Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

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Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. portanto. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. de Ribeirão Preto. Reconhecemos ainda. do Paraná. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. por natureza. À Anvisa. com a Fundação Oswaldo Cruz. competência e. reconhecidas universidades federais. Com o cuidado que o tema exige. de São Paulo. de Santa Maria. o país da diversidade. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). comprovadamente. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. hoje disponíveis no mundo. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. Esse foi. além da própria Anvisa. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. principalmente. que integra a FB 5 como um de seus componentes. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. de Campina Grande. essa necessidade. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. A grande maioria dos medicamentos. um dos componentes da quinta edição da FB 5.

José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. Portanto. em seu item 2. o decreto 5. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. à base de plantas medicinais. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. º 212. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. de 22 de junho de 2006. quanto à aplicação da prática fitoterápica. 17 de tinturas. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. do Ministério da Saúde que. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). de 09 de dezembro de 2008. duas de cremes. com embasamento científico. uma de sabonete. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Com isso. estabelecido para o país. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva.4. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. destinada a garantir.3. de 11 de setembro. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).813. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. mais recentemente. tanto manipulados quanto industrializados. 1ª edição. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. 1982. No Brasil. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. fitoterápicos segundo a legislação vigente. cinco de pomadas. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. uma de xarope. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. cinco de geis. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. representando as diversas regiões do país. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso.

UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .USP .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .

 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA. 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .Embrapa . TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .

UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.

 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG RONALDO F.UFF LEÔNIA M.UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais . BATISTA Universidade Federal da Paraíba . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais .

rizomas. sobre o lugar lesionado. estabilização. Pode ser denominado FFFB 1. não devendo ser engolido o líquido ao final. podendo ocorrer na forma de extrato. quando aplicável. após processos de coleta. Droga vegetal É a planta medicinal. alcoolatura. cumprir com as especificações de qualidade. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. na posição sentada. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. normalmente. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. sementes e folhas coriáceas. ou suas partes. cera. tintura. em laboratórios de ensaios. óleo fixo e volátil. 1ª edição”. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. obrigatoriamente. raízes. que causam a ação terapêutica. rasurada. exsudado e outros. ou classes de substâncias. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. e secagem. na formulação e produção de medicamentos. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. que contenham as substâncias. caules. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. equipamentos e sistemas. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. dependendo da indicação de uso. Banho de assento É a imersão em água morna. Bochecho É a agitação de infuso. podendo estar na forma íntegra. frio ou aquecido. tais como cascas. triturada ou pulverizada. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. .

em que. As BPM devem ser atendidas. os insumos farmacêuticos e correlatos. removível ou não. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. os saneantes e outros produtos. assim como a experiência profissional. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. especificamente ou não. dissolução e suspendibilidade. em massa. ou de seus derivados. exceto substâncias isoladas. Essas informações. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). ou de resíduo seco. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. utilizando como solvente álcool etílico. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. exceto quando indicado de maneira diferente. os medicamentos. curativa ou paliativa. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. quando aplicável. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. moagem ou desengorduramento. com finalidade profilática. dentro dos limites especificados. em massa ou volume corresponde a uma parte. sólida ou intermediária. envasar. artigos científicos e materiais técnicos. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. com características apropriadas a uma determinada via de administração. maceração ou outro método adequado e validado. Para tanto. as drogas. uniformidade. Assim. Abreviatura: ext. dentro dos limites especificados. O extrato é preparado por percolação. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. empacotar. suas prováveis interações. quando aplicável. destinado a cobrir. palatabilidade. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. proteger ou manter. aparência. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. da droga. inativação de enzimas. teor de constituintes. Na manipulação de produtos magistrais. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. materiais indesejáveis podem ser eliminados. tais como. flu. os cosméticos. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. uma parte do extrato. Extrato É a preparação de consistência líquida. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. Após a extração. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. obtida a partir de material animal ou vegetal. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. água ou outro solvente adequado. Abreviatura: ext. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. Se necessário. seca utilizada na sua preparação. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. . valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes.

12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. paliativa ou para fins de diagnóstico. convenientemente pulverizada. não devendo ser engolido o líquido ao final. flores. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. a forma farmacêutica e a posologia. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. a droga vegetal ou o derivado vegetal. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. a temperatura ambiente. sete dias consecutivos. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. cuja característica essencial é a homogeneidade. com agitação diária. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido).) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. à temperatura ambiente. bem fechado. em seguida. nas proporções indicadas na fórmula. ou que contenham substâncias ativas voláteis. Um gel pode conter partículas suspensas. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. por tempo determinado para cada droga vegetal. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. . Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. com finalidade profilática. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. É preparado na farmácia. no mínimo. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. em contato com o líquido extrator. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. inflorescências e frutos. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. material de embalagem ou produto. Medicamento É o produto farmacêutico. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. curativa. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. obtido ou elaborado. obtidos em um único processo. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos.s. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. tecnicamente. mantida em percolador. em lugar pouco iluminado. sob velocidade controlada. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso.

produtos de higiene. de todo o processo. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. ambulatórios. dispensa e/ou administração. cosméticos. . envoltórios. com orientações para seu uso seguro e racional. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. cultivada ou não. até a sua dispensação. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. límpida e homogênea. dietéticos e nutricionais. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. ou seu armazenamento. centros cirúrgicos. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. aplicados diretamente sobre recipientes. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. mas não tem de estar presente em todas as etapas. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. invólucros. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. externo ou interno. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. É classificada em simples e composta. hospitais. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. Medicamentos. utilizada com propósitos terapêuticos. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. entre outros. laboratórios. a pressão ou auto adesiva. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Solução É a forma farmacêutica líquida. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica.feita para produtos magistrais usados em clínicas.

Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Manter a torneira fechada. que apresenta. Deixar repousar por 24 h.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Quando não se destina ao consumo imediato.) do líquido extrator. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. adicionando o líquido extrator constantemente. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. em camadas superpostas. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. Preparar o percolador de capacidade apropriada. no mínimo. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. Iniciar a percolação na velocidade controlada.s. Transferir a droga umedecida para o percolador. . aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. 22 23 Baccharis trimera (Less. Cynara scolymus L. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.E.) DC. Arctium lappa L. Pimpinella anisum L. Matricaria recutita L. ex Britton & P. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad.) Planch. 21 Arnica montana L. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Plantago major L. 33 Illicium verum Hook F.) N. Citrus aurantium L. Melissa officinalis L. Calendula officinalis L. 35 Lippia alba (Mill. Mentha x piperita L. 24 Casearia sylvestris Sw. 28 Cymbopogon citratus (DC. Presl Cordia verbenacea DC. 34 Justicia pectoralis Jacq. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Br. Curcuma longa L. Malva sylvestris L.) DC.

TINTURA DE Plantago major L. Sambucus nigra L. Salix alba L. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L. Punica granatum L. H.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. TINTURA DE Allium sativum L. L. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. TINTURA DE Curcuma longa L. laevigata Schultz Bip.) B. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. 57 Salvia officinalis L. TINTURA DE Mentha x piperita L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. TINTURA DE Momordica charantia L. ex Baker 84 . 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. Wigg 62 5. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers.

laevigata Schultz Bip.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. 121 5. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. reticulata Ducke E POMADA DE C. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. 104 5. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. POMADA DE C. 1ª edição 17 5. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L..8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. multijuga (Hayne) Kuntze. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. 123 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. 110 111 106 5.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. POMADA DE C.) Coville 119 5.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . 102 GEL DE Calendula officinalis L.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M. paupera (Herzog) Dwyer.

18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5. 1ª edição 5.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. três a quatro vezes ao dia. suspender o uso e consultar um especialista.s. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. entre as refeições. Caso ocorra um desses sintomas. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. anti-inflamatório e antiespasmódico. Quantidade 1–2g 150 mL .p. 10 minutos após o preparo. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama.) Rydb. antidispéptico. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb.5. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Aperiente. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

logo após o preparo. marcela e marcela-do-campo. 1ª edição 5. duas a três vezes ao dia.p.5 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) DC. suspender o uso. MODO DE USAR Uso interno.s. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Macela.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. antiespasmódico e anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.

5 g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. diurético e anti-inflamatório. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Quantidade 2. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Antidispéptico. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes.p. 1ª edição 21 Arctium lappa L.5.

Quantidade 3g 150 mL .s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. Aplicar na forma de compressa. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. nos casos de equimoses e hematomas. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.p. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões.

5. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.p. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s.) Baker e Molina trimera Less. Baccharis genistelloides var. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. duas a três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. O uso pode causar hipotensão. Quantidade 2. trimera (Less.) SINONÍMIA DC. INDICAÇÕES Antidispéptico.5 g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.

1ª edição 5.s. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. MODO DE USAR Uso externo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. Em casos raros pode causar dermatite de contato. Quantidade 1–2g 150 mL . três vezes ao dia. Após higienização.

p.. Gaernt.5. MODO DE USAR Uso interno.s. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Anavinga samyda C. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. F. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. INDICAÇÕES Antidispéptico. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. duas a três vezes ao dia. Quantidade 2–4g 150 mL . 5 minutos após o preparo. erva-de-bugre e erva-de-lagarto.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Como antidispético tomar 150 mL do infuso.. após as refeições. antidispéptico. 1ª edição 5. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. antiflatulento e antiespasmódico. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. 10 a 15 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Aperiente. meia hora antes das refeições. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Quantidade 1g 150 mL .

INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.p. Quantidade 1–2g 150 mL . Respeitar rigorosamente as doses recomendadas. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga. MODO DE USAR Uso interno.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. de preferência no início da noite. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. 1ª edição 27 Citrus aurantium L.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q.

suspender o uso. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5.p.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq. Aplicar compressa na região afetada. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC.s.

SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. Quantidade 1. 10 a 15 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. açafroa e açafrão-da-terra. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. e Curcuma domestica Valeton. duas vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno.5. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q.5 g 150 mL . obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 29 Curcuma longa L. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório.s.

duas a três vezes ao dia. Quantidade 1–3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. capim-cidreira e cidreira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. e Andropogon citriodorum hort. capim-cidró.p. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. ex Desf. ansiolítico e sedativo leve. capim-limão.. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. MODO DE USAR Uso interno. 5 minutos após o preparo.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. Andropogon citratus DC. INDICAÇÕES Antiespasmódico.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

INDICAÇÕES Antidispéptico. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. após 10 minutos do preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. MODO DE USAR Uso interno. antes das refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.s.5.p. Quantidade 1g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 1ª edição 5. logo após o preparo.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. Quantidade 1g 150 mL .s. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.5. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer banho de assento três vezes ao dia. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. MODO DE USAR Uso externo. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. ADVERTÊNCIAS Não ingerir.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.s. Quantidade 3g–6g 150 mL .

respiratória e gastrintestinal. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo. após 10 minutos do preparo.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. 1ª edição 5. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. três a quatro vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.

Ecbolium pectorale (Jacq. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Chambá.s.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau.F. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. chachambá e trevo-cumaru. Gmel. MODO DE USAR Uso interno.p. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. INDICAÇÕES Expectorante. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq.. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 5g 150 mL . logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq.) J. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. logo após o preparo. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. ex Britton & P. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antiespasmódico e antidispéptico. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. Br. sedativo leve. logo após o preparo. logo após o preparo.) N.p. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5.s. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Ansiolítico. três a quatro vezes ao dia. bradicardia e hipotensão. Quantidade 1a3g 150 mL .E. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo.

5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 2a3g 150 mL .p.s. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo.

Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L.p.s. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. Após higienização.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Tomar 150 mL do infuso. suspender o uso imediatamente. logo após o preparo. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Malva. 1ª edição 5. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q.s. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.p. quatro vezes ao dia.

ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. podem ocorrer náuseas. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. três a quatro vezes entre as refeições. excitação nervosa e insônia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L.s. Em caso de superdosagens. MODO DE USAR Uso interno.) Rauschert e Matricaria chamomilla L. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia.p. ansiolítico e sedativo leve. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Uso externo. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. Fazer bochechos e/ou gargarejos.5. cinco a 10 minutos após o preparo. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL .p. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico.

antiácido e protetor da mucosa gástrica. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. três a quatro vezes ao dia.) Planch. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa. logo após o preparo. 1ª edição 5.s. INDICAÇÕES Antidispéptico.

INDICAÇÕES Antiespasmódico. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1–4g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 10 a 15 minutos após o preparo. ansiolítico e sedativo leve.p. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira.s. 1ª edição 41 Melissa officinalis L.

NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. danos hepáticos severos e durante a lactação. 1ª edição 5.p.5 g 150 mL .42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. 10 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. Quantidade 1. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.

5. e Cacalia trilobata Vell. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas vezes ao dia.p. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Mikania scansoria DC. logo após o preparo.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante.

INDICAÇÕES Expectorante. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. ex Baker SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. 1ª edição 5. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip. logo após o preparo.p.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.

s. e Passiflora phoenicia Lindl. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. duas a quatro vezes ao dia.p. Não utilizar cronicamente. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 a 15 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

St. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. Não utilizar cronicamente. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. MODO DE USAR Uso interno. –Hil. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. e Passiflora gratissima A. duas a quatro vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo.

Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.5. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL .p. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. Não utilizar cronicamente. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. duas a quatro vezes ao dia.s. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. 10 a 15 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Estimulante.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. Acima de 12 anos: tomar 0. nervosismo e ansiedade.5 – 2 g . Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. uma vez ao dia. hipertensão. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). Em altas doses pode causar insônia. arritmias. mate) e anti-hipertensivos. noz-de-cola. Quantidade 0.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. hipertireoidismo. 1ª edição 5.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água.

10 a 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico.5. sem abafar.s. duas vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. colagogo e colerético.p. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. considerando a proporção indicada na fórmula. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. doenças hepáticas severas e gestantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. Quantidade 1–2g 150 mL . Não exceder a dosagem recomendada.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Quantidade 3g 150 mL .) Kuntze.s. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. 1ª edição 5.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. MODO DE USAR Uso interno.p. 10 a 15 minutos após o preparo. Phyllanthus asperulatus Hutch. duas a três vezes ao dia. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

5 g 150 mL . 1ª edição 51 Pimpinella anisum L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. três vezes ao dia. Apium anisum (L.s.. 10 a 15 minutos após o preparo.) Baill.5. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. MODO DE USAR Uso interno.) Crantz e Carum anisum (L. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. suspender o uso imediatamente. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

MODO DE USAR Uso externo. e Plantago latifolia Salisb. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul.. Não utilizar a casca da semente. Quantidade 6–9g 150 mL . Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. tansagem e tranchagem. obstrução intestinal e por gestantes. 1ª edição 5. Plantago dregeana Decne. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.s. Após higienização.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p.

NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. logo após o preparo.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5. Quantidade 1–3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. duas a três vezes ao dia. crianças.s. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. lactantes. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. boldo-brasileiro e boldo-nacional.

54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno.5 g 150 mL . logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. Quantidade 4. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. INDICAÇÕES Expectorante. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. SINONÍMIA Não consta.s.

s. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.p. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Fazer banho de assento três vezes ao dia. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth.

s. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. MODO DE USAR Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. e Punica nana L.p. NOMENCLATURA POPULAR Romã. SINONÍMIA Punica florida Salisb. ex Steud.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6g 150 mL . Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. Punica grandiflora hort.. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim.p. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. três a quatro vezes entre as refeições. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 15 minutos após o preparo.5. Não utilizar em gestantes. SINONÍMIA Não consta. Quantidade 2g 150 mL . Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. antiácidos. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. logo após o preparo. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico.p. Não usar em gestantes e crianças. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Quantidade 3g 150 mL . Usar em casos de gripe e resfriados.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. 1ª edição 5.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia.

três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em pessoas com insuficiência renal. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. 10 minutos após o preparo.5. duas a três vezes ao dia após as refeições. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. Uso externo. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. Após higienização. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico.s.p. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. NOMENCLATURA POPULAR Salvia.

s. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. 5 minutos após o preparo. Não usar folhas. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. Quantidade 3g 150 mL .60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Sambucus peruviana Kunth. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. FÓRMULA Componentes flores secas água q.p. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. INDICAÇÕES Diaforético. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd.

ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 1g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s.5. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. suspender o uso.

obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q. Quantidade 3–4g 150 mL .p. H. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. aperiente e diurético. úlcera gastroduodenal. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L.s. Leontodon vulgare Lam. O uso pode provocar hipotensão arterial. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. e Taraxacum dens-leonis Desf. logo após o preparo. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. cálculos biliares.

logo após o preparo. três vezes ao dia antes das principais refeições. Quantidade 3g 150 mL . suspender o uso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Bip.s.p. ex Walp. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. MODO DE USAR Uso interno.5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano.

INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe. logo após o preparo.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) H. uma vez ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 1ª edição 5.p.s. Rob. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. Quantidade 3g 150 mL .

Não usar em crianças.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. expectorante e nos casos de cinetose.p. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. irritação gástrica e hipertensão arterial. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.5 – 1 g 150 mL . duas a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antiemético.s. Quantidade 0.5. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares.

2 TINTURAS . 1ª edição 5.66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS 5.

1998. GUPTA. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. 1998. 2004). Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. 1984... BLUMENTHAL. 2009. RÜCKER et al. ALONSO.1996. J. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de 12 anos. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA.. 2007).s. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. 1996.. HEALTHCARE. Quantidade 20 g 100 mL . MILLS & BONE..) Rydb.p. anti-inflamatório.. 2009..) The complete German Comission E Monographs.L. alcoolistas e diabéticos. REFERÊNCIAS ALONSO. 2002.. colerético (WHO. lactentes. INDICAÇÕES Antidispéptico.5. (Ed. BLUMENTHAL. MODO DE USAR Uso interno.R. NEWALL et al. 1993. 1991. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. 1974. 2010. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al.1995. M. seco e ao abrigo da luz. 1998. três vezes ao dia. entre as refeições (WHO. FINTELMANN & WEISS. 1998. EBADI. PHILP. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. GOLDBERG et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. PIRES et al. 1998. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. DELLA LOGGIA. 1991). WICHTL. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2008. 2008. antiflatulento. 2004. em lactantes. 1999. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.. 2009. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1969. TEWARI et al. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. MILLS & BONE. GADGOLI & MISHRA. 2009). Bases Clínicas y farmacológicas.

PHILLIPSON. 1996. GUPTA. T.. Parm (Wienheim) 324. S. M. WEISS R. M. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. 309-13. 391-399. J. London. 1996. M. Sci. HEALTHCARE. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 1991 SHIPOCHLIEV. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. 3th ed. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. 58. Bone. 2004. Farmacogn.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. 744-747. 24. Manuale per farmacisti e medici. 212–219. MUELLER. B. USA: Elsevier Churchill Livingstone. J. McGraw-Hill Professional. WORLD HEALTH ORGANIZATION. EIGEN E. C. G. Contraception. BREUER. MONTANARI T. D. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). Bone. Compositae). 2nd ed. 23. TEWARI. Achillea millefolium L. .. M. M. FRANÇA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 28. SHARAPIN. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). Geneva. DESALVA S. FOURNADJIEV. (Ed. J. Stuttgart. J. G. PIRES.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 331-6. DOLDER H. C. 1999. E. 58. Santafé de Bogotá. BREUER. NEGRI. P. R. The essential guide to herbal safety. E. MILLS. USA: Thomson. Indian J. ed. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. DE CARVALHO J. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. R. CARLINI. L.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. BAJPAI. Vutr. Sci. London: British Herbal Medicine Association. Med. G. EUROPEAN PHARMACOPEIA. 274-80. H. Manual de Fitoterapia.. Pharm. Med.. 1974. DUARTE-ALMEIDA. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. L. 1969. 2007. 18(suppl). RÜCKER. 2008. S.. F. 2000. Supllement Strasbourg: Council of Europe. St. 2010. 2004.). Phytother. in mice. MILLS. S. S. GUPTA. USA: Elservier.. Convenio Andréas Bib. J. A. Rev. Physicians Desk Reference. 1995.7 . K. E. 2008. MISHRA...4′.. OEMF spa Milano 1993. P. 3th ed. Switzerland: World Health Organization.): Piante officinali per infusi e tisane. 979-981. Res. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. 99-107. A. Panamá. E. L. R. RÜCKER. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. 2004. J.. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe... and Artemisia vulgaris L. M. WEGLEWSKI. 938-41. Pharmacology on line. Arch. N. A. J. K. 1ª edição 5.. Principles and practice of phytotherapy . GOLDBERG A. J. MENDES.. Montvale. 2009. 6. 2000. 1984. FINTELMANN.. HAUSEN. Bras... F. Auslöser der Schafgarbendermatitis. M. Probl.. ROCHA.. 296 p. SRIVASTAVA. 526 p. UK: The Pharmaceutical Press. MANN. V. (cur. WICHTL. J. 2009... G. B. ed. P.. 1... DELLA LOGGIA. M.. PDR for herbal medicines. D.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. 1998. 4. 11. 1991. St. L. WHO monographs on selected medicinal plants. ANDERSON. LUCIO. Contact Dermatitis. 1. GADGOLI.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs.. Louis. J. v..Modern herbal medicine.. PHILP. C.. S. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. C. T. H. NEWALL. 12. Louis. A.

GRUENWALD. Pesar o alho seco. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. 1999. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. 1999). Quantidade 20 g 100 mL . 2004). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2004. REFERÊNCIAS ALONSO. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. BRASIL. 1999) e warfarina (WHO. hipertensão arterial leve. ALONSO. NOMENCLATURA POPULAR Alho. 2008). MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. FÓRMULA (BHF.1999. 1999. J.. 1998. MILLS & BONE. seco. crianças menores de dois anos. 2004.p. 1998. Bases Clínicas y farmacológicas.. MILLS & BONE. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2000). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004).5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. Não usar em pessoas com gastrite. Filtrar e acondicionar. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes.5.L.s. 2004). Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. úlceras gastroduodenais. dependentes alcoólicos e diabéticos. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais).2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. lactantes. Buenos Aires: ISIS ediciones S.R. TYLER et al. 2004. lactentes. TYLER et al. 1983).

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VARGAS & CARVALHO. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. lactentes.. L. 1991. A. L.s. V. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. Mem Inst. Wendl. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. 86.. Quantidade 20 g 100 mL . 2008.. três vezes ao dia. 1991. S.5. 27-33. 93-97. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. J. J. H. N. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes..) B. FRANÇA. lactantes. A. Oswald Cruz. Rev. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. A. Schum on arterial hypertension.p.) K. 2010. L. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). alcoolistas e diabéticos. H. Wendl. Schum.C.C. J.. C. e Alpinia speciosa (J. ROCHA.) K. SHARAPIN. crianças menores de dois anos.. 4. Farmacogn. CARVALHO. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. 18(suppl). LUCIO. C. CRAVEIRO. L.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1991). REFERÊNCIAS MENDONÇA. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. C. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J.. M. A. 2010). 744-747. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. seco e ao abrigo da luz. Bras. E. OLIVEIRA. MODO DE USAR Uso interno. T. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. M. VARGAS.

SCHILCHER. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 744-747. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. 134. 2003. 1999). ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. A. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. 2005. 2002). 1998). REFERÊNCIAS BROWN. Alfenas: Editora Ciência Brasilis.2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. 1998. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1401-1404. H. Farmacogn. D. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. SINONÍMIA Não consta. Bras.. FRANÇA. N. 2003. crianças menores de dois anos. Arch. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. M. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. seco e ao abrigo da luz. M. (ESCOP. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. SCHILCHER.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. alcoolistas e diabéticos. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. 18(suppl).. 1ª edição 5. E. S. Quantidade 10 g 100 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. MODO DE USAR Uso externo. DATTNER. 211p.s.p. 1999. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. H. 2005). LUCIO. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. Em raros casos. WHO. Rev. Dermatol.. J. A. L. ROCHA. lactantes.. SHARAPIN. 2008.

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1999). HARIKUMAR. ROCHA. A. 18(suppl). B. 1998. 2009. antiespasmódico.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água. ALONSO. Potential therapeutic effects of curcumin. J. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. açafrão-da-terra e açafroa. PHILP. B. 2004). INDICAÇÕES Colerético. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. the anti-inflammatory agent. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. REFERÊNCIAS AGGARWAL. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.p. 2008. 40–59. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2009. 1999. VANACLOCHA. crianças menores de dois anos. 1999. e Curcuma domestica Valeton. 2004. AGGARWAL & HARIKUMAR. K. lactantes.s. pulmonary. seco e ao abrigo da luz. VANACLOCHA. 1999. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.R. S.. FRANÇA. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. 41.. 1998). Quantidade 10 g 100 mL .. E. B. 1999. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Bases Clínicas y farmacológicas. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L.L. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. M. cardiovascular. R. PHILP. L. colagogo (WAGNER. 744-747. MODO DE USAR Uso interno. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. B. LUCIO. Rev. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO. H. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Bras. against neurodegenerative. Farmacogn. SHARAPIN. ALONSO. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO... Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. 1ª edição 5. metabolic. hipolipemiante.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. alcoolistas. N. 2006). autoimmune and neoplastic diseases.

5. . Geneva.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1999. Barcelona: Masson. WIESENAUER. Plantas Medicinales. Farmacologia e Aplicações Clínicas. WAGNER. 1ª edição 75 VANACLOCHA. V. Vademecum de Prescripción.. M.. WHO monographs on selected medicinal plants. H. Fitoterapia: Fitofármacos. v. 2. 1148 p.1. 2006. 1999. WORLD HEALTH ORGANIZATION. B. ed. Switzerland: World Health Organization.

2009.. 2008. Altern. seco e ao abrigo da luz. R. incluindo diarreia.) The complete german Comission E monographs. 1999. (Ed. M. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. MIDDLETON. . Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. MARAKIS. 10. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira..0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL.. BUNDY. Acima de 12 anos: tomar 2. 2003. VANACLOCHA. G. 1998.. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. BUNDY et al. INDICAÇÕES Antidispéptico. WICHTL. A. BUNDY et al. 2009).p.. Med. VANACLOCHA. 2004. MILLS & BONE. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. 2004).. MODO DE USAR Uso interno. 2004. 1998. alcoolistas. 1ª edição 5. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis.. lactantes.. WALKER. 2008). REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 1999). 2009). J... BUNDY. 1998. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. 2009). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. J. 2001. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA.5 a 5. 667-669. BLUMENTHAL. WHO. W. CARDOSO.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. C. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. 2009. náuseas e pirose (WHO. R. 2004. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. HOLTMANN. BOOTH.s. 2002. Complement. antiemético. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). antiflatulento. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. crianças menores de dois anos.

18. 1999. WRIGTH. 15.. Cidade: Elservier. Phytoter. ADAM. A.. R. WICHTL.. 2001. H. C. M. 18(suppl). V. 668-675. MARAKIS... BOOTH.. B... 4. Geneva. H. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study.. Bras. 694-699. J. Barcelona: Masson. WALKER.1105. 9. F. 2008. E. T. WINDECK. 3 ed. Plantas Medicinales. C.. J. M. W. .. 2003. COLLET. 15. M.. MIDDLETON. CARDOSO. S. R. Switzerland: World Health Organization. WALLIS. C.. 2008. W. R.. Pharmabooks. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral.. Vademecum de Prescripción. GRUNEWALD.. 2009. D. 58-61. J. C. Stuttgart. SHARAPIN. ROCHA. G. Z. 2004. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 2004. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. PETROWICZ. L. O. E. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. G. Res.5. 1099. Ther. N. double blind. 2002. K.. FRANÇA. 2009. WHO monographs on selected medicinal plants. S. Aliment. The essential guide to herbal safety. R. SIMPSON. W.. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study.. F. B. MIDDLETON. A. HOLTMANN. Phytomedicine. double blind placebo controlled trial. 1ª edição 77 BUNDY. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. WALKER. S. R.. MIDDLETON. PIKE. W. LUCIO. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. v. MILLS. VANACLOCHA. Rev. A. multicentre trial. F. Phytomedicine. Pharmacol. 744-747. BONE. HAAG. Farmacogn.. WALKER.

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Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

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BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

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Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 3... ed. H. M. G. VIANA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. S. Bras. ROCHA..5. 2000. LUCIO. Farmácias vivas. FRANÇA. SHARAPIN. F. B. 2008. S. . MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. ed. J. MATOS F. 1ª edição 81 MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. E. Fortaleza: Editora da UFC. F. 2. Guia fitoterápico. BANDEIRA. A. M. 1998. Rev. M. L. Plantas medicinais. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J.. 744-747. A. N. J. 1998. A. 18(suppl).. Farmacogn. A.

B. G. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. Bras. L.. RAMTOOLA. OLENNIKOV. FRANÇA. CUMMING. D.. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2002). L. LUCIO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. 2010. 2008.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de dois anos. Chemistry of Natural Compounds. lactantes. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. WHO. E. Barcelona: Masson.. WACHER. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. INDICAÇÕES Antidispéptico. K. REFERÊNCIAS DRESSER. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al.. V. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. alcoolistas. TPII – 95. 2004). 22-27. V. seco e ao abrigo da luz. 1148 p. 1ª edição 5. Rev. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta.. ROCHA. 18(suppl).. H. G. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Farmacogn. 744-747. M.s. SHARAPIN. 2002. N. Plantas Medicinales. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. Vademecum de Prescripción. 2004). 46.p. MODO DE USAR Uso interno. D. Quantidade 20 g 100 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. N. A. 2004). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. TANKHAEVA. Z. 1999... S. M. March 24-28. VANACLOCHA.

. WHO monographs on selected medicinal plants.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. 188-205.5. 2. 2004. v. Switzerland: World Health Organization. Geneva.

Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. MATOS.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M.. 2005. 2008). Quantidade 20 g 100 mL .. MATOS. L. 2005. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. São Paulo: Atheneu. DF. REFERÊNCIAS BRASIL. 1998. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. FIOCRUZ. Curitiba. seco e ao abrigo da luz. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. lactantes. ALVES. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. MODO DE USAR Uso interno. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. 10 de 10 de março de 2010. laevigata Schultz Bip. LORENZI & MATOS. L. VIANA et al. MATOS et al.. crianças menores de dois anos. 1998). 2006). Fascículo 1 da Parte II. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. BRASIL. B. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.. Brasil: Abifito. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2005. 1ª edição 5. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. Brasil. 1996. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. Brasília. 2001. alcoolistas e diabéticos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. 1997. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira.s. (Mikania glomerata). FERREIRA. F. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2010. 2008. GILBERT... J. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). P. 10 mar.p.

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J. F. seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. uma vez ao dia. 1ª edição 5. Santo Domingo: Tramil. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. 2000. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).s. L. G. 1997. 1997. Bases Clínicas y farmacológicas. Fazer aplicações tópicas. 2000.. 1. GUPTA et al. ROBINEAU. 1998. Plantas medicinais. 1995. MATOS. SINONÍMIA Cucumis argyi H. distúrbios hepáticos. MATOS.. 1995. J. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 1997). WHO. 1998.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. A..) et al. 1997. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. 2. Santafé de Bogotá. MATOS. ROBINEAU. MATOS. ed. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. GUPTA. F. Fortaleza: Editora da UFC. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Quantidade 10 g 100 mL . 1998. 2009). Lév. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. A. REFERÊNCIAS ALONSO. GUPTA et al. Momordica chinensis Spreng.p. Fortaleza: Editora da UFC. pois pode causar coma hipoglicêmico.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. Buenos Aires: ISIS ediciones S. (Org. 1997. FARMACOPEA Caribeña. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. P.R. ed. 1995. M. MODO DE USAR Uso externo.L.

5. 744-747. 18(suppl). Switzerland: World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. 1ª edição 87 ROCHA. Geneva. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. N. 2009. 2008. LUCIO..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. L.. . M. FRANÇA. Bras. E. SHARAPIN. Farmacogn. H.. S. A. 4. v.

its sub-fractions and flavonoid constituents.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. M. Y. Phytotherapy Research. ZHOUA. sedativo suave .. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Seu uso pode causar sonolência. J.. 1998). LI. M. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. 2001. M. Quantidade 20 g 100 mL . LIMA. lactantes... BATISTA. L. 148–153. M. M. MODO DE USAR Uso interno... 1997a... COLETA et al.p. DE-PARIS et al. flavicarpa. A.. MATOS. G. CAMPOS. 2010. crianças menores de dois anos. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. R. Acima de 12 anos: ansiolítico . LI.. –Hil. LORENZI & MATOS.. Journal of Ethnopharmacology.. DENG. 1 hora antes de deitar.tomar 2. T. St. 1067–1073. alcoolistas e diabéticos. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al. seco e ao abrigo da luz. P. 2006. 128. 2006. 2002. T. MATOS. CUNHA.s.. VIANA et al. C. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. REFERÊNCIAS COLETA.. MATOS. três vezes ao dia (VANACLOCHA.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.. CARVALHO. BAI. H. COTRIM. 1999). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2008). D. 1998. 2000.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. 20. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1ª edição 5.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1997b. 2010. MATOS. e Passiflora gratissima A..

F. BANDEIRA M. F. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. H. REGINATTO. B. A.. SHARAPIN. Vademecum de Prescripción. M. VANACLOCHA. Plantas medicinais. Plantas Medicinais no Brasil. ed. Viana. MATOS. R. A. MATOS. A. 1998.. Farmácias vivas. 1998. 2000. 2008. H. H. MATOS. M.. F. ed.. J. Fortaleza: Editora da UFC. J. 2008. S. G. J. N. A.. 21. M. J. 2002. 18(suppl). F. E. M. 2. 1999.5. 744-747. A. Guia fitoterápico. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. GSB. F.. 5–8. E. 1ª edição 89 DE-PARIS. J. Fortaleza: Editora da UFC. 1997b. F. A. F. A. F. B. 2001.. 1997a.. Acta Farmaceutica Bonaerense.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fortaleza: Editora da UFC. SCHENKEL. P. VIANA. MATOS. B. S. MATOS. Barcelona: Masson. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha.. MATOS. F. MATOS. D... V. QUEEDO. LUCIO.. KAPCZINSKI. G.. A. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. G. Bras. J. J. 2. LORENZI. Fortaleza: Editora da UFC.. GOSMANN. FRANÇA. PETRY. . Fortaleza: Editora BNB. 1148 p. Fortaleza: Editora da UFC. Rev.. ROCHA. Plantas Medicinales. GONZÁLEZ-ORTEGA. J. SALGUEIRO. ed. F. A. Farmacogn... A. As plantas das farmácias vivas. BANDEIRA. 3. Guia fitoterápico. L.

alcoolistas e diabéticos.. REFERÊNCIAS ALONSO. E. 81. A. 374.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. N.. N. 1998. 2002. H. 1999). N. A. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. SCHOR. M. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 1ª edição 5. FREITAS.p. GUPTA et al. ALONSO.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L.s. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. FREITAS et al. 829. CAMPOS & SCHOR. 1998. M. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). M. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. 30. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.. 2002. A. A. 2003. (GILBERT et al. M. BARROS et al.. SCHOR. CAMPOS.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. seco e ao abrigo da luz. J. 1995. lactantes. BOIM.. Bases Clínicas y farmacológicas. 2008). Buenos Aires: ISIS ediciones S.. 393. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. SCHOR. MATOS et al. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. BARROS. 2001. Não usar por mais de três semanas.R. Quantidade 10 g 100 mL . 1997. MATOS. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco... MODO DE USAR Uso interno.. MATOS. SINONÍMIA Diasperus niruri (L..L.. Nephron. 89. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. BOIM. BJU Int. 2003. Urol Res. crianças menores de dois anos. 1998). 1999. 2005.. 2004.

5.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. J. J.nativas e Exóticas. L. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). Curitiba. 32. B. FRANÇA. 1ª edição 91 GILBERT.. N. E. VIANA. Fortaleza: Editora da UFC. 1997. J. 2. S. Farmacogn. MATOS. Urol Res. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. P. & MATOS. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. F. Plantas Medicinais no Brasil. . I.... 1. M. Farmácias vivas. P. A. H. ed. 2001. LUCIO. M. ABREU MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. F. ed. F. Rev. ROCHA. CAMPOS. HEILBERG. Brasil: Abifito. L. M.. L. LORENZI... ed. SHARAPIN. ABREU. B. L. 362–366. H. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. Guia fitoterápico. FIOCRUZ. A. BOIM. 2008.. A. MATOS. H. A. J. GUPTA. 2008. A.. F. SCHOR. MATOS. 3. Bras. F.. 18(suppl). O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. J. ALVES. Plantas Medicinais no Brasil . J. S. A. 2005. F. J. 744-747.. Santafé de Bogotá. FERREIRA. 2004. LORENZI. P. N. H... Fortaleza: Editora da UFC. ed. 1998. BANDEIRA M. 2. M. NISHIURA.. 1995. 2008. G. 270 Plantas medicinales iberoamericanas.

5 a 5 mL) da tintura. 2005. 2000.. Brasil: Abifito. Quantidade 10 g 100 mL .. e Plantago latifolia Salisb. FIOCRUZ. Cuiabá. Mais saúde. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. MODO DE USAR Uso externo. MATOS. SIMÕES. REFERÊNCIAS AMARAL.. MATOS.1999). Quintais medicinais. A. V. 1999).. 2005. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. J. VANACLOCHA. Fortaleza 1997. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 1997).p.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. P. 2005. J. F. 2005. 2000. 2. FERREIRA. Plantas medicinais. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ed. lactantes. seco e ao abrigo da luz. C. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem.s.. F. I. 1ª edição 5. tansagem e tranchagem. obstrução intestinal. A. C. alcoolistas e diabéticos. crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. J. L. diluídas em 75 mL água. BIESKI. 2004. E. AMARAL et al. MARI GEMMA.. VANACLOCHA.. Plantago dregeana Decne. C. 1999. F. Rio de Janeiro. gestantes. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TYLER et al.. G. Fortaleza: Editora da UFC. MATOS.

M. V. 1148 p. 2004. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists.. 1ª edição 93 ROCHA. A.. H. M.5.. SCHULZ. SHARAPIN. . TYLER. E. E. L. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. N.. 1999. Rev. Barcelona: Masson. BLUMENTHAL. LUCIO. Bras. Vademecum de Prescripción. VANACLOCHA. S. 2008.. B. V. FRANÇA. R. Berlin: Springer. 18(suppl). 744-747.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. V. HÄNSEL. Farmacogn. 417 p. Plantas Medicinales..

1998.) The complete german Comission E monographs. 73. LEMONICA. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. I.p. crianças menores de dois anos. alcoolistas. 2010. lactantes. As plantas das farmácias vivas. 1ª edição 5. M. F. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MATOS. BLUMENTHAL. J. 1999). 1997. 2000. G. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. J Ethnopharmacol. P. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. Editora Guanabara Koogan. 1999). seco e ao abrigo da luz. MATOS. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. V. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. 2010. F. 1997. 1998. A. 1998. FINTELMANN. MATOS.s. F. FINTELMANN & WEISS. boldo-brasileiro e boldo-nacional. diluídas em 75 mL de água.. MATOS. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. The toxic effects of Coleus barbatus B.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. 1996. REFERÊNCIAS ALMEIDA. WEISS.. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. diabéticos. BLUMENTHAL.. Fortaleza: Editora da UFC. SCHULTZ et al. VANACLOCHA. R. 2000. Quantidade 20 g 100 mL . meia hora antes das refeições (VANACLOCHA.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 2007. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. C. 53-60. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q.. on the different periods of pregnancy in rats. (Ed. 2000).

A.. 1ª edição 95 MATOS. J.. Vademecum de Prescripción. R. A. BOSSOLANI. 744-747. F. F.. ROCHA. 2008. TORRES. UK: The Pharmaceutical Press. A. T.. Ethnopharmacol. J. Fortaleza: Editora da UFC. FRANÇA.M.B. Farmacogn. J. 1-7. VANACLOCHA. ANDERSON. 1998. B. C. Bras. 3.. SCHULTZ. E. M. 1148 p. Inhibition of the gastric H+. Plantas medicinais. D. Rev. A.. Barcelona: Masson.. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. London. C. M. PHILLIPSON.5. NEWALL. ed. 2000.. 2. C.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. 18(suppl). S. A. ed.K+-ATPase by plectrinone A. MATOS. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. 2007. A. 1996. Plantas Medicinales. H. LUCIO. J. LAPA. SHARAPIN.. P. 1999. Farmácias vivas. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. V. L. L. M. LIMA-LANDMAN. SOUCCAR. N. 111. L. . Fortaleza: Editora da UFC. 296 p.

ex Steud. 2009). 2005. A. Barcelona: Masson. Punica grandiflora hort. 18(suppl). C. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA.. Nova Odessa. VIANA et al. F. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). seco e ao abrigo da luz. I. e Punica nana L. Cuiabá. Plantas Medicinales.p. 2008. 1ª edição 5. 1999. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. V. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. MARI GEMMA. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. Mais saúde. LORENZI. LUCIO. 1998. ROCHA. lactantes. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. Rev. H. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água.. alcoolistas e diabéticos. H. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. 2005. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. SHARAPIN. LORENZI & MATOS. M. FRANÇA. Fazer bochechos e gargarejos. Farmacogn. B. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso..2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. Vademecum de Prescripción. S. 2008. MODO DE USAR Uso externo.. ed. E.. 1148 p. WHO. 2008). G.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2. REFERÊNCIAS BIESKI. Quintais medicinais. N. L.s. MATOS. Bras. 2008). . SINONÍMIA Punica florida Salisb. NOMENCLATURA POPULAR Romã. 744-747. 1999. J. crianças menores de dois anos. A. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. C.

A. M.5. A. B. Guia fitoterápico. 1ª edição 97 VIANA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1998. WHO monographs on selected medicinal plants. .. MATOS F. Fortaleza. Switzerland: World Health Organization. G. S. BANDEIRA.. 4. J. M. Geneva. v. Editora da UFC. 2009.

REFERÊNCIAS NEWALL. Rev. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. L. UK: The Pharmaceutical Press. expectorante e nos casos de cinetose (WHO. 18(suppl). 1999.p. L.1.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ROCHA. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. C. lactantes. 1999). VANACLOCHA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. MODO DE USAR Uso interno. M. SHARAPIN. Switzerland: World Health Organization. A. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Plantas Medicinales. FRANÇA. 1148 p. 296 p. 1999). 1ª edição 5. D. PHILLIPSON. alcoolistas e diabéticos. WHO monographs on selected medicinal plants. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. Vademecum de Prescripción. 1996). 744-747. E. 2008. London.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L.. H. seco e ao abrigo da luz. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1999. Farmacogn. LUCIO. S. Bras. A. INDICAÇÕES Antiemético. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antidispéptico. 1996. crianças menores de dois anos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A.. Herbal medicines: a guide for health-care professionals.. Quantidade 20 g 100 mL . O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. J. Geneva. 1999). ANDERSON.s. V.. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. B. e Zingiber aromaticum Noronha. N. Barcelona: Masson.. v.

3 GEIS .3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1ª edição 99 5.

FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. INDICAÇÕES Cicatrizante.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. vera. Armazenar em local fresco.p. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. MODO DE USAR Uso externo.s. Quantidade 10 mL 100 g . Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. Aloe perfoliata var. seco e ao abrigo da luz.

MASCOLO et al.. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Não consta. 2831. adicionar o extrato glicólico no gel. J. 1987.s. Após higienização.5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. N. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1985. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. A. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. et al. Boca Raton: CRC.p. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões.. Handbook of medicinal herbs. 1987). MASCOLO. Quantidade 10 mL 100 g . SINONÍMIA. 1985. 1985). seco e ao abrigo da luz. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. REFERÊNCIAS DUKE. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. Phytotherapy Res. 1. Armazenar em local fresco. MODO DE USAR Uso tópico.

E. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. 60. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. Planta Med.. .....102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ex. C. 2008.. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. C. 1994. S. A. ALBUQUERQUE. TEIXEIRA. BACCHI. seco e ao abrigo da luz. 1994. K. P. M. J. CARVALHO et al. J. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. P. T. N. DE AMORIM. ALENCAR. C. S. 118-120.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. DOS SANTOS FILHO. U.p. T. SOUZA. Journal of Ethnopharmacology. J.. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. D. J. 120 .L.P.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart.. SARTI. M.s. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. A. CARVALHO.. 1ª edição 5. SERTIE. Armazenar em local fresco.) L. 53. BASTOS. E. J. L.. J. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. A. Tul. 175-178.. Journal of Ethnopharmacology. 1996. 2008). ARAÚJO et al. Quantidade 5% q. R. 72–80. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al.. 1996. REFERÊNCIAS ARAÚJO.

M. R. A. 45. 150-6. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. Armazenar em local fresco. 16. 1983. Após higienização.. anti-inflamatório e cicatrizante. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. 1985). MODO DE USAR Uso externo. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. CASLEY-SMITH.. SINONÍMIA Não consta. J. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. J. Toilet. Cosmet. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. INDICAÇÕES Antisséptico. 1985. R. FLEISCHNER.s.p. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. 1983.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Lymphology. Quantidade 10 mL 100 g . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base.5. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. 100. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. FLEISCHNER.

antimicótico e escabicida (MATOS. VIANA et al. VIANA G. A. ed. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. Armazenar em local fresco. 1997. Guia fitoterápico. 2. F. J. 2000. Fortaleza. A. Fortaleza : Editora da UFC. MATOS.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. MATOS.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fortaleza: Editora da UFC. BANDEIRA. ed. 1998. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. MATOS. Quantidade 10 mL 100 g .. MATOS. J. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. REFERÊNCIAS MATOS. As plantas das farmácias vivas. 1998. A. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. 2000. M. 1998. seco e ao abrigo da luz. J. S. J. F.s. SINONÍMIA Não consta. Plantas medicinais. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. A.. A.. B. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. 1998) MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Antisséptico. F.p. Farmácias vivas. M. 3. 1ª edição 5. 1997. F.

5.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.4 POMADAS . 1ª edição 105 5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

19. C. J. P. P.. A. NAKAMURA. 2009. F. R. OLIVEIRA. Pesquisa Veterinária Brasileira. LINO J.. O. .. R. B. 2008. 1ª edição 109 DOS SANTOS. BOMBARDIERE. A. 577-581. T. BRITO. DIAS FILHO.. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. VEIGA JR. S. A.5..4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2B. VIEIRA. R. 28. Brazilian Journal of Pharmacognosy. MENDONÇA. L. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). C. E. JUNQUEIRA-KIPNIS...... 358-366. S. 277-281. PINTO. 103. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus.. J. UEDA-NAKAMURA. C. ONOFRE. A. E. 2008.. D. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. V. V. B. B.

FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. Lithocardium salicium Kuntze. Cordia cylindristachya auctt. uma a três vezes ao dia. bras. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 1ª edição 5.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. seco e ao abrigo da luz. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. Quantidade 10 mL 100 g . Lithocardium verbenaceum Kuntze. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. Lithocardium fresenii Kuntze.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aplicar nas áreas afetadas.bras.p. ex Fresen. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.s.ex Fresen. MODO DE USAR Uso externo. Armazenar em local fresco.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Cordia curassavica auctt.

1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 323-329. Utilize espátula para retirar o produto do pote. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. 1985. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.s. seis semanas consecutivas ao ano.. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. 6. R. Não usar em lesões abertas. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. SINONÍMIA Não consta. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale.p. 1985). ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. no máximo. S. Fitoterapia. INDICAÇÕES Cicatrizante. REFERÊNCIAS GOLDMAN. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. Quantidade 10 mL 100 g . Manter fora do alcance de crianças.5. Armazenar em local fresco. equimoses. et al.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo.

5 BASES FARMACÊUTICAS .5 BASES FARMACÊUTICAS 5. 1ª edição 5.112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

preparar a solução de álcool e propilenoglicol. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. em uma proveta. À parte. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . Filtrar. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. triturá-lo ao máximo. seco e ao abrigo da luz. pomadas e cremes de Aloe vera. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera.

5. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade.6 g 1g 0. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q.s.1 g 5g 3.p. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A.5 e 6. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas). 1ª edição 5. previamente misturada.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ajustando o pH entre 5. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina. 0.polietileno). ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Usado para preparações após barba. depilação ou geis antissépticos. FORMA FARMACÊUTICA Gel.3 g 100 g Quantidade .5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.polietileno tereftalato ou frasco PE . INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

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5.6 CREMES

FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa.s. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. seco e ao abrigo da luz. Quantidade 10 mL 100 g . Após higienização.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. Utilize espátula para retirar o produto do pote. SINONÍMIA Não consta.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. Armazenar em local fresco. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Em feridas a cada 24 horas.p. MODO DE USAR Uso externo. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.

M. GODOY.S.5.. STEHMANN. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. MODO DE USAR Uso externo. 2002. 27-34. Armazenar em local fresco. REFERÊNCIAS ARDISSON. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas.. J. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (Barbatimão).. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . L. R. Acacia adstringens Mart.. BRANDÃO. J. INDICAÇÕES Cicatrizante. preparar a solução de propilenoglicol e água. G. L. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. em uma proveta. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. Após higienização. Revista Brasileira de Farmacognosia. A.. 12. M.p. L. Filtrar. Utilize espátula para retirar o produto do pote.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. À parte. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. FERREIRA. 2002). FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q.s..) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart.

7 XAROPE 5. 1ª edição 5.7 XAROPE .120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

s. (Mikania glomerata). SINONÍMIA M. Agitar antes de usar.5.p. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. Crianças de três a sete anos: tomar 2.s.p. três vezes ao dia. gestantes. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. Armazenar em local fresco. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. usar por duas semanas. duas vezes ao dia. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. INDICAÇÕES Expectorante. Completar o volume e homogeneizar. MODO DE USAR Uso interno. scansoria DC. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. laevigata Schultz Bip.5 mL do xarope. fria. Em casos crônicos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). no preparo dessa formulação. seco e ao abrigo da luz. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. lactantes e crianças menores de dois anos. três vezes ao dia.5 mL do xarope. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado.

1ª edição 5.8 SABONETE .122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5.

SINONÍMIA Não consta. Se necessário. homogeneizar. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto.p.s. Durante o banho. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.p. Manter fora do alcance de crianças. ajustar o pH água purificada q. MODO DE USAR Uso externo. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. Lavar com água corrente.p. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. aplicar na área afetada.5. completar o volume com água purificada.s. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente.s. deixando o sabonete em contato. INDICAÇÕES Antisséptico. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. antimicótico e escabicida. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. ajustar viscosidade ácido cítrico q.

124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR .9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.

5. de plástico opaco ou vidro âmbar. aquecer os componentes até completa solubilização. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. sob agitação. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados.

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