Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. À Anvisa. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. de Campina Grande. comprovadamente. principalmente. de Santa Maria. de São Paulo. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. o país da diversidade. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). A grande maioria dos medicamentos. que integra a FB 5 como um de seus componentes. Esse foi. um dos componentes da quinta edição da FB 5. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. essa necessidade. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. Reconhecemos ainda. hoje disponíveis no mundo. Com o cuidado que o tema exige. reconhecidas universidades federais. com a Fundação Oswaldo Cruz. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. de Ribeirão Preto. do Paraná. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. além da própria Anvisa. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. competência e. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. por natureza.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. portanto.

com embasamento científico. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. tanto manipulados quanto industrializados. estabelecido para o país. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. de 11 de setembro. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. de 22 de junho de 2006. em seu item 2. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. 17 de tinturas. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. representando as diversas regiões do país. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. à base de plantas medicinais. cinco de pomadas. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas.3. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos.813. duas de cremes. cinco de geis. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).4. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. quanto à aplicação da prática fitoterápica. º 212. mais recentemente. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. uma de xarope. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). No Brasil. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. do Ministério da Saúde que. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . o decreto 5. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1982. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. de 09 de dezembro de 2008. fitoterápicos segundo a legislação vigente. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. 1ª edição. uma de sabonete. Com isso. Portanto. destinada a garantir. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país.

UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .USP .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .

UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo . TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Embrapa .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .

UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais . DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG RONALDO F.UFF LEÔNIA M.UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C.

após processos de coleta. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. Pode ser denominado FFFB 1. alcoolatura. podendo estar na forma íntegra. óleo fixo e volátil. tais como cascas. rasurada. tintura. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. exsudado e outros. Bochecho É a agitação de infuso. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. e secagem. que causam a ação terapêutica. caules. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. na posição sentada. obrigatoriamente. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. triturada ou pulverizada. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. cera. não devendo ser engolido o líquido ao final. normalmente. 1ª edição”. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. podendo ocorrer na forma de extrato. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. na formulação e produção de medicamentos. estabilização. . dependendo da indicação de uso. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. ou classes de substâncias. que contenham as substâncias. quando aplicável. cumprir com as especificações de qualidade. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. Droga vegetal É a planta medicinal. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. raízes. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. em laboratórios de ensaios.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. sementes e folhas coriáceas. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. frio ou aquecido. ou suas partes. sobre o lugar lesionado. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. Banho de assento É a imersão em água morna. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. equipamentos e sistemas. rizomas.

envasar. Para tanto. Após a extração. exceto quando indicado de maneira diferente. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. uniformidade. ou de seus derivados. especificamente ou não. sólida ou intermediária. ou de resíduo seco. Essas informações. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. Se necessário. Abreviatura: ext. artigos científicos e materiais técnicos. os insumos farmacêuticos e correlatos. proteger ou manter. teor de constituintes. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. destinado a cobrir. . obtida a partir de material animal ou vegetal. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. em massa. os medicamentos. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. quando aplicável. dentro dos limites especificados. Assim. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. curativa ou paliativa. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. os saneantes e outros produtos. suas prováveis interações. com características apropriadas a uma determinada via de administração. seca utilizada na sua preparação. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. uma parte do extrato. água ou outro solvente adequado. as drogas. quando aplicável. Abreviatura: ext. empacotar. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. exceto substâncias isoladas. palatabilidade. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. com finalidade profilática. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. dissolução e suspendibilidade. O extrato é preparado por percolação. maceração ou outro método adequado e validado. utilizando como solvente álcool etílico. da droga. removível ou não. flu. dentro dos limites especificados. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). aparência. materiais indesejáveis podem ser eliminados. Extrato É a preparação de consistência líquida. Na manipulação de produtos magistrais. moagem ou desengorduramento. em massa ou volume corresponde a uma parte. inativação de enzimas. As BPM devem ser atendidas. em que. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. tais como. os cosméticos. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. assim como a experiência profissional. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém.

bem fechado. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. por tempo determinado para cada droga vegetal. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. em contato com o líquido extrator.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. curativa. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. nas proporções indicadas na fórmula. tecnicamente. cuja característica essencial é a homogeneidade. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. material de embalagem ou produto. à temperatura ambiente. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). no mínimo. com finalidade profilática. convenientemente pulverizada. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. . que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. sob velocidade controlada. obtidos em um único processo. a droga vegetal ou o derivado vegetal. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. obtido ou elaborado. Um gel pode conter partículas suspensas. a forma farmacêutica e a posologia. inflorescências e frutos. Medicamento É o produto farmacêutico.s. em seguida. não devendo ser engolido o líquido ao final. ou que contenham substâncias ativas voláteis. flores. sete dias consecutivos. paliativa ou para fins de diagnóstico. com agitação diária. mantida em percolador. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. em lugar pouco iluminado. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. a temperatura ambiente. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. É preparado na farmácia.

entre outros. límpida e homogênea. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. Pomada É a forma farmacêutica semissólida.feita para produtos magistrais usados em clínicas. com orientações para seu uso seguro e racional. Medicamentos. laboratórios. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. centros cirúrgicos. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. até a sua dispensação. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. aplicados diretamente sobre recipientes. ambulatórios. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. invólucros. . Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . dietéticos e nutricionais. ou seu armazenamento. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. Solução É a forma farmacêutica líquida. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. É classificada em simples e composta. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. mas não tem de estar presente em todas as etapas. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. cultivada ou não. utilizada com propósitos terapêuticos. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. produtos de higiene. externo ou interno. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. hospitais. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. cosméticos. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. a pressão ou auto adesiva. envoltórios. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. dispensa e/ou administração. de todo o processo. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. Rótulo É a identificação impressa ou litografada.

no mínimo. .s. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. em camadas superpostas. Iniciar a percolação na velocidade controlada. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Deixar repousar por 24 h. adicionando o líquido extrator constantemente. Preparar o percolador de capacidade apropriada. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. Quando não se destina ao consumo imediato. Manter a torneira fechada.) do líquido extrator. Transferir a droga umedecida para o percolador. que apresenta. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana.

Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. Melissa officinalis L. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. 24 Casearia sylvestris Sw. Citrus aurantium L. ex Britton & P. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J.E.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. 28 Cymbopogon citratus (DC. Plantago major L. Presl Cordia verbenacea DC. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Br. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad.) N. Mentha x piperita L. Calendula officinalis L.) DC. Cynara scolymus L.) Planch. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. Matricaria recutita L. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Curcuma longa L. 22 23 Baccharis trimera (Less.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. 35 Lippia alba (Mill. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. 34 Justicia pectoralis Jacq. 21 Arnica montana L. 33 Illicium verum Hook F. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Arctium lappa L. Pimpinella anisum L. Malva sylvestris L.) DC. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. Sambucus nigra L. TINTURA DE Curcuma longa L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. H. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. laevigata Schultz Bip. TINTURA DE Allium sativum L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. L. ex Baker 84 . 57 Salvia officinalis L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. Salix alba L. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. TINTURA DE Momordica charantia L.) B. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. TINTURA DE Mentha x piperita L. Wigg 62 5. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Punica granatum L. TINTURA DE Plantago major L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.

108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L.. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. 121 5.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. 1ª edição 17 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. POMADA DE C. POMADA DE C.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . 110 111 106 5.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. reticulata Ducke E POMADA DE C. laevigata Schultz Bip.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. multijuga (Hayne) Kuntze.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. paupera (Herzog) Dwyer.) Coville 119 5. 102 GEL DE Calendula officinalis L.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. 123 5. 104 5.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.

O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Quantidade 1–2g 150 mL . 1ª edição 19 Achillea millefolium L. entre as refeições. suspender o uso e consultar um especialista. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. INDICAÇÕES Aperiente.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. antidispéptico. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5. Caso ocorra um desses sintomas. três a quatro vezes ao dia.p.) Rydb. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. 10 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. anti-inflamatório e antiespasmódico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno.

INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Macela. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC.s. logo após o preparo. marcela e marcela-do-campo.) DC.5 g 150 mL .20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. antiespasmódico e anti-inflamatório.p. suspender o uso. Quantidade 1. MODO DE USAR Uso interno.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.s. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. 1ª edição 21 Arctium lappa L.5.5 g 150 mL . logo após o preparo. Quantidade 2. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. duas a três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. diurético e anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes raízes secas água q.p.

Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.s. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. FÓRMULA Componentes flores secas água q.p. MODO DE USAR Uso externo. Aplicar na forma de compressa. nos casos de equimoses e hematomas. duas a três vezes ao dia.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Baccharis genistelloides var.5.5 g 150 mL .p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) SINONÍMIA DC.) Baker e Molina trimera Less.s. trimera (Less. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 2. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. INDICAÇÕES Antidispéptico. O uso pode causar hipotensão. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo.

Em casos raros pode causar dermatite de contato. SINONÍMIA Não consta. Após higienização.p. três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes flores secas água q. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.s. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. 1ª edição 5.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Quantidade 2–4g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. erva-de-bugre e erva-de-lagarto.p. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. F. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw.5. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. Gaernt. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Anavinga samyda C. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Como antidispético tomar 150 mL do infuso.. 1ª edição 5.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Aperiente. meia hora antes das refeições. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1g 150 mL . Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. após as refeições. 10 a 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. antiflatulento e antiespasmódico. antidispéptico.

de preferência no início da noite. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.5. FÓRMULA Componentes flores secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 27 Citrus aurantium L. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.p. Quantidade 1–2g 150 mL . INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo.

NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. Quantidade 3g 150 mL .s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. três vezes ao dia.p. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. Aplicar compressa na região afetada. MODO DE USAR Uso externo.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso.

10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno.s. açafroa e açafrão-da-terra.5.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5 g 150 mL . 1ª edição 29 Curcuma longa L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. Quantidade 1. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. e Curcuma domestica Valeton. duas vezes ao dia.

NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo.. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ansiolítico e sedativo leve. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. Quantidade 1–3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas a três vezes ao dia. Andropogon citratus DC. capim-limão. 5 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. e Andropogon citriodorum hort. MODO DE USAR Uso interno.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Antiespasmódico. capim-cidreira e cidreira.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. capim-cidró. ex Desf.

p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae.s. antes das refeições. após 10 minutos do preparo. INDICAÇÕES Antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno.5. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Cynara cardunculus L.

FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. logo após o preparo. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno.s. Quantidade 1g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

p. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. Quantidade 3g–6g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. Fazer banho de assento três vezes ao dia.s. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.5.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado.s.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . respiratória e gastrintestinal. após 10 minutos do preparo. três a quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. Ecbolium pectorale (Jacq. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. NOMENCLATURA POPULAR Chambá.F. chachambá e trevo-cumaru. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 5g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. logo após o preparo. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq. duas a três vezes ao dia.p. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. duas a três vezes ao dia.s. duas a três vezes ao dia.5.. logo após o preparo. INDICAÇÕES Expectorante.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. Gmel.) J. logo após o preparo.

) N. bradicardia e hipotensão.p. antiespasmódico e antidispéptico. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. MODO DE USAR Uso interno. três a quatro vezes ao dia. ex Britton & P. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo. logo após o preparo. três a quatro vezes ao dia. Quantidade 1a3g 150 mL . Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. três a quatro vezes ao dia. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. sedativo leve. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. Br. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica.E. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Ansiolítico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. Quantidade 2a3g 150 mL .p. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s.5. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso externo. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.

suspender o uso imediatamente. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Após higienização. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. logo após o preparo.p.s. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Malva. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . Tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. Uso externo.s. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. três vezes ao dia.

) Rauschert e Matricaria chamomilla L. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q.p. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. Fazer bochechos e/ou gargarejos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. Uso externo. podem ocorrer náuseas. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. excitação nervosa e insônia. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico.5.s. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL .s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. ansiolítico e sedativo leve. cinco a 10 minutos após o preparo. três a quatro vezes entre as refeições. Em caso de superdosagens. MODO DE USAR Uso interno. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia.p. 1ª edição 39 Matricaria recutita L.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antiácido e protetor da mucosa gástrica. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa. logo após o preparo.p. três a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.s.) Planch. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. MODO DE USAR Uso interno.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. INDICAÇÕES Antidispéptico. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL .

NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 a 15 minutos após o preparo. ansiolítico e sedativo leve. INDICAÇÕES Antiespasmódico. duas a três vezes ao dia.s. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.5. Quantidade 1–4g 150 mL . 1ª edição 41 Melissa officinalis L. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q.p. Quantidade 1.5 g 150 mL .42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. danos hepáticos severos e durante a lactação. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a quatro vezes ao dia.

Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas vezes ao dia.s. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. MODO DE USAR Uso interno. e Cacalia trilobata Vell.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Expectorante. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia.. logo após o preparo. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC.5.p. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Mikania scansoria DC.

duas vezes ao dia.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.p. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. logo após o preparo. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip. ex Baker SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. INDICAÇÕES Expectorante.s.

5. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 10 a 15 minutos após o preparo.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. Não utilizar cronicamente. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL . duas a quatro vezes ao dia. e Passiflora phoenicia Lindl.

INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. e Passiflora gratissima A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. –Hil.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas a quatro vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. MODO DE USAR Uso interno. Não utilizar cronicamente. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. St. 1ª edição 5.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.

O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. duas a quatro vezes ao dia.5. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. Não utilizar cronicamente. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. 10 a 15 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.s.

48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. uma vez ao dia.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. nervosismo e ansiedade. hipertireoidismo. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 0. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água.5 – 2 g . arritmias. 1ª edição 5. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. Em altas doses pode causar insônia. mate) e anti-hipertensivos.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. hipertensão. INDICAÇÕES Estimulante. noz-de-cola. Quantidade 0.

doenças hepáticas severas e gestantes. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas vezes ao dia. sem abafar.p. MODO DE USAR Uso interno.5.s. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. 10 a 15 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1–2g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. colagogo e colerético. Não exceder a dosagem recomendada. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. considerando a proporção indicada na fórmula.

INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. Quantidade 3g 150 mL .p. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.) Kuntze. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. Phyllanthus asperulatus Hutch.s. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. duas a três vezes ao dia.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

três vezes ao dia.5 g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn.5..p.s. 10 a 15 minutos após o preparo. suspender o uso imediatamente. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. Apium anisum (L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L.) Crantz e Carum anisum (L. Quantidade 1. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.) Baill.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não utilizar a casca da semente. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Quantidade 6–9g 150 mL . MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial.. obstrução intestinal e por gestantes. 1ª edição 5. três vezes ao dia. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Plantago dregeana Decne.s. tansagem e tranchagem. e Plantago latifolia Salisb.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.

5. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano.s. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. Quantidade 1–3g 150 mL . Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. duas a três vezes ao dia. lactantes. crianças. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. boldo-brasileiro e boldo-nacional. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno.

NOMENCLATURA POPULAR Polígala. FÓRMULA Componentes raizes secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L.p. SINONÍMIA Não consta.5 g 150 mL . INDICAÇÕES Expectorante. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 4.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. duas a três vezes ao dia.s. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo.

Fazer banho de assento três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.p. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Quantidade 3g 150 mL .

FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. SINONÍMIA Punica florida Salisb. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.s. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.. NOMENCLATURA POPULAR Romã. 1ª edição 5.p. Punica grandiflora hort.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ex Steud. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. Quantidade 6g 150 mL . e Punica nana L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L.

ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não utilizar em gestantes. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. Quantidade 2g 150 mL . 15 minutos após o preparo. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta.5. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três a quatro vezes entre as refeições. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s.

SINONÍMIA Não consta. duas a três vezes ao dia. Usar em casos de gripe e resfriados. antiácidos. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. Não usar em gestantes e crianças. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. 1ª edição 5.p. logo após o preparo.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL .s. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L.

Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. Uso externo. Após higienização.p.s. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em pessoas com insuficiência renal. 10 minutos após o preparo. duas a três vezes ao dia após as refeições. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo.5. 1ª edição 59 Salvia officinalis L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.

Não usar folhas. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Diaforético. 5 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro.p.s. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. MODO DE USAR Uso interno.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q. e Sambucus peruviana Kunth. 1ª edição 5.

p. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. MODO DE USAR Uso externo.s. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1g 150 mL . FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia. suspender o uso.

MODO DE USAR Uso interno. úlcera gastroduodenal. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q. H. e Taraxacum dens-leonis Desf. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. O uso pode provocar hipotensão arterial. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L.s.. Quantidade 3–4g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. cálculos biliares.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal.p. logo após o preparo. aperiente e diurético. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. Leontodon vulgare Lam. três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico.

Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. MODO DE USAR Uso interno.s. três vezes ao dia antes das principais refeições.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso. ex Walp. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. Bip. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.

NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.s. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante. Rob. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.) H. 1ª edição 5.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. uma vez ao dia.

s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 0. duas a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. irritação gástrica e hipertensão arterial.5 – 1 g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.5. antidispéptico. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. INDICAÇÕES Antiemético. Não usar em crianças. expectorante e nos casos de cinetose. 5 minutos após o preparo. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.

66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS 5.2 TINTURAS . 1ª edição 5.

) The complete German Comission E Monographs. entre as refeições (WHO.R. MILLS & BONE. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.. 2009). (Ed. crianças menores de 12 anos. 1984.. MODO DE USAR Uso interno. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. DELLA LOGGIA.. lactentes. 2009. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1969. 1998. 2002.. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb.. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. 2010.. 1998. 2004. antiflatulento. 1996. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. PIRES et al.1995. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q.p. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Bases Clínicas y farmacológicas. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. WICHTL.L. 1993.1996.. ALONSO. 2009.. 2004. INDICAÇÕES Antidispéptico. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. MILLS & BONE. BLUMENTHAL. 1998. 2007). em lactantes. EBADI. 1991. 2004). FINTELMANN & WEISS.. 1991). PHILP. GOLDBERG et al.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. GADGOLI & MISHRA. 2008. GUPTA.5. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. alcoolistas e diabéticos. três vezes ao dia. REFERÊNCIAS ALONSO. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2008. 1998. RÜCKER et al. 2009.s. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. 1974. 1998. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. HEALTHCARE. NEWALL et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. anti-inflamatório. Quantidade 20 g 100 mL .) Rydb. colerético (WHO. M. BLUMENTHAL. 1999. TEWARI et al.

USA: Thomson. S. 58... 1969. Indian J. CARLINI. C. 6. FOURNADJIEV. J. PIRES. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 391-399. R. UK: The Pharmaceutical Press. B. C. MISHRA. A. 1995. GUPTA. G. DELLA LOGGIA. J. 18(suppl). WEISS R. L. 1996. Louis. 1999. 2nd ed. 296 p... 2000. OEMF spa Milano 1993. 2007. 2010. E. Geneva. Panamá. BREUER. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). T. USA: Elservier. RÜCKER. MUELLER. 1. MONTANARI T. 2000. 2004.. DOLDER H. 3th ed. MENDES. M. HAUSEN. BAJPAI. .. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. MILLS. Pharm. Stuttgart. Physicians Desk Reference. 744-747.. NEWALL. GUPTA. 274-80. 331-6. Sci. 58. 938-41. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). Montvale. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. B.. NEGRI.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. D. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. The essential guide to herbal safety. and Artemisia vulgaris L. M. C. H. D. Bone.. M. G. 3th ed. PHILLIPSON. MANN. P. J. E. Contact Dermatitis.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. Principles and practice of phytotherapy . J... L. 1998. Med. HEALTHCARE. J. London.4′. Farmacogn. BREUER. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 1996. 99-107. J.. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L.7 . 526 p. v. Pharmacology on line. (cur.. (Ed. 1984. 12. Res. GADGOLI.. Convenio Andréas Bib. DESALVA S. S. McGraw-Hill Professional.Modern herbal medicine. K. E... LUCIO. Manuale per farmacisti e medici.. USA: Elsevier Churchill Livingstone. 2004.. 28. M. R. in mice. G. Compositae). 1991 SHIPOCHLIEV. TEWARI. Phytother. WICHTL. 23.. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. M. DUARTE-ALMEIDA. WHO monographs on selected medicinal plants. Parm (Wienheim) 324. 212–219. SRIVASTAVA. 24. MILLS. Contraception. 2009. 11.. T. 2008. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). EIGEN E. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. L. 2004.). Herbal medicines: a guide for health-care professionals. S.. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. M. P. Switzerland: World Health Organization.. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. Manual de Fitoterapia. 4. Supllement Strasbourg: Council of Europe. Bras. ed. F. FINTELMANN. Achillea millefolium L.. 1. ed. Auslöser der Schafgarbendermatitis. S. 1974. P. J. SHARAPIN. Vutr. C. 2008. London: British Herbal Medicine Association. J.. A. GOLDBERG A. PDR for herbal medicines. J. RÜCKER. K. A. S. WEGLEWSKI.. FRANÇA. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe. ANDERSON.. St. R. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. 2009. L. A. 979-981. N.. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. ROCHA. EUROPEAN PHARMACOPEIA. H. Louis. Sci. G.): Piante officinali per infusi e tisane.. V. 309-13. M. F. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. Med. PHILP.. Santafé de Bogotá. J. 1991. Bone. DE CARVALHO J. E. Arch.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. St.. Rev. Probl. M.

MILLS & BONE. Buenos Aires: ISIS ediciones S. úlceras gastroduodenais. Filtrar e acondicionar.5. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes.. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004).R. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1999. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.p. FÓRMULA (BHF. lactantes. MODO DE USAR Uso interno. lactentes. Quantidade 20 g 100 mL . ALONSO. 2004. crianças menores de dois anos. 1999) e warfarina (WHO. TYLER et al. 1998. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. REFERÊNCIAS ALONSO.s. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2.1999. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. 2000). hipertensão arterial leve.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. 1999. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. Não usar em pessoas com gastrite. BRASIL. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. 2008).. 2004). 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. NOMENCLATURA POPULAR Alho. dependentes alcoólicos e diabéticos. seco. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. 2004. 2004). Bases Clínicas y farmacológicas. GRUENWALD. 1999). ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. 1983). duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. TYLER et al. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. J. MILLS & BONE..L. 2004. Pesar o alho seco. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. 1998.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

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M. Bras.) B. H. crianças menores de dois anos.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.5. 1991. FRANÇA. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. A.. Oswald Cruz. REFERÊNCIAS MENDONÇA. S. E. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. três vezes ao dia. Farmacogn. CRAVEIRO.s. L. M. ROCHA. OLIVEIRA. Wendl. Wendl. A.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 93-97. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. e Alpinia speciosa (J. 86. LUCIO. C. L. N. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). C. L.C. A.. T. lactentes. V. VARGAS. 2008. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Mem Inst.) K. J. J. 2010). Quantidade 20 g 100 mL . A. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. seco e ao abrigo da luz. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. VARGAS & CARVALHO. alcoolistas e diabéticos. SHARAPIN. A. 744-747. 18(suppl).. J. 27-33. 2010. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 1991. Schum. Rev. Schum on arterial hypertension. C.. 4.C.. H. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. L. CARVALHO. lactantes.) K. 1991). MODO DE USAR Uso interno. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. NOMENCLATURA POPULAR Colônia...

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Geneva. Vademecum de Prescripción. WHO monographs on selected medicinal plants. B. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Barcelona: Masson. 1148 p. 1999. 1ª edição 73 VANACLOCHA. Switzerland: World Health Organization. . v. V.5. Plantas Medicinales. 2002.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2.

ALONSO. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. 1998. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO. B. ROCHA.R. INDICAÇÕES Colerético.. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. cardiovascular. B. ALONSO. 1ª edição 5. pulmonary.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. J. N.. 744-747. B. 40–59.. autoimmune and neoplastic diseases. 2004. HARIKUMAR. 1999. A. crianças menores de dois anos. metabolic. 18(suppl). 1999. Bras. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. against neurodegenerative. VANACLOCHA. MODO DE USAR Uso interno. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água. PHILP. seco e ao abrigo da luz. K. lactantes.. VANACLOCHA. 1999. Quantidade 10 g 100 mL . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. LUCIO. PHILP. Farmacogn. AGGARWAL & HARIKUMAR. S. FRANÇA. SHARAPIN. 2008. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. 2004). the anti-inflammatory agent. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). REFERÊNCIAS AGGARWAL. colagogo (WAGNER. H. E.s. L. Buenos Aires: ISIS ediciones S. R. 2009. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. Bases Clínicas y farmacológicas. 1999. 1998). 2009. 2006). Rev. alcoolistas.L. antiespasmódico. Potential therapeutic effects of curcumin. e Curcuma domestica Valeton. B. 1999). açafrão-da-terra e açafroa. diabéticos e pessoas com cálculos biliares.p. 41. M. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. hipolipemiante. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira..

B. Geneva. H.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Switzerland: World Health Organization.1. . Barcelona: Masson. 2006. Farmacologia e Aplicações Clínicas. Plantas Medicinales. WAGNER. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Vademecum de Prescripción. Fitoterapia: Fitofármacos. 1999.. WHO monographs on selected medicinal plants. WIESENAUER. M..5. 1148 p. V. 1999. 1ª edição 75 VANACLOCHA. v. ed. 2.

A. 1999). 2009). MODO DE USAR Uso interno. J..2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. 1998. R. 1998. Acima de 12 anos: tomar 2. VANACLOCHA. 667-669. 1999.. 2003. antiemético. W. Altern. 10. G. MIDDLETON. HOLTMANN.. MARAKIS. J. WHO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. antiflatulento.. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. Med. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. R. 2002. 2004. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. C.. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2008. 2009. INDICAÇÕES Antidispéptico. 2004). SINONÍMIA Cynara cardunculus L.. náuseas e pirose (WHO.. BUNDY et al.5 a 5. M. crianças menores de dois anos. CARDOSO. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. WALKER. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra.p. 2001..s. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis.) The complete german Comission E monographs. MILLS & BONE. alcoolistas.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. 2009). 1ª edição 5. 2009). VANACLOCHA. incluindo diarreia. 2008). BUNDY. BUNDY. 2004. 1998. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. BOOTH. 2004. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. . (Ed. 2009. Complement. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. WICHTL. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. lactantes. seco e ao abrigo da luz... BUNDY et al. BLUMENTHAL.

double blind. 668-675.. 9. 18. H.. Z. Phytomedicine.. VANACLOCHA. V... O. The essential guide to herbal safety. Plantas Medicinales. Vademecum de Prescripción.. Geneva. WALKER. Cidade: Elservier. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. 2002. C. WALLIS.. A. C. C. W.5. A. 1099. Phytoter.. Res. M. 2009. Phytomedicine. HAAG. J. Rev. 3 ed. LUCIO. Ther. F. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral.. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Farmacogn. B. SHARAPIN. WINDECK. J. Aliment. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. G. 2001. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. WALKER. 15. 2008. 1999.1105. 2004.. 1ª edição 77 BUNDY. H. F. K.. FRANÇA. 2009. M. CARDOSO.. E. double blind placebo controlled trial. L. W... 2003. R. . R. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. WICHTL. Switzerland: World Health Organization. ADAM. G. MIDDLETON.. v. 58-61.. MARAKIS. F.. M. PIKE. multicentre trial. Stuttgart. W. 4. Barcelona: Masson. MILLS. HOLTMANN. COLLET.. D. E. S.. ROCHA. 2004. BOOTH. 744-747. 2008. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. S.. Bras. 18(suppl). R. BONE. Pharmabooks. MIDDLETON. 1148 p. Pharmacol. R. N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SIMPSON.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. WALKER. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. WRIGTH. J. 694-699. W. 15. C. A. A. MIDDLETON. PETROWICZ. R. T. GRUNEWALD.. WHO monographs on selected medicinal plants. S.. B.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

3. J.. S. E. Rev. 2000. S. Farmácias vivas. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. 744-747. VIANA. Fortaleza: Editora da UFC. 1ª edição 81 MATOS. MATOS. F. 1998. ed. F. Fortaleza: Editora da UFC. ed.5. B.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. 18(suppl). Guia fitoterápico. Fortaleza: Editora da UFC. A. J.. 2008. BANDEIRA. N. Farmacogn. . L. 1998. 2. FRANÇA.. MATOS F. H. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SHARAPIN.. Bras. G. M. A. LUCIO. A. A. Plantas medicinais.. M. M. ROCHA.

N. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. OLENNIKOV. 2004). S. March 24-28. INDICAÇÕES Antidispéptico. H. Z. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. MODO DE USAR Uso interno. 1999. 2004). 18(suppl). 2002). L.. SHARAPIN. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al.... A. 2008. D. seco e ao abrigo da luz.. TPII – 95. M. G. B. 2002. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2004). Farmacogn. N. L. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. 2010.s. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. V. Barcelona: Masson. TANKHAEVA. Rev. 1ª edição 5. RAMTOOLA. WHO. LUCIO.p. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. crianças menores de dois anos. REFERÊNCIAS DRESSER. WACHER..82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting.. E. 1999. V. Quantidade 20 g 100 mL .2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. CUMMING. Plantas Medicinales. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. 744-747. M. VANACLOCHA.. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. 1148 p. K. 22-27. 46. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. ROCHA. FRANÇA. G. Vademecum de Prescripción. Bras. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água.. D. lactantes. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Chemistry of Natural Compounds. alcoolistas.

188-205. 2004.5. 2. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. . v.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Switzerland: World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva.

Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. 1996. seco e ao abrigo da luz. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. 10 mar.. laevigata Schultz Bip. 2008. (Mikania glomerata). 2005.. MATOS. 2008). J. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. BRASIL. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. FIOCRUZ. MATOS et al. DF. 10 de 10 de março de 2010. MODO DE USAR Uso interno. 2010.. 1ª edição 5. 2005. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.p. GILBERT. 2006). ALVES. B. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. alcoolistas e diabéticos. São Paulo: Atheneu.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.s. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. crianças menores de dois anos.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. REFERÊNCIAS BRASIL. L. 2005.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1997. LORENZI & MATOS. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. Fascículo 1 da Parte II. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. FERREIRA. Curitiba. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. Quantidade 20 g 100 mL .. 1998). MATOS. F. Brasil: Abifito. L. VIANA et al.. lactantes. Brasília. P. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 1998. RDC n. Ministério da Saúde. 2001.

1998.. M. BANDEIRA. As plantas das farmácias vivas.. ed. H. Fortaleza: Editora da UFC. 18(suppl). G. J. MATOS. B.. Fortaleza: Editora da UFC. 633 p. A. S.5. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2006. BANDEIRA. MATOS. B. A. F. Guia fitoterápico. F. MATOS. A. E. Fortaleza: Editora BNB. LUCIO. A. Nova Odessa. 3. A. ROCHA. M. Fortaleza: Editora da UFC. A. M. A. VIANA. MATOS.. 2000. S. 2. F. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. G. F. 2001. J. J. Farmacogn. SILVA JUNIOR. A. F. A. 2. M. L. J.. S. Farmácias vivas. MATOS. 2008. ed. 1997. VIANA. FRANÇA. A. M. Bras.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Plantas medicinais. 744-747. Essentia Herba – Plantas Bioativas. H. . Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. ed.. SHARAPIN. Fortaleza: Editora da UFC. v. Guia fitoterápico. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. ed. J. Rev. MATOS. N. F. 2. 1ª edição 85 LORENZI.. 2008. A. 1998. Florianópolis: EPAGRI. 2..

seco e ao abrigo da luz. F. Santo Domingo: Tramil. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. P. 1995. 2000. ROBINEAU. Plantas medicinais. 1997).) et al. GUPTA et al. MATOS. ROBINEAU. 1998. MATOS.. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO.. A. F. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. 1997.L. ed. Santafé de Bogotá.p. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. 1998. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. (Org. J. A. REFERÊNCIAS ALONSO. FARMACOPEA Caribeña. pois pode causar coma hipoglicêmico. 1. GUPTA et al. 2. 1995. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. L. Quantidade 10 g 100 mL . Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1997. 2000. Bases Clínicas y farmacológicas. 270 Plantas medicinales iberoamericanas..2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. J. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). MATOS. MATOS. distúrbios hepáticos.. 2009). WHO. 1997. GUPTA. Fazer aplicações tópicas. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. uma vez ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ed. SINONÍMIA Cucumis argyi H.s. Lév. 1995. J. 1997.R. Fortaleza: Editora da UFC. M. 1ª edição 5. G. Momordica chinensis Spreng.

FRANÇA. 2008. S. H. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Switzerland: World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. 18(suppl). E. L.. 744-747. Farmacogn..5. 1ª edição 87 ROCHA. N.. Bras. 4. M. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SHARAPIN. A. Rev. Geneva. LUCIO. v. . 2009.

5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. LI. 2008). LORENZI & MATOS. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. 2001. MATOS. Acima de 12 anos: ansiolítico . três vezes ao dia (VANACLOCHA. MODO DE USAR Uso interno. ZHOUA. 1997a.s. J. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. sedativo suave . EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. R. VIANA et al... CUNHA.. H. P... COTRIM. 1998). L.. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). T. Phytotherapy Research. CARVALHO. 2010.. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2006.. M. COLETA et al.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. LIMA.tomar 2. Journal of Ethnopharmacology. REFERÊNCIAS COLETA. T. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. M. 20. crianças menores de dois anos. 2000. 148–153. 1999).. 2006. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al.. M. LI. BATISTA. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. M.. 2010. flavicarpa. 128. Y. D. BAI. M. –Hil. 1067–1073.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. Quantidade 20 g 100 mL . DENG. St. MATOS. G. 2002. DE-PARIS et al. 1997b... NOMENCLATURA POPULAR Maracujá.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. seco e ao abrigo da luz.p. 1998. Seu uso pode causar sonolência. lactantes.. C. alcoolistas e diabéticos. its sub-fractions and flavonoid constituents. MATOS. CAMPOS.. 1ª edição 5.. e Passiflora gratissima A. 1 hora antes de deitar.

J. LUCIO. H. 3. H. Farmacogn. 1998. A. F. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. Guia fitoterápico. 2001. REGINATTO. Farmácias vivas. MATOS. F. J. KAPCZINSKI. MATOS... E. F. B. J. F. ROCHA. 2. Fortaleza: Editora da UFC. P. VANACLOCHA. 2000. 18(suppl). M.. F. A. MATOS. 744-747. G. A.. A.. M. J. SCHENKEL. M. MATOS.. Plantas Medicinais no Brasil.. V. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. GONZÁLEZ-ORTEGA. F. LORENZI. S. ed. 2008. F. F. Plantas medicinais. 1997b. J. J.. J.. Fortaleza: Editora da UFC. 1997a. Vademecum de Prescripción. SALGUEIRO.. F. Fortaleza: Editora da UFC. A. Rev. 1999. Bras. MATOS. G. 1ª edição 89 DE-PARIS. A... Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. Fortaleza: Editora BNB. 1148 p. ed. SHARAPIN. 2. Fortaleza: Editora da UFC. QUEEDO. Guia fitoterápico. Fortaleza: Editora da UFC. BANDEIRA M. A.. GSB. B. B. F.. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 21. VIANA. J. ed.. R. Plantas Medicinales. 5–8. S. . A. L. GOSMANN. Viana. MATOS. H. 1998. 2008.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Barcelona: Masson. BANDEIRA. G.. A. 2002. J. N. MATOS. Acta Farmaceutica Bonaerense. A. E. PETRY. As plantas das farmácias vivas. FRANÇA. D.5.. M.

s. SINONÍMIA Diasperus niruri (L.. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.. FREITAS et al. 30. A. 2001. REFERÊNCIAS ALONSO. H. (GILBERT et al. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. 1998. A.. Bases Clínicas y farmacológicas. MATOS et al.. M.. Urol Res. FREITAS. SCHOR. 1999). Quantidade 10 g 100 mL . GUPTA et al. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. 2003. 829. BARROS et al. MATOS. A. 81. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. MATOS. 2003. 2002. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1998). crianças menores de dois anos...p. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. ALONSO. J. N. 393. N. 374. BJU Int. Nephron. 2008). NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. M. CAMPOS. BARROS. 2005.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. A. 1997...2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). BOIM. CAMPOS & SCHOR. 89. E. lactantes. alcoolistas e diabéticos. 2002. Não usar por mais de três semanas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 5. SCHOR. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation.L. N. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. BOIM.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 2004. M. SCHOR... 1999. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes... 1995. seco e ao abrigo da luz. M.R. MODO DE USAR Uso interno.

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Fortaleza: Editora da UFC. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. L. ed. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. Mais saúde.. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. E. MATOS. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. TYLER et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). seco e ao abrigo da luz.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. FIOCRUZ. MARI GEMMA.. A. Quantidade 10 g 100 mL . 2005. obstrução intestinal. crianças menores de dois anos.1999). 2005. alcoolistas e diabéticos. F. A. C. 2. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. MATOS. MATOS. G. Brasil: Abifito.. gestantes.. Rio de Janeiro. SIMÕES. V. lactantes.. F. 1999. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2004. C. BIESKI.. C. A.s. e Plantago latifolia Salisb. 2005. 1999). REFERÊNCIAS AMARAL.. J. P. J. Fortaleza 1997.p. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Quintais medicinais. I. VANACLOCHA. 2000. Plantas medicinais. Plantago dregeana Decne. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. J.5 a 5 mL) da tintura. FERREIRA. 1997). F. AMARAL et al. Cuiabá. MODO DE USAR Uso externo. diluídas em 75 mL água. tansagem e tranchagem. VANACLOCHA. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. 2000. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1ª edição 5. 2005.

. LUCIO. Plantas Medicinales. 2008. TYLER. N. V.. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. V. 417 p. L. 1148 p. 744-747... BLUMENTHAL. R. VANACLOCHA. Barcelona: Masson. 18(suppl). Vademecum de Prescripción. HÄNSEL.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. S. E. M. Bras. H. B. M.. 1999. A.5. FRANÇA. . 2004. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Farmacogn. SCHULZ. Rev. Berlin: Springer. 1ª edição 93 ROCHA. E. SHARAPIN. V.

SCHULTZ et al. 1996. J. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 1999). on the different periods of pregnancy in rats. diluídas em 75 mL de água. FINTELMANN & WEISS. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. 1ª edição 5. 2000). 1998. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. C.. The toxic effects of Coleus barbatus B. MATOS. boldo-brasileiro e boldo-nacional. V. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. 2007. F. Quantidade 20 g 100 mL . 2000.s. J Ethnopharmacol. VANACLOCHA. alcoolistas. BLUMENTHAL. 1999). NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 1998. 1998. As plantas das farmácias vivas.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine... M. 1997. LEMONICA. Fortaleza: Editora da UFC. Editora Guanabara Koogan. diabéticos. seco e ao abrigo da luz. WEISS.. G. (Ed. MODO DE USAR Uso interno. 53-60.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. MATOS. REFERÊNCIAS ALMEIDA. BLUMENTHAL. P. I. 73. MATOS. 2010. MATOS. A.) The complete german Comission E monographs. lactantes. FINTELMANN. 1997. F.p. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. F.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 2010. crianças menores de dois anos. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. 2000. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. R. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA.

1996. L. C.. BOSSOLANI. F. J. A. A. Fortaleza: Editora da UFC.M.B. L. 1999. A. London. M. L. E. 2007. A. FRANÇA. Ethnopharmacol. J. B. A. T.. ROCHA. 744-747. Rev.. S. Farmacogn. Fortaleza: Editora da UFC. SHARAPIN..5. SOUCCAR. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. Vademecum de Prescripción.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 2000.. MATOS. 2. LIMA-LANDMAN. V.. 296 p. H. 1998. 1148 p. NEWALL. ANDERSON. ed.. 2008. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. Inhibition of the gastric H+. J. P. VANACLOCHA. PHILLIPSON. M. 1-7. F. SCHULTZ. 1ª edição 95 MATOS. TORRES. Bras. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. . D. Farmácias vivas. 3. ed. J. 18(suppl). LAPA. LUCIO. UK: The Pharmaceutical Press. Barcelona: Masson. R.. Plantas Medicinales. A. C. C. 111.K+-ATPase by plectrinone A. M. J. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. N. Plantas medicinais.

C. J. LORENZI & MATOS.. 1999. H. seco e ao abrigo da luz. LORENZI. G. M. F. L. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. Punica grandiflora hort. A. Rev. 1999. Fazer bochechos e gargarejos.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2008)... menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 2008. S.p. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Barcelona: Masson. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. 2005. 2. 1148 p. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. I. crianças menores de dois anos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. lactantes. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. 2005. ex Steud. MARI GEMMA. A. Mais saúde.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. . 2008). SINONÍMIA Punica florida Salisb. Nova Odessa. MODO DE USAR Uso externo. 1998. SHARAPIN. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). MATOS. H.s.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. VIANA et al. C. Cuiabá. Quintais medicinais. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. Farmacogn.. alcoolistas e diabéticos.. REFERÊNCIAS BIESKI. N. 2009). e Punica nana L. B. Vademecum de Prescripción.. FRANÇA. 744-747. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. WHO. LUCIO. V. Bras. E. ROCHA. NOMENCLATURA POPULAR Romã. 2008. 1ª edição 5. ed. Plantas Medicinales. 18(suppl).

v. A. 1998. M.5. 4. WORLD HEALTH ORGANIZATION.. G. WHO monographs on selected medicinal plants.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Editora da UFC. Guia fitoterápico. 2009. A. BANDEIRA. Switzerland: World Health Organization. 1ª edição 97 VIANA.. B. Fortaleza. MATOS F. Geneva. J. M. . S.

Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1999. antidispéptico. lactantes.. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. B. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. e Zingiber aromaticum Noronha. Geneva.s.. 1999. D..p. WHO monographs on selected medicinal plants. L. PHILLIPSON. S.. Vademecum de Prescripción. V. 1ª edição 5. N.1. H. C. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. seco e ao abrigo da luz. 1999). J. ANDERSON. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. alcoolistas e diabéticos. 1148 p. A. M. Rev. 2008.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. 1996). London. E. Farmacogn. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. SHARAPIN. L. Switzerland: World Health Organization. ROCHA. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 1999). v.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. FRANÇA. 744-747. VANACLOCHA. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. INDICAÇÕES Antiemético. A. UK: The Pharmaceutical Press. 18(suppl). REFERÊNCIAS NEWALL. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). A. MODO DE USAR Uso interno. LUCIO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Bras. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. 296 p. crianças menores de dois anos. Plantas Medicinales. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1996. expectorante e nos casos de cinetose (WHO.. Barcelona: Masson. 1999). Quantidade 20 g 100 mL . WORLD HEALTH ORGANIZATION.

3 GEIS . 1ª edição 99 5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. MODO DE USAR Uso externo.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aloe perfoliata var. Armazenar em local fresco. INDICAÇÕES Cicatrizante.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. seco e ao abrigo da luz.p. vera.s. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. Quantidade 10 mL 100 g . Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.p. 1987).. N. J.5. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. MASCOLO. Boca Raton: CRC. adicionar o extrato glicólico no gel. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. 1985. 1987.s.. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. 2831. Após higienização. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. REFERÊNCIAS DUKE. 1985). Quantidade 10 mL 100 g . 1. A. Armazenar em local fresco. MASCOLO et al. SINONÍMIA. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. et al. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. seco e ao abrigo da luz. 1985. Phytotherapy Res. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. MODO DE USAR Uso tópico. Não consta. Handbook of medicinal herbs. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia.

2008). Armazenar em local fresco. 1996. DOS SANTOS FILHO. 1994. S. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. 53. 1994.s. REFERÊNCIAS ARAÚJO. SARTI.. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. M. Quantidade 5% q.. C. P. ex. SERTIE. D. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. C. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 60. J. Planta Med. SOUZA... ARAÚJO et al. 2008. ALBUQUERQUE. J. A.. CARVALHO.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. L.p. A. 118-120.. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge.P. 1996. A. 175-178. Journal of Ethnopharmacology. K. BACCHI. . TEIXEIRA.L. P. C. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia..3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. CARVALHO et al. 120 . E. J. Journal of Ethnopharmacology. BASTOS. T.. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. T. 72–80. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. Tul. S. J. N. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. R. ALENCAR.) L. U. E. M.. J.. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. J. DE AMORIM....

Lymphology. Armazenar em local fresco. 16. R. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. Cosmet.p. J. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. J. anti-inflamatório e cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. Quantidade 10 mL 100 g . CASLEY-SMITH. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH.5. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. FLEISCHNER. M. 1985. Após higienização. Toilet. A. 1985). FLEISCHNER.s..3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. R.. 1983. seco e ao abrigo da luz. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. 45. INDICAÇÕES Antisséptico. 1983. 100. 150-6. SINONÍMIA Não consta.

1ª edição 5. Plantas medicinais. Farmácias vivas. F. F. A. REFERÊNCIAS MATOS. 3. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. MATOS. VIANA G. SINONÍMIA Não consta. J. ed. Guia fitoterápico. MATOS.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa.. MATOS. A. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. B. Armazenar em local fresco. seco e ao abrigo da luz. MATOS. Fortaleza. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. 2. 1998. A. 2000. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Fortaleza: Editora da UFC. Fortaleza : Editora da UFC. J.p. 1997. Quantidade 10 mL 100 g ... F. F. INDICAÇÕES Antisséptico. 1998) MODO DE USAR Uso externo.s. BANDEIRA. 1998. M. M. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. VIANA et al. 2000. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. 1998. J. S. As plantas das farmácias vivas. MATOS. A. antimicótico e escabicida (MATOS. 1997. ed. J. A.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. Fortaleza: Editora da UFC.

4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.4 POMADAS . 1ª edição 105 5.5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

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107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

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5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

S.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. PINTO. MENDONÇA.. O.. C. V. P.. L. UEDA-NAKAMURA. Brazilian Journal of Pharmacognosy. Pesquisa Veterinária Brasileira. A. 28. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body... ONOFRE. B. C. 2B. T. 103. J. A. R. R. 1ª edição 109 DOS SANTOS. NAKAMURA. J. P. DIAS FILHO.. OLIVEIRA. . LINO J. E. D. 277-281. A. B. 2008. C.. R. E. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. BOMBARDIERE.5. 19. F. A. BRITO.. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. 577-581. 2008. VEIGA JR. S. 2009. JUNQUEIRA-KIPNIS. V.... 358-366. VIEIRA. B.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.bras.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. 1ª edição 5. Aplicar nas áreas afetadas. MODO DE USAR Uso externo. Cordia cylindristachya auctt. bras. uma a três vezes ao dia. Lithocardium verbenaceum Kuntze. seco e ao abrigo da luz.ex Fresen.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Cordia curassavica auctt. Armazenar em local fresco.s. Lithocardium salicium Kuntze.. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. Lithocardium fresenii Kuntze. ex Fresen. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. Quantidade 10 mL 100 g .p. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões.

Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. Fitoterapia. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.s. SINONÍMIA Não consta. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1985. 323-329. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. Quantidade 10 mL 100 g . equimoses. NOMENCLATURA POPULAR Confrei.. no máximo. S. REFERÊNCIAS GOLDMAN. INDICAÇÕES Cicatrizante. Não usar em lesões abertas. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Utilize espátula para retirar o produto do pote. 6. seis semanas consecutivas ao ano. et al. 1985). MODO DE USAR Uso externo.5. seco e ao abrigo da luz. R. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por.p. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L.

5 BASES FARMACÊUTICAS .5 BASES FARMACÊUTICAS 5. 1ª edição 5.112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

5. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. À parte. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. em uma proveta. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. pomadas e cremes de Aloe vera. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. triturá-lo ao máximo. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . Filtrar. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga.

ao abrigo da luz e à temperatura ambiente.5 e 6.p. depilação ou geis antissépticos.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A. Usado para preparações após barba.1 g 5g 3. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade.polietileno tereftalato ou frasco PE .s. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET .3 g 100 g Quantidade . FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q.5. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.6 g 1g 0. 1ª edição 5. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas). previamente misturada. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero.polietileno). FORMA FARMACÊUTICA Gel. 0. ajustando o pH entre 5. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

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POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

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5.6 CREMES

s. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. seco e ao abrigo da luz.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. Quantidade 10 mL 100 g . FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. 1ª edição 5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa. MODO DE USAR Uso externo. Armazenar em local fresco. Utilize espátula para retirar o produto do pote.p. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Em feridas a cada 24 horas. Após higienização.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

MODO DE USAR Uso externo.. R. J.. À parte. G. L. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. Filtrar.s. FERREIRA. 27-34. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. 2002). 12. Acacia adstringens Mart. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão.S.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. J. L.5.. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. BRANDÃO. em uma proveta. Utilize espátula para retirar o produto do pote. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. seco e ao abrigo da luz. GODOY. 2002. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças..) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. M.p. preparar a solução de propilenoglicol e água. Após higienização.) Coville (Barbatimão). INDICAÇÕES Cicatrizante. L. Revista Brasileira de Farmacognosia. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. STEHMANN. A. Armazenar em local fresco. REFERÊNCIAS ARDISSON. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . M..

7 XAROPE 5.120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.7 XAROPE .

três vezes ao dia. três vezes ao dia. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . Agitar antes de usar. duas vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante. MODO DE USAR Uso interno. laevigata Schultz Bip. usar por duas semanas. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. Completar o volume e homogeneizar.s. Crianças de três a sete anos: tomar 2.5. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. SINONÍMIA M.p.5 mL do xarope. Armazenar em local fresco. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. fria. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.p.s. Em casos crônicos. scansoria DC. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). no preparo dessa formulação.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. gestantes. lactantes e crianças menores de dois anos. seco e ao abrigo da luz.5 mL do xarope. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. (Mikania glomerata).

122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5.8 SABONETE . 1ª edição 5.

NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta.p. completar o volume com água purificada. SINONÍMIA Não consta. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. INDICAÇÕES Antisséptico. Manter fora do alcance de crianças. ajustar o pH água purificada q. ajustar viscosidade ácido cítrico q. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido. deixando o sabonete em contato. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada.p. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Lavar com água corrente. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma.s. antimicótico e escabicida.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%.p. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. Durante o banho. Se necessário.s. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . homogeneizar.5. aplicar na área afetada. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

sob agitação. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante.5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g . aquecer os componentes até completa solubilização. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. de plástico opaco ou vidro âmbar.

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