Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

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Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. Com o cuidado que o tema exige. o país da diversidade.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de Santa Maria. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. de Ribeirão Preto. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. portanto. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. além da própria Anvisa. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. um dos componentes da quinta edição da FB 5. Reconhecemos ainda. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . Esse foi. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. A grande maioria dos medicamentos. com a Fundação Oswaldo Cruz. competência e. por natureza. reconhecidas universidades federais. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. comprovadamente. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). que integra a FB 5 como um de seus componentes. de Campina Grande. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). essa necessidade. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. de São Paulo. À Anvisa. principalmente. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. hoje disponíveis no mundo. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. do Paraná. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é.

pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. mais recentemente. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. de 09 de dezembro de 2008. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. de 22 de junho de 2006. Portanto.3. º 212. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. Com isso. destinada a garantir. tanto manipulados quanto industrializados. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). em seu item 2. 1982. 17 de tinturas. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. o decreto 5. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. quanto à aplicação da prática fitoterápica. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. com embasamento científico. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. uma de xarope. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. de 11 de setembro. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. duas de cremes.813. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. cinco de geis. No Brasil. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. do Ministério da Saúde que. à base de plantas medicinais. uma de sabonete. representando as diversas regiões do país. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. cinco de pomadas. fitoterápicos segundo a legislação vigente. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante.4. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. estabelecido para o país. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas.

UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .USP .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .

UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná . TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .Embrapa . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .

UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.

UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .UFF LEÔNIA M.UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG RONALDO F.UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba . BATISTA Universidade Federal da Paraíba .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .

obrigatoriamente. caules. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. raízes. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. cumprir com as especificações de qualidade. normalmente. em laboratórios de ensaios. cera. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. Droga vegetal É a planta medicinal. na posição sentada. na formulação e produção de medicamentos. que contenham as substâncias. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. ou classes de substâncias. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. triturada ou pulverizada. equipamentos e sistemas. tintura. e secagem. podendo ocorrer na forma de extrato. frio ou aquecido.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. óleo fixo e volátil. alcoolatura. não devendo ser engolido o líquido ao final. estabilização. tais como cascas. rasurada. podendo estar na forma íntegra. Bochecho É a agitação de infuso. . 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. sementes e folhas coriáceas. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. rizomas. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. ou suas partes. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. quando aplicável. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. que causam a ação terapêutica. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. exsudado e outros. 1ª edição”. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. Pode ser denominado FFFB 1. Banho de assento É a imersão em água morna. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. após processos de coleta. sobre o lugar lesionado. dependendo da indicação de uso.

O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. destinado a cobrir. Se necessário. maceração ou outro método adequado e validado. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. especificamente ou não. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. removível ou não. teor de constituintes. com características apropriadas a uma determinada via de administração. curativa ou paliativa. palatabilidade. Para tanto. Assim. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. Abreviatura: ext. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. envasar. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. artigos científicos e materiais técnicos. flu. as drogas. obtida a partir de material animal ou vegetal. em massa ou volume corresponde a uma parte. dentro dos limites especificados. da droga. exceto substâncias isoladas. água ou outro solvente adequado. suas prováveis interações. O extrato é preparado por percolação. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. os saneantes e outros produtos. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. dentro dos limites especificados. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. dissolução e suspendibilidade. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. ou de seus derivados. uma parte do extrato. os cosméticos. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. os insumos farmacêuticos e correlatos. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. aparência. inativação de enzimas. Abreviatura: ext. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. utilizando como solvente álcool etílico. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. materiais indesejáveis podem ser eliminados. com finalidade profilática. assim como a experiência profissional. em que. em massa. os medicamentos. Essas informações. quando aplicável. tais como. moagem ou desengorduramento. Após a extração. Na manipulação de produtos magistrais. . quando aplicável. seca utilizada na sua preparação. empacotar. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. exceto quando indicado de maneira diferente. sólida ou intermediária. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. uniformidade. ou de resíduo seco. Extrato É a preparação de consistência líquida. proteger ou manter. As BPM devem ser atendidas. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s).

Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. a forma farmacêutica e a posologia. sob velocidade controlada. em contato com o líquido extrator. obtido ou elaborado. Um gel pode conter partículas suspensas.s. por tempo determinado para cada droga vegetal. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. flores. tecnicamente. nas proporções indicadas na fórmula. mantida em percolador. sete dias consecutivos. paliativa ou para fins de diagnóstico. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). com agitação diária. inflorescências e frutos. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. Medicamento É o produto farmacêutico. É preparado na farmácia. curativa. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. em lugar pouco iluminado. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. com finalidade profilática. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. material de embalagem ou produto. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. . Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. em seguida. bem fechado. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. ou que contenham substâncias ativas voláteis. a droga vegetal ou o derivado vegetal. no mínimo. convenientemente pulverizada. obtidos em um único processo. não devendo ser engolido o líquido ao final. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. a temperatura ambiente. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. à temperatura ambiente. cuja característica essencial é a homogeneidade.

até a sua dispensação. laboratórios. Medicamentos. cultivada ou não. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. a pressão ou auto adesiva. envoltórios. Solução É a forma farmacêutica líquida. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. produtos de higiene. entre outros. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . dietéticos e nutricionais. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. de todo o processo.feita para produtos magistrais usados em clínicas. . para aplicação na pele ou em membranas mucosas. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. utilizada com propósitos terapêuticos. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). ou seu armazenamento. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. hospitais. límpida e homogênea. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. aplicados diretamente sobre recipientes. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. externo ou interno. cosméticos. ambulatórios. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. É classificada em simples e composta. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. mas não tem de estar presente em todas as etapas. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. centros cirúrgicos. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. com orientações para seu uso seguro e racional. dispensa e/ou administração. invólucros. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa.

Deixar repousar por 24 h. Iniciar a percolação na velocidade controlada. . 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. adicionando o líquido extrator constantemente. Preparar o percolador de capacidade apropriada.) do líquido extrator. no mínimo. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Manter a torneira fechada. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. que apresenta. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. em camadas superpostas.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição.s. Transferir a droga umedecida para o percolador. Quando não se destina ao consumo imediato.

Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. ex Britton & P. Calendula officinalis L. 33 Illicium verum Hook F. Matricaria recutita L. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Cynara scolymus L.) Planch. Melissa officinalis L. Presl Cordia verbenacea DC.E. 21 Arnica montana L. Pimpinella anisum L.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 22 23 Baccharis trimera (Less. 24 Casearia sylvestris Sw. 35 Lippia alba (Mill. 34 Justicia pectoralis Jacq. Curcuma longa L.) DC. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Citrus aurantium L.) N. Br. Plantago major L.) DC. Arctium lappa L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Mentha x piperita L. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Malva sylvestris L. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. 28 Cymbopogon citratus (DC.

TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. Punica granatum L. Salix alba L. TINTURA DE Momordica charantia L.) B. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. TINTURA DE Plantago major L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TINTURA DE Mentha x piperita L. L. H. TINTURA DE Allium sativum L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. laevigata Schultz Bip. TINTURA DE Curcuma longa L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. Sambucus nigra L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. 57 Salvia officinalis L. Wigg 62 5. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. ex Baker 84 .

9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. 121 5. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. POMADA DE C. laevigata Schultz Bip. 123 5.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. paupera (Herzog) Dwyer.. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L. reticulata Ducke E POMADA DE C.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. POMADA DE C.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 1ª edição 17 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. multijuga (Hayne) Kuntze. 104 5.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.) Coville 119 5. 102 GEL DE Calendula officinalis L. 110 111 106 5.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.

1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .

) Rydb. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Caso ocorra um desses sintomas. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. três a quatro vezes ao dia. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. entre as refeições. INDICAÇÕES Aperiente. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. anti-inflamatório e antiespasmódico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. antidispéptico. suspender o uso e consultar um especialista. MODO DE USAR Uso interno. 10 minutos após o preparo.s. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação.p. Quantidade 1–2g 150 mL .

suspender o uso.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) DC. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. antiespasmódico e anti-inflamatório. duas a três vezes ao dia. 1ª edição 5.5 g 150 mL .p. marcela e marcela-do-campo. Quantidade 1.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Macela. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia.

Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação.5 g 150 mL . Quantidade 2. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. logo após o preparo. diurético e anti-inflamatório. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. INDICAÇÕES Antidispéptico.5.s.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 21 Arctium lappa L. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes.

p. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. nos casos de equimoses e hematomas. Aplicar na forma de compressa. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. Quantidade 3g 150 mL .22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. MODO DE USAR Uso externo. duas a três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes flores secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada.

5.s.) Baker e Molina trimera Less.5 g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. trimera (Less.p. Quantidade 2. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. logo após o preparo. O uso pode causar hipotensão.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Baccharis genistelloides var.) SINONÍMIA DC. INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. Em casos raros pode causar dermatite de contato.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três vezes ao dia. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Quantidade 1–2g 150 mL . Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. FÓRMULA Componentes flores secas água q. MODO DE USAR Uso externo.s. SINONÍMIA Não consta. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.

FÓRMULA Componentes folhas secas água q. F. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.p. duas a três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 5 minutos após o preparo.. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. INDICAÇÕES Antidispéptico. erva-de-bugre e erva-de-lagarto.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga.5. Gaernt. SINONÍMIA Anavinga samyda C. Quantidade 2–4g 150 mL .s.

Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Aperiente. 10 a 15 minutos após o preparo.. após as refeições. Quantidade 1g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. meia hora antes das refeições. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antiflatulento e antiespasmódico. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. antidispéptico. 10 a 15 minutos após o preparo.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão.

MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga. FÓRMULA Componentes flores secas água q. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo.5. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. de preferência no início da noite. Quantidade 1–2g 150 mL .p.s. 1ª edição 27 Citrus aurantium L.

s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira.p. Aplicar compressa na região afetada. Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq.

5. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal.5 g 150 mL . Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. duas vezes ao dia. 1ª edição 29 Curcuma longa L. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. e Curcuma domestica Valeton. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. açafroa e açafrão-da-terra.s.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. capim-cidreira e cidreira. duas a três vezes ao dia.p.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antiespasmódico.s. Andropogon citratus DC. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ex Desf.. e Andropogon citriodorum hort.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 1–3g 150 mL . capim-cidró. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. capim-limão. ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 5 minutos após o preparo.

INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.s. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae.5. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. Quantidade 1g 150 mL . antes das refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. após 10 minutos do preparo. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra.

p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. 1ª edição 5.s. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. Quantidade 1g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.

Quantidade 3g–6g 150 mL . FÓRMULA Componentes cascas secas água q. Fazer banho de assento três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L.5. MODO DE USAR Uso externo. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.p.s. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.

NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. respiratória e gastrintestinal. três a quatro vezes ao dia. após 10 minutos do preparo.s. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. Quantidade 3g 150 mL . O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr.

duas a três vezes ao dia. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Ecbolium pectorale (Jacq. Quantidade 5g 150 mL .) J. duas a três vezes ao dia. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.F. NOMENCLATURA POPULAR Chambá. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia.5. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.p. logo após o preparo. chachambá e trevo-cumaru. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. Gmel.. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.s. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante.

s. três a quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. MODO DE USAR Uso interno. Br. sedativo leve. antiespasmódico e antidispéptico. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. Quantidade 1a3g 150 mL . Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.p. ex Britton & P. logo após o preparo. logo após o preparo. 1ª edição 5. logo após o preparo. bradicardia e hipotensão. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica.E. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. INDICAÇÕES Ansiolítico.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. três a quatro vezes ao dia. três a quatro vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.) N.

1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. MODO DE USAR Uso externo. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. Quantidade 2a3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5.

três vezes ao dia.s. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Malva. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. quatro vezes ao dia. Após higienização. logo após o preparo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin.p. Tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. Uso externo. suspender o uso imediatamente.s. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante.

ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. cinco a 10 minutos após o preparo.s. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. Uso externo. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia.5. Fazer bochechos e/ou gargarejos. podem ocorrer náuseas. ansiolítico e sedativo leve. três a quatro vezes entre as refeições. Em caso de superdosagens. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. excitação nervosa e insônia. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL .) Rauschert e Matricaria chamomilla L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 39 Matricaria recutita L.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q.p.s. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral.

logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. Quantidade 3g 150 mL .p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa.) Planch. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. antiácido e protetor da mucosa gástrica. INDICAÇÕES Antidispéptico. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. 1ª edição 5.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5.s. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Antiespasmódico. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.p. Quantidade 1–4g 150 mL . ansiolítico e sedativo leve.

duas a quatro vezes ao dia. danos hepáticos severos e durante a lactação. MODO DE USAR Uso interno.5 g 150 mL .p.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. Quantidade 1. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L.s. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q.

NOMENCLATURA POPULAR Guaco. e Cacalia trilobata Vell.5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. duas vezes ao dia.p.. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL . Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. Mikania scansoria DC. MODO DE USAR Uso interno.s. INDICAÇÕES Expectorante.

logo após o preparo. 1ª edição 5. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. MODO DE USAR Uso interno.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. INDICAÇÕES Expectorante. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ex Baker SINONÍMIA Não consta. duas vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.

O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica.s. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. 10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.5. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Passiflora phoenicia Lindl. duas a quatro vezes ao dia. Não utilizar cronicamente.

MODO DE USAR Uso interno. –Hil. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não utilizar cronicamente. St. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. e Passiflora gratissima A.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell.p.s. 10 a 15 minutos após o preparo. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL .46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a quatro vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo.

10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. Não utilizar cronicamente.p.s. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. duas a quatro vezes ao dia. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.5.

mate) e anti-hipertensivos. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. uma vez ao dia. Em altas doses pode causar insônia. hipertensão. Quantidade 0.5 – 2 g .5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. hipertireoidismo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. Acima de 12 anos: tomar 0. arritmias. nervosismo e ansiedade. 1ª edição 5.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). noz-de-cola. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. INDICAÇÕES Estimulante.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas vezes ao dia. INDICAÇÕES Antidispéptico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. Quantidade 1–2g 150 mL . colagogo e colerético. MODO DE USAR Uso interno. 10 a 15 minutos após o preparo.s. considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. doenças hepáticas severas e gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. Não exceder a dosagem recomendada. sem abafar. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão.

Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial.s.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária.) Kuntze.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Phyllanthus asperulatus Hutch. duas a três vezes ao dia. 10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes.p.

suspender o uso imediatamente.5. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn.. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico.s. Apium anisum (L. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. Quantidade 1.) Baill.5 g 150 mL .) Crantz e Carum anisum (L.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

MODO DE USAR Uso externo. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Quantidade 6–9g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. e Plantago latifolia Salisb.. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Plantago dregeana Decne. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.p. obstrução intestinal e por gestantes. três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. tansagem e tranchagem. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. Não utilizar a casca da semente.s. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.

Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. duas a três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. INDICAÇÕES Antidispéptico. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.p.5. logo após o preparo. Quantidade 1–3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. crianças. lactantes. boldo-brasileiro e boldo-nacional. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. MODO DE USAR Uso interno.

logo após o preparo.p. INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . SINONÍMIA Não consta. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 4.s. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. FÓRMULA Componentes raizes secas água q.

5. Fazer banho de assento três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.p. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água. MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.s. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Quantidade 3g 150 mL .

s. Quantidade 6g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. SINONÍMIA Punica florida Salisb. Punica grandiflora hort. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.p..56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Romã. 1ª edição 5. ex Steud. MODO DE USAR Uso externo. e Punica nana L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q.

Quantidade 2g 150 mL .s. 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não utilizar em gestantes. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim.5. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. três a quatro vezes entre as refeições. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. SINONÍMIA Não consta.p. MODO DE USAR Uso interno.

ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. Não usar em gestantes e crianças.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. duas a três vezes ao dia.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico. MODO DE USAR Uso interno. antiácidos. Usar em casos de gripe e resfriados.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. logo após o preparo. 1ª edição 5.p.

duas a três vezes ao dia após as refeições. Uso externo. 10 minutos após o preparo.s. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. três vezes ao dia.5. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. Não usar em pessoas com insuficiência renal. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Quantidade 3g 150 mL . Após higienização. 1ª edição 59 Salvia officinalis L.p. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade.

INDICAÇÕES Diaforético. Quantidade 3g 150 mL . e Sambucus peruviana Kunth. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L.p.s. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Não usar folhas. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta.s. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.p. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. MODO DE USAR Uso externo. suspender o uso.5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. Quantidade 1g 150 mL . Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia.

. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico. aperiente e diurético. H. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. cálculos biliares.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F.s. úlcera gastroduodenal. O uso pode provocar hipotensão arterial. Quantidade 3–4g 150 mL . obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. MODO DE USAR Uso interno.p. Leontodon vulgare Lam. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q. e Taraxacum dens-leonis Desf. três vezes ao dia.

ex Walp.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p.s. três vezes ao dia antes das principais refeições. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Bip. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano. INDICAÇÕES Antidispéptico. suspender o uso. logo após o preparo. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.

ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. Rob. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.) H.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell.s. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. uma vez ao dia. INDICAÇÕES Expectorante.p. Quantidade 3g 150 mL .

INDICAÇÕES Antiemético. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.5 – 1 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. expectorante e nos casos de cinetose. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. 5 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. antidispéptico. duas a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha. Não usar em crianças. Quantidade 0.p.5.s. irritação gástrica e hipertensão arterial.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

1ª edição 5.2 TINTURAS 5.2 TINTURAS .66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

2009). INDICAÇÕES Antidispéptico. 1984. 1991). FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 2008.R. (Ed. MODO DE USAR Uso interno.1996. MILLS & BONE. NEWALL et al. M. ALONSO.5.) Rydb. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. 2010. 1998. anti-inflamatório. 1998. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). lactentes. REFERÊNCIAS ALONSO. RÜCKER et al. três vezes ao dia. 1998.. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae.L. 2009... TEWARI et al. Quantidade 20 g 100 mL . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. BLUMENTHAL. 2009. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1998. GOLDBERG et al. FINTELMANN & WEISS. GADGOLI & MISHRA. EBADI. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. alcoolistas e diabéticos.. antiflatulento.p. BLUMENTHAL. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Bases Clínicas y farmacológicas. 2004). WICHTL. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1974. entre as refeições (WHO. 2008. MILLS & BONE. 1969. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. colerético (WHO. crianças menores de 12 anos. 1999. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. em lactantes. J. 1993. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al. 2007). HEALTHCARE..1995. GUPTA. seco e ao abrigo da luz. 2002.. 1996. 2004. DELLA LOGGIA. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água.. 2009. PHILP.) The complete German Comission E Monographs. 1998. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine...s. 1991. PIRES et al.

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2004. J. 2008). crianças menores de dois anos. MILLS & BONE. hipertensão arterial leve. 1999) e warfarina (WHO. 2004). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. MILLS & BONE. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. lactantes. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Bases Clínicas y farmacológicas. GRUENWALD. 2000). úlceras gastroduodenais. 1998. Quantidade 20 g 100 mL . 1983).1999. 1998. ALONSO. Não usar em pessoas com gastrite. TYLER et al. 2004. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 1999. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. 2004). 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. dependentes alcoólicos e diabéticos. REFERÊNCIAS ALONSO. seco. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. Pesar o alho seco... Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. FÓRMULA (BHF. TYLER et al.s.R.L.5. lactentes. 2004. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. 1999). MODO DE USAR Uso interno. Filtrar e acondicionar. NOMENCLATURA POPULAR Alho. 1999. Buenos Aires: ISIS ediciones S.. 2004).p.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. BRASIL.

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Farmacogn. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. A. ROCHA. 2010. N. NOMENCLATURA POPULAR Colônia.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. A. E. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2008. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. REFERÊNCIAS MENDONÇA. H..C.C. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. J. CRAVEIRO. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. 1991). Wendl. Quantidade 20 g 100 mL . C. 27-33. A. C. três vezes ao dia. CARVALHO.) B.. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. T. 4. alcoolistas e diabéticos. M. C. 1991. 744-747. A. L. 18(suppl). lactentes. J. L. 1991.) K. 86. Oswald Cruz. seco e ao abrigo da luz..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco... lactantes. 93-97. e Alpinia speciosa (J. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 2010). Wendl. Rev. LUCIO. L.) K.p. VARGAS. M. MODO DE USAR Uso interno. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. H. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. OLIVEIRA. A. SHARAPIN. J.. crianças menores de dois anos.. L. Mem Inst. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. S. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. Schum. FRANÇA. VARGAS & CARVALHO.s.5. Schum on arterial hypertension. V. Bras.

72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Rev. 1401-1404. Farmacogn. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999. LUCIO. M. ROCHA.. 1998. 2005). WHO. SCHILCHER. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions.2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L..p. alcoolistas e diabéticos. H.. J.. 134. SHARAPIN. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 18(suppl). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. Dermatol. 2003. Bras. 1ª edição 5. M.s. SCHILCHER. Em raros casos. lactantes.. 211p. seco e ao abrigo da luz. E. (ESCOP. A. S. 2008. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. MODO DE USAR Uso externo. REFERÊNCIAS BROWN. H. N. SINONÍMIA Não consta. D. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FRANÇA. DATTNER. Arch. 744-747. A. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. 2002). pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. 1998). NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 2003. crianças menores de dois anos. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2005. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. 1999).. Quantidade 10 g 100 mL . Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. L.

1999.5. 2.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Geneva. . 1148 p. Vademecum de Prescripción. Switzerland: World Health Organization. 2002. v. WORLD HEALTH ORGANIZATION. B. WHO monographs on selected medicinal plants. V. 1ª edição 73 VANACLOCHA. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson.

S. 1998). cardiovascular. 1999. metabolic. the anti-inflammatory agent. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1998. Potential therapeutic effects of curcumin.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). e Curcuma domestica Valeton. B. Buenos Aires: ISIS ediciones S. açafrão-da-terra e açafroa.s. MODO DE USAR Uso interno. ALONSO.p.. 2009. M. VANACLOCHA. A. PHILP. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. K.. B. Bases Clínicas y farmacológicas. crianças menores de dois anos. HARIKUMAR. VANACLOCHA. 2006). R. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. seco e ao abrigo da luz.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. N. J. ROCHA. lactantes. 2008. alcoolistas. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology.R. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.L. INDICAÇÕES Colerético. Rev. hipolipemiante. LUCIO. 2004. 1999. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. SHARAPIN. L. Farmacogn. against neurodegenerative. 40–59. antiespasmódico. colagogo (WAGNER. Bras.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. REFERÊNCIAS AGGARWAL. ALONSO. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. AGGARWAL & HARIKUMAR. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO. 1999). 744-747. FRANÇA. B. B. Quantidade 10 g 100 mL . 1999. H.. 41. 18(suppl). E. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. 1999. pulmonary. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2009. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide.. autoimmune and neoplastic diseases. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. 2004). 1ª edição 5. PHILP.

2006.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. Geneva. B. 1999. 1999. WAGNER. WHO monographs on selected medicinal plants. v. Farmacologia e Aplicações Clínicas. Plantas Medicinales. Fitoterapia: Fitofármacos.. H.. 1148 p. Barcelona: Masson. WORLD HEALTH ORGANIZATION. . 1ª edição 75 VANACLOCHA. Switzerland: World Health Organization. Vademecum de Prescripción. WIESENAUER. M. 2. V.1. ed.

crianças menores de dois anos. 2009).76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2003. alcoolistas.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. náuseas e pirose (WHO.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L..s. J.) The complete german Comission E monographs.. Altern. BOOTH. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 2004. 2004. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2004)... NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. A. MODO DE USAR Uso interno. 2008). MARAKIS.. Acima de 12 anos: tomar 2. MILLS & BONE. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais.. antiflatulento. WALKER. 2004. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. seco e ao abrigo da luz. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. VANACLOCHA. Complement.5 a 5. M. 2009). BUNDY.. CARDOSO. WHO. lactantes. 2001. R. BUNDY et al. 2009. VANACLOCHA.p. WICHTL. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. G. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. INDICAÇÕES Antidispéptico.. 2009). 1999. 1998. Med. C. 2008. HOLTMANN. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. 667-669. antiemético. incluindo diarreia. W. (Ed. 1998. . BUNDY et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. BLUMENTHAL. 10. 2009. 2002. 1998. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. SINONÍMIA Cynara cardunculus L.. R. BUNDY.. 1ª edição 5. J. MIDDLETON. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. 1999). Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis.

WRIGTH. A. 15. R... L. A. Res. 4. B. M. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. C. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. Pharmabooks. Stuttgart. Farmacogn.. 1148 p. WALKER. H. 18. Phytomedicine. CARDOSO.. Bras. J... Z. Geneva. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. 2001. B. HOLTMANN. 2009. N. PETROWICZ. 1099... S. O. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. 744-747. F. The essential guide to herbal safety. MARAKIS. WHO monographs on selected medicinal plants.. G. 2004.5. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Plantas Medicinales. WALKER. 1ª edição 77 BUNDY. Ther.. WINDECK. v. 668-675. 15. A. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers.. M. J.. Rev. MILLS.. 1999. WALLIS.. multicentre trial. MIDDLETON. 18(suppl). V. S. C.. 2009. VANACLOCHA. SIMPSON. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. PIKE. 2008.. Cidade: Elservier. 2008. HAAG.. 2003.. Phytoter. ROCHA. W. 9. COLLET. MIDDLETON. FRANÇA. LUCIO. W. . C. A. W. WICHTL. SHARAPIN. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. K. 2002. MIDDLETON. ADAM. GRUNEWALD. Switzerland: World Health Organization. Aliment. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. 694-699.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 3 ed. WALKER. H. Phytomedicine.1105. Vademecum de Prescripción. C. T. BONE. R. R. double blind. J. 2004. W. E.. G. F. F. M. R.. Pharmacol. S. BOOTH. D.. Barcelona: Masson. double blind placebo controlled trial. R. E. 58-61.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

E. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. 2008. 744-747. Farmácias vivas. M. F. J. M. LUCIO. Guia fitoterápico.. ed. 1ª edição 81 MATOS. A. . Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. 18(suppl). FRANÇA. VIANA. ed. 2. Farmacogn. Fortaleza: Editora da UFC. BANDEIRA. B. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.. J.. Bras. Rev. Fortaleza: Editora da UFC. A. 1998.. S. G. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ROCHA. 1998. A. S. J. L. M. 3.5. H. SHARAPIN. F. N.. Plantas medicinais. 2000. MATOS F.

2002. três vezes ao dia (VANACLOCHA. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. lactantes. Z. 744-747. M. 1999. 2004). American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. Chemistry of Natural Compounds. D. SHARAPIN. MODO DE USAR Uso interno. 2008. G. ROCHA.. L. FRANÇA.. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. B. LUCIO. Bras. crianças menores de dois anos. TANKHAEVA. 1148 p..2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 46. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004).. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. 22-27. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Quantidade 20 g 100 mL . S. 2002). REFERÊNCIAS DRESSER. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. CUMMING. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. A. 1999. VANACLOCHA. M. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. 18(suppl). D. INDICAÇÕES Antidispéptico. N. 2010. Vademecum de Prescripción. Barcelona: Masson. Farmacogn.. Rev. K. TPII – 95. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. G.. V..p. alcoolistas. 2004). 1ª edição 5. V. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. WACHER. L. WHO.s.. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. E. Plantas Medicinales. H. OLENNIKOV. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. N. RAMTOOLA. March 24-28.

1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION.5. Switzerland: World Health Organization. . v.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 188-205. WHO monographs on selected medicinal plants. 2004. Geneva. 2.

alcoolistas e diabéticos. REFERÊNCIAS BRASIL. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. FERREIRA. MATOS. 2008).. L. 1997. B.s. 2006). 2005.p. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1998. crianças menores de dois anos. L.. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. 2001. 10 de 10 de março de 2010. F. ALVES.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M.. lactantes. J.. 1ª edição 5. 2005. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. Brasília. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Curitiba. MATOS et al. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. 10 mar. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. MODO DE USAR Uso interno. Brasil: Abifito. laevigata Schultz Bip. RDC n. Quantidade 20 g 100 mL . seco e ao abrigo da luz. 1998). 2005. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. 2010. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais.. Fascículo 1 da Parte II. BRASIL. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Brasil. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. Ministério da Saúde. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). LORENZI & MATOS. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. VIANA et al. FIOCRUZ. P. 1996. 2008. DF.. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. GILBERT. (Mikania glomerata). São Paulo: Atheneu.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira..

2008. Farmacogn. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. Guia fitoterápico. ROCHA. SHARAPIN.. . ed. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 1998.. M. BANDEIRA. MATOS. J. Nova Odessa. ed. A. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 2008. Fortaleza: Editora BNB. As plantas das farmácias vivas. 2001. MATOS. 2006. A. B. N. 3. A. VIANA. 1ª edição 85 LORENZI. A. 744-747. 2. SILVA JUNIOR. M. J.5. Plantas medicinais. Fortaleza: Editora da UFC. Fortaleza: Editora da UFC.. A. F. VIANA. ed. F. J. Fortaleza: Editora da UFC. 633 p. H. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. S. A. Guia fitoterápico. G. 2000. 2. Farmácias vivas.. MATOS. Rev. A. Fortaleza: Editora da UFC. M. F. 18(suppl).. Bras. H. S. A. A... 2.. M. L. M. LUCIO. B. S. F. 2. 1998. FRANÇA. Essentia Herba – Plantas Bioativas. J. F. ed. 1997. MATOS. BANDEIRA. J. J.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Florianópolis: EPAGRI. A. E. MATOS. MATOS. F. G. v.

WHO. G. Lév. Quantidade 10 g 100 mL . MATOS. MATOS. 1997). Fazer aplicações tópicas. 2. M.. 2000. Plantas medicinais. MODO DE USAR Uso externo. ROBINEAU. Santafé de Bogotá.L. 2000. 1995. (Org. A. 1997. J.. MATOS.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. Momordica chinensis Spreng. 1995. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. MATOS. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED).2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. GUPTA. 1. J. REFERÊNCIAS ALONSO. L. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. Santo Domingo: Tramil. Bases Clínicas y farmacológicas. F. ed. ed. 1997. 1997. SINONÍMIA Cucumis argyi H. distúrbios hepáticos. GUPTA et al. A. F. FARMACOPEA Caribeña. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1997. uma vez ao dia. Fortaleza: Editora da UFC.p. Buenos Aires: ISIS ediciones S. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. 1998. MATOS. 2009). J. pois pode causar coma hipoglicêmico.. 1998. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. ROBINEAU. 1995. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO.R. 1998. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. P. Fortaleza: Editora da UFC. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 1ª edição 5.) et al.s. GUPTA et al.

. WHO monographs on selected medicinal plants.. E. Switzerland: World Health Organization. L. H. Rev.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. 1ª edição 87 ROCHA. 4.5. M. LUCIO. S. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2009. SHARAPIN. 2008. FRANÇA. WORLD HEALTH ORGANIZATION. . N. 744-747. Bras. Geneva. Farmacogn. v.. 18(suppl).

MATOS. 2000. 2006. CARVALHO. CUNHA. MODO DE USAR Uso interno. 1997a.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2010. M. LIMA. alcoolistas e diabéticos. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al. 148–153. H. 20.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 1998). COLETA et al.tomar 2. its sub-fractions and flavonoid constituents. T. –Hil.. REFERÊNCIAS COLETA.s. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999). MATOS. COTRIM. M. crianças menores de dois anos. LORENZI & MATOS. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 128. M.. DENG.p... FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. T. J. Quantidade 20 g 100 mL .. Phytotherapy Research. ZHOUA. Journal of Ethnopharmacology. 1998. 1067–1073. LI. BATISTA.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. LI. C. 2010. VIANA et al. lactantes. 1ª edição 5. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). D.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. 1 hora antes de deitar. P.. A. MATOS. BAI. 2002. R. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f.. e Passiflora gratissima A. Acima de 12 anos: ansiolítico . 2006. M. L. flavicarpa. M. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. seco e ao abrigo da luz. 2001.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell... Y. MATOS. CAMPOS.. sedativo suave . 1997b... INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al.. DE-PARIS et al. Seu uso pode causar sonolência. St. G. 2008)..

Fortaleza: Editora da UFC. F. L. 5–8. B. D. J. 2. BANDEIRA M. KAPCZINSKI. LUCIO. FRANÇA. 1ª edição 89 DE-PARIS.. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. 1997a. J. 1998. MATOS. . Bras. BANDEIRA... M. 21.. Plantas medicinais. J. J. QUEEDO. F. A. 3.. Fortaleza: Editora da UFC. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 1148 p. Rev. V... F. 1998. A. ed. N. ROCHA. Fortaleza: Editora BNB. 2000. E. SCHENKEL. G. GOSMANN.. M.. F. ed. A. MATOS. 18(suppl). ed. J.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acta Farmaceutica Bonaerense. As plantas das farmácias vivas. LORENZI. H. J. Fortaleza: Editora da UFC. VANACLOCHA.. Barcelona: Masson. A. 2008. M. F. H. E. A. 1997b. G. J. Viana.. A. J.5. REGINATTO. P. S. Vademecum de Prescripción. H. R. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. VIANA. 1999. Guia fitoterápico. MATOS. SALGUEIRO. F. F. S.. M. A. F. F. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims.. 2. SHARAPIN.. Farmácias vivas... B.. 2002. 2001. MATOS. Farmacogn. MATOS. J. PETRY. Plantas Medicinais no Brasil. MATOS. 2008. Plantas Medicinales. F. 744-747. Guia fitoterápico. Fortaleza: Editora da UFC. GONZÁLEZ-ORTEGA. G. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. B. A. GSB. A.

FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. MATOS et al. 2004. 1999. MODO DE USAR Uso interno.p. crianças menores de dois anos. 2008). (GILBERT et al.. N. J. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. 393. Buenos Aires: ISIS ediciones S.s.. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). BARROS et al.. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. BARROS.. 1998. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. 1ª edição 5. MATOS.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. 1995. A.R. 374. 829. H... Quantidade 10 g 100 mL . 2003. BOIM. 2002. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. A. FREITAS.. CAMPOS & SCHOR. 1998. E. FREITAS et al. 1999). Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. BJU Int. lactantes. M.L.. Urol Res. Nephron.. MATOS. 2002.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 2003. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não usar por mais de três semanas.. A. 1997. 1998). 30. Bases Clínicas y farmacológicas...90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. N. 89. M. alcoolistas e diabéticos. 81. SCHOR. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. CAMPOS. SCHOR. 2005. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. A. M. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. seco e ao abrigo da luz. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. M. N. BOIM. SCHOR. GUPTA et al. REFERÊNCIAS ALONSO. ALONSO. 2001.

BANDEIRA M.. M. Santafé de Bogotá. B. H. FERREIRA.. ed. E. Farmacogn. H.. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED).2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fortaleza: Editora da UFC. M. ed. VIANA. J. HEILBERG. F. Curitiba. P. ABREU.. J. & MATOS. H. ed. P. A. P. Plantas Medicinais no Brasil . NISHIURA. LORENZI. L. B. F. S. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. 2. S. A. A. N.5. I.. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 2005. 18(suppl). FRANÇA. 1998. 1997.. CAMPOS. 2. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. F. L. J. SHARAPIN. GUPTA. M. ABREU MATOS. J... A... A. MATOS. 744-747. A. L.. Fortaleza: Editora da UFC. BOIM. N.nativas e Exóticas. M. 2008. Bras.. ROCHA. 3. LUCIO. Farmácias vivas. Rev. Brasil: Abifito. L. ed. 2008. 2004. H. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Urol Res. A. MATOS. ALVES. J. 1995. Plantas Medicinais no Brasil. 1. SCHOR. 2001. G. 1ª edição 91 GILBERT. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha.. Fortaleza: Editora da UFC. 362–366. FIOCRUZ. J. F. F. . MATOS. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. J.. LORENZI. F. 2008. Guia fitoterápico. 32.

2000. F. gestantes. 2.. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial.5 a 5 mL) da tintura. alcoolistas e diabéticos. FERREIRA. F. Quantidade 10 g 100 mL . C. E. 2005.1999). A. diluídas em 75 mL água. TYLER et al. 1999. C. 1997). uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. VANACLOCHA. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha.. seco e ao abrigo da luz. 2000. MATOS. J. ed. Plantas medicinais. F.. crianças menores de dois anos. MARI GEMMA. 2004. 1ª edição 5. MATOS. A.. 2005.s. I... lactantes.p. A. tansagem e tranchagem.. MATOS. J. Rio de Janeiro. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 2005. 1999). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. REFERÊNCIAS AMARAL. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Plantago dregeana Decne. G.. Fortaleza 1997. C. L. FIOCRUZ.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Plantago latifolia Salisb. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. obstrução intestinal. BIESKI.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. SIMÕES. P. 2005. Quintais medicinais. Cuiabá. MODO DE USAR Uso externo. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Brasil: Abifito. Fortaleza: Editora da UFC. V. AMARAL et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Mais saúde. VANACLOCHA.

M.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. V. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. FRANÇA. 2008. E.. H.. 1ª edição 93 ROCHA. L. SCHULZ. A. 417 p. . E. Bras. Berlin: Springer.. Rev. R. N. V. M. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists.. 744-747. BLUMENTHAL.5. SHARAPIN. Barcelona: Masson. Farmacogn. 1999. 18(suppl). 2004. S. TYLER. VANACLOCHA. LUCIO. HÄNSEL.. V. Vademecum de Prescripción. B.. Plantas Medicinales. 1148 p.

LEMONICA.p. V. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. J. REFERÊNCIAS ALMEIDA. 1998. BLUMENTHAL. C. 1ª edição 5. seco e ao abrigo da luz. FINTELMANN. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. 73. diluídas em 75 mL de água. FINTELMANN & WEISS. 53-60. 1997. MODO DE USAR Uso interno. 2007. WEISS. F.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth.. MATOS. MATOS. 2010. As plantas das farmácias vivas.) The complete german Comission E monographs. M. F.. Quantidade 20 g 100 mL . A. 1999). NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). (Ed. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Editora Guanabara Koogan. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. 2000. MATOS. BLUMENTHAL. Fortaleza: Editora da UFC. I. The toxic effects of Coleus barbatus B. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. F. R. on the different periods of pregnancy in rats.. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine.s. 2010. boldo-brasileiro e boldo-nacional. lactantes. MATOS. G. alcoolistas. crianças menores de dois anos. 2000). VANACLOCHA. 1998.. diabéticos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1997.. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. 1998. P. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 1996. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2000. J Ethnopharmacol. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. SCHULTZ et al. 1999).

1148 p. A. S. A. H. L. B. ed. M.. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. J. M. Fortaleza: Editora da UFC. Plantas medicinais. R. 3. . BOSSOLANI. Rev.5. TORRES. ed. E. M. 2008. J. LIMA-LANDMAN. 296 p. 2007. C. Plantas Medicinales.. Farmácias vivas. A. UK: The Pharmaceutical Press. F. NEWALL. ROCHA. SHARAPIN. 744-747. Fortaleza: Editora da UFC.B. 111. C. A. ANDERSON. 2000. Farmacogn. FRANÇA. Vademecum de Prescripción. 1-7. Bras.. 1ª edição 95 MATOS. J. F. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 18(suppl). J. Barcelona: Masson. A.. 1996. C. SOUCCAR. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.K+-ATPase by plectrinone A. LUCIO. SCHULTZ. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. D. L. London.. J. 2. L.. Ethnopharmacol. N. PHILLIPSON. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. P. Inhibition of the gastric H+. V. T. 1998.. 1999.M.. LAPA. VANACLOCHA. MATOS.

s.. H. 2008. C. LORENZI & MATOS. 2005. Mais saúde. MODO DE USAR Uso externo. 2. C. VIANA et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ROCHA. Bras. 2008). LORENZI.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. NOMENCLATURA POPULAR Romã. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. 2008). G. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). WHO. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. A. ed. I. Fazer bochechos e gargarejos. L. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. Vademecum de Prescripción. MARI GEMMA.p. lactantes. Plantas Medicinales. 1999. E. MATOS.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. V. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. REFERÊNCIAS BIESKI. 744-747. 1999. N. LUCIO. e Punica nana L. FRANÇA. J. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. 2009).. A. 1ª edição 5. F. 2005. 18(suppl)... Rev. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. Nova Odessa. H. SINONÍMIA Punica florida Salisb. 2008. SHARAPIN. . seco e ao abrigo da luz. S..96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M. Punica grandiflora hort. alcoolistas e diabéticos. Farmacogn. ex Steud. 1148 p. Quintais medicinais. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. crianças menores de dois anos. Cuiabá. 1998. Barcelona: Masson. B. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA.

Guia fitoterápico. M. Geneva. v. . 1ª edição 97 VIANA. 1998. WHO monographs on selected medicinal plants. 4.5.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. Editora da UFC. 2009. Fortaleza. G. J. Switzerland: World Health Organization. S.. WORLD HEALTH ORGANIZATION.. MATOS F. M. B. BANDEIRA. A.

C. v. Plantas Medicinales. J. D. MODO DE USAR Uso interno. 1999. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). A. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. LUCIO. e Zingiber aromaticum Noronha. 18(suppl). expectorante e nos casos de cinetose (WHO. lactantes. V. WORLD HEALTH ORGANIZATION. crianças menores de dois anos.. SHARAPIN. Vademecum de Prescripción. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 744-747. Geneva. S. Farmacogn. 1999). ROCHA. 296 p. alcoolistas e diabéticos.s.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L..p. E. WHO monographs on selected medicinal plants. FRANÇA. B.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ANDERSON. 1996. VANACLOCHA. 1148 p. seco e ao abrigo da luz. INDICAÇÕES Antiemético. A. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.1. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL.. London. 1999). Quantidade 20 g 100 mL . Barcelona: Masson. L.. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. H. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. L. PHILLIPSON. 2008. M. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Bras. REFERÊNCIAS NEWALL. 1999... N. UK: The Pharmaceutical Press. antidispéptico. Switzerland: World Health Organization. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 1996). Rev. 1999).

3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 99 5.3 GEIS .5.

s. MODO DE USAR Uso externo. Armazenar em local fresco.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. seco e ao abrigo da luz.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. Aloe perfoliata var. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. vera. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Quantidade 10 mL 100 g . Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q.p.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Quantidade 10 mL 100 g . aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia..p. J. Handbook of medicinal herbs. Após higienização. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. 1985.. 1985. et al. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. SINONÍMIA. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. Phytotherapy Res. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. A.s. REFERÊNCIAS DUKE.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. N. adicionar o extrato glicólico no gel. 1987). 1. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. Boca Raton: CRC. 1987. MASCOLO. MASCOLO et al. MODO DE USAR Uso tópico. Não consta.5. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. 2831. seco e ao abrigo da luz. Armazenar em local fresco. 1985).

2008. T. BASTOS. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. ALBUQUERQUE. K. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. J. REFERÊNCIAS ARAÚJO. R.. . P. seco e ao abrigo da luz. A. ex. M.. U. Quantidade 5% q. Armazenar em local fresco..p. J. N. E.. L. CARVALHO.. 72–80. C. J. S. D. E. DE AMORIM. ALENCAR. CARVALHO et al. TEIXEIRA. J. J. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. S. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. M. 118-120. 1996. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats.... SERTIE. DOS SANTOS FILHO.. 1994.) L. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 53. 60. Tul. J.. 1994.s. SARTI. 120 . C.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.. Journal of Ethnopharmacology. ARAÚJO et al. C. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. A.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Journal of Ethnopharmacology. 1996. 2008).P.. T. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. SOUZA. BACCHI. P..L. 1ª edição 5. A. 175-178. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. Planta Med.

Armazenar em local fresco. aplicar na área afetada até três vezes ao dia.. 16. J. anti-inflamatório e cicatrizante. M. 45. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. FLEISCHNER.p. R. SINONÍMIA Não consta.. Cosmet. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. 1985). MODO DE USAR Uso externo. seco e ao abrigo da luz. Quantidade 10 mL 100 g . R.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.5. 150-6. Após higienização. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. 1985. FLEISCHNER. Toilet.s. 1983. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. Lymphology. J. INDICAÇÕES Antisséptico. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. A. 1983. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. 100. CASLEY-SMITH.

B. INDICAÇÕES Antisséptico. Fortaleza : Editora da UFC. MATOS.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. A. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 1997. antimicótico e escabicida (MATOS. F.. REFERÊNCIAS MATOS. 1998. Quantidade 10 mL 100 g . Fortaleza: Editora da UFC. M. A. J. 2000. A. A. Farmácias vivas. VIANA G. ed. Armazenar em local fresco. Fortaleza. 1ª edição 5. J. MATOS. J. 1998. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. F. SINONÍMIA Não consta. F. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 3. seco e ao abrigo da luz. J. A. Guia fitoterápico.. 2. 1998. As plantas das farmácias vivas.. MATOS. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. F. ed. 1998) MODO DE USAR Uso externo. M.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. 1997. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. 2000. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. S. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. VIANA et al.s. MATOS. BANDEIRA. MATOS. Plantas medicinais. Fortaleza: Editora da UFC.

4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 105 5.4 POMADAS .5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

A. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. B.. O. R. NAKAMURA. C. 103.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MENDONÇA. S.. OLIVEIRA. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). B. ONOFRE. BOMBARDIERE. V.. 277-281. B.5. 1ª edição 109 DOS SANTOS. 358-366... 19. 2008. V. LINO J.. Brazilian Journal of Pharmacognosy.. A... D. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. DIAS FILHO. J. VIEIRA.. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. R.. E. A. C. 2B. BRITO. T. 577-581. S. F. P. C. J. . PINTO. UEDA-NAKAMURA. E. R. VEIGA JR. JUNQUEIRA-KIPNIS. 2009. 2008. P. 28. Pesquisa Veterinária Brasileira.. L. A.

Cordia curassavica auctt. Lithocardium verbenaceum Kuntze. ex Fresen. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças..bras. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. bras.p. seco e ao abrigo da luz. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. Armazenar em local fresco.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Lithocardium fresenii Kuntze. Aplicar nas áreas afetadas. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. 1ª edição 5. Lithocardium salicium Kuntze.ex Fresen. uma a três vezes ao dia.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. Cordia cylindristachya auctt. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.s. Quantidade 10 mL 100 g .

1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L.. INDICAÇÕES Cicatrizante. Quantidade 10 mL 100 g . seco e ao abrigo da luz. S. Armazenar em local fresco. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. SINONÍMIA Não consta. et al.p. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. R. 323-329. Manter fora do alcance de crianças.5. seis semanas consecutivas ao ano. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Confrei.s. no máximo. 1985. equimoses. Não usar em lesões abertas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. 6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. REFERÊNCIAS GOLDMAN. Utilize espátula para retirar o produto do pote. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. Fitoterapia. 1985).

1ª edição 5.112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 BASES FARMACÊUTICAS 5.5 BASES FARMACÊUTICAS .

5.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. em uma proveta. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. Filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. triturá-lo ao máximo. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. pomadas e cremes de Aloe vera. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. À parte.

Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. FORMA FARMACÊUTICA Gel.3 g 100 g Quantidade . Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A.5. 0. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET .5 e 6. Usado para preparações após barba.6 g 1g 0. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.s. ajustando o pH entre 5. 1ª edição 5. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. depilação ou geis antissépticos. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. previamente misturada. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).p.polietileno).1 g 5g 3.polietileno tereftalato ou frasco PE .

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

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5.6 CREMES

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Quantidade 10 mL 100 g . MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Após higienização. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Em feridas a cada 24 horas. SINONÍMIA Não consta.p. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia.s.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Filtrar. FERREIRA. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Revista Brasileira de Farmacognosia.5.. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. em uma proveta. STEHMANN. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. À parte. REFERÊNCIAS ARDISSON. Após higienização. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. J. Armazenar em local fresco. Utilize espátula para retirar o produto do pote.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . M. M.) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. G. preparar a solução de propilenoglicol e água..p. L. seco e ao abrigo da luz. 2002.. A. 2002).) Coville (Barbatimão). J. Acacia adstringens Mart.s. INDICAÇÕES Cicatrizante. L. 12. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. GODOY. L. R. BRANDÃO. MODO DE USAR Uso externo. 27-34. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart.S. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q..

7 XAROPE 5. 1ª edição 5.7 XAROPE .120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

5 mL do xarope. fria. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos.s. Crianças de três a sete anos: tomar 2. INDICAÇÕES Expectorante. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Agitar antes de usar.5. no preparo dessa formulação.p. Completar o volume e homogeneizar. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. laevigata Schultz Bip. Armazenar em local fresco. gestantes. usar por duas semanas. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . Nota: utilizar a formulação básica de xarope. Em casos crônicos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas.5 mL do xarope. duas vezes ao dia. lactantes e crianças menores de dois anos. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. (Mikania glomerata). SINONÍMIA M.p. scansoria DC. seco e ao abrigo da luz. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. MODO DE USAR Uso interno.s. três vezes ao dia. três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado.

8 SABONETE . 1ª edição 5.122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5.

p. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. SINONÍMIA Não consta. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz.p. ajustar viscosidade ácido cítrico q.p. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto.s. MODO DE USAR Uso externo. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. antimicótico e escabicida. Se necessário.5. Manter fora do alcance de crianças.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. homogeneizar. aplicar na área afetada. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . deixando o sabonete em contato. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido.s. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. completar o volume com água purificada. INDICAÇÕES Antisséptico. Lavar com água corrente. ajustar o pH água purificada q. Durante o banho.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%.

124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. de plástico opaco ou vidro âmbar.5. sob agitação. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante. aquecer os componentes até completa solubilização. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g .

anvisa.com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.br www.Agência Nacional de Vigilância Sanitária .DF Telefone: 61 3462 6000 www.Área especial 57 .gov.Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .twitter.gov.Anvisa SIA Trecho 5 .br .

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