Formulário de Fitoterápicos Farmacopeia Brasileira

1ª edição

2011

Copyright © 2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 1ª edição

Presidente da República Dilma Rousseff Ministro de Estado da Saúde Alexandre Padilha Diretor-Presidente Dirceu Aparecido Brás Barbano Adjunto do Diretor-Presidente Luiz Roberto da Silva Klassmann Diretores Jaime Cesar de Moura Oliveira José Agenor Álvares da Silva Maria Cecília Martins Brito Adjunto de Diretores Luciana Shimizu Takara Luiz Armando Erthal Neilton Araujo de Oliveira Chefe de Gabinete Vera Bacelar Elaboração e edição: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SIA Trecho 5, Área Especial 57, Lote 200 71205-050, Brasília – DF Tel.: (61) 3462-6000 Home page: www.anvisa.gov.br

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. 1. Fitoterápicos. 2. Plantas medicinais. 3. Substâncias farmacêuticas vegetais. 4. Drogas vegetais. 5. Medicamentos e correlatos. I Título.

Sumário
1PREFÁCIO__________________________________________________________________ 4 2 HISTÓRICO_ _______________________________________________________________ 5 3 FARMACOPEIA BRASILEIRA_________________________________________________ 6 4 GENERALIDADES_ _________________________________________________________ 10 5 MONOGRAFIAS_ ___________________________________________________________ 15 5.1 Preparações Extemporâneas___________________________________________________ 18 5.2 Tinturas___________________________________________________________________ 66 5.3 Geis______________________________________________________________________ 99 5.4 Pomadas_ _________________________________________________________________ 105 5.5 Bases Farmacêuticas_________________________________________________________ 112 5.6 Cremes_ __________________________________________________________________ 117 5.7 Xarope____________________________________________________________________ 120 5.8 Sabonete__________________________________________________________________ 122 5.9 Solução Auxiliar____________________________________________________________ 124

do Paraná. por natureza. de Santa Maria. Com o cuidado que o tema exige. um dos componentes da quinta edição da FB 5. portanto. Gerson Antônio Pianetti Presidente da CFB . Textos” (NOR) e dos bolsistas do Projeto Harmonização que se dedicaram extremamente na busca de maior proximidade entre a FB 5 e seus componentes. além da própria Anvisa. principalmente. Pretende que as ações científicas resultantes das propostas desses Comitês sejam provenientes de um trabalho conjunto e sintonizado e sirvam de diretivas para as providências sanitárias a que tem direito a sociedade utilitária dessa importante alternativa terapêutica. hoje disponíveis no mundo.4 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. os membros do CTT dedicaram importante parte de seus preciosos tempos para elaborar essa obra. coloca o Brasil na linha de frente no estudo e aplicação da medicina não convencional. 1ª edição  1 PREFÁCIO O Brasil é. todas as formulações publicadas no formulário estão embasadas em vasta literatura científica disponibilizada internacionalmente e que tratam de dados de eficácia e segurança das plantas utilizadas nas formulações. “Farmacognosia” (FCG) e “Marcadores para Fitoterápicos” (MAR). por meio da Diretora Maria Cecília Martins Brito e da Coordenação da Farmacopeia Brasileira. estaduais e órgãos de pesquisa como a do Amapá. Reconhecemos ainda. abertura ao diálogo com o contraditório conseguiram entregar uma obra de excelência. da complementar e alternativa a partir da medicina e do conhecimento tradicional. Reconhecemos a dedicação dos membros do CTT “APP” que com dinamismo. o país da diversidade. Deseja-se que os pesquisadores da extensa flora brasileira entendam a importância desse formulário e que tragam suas colaborações no sentido de ampliação das propostas de formulação ou de eliminação de alguma quando houver. À Anvisa. Realizando primoroso trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. o reconhecimento por proporcionar ao trabalho as facilidades logísticas e as intermediações necessárias entre os CTT’s envolvidos na busca de um componente digno da comunidade científica brasileira e da própria sociedade. competência e. essa necessidade. a dedicação dos membros do Comitê Técnico Temático “Normatização de Nomenclatura. intensamente explorada pela diversidade de culturas que aqui se instalaram buscando no Novo Mundo um enorme campo de conhecimento. que está sendo disponibilizado à sociedade científica brasileira. comprovadamente. de Campina Grande. A grande maioria dos medicamentos. que integra a FB 5 como um de seus componentes. Da cultura popular aos cultivares controlados por profissionais conhecedores do assunto. com a Fundação Oswaldo Cruz. de Ribeirão Preto. é ou foi originado de estudos desenvolvidos a partir da cultura popular que fazem da rica biodiversidade brasileira um vasto campo de pesquisa científica. As culturas autóctones foram o berço do conhecimento do qual hoje desfrutamos e continuam ainda a nos mostrar a grandeza a ser explorada na terra brasileira. Esse foi. Coube ao CTT “APP” a incumbência da elaboração do primeiro Formulário de Fitoterápicos. A Comissão da Farmacopeia Brasileira (CFB) devota especial atenção para a chamada “área verde” composta pelos Comitês Técnicos Temáticos “Apoio à Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos” (APP). Encontrado pelos portugueses no século XVI mostrou ao velho mundo uma das maiores biodiversidades do planeta. reconhecidas universidades federais. Na condução desse trabalho a CFB teve a grata satisfação de conhecer inúmeros trabalhos desenvolvidos por pessoas sérias e com total comprometimento técnico e científico que buscam nessa alternativa terapêutica uma forma eficaz e segura de aplicação médica. de São Paulo. o primeiro e confiável de vários passos a serem dados para a construção de um formulário contendo preparações elaboradas e dispensadas com o grau de segurança que se deseja em formulações dessa natureza levando à população maiores conhecimentos sobre a biodiversidade brasileira.

As formulações relacionadas no Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição complementa essas normas de manipulação. tanto manipulados quanto industrializados. cinco de geis. cinco de pomadas. Como integrante da Comissão da Farmacopeia Brasileira. que insere as práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde (SUS). que foram convidados e apresentaram os produtos e as formas farmacêuticas utilizadas. 17 de tinturas. a política de plantas medicinais e fitoterápicos remonta de 1981 por meio da Portaria n. a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o uso de fitoterápicos. representando as diversas regiões do país. quanto à aplicação da prática fitoterápica. onde estão estabelecidos os critérios de qualidade dos medicamentos em uso. Essas formulações foram selecionadas a partir do seminário realizado com os programas de fitoterapia ativos. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Portanto. que dará suporte às práticas de manipulação e dispensação de fitoterápicos nos Programas de Fitoterapia no SUS. de 09 de dezembro de 2008. fitoterápicos segundo a legislação vigente. º 212. coube a esse Comitê a elaboração do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. quatro de bases farmacêuticas e uma de solução conservante. A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico do país. 1ª edição 5 2 HISTÓRICO Em 1978. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira é constituído de: 47 monografias de drogas vegetais para infusos e decoctos. em seu item 2. consonante com a legislação em que se estabelece os padrões de qualidade. de 11 de setembro. o decreto 5. 1ª edição. com base no real valor farmacológico de preparações de uso popular. Com isso. Ao longo dessa trajetória várias políticas envolvendo plantas medicinais e fitoterápicos foram implantadas destacando. define o estudo das plantas medicinais como uma das prioridades de investigação clínica e. podendo ser manipuladas de modo a estabelecer um estoque mínimo em farmácias de manipulação e farmácias vivas. duas de cremes. compondo o conjunto de normas e monografias de farmacoquímicos. O Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Há estudos científicos de todas as formulações incluídas no Formulário e um histórico de utilização nos serviços de fitoterapia no país. 1ª edição são reconhecidas como farmacopeicas. à base de plantas medicinais. do Ministério da Saúde que. com embasamento científico. destinada a garantir. o Ministério da Saúde (PPPM/Ceme) lançou o Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos para obter o desenvolvimento de uma terapêutica alternativa e complementar. destinados a uma resposta terapêutica eficiente. aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). sendo os requisitos de qualidade definidos nas normas específicas para farmácia de manipulação e farmácias vivas. espera-se que a prática médica e farmacêutica da fitoterapia nos serviços públicos respondam aos órgãos regulamentadores de forma efetiva.3. José Carlos Tavares Carvalho Coordenador do Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira . mais recentemente. e a portaria 971 de 03 de maio de 2006. oficializando as formulações que serão manipuladas de forma padronizada. Essas são estabelecimentos instituídos pela Portaria 886 de 20 de abril de 2010 para manipular exclusivamente plantas medicinais e fitoterápicos. uma de sabonete. com instituição da Política Nacional de Plantas Medicinais.4. uma de xarope. fez-se uma seleção dando preferência para as constantes da relação de espécies vegetais de interesse do SUS (RENISUS). No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. estabelecido para o país. de 22 de junho de 2006. o Comitê Técnico Temático de Apoio a Políticas de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi instituído para apoiar a implantação e implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. pelo estabelecimento de medicamentos fitoterápicos. Das formulações apresentadas de espécies vegetais e formas farmacêuticas comuns nos serviços de fitoterapia. 1982.813. e o seu programa instituído pela portaria interministerial 2960. No Brasil.

MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .CFF KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde .ANVISA CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás . 1ª edição  3 FARMACOPEIA BRASILEIRA COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA .6 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFSM GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais .CFB PRESIDENTE GERSON ANTÔNIO PIANETTI VICE-PRESIDENTE MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE MEMBROS ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe .UFPE ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos .UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFMG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá .UFS ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária .ALFOB VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo .UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria .USP .INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul .UFG EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde .UFF LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte .UFRN MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco .ABIQUIFI SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil .

 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG ISABELA DA COSTA CÉSAR Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas – ICF JOSÉ ANTÔNIO DE AQUINO RIBEIRO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .Coordenador Especialistas em Regulação e Vigilância Sanitária ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO – Coordenador Universidade Federal do Amapá – UNIFAP ANA CECÍLIA BEZERRA CARVALHO Agência Nacional de Vigilância Sanitária . 1ª edição 7 COORDENAÇÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA .UECG LUIZ ANTÔNIO BATISTA DA COSTA Centro de Excelência em Saúde Integral do Paraná .Coordenador Universidade Federal de Minas Gerais .FIOCRUZ ANA MARIA SOARES PEREIRA Universidade de Ribeirão Preto .MS WAGNER LUIZ RAMOS BARBOSA Universidade Federal do Pará .UNAERP BERTA MARIA HEINZMANN Universidade Federal de Santa Maria .Embrapa . TEXTOS ANTÔNIO BASÍLIO PEREIRA .Anvisa ANA CLÁUDIA FERNANDES AMARAL Fundação Oswaldo Cruz .UFSM ELFRIEDE MARIANNE BACCHI Universidade de São Paulo .CESIP NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Universidade Católica de Brasília – UCB ROSANE MARIA SILVA ALVES Ministério da Saúde .USP EMÍDIO VASCONCELOS LEITÃO DA CUNHA Universidade Estadual de Campina Grande .Anvisa LUIZ ARMANDO ERTHAL.UFPA COMITÊ TÉCNICO TEMÁTICO NORMATIZAÇÃO DE NOMENCLATURA.

1ª edição  LAÍS SANTANA DANTAS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .8 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. CARNEIRO Hospital de Medicina Alternativa de Goiânia – GO DILVANA RECORDE BATISTA NOGUEIRA Serviço de Fitoterapia do Municipio de Ipatinga –MG EDUARDO AUGUSTO MOREIRA Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .URI EDUARDO CHAVES LEAL Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS/FIOCRUZ ELFRIDES EVA SCHERMAN SCHAPOVAL Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS ÉRICO MARLON DE MORAES FLORES Universidade Federal de Santa Maria – UFSM FERNANDO HENRIQUE ANDRADE NOGUEIRA Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG CLÉVIA FERREIRA DUARTE GARROTE Universidade Federal de Goiás – UFG DANILO M.UFMG GERSON ANTÔNIO PIANETTI Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG HELENE FRANGAKIS DE AMORIM Serviço de Fitoterapia do Município do Rio de Janeiro – RJ JAIMARA AZEVEDO OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa JAQUELINE GUIMARÃES Serviço de Fitoterapia do Município de Betim – MG JOSÉ CARLOS TAVARES CARVALHO Universidade Federal do Amapá – UNIFAP JOSÉ LUIS MIRANDA MALDONADO Conselho Federal de Farmácia – CFF .UFMG COLABORADORES ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAÚJO Universidade Federal de Sergipe – UFS ANA MARIA SOARES PEREIRA Serviço de Fitoterapia do Município de Jardinópolis – SP ANDREA REZENDE DE OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa ANTÔNIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais .

1ª edição 9 JOSÉ MARIA BARBOSA FILHO Universidade Federal da Paraíba .UFMG VLADI OLGA CONSIGLIERI Universidade de São Paulo – USP .UFMG NILTON LUZ NETTO JÚNIOR Serviço de Fitoterapia de Brasília – DF ONÉSIMO ÁZARA PEREIRA Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos – ABIQUIFI PAULA CRISTINA REZENDE ENÉAS Universidade Federal de Minas Gerais .Sindusfarma LEANDRO MACHADO ROCHA Universidade Federal Fluminense .UFPA MIRACY MUNIZ DE ALBUQUERQUE Universidade Federal de Pernambuco – UFPE NAIALY FERNANDES ARAÚJO REIS Universidade Federal de Minas Gerais .IEPA MAURO SERGIO MARQUES ALVES Universidade Federal do Pará .UFF LEÔNIA M. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.UFMG PAULA ROCHA CHELLINI Universidade Federal de Minas Gerais .UFMG MARIA LÚCIA SILVEIRA MALTA DE ALENCAR Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa MARLI RIBEIRO Serviço de Fitoterapia do Município de Campinas – SP MAURÍCIO JOSÉ C.UFPB LUIZ ALBERTO LIRA SOARES Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN LUIZA DE CASTRO MENEZES CÂNDIDO Universidade Federal de Minas Gerais . DA SILVA Universidade Federal Fluminense – UFF SILVANA TERESA LACERDA JALES Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB SILVÂNIA VAZ DE MELO MATTOS Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa TIAGO ASSIS MIRANDA Universidade Federal de Minas Gerais . BATISTA Universidade Federal da Paraíba . SOUZA Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá .UFPB KÁTIA REGINA TORRES Ministério da Saúde – MS LAURO DOMINGOS MORETTO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo .UFMG RONALDO F.

que causam a ação terapêutica. Método indicado para partes de drogas vegetais com consistência rígida. óleo fixo e volátil. sementes e folhas coriáceas. tais como cascas. após processos de coleta. raízes. podendo estar na forma íntegra. frio ou aquecido. cera. Compressa É uma forma de tratamento que consiste em colocar. sobre o lugar lesionado. e secagem. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizada. descritas na edição vigente da Farmacopeia Brasileira. diagnósticos e demais aplicações relacionadas à área da saúde. 1ª edição”. TÍTULO O título completo desse componente da Farmacopeia Brasileira. rasurada. 1ª edição  4 GENERALIDADES Todos os insumos empregados na elaboração das formulações relacionadas nesse formulário devem. quando aplicável. exsudado e outros. alcoolatura. decocto ou maceração na boca fazendo com movimentos da bochecha. ou suas partes. Bochecho É a agitação de infuso. na posição sentada. em laboratórios de ensaios. Banho de assento É a imersão em água morna. obrigatoriamente. Derivado vegetal É o produto da extração da planta medicinal in natura ou da droga vegetal. tintura. Pode ser denominado FFFB 1. DEFINIÇÕES Água para uso farmacêutico Considera-se como água para uso farmacêutico os diversos tipos de água empregados na síntese de fármacos. Água purificada É a água potável que passou por algum tipo de tratamento para retirar os possíveis contaminantes e atender aos requisitos de pureza estabelecidos na monografia. na formulação e produção de medicamentos. rizomas. . podendo ocorrer na forma de extrato. que contenham as substâncias. equipamentos e sistemas.10 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. formada por uma fase lipofílica e uma fase hidrofílica. Creme É a forma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão. dependendo da indicação de uso. Droga vegetal É a planta medicinal. caules. para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas. um pano ou gaze limpo e umedecido com um infuso ou decocto. Decocção É a preparação que consiste na ebulição da droga vegetal em água potável por tempo determinado. não devendo ser engolido o líquido ao final. triturada ou pulverizada. cobrindo apenas as nádegas e o quadril geralmente em bacia ou em louça sanitária apropriada. ou classes de substâncias. inclusive como principal componente na limpeza de utensílios. estabilização. 5ª edição é “Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. cumprir com as especificações de qualidade. normalmente.

flu. Na manipulação de produtos magistrais. exceto quando indicado de maneira diferente. 5 estabilidade toxicológica: não deve haver aumento significativo nas características toxicológicas do (s) fármaco (s). os insumos farmacêuticos e correlatos. artigos científicos e materiais técnicos. uma parte do extrato. Após a extração. os extratos fluídos podem ser padronizados em termos de concentração do solvente. Se necessário. dentro dos limites especificados. moagem ou desengorduramento. . 4 estabilidade terapêutica: os efeitos terapêuticos do (s) fármaco (s) devem permanecer inalterados. inativação de enzimas. o produto magistral deve satisfazer aos critérios de: 1 estabilidade química: cada fármaco contido no produto deve manter integridade química e potência declarada. Abreviatura: ext. recipiente ou qualquer forma de acondicionamento. especificamente ou não. as drogas. equivalendo-se a essas expressões para todos os efeitos. Forma farmacêutica É o estado final de apresentação dos princípios ativos farmacêuticos após uma ou mais operações farmacêuticas executadas com a adição ou não de excipientes apropriados a fim de facilitar a sua utilização e obter o efeito terapêutico desejado. Essas informações. em massa ou volume corresponde a uma parte. exceto substâncias isoladas. utilizando como solvente álcool etílico. dentro dos limites especificados e nas condições de armazenamento e uso. 2 estabilidade física: o produto deve apresentar as propriedades físicas originais incluindo. sólida ou intermediária. ou de resíduo seco. As BPM devem ser atendidas. dentro dos limites especificados. seca utilizada na sua preparação. tais como. Abreviatura: ext. empacotar. com características apropriadas a uma determinada via de administração. assim como a experiência profissional. o farmacêutico deve ter conhecimento das características físico-químicas de fármacos e excipientes incluídos no produto. da droga. assim como os agentes antimicrobianos adicionados devem manter sua eficácia como conservantes. Fitoterápico É o produto obtido de planta medicinal. curativa ou paliativa. em que. maceração ou outro método adequado e validado. quando aplicável. materiais indesejáveis podem ser eliminados. 3 estabilidade microbiológica: o produto deve manter. 1ª edição 11 Embalagem É o invólucro. Devem apresentar teor de princípios ativos e resíduos secos prescritos nas respectivas monografias. uniformidade. aparência. em massa. ou de seus derivados. possibilitam o estabelecimento do prazo de uso do medicamento magistral. Farmacopeico A expressão farmacopeico substitui as expressões: oficial e oficinal. os saneantes e outros produtos. Extrato Fluido É a preparação líquida obtida de drogas vegetais ou animais por extração com líquido apropriado ou por dissolução do extrato seco correspondente. com finalidade profilática. valores ótimos de pH e condições de umidade e temperatura adequados para conservação dos insumos e do produto final. O material utilizado na preparação de extratos pode sofrer tratamento preliminar. proteger ou manter. o farmacêutico deve consultar literatura especializada. possíveis reações e mecanismos de decomposição e de interação com recipientes. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. os cosméticos. Assim. teor de constituintes. os medicamentos. O extrato é preparado por percolação. Extrato É a preparação de consistência líquida. Se necessário podem ser adicionados conservantes inibidores do crescimento microbiano. sua esterilidade ou resistência ao crescimento microbiano. obtida a partir de material animal ou vegetal. quando aplicável. suas prováveis interações. água ou outro solvente adequado. envasar. palatabilidade. dissolução e suspendibilidade. as mesmas características e propriedades que apresentava ao final de sua manipulação. Para tanto. Estabilidade das preparações magistrais É o período no qual se mantém. destinado a cobrir. removível ou não.

Inalação É a administração de produto pela inspiração (nasal ou oral) de vapores pelo trato respiratório. Maceração com água É a preparação que consiste no contato da droga vegetal com água. Deverá ser utilizado recipiente âmbar ou qualquer outro que não permita contato com a luz.s. paliativa ou para fins de diagnóstico. Um gel pode conter partículas suspensas. em seguida. Lave aos poucos o resíduo restante no filtro com quantidade suficiente (q. Medicamento magistral É todo o medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição. Lote ou partida Quantidade definida de matéria-prima. curativa. em contato com o líquido extrator.) do líquido extrator de forma a obter o volume inicial indicado na fórmula. Procedimento para sua realização descrito em Informações Gerais. Medicamento É o produto farmacêutico. obtidos em um único processo. sete dias consecutivos. Matérias-primas São as substâncias ativas ou inativas que se empregam na fabricação de medicamentos e de outros produtos. Método indicado para partes de drogas vegetais de consistência menos rígida tais como folhas. tecnicamente. Infusão É a preparação que consiste em verter água fervente sobre a droga vegetal e. no mínimo. obtido ou elaborado. tampar ou abafar o recipiente por tempo determinado. em que está estabelecida a relação prescritorfarmacêutico-usuário. Maceração É o processo que consiste em manter a droga. Matéria-prima vegetal Compreende a planta medicinal. cuja característica essencial é a homogeneidade. sob velocidade controlada. .12 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a temperatura ambiente. É preparado na farmácia. inflorescências e frutos. por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta. por tempo determinado para cada droga vegetal. material de embalagem ou produto. à temperatura ambiente. Após o tempo de maceração verta a mistura num filtro. com finalidade profilática. que contém um ou mais fármacos e outras substâncias. a forma farmacêutica e a posologia. mantida em percolador. Esse método é indicado para drogas vegetais que possuam substâncias que se degradam com o aquecimento. ou que contenham substâncias ativas voláteis. tanto as que permanecem inalteradas quanto as passíveis de sofrerem modificações. decocto ou maceração na garganta pelo ar que se expele da laringe. Percolação É o processo extrativo que consiste na passagem de solvente através da droga previamente macerada. não devendo ser engolido o líquido ao final. flores. convenientemente pulverizada. bem fechado. a droga vegetal ou o derivado vegetal. 1ª edição  Gargarejo É a agitação de infuso. nas proporções indicadas na fórmula. em lugar pouco iluminado. com agitação diária. Gel É a forma farmacêutica semissólida de um ou mais princípios ativos que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 µm – são distribuídas uniformemente através do líquido).

É classificada em simples e composta. dietéticos e nutricionais. dispensa e/ou administração. que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. Tintura É a preparação alcoólica ou hidroalcoólica resultante da extração de drogas vegetais ou animais ou da diluição dos respectivos extratos. de todo o processo.feita para produtos magistrais usados em clínicas. Via de administração É o local do organismo por meio do qual o medicamento é administrado. externo ou interno. dispensa e/ou administração) envolve algum elemento de receita ou fórmula. Produtos magistrais Produtos Magistrais1 são aqueles obtidos em Farmácias aplicando-se as Boas Práticas de Manipulação (BPM). para produtos magistrais sem necessidade de prescrição médica. bem como os dizeres pintados ou gravados a fogo. Uso externo É a aplicação do produto diretamente na pele ou mucosa. que consiste da solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada usualmente não aquosa. para diagnóstico ou uso em procedimentos médicos. Preparações extemporâneas É uma preparação medicamentosa cuja utilização (prescrição. invólucros. ou seu armazenamento. cultivada ou não. Processo magistral É o conjunto de operações e procedimentos realizados em condições de qualidade e rastreabilidade. até a sua dispensação. aplicados diretamente sobre recipientes. mas não tem de estar presente em todas as etapas. cosméticos. hospitais. que transforma insumos em produtos magistrais para dispensação direta ao usuário ou a seu responsável. Uso oral É a forma de administração de produto utilizando ingestão pela boca. para aplicação na pele ou em membranas mucosas. límpida e homogênea. entre outros. 1ª edição 13 Planta medicinal É a espécie vegetal. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. a pressão ou auto adesiva. utilizada com propósitos terapêuticos. laboratórios. Pomada É a forma farmacêutica semissólida. dispensados ao usuário ou a seu responsável e que estabelece uma relação prescritor-farmacêutico-usuário. Essa receita ou formulação deve estar presente em pelo menos um passo na prescrição. conforme preparada com uma ou mais matérias-primas. cartuchos ou qualquer outro protetor de embalagem. envoltórios. odontológicos e outros manipulados pela Farmácia. . produtos de higiene. Solicitação de compra (assinada pelo responsável técnico do estabelecimento solicitante) . 1 2 3 Indicação feita pelo farmacêutico. A confecção dos rótulos deverá obedecer às normas vigentes do Órgão Federal de Vigilância Sanitária. 10 mL de tintura simples correspondem a 1 g de droga seca. A menos que indicado de maneira diferente na monografia individual. centros cirúrgicos. ambulatórios. a partir de: prescrições de profissionais habilitados ou indicação pelo farmacêutico2 e solicitação de compra3. Medicamentos. não podendo ser removido ou alterado durante o uso do produto e durante seu transporte. com orientações para seu uso seguro e racional. Rótulo É a identificação impressa ou litografada. Solução É a forma farmacêutica líquida.

em camadas superpostas. forrando a placa perfurada com papel de filtro e/ou algodão. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes. Colocar lentamente o líquido extrator na mesma graduação utilizada para o umedecimento até que seja eliminado o ar entre as partículas da droga e permaneça uma camada sobre a droga. adicionando o líquido extrator constantemente. que apresenta. Deixar repousar por 24 h.) do líquido extrator. Iniciar a percolação na velocidade controlada. Manter a torneira fechada. 45% (p/p) de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Quando não se destina ao consumo imediato. aplicando leve e uniforme pressão sobre cada camada com o auxílio de um pistilo. tomando o cuidado de não deixá-lo desaparecer da superfície da droga antes de nova adição. no mínimo. Percolar a quantidade desejada de acordo com a concentração determinada na formulação e acondicionar. INFORMAÇÕES GERAIS Procedimento para realização da percolação Umedecer a droga com quantidade suficiente (q. na graduação alcoólica determinada na formulação específica e deixar repousar por duas horas em recipiente fechado. Transferir a droga umedecida para o percolador. . A superfície é forrada com camada de algodão sobre a qual são espalhadas pérolas de vidro ou cacos de porcelana.s. 1ª edição  É a forma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade.14 Xarope Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Preparar o percolador de capacidade apropriada. deve ser adicionado de conservadores antimicrobianos autorizados.

) DC. 35 Lippia alba (Mill. 25 26 27 29 31 Cinnamomum verum J. 19 Achyrocline satureioides (Lam. Malva sylvestris L. 33 Illicium verum Hook F. Presl Cordia verbenacea DC. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 21 Arnica montana L. ex Britton & P. 1ª edição 15 5 MONOGRAFIAS 5.) Stapf 30 Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli 32 Hamamelis virginiana L.) Planch. Br. Arctium lappa L. Pimpinella anisum L.) N. Matricaria recutita L. Plantago major L. 22 23 Baccharis trimera (Less. Wilson 36 Lippia sidoides Cham. 37 38 39 40 41 42 43 44 20 Maytenus ilicifolia (Schrad.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achillea millefolium L. 34 Justicia pectoralis Jacq. Mikania glomerata Sprengel Passiflora alata Curtis Passiflora edulis Sims Passiflora incarnata L. ex Baker Paullinia cupana Kunth 48 . 24 Casearia sylvestris Sw.E. Citrus aurantium L. Curcuma longa L.) DC. Cynara scolymus L. 28 Cymbopogon citratus (DC. 45 46 47 49 50 51 52 Mikania laevigata Schultz Bip. Calendula officinalis L. Melissa officinalis L. Mentha x piperita L. Peumus boldus Molina Phyllanthus niruri L.

Burtt & Smith 71 TINTURA DE Calendula officinalis L. L. TINTURA DE Mentha x piperita L. 1ª edição  Plectranthus barbatus Andrews Polygala senega L. Punica granatum L. laevigata Schultz Bip. 58 59 60 54 Polygonum punctatum Elliot 56 Rosmarinus officinalis L.2 TINTURAS TINTURA DE Achillea millefolium L. TINTURA DE Allium sativum L. 53 55 Schinus terebinthifolius Raddi Vernonia condensata Baker Vernonia polyanthes Less 64 Zingiber officinale Roscoe 61 63 65 Taraxacum officinale F. H.) B. TINTURA DE Momordica charantia L. 76 TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.16 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 57 Salvia officinalis L. Salix alba L. 96 TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe 98 94 80 82 86 88 90 72 67 TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. 69 TINTURA DE Alpinia zerumbet (Pers. Sambucus nigra L. ex Baker 84 . Wigg 62 5. TINTURA DE Plantago major L. 78 TINTURA DE Lippia sidoides Cham. TINTURA DE Passiflora edulis Sims TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 74 TINTURA DE Cynara scolymus L. 92 TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews TINTURA DE Punica granatum L. TINTURA DE Curcuma longa L.

) Burman f 100 GEL DE Arnica montana L. 103 GEL DE Lippia sidoides Cham. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. 123 5.7 XAROPE XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel e xarope de M.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Solução conservante de parabenos (p/p) 125 .) Coville 119 5. 121 5. 107 POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L..4 POMADAS POMADA DE Aloe vera (L. 101 GEL DE Caesalpinia ferrea Mart.5 BASES FARMACÊUTICAS Extrato glicólico de Aloe vera a 50% Gel hidroalcóolico Xarope simples 116 114 115 Pomada de lanolina e vaselina 113 5. laevigata Schultz Bip.8 SABONETE SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. 102 GEL DE Calendula officinalis L. 1ª edição 17 5. 104 5. POMADA DE C. 110 111 106 5. POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. 108 POMADA DE Cordia verbenacea DC POMADA DE Symphytum officinale L. multijuga (Hayne) Kuntze. 118 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. paupera (Herzog) Dwyer.) Burman f POMADA DE Arnica montana L.

1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS 5.18 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

três a quatro vezes ao dia. antidispéptico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 minutos após o preparo. 1ª edição 19 Achillea millefolium L. Caso ocorra um desses sintomas. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. Quantidade 1–2g 150 mL . MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. suspender o uso e consultar um especialista. O uso acima das doses recomendadas pode causar cefaleia e inflamação.5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. O uso prolongado pode provocar reações alérgicas.s. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por indivíduos portadores de úlceras gastroduodenais ou oclusão das vias biliares. entre as refeições.) Rydb. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. INDICAÇÕES Aperiente. anti-inflamatório e antiespasmódico.

20 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. INDICAÇÕES Antidispéptico. suspender o uso.5 g 150 mL . marcela e marcela-do-campo. 1ª edição 5.) DC. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. Quantidade 1. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. SINONÍMIA Achyrocline candicans (Kunth) DC. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. NOMENCLATURA POPULAR Macela.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Achyrocline satureioides (Lam. logo após o preparo.p. antiespasmódico e anti-inflamatório.

duas a três vezes ao dia. INDICAÇÕES Antidispéptico.5 g 150 mL . diurético e anti-inflamatório. FÓRMULA Componentes raízes secas água q. logo após o preparo. Quantidade 2.s. NOMENCLATURA POPULAR Bardana. 1ª edição 21 Arctium lappa L. ADVERTÊNCIAS Doses excessivas podem interferir na terapia com hipoglicemiantes. Deve ser evitado o uso durante a gravidez e lactação. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Arctium chaorum Klokov e Lappa major Gaernt. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto.5.

ADVERTÊNCIAS Não utilizar por via oral e em lesões abertas. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Arnica. duas a três vezes ao dia.s. Aplicar na forma de compressa. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose.p.22 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes flores secas água q. SINONÍMIA Não consta. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada. 1ª edição 5. nos casos de equimoses e hematomas. MODO DE USAR Uso externo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Arnica montana L.

logo após o preparo.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Baccharis genistelloides var. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) Baker e Molina trimera Less. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 2. O uso pode causar hipotensão. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLATURA POPULAR Carqueja e carqueja-amarga. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. trimera (Less. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. MODO DE USAR Uso interno.) SINONÍMIA DC. Evitar o uso concomitante com medicamentos para hipertensão e diabetes.5.p. duas a três vezes ao dia.5 g 150 mL . 1ª edição 23 Baccharis trimera (Less.

Em casos raros pode causar dermatite de contato.24 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Contraindicado em casos de alergias causadas por plantas da família Asteraceae. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Não consta. 1ª edição 5.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante. três vezes ao dia. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. FÓRMULA Componentes flores secas água q. Após higienização. Quantidade 1–2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Calendula officinalis L. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.s.

5. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p.s. INDICAÇÕES Antidispéptico. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. F. Quantidade 2–4g 150 mL . Casearia affinis Gardner in Hooker e Casearia attenuata Rusby. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Anavinga samyda C. 5 minutos após o preparo. erva-de-bugre e erva-de-lagarto. Gaernt. 1ª edição 25 Casearia sylvestris Sw. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. NOMENCLATURA POPULAR Guaçatonga.. duas a três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

MODO DE USAR Uso interno.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cinnamomum verum J. Cinnamomum zeylanicum Blume e Laurus cinnamomum L. antidispéptico. Como antidispético tomar 150 mL do infuso. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Aperiente.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes e em pessoas com hipersensibilidade a canela e bálsamo-do-peru. Quantidade 1g 150 mL . Presl SINONÍMIA Camphora mauritiana Lukman. 10 a 15 minutos após o preparo. antiflatulento e antiespasmódico. FÓRMULA Componentes cascas secas água ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. após as refeições.26 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: como aperiente tomar 150 mL do infuso. meia hora antes das refeições. NOMENCLATURA POPULAR Canela e canela-do-ceilão. Podem ocorrer reações alérgicas de pele e mucosas. 10 a 15 minutos após o preparo.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Respeitar rigorosamente as doses recomendadas.s. de preferência no início da noite. FÓRMULA Componentes flores secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Laranja-amarga. Acima de 12 anos: tomar 150 a 300 mL do infuso após 5 minutos do preparo. MODO DE USAR Uso interno.) Swingle e Citrus vulgaris Risso. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 1ª edição 27 Citrus aurantium L. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por cardiopatas. Quantidade 1–2g 150 mL .5.p. SINONÍMIA Citrus aurantiifolia (Christm.

Quantidade 3g 150 mL .p.28 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. 1ª edição 5. INDICAÇÕES Anti-inflamatório. Aplicar compressa na região afetada.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cordia verbenacea DC. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. MODO DE USAR Uso externo. SINONÍMIA Varronia curassavica Jacq. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. três vezes ao dia. suspender o uso.

ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. obstrução dos ductos biliares e úlcera gastroduodenal. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. e Curcuma domestica Valeton.s. 1ª edição 29 Curcuma longa L. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. INDICAÇÕES Antidispético e anti-inflamatório.p.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. duas vezes ao dia. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. açafroa e açafrão-da-terra. NOMENCLATURA POPULAR Curcuma. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. MODO DE USAR Uso interno.5 g 150 mL . Quantidade 1.

ADVERTÊNCIAS Pode potencializar o efeito de medicamentos sedativos.s.) Stapf SINONÍMIA Andropogon cerifer Hack. duas a três vezes ao dia. Andropogon citratus DC. INDICAÇÕES Antiespasmódico. capim-cidró.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Cymbopogon citratus (DC..30 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. e Andropogon citriodorum hort. ex Desf. NOMENCLATURA POPULAR Capim-santo. capim-limão. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ansiolítico e sedativo leve. 5 minutos após o preparo. capim-cidreira e cidreira.p. MODO DE USAR Uso interno. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1–3g 150 mL .

p. MODO DE USAR Uso interno. antes das refeições. Não utilizar em caso de tratamento com anticoagulantes. Quantidade 1g 150 mL . Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae. INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.s. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. SINONÍMIA Cynara cardunculus L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. após 10 minutos do preparo.5. 1ª edição 31 Cynara scolymus L.

Não utilizar em caso de tratamento com antihipertensivos. Quantidade 1g 150 mL .s. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Chapéu-de-couro. três vezes ao dia. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli SINONÍMIA Alisma macrophyllum Kunth e Echinodorus scaber Rataj. INDICAÇÕES Diurético leve e anti-inflamatório.32 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com insuficiências renal e cardíaca.p. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes cascas secas água q. Hamamelis corylifolia Moench e Hamamelis dioica Walter. ADVERTÊNCIAS Não ingerir. MODO DE USAR Uso externo. 1ª edição 33 Hamamelis virginiana L. SINONÍMIA Hamamelis androgyna Walter. Fazer banho de assento três vezes ao dia.s.p. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g–6g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Hamamelis. pois pode eventualmente provocar irritação gástrica e vômitos.5.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Anis-estrelado. SINONÍMIA Illicium san-ki Perr.p. Quantidade 3g 150 mL . três a quatro vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Illicium verum Hook F.s. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e no hiperestrogenismo. FÓRMULA Componentes frutos secos água q. respiratória e gastrintestinal. após 10 minutos do preparo. MODO DE USAR Uso interno. O uso pode ocasionar reações de hipersensibilidade cutânea.34 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Expectorante e antiflatulento.

Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) J.. duas a três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. logo após o preparo. Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. logo após o preparo.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. duas a três vezes ao dia.p. NOMENCLATURA POPULAR Chambá. logo após o preparo. chachambá e trevo-cumaru. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso.F. Ecbolium pectorale (Jacq. INDICAÇÕES Expectorante. duas a três vezes ao dia.) Kuntze e Justicia stuebelii Lindau. 1ª edição 35 Justicia pectoralis Jacq. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pessoas com distúrbios de coagulação e em caso de tratamento com anticoagulantes e analgésicos. SINONÍMIA Dianthera pectoralis (Jacq. Quantidade 5g 150 mL . Gmel.5.

Maiores de 70 anos: tomar 75 mL do infuso. e Lantana geminata (Kunth) Spreng. ex Britton & P. três a quatro vezes ao dia. logo após o preparo.36 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Três a sete anos: tomar 35 mL do infuso. bradicardia e hipotensão. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Lippia alba (Mill. logo após o preparo. três a quatro vezes ao dia. três a quatro vezes ao dia. sedativo leve. três a quatro vezes ao dia. Br. INDICAÇÕES Ansiolítico. logo após o preparo.) N. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.s. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. ADVERTÊNCIAS Deve ser utilizado com cuidado em pessoas com hipotensão. NOMENCLATURA POPULAR Erva-cidreira de arbusto e lípia.E. Wilson SINONÍMIA Lantana alba Mill. MODO DE USAR Uso interno. logo após o preparo. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q.p. 1ª edição 5. Acima de sete a 12 anos: tomar 75 mL do infuso. Quantidade 1a3g 150 mL . antiespasmódico e antidispéptico.

MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 2a3g 150 mL . FÓRMULA Componentes folhas secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Fazer bochechos e/ou gargarejos três vezes ao dia. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. 1ª edição 37 Lippia sidoides Cham.s. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p.5. Pode provocar uma suave sensação de ardor na boca e alterações no paladar. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Não deve ser usado em inalações devido à ação irritante dos componentes voláteis.

três vezes ao dia. 1ª edição 5. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes folhas e flores secas água q. Após higienização. logo após o preparo.s.38 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Tomar 150 mL do infuso.p. Quantidade 6g 150 mL Quantidade 2g 150 mL . Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Malva sylvestris L. Uso externo. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. suspender o uso imediatamente. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Malva grossheimii Iljin. NOMENCLATURA POPULAR Malva. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. INDICAÇÕES Uso interno: expectorante.p. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de reações alérgicas. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. quatro vezes ao dia. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes folhas e flores secas água q.

três a quatro vezes entre as refeições. Quantidade 6–9g 100 mL Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Camomila.s.p.p. Fazer bochechos e/ou gargarejos. ADVERTÊNCIAS Podem surgir reações alérgicas ocasionais.) Rauschert e Matricaria chamomilla L. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à camomila ou plantas da família Asteraceae. FÓRMULA PARA USO INTERNO Componentes inflorescências secas água q. 1ª edição 39 Matricaria recutita L. Uso externo: anti-inflamatório em afecções da cavidade oral. Em caso de superdosagens.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso interno. excitação nervosa e insônia. podem ocorrer náuseas. Uso externo. INDICAÇÕES Uso interno: antiespasmódico. cinco a 10 minutos após o preparo três vezes ao dia. FÓRMULA PARA USO EXTERNO Componentes inflorescências secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. SINONÍMIA Chamomilla recutita (L. ansiolítico e sedativo leve. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. cinco a 10 minutos após o preparo.5.s.

três a quatro vezes ao dia. antiácido e protetor da mucosa gástrica. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes e lactantes. MODO DE USAR Uso interno.) Planch. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p. Quantidade 3g 150 mL .40 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Maytenus officinalis Mabb.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Maytenus ilicifolia (Schrad. INDICAÇÕES Antidispéptico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Espinheira-santa. 1ª edição 5.

10 a 15 minutos após o preparo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado nos casos de hipotireoidismo e utilizar cuidadosamente em pessoas com hipotensão arterial.s.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Melissa bicornis Klokov. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 1–4g 150 mL . FÓRMULA Componentes sumidades floridas secas água q. INDICAÇÕES Antiespasmódico. NOMENCLATURA POPULAR Melissa e erva-cidreira. 1ª edição 41 Melissa officinalis L. ansiolítico e sedativo leve. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno.p.5. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

10 minutos após o preparo. danos hepáticos severos e durante a lactação. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares.5 g 150 mL . Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antiespasmódico e antiflatulento.s. duas a quatro vezes ao dia.42 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 1. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mentha x piperita L. 1ª edição 5.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. FÓRMULA Componentes folhas e sumidades floridas secas água q. MODO DE USAR Uso interno.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.s. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. 1ª edição 43 Mikania glomerata Sprengel SINONÍMIA Mikania hederaefolia DC. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides.5. e Cacalia trilobata Vell. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Mikania scansoria DC. duas vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Expectorante.p. Quantidade 3g 150 mL .

A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não esteroides. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Mikania laevigata Schultz Bip. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL . ex Baker SINONÍMIA Não consta. INDICAÇÕES Expectorante. duas vezes ao dia.44 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p.s.

duas a quatro vezes ao dia. Quantidade 3g 150 mL .s. e Passiflora phoenicia Lindl. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.p. Não utilizar cronicamente.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência.5. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. 1ª edição 45 Passiflora alata Curtis SINONÍMIA Passiflora latifolia DC. MODO DE USAR Uso interno. 10 a 15 minutos após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.

ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. –Hil. Não utilizar cronicamente. St. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá-azedo. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. 1ª edição 5.s. duas a quatro vezes ao dia. e Passiflora gratissima A.46 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.p. Quantidade 3g 150 mL . INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve. 10 a 15 minutos após o preparo.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. MODO DE USAR Uso interno.

5. Não utilizar cronicamente. 1ª edição 47 Passiflora incarnata L. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo leve.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. SINONÍMIA Passiflora kerii Spreng. duas a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. O uso por indivíduos de três a 12 anos sob orientação médica. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Não usar em casos de tratamento com sedativos e depressores do sistema nervoso. MODO DE USAR Uso interno.p. 10 a 15 minutos após o preparo. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 3g 150 mL .s. ADVERTÊNCIAS Seu uso pode causar sonolência.

hipertireoidismo. 1ª edição 5. Em altas doses pode causar insônia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Paullinia cupana Kunth SINONÍMIA Paullinia sorbilis Mart. NOMENCLATURA POPULAR Guaraná. uma vez ao dia.5 – 2 g .48 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por pessoas com ansiedade. FÓRMULA Componentes sementes em pó ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Dispersar o pó em água.5 a 2 g do pó puro ou disperso em água. noz-de-cola. Quantidade 0. INDICAÇÕES Estimulante. mate) e anti-hipertensivos. hipertensão. Acima de 12 anos: tomar 0. Não usar em caso de tratamento com drogas que contenham bases xantínicas (café. nervosismo e ansiedade. taquicardia paroxística e distúrbios gastrointestinais (gastrite e cólon irritável). MODO DE USAR Uso interno. arritmias.

1ª edição 49 Peumus boldus Molina SINONÍMIA Boldea boldus (Molina) Looser e Boldea fragrans Endl. sem abafar. considerando a proporção indicada na fórmula.5. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão. INDICAÇÕES Antidispéptico. doenças hepáticas severas e gestantes. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-do-chile. Não exceder a dosagem recomendada. duas vezes ao dia. Quantidade 1–2g 150 mL .p. 10 a 15 minutos após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. colagogo e colerético.

SINONÍMIA Diasperus niruri (L. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. ADVERTÊNCIAS Não utilizar em gestantes. 10 a 15 minutos após o preparo.s.50 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Phyllanthus niruri L.p.) Kuntze. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Litolítico nos casos de litíase urinária. duas a três vezes ao dia. Concentrações acima das recomendadas podem causar diarreia e hipotensão arterial. Quantidade 3g 150 mL . e Phyllanthus filiformis Pavon ex Baillon NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. Phyllanthus asperulatus Hutch.

MODO DE USAR Uso interno. Quantidade 1. 1ª edição 51 Pimpinella anisum L.) Crantz e Carum anisum (L. FÓRMULA Componentes frutos secos água q.5. NOMENCLATURA POPULAR Anis e erva-doce.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Anisum vulgare Gaertn.5 g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO A droga vegetal deve ser amassada imediatamente antes do uso.p. INDICAÇÕES Antidispéptico e antiespasmódico. suspender o uso imediatamente. Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.) Baill. ADVERTÊNCIAS Em caso de reações alérgicas. três vezes ao dia. Apium anisum (L. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. 10 a 15 minutos após o preparo..s.

obstrução intestinal e por gestantes. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Quantidade 6–9g 150 mL .p. e Plantago latifolia Salisb. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Plantago major L. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado. MODO DE USAR Uso externo.52 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. tansagem e tranchagem. Após higienização. Plantago dregeana Decne.s. três vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. 1ª edição 5.. Não utilizar a casca da semente. Não engolir o produto após o bochecho e gargarejo. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado em pacientes com hipotensão arterial.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. boldo-brasileiro e boldo-nacional.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A cima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. INDICAÇÕES Antidispéptico. Quantidade 1–3g 150 mL . duas a três vezes ao dia. hipertensos e portadores de obstrução das vias biliares. ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizado por gestantes. 1ª edição 53 Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. Doses acima das recomendadas e utilizadas por um período de maior do que os recomendados podem causar irritação gástrica.s. MODO DE USAR Uso interno. medicamentos depressores do SNC e anti-hipertensivos. lactantes. logo após o preparo. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. FÓRMULA Componentes folhas secas água q.5.p. crianças.

FÓRMULA Componentes raizes secas água q. duas a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Polygala senega L. INDICAÇÕES Expectorante.s.54 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5. ADVERTÊNCIAS Altas doses podem causar vômitos e diarreia. Quantidade 4.p. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.5 g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Polígala. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Fazer banho de assento três vezes ao dia.s. NOMENCLATURA POPULAR Erva-de-bicho e pimenteira-d’água.5. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. INDICAÇÕES Anti-hemorroidal. Quantidade 3g 150 mL . FÓRMULA Componentes partes aéreas secas água q. 1ª edição 55 Polygonum punctatum Elliot SINONÍMIA Persicaria punctata (Elliott) Small e Polygonum acre Kunth.p. MODO DE USAR Uso externo.

1ª edição 5. Punica grandiflora hort. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas água q. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. ex Steud.56 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. MODO DE USAR Uso externo. e Punica nana L. NOMENCLATURA POPULAR Romã. ADVERTÊNCIAS Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Punica granatum L. SINONÍMIA Punica florida Salisb.. Quantidade 6g 150 mL .

FÓRMULA Componentes folhas secas água q. INDICAÇÕES Antidispéptico e anti-inflamatório. Não utilizar em gestantes. 15 minutos após o preparo. 1ª edição 57 Rosmarinus officinalis L. três a quatro vezes entre as refeições. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim.5. Doses acima das recomendadas podem causar nefrite e distúrbios gastrintestinais. Quantidade 2g 150 mL .1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Não usar em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao alecrim. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.p. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com gastroenterites e histórico de convulsões.s. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.

ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção por 5 minutos considerando a proporção indicada na fórmula. Não usar em pessoas com distúrbios gastrintestinais e sensibilidade ao ácido salicílico.p. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q. logo após o preparo. duas a três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antitérmico. Não usar em gestantes e crianças.58 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Salgueiro. MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta. 1ª edição 5.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Salix alba L. antiácidos. Usar em casos de gripe e resfriados. corticóides e anti-inflamatórios não esteroides. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do decocto.s.

MODO DE USAR Uso interno. SINONÍMIA Não consta. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Após higienização. Acima de 12 anos: tomar 150 mL. três vezes ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Quantidade 3g 150 mL . duas a três vezes ao dia após as refeições. Uso externo. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes e lactantes. INDICAÇÕES Uso interno: antidispéptico. Doses acima das recomendadas podem causar neurotoxicidade e hepatotoxicidade. Não ingerir a preparação após o bochecho e gargarejo. aplicar o infuso com auxílio de algodão sobre o local afetado.s. Não usar em pessoas com insuficiência renal.5. NOMENCLATURA POPULAR Salvia. 10 minutos após o preparo. Fazer bochechos ou gargarejos uma ou duas vezes ao dia. 1ª edição 59 Salvia officinalis L. Uso externo: anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral. hipertensão arterial e tumores mamários estrógeno dependentes.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

p. INDICAÇÕES Diaforético.s. Quantidade 3g 150 mL .60 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ADVERTÊNCIAS Doses acima das recomendadas podem causar hipocalemia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Sambucus nigra L. MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. e Sambucus peruviana Kunth. SINONÍMIA Sambucus graveolens Willd. pois contem glicosídeos cianogênicos tóxicos. duas a três vezes ao dia. 5 minutos após o preparo. 1ª edição 5. FÓRMULA Componentes flores secas água q. NOMENCLATURA POPULAR Sabugueiro. Não usar folhas. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.

s. FÓRMULA Componentes cascas do caule secas água q.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 61 Schinus terebinthifolius Raddi SINONÍMIA Não consta. MODO DE USAR Uso externo. ADVERTÊNCIAS Em caso de aparecimento de alergia. Fazer banho de assento três a quatro vezes ao dia. NOMENCLATURA POPULAR Aroeira-da-praia. Quantidade 1g 150 mL . ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por decocção considerando a proporção indicada na fórmula. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e cicatrizante ginecológico.p.5. suspender o uso.

Wigg SINONÍMIA Leontodon taraxacum L. 1ª edição 5. e Taraxacum dens-leonis Desf. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Leontodon vulgare Lam.. obstrução dos ductos biliares e do trato intestinal. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com gastrite. aperiente e diurético. H. três vezes ao dia. Quantidade 3–4g 150 mL . NOMENCLATURA POPULAR Dente-de-leão. cálculos biliares.s. O uso pode provocar hipotensão arterial. FÓRMULA Componentes planta inteira seca água q. úlcera gastroduodenal.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Taraxacum officinale F. INDICAÇÕES Antidispéptico.62 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. logo após o preparo. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.p.

logo após o preparo. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antidispéptico. NOMENCLARURA POPULAR Boldo-baiano.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.p. ADVERTÊNCIAS Em caso de ocorrência de alergia. ex Walp. suspender o uso.5. 1ª edição 63 Vernonia condensata Baker SINONÍMIA Gymnamthemum amygdalinum (Delile) Sch.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso. Bip. três vezes ao dia antes das principais refeições. FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Quantidade 3g 150 mL .

FÓRMULA Componentes folhas secas água q. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.) H. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.64 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. Rob. 1ª edição 5. MODO DE USAR Uso interno. uma vez ao dia.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Vernonia polyanthes Less SINONÍMIA Vernonanthura phosphorica (Vell. logo após o preparo. Quantidade 3g 150 mL . ADVERTÊNCIAS Não deve ser utilizada por gestantes e lactantes. NOMENCLATURA POPULAR Assa-peixe. INDICAÇÕES Expectorante.p.

NOMENCLATURA POPULAR Gengibre.5. Quantidade 0. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula. Acima de 12 anos: tomar 150 mL do infuso.1 PREPARAÇÕES EXTEMPORÂNEAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 – 1 g 150 mL . Não usar em crianças.p. irritação gástrica e hipertensão arterial. 5 minutos após o preparo. antidispéptico. 1ª edição 65 Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L e Zingiber aromaticum Noronha.s. ADVERTÊNCIAS O uso é contraindicado para pessoas com cálculos biliares. duas a quatro vezes ao dia. FÓRMULA Componentes rizomas secos água q. MODO DE USAR Uso interno. INDICAÇÕES Antiemético. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. expectorante e nos casos de cinetose.

66 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 5.2 TINTURAS 5.2 TINTURAS .

PIRES et al. 1998. 2009). BLUMENTHAL. seco e ao abrigo da luz. 1984. RÜCKER et al. 1ª edição 67 TINTURA DE Achillea millefolium L. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes e anti-hipertensivos (HAUSEN et al.. INDICAÇÕES Antidispéptico.. FINTELMANN & WEISS. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à mil-folhas ou plantas da família Asteraceae. colerético (WHO. DELLA LOGGIA. lactentes. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. 1969. NEWALL et al. 2009. TEWARI et al. 1998. 1974. SINONÍMIA Achillea alpicola (Rydb. antiflatulento. BLUMENTHAL. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). J. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. MODO DE USAR Uso interno. Não usar em pessoas com úlceras gastroduodenais ou com oclusão das vias biliares (WHO. ALONSO. PHILP.. alcoolistas e diabéticos.s. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em meio copo de água. anti-inflamatório.. 2009. REFERÊNCIAS ALONSO. 1991.) Rydb. 1998. NOMENCLATURA POPULAR Mil-folhas e mil-em-rama. GOLDBERG et al. 1999.. (Ed. três vezes ao dia. 1993..1996. GUPTA. crianças menores de 12 anos. 2000) e antiespasmódico (MONTANARI et al. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 2007). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Bases Clínicas y farmacológicas. M. 2004. GADGOLI & MISHRA. em lactantes. WICHTL.. 2004.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1998. 2008. 2010. EBADI.5. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 1996.L. 2004). 1991). MILLS & BONE. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco..p. BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. 1998. Quantidade 20 g 100 mL . SHIPOCHLIEV & FOURNADJIEV.1995. MILLS & BONE. 2008. entre as refeições (WHO. 2002.) The complete German Comission E Monographs. HEALTHCARE. 2009.R..

Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 28.. DESALVA S. Res. PDR for herbal medicines. (cur. BREUER. Panamá. NEWALL. Geneva. N. J. 24..2 TINTURAS BRITISH Herbal Pharmacopoeia... WEGLEWSKI. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. F.68 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.Modern herbal medicine. Isolation of the anti-inflammatory principles from Achillea millefolium (Compositae). Med. DOLDER H. GADGOLI..): Piante officinali per infusi e tisane. 99-107.. 2009. UK: The Pharmaceutical Press. H.. 6. DUARTE-ALMEIDA. M. 2nd ed. Manual de Fitoterapia. J. Contraception. 1999. ed. St. J.. 2000.. London. Switzerland: World Health Organization. Bone. USA: Thomson. ed. T. (Ed. J.. 391-399. Santafé de Bogotá. L. Alpha-Peroxyachifolid and other new sensitizing sesquiterpene lactones from yarrow (Achillea millefolium L. C. Spectrum of the antinflammatory effect of Arctostaphylos uva ursi and Achilea millefolium. . E. 331-6. 1991 SHIPOCHLIEV. Phytother. P. T. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. M. M. D.. 1984. S. L. NEGRI. HEALTHCARE. Arch. DE CARVALHO J. 2004. Stuttgart. S... 2004. G. S. Vutr. R.. HAUSEN. H. Plantas medicinais iberoamericanas (CYTED). MONTANARI T.Tetramethoxy flavone from Achillea millefolium. E.... Auslöser der Schafgarbendermatitis. 526 p. Achillea millefolium L. 2004. Probl.. 4. M. WICHTL. G. 2007. C. 1. Physicians Desk Reference. RÜCKER. WEISS R.. Convenio Andréas Bib. 1998. FOURNADJIEV. GUPTA. S.. 12. Supllement Strasbourg: Council of Europe. and Artemisia vulgaris L. 2008. WHO monographs on selected medicinal plants. USA: Elservier. Louis. OEMF spa Milano 1993. GOLDBERG A. BAJPAI. PHILP. A. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). Antihepatotoxic activity of 5-hydroxy 3. Bone. 1996. J. USA: Elsevier Churchill Livingstone. 1991. R. M. J. RÜCKER. 938-41. 744-747. Med.). 23. GUPTA. C. 1996. J. McGraw-Hill Professional. F. J. MILLS. J. Rev. Antispermatogenic effect of Achillea millefolium L. Farmacogn. 296 p. 3th ed. ROCHA. 309-13. 1ª edição 5. Herbal medicines: a guide for health-care professionals.. A. 3th ed.. R. FRANÇA. B. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. B. G. M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. K. P. SHARAPIN. K. G.7 . SRIVASTAVA. J. St. L. Compositae). Montvale. MISHRA.4′. PIRES. Indian J. Sci.. in mice. 212–219. v. 2010. S. Contact Dermatitis.. Antinociceptive peripheral effect of Achillea millefolium L. MUELLER. 1974.. Phytopharmacologic studies of Achillea millefolium Linn.. FINTELMANN. P. Bras. M. E. Sci. Principles and practice of phytotherapy . 18(suppl).: both plants known popularly by brand names of analgesic drugs. C. 1969. M. MANN. 274-80. D. Parm (Wienheim) 324. V. Pharm.. 2009. EUROPEAN PHARMACOPEIA. 2000.. 979-981. DELLA LOGGIA. E. ANDERSON. MENDES. Louis. 58. Guaianolide-Peroxide aus der Schafgarbe.. 1995. 58. London: British Herbal Medicine Association. A. CARLINI. Manuale per farmacisti e medici. 11. The essential guide to herbal safety. TEWARI. 1. PHILLIPSON. Pharmacology on line. L. A. MILLS. LUCIO. EIGEN E. BREUER. 2008.. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide.

úlceras gastroduodenais. 1999. Doses acima das recomendadas podem causar desconforto gastrintestinal (WICHTL. Suspender o uso de alho duas semanas antes de intervenções cirúrgicas (WHO. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. Não usar em casos de tratamento com anti-hipertensivos (WHO. SINONÍMIA Allium pekinense Prokhanov.L. MODO DE USAR Uso interno. dos sintomas de gripes e resfriados e auxiliar na prevenção da aterosclerose (WHO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. 1999) e warfarina (WHO.s. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999. seco. Bases Clínicas y farmacológicas. Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade aos componentes desta formulação. FÓRMULA (BHF. Pesar o alho seco. Não usar em pessoas com gastrite. Não usar em casos de hemorragia e tratamento com anticoagulantes.. NOMENCLATURA POPULAR Alho. 2004. lavar e em seguida submeter à turbólise (emprego de equipamento tipo liquidificador industrial que pulveriza as partes vegetais). ALONSO. MILLS & BONE. 2004. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).1999. duas a três vezes ao dia (VANACLOCHA. ao abrigo da luz e protegido de altas temperaturas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. BRASIL. dependentes alcoólicos e diabéticos. MILLS & BONE. J.. 2000). 1998. 1ª edição 69 TINTURA DE Allium sativum L. REFERÊNCIAS ALONSO.5.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. TYLER et al. hipertensão arterial leve. lactantes. Acrescentar o álcool 45% e deixar em maceração por cinco dias agitando diariamente. 1998. ADVERTÊNCIAS Esse produto não deve ser utilizado por gestantes. 2004).p. crianças menores de dois anos. INDICAÇÕES Coadjuvante no tratamento de hiperlipidemia. Componentes bulbilhos secos álcool 45% p/p q. 2008).R. Buenos Aires: ISIS ediciones S. Filtrar e acondicionar. 2004. 1999). hipotensão arterial e hipoglicemia (WICHTL. Quantidade 20 g 100 mL . 1983). TYLER et al. GRUENWALD. lactentes. 2004). 2004)..

Brasília. Stuttgart. TYLER. BRASIL. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. S. A. 3th ed. Instrução normativa nº 5... v. 1999.. Medicinal Economics Company. J. WICHTL.Modern herbal medicine. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. K. DF. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. 1148 p. 417 p. 2008. R.70 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Ministério da Saúde. Barcelona: Masson. 2004. PDR for Herbal Medicines. Rational phytotheray: a reference guide for physicians and pharmacists. B.2 TINTURAS BRITISH HERBAL PHARMACOPOEIA. HÄNSEL. Poder Executivo. Determina a publicação da “Lista De Medicamentos Fitoterápicos De Registro Simplificado”. The essential guide to herbal safety. C. VANACLOCHA. 2004. 1999. 18(suppl). Montvale. H. E. M. Vademecum de Prescripción. 12 dez.. S. Plantas Medicinales. MILLS. USA: Elsevier. ROCHA. London: British Herbal Medicine Association. N.. GRUENWALD. 2008. de 11 de dezembro de 2008. New Jersey.1. BONE. SHARAPIN. SCHULZ. BLUMENTHAL. Louis. LUCIO. .. KAENICKE. St. Berlin: Springer. Rev. M. S. BRENDLER. T. Farmacogn. 1996. Switzerland: World Health Organization.. M. V. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. WHO monographs on selected medicinal plants. MILLS. V.. Principles and practice of phytotherapy . 744-747. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. 2004. 2000. K.. E. BONE. St. Louis.. 1999. Bras. 1ª edição 5. USA: Elsevier Churchill Livingstone. L. V. FRANÇA. Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis.

Wendl.. H. 86. S. seco e ao abrigo da luz. MODO DE USAR Uso interno. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. três vezes ao dia.C. J. INDICAÇÕES Diurético e anti-hipertensivo nos casos de hipertensão arterial leve (MENDONÇA et al. International Journal of Pharmaceutical Science Review and Research. Pharmacological and toxicological evaluation of Alpinia speciosa. E. CRAVEIRO. lactantes. L. Clinic efficacy study of the crude hydroalcoholic extract of Alpinia speciosa (WENDL. crianças menores de dois anos.p. Bras. J. Wendl. M. M. Schum on arterial hypertension. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. 18(suppl). ROCHA. 2008.) B. A. 4. V. 27-33. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). No tratamento com o extrato hidroalcoólico foi observado o aumento de transaminases e HDL (MENDONÇA. NOMENCLATURA POPULAR Colônia. Oswald Cruz.C. T. A. C. FRANÇA. N. 2010).) K. 1991. L. lactentes. L. Mem Inst. SHARAPIN. H. A. e Alpinia speciosa (J. LUCIO.. VARGAS & CARVALHO.s. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. VARGAS. J.. Acima de 12 anos: tomar 10 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. Farmacogn. 744-747. 1991). 1991. 2010. 1ª edição 71 TINTURA DE Alpinia SINONÍMIA zerumbet (Pers.5. OLIVEIRA... L. A. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q.) K. alcoolistas e diabéticos. C. Rev. CARVALHO. Schum. 93-97. Quantidade 20 g 100 mL . C.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. REFERÊNCIAS MENDONÇA. A. Burtt & Smith Zerumbet speciosum J.

1999). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. seco e ao abrigo da luz. H. alcoolistas e diabéticos.p. J.. 2003. MODO DE USAR Uso externo. (ESCOP. E. Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade à calêndula ou plantas da família Asteraceae. SHARAPIN. 2002).. 1401-1404. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.s. Alfenas: Editora Ciência Brasilis. SCHILCHER. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. D. Arch.. 1ª edição 5. Em raros casos. L. lactantes. WHO. Farmacogn. H. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em afecções da cavidade oral (VANACLOCHA. Fitoterapia na Pediatria – Guia para médicos e farmacêuticos. 2005. 744-747. SINONÍMIA Não consta. ROCHA. M. 2005). Quantidade 10 g 100 mL . 1998). NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 1999. SCHILCHER. 2003.72 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. A. Monographs on the medicinal uses of plant drugs. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. pode causar dermatite de contato (BROWN & DATTNER. 1998. REFERÊNCIAS BROWN. 18(suppl). FRANÇA. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia com 25 mL da tintura diluídos em 100 mL de água (VANACLOCHA. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. DATTNER... N. Bras. FÓRMULA Componentes capítulos florais secos álcool 70 % p/p q.2 TINTURAS TINTURA DE Calendula officinalis L. 211p. 2008. S. 134. M. Phytotherapeutic approaches to common dermatologic conditions.. crianças menores de dois anos. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Dermatol. LUCIO. Rev.

. Vademecum de Prescripción. v. B. 1ª edição 73 VANACLOCHA.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Barcelona: Masson. WHO monographs on selected medicinal plants. 1999.5. Plantas Medicinales. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 1148 p. 2002. Switzerland: World Health Organization. V. Geneva. 2.

diabéticos e pessoas com cálculos biliares. 2004). 2006). Potential therapeutic effects of curcumin. Farmacogn. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. H. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. Buenos Aires: ISIS ediciones S. VANACLOCHA. 2008. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. The International Journal of Biochemistry & Cell Biology. MODO DE USAR Uso interno. Herbal-Drug Interactions and Adverses Effects: An evidence-based quick reference guide. obstrução dos ductos biliares e úlceras gastroduodenais (WHO. VANACLOCHA. 2009. 744-747. colagogo (WAGNER. B..2 TINTURAS TINTURA DE Curcuma longa L..R. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. AGGARWAL & HARIKUMAR. PHILP.. antiespasmódico. 1999. Quantidade 10 g 100 mL . M. 2004. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. alcoolistas. 41. K. Rev. S. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1ª edição 5. cardiovascular. seco e ao abrigo da luz. 1999. ROCHA. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70% p/p q.L. LUCIO.p. REFERÊNCIAS AGGARWAL. A. autoimmune and neoplastic diseases. 1999. 1999. crianças menores de dois anos. SINONÍMIA Amomum curcuma Jacq. hipolipemiante. Bases Clínicas y farmacológicas. L. anti-flatulento e anti-inflamatório (WHO. N. J. 1998). e Curcuma domestica Valeton. açafrão-da-terra e açafroa. FRANÇA. B. 1998. E. ALONSO. INDICAÇÕES Colerético. metabolic. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 40–59. NOMENCLATURA POPULAR Cúrcuma. the anti-inflammatory agent. lactantes. HARIKUMAR. R. Bras. B..74 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 18(suppl). 2009. ALONSO.5 a 5 mL) da tintura diluídas em um pouco de água.s. pulmonary. B. against neurodegenerative.. PHILP. 1999). SHARAPIN.

Barcelona: Masson. . WIESENAUER. WORLD HEALTH ORGANIZATION.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. H..5. WAGNER. 2006.. Switzerland: World Health Organization. M. Vademecum de Prescripción. v. WHO monographs on selected medicinal plants. 1999. 2. 1148 p. 1999. V. Farmacologia e Aplicações Clínicas. 1ª edição 75 VANACLOCHA.1. B. ed. Geneva. Fitoterapia: Fitofármacos. Plantas Medicinales.

667-669.. 2004. ... 1ª edição 5. BUNDY. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. BUNDY. incluindo diarreia. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. Altern. 2009. seco e ao abrigo da luz. 2009).) The complete german Comission E monographs. A. antiemético. MIDDLETON. 2009). 2004. Em casos raros podem ocorrer distúrbios gastrintestinais. BLUMENTHAL. Acima de 12 anos: tomar 2. MODO DE USAR Uso interno. 1998. antiflatulento.. 2004). 2004. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. WICHTL. G. 1999). WALKER. 1999) e da síndrome do intestino irritável (WALKER et al. 2009. 2001. náuseas e pirose (WHO. BUNDY et al.2 TINTURAS TINTURA DE Cynara scolymus L. C. J. MILLS & BONE. diurético e antiaterosclerótico (MARAKIS et al. crianças menores de dois anos. lactantes. 2002. alcoolistas. WHO. (Ed.p.. M.. Coadjuvante no tratamento de hipercolesterolemia leve a moderada (WHO. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.s. Artichoke leaf reduces symptoms of irritable bowel syndrome and improves quality of life in otherwise healthy volunteers suffering from concomitant dyspepsia a subset analysis. Med. CARDOSO.5 a 5. SINONÍMIA Cynara cardunculus L.. Complement. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine. R. HOLTMANN.. BUNDY et al. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Evitar o uso em pessoas com hipersensibilidade à alcachofra ou plantas da família Asteraceae (VANACLOCHA. diabéticos e pessoas com cálculos biliares e obstrução dos ductos biliares. 1999.76 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 10. 2008. VANACLOCHA. VANACLOCHA. 2009). BOOTH. NOMENCLATURA POPULAR Alcachofra. 2003. J. R. REFERÊNCIAS Quantidade 20 g 100 mL BLUMENTHAL. 1998.0 mL da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (BLUMENTHAL. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.. 1998. MARAKIS. W. 2008). INDICAÇÕES Antidispéptico.

2002. 2004. Artichoke leaf extract reduces symptoms of irritable bowel syndrome in post-marketing surveillance study.. Ther. L. WHO monographs on selected medicinal plants.. PETROWICZ. 2008. N. Aliment.. R.. 18.. J. A. F. Phytomedicine.. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais para farmácia magistral.. 1148 p.. M. R. V. MARAKIS. 2001. E. F. Bras. G.. BOOTH. Efficacy of artichoke leaf extract in the treatment of patients with funcional dyspepsia: a six – week placebo – controlled.5. ADAM. CARDOSO.. B. Plantas Medicinales. Phytoter. VANACLOCHA. Herbal drugs and phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis.. Artichoke leaf extract reduces mild dyspepsia in an open study. WALKER. Res. WALLIS.. 15. S.. D. S. J. GRUNEWALD.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 58-61. 15. C. WICHTL. C. S. 1999. W. 744-747. B. R. PIKE. Germany: Medpharm GmbH Scientific Publishers. double blind placebo controlled trial. WINDECK. O. 18(suppl). Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. MIDDLETON. HAAG. 1099. v. Vademecum de Prescripción. 2009. Rev. T. Barcelona: Masson. MILLS. Switzerland: World Health Organization. WRIGTH. WALKER. Artichoke leaf extract (Cynara scolymus) reduces plasma cholesterol in otherwise healthy hypercholesterolemic adults: A randomized. FRANÇA. A. 3 ed. BONE. R. E. . C. WALKER. 2004. M. K. Stuttgart. A. H. multicentre trial. MIDDLETON.. M. 9. Cidade: Elservier. double blind. C. 694-699.1105. 4. G. W. A. Z.. F. 2008.. W.. 2003.. ROCHA. J. WORLD HEALTH ORGANIZATION. The essential guide to herbal safety. HOLTMANN. Pharmabooks... MIDDLETON. LUCIO. R.. Geneva. 668-675. COLLET. H. W. 2009. Farmacogn. SHARAPIN. Pharmacol. 1ª edição 77 BUNDY. Phytomedicine. SIMPSON.

78

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Foeniculum vulgare Mill.
SINONÍMIA Anethum foeniculum L. NOMENCLATURA POPULAR Funcho. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Triturar os frutos, em contato com o solvente e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas, diabéticos (BLUMENTHAL, 1998) e pessoas com síndromes que cursem com hiperestrogenismo (VANACLOCHA, 1999). Evitar o uso em pessoas alérgicas ou com hipersensibilidade ao funcho ou plantas da família Apiaceae. Doses acima das recomendadas não devem ser utilizadas por longos períodos de tempo (ESCOP, 2003). Em casos raros podem aparecer reações alérgicas na pele e no sistema respiratório, tais como asma, dermatite de contato e rino-conjuntivite (WHO, 2007; ESCOP, 2003; BLUMENTHAL, 1998). Elevada concentração de cumarinas na tintura pode provocar o aparecimento de vesículas, edema ou hiperpigmentação cutânea (ORELLANA, 1987; PELLECUER, 1995). INDICAÇÕES Antiflatulento (ALEXANDROVICH et al., 2003; VANACLOCHA, 1999), antidispéptico e antiespasmódico (NANAVAR, 2003; VANACLOCHA, 1999). MODO DE USAR Uso interno. Acima de 12 anos: tomar 50 gotas (2,5 mL) da tintura em 75 mL de água uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA, 1999). REFERÊNCIAS ALEXANDROVICH, I., RAKOVITSKAYA, O., KOLMO, E., SIDOROVA, T., SHUSHUNOV, S. The effect of fennel (Foeniculum vulgare) seed oil emulsion in infatile colic: a radomized, placebo- controlled study, Altern. Ther. Health Med., 9, 58-61, 2003. Quantidade 10 g 100 mL

5.2 TINTURAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

79

BLUMENTHAL, M. (Ed.) The complete german Comission E monographs. Austin/Boston: American Botanical Council/Integrative Medicine, 1998. ESCOP European scientific cooperative on phytotherapy. Monographs on the medicinal uses of plant drugs, 2003. NANAVAR, J. B., TARTIFIZADEH, A., KHABNADIDEH, S. Comparison of fennel and mefenamic acid for the treatment of primary dysmenorrheal, Department of Obstetrics and Gynecology, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran. Int. J. Gynaecol. Obstet., 80, 153-7, 2003. ORELLANA, S. L. Indian Medicine in Highland Guatemala, Albuquerque, Univ. of New Mexico Press, 1987. 308 p. PELLECUER, J. Aromaterapia y toxicidad de los aceites esenciales, Natura Medicatrix, n. 37-8 p. 36, 1995. ROCHA, L., LUCIO, E. M. A., FRANÇA, H. S., SHARAPIN, N. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. Rev. Bras. Farmacogn. 18(suppl), 744-747. 2008. VANACLOCHA, B. V. Vademecum de Prescripción. Plantas Medicinales. Barcelona: Masson, 1999. 1148 p. WORLD HEALTH ORGANIZATION. WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v. 3, 2007.

80

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.2 TINTURAS

TINTURA DE Lippia sidoides Cham.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70% p/p q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al., 2008). Macerar 20 g da planta seca e triturada com quantidade suficiente de álcool 70% p/p, durante 7 dias, e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes, em lactantes, crianças menores de dois anos, alcoolistas e diabéticos. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998). A aplicação tópica pode provocar ardência e alterações no paladar (BOTELHO et al., 2007; BOTELHO et al., 2009). INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico da cavidade oral (MATOS, 1997; MATOS, 1998; MATOS, 2000; VIANA et al., 1998) e nas afecções da pele e couro cabeludo (antimicrobiano e escabicida) (MATOS, 2000). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, com auxílio de algodão, três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos com 10 mL da tintura diluída em 75 mL de água, três vezes ao dia (MATOS, 2000). REFERÊNCIAS BOTELHO, M. A. et al. Comparative effect of an essential oil mouthrinse on plaque, gingivitis and salivary Streptococcus mutans levels: a double blind randomized study. Phytotherapy research, v. 23, p. 1214-1219, 2009. BOTELHO, M. A. et al. Effect of a novel essential oil mouthrinse without alcohol on gingivitis: a doubleblinded randomized controlled trial. J. Appl. Oral Sci., 15, 175-180, 2007. MATOS, F. J. A. As plantas das farmácias vivas. Fortaleza: Editora BNB, 1997. Quantidade 20 g 100 mL

. G. 1998. J. L. MATOS. 1ª edição 81 MATOS. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. FRANÇA. Fortaleza: Editora da UFC. A. ed. 3. VIANA. B. A. BANDEIRA. F. 2008. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. M. MATOS F.. SHARAPIN. A.5. Plantas medicinais. Fortaleza: Editora da UFC.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. ed. E. M. 2.. 18(suppl). ROCHA. Farmacogn.. M. 2000. LUCIO. J. . Farmácias vivas. Guia fitoterápico. A. Fortaleza: Editora da UFC. 1998. F. H. Rev. J.. S. A. S. 744-747. N. Bras.

L. G. Rev. TPII – 95. Acima de 12 anos: tomar 60 a 120 gotas (2-3 mL) da tintura diluídas em 75 mL de água. diabéticos e pessoas com litíase urinária (WHO.2 TINTURAS TINTURA DE Mentha x piperita L. 46. Vademecum de Prescripción. Farmacogn.. Bras. 18(suppl). ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 1999.. REFERÊNCIAS DRESSER. NOMENCLATURA POPULAR Hortelã-pimenta. 2010. L. 1148 p. Z. 1ª edição 5. Pepermint oil increases the oral bioavailability of felodipine and simvastatin. 2002. B. CUMMING.. 2004). ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. E. V. SHARAPIN. WACHER. RAMTOOLA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. H. 2004). 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). LUCIO. V. OLENNIKOV. Barcelona: Masson. M.p.. VANACLOCHA. Plantas Medicinales. M. D. G. 1999. lactantes. SINONÍMIA Mentha citrata Ehrh.82 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. crianças menores de dois anos. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. seco e ao abrigo da luz. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool a 45% p/p q. 2004). ROCHA.s.. 2008. INDICAÇÕES Antidispéptico. March 24-28. American Society for Clinical Pharmacology and Therapeutics Annual Meeting. três vezes ao dia (VANACLOCHA. 22-27. 744-747. 2002). Não usar em casos de tratamento com sinvastatina e da felodipina (DRESSER et al.. Chemistry of Natural Compounds. alcoolistas.. D.. S. MODO DE USAR Uso interno. N. N. WHO.. K. FRANÇA. TANKHAEVA. A. antiflatulento e antiespasmódico (WHO. Quantidade 20 g 100 mL .

v. 1ª edição 83 WORLD HEALTH ORGANIZATION. Geneva. 2004. 188-205. 2.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5. WHO monographs on selected medicinal plants. . Switzerland: World Health Organization.

. VIANA et al. 10 de 10 de março de 2010. Não utilizar em caso de tratamento com anti-inflamatórios não-esteroidais. BRASIL. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. REFERÊNCIAS BRASIL. 1998). da 4ª Edição da Farmacopeia Brasileira. L. INDICAÇÕES Expectorante (GILBERT el al. DF.. A utilização pode interferir na coagulação sanguínea. P.p. MATOS et al. São Paulo: Atheneu. 2008.. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. MODO DE USAR Uso interno. MATOS. três vezes ao dia (SILVA JUNIOR. Curitiba. L. 2010. 1997.. ALVES. 1ª edição 5. Fascículo 1 da Parte II. 2005. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. alcoolistas e diabéticos. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). FIOCRUZ.. 2005. 1996.. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ex Baker SINONÍMIA Mikania scansoria DC. (Mikania glomerata). 1998. laevigata Schultz Bip. LORENZI & MATOS. F. MATOS. Ministério da Saúde. 2001. crianças menores de dois anos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.. 2005. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. Quantidade 20 g 100 mL . 10 mar. Brasil: Abifito. Acima de 12 anos: tomar de 2 a 7 mL da tintura diluída em 75 mL de água. GILBERT.84 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2006). B. FERREIRA. Brasília. J.s. RDC n. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas. lactantes.2 TINTURAS TINTURA DE Mikania glomerata Sprengel E TINTURA DE M. Brasil. Doses acima das recomendadas podem provocar vômitos e diarreia (GILBERT et al. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2008).

A. B. A. . ed. A. H. Fortaleza: Editora da UFC. 18(suppl).. J. F. 744-747. As plantas das farmácias vivas. v. 2.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2. A. A. A. S.. J. M. BANDEIRA.5. B. Fortaleza: Editora BNB. Farmacogn. LUCIO.. 2006. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. J. S. F. J. 3. G. 2. BANDEIRA. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 1998. 2. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. M. MATOS. J. A. Bras.. F... MATOS. Plantas medicinais. 2001. 1998. F. A. 2000. H. MATOS. 633 p. Fortaleza: Editora da UFC. A. M. Fortaleza: Editora da UFC. Essentia Herba – Plantas Bioativas. F. ROCHA. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. A. Farmácias vivas. SILVA JUNIOR. N. FRANÇA. E. VIANA. ed. SHARAPIN.. Nova Odessa. 1997. 1ª edição 85 LORENZI. F. MATOS. Guia fitoterápico. M. J. M. Fortaleza: Editora da UFC. ed. VIANA. Guia fitoterápico.. 2008. A. 2008. MATOS. G. Rev. L. ed. MATOS. S. Florianópolis: EPAGRI.

WHO. A. MODO DE USAR Uso externo. G. 1997). ed. uma vez ao dia. Santafé de Bogotá. REFERÊNCIAS ALONSO. 2. 1998. P. 2009). J. Buenos Aires: ISIS ediciones S. Fazer aplicações tópicas. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Plantas medicinais.. INDICAÇÕES Escabicida e pediculicida (ALONSO. 1.R. ed. 1997. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).2 TINTURAS TINTURA DE Momordica charantia L. Bases Clínicas y farmacológicas. J.86 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.L. Quantidade 10 g 100 mL . MATOS. L. ROBINEAU. MATOS.) et al. Santo Domingo: Tramil. 2000. Momordica chinensis Spreng. Acima de 12 anos: 10 mL da tintura diluídos em um litro de água. distúrbios hepáticos. 1997. MATOS. ROBINEAU. M. SINONÍMIA Cucumis argyi H. 1998. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. J. GUPTA et al. MATOS. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha.p. 2000. 1997.. 1997. Fortaleza: Editora da UFC. cefaleias e convulsões em crianças (ALONSO. ADVERTÊNCIAS Não usar por via oral. FÓRMULA Componentes frutos secos álcool 70 % p/p q.. GUPTA. Fortaleza: Editora da UFC.. 1ª edição 5. (Org. 1995. 1998. Lév. seco e ao abrigo da luz. F. F. 1995. GUPTA et al. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.s. MATOS. pois pode causar coma hipoglicêmico. NOMENCLATURA POPULAR Melão-de-são-caetano. A. 1995. FARMACOPEA Caribeña. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED).

Farmacogn. SHARAPIN. Switzerland: World Health Organization. H.. M. 2008. 18(suppl). 4.. A.5. LUCIO. L.. 2009. Bras. .2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. WHO monographs on selected medicinal plants. 744-747. Rev. 1ª edição 87 ROCHA. Geneva. FRANÇA. N. E. v. S. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.

1998. 2006. Quantidade 20 g 100 mL . 1ª edição 5.s. G. A. DENG.. 1997a. LORENZI & MATOS. M. NOMENCLATURA POPULAR Maracujá. 2010. CARVALHO. lactantes. três vezes ao dia (VANACLOCHA. LIMA. CUNHA. R. e Passiflora gratissima A. –Hil.. Y. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes... 1 hora antes de deitar.. MODO DE USAR Uso interno.tomar 5 mL da tintura diluídos em 75mL de água. sedativo suave ..5 a 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. MATOS.tomar 2. DE-PARIS et al.. MATOS.. 2000. T. MATOS. Phytotherapy Research. alcoolistas e diabéticos. St. LI. J. seco e ao abrigo da luz.88 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M. COTRIM. FÓRMULA Componentes Folhas secas Álcool 70% p/p q. COLETA et al. Journal of Ethnopharmacology. Neuropharmacological evaluation of the putative anxiolytic effects of Passiflora edulis Sims. Anxiolytic and sedative activities of Passiflora edulis f. M. VIANA et al.2 TINTURAS TINTURA DE Passiflora edulis Sims SINONÍMIA Passiflora diaden Vell. 2008). H. flavicarpa. CAMPOS. 2002.p. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 1997b. its sub-fractions and flavonoid constituents. MATOS. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. ZHOUA.. 1067–1073.. M. Seu uso pode causar sonolência. Não utilizar em caso de tratamento com medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central (MATOS et al.. T. C. LI. Acima de 12 anos: ansiolítico .. BATISTA. 2010... M. 2001. 148–153. 1999). 20.. L. REFERÊNCIAS COLETA. P. INDICAÇÕES Ansiolítico e sedativo suave (DENG et al. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. 2006.. 1998). crianças menores de dois anos. BAI. D. 128.

5. F. LUCIO. F. G. MATOS.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.. Barcelona: Masson. 2. A. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. J. G.. Vademecum de Prescripción. E. 2001. MATOS. MATOS. A. BANDEIRA. R. ed. GSB.. A. . GOSMANN. J.. D. KAPCZINSKI. 744-747. 1ª edição 89 DE-PARIS. Acta Farmaceutica Bonaerense.. 1997b. MATOS. J. 1148 p. Pharmacochemical study of aqueous extracts of Passiflora alata Dryander and Passiflora edulis Sims. 2008. 2. REGINATTO. H. A. Plantas Medicinais no Brasil.. 1997a. 1999. F. SHARAPIN. BANDEIRA M. Fortaleza: Editora da UFC. P. 1998. MATOS. 21. ed. M. F. GONZÁLEZ-ORTEGA. MATOS. N. Rev. Viana. 2008.. VANACLOCHA. S.. F. 3. J. H.... A. Fortaleza: Editora da UFC. L.. A. VIANA. Guia fitoterápico. 2000. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. B. J. J.. Fortaleza: Editora da UFC.. A. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. F. SCHENKEL. ed. 2002. QUEEDO. Plantas Medicinales.. As plantas das farmácias vivas. M. LORENZI. 1998. Farmácias vivas. Plantas medicinais. G. Guia fitoterápico. Fortaleza: Editora BNB. 18(suppl). Fortaleza: Editora da UFC. B. Fortaleza: Editora da UFC. E. F.. F. F. V. Farmacogn. PETRY. A. M. 5–8. J. A. ROCHA. J. A. H. J. B. S. MATOS. Bras. M.. FRANÇA. F. SALGUEIRO.

SCHOR. N.. MODO DE USAR Uso interno. MATOS et al. 374. 89.. 1998). Urol Res.. MATOS. A.. H.. crianças menores de dois anos. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2008). Quantidade 10 g 100 mL .. 2004. N. FREITAS. lactantes. 1995. NOMENCLATURA POPULAR Quebra-pedra. 2003.90 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Nephron. BARROS.2 TINTURAS TINTURA DE Phyllanthus niruri L. 1998. 1999. SCHOR. 2001. M. J. MATOS.p. BARROS et al. REFERÊNCIAS ALONSO. 30. The effect of Phyllanthus niruri on urinary inhibitors of calcium oxalate crystallization and other factors associated with renal stone formation.s. CAMPOS. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). A. INDICAÇÕES Litíase urinaria e diurético (NISHIURA et al. 1ª edição 5. A. GUPTA et al. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. N. BOIM. 829. CAMPOS & SCHOR. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. Acima de 12 anos: tomar 5 mL da tintura diluídos em 75 mL de água. Effects of an aqueous extract from Phyllanthus niruri on calcium oxalate crystallization in vitro. 2002. FREITAS et al. Não usar por mais de três semanas. M.. Bases Clínicas y farmacológicas. Phyllanthus niruri inhibitors calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. ALONSO.) Kuntze e Phyllanthus asperulatus Hutch. 2005. (GILBERT et al. seco e ao abrigo da luz. Doses acima das recomendadas podem causar efeito purgativo. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. Buenos Aires: ISIS ediciones S. 2003. 1998. SINONÍMIA Diasperus niruri (L.. 1997. BJU Int.R.. alcoolistas e diabéticos. M. 1999).. M. A. SCHOR. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70% p/p q. BOIM.L. E. 2002. 393. 81...

. A. Phyllanthus niruri normalizes elevated urinary calcium levels in calcium stone forming (CSF) patients. M.. M. ABREU. SCHOR. Farmácias vivas. FIOCRUZ. 3.. H. A.. L. HEILBERG. P. VIANA. A. L. H. Monografias de plantas medicinais brasileiras e aclimatadas.. MATOS. F. 1997. ed. 1ª edição 91 GILBERT. LUCIO. H. B. A. Curitiba. GUPTA. 2008. J. E. P.. 1998. N. . Plantas Medicinais no Brasil. NISHIURA. 362–366. M. ed. CAMPOS. 2004. B. A. 2005. Fortaleza: Editora da UFC. Bras. J. 2. 270 Plantas medicinales iberoamericanas. F. Farmacogn.5.. L.nativas e Exóticas.. Fortaleza: Editora da UFC. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. & MATOS. MATOS. Urol Res. J.. S. 744-747. ALVES. 2. LORENZI. 2008. 2008. J. ABREU MATOS. F. A. N. Plantas Medicinais no Brasil . BANDEIRA M.. F.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. F. SHARAPIN. ed. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico.. 2001. P. 18(suppl). J. G. ed. 1.. São Paulo (Contribuição IVB): Editora Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. LORENZI.. A. ROCHA.. H. J. Santafé de Bogotá. L. Fortaleza: Editora da UFC. 32. Guia fitoterápico. FERREIRA. S. Rev. Colômbia: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Desarrollo (CYTED). FRANÇA. I. M. J. F. Brasil: Abifito. MATOS. BOIM. 1995.

ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com hipotensão arterial. A. G.2 TINTURAS TINTURA DE Plantago major L. L. 1997). BIESKI. V. VANACLOCHA. NOMENCLATURA POPULAR Tanchagem. REFERÊNCIAS AMARAL. ed..s. Fortaleza: Editora da UFC. MODO DE USAR Uso externo. FERREIRA.p. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. TYLER et al. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha. gestantes. 2005. 2005. SINONÍMIA Plantago borysthenica Wissjul. Cuiabá. MARI GEMMA. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4).. J. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (MATOS. 1ª edição 5. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 2000. 1999). Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. C. SIMÕES. Quintais medicinais.. J. F.5 a 5 mL) da tintura. AMARAL et al. F. E. lactantes. C. FÓRMULA Componentes partes aéreas secas álcool 70 % p/p q. tansagem e tranchagem. F. Acima de 12 anos: tomar 50 a 100 gotas (2. e Plantago latifolia Salisb. 2005. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. 1999. 2000. I. A. 2.1999). Fortaleza 1997. Quantidade 10 g 100 mL . 2005. diluídas em 75 mL água. A. MATOS. Rio de Janeiro. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso.. 2004. Brasil: Abifito. crianças menores de dois anos. MATOS. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.. MATOS. P. Mais saúde. C.. Plantago dregeana Decne.92 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. alcoolistas e diabéticos.. FIOCRUZ. VANACLOCHA. obstrução intestinal.. Plantas medicinais. J. seco e ao abrigo da luz.

Plantas Medicinales. Bras. E. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. 2008. VANACLOCHA. V. FRANÇA.. 417 p.. LUCIO.. L. Berlin: Springer.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 744-747. Rational Phytotherapy: a reference guide for physicians and pharmacists. B. 1148 p. R. . SCHULZ. E. 18(suppl).. S.. 2004. M. TYLER. Vademecum de Prescripción. A. V. Farmacogn.5. H. BLUMENTHAL. 1999. M.. Rev. HÄNSEL. Barcelona: Masson. N. V. 1ª edição 93 ROCHA. SHARAPIN.

boldo-brasileiro e boldo-nacional. J Ethnopharmacol. diabéticos. MATOS. V. Doses acima das recomendadas podem causar irritação gástrica. MATOS. alcoolistas. M.. on the different periods of pregnancy in rats. A. LEMONICA. BLUMENTHAL. seco e ao abrigo da luz. NOMENCLATURA POPULAR Boldo-africano. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al.. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. 2010. F. R. Manual de Fitoterapia – 11a Ed. FINTELMANN & WEISS. 2010. 1998. 1997. crianças menores de dois anos. C. 53-60.. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco.94 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MATOS.) The complete german Comission E monographs. 2000. lactantes. Acima de 12 anos: tomar 25 a 50 gotas da tintura. REFERÊNCIAS ALMEIDA.. VANACLOCHA. F. FINTELMANN. MODO DE USAR Uso interno.2 TINTURAS TINTURA DE Plectranthus barbatus Andrews SINONÍMIA Coleus barbatus (Andrews) Benth. 1999). medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central e anti-hipertensivos (ALMEIDA & LEMONICA. portadores de hepatites e obstrução das vias biliares.p. 1997. (Ed. INDICAÇÕES Antidispéptico (NEWALL et al. Não usar no caso de tratamento com metronidazol ou dissulfiram. MATOS. 1996. As plantas das farmácias vivas. The toxic effects of Coleus barbatus B. 1998. meia hora antes das refeições (VANACLOCHA. F. G. 1ª edição 5. diluídas em 75 mL de água. 2007. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). J.. Fortaleza: Editora da UFC.s. SCHULTZ et al. 1998. Quantidade 20 g 100 mL . 73. WEISS. 2000. P. I. 1999). Austin/Boston: American Botanical Council/ Integrative Medicine. FÓRMULA Componentes folhas secas álcool 70 % p/p q. 2000). BLUMENTHAL. Editora Guanabara Koogan.

Rev. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. T. Vademecum de Prescripción.. Inhibition of the gastric H+. ANDERSON. R... SHARAPIN. Plantas Medicinales. F. . P. 1998. J. 1996. C. L. Farmacogn. 744-747. J. B. LUCIO.M. 2000. A.2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. M.. Fortaleza: Editora da UFC. F. 1ª edição 95 MATOS. J. D. C.. FRANÇA. UK: The Pharmaceutical Press. 296 p. a diterpenoid isolated from Plectranthus barbatus Andrews. Bras. SOUCCAR. LIMA-LANDMAN. A. SCHULTZ. ROCHA. 18(suppl). PHILLIPSON. H.. S. N. A.K+-ATPase by plectrinone A. A. 2. E. J. 2008. Fortaleza: Editora da UFC. ed. TORRES.. C.. A. Plantas medicinais. 111. 1-7. L. VANACLOCHA. LAPA. BOSSOLANI.5. 3. 2007. London. V. L. 1148 p. A. Barcelona: Masson. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. NEWALL.B.. M. J. MATOS. 1999. M. Farmácias vivas. ed. Ethnopharmacol. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro.

2008). VIANA et al. 2. Mais saúde.. Fazer bochechos e gargarejos. 18(suppl). Plantas Medicinales. G. LUCIO. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. e Punica nana L. . N. Bras. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. A. F. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. C. E. NOMENCLATURA POPULAR Romã. ed. Vademecum de Prescripción. ex Steud.. B. Cuiabá. LORENZI & MATOS.. lactantes. S. Não ingerir o produto após o bochecho e gargarejo (BIESKI & MARI GEMMA. WHO. 1999. LORENZI. INDICAÇÕES Anti-inflamatório e antisséptico da cavidade oral (VANACLOCHA. Quintais medicinais. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). 2009). H.. ROCHA. Nova Odessa. FRANÇA. Farmacogn.. J. FÓRMULA Componentes cascas do fruto (pericarpo) secas álcool 70% p/p q. 2008. I. MODO DE USAR Uso externo. Rev. 1999. 1148 p. MATOS. MARI GEMMA. M. Brasil: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.. SHARAPIN. Quantidade 20 g 100 mL VANACLOCHA. V. Punica grandiflora hort.2 TINTURAS TINTURA DE Punica granatum L. Acima de 12 anos: 1 colher de sopa da tintura em 150 mL de água. 2005.96 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2008).. H. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. L. três vezes ao dia (LORENZI & MATOS. REFERÊNCIAS BIESKI. C.p. Barcelona: Masson. 744-747. alcoolistas e diabéticos.. SINONÍMIA Punica florida Salisb.s. 1ª edição 5. 2008. crianças menores de dois anos. menos hospitais – Governo do Estado de Mato Grosso. 1998. 2005. A.

Switzerland: World Health Organization. MATOS F. J. Editora da UFC. .5. Geneva.. B. A. M. WHO monographs on selected medicinal plants. A. BANDEIRA. M. G. S. Guia fitoterápico. 2009..2 TINTURAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 97 VIANA. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Fortaleza. 4. 1998. v.

H. 1996. S. Bras. NOMENCLATURA POPULAR Gengibre. Farmacogn. Rev.1. A. C. FÓRMULA Componentes rizomas secos álcool 70 % p/p q. 1999. 744-747. Mikania glomerata Spreng: desenvolvimento de um produto fitoterápico. London. Vademecum de Prescripción.. 2008) e extrair por percolação conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). Quantidade 20 g 100 mL . M.. B. 1ª edição 5.. e Zingiber aromaticum Noronha.. SHARAPIN. 1999). WORLD HEALTH ORGANIZATION. MODO DE USAR Uso interno. WHO monographs on selected medicinal plants. 1999). E. V. D. Switzerland: World Health Organization. O uso é contra-indicado para pessoas com cálculos biliares. LUCIO. seco e ao abrigo da luz. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes (WHO. ROCHA. Herbal medicines: a guide for health-care professionals. expectorante e nos casos de cinetose (WHO.s. L. 1996). L. ADVERTÊNCIAS Não usar em gestantes. REFERÊNCIAS NEWALL. ANDERSON. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. A.. 2008. crianças menores de dois anos. A. alcoolistas e diabéticos. Plantas Medicinales. FRANÇA. INDICAÇÕES Antiemético. lactantes. UK: The Pharmaceutical Press.p. VANACLOCHA. Tomar 50 gotas da tintura diluídos em 75 mL. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO  Estabilizar o material vegetal submetendo à secagem em estufa a 40 oC por 48 horas (ROCHA et al. J.2 TINTURAS TINTURA DE Zingiber officinale Roscoe SINONÍMIA Amomum zingiber L. Barcelona: Masson. 1999. 1148 p. gastrite e hipertensão arterial (NEWALL.98 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. uma a três vezes ao dia (VANACLOCHA. 296 p. Geneva. PHILLIPSON. antidispéptico. 18(suppl). 1999). v.. N.

5.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 1ª edição 99 5.3 GEIS .

) Burman f SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill.3 GEIS GEL DE Aloe vera (L. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa gel hidroalcoólico q. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico de babosa para recipiente adequado. 1ª edição 5. Aloe perfoliata var.s.p. seco e ao abrigo da luz.100 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Armazenar em local fresco. vera. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Quantidade 10 mL 100 g . INDICAÇÕES Cicatrizante. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. MODO DE USAR Uso externo.

Não consta. adicionar o extrato glicólico no gel. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco. J. N.5. 1985). MODO DE USAR Uso tópico. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. 1ª edição 101 GEL DE Arnica montana L. A. homogeneizar até a incorporação completa e envasar. MASCOLO et al. MASCOLO. 1. 1987).. nos casos de equimoses e hematomas (DUKE. Handbook of medicinal herbs. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. Boca Raton: CRC. seco e ao abrigo da luz. 1985. et al. SINONÍMIA.. Após higienização. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões. Phytotherapy Res. 1985.s. Quantidade 10 mL 100 g . ADVERTÊNCIAS Não utilizar em lesões abertas. REFERÊNCIAS DUKE. 2831. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada (Duke. aplicar na pele massageando de forma suave até três vezes ao dia. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica gel base q. 1987.p.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

3 GEIS GEL DE Caesalpinia ferrea Mart. P. A. FÓRMULA Componentes extrato glicólico do fruto de Caesalpinia ferrea gel base ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato de jucá para recipiente adequado.P. C. L. 53..102 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. DE AMORIM.. J. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. E.. T. SINONÍMIA Libidibia ferrea (Mart. INDICAÇÕES Cicatrizante e antisséptico (BACCHI et al.. 1994. S. A. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. S. J. 1ª edição 5. 1994. E. J. BASTOS. C.. 72–80. 2008. Tul. 120 . SARTI. 1996. Incorporar no gel base e misturar até homogeneização completa. DOS SANTOS FILHO. 60. A. ex.. Armazenar em local fresco. . A new approach to study medicinal plants with tannins and flavonoids contents from the local knowledge. J. 118-120. Journal of Ethnopharmacology. J. 1996.p. M. SERTIE.s. MODO DE USAR Aplicar no local afetado até três vezes ao dia. Queiroz NOMENCLATURA POPULAR Jucá. Journal of Ethnopharmacology.. CARVALHO.. P. Antiulcer Action of Styrax camporum and Caesalpinia ferrea in Rats. Preliminary studies of analgesic and anti-inflammatory properties of Caesalpinia ferrea crude extract.. D. Quantidade 5% q. CARVALHO et al. 175-178. ALENCAR.L.. J. ARAÚJO et al. 2008)... Planta Med. R. ALBUQUERQUE. seco e ao abrigo da luz. N. SOUZA.. C. K. REFERÊNCIAS ARAÚJO. TEIXEIRA. M. U.) L. T. BACCHI.

REFERÊNCIAS CASLEY-SMITH. The effect of “Unguentum lymphaticum” on acute experimental lymphedema and other high-protein edemas. adicionar o extrato glicólico e misturar até homogeneização completa. Cosmet. Armazenar em local fresco. MODO DE USAR Uso externo. Lymphology. Plant extracts: to accelerate healing and reduce inflammation. 1983. 45. 16.. 100. M. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula gel base q. FLEISCHNER. CASLEY-SMITH. anti-inflamatório e cicatrizante. 150-6. 1983. A. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Pesar o gel base. seco e ao abrigo da luz. Quantidade 10 mL 100 g . INDICAÇÕES Antisséptico.3 GEIS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Após higienização. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. R. 1985). ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. J. SINONÍMIA Não consta. 1985. FLEISCHNER.s.p. J. Toilet. R.. NOMENCLATURA POPULAR Calêndula. 1ª edição 103 GEL DE Calendula officinalis L. Auxiliar no tratamento da acne e inflamações em geral (CASLEY-SMITH.5.

antimicótico e escabicida (MATOS. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado. Plantas medicinais. 1998. A.. S.. J. 2000.s. 3. 2000. Fortaleza. Farmácias vivas. J. M. 1ª edição 5. MATOS. Guia fitoterápico. 2. VIANA G. F. A.104 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. A. F.. 1997. B. Quantidade 10 mL 100 g . Fortaleza: Editora da UFC. INDICAÇÕES Antisséptico. Fortaleza: Editora da UFC. seco e ao abrigo da luz. 1998. M. VIANA et al. SINONÍMIA Não consta. F. F. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. 1998) MODO DE USAR Uso externo. J. 1997. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim pimenta FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta gel hidroalcoólico q. A.3 GEIS GEL DE Lippia sidoides Cham. Incorporar no gel hidroalcóolico e misturar até homogeneização completa. As plantas das farmácias vivas. MATOS. Armazenar em local fresco. Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste Brasileiro. ed. ed. Fortaleza : Editora da UFC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato glicólico para recipiente adequado. MATOS. REFERÊNCIAS MATOS. A. J. MATOS. MATOS. 1998. BANDEIRA.p.

5.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.4 POMADAS . 1ª edição 105 5.

106

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Aloe vera (L.) Burman f
SINONÍMIA Aloe barbadensis Mill., Aloe perfoliata var. vera. NOMENCLATURA POPULAR Babosa. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de babosa solução de conservantes pomada simples q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO O extrato glicólico deverá ser preparado a partir da polpa interna das folhas. Em um recipiente colocar o extrato glicólico de babosa, acrescentar a solução de conservantes, a pomada simples e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. Utilize espátula para retirar o produto do pote. A estabilidade do produto é de, no máximo, 8 meses. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. INDICAÇÕES Cicatrizante (MARSHALL, 1990; PLEMONS et al., 1994). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS MARSHALL, J. M. Aloe vera gel: what is the evidence. Pharm. J., 244, 360-2, 1990. PLEMONS, J. M. et al. Evaluation of acemannan in the treatment of aphthous stomatitis. Wonds, 6, 40-45, 1994. Quantidade 10 g 0,2 g 100 g

5.4 POMADAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

107

POMADA DE Arnica montana L.
SINONÍMIA Não consta. NOMENCLATURA POPULAR Arnica. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de arnica pomada de lanolina e vaselina q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Fundir em banho-maria a pomada de lanolina e vaselina. Acrescentar aos 50 °C, o extrato glicólico de arnica e misturar até completa homogeneização. Envasar ainda quente. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Não usar quando a pele estiver escoriada. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas (DUKE, 1985; MASCOLO et al., 1987). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na pele suave três vezes ao dia. REFERÊNCIAS DUKE, J. A. Handbook of medicinal herbs. Boca Raton: CRC, 1985. MASCOLO, N. et al. Biological screening of Italian medicinal plants for anti-inflammatory. Phytotherapy Res., 1, 2831, 1987. Quantidade 10 mL 100 g

108

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.4 POMADAS

POMADA DE Copaifera langsdorffii Desf., POMADA DE C. multijuga (Hayne) Kuntze, POMADA DE C. reticulata Ducke E POMADA DE C. paupera (Herzog) Dwyer.
SINONÍMIA C. nitida Mart. ex Hayne, C. sellowii Hayne (C. langsdorffii), C. langsdorffii var. peruviana, C. reticulata var. peruviana (C. paupera). NOMENCLATURA POPULAR Copaíba. FÓRMULA Componentes óleo-resina de copaíba pomada de lanolina e vaselina ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o óleo-resina para recipiente adequado. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. Armazenar em local fresco, seco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças INDICAÇÕES Anti-inflamatório, antisséptico e cicatrizante (AMARAL et al., 2005; DOS SANTOS, 2008; VIEIRA et al., 2008; CORREIA et. al., 2008; MENDONÇA & ONOFRE, 2009; DE MOURA et al., 2009). MODO DE USAR Uso externo. Após higienização, aplicar na área afetada três vezes ao dia. REFERÊNCIAS AMARAL, A. C. F., SIMÕES, E. V., FERREIRA, J. L. P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005. CORREIA, A. F., SEGOVIA, J. F. O., GONÇALVES, M. C. A., DE OLIVEIRA, V. L., SILVEIRA, D., CARVALHO, J. C. T., KANZAKI, L. I. B. Amazonian plant crude extract screening for activity against multidrug-resistant bacteria, European Review for Medical and Pharmacological Sciences, 12, 369-380, 2008. DE MOURA ESTEVÃO, L., DE MEDEIROS, J. P., SCOGNAMILLO-SZABÓ, M. V. R., BARATELLA-EVÊNCIO, L., GUIMARÃES, E. C., GOMES DA CÂMARA, C. A., EVÊNCIO-NETO, J. Neoangiogenesis of skin flaps in rats treated with copaiba oil, Pesquisa Agropecuária Brasileira, 44, 406-412, 2009. Quantidade 10 g 100 g

LINO J. B. UEDA-NAKAMURA. E. Influence of Copaifera langsdorffii oil on the repair of a surgical wound in the presence of foreign body. J. S. R.. 358-366. Antimicrobial activity of the oil-resin produced by copaiba Copaifera multijuga Hayne (Leguminosae). Pesquisa Veterinária Brasileira.. E.. V. C.. P. VIEIRA. V.. DIAS FILHO. BOMBARDIERE.. 103. NAKAMURA.5.. 19. 2009. T. D. OLIVEIRA. Brazilian Journal of Pharmacognosy. 2B. MENDONÇA.. 2008. S. Antimicrobial activity of Brazilian copaiba oils obtained from different species of the Copaifera genus. P. R. B. JUNQUEIRA-KIPNIS. 277-281. A. C.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. VEIGA JR. BRITO. 2008. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. J... . O. ONOFRE. B. A.. 28. C. L. 577-581. A. PINTO. A. R. F.. 1ª edição 109 DOS SANTOS.

FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de erva-baleeira pomada de lanolina e vaselina q.ex Fresen. bras. Cordia cylindristachya auctt. 1ª edição 5. NOMENCLATURA POPULAR Erva-baleeira. uma a três vezes ao dia.bras. MODO DE USAR Uso externo.110 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa.4 POMADAS POMADA DE Cordia verbenacea DC SINONÍMIA Cordia salicina DC. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico para recipiente adequado.p. Aplicar nas áreas afetadas. seco e ao abrigo da luz. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente.. Quantidade 10 mL 100 g . ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.s. Lithocardium salicium Kuntze. INDICAÇÕES Anti-inflamatório em dores associadas a músculos e tendões. Cordia curassavica auctt. Lithocardium verbenaceum Kuntze. Armazenar em local fresco. Lithocardium fresenii Kuntze. ex Fresen.

seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir o extrato hidroalcoólico de confrei para recipiente adequado. 1ª edição 111 POMADA DE Symphytum officinale L.. equimoses. MODO DE USAR Uso externo. REFERÊNCIAS GOLDMAN. 323-329.4 POMADAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. Aplicar nas áreas afetadas uma a três vezes ao dia. seis semanas consecutivas ao ano. Manter fora do alcance de crianças. ADVERTÊNCIAS Esse produto deverá ser utilizado por. Quantidade 10 mL 100 g .5. Armazenar em local fresco. Wound healing and analgesic effect of crude extracts of Symphytum officinale.p. Não usar em lesões abertas.s. Incorporar na pomada de lanolina e vaselina e misturar até homogeneização completa. SINONÍMIA Não consta. FÓRMULA Componentes extrato hidroalcoólico de confrei pomada de lanolina e vaselina q. INDICAÇÕES Cicatrizante. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. 1985). hematomas e contusões (GOLDMAN et al. no máximo. Utilize espátula para retirar o produto do pote. et al. S. 1985. NOMENCLATURA POPULAR Confrei. Fitoterapia. 6. R.

112 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.5 BASES FARMACÊUTICAS 5. 1ª edição 5.5 BASES FARMACÊUTICAS .

Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.5.5 BASES FARMACÊUTICAS Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO  Acondicionar em frasco de vidro âmbar bem fechado em local fresco. Quantidade 500 g 950 mL 50 mL . FORMA FARMACÊUTICA Extrato líquido. seco e ao abrigo da luz. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (álcool + propilenoglicol) necessária para completar o volume inicial. À parte. pomadas e cremes de Aloe vera. em uma proveta. Adicionar a solução ao frasco contendo a mucilagem de Aloe vera. preparar a solução de álcool e propilenoglicol. Filtrar. INDICAÇÕES Extrato indicado para obtenção de geis. pesar e adicioná-lo em frasco de boca larga. FÓRMULA Componentes mucilagem de Aloe Vera álcool de cereais a 80 °GL propilenoglicol ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Retirar a mucilagem das folhas de Aloe vera. 1ª edição 113 EXTRATO GLICÓLICO DE Aloe vera A 50% SINONÍMIA Extrato glicólico de babosa. triturá-lo ao máximo.

polietileno). Fase B carbômero 980 (polímero carboxivinílico) Fase C trietanolamina em solução aquosa a 50% ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado dispersar a fase B nos componentes da fase A.p. INDICAÇÕES Gel indicado para obtenção de geis fluidos transparentes ou translúcidos.3 g 100 g Quantidade . Iniciar a neutralização com a solução de trietanolamina. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. previamente misturada.5.1 g 5g 3.5 e 6. 0.polietileno tereftalato ou frasco PE .6 g 1g 0. Agitar novamente e verificar se não existem grumos de carbômero. 1ª edição 5. depilação ou geis antissépticos. aguardando o tempo necessário para a completa dispersão do polímero (aproximadamente 24 horas). Usado para preparações após barba.5 BASES FARMACÊUTICAS GEL HIDROALCÓOLICO SINONÍMIA Álcool gel. para incorporação de ativos lipossolúveis ou com problemas de solubilidade.114 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.s. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados de boca estreita (frasco PET . FÓRMULA  Componentes Fase A EDTA dissódico glicerina solução conservante de parabenos álcool etílico a 70% q. ajustando o pH entre 5. FORMA FARMACÊUTICA Gel.

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

115

POMADA DE LANOLINA E VASELINA
FORMA FARMACÊUTICA Pomada. TIPO DE POMADA Base de absorção. FÓRMULA Componentes lanolina anidra butilhidroxitolueno (BHT) vaselina sólida q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, misturar a lanolina anidra e a vaselina sólida. Adicionar o butilidroxitolueno à mistura, sob agitação, previamente solubilizado em vaselina líquida, até homogeneização completa. EMBALAGEM E CONSERVAÇÃO Em recipientes adequados, de plástico não transparente, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. INDICAÇÃO Essa pomada é considerada uma base de absorção por possuir a capacidade de absorver água adicional. Sua característica é oleosa e é de difícil remoção das roupas. Tem capacidade emulsionante devido à lanolina presente na formulação. Quantidade 30 g 0,02 g 100 g

116

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

5.5 BASES FARMACÊUTICAS

XAROPE SIMPLES
FORMA FARMACÊUTICA Xarope. TIPO DE XAROPE Xarope de sacarose. APLICAÇÃO Veículo edulcorante. FÓRMULA Componentes açúcar branco água q.s.p. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado, dissolver o açúcar com auxílio de 50 mL de água, em banho-maria, com agitação constante. Esfriar, completar o volume com água, homogeneizar e filtrar. Nota: a temperatura do banho-maria não deve ultrapassar 80 ºC. Se o produto resultante for corado, adicionar carvão ativo ou kieselguhr, agitar e filtrar. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados, de vidro âmbar, ao abrigo da luz e à temperatura ambiente. Quantidade 85 g 100 mL

5.6 CREMES

Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira, 1ª edição

117

5.6 CREMES

NOMENCLATURA POPULAR Calêndula.6 CREMES CREME DE Calendula officinalis L. Em feridas a cada 24 horas. SINONÍMIA Não consta. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças.p. Após higienização.118 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. MODO DE USAR Uso externo. seco e ao abrigo da luz. INDICAÇÕES Antisséptico e cicatrizante. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. aplicar na área afetada (assaduras) até três vezes ao dia. Utilize espátula para retirar o produto do pote. Quantidade 10 mL 100 g . FÓRMULA Componentes extrato glicólico de calêndula creme base q. 1ª edição 5.s. Armazenar em local fresco. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Incorporar o extrato glicólico de calêndula no creme base na proporção indicada e misturar até homogeneização completa.

5. L..p. Utilize espátula para retirar o produto do pote. BRANDÃO. Armazenar em local fresco. M. REFERÊNCIAS ARDISSON. Preparação e caracterização de extratos glicólicos enriquecidos em taninos a partir das cascas de Stryphnodendron adstringens (Mart. J. R. L. STEHMANN. Adicionar a solução ao frasco contendo as cascas pulverizadas. seco e ao abrigo da luz. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Transferir uma quantidade necessária de cascas pulverizadas de Stryphnodendron adstringens para frasco de vidro âmbar e de boca larga.6 CREMES Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.) Coville SINONÍMIA Stryphnodendron barbatimam Mart. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em pote plástico não transparente. MODO DE USAR Uso externo. Quantidade 10 mL 5 mL 100 g . Deixar em maceração por oito dias com agitação diária.. INDICAÇÕES Cicatrizante. em uma proveta. 2002.S... GODOY. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de barbatimão óleo de girassol creme base q. aplicar na área afetada até três vezes ao dia. Acacia adstringens Mart. 27-34. M.s.. J. ADVERTÊNCIAS Manter fora do alcance de crianças. Filtrar. Revista Brasileira de Farmacognosia. fazendo passar sobre o extrato que está sendo filtrado a quantidade de solução (propilenoglicol e água) necessária para completar o volume inicial (ARDISSON et al. NOMENCLATURA POPULAR Barbatimão. FERREIRA.) Coville (Barbatimão). A. À parte. 12. preparar a solução de propilenoglicol e água. 2002). 1ª edição 119 CREME DE Stryphnodendron adstringens (Mart. L.. G. Após higienização.

1ª edição 5.7 XAROPE 5.7 XAROPE .120 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

s. 1ª edição 121 XAROPE DE Mikania glomerata Sprengel E XAROPE DE M.5. SINONÍMIA M.p. Armazenar em local fresco.5 mL do xarope. INDICAÇÕES Expectorante. NOMENCLATURA POPULAR Guaco. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Preparar a tintura ou o extrato fluido conforme descrito em Informações Gerais em Generalidades (4). scansoria DC. Não usar em caso de tratamento com anticoagulantes. lactantes e crianças menores de dois anos. no preparo dessa formulação. fria. MODO DE USAR Uso interno.p. Acima de 12 anos: tomar 5 mL do xarope. três vezes ao dia. Crianças de três a sete anos: tomar 2. gestantes.7 XAROPE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. FÓRMULA Componentes tintura de guaco 20% xarope simples q. Quantidade 10 mL 100 mL Quantidade 5 mL 100 mL . Agitar antes de usar. laevigata Schultz Bip.s. três vezes ao dia. ADVERTÊNCIAS Não usar em pessoas com Diabetes mellitus. Crianças de acima de sete a 12 anos: tomar 2. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em frasco de vidro âmbar. Nota: utilizar a formulação básica de xarope. Nota: nos casos de afecções respiratórias agudas. Transferir a tintura 20% ou o extrato fluido para recipiente adequado. Em casos crônicos.5 mL do xarope. (Mikania glomerata). Componentes extrato fluido de guaco xarope simples q. Completar o volume e homogeneizar. usar por duas semanas. duas vezes ao dia. recomenda-se o uso por sete dias consecutivos. Solubilizar com o auxílio da formulação básica de xarope. seco e ao abrigo da luz.

1ª edição 5.122 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.8 SABONETE 5.8 SABONETE .

p. 100 mL Quantidade 50 mL 25 mL 5g . aplicar na área afetada. 1ª edição 123 SABONETE LÍQUIDO DE Lippia sidoides Cham. MODO DE USAR Uso externo.s. Lavar com água corrente. Manter fora do alcance de crianças. Armazenar em local fresco e ao abrigo da luz. ADVERTÊNCIAS É contraindicado para pessoas com problemas de hipersensibilidade ao produto. Adicionar a dietanolamida de ácidos graxos de coco à mistura anterior e homogeneizar sob agitação lenta para evitar a formação de espuma. deixando o sabonete em contato.s. Adicionar solução de cloreto de sódio a 20% até atingir a viscosidade desejada. Durante o banho. SINONÍMIA Não consta.s. Se necessário. homogeneizar. ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Adicionar o lauril éter sulfato de sódio ao extrato glicólico.p. NOMENCLATURA POPULAR Alecrim-pimenta. Adicionar água purificada até próximo do volume final (cerca de 95%) a ser atingido. FÓRMULA Componentes extrato glicólico de alecrim pimenta lauril éter sulfato de sódio dietanolamida de ácidos graxos de coco cloreto de sódio q. antimicótico e escabicida. ajustar o pH água purificada q. Ajustar o pH com solução de ácido cítrico a 20%. completar o volume com água purificada. ajustar viscosidade ácido cítrico q. INDICAÇÕES Antisséptico.5.8 SABONETE Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Acondicionar em recipiente plástico não transparente.p.

124 Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.9 SOLUÇÃO AUXILIAR . 1ª edição 5.9 SOLUÇÃO AUXILIAR 5.

de plástico opaco ou vidro âmbar. aquecer os componentes até completa solubilização. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO Em recipientes adequados. ao abrigo da luz e à temperatura ambiente Quantidade 91 g 6g 3g . FÓRMULA Componentes propilenoglicol metilparabeno propilparabeno ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO Em recipiente adequado. sob agitação.5. 1ª edição 125 SOLUÇÃO CONSERVANTE DE PARABENOS (p/p) APLICAÇÃO Solução conservante.9 SOLUÇÃO AUXILIAR Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

Lote 200 CEP: 71205-050 Brasília .anvisa.Área especial 57 .br www.Agência Nacional de Vigilância Sanitária .twitter.gov.DF Telefone: 61 3462 6000 www.gov.br .com/anvisa_oficial Anvisa Atende: 0800-642-9782 ouvidoria@anvisa.Anvisa SIA Trecho 5 .