Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

reconhecidas universidades federais. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. que integra a FB 5 como um de seus componentes. além da própria Anvisa. portanto. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. hoje disponíveis no mundo. do Paraná. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. de Santa Maria. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. de Campina Grande. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. A grande maioria dos medicamentos.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. comprovadamente. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. Esse foi. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. por natureza. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. de São Paulo. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. competência e. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. de Ribeirão Preto. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. principalmente. À Anvisa. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. Com o cuidado que o tema exige. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). um dos componentes da quinta edição da FB 5. essa necessidade. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. Reconhecemos ainda. o país da diversidade. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. com a Fundação Oswaldo Cruz.

quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. Portanto. com embasamento científico. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. 1982. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. 17 de tinturas. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. tanto manipulados quanto industrializados. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. em seu item 2. de 09 de dezembro de 2008. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . 1ª edição complementa essas normas de manipulação. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. de 22 de junho de 2006. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. uma de sabonete. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. duas de cremes. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. representando as diversas regiões do país. º 212.3. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. Com isso. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). destinada a garantir. 1ª edição. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. fitoterápicos segundo a legislação vigente. o decreto 5. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. cinco de geis.4. de 11 de setembro. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. à base de plantas medicinais.813. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. quanto à aplicação da prática fitoterápica. uma de xarope. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). cinco de pomadas. do Ministério da Saúde que. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). estabelecido para o país. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. No Brasil. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. mais recentemente.

MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .USP .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .Embrapa .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.

UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .

UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C.UFF LEÔNIA M. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG RONALDO F. 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .

. Banho de assento É a imersão em água morna. estabilização. após processos de coleta. cera. alcoolatura. podendo ocorrer na forma de extrato. rasurada. quando aplicável. e secagem. 1ª edição”. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. cumprir com as especificações de qualidade. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. tais como cascas. ou classes de substâncias. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. equipamentos e sistemas. sementes e folhas coriáceas. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. dependendo da indicação de uso. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. tintura. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. não devendo ser engolido o líquido ao final. rizomas. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. frio ou aquecido. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. normalmente. exsudado e outros. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. na formulação e produção de medicamentos. Pode ser denominado FFFB 1. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. que causam a ação terapêutica. que contenham as substâncias. sobre o lugar lesionado. podendo estar na forma íntegra. raízes. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. óleo fixo e volátil. triturada ou pulverizada. ou suas partes. na posição sentada. obrigatoriamente. Bochecho É a agitação de infuso. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. caules. em laboratórios de ensaios. Droga vegetal É a planta medicinal.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

O extrato é preparado por percolação. destinado a cobrir. uniformidade. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. uma parte do extrato. os cosméticos. empacotar. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. dentro dos limites especificados. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. Após a extração. removível ou não. os insumos farmacêuticos e correlatos. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. suas prováveis interações. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. Abreviatura: ext. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. quando aplicável. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. assim como a experiência profissional. ou de seus derivados. em massa. obtida a partir de material animal ou vegetal. em que. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. . seca utilizada na sua preparação. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. Essas informações. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. utilizando como solvente álcool etílico. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. com características apropriadas a uma determinada via de administração. aparência. dissolução e suspendibilidade. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. exceto quando indicado de maneira diferente. em massa ou volume corresponde a uma parte. dentro dos limites especificados. as drogas. flu. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. especificamente ou não. os saneantes e outros produtos. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. quando aplicável. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. Assim. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. sólida ou intermediária. materiais indesejáveis podem ser eliminados. os medicamentos. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. teor de constituintes. Na manipulação de produtos magistrais. As BPM devem ser atendidas. envasar. Se necessário. Para tanto. da droga. artigos científicos e materiais técnicos. água ou outro solvente adequado. inativação de enzimas. exceto substâncias isoladas. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). com finalidade profilática. maceração ou outro método adequado e validado. moagem ou desengorduramento. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. Extrato É a preparação de consistência líquida. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. proteger ou manter. Abreviatura: ext. palatabilidade. curativa ou paliativa. ou de resíduo seco. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. tais como. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes.

Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. nas proporções indicadas na fórmula. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. inflorescências e frutos. cuja característica essencial é a homogeneidade. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. Medicamento É o produto farmacêutico. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. mantida em percolador. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. tecnicamente. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal.s. em lugar pouco iluminado. bem fechado. no mínimo. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. a forma farmacêutica e a posologia. ou que contenham substâncias ativas voláteis. material de embalagem ou produto. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. curativa.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a droga vegetal ou o derivado vegetal. com agitação diária. em contato com o líquido extrator. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. paliativa ou para fins de diagnóstico. . que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. flores. obtidos em um único processo. sob velocidade controlada. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. a temperatura ambiente. É preparado na farmácia. com finalidade profilática. em seguida. não devendo ser engolido o líquido ao final. obtido ou elaborado. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. Um gel pode conter partículas suspensas. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. convenientemente pulverizada. por tempo determinado para cada droga vegetal. à temperatura ambiente. sete dias consecutivos. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima.

laboratórios. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. límpida e homogênea. entre outros. aplicados diretamente sobre recipientes. ou seu armazenamento. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. a pressão ou auto adesiva. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. centros cirúrgicos. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. com orientações para seu uso seguro e racional. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. invólucros. dietéticos e nutricionais. Medicamentos. É classificada em simples e composta. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. cosméticos. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. cultivada ou não. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. Solução É a forma farmacêutica líquida. . bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. utilizada com propósitos terapêuticos. Rótulo É a identificação impressa ou litografada.feita para produtos magistrais usados em clínicas. de todo o processo. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. dispensa e/ou administração. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. até a sua dispensação. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. envoltórios. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. mas não tem de estar presente em todas as etapas. produtos de higiene. hospitais. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. ambulatórios. externo ou interno.

forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. adicionando o líquido extrator constantemente. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição.s. Manter a torneira fechada. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. em camadas superpostas. que apresenta. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. no mínimo. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. Iniciar a percolação na velocidade controlada. Preparar o percolador de capacidade apropriada. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Deixar repousar por 24 h. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição.) do líquido extrator. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. . INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. Quando não se destina ao consumo imediato. Transferir a droga umedecida para o percolador.

21 Arnica montana L. 35 Lippia alba (Mill. 34 Justicia pectoralis Jacq. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. 19 Achyrocline satureioides (Lam. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. Pimpinella anisum L. ex Britton & P. Curcuma longa L. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. Wilson 36 Lippia sidoides Cham.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. Citrus aurantium L.) N.) DC. Arctium lappa L. 24 Casearia sylvestris Sw. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L.) Planch. 22 23 Baccharis trimera (Less.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. Malva sylvestris L.E. 28 Cymbopogon citratus (DC. Mentha x piperita L.) DC. Melissa officinalis L. Br. Plantago major L. Matricaria recutita L. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Cynara scolymus L. Calendula officinalis L. 33 Illicium verum Hook F. Presl Cordia verbenacea DC.

78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L. TINTURA DE Mentha x piperita L. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. Wigg 62 5. Sambucus nigra L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. H. TINTURA DE Allium sativum L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Punica granatum L. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. ex Baker 84 . TINTURA DE Momordica charantia L. TINTURA DE Plantago major L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L.) B. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. TINTURA DE Curcuma longa L. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. Salix alba L. 57 Salvia officinalis L. laevigata Schultz Bip.

118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 104 5.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. laevigata Schultz Bip. POMADA DE C.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. 110 111 106 5. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. paupera (Herzog) Dwyer. 121 5.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. multijuga (Hayne) Kuntze.) Coville 119 5.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. reticulata Ducke E POMADA DE C.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . 1ª edição 17 5.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 102 GEL DE Calendula officinalis L.. 123 5. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M. POMADA DE C.

1ª edição 5.18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .

O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação.s. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. antidispéptico.5. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. anti-inflamatório e antiespasmódico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. três a quatro vezes ao dia. entre as refeições. Caso ocorra um desses sintomas. Quantidade 1–2g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. suspender o uso e consultar um especialista. INDICAÇÕES Aperiente.) Rydb.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 minutos após o preparo.

marcela e marcela-do-campo.s. suspender o uso. antiespasmódico e anti-inflamatório. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC. NOMENCLATURA POPULAR Macela. INDICAÇÕES Antidispéptico.5 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) DC. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo.p. Quantidade 1. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia.

NOMENCLATURA POPULAR Bardana.s. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 2.5. 1ª edição 21 Arctium lappa L.5 g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes.p. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. diurético e anti-inflamatório.

p. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. Aplicar na forma de compressa. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.s. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. 1ª edição 5.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. MODO DE USAR Uso externo. nos casos de equimoses e hematomas.

) SINONÍMIA DC. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. INDICAÇÕES Antidispéptico. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Baccharis genistelloides var. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes.) Baker e Molina trimera Less.5 g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso pode causar hipotensão. trimera (Less. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.5. Quantidade 2.s.

aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.p. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. Após higienização. três vezes ao dia. Em casos raros pode causar dermatite de contato. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes flores secas água q.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. Quantidade 1–2g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. MODO DE USAR Uso externo.s.

. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Anavinga samyda C. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. erva-de-bugre e erva-de-lagarto. 5 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Antidispéptico.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. Quantidade 2–4g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. F.5. Gaernt.

MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5. 10 a 15 minutos após o preparo.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. após as refeições. antidispéptico. Quantidade 1g 150 mL . Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. meia hora antes das refeições. INDICAÇÕES Aperiente. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L.. 10 a 15 minutos após o preparo. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. antiflatulento e antiespasmódico.

5. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo.s. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas. de preferência no início da noite. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. Quantidade 1–2g 150 mL .) Swingle e Citrus vulgaris Risso. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.p. 1ª edição 27 Citrus aurantium L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga.

três vezes ao dia. suspender o uso. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Aplicar compressa na região afetada. Quantidade 3g 150 mL .s.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. MODO DE USAR Uso externo.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. 1ª edição 5.

FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. 1ª edição 29 Curcuma longa L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. e Curcuma domestica Valeton. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.5. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. açafroa e açafrão-da-terra.5 g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. Quantidade 1.s.p. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

. ansiolítico e sedativo leve. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. e Andropogon citriodorum hort.s. 5 minutos após o preparo.p. ex Desf. capim-cidró. capim-limão. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. Andropogon citratus DC. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. INDICAÇÕES Antiespasmódico. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. Quantidade 1–3g 150 mL . duas a três vezes ao dia. capim-cidreira e cidreira.

Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. MODO DE USAR Uso interno. antes das refeições.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. INDICAÇÕES Antidispéptico. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae.s. Quantidade 1g 150 mL .5. após 10 minutos do preparo. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca. Quantidade 1g 150 mL . três vezes ao dia.p. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. 1ª edição 5.

Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter.5. Quantidade 3g–6g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não ingerir.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.p. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. Fazer banho de assento três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter.s. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. MODO DE USAR Uso externo.

p. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. MODO DE USAR Uso interno. três a quatro vezes ao dia. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. respiratória e gastrintestinal. Quantidade 3g 150 mL . após 10 minutos do preparo. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo.

5. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. chachambá e trevo-cumaru. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. Quantidade 5g 150 mL .) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. duas a três vezes ao dia.s. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq.F. NOMENCLATURA POPULAR Chambá. logo após o preparo. INDICAÇÕES Expectorante. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo.. Gmel.) J. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. logo após o preparo. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. logo após o preparo. Ecbolium pectorale (Jacq.p. duas a três vezes ao dia.

sedativo leve. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. três a quatro vezes ao dia. bradicardia e hipotensão. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. antiespasmódico e antidispéptico.p. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. três a quatro vezes ao dia. e Lantana geminata (Kunth) Spreng.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. ex Britton & P. INDICAÇÕES Ansiolítico. Quantidade 1a3g 150 mL .E. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão.s. logo após o preparo. três a quatro vezes ao dia. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. Br. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) N. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.

s. MODO DE USAR Uso externo.5. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Quantidade 2a3g 150 mL . SINONÍMIA Não consta. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia.p. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis.

FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q.p. Após higienização. Uso externo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. quatro vezes ao dia. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin.s. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. 1ª edição 5.p. suspender o uso imediatamente. NOMENCLATURA POPULAR Malva. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. três vezes ao dia. Tomar 150 mL do infuso.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL .s.

) Rauschert e Matricaria chamomilla L.p. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . Uso externo. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. MODO DE USAR Uso interno. três a quatro vezes entre as refeições. Fazer bochechos e/ou gargarejos. 1ª edição 39 Matricaria recutita L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ansiolítico e sedativo leve.p. excitação nervosa e insônia. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais.s. Em caso de superdosagens. cinco a 10 minutos após o preparo. podem ocorrer náuseas. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia.s.5. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. três a quatro vezes ao dia.p.) Planch. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. antiácido e protetor da mucosa gástrica. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa.

ansiolítico e sedativo leve. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.p. 10 a 15 minutos após o preparo. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial.5. MODO DE USAR Uso interno.s. Quantidade 1–4g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antiespasmódico.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5 g 150 mL .s.p. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. duas a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. 10 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. Quantidade 1. danos hepáticos severos e durante a lactação.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. INDICAÇÕES Expectorante. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. e Cacalia trilobata Vell. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. Mikania scansoria DC. Quantidade 3g 150 mL . duas vezes ao dia..s.

ex Baker SINONÍMIA Não consta. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. duas vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.p. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Expectorante. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 1ª edição 5. logo após o preparo.

INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. 10 a 15 minutos após o preparo. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não utilizar cronicamente. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5. duas a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. e Passiflora phoenicia Lindl. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL .s.

MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. St. duas a quatro vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL .s. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. e Passiflora gratissima A. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não utilizar cronicamente. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. 10 a 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. –Hil. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

p. duas a quatro vezes ao dia.5.s. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. MODO DE USAR Uso interno. 10 a 15 minutos após o preparo. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL . Não utilizar cronicamente. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.

uma vez ao dia. hipertireoidismo. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. INDICAÇÕES Estimulante. arritmias. Acima de 12 anos: tomar 0. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). Em altas doses pode causar insônia.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. mate) e anti-hipertensivos. noz-de-cola. nervosismo e ansiedade.5 – 2 g .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. hipertensão. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 0.

duas vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão.s. sem abafar. INDICAÇÕES Antidispéptico. Não exceder a dosagem recomendada. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. colagogo e colerético.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. doenças hepáticas severas e gestantes. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. 10 a 15 minutos após o preparo. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. MODO DE USAR Uso interno.p.

ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. Quantidade 3g 150 mL .p. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.) Kuntze.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.s. duas a três vezes ao dia. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Phyllanthus asperulatus Hutch.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L. 1ª edição 5.

suspender o uso imediatamente.5 g 150 mL .. Apium anisum (L.5. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce.) Crantz e Carum anisum (L. 10 a 15 minutos após o preparo.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L. MODO DE USAR Uso interno.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) Baill.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.s. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três vezes ao dia. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.. obstrução intestinal e por gestantes. Plantago dregeana Decne. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. Não utilizar a casca da semente. Após higienização. e Plantago latifolia Salisb.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L.p. tansagem e tranchagem. 1ª edição 5. Quantidade 6–9g 150 mL .

1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. logo após o preparo.5. duas a três vezes ao dia. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares.s. lactantes. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. boldo-brasileiro e boldo-nacional. Quantidade 1–3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. MODO DE USAR Uso interno. crianças.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes.

ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. MODO DE USAR Uso interno.s. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. logo após o preparo. Quantidade 4. duas a três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. INDICAÇÕES Expectorante. SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. 1ª edição 5.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL .

INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer banho de assento três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.5.s. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.p.

Punica grandiflora hort.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. SINONÍMIA Punica florida Salisb. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. Quantidade 6g 150 mL .56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Punica nana L. NOMENCLATURA POPULAR Romã.p. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. ex Steud. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. 1ª edição 5.. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

MODO DE USAR Uso interno.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim.p. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. SINONÍMIA Não consta. três a quatro vezes entre as refeições. Quantidade 2g 150 mL . Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não utilizar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim.5. 15 minutos após o preparo. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

MODO DE USAR Uso interno.p. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. antiácidos. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Quantidade 3g 150 mL . Usar em casos de gripe e resfriados. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico.s. Não usar em gestantes e crianças. 1ª edição 5. logo após o preparo.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides.

ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. três vezes ao dia. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. SINONÍMIA Não consta.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em pessoas com insuficiência renal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes.s. 10 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.5. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. Após higienização. duas a três vezes ao dia após as refeições. Uso externo. Quantidade 3g 150 mL . aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. 1ª edição 59 Salvia officinalis L.

MODO DE USAR Uso interno. e Sambucus peruviana Kunth.s. duas a três vezes ao dia. 5 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Quantidade 3g 150 mL . SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar folhas. INDICAÇÕES Diaforético. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 1g 150 mL .p. suspender o uso. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia.s. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.

. O uso pode provocar hipotensão arterial. úlcera gastroduodenal. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. três vezes ao dia. aperiente e diurético. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Antidispéptico. H.p. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L. e Taraxacum dens-leonis Desf.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. Leontodon vulgare Lam. cálculos biliares.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. Quantidade 3–4g 150 mL . logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

Quantidade 3g 150 mL .s. ex Walp. suspender o uso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano. INDICAÇÕES Antidispéptico. três vezes ao dia antes das principais refeições.5. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Bip. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

Rob.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.) H. MODO DE USAR Uso interno.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Expectorante. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. uma vez ao dia.p. logo após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.

antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em crianças.p. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.5. expectorante e nos casos de cinetose. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Quantidade 0. INDICAÇÕES Antiemético.5 – 1 g 150 mL .s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. irritação gástrica e hipertensão arterial. 5 minutos após o preparo.

2 TINTURAS . 1ª edição 5.66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS 5.

. BLUMENTHAL. TEWARI et al. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine.. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. 1969. GADGOLI & MISHRA. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. 1991. EBADI. BLUMENTHAL. em lactantes. REFERÊNCIAS ALONSO. 2009. três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Quantidade 20 g 100 mL . Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. 1999.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. colerético (WHO. 2007).. alcoolistas e diabéticos.. 2009). NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama.s. PHILP. 2002. entre as refeições (WHO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1993.. 2009. 2008. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. HEALTHCARE.1995.L. lactentes. 1998. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. PIRES et al. 1984. 1974.. (Ed. MILLS & BONE. 1996. J. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.. 1998.p. 2004.. FINTELMANN & WEISS. crianças menores de 12 anos.. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.) Rydb. 2008. Bases Clínicas y farmacológicas. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. RÜCKER et al. 2009. 1991). anti-inflamatório. 2004.) The complete German Comission E Monographs. MILLS & BONE. INDICAÇÕES Antidispéptico. GOLDBERG et al. 1998. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). M. 1998. 1998. antiflatulento. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA.1996. GUPTA.R. seco e ao abrigo da luz. 2010. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al.5. NEWALL et al. DELLA LOGGIA. MODO DE USAR Uso interno. 2004). ALONSO. WICHTL.

Supllement Strasbourg: Council of Europe. 1984. Res. R. DUARTE-ALMEIDA.. S. F. 23. MONTANARI T. Contraception.. Phytother. M. M.. G. 58. . DELLA LOGGIA. L. C.. N. St. 11.. V. CARLINI. in mice. MISHRA. 2007. Louis. 24. Geneva. 12. 99-107.. A. PIRES. Med. 4. A.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. MANN. Compositae). Med. EIGEN E. 391-399.. ROCHA. St. RÜCKER. 58.. J. 1999. 938-41.. NEGRI. K. Principles and practice of phytotherapy . Louis. 212–219.. J.. London. SHARAPIN. 744-747. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. GADGOLI. MILLS. (cur. J. 1996. RÜCKER. PHILLIPSON. Pharm. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe. A. ANDERSON. Bras. TEWARI. Switzerland: World Health Organization.). Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. Probl.. Auslöser der Schafgarbendermatitis. H.. Farmacogn. E. MENDES. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. M. Stuttgart. FRANÇA. Indian J..7 . G. 3th ed. DESALVA S. P. Pharmacology on line.. J. Bone. 2004. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED).. 2004. WEISS R. 2008.. ed. DOLDER H. S. USA: Elservier. NEWALL. 1974. BREUER. L. C. (Ed.. 331-6. 2010.. HAUSEN. USA: Elsevier Churchill Livingstone. 3th ed. 1991. PHILP. B. EUROPEAN PHARMACOPEIA. Montvale. McGraw-Hill Professional. The essential guide to herbal safety. 1969. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. R. K. 1ª edição 5. M. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. 2009. Santafé de Bogotá. Sci. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. P. R. Manuale per farmacisti e medici. E. J. F. M. Rev. 526 p. 18(suppl).. WHO monographs on selected medicinal plants. J. GUPTA. 28.. London: British Herbal Medicine Association.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Sci. PDR for herbal medicines.. S. H. BREUER. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). LUCIO. Contact Dermatitis. J. A. 979-981. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. L.. UK: The Pharmaceutical Press..2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. 296 p. Panamá.. 1996. GUPTA. 2nd ed. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. FINTELMANN. 2000. USA: Thomson. Vutr. ed. S. G. 1. Achillea millefolium L.Modern herbal medicine. Manual de Fitoterapia.. J. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. M. 274-80. C. OEMF spa Milano 1993.): Piante officinali per infusi e tisane. DE CARVALHO J. C. M. Physicians Desk Reference. 2009. MUELLER. 2004. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 1995. E.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. D. Convenio Andréas Bib. 6. S. FOURNADJIEV. D. v. SRIVASTAVA.. GOLDBERG A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Parm (Wienheim) 324. J. 1. 1998. 2000.4′. L. HEALTHCARE. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Bone. 2008. B. J. G. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. and Artemisia vulgaris L. 1991 SHIPOCHLIEV. T. WICHTL. MILLS. Arch. BAJPAI... E. M.. 309-13. WEGLEWSKI. T. P.

MODO DE USAR Uso interno. 2004).5. Quantidade 20 g 100 mL .. Buenos Aires: ISIS ediciones S. TYLER et al. 1999) e warfarina (WHO. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. 2004.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Bases Clínicas y farmacológicas. 2004. 2004).. 2004. 1999). 2000). hipertensão arterial leve. TYLER et al. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. BRASIL. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. 2004). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1999.L. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. J. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. dependentes alcoólicos e diabéticos. 2008). GRUENWALD. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Filtrar e acondicionar. MILLS & BONE. lactentes. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. MILLS & BONE.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água.1999. 1999. REFERÊNCIAS ALONSO. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. ALONSO. 1998. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).R. crianças menores de dois anos. lactantes. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. Pesar o alho seco. seco. úlceras gastroduodenais. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL.s. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. Não usar em pessoas com gastrite. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. NOMENCLATURA POPULAR Alho. FÓRMULA (BHF. 1983).. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). 1998. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L.

Diário Oficial da República Federativa do Brasil.. ROCHA. WICHTL. WHO monographs on selected medicinal plants. PDR for Herbal Medicines. 417 p. The essential guide to herbal safety. V. Farmacogn. R. H. S. N. 1999.. Geneva.. FRANÇA. E. 1996. T. 2000.. 2004. 3th ed. Louis.1. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. Principles and practice of phytotherapy .70 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2004. Brasília. V. 2008. Rev. HÄNSEL. S. A.. LUCIO. Poder Executivo. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. USA: Elsevier. New Jersey. BRASIL. 2004. E. Barcelona: Masson. M. B. K. SHARAPIN. WORLD HEALTH ORGANIZATION.. Plantas Medicinales. St. J. 1ª edição 5. Bras. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. . M. SCHULZ. M. VANACLOCHA. S. 1148 p. Switzerland: World Health Organization. DF. Montvale. Berlin: Springer. BRENDLER. Medicinal Economics Company.2 TINTURAS BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. Louis. BLUMENTHAL. V. Stuttgart. Rational phytotheray: a reference guide for physicians and pharmacists. St.Modern herbal medicine. BONE. C. de 11 de dezembro de 2008.. 18(suppl). GRUENWALD. Ministério da Saúde.. 744-747. TYLER. KAENICKE. K. 1999. 12 dez. Instrução normativa nº 5. Vademecum de Prescripción. London: British Herbal Medicine Association. L. 1999. BONE. USA: Elsevier Churchill Livingstone. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. Determina a publicação da “Lista De Medicamentos Fitoterápicos De Registro Simplificado”. MILLS. v. 2008. MILLS..

1991. V. CRAVEIRO. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. alcoolistas e diabéticos. 18(suppl). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). L. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água... Wendl. M. C.C. Quantidade 20 g 100 mL . A. Rev. e Alpinia speciosa (J.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. MODO DE USAR Uso interno. CARVALHO. 93-97. Oswald Cruz. 2010).) B. VARGAS & CARVALHO.) K. três vezes ao dia. 2008... N. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. T. 1991). FRANÇA. S. SHARAPIN.s. L. lactentes. 86. A.C. E. Bras. ROCHA. C. J. Schum on arterial hypertension.. J. LUCIO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Schum.5.. lactantes. OLIVEIRA. C. Farmacogn.) K. H. Mem Inst. L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. REFERÊNCIAS MENDONÇA. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. A. 744-747. A. J. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. 27-33. A. 2010. 4. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. H. crianças menores de dois anos. M. seco e ao abrigo da luz.p. VARGAS. 1991. Wendl. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. L.

alcoolistas e diabéticos. Arch. 211p. Rev. Bras. 2005. H. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. 1ª edição 5. H.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2008. 1999). SINONÍMIA Não consta. Quantidade 10 g 100 mL . REFERÊNCIAS BROWN. Em raros casos. N. M. 2003. 134. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. DATTNER.. 744-747.p. 2005). ROCHA. 18(suppl). pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. lactantes. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. (ESCOP. SCHILCHER. SHARAPIN. LUCIO. E. seco e ao abrigo da luz.. SCHILCHER. S. L. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. MODO DE USAR Uso externo. 1998. WHO. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 2002). 1999. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. Farmacogn.. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. J.s. crianças menores de dois anos. D. M. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. 1998). 2003.2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L.. Dermatol. A. 1401-1404. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. FRANÇA. A.

1999.5. 1148 p. 2002.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. v. V. 1ª edição 73 VANACLOCHA. WHO monographs on selected medicinal plants. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Barcelona: Masson. Plantas Medicinales. Geneva. 2. Vademecum de Prescripción. . Switzerland: World Health Organization. B.

2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2.s. açafrão-da-terra e açafroa. PHILP. hipolipemiante. SHARAPIN. AGGARWAL & HARIKUMAR. 1999. cardiovascular. autoimmune and neoplastic diseases. 1999. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. 41. S. 2009.. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água. FRANÇA.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. 2004). diabéticos e pessoas com cálculos biliares. A. HARIKUMAR. 1999). 1999. PHILP... 744-747. e Curcuma domestica Valeton. VANACLOCHA. pulmonary. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. ROCHA. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide.p.. M.L. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2004. 18(suppl). B. 1998). Bras. LUCIO. 1999. N. metabolic. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. Quantidade 10 g 100 mL . ALONSO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. the anti-inflammatory agent. seco e ao abrigo da luz. crianças menores de dois anos. 1ª edição 5. B. 2008. H. alcoolistas.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. E. colagogo (WAGNER. antiespasmódico. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.R. lactantes. INDICAÇÕES Colerético. REFERÊNCIAS AGGARWAL. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1998. Bases Clínicas y farmacológicas. B. Rev. ALONSO. K. against neurodegenerative. MODO DE USAR Uso interno. B. R. Buenos Aires: ISIS ediciones S. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. 40–59. 2006). Potential therapeutic effects of curcumin. Farmacogn. VANACLOCHA. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. L. 2009.

Switzerland: World Health Organization. . M. Farmacologia e Aplicações Clínicas. 1ª edição 75 VANACLOCHA. V. Vademecum de Prescripción. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Plantas Medicinales. WIESENAUER. Geneva. Barcelona: Masson.1. ed. Fitoterapia: Fitofármacos. WAGNER.. B. 2006.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1148 p. H. WHO monographs on selected medicinal plants. v. 2..5. 1999. 1999.

0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL.5 a 5. antiflatulento. 2008. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. 1999... diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. crianças menores de dois anos. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais... W. HOLTMANN. WICHTL. 2004. incluindo diarreia. 10. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. A. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. INDICAÇÕES Antidispéptico. (Ed. WALKER. MARAKIS.) The complete german Comission E monographs. G. R. 2003. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. 2004). SINONÍMIA Cynara cardunculus L. BOOTH.. BUNDY et al. 1999). R..s. MILLS & BONE. 2009.. 2009). Med. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. 667-669. 2002. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. MIDDLETON. alcoolistas. lactantes. náuseas e pirose (WHO. 2001. J.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Acima de 12 anos: tomar 2. CARDOSO. C.. 1998. 2004. 2009). 2009). J. BUNDY. seco e ao abrigo da luz. VANACLOCHA.. Complement.. M. WHO. 2009. BUNDY. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1998. VANACLOCHA. 2004. Altern. BLUMENTHAL. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. BUNDY et al. . 1998. antiemético. 2008). 1ª edição 5.

SIMPSON. CARDOSO. M. V. Farmacogn... J. v. 2001.5. MARAKIS. 3 ed. ADAM. J. H. 2004. 744-747. F. Barcelona: Masson. Switzerland: World Health Organization. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. WALLIS. 15. F. Cidade: Elservier. MIDDLETON.. COLLET. SHARAPIN. double blind placebo controlled trial. HAAG. WICHTL. L. Plantas Medicinales. C. 1999. O. A. A.. W... WHO monographs on selected medicinal plants. E. Phytomedicine. H. Vademecum de Prescripción. 18.. HOLTMANN. 9. B. WALKER. W.. WRIGTH. R. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study. W. WORLD HEALTH ORGANIZATION. MILLS. N. Rev. A. 1099.. BONE. BOOTH.. 4. C. S. R. PIKE.. VANACLOCHA. double blind.. G. Pharmabooks. C. 2002. 18(suppl). T.. K. Phytomedicine. Pharmacol. 2008. MIDDLETON. F. Aliment. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. 2008. R. WINDECK.. 1ª edição 77 BUNDY. R. MIDDLETON. S. D. 2003. 58-61.. E. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. Phytoter. 668-675. The essential guide to herbal safety. C. Ther. W. FRANÇA. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. Bras.. G. A. S. M. B. M... . J. GRUNEWALD. Z.. Res. 2009. WALKER. WALKER.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. multicentre trial. 2009. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 694-699.. LUCIO. 2004. Geneva. ROCHA. 1148 p. Stuttgart.1105. 15. R.. PETROWICZ..

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

. J. J... S. MATOS F.. G. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. N. Guia fitoterápico. M. H. VIANA. M. ROCHA. ed. Plantas medicinais. 2008. FRANÇA. ed. Fortaleza: Editora da UFC. L. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. M. LUCIO. SHARAPIN. 2. Farmacogn. Bras. J. F. B. 1998. S. 1ª edição 81 MATOS. BANDEIRA. F. A. MATOS. 1998. E. Fortaleza: Editora da UFC. A.. 3. A. A. Fortaleza: Editora da UFC. Rev.5. . Farmácias vivas. 18(suppl). 744-747. 2000. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. MODO DE USAR Uso interno. OLENNIKOV. Z. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 744-747. H. K. Quantidade 20 g 100 mL .. 2004). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Vademecum de Prescripción. FRANÇA. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. N. M. V. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. S. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. 2002). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q.. LUCIO. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. B.. Rev. M. 2010. ROCHA. L. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. RAMTOOLA. E. 18(suppl). 1148 p. 2004). SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.s. alcoolistas. TANKHAEVA. V. SHARAPIN. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 46. 2008. Bras. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. 1999. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin.. 2002. Chemistry of Natural Compounds. REFERÊNCIAS DRESSER. VANACLOCHA. CUMMING. TPII – 95. 1999. G.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. L. Plantas Medicinales. March 24-28.. N.. seco e ao abrigo da luz. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).p... D. 22-27. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. Farmacogn. 1ª edição 5. WACHER. lactantes. 2004). INDICAÇÕES Antidispéptico. D.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. Barcelona: Masson. G. crianças menores de dois anos. WHO.

WHO monographs on selected medicinal plants. 2004. Switzerland: World Health Organization. 188-205.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Geneva. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. . v.5. 2.

MATOS et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Fascículo 1 da Parte II. 2005. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. lactantes. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. REFERÊNCIAS BRASIL. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 1997. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. MODO DE USAR Uso interno. L. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. 1998. F. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. BRASIL. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. São Paulo: Atheneu. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. 1998). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. crianças menores de dois anos. Ministério da Saúde. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Quantidade 20 g 100 mL . 2001. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. VIANA et al. 1996. GILBERT. J. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. seco e ao abrigo da luz. DF. Brasil. (Mikania glomerata)... 2010. laevigata Schultz Bip. Curitiba. 10 de 10 de março de 2010. ALVES. B. FERREIRA. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. MATOS.. 2006). P.. 2005. FIOCRUZ.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Brasília. 10 mar. LORENZI & MATOS. 2008.p. Brasil: Abifito. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n.. 2005. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. alcoolistas e diabéticos. 2008). L..s. MATOS.

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2002.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell.. Seu uso pode causar sonolência. J.. St. T. CARVALHO. seco e ao abrigo da luz. Y. MATOS. P. 2010. 2001. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). flavicarpa. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al. CAMPOS. MODO DE USAR Uso interno. COTRIM. LORENZI & MATOS. Acima de 12 anos: ansiolítico .tomar 2. 148–153. crianças menores de dois anos. H. REFERÊNCIAS COLETA. A. D. CUNHA. alcoolistas e diabéticos. 1998). 2010. 2006. M.. M. –Hil. e Passiflora gratissima A. VIANA et al.. M.. G. Phytotherapy Research. BAI. M. L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. LI.. 1999).. LI. COLETA et al. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. 1 hora antes de deitar. LIMA.. 128.... C. 2006. DENG... R. MATOS.s.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. DE-PARIS et al. 1067–1073. Quantidade 20 g 100 mL . três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2000. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. sedativo suave . ZHOUA.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. its sub-fractions and flavonoid constituents. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Journal of Ethnopharmacology. 1997b. 1ª edição 5. lactantes.. BATISTA. 20.p. 1997a.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MATOS. M. MATOS. T. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1998. 2008). Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f... NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q.

MATOS. 18(suppl). ed. B. Fortaleza: Editora da UFC.. J. F. Fortaleza: Editora da UFC.. A. F. J.. F. GONZÁLEZ-ORTEGA. S. A. M. G. LUCIO. B. Farmácias vivas. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC.. F. MATOS. BANDEIRA.. A. Guia fitoterápico. As plantas das farmácias vivas... VANACLOCHA. BANDEIRA M. 2001. Plantas Medicinales. GSB. A. 1997b. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 3. Bras. J. 2002. VIANA. 1998.. ed. R. B. M. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims.. Acta Farmaceutica Bonaerense. J. H.. D. SALGUEIRO. Viana.5. P. 1ª edição 89 DE-PARIS. J. MATOS. J. Fortaleza: Editora da UFC. V.. 1999. A. H. QUEEDO. Plantas medicinais. 1998. J. 21.. ROCHA. Plantas Medicinais no Brasil. 1997a. G.. Fortaleza: Editora BNB. GOSMANN. KAPCZINSKI. LORENZI. A. Farmacogn. F. 2000. SHARAPIN.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. 5–8. PETRY. J. Fortaleza: Editora da UFC.. Rev. M.. N. A.. 1148 p. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. F. 2008. L. F. ed. . G. F. 744-747. H. SCHENKEL. MATOS. A. MATOS. A. J. MATOS.. S. REGINATTO. 2008. Guia fitoterápico. F. M. E. F. Vademecum de Prescripción. FRANÇA. 2. E. Barcelona: Masson. 2.

ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. 2002. FREITAS. ALONSO. MODO DE USAR Uso interno. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo... 2004. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. N. alcoolistas e diabéticos. Quantidade 10 g 100 mL . BARROS.. 30. Não usar por mais de três semanas. Nephron. A. 1998). CAMPOS. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. FREITAS et al.. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.. CAMPOS & SCHOR. 2008). A. N.. MATOS et al. Bases Clínicas y farmacológicas.s. 1997.p. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation.L. 1998. 81.. Buenos Aires: ISIS ediciones S. MATOS. 89. H. REFERÊNCIAS ALONSO. BOIM.. SCHOR. A.R. J. M. 2001. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. 1998.. SCHOR. 2005. seco e ao abrigo da luz.. 1995. 1999).2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L.. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. GUPTA et al. 829. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). M. BARROS et al. 374.. lactantes.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. 393. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. BJU Int. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. M.. N. 2002.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de dois anos. 2003. 2003. E. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. SCHOR. 1999. (GILBERT et al. BOIM. Urol Res. M. MATOS.

São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. 3. 1. 2. A. Fortaleza: Editora da UFC. 2008. J. .. I. P. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. 1998. 18(suppl). Santafé de Bogotá. P. G.. ALVES. 2008. ed. M. Curitiba. MATOS. VIANA. H. BANDEIRA M. A. Bras. ed. Plantas Medicinais no Brasil. A. 744-747.. & MATOS. Farmacogn. N. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. M. F. Guia fitoterápico. A. ABREU MATOS. M.. 1997. J. J. LORENZI. 2004. Plantas Medicinais no Brasil . F.. Fortaleza: Editora da UFC. L. 2.. ROCHA. J. H. NISHIURA. L. L..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. N.. F. J. 1995. 2005. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. Urol Res. P. H. Brasil: Abifito. F. F. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. E.. 32. LUCIO. 362–366. A. ed. FERREIRA. BOIM.. S. SHARAPIN. FIOCRUZ. S. MATOS. HEILBERG.. MATOS. ed. ABREU. Farmácias vivas. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). LORENZI. SCHOR. 1ª edição 91 GILBERT.. Fortaleza: Editora da UFC. 2001. J. J. F.nativas e Exóticas.5. CAMPOS. Rev. FRANÇA.. 2008. B. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. GUPTA. B. H. L. A. M.

O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. lactantes. F. 2004. tansagem e tranchagem. A.. A. 2. V. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. MATOS.. VANACLOCHA. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. REFERÊNCIAS AMARAL.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. alcoolistas e diabéticos. VANACLOCHA. MARI GEMMA. 2000. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. Brasil: Abifito. seco e ao abrigo da luz. MODO DE USAR Uso externo. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Fortaleza: Editora da UFC. Plantago dregeana Decne. FIOCRUZ. Fortaleza 1997. Mais saúde. Plantas medicinais. Quintais medicinais. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. SIMÕES. J... SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. FERREIRA. F. C. diluídas em 75 mL água. L. 2005. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. Cuiabá. J. crianças menores de dois anos. 2000. gestantes... 1ª edição 5. Quantidade 10 g 100 mL . AMARAL et al. E. BIESKI. 2005. C.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. I. G.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. P. Rio de Janeiro. ed. 1999).5 a 5 mL) da tintura. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. J.s. C.p. obstrução intestinal. 2005. MATOS.1999). e Plantago latifolia Salisb. 1997). 1999. A.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. TYLER et al. F. 2005. MATOS.

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MATOS. diabéticos. 1ª edição 5. 1999). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. As plantas das farmácias vivas. MATOS. 2000.. 1997. 1999). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). J. BLUMENTHAL. SCHULTZ et al.s. F. 73. 2010. V.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. 2010. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 2007.. FINTELMANN. diluídas em 75 mL de água. The toxic effects of Coleus barbatus B. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura.) The complete german Comission E monographs. M. boldo-brasileiro e boldo-nacional. Quantidade 20 g 100 mL . Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. F. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. (Ed. MODO DE USAR Uso interno. 1996. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. lactantes. WEISS. Editora Guanabara Koogan. on the different periods of pregnancy in rats. F. alcoolistas. 2000. FINTELMANN & WEISS. 2000). 1998. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MATOS. G. A.. 1997. 53-60. VANACLOCHA. 1998. P. Fortaleza: Editora da UFC. I. J Ethnopharmacol. BLUMENTHAL. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. crianças menores de dois anos. seco e ao abrigo da luz.p... C. REFERÊNCIAS ALMEIDA. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. R. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. LEMONICA. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. MATOS. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. Manual de Fitoterapia – 11a Ed.

LAPA. NEWALL. 2000. .. H. E. J. LIMA-LANDMAN.. S. London. 1ª edição 95 MATOS. Rev. L. F. M. J... F. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. SCHULTZ. Inhibition of the gastric H+. M. M. C. ed.5. ROCHA. 1999.K+-ATPase by plectrinone A. A. R. PHILLIPSON. Farmacogn. 1-7. J. Fortaleza: Editora da UFC.. A. A. J. ed. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews.. C. BOSSOLANI. L. 2007. A. C. L. 744-747. Plantas Medicinales.. 18(suppl). ANDERSON. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. N. A. J.. UK: The Pharmaceutical Press. D. T. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. Ethnopharmacol. Fortaleza: Editora da UFC. 1998. FRANÇA. 2008. TORRES. A. 3. 296 p. Barcelona: Masson. LUCIO. Plantas medicinais. P. 1996. 1148 p. 2. SHARAPIN. B. Bras. SOUCCAR.M. 111.B. MATOS. VANACLOCHA. Vademecum de Prescripción. V. Farmácias vivas.

1148 p. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1999. WHO.. 2008). Mais saúde.. crianças menores de dois anos. Farmacogn. H. FRANÇA.. ROCHA. Rev. lactantes. Plantas Medicinales.. Quintais medicinais. 1998.. Fazer bochechos e gargarejos. Punica grandiflora hort. A. MATOS. J. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. VIANA et al. S. LORENZI & MATOS. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. V. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. C. 2008. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. 2009). SHARAPIN. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. E. 2008. MODO DE USAR Uso externo. MARI GEMMA. I. 1999. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). seco e ao abrigo da luz. F.p. N. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. M. 744-747. C.. 2005. SINONÍMIA Punica florida Salisb. Barcelona: Masson. alcoolistas e diabéticos. ex Steud. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 2008).96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. 1ª edição 5. B. 2005. L.. A. NOMENCLATURA POPULAR Romã. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. . ed. e Punica nana L. H. LORENZI.s. 2. REFERÊNCIAS BIESKI. Nova Odessa. 18(suppl). G. Vademecum de Prescripción. LUCIO.. Cuiabá.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Bras. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA.

Switzerland: World Health Organization. J. MATOS F. v. .2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. Editora da UFC.. M. WORLD HEALTH ORGANIZATION. BANDEIRA. 2009. A.. 1998. Fortaleza. A. S. G. WHO monographs on selected medicinal plants. 4. M. Guia fitoterápico. Geneva. 1ª edição 97 VIANA. B.

London. 18(suppl).1. v. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. ROCHA. seco e ao abrigo da luz. C.. Farmacogn. Barcelona: Masson. SHARAPIN. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. INDICAÇÕES Antiemético. WHO monographs on selected medicinal plants. 1ª edição 5. A. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). lactantes.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. S. 1996.s. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 744-747. D. 1999. V. 1999). J. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. expectorante e nos casos de cinetose (WHO. Switzerland: World Health Organization. L. Plantas Medicinales. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Bras. Quantidade 20 g 100 mL .. alcoolistas e diabéticos.. LUCIO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco... WORLD HEALTH ORGANIZATION. A. Vademecum de Prescripción. A. Rev. antidispéptico. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1996). 1999. Geneva. crianças menores de dois anos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. E. 2008. MODO DE USAR Uso interno. 1999). N. 1148 p. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. 1999). H. REFERÊNCIAS NEWALL. FRANÇA. B. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. PHILLIPSON.. UK: The Pharmaceutical Press. 296 p. M. ANDERSON.p. L. VANACLOCHA.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. e Zingiber aromaticum Noronha.

3 GEIS .5. 1ª edição 99 5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. INDICAÇÕES Cicatrizante.p. Quantidade 10 mL 100 g . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. vera. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q.s. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. 1ª edição 5. Armazenar em local fresco. Aloe perfoliata var. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. MODO DE USAR Uso externo. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. seco e ao abrigo da luz. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado.

1985. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. 1985. REFERÊNCIAS DUKE.s.. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. Quantidade 10 mL 100 g . INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. 2831. Boca Raton: CRC. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. Não consta. 1987). 1987. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. et al.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Armazenar em local fresco. MASCOLO. Phytotherapy Res. Handbook of medicinal herbs. N. J. SINONÍMIA.. MODO DE USAR Uso tópico. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory.5. MASCOLO et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.p. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. Após higienização. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. 1985). 1. A. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. adicionar o extrato glicólico no gel.

A. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge.. SERTIE. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. 53. Journal of Ethnopharmacology. C. SARTI.. T. BACCHI... ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. ALENCAR. 72–80. Tul. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. DOS SANTOS FILHO. 175-178. N. 2008). SOUZA. DE AMORIM. 118-120. 60. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract.) L. P. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. C. D. 120 . Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats.. ARAÚJO et al. REFERÊNCIAS ARAÚJO.. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. J. J. TEIXEIRA.p. U.. 1ª edição 5. A. 1996. K. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. E. J. A. S. 1994.. Planta Med. L.L. ALBUQUERQUE. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. 1994. P. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. 2008. R. . E.. M. BASTOS. J...P.. C. 1996.s. CARVALHO et al. M. seco e ao abrigo da luz. Quantidade 5% q. Journal of Ethnopharmacology. Armazenar em local fresco. J.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. S. CARVALHO. T.. ex.

. Cosmet. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. CASLEY-SMITH. 100.p. Armazenar em local fresco. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. J.5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. Toilet.. FLEISCHNER.s. 150-6. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso externo. J. 1983. 16. 45. Quantidade 10 mL 100 g . Lymphology. M. R. anti-inflamatório e cicatrizante. FLEISCHNER. Após higienização. seco e ao abrigo da luz. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. R. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. INDICAÇÕES Antisséptico. A. 1983. 1985). aplicar na área afetada até três vezes ao dia. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. 1985. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH.

s. MATOS. 1998. 1998. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. 3. J. ed. MATOS. A. SINONÍMIA Não consta. Fortaleza. Quantidade 10 mL 100 g . F. ed. F.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. As plantas das farmácias vivas. 2000. A. 2000. 1997. MATOS. seco e ao abrigo da luz. Armazenar em local fresco. INDICAÇÕES Antisséptico..3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. A. Fortaleza : Editora da UFC. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Farmácias vivas. J. 1997. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. J. VIANA et al. BANDEIRA.. 2. MATOS. S. F. J. Fortaleza: Editora da UFC. A. 1ª edição 5.p. Guia fitoterápico. MATOS. 1998. REFERÊNCIAS MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Plantas medicinais. M. F. antimicótico e escabicida (MATOS. A. M. VIANA G.. B. 1998) MODO DE USAR Uso externo.

4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.4 POMADAS . 1ª edição 105 5.5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

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107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

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5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

A. V. E. C. F. C. 28.. ONOFRE. MENDONÇA. Pesquisa Veterinária Brasileira. VEIGA JR. BOMBARDIERE. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body.5. T. R. C. UEDA-NAKAMURA. PINTO. DIAS FILHO. 1ª edição 109 DOS SANTOS.. BRITO.. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). . LINO J.. JUNQUEIRA-KIPNIS.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2B. 577-581. NAKAMURA. P. B. J. 358-366.. A. 103. VIEIRA. S.. 2009. O. 19. D. R. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus.. A.. B. 2008.. 277-281. L.. 2008.. B. A. J. E. Brazilian Journal of Pharmacognosy.. S. R. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. P. OLIVEIRA. V.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. uma a três vezes ao dia. seco e ao abrigo da luz. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. 1ª edição 5.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. Lithocardium verbenaceum Kuntze. Cordia cylindristachya auctt. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado.bras. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Aplicar nas áreas afetadas. Quantidade 10 mL 100 g . Lithocardium fresenii Kuntze. Lithocardium salicium Kuntze. Cordia curassavica auctt. MODO DE USAR Uso externo.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p.. bras. ex Fresen. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões.ex Fresen.s. Armazenar em local fresco.

Fitoterapia. Quantidade 10 mL 100 g .p. Manter fora do alcance de crianças. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. S. SINONÍMIA Não consta.5. no máximo. INDICAÇÕES Cicatrizante. Utilize espátula para retirar o produto do pote. 1985). 323-329. seis semanas consecutivas ao ano. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. Não usar em lesões abertas. 6. MODO DE USAR Uso externo. 1985. Armazenar em local fresco. equimoses. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. et al. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa..s. REFERÊNCIAS GOLDMAN. R.

5 BASES FARMACÊUTICAS 5.112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.5 BASES FARMACÊUTICAS .

Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera.5. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. Filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. triturá-lo ao máximo. pomadas e cremes de Aloe vera. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. À parte. seco e ao abrigo da luz. em uma proveta. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera.

1ª edição 5.polietileno tereftalato ou frasco PE .6 g 1g 0. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.5 e 6. Usado para preparações após barba.3 g 100 g Quantidade .5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.p. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. ajustando o pH entre 5. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A.1 g 5g 3. previamente misturada. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . 0.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.5.polietileno). aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).s. depilação ou geis antissépticos. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. FORMA FARMACÊUTICA Gel.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

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5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

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5.6 CREMES

s. Em feridas a cada 24 horas. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. Armazenar em local fresco. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. 1ª edição 5. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Quantidade 10 mL 100 g .118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Após higienização. SINONÍMIA Não consta.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.

Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. MODO DE USAR Uso externo.. BRANDÃO. R. L. Utilize espátula para retirar o produto do pote. G. L.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. Revista Brasileira de Farmacognosia.. L..5. M.) Coville (Barbatimão). M. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g .) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart.S. Acacia adstringens Mart. REFERÊNCIAS ARDISSON. J.p. 2002. Filtrar. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. 27-34. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. preparar a solução de propilenoglicol e água. GODOY.. A.s. em uma proveta.. 12. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. J.. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. FERREIRA. INDICAÇÕES Cicatrizante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. À parte. seco e ao abrigo da luz. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. STEHMANN. Armazenar em local fresco. Após higienização. 2002). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.

120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.7 XAROPE .7 XAROPE 5.

fria. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado.s. duas vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). gestantes. três vezes ao dia. Agitar antes de usar. scansoria DC. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas.s. MODO DE USAR Uso interno.5 mL do xarope. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. SINONÍMIA M. Crianças de três a sete anos: tomar 2.5 mL do xarope. laevigata Schultz Bip. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. lactantes e crianças menores de dois anos. Armazenar em local fresco.p. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL .p. (Mikania glomerata). ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus.5. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Completar o volume e homogeneizar. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. Em casos crônicos. no preparo dessa formulação. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. usar por duas semanas. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes.

122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5. 1ª edição 5.8 SABONETE .

aplicar na área afetada. Manter fora do alcance de crianças.s. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. INDICAÇÕES Antisséptico. deixando o sabonete em contato. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente.p.s. ajustar viscosidade ácido cítrico q. Durante o banho. Lavar com água corrente. MODO DE USAR Uso externo. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido.s.p. antimicótico e escabicida. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. Se necessário. homogeneizar.p. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. SINONÍMIA Não consta. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g .8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ajustar o pH água purificada q. completar o volume com água purificada. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada.5.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. aquecer os componentes até completa solubilização.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de plástico opaco ou vidro âmbar. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g . sob agitação. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado.

Anvisa SIA Trecho 5 .DF Telefone: 61 3462 6000 www.br .twitter.gov.com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .Agência Nacional de Vigilância Sanitária .br www.Área especial 57 .gov.anvisa.

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