CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Câmara de Pesquisa e Desenvolvimento Profissional
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SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL
MÓDULOS: ECD / Escrituração Contábil Digital (SPED CONTÁBIL); - EFD / Escrituração Fiscal Digital (SPED FISCAL); - NF-e / Nota Fiscal Eletrônica (DANFE); - Carta de Correção Eletrônica (CC-e); e Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e (DACTE).

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Expositora: ROSE MARIE DE BOM
Advogada tributarista, pós-graduada em Direito Tributário, assessora de diversas empresas e apresentadora de centenas de Cursos, Seminários, Palestras, já tendo participado de eventos nacionais realizados por entidades que regulamentam o exercício profissional da contabilidade (CRC-RJ, Sindicato dos Contabilistas, CDL-Rio, SINDILOJAS e outras), em congressos, convenções e outros eventos. Tels.: (0xx21) 2220-6143 / 2224-4077 / 9914-0786 / 7838-2680 E-mail: rmariedebom@debomadvogados.com.br

Rio de janeiro Atualizado em: 07/06/2011
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SPED CONTÁBIL O que é É a substituição da escrituração em papel pela Escrituração Contábil Digital - ECD, também chamada de SPEDContábil. Trata-se da obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. Segundo a Instrução Normativa RFB nº 787 de 19 de novembro de 2007, estão obrigadas a adotar a ECD em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007 e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) em relação aos fatos contábeis desde 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009). Para as demais sociedades empresárias a ECD é facultativa. As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas desta obrigação. SPED FISCAL O que é A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

SPED FISCAL – PIS/COFINS O que é A EFD-PIS/Cofins trata-se de um arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital – SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito privado na escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos regimes de apuração não-cumulativo e/ou cumulativo, com base no conjunto de documentos e operações representativos das receitas auferidas, bem como dos custos, despesas, encargos e aquisições geradores de créditos da não-cumulatividade. Os documentos e operações da escrituração representativos de receitas auferidas e de aquisições, custos, despesas e encargos incorridos, serão relacionadas no arquivo da EFD-PIS/Cofins em relação a cada estabelecimento da pessoa jurídica. A escrituração das contribuições sociais e dos créditos será efetuada de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica. O arquivo da EFD-PIS/Cofins deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped. Conforme disciplina a Instrução Normativa RFB nº 1.052 de 5 de julho de 2010, estão obrigadas a adotar a EFD-PIS/Cofins: - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2011, as pessoas jurídicas sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 2.923, de 16 de dezembro de 2009, e sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2011, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado.

SPED - NF-E - AMBIENTE NACIONAL 2

O Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) está sendo desenvolvido, de forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e Receita Federal do Brasil, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2005, de 27/08/2005, que atribui ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto NF-e. Para obter mais informações sobre o NF-e, conhecer o modelo operacional, detalhes técnicos ou a legislação já editada sobre o tema, acesse o seguinte endereço: www.nfe.fazenda.gov.br A integração e a cooperação entre Administrações Tributárias têm sido temas muito debatidos em países federativos, especialmente naqueles que, como o Brasil, possuem forte grau de descentralização fiscal. Atualmente, as Administrações Tributárias despendem grandes somas de recursos para captar, tratar, armazenar e disponibilizar informações sobre a emissão de notas fiscais dos contribuintes. Os volumes de transações efetuadas e os montantes de recursos movimentados crescem num ritmo intenso e, na mesma proporção, aumentam os custos inerentes à necessidade do Estado de detectar e prevenir a evasão tributária. Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de investimento público voltado para integração do processo de controle fiscal, possibilitando: • Melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;

• Redução de custos e entraves burocráticos, facilitando o cumprimento das obrigações tributárias e o pagamento de impostos e contribuições; • Fortalecimento do controle e da fiscalização.

O projeto possibilitará os seguintes benefícios e vantagens às partes envolvidas: • Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal;

• Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos; • Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito; • Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação;

• Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais; • Fortalecimento da integração entre os fiscos, facilitando a fiscalização realizada pelas Administrações Tributárias devido ao compartilhamento das informações das NF-e; • • • • Rapidez no acesso às informações; Eliminação do papel; Aumento da produtividade da auditoria através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos; Possibilidade do cruzamento eletrônico de informações.

NFS-E O que é • O Projeto Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) está sendo desenvolvido de forma integrada, pela Receita Federal do Brasil (RFB) e Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), atendendo o Protocolo de Cooperação ENAT nº 02, de 7 de dezembro de 2007, que atribuiu a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto da NFS-e. • A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) é um documento de existência digital, gerado e armazenado eletronicamente em Ambiente Nacional pela RFB, pela prefeitura ou por outra entidade conveniada, para documentar as operações de prestação de serviços. • Esse projeto visa o benefício das administrações tributárias padronizando e melhorando a qualidade das informações, racionalizando os custos e gerando maior eficácia, bem como o aumento da competitividade das empresas brasileiras pela racionalização das obrigações acessórias (redução do custo-Brasil), em especial a dispensa da emissão e guarda de documentos em papel. 3

As informações coletadas serão mantidas em um repositório e publicadas em diversos níveis de agregação. análises de risco creditício e estudos econômicos. O Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) está sendo desenvolvido.638. detalhes técnicos ou a legislação já editada sobre o tema. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. a agregação desses dados e a disponibilização à sociedade. que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes documentos fiscais: • • • • • • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. O CT-e também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no transporte dutoviário e. modelo 7. custos e despesas computadas na escrituração contábil. modelo 9.cte. em partidas dobradas. conhecer o modelo operacional. a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006. 4 . 191 da Lei nº 6.941.404. Para obter mais informações sobre o CT-e. contábeis e financeiros. A Central tem como objetivo a captação de dados contábeis e financeiros (notadamente as demonstrações contábeis). dos dados originais e agregados.2007. instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07.CT-e Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) – Ambiente Nacional O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o novo modelo de documento fiscal eletrônico. de 15 de dezembro de 1976.br FCONT O que é Conforme disciplina a Instrução Normativa RFB nº 949/09. Esses dados serão utilizados para geração de estatísticas. modelo 11. Em termos práticos.12.gov.2007. de forma integrada. acesse o Portal Nacional do CT-e. pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e Receita Federal do Brasil. os lançamentos que existem na escrituração comercial.12. que deverá reunir demonstrativos contábeis e uma série de informações econômico-financeiras públicas das empresas envolvidas no projeto. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. com o intuito de documentar uma prestação de serviços de transportes. que atribui ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas. de 10/11/2006.fazenda. não devam ser considerados para fins de apuração do resultado com base na legislação vigente em 31. que considera os métodos e critérios contábeis vigentes em 31. O FCONT é uma escrituração. de 25/10/2007.12. e pelos arts. mas que devam ser incluídos para fins de apuração do resultado com base na legislação vigente em 31. dentre outros usos. de 28 de dezembro de 2007. mas que devem ser expurgados para remover os reflexos das alterações introduzidas pela Lei nº 11. para apuração do lucro líquido do exercício definido no art. nos transportes Multimodais. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. análises nacionais e internacionais (por setor econômico. modelo 8. de 2009. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. modelo 10. Ou seja. • não efetuados na escrituração comercial. OUTROS PROJETOS Central de Balanços A Central de Balanços brasileira é um projeto integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). em fase inicial de desenvolvimento. futuramente. Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Podemos conceituar o CT-e como um documento de existência exclusivamente digital. no seguinte endereço: www. no Programa Validador e Assinador da entrada de dados do FCont devem ser informados os lançamentos que: • efetuados na escrituração comercial. Conhecimento Aéreo. emitido e armazenado eletronicamente. forma jurídica e porte das empresas). quando utilizada em transporte de cargas. das contas patrimoniais e de resultado. 37 e 38 da Lei nº 11.2007. modelo 27. em meio magnético.

Como migrar informações da versão 1. Atenção: Informamos que a partir do dia 01/04//2011 não serão mais autorizadas NF-e com a versão 1. uma vez que não ocorrerá mais prorrogação do prazo..Como anterior. a numeração da NFNF-e deve ser alterada para a próxima do emissor para a versão 2. os contribuintes emissores que utilizam aplicativos próprios ou que adotem soluções de mercados devem providenciar a imediata migração para a versão 2.Ato COTEPE/ICMS n.NT2009.0) implementa algumas novas regras de validação para garantir uma melhor qualidade nos dados da NF. Portanto. de 24/11/2010.0 da sua empresa. mantendomantendo-se a série que SIMULAÇÃO VALIDAÇÃO NF-E V2.000 NF-e por estabelecimento) e observamos Manual de Integração do Contribuinte .0 da NF-e (versão 4. Para efeito de simulação.versão 4.AQUI PRODUÇÃO . re-submetemos um conjunto determinado das NF-e autorizadas que algumas destas NF-e seriam rejeitadas pelos novos critérios Faça suas simulações AQUI.AQUI numeração sequencial à última NFNF-e autorizada.. conforme definido no Ato COTEPE ICMS 36/2010. quando da utilização de sua nova versão.obrigatória APENAS a partir de 1° de ABRIL/2011.006.10 do Schema XML.0.NOTA FISCAL ELETRÔNICA Veja como está a Simulação de Validação da NF-e v2.0.x? vinha utilizando na versão anterior.0.0.1 . 2.0 A nova versão nacional do sistema da Nota Fiscal Eletrônica (versão 2.0.3 Assinado por: Coordenação Técnica do ENCAT Software Emissor NF-e .º 49/2009 Conceito Histórico Legislação Pertinente 5 .1 de 27/11/2009 (PDF) .01 do Manual de Integração ) .versão 4. versão para: TESTES . Lembramos aos contribuintes usuários deste aplicativo que. Alertamos que já está disponível a versão do Programa Emissor Gratuito com o leiaute atualizado para a versão 2. anteriormente para cada estabelecimento (20.Contemplando a v. conforme definições contidas no Manual de Integração do Contribuinte .4.

continuar a manter os citados sistemas ou o Leiaute Fiscal de Processamento de Dados (LFPD) instituído pelo Ato COTEPE/ICMS 35/05. que conterá informações fiscais e contábeis. Parágrafo único. § 3º Em relação aos contribuintes localizados no Distrito Federal. Cláusula sexta O arquivo digital conterá as informações dos períodos de apuração do imposto e será gerado e mantido dentro do prazo estabelecido pela legislação de cada unidade federada e SRF. 9 (nove) unidades federadas. § 2º Até que ocorra o previsto no § 1º. o prazo previsto no § 1º fica condicionado à implementação no sistema dos documentos e livros fiscais. a critério da unidade federada. Cláusula quarta Ato Cotepe específico definirá os documentos fiscais.Portal Nacional da NF-e Contingência Perguntas Freqüentes sobre a NF-e Consulta da Nota Fiscal Eletrônica Solicitação de Credenciamento (Produção) e/ou Acesso ao Ambiente de Testes Obrigatoriedade Requerimento de Descredenciamento Software Emissor de NF-e disponibilizado pela SEFAZ (Download) . que se constitui em um conjunto de escrituração de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal bem como no registro de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. inciso XXII. § 1º Os contribuintes localizados em unidades da Federação que já utilizem sistemas próprios para geração da EFD deverão. nos termos da respectiva legislação distrital. Cláusula terceira A Escrituração Fiscal Digital é de uso obrigatório para os contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS ou do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. 59 a 73. desde que a dispensa seja autorizada pelo fisco da unidade federada do contribuinte e pela Secretaria da Receita Federal. Cláusula quinta O contribuinte deverá manter EFD distinta para cada estabelecimento. até. 100 e no art.Manuais Empresas Credenciadas para emissão da Nota Fiscal Eletrônica no RJ Simples Nacional CONVÊNIO ICMS 143. em arquivo digital. bem como quaisquer outras informações que venham a repercutir na apuração.2006. tendo em vista o disposto no art. Considera-se a EFD válida para os efeitos fiscais após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém.12. nos termos das respectivas legislações estaduais. Cláusula segunda O arquivo deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil pelo contribuinte. A União. Publicado no DOU de 20. relativas ao impostos de sua competência. representada pela Secretaria da Receita Federal – SRF e o Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ. § 2º O contribuinte obrigado à EFD. 37.AP. as especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD.172. pág. fica dispensado das obrigações de entrega dos arquivos estabelecidos pelo Convênio ICMS 57/95. de 25 de outubro de 1966) e no Protocolo de Cooperação ENAT nº 02/2005. na 124ª reunião ordinária realizada em Macapá . 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5. de sistema que permita a elaboração de escrita fiscal digital para fins de apuração dos tributos devidos. pelo menos. 6 . no máximo. por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. pagamento ou cobrança de tributos de competência dos entes conveniados e os prazos a partir dos quais os contribuintes de que trata a cláusula terceira estarão obrigados ao mesmo. resolvem celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira Fica instituída a Escrituração Fiscal Digital – EFD. da Constituição Federal. guias de informação e declarações apresentadas em meio digital. DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 Institui a Escrituração Fiscal Digital – EFD. um ano após a implementação por. no inciso IV do art. as unidades da Federação ali referidas ficam responsáveis pela incorporação ao LFPD das informações suplementares exigidas neste convênio. Seção 1. no dia 15 de dezembro de 2006. § 1º O contribuinte poderá ser dispensado da obrigação estabelecida nesta cláusula.

.......430.... que altera os prazos do Convênio ICMS nº 54/2005...EFD APRESENTAÇÃO Este manual visa a orientar a geração em arquivo digital dos dados concernentes à Escrituração Fiscal Digital e outras informações fiscais pelo contribuinte pessoa física ou jurídica inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal....... de 19 de novembro de 2007 – que institui a Escrituração Contábil Digital (ECD)...... que altera o Convênio nº 143.... de 19 de dezembro de 2006 · Ato Cotepe/ICMS nº 9. que.... em ambiente nacional..... de 26 de dezembro de 2006..... que institui a Escrituração Fiscal Digital (EFD) · Convênio ICMS nº 131....... que dispõe sobre as especificações técnicas para a geração de arquivos da Escrituração Fiscal Digital e revoga o Ato Cotepe/ICMS nº 82. que altera o art.Registro de Apuração do ICMS.Registro de Inventário. Cláusula nona Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. os quais dispõem sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados · Ato Cotepe/ICMS nº 11. IV .. Cláusula oitava Fica assegurado o compartilhamento das informações relativas às escriturações fiscal e contábil digitais. estão organizados em registros que contém dados... ATO COTEPE/ICMS Nº 82.....Parágrafo único.. de 19 de dezembro de 2003 – determina a atuação integrada das Administrações Tributárias nas três esferas de governo Atos: · Convênio ICMS nº 143........Registro de Saídas... de 15 de dezembro de 2006. SPED SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL LEGISLAÇÃO PERTINENTE Emenda Constitucional nº 42.... de 23 de outubro de 2007.... 2º... do Conselho Monetário Nacional..... estabelece a sua obrigatoriedade e aprova o Manual de Orientação do Leiaute para geração de arquivos 7 ..abertura do arquivo ... que altera os Convênios ICMS nº 57/95 e 54/05... de 5 de julho de 2005 · Convênio ICMS nº 123 ... com as unidades federadas de localização dos estabelecimentos da empresa. que dispõe sobre as especificações técnica para geração de arquivos da EFD · Resolução nº 3. de 22 de janeiro de 2007....12.... bem como os documentos fiscais que deram origem à escrituração.......06 ANEXO ÚNICO MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO LEIAUTE DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . de 28 de junho de 2007...... V ........ III . O leiaute EFD está organizado em blocos de informações dispostos por tipo de documento.. que instituiu a Escrituração Fiscal Digital (EFD) · Instrução Normativa RFB nº 787 . de 15 de dezembro de 2006.. II . mesmo que estas escriturações sejam centralizadas.................... O arquivo digital será gerado na seguinte forma: Registro 0000 ..Registro de Entradas.......... observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos.. Cláusula sétima A escrituração prevista na forma deste convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes livros: I ..Registro de Apuração do IPI............. DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006 • Publicado no DOU de 22...022.. de 28 de junho de 2007......... de 6 de junho de 2007.. O contribuinte deverá manter o arquivo digital da EFD. do Ato Cotepe/ICMS nº 35........... que institui o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) · Convênio ICMS nº 79. na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária.. de forma a ficar compatível com o Convênio ICMS nº 143/06 · Ato Cotepe ICMS nº 82de 19 de dezembro de 2006... que autoriza linha de financiamento do BNDES para os Estados e DF · Decreto nº 6.... por sua vez..

§ 2o A Secretaria da Receita Federal. informações adicionais necessárias ao desempenho de suas atribuições. observado o disposto no art. inciso XXII. 3o. controle e fiscalização dos empresários e das sociedades empresárias. mediante convênio celebrado com a Secretaria da Receita Federal. 4o O acesso às informações armazenadas no Sped deverá ser compartilhado com seus usuários. no limite de suas respectivas competências e sem prejuízo da observância à legislação referente aos sigilos comercial. no âmbito de suas respectivas competências. sempre que necessário. inciso IV. 10 e 11 da Medida Provisória nº 2. e III . deverão estabelecer a obrigatoriedade. periodicidade e prazos de apresentação dos livros e documentos.200-2. DE 22 DE JANEIRO DE 2007 DOU de 22. Art.200-2.adotar as medidas necessárias para viabilizar a implantação e o funcionamento do Sped. nas atividades relacionadas ao Sped. de 24 de agosto de 2001. 8 . 5o O Sped será administrado pela Secretaria da Receita Federal com a participação de representantes indicados pelos usuários de que tratam os incisos II e III do art. 3o São usuários do Sped: I . observado o disposto na Medida Provisória no 2. 1o Fica instituído o Sistema Público de Escrituração Digital .as administrações tributárias dos Estados. II . da Constituição. 8o A Secretaria da Receita Federal e os órgãos a que se refere o inciso III do art.406. § 1o Os usuários do Sped. 4o. nos arts. II . computadorizado. § 1o As normas de que trata o caput relacionadas a leiautes e prazos de apresentação de informações contábeis serão editadas após consulta e. 6o Compete à Secretaria da Receita Federal: I . III . 1. 3o. 37.estabelecer a política de segurança e de acesso às informações armazenadas no Sped.os órgãos e as entidades da administração pública federal direta e indireta que tenham atribuição legal de regulação. normas complementares ao cumprimento do disposto neste Decreto. O acesso previsto no caput também será possível aos empresários e às sociedades empresárias em relação às informações por eles transmitidas ao Sped. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. da Constituição. fiscal e bancário.Sped. e previamente à edição de seus atos administrativos.DECRETO Nº 6. normatização. de informações. e nos arts. § 3o O disposto no § 1o não exclui a competência dos usuários ali mencionados de exigir. deverão articular-se com a Secretaria da Receita Federal por intermédio de seu representante. Art. quando couber. 84. § 2o O disposto no caput não dispensa o empresário e a sociedade empresária de manter sob sua guarda e responsabilidade os livros e documentos na forma e prazos previstos na legislação aplicável. § 1o Os livros e documentos de que trata o caput serão emitidos em forma eletrônica. validação. Art. de 10 de janeiro de 2002.179 e 1. DECRETA: Art. do Distrito Federal e dos Municípios. de 24 de agosto de 2001. por eles exigidos. bem assim de entidades de âmbito nacional representativas dos profissionais da área contábil.1.180 da Lei nº 10.022.coordenar as atividades relacionadas ao Sped.Sped. ainda. Art.compatibilizar as necessidades dos usuários do Sped. 219. mediante fluxo único. funcionalidades de uso exclusivo dos órgãos de registro para as atividades de autenticação de livros mercantis. em suas respectivas áreas de atuação. Art. com vistas a atender o disposto no § 2o do art. a qualquer tempo. no uso da atribuição que lhe confere o art. e considerando o disposto no art. 3o expedirão. Art. 2o O Sped é instrumento que unifica as atividades de recepção. anuência dos usuários do Sped.a Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda. Parágrafo único. e IV . Art. poderá solicitar a participação de representantes dos empresários e das sociedades empresárias. armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal dos empresários e das sociedades empresárias. 7o O Sped manterá.2007 Edição Extra Institui o Sistema Público de Escrituração Digital . § 1o Os usuários de que trata o caput. § 2o Os atos administrativos expedidos em observância ao disposto no § 1º deverão ser implementados no Sped concomitantemente com a entrada em vigor desses atos. por intermédio do Sped.

2º do Decreto nº 6.211.11. resolve: Art. no art. de 10 de janeiro de 2002.2007 Institui a Escrituração Contábil Digital.(Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926. Brasília. Parágrafo único. nos termos do art. Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. de 21 de fevereiro de 2008.189 da Lei nº 10. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Bernard Appy INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 787.022. de 19 de janeiro de 1999. pág. com vistas a eliminar eventuais redundâncias de informação. Art. utilizando-se de certificado de segurança mínima tipo A3.779. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926. para fins fiscais e previdenciários. de 2007: I . 9o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Seção 1. 9 . e será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém e.406. após a autenticação pelos órgãos de registro. Retificada no DOU de 22/11/2007.em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009.livro Balancetes Diários.§ 2o Em relação às informações de natureza fiscal de interesse comum.158-35. 3º Ficam obrigadas a adotar a ECD. Alterada pela Instrução Normativa RFB nº 926. nos termos da Portaria RFB nº 11. Retificada no DOU de 21/11/2007.200-2. de 11 de março de 2009) § 2º As declarações relativas a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) exigidas das pessoas jurídicas que tenham apresentado a ECD. 1º Fica instituída a Escrituração Contábil Digital (ECD).218. com a redação dada pelo art. no art. 1.livro Diário e seus auxiliares. a integridade e a validade jurídica do documento digital. instituído pelo Decreto nº 6.livro Razão e seus auxiliares. II . 186º da Independência e 119º da República. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil. aprovado pela Portaria MF nº 95. se houver. de 11 de março de 2009) § 1º Fica facultada a entrega da ECD às demais sociedades empresárias. de 22 de janeiro de 2007. DE 19 DE NOVEMBRO DE 2007 DOU de 20. quando for o caso. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926. a autenticidade. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926. se houver. de 11 de março de 2009) Art. e no Decreto nº 6.em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008. 3°. serão simplificadas. 16 da Lei nº 9. de 24 de agosto de 2001. as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. pág. os leiautes e prazos de apresentação serão estabelecidos mediante convênio celebrado entre a Secretaria da Receita Federal e os usuários de que trata o inciso II do art. de 22 de janeiro de 2007. de 30 de abril de 2007. 10 e 11 da Medida Provisória nº 2. de 11 de março de 2009 O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL.022. as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado. 72 da Medida Provisória nº 2. ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). de acordo com o disposto nesta Instrução Normativa. de 24 de agosto de 2001. Alterada pela IN RFB nº 825.179 a 1. Parágrafo único. A ECD deverá ser transmitida. nos arts. Art. emitido por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas. de 7 de novembro de 2007. Seção 1. 2º A ECD compreenderá a versão digital dos seguintes livros: I . 43. em relação ao mesmo período. no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. e tendo em vista o disposto nos arts. a fim de garantir a autoria. Os livros contábeis e documentos de que trata o caput deverão ser assinados digitalmente. de 11 de março de 2009) II .022. 22 de janeiro de 2007. 67. 11 da Lei nº 8. e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. III . de 29 de agosto de 1991.

Art. 4º A ECD deverá ser submetida ao Programa Validador e Assinador (PVA), especificamente desenvolvido para tal fim, a ser disponibilizado na página da RFB na Internet, no endereço <www.receita.fazenda.gov.br/sped>, contendo, no mínimo, as seguintes funcionalidades: I - validação do arquivo digital da escrituração; II - assinatura digital; III - visualização da escrituração; IV - transmissão para o Sped; V - consulta à situação da escrituração. Art. 5º A ECD será transmitida anualmente ao Sped até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira a escrituração. § 1º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento. § 2º O serviço de recepção da ECD será encerrado às 20 horas - horário de Brasília - da data final fixada para a entrega. § 3º Excepcionalmente, em relação aos fatos contábeis ocorridos entre 1º de janeiro de 2008 e 31 de maio de 2009, o prazo de que trata o § 1º será até o último dia útil do mês de junho de 2009. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) Art. 6º A apresentação dos livros digitais, nos termos desta Instrução Normativa e em relação aos períodos posteriores a 31 de dezembro de 2007, supre: (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) I - em relação às mesmas informações, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001, e na Instrução Normativa MPS/SRP nº 12, de 20 de junho de 2006. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) II - a obrigatoriedade de escriturar o Livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar, por conta ou subconta, os lançamentos efetuados no Diário (Lei nº 8.218, de 1991, art.14, e Lei nº 8.383, de 1991, art. 62). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) III - a obrigatoriedade de transcrever no Livro Diário o Balancete ou Balanço de Suspensão ou Redução do Imposto de que trata o art. 35 da Lei nº 8.981, de 1991 (Instrução Normativa SRF nº 93, de 1997, art. 12, inciso 5, alínea b). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) Parágrafo único. A adoção da Escrituração Fiscal Digital, nos termos ao Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de 2006, supre: (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) I - a elaboração, registro e autenticação de livros para registro de inventário e registro de entradas, em relação ao mesmo período. (Lei nº 154, de 1947, arts. 2º, caput e § 7º, e 3º, e Lei nº 3.470, de 1958, art. 71 e Lei nº 8.383, de 1991, art. 48). (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) II - em relação às mesmas informações, da exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de 2001, e na Instrução Normativa MPS/SRP nº 12, de 20 de junho de 2006. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) Art. 7º As informações relativas à ECD, disponíveis no ambiente nacional do Sped, serão compartilhadas com os órgãos e entidades de que tratam os incisos II e III do art. 3º do Decreto nº 6.022, de 2007, no limite de suas respectivas competências e sem prejuízo da observância à legislação referente aos sigilos comercial, fiscal e bancário, nas seguintes modalidades de acesso: I - integral, para cópia do arquivo da escrituração; II - parcial, para cópia e consulta à base de dados agregados, que consiste na consolidação mensal de informações de saldos contábeis e nas demonstrações contábeis. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) 10

Parágrafo único. Para o acesso previsto no inciso I do caput, o órgão ou a entidade deverá ter iniciado procedimento fiscal ou equivalente, junto à pessoa jurídica titular da ECD. Art. 8º O acesso ao ambiente nacional do Sped fica condicionado a autenticação mediante certificado digital credenciado pela ICP-Brasil, emitido em nome do órgão ou entidade de que trata o art. 7º. § 1º O acesso previsto no caput também será possível às pessoas jurídicas em relação às informações por elas transmitidas ao Sped. § 2º O ambiente nacional do Sped manterá o registro dos eventos de acesso, pelo prazo de 6 (seis) anos, contendo, no mínimo: a) identificação do usuário; b) autoridade certificadora emissora do certificado digital; c) número de série do certificado digital; d) data e a hora da operação; e e) tipo da operação realizada, de acordo com o art. 7º. Art. 9º As informações sobre o acesso à ECD pelos órgãos e entidades de que trata o art. 7º ficarão disponíveis para a pessoa jurídica titular da ECD, em área específica no ambiente nacional do Sped, com acesso mediante certificado digital. Art. 10. A não apresentação da ECD no prazo fixado no art. 5º acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário ou fração. Art. 11. Fica aprovado o Manual de Orientação do Leiaute da ECD constante do Anexo Único. Art. 12. A Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis) editará as normas complementares a esta Instrução Normativa, em especial: I - as regras de validação aplicáveis aos campos, registros e arquivos; II - as tabelas de código internas ao Sped, referenciadas no Manual de que trata o art. 11; III - as fichas de lançamento de que trata o inciso III do art. 2º. Art. 13. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID Anexo Único (Alterado pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009)

MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO LEIAUTE DA ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL - LECD
APRESENTAÇÃO
Este manual visa a orientar a geração do arquivo digital equivalente à escrituração contábil. O leiaute está organizado em blocos que, por sua vez, estão organizados em registros que contém dados. O arquivo digital será gerado na seguinte forma:
Registro 0000 - abertura do arquivo Bloco 0 - Identificação e referências Blocos I e J - Informações contábeis (registros de dados) Bloco 9 – Controle e encerramento do arquivo (registros de dados) Registro 9999 - encerramento do arquivo ou ainda: Registro 0000 - abertura do arquivo Registro 0001 - abre o Bloco 0 Registros 0007 a 0180: informa os dados Registro 0990 - encerra o Bloco 0 ... Registro 9001 - abre o Bloco 9 Registro 9900: informa os dados Registro 9990 - encerra o Bloco 9 Registro 9999 - encerramento do arquivo

Os registros de dados contidos nos blocos de informações do leiaute estão organizados na forma hierárquica (PAI-FILHO).

11

APÊNDICE A - DAS INFORMAÇÕES DE REFERÊNCIA INFORMAÇÕES GERAIS GERAÇÃO O empresário ou a sociedade empresária deverá gerar o arquivo da Escrituração Contábil Digital com seus recursos próprios. O arquivo será obrigatoriamente submetido ao programa disponibilizado pelo Sistema Público de Escrituração Digital para validação de conteúdo, assinatura digital, transmissão e visualização. O arquivo deverá conter a escrituração referente a, no mínimo, um mês. É facultado ao empresário ou sociedade empresária apresentar arquivo contendo mais de um mês da escrituração, desde que de tamanho inferior a um gigabyte. O arquivo não deverá conter fração de mês, exceto nos casos de abertura, extinção, cisão, fusão ou incorporação. Nos casos de cisão, fusão e incorporação as sociedades compreendidas nesses processos deverão apresentar arquivos, como segue: sociedades que se extinguirem: arquivos que contemplem as operações até a data da ocorrência do evento; sociedades novas: arquivos que contemplem as operações a partir da data de ocorrência do evento; sociedades que continuarem a existir: arquivos que contemplem as operações até a data de ocorrência do evento e outros para o período posterior. REFERÊNCIAS PARA O PREENCHIMENTO DO ARQUIVO .................................................................................................................................................................................”

AJUSTE SINIEF 07/05 AJUSTE SINIEF 07/05
• • • Publicado no DOU de 05.10.05. Republicado no DOU de 07.12.05. Alterado pelos Ajustes SINIEF 11/05, 02/06, 04/06, 05/07, 08/07, 11/08, 01/09, 08/09, 09/09, 10/09, 12/09, 15/09, 03/10, 08/10, 14/10, 15/10, 16/10, 17/10, 18/10, 19/10, 22/10, 04/11. Vide Protocolos ICMS 10/07, 42/09 e 191/10. Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e: Ato COTEPE/ICMS 72/05, 14/07, 22/08, 33/08, 39/09, 49/09. Manual de Contingência Eletrônica (DPEC): Ato COTEPE/ICMS 34/08. Autorizada a convalidação das operações realizadas pelos contribuintes do Simples Nacional com NF. modelo 1 ou 1-A, pelo Conv. ICMS 190/10, Convalidada a utilização de NF. modelo 1 ou 1-A, no período de 01.10.10 a 21.12.10, para o representante comercial e agente do comércio de jornais, revistas e outras (CNAE 4618-4/99), pelo Convênio ICMS 199/10. Vide o Conv. ICMS 24/11, que trata de regime especial nas operações e prestações que envolvam revistas e periódicos. Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário Geral da Receita Federal do Brasil, na 119ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em Manaus, AM, no dia 30 de setembro de 2005, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte

• • • • •

AJUSTE
Nova redação dada ao caput da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 15/10, efeitos a partir de 01.02.11.

Cláusula primeira Fica instituída a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, que poderá ser utilizada pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI ou Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS em substituição: I - à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A; II - à Nota Fiscal de Produtor, modelo 4.

Redação original, efeitos até 31.01.11. 12

Cláusula segunda Para emissão da NF-e. constantes dos Convênios 57/95 e 58/95. efeitos a partir de 01.07 a 31. 13 . Redação original.NF-e que poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. o contribuinte deverá solicitar.04.11.11.10.02. efeitos a partir de 09.09. § 3º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o protocolo previsto no § 2º.07. Nova redação dada ao § 2º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 09/09. com o intuito de documentar operações e prestações. § 4º A NF-e poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor.04.07 a 31. seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes.Cláusula primeira Fica instituída a Nota Fiscal Eletrônica . o qual será dispensado na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada.11.08.07 a 30.10. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. § 1º É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95. Renumerado o parágrafo único para § 1º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07. § 1º Considera-se Nota Fiscal Eletrônica . efeitos de 01. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e. efeitos a partir de 01.09. antes da ocorrência do fato gerador.08.07 a 08. o qual será dispensado: I .07.a partir de 1º de dezembro de 2010. Nova redação dada ao § 1º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 11/08. efeitos de 04. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. ambos de 28 de junho de 1995 e legislação superveniente. efeitos de 04.07.07.07. efeitos de 01. efeitos a partir de 01. § 1º O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deverá observar. as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados.ICMS. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 08/07. Acrescido o § 4º à cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 15/10. Redação anterior dada ao § 1º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07. Acrescido o § 2º à cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07. § 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e.11.IPI ou Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . Nova redação dada ao § 3º da cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 08/07. II . ressalvado o disposto no § 2º. atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida.09. modelo 4 somente pelos contribuintes que possuem Inscrição Estadual e estejam inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica.07. ambos de 28 de junho de 1995.na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada. a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS. pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados . efeitos até 31. as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes ou atividade econômica por eles exercida. efeitos a partir de 04.07. ambos de 28 de junho de 1995. Acrescido o § 3º à cláusula primeira pelo Ajuste SINIEF 05/07. previamente. de existência apenas digital. § 3º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o § 1º.04.10. no que couber. § 1º É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95.10.

exceto quando a legislação estadual assim permitir.07. efeitos até 31. Nova redação dada ao inciso II da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07.07.11.10. 14 . Nova redação dada ao § 3º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 04/11.11. § 2º O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e será credenciado pela administração tributária da unidade federada a qual estiver jurisdicionado. Redação original.07 a 30. Redação original. a critério da unidade federada do emitente.999.10. disciplinando a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e.07 a 30.09. III . efeitos a partir de 01. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite.a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999.11. Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. exceto quando a legislação estadual assim permitir. Acrescida a cláusula segunda-A pelo Ajuste SINIEF 12/09.06.11. ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. efeitos a partir de 01. § 2º REVOGADO Redação anterior dada ao § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07. efeitos a partir de 01. Cláusula segunda-A Ato COTEPE publicará o ‘Manual de Integração .09.a NF-e deverá conter um “código numérico”. anualmente. § 2º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e. número e série da NF-e. II .Contribuinte’. gerado pelo emitente.07. Redação original.08. efeitos até 11.09. por estabelecimento.07. efeitos de 12. exceto nas hipóteses previstas neste Ajuste ou quando a legislação estadual assim permitir.DANFE. efeitos de 01. ou mediante prévia autorização da administração tributária.Contribuinte”. juntamente com o CNPJ do emitente.10. Nova redação dada ao caput da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09.06.10. por contribuinte credenciado à emissão de NF-e. § 2º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e.06.999. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 04/06. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. Nova redação dada ao inciso III da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. observadas as seguintes formalidades: I . II . § 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e. quando será emitido o Documento Auxiliar da NF-e . efeitos até 30.07. efeitos a partir de 12. exceto na hipótese prevista na cláusula décima primeira.09.Revogado o § 2º da cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 11/08.11.06 até 31. Nota técnica publicada no Portal Nacional da NF-e poderá esclarecer questões referentes ao ‘Manual de Integração .999. efeitos de 01. Acrescido o § 3º à cláusula segunda pelo Ajuste SINIEF 08/07. efeitos até 11.04.08. observadas as seguintes formalidades: Redação original. Parágrafo único. por estabelecimento e por série.07. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. modelo 4.05.999.o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).10.07. efeitos a partir de 01. § 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A ou da Nota Fiscal de Produtor. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite ou.Contribuinte’.a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. efeitos a partir de 01. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.09. Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no “Manual de Integração .

09.02. Redação original. efeitos a partir de 01. será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul . Nova redação dada ao inciso IV da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 11/08.a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital. Acrescido o § 5º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 03/10. a partir de 1.11.11. que comporá a “chave de acesso” de identificação da NF-e. o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros. mediante prévia autorização da administração tributária.10 a 28. em ordem crescente. juntamente com o CNPJ do emitente.07. com nova redação.06.a NF-e deverá conter um “código numérico”. O contribuinte poderá adotar séries distintas para a emissão da NF-e. § 4º Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do caput. § 2º O Fisco poderá restringir a quantidade de séries. efeitos até 11.10. efeitos a partir de 09. efeitos a partir de 09. nos termos da legislação federal.ICP-Brasil. obtido por meio de algoritmo fornecido pela administração tributária. § 3º Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III.10. o parágrafo único para § 1º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07.08. Redação original. a fim de garantir a autoria do documento digital. efeitos até 11. com assinatura digital. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.06 a 31. efeitos de 01.09. efeitos de 12. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.07. Nova redação dada ao § 5º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 14/10. na hipótese de a NF-e não possuir série. IV .ICP-Brasil. número e série da NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. efeitos a partir de 01.ICP-Brasil.CRT e. efeitos a partir de 01. Acrescido o § 4º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09. efeitos a partir de 01.CSOSN.07. § 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos.01. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . quando for o caso. o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul NCM. também. efeitos de 12.07. em ordem crescente. IV .11.NCM. com assinatura digital.10.A identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter. Parágrafo único. b) de comércio exterior. a fim de garantir a autoria do documento digital. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . Redação anterior dada ao parágrafo único da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. O contribuinte poderá adotar séries para a emissão da NF-e.08.07. nas operações: a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado.a NF-e deverá ser assinada pelo emitente. efeitos a partir de 01.07. Nova redação dada ao § 1º da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/09.07 a 08.06. IV .III .09. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .10. o Código de Situação da Operação no Simples Nacional .03.01 do Manual de Integração Contribuinte deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário .01.11. § 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos. conforme definidos no Anexo. § 5º A partir da utilização do leiaute definido na versão 4. Acrescido o § 3º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/09.09. vedada a utilização de subsérie.07.10. Renumerado. Parágrafo único. Acrescido o § 2º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07.07. Acrescido o inciso V à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09.. Redação anterior dada ao inciso IV da cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 04/06. V . efeitos de 01.a NF-e deverá ser assinada pelo emitente. vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie.06 a 30. 15 .07. contendo o CNPJ do emitente.

impresso nos termos da cláusula nona ou décima primeira. efeitos até 30.CSOSN.gerado pela NF-e não considerada documento idôneo. V . Nova redação dada ao § 2º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 08/07. III . não será considerado documento fiscal idôneo a NF-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo.07.o credenciamento do emitente.ser transmitido eletronicamente à administração tributária. efeitos de 12. nos termos da cláusula sexta. estabelecer que a autorização de uso será concedida pela mesma. deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário . Acrescido o § 2º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE. fica obrigatório o preenchimento dos campos cEAN e cEANTrib da NF-e. que também não será considerado documento fiscal idôneo. V .09.a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-e.10. na condição de contingência prevista no inciso I da cláusula décima primeira. 16 . a administração tributária da unidade federada do contribuinte analisará. quando for o caso. Redação original. Cláusula quinta A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet. emitido nos termos da cláusula nona ou décima primeira. mediante protocolo. fraude. os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DANFE.11.10. para emissão de NF-e.09. efeitos a partir de 01.a numeração do documento. os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DANFE. II . II . 2º Para os efeitos fiscais. Cláusula quarta O arquivo digital da NF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal. os vícios de que trata o § 1º contaminam também o respectivo .09. no mínimo. o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.a integridade do arquivo digital da NF-e.11. § 1º Ainda que formalmente regular. § 2º A unidade federada que tiver interesse poderá. § 3º A autorização de uso da NF-e concedida pela administração tributária não implica validação das informações nela contidas. quando o produto comercializado possuir código de barras com GTIN (Numeração Global de Item Comercial).11. o Código de Situação da Operação no Simples Nacional . § 2º Para os efeitos fiscais.CRT e. que possibilite. efeitos a partir de 01.07. que também não será considerado documento fiscal idôneo.§ 5º A partir de 1º de outubro de 2010. Parágrafo único.ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e. mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. § 2º Para os efeitos fiscais. simulação ou erro.07. efeitos até 11.07. Cláusula sexta Previamente à concessão da Autorização de Uso da NF-e. Nova redação dada ao inciso V da cláusula sexta pelo Ajuste 12/09. Redação anterior dada ao § 2º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 04/06. nos termos da cláusula quinta. mesmo que a terceiro.07. IV .11. Acrescido o § 1º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07. Redação original.07.a regularidade fiscal do emitente. conforme definidos no Anexo. § 1º A autorização de uso poderá ser concedida pela administração tributária da unidade federada emitente através da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no ‘Manual de Integração Contribuinte’. A transmissão referida no caput implica solicitação de concessão de Autorização de Uso da NF-e. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. Acrescido o § 6º à cláusula terceira pelo Ajuste SINIEF 16/10.06 a 31.06. os seguintes elementos: I . VI . § 6º A partir de 1º de julho de 2011.07. efeitos a partir de 01. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. após: I .

Acrescido o § 3º à cláusula sexta pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos a partir de 01.11.07.

§ 3º Nas situações constante dos §§ 1º e 2º, a administração tributária que autorizar o uso da NF-e deverá observar as disposições constantes deste Ajuste estabelecidas para a administração tributária da unidade federada do contribuinte emitente.
Nova redação dada à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos a partir de 12.07.06.

Cláusula sétima Do resultado da análise referida na cláusula sexta, a administração tributária cientificará o emitente: I - da rejeição do arquivo da NF-e, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) falha na leitura do número da NF-e; f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e; II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude da irregularidade fiscal do emitente; III - da concessão da Autorização de Uso da NF-e;. § 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, a NF-e não poderá ser alterada. § 2º Em caso de rejeição do arquivo digital, o mesmo não será arquivado na administração tributária para consulta, sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas “a”, “b” e “e” do inciso I do caput. § 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e, o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta, nos termos da cláusula décima quinta, identificado como “Denegada a Autorização de Uso”. § 4º No caso do § 3º, não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. § 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente, via internet, contendo, conforme o caso, a “chave de acesso”, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. § 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput, o protocolo de que trata o § 5º conterá informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida.
Nova redação dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 17/10, efeitos a partir de 01.07.11.

§ 7º Deverá, obrigatoriamente, ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso: I - ao destinatário da mercadoria, pelo emitente da NF-e imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e; II - ao transportador contratado, pelo tomador do serviço antes do início da prestação correspondente.

Redação anterior dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 08/10, efeitos de 01.08.10 a 30.06.11. § 7º O emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário e ao transportador contratado, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF12/09, efeitos de 01.10.09 a 31.07.10. § 7º O emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. Acrescido o § 7º à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 11/08, efeitos de 01.10.08 a 30.09.09.

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§ 7º O emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário, observado leiaute e padrões técnicos definidos em Ato COTEPE.
Acrescido o § 8º à cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 12/09, efeitos a partir de 01.04.10.

§ 8º As empresas destinatárias podem informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e, conforme padrões técnicos a serem estabelecidos no ‘Manual de Integração Contribuinte’.

Redação original, efeitos até 11.07.06. Cláusula sétima Do resultado da análise referida na cláusula sexta, a administração tributária cientificará o emitente: I - da rejeição do arquivo da NF-e, em virtude de: a) falha na recepção do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NFe; d) duplicidade de número da NF-e; e) falha na leitura do número da NF-e; f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e; II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude: a) irregularidade fiscal do emitente; b) irregularidade fiscal do destinatário, a critério de cada unidade federada; III - da concessão da Autorização de Uso da NF-e. § 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, a NF-e não poderá ser alterada. § 2º Em caso de rejeição do arquivo digital, o interessado poderá sanar a falha e transmitir novamente o arquivo digital da NFe. § 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e, o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta, nos termos da cláusula décima quinta, identificado como “Denegada a Autorização de Uso”. § 4º No caso do § 3º, não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. § 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo transmitido ao emitente, via internet, contendo, conforme o caso, a “chave de acesso”, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. § 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput, o protocolo conterá informações que justifiquem o motivo que impediu a concessão da Autorização de Uso da NF-e.
Cláusula oitava Concedida a Autorização de Uso da NF-e, a administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil.
Nova redação dada ao § 1º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos a partir de 01.11.07.

§ 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para: I - a unidade federada de destino das mercadorias, no caso de operação interestadual; II - a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior; III - a unidade federada de desembaraço aduaneiro, tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior; IV - a Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA, quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas.

Redação anterior dada ao § 1º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos de 12.07.06 a 31.10.07. § 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para a unidade federada: I - de destino das mercadorias, no caso de operação interestadual; 18

II - onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior; III - de desembaraço aduaneiro, tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior.
Nova redação dada ao § 2º da cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 08/07, efeitos a partir de 01.11.07.

§ 2º A administração tributária da unidade federada do emitente ou a Receita Federal do Brasil também poderão transmitir a NF-e ou fornecer informações parciais para: I - administrações tributárias municipais, nos casos em que a NF-e envolva serviços sujeitos ao ISSQN, mediante prévio convênio ou protocolo; II - outros órgãos da administração direta, indireta, fundações e autarquias, que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades, mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação, respeitado o sigilo fiscal.

Acrescido o § 2º à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos de 12.07.06 a 31.10.07. § 2º A administração tributária da unidade federada do emitente também poderá transmitir a NF-e para: I - Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA quando a NF-e se referir a operações nas áreas beneficiadas; II - administrações tributárias municipais, nos casos em que a NF-e envolva serviços, mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação; III - outros órgãos da administração direta, indireta, fundações e autarquias, que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades, mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação, respeitado o sigilo fiscal.
Acrescido o § 3º à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 11/08, efeitos a partir de 01.10.08.

§ 3º Na hipótese da administração tributária da unidade federada do emitente realizar a transmissão prevista no caput por intermédio de WebService, ficará a Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento de que trata o §1º ou pela disponibilização do acesso a NF-e para as administrações tributárias que adotarem esta tecnologia;
Nova redação dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/10, efeitos a partir de 01.08.10.

Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, conforme leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração - Contribuinte’, para acompanhar o trânsito das mercadorias acobertado por NF-e ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista na cláusula décima quinta.

Redação anterior dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09, efeitos de 01.10.09 a 31.07.10.. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, conforme leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração - Contribuinte’, para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista na cláusula décima quinta. Redação anterior dada ao caput da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos de 12.07.06 a 30.09.09. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE , para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista na cláusula décima quinta.
Nova redação dada ao § 1º pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos a partir de 12.07.06.

§ 1º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III da cláusula sétima, ou na hipótese prevista na cláusula décima primeira.
Acrescido o § 1º-A à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09, efeitos a partir de 01.01.10.

§ 1º-A A concessão da Autorização de Uso será formalizada através do fornecimento do correspondente número de Protocolo, o qual deverá ser impresso no DANFE, conforme definido no ‘Manual de Integração - Contribuinte’, ressalvadas as hipóteses previstas na cláusula décima primeira.
Nova redação dada ao § 2º pelo Ajuste SINIEF 04/06, efeitos a partir de 12.07.06.

§ 2º No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e, a escrituração da NF-e poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE, observado o disposto na cláusula décima.
Nova redada dada ao § 3º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/10, efeitos a partir de 01.08.10.

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formulário contínuo ou formulário pré-impresso. previsto no ‘Manual de Integração Contribuinte’. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE. efeitos de 12. efeitos de 01.09. para adequá-lo às suas operações. exceto papel jornal.07. o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel.07. podendo ser utilizadas folhas soltas.§ 3º O DANFE utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias acobertado por NF-e será impresso em uma única via.12.08.07.06 a 31. efeitos a partir de 01.10. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. Redação anterior dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. 6º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos. efeitos de 12. Acrescido o § 5º-A à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 11/08. mediante autorização de cada unidade da Federação.10.11. efeitos de 01. em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm).10.09. efeitos a partir de 16. Redação anterior dada ao § 3º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07.10. formulário de segurança.09 a 15. § 5º-A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento.08. Nova redação dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 22/10. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel.Contribuinte.09.Contribuinte’. no tamanho A4 (210 x 297 mm).07 a 30. podendo ser utilizadas folhas soltas ou formulário contínuo. efeitos de 01. o contribuinte que utilizar NF-e deverá imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma.10. exceto papel jornal. o contribuinte que utilizar NF-e deverá emitir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. exceto papel jornal.09.06 a 30. bem como ser pré-impresso. § 7º Os contribuintes.” Redação anterior dada ao § 4º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07.10.06 a 31. caso em que será denominado “DANFE Simplificado”. devendo ser observado leiaute definido em Ato COTEPE. § 3º Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06. efeitos de 01.Contribuinte’.07 a 31. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06.10.12.09. Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE.10.07. § 7º As alterações de leiaute do DANFE permitidas são as previstas no Manual de Integração . formulário contínuo ou formulário pré-impresso.10. Redação anterior dada pelo Ajuste SINIEF 04/06. § 3º Quando a legislação tributária exigir a utilização de vias adicionais ou prever utilização específica para as vias das notas fiscais. formulário de segurança. § 4º O DANFE deverá ser impresso em papel. 20 .07. efeitos a partir de 01.09. Nova redação dada ao § 5º-A da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09.08 a 30. § 5º-A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento. devendo ser observadas as definições constantes do ‘Manual de Integração . exceto papel jornal. exceto papel jornal.07. podendo ser utilizadas folhas soltas. efeitos de 12.10. conforme padrão estabelecido no ‘Manual de Integração . § 5º O DANFE deverá conter código de barras. Nova redação dada ao § 4º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 11/08.09. o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao § 5º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 12/09. no tamanho A4 (210 x 297 mm). § 5º O DANFE deverá conter código de barras. no tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm). conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE.11. em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm). caso em que será denominado “DANFE Simplificado”.

10. previsto em Ato COTEPE. impressas no verso do DANFE. desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE. 21 . efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. previsto em Ato COTEPE.09. para adequá-lo às suas operações. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras bi-dimensional por leitor óptico.07.DANFE. Cláusula décima O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. § 9º A aposição de carimbos no DANFE. § 2º O DANFE deverá conter código de barras bi-dimensional. efeitos de 12. no tamanho A4 (210 x 297 mm). Acrescido o § 7º à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 04/06.Redação anterior dada ao § 7º da cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. o destinatário deverá manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação. § 1º O destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e.10. mediante autorização de cada unidade da Federação. mesmo que fora da empresa.11. Nova redação dada ao caput da cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 08/10.09. efeitos de 01. devendo ser apresentadas à administração tributária. quando solicitado.08.07. o DANFE deverá ser escriturado no livro Registro de Entrada em substituição à escrituração da NF-e.07. para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e.07 a 30. mediante autorização de cada Unidade da Federação.06 a 31. § 1º O DANFE deverá ser impresso em papel comum. § 4º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NFe. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE.06. efeitos a partir de 01. Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NFe . efeitos a partir de 01. § 3º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos. Acrescido o § 10 à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07.10. Redação original.07. conforme padrão definido pela administração tributária.11.07. pelo prazo estabelecido na legislação tributária. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 19/10. quando do trânsito da mercadoria. § 2º Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e. hipótese em que sempre será reservado espaço. devendo ser disponibilizado para a Administração Tributária quando solicitado. sob sua guarda e responsabilidade. § 8º Os títulos e informações dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis.11. efeitos a partir de 16. § 5º No caso de destinatário não credenciado para emitir NFe. § 10.07. quando solicitado.07. § 3º O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não entregue ao destinatário e que contenha o motivo do fato em seu verso. exceto papel jornal. poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE. para atendimento ao disposto no § 9º. Cláusula décima O emitente e o destinatário deverão manter a NF-e em arquivo digital. para adequá-lo às suas operações.11. efeitos de 12. Acrescido o § 8º à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07. deve ser feita em seu verso. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente. § 7º Os contribuintes. desde que mantidos os campos obrigatórios. § 7º Os contribuintes. efeitos até 11. prevista na cláusula décima quinta. em qualquer sentido. devendo ser apresentado à administração tributária.10. de que trata o inciso III da cláusula sétima. Redação anterior dada à cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 04/06. alternativamente ao disposto no caput. conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE.06 a 31.12. com a dimensão mínima de 10x15 cm. Acrescido o § 9º à cláusula nona pelo Ajuste SINIEF 08/07.07.

10.10.08.10.10. § 3º Na hipótese do inciso II do caput.04. constando no corpo a expressão “DANFE impresso em contingência . contado a partir da emissão da NFe de que trata o § 12. conforme disposto no § 1º. Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente.impresso em decorrência de problemas técnicos”. II . o contribuinte poderá operar em contingência. III e IV do caput. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. § 1º Na hipótese prevista no inciso I. conforme definições constantes no ‘Manual de Integração . nos termos da cláusula décima sétima-D.imprimir o DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). tendo as vias a seguinte destinação: I . efeitos de 01. efeitos a partir de 01.08. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e. o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. tendo as vias à seguinte destinação: I . para a Receita Federal do Brasil. Nova redação dada aos §§ 1º a 6º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08.uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). § 7º Na hipótese dos incisos II. sem prejuízo do disposto no § 3º da cláusula sexta. § 6º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput. Nova redação dada ao § 7º da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 12/09.DPEC (NF-e). § 8º Se a NF-e transmitida nos termos do § 7º vier a ser rejeitada pela administração tributária.10.transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência .08.Contribuinte’.DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil”.09 a 15. constando no corpo a expressão “DANFE em Contingência . a Receita Federal do Brasil deverá transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente. quinta e sexta deste Ajuste. o Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá ser utilizado para impressão de no mínimo duas vias do DANFE. gerando arquivos indicando este tipo de emissão. § 4º Presume-se inábil o DANFE impresso nos termos do § 3º.12.imprimir o DANFE em Formulário de Segurança (FS). nos termos das cláusulas quarta. o contribuinte deverá: 22 .Acrescido o § 3º à cláusula décima pelo Ajuste SINIEF 12/09. efeitos a partir de 01. II .outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) Receita Federal do Brasil. II . e até o prazo limite definido no ‘Manual de Integração . existindo a necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE previstas no § 3º da cláusula nona.outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. IV . nos termos da Cláusula Décima sétima-D. Nova redação dada ao caput da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 08/10. § 5º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e. Nova redação dada aos §§ 8º a 10 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. quando não houver a regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil.08.10. a administração tributária da unidade federada emitente poderá autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. efeitos a partir de 01. I . III .uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. observado o disposto em Convênio ICMS. § 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. observado o disposto na Cláusula décima sétima-A. o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias.Contribuinte’.10. mediante a adoção de uma das seguintes alternativas: Nova redação dada aos incisos da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08.

10.07. efeitos a partir de 01. caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE. junto ao destinatário. II . as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e. no momento da impressão do respectivo DANFE em contingência. em contingência.I . transmitido pelo emitente. diferença de preço. de número de NF-e transmitida com tipo de emissão ‘Normal’. efeitos a partir de 01.solicitar a inutilização. o emitente deverá. Cláusula décima primeira-A Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno. 23 . quantidade. conforme previsto na cláusula décima sétima . Acrescido o § 14 à cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 08/10.12. Cláusula décima terceira O cancelamento de que trata a cláusula décima segunda somente poderá ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NF-e. Na hipótese dos incisos II. da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas.providenciar. o DANFE Simplificado em contingência. Considera-se emitida a NF-e: I . devendo ser impressas no DANFE: I . à administração tributária que a autorizou. com a expressão “DANFE Simplificado em Contingência”. o contribuinte deverá emitir. Nova redação dada ao caput da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil. das NF-e que retornaram com Autorização de Uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em contingência. hora com minutos e segundos do seu início.na hipótese dos incisos III e IV do caput.solicitar o cancelamento. no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFE original.08. b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo.solicitar Autorização de Uso da NF-e. Acrescida a cláusula décima primeira-A pelo Ajuste SINIEF 08/07. § 10. III . após a cessação das falhas: I . II .D.11. § 12. alíquota.07. § 11.a data.11. a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do § 8º. efeitos a partir de 01. deverá comunicar imediatamente o fato à unidade fazendária do seu domicílio.o motivo da entrada em contingência.10. nos termos da cláusula décima segunda. contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e.10. § 9º O destinatário deverá manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária junto à via mencionada no inciso I do § 3º ou no inciso I do § 5º. Nova redação dada ao caput do § 11 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 18/10. Se após decorrido o prazo limite previsto no § 7º. § 13 Na hipótese do § 5º-A da cláusula nona. c) a data de emissão ou de saída. efeitos a partir de 01. valor da operação ou da prestação. o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e correspondente.04.imprimir o DANFE correspondente à NF-e autorizada.gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. Nova redação dada aos §§ 12 e 13 da cláusula décima primeira pelo Ajuste SINIEF 11/08. em prazo não superior ao máximo definido no ‘Manual de Integração . nos termos da cláusula décima quarta. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e. Nova redação dada à cláusula décima segunda pelo Ajuste SINIEF 12/09. sendo dispensada a utilização de formulário de segurança. § 14 É vedada a reutilização. efeitos a partir de 16. havendo problemas técnicos de que trata o caput.Contribuinte’. em no mínimo duas vias. desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes na cláusula décima terceira. IV . Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e.10. de que trata o inciso III da cláusula sétima. II .na hipótese do inciso II do caput. III e IV do caput. a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III. devendo ser observadas as destinações da cada via conforme o disposto nos incisos I e II do § 5º. efeitos a partir de 01. II .08.

10. efeitos a partir de 01.07. conforme o caso. Cláusula décima quarta O contribuinte deverá solicitar. efeitos a partir de 01. observado o disposto no §1º. a inutilização de números de NF-e não utilizados.11.11.11.08. efeitos a partir de 01.A do art. Cláusula décima quarta-A Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. conforme o caso. o número da NF-e. Nova redação dada ao § 6º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. efeitos a partir de 01. a fim de garantir a autoria do documento digital. § 6º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava. até o 10 (décimo) dia do mês subseqüente. de que trata a cláusula sétima. os Cancelamentos de NF-e. Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 12/09.Contribuinte’. transmitida à Administração Tributária da unidade federada do emitente. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. § 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE. na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e. contendo.10. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. contendo. § 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração . durante o prazo estabelecido no ‘Manual de Integração . Nova redação dada ao caput da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 08/10. efeitos a partir de 01. via Internet.Contribuinte’ e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada 24 . mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e. § 2º A transmissão do Pedido de Cancelamento de NF-e será efetivada via Internet.09.04. § 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . § 4º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as inutilizações de número de NF-e.Contribuinte’ o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e.ICP-Brasil. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 11/08. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. Redação original. será efetivada via Internet. § 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número da NF-e.07.08.Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 12/09. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 08/07. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.10. efeitos até 30.07.09.CC-e. efeitos a partir de 01. a fim de garantir a autoria do documento digital. § 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente.09. por meio de protocolo de segurança ou criptografia.CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração . os números das NF-e. § 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .ICP-Brasil. efeitos a partir de 01.10. via Internet. a "chave de acesso". por meio de Carta de Correção Eletrônica . a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do emitente e o número do protocolo.08. Nova redação dada ao caput da cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 08/07. § 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Nova redação dada ao § 5º da cláusula décima terceira pelo Ajuste SINIEF 08/07. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970.11.07. § 1º A Carta de Correção Eletrônica . Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 11/08.07. § 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente.10. Acrescido o § 4º à cláusula décima quarta pelo Ajuste SINIEF 08/07. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.11.

10. Nova redação dada ao § 1º da cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 12/09.11. mediante informação da “chave de acesso” da NF-e. § 4º A consulta prevista no caput poderá ser efetuada também. § 2º A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. § 1º A consulta à NF-e será disponibilizada. a fim de garantir a autoria do documento digital. a confirmação ou declaração realizada. conforme o caso. III . Acrescido o § 4º da cláusula décima quinta pelo Ajuste SINIEF 08/07.08. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. poderá ser efetuada pelo interessado.10. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do destinatário. observados padrões estabelecidos no ‘Manual de Integração . § 2º Após o prazo previsto no § 1º. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. prevista no caput. a “chave de acesso”.Confirmação de recebimento da NF-e. subsidiariamente. data de emissão.08. § 5º A administração tributária que recebeu a CC-e deverá transmití-la às administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava.06. § 1º A Informação de Recebimento. e o número do recibo.10.07.ICP-Brasil. via Internet. § 4º administração tributária da unidade federada do destinatário deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as Informações de Recebimento das NF-e. em “site” na internet pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. § 6º O protocolo de que trata o § 3º não implica validação das informações contidas na CC-e Nova redação dada à cláusula décima quinta pelo Ajuste SINIEF 04/06. § 3º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente.08.10. Nova redação dada aos §§ 2º a 5º da cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 11/08.por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . efeitos a partir de 01. as Chaves de Acesso das NF-e. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. quando exigida. efeitos a partir de 12. § 3º A cientificação do resultado da Informação de Recebimento será feita mediante arquivo. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo que garanta a sua recepção. efeitos a partir de 01.Contribuinte’. efeitos a partir de 01. Nova redação dada ao § 6º da cláusula décima quarta-A pelo Ajuste SINIEF 11/08. nos casos em que não houver mercadoria documentada. § 4° Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e. o número da NF-e.07. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. exigir Informações do destinatário. a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta relativa à NF-e.10. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo.09. efeitos a partir de 01. 25 . valor e sua situação). I . contendo.Confirmação do recebimento da mercadoria documentada por NF-e. de que trata a cláusula sétima. contendo. efeitos a partir de 01. § 3º A consulta à NF-e. no mínimo. § 2º A Informação de Recebimento será efetivada via Internet.Declaração de devolução total ou parcial da mercadoria documentada por NF-e. que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial. II . Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão. a saber: Nova redação dada aos incisos do caput da cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 11/08. conforme o caso. do Recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e. Nova redação dada ao caput da cláusula décima sexta pelo Ajuste SINIEF 12/09.04. deverá observar o prazo máximo estabelecido no ‘Manual de Integração .Contribuinte’. efeitos a partir de 01.Declaração do não recebimento da mercadoria documentada por NF-e. Cláusula décima quinta Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. a consulta à NF-e poderá ser substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem a NF-e (número. IV . no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. CNPJ do emitente e do destinatário.

devendo. II . c) unidade Federada de localização do destinatário.a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via Internet. 4º. a fim de garantir a autoria do documento digital. II . quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 12. § 2º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deverá observar as disposições das cláusulas quarta e quinta do Convênio 58/95. 6º. efeitos a partir de 16. Acrescido o § 1º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. d) valor da NF-e. 26 .10.08. Nova redação dada ao caput da cláusula décima sétima-B pelo Ajuste SINIEF 12/09. os arquivos de Informações de Recebimento. e para Superintendência da Zona Franca de Manaus. § 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma desta cláusula para outra destinação que não a prevista no caput. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. quando for o caso.A identificação do emitente. Nova redação dada ao caput da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09. 7º e 8º da cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95. para a aquisição do formulário de segurança.10.Contribuinte’. observadas as seguintes formalidades: Acrescidos os incisos do caput da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.Contribuinte’. conforme padrão estabelecido no ‘Manual de Integração .Informações das NF-e emitidas.09. Cláusula décima sétima-C Toda NF-e que acobertar operação interestadual de mercadoria ou relativa ao comércio exterior estará sujeita ao registro de passagem eletrônico em sistema instituído por meio do Protocolo ICMS 10/03.não poderá ser impressa a expressão “Nota Fiscal”. II . consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de seu Estado. constar a expressão “DANFE”.DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no ‘Manual de Integração . Parágrafo único Esses registros serão disponibilizados para a unidade federada de origem e destino das mercadorias bem como para a unidade federada de passagem que os requisitarem.07. efeitos a partir de 01. Revogada a cláusula décima sétima pelo Ajuste SINIEF 04/06. b) CNPJ ou CPF do destinatário. dispensando-se a exigência da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais .09.as características do formulário de segurança deverão atender ao disposto da cláusula segunda do Convênio ICMS 58/95. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01.07. de 30 de junho de 1995. Acrescida a cláusula décima sétima-C pelo Ajuste SINIEF 08/07. às empresas autorizadas à sua emissão.10.07.ICP-Brasil. III . no mínimo: I . em seu lugar.de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95.deverão ser observados os parágrafos 3º. § 3º Até 30 de junho de 2010 a Administração Tributária das unidades federadas poderá autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . efeitos a partir de 01. sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. contendo. para cada NF-e: a) cave de Acesso. Cláusula décima sétima-B A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de NF-e disponibilizarão.11.o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).10. Nova redação dada ao § 3º da cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 15/09. Cláusula décima sétima REVOGADA Acrescida a cláusula décima sétima-A pelo Ajuste SINIEF 08/07.08. § 1º O arquivo da DPEC conterá informações sobre NF-e e conterá. III .06. I .AIDF e a exigência de Regime Especial.§ 5º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas do emitente e do destinatário.a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .09.12. efeitos a partir de 01. Cláusula décima sétima-A Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE previstas neste Ajuste: I . Cláusula décima sétima-D A Declaração Prévia de Emissão em Contingência . no mínimo.11.PAFS .

10.09. Ia) b) c) d) e) da rejeição do arquivo da DPEC.10. número do recibo.10. Nova redação dada cláusula décima nona pelo Ajuste SINIEF 11/05. Acrescido o § 1º à cláusula décima oitava. efeitos a partir de 01.03. efeitos a partir de 01. efeitos a partir de 01. sem valores monetários. a Receita Federal do Brasil analisará: I . § 5º Presumem-se emitidas as NF-e referidas na DPEC. pelo Ajuste SINIEF 8/07. em virtude de: falha na recepção ou no processamento do arquivo.10.05. outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC. de 15 de dezembro de 1970. a partir de 1º de abril de 2006. § 7º Em caso de rejeição do arquivo digital. remetente não credenciado para emissão da NF-e. Nova redação dada ao § 2º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09. aos Estados do Amapá. Acrescidos os §§ 5º ao 7º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08. hora e minuto da recepção.09. § 4º A cientificação de que trata o § 3º será efetuada via internet. duplicidade de número da NF-e. Piauí e Roraima e ao Distrito Federal. O disposto na cláusula segunda deste Ajuste aplica-se aos Estados do Amapá.o credenciamento do emitente para emissão de NF-e. pelo Ajuste SINIEF 8/07. na hipótese do inciso II do § 3º. § 2º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e. Cláusula décima nona O disposto neste Ajuste aplica-se. § 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC. data.06. § 3º Do resultado da análise. Espírito Santo. bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil.12.07. falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital. Nova redação dada ao § 4º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09.11. IV . a Receita Federal do Brasil cientificará o emitente: Nova redação dada ao inciso I do § 3º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 12/09. Espírito Santo.10. exceto nos casos previstos na legislação estadual. Parágrafo único.a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC. Cláusula vigésima Este Ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados. III .da regular recepção do arquivo da DPEC. f) valor do ICMS retido por substituição tributária. 30 de setembro de 2005.11. Paraíba e Pernambuco e ao Distrito Federal a partir de 1º de janeiro de 2007. observado o disposto no §1º da cláusula quarta.08.08.outras validações previstas no ‘Manual de Integração . § 1º As NF-e canceladas.10. contendo o motivo da rejeição na hipótese do inciso I do 3º ou o arquivo da DPEC. no que couber. de acordo com a legislação tributária vigente. Paraíba.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no ‘Manual de Integração Contribuinte’. as normas do Convênio SINIEF S/Nº. Acrescido o inciso II ao § 3º da cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.e) valor do ICMS.08.07. efeitos a partir de 01. quando de sua regular recepção pela Receita Federal do Brasil. V . efeitos a partir de 21. II . Acrescido o § 1º à cláusula décima oitava. § 6º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas e Superintendência da Zona Franca de Manaus aos arquivos da DPEC recebidas. Acrescido o parágrafo único à cláusula décima nona pelo Ajuste SINIEF 02/06. efeitos a partir de 01. Manaus-AM.Contribuinte’. é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. efeitos a partir de 01. 27 . efeitos a partir de 29.a integridade do arquivo digital da DPEC. Pernambuco. II . o mesmo não será arquivado na Receita Federal do Brasil para consulta. efeitos a partir de 01. Cláusula décima oitava Aplicam-se à NF-e. efeitos a partir de 01.09. Acrescido o § 3º à cláusula décima sétima-D pelo Ajuste SINIEF 11/08.

900 .Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS. O código 2 será preenchido pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional mas que tiver ultrapassado o sublimite de receita bruta fixado pelo estado/DF e estiver impedido de recolher o ICMS/ISS por esse regime. TABELA B . 203. 19 e 20 da LC 123/06. e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103. 400.excesso de sublimite da receita bruta 3 . e com cobrança do ICMS por substituição tributária. de 2006.Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional. 203 .CRT for igual a “1”. 203. 500 .Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito.Simples Nacional . 202.Tributação pelo ICMS do Anexo Código de Situação Tributária . 203.CRT 1 .CSOSN 101 .Código de Regime Tributário .Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito . 400. ANEXO ÚNICO .Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta .Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária .Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações.Imune . efeitos a partir de 01. 400 .Acrescido o Anexo Único . 102.Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária .10. e substituirá os códigos da Tabela B . conforme arts.Não tributada pelo Simples Nacional . NOTA EXPLICATIVA: O Código de Situação da Operação no Simples Nacional . 201 .Outros . 500 e 900. e com cobrança do ICMS por substituição tributária.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação .Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária .Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123.Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito. 103 .Códigos de Detalhamento do Regime e da Situação pelo Ajuste SINIEF 03/10.CST do Convênio s/nº de 15 de dezembro de 1970. 300 . e com cobrança do ICMS por substituição tributária.Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito . 300. 400 e 500. 103. 28 .CÓDIGOS DE DETALHAMENTO DO REGIME E DA SITUAÇÃO TABELA A .Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101.Código de Situação da Operação no Simples Nacional .Regime Normal NOTAS EXPLICATIVAS: O código 1 será preenchido pelo contribuinte quando for optante pelo Simples Nacional. 300.10. O código 3 será preenchido pelo contribuinte que não estiver na situação 1 ou 2.CSOSN será usado na Nota Fiscal Eletrônica exclusivamente quando o Código de Regime Tributário . 102 . 201.Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123. e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103. de 2006.Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente.Simples Nacional 2 . 202 . 300. 500 e 900.Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito.

º 133/2008 Altera a Resolução SEFAZ n. documento eletrônico. Santa Catarina e Tocantins e o Distrito Federal. pela Administração Tributária . Protocolo ICMS 55/2007 Protocolo que entre si celebram os Estados de Alagoas.º 118/08. ocorrida entre as partes. Rio de Janeiro.895/2007 Altera o Regulamento aprovado pelo Decreto n. de de do do LEGISLAÇÃO DA SEFAZ-RJ / ICMS A RESPEITO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA 2008 Portaria SAF n. com o intuito documentar. que dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05. Protocolo ICMS 30/2007 Altera às disposições do Protocolo ICMS 10/07. Protocolo ICMS 24/2008 Altera o Protocolo ICMS 10/07. uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação serviços. que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NFe).INFORMAÇÕES DA SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DO RIO DE JANEIRO A RESPEITO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA Conceito É o documento de existência digital. Protocolo ICMS 10/2007 Estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. que institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica.º 343/2008 Divulga a relação dos contribuintes credenciados para utilização de nota fiscal eletrônica (nf-e). Rio Grande do Sul e Santa Catarina.º 40. 2006 Ajuste SINIEF n. que estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. Resolução SEFAZ n.º 340/2008 Divulga a relação dos contribuintes credenciados para utilização de nota fiscal eletrônica (nf-e). Resolução SEFAZ n. destinado ao processamento da autorização de uso de documentos fiscais eletrônicos. antes da ocorrência do Fato Gerador. Rio de Janeiro. Pernambuco. 29 . Portaria SAF n.º 325/2008 Divulga a relação dos contribuintes credenciados para utilização de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Resolução SEFAZ n. Amazonas. Mato Grosso do Sul. Portaria SAF n. Rondônia. para fins fiscais.º 311/2008 Divulga a relação dos contribuintes credenciados para utilização de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).º 120/2008 Extingue o uso do selo fiscal de que trata a Resolução SEF n° 6.427/00 (RICMS/2000) para instituir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da NF-e (DANFE) e dá outras providências. Decreto Estadual n. Paraíba. Portaria SAF n.º 04/2006 Altera o Ajuste SINIEF 07/2005. Paraná.º 330/2008 Divulga a relação dos contribuintes credenciados para utilização de Nota Fiscal Eletrônica. que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos e dispõe sobre a adesão dos Estados da Paraíba. e cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção.º 27. emitido e armazenado eletronicamente. 2007 Protocolo ICMS 88/2007 Altera às disposições do Protocolo ICMS 10/07. Protocolo ICMS 43/2007 Dispõe sobre a adesão dos Estados do Amazonas e Mato Grosso do Sul às disposições do Protocolo ICMS 10/07. Portaria SAF n. relativo à disponibilização dos serviços do sistema "Sefaz Virtual".º 118/2008 Dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05. Piauí. ao mesmo. que estabelece obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores de fabricação de cigarros e distribuição de combustíveis líquidos. e dá outras providências.392/02 e dá outras providências.

assim definidos e autorizados por órgão federal competente. de 26 de dezembro de 1996 . O SECRETÁRIO DE ESTADO DE FAZENDA.distribuidores ou atacadistas de cigarros.NF-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica DANFE.} XIV . pág.º. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. 1. trefilados e perfilados.gás liquefeito de petróleo ou de GLGN .produtores. VI .2008. VIII .fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. formuladores.º 72/2005 Dispõe sobre as especificações técnicas da Nota Fiscal Eletrônica .O.fabricantes de ferro-gusa. utilitários. ônibus e motocicletas. e tendo em vista o Ajuste SINIEF 07/05. com efeitos a partir de 01. os contribuintes: I . assim definidos e autorizados por órgão federal competente.gás liquefeito de gás natural. XXIV .agentes que. X .º Ficam obrigados à utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).04. formuladores e importadores de combustíveis líquidos. com efeitos a partir de 14. com efeitos a partir de 01. o Protocolo ICMS 88/07. bufalinas e avícolas.º.comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo. engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para outros fins.2008.04. importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo.fabricantes de cimento.fabricantes.produtores. importadores e distribuidores de GLP . XVI . R E S O L V E: Art.importadores de automóveis. de 06 de julho de 2007 .distribuidores de combustíveis líquidos. XXIII .fabricantes de semi-acabados.produtores. {redação do inciso II do artigo 1.10.frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas.E.Transportadores Revendedores Retalhistas (TRR). distribuidores e comerciantes atacadistas de medicamentos alopáticos para uso humano. caminhões. XVIII . XVII . caminhões.NF-e. XXII . relaminados.º 2.798/2008. de 14 de dezembro de 2007 . e o que consta do Processo nº E-04/000. vendam energia elétrica a consumidor final. importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo. Cancelamento e Inutilização de NF-e.fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar.º 118 DE 23 DE JANEIRO DE 2008 Publicada no D.comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petróleo. conforme disposto no Ajuste SINIEF 07/05. IV . XXI .º 07/2005 Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. XX . XI .produtores. camionetes. de 25.01. no Ambiente de Contratação Livre (ACL).º 02/2006 Altera o Ajuste SINIEF 07/05. alterada pela Resolução SEFAZ 162/2008.} III . {redação do inciso XII do artigo 1.fabricantes de cigarros. 2005 Ato Cotepe n. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas.Ajuste SINIEF n. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.2008. suínas.º. VII . II .657. alterada pela Resolução SEFAZ 133/2008. IX .produtores. que institui a Nota Fiscal Eletrônica . XII . ônibus e motocicletas.fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para veículos automotores. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.} XIII . utilitários. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 48 da Lei n. o Protocolo ICMS 30/07. assim definidos e autorizados por órgão federal competente. laminados planos ou longos. 08 Dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05. V .fabricantes de automóveis. XIX . RESOLUÇÃO SEFAZ N. de 30 de dezembro de 2005 . 30 . distribuidores a granel. alterada pela Resolução SEFAZ 133/2008. importadores. {redação do inciso XIII do artigo 1. e dá outras providências.2008.fabricantes e importadores de autopeças. de aço. do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica DANFE e dos Pedidos de Concessão de Uso. XV . Ajuste SINIEF n.fabricantes de refrigerantes. camionetes.

fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano. XXVIII . LIV . XLIX . LXVIII . XXXVII . acrescentadas pela Resolução SEFAZ 162/2008. LXII .fabricantes de cigarrilhas e charutos. XXXIV . distribuidores.fabricantes de óleos vegetais refinados.fabricantes de alumínio. LXVI . LXX . baterias e acumuladores elétricos.fabricantes de alimentos para animais.estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte. aromatizado. XLIII . com efeitos a partir de 14. LXIX . atacadistas ou importadores de refrigerantes. exceto baterias.07. LVIII .produtores.fabricantes e importadores de filtros para cigarros.gás natural veicular. atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes.fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunicação. LV .fabricantes de defensivos agrícolas.fabricantes de produtos de papel.fabricantes e importadores de pilhas. reprodução.º. XLII . LII . LIII .fabricantes e importadores de resinas termoplásticas.fabricantes de sabões e detergentes sintéticos. {redações dos inciso XV a XXXIX do artigo 1.fabricantes de produtos de limpeza e de polimento. XXX . assim definidos e autorizados por órgão federal competente.fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação. LI .atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada.2008.2009. com efeitos a partir de 24.atacadistas de café em grão. XXXI . XLIV .atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas.fabricantes e importadores de fios.º.} XXVI . LXXI . alteradas pela Resolução SEFAZ 215/2009.2009. cartolina.fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação.fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano.estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte. LXV . XXXV . LXI .XXV . esmaltes e lacas.fabricantes e importadores de aparelhos de recepção. produtos de perfumaria e de higiene pessoal. moído e solúvel. papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório. XLVIII . peças e acessórios.distribuidores.fabricantes e importadores de tintas.fabricantes e importadores de equipamentos de informática e de periféricos para equipamentos de informática. L .atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa.fabricantes e importadores de componentes eletrônicos. cabos e condutores elétricos isolados. LVII .fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo. inclusive cervejas e chopes.atacadistas de café torrado.fabricantes de vasilhames de vidro. laminados e ligas de alumínio. LX .processadores industriais do fumo.} XXXVI . com efeitos a partir de 24.fabricantes e importadores de mídias virgens. 31 . XXIX .atacadistas de fumo. XXVII .fabricantes. cigarrilhas e charutos. refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico. XLVI . XXXIII . LVI . atacadistas ou importadores de bebidas alcoólicas. LXIV . XXXII . gravação e amplificação de áudio e vídeo. XLVII .produtores de café torrado e moído.fabricantes de produtos farmoquímicos.fabricantes e importadores de fogões. magnéticas e ópticas. alterada pela Resolução SEFAZ 215/2009.fabricantes de adubos e fertilizantes. vernizes.distribuidores.07. peças e acessórios. exceto cigarros.fabricantes de medicamentos para uso veterinário. LXIII .fabricantes de papel. XXXIX .fabricantes e importadores de outros produtos do fumo.estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação de derivados de trigo. exceto óleo de milho.º.10. garrafas PET e latas para bebidas alcoólicas e refrigerantes. importadores e distribuidores de GNV . LXVII .fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico para veículos automotores. pecas e acessórios. {redações dos incisos XXIV E XXV do artigo 1.} XL . XLV . {redação do inciso XXXV do artigo 1.fabricantes de cosméticos. XLI . XXXVIII . exceto para veículos automotores. LIX .

exceto padronizados.º A obrigatoriedade de que trata este artigo aplica-se: I .fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança. LXXXIV .a partir de 1. {redação do inciso II do § 1. com efeitos a partir de 24. {redação do inciso I do § 1.fabricantes de artefatos estampados de metal. para as demais operações.º do artigo 1.fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos.º deste artigo se aplica às operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos neste artigo. alterada pela Resolução SEFAZ 133/2008.º de abril de 2008.} III .concessionários de veículos novos. com efeitos a partir de 24.preparação e fiação de fibras têxteis. devendo ser feita anotação no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO). XC .º de abril de 2009. LXXXII.} § 1.04.fabricantes e atacadistas de laticínios. de 17 de novembro de 2000 (RICMS/00). exceto agrícolas. acrescentada pela Resolução SEFAZ 133/2008. exceto nos casos previstos na legislação estadual.º deste artigo. LXXXVI . LXXXV .º. excluídas as vendas com gasolina de aviação (GAV) e querosene de aviação (QAV).NF-e. § 4.fabricantes de produtos de trefilados de metal. pelos mesmos.} V . LXXIX .º de junho de 2008. peças e acessórios. LXXXIX .07. conforme o disposto nos incisos II e III do artigo 24 do Livro VI do Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto nº 27.fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais. com efeitos a partir de 01. modelo 55.fabricantes de cronômetros e relógios.º do artigo 1.º.º A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica .a partir de 1. LXXV . LXXXVIII.fabricantes de tubos de aço sem costura. inclusive as vendas com gasolina de aviação (GAV) e querosene de aviação (QAV). {redações dos incisos XL a XCIII do artigo 1. alterada pela Resolução SEFAZ 133/2008. modelo 1 ou 1-A.º do artigo 1.º Será considerado inidôneo.2009. com efeitos a partir de 01.fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria.fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre. com efeitos a partir de 01.º A obrigatoriedade a que se refere o § 1.} II . relativamente aos incisos VI a XIV.fabricantes e atacadistas de pães. biscoitos e bolacha.2008. para fins industriais.º O contribuinte deverá inutilizar o estoque remanescente de Nota Fiscal.07.2008. acrescentada pela Resolução SEFAZ 162/2008. em substituição a Nota Fiscal. relativamente aos incisos XV a XXXIX.LXXII .serrarias com desdobramento de madeira.a partir de 1.º de setembro de 2009. relativamente aos incisos I a V.04. {redação do inciso IV do § 1.10. relativamente aos incisos XL a XCIII.º.º do artigo 1.º do artigo 1.º.º de dezembro de 2008.a partir de 1. relativamente aos incisos I a V. XCI . {redação do § 2. modelo 1 ou 1-A.fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos. {redação do inciso V do § 1. LXXVIII . prevista no caput deste artigo não se aplica: 32 . o documento que for emitido ou recebido em desacordo com esta Resolução. LXXIV .2009.} § 2.a partir de 1.427. que estejam localizados neste Estado. modelo 1 ou 1-A. fazendo prova apenas em favor do Fisco.fabricantes de tubos de aço com costura. XCIII . LXXVI . § 6.tecelagem de fios de fibras têxteis. até a data de início da obrigatoriedade de emissão de NF-e.º. LXXX .º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e. ficando vedada a emissão de Nota Fiscal.fabricantes de tratores. para todos os efeitos fiscais.10. nas operações de vendas internas e interestaduais. peças e acessórios. LXXXI . modelo 6. com efeitos a partir de 14.2008. XCII .} IV .2008.º. equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas. acrescentada pela Resolução SEFAZ 215/2009. LXXXIII.º do artigo 1.fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial.2008. § 5. {redação do inciso III do § 1.fabricantes de máquinas. acrescentadas pela Resolução SEFAZ 215/2009. observado o disposto no § 6. LXXIII . alterada pela Resolução SEFAZ 162/2008. com predominância de produtos alimentícios. LXXXVII .} § 3. com efeitos a partir de 14. LXXVII .º.fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos.04.atacadistas de mercadoria em geral. é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. peças e acessórios.

de 06 de setembro de 2005 . {redação dos incisos II. {redação do § 7. ainda que a atividade seja realizada em outros estabelecimentos do mesmo titular.º Os contribuintes que não exerçam as atividades descritas no artigo 1º poderão requerer seu credenciamento voluntariamente.º O inciso III do §6.requerer o seu descredenciamento na repartição fiscal que esteja vinculado.nas hipóteses dos incisos II.º A relação contendo os contribuintes credenciados para utilização das NF-e e a data a partir da qual poderão emiti-las constará no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe. com efeitos a partir de 14.2009. acrescentada pela Resolução SEFAZ 215/2009.º deste artigo fica desobrigado de manter em arquivo digital as NF-e.04.requerer o seu credenciamento. às operações praticadas por contribuinte que tenha como atividade preponderante o comércio atacadista. nem tenha praticado as atividades previstas no caput deste artigo há pelo menos 12 (doze) meses. Art. IV .Os contribuintes enquadrados exclusivamente no disposto no § 7. e II .000. com efeitos a partir de 24. ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho que aufira receita bruta.º deste artigo produzirá efeitos até o dia 31/03/2009.2009. 1.} V . em substituição à Nota Fiscal. o estabelecimento credenciado a utilizar NF-e deverá emiti-la.2009. 33 .gov.10. § 1.º.br. {redação do inciso V do § 6. adquirida de particulares. ficará restrita a operação de importação. inclusive catadores.º do artigo 1. por ato expedido pelo Subsecretário-Adjunto de Fiscalização. podendo alternativamente. desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e.º do art. II . acrescentada pela Resolução SEFAZ 215/2009. com efeitos a partir de 24.07. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou do software disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ) no seguinte endereço eletrônico: http://nfe. acrescentada pela Resolução SEFAZ 215/2009.2008. III e IV do § 6. acrescentada pela Resolução SEFAZ 215/2009. deverão: I .º do artigo 1. de 28 de junho de 1995 . e III . 2. ao fim do dia. Parágrafo único . em arquivo.I .00 (trezentos e sessenta mil) reais. 4.º. que atestará esta condição. de ofício. que não se enquadrem em outra hipótese de obrigatoriedade. {redação dos inciso I do § 6. {redação do § 8. para emissão da NF-e.º.} § 9.07.º do artigo 1.º do artigo 1.07.rj.se não usuário de SEPD. e na Resolução SER n° 205. com protocolo de segurança ou criptografia.º do artigo 1. § 3.} Art.º.ao estabelecimento do contribuinte que não pratique.fazenda.} II .rj. § 2.º Os contribuintes que exerçam as atividades descritas no artigo 1º desta Resolução serão credenciados.2009.º. manter.º Os contribuintes que utilizarem a NF-e ficam obrigados ao uso do Sistema Eletrônico de Processamento de Dados (SEPD) previsto no Convênio ICMS 57/95. {redação do § 9. devendo ser apresentados à fiscalização. solicitar o pedido de alteração de uso. XXXI e XXXII do caput deste artigo. desde que o valor das operações com cigarros ou bebida não tenha ultrapassado 5% (cinco por cento) do valor total das saídas do exercício anterior.º Os contribuintes que não exerçam as atividades descritas no artigo 1º desta Resolução e estejam incluídos na relação.se usuário de SEPD. modelo 55.º A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet.º. modelo 1 ou 1-A. com efeitos a partir de 24.promover a atualização dos seus dados cadastrais.º desta Resolução ficam desobrigados do previsto no caput deste artigo.º do artigo 1.na entrada de sucata de metal.07. desde que. § 4. inferior a R$ 360. com efeitos a partir de 14.o requerimento descrito no inciso II deste parágrafo somente se aplica àqueles que não desejarem utilizar NFe. 3.gov. com efeitos a partir de 24.10. acrescentada pela Resolução SEFAZ 162/2008. no exercício anterior. deverão: I . {redação do Paragrafo único do artigo 2. com peso inferior a 200 Kg (duzentos quilogramas). alterada pela Resolução SEFAZ 133/2008.} Art.} § 8. relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo. quando solicitado.fazenda. devendo observar o seguinte: I .º. com efeitos a partir de 01. seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas. alterada pela Resolução SEFAZ 162/2008.º O contribuinte que esteja obrigado a emitir NF-e exclusivamente por força do disposto no § 7.º A obrigatoriedade da emissão de NF-e pelos importadores mencionados nos incisos do caput deste artigo.º Até a data em que esteja obrigado a emitir NF-e.2008.na hipótese do item X do caput deste artigo.br. solicitar o pedido de uso. os DANFE relativos às operações com NF-e.º Os contribuintes que exerçam as atividades descritas no artigo 1º desta Resolução e não estejam incluídos na relação. III . 5. preferencialmente.promover a atualização dos seus dados cadastrais. II .nas operações realizadas fora do estabelecimento. Art.} § 7.2008.

..….. que utilizem ou não o software disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda....º E-04/404.... 12.º 27. determinar a obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica ...... a qualquer tempo...... 23 de janeiro de 2008 JOAQUIM VIEIRA FERREIRA LEVY Secretário de Estado da Fazenda DECRETO N. do Livro VI....nfe. 6...........º Os contribuintes credenciados ou não. ..º 2.rj.. Art."... de 24 de agosto de 2001.. e b) regime especial..a dispensa da exigência de: a) Autorização para Impressão de Documentos Fiscais ......... aprovado pelo Decreto n. § 2.....ICP-Brasil...... D E C R E T A: Art.........º do Livro VI do Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n.......a proibição da utilização do formulário adquirido com a dispensa dos requisitos previstos no inciso I deste artigo em outra destinação.......º Fica acrescentada a Seção IX ao Capítulo II.br... certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . de 30 de setembro de 2005. serão observadas: I .º O credenciamento efetuado nos termos desta Resolução poderá ser alterado.... cassado ou revogado. na Internet...Nota Fiscal E letrônica .. com o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz....... 34 ...DANFE..º 27.....476/2007......... bem como a resolver os casos omissos. composta pelos artigos 69-A e 69-B com a seguinte redação: Seção IX Da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) Art....rj.....gov..... no Ajuste SINIEF n.. Art...br. 1.... Fica o Subsecretário-Adjunto de Fiscalização autorizado a baixar os atos que se fizerem necessários para aplicação do disposto nesta Resolução... solicitar novo credenciamento desde que sanadas as causas que determinaram o seu descredenciamento..........º O contribuinte a que se refere o § 1º deste artigo deverá....br... do Regulamento do ICMS.. 69-A....... poderá ser feita consulta a NF-e.....rj.. Art. renumerando-se o atual inciso XXVII para inciso XXIX..Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica ....Art. 13. tendo em vista o disposto na Medida Provisória n. XXVIII . no interesse da Administração Tributária...AIDF.. 9..200-2..... 14..895 DE 09 DE AGOSTO DE 2007 Altera o Regulamento aprovado pelo Decreto n.... em exercício. 10. XXVII . de 17 de novembro de 2000. se for o caso..º Ficam acrescentados os incisos XXVII e XXVIII ao artigo 6...br........... do Título III. de 17 de novembro de 2000... II ........ (NR) Art...Os formulários de segurança de que trata este artigo deverão atender às demais disposições previstas na legislação tributária.gov... 6. .....fazenda.º 40.. Em substituição à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A poderá a Secretaria de Estado de Fazenda.no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe...NF-e...... 2....º 07/05... 11. Art. na forma e condições por ela estabelecidas..NF-e. Art.. Os requerimentos referidos nos artigos 7º e 9º desta Resolução deverão conter assinatura digital.. 7......gov. Relativamente ao formulário de segurança usado para a impressão do Documento Auxiliar da NF-e (DANFE)..... e tendo em vista o que consta do Processo n....º 27..no seguinte endereço eletrônico da Secretaria da Receita Federal do Brasil: www. no uso de suas atribuições constitucionais e legais....º Somente será credenciado o estabelecimento que esteja com sua situação cadastral de habilitado.. ..... com a seguinte redação: “ Art... 8. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art.. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.427.fazenda..fazenda.. quando a respectiva NF-e for emitida em contingência decorrente de problemas técnicos.º O credenciamento voluntário deverá ser feito por meio do formulário "SOLICITAÇÃO DE CREDENCIAMENTO" disponível no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe....... poderão efetuar testes mediante o preenchimento do formulário "SOLICITAÇÃO DE ACESSO AO AMBIENTE DE TESTES" disponível no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe......427/00 (RICMS/2000) para instituir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da NF-e (DANFE) e dá outras providências.... e II . pelo Subsecretário-Adjunto de Fiscalização.gov...427. § 1..fazenda....º ..º No caso do estabelecimento não estar na condição de habilitado este será imediatamente descredenciado.. Rio de Janeiro... Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e.... Parágrafo único .... Art.. Art......... mediante informação de sua chave de acesso: I .

35 . a partir de abril de 2008. Art. em destaque. 0800-9782338 A Receita Federal do Brasil (RFB) está promovendo.NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE de que trata este decreto de forma escalonada e gradual.º Para efeito do disposto no caput e do o inciso XXVII do artigo 6. comprovada através da emissão da Autorização de Uso. que poderá ser acionada pelos contribuintes por meio da linha gratuita 0800-9782338. no caso de operação interestadual.NF-e. Rio de Janeiro. pois contém a chave de acesso da NF-e. As Secretarias de Fazenda e a RFB (Ambiente Ncaional). principalmente pela colaboração de equipes das Secretarias de Fazenda Estaduais que poderão se integrar ao sistema informatizado que gerencia o atendimento. realizará a escrituração a partir das NF-e emitidas e recebidas.§ 1. causará um aumento considerável no volume de emissão desses documentos eletrônicos. inclusive com o estabelecimento de obrigatoriedade de adoção. sendo que sua validade ficará vinculada à efetiva existência da NF-e nos arquivos das administrações tributárias envolvidas no processo. a entrada em operação da Central de Atendimento para a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). revogadas as disposições em contrário. disponibilizarão consulta. A Central de Atendimento oferece informações aos contribuintes interessados e poderá servir também de meio de contato entre usuários e as equipes das Secretarias de Fazenda dos seus Estados. que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. servindo apenas como instrumento auxiliar para consulta da NF-e. a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial. Este arquivo eletrônico. utilizando-se. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. regimes especiais para contribuintes específicos ou para determinado setor de atividade econômica. A operação da Central de Atendimento da NF-e se dará de forma ininterrupta. para o destinatário e outros legítimos interessados.º. como parceiro da RFB no Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). a sua adoção em caráter experimental até que seja possível a sua implementação definitiva. poderá escriturar os dados contidos no DANFE para a escrituração da NF-e. além da Nota Fiscal . 3.º Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.”. 69-B. intitulado DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica).NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente. que permite ao detentor desse documento confirmar a efetiva existência da NFe através do Ambiente Nacional (RFB) ou site da SEFAZ na Internet. Para acompanhar o trânsito da mercadoria será impressa uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica. A NF-e também será transmitida para a Receita Federal. Art. para alguns segmentos. 4. O contribuinte destinatário.NF-e o contribuinte deverá estar previamente credenciado e autorizado pela Secretaria de Estado de Fazenda. não emissor de NF-e. considera-se Nota Fiscal Eletrônica . inclusive para que eventuais dificuldades operacionais possam ser reportadas fora do horário comercial. ou seja. em papel comum. de existência apenas digital. para tanto. que corresponderá à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). O contribuinte emitente da NF-e. nos termos de disciplina por ela estabelecida. 24 horas por dia. Art. o remetente deverá emitir o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica . Para acobertar o trânsito de mercadoria. será então transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda de jurisdição do contribuinte que fará uma prévalidação do arquivo e devolverá um protocolo de recebimento (Autorização de Uso). em única via. A evolução da Nota Fiscal Eletrônica. 7 dias por semana. com o intuito de documentar operações e prestações. órgão que coordena o Projeto da NF-e. em conjunto com o SERPRO. A iniciativa tem ainda a colaboração do Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais (ENCAT). para a Secretaria de Fazenda de destino da operação e Suframa. de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor.DANFE. razão maior para a instalação da Central de Atendimento. no caso de mercadorias destinadas às áreas incentivadas. antes da ocorrência do fato gerador. nem substitui uma nota fiscal. através Internet. também. 09 de agosto de 2007 LUIZ FERNANDO DE SOUZA INFORMAÇÕES DA RECEITA FEDERAL A RESPEITO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NFe) :: DESCRIÇÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA De maneira simplificada. sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. na forma e condições estabelecidas pela Secretaria de Estado de Fazenda. sendo facultada. que será repositório nacional de todas as NF-e emitidas (Ambiente Nacional) e.º Para a emissão da Nota Fiscal Eletrônica .º Fica a Secretaria de Estado de Fazenda autorizada a determinar a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica . O DANFE não é uma nota fiscal. a chave de acesso para consulta da NF-e na Internet e um código de barras bi-dimensional que facilitará a captura e a confirmação de informações da NF-e pelas unidades fiscais. Pretende-se que a Central de Atendimento possa atingir em pouco tempo um alto nível de solução das dúvidas apresentadas pelos contribuintes. CENTRAL DE ATENDIMENTO DA NF-E – TEL. o qual deverá ser assinado digitalmente. § 2. que conterá impressa.

191/10 (inclusive quanto ao disposto na cláusula segunda). 85/10. 192/10. deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros. realizem operações: I . de 25 de outubro de 1966.PROTOCOLO ICMS 42. no exercício anterior. seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas.10. Goiás. que tenha auferido receita bruta. a partir de 1º de dezembro de 2010. pelo Convênio ICMS 199/10. por exercer a atividade. Espírito Santo. ao estabelecimento do contribuinte que não esteja enquadrado em nenhum dos códigos da CNAE constantes da relação do Anexo Único. Mato Grosso do Sul. · Estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal. neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita. revistas e outras (CNAE 4618-4/99). Paraná. efeitos a partir de 01. Bahia. de 30 de setembro de 2005. que autoriza as UF a convalidar as operações realizadas pelos contribuintes do Simples Nacional acobertadas pela NF. modelo 1 ou 1-A. Santa Catarina. Alagoas. Rio Grande do Sul. 196/10.10. ICMS 83/10. III . § 3º Para fins do disposto neste protocolo. efeitos a partir de 01. considerando o disposto nos arts.08.10. Cláusula segunda Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e. Rio de Janeiro. · Alterado pelos Prots. modelo 1 ou 1-A.10 a 21.08. § 2º A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e prevista no caput não se aplica: I – nas operações realizadas fora do estabelecimento. do Distrito Federal e dos Municípios. Pernambuco. Roraima. de qualquer dos Poderes da União. III – na entrada de sucata de metal. 193/10. ICMS 85/10. Amapá. pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. pelo Prot.10. bem como os secundários. enquadrado nos códigos das CNAE 1111-9/01. DE 3 DE JULHO DE 2009 Publicado no DOU de 15. para o representante comercial e agente do comércio de jornais. 195/10 (somente em relação à cláusula segunda). no período de 01. · Retificado no DOU de 24.09. relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo.00 (trezentos e sessenta mil reais).172. Nova redação dada à cláusula segunda pelo Prot. Maranhão. Lei nº 5. modelo 1 ou 1-A. · Prorrogação de prazo da obrigatoriedade em relação a algumas CNAE. inclusive empresa pública e sociedade de economia mista. Mato Grosso. em substituição à Nota Fiscal. salvo nas hipóteses previstas neste protocolo. V – nas operações internas. § 4º As unidades da Federação poderão utilizar o Código de Atividade Econômica.08. ICMS 76/10. em substituição à Nota Fiscal. Minas Gerais. II .destinadas à Administração Pública direta ou indireta. pelo Despacho 189/09.12.de comércio exterior. modelo 1 ou 1-A. Sergipe. · Convalidada a utilização de NF. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira Acordam os Estados e o Distrito Federal em estabelecer a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05. modelo 1 ou 1-A. modelo 55. para os contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE descritos no Anexo Único. ao fim do dia. observado o disposto no § 3º.09. conforme conste ou. 102 e 199 do Código Tributário Nacional. e no § 2º da Cláusula Primeira do Ajuste SINIEF 07/05. 1111-9/02 ou 11127/00. inferior a R$ 360. dos Estados.10. em caso de operação de coleta em que o remetente esteja dispensado da emissão de documento fiscal. 2/11. para acobertar o trânsito de mercadoria. 1/11. Acrescentado o inciso IV ao § 2º da cláusula primeira pelo Prot. Amazonas. inclusive catadores. Rio Grande do Norte. efeitos a partir de 01. ICMS 190/10. adquirida de particulares.07. pelos Prots. 36 . Piauí.CAE em substituição ao correspondente código CNAE. ICMS 82/10. II – ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho. São Paulo. § 1º A obrigatoriedade aplica-se a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos nesta cláusula que estejam localizados nas unidades da Federação signatárias deste protocolo. desde que. desde que o documento fiscal relativo à efetiva entrada seja NF-e e referencie as respectivas notas fiscais modelo 1 ou 1-A. ICMS 85/10. Acrescentado o inciso V ao § 2º da cláusula primeira pelo Prot. com peso inferior a 200 kg (duzentos quilogramas). modelo 1 ou 1-A. ICMS 85/10. Os Estados do Acre. independentemente da atividade econômica exercida.000. Tocantins e Distrito Federal. substituindo o Anexo. · Prorrogação de prazo para contribuintes CNAE 4646-0/01. desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e. Ceará. Rondônia. os contribuintes que. junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no cadastro de contribuinte do ICMS de cada unidade federada. 7/11 (inclusive quanto ao disposto na cláusula segunda) · Vide o Conv. IV – a critério de cada unidade federada. 19/11. a partir da data indicada no referido anexo. deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte. Paraíba.com destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente. ficando vedada a emissão de Nota Fiscal. de 30 de setembro de 2005. 194/10 (inclusive quanto ao disposto na cláusula segunda).07. Pará.

Renumerado o parágrafo único para § 1º da cláusula segunda pelo Prot.413.12. RETIFICAÇÃO (Publicada no DOU de 24.208. 6.912. 6. Piauí. 6. ICMS 193/10.210. 6.913.ABATE DE BUFALINOS ABATE DE AVES ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS FRIGORIFICO . efeitos a partir de 01. Roraima. 6.12. Espírito Santo. 6.661. ICMS 002/11.914. nas operações com CFOP 6. 6. São Paulo. II – a hipótese do inciso II do “caput” não se aplica ao estabelecimento de contribuinte exclusivamente varejista.ABATE DE EQÜINOS FRIGORIFICO . 6.555.410. 6. EXCETO OLEOS DE MILHO FABRICACAO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS MOAGEM E FABRICACAO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE ACUCAR EM BRUTO BENEFICIAMENTO DE CAFE TORREFACAO E MOAGEM DE CAFE FABRICACAO DE PRODUTOS A BASE DE CAFE FABRICACAO DE PRODUTOS DE PANIFICACAO FABRICACAO DE BISCOITOS E BOLACHAS FABRICACAO DE PRODUTOS DERIVADOS DO CACAU E DE CHOCOLATES FABRICACAO DE FRUTAS CRISTALIZADAS. Rondônia. 6. 6.10.921. Minas Gerais. Goiás.911. 6. 6. 6.918.09) ANEXO ÚNICO CNAE 0722701 0722702 1011201 1011202 1011203 1011204 1012101 1012102 1012103 1013901 1013902 1031700 1042200 1043100 1051100 1052000 1053800 1062700 1063500 1064300 1066000 1069400 1071600 1081301 1081302 1082100 1091100 1092900 1093701 1093702 1094500 1099699 1111901 Descrição CNAE EXTRACAO DE MINERIO DE ESTANHO BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE ESTANHO FRIGORIFICO . 6.411. Bahia.209.ABATE DE SUINOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE CARNE PREPARACAO DE SUBPRODUTOS DO ABATE FABRICACAO DE CONSERVAS DE FRUTAS FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS REFINADOS. a partir de 1º de abril de 2011. § 2º O disposto no inciso I do caput desta cláusula somente se aplica nas operações internas praticadas pelos Estados do Acre. Alagoas. Nova redação dada ao § 2º da cláusula segunda pelo Prot. Paraíba.920. 6. Rio Grande do Norte. 6. Amapá. Pernambuco.916.10. BALAS E SEMELHANTES FABRICACAO DE MASSAS ALIMENTICIAS FABRICACAO DE ANTERIORMENTE OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFICADOS Início da obrigatoriedade 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 FABRICACAO DE AGUARDENTE DE CANA-DE-ACUCAR 37 .ABATE DE OVINOS E CAPRINOS FRIGORIFICO .07.503. Santa Catarina. 6. § 1º Caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e: I – a obrigatoriedade expressa no “caput” ficará restrita às hipóteses de seus incisos I. Mato Grosso do Sul. Sergipe.903. 6. 6. 6.556.412. 6. Ceará.202. 6. efeitos a partir de 01.915. EXCETO OLEO DE MILHO FABRICACAO DE MARGARINA E OUTRAS GORDURAS VEGETAIS E DE OLEOS NAOCOMESTIVEIS DE ANIMAIS PREPARACAO DO LEITE FABRICACAO DE LATICINIOS FABRICACAO DE SORVETES E OUTROS GELADOS COMESTIVEIS MOAGEM DE TRIGO E FABRICACAO DE DERIVADOS FABRICACAO DE FARINHA DE MANDIOCA E DERIVADOS FABRICACAO DE FARINHA DE MILHO E DERIVADOS.ABATE DE BOVINOS FRIGORÍFICO . II e III.201. Tocantins e pelo Distrito Federal.910.553. 6.

1111902 1112700 1113501 1113502 1122401 1122403 1210700 1220401 1220402 1220403 1220499 1311100 1312000 1313800 1314600 1321900 1322700 1323500 1330800 1610201 1721400 1722200 1731100 1732000 1733800 1741901 1741902 1742701 1742799 1749400 1830001 1830002 1910100 1921700 1922501 1922502 1922599 1931400 1932200 2013400 2019301 2019399 2021500 2022300 2029100 FABRICACAO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS FABRICACAO DE VINHO FABRICACAO DE MALTE. EXCETO ALGODAO FIACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE LINHAS PARA COSTURAR E BORDAR TECELAGEM DE FIOS DE ALGODAO TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS. RESINAS E FIBRAS FABRICACAO DE PRODUTOS QUIMICOS ORGANICOS NAO ESPECIFICADOS 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 38 . CIGARRILHAS E CHARUTOS PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS DE ALGODAO PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS. PAPEL-CARTAO E PAPELAO ONDULADO PARA USO COMERCIAL E DE ESCRITORIO. INCLUSIVE MALTE UISQUE FABRICACAO DE CERVEJAS E CHOPES FABRICACAO DE REFRIGERANTES FABRICACAO DE REFRESCOS. CARTOLINA. EXCETO PRODUTOS DO REFINO FABRICACAO DE ALCOOL FABRICACAO DE BIOCOMBUSTIVEIS. XAROPES E POS PARA REFRESCOS. CARTOLINA. PAPELCARTAO E PAPELAO ONDULADO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRODUCAO DE SOM EM QUALQUER SUPORTE REPRODUCAO DE VIDEO EM QUALQUER SUPORTE COQUERIAS FABRICACAO DE PRODUTOS DO REFINO DE PETROLEO FORMULACAO DE COMBUSTIVEIS RERREFINO DE OLEOS LUBRIFICANTES FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DERIVADOS DO PETROLEO. EXCETO ALCOOL FABRICACAO DE ADUBOS E FERTILIZANTES ELABORAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS NUCLEARES FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS INORGANICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS PETROQUIMICOS BASICOS FABRICACAO DE INTERMEDIARIOS PARA PLASTIFICANTES. EXCETO CIGARROS. FABRICACAO DE FRALDAS DESCARTAVEIS FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL PARA USO DOMESTICO E HIGIENICOSANITARIO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS DE PASTAS CELULOSICAS. PAPEL. EXCETO ALGODAO TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE TECIDOS DE MALHA SERRARIAS COM DESDOBRAMENTO DE MADEIRA FABRICACAO DE PAPEL FABRICACAO DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO FABRICACAO DE EMBALAGENS DE PAPEL FABRICACAO DE EMBALAGENS DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO FABRICACAO DE CHAPAS E DE EMBALAGENS DE PAPELAO ONDULADO FABRICACAO DE FORMULARIOS CONTINUOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL. EXCETO REFRESCOS DE FRUTAS PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DO FUMO FABRICACAO DE CIGARROS FABRICACAO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS FABRICACAO DE FILTROS PARA CIGARROS FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DO FUMO.

ANTERIORMENTE 2031200 2032100 2040100 2051700 2061400 2062200 2063100 2071100 2072000 2073800 2091600 2093200 2094100 2099199 2110600 2121101 2121102 2121103 2122000 2211100 2221800 2222600 2223400 2229302 2311700 2312500 2320600 2341900 2342701 2342702 2349499 2411300 2421100 2422901 2422902 2423701 2423702 2424501 2424502 2431800 2439300 2441501 2441502 2443100 2532201 2591800 FABRICACAO DE RESINAS TERMOPLASTICAS FABRICACAO DE RESINAS TERMOFIXAS FABRICACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS FABRICACAO DE SABOES E DETERGENTES SINTETICOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E POLIMENTO FABRICACAO DE COSMETICOS. ESMALTES E LACAS FABRICACAO DE TINTAS DE IMPRESSAO FABRICACAO DE IMPERMEABILIZANTES. TREFILADOS E PERFILADOS DE ACO. VERNIZES. EXCETO TUBOS PRODUCAO DE ARAMES DE ACO PRODUCAO DE RELAMINADOS. EXCETO ARAMES PRODUCAO DE TUBOS DE ACO COM COSTURA PRODUCAO DE OUTROS TUBOS DE FERRO E ACO PRODUCAO DE ALUMINIO E SUAS LIGAS EM FORMAS PRIMARIAS PRODUCAO DE LAMINADOS DE ALUMINIO METALURGIA DO COBRE PRODUCAO DE ARTEFATOS ESTAMPADOS DE METAL FABRICACAO DE EMBALAGENS METALICAS 39 . EXCETO AZULEJOS E PISOS FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS NAO-REFRATARIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE PRODUCAO DE FERRO-GUSA PRODUCAO DE SEMI-ACABADOS DE ACO PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACO AO CARBONO. REVESTIDOS OU NAO PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACOS ESPECIAIS PRODUCAO DE TUBOS DE ACO SEM COSTURA PRODUCAO DE LAMINADOS LONGOS DE ACO. SOLVENTES E PRODUTOS AFINS FABRICACAO DE ADESIVOS E SELANTES FABRICACAO DE ADITIVOS DE USO INDUSTRIAL FABRICACAO DE CATALISADORES FABRICACAO DE ANTERIORMENTE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS NAO ESPECIFICADOS 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 FABRICACAO DE PRODUTOS FARMOQUIMICOS FABRICACAO DE MEDICAMENTOS ALOPATICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS HOMEOPATICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS FITOTERAPICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS PARA USO VETERINARIO FABRICACAO DE PNEUMATICOS E DE CAMARAS-DE-AR FABRICACAO DE LAMINADOS PLANOS E TUBULARES DE MATERIAL PLASTICO FABRICACAO DE EMBALAGENS DE MATERIAL PLASTICO FABRICACAO DE TUBOS E ACESSORIOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO NA CONSTRUCAO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USOS INDUSTRIAIS FABRICACAO DE VIDRO PLANO E DE SEGURANCA FABRICACAO DE EMBALAGENS DE VIDRO FABRICACAO DE CIMENTO FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS REFRATARIOS FABRICACAO DE AZULEJOS E PISOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CERAMICA E BARRO COZIDO PARA USO NA CONSTRUCAO. PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL FABRICACAO DE TINTAS.

MAGNETICAS E OPTICAS FABRICACAO DE PILHAS. TESTE E CONTROLE FABRICACAO DE CRONOMETROS E RELOGIOS FABRICACAO DE APARELHOS ELETROMEDICOS EQUIPAMENTOS DE IRRADIACAO E ELETROTERAPEUTICOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS OPTICOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MIDIAS VIRGENS. EQUIPAMENTOS E APARELHOS PARA TRANSPORTE E ELEVACAO DE CARGAS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE AUTOMOVEIS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS DE RECEPCAO. BATERIAS E ACUMULADORES ELETRICOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ROLAMENTOS PARA FINS INDUSTRIAIS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSMISSAO PARA FINS INDUSTRIAIS. CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE CAMINHOES E ONIBUS FABRICACAO DE MOTORES PARA CAMINHOES E ONIBUS FABRICACAO DE CABINES. CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE CHASSIS COM MOTOR PARA AUTOMOVEIS. EXCETO CAMINHOES E ONIBUS FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA MOTOR DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA OS SISTEMAS DE MARCHA E TRANSMISSAO DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE FREIOS DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE DIRECAO E SUSPENSAO 40 . REFRIGERADORES E MAQUINAS DE LAVAR E SECAR PARA USO DOMESTICO.2592602 2599399 2610800 2621300 2622100 2631100 2632900 2640000 2651500 2652300 2660400 2670101 2670102 2680900 2721000 2722801 2732500 2733300 2751100 2815101 2815102 2822402 2824102 2853400 2869100 2910701 2910702 2910703 2920401 2920402 2930101 2930102 2930103 2941700 2942500 2943300 2944100 FABRICACAO DE PRODUTOS DE TREFILADOS DE METAL. EXCETO AGRICOLAS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL ESPECIFICO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE. REPRODUCAO. CABOS E CONDUTORES ELETRICOS ISOLADOS FABRICACAO DE FOGOES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS TELEFONICOS E DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE COMUNICACAO. PECAS E ACESSORIOS. CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE MOTORES PARA AUTOMOVEIS. GRAVACAO E AMPLIFICACAO DE AUDIO E VIDEO FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE MEDIDA. EXCETO PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE BATERIAS E ACUMULADORES PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO PARA INSTALACOES EM CIRCUITO DE CONSUMO FABRICACAO DE FIOS. EXCETO PADRONIZADOS FABRICACAO DE ANTERIORMENTE OUTROS PRODUTOS DE METAL NAO ESPECIFICADOS 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 E 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 FABRICACAO DE COMPONENTES ELETRONICOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA FABRICACAO DE PERIFERICOS PARA EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS TRANSMISSORES DE COMUNICACAO. EXCETO ROLAMENTOS FABRICACAO DE MAQUINAS. CARROCERIAS E REBOQUES PARA CAMINHOES FABRICACAO DE CARROCERIAS PARA ONIBUS FABRICACAO DE CABINES. CARROCERIAS E REBOQUES PARA OUTROS VEICULOS AUTOMOTORES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO PARA USO NAO-INDUSTRIAL FABRICACAO DE TRATORES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS FOTOGRAFICOS E CINEMATOGRAFICOS.

peças e acessórios Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE COMBUSTIVEIS. FARINHAS. camionetas e utilitários novos e usados Comércio por atacado de caminhões novos e usados Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e usados Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e usados Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores Comércio sob consignação de veículos automotores Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores Comércio por atacado de motocicletas e motonetas Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas. TUBERCULOS. EMBARCACOES E AERONAVES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MERCADORIAS EM GERAL NAO ESPECIALIZADO COMERCIO ATACADISTA DE CAFE EM GRAO COMERCIO ATACADISTA DE FUMO EM FOLHA NAO BENEFICIADO COMERCIO ATACADISTA DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS COMERCIO ATACADISTA DE LEITE E LATICINIOS COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS COMERCIO ATACADISTA DE FARINHAS. EQUIPAMENTOS. VERDURAS. PROCESSAMENTO DE GAS NATURAL COMÉRCIO A UTILITÁRIOS NOVOS VAREJO DE AUTOMÓVEIS. PRODUTOS SIDERURGICOS E QUIMICOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MAQUINAS. HORTALICAS E LEGUMES FRESCOS COMERCIO ATACADISTA DE AVES VIVAS E OVOS COMERCIO ATACADISTA DE CARNES BOVINAS E SUINAS E DERIVADOS COMERCIO ATACADISTA DE AVES ABATIDAS E DERIVADOS COMERCIO ATACADISTA DE PESCADOS E FRUTOS DO MAR COMERCIO ATACADISTA DE CARNES E DERIVADOS DE OUTROS ANIMAIS COMERCIO ATACADISTA DE CERVEJA. MINERAIS. AMIDOS E FECULAS COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS. Comércio por atacado de automóveis. COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICI COMERCIO ATACADISTA DE FRUTAS.DE VEICULOS AUTOMOTORES 2945000 2949201 2949299 3091100 3211602 3299099 3520401 4511101 4511103 4511104 4511105 4511106 4512901 4512902 4530701 4530702 4530706 4541201 4541202 4541203 4542101 4542102 4612500 4614100 4619200 4621400 4623104 4623109 4631100 4632001 4632002 4632003 4633801 4633802 4634601 4634602 4634603 4634699 4635402 4635403 4635499 FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO AUTOMOTORES. EXCETO BATERIAS E ELETRONICO PARA VEICULOS 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 CAMIONETAS E 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 FABRICACAO DE BANCOS E ESTOFADOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE OUTRAS PECAS E ACESSORIOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE MOTOCICLETAS. AMIDOS E FECULAS. RAIZES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE JOALHERIA E OURIVESARIA FABRICACAO DE PRODUTOS DIVERSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE PRODUCAO DE GAS. CHOPE E REFRIGERANTE COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 41 .

EXCETO PARA CONSTRUCAO COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS E SUCATAS METALICOS COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS INTERMEDIARIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE TINTAS. ESPELHOS E VITRAIS COMERCIO ATACADISTA DE ALCOOL CARBURANTE. COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE MEDICAMENTOS E DROGAS DE USO HUMANO CNAE 4646-0/01: Prorrogado o prazo para 01. ICMS 76/10 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/7/2010 COMERCIO ATACADISTA DE COSMETICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA 4649401 COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO COMERCIO ATACADISTA DE APARELHOS ELETRONICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE. BIODIESEL. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS. NAO REALIZAD COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS REALIZADO POR TRANSPORTADOR RETALHISTA (TRR) COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS DE ORIGEM MINERAL EM BRUTO COMERCIO ATACADISTA DE LUBRIFICANTES COMERCIO ATACADISTA DE GAS LIQUEFEITO DE PETROLEO (GLP) COMERCIO ATACADISTA DE SOLVENTES COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS E PETROQUIMICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS SIDERURGICOS E METALURGICOS. CONFEITOS. CIGARRILHAS E CHARUTOS COMERCIO ATACADISTA DE CAFE TORRADO. MOIDO E SOLUVEL COMERCIO ATACADISTA DE ACUCAR COMERCIO ATACADISTA DE OLEOS E GORDURAS COMERCIO ATACADISTA DE PAES. COM PREDOMINANCIA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS (1/4/2010) 1/4/2010 4649402 4649408 4649499 4651601 4651602 4652400 4661300 4662100 4679601 4679603 4681801 4681802 4681804 4681805 4682600 4684202 4684299 4685100 4687703 4689399 4691500 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 1/4/2010 42 . GASOLINA E DEMAIS DERIVADOS DE PETROLEO.10. BISCOITOS E SIMILARES COMERCIO ATACADISTA DE MASSAS ALIMENTICIAS COMERCIO ATACADISTA DE SORVETES COMERCIO ATACADISTA DE CHOCOLATES.4636201 4636202 4637101 4637102 4637103 4637104 4637105 4637106 4637107 4637199 4639701 4639702 4644301 4646001 COMERCIO ATACADISTA DE FUMO BENEFICIADO COMERCIO ATACADISTA DE CIGARROS.07. LIMPEZA E CONSERVACAO DOMICILIAR COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS EQUIPAMENTOS E ARTIGOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA COMERCIO ATACADISTA DE SUPRIMENTOS PARA INFORMATICA COMERCIO ATACADISTA DE COMPONENTES ELETRONICOS E EQUIPAMENTOS DE TELEFONIA E COMUNICACAO COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS. pelo Prot. BOLOS. EQUIPAMENTOS PARA TERRAPLENAGEM. BALAS. APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA USO AGROPECUARIO. BOMBONS E SEMELHANTES COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL. VERNIZES E SIMILARES COMERCIO ATACADISTA DE VIDROS. MINERACAO E CONSTRUCAO. EXCETO LUBRIFICANTES.

PRENSADA E AGLOMERADA IMPRESSAO DE MATERIAL PARA OUTROS USOS SERVICOS DE PRE-IMPRESSAO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE BORRACHA NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO PESSOAL E DOMESTICO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO NA CONSTRUCAO. HORTALICAS E LEGUMES. PECAS E CONVERSORES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MOTORES ELETRICOS. NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS NAO 43 . SINCRONIZADORES E SEMELHANTES. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA DISTRIBUICAO E CONTROLE DE ENERGIA ELETRICA FABRICACAO DE LAMPADAS FABRICACAO DE OUTROS APARELHOS ELETRODOMESTICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE. CIMENTO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTROS EQUIPAMENTOS E APARELHOS ELETRICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE MOTORES E TURBINAS. TRATAMENTO E REVESTIMENTO EM METAIS FABRICACAO DE FERRAMENTAS FABRICACAO DE PRODUTOS DE TREFILADOS DE METAL PADRONIZADOS FABRICACAO DE ARTIGOS DE METAL PARA USO DOMESTICO E PESSOAL FABRICACAO DE TRANSFORMADORES. SOLDA. INDUTORES. EXCETO ROUPAS INTIMAS E AS CONFECCIONADAS SOB MEDIDA CURTIMENTO E OUTRAS PREPARACOES DE COURO FABRICACAO DE CALCADOS DE COURO FABRICACAO DE MADEIRA LAMINADA E DE CHAPAS DE MADEIRA COMPENSADA. TEMPEROS E CONDIMENTOS FABRICACAO DE AGUAS ENVASADAS FABRICACAO DE ARTEFATOS TEXTEIS PARA USO DOMESTICO CONFECCAO DE PECAS DO VESTUARIO. EXCETO TUBOS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA OUTROS USOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE ARTEFATOS DE FIBROCIMENTO PARA USO NA CONSTRUCAO PREPARACAO DE MASSA DE CONCRETO E ARGAMASSA PARA CONSTRUCAO FABRICACAO DE OUTROS ARTEFATOS E PRODUTOS DE CONCRETO. EXCETO OLEO DE MILHO FABRICACAO DE ESPECIARIAS. MOLHOS. FIBROCIMENTO.4693100 1033302 1041400 1095300 1121600 1351100 1412601 1510600 1531901 1621800 1813099 1821100 2219600 2229301 2229303 2229399 2330303 2330305 2330399 2349401 2392300 2399199 2449199 2451200 2452100 2512800 2532202 2539000 2543800 2592601 2593400 2710402 2710403 2731700 2740601 2759799 2790299 2811900 2812700 COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL. EXCETO 1/4/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS EM BRUTO. PECAS E ACESSORIOS. EXCETO PARA AVIOES E VEICULOS RODOVIARIOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS HIDRAULICOS E PNEUMATICOS. SEM PREDOMINANCIA DE ALIMENTOS OU DE INSUMOS AGROPECUARIOS FABRICACAO DE CONCENTRADOS SUCOS DE FRUTAS. GESSO E MATERIAIS SEMELHANTES FABRICACAO DE MATERIAL SANITARIO DE CERAMICA FABRICACAO DE CAL E GESSO FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DE MINERAIS NAO-METALICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE METALURGIA DE OUTROS METAIS ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FUNDICAO DE FERRO E ACO FUNDICAO DE METAIS NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS FABRICACAO DE ESQUADRIAS DE METAL METALURGIA DO PO SERVICOS DE USINAGEM.

FITAS E DISCOS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A AGRICULTURA E PECUARIA. BEBIDAS E FUMO COMERCIO ATACADISTA DE AGUA MINERAL COMERCIO ATACADISTA DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS PARA USO MEDICO. EXCETO VALVULAS 2813500 2814302 2821601 2829199 2831300 2833000 2840200 2861500 3092000 3101200 3102100 3240099 3250705 3299002 3520402 4617600 4635401 4645101 4646002 4647801 FABRICACAO DE VALVULAS. PECAS E ACESSORIOS. ICMS 83/10.11. EXCETO MAQUINAS-FERRAMENTA FABRICACAO DE BICICLETAS E TRICICLOS NAO-MOTORIZADOS. APARELHOS E EQUIPAMENTOS NAOELETRICOS PARA INSTALACOES TERMICAS. ICMS 191/10. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS PARA A INDUSTRIA METALURGICA. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE TRATORES AGRICOLAS. PECAS E ACESSORIOS.07. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS. CDS. JORNAIS E OUTRAS PUBLICACOES 1/7/2011 (1/12/2010) (1/7/2010) 4649407 4663000 4664800 4669999 4672900 4673700 4674500 4679699 4686901 0500301 0500302 0600001 0600002 0600003 0710301 COMERCIO ATACADISTA DE FILMES. Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 4647802 COMERCIO ATACADISTA DE LIVROS. LAPIS E OUTROS ARTIGOS PARA ESCRITORIO DISTRIBUICAO DE COMBUSTIVEIS GASOSOS POR REDES URBANAS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS. pelo Prot. pelo Prot. CIRURGICO. APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA USO ODONTO-MEDICO-HOSPITALAR. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE FERRAGENS E FERRAMENTAS COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAL ELETRICO COMERCIO ATACADISTA DE CIMENTO COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUCAO EM GERAL COMERCIO ATACADISTA DE PAPEL E PAPELAO EM BRUTO EXTRACAO DE CARVAO MINERAL BENEFICIAMENTO DE CARVAO MINERAL EXTRACAO DE PETROLEO E GAS NATURAL EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE XISTO EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE AREIAS BETUMINOSAS EXTRACAO DE MINERIO DE FERRO 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 44 . HOSPITALAR E DE LABORATORIOS COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE ESCRITORIO E DE PAPELARIA CNAE 4647-8/02: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. REGISTROS E DISPOSITIVOS SEMELHANTES. EXCETO PARA IRRIGACAO FABRICACAO DE MAQUINAS-FERRAMENTA. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE FORNOS INDUSTRIAIS.ACESSORIOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS DE USO GERAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE COMPRESSORES PARA USO NAO INDUSTRIAL. DVDS.12.10. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MOVEIS COM PREDOMINANCIA DE MADEIRA FABRICACAO DE MOVEIS COM PREDOMINANCIA DE METAL FABRICACAO DE OUTROS BRINQUEDOS E JOGOS RECREATIVOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE MATERIAIS PARA MEDICINA E ODONTOLOGIA FABRICACAO DE CANETAS.

EXCETO PALMITO FABRICACAO DE SUCOS CONCENTRADOS DE FRUTAS. CRUSTACEOS E MOLUSCOS FABRICACAO DE CONSERVAS DE PALMITO FABRICACAO DE CONSERVAS DE LEGUMES E OUTROS VEGETAIS. HORTALICAS E LEGUMES BENEFICIAMENTO DE ARROZ FABRICACAO DE PRODUTOS DO ARROZ FABRICACAO DE AMIDOS E FECULAS DE VEGETAIS 45 . CRUSTACEOS E MOLUSCOS FABRICACAO DE CONSERVAS DE PEIXES. CHUMBO. CHUMBO. FERTILIZANTES E OUTROS PRODUTOS QUIMICOS EXTRAÇÃO DE SAL MARINHO EXTRAÇÃO DE SAL-GEMA REFINO E OUTROS TRATAMENTOS DO SAL EXTRACAO DE GEMAS (PEDRAS PRECIOSAS E SEMIPRECIOSAS) EXTRACAO DE GRAFITA EXTRACAO DE QUARTZO EXTRACAO DE AMIANTO EXTRACAO DE OUTROS ANTERIORMENTE MINERAIS NAO-METALICOS NAO ESPECIFICADOS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE PETROLEO E GAS NATURAL ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERIO DE FERRO ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERAIS METALICOS NAO-FERROSOS ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERAIS NAO-METALICOS MATADOURO .ABATE DE SUINOS SOB CONTRATO PRESERVACAO DE PEIXES. SINTERIZACAO E OUTROS BENEFICIAMENTOS DE MINERIO DE FERRO EXTRACAO DE MINERIO DE ALUMINIO BENEFICIAMENTO DE MINERIO DE ALUMINIO EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE MANGANÊS BENEFICIAMENTO DE MINERIO DE MANGANES EXTRACAO DE MINERIO DE METAIS PRECIOSOS BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE METAIS PRECIOSOS EXTRACAO DE MINERAIS RADIOATIVOS EXTRACAO DE MINERIOS DE NIOBIO E TITANIO EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE TUNGSTÊNIO EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE NÍQUEL EXTRACAO DE MINERIOS DE COBRE.0710302 0721901 0721902 0723501 0723502 0724301 0724302 0725100 0729401 0729402 0729403 0729404 0729405 0810001 0810002 0810003 0810004 0810005 0810006 0810007 0810008 0810009 0810010 0810099 0891600 0892401 0892402 0892403 0893200 0899101 0899102 0899103 0899199 0910600 0990401 0990402 0990403 1011205 1012104 1020101 1020102 1032501 1032599 1033301 1061901 1061902 1065101 PELOTIZACAO.EXCETO ABATE DE SUINOS MATADOURO . CASCALHO OU PEDREGULHO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE ARGILA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE SAIBRO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE BASALTO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO BENEFICIAMENTO DE GESSO E CAULIM ASSOCIADO À EXTRAÇÃO EXTRACAO E BRITAMENTO DE PEDRAS E OUTROS MATERIAIS PARA CONSTRUCAO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE MINERAIS PARA FABRICACAO DE ADUBOS.ABATE DE RESES SOB CONTRATO . ZINCO E OUTROS MINERAIS METALICOS NAO-FERROSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE EXTRACAO DE ARDOSIA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE GRANITO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE MARMORE E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE CALCARIO E DOLOMITA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE GESSO E CAULIM EXTRACAO DE AREIA. ZINCO E OUTROS MINERAIS METALICOS NAO-FERROSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE BENEFICIAMENTO DE MINERIOS DE COBRE.

ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VESTUARIO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TAPECARIA FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CORDOARIA FABRICACAO DE TECIDOS ESPECIAIS. BOLSAS E SEMELHANTES DE QUALQUER MATERIAL FABRICACAO DE ARTEFATOS DE COURO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE ACABAMENTO DE CALCADOS DE COURO SOB CONTRATO FABRICACAO DE TENIS DE QUALQUER MATERIAL FABRICACAO DE CALCADOS DE MATERIAL SINTETICO FABRICACAO DE CALCADOS DE MATERIAIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PARTES PARA CALCADOS. SOB MEDIDA. TECIDOS. SOB MEDIDA. DE PECAS DO VESTUARIO. PALHA. ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VESTUARIO ALVEJAMENTO. EXCETO MEIAS FABRICACAO DE ARTIGOS PARA VIAGEM. TINGIMENTO E TORCAO EM FIOS. DE QUALQUER MATERIAL SERRARIAS SEM DESDOBRAMENTO DE MADEIRA FABRICACAO DE CASAS DE MADEIRA PRE-FABRICADAS FABRICACAO DE ESQUADRIAS DE MADEIRA E DE PECAS DE MADEIRA PARA INSTALACOES INDUSTRIAIS E COMERCIAIS FABRICACAO DE OUTROS ARTIGOS DE CARPINTARIA PARA CONSTRUCAO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TANOARIA E DE EMBALAGENS DE MADEIRA FABRICACAO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE MADEIRA. INCLUSIVE ARTEFATOS FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS TEXTEIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE CONFECCAO DE ROUPAS INTIMAS FACCAO DE ROUPAS INTIMAS CONFECCAO. PRODUZIDOS EM MALHARIAS E TRICOTAGENS.) FABRICACAO DE ADOCANTES NATURAIS E ARTIFICIAIS FABRICACAO DE CHA MATE E OUTROS CHAS PRONTOS PARA CONSUMO FABRICACAO DE ANTERIORMENTE OUTRAS BEBIDAS NAO-ALCOOLICAS NAO ESPECIFICADAS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 ESTAMPARIA E TEXTURIZACAO EM FIOS. EXCETO MOVEIS 46 . MATE. EXCETO PARA SEGURANCA E PROTECAO FABRICACAO DE MEIAS FABRICACAO DE ARTIGOS DO VESTUARIO. TECIDOS. VIME E OUTROS MATERIAIS TRANCADOS. TECIDOS. EXCETO SOB MEDIDA CONFECCAO. ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VESTUARIO OUTROS SERVICOS DE ACABAMENTO EM FIOS. ETC. EXCETO MOVEIS FABRICACAO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE CORTICA. EXCETO ROUPAS INTIMAS CONFECCAO DE ROUPAS PROFISSIONAIS.1065102 1065103 1072401 1072402 1096100 1099601 1099602 1099603 1099604 1099605 1099606 1122402 1122499 1340501 1340502 1340599 1352900 1353700 1354500 1359600 1411801 1411802 1412602 1412603 1413401 1413402 1413403 1414200 1421500 1422300 1521100 1529700 1531902 1532700 1533500 1539400 1540800 1610202 1622601 1622602 1622699 1623400 1629301 1629302 FABRICAÇÃO DE ÓLEO DE MILHO EM BRUTO FABRICAÇÃO DE ÓLEO DE MILHO REFINADO FABRICACAO DE ACUCAR DE CANA REFINADO FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR DE CEREAIS (DEXTROSE) E DE BETERRABA FABRICACAO DE ALIMENTOS E PRATOS PRONTOS FABRICACAO DE VINAGRES FABRICACAO DE POS ALIMENTICIOS FABRICACAO DE FERMENTOS E LEVEDURAS FABRICACAO DE GELO COMUM FABRICACAO DE PRODUTOS PARA INFUSAO (CHA. BAMBU. EXCETO ROUPAS INTIMAS FACCAO DE PECAS DO VESTUARIO. DE ROUPAS PROFISSIONAIS FACCAO DE ROUPAS PROFISSIONAIS FABRICACAO DE ACESSORIOS DO VESTUARIO.

ICMS 83/10.10.07. 1/10/2010 1/10/2010 1811301 IMPRESSAO DE JORNAIS 1/07/2011 (1/12/2010) (1/10/2010) CNAE 1811-3/02: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01.1710900 1742702 FABRICACAO DE CELULOSE E OUTRAS PASTAS PARA A FABRICACAO DE PAPEL FABRICACAO DE ABSORVENTES HIGIENICOS CNAE 1811-3/01: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01.11.10. ICMS 83/10. pelo Prot. ICMS 191/10. LOUCA.11. PAPEIS E OUTROS MATERIAIS E PRODUTOS QUIMICOS PARA FOTOGRAFIA FABRICACAO DE PREPARACOES FARMACEUTICAS REFORMA DE PNEUMATICOS USADOS FABRICACAO DE ARTIGOS DE VIDRO FABRICACAO DE ESTRUTURAS PRE-MOLDADAS DE CONCRETO ARMADO.12. EM SERIE E SOB ENCOMENDA FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CIMENTO PARA USO NA CONSTRUCAO FABRICACAO DE CASAS PRE-MOLDADAS DE CONCRETO BRITAMENTO DE PEDRAS. GRAVACAO. RESERVATORIOS METALICOS E CALDEIRAS PARA AQUECIMENTO CENTRAL 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 47 . VIDRO E CRISTAL PRODUCAO DE FERROLIGAS METALURGIA DOS METAIS PRECIOSOS PRODUCAO DE ZINCO EM FORMAS PRIMARIAS PRODUCAO DE LAMINADOS DE ZINCO PRODUCAO DE SOLDAS E ANODOS PARA GALVANOPLASTIA FABRICACAO DE ESTRUTURAS METALICAS FABRICACAO DE OBRAS DE CALDEIRARIA PESADA FABRICACAO DE TANQUES. EXCETO ASSOCIADO A EXTRACAO APARELHAMENTO DE PLACAS E EXECUCAO DE TRABALHOS EM MARMORE. LAPIDACAO.12. pelo Prot. ARDOSIA E OUTRAS PEDRAS DECORACAO. Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01.07. pelo Prot. EXCETO ASSOCIADO A EXTRACAO APARELHAMENTO DE PEDRAS PARA CONSTRUCAO. Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. VITRIFICACAO E OUTROS TRABALHOS EM CERAMICA. 1811302 IMPRESSAO DE LIVROS. pelo Prot. GRANITO. REVISTAS E OUTRAS PUBLICACOES PERIODICAS 1/07/2011 (1/12/2010) (1/10/2010) 1812100 1813001 1822900 1830003 2011800 2012600 2014200 2033900 2052500 2092401 2092402 2092403 2099101 2123800 2212900 2319200 2330301 2330302 2330304 2391501 2391502 2391503 2399101 2412100 2442300 2449101 2449102 2449103 2511000 2513600 2521700 IMPRESSAO DE MATERIAL DE SEGURANCA IMPRESSAO DE MATERIAL PARA USO PUBLICITARIO SERVICOS DE ACABAMENTOS GRAFICOS REPRODUCAO DE SOFTWARE EM QUALQUER SUPORTE FABRICACAO DE CLORO E ALCALIS FABRICACAO DE INTERMEDIARIOS PARA FERTILIZANTES FABRICACAO DE GASES INDUSTRIAIS FABRICACAO DE ELASTOMEROS FABRICACAO DE DESINFESTANTES DOMISSANITARIOS FABRICACAO DE POLVORAS. ICMS 191/10. EXPLOSIVOS E DETONANTES FABRICACAO DE ARTIGOS PIROTECNICOS FABRICAÇÃO DE FÓSFOROS DE SEGURANÇA FABRICACAO DE CHAPAS. FILMES.

PECAS E ACESSORIOS. CONTATOS E OUTROS ARTIGOS DE CARVAO E GRAFITA PARA USO ELETRICO. CALCULAR E OUTROS EQUIPAMENTOS NAO-ELETRONICOS PARA ESCRITORIO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A INDUSTRIA TEXTIL. EXCETO ESQUADRIAS FABRICACAO DE EQUIPAMENTO BELICO PESADO. EXCETO TRATORES FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DE ALIMENTOS. PECAS E ACESSORIOS RECONDICIONAMENTO AUTOMOTORES E RECUPERACAO DE MOTORES PARA VEICULOS CONSTRUCAO DE EMBARCACOES DE GRANDE PORTE CONSTRUCAO DE EMBARCACOES PARA USO COMERCIAL E PARA USOS ESPECIAIS. PECAS E ACESSORIOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO PARA USO INDUSTRIAL FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA SANEAMENTO BASICO E AMBIENTAL. ELETROIMAS E ISOLADORES FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS PARA SINALIZACAO E ALARME FABRICACAO DE COMPRESSORES PARA USO INDUSTRIAL. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E APARELHOS DE REFRIGERACAO E VENTILACAO PARA USO INDUSTRIAL E COMERCIAL. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS PARA IRRIGACAO AGRICOLA. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS DE ESCREVER. EXCETO NA EXTRACAO DE PETROLEO FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA TERRAPLENAGEM. EXCETO PARA AQUECIMENTO CENTRAL E PARA VEICULOS PRODUCAO DE FORJADOS DE ACO PRODUCAO DE FORJADOS DE METAIS NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS FABRICACAO DE ARTIGOS DE CUTELARIA FABRICACAO DE ARTIGOS DE SERRALHERIA. DO COURO E DE CALCADOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ESTUFAS E FORNOS ELETRICOS PARA FINS INDUSTRIAIS. EQUIPAMENTOS E APARELHOS PARA TRANSPORTE E ELEVACAO DE PESSOAS. PECAS E ACESSORIOS RECONDICIONAMENTO AUTOMOTORES DE BATERIAS E ACUMULADORES PARA VEICULOS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 FABRICACAO DE LUMINARIAS E OUTROS EQUIPAMENTOS DE ILUMINACAO FABRICACAO DE APARELHOS ELETRICOS DE USO PESSOAL. EXCETO VEICULOS MILITARES DE COMBATE FABRICACAO DE ARMAS DE FOGO E MUNICOES SERVICOS DE CONFECCAO DE ARMACOES METALICAS PARA A CONSTRUCAO FABRICACAO DE GERADORES DE CORRENTE CONTINUA E ALTERNADA. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ELETRODOS. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A PROSPECCAO E EXTRACAO DE PETROLEO.2522500 2531401 2531402 2541100 2542000 2550101 2550102 2599301 2710401 2722802 2740602 2759701 2790201 2790202 2814301 2821602 2822401 2823200 2824101 2825900 2829101 2832100 2851800 2852600 2854200 2862300 2863100 2864000 2865800 2866600 2950600 3011301 3011302 3012100 FABRICACAO DE CALDEIRAS GERADORAS DE VAPOR. EXCETO DE GRANDE PORTE CONSTRUCAO DE EMBARCACOES PARA ESPORTE E LAZER 48 . PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A INDUSTRIA DO PLASTICO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO NA EXTRACAO MINERAL. PAVIMENTACAO E CONSTRUCAO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DO VESTUARIO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS. PAPEL E PAPELAO E ARTEFATOS. BEBIDAS E FUMO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DE CELULOSE.

MOVEIS E ARTIGOS DE USO DOMESTICO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE TEXTEIS. ODONTOLOGICO E DE LABORATORIO FABRICACAO DE MOBILIARIO PARA USO MEDICO. VAGOES E OUTROS MATERIAIS RODANTES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA VEICULOS FERROVIARIOS FABRICACAO DE AERONAVES FABRICACAO DE TURBINAS. CIRURGICO. CALCADOS E ARTIGOS DE VIAGEM 49 . LETREIROS E PLACAS DE QUALQUER MATERIAL. VESTUARIO. EXCETO SOB ENCOMENDA SERVICOS DE PROTESE DENTARIA FABRICACAO DE ARTIGOS OPTICOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TECIDO NAO TECIDO PARA USO ODONTO-MEDICOHOSPITALAR FABRICACAO DE ESCOVAS.3031800 3032600 3041500 3042300 3050400 3099700 3103900 3104700 3211601 3211603 3212400 3220500 3230200 3240001 3240002 3240003 3250701 3250702 3250703 3250704 3250706 3250707 3250708 3291400 3292201 3292202 3299001 3299003 3299004 3299005 3831901 3831999 3832700 3839401 3839499 4611700 4613300 4615000 4616800 FABRICACAO DE LOCOMOTIVAS. PINCEIS E VASSOURAS FABRICACAO DE ROUPAS DE PROTECAO E SEGURANCA E RESISTENTES A FOGO FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS E ACESSORIOS PARA SEGURANCA PESSOAL E PROFISSIONAL FABRICAÇÃO DE GUARDA-CHUVAS E SIMILARES FABRICACAO DE LETRAS. ODONTOLOGICO E DE LABORATORIO FABRICACAO DE APARELHOS E UTENSILIOS PARA CORRECAO DE DEFEITOS FISICOS E APARELHOS ORTOPEDICOS EM GERAL SOB ENCOMENDA FABRICACAO DE APARELHOS E UTENSILIOS PARA CORRECAO DE DEFEITOS FISICOS E APARELHOS ORTOPEDICOS EM GERAL. MOTORES E OUTROS COMPONENTES E PECAS PARA AERONAVES FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS MILITARES DE COMBATE FABRICACAO DE ANTERIORMENTE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE NAO ESPECIFICADOS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 FABRICACAO DE MOVEIS DE OUTROS MATERIAIS. MATERIAL DE CONSTRUCAO E FERRAGENS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE ELETRODOMESTICOS. DE SINUCA E ACESSORIOS ASSOCIADA A LOCACAO FABRICACAO DE INSTRUMENTOS NAO-ELETRONICOS E UTENSILIOS PARA USO MEDICO. EXCETO MADEIRA E METAL FABRICACAO DE COLCHOES LAPIDACAO DE GEMAS CUNHAGEM DE MOEDAS E MEDALHAS FABRICACAO DE BIJUTERIAS E ARTEFATOS SEMELHANTES FABRICACAO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS. CIRURGICO. PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ARTEFATOS PARA PESCA E ESPORTE FABRICACAO DE JOGOS ELETRONICOS FABRICACAO DE MESAS DE BILHAR. EXCETO LUMINOSOS FABRICACAO DE PAINEIS E LETREIROS LUMINOSOS FABRICACAO DE AVIAMENTOS PARA COSTURA RECUPERACAO DE SUCATAS DE ALUMINIO RECUPERACAO DE MATERIAIS METALICOS. EXCETO ALUMINIO RECUPERACAO DE MATERIAIS PLASTICOS USINAS DE COMPOSTAGEM RECUPERACAO DE MATERIAIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS E ANIMAIS VIVOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MADEIRA. DE SINUCA E ACESSORIOS NAO ASSOCIADA A LOCACAO FABRICACAO DE MESAS DE BILHAR.

ICMS 191/10. COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO COMERCIO ATACADISTA DE JOIAS. ICMS 83/10. pelo Prot.10. EXCETO PROFISSIONAIS E DE SEGURANCA COMERCIO ATACADISTA DE ROUPAS E ACESSORIOS PARA USO PROFISSIONAL E DE SEGURANCA DO TRABALHO COMERCIO ATACADISTA DE CALCADOS COMERCIO ATACADISTA DE BOLSAS. REVISTAS E OUTRAS PUBLICACOES 1/07/2011 (1/12/2010) (1/10/2010) CNAE 4618-4/99: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01.07. MESA E BANHO COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE ARMARINHO COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DO VESTUARIO E ACESSORIOS. Redação original: 4618499 OUTROS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO ESPECIALIZADO EM PRODUTOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/07/2011 (1/10/2010) 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 4622200 4623101 4623102 4623103 4623105 4623106 4623107 4623108 4623199 4633803 4641901 4641902 4641903 4642701 4642702 4643501 4643502 4644302 4645102 4645103 4649403 4649404 4649405 4649406 4649409 4649410 4665600 COMERCIO ATACADISTA DE SOJA COMERCIO ATACADISTA DE ANIMAIS VIVOS COMERCIO ATACADISTA DE COUROS. LUMINARIAS E ABAJURES COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE. pelo Prot. INCLUSIVE PEDRAS PRECIOSAS E SEMIPRECIOSAS LAPIDADAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO COMERCIAL. LIMPEZA E CONSERVACAO DOMICILIAR. FLORES. PARTES E PECAS 50 . REVISTAS E OUTRAS PUBLICAÇÕES.11. PLANTAS E GRAMAS COMERCIO ATACADISTA DE SISAL COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE COMÉRCIO ATACADISTA DE COELHOS E OUTROS PEQUENOS ANIMAIS VIVOS PARA ALIMENTAÇÃO COMERCIO ATACADISTA DE TECIDOS COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE CAMA. RELOGIOS E BIJUTERIAS. PERSIANAS E CORTINAS COMERCIO ATACADISTA DE LUSTRES. TRICICLOS E OUTROS VEICULOS COMERCIO ATACADISTA DE MOVEIS E ARTIGOS DE COLCHOARIA COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE TAPECARIA.12. ICMS 191/10. 1/10/2010 1/10/2010 4618403 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE JORNAIS. Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. 4618499 OUTROS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE JORNAIS. LAS.4618401 4618402 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MEDICAMENTOS.07. PELES E OUTROS SUBPRODUTOS NAOCOMESTIVEIS DE ORIGEM ANIMAL COMERCIO ATACADISTA DE ALGODAO COMERCIO ATACADISTA DE CACAU COMERCIO ATACADISTA DE SEMENTES. pelo Prot.11. COSMETICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS ODONTO-MEDICO-HOSPITALARES CNAE 4618-4/03: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. MALAS E ARTIGOS DE VIAGEM COMERCIO ATACADISTA DE MEDICAMENTOS E DROGAS DE USO VETERINARIO COMERCIO ATACADISTA DE PROTESES E ARTIGOS DE ORTOPEDIA COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ODONTOLOGICOS COMERCIO ATACADISTA DE RECREATIVOS BICICLETAS.

pelo Prot.11. EXCETO ALCOOL CARBURANTE COMERCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRICOLAS.03.03. pelo Prot.10.07. Exceto Armazéns Gerais e Guarda-Móveis Serviços de apoio ao transporte por táxi. pelo Prot.06.4669901 4671100 4679602 4679604 4681803 4683400 4684201 4686902 4687701 4687702 4689301 4689302 4692300 COMERCIO ATACADISTA DE BOMBAS E COMPRESSORES.07. ICMS 82/10. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6110-8/02 Serviços de redes de transporte de telecomunicações – SRTT CNAE 6110-8/03: Prorrogado o prazo para 01. COM PREDOMINANCIA DE INSUMOS AGROPECUARIOS Códigos acrescidos pelo Prot.11. efeitos a partir de 16. 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 3511-5/00 3513-1/00 3514-0/00 3512-3/00 5211-7/01 5211-7/99 5229-0/01 Geração de Energia Elétrica Comércio Atacadista de Energia Elétrica Distribuição de Energia Elétrica Transmissão de Energia Elétrica Armazéns Gerais .11. ICMS 191/10 01/07/2011 (01/12/2010) 5310-5/02 6010-1/00 6021-7/00 6022-5/01 6022-5/02 Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio Nacional Atividades de rádio Atividades de televisão aberta Programadoras Atividades relacionadas à televisão por assinatura. pelo Prot.11. pelo Prot. ICMS 194/10 01/07/2011 (01/12/2010) 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 6110-8/01 Serviços de telefonia fixa comutada – STFC CNAE 6110-8/02: Prorrogado o prazo para 01. exceto programadoras CNAE 6110-8/01: Prorrogado o prazo para 01.Emissão de Warrant Depósitos de Mercadorias para Terceiros. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6110-8/03 Serviços de comunicação multimídia – SCM CNAE 6110-8/99: Prorrogado o prazo para 01. EXCETO COMBUSTIVEIS COMERCIO ATACADISTA DE FIOS E FIBRAS TEXTEIS BENEFICIADOS COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL. ICMS 191/10 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 5310-5/01 Atividades do Correio Nacional CNAE 5310-5/02: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01.11.03. pelo Prot.11. inclusive centrais de chamada CNAE 5310-5/01: Prorrogado o prazo de obrigatoriedade para 01. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6110-8/99 Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente 01/03/2011 (01/12/2010) 51 . ADUBOS.03. EXCETO DE PAPEL E PAPELAO COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DA EXTRACAO MINERAL. PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE MADEIRA E PRODUTOS DERIVADOS COMERCIO ATACADISTA DE MARMORES E GRANITOS COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO DE MATERIAIS DE CONSTRUCAO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS DE ORIGEM VEGETAL. FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO COMERCIO ATACADISTA DE RESINAS E ELASTOMEROS COMERCIO ATACADISTA DE EMBALAGENS COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS DE PAPEL E PAPELAO COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS E SUCATAS NAO-METALICOS.

11.657. R E S O L V E: Art.03.11. o Protocolo ICMS 42. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6143-4/00 Operadoras de televisão por assinatura por satélite CNAE 6190-6/01: Prorrogado o prazo para 01. provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet Portais. e tendo em vista o Ajuste SINIEF 7/05. 1.CNAE descritos no Anexo Único. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6130-2/00 Telecomunicações por satélite CNAE 6141-8/00: Prorrogado o prazo para 01.03.03.03.03. de 26 de dezembro de 1996.11. pelo Prot. ICMS 194/10 6120-5/01 Telefonia móvel celular CNAE 6120-5/02: Prorrogado o prazo para 01.03.º 266 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05. provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet Agências de notícias Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente Agências de publicidade Agenciamento de espaços para publicidade. pelo Prot. pelo Prot. 52 .11. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6120-5/99 Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente CNAE 6130-2/00: Prorrogado o prazo para 01.952/2009. a partir da data indicada no referido anexo. pelo Prot. pelo Prot. pelo Prot. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 48 da Lei nº 2.11.11.º Ficam obrigados à utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6190-6/99 6311-9/00 6319-4/00 6391-7/00 6399-2/00 7311-4/00 7312-2/00 7319-0/99 8020-0/00 Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente Tratamento de dados. O SECRETÁRIO DE ESTADO DE FAZENDA.03.11. pelo Prot. de 30 de dezembro de 2005.11. exceto em veículos de comunicação Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente Atividades de monitoramento de sistemas de segurança 01/03/2011 (01/12/2010) 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 RESOLUÇÃO SEFAZ N.11.03.03. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6142-6/00 Operadoras de televisão por assinatura por microondas CNAE 6143-4/00: Prorrogado o prazo para 01. os contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas . ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6141-8/00 Operadoras de televisão por assinatura por cabo CNAE 6142-6/00: Prorrogado o prazo para 01. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6190-6/01 Provedores de acesso às redes de comunicações CNAE 6190-6/02: Prorrogado o prazo para 01. pelo Prot. pelo Prot. e dá outras providências. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6190-6/02 Provedores de voz sobre protocolo internet – VOIP CNAE 6190-6/99: Prorrogado o prazo para 01.03.11. pelo Prot. de 3 de julho de 2009. ICMS 194/10 01/03/2011 (01/12/2010) 6120-5/02 Serviço móvel especializado – SME CNAE 6120-5/99: Prorrogado o prazo para 01.CNAE 6120-5/01: Prorrogado o prazo para 01. e o que consta no Processo E-04/013.

202 .º O contribuinte deverá adotar a menor data especificada dentre as CNAE que possuir. deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte. § 4. nas operações com os seguintes CFOP: 6. desde que o documento fiscal relativo à efetiva entrada seja NF-e e referencie as respectivas Notas Fiscais modelo 1 ou 1-A emitidas no momento da coleta. ressalvadas as hipóteses de obrigatoriedade parcial da NF-e. exceto nos casos previstos na legislação estadual. inclusive empresa pública e sociedade de economia mista. § 6. § 5. III . ao fim do dia.º Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e. II e III. § 2.10.º. II – a hipótese do inciso II do “caput” não se aplica ao estabelecimento de contribuinte exclusivamente varejista. é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. (redação do inciso VI do § 8º do Art. inferior a R$ 360. observado o disposto no § 8º deste artigo. a partir de 1.NF-e. conforme o disposto nos incisos II e III do artigo 24 do Livro VI do Regulamento do ICMS.2010) VI . 1. revogada pela Resolução SEFAZ n. conforme conste ou. que estejam localizados neste Estado.REVOGADO (redação do inciso IV do § 8º do Art. acrescentada pela Resolução SEFAZ n.nas operações internas. II .º Será considerado inidôneo.§ 1. de 17 de novembro de 2000 (RICMS/00).427. o documento que for emitido ou recebido em desacordo com esta Resolução. ficando vedada a emissão de Nota Fiscal.º A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica . enquadrado nos códigos das CNAE 1111-9/01.º 337/2010 .Devolução de compra para comercialização 6. que tenha auferido receita bruta. em substituição a Nota Fiscal. vigente a partir de 21.destinadas à Administração Pública direta ou indireta. no exercício anterior. IV . seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas. as disposições do § 4. vigente a partir de 21. observado o disposto no § 2. vigente a partir de 21.º 337/2010 . deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros. do Distrito Federal e dos Municípios.2010) V – até 30 de junho de 2011.CADERJ. relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo. bem como os secundários. realizem operações: I . ainda que esta conste do Anexo Único desta Resolução. 1.º. junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no Cadastro Geral de Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro .com destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente. modelo 6.º. § 7.º Caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e: I – a obrigatoriedade expressa no “caput” ficará restrita às hipóteses de seus incisos I. os contribuintes que.º deste artigo não se aplicam ao estabelecimento do contribuinte que não esteja enquadrado em nenhum dos códigos da CNAE constantes da relação do Anexo Único.10.º Para fins do disposto neste artigo. II .de comércio exterior.201 . modelo 1 ou 1-A. 2. independentemente da atividade econômica exercida. inclusive catadores. desde que.º O contribuinte deverá inutilizar o estoque remanescente de formulários destinados a emitir Nota Fiscal. pelos mesmos.na entrada de sucata de metal. III . por exercer a atividade. § 3.º. prevista no caput deste artigo não se aplica: I . aprovado pelo Decreto nº 27.Devolução de compra para industrialização ou produção rural 6. modelo 55. para todos os efeitos fiscais. modelo 1 ou 1-A.º A obrigatoriedade aplica-se a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos neste artigo.º Caso o contribuinte exerça alguma atividade relacionada no Protocolo ICMS 10/2007 . para acobertar o trânsito de mercadoria.2010) Art. acrescentada pela Resolução SEFAZ n. devendo ser feita anotação no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO). 1111-9/02 ou 1112-7/00.00 (trezentos e sessenta mil reais).ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho. 1. está obrigado à emissão de NF-e desde a data estabelecida no Protocolo ICMS 10/2007 .º 337/2010 . em substituição à Nota Fiscal.Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural 53 . § 1.208 . desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e. até a data de início da obrigatoriedade de emissão de NF-e.º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e. com peso inferior a 200 kg (duzentos quilogramas). de qualquer dos Poderes da União. adquirida de particulares. dos Estados.nas operações realizadas fora do estabelecimento. em caso de operação de coleta em que o remetente esteja dispensado da emissão de documento fiscal. fazendo prova apenas em favor do Fisco.000.10. modelo 1 ou 1-A. § 8. modelo 55. modelo 1 ou 1-A.º de dezembro de 2010. (redação do inciso V do § 8º do Art.

º Os contribuintes não descritos no artigo 1º poderão requerer seu credenciamento voluntariamente. modelo 55.914 . II .410 .912 . Art.Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo 6. II . de 6 de setembro de 2005.º A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço 6.º Os contribuintes não enquadrados no artigo 1º desta Resolução e que estejam incluídos na relação. solicitar o pedido de alteração de uso.Remessa de amostra grátis 6.Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro.br .o requerimento descrito no inciso II deste parágrafo somente se aplica àqueles que não desejarem utilizar NF-e.Os contribuintes enquadrados exclusivamente no disposto do artigo 2º desta Resolução ficam desobrigados do previsto no caput deste artigo. manter.se não usuário de SEPD.915 .br.503 . 4.Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração 6. quando solicitado.gov.916 . em arquivo. 5.fazenda.promover a atualização dos seus dados cadastrais. Parágrafo único . com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou do software disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ) no seguinte endereço eletrônico: http://nfe.Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização 6. recebido para uso no estabelecimento 6.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização 6.º Os contribuintes enquadrados no artigo 1º desta Resolução e que não estejam incluídos na relação. de 28 de junho de 1995. devendo observar o seguinte: I . podendo alternativamente.requerer o seu descredenciamento na repartição fiscal que esteja vinculado.Remessa de mercadoria ou bem para demonstração 6.411 .911 .Remessa de vasilhame ou sacaria 6.Devolução de compra de material de uso ou consumo 6.913 . 2. os respectivos DANFE. e na Resolução SER n° 205. deverão: I .661 .º deste artigo fica desobrigado de manter em arquivo digital as NF-e.555 . de ofício. § 1.903 . e III . § 2. para emissão da NF-e. deverão: I .requerer o seu credenciamento.rj.Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado 6. que atestará esta condição.Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo 6.413 .Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial 6.promover a atualização dos seus dados cadastrais. e II . com protocolo de segurança ou criptografia.rj.fazenda.º A relação contendo os contribuintes credenciados para utilização das NF-e e a data a partir da qual poderão emiti-las constará no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe.Devolução de bem do ativo imobilizado.920 .6.553 .º O contribuinte que esteja enquadrado no inciso I do § 1.Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 6.Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo. § 4.º 337/2010 .Devolução de vasilhame ou sacaria § 2.Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira 6.Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo 6. (redação do Art.º. Art.º Os contribuintes que utilizarem a NF-e ficam obrigados ao uso do Sistema Eletrônico de Processamento de Dados (SEPD) previsto no Convênio ICMS 57/95. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 6. 3.209 . solicitar o pedido de uso. § 3.412 .2010) Art.556 .210 . devendo ser apresentados à fiscalização.se usuário de SEPD. por ato expedido pelo Subsecretário-Adjunto de Fiscalização.910 . em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 6. vigente a partir de 21.Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 6.Remessa em bonificação.921 .Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação 6. alterada pela Resolução SEFAZ n.gov.918 .º Os contribuintes enquadrados no artigo 1º desta Resolução serão credenciados.10. 54 . doação ou brinde 6.

gov.º 118/08.º O credenciamento efetuado nos termos desta Resolução poderá ser alterado.da Secretaria da Receita Federal do Brasil: www. o estabelecimento credenciado a utilizar NF-e deverá emiti-la.º do artigo 1.a proibição da utilização do formulário adquirido com a dispensa dos requisitos previstos no inciso I deste artigo em outra destinação. Art.Art.Documento Auxiliar (FS-DA) usado para a impressão do Documento Auxiliar da NF-e (DANFE).MEI.A NF-e com Autorização de Uso no ambiente de teste não tem validade jurídica e não substitui a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.AIDF. serão observadas: I . (redação do Art. poderá ser feita consulta a NF-e. contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. que utilizem ou não o software disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda.rj. poderão efetuar testes mediante o preenchimento do formulário "SOLICITAÇÃO DE ACESSO AO AMBIENTE DE TESTES" disponível no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe.fazenda.br. a qualquer tempo. bem como a resolver os casos omissos. § 1.10. solicitar novo credenciamento desde que sanadas as causas que determinaram o seu descredenciamento.º 337/2010 .br . acrescentada pela Resolução SEFAZ n. se for o caso. 14. (redação do Art.º O contribuinte a que se refere o § 1º deste artigo deverá. Os requerimentos referidos nos artigos 8º e 10 desta Resolução deverão conter assinatura digital.nfe. Art. Fica o Subsecretário-Adjunto de Fiscalização autorizado a baixar os atos que se fizerem necessários para aplicação do disposto nesta Resolução. 17.br . 8. preferencialmente. (redação do do Art.2010) Art. acrescentada pela Resolução SEFAZ n.º. Art. Parágrafo único .fazenda. Art. O disposto nesta Resolução não se aplica ao Microempreendedor Individual .fazenda. 16. 15. pelo Subsecretário-Adjunto de Fiscalização. Art. § 1. § 2.º 123/06. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. 7. 15.ICPBrasil.rj.º 337/2010 .º A NF-e com Autorização de Uso no ambiente de produção tem validade jurídica e substitui a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. II . Parágrafo único . 12.a dispensa da exigência de: a) Autorização para Impressão de Documentos Fiscais . vigente a partir de 21.gov.10. mediante informação de sua chave de acesso.2010) Art. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.º 337/2010 .da SEFAZ: http://nfe. 16.rj. 14. renumerados pela Resolução SEFAZ n. Art. e b) regime especial.fazenda. vigente a partir de 21. sem prejuízo do disposto no § 3. cassado ou revogado.º Até a data em que esteja obrigado a emitir NF-e.Os formulários de segurança de que trata este artigo deverão atender às demais disposições previstas na legislação tributária.º No caso do estabelecimento não estar na condição de habilitado este será imediatamente descredenciado.º O credenciamento voluntário deverá ser feito por meio do formulário "SOLICITAÇÃO DE CREDENCIAMENTO" disponível no seguinte endereço eletrônico da SEFAZ: http://nfe. § 2. 11. 9. vigente a partir de 21.gov. 10.br . 13. em substituição à Nota Fiscal.2010) Art. certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .º Somente será credenciado o estabelecimento que esteja com sua situação cadastral de habilitado. 55 . sem qualquer outra formalidade. Relativamente ao Formulário de Segurança .gov.10. Art. no interesse da Administração Tributária. As disposições desta Resolução. 6. se aplicam também aos contribuintes já obrigados à emissão da NF-e nos termos da Resolução SEFAZ n.º O credenciamento é a permissão para que o estabelecimento utilize o ambiente de PRODUÇÃO. Art. modelo 1 ou 1-A. e II . Os contribuintes credenciados ou não. nos seguintes endereços eletrônicos: I . na Internet. de que trata o artigo 18A da Lei Complementar Federal n.

inclusive centrais de chamada Atividades do correio nacional Atividades de franqueadas e permissionárias do correio nacional Atividades de radio Atividades de televisão aberta Programadoras Atividades relacionadas a televisão por assinatura. 17.2010) Rio de Janeiro. revistas e outras publicações periódicas Representantes comerciais e agentes do comercio de jornais. renumerados pela Resolução SEFAZ n.10. exceto programadoras Serviços de telefonia fixa comutada STFC Serviços de redes de transporte de telecomunicações SRTT Serviços de comunicação multimídia SCM Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente Telefonia móvel celular Serviço móvel especializado SME Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente Telecomunicações por satélite Operadoras de televisão por assinatura por cabo Operadoras de televisão por assinatura por microondas Operadoras de televisão por assinatura por satélite Provedores de acesso as redes de comunicações Provedores de voz sobre protocolo internet VOIP Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente Tratamento de dados.(redação do do Art.º 337/2010 . JOAQUIM VIEIRA FERREIRA LEVY Secretário de Estado de Fazenda Anexo I a que se refere o inciso I do artigo 5º desta Resolução CNAE Descrição da CNAE Início da obrigatoriedade 01/07/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 4646001 4647802 1811301 1811302 4618403 Comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria Comércio atacadista de livros. revistas e outras publicações Anexo II a que se refere o inciso II do artigo 5º desta Resolução Descrição da CNAE Geração de energia elétrica Comercio atacadista de energia elétrica Distribuição de energia elétrica Transmissão de energia elétrica Armazéns gerais emissão de warrant Depósitos de mercadorias para terceiros. exceto armazéns gerais e guarda móveis Serviços de apoio ao transporte por taxi. vigente a partir de 21. provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet Agencias de noticias Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente CNAE 3511500 3513100 3514000 3512300 5211701 5211799 5299001 5310501 5310502 6010100 6021700 6022501 6022502 6110801 6110802 6110803 6110899 6120501 6120502 6120599 6130200 6141800 6142600 6143400 6190601 6190602 6190699 6311900 6319400 6391700 6399200 Início da obrigatoriedade 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 56 . 23 de dezembro de 2009. provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet Portais. jornais e outras publicações Impressão de jornais Impressão de livros.

exceto em veículos de comunicação Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente Atividades de monitoramento de sistemas de segurança 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 PROTOCOLO ICMS 82. de 3 de julho de 2009. neste ato representado pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita. Goiás. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira O Anexo Único do Protocolo ICMS 42. Mato Grosso.10 Altera o Anexo Único do Protocolo ICMS 42/09 que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal. Rio Grande do Norte. Mato Grosso do Sul.SME Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente Telecomunicações por satélite Operadoras de televisão por assinatura por cabo Operadoras de televisão por assinatura por microondas Operadoras de televisão por assinatura por satélite Provedores de acesso às redes de comunicações Provedores de voz sobre protocolo internet . Pará. de 30 de setembro de 2005.Emissão de Warrant Depósitos de Mercadorias para Terceiros.06. Minas Gerais. Roraima. Pernambuco. Paraná. provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet 57 . Sergipe. de 25 de outubro de 1966. provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet Portais.7311400 7312200 7319099 8020000 Agencias de publicidade Agenciamento de espaços para publicidade. Santa Catarina. Maranhão.STFC Serviços de redes de transporte de telecomunicações . modelo 1 ou 1-A.SRTT Serviços de comunicação multimídia . fica acrescido dos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicos – CNAE: “ANEXO ÚNICO CNAE 3511-5/00 3513-1/00 3514-0/00 3512-3/00 5211-7/01 5211-7/99 5229-0/01 5310-5/01 5310-5/02 6010-1/00 6021-7/00 6022-5/01 6022-5/02 6110-8/01 6110-8/02 6110-8/03 6110-8/99 6120-5/01 6120-5/02 6120-5/99 6130-2/00 6141-8/00 6142-6/00 6143-4/00 6190-6/01 6190-6/02 6190-6/99 6311-9/00 6319-4/00 Descrição CNAE Geração de Energia Elétrica Comércio Atacadista de Energia Elétrica Distribuição de Energia Elétrica Início da obrigatoriedade 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 Transmissão de Energia Elétrica Armazéns Gerais . Piauí. São Paulo. e no § 2º da Cláusula Primeira do Ajuste SINIEF 07/05. Bahia. DE 26 DE MARÇO DE 2010 • Publicado no DOU de 16. inclusive centrais de chamada Atividades do Correio Nacional Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio Nacional Atividades de rádio Atividades de televisão aberta Programadoras Atividades relacionadas à televisão por assinatura. Tocantins e Distrito Federal. Ceará. considerando o disposto nos arts. Lei nº 5. Paraíba.VOIP Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente Tratamento de dados. Espírito Santo. Alagoas. 102 e 199 do Código Tributário Nacional.SCM Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente Telefonia móvel celular Serviço móvel especializado . Amapá. Rio de Janeiro. Os Estados do Acre. Exceto Armazéns Gerais e GuardaMóveis Serviços de apoio ao transporte por táxi. exceto programadoras Serviços de telefonia fixa comutada . Amazonas. pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. Rondônia. Rio Grande do Sul.172.

para os contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas a seguir indicados: I – 1811-3/01 . Rondônia. DE 25 DE JULHO DE 2010 • Publicado no DOU de 28. Amapá. Piauí. considerando o disposto nos arts. Rio de Janeiro. Maranhão. III – 4618-4/03 . prevista no Protocolo ICMS 42/09. Rondônia. Goiás. de 13 de setembro de 1996. Pará.Impressão de livros. Os Estados do Acre. Pernambuco. passa a vigorar com a seguinte redação: “Cláusula segunda Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e. II .1811-3/02 . realizem operações: 58 . independentemente da atividade econômica exercida. modelo 55. os contribuintes que. de 3 de julho de 2009.06. no art. Rio Grande do Sul. Bahia. Amapá. IV .Representantes comerciais e agentes do comercio de jornais. considerando o disposto nos arts. PROTOCOLO ICMS 83. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07. Mato Grosso do Sul. Santa Catarina. Tocantins e Distrito Federal. Amazonas. São Paulo.172. Roraima. Receita ou Tributação. Goiás. de 25 de outubro de 1966. Ceará. PROTOCOLO ICMS 85. a partir de 1º de dezembro de 2010.10 Altera o Protocolos ICMS 42/09.07. Sergipe. pelo critério de CNAE. Rio de Janeiro. revistas e outras publicações periódicas. Santa Catarina. Alagoas. 102 e 199 do Código Tributário Nacional . Mato Grosso. Mato Grosso. Finanças ou Tributação. Rio Grande do Norte. Rio Grande do Sul. 102 e 199 do Código Tributário Nacional. Paraíba. Amazonas. Alagoas. Piauí.Lei nº 5.”. modelo 1 ou 1-A. Paraíba. Bahia. Roraima. Maranhão. resolvem celebrar o seguinte P R O T O C O L O Cláusula primeira Fica prorrogado para 1º de dezembro de 2010 o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica .Comércio atacadista de livros. Minas Gerais. revistas e outras publicações e. Ceará. prevista no Protocolo ICMS 42/09. de 30 de setembro de 2005. jornais e outras publicações. Minas Gerais. neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda. Lei nº 5. exceto em veículos de comunicação Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente Atividades de monitoramento de sistemas de segurança 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 01/12/2010 .NF-e. Espírito Santo. Pernambuco. de 25 de outubro de 1966. Espírito Santo.6391-7/00 6399-2/00 7311-4/00 7312-2/00 7319-0/99 8020-0/00 Agências de notícias Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente Agências de publicidade Agenciamento de espaços para publicidade. 9º da Lei Complementar nº 87. Pará. DE 9 DE JULHO DE 2010 • Publicado no DOU de 14.172. São Paulo. Paraná. Mato Grosso do Sul. Rio Grande do Norte.NF-e. modelo 55. de 3 de julho de 2009. Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal. Os Estados de Acre. que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. Cláusula segunda Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.10 Prorroga o início da vigência da obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica . Cláusula segunda Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.4647-8/02 . resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira A cláusula segunda do Protocolo ICMS 42.Impressão de jornais. neste ato representados pelos Secretários de Fazenda. em substituição à Nota Fiscal. Paraná.

6. ou . observado o disposto no § 3º. RESOLUÇÃO SEFAZ N. 6. 6. Vendas para o Governo). e . CONSIDERANDO: . II – a hipótese do inciso II do “caput” não se aplica ao estabelecimento de contribuinte exclusivamente varejista. 6. . desde que o documento fiscal relativo à efetiva entrada seja NF-e e referencie as respectivas notas fiscais modelo 1 ou 1-A. para acobertar o trânsito de mercadoria. Nova Friburgo. passarão a emitir NF-e apenas para as operações definidas nos incisos I. em formulário pré-impresso.destinadas à Administração Pública direta ou indireta. nas operações com CFOP 6.915. produzindo efeitos a partir de 1º de agosto de 2010. Operações Interestaduais. dos Estados. Caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e: I – a obrigatoriedade expressa no “caput” ficará restrita às hipóteses de seus incisos I.º Na hipótese de impossibilidade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) nos termos da legislação vigente.nas operações internas. de 09/07/2010. Petrópolis. 6. com a seguinte redação: “IV .202. Por força desse Protocolo ICMS 85. V . Cláusula terceira Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. e outros com nenhuma CNAE nesta relação. poderá ser dispensado da obrigatoriedade.920. . em caso de operação de coleta em que o remetente esteja dispensado da emissão de documento fiscal.918. São José do Vale do Rio Preto.209.Trata da isenção da expedição do documento fiscal eletrônico nas operações de coleta de mercadorias em que o emitente esteja dispensado da emissão do modelo 1. II e III (Exportação/Importação. a critério da Receita Estadual.555.de comércio exterior.556. 6. São José do Vale do Rio Preto. 6. Se apenas um estabelecimento da empresa tiver uma CNAE relacionada. 6. a Nota Fiscal. 6. então todos os estabelecimentos estão alcançados pela obrigatoriedade. 6.com destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente. 6. 6.553.921. de qualquer dos Poderes da União. 6. que altera o Protocolo ICMS 42/09. observadas as demais condições fixadas neste ato. 6.912.a necessidade de disciplinar a emissão de Nota Fiscal Eletrônica diante das dificuldades encontradas por diversos contribuintes da região afetada. 6. III . do Distrito Federal e dos Municípios.O procedimento de que trata o caput deste artigo somente se aplica: 59 . .a critério de cada unidade federada. conforme CFOP descritos. inclusive empresa pública e sociedade de economia mista. restou esclarecido o entendimento de que: . Parágrafo único. Bom Jardim. Sumidouro e Teresópolis. 6. O SECRETÁRIO DE ESTADO DE FAZENDA. 6.Pacifica o entendimento acerca do alcance da obrigatoriedade com relação às empresas que possuem um ou mais estabelecimentos com CNAES relacionadas no Anexo Único do Protocolo 42. 6. tendo em vista o que consta no processo n.916. Sumidouro e Teresópolis em razão das intensas chuvas e deslizamentos ocorridos no mês de janeiro. 5. ao estabelecimento do contribuinte que não esteja enquadrado em nenhum dos códigos da CNAE constantes da relação do Anexo Único. Nova Friburgo.Os contribuintes varejistas não precisarão emitir NF-e para alguns casos de devoluções interestaduais. a critério de cada UF: .º 372 DE 28 DE JANEIRO DE 2011 Estabelece procedimentos relacionados à Emissão da Nota Fiscal Eletrônica em situação de emergência nas hipóteses que menciona. II .”.411.413. II e III. todos localizados nos Municípios de Areal.661.913. 6. exclusivamente nas operações internas. poderá emitir.910. 6.º E-04/001.I . 6. Desta forma. Petrópolis. RESOLVE: Art. 1.201.º desta Resolução. Bom Jardim. Parágrafo Único .911.503.410. modelo 1 ou 1-A. 6. no uso de suas atribuições e. então este estabelecimento. 6.o contribuintes que não têm os seus CNAEs descritos na relação de obrigatoriedade. Se um estabelecimento da empresa não tiver nenhuma CNAE relacionada. o contribuinte estabelecido em logradouro a que se refere o art.as dificuldades enfrentadas por contribuintes estabelecidos nos Municípios de Areal.036/2011.903.914. mesmo que todos os demais estabelecimentos estejam alcançados.208. de forma manuscrita ou mediante processamento de dados.” Cláusula segunda Ficam acrescentados os incisos IV e V ao § 2º da cláusula primeira do Protocolo ICMS 42/09.412.210. 6.

...º e 4.. modelo 8.... 5. tendo em vista o disposto no Ajuste SINIEF 9/07." Art.. fevereiro e março de 2011.. rj. § 1. em substituição.º Os arquivos de que trata o caput deste artigo deverão ser encaminhados no formato (lay-out) previsto no Convênio ICMS n....... 5..EFD.. até 29 de julho de 2011..º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação..º 57/95.. no caso em que tenha sido utilizada Nota Fiscal. modelo 2.....seria possível o contribuinte operar em contingência prevista na legislação no caso em que foi utilizada Nota Fiscal.não tenha havido impedimento para o uso do ECF na emissão do Cupom Fiscal. 1.... DE 22 DE JUNHO DE 2010 Altera os Livros VI e IX do Regulamento (RICMS/2000) aprovado pelo Decreto nº 27. Art...na hipótese de perda total dos equipamentos ou dos recursos de tecnologia necessários à emissão da NF-e. na forma estabelecida no art.gov. o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE) e dá outras providências...º.. de 17 de novembro de 2000.Ficam os contribuintes obrigados a emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico ..Conhecimento de Transporte Eletrônico . 2...º O inciso XXVIII do artigo 6º do Livro VI do Regulamento do ICMS (RICMS/00) aprovado pelo Decreto nº 27.. 6...º 42... com base em informações a serem prestadas pela Subsecretaria de Defesa Civil à Secretaria de Estado de Fazenda..º 42... 1..... modelo 1 ou 1-A. 1..º Serão considerados inidôneos para todos os efeitos fiscais as notas e os cupons fiscais emitidos na forma dos arts.. situados nos Municípios referidos no art. ou a Nota Fiscal de Venda a Consumidor... de 24 de janeiro de 2011...TED....815...CT-e e do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE) Art... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.. ambos disponíveis para download na página da Secretaria de Estado de Fazenda (www...... Art.. 2. Art...528.º Fica acrescentada a Seção X ao Capítulo II do Título III do Livro VI do RICMS/00...427/00 para instituir o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-E). no uso de suas atribuições constitucionais e legais...... devendo ser aplicada as penalidades previstas na legislação... XXVIII .. a Nota Fiscal..º desta Resolução deverá entregar os arquivos eletrônicos relacionados a cada operação para a Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ). 1... modelo 57.. de 25 de outubro de 2007.. aplica-se também à entrega dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital ... Rio de Janeiro. caso esteja impedido de emitir o Cupom Fiscal por falta de energia elétrica ou sinistro no seu equipamento. D E C R E T A: Art.... 60 .... Art....... passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. e tendo em vista o que consta no Processo n° E-04/004..º O termo final previsto no art.. 28 de janeiro de 2011 RENATO VILLELA Secretário de Estado de Fazenda CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO (CT-e) DECRETO N.às operações realizadas até o dia 31 de março de 2011...I ...... Art.... § 2...º Os arquivos eletrônicos referidos neste artigo deverão ser validados pelo Programa Validador SINTEGRA e transmitidos via Internet pelo programa de Transmissão Eletrônica de Documentos ....... nas hipóteses previstas no art... 3...... 7..º do Decreto n..br)...fazenda..Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.. .. modelo 1 ou 1-A ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.... caso seja constatado pela fiscalização estadual que: I .427/00.CT-e. que teriam a entrega prevista para os meses de janeiro.... até 31 de março de 2011. 3..º O contribuinte que utilizar o procedimento estabelecido no art... 4. Art... 4..... II .. e II ....º desta Resolução..º desta Resolução.....º desta Resolução. 69-C ....º O disposto nesta Resolução somente se aplica aos contribuintes localizados em logradouros a serem indicados em Portaria da Subsecretaria de Receita.... 6º ...CT-e em substituição aos documentos a seguir indicados na forma e condições estabelecidas em legislação específica: I ..... poderá emitir.....º O contribuinte estabelecido nos logradouros a que se refere o art....... modelo 1 ou 1-A.ECF... composta pelos artigos 69-C e 69-D com a seguinte redação: "Seção X Do Conhecimento de Transporte Eletrônico ..... modelo 2... 1.....º desta Resolução que estiver obrigado ao uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal .532/2010......

...Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.º Fica acrescentado o inciso XVI ao artigo 1º do Livro IX do RICMS/00.... 3......... cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso a que se refere o inciso III cláusula oitava do Ajuste SINIEF 9/07.... 1º . cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso de que trata o inciso III da cláusula oitava...Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas... tendo em vista o disposto no art...Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas... modelo 9. § 2. . IV . com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas........Conhecimento Aéreo..Para acompanhar a carga durante o transporte...... resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira Fica instituído o Conhecimento de Transporte Eletrônico .....172...10.. modelo 57....º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. III .. 13/09 • · Convalidados os procedimentos adotados na forma deste Ajuste..... 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5. • · Alterado pelos Ajustes SINIEF 10/08...II ..Conhecimento Aéreo. na 112ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária..08..Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas... 22 de junho de 2010. § 3º A obrigatoriedade da utilização do CT-e será fixada por Protocolo ICMS. O Conselho Nacional de Política Fazendária .........09.º Para efeito do disposto no caput deste artigo e do inciso XXVIII do artigo 6º deste Livro. realizada em Brasília.... Cláusula segunda Para efeito da emissão do CT-e. na forma e condições estabelecidas em legislação específica. de 25 de outubro de 1966).. observado o disposto em Ato COTEPE que regule a matéria... Rio de Janeiro.CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente...CT-e.07.... nos termos de disciplina por ela estabelecida.. o remetente deverá emitir o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico ..... VI ....CT-e.... que poderá ser utilizado pelos contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ...0608 a 30.. Art. pela administração tributária." Art. II . 69-D ......Conhecimento de Transporte Eletrônico . modelo 27.... modelo 9...... modelo 10. § 4º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o protocolo previsto no § 3º.. considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico ....... dispensada a exigência do Protocolo na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada... V .. VI ........ modelo 11....Nota Fiscal de Serviço de Transporte. modelo 27. DF.. 04/09... modelo 10. de existência apenas digital... III .... de 25 de outubro de 2007..ICMS em substituição aos seguintes documentos: I .. modelo 57....Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas... 25 DE OUTUBRO DE 2007 • · Publicado no DOU de 30.…... quando utilizada em transporte de cargas.Nota Fiscal de Serviço de Transporte.. antes da ocorrência do fato gerador....... com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.CT-e: Atos COTEPE/ICMS 08/08 e 30/09. pelo Despacho 91/07.CONFAZ e o Secretario da Receita Federal do Brasil... SÉRGIO CABRAL AJUSTE SINIEF Nº 09. Institui o Conhecimento de Transporte Eletrônico e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico...CT-e o documento emitido e armazenado eletronicamente.. as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes. atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida..CT-e.. modelo 7... 4. além do Conhecimento de Transporte Eletrônico .... Art.. § 1.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas... IV .... modelo 7. quando utilizada em transporte de cargas...DACTE... V .. pelo Ajuste SINIEF 10/08.CT-e o contribuinte deverá estar previamente credenciado e autorizado pela Secretaria de Estado de Fazenda.. XVI .Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. § 1º Considera-se Conhecimento de Transporte Eletrônico .. • · Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico ... é facultado ao emitente indicar também as seguintes pessoas: 61 .. de existência apenas digital.......º Para a emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico . no período de 02. modelo 8.. com a seguinte redação: "Art. no dia 25 de outubro de 2007... modelo 11. § 2º O documento constante do caput também poderá ser utilizado na prestação de serviço de transporte de cargas efetuada por meio de dutos..".....

a administração tributária competente analisará. II .ICP-Brasil. IV . no mínimo. o transportador ou remetente que entregar a carga ao transportador para efetuar o serviço de transporte. ambos de 28 de junho de 1995 e legislação superveniente. número.recebedor. englobando a carga a ser transportada. § 4º Quando o transportador efetuar prestação de serviço de transporte iniciada em unidade federada diversa daquela em que possui credenciamento para a emissão do CT-e. os dados dos documentos fiscais que acobertaram a prestação anterior: I . no caso de CT-e. a pessoa que receber a carga do transportador subcontratado ou redespachado.ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).999. efeitos a partir de 01. devidamente identificados no CT-e. deverá utilizar séries distintas.conter os dados dos documentos fiscais relativos à carga transportada. devendo ser reiniciada quando atingido esse limite. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. a solicitação de autorização de uso deverá ser transmitida à administração tributária desta unidade federada. devendo ser informados. IV . seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. quando o expedidor e o recebedor forem transportadores de carga não própria. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. V . § 2º Na hipótese do §1º. em ordem crescente. designadas por algarismos arábicos. no que couber. Nova redação dada ao § 1º da cláusula quarta pelo Ajuste SINIEF 04/09. § 2º Quando o transportador não estiver credenciado para emissão do CT-e na unidade federada em que tiver início a prestação do serviço de transporte. § 2º REVOGADO § 3º É vedada a emissão dos documentos discriminados nos incisos da cláusula primeira por contribuinte credenciado à emissão de CT-e.expedidor.identificação do emitente.999. § 3º O contribuinte poderá adotar séries distintas para a emissão do CT-e. exceto quando a legislação estadual assim o permitir. desde que relativa ao mesmo expedidor e recebedor. II . Cláusula sexta O contribuinte credenciado deverá solicitar a concessão de Autorização de Uso do CTe mediante transmissão do arquivo digital do CT-e via Internet. aquele que deve receber a carga do transportador.05. § 1º No redespacho intermediário. observado o disposto no § 2º da cláusula sexta.expedidor. o contribuinte deverá solicitar. § 1º Quando o transportador estiver credenciado para emissão de CT-e na unidade federada em que tiver início a prestação do serviço de transporte. Cláusula quarta Para emissão do CT-e. no caso de documento não eletrônico. unidade federada. data de emissão e valor. os seguintes elementos: I . a solicitação de autorização de uso deverá ser transmitida à administração tributária em que estiver credenciado. observado o disposto em ato COTEPE.09: § 1º O contribuinte credenciado para emissão de CT-e deverá observar. Cláusula sétima Previamente à concessão da Autorização de Uso do CT-e.recebedor. fica dispensado o preenchimento dos campos destinados ao remetente e destinatário. em substituição aos dados dos documentos fiscais relativos à carga transportada. para efeito de aplicação desta legislação. II . a fim de garantir a autoria do documento digital. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. série.o credenciamento do emitente. Cláusula terceira Ocorrendo subcontratação ou redespacho. número e série do CT-e. III . III . poderá ser emitido um único CT-e. II . que contenha o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. vedada a utilização de subsérie. Cláusula quinta O CT-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE.a autoria da assinatura do arquivo digital. previamente. considera-se: I . § 2º Para a assinatura digital deverá ser utilizado certificado digital emitido dentro da cadeia de certificação da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . por estabelecimento e por série. constantes dos Convênios 57/95 e 58/95.possuir numeração seqüencial de 1 a 999.a integridade do arquivo digital.chave de acesso. § 1º O arquivo digital do CT-e deverá: I . CNPJ do emitente.ser identificado por chave de acesso composta por código numérico gerado pelo emitente.ser assinado digitalmente pelo emitente. subsérie. as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados. II .I . aquele que entregar a carga ao transportador para efetuar o serviço de transporte.a regularidade fiscal do emitente. 62 .

da denegação da Autorização de Uso do CT-e. ao interessado. a “chave de acesso”. efeitos a partir de 01. “e” ou “f” do inciso I do caput.a numeração e série do documento. § 4º Rejeitado o arquivo digital. II .05. de forma clara e precisa. a administração tributária cientificará o emitente: I . se a prestação de serviço de transporte tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas. conforme o caso. o arquivo do CT-e não poderá ser alterado. e) falha na leitura do número do CT-e. nova transmissão do arquivo do CT-e nas hipóteses das alíneas “a”. c) emitente não credenciado para emissão do CT-e. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital. valores e informações constantes no documento autorizado. III . § 2º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente.a Superintendência da Zona Franca de Manaus . b) do tomador do serviço de transporte. § 1º Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. sendo permitida. mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica de outra unidade federada. estabelecer que a autorização de uso será concedida pela mesma. contendo. § 6º No caso do § 5º. poderá deixar de ser feita. a critério da unidade federada. § 3º Não sendo concedida a Autorização de Uso. c) do tomador do serviço. f) erro no número do CNPJ. mediante protocolo. mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica de outra unidade federada. em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo. mediante protocolo.09: § 9º O emitente do CT-e deverá encaminhar ou disponibilizar ‘download’ do arquivo eletrônico do CT-e e seu respectivo protocolo de autorização ao tomador do serviço. o número do CTe. § 3º Nas situações constante dos §§ 1º e 2º. Cláusula nona Concedida a Autorização de Uso do CT-e. observado leiaute e padrões técnicos definidos em Ato COTEPE. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. o protocolo de que trata o § 2º conterá informações que justifiquem o motivo. o mesmo não será arquivado na administração tributária para consulta. identificado como “Denegada a Autorização de Uso”. 63 . do CPF ou da IE. III . § 8º A concessão de Autorização de Uso não implica em validação da regularidade fiscal de pessoas.da rejeição do arquivo do CT-e. nas hipóteses “b” e “c” do inciso II. b) de término da prestação do serviço de transporte. em virtude de irregularidade fiscal: a) do emitente do CT-e. o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta. VI . § 5º Denegada a Autorização de Uso do CT-e. via internet. d) duplicidade de número do CT-e. a administração tributária que autorizar o uso do CT-e deverá observar as disposições constantes deste ajuste estabelecidas para a administração tributária da unidade federada do contribuinte emitente.V . g) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo do CT-e. II . não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso do CT-e que contenha a mesma numeração. c) do remetente da carga. § 1º A unidade federada que tiver interesse poderá.da concessão da Autorização de Uso do CT-e. § 1º A administração tributária que autorizou o CT-e ou a Receita Federal do Brasil também poderão transmiti-lo ou fornecer informações parciais para.a unidade federada: a) de início da prestação do serviço de transporte. § 7º A denegação da Autorização de Uso do CT-e. § 2º A unidade federada que tiver interesse poderá.SUFRAMA.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE. estabelecer que a autorização de uso na condição de contingência prevista no inciso IV da cláusula décima terceira será concedida pela mesma. a administração tributária que autorizou o CT-e deverá transmiti-lo para: I .a Secretaria da Receita Federal do Brasil. “b”. Acrescido o § 9º à cláusula oitava pelo Ajuste SINIEF 04/09. Cláusula oitava Do resultado da análise referida na cláusula sétima.

§ 1º O tomador do serviço deverá. após ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso do CT-e.acompanhar o trânsito de cargas. 64 . nos termos do inciso III da cláusula oitava. fraude. § 6º É permitida a impressão.§ 2º Na hipótese da administração tributária da unidade federada do emitente realizar a transmissão prevista no caput por intermédio de ‘webservice’. devendo ser apresentados à administração tributária. e possuir títulos e informações dos campos grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam legíveis. sendo todas consideradas originais. que possibilite.imprimir o DACTE em Formulário de Segurança (FS). o DACTE deverá ser delimitado por uma borda. desde que mantidos os campos obrigatórios do CT-e constantes do DACTE. podendo ser utilizadas folhas soltas.DACTE. quando solicitado.poderá conter outros elementos gráficos. previsto em Ato COTEPE. conforme disposto na cláusula décima oitava. conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. de informações complementares de interesse do emitente e não existentes em seu leiaute.deverá ter formato mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm). constando no corpo a expressão “DACTE impresso em contingência . ou na hipótese prevista na cláusula décima terceira. impresso nos termos deste ajuste. tendo a seguinte destinação: I . observado o disposto em Convênio ICMS. o DACTE deverá ser impresso em no mínimo três vias. para acompanhar a carga durante o transporte ou para facilitar a consulta do CT-e. II . formulário de segurança. de que trata o inciso III da cláusula oitava. Cláusula décima O arquivo digital do CT-e só poderá ser utilizado como documento fiscal. § 2º Quando o tomador do serviço de transporte não for credenciado para emitir documentos fiscais eletrônicos. § 1º O DACTE: I . conforme leiaute estabelecido em Ato COTEPE. Cláusula décima terceira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir o CT-e para a unidade federada do emitente. o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida. Cláusula décima primeira Fica instituído o Documento Auxiliar do CT-e . II .transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência . mediante autorização de cada unidade federada envolvida no transporte. § 1º Na hipótese do inciso I do caput. verificar a validade e autenticidade do CT-e e a existência de Autorização de Uso do CT-e. informando que o respectivo CT-e foi emitido em contingência e adotar uma das seguintes medidas: I .conterá código de barras. impresso em papel. que também será considerado documento fiscal inidôneo. prevista na cláusula décima oitava. o contribuinte que utilizar o CT-e deverá imprimir o DACTE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. observado o disposto na cláusula vigésima. a escrituração do CT-e poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DACTE. quando solicitado. conforme definido em Ato COTEPE. § 3º Quando a legislação tributária previr a utilização de vias adicionais para os documentos previstos nos incisos da cláusula primeira. § 5º Quando da impressão em formato inferior ao tamanho do papel. será considerado documento fiscal inidôneo o CT-e que tiver sido emitido ou utilizado com dolo.transmitir o CT-e para outra unidade federada. § 2º Para os efeitos fiscais. § 1º Ainda que formalmente regular. para adequá-lo às suas prestações. Cláusula décima segunda O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. observado o disposto na cláusula décima segunda. § 2º Quando o tomador não for contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. IV .imprimir o DACTE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA).DPEC (CT-e). ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso do CT-e. os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DACTE. Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) ou formulário contínuo ou pré-impresso. antes do aproveitamento de eventual crédito do imposto. mesmo que a terceiro. nos termos da cláusula décima terceira-A. fora do DACTE.será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte somente após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. exceto papel jornal.DPEC regularmente recebida pela Receita Federal do Brasil”. desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. simulação ou erro. alternativamente ao disposto no caput. IV . III . manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. ficará a Receita Federal do Brasil responsável pelos procedimentos de que tratam os incisos II e III ou pela disponibilização do acesso ao CT-e para as administrações tributárias que adotarem essa tecnologia. o contribuinte deverá gerar novo arquivo. III . para a Receita Federal do Brasil. poderá alterar o leiaute do DACTE. § 4º O contribuinte.

§ 2º Presume-se inábil o DACTE impresso nos termos do § 1º. constando no corpo a expressão “DACTE em Contingência . a unidade federada cuja infraestrutura foi utilizada deverá transmitir o CT-e para a unidade federada do emitente. no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil. § 8º O tomador deverá manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária junto à via mencionada no inciso III do § 1º ou no inciso III do § 3º. § 5º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput. imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização do CT-e. diferença de preço. § 10. b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do emitente. tomador. deverá comunicar o fato à administração tributaria do seu domicílio dentro do prazo de 30 (trinta) dias. quando não houver a regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil.solicitar a inutilização. § 15.imprimir o DACTE correspondente ao CT-e autorizado. alíquota. Na hipótese prevista no inciso IV do caput. remetente ou do destinatário.o motivo da entrada em contingência.acompanhar o trânsito de cargas.ser mantida em arquivo pelo emitente no prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. III . Em relação ao CT-e transmitido antes da contingência e pendente de retorno. tendo a seguinte destinação: I .ser mantida em arquivo pelo tomador no prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. a via do DACTE recebida nos termos do inciso IV do § 7º.impresso em decorrência de problemas técnicos”. § 3º Na hipótese dos incisos II ou III do caput. § 12. § 4º Nas hipóteses dos incisos I. § 9º Se decorrido o prazo limite de transmissão do CT-e. da numeração do CT-e que não for autorizado nem denegado. valor da operação ou da prestação.na hipótese do inciso I do caput.ser mantida em arquivo pelo tomador pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. a entrega do CT-e autorizado bem como do novo DACTE impresso nos termos do inciso III. caso a geração saneadora da irregularidade do CT-e tenha promovido alguma alteração no DACTE. § 7º Se o CT-e transmitido nos termos do § 6º vier a ser rejeitado pela administração tributária. o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua vinculação os CT-e gerados em contingência. no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DACTE original. a administração tributária da unidade federada emitente poderá autorizar o CT-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da de outra unidade federada. conforme disposto no § 10. Considera-se emitido o CT-e: I . o emitente deverá. III . As seguintes informações farão parte do arquivo do CT-e: I . II . IV . II e III do caput. caso a geração saneadora da irregularidade do CT-e tenha promovido alguma alteração no DACTE. fica dispensado o uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) para a impressão de vias adicionais do DACTE. nos termos da cláusula décima terceira-A. do CT-e que retornar com Autorização de Uso e cuja prestação de serviço não se efetivaram ou que for acobertada por CT-e emitido em contingência. junto ao tomador. III . após a cessação do problema: I . II . referido no § 6º. fica dispensada a impressão da 3ª via caso o tomador do serviço seja o destinatário da carga. sem prejuízo do disposto no § 3º da cláusula sétima. § 6º Na hipótese dos incisos I. contado a partir da emissão do CT-e de que trata o § 13. o Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá ser utilizado para impressão de no mínimo três vias do DACTE. c) a data de emissão ou de saída. 65 . quantidade. devendo o tomador manter a via que acompanhou o trânsito da carga.providenciar. § 11. conforme definido em Ato COTEPE. II ou III do caput.solicitar Autorização de Uso do CT-e. no momento da impressão do respectivo DACTE em contingência.ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais.gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. § 13. o contribuinte deverá: I .na hipótese dos incisos II e III do caput. Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e. e até o prazo limite definido em Ato COTEPE. nos termos da cláusula décima quarta. § 14. O contribuinte deverá registrar a ocorrência de problema técnico.II . II . nos termos da cláusula décima quinta. II .solicitar o cancelamento. sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. o tomador não puder confirmar a existência da Autorização de Uso do CT-e correspondente.

a data. d) duplicidade de número do CT-e. no mínimo.a integridade do arquivo digital da DPEC. c) unidade federada de localização do destinatário ou recebedor. hora com minutos e segundos do seu início. via Internet. a Receita Federal do Brasil analisará: I . observadas as seguintes formalidades: I . de que trata o inciso III da cláusula oitava. § 5º Presumem-se emitidos o CT-e referido na DPEC. no prazo definido em Ato COTEPE.outras validações previstas em Ato COTEPE. contendo. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. contendo o motivo da rejeição na hipótese do incisou I ou o arquivo da DPEC.informações dos CT-e emitidos. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.II . podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. devendo atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE. c) remetente não credenciado para emissão do CT-e. III . o emitente poderá solicitar o cancelamento do CT-e. § 2° Cada Pedido de Cancelamento de CT-e corresponderá a um único Conhecimento de Transporte Eletrônico. V . hora e minuto da recepção. data.da rejeição do arquivo da DPEC. § 1º O cancelamento somente poderá ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de CT-e. contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. a fim de garantir a autoria do documento digital.o credenciamento do emitente. § 7º Em caso de rejeição do arquivo digital. o mesmo não será arquivado na Receita Federal do Brasil para consulta. § 6º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas e Superintendência da Zona Franca de Manaus aos arquivos da DPEC recebidas. § 3º O Pedido de Cancelamento de CT-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira .ICP-Brasil. IV . II . § 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC.o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo. a “chave de acesso”. contendo. a fim de garantir a autoria do documento digital. II . Cláusula décima terceira-A A Declaração Prévia de Emissão em Contingência . § 4º A cientificação de que trata o § 3º será efetuada via internet. § 4° A transmissão do Pedido de Cancelamento de CT-e será efetivada via Internet. para emissão de CT-e.identificar. Cláusula décima quarta Após a concessão de Autorização de Uso do CT-e. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital.da regular recepção do arquivo da DPEC. transmitido pelo emitente à administração tributária que autorizou o CT-e. a Receita Federal do Brasil cientificará o emitente: I . conforme o caso. II . d) valor do CT-e. b) CNPJ ou CPF do destinatário ou recebedor.a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE.a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via internet. § 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de CT-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente. e) valor do ICMS da prestação do serviço.ICP-Brasil. § 3º Do resultado da análise. em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo. número do recibo. quando de sua regular recepção pela Receita Federal do Brasil. 66 . o número do CT-e. § 1º O arquivo da DPEC deverá conter. para cada CT-e: a) chave de Acesso. na hipótese do inciso II. bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil. as seguintes informações: I . dentre as alternativas do caput.DPEC (CT-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE. III . desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. f) valor do ICMS retido por substituição tributária da prestação do serviço.identificação do emitente. qual foi a utilizada. III . II . observadas as demais normas da legislação pertinente. e) falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC.a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC.

§ 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número do CT-e. a fim de garantir a autoria do documento digital. o emitente poderá sanar erros em campos específicos do CT-e. mediante Pedido de Inutilização de Número do CT-e. observado o disposto no artigo 58-B do Convênio SINIEF nº 06/89. b) após receber o documento referido na alínea "a". Cláusula décima sétima Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte". pelos valores totais do serviço e do tributo.CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . os valores anulados e o motivo.na hipótese do tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio. § 1º A Carta de Correção Eletrônica . consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". conforme o caso. § 7º Caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa a determinado CT-e. contendo. será efetivada via Internet. Cláusula décima quinta O emitente deverá solicitar.§ 6º Após o Cancelamento do CT-e a administração tributária que recebeu o pedido deverá transmitir os respectivos documentos de Cancelamento de CT-e para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula nona. deverá ser observado: I . o transportador deverá emitir um CT-e de anulação para cada CT-e emitido com erro. conforme o caso.ICP-Brasil. a fim de garantir a autoria do documento digital. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 67 . podendo consolidar as informações de um mesmo período de apuração em um único documento fiscal. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. este não poderá ser cancelado. a inutilização de números de CT-e não utilizados. b) após receber o documento referido na alínea "a". § 2º A transmissão da CC-e será efetivada via Internet. podendo consolidar as informações de um mesmo período de apuração em uma ou mais declarações. § 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número do CT-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente. informando o número do CT-e emitido com erro. por meio de Carta de Correção Eletrônica . o transportador deverá emitir um CT-e substituto. informando o número do CT-e emitido com erro e o motivo. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo. de que trata o inciso III da cláusula oitava. e desde que não descaracterize a prestação.CC-e. via Internet. bem como o motivo do erro. referenciando-o. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo. § 5º A administração tributária que recebeu a CC-e deverá transmiti-las às administrações tributárias e entidades previstas na cláusula nona. II . podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. o número do CT-e. devendo a primeira via do documento ser enviada ao transportador. em virtude de erro devidamente comprovado como exigido em cada unidade federada. transmitida à administração tributária da unidade federada do emitente. na eventualidade de quebra de seqüência da numeração do CT-e. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. adotando os mesmos valores totais do serviço e do tributo. § 3º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente. nos termos da cláusula décima sexta. a “chave de acesso”. referenciando o CT-e emitido com erro e consignando a expressão "Este documento substitui o CT-e número e data em virtude de (especificar o motivo do erro)". o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. o número do CT-e. § 6º O protocolo de que trata o § 3º não implica validação das informações contidas na CC-e.ICP-Brasil. via Internet. contendo.na hipótese de tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do CT-e emitido com erro. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. § 1º O Pedido de Inutilização de Número do CT-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE e ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . § 4° Havendo mais de uma CC-e para o mesmo CT-e. Cláusula décima sexta Após a concessão da Autorização de Uso do CT-e.

confirmação da entrega ou do recebimento da carga constantes do CT-e. consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de sua unidade. emitente e destinatário. tomador e transportador. destinatário. Cláusula vigésima Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DACTE previstas neste ajuste: I . § 1º A Informação de Recebimento. a consulta poderá ser substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem o CT-e (número. Cláusula décima oitava A administração tributária disponibilizará consulta aos CT-e por ela autorizados em site. a confirmação ou declaração realizada. nos casos em que não houver carga documentada. conforme padrão estabelecido em ATO COTEPE. deverá observar o prazo máximo estabelecido em Ato COTEPE.c) após emitir o documento referido na alínea "b". data de emissão. mediante informação da “chave de acesso” do CT-e. conforme o caso. para a aquisição do formulário de segurança. II . que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial. no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. 4º. poderá ser efetuada pelo interessado.deverão ser observados os §§ 3º. III . tomador ou transportador deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as Informações de Recebimento dos CT-e. da entrega das cargas constantes do CT-e. sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários cujo PAFS tenha sido autorizado antes desta data. e observados padrões estabelecidos em Ato COTEPE. dispensando-se a exigência de Regime Especial. 6º. § 2º Na hipótese em que a legislação vedar o destaque do imposto pelo tomador contribuinte do ICMS. IV . a saber: I . § 2º A Informação de Recebimento será efetivada via Internet. fica vedado a Administração Tributária das unidades federadas autorizar Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . substituindo-se a declaração prevista na alinea “a” por documento fiscal emitido pelo tomador que deverá indicar. o transportador deverá emitir um CT-e substituto. os arquivos de Informações de Recebimento. e para Superintendência da Zona Franca de Manaus. § 3º O disposto nesta cláusula não se aplica nas hipóteses de erro passível de correção mediante carta de correção ou emissão de documento fiscal complementar. referenciando o CT-e emitido com erro e consignando a expressão "Este documento substitui o CT-e número e data em virtude de (especificar o motivo do erro)”. quando os formulários se destinarem à impressão de DACTE.as características do formulário de segurança deverão atender ao disposto da cláusula segunda do convênio ICMS 58/95. Cláusula vigésima primeira A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de CT-e disponibilizarão. 68 . II . § 5º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas do tomador. transportador. § 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma desta cláusula para outra destinação que não a prevista no caput.PAFS. 7º e 8º da cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95. exigir informações pelo recebedor. § 4º Para cada CT-e emitido com erro somente é possível a emissão de um CT-e de anulação e um substituto. valor e sua situação). no mínimo. mediante Protocolo ICMS. de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95. CNPJ do emitente e do tomador.declaração do não recebimento da carga constante no CT-e. § 3º A partir de 1º de agosto de 2009. na Internet. § 3º A cientificação do resultado da Informação de Recebimento será feita mediante arquivo. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo que garanta a sua recepção. quando exigida.confirmação de recebimento do CT-e. subsidiariamente. § 2º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deverá observar as disposições das cláusulas quarta e quinta do Convênio 58/95. Cláusula décima nona As unidades federadas envolvidas na prestação poderão. § 1º O transportador poderá utilizar-se do eventual crédito decorrente do procedimento previsto nesta cláusula somente após a emissão do CT-e substituto. de 30 de junho de 1995. e o número do recibo. o imposto destacado e o número do CT-e emitido com erro. as Chaves de Acesso do CT-e. contendo. a base de cálculo. às empresas autorizadas à sua emissão. que não poderão ser cancelados. § 4º A administração tributária da unidade federada do recebedor. § 2º A consulta prevista no caput. até o final do estoque. deverá ser adotado o procedimento previsto no inciso II do caput. pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. § 1º Após o prazo previsto no caput.declaração de devolução total ou parcial da carga constante no CT-e. destinatário. no campo "Informações Adicionais". § 3º A consulta prevista no caput poderá ser efetuada também. quando for o caso. observada a legislação de cada unidade federada. a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do emitente.

BA. § 2º O formulário de que trata este convênio deverá ser adquirido e utilizado exclusivamente. na sua 131ª reunião ordinária.CONFAZ. o tomador do serviço deverá exigir sua emissão. resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira Os Estados e o Distrito Federal poderão autorizar contribuinte credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos a obter. realizada em Salvador. Alterado pelos Convs. que trata das especificações técnicas para a fabricação do formulário de segurança para impressão de documento auxiliar de documento fiscal eletrônico (FS-DA). que não se aplica ao MT. § 1º Compete ao Grupo Técnico 06 da COTEPE/ICMS manifestar-se sobre o parecer elaborado pelo Sub Grupo e remeter o requerimento à Secretaria Executiva do CONFAZ. DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Publicado no DOU de 01. designados em reunião da COTEPE / ICMS. renovado a cada dois anos. impresso fiscal denominado Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). ICMS 149/08.07. ICMS 91/09.10. modelo 57.08. a Secretaria Executiva do CONFAZ o encaminhará a Subgrupo técnico responsável pelo tema. com os seguintes documentos: I . estadual e municipal.memorial descritivo das máquinas e equipamentos a serem utilizados no processo produtivo.Cláusula vigésima segunda Aplicam-se ao CT-e. de 21 de fevereiro de 1989 e demais disposições tributarias regentes relativas a cada modal.balanço patrimonial e demonstrações financeiras ou comprovação de capacidade econômico-financeira. § 1º São documentos fiscais eletrônicos para fins deste convênio: 1 . Cláusula vigésima quarta Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória. com os requisitos exigidos e dispostos neste convênio. e em seguida publicar a deliberação no Diário Oficial da União. Cláusula vigésima quinta Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. 2 . no que couber. no dia 26 de setembro de 2008. III . de acordo com a legislação tributária vigente.certidões negativas ou de regularidade expedidas pelos fiscos federal. juntamente com o parecer.09. emitido por instituição pública que possua notória especialização. § 2º Em caso de deliberação favorável pela COTEPE/ICMS. Vide Ato COTEPE/ICMS 35/08. científico ou tecnológico anterior e detenha inquestionável reputação ético-profissional.análise dos documentos apresentados. II . decorrente de seu desempenho institucional. Dispõe sobre o Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) O Conselho Nacional de Política Fazendária . para a impressão dos documentos auxiliares aos documentos relacionados no § 1º.Nota Fiscal Eletrônica. com respectivas alterações. pessoal. 91/09. para efetuar a visita técnica ao estabelecimento onde serão produzidos os formulários.emissão de parecer sobre o requerimento. bem como cópia das notas fiscais dos equipamentos gráficos. participantes do GT 06.500 (quinhentos) exemplares do formulário com a expressão "amostra". a requerente estará credenciada a produzir os Formulários de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) a partir da data da publicação no Diário Oficial da União. efeitos a partir de 01. Cláusula terceira Recebido o requerimento de credenciamento de fabricante. VII .10. Cláusula segunda O estabelecimento gráfico interessado em se credenciar como fabricante de Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá apresentar requerimento à COTEPE/ICMS. CONVÊNIO ICMS 110.11. Cláusula terceira-A Aprovado o parecer técnico do Grupo Técnico 06 pela COTEPE. denegados e os números inutilizados devem ser escriturados. ICMS 96/09. Cláusula vigésima terceira Os CT-e cancelados. processo de fabricação e patrimônio. atestando a conformidade do formulário com as especificações técnicas deste Convênio. pelo Despacho 75/08. tendo em vista o disposto no art. Revogado o § 4º da cláusula primeira pelo Conv.laudo. § 1º Compete a COTEPE/ICMS deliberar sobre a aprovação do requerimento.contrato social ou ata de constituição. de 25 de outubro de 1966). vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição. das localidades onde possuir estabelecimento. efeitos a partir de 01. V .Conhecimento de Transporte Eletrônico.172. § 2º O Subgrupo referido nesta cláusula será composto por representantes de seis unidades da Federação. devidamente registradas na Junta Comercial. de fabricantes credenciados pela Secretaria Executiva do CONFAZ/ICMS e de gráficas previamente credenciadas junto à sua unidade federada. sem valores monetários. as normas do Convênio SINIEF 06/89. 69 . o qual deverá efetuar: I . II . 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5. IV . § 3º Compete a cada unidade Federada credenciar estabelecimento gráfico como distribuidor de Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) observado disposto em Ato Cotepe. Revogado pelo Conv.memorial descritivo das condições de segurança quanto a produto. modelo 55. VI . a Secretaria Executiva do CONFAZ convocará os integrantes do Sub Grupo que analisou a documentação bem como a mostra apresentada pelo requerente.

devidamente credenciado nos termos deste convênio. VII .999.000. sem prejuízo das demais sanções cabíveis. III . . V . As especificações técnicas estabelecidas nesta cláusula.ter fundo numismático na cor definida em Ato COTEPE. 3 . § 2º O fabricante do FS-DA deverá comunicar mensalmente a COTEPE/ICMS e ao Fisco de cada Unidade Federada a numeração e seriação dos formulários produzidos no período. II . b) possuir a gramatura de 75 g/m². f) ter espessura de 100 ± 5 micra. efeitos a partir de 01.número do AAFS-DA: com 9 (nove) dígitos. V . Revogado o inciso III da cláusula sexta pelo Conv.fibras coloridas e luminescentes. de que trata o inciso II. Cláusula quinta O FS-DA terá numeração tipográfica seqüencial de 000. impressa na área reservada conforme definido em Ato COTEPE. deverá ser formada pelas Armas da República ao lado do logotipo que caracteriza o Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico com especificações a serem detalhadas em Ato COTEPE. de que trata o inciso II da cláusula quarta.Papel de segurança.09. IV . II .Papel dotado de estampa fiscal. II . O papel do FS-DA deve: a) ter as dimensões mínimas de 210mm x 297mm (A4) e máxima 215 mm x 330 mm (ofício 2). distribuídas aleatoriamente numa proporção de 40 + .8 fibras por decímetro quadrado.microporos que aumentem a aderência do toner ao papel. imagem latente com a expressão "Uso Fiscal" e cor definida em Ato COTEPE. com efeito íris nas cores e tonalidades definidas em Ato COTEPE. será dotado de estampa fiscal.a seriação e a numeração inicial e final do FS-DA a ser fornecido.a quantidade de FS-DA a serem fornecidos. VI . autorizado pela Administração Tributária da localização do estabelecimento adquirente. § 2º O AAFS-DA será impresso em formulário de segurança e emitido em 3 (três) vias. de que trata o inciso I.COTEPE/ICMS. g) ter. § 3º O descumprimento das normas deste convênio sujeita o fabricante ao descredenciamento. adotando-se seriação exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança. corpo 12.denominação: Autorização de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos .AAFS-DA. 70 . Cláusula sétima O FS-DA fabricado com o papel de segurança. § 1º A filigrana. tipográfico e não impacto.AAFS-DA.identificação do fabricante do FS-DA. para uso exclusivo na fabricação do FS-DA. § 2º As fibras coloridas e luminescentes. mediante emissão de novo AAFS-DA que conterá adicionalmente a: 1 . Cláusula oitava O fabricante. § 3º As especificações técnicas estabelecidas nesta cláusula. localizada na área e com as dimensões estabelecidas em Ato COTEPE e terá. de que trata o inciso I da cláusula quarta. as seguintes características quanto à impressão que deve: I . "off-set".identificação do estabelecimento gráfico distribuidor credenciado. deverão ser invisíveis. observará as seguintes características: I. Cláusula sexta O FS-DA com recursos de segurança impressos. repetidamente. com recursos de segurança impressos ou. contendo fundo anticopiativo com a palavra "cópia" combinado com as Armas da República ao lado do logotipo que caracteriza o Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico. fluorescentes. de comprimento aproximado de 5 mm. Cláusula quarta O FS-DA deverá ser fabricado em: I . e seriação de "AA" a "ZZ". . IV . razão social e o número do CNPJ do estabelecimento fabricante do formulário de segurança. no mínimo. contendo microimpressões negativas com o texto "Fisco" e positivas com o nome do fabricante do formulário de segurança.microcápsulas de reagente químico.5 cm impressa pelo processo calcográfico.11. deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado pela COTEPE/ICMS. ICMS 91/09. § 1º O FS-DA adquirido por estabelecimento gráfico distribuidor credenciado deverá ser revendido a contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos. Parágrafo único. 2 .papel não fluorescente. poderá fornecer o FS-DA à estabelecimento gráfico distribuidor credenciado nos termos deste convênio ou a contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos mediante apresentação de Autorização de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos . na lateral direita. c) ser apropriado a processos de impressão calcográfica. de orientação retrato ou paisagem.identificação do órgão da Administração Tributária que autorizou. nas cores definidas em Ato COTEPE. conforme estabelecido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS. deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado pela COTEPE/ICMS.indicação da AAFS-DA relativa a aquisição anterior do FS-DA pelo estabelecimento gráfico distribuidor e objeto da revenda. III . II .5 cm X 2. tendo a seguinte destinação: a) 1ª via: fisco. d) ser composto de 100% de celulose alvejada com fibras curtas.ter estampa fiscal com dimensão de 7.001 a 999. que conterá no mínimo: I .papel de segurança com filigrana produzida pelo processo "mould made". tarja com Armas da República. e tinta reagente a produtos químicos.identificação do fabricante credenciado. vedada a sua reinicialização. Parágrafo único. em caráter tipo “leibinger”. para uso exclusivo na fabricação do FS-DA.§ 3º O fabricante credenciado deverá comunicar imediatamente a COTEPE/ICMS e aos Fiscos das unidades da Federação quaisquer anormalidades verificadas no processo de fabricação e distribuição do formulário de segurança.999.identificação do estabelecimento adquirente.

os emissores de documentos fiscais eletrônicos e as unidades federadas. contendo as informações de numeração e série dos formulários e. com denominação social. c) 3ª via: fornecedor do FS-DA. localizados na mesma unidade da Federação mediante comunicação prévia a Administração Tributária.CT-e. conforme estabelecido nos Convênios ICMS 58/95 e 131/95 e que tenham sido credenciados até a data de publicação deste convênio. a cada aquisição ou nova redistribuição.RUDFTO. 12. quando se tratar de formulários de segurança obtidos por regime especial. Cláusula décima primeira O contribuinte credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos adquirente do FSDA poderá utilizá-los em todos os estabelecimentos do mesmo titular. d) a faixa de numeração dos formulários de segurança fornecidos. identificando: a) o número do CNPJ do adquirente. Cláusula décima segunda Os formulários de segurança. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. Cláusula décima quarta Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Os formulários de segurança adquiridos na condição de impressor autônomo e que tenham sido destinados para impressão de documentos auxiliares de documentos fiscais eletrônicos.seja lavrado. a critério destas.a data e a quantidade de FS-DA. conforme disposto no Ajuste SINIEF 09/07. § 3º A Administração Tributária poderá autorizar o AAFS . para fins de impressão dos documentos auxiliares dos documentos eletrônicos relacionados no § 1º da cláusula primeira. XIII. II . deverá ser lavrado termo no livro Registro de Uso de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência . III . c) o número do AAFS-DA. indicando o estabelecimento. 26 de setembro de 2008.o formulário de segurança tenha tamanho A4 para todas as vias. termo no livro Registro de Uso de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência . b) tratar-se de fornecimento para estabelecimento gráfico distribuidor ou para contribuinte credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos.o número do primeiro e do último FS-DA. dispensando a seu critério o uso do formulário impresso.b) 2ª via: adquirente do FS-DA. somente poderão ser utilizados para impressão de documentos auxiliares de documentos fiscais eletrônicos. poderá solicitar que o estabelecimento gráfico distribuidor ou o contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos adquirente do FS-DA apresente relatório de utilização dos FS-DA anteriormente adquiridos. e respectiva série. obtidos em conformidade com o Convênio ICMS 58/95 e Ajuste SINIEF 07/05. modelo 6. a distribuição dos FS-DA para seus respectivos estabelecimentos.DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso. em estoque. os estabelecimentos gráficos distribuidores credenciados. Cláusula décima terceira Ficam credenciados como fabricantes de Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). BA. formas. poderão ser utilizados pelo contribuinte credenciado como emissor de documento fiscal eletrônico. via WebServices. o fabricante do FS-DA enviará. desde que: I . Cláusula décima terceira-A Os fabricantes do FS-DA.AAFS-DA.RUDFTO. Salvador.DA via sistema informatizado. Inutilização e Consulta a Cadastro.o número da Autorização de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos . Cláusula nona O Fabricante de FS-DA deverá imprimir no rodapé inferior do formulário as seguintes indicações: I .sua identificação. do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico . § 1º Na comunicação de que trata o caput o contribuinte deverá informar. do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS . modelo 6.a identificação do adquirente contendo razão social.a quantidade de FS-DA fabricados no período.04. farão a alimentação sistemática dos dados das AAFS-DA em um sistema nacional de informações conforme prazos. Cláusula décima Para o atendimento do disposto no § 2º da cláusula quinta. Parágrafo único. por série. II . nos termos do item II acima. DE 18 DE ABRIL DE 2008 Publicado no DOU de 22.relação dos FS-DA fornecidos. os fabricantes dos formulários de segurança destinados ao impressor autônomo. antes de autorizar a AAFS-DA. até o décimo quinto dia útil do mês subseqüente à fabricação do formulário. IV . § 5º A Administração Tributária. número de CNPJ e endereço. Dispõe sobre as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico . Cancelamento. número de inscrição no CNPJ e número de inscrição estadual do estabelecimento. a quantidade dos formulários e a respectiva numeração. da distribuição de que trata o § 1º. desde que observados os incisos VI e VII da cláusula segunda deste convênio. de 12 de 71 . ATO COTEPE/ICMS Nº 8. condições e regras a serem definidas em Ato COTEPE.CONFAZ. II . § 4º As especificações técnicas estabelecidas nesta cláusula deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado pela COTEPE/ICMS. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária . § 2º Adicionalmente a comunicação prevista no caput. ou apenas as unidades federadas. as seguintes informações: I . a data da opção pela nova finalidade.08.COTEPE/ICMS. previamente. na condição de impressão autônomo. III .

. A medida não se aplica ao estabelecimento exclusivamente varejista em operações com determinados CFOPs (Código Fiscal de Operações e Prestação)... § 1º O Manual de Integração referido no caput estará disponível no sítio do CONFAZ (www. O terceiro e o quarto fixam a obrigatoriedade da NF-e para 2010. pois o objetivo é abranger o máximo possível de contribuintes”... OPERAÇÕES INTERESTADUAIS Já a segunda dispõe sobre a obrigatoriedade de emissão da NF-e para as empresas que realizarem operações interestaduais a partir de 1º de dezembro de 2010... independentemente da atividade econômica exercida.... CT-e. 2º Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União...... NF-e.. para 2010. que estabelece as especificações técnicas do Conhecimento de Transporte Eletrônico ..CT-E ......... MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA MANUAL DE INTEGRAÇÃO DO CONTRIBUINTE DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO .... eu acho difícil que isso aconteça...... DF. A novidade é que agora serão publicados o Códigos de Atividade Econômica (CNAE) dos contribuintes obrigados a utilizarem NF-e...... A consultora explica que também há dispensa da emissão da nota eletrônica para contribuintes que não se enquadram em nenhuma categoria da CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) já obrigadas.. a que se refere o Ajuste SINIEF 09/07.................. de 25 de outubro de 2007. Fonte: Infomoney APROVADA OBRIGATORIEDADE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA 2010 O ENCAT participou da reunião do CONFAZ realizada em Manaus — Amazonas dia 03/07/2009.dezembro de 1997. realizada nos dias 17 a 19 de março de 2008.... 72 ..... De acordo com a especialista. explica a consultora de Tributos da FISCOSoft... esta é a segunda etapa da obrigatoriedade. § 2º Os contribuintes transportadores de cargas credenciados como emissores de CT-e deverão observar o disposto neste manual a partir de 02 de junho de 2008....... da obrigatoriedade de emissão da NF-e. anteriormente.. em Brasília. exclusive São Paulo que possui solução própria... O segundo Protocolo exclui os contribuintes Microempreendedores Individuais........ Assim outros Estados.. EMISSÃO DE NF-E SERÁ OBRIGATÓRIA PARA QUEM REALIZAR OPERAÇÃO NO EXTERIOR Receita Federal publicou no dia 14 de julho duas alterações relacionadas à emissão da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).fazenda.........br/confaz) identificado como “Manual_de_Integracao-Contribuinte-CT-e_versao 1_0_0...... Art.. A primeira estabelece a obrigatoriedade de emissão da NF-e em substituição da nota fiscal em papel. no Estado do Rio Grande do Sul.. MEI. Cancelamento. A primeira começou em abril deste ano e a terceira terá início em outubro.... por este ato... Renata Ferrari...0. Inutilização e Consulta WebServices a Cadastro."Message Digest" 5.. aos contribuintes que................ do Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico .CT-e.... a emitir a NF-e. “Todos os contribuintes que realizarem operações de importação e exportação terão de emitir a nota fiscal eletrônica”.. e teve aprovada a minuta de Protocolo ICMS que fixa a obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica. “O protocolo afirma que o estado pode desobrigar um contribuinte à emissão da NF-e. na sua 132ª reunião ordinária. obtida com a aplicação do algoritmo MD5 ... utilizarão da estrutura de processamento de dados da SEFAZ RS para autorizar CT-e. 1º Fica aprovado o Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico ... Ao todo foram quatro Protocolos que serão publicados no DOU: o primeiro cria a “SEFAZ Virtual” para o Conhecimento de Transporte Eletrônico.. a partir de 1º de dezembro de 2010... decidiu: Art.....CT-e..DACTE e dos Pedidos de Concessão de Uso... realizarem operações de comércio exterior.... Na prática.pdf” e terá como chave de codificação digital a seqüência “9ff4a892f19cc763230af4babd40faa8”......0........ Versão 1. dentre outros... torna público que a Comissão Técnica Permanente do ICMS ..... afirma Renata.gov.COTEPE/ICMS....

As empresas que estejam no âmbito da Obrigatoriedade e que se anteciparem a ela poderão aproveitar os benefícios do credenciamento voluntário. Segundo informações fornecidas pela Secretaria da Fazenda. transportadoras e tributos de acordo com o novo layout de nota fiscal. na situação inversa. O desconhecimento sobre o enquadramento nas atividades relacionadas na lista da Obrigatoriedade emitida pela SEFAZ é até compreensível. está obrigado a emitir NF-e. fornecedores. muitas empresas ainda não sabem que estarão obrigadas a emitir a Nota Fiscal Eletrônica no referido mês. Segundo o Coordenador Geral do ENCAT Eudaldo Almeida de Jesus.jsp&cod=73 EMPRESAS OBRIGADAS A EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA Apesar de 1º de Setembro estar próximo. mas tenha sido credenciado de ofício deverá procurar a repartição fiscal de sua jurisdição para providenciar a regularização de sua situação cadastral. considerando que não há convocação através de dados específicos que identifiquem as empresas envolvidas de maneira conclusiva.2010 CONHEÇA AS NOVAS ALTERAÇÕES NA OBRIGATORIEDADE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA QUE ENTRAM EM VIGOR EM AGOSTO Mais alterações referentes à obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): as mudanças foram divulgadas com a publicação do Protocolo ICMS nº85.jsp?arquivo=webcontrol/detalhesNoticia. modificando as atividades de seu cadastro que tenham vínculo com a obrigatoriedade para a seguir efetuar a anulação da informação de obrigatoriedade”.org/index. sendo indiferente. também terão que ser obrigatoriamente através de NF-e. nesta quarta-feira (14).8 trilhões. Cabe salientar que a implantação do sistema requer adequação estrutural e cultural às NF-e. 73 .07. “a medida visa ampliar a obrigatoriedade com a massificação do uso da NF-e. aumentando o prazo para fazer todos os ajustes necessários e testar o sistema sem sofrer prejuízos.encat. no valor de R$4. o enquadramento não está relacionado a nenhum CNPJ ou CNAE principal ou secundário específico. produtos. É preciso aprender a cadastrar clientes. CNAE ou CNPJ cadastrado junto aos órgãos públicos. Desta forma. conforme as operações e prestações que realizarem. o critério para a obrigatoriedade de emissão de NF-e é simplesmente o exercício de uma das atividades relacionadas na lista da Obrigatoriedade. Esta confusão em torno da Obrigatoriedade tem se apresentado um agravante ao processo. integração de tecnologias e algumas alterações nos processos internos. o CAE. o contribuinte que porventura pratique uma das atividades listadas através do Protocolo ICMS 10/2007 e suas alterações. O enquadramento tributário e o porte da empresa também são indiferentes à obrigatoriedade de emissão de NF-e: micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. já que. Sugerimos que as empresas implantem o sistema com pelo menos um mês de antecedência. as empresas voluntárias estão autorizadas a continuar emitindo suas notas fiscais impressas modelo 1 e 1A em paralelo com as notas fiscais eletrônicas. assinatura e transmissão da NF-e. Atualmente já foram autorizadas 268 milhões de NF-e. visto que a falta de informação ou a informação equivocada sobre os critérios de enquadramento está atrasando a preparação necessária à adesão ao Projeto NF-e. Fonte: http://www. e se acostumar com o processo de digitação.A partir de 01/12/2010. o Portal da Nota Fiscal Eletrônica da SEFAZ declara que “o contribuinte que não pratique as atividades da obrigatoriedade. o que envolve alinhamento do sistema contábil às novas exigências. também podem estar obrigadas a emitir notas fiscais eletrônicas. Mas como identificar se sua empresa está relacionada na Obrigatoriedade? Ao contrário do que muitos pensam. as operações interestaduais (exclusive dos varejistas) e as vendas ao setor público. portanto. portanto. FONTE: CLASSE CONTÁBIL Ligue: 0800 723 6330 e receba um consultor da NFe do Brasil para esclarecer suas dúvidas 16. assim como firmar um dos mais importantes banco de dados para estudos de reforma tributária e combate a concorrência desleal que tanto prejudica os bons contribuintes”. independente do código CNAE do contribuinte. validação. Ele lembra também que com o uso da NF-e provoca a redução de custos para o fisco e para o contribuinte. no Diário Oficial da União (DOU). até que a emissão da NF-e seja obrigatória.

§ 3. o limite da receita bruta será calculado proporcionalmente ao número de meses decorridos entre o mês de início de atividade da empresa e 31 de dezembro do mesmo ano.916. Fonte: Financial Web PORTARIA SAF N. não desenvolvendo atividade econômica de produção ou de venda de bens ou serviços. 6. A norma entra em vigor em 1º de agosto. 6.918.SUBSTITUTO EVENTUAL. Outra mudança é referente ao segmento varejista. Segundo a consultora Renata Ferrari.Com esse protocolo.br. acesse o site do Confaz. Para saber sobre cada um deles. As exceções são para operações com o Código Fiscal de Operação e Prestação (CFOP) nº 6.rj. Será obrigatório àquelas empresas que não precisam aderir à NF-e no próximo 1º de dezembro. O protocolo também delega ao estado independência em decidir se determinada empresa será dispensada de emitir a NF-e.920.913.410. as empresas que não estão obrigadas a emitir a NF-e a partir de 1º de dezembro de 2010 serão obrigadas a expedir o aquivo digital.º Considera-se receita bruta para os efeitos deste artigo o produto da venda de bens e serviços nas operações por conta própria. considera-se o período de 1. A regra independe do setor de atuação das companhias. 1.903.º da Resolução SEFAZ n.A adesão prevista no caput deste artigo abrangerá todos os estabelecimentos da empresa localizados neste Estado.º da Resolução SEFAZ n.412. § 2. devendo ser feita a comunicação no endereço eletrônico spedrj@sef.EFD também estarão automaticamente obrigados a partir da concessão da inscrição estadual. 3. 6. Art. 1. mesmo com a medida serão raros os casos de dispensa.º 743 DE 14 DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece procedimentos relativos à Escrituração Fiscal Digital (EFD).201 – de devolução de compra – e nº6. 6. o titular ou sócio da empresa deve declarar a receita prevista para o ano em curso.914. desconsideradas as frações de mês.º 242/2009. ao ultrapassar este valor.br. R E S O L V E: Art. 6. 6.º A solicitação de adesão voluntária prevista no art. 6. 6.rj. porque é conveniente para o fisco receber as informações via NF-e”. 2.º Na apuração da receita bruta anual.553. as vendas canceladas.00 (cento e vinte mil reais) no ano anterior. § 5. O SUBSECRETÁRIO-ADJUNTO DE FISCALIZAÇÃO .000. 6. não incluído o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). observada a proporcionalidade referida no parágrafo anterior. 6. no uso da atribuição conferida pelo art.º de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior.910.º O estabelecimento de empresa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120.911.210. 6. 6.915. Os outros CFOPs são: 6. 2.503. 6. 6. 6. 11 da Resolução SEFAZ n. 6. expedir o documento fiscal eletrônico em caso de vendas interestaduais. 6. 6. Art.555.º 242. de 23 de outubro de 2009. Dispensa A publicação trata ainda da isenção da expedição do documento fiscal eletrônico na operação de coleta de mercadorias em que o emitente esteja dispensado da emissão. os descontos incondicionais concedidos e as transferências para outro estabelecimento do mesmo titular.921.º No caso de início de atividade ou não funcionamento no ano anterior. deverá ser considerado o somatório da receita bruta anual de todos os estabelecimentos da mesma empresa situados no território do Estado do Rio de Janeiro.912. 6.O disposto neste artigo não se aplica à unidade auxiliar com função de escritório administrativo.º No primeiro ano de atividade. § 4.209.208.413. 6. apresentará em 90 (noventa) dias o pedido de adesão à EFD à repartição fiscal de circunscrição.411. § 1. 6. no caso de operação de importação e exportação. “Serão casos muito específicos.º Os novos estabelecimentos filiais de empresas localizadas no Estado do Rio de Janeiro que já estejam obrigadas à Escrituração Fiscal Digital .º Para efeito de enquadramento na obrigatoriedade prevista no art.202 – que trata da devolução da comercialização. Parágrafo único . 6. assim considerado o estabelecimento que exerça exclusivamente funções de gestão gerencial e administrativa.gov. 74 . o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações por conta alheia. da FISCOSoft.661.gov. Parágrafo único .º 242/2009 poderá ser feita no endereço eletrônico spedrj@sef.556.

em que o destinatário da Nota Fiscal é preenchido com os dados da própria empresa emitente.° 242.º da Resolução SEFAZ n. R E S O L V E: Art. e terá a validade de 60 (sessenta) dias.º 759 DE 15 DE OUTUBRO DE 2010 Prorroga o prazo de entrega dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD). deduções do imposto ou débitos especiais decorrentes das operações ou prestações. créditos.br. A empresa que tenha Saldo Credor Acumulado de Exportação deverá preencher o Registro 1200 com o código “RJ001200 . prevista no inciso II do art. informando o período exclusivo ao qual se refere.1 do PVA. 9. Parágrafo único . 170 do Livro VI do RICMS".º As informações referentes aos pagamentos de ICMS . Art. 75 . Art. O SUBSECRETÁRIO ADJUNTO DE FISCALIZAÇÃO. os contribuintes deste Estado estarão dispensados do preenchimento dos seguintes Registros C495. de 23 de outubro de 2009.º Os prazos de entrega dos arquivos da EFD das competências de janeiro de 2009 a outubro de 2010 ficam prorrogados para 30 de novembro de 2010.3 do PVA. Art. 6. 6.gov.saldo credor de exportação utilizado no período". 7.No caso de não envio da retificação no prazo previsto no caput deste artigo. 1900 e respectivos filhos.No caso previsto no caput deste artigo. Art. deverá ser solicitada nova autorização para o mesmo período. mediante o preenchimento do Registro C197. deverão ser informados no Registro E111 e respectivos filhos.Art. ICMS . 1. em relevante parcela dos casos. estornos de débitos ou de créditos.º A autorização para a retificação da EFD. Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. 5. deverá ser utilizado o código genérico respectivo e informada detalhadamente a origem do débito no campo "DESCR COMPL _AJ" do Registro E111. 11. 4.diferencial de alíquotas e ICMS .º 242/2009. Art. deverá lançar em Informações Complementares da Nota Fiscal a expressão "Emitida nos termos do art. previstas em legislação. e CONSIDERANDO as dificuldades de transmissão dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD) causada. bem como preencher o Registro C110 correspondente. Art. independentemente de ser dia útil. não devendo ser preenchido o campo 05 do Registro 1200 "Total de Créditos Recebidos por Transferência". pela falta de credenciamento de contribuintes pela Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro junto ao ambiente nacional e em virtude de inovação tecnológica.º O prazo de entrega do arquivo digital da EFD previsto no art. 1400.º 242/2009 é até o dia 15 (quinze) do mês subsequente ao mês de referência. No caso de entrega de brindes.º da Resolução SEFAZ n. deverão ser informadas mediante o preenchimento do Registro C195. Parágrafo único .importação. 12. Rio de Janeiro. cujos ajustes não forem vinculados diretamente ao documento fiscal. no uso de suas atribuições que lhe confere o art.Caso não seja identificado na tabela um código específico para o ajuste de apuração. 10. 11 da Resolução SEFAZ n. Parágrafo único . Art.ST nas operações de entrada deverão ser lançadas de forma individualizada por Nota Fiscal.º No preenchimento da EFD. de acordo com a tabela 5. de acordo com os códigos da tabela 5. após o prazo de entrega. 14 de setembro de 2010 WALTER AGUIAR AMAZONAS FILHO Subsecretário Adjunto de Fiscalização Substituto Eventual PORTARIA SAF N.rj. 8.º Os ajustes de apuração do imposto relativos a débitos.º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.º As observações do lançamento fiscal. Art. 1700. 5. 2. deve ser solicitada no endereço eletrônico spedrj@fazenda. Art. será necessário incluir os dados cadastrais da empresa no Registro 0150.

Mato Grosso do Sul. tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24. de 3 de julho de 2009. Tocantins e no Distrito Federal. revistas e outras publicações. São Paulo. resolve celebrar o seguinte CONVENIO Cláusula primeira Autoriza os Estados e o Distrito Federal a convalidar as operações realizadas pelos contribuintes optantes do Simples Nacional acobertadas pela Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A emitidas após a data limite para obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). na sua 140ª reunião ordinária. e Protocolo ICMS 193/2010 – Adia para 1-4-2011 o início da obrigatoriedade da NF-e para as operações internas de vendas para órgãos públicos praticadas nos Estados de Acre. Maranhão. Rio Grande do Sul. de 30-11-2010. Ceará. revistas e outras publicações. realizada em Vitória. Roraima. Paraíba. III . estabelecem outras regras relacionadas ao uso da Nota Fiscal Eletrônica: Protocolo ICMS 192/2010 – mantém a dispensa da NF-e para os contribuintes enquadrados como microempreendedores individuais e estende a dispensa para os produtores rurais sem CNPJ. de 30-11-2010. Rio Grande no Norte. ES. Santa Catarina.10 Convalida operações realizadas por empresas optantes do Simples Nacional. para 1-7-2011. Alagoas.12.5310-5/02 Atividades de franqueadas e permissionárias de Correio Nacional. II .1811-3/02 Impressão de livros. Bahia. V . IV . 102 e 199 do Código Tributário Nacional. Lei nº 5. Alagoas. Pará. Espírito Santo.CONFAZ. modelo 55. Veja. Goiás. neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita. Piauí. Sergipe. desde que a adequação tenha ocorrido até 90 dias após a data indicada no Anexo Único do Protocolo ICMS 42/09 de 03 de julho de 2009. o início da obrigatoriedade da utilização da NF-e para os contribuintes com atividades econômicas relacionadas à impressão e venda de livros.5310-5/01 Atividades de Correio Nacional. também publicados no DO-U de 1-12-2010. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07/05. O Conselho Nacional de Política Fazendária . Santa Catarina. 76 . para os contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada em um dos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas: I . no dia 10 de dezembro de 2010. Os Protocolos ICMS 192 e 193.172. Sergipe. Espírito Santo. Mato Grosso. publicado no DO-U de 1-12-2010. Paraná.4647-8/02 Comércio atacadista de livros. de 7 de janeiro de 1975. Tocantins e Distrito Federal. prevista no Protocolo ICMS 42/09. revistas e outras publicações periódicas. considerando o disposto nos arts. Paraíba. Mato Grosso do Sul. inclusive em relação à obrigatoriedade de emissão em função do destino da mercadoria.4618-4/99 Outros representantes comerciais e agentes do comércio de jornais. jornais e outras publicações.4618-4/03 Representantes comerciais e agentes do comércio de jornais. Roraima. 02/12/2010 ADIADA A OBRIGATORIEDADE DO USO DA NF-E PARA DIVERSAS ATIVIDADES Os Protocolos ICMS 192 e 193. Rio de Janeiro. Maranhão. DE 10 DE DEZEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 16. Amazonas. Bahia. o texto dos Protocolos: PROTOCOLO ICMS 191. VII . Pernambuco.NF-e. Piauí. jornais e periódicos e de correio nacional. estabelecem outras regras relacionadas ao uso da Nota Fiscal Eletrônica: Por intermédio do Protocolo ICMS 191. o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica . DE 30-11-2010 Os Estados do Acre. 15 de outubro de 2010 HÉLIO HONÓRIO DE OLIVEIRA Subsecretário Adjunto de Fiscalização CONVÊNIO ICMS 190. VI . Minas Gerais. Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.1811-3/01 Impressão de jornais.Rio de Janeiro. Minas Gerais. de 30 de setembro de 2005. Amapá. também publicados no DO-U de 1-12-2010. de 25 de outubro de 1966. a seguir. de 30-11-2010. Rio Grande do Norte. Rondônia. Pernambuco. foi prorrogado. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira – Fica prorrogado para 1º de julho de 2011.

Rondônia. Mato Grosso do Sul. PROTOCOLO ICMS 194. pelo critério de CNAE.às operações realizadas por produtor rural não inscrito no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Rondônia. 102 e 199 do Código Tributário Nacional. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07. Mato Grosso do Sul. Rio Grande do Norte.Parágrafo único. de 3 de julho de 2009.6120-5/99 Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente. São Paulo. acrescentando-se à cláusula segunda o § 2º com a seguinte redação: "§ 2º O disposto no inciso I do caput desta cláusula somente se aplica nas operações internas praticadas pelos Estados de Acre. 102 e 199 do Código Tributário Nacional . V – 6120-5/01 Telefonia móvel celular. Piauí. Goiás. Ceará.172. Espírito Santo. Alagoas. Piauí. Mato Grosso. de 25 de outubro de 1966. II . Santa Catarina. Pernambuco. II – 6110-8/02 Serviços de redes de transporte de telecomunicações – SRTT. Paraíba. Pará.Lei nº 5. Lei nº 5. Tocantins e Distrito Federal. Goiás. neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda. Goiás. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira – O parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09. Roraima. Mato Grosso do Sul. Lei nº 5. considerando o disposto nos arts. de 30 de setembro de 2005. Paraná. 102 e 199 do Código Tributário Nacional. Paraíba. Maranhão. Pernambuco. neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita. Bahia. prevista no Protocolo ICMS 42/09. Sergipe. Paraíba. Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal. modelo 55. Pará. Tocantins e pelo Distrito Federal. considerando o disposto nos arts. Cláusula segunda – Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.NF-e. de 25 de outubro de 1966. de 30 de setembro de 2005. Santa Catarina. fica renumerado para § 1º.". Ceará. a partir de 1º de abril de 2011.MEI. Bahia. Cláusula segunda – Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Rio Grande do Sul.6110-8/01 Serviços de telefonia fixa comutada – STFC. produzindo efeitos a partir de 1º de dezembro de 2010. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07/05. Amazonas. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07/05. Amazonas. Tocantins e Distrito Federal. Alagoas. de que trata o art. Amazonas. Paraná. Minas Gerais. IV – 6110-8/99 Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente. Bahia. Pernambuco. Minas Gerais. Maranhão. 18-A da Lei Complementar nº 123. Finanças ou Tributação. resolvem celebrar o seguinte P R O T O C O L O Cláusula primeira Fica prorrogado para 1º de março de 2011. considerando o disposto nos arts. passa a vigorar com a seguinte redação: "Cláusula quarta – O disposto neste protocolo não se aplica: I . 77 . III – 6110-8/03 Serviços de comunicação multimídia – SCM.NF-e. Sergipe. Alagoas. de 3 de julho de 2009. Amapá. Santa Catarina.6120-5/02 Serviço móvel especializado – SME. Paraná. VI . para os contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada em um dos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas: I .12. Rio de Janeiro. inclusive. à obrigatoriedade de emissão de NF-e nas operações descritas nos incisos da cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09. Os Estados do Acre. Rio Grande do Sul. Bahia. São Paulo. Espírito Santo. de 14 de dezembro de 2006. Piauí. Ceará. Maranhão. Mato Grosso. de 30 de setembro de 2005. Paraíba. Sergipe. Rio Grande do Norte.172. Pernambuco. Amapá. Mato Grosso. PROTOCOLO ICMS 192. Minas Gerais. o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica . Roraima. A prorrogação prevista no caput aplica-se. Minas Gerais. Piauí. Rio Grande do Sul. neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita. Rio de Janeiro. DE 30-11-2010 Os Estados do Acre. Roraima.172. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira – A cláusula quarta do Protocolo ICMS 42/09. de 03 de julho de 2009. Roraima. DE 10 DE DEZEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 13. Rio de Janeiro. prevista no Protocolo ICMS 42/09. PROTOCOLO ICMS 193. Maranhão." Cláusula segunda – Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Santa Catarina. Pará. Rondônia. Espírito Santo. DE 30-11-2010 Os Estados do Acre. Rio Grande no Norte. Alagoas. VII .ao Microempreendedor Individual .10 Prorroga o início da vigência da obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica . São Paulo. Rio Grande do Norte. de 25 de outubro de 1966. Espírito Santo. Mato Grosso do Sul. Amapá.

Parágrafo único. III . Tocantins e Distrito Federal. Ceará. Rio de Janeiro. Amazonas. Paraíba. São Paulo.12. 102 e 199 do Código Tributário Nacional. XIV .6142-6/00 Operadoras de televisão por assinatura por microondas. Alagoas. Sergipe.”. XIII – 6190-6/02 Provedores de voz sobre protocolo internet – VOIP.6143-4/00 Operadoras de televisão por assinatura por satélite. 78 . Goiás. à obrigatoriedade de emissão de NF-e nas operações descritas nos incisos da cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09. IX . Alagoas. de 30 de setembro de 2005. considerando o disposto nos arts. Goiás. A prorrogação prevista no caput aplica-se. Amazonas.Telecomunicações por satélite. V . e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07/05. Rio Grande do Sul. 102 e 199 do Código Tributário Nacional.6141-8/00 Operadoras de televisão por assinatura por cabo. Rio Grande do Sul. Pará. Sergipe. Bahia. que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal. de 25 de outubro de 1966. Amapá. Mato Grosso do Sul. inclusive. Ceará. resolvem celebrar o seguinte P R O T O C O L O Cláusula primeira O § 2º da cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09. Ceará. PROTOCOLO ICMS 196. prevista na cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09. IV . Piauí. Espírito Santo. Santa Catarina. São Paulo. Roraima. Paraná. Mato Grosso. Rondônia. Sergipe. Maranhão. Amapá.6190-6/01 Provedores de acesso às redes de comunicações. Pará.”. produzindo efeitos a partir de 1º de dezembro de 2010. PROTOCOLO ICMS 195. Piauí. Santa Catarina. a partir de 1º de abril de 2011.5813-1/00 Edição de Revistas. Roraima. Paraná. Cláusula segunda: Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita.10 Prorroga o início da vigência da obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica . Tocantins e Distrito Federal. DE 10 DE DEZEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 13. resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira: Fica prorrogado para 1º de julho de 2011 o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e . de 3 de julho de 2009. Alagoas. Os Estados do Acre. Minas Gerais. Pernambuco.5811-5/00 Edição de Livros. DE 10 DE DEZEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 13. X . Paraíba. Cláusula segunda Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. II .172. Espírito Santo. Piauí. Rio Grande do Norte. Mato Grosso do Sul. Bahia. modelo 55.5823-9/00 Edição Integrada a Impressão de Revistas. XI . Mato Grosso. Roraima. Pernambuco. produzindo efeitos a desde 1º de dezembro de 2010.VIII. Goiás. de 03 de julho de 2009. Receita ou Tributação. Os Estados do Acre. Pernambuco. Minas Gerais. Minas Gerais. nas situações previstas nos incisos da Cláusula segunda do Protocolo 42/09. Rio Grande do Norte. para os contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada nos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas: I .5821-2/00 Edição Integrada a Impressão de Livros.5822-1/00 Edição Integrada a Impressão de Jornais. de 30 de setembro de 2005. Lei nº 5. passa a vigorar com a seguinte redação: “§ 2º O disposto no inciso I do caput desta cláusula somente se aplica nas operações internas praticadas pelos Estados do Acre. e no § 2º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 07/05.6130-2/00. modelo 1 ou 1-A. VI . considerando o disposto nos arts.10 Altera o Protocolo ICMS 42/09. Mato Grosso do Sul. Rondônia. XII .6190-6/99 Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente. Espírito Santo.172. Maranhão.NF-e.5812-3/00 Edição de Jornais.12. Bahia. Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro. de 25 de outubro de 1966. Santa Catarina. neste ato representados pelos Secretários de Fazenda. Lei nº 5. Paraíba. Tocantins e pelo Distrito Federal.

realizada em Brasília. os tradicionais modelos de Notas Fiscais. CONVÊNIO ICMS 199. em ambiente de produção. a Coordenação Técinca do ENCAT (Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais) divulgou a Nota Técnica 8/2010. de 30 de novembro de 2010. modelo 1 ou 1-A.CONFAZ. que a liquidação poderá ser efetuada normalmente caso as notas fiscais de modelo 1 ou 1A tenham sido emitidas antes dessa data. porém. em ambiente de homologação. A Carta de Correção Eletrônica é o mais simples dos eventos da NF-e 2G e permitirá a construção da infra-estrutura necessária para a implementação de outros eventos. O auditor destaca ainda que os contribuintes obrigados à emissão de NF-e somente na operação com órgãos públicos poderão continuar utilizando os modelos 1 ou 1A nas demais operações. de 7 de janeiro de 1975. Órgãos da administração pública direta e indireta devem estar atentos ao realizar operações comerciais com empresas públicas e privadas. pois esses serão considerados inidôneos pela Receita Estadual e Federal. O setor público . retroagindo seus efeitos a 1º de dezembro de 2010. Caso isso aconteça.00 e ConSitNfe_v2. DE 20 DEZEMBRO DE 2010 Publicado no DOU de 21. durante o ano de 2011. O início dos testes. prevista para julho de 2011. Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. Benefícios 79 . 156ª reunião extraordinária. O auditor fiscal da Receita Estadual do Espírito Santo Deuber Luiz Vescovi de Oliveira esclarece. que é a Carta de Correção Eletrônica. ocorrerá no mês de junho de 2011. 24. sendo a implantação. modelo 1 ou 1-A. O Conselho Nacional de Política Fazendária . DF.10 Convalida a utilização de Nota Fiscal.não poderá aceitar Notas Fiscais nos modelos 1 ou 1 A a partir de 1º de dezembro. mod. 1 ou 1-A deverão ser substituídos por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). de julho de 2009. A obrigatoriedade da emissão da NF-e em substituição a esses modelos está prevista na cláusula segunda do Protocolo ICMS 42. municípios. para os contribuintes que especifica. tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº.Cláusula segunda Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. União e Distrito Federal . NF-E SERÁ OBRIGATÓRIA PARA COMPRA GOVERNAMENTAL A PARTIR DE 1-12 Órgãos da administração pública direta e indireta devem estar atentos ao realizar operações comerciais com empresas públicas e privadas.12. DIVULGADAS REGRAS PARA O USO DA CARTA DE CORREÇÃO ELETRÔNICA A Carta de Correção Eletrônica é o mais simples dos eventos da NF-e 2G Visando permitir o planejamento das ações a serem desenvolvidas pelas empresas emissoras e provedoras de soluções de NF-e.Estados. no dia 20 de dezembro de 2010. estarão sujeitos a punições dos órgãos fiscalizadores. pelos contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada no código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas constante no inciso V da cláusula primeira do Protocolo ICMS 191/2010. resolve celebrar o seguinte C O N V Ê N I Cláusula primeira Fica convalidada a utilização de Nota Fiscal. A partir do dia 1º de dezembro.01) do primeiro evento da NF-e de Segunda Geração. no período de 1º de outubro de 2010 até a publicação do Protocolo ICMS 191/10. estendendo-se inclusive às operações comerciais com empresas públicas e sociedades de economia mista. com as especificações técnicas e schemas (Cce_v1.

Saiba mais: . o contribuinte deve possuir certificado digital. através de consulta ao portal da Fazenda Estadual ou Federal se a NF-e está autorizada. ou parte do nome da atividade. por determinados setores em substituição às notas tradicionais modelos 1 ou 1-A. com certificação digital. a nota fiscal/conta de energia elétrica. problema comum em notas de papel. Um único certificado digital pode assinar as notas de todos os estabelecimentos da empresa.O Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) segue com a mercadoria no trânsito e pode ser impresso em papel comum. A Serasa desenvolveu um aplicativo de internet por meio do qual as empresas podem.sefaz. e agora caminham para o SPED . incluindo a leva de 1º de dezembro. presidente de Negócios de Identidade Digital da Serasa Experian. Pedimos que aguardem ainda confirmação pelos órgãos competentes antes de passarem a informação adiante ou de tomarem providências como se assim fosse de fato. A Serasa Experian esclarece que para emissão de NF-e é necessário um certificado digital de pessoa jurídica. pois elimina-se o risco de erros de digitação. não emitirão NF-e a partir de 1º de dezembro apenas as empresas do regime Simples. independentemente da atividade econômica exercida. entram no movimento da NF-e. estaremos publicando. como por exemplo. do Distrito Federal e dos Municípios”. O protocolo ICMS 42 especifica que deverão utilizar a NF-e “os contribuintes que. O grupo de 1º de dezembro é formado por cerca de 600 mil empresas que emitem as notas modelo 1 e 1A. 19/11/2010 (RETIFICAÇÃO) SÓ EMPRESAS DO SIMPLES FICAM FORA DA NOTA ELETRÔNICA Ao pesquisarmos sobre o embasamento legal referente à notícia publicada hoje pelo Guia dos Contadores no qual informa sobre o fato das empresas do Simples ficarem fora da nota eletrônica.gov. e estar credenciado na Receita Estadual. dentre as que emitem nota fiscal de mercadoria para outras empresas. melhor planejamento logístico e eliminação de erros de digitação. “Isso significa cerca de 870 mil empresas.serasaexperian. . de qualquer dos Poderes da União.br). modelo 6.679 CNAEs. modelo 55. Em 2010. maior segurança contra empresas inidôneas e maior agilidade no planejamento logístico. www. estão maior fidelidade nas informações. conferir a data em que seu segmento de atuação passa a constar entre os que devem emitir NF-e. O certificado NFe é mais recomendável porque pode ser emitido para quem a empresa determinar. . que tanto pode ser o e-CNPJ quanto o Certificado NFe. 2.es.Entre os benefícios da NF-e.com. não encontramos nada ainda que possa confirmar essa informação. o setor público poderá receber e efetuar pagamentos dos demais documentos. não necessitando ser o representante legal da empresa na Receita Federal. desde que tenha a mesma raiz do CNPJ.br/certificados/consultarnfe/ 80 . Vamos continuar pesquisando e assim que tivermos qualquer novidade. em caráter obrigatório. dos Estados.desta forma. afirma Igor Ramos Rocha. realizem operações destinadas à administração Pública direta ou indireta. As operações que não envolvem notas dos modelos citados estão livres da obrigatoriedade . como mais agilidade na recepção de mercadorias.Sistema Público de Escrituração Digital”. inclusive nas vendas feitas para empresas públicas. em 2010.Para emitir a NF-e. O programa emissor de NF-e pode ser baixado gratuitamente na página da Secretaria de Estado da Fazenda (www. com facilidade.Aguardem por favor confirmação Com o ingresso da última leva de CNAEs (Código Nacional de Atividade Econômica). Guia dos Contadores (Notícia Original Publicada) . contendo o CNPJ do mesmo. inclusive empresa pública e sociedade de economia mista. Este documento traz a chave de acesso com 44 caracteres e servirá para o destinatário confirmar. migrando seus processos de emissão de notas fiscais para o ambiente eletrônico.O uso da NF-e traz vantagens aos seus usuários. Basta acessar o link abaixo e digitar o CNAE de atuação. A NF-e é o documento fiscal usado nas transações comerciais por contribuinte devidamente habilitado perante a Receita Estadual e começou a ser emitida em abril de 2008.

venda.gov. as empresas podem utilizar o SCAN para autorizar suas NF-e ou outras alternativas de contingência prevista na legislação. estocar ou depositar mercadoria com documentação irregular. cabendo à ela o crédito pela mesma. é preciso adquirir uma certificação digital. PORTAL NACIONAL DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA: INFORMES: A SEFAZ-MS iniciará uma manutenção preventiva no sistema de autorização de NF-e no 12/12/2010 (domingo) às 08:00h (horário local). A empresa que emite a NF-e irá gerar um arquivo eletrônico com as informações fiscais da operação (compra. de comércio atacadista. As empresas poderão reduzir custos com a impressão das notas.fazenda. O documento já é obrigatório para contribuintes de ICMS que desenvolvem atividade industrial. Essas transações são inválidas. Os compradores podem ser penalizados por transportar. Para acompanhar as mercadorias em trânsito é gerado um Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (Danfe). Também permite o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelas Secretarias da Fazenda. É como se elas estivessem vendendo sem nota fiscal”. alerta. “Muitas empresas obrigadas a adotar a NF-e continuam a utilizar a nota em papel. O contador e administrador de empresas Alexandre Rabello lembra que as penalidades também atingem quem compra mercadorias dessas empresas.br Fonte: Revista Incorporativa As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada. Esse documento será enviado pela internet para a Secretaria da Fazenda. receber.fazenda. A NF-e foi instituída em caráter nacional em 2005 e está sendo implantada gradativamente. Para saber mais: Portal da Nota Fiscal Eletrônica: www. para empresas que vendem mercadorias para a administração pública e para outras unidades da federação. ágeis e rentáveis.nfe. cabendo à ela o crédito pela mesma.gov. Certificação digital Para se adaptar ao novo sistema. A obrigatoriedade não é válida para Empreendedores Individuais. O analista do Sebrae-MG Haroldo Araújo explica que as tradicionais notas em papel perderam a validade para todas as atividades econômicas enquadradas no novo sistema. NF-E: EMPRESAS QUE AINDA NÃO SE ADAPTARAM PODEM SER MULTADAS Novo sistema aumenta transparência e diminui sonegação Empresas obrigadas a emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) que ainda não se adequaram ao novo sistema podem ser multadas. que valida o arquivo e emite um protocolo de recebimento. diminuindo a sonegação e as fraudes. Além da certificação. tornando os negócios mais seguros. a fim de terem mais opções de horários e locais para agendamento da emissão” orienta Igor Ramos Rocha. transferência ou prestação de serviços). O mesmo documento vai para a Receita Federal. que gira em torno de R$ 350. incluindo micro e pequenas inscritas no Simples Nacional. O serviço tem um custo para os empresários. Benefícios O novo processo aumenta a transparência nos processos de emissão e recebimento de documentos fiscais. de distribuição. Em Minas Gerais. com validade para cerca de três anos. que tem uma lista completa com todos os CNPJs obrigados a emitir a Nota Fiscal eletrônica. O retorno está previsto para as 18:00h do mesmo dia 12/12/2010 (domingo).“A Serasa Experian alerta para que as empresas não deixem para providenciar na última hora o seu certificado digital. as empresas também precisam fazer download de software para emissão de Nota Fiscal. Durante a indisponibilidade do sistema de autorização da NF-e da SEFAZ-MS. A empresa provê todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e). 81 . Fonte: Coad As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada. Existem órgãos licenciados pela Receita Federal que podem emitir esse certificado.mg. O valor está diminuindo devido à entrada de novas empresas que prestam o serviço. podendo retornar antes.br/portal/ Receita Estadual: www. as empresas podem saber se sua atividade foi incluída no novo sistema consultando o site da Receita Estadual. A NF-e é exigida para empresas dos mais variados setores econômicos e de todos os portes.

versão para: TESTES .0 da NF-e.. Assinado por: Secretaria da Fazenda de São Paulo Atenção: Publicada NT2010. do Código de Situação da Operação no Simples Nacional . 2.01) do primeiro evento da NF-e de Segunda Geração. os contribuintes já podem utilizar a versão 2. Nota Fiscal Eletrônica no SITE DA SEFAZ-RJ Atenção .Veja como está a Simulação de Validação da NF-e v2. Desde o dia 23/11/2010. por nota fiscal eletrônica com validade jurídica para todos os fins. Assinado por: Secretaria da Fazenda de Pernambuco Visando permitir o planejamento das ações a serem desenvolvidas pelas empresas emissoras e provedoras de soluções de NF-e. A Carta de Correção Eletrônica é o mais simples dos eventos da NF-e 2G e permitirá a construção da infra-estrutura necessária para a implementação de outros eventos.0 da NF-e. em ambiente de homologação.Assinado por: Secretaria da Fazenda do Mato Grosso do Sul A SEFAZ/SP fará uma parada para manutenção em seus sistemas da NF-e no próximo domingo. Assinado por: Coordenação Técnica do ENCAT Conheça o Projeto da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Este portal tem como objetivo a divulgação de informações sobre o Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). estamos divulgando a NT2010.1 .CRT e.. sendo a implantação.00 e ConSitNfe_v2. Neste período os contribuintes poderão utilizar quaisquer alternativas de contingência previstas na legislação.versão 4.Contemplando a v.0. que estará ativo junto ao Ambiente Nacional da Receita Federal.009 para identificar e apontar situações de uso indevido dos Webservices utilizados pelas empresas emissoras de NF-e. Assinado por: Coordenação Técnica do ENCAT A SEFAZ-PE disponibilizou os webservices da versão 2. durante o ano de 2011.AQUI 82 . As URL estão disponíveis na Relação de Webservices. que é a Carta de Correção Eletrônica. prevista para julho de 2011.006 (Pág. inclusive o SCAN.CSOSN apenas por aqueles que utilizarem a versão 2. quando for o caso.NT2009. Este projeto é coordenado pelo ENCAT (Encontro Nacional dos Administradores e Coordenadores Tributários Estaduais) e desenvolvido em parceria com a Receita Federal e tem como finalidade a alteração da sistemática atual de emissão da nota fiscal em papel.0 da sua empresa. das 08h00 às 14h00. ocorrerá no mês de junho de 2011.008 com as especificações técnicas e schemas (Cce_v1.0 da NF-e (versão 4. dia 12/12/2010.0 da NF-e estabelecida no Manual de Integração do Contribuinte .01 do Manual de Integração ) obrigatória APENAS a partir de 1° de ABRIL/2011. O início dos testes. em ambiente de produção. Deverão ser prestadas as informações do Código de Regime Tributário . 115 e 137 em diante) Software Emissor NF-e .AQUI PRODUÇÃO .

torna público que a Comissão. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária .CONFAZ.do Regimento da Comissão Técnica Permanente do ICMS .Suframa. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA PORTARIA SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS . na sua 143ª reunião ordinária. 2º Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. 2º do Ato CO-TEPE/ICMS no. O cancelamento é um procedimento para corrigir erros na emissão das notas fiscais entre a empresa cliente e o emissor da nota fiscal.U. NOVO PRAZO PARA CANCELAMENTO DA NF-E ALTERADO O PRAZO PARA INCIO DA VIGÊNCIA DO NOVO PRAZO DE CANCELAMENTO DE 24 HORAS. foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira.: 01. XIII. DE 24 DE NOVEMBRO DE 2010 Dá nova redação ao art.COTEPE/ICMS. que mantém o prazo de 168 horas para o cancelamento.2º do Ato COTEPE/ICMS no. de 17 de junho de 2010: "Art.12. no uso de suas atribuições que lhe confere o art.12.2006 Dispõe sobre o internamento de mercadorias nacionais nas áreas incentivadas administradas pela Superintendência da Zona Franca de Manaus .11.O.: 0xx92 3321-7000 83 . 2º Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. decidiu: Art. PARA JAN/2012 CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FAZENDÁRIA SECRETARIA EXECUTIVA ATO COTEPE ICMS No . o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) prorrogou para 1º de janeiro de 2012 o início do prazo de 24 horas para o cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica por parte das empresas. Até então. 33/08 que dispõe sobre os prazos de cancelamento de NF-e e de transmissão de NF-e emitida em contingência. A decisão.Confaz prorroga prazo para início do novo período de cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica A pedido da Fiesp. 13/10 que altera o Ato CO-TEPE/ICMS no.".13. Art. produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012. as empresas teriam de fazer o cancelamento neste período a partir do ano que vem.SUFRAMA Nº 529 DE 28. realizada nos dias23 a25 de novembro de 2010.DF.br Tel.gov. 1º Passa a vigorar com a seguinte redação o art. conforme disposto no Ajuste SINIEF 07/05.35.em Brasília. por este ato.de 12 de dezembro de 1997. DISQUE SUFRAMA: 0800 701 8585 E-MAIL: suframa @ suframa.2006 D.

e CONSIDERANDO o disposto na Lei nº 10.emissão da comprovação do ingresso da mercadoria. desde que seja apresentado o documento expedido pela 84 .cruzamento de informações e verificação de dados com órgãos fiscais. CONSIDERANDO o disposto no artigo 7º da Lei nº 9. IV . II . a empresa remetente deverá se habilitar na Suframa e ficará sujeita aos procedimentos internos de homologação estabelecidos pela Autarquia. cópia legível. via SINAL. Art. acompanhada do original para conferência. CONSIDERANDO o disposto no Decreto-Lei nº. § 2º A geração do PIN. somente se processará para empresa destinatária cadastrada e devidamente habilitada na Suframa. § 1º A execução dos serviços referida no caput quando realizada por terceiros.autenticação ou chancela do PIN pela Suframa.A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS.formalização do internamento.apresentação de três (3) vias do PIN. e III . de 28 de janeiro de 2000. em substituição às 1ª e 5ª vias da nota fiscal. no uso das atribuições legais conferidas pelos itens I e XII do artigo 18.628. 417/2000 e 66/2001. conferência documental prévia e vistoria física da mercadoria ingressada. VI . no ato do ingresso.960.TSA. na qualidade de preposto. de 21 de março de 2003. II . desde que sejam disponibilizados os dados do veículo transportador e do seu respectivo condutor. § 4º No caso de mercadoria nacional acobertada por nota fiscal eletrônica será exigida. no caso de transporte rodoviário e. admitir-se-á a apresentação de cópia legível. autenticada em cartório.transmissão prévia dos dados dos documentos fiscais. 4º Fica dispensada a apresentação do conhecimento de transporte nos seguintes casos: I . e atesto por servidor autorizado pela Suframa com aposição de carimbo "CONFERE COM O ORIGINAL". a respectiva via do conhecimento de transporte e duas vias do PIN chancelado pela Suframa. os dados do responsável pelo transporte em mãos da carga. Anexo I.DANFE. § 2º Para utilização dos serviços de consultas.geração do Protocolo de Ingresso de Mercadoria Nacional . 288/67 e no Decreto nº 61244/67. § 3º No caso de ilegibilidade de qualquer documento exigido no item III. SEÇÃO II Do Ingresso Art. VII .ingresso físico da mercadoria nas áreas incentivadas. ou ainda. 1º Toda entrada de mercadoria nacional para Zona Franca de Manaus. § 1º Após a realização do procedimento previsto no inciso IV deste artigo. previstas nos incisos I e II do artigo 2º. não elide a responsabilidade originária da empresa remetente e da destinatária.PIN. 17/99 e 40/00. levando em consideração a data de emissão da nota fiscal. ou ainda. Áreas de Livre Comércio e Amazônia Ocidental fica sujeita ao controle e fiscalização da Suframa que desenvolverá ações para atestar o ingresso físico da mercadoria e o seu internamento na área incentivada. prevendo remuneração dos serviços prestados pela Suframa. nos demais casos. conforme o disposto no Convênio ICMS nº 25/90. resolve: SEÇÃO I Do Processo de Internamento Art. CONSIDERANDO o disposto no Convênio ICM nº 65/88 e nos Convênios ICMS nº 25/90. pelo SINAL.960/00. 3º A transmissão prévia dos dados dos documentos fiscais e a emissão do PIN via SINAL. a saber: I .no transporte por transportadores autônomos. CONSIDERANDO a instituição da Taxa de Serviços Administrativos .no transporte executado pelo próprio remetente ou destinatário da mercadoria (carga própria).996/04. CONSIDERANDO o disposto nos Pareceres nº 298/2000. II . respectivamente. transmissão prévia dos documentos fiscais e emissão do PIN. V . III . 407/2000. de 18/08/00.. Art. a apresentação de cópia do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica . com a documentação física mencionada no inciso III. 36/97. COQAD/PROJU. § 1º Para efeito de aplicação desta portaria considerar-se-ão os termos constantes no ANEXO I. poderá ser realizada pela empresa remetente ou destinatária ou por representante legal. 37/97. no caso em que se aplicar. § 2º O processo de internamento de mercadoria nacional é composto por duas fases distintas. ficando sujeito aos procedimentos internos de validação estabelecidos pela Suframa. do Decreto nº 4.análise e conferência documental complementar para verificação e validação dos dados transmitidos pela internet. pelo emitente do conhecimento de transporte. 28/11/00. 15/12/2000 e 19/03/2001. por meio da Lei nº 9. 1ª e 5ª vias da nota fiscal e duas (2) vias do conhecimento de transporte para fins de recepção. será devolvida ao usuário requerente a 1ª via da nota fiscal. 2º O ingresso físico da mercadoria nas áreas incentivadas (fase I) e a formalização do internamento (fase II) dar-se-ão mediante os seguintes procedimentos: I .no transporte de mercadoria realizado via postal. via Sistema de Controle de Mercadoria Nacional SINAL da Suframa.

é obrigatória a apresentação da mercadoria na Suframa seja pela empresa destinatária cadastrada e habilitada ou por seu representante legal. do conhecimento de transporte ou de qualquer outro documento ou meio que permita comprovar o ingresso da mercadoria nas áreas incentivadas sob a administração da Suframa.TVFE". deverá mencionar no seu corpo os dados da(s) nota(s) fiscal (ais) anterior (es) e estar vinculada a um novo PIN. 6º A vistoria física da mercadoria ingressada deverá ser realizada em até 60 (sessenta) dias. gases e cargas tóxicas assemelhadas ou correlatas. Art.cópia legível da nota fiscal e do conhecimento de transporte e de duas (2) vias do PIN relativo à vistoria técnica. dar-se-á através da realização dos procedimentos previstos no artigo 2º. ou ainda pela empresa emitente do conhecimento de transporte. destinatário ou pelo consignatário da mercadoria. conforme parametrização a ser estabelecida pela SUFRAMA em ato próprio.Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos . os seguintes pontos: I . A dispensa indicada no caput não exime a empresa da apresentação dos demais documentos fiscais previstos no inciso III do artigo 2º. Parágrafo único. II . e consiste no exame de assentamentos contábeis. no mínimo. mediante lançamento de ofício. A vistoria técnica. a regularização do efetivo ingresso se dará mediante os procedimentos estabelecidos no artigo 2º. Art. veículos de transportes e equipamentos identificados por números de séries que não atenderam ao prazo estabelecido no Art. § 2º No caso específico de mercadoria destinada à Área de Livre Comércio de Cruzeiro do Sul. A vistoria física de que trata o caput deste artigo. a vistoria física poderá ser realizada até a data imediatamente anterior à notificação do remetente pelo fisco de origem. 6º. a vistoria física será homologada mediante apresentação de documentos autorizativos emitidos pelos órgãos competentes responsáveis diretos pelo controle e fiscalização do transporte dos produtos. ainda.. por: I . adicionalmente. contados a partir da data de emissão da nota fiscal. 10. 8º Quando se tratar de combustíveis líquidos e gasosos. § 4º A vistoria técnica não será aplicada quando a data de emissão da nota fiscal for anterior à data de cadastro da empresa destinatária na Suframa. § 1º O uso da medida excepcional.. a qual será. na qualidade de seu preposto. desde que a empresa destinatária esteja regularmente cadastrada e habilitada na Suframa e deverá estar acompanhado do PIN gerado dentro do prazo estabelecido no Art. devidamente fundamentado. sendo observados.a nota fiscal da mercadoria. 11.cópia do registro da operação no livro Registro de Entrada do destinatário ou comprovantes do fisco estadual 85 . fica estabelecido o prazo de 120 (cento e vinte) dias. 9º A vistoria técnica é um procedimento excepcional utilizado para regularizar a situação de notas fiscais de máquinas. § 1º Para fins do disposto no caput.. apresentada para regularização. II . no que se aplicar. Art. § 2º O pedido de vistoria técnica poderá ser formulado pelo remetente. ficando no caso em que se aplicar a responsabilidade solidária da empresa emitente do conhecimento de transporte. § 3º O processamento do requerimento de vistoria técnica poderá ser indeferido por falta ou insuficiência de documentos ou ainda por não haver constatação e consistência dos fatos apresentados como fundamentação.. fiscais e bancários.ECT comprobatório do transporte executado. Art.a documentação fiscal deverá estar acompanhada do(s) PIN(s) vistoriado(s) à época do ingresso da mercadoria. transportadas em unidades de cargas específicas e que não tenham condições de passar nos postos da Suframa.. objeto de refaturamento. § 2º A apresentação da mercadoria para fins de constatação física não elide a responsabilidade da empresa destinatária em cumprir com todas as etapas necessárias a conclusão do processo de internamento. Para fins de cumprimento do disposto no artigo 9º. SUBSEÇÃO I Da Vistoria Física Art. de que trata o caput do artigo 9º. Art.. 5º A constatação física da entrada de mercadoria far-seá em pontos de controle e fiscalização da Suframa e nos postos estabelecidos em Protocolo firmado entre a Suframa e os fiscos estaduais de destino. obedecerá ao disposto no artigo 6º.. procedida mediante um requerimento do usuário interessado instruído. 6º. § 1º Não será gerado PIN para documentação fiscal vinculada a um outro PIN que já tenha sido vistoriado ou referente à PIN que não tenha sido desembaraçado dentro do prazo estabelecido no caput. SEÇÃO III Da Vistoria Técnica Art. para que a empresa solicite a regularização das notas fiscais. ficando condicionada a verificação e autenticidade dos documentos apresentados e será realizada mediante o "Termo de Vistoria Física Externa . contados a partir da data de emissão da nota fiscal. Parágrafo único. deverá ser justificada mediante requerimento. 7º No caso de mercadoria desembaraçada pela Suframa que for objeto de refaturamento pelo fornecedor para outro destinatário dentro da mesma unidade federada de destino.

A Suframa.br>. 15. III e IV do caput aplicam-se à nota fiscal emitida para empresas localizadas na Zona Franca de Manaus. 15.declaração do remetente.de destino de desembaraço da mercadoria. Art. 18. A vistoria técnica também poderá ser realizada exofício ou por solicitação do fisco estadual de origem sempre que surgirem indícios de irregularidades na constatação do ingresso da mercadoria nas áreas incentivadas. Após o exame da documentação. No caso de vistoria técnica de veículos será exigido o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo atualizado emitido pelo órgão competente. a comprovação do ingresso de mercadoria em sua página na rede mundial de computadores (internet) no sítio <www.número e ano do Programa Especial de Exportação da Amazônia .indicação expressa da alíquota prevista e do valor do abatimento relativo ao ICMS. somente quando for destinada à industrialização de produtos para atendimento específico de programa de exportação aprovado pela Suframa. Parágrafo único. desde que sejam observados os termos do Art. II e III do caput aplicam-se à nota fiscal emitida para empresas localizadas nas Áreas de Livre Comércio e nos municípios de Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo . serão disponibilizadas ao fisco da unidade federada de origem. as informações de que trata o § 1º.CFOP.suframa. No caso específico de pedido de retificação da quantidade do produto. Art. quando se tratar de vistoria física ou vistoria técnica. Caso seja constatada pela Suframa divergências ou inconsistências de dados fiscais. e III . Parágrafo único. o procedimento somente será aceito mediante a apresentação da nota fiscal emitida para tal fim. Art. para impressão. conferência e atendimento dos requisitos legais referentes aos documentos fiscais por meio dos quais foram acobertadas as remessas de mercadorias para as áreas incentivadas. a Suframa emitirá um parecer conclusivo e devidamente fundamentado sobre o pedido de vistoria técnica. II . SUBSEÇÃO I Da documentação fiscal. não foi notificado da cobrança do imposto relativo à operação. § 3º Os incisos I e III do caput aplicam-se à nota fiscal emitida para empresas localizadas nas demais localidades da Amazônia Ocidental. de 18 de junho de 2004. § 2º Os incisos I. A nota fiscal emitida para empresas localizadas nas áreas incentivadas sob a administração da Suframa deverá conter no campo "dados complementares ou adicionais": I . devidamente visada pela repartição fiscal.gov. SUBSEÇÃO II Da comprovação do ingresso Art. para fins de conclusão do processo de internamento. tanto nos documentos físicos quanto nas informações transmitidas pelo SINAL.número de inscrição da Suframa do destinatário. deverá ser realizada a necessária retificação dos dados pela empresa remetente e/ou destinatária.da Cláusula Décima Primeira do Convênio ICMS nº 36/97. 14. 13. respectivamente. A comprovação do ingresso da mercadoria nacional remetida para as áreas incentivadas sob administração da Suframa. conforme formulário da Suframa. § 1º Os incisos I. sempre que necessário. II. 17. do valor unitário e total do produto e do valor da nota fiscal. até a data do ingresso do pedido. realizará diligência e recorrerá a qualquer outro meio legal a seu alcance para perfeito esclarecimento dos fatos. A formalização do internamento consiste na análise. análise e conferência de dados Art. do artigo 11 e parágrafo primeiro. assegurando que. 16. se dará após a realização dos procedimentos estabelecidos nos artigos 2ºe 11. IV . 86 . Parágrafo único. III . Será disponibilizada pela Suframa. § 2º O internamento não será efetivado caso seja comprovado pelo fisco estadual de origem do remetente a não autenticidade da declaração ou certidão referida no inciso III. Art. quando se tratar de operação incentivada para efeito de ICMS.PEXPAM.dispositivo legal referente à isenção do IPI. § 4º A nota fiscal emitida para as empresas localizadas na Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio deverá apresentar o Código Fiscal de Operação e Prestação . 12. § 1º Na hipótese de deferimento por parte da Suframa e do fisco estadual de destino. SEÇÃO IV Do Internamento Art. submetendo o mesmo à análise do fisco da unidade federada do destinatário. conforme estabelecido no Ajuste SINIEF 09/04.

conforme enquadramento nas faixas da tabela constante do ANEXO VI da Lei nº 9. No caso de ingresso de gêneros alimentícios destinados à comercialização. Parágrafo único. Art. V . tais como: quebras de lacres ou deslonamentos não autorizados. têm como fato gerador a utilização. a nota fiscal deverá acobertar exclusivamente produtos classificados com os códigos de NCM (posições e subposições) constantes no ANEXO IV desta Portaria.a nota fiscal tiver sido emitida para acobertar embalagem ou vasilhame adquirido em estabelecimento diverso do remetente da mercadoria neles acondicionada. de 6 de dezembro de 1988. excetuando-se os destinados à comercialização. de remessa simbólica ou em razão de complemento de preço. efetiva ou potencial. indicado no caput. Para usufruto do benefício de redução. relacionados no ANEXO IV desta Portaria. III .quando a nota fiscal não contiver a indicação relativa ao incentivo do IPI. relativa ao processo de internamento de mercadoria nacional. Parágrafo único.. conforme as especificações constantes no PEXPAM aprovado.TSA cobrada pela Suframa. II . X . a TSA será devida independentemente da situação cadastral do destinatário. para fins de gozo dos benefícios fiscais. indicado no caput. IV . VI . do Convênio ICM nº 65/88. a comprovação do ingresso da mercadoria a qual conterá.a Suframa tomar conhecimento ou constatar a inexistência de atividade ou simulação desta no local indicado como endereço do estabelecimento do destinatário. somente ocorrerá depois de sanada tal pendência. III .for constatada a evidência de manipulação do conteúdo transportado. a nota fiscal deverá acobertar exclusivamente insumos. de 7 de abril de 2000. referida no Art. Tratando-se dos incisos de IX a XI. Para usufruto do benefício de redução. na quantidade e unidade de medida.local e data da vistoria. fica reduzido a zero. § 1º A TSA de que trata o caput. 22. fica reduzido a zero. 87 .a mercadoria não for apresentada para vistoria física da Suframa e não tiver sido respeitado o prazo estabelecido no artigo 10. do Conselho de Administração da Suframa.nome e CNPJ do destinatário. a disponibilização de comprovante de ingresso pela Suframa na internet. Art. prestado ao seu usuário ou posto à sua disposição. o valor a ser cobrado da TSA. § 2º Iniciada a prestação do serviço referido no artigo 2º. que impeçam a conclusão do processo de internamento ou venham a dar causa a cancelamento de internamento já concluído. II .Art. assim como a inadequação das instalações do estabelecimento à atividade declarada. àquele de sua ocorrência. 1º-. 23. relativo à vistoria técnica. os seguintes dados: I . 19. da qual tenha resultado um produto novo. SEÇÃO V Da Taxa de Serviço Administrativo . 20. XI .número. 21. deteriorada.a mercadoria tiver sido destruída. modalidade suspensão e isenção. sob a responsabilidade do destinatário/ interessado. da Cláusula Primeira. reproduzida no ANEXO II da presente Portaria. VII . O internamento da mercadoria. IX . no que couber.PEXPAM. de serviço público. conforme o disposto na Resolução nº 003. e IV .TSA Art. VIII . de 28 de janeiro de 2000. Parágrafo único.a nota fiscal não tiver sido apresentada ao fisco estadual do destinatário para fins de desembaraço nos termos da legislação tributária daquela unidade federada. Art. não se dará quando: I . até o último dia do segundo mês subseqüente. A Taxa de Serviço Administrativo . valor e data de emissão da nota fiscal. o valor a ser cobrado da TSA. por meio de sua página na rede mundial de computadores (internet) ou mediante a remessa de arquivo magnético.a nota fiscal tiver sido emitida para fins de simples faturamento. No caso de ingresso de insumos nacionais destinados à industrialização de produtos para exportação pelo Programa Especial de Exportação da Amazônia Ocidental . A Suframa disponibilizará ao fisco da unidade federada do remetente e ao fisco federal.960.for constatada diferença de itens de mercadorias e de quantidades em relação ao que estiver indicado na nota fiscal.. da ocorrência de fatos.a mercadoria tiver sido objeto de transformação industrial por ordem e conta do destinatário. no mínimo. furtada ou roubada durante o transporte.quando a nota fiscal não contiver a indicação do abatimento a que se refere o § 2º. será gerada tomando como base o valor total da nota fiscal.nome e número de inscrição estadual e CNPJ do remetente. exceto quando for chassi de veículos destinados ao transporte de passageiros e de cargas no qual tiver sido realizado o acoplamento de carroçarias e implementos rodoviários.

R$ 10. 24. SEÇÃO VIII Das Disposições Gerais Art. reconhecidos como de utilidade pública pelo Governo Federal. que ficará disponível para impressão na página da Suframa na rede mundial de computadores (internet) no sítio <www.as entidades consulares. incluindo-se o transportador. os Estados. SEÇÃO VII Das Penalidades Administrativas e do Processo Art. via SINAL.emissão de outros documentos relacionados ao processo de ingresso. II . relativos a dados não disponibilizados na página da Suframa na internet. mediante os meios admitidos em direito. de 29 de janeiro de 1999. sem prejuízo.960/2000.advertência. indicar qual a nota fiscal que se enquadra para tal fim.fornecimento de cópia de nota fiscal. prevista no artigo 20. na qualidade de seus prepostos. Art. São penalidades administrativas: I . 27. da adoção de outras medidas legais cabíveis. os periódicos ou o papel destinado a sua impressão.os equipamentos médico-hospitalares. podem ser. Com relação ao valor gerado da TSA relativa ao processo de internamento de mercadoria nacional de que trata esta Portaria. mediante a Guia de Recolhimento da União . pela prestação dos seguintes serviços: I . aplicadas cumulativamente com outras sanções administrativas. ocasião em que. II e III deste artigo. importará na cobrança integral da TSA relativa ao serviço prestado pela Suframa. III . 32. As unidades federadas de destino e de origem poderão solicitar a Suframa. As penalidades previstas no artigo anterior. suspender provisoriamente o cadastro da empresa na autarquia até que aquela. III .br>. o Distrito Federal e as respectivas Autarquias e Fundações Públicas.as instituições. prejudicar ou tornar inviável os procedimentos adotados nesta Portaria ensejarão a adoção de penalidades administrativas adequadas a cada espécie. o usuário deverá. as condições de recolhimento. conhecimento de transporte. A não indicação. II . § 1º Detectados atos previstos no artigo 28 e durante os procedimentos apuratórios internos. mencionada no caput. quando for o caso. SEÇÃO VI Das Isenções Art. providencie o saneamento da irregularidade detectada. Os atos praticados pelo destinatário da mercadoria ou seus representantes legais. subsidiariamente. a ser apurado na forma dos procedimentos previstos nesta portaria e. 30.emissão de listagem contendo informações de dados não disponibilizados na página da Suframa na internet. IV . Art.Art.00 (dez reais). prosseguindo-se no andamento regular da apuração administrativa até os resultados finais. os Municípios. no período compreendido da ocorrência da hipótese prevista no artigo 29 desta. informações 88 .suframa. Art. III .a União. relativa ao processo de ingresso de mercadorias nacionais: I . 28.gov. Para usufruir o benefício de redução da TSA. que poderá redundar em uma das penalidades mencionadas nos incisos I. com o intuito de fraudar a vistoria física. Art. Conforme estipulado na tabela constante do ANEXO I.. imediatamente. com base na Lei nº 9. a critério da Suframa. a qualquer tempo. 26. É de responsabilidade do destinatário da mercadoria o pagamento da TSA de que trata o artigo 20. Ficam isentos do pagamento da TSA. 31. os prazos de pagamentos e as penalidades pecuniárias cabíveis obedecerão às disposições estabelecidas em legislação relativa à arrecadação e cobrança de TSA da Suframa. Parágrafo único. IV .os livros. sem fins lucrativos.desingresso de cada nota fiscal. 29. o ingresso de mercadoria ou de qualquer outro ato pertinente à espécie. prevista nos artigos 21 e 22 desta Portaria. ou de protocolo referido no inciso II do artigo 2º.cancelamento do cadastro. após a necessária apuração dos fatos em procedimentos administrativos. de pleno direito. e quando for requerido. § 2º É declarado nulo. dando-se a devida comunicação aos respectivos Órgãos Fiscais atinentes. II . a seu exclusivo critério e ouvido o setor técnico competente. da Lei nº 9. no momento da transmissão prévia dos dados dos documentos fiscais. e V . poderá a SUFRAMA. cobrar-se-á.784.suspensão temporária. a forma de cobrança. a suspensão será revogada. 25.GRU. Art. levados a efeito no âmbito administrativo. os jornais.

por meio do envio de arquivo eletrônico.GRU: é o documento padrão de arrecadação do Governo Federal destinado ao recolhimento da Taxa de Serviços Administrativos . 35. 7. 8. Art. emitente do conhecimento de transporte e co-responsável solidário pelo ingresso da mercadoria nas áreas incentivadas. 5. Enquanto existirem pendências.TSA da Suframa. selo de controle pela Suframa ou do fisco de destino. manual ou eletrônico. 36. Art. 9. . cuja comprovação se dará por ato administrativo que resultará na disponibilização de documento próprio da Autarquia depois de cumpridas as formalidades procedimentais e legais necessárias. etiqueta. Os casos omissos serão resolvidos pelo Superintendente da Suframa. ouvido os titulares da Superintendência Adjunta de Operações e da Coordenação-Geral de Controle de Mercadoria e Cadastro. Sinal: é o Sistema de Controle de Mercadoria Nacional . os dados da documentação fiscal que acobertam as remessas de mercadorias destinadas às áreas de incentivos fiscais. no caso em que for constatada falha administrativa. mediante a apresentação de procuração pública e autorizada a tratar de assuntos da empresa. em função dos ajustes técnicos operacionais que se fazem necessários e será aplicável a todas as áreas incentivadas administradas pela SUFRAMA.complementares relativas a procedimentos de remessa e vistoria de mercadorias ocorridas no prazo de cinco anos. Transportador: é a pessoa jurídica que realiza o transporte de carga. ANEXO II TABELA DE TAXAS DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS COBRADOS PELA SUFRAMA INGRESSO DE MERCADORIA NACIONAL 89 . . fica dispensado o pagamento de juros de mora e multa decorrentes do atraso no recolhimento da TSA relativa ao processo de ingresso. 10. Ingresso: é a entrada efetiva da mercadoria nacional nas áreas de incentivos fiscais sob a administração da Suframa. Esta Portaria entrará em vigor na data de 1º. Art.Iniciar a validação de dados da documentação fiscal enviada para a Suframa. prevista no caput. a expedição de protocolo ou aposição de qualquer carimbo. credenciada previamente na Suframa. 2. II e III do artigo 11. de 28 de janeiro de 2000. que servirá de Passe Suframa para fins de controle. do serviço público prestado. desde que. Vistoria Física: é o ato de conferência da conformidade da mercadoria com a documentação fiscal que a acompanha para fins de atesto do seu ingresso nas áreas incentivadas. 6. Guia de Recolhimento da União . aplicativo de informática (software) ou webservice disponibilizado pela Suframa para as empresas (remetentes. à época da vistoria física ou técnica. Art. Art.de fevereiro de 2007. visto. transportadores e destinatários) anteciparem. que impeçam a conclusão de procedimentos de serviços iniciados não será prestado novo serviço. ficando revogada a partir daquela data a Portaria nº 205. autenticação. 4.Gerar o PIN formalizando o recebimento e a validação dos dados da documentação fiscal enviada para a Suframa. Na hipótese de ocorrência. Remetente: é a pessoa jurídica fornecedora de mercadoria responsável pela emissão da nota fiscal. 34. Não constituirá prova do ingresso da mercadoria. Suas funcionalidades são: . cadastrada na Suframa e recebedora de mercadoria. de 14 de agosto de 2002.960. 3.Servir de plataforma de entrada de dados da documentação fiscal. tiverem sido cumpridos todos os requisitos previstos para a formalização do mesmo. Taxa de Serviço Administrativo . em parte ou total.TSA: é a taxa cobrada pela Suframa na utilização. conforme estabelecido na Lei nº 9. 37. PIN: é o Protocolo de Ingresso de Mercadoria Nacional. Parágrafo único. Fica autorizado o processo de ingresso. só terá efeito legal se devidamente desembaraçado pela Autarquia. FLÁVIA SKROBOT BARBOSA GROSSO ANEXO I 1. 33. de qualquer natureza. acompanhamento e verificação do ingresso da mercadoria nacional na área incentivada e de base para a conferência da carga e da documentação fiscal que a acompanha e. demonstrativo dos dados fiscais transmitidos pelo SINAL. nas vias dos documentos mencionados no inciso III do artigo 2º. as quais serão disponibilizadas por meio de arquivo magnético ou outro meio disponível que se fizer necessário.SINAL. responsável direta pela conclusão do processo de ingresso e internamento.e nos incisos I. Representante legal: é a pessoa física ou jurídica. Destinatário: é a pessoa jurídica localizada nas áreas de incentivos fiscais.

00.01 a 50.88 281.51 1.01 a 300.000.10 Trigo em grão 1001.000.74 630.000.000.00 3.01 a 200.10.01 2.213.000.01 a 20.416.01 a 500.01 a 2.00 5.65 3.01 a 100.00 10.00 1.000.000.00 200.000.000.01 a 100.54 6.64 29.00 500.00 Farinha de Trigo 1101.00 2.10 Feijão 0713 Frutas Cítricas 0805 Legumes de Vagens 0708 Couves e produtos semelhantes 0704 Batatas 0701 Leite Condensado 0402.000.000.000.00 150.00 Leite em pó 0402 Leite Fresco 0401 Amido de Milho 1108.06 6.000.153.000.07 55.00 500.00 100.00 100.000.00 50.97 12.01 a 5.000.167.99.00 Margarina 1517.01 a 1.1200 Manteiga 0405. ANEXO III MERCADORIAS CÓDIGOS DA NCM Açúcar 1701.000.00 Massas Alimentícias 1902 Óleos vegetais 1507 Peixe salgado 0305 Sal 2501.01 a 5.68 (*) O excedente será reenquadrado na tabela adicional e sucessivamente.20 Sardinha em conserva 1604.00 20.90 126.000.20.000.307.000.000.00 (*) Valor a ser pago 1.00 2.000.01 24.00 Conserva de Carnes 1602 Farinha de Mandioca 1106.000.00 2.484.01 a 3.000.00.614.00 300.10.1100 Arroz 1006 Bananas 0803 Banha 1501 Café 0901 Carne de Aves 0207 Carne de Bovino 0201 e 0202 Charque 0210.000.Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 Faixa por valor de ingresso 0.000.67 12.90 Vísceras 0504 90 .00 1.000.000.610.10.000.000.50 1.01 a 150.000.34 18.13.000.000.01 a 500.000.01 a 2.000.20.01 a 1.000.01 a 10.

Veja abaixo o passo-a-passo de cada uma destas possibilidades Para empresas que operam com a Nota Fiscal Eletrônica A) Cadastre sua empresa no site da Suframa e obtenha um nome de usuário e uma senha para sua empresa O passo A acima só precisa ser realizado uma única vez. Em vista disto criamos dois tutoriais que ensinam como proceder para obter a documentação necessária para fornecer seus produtos e/ou serviços para empresas sediadas na área da Suframa.Como realizar consulta e impressão de PIN ? 91 . Guia passo-a-passo para emitir uma nota para Zona Franca de Manaus São duas as possibilidades uma para quem opera com Nota Fiscal Eletrônica e outra para quem utiliza nota comum. baixe o programa de geração do SIM e instale em um computador Os passos A e B acima só precisam ser realizados uma única vez. já os procedimentos numerados abaixo precisam ser realizados para todas as notas que sua empresa emitir cujo(s) produto(s) e/ou serviço(s) sejam adquiridos para empresas situadas na Zona Franca 1) Faça o lançamento da nota fical em seu sistema ERP ou no sistema de emissão de notas que utilizar.Como proceder na importação de dados de lote no WSSinal ? .Como gerar o PIN ? .Como realizar download de manuais e documentações ? . já os procedimentos numerados abaixo precisam ser realizados para todas as notas que sua empresa emitir cujo(s) produto(s) e/ou serviço(s) sejam adquiridos para empresas situadas na Zona Franca 1) Faça o lançamento da nota fical em seu sistema ERP ou no sistema de emissão de notas que utilizar. 2) Redigite todos os dados da nota no programa de geração do SIM que você instalou.O que é e como manusear o programa Sinal 6.SUFRAMA .GUIA PASSO-A-PASSO Muitas empresas que estão iniciando vendas para outras empresas localizadas na Zona Franca de Manaus encontram dificuldades para encontrar um guia que as informe corretamente como proceder para obter a documentação necessária para este tipo de operação. B) No site da Suframa. 3) Ainda no mesmo programa Gere e Salve o arquivo SIM desta nota 4) Entre no site da Suframa faça o login utilizando o nome de usuário e senha previamente registrados 5) Pegue o arquivo SIM gerado pelo programa da Suframa e faça o upload do mesmo para o site da Suframa 6) O site da Suframa vai gerar um arquivo PIN em formato PDF 7) Salve o aquivo PIN em um local seguro em seu micro 8) Abra e imprima o arquivo PIN que foi gerado 9) Anexe o arquivo PIN à nota fiscal que acompanhará os produtos ou será enviada por correio (no caso de prestação de serviços) SUPORTE DA SUFRAMA: 0800 701 8585 PERGUNTAS E RESPOSTAS: . 3) Entre no site da Receita e copie o código desta Nota Fiscal Eletrônica gerado pelo sistema da própria Receita 4) Entre no site da Suframa faça o login utilizando o nome de usuário e senha previamente registrados 5) Informe o código que você copiou do site da Receita 6) O site da suframa vai gerar um arquivo PIN em formato PDF 7) Salve o aquivo PIN em um local seguro em seu micro 8) Abra e imprima o arquivo PIN que foi gerado 9) Anexe o arquivo PIN à nota fiscal que acompanhará os produtos ou será enviada por correio (no caso de prestação de serviços) Para empresas que NÃO operam com a nota fiscal eletrônica A) Cadastre sua empresa no site da Suframa e obtenha um nome de usuário e uma senha para sua empresa.0 ? .

Como declarar o ingresso de mercadoria nacional? O que é e como manusear o programa Sinal 6. acesse novamente o WSSinal e informe o login que será o CNPJ e a senha cadastrados anteriormente. OBS: Ao instalar o Sinal 6. na guia lotes sejam preenchidas as informações referentes ao transportador.sin no programa Sinal 6. selecione o lote importado e clique no botão GERAR PIN.Lote. O sistema validará seu arquivo. clique no número do PIN para avaliar as informações transmitidas e para imprimir desça a barra de rolagem e clique no botão IMPRIMIR. clique no MENU e acesse o link GERAR PIN no WS Sinal. ou o CNPJ do destinatário e período de geração do PIN. após selecione o link Importar Dados e realize a pesquisa do arquivo do lote.pdf com as informações do PIN para impressão. selecione-o e clique no botão importar.Como consultar a situação cadastral de minha empresa? .Como realizar o cadastro de remetentes e de transportadores ? .Como alterar dados cadastrais de remetentes e de transportadores ? . objetivando o início do processo de Ingresso/Internamento de Mercadoria Nacional. clique no link PIN. Para maiores informações sobre como manusear o programa Sinal 6.Orientações sobre o Sistema de Mercadoria Nacional e clique em um dos itens desejados para realizar download de manuais e de documentos. Como realizar consulta e impressão de PIN ? Para consultar e imprimir PIN acesse o sistema WS Sinal. informe seu login e senha. informe o número do PIN. caso não haja erro o sistema exibirá mensagem de sucesso. após acesse o site da Suframa através do link clique em serviços e em WS Sinal.0 cria: C:\Arquivos de programas\SINAL600\ArquivosSUFRAMA\Lotes ou C:\SINAL600\ArquivosSUFRAMA\Lotes Como realizar download de manuais e documentações ? Para realizar downloads de documentações e manuais no sistema de mercadoria nacional acesse o seguinte link vá até a parte inferior da página no item 2 ..Gerar arquivo .Como desassociar PINs ? . mas nada impedirá que o usuário altere o caminho de acordo com sua necessidade.Como fazer a associação do transportador com o PIN? .0 Como proceder na importação de dados de lote no WSSinal ? Para realizar importação de dados deve-se primeiramente gerar o arquivo de lote com a extensão .0 ? É um sistema que permite a empresa remetente informar dados de notas fiscais e gerar arquivos eletrônicos a serem transmitidos à Suframa. Para acessar o sistema deve ser feito um cadastro com login e senha. ou período de geração do PIN. segue o caminho que o Sinal 6. PIN gerado Sem Transportador: + Quando a empresa (Remetente ou Destinatário) detém o CNPJ da empresa transportadora que irá realizar o transporte: 92 .Como devo proceder para gerar PIN de Nota Fiscal Eletrônica? .O que é e como proceder com o conhecimento do transporte? . ao importar o lote e gerar o PIN o PIN se encontrará associado ao transportador. será gerado um arquivo .O que é e como proceder com o manifesto de carga? . Como fazer a associação do transportador com o PIN? Associação da transportadora no arquivo do Lote: Para associar o transportador ao PIN é necessário que durante o preenchimento de lote de notas fiscais. após a realização do mesmo. Uma mensagem será exibida informando que o PIN foi gerado e o link do número do PIN caso deseja imprimi-lo. Como gerar o PIN ? Após ser feita a importação do lote.0 através da função Manutenção .0 o sistema cria pastas para armazenar os lotes gerados. Caso ainda não possua cadastro e queira realizá-lo Clique aqui clique em WSSinal e na parte inferior da tela há as opções de cadastro.

salvar o arquivo do relatório gerado. que corresponderá à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. + Quando a empresa não detém o CNPJ da empresa transportadora que irá realizar o transporte: Os Remetentes ou Destinatários deverão acessar a rotina Associação Automática de PIN . na parte inferior da página no tópico de nome Links úteis .não precisa estar logado no sistema clique no link Alterar Cadastro de Remetente.Imprimir Relatório. clicar no botão PESQUISAR . na opção Associar PIN a Transportador. selecionar o PIN e clicar em desassociar.Modelo de Requerimento para Alteração de Dados Cadastrais (Doc . após acessar o link . acessar a rotina Desassociar PIN.454KB). para que o mesmo possa associar-se ao PIN e associar os dados de carga. o mesmo deve informar: CNPJ do remetente que será alterado e os dados de qualquer nota fiscal do último lote que foi importado. caso não entregue esta documentação em 96h terá o cadastro bloqueado. Para o cadastro de transportadores é necessário. sem a qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. Como desassociar PINs ? Para desassociar um transportador de um PIN é necessário acessar o sistema WS SINAL. na parte inferior da página no tópico de nome Links úteis . De maneira simplificada. Este arquivo eletrônico. a empresa deverá preencher este requerimento e enviar para o e-mail cadastrowssinal@suframa. após cadastro do mesmo o sistema fica disponível por 96h para a utilização até que a documentação solicitada seja encaminhada na Suframa para a análise. localizar o PIN através da consulta e indicar a transportadora desejada.Os Remetentes ou Destinatários deverão acessar o WS Sinal. emitido e armazenado eletronicamente. informar o login e senha. conforme o Manual de Integração do Contribuinte e o Manual de Emissão da NF-e em Contingência. Transportadores/Remetentes . imprimir e repassar ao transportador. localizar o(s) PIN(s) gerado(s) e clique no botão GERAR RELATÓRIO. o qual deverá ser assinado digitalmente. "O usuário só poderá gerar PIN de NF-e mediante a autorização do Ambiente Nacional e para gerar PIN de NF-e em contingência o mesmo dever circular com autorização do Ambiente Nacional por meio do envio da Declaração Prévia de Emissão em Contingência – DPEC para o Sistema de Contingência Eletrônica – SCE. informar dados para busca. que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso. após cadastro do mesmo. acessar o site da SUFRAMA no link Serviços (clique aqui). Como realizar o cadastro de remetentes e de transportadores ? Para o cadastro de remetentes é necessário acessar o site da SUFRAMA no link Serviços (clique aqui)." Como alterar dados cadastrais de remetentes e de transportadores ? Remetentes – deverão acessar o site da SUFRAMA no link serviços (clique aqui). a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial.Não precisa estar logado no sistema clique no link Cadastro de Remetente. para a Secretaria de Fazenda Estadual de jurisdição do contribuinte emitente.br Como consultar a situação cadastral de minha empresa? 93 . será então transmitido. Como devo proceder para gerar PIN de Nota Fiscal Eletrônica? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) como sendo um documento de existência exclusivamente digital. com o intuito de documentar uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços. o sistema ficará disponível para a utilização. com o perfil de Remetente ou Destinatário através do link. caso não encontre nenhuma irregularidade terá seu cadastro definitivo.gov. de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor.deverão acessar o site da SUFRAMA no link Serviços (clique aqui).Não precisa estar logado no sistema clique no link Cadastro de Transportador. na parte inferior da página no tópico de nome links úteis . pela Internet. entrar com os dados solicitados e ao final do cadastro se tudo for inserido corretamente irá aparecer uma mensagem de: Cadastro realizado com êxito. OBS: Só poderá desassociar um PIN da transportadora o perfil que realizou a associação.

ocorrida entre as partes. do documento eletrônico. Já existe legislação aprovada sobre a NF-e? A Nota Fiscal Eletrônica tem validade em todos os Estados da Federação e já é uma realidade na legislação brasileira desde outubro de 2005. ou seja. Os tipos de conhecimento de transporte podem ser: rodoviário. A redução de custo abrange não apenas o espaço físico necessário para adequada guarda de documentos fiscais como também toda a logística que se faz necessária 94 . • O O Protocolo ICMS 10/07 dispõe sobre a obrigatoriedade de emissão de NF-e. O que é a Nota Fiscal Eletrônica ? NF-e? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital. uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços. 2. chamado de Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE). Como declarar o ingresso de mercadoria nacional? A empresa Remetente – atesta seu ingresso através da emissão DI –♣ Declaração de Ingresso A empresa Transportadora . portanto. Este Ato COTEPE contempla o Manual de Integração do Contribuinte que contém todo o detalhamento técnico da Nota Fiscal Eletrônica e do DANFE. para fins fiscais. pelos mesmos motivos expostos acima. peso. clique aqui. · Redução de custos de aquisição de papel . embarcação ou veículo. de Cadastro / COCAD e na sessão "Serviços e Consultas Públicas" selecione o link Consulta Situação Cadastral – Exclusivo Fornecedo. O conhecimento de transporte deve ser correspondente ao posto. Para a empresa transportadora. nome e endereço do destinatário. pelo Fisco. insira o CNPJ e verifique a situação cadastral da empresa junto a SUFRAMA.atesta seu ingresso ao♣ apresentar a documentação ao posto de vistoria e os mesmo serem vistoriados. uso e obrigatoriedade da NF-e 1. geralmente em apenas uma via. aéreo. Conceito. Um manifesto geralmente engloba toda a carga e independe do fato desta ser entregue em um único ou para vários destinos. emitido e armazenado eletronicamente. a impressão de um documento em papel. A empresa Destinatária . Quais são as vantagens da NF-e? A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial. O modelo da NF-e contempla a impressão de um documento em papel. uma vez que o documento é emitido eletronicamente. 3. O sistema permite que o manifesto de carga tenha até 100 conhecimentos e 5000 NF associadas. Deverão ser associadas ao manifesto as notas fiscais (eletrônicas ou convencionais) sob responsabilidade do transportador. conhecimentos aéreos no posto aéreo da Suframa e conhecimentos rodoviários e aquaviários nos postos rodoviários e aquaviários da autarquia. fluvial e multimodal (unificação de várias modalidades em um único documento). O que é e como proceder com o manifesto de carga? Manifesto de carga é uma lista contendo todos os itens de carga expedidos em determinado vôo. RESPOSTAS A DÚVIDAS SOBRE A NOTA FISCAL ELETRÔNICA :: PERGUNTAS FREQÜENTES NF-E I. · Redução de custos de armazenagem de documentos fiscais . Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção. Os manifestos geralmente listam a quantidade de peças. com o intuito de documentar. cuja função é acompanhar o trânsito das mercadorias ou facilitar a consulta da respectiva NF-e na internet. para apresentação ao fisco pelo praz decadencial.atesta seu ingresso após a♣ confirmação do recebimento da mercadoria no posto virtual. • O Ato COTEPE 14/2007 dispõe sobre as especificações técnicas da NF-e. Atualmente os documentos fiscais em papel devem ser guardados pelos contribuintes. esse documento é a sua nota fiscal. Foram aprovados: • O Ajuste SINIEF 07/2005 instituiu nacionalmente a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica DANFE. acesse no menu Sist. ferroviário. Para os emitentes da Nota Fiscal Eletrônica (vendedores) podemos citar os seguintes benefícios: · Redução de custos de impressão do documento fiscal .Para realizar a consulta cadastral. Apesar de ainda haver. O que é e como proceder com o conhecimento do transporte? Conhecimento (CTRC ou cto) é um documento fiscal emitido pelas transportadoras de cargas para acobertar as mercadorias entre a localidade de origem e o destinatário da carga. deve-se notar que este pode ser impresso em papel comum A4 (exceto papel jornal). antes da ocorrência do Fato Gerador.

mas o custo do arquivamento digital é muito menor do que custo do arquivamento físico.000 ao final de 5 anos.empresa?). · Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito. Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira . II . operações de exportação. · Padronização dos relacionamentos eletrônicos entre empresas. 100 Notas Fiscais por dia. operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa. podemos citar os seguintes benefícios: · Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias . Quais empresas e a partir de quando as empresas serão obrigadas à emissão de NF-e? As médias e pequenas empresas também devem emitir NF-e? O Protocolo ICMS 30/07 de 06/07/2007. · Incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias.fabricantes de cigarros. Benefícios para a Sociedade: · Redução do consumo de papel. 95 . para os contribuintes: I . Benefícios para os Contabilistas: · Facilitação e simplificação da Escrituração Fiscal e contábil. simples remessa) a NF-e pode ser utilizada? A NF-e substitui a Nota Fiscal Modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que estes documentos possam ser utilizados. Os documentos que não foram substituídos pela NF-e devem continuar a ser emitidos de acordo com a legislação em vigor. · Oportunidades de serviços e consultoria ligados NF-e. formuladores e importadores de combustíveis líquidos.distribuidores de cigarros. Com o advento da NF-e. os processos de fiscalização realizados nos postos fiscais de fiscalização de mercadorias em trânsito serão simplificados.Gerenciamento Eletrônico de Documentos : a NF-e é um documento eletrônico e não requer a digitalização do original em papel. 4. reduzindo o tempo de parada dos veículos de cargas nestas unidades de fiscalização. alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º de abril de 2008. · Redução de erros de escrituração devido à eliminação de erros de digitação de notas fiscais. além de outros benefícios. operações de importação. Isso pode representar redução de custos de mão-de-obra para efetuar a digitação.AIDF.000 notas por mês. saída.O B2B (business-to-business) é uma das formas de comércio eletrônico existentes e envolve as empresas (relação ?empresa . em regra. pelos motivos já expostos anteriormente. Para as empresas destinatárias de Notas Fiscais (compradoras). Para quais tipos de operações (ex: entrada. Ao emitir os documentos apenas eletronicamente a guarda do documento eletrônico continua sob responsabilidade do contribuinte. · Melhoria no processo de controle fiscal . conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes. 5. Benefícios para o Fisco: · Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal. exportação. que é utilizada. permitindo. bem como a redução de possíveis erros de digitação de informações. · Planejamento de logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e . o que permite a otimização dos processos de organização.à . 6. · Surgimento de oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a NF-e. por exemplo: a Nota Fiscal de entrada. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui? Atualmente a legislação nacional permite que a NF-e substitua apenas a chamada nota fiscal modelo 1 / 1A. Com a NF-e. No futuro outras obrigações acessórias poderão ser simplificadas ou eliminadas com a adoção da NF-e. já digitais. a Nota Fiscal a Consumidor (modelo 2) ou o Cupom Fiscal. por exemplo. hipoteticamente.uma vez que poderá adaptar seus sistemas para extrair as informações. guarda e gerenciamento de documentos eletrônicos. conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes.Gerenciamento Eletrônico de Documentos .produtores.Inicialmente a NF-e prevê dispensa de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . · GED . III . · GED . Isso inclui. facilitando a recuperação e intercâmbio das informações. quantidade e preço. · Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes (B2B) . · Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação sem aumento de carga tributária. possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos. Não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação como. importação. Um contribuinte que emita. · GED . com impacto positivo em termos ecológicos.para sua recuperação. contará com aproximadamente 2. · GED . o uso racional de docas e áreas de estacionamento para caminhões. acumulando cerca de 120. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.Gerenciamento Eletrônico de Documentos . · Simplificação de obrigações acessórias . conforme os motivos expostos nos benefícios das empresas emitentes. do documento eletrônico recebido. · Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores (B2B) . para documentar transações comerciais com mercadorias entre pessoas jurídicas. espera-se que tal relacionamento seja efetivamente impulsionado pela utilização de padrões abertos de comunicação pela Internet e pela segurança trazida pela certificação digital.Gerenciamento Eletrônico de Documentos . · Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais (Sistema Público de Escrituração Digital ? SPED). pois a previsibilidade das mercadorias a caminho permitirá prévia conferência da Nota Fiscal com o pedido.

camionetes. às operações realizadas fora do estabelecimento.fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. X .transportadores e revendedores retalhistas – TRR. alterou disposições do Protocolo ICMS 10/07 e estabeleceu a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de setembro de 2008. V . a estratégia de implantação nacional é que estes. O emitente e o destinatário da NF-e deverão conservar a NF-e em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação. Nos casos em que o emitente for obrigado ao uso da NF-e. Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e. IX – frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas. às operações praticadas por contribuinte que tenha como atividade preponderante o comércio atacadista. ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e. independente do porte. inclusive nas vendas a Órgãos Públicos e empresas públicas. VIII – fabricantes. para os contribuintes: VI . 8. modelo 55. A Nota Fiscal Eletrônica e o seu documento auxiliar – DANFE . no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. estabelece os casos especiais onde são permitas a emissão de notas fiscais modelos 1 e 1A. seja ele emissor ou não deste documento.NF-e. conter a chave de acesso da NF-e (permitindo assim a consulta às suas informações na Internet) e acompanhar a mercadoria em trânsito.disponível na opção “download” do Portal Nacional da NF-e. sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal. XII – agentes que assumem o papel de fornecedores de energia elétrica. Para verificar a validade da assinatura e autenticidade do arquivo digital o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”. se interessem por ser emissores da Nota Fiscal Eletrônica. Vide a questão 1 do capítulo II para maiores detalhes Os contribuintes emitentes que não são obrigados a emitirem NF-e. utilitários. alternativamente à conservação do arquivo digital já mencionada. ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho que aufira receita bruta anual inferior a R$ 360. modelo 1 ou 1-A.IV .nfe. VII . a obrigatoriedade de emissão de NF-e aplica se a todas as operações praticadas em todos os estabelecimentos. bufalinas e avícola. XIII – fabricantes de semi-acabados. sendo vedada a emissão de Nota Fiscal. não se aplica: • ao estabelecimento do contribuinte onde não se pratique e nem se tenha praticado as atividades listadas acima há pelo menos 12 (doze) meses. dentre outras. refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas. ainda que a atividade seja realizada em outros estabelecimentos do mesmo titular. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.fabricantes de automóveis. assim definidos e autorizados por órgão federal competente.fazenda. suínas. modelo 1 ou 1-A. O Protocolo ICMS 88/07 de 14/12/2007.00 (trezentos e sessenta mil) reais. relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo. desde que feitas as verificações citadas acima. • na hipótese dos fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes. A obrigatoriedade se aplica a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos acima. o destinatário deverá exigir a sua emissão. 96 . voluntariamente e gradualmente. desenvolvido pela Receita Federal do Brasil) e a concessão da Autorização de Uso da NF-e. desenvolvido pela Receita Federal do Brasil . mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda o Portal Nacional da NF-e. para apresentação ao fisco quando solicitado. XIV – fabricantes de ferro-gusa.000.podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a Órgãos Públicos (Administração Direta ou Indireta) e empresas públicas? Sim. em substituição a Nota Fiscal. Para os demais contribuintes. ônibus e motocicletas.distribuidores de combustíveis líquidos. 7. bem como nos casos de excepcionalidades definidas no Protocolo ICMS 88/07. • na hipótese dos distribuidores ou atacadistas de cigarros. é a obrigação de verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital. distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano. esta exigência não poderá ser feita pelos destinatários. O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é uma representação gráfica simplificada da NF-e e tem como funções. ficando vedada a emissão de Nota Fiscal. caminhões. relaminados. O que muda para meu cliente se minha empresa passar a utilizar NF-e em suas operações? A principal mudança para os destinatários da NF-e. ele poderá conservar o DANFE relativo à NF-e e efetuar a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE. a Nota Fiscal Eletrônica pode ser utilizada em substituição à Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A em todas as operações documentadas por este tipo de documento fiscal. 9. O destinatário da mercadoria poderá exigir receber a Nota Fiscal em papel modelo 1 ou 1A ao invés da Nota Fiscal Eletrônica? Não. pois decidiram a adoção do modelo de forma espontânea.gov. e utilizar o código “55” na escrituração da NF-e para identificar o modelo. O Órgão Público receberá o DANFE juntamente com a mercadoria e deverá realizar a verificação da validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e (o destinatário tem à disposição o aplicativo “visualizador”. conforme apresentado abaixo: A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica . Excepcionalmente.br). modelo 1 ou 1-A. trefilados e perfilados de aço. XI – fabricantes de refrigerantes. a cláusula segunda do Protocolo ICMS 10/2007. desde que o valor das operações com cigarros não ultrapasse 5% (cinco por cento) do valor total das saídas nos últimos (12) doze meses. laminados planos ou longos. desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e. • na hipótese dos fabricantes e distribuidores ou atacadistas de cigarros.fabricantes de cimento. bem como a concessão da Autorização de Uso da NF-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (www. Caso o cliente não seja credenciado a emitir NF-e.

14. Vide a questão sobre as validações realizadas pela Secretaria da Fazenda. conforme sua conveniência. Atenção: Relativamente às operações em que seja obrigatória a emissão da NF-e. preferencialmente. diversas obrigações acessórias. GIA. II. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que optarem por antecipar sua emissão anteciparão também a data inicial da obrigatoriedade de emissão de NF-e? Não. solicitar seu credenciamento como emissoras de NF-e na Secretaria da Fazenda em que possua estabelecimentos. etc? Haverá integração dos sistemas de NF-e com os softwares destas declarações? Neste momento. sendo vedada a emissão de Nota Fiscal modelo 1 ou 1A. 12. todos os contribuintes que estiverem obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o uso da NF-e por meio do sistema de credenciamento disponível os site da Sefaz de sua circunscrição. em substituição a Nota Fiscal. SINTEGRA. preferencialmente. que poderá ser autorizada ou não pela Secretaria da Fazenda. A obrigatoriedade de emissão em todas as suas operações. Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas Notas Fiscais em papel pela Nota Fiscal Eletrônica? O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir. O credenciamento em uma Unidade da Federação não credencia a empresa perante as demais Unidades.-e. . modelo 1 ou 1-A. o destinatário deverá exigir a sua emissão. 10. as Secretarias de Fazenda credenciaram sumariamente os estabelecimentos relacionados nos itens I a V do parágrafo primeiro do Protocolo 10/2007. emitir NF-e. preferencialmente. Obrigações acessórias (o que muda com a NF-e) 1. emitido por Autoridade Certificadora credenciado ao ICP-BR. 2. devem emitir NF-e em todas as suas operações. eventualmente. futuramente. sendo vedada a recepção de mercadoria cujo transporte tenha sido acompanhado por outro documento fiscal. • Obter a autorização da Secretaria da Fazenda para emissão de NF-e em ambiente de produção (NF-e com validade jurídica). ainda que o estabelecimento antecipe sua entrada em produção. bem como nos casos de excepcionalidades definidas no Protocolo ICMS 88/07. conforme procedimentos previstos no site da Sefaz de sua circunscrição. uma vez que não há mais a impressão gráfica de documento fiscal. para os casos de empresa de pequeno porte. bem como os demais subprojetos do Sistema Públicos de Escrituração Digital (SPED) ? Escrituração fiscal e Escrituração Contábil digital ? a tendência é que. Empresas voluntárias de pequeno e médio porte também poderão solicitar credenciamento para emiti-la. Os estabelecimentos obrigados a emitir NF-e que anteciparem a data de seu uso serão considerados emissores voluntários até que chegue a data inicial da obrigatoriedade e deverão. fica mantida para as datas previstas na legislação. livros fiscais. após o início da obrigatoriedade prevista na legislação. 97 . Com a NF-e continua necessário gerar o RIEX. ressalvada a hipótese prevista na emissão de DANFE em formulário de segurança devido à problemas técnicos na emissão da NF-e. Com a NF-e continua necessário obter-se previamente a AIDF (autorização de impressão de documento fiscal)? Para a NF-e não existe mais a figura da AIDF. O procedimento de autorização do documento fiscal passa a ser automático e executado para cada Nota Fiscal emitida. • Testar seus sistemas em ambiente de homologação em todas as Secretarias da Fazenda em que desejar emitir NF-e. O contribuinte que esteja obrigado a emitir NF-e. 16. Quais CNAE´s geram a obrigatoriedade de emissão de NF-e? A legislação não vinculou a obrigatoriedade de emissão de NF-e com nenhum código CNAE específico (principal ou secundário) em que o contribuinte esteja cadastrado junto aos órgãos públicos. deverá providenciar o credenciamento de seus estabelecimentos. contendo o CNPJ da empresa). As empresas obrigadas serão credenciadas de ofício pela Secretaria da Fazenda ou terão que providenciar seu credenciamento para emissão de NF-e? Com a proximidade da data prevista para a obrigatoriedade. emitir NF-e. • Adaptar o seu sistema de faturamento para emitir a NF-e ou utilizar o “Emissor de NF-e”. modelo 1 ou 1-A. cujos estabelecimentos. cabendo a eles a decisão da emissão da Nota Fiscal Modelo 1 ou 1A ou Nota Fiscal Eletrônica. As médias e pequenas empresas também podem emitir NF-e? Não há nenhuma restrição quanto ao porte das empresas emissoras de NF-e. NF-e em substituição a Nota Fiscal em papel.deverão. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir NF-e? As empresas interessadas em emitir NF-e deverão. ou seja. em resumo: • Se não estiver credenciada sumariamente em decorrência da obrigatoriedade. Com a implantação progressiva da NF-e. ficam mantidas todas as obrigações acessórias a que os contribuintes estão sujeitos atualmente. a empresa deve solicitar credenciamento em todos os Estados em que possuir estabelecimentos e nos quais deseja emitir NF-e • Possuir certificação digital (possuir certificado digital. Os contribuintes obrigados a emitir NF-e poderão antecipar o início desta emissão? Sim. No caso dos estabelecimentos obrigados a emitir NF-e. com exceção da AIDF para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica. 13. 15. não estejam relacionados. modelo 55. na seção “Modelo Operacional” – “Emissão e autorização da NF-e” para informações sobre as hipóteses de rejeição da NF-e. 11.

quando solicitado. tenha ele recebido o arquivo digital da NF-e ou o DANFE acompanhando a mercadoria. Com a implantação progressiva da NF-e. É correto afirmar que. Considerando que a Secretaria da Fazenda já recebe a NF-e. Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e . O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-e´s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Emissão e autorização da NF-e 2. No caso da empresa destinatária das mercadorias e da NF-e. a empresa emitente não mais precisa guardar a NF-e? Não. registro e vistoria das mercadorias destinadas à área incentivada administrada pela SUFRAMA. a chave de acesso para consulta da NF-e na Internet e um código de barras unidimensional que facilitará a captura e a confirmação de informações da NF-e pelos Postos Fiscais de Fronteira dos demais Estados. também a cargo destes ficará a guarda dos documentos eletrônicos. Este arquivo eletrônico. Em caso de sinistro ou perda do arquivo eletrônico das NF-e. para o destinatário e outros legítimos interessados que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. III. 3. devendo ser apresentado à administração tributária. Ressalte-se que os recursos necessários para a guarda do documento digital. que conterá impressa.como as citadas. as informações continuam devendo ser fornecidas ao Fisco conforme legislação em vigor. que corresponde a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). o emitente deve armazenar apenas o arquivo digital. a Secretaria da Fazenda disponibilizará consulta. estas informações já estejam todas contempladas nos diversos módulos do sistema. mas apenas o arquivo digital recebido. As obrigações acessórias a que os contribuintes estão sujeitos deverão contemplar também as informações já transmitidas por meio da Nota Fiscal Eletrônica. futuramente. 5. foram relacionadas as principais dúvidas das principais etapas do processo de emissão de uma NF-e. que será repositório de todas as NF-e emitidas( Ambiente Nacional) e. têm um custo muito inferior do que a guarda dos documentos físicos. O novo processo em desenvolvimento prevê um maior controle do processo de internamento de mercadorias pelos emissores de NF-e. para fins de autorização de uso. Assim. Reforçamos que o destinatário sempre deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e. sejam paulatinamente substituídas ou dispensadas. Como fica a emissão da declaração de ingresso das NF-es emitidas para a Zona Franca de Manaus . bem como os demais subprojetos do Sistema Públicos de Escrituração Digital (SPED) ? Escrituração fiscal e Escrituração Contábil digital ? a tendência é que. deverão apresentar os arquivos digitais à administração tributária. intitulado DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica). Da mesma forma que a guarda das Notas Fiscais em papel fica a cargo dos contribuintes. Para acobertar o trânsito da mercadoria será impressa uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica. o destinatário deverá manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação. Como funciona o modelo operacional da NF-e? De maneira simplificada. Quais são as validações realizadas pela Secretaria da Fazenda na autorização de uma NF-e? Na recepção da NF-e pela Secretaria da Fazenda. 6. incluindo backup. será então transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso. 4. Nas questões abaixo. seriam estas disponibilizadas para recuperação por parte da SEFAZ ou SRF? Não. e única via.ficará disponível automaticamente assim que a mercadoria adentrar o Estado de destino? A SUFRAMA está desenvolvendo uma versão do Sistema de Internamento de Mercadoria Nacional . Após a autorização da NF-e. em destaque. sendo validados: 98 . Caso o destinatário (comprador) não tenha condições de receber o arquivo digital. sem a qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. permitindo ainda a rápida recuperação do arquivo e suas informações.suframa. 7.SINAL compatível com a NF-e que irá facilitar o processo de envio da documentação fiscal. em papel comum. como a Secretaria da Fazenda já recebe a NF-e. e que seja emitente de NF-e . resultando na simplificação e maior agilidade no processo de comprovação do internamento de mercadorias destinadas à área incentivada administrada pela SUFRAMA. deverá armazenar o DANFE pelo prazo decadencial. Este mesmo arquivo da NF-e será ainda transmitido. quando solicitado. As empresas (emitentes e destinatárias) deverão guardar algum tipo de documento (NF-e ou DANFE)? A regra geral é que o emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. pela Secretaria de Fazenda.br. para a Secretaria de Fazenda de destino da operação. Quando solicitado. seria correto afirmar que as informações da NF-e não precisarão ser mais fornecidas ao Fisco na entrega de arquivos de escrituração eletrônica? Não. no caso de uma operação interestadual. a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo eletrônico que deverá conter as informações fiscais da operação comercial e também ser assinado digitalmente pelo emitente para garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. Modelo Operacional (o que muda com a NF-e) 1. Até a efetiva implantação destes módulos. para a Receita Federal. devendo ser apresentadas à administração tributária. Consulte o site da SUFRAMA para maiores informações: www. é feita uma validação de forma. na Internet.gov. ela também não precisará guardar o DANFE.

• Numeração da NF-e . 9. por estabelecimento. 99 . desde que a NF-e seja emitida por um emissor credenciado e assinada digitalmente com o certificado digital do estabelecimento emissor credenciado ou do estabelecimento matriz do emissor credenciado. 5. não sendo. cabendo à empresa avaliar o melhor momento para emissão e autorização da NF-e. pode conter até mesmo uma única NF-e). · A Chave de Acesso deve constar em todas as folhas do DANFE. Caso na validação sejam detectados erros ou problemas com assinatura digital.e por série. Se alguma NF-e for objeto de rejeição. neste caso. em nenhuma hipótese. Ressalte-se que a NF-e é uma nova espécie de documento fiscal:o modelo da NF-e é "55" e os modelos das Notas Fiscais em papel correspondentes são ?1 ou 1A?. Em que estabelecimento deve ser emitida a NF-e? A legislação do ICMS considera cada estabelecimento do contribuinte um estabelecimento autônomo para efeito de cumprimento de obrigação acessória. Qual o limite de produtos (itens) em uma única NF-e? Uma NF-e aceita até 990 itens de produto. 4. Dessa forma. Esses códigos podem ser consultados no Manual de Integração do Contribuinte. Importante: ao rejeitar uma NF-e. a NF-e deverá ser emitida e autorizada pela SEFAZ antes da circulação da mercadoria. • Emitente autorizado . formato e autorização do emitente) daquela declaração. 7. O contribuinte poderá utilizar também até 50% da área disponível no verso do DANFE. entretanto. Independentemente do tipo de operação. que pode ter uma ou mais folhas. este poderá ser emitido em mais de uma folha. a mercadoria somente poderá circular quando houver autorização de uso da NF-e e o DANFE correspondente a estiver acompanhando . Como deve ser a numeração / séries da NF-e em relação à Nota Fiscal em papel? A numeração utilizada pela NF-e será distinta e independente da numeração utilizada pela Nota Fiscal em papel. a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a 999. gravada no Banco de Dados da SEFAZ. não devendo. Quanto tempo demora a autorização de NF-e pela Secretaria da Fazenda? A infra-estrutura de recepção das NF-e é dimensionada para que um lote de Notas Eletrônicas seja autorizado em poucos segundos. 3. não se responsabilizando. 6. a NF-e será rejeitada . formato de campos ou numeração. O tempo máximo de autorização por lote é dimensionado em até 1 (um) minuto. As NF-e podem ser transmitidas em lote.se a empresa emitente da NF-e está credenciada e autorizada a emitir NF-e na Secretaria da Fazenda. A SEFAZ poderá.• Assinatura digital – para garantir a autoridade da NF-e e sua integridade. A NF-e pode ser emitida antes do carregamento da mercadoria? E o DANFE? No caso de uma operação acobertada por NF-e. Desta forma. mediante lavratura de termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência ? RUDFTO. Em outras palavras. A emissão da NF-e depende de prévio credenciamento do contribuinte junto à SEFAZ de circunscrição do estabelecimento interessado. aquela NFe será gravada na SEFAZ com status Denegado o uso e o contribuinte não poderá utilizá-la. todo o lote será rejeitado também? Não. que poderá ser posterior ou não ao carregamento da mercadoria. a SEFAZ sempre indicará o motivo da rejeição na forma de códigos de erros e a respectiva mensagem de erro. O lote de NF-e pode conter até 50 NF-e (ou seja. Com relação ao DANFE. sendo que cada NF-e deve ter a sua assinatura digital individual. o número da NF-e denegada não poderá mais ser utilizado. É possível o envio por lote de NF-e ou a emissão deve ser feita nota a nota? A NF-e é um documento autônomo e a sua emissão deve ser feita nota a nota. cada estabelecimento do contribuinte deverá estar inscrito no cadastro de contribuintes do ICMS e emitir os documentos fiscais previstos na legislação. um DANFE poderá ter tantas folhas quantas forem necessárias para discriminação das mercadorias.999. mas a validação é sempre individual. denegar uma NF-e caso o emitente não esteja mais autorizado a emitir NF-e.para garantir que não ocorram erros de preenchimento dos campos da NF-e (por exemplo um campo valor preenchido com letras). Assim. O processo de transmissão da NF-e deve ser realizado em lotes. ou seja. Há também um limite de tamanho do arquivo que deve ser transmitido à SEFAZ para se obter a autorização de uso: os arquivos XML não poderão exceder a 500 Kbytes. 8. O processo de geração e transmissão da NF-e é um processo eletrônico e pode ser realizado em qualquer local.para garantir que a mesma NF-e não seja recebida mais do que uma vez. disponível na seção Documentos. uma NF-e estar com seu uso autorizado pela Secretaria da Fazenda (SEFAZ) significa simplesmente que a SEFAZ recebeu uma declaração da realização de uma determinada operação comercial a partir de determinada data e que verificou previamente determinados aspectos formais (autoria. Importante: · Cada NF-e possui apenas um DANFE correspondente. desde que o DANFE correspondente à NF-e que acoberta a operação sempre acompanhe a mercadoria. cancelado ou inutilizado. devendo ser reiniciada quando atingido este limite . nota a nota. O contribuinte poderá adotar séries distintas para a emissão da NF-e. ainda. Em relação ao DANFE é indiferente para a SEFAZ o momento de sua impressão dentro da rotina operacional interna. Neste caso. • Formato de campos . pelo aspecto de mérito da mesma que é de inteira responsabilidade do emitente do documento fiscal.999. exceder o tamanho máximo de 500 Kbytes.

ser transmitida via Internet. por meio da geração de um arquivo XML específico para isso. erro no endereço.CC-e deverá observar o leiaute estabelecido em Ato COTEPE. uma NF-e não poderá sofrer qualquer alteração. .observar o leiaute estabelecido em Ato Cotepe. disponibilizado para uso pelas micros e pequenas empresas. Ressalte-se que a NF-e tem existência própria e a autorização de uso da NF-e está vinculada ao documento eletrônico original. em operação ou prestação. A NF-e pode ser emitida também pela digitação no site na Internet da Secretaria da Fazenda? Não. dentro de certas condições. por meio de Carta de Correção Eletrônica . Como serão solucionados os casos de erros cometidos na emissão de NF-e (há previsão de NF-e complementar)? E erros mais simples como nome do cliente. mesmo que seja para correção de erros de preenchimento.a dados cadastrais que impliquem alteração na identidade ou no endereço de localização do remetente ou do destinatário. contendo o CNPJ do emitente ou da matriz. quando 100 . Não poderão ser sanados erros relacionados às variáveis consideradas no cálculo do valor do imposto. .” Importante: O leiaute da CC-e ainda não foi publicado em Ato Cotepe. pois qualquer modificação no seu conteúdo invalida a sua assinatura digital.na exportação. vide a questão 13.como alterar o dado que ficou registrado na base da SEFAZ? Com relação à Carta de Correção. · Correção. ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento. que se os erros forem detectados pelo emitente antes da circulação da mercadoria. por meio de Carta de Correção Eletrônica . se o valor resultante do contrato de câmbio acarretar acréscimo ao valor da operação constante na Nota Fiscal. base de cálculo e alíquota. tais como: valor da operação ou da prestação.ICP-Brasil. O Layout do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte. dentro de certas condições. ou seja. : 14. o modelo nacional da nota fiscal eletrônica pressupõe a existência de arquivo eletrônico autônomo com assinatura digital gerado pelo contribuinte a partir de seus sistemas. 2 . Importante destacar.conter assinatura digital do emitente. O emitente poderá: . certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . 10. se num lote de 50 NF-e´s 3 forem rejeitadas. ou na quantidade de mercadoria. II . cancelada.no reajustamento de preço em razão de contrato escrito ou de qualquer outra circunstância que implique aumento no valor original da operação ou prestação. 3 . Como fica a chamada carta de correção no caso de utilização da NF-e? Após a concessão da Autorização de Uso da NFe. É possível alterar uma nota fiscal eletrônica emitida? Após ter o seu uso autorizado pela SEFAZ. a dados cadastrais que impliquem alteração na identidade ou no endereço de localização do remetente ou do destinatário. a NF-e poderá ser cancelada e ser então emitida uma Nota Eletrônica com as correções necessárias.às variáveis consideradas no cálculo do valor do imposto. o pedido de cancelamento também deverá ser autorizado pela SEFAZ. a SEFAZ retornará a autorização de uso de 47 NF-e´s e a rejeição de 3. emitir uma Nota Fiscal Eletrônica complementar. 13. 2 .gov. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias. Atualmente o prazo máximo para cancelamento de uma NF-e é de 1440 horas (60 dias) a partir da autorização de uso.à data de emissão da NF-e ou à data de saída da mercadoria.na regularização em virtude de diferença no preço.CC-e deverá: 1 . etc) sempre poderá ser consultada no site da Secretaria da Fazenda do Estado da empresa emitente ou no site nacional da Nota Fiscal Eletrônica www. III .CC-e transmitida à Secretaria da Fazenda Não poderão ser sanados erros relacionados: 1 . base de cálculo e alíquota. O Layout do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte. Quais são as condições e prazos para o cancelamento de uma NF-e? Somente poderá ser cancelada uma NF-e que tenha sido previamente autorizado o seu uso pelo Fisco (protocolo ?Autorização de Uso?) e desde que não tenha ainda ocorrido o fato gerador. o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NFe. Quando houver mais de uma CC-e para uma mesma NF-e. deverão ser consolidadas na última CC-e todas as informações retificadas anteriormente.fazenda. A Carta de Correção Eletrônica . Para proceder ao cancelamento. cancelamento e inutilização de NF-e 11. A Carta de Correção Eletrônica .br. a partir de sistema adquirido de terceiros ou a partir do programa emissor de NF-e. Uma NF-e autorizada pela SEFAZ não pode ser mais modificada. à data de emissão da NF-e ou à data de saída da mercadoria. O status de uma NF-e (autorizada. com protocolo de segurança ou criptografia. o emitente deverá fazer um pedido específico gerando um arquivo XML para isso.CC-e transmitida à Secretaria da Fazenda. 12. As hipóteses de emissão de NF complementar são: I . 3 . tais como: valor da operação ou da prestação. cancelar a NF-e. Vide a questão 14 para maiores informações. Há ainda a possibilidade de emissão de NF-e complementar nas situações previstas na legislação. o pedido de cancelamento de NF-e também deverá ser autorizado pela SEFAZ. em regra.nfe. entretanto. erro no CFOP .Desta forma. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias. sanar erros em campos específicos da NF-e. de modo que qualquer alteração de conteúdo irá invalidar a assinatura digital do referido documento e a respectiva autorização de uso.

V . desenvolvido pela Receita Federal do Brasil e disponível para download aqui e no site www. podendo o fisco não reconhecer o pedido nos casos de dolo. mas a faixa 101 e 109.br. 20. não efetuado em época própria.fazenda. A transmissão. eventualmente. · Consulta de uma NF-e na Internet 21. A inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NF-e (autorizada. esta deverá. 18. de modo que esta entrega pode ocorrer da melhor maneira que aprouver às partes envolvidas. IV . em virtude de erro de cálculo ou de classificação fiscal. Como fica a confirmação de entrega da mercadoria com a NF-e? Não há nenhuma alteração com relação aos procedimentos comerciais existentes com a Nota Fiscal em papel. Como proceder nos casos de recusa do recebimento da mercadoria em operação documentada por NF-e? A recusa da mercadoria pode ocorrer de duas formas: ou o destinatário emite uma Nota Fiscal de devolução de compras. A funcionalidade de inutilização de número de NF-e tem a finalidade de permitir que o emissor comunique à SEFAZ. O DANFE deverá ser impresso em papel comum. Importante destacar que mesmo as Unidade Federadas que ainda não estão aptas a autorizar contribuintes a serem emissores de NF-e já estão recebendo as Notas Eletrônicas cujos destinatários sejam daquele Estado.na data do encerramento das atividades do estabelecimento.para lançamento do imposto. Qual a forma estabelecida para a entrega da NF-e ao meu cliente? Esta entrega é obrigatória ou basta entregar o DANF-e? Não há regras estabelecidas da forma como o fornecedor irá entregar a NF-e a seu cliente. Este canhoto poderá ser destacado e entregue ao remetente. por problemas técnicos ou de sistemas do contribuinte.nfe. O que acompanhará o trânsito da mercadoria acobertada por NF-e? O trânsito da mercadoria será acompanhado pelo DANFE – Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. até o décimo dia do mês subseqüente. Com relação à obrigatoriedade da entrega. uma quebra da seqüência da numeração. desde que a emissão seja efetuada antes de qualquer procedimento do fisco. podendo ser utilizadas folhas soltas. A NF-e será aceita em outros Estados e pela Receita Federal? Sim. quando a regularização ocorrer no período de apuração do imposto em que tiver sido emitido o documento fiscal original. o modelo é reconhecido como hábil para acobertar o trânsito e o recebimento de mercadorias em qualquer parte do território nacional. Importante : · Como houve a circulação da mercadoria. ou o destinatário recusa a mercadoria no verso do próprio DANFE. relativamente à mercadoria existente como estoque final. por exemplo: por e-mail. alternativamente ao disposto acima deverá manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação. A Receita Federal e os Estados da Federação aprovaram o Modelo de Nota Fiscal Eletrônica pelo Ajuste SINIEF 07/05 e suas alterações. vide as questões abaixo relativas ao DANFE. destacando os motivos que o levaram à isso. tanto no Portal Nacional da NF-e como no site da Sefaz do Estado de origem da mercadoria. cancelada ou denegada). 19. Para maiores informações. No Layout do DANFE existe a previsão de um espaço destinado à confirmação da entrega da mercadoria.gov. não foi utilizada antes da emissão da nº 110. como todas as NF-e. Importante destacar que a inutilização do número tem caráter de denúncia espontânea do contribuinte de irregularidades de quebra de seqüência de numeração. Envio da NF-e e da mercadoria ao destinatário 16. Nesta segunda hipótese. ser previamente autorizada pelo Fisco.em caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário pelas repartições do fisco federal ou estadual para aplicação em seus produtos. por motivo de ordem técnica. a NF-e original não poderá ser cancelada. fraude ou simulação apurados. A consulta da validade. consulte a cláusula nona do Ajuste SINIEF 07/05. Independentemente de determinada Unidade da Federação estar ou não preparada para que seus contribuintes sejam emissores de Nota Fiscal Eletrônica. · Caso a Nota Fiscal de devolução emitida pelo comprador também seja Eletrônica. existência e autorização de uma NF-e é obrigatória ou facultativa? A consulta da NF-e pode ser realizada através da informação da chave de acesso impressa no DANFE. em comum acordo com as partes poderá ocorrer. É importante frisar que a consulta da NF-e na internet permite que o destinatário da mercadoria tenha mais segurança na operação. os números de NF-e que não serão utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de seqüência da numeração da NF-e. sendo que caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e. 15. disponibilizado num site e acessível mediante uma senha etc. A Validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e poderá ser verificada utilizando-se o arquivo XML da NF-e e o programa “Visualizador da NF-e”. no formato A4 (210 x 297 mm). pois é um mecanismo de verificação se operação foi declarada ao fisco. 17. a cláusula décima do Ajuste SINIEF 07/05determina que o emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. o emitente da NF-e irá emitir uma NF-e de entrada para receber a mercadoria devolvida. O que é a inutilização de número de NF-e? Durante a emissão de NF-e é possível que ocorra. Cabe destacar que o destinatário não necessita imprimir qualquer documento para comprovar que realizou a consulta de 101 . VI .efetuada no período de apuração do imposto em que tiver sido emitido o documento fiscal original. ou outro. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. exceto papel jornal. formulário de segurança. Exemplo: a NF-e nº 100 e a nº 110 foram emitidas.

fazenda. mas deverá sempre verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e e a concessão da Autorização de Uso da NF-e. no entanto visualizar as suas informações. Como funciona a consulta da NF-e na Internet? As Notas Fiscais Eletrônicas autorizadas podem ser consultadas tanto no Portal Nacional da NF-e como no site da Sefaz do Estado de origem da mercadoria. e ficará disponível pelo prazo decadencial. CNPJ do emitente e do destinatário. eventualmente. data de emissão. dependendo do nível de adaptação que seja feita nos sistemas internos de escrituração. Como os contabilistas poderão escriturar uma NF-e recebida por uma empresa? Os procedimentos e obrigatoriedade de escrituração fiscal não foram alterados com a NF-e. Número NF-e. desde que o mesmo conste como autorizado no site da SEFAZ do emitente. a validade e a existência da NF-e deverá ser consultada no site da SEFAZ que a autorizou. uma potencial simplificação do procedimento. 29. sejam eles credenciados a emitir a NF-e ou não.nfe. mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda.gov. Neste caso. problemas técnicos que adiem esta transmissão. Findo este prazo. a autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de uso da NF-e se aplica a todos os destinatários. deverá comunicar o fato ao Posto Fiscal de sua vinculação 24. Como os contabilistas terão acesso às NF-e de seus clientes? Com relação às NF-e emitidas. a consulta retornará informações parciais que identifiquem a NF-e (número. . Esta chave é composta das seguintes informações: UF. a NF-e sempre será transmitida pela SEFAZ para a Receita Federal do Brasil (ambiente nacional). 102 . Se minha empresa for autorizada a emitir NF-e ela deverá. de modo que a NF-e não conste imediatamente no ambiente nacional após sua autorização.. A escrituração da NF-e deverá ser realizada com os dados contidos na NF-e. tratando-se de uma segurança adicional ao destinatário. Conforme o modelo operacional (vide a questão 1 desta seção). se no prazo de 30 (trinta) dias contados do recebimento da mercadoria o destinatário não puder obter informações relativas à concessão da Autorização de Uso da NFe. ou seja. valor e sua situação). entretanto. capturada com o uso do Leitor de Código de Barras unidimensional. Modelo.nfe. por exemplo. · Escrituração das NF-e 26. a consulta às NF-e também devem ser realizadas uma a uma. obedecendo às mesmas disposições e prazos aplicáveis aos demais documentos fiscais. obrigatoriamente. Por quanto tempo a NF-e poderá ser consultada? A consulta aos dados completos da NF-e pode ser realizada dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias após a recepção pela SEFAZ. ou obtida diretamente do arquivo eletrônico da NF-e. Para a visualização das informações da NF-e é necessário fornecer a Chave de Acesso da Nota Fiscal. A eventual ausência momentânea da NF-e para consulta no ambiente nacional não é condição suficiente para refutar a validade do documento. Existe alguma forma de se consultar no sistema da Secretaria da Fazenda o status de várias notas fiscais eletrônicas de uma única vez? Os portais das Secretarias de Fazenda disponibilizam Web Services para consultar o status de uma nota eletrônica por vez. estar preparada para receber e escriturar NF-e na entrada de mercadorias? A empresa não é obrigada a receber e escriturar a NF-e automaticamente. Como proceder quando a Nota Fiscal Eletrônica constar como “inexistente” no Ambiente Nacional da NF-e (www. A consulta aos dados completos da NF-e pode ser realizada dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias após a recepção pela SEFAZ. os contabilistas poderão requisitá-las junto a seus clientes e visualizá-las por meio do Visualizador desenvolvido pela Receita Federal e disponível para download no site nacional da NF-e ( www.validade da NF-e.br) ? A Nota Fiscal Eletrônica poderá ser consultada tanto no site da Secretaria da Fazenda do emitente (SEFAZ que a autorizou o documento fiscal) quanto no ambiente nacional. data de emissão. valor e sua situação). a consulta poderá retornar informações parciais que identifiquem a NF-e (número. 23. e nem o seu DANFE. esta poderá ser automatizada em maior ou menor escala por meio. Podem ocorrer. No site. A NF-e permite. O usuário conseguirá. no entanto. a obrigação de verificar a validade da assinatura digital. 22. 25. 28. 27. No caso de contingência em que o trânsito da mercadoria é acobertado por DANFE impresso em formulário de segurança (vide as questões sobre “Contingência com a NF-e”).gov. As empresas que ainda não emitem NF-e poderão escriturar o DANFE sem a consulta da NF-e? O DANFE é mera representação gráfica da NF-e e não se confunde com a NF-e. Findo este prazo. Código Numérico e dígito verificador. Os contribuintes credenciados a emitir a NF-e estão obrigados a manter em arquivo digital as NF-e recebidas pelo prazo previsto na legislação tributária. Aos contribuintes que não estão preparados para recepcionar a NF-e é facultado proceder a escrituração da NF-e com base nas informações contidas no DANFE e manter o DANFE em arquivo em substituição à NF-e. A autorização de uso da NF-e pode ser consultada em quaisquer dos dois sites. CNPJ. impressa no Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica – DANFE. Esta chave pode ser digitada. após a autorização de uso.br). e que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial.fazenda. Ano/Mês. Série. CNPJ do emitente e do destinatário. Contudo. Atenção : Na consulta na Internet não é possível imprimir a imagem ou representação gráfica da NF-e.

opção Emissor NF-e. 32. Programa Emissor NF-e 1. clique no botão “run”. Quais os requisitos mínimos para instalação e uso do Emissor de NF-e? Os requisitos mínimos para instalação do programa emissor de Notas Fiscais Eletrônicas são: . caso contrário. tendo as suas vias a seguinte destinação: a) uma das vias acompanhará o trânsito da mercadoria.1. Importante: quando o usuário abrir o programa.0 do Java JRE. iniciar a instalação do Programa emissor de Nota Fiscal Eletrônica. e adotar uma das seguintes providências: I . Todos os passos necessários para esta instalação também estão disponíveis neste endereço eletrônico. no endereço www. banner “Emissor de NF-e.fazenda. no item 11. Impresso em decorrência de problemas técnicos.nfe. informando que o referido arquivo digital foi gerado em situação de contingência. .br.fazenda.transmitir o arquivo digital da NF-e para a Receita Federal do Brasil. caso o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) esteja ativado. no endereço: www. em 2 (duas) vias. para abrir o programa.fazenda.emitir o DANFE. acessando o Portal Nacional da NF-e. Como emitir uma NF-e com o programa de NF-e.br e www.em papel de segurança. Caso esteja conectado na Internet. o contribuinte emitente deverá transmitir à Secretaria da Fazenda os arquivos digitais gerados em situação de contingência. Como efetuar a escrituração de 6 caracteres nos arquivos SINTEGRA se a NF-e permite 9 caracteres? O Manual de Orientação do Convênio ICMS 57/95 (SINTEGRA) prevê o tratamento para a situação reportada. Como fica a numeração das Notas Fiscais emitidas em contingência? Ainda que o contribuinte não tenha obtido resposta sobre a autorização de uso de uma NF-e enviada para a SEFAZ.de recuperação automática de informações do arquivo de uma NF-e. já que o programa esta integrado aos sistemas de autorização de NF-e das Secretarias de Fazenda de todos os estados. não for possível transmitir o arquivo digital da NFe à Secretaria da Fazenda ou obter resposta relativa à Autorização de Uso da NF-e. conforme definido em Ato Cotepe. disponível no Portal Nacional da NF-e. Atenção: a contingência com a transmissão da NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) ainda não está disponível.Se o número do documento fiscal tiver mais de 6 dígitos.sp.gov. normalmente emitida em operações entre empresas.br. utilizando formulário de segurança. . o sistema avisará isso ao usuário. O programa emissor está disponível para download nos seguintes sites: www. Instalação do Emissor de Nota Fiscal Eletrônica O usuário interessado precisará: . o Processador Pentium III ou AMD K6 450 Megahertz ou superior.9A – CAMPO 08 . 4.” 103 . Imediatamente. 30. Pessoas Físicas 33. pelo prazo previsto na legislação. após sanados os problemas técnicos. Como proceder no caso de problemas com a emissão da NF-e? Quando. É possível que as empresas emitam a Nota Fiscal Modelo 1 ou 1A também a consumidores pessoas físicas em determinadas situações. no tamanho A4 (210 x 297 mm). sendo que o consumidor final. Mais detalhes sobre o processo de contingência estão descritos no artigo 12 do Ajuste SINIEF 07/05 e Manual de Contingência. atualmente. II .nfe.”. receberá o DANFE como representação do documento fiscal e poderá consultar a existência e validade da correspondente NF-e pela Internet.nfe.fazenda.gov. o contribuinte deverá gerar outro arquivo digital.9A. em decorrência de problemas técnicos. Assista as vídeos aulas disponibilizadas pela equipe de ensino à distância da Sefaz/PE.gov. o Espaço em disco de 98 Megabytes para o Java . clique em “OK”. Em quaisquer dos casos. Memória RAM de 256 Megabytes ou superior. b) a outra via deverá ser conservada em arquivo pelo emitente. devendo ser conservada em arquivo pelo destinatário. São recomendados 512 Megabytes. Caso o Java já esteja instalado. Todos os passos necessários para a esta instalação estão disponíveis no site citado anteriormente.JRE 6 e 30 Megabytes para o Programa Emissor NF-e. a numeração da NF-e em contingência nunca poderá ser igual ao número de outra NF-e utilizada ou transmitida para a SEFAZ. preencher com os 6 últimos dígitos” Contingência com a NF-e 31. a Nota Fiscal de circulação de mercadorias Modelo 1 ou 1A. Após a instalação. Para que serve o Programa Emissor de Nota Fiscal Eletrônica? Este Programa é distribuído gratuitamente e serve para emitir Notas Fiscais Eletrônicas. o DANFE deverá ser impresso: I . constando em seu corpo a expressão: “DANFE em contingência. Para uso do programa emissor de Notas Fiscais Eletrônicas. a Nota Fiscal modelo 1 ou 1 A poderá ser substituída pela Nota Fiscal Eletrônica. aba “legislação e documentos”. o usuário deverá possuir certificado digital tipos A1 ou A3 no padrão ICP-Brasil e possuir acesso à internet.br/nfe. Ele foi desenvolvido pela equipe do Projeto da NF-e da Sefaz/SP e pode ser utilizado pelas pequenas e médias empresas de todo o país. clique em “Cancel”. a seguir transcrito: “11. IV. Na hipótese do inciso II. pessoa física. O estabelecimento emissor deverá também estar credenciado junto à Secretaria da Fazenda. 2. 3.6. As Pessoas Físicas também receberão a NF-e? A Nota Fiscal Eletrônica substitui.1. instalar a versão 1. poderá ser apresentada uma tela de atualização automática do programa.gov.

formulário contínuo. verificar se aquela operação está ou não regularmente documentada por documento fiscal hábil (NF-e) e a que operação este documento eletrônico se refere. contar esta informação no referido documento. 4. Uso de Formulário de Segurança: O uso do formulário de segurança. no mínimo. DANFE (Documento Auxiliar da NF-e) 1. etc). o ideal é que o DANFE seja impresso pelo mesmo sistema gerador da NF-e. em qualquer sentido. formulário pré-impresso ou formulário de segurança. 10 x 15 cm. É possível a impressão dos produtos em mais de um DANFE? Neste caso. porém este poderá ser emitido em mais de uma folha. Quem pode imprimir o DANFE e em que momento ele deve ser impresso? O DANFE deve ser impresso. antes da circulação da mercadoria. sendo necessária. Respeitada a condição anteriormente descrita. 2. do Processo de Aquisição de Formulário de Segurança (PAFs). pelo emitente da NF-e. · A aposição de carimbos no DANFE. Qual a finalidade do código de barras unidimensional impresso no DANFE? O código de barras unidimensional contém a chave de acesso da Nota Fiscal Eletrônica e permite o uso de leitor de código de barras para consultar a NF-e no portal da Fazenda e nos sistemas de controle do contribuinte. A emissão do DANFE é feita por um sistema individual? Como emitir o DANFE? Para que não haja nenhuma divergência entre o DANFE e a NF-e. apenas. Esse código é apenas uma representação do Código de Acesso da NF-e (um código numérico de 44 posições). da extremidade inferior para a lateral direita ou para a extremidade superior do DANFE. exceto papel jornal. para adequá-lo às operações por ele praticadas. 5. · Auxiliar na escrituração das operações documentadas por NF-e. de tamanho A4 (210 x 297 mm). Na hipótese de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE. 104 . fornecendo informações básicas sobre a operação em curso (emitente. pois o trânsito de uma mercadoria documentada por uma NF-e sempre deverá estar acompanhado do DANFE correspondente. A chave contida no DANFE é que permitirá. • A Secretaria da Fazenda poderá. destinatário. na forma de canhoto destacável. não substitui. Tem as seguintes funções: · conter a chave numérica com 44 posições para consulta das informações da Nota Fiscal Eletrônica (Chave de Acesso). a aprovação. Reforçamos que o DANFE deve conter as duas representações. de tamanho A4 (210 x 297 mm). Poderão ser impressas. e não se confunde com uma Nota Fiscal Eletrônica. ou seja. poderá ter tantas folhas quantas forem necessárias para discriminação das mercadorias. quando do trânsito da mercadoria. · O DANFE poderá conter outros elementos gráficos. Cabe ressaltar que o DANFE não é. O contribuinte poderá utilizar também até 50% da área disponível no verso do DANFE. mas sim da NF-e a que ele se refere. A segurança do sistema não é do DANFE em si. ou seja. O DANFE pode ser impresso em papel comum? Neste caso como fica a questão da segurança do DANFE? Deverá ser impresso em papel comum. através de consulta no ambiente SEFAZ. devendo. formulário pré-impresso ou formulário de segurança. Cabe ressaltar que o DANFE não é. formulário contínuo. deverá conter tanto o código numérico da Chave de Acesso como o código de barras correspondente. 6. · Deverá ser impresso em papel comum. como fica a consulta da NF-e? Deverá existir apenas um DANFE por NF-e. valores.. · acompanhar a mercadoria em trânsito. . desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. nos casos de reimpressão. por parte da Sefaz. no caso do destinatário não ser contribuinte credenciado a emitir NF-e. para impressão do DANFE. dispensando a exigência de Regime Especial e Autorização de Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. para atendimento ao disposto acima. o DANFE poderá ser impresso ou reimpresso a qualquer momento para atender às obrigações tributárias dos contribuintes envolvidos. o contribuinte credenciado a emitir NF-e deverá imprimir o DANFE em tantas cópias quantas forem necessárias para atender à exigência. Características do DANFE: · O DANFE deve ser impresso pelo vendedor da mercadoria antes da circulação da mesma. as Secretarias de Fazenda simplificaram o processo. O que é e para o que serve o DANF-e? O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) é uma representação simplificada da NF-e. autorizar o contribuinte a alterar o leiaute do DANFE previsto em Ato Cotepe. só é obrigatório nos casos de emissão de NF-e em contingência.IV. por regime especial. sendo todas elas consideradas originais. modelo 1 ou 1-A. e não se confunde com uma Nota Fiscal Eletrônica. · É permitido o deslocamento do comprovante de entrega. · Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais das Notas Fiscais. podendo ser utilizadas folhas soltas. 3. informações complementares de interesse do emitente. podendo ser utilizadas folhas soltas. desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e que constem no DANFE. Não poderá haver divergências entre a NF-e e sua representação gráfica (DANFE). · O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da respectiva NF-e. hipótese em que deverá ser reservado espaço de. não substitui. deverá ser feita em seu verso. no verso do DANFE. exceto papel jornal.

caso a mercadoria já tenha sido entregue. emitente de NF-e. registrando no referido documento que se trata de uma reimpressão. no endereço: (http://www. devendo guardar apenas o arquivo digital recebido.. sendo necessária. pessoa física. Como adquirir Formulário de Segurança para impressão do DANFE? O uso do formulário de segurança.Como o DANFE é único. por parte da Sefaz. quando solicitado. . guardar o DANFE (pois está obrigada a receber a NF-e). Se houver o extravio do DANFE durante o transporte da mercadoria pela transportadora. IV .)” 105 . que dá. a administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil. Reforçamos que o destinatário sempre deverá verificar a validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e. o destinatário poderá. menu "Formulários de Segurança . apenas. § 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para: I . a aprovação. Ressaltamos que a MP 2200-2 instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira . Certificação Digital 1. § 1o As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização de processo de certificação disponibilizado pela ICP-Brasil presumem-se verdadeiros em relação aos signatários (. Assim.Empresas Credenciadas".a unidade federada de destino das mercadorias. 10. Como é garantida a validade jurídica de uma NF-e? A NF-e tem a sua validade jurídica garantida pela assinatura digital (através de certificado digital do emitente no padrão ICP Brasil. no caso de operação interestadual. A reimpressão poderá ser dispensada se o destinatário já tiver recebido a mercadoria e não mantiver o DANFE em substituição ao arquivo digital da NF-e.gov. No caso de vendas para pessoa física.a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior. os demais Estados da Federação e o Distrito Federal aprovaram o Modelo de Nota Fiscal Eletrônica e. quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas. a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica. alternativamente. Em quaisquer dos casos. O trânsito da mercadoria documentado por uma NF-e sempre deverá estar acompanhado do DANFE correspondente. 8. A Cláusula oitava do Ajuste SINIEF 07/05. V. 11. Consideram-se documentos públicos ou particulares. 10. No caso da empresa destinatária das mercadorias e da NF-e. Há obrigatoriedade da guarda do DANFE (emitente e destinatário)? A regra geral é que o emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-es pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 9. ao documento. portanto. As Secretarias de Fazenda simplificaram o processo. o emitente e o destinatário deverão armazenar apenas o arquivo digital. a Nota Fiscal modelo 1 ou 1 A poderá ser substituída pela Nota Fiscal Eletrônica. Nos termos de seu Artigo 10. É possível que as empresas emitam a Nota Fiscal Modelo 1 ou 1A também a consumidores pessoas físicas em determinadas situações.a unidade federada de desembaraço aduaneiro. §1º: “Art. link "Publicações". como o contribuinte emitente deve proceder? O emitente deverá realizar a reimpressão do DANFE e encaminhá-lo ao transportador ou ao destinatário. II .fazenda. III . manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação em substituição ao arquivo eletrônico da NF-e. para todos os fins legais. devendo ser apresentadas à administração tributária. independentemente de determinada Unidade da Federação estar ou não preparada para que seus contribuintes sejam emissores de Nota Fiscal Eletrônica. A Receita Federal. só é obrigatório nos casos de emissão de NF-e em contingência. Nos casos de operações interestaduais e de exportação o documento que irá acompanhar as mercadorias poderá ser o DANFE? Sim. determina em seu parágrafo primeiro: “Cláusula oitava Concedida a Autorização de Uso da NF-e. Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e. o mesmo código de barras representativo da NF-e deverá constar em todas as folhas do DANFE. receberá o DANFE como representação do documento fiscal e poderá consultar a sua existência e validade pela Internet. o modelo é reconhecido como hábil para acompanhar o trânsito e o recebimento de mercadorias em qualquer parte do território nacional. do Processo de Aquisição de Formulário de Segurança (PAFs).ICP-Brasil para garantir a autenticidade. viabilizando o uso do documento eletrônico. atualmente. qual documento será entregue . a NF-e substitui a Nota Fiscal em papel modelos 1 ou 1A e o DANFE (representação gráfica simplificada da NF-e) é aceito no trânsito interestadual da mercadoria e no trânsito até o embarque da mercadoria nas operações de exportação. A relação completa de fornecedores autorizados a fabricarem formulário de segurança está disponível no site do CONFAZ.. antes da ocorrência do fato gerador. e a concessão da Autorização de Uso da NF-e. das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais. bem como a realização de transações eletrônicas seguras. quando solicitado. 7. a certeza de sua integridade e de sua autoria) e pela autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. normalmente emitida em operações entre empresas. ela não precisará.br/confaz).a Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA.o DANFE? A Nota Fiscal Eletrônica substitui. os documentos eletrônicos de que trata esta Medida Provisória. a Nota Fiscal de circulação de mercadorias Modelo 1 ou 1A. para impressão do DANFE. sendo que o consumidor final. dispensando a exigência de Regime Especial e Autorização de Impressão de Documentos Fiscais – AIDF. devendo ser apresentado à administração tributária. tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior.

link “Manual de Integração”. 5. deva emitir as Notas Fiscais Eletrônicas de Serviços e também seja credenciada para emitir Nota Fiscal Eletrônica que substitui as Notas Fiscais de mercadorias modelos 1 ou 1A. Para o certificado ICP Brasil. Outras Informações 1. 2. consulte o site http://www. Nota Fiscal de Serviços e Nota Fiscal Conjugada 1. autoridades de registro e prestadores de serviços habilitados na ICP-Brasil.gov. Como fica a emissão da nota conjugada com ISS no caso da utilização da NF-e? A utilização de NF-e como sendo Nota Fiscal Conjugada depende de prévio convênio ou protocolo de cooperação entre a SEFAZ e cada prefeitura municipal. Qualquer certificado digital no padrão ICP-Brasil. Importante : apenas o certificado digital que efetuou a transmissão do arquivo eletrônico poderá resgatar a resposta de Autorização de uso. poderá transmitir o documento eletrônico para a Secretaria da Fazenda e recuperar a resposta com a autorização de uso. Caso minha empresa possua vários estabelecimentos que irão emitir NF-e. 2. autoridades de registro e prestadores de serviços habilitados na ICP-Brasil. será necessário adquirir um certificado digital para cada estabelecimento? Não. outras funcionalidades como a identificação do usuário e o controle de acesso de forma mais segura e eficiente que o sistema de senhas. Registramos. Na maior parte dos estados. Para maiores informações sobre Autoridades certificadoras. rejeição ou denegação. O que é uma Sefaz Virtual? 106 . Para possuir uma assinatura digital é necessária a aquisição de um certificado digital junto às Autoridades Certificadoras que oferece. de modo que o contribuinte que venda mercadorias e preste serviços deverá atualmente. estes convênios ou protocolos ainda não foram firmados. Em que etapas da geração da NF-e é necessária a utilização de certificado digital? O Certificado digital no padrão ICP-Brasil será necessário em dois momentos: a) o primeiro é na assinatura digital do documento eletrônico. VIII.fazenda.iti. Onde obter a documentação técnica para emitir NF-e? Toda a documentação técnica do projeto está disponível no site nacional da NF-e. Basta que elas estejam válidas no momento da conexão e verificação da assinatura digital.br/twiki/bin/view/Certificacao/EstruturaIcp. 3. rejeição ou denegação da NF-e. disponibilizamos um serviço gratuito Nacional. É possível que haja casos em que a mesma empresa seja contribuinte do ISS e do ICMS e. está disponível o link para o Manual de Contingência. A assinatura digital é um processo que possibilita a verificação de integridade e identifica a autoria de um arquivo eletrônico.9782338 3. Para maiores informações sobre Autoridades certificadoras. a assinatura eletrônica permite saber quem é o autor de um arquivo eletrônico e se o mesmo não foi modificado. Para esclarecimentos gerais sobre esta FAQ. através do número 0800. Quais os canais de comunicação das empresas com a SEFAZ? As Sefaz estabeleceram canais de comunicação conforme as suas respectivas políticas. devendo conter o CNPJ do estabelecimento ou de sua matriz. . Menu “Legislação e Documentos”. VI. Que tipo de certificado digital minha empresa deverá adquirir para assinar as notas fiscais eletrônicas? O certificado digital utilizado na Nota Fiscal Eletrônica deverá ser adquirido junto à Autoridade Certificadora credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.nfe. 7. o que dificulta a delegação para terceiros. há possibilidade de delegação pelo representante legal da empresa? Os certificados digitais emitidos por autoridades certificadoras credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP-Brasil. seguem as definições da Declaração de Práticas de Certificação (DPC) de cada autoridade certificadora e fica limitada por esta DPC. Assinatura digital é a mesma coisa que senha web? Como adquirir uma assinatura digital? Assinatura digital e senha web são distintas e têm finalidades distintas. a DPC da AC-SRF exige que o certificado digital seja emitido para a empresa. A senha é uma forma de limitar o acesso de um sistema de informação. ou seja. além da assinatura digital.br/twiki/bin/view/Certificacao/EstruturaIcp. no endereço: www.gov. Consulte o site da Sefaz de sua circunscrição. a empresa poderá utilizar o certificado digital da matriz para assinar as NF-e emitidas pelas filiais. Todavia existem outros certificados digitais do tipo PJ-múltiplo que não tem esta restrição e que podem ser emitidos pela empresa para qualquer pessoa que ela desejar. b) o segundo é na transmissão do documento eletrônico.br .2. sendo muito utilizado em transações eletrônicas. neste caso. A nota fiscal eletrônica de serviços das prefeitura seguem o mesmo modelo da NF-e dos estados? Não. consulte o site http://www. tendo como responsável uma pessoa física que seja representante legal da empresa. O certificado digital deverá conter o mesmo CNPJ do estabelecimento emitente ou de sua matriz. No caso específico do e-CNPJ. 6. É necessário o envio da Chave Pública dos Certificados Digitais para a Secretaria da Fazenda? Não é necessário enviar a chave Pública do certificado Digital para a SEFAZ. também. . Algumas prefeituras já possuem modelo próprio de Nota Fiscal Eletrônica de Serviços.gov.iti. emitir dois documentos distintos. 4. em utilizando a NF-e. de uso restrito aos prestadores de serviço do município que estão sujeitos ao ISS – Imposto sobre Serviços. ainda que não esteja ligado à empresa emitente. que neste mesmo menu. sendo este o mais indicado para a emissão da NF-e.

A Receita Federal e os Estados da Federação aprovaram o Modelo de Conhecimento de Transporte Eletrônico pelo Ajuste SINIEF 09/07 e suas alterações. A Sefaz Virtual foi concebida para auxiliar as UF a autorizarem NF-e. a Sefaz Virtual localizada no Estado do Rio Grande do Sul e a Sefaz Virtual do Ambiente Nacional.Conhecimento Aéreo. o modelo é reconhecido como hábil para acobertar a prestação de serviço de transporte e o recebimento de mercadorias em qualquer parte do território nacional.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. Uma empresa de transporte de cargas credenciada a emitir CT-e deve substituir 100% de seus Conhecimentos de Transporte de Cargas em papel pelo Conhecimento Eletrônico? 107 . IV . V . II . Caso o Tomador de serviço não seja credenciado a emitir CT-e. Os documentos que não foram substituídos pelo CT-e devem continuar a ser emitido de acordo com a legislação em vigor. O emitente e o tomador do CT-e deverão conservar o documento eletrônico em arquivo digital pelo prazo previsto na legislação.Nota Fiscal de Serviço de Transporte. quando utilizada em transporte de cargas. desde que feitas as verificações citadas acima. VI . ele poderá conservar o DACTE relativo ao CT-e e efetuar a escrituração do CT-e com base nas informações contidas no DACTE. modelo 9. o projeto conta com a adesão de contribuintes que atuam nos vários modais de transporte de cargas contando com empresas de todos os portes. modelo 7.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. e utilizar o código "57" na escrituração do CT-e para identificar o modelo. Quais empresas e a partir de quando as empresas de transporte de cargas serão obrigadas à emissão de CT-e? As médias e pequenas empresas que prestam serviço de transporte de cargas também podem emitir CT-e? A estratégia de implantação nacional é que os contribuintes prestadores de serviço de transporte de cargas em geral. Ainda não há previsão de obrigatoriedade de emissão de CT-e pelas empresas transportadoras. Independentemente de determinada Unidade da Federação estar ou não preparada para que seus contribuintes sejam emissores de Conhecimento de Transporte Eletrônico. Importante destacar que mesmo as Unidade Federadas que ainda não estão aptas a autorizar contribuintes a serem emissores de CT-e estarão aptas ao recebimento dos Conhecimentos Eletrônicos. PERGUNTAS E RESPOSTAS SEFAZ-RJ / CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO Quais os tipos de documentos fiscais em papel que o CT-e substitui? Atualmente a legislação nacional permite que o CT-e substitua os seguintes documentos utilizados pelos modais para cobertura de suas respectivas prestações de serviços: I . Para a fase piloto. para apresentação ao fisco quando solicitado. que contenham Destinatários da Carga em seus Estados. O CT-e será aceito em outros Estados e pela Receita Federal? Sim. baseada no Serpro. modelo 10. voluntariamente e gradualmente. se interessem em aderir ao projeto de conhecimento de transporte eletrônico. bem como a concessão da Autorização de Uso do CT-e mediante consulta eletrônica nos sites das Secretarias de Fazenda ou Portal Nacional do conhecimento Eletrônico.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. modelo 27.A Sefaz Virtual é uma unidade centralizadora capaz de autorizar NF-e de contribuintes de unidades federadas diversas. visam aperfeiçoar o modelo de projeto. alternativamente à conservação do arquivo já mencionado.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. modelo 11. Nesta fase as empresas juntamente com o fisco. modelo 8. Atualmente existem duas Sefaz Virtual. III . O que muda para meu cliente (tomador do serviço) se minha empresa de transporte de cargas passar a utilizar CT-e para documentar minhas prestações? A principal mudança para os Tomadores de serviço de empresas de transporte de cargas usuárias do CT-e é a necessidade de verificação da validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital. independente do porte.

bem como. etc? Neste momento. futuramente. a tendência é que. • Testar seus sistemas em ambiente de homologação em todas as Secretarias da Fazenda em que desejar emitir CT-e. ficam mantidas todas as obrigações acessórias a que os contribuintes estão sujeitos atualmente. como a Secretaria da Fazenda já recebe o CT-e. Em caso de sinistro ou perda do arquivo eletrônico dos CT-e's. livros fiscais. Da mesma forma que a guarda dos conhecimentos de Transporte de cada modal emitido em papel fica a cargo dos contribuintes. As obrigações acessórias a que os contribuintes estão sujeitos deverão contemplar também as informações já transmitidas por meio do Conhecimento de Transporte Eletrônico. Até a efetiva implantação destes módulos. também a cargo destes ficará a guarda dos documentos eletrônicos. quer seja ao emitente ou ao tomador do serviço. pelo menos no curto e médio prazo. Com a implantação progressiva do CT-e. O emitente do documento. a empresa de transporte de cargas emitente não mais precisa guardar o CT-e? Não. O procedimento de autorização do documento fiscal passa a ser automático e executado para cada Conhecimento de Transporte a ser emitido. além de se cercar de todos os cuidados de verificação da veracidade das informações descritas no DACTE. sejam paulatinamente substituídas ou dispensadas. Com o CT-e continua necessário gerar as várias informações acessórias como SINTEGRA. Caso o tomador do serviço não seja credenciado para a emissão de NF-e ou CT-e. O credenciamento em uma Unidade da Federação não credencia a empresa perante as demais Unidades. seriam estes disponibilizados para recuperação por parte da SEFAZ? Não há previsão deste serviço. ficando a sua escolha quais prestações serão documentadas por CT-e. tais como. bem como os demais subprojetos do Sistema Públicos de Escrituração Digital (SPED). GIA. Ressalte-se que os recursos necessários para a guarda do 108 . a Escrituração Fiscal e Escrituração Contábil Digitais. ou seja. Quais os procedimentos para que uma empresa interessada possa passar a emitir CT-e? As empresas interessadas em emitir CT-e deverão. • Possuir certificado digital (emitido por Autoridade Certificadora credenciado ao ICP-BR) contendo o CNPJ da empresa. futuramente. Considerando que a Secretaria da Fazenda já recebe o CT-e. Quando solicitado. • Obter a autorização da Secretaria da Fazenda para emissão de CT-e em ambiente de produção (CT-e com validade jurídica). Com o CT-e continua necessário obter-se previamente a AIDF (autorização de impressão de documento fiscal)? Para o CT-e não existe mais a figura da AIDF. pelo prazo decadencial. com exceção da AIDF para a emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico. • Adaptar o seu sistema de faturamento para emitir o CT-e ou utilizar o "Emissor de CT-e". para os casos de empresa de pequeno porte (modais rodoviários e aquaviários). Com a implantação progressiva do CT-e. estas informações já estejam todas contempladas nos diversos módulos do sistema. poderá armazenar apenas o DACTE. as informações continuam devendo ser fornecidas ao Fisco conforme legislação em vigor. seria correto afirmar que as informações do CT-e não precisarão ser mais fornecidas ao Fisco na entrega de arquivos de escrituração eletrônica? Não. diversas obrigações acessórias. • Possuir acesso à Internet. bem como os demais subprojetos do Sistema Públicos de Escrituração Digital (SPED). deverá ser apresentado à administração tributária solicitante o arquivo digital devidamente autorizado. em resumo: • Estar credenciada para emitir CT-e junto à Secretaria da Fazenda do Estado em que está estabelecida.O estabelecimento transportador credenciado a emitir CT-e não está obrigado à emissão de 100% dos seus conhecimentos na forma eletrônica. a tendência é que. Escrituração fiscal e Escrituração Contábil Digitais. É correto afirmar que. o tomador do serviço de transporte deverá manter em arquivo digital todos os CT-e´s emitidos pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. a empresa deve solicitar credenciamento em todos os Estados em que possuir estabelecimentos e nos quais deseja emitir CT-e. como as citadas.

documento digital. permitindo ainda a rápida recuperação do arquivo e suas informações. 109 . têm um custo muito inferior do que a guarda dos documentos físicos. incluindo backup.

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