Agora, aqui está o que eu quero que você faça. Eu quero segurança adicional para cada membro da minha família, e nós aqui, no mais tardar amanhã. Envie-me os nomes e origens dentro da próxima hora ou assim...” "Vou ter que percorrer a lista da equipe de segurança e compilar uma lista para o senhor, e enviar-lhe a informação detalhada hoje. Eu agradeceria se você informasse sua família imediatamente, porque a Srta. Grey trancou-os fora da última vez, e ela não ia deixá-los entrar, senhor...” "Deixe isso para mim. Eu quero os nomes, e uma vez que eu lhe envie a luz verde, eles devem estar no local às sete horas da manhã, antes que alguém saia para o trabalho.” "Sim, senhor,” ele responda e desliga. Agora, eu tenho que ligar para os meus pais, Elliot, e Mia... Eu dou um suspiro exasperado, passo as minhas duas mãos no meu cabelo, e sustento os cotovelos sobre a mesa, segurando minha cabeça em minhas mãos. Assim que eu descobrir a identidade do filho da puta, e de seus possíveis cúmplices, eu vou ter certeza que eles sofram tanto quanto eles nos fizeram sofrer. Você teve uma vez a chance de me foder, então agora é a minha vez! Eu pego determinado o Blackberry da minha mesa, e disco o número da minha mãe. "Olá,” ela responde. "Hey mãe. Boa noite," eu digo. ****❦ ♡ ❧***** Leva-me quase uma hora para conversar com cada membro da minha família, informando-os sobre a segurança mais uma vez adicionada. Estou surpreso que foi mais difícil convencer minha mãe e Mia do que o meu pai e Elliot. Mas no final elas tiveram que concordar, com relutância, que a segurança era necessária até que o criminoso seja preso. "Mas, Christian! Honestamente, eu sou a única entre as minhas amigas que tem Rambos atrás delas! Você já tentou ir a um spa, com três enormes caras atrás de você? Admitindo-se que Lily goste deles, e ela sempre tenta despir-se bem quando um daqueles caras estão nas proximidades, e eles sempre estão, mas eles são irritantes! "

Deus, minha irmã é mais irritante às vezes do que qualquer outra mulher que eu já conheci! "Mia, isto é apenas até o criminoso ser pego. Fomos perseguidos esta tarde logo depois que deixamos a casa de mamãe e papai. Claramente, quem quer que ele seja, sabe onde minha família está. Eu não vou colocar nenhum de vocês em risco. Você deve confiar em mim! Eu quero que você me prometa que não vai tentar escapar da segurança, ou deixá-los trancados do lado de fora da casa...” Ela geme alto em resposta. "Mia!" Eu ordeno. "Christian, sua merda de mandão não funciona comigo, e você sabe disso!" "Mia, eu estou sob um monte de estresse. Não comece comigo! Esta é uma medida de segurança que todos devemos seguir. Até que o autor do crime esteja preso. Ok? " "Tudo bem! Vou deixá-los entrar, e deixá-los me seguir. Mas o que diabos seja o seu problema, resolva-o em breve, porque é cinco vezes a segurança que temos agora. Isto é sufocante!" "Obrigado Mia!" "Por nada... Oh, Christian...” diz ela suavizando. "Sim?" "Eu te amo. Fique seguro, ok? E Ana, também,” diz ela. Com a menção do nome de Anastasia, eu tomo uma respiração profunda. O pensamento está sempre atrás da minha mente. Assustando-me, mantendo o sono à distância, e me deixando nervoso. Eu não posso perder minha mulher, ou qualquer membro de minha família para algo, ou alguém amarrado comigo. É uma ferida de facada e a faca está torcendo non-stop. "Eu vou. Eu também amo você, Mia.” Eu respondo e desligo. Há um estranho barulho de bater na minha mesa, e eu percebo que é a caneta que eu estou segurando na minha mão. Minha mão está segurando a caneta muito apertada, meus dedos estão brancos, e minha mão está tremendo de raiva e frustração. Meus olhos estão em chamas. Eu preciso ir e malhar para aliviar este sentimento, mas não o farei até que eu tenha algum tipo de ponto de partida. Eu preciso ganhar o controle dos

eventos que estão nos assolando. A única evidência que temos agora é o vídeo da sala de servidores da Grey House. De repente, é muito importante para mim vê-lo. Talvez eu possa reconhecer a pessoa. Eu disco o número de Barney. Ele responde no quarto toque. "Olá, Sr. Grey. Desculpe-me, eu não consegui chegar ao telefone imediatamente. Eu estava na sala do servidor." "Você está no trabalho?" "Sim, senhor. Eu não tive acesso à sala do servidor até que o departamento de polícia nos deu um ‘vá em frente’, e eu queria examinar alguns dos itens. Falei com Welch depois que você falou, e eu comecei a pensar...” diz ele. "O quê? Você encontrou alguma coisa?" Pergunto esperançoso. "Não, mas eu estou indo em um palpite, senhor. Agora, uma sala de servidor típica tem três diferentes sistemas: sistema mecânico, sistema elétrico e alarme e sistema de segurança. Para os dois primeiros, não há muito que eu possa examinar, além do que Welch e a polícia já tinham feito, e tinha sido zona proibida para nós. Mas para o terceiro, eu poderia fazer algo a respeito. Hoje à noite, quando eu estava pensando sobre o sistema de segurança, lembrei-me de ter instalado alguma coisa no sistema elétrico, que eu tinha totalmente esquecido." "O que você instalou?" "Warren, meu técnico de IT, esteve mudando algumas das configurações na sala do servidor no passado. Eu lhe disse que não, mas eu acho que ele fez isso de novo, há algumas semanas...” "Barney, essa história está indo para algum lugar?" "Eu instalei uma pequena câmera na sala do servidor apenas monitorando as prateleiras diretamente, porque eu não queria que meu set-up fosse mudado. De qualquer maneira, essa câmera é pequena e as imagens seriam granuladas, mas eu pensei que eu iria gravar Warren abrindo o rack UPS que eu o tinha proibido de mudar." Rack "UPS?" Eu pergunto. "Suporte para Uninterruptible Power Supply, senhor. (N.T. Um UPS, popularmente conhecido como no-break. Entra em ação, alimentando os dispositivos a ele ligados, quando há

interrupção no fornecimento de energia primária.) Eu gosto de tê-lo isolado, como uma unidade separada e Warren gosta dele...” ele começa a vir com todos os dados técnicos em mim e quando ele ouve os meus gemidos, ele abrevia. “... Bem, de qualquer maneira, senhor, o fogo começou justo no rack UPS. Esse é o que alimenta os servidores e realmente os mantém ininterruptos. Isso é o que eu estou tentando dizer. A pequena câmera que eu coloquei registra somente quando é acionada e o ângulo é diferente, mas eu apenas me lembrei que ela estava lá. E há feedback, uma pequena gravação... Acabei de verificar a data. Não é Warren; é claramente visível no vídeo. Eu estava prestes a compartilhar as informações com Welch... O vídeo geral em cima da sala grava os topos das cabeças das pessoas. Se uma pessoa tiver cuidado, ela pode evitar totalmente exibir seu rosto na câmera, que foi o que aconteceu, senhor. Nós não pudemos identificar o criminoso com a alimentação dessa câmera." "Mas, agora, você tem uma outra alimentação?" Pergunto esperançoso. "Eu acredito que nós temos, senhor,” diz ele, e pela primeira vez desde o incêndio, eu me sinto aliviado. Alívio imenso! Deus abençoe os geeks territoriais que trabalham para mim. (N.T. é um anglicismo e uma gíria inglesa que se refere a pessoas peculiares ou excêntricas, obcecadas por tecnologia, eletrônica, jogos eletrônicos ou de tabuleiro etc.) Se pudermos identificar o criminoso, mesmo levemente, eu poderia até mesmo dar a Warren um bônus por monitorar Barney mexendo em seu perfeito set-up técnico e a Barney um bônus por querer monitorar as atividades de Warren para estragar seu estilo. "Mostre-me o vídeo então..." "Claro, senhor. Eu preciso que você faça login no servidor da Grey House. Eu estou lhe enviando o link por email. Eu estarei compartilhando o desktop com você, e você pode ver tudo o que eu estou vendo no meu monitor,” diz ele, e eu ligo o meu laptop. Depois de fazer login no meu e-mail eu localizo a mensagem de Barney com as instruções de compartilhamento de desktop. "Eu vejo você no meu computador, senhor. Você está conectado. Eu vou deixar você ver o vídeo, senhor. E não haverá nenhum som, apenas vídeo,” diz ele. "Ok.” "O que eu vou tentar fazer é o seguinte: eu vou passar os vídeos lado a lado. O de cima, e o da minha câmera espiã.”

"Você acabou de dizer câmera espiã?" Eu pergunto. Ele limpa a garganta. “Existe uma loja ‘Spies R Us’ em algum lugar?” "Sim, senhor. The Gadgets and Gears. Enfim...” diz ele limpando a garganta de novo, claramente desconfortável. Huh... Gadgets e engrenagens; o cara técnico Agente Q, do 007, o Quartermaster deve comprar lá também. (N.T. Agente Q é um integrante do MI6, o serviço de inteligência britânico, responsável pela produção de engenhos tecnológicos sofisticados a serem usados pelos agentes do serviço, especialmente pelo agente007 em suas missões. Quartermaster é o mestre de armas ou armeiro.) Após 10 minutos de assistir o vídeo a partir de ângulos diferentes, eu digo, "Barney você pode combinar essas fontes para torná-las uma? Dessa forma, eu não perco os ângulos." "Dê-me um minuto, senhor. É factível, uma solução simples...” diz ele. E, em poucos minutos, os vídeos estão combinados. É curto, mas ainda assim alguma coisa. É a evidência de que alguém estava em minha sala do servidor. É tangível agora. Eu posso ver o criminoso nessa imagem. Eu o assisto algumas vezes. Há um quadro onde o criminoso olha em direção da câmera, mas ele se assegura de manter a cabeça baixa em todos os momentos, como se todas as paredes estivessem gravando-o. "Segure isso bem aí, Barney!" Eu digo. Ele congela a cena. "O que eu quero que você faça é aumentar esta imagem particular," eu ordeno. "A tomada pode estar granulada, Sr. Grey, mas vou utilizar uma ferramenta de redução de ruído que pode me ajudar a resolver o problema,” diz ele, e a imagem, primeiro se distorce na tela, em seguida, melhora só um pouco. Mas ainda não é muito clara. Logo em seguida alguém irrompe através da minha porta do escritório. Eu levanto os olhos, sentindo-me bastante irritado pela intrusão, e já irritado. Vejo Anastasia entrar. Todo o meu aborrecimento e irritação desaparecem. Meus olhos estão fixos nela, e os dela em mim. "Você pode melhorar a imagem ainda mais?" Eu pergunto, meu olhar firme em minha esposa. "Vou tentar, senhor, mas eu talvez não seja capaz,” ele responde.

Anastasia caminha ao redor da minha mesa na minha direção. Eu viro minha cadeira para virar para ela, franzindo a testa. Aconteceu alguma coisa? Eu estive escondido em meu escritório por algum tempo. Mas aconteceu alguma coisa? Ela parece... chateada... Ela não diz nada, e apenas engatinha no meu colo e envolve seus braços em volta do meu pescoço. Estou alarmado imediatamente. O que há de errado? "Uhm... sim, Barney. Pode esperar um momento?" "Certamente, senhor." Eu cubro o telefone no meu ombro para ter alguma privacidade de Barney. "Ana, o que há de errado?" Ela não diz nada; apenas balança a cabeça. Algo deve estar errado. Porque esse apego? Eu levanto-lhe o queixo, e procuro a resposta em seus olhos. Ela puxa a cabeça, libertando-se de minha mão e simplesmente a enfia debaixo do meu queixo, e se enrola no meu colo como uma criança pequena, precisando de tranquilidade, proteção. Isso é o que ela precisa. Ela está preocupada. Seus braços me agarram com mais força. Ainda confuso, eu envolvo meu braço esquerdo em torno dela, e beijo o topo de sua cabeça para dar a segurança que ela está procurando. "Ok, Barney, o que você estava dizendo?" Eu pergunto. "Eu estou tentando aumentar a imagem, senhor. Permita-me usar uma ferramenta diferente de Redução de Ruído... Ela pode funcionar melhor. Mas eu vou rodar o vídeo mais uma vez. Assim que chegar à imagem, eu preciso que você pressione, Controle e sinal de mais juntos, o que deve ampliar a sua visão da imagem na sua tela, senhor." A fonte de vídeo começa novamente. A imagem é uma imagem de CCTV preta e branca, granulada, da câmara da sala do servidor. Há um homem com cabelo escuro que veste macacão claro na tela. "Ok, Sr. Grey, agora, vamos saltar para a alimentação da câmara de espionagem. Eu preciso que você mantenha pressionada a tecla Alt e então pressione a tecla Tab e isso deve saltar você de uma fonte para a outra,” diz ele. Então, estamos em outro sinal de vídeo granulado. Agora vejo o homem com a cabeça baixa. Ele está caminhando em direção à câmera. Eu congelo o quadro. O homem está na sala do servidor ao lado dos racks dos servidores. Barney melhora a imagem que eu congelei. Eu ainda não consigo vê-lo bem o suficiente.

"Ok Barney, mais uma vez," eu peço. A imagem é ampliada, Anastasia se senta, completamente fascinada com o processo. "É Barney fazendo isso?” Ela pergunta em voz baixa. "Sim,” eu respondo. "Você pode escurecer a imagem de todo, Barney?" "Vamos ver se isto vai funcionar, senhor." Ele faz a sua magia, e a imagem na tela primeiro borra, em seguida, muda o foco para um pouco mais nítida. O homem está evitando olhar para qualquer lugar que não seja o chão, mas por causa do ângulo da câmera espiã, é mais perto do que o que tínhamos das câmeras de cima. Eu olho para a imagem na tela. Eu não posso reconhecer a pessoa no quadro. Anastasia se inclina, e imediatamente endurece. Ela o reconhece. "Christian,” ela sussurra com a voz trêmula. "Esse é Jack Hyde." O quê? "Você acha?" Eu pergunto, completamente chocado. "Sim. É a linha de sua mandíbula,” diz ela apontando para a tela. "E o brinco e a forma de seus ombros. Ele tem a estrutura igual também. Ele está ou usando uma peruca, ou ele cortou e tingiu o cabelo,” diz ela, completamente convencida. "Barney, você está recebendo isso?" Pergunto a Barney e coloco-o no viva-voz. Então eu viro para Anastasia e olho para ela, nada satisfeito por ela reconhecer o tipo de corpo e os detalhes de sua forma até a curva de seus ombros. "Você parece ter estudado o seu ex-chefe em muitos detalhes, Sra. Grey," eu digo colocando a ênfase na Sra. Ela é minha esposa. Ela era minha namorada quando ela estava trabalhando com ele. O único homem que ela deveria ter estudado era eu! Não aquele filho da puta! "Sim, senhor. Eu ouvi a Sra. Grey. Estou rodando o software de reconhecimento de rosto em todo o CCTV digitalizado e nesta imagem da câmera espiã agora,” ele diz suavemente: "Ver onde mais esse babaca... sinto muito, senhora... este homem esteve dentro da organização." Babaca ficará muito bem! Tenho outros nomes para adicionar a essa lista! Eu olho para a tela de perto para ver se posso reconhecê-lo eu mesmo. "Por que ele faria isso?" Pergunta Anastasia. Eu dou de ombros. Ele nem sequer passou pela minha cabeça, até este minuto. Meu sangue está fervendo de raiva. Eu estou com raiva. Este homem tinha sido chefe da minha esposa. Ele queria levá-la para Nova York, e ela quase foi com ele.

"Vingança talvez. Eu não sei. Você não consegue entender por que algumas pessoas se comportam da maneira como elas se comportam. Eu só estou com raiva que você tenha trabalhado tão perto dele,” enquanto minha boca se aperta numa linha dura. "Nós temos o conteúdo de seu disco rígido, também, senhor,” acrescenta Barney. "Sim, eu me lembro. Você tem um endereço para o Sr. Hyde?" Pergunto bruscamente. Temos que pagar-lhe uma visita. "Sim, senhor, eu tenho." "Alerte imediatamente Welch," eu ordeno. "Claro que vou. Eu também vou fazer a varredura do CCTV da cidade e ver se consigo acompanhar seus movimentos,” diz ele. Esta é uma das razões pelas quais eu gosto de Barney: se eu pedir para ele fazer alguma coisa, ele não pergunta se é ilegal. "Verifique que veículo ele possui," eu ordeno. Eu quero saber se ele é dono do Dodge. "Senhor.” "Barney pode fazer tudo isso?" Anastasia sussurra. Concordo com a cabeça e sorrio. "O que estava em seu disco rígido?" Ela sussurra. Ela não precisa saber disso. "Nada de mais,” eu digo, sério imediatamente. "Diga-me,” ela pressiona. "Não." "Era sobre você ou eu?" "Eu," eu digo suspirando. "Que tipo de coisas? Sobre o seu estilo de vida?” ela pergunta. Que porra é essa! Que coisa para perguntar quando estou no telefone com o chefe do meu departamento de IT. Eu estreito meus olhos sobre ela em advertência e ela franze a testa.

"É um Camaro 2006. Vou mandar os detalhes da licença para Welch, também, senhor,” diz Barney. "Bom. Deixe-me saber onde mais aquele filho da puta esteve no meu prédio. E confira esta imagem com o de seu arquivo pessoal da SIP. Eu quero ter certeza de que temos uma compatibilidade,” eu digo, olhando para Ana com ceticismo. Eu quero estar mais de 100% certo. Um Dodge nos perseguiu, e não um Camaro. Se não for o seu veículo, ele pediu emprestado? Roubou? Será que ele tem um cúmplice? Merda! "Já está feito, senhor. E a Sra. Grey está certa. Este é Jack Hyde,” diz ele. Anastasia sorri em sua reafirmação. Eu esfrego suas costas em resposta. "Muito bem, Sra. Grey," eu digo sorrindo de volta para ela. "Deixe-me saber quando você tiver seguido todos os seus movimentos em HQ. (N.T. Headquarter – Grey House). Também confira qualquer outra propriedade GEH que ele possa ter tido acesso e deixe as equipes de segurança saberem, para que eles possam fazer uma outra varredura de todos aqueles edifícios." "Senhor.” "Obrigado, Barney," eu digo desligando.

Temos um filho da puta, e seus possíveis cúmplices para pegar. Há um monte de coisas que eu gostaria de fazer com ele, e nenhuma delas deve ser mencionada na companhia de Anastasia.

O INFERNO NÃO TEM FÚRIA IGUAL À DE UMA MULHER DESDENHADA CAPÍTULO DEZESSEIS
Tradução: Neusa Reis

"Sra. Grey, parece que você não é apenas decorativa, mas útil, também," eu brinco com Anastasia, com prazer e diversão nos meus olhos. "Decorativa?,” ela estreita os olhos, em sua própria maneira provocante. Eu a giro, puxando-a para mim e digo "muito" antes de beijá-la nos lábios macios. "Você é muito mais decorativo do que eu sou, Sr. Grey,” ela responde. Sua proximidade, perfume, e inebriante beleza desencadeia o desejo em mim, e eu sorrio largo e a beijo energicamente, enquanto eu enrolo sua trança em volta do meu pulso, e passo os braços ao redor dela. Eu só a solto quando nós dois ficamos sem fôlego. Estou tão perto dela que podemos ambos sentir o coração um do outro disparado. "Com fome?" Eu pergunto.

"Não,” ela responde. Claro. Se eu não a fizer comer, ela definha diante dos meus olhos. "Eu estou,” eu digo. "De que?" Ela pergunta. Minha esposa está sempre com desejo por mim; do jeito que eu gosto. "Bem, na verdade comida, Sra. Grey," eu digo sorrindo. "Tudo bem, eu vou fazer alguma coisa,” diz ela rindo. "Eu adoro esse som,” eu digo, desejando entretanto que ela estivesse em meus braços. "De mim, oferecendo-lhe comida?" Ela pergunta curiosa. "Você rindo," eu digo, enquanto eu beijo seu cabelo, então ela se levanta para ir embora. "Então, o que você gostaria de comer, Senhor?" Ela pergunta em um tom de voz doce. Ela definitivamente está brincando comigo. Eu estreito meus olhos para ela. "Você está sendo fofa, Sra. Grey?" "Sempre, Sr. Grey..." diz ela pausando, e, em seguida, acrescenta: "Senhor". Porra! Eu tenho que fazer algo sobre isso. Eu sinto minhas mãos se contraindo. Eu só quero puxá-la no meu colo, espancá-la e fodê-la. "Eu ainda posso colocar você por cima dos meus joelhos," murmuro, num tom sedutor enquanto o meu sorriso vai de orelha a orelha. Ela coloca as mãos sobre os braços da minha cadeira do escritório, e se inclina para me beijar. "Isso é uma das coisas que eu amo em você, Sr. Grey. Mas recolha sua palma da mão... Você está com fome," diz ela. Como posso resistir a ela quando ela é quem está me seduzindo, brincando comigo, e me acendendo como uma mangueira de fogo? Eu só posso sorrir para ela. "Oh, Sra. Grey, o que eu vou fazer com você?" "Você vai responder a minha pergunta. O que você gostaria de comer?” Ela pergunta. "Algo leve. Surpreenda-me,” eu digo. Esta é uma escolha que eu posso deixar para ela. "Eu vou ver o que posso fazer,” diz ela, e requebra para fora do meu escritório. Quando Anastasia sai do meu escritório, eu volto minha atenção para o vídeo de Barney. Jack fodido Hyde! Você vai se arrepender do dia em que decidiu foder comigo e com minha esposa. Eu pego meu Blackberry e disco para Welch. "Welch,” ele responde. "Você falou com o Barney?"

"Eu estou falando agora, senhor. Estamos examinando o vídeo juntos. Ele me informou que o criminoso no vídeo corresponde a Jack Hyde. Temos que informar a polícia amanhã, mas antes disso, eu já enviei dois de meus homens para o seu endereço para verificar se ele ainda está lá. Se ele fosse esperto, ele não estaria." "Se eles o encontrarem em seu endereço, eu quero ser informado imediatamente. Antes de você ou seus homens interrogá-lo, eu quero ter algum tempo com ele cara a cara,” eu digo sombriamente. Então, eu posso chutar sua fodida bunda. Ouço o rolar suave de sua cadeira através do telefone. Ele limpa a garganta. "Você não prefereria Taylor ou a mim para estar com você, senhor?” Ele pergunta temendo minha raiva bem controlada. "Não! Se ele não está em seu endereço, então mande uma mensagem e deixe-me saber." "Como quiser, senhor,” ele consente. "Barney está na outra linha?" "Ele está no servidor da empresa, senhor. Não no telefone. Estamos atualmente cruzando verificações executadas e tentando executar scans das impressões digitais, para ver se elas podem ser combinadas com a impressão parcial de Charlie Tango. Mas isso é um tiro no escuro. Vai levar um tempo." "Enquanto isso, eu preciso da informação sobre a segurança adicional o mais rápido possível (ASAP)! Todos os membros da minha família estão cientes de sua chegada amanhã." "Tudo já foi arranjado, senhor. Uma vez que nós examinemos o vídeo, eu vou enviar-lhe e a Taylor, a informação sobre o pessoal da segurança." "Ok, então. Assegure-se de me chamar depois que você conseguir qualquer coisa sobre Hyde!" "Sim, senhor,” diz ele, enquanto eu desligo. Eu lanço o meu Blackberry na minha mesa. Eu aperto a ponte do meu nariz para evitar uma dor de cabeça que se aproxima, e exalo uma respiração. Eu tenho que assumir o controle de nossas vidas, e das circunstâncias que assolam nossas vidas. Eu odeio que o filho da puta do Jack Hyde esteja tentando fazer mal a mim, a meus bens e, possivelmente, minha esposa e família. Eu não poderia viver se a minha mulher fosse machucada por minha causa! Eu levanto abruptamente com minhas mãos cerradas. Se eles capturarem Hyde esta noite, eu vou bater nele em cada polegada de sua vida. Mas agora, eu só quero ir e segurar minha esposa, ouvir sua voz, e beijá-la. Eu tenho que pegar os desenhos da nossa nova casa para ver e discutir, antes de Gia Matteo vir amanhã à noite. Enfiando meu Blackberry no bolso, os desenhos da nossa casa na minha mão, eu entro no salão e localizo minha esposa na cozinha, me preparando algo para comer. Eu coloco as plantas da casa na barra do café da manhã e me movo para minha esposa. Eu vou por trás dela e envolvo meus braços em torno dela, e beijo seu pescoço. Ela cheira celestial, e

está linda. É malditamente excitante encontrá-la na minha cozinha me preparando algo para comer, com os pés descalços, deliciosamente cheirosa. "Descalça e na cozinha,” murmuro em seu ouvido.

"Isso não deveria ser descalça e grávida na cozinha?” Ela pergunta sorrindo maliciosa. Que porra é essa? Grávida? Espero que não. Não por um longo tempo. Mais uns dez anos, pelo menos! E mesmo assim! Eu não tive minha cota da minha esposa, e quando se trata dela, eu sou como um homem faminto em um buffet coma-tudo-que-puder. Porque eu estou carente de toque, amor e atenção, eu nunca me canso dela. Eu mal aprendi a tolerar e realmente disfrutar do toque. Seu toque é mágico, curativo, sensual e viciante. Eu quero tudo dela: mente, corpo e alma. Como posso compartilhá-la mesmo com um bebê que vai consumir todo o seu tempo, e para não mencionar levar o seu amor e atenção para longe de mim. Eu sinto a respiração sair para fora de mim imediatamente. Eu fico tenso, todo o meu corpo fica rígido. "Ainda não!" Eu protesto imediatamente. Mesmo a idéia de ter um filho tão cedo é repugnante, assustadora, imediatamente me deixando inquieto. "Não! Ainda não!” Ela responde. Oh, bom; eu sinto imenso alívio. Eu pensei que ela queria crianças agora, e estamos casados, há não mais que cerca de três minutos. Eu quero muito mais do nosso tempo sozinhos. Eu quero mostrar-lhe o mundo. Eu lentamente relaxo. "Nisto podemos concordar, Sra. Grey." "Você quer ter filhos, porém, não é?” Ela pergunta preocupada. "Claro que sim. Eventualmente. Mas eu não estou pronto para compartilhar você ainda,” eu respondo, beijando seu pescoço. Estou pronto para deixar essa conversa para daqui a mais dez anos. Eu preciso distraí-la; caso contrário ela vai dar seguimento a este assunto. Eu não sou material de pai. Eu não preciso ser pai, nem agora nem nunca. Nenhuma criança se beneficiaria de um merda de homem destruído. Tremo só de pensar no que eu posso oferecer. Eu imediatamente mudo o tema. "O que você está fazendo? Parece bom,” eu digo beijando-a atrás da orelha. Eu sinto um arrepio percorrer seu corpo, e ela se inclina para o meu toque.

"Subs,” ela responde e ri com malícia para mim, me fazendo sorrir, e eu belisco sua orelha, meus braços ainda segurando o corpo dela em um abraço apertado. (N.T. Subs – Sanduíches) "O meu favorito,” eu respondo. Ela me cutuca com seu cotovelo. Aperto meu lado com dor fingida. "Sra. Grey, você me machucou,” eu digo. "Chorão,” ela murmura em um tom zombeteiro. “Chorão?" Pergunto em descrédito total. Eu bato na bunda dela; ela salta da surpresa e grita. "Despache-se com a minha comida, moça. E mais tarde eu posso lhe mostrar como eu posso ser chorão,” eu digo provocante, batendo em seu traseiro, mais uma vez, em seguida, caminho até a geladeira para pegar uma garrafa de vinho. "Você gostaria de uma taça de vinho?" Eu pergunto. "Por favor,” ela responde. Eu derramo para cada um de nós uma taça de vinho, e entrego-lhe uma delas. Depois de limpar nossos pratos, eu abro as plantas de Gia sobre a barra. Ana olha para os desenhos, pensando. "Eu amo a proposta dela de fazer todo o andar de baixo atrás de paredes de vidro, mas...” diz ela em dúvida. "Mas?” eu pergunto. Eu quero que ela esteja completamente feliz com as plantas. Eu não quero que ela fique insatisfeito com qualquer parte da planta, porque tudo isso é para ela. Se ela não está feliz, eu não estou feliz. Ela suspira e responde: "Eu não quero tirar todas as características da casa." "As características?" Eu pergunto. O que exatamente ela quer fazer com a casa? "Sim. A proposta da Gia é bastante radical, mas... bem... Eu me apaixonei pela casa como ela é, Christian. Mesmo com as falhas." Ela não quer a reforma? Ela quer manter como está? Minhas sobrancelhas sulcam na reflexão. "Eu meio que gosto da maneira como ela é,” ela sussurra hesitante. Eu meço a reação dela. Ela está preocupada com o que eu poderia pensar. Eu não quero que ela se preocupe. Esta casa é para ela, eu quero que ela seja feliz em todos os sentidos possíveis. "Eu quero que esta casa seja do jeito que você quiser. O que você quiser. É sua,” eu digo, sem pestanejar ou quebrar o meu olhar. Sua felicidade é essencial. "Eu quero que você goste também. Para ser feliz, também." Será que ela não entende que eu estou feliz onde quer que ela esteja - que meu coração pertence a ela? Minha felicidade não depende da casa em que vivemos, mas da presença dela na casa.

"Eu vou ser feliz onde quer que você esteja. É simples assim, Ana,” eu digo sustentando seu olhar. Ela pisca, surpresa, deglutindo, ela responde. "Bem,” ela diz com as emoções inundando-a completamente. Ela engole novamente e toma uma respiração superficial. "Eu gosto de parede de vidro. Talvez pudéssemos pedir a ela para incorporá-la dentro da casa um pouco mais favoravelmente." A idéia de que minha esposa está tentando agradar-me derrete meu coração, me fazendo sorrir. "Claro. O que você quiser. E sobre os planos para o andar de cima e o porão?" Eu pergunto. "Eu estou bem com isso." "Bom". Em seguida, ela se mexe desconfortavelmente, queimando para fazer uma pergunta que a tem estado incomodando. "Você quer colocar uma sala de jogos?” Ela pergunta em voz baixa, com medo da minha reação. Sua pergunta me pega de surpresa, minhas sobrancelhas pulam para cima. "Você quer?" Eu pergunto. Eu estou divertido, assim como surpreso. Será que ela realmente quer ter uma sala de jogos na nova casa, ou ela está fazendo isso para meu benefício? Eu quero que ela queira isso. Se não, eu não vou construí-la. Ela encolhe os ombros com indiferença. "Uhm... se você quiser. " Ela está fazendo isso por mim. Eu não quero que isso seja sobre mim; o que temos de ter, tem que agradar a nós ambos, especialmente uma sala de jogos. Se ela não quiser isso, eu não quero fazer isso. Ainda teremos o Escala. Podemos usar este Salão Vermelho da Dor se assim o desejarmos. Se vamos ter uma família, não importa daqui a quanto tempo, pode não ser a melhor opção. Decisões... Decisões... "Vamos deixar as nossas opções em aberto no momento. Afinal de contas, essa será uma casa de família,” eu digo, e seu rosto despenca. Ela quer uma sala de jogos. Se ela realmente quer uma, isto pode ser modificado facilmente. "Além disso, podemos improvisar,” eu digo sorrindo malicioso. "Eu gosto de improvisar,” ela sussurra. Então eu lhe mostro o quarto do casal, os detalhes do banheiro da suíte, e o seu e o meu closet nas plantas.

****❦ ♡ ❧***** Quando terminamos de discutir as plantas da casa, são cerca de nove e meia da noite. Eu enrolo as plantas para guardá-las.

"Você vai voltar a trabalhar?" Pergunta Anastasia. Será que ela tem planos? "Não, se você não quiser que eu vá,” eu respondo sorrindo. "O que você gostaria de fazer agora?" "Nós poderíamos assistir TV,” diz ela. Mesmo que eu não goste de TV, e da merda estúpida com que ela enche as pessoas, eu faria qualquer coisa com Anastasia. "Ok,” eu digo, e levo-a para a sala de TV. Quando ela está assistindo TV, eu geralmente leio um livro. O que eu gosto é a sua proximidade. Eu me sinto extremamente relaxado quando ela se enrola ao meu lado no sofá, com a cabeça apoiada no meu ombro. Seu toque é a cura, magia para mim. O único contato que eu, não apenas tolero, mas anseio, desejo e necessito. Eu ligo a TV de tela plana com o controle remoto. Eu busco aleatoriamente através dos canais. "Qualquer bobagem específica que você queira assistir?" Pergunto sorrindo. "Você não gosta muito de TV, não é?" Ela murmura amargamente. Eu balanço minha cabeça. "Desperdício de tempo. Mas eu vou assistir algo com você,” eu respondo. Tanto pode ser realizado com o tempo desperdiçado, incluindo prazer. "Eu pensei que nós poderíamos dar uns amassos,” diz ela e minha cabeça gira para encará-la. Ela tem toda a minha fodida atenção. "Dar uns amassos?" Eu pergunto, testando as águas. Eu posso dar-lhe uns amassos. Eu estou pronto, disposto e capaz. Eu olho para ela avaliativo. Eu paro de mudar os canais. Ouço espanhol ao fundo, na TV, mas eu não me importo. Dar uns amassos? O que isso implica? O que exatamente ela quer? "Sim,” ela responde. "Nós poderíamos ir para a cama e dar uns amassos,” eu digo. Por que a sala de TV? Sem brinquedos, sem cama, sem qualquer um dos que me pararia. "Nós fazemos isso o tempo todo. Quando foi a última vez que você fêz na frente da TV,” ela pergunta provocando. Dar uns amassos na frente da TV... Isso teria sido... Nunca. Aqui está algo que eu nunca fiz vir a pensar nisso. Sinto-me estupefato; eu dou de ombros com indiferença e balanço a cabeça. Eu pressiono o controle remoto novamente para mudar para outra coisa. Eu não quero demonstrar a ela que isso é algo que eu não fiz. Eu fiz mais do que minha parte quando se trata de sexo, mas nunca fiz. Eu paro de mudar os canais quando The X-Files aparecem. X-Files Theme Music "Christian?" Sonda Anastasia. "Eu nunca fiz isso,” eu respondo tranquilamente. Estou envergonhado de nunca ter feito isso? "Nunca?” ela pergunta incrédula.

"Não." "Nem mesmo com a Sra. Robinson,” ela pergunta. Minha resposta é um bufo. Dar uns amassos com Elena... Isso não iria acontecer mesmo em um milhão de anos. "Baby, eu fiz um monte de coisas com a Sra. Robinson. Dar uns amassos não foi uma delas.” Eu sorrio malicioso e olho para ela estreitando meus olhos. Agora, estou curioso... Ela fez com alguém? "E você?" Pergunto intrigado. Ela cora até o couro cabeludo. Que porra é essa! "Claro,” e la responde. Claro? Algum desgraçado acariciou minha esposa? "O quê! Com quem?" Eu grito. Ela balança a cabeça. Eu preciso saber. Eu preciso descobrir. Eu vou enlouquecer sabendo que algum outro filho da puta tocou minha esposa do jeito que eu faço, ou a desejou, e ficou perto de tê-la. Eu tenho que saber! "Diga-me,” eu insisto. Ela baixa o olhar para os dedos entrelaçados como se guardassem os segredos do universo. Ela tem medo de mim? Eu cubro suas mãos com uma das minhas. Ela, então, olha para mim e me acha sorrindo para ela. "Eu quero saber, Anastasia. Então, eu posso bater quem quer que seja até virar polpa." Ela ri. Ela pensa que eu estou brincando. Eu não brinco quando se trata de minha afeição por Anastasia, ou a minha possessividade. "Bem, a primeira vez...” ela começa. A primeira vez? Que porra de primeira vez? Quantas vezes ela fez isso? Quantos caras houve? "A primeira vez! Há mais do que um filho da puta? " Eu rosno minha resposta. Ela ri novamente. Isso não é engraçado, Anastasia. "Por que tão surpreso, Sr. Grey?” Ela pergunta me pegando de surpresa. Bem, para começar, ela é minha e só minha. Eu nunca pensei que outro homem tivesse posto as mãos sobre ela... E agora... Eu franzo a testa. Eu não gosto da idéia de que outro homem a tenha tocado. Na verdade eu só quero apagar qualquer marca, ou a lembrança delas alguma vez a tocando. Ela é minha! Minha mulher. Eu corro minha mão pelo meu cabelo, exasperado. Eu dou de ombros. "Eu apenas estou... Quero dizer... dada a sua falta de experiência..." Ela cora mais uma vez. "Eu certamente dei uns amassos desde que o conheci,” ela responde. Isso, é claro, é a graça salvadora. Ela não tinha fodido ninguém antes de mim, e ela nunca mais vai foder ninguém. Eu sou aquele a quem ela se entregou completamente, sua virgindade, sua promessa de propriedade... Quero dizer casamento. Ela é minha, inferno!

"Você deu,” eu sorrio satisfeito. "Diga-me. Eu quero saber." Eu quero saber tudo sobre, mas, particularmente isso. Ela olha para mim sondando. Ela quer saber se eu vou ficar bravo com ela. Eu tive muitas mulheres antes. Mas é diferente com Anastasia. Eu posso não ter tido qualquer direito sobre o que houve antes de eu conhecê-la, mas a idéia de que alguém mais possa conhecê-la de uma forma similar a minha está me comendo por dentro. Eu quero descobrir o quão longe os filhos da puta progrediram. Quero reconquistá-la. Imprimir novas lembranças sobre as que ela tem com estes babacas. "Você realmente quer que eu diga a você?" Eu aceno com a cabeça concordando. Será que é realmente assim ruim? Eu quero saber para que eu possa dominar por cima deles. Para que eu possa mostrar-lhe como é feito corretamente, quanto melhor eu sou do que qualquer outro cara que ela pode já ter tido de qualquer maneira. Minha confiança está escrita em todo o meu sorriso arrogante. Ela estreita os olhos depois que eu concordo. "Eu estava brevemente em Vegas com mamãe e o marido número três. Eu estava no décimo grau. Seu nome era Bradley, e ele era meu parceiro de laboratório de Física." Décimo grau... Ela era uma adolescente. "Quantos anos você tinha?" "Quinze." Ok, então uma criança. Mas, eu tinha quinze anos quando Elena me introduziu no mundo da kinky fuckery. Eu quero saber se ela fez algo semelhante. "E o que ele está fazendo agora?" Pergunto casualmente. Eu quero saber se ela mantem contato com ele. Se ela realmente pensa sobre ele, ou se ela se lembra do que ele fez e como ele fez isso. "Eu não sei,” responde ela sinceramente. "A que base ele conseguiu chegar?" Eu pergunto. "Christian,” ela me repreende. Eu quero saber! Ela é minha mulher, porra! De repente eu agarro seus joelhos e, em seguida, os tornozelos, derrubando-a, fazendo-a cair de costas no sofá. Eu deslizo em cima dela, efetivamente prendendo-a debaixo de mim. Eu coloco uma perna entre as dela, e não vou deixá-la mover-se. A rapidez do meu movimento faz com que ela grite. Eu capturo suas mãos, e levanto-as acima de sua cabeça. "Então, esse personagem Bradley... Ele chegou à primeira base?" Murmuro, o tempo todo correndo meu nariz para baixo pela extensão do dela. Eu beijo o canto de sua boca suavemente, sensualmente. "Assim?" Eu respiro. "Não...” ela engasga com prazer, "... nada assim." De alguma forma o alívio inunda através de mim. Estou com ciúme de saber que alguém lá fora tinha conhecido minha esposa de uma forma carnal, mesmo que ele fosse um aluno do décimo grau quando ele tentou fazer isso.

Vamos explorar o que mais ele pode ter feito com ela. Eu libero seu queixo, e corro minha mão sobre seu corpo, e os meus dedos patinam até seus seios. "Ele fez isso? Tocou-a assim?" Eu pergunto, meus polegares circulando sobre seus mamilos repetidamente, os quais endurecem sob meu toque, sob sua blusa. "Não,” ela geme sua resposta enquanto ela está se contorcendo sob a ministração das minhas mãos. "Ele chegou à segunda base?" Murmuro provocante em seu ouvido. Eu deslizo minhas mãos para baixo em suas costelas, cintura e até seus quadris. Ela não responde. Eu tomo o lóbulo da orelha entre os dentes e puxo delicadamente e apalpo com o meu corpo. "Não,” ela respira sua resposta. Eu não posso acreditar que eu estou sentindo um alívio esmagador com sua resposta. O meu olhar é carnal, completamente obcecado por ela. Eu sorrio triunfantemente. "Bom,” eu digo enquanto minha mão desliza dentro de seu mole tom, cobrindo seu sexo. "Sem roupa de baixo, Sra. Grey. Eu aprovo,” eu digo, enquanto eu empurro o meu dedo indicador dentro dela lentamente, enquanto meu polegar roça sobre seu clitóris, esfregando-a em círculos. "Nós deveríamos estar dando uns amassos,” Anastasia geme seu protesto. Isso me para no lugar. "Eu pensei que nós estávamos?" "Não. Sem sexo,” diz ela. O que diabos ela quer dizer sem sexo? Como posso tocar seus seios e seu sexo encharcado, e não ter sexo com ela? "O quê?" Eu pergunto. "Sem sexo..." Eu posso lidar... Eu acho. "Sem sexo, não é?" Eu tiro minha mão de seu moletom com relutância, e levo meu dedo indicador aos seus lábios. "Aqui,” eu digo enquanto meu dedo traça seus lábios, e então eu o empurro na sua boca a espera. Eu esfrego meu dedo em sua boca como eu faria em seu sexo. Então eu me mexo para me reposicionar entre suas pernas, e minha ereção empurra contra seu sexo. Eu posso fazê-la mudar de idéia. Eu empurro sobre seu sexo, lentamente, atentamente, repetidamente. Ela engasga enquanto eu me certifico de que seu moletom estimula seu sexo do jeito certo. Eu empurro nela novamente, moendo nela. "Isto é o que você quer?" Murmuro enquanto eu balanço contra ela. "Sim,” ela geme.

Minha mão se move de volta em seu mamilo, enquanto raspo meus dentes ao longo de sua mandíbula. Ela é tão irresistível, porra, tão malditamente quente! "Você sabe o quão quente você é, Ana?" Pergunto com uma voz rouca enquanto eu balanço nela prá frente e prá trás cada vez mais forte. Ela abre a boca e só sai um gemido alto, cheio de desejo. Minha boca se apodera da dela, e eu começo a beijá-la. Eu pego de surpresa seu lábio inferior e puxo-o com os dentes, sugando-o. Então a minha língua encontra o seu caminho em sua boca, e explora, lambe e acaricia sensualmente. Quando eu solto suas mãos, ela chega até o meu cabelo, e agarra punhados e puxa. Ela faz isso quando o seu desejo atinge o seu auge. Eu gemo em resposta, todo o sangue corre para o sul do meu corpo, erguendo meu pau, que empurra seu caminho para fora da minha calça jeans. Eu levanto os meus olhos para ela intrigado. "Ah..." Eu gemo. "Você gosta de mim tocando em você?" Ela sussurra. Ela interpretou mal a minha reação como apreensão? Minhas sobrancelhas sulcam. Eu preciso de seu toque, eu o desejo, eu o quero... Pensando sobre isso, eu não posso viver sem ele. "Claro que sim. Eu amo você me tocando, Ana. Eu sou como um homem morrendo de fome em um banquete quando se trata de seu toque,” eu digo com sinceridade. Parece que eu vou fazer amor com a minha esposa afinal. Eu me ajoelho entre suas pernas, e a sento. Eu pego sua blusa e a retiro. Então eu puxo a barra da minha camisa e arranco-a sobre a minha cabeça, e atiro-a no chão. Eu finalmente puxo minha esposa para o meu colo, com minhas mãos cruzadas atrás da bunda dela. "Toque-me," eu respiro. Eu quero suas mãos e os dedos em cima de mim. Eu preciso disso como a minha próxima respiração. Ela está hesitante. Ela chega primeiro até mim com a ponta dos dedos, escovando levemente sobre o meu cabelo no peito. Em seguida, os dedos acariciam minhas cicatrizes de queimaduras de cigarro. Seu toque me incendeia dentro, colocando fogo no meu sangue, fazendo o desejo correr de mim para ela. Eu inalo uma respiração pesada, meus olhos escurecem, mas eu não tenho medo de seu toque. Eu quero. Ela é minha amante, minha esposa, minha vida. Meus olhos a seguem, sem pestanejar. Meu corpo inteiro está com atenção total com o toque dela. Eu me torno vivo em cada uma das células. Seus dedos tentativamente tocam um mamilo primeiro, e depois flutuam para o outro. Meu corpo responde, meus mamilos franzem sob suas carícias sensuais. Ela se inclina e planta beijos por todo o meu peito, as mãos deslizam sobre o meu ombro. Eu sou uma bola de desejo. Eu tenho que tê-la. "Eu quero você,” eu digo, e ela geme. Seus dedos se movem no meu cabelo, agarrando e puxando, esticando a cabeça para trás para capturar minha boca. Oh merda! Isto é quente, porra! Eu gemo, e empurro a minha mulher de volta para o sofá. Sento-me e praticamente arranco suas calças de moletom para fora dela enquanto vou abrindo minha braguilha. "Home run,” eu sussurro, e prontamente lanço meu pau em seu sexo, preenchendo e esticando a.

(N.T. Primeira base - beijo boca-a-boca; Segunda base - tocar ou beijar os seios ou outras zonas erógenas podendo estar vestidos ou não; estimulação manual dos órgãos genitais; Terceira base - estimulação oral dos órgãos genitais; sexo oral; Quarta base (home run) - relação sexual ‘completa’.)

"Ah,” ela geme. Eu fico imóvel dentro dela. Eu pego seu rosto entre minhas mãos, e inclino-me em seus lábios. "Eu amo você, Sra. Grey," murmuro, e eu lentamente começo a me mover. Beijando-a com tudo o que tenho, explorando sua boca, sugando seu lábio. Eu pego minha esposa no meu colo, fazendo nossa proximidade mais íntima do que nunca. Eu lentamente a levanto e a abaixo no meu pau, enquanto eu meto nela profundo. Cada vez que seu peito esfrega no meu peito, a fricção o enruga, excitando-a mais. Seus braços permanecem serpenteando em torno de mim, com as mãos puxando meu cabelo, os lábios moldados um no outro, eu me movo, e empurro até que ambos alcançamos o nosso auge e eu sinto o aperto familiar de seu sexo, puxando-me mais profundo dentro dela. Ela começa a se mover mais rápido, combinando o meu impulso com seus movimentos, girando o quadril, enquanto seu sexo reveste completamente meu pau e enquanto ela arqueia as costas, sua cabeça inclina para trás. Ela goza em voz alta chamando meu nome, e eu me perco na sensação e despejo todo o meu amor, e tudo o que tenho para dar dentro dela. ****❦ ♡ ❧**** Quando nossos sentidos voltam para nós, estamos esparramados no chão, e ela está deitada sobre meu peito. "Você sabe, nós completamente ignoramos a terceira base,” ela diz com seus dedos traçando os meus peitorais. Agora que eu peguei o gosto de dar uns amassos, "Da próxima vez, Sra. Grey," eu respondo rindo, beijando o topo de sua cabeça. Como posso resistir a minha linda esposa?

Anastasia olha para a TV onde os créditos finais do Arquivo X estão em execução. Eu ligo o som novamente. "Você gostava deste programa?” Ela pergunta intrigada. "Quando eu era criança, eu gostava,” eu respondo. "E você?" Eu pergunto. "Foi antes da minha época,” ela responde. Antes de sua época... Eu tendo a esquecer o quão jovem ela é. Ela tem apenas 21 anos! Ela é seis anos mais nova do que eu! "Você é muito jovem," Eu observo, sorrindo para minha esposa carinhosamente. "Eu gosto de dar uns amassos em você, Sra. Grey." "Da mesma forma, Sr. Grey,” diz ela beijando meu peito. "Têm sido três semanas celestiais. Perseguições de carro e incêndios e ex-chefes psicóticos, não obstante. Eu gosto de estar em nossa própria bolha particular,” ela murmura. "Hmm," eu murmuro, "Eu não tenho certeza se estou pronto para compartilhar-la com o resto do mundo, no entanto," eu digo com sinceridade. Eu tive uma lua de mel bem-aventurada; descobri o quanto eu amo e desejo a minha esposa. Eu a amo mais do que eu pensei que poderia amar uma pessoa. Eu não sabia que eu era capaz de tanto amor ou uma tal relação com alguém, e ainda assim, ela me conquistou corpo e alma. "De volta à realidade amanhã,” murmura Anastasia, embora parecendo desanimada. Se ela realmente tem que ir trabalhar, eu tenho que deixá-la saber sobre a segurança adicional. Exasperação paira sobre mim mais uma vez que o filho da puta do Hyde está lá fora e ele conhece a SIP bem. E a minha esposa tem a atenção de uma criança de três anos, quando se trata de ouvir ou seguir qualquer coisa que eu peço a ela. Eu corro a minha mão sobre o meu cabelo novamente, frustrado. "A segurança será apertada" Eu começo dizendo, mas Anastasia coloca os dedos sobre meus lábios. "Eu sei. Eu vou ser boa. Eu prometo,” diz ela, o que, naturalmente, esperaremos para ver. "Por que você estava gritando com Sawyer?” Ela pergunta, fazendo-me enrijecer. Sua incompetência nos colocou em perigo. "Porque nós fomos seguidos,” eu respondo. "Isso não foi culpa de Sawyer,” diz ela. Desculpas podem conseguir lhe matar. Eu não posso desculpar um erro fatal que poderia ter custado a vida dela. É o seu trabalho! Se ele é incapaz de fazê-lo, ele será substituído. Fim da história! Eu olho para Anastasia placidamente. Isso não é negociável. "Eles nunca deveriam ter deixado você chegar tão longe na frente. Eles sabem

disso," eu digo. É um dos requisitos básicos que foi incutido neles tanto por Taylor quanto por Welch. "Isso não foi...” ela começa a inventar desculpas para eles. "Chega!" Eu a corto. "Isso não está em discussão, Anastasia! É um fato, e eles não vão deixar que isso aconteça novamente." Será que ela nem sequer percebe o medo que eu experimentei com o fato de que ela estava tão perto de perigo? Que esse filho da puta se atreveu a seguir-nos, sabendo que uma equipe de segurança estava nos seguindo? E aqui está a minha mulher discutindo comigo sem entender a gravidade da situação. Sua vida não tem preço. Ela é o meu lugar seguro, ela é minha vida. Qualquer coisa ou qualquer um que ponha em risco seu bemestar será eliminado, e se a minha segurança atual é incapaz de protegê-la, eles serão substituídos por outros que possam. "Ok,” ela murmura, conciliando. "Ryan pegou a mulher no Dodge?" "Não. E eu não estou convencido de que era uma mulher." "Oh,” ela diz com suas sobrancelhas levantando. "O que Sawyer viu foi alguém com o cabelo amarrado para trás, mas foi um breve olhar. Ele achou que era uma mulher. Agora, uma vez que você identificou esse filho da puta, talvez fosse ele. Ele usava o cabelo assim,” eu digo desgostoso. Mas eu não vou abandonar completamente a idéia de que os incidentes podem não estar ligados ou que Hyde estava trabalhando sozinho. Se eu quiser a total segurança da minha família, eu tenho que considerar todas as possibilidades. Anastasia não precisa saber disso. Ela já se preocupa o suficiente comigo. O pensamento de perdê-la... Eu não posso suportar pensar nisso. Eu corro minha mão sobre suas costas nuas. "Se alguma coisa acontecesse com você..." eu digo. Não consigo trazer o fim da frase. Eu simplesmente morreria se eu a perdesse. Eu ficaria sem alma. Pior do que morto! Sinto-me impotente, e é um território onde eu não quero entrar. Eu volto a ter quatro anos de idade, e impotente em ajudar a ela... salvá-la do cafetão. Eu nunca mais quero estar nessa posição enquanto eu viver. Eu não posso deixar Anastasia se machucar! "Eu sei,” sussurra Anastasia em um tom reconfortante. "Eu sinto o mesmo sobre você,” diz ela enquanto um arrepio a percorre como se alguém simplesmente passasse por cima de seu túmulo. Eu balanço minha cabeça, como se para limpar os pensamentos sombrios. "Venha. Você está ficando fria,” eu digo, enquanto eu sento. "Vamos para a cama. Podemos cobrir a terceira base lá,” eu digo, sorrindo licenciosamente. Eu pego a mão da minha esposa, puxando-a de pé, e a acompanho através do salão, completamente nua, a caminho do nosso quarto. ****❦ ♡ ❧*****

Na manhã seguinte, eu estou preocupado quando paramos fora da SIP. Eu seguro sua mão, e a aperto. Ela olha meu terno marinho escuro e gravata, e sorri, gostando do que vê. "Você sabe que você não tem que fazer isso?" Murmuro. Ela estreita os olhos um pouco, pronta para rolá-los a qualquer momento. Eu gostaria de poder dizer-lhe os perigos, mas eu não posso; não sem assustá-la. É o meu fardo. Eu prometi cuidar dela e protegê-la. É o meu trabalho. "Eu sei,” ela sussurra, olhando determinada. Eu franzo a testa, mas ela sorri em tom tranqüilizador. "Mas eu quero. Você sabe disso,” diz ela, e se inclina e me beija. Eu odeio deixá-la ir. O filho da puta conhece o edifício. Ele trabalhou aqui. Meus olhos continuam resolutamente escuros. Eu ainda estou preocupado. "O que há de errado?” Diz ela, quando ela olha para a minha carranca persistente. Eu olho para Ryan, e Sawyer sai do carro. "Eu vou sentir falta de ter você só para mim." Suas mãos se levantam para acariciar meu rosto. "Eu também,” diz ela, me beijando. "Foi uma lua de mel maravilhosa. Obrigada. " "Vá para o trabalho, Sra. Grey." "Você também, Sr. Grey." Quando Sawyer abre a porta, eu aperto a mão de Anastasia, relutante em deixá-la ir. Ela finalmente sai. Quando ela chega à entrada da SIP Sawyer abre a porta para ela. Ela se vira e me dá um leve aceno com a mão, e entra no edifício. Ryan me leva a GEH. Depois de estacionar o SUV, nós nos encaminhamos para os elevadores. "Ryan, eu vou ter uma reunião com Welch em breve. Eu quero que você venha e dê uma descrição do criminoso. Você tem um vídeo do Dodge? " "Não é muito claro, senhor. Nós não temos um bom ângulo de visão para começar. Depois de deixar Sawyer, eu tentei chegar perto, mas ela estava tecendo dentro e fora do tráfego. Embora o tráfego estivesse geralmente leve, ela foi se tornando imprudente e colocando em risco os outros condutores na estrada, para me jogar fora de suas costas. Eu estava mais preocupado em obter uma identificação visual do motorista. Mas era uma tarefa difícil devido ao fato de que era uma perseguição em alta velocidade, as janelas do Dodge foram fortemente escurecidas, o motorista estava usando um boné, o cabelo estava em um rabo de cavalo, e usava óculos." "Vocês ficam dizendo 'ela'. Mas nós identificamos Jack Hyde ontem à noite. Eu não estou totalmente convencido de que era uma fêmea. Você só indicou que as janelas estavam escurecidas, e o motorista usava um boné e óculos de sol."

"Você está certo que não é fácil de identificar claramente o sexo do motorista baseado exclusivamente no meu limitado visual. Mas existem algumas dicas visuais que foram ensinadas no FBI, senhor." "Como assim?" Eu sondo quando a porta do elevador abre no meu andar. Andrea salta em seus pés. "Bom dia, Sr. Grey. Sr. Welch e Barney estão esperando por você em seu escritório. Posso trazer o seu café agora senhor?" "Não agora, Andrea,” eu respondo. "Ryan, é melhor se você explicar isso para todos nós,” eu digo. "Claro, senhor,” diz ele, e abre a porta do escritório. Tanto Welch como Barney levantam-se, e falam a uma só voz, ‘...dia’ Sr. Grey." "Senhores," Eu cumprimento. "Como vocês bem sabem, Jack Hyde foi identificado como o incendiário. Também tivemos uma perseguição de carro ontem. Ryan parece insistir que é uma mulher mesmo que Jack Hyde no feed de vídeo que vocês me mostraram ontem à noite," eu digo acenando com a cabeça para Barney, "tinha um rabo de cavalo similar." "Permita-me explicar, senhor. Geralmente, o gênero afeta drasticamente as tendências nos hábitos de dirigir. Eu examinei o arquivo do Hyde que Welch compartilhou conosco. Traços de personalidade refletem a postura e os hábitos de condução. Hyde é agressivo, imprudente, mas cuidadoso. Ele está avaliando. Das curtas imagens que eu consegui observar, este motorista tinha uma postura diferente. Ela ficou nervosa. Seu objetivo principal passou a ser ficar longe de mim. O objetivo principal de Hyde é machucá-lo." "Esse pode ter sido ele! Ele foi identificado nos vídeos, e você mesmo disse ontem à noite que não se pode ter certeza absoluta da descrição do motorista. Janelas foram matizadas, e o motorista estava disfarçado com um boné e óculos de sol. " "Sr. Grey,” exclama Welch. "Vamos supor que era Hyde no Dodge. Ele ainda tem que ir a algum lugar. Ele não estava em casa. Na verdade, ele não tem estado lá há algum tempo. Semanas mesmo... Como ele sobrevive? Eu tenho procurado em sua atividade de cartão de crédito, retirada de dinheiro e não há nada, senhor. Isso é um forte indício de um cúmplice. Não podemos ignorar isso." É disso que eu tenho medo. Meus lábios se estreitam em uma linha apertada. Eu exalo um suspiro de frustração. Eu me viro e olho para a cidade de Seattle, distraído. "Quero que vocês todos reúnam seus dados, compartilhem suas descobertas e compilem um relatório com imagens e vídeos. Eu quero vê-lo assim que ele estiver pronto,” eu digo lentamente, enquanto minhas costas ainda estão viradas para meus homens.

"Ele já está em execução, senhor. Estou compilando os dados para o meu encontro com Pella esta noite, para que ele possa examiná-los para avaliá-los para nós, para nos dar uma nova perspectiva. Barney também terá que limpar o vídeo, tanto quanto ele puder, feito do Audi." "Se isso é tudo que vocês têm, senhores, eu vou falar com vocês mais tarde, quando os dados forem compilados." Quando todos saem do meu escritório, eu percebo que a minha preocupação sobre a segurança de Anastasia está aumentando, e eu estou sentindo falta dela. Sentindo falta dela... muita. Sua ausência, depois de passar cada hora das últimas três semanas juntos é bastante evidente, e pesa em minha mente. Eu imediatamente escrevo-lhe um e-mail. ______________________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Bolha Data: 22 de agosto de 2011 09:31 Para: Anastasia Grey Sra. Grey Amor cobrindo todas as bases com você. Tenha um ótimo primeiro dia de retorno. Saudade da nossa bolha já. x

Christian Grey De volta ao Mundo Real CEO, Grey Enterprises Holdings Inc ______________________________________________________________________ Mas, menos de alguns segundos mais tarde, o meu e-mail é retornado do servidor de e-mail da SIP alegando que o usuário não existe. O usuárioEXISTE, mas ou a tecnologia com sua informação cometeram um erro, ou pior, minha esposa errante provavelmente não mudou o nome dela. Eu coloco a minha teoria em teste. Eu nervosamente digito meu próximo e-mail. _____________________________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Esposas errantes Data: 22 de agosto de 2011 09:55

Para: Anastasia Steele

Esposa, enviei o e-mail abaixo e voltou. E é porque você não mudou o seu nome. Algo que você queira me dizer?

Christian Grey CEO, Grey Enterprises Holdings Inc. Anexo: _____________________________________________________________________________

De: Christian Grey Assunto: Bolha Data: 22 de agosto de 2011 09:31 h Para: Anastasia Grey

Sra. Grey Amor cobrindo todas as bases com você. Tenha um ótimo primeiro dia de retorno. Saudade da nossa bolha já. x Christian Grey De volta ao Mundo Real CEO, Grey Enterprises Holdings Inc. ______________________________________________________________________ Com certeza, o meu e-mail atravessa. Então, ela não mudou o seu nome no trabalho. Por que ela faria isso? Ela está envergonhada de mim? Será que ela não me quer? Por que ela não quer levar o meu nome? Por que ela sente a necessidade de esconder o fato de que eu sou o marido dela? Será que ela pensa que eu não sou digno dela? Eu sinto meus dedos batendo na mesa como os quatro cavaleiros do apocalipse. Quando sua mensagem entra na minha caixa de e-mail, eu a abro imediatamente.

____________________________________________________________________________ De: Anastasia Steele Assunto: Não estoure a bolha Data: 22 de agosto de 2011 09: 57 Para: Christian Grey

Marido

Eu sou toda a favor de uma metáfora de baseball com você, Sr. Grey. Eu quero manter o meu nome aqui. Vou explicar esta noite. Eu estou indo para uma reunião agora. Saudade da nossa bolha, também. . .

PS: Pensei que eu tinha que usar o meu Blackberry?

Anastasia Steele Editora Comissionada, SIP ______________________________________________________________________ O que diabos isso significa? Eu não posso respirar! Por que ela está se distanciando de mim? Acabamos de nos casar. Eu leio a resposta dela várias vezes. Ela quer manter o nome dela. Ela está me bloqueando desde baixo! Ela é minha esposa! Eu quero que ela tenha o meu nome! Eu quero que o mundo inteiro saiba que eu, Christian Grey, sou seu marido. Ela não é a solteira e disponível Anastasia Steele! Será que ela vai tirar seus anéis, quando começar a trabalhar? O que significa isso? Eu dou voltas em meu escritório. A parte dominante de mim está me dizendo para ir até a SIP, e colocá-la sobre meu ombro e levá-la de volta para o Escala, e mantê-la lá para sempre. Mas, isso eu não vou fazer. Isso vai afastá-la de mim. Eu quero que ela me queira. Por conta própria. Eu quero que ela declare para o mundo, para seus amigos, seus colegas de trabalho que eu sou seu marido. Eu sou o homem que a possuiu, a teve, reivindicou-a, como ninguém mais jamais poderá reivindicá-la. Ela é minha esposa, porra! Merda! Eu tenho uma reunião!

"Andrea,” eu aperto o intercomunicador. "Sim, Sr. Grey,” ela responde prontamente. "Limpe minha agenda depois do almoço, e agende-me uma consulta com o Dr. Flynn para esta tarde." "Sim, senhor. A Equipe de Engenharia e Ros estão esperando por você na sala de reunião." "Eu estarei lá em poucos minutos,” eu digo e me recomponho empurrando para baixo a façanha de Anastasia, até a hora do almoço. Durante a reunião, eu tenho dificuldade em me concentrar. Eu coloco minha máscara impassível como uma segunda pele, e ouço apenas. Anastasia não envia outras mensagens, e eu não respondo. Eu me sinto como um fio desencapado. Ros me olha intrigada. Eu olho de volta para ela, impassível. Assim que a reunião termina, eu me levanto, aceno com a cabeça secamente e deixo a sala de reuniões, deixando uma sala cheia de rostos perplexos. Ryan sai do local comigo. "Nós estamos indo para a SIP,” eu digo bruscamente. "Agora, senhor?" Eu levanto as sobrancelhas para ele. "Sim, senhor,” diz ele corando. O caminho até a SIP não é rápido o suficiente. Eu estive uma pilha de nervos durante as últimas duas horas e meia. Eu não entendo por que minha esposa não deseja estar associada a mim. Eu pensei que ela me amava! Ela disse isso com frequência. É apenas um ardil? Ela está deslizando através de meus dedos? Ela está tentando dizer aos outros que ela está ou ela pode estar no futuro próximo disponível? Porra! Eu pego meu Blackberry, e disco Sawyer. "Sim, Sr. Grey,” ele responde ao seu telefone. "A Sra. Grey terminou sua reunião?" "Ela terminou, senhor. Ela está atualmente em seu escritório com sua assistente. " "Estaremos na SIP em breve." "Devo informar a Sra. Grey, senhor?” Ele pergunta. Não, eu quero fazer uma surpresa. "Não. Não informe ninguém. Estamos chegando agora." "Vou encontrá-lo na porta, senhor,” ele diz, e eu desligo. Tempo de recuperar a esposa errante. Depois de Ryan estacionar a SUV, caminhamos para o prédio. Os olhos da secretária arregalam quando eu entro no edifício. "Bom dia... Quero dizer, boa tarde Sr. Grey. Você gostaria que eu avisasse Ana? Quero dizer a Sra. Grey?" "Não, obrigado. Basta informar Roach que estou aqui ".

"Claro, senhor,” ela responde, e Roach tropeça pelo caminho para cumprimentar-me enquanto abotoa os botões da frente de sua jaqueta em um gesto instintivo. Ele estende a mão calorosamente. "Sr. Grey! Que surpresa agradável, senhor. A que devemos a honra da sua visita?” Ele pergunta. "Estou aqui para visitar a Srta. Steele. Espero que ela não esteja atualmente ocupada." "Eu... uhm... Eu não tenho certeza de sua agenda, senhor. Nós terminamos com nossas reuniões, e é hora do almoço. Tenho certeza de que ela está em seu escritório. Devo levá-lo a ela, senhor?” Ele pergunta. Não fique rodeando, homem. "Sim, você deve,” eu respondo com um sorriso. Eu estou no comando. Ele lidera o caminho para seu escritório, e bate em sua porta. Eu pareço confiante e no comando, mas eu também estou determinado a resolver o problema do sobrenome, e rebatizar minha esposa errante com o meu nome. "Entre,” ouço a voz de Anastasia. Roach abre a porta. Anastasia está sentada em sua mesa em frente a sua assistente. Quando Anastasia me vê, ela parece completamente estupefata. Apenas a reação que eu estava procurando. O meu olhar está bloqueado nela, e está ardendo como fogo. Eu passeio na sala completamente no comando. Viro-me e olho para sua assistente que está se comportando como as mulheres comuns fazem quando dão uma olhada em mim. Dou-lhe um sorriso educado e me apresento. I'll Be Watching You – Sting "Olá, você deve ser Hannah. Eu sou Christian Grey,” eu digo, e ela se embaralha de pé e estende a mão para mim. "Sr. Grey. Q.. Que bom conhecê-lo, senhor,” ela gagueja suas palavras, enquanto ela aperta minha mão. "Posso ir buscar um café?” ela pergunta. "Por favor,” eu digo disposto a limpar a sala, exceto para minha esposa errante que se recusa a pegar o meu sobrenome. Hannah olha confusa para Anastasia e, rapidamente, sai do pequeno escritório de Anastasia, passando por Roach que parece tão estupefato quanto Anastasia. "Se você me desculpar, Roach. Eu gostaria de ter uma palavrinha com aSrta. Steele," eu digo enfatizando o S implosivamente e com sarcasmo. "Claro, Sr. Grey. Ana,” murmura Roach e fecha a porta atrás de si. "Sr. Grey, que bom ver você,” Anastasia diz enquanto ela está sorrindo docemente, finalmente, se recompondo. "Srta. Steele, posso me sentar?" Pergunto sibilantemente novamente. "É a sua empresa,” diz ela acenando com a mão para a cadeira desocupada de sua assistente.

"Sim, é” eu digo predatoriamente. Eu sorrio para ela, mas é apenas um ardil. Estou muito nervoso, tenso demais para sentir qualquer outra coisa. "Seu escritório é muito pequeno,” eu digo enquanto me sento de frente para a mesa. Eu olho ao redor de seu escritório, observando indiferente. "Combina comigo,” ela responde. Eu olho para ela com indiferença, mas eu sou nada. Eu estou com raiva, ansioso, ferido e em ebulição por dentro com uma sensação com que eu não estou familiarizado. "Então o que eu posso fazer por você, Christian?" "Eu estou apenas passando os olhos nos meus bens,” eu respondo. "Seus bens? Todos eles?” ela pergunta. "Todos eles,” eu digo com significado. "Alguns deles precisam ser rebatizados". "Rebatizados? De que maneira?” Ela pergunta. Ela sabe por que estou aqui, e ainda assim parece obtusa. Preciso resolver isso. Eu estou loucamente ansioso por dentro, como se ela não estivesse disposta a ser conhecida como minha esposa. Ser minha. "Por favor... Não me diga que você interrompeu seu dia, depois de três semanas fora para vir aqui e brigar comigo sobre o meu nome,” diz ela combativamente. Estou aqui para negociar e ganhar. Não brigar. Eu sento na minha cadeira, encontrando uma posição confortável. A posição do poder. Eu cruzo minhas pernas. "Não exatamente brigar, não." "Christian, estou trabalhando,” ela responde com desdém. "Para mim parecia que estava fofocando com sua assistente." "Estávamos passando por nossas agendas,” ela ataca. "E você não respondeu minha pergunta." Assim que eu abro minha boca, há uma batida na porta, e Anastasia rosna para o visitante. "Entre!" Sua assistente abre a porta e entra com uma pequena bandeja com meu café em uma prensa francesa, um jarro de leite, açucareiro e coloca a bandeja sobre a mesa. Reunindo seus sentidos, Anastasia consegue agradecer a Hannah. (N.T. a prensa francesa ou cafeteira francesa é um método de preparação de café que não requer energia elétrica nem alta tecnologia, visto que é uma jarra transparente de vidro (ou plástico) com tampa e um êmbolo de compressão que filtra o café, permitindo que apenas o líquido passe enquanto o pó é empurrado para o fundo da jarra.) "Você precisa de mais alguma coisa, Sr. Grey?" Sua assistente pergunta em sua voz de Marilyn Monroe.

"Não, obrigado. Isso é tudo,” eu respondo com um sorriso. Sua reação é a que eu costumo receber de outras mulheres, mas eu não me importo nada com isso. Tudo que eu me importo é a reação daquela com quem eu sou casado a qual se recusa a tomar o meu nome. "Agora, Srta. Steele, onde estávamos?" Eu digo enfatizando, pronto para qualquer coisa. "Você estava rudemente interrompendo meu dia de trabalho para brigar comigo sobre o meu nome,” ela responde sem rodeios, completamente me tomando de surpresa. Meu rosto impassível, cuidadosamente colocado, desliza por um segundo e eu pestanejo com sua reação furiosa. É dessa forma, não é, senhorita Steele? Eu sei como obter a sua atenção na direção que eu quero. Meus dedos lentamente traçam na minha perna trazendo sua atenção para o meu bem físico mais valioso. Eu pego um pedaço invisível de fiapo enquanto eu passo meu dedo lentamente em direção ao norte, e lanço esse item invisível. Ela está focada em mim, na minha virilha, assim como eu pretendia. Mas resistindo. Ela conhece meu jogo, e estreita os olhos para mim. "Eu gosto de fazer estranhas visitas inesperadas. Isto mantém a gestão atenta, esposas em seu lugar. Você sabe,” eu digo, dando de ombros como se não fosse grande coisa. "Eu não tinha idéia de que você podia perder tempo,” ela rosna para mim de novo, e o jogo acaba. O meu olhar é um vulcão coberto por uma geleira. "Por que você não quer mudar seu nome aqui?" Eu pergunto, em voz bem controlada, calma. Ela tenta rejeitá-lo como de costume. "Christian, nós realmente temos que discutir isso agora?" "Eu estou aqui. Eu não vejo por que não." "Eu tenho um monte de trabalho a fazer, tendo ficado afastada nas últimas três semanas,” diz ela, como se as três semanas em que ela esteve fora foram impostas a ela, e tinham sido suportadas. Algo quebra dentro de mim. Talvez ela não me queira. Talvez associar-se comigo de qualquer forma seja vergonhoso. Eu tenho que saber. "Você tem vergonha de mim?" Pergunto com uma voz suave, a ansiedade me rasgando por dentro. A minha pergunta a surpreende, e eu imediatamente percebo que não é a razão. "Não! Christian, claro que não,” diz ela carrancuda. Por que, então? "Isso é sobre mim, não você,” ela responde. O clássico, não é você, sou eu. "Como isso não é sobre mim?" Eu digo inclinando a cabeça para o lado, intrigado. Minha esposa, a mulher que é o centro da minha existência não quer ter o meu sobrenome, e como é que não é sobre mim? Isso não é uma rejeição? Minha máscara cuidadosamente colocada de indiferença desliza com o fervor da minha pergunta. Eu preciso saber se ela está se distanciando de mim, e se dissociando de mim.

"Christian, quando eu assumi este trabalho, eu tinha acabado de conhecê-lo," ela diz lentamente. "Eu não sabia que você estava indo comprar a empresa...” diz ela exasperada, mas seu rosto me diz que há mais. Ela não quer que eu a proteja. Ela está incomodada com o fato de que eu possuo a SIP e isso me dá o poder. Mas ela me conhece, sabe minhas tendências. Eu não vou comprometer qualquer coisa onde ela está envolvida. Ela finalmente coloca sua cabeça em suas mãos. "Por que é tão importante para você?” Ela pergunta, sua calma apenas mal con trolada. Quando eu não respondo, ela levanta os olhos. Quero ver seus olhos, sua expressão, olhar em seu pensamento quando eu digo isso. Eu estou impassível mais uma vez. "Eu quero que todos saibam que você é minha." Isso não é razão suficiente? Eu poderia também colocar o cartaz "disponível" no pescoço dela, se ela não for a Sra. Grey. "Eu sou sua! Olhe,” diz ela levantando a mão esquerda, mostrando seus anéis de casamento e de noivado. Eu quero a posse completa. Eu quero o meu nome selando-a. Anéis não podem dar posse a ninguém. Não há uma etiqueta com o nome ligada a ele. Minha preocupação fundamental é que ela está incomodada pelo MEU nome, por mim, por Christian Grey. Caso contrário, ela poderia muito bem ser casada com um cara aleatório. O nome Anastasia Steele com anéis em seu dedo não diz nada sobre ela ser minha mulher! Ele apenas diz que ela é casada com alguém cujo sobrenome é possivelmente "Steele". "Não é o suficiente,” eu respondo. "Não o suficiente que eu me casei com você?" Ela sussurra horrorizada. Não! Claro que não! É isso que eu quero mostrar a todos o tempo todo, que ela se casou comigo! Ela é a que se recusa a mostrar isso para os outros. Eu pisco de surpresa. "Não é o que eu quero dizer,” eu digo. É a minha vez agora de responder, comple tamente exasperado. Eu corro a mão pelo meu cabelo. "O que você quer dizer?” Ela pergunta. Eu engulo. Posso dizer -lhe? Que eu quero ser tão importante para ela, tão central na sua vida como ela é para mim? "Eu quero o seu mundo começando e terminando comigo,” eu digo com uma expressão crua, finalmente descobrindo minha alma para ela. Ela afunda ainda mais em sua cadeira, como se o impacto de minhas palavras a ferisse. Seus olhos se arregalam, sua boca se abre para formar uma expressão coerente, incapaz de fazê-lo por um instante. "É assim,” ela finalmente diz. "Eu só estou tentando estabelecer uma carreira, e eu não quero negociar em seu nome. Eu tenho que fazer alguma coisa, Christian. Eu não posso ficar presa no Escala ou na nova casa sem nada para fazer. Eu vou enlouquecer. Eu vou sufocar. Eu sempre trabalhei, e eu gosto disso. Este é o meu trabalho dos sonhos; é tudo que eu sempre quis. Mas fazer isso não significa que eu te amo menos. Você é o mundo para mim,” diz ela em um jorro de palavras.

Eu deixo o peso de suas palavras se afundar dentro de mim. Será que o meu amor e atenção a sufocam? Eu franzo a testa. Essa é a última coisa que eu quero fazer. "Eu a sufoco?" Pergunto com uma voz desolada. Sem ela, eu não tenho nada. Tudo que eu tenho não tem sentido se ela não é o foco central da minha vida. "Não... sim... não,” ela responde. Então, ela pensa que eu a sufoco. Ela fecha os olhos e esfrega a testa como se isso fosse fazer penetrar algum sentido, alguma coerência no que ela quer expressar-me. Ela finalmente abre os olhos e diz: "Olha, nós estávamos falando sobre o meu nome. Eu quero manter o meu nome aqui porque eu quero colocar alguma distância entre você e eu... mas só aqui, isso é tudo. Você sabe que todo mundo acha que eu consegui o trabalho por sua causa, quando a realidade é...” ela diz e pára, porque a minha expressão facial demonstra que esta não é a razão pela qual ela conseguiu o trabalho. "Você quer saber por que você conseguiu o trabalho, Anastasia?" Eu digo. Ela tem uma expressão horrorizada em seu rosto. Eu me mexo na minha cadeira, e me inclino para a frente para explicar. O couro da cadeira protesta sob o meu peso. "A gestão daqui deu-lhe o trabalho de Hyde para tomar conta. Eles não queriam a despesa de contratação de um executivo sênior, quando a empresa estava meio que a venda. Eles não tinham nenhuma idéia do que o novo proprietário faria com ela uma vez que ele passasse para a propriedade dele, e sabiamente, eles não queriam um supérfluo caro. Então, eles lhe deram o trabalho de Hyde para tomar conta até que o novo proprietário,” eu paro, para me indicar, incapaz de esconder um sorriso irônico, "... ou seja, eu, assumisse." Ela se inclina para frente na cadeira, tensa, com os olhos arregalados, chocada e horrorizada. "O que você está dizendo?" Eu sorrio para ela tranquilizador e balanço a cabeça para apaziguar seu alarme. "Relaxe. Você está mais do que à altura do desafio. Você faz muito bem,” eu digo completamente orgulhoso de minha esposa. Como sempre, ela me surpreendeu com sua competência no trabalho. "Oh,” diz ela, surpresa com o meu tom, e meu respeito por ela na minha voz. "Eu não quero sufocar você, Ana. Eu não quero colocá-la em uma gaiola dourada. Bem..." Eu digo pausando. O fato é que eu faço. Parte de mim de qualquer maneira. Eu quero protegê-la do mundo, protegê-la de todo o mal que pode colocar-se em seu caminho. Mas isso não iria permitir o seu crescimento natural, como pessoa. Então, eu mantenho essa parte de mim em cheque. "Bem, a parte racional de mim não quer,” eu digo. Como posso expressar o que ela realmente significa para mim? Eu esfrego meu queixo, pensativamente. Então eu me lembro do que eu decidi, em Londres, quando estávamos visitando a casa de Jane Austen. Claro! "Então, uma das razões por que eu estou aqui... além de lidar com a minha esposa errante,” eu digo com os olhos apertados, "é discutir o que eu vou fazer com esta empresa." Ela fecha a cara para mim, enquanto ela cruza os braços.

"Quais são seus planos?” Ela pergunta acidamente, inclinando a cabeça para um lado, espelhando a minha ação. Baby, você é completamente minha, e você nem sabe disso! Mesmo a sua linguagem corporal indica que você é minha! Um pequeno sorriso rasteja acima de meus lábios. "Eu estou renomeando a empresa Grey Publishing." Ela está chocada e surpreendida. Rebatizando tudo, querida! Minha empresa, minha esposa, para que ninguém nunca pense que ela está remotamente disponível. Ela está completamente surpresa; sua boca cai aberta, ampla. "Este é o meu presente de casamento para você." Ela fecha a boca, abre novamente para formar qualquer frase, uma palavra, mas nada sai como se ela tivesse acabado de esquecer como falar. "Então, eu preciso mudar o nome para Steele Publishing?" Eu digo com uma expressão completamente séria. "Christian. Você me deu um relógio... Eu não posso ter um negócio,” diz ela. Eu franzo a testa. Um relógio não é um presente. Eu quero dar-lhe a oportunidade de realizar seus sonhos. Ela disse que este é o seu trabalho dos sonhos. Por que deixar isso assim? Ela pode fazer muito mais. Eu inclino a cabeça para um lado. "Eu tive meu próprio negócio com a idade de vinte e um anos." Isso é algo que ela pode fazer, e eu estou aqui para guiá-la, ensiná-la, treiná-la para ajudá-la a alcançar seus objetivos. Eu fiz uma promessa de fazer exatamente isso. "Mas você é... você! Maníaco por controle e garoto prodígio extraordinário. Gzuis, Christian, você se formou em Economia em Harvard, antes de cair fora. Pelo menos você tem alguma idéia. Vendi pintura e braçadeiras por três anos em regime de tempo parcial, pelo amor de Deus! Eu vi muito pouco do mundo e eu não sei quase nada!” Diz ela, sua ansiedade indo acima do teto. Ela não percebe seus próprios talentos e não se vê do jeito que eu a vejo. Ela pode fazer qualquer coisa que ela tenha em sua mente se ela se der a oportunidade, e eu quero dar a ela essa oportunidade. Isso é tão horrível? "Você também é a pessoa mais culta que eu conheço,” eu refuto. "Você ama um bom livro. Você não pôde deixar o seu trabalho enquanto estávamos em nossa lua de mel. Você leu quantos manuscritos? Quatro?" Eu pergunto. "Cinco,” sussurra. "E você escreveu relatórios completos sobre todos eles. Você é uma mulher muito inteligente, Anastasia. Estou certo que você vai conseguir. " Estou mais do que certo; tenho certeza. "Você está louco?” Ela grita. "Louco por você,” eu sussurro, e é a pura verdade. Tudo no meu mundo gira em torno dela. Ela é metade da minha alma. Não há uma hora que passe em que eu não pense nela. Cada decisão

que eu tomo, tem o seu bem-estar em minha mente. Ela é a minha vida! Será que ela não entende essa verdade simples? Ela bufa na minha resposta. Eu estreito meus olhos. Os meus sentimentos por ela são algo para se zombar? "Você vai ser motivo de chacota. Comprando uma empresa para a mulherzinha que só teve um trabalho de tempo integral durante alguns meses de sua vida adulta,” diz ela. Eu nunca baseei minhas decisões sobre o que os outros possam pensar delas. Eu simplesmente não ligo uma merda! "Você acha que eu ligo uma merda para o que as pessoas pensam? Além disso, você não estará por sua própria conta,” eu respondo. Ela olha para mim como se eu fosse uma moeda de dois centavos de dólar. "Christian, eu...” ela diz e não consegue concluir a frase. Ela mais uma vez coloca sua cabeça em suas mãos e, finalmente, começa a rir. Ela finalmente consegue levantar os olhos, fixando os meus olhos arregalados, chocados. "Algo divertindo você, Srta. Steele?" Pergunto com ironia. "Sim. Você,” ela responde sem vergonha. Há uma pitada de diversão em seu tom. Estou mais que surpreso, mas, também divertido. Rir de mim seria igual a rolar os olhos, exigindo a mesma punição. "Rindo de seu marido? Isso nunca vai acontecer. E você está mordendo o lábio," Eu digo com o meu olhar escurecendo, focando nela licenciosamente. Minha linguagem corporal é sedutora, desejosa e carnal, e ela sabe disso. "Nem pense nisso!” Ela avisa. "Pensar em que, Anastasia?" Eu pergunto com voz acariciante. "Eu conheço esse olhar. Estamos no trabalho." Como isso me parasse. Ela é minha esposa, trabalhando para uma empresa que eu possuo, onde ela se recusa a tomar o meu sobrenome. Eu não vejo por que eu não poderia declarar o meu território, aqui e agora? Eu me inclino para frente no meu lugar, o meu olhar sobre ela, sem pestanejar, devasso, desejoso e querendo a ela. "Estamos em um pequeno escritório, razoavelmente à prova de som, com uma porta com fechadura,” eu respondo. "Grave torpeza moral,” ela sussurra, cada palavra staccato. "Não com o seu marido." "Com o patrão do patrão do meu patrão,” ela devolve. "Você é minha mulher,” eu pulo de volta. É direito um do outro. "Christian, não. Eu falo sério. Você poderá me foder ‘sete tons de domingo’ esta noite. Mas não agora. Aqui não!" Sua declaração me surpreende. Eu estou interessado. É negociável.

" ‘Sete tons de domingo’?" Eu arqueio as sobrancelhas. "Eu posso cobrar isso de você, Srta. Steele." "Oh, pare com esse Srta. Steele,” ela grita comigo e bate com as mãos sobre a mesa, surpreendendo a nós dois. "Pelo amor de Deus, Christian. Se isso significa tanto assim para você, eu vou mudar meu nome!" Ela concorda? Wow! Meu queixo cai, e eu tomo uma respiração profunda. Finalmente o total impacto de suas palavras penetra, e eu sorrio tão amplo quanto possível. "Bom,” eu digo batendo palmas, e eu me levanto. Meu negócio aqui está acabado. "Missão cumprida. Agora, eu tenho trabalho a fazer. Se você me der licença, Sra. Grey," eu digo. Ela pisca completamente surpresa. "Mas..." ela gagueja. "Mas o que, Sra. Grey?" Eu pergunto. Ela balança a cabeça enquanto ela afunda em sua cadeira. "Apenas vá." "Eu pretendo. Vou vê-la esta noite, e eu estou ansioso pelos sete tons de domingo." Ela só faz uma carranca em resposta. "Oh, e eu tenho uma pilha compromissos sociais relacionados a negócios chegando, e eu gostaria que você me acompanhasse." Ela só abre a boca para mim, incapaz de dizer qualquer coisa. "Eu vou mandar Andrea chamar Hannah para colocar as datas no seu calendário. Há algumas pessoas que você precisa conhecer. Você deveria ter Hannah lidando com sua programação a partir de agora." "Ok,” ela murmura, intrigada, confusa e atordoada. Eu me inclino sobre a mesa, e chego o mais perto possível dela, sem tocá-la. "Amo fazer negócios com você, Sra. Grey," e então eu me inclino os últimos cm e planto um beijo suave em seus lábios. "Laters, baby,” eu murmuro. Eu me levanto, e pisco o olho para minha esposa, e deixo seu escritório feliz e confiante. ____________________________________________________________________________ De: Anastasia Steele Assunto: NÃO UM BEM! Data: 22 de agosto de 2011 14:22 Para: Christian Grey

Sr. Grey da próxima vez que você vier me ver, marque um horário, para que eu possa pelo menos ter algum prévio aviso de sua arrogante megalomania adolescente.

Sua

Anastasia Grey Editora Comissionada, SIP ____________________________________________________________________________ De: Christian Grey Assunto: Sete Tons de Domingo Data: 22 de agosto de 2011 14:33 Para: Anastasia Steele

Minha Querida Sra. Grey (ênfase em Minha)

O que posso dizer em minha defesa? Eu estava na vizinhança. E não, você não é um bem, você é a minha amada esposa. Como sempre, você me faz muito feliz.

Christian Grey CEO & Megalomaníaco Arrogante, Grey Enterprises Holdings Inc. ____________________________________________________________________________ Ela não responde à minha mensagem, aumentando a minha preocupação. Ela ainda está zangada. Quando chego ao escritório de Flynn, estou uma pilha de nervos mais uma vez. "Olá Christian!” Diz ele estendendo a mão enquanto sua idosa recepcionista me faz entrar em seu escritório. Estou no meu modo CEO. Eu costumo vestir essa persona quando eu quero cobrir todas as minhas vulnerabilidades, mesmo para Flynn e ele é a única pessoa para quem eu realmente me abro. Ele me considera com cuidado.

"John,” eu respondo com um breve aceno de cabeça. Nós apertamos as mãos, e ele indica a cadeira de couro para me sentar. Eu sinto como se eu estivesse trazendo uma proposta de negócios para o meu psiquiatra, como eu fiz com a minha esposa, embora não seja nada disso. Eu não sei como lidar com essas emoções estranhas que eu nunca senti antes. Eu tomo uma respiração profunda, e não digo nada. "Christian, você parece ter um tema em mente que você gostaria de discutir comigo. Por favor, o que está incomodando você?” Ele pergunta. Eu o considero um minuto em silêncio. "Anastasia não quis mudar o nome dela no trabalho. Ela nem sequer me falou sobre isso. Eu tive que descobrir por mim mesmo quando eu lhe enviei um e-mail hoje de manhã. Ele retornou. Quando mandei a mensagem em seu nome de solteira, ela passou. Ela não queria ter o meu sobrenome no trabalho!" Eu deixo escapar. Ele balança a cabeça como se isso não fosse grande coisa, mas não julga e me encoraja a elaborar. "Eu tive que ir até seu trabalho para convencê-la de outra forma. Entrei em pânico. Apavorado, seria uma melhor expressão... Senti que ela queria se distanciar de mim, e eu descobri que não estava muito longe da verdade. Ela não queria ser associada a mim em seu trabalho, e, ainda assim, eu quero que ela declare a todos que ela é minha esposa, que está comigo!" Eu digo com fervor. "Você quer dizer que você tinha baixa autoconfiança e você estava duvidando de si mesmo quando ela está envolvida? Será que você examinou isto do ponto de vista dela? A decisão dela pode não ser totalmente sobre você, mas sobre Anastasia exercendo sua liberdade pessoal no trabalho. " "Ela disse isso, mas isso não é inteiramente verdade! Ela indicou por ela mesma que ela queria se distanciar de mim no trabalho. O que significa isso, John?" "Christian, você diria que você é emocionalmente dependente de Anastasia?" Eu rosno em resposta. "Todo o meu universo é singularmente centrado nela. John, a verdade simples é que eu não posso existir sem ela. Não é uma dependência emocional, é encontrar o meu centro e ela é isso." "Isso é co-dependência. Você precisa aprender a existir por si mesmo, então, como seu companheiro, seu marido." "Isso é um monte de merda, John!" Eu digo com a raiva subindo através de mim. "Christian, tenho notado mudanças significativas em você desde que Anastasia entrou em sua vida. Todas mudanças positivas. Você está realmente feliz. Sei que vocês se amam. Mas, uma parte integrante de um relacionamento saudável é o dar e receber; compromissos. Todos nós inserimos nossa independência pouco a pouco, mesmo em nossos casamentos. Isso não significa que a outra pessoa está nos recusando. Apenas exercendo sua liberdade pessoal."

"Eu não me importo dela exercer sua liberdade pessoal, John! Eu não estou limitando-a! Na verdade, eu quero capacitá-la, dar-lhe o mundo, tornar todos os desejos de seu coração disponíveis para ela. Eu quero protegê-la, e eu quero que o mundo saiba que ela é a minha mulher!" "Você está preocupado que alguém possa pensar que ela não é sua esposa?" "Sua esposa carrega seu sobrenome. Sim, você acha isso parte natural de seu casamento. Todo mundo sabe que ela é a Sra. Flynn. Não apenas porque ela está usando seu anel de casamento ou que possam vê-la em seu braço em algum lugar, mas ela também declarou que é a Sra. Flynn. Por que eu não posso esperar isso de minha esposa? O que há de tão terrível o mundo saber que ela pertence a mim? Nós pertencemos um ao outro?" "Mas Christian, isto não é sobre minha esposa. Ela decidiu que ela quer ter o meu nome. Se ela desejasse que ela queria manter seu nome de solteira, isto teria sido sua escolha, e isso não mudaria o fato de que ela ainda é minha esposa. É apenas um nome." "Não é apenas o nome, é o que ele representa. Você tem bens inestimáveis, John? Um bem, um artigo, um item, um indivíduo tão valioso que você não quer que ninguém mais coloque suas mãos, ou toque, algo tão raro, tão precioso que você quer que o mundo inteiro saiba que é seu? Você acha que o Musée du Louvre teria permitido a qualquer um dizer que a pintura da Mona Lisa não pertence a eles ou que o Museu Britânico de Arte deixaria alguém tomar posse da Rosetta Stone? E esses são apenas artefatos. Eles podem ser de valor inestimável por seu próprio direito, mas similares existem no mundo. No entanto, não há uma comparável a Anastasia. Ela é a minha vida. Ela é a metade da minha alma, John! Para ela negar-me presenteá-la com meu sobrenome, porque ela não quer que os outros saibam, é abominável." "Talvez seus colegas de trabalho estejam intimidados por com quem ela é casada, e ela pode querer aplacar um pouco a tensão que surge por você ser o dono da empresa em que ela está trabalhando." "Eu não ligo uma merda para o que os outros pensam! Eu só me importo com o que ela pensa! A falha em seu argumento é que você está pedindo a ela para colocar a precedência do sentimento dos outros sobre os de seu marido. Eu sou a pessoa com quem ela é casada! Como ela se sentiria se eu escondesse este fato, de que eu me casei com ela, de meus colegas de trabalho? Eu a amo! Eu quero que o mundo inteiro saiba disso. E você me conhece John; eu não sou o tipo de cara que declara amor e atenção em público. Mas, com ela, é diferente. Meu amor é o meu maior presente pré-definido para ela. Senti-me rejeitado! Como se ela entregasse meu coração na minha mão, a fim de proteger os sentimentos dos outros! Esses outros são de nenhuma importância ou não têm qualquer tipo de relacionamento forte ou permanente com ela! Dito isto, você sabe o quanto isso me desvaloriza? E eu sou seu marido! Será que você valorizaria os sentimentos de seus colegas de trabalho acima dos sentimentos de sua esposa? Quem poderia vir em primeiro lugar para você, John? Estou errado em expressar meus desejos e anseios de minha própria esposa? Não são os casamentos supostos de ter um relacionamento profundo, onde nos comprometemos pelo resto de nossas vidas um com o outro? É tão

irracional, tão horrível por eu querer compartilhar meu sobrenome com a minha própria mulher?" John finalmente fica surpreso, e me olha. Sua expressão é ilegível. "Você colocou um monte de pensamentos nisso, Christian. O que você pede não é irracional. Mas para Anastasia, negar esse pedido também não é um sinal de estar diminuindo seu amor. Ela pode ter suas próprias explicações e eu não posso falar por ela. Mas o que posso aconselhar é que você precisa ouvi-la. Realmente ouvir o seu raciocínio. Ter seu próprio sobrenome não é estar tirando o amor dela." "É inegociável John. Limite rígido!" "Talvez devesse ser com Anastasia que você deveria estar falando sobre isso. Você definiu os seus limites, e tem preocupações legítimas. Tenho certeza de que Anastasia tem preocupações que são legítimas também. Escute-a. Basta ouvir... Não podemos negociar até que permitimos que a outra pessoa se expresse. Deixe que ela se expresse e transmita seus problemas e preocupações. Ela é uma mulher razoável, sensata, e notavelmente inteligente, que ama você. Qualquer um pode ver isso!” Diz ele e meus olhos se arregalam. Ele deu um passo em minha principal preocupação que eu não tinha expressado. Eu me sinto completamente vulnerável. "Este é apenas um obstáculo menor, que tem de ser resolvido falando, e não transando. Você não pode implantar o seu mecanismo de enfrentamento de costume." "Ela admitiu ter meu nome no trabalho, mas ela está furiosa comigo,” deixo escapar. Ele sorri. "Não se preocupe. É completamente normal. Mulheres tendem a ficar furiosas com seus maridos, mesmo se elas são incrivelmente apaixonadas por eles." Eu concordo incerto. Eu saio do consultório de Flynn ainda incapaz de me acalmar já que Anastasia não respondeu meu e-mail, Ryan me leva de volta para a SIP para pegar Anastasia no trabalho. Ela se aproxima das portas duplas, e Sawyer abre a porta para ela. Ela entra no SUV. Eu me sinto como um predador encurralado. "Oi,” ela murmura. "Oi,” eu respondo com cautela. "Perturbou o trabalho de mais alguém hoje?" Ela pergunta docemente. Ela está sendo sarcástica, mas isso me faz sorrir. "Só o de Flynn,” eu respondo. "Da próxima vez que você for vê-lo, eu vou dar-lhe uma lista de tópicos que eu quero cobertos,” ela sibila para mim. Ela ainda está fervendo de raiva! "Você parece fora de si, Sra. Grey," Eu digo e ela fixa o olhar à frente nas costas de Ryan e cabeça de Sawyer no banco da frente. Eu me mexo e viro de lado para encará-la.

"Hey," eu digo incapaz de suportar a distância física e emocional entre nós. Pego sua mão. Ela está ficando mais irritada. Eu seguro a mão dela só para tê-la arrebatando-a para longe de mim, irritadamente. "Você está furiosa comigo?" Eu sussurro. Eu estou fora do meu elemento. "Sim! Como você descobriu?” ela sibila novamente. Ela cruza os braços sobre o peito, me derrubando com seu gesto físico, em seguida olha para fora da janela. Eu me mexo novamente ao lado dela, querendo que ela olhe para mim, mas ela teimosamente evita o meu olhar. Fervendo de raiva! Por todo o caminho para o Escala, ela não olha para mim, e assim que chegamos ao prédio, ela quebra o protocolo, e pula para fora do carro com sua maleta, estrondando dentro do prédio. Ryan dobra atrás dela para dentro do prédio, e eu corro imediatamente para alcançá-los. Quando Ryan a alcança, ela rosna para ele. "O quê?" Ele fica carmesim. "Desculpas, senhora,” ele resmunga. Eu venho e fico ao lado dela esperando o elevador, e Ryan sente um alívio de evitar ainda mais sua ira ou as adagas saindo de seus olhos. Se apenas olhares pudessem matar, teríamos uma cena de assassinato. "Portanto, não é só comigo que você está furiosa?" Murmuro ironicamente. Ela me encara, e a intensidade de sua ferocidade agora é dirigida a mim, e é um espetáculo para ser visto. "Você está rindo de mim?” Ela estreita os olhos. "Eu não ousaria,” eu digo levantando minhas mãos em um gesto universal de paz, como se ela estivesse me mantendo refém com seu olhar. "Você precisa de um corte de cabelo,” ela murmura baixinho. Em seguida, o elevador abençoado vem e abre as suas portas. "Eu?" Pergunto escovando meu cabelo da minha testa. "Sim,” ela diz, enquanto ela digita o código para a cobertura. "Então, você está falando comigo agora?" Eu pergunto. "Mal". "Sobre o que exatamente você está furiosa? Preciso de uma indicação,” eu pergunto hesitante. Ela se vira e fica boquiaberta para mim. "Você realmente não tem idéia? Certamente, para alguém tão brilhante, você deve ter uma idéia? Eu não posso acreditar que você seja assim obtuso." Suas palavras são como tapa na minha cara. Eu dou um passo para trás, completamente alarmado. "Você está realmente furiosa. Eu pensei que tinha resolvido tudo isso em seu escritório," murmuro, confuso.

"Christian, eu só capitulei às suas exigências petulantes. Isso é tudo,” ela responde. Então, meus receios não eram infundados. Ela não quer tomar o meu nome. Ela quer estar distante de mim. Por quê? Eu sou tão repulsivo? Quando as portas do elevador se abrem, ela irrompe fora de novo. Taylor está de pé no corredor esperando por nós. Quando ele vê a ira de minha esposa irrompendo fora, ele rapidamente recua e recolhe o cumprimento que ia dar. "Oi, Taylor,” ela murmura. "Sra. Grey,” diz ele cumprimentando-a em tão poucas palavras quanto possível. Ela deixa cair a maleta no corredor, e segue para o salão. Gail está na cozinha cozinhando algo. "Boa noite, Sra. Grey," ela cumprimenta-a. "Oi, Sra. Jones," Anastasia murmura novamente. Ela faz o seu caminho até a geladeira e pega uma garrafa de vinho branco. Eu a sigo até a cozinha, meus olhos não a deixando. É isso? Será que ela vai dizer algumas palavras e acabar com a gente? Tudo porque eu quero que ela tenha meu sobrenome? É esse o pouco valor do nosso relacionamento? Eu não digo nada. Apenas observo-a como um falcão. Eu tiro minha jaqueta, e coloco-a sobre o balcão. "Você quer um drink?” Ela pergunta docemente. Esse é o momento em que a esposa quer te derrubar. "Não, obrigado,” eu respondo, meus olhos não a deixando. Eu não sei o que fazer, ou como lidar com isso. Eu lentamente afrouxo a gravata, em seguida, removo-a, finalmente, abro o primeiro botão da minha camisa. Ela serve para ela uma grande taça de vinho, enquanto eu passo uma exasperada mão pelo meu cabelo. Gail, percebendo a tensão entre nós, rapidamente deixa a cozinha, deixando-nos sozinhos. Anastasia toma um grande gole de vinho. "Pare com isso,” eu sussurro perdido, desamparado, me afogando. Eu dou dois passos e fecho a distância entre nós, e fico bem na frente dela. Eu timidamente estendo a mão e enfio uma mecha solta de cabelo atrás da sua orelha e acaricio o lóbulo da orelha com a ponta dos dedos, fazendo algum tipo de conexão física. I Hate You Then I Love You - Pavarotti & Celine Dion "Fale comigo,” murmuro. Eu vou suplicar se ela quiser. "Qual é o ponto? Você não me escuta ". "Sim, eu ouço. Você é uma das poucas pessoas que eu ouço." Ela não diz nada. Só toma outro grande gole de seu vinho. "É sobre o seu nome?" Eu pergunto.

"Sim e não. É como você lidou com o fato de que eu não concordava com você,” diz ela olhando para mim. Minhas sobrancelhas estão franzidas. As palavras de Flynn voltam para mim. Fale com ela. Escute-a... Realmente ouça-a... "Ana, você sabe que eu tenho... problemas. É difícil para eu deixar prá lá quando você está envolvida. Você sabe disso," eu digo, em tom suplicante. "Mas eu não sou uma criança, e eu não sou um bem." "Eu sei," eu digo suspirando. "Então pare de me tratar como se eu fosse,” ela sussurra. Eu roço seu rosto com as costas de meus dedos, então eu passo meu polegar em seu lábio inferior. "Não fique furiosa. Você é muito preciosa para mim. Como um bem de valor inestimável, como uma criança,” eu sussurro. Como posso começar a dizer o que ela significa para mim? Como a minha existência é dependente dela. Eu sinto que tudo para o que eu trabalhei, foi para o momento em que eu a encontrei. Tudo faz sentido com ela. Minha vida significa alguma coisa, a minha existência não é irrelevante. Eu tenho um propósito maior: amar e proteger a ela. "Não sou nenhuma dessas coisas, Christian. Eu sou sua esposa. Se você ia ficar machucado porque eu não estava indo usar o seu nome, você deveria ter dito." "Machucado?" Pergunto franzindo a testa. Quero resolver esse problema, mas também temos de comer e encontrar a arquiteta. Eu olho para o meu relógio. "A arquiteta estará aqui em menos de uma hora. Devemos comer," eu a lembro. Ela fecha a cara para mim. "Essa discussão não está terminada,” ela murmura. "O que mais há para discutir?" "Você pode vender a empresa?” ela deixa escapar. Por que eu iria querer fazer isso? Eu rosno. "Vendê-la?" "Sim". "Você acha que eu iria encontrar um comprador no mercado de hoje?" "Quanto custou para você?” Ela pergunta. "Foi relativamente barato,” eu digo em um tom cauteloso. Barato comparado ao seu valor para mim. Eu paguei o maior preço para adquirir uma empresa que não estava à venda. "Então, se ela quebrar?" Eu sorrio. Eu nunca deixaria isso acontecer. "Nós vamos sobreviver. Mas eu não vou deixá-la quebrar, Anastasia. Não enquanto você estiver lá."

"E se eu sair?" Que porra é essa! "E fazer o quê?" "Eu não sei. Outra coisa." "Você já disse que este é o seu trabalho dos sonhos