Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. de Santa Maria. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. o país da diversidade. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. A grande maioria dos medicamentos. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. de Ribeirão Preto. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). essa necessidade. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. do Paraná. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. competência e. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. hoje disponíveis no mundo. por natureza. portanto. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. com a Fundação Oswaldo Cruz. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. Com o cuidado que o tema exige. de São Paulo. principalmente. Esse foi. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de Campina Grande. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. que integra a FB 5 como um de seus componentes. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. comprovadamente. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. À Anvisa. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. reconhecidas universidades federais. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. um dos componentes da quinta edição da FB 5. Reconhecemos ainda. além da própria Anvisa.

Com isso. de 11 de setembro. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. do Ministério da Saúde que. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). destinada a garantir. cinco de geis. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. representando as diversas regiões do país. tanto manipulados quanto industrializados. 17 de tinturas. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. à base de plantas medicinais. uma de xarope. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. cinco de pomadas. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. No Brasil. mais recentemente. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. quanto à aplicação da prática fitoterápica. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. de 09 de dezembro de 2008. 1982. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. 1ª edição. de 22 de junho de 2006. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. º 212. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. uma de sabonete.3. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. estabelecido para o país. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. duas de cremes. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. com embasamento científico.813. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. o decreto 5. fitoterápicos segundo a legislação vigente. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. Portanto. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira .4. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. em seu item 2.

ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .USP .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .

TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .Embrapa .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.

1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF . CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.

Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG RONALDO F.UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. BATISTA Universidade Federal da Paraíba .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .UFF LEÔNIA M. DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .

frio ou aquecido. raízes. sobre o lugar lesionado. rasurada. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. quando aplicável. exsudado e outros. óleo fixo e volátil. triturada ou pulverizada. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. ou suas partes. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. alcoolatura. e secagem. na formulação e produção de medicamentos. após processos de coleta. Pode ser denominado FFFB 1. equipamentos e sistemas. cera. . Banho de assento É a imersão em água morna.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. não devendo ser engolido o líquido ao final. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. caules. que contenham as substâncias. tintura. tais como cascas. em laboratórios de ensaios. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. 1ª edição”. rizomas. podendo ocorrer na forma de extrato. podendo estar na forma íntegra. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. sementes e folhas coriáceas. que causam a ação terapêutica. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. ou classes de substâncias. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. Droga vegetal É a planta medicinal. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. dependendo da indicação de uso. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. estabilização. na posição sentada. obrigatoriamente. Bochecho É a agitação de infuso. normalmente. cumprir com as especificações de qualidade. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica.

seca utilizada na sua preparação. os saneantes e outros produtos. Abreviatura: ext. Após a extração. palatabilidade. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. tais como. O extrato é preparado por percolação. dentro dos limites especificados. Se necessário. curativa ou paliativa. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. empacotar. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. aparência. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. os insumos farmacêuticos e correlatos. com finalidade profilática. quando aplicável. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. os medicamentos. destinado a cobrir. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. ou de seus derivados. proteger ou manter. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. Extrato É a preparação de consistência líquida. utilizando como solvente álcool etílico. exceto substâncias isoladas. água ou outro solvente adequado. flu. ou de resíduo seco. removível ou não. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. Na manipulação de produtos magistrais. Para tanto. maceração ou outro método adequado e validado. com características apropriadas a uma determinada via de administração. moagem ou desengorduramento. envasar. inativação de enzimas. materiais indesejáveis podem ser eliminados. suas prováveis interações. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. sólida ou intermediária. obtida a partir de material animal ou vegetal. uma parte do extrato. As BPM devem ser atendidas. em que. Abreviatura: ext. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. Essas informações. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. uniformidade. Assim. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. da droga. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. em massa. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). assim como a experiência profissional. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. dentro dos limites especificados. . os cosméticos. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. teor de constituintes. artigos científicos e materiais técnicos. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. quando aplicável. em massa ou volume corresponde a uma parte. dissolução e suspendibilidade. especificamente ou não. exceto quando indicado de maneira diferente. as drogas.

Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. tecnicamente. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. flores. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. a temperatura ambiente. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). obtidos em um único processo. sob velocidade controlada. bem fechado. cuja característica essencial é a homogeneidade. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. . tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. em lugar pouco iluminado. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. a droga vegetal ou o derivado vegetal. material de embalagem ou produto. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. a forma farmacêutica e a posologia. paliativa ou para fins de diagnóstico. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. convenientemente pulverizada. sete dias consecutivos. ou que contenham substâncias ativas voláteis. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. à temperatura ambiente.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. É preparado na farmácia. mantida em percolador. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. curativa. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. em contato com o líquido extrator. com agitação diária. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. nas proporções indicadas na fórmula. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. por tempo determinado para cada droga vegetal. no mínimo.s. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. com finalidade profilática. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. não devendo ser engolido o líquido ao final. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. Um gel pode conter partículas suspensas. obtido ou elaborado. Medicamento É o produto farmacêutico. inflorescências e frutos. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. em seguida.

de todo o processo. Solução É a forma farmacêutica líquida. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. límpida e homogênea. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. dispensa e/ou administração. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. invólucros. . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. laboratórios. até a sua dispensação. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. mas não tem de estar presente em todas as etapas. ambulatórios. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. cultivada ou não. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. envoltórios. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). centros cirúrgicos. a pressão ou auto adesiva. dietéticos e nutricionais. É classificada em simples e composta. ou seu armazenamento. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual.feita para produtos magistrais usados em clínicas. utilizada com propósitos terapêuticos. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. Medicamentos. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. aplicados diretamente sobre recipientes. com orientações para seu uso seguro e racional. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. entre outros. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. cosméticos. hospitais. externo ou interno. produtos de higiene. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário.

s.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. Quando não se destina ao consumo imediato. Preparar o percolador de capacidade apropriada. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados. em camadas superpostas. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. Manter a torneira fechada.) do líquido extrator. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Iniciar a percolação na velocidade controlada. no mínimo. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. . tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. Deixar repousar por 24 h. que apresenta. Transferir a droga umedecida para o percolador. adicionando o líquido extrator constantemente.

25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J.) Planch.E. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5. Curcuma longa L. Plantago major L. Cynara scolymus L. Mentha x piperita L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L.) N. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. ex Britton & P.) DC. 22 23 Baccharis trimera (Less. Citrus aurantium L.) DC. Pimpinella anisum L. 33 Illicium verum Hook F. Malva sylvestris L. Br. 28 Cymbopogon citratus (DC. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. Melissa officinalis L. 21 Arnica montana L. 35 Lippia alba (Mill. Calendula officinalis L. 19 Achyrocline satureioides (Lam. 24 Casearia sylvestris Sw.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Presl Cordia verbenacea DC. Arctium lappa L. 34 Justicia pectoralis Jacq. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. Matricaria recutita L.

TINTURA DE Mentha x piperita L. Wigg 62 5. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. 57 Salvia officinalis L. laevigata Schultz Bip. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. TINTURA DE Curcuma longa L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. L. TINTURA DE Plantago major L. TINTURA DE Allium sativum L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ex Baker 84 . TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. Punica granatum L. H. Sambucus nigra L. TINTURA DE Momordica charantia L. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham.) B. Salix alba L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L.

) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 121 5. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. 110 111 106 5. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. 102 GEL DE Calendula officinalis L.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 . laevigata Schultz Bip.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. 123 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.. 1ª edição 17 5. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart.4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f POMADA DE Arnica montana L. reticulata Ducke E POMADA DE C.) Coville 119 5. POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L. 104 5.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5. 1ª edição 5.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1–2g 150 mL . entre as refeições. suspender o uso e consultar um especialista. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. anti-inflamatório e antiespasmódico. INDICAÇÕES Aperiente. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p.5. três a quatro vezes ao dia. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. antidispéptico. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. 10 minutos após o preparo.s. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. Caso ocorra um desses sintomas. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.) Rydb. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.

ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. NOMENCLATURA POPULAR Macela.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antidispéptico. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno.) DC. Quantidade 1. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC. duas a três vezes ao dia. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. suspender o uso. antiespasmódico e anti-inflamatório. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. marcela e marcela-do-campo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. 1ª edição 5.p.5 g 150 mL .s.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. diurético e anti-inflamatório. Quantidade 2. INDICAÇÕES Antidispéptico. FÓRMULA Componentes raízes secas água q.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt.p. duas a três vezes ao dia.5 g 150 mL . logo após o preparo.5. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. 1ª edição 21 Arctium lappa L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto.

Aplicar na forma de compressa.p. FÓRMULA Componentes flores secas água q. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. duas a três vezes ao dia. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas. SINONÍMIA Não consta. nos casos de equimoses e hematomas. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose.

ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. logo após o preparo. trimera (Less. duas a três vezes ao dia. O uso pode causar hipotensão. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.5 g 150 mL .p. Quantidade 2. Baccharis genistelloides var.5.) Baker e Molina trimera Less.) SINONÍMIA DC. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

três vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. SINONÍMIA Não consta.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. FÓRMULA Componentes flores secas água q.s. 1ª edição 5. Em casos raros pode causar dermatite de contato. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. Quantidade 1–2g 150 mL . Após higienização.

Quantidade 2–4g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. SINONÍMIA Anavinga samyda C. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. Gaernt. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. INDICAÇÕES Antidispéptico. erva-de-bugre e erva-de-lagarto. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. MODO DE USAR Uso interno. F. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 5 minutos após o preparo. duas a três vezes ao dia..

FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. 10 a 15 minutos após o preparo.. antiflatulento e antiespasmódico. meia hora antes das refeições. INDICAÇÕES Aperiente. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1g 150 mL . após as refeições. MODO DE USAR Uso interno. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. Como antidispético tomar 150 mL do infuso.

FÓRMULA Componentes flores secas água q. MODO DE USAR Uso interno. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm.5. de preferência no início da noite.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. 1ª edição 27 Citrus aurantium L.p.s. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga.

ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. Quantidade 3g 150 mL .s. Aplicar compressa na região afetada.p. suspender o uso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.

p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares.s. duas vezes ao dia. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. e Curcuma domestica Valeton. MODO DE USAR Uso interno.5. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.5 g 150 mL . obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. açafroa e açafrão-da-terra. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. 10 a 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 29 Curcuma longa L.

1ª edição 5.p. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. duas a três vezes ao dia. e Andropogon citriodorum hort. capim-cidreira e cidreira. ex Desf. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 1–3g 150 mL .30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antiespasmódico.s. Andropogon citratus DC. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos. capim-limão.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. capim-cidró. ansiolítico e sedativo leve.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 5 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

SINONÍMIA Cynara cardunculus L. INDICAÇÕES Antidispéptico.s. Quantidade 1g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 31 Cynara scolymus L. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae.p. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. antes das refeições. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. após 10 minutos do preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5. logo após o preparo. Quantidade 1g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. três vezes ao dia. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. Quantidade 3g–6g 150 mL . Fazer banho de assento três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.5. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L.s.p. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.

após 10 minutos do preparo. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. três a quatro vezes ao dia.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. respiratória e gastrintestinal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F.p. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau.. duas a três vezes ao dia. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq.5. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. logo após o preparo. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia.p. Quantidade 5g 150 mL . duas a três vezes ao dia. chachambá e trevo-cumaru. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. logo após o preparo. Gmel. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. Ecbolium pectorale (Jacq.) J. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.F. NOMENCLATURA POPULAR Chambá.s.

36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. sedativo leve. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia. INDICAÇÕES Ansiolítico.E. logo após o preparo. ex Britton & P.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. e Lantana geminata (Kunth) Spreng.p. logo após o preparo.) N. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. três a quatro vezes ao dia. três a quatro vezes ao dia. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. 1ª edição 5. logo após o preparo. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. três a quatro vezes ao dia. bradicardia e hipotensão. três a quatro vezes ao dia. Quantidade 1a3g 150 mL . antiespasmódico e antidispéptico.s. Br. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill.

NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. Quantidade 2a3g 150 mL . Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar.s. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. SINONÍMIA Não consta.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. MODO DE USAR Uso interno.s. Uso externo. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. três vezes ao dia. Após higienização. 1ª edição 5.p. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. NOMENCLATURA POPULAR Malva. suspender o uso imediatamente. quatro vezes ao dia. Tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.p.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

s. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia. Em caso de superdosagens. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ansiolítico e sedativo leve. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. MODO DE USAR Uso interno. excitação nervosa e insônia. Fazer bochechos e/ou gargarejos. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. três a quatro vezes entre as refeições.) Rauschert e Matricaria chamomilla L.p. Uso externo. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral.p. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. podem ocorrer náuseas.5. cinco a 10 minutos após o preparo.s. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais.

três a quatro vezes ao dia.s. 1ª edição 5.) Planch. INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.p. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. antiácido e protetor da mucosa gástrica. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa. logo após o preparo.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

INDICAÇÕES Antiespasmódico. duas a três vezes ao dia. Quantidade 1–4g 150 mL . 1ª edição 41 Melissa officinalis L. ansiolítico e sedativo leve. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. MODO DE USAR Uso interno.p.s. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

danos hepáticos severos e durante a lactação. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. 10 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento.s. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1.p. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.5 g 150 mL .

1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. e Cacalia trilobata Vell.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Mikania scansoria DC. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.s. INDICAÇÕES Expectorante. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas vezes ao dia..5. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia.

p. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. logo após o preparo.s. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. ex Baker SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. duas vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Guaco.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Expectorante.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.

NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. Quantidade 3g 150 mL . e Passiflora phoenicia Lindl. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Não utilizar cronicamente. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. 10 a 15 minutos após o preparo. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC.p.5.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

10 a 15 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. St. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não utilizar cronicamente.p. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. e Passiflora gratissima A. duas a quatro vezes ao dia.s. –Hil. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL .

10 a 15 minutos após o preparo. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica.5. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá.p. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L.s. Não utilizar cronicamente.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . duas a quatro vezes ao dia. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

hipertensão. nervosismo e ansiedade. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água. mate) e anti-hipertensivos. INDICAÇÕES Estimulante. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água.5 – 2 g . 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. arritmias. uma vez ao dia. noz-de-cola.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. hipertireoidismo. Acima de 12 anos: tomar 0. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). Quantidade 0.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. Em altas doses pode causar insônia.

NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. INDICAÇÕES Antidispéptico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1–2g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. duas vezes ao dia.s. doenças hepáticas severas e gestantes. considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo.p.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. sem abafar. Não exceder a dosagem recomendada. colagogo e colerético. 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão.

10 a 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a três vezes ao dia. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) Kuntze.p. Phyllanthus asperulatus Hutch.

s.5. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L..) Baill. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. Apium anisum (L.p. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.5 g 150 mL .) Crantz e Carum anisum (L. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. suspender o uso imediatamente. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 1. 10 a 15 minutos após o preparo.

Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. 1ª edição 5. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.. obstrução intestinal e por gestantes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. três vezes ao dia.p. Plantago dregeana Decne. Quantidade 6–9g 150 mL . Após higienização. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. MODO DE USAR Uso externo. Não utilizar a casca da semente. e Plantago latifolia Salisb. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. tansagem e tranchagem. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

boldo-brasileiro e boldo-nacional. INDICAÇÕES Antidispéptico.s. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. Quantidade 1–3g 150 mL .5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. lactantes. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. MODO DE USAR Uso interno. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. crianças. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia.

ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia.s. NOMENCLATURA POPULAR Polígala. duas a três vezes ao dia.p. SINONÍMIA Não consta.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5 g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. INDICAÇÕES Expectorante. 1ª edição 5. Quantidade 4. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes raizes secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

5. Fazer banho de assento três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo.p. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.

Quantidade 6g 150 mL . 1ª edição 5.s. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. ex Steud. e Punica nana L. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. NOMENCLATURA POPULAR Romã. Punica grandiflora hort. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. SINONÍMIA Punica florida Salisb.

Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. SINONÍMIA Não consta. Quantidade 2g 150 mL . 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. 15 minutos após o preparo.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não utilizar em gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim. três a quatro vezes entre as refeições.p. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim.

Quantidade 3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L.p. antiácidos. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides.s. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. logo após o preparo. Não usar em gestantes e crianças. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Usar em casos de gripe e resfriados. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico. duas a três vezes ao dia.

s. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. duas a três vezes ao dia após as refeições. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. 10 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. Uso externo. Após higienização. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. SINONÍMIA Não consta. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em pessoas com insuficiência renal. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. três vezes ao dia. 1ª edição 59 Salvia officinalis L.p.

1ª edição 5. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Não usar folhas.p.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. e Sambucus peruviana Kunth.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 3g 150 mL . duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Diaforético. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. 5 minutos após o preparo. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L.

FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.s. Quantidade 1g 150 mL .5.p. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. suspender o uso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia.

aperiente e diurético. logo após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. úlcera gastroduodenal. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3–4g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. Leontodon vulgare Lam. O uso pode provocar hipotensão arterial.. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. três vezes ao dia. H. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. cálculos biliares.s. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. e Taraxacum dens-leonis Desf.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite.p.

INDICAÇÕES Antidispéptico. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. suspender o uso. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três vezes ao dia antes das principais refeições.5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano.p. Bip. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.s. ex Walp.

logo após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.) H. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante. Rob.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. uma vez ao dia. MODO DE USAR Uso interno.p. 1ª edição 5.s. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe. Quantidade 3g 150 mL .

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em crianças. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. INDICAÇÕES Antiemético. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. expectorante e nos casos de cinetose.5 – 1 g 150 mL . 5 minutos após o preparo. duas a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. antidispéptico. irritação gástrica e hipertensão arterial. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. Quantidade 0. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre.

66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.2 TINTURAS . 1ª edição 5.2 TINTURAS 5.

Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae.. DELLA LOGGIA. (Ed. entre as refeições (WHO.L. BLUMENTHAL.1996. 2009.. anti-inflamatório. J. lactentes. GADGOLI & MISHRA. 1991). M. colerético (WHO. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. antiflatulento. EBADI..R. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. REFERÊNCIAS ALONSO. INDICAÇÕES Antidispéptico.) Rydb. 2004). Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.5. 2009. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama.1995. 1998. MILLS & BONE. 2009. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. alcoolistas e diabéticos. 2007). 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. MODO DE USAR Uso interno. GOLDBERG et al.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2008. 1993.) The complete German Comission E Monographs. HEALTHCARE. 2010. Bases Clínicas y farmacológicas. três vezes ao dia. 1998. 2002. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1998. 2008.. 1996. TEWARI et al. PHILP. GUPTA.. FINTELMANN & WEISS. 1998. WICHTL. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. crianças menores de 12 anos. 2009). RÜCKER et al. BLUMENTHAL. 1974.s. 1991. seco e ao abrigo da luz. 1969. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. Buenos Aires: ISIS ediciones S. PIRES et al. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. MILLS & BONE. NEWALL et al. ALONSO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. Quantidade 20 g 100 mL . SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV.. 1999. em lactantes. 1998. 2004... 2004.p. 1984.

. SRIVASTAVA. CARLINI. . 1ª edição 5.. RÜCKER. M. P. C. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). M. SHARAPIN. 2008. Supllement Strasbourg: Council of Europe. 28. T. 1974. ANDERSON. B. M. A. H. 23. 1.. 1996. PDR for herbal medicines.. 744-747.4′. P. St. Med. 979-981. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. Parm (Wienheim) 324. K. Arch. USA: Elservier. Achillea millefolium L... HAUSEN.. Vutr.. 2009. Pharmacology on line.. 4. J. Switzerland: World Health Organization. M. BREUER.. 1991. Med. Louis. J. M. R. N. 58. MISHRA. OEMF spa Milano 1993. S. J. 11. C. PHILLIPSON. 1996. L. ed. and Artemisia vulgaris L.. Bone. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. WEISS R. Louis. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. Manual de Fitoterapia. WICHTL. 2nd ed.. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. Bras. L. S. Contact Dermatitis. WEGLEWSKI. DUARTE-ALMEIDA. 270 Plantas medicinales iberoamericanas.. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. FINTELMANN. NEGRI. 1991 SHIPOCHLIEV. J. 2004.. DE CARVALHO J.. PIRES.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. GUPTA. Rev. Contraception. 1995. 18(suppl). 938-41. WORLD HEALTH ORGANIZATION. in mice. Santafé de Bogotá. EIGEN E.. MONTANARI T. Convenio Andréas Bib. R. J. PHILP. 2010.): Piante officinali per infusi e tisane. UK: The Pharmaceutical Press. MILLS. MANN. J. P. MUELLER. Manuale per farmacisti e medici.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs.7 . ROCHA. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia. London: British Herbal Medicine Association. E. Indian J.. 212–219. E. 1998. 1. v. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 99-107. BREUER.. M. GADGOLI. Principles and practice of phytotherapy . GUPTA. B. Herbal medicines: a guide for health-care professionals.. BAJPAI. T. 2000. L. S.. C. 331-6. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED).. Geneva. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. ed. 6. E. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae).. MENDES. K. TEWARI. 309-13. NEWALL. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. EUROPEAN PHARMACOPEIA. HEALTHCARE. 24. Phytother. 3th ed. A. J. G. (cur. St.. 2007. 58. GOLDBERG A. 526 p. Sci.. Sci. McGraw-Hill Professional.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. A. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe. Probl. Pharm. 296 p.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. USA: Elsevier Churchill Livingstone. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. V.. A. G. J. FRANÇA. S. G. S. DELLA LOGGIA. M. 2004. Panamá. 12. G. C. L. R. RÜCKER. 1969. MILLS. WHO monographs on selected medicinal plants. F. 1999.). Bone.. E. FOURNADJIEV. 2008. Physicians Desk Reference. 2004. LUCIO.. Stuttgart. 391-399. London. H. M. Farmacogn. (Ed. USA: Thomson. 1984. Montvale. D.. DESALVA S.. Res. F. 2000. DOLDER H. 2009. Compositae). Auslöser der Schafgarbendermatitis. 3th ed. The essential guide to herbal safety. J.Modern herbal medicine. D. 274-80.

TYLER et al. 1999) e warfarina (WHO.L. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO.p.5. REFERÊNCIAS ALONSO. FÓRMULA (BHF. J. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. dependentes alcoólicos e diabéticos. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). Filtrar e acondicionar. lactentes. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. 2004). Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. ALONSO. hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. GRUENWALD.. Não usar em pessoas com gastrite. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MILLS & BONE.1999. Pesar o alho seco. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. lactantes. Quantidade 20 g 100 mL . Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. TYLER et al. 2008). INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2000).. 2004. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. hipertensão arterial leve. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1999. seco.s. 1998. Bases Clínicas y farmacológicas. crianças menores de dois anos. úlceras gastroduodenais. 1999).. NOMENCLATURA POPULAR Alho. 1998. 1983). BRASIL. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. MILLS & BONE. 1999. 2004. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2004). SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov. 2004).R. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas.

Stuttgart. Berlin: Springer. VANACLOCHA. . M. USA: Elsevier Churchill Livingstone. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. PDR for Herbal Medicines. 12 dez. 18(suppl). Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. USA: Elsevier.Modern herbal medicine.. MILLS. Louis. 2008. E. S. V. Vademecum de Prescripción. Brasília. HÄNSEL. 2004. K. 1148 p.1. GRUENWALD. Plantas Medicinales. 2004. New Jersey. Rational phytotheray: a reference guide for physicians and pharmacists. BONE. Louis. C. V. 744-747. Barcelona: Masson. B. K. 1999. 2008. DF. Instrução normativa nº 5. London: British Herbal Medicine Association. Medicinal Economics Company. The essential guide to herbal safety. L. BRENDLER. Rev.. St. SCHULZ. Ministério da Saúde. BLUMENTHAL.70 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. S. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. MILLS. 2004. N. FRANÇA. S. WICHTL. A. M. BONE. KAENICKE. Farmacogn.. H. 417 p. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. WORLD HEALTH ORGANIZATION. R. Geneva. BRASIL. 1ª edição 5. 1999. St. Principles and practice of phytotherapy . J.. de 11 de dezembro de 2008. Determina a publicação da “Lista De Medicamentos Fitoterápicos De Registro Simplificado”. SHARAPIN. WHO monographs on selected medicinal plants. 1996. ROCHA. T. 3th ed. V. 1999. Agência Nacional de Vigilância Sanitária...2 TINTURAS BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. v. Poder Executivo. 2000. M. TYLER. E.. Montvale.. LUCIO.. Switzerland: World Health Organization. Bras.

lactantes. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 2008.5. 18(suppl). três vezes ao dia. T. A..) B. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A. SHARAPIN. 744-747. C. Rev. L. 2010.) K. 93-97. E.) K. CARVALHO. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. CRAVEIRO. M. seco e ao abrigo da luz.. 1991.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). OLIVEIRA. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers. 1991). S. A. FRANÇA. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. REFERÊNCIAS MENDONÇA. Wendl. V. H.s. J.C. J. 2010).. N. Oswald Cruz. Schum on arterial hypertension. 4. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. C. C. e Alpinia speciosa (J. 86. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. ROCHA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 20 g 100 mL . 27-33. Farmacogn.. L.. M. alcoolistas e diabéticos. lactentes. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J.. L. Mem Inst. 1991.p.. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. MODO DE USAR Uso interno. VARGAS & CARVALHO. Wendl. Schum. VARGAS.C. L. H. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. LUCIO. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. crianças menores de dois anos. J. Bras.

LUCIO. seco e ao abrigo da luz. SCHILCHER. 2002). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. WHO. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions. ROCHA. M. A. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy.. H. 1999. Bras.. 2003. MODO DE USAR Uso externo. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. S. J. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). SINONÍMIA Não consta... M. lactantes. Em raros casos.. Quantidade 10 g 100 mL .2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. 134. Rev. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. REFERÊNCIAS BROWN. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 18(suppl). NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 2005. 744-747. crianças menores de dois anos. alcoolistas e diabéticos. SCHILCHER.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA.. 1999). SHARAPIN. H. 1ª edição 5. 2003. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. 1998. N. E. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. FRANÇA. DATTNER. 211p. Arch. 2005). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. Dermatol. D. Farmacogn. 1998). A. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. (ESCOP. 1401-1404. L. 2008. Monographs on the medicinal uses of plant drugs.s.

B. v. Vademecum de Prescripción. Barcelona: Masson. WORLD HEALTH ORGANIZATION. . 1148 p. Plantas Medicinales. Switzerland: World Health Organization. 2. 2002. Geneva. WHO monographs on selected medicinal plants.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1999. V. 1ª edição 73 VANACLOCHA.

. açafrão-da-terra e açafroa. 41. crianças menores de dois anos. AGGARWAL & HARIKUMAR. 1999. 1999. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999. A. Bases Clínicas y farmacológicas. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 18(suppl). R. pulmonary. metabolic. INDICAÇÕES Colerético. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). alcoolistas. MODO DE USAR Uso interno. 2009. Quantidade 10 g 100 mL . 1998. ALONSO. REFERÊNCIAS AGGARWAL. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. 1999..L. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. ALONSO. 1999). anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. PHILP. L. S. seco e ao abrigo da luz. B. 1ª edição 5. LUCIO. N. against neurodegenerative. 2004. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2004). 2006). B. 2008. J.R. 744-747.. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. cardiovascular. 2009. e Curcuma domestica Valeton.p. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO. 1998). VANACLOCHA. Rev. B. autoimmune and neoplastic diseases. ROCHA.. VANACLOCHA. antiespasmódico. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. PHILP. E.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água.. Potential therapeutic effects of curcumin. HARIKUMAR. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. the anti-inflammatory agent. lactantes. M.s. Farmacogn. K. 40–59.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. SHARAPIN. FRANÇA. hipolipemiante. Bras. H. colagogo (WAGNER. B. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.

1. Barcelona: Masson. ed.. Vademecum de Prescripción. v. 1ª edição 75 VANACLOCHA. Geneva. 1148 p. WHO monographs on selected medicinal plants.5. 2. 2006. V. Plantas Medicinales. Switzerland: World Health Organization. Farmacologia e Aplicações Clínicas. 1999.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fitoterapia: Fitofármacos. . WIESENAUER. WAGNER. 1999. M. WORLD HEALTH ORGANIZATION. B.. H.

REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 2008). náuseas e pirose (WHO. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. Acima de 12 anos: tomar 2. 2004. BOOTH. CARDOSO. 2003. BLUMENTHAL. 1998. 2009). lactantes. BUNDY.p. crianças menores de dois anos. WICHTL. G. Med.. BUNDY.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). .. WHO. 1998. A. INDICAÇÕES Antidispéptico. 2009. 2004. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. MODO DE USAR Uso interno. R. J. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999). WALKER. MIDDLETON. BUNDY et al. 2001.s. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. VANACLOCHA. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.5 a 5. W. antiflatulento. 2004).76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. 2002.. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. 2009).0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. 667-669.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. VANACLOCHA. 2009). Altern. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. seco e ao abrigo da luz. 2008. 1999. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. 1998. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. alcoolistas. M. incluindo diarreia... Complement. C. R.. BUNDY et al.) The complete german Comission E monographs. J. 2009. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al.. 2004.. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. (Ed. 10. HOLTMANN. 1ª edição 5. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. MARAKIS. antiemético. MILLS & BONE.

Barcelona: Masson. H. Bras. R. A.. COLLET. 4. multicentre trial. Phytoter.. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. SHARAPIN. Stuttgart. W. C. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. T. MILLS.. MIDDLETON. double blind placebo controlled trial. 9. K. Cidade: Elservier.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MIDDLETON. O. WALKER. J. W. 15. GRUNEWALD.. R. 744-747. 3 ed.5. ROCHA.. 2001. VANACLOCHA. WINDECK. Vademecum de Prescripción. 18(suppl). PIKE... S. F.. v. R. F. A. V. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. G. Phytomedicine. J. 2009. BOOTH. D. WALKER. Switzerland: World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants. HOLTMANN. 1ª edição 77 BUNDY.. Phytomedicine. Farmacogn. Ther. F. A. S.. 2004. 2009. 668-675. H. S. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. M. R. N. WALKER. WRIGTH. Z. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized... 1099. MARAKIS. 2008. The essential guide to herbal safety. B.... C. MIDDLETON. Res. WALLIS. WORLD HEALTH ORGANIZATION. L. M. 2003. E. 18.. M. 1999. 15.. A. R. G. Aliment. 2004. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study.. PETROWICZ.. HAAG.1105. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. . W. W. Geneva. 58-61.. C. B.. ADAM. 2008. C. Plantas Medicinales. 2002. Pharmacol. SIMPSON. CARDOSO. Pharmabooks. double blind. J. WICHTL. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. LUCIO. E. BONE. Rev. 694-699. 1148 p.. FRANÇA.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

. A.5. M. S. G. FRANÇA. VIANA. A. A. ed. 1998. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Plantas medicinais.. M. 1998. M. ROCHA. Farmacogn. H.. J. MATOS F. 2. N. Fortaleza: Editora da UFC. A. . Fortaleza: Editora da UFC. ed. J. Fortaleza: Editora da UFC. 744-747. MATOS. Guia fitoterápico. SHARAPIN. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Bras. 2000. Rev. F. 2008.. E. S. 3. Farmácias vivas. A. B. LUCIO. L. 18(suppl).2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 81 MATOS. BANDEIRA.. F. J.

RAMTOOLA. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2008. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. M. V. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. L. VANACLOCHA. crianças menores de dois anos..82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. A. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. 18(suppl). 1148 p. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. INDICAÇÕES Antidispéptico. TANKHAEVA. Z. Rev... 2004). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. 744-747. K. M. MODO DE USAR Uso interno. 22-27. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. WACHER. 1999. WHO. Bras.. S.. March 24-28. G. OLENNIKOV. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. CUMMING. N. 2004). American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. Vademecum de Prescripción. B. lactantes. TPII – 95. 2004).p. L. H. ROCHA. Quantidade 20 g 100 mL . N. 1999. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. V. 46. FRANÇA. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. E.. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. 2002. D. D. SHARAPIN.s. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. LUCIO. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Chemistry of Natural Compounds.. alcoolistas. REFERÊNCIAS DRESSER. Barcelona: Masson. G. 2002). 2010. Plantas Medicinales. Farmacogn.

5. WHO monographs on selected medicinal plants. 188-205. Geneva. 2. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. . v. Switzerland: World Health Organization.

p. J.. 1998. lactantes. 10 de 10 de março de 2010. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5. 10 mar. Brasil: Abifito. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 2005. ALVES. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Agência Nacional de Vigilância Sanitária.s. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. P. Ministério da Saúde. FIOCRUZ. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais.. 2008. L. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. DF. alcoolistas e diabéticos. LORENZI & MATOS. L. REFERÊNCIAS BRASIL. 2005.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 2010. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. BRASIL. 2005. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. Brasil. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. (Mikania glomerata). laevigata Schultz Bip. Fascículo 1 da Parte II. GILBERT. MATOS. FERREIRA. MATOS et al. RDC n. F....84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 20 g 100 mL . Brasília.. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. 2008). MATOS. Curitiba. VIANA et al. São Paulo: Atheneu. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 1997. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. B. 1998).. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. 1996. 2001. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 2006).

2006. A. A. Rev. B. N. S. A. 2001.. MATOS. G. BANDEIRA. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. MATOS. 2008. M. 2000. H.. ed. F. M. 1997. Bras. J. Nova Odessa. 2. M. 18(suppl). A. SHARAPIN. E. F. A. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. Guia fitoterápico.. ROCHA.5. Fortaleza: Editora da UFC. VIANA.. 2. BANDEIRA. SILVA JUNIOR. H. F.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. J. A. Florianópolis: EPAGRI. 633 p. Farmácias vivas. F. As plantas das farmácias vivas. . Plantas medicinais.. Fortaleza: Editora da UFC. F. Fortaleza: Editora da UFC. A. A. J. B. 2008. A. 3. 1998. v.. M. F. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. G. S. J. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1998. J. MATOS. Farmacogn. 2. FRANÇA. M.. LUCIO. Guia fitoterápico. A. A. J. Essentia Herba – Plantas Bioativas. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. ed. VIANA. MATOS. 2. ed. 744-747. L. ed. 1ª edição 85 LORENZI. MATOS. S. Fortaleza: Editora BNB.

FARMACOPEA Caribeña. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. WHO. MATOS. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. 1998. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Quantidade 10 g 100 mL . J. 1. Plantas medicinais. 1995. 1998. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. L. SINONÍMIA Cucumis argyi H. 1997). Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). 1995. ed. distúrbios hepáticos. ROBINEAU. F.. Fortaleza: Editora da UFC. 1997.L. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. 1997. Santafé de Bogotá. 1998.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2. 1997.. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2000. Lév.s. pois pode causar coma hipoglicêmico. J.) et al.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. 2009). Momordica chinensis Spreng. J. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ROBINEAU. MODO DE USAR Uso externo. GUPTA et al. F. Bases Clínicas y farmacológicas. REFERÊNCIAS ALONSO. GUPTA et al. Fazer aplicações tópicas. A.. MATOS.R. GUPTA. MATOS.p. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. 2000. P. M. 1997. uma vez ao dia. MATOS. Santo Domingo: Tramil. G.. (Org. MATOS. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. Fortaleza: Editora da UFC. 1995. ed. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.

Farmacogn.... v. Switzerland: World Health Organization. SHARAPIN. 18(suppl). Geneva. Rev. LUCIO. 4. L. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 744-747.5. E. WHO monographs on selected medicinal plants.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FRANÇA. M. 2008. 2009. A. . H. S. N. 1ª edição 87 ROCHA. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Bras.

2006. its sub-fractions and flavonoid constituents. LI. VIANA et al. CUNHA. M. MATOS..tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. MATOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2008). 2000.. M. flavicarpa. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. alcoolistas e diabéticos. Quantidade 20 g 100 mL . 2001. 1997b. St. DENG. D. Phytotherapy Research.. 1067–1073.. 2002. P. 128. M. L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 5. LORENZI & MATOS. BATISTA. 1998. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MATOS. DE-PARIS et al.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água... LIMA. COLETA et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. A. COTRIM. MODO DE USAR Uso interno. e Passiflora gratissima A.. C. H... 2006. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. 20. J. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. MATOS. Y. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims.. BAI. 148–153. crianças menores de dois anos.tomar 2. –Hil.p. M.. 2010. CAMPOS.. CARVALHO. Seu uso pode causar sonolência. LI. 1997a. lactantes. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. 1 hora antes de deitar. T.. três vezes ao dia (VANACLOCHA. ZHOUA.. sedativo suave .. 1998). Acima de 12 anos: ansiolítico . T. M.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell..s. G. Journal of Ethnopharmacology. R. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1999). 2010. seco e ao abrigo da luz. REFERÊNCIAS COLETA.

A... G. J... MATOS. FRANÇA. 1999. REGINATTO. L. 2001. Farmácias vivas. 1148 p. . A. J. 2. MATOS. F.5. GSB. GOSMANN. E. M.. 2. 2008. S.. F. M. R.. BANDEIRA. MATOS. F. J. A. ed. V. J. J. As plantas das farmácias vivas. 5–8. MATOS. H. Guia fitoterápico. A. ed. H. D. Barcelona: Masson. M. Plantas medicinais. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha.. MATOS. SALGUEIRO. 1997a. 2002. Fortaleza: Editora da UFC. ROCHA. 744-747.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Guia fitoterápico. KAPCZINSKI. Vademecum de Prescripción. P. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. F. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. MATOS.. VANACLOCHA.. A. Plantas Medicinais no Brasil. N. F. F.. Viana. LORENZI.. BANDEIRA M. 1ª edição 89 DE-PARIS. F. F. F. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. 21. 18(suppl). G. J.. MATOS. J. SHARAPIN. 1998. PETRY. B. A.. Rev.. SCHENKEL. A. A. Farmacogn. 1998. QUEEDO. B. 3. GONZÁLEZ-ORTEGA. 1997b. M. H. VIANA. Bras. A. 2008. F. Fortaleza: Editora da UFC. Fortaleza: Editora da UFC. 2000. B. E. ed. Fortaleza: Editora da UFC. S. G. Acta Farmaceutica Bonaerense. LUCIO. Plantas Medicinales. A.. Fortaleza: Editora da UFC.. J. J. Fortaleza: Editora BNB.

2001. A.. M. Não usar por mais de três semanas. CAMPOS. E.. 1997.. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. REFERÊNCIAS ALONSO. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 393. 1999. 2002. MATOS et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2003.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. MATOS. SCHOR. 2002. BOIM.. 374. BARROS. 30. 2003. CAMPOS & SCHOR. H.. alcoolistas e diabéticos.L. Bases Clínicas y farmacológicas. M. A. N. 829. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1998. GUPTA et al.p. A. crianças menores de dois anos. SCHOR. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. 81. BOIM.. BARROS et al. 1995. N. FREITAS. 2004. MATOS. 89. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. Nephron.... 1998. 2008). 1999). NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. BJU Int. A.. Buenos Aires: ISIS ediciones S. (GILBERT et al. N. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q.R. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. J.. Urol Res. M. Quantidade 10 g 100 mL .. lactantes. M. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. SCHOR. ALONSO.s.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2005. FREITAS et al. 1998).. MODO DE USAR Uso interno.

A. 2001. Farmácias vivas. ed.. J. S. F. 2.. 2008. 1ª edição 91 GILBERT. M. FIOCRUZ. Santafé de Bogotá. A. H.. BANDEIRA M.. E. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 2. L.. Rev. F. N. H. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. LORENZI. Urol Res. N.. Plantas Medicinais no Brasil .. I. MATOS. Plantas Medicinais no Brasil. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. MATOS. A. A.. ed. Farmacogn. 3. LORENZI. . Bras. ABREU. Fortaleza: Editora da UFC. J. M. F. SHARAPIN. P. VIANA.. 1997.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. B. 2008. MATOS. H. HEILBERG. CAMPOS. P. Fortaleza: Editora da UFC. G. Brasil: Abifito.. 362–366. J. J. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. L.. ed. M. J. M. P. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). A. ed. H. ROCHA. L. A. J. 32.5. & MATOS. BOIM. Guia fitoterápico.. GUPTA. 2004. 1. Curitiba. B. F. 18(suppl). SCHOR. FERREIRA. Fortaleza: Editora da UFC. A.nativas e Exóticas. 1998. FRANÇA.. F. J. F. ALVES. 1995. 744-747. NISHIURA. LUCIO. L. S. 2005. ABREU MATOS.. 2008.

s. REFERÊNCIAS AMARAL. Cuiabá. MATOS. crianças menores de dois anos. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2000. A. C. TYLER et al. A. 2005. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2005. F. F. P.5 a 5 mL) da tintura. Mais saúde. F. FIOCRUZ. lactantes. C. MATOS.p. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. VANACLOCHA. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. MARI GEMMA. VANACLOCHA. MODO DE USAR Uso externo. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. Fortaleza: Editora da UFC. tansagem e tranchagem. J. Fortaleza 1997. AMARAL et al. Quintais medicinais. V. I.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. C. Plantago dregeana Decne. obstrução intestinal.1999). L. gestantes.. alcoolistas e diabéticos. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. J.. 2004. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. A. 2005.. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. Brasil: Abifito. 1997). BIESKI.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. 2. diluídas em 75 mL água.. 1999). Quantidade 10 g 100 mL . Plantas medicinais. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2000. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. 1999.. G. SIMÕES. MATOS. FERREIRA. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. J. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. 2005.. E. ed. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Rio de Janeiro.. e Plantago latifolia Salisb. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. seco e ao abrigo da luz..

. Bras. Rev. H.. V. Vademecum de Prescripción. N. 744-747. LUCIO. M.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TYLER. 1999.. R. M.. HÄNSEL. Farmacogn. 417 p. Barcelona: Masson. V. L. BLUMENTHAL. . SHARAPIN. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. S. 2004. B. FRANÇA.. 1ª edição 93 ROCHA. Plantas Medicinales.5. V. E. E. 1148 p.. SCHULZ. 2008. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. VANACLOCHA. 18(suppl). Berlin: Springer.

1997. seco e ao abrigo da luz. 53-60. J. 2010. A. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. BLUMENTHAL. As plantas das farmácias vivas. P. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. 1999). LEMONICA. 2000. WEISS. 2000). FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. on the different periods of pregnancy in rats. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). MATOS. boldo-brasileiro e boldo-nacional. 1996. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. MATOS.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth.s. BLUMENTHAL. 1998. MATOS. M. diluídas em 75 mL de água. 1997. 1ª edição 5. 2007. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. 2010. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica.) The complete german Comission E monographs. 1999). Editora Guanabara Koogan. MATOS.. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. REFERÊNCIAS ALMEIDA. 73. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. G. lactantes... F. F. (Ed.. Quantidade 20 g 100 mL . I. medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. 1998. V. VANACLOCHA. Fortaleza: Editora da UFC. 1998.. C. FINTELMANN & WEISS. F. The toxic effects of Coleus barbatus B. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. crianças menores de dois anos. J Ethnopharmacol. diabéticos. MODO DE USAR Uso interno. 2000. FINTELMANN. SCHULTZ et al. R. alcoolistas.

A. L. Inhibition of the gastric H+. M. A. C.....K+-ATPase by plectrinone A. TORRES. Plantas Medicinales. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. LUCIO. J. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. V. J. C. 111. ROCHA. Farmacogn.5. ed. London. 296 p. 1148 p. UK: The Pharmaceutical Press. PHILLIPSON. LAPA. Vademecum de Prescripción. H.M. J. F. T. L. J. Bras. SOUCCAR. Farmácias vivas. BOSSOLANI. 2008. Fortaleza: Editora da UFC. N. VANACLOCHA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ed.. 1996. 1-7. 3. P. A. Plantas medicinais. C. Fortaleza: Editora da UFC. Rev. F. Barcelona: Masson. SCHULTZ. NEWALL.B.. 1ª edição 95 MATOS. LIMA-LANDMAN.. A. M.. 2. D. 1998. L. Ethnopharmacol. 2000. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. . Herbal medicines: a guide for health-care professionals. M. 2007. S. B.. FRANÇA. E. A. ANDERSON. J. 744-747. SHARAPIN. MATOS. 18(suppl). R. A. 1999.

2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. Fazer bochechos e gargarejos. SHARAPIN. alcoolistas e diabéticos. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. NOMENCLATURA POPULAR Romã. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. 18(suppl). 2005. Barcelona: Masson. 2008). VIANA et al. LORENZI & MATOS. B. Farmacogn. e Punica nana L. WHO. FRANÇA. Nova Odessa. Vademecum de Prescripción. LUCIO. 1999. N. Quintais medicinais. A. H. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).s.p. 2008. C. Bras. ed. Plantas Medicinales. SINONÍMIA Punica florida Salisb. G. F. LORENZI. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. C. J.. 1ª edição 5. MATOS. ex Steud. crianças menores de dois anos. H. 744-747.. A. I. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. lactantes.. Cuiabá. 1999. 2. M. L. S. ROCHA. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. 2008.. E. Mais saúde. Rev. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA.. 2008). . Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. Punica grandiflora hort. 1998. V. 2009). 2005.. seco e ao abrigo da luz. 1148 p.. MODO DE USAR Uso externo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. MARI GEMMA. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. REFERÊNCIAS BIESKI.

. G. WHO monographs on selected medicinal plants. S. M.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. 4. M. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva.. 1ª edição 97 VIANA. B. Editora da UFC. Guia fitoterápico. BANDEIRA. . v. Fortaleza. J. MATOS F. 2009. A. Switzerland: World Health Organization.5. A.

uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA.. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. A. antidispéptico.p. alcoolistas e diabéticos. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. J. ROCHA. seco e ao abrigo da luz.s.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. 296 p.1. 744-747. 1999). B. INDICAÇÕES Antiemético. 2008. Vademecum de Prescripción. 18(suppl). lactantes. C. 1999). Geneva. 1996. H. REFERÊNCIAS NEWALL. v. WORLD HEALTH ORGANIZATION. N.. Quantidade 20 g 100 mL . 1999. VANACLOCHA. WHO monographs on selected medicinal plants. Barcelona: Masson. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. e Zingiber aromaticum Noronha. London. Farmacogn. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ANDERSON. D. Plantas Medicinales.. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. A. L. M. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. SHARAPIN. Bras. PHILLIPSON. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. V.. MODO DE USAR Uso interno. L.. FRANÇA. 1996). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). expectorante e nos casos de cinetose (WHO. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q.. 1148 p. LUCIO. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. UK: The Pharmaceutical Press. E. Rev. 1999. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Switzerland: World Health Organization. 1999). S. crianças menores de dois anos.

3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 99 5.3 GEIS .5.

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Quantidade 10 mL 100 g .) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. vera.p. Armazenar em local fresco.s.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aloe perfoliata var. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. seco e ao abrigo da luz. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Cicatrizante.

ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Handbook of medicinal herbs. A. seco e ao abrigo da luz.5. Phytotherapy Res. 1. 1987). MASCOLO et al. 1985. 2831. Armazenar em local fresco. MODO DE USAR Uso tópico.s. 1987. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Não consta. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. et al. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. adicionar o extrato glicólico no gel.. J. 1985).. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. REFERÊNCIAS DUKE. 1985. Após higienização. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. Quantidade 10 mL 100 g . MASCOLO. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE.p. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. N. Boca Raton: CRC. SINONÍMIA.

Armazenar em local fresco. E. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 2008. ex. S. .p. N.. REFERÊNCIAS ARAÚJO. ALBUQUERQUE. seco e ao abrigo da luz. M.) L. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. S. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. TEIXEIRA. J. 60. Journal of Ethnopharmacology.. SARTI.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. CARVALHO. J.. J. C. SERTIE. 175-178.. A.. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. Journal of Ethnopharmacology. 53. C. 1ª edição 5. DOS SANTOS FILHO. D.. P.s.. M. BACCHI. 1996.. CARVALHO et al. DE AMORIM. 120 . 1994. C. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. T... ARAÚJO et al. K.. L. Quantidade 5% q. E. T. 118-120. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. BASTOS. U.. SOUZA. 1996. ALENCAR. 2008). FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. P. Tul. 72–80. J.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. 1994. J. A. Planta Med. A. J. R.P..L.

Armazenar em local fresco. Após higienização. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 45. 1985). 150-6. Cosmet. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. J. Quantidade 10 mL 100 g .. 1983. seco e ao abrigo da luz. CASLEY-SMITH..3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. R. MODO DE USAR Uso externo.p. FLEISCHNER. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. SINONÍMIA Não consta. A. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation.s. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. Lymphology. 16.5. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 1983. 100. M. 1985. anti-inflamatório e cicatrizante. J. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. R. FLEISCHNER. Toilet. INDICAÇÕES Antisséptico.

Guia fitoterápico. 2000. INDICAÇÕES Antisséptico. seco e ao abrigo da luz. MATOS. Farmácias vivas. VIANA G. MATOS. 1998. S. 2.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. J. Fortaleza : Editora da UFC. B. F. F. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. VIANA et al.p. A. A.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. As plantas das farmácias vivas. A. ed. antimicótico e escabicida (MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. F. 3. M. M. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. 1998. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. 1998. MATOS. 1ª edição 5.. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. 1997. 1997. Armazenar em local fresco. Fortaleza. Plantas medicinais. 2000. SINONÍMIA Não consta. ed. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. REFERÊNCIAS MATOS. 1998) MODO DE USAR Uso externo.. J. F. J. BANDEIRA. A. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.s. MATOS.. Quantidade 10 mL 100 g . J. A.

4 POMADAS .4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 105 5.5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

P. R. UEDA-NAKAMURA. 2008. S.. P.. V. V. C. C. 28. . J. B. ONOFRE. 1ª edição 109 DOS SANTOS.. R.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. NAKAMURA. 19. O. 2B. MENDONÇA. L. 2009. 277-281. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). JUNQUEIRA-KIPNIS.. BOMBARDIERE. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. 103... A. 358-366. J.. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. PINTO. A. VIEIRA. C. DIAS FILHO. B.5. T. R. B. Brazilian Journal of Pharmacognosy. OLIVEIRA. E.. D.. BRITO.. LINO J. VEIGA JR. S. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. 2008. E. A. A. Pesquisa Veterinária Brasileira. 577-581. F..

Cordia cylindristachya auctt. Lithocardium verbenaceum Kuntze. Armazenar em local fresco. uma a três vezes ao dia. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1ª edição 5.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aplicar nas áreas afetadas. seco e ao abrigo da luz.ex Fresen.p. MODO DE USAR Uso externo. Cordia curassavica auctt. bras. Lithocardium fresenii Kuntze. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q. ex Fresen. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira..4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.bras. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões.s. Quantidade 10 mL 100 g . Lithocardium salicium Kuntze.

REFERÊNCIAS GOLDMAN. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. Manter fora do alcance de crianças. Quantidade 10 mL 100 g .. 323-329. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. seis semanas consecutivas ao ano. equimoses. no máximo. et al. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.5. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale. R. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. Armazenar em local fresco. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. 6.s. 1985). seco e ao abrigo da luz. Fitoterapia. Não usar em lesões abertas.p. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. 1985. INDICAÇÕES Cicatrizante. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. Utilize espátula para retirar o produto do pote. SINONÍMIA Não consta.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. S.

5 BASES FARMACÊUTICAS .112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.5 BASES FARMACÊUTICAS 5.

FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. À parte. seco e ao abrigo da luz. preparar a solução de álcool e propilenoglicol.5. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . em uma proveta. Filtrar. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. pomadas e cremes de Aloe vera. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. triturá-lo ao máximo. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

5.polietileno). previamente misturada.5 e 6. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas). INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade.polietileno tereftalato ou frasco PE . Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.1 g 5g 3. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Usado para preparações após barba.p.s. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. 1ª edição 5.6 g 1g 0. depilação ou geis antissépticos. ajustando o pH entre 5. 0.3 g 100 g Quantidade . FORMA FARMACÊUTICA Gel.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

116

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

117

5.6 CREMES

INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q.s. Quantidade 10 mL 100 g . seco e ao abrigo da luz.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Em feridas a cada 24 horas. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. Após higienização. Utilize espátula para retirar o produto do pote. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa. Armazenar em local fresco. SINONÍMIA Não consta.

) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. Acacia adstringens Mart.. Filtrar. M. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. FERREIRA. 27-34... J. 12. BRANDÃO. R. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Revista Brasileira de Farmacognosia. REFERÊNCIAS ARDISSON.5..s. aplicar na área afetada até três vezes ao dia.p. M. STEHMANN. em uma proveta. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . seco e ao abrigo da luz. J. À parte. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. Armazenar em local fresco. GODOY. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. L.) Coville (Barbatimão).. INDICAÇÕES Cicatrizante. A. G.. 2002). preparar a solução de propilenoglicol e água. L. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Após higienização. 2002.S. L. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart.

7 XAROPE 5.7 XAROPE . 1ª edição 5.120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Nota: utilizar a formulação básica de xarope. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. scansoria DC.5 mL do xarope. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). seco e ao abrigo da luz. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. Completar o volume e homogeneizar. no preparo dessa formulação. Crianças de três a sete anos: tomar 2. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. laevigata Schultz Bip. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. gestantes. Em casos crônicos. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos.s.p. Agitar antes de usar. Armazenar em local fresco. SINONÍMIA M. usar por duas semanas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. MODO DE USAR Uso interno. (Mikania glomerata). Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado.5 mL do xarope.s. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . lactantes e crianças menores de dois anos. fria.p. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. duas vezes ao dia.

122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5.8 SABONETE . 1ª edição 5.

s. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . completar o volume com água purificada. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Lavar com água corrente.5. Se necessário. MODO DE USAR Uso externo.p. deixando o sabonete em contato. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. ajustar viscosidade ácido cítrico q. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido. aplicar na área afetada.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. homogeneizar. Durante o banho.s. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. INDICAÇÕES Antisséptico. antimicótico e escabicida.p.s. Manter fora do alcance de crianças. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. ajustar o pH água purificada q.p.

9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.

sob agitação.5. de plástico opaco ou vidro âmbar. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g . aquecer os componentes até completa solubilização.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária .Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .br .Área especial 57 .twitter.gov.DF Telefone: 61 3462 6000 www.anvisa.Anvisa SIA Trecho 5 .gov.com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.br www.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful