Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

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Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

A grande maioria dos medicamentos. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. essa necessidade. de São Paulo. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. além da própria Anvisa. que integra a FB 5 como um de seus componentes. de Campina Grande. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. por natureza. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. À Anvisa. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. hoje disponíveis no mundo. portanto. Esse foi. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). do Paraná. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. de Santa Maria. principalmente. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . o país da diversidade. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. Com o cuidado que o tema exige. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. comprovadamente. de Ribeirão Preto. competência e. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. reconhecidas universidades federais. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. Reconhecemos ainda. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. com a Fundação Oswaldo Cruz. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. um dos componentes da quinta edição da FB 5.

com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. 1982.4. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. mais recentemente. em seu item 2. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. destinada a garantir. tanto manipulados quanto industrializados. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . cinco de geis. cinco de pomadas.3. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. fitoterápicos segundo a legislação vigente. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. º 212. duas de cremes. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. uma de sabonete. representando as diversas regiões do país. o decreto 5. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. com embasamento científico. 17 de tinturas. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. de 11 de setembro. No Brasil. de 22 de junho de 2006. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. de 09 de dezembro de 2008. do Ministério da Saúde que. quanto à aplicação da prática fitoterápica. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). Com isso. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas.813. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. à base de plantas medicinais. uma de xarope. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. estabelecido para o país. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Portanto.

ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .USP .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .

Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Embrapa .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde . TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .

URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.

UFMG RONALDO F.Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais . DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFF LEÔNIA M.IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará . BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C.UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP . 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .

frio ou aquecido. caules. sobre o lugar lesionado. não devendo ser engolido o líquido ao final. sementes e folhas coriáceas. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. Droga vegetal É a planta medicinal. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. . 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e secagem. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. ou suas partes. quando aplicável. equipamentos e sistemas. ou classes de substâncias. que causam a ação terapêutica. óleo fixo e volátil. normalmente. Banho de assento É a imersão em água morna. após processos de coleta. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. Pode ser denominado FFFB 1. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. 1ª edição”. alcoolatura. estabilização. em laboratórios de ensaios. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. rizomas. triturada ou pulverizada. raízes. na formulação e produção de medicamentos. podendo ocorrer na forma de extrato. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. cera. na posição sentada. obrigatoriamente. exsudado e outros. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. Bochecho É a agitação de infuso. tintura. dependendo da indicação de uso. tais como cascas. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. podendo estar na forma íntegra. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. que contenham as substâncias. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. rasurada. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. cumprir com as especificações de qualidade.

os insumos farmacêuticos e correlatos. Assim. As BPM devem ser atendidas. assim como a experiência profissional. artigos científicos e materiais técnicos. Abreviatura: ext. aparência. os saneantes e outros produtos. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. dentro dos limites especificados. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. em que. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. quando aplicável. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. ou de seus derivados. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. dissolução e suspendibilidade. empacotar. palatabilidade. suas prováveis interações. flu. removível ou não. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. com finalidade profilática. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. as drogas. em massa. quando aplicável. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. em massa ou volume corresponde a uma parte. os cosméticos. Extrato É a preparação de consistência líquida. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. obtida a partir de material animal ou vegetal. Para tanto. exceto quando indicado de maneira diferente. proteger ou manter. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. dentro dos limites especificados. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. Essas informações. da droga. uniformidade. destinado a cobrir. teor de constituintes. ou de resíduo seco. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. maceração ou outro método adequado e validado. Após a extração. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. com características apropriadas a uma determinada via de administração. seca utilizada na sua preparação. curativa ou paliativa. Na manipulação de produtos magistrais. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. especificamente ou não. O extrato é preparado por percolação. Se necessário. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. materiais indesejáveis podem ser eliminados. utilizando como solvente álcool etílico. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. Abreviatura: ext. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. envasar. . uma parte do extrato. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. água ou outro solvente adequado. exceto substâncias isoladas. inativação de enzimas. moagem ou desengorduramento. sólida ou intermediária. tais como. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. os medicamentos. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado.

convenientemente pulverizada. material de embalagem ou produto. com agitação diária. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. flores. em seguida. curativa. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. não devendo ser engolido o líquido ao final. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. com finalidade profilática. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. paliativa ou para fins de diagnóstico. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe.s. no mínimo. Medicamento É o produto farmacêutico. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. bem fechado. à temperatura ambiente. tecnicamente. É preparado na farmácia. . a temperatura ambiente. ou que contenham substâncias ativas voláteis.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. por tempo determinado para cada droga vegetal. inflorescências e frutos. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. em lugar pouco iluminado. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. nas proporções indicadas na fórmula.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. a droga vegetal ou o derivado vegetal. obtido ou elaborado. sete dias consecutivos. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. obtidos em um único processo. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. Um gel pode conter partículas suspensas. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. a forma farmacêutica e a posologia. mantida em percolador. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. sob velocidade controlada. cuja característica essencial é a homogeneidade. em contato com o líquido extrator. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário.

É classificada em simples e composta. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. Solução É a forma farmacêutica líquida. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. ou seu armazenamento. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. dietéticos e nutricionais. aplicados diretamente sobre recipientes. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. externo ou interno. envoltórios. dispensa e/ou administração. mas não tem de estar presente em todas as etapas. entre outros. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. hospitais. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. laboratórios. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. cultivada ou não. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. produtos de higiene. de todo o processo. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. até a sua dispensação. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM).feita para produtos magistrais usados em clínicas. a pressão ou auto adesiva. invólucros. com orientações para seu uso seguro e racional. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. centros cirúrgicos. ambulatórios. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. . límpida e homogênea. utilizada com propósitos terapêuticos. cosméticos. Medicamentos. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca.

14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. Transferir a droga umedecida para o percolador. Quando não se destina ao consumo imediato. que apresenta. adicionando o líquido extrator constantemente.s. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. em camadas superpostas. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição.) do líquido extrator. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. . na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. Deixar repousar por 24 h. Iniciar a percolação na velocidade controlada. no mínimo. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. Preparar o percolador de capacidade apropriada. Manter a torneira fechada. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q.

) DC. Plantago major L.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Matricaria recutita L. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J.) N. Citrus aurantium L. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . 33 Illicium verum Hook F. 34 Justicia pectoralis Jacq.E. Cynara scolymus L. Malva sylvestris L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. 35 Lippia alba (Mill.) DC. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Mentha x piperita L.) Planch. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Melissa officinalis L. Curcuma longa L. ex Britton & P. 28 Cymbopogon citratus (DC. Calendula officinalis L. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. Br. 24 Casearia sylvestris Sw. Presl Cordia verbenacea DC. Arctium lappa L. 22 23 Baccharis trimera (Less. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. 21 Arnica montana L. Pimpinella anisum L.

16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. Punica granatum L. TINTURA DE Allium sativum L. TINTURA DE Plantago major L. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. H. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. Salix alba L. 57 Salvia officinalis L. laevigata Schultz Bip. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L.) B. L. TINTURA DE Mentha x piperita L. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. ex Baker 84 . Sambucus nigra L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. Wigg 62 5. TINTURA DE Momordica charantia L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. TINTURA DE Curcuma longa L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M.

107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. paupera (Herzog) Dwyer.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. reticulata Ducke E POMADA DE C. 102 GEL DE Calendula officinalis L. laevigata Schultz Bip. 123 5.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. POMADA DE C.) Burman f POMADA DE Arnica montana L. 1ª edição 17 5. multijuga (Hayne) Kuntze. 110 111 106 5. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville 119 5. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5.. 121 5. POMADA DE C. 104 5.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.

1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) Rydb. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. antidispéptico. entre as refeições. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. anti-inflamatório e antiespasmódico. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Caso ocorra um desses sintomas. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. suspender o uso e consultar um especialista.s. MODO DE USAR Uso interno. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. Quantidade 1–2g 150 mL .5. 10 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Aperiente.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. marcela e marcela-do-campo. suspender o uso. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. Quantidade 1. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. antiespasmódico e anti-inflamatório.5 g 150 mL . logo após o preparo. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC. duas a três vezes ao dia.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Macela. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno.s.) DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p.

MODO DE USAR Uso interno.p.5 g 150 mL .5. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. NOMENCLATURA POPULAR Bardana.s. 1ª edição 21 Arctium lappa L. INDICAÇÕES Antidispéptico. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Quantidade 2. diurético e anti-inflamatório.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. 1ª edição 5. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes flores secas água q.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. SINONÍMIA Não consta. nos casos de equimoses e hematomas. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas. duas a três vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. MODO DE USAR Uso externo.p. Aplicar na forma de compressa.s.

NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga.) Baker e Molina trimera Less. INDICAÇÕES Antidispéptico.p. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. trimera (Less.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. Baccharis genistelloides var. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 2. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5 g 150 mL . logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. duas a três vezes ao dia. O uso pode causar hipotensão. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5.) SINONÍMIA DC.

Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes flores secas água q.s. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. três vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. MODO DE USAR Uso externo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Em casos raros pode causar dermatite de contato.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

INDICAÇÕES Antidispéptico.. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. F. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. SINONÍMIA Anavinga samyda C. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby.p. Quantidade 2–4g 150 mL . erva-de-bugre e erva-de-lagarto. MODO DE USAR Uso interno. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Gaernt. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw.5.

Como antidispético tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Aperiente. 10 a 15 minutos após o preparo.. antidispéptico. antiflatulento e antiespasmódico. meia hora antes das refeições. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. após as refeições.

SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. Quantidade 1–2g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. de preferência no início da noite. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.5. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga.s. FÓRMULA Componentes flores secas água q. 1ª edição 27 Citrus aurantium L.) Swingle e Citrus vulgaris Risso.p. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

suspender o uso. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. Aplicar compressa na região afetada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq.p. MODO DE USAR Uso externo.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. três vezes ao dia.s. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. 1ª edição 5.

MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares.5 g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. 10 a 15 minutos após o preparo. açafroa e açafrão-da-terra. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma.s. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. 1ª edição 29 Curcuma longa L. e Curcuma domestica Valeton. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. duas vezes ao dia.5.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Antiespasmódico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. capim-cidreira e cidreira. capim-cidró.s. Quantidade 1–3g 150 mL . capim-limão. Andropogon citratus DC. MODO DE USAR Uso interno.. ansiolítico e sedativo leve.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ex Desf. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. e Andropogon citriodorum hort.p.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5. INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antes das refeições. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. Quantidade 1g 150 mL . 1ª edição 31 Cynara scolymus L.s.p. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. após 10 minutos do preparo.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. 1ª edição 5.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.p.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. Quantidade 1g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. MODO DE USAR Uso externo. Fazer banho de assento três vezes ao dia. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter.s. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. Quantidade 3g–6g 150 mL . Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.p. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.5.

SINONÍMIA Illicium san-ki Perr.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. respiratória e gastrintestinal. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. após 10 minutos do preparo. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado.s. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo.

. duas a três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. logo após o preparo. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. chachambá e trevo-cumaru. duas a três vezes ao dia. Ecbolium pectorale (Jacq.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. INDICAÇÕES Expectorante. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. Gmel.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo.p.s. duas a três vezes ao dia. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 5g 150 mL . 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq. NOMENCLATURA POPULAR Chambá.5. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) J.F. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos.

três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. sedativo leve. bradicardia e hipotensão. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.E. MODO DE USAR Uso interno.s. ex Britton & P. logo após o preparo. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Br. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. logo após o preparo.) N. três a quatro vezes ao dia. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. Quantidade 1a3g 150 mL . três a quatro vezes ao dia. logo após o preparo. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. INDICAÇÕES Ansiolítico. antiespasmódico e antidispéptico. três a quatro vezes ao dia.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Quantidade 2a3g 150 mL . Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham.s. SINONÍMIA Não consta.p. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL .s. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. três vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Malva. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. logo após o preparo.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q.s. quatro vezes ao dia. suspender o uso imediatamente. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. Após higienização. Uso externo.p. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. Tomar 150 mL do infuso.

podem ocorrer náuseas.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. Fazer bochechos e/ou gargarejos.s. excitação nervosa e insônia. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . Uso externo. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. três a quatro vezes entre as refeições. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia.) Rauschert e Matricaria chamomilla L. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. Em caso de superdosagens. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. cinco a 10 minutos após o preparo.p.s. ansiolítico e sedativo leve.5.

FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5.s. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) Planch. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. antiácido e protetor da mucosa gástrica. três a quatro vezes ao dia.

p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 1–4g 150 mL . 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antiespasmódico.s. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. ansiolítico e sedativo leve.5.

SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. danos hepáticos severos e durante a lactação.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 10 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. Quantidade 1. 1ª edição 5. duas a quatro vezes ao dia.5 g 150 mL .

Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. MODO DE USAR Uso interno. duas vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante. e Cacalia trilobata Vell. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC.5. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides.. Mikania scansoria DC. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea.

A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. logo após o preparo. ex Baker SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. INDICAÇÕES Expectorante. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Quantidade 3g 150 mL .44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.s.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. duas a quatro vezes ao dia. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. Quantidade 3g 150 mL . Não utilizar cronicamente. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5.s. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. e Passiflora phoenicia Lindl. MODO DE USAR Uso interno.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 10 a 15 minutos após o preparo.

INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. Não utilizar cronicamente. –Hil.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. St. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. e Passiflora gratissima A. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.s. MODO DE USAR Uso interno.

10 a 15 minutos após o preparo. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. MODO DE USAR Uso interno. Não utilizar cronicamente. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. duas a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá.p. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.s.5.

taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). 1ª edição 5.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. INDICAÇÕES Estimulante. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. nervosismo e ansiedade. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. hipertensão. Acima de 12 anos: tomar 0. Em altas doses pode causar insônia. hipertireoidismo. mate) e anti-hipertensivos. uma vez ao dia.5 – 2 g . MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. Quantidade 0. arritmias.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. noz-de-cola. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade.

duas vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. Quantidade 1–2g 150 mL . doenças hepáticas severas e gestantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile.p. INDICAÇÕES Antidispéptico.5. sem abafar. colagogo e colerético. Não exceder a dosagem recomendada. considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl.

s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. duas a três vezes ao dia. 10 a 15 minutos após o preparo. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. Quantidade 3g 150 mL .) Kuntze. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. Phyllanthus asperulatus Hutch. MODO DE USAR Uso interno.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.

três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L. Apium anisum (L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso.5 g 150 mL .s. 10 a 15 minutos após o preparo.) Crantz e Carum anisum (L. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce.) Baill. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. suspender o uso imediatamente.5..

Não utilizar a casca da semente. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Plantago dregeana Decne. e Plantago latifolia Salisb. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. 1ª edição 5. obstrução intestinal e por gestantes. Quantidade 6–9g 150 mL ..s. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. MODO DE USAR Uso externo. três vezes ao dia. tansagem e tranchagem.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

duas a três vezes ao dia. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. crianças.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. lactantes. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos.s. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. INDICAÇÕES Antidispéptico. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. Quantidade 1–3g 150 mL . Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. boldo-brasileiro e boldo-nacional. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. logo após o preparo.5.p.

Quantidade 4.s.p. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. SINONÍMIA Não consta.5 g 150 mL .

FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.s. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. MODO DE USAR Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Fazer banho de assento três vezes ao dia.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.

FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. SINONÍMIA Punica florida Salisb. MODO DE USAR Uso externo.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 6g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo.p. 1ª edição 5. ex Steud. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Punica grandiflora hort. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. e Punica nana L.. NOMENCLATURA POPULAR Romã.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L.

Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. SINONÍMIA Não consta.5. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três a quatro vezes entre as refeições. Quantidade 2g 150 mL .p. Não utilizar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim.

58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. Não usar em gestantes e crianças. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. antiácidos. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico.p. Quantidade 3g 150 mL . Usar em casos de gripe e resfriados. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.s.

aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. três vezes ao dia. duas a três vezes ao dia após as refeições.5. Uso externo.s. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. Após higienização. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. 10 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Não usar em pessoas com insuficiência renal. Quantidade 3g 150 mL . hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.

pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. 1ª edição 5.s. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro.p.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar folhas. e Sambucus peruviana Kunth. 5 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes flores secas água q. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. INDICAÇÕES Diaforético. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia.

s. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia.5. MODO DE USAR Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. Quantidade 1g 150 mL . INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.p. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta.

Leontodon vulgare Lam. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. INDICAÇÕES Antidispéptico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. úlcera gastroduodenal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. O uso pode provocar hipotensão arterial.p. cálculos biliares. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q.s.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3–4g 150 mL . logo após o preparo. três vezes ao dia. e Taraxacum dens-leonis Desf. aperiente e diurético.. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. H.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F.

suspender o uso. ex Walp. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano. Bip.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três vezes ao dia antes das principais refeições. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.

uma vez ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Rob. logo após o preparo.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. Quantidade 3g 150 mL .) H.p. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes.s. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.

Não usar em crianças. duas a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 5 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q.5 – 1 g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antidispéptico. expectorante e nos casos de cinetose. irritação gástrica e hipertensão arterial. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.5. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.s. Quantidade 0. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre.p. INDICAÇÕES Antiemético.

2 TINTURAS .66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS 5. 1ª edição 5.

1998. 2004). anti-inflamatório. (Ed. 1969. entre as refeições (WHO. alcoolistas e diabéticos.. 2009). Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.. 1974. em lactantes. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 2009. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. 1991). SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2004. 2009. DELLA LOGGIA. 1998. Bases Clínicas y farmacológicas.. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. INDICAÇÕES Antidispéptico. GUPTA. 2004. MILLS & BONE.. 1996. M. três vezes ao dia. 1998. 1998. Buenos Aires: ISIS ediciones S.) Rydb. 1984.1995. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). TEWARI et al. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine.. PHILP.. 1999.R. EBADI. BLUMENTHAL.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. PIRES et al. 2010. colerético (WHO. Quantidade 20 g 100 mL . NEWALL et al. REFERÊNCIAS ALONSO.5. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. MODO DE USAR Uso interno. 1991. RÜCKER et al.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2008. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L.L.) The complete German Comission E Monographs. FINTELMANN & WEISS.1996. MILLS & BONE. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. 2002. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. GADGOLI & MISHRA. seco e ao abrigo da luz. 2008. 2007). 1998. J. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. 1993. antiflatulento. 2009. ALONSO. lactentes. GOLDBERG et al.s. WICHTL. HEALTHCARE. BLUMENTHAL. crianças menores de 12 anos.

DELLA LOGGIA. J. L. FRANÇA.): Piante officinali per infusi e tisane. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. LUCIO. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe.. Farmacogn. Supllement Strasbourg: Council of Europe. N. 1995. PHILLIPSON. Parm (Wienheim) 324. Auslöser der Schafgarbendermatitis. Montvale. R. (cur. 2nd ed. Santafé de Bogotá. MENDES. BAJPAI. 331-6. BREUER. C. J. 2008. SRIVASTAVA.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. 1. S.. M. 12. 3th ed.. A. Pharmacology on line. WEISS R. 2008. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis.. Res. M. J. 1998. DESALVA S. Manual de Fitoterapia. WHO monographs on selected medicinal plants. 1991. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. 1984. T. M. Vutr.. 1969. DOLDER H.4′. H.. J. MONTANARI T.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. K. WEGLEWSKI.). M. St. Contraception. 4.. Bone. A. G. Panamá. UK: The Pharmaceutical Press. Manuale per farmacisti e medici... K... G. L.. J. McGraw-Hill Professional. M. The essential guide to herbal safety. J. G.. 11. C. V... 2009.. Rev. F. B. CARLINI. R. EUROPEAN PHARMACOPEIA.. Med. St. Achillea millefolium L. 1999. SHARAPIN. 1974. . MILLS. USA: Thomson. USA: Elservier. ROCHA. Stuttgart. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L.. C. GUPTA.. 2009. Switzerland: World Health Organization. 99-107. A. 212–219. MILLS. OEMF spa Milano 1993. 2004. 58. Pharm. GADGOLI. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. M. Sci. M. 979-981. S. G. H. M. in mice.. P. 391-399. DUARTE-ALMEIDA.. MISHRA. 58. Louis. HAUSEN. 938-41. D. E. 3th ed. S. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 2007. BREUER. Physicians Desk Reference. P. HEALTHCARE.Modern herbal medicine. MANN. Bras. ed. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 2000. Bone. L. PHILP. NEWALL.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae).Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. ed. 309-13. Sci.. 1996. 6. DE CARVALHO J. 744-747. 24. 18(suppl). A. D. RÜCKER. Louis... and Artemisia vulgaris L. T.. 2000. J. Contact Dermatitis. E. Convenio Andréas Bib.7 . 526 p. TEWARI. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). J. MUELLER. 2004. GUPTA.. 1991 SHIPOCHLIEV. 2004. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. E. Geneva. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. WORLD HEALTH ORGANIZATION. London. R. Probl. Compositae). P. B.. Med. ANDERSON. London: British Herbal Medicine Association. 28. NEGRI. WICHTL. 1996. PIRES.. E. Arch. FOURNADJIEV. S.. 296 p. Phytother. v. USA: Elsevier Churchill Livingstone. L. 1. Principles and practice of phytotherapy . 2010. FINTELMANN. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. GOLDBERG A. (Ed.. EIGEN E. 1ª edição 5. RÜCKER. J. 23. S. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J. 274-80. PDR for herbal medicines. F. Indian J. C.

2004. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. ALONSO. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais).R. crianças menores de dois anos. Não usar em pessoas com gastrite. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.s. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. dependentes alcoólicos e diabéticos. 2004. MILLS & BONE.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. Filtrar e acondicionar. 2000). hipertensão arterial leve. 1999. TYLER et al. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1983). 1998. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. REFERÊNCIAS ALONSO. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO.L. lactantes.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TYLER et al.. 1999) e warfarina (WHO. úlceras gastroduodenais. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. Bases Clínicas y farmacológicas.. BRASIL. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).5.p. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2004).1999. 1998. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. GRUENWALD. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. seco. J. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. 2004). 1999. 2008). ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. Pesar o alho seco. 2004. lactentes. MILLS & BONE. Quantidade 20 g 100 mL . Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. FÓRMULA (BHF. NOMENCLATURA POPULAR Alho.. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. 2004). 1999).

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2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4)..s. Oswald Cruz. FRANÇA. J. J. 86. Rev.C. VARGAS. A. 27-33.p. M. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. lactantes. OLIVEIRA. A. CARVALHO. N. L.5. H. 1991). No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. L. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. H.. Quantidade 20 g 100 mL .) B. J. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A. A. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. REFERÊNCIAS MENDONÇA. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research.. Schum on arterial hypertension. 1991. Mem Inst.) K. C. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. VARGAS & CARVALHO. C. S.. 18(suppl). 4. três vezes ao dia. CRAVEIRO. MODO DE USAR Uso interno. crianças menores de dois anos. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers.. ROCHA.C. Farmacogn. V. 744-747.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Alpinia speciosa (J. 2008.. Bras. LUCIO. SHARAPIN. M. 2010). C. 1991. T. 2010. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. alcoolistas e diabéticos. Schum. A. lactentes. seco e ao abrigo da luz.. E.) K. 93-97. Wendl.. L. L. Wendl.

seco e ao abrigo da luz. 2005). Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. (ESCOP. 1999).. crianças menores de dois anos.. A.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 18(suppl). J. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. REFERÊNCIAS BROWN.s. S. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. 1999. 1ª edição 5. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. WHO. H. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. DATTNER. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2005. Rev. ROCHA. lactantes. 2002).2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. E. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). L. 744-747. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1998. SINONÍMIA Não consta. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. A. 211p. SCHILCHER.. SCHILCHER. 2003. 1998). Farmacogn. D.p. alcoolistas e diabéticos. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. SHARAPIN. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Arch. 2003. 1401-1404. 2008. M. 134. FRANÇA. M.. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Bras. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. H. Dermatol.. Em raros casos.. N. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. LUCIO. Quantidade 10 g 100 mL .

2.5. Plantas Medicinales. V. WORLD HEALTH ORGANIZATION. v. 2002. Switzerland: World Health Organization. 1ª edição 73 VANACLOCHA. . Barcelona: Masson. B.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1999. Vademecum de Prescripción. 1148 p. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva.

the anti-inflammatory agent. J. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. 2009. Quantidade 10 g 100 mL . B. 41. L. 1998. M. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. 1999. against neurodegenerative. açafrão-da-terra e açafroa. 1999. VANACLOCHA. lactantes.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. R. HARIKUMAR.. autoimmune and neoplastic diseases. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. H. cardiovascular. crianças menores de dois anos. Buenos Aires: ISIS ediciones S. antiespasmódico. 1999.. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. INDICAÇÕES Colerético. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. 2008. B. 2009. 1ª edição 5. pulmonary. PHILP. MODO DE USAR Uso interno. LUCIO. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. ROCHA. B. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. ALONSO. Bases Clínicas y farmacológicas. metabolic. 1998). seco e ao abrigo da luz. FRANÇA. 1999). colagogo (WAGNER. AGGARWAL & HARIKUMAR. ALONSO. 2004). 744-747. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). N. 2006).. VANACLOCHA. 18(suppl). hipolipemiante. Potential therapeutic effects of curcumin. alcoolistas. REFERÊNCIAS AGGARWAL.p.L. S.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água.R. Bras. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. B. Rev. PHILP.s. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO.. 2004. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999. E. SHARAPIN. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. K. 40–59.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. e Curcuma domestica Valeton. Farmacogn..

5. 1ª edição 75 VANACLOCHA. Barcelona: Masson. B. WIESENAUER.1. M. Farmacologia e Aplicações Clínicas. . WHO monographs on selected medicinal plants. Fitoterapia: Fitofármacos. 1148 p.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 2006. ed. H.. 1999. V. 2. 1999. Vademecum de Prescripción. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. Switzerland: World Health Organization. v. WAGNER. Plantas Medicinales.

Med. alcoolistas. R. VANACLOCHA. 2002. 2009). 2009. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. CARDOSO. antiemético. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. lactantes. crianças menores de dois anos. G.p. R. Acima de 12 anos: tomar 2. BLUMENTHAL. 2009.. 2008. WICHTL. 1998. WALKER. 2004. 1999). 2009). MODO DE USAR Uso interno.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) The complete german Comission E monographs. 1ª edição 5. 2008). . J... 1998. 2003.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. 667-669. 2004.. 2004. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. BUNDY. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. HOLTMANN. BUNDY et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. BOOTH. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO.. (Ed. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. W. 10... náuseas e pirose (WHO. VANACLOCHA. 2004). MARAKIS.. INDICAÇÕES Antidispéptico. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. MILLS & BONE. WHO.5 a 5. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra.. A. Altern.s. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. 2001. incluindo diarreia. antiflatulento. C. 1999. seco e ao abrigo da luz. 2009). BUNDY et al. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. MIDDLETON. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1998. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al.. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. M. Complement. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. BUNDY.

E. 18(suppl). WRIGTH. A.. W... J. GRUNEWALD. MARAKIS. A. H. G. B. double blind placebo controlled trial. F.. Vademecum de Prescripción.. Bras. The essential guide to herbal safety. PETROWICZ. R. S. multicentre trial.. COLLET. 694-699. D. BOOTH. 2009. WALLIS. PIKE..5. 2002... MIDDLETON. SHARAPIN. Farmacogn. 2009. 3 ed. W. Plantas Medicinales. R. C. 1148 p. J. Rev.. N. WALKER. F. Res. 2001.1105. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Aliment.. BONE. C. LUCIO. v. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. 1ª edição 77 BUNDY. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 668-675. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. Stuttgart. WALKER. C. MILLS. 744-747. 9. 2004. Phytoter. Z. Pharmacol. CARDOSO. FRANÇA. WINDECK. 15. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. R. W. S. Switzerland: World Health Organization. 18. T... G. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis.. Phytomedicine.. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. HAAG.. 58-61.. Pharmabooks. M. H. ADAM. M. Barcelona: Masson.. Ther. M. O. F. MIDDLETON. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Phytomedicine. SIMPSON. C. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. R. W. 2003. A. WHO monographs on selected medicinal plants. MIDDLETON. 15.. 1999. WICHTL. R.. V. HOLTMANN. L. S.. K. E.. J. Geneva. B. Cidade: Elservier. 2008. 2008. double blind. . 4. 1099. A. ROCHA. WALKER. VANACLOCHA.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

VIANA. M. 18(suppl). Fortaleza: Editora da UFC. 744-747. J. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.. Farmácias vivas. G. M. F. LUCIO.. S. 2000. 2008. L. Fortaleza: Editora da UFC. A. 1998. MATOS F.5. A. BANDEIRA. Farmacogn. 3. F. A.. A. ed.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SHARAPIN. J. ed. Fortaleza: Editora da UFC. Rev. N. 2. A. Plantas medicinais. M. 1ª edição 81 MATOS.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. . H. E. Guia fitoterápico. ROCHA.. J. B. 1998. Bras. S. FRANÇA. MATOS.

Rev. Farmacogn. lactantes.. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. CUMMING. SHARAPIN. B. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. TANKHAEVA. L.. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. G. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. OLENNIKOV. 2004).. RAMTOOLA. G. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.p. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. Barcelona: Masson. D. Bras. FRANÇA. M. M. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. N. LUCIO. alcoolistas.. A. 2004). MODO DE USAR Uso interno.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2010.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. S. VANACLOCHA. 18(suppl).. 1999. REFERÊNCIAS DRESSER.. 2004). Chemistry of Natural Compounds. WHO. INDICAÇÕES Antidispéptico. três vezes ao dia (VANACLOCHA. E.s. TPII – 95. 2008. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. K.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 744-747. 46. 2002. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Quantidade 20 g 100 mL . N. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ROCHA. Vademecum de Prescripción. 2002).. V. Plantas Medicinales. March 24-28. crianças menores de dois anos.. 1148 p. H. 1ª edição 5. 1999. WACHER. L. D. V. 22-27. Z.

. 2. 188-205. WHO monographs on selected medicinal plants.5.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2004. Geneva. Switzerland: World Health Organization. v. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION.

2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 2005. seco e ao abrigo da luz. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. lactantes. alcoolistas e diabéticos. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Ministério da Saúde. São Paulo: Atheneu. 2006). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 2005. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. BRASIL. 1ª edição 5.. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. FIOCRUZ. FERREIRA. 10 mar. VIANA et al.. GILBERT. 1998). Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1998. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. L.. 2008). Brasil. 1996. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). (Mikania glomerata).84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MATOS et al. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília. laevigata Schultz Bip. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. J. Fascículo 1 da Parte II. 2008. ALVES. Brasil: Abifito. MATOS. 2001. 2005. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais... MODO DE USAR Uso interno. P. DF. 1997. RDC n. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al.. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas.s. LORENZI & MATOS. B. 2010. Quantidade 20 g 100 mL . REFERÊNCIAS BRASIL. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea.. F. Curitiba. crianças menores de dois anos. MATOS. 10 de 10 de março de 2010. L. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR.

Nova Odessa. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ed. 2. B. M. M. F. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. MATOS.. ed.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 18(suppl). LUCIO. A. v. 2.. Fortaleza: Editora BNB. 1998. 2. L. 2006. MATOS. Guia fitoterápico. . M. 1997. A. A. A. 2. A.. Guia fitoterápico. S. 2008. Fortaleza: Editora da UFC. A. A. Fortaleza: Editora da UFC. G. M. 1ª edição 85 LORENZI.. S. Rev. Farmácias vivas. M. Fortaleza: Editora da UFC. G. J. F. 633 p. BANDEIRA. MATOS. 1998. Plantas medicinais.. MATOS. 3. As plantas das farmácias vivas. A. J. 2008.5. ed. VIANA. J.. A. Essentia Herba – Plantas Bioativas. Farmacogn. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. H. E. J. F. BANDEIRA. A. Bras. F. 744-747. H. J. S. SILVA JUNIOR.. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. MATOS. J. A. ROCHA. 2000.. Florianópolis: EPAGRI. ed. N. F. MATOS. B. VIANA. 2001. Fortaleza: Editora da UFC. SHARAPIN. FRANÇA. F.

GUPTA et al. WHO.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L.. ed. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água.. MATOS. ed. Santafé de Bogotá. 2. pois pode causar coma hipoglicêmico. (Org. 1997. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. J. FARMACOPEA Caribeña. F. GUPTA et al. J. Momordica chinensis Spreng. L. Lév. F. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. 2000.. REFERÊNCIAS ALONSO. uma vez ao dia. distúrbios hepáticos. G. 1. MATOS. GUPTA. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.p. 1995. MATOS. 1997). seco e ao abrigo da luz. 2000. Fortaleza: Editora da UFC.s. Santo Domingo: Tramil. P. MATOS. 1997. SINONÍMIA Cucumis argyi H.) et al. 1995. 1998. 1ª edição 5. 1997. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). M. A. ROBINEAU. Fortaleza: Editora da UFC. J.. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.R. Quantidade 10 g 100 mL . 1995. Fazer aplicações tópicas. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. MATOS. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ROBINEAU. 2009). 1997. Bases Clínicas y farmacológicas. MODO DE USAR Uso externo. 1998. Buenos Aires: ISIS ediciones S. Plantas medicinais.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.L. 1998.

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Rev. SCHENKEL.. F. F. Plantas medicinais. A. F. 1148 p. B. QUEEDO. S. M. A. GOSMANN. A. Fortaleza: Editora da UFC. Plantas Medicinales. S. 1997b. 2000. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Farmácias vivas. A. FRANÇA.. 2008. 1999. 2001. As plantas das farmácias vivas.. R. Vademecum de Prescripción... MATOS. F. BANDEIRA M. J. A. F. L. 744-747. H. ed. Fortaleza: Editora BNB. Fortaleza: Editora da UFC. REGINATTO.. G. MATOS. LORENZI. KAPCZINSKI. F. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. J. Viana. VANACLOCHA. B. PETRY. Fortaleza: Editora da UFC. F. A. 1998. G. . BANDEIRA.. M... Guia fitoterápico.. H.. MATOS. J. G.. E. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. B. Plantas Medicinais no Brasil. A. F. Bras. 3. H. 2002. SALGUEIRO. MATOS. 18(suppl). J. MATOS. ROCHA. Fortaleza: Editora da UFC.5. 2008. LUCIO. F. GONZÁLEZ-ORTEGA. M. ed. Guia fitoterápico. M. J. Acta Farmaceutica Bonaerense. A. A. J.. V. E. GSB.. F. VIANA. MATOS.. 21. Fortaleza: Editora da UFC. P. ed. J. 1ª edição 89 DE-PARIS. 1997a. N..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2. Farmacogn. 5–8.. Barcelona: Masson. 2. A. SHARAPIN. J. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. D. 1998. J. MATOS.

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A. B. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. J. A. P.. GUPTA. 2008. SCHOR. ed. ABREU. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. Bras. LORENZI. M. L. MATOS. S. MATOS. B. Brasil: Abifito. 2. J. P. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Curitiba. N.nativas e Exóticas. 1. 1998. 362–366.. F.. 32. J. M. Urol Res. 18(suppl). 1995. 2005. Santafé de Bogotá.. H. NISHIURA... VIANA.. F. H. ALVES. Rev. 2001. LORENZI. A.. L. FIOCRUZ.. 2008. FERREIRA. ABREU MATOS. F. Fortaleza: Editora da UFC. F. Farmácias vivas. S. A. A. Guia fitoterápico. . J. N. SHARAPIN. E. Fortaleza: Editora da UFC. M. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. LUCIO. 2004. ed. Plantas Medicinais no Brasil. 3.. H.. F. L. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 1ª edição 91 GILBERT. Farmacogn. 2008. 1997. 744-747. 2. A. & MATOS. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED).. J. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. H. I.5. L.. Fortaleza: Editora da UFC. BANDEIRA M. MATOS. ROCHA. P. CAMPOS. J. ed. M. HEILBERG. ed. G. F. J. FRANÇA. Plantas Medicinais no Brasil . BOIM.

. Plantago dregeana Decne.. seco e ao abrigo da luz. Cuiabá. 2005. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A. REFERÊNCIAS AMARAL. MATOS. 2005. A.. J. F. G. L.. FERREIRA. E. 1997). SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. e Plantago latifolia Salisb. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. Mais saúde. ed. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA.5 a 5 mL) da tintura. tansagem e tranchagem.. Brasil: Abifito. TYLER et al. VANACLOCHA. alcoolistas e diabéticos. MATOS.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. 2. J. C. diluídas em 75 mL água. FIOCRUZ. Quantidade 10 g 100 mL ..s. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. F. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 2005. F. Quintais medicinais. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. SIMÕES. obstrução intestinal.. Rio de Janeiro. lactantes. Fortaleza 1997. 2005. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. V. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. 2000. gestantes. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. 1ª edição 5. crianças menores de dois anos. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC.1999). MODO DE USAR Uso externo. 1999). J. BIESKI.. 2000. I. AMARAL et al. P. MARI GEMMA. A. VANACLOCHA. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2004. C.p. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1999. C. Plantas medicinais.

B. LUCIO. 2004. VANACLOCHA. L. M. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. R. BLUMENTHAL. S.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TYLER. 1ª edição 93 ROCHA. 417 p. Vademecum de Prescripción. 2008. Berlin: Springer. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.5. 744-747. N. SCHULZ... E.. V. .. 1148 p. FRANÇA. Barcelona: Masson. V. H. Bras. M. HÄNSEL. 1999. Farmacogn. V. SHARAPIN. Plantas Medicinales. E. 18(suppl).. A.. Rev.

VANACLOCHA. 2007. 2010. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. 2000). 1997. 2010. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. BLUMENTHAL. MATOS. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. 1999). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. J Ethnopharmacol. 2000. 53-60. Fortaleza: Editora da UFC.. WEISS. The toxic effects of Coleus barbatus B.. 1997. lactantes. P. on the different periods of pregnancy in rats. A.s. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. V.. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. Quantidade 20 g 100 mL . medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. F. diluídas em 75 mL de água. 73. 1996. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. MODO DE USAR Uso interno. F. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. 1998. R. M. 1ª edição 5. REFERÊNCIAS ALMEIDA. 1998. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica.) The complete german Comission E monographs. As plantas das farmácias vivas.p. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. Editora Guanabara Koogan. SCHULTZ et al. 1999). seco e ao abrigo da luz. G. LEMONICA. MATOS. BLUMENTHAL. diabéticos. J. alcoolistas. C. I. boldo-brasileiro e boldo-nacional..2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 1998. F. FINTELMANN & WEISS. MATOS. crianças menores de dois anos. (Ed. 2000. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FINTELMANN.

A. Bras. TORRES. C. SHARAPIN. ANDERSON. SOUCCAR... BOSSOLANI. . FRANÇA. M.K+-ATPase by plectrinone A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. J. A. MATOS. F.. R. PHILLIPSON. 1-7. 2000. 2008. 1148 p. Fortaleza: Editora da UFC. VANACLOCHA. 1998. A. S. ed. N. F.5. 1999. L. 3. 1ª edição 95 MATOS. C. Plantas medicinais. H. E. Fortaleza: Editora da UFC. M. Rev. Plantas Medicinales. Farmácias vivas. UK: The Pharmaceutical Press. A. 18(suppl).. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. 2.. Farmacogn. A. M.M. J. J.. J.B.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Barcelona: Masson. D. L. 111. ROCHA. Ethnopharmacol. T. A. L. J. Inhibition of the gastric H+.. 1996. 2007. LIMA-LANDMAN. NEWALL. C. 744-747. V. B. LAPA. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. 296 p. SCHULTZ. London. Vademecum de Prescripción. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. LUCIO. P... ed.

MARI GEMMA. I. Plantas Medicinales.. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. S. NOMENCLATURA POPULAR Romã. Quintais medicinais. 2. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A. L. SINONÍMIA Punica florida Salisb. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). . crianças menores de dois anos. ROCHA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. A. 744-747. VIANA et al. G. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Punica grandiflora hort.. SHARAPIN. ex Steud. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. 1ª edição 5. 1148 p. 2008. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. LUCIO. 2005. 2008).2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. LORENZI & MATOS. e Punica nana L. 2005.. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. B. lactantes. Nova Odessa. 1998. H. V.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. M.. N. 18(suppl). MATOS. 2008). Bras. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. 2009). 2008. Vademecum de Prescripción. Barcelona: Masson.. F. H. Rev. Farmacogn. 1999. WHO. alcoolistas e diabéticos. Mais saúde.. 1999. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. C. FRANÇA. ed. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA.p. Fazer bochechos e gargarejos.. REFERÊNCIAS BIESKI. Cuiabá. C. LORENZI. seco e ao abrigo da luz. E.s.

5. 1ª edição 97 VIANA. MATOS F.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Switzerland: World Health Organization. A. M. 4. Geneva.. Fortaleza. BANDEIRA. S. A. Editora da UFC. 2009. Guia fitoterápico. . B. J. WHO monographs on selected medicinal plants. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1998. v.. G. M.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. 1996). 1148 p. 1999). FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. ANDERSON. L. expectorante e nos casos de cinetose (WHO. 1999. crianças menores de dois anos. ROCHA. Vademecum de Prescripción.. MODO DE USAR Uso interno. SHARAPIN. H. PHILLIPSON.1. V. E. 296 p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. lactantes. Barcelona: Masson. N. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. Plantas Medicinales. M. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. 2008.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L.. alcoolistas e diabéticos. A. Rev. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. seco e ao abrigo da luz.. Bras. A. INDICAÇÕES Antiemético. J. WHO monographs on selected medicinal plants. Quantidade 20 g 100 mL . FRANÇA. LUCIO. 1999). 744-747. S.. v. e Zingiber aromaticum Noronha. VANACLOCHA. 1ª edição 5. 1999). UK: The Pharmaceutical Press. WORLD HEALTH ORGANIZATION.p. D.. 1996. Farmacogn.. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. Switzerland: World Health Organization. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). L. REFERÊNCIAS NEWALL. C. Geneva. B. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1999. London.s. antidispéptico. 18(suppl).

1ª edição 99 5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5.3 GEIS .

s.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. MODO DE USAR Uso externo. vera.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. Aloe perfoliata var. Quantidade 10 mL 100 g .p. INDICAÇÕES Cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. Armazenar em local fresco. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.

Quantidade 10 mL 100 g .5. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory.p. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Armazenar em local fresco. Phytotherapy Res.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso tópico. adicionar o extrato glicólico no gel. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. MASCOLO. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. 1985. Boca Raton: CRC. A. MASCOLO et al. N. REFERÊNCIAS DUKE.s. Handbook of medicinal herbs. 1987). Não consta. 1985). 1987. 1985. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. 2831. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. 1. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. seco e ao abrigo da luz.. Após higienização.. SINONÍMIA. et al. J. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. T. P. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. DOS SANTOS FILHO. Journal of Ethnopharmacology. J. REFERÊNCIAS ARAÚJO. S.. J. BASTOS.P. 1996. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge.. DE AMORIM. A. 175-178. BACCHI. C. J.L. SOUZA.p. 1994.s. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. TEIXEIRA.. C. P.. SERTIE. 2008. . K. ALBUQUERQUE.. M. ALENCAR. L. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Journal of Ethnopharmacology.. D. C. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. 1996.. E.) L.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 5% q. R.. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. A. J.. M. CARVALHO. 2008). Planta Med. Armazenar em local fresco. T. 53. S. 120 . Tul. U. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. 60. SARTI. 72–80. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. ARAÚJO et al. CARVALHO et al. ex. A.. seco e ao abrigo da luz. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. 1ª edição 5. E. J.. N. 1994...3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. J. 118-120.

seco e ao abrigo da luz. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. 1985).5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Quantidade 10 mL 100 g . MODO DE USAR Uso externo. 150-6. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. Armazenar em local fresco. anti-inflamatório e cicatrizante. SINONÍMIA Não consta. M. R. FLEISCHNER. 1983. Toilet. A. CASLEY-SMITH. 1985. J.p. 100. FLEISCHNER. 16. Após higienização.. 1983. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas.s. Lymphology. R.. INDICAÇÕES Antisséptico. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. J. Cosmet. 45. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L.

Fortaleza: Editora da UFC. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado.p. J. Plantas medicinais. REFERÊNCIAS MATOS. 1998.. J. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. MATOS. 2000. Guia fitoterápico. B. MATOS. 1997. M. ed.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. ed. A. F. VIANA G. seco e ao abrigo da luz.s.. 2000. F. 2. 1998) MODO DE USAR Uso externo. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. INDICAÇÕES Antisséptico. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Fortaleza : Editora da UFC. F. 1ª edição 5. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. VIANA et al. A. MATOS. Fortaleza. MATOS. J.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1997. MATOS. A. Fortaleza: Editora da UFC. 1998. A. Armazenar em local fresco. M. Farmácias vivas. 3. Quantidade 10 mL 100 g . NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. A. F. BANDEIRA. S.. SINONÍMIA Não consta. antimicótico e escabicida (MATOS. As plantas das farmácias vivas. 1998.

4 POMADAS .4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 105 5.5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

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107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

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5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

A. ONOFRE. NAKAMURA.. S. 19. VIEIRA. LINO J. 2B. 358-366. A. C. OLIVEIRA. L. 1ª edição 109 DOS SANTOS.. B. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. R. 2008.. R... D. S. T. J. . V. 103.. 277-281. P.. 2008. A. 28.. V. B. 2009. MENDONÇA. JUNQUEIRA-KIPNIS.5. C. PINTO... Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). E. J. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. R... Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. B. Pesquisa Veterinária Brasileira. Brazilian Journal of Pharmacognosy. DIAS FILHO. A. UEDA-NAKAMURA. BOMBARDIERE. VEIGA JR. E. BRITO. C. 577-581. P. O. F.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Aplicar nas áreas afetadas. Armazenar em local fresco. Lithocardium fresenii Kuntze. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado.ex Fresen. seco e ao abrigo da luz.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. Quantidade 10 mL 100 g . NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. bras. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. uma a três vezes ao dia. Cordia cylindristachya auctt. Lithocardium salicium Kuntze. ex Fresen.bras. Lithocardium verbenaceum Kuntze.s. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.p. 1ª edição 5. Cordia curassavica auctt.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.

ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. MODO DE USAR Uso externo. no máximo. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. 1985. 6. equimoses. 323-329. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. seco e ao abrigo da luz.. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. Armazenar em local fresco.5. S. Fitoterapia. Manter fora do alcance de crianças. seis semanas consecutivas ao ano. INDICAÇÕES Cicatrizante. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. hematomas e contusões (GOLDMAN et al.p. 1985). Não usar em lesões abertas.s. REFERÊNCIAS GOLDMAN. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. R. Quantidade 10 mL 100 g . et al.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Utilize espátula para retirar o produto do pote. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.

112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.5 BASES FARMACÊUTICAS .5 BASES FARMACÊUTICAS 5.

À parte. em uma proveta. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . triturá-lo ao máximo.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. pomadas e cremes de Aloe vera. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. Filtrar. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. seco e ao abrigo da luz. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis.

1 g 5g 3. 0. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.3 g 100 g Quantidade . ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade.s.5.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A.6 g 1g 0. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. ajustando o pH entre 5.p. depilação ou geis antissépticos.5 e 6. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . FORMA FARMACÊUTICA Gel. previamente misturada. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.polietileno). Usado para preparações após barba.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.polietileno tereftalato ou frasco PE . FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. 1ª edição 5. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

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POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

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5.6 CREMES

INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Quantidade 10 mL 100 g . Utilize espátula para retirar o produto do pote. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q.s. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Em feridas a cada 24 horas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. SINONÍMIA Não consta. Após higienização. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 5. Armazenar em local fresco.p.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.

À parte. 27-34. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.p. BRANDÃO.) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. REFERÊNCIAS ARDISSON.. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. A. 2002. preparar a solução de propilenoglicol e água. L. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. FERREIRA.. J. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . INDICAÇÕES Cicatrizante. MODO DE USAR Uso externo. GODOY. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. seco e ao abrigo da luz. L.. Revista Brasileira de Farmacognosia. Armazenar em local fresco. L. Filtrar. em uma proveta. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (Barbatimão). 12..s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga.. 2002). M.. STEHMANN. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. R. Após higienização. Utilize espátula para retirar o produto do pote. M.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. G. Acacia adstringens Mart.5. aplicar na área afetada até três vezes ao dia.S. J.

1ª edição 5.120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.7 XAROPE 5.7 XAROPE .

(Mikania glomerata). Completar o volume e homogeneizar. Agitar antes de usar. laevigata Schultz Bip. Em casos crônicos. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. fria. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q.5 mL do xarope. Crianças de três a sete anos: tomar 2. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. no preparo dessa formulação. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL .7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. duas vezes ao dia. usar por duas semanas.s.5 mL do xarope. SINONÍMIA M. Armazenar em local fresco. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos.p. MODO DE USAR Uso interno.p. seco e ao abrigo da luz. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. INDICAÇÕES Expectorante. lactantes e crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. scansoria DC. gestantes. três vezes ao dia.s. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M.

8 SABONETE 5. 1ª edição 5.8 SABONETE .122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

s.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. INDICAÇÕES Antisséptico. ajustar o pH água purificada q. ajustar viscosidade ácido cítrico q. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g .p. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido. Durante o banho.5. MODO DE USAR Uso externo. Manter fora do alcance de crianças. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. Se necessário. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%.s.p. antimicótico e escabicida. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. aplicar na área afetada. SINONÍMIA Não consta. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q.p. deixando o sabonete em contato. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. homogeneizar. Lavar com água corrente. completar o volume com água purificada.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.

aquecer os componentes até completa solubilização. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. sob agitação.5. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de plástico opaco ou vidro âmbar. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g .

br .Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .gov.anvisa.Área especial 57 .br www.twitter.Anvisa SIA Trecho 5 .DF Telefone: 61 3462 6000 www.com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.gov.