Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

À Anvisa. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. que integra a FB 5 como um de seus componentes. de Campina Grande. essa necessidade. do Paraná. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. comprovadamente. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). competência e. portanto. de São Paulo. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. principalmente. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . com a Fundação Oswaldo Cruz. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. além da própria Anvisa. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. Reconhecemos ainda. de Santa Maria. um dos componentes da quinta edição da FB 5. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. A grande maioria dos medicamentos. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. o país da diversidade. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. de Ribeirão Preto. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. Esse foi. por natureza. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. hoje disponíveis no mundo. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. reconhecidas universidades federais. Com o cuidado que o tema exige.

4. uma de sabonete. de 11 de setembro. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. 1982. destinada a garantir. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. o decreto 5. representando as diversas regiões do país. de 09 de dezembro de 2008. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia.813. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. º 212. 17 de tinturas. cinco de geis. Com isso. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. tanto manipulados quanto industrializados. Portanto. duas de cremes. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. 1ª edição. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. do Ministério da Saúde que. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. à base de plantas medicinais. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. estabelecido para o país. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. cinco de pomadas. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. No Brasil. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. com embasamento científico. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de 22 de junho de 2006. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. em seu item 2. quanto à aplicação da prática fitoterápica. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). fitoterápicos segundo a legislação vigente. uma de xarope. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . mais recentemente. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país.3. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .USP .

TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .Embrapa .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA. 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .

1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M. CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .

 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFF LEÔNIA M. 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba . DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG RONALDO F. SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .

1ª edição”. na formulação e produção de medicamentos. exsudado e outros. . tais como cascas. em laboratórios de ensaios. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. quando aplicável. caules. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. tintura. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. rizomas. rasurada. na posição sentada. Banho de assento É a imersão em água morna. que contenham as substâncias. ou suas partes. não devendo ser engolido o líquido ao final. após processos de coleta. Pode ser denominado FFFB 1. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. sementes e folhas coriáceas. e secagem. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. cera. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. ou classes de substâncias. alcoolatura. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. podendo estar na forma íntegra. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. Droga vegetal É a planta medicinal. Bochecho É a agitação de infuso. frio ou aquecido.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. obrigatoriamente. equipamentos e sistemas. podendo ocorrer na forma de extrato. estabilização. normalmente. raízes. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. dependendo da indicação de uso. triturada ou pulverizada. cumprir com as especificações de qualidade. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. óleo fixo e volátil. que causam a ação terapêutica. sobre o lugar lesionado. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

tais como. os insumos farmacêuticos e correlatos. em que. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. suas prováveis interações. utilizando como solvente álcool etílico. com características apropriadas a uma determinada via de administração. Após a extração. quando aplicável. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. os cosméticos. As BPM devem ser atendidas. destinado a cobrir. O extrato é preparado por percolação. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. da droga. em massa ou volume corresponde a uma parte. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. exceto substâncias isoladas. Se necessário. Abreviatura: ext. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. proteger ou manter. especificamente ou não. materiais indesejáveis podem ser eliminados. ou de resíduo seco. removível ou não. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. dentro dos limites especificados. os medicamentos. moagem ou desengorduramento. maceração ou outro método adequado e validado. Abreviatura: ext. Extrato É a preparação de consistência líquida. uniformidade. dissolução e suspendibilidade. sólida ou intermediária. teor de constituintes. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. . uma parte do extrato. artigos científicos e materiais técnicos. envasar. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). Para tanto. seca utilizada na sua preparação. assim como a experiência profissional. em massa. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. com finalidade profilática. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. Na manipulação de produtos magistrais. Assim. os saneantes e outros produtos. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. quando aplicável. Essas informações. as drogas. flu. obtida a partir de material animal ou vegetal. palatabilidade. aparência. dentro dos limites especificados. água ou outro solvente adequado. exceto quando indicado de maneira diferente. ou de seus derivados. curativa ou paliativa. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. empacotar. inativação de enzimas.

s. flores. em lugar pouco iluminado. com agitação diária. nas proporções indicadas na fórmula. . Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. tecnicamente. mantida em percolador. cuja característica essencial é a homogeneidade. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. a forma farmacêutica e a posologia. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. É preparado na farmácia. sete dias consecutivos. obtidos em um único processo. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. convenientemente pulverizada. não devendo ser engolido o líquido ao final. no mínimo. em seguida. a droga vegetal ou o derivado vegetal. sob velocidade controlada. ou que contenham substâncias ativas voláteis. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. a temperatura ambiente.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). obtido ou elaborado. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. Um gel pode conter partículas suspensas. em contato com o líquido extrator.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. material de embalagem ou produto. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. com finalidade profilática. paliativa ou para fins de diagnóstico. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. curativa. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. por tempo determinado para cada droga vegetal. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. Medicamento É o produto farmacêutico. à temperatura ambiente. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. inflorescências e frutos. bem fechado.

hospitais. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. mas não tem de estar presente em todas as etapas. cultivada ou não. entre outros. ou seu armazenamento. produtos de higiene. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. laboratórios. de todo o processo. utilizada com propósitos terapêuticos. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. dietéticos e nutricionais. externo ou interno. Solução É a forma farmacêutica líquida. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. envoltórios. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. . dispensa e/ou administração. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. com orientações para seu uso seguro e racional. Medicamentos. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. cosméticos. É classificada em simples e composta. invólucros. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. até a sua dispensação. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. aplicados diretamente sobre recipientes. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. a pressão ou auto adesiva. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. ambulatórios. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. límpida e homogênea. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica.feita para produtos magistrais usados em clínicas. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. centros cirúrgicos.

INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. adicionando o líquido extrator constantemente.s. Iniciar a percolação na velocidade controlada. Transferir a droga umedecida para o percolador.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Deixar repousar por 24 h. Manter a torneira fechada. Quando não se destina ao consumo imediato. que apresenta. Preparar o percolador de capacidade apropriada. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar.) do líquido extrator. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. em camadas superpostas. no mínimo. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. . 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição.

Calendula officinalis L. 33 Illicium verum Hook F. Pimpinella anisum L.) Planch.E.) DC. Mentha x piperita L. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5.) N. Presl Cordia verbenacea DC. 21 Arnica montana L. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. Arctium lappa L. Matricaria recutita L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 34 Justicia pectoralis Jacq. 28 Cymbopogon citratus (DC. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. ex Britton & P. Cynara scolymus L. Citrus aurantium L.) DC. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Plantago major L. Curcuma longa L. 22 23 Baccharis trimera (Less. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Malva sylvestris L. 24 Casearia sylvestris Sw. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Br. Melissa officinalis L. 35 Lippia alba (Mill.

TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. laevigata Schultz Bip. Sambucus nigra L. Wigg 62 5. TINTURA DE Plantago major L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. TINTURA DE Momordica charantia L. H. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. TINTURA DE Mentha x piperita L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. TINTURA DE Allium sativum L. TINTURA DE Curcuma longa L. Salix alba L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. Punica granatum L. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L.) B. 57 Salvia officinalis L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ex Baker 84 .

118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 121 5.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. 110 111 106 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. 104 5. POMADA DE C. 123 5. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.) Burman f POMADA DE Arnica montana L. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.. laevigata Schultz Bip. multijuga (Hayne) Kuntze. 102 GEL DE Calendula officinalis L. 1ª edição 17 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 .5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5.) Coville 119 5. paupera (Herzog) Dwyer.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L.

18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS . 1ª edição 5.

entre as refeições. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno.5. anti-inflamatório e antiespasmódico. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. suspender o uso e consultar um especialista. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas.p.s.) Rydb. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. Caso ocorra um desses sintomas. 1ª edição 19 Achillea millefolium L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. Quantidade 1–2g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. INDICAÇÕES Aperiente. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. antidispéptico.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. duas a três vezes ao dia. antiespasmódico e anti-inflamatório. Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. suspender o uso.) DC. marcela e marcela-do-campo. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia.5 g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispéptico. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Macela.s. 1ª edição 5.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. logo após o preparo. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC.

INDICAÇÕES Antidispéptico. duas a três vezes ao dia. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação.p. 1ª edição 21 Arctium lappa L. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto.5. diurético e anti-inflamatório.5 g 150 mL . FÓRMULA Componentes raízes secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt.s. Quantidade 2. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo.

1ª edição 5. Aplicar na forma de compressa. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Arnica.p.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. nos casos de equimoses e hematomas. SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. duas a três vezes ao dia.s. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes flores secas água q.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. O uso pode causar hipotensão. trimera (Less. INDICAÇÕES Antidispéptico.) SINONÍMIA DC. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a três vezes ao dia.5 g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Quantidade 2. Baccharis genistelloides var. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less.s. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) Baker e Molina trimera Less.5.

24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Quantidade 1–2g 150 mL . Após higienização. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes flores secas água q. SINONÍMIA Não consta. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. MODO DE USAR Uso externo. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Em casos raros pode causar dermatite de contato.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante.s. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

5. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. SINONÍMIA Anavinga samyda C. erva-de-bugre e erva-de-lagarto. Quantidade 2–4g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispéptico. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. Gaernt.p..1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 5 minutos após o preparo.s. F. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J.. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. meia hora antes das refeições.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antiflatulento e antiespasmódico. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. 10 a 15 minutos após o preparo. Quantidade 1g 150 mL . após as refeições. 10 a 15 minutos após o preparo. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. INDICAÇÕES Aperiente. MODO DE USAR Uso interno. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. antidispéptico. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. 1ª edição 5.

5. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga.p. 1ª edição 27 Citrus aurantium L. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. de preferência no início da noite. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. FÓRMULA Componentes flores secas água q.s.

MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório.s. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.p. suspender o uso.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. Aplicar compressa na região afetada. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. três vezes ao dia.

duas vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. 1ª edição 29 Curcuma longa L.5. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. açafroa e açafrão-da-terra.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. Quantidade 1. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.5 g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. e Curcuma domestica Valeton. 10 a 15 minutos após o preparo. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.

Quantidade 1–3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. capim-limão. Andropogon citratus DC. 1ª edição 5.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. capim-cidreira e cidreira. 5 minutos após o preparo.. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antiespasmódico. e Andropogon citriodorum hort. capim-cidró. duas a três vezes ao dia.s.p. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. ex Desf. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ansiolítico e sedativo leve.

Quantidade 1g 150 mL . 1ª edição 31 Cynara scolymus L. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Antidispéptico.s. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. após 10 minutos do preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antes das refeições. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.

ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. logo após o preparo. três vezes ao dia. Quantidade 1g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro.

FÓRMULA Componentes cascas secas água q. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não ingerir.5. Quantidade 3g–6g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos. Fazer banho de assento três vezes ao dia.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter.s.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.s. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. três a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo.p. Quantidade 3g 150 mL . respiratória e gastrintestinal.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. após 10 minutos do preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. 1ª edição 5.

Ecbolium pectorale (Jacq. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso.p. duas a três vezes ao dia. chachambá e trevo-cumaru.) J. duas a três vezes ao dia. Gmel. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 5g 150 mL .) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Chambá. logo após o preparo. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante. logo após o preparo.5. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso.F..

logo após o preparo. três a quatro vezes ao dia. três a quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. INDICAÇÕES Ansiolítico. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. 1ª edição 5.p. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. e Lantana geminata (Kunth) Spreng.E. logo após o preparo.) N. logo após o preparo. antiespasmódico e antidispéptico. três a quatro vezes ao dia. bradicardia e hipotensão. MODO DE USAR Uso interno. Br.s. ex Britton & P. Quantidade 1a3g 150 mL . Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. sedativo leve.

p. Quantidade 2a3g 150 mL . Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Não consta.5.s. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. MODO DE USAR Uso externo.

p. Tomar 150 mL do infuso.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. suspender o uso imediatamente. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. logo após o preparo. três vezes ao dia.p. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L.s. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Malva. Após higienização. Uso externo. quatro vezes ao dia. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.s. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.

) Rauschert e Matricaria chamomilla L. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. Em caso de superdosagens. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. podem ocorrer náuseas. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Uso externo.s. três a quatro vezes entre as refeições.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL .5. Fazer bochechos e/ou gargarejos. NOMENCLATURA POPULAR Camomila.s. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. cinco a 10 minutos após o preparo. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q.p. ansiolítico e sedativo leve. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. excitação nervosa e insônia.

FÓRMULA Componentes folhas secas água q.) Planch. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa.s. três a quatro vezes ao dia. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antiácido e protetor da mucosa gástrica.p. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

5. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. INDICAÇÕES Antiespasmódico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 a 15 minutos após o preparo. Quantidade 1–4g 150 mL . FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. MODO DE USAR Uso interno.s. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial.p. ansiolítico e sedativo leve. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira.

Quantidade 1. 10 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q.5 g 150 mL .s.p. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. danos hepáticos severos e durante a lactação. duas a quatro vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. MODO DE USAR Uso interno.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta.

p. Quantidade 3g 150 mL . logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. duas vezes ao dia. Mikania scansoria DC. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. e Cacalia trilobata Vell. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5.. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. INDICAÇÕES Expectorante.

1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. INDICAÇÕES Expectorante. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. logo após o preparo.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip. Quantidade 3g 150 mL . ex Baker SINONÍMIA Não consta. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas vezes ao dia.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. Não utilizar cronicamente. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 a 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s.5. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas a quatro vezes ao dia.p. e Passiflora phoenicia Lindl.

INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não utilizar cronicamente.p. 1ª edição 5.s. duas a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. St. e Passiflora gratissima A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. –Hil.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Não utilizar cronicamente. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5. duas a quatro vezes ao dia.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. 10 a 15 minutos após o preparo. Quantidade 3g 150 mL .p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

MODO DE USAR Uso interno. hipertensão. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável).5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. nervosismo e ansiedade. arritmias. Acima de 12 anos: tomar 0. noz-de-cola. uma vez ao dia. Quantidade 0. mate) e anti-hipertensivos.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. INDICAÇÕES Estimulante. Em altas doses pode causar insônia.5 – 2 g . NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. hipertireoidismo.

ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. doenças hepáticas severas e gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. sem abafar. duas vezes ao dia. colagogo e colerético. INDICAÇÕES Antidispéptico.p. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. Quantidade 1–2g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.s. considerando a proporção indicada na fórmula. Não exceder a dosagem recomendada.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 10 a 15 minutos após o preparo.

INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.p. 10 a 15 minutos após o preparo. Phyllanthus asperulatus Hutch. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.s. Quantidade 3g 150 mL .) Kuntze. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. duas a três vezes ao dia.

suspender o uso imediatamente. 10 a 15 minutos após o preparo.5. Apium anisum (L. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. três vezes ao dia. Quantidade 1.. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce.) Baill.) Crantz e Carum anisum (L. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

. obstrução intestinal e por gestantes. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p. Quantidade 6–9g 150 mL . e Plantago latifolia Salisb. Plantago dregeana Decne. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.s. Após higienização.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. Não utilizar a casca da semente. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. 1ª edição 5. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. tansagem e tranchagem.

Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. crianças. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. logo após o preparo.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. Quantidade 1–3g 150 mL . boldo-brasileiro e boldo-nacional. duas a três vezes ao dia. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram.s. lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares.5.

5 g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Polígala.s. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 4. INDICAÇÕES Expectorante. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. SINONÍMIA Não consta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. 1ª edição 5.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Fazer banho de assento três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.p.s.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo.

NOMENCLATURA POPULAR Romã. SINONÍMIA Punica florida Salisb.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6g 150 mL . MODO DE USAR Uso externo.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. ex Steud. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L.s.. e Punica nana L. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. Punica grandiflora hort. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.

ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. Quantidade 2g 150 mL . Não utilizar em gestantes. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Não consta.p. três a quatro vezes entre as refeições. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. Não usar em gestantes e crianças. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico.s. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. Usar em casos de gripe e resfriados.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. 1ª edição 5.p. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. Quantidade 3g 150 mL .58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antiácidos. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula.

Após higienização.p. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. SINONÍMIA Não consta. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. duas a três vezes ao dia após as refeições. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. 10 minutos após o preparo. três vezes ao dia.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Uso externo.s. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. Não usar em pessoas com insuficiência renal.

duas a três vezes ao dia. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L.s. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Diaforético. Não usar folhas. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes flores secas água q. 5 minutos após o preparo. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. e Sambucus peruviana Kunth.

suspender o uso. Quantidade 1g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo.5. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia.s.p. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia.

1ª edição 5. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. MODO DE USAR Uso interno.s. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. aperiente e diurético. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Taraxacum dens-leonis Desf.. cálculos biliares. úlcera gastroduodenal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. logo após o preparo. INDICAÇÕES Antidispéptico. O uso pode provocar hipotensão arterial. H. Quantidade 3–4g 150 mL . três vezes ao dia. Leontodon vulgare Lam.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch. três vezes ao dia antes das principais refeições.p. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. suspender o uso. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. Bip. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano. MODO DE USAR Uso interno.s. ex Walp.

uma vez ao dia.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) H.s.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Rob. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Expectorante.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antidispéptico. 5 minutos após o preparo.s. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. irritação gástrica e hipertensão arterial. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 0. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.5 – 1 g 150 mL . FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. INDICAÇÕES Antiemético. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. expectorante e nos casos de cinetose. duas a quatro vezes ao dia. Não usar em crianças.5. MODO DE USAR Uso interno.p.

66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS .2 TINTURAS 5. 1ª edição 5.

. 1984. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. anti-inflamatório. lactentes. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV.. MILLS & BONE. (Ed. 1969. 2008. 2002. EBADI. M.) The complete German Comission E Monographs. MILLS & BONE. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al.. 1991). TEWARI et al. Quantidade 20 g 100 mL . NEWALL et al. antiflatulento. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999. 1991. HEALTHCARE. GOLDBERG et al. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 2009. 2009. 2009). BLUMENTHAL. PIRES et al. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. 2009. RÜCKER et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.s.. três vezes ao dia. 1993. 1998. crianças menores de 12 anos. J.) Rydb. 2010. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004. 1974. BLUMENTHAL.. WICHTL.. 2004). ALONSO. 2004. 1996. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. FINTELMANN & WEISS. DELLA LOGGIA. 1998.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Buenos Aires: ISIS ediciones S. GUPTA. 2007). Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. alcoolistas e diabéticos.p. em lactantes.. INDICAÇÕES Antidispéptico.1995... GADGOLI & MISHRA. 1998.1996.R.L.5. 2008. MODO DE USAR Uso interno. entre as refeições (WHO. REFERÊNCIAS ALONSO. colerético (WHO. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Bases Clínicas y farmacológicas. seco e ao abrigo da luz. 1998. PHILP. 1998.

2007. F. J. DE CARVALHO J. Med. USA: Thomson. G. A. 1996. BREUER. S. 1ª edição 5.. R. P. 2000. SHARAPIN.. E. 1. MILLS. Sci. S. Arch. LUCIO. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). P. Manual de Fitoterapia. USA: Elsevier Churchill Livingstone. D.. S. 1995.. J. EUROPEAN PHARMACOPEIA. Res. C. 212–219. PHILLIPSON. Principles and practice of phytotherapy . Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. 1984. WICHTL. GOLDBERG A. A. (Ed. E. R. ANDERSON. R.. S. Farmacogn. Montvale. G. 3th ed. Manuale per farmacisti e medici. J. E. 23.. TEWARI. A. B. St. 2004.. RÜCKER. 2000. 391-399.. MILLS. Achillea millefolium L. Pharm. L.. M.. Vutr. OEMF spa Milano 1993. Switzerland: World Health Organization. MUELLER. Supllement Strasbourg: Council of Europe. Probl. 18(suppl). 1999. Med. D. C. BAJPAI. FINTELMANN. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. CARLINI. Sci. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. 526 p. (cur. T.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2004. . BREUER. 6. MANN. ed. MENDES. Physicians Desk Reference. Phytother. S. DELLA LOGGIA. SRIVASTAVA. Geneva. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. F. Louis.7 . Contact Dermatitis. in mice. H. 979-981. DUARTE-ALMEIDA. K. London. Auslöser der Schafgarbendermatitis.. WEGLEWSKI. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. London: British Herbal Medicine Association. Panamá. Louis.).. 11. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). v. P. 1. 2nd ed.. RÜCKER. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide.. UK: The Pharmaceutical Press. Contraception. ROCHA. J.. PHILP. 3th ed. 938-41. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. Stuttgart. PDR for herbal medicines. St. J. J. E. L. J. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. G. GADGOLI. Bone. DOLDER H. Parm (Wienheim) 324. DESALVA S.): Piante officinali per infusi e tisane. C. FRANÇA. 296 p. Convenio Andréas Bib. 4. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 12. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe. 331-6. J. 1991.4′. M. WEISS R. 58. G. 2008. 2009. Bone.. ed. J. NEWALL. N.. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. PIRES.. 28. 2008.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. T. L. K. Pharmacology on line. FOURNADJIEV. Herbal medicines: a guide for health-care professionals..Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. 1969. USA: Elservier.. 99-107. M. 1996. Compositae). The essential guide to herbal safety. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. 1974. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. M. 309-13. HEALTHCARE... 1998. L. A. J. EIGEN E. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). and Artemisia vulgaris L. C.... 1991 SHIPOCHLIEV. MONTANARI T.. 274-80.Modern herbal medicine.. 2009.. McGraw-Hill Professional. HAUSEN. 58. 2004. Bras.. M. Santafé de Bogotá. Rev. 2010. NEGRI. WHO monographs on selected medicinal plants. B. Indian J. V. GUPTA. H. 744-747.. 24. M. M. GUPTA. MISHRA. M.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia.

L. Bases Clínicas y farmacológicas. Quantidade 20 g 100 mL . NOMENCLATURA POPULAR Alho. Pesar o alho seco. lactantes. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. 2004). 2004).. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente.. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. MILLS & BONE. lactentes. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais).R.1999. Não usar em pessoas com gastrite. 2004. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). MILLS & BONE. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. 1998. 1999. REFERÊNCIAS ALONSO. Filtrar e acondicionar. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. 1999).5. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. 2004). TYLER et al.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água.p. hipertensão arterial leve. J. 2000). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. BRASIL. 2004. GRUENWALD. crianças menores de dois anos. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. TYLER et al. 1999) e warfarina (WHO. ALONSO. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. seco. 1999. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. 1998.s.. 2004. 2008). úlceras gastroduodenais. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. FÓRMULA (BHF. Buenos Aires: ISIS ediciones S. dependentes alcoólicos e diabéticos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. 1983).

BRASIL. Louis. Brasília. Montvale. 1999. S. V. . Plantas Medicinales. Instrução normativa nº 5. 12 dez. Poder Executivo... 1996. 744-747. A. Geneva. LUCIO. SCHULZ. 2004. 1999. 2000. 2008. Rev. USA: Elsevier Churchill Livingstone.Modern herbal medicine. KAENICKE. Switzerland: World Health Organization.. BONE. v. Ministério da Saúde.. HÄNSEL. C.. Bras.. WICHTL. Farmacogn. VANACLOCHA. 3th ed. MILLS.. Berlin: Springer.. S. 417 p. The essential guide to herbal safety. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 2008. WHO monographs on selected medicinal plants. GRUENWALD..2 TINTURAS BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. 1999. V. FRANÇA. M. BLUMENTHAL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. T. Determina a publicação da “Lista De Medicamentos Fitoterápicos De Registro Simplificado”. BRENDLER. DF. Louis. ROCHA. K. Medicinal Economics Company. Vademecum de Prescripción. 2004. Principles and practice of phytotherapy . Barcelona: Masson. MILLS. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1148 p.1. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. St.. E. M. R. B. Stuttgart. New Jersey. J. TYLER. N. London: British Herbal Medicine Association. 2004. H. E.70 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 18(suppl). PDR for Herbal Medicines. 1ª edição 5. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. V. SHARAPIN. BONE. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Rational phytotheray: a reference guide for physicians and pharmacists. K. S. USA: Elsevier. M. St. de 11 de dezembro de 2008. L.

2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q.. M. 93-97. ROCHA. L. Schum on arterial hypertension. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. SHARAPIN.p. 4. e Alpinia speciosa (J. M. 1991. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. T. Farmacogn.C. Schum. A. Wendl. L.. Mem Inst. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. Oswald Cruz. J. Wendl. VARGAS. 2010).2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. E. C. A. Quantidade 20 g 100 mL . Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Bras. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 744-747. S. N. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. H. 1991.. L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Rev. FRANÇA.) K. MODO DE USAR Uso interno. J.) K. A. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers.s. H. J. V. A. C.. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. 86.. crianças menores de dois anos. alcoolistas e diabéticos. 2008. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa.. 2010. três vezes ao dia. L. 27-33. REFERÊNCIAS MENDONÇA..C. A. LUCIO. CRAVEIRO. 18(suppl).. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. lactantes. 1991). No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA.) B. lactentes. VARGAS & CARVALHO.5. CARVALHO. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. seco e ao abrigo da luz. OLIVEIRA. C.

lactantes. (ESCOP. 1999. Farmacogn. 1998). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. SHARAPIN. ROCHA. 1401-1404... M. H. SCHILCHER. WHO. 211p. S. Dermatol. 1998. 2005. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. H. E. FRANÇA.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Arch. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Bras. SCHILCHER. alcoolistas e diabéticos. Quantidade 10 g 100 mL . MODO DE USAR Uso externo. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. 2002). J. Rev. N. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. 2008. M. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. 2005). Em raros casos.p. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. 1ª edição 5. A. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. LUCIO.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. SINONÍMIA Não consta. 1999).2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. seco e ao abrigo da luz. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. D. 2003. L. 134. crianças menores de dois anos. DATTNER. A.. REFERÊNCIAS BROWN.. 744-747. 18(suppl). 2003.s. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.

WHO monographs on selected medicinal plants. V. Plantas Medicinales. B. 1999.5.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 73 VANACLOCHA. v. . 2002. 1148 p. Geneva. Switzerland: World Health Organization. 2. Barcelona: Masson. Vademecum de Prescripción. WORLD HEALTH ORGANIZATION.

2006). B. Rev. 1999. seco e ao abrigo da luz. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. B. 1ª edição 5. LUCIO. 40–59. colagogo (WAGNER.. Bases Clínicas y farmacológicas. ALONSO. ROCHA. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. MODO DE USAR Uso interno.. pulmonary. S. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. metabolic. crianças menores de dois anos. E. 1999. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. H. hipolipemiante.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. Farmacogn. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO.L. 2009. 744-747. Potential therapeutic effects of curcumin. cardiovascular. 2004). The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. e Curcuma domestica Valeton. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. 1999. A. antiespasmódico. REFERÊNCIAS AGGARWAL. HARIKUMAR. 1999). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). AGGARWAL & HARIKUMAR. INDICAÇÕES Colerético.s. SHARAPIN. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Quantidade 10 g 100 mL . 1999.R. lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. K. PHILP. the anti-inflammatory agent. N.p. 2009. ALONSO. M. R.. 1998). VANACLOCHA. B. 18(suppl). VANACLOCHA. J. Buenos Aires: ISIS ediciones S. FRANÇA. L. PHILP. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. açafrão-da-terra e açafroa. alcoolistas.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. Bras. against neurodegenerative. autoimmune and neoplastic diseases. 41.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. 2004. 2008. B.. 1998. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA.

H. Switzerland: World Health Organization.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1. WIESENAUER. Farmacologia e Aplicações Clínicas. Fitoterapia: Fitofármacos. ed. Barcelona: Masson. B. . WHO monographs on selected medicinal plants. M.. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION..5. 1999. v. 2. Vademecum de Prescripción. WAGNER. Plantas Medicinales. 2006. 1ª edição 75 VANACLOCHA. 1999. Geneva. V.

alcoolistas.. MARAKIS.. 1999. crianças menores de dois anos. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. 2009). 2002. BLUMENTHAL.5 a 5. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA.p. MILLS & BONE.. antiflatulento. Acima de 12 anos: tomar 2. R. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. CARDOSO. 2009). 10. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. . 2008.. 1998. J. BUNDY. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A. VANACLOCHA. 2001. INDICAÇÕES Antidispéptico.. WHO.) The complete german Comission E monographs. 2009. 1998.s. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. 2008). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. W. Complement.. BUNDY et al. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. C... Altern. BOOTH. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. M. MODO DE USAR Uso interno. BUNDY et al. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. VANACLOCHA. (Ed. náuseas e pirose (WHO. J.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. WICHTL. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. seco e ao abrigo da luz. 1998. 1999). incluindo diarreia.. MIDDLETON. 1ª edição 5. R. 2004. 2009). lactantes. 2003. 2004). 2009. WALKER. BUNDY..76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. antiemético. 2004. G. HOLTMANN. Med. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. 667-669. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO.

9. K.. multicentre trial. Switzerland: World Health Organization. WICHTL. Phytomedicine. A. A. MILLS.. M. T.. Phytomedicine. S. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. Res.. WRIGTH. Barcelona: Masson. J. 2009. GRUNEWALD. 668-675. WALKER. WHO monographs on selected medicinal plants. . G. ROCHA. 1148 p.. 58-61. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 2004. F. W.5.. 744-747.. 3 ed. MARAKIS. MIDDLETON. BOOTH... double blind. F.. WINDECK. ADAM. FRANÇA. G. C. C. O. V. PETROWICZ. 1ª edição 77 BUNDY. 2003. B. BONE. CARDOSO. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. Bras. 2008. 2002. WALKER. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. v. Cidade: Elservier.. COLLET. Pharmacol. H. Z. D. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. 694-699.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 15.. Ther.. W. R. F.. W.. MIDDLETON. 15. 18. A.. S. Geneva. H. 18(suppl).1105. M. M. L. Aliment. N. J. R. Farmacogn. The essential guide to herbal safety. VANACLOCHA. R. Vademecum de Prescripción. Phytoter. MIDDLETON. WORLD HEALTH ORGANIZATION. E. 2001. HOLTMANN.. HAAG. R. Rev. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Pharmabooks. 2009.. 1099. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral.. WALLIS. SHARAPIN.. 2008. C. R. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. Stuttgart. SIMPSON. A.. PIKE. B. S. 4. Plantas Medicinales. J. 2004. WALKER. double blind placebo controlled trial. 1999. C. LUCIO. W. E.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

B. 1ª edição 81 MATOS. N. A. M. 2. A. 1998. J. L. S. MATOS. Bras. Farmacogn. Fortaleza: Editora da UFC. 2000. Fortaleza: Editora da UFC. ROCHA. LUCIO. VIANA. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. ed. H. Guia fitoterápico. Farmácias vivas. 2008. F. BANDEIRA. J. Plantas medicinais.. MATOS F. FRANÇA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. M.. SHARAPIN.5. J. 3. Fortaleza: Editora da UFC. A. 1998. S.. ed. E. A.. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. . M. 744-747. F. G. 18(suppl). Rev.

.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. Quantidade 20 g 100 mL . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 18(suppl).s.. 2008. CUMMING. WACHER. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. V. Plantas Medicinales. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. TANKHAEVA. 1ª edição 5. lactantes. seco e ao abrigo da luz. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. 2004). L. MODO DE USAR Uso interno. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. Farmacogn.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2010. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. TPII – 95. 1999.p. 2004).. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Barcelona: Masson. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 46. B. WHO. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. três vezes ao dia (VANACLOCHA. Z. G. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2002. E. Bras. H. RAMTOOLA.. N. REFERÊNCIAS DRESSER. D. VANACLOCHA. 22-27. 1999. Chemistry of Natural Compounds. S. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. N. ROCHA. INDICAÇÕES Antidispéptico.. 1148 p. 2004). Rev. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. V. alcoolistas. crianças menores de dois anos.. K. M. 744-747. FRANÇA. LUCIO.... Vademecum de Prescripción. G. M. D. SHARAPIN. L. 2002). OLENNIKOV. March 24-28.

188-205. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2004. Switzerland: World Health Organization.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. . v. Geneva. 2. WHO monographs on selected medicinal plants.

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G. A. MATOS. MATOS. F. Essentia Herba – Plantas Bioativas. J..5. ed. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. F.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Guia fitoterápico. S. F. A. 2. BANDEIRA. F. SHARAPIN. A. A. Fortaleza: Editora BNB. J. G. 1ª edição 85 LORENZI. VIANA. A. v. A. MATOS. VIANA. 1998. Fortaleza: Editora da UFC. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. N. 633 p. L.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. M. ed. MATOS. Rev. M. 744-747. B. F. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. ROCHA. 1998. . Guia fitoterápico. A. 2008. Farmácias vivas. M. J. 2. A. MATOS. H. Fortaleza: Editora da UFC. Fortaleza: Editora da UFC. 2006. ed. J. M. A. As plantas das farmácias vivas. M. FRANÇA.. E. J. S. B. Nova Odessa. SILVA JUNIOR. H. ed. 2. LUCIO. A. J. Florianópolis: EPAGRI.. Fortaleza: Editora da UFC. 1997. F... Farmacogn. S. MATOS. BANDEIRA. 2. 2001. 3. Bras. A. 2008. 18(suppl). Plantas medicinais. 2000.

ed. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. 1998. G. GUPTA. MATOS. pois pode causar coma hipoglicêmico. F. A. GUPTA et al. MODO DE USAR Uso externo. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ed. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. distúrbios hepáticos. MATOS. REFERÊNCIAS ALONSO. A. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ROBINEAU. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. F. 1997).86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1995. MATOS. Santo Domingo: Tramil. 1998. MATOS. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. 1ª edição 5. seco e ao abrigo da luz. Fortaleza: Editora da UFC. (Org. 1995. Santafé de Bogotá. Lév. 1997. GUPTA et al. 1997. Quantidade 10 g 100 mL .. J. Plantas medicinais. Bases Clínicas y farmacológicas. SINONÍMIA Cucumis argyi H. ROBINEAU. M. FARMACOPEA Caribeña. 2009). 2000. 2000. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. WHO. 1995. uma vez ao dia.. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água.s.R. 1997.) et al. 1997. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED).. Momordica chinensis Spreng. P. Fazer aplicações tópicas. 1.L. 1998. 2. Fortaleza: Editora da UFC. J. J. L. Buenos Aires: ISIS ediciones S. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L.p.

Rev.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. . WORLD HEALTH ORGANIZATION. 18(suppl).. S. A. 2009. 744-747. 2008. L. FRANÇA. Geneva. 1ª edição 87 ROCHA. M. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. Farmacogn. Switzerland: World Health Organization. 4. SHARAPIN.5. LUCIO. E. v. N. WHO monographs on selected medicinal plants.. H. Bras.

M. 1067–1073.. M. M. CARVALHO.. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. R. St. MATOS... sedativo suave .. 1997a. lactantes. 2006. seco e ao abrigo da luz. M. L.. 148–153. MODO DE USAR Uso interno. C.. Y. J. CAMPOS. Phytotherapy Research. Seu uso pode causar sonolência. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al...tomar 2. 2008). 20. 1997b. LORENZI & MATOS. H. G.. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. MATOS.s. MATOS. 1 hora antes de deitar. 1998). Journal of Ethnopharmacology.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 2010. 2001. LI.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. D.. 2000. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco..tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. Acima de 12 anos: ansiolítico . A.. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. COLETA et al. 1998. 128. T. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. Quantidade 20 g 100 mL .88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. BAI. e Passiflora gratissima A.. três vezes ao dia (VANACLOCHA. flavicarpa.. alcoolistas e diabéticos. MATOS. 2010. DE-PARIS et al. –Hil. its sub-fractions and flavonoid constituents. ZHOUA. T. M. BATISTA. crianças menores de dois anos. 2002. LIMA. CUNHA. 1ª edição 5. REFERÊNCIAS COLETA. COTRIM.p. VIANA et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). LI. P. 2006. 1999). DENG.

Bras. H. 5–8. A. REGINATTO. VANACLOCHA. ROCHA. M. As plantas das farmácias vivas. A. . R.. 2008. 2001. MATOS. J.. V. 18(suppl).. F. A. J.. F. D. FRANÇA. H. J. L.. SALGUEIRO.. Rev. Fortaleza: Editora da UFC. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. M. 1998. F.5. J. Plantas medicinais.. 2. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Barcelona: Masson. S. J.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M. A. 3. Guia fitoterápico. Plantas Medicinales. N. SHARAPIN. MATOS. H. E.. A. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims.. J. J. F. E. 1ª edição 89 DE-PARIS. BANDEIRA. Farmácias vivas. 744-747. VIANA. 2008. F. F. Guia fitoterápico. A. LORENZI. ed. PETRY. F. LUCIO. QUEEDO. 1999. 1997a. Fortaleza: Editora BNB. J. F. S. BANDEIRA M. MATOS. A... 21. GONZÁLEZ-ORTEGA. A. MATOS. Plantas Medicinais no Brasil. KAPCZINSKI. P. 1998. GOSMANN. SCHENKEL.. Viana. G. G. 2.. Fortaleza: Editora da UFC. 1148 p. MATOS. Vademecum de Prescripción. ed. B. GSB. M.. Farmacogn. Acta Farmaceutica Bonaerense. J. 2000. 1997b. MATOS. A. F. 2002. B. G.. Fortaleza: Editora da UFC.. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. A. Fortaleza: Editora da UFC. F. B. Fortaleza: Editora da UFC. ed.. MATOS.

M. GUPTA et al. CAMPOS & SCHOR. A. alcoolistas e diabéticos. 2002. SCHOR. MODO DE USAR Uso interno. N. 30. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 81. A. Nephron. 1ª edição 5. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Buenos Aires: ISIS ediciones S. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. M. M. 829. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q... seco e ao abrigo da luz. 374. FREITAS et al. M. (GILBERT et al. BOIM.L. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.. 1999. 1997.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. SCHOR. 1998). 2003. N. 2004. crianças menores de dois anos. 1998. 2003. 2001. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS.R. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo.. A. Quantidade 10 g 100 mL . H. 1995. 2002. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. 1999). The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation.. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Não usar por mais de três semanas. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. BARROS et al. FREITAS.s. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. BOIM.. Urol Res. E. CAMPOS. 2005. BARROS.p... 89. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). MATOS et al. SCHOR.. N. lactantes.. Bases Clínicas y farmacológicas. MATOS. 2008).. J... A. REFERÊNCIAS ALONSO. 393. BJU Int. ALONSO.

3.. 2001. A. Fortaleza: Editora da UFC.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FERREIRA. ROCHA. A. 2. LUCIO. Plantas Medicinais no Brasil . L. 18(suppl).. H. J. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. FIOCRUZ. CAMPOS. MATOS. BANDEIRA M. L... Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 1.. ed. . Urol Res. 1998. HEILBERG. 2008. J. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. 1995. A. F. M. NISHIURA.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Plantas Medicinais no Brasil. A. Bras. LORENZI. F. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. ALVES. Curitiba. J. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). & MATOS. FRANÇA. E. P.. L. F. Guia fitoterápico. I. N. H. Farmacogn. A. 1997. 362–366. Rev. 744-747. Farmácias vivas. 2008. 2004. M. N. 1ª edição 91 GILBERT. ed. M.. SCHOR. P. BOIM.. MATOS. S. J. A. H. SHARAPIN.. 2008. J. Fortaleza: Editora da UFC. F. G. LORENZI. 32.. ed.. B. ABREU MATOS. Brasil: Abifito. GUPTA. J. P. F. F. M. ed. Santafé de Bogotá.. J.nativas e Exóticas. B. ABREU.5. H. 2005. 2. S.. VIANA. L. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. Fortaleza: Editora da UFC. MATOS. A.

92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quintais medicinais. 2005. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. I. 1997).. F.. MODO DE USAR Uso externo. C.. VANACLOCHA. 2004. P.s. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. e Plantago latifolia Salisb.. gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. MARI GEMMA. Cuiabá. VANACLOCHA. V.1999). A. Plantas medicinais. crianças menores de dois anos. REFERÊNCIAS AMARAL. F. lactantes. A. J. 2005. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. C. L. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. F. E. Fortaleza 1997. 2000. 2000. Rio de Janeiro. obstrução intestinal. 1999.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. Mais saúde. ed.. tansagem e tranchagem. J. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul.p.. 1999). NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. alcoolistas e diabéticos. TYLER et al. Plantago dregeana Decne. AMARAL et al. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. 1ª edição 5. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 2.. FIOCRUZ. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Brasil: Abifito. diluídas em 75 mL água. 2005. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. 2005. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Fortaleza: Editora da UFC. seco e ao abrigo da luz. SIMÕES. FERREIRA. BIESKI. C. MATOS. MATOS. Quantidade 10 g 100 mL . G.5 a 5 mL) da tintura.

HÄNSEL. 1148 p. E. Rev.5. S.. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M. 1999.. N. V. . L. Plantas Medicinales. 744-747. M. 2008. Farmacogn.. BLUMENTHAL. TYLER. SHARAPIN. Vademecum de Prescripción. 1ª edição 93 ROCHA. FRANÇA.. R. V. B. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. E. 18(suppl). LUCIO. SCHULZ. Barcelona: Masson. V. 417 p. Bras. Berlin: Springer. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. 2004.. VANACLOCHA. H.

P. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). I. boldo-brasileiro e boldo-nacional. 2010. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. VANACLOCHA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. REFERÊNCIAS ALMEIDA. BLUMENTHAL.. LEMONICA. 53-60.. MATOS.. 2010. 2000. J. 73. seco e ao abrigo da luz. MODO DE USAR Uso interno. 2007. Editora Guanabara Koogan. V. crianças menores de dois anos. F. (Ed. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. BLUMENTHAL. 1997. F. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. MATOS. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. C. The toxic effects of Coleus barbatus B. 1ª edição 5. 1998. on the different periods of pregnancy in rats. diluídas em 75 mL de água. A. lactantes. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. FINTELMANN & WEISS. 1996. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. diabéticos. FINTELMANN. 1997. Fortaleza: Editora da UFC.s. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. 1998. R... SCHULTZ et al. G. 1999). Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. Quantidade 20 g 100 mL . MATOS. F. 2000.p.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 1999).) The complete german Comission E monographs. As plantas das farmácias vivas. M. 2000). alcoolistas. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 1998. WEISS. J Ethnopharmacol. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA.

Fortaleza: Editora da UFC. LUCIO. F. Ethnopharmacol. A.M.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Plantas Medicinales. F. 1996.5. UK: The Pharmaceutical Press. Vademecum de Prescripción. A. Inhibition of the gastric H+. 1148 p..K+-ATPase by plectrinone A. VANACLOCHA. ROCHA. L.. LAPA. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. C. 2007. SCHULTZ. 1ª edição 95 MATOS. PHILLIPSON. L. J. 1-7. A. 3. E. H. A. M.. M. MATOS. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Farmacogn. Fortaleza: Editora da UFC.. N. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. 111. 744-747. A. J. R. TORRES.. . FRANÇA. Farmácias vivas. Barcelona: Masson. J. SOUCCAR. T. J. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. M. NEWALL.. 296 p.. A. 1999. ed. 2000. V. 2008. ed. London. BOSSOLANI. J. SHARAPIN. C. 18(suppl). C. LIMA-LANDMAN.. Rev. B. Bras. 2. L. S.B. P. Plantas medicinais. 1998. ANDERSON. D..

2008. 2008). M. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. 1148 p. ed. Cuiabá. crianças menores de dois anos. seco e ao abrigo da luz. 744-747. REFERÊNCIAS BIESKI. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 2008). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. 2009). Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. LUCIO. Nova Odessa. J. C. NOMENCLATURA POPULAR Romã.. H.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. N. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. Quintais medicinais. 2005.p. 2008. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 18(suppl). três vezes ao dia (LORENZI & MATOS.s. 1998. lactantes. alcoolistas e diabéticos. G. I. F..96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo. Mais saúde. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. LORENZI & MATOS. Fazer bochechos e gargarejos. . LORENZI. MARI GEMMA.. V. E. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. Farmacogn. 1999.. 1999. ROCHA. H. e Punica nana L.. Bras.. SINONÍMIA Punica florida Salisb. Punica grandiflora hort. SHARAPIN. Vademecum de Prescripción. S. WHO. VIANA et al. A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. B. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2. 2005. A. ex Steud. Rev. FRANÇA. C. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA.. 1ª edição 5. Plantas Medicinales. L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Barcelona: Masson.

B. Guia fitoterápico. MATOS F.5. 4. WORLD HEALTH ORGANIZATION.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Geneva. M. . v. G. WHO monographs on selected medicinal plants. A. 2009. J. A.. S. BANDEIRA. Fortaleza. 1ª edição 97 VIANA. 1998.. M. Editora da UFC. Switzerland: World Health Organization.

O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. INDICAÇÕES Antiemético. Barcelona: Masson.s. Vademecum de Prescripción. 296 p. Geneva. expectorante e nos casos de cinetose (WHO.. Quantidade 20 g 100 mL . Switzerland: World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. ANDERSON. M. J. Bras. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1999). H. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. London. REFERÊNCIAS NEWALL. seco e ao abrigo da luz... LUCIO. ROCHA. S. Plantas Medicinales. PHILLIPSON. 18(suppl).98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 744-747. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes..1. crianças menores de dois anos. B. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. V. v. VANACLOCHA. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. 1999. A. N. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. E. 1ª edição 5. UK: The Pharmaceutical Press. D. Rev. 2008. alcoolistas e diabéticos. 1999). A. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. MODO DE USAR Uso interno. 1996. e Zingiber aromaticum Noronha. antidispéptico. L. C. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. FRANÇA.p. lactantes. 1999. Farmacogn. A. Herbal medicines: a guide for health-care professionals.. 1148 p. L. SHARAPIN. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1999). WORLD HEALTH ORGANIZATION. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 1996). Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L.

3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 99 5.3 GEIS .5.

NOMENCLATURA POPULAR Babosa. vera.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. 1ª edição 5. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Cicatrizante. Aloe perfoliata var. Quantidade 10 mL 100 g . Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa.p. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.s. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. MODO DE USAR Uso externo.

aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. Boca Raton: CRC. 1987). nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. Phytotherapy Res. seco e ao abrigo da luz.5. homogeneizar até a incorporação completa e envasar.p. MASCOLO. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Handbook of medicinal herbs. 1. et al. MODO DE USAR Uso tópico. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. 2831. REFERÊNCIAS DUKE. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas.. A. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Após higienização. 1987. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. NOMENCLATURA POPULAR Arnica.s. SINONÍMIA. adicionar o extrato glicólico no gel. Quantidade 10 mL 100 g . 1985). Armazenar em local fresco. N. 1985. Não consta.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. 1985. MASCOLO et al.

TEIXEIRA. 175-178. 2008. Quantidade 5% q. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. J. C. Journal of Ethnopharmacology. 1994. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.. A. CARVALHO. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. 53. J. 72–80.. BASTOS. J. 118-120. 120 . L... Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. DOS SANTOS FILHO. DE AMORIM. ARAÚJO et al. 2008).. K. Armazenar em local fresco.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. C. 1996. D.) L. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. SERTIE. ALENCAR. A. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. C.P.. 1ª edição 5.. Tul. P. ex. M. N. CARVALHO et al. J. S. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá.L. SOUZA. E. P. J. 60. T.s. ALBUQUERQUE. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. Planta Med. REFERÊNCIAS ARAÚJO. T.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart.. 1996... S. U. 1994... A. M. SARTI. seco e ao abrigo da luz. R. BACCHI.. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. Journal of Ethnopharmacology. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. E. .p.

1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. seco e ao abrigo da luz. FLEISCHNER. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. Cosmet. R. FLEISCHNER. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. 150-6. 100. J. SINONÍMIA Não consta. 1983. Armazenar em local fresco. A.5. 16. anti-inflamatório e cicatrizante. J. INDICAÇÕES Antisséptico.. Lymphology. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. Toilet. MODO DE USAR Uso externo. Após higienização. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. Quantidade 10 mL 100 g .. M. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. R. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. CASLEY-SMITH. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.s.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 1985). 45. 1985. 1983.

F. A. J. BANDEIRA. F. 1ª edição 5. seco e ao abrigo da luz. 2000. A. Fortaleza. MATOS. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Plantas medicinais. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MATOS. B. Fortaleza: Editora da UFC. As plantas das farmácias vivas. J.. VIANA et al. MATOS. J.. ed. 1998. MATOS. F.s. 2. J.p. 1998) MODO DE USAR Uso externo.. Fortaleza : Editora da UFC. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. 2000. M. ed. 1997. A.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. Fortaleza: Editora da UFC. 1998. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco. antimicótico e escabicida (MATOS. Guia fitoterápico.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. MATOS. M. A. VIANA G. 3. A. 1997. F. S. INDICAÇÕES Antisséptico. Quantidade 10 mL 100 g . MATOS. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. Farmácias vivas.

1ª edição 105 5.5.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.4 POMADAS .

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

A.. L. 2008. NAKAMURA. ONOFRE. C. BRITO... MENDONÇA. C. S. B. J. A. P. A. . R. 577-581. 19. S.. R. Brazilian Journal of Pharmacognosy.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. E. PINTO. B. 28. 358-366. C. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. 2008. V. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. P. E. 2009. R. F..5. T. J. A... LINO J. B. OLIVEIRA. V. UEDA-NAKAMURA. BOMBARDIERE. D. DIAS FILHO.. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). 2B. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. 103... 1ª edição 109 DOS SANTOS. 277-281. JUNQUEIRA-KIPNIS. VEIGA JR.. Pesquisa Veterinária Brasileira. VIEIRA. O.

bras.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. Cordia curassavica auctt.bras. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 10 mL 100 g . Lithocardium verbenaceum Kuntze.. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira.s. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. seco e ao abrigo da luz. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. Lithocardium salicium Kuntze.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. Armazenar em local fresco. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. Lithocardium fresenii Kuntze.ex Fresen. Cordia cylindristachya auctt. Aplicar nas áreas afetadas. 1ª edição 5. ex Fresen. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. uma a três vezes ao dia.p.

no máximo. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. Não usar em lesões abertas. R. Quantidade 10 mL 100 g . 1985). et al. MODO DE USAR Uso externo.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. equimoses. Armazenar em local fresco. SINONÍMIA Não consta. REFERÊNCIAS GOLDMAN. S.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. INDICAÇÕES Cicatrizante. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. Fitoterapia. hematomas e contusões (GOLDMAN et al.. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. 1985.p. 323-329. 6. Manter fora do alcance de crianças. seis semanas consecutivas ao ano.

1ª edição 5.5 BASES FARMACÊUTICAS 5.5 BASES FARMACÊUTICAS .112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. em uma proveta. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. seco e ao abrigo da luz. pomadas e cremes de Aloe vera.5. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. triturá-lo ao máximo. Filtrar. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. À parte. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. preparar a solução de álcool e propilenoglicol.

p. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero.1 g 5g 3. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).polietileno). 1ª edição 5. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. FORMA FARMACÊUTICA Gel. ajustando o pH entre 5.5 e 6. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A. 0. depilação ou geis antissépticos.s. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . previamente misturada.3 g 100 g Quantidade . ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Usado para preparações após barba. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.polietileno tereftalato ou frasco PE .6 g 1g 0.5.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

117

5.6 CREMES

INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q.s. Armazenar em local fresco.p. Utilize espátula para retirar o produto do pote. MODO DE USAR Uso externo. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Após higienização. SINONÍMIA Não consta. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Em feridas a cada 24 horas. Quantidade 10 mL 100 g .6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

. À parte.S. R. 12. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart.s. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. L. em uma proveta. Filtrar. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g .. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. Revista Brasileira de Farmacognosia. preparar a solução de propilenoglicol e água. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. BRANDÃO.. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. M. L. Acacia adstringens Mart.. Armazenar em local fresco. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.. G. FERREIRA.) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. 2002.. A. REFERÊNCIAS ARDISSON.) Coville (Barbatimão). aplicar na área afetada até três vezes ao dia.p. GODOY. seco e ao abrigo da luz. Após higienização. 2002). L. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. J. 27-34. M.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo. Utilize espátula para retirar o produto do pote. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. STEHMANN. INDICAÇÕES Cicatrizante.5. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. J.

7 XAROPE 5.7 XAROPE . 1ª edição 5.120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Armazenar em local fresco. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. laevigata Schultz Bip. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. scansoria DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). gestantes. Agitar antes de usar.p. Em casos crônicos.5 mL do xarope. lactantes e crianças menores de dois anos. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. Completar o volume e homogeneizar. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar.5.p. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . três vezes ao dia.s. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. SINONÍMIA M. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus.s. duas vezes ao dia.5 mL do xarope. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. Crianças de três a sete anos: tomar 2. seco e ao abrigo da luz.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. usar por duas semanas. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. fria. no preparo dessa formulação. (Mikania glomerata). INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno.

8 SABONETE .122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.8 SABONETE 5.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Durante o banho. Manter fora do alcance de crianças. ajustar viscosidade ácido cítrico q. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. INDICAÇÕES Antisséptico. Se necessário. deixando o sabonete em contato.p. Lavar com água corrente.s. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz.p. MODO DE USAR Uso externo.p. ajustar o pH água purificada q.s. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente.s. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. SINONÍMIA Não consta. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. antimicótico e escabicida.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . homogeneizar. aplicar na área afetada. completar o volume com água purificada. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%.5. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.

1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante. sob agitação. de plástico opaco ou vidro âmbar. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. aquecer os componentes até completa solubilização.5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g .

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