Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. o país da diversidade. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. reconhecidas universidades federais. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. de Ribeirão Preto. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. comprovadamente. com a Fundação Oswaldo Cruz. que integra a FB 5 como um de seus componentes. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. de Campina Grande. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A grande maioria dos medicamentos. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. um dos componentes da quinta edição da FB 5. portanto. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. por natureza. À Anvisa. Com o cuidado que o tema exige. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. hoje disponíveis no mundo. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . além da própria Anvisa. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. competência e. de Santa Maria. Reconhecemos ainda. Esse foi. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. principalmente. essa necessidade. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. do Paraná. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). de São Paulo. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá.

1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. Portanto. em seu item 2. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. à base de plantas medicinais. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. fitoterápicos segundo a legislação vigente. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. duas de cremes. destinada a garantir. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. representando as diversas regiões do país. do Ministério da Saúde que. de 09 de dezembro de 2008. mais recentemente. uma de xarope.4. tanto manipulados quanto industrializados. Com isso. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. estabelecido para o país. º 212. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular.813. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. com embasamento científico. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. de 22 de junho de 2006. o decreto 5. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país.3. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. cinco de geis. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). 1982. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. 1ª edição. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. 17 de tinturas. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. de 11 de setembro. No Brasil. quanto à aplicação da prática fitoterápica. uma de sabonete. cinco de pomadas. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .USP .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .

Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL. TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .Embrapa .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .

URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.

UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG RONALDO F.UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais . BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFF LEÔNIA M.Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .

exsudado e outros. 1ª edição”. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. cumprir com as especificações de qualidade. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. óleo fixo e volátil. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. rasurada. triturada ou pulverizada. tintura.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. sementes e folhas coriáceas. Pode ser denominado FFFB 1. . ou classes de substâncias. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. podendo estar na forma íntegra. na formulação e produção de medicamentos. quando aplicável. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. ou suas partes. Banho de assento É a imersão em água morna. que contenham as substâncias. e secagem. caules. podendo ocorrer na forma de extrato. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. equipamentos e sistemas. tais como cascas. Bochecho É a agitação de infuso. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. dependendo da indicação de uso. alcoolatura. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. que causam a ação terapêutica. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. após processos de coleta. estabilização. raízes. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. obrigatoriamente. cera. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. frio ou aquecido. na posição sentada. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. em laboratórios de ensaios. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. sobre o lugar lesionado. rizomas. normalmente. Droga vegetal É a planta medicinal. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. não devendo ser engolido o líquido ao final.

os saneantes e outros produtos. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. removível ou não. inativação de enzimas. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. Abreviatura: ext. em que. moagem ou desengorduramento. com finalidade profilática. curativa ou paliativa. flu. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. quando aplicável. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. palatabilidade. Após a extração. O extrato é preparado por percolação. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. com características apropriadas a uma determinada via de administração. exceto substâncias isoladas. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. água ou outro solvente adequado. As BPM devem ser atendidas. Abreviatura: ext. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. quando aplicável. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. Extrato É a preparação de consistência líquida. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. Assim. os medicamentos. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. materiais indesejáveis podem ser eliminados. maceração ou outro método adequado e validado. em massa ou volume corresponde a uma parte. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. envasar. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. proteger ou manter. Essas informações. ou de seus derivados. obtida a partir de material animal ou vegetal. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. Na manipulação de produtos magistrais. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. exceto quando indicado de maneira diferente. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. destinado a cobrir. teor de constituintes. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. dentro dos limites especificados. dissolução e suspendibilidade. tais como. sólida ou intermediária. Para tanto. os insumos farmacêuticos e correlatos. utilizando como solvente álcool etílico. dentro dos limites especificados. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. . 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). empacotar. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. seca utilizada na sua preparação. aparência. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. especificamente ou não. ou de resíduo seco. Se necessário. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. da droga. as drogas. assim como a experiência profissional. os cosméticos. suas prováveis interações. uniformidade. uma parte do extrato. artigos científicos e materiais técnicos. em massa.

em lugar pouco iluminado. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. sob velocidade controlada. em contato com o líquido extrator. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. Medicamento É o produto farmacêutico. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. bem fechado. não devendo ser engolido o líquido ao final. sete dias consecutivos. obtido ou elaborado. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. a forma farmacêutica e a posologia. obtidos em um único processo. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. flores. a temperatura ambiente. à temperatura ambiente. mantida em percolador. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. curativa. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. convenientemente pulverizada. inflorescências e frutos. cuja característica essencial é a homogeneidade. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. a droga vegetal ou o derivado vegetal. em seguida. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. com finalidade profilática. paliativa ou para fins de diagnóstico. ou que contenham substâncias ativas voláteis. no mínimo. É preparado na farmácia. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário.s. nas proporções indicadas na fórmula. . com agitação diária. material de embalagem ou produto. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. tecnicamente. por tempo determinado para cada droga vegetal. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Um gel pode conter partículas suspensas.

Solução É a forma farmacêutica líquida. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. envoltórios. invólucros. límpida e homogênea. hospitais. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. . entre outros. com orientações para seu uso seguro e racional. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. cosméticos. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. dietéticos e nutricionais. até a sua dispensação. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. mas não tem de estar presente em todas as etapas. ambulatórios. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. ou seu armazenamento. É classificada em simples e composta. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. dispensa e/ou administração. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. cultivada ou não. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. aplicados diretamente sobre recipientes. utilizada com propósitos terapêuticos. Medicamentos. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . de todo o processo. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. a pressão ou auto adesiva.feita para produtos magistrais usados em clínicas. produtos de higiene. externo ou interno. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. centros cirúrgicos. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. laboratórios.

na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. Preparar o percolador de capacidade apropriada. adicionando o líquido extrator constantemente. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. . Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. Manter a torneira fechada. no mínimo. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Deixar repousar por 24 h. Iniciar a percolação na velocidade controlada. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Transferir a droga umedecida para o percolador. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q.) do líquido extrator.s. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. que apresenta. Quando não se destina ao consumo imediato. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. em camadas superpostas.

) DC. Curcuma longa L. 28 Cymbopogon citratus (DC. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. Calendula officinalis L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. Citrus aurantium L. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Malva sylvestris L. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Matricaria recutita L. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Melissa officinalis L. 19 Achyrocline satureioides (Lam.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. 33 Illicium verum Hook F.) N. 21 Arnica montana L. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Presl Cordia verbenacea DC.) DC. Cynara scolymus L. 22 23 Baccharis trimera (Less. 34 Justicia pectoralis Jacq. Arctium lappa L. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip.E.) Planch. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. 35 Lippia alba (Mill. Mentha x piperita L. Pimpinella anisum L. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. Br. Plantago major L. 24 Casearia sylvestris Sw. ex Britton & P.

16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 57 Salvia officinalis L. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L. laevigata Schultz Bip. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. ex Baker 84 . Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. Sambucus nigra L. TINTURA DE Plantago major L. TINTURA DE Allium sativum L. TINTURA DE Curcuma longa L. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. H. Wigg 62 5. L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. Salix alba L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. TINTURA DE Momordica charantia L. Punica granatum L.) B. TINTURA DE Mentha x piperita L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.

laevigata Schultz Bip. 123 5. 102 GEL DE Calendula officinalis L.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. 121 5. reticulata Ducke E POMADA DE C. 104 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L.) Burman f POMADA DE Arnica montana L. 1ª edição 17 5. 110 111 106 5. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira..4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 .) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. paupera (Herzog) Dwyer. multijuga (Hayne) Kuntze.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M. POMADA DE C.) Coville 119 5. POMADA DE C.

1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .

) Rydb. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares.5. INDICAÇÕES Aperiente. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. suspender o uso e consultar um especialista. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. Caso ocorra um desses sintomas.s.p. anti-inflamatório e antiespasmódico. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. Quantidade 1–2g 150 mL . FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. três a quatro vezes ao dia. entre as refeições. 10 minutos após o preparo. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. Quantidade 1.s. NOMENCLATURA POPULAR Macela.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . antiespasmódico e anti-inflamatório. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC.p. duas a três vezes ao dia. 1ª edição 5. marcela e marcela-do-campo.) DC. INDICAÇÕES Antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno. suspender o uso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.

5. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. Quantidade 2. logo após o preparo. diurético e anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. INDICAÇÕES Antidispéptico.s.5 g 150 mL . 1ª edição 21 Arctium lappa L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia.p.

22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aplicar na forma de compressa.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. duas a três vezes ao dia.s. FÓRMULA Componentes flores secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso externo. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. nos casos de equimoses e hematomas. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.

NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes.s.) SINONÍMIA DC.5. trimera (Less. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. INDICAÇÕES Antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. O uso pode causar hipotensão. Quantidade 2. Baccharis genistelloides var.) Baker e Molina trimera Less. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . duas a três vezes ao dia. logo após o preparo.

24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. Quantidade 1–2g 150 mL . três vezes ao dia.p. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Em casos raros pode causar dermatite de contato. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. SINONÍMIA Não consta. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. MODO DE USAR Uso externo.s. Após higienização. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.

duas a três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Gaernt. F. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. erva-de-bugre e erva-de-lagarto.s..5. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. Quantidade 2–4g 150 mL . SINONÍMIA Anavinga samyda C.p. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. 5 minutos após o preparo. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antidispéptico.

Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. antidispéptico. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. meia hora antes das refeições. antiflatulento e antiespasmódico. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. Quantidade 1g 150 mL .. após as refeições. INDICAÇÕES Aperiente. 10 a 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. 1ª edição 5.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

) Swingle e Citrus vulgaris Risso. 1ª edição 27 Citrus aurantium L. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. Quantidade 1–2g 150 mL .s. de preferência no início da noite. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. FÓRMULA Componentes flores secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p.

suspender o uso. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. MODO DE USAR Uso externo. Aplicar compressa na região afetada. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. Quantidade 3g 150 mL . três vezes ao dia.s. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.p.

obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas vezes ao dia. e Curcuma domestica Valeton. 10 a 15 minutos após o preparo.p. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. Quantidade 1. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. 1ª edição 29 Curcuma longa L. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. açafroa e açafrão-da-terra.5. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.s. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma.5 g 150 mL .

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1–3g 150 mL . Andropogon citratus DC.. capim-limão.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antiespasmódico. ansiolítico e sedativo leve. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. duas a três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. e Andropogon citriodorum hort.s. 5 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. capim-cidreira e cidreira.p. ex Desf. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. capim-cidró.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack.

Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. após 10 minutos do preparo. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. Quantidade 1g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispéptico.5.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. antes das refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra.

Quantidade 1g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.p. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. 1ª edição 5. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. logo após o preparo.

ADVERTÊNCIAS Não ingerir.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. Quantidade 3g–6g 150 mL . Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L.p.s.5. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. Fazer banho de assento três vezes ao dia.

s.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. respiratória e gastrintestinal. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. após 10 minutos do preparo.p.

) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. MODO DE USAR Uso interno. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. Gmel. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. Ecbolium pectorale (Jacq. duas a três vezes ao dia. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. INDICAÇÕES Expectorante.p. logo após o preparo. chachambá e trevo-cumaru. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq.F. Quantidade 5g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Chambá. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5.) J. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. logo após o preparo.. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.

Quantidade 1a3g 150 mL . Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. logo após o preparo. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. logo após o preparo. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Ansiolítico. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. Br. três a quatro vezes ao dia. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. logo após o preparo.E. antiespasmódico e antidispéptico. logo após o preparo. sedativo leve. três a quatro vezes ao dia. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. bradicardia e hipotensão. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p.s. ex Britton & P.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. três a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.) N. MODO DE USAR Uso interno.

s. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 2a3g 150 mL . Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p. MODO DE USAR Uso externo.5. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo.

Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q.p. Uso externo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. Após higienização. NOMENCLATURA POPULAR Malva. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL .s. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. quatro vezes ao dia. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante.s. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. Tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. suspender o uso imediatamente.

três a quatro vezes entre as refeições. podem ocorrer náuseas. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. Uso externo. excitação nervosa e insônia.s. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . Fazer bochechos e/ou gargarejos. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae.5. cinco a 10 minutos após o preparo. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. ansiolítico e sedativo leve.) Rauschert e Matricaria chamomilla L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. Em caso de superdosagens.s. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. antiácido e protetor da mucosa gástrica.) Planch. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três a quatro vezes ao dia. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.

NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. INDICAÇÕES Antiespasmódico.s. ansiolítico e sedativo leve. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. Quantidade 1–4g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 a 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov.

ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.p.s. danos hepáticos severos e durante a lactação. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. Quantidade 1. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento.5 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a quatro vezes ao dia. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. 10 minutos após o preparo.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. logo após o preparo.5.. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. INDICAÇÕES Expectorante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. e Cacalia trilobata Vell. Quantidade 3g 150 mL . Mikania scansoria DC. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia.

logo após o preparo. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.p. ex Baker SINONÍMIA Não consta.s. INDICAÇÕES Expectorante. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. duas vezes ao dia. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia.

p. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 a 15 minutos após o preparo. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s.5. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. e Passiflora phoenicia Lindl. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não utilizar cronicamente.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a quatro vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. St. –Hil. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. Quantidade 3g 150 mL . duas a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. Não utilizar cronicamente.p. e Passiflora gratissima A. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica.

1ª edição 47 Passiflora incarnata L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Quantidade 3g 150 mL .s. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 10 a 15 minutos após o preparo. duas a quatro vezes ao dia. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.p. Não utilizar cronicamente.

NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. hipertensão. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 0. mate) e anti-hipertensivos. uma vez ao dia. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café.5 – 2 g . taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). hipertireoidismo. nervosismo e ansiedade.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. arritmias. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. INDICAÇÕES Estimulante.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. noz-de-cola. Acima de 12 anos: tomar 0. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Em altas doses pode causar insônia.

NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno. duas vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. colagogo e colerético. sem abafar.p.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. Não exceder a dosagem recomendada. doenças hepáticas severas e gestantes. Quantidade 1–2g 150 mL . ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. 10 a 15 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5.

duas a três vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. 1ª edição 5.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.) Kuntze.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. 10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. Phyllanthus asperulatus Hutch.

) Crantz e Carum anisum (L. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) Baill. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L.. suspender o uso imediatamente. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso.p. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Apium anisum (L. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.5 g 150 mL .s. MODO DE USAR Uso interno.5. Quantidade 1. 10 a 15 minutos após o preparo.

SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. obstrução intestinal e por gestantes.s. e Plantago latifolia Salisb. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.. Não utilizar a casca da semente. tansagem e tranchagem. três vezes ao dia. Plantago dregeana Decne. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6–9g 150 mL .52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.p. Após higienização. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica.s. lactantes. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. crianças. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. Quantidade 1–3g 150 mL . hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. boldo-brasileiro e boldo-nacional. duas a três vezes ao dia.

duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante.p. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 4. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. SINONÍMIA Não consta.5 g 150 mL .s. 1ª edição 5.

p. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. Fazer banho de assento três vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.5. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.

ex Steud. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.s.p. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.. e Punica nana L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. Punica grandiflora hort. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. Quantidade 6g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Romã. SINONÍMIA Punica florida Salisb.

5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.p. 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. Quantidade 2g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. Não utilizar em gestantes. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. SINONÍMIA Não consta. três a quatro vezes entre as refeições.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico. Usar em casos de gripe e resfriados. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. Não usar em gestantes e crianças. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q.s. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta.p. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antiácidos. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL .

MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. duas a três vezes ao dia após as refeições. três vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL .s. 10 minutos após o preparo.p.5. Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. Não usar em pessoas com insuficiência renal. Após higienização. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. e Sambucus peruviana Kunth. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Diaforético. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. 1ª edição 5. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Não usar folhas.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 5 minutos após o preparo.p.s.

p. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.5. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. Quantidade 1g 150 mL . MODO DE USAR Uso externo. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia.s. suspender o uso. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

INDICAÇÕES Antidispéptico. H. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Leontodon vulgare Lam. 1ª edição 5. O uso pode provocar hipotensão arterial. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q.s. Quantidade 3–4g 150 mL .. úlcera gastroduodenal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. e Taraxacum dens-leonis Desf. aperiente e diurético. cálculos biliares. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L.

três vezes ao dia antes das principais refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano.s. Bip. ex Walp. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. MODO DE USAR Uso interno.5. logo após o preparo. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.

s.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno.) H. logo após o preparo. uma vez ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Rob. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL .p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.

5. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares.s. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. irritação gástrica e hipertensão arterial. duas a quatro vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. 5 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não usar em crianças. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. INDICAÇÕES Antiemético. antidispéptico.p. Quantidade 0. expectorante e nos casos de cinetose.5 – 1 g 150 mL .

1ª edição 5.2 TINTURAS 5.2 TINTURAS .66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

2009. M. MILLS & BONE.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FINTELMANN & WEISS. NEWALL et al.1996. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb.. 1974. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. 1984. 1998.. GADGOLI & MISHRA. Quantidade 20 g 100 mL . 2008. 2004. MILLS & BONE. 2009. 1998. 2007).s. 1998.p. três vezes ao dia. GUPTA.. 2009). 2004). 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. 2002. 1969. 1993. HEALTHCARE. MODO DE USAR Uso interno. 2008. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. em lactantes. TEWARI et al.L. Bases Clínicas y farmacológicas. J. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. WICHTL. anti-inflamatório. INDICAÇÕES Antidispéptico. crianças menores de 12 anos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999. 2010. DELLA LOGGIA.. ALONSO. lactentes.) The complete German Comission E Monographs.. antiflatulento. colerético (WHO. 2009. 2004.5. GOLDBERG et al. 1991). alcoolistas e diabéticos. REFERÊNCIAS ALONSO. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. RÜCKER et al.) Rydb. Buenos Aires: ISIS ediciones S. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. PIRES et al. entre as refeições (WHO.1995. 1998. 1991. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. EBADI. BLUMENTHAL. PHILP. 1998. 1996. BLUMENTHAL. seco e ao abrigo da luz... (Ed.R.

Vutr. UK: The Pharmaceutical Press. DOLDER H. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). 23. Manuale per farmacisti e medici. S. PDR for herbal medicines. MANN. Louis. and Artemisia vulgaris L. Pharmacology on line. G. MENDES. 6. Geneva. 1996. 2004. PHILLIPSON. 58. Contact Dermatitis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Indian J... J. CARLINI. SHARAPIN. 58. Principles and practice of phytotherapy . 2008. St. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe. USA: Elsevier Churchill Livingstone. MILLS. S. in mice.. J... 4. F. 1984. Med. S. 391-399. Louis. 331-6. E. GUPTA. J. H. 1991 SHIPOCHLIEV. 11. BREUER. HAUSEN.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. B. Probl.. Santafé de Bogotá. Montvale. 2004. J. G. 1996. K. Bras. M. G. Switzerland: World Health Organization. BREUER. GOLDBERG A. London: British Herbal Medicine Association. H. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. M. BAJPAI.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. Med. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. FRANÇA. 24. 744-747.. Phytother.. J. NEGRI. M.. ANDERSON. Panamá. RÜCKER. v. WICHTL. J. McGraw-Hill Professional. Herbal medicines: a guide for health-care professionals.. M. T. London. 28.7 . USA: Thomson. 99-107. J. RÜCKER. C. DELLA LOGGIA. 18(suppl). Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. E. 2nd ed. Convenio Andréas Bib. (cur. Bone. A... The essential guide to herbal safety.. 1974. R. Achillea millefolium L. J. HEALTHCARE. R. . Physicians Desk Reference. Parm (Wienheim) 324. L. 2000. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. OEMF spa Milano 1993. DE CARVALHO J. K. Pharm. Rev.. MISHRA.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. E. Farmacogn. GADGOLI. ed.. PHILP. (Ed. Arch. FINTELMANN. V. 12. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1999.. N. T. 2007. G. Stuttgart. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). A. 3th ed. Supllement Strasbourg: Council of Europe... Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. LUCIO. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. EUROPEAN PHARMACOPEIA.Modern herbal medicine. L. 2009. Auslöser der Schafgarbendermatitis.). 2009. 938-41. MILLS. Manual de Fitoterapia. 1.4′. C. WEISS R.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium.. M. R. L. 1ª edição 5. Compositae). 1969. 1991. P.. SRIVASTAVA. S. A. USA: Elservier. A. 1. 2010. 526 p. J. E. M. FOURNADJIEV.. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. C. 212–219. EIGEN E. ROCHA. 1995. P. ed. St.): Piante officinali per infusi e tisane.. L. 274-80.... 1998. M.. S. 979-981. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. TEWARI. Contraception. F. DESALVA S. MONTANARI T.. Bone. Sci. PIRES. P. WHO monographs on selected medicinal plants.. J. MUELLER. Sci. C. 2000. 2004. 296 p. 3th ed. 2008. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. WEGLEWSKI. B. GUPTA. D. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. DUARTE-ALMEIDA. NEWALL. Res. 309-13. D. M.. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L..

FÓRMULA (BHF.s. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. 2004). 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L.1999. Bases Clínicas y farmacológicas. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. 2000). 2008). 1983). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. 2004). 1998. 1999. BRASIL. hipertensão arterial leve. seco. Pesar o alho seco.. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. 1998. J. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. TYLER et al.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. Não usar em pessoas com gastrite. lactentes.L. Filtrar e acondicionar. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia.p. 2004. MILLS & BONE. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. 2004.. 2004). 1999).R. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. crianças menores de dois anos. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. GRUENWALD. dependentes alcoólicos e diabéticos. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). 1999) e warfarina (WHO. lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Alho. 2004. TYLER et al.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Quantidade 20 g 100 mL .. úlceras gastroduodenais. Buenos Aires: ISIS ediciones S. ALONSO.5. REFERÊNCIAS ALONSO. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. 1999. MILLS & BONE.

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A. FRANÇA.. Bras. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 1991. 93-97. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. A. N. lactantes. J. S. L. três vezes ao dia. H. L. V. alcoolistas e diabéticos.p. seco e ao abrigo da luz. M. LUCIO. 4.C. Wendl. 2010. A.. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. C.) K. H. M. C. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). C. MODO DE USAR Uso interno. 1991.) B. E.. crianças menores de dois anos. VARGAS. Schum. 1991). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. OLIVEIRA. 27-33.C. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. SHARAPIN. 2008. Mem Inst. Wendl. VARGAS & CARVALHO. Oswald Cruz.. Rev. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. Quantidade 20 g 100 mL . Farmacogn. Schum on arterial hypertension. L.s. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.) K. CARVALHO. e Alpinia speciosa (J. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. CRAVEIRO. 744-747.5.. J.. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. ROCHA. 86. 18(suppl). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. REFERÊNCIAS MENDONÇA. J. lactentes. T. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa... NOMENCLATURA POPULAR Colônia. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. 2010). A. L.

1998). Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). H. L. (ESCOP. A. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. 744-747. WHO. 1999. H. LUCIO. 2005. crianças menores de dois anos. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. seco e ao abrigo da luz. 1999)... Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. ROCHA. N. alcoolistas e diabéticos. SCHILCHER. 2003. 2003. A. FRANÇA.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. M. REFERÊNCIAS BROWN. SINONÍMIA Não consta. J.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. lactantes. Dermatol.p. SCHILCHER. Farmacogn. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos.s.. DATTNER. Arch. Rev. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. 1401-1404. Bras. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. E. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. Em raros casos. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. S. MODO DE USAR Uso externo. 1998.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 2008. 211p. D. Quantidade 10 g 100 mL . M. SHARAPIN. 18(suppl).2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. 2002). 2005). 134.

. 2002. 2. v.5. Vademecum de Prescripción. 1ª edição 73 VANACLOCHA. V. Plantas Medicinales.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. WHO monographs on selected medicinal plants. Switzerland: World Health Organization. Geneva. B. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1999. Barcelona: Masson.

. J. e Curcuma domestica Valeton. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. 1999. S. 2008.. açafrão-da-terra e açafroa. ROCHA. AGGARWAL & HARIKUMAR. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. N. 41. 1999. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. ALONSO. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. INDICAÇÕES Colerético. A. REFERÊNCIAS AGGARWAL. VANACLOCHA. ALONSO. 1ª edição 5. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. the anti-inflammatory agent. alcoolistas. antiespasmódico. Quantidade 10 g 100 mL . Farmacogn. autoimmune and neoplastic diseases. 1998). NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. metabolic. E. Buenos Aires: ISIS ediciones S. M. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. hipolipemiante. pulmonary.R. VANACLOCHA.L. SHARAPIN. Bases Clínicas y farmacológicas.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. PHILP. H. Rev. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).p. 40–59. seco e ao abrigo da luz. FRANÇA. L. B. colagogo (WAGNER. 2009. 2009. lactantes. 2004. 1999). MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. HARIKUMAR. Bras. 18(suppl).. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. against neurodegenerative. Potential therapeutic effects of curcumin. 2006). cardiovascular. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999. crianças menores de dois anos. 2004).s. K. LUCIO. 1998. B.. 744-747. R. B. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. 1999. PHILP.. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. B.

1999. M. Vademecum de Prescripción. 2. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. WIESENAUER. 2006. 1148 p. Geneva. .. Plantas Medicinales. B. 1999. ed.1. Fitoterapia: Fitofármacos.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. v. H.. 1ª edição 75 VANACLOCHA. WAGNER.5. Switzerland: World Health Organization. V. Farmacologia e Aplicações Clínicas. Barcelona: Masson.

2001. 2004). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. WICHTL. (Ed. antiflatulento. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. 2009)... 2009. 1999. BUNDY. M. R. náuseas e pirose (WHO.. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. 2003. W. MILLS & BONE. VANACLOCHA. crianças menores de dois anos.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10. C. alcoolistas. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. CARDOSO. 2004. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. BUNDY et al. . MARAKIS. J. Complement. HOLTMANN. J. 2002. INDICAÇÕES Antidispéptico. BUNDY et al. R. seco e ao abrigo da luz.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. 2009). A. lactantes. BLUMENTHAL. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2004. Med. 1999). 2008). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. VANACLOCHA. 2008. Acima de 12 anos: tomar 2.. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. incluindo diarreia. WALKER. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. 1998. Altern. MODO DE USAR Uso interno.... BUNDY. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. BOOTH.5 a 5. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. MIDDLETON. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. 1998. 2009).p.s. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 1ª edição 5. G.. 1998.. WHO. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). antiemético. 2004.) The complete german Comission E monographs. 2009. 667-669.

1ª edição 77 BUNDY. 15. Z.. V. C. J. double blind placebo controlled trial. WRIGTH. double blind. WHO monographs on selected medicinal plants. J. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. WALKER.. MARAKIS. C.. W. 694-699. E. Stuttgart. Barcelona: Masson. 18.. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. Phytomedicine.5. Aliment. 2003. MIDDLETON. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. M. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers.. Phytomedicine.. 2004. R. ADAM. SHARAPIN... Phytoter. Ther. multicentre trial. 2002. C. WALLIS. Farmacogn. W. Cidade: Elservier. M. J. WALKER.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. Bras. O. S. A. 58-61. HOLTMANN. 2008. WINDECK. F. H. . 2008. Plantas Medicinales. 1999. 1148 p. A. L. HAAG. 4. N. W. K. S. MIDDLETON. BOOTH. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. G. 18(suppl). H.. T. R. v. 668-675. MILLS. Rev. A.1105. 2004. 15. CARDOSO.. WICHTL. Geneva. 3 ed. 2009.. Res.. COLLET. WALKER. B. ROCHA... S. The essential guide to herbal safety. W. A. 2009. 744-747. Switzerland: World Health Organization. R. 9. MIDDLETON... LUCIO. Vademecum de Prescripción. F. F. Pharmacol. PIKE.. M. FRANÇA.. Pharmabooks. D. VANACLOCHA. PETROWICZ... Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. B. GRUNEWALD. R. R. 2001. E. SIMPSON. C.. G. BONE. 1099.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

VIANA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. Plantas medicinais. 2008. A. SHARAPIN. G. A. S. Fortaleza: Editora da UFC. ed. J. 1998. 2. Fortaleza: Editora da UFC. 18(suppl). FRANÇA. A. E. . Farmacogn. Guia fitoterápico. 1998. H.. LUCIO.. B. M. Rev. 1ª edição 81 MATOS. 2000. Bras. N. 3. F. BANDEIRA. M. ed. A. L. MATOS. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. M. 744-747. F. Farmácias vivas. A.. J. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.. S. Fortaleza: Editora da UFC. ROCHA..5. MATOS F.

. 1148 p. três vezes ao dia (VANACLOCHA. RAMTOOLA. K. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1999. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. FRANÇA...s. CUMMING. Rev. L. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. Z.p. VANACLOCHA.. lactantes. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. E.. 1999. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. S. G. Plantas Medicinales. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. WACHER.. LUCIO. crianças menores de dois anos. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. Bras. SHARAPIN. 2004). 2002). M. WHO. G. D. ROCHA. N. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. 2008. alcoolistas. 744-747. 2002. March 24-28. A. Vademecum de Prescripción. 1ª edição 5.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. REFERÊNCIAS DRESSER. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. INDICAÇÕES Antidispéptico. seco e ao abrigo da luz. TPII – 95. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 20 g 100 mL . H. 46. Barcelona: Masson. Farmacogn. M.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. TANKHAEVA. 18(suppl). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. N. OLENNIKOV. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. 2010. 2004). L. V. D. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. 22-27. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. Chemistry of Natural Compounds. V. 2004). B.

1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. WHO monographs on selected medicinal plants. 188-205.5. . 2. 2004. Switzerland: World Health Organization.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. v.

FIOCRUZ. Brasília. 2008. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. Fascículo 1 da Parte II. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. LORENZI & MATOS.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. São Paulo: Atheneu.. VIANA et al. Ministério da Saúde. 2005. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. lactantes. MATOS. J. 2006). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2005.. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. F. L. MATOS et al. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. B. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. L. Brasil. MODO DE USAR Uso interno. BRASIL. ALVES. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC.s. REFERÊNCIAS BRASIL.. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. DF. (Mikania glomerata). Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. laevigata Schultz Bip. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n. 1998). 2008). Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1ª edição 5. MATOS. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al.. seco e ao abrigo da luz. P. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. Curitiba. 2010. FERREIRA.. 1998. GILBERT.. 10 de 10 de março de 2010. 1996. 2005. 10 mar.p. crianças menores de dois anos. Quantidade 20 g 100 mL . alcoolistas e diabéticos. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. Brasil: Abifito. 1997. 2001.

Plantas medicinais. 2. MATOS. A. ed. J. M. B. A. 2001.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fortaleza: Editora da UFC.. MATOS. . J. G. Fortaleza: Editora da UFC. Essentia Herba – Plantas Bioativas. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. B. Guia fitoterápico. SHARAPIN. ed.. S. A. F. Florianópolis: EPAGRI.. M. LUCIO. 633 p. Guia fitoterápico. ed. MATOS. Bras.. E. H. Fortaleza: Editora BNB. MATOS. L. J. SILVA JUNIOR. 1998. J. MATOS. S. As plantas das farmácias vivas. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Farmacogn.5. Farmácias vivas.. H. VIANA. Fortaleza: Editora da UFC. G. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. FRANÇA. A. MATOS. 3. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 744-747. S. A. A. 2. F. v. F. 2008. Rev. Nova Odessa. F.. BANDEIRA.. Fortaleza: Editora da UFC. BANDEIRA. ROCHA.. A. A. M. ed. F. 2006. 2008. A. N. 18(suppl). 2. J. A. 1997. 2000. A. VIANA. M. 1ª edição 85 LORENZI. M. J. 2. 1998. F.

Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ed. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. GUPTA et al. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. MODO DE USAR Uso externo. A. REFERÊNCIAS ALONSO. MATOS. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. 1997. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. F. FARMACOPEA Caribeña. G. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1ª edição 5. Quantidade 10 g 100 mL .R. M. ROBINEAU. A. 1998. 2000. GUPTA et al. Fazer aplicações tópicas. MATOS.. ed. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. 1995. ROBINEAU. Santafé de Bogotá. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). P. SINONÍMIA Cucumis argyi H. MATOS. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. 1995. 1998. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. F. 1995.p. Santo Domingo: Tramil. L.. 1997. 2009). 1997). MATOS. GUPTA. 1998.s. 1. J. Plantas medicinais.L.) et al. uma vez ao dia. 2000. Bases Clínicas y farmacológicas. WHO. J. pois pode causar coma hipoglicêmico.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. (Org. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. distúrbios hepáticos. 1997.. Lév. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1997. Fortaleza: Editora da UFC. seco e ao abrigo da luz. J. Momordica chinensis Spreng. 2. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO.

. S. FRANÇA. 2009. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. WHO monographs on selected medicinal plants. H.. E. . Bras. SHARAPIN. N. A. v. L. 4. LUCIO. 2008. 744-747. Rev. Switzerland: World Health Organization.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. WORLD HEALTH ORGANIZATION.5. 1ª edição 87 ROCHA. 18(suppl).. Farmacogn. M. Geneva.

2001. BAI. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. REFERÊNCIAS COLETA. 1997b. R. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. 1997a. CUNHA. sedativo suave . LI. crianças menores de dois anos. C.. Phytotherapy Research. alcoolistas e diabéticos.. M.p. 1999). M. LI. BATISTA. 2000.. H.. 1067–1073. Quantidade 20 g 100 mL . L. 2010.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Journal of Ethnopharmacology. 1ª edição 5.. G. A. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 20. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Seu uso pode causar sonolência. VIANA et al. 1998). DENG.. 2006. flavicarpa. M. T. CAMPOS. MATOS... MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. lactantes.tomar 2. its sub-fractions and flavonoid constituents. Acima de 12 anos: ansiolítico . 2008). 128. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. St. 2002. MATOS. COTRIM. M.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. 148–153... J. D. M. 1 hora antes de deitar. DE-PARIS et al. 2006.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. CARVALHO.. T. 2010. e Passiflora gratissima A.. MODO DE USAR Uso interno.s. seco e ao abrigo da luz. LIMA. Y. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. LORENZI & MATOS. –Hil. 1998. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. COLETA et al. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. ZHOUA.... MATOS. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. P.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.

J. 2008. A. LUCIO. 2. M. MATOS. R. SALGUEIRO. A. 1999. J. J.. S. A.. M. 1998. Barcelona: Masson. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Guia fitoterápico. GSB. B. 2000. 5–8. ed.5. QUEEDO. KAPCZINSKI. H. REGINATTO. A. Guia fitoterápico. 744-747. F. F. PETRY. MATOS. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. 1ª edição 89 DE-PARIS. 2002. L. V. A. H. MATOS. J. F. Viana. 1148 p. J. G. J. E. Fortaleza: Editora BNB.... 2.. Fortaleza: Editora da UFC. ed. Fortaleza: Editora da UFC. Farmacogn. BANDEIRA. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. . N. A. LORENZI. ed. Vademecum de Prescripción.. E. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. F. A. F. J. M. 2001... A. MATOS. MATOS. D. Farmácias vivas. G. 1997a... F. GONZÁLEZ-ORTEGA. MATOS. 2008. B. Rev. P. Plantas Medicinales. 18(suppl).. Plantas medicinais.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. H. F. FRANÇA. F.. J. 3. M. BANDEIRA M. As plantas das farmácias vivas. GOSMANN. Plantas Medicinais no Brasil. A. ROCHA. S. SCHENKEL. 21. A. 1998. Acta Farmaceutica Bonaerense. Fortaleza: Editora da UFC. SHARAPIN. VANACLOCHA. F. VIANA. 1997b. B. Fortaleza: Editora da UFC.. J.. Bras. G. F..

(GILBERT et al. 2002. BOIM. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. 1999). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. 1998)... 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). H. Não usar por mais de três semanas. 81. Bases Clínicas y farmacológicas. 2008). N.. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. MATOS. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. 2002. 1998. MODO DE USAR Uso interno. A. BARROS et al. alcoolistas e diabéticos. seco e ao abrigo da luz.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 829. SCHOR..R. REFERÊNCIAS ALONSO. BJU Int.L. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. FREITAS et al. FREITAS. E... 30. M. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2005. CAMPOS. M.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. A. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2003. BARROS. Quantidade 10 g 100 mL . 89.. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.. 1995. CAMPOS & SCHOR. A.. ALONSO.. 393. crianças menores de dois anos. 2001. lactantes. N. 1998. MATOS et al. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. SCHOR.p.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. GUPTA et al. 1997. 2004. 1999. 374.. Urol Res. MATOS. J. A. SCHOR. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q..s. M. N. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. Nephron. 2003. BOIM.

J. LUCIO. 3. Fortaleza: Editora da UFC. B. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. HEILBERG. H. Farmacogn.. MATOS.. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. J. P.. ed. I. . Fortaleza: Editora da UFC. ed. VIANA. LORENZI. 1ª edição 91 GILBERT. 1. F. S. FIOCRUZ.. A. 2. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. ALVES.. 1995. GUPTA. 2008. 2005. 2001. N. N. 1997.nativas e Exóticas. Rev.. H. A. MATOS. ROCHA. Santafé de Bogotá. S. ABREU. J. CAMPOS. FRANÇA. J. BANDEIRA M.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2008. LORENZI. G. 2004. A. & MATOS. E. A. J. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. SHARAPIN. L. F. L. ed. ed. L.5. 1998. Curitiba.. ABREU MATOS. 2008. 32. F. Guia fitoterápico. A.. A.. P. M. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. J. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. 744-747. P. Brasil: Abifito. NISHIURA. Plantas Medicinais no Brasil. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 362–366. M.... SCHOR. Bras. F. J. 18(suppl). M. L. H. F. FERREIRA. MATOS. F. Farmácias vivas. BOIM. Urol Res. Plantas Medicinais no Brasil .. H.. Fortaleza: Editora da UFC. 2. B. M.

J. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. AMARAL et al. 2000. diluídas em 75 mL água. obstrução intestinal. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Plantago dregeana Decne. e Plantago latifolia Salisb. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. 1997). G. MATOS. E. A.. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. TYLER et al.. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Mais saúde. 2005. BIESKI. P. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 2004. A. F. I. FERREIRA. ed. A. gestantes. Quantidade 10 g 100 mL . C. C. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.s. 2000. Plantas medicinais. 2005. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. crianças menores de dois anos..92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. L.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. Rio de Janeiro.. 2005. MARI GEMMA. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. V.p. 2. REFERÊNCIAS AMARAL. SIMÕES. J. F.. Fortaleza 1997. 2005. tansagem e tranchagem. MATOS. lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. 1ª edição 5. C. J. Cuiabá.. MODO DE USAR Uso externo. VANACLOCHA.. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. Fortaleza: Editora da UFC. Quintais medicinais. alcoolistas e diabéticos. Brasil: Abifito. F. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. 1999). 1999. VANACLOCHA. FIOCRUZ. seco e ao abrigo da luz.5 a 5 mL) da tintura.1999).

1ª edição 93 ROCHA. 1999. 1148 p. R. SHARAPIN. E. 417 p. A. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists.. 2008.5. TYLER.. N. L.. HÄNSEL. 2004. . SCHULZ.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Barcelona: Masson. V. Farmacogn. 18(suppl).. S... Rev. FRANÇA. Bras. M. E. H. Vademecum de Prescripción. V. Berlin: Springer. Plantas Medicinales. LUCIO. M. 744-747. V. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. VANACLOCHA. BLUMENTHAL. B.

s. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. MATOS. 1997. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. (Ed. A. on the different periods of pregnancy in rats. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1999). 1996. R. 1998. Quantidade 20 g 100 mL . G. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. F. F. alcoolistas. BLUMENTHAL. As plantas das farmácias vivas.. 2010. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. FINTELMANN. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 1ª edição 5.) The complete german Comission E monographs. lactantes. MATOS. WEISS. M. VANACLOCHA. diabéticos. 1997. 2000). MATOS. 73.. 2000.p. 1998. boldo-brasileiro e boldo-nacional. The toxic effects of Coleus barbatus B. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. diluídas em 75 mL de água. BLUMENTHAL. P. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. 1999). SCHULTZ et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. Fortaleza: Editora da UFC. 2007. 2010.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de dois anos. 2000. J. FINTELMANN & WEISS. Editora Guanabara Koogan. C. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. V.. 1998. seco e ao abrigo da luz. F.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 53-60. LEMONICA. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. J Ethnopharmacol.. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. REFERÊNCIAS ALMEIDA. MATOS. I.

FRANÇA. VANACLOCHA.M. SHARAPIN. V. 1996. M. 3. LUCIO.B. A. Fortaleza: Editora da UFC. J. .5. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. C. 744-747. J. M. ed. ROCHA. J. L.. J. A. C. 2007. 296 p. Rev. 2000. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 18(suppl).. ANDERSON. SOUCCAR. A.. Fortaleza: Editora da UFC. L. TORRES. Farmácias vivas.. UK: The Pharmaceutical Press.. 1ª edição 95 MATOS. B. MATOS. C. LAPA. A. LIMA-LANDMAN. D. Barcelona: Masson. F. 2. A.K+-ATPase by plectrinone A. 2008. L. A. Plantas Medicinales. E. N. 1998. Bras. 1-7. T. Inhibition of the gastric H+. Farmacogn. BOSSOLANI. S.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 1999. Herbal medicines: a guide for health-care professionals... 111. M. Ethnopharmacol.. F. R. PHILLIPSON. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. 1148 p. J. Vademecum de Prescripción. NEWALL. H. Plantas medicinais. SCHULTZ. London. P. ed.

ed. Barcelona: Masson.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de dois anos. Plantas Medicinales. 2009). lactantes. SHARAPIN.s. Nova Odessa. 1148 p. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA.. Vademecum de Prescripción. I. alcoolistas e diabéticos.. Quintais medicinais. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 1ª edição 5. WHO. Farmacogn. 2008). Mais saúde. seco e ao abrigo da luz.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. Fazer bochechos e gargarejos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. H. 744-747. C. MATOS. 2008. NOMENCLATURA POPULAR Romã. 1999. 2005. FRANÇA. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. L.p. ROCHA. H.. SINONÍMIA Punica florida Salisb. 2008). Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. G... LORENZI. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. ex Steud. C. Punica grandiflora hort. F. Rev. S. B. REFERÊNCIAS BIESKI. . 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2. Bras. MODO DE USAR Uso externo. MARI GEMMA. VIANA et al.. E. LUCIO. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. J. 18(suppl). 2005. A. M. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. LORENZI & MATOS. V. Cuiabá. 1999. N. A. e Punica nana L. 2008. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. 1998.

2009.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. WHO monographs on selected medicinal plants.. M. Guia fitoterápico. BANDEIRA. Fortaleza. v. A.. MATOS F. Editora da UFC. 4. M. B. .5. A. Geneva. 1ª edição 97 VIANA. J. Switzerland: World Health Organization. S. G. WORLD HEALTH ORGANIZATION.

1ª edição 5. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. 1999).. PHILLIPSON. E..98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 296 p.. INDICAÇÕES Antiemético. WHO monographs on selected medicinal plants. Vademecum de Prescripción.p. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. H. MODO DE USAR Uso interno. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1999. WORLD HEALTH ORGANIZATION. A. lactantes. crianças menores de dois anos. 1148 p. LUCIO. A.s. 1999. VANACLOCHA. M. Rev. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. Bras. L. ROCHA. 1996). Geneva. Switzerland: World Health Organization. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. D.1. L. 744-747.. N. Quantidade 20 g 100 mL . S. seco e ao abrigo da luz. ANDERSON. SHARAPIN. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. Farmacogn. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). B. expectorante e nos casos de cinetose (WHO. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. 1999).. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. 2008. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. London. C. 1996. A. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. FRANÇA. Plantas Medicinales. e Zingiber aromaticum Noronha. antidispéptico.. alcoolistas e diabéticos. 18(suppl). J. v. REFERÊNCIAS NEWALL. Barcelona: Masson. V. UK: The Pharmaceutical Press. 1999).

3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.3 GEIS . 1ª edição 99 5.5.

vera. Aloe perfoliata var. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. Quantidade 10 mL 100 g . Armazenar em local fresco.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. MODO DE USAR Uso externo. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. 1ª edição 5.s. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill.

. et al. N. MODO DE USAR Uso tópico. NOMENCLATURA POPULAR Arnica.p. 1985). SINONÍMIA. seco e ao abrigo da luz. Handbook of medicinal herbs. 2831. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. J. Phytotherapy Res. 1987. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Quantidade 10 mL 100 g . Armazenar em local fresco. Após higienização. 1985.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1. A.5. adicionar o extrato glicólico no gel. 1987). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. MASCOLO et al. 1985. REFERÊNCIAS DUKE. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. Não consta. Boca Raton: CRC. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory.s. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L.. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. MASCOLO.

ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. M.s. J. C.. 2008). Planta Med. BACCHI. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. ALENCAR.. E. seco e ao abrigo da luz. SERTIE.p. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. CARVALHO.P. REFERÊNCIAS ARAÚJO.. P. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. J. U. DOS SANTOS FILHO.. CARVALHO et al. C.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. K. BASTOS. J. E. 60. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. Journal of Ethnopharmacology. J. 1ª edição 5. A. 175-178. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. ex. R.. ARAÚJO et al. TEIXEIRA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. . 72–80.. 53.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. C.. D. 1994. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. J. Tul. 118-120. Armazenar em local fresco. Journal of Ethnopharmacology.. S. 1996.) L. Quantidade 5% q.L. 1994. 120 .. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. A. DE AMORIM. T.. SARTI. SOUZA.. A. L. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. J. 1996. M. T. P. 2008. ALBUQUERQUE. N. S...

1985. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. Armazenar em local fresco. Toilet. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. Após higienização. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. 45. M. 1983. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation.5. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 100.. Cosmet.s. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. R. CASLEY-SMITH. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. J. FLEISCHNER. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. anti-inflamatório e cicatrizante. J. 1985). 1983.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Lymphology. Quantidade 10 mL 100 g .p.. FLEISCHNER. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. R. INDICAÇÕES Antisséptico. A. 16. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 150-6. SINONÍMIA Não consta. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas.

A. J. A. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. 1997. antimicótico e escabicida (MATOS. Quantidade 10 mL 100 g . Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Farmácias vivas. Fortaleza: Editora da UFC. VIANA et al. VIANA G. A. F. ed. BANDEIRA. Fortaleza : Editora da UFC. F. seco e ao abrigo da luz. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. F. F. MATOS. 1998. ed. J.s. M. Plantas medicinais. A. 3. J. MATOS.. SINONÍMIA Não consta. REFERÊNCIAS MATOS. 2000. 2000.. 1997. INDICAÇÕES Antisséptico. A. MATOS. M. Guia fitoterápico.. B. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. 1998. 2.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. 1ª edição 5. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Armazenar em local fresco. MATOS. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora da UFC. Fortaleza. MATOS.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. 1998) MODO DE USAR Uso externo. S. 1998.

4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1ª edição 105 5.4 POMADAS .

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

. E. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. BOMBARDIERE. E. J. B. F. LINO J. ONOFRE. 1ª edição 109 DOS SANTOS. T. B. 2009. VIEIRA. . 2B. C. A.. S. 2008. VEIGA JR.. C.. A. PINTO. V. C. P.. DIAS FILHO. 103...5. OLIVEIRA. 28. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. O.. Brazilian Journal of Pharmacognosy. A. L. NAKAMURA. R. UEDA-NAKAMURA. 277-281. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). P.. 2008. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. 358-366.. 19. V.. J. R.. B. S. MENDONÇA. A. D. R. BRITO.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. JUNQUEIRA-KIPNIS. 577-581. Pesquisa Veterinária Brasileira.

seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. Lithocardium verbenaceum Kuntze. Armazenar em local fresco. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.bras. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. bras. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. Cordia curassavica auctt. Cordia cylindristachya auctt. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. Lithocardium fresenii Kuntze. uma a três vezes ao dia. Lithocardium salicium Kuntze.s. Quantidade 10 mL 100 g . NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. MODO DE USAR Uso externo. ex Fresen. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. Aplicar nas áreas afetadas.p.ex Fresen..110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.5. hematomas e contusões (GOLDMAN et al.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. Armazenar em local fresco. Manter fora do alcance de crianças. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. Quantidade 10 mL 100 g .s. R. 6. REFERÊNCIAS GOLDMAN. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Não usar em lesões abertas. Fitoterapia. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. 1985). MODO DE USAR Uso externo. seis semanas consecutivas ao ano. INDICAÇÕES Cicatrizante. et al. 1985.. equimoses. S. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. 323-329. no máximo. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. Utilize espátula para retirar o produto do pote.p.

1ª edição 5.112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 BASES FARMACÊUTICAS .5 BASES FARMACÊUTICAS 5.

1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. Filtrar.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. triturá-lo ao máximo.5. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. seco e ao abrigo da luz. pomadas e cremes de Aloe vera. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. À parte. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. em uma proveta. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido.

Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).3 g 100 g Quantidade .5. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.1 g 5g 3. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q.s. ajustando o pH entre 5.polietileno tereftalato ou frasco PE .polietileno). FORMA FARMACÊUTICA Gel. previamente misturada. depilação ou geis antissépticos. 0. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.p.6 g 1g 0.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.5 e 6. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina. Usado para preparações após barba.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . 1ª edição 5.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

117

5.6 CREMES

s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa.p. Em feridas a cada 24 horas. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco. SINONÍMIA Não consta. Utilize espátula para retirar o produto do pote. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 10 mL 100 g .6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. Após higienização. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia.

REFERÊNCIAS ARDISSON.5. L. J. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. J. Filtrar. Após higienização. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. seco e ao abrigo da luz. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al.p. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. MODO DE USAR Uso externo. À parte. 12. M.. FERREIRA. M. BRANDÃO.) Coville (Barbatimão).6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Cicatrizante. STEHMANN.) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. 2002. 2002). Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. R. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas.s. Acacia adstringens Mart. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. L.. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . GODOY. G. 27-34... L.S. A. em uma proveta. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Armazenar em local fresco.. Revista Brasileira de Farmacognosia. preparar a solução de propilenoglicol e água.

7 XAROPE 5.120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.7 XAROPE .

duas vezes ao dia. Em casos crônicos. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. três vezes ao dia.p. laevigata Schultz Bip. Armazenar em local fresco. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. Nota: utilizar a formulação básica de xarope.5. (Mikania glomerata).s. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. SINONÍMIA M.5 mL do xarope. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. seco e ao abrigo da luz. fria. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. gestantes. scansoria DC. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).p.s. lactantes e crianças menores de dois anos.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. usar por duas semanas. INDICAÇÕES Expectorante. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. no preparo dessa formulação.5 mL do xarope. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. Crianças de três a sete anos: tomar 2. Completar o volume e homogeneizar. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. Agitar antes de usar. três vezes ao dia.

8 SABONETE 5. 1ª edição 5.8 SABONETE .122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido.p. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. SINONÍMIA Não consta. ajustar o pH água purificada q. homogeneizar.p.s. Lavar com água corrente. deixando o sabonete em contato. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. MODO DE USAR Uso externo.s. completar o volume com água purificada. Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g .5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Se necessário.s. antimicótico e escabicida. ajustar viscosidade ácido cítrico q. INDICAÇÕES Antisséptico. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Durante o banho. aplicar na área afetada. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.p.

1ª edição 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR .124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.

1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante. de plástico opaco ou vidro âmbar. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g .9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado.5. aquecer os componentes até completa solubilização. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. sob agitação.

Área especial 57 .anvisa.DF Telefone: 61 3462 6000 www.twitter.br .com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.gov.br www.gov.Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Anvisa SIA Trecho 5 .

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