Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

A grande maioria dos medicamentos. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. Com o cuidado que o tema exige. principalmente. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. que integra a FB 5 como um de seus componentes. de Santa Maria. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. por natureza. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira. de São Paulo. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). hoje disponíveis no mundo. o país da diversidade. Esse foi. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. de Campina Grande. de Ribeirão Preto. Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. com a Fundação Oswaldo Cruz. comprovadamente. um dos componentes da quinta edição da FB 5. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. reconhecidas universidades federais. À Anvisa. do Paraná.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. portanto. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. Reconhecemos ainda. por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. essa necessidade. além da própria Anvisa. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. competência e. Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes.

do Ministério da Saúde que. uma de xarope. quanto à aplicação da prática fitoterápica.4. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. Com isso. fitoterápicos segundo a legislação vigente. mais recentemente. 1ª edição. cinco de pomadas. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. de 11 de setembro. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva. à base de plantas medicinais. 1982. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. º 212. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. tanto manipulados quanto industrializados. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. No Brasil.813. Portanto. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). de 09 de dezembro de 2008. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. o decreto 5. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. com embasamento científico. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. em seu item 2. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. de 22 de junho de 2006. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . duas de cremes. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. 17 de tinturas. estabelecido para o país. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). uma de sabonete. representando as diversas regiões do país. destinada a garantir.3. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. cinco de geis.

6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás .USP .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .

TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.Embrapa .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .

UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais . 1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .

UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais . Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFF LEÔNIA M.UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C. BATISTA Universidade Federal da Paraíba . DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG RONALDO F.UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais .

tintura. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. dependendo da indicação de uso. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. não devendo ser engolido o líquido ao final. Droga vegetal É a planta medicinal. quando aplicável. rizomas. na formulação e produção de medicamentos. normalmente.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. triturada ou pulverizada. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. na posição sentada. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. cera. Banho de assento É a imersão em água morna. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. Pode ser denominado FFFB 1. exsudado e outros. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. e secagem. obrigatoriamente. tais como cascas. ou suas partes. óleo fixo e volátil. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. estabilização. raízes. que contenham as substâncias. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. ou classes de substâncias. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. sobre o lugar lesionado. rasurada. cumprir com as especificações de qualidade. equipamentos e sistemas. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. alcoolatura. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. sementes e folhas coriáceas. . Bochecho É a agitação de infuso. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. podendo ocorrer na forma de extrato. em laboratórios de ensaios. após processos de coleta. podendo estar na forma íntegra. frio ou aquecido. caules. que causam a ação terapêutica. 1ª edição”.

possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. envasar. dentro dos limites especificados. ou de resíduo seco. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. curativa ou paliativa. maceração ou outro método adequado e validado. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. em massa ou volume corresponde a uma parte. exceto quando indicado de maneira diferente. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. os medicamentos. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. flu. quando aplicável. teor de constituintes. os saneantes e outros produtos. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. inativação de enzimas. com finalidade profilática. dissolução e suspendibilidade. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. dentro dos limites especificados. exceto substâncias isoladas. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. proteger ou manter. As BPM devem ser atendidas. em que. empacotar. as drogas. assim como a experiência profissional. removível ou não. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. utilizando como solvente álcool etílico. Assim. os insumos farmacêuticos e correlatos. Se necessário. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. especificamente ou não. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. suas prováveis interações. artigos científicos e materiais técnicos. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. moagem ou desengorduramento. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. O extrato é preparado por percolação. obtida a partir de material animal ou vegetal. Extrato É a preparação de consistência líquida. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). com características apropriadas a uma determinada via de administração. Na manipulação de produtos magistrais. em massa. da droga. quando aplicável. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. sólida ou intermediária. materiais indesejáveis podem ser eliminados. tais como. aparência. Abreviatura: ext. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. os cosméticos. 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. seca utilizada na sua preparação. Essas informações. ou de seus derivados. Abreviatura: ext. água ou outro solvente adequado. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. destinado a cobrir. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. uniformidade. Para tanto. Após a extração. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. . palatabilidade. uma parte do extrato.

inflorescências e frutos. ou que contenham substâncias ativas voláteis. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. curativa. a forma farmacêutica e a posologia. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. obtido ou elaborado. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. Medicamento É o produto farmacêutico. convenientemente pulverizada. paliativa ou para fins de diagnóstico. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. por tempo determinado para cada droga vegetal. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. com finalidade profilática. à temperatura ambiente. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada.12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. a temperatura ambiente. em seguida. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. sete dias consecutivos. em contato com o líquido extrator. material de embalagem ou produto. obtidos em um único processo. tecnicamente. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro.s. Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. . bem fechado. no mínimo. com agitação diária. É preparado na farmácia. em lugar pouco iluminado. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. não devendo ser engolido o líquido ao final. nas proporções indicadas na fórmula. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido). flores. sob velocidade controlada. a droga vegetal ou o derivado vegetal. mantida em percolador. Um gel pode conter partículas suspensas. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. cuja característica essencial é a homogeneidade.

Pomada É a forma farmacêutica semissólida. mas não tem de estar presente em todas as etapas. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. até a sua dispensação. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . aplicados diretamente sobre recipientes. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. É classificada em simples e composta. externo ou interno. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. hospitais. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Solução É a forma farmacêutica líquida. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. invólucros. Medicamentos. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. envoltórios. cultivada ou não. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. dietéticos e nutricionais. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. produtos de higiene. límpida e homogênea. . entre outros. com orientações para seu uso seguro e racional. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a pressão ou auto adesiva. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. ambulatórios. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM).feita para produtos magistrais usados em clínicas. centros cirúrgicos. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. dispensa e/ou administração. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. laboratórios. utilizada com propósitos terapêuticos. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. cosméticos. de todo o processo. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. ou seu armazenamento. para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica.

) do líquido extrator. adicionando o líquido extrator constantemente. A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. . Deixar repousar por 24 h.s.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. no mínimo. Transferir a droga umedecida para o percolador. Manter a torneira fechada. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. que apresenta. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. Iniciar a percolação na velocidade controlada. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. Quando não se destina ao consumo imediato. Preparar o percolador de capacidade apropriada. em camadas superpostas. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados.

Curcuma longa L. Malva sylvestris L. Melissa officinalis L. Pimpinella anisum L. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Citrus aurantium L. Arctium lappa L. Presl Cordia verbenacea DC. Plantago major L. 21 Arnica montana L. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . Calendula officinalis L. 28 Cymbopogon citratus (DC.) Planch. 22 23 Baccharis trimera (Less. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip.) N. 34 Justicia pectoralis Jacq. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5.E. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L. Br. ex Britton & P. 35 Lippia alba (Mill. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad. 33 Illicium verum Hook F. Cynara scolymus L.) DC. Mentha x piperita L.) DC. 24 Casearia sylvestris Sw. Matricaria recutita L.

1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. TINTURA DE Plantago major L.) B. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. H. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. laevigata Schultz Bip. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. Punica granatum L. ex Baker 84 . TINTURA DE Allium sativum L. Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill. TINTURA DE Curcuma longa L. Sambucus nigra L. Wigg 62 5. 57 Salvia officinalis L. TINTURA DE Momordica charantia L. TINTURA DE Mentha x piperita L. L. Salix alba L.

121 5.) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L.) Coville 119 5. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. paupera (Herzog) Dwyer. 1ª edição 17 5. reticulata Ducke E POMADA DE C.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham.. 123 5.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 .4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. POMADA DE C. 104 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf. POMADA DE C. 102 GEL DE Calendula officinalis L. laevigata Schultz Bip. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. 110 111 106 5.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L. multijuga (Hayne) Kuntze.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.

18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .

) Rydb. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação. suspender o uso e consultar um especialista. anti-inflamatório e antiespasmódico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas. 10 minutos após o preparo. Caso ocorra um desses sintomas. Quantidade 1–2g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. entre as refeições. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb.5. INDICAÇÕES Aperiente.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. antidispéptico. MODO DE USAR Uso interno.s. três a quatro vezes ao dia.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. 1ª edição 5. Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a três vezes ao dia.) DC. antiespasmódico e anti-inflamatório. suspender o uso. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Macela. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam.p. MODO DE USAR Uso interno.s.20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . marcela e marcela-do-campo. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC.

1ª edição 21 Arctium lappa L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. Quantidade 2. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação.5 g 150 mL .p. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico.s. diurético e anti-inflamatório. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo.5.

Aplicar na forma de compressa. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso externo.s. ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas.p. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes flores secas água q.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. nos casos de equimoses e hematomas.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. duas a três vezes ao dia.

FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes. O uso pode causar hipotensão. Baccharis genistelloides var. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga.5. logo após o preparo. INDICAÇÕES Antidispéptico. 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less.) SINONÍMIA DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) Baker e Molina trimera Less.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 g 150 mL . trimera (Less.s. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.p. Quantidade 2.

Após higienização. FÓRMULA Componentes flores secas água q. SINONÍMIA Não consta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 1–2g 150 mL . Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. Em casos raros pode causar dermatite de contato. três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.p. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.

SINONÍMIA Anavinga samyda C. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. Quantidade 2–4g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Gaernt. F.5. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw.s. 5 minutos após o preparo.. Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. duas a três vezes ao dia. erva-de-bugre e erva-de-lagarto. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.p.

Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10 a 15 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. antidispéptico. meia hora antes das refeições. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso..1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Aperiente. antiflatulento e antiespasmódico. após as refeições. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo. Quantidade 1g 150 mL .

MODO DE USAR Uso interno.s. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga. de preferência no início da noite. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. FÓRMULA Componentes flores secas água q. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. 1ª edição 27 Citrus aurantium L.p.5.

INDICAÇÕES Anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. suspender o uso. Quantidade 3g 150 mL .28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira.s. Aplicar compressa na região afetada. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq.p. três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo.

5 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 29 Curcuma longa L. Quantidade 1.p. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq.5. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. MODO DE USAR Uso interno.s. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. e Curcuma domestica Valeton. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. açafroa e açafrão-da-terra. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas vezes ao dia.

30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ansiolítico e sedativo leve. INDICAÇÕES Antiespasmódico. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1–3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. capim-cidreira e cidreira. e Andropogon citriodorum hort.s. capim-cidró. 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. duas a três vezes ao dia. ex Desf.p. Andropogon citratus DC. 5 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. capim-limão.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack..

1ª edição 31 Cynara scolymus L. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Antidispéptico. antes das refeições. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. Quantidade 1g 150 mL .5.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. após 10 minutos do preparo. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes.

MODO DE USAR Uso interno.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório. Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. 1ª edição 5. logo após o preparo. Quantidade 1g 150 mL .s.p. três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g–6g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer banho de assento três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes cascas secas água q.s. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter.5. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter.p. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. MODO DE USAR Uso externo. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.

respiratória e gastrintestinal.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.p. Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. MODO DE USAR Uso interno. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento. três a quatro vezes ao dia. após 10 minutos do preparo.

Gmel. duas a três vezes ao dia. chachambá e trevo-cumaru. logo após o preparo.. Ecbolium pectorale (Jacq.F. logo após o preparo. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. duas a três vezes ao dia.s.5. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Expectorante.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) J.p. Quantidade 5g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. NOMENCLATURA POPULAR Chambá.

1ª edição 5.) N. sedativo leve. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. ex Britton & P.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia.s. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. Br. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. bradicardia e hipotensão. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. logo após o preparo. três a quatro vezes ao dia. INDICAÇÕES Ansiolítico. logo após o preparo.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.E. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1a3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. três a quatro vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. logo após o preparo. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. antiespasmódico e antidispéptico.

Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Não consta. Quantidade 2a3g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.p.5. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso externo. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo.s. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta.

Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L.p.s. suspender o uso imediatamente. três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . INDICAÇÕES Uso interno: expectorante. MODO DE USAR Uso interno.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. quatro vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. logo após o preparo. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q. Tomar 150 mL do infuso. Após higienização. NOMENCLATURA POPULAR Malva. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.s. 1ª edição 5.

Em caso de superdosagens.) Rauschert e Matricaria chamomilla L. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. Uso externo. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. Fazer bochechos e/ou gargarejos. 1ª edição 39 Matricaria recutita L.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. cinco a 10 minutos após o preparo.s. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais.p. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . três a quatro vezes entre as refeições.5. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. NOMENCLATURA POPULAR Camomila. ansiolítico e sedativo leve. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. podem ocorrer náuseas. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. excitação nervosa e insônia.p.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. três a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. antiácido e protetor da mucosa gástrica. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb. INDICAÇÕES Antidispéptico. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes.) Planch. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa.p.

Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno.s. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ansiolítico e sedativo leve. Quantidade 1–4g 150 mL . duas a três vezes ao dia. 10 a 15 minutos após o preparo. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov.p. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. INDICAÇÕES Antiespasmódico. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial.5.

ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. duas a quatro vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 10 minutos após o preparo. danos hepáticos severos e durante a lactação.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento. MODO DE USAR Uso interno.5 g 150 mL . Quantidade 1.s.

ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. MODO DE USAR Uso interno.. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. duas vezes ao dia.5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Expectorante. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo.p.s. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. e Cacalia trilobata Vell.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Mikania scansoria DC. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL .

p. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. ex Baker SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso interno. duas vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.s. logo após o preparo. INDICAÇÕES Expectorante. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

e Passiflora phoenicia Lindl. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. MODO DE USAR Uso interno. Não utilizar cronicamente.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a quatro vezes ao dia.s. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 3g 150 mL . 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.5. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a quatro vezes ao dia. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.p. St. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. e Passiflora gratissima A.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. –Hil. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. MODO DE USAR Uso interno. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Quantidade 3g 150 mL . Não utilizar cronicamente.

duas a quatro vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno.5. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo.s. Não utilizar cronicamente. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. Quantidade 3g 150 mL .

nervosismo e ansiedade. mate) e anti-hipertensivos. uma vez ao dia. arritmias. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. 1ª edição 5. Em altas doses pode causar insônia.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. Quantidade 0. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. Acima de 12 anos: tomar 0. INDICAÇÕES Estimulante.48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). hipertireoidismo. noz-de-cola. hipertensão.5 – 2 g .

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão.s. Não exceder a dosagem recomendada. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5. sem abafar.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. considerando a proporção indicada na fórmula. colagogo e colerético. duas vezes ao dia. Quantidade 1–2g 150 mL . 1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. 10 a 15 minutos após o preparo. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. doenças hepáticas severas e gestantes. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.

s. 10 a 15 minutos após o preparo.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5.p. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. Phyllanthus asperulatus Hutch. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 3g 150 mL . SINONÍMIA Diasperus niruri (L. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia.) Kuntze. e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L.

10 a 15 minutos após o preparo.5 g 150 mL . SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce. Quantidade 1. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.. suspender o uso imediatamente. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso.) Baill.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. MODO DE USAR Uso interno. três vezes ao dia. Apium anisum (L. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s.) Crantz e Carum anisum (L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico.p. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L.

52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. tansagem e tranchagem. obstrução intestinal e por gestantes. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. Quantidade 6–9g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. MODO DE USAR Uso externo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Plantago dregeana Decne. três vezes ao dia. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.. Não utilizar a casca da semente. e Plantago latifolia Salisb.p. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Após higienização.

s. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares.p. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth.5. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. lactantes. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Antidispéptico. crianças. boldo-brasileiro e boldo-nacional. Quantidade 1–3g 150 mL .

NOMENCLATURA POPULAR Polígala. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia.5 g 150 mL .54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Não consta.s. INDICAÇÕES Expectorante.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas a três vezes ao dia. logo após o preparo. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 4.p. FÓRMULA Componentes raizes secas água q.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.s. Fazer banho de assento três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes.p.5. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth.

p. 1ª edição 5.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Romã. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. e Punica nana L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. Quantidade 6g 150 mL . Punica grandiflora hort.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. ex Steud. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia..s. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Punica florida Salisb.

5. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. três a quatro vezes entre as refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. SINONÍMIA Não consta. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Quantidade 2g 150 mL . INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Não utilizar em gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. 15 minutos após o preparo. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões.

duas a três vezes ao dia. Usar em casos de gripe e resfriados. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. Quantidade 3g 150 mL .s. 1ª edição 5. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto.p. antiácidos. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. logo após o preparo. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. Não usar em gestantes e crianças.

Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia.s. Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.5. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Não usar em pessoas com insuficiência renal. duas a três vezes ao dia após as refeições. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. três vezes ao dia. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. Uso externo. SINONÍMIA Não consta. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. 10 minutos após o preparo. Após higienização.

Quantidade 3g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. FÓRMULA Componentes flores secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. 1ª edição 5. 5 minutos após o preparo.60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. INDICAÇÕES Diaforético.p. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia. Não usar folhas. MODO DE USAR Uso interno. duas a três vezes ao dia.s. e Sambucus peruviana Kunth. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

MODO DE USAR Uso externo. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1g 150 mL .p. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico. suspender o uso. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta.s.5. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia.

62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. INDICAÇÕES Antidispéptico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. úlcera gastroduodenal. logo após o preparo. Quantidade 3–4g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q.s. e Taraxacum dens-leonis Desf.p. Leontodon vulgare Lam. Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F.. H. O uso pode provocar hipotensão arterial. aperiente e diurético. 1ª edição 5. cálculos biliares.

MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Bip.s. Quantidade 3g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ex Walp. suspender o uso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia.5. logo após o preparo.p. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico. três vezes ao dia antes das principais refeições. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano.

Quantidade 3g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. Rob. uma vez ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe.s.p. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.) H. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Expectorante.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. duas a quatro vezes ao dia. Não usar em crianças.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. INDICAÇÕES Antiemético. Quantidade 0.5 – 1 g 150 mL . expectorante e nos casos de cinetose. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. 5 minutos após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. irritação gástrica e hipertensão arterial. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.5. antidispéptico.

2 TINTURAS .2 TINTURAS 5.66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.

R. 1998.1996. INDICAÇÕES Antidispéptico.p. J. 2008. 1984. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. REFERÊNCIAS ALONSO. alcoolistas e diabéticos. 2008. 1991. MILLS & BONE. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.s. em lactantes. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. antiflatulento. TEWARI et al. ALONSO. crianças menores de 12 anos.. 2009. EBADI.. 2004). 1996. DELLA LOGGIA. 2010. lactentes. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA.) The complete German Comission E Monographs. 1991). 1969. 2002. WICHTL. FINTELMANN & WEISS. Quantidade 20 g 100 mL . PHILP. três vezes ao dia. 1999. seco e ao abrigo da luz. 1993. SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. 2009. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. BLUMENTHAL. GOLDBERG et al. 1974. PIRES et al. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. colerético (WHO. GADGOLI & MISHRA.. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. RÜCKER et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. GUPTA.5. Buenos Aires: ISIS ediciones S.) Rydb. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. HEALTHCARE. 1998. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. 2009). (Ed. 2009.. anti-inflamatório. M. NEWALL et al. 1998. BLUMENTHAL. 1998.. 2007). Bases Clínicas y farmacológicas. 1998. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. 2004.... MILLS & BONE. entre as refeições (WHO. MODO DE USAR Uso interno.1995.L.. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água.

(Ed. 11.. J. 2004. BREUER. M. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED)..7 . 526 p. Santafé de Bogotá. 296 p. Contact Dermatitis. HAUSEN. 1995. L. H. L. A. C. Auslöser der Schafgarbendermatitis. MENDES. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. NEWALL. and Artemisia vulgaris L. ROCHA.. 28. Pharmacology on line. P. MILLS. R.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1991 SHIPOCHLIEV. UK: The Pharmaceutical Press. E. Physicians Desk Reference.. C. GUPTA.): Piante officinali per infusi e tisane. E. J... Convenio Andréas Bib.. Bone. ANDERSON. USA: Thomson. 1998. J. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. MONTANARI T. Sci. 1. C. B.: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. London: British Herbal Medicine Association. RÜCKER. Manual de Fitoterapia. 12. A. Louis. ed. St. MANN. MISHRA. S. PIRES.. Manuale per farmacisti e medici. Louis. 58. EUROPEAN PHARMACOPEIA. M. LUCIO. BAJPAI. J. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 58.). EIGEN E.4′. FOURNADJIEV. T. USA: Elservier. 4. DUARTE-ALMEIDA. 3th ed. Montvale. 24. McGraw-Hill Professional. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. OEMF spa Milano 1993. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. 274-80. D. L. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). DESALVA S. London. HEALTHCARE. 309-13. Rev. 1996. 23. Achillea millefolium L. WICHTL... S.. SHARAPIN. 391-399. USA: Elsevier Churchill Livingstone. 212–219. E. M. 1969. 2010. 1ª edição 5. FRANÇA. T. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L.2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia.. Supllement Strasbourg: Council of Europe. G. .. 331-6. Res. 2007. Phytother. Med. 6. Stuttgart. K. J. Indian J. J. in mice. M. 1974. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. DE CARVALHO J. S. Farmacogn. 2009. 1984. M. 1991. Probl. Geneva. M. L. S. GADGOLI. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. Compositae). 2004. 1999. GUPTA. Principles and practice of phytotherapy . N. 18(suppl). Bone. CARLINI. 979-981. D. Vutr. FINTELMANN. Contraception. 2nd ed. R. 1. 2008. G. Pharm... 3th ed. 938-41. B. TEWARI. J. J. PHILP. J. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide.. RÜCKER.. 2009. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium.. The essential guide to herbal safety. J. Med. R. Parm (Wienheim) 324.. PDR for herbal medicines. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 2004. DOLDER H. v. A. Arch. DELLA LOGGIA. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. M.Modern herbal medicine. GOLDBERG A.. St.. F. SRIVASTAVA. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn. C.. V. G. K. P. Sci. 2008.. Panamá. MUELLER. MILLS. Bras... 1996. WEGLEWSKI. Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. PHILLIPSON. H. (cur.. M. F. S. WHO monographs on selected medicinal plants. G. 2000. NEGRI. 744-747. Switzerland: World Health Organization.. A. P. E. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). WEISS R... 99-107.. 2000. BREUER.

Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. Quantidade 20 g 100 mL . 2000). duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Buenos Aires: ISIS ediciones S.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. GRUENWALD. MODO DE USAR Uso interno.s. 2004.L. MILLS & BONE. REFERÊNCIAS ALONSO. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO. crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. FÓRMULA (BHF. 2004. 2004). Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. TYLER et al. 1983). úlceras gastroduodenais. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov.5..p.1999. 2004). Filtrar e acondicionar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL..5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. lactantes. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. Pesar o alho seco. ALONSO. 1999. seco. 2004). 1999) e warfarina (WHO. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes. Não usar em pessoas com gastrite. TYLER et al. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. lactentes. hipertensão arterial leve. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. NOMENCLATURA POPULAR Alho. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente.R. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. J. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2004. 1999. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. 2008). MILLS & BONE. 1999). Bases Clínicas y farmacológicas.. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. BRASIL. dependentes alcoólicos e diabéticos. 1998.

SHARAPIN. USA: Elsevier. E.. BRASIL. New Jersey. VANACLOCHA. V. 1996. ROCHA. Rev. K. London: British Herbal Medicine Association. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. S. Determina a publicação da “Lista De Medicamentos Fitoterápicos De Registro Simplificado”. Instrução normativa nº 5. Berlin: Springer. Principles and practice of phytotherapy . E. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.2 TINTURAS BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. Rational phytotheray: a reference guide for physicians and pharmacists. S. Bras. GRUENWALD. HÄNSEL. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis.. Plantas Medicinales. 3th ed. Montvale. 12 dez. St. 2000.70 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Switzerland: World Health Organization. WICHTL. LUCIO. 2004. R. BONE. 417 p. Farmacogn. A. WORLD HEALTH ORGANIZATION. SCHULZ. V. M.. 1999. USA: Elsevier Churchill Livingstone. de 11 de dezembro de 2008.. DF. The essential guide to herbal safety. Vademecum de Prescripción.. 2008. Ministério da Saúde. Stuttgart. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.1. C. M. MILLS. J. MILLS. BONE. M. Brasília. St. 1ª edição 5.. K. TYLER. T. V. 1999. H.Modern herbal medicine.. 1148 p. KAENICKE. L. B. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2008. Louis. N. S.. Geneva. 1999. BRENDLER. . WHO monographs on selected medicinal plants. 2004. BLUMENTHAL. 2004. v. Barcelona: Masson. Poder Executivo. Louis.. PDR for Herbal Medicines. 744-747.. Medicinal Economics Company. FRANÇA. 18(suppl).

Quantidade 20 g 100 mL .. E. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. 2010. J.C. 1991. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. M. SHARAPIN. Farmacogn. crianças menores de dois anos.. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J. Mem Inst. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers.. C.) K. A. VARGAS & CARVALHO. T. J. lactentes. 93-97. LUCIO. 1991). 27-33.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. H.5. 86. Schum. Wendl. Rev..) K. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. VARGAS. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. lactantes. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. V. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. A. Wendl. FRANÇA. Schum on arterial hypertension. alcoolistas e diabéticos. REFERÊNCIAS MENDONÇA. Bras.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. A. L. L. M. OLIVEIRA. e Alpinia speciosa (J. 744-747. C. MODO DE USAR Uso interno. L. 2008. 2010). 1991.s. A.) B. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. N. C. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. Oswald Cruz. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. H.. CRAVEIRO. CARVALHO. 18(suppl). S. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). L. J. 4. No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA.. A.p. três vezes ao dia.C. ROCHA. seco e ao abrigo da luz.

A. N.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. S. 1999. D. 134. J. 1ª edição 5. Dermatol. DATTNER. 2003.p. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos.2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1998. 18(suppl). Quantidade 10 g 100 mL . Bras. 2005. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2008. REFERÊNCIAS BROWN. crianças menores de dois anos. M. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. 1401-1404. (ESCOP. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. H. 2005). ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. 2003. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions.. 1998). SCHILCHER. M. LUCIO. Em raros casos. Arch. seco e ao abrigo da luz. MODO DE USAR Uso externo. lactantes. ROCHA. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. FRANÇA. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. Rev. WHO. 2002).. alcoolistas e diabéticos. L..s.. H. E. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. 744-747.. SCHILCHER. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SHARAPIN.. SINONÍMIA Não consta. 211p. 1999). Farmacogn.

1148 p. V. 2002. Plantas Medicinales. 1999. 1ª edição 73 VANACLOCHA. Barcelona: Masson. Geneva. v. WHO monographs on selected medicinal plants. B. WORLD HEALTH ORGANIZATION.5. 2. Vademecum de Prescripción. Switzerland: World Health Organization. .2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

1999. 2009. J. metabolic. ALONSO. hipolipemiante. B. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. K. PHILP. FRANÇA. L. lactantes. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água.. açafrão-da-terra e açafroa. 1999). autoimmune and neoplastic diseases. crianças menores de dois anos. 40–59. 1999. 41. cardiovascular. A. VANACLOCHA. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. Bases Clínicas y farmacológicas. S. 2004). ROCHA. B. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. Buenos Aires: ISIS ediciones S. HARIKUMAR.R. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. PHILP. B. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2004.p.2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L. B. Farmacogn. H. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. 744-747. seco e ao abrigo da luz. 1998. the anti-inflammatory agent. antiespasmódico. REFERÊNCIAS AGGARWAL. e Curcuma domestica Valeton. colagogo (WAGNER. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Quantidade 10 g 100 mL . R. M. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 1999. against neurodegenerative. INDICAÇÕES Colerético. 18(suppl)..L. 2009... Potential therapeutic effects of curcumin. 1998). LUCIO. alcoolistas. E. N. 2008. Rev.s. VANACLOCHA.. 2006). 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. diabéticos e pessoas com cálculos biliares. AGGARWAL & HARIKUMAR. pulmonary. SHARAPIN. ALONSO. Bras. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999.

WAGNER. Plantas Medicinales. ed. 1ª edição 75 VANACLOCHA. Fitoterapia: Fitofármacos. V. WHO monographs on selected medicinal plants. B. Farmacologia e Aplicações Clínicas. v. 1999. H. Vademecum de Prescripción. Barcelona: Masson. Geneva. Switzerland: World Health Organization.5. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M.1.. WIESENAUER. . 1999. 2006. 2..

MODO DE USAR Uso interno.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Complement. BOOTH. 2008). MIDDLETON. 2009). 2004). náuseas e pirose (WHO. BUNDY. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 2004. 2002. 2008. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999). 2009. . 667-669. Acima de 12 anos: tomar 2. 2001. 1999. 2003. lactantes. R.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).p.. C. W. 2004. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. Med. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. VANACLOCHA. HOLTMANN. (Ed. 10. A.. M.. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. J. J. R.. alcoolistas. Altern. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. 2004..2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. 1998. antiflatulento. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. G.. BUNDY et al. 1ª edição 5. 2009. BUNDY. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.) The complete german Comission E monographs. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. crianças menores de dois anos. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra..s. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. BLUMENTHAL. INDICAÇÕES Antidispéptico. CARDOSO. 2009). 1998. incluindo diarreia. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. WICHTL.. MILLS & BONE. WHO.. VANACLOCHA. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. 2009). antiemético. WALKER. BUNDY et al.5 a 5. 1998. MARAKIS.

F. R.. WINDECK..1105. 18. 1ª edição 77 BUNDY. M. The essential guide to herbal safety. Farmacogn. J. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. Phytomedicine. W.. W. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study.. T. BONE. WALKER. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. K. Bras.. . C. A. A. PETROWICZ. CARDOSO. 3 ed. Plantas Medicinales. C. R.5. W. PIKE.. E.. multicentre trial. 1999. WRIGTH. 2008. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled. ROCHA.. Ther. 2003. S. WALKER. 2002. HAAG. 2004. 668-675. SIMPSON.. MIDDLETON. J. 2009. Rev.. L. WALLIS. Z. Switzerland: World Health Organization. SHARAPIN. 15. MILLS. double blind. C. MIDDLETON.. B. S. v. Phytoter. 1099. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. M. 694-699.. 9. WALKER. 2001. VANACLOCHA.. FRANÇA. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers.. C. MARAKIS.. WHO monographs on selected medicinal plants. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Res. M. Phytomedicine. A.. E. LUCIO.. H. double blind placebo controlled trial. MIDDLETON. W. F. O.. N. Cidade: Elservier. 744-747. H. Vademecum de Prescripción. Barcelona: Masson. 15. R. Geneva. Aliment. WICHTL. BOOTH.. R. S. F. Stuttgart.. Pharmabooks. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. 58-61. A. ADAM. R.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. GRUNEWALD. B. J. HOLTMANN. V.. 4. COLLET. G. 2009. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral. Pharmacol. 18(suppl).. G. 2008. 1148 p. 2004. D.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

Fortaleza: Editora da UFC. M. VIANA. N. ed. S. MATOS. A. H. Guia fitoterápico.. Plantas medicinais. MATOS F. LUCIO. 1998. 3. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Farmacogn.. . Farmácias vivas. B. A. Fortaleza: Editora da UFC. SHARAPIN.. 1998. 744-747. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.. E. 2000. Bras. M. J. BANDEIRA. FRANÇA. F. 18(suppl). A. Fortaleza: Editora da UFC.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ed. G. ROCHA. A. A. 1ª edição 81 MATOS. M. F. J.5. Rev. S. J.. L. 2. 2008.

três vezes ao dia (VANACLOCHA. G. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh. H. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. 46.. 2004). D. N. WACHER. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. G. B. Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al. TANKHAEVA. D. L. Chemistry of Natural Compounds. M. A. RAMTOOLA.. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. alcoolistas. REFERÊNCIAS DRESSER. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. 2002. V. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. V. 1999. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 5. 744-747. N. Quantidade 20 g 100 mL . M. Barcelona: Masson. 1999.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L.. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. Z.p.. VANACLOCHA. FRANÇA. 18(suppl). WHO. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. 2002). K. CUMMING. Plantas Medicinales. 1148 p. crianças menores de dois anos. Rev. Bras.. 2004).s. TPII – 95. 2010. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO. OLENNIKOV.. Vademecum de Prescripción. S. seco e ao abrigo da luz. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. INDICAÇÕES Antidispéptico. 2008.. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 22-27. MODO DE USAR Uso interno. ROCHA. L.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2004). LUCIO.. SHARAPIN.. lactantes. March 24-28. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Farmacogn. E.

2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. v. 2. Switzerland: World Health Organization. . WHO monographs on selected medicinal plants.5. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. 2004. 188-205.

MATOS et al. GILBERT. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. seco e ao abrigo da luz. MATOS. lactantes. REFERÊNCIAS BRASIL. 2008. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 2010. alcoolistas e diabéticos. 1998). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Fascículo 1 da Parte II. Brasília.. B.. laevigata Schultz Bip. MODO DE USAR Uso interno. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. 2005.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. RDC n. DF. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. crianças menores de dois anos. São Paulo: Atheneu. L. LORENZI & MATOS. 2006). (Mikania glomerata). Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. 1996. MATOS.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 2005.. 2001. L. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. ALVES. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. FIOCRUZ. 1998. FERREIRA. BRASIL.. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. Brasil: Abifito. P.p. F. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. Brasil.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). J. 2008).s. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. 10 mar. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. 1ª edição 5. 1997. 2005.. Quantidade 20 g 100 mL . Curitiba. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. VIANA et al. 10 de 10 de março de 2010. Ministério da Saúde. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

M. 744-747. Florianópolis: EPAGRI. Essentia Herba – Plantas Bioativas. Fortaleza: Editora da UFC. B. 2. Guia fitoterápico.. Fortaleza: Editora da UFC. 18(suppl). M. S. M. 1ª edição 85 LORENZI. SILVA JUNIOR. J. M. SHARAPIN. F. B. FRANÇA. 2. ed. J. 1998. 2000. Farmacogn. L. MATOS.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. H.. F. ROCHA. G.5. Plantas medicinais. Rev. 2. 2008. F. Fortaleza: Editora da UFC. J. 2006. A. A. A. v. F. . 1997. A. J. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. MATOS. LUCIO. 3. Fortaleza: Editora BNB. A. ed.. F. E. VIANA. MATOS. J. ed. 2. ed. A. MATOS. As plantas das farmácias vivas. 2008. Bras.. H. VIANA.. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. S. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. BANDEIRA. Farmácias vivas.. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. N. Guia fitoterápico. 2001. 1998.. A. M. S. F. MATOS. J.. A. BANDEIRA. A. 633 p. A. G. A. Nova Odessa. Fortaleza: Editora da UFC. MATOS.

. M. 1998. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 1998. J. G.R. SINONÍMIA Cucumis argyi H.L. F. J. seco e ao abrigo da luz. A. 1995. uma vez ao dia. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. REFERÊNCIAS ALONSO. Santafé de Bogotá. Plantas medicinais. 2.2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L.) et al. pois pode causar coma hipoglicêmico. J. P. ROBINEAU. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). GUPTA. 1995. FARMACOPEA Caribeña. ROBINEAU. ed. GUPTA et al. MATOS. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q. 1997. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Lév. MODO DE USAR Uso externo. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. distúrbios hepáticos.s.. GUPTA et al.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. L.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. Buenos Aires: ISIS ediciones S. Fortaleza: Editora da UFC. 2000. 2009). 1998. WHO. Momordica chinensis Spreng. 1995. MATOS. 2000.p. 1997). Santo Domingo: Tramil. MATOS. Fazer aplicações tópicas. 1ª edição 5. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. MATOS. ed. (Org. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. 1997. A. 1997. Fortaleza: Editora da UFC. MATOS. Quantidade 10 g 100 mL . 1997.. F. 1. Bases Clínicas y farmacológicas. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano.

2009. Bras. 744-747. H. LUCIO. . v. Rev. Farmacogn. 18(suppl). FRANÇA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. S. Switzerland: World Health Organization. 4. Geneva. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. E. WHO monographs on selected medicinal plants.5.. L.. SHARAPIN. A.. N. 2008. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1ª edição 87 ROCHA. M.

ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes.5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água.. LI. COTRIM. 1997a..2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell... 1067–1073.. BATISTA. 2000.. Journal of Ethnopharmacology.. 1999). its sub-fractions and flavonoid constituents. Seu uso pode causar sonolência.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. 1998). DENG. M. L. C. BAI. sedativo suave . INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. crianças menores de dois anos.s. MATOS. alcoolistas e diabéticos. G.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Y. H.. MODO DE USAR Uso interno.. ZHOUA. T.. LI. VIANA et al. J.tomar 2. 2010.. 1997b. 2006. 2008). M. M. R. 148–153. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. MATOS. CAMPOS.. CUNHA.. Acima de 12 anos: ansiolítico . 2002. P. Phytotherapy Research. 1ª edição 5. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. M. CARVALHO. três vezes ao dia (VANACLOCHA. MATOS. 2001. seco e ao abrigo da luz. M. Quantidade 20 g 100 mL . 2010. A. 128. 1998. flavicarpa. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. lactantes. LORENZI & MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al..p. MATOS... LIMA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. T. REFERÊNCIAS COLETA. St. 20. e Passiflora gratissima A. DE-PARIS et al. 2006. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. D. COLETA et al. –Hil. 1 hora antes de deitar.

Guia fitoterápico. Fortaleza: Editora da UFC. 2. 1998. ed.. F. J. A. SHARAPIN.. MATOS. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SCHENKEL. S. F. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.. A. J. 1997b. F. 2008. Guia fitoterápico. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. A. . ed. J.. E. LORENZI. G. J. J.. A. A. MATOS. A. 1148 p. Viana. R. A. M. LUCIO. A. Fortaleza: Editora da UFC. H. 2008.. Barcelona: Masson. Plantas Medicinais no Brasil. B. J. 21. 1999. 2001. Farmacogn. GONZÁLEZ-ORTEGA. 3.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. F. GOSMANN. Fortaleza: Editora da UFC. 18(suppl). ROCHA. 2002. F. M. F. ed. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. As plantas das farmácias vivas. J. B.. 2000. G. Bras. A. D. MATOS.. Plantas Medicinales.. Fortaleza: Editora da UFC. 1998. SALGUEIRO. M. Plantas medicinais. S. F. MATOS. P. Vademecum de Prescripción. MATOS. Rev. F. 2. J. L. F. Acta Farmaceutica Bonaerense. B.. J.. N. VIANA. KAPCZINSKI. MATOS. Farmácias vivas. F. FRANÇA. PETRY. VANACLOCHA.. BANDEIRA M. QUEEDO.. REGINATTO. Fortaleza: Editora BNB. H. G.. BANDEIRA. GSB. Fortaleza: Editora da UFC. 1ª edição 89 DE-PARIS.. 744-747. M. H. MATOS.. A. V. 5–8.. E. 1997a.5.

Urol Res. 1995. 2008). 1ª edição 5. 374. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra.. (GILBERT et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. CAMPOS. 2002.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L.L. 30. A. CAMPOS & SCHOR. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. 1999. MATOS. 2003. J. 1999). A. 81. BOIM.s. FREITAS... MODO DE USAR Uso interno. 2005. A. MATOS. 393. Nephron. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. MATOS et al. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo..R. crianças menores de dois anos. seco e ao abrigo da luz. BOIM. Bases Clínicas y farmacológicas.. GUPTA et al. Quantidade 10 g 100 mL ... Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. N. M. BARROS et al. alcoolistas e diabéticos. SCHOR. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS.p. H. N.. SINONÍMIA Diasperus niruri (L. BJU Int. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation. N.. Buenos Aires: ISIS ediciones S. FREITAS et al. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. SCHOR. 1998. E. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 89. M. 2003.. REFERÊNCIAS ALONSO. ALONSO. 1997. lactantes. 1998.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira... Não usar por mais de três semanas. SCHOR. 2002. 2004. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. M. BARROS. M. A. 2001. 829. 1998). FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q.

. J. J. 1998. 1997. Curitiba. H. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. LORENZI. ed.. VIANA. CAMPOS. 744-747. M. FERREIRA. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. G. ed. J. E. H. LORENZI. Plantas Medicinais no Brasil. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.nativas e Exóticas. 362–366. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). MATOS.. S. 1995. P. 2. J.. A. A. 2. 3. 1ª edição 91 GILBERT. F.. F. & MATOS. P. SHARAPIN.. 2004. L. BOIM. F. 2008. N. Bras.. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. A. Rev. HEILBERG. L. LUCIO.. Urol Res. S.. 2008. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. ALVES. MATOS.. 2001. B. H. J. Fortaleza: Editora da UFC. Brasil: Abifito. ed. 18(suppl). Farmácias vivas. L. Guia fitoterápico. Plantas Medicinais no Brasil . ROCHA. H. FRANÇA. 2008. L. ed. J. F. Farmacogn. 2005. GUPTA. F. BANDEIRA M. Santafé de Bogotá. . ABREU. ABREU MATOS. 1. J. 32.. I. Fortaleza: Editora da UFC.5. B. A. M. M. FIOCRUZ. SCHOR. MATOS. Fortaleza: Editora da UFC. M. F. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. N. A... A. NISHIURA. P.

Plantas medicinais. Quantidade 10 g 100 mL . 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2005.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. obstrução intestinal. Mais saúde. lactantes. 1997). O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. SIMÕES. BIESKI. 2005.5 a 5 mL) da tintura. F. Plantago dregeana Decne. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. J. ed. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. MODO DE USAR Uso externo.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. 2005. Rio de Janeiro. e Plantago latifolia Salisb. 1ª edição 5. seco e ao abrigo da luz. P. 2000. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. G. 1999. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. FIOCRUZ. V. MARI GEMMA. diluídas em 75 mL água. REFERÊNCIAS AMARAL. Fortaleza 1997. Cuiabá. 1999). gestantes. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Fortaleza: Editora da UFC. F. VANACLOCHA. F. MATOS.s. FERREIRA. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. C. AMARAL et al. TYLER et al. J. alcoolistas e diabéticos.p.. Quintais medicinais.. C.. 2005.. E. L.. I. MATOS. 2. A. tansagem e tranchagem. MATOS. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco... uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. VANACLOCHA. C.. crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial.1999). 2004. 2000. A. Brasil: Abifito. A.

Plantas Medicinales. .5. HÄNSEL. LUCIO. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. 417 p. V. VANACLOCHA. B. 1148 p. Rev. E. BLUMENTHAL. N. 18(suppl). V. FRANÇA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. SCHULZ. 2004. SHARAPIN. R.. 744-747... 1ª edição 93 ROCHA. Bras... Berlin: Springer. Farmacogn. Vademecum de Prescripción. M.. E. TYLER.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1999. A. Barcelona: Masson. H. 2008. S. V. L. M.

medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. diluídas em 75 mL de água. The toxic effects of Coleus barbatus B. V.. Fortaleza: Editora da UFC. C.p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2010. Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. on the different periods of pregnancy in rats. 73.. FINTELMANN & WEISS. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. boldo-brasileiro e boldo-nacional. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al.s.. WEISS. F. I. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. diabéticos. FINTELMANN. 2010. (Ed. 1997. 1996. alcoolistas. SCHULTZ et al. 2000. F. 1999).. Quantidade 20 g 100 mL . VANACLOCHA. MATOS. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares. MATOS. REFERÊNCIAS ALMEIDA. 2000. crianças menores de dois anos. 2007. MATOS. M. 1997. 1998. Manual de Fitoterapia – 11a Ed.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 53-60. J. LEMONICA. MODO DE USAR Uso interno. BLUMENTHAL. seco e ao abrigo da luz. A. 1998. 2000). J Ethnopharmacol. BLUMENTHAL.. R. G. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. Editora Guanabara Koogan. F. 1998. 1ª edição 5.) The complete german Comission E monographs. As plantas das farmácias vivas. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). MATOS. lactantes. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. P. 1999).

F. London. SCHULTZ. N. P. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. NEWALL.. F. 18(suppl). Ethnopharmacol. J. 1ª edição 95 MATOS. TORRES.. S. 111. J. Fortaleza: Editora da UFC. . A. M. C. Farmacogn. L. 1148 p. LIMA-LANDMAN. Plantas Medicinales. A. 3.. A. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. L. 2000. L. Fortaleza: Editora da UFC. ROCHA. H. B. Barcelona: Masson. LUCIO.5. SOUCCAR.K+-ATPase by plectrinone A. R.M. BOSSOLANI. ed. ANDERSON. Bras. ed. UK: The Pharmaceutical Press. A. 744-747. VANACLOCHA. 2. T. C. D. J. Plantas medicinais. 2008. MATOS. FRANÇA.. A. M.. 1996.. C. Rev. 296 p. E. M. Inhibition of the gastric H+. 1998. A.. V. LAPA. Farmácias vivas. Vademecum de Prescripción. PHILLIPSON. 1999. J. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. 2007. 1-7. SHARAPIN.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira..B.

L. . C. MODO DE USAR Uso externo. 744-747. 1999. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Nova Odessa. FRANÇA..96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ROCHA. 1998. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 2008). 2. LORENZI & MATOS. SINONÍMIA Punica florida Salisb. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2008.s. Plantas Medicinales. 2008. Rev. Mais saúde.. Bras. Barcelona: Masson. Cuiabá.p. F. crianças menores de dois anos. A. M. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Punica grandiflora hort. B. LORENZI. Quintais medicinais. MATOS. lactantes. C. Fazer bochechos e gargarejos. 1999. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. H. ex Steud. V.. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. S.. alcoolistas e diabéticos. ed. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. N. Farmacogn....2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas.. seco e ao abrigo da luz. 2005. REFERÊNCIAS BIESKI. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. I. E. SHARAPIN. J. NOMENCLATURA POPULAR Romã. G. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 1ª edição 5. H. WHO. Vademecum de Prescripción. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. 2005. 18(suppl). 2009). 1148 p. 2008). FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. LUCIO. e Punica nana L. A. MARI GEMMA. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. VIANA et al.

S. 1ª edição 97 VIANA.5. A.. J. G. Switzerland: World Health Organization. v.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M. WHO monographs on selected medicinal plants. Editora da UFC.. A. 4. B. 1998. BANDEIRA. MATOS F. Fortaleza. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. . Guia fitoterápico. 2009. M.

NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. 1996).98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. Quantidade 20 g 100 mL . FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. PHILLIPSON. SHARAPIN. INDICAÇÕES Antiemético. J. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. Farmacogn. 1996. A. lactantes. S. expectorante e nos casos de cinetose (WHO. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL. 744-747. 1999. A... N. D. seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. H. 1999). ANDERSON. antidispéptico. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. C. London. alcoolistas e diabéticos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 18(suppl). Plantas Medicinales.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. e Zingiber aromaticum Noronha. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. E. LUCIO. Rev. M.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.1.. VANACLOCHA. 296 p. 1999). Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Geneva. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. UK: The Pharmaceutical Press. 1ª edição 5. V. FRANÇA. WHO monographs on selected medicinal plants. B. 2008. WORLD HEALTH ORGANIZATION. A. REFERÊNCIAS NEWALL. ROCHA.s. Switzerland: World Health Organization. L. 1999. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Bras. Barcelona: Masson. 1999).. v. MODO DE USAR Uso interno. L. crianças menores de dois anos.. Vademecum de Prescripción. 1148 p..

5. 1ª edição 99 5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.3 GEIS .

p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Aloe perfoliata var. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo. INDICAÇÕES Cicatrizante.) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill. vera. 1ª edição 5. Armazenar em local fresco.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. Quantidade 10 mL 100 g . FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Babosa.

seco e ao abrigo da luz. 1985. J. 1985).s. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. Boca Raton: CRC. Armazenar em local fresco. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. A. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Handbook of medicinal herbs. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. Quantidade 10 mL 100 g . homogeneizar até a incorporação completa e envasar. Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. REFERÊNCIAS DUKE. 1987. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. MASCOLO et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. Após higienização.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1987).. et al.5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Phytotherapy Res.. N. 1. 2831. adicionar o extrato glicólico no gel. SINONÍMIA. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. MASCOLO.p. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. MODO DE USAR Uso tópico. 1985. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE.

. ALENCAR. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. BACCHI.102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. CARVALHO.. R.. J. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado. seco e ao abrigo da luz. L. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa.. C. 1996.. Journal of Ethnopharmacology. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract. 1994. C. T. Armazenar em local fresco. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. P.. J. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. N. BASTOS. 175-178. 53.. D.. 1996. A. 120 . S.. REFERÊNCIAS ARAÚJO.3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. M. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al. E. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. 1ª edição 5. Journal of Ethnopharmacology. J. SERTIE. A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. E. K. Tul. 118-120. 72–80. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. 60. SARTI. M. 1994. J.. A. J. 2008). SOUZA.P.. . TEIXEIRA.s. ex. J. P. A. CARVALHO et al.) L. U.L. ARAÚJO et al. 2008.. DE AMORIM. T. C.. Planta Med. Quantidade 5% q. ALBUQUERQUE. DOS SANTOS FILHO. S.p.

aplicar na área afetada até três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. 1983. Cosmet. MODO DE USAR Uso externo. 1985). Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH. Toilet. 1983.5. 45. CASLEY-SMITH. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. Lymphology.. INDICAÇÕES Antisséptico. R. REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. FLEISCHNER. M.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. J. FLEISCHNER.s. Quantidade 10 mL 100 g . 150-6. 1985. Após higienização. J. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q.. A. R. 16. 100. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. anti-inflamatório e cicatrizante. seco e ao abrigo da luz.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base.

1998) MODO DE USAR Uso externo. F. ed. MATOS. 1998. 1997. S. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. 1ª edição 5. Fortaleza: Editora da UFC. VIANA G. M. VIANA et al.. 2000.. F. Plantas medicinais. A. 1998. M. F. Fortaleza. REFERÊNCIAS MATOS. Farmácias vivas. Armazenar em local fresco.s. J. MATOS.. 3. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. J. INDICAÇÕES Antisséptico.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. Guia fitoterápico. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. antimicótico e escabicida (MATOS. F. As plantas das farmácias vivas. J. MATOS. 1998.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 10 mL 100 g . 2000. J. SINONÍMIA Não consta. seco e ao abrigo da luz. MATOS. 1997. BANDEIRA. A. ed. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Fortaleza: Editora da UFC. MATOS. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. 2.p. B. Fortaleza : Editora da UFC. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. A. A.

5.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 105 5.4 POMADAS .

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

DIAS FILHO. V. P. S. P. 2008. C. A. Pesquisa Veterinária Brasileira. A. BRITO. 277-281.. O. B. E. .... B. OLIVEIRA. E. V. 358-366.5.. NAKAMURA. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body... R. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. VIEIRA.. LINO J. S. 103. 28. F. PINTO. R. 2B. A.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. B. A. C.. 19. J. 577-581.. T. 2009. C. Brazilian Journal of Pharmacognosy. D.. L. J. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). BOMBARDIERE. ONOFRE. UEDA-NAKAMURA. VEIGA JR.. 1ª edição 109 DOS SANTOS. MENDONÇA. R. JUNQUEIRA-KIPNIS. 2008.

Cordia curassavica auctt.bras.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. Aplicar nas áreas afetadas. Lithocardium salicium Kuntze.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.ex Fresen. seco e ao abrigo da luz. 1ª edição 5. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. MODO DE USAR Uso externo. uma a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. bras. Armazenar em local fresco. Quantidade 10 mL 100 g .s. Lithocardium fresenii Kuntze. Cordia cylindristachya auctt. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. ex Fresen. Lithocardium verbenaceum Kuntze. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q..p. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.

Armazenar em local fresco. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.. R. MODO DE USAR Uso externo. no máximo. REFERÊNCIAS GOLDMAN. seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. et al.5. Fitoterapia. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Não usar em lesões abertas. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. equimoses. seis semanas consecutivas ao ano.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 6. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale.p. 323-329. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. 1985. Quantidade 10 mL 100 g . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. S. SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Cicatrizante. hematomas e contusões (GOLDMAN et al. Manter fora do alcance de crianças.s. 1985). Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.

112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 BASES FARMACÊUTICAS 5.5 BASES FARMACÊUTICAS . 1ª edição 5.

FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. preparar a solução de álcool e propilenoglicol.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. triturá-lo ao máximo. seco e ao abrigo da luz. em uma proveta. pomadas e cremes de Aloe vera. Filtrar. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis.5. À parte. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa.

5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel. FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade. Usado para preparações após barba.5 e 6. Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina.p.s.1 g 5g 3. depilação ou geis antissépticos.3 g 100 g Quantidade . ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. previamente misturada.5. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . ajustando o pH entre 5. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.polietileno tereftalato ou frasco PE . Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A. 0.6 g 1g 0.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FORMA FARMACÊUTICA Gel. 1ª edição 5. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas).polietileno).

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

116

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

117

5.6 CREMES

118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Quantidade 10 mL 100 g . 1ª edição 5. Utilize espátula para retirar o produto do pote. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa. MODO DE USAR Uso externo. Após higienização. Armazenar em local fresco. seco e ao abrigo da luz. SINONÍMIA Não consta.s. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. Em feridas a cada 24 horas.p.

M.. Após higienização. preparar a solução de propilenoglicol e água. BRANDÃO. FERREIRA. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g ..) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. 27-34. REFERÊNCIAS ARDISSON. L. Armazenar em local fresco. A. em uma proveta. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. M. R.) Coville (Barbatimão).. G.s. À parte. Filtrar. Utilize espátula para retirar o produto do pote. 12. J. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas.. aplicar na área afetada até três vezes ao dia.S.p. 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart.. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. MODO DE USAR Uso externo.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. seco e ao abrigo da luz.5. L.. L. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. 2002. GODOY. STEHMANN. J. 2002). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga. Acacia adstringens Mart. Revista Brasileira de Farmacognosia. Deixar em maceração por oito dias com agitação diária. INDICAÇÕES Cicatrizante. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q.

120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.7 XAROPE 5. 1ª edição 5.7 XAROPE .

Nota: utilizar a formulação básica de xarope. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. Crianças de três a sete anos: tomar 2. três vezes ao dia. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. (Mikania glomerata).5 mL do xarope. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. Armazenar em local fresco. laevigata Schultz Bip. fria. Completar o volume e homogeneizar. gestantes. MODO DE USAR Uso interno. Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. SINONÍMIA M. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). três vezes ao dia. duas vezes ao dia.p. lactantes e crianças menores de dois anos.5 mL do xarope. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q.p.s.5. seco e ao abrigo da luz.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. INDICAÇÕES Expectorante. usar por duas semanas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M. Em casos crônicos. no preparo dessa formulação.s. Agitar antes de usar. scansoria DC.

8 SABONETE 5. 1ª edição 5.122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE .

Lavar com água corrente.s.p. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. SINONÍMIA Não consta. Se necessário. ajustar viscosidade ácido cítrico q.p. deixando o sabonete em contato.5.p. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. completar o volume com água purificada. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. aplicar na área afetada. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico. Durante o banho. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente. INDICAÇÕES Antisséptico.s. MODO DE USAR Uso externo. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. antimicótico e escabicida. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido.s. ajustar o pH água purificada q. Manter fora do alcance de crianças. homogeneizar. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto.

1ª edição 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR .9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

sob agitação. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado.5. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g .9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. aquecer os componentes até completa solubilização. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante. de plástico opaco ou vidro âmbar.

Área especial 57 .DF Telefone: 61 3462 6000 www.Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .twitter.com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.br .gov.Anvisa SIA Trecho 5 .gov.Agência Nacional de Vigilância Sanitária .anvisa.br www.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful