Plantas Raras do Brasil

Plantas Raras do Brasil

Conservação Internacional (CI-Brasil)
Presidente

Roberto Brandão Cavalcanti
Vice-Presidente de Operações

Carlos Alberto Bouchardet
Diretores

Guilherme Fraga Dutra Isabela Santos Luiz Paulo Pinto Patrícia Baião Paulo Gustavo Prado Ricardo Bomfim Machado

Universidade Estadual de Feira de Santana
Reitor

José Carlos Barreto de Santana
Diretor do Departamento de Ciências Biológicas

Carlos Costa Bichara Filho
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Botânica

Luciano Paganucci de Queiroz

Conservação Internacional Universidade Estadual de Feira de Santana

Plantas Raras do Brasil

Organizadores

Ana Maria Giulietti Alessandro Rapini Maria José Gomes de Andrade Luciano Paganucci de Queiroz José Maria Cardoso da Silva

Belo Horizonte, MG – 2009

Coordenação Editorial

Isabela de Lima Santos
Projeto Gráfico

Lúcia Nemer
Designer Assistente

Fábio de Assis
Fotografias da Capa

M.Trovó A. Rapini A. Chautems

Ficha catalográfica elaborada pela bibliotecária Nina C. Mendonça CRB6/1288 P713 Plantas raras do Brasil / organizadores, Ana Maria Giulietti ... [et al.]. – Belo Horizonte, MG : Conservação Internacional, 2009. 496 p. : il., fots. color., mapas; 26 cm. Co-editora: Universidade Estadual de Feira de Santana. Inclui referências. ISBN: 978-85-98830-12-4. 1. Plantas raras – Brasil. 2. Diversidade biológica – Conservação. I. Conservação Internacional. II. Giulietti, Ana Maria. ­ CDU : 582

Sumário
Sumário

Prefácio Agradecimentos Colaboradores e Instituições Introdução Catálogo de Plantas Raras do Brasil
ACANTHACEAE ACHARIACEAE ALISMATACEAE ALLIACEAE ALSTROEMERIACEAE AMARANTHACEAE AMARYLLIDACEAE ANNONACEAE APOCYNACEAE APODANTHACEAE AQUIFOLIACEAE ARACEAE ARALIACEAE ARECACEAE ASTERACEAE

11 13 15 23 37
39 44 45 46 47 48 51 52 54 65 66 67 71 74 76

BALANOPHORACEAE BEGONIACEAE BERBERIDACEAE BIGNONIACEAE BORAGINACEAE BRASSICACEAE BROMELIACEAE BURMANNIACEAE BURSERACEAE CACTACEAE CALYCERACEAE CAMPANULACEAE CANELLACEAE CARYOPHYLLACEAE CELASTRACEAE CHRYSOBALANACEAE CLUSIACEAE COMBRETACEAE COMMELINACEAE CONNARACEAE

90 91 95 96 101 102 103 115 116 118 127 128 130 131 132 134 139 142 143 145

Sumário

CONVOLVULACEAE CUCURBITACEAE CUNONIACEAE CYPERACEAE DILLENIACEAE DROSERACEAE EBENACEAE ERICACEAE ERIOCAULACEAE ERYTHROXYLACEAE EUPHORBIACEAE GENTIANACEAE GESNERIACEAE HYPERICACEAE LAMIACEAE LAURACEAE LECYTHIDACEAE LEGUMINOSAE SUBFAMÍLIA ­ C AESALPINIOIDEAE SUBFAMÍLIA ­ MIMOSOIDEAE SUBFAMÍLIA ­ PAPILIONOIDEAE

147 150 153 154 159 161 162 165 166 181 183 185 187 191 192 201 208 212 212 221 228

LENTIBULARIACEAE LOGANIACEAE LORANTHACEAE LYTHRACEAE Malpighiaceae MALVACEAE MELASTOMATACEAE MELIACEAE MOLLUGINACEAE MONIMIACEAE MORACEAE MYRISTICACEAE MYRSINACEAE MYRTACEAE OCHNACEAE OLACACEAE OLEACEAE ORCHIDACEAE OROBANCHACEAE OXALIDACEAE PASSIFLORACEAE

238 239 240 243 252 262 263 280 281 282 284 287 288 289 293 297 298 299 310 312 314

Sumário PICRAMNIACEAE PIPERACEAE PLANTAGINACEAE POACEAE PODOCARPACEAE POLYGALACEAE POLYGONACEAE PORTULACACEAE PROTEACEAE QUIINACEAE RHABDODENDRACEAE RUBIACEAE RUTACEAE SABIACEAE SALICACEAE SANTALACEAE SAPOTACEAE SCHOEPFIACEAE SCROPHULARIACEAE SIMAROUBACEAE SOLANACEAE 316 317 324 326 341 342 346 347 348 349 350 351 358 362 363 364 366 371 372 374 375 SYMPLOCACEAE THISMIACEAE THYMELAEACEAE TRIURIDACEAE TURNERACEAE URTICACEAE VELLOZIACEAE VERBENACEAE VIOLACEAE VITACEAE VOCHYSIACEAE XYRIDACEAE ZINGIBERACEAE 380 382 383 384 385 391 392 399 406 407 408 411 416 Acervo Fotográfico Áreas-Chave para Espécies Raras de Fanerógamas ­ 417 433 .

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nem todas as espécies são iguais. cerca de 4 a 6% de todas as espécies de plantas do país. As espécies com distribuição restrita têm muito mais possibilidades de serem extintas por um evento catastrófico qualquer ou simplesmente pela ocupação humana desordenada do que espécies amplamente distribuídas. O número final deste esforço impressiona.Prefácio Prefácio em países como o Brasil. Essas áreas deveriam ser rapidamente reconhecidas por todos como prioridade imediata para um trabalho intenso de preservação. assim. Por isso. Foram reconhecidas 2. Este livro é uma contribuição fantástica para a conservação da biodiversidade no Brasil e no mundo. Espero que esta obra sirva de inspiração para um pacto nacional mais amplo que tenha como objetivo desenvolver ações concretas para evitar a extinção das espécies no Brasil. As distribuições das espécies de plantas raras ajudam também a delimitar 752 áreas que são chaves para garantir a conservação da diversidade de plantas brasileiras. Para isso. André Esteves Membro do Conselho Diretor Conservação Internacional . Nesse processo. detentores de grande parte das espécies existentes no planeta. com objetivos bem definidos e métodos consistentes de análise. 11 Um dos maiores desafios deste século é desenvolver modelos de desenvolvimento social e econômico que tenham como sua base a conservação da biodiversidade. Sem o esforço conjunto dos cientistas e sem livros de síntese como este. muitas das quais se encontram à beira da extinção. maximizando os esforços de conservação. Plantas raras foram definidas como aquelas espécies que possuem distribuição menor do que 10. ele sintetiza o trabalho intenso de mais de 170 cientistas de 55 instituições e nos revela o mundo das plantas raras do Brasil. O argumento é simples: se protegermos as áreas onde estas espécies ocorrem. informações precisas sobre a distribuição das espécies são fundamentais. Esses modelos são especialmente importantes O desenvolvimento sustentável de um país requer planejamento sistemático de conservação.000 km2. às vezes torna-se difícil imaginar a magnitude do desafio que ainda temos pela frente. Produto de uma parceria entre a Universidade Estadual de Feira de Santana e a Conservação Internacional. Conservar o capital natural brasileiro e promover o uso sustentável dos recursos é um dever de todos os setores da sociedade nacional. estaremos protegendo também populações de outras espécies que possuem distribuições mais extensas e. da qual orgulhosamente faço parte do seu Conselho Global. elas recebem maior atenção por parte dos conservacionistas.291 espécies de plantas raras brasileiras.

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Rapini. Em especial. e de André Esteves.M. ambos do Ministério da Ciência e Tecnologia. A.C.G. Silva agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pela bolsa de produtividade em pesquisa.J. Comissão Organizadora . M. Por fim. pelos recursos para o trabalho de campo que serviu de base para a avaliação de várias espécies raras. Agradecemos ao Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e ao Instituto do Milênio do Semi-Árido (IMSEAR). que demonstraram envolvimento e muita paciência ao longo deste projeto que. membro do Conselho da Conservação Internacional. Andrade agradece à Conservação Internacional (CI-Brasil) pela bolsa recebida por meio da Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia (FIDESA) para se dedicar à organização do livro. à Universidade Estadual de Feira de Santana por ter fornecido toda a infraestrutura necessária ao projeto. Este projeto foi desenvolvido graças ao apoio da Gordon and Betty Moore Foundation. um agradecimento especial a todos os autores. como qualquer grande trabalho de síntese. Giulietti. A. L. Queiroz e J.Agradecimentos Agradecimentos 13 Agradecemos a todas as instituições cujos pesquisadores colaboraram no estudo das famílias relacionadas no livro.M. baseada em Palo Alto (EUA). mostrou-se muito mais complexo do que tínhamos inicialmente imaginado.P.

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PA. Brasil Anderson Alves-Araújo . BA.Colaboradores e Instituições Colaboradores e Instituições Abel Augusto Conceição . BA. SP. SP. Brasil Ana Cláudia Araújo .Jardin Botanique de laVille de Genève.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade Estadual de Feira de Santana. SP. Brasil Angela Borges Martins .Universidade Estadual de Feira de Santana e Universidade Federal da Bahia. P. Brasil Andrea Karla A.Universidade Estadual de Feira de Santana. BA. SP.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Alexandre Quinet .Universidade Federal de Uberlândia.Museu Paraense Emílio Goeldi. Brasil Aline Costa da Mota .Universidade Estadual de Campinas. Santos . Suíça Alessandro Rapini . BA.Universidade Estadual de Campinas. BA. Brasil Ana Paula M. Brasil Andrea O. PE. Santos . Brasil Ana du Bocage . de Araujo . MG. RJ. Machado . pesquisadores que contribuíram com a revisão do conteúdo e também aqueles que analisaram determinadas famílias e não encontraram espécies raras segundo os critérios adotados neste trabalho.Universidade Estadual Paulista. RJ.Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Genebra. Brasil Anderson F. . Brasil Alexa Araújo de Oliveira Paes Coelho . BA. Brasil Ana Maria Giulietti .Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil 15 A lista a seguir inclui as pessoas que colaboraram para a produção deste livro: autores dos capítulos. BA. Brasil Antônio Elielson S.Museu Paraense Emílio Goeldi.Universidade Federal do Rio de Janeiro.Universidade Federal de Pernambuco.Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária. Brasil Ana Paula Fortuna Pérez . PA. PE. Brasil Ana Maria Goulart Azevedo Tozzi .Universidade Estadual de Feira de Santana. BA.Universidade Estadual de Feira de Santana. Museu Nacional. Brasil Alain Chautems . Rocha . RS. Brasil Ana Luiza Andrade Côrtes . Brasil Alessandro Silva do Rosário .Universidade do Estado da Bahia. Brasil Adilva de Souza Conceição .Universidade Estadual de Campinas.

PR. Brasil Douglas C. Brasil Domingos Benício Oliveira Silva Cardoso . BA. Brasil Cláudia Elena Carneiro . GO.Universidade Santa Úrsula.Universidade de Brasília.Universidade EstadualVale do Acaraú.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Carlos Henrique Reif de Paula . Brasil Élvia Rodrigues de Souza . Brasil Elnatan B. Brasil Efigênia de Melo . Brasil Armando Carlos Cervi . RJ. RJ. Córdoba.Universidade Federal de Goiás.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Cabral . Brasil Cecília O. Teles . Brasil Eric de Camargo Smidt . DF.Universidade Federal do Paraná. . RJ. Daly . Brasil .Universidade Estadual de Feira de Santana.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade de Brasília. BA.Universidad Nacional del Nordeste.Instituto de Botânica de São Paulo. BA. PE. CE. Souza .Universidade Estadual de Feira de Santana.The New York Botanical Garden. Brasil Cíntia Kameyama . Brasil Denise Monte Braz .16 Colaboradores e Instituições Ariane Luna Peixoto . BA. Brasil Carolyn E.Universidade Federal Rural de Pernambuco.Universidade Federal do Rio de Janeiro. Brasil Cássio van den Berg . NY. Brasil Claudenir Simões Caires . Brasil Claudio Augusto Mondin . SP. BA. Brasil Claudio Nicoletti de Fraga . BA.Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. DF.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Carmen Sílvia Zickel .Universidade Federal do Paraná. Brasil Eliane de Lima Jacques . EUA Eduardo Bezerra de Almeida Jr. PR. RJ. Brasil Cristiana Koschnitzke .Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Azevedo . RJ. Proença . PE.Universidade Estadual de Feira de Santana. RJ. RJ. RS. Argentina Elsie Franklin Guimarães – Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade Estadual de Feira de Santana.Universidade Federal Rural de Pernambuco.Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Brasil Elsa L. B. Brasil Aristônio M.

California Academy of Sciences. Carauta .Universidade Estácio de Sá. Lyon.Universidade Estadual de Feira de Santana. RJ. Brasil Geórgia R.Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho. Brasil John D.Universidade de São Paulo. MG. EUA Jorge Antônio Silva Costa . NY. Brasil João Renato Stehmann . MG.Universidade Federal de Juiz de Fora.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. EUA Gardene Maria de Sousa . Brasil Fabrício Moreira Ferreira .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.The New York Botanical Garden.Universidade Federal de Goiás. Brasil Heleno dias Ferreira .Universidade Federal do Rio de Janeiro. Brasil Fábio Vitta . GO. Brasil Gustavo Heiden . SP.Universidade Federal dosVales do Jequitinhonha e Mucuri. Mazine . Chiron . Brasil Fátima Regina Gonçalves Salimena .Universidade Federal de Goiás.Instituto de Botânica de São Paulo. MG. Brasil . Bringel Jr. Museu Nacional. Brasil Jarênio Rafael Ozeas de Santana . Brasil João Batista Baitello . BA. RS. RJ. BA. . DF. RJ. PI. Brasil João B.Instituto Florestal do Estado de São Paulo.Universidade Federal da Paraíba. Brasil Inês da Silva Santos . Brasil Fernando Regis Di Maio . SP. San Francisco. Brasil Flávio França .Universidade Federal de Uberlândia. BA. SP. MG. CA.Universidade Estadual de Campinas.Universidade Federal de Minas Gerais. P. PB. Brasil Gleidineia Leite Campos .Colaboradores e Instituições 17 Fábio de Barros . Brasil Guy R. Brasil Frank Almeda . G.Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Figueirêdo . Brasil João Luiz M.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.Universidade Federal do Piauí.Université Claude Bernard. A. Mitchell . Brasil Jimi Naoki Nakajima . BA. SP. GO. Brasil Jorge P. Aranha Filho .Universidade Estadual de Feira de Santana.Universidade Federal da Bahia. Brasil Fiorella F. RJ. França Hilda Maria Longhi-Wagner .

Universidade Estadual de Feira de Santana.Universidade Federal de Pernambuco.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Marccus V. PE. Brasil Leandro Jorge Telles Cardoso .Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pastore . Brasil José Maria Cardoso da Silva . Brasil Marcelo D.Universidade Estadual do Oeste do Paraná. BA. M. SP. PA. SP.Yucatán.Universidade de São Paulo. DF. BA. Brasil Júlio Antonio Lombardi . Brasil Leilane Naiara Pedreira Sampaio . Brasil Karina Fidanza Rodrigues Bernado .Universidade Estadual da Paraíba.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Laura Cristina Pires Lima . Brasil Lúcia G. Brasil José Floriano B.Universidade Estadual de Feira de Santana.18 Colaboradores e Instituições Josafá Carlos de Siqueira . EUA Ligia S. RJ.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade Estadual de Feira de Santana. PB.Universidade Estadual de Campinas. Brasil José Iranildo Miranda de Melo .Facultad de MedicinaVeterinaria y Zootecnia. Landrum .Universidade Estadual de Feira de Santana.Universidade Estadual Paulista. Brasil Juan Tun-Garrido .School of Life Sciences. SP. S. Brasil Lívia G. PR. SP. Brasil Mara Ritter . Alves . Vianna Filho . Funch .Universidade Federal de Pelotas. Brasil Luisa Ramos Senna .Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.Conservação Internacional. Brasil Marcelo Reginato . PB. BA. BA. Brasil Leonardo de Melo Versieux . Brasil José Rubens Pirani . México Juliana de Paula-Souza .Universidade Federal do Paraná. Museu Nacional. Brasil Leila Macias . Brasil Leslie R. AZ. BA. Brasil Luciano Paganucci de Queiroz . Lohmann . Brasil Marcelo Fragomeni Simon .Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. PR. Temponi .Universidade de São Paulo. RJ. SP. SP. BA. RS.Universidade Federal do Rio de Janeiro. RJ.Instituto de Botânica de São Paulo. Brasil Leonardo Pessoa Felix . RG. Brasil .Universidade Federal da Paraíba.Universidade de São Paulo.

Universidade Estadual de Campinas. SP.Instituto de Botánica del Nordeste. Corrientes.Universidade Federal de Minas Gerais. Brasil Maria Bernadete Costa-e-Silva .Universidade Estadual de Feira de Santana. SP.Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Argentina Matheus Fortes Santos . N.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Marcos da Costa Dórea .Universidade Federal de Campina Grande. PE. Machado .Instituto de Botânica de São Paulo. Brasil Marlon C. Brasil Mariana Saavedra .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Brasil Massimilliano Dematteis . Brasil Marcos Gonzalez . RJ. Brasil Maria Fernanda Calió .Universidad Nacional del Nordeste. SP.Universidade Estadual de Feira de Santana. RN. MG. Brasil Maria do Carmo Amaral . Brasil Marla Ibrahim Uehbe de Oliveira .Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária.Colaboradores e Instituições 19 Marcelo Trovó . PB.Conservação Internacional. PB. BA.Universidade Federal da Paraíba. Brasil Maria José Gomes de Andrade . Brasil Marcos Sobral . Argentina Maria Natividad Sanchez de Stapf .Universidade de São Paulo.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. RJ.Universidade Estadual de Campinas.Instituto Smithsonian de Investigaciones Tropicales. Brasil Marcus A.Universidade Federal da Paraíba. Brasil Maria Rita Cabral Sales de Melo .Universidade de São Paulo. Brasil Maria das Graças Lapa Wanderley . DF. Brasil Marcos José da Silva . Córdoba. Panamá Maria Regina de Vasconcelos Barbosa .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Coelho . Brasil Maria de Fátima Freitas . BA. SP. Brasil . Brasil Maria de Fátima Agra . SP. Brasil Maria do Socorro Pereira . Brasil Maria Mercedes Arbo .Universidade Federal Rural de Pernambuco. Brasil Marta Camargo de Assis . Brasil Maria Iracema Bezerra Loiola . PB. RJ. SP. PE. RJ.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Mário Barroso Ramos-Neto . BA. BA. SP.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade de São Paulo.

RJ. BA.Universidade de São Paulo. Brasil Renato Goldenberg . PR.Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade Federal da Bahia. MG. Brasil Pedro Luís Rodrigues de Moraes . Reino Unido Regina Andreata . RS. Córdoba. BA.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Rita de Cássia Araújo Pereira .20 Colaboradores e Instituições Milena Ferreira Costa . NY. Brasil Pedro Fiaschi . Brasil Raymond Mervyn Harley . Silva-Castro .Royal Botanic Gardens. Brasil Paulo Takeo Sano . RJ.Instituto de Botânica de São Paulo. Brasil Rita Cristina Seco Lee .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Brasil Paula Dib de Carvalho . Xavier Borges . Brasil Milton Groppo . BA. BA. Brasil Reyjane Patrícia de Oliveira . Brasil Roberto Salas . Brasil Rosana Romero . Brasil Milene M.Universidade Federal do Paraná.Universidade Estadual de Feira de Santana. Singer . SP. PE.Virginia Commonwealth University.Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Rita Fabiana de Souza Silva .Universidade Estadual de Feira de Santana.Universidade Santa Úrsula.Universidad Nacional del Nordeste. RJ.Museu Paraense Emílio Goeldi.Universidade Federal de Uberlândia. CA.The New York Botanical Garden. Brasil Pedro Lage Viana .Universidade Estadual de Feira de Santana. Kew. BA. MG. SP.Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária.Universidade Federal de Minas Gerais. BA. SP.Universidade Estadual de Feira de Santana. SP. EUA Rafael A. PA. VA. Brasil Rafael Batista Louzada . Brasil Nathan Smith . EUA Patrícia Luz Ribeiro . EUA Pedro Germano Filho .Universidade de São Paulo. Brasil Renato de Mello-Silva . Argentina Rodrigo B. Brasil Ricardo de Souza Secco . Brasil Peter W.Universidade de São Paulo.Universidade Federal do Rio Grande do Sul.California Academy of Sciences. Fritsch . BA. Brasil . SP.Universidade Estadual de Campinas.

Brasil Roxana Cardoso Barreto .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Brasil Vanessa L. BA. BA.Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Brasil Vinicius Castro Souza . SP.Universidade de São Paulo. Brasil Wellington Forster . PE. SP. RJ.Colaboradores e Instituições 21 Rosangela Simão Bianchini .União Pioneira de Integração Social Faculdades Integradas. Monteiro . Brasil Thais Trindade de Lima .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Scott Mori .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Kew.Universidade Estadual de Campinas. Brasil William Antonio Rodrigues .Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro. GO. DF. Reino Unido Simone Fiuza Conceição . SP. Brasil Tatiana Tavares Carrijo .Conservação Internacional. RJ. DF.Universidade Federal do Paraná.The New York Botanical Garden.Universidade de Brasília. SP. Brasil Thais Pacheco Kasecker . Brasil . NY. Brasil Silvana Aparecida Pires de Godoy . SP. DF. SP. Brasil Vidal de Freitas Mansano . RJ.Instituto Agronômico de Campinas. Brasil Sheila R. PR. Mayo . Brasil Silvana H. Brasil Taciana Barbosa Cavalcanti . Brasil Sergio Eustáquio Noronha . Brasil Simon J.Universidade Federal de Goiás. RJ.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. SP.Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Brasil Vera Lúcia Gomes Klein .Universidade Estadual de Campinas.Royal Botanic Gardens. Brasil Roseli Torres . N.Universidade de São Paulo. EUA Sebastião José da Silva Neto . Brasil Tarciso de Souza Filgueiras .Universidade Federal de Pernambuco.Instituto de Botânica de São Paulo. Profice .Universidade Estadual de Feira de Santana. DF. PA. Brasil Teonildes Sacramento Nunes .Instituto de Botânica de São Paulo.Universidade Estadual de Feira de Santana. Brasil Sergio Romaniuc Neto . Brasil Volker Bittrich . Brasil Tânia Regina Santos Silva .Instituto de Botânica de São Paulo. BA. BA. SP. Rivera .

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Luciano Paganucci de Queiroz & José Maria Cardoso da Silva Uma flora pouco conhecida e bastante ameaçada Acredita-se que mais de 90% das espécies de angiospermas já estejam descritas. 1992). 2005. Extinções são processos naturais. O Brasil é o quinto maior país em extensão territorial. Como em outras partes do mundo. Prance et al.Introdução Introdução 23 Alessandro Rapini. mais de 8.500. 2003. 2002). cujo número de espécies pode ser considerado estável (Diamond. Floristicamente.org/china/mss/intro. possuindo uma intensidade de coletas menor do que nos países vizinhos. Govaerts (2001) e Scotland & Wortley (2003) chegaram a números discrepantes: 422. apesar de incipiente. climática e geomorfológica. Maria José Gomes de Andrade. 2004). 1985. a Amazônia brasileira é especialmente subamostrada. Assim. Giulietti et al. como regiões montanhosas. especialmente em áreas de difícil acesso. sendo 248. 1997) e cerca de 90. O Brasil é o país que abriga a flora mais rica do planeta. Raven. um país essencialmente tropical e o sétimo em extensão territorial. tem avançado consideravelmente desde a Flora Brasiliensis. 1988). as florestas semideciduais e o pantanal. como aves e mamíferos. mas a superexploração dos re- . Shepherd. 1992. e em parte à necessidade de mais coletas intensivas. como as caatingas. 85.000 espécies de angiospermas (Molnar et al.000 só na América do Sul (Groombridge. em vez de regional. Entre 130. ainda são deficientes.500 só de angiospermas.000 espécies vegetais. levando a uma ampla gama de tipos vegetacionais. Para se ter uma idéia. como Manaus e São Gabriel da Cachoeira. o que certamente está relacionado à sua extensão territorial.g. Govaerts.000 espécies de angiospermas. 1977. diferente do que acontece com grupos relativamente bem conhecidos. foc.000 espécies cada. incluem seis dos 17 países considerados megadiversos (Mittermeier et al.. estendendo-se pelas principais rotas de acesso ao longo dos rios mais importantes. que exigem atenção especial ao longo do ano todo. 2006).000 km². 2001. qualquer estimativa para o número de espécies brasileiras de angiospermas será inevitavelmente imprecisa e os números têm girado entre 35. possui cerca de 15. 1995).000 (Groombridge. Lewinsohn & Prado..000 e 155. o que deve corresponder a um índice em torno de 15% de toda a flora mundial. 1986). associada à enorme diversidade edáfica. e a Índia. A falta de conhecimento da flora brasileira é especialmente preocupante frente à atual crise ambiental e estima-se que cerca de metade das espécies de plantas pode estar ameaçada de extinção (Pitman & Jorgensen. pontos remotos da Amazônia e ambientes com sazonalidade marcada.000 dessas espécies são tropicais e quase metade delas estará ameaçada nas próximas décadas. uma proporção bem maior do que os 10% estimados para a flora temperada (Prance.. Baseados em extrapolações a partir da taxa média de sinônimos em determinados grupos.8 milhões de km2..000 e 55. a Austrália (sexto país em extensão territorial) e a Rússia (primeiro) possuem em torno de 20. Ainda assim. Suas coletas estão concentradas basicamente nas proximidades de grandes cidades. 2005).300 espécies. com 15. duas vezes mais do que as floras dos Estados Unidos (quarto país em extensão territorial) e do Canadá (segundo) juntas (http://www. Estimativas para o número de espécies de fanerógamas no país. Os Neotrópicos. Dada a fase exploratória que ainda domina os estudos taxonômicos no Brasil. as estimativas para o número de espécies de fanerógamas ainda podem variar consideravelmente. mas a grande maioria delas continua praticamente desconhecida (Heywood. mas esses números superam o de qualquer outro país: a China (o terceiro país em extensão territorial) possui em torno de 30. vale ilustrar a diversidade da flora brasileira a partir de um conhecimento que. cerca de 40% da área de Caatinga nunca foi coletada e 80% dela é subamostrada (Tabarelli & Vicente.000 espécies de angiospermas (Prance & Campbell. no Brasil as angiospermas também dominam praticamente todos os ambientes terrestres. 1987). Wilson (1988) havia sugerido cerca de 290.. destacando-se a alta proporção (cerca de 90%) de endemismos na Austrália (Chapman.htm). 2000). Isso se deve em parte à falta de estudos taxonômicos e florísticos em escala nacional. Ana Maria Giulietti. 2007). no entanto.127 e 223. respectivamente. 2001) e boa parte da flora tropical permanece subamostrada (e. May. de modo que uma porção considerável de sua área nunca foi coletada (Schulman et al.

5% ao Cerrado. já que a riqueza observada em algumas regiões pode denotar apenas a sobreposição de espécies comuns e não ameaçadas (Reid. como regiões polares. Proteger todos os remanescentes desses dois biomas talvez ainda seja utópi- . 1994). 1997. no entanto. Em 2008. desde 4. 2008). mas ainda ficou muito abaixo do resultado do levantamento feito pelo consórcio de 300 especialistas. Mas. publicada em setembro de 2008 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). avaliações quantitativas sobre biodiversidade e que essas medidas possam ser mapeadas de modo a apontar áreas que mereçam atenção especial e mais investimentos para sua conservação (Margules & Pressey.500 espécies de plantas exclusivas) e com mais de 70% de sua área original devastada.000 espécies de plantas e 80% de sua área original modificada. Hortal & Lobo. Vane-Wright et al. Atualmente. (2000) apontaram 25 hostpots espalhados pelo mundo. introdução de espécies exóticas e liberação de poluentes têm aumentado em mais de 1. A redução da biodiversidade está em grande parte relacionada à eliminação dos habitats naturais.57% da porção terrestre (pouco mais de 1. Elas ocupam 18.shtml). um número quase 15 vezes maior do que aquele apresentado pela IUCN. duas de Leguminosae e duas de Meliaceae foram incluídas nessa lista. 2000).3% (Hoekstra et al. como eleger áreas relevantes biologicamente a partir de um conhecimento tão incompleto? E quais critérios devem ser considerados durante uma tomada de decisão desse tipo? As respostas a estas questões ainda são controversas (e. sendo 32 brasileiras. aproximadamente 29. tundras e desertos (Mulongoy & Chape.5% de espécies de plantas endêmicas (cerca de 1. a discrepância entre elas. áreas insubstituíveis pela alta concentração de espécies exclusivas e sob forte ameaça de desaparecerem por já terem perdido uma grande proporção de sua área original.24 Introdução cursos. 1998).000 espécies de plantas já estão sob a proteção da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Selvagens da Fauna e da Flora. Ele é bem maior do que aqueles indicados pelo MMA em maio de 1968 (13 espécies) e em janeiro de 1993 (108 espécies). a lista vermelha da IUCN (http:// www. apenas quatro espécies brasileiras de Euphorbia (Euphorbiaceae). A lista oficial das espécies brasileiras ameaçadas de extinção.. Unidades de conservação são reconhecidas internacionalmente como o instrumento mais poderoso de proteção da biodiversidade (UNEP-WCMC.g.45% dos oceanos.472 espécies para a lista atual (2008). muitas das quais não foram reconhecidas pelo MMA. Uma das alternativas mais difundidas para a seleção de regiões prioritárias biologicamente são os hotspots.6% a 26. é um fator que precisa ser considerado (Vane-Wright et al. Gallagher & Carpenter. Esses números mostram-se alarmantes se considerarmos que apenas 3% das plantas descritas foram avaliadas e que dessas. seu patrimônio evolutivo.. e Dicksonia sellowiana. Freitag & Jaarsveld. com 10.org/ eng/disc/species. três de Zamia (Zamiaceae). existem mais de 102. 70% foram consideradas ameaçadas. Buscando evitar que espécies nativas sejam ameaçadas pelo comércio internacional.cites.000 km2 no Brasil) e 0. 2007). 1997). Myers et al.. três de Tillandsia (Bromeliaceae). 2006). de modo que elas ainda são insuficientes para proteger a maior parte das espécies ameaçadas. Todavia.iucnredlist.000 áreas protegidas. portanto.000 vezes a taxa natural de extinção (Pimm et al. Cactaceae e espécies de samambaias arbóreas (Cyathea spp. Dois deles foram considerados para o Brasil: a Mata Atlântica. 1999.org) apontou 87 espécies de plantas extintas (incluindo cinco espécies brasileiras) e 28 extintas na natureza (uma delas do Brasil). Além desses grupos.. Biodiversidade também não deve ser encarada apenas como número de espécies. e o Cerrado. então. 2005). Cerca de 450 espécies brasileiras foram incluídas em um dos três apêndices da CITES. 1991.4% da superfície da Terra). 1991. Quase 3% das espécies de plantas do mundo todo estão restritas à Mata Atlântica e 1.764. A seleção de novas áreas para a conservação. Prendergast et al. Forest et al. além de indicar 8. com cerca de 20. porém essa lista se restringe basicamente a Orchidaceae. Algumas dessas áreas não saíram do papel ou não foram planejadas cuidadosamente. Quaisquer que sejam os critérios para o planejamento de unidades de conservação é imprescindível que se tenha um bom conhecimento sobre a distribuição das espécies e que se possa apontar aquelas com distribuição restrita a sítios pontuais (Prance. considerou 472 espécies ameaçadas. É necessário que sejam realizadas. e uma grande parcela delas está localizada em porções remotas e pouco diversas. 2007. 2004).. Mooers. a CITES (http://www.000 espécies de plantas e 92.457 espécies de plantas ameaçadas (mais de 90% são angiospermas). Szumik et al. 1995.958 km2 (3.500. que apontou 1. o xaxim). A seleção de áreas com base exclusivamente no número de espécies não necessariamente atingirá de maneira eficiente seus objetivos. eliminação e fragmentação dos ambientes naturais. existe uma grande desproporcionalidade de área protegida entre os biomas. abrangendo 11. áreas que abrigam pelo menos 0. continua sendo foco de atenção especial. 2002.5% de sua área original perdida.

destacamse entre esses sítios aqueles que abrangem as populações de uma proporção relativamente alta de espécies ameaçadas e/ou com distribuição restrita e que por isso são insubstituíveis e estão vulneráveis à extinção. no entanto. Com isso em mente. Cerca de 20% da flora mundial. com alta concentração de espécies endêmicas (pelo menos 1. 2005). é ocupado por cerca de 200 espécies apenas (Kruckeberg & Rabinowitz. na maioria dos casos. porém. tendo como metas para 2010 a proteção de pelo menos 10% de cada uma das ecorregiões do mundo. No entanto. bastante restrita.. revelará sítios que são biologicamente insubstituíveis e.. Dessa maneira. Langhammer et al. como os refúgios na Amazônia. 1990). especialmente aquelas com distribuição E . (2001) totalizam 867 unidades distribuídas em 14 biomas terrestres. Por esta razão.. foi classificada nesta categoria (Mittermeier et al. e os estudos em conservação dependem da complementação e da atualização constante dos dados taxonômicos (Callamander et al. 1981. Uma espécie geralmente é considerada rara quando seus representantes estão confinados a uma pequena área (área de ocorrência restrita). 2002). quando ocorrem sob condições específicas (área de ocupação restrita) e/ou quando são escassos ao longo de sua distribuição (baixa densidade) (Rabinowitz. portanto. Por outro lado.Introdução 25 co e focar esforços exclusivamente neles deixaria desamparadas formações também relevantes biologicamente. a percepção dessas áreas com composição florística singular. 2005). Essas áreas apresentam relevância biológica particular e devem ter sítios de tamanho suficiente à manutenção das espécies consideradas durante o planejamento de uma rede de áreas de proteção nacional. Nesse sentido. 2005). Certamente. Mapear as espécies raras em países megadiversos. vem sendo questionada (Nelson et al. 2006). devem ser tratadas como vulneráveis. mas não necessariamente são diferenciadas biologicamente.. as mais suscetíveis a distúrbios antrópicos ou eventos estocásticos naturais. em inglês. portanto. um quarto da Terra. 2004. mas Key Biodiversity Areas. Elas freqüentemente denotam áreas mais exploradas pelos botânicos. como áreas da Amazônia. a detecção de Áreas-Chave para Biodiversidade (ACBs.500 espécies endêmicas) e com mais de 70% de sua área original ainda intacta. CBD) é estabelecer e fortalecer sistemas regionais de áreas de proteção dentro de um âmbito global. 2006). com 30. é caracterizada por dados deficientes. Por isso. existem regiões que podem apresentar um conjunto maior de espécies exclusivas de plantas em decorrência da especialização em resposta a fatores edáficos ou topográficos particulares ou devido a restrições à dispersão ou ainda associadas a processos recentes de diversificação responsáveis pela ampliação do número de espécies neoendêmicas que ainda não ocuparam toda sua distribuição potencial (Lesica et al.. na literatura e na experiência dos especialistas. 2007) tem surgido como uma estratégia prática em escalas menores do que aquelas delineadas pelos hotspots e compatível com implantação de unidades de conservação. A maioria das espécies de plantas pode ser considerada rara e são poucas as espécies cosmopolitas. Em se tratando de plantas. apenas a Amazônia.. O mapeamento dessas espécies raras. Diante da atual lacuna no conhecimento da flora brasileira. Kruckeberg & Rabinowitz. foram estabelecidos limites de distribuição geográfica restritivos para o enquadramento das espécies neste levantamento e consultados mais de 170 especialistas spécies raras como base para detecção de ÁreasChave para Biodiversidade (ACBs) Um dos objetivos da Convenção sobre Diversidade Biológica (Convention on Biological Diversity. No Brasil. precisando de proteção imediata. Eken et al. A maioria dos estudos indica que a preservação de algumas poucas espécies comuns pode ser suficiente para manter os principais processos biológicos de um ecossistema. e proteger as áreas de relevância biológica.000 km2).. surgiu a idéia de se preparar um catálogo das espécies raras de fanerógamas do Brasil que pudesse servir de base para a identificação de ACBs (Catálogo de Plantas. neste volume). pouco se sabe sobre a funcionalidade das espécies raras neste contexto (Lyons et al. Essas ACBs são sítios de interesse global que devem ser identificados e protegidos em âmbito regional ou nacional através de uma rede de áreas de proteção. estando geralmente associadas a centros urbanos (Moerman & Estabrook. em inglês) que são áreas grandes (mais de 750. 1985). a área de ocorrência é o critério mais objetivo para se classificar uma espécie como rara com base em materiais de herbário. foi sugerido também a adoção do conceito de Regiões Naturais de Alta Biodiversidade (High Biodiversity Wilderness Regions.. KBAs. no entanto. que segundo Olson et al.000 espécies endêmicas de plantas e 80% de sua área intacta. da Caatinga ou do Pantanal. não é uma tarefa simples e seus resultados devem ser constantemente reavaliados. são as espécies raras. com várias espécies ameaçadas (Callamander et al. amplos e heterogêneos como o Brasil. 1985).

Também não se pode assumir que essas espécies estejam necessariamente ameaçadas. IPAs. área de ocupação (ii). A lista se restringe às espécies com registros até 150 km distantes entre si. 2007). 2008) e os registros estão sustentados em revisões taxonômicas e floras recentes. A presença de espécies endêmicas com distribuição restrita é um dos vários critérios utilizados para a identificação de ACBs (Langhammer et al. como muitos deles são definidos por espécies com áreas de ocorrência menores de 1. Espécies com distribuição linear. a detecção de ACBs está baseada em valores individuais e não no seu significado comparativo (Langhammer et al. o que as enquadraria também na categoria Vulnerável (VU) de acordo com o critério D2. 1996). já que eles possuem. 2002). várias delas serão extintas antes mesmo de serem descobertas. Sivinki & Knight. próximo a 100 milhas (e. São aquelas que ainda não foram descritas ou cujo conhecimento parco impede que sua identidade seja estabelecida com segurança. número de localidades ou subpopulações (iv) e/ou número de indivíduos maduros (v). mas dados de herbários e a experiência dos especialistas também foram considerados. ao longo da costa brasileira ou de cadeias montanhosas.000 km2).. em sua maioria. Como o catálogo refere-se exclusivamente às espécies endêmicas restritas de fanerógamas. Primeiro. IUCN Standards and PetitionsWorking Group. e poderão ser classificadas como ameaçadas dependendo do número de localidades ou fragmentação (a) e se apresentarem declínio (b) e/ou flutuações extremas (c) dos: limites de ocorrência (i). Souza & Lorenzi. anfíbios e mamíferos (Eken et al. Diferente daquela proposta. além de observações de campo de vários pesquisadores. 1998). por exemplo. além disso. Neste catálogo. estarão restritas a áreas bem menores que essa. algas. Anderson. no entanto. Na realidade. 2004). este volume) representam um subconjunto das informações necessárias para a definição de todas as ACBs do país.. eles não abordam número de espécies. áreas de distribuição relativamente menores e mais específicas (Langhammer et al. esses sítios devem ser percebidos pelos órgãos ambientais como os setores mais frágeis do território brasileiro e que por isso exigem uma atenção maior no que diz respeito ao licenciamento ambiental.g. A grande maioria das espécies é composta por até cinco subpopulações (e possivelmente apresentam área de ocupação reduzida) e muitas poderão estar criticamente ameaçadas ou mesmo extintas em um futuro próximo. para as IPAs. Com essa vultosa colaboração foi possível.000 km2 sugerido com base na congruência global de centros de endemismos de aves. Desamparadas. No entanto. Segundo. eles devem ser protegidos em sua integridade (Rodrigues et al. com exceção de 2% das espécies com dados deficientes (não contam com localidade de coleta). Nem todas as famílias foram avaliadas de maneira homogênea. o equivalente a cerca de 1º de latitude e 1º de longitude de diferença entre eles. as demais possuem limites restritos de ocorrência (<10. 2007). nem espécies ameaçadas ou biomas únicos de maneira direta. As espécies raras estão organizadas segundo a classificação proposta pela APG II (2003.. no entanto. Desse modo. Estes sítios têm um valor imenso por dois motivos. 2008). então. eles devem servir de base tanto para análises de lacunas e complementaridade utilizadas na seleção de novas áreas para conservação e.. foram incluídas apenas espécies exclusivamente brasileiras e com distribuição pontual. Reid. mesmo em . Isso corresponde a uma área de ocorrência de até 10. conforme definido para os países da Europa a partir de fungos. liquens e embriófitas. mas coincide com aquele utilizado em outros levantamentos de espécies de plantas com distribuição restrita. Ele é bem menor do que os 50.. teses e trabalhos no prelo.26 Introdução de 55 instituições de pesquisa nacionais e internacionais..000 km2. extrapolações desses resultados para outros grupos taxonômicos ou para o número total de espécies devem ser vistas com reserva (Prendergast et al.. Muitas das espécies mais ameaçadas. bancos de dados pessoais. a definição dos limites para endemismos pontuais em plantas e invertebrados ainda exige análises mais detalhadas. visando uma detecção prática e objetiva das espécies raras. condições ambientais (iii). 1993. dado que um planejamento inadequado poderá levar à perda de espécies únicas do patrimônio biológico brasileiro.000 km2. Entretanto. os 752 sítios detectados neste estudo como importantes para as plantas raras brasileiras (Kasecker et al. Os sítios de relevância biológica detectados a partir dessa flora de espécies raras não devem ser automaticamente igualados às IPAs (Important Plant Areas. Esse limite foi estabelecido de maneira arbitrária. os endemismos foram definidos com base em limites políticos. Espécies novas continuam sendo descritas a partir de coletas recentes. 2007) e portanto essas lacunas não deverão prejudicar os resultados. 2004). se enquadrando no critério B1 da IUCN (2001. acessar obras raras ou pouco conhecidas. não foram incluídas no catálogo.

000). o que pode estar associado ao clima subtropical e a sua menor extensão territorial (Tabelas 3 e 4). a Região Sudeste apresenta a maior média (1:876). tal montante representa quase metade das espécies brasileiras e 11. o que corresponde a praticamente um quarto das espécies de Turneraceae. Melastomataceae (1.000). Velloziaceae. podem alterar consideravelmente essa perspectiva quando incluídas coletivamente nesse cálculo. Cinco famílias apresentaram mais de 100 espécies raras: Leguminosae (190). desde o Sul da Bahia até o Paraná – passando pela reserva da Companhia Vale do Rio Doce. Goiás (incluindo Distrito Federal. Orchidaceae (2. Além de 11 famílias com pouca representatividade na flora brasileira (menos de 100 espécies). Por outro lado. Obviamente. Por outro lado. no de Velloziaceae. no Rio de Janeiro. Espécies raras de fanerógamas do Brasil A partir dos comentários de cada família. portanto.000) e Myrtaceae (1. Estudos mais abrangentes e levantamentos em áreas pouco exploradas botanicamente. A Região Norte. poderão revelar representantes de espécies atualmente consideradas raras. mas que então serão desenquadradas em relação aos critérios utilizados aqui. Bromeliaceae (2. No Nordeste. 21 famílias apresentaram apenas uma espécie rara e 61 até 10 espécies raras. ao passo que Lamiaceae é a única dentre elas que não alcança 500 espécies brasileiras (Tabela 1). eles refletem um momento do conhecimento dessa combinação particular de especialistas que gentilmente se comprometeram com o projeto. Em muitos casos. 69 não apresentaram espécies raras (Tabela 2). Entre as famílias avaliadas. Euphorbiaceae (1.025%) indicada como rara (Tabela 1). Com mais de 1. por outro lado. o Rio Grande do Norte foi o único Estado sem espécies raras indicadas.5% de toda a flora mundial. Eriocaulaceae (109) e Bromeliaceae (107). Cactaceae e Verbenaceae se destacam por possuírem pelo menos um quinto de suas espécies brasileiras apontadas como raras. Amazonas (164). Elas representam 108 das 177 famílias avaliadas e correspondem entre 4 e 6. a Serra dos Órgãos.730). cerca de 225. estão baseados apenas nas famílias com espécies raras indicadas. Lythraceae. em Minas Gerais e Bahia. e na Chapada dos Veadeiros. Espírito Santo (135) e São Paulo (123) (Tabela 4).000. não incluindo dezenas de famílias de angiospermas que.5% da família como um todo e. apesar de pouco significativas individualmente. estão os menores Estados brasileiros e também aqueles com a menor quantidade de espécies raras. No caso de Lythraceae.200 espécies).000 espécies brasileiras e podem ser consideradas hiperdiversas no país: Leguminosae (3. Essa ordem de representatividade reflete a grande quantidade de endemismos pontuais nos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. o Brasil abriga cerca de 13. Melastomataceae (120).Introdução 27 Estados brasileiros relativamente bem amostrados como São Paulo.000 espécies raras. Estes resultados. não são absolutos. A Região Sul possui o menor número de espécies raras. Asteraceae (109). seguidos por Rio de Janeiro (250). em São . O Catálogo de Plantas Raras do Brasil inclui 2. Malpighiaceae. enquanto o total de espécies de angiospermas brasileiras seria em torno de 30. mais próximo das 35. um pouco mais 21% da família. portanto. com pelo menos 5.650). destacando-se os Estados do Rio de Janeiro (1:175) e do Espírito Santo (1:342). Turneraceae se destaca pela alta proporção de espécies raras: 60% das espécies brasileiras dessa família foram indicadas como raras. a estimativa para o número de fanerógamas estaria próxima daquela sugerida por Scotland & Wortley (2003). em média. no entanto. em Goiás.291 espécies de fanerógamas. Esses dados. e a Serra do Mar. não desponta entre as 11 maiores famílias de angiospermas.466).150). Poaceae (1.5% da flora brasileira. elas não estão homogeneamente distribuídas – muito pelo contrário. com uma quantidade relativamente alta de espécies raras em relação às respectivas extensões territoriais. Malvaceae se destaca negativamente. por outro lado.000). Uma grande concentração de endemismos pontuais pode ser notada também nas florestas úmidas da Mata Atlântica. uma espécie rara de angiosperma para cada 3. 202). ocupando 45. no Espírito Santo. apresenta a menor relação espécie rara: extensão territorial (1:16. Apenas Bromeliaceae. sem ter sido avaliada por um especialista. enquanto a Paraíba e o Sergipe apresentaram apenas uma espécie rara cada.730 km2 do território brasileiro (1:3. com distribuição essencialmente neotropical.000). Minas Gerais e Rio de Janeiro. com apenas uma das 400 espécies brasileiras (0. Asteraceae (2.000.000 espécies. Existe. Rubiaceae (2. Os Estados com maior quantidade de espécies raras foram Minas Gerais (550) e Bahia (484).3% do território nacional. De acordo com essas estimativas.000 espécies sugeridas por Govaerts (2001). essas espécies apresentam distribuição pontual e representarão acréscimos importantes ao catálogo. Nove famílias apresentam pelo menos 1.368).

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000 1.000 25. & Vicente. Biodiversity. 1988.500 13. Brasília. Biol. p.J.30 Introdução Tabarelli. Lins (eds) Biodiversidade da Caatinga: áreas e ações prioritárias para a conservação.368 750 2.000 800 1.000 240 250 80 200 250 500 400 664 350 207 170 500 160 350 200 Nº total de espécies 20. Fonseca & L.150 1. FAMÍLIA Leguminosae Melastomataceae Asteraceae Eriocaulaceae Bromeliaceae Poaceae Apocynaceae Orchidaceae Malpighiaceae Lamiaceae Lythraceae Piperaceae Rubiaceae Cactaceae Verbenaceae Turneraceae Velloziaceae Chrysobalanaceae Acanthaceae Lauraceae Cyperaceae Bignoniaceae Sapotaceae Xyridaceae Solanaceae Rutaceae Araceae Begoniaceae Nº de espécies raras 190 120 109 109 107 94 85 72 71 69 69 63 53 52 50 48 48 41 40 40 35 33 33 31 30 28 27 27 Nº de espécies no Brasil 3.750 5. Williams. National Academy of Science/Smithsonian Institution.650 300 475 150 500 2.400 . 2004.C. Conhecimento sobre plantas lenhosas da Caatinga: lacunas geográficas e ecológicas. 55: 235-254..000 5. 101-110. In J. C. Humphries.250 430 3. Tabarelli. Vane-Wright. UNEP-WCMC.300 7. A.000 2. E. R.000 1. P. 2008.180 600 2.000 5. M. Relação do número de espécies raras brasileiras e total de espécies por família.000 23. Ministério do Meio Ambiente.M.100 10.H. M.200 2.000 800 2. Cambridge. UNEP-WCMC. 538 pp. 36p.750 1.000 1. Tabela 1.400 1. Wilson.O. What to protect: Systematics and the agony of choice.000 1.. Washington.200 1. 1991. DC.J. Conserv. M.900 3.150 190 221 500 3.200 3. State of the world’s protected areas: an annual review of global conservation progress. Silva.

000 1.700 950 2.000 45 80 80 850 .000 6.500 325 200 650 240 100 400 180 2.500 1.500 400 310 1.000 230 250 150 109 200 120 100 230 67 100 85 300 150 70 90 120 100 1.650 700 1.500 2.500 650 1.100 550 800 1.500 975 200 300 900 500 2.000 200 1.000 100 114 120 250 40 77 60 114 80 100 42 200 60 23 50 69 100 80 7 10 40 150 5.900 1.300 1.Introdução 31 Myrtaceae Gesneriaceae Polygalaceae Vochysiaceae Lecythidaceae Cucurbitaceae Ochnaceae Amaranthaceae Moraceae Ebenaceae Loranthaceae Araliaceae Convolvulaceae Clusiaceae Connaraceae Gentianaceae Passifloraceae Celastraceae Euphorbiaceae Orobanchaceae Oxalidaceae Plantaginaceae Annonaceae Symplocaceae Monimiaceae Commelinaceae Erythroxylaceae Santalaceae Loganiaceae Alstroemeriaceae Arecaceae Burseraceae Scrophulariaceae Aquifoliaceae Dilleniaceae Myrsinaceae Salicaceae Thismiaceae Triuridaceae Alismataceae Amaryllidaceae 26 23 22 22 20 19 19 17 17 16 16 15 15 14 13 13 12 11 10 10 10 10 9 9 8 7 7 7 6 5 5 5 5 4 4 4 4 4 4 3 3 1.000 3.650 1.

600 3 80 150 180 750 223.200 800 150 600 44 670 4.319 280 550 400 400 52 900 1.740 20 2.000 100 650 600 100 3.300 25 2.848 .32 Introdução Campanulaceae Lentibulariaceae Meliaceae Myristicaceae Oleaceae Quiinaceae Violaceae Zingiberaceae Apodanthaceae Boraginaceae Canellaceae Caryophyllaceae Cunoniaceae Olacaceae Picramniaceae Urticaceae Vitaceae Achariaceae Alliaceae Balanophoraceae Berberidaceae Brassicaceae Burmanniaceae Calyceraceae Combretaceae Droseraceae Ericaceae Hypericaceae Malvaceae Molluginaceae Podocarpaceae Polygonaceae Portulacaceae Proteaceae Rhabdodendraceae Sabiaceae Schoepfiaceae Simaroubaceae Thymelaeaceae TOTAL 3 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2.200 100 105 1.017 2.000 600 4.291 53 60 100 65 42 26 70 17 10 150 6 42 20 60 20 80 45 15 10 11 5 50 30 5 60 12 100 30 400 90 8 100 15 40 3 10 3 30 30 30.000 300 150 44 1.100 450 1.

Introdução 33 Tabela 2. Paes Coelho John D. Mitchell Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Maria José Gomes de Andrade Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Maria José Gomes de Andrade Patricia Luz Ribeiro Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Ana Maria Giulietti Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria do Carmo Amaral Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Ana Maria Giulietti Maria José Gomes de Andrade . Famílias Achatocarpaceae Adoxaceae Agavaceae Aizoaceae Anacardiaceae Anisophylleaceae Basellaceae Bataceae Bixaceae Bonnetiaceae Cabombaceae Calceolariaceae Cannabaceae Cannaceae Cardiopteridaceae Ceratophyllaceae Chloranthaceae Cistaceae Clethraceae Costaceae Crassulaceae Cyclanthaceae Cymodoceaceae Cyrillaceae Elatinaceae Euphroniaceae Gelsemiaceae Goodeniaceae Goupiaceae Griseliniaceae Haloragaceae Heliconiaceae Hydrocharitaceae Hydroleaceae Hypoxidaceae Juncaceae Juncaginaceae Krameriaceae Laxmanniaceae Autor(a) da Análise Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Patricia Luz Ribeiro Alexa Araújo O. Famílias analisadas que não apresentaram espécies raras no Brasil e os respectivos autores das análises.

638 577.286 1.758 1:5. Alves Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Ana Maria Giulietti Maria José Gomes de Andrade Ariane Luna Peixoto Regina Andreata Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade William Antonio Rodrigues Ana Maria Giulietti Juliana de Paula-Souza Ana Maria Giulietti Ana Maria Giulietti Tabela 3.618 .200 1. S.088 3.558.466 1:4.34 Introdução Limnocharitaceae Linaceae Linderniaceae Magnoliaceae Marcgraviaceae Martyniaceae Mayacaceae Menyanthaceae Nyctaginaceae Peridiscaceae Plumbaginaceae Pontederiaceae Quillajaceae Ranunculaceae Rhizophoraceae Rosaceae Ruppiaceae Sarraceniaceae Siparunaceae Smilacaceae Sphenocleaceae Staphyleaceae Stemonuraceae Strelitziaceae Surianaceae Theaceae Thurniaceae Tropaeolaceae Winteraceae Zygophyllaceae Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Ana Maria Giulietti Maria José Gomes de Andrade Maria José Gomes de Andrade Alessandro Silva do Rosário Maria José Gomes de Andrade Ana Maria Giulietti Marccus V. extensão territorial e número de espécies raras por km2 em cada Região. Número de espécies raras.612. REGIÃO Sudeste Nordeste Centro-Oeste Norte Sul Nº de espécies raras 1058 565 273 235 125 Extensão territorial (km2) 927.905 1:16.869.214 Espécie rara: área (km2) 1:876.5 1:2.

150 27.809 22.300 46.Introdução 35 Tabela 4.348 341.050 278.307 282.454 1.585 199.577.366 363.933 143.807 588.981 906. Número de espécies raras e extensão territorial dos Estados brasileiros.295 146.513 225.253.384 1.116 95.709 98.820 567.443 248.164 56.910 53.184 333. ESTADO Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Goiás & Distrito Federal Espírito Santo Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins Nº de espécies raras 14 3 15 164 484 13 202 135 13 53 18 550 68 1 39 34 17 250 0 31 13 7 55 123 1 22 Extensão territorial (km2) 153.938 252.062 238.378 43.421 .

C .

37 Catálogo de Plantas Raras do Brasil Catálogo de Plantas Raras do Brasil .

.

. gineceu com ovário súpero. 2008). Andes e América Central (Wasshausen. Comentários: Subarbusto com até 60 cm de altura. Acanthaceae compreende cerca de 250 gêneros e 3. 4Denise Monte Braz & 5Douglas C. raramente drupas. Flores actinomorfas a zigomorfas. (Wasshausen. Cápsulas loculicidas. (Profice. 3Sheila R. No Brasil. coletado em Mata Atlântica. (Profice. geralmente com cistólitos. no sul da Bahia. (Profice. pentâmeras.Acanthaceae ACANTHACEAE 1 39 Cíntia Kameyama. é representada por 44 gêneros. Conhecida apenas da ba- Aphelandra espirito-santensis Profice & Wassh. bilocular. Estação Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 39º04’W). geralmente com poucas sementes e deiscência elástica. Alto Rio Acre Comentários: Subarbusto com até 70 cm de altura. 69º34’W).. e flores amarelas. 1975) Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º47’S. gamopétalas. Inflo- Ecológica do Morro da Vargem (19º53’S. raramente trepadeiras ou árvores. geralmente com anteras biloculares. 2 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22o29’S. Daly et al. sendo pelo menos 40 raras. Folhas decussadas. 2005) 2 florescência com brácteas avermelhadas e flores amarelas. Espécie conhecida apenas pelo material-tipo e por uma coleta em floresta de tabuleiro. Aphelandra acrensis Lindau (10º56’S. 2004). destacando-se Justicia e Ruellia. (Wasshausen. 3 rescência com brácteas e flores róseas. Alto do . Reserva Florestal com brácteas e flores amarelas. 5 Distribuição: ACRE: Assis Brasil. 2002). 1975) cia do rio Purus. Inclui várias espécies de valor ornamental e algumas espécies de Justicia também têm importância forrageira e ecológica (Ezcurra. Daly Ervas ou arbustos. 2Ana Luiza A. androceu com 2 ou 4 estames. Côrtes. 3 Aphelandra bahiensis (Nees) Wassh. Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 39º53’W). 3 Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. possuindo distribuição pantropical. Brácteas e bractéolas membranáceas. com centros de diversidade na região da Indo-Malásia. 40º23’W). geralmente vistosas. passando a vermelhas no ápice. Comentários: Erva com caule rasteiro. In- Aphelandra hymenobracteata Profice Aphelandra bradeana Rizzini 44o33’W). Encontrada com flores entre setembro e fevereiro e com frutos em fevereiro. e estilete filiforme.n. monoclinas. Espiga Aphelandra grazielae Profice 2 Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Ibiraçu. Brasil. Conhecida apenas pelo material-tipo. Inflorescências com brácteas folhosas. entre 300 e 400 m s. África (incluindo Madagascar). 39º04’W). Julião (19º56’S. de Porto Seguro (16º26’S. Inflorescência com brácteas amarelas. Aphelandra blanchetiana (Nees) Hook. sem estípula. (Profice & Wasshausen. 40º36’W). mais comumente bilabiadas. inéd.) Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2005) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. Inflorescência com flores amarelas. as brácteas com as nervuras evidentes. coletado em Mata Atlântica. 1914. Profice. (Lindau. e cerca de 500 espécies (Souza & Lorenzi et al. às vezes com estaminóides. Ocorre na Mata Atlântica do norte do Espírito Santo.200 espécies. no prelo) Comentários: Erva terrestre.m. Reserva Natural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º10’S. 1993) Distribuição: BAHIA: Porto Seguro.

Aphelandra maximiliana (Nees) Benth. Comentários: Arbusto ereto. coletado na Mata Atlântica. Reserva Extrativista do Alto Juruá. onde forma densas aglomerações. ­ acaé­ (22º22’S. Conhecida apenas pelo material-tipo e uma coleta da metade do séc. (09º07’S. 47º45’W). 40º39’W).Morr. (Wasshausen. (Profice. de 1 a 3 m de altura. Ocorre em Mata Atlântica. . em florestas até 1. (Profice.100 m s. Comentários: Subarbusto a arbusto ereto.. Inflorescência com brácteas amarelo-pálidas e flores vermelhas. Frade de da. 3 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Macaé. 2 Aphelandra rigida Glaz. Comentários: Subarbusto.m. Ocorre na Mata Atlântica. Daly et al. Santa Teresa. 2003) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins Dyschoriste smithii Leonard 2 Distribuição: SANTA CATARINA: Concórdia. 41º47’W). 1975) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Macaé. 44º57’W).m. Flores Rio Uruguai (27º14’S. Espiga unilateral. Inflorescência com brácteas Justicia concavibracteata Lindau vermelhas e flores amarelas. Alto de Macaé (22º22’S. 44º19’W). Comentários: Subarbusto. 1993) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: SantaTeresa (19º56’S. (Wasshausen. (Wasshausen. 1975) 3 Aphelandra phrynioides Lindau Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º47’S. 1989) 5 Aphelandra paulensis Wassh. Espiga com flores alaranjadas. dispostas no ápice do ramo. 1997a) Comentários: Erva. 41º47’W). 42º00’W). Espigas com flores vermelhas. Comentários: Arbusto ereto.40 ACANTHACEAE Aphelandra margaritae E. SÃO PAULO: Ubatuba (23º26’S. 3 Aphelandra stephanophysa Nees 2 40º34’W). 1975) (20º21’S. Comentários: Subarbusto a arbusto. laxa.n. Encontrada com flores em maio. Ocorre em afloramentos de calcário e matas de galeria. com cerca 80 cm de altura. com até 2 m de tu­ ra. 34º54’W). Vale do roxas. peduncula- Justicia meyeniana (Nees) Lindau 2 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Angra dos Reis (23º00’S. na altura da Barra do Arroio do Veado. (Wasshausen & Smith. 42º31’W). 1904. Estação Biológica de Santa Lúcia (19º56’S. (Wasshausen. Alto de M Macaé (22º16’S. com até 1 m de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. ex Mildbr. 1969) Comentários: Erva com até 25 cm de altura. Comentários: Erva terrestre. (Profice & Wasshausen. 39º02’W). Comentários: Subarbusto a arbusto com até 3 m de altura. Comentários: Erva. Parati (23º13’S. Inflorescências com brácteas verdes e flores verdes com estrias lilás internamente. Ocorre na Mata Atlântica. Inflorescência com brácteas e flores róseas. Nova Friburgo. vistosas. 42o53’W). Ocorre na Serra do Mar. 72º42’W). 19. Co- Distribuição: ACRE: Marechal Thaumaturgo. 2 Distribuição: SÃO PAULO: Cunha (23º04’S. 1997/1998) Justicia clivalis Wassh. Parati (23º21’S. Nova Friburgo (22o28’S. 52º01’W). em lugares úmidos e sombrios. Ocorre na Mata Atlântica. 45º04’W). Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º29’S. 44º07’W). 40º36’W). Ocorre apenas nas ilhas rochosas do rio Uruguai. (Profice. entre 550 e 800 m s. Conhecida apenas da bacia do rio Juruá.n. Santa Maria Madalena (21º57’S. Inflorescência com brácteas vermelhas e flores al­ ver­ me­ lhas com fauce amarela. (Lindau. no prelo) nhecida apenas pelo material-tipo (Wasshausen. 44º43’W). 1975) 2 Justicia cyrtantheriformis (Rizzini) Profice 44º33’W). Espiga laxa. Espiga com flores amarelas. com flores vermelhas. 1 Distribuição: Distrito Federal: Brasília (15º45’S. Aphelandra nuda Nees Distribuição: 3 PERNAMBUCO: Recife (08º05’S.

48º55’W). 2 Distribuição: SANTA CATARINA: Luís Alves (26º43’S.. 44º33’W). 48º37’W). Comentários: Subarbusto de 10 a 15 cm de altura. MorComentários: Arbusto com até 2 m de altura. Daly et al. (Profice. Flores alvas. maculadas de vermelho. 72º37’W).1988a) Staurogyne itatiaiae (Wawra) Leonard 4 Distribuição: Rio de Janeiro: Itatiaia (22º29’S. Comentários: Erva com até 50 cm de altura. no prelo) com brácteas e flores esverdeadas. 41º55’W). na Serra do Cipó. Ocorre em remanescentes de mata higrófila do sul da Bahia. 42º33’W).ACANTHACEAE 41 Comentários: Erva com até 30 cm de altura. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. Reserva Biológica do Mi- co-leão (15º17’S. no sul da Bahia. (Wasshausen & Smith. Mendoncia blanchetiana Profice 3 vermelhas. 1997a) 2 Mendoncia rizziniana Profice 3.Sm. Folhas e bractéolas lanceolado-ovadas. & Endl. Ilhéus (14º47’S. 2 Dentro (19º02’S. São Paulo: Bananal. Floresce e frutifica em abril. esparsamente ramificado. 1997b) Staurogyne elegans (Nees) Kuntze 4 Mendoncia multiflora Poepp. 1969) Comentários: Subarbusto. Comentários: Trepadeira. de 1 a 3 por inflorescência. 2 Justicia viridiflavescens Lindau Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Ocorre em áreas alteradas e beira de estradas. Inflorescências com bractéolas vilosas e flores alvas. 2 Mendoncia bahiensis Profice 3 Distribuição: SANTA CATARINA: Florianópolis (27º34’S. (Ezcurra & Wasshausen. 1988b) Distribuição: ACRE: Cruzeiro do Sul (07º40’S. Porto Walter. (Profice. ramos escandentes. (Wasshausen & Harvey. Comentários: Erva terrestre. . Estação Ecológica Bananal (22º41’S. (Profice. Flores alvas. 1995) Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 43º25’W). Esperança. Flores com corola verde de margem roxa e com estrias roxas no lábio inferior. 1904. Comentários: Trepadeira.1996) 5 Poikilacanthus harleyi Wassh. Comentários: Trepadeira. Pico das Almas Distribuição: ACRE: Cruzeiro do Sul (07º42’S. 39º04’W). cartáceas. Conhecida apenas da bacia do Alto Juruá. a beira de regatos e estradas. maculadas de vermelho. (Braz. de 5 a 10 por inflorescência. de 0.B. 1997b) Ruellia reitzii Wassh. 43º42’W). Flores ver- cente. Inflores- cência terminal com flores lilás. Ocorre em manchas secundárias de mata de terra firme. densamente castanho-pubes- melho-alaranjadas. Porto Seguro (16º26’S. Ocorre na Mata Atlântica. 1992) Distribuição: BAHIA: Una. com anel lilás na fauce. 72º37’W). Ocorre em lugares úmidos e abertos. sobre solos úmidos. (Lindau. Floresce em abril e frutifica de fevereiro a junho. Comentários: Trepadeira. Ocorre na Mata Atlântica. Ocorre na Mata Atlântica. (Profice. rio Juruá-Mirim (08º16’S. rio Solimões (04º25’S. 69º50’W). (Profice. Ocorre em mata de terra firme. Flores Distribuição: BAHIA: Uruçuca/Taboquinhas (14º35’S. Serra da Bocaina. inéd. Floresce de maio a agosto. Flores axilares. Ocorre em floresta de tabuleiro. (Profice.2 a 1 m de altura. Santana do Riacho (19º10’S. 39º02’W).) Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato Distribuição: AMAZONAS: Benjamin Constant. & L. Floresce e frutifica de abril a julho. Alto Solimões (04º22’S. Espiga Ruellia kleinii Ezcurra & Wassh. 44º19’W). Flores alvas. 72º44’W). Ocorre em matas de galeria ou próximas a cursos d’água. 70º01’W).5 Justicia nervata (Lindau) Profice ro da Caledônia (22º17’S. (13º32’S. 39º04’W). 39º17’W).

Comentários: Erva ereta. (Wasshausen. (Braz & Monteiro. Vargem Alta. 44º43’W). Escapo de 16 a 19 cm de comprimento. 43º40’W). ramificado principalmente na base. Comentários: Erva. pouco ramificado. Folhas em roseta. Flores lilás-claras a roxo-avermelhadas. (Braz. Flores com corola lilás. Comentários: Subarbusto ereto. 4 Distribuição: Minas Gerais: Caeté. 1990) Stenandrium stenophyllum Kameyama 2 Staurogyne veronicifolia (Nees) Kuntze Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. 2006) Distribuição: GOIÁS: Alvorada do Norte (14º28’S. 1 Biológica de Santa Luzia (19º58’S. Encontrada com flores e frutos em maio e julho. (Kameyama. Parque Es- tadual do Itacolomi (20º17’S. 41º06’W).5 m de altura. Ocorre no interior de florestas de galeria. Forno Grande (20º36’S. inéd. Mata do Jambreiro (19º59’S. 42º53’W). raramente ramificada. 2003) . 1990) Staurogyne rubescens Braz & R. 40º32’W). Flores com corola magenta.) Staurogyne warmingiana (Hiern) Leonard de (19º49’S. inéd. Ocorre em encosta rochosa. inéd. Cachoeiro 42º53’W). 47º37’W). Morro de Sal (20º50’S. Comentários: Subarbusto com cerca de 50 cm de altura. São Bento de Urânia (20º38’S. 1 Staurogyne vauthieriana (Nees) Kuntze 4 Distribuição: GOIÁS: Chapada dos Veadeiros (14º04’S. Encontrada com flores em maio e com flores e frutos em dezembro.5 cm de comprimento. de 50 a 90 cm de altura. de 10 a 90 cm de altura. de 20 a 40 cm de altura. Escapo com cer- Distribuição: Minas Gerais: Ouro Preto. Coletada com flores em maio. 45º04’W). Floresce de fevereiro a julho e frutifica de julho a setembro. São Paulo: Ubatuba (23º26’S. Castelo. (Braz. 4 Distribuição: Espírito Santo: Alfredo Chaves. inéd. com cerca de 1. ramificado na base.Monteiro 4 Stenandrium hatschbachii Wassh. 2003) Stenandrium irwinii Wassh.) ca de 10. Ocorre no interior de floresta atlântica ombrófila densa. Comentários: Erva ereta. 43º24’W). 46º29’W). com até 1 m de altura. 2005) Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º30’S. Ocorre em campos rupestres. 43º30’W). (Kameyama. às margens de rios. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. 40º44’W).42 ACANTHACEAE Comentários: Arbusto a subarbusto. Encontrada com flores e frutos de março a julho e de outubro a dezembro. Ocorre no sub-bosque de floresta ombrófila densa. Parque Na- tural do Caraça (20º04’S. 2 Distribuição: Rio de Janeiro: Parati (23º13’S. Estação Stenandrium goiasense Wassh. (Braz. Serra da PiedaComentários: Arbusto a subarbusto. Flores lilás a vináceas. raramente ramificada. Ocorre em locais semi-sombreados de floresta ombrófila densa. inéd.5 m de altura.) Staurogyne minarum (Nees) Kuntze 4 do Itapemirim.) Distribuição: Minas Gerais: Catas Altas. pouco ramificado.5 m de altura. de 1 a 1. Folhas em roseta. Encontrada com flores em agosto e outubro e com frutos imaturos em outubro. Ocorre no interior de floresta atlântica ombrófila densa e de áreas em regeneração. Comentários: Erva ou subarbusto. Nova Lima. Ocorre no interior de florestas e próximo a trilhas. Comentários: Subarbusto ereto a decumbente. com até 1.Monteiro 4 Distribuição: Espírito Santo: Santa Teresa. (Braz & Monteiro.) Staurogyne parva Braz & R. 41º11’W). Encontrada com flores e frutos em março e abril. Comentários: Erva. 43o50’W). (Wasshausen. (Braz. (Braz. raramente ramificado. Ocorre normalmente entre rochas.

Braz. V. p. Wasshausen. S. Brittonia 41: 379-384. D. 2003. Wasshausen. Novas espécies de Staurogyne Wall. 1914. sér. Revisão taxonômica de Aphelandra R. 48: 397-399. parte 1. Gart. 23-35.C. C. D. 2005. PRINTAC/EDUFAC. Rio Claro. vol.C. Herbário Barbosa Rodrigues. S.. & Lorenzi. Notizbl.R. S. 1997b. & Harvey. Wasshausen. 4: 401-408. 1990. Profice. Marquete (orgs) Flórula da APA Cairuçu. 129p. Itajaí. D. R. D. Tese de doutorado. (Acanthaceae) nos neotrópicos.B. Universidade Estadual Paulista. Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional.A. Acanthaceae.R. Daly. S. Eugeniana 23: 1-7. New species of Stenandrium (Acanthaceae) from the Planalto of Brazil. 29: 579-586. Profice.R. Bot. Lindau. Gard.C. Bot. RJ. Bull. New species of Ruellia (Acanthaceae) from Southern South America. S. Aphelandra espiritosantensis (Acanthaceae). 2008. 704p. Profice. Princeton. Jard.B. 1992. Rio de Janeiro 29: 201-279. Brazil. In M. Wasshausen. Berlin-Dahlem 6(56): 192200. S. 2. Two new species of Mendoncia (Acanthaceae) from Bahia. Sér. D. Herb. 2005. Bot. S. Bol. D. Brittonia 44: 69-73. Tese de doutorado. Vaz & R. 2004. & Monteiro. In B. Rio de Janeiro. (Acanthaceae) para o Brasil. D. M. Mendoncia rizziniana (Acanthaceae) espécie nova do estado do Acre. Espécies vasculares. Bras. Nova Odessa. 1904. D. Acanthaceae. El género Justicia (Acanthaceae) en Sudamérica Austral. Acta Bot. 1996.C. Lindau. Brasil. 1989.C. A.ACANTHACEAE 43 Referências: Braz. Revta Brasil. Boissier. Rio de Janeiro. Acanthaceae Americanae 3. L.R. & Monteiro. Smithsonian Contrib. 2. Royal Botanic Gardens. 2a ed. Univ. Estudos e Contribuições n. 1997/1998.M. S. G. São Paulo 21: 51-53. Novon 15: 55-58.P.M. Aspectos florísticos das espécies vasculares. R.C. Flora de Grão Mogol. H. Guedes-Bruni (orgs) Reserva Ecológica de Macaé de Cima. Missouri Bot. Brittonia 42: 1-6. 3-6. S.C.Wm. Br. Princeton University Press. Henderson. & colaboradores. Nova Friburgo. p. Inéd. Minas Gerais: Acanthaceae. Wasshausen. p. 18: 1-163. a new species from Espírito Santo. Brazil/Primeiro catálogo da Flora do Acre. Profice.R. Parati. Acanthaceae. R. & Wasshausen. Profice. S. C. 2002. Inéd. Revta Brasil. Silveira.F. 2003. Staurogyne rubescens (Acanthaceae): a new species from southeastern Brazil. Novon 3: 280-283. Profice. Biol. In Pilger.C. C. 1997a. 9-22. D.A.R. Ann. Profice.C. 1988b.L. baseado na APG II. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Stannard (ed.M. Smith. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. First catalogue of the Flora of Acre. & Wasshausen.V.C. Kew. New species of Justicia (Acanthaceae) from the Planalto of Brazil.Brazil. .R.C. (Acanthaceae) para o Brasil. G. 1969. A. D. 1988a.Y. RJ. & Smith. Acanthaceae.R. D. ex Vand. Ezcurra. Bot.) Plantae Uleanae. D. 14. 2006. 112-114. Três novas espécies de Aphelandra R.S. (ed. 1993. D. Chapada Diamantina-Bahia. Souza. 2005. Estudos taxonômicos em espécies bra­ si­ leiras de Aphelandra (Acanthaceae). Profice. (Acanthaceae) espécies ocorrentes no Brasil. Marques. Wasshausen. 19: 769-774. p. Rio Branco. Braz. Ministério do Meio Ambiente dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal e Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.M.R. Arch. Kameyama.) Flora of Pico das Almas. 89: 225-280. Instituto Plantarum. Profice.Br. Flora Ilustrada Catarinense. 1975. The genus Aphelandra (Acanthaceae). Brittonia 49: 67-70. No prelo. In M. In N. de corola curto-bilabiada (Acanthaceae). Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Acantáceas. Mori.R. Stevenson & S. Revisão taxonômica de Staurogyne Wall. Bot. Lima & R. Acanthaceae. Ezcurra. Mendoncia Vell. 1995.

são registrados quatro gêneros e 15 espécies predominantemente amazônicas (Souza & Lorenzi. 2a ed. cálice 2. dialissépalos. geralmente monoclinas. Bagas ou cápsulas. apenas uma delas indicada como rara. Atualmente.ou isostêmones. 2008. Sleumer. anteras com deiscência longitudinal. 1980) . (Sleumer. 2008). 1980. (sub)arbustos ou trepadeiras. Carpotroche froesiana Sleumer Distribuição: AMAZONAS:Alto Içana.a 15-mera. V. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. baseado na APG II. Referências: 68º31’W). em cimeiras paucifloras. acúleos ou alas. Nova Odessa. corola 4. Monogr. rio Aiari (01º21’S. Frutos (sub) elipsóides. glabrescentes ou com tricomas esparsos. dialipétala. Flores estaminadas alvo-indumentadas. Fl.44 Achariaceae ACHARIACEAE Alessandro Rapini Árvores.O. inteiras ou serreadas na margem. hipóginas. H. H. amarelo-esverdeados. Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. ovário com 3 a 8 carpelos (raramente 2 ou até 10). Flores actinomorfas. Flacourtiaceae. com placentação parietal e muitos óvulos. com ou sem estípulas. unilocular. poli. Neotrop. Instituto Plantarum.C. No Brasil. simples. Souza. 704p. freqüentemente com cerdas. 22: 1-499. A circunscrição da família foi ampliada com a inclusão de alguns gêneros tradicionalmente classificados em Flacourtiaceae (= Salicaceae). ela abrange cerca de 30 gêneros e 150 espécies e tem distribuição pantropical.a 5-mero. Folhas (sub)oblongas. Não é coletada desde a década de 1940. Folhas alternas. as pistiladas solitárias. & Lorenzi.

K. 174-188. Inflorescência com escapo cilíndrico e pedicelo sem estrias. Echinodorus in the American tropics. 1983). Fl. Kubitzki (ed. 64: 383-420. Arnold Arbor. N. London. persistentes. de placentação basal ou laminar. Folhas emersas ovadas.B. Folhas 38º05’W).R. lactescentes. as flutuantes ou emergentes lineares a ovadas ou rombóides. 1994) Comentários: Erva de 30 cm a 2.4 m de altura. predominando formas emergentes e com distribuição geográfica ampla. Rogers. Flores actinomorfas. Alismataceae está representada por 12 gêneros e cerca de 80 espécies de plantas aquáticas (Haynes et al. Comentários: Erva com cerca de 1.Alismataceae ALISMATACEAE Alexa Araújo de Oliveira Paes Coelho 45 Ervas anuais ou perenes. hipóginas. Conhecida apenas pelo material-tipo. 46º38’W). 202-212. Inflorescência ereta. Sculthorpe. 1967). & Holm-Nielsen. rio Paraguai (16º04’S. sépalas verdes. Rogers. sem folhas submersas. Rhodora 57: 133-156. 1998).H. & Holm-Nielsen. C. Neotrop.B. 1994) Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo (23º32’S. Fasset. D. Monogr. Comentários: Erva. In K. Numerosos aquênios ou folículos. Springer-Verlag.D. gineceu com carpelos livres ou fundidos na base. monoclinas. (Haynes & Holm-Nielsen. sem folhas submersas. p. Flowering plants .. 1994. The genera of Alismataceae in the southeastern United States. androceu com 3 ou numerosos estames livres.5 m de altura.C. 11-16. R. com bainha na base do pecíolo. PERNAMBUCO: Tapera (08º23’S. G. Haynes.. Folhas basais ou alternas. 1998. Haynes. J. sem proliferação vegetativa. 57º40’W). sem folhas submersas. ocasionalmente com estaminódios. 610p. trímeras. Echinodorus (com três espécies brasileiras raras indicadas) e Sagittaria são os únicos gêneros neotropicais e englobam a maior diversidade da família em número de espécies (Fasset. The biology of aquatic vascular plants. com sementes em forma de ‘U’. Alismataceae. Echinodorus lanceolatus Rataj emersas ovado-lanceoladas. 1967. Conhecida apenas pelo material-tipo. Berlim. Echinodorus glandulosus Rataj Distribuição: Referências: emersas ovadas. 1994) chinodorus teretoscapus Haynes & HolmNielsen Distribuição: MATO GROSSO: Cáceres. livres.Monocotyledons Alismatanae and Commelinanae (except Graminae). 4. rizomatosas ou estoloníferas. Alismataceae. principalmente em regiões temperadas (Sculthorpe. 64: 1-112. vol. 1983. 1955. Folhas E . coletado na Estação Ecológica do Taiamã. (Haynes & Holm-Nielsen. L. Frutos com sépalas alargadas ao seu redor. as submersas lineares e sésseis.R. Les.) The families and genera of vascular plants. Edward Arnold. L. 1955. R. (Haynes & Holm-Nielsen. pétalas alvas ou amarelas.

Conhecida apenas de uma população amostrada entre 1979 e 1983. 2004. Princeton. alvas. perenes. H.A. 2004). gineceu com ovário trilocular e estigma capitado ou trilobado.. Cápsulas loculicidas. Dutilh. A..46 Alliaceae ALLIACEAE Marccus Alves & Anderson Alves-Araújo Ervas bulbosas. pernambucanum Ravenna. 2008. New species of Nothoscordum (Alliaceae) – 9. que possui distribuição geográfica mais ampla. sésseis. uma delas indicada como rara. com escapo cilíndrico ou anguloso. trímeras.C. Alliaceae. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. uni. está representada por cerca de 10 espécies do gênero Nothoscordum (Souza & Lorenzi. Ocorre nos campos rupestres da Bahia. p. baseado na APG II. A. No Brasil.a multiflora. & Lorenzi. Flores diminutas. por apresentar ovário com apenas um óvulo por lóculo. Souza. 1991. estando amplamente distribuída no globo (Meerow. In N. no Nordeste brasileiro. pediceladas. Onira 3: 19-21.H. Alves-Araújo et al. hipóginas. 2a ed. & Alves. M. A. e Alliaceae s. 2008) Distribuição: BAHIA: Maracás (13º26’S. 2008). Instituto Plantarum. Meerow. 2008. Flores actinomorfas. diclamídeas. Henderson. 40º26’W). Rodriguésia 59 (no prelo). Smith.Wm. lineares a filiformes.s. Ravenna. Princeton University Press. J. sólido ou fistuloso. Mori. S. Nothoscordum bahiense Ravenna Diferencia-se de N. monoclinas.s. Comentários: Folhas filiformes. (Ravenna. Stevenson & S.A. androceu com 6 estames eretos. 408-409.V. no bioma Caatinga. 704p. com 2 ou mais brácteas. Referências: Alves-Araújo. perenes ou anuais. Nova Odessa. Folhas alternas. Inflorescência umbeliforme. 1991.F. P. Amaryllidaceae s. odoríferas e com antese diurna. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. V. . homoclamídeas. D. Alliaceae inclui de 12 a 15 gêneros e cerca de 600 espécies.

Flores actinomorfas ou zigomorfas. B. Inéd. 2003. (Alstroemeriaceae) de Minas Gerais. maculadas. Duas novas espécies de Alstroemeria L (Alstroemeriaceae) para o Brasil. tépalas externas geralmente sem padrão de manchas. No Brasil. ocorrem os dois primeiros gêneros: Alstroemeria. Está dividida em três gêneros: Alstroemeria (incluindo Schickedantzia e Taltalia). com sementes globosas. com 41 espécies (cinco delas indicadas como raras).) Alstroemeria paraensis M. 25: 177-182. Folhas alternas.C. trímeras. Tese de doutorado. com ramos papilosos. 44º05’W). 2006. Assis. androceu com 6 estames livres. Brittonia 58: 267-269. com até 80 cm altura. tem ampla distribuição. Encontrada com flores em junho. epíginas. Fo- lhas cartáceas. Ocorre em cerrado. 2002. (Assis.C. ocorrendo de norte a sul do país. Alstroemeria capixaba M. (Alstroemeriaceae) do Brasil. listradas ou variegadas. 40º39’W). estilete trígono e estigma trífido.) Alstroemeria variegata M. Universidade de São Paulo. ceas. com rizoma simpodial. glabras ou adaxialmente papilosas. Encontrada com flores em fevereiro. edulis (Tussac. freqüentemente com brácteas foliáceas. com até 80 cm de altura. (Assis. com apenas uma espécie. com até 80 cm de altura. inéd. 2001. São Comentários: Erva ereta. Folhas membranáceas. Novas espécies de Alstroemeria L. Fo- rães (15º29’S. Acta Bot. Comentários: Erva ereta. Folhas cartá- Referências: 49º18’W). Cápsulas loculicidas.Assis João de Petrópolis (19º59’S. (Assis.C. M. M.4 m altura.C.C. Alstroemeriaceae tem distribuição neotropical. Folhas cartáceas. as internas pintalgadas. papilosas adaxialmente. Bras. Flores pêndulas. Revta Brasil. em borda e interior de matas semidecíduas. em altitudes elevadas.Vitória (20º14’S. Floresce de janeiro a março e frutifica em janeiro. Flores vermelho-alaranjadas. 2002. e Bomarea. Serra . (Assis. placentação axilar ou parietal. A new species of Alstroemeria (Alstroemeriaceae) from Pará. com cerca de 180 espécies. Cimeiras umbeliformes. tem distribuição peri-amazônica. Brazil. 2003. monoclinas.C. inéd. inéd. Bomarea e Leontochir.. 2006. Assis.Assis Distribuição: PARÁ: Conceição do Araguaia (08º14’S. Flores vermelhas a amareladas.Assis Distribuição: MINAS GERAIS: Caldas. 46º23’W).C. Comentários: Erva ereta.Alstroemeriaceae ALSTROEMERIACEAE Marta Camargo de Assis 47 Ervas eretas ou volúveis. Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício. concentrada basicamente na porção leste do país e ocorrendo em quase todos os tipos de ambientes. 17: 179-182.Assis do Cabral (17º45’S. 55º41’W). vermelhas. São Paulo. Ocorre no interior de florestas estacionais.) Alstroemeria penduliflora M. Pedra Branca (21º55’S. 40º15’W). Ocorre em afloramentos rochosos e cerrado. Ocorre em afloramentos rochosos. lhas membranáceas. Brasil. Assis. desde a região central do México até o Sul da América do Sul. M. inéd. com até 40 cm de altura. 2002. Comentários: Erva com até 1.C. Flores vermelhas. inéd. simples ou compostas. Flores amarelas.) Alstroemeria chapadensis Hoehne Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos GuimaComentários: Erva ereta.) Herb. Alstroemeria L. Bot.) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. M. Encontrada com flores em março. geralmente ressupinadas. Ocorre nas florestas estacionais semideciduais próximas ao rio Araguaia. Encontrada com flores de novembro a fevereiro e com frutos em janeiro. (Assis. Assis. gineceu com ovário trilocular (raramente unilocular).

subcoriáceas.ou 5-meras. mucronadas no ápice. 1993. salinos. 42º35’W). inteiras ou fendidas e por vezes mucronadas no ápice. Froelichiella grisea R. fasciculadas a semi-amplexicaules. cerrado e campos rupestres. com tricomas amarelados.). gineceu 2. Floresce e frutifica entre janeiro e junho.Siqueira Distribuição: MINAS GERAIS: Januária. São apontadas 17 espécies raras. (Siqueira. 41º55’W). Senna. O gênero mais representativo no país é Gomphrena. sésseis ou pedunculadas. caule ere- meiras (12º31’S. inéd.C. (Siqueira. mas revisões taxonômicas em gêneros como Alternanthera e mais estudos florísticos para o Brasil poderão indicar muitas outras espécies raras na família.. (Siqueira. São encontradas principalmente em ambientes áridos. (Marchioretto et al. 2004) Gomphrena chrestoides C. 47º21’W). no entanto.) Comentários: Erva com até 60 cm de altura. Amaranthaceae inclui 169 gêneros e 2.E. 2000). Vale do Rio Peruaçu (15º11’S. 1998. Comentários: Erva com cerca de 50 cm de altura. 2000.Fries Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás.360 espécies e está amplamente distribuída em regiões temperadas e tropicais do globo (APG. Folhas simples. tépalas escariosas ou suculentas. Pal- to. unilocular geralmente com 1 (eventualmente muitos) óvulo por lóculo. Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º01’S. 44º09’W). Folhas ovadas. monoclinas ou diclinas (plantas monóicas. cartáceas. Townsend. Piatã (13º06’S. com 47 espécies (Siqueira. opostas. Folhas Serra do Urucum (18º55’S. 2002) gínea. Parque Comentários: Erva ereta. Ocorre nos campos rupestres da Chapada dos Veadeiros. 2004) Gomphrena centrota Holzh. Vale do Rio Peruaçu (15º07’S. estames livres ou fundidos em um tubo estaminal. anteras com deiscência longitudinal.ou 3-carpelar. com até 11 cm de comprimento. Encontrada com flores e frutos em abril e setembro. Folhas crassas.C. Inflorescências sésseis.Siqueira Distribuição: MINAS GERAIS: Januária. Pedersen. raramente condensadas na base dos ramos. 42º38’W). decorrentes na base. Alternanthera decurrens J. inéd. é subestimado. caule decumbente. livres ou fundidas na base ou mais raramente fundidas até a altura mediana. Inéd. Comentários: Subarbusto decumbente e ramoso. Floresce e frutifica de novembro a abril. São encontradas principalmente em áreas de caatinga. Ocorre em mata ciliar. Ocorre em campos rupestres. levemente piloso.) Comentários: Erva reptante. . esse número. 1992) Alternanthera januarensis J. dados não publicados) e Pffafia com 20 (Marchioretto. poucas espécies são referidas para áreas de florestas ou ambientes montanhosos (Kuhn et al. no contato de vegetação com a praia ou em áreas antropizadas. em áreas de restinga. 1992. monoclamídeas.Towns. seguido por Alternanthera com 45 (Senna. Senna. (Pedersen. Flores pequenas. acuminadas no ápice. Folhas Gomphrena hatschbachiana Pedersen Distribuição: BAHIA: Boquira (12º43’S. lisas nas margens. 41º33’W). 56º43’W). 3. Serra Poções (12º54’S.. 1999).48 Amaranthaceae AMARANTHACEAE Luisa Ramos Senna & Josafá Carlos de Siqueira Ervas. 1992. densamente piloso-ferru- Macaúbas. arbustos ou subarbustos. pouco ramificada. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. 1993). São referidas cerca de 100 espécies (Barroso. Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá. Folhas oblongo-lanceoladas.C. Nacional da Chapada dos Veadeiros (13º58’S. Judd. dendriformes. eventualmente com projeções alternas aos filetes (pseudo-estaminódios). introrsa ou latrorsa. 44º34”W). 41º22’W). Ocorre em ambientes úmidos e pedregosos. (Siqueira. não ramificado. Comentários: Subarbusto. dióicas ou ginodióicas) isostêmones. 1998) e 17 gêneros no Brasil. Floresce e frutifica entre setembro e novembro.

com até 4 cm de altura. (18º06’S. ramificado. cartáceas. Folhas Comentários: Subarbusto. (Pedersen. (Siqueira.C. Ocorre em margens pedregosas de rio. inéd. ova- opostas a fasciculadas. 39º14’W). Bar- Lecosia oppositifolia Pedersen Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Conceição do Caste- lo (20º22’S. pouco ramificado. ceoladas. 42º50’W). 41º47’W).Amaranthaceae 49 Gomphrena hermogenesii J. 1992) lhas opostas. 1992) das. (Siqueira. Comentários: Subarbusto escandente. coletado em cerrado. Folhas linear-lan- dos Veadeiros (14º12’S. Ser- 52º24’W). 41º14’W). Brejinho das Ametistas Gomphrena hilii Suess. 2000) Gomphrena riparia Pedersen Distribuição: PARANÁ: Laranjeiras do Sul (25º24’S.) Gomphrena marginata Seub. Ocorre na mata higrófila do sul da Bahia. Folhas subsésseis. 1992. Folhas opostas. Comentários: Subarbusto ereto. ramificado. (Siqueira. Comentários: Subarbusto cespitoso. Distribuição: PIAUÍ: Caracol (09º16’S. membranáceas. 2000. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas Pfaffia argyrea Pedersen Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º31’S.) Gomphrena nigricans Mart.Siqueira Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. ramos eretos. Ocorre no Planalto de Diamantina. Encontrada em caatinga.) Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º19’S. em inflorescências pedunculadas terminais. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. ra da Estiva (13º35’S. Comentários: Subarbusto ereto. Inflorescências vináceas. Senna. 41º42’W). com flores e frutos em outubro. 43º19’W). 52º31’W). (Siqueira. levemente pilosas. Comentários: Subarbusto ereto. Floresce e frutifica em novembro. Flores creme. 1992. Ocorre nas áreas de transição entre caatinga e cerrado da Chapada Diamantina. arroxeadas abaxialmente. Distribuição: TOCANTINS: Paraíso do Tocantins (14º09’S. ramificado. Rio Bonito do Iguaçu (25º29’S. Somente conhecida do material-tipo. Pfaffia minarum Pedersen Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. pequenas. Floresce e frutifica em setembro. pouco ramificado. em inflorescências pedunculadas. tornando-se enegrecidas com o tempo. Fo- (10º12’S. (Pedersen. filiformes. coletado em mata pluvial. Folhas coriáceas. Folhas alternas. Chapada Comentários: Subarbusto ereto. 48º54’W). Ocorre em campos rupestres. Floresce e frutifica entre setembro e dezembro. não ramificado. Distribuição: MINAS GERAIS: Couto Magalhães Lecosia formicarum Pedersen Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º21’S. 42º29’W). subcoriáceas. ra do Cipó (19º08’S. fasciculadas. Floresce e frutifica entre março e maio. 2000) opostas. Comentários: Subarbusto ereto a decumbente. 39º17’W). Diamantina (18º06’S. 1992) Gomphrena serturneroides Suess. Folhas opostas. Floresce e frutifica em fevereiro. pilosas. (Siqueira. 47º42’W). ramificado na base. Rio de Contas (13º42’S. (Pedersen. 43º24’W). . Comentários: Erva rizomatosa. Comentários: Subarbusto. ovado-triangulares. Flores alvescentes. membranáceas. 2000) Gomphrena pulvinata Suess. 43º42’W). Floresce e frutifica em diferentes épocas do ano. 41º14’W). 43º39’W). Distribuição: BAHIA: Caetité. (Siqueira. Ocorre sobre solos arenosos. cartáceas. Floresce e frutifica de outubro a dezembro. Floresce e frutifica em setembro. Senna. Senna. (Pedersen. inéd. 1992) Una (15º06’S. inéd. Folhas membranáceas.

Inéd. p.. Tese de doutorado.. Pedersen. Folhas ovado-elípticas. J. Carolin. Springer-Verlag. 1978. 2006. Dissertação de Mestrado. J. & V. M. 1999. Studies in South American Amaranthaceae 4. Kuhn. p. G. Os gêneros Hebanthe Mart. ramos flexuosos. Hamamelid and Caryophyllid families. J. Ocorre em campos rupestres e bordas de mata ciliar com afloramentos rochosos. C.F. 1. G. 464p. 2008. U. T. P. 85: 531-553. vol. Universidade Estadual de Feira de Santana. com indumento gríseo-tomentoso. & Stevens.C. 1993. Duas novas espécies de Alternanthera Forsk.S..M..A. Referências: APG (Angiosperm Phylogeny Group). Gard.M. Hedge. 2000. O gênero Gomphrena L.R. Flowering plants. Freitag.C. 70-91.S. 1997) Marchioretto. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A. & Ichaso. sér. C. Chenopodiaceae.. Amaranthaceae. E. G. Bittrich (eds) The families and genera of vascular plants.G.. (Amaranthaceae) no Brasil. Pedersen. 3. Pesquisas Bot.. H. Senna. (Amaranthaceae) no Brasil. Sunderland. Berlin. New York. 253-281. 1998. 2002. Fries (Amaranthaceae) no Brasil.C.F. M. L. Townsend. Siqueira. Rohwer. Hamamelid and Caryophyllid families. Campbell. Siqueira. T. J. Barroso. Flowering plants.C. (Pedersen... Dicotyledons: Magnoliid. . An ordinal classification for the families of flowering plants. E. & V. Missouri Bot. Dicotyledons: Magnoliid. p. Adansonia.L.L. Uotila. P. 2. EDUSP. Sistemática de angiospermas do Brasil. In K. P. 2004. Peixoto. Marchioretto. vol. Bittrich (eds) The families and genera of vascular plants. Costa. C. 1997. Plant systematics – A phylogenetic approach. Pesquisas Bot. 2.) do estado da Bahia. Amaranthoideae e Gomphrenoideae (Amaranthaceae Juss. 1993. Sinauer Associates. In K.. Ann.50 Amaranthaceae Comentários: Subarbusto com cerca de 1 m de compri- mento. 19: 217-251.C.. 98-99 Judd W. Rohwer. G. & Wilson.M. e Pfaffia Mart. Inflorescências alvescentas.S. Encontrada com flores e frutos em janeiro e maio. 43: 5-197. Porto Alegre. Guimarães. Feira de Santana. Birtch.F. C. Kubitzki. 52: 7-46. São Paulo. Os gêneros Froelichia Moench e Froelichiella R. Amaranthaceae. vol. Studies in South American Amaranthaceae 5.E.S. Bonplandia 10: 83-112. Inéd. V.G. R. Springer-Verlag. Windisch. (Amaranthaceae) para o Brasil. I. Eugeniana 27: 11-17. & Siqueira. J. Kubitzki. Kellogg. 1992.

uni. Referências: material-tipo.Wm. P. Five new species in the genus Griffinia (Amaryllidaceae). 2000. A. Oliveira. (Alves-Araújo et al. Flores lilás. panto curto. 2008) Comentários: Folhas longipseudopecioladas.. epíginas.J. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Alves-Araújo et al. Universidade de São Paulo. com flores em julho. São Paulo. 2000.A... Inéd. sésseis a pediceladas. Onira 4: 19-22. Dissertação de mestrado. com hi- 41º12’W). com escapo cilíndrico ou anguloso e 2 ou mais brácteas. M.A. perenes ou anuais. p. K.a multiflora. 39º12’W). J. coletado por Pickel na década de 1930. eventualmente com corona estaminal.H.D. Giulietti (eds) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo.G.. 4.s. 2000. & Alves. sésseis ou pseudopecioladas.V. trímeras. (Ravenna. Mori. Amaryllidaceae. Apresenta potencial para utilização como ornamental.M. 2004. Mehlen & A. 2005.s. Amaryllidaceae. Oliveira. 2004). Comentários: Folhas filiformes.. Flores actinomorfas a zigomorfas. G. J. (Amaryllidaceae). Alves-Araújo et al. diclamídeas. 2008) Comentários: Flores brancas.W. A. perenes. Santo Antônio similares às encontradas em Arum (Araceae). Conhecida apenas pelo Reserva Ecológica de Tapacurá (07º58’S. sendo a América do Sul um de seus centros de diversidade (Meerow.) . 410-412. Amaryllidaceae s. no Nordeste brasileiro. Henderson. In N. androceu com 6 estames (raramente 5).H. Ocorre no sub-bosque de mata ciliar ou em campo aberto. a new species from Northeastern Brazil. Meerow.S. Inflorescência umbeliforme. Ravenna. Novon 10: 230-233. três delas indicadas como raras. In M. Griffinia alba (Amaryllidaceae). Shepherd. São Paulo.S. A. Flora da Cadeia do Espinhaço: Zephyranthes Herb. Griffinia alba Preuss & Meerow Distribuição: PERNAMBUCO: São Lourenço da Mata. 2000. fusionadas ou não. No Brasil. 2005. Princeton Press. Griffinia arifolia Ravenna Distribuição: BAHIA: Alcobaça. Dutilh. no sub-bosque da mata úmida do litoral sul da Bahia.L. Flores púrpura. Cápsulas loculicidas. Apresenta potencial para utilização como ornamental. com flores em novembro. D. FAPESP/RiMa.F. e Habranthus Herb. Alves-Araújo.A. S. Wanderley. 244-256. vol. Folhas alternas. e Alliaceae s.Amaryllidaceae AMARYLLIDACEAE Marccus Alves & Anderson Alves-Araújo 51 Ervas bulbosas. R. (Preuss & Meerow. Princeton. sagitadas. T. coletado por Santos na década de 1970. 35º04’W). inéd. Alves-Araújo et al. 2008. Preuss. & Meerow. 2008. gineceu com estigma capitado. Stevenson & S. Amaryllidaceae inclui 60 gêneros e 850 espécies e está amplamente distribuída. homoclamídeas. Conhecida apenas pelo material-tipo. Rodriguésia 59 (no prelo). Dutilh. Smith. A. 2006. no sub-bosque da Mata Atlântica. Habranthus bahiensis Ravenna Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º5’S. trilobado a trífido. (17º31’S. ocorrem aproximadamente 15 gêneros e cerca de 150 espécies (Dutilh. 2008). p.

. Folhas ovado-elípticas. com nervuras primárias levemente elevadas adaxialmente. esparsamente revestidas com escamas estreladas abaxialmente. (Mass et al. ocorrendo em diversos habitats. com nervuras primárias impressas adaxialmente. (Maas et al. as folhas elípticas. Frutos geralmente compostos por carpelos bacáceos. No Brasil.Fries Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S. entre 500 e 700 m s. 2004) e ocorrendo no mundo todo. (Maas et al. com muitos carpelos. estrelados a simples abaxialmente. Annona saffordiana R. 1993) Guatteria silvatica R. 2001) Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º47’S. com frutos em fevereiro. 2001) lhas estreito-elípticas. Conhecida apenas por três coletas. polistêmones. 43º11’W). especialmente nos trópicos.. São apontadas aqui nove espécies raras. sem estípulas. Flores opositifólias. Ocorre em caatinga.E. com cerca de 3 m de 46º49’W).. 2001) Guatteria umbrosa R. livres ou mais raramente fundidos. . geralmente com perianto trímero. ramos fibrosos. estames numerosos. 2001) Comentários: Árvore ou arbusto. Conhecida apenas pelo material-tipo. jovens fusco-tomentosas. Flores verde-amareladas. eretos. Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro. Ocorre em cerrado e em vegetação de transição entre cerrado e campos rupestres.Fries Distribução: MINAS GERAIS: Sabará (19º53’S.500 espécies e 135 gêneros (Chatrou et al. Serra do Açu- Guatteria riedaliana R.52 Annonaceae ANNONACEAE William Antonio Rodrigues Arbustos a árvores ou lianas. Encontrada com flores e frutos em fevereiro.E. hipóginas. dentre eles a graviola e a pinha. Folhas elípticas a orbiculares. (Maas et al. Destaca-se também pela produção de frutos comestíveis. cartáceas..Fries Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cantagalo (21º59’S. Flores actinomorfas. como florestas.E. Conhecida apenas pelo material-tipo... emarginadas.E. Folhas jovens e péta- ruá (11º24’S. Comentários: Arvoreta. com pétalas externas conatas e internas menores. Duguetia restingae Maas Distribuição: BAHIA: Maraú (14º06’S. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. (He & Maas. 43º48’W). (Maas et al.. 38º59’W).Fries las densamente revestidas por indumento adpresso-ferrugíneo. Folhas elípticas a obovadas.Fries Distribuição: TOCANTINS: Dianópolis (11º37’S. diclamídeas. Comentários: Arbusto com até 3 m de altura. Frutos com 80 mericarpos. coletado com flores.n. 2001) altura. cartáceas. Flores com até 60 carpelos. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2008). Folhas estreito-elípticas. partes Duguetia rotundifolia R. 42º30’W). Duguetia dicholepidota Mart. incluindo cerca de 2. Fo- 42º22’W). densamente revestida com tricomas longos. Annonaceae é uma das famílias mais importantes de plantas lenhosas. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. 39º02’W). coletado na restinga.m. Comentários: Árvore ou arbusto. monoclinas.E. espiraladamente dispostos. Folhas dísticas. no sertão do rio São Francisco. caatingas e restingas. são encontrados cerca de 250 espécies e 33 gêneros (Souza & Lorenzi. Conhecida apenas pelo material-tipo. em floresta ombrófila densa. com nervuras impressas adaxialmente e escamas estreladas abaxialmente. gineceu apocárpico. cerrados.

P. 1993.Annonaceae 53 Folhas jovens densamente indumentadas. Studies in Annonaceae. S. Conhecida apenas pelo material-tipo. 18-20. p. 39º02’W). A taxonomic revision of Duguetia A. & Rainer.P. Stevenson & S.. cartáceas. Referências: Chatrou.E. Annonaceae. 704p. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil.E. Kramer. 2001.J. 2a ed.Fries Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cabo Frio (22º52’S. Rodriguésia 52(80): 61-94. esparsamente revestidas com tricomas adpressos e acastanhados abaxialmente. de Saint-Hilaire sect. 2004. Duguetia (Annonaceae) in Eastern Brazil. P. Smith. & Maas. A. (Maas et al. Instituto Plantarum. coletado em floresta. Junikka. & Maas. Guatteria xylopioides R. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics.F. Folhas estreito-elípticas. Mus. Folhas (estreito-)elípticas ou obovadas..M. (Maas et al. Maas.W.M.Fries Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º47’S.V. coletado em floresta ombrófila densa. Paraense Emílio Goeldi 9(7): 143-205. L. Conhecida apenas pelo material-tipo. H. H.M. 2001) Comentários: Árvore ou arbusto. L. Conhecida apenas pelo material-tipo. D. de 9 a 12 m de altura.. Bol. Rainer. no nível do mar. com tricomas esparsos abaxialmente. Comentários: Árvore ou arbusto.. V. Mello-Silva. Henderson. 2001) . as mais velhas estreito-elípticas ou estreito-ovadas. In N. Comentários: Planta lenhosa. 16. P. 2001) Malmea obovata R.M. Souza. H. 41º59’W). R.J. coriáceas. P. coletado em restinga. & Lorenzi. com tricomas adpressos esparsos abaxialmente. baseado na APG II. Princeton.J. Princeton University Press.A.C. Annonaceae from Central-eastern Brazil.Wm. H. Mori..C.. 2008. (Maas et al. Nova Odessa. He..

arroxeada para base. inéd. Pico das Almas (13º31’S. Rio de Contas (13º32’S. 41º54’W). Conhecida apenas por duas coletas. Fontella-Pereira et al. Folhas diminutas. 1985) (22º54’S. (Marquete. estames 4. 54º40’W). Comentários: Árvore com até 30 m de altura. subsésseis. isostêmones.) Aspidosperma thomasii Marcondes-Ferreira Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º52’S. Flores actinomorfas ou quase. Distribuição: RIO DE JANEIRO/ESPÍRITO SANTO: Comentários: Liana glabra.54 Apocynaceae APOCYNACEAE Alessandro Rapini. na face adaxial das folhas e na axila do cálice. 1983) Cynanchum morrenioides Goyder Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Aspidosperma compactinervium Kuhlm. Mucugê (12º58’S. estando especialmente diversificadas nas Regiões Sudeste e Sul. não tendo sido coletada desde meados do séc. ainda no séc.000 espécies e 450 gêneros. Ocorre em campos rupestres do sul da Chapada Diamantina. (Fontella-Pereira & Marquete. Flores pequenas. no sul do Mato Grosso. Apocynaceae inclui quase 5. Comentários: Erva decumbente.. 2004a) terial-tipo. 41º20’W). Está distribuídas principalmente nas regiões (sub)tropicais do mundo todo. Flores com corola amarelada. Comentários: Subarbusto glabro. 19. glabras. Ocorre nas matas da cidade do Rio de janeiro. Frutos esquizocárpicos na maioria dos grupos. Floresce entre novembro e março. Ocorre somente em Mata Atlântica. 48º18’W). com cerca de 30 cm de altura. Conhecida apenas pelo ma- Campos/Vitória (20º22’S. e corona alva. 1979. Folhas alternas. 43º12’W). coletado em Mata Atlântica. Flores solitárias. bérulos. Blepharodon hatschbachii Fontella & Martquete Distribuição: MATO GROSSO: Itiquira (17º20’S. Flores diminutas. cordiformes. lanceoladas a cordiformes. São apontadas 85 espécies raras. pentâmeras. são estimados 750 espécies e 60 gêneros. 41º48’W). amarelas. 40º15’W). 39º07’W).ou 2-esporangiados. 1999) 54º40’W). Arg. eventualmente cápsulas ou mericarpos bacáceos ou drupáceos. solitárias. lactescentes. gamopétalas. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro Barjonia harleyi Fontella & Marquete Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S. (Goyder. geralmente 1 par de folicários produzindo várias sementes comosas. Comentários: Árvore com até 21 m de altura. congestas no ápice dos ramos. . mas revisões taxonômicas em gêneros complexos como Matelea e mais estudos florísticos nas Regiões Nordeste. Folhas diminutas. Flores com corola creme. (Marcondes-Ferreira. geralmente hipóginas. 47º47’W). Folhas lineares. tendo sido coletada pela última vez na década de 1970. livres ou reunidos em polínios. monoclinas. Ocorre sobre cascalhos. ramos pilosos a pu- Uruçuca (14º28’S. 1974) Barjonia grazielae Fontella & Marquete Distribuição: DISTRITO FEDERAL: localidade não in- Condylocarpon glabrum Müll. geralmente com coléteres nos nós. Rita Fabiana de Souza Silva & Leilane Naiara Pedreira Sampaio Ervas a árvores ou trepadeiras. liberando grãos de pólen em mônades ou tétrades. mas que se fundem próximo ao ápice em uma cabeça estilar.m. 19. dicada (15º50’S. no sul da Bahia. 39º05’W). glabro. ovário com 2 carpelos livres no nível do ovário.000 m s. com cerca de 70 cm de altura. No Brasil. Norte e Centro-Oeste poderão indicar muitas outras espécies raras na família. (Fallen. 41º57’W). Comentários: Subarbusto rupícola.n. a partir de 1. GOIÁS: Santo Antônio do Descoberto (15º56’S. (Marcondes-Ferreira. Rondonópolis (16º30’S.

Flores com corola castanho-arroxeada abaxialmente. inéd. (Rapini et al. na época pertencente ao Estado de Goiás.n. 2004.P. Pico do Itabirito (20º13’S.. Folhas elípticas.. Konno. 46º21’W). a partir de 900 m s.500 m s. Morro do Sal (20º48’S. 2001. coletado por Ule. glabras ou quase. quase glabras adaxialmente. 42º01’W). Ocorre no Sul da Cadeia do Espinhaço. Folhas elípticas a ovadas.m.. Flores com corola amarela. Cabo Frio (22º52’S. Folhas elípticas a oblongas. em 1839. 2001. 2001) Serra da Canastra (20º14’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. 47º37’W).) vadas a oblongas. Konno. 43º33’W). inéd. inéd. Pico do Itambé (18º24’S. Folhas lineares. 43º21’W). coletado em cerrado por Gardner. inéd. ramos velutinos. Ditassa maricaensis Fontella & E. (Rapini et al. Folhas elípticas a obovadas. inéd. inéd..Apocynaceae 55 Comentários: Trepadeira. 43º24’W). 42º49’W). Comentários: Trepadeira hirsuta. Ocorre apenas nos campos rupestres da Serra do Cipó. Conhecida apenas pelo material-tipo. em glomérulos. glabras. Comentários: Trepadeira.n. Konno. ramos unilateralmente pubes- centes. Konno. ramos vilosos. Serra do Ditassa dolichoglossa Schltr. Konno. (Konno. com tricomas na margem e nas nervuras.A.) Ditassa itambensis Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santo Antônio do Itam- bé. Ouro Preto (20º19’S. Comentários: Trepadeira. com cerca de 1 m de altura. Flores alvas. 43º19’W). levemente rosada.Schwarz Distribuição: RIO DE JANEIRO: Araruama (22º56’S.Konno Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cachoeiro do Itape- Caraça (20º02’S. Ocorre nas restingas cariocas. ramos pubescentes.. Folhas elípticas. (FontellaPereira et al. Folhas (sub)lineares. Ditassa emmerichae Fontella & Marquete Distribuição: TOCANTINS (‘GOIÁS’): Serra de Nati- vidade (11º37’S. Konno. (Konno. Comentários: Trepadeira. no início do século passado.m.) itassa longisepala (Hua) Fontella & E. 43º29’W).n. Ocorre em campos rupestres. (Rapini et al. pilosas a hirsutas adaxialmente. Comentários: Trepadeira. Konno et al.Schwarz Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. a localidade. entre rochas. Flores com corola alva. a cer­ D ca de 300 m s. (Fontella-Pereira et al. na década de 1960. inéd. Itabirito. atualmente faz parte do Estado de Tocantins.A. 1989. com tricomas esparsos na nervura principal.) . 1997. 42º20’W). Flores com corola creme. creme adaxialmente.) Comentários: Trepadeira. Ditassa insignis Farinaccio & Mello-Silva Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas.) Ditassa cipoensis (Fontella) Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º53’S. Conhecida apenas pelo material-ti­ po. (Goyder. Santana do Riacho (19º14’S.. acima de 1. Comentários: Trepadeira encontrada em caatinga. Ocorre na porção leste do Planalto de Diamantina. pilosas a vilosas abaxialmente. inéd. 2001. estando ameaçada pela especulação imobiliária na região. e corona alva. Distribuição: BAHIA: localidade não indicada. 41º03’W). Flores com corola alvo-amarelada. 43º20’W).500 m s. pubescentes abaxialmente. Folhas lineares. 1995) Comentários: Subarbusto com cerca de 30 cm de altu- ra. Flores com corola alva ou creme. Ocorre em campos rupestres acima de 1. coletado em Mata Atlântica perturbada.) Ditassa auriflora Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Itacambira (17º02’S. (Farinaccio & Mello-Silva.. 43º43’W). Maricá (22º55’S.U. 43º51’W). 2001. Comentários: Arbusto ereto. ramos hirsuto-tomentosos. Floresce entre novembro e março.n.) Ditassa duartei Fontella & T. Folhas obo- mirim. Flores com corola alva.m.m. glabras. glabras. São Gonçalo do Rio Preto (18º05’S. (Rapini et al.

glabra ou quase. 43º23’W). Folhas filiformes. ramos hirsuto-vilosos. Ser- ares. Folhas filiformes ou quase. 1999) . 2001) ra do Cipó (19º03’S. 43º39’W). Comentários: Trepadeira. Folhas lineares. 40º36’W). Comentários: Trepadeira. Ditassa subumbellata Malme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro se. 2001) Hemipogon furlanii Fontella Distribuição: MINAS GERAIS: Juramento (16º49’S. 43º42’W). Res- ra. glabras ou qua­ cugê (12º58’S.U. Serras da Canastra (20º14S. 43º18’W). e apêndice do ginostégio vináceo. Flores com corola alva ou rósea. elípticas ou Hemipogon piranii (Fontella) Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Pirapama Comentários: Erva escandente.. Folhas line- oblongas. Folhas aciculares. Comentários: Trepadeira ou subarbusto escandente. coletado por Luschnath. 41º48’W). (Konno. Comentários: Trepadeira.) Hemipogon hatschbachii (Fontella) Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Flores rosadas. Folhas elípticas a oblongas. na serra cortada pela antiga estrada que ligava Santana do Riacho a Congonhas do Norte.) 30 a 50 cm de altura. Distribuição: BAHIA: localidade não indicada. Ocorre em campos rupestres.Schwarz Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Konno.) Farinaccio & T. Folhas obovadas. São Roque de Minas. acima de 500 m s. 46º56’W). Flores alvas... Hemipogon abietoides E.56 Apocynaceae Ditassa oberdanii Fontella & Marquete ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa (19º56’S. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. glabras. Hypolobus infractus E. na década de 1830. (Fontella-Pereira & Konno.000 m s. Folhas estreito-lanceoladas. Conhecida apenas por três coletas. 2001) (18º57’S. com venação castanha. 2001) tinga de Jacarepaguá (22º55’S. pubescentes abaxialmente. dispostas espiraladamente. urceolada.n.A. (Rapini et al. Ocorre nos campos rupestres do sul da Chapada Diamantina. ramos hirsuto-tomentosos. e em restinga. 43º46’W). Ocorre em Mata Atlântica. inéd. patente-recurvadas. ramos unilateralmente pu- bescentes. Folhas ovadas. Serra de Araxá D (19º35’S.Fourn. uma delas com localização imprecisa. 41º20’W).. (Rapini et al. coletado por Riedel em 1825 (‘1824’ in sched. 2001) Hemipogon harleyi (Fontella) Goyder Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S. Flores com corola alva. (Konno.P. quase glabras. Comentários: Erva com até 20 cm de altura. 1994) (22º58’S. sobre solo pedregoso. Não era coletada desde o início da década de 1980. a cerca de 800 m s. Flores com corola alva a esverdeada externamente. Encontrada em Mata Atlântica. Comentários: Trepadeira.) e referido para Serra da Lapa.Konno Distribuição: MINAS GERAIS: Araxá. não tendo sido coletada há mais de 40 anos. Gonolobus dorothyanus Fontella & E. (Fontella-Pereira. (Rapini et al.Fourn. Ocorre acima de 1.n. Folhas obovadas a elípticas. glabras. (Konno et al. hirsutas. MuComentários: Trepadeira. urceoladas. roxa internamente. de 43º34’W). 46º22W).n..m. Conhecida apenas pelo materialtipo. Flores esverdeadas.Fourn. tomentosas adaxialmente. tendo sido novamente encontrada em 2008. inéd.m. com lacínios retorcidos. Comentários: Trepadeira. Flores com corola creme a alva.. itassa obscura (E. Flores com corola alva. even­ tualmente com tons verdes. glabras ou quase. inéd. Flores com corola vinácea.m. SerComentários: Subarbusto com cerca de 60 cm de altu- ra do Cipó (19º09’S. ramos tomentosos.) Distribuição: foi novamente encontrada. (Rapini et al.

Inglaterra. Conhecida apenas pelo material-tipo. 39º32’W). ramos com apêndices nodais semelhantes a estípulas persistentes. Fontella-Pereira et al. discolores. Flores com corola rósea. (Morillo & Carnevali. Serra do Mar Malouetia pumila M. 44º26’W). Ocorre em orla de mata. M Marsdenia hatschbachii Morillo Distribuição: PARANÁ: Campina Grande do Sul (25º19’S. & A. 49º04’W) Comentários: Trepadeira glabra. 1989) Marsdenia fontellana Morillo & Carnevali Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares (19º26’S. Serra dos Carajás (06º00’S. com até 3 m de altura. Kin.V.Gouv. Folhas elípticas.) Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. Kin. arroxeada internamente e amarelada na fauce. Conhecida apenas pelo material-tipo e por um espécime cultivado na estufa de plantas temperadas. sobre solo arenoso. Comentários: Subarbusto volúvel. sésseis. 41º26’W). 2005) andevilla harleyi M. inéd. inéd.Simões (16º11’S. com até 1 m de altura. Kin.. Conhecida apenas pelo material-tipo. coriáceas.. em Kew. 1987) andevilla semirii M. ex M.Simões Distribuição: MINAS GERAIS: Curvelo (18º49’S. & A. Sales.F.. sobre lajedos graníticos.O. Flores com corola alva.F. Flores com corola alva. (Sales et al. 1977) . laterais curtos. Inflorescências 2. Flores com corola rosa a púrpura. Sales. & A. em afloramentos rochosos e caatinga circundante.Endress Distribuição: RORAIMA: São Luiz do Anauá (00º46’N. 45º15’W). na década de 1970. ou diretamente sobre as rochas. 49º03’W). 1993) Marsdenia carvalhoi Morillo & Carnevali Distribuição: BAHIA: Itamaraju (17º03’S. coletado em mata.. (Sales et al. 2004) Macroditassa marianae Fontella & M.Apocynaceae 57 Jobinia hatschbachii Fontella & E. Folhas elípticas a obova- Mandevilla rubra Markgr. (25º26’S.) Distribuição: MINAS GERAIS: Medina. Flores com corola amarelo-esverdeada externamente.Schwarz Distribuição: PARANÁ: Piraquara. Flores com corola amarela. coletado a cerca de 600 m s.F. 43º41’W).A.ou 3-cótomas.Sales. 2006. 1987.E. (Endress. Folhas elípticas.Sales. Folhas ovadas. Comentários: Arbusto glabro. Flores com corola amareloesverdeada. Ocorre em depressões.. Folhas obovadas. Conhecida apenas pelo material-tipo. coletado em campina fechada. Sales.-Gouv. Comentários: Arbusto ereto. 2006.O. com venação terciária reticulada e conspícua abaxialmente. (Morillo. Pedra da Onça M 50º15’W) Comentários: Trepadeira glabra. 2006. em campos rupestres do Planalto de Diamantina.Simões 42º56’W).Sales. (Ferreira. Comentários: Liana lenhosa. 43º18’W). inéd. Ocorre em campos rupestres da porção norte do Espinhaço de Minas Gerais. Comentários: Trepadeira glabra. na década de 1960. Pedra Azul. Folhas oblongo-elípticas a lanceoladas.m. Comentários: Liana lenhosa. Vale do Jequitinhonha (16º04’S. 41º18’W). (Morillo. 1995) 60º10’W). Flores com corola amarela. coletado na década de 1970. Comentários: Trepadeira glabra.O. Fontella-Pereira & Ferreira. Encontrada em afloramentos quártzicos. mais clara para a base. Comentários: Trepadeira glabra. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2005. lanceoladas. (Morillo & Carnevali.Ferreira Distribuição: SÃO PAULO: Ubatuba (23º23’S. (Schwarz & Fontella-Pereira. Folhas elíptico- Marsdenia bergii Morillo Distribuição: PARÁ: Marabá. Flores com corola róseo-lilás a rubra. glabras. Itacambira (17º04’S. Inflo- rescências com 40 a 50 flores de cor creme.) 40º03’W). Folhas dispostas em ramos das.n.-Gouv. (Sales et al. Folhas elípticas. Gouveia (18º26’S.

Flores com corola creme. 41º33’W). 47º32’W). 1996) Marsdenia sessilifolia (E. (Morillo. Comentários: Trepadeira glabra. Comentários: Trepadeira glabra. internamente vinácea.n. (Morillo. Comentários: Arbusto glabro ou quase. Coletada pela última vez em 1910.. 1989) Russas (08º11’S. Flores com corola esverdeada. na divisa entre os Estados do Paraná e de Santa Catarina. 35º34’W). 39º02’W). em meados da década de 1960. Conhecida apenas pelo material-tipo. 47º50’W). 20. (Fontella-Pereira. & Rothe nhecida apenas pelo material-tipo. Conhecida apenas pelo material-tipo. RIO DE JANEIRO: Mangaratiba (22º56’S. Folhas elíptico- 43º53’W).000 m s. Flores com corola alaranjada ou roxo-esverdeada..Fourn) Malme Distribuição: MINAS GERAIS: Lagoa Santa (19º37’S. a cerca de 1. (Konno & Fontella-Pereira. Conhecida por duas coletas em cerrado. Folhas lanceoladas a oblongo-elípticas. Comentários: Subarbusto volúvel.58 Apocynaceae Marsdenia neomanarae Morillo Distribuição: DISTRITO FEDERAL: limite norte da Marsdenia ulei Schltr. 41º05’W). Conhecida apenas em duas localidade. Flores com corola creme. 1987) Comentários: Trepadeira dourado-tomentosa. Fontella-Pereira et al. formando touceiras entre rochas. uma no litoral norte de São Paulo e outra no Rio de Janeiro. coletado em caatinga. Folhas elípticas. externamente esverdeada. Flores com corola castanha.) Morillo Distribuição: SÃO PAULO: Ubatuba (23º21’S. (Fournier. Serra das ticas. na estação ferroviária conhecida como Legru. na década de 1930. Marsdenia otoniensis Fontella & Morillo Distribuição: MINAS GERAIS: Teófilo Otoni (17º48’S. coletado em beira de estrada.. 44º04’W). Conhecida apenas por duas coletas em matas do sul da Bahia. ItaComentários: Trepadeira glabra. coletado por Ule no início do séc. (Fontella-Pereira et al. 1989) Distribuição: BAHIA: localidade não indicada. Marsdenia pickelii Fontella & Morillo Distribuição: PERNAMBUCO: Gravatá. Folhas União/União da Vitória (‘Legrú’) (26º15’S. crassas. cordiformes. avermelhada no ápice. no séc. Comentários: Arbusto suculento com ramos volúveis. em inflorescências laxas. 19. 51º05’W). (Fournier. coletado em afloramentos calcários. (FontellaPereira & Morillo.. 41º34’W). Comentários: Trepadeira glabra. Ocorre em lajedos na caatinga. GOIÁS: São João d’Aliança (14º41’S. Marsdenia thomasii Morillo Distribuição: MATO GROSSO: Sinop/Colíder.) Fontella Distribuição: MINAS GERAIS: Itaobim (16º34’S. Flores com corola carnosa. sendo a mais recente do início da década de 1970.m. Serra 44º50’W). . Conhecida apenas pelo material-tipo. 55º28’W). Comentários: Arbusto glabrescente com cerca de 1 m de altura. 1885) Matelea bahiensis Morillo & Fontella Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º58’S. Folhas obovadas a elíp- buna (14º48’S. 54º49’W). coriáceas. 1992) ovadas. Flo- res com corola alva. glabro. a mais recente da década de 1980. coletado em meados da década de 1980. Folhas elípticas. Folhas elípticas. (Morillo. Comentários: Trepadeira encontrada em caatinga e co- Lagoa do Parnoá (15º40’S. 2004a) Marsdenia virgultorum (E. glabras. Co- Matelea dusenii Morillo Distribuição: SANTA CATARINA/PARANÁ: Porto nhecida apenas pelo material-tipo.Fourn. Folhas elípticas. 1998) Matelea matogrossensis Fontella Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Terenos (20º26’S. 1987. 2005) Formosa (11º37’S. (Fontella-Pereira et al. Pedra Azul (16º20’S. 1885) Matelea marcoassisii (Decne. Folhas lanceoladas. 39º17’W).

coletado em campos.Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º19’S. Comentários: Arbusto glabro. 1989) Comentários: Trepadeira pilosa.U. Ita- inaria diamantinensis (Fontella) T. Flores com corola provavelmente vinácea.. Tiradentes. no início da década de 1970. Comentários: Subarbusto escabro. 44º17’W). (Fournier. glabrescentes. a cerca de 900 m s. 41º20’W). no Planalto de Diamantina.. Konno. minutas. Folhas ovadoelípticas. Conhecida apenas em dois pontos distantes cerca de 3 km entre si. Serra da Minaria bifurcata (Rapini) T. 39º19’W). Serra Rio de Contas (13º30’S. Ocorre em campos rupestres do sul da Chapada Diamantina. Comentários: Trepadeira fulvo-hirsuta. Conhecida apenas pelo material-tipo. ramos pubescentes. Flor com sépalas vináceas e corola creme-esverdeada com traços vináceos. Folhas lanceoladas. Frutos com longas projeções. Flores alvas. M Rio de Contas (13º26’S. Comentários: Trepadeira. Folhas ovadas. Folhas cordiformes. ramos velutinos. 2004b) Distribuição: SANTA CATARINA: Curitibanos (27º19’S. de altura.Fourn. Serra de São José (21º06’S. vilosas a sublanosas abaxialmente. coletado por Glaziou em 1869. Folhas oblongas. Folhas lan- ceoladas. 39º41’W). (Fontella-Pereira & Morillo. eretas. Flores com corola vermelho-escura a roxa. Minaria campanuliflora Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: São Gonçalo do Rio Comentários: Subarbusto hirsuto. (Rapini et al. Conhecida apenas pelo material-tipo..P..) Morillo Babilônia (20º30’S. (Fontella-Pereira et al.) inaria grazielae (Fontella) T. Folhas elípticas. Conhecida apenas por duas coletas. 2006) Matelea santosii Fontella & Morillo ju do Colônia (15º11’S. Folhas ovadas a largoelípticas. Flores com corola amarela e corona vinácea. 2006) Matelea refracta (E. com cerca de 25 cm Preto (18º05’S.Fourn. 1994) Distribuição: BAHIA: Itabuna (14º49’S. di- 43º34’W). Flores com corola creme. Flores com corola arroxeada. 43º20’W).P.. subcordadas.m. Konno.Apocynaceae 59 Comentários: Trepadeira. (Konno et al. 1885) Distribuição: MINAS GERAIS: Delfinópolis. 46º30’W).P. coletado no início da década de 1970. inéd. Conhecida apenas pelo material-tipo. 42º26’W). 1989) Matelea morilloana Fontella Distribuição: BAHIA: Caetité (14º04’S. com cerca de 20 cm de altura. híspidas a hirsutas adaxialmente. . Encontrada com flores praticamente o ano todo. (Konno et al. Flores com corola alva a creme.) Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: São João del Rei. inéd. M de altura.) Matelea reitzii Fontella 50º34’W). (Rapini et al.. 41º45’W). hirsutas a tomentosas abaxialmente. 41º44’W). coletado sobre solo pedregoso. ramos alvo-tomentulosos.U. Comentários: Subarbusto prostrado ou com até 20 cm 43º55’W). nas proximidades de Passos. revolutas. 43º41’W).U. Comentários: Trepadeira.n. Conhecida apenas pelo material-tipo. na década de 1960. velutinas adaxialmente.Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. (Fontella-Pereira. revolutas. 1992) do Lenheiro (21º08’S. Folhas cordiformes. ramos hirsutos. revolutas. (Fontella-Pereira. 44º09’W).Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º15’S. (Fontella-Pereira et al. 2001.. Metastelma giuliettianum Fontella Distribuição: BAHIA: Mucugê (12º59’S. 2001. Folhas cordiformes a ovadas. Comentários: Subarbusto hirsuto. Ocorre em campos rupestres. a mais recente do início da década de 1970. Minaria abortiva (E. Encontrada na porção nordeste do Planalto de Diamantina.

44º04’W). esparsamente ciliadas. cespitoso. glabras ou quase. inéd.. geralmente cimbiformes e eretas. Gouveia (18º27’S. reflexas.Konno & Rapini Moça (20º04’S. 43º50’W).) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º15’S.P. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. 2001. 43º40’W).. Serra do Cipó (19º09’S.) Minaria semirii (Fontella) T. Não é recoletada na Serra do Rola-Moça desde o início da década de 1960 e. (Rapini et al. Konno.) T. Folhas diminutas. 43º22’W). com até 40 cm de altura. ramos pubescentes. diminutas. revolutas. Folhas sublanceoladas. 2001) Minaria refractifolia (K. (Rapini et al. patentes a reflexas. Floresce principalmente de janeiro a abril. diminutas. Distribuição: MINAS GERAIS: Ibiritê. 43º44’W).U. 43º44’W). Ser- M Flores com corola alva ou creme-acastanhada. escabro. Folhas lineares a suboblongas. 2001. Comentários: Subarbusto com até 40 cm de altura.) Nephradenia filipes Malme Distribuição: MATO GROSSO: Chapada do Guima- rães (‘Serra da Chapada’) (15º24’S. (Rapini et al. Konno. escabro. Comentários: Subarbusto glabro a escabro.. com até 20 cm de ra do Cipó (19º07’S. 2001. (Rapini et al. lanceoladas. Flores com corola creme. Típica da Serra do Cipó. Flores com corola alva ou creme. (Rapini et al. ramos hirsutos. 2001. tendo sido novamente encontrada em 2008. SerComentários: Subarbusto rupícola. 2001. Não era coletada havia quase 100 anos. Minaria monocoronata (Rapini) T. Folhas cordiformes.) inaria hemipogonoides (E. 55º44’W). inéd. Serro (18º36’S. inéd. com até 50 cm de altura.U. Floresce de outubro a abril. (Rapini et al. próximo à antiga estrada que ligava Santana do Riacho a Congonhas do Norte.P. Minaria inconspicua (Rapini) Rapini 43º50’W). Ocorre sobre solos ferrugíneos. Flores com corola creme ou amarelada. (Rapini et al. cimbiformes. Konno. Itabirito. inéd. Ocorre em campos rupestres.Konno & Rapini 43º50’W). 2001. Folhas lanceoladas. Folhas diminutas. cespitoso. Minaria magisteriana (Rapini) T. cordiformes.. 2005) Santana do Riacho. cimbiformes. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Comentários: Erva a subarbusto. 43º33’W)..U. Coletada pela primeira vez em 1998. foi coletada uma única vez em Caeté. patentes. nos campos rupestres da Serra do Cipó. Encontrada com flores praticamente o ano todo..P. Konno. Konno. Konno. apesar de duas coletas relativamente recentes (1994 e 2004) em Itabirito. Comentários: Subarbusto rupícola. formando touceiras entre rochas. encontra-se provavelmente extinta naquela localidade devido à mineração. solitárias. Comentários: Erva geralmente com até 15 cm de altura.P. Pico do Itabirito (20º13’S. reflexas.U.) T.P. Flores solitárias. é conhecida apenas de duas localidades. 2001) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º16’S. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Serra do Rola- ra do Cipó (19º06’S. . 43º39’W). inéd.Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. pubescente.P.U.Schum. com corola rósea a lilás.60 Apocynaceae Comentários: Subarbusto escabro formando touceiras en- tre rochas.Fourn. patentes. com tricomas esparsos adaxialmente. altura. patentes.Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Flores com corola alva.Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté (19º49’S. Comentários: Erva com cerca de 10 cm de altura a subarbusto decumbente. Folhas ovadas a lanceoladas. no sul da Cadeia do Espinhaço. (Rapini et al.. Santana do Riacho (19º14’S. glabras ou quase.U. 43º34’W).Konno & Rapini Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Pirapama (18º56’S. Flores com corola creme-esverdeada. Folhas lanceoladas a lineares. 43º40’W). ainda na década de 1940.) Minaria polygaloides (Silveira) T..

com tricomas ao longo das nervuras. 44º34’W).n. pubescentes adaxialmente. Fo- Oxypetalum helios Farinaccio Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. 2007) elípticas. corola alva. 44º56’W). divisa entre Rio de Janeiro. (Occhioni. ocorrendo em bordas de capões. São Paulo e Minas Gerais. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º34’S. Comentários: Trepadeira. 1885) Comentários: Trepadeira hirsuta. na Serra da Mantiqueira. (Fontella-Pereira. Teresópolis (22º26’S. 49º26’W). ramos tomentosos. Serra do Papa- O Oxypetalum kleinii Fontella & Marquete Distribuição: SANTA CATARINA: Lauro Müller. passando a esbranquiçados para o ápice. 1996) . Folhas O deira (20º25’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. Floresce de outubro a abril. 46º40’W). Comentários: Trepadeira ou arbusto prostrado. acima de 2. pubescentes. Pico da BanComentários: Trepadeira. 44º40’W). corona e apêndice do ginostégio alvos. a cerca de 245 m s. Serra da Canastra (20º11’S. (Fontella-Pereira et al. discolores. Comentários: Trepadeira. Folhas triangulares. Folhas Orthosia loandensis Fontella Distribuição: PARANÁ: São Pedro do Paraná (‘LoanComentários: Trepadeira.. 46º35’W). 2004) Oxypetalum costae Occhioni Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º26’S. coletado recentemente em mata pluvial atântica. ti/Ubatuba. Flores com corola creme-esverdeada passando a arroxeada para a base. (Malme. Marquete et al.. glabras ou com tricomas esparsos. alvas abaxialmente. 2004b) Oxypetalum leonii Fontella Distribuição: MINAS GERAIS: Caparaó.. em campos sobre solos úmidos. entre 800 e 1. especialmente em Itatiaia. (Fournier. 2007) xypetalum gyrophyllum Farinaccio & MelloSilva Distribuição: RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO: Para- do Rio do Rastro (28º26’S. Folhas elípticas. Conhecida apenas pelo material-tipo.800 m s. 1952. Encontrada entre pedras. Ocorre nos paredões rochosos de Aparados da Serra.n.000 m s. tomentosas abaxialmente. SÃO PAULO: Cruzeiro (22º34’S. Flores com corola roxa a verde adaxialmente. Flores com sépalas vilosas e corola amarelo-esverdeada. próximo a capões. corola creme a amarela. (Farinaccio & Mello-Silva. RIO JANEIRO: Itatiaia (22º26’S. rosado no ápice.Fourn. 42º56’W). Conhecida apenas por coletas recentes. 53º10’W).m. Flores com cálice amarelo a verde.m. Conhecida apenas por duas coletas. ramos fulvo-tomentosos. corona e apêndice do ginostégio vináceos. Serra gaio (22º02’S. corona alva e apêndice do ginostégio alvo a rosado. 45º15’W).300 m s.m.n. 1985) oblongas. Porto São José (22º43’S. Folhas elípticas. em 1959. lanceoladas. 1900) Orthosia eichleri E. Flores com corola alva a esverdeada. ramos pubescentes.) Fontella & Marquete Distribuição: MINAS GERAIS: Aiuruoca. Comentários: Trepadeira puberulenta.. 44º34’W). da’). (Marquete et al.. Conhecida apenas pelo material-tipo.. próximo ao Morro São Gerônimo.m. Flores com cálice vináceo a castanho. Co- 43º15’W).Apocynaceae 61 Comentários: Arbusto glabro. Folhas Serra da Canastra (20º10’S.n. coletado por Malme em 1894. (Farinaccio. ramos glabrescentes. Conhecida apenas por coletas recentes. (Fontella-Pereira et al. sobre solos úmidos. Pico do Cuscuzeiro (23º15’S. (Farinaccio. Flores com corola amarela. 41º46’’W). lhas ovado-cordadas. coletado em área perturbada de mata úmida. corona verde-clara e apêndice do ginostégio creme. Comentários: Trepadeira. 2006) Comentários: Trepadeira glabrescente. nhecida apenas da Serra dos Órgãos. Oxypetalum habrogynum Farinaccio Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. 2004) xypetalum glaziovii (E. vináceo para a base. Folhas lineares. a partir de 1.Fourn.

Comentários: Arbusto com xilopódio. coletado no início da década de 1970. imbricadas. em floresta de araucárias. (Marquete et al. Comentários: Arbusto com até 4 m de altura. (Fontella-Pereira. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2006) Distribuição: PARANÁ: Cândido de Abreu (24º30’S. Morales & Méndez.m. 43º53’W). Folhas oblanceoladas. Comentários: Trepadeira dourado-vilosa. coletado em cerradão. 2004) Rauvolfia blanchetii A. na década de 1960. 19. Comentários: Trepadeira vilosa. Folhas oblongas. (Fontella-Pereira et al. ramos tomentosos. (Leewenberg. corona creme. Missu (11º39’S. (Farinaccio & Mello-Silva. Serra de Ibitipoca (21º42’S. Flores alvas. Comentários: Trepadeira glabra. 2004b) Comentários: Subarbusto ereto. puberulento.. 2004b) Peplonia riedelii (E. 41º06’W). coletado por Riedel.. ramos fulvo-hirsutos. 2005) Coletada em bosques úmidos até 200 m s.DC.. 43º32’W). tomentosas abaxialmente. lio (‘Rio do Sul’).n. densamente pilosas. Flores com corola alva. com cer- (26º34’S... Folhas ovadas. em 1824. a cerca de 900 m s. Comentários: Subarbusto. 2005) Tassadia geniculata Fontella Distribuição: MATO GROSSO: Serra Nova.Fourn. 44º34’W). Folhas estreito-ovadas.) Fontella & Rapini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro Oxypetalum oblanceolatum Farinaccio & MelloSilva 51º30’W). 2007) Oxypetalum reitzii Fontella & Marquete Distribuição: SANTA CATARINA: Presidente Getú- Oxypetalum morilloanum Fontella Distribuição: SANTA CATARINA: Abelardo Luz ca de 40 cm de altura. coletado por Glaziou no séc. Não é recoletada desde o séc. Utinga (12º05’S. Distribuição: PARÁ: Oriximiná (01º45’S. Folhas verticila- das. a cerca de 800 m s. coletado em região aberta. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1977) . 42º34’W). Flores com lacínios da corola reflexas expondo a corona e o apêndice do ginostégio rostrado.m. 55º51’W). (Koch.. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas largo-ova- das. Lima Duarte. (Fontella-Pereira et al. Flores com corola creme a esverdeada. Comentários: Trepadeira. 49º43’W). pubsecentes. Comentários: Trepadeira pubescente. Folhas lineares. Flores pequenas..51º25’W). coletado em floresta ombrófila densa. RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º26’S. (‘Rio Pardo’) (21º35’S.Fourn. Conhecida apenas pelo material-tipo. (22º56’S. atualmente substituída por plantação de soja. rio Suiá- Oxypetalum patulum E. Flores com corola creme-esverdeada. Folhas (sub)elípticas. pubescentes adaxialmente. Foi coletada pela última vez na década de 1960. Distribuição: SÃO PAULO: São José do Rio Pardo Stemmadenia brasiliensis Leeuwenb. na década de 1980. Serra do Mirador (‘Alto Matador’) (27º04’S. 40º31’W). vilosas.) Oxypetalum pardense E. 2007) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo Comentários: Erva ereta a prostrada. Distribuição: MINAS GERAIS: Aiuruoca (22º03’S. (Rapini et al. apêndice do ginostégio roxo.Fourn. Distribuição: BAHIA: Jacobina (11º10’S. Ocorre nos campos rupestres do sudeste de Minas Gerais e nos campos de altitude do Rio de Janeiro.n. Flores com corola creme. Conhecida apenas pelo material-tipo. na década de 1950. 46º53’W). 1994.Fourn. (22º19’S. (Marquete et al.n. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas 44º40’W). 19. 52º19’W). Flores com corola esverdeada. lanosas.. (Farinaccio. elípticas. Flores com corola amarela.m.62 Apocynaceae Oxypetalum lutescens E. na década de 1960. inéd.

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Apodanthaceae inclui três gêneros e cerca de 25 espécies tropicais. Barkman. Biol. com uma expansão na parte inferior de um dos lados. 1971) .D. Revta Brasil. Flor estaminada com disco convexo. unilocular. 1973. S. G. Conhecido apenas pelo material-tipo. I. Flores vistosas. 33: 135-141. Lim. & dePamphilis C.. I. Contribuição ao conhecimento da Tribo Apodanthea R.Br. Croom. fundidos em um tubo. Brácteas Anta (20º43’S.. Pilostyles stawiarskii Vattimo Distribuição: PARANÁ: Palmas. Bagas... duas delas raras. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. 1971. Apodanthes minarum Vattimo Distribuição: MINAS GERAIS: Viçosa-São Miguel do Referências: inferiores com três lobos no ápice.-H. N. BMC Evol. McNeal. diclinas. Bituruna (26º10’S. (Vattimo. T. 1973) Comentários: Parasita de Casearia (Salicaceae). no Brasil. Coat. baseado na APG II. & Lorenzi. com descrição de duas espécies novas (Rafflesiaceae). actinomorfas. Parte 1: Conspecto das espécies (Rafflesiaceae).R. ela está representada por dois gêneros e 10 espécies (Souza & Lorenzi. 704p. Rodriguésia 26(38): 37-62. Nova Odessa. Notas sobre o gênero Apodanthes Poit. tépalas 10 ou 15. com placentação parietal. ga. H.J. pluriovulado. 42º47’W). ovário ínfero.Apodanthaceae APODANTHACEAE Flávio França 65 Ervas áfilas. Vattimo. Mitochondrial DNA suggests at least 11 origins of parasitism in angiosperms and reveals genomic chimerism in parasitic plants. H.W. Flores com pétalas irregularmente orbiculares. 2007. holoparasitas. 2008. nitidamente distinto do estilete. estames 5 a muitos. a pistilada com disco plano. enquanto a primeira está inserida em Malpighiales. Estudos filogenéticos demontraram que Rafflesiaceae e Apodanthaceae não estão proximamente relacionadas. 2008). Instituto Plantarum.C. (Vattimo. 1971. Vattimo. Leguminosae). Souza. J. 7: 248. a segunda está mais relacionada a Curcubitales (Barkman et al. Biol..B. V.. solitárias. Comentários: Parasita de Mimosa scaberrima (Bracatin- 51º33’W). 2007). 2a ed.Young.

R. Groppo. Soc. Groppo. 1985) Ilex blanchetii Loes Distribuição: BAHIA: Salvador (12º58’S. 2005) (13°28’S. Floresce entre janeiro e março. estilete curto ou estigma séssil. Minas Gerais: Aquifoliaceae. J. alternipétalos. com 1 óvulo pendente por lóculo.5 a 2. a única espécie de Ilex com esse hábito. próximo a Salvador. Groppo. A checklist of the Aquifoliaceae of Bahia. 2007. 2002. Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Serra do Sincorá Ilex prostrata Groppo Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. ex Reissek. com nervação broquidódroma ou semicraspedódroma.5 m de altura. Ocorre em campos rupestres. J. Ocorre em campos rupestres. Drupa. diclamídeas. S. Conheci- da apenas por três coletas. Semelhante a I. Kew Bull. quatro delas consideradas raras. (Groppo & Pirani. A new species of Ilex (Aquifoliaceae) from Espinhaço Range.Andrews Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva. arredondadas. 153: 153-156. 2002. Bahia. Folhas alternas. 1983. frutificando em julho. 43º42’W). Flores actinomorfas. 41º22’W). Bot. Flora da Serra do Cipó. Serra do Cipó (19º08’S. M. gamossépalas. ovário 4. Brazil.R. com cerca de 400 espécies. mas presentes também em regiões temperadas. Andrews. 57: 979-983. Ocorre nos campos rupestres da porção central da Chapada Diamantina. são encontradas cerca de 50 espécies. Coletada com flores em janeiro. Ocorre em restinga. & Pirani. Folhas sés- Referências: seis. Comentários: Arbusto de 1. Bot. S. 1983. de placentação axilar. 4. J. espécie mais comum. 37: 681-682. Ilex mucugensis Groppo Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S. A new species of Ilex (Aquifoliaceae) from Bahia.5 m de altura. 2005. Ilex prostrata (Aquifoliaceae): a new species from Minas Gerais. Comentários: Arbusto de 2 a 2. 38º30’W). 1985) Andrews. (Groppo. Ilex auricula S. 1985. São Paulo 23: 257-265. geralmente estipuladas. Comentários: Planta prostrada. diclinas por aborto. M. 41°18’W). (Andrews. Coletada com flores de novembro a março e em junho e com frutos de fevereiro a março. Floresce de novembro a dezembro. Kew Bull. adnatos na base às pétalas. & Pirani. Brazil. 2007) . Aquifoliaceae inclui apenas o gênero Ilex. (Andrews. isostêmones ou hipóginas. com 4 a 6 sementes envolvidas pelo endocarpo coriáceo formando pirenos. estames livres.a 6-meras. dezembro e julho. arbustos ou subarbustos. No Brasil. Brazil. simples.a 6-locular. heteroclamídeas. Rodriguésia 37: 34-44. theezans Mart. Univ. M. Linn. Bol. distribuídas preferencialmente em regiões tropicais.66 Aquifoliaceae AQUIFOLIACEAE Milton Groppo Árvores.

1997). 2006) Comentários: Erva rupícola. dentro e no entorno do Parque Nacional da Bocaina. reduzidas ou ausentes. Espádice brevistipitada. algumas vezes com genículo. com as 2 nervuras basais e as laterais primárias levemente impressas a somente visíveis na face adaxial. 47º02’W). cuneadas na base. (22º38’S. Parque Na- da Juréia (24º24’S. Arquipélago Malaio. lanceoladas. heliófila. Espádice séssil. Inflorescências terminais. 2Marcus A. (Coelho. 1 a várias. Araceae está dividida em nove subfamílias. tripartidas. hipóginas. (Catharino & Olaio. 2002).. Folhas adultas Anthurium bragae Nadruz Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Folhas longipe- 41º11’W). ovadas a (22º41’S. (Coelho. pedadas ou pinadas. com espata navicular. (Coelho & Catharino. com mais de 30 cm de comprimento. com 1 a vários óvulos por lóculo. Mayo Ervas perenes. (Coelho & Catharino. Estação Biológica Comentários: Erva terrestre ou rupícola. & Nadruz SÃO PAULO: Bananal (22º41’S.750 espécies. 2006) Distribuição: Anthurium jureianum Catharino & Olaio Distribuição: SÃO PAULO: Peruíbe. Folhas espiraladas ou dísticas. palmadas. São apontadas 27 espécies raras. agudas ou algumas vezes curto-apiculadas no ápice. monoclinas ou diclinas. anteras geralmente extrorsas. 44º34’W). protogínicas. no vale do rio Bracuhy. caules aéreos ou subterrâneos. Comentários: Erva terrestre ou rupícola. Anthurium gomesianum Nadruz ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa (19º56’S. numa floresta de altitude. 44º38’W). na África Tropical Continental e Sul. isolados ou sincárpicos. com 30 gêneros e aproximadamente 350 espécies. 2005) Anthurium fragae Nadruz Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo (20º36’S. levemente proeminentes a somente visíveis na abaxial. Conhecida apenas pelo material-tipo. Comentários: Erva terrestre ou rupícola. Folhas levemente pruinosas abaxialmente. pseudolaterais. 2005) Distribuição: cioladas. 40º36’W). com nervuras basais. Anthurium ameliae Nadruz & Cath. 44º19’W). com 3 nervuras basais fortemente impressas adaxialmente. às vezes com flores estaminadas estéreis intercaladas. 2006) mente discolores. agudas no ápice. com as nervuras laterais primárias e secundárias claramente visíveis em ambas as faces. coriáceas. Comentários: Erva terrestre. tépalas evidentes. Temponi. Ocorre em floresta de altitude voltada para a face atlântica. Folhas eretas. conectivo freqüentemente hipertrofiado. Distribuição: SÃO PAULO: Bananal. então com flores pistiladas na base e estaminadas no ápice. Ovário sincárpico. 1. com espata verde. ocorre em todo o território nacional. Espádice séssil. raramente peltadas. Está distribuída nas Américas Tropical e do Norte. Espádice estipitada. ovado-peltadas. (Coelho. São José do Barreiro. Frutos verdes. espádice com flores actinomorfas. deflexas. cormosos ou tuberosos. Frutos bacáceos ou utriculares. Serra da Bocaina Comentários: Erva terrestre. estames livres ou conados. Eurásia Temperada. incluindo 107 gêneros e aproximadamente 3. 44º19’W). Folhas lanceoladas. N. Ocorre na Serra da Bocaina. Anthurium bocainense Cath. cional Itatiaia (22º24’S. sendo a Mata Atlântica um dos centros de diversidade da família (Govaerts & Fodin. com espata reflexa. rizomatosos. inteiras ou compostas. nordeste do estado de São Paulo. 1990) . No Brasil. cuneadas na base.Araceae ARACEAE 1 67 Lívia G. Folhas leve- ovado-lanceoladas.a 47-locular. coletado em 2000. Madagascar e Seychelles (Mayo et al. Coelho & 3Simon J. com venação reticulada ou peniparalelinérvea.

Anthurium lucidum Kunth Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S.) ou 16 nervuras laterais primárias e apenas 1 basal para cada lobo. 44º19’W). 43º25’W). (Gonçalves.) Comentários: Erva rupícola.Don (22º54’S. 15 48º40’W). 41º53’W). Ocorre no interior da Mata Atlântica. inéd. com lobos basais arredondados. de 20 a 30 cm de comprimento. catafilos marcescentes. Anthurium radicans K. Anthurium victorii Nadruz & Cath. 43º10’W). Comentários: Erva terrestre. Folhas pequenas.Koch & A. Folhas oblongo-ovadas. Comentários: Erva rupícola. verde-escura. com 3 a 5 nervuras laterais primárias profundamente marcadas na face adaxial e proeminentes na abaxial. (Coelho. Folhas linear-lanceoladas. e estípete de 1.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro oladas. Espádice com espata lanceolada. inéd. nas bordas ou partes perturbadas de florestas de galeria. Ocorre em áreas de afloramentos rochosos. Espádice estipitada. Comentários: Erva terrestre ou rupícola. com entrenós longos e catafilos inteiros e persistentes recobrindo o caule. (Coelho. Pedúnculo tênue e longo. esverdeada-avinosada. Estação Biológica Alto da Serrra (23º39’S. Frutos vinosos no ápice. (Coelho. Distribuição: SÃO PAULO: Santo André. persistentes. (Temponi. FoDistribuição: MINAS GERAIS: Alto Caparaó (20º26’S.Haage Distribuição: BAHIA: Cachoeira (12º36’S. (Coelho. Anthurium mourae Engl.5 cm de comprimento. (Temponi. Conceição do Mato Dentro (19º02’S. estípete com comprimento igual ou maior do que a espádice. 2006) . Espádice com espata largo-ovada.) G. 44º43’W). Folhas com lâmina cor- 45º25’W). Comentários: Erva escandente. com catafi- Ipiau/Jequié (13º51’S. esverdeados a esbranquiçados na base. decorrente na base. 43º12’W). 42º26’W).) Anthurium pilonense Reitz Distribuição: SANTA CATARINA: Palhoça (27º39’S. Folhas com base cordada. com pecíolo de até 10 cm de comprimento e lâmina de até 15 cm de comprimento. ultrapassando o comprimento do pedúnculo. Santana do Riacho (19º10’S. Folhas ovado-triangulares. 2006) Anthurium unense Nadruz & Cath. 38º57’W). Folhas com lâmina ovada de até 15 cm de comprimento. Distribuição: MINAS GERAIS: Araponga (20º40’S. 2001) los inteiros. cordadas na base. Comentários: Terrestre. inéd. RIO DE JANEIRO: Mangaratiba (22º57’S. Folhas lance- 44º43’W). com 14 a 18 nervuras laterais insculpidas na face adaxial e proeminentes na abaxial. Espádice vinosa. inéd. Espádice com cerca de 2 cm de comprimento. com nervuras laterais obscuras. (Temponi. (Temponi. ereto. Comentários: Erva terrestre. Parati (23º13’S. 43º43’W).Gonç. Folhas com pecíolo longo. próximo a rios.) Anthurium simonii Nadruz Distribuição: RIO DE JAEIRO: Parati (23º13’S. coriácea. 44º02’W). Comentários: Erva hemiepífita. Pecíolo e pedúnculo longos. 46º32’W).68 Araceae Anthurium langsdorffii Schott SÃO PAULO: Bananal (22º41’S. Conhecida apenas pelo materia-tipo. longistipitada. e lâmina coriácea. inéd. 2006) Comentários: Erva terrestre. Anthurium megapetiolatum E. estreitando-se em direção à base e acuminadas na base. Comentários: Erva rupícola. coriáceas. oblonga. caule espesso. Conhecida apenas por duas coletas. Ocorre nos afloramentos rochosos dos Morros da Urca. Anthurium microphyllum (Raf. 43º12’W). com até 3 cm de comprimento. com nervuras laterais e basais (1 a 2) profundamente impressas na face adaxial. pendentes. 40º05’W). (Coelho. Pão de Açúcar e Pedra da Gávea. Distribuição: SÃO PAULO: São Sebastião (23º48’S. com espata larga.) Distribuição: lhas elípticas a lanceoladas. cordada na base. cordada na base.G. bulada. Caule rastejante. dada na base. inéd. Petrópolis (22º30’S.

2005) Philodendron cipoense Sakur. agrupadas no ápice. 41º19’W). Ma- Philodendron altomacaense Nadruz & Mayo caé de Cima (22º16’S. Lençóis (12º33’S. Extração base. (Sakuragui et al. 2005) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. & Mayo 43º39’W). com espata não constrita. verde-claras abaxialmente. Philodendron simonianum Sakuragui Distribuição: SÃO PAULO: Pouso Alto/Natividade da Serra (23º33’S. 1 a 3 por simpódio. Comentários: Erva epilítica. coriáceas.. Espádice com espata moderadamente constrita. cerca de 3 vezes o comprimento da espata. (sub)corda- 40º22’W). Espádices solitárias. verde-avermelhadas externamente. 2001) das na base. 41º23’W). & Mayo Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. verde externamente. com nervuras laterais primárias levemente diferenciadas das nervuras interprimárias. com espata não constrita. a arredondadas na base. 43º32’W). & Mayo Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho (19º12’S. Folhas ovadas. creme-esverdeadas externamente. Comentários: Erva terrestre. (Sakuragui et al. Comentários: Erva hemiepífita. 39º51’W). 1 a 2 por simpódio. 45º26’W). com nervuras laterias primárias pouco diferenciadas das interprimárias. Folhas verde-escuras. 40º36’W). cordada na base.M. coriácea. com divisões posteriores curtas. com nervuras laterais primárias bem diferenciadas das interprimárias. Folhas com lâmina ovada. Santa Maria Madalena (21º58’S. 2005) Comentários: Erva hemiepífita. com espata levemente constrita.Krause Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva (13º37’S. com 11 a 17 nervuras laterais primárias proeminentes em ambas as faces. Folhas obovadas. 2005) Philodendron carinatum E. 42º32’W). cordadas na base.. Comentários: Erva epilítica. (Sakuragui et al.Araceae 69 Anthurium xanthophylloides G. e espata esverdeada. (Sakuragui et al. Distribuição: MINAS GERAIS: Datas (18º19’S.G. Caule rizomatoso. Folhas eretas.. Espádices solitárias. vermelho-esverdeadas internamente. (Sakuragui et al. profilo vermelho.. 41º43’W). vermelho-esverdeada internamente. Santa Teresa (19º56’S. Espádices eretas. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. de 40 a 70 cm de comprimento. Serro. 43º43’W). com nervuras laterais primárias e interprimárias profundamente impressas adaxialmente. 2005) Philodendron fragile Nadruz & Mayo caé de Cima (22º17’S. São Mateus (18º42’S. flores com ovário 7-9-locular. & Mayo (18º17’S. Ocorre em afloramentos de granitos e gnaisse. Ma- Philodendron millerianum Sakur. alva. 2005) Distribuição: AMAPÁ: Porto Grande (00º42’S. 42º32’W). esbranquiçadas adaxialmente. 51º23W) Comentários: Erva escandente. (Sakuragui et al. Ma- Philodendron biribirense Sakur. com pequenos nectários vermelhos internamente. Espádice com pedúnculo longo. 2005) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. 42º00’W). São Fidélis (21º38’S. Folhas subcordadas na caé de Cima (22º17’S. Espádices não constritas. com espata moderadamente constrita. (Gonçalves & Salviani. Folhas ovadas... tornando-se creme durante a antese. Santana do Riacho (19º10’S. cordadas na base. . obtusas Philodendron rhizomatosum Sakur. cremeesverdeada externamente.Barroso Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Ibiraçu (19º50’S. Espádices solitárias. Comentários: Erva epilítica. Folhas cordadas. Jaboticatubas (19º31’S. subcordadas na base. creme com base avermelhada a vinosa internamente.. Espádice com espata fortemente constrita. com lâmina triangular-ovada. Philodendron pachyphillum K. 45º34’W). (Sakuragui et al. 2005) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. 43º41’W). Comentários: Erva epilítica. Folhas ovado-triangulares.. raramente terrestre. 42º32’W).Gonç. 43º44’W).Trinta Réis (18º31’S. (Sakuragui et al. Comentários: Erva hemiepífita.

Two new species of Philodendron (Araceae) from Brazil. 560p. 2001. Philodendron tenuispadix E. Folhas ovadas a ovado-triangulares. & Zappi.M. E. M.M. S. Bogner. Inéd.C. Royal Botanic Gardens. E. & Olaio. 370p.M. 2006.A. Mayo.A. A. 2005) Referências: Catharino. 2005 Taxonomic revision of Brazilian species of Philodendron section Macrolebium. com 6 a 8 nervuras laterais primárias. Kew Bull. Coelho. D. Brazil.M. M. 60: 465-513. com apêndice estéril apical longo. Mayo. 2002. & Boyce. 2004.G. 1990. C. The genera of Araceae. & Frodin. L.G.L. Kew.Barroso (Araceae) re-found in Espírito Santo State. 1997. E. 40º32’W). Eastern Brazil. Urospadix (Araceae). 2006. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: São Gabriel da Palha (19º01’S.J. Hoehnea 17(2): 1-6.N.G. Temponi. Universidade de São Paulo.N.R.A. M.N. World checklist and bibliography of Araceae (and Acoraceae). C. Folhas sagitadas.M. R. A new Anthurium (Araceae) from Serra do Cipó. 2001. Aroideana 24: 13-17. Kew. S. com 3 a 4 nervuras laterais primárias. Anthurium jureianum Catharino & Olaio. D. Anthurium xanthophylloides G. P. & Catharino. J. Inéd. 40º36’W). Aroideana 29: 91-103. Rodriguésia 56(88): 35-41. Porto Alegre.L.R. Taxonomia e biogeografia de Anthurium (Araceae) seção Urospadix subseção Flavescentiviridia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Espádice delgada. (Sakuragui et al.Gonç.G. Espádice com apêndice estéril longo e espata reflexa durante a antese. .J. Gonçalves.. 2005. E.A. nova espécie de Araceae endêmica do litoral de São Paulo. New species of Anthurium (Araceae) from Brazil. Brasil. Govaerts.. Novon 11: 102-104. São Paulo.70 Araceae Comentários: Erva escandente. Santa Teresa (19º56’S. ocasionalmente terrestre. & Salviani. Aroideana 24: 6-12. Comentários: Erva hemiepífita. cordadas na base. 2001) Coelho. E. Gonçalves. Tese de doutorado. (Sakuragui.G. Royal Botanic Gardens. 2001. Sakuragui. características pouco comuns no gênero.C. Coelho. Sakuragui.. Tese de doutorado. Duas espécies novas de Anthurium Schott (Araceae) para o Brasil. Sistemática de Anthurium sect.

Dendropanax caudatus Fiaschi Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cachoeiro de Ita- Dendropanax trilobus (Gardner) Seem. pendente durante a frutificação. Comentários: Árvore com até 10 m de altura.n. (Fiaschi & Pirani. simples. No Brasil. paniculadas. em inflorescências curtas e ramificadas. Ocorre em matas ombrófilas de terras baixas. Dendropanax (cerca de 25. Inflorescências curtas. Reserva Florestal Bananal do Norte (20º51’S. (Fiaschi & Jung-Mendaçolli. capítulos. 45º19’W). com filetes inflexos no botão. Flores brevipediceladas. geralmente acima de 600 m s. (Frodin & Govaerts. estípulas ausentes ou liguladas. Comentários: Arvoreta sem ramificações. Drupas ou bagas.m. 2005a) Dendropanax geniculatus Fiaschi Distribuição: BAHIA: Lençóis. 4 raras). Araliaceae inclui 37 gêneros e aproximadamente 1. isostêmones. ovário 2.. Encontrada com frutos em fevereiro. longa e pendente. 43º01’W). Folhas alternas. cálice cupuliforme. eventualmente heteroblásticas. Oreopanax (2) e Schefflera (cerca de 55. A maioria das espécies brasileiras ocorre em regiões úmidas. a maioria das quais em áreas tropicais e subtropicais da Ásia. Ocorre em mata de grotão. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. Ocorre em campos rupestres. Inflorescências terminais ou pseudolaterais. na Chapada Diamantina. Inflorescência terminal. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. SantaTeresa. em áreas limítrofes com a Venezuela.900 espécies. Comentários: Arbusto de 1. racemos ou espigas. com placentação apical e estiletes livres ou conatos. geralmente pentâmeras. 2006) Canastra (16º51’S. são encontrados quatro gêneros e cerca de 85 espécies nativas (15 delas indicadas como rara): Aralia (3 espécies). simples. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura.5 m de altura. 41º10’W). e Madagascar. Inflorescência alongada. Ocorre no sub-bosque de matas ombrófilas submontanas. 2003) pemirim. 11 raras). ramificadas. Encontrada com flores e frutos em janeiro. rio Saltinho (19º59’S. 2005b) .Araliaceae ARALIACEAE Pedro Fiaschi 71 Plantas geralmente lenhosas. (Fiaschi. pétalas livres. ou em áreas remanescentes do Planalto das Guianas.a 5-carpelar (raramente com muitos carpelos). estames alternos às pétalas. Serra da Chapadinha Schefflera capixaba Fiaschi Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica. (Fiaschi. umbelas simples ou compostas.5 a 3. (Fiaschi & Pirani. Encontrada com flores em julho e com frutos de julho a setembro. Encontrada com flores em março. Serra dos Órgãos (22º27’S. 43º00’W). epíginas. Oceania. com lobos reduzidos. 40º39’W). às vezes hemiepifítas. no Planalto Brasileiro. Reserva Biológica de Duas Bocas (20°17’S. 41º26’W). Encontrada com flores e frutos em abril. Ocorre em florestas montanas. Américas Central e do Sul. paniculada. 2005) de altura. 40°31’W). Comentários: Árvore com até 8 m de altura. Ocorre em floresta ripária. Flores longipediceladas. 2006) Dendropanax denticulatus Fiaschi Distribuição: SÃO PAULO: São Luís do Paraitinga. com unidades terminais em umbelas. Flores actinomorfas. com mesocarpo carnoso e endocarpo esclerificado. às vezes caliptradas. palmadas ou pinado-lobadas ou compostas com pecíolo geralmente alargado na base. unilocular. em inflorescências ramificadas. Serra da Parque Estadual da Serra do Mar (23º13’S. de 6 a 7 m (12º27’S. Schefflera botumirimensis Fiaschi & Pirani Distribuição: MINAS GERAIS: Botumirim. Inflorescência pseudolateral.

42º32’W).n. (Fiaschi & Pirani. 66º18’W).n. In- florescência pseudolateral. In­ flo­ res­ cên­ cia terminal. (Fiaschi & Pirani.m.72 Araliaceae Schefflera cephalantha (Harms) Frodin Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos Guima- chefflera plurispicata Maguire. 2005a) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 2007) Biológica de Santa Lúcia (19º57’S. Inflorescência pseudolateral. Inflorescência terminal. Ser- bá (20º02’S. paniculada. Inflorescência terminal. 43°51’W). entre 1. & Planch. Encontrada com flores em janeiro. Ocorre em campos rupestres. a cerca de 660 m s. 2006) Schefflera ruschiana Fiaschi & Pirani Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. coletado por Boom. coletado por Malme em 1902. com unidades terminais em capítulo. (Fiaschi & Frodin. 42º00’W) Comentários: Árvore com até 12 m de altura. Ocorre em sub-bosque de mata ombrófila. paniculada. (Maguire et al. delicada. a cerca de 700 m s. (Fiaschi & Pirani.m. 43°54’W). umbela composta.250 e 1. 65º59’W). Inflorescência pseudolateral. paniculada.800 m s. S rães (15º29’S. Ocorre em florestas montanas dominadas por Bonnetia. Santana do Riacho. 43º42’W).n. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. lado brasileiro da Serra da Neblina.m. paniculada. entre 1. ex Marchal) Frodin & Fiaschi rito (20º13’S. ereta. 40º32’W). Folhas simples. congesta. paniculada. Rio Acima (20°05’S. Comentários: Arvoreta. (Fiaschi & Pirani. Comentários: Arbusto de 1 a 1. Ocorre em matas ombrófilas submontanas. Comentários: Árvore com cerca de 25 m de altura. paniculada. (Fiaschi & Pirani 2007) Distribuição: MINAS GERAIS: Itabirito. com unidades terminais em espiga. Inflorescência terminal. 43º45’W). Comentários: Arvoreta de 2 a 4 m de altura.300 m s. 55º41’W). Santa Maria Madalena. Inflorescência terminal.. (Frodin & Govaerts. paniculada. Frutos 5-angulados. Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura.) Frodin & Fiaschi Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte. Santana do Pirapama (18°55’S. Serra do Itabi- caé de Cima (22º20’S. Ocorre em campos rupestres. Serra da Neblina (00º43’N. 2005b) Schefflera succinea Frodin & Fiaschi Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. (Frodin.m. Serra do Cipó (19º04’S. 1984) Schefflera racemifera Fiaschi & Frodin Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Maria de Jeti- Schefflera fruticosa Fiaschi & Pirani ra do Cipó (19º20’S. raramente em orla de matas ciliares. 1993) Serra da Neblina (00º33’S. 43º37’W). Folhas com folíolos lineares.5 m de altura. Ocorre nas matas montanas da serra Pira­ pu­ cu. Serra Talhada (18º51’S. 2003) Schefflera eximia Frodin Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Encontrada com flores de dezembro a março e com frutos em março. Conhecida apenas pelo material-tipo. Encontrada com flores e frutos de março a junho. Parque Estadual do Desengano (22º00’S.100 e 1. Steyermark & Frodin Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Ocorre nas matas montanas das áreas mais setentrionais da Serra do Mar. Estação Schefflera glaziovii (Taub. 43º51’W). 40º44’W). ereta. Ocorre provavelmente associada a matas ciliares. 2007) . sem ramificações. glabrecentes. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. Ma- Schefflera lucumoides (Decne. paniculada. Conhecida apenas pelo material-tipo.n. Inflorescência terminal. Encontrada com flores em janeiro e com frutos em abril. Folhas com folíolos articulados.

Fiaschi. P. 2005. Brazil.R.R. 38: 46-82. Brazil. 61: 187-191.G. D. 2007. D. J. Kew Bull. Forst. Novon 16: 480-482. Studies in Schefflera (Araliaceae). Kew Bull.Araliaceae 73 Referências: Fiaschi. Brittonia 57: 240-247. & Pirani. B. Bot. São Paulo 25: 95-142. Estudo taxonômico do gênero Schefflera J. Three new species of Schefflera J. P. NewYork Bot. Minas Gerais.R. 444p. J. D. Brazil. Brazil. Fiaschi. 60: 77-85. D. Three new species of Dendropanax (Araliaceae) from São Paulo state. Novon 3: 367-403. & Govaerts. Araliaceae. & G. . Bol. Schefflera racemifera. In B. Four new species of Schefflera (Araliaceae) from Espírito Santo state. Novon 15: 117-122.L. 6. Fiaschi. & Frodin. P. Fiaschi. P. Forst. P. (Araliaceae) na Região Sudeste do Brasil. P. Royal Botanic Gardens. Gard. 2005b. & Pirani. Maguire et al.R..G. & G. A new species of Dendropanax (Araliaceae) from the state of Espírito Santo. Forst. 1993. Frodin. Candollea 61: 457-466.G. Brazil. 2006. Mem. S.R. New species and subordinate taxa in the Venezuelan Guayana and immediately adjacent areas. Univ.World checklist and bibliography of Araliaceae. 2006. & Jung-Mendaçolli.A. 2005a. (eds) The Botany of the Guayana Highland – Part 12. Maguire. Forst. 1984. R. (Araliaceae) from Espinhaço Range. Fiaschi. a new species of Araliaceae from Espírito Santo state. 2006. J.G. & Pirani. Fiaschi. 2003. J. Kew. Three new species of Dendropanax (Araliaceae) from Bahia. Steyermark. P. Frodin. & Frodin.

Coroa de 4 a 10 folhas com 8 a 17 pares de folíolos. além de ser de grande importância para o ser humano. Conhecida apenas pelo materialtipo. com bainha tubulosa. Inflorescências longamente pedunculadas partindo de entre as folhas.5 m de altura. além da água-de-coco. entre 350 e 1. 1995) Syagrus leptospatha Burret Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Campo Grande (20º27’S. Comentários: Estipe curta e subterrânea..200 m s. inter ou intrafoliares. dispostas aos pares ou em tríades (cincinos com 2 flores estaminadas e 1 pistilada central) agregados ou solitários. Coroa de até 25 folhas pinadas e eretas. androceu geralmente com 6 estames (raramente 3 ou muitos).. mangues na Ásia. Distribuição: AMAZONAS: Tefé (03º22’S. raramente frutos bacáceos. babaçuais e carnaubais na América do Sul.74 Arecaceae ARECACEAE Alessandro Rapini Plantas lenhosas. 1995) ou agrupadas. A família inclui cerca de 200 gêneros e 2.. subtendidas por um profilo. pinapartidas ou (costa)palmadas nas plantas adultas. Aproximadamente 40 gêneros e cerca de 200 espécies são nativos do Brasil. tendo sido considerada possivelmente extinta. espinescentes. axilares.J. De representantes da família se aproveitam o palmito. 38º25’W). Bactris tefensis A. lanosas na bainha. especialmente para as comunidades indígenas americanas. a pupunha. plicadas. (Henderson et al. eventualmente uma delas ampla e lenhosa. Panículas subtendidas por uma bráctea peduncular castanha a tomentoso-acizentada. (Henderson et al. coletado na década de 1930. (Henderson et al. solitárias Miguel Calmon (11º26’S. Comentários: Estipes com até 1. 44º36’W). Conhecida como marajá. ou lianas. Comentários: Estipes com até 1. pecíolo e ráquis. ovário súpero e apocárpico ou ínfero e sincárpico. Coroa de 4 a 8 folhas com 10 a 20 pares de folíolos. freqüentemente seguido de brácteas pedunculares. são também utilizadas para construção de habitações indígenas. geralmente trímeras. 54º37’W). Attalea pindobassu Bondar Distribuição: BAHIA: Jacobina (11º10’S. monoclinas ou mais freqüentemente funcionalmente diclinas (plantas monóicas). (Henderson et al. com 3 lóculos uniovulados. Drupas. Arecaceae é uma das famílias mais características dentre as angiospermas.Hend. e veredas. 1995) Bactris soeiroana Noblick ex A. é encontrada apenas em restinga. ocorre apenas no extremo norte da Chapada Diamantina. subterrâneos ou rizomatosos. 64º37’W). agrupa- das. Folhas com até 9 pares de folíolos.n.5 m de altura.Hend.J. 42º27’W). a tâmara. ramificada ou não. o açaí. Espiga subtendida por bráctea peduncular papirácea. Comentários: Estipe com até 15 m de altura. no artesanato e para ornamentação. espinescentes ou inermes. cinco delas apontadas como raras. ocorre em mata de terra firme. Piritiba (11º44’S. Conhecida como jussá ou tucum. O pindobaçu. Comentários: Estipe curta e subterrânea. Panículas ou espigas geralmente solitárias. o óleo-de-dendê e o leite-de-coco. caule aéreo geralmente anelado em decorrência das cicatrizes foliares. 40º34’W). espinescentes. Flores actinomorfas. .m.500 espécies e possui distribuição predominantemente pantropical. 1995) Syagrus werdermannii Burret Distribuição: BAHIA: Caetité (14º03’S. 40º31’W). ocorrendo nas dunas. ou coco-palmeira. Distribuição: BAHIA: Salvador (12º57’S. menos freqüentemente curtos. Coroa de 4 a 10 folhas de 9 a 13 pares de folíolos. Panículas profusamente ramificadas. Folhas geralmente alternas.. sendo um importante formador de paisagens em desertos na África. diclamídeas. geralmente formadas por um estipe e uma coroa de folhas no ápice.

Conhecida como coco-devassoura ou coco-peneira.ARECACEAE 75 Panícula tomentuloso-acizentada.. A. 420p. Galeano.n. Field Guide to the palms of the Americas.. entre 800 e 1. .000 m s. 1995.. & Bernal. R. subtendida por uma bráctea peduncular lenhosa. na porção sul da Chapada Diamantina. ocorre em vegetações abertas. 1995) Referência: Henderson. Princepton University Press.m. Princepton. G. (Henderson et al.

No Brasil. Ocorre em cerrado.76 Asteraceae ASTERACEAE Jimi Naoki Nakajima. ra.000 espécies e 250 gêneros (Souza & Lorenzi. (Robinson. uniovulado. 2007). Teles. exceto na Antártica (Funk et al.Santos Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Rio Verde do Mato Grosso (18º48’S. com cerca de 80 cm de altura. Inflorescência em capítulos (flores dispostas em um receptáculo único e circundadas por brácteas involucrais) solitários ou organizados em capitulescências. Comentários: Subarbusto com cerca de 1.Rob. a família está representada por aproximadamente 2. Comentários: Erva ereta. 2001) Aspilia goiazensis J. acuminadas no ápice.U. 50º29’W). Encontrada com flores e frutos imaturos em março. sendo 109 espécies apontadas como raras.3 m de altura. oblongo-elípticas. Mariana Saavedra. Folhas oblongas a oblongo-lanceoladas. e estilete bífido.000 espécies (Anderberg et al. unilocular. Folhas geralmente alternas ou opostas. coletado na década de 1820. Claudio Augusto Mondin. 2001) Aspilia discolor J. (Santos. nos campos rupestres do norte da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais.600 gêneros e 23.U. Rafael A. Massimilliano ­Dematteis.U. em cerrado. 2008). simples. bicarpelar.Santos Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá. (Santos. Aquênios desprovidos de aristas no pápus. Rita de Cássia Araújo Pereira & Maria Rita Cabral Sales de Melo Ervas a arbustos. 42º54’W). cambiruçu (16º35’S.. 54º49’W). Rivera. Encontrada com flores e frutos em abril. Folhas ovadas. 47º12’W). Encontrada com flores e frutos em janeiro. Antheremanthus hatschbachii H.Santos Distribuição: GOIÁS: Mozarlândia. (Santos. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. menos freqüentemente árvores ou lianas. 51º46’W). discolores. Capítulos com flores do disco pilosas.. androceu com 5 estames sinânteros. Bringel Jr. Folhas opostas. Vanessa L. o que representa cerca de 10% da flora mundial (Pruski & Sancho. 2001) . Capítulos com cerca de 60 brácteas involucrais e 60 flores alvas. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. Folhas com pontuações escuras abaxialmente. rio Ita- Aspilia grazielae J. Fruto do tipo cipsela. Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol. 59º13’W). Ocorre sobre solo litólico. em capitulescências tirsóides. Mara Ritter. João B. Encontrada com flores em maio. (Santos. 2001) (15º32’S. Serra do Tombador Aspilia podophylla Baker Distribuição: GOIÁS: Formosa.U. 2001) Folhas pecioladas.5 m de altu- Aspilia hatschbachii J. gineceu com ovário ínfero. Aristônio M. Encontrada com flores e frutos em fevereiro. 2005). Conhecida apenas pelo material-tipo. 2003). Ocorre em ambiente rupestre com afloramentos de arenito. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Gustavo Heiden.. A maioria das espécies ocorre preferenciamente em formações campestres e montanas nas regiões (sub)tropicais e temperadas do mundo. flores geralmente pentâmeras. Xavier Borges. com um grande número de espécies endêmicas. com cálice modificado em pápus (papilho) ou ausente e corola gamopétala. Boa Esperança (14º54’S. especialmente no Cerrado. com aproximadamente 1. 1992a) Urucum (19º08’S.Santos Distribuição: MATO GROSSO: Casacalheira (12º49’S. Folhas pecioladas. (Santos. Comentários: Subarbusto com cerca de 1. A. Aquênios com mais de 3 aristas conspícuas no pápus. Asteraceae é a maior família dentre as angiospermas. Ocorre em cerrado.

Folhas obovadas. Sobradinho (15º39’S.M. seríceas quando jovens. matas de galeria e em ambientes rupestres. Ocorre nos campos rupestres da porção central do Planalto de Diamantina. Folhas elípticas a obovadas. & Hatschb. (Barroso. ex Baker) Baker Distribuição: GOIÁS: Engenho do Capitão Pires (localidade não identificada). 1976) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. Aquênios com 5 ou 6 aristas no pápus. Comentários: Subarbusto de 1. 44º33’W).. (Deble & Oliveira. Conhecida apenas pelo material-tipo. com cerca de 50 cm de altura. Capítulos dimiDistribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. (Barroso. Capítulos em capitulescências corimbiformes.S.Barroso Distribuição: PARANÁ/SANTA CATARINA: GuaraComentários: Arbustos de 1 a 2 m de altura.5 m de altura.Rob. Comentários: Arbusto de 90 cm a 1. Encontrada com flores e frutos em outubro. Fercal (15º36’S. 42º57’W). Ocorre em cerrados. Parque NaComentários: Subarbusto de 0.m. ex G. esparsamente denteadas no ápice. denteadas na metade distal. 43º28’W). Comentários: Arbusto com até 1. 43º36’W). Parque Na- Baccharis ciliata Gardner Nacional da Serra dos Órgãos (22º24’S. Diamantina (18º14’S. Comentários: Subarbusto a arbusto. entre 1. coriáceas. foi redescoberta em 2005 e 2006. (Barroso.5 m de altura. em capitulescências corimbiformes terminais. Ocorre em campos de altitude acima de 2. Comentários: Arbustos com cerca de 1 m de altura.25 m de altura. Folhas elípticas a orbiculares. (Santos. acima de 2. 1976) Baccharis macrophylla Dusén Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. inteiras a curtamente serreadas na margem. 2001) accharis arassatubensis Malag. abril e maio. 47º49’W). 1976) Baccharis dubia Deble & A. Baccharis concinna G.Barroso que Nacional da Serra do Cipó (19º17’S. sendo registrada apenas na Pedra dos Sinos.100 e 1. 19. oblongas.m. Folhas pecioladas.5 a 2.n. Conhecida apenas por dois registros. 1913) Baccharis maxima Baker Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia.5 a 1 m de altura. solitários.m. Pico da Bandeira (20º31’S. capítulos pistilados. denteadas na margem. 44º33’W). Baccharis elliptica Gardner (18º04’S.n. Folhas elípticas a obovadas. (Barroso. Capítulos longipedicelados. Folhas cional do Itatiaia (22º29’S. Capítulos na axila das folhas e difusos ao longo dos ramos. 43º42’W). denteadas na metade superior da lâmina. 2001) nutos. 1976) Distribuição: MINAS GERAIS: Couto de Magalhães B tuba/Garuva.Oliveira Parque Nacional do Caparaó.Bip. (Barroso. (22º24’S. Capítulos dispostos em capitulescências paniculiformes amplas. Ocorre em campos rupestres. campos úmidos.000 m s. 43º34’W). 47º41’W). Folhas Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º36’S. cerosas. Parque Nacional da Serra dos Órgãos. 1976) Baccharis pseudovaccinioides Malag.m. na axila das folhas. . Comentários: Subarbusto com até 0. tomentosas. polígamo. Capitulescências terminais corimbiformes.M.300 m s. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS/ESPÍRITO SANTO: Aspilia pseudoyedaea H. estaminados e radiados (com flores do raio pistiladas e do disco monoclinas) em plantas distintas. (Dusén. coletado no início do séc. Serra de Araçatuba (25º55’S. Comentários: Subarbusto com cerca de 1 m de altura.n. Par- lanceoladas. 48º40’W). Ocorre em campos de altitude. Gouveia (18º25’S.Asteraceae 77 Aspilia pohlii (Sch. em 1956 e 1966. membranáceas.000 m s. Parque cional do Itatiaia (22º29’S. Ocorre a acima de 2. 41º54’W). 42º57’W).n. 47º51’W). paucifloros.5 m de altura.000 m s. (Santos.

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Asteraceae

Comentários: Subarbusto com cerca 1 m de altura. Fo-

lhas oblongas, trinérveas, denteadas no ápice. Capítulos axilares, pedunculados. Ocorre em campos de altitude do Campo das Antas e da Pedra do Frade. (Barroso, 1976)

Comentários: Arbusto ereto, de 15 a 40 cm de altura,

Bidens edentula G.M.Barroso
Veadeiros (13º52’S, 47º16’W). Comentários: Arbusto com até 1,5 m de altura. Folhas com segmentos filiformes. Aquênios sem pápus. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores e frutos em março. (Bringel, inéd.)
Distribuição: GOIÁS: Teresina de Goiás, Chapada dos

ramificado. Folhas obovadas, levemente revolutas na margem, densamente alvo-lanosas na face abaxial. Capítulos homógamos, em capitulescência corimbiforme. Ocorre em fendas de rochas, entre 2.000 e 3.000 m s.n.m. Floresce entre fevereiro e dezembro. (Freire, 1993)

Chionolaena lychnophorioides Sch.Bip.
Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição de Ibitipo-

Calea abbreviata Pruski & Urbatsch
Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás, Chapada Comentários: Erva com até 25 cm de altura, com xilo-

dos Veadeiros (14º04’S, 47º30’W).

pódio. Capítulos solitários. Ocorre em campos limpos e freqüentemente úmidos, no nordeste de Goiás. Encontrada com flores e frutos em outubro e novembro. (Pruski & Urbatsch, 1988; Bringel, inéd.)

ca, Serra de Ibitipoca (21º38’S, 43º52’W); Ouro Preto, Itacolomi (20º22’S, 43º31’W); Santo Antônio do Itambé (18º28’S, 43º18’W). Comentários: Arbusto ereto, de 20 a 40 cm de altura. Folhas lineares, levemente revolutas na margem, densamente alvo-lanosas na face abaxial. Capítulos solitários, com as flores pistiladas mais numerosas que as funcionalmente estaminadas. Ocorre em fendas de rochas, entre 1.350 a 1.450 m s.n.m. Encontrada com flores entre abril e maio. (Freire, 1993)

Chionolaena jeffreyi H.Rob.
Distribuição: BAHIA: Rio de Contas, Pico das Almas Comentários: Subarbusto de 10 a 20 cm de altura; ramos

Calea brittoniana Pruski
Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas,

(13º34’S, 41º48’W).

discolores, denteadas a serreadas na margem. Capítulos radiados, com brácteas involucrais membranáceas, reflexas e tomentosas no ápice, em capitulescência corimbiforme. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores de abril a julho. (Pruski, 1984; Nakajima, inéd.-2000)

Comentários: Arbusto com até 1,5 m de altura. Folhas

Parque Nacional da Serra da Canastra (20º08’S, 46º39’W).

ascendentes. Folhas linear-elípticas, pecioladas. Capítulos solitários. Ocorre entre 1.600 a 1.850 m s.n.m. Encontrada com flores entre março e julho. (Freire, 1993)

Chionolaena wittigiana Baker
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia, Serra do Ita-

Calea irwinii G.M.Barroso
Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás, Chapada Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Ca-

dos Veadeiros (14º09’S, 47º36’W).

pítulos em cimeiras. Ocorre em campos rupestres, a cerca de 1.000 m s.n.m. Encontrada com flores em março. (Urbatsch et al., 1986)

tiaia (22º29’S, 44º32’W). Comentários: Arbusto ereto, de 15 a 30 cm de altura, lenhoso. Folhas lineares a linear-elípticas, levemente revolutas na margem, densamente alvo-lanosas na face abaxial. Ocorre sobre solo litólico, entre 2.400 e 2.600 m s.n.m. Encontrada com flores entre outubro e novembro. (Freire, 1993)

Crysolaena hatschbachii H.Rob.
Distribuição: PARANÁ: Piraí do Sul, Serra de Furnas

Chionolaena isabellae Baker
Distribuição: MINAS GERIAS: Itamonte (22º15’S,

44º50’W). RIO DE JANEIRO: Itatiaia, Serra de Itatiaia (22º29’S, 44º32’W).

(24º32’S, 49º55’W). Comentários: Subarbusto ereto, com cerca de 70 cm de altura; ramos subverticilados. Folhas oblongo-lanceoladas, densamente pubescentes na face abaxial. Capítulos

Asteraceae

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com 25 brácteas involucrais e cerca de 15 flores. Ocorre em campos arenosos. Encontrada com flores em novembro. (Robinson, 1992b)

Dimerostemma bishopii H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Nova Roma, nas proximidades do rio Paranã (13º49’S, 47º08’W); Monte Alegre de Goiás (13º15’S, 46º54’W). Comentários: Arbusto robusto, de 1,2 a 2,1 m de altura. Ocorre sobre solos calcários, em sombra parcial, em transição de cerrado e floresta estacional. Floresce de fevereiro a março, com capítulos velhos em abril. (Moraes, inéd.)

Dasyphyllum lanceolatum (Less.) Cabrera
Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo (23º34’S, 46º43’W). Comentários: Arvoreta. Folhas estreito-lanceoladas,

glabras ou laxamente seríceas. Flores com corola velutina na base. Conhecida apenas por duas coletas, uma de Sello do séc. 19 e outra de Hoehne, no bairro do Butantã, em São Paulo. (Cabrera, 1959)

Dimerostemma grazielae H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (13º59’S, 47º19’W); Teresina de Goiás (13º55’S, 47º18’W). Comentários: Arbusto robusto, de 1 a 1,7 m de altura, com xilopódio. Ocorre nos campos rupestres, eventualmente em transição para cerrado, da Chapada dos Veadeiros. Floresce de abril a maio. (Bringel, inéd.; Moraes, inéd.)

Dasyphyllum lanosum Cabrera
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho, Serra do Cipó (19º07’S, 43º38’W). Comentários: Arbusto. Folhas lanceoladas, imbricadas, densamente lanosas. Conhecida apenas por coletas do séc. 19. (Cabrera, 1959)

Dasyphyllum retinens (S.Moore) Cabrera
Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos GuimaComentários: Arbusto. Folhas ovado-elípticas, pubes-

Eremanthus leucodendron Mattf.
(13º34’S, 41º48’W). Comentários: Arvoreta com até 2 m de altura; ramos densamente pubescentes. Capítulos aglomerados, circundados por brácteas involucrais foliáceas. Ocorre em carrasco, a cerca de 1.600 m s.n.m. Encontrada com flores em agosto. (Hind, 1995)
Distribuição: BAHIA: Rio de Contas, Pico das Almas

rães (15º27’S, 55º44’W).

centes na face abaxial. Capitulescência densa. Conhecida apenas por coletas do séc. 19. (Cabrera, 1959)

Dasyphyllum trychophyllum (Baker) Cabrera
Caraça (20º04’S, 43º21’W); Itambé (19º25’S, 43º19’W). Comentários: Arbusto ereto, de 0,5 a 1 m altura. Folhas largo-elípticas, densamente pubescentes, as superiores imbricadas, envolvendo os capítulos. Conhecida apenas por coletas do séc. 19 e uma de Damázio no início do séc. 20. (Cabrera, 1959)
Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas, Serra do

Eremanthus seidelii MacLeish & H.Schumacher
Distribuição: MINAS GERAIS: Capitólio (20º35’S, 46º02’W); Delfinópolis (20º21’S, 46º50’W); São Roque de Minas, Parque Nacional da Serra da Canastra (20º09’S, 46º39’W). Comentários: Arvoreta com até 4 m de altura; ramos acinzentados, lepidoto-tomentosos. Folhas elípticas, argênteas. Capitulescência com 1 a 7 capítulos aglomerados. Flores com pápus avermelhado. Ocorre em campos rupestres. Floresce entre junho e agosto. (MacLeish, 1987)

Dendrophorbium restingae A.Teles, J.N.Nakaj. &
Stehmann
Distribuição: SÃO PAULO: Peruíbe, Estação Ecológica Comentários: Ervas robustas, de 1 a 1,5 m de altura.

Juréia-Itatins (24º19’S, 46º59’W).

Graphistylis argyrotricha (Dusén) B.Nord.
Distribuição: MINAS GERAIS: Passa Quatro (22º23’S,

Folhas gríseo-tomentosas abaxialmente, as basais ovadocordadas e pecioladas, as superiores oblongas e sésseis. Ocorre em restinga. (Teles et al., 2006)

44º58’W). RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º29’S, 44º33’W). Comentários: Arbusto a subarbusto, de 1 a 2 m de altura. Caule, ramos e pecíolos avermelhados. Folhas (oblon-

80

Asteraceae

go-)lanceoladas, uniformemente dentadas na margem, argenteo-tomentosas abaxialmente. Ocorre em campos de altitude, entre 2.000 e 2.800 m s.n.m. (Cabrera, 1957; Hind, 1993a)

ysterionica nebularis Deble, Oliveira & Marchiori Sul, Fortaleza (29º02’S, 50º08’W). Comentários: Subarbusto lenhoso, de 10 a 20 cm de altura; ramos densamente folhosos no ápice. Folhas pinatissectas, com poucos segmentos. Conhecida apenas dos penhascos rochosos da região da Serra Geral. Floresce em outubro e novembro. (Deble et al., 2004)
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Cambará do

H

Graphistylis cuneifolia (Gardner) B.Nord.
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis, Parque Comentários: Arbusto com cerca de 0,5 m de altura.

Nacional da Serra dos Órgãos (22º24’S, 42º57’W).

Folhas congestas, cuneiformes, serreadas na metade distal. Capítulos radiados, com com flores amarelas, em capitulescências corimbiformes. Conhecida do Campo das Antas e da Pedra do Sino, não é coletada desde a década de 1950. (Cabrera, 1957)

Hysterionica pinnatisecta Matzenb. & Sobral
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Cambará do Sul, Fortaleza (29º02’S, 50º08’W). SANTA CATARINA: Lauro Müller, Serra do Rio do Rastro (28º23’S, 49º23’W). Comentários: Subarbusto ascendente, de 20 a 50 cm de altura; ramos densamente folhosos no ápice. Folhas profundamente pinatissectas. Capítulos 1 a 3, radiados, com flores do raio alvas. Ocorre em fendas de penhascos basálticos, de 900 a 1.200 m s.n.m., na formação Rio do Rastro, em Santa Catarina, e na Serra Geral, no Rio Grande do Sul. Floresce e frutifica em novembro e dezembro. (Matzenbacher & Sobral, 1996)

Graphistylis toledoi (Cabrera) B.Nord.
Distribuição: SÃO PAULO: São José do Barreiro, Serra Comentários: Erva robusta a arbusto, com cerca de 1,5

da Bocaina (22º38’S, 44º34’W).

m de altura. Folhas elípticas a (oblongo-)elípticas, agudas no ápice, levemente atenuadas na base, regularmente serreadas e eventualmente revolutas na margem. Ocorre de 1.900 a 2.100 m s.n.m. (Cabrera, 1957)

Hoehnephytum almasensis D.J.N.Hind
Distribuição: BAHIA: Rio de Contas, Pico das Almas Comentários: Arbusto perene, de 60 cm a 1,2 m de

Ichthyothere connata Blake
Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º08’S, 47º44’W); Cavalcante (13º47’S, 47º28’W); Monte Alegre de Goiás (13º14’S, 47º09’W); Teresina de Goiás (13º50’S, 47º14’W). Comentários: Subarbusto ereto, com cerca de 80 cm de altura, pouco ramificado. Folhas decussadas, ovadas, freqüentemente conatas na base, glaucas. Ocorre nos campos rupestres e campos cerrados da Chapada dos Veadeiros. Encontrada com flores e frutos de novembro a março. (Pereira, inéd.)

(13º34’S, 41º48’W).

altura. Folhas elípticas a orbiculares, com nervação distintamente reticulada. Capitulescências terminais corimbiformes. (Hind, 1993b, 1995, 1999)

Holocheilus monocephalus Mondin
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: São José dos

Ausentes, Serra da Rocinha (28º48’S, 50º00’W); São José dos Ausentes, Silveira, Monte Negro (28º39’S, 50º00’W). SANTA CATARINA: Bom Jardim da Serra, Serra do Rio do Rastro (28º28’S, 49º51’W). Comentários: Erva de 15 a 60 cm de altura. Folhas rosuladas. Ocorre nos campos úmidos e turfosos de Aparados da Serra Geral, no extremo sul do Brasil, acima de 1.000 m. s.n.m. Floresce de outubro a dezembro. (Mondin, 1995; Mondin & Vasques, 2004)

Ichthyothere elliptica H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Cristalina, Serra dos Cristais

(16º36’S, 47º37’W). Comentários: Erva prostrada, com cerca de 30 cm de altura. Capitulescências formadas por 1 a 4 capítulos densamente agrupados em glomérulos. Ocorre em campos rupestres e campos cerrados abertos. Encontrada com flores e frutos provavelmente de novembro a março. (Pereira, inéd.)

Asteraceae

81

Ichthyothere matogrossensis R.C.A.Pereira &
Semir
Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Campo Grande, Lagoa Rica (20º26’S, 54º38’W). Comentários: Erva decumbente, com cerca de 60 cm de altura; ramos sarmentosos. Folhas opostas, sésseis, coriáceas. Ocorre em campos cerrados úmidos. Encontrada com flores e frutos provavelmente de outubro a março. (Pereira, inéd.)

lescências glomerulosas; flores com a série externa do pápus coroniforme. Ocorre em campos rupestres da Chapada Diamantina. Encontrada com flores em janeiro. (Semir, inéd.)

Lychnophora mello-barretoi G.M.Barroso
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho, SerComentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura; ramos delica-

ra do Cipó (19º09’S, 43º43’W).

Ichthyothere petiolata H.Rob.
Distribuição: RONDÔNIA: Ariquemes (09º54’S, 63º02’W); Porto Velho (08º45’S, 63º54’W). Comentários: Erva ereta, com cerca de 80 cm de altura. Flores femininas com tricomas glândulosos pluricelulares na corola. Ocorre em manchas do cerrado amazônico e em áreas de capoeiras. Encontrada com flores e frutos de outubro a março. (Pereira, inéd.)

dos. Folhas ovadas a elípticas, pecioladas. Capitulescência em glomérulos compostos; flores com série externa do pápus escamiforme. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores entre novembro e abril. (Semir, inéd.)

Lychnophora phylicifolia DC.
Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva, Serra do Sincorá Comentários: Arbusto com cerca de 1,25 m altura. Fo-

(13º36’S, 41º19’W).

Leptostelma camposportoi (Cabrera) Teles &
Sobral
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia, Parque Na-

lhas imbricadas, ovadas a ovado-lanceoladas, discolores. Capitulescência em glomérulo simples; flores com a série externa do pápus coroniforme. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores em março. (Semir, inéd.)

cional do Itatiaia (22º29’S, 44º33’W); Teresópolis, Parque Nacional da Serra dos Órgãos (22º24’S, 42º57’W). Comentários: Erva perene, com até 90 cm de altura. Folhas oblanceoladas, denteadas na margem, membranáceas. Capítulos radiados com flores do raio alvas, em capitulescências corimbiformes. (Teles et al., no prelo)

Lychnophora santosii H.Rob.
te (13º25’S, 42º04’W); Rio de Contas, Pico das Almas (13º32’S, 41º54’W). Comentários: Arbusto de 1 a 1,5 m altura, pouco ramificado. Folhas congestas no ápice da planta, obovadas a elípticas, discolores, lisas adaxialmente. Capitulescência em pseudoglomérulos; capítulos com 3 flores. Ocorre em campos rupestres da Chapada Diamantina. Encontrada com flores entre novembro e março. (Semir, inéd.)
Distribuição: BAHIA: Érico Cardoso, Água Quen-

Lychnophora albertinioides Gardner
Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé do Mato DenComentários: Arbusto com cerca de 1,7 m altura. Fo-

tro, Serra do Itambé (19º22’S, 43º24’W).

Lychnophora sericea D.J.N.Hind
Distribuição: BAHIA: Rio de Contas, Pico do Itobira Comentários: Árvore com cerca de 1 m de altura. Folhas

lhas linear-lanceoladas a oblanceoladas, discolores, lisas adaxialmente. Capitulescência no ápice de ramos subfolhosos. Coletada apenas no séc. 19, em campos rupestres. (Semir, inéd.)

(13º21’S, 41º52’W).

Lychnophora crispa Mattf.
(13º32’S, 41º54’W). Comentários: Arbusto com até 1 m altura. Folhas ovadas a lanceoladas, discolores. Capítulo com 5 flores, em capituDistribuição: BAHIA: Rio de Contas, Pico das Almas

lineares a subuladas, densamente seríceas na face adaxial. Capitulescência em glomérulo simples. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores em novembro. (Hind, 2000a)

Lychnophora souzae H.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º13’S,

43º36’W).

82

Asteraceae

Comentários: Arbusto de 1 a 1,3 m altura. Folhas con-

gestas no ápice da planta, (linear-)subuladas. Capitulescência espiciforme ou em glomérulo; flores com série externa do pápus aneliforme. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores entre março e junho. (Semir, inéd.)

Comentários: Erva escaposa. Folhas lineares a elípticas.

Capítulos pedunculados, com 21 a 43 flores. Ocorre em campos arenosos. Floresce entre junho e setembro. (Semir & Jesus, 2004)

Lychnophoriopsis damazoi (Beaverd) H.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho, Ser-

Minasia pereirae H.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina, Rio das Pe-

ra do Cipó (19º09’S, 43º43’W). Comentários: Arbusto. Folhas lineares, escábridas. Capítulos com brácteas involucrais de ápice longo e estreito; flores com cerdas persistentes no pápus. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores em junho. (Robinson, 1992a)

dras (18º20’S, 43º54’W); Gouveia (18º26’S, 43º44’W).
Comentários: Erva escaposa. Folhas oblanceoladas, rí-

Lychnophoriopsis hatschbachii H.Rob.
43º36’W). Comentários: Arbusto. Folhas linear-lanceoladas, revolutas na margem, alvo-lanosas abaxialmente. Capitulescência espiciforme, alongada; capítulo com brácteas involucrais reflexas no ápice. Ocorre em campos rupestres. (Robinson, 1992a)
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º13’S,

gidas, coriáceas. Capítulos com 40 flores, aglomerados na axila de brácteas foliáceas, em capitulescência com pedúnculo adpresso-tomentoso. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Floresce entre março e maio. (Robinson, 1992a; Rivera, inéd.)

Pamphalea ramboi Cabrera
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Cambará do Sul, Serra da Pedra (29º03’S, 50º08’W); Cambará do Sul, Taimbezinho (29º11’S, 50º07’W); Canela (29º22’S, 50º49’W). Comentários: Erva perene, rizomatosa, de 15 a 35 cm de altura. Folhas rosuladas, (ob)ovaladas, longipecioladas. Ocorre nos campos úmidos e turfosos dos Campos de Cima da Serra, no extremo sul do Brasil. Encontrada com flores de setembro a março. (Mondin & Baptista, 1996)

Minasia alpestris (Gardner) H.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: Datas (18º20’S,

gidas, coriáceas. Capitulescência com pedúnculo densamente velutíneo; capítulos com 20 a 25 flores, aglomerados na axila de brácteas foliáceas. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Floresce entre março e setembro. (Robinson, 1992a; Rivera, inéd.)

Comentários: Erva escaposa. Folhas oblanceoladas, rí-

43º39’W); Diamantina (18º20’S, 43º54’W).

Paralychnophora atkinsae D.J.N.Hind
Distribuição: BAHIA: Mucugê (12º59’S, 41º23’W). Comentários: Árvore com até 2,5 m de altura. Folhas

Minasia cabralensis H.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: Várzea da Palma, Serra Comentários: Erva escaposa. Folhas lineares, argênteas.

lineares, conspicuamente revolutas na margem. Capítulos unidos em sinflorescências compactas. Ocorre entre rochas adjascentes a córregos. Encontrada com flores entre janeiro e março. (Hind, 2000b)

do Cabral (17º39’S, 44º06’W).

Capítulos pedunculados, com 20 a 25 flores, solitários ou em capitulescências pouco ramificadas. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores em abril. (Robinson, 1992a)

Paralychnophora patriciana D.J.N.Hind
Distribuição: BAHIA: Abaíra, Chapada Diamantina

(13º14’S, 41º40’W).
Comentários: Árvore com até 3 m de altura. Folhas estrei-

Minasia lewinsohnii Semir & F.F.Jesus
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º13’S,

43º36’W).

to-obovadas a estreito-elípticas. Capítulos com 24 a 26 flores, unidos pela base em sinflorescências compactas. Ocorre em campos rupestres adjascentes a córregos. Encontrada com flores entre janeiro e fevereiro. (Hind, 2000b)

Asteraceae

83

Senecio almasensis Mattf.
Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S, 41º22’W); Piatã, Serra dos Três Morros (13º09’S, 41º46’W); Rio de Contas (13º34’S, 41º48’W). Comentários: Erva robusta, com até 3 m de altura. Folhas longipecioladas, ovadas, auriculadas na base, denteadas na margem. Ocorre na Chapada Diamantina. (Cabrera, 1957; Hind, 1995, 1999)

margem. Capítulos discóides, com flores amarelas, em panículas de cimas corimbiformes. Ocorre nos campos rupestres do Planaldo de Diamantina, de 1.100 a 1.800 m s.n.m. (Cabrera, 1974)

Senecio promatensis Matzenb.
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: São Francisco

Senecio gertii Zardini
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S, 42º54’W). Comentários: Arbusto com até 4 m de altura. Caule, ramos e folhas densamente alvo-tomentosos. Folhas sésseis, oblanceoladas, agudas no ápice, auriculadas na base, irregularmente denteadas na margem. Capítulos discóides, com flores amarelas, em capitulescências paniculiformes. Ocorre em campos rupestres, de 970 a 1.200 m s.n.m. (Zardini, 1979)

de Paula, Centro de Pesquisas e Conservação da Natureza Pró-Mata (29º17’S, 50º18’W). Comentários: Subarbusto anual, ereto, com até 0,5 m de altura. Folhas sésseis, serreadas, pinatissectas ou irregularmente trissegmentadas. Ocorre em mata ombrófila mista, como planta aquática emergente ou em solos úmidos à margem de turfeiras. Floresce e frutifica em setembro e outubro. (Matzenbacher, inéd.)

Senecio ramboanus Cabrera
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Cambará do Sul, Taimbezinho (29º02’S, 50º08’W). SANTA CATARINA: Praia Grande, Serra do Fachinal (29º11’S, 49º57’W). Comentários: Erva perene, com cerca de 1 m de altura. Folhas profundamente pinatissectas, auriculadas na base, aurículas irregularmente laciniadas. Capítulos radiados com flores do raio alvas, dispostos em capitulescências corimbiformes. (Cabrera, 1957; Matzenbacher, inéd.)

Senecio graciellae Cabrera
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo, Forno Gran-

Folhas basais sésseis, em roseta, as superiores esparsas. Capítulos radiados, com flores amarelas, em capitulescências corimbiformes terminais. (Cabrera, 1957)

Comentários: Arbusto com cerca de 1,5 m de altura.

de (20º36’S, 41º11’W); Muniz Freire (20º27’S, 41º24’W).

Senecio regis H.Rob.
Distribuição: BAHIA: Rio de Contas: Pico das Almas Comentários: Arbusto ereto, com cerca de 0,5 m de al-

Senecio harleyi D.J.N.Hind
Distribuição: BAHIA: Rio do Pires, Garimpo das Almas

(13º34’S, 41º48’W).

(13º08’S, 42º16’W).
Comentários: Subarbusto de 40 cm a 1 m de altura.

Folhas estreito-elípticas, conduplicadas. Capitulescências axilares, com 2 a 4 capítulos discóides. Ocorre na Chapada Diamantina. (Hind, 1999)

tura. Folhas ovadas, agudas no ápice, cuneadas na base, 3a 5-denteadas na margem. Capítulos discóides, em capitulescências paniculiformes. (Robinson, 1980; Hind, 1999)

Senecio reitzianus Cabrera
Distribuição: SANTA CATARINA: Florianópolis, LaComentários: Arbusto ramoso na base, com caules ascen-

Senecio hatschbachii Cabrera
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º17’S,

goa da Conceição (27º33’S, 48º27’W).

43º50’W); Santo Antônio do Itambé, Pico do Itambé (18º27’S, 43º18’W). Comentários: Erva a arbusto perene, de 1,5 a 2 m de altura. Caule, ramos e folhas densamente incano-tomentosos. Folhas ovado-elípticas, irregularmente denteadas na

dentes, densamente folhosos na porção basal, quase áfilos na porção distal. Folhas sésseis, oblongo-espatuladas, obtusas no ápice, semi-auriculadas na base, carnosas. Capítulos radiados, em capitulescências corimbiformes paucicéfalas. Ocorre sobre dunas. (Cabrera, 1957; Cabrera & Klein, 1975)

84

Asteraceae

Smallanthus araucariophilus Mondin
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Cambará do Sul (29º02’S, 50º08’W). Comentários: Erva ereta, com até 3 m de altura. Folhas opostas. Ocorre em floresta com araucária, no extremo sul do Brasil, a cerca de 1.000 m s.n.m. Floresce em janeiro e fevereiro. (Mondin, 2004)

Stevia leptophylla Sch.Bip. ex Baker
Distribuição: PARANÁ:Vila Velha (25º15’S, 49º58’W). Comentários: Erva perene, de 10 a 40 cm de altura. Fo-

lhas alternas, densamente imbricadas, subuladas, inteiras na margem, glabras. Flores com pápus de 8 ou 9 aristas. Ocorre em afloramentos areníticos. (Nakajima, inéd.-1991)

Stenocline heringeri H.Rob.
Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º36’S,

Stevia organensis Gardner
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis, Serra

47º41’W). Comentários: Erva perene, 0,5 m altura. Caule cilíndrico. Folhas largo-oblanceoladas, Capítulos com 5 flores e brácteas involucrais externas agudas no ápice, em capitulescência corimbiforme densa. (Robinson 1984)

dos Órgãos (22º24’S, 42º57’W).
Comentários: Erva perene, com cerca 1 m de altura.

Folhas opostas, ovado-rômbicas, subcordadas e amplexicaules na base. Flores com pápus de 4 a 6 aristas. Ocorre nos afloramentos graníticos acima de 1.800 m s.n.m. Floresce em maio e junho. (Nakajima, inéd.-1991)

Stevia catharinensis Cabrera & Vittet
52º36’W); Joaçaba (27º10’S, 51º30’W). Comentários: Erva perene, com cerca 0,5 m de altura. Folhas opostas, linear-lanceoladas. Capitulescência laxa, com poucos capítulos; flores com 16 cerdas ásperas no pápus. Ocorre em bordas de matas. Floresce em novembro e dezembro. (Monteiro, 1982)
Distribuição: SANTA CATARINA: Chapecó (27º06’S,

Stevia resinosa Gardner
Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté, Serra da Pieda-

de (19º52’S, 43º40’W).
Comentários: Erva ascendente. Folhas opostas, oblon-

gas, tomentosas, resinoso-pontuadas. Capitulescência paniculada, laxa; flores com pápus de até 2 aristas. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado por Gardner, no séc. 19. (Nakajima, inéd.-1991)

Stevia decussata Baker
Distribuição: MINAS GERAIS: Poços de Caldas

Stilpnopappus laiseae R.Barros & R.L.Esteves
Distribuição: PIAUÍ: Serra Negra, Parque Nacional de Sete Cidades (04º05’S, 41º39’W). Comentários: Subarbusto ereto, com cerca de 60 cm de altura. Folhas liner-lanceoladas, congestas, aglomeradas de 3 a 5. Cipselas dimorfas. Ocorre em cerrados rupestres, entre rochas, em solo litólico ou arenoso. Floresce em maio e junho. (Barros & Esteves, 2004)

(21º47’S, 46º33’W). Comentários: Subarbusto de 75 cm a 1,5 m de altura. Folhas decussadas, ovadas, semi-amplexicaules na base, pontuado-glandulosas. Capitulescência densamente corimbosa; flores com pápus de 2 ou 3 aristas. Ocorre em campos de altitude. Floresce em março a abril. (Nakajima, inéd.-1991)

Stevia hilarii B.L.Rob.
Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas, Comentários: Erva ereta, perene, de 30 a 40 cm de al-

Vernonia almedae H.Rob.
Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º57’S,

Parque Nacional da Serra da Canastra (20º08’S, 46º39’W).

47º52’W); Planaltina (15º29’S, 47º38’W).
Comentários: Subarbusto ereto, com até 2 m de altu-

tura. Folhas opostas, patentes, lanceoladas, glabras. Capitulescência paniculada, laxa, terminal; flores com pápus de 6 a 8 aristas. Ocorre em campos litólicos. (Nakajima & Semir, 2001; Nakajima, inéd.-2000)

ra. Folhas lineares a lanceoladas. Flores magenta a lilás. Aquênios com pápus ferrugíneos. (Althoff, inéd.; Rivera, inéd.)

Asteraceae

85

Vernonia arachniolepis Ekman & Dusén ex Malme
Distribuição: PARANÁ: Jaguariaíva (24º15’S, 49º42’W). Comentários: Arbusto. Folhas elípticas. Inflorescências

Vernonia echinocephala H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º00’S,

47º25’W); Teresina de Goiás (13º49’S, 47º17’W).
Comentários: Subarbusto. Folhas lineares, discolores,

multifloras. Conhecida apenas por três coletas da primeira metade do séc. 20. Encontrada com flores em novembro. (Malme, 1933)

Vernonia argentea Less.
Distribuição: SÃO PAULO: Itapetininga (23º39’S,

densamente pilosas, revolutas na margem. Capítulos solitários, com brácteas involucrais fortemente acuminadas e flores lilás a magenta. Ocorre na Chapada dos Veadeiros. (Rivera, inéd.)

48º09’W); Itararé (24º04’S, 49º18’W). Comentários: Erva com menos de 1 m de altura. Capítulos solitários, com flores purpúreas. Aquênios com pápus branco. Ocorre em cerrados, na transição para Mata Atlântica, no sul do Estado de São Paulo. (Leitão Filho, inéd.; Rivera, inéd.)

Vernonia gertii Demmateis
Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Bodoquena, Serra da Bodoquena (20º32’S, 56º43’W). Comentários: Arbusto de 2 a 2,5 m altura. Folhas lanceoladas, atenuadas na base. Capitulescência com 85 a 92 capítulos pedunculados. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em solo calcário, com flores em maio. (Demmateis, 2003)

Vernonia caiapoensis H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Chapadão do Céu (18º25’S,

52º33’W); Mineiros (17º33’S, 52º34’W). Comentários: Erva; ramos quase sempre solitários. Folhas lineares, com nervura central proeminente na face abaxial. Capítulos solitários, com flores magenta e brácteas involucrais em poucas séries. Ocorrre no Parque Nacional das Emas, na Serra do Caiapó. (Rivera, inéd.)

Vernonia glanduloso-dentata Hieron
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina, Sopa

Vernonia constricta Matzenb. & Mafioleti
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Capão da Canoa

(18º12’S, 44º25’W); Santana do Riacho, Serra do Cipó (19º17’S, 43º37’W). Comentários: Arbusto com até 3 m de altura. Folhas linear-lanceoladas, pecioladas. Capitulescência paniculado-escorpióide, com até 7 capítulos sésseis por ramo. Ocorre na porção central da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. (Rivera, inéd.)

(29º44’S, 50º00’W); Tramandaí (29º59’S, 50º08’W). Comentários: Subarbusto perene, ereto, com até 60 cm de altura. Folhas sésseis, lanceoladas, subcoriáceas. Conhecida apenas por duas coletas do final do séc. 20, em região litorânea com solos arenosos e úmidos, integrando a vegetação psamófila, próximo ao mar. Encontrada com flores e frutos em dezembro e fevereiro. (Matzenbacher & Mafioleti, 1994)

Vernonia heringeri H.Rob.
Distribuição: GOIÁS: Luziânia (16º24’S, 47º53’W);

Santo Antônio do Descoberto (15º56’S, 48º15’W).
Comentários: Arbusto com pilosidade argêntea, se-

melhante a V. argyrophylla. Folhas coriáceas. Flores alvas. Ocorre acima dos 1.000 m s.n.m. (Rivera, inéd.)

Vernonia dusenii Malme
Distribuição: PARANÁ: Jaguariaíva (24º15’S, 49º42’W). Comentários: Arbusto. Folhas elípticas. Inflorescências

Vernonia leucodendron (Mattf.) MacLeish
Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º20’S, 41º53’W); Rio

de Contas (13º23’S, 41º51’W).
Comentários: Arbusto semelhante a V. crotonoides; ramos

paucifloras. Conhecida por apenas uma coleta da primeira metade do séc. 20, com flores em abril. (Malme, 1933)

densamente pilosos. Ocorre na porção sudoeste da Chapada Diamantina. (MacLeish, 1984)

86

Asteraceae

Vernonia mirandae R.Barros & Semir
Distribuição: PIAUÍ: Currais, Serra de Uruçuí (09º00’S, 44º24’W). Comentários: Subarbusto ereto. Capítulos solitários, com flores magenta. (Barros, inéd.)

Vernonia rugulosa Sch.Bip. ex Baker
Distribuição: PERNAMBUCO: Pesqueira, Serra do

Vernonia nordestinae R.Barros & Semir
44º24’W). Comentários: Subarbusto ereto; ramos velutinos. Folhas ovaladas, com nervação craspedódroma. Ocorre em campos rupestres. (Barros, inéd.)
Distribuição: PIAUÍ: Currais, Serra do Uruçuí (09º00’S,

Ororubá (08º21’S, 36º41’W). Comentários: Subarbusto com cerca de 1,5 m de altura. Cipselas multicostadas, com glândulas nos sulcos, glabras. Robinson (1988) transferiu 116 espécies neotropicais de Vernonia para um novo gênero Lessingianthus, inclusive V. rugulosa, que passou a ser denominada de Lessingianthus rugulosus (Sch.Bip. ex Baker) H.Rob. Ele refere à espécie apenas para Minas Gerais, mas ela só é conhecida pelo material-tipo, coletado em 1956, em brejo de altitude, a cerca de 850 m s.n.m. (Melo, inéd.)

Vernonia pabstii (G.M.Barroso) MacLeish
Distribuição: GOIÁS: Cristalina (16º44’S, 47º36’W). Comentários: Erva. Folhas coriáceas. Capítulos pauciflo-

Vernonia scaposa G.M.Barroso
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º09’S,

ros. Aquênios com pápus rosado. Ocorre em afloramentos rochosos de altitude. (MacLeish, 1984; Rivera, inéd.)

43º30’W). Comentários: Erva. Folhas lineares, reunidas na base do ramo. Capítulos solitários, com flores púrpura. Ocorre na região de Diamantina. (Rivera, inéd.)

Vernonia perangusta Malme
paucifloros. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado na primeira metade do séc. 20, com flores em fevereiro. (Malme, 1933)
Distribuição: PARANÁ: Fortaleza (24º18’S, 50º17’W). Comentários: Subarbusto. Folhas lineares. Capítulos

Vernonia spixiana Mart. ex DC.
Distribuição MINAS GERAIS: Santana do Riacho, Serra do Cipó (19º18’S, 43º38’W). Comentários: Erva. Flores lineares, levemente revolutas na margem. Capítulos com até 8 flores. Aquênios com pápus alvo. (Rivera, inéd.)

Vernonia phaeoneura Toledo
46º02’W). SÃO PAULO: Campos do Jordão (22º44’S, 45º35’W). Comentários: Árvore com até 3 m de altura. Capítulos com flores alvas. Ocorre em matas de altitude. (Leitão Filho, inéd.)
Distribuição: MINAS GERAIS: Monte Verde (22º53’S,

Vernonia subpaludosa Malme
Distribuição: PARANÁ: Jaguariaíva (24º15’S, 49º42’W). Comentários: Arvoreta. Folhas elípticas. Capítulos

multifloros. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado na primeira metade do séc. 20, com flores em dezembro. (Malme, 1933)

Vernonia reitziana Cabrera
Morro do Iquererim (26º11’S, 49º15’W). Comentários: Subarbusto. Folhas elípticas. Capítulos paucifloros. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado na segunda metade do séc. 20, com flores em fevereiro. (Cabrera & Vittet, 1961)
Distribuição: SANTA CATARINA: Campo Alegre,

Vernonia ulei Hieron.
Distribuição: SANTA CATARINA: Laguna (28º31’S,

48º50’W).
Comentários: Arbusto. Folhas lineares. Capítulos com

flores pupúreo-violáceas. Conhecida apenas pelo material-tipo, coletado em 1884. (Cabrera & Klein, 1980)

na Chapada dos Veadeiros. Breitwieser. (Magenta. Barros..) Vernonia viminea Ekman ex Malme Distribuição: PARANÁ: Capão Grande (24º45’S. R. Baldwin. de 1 a 3 m de altura. com flores fortemente magenta. 1998. Conhecida apenas pelo material-tipo...G. & Esteves. Comentários: Arvoreta. Folhas lanceoladas a elípticas. Comentários: Arvoreta.C. (Asteraceae) em áreas de conservação de cerrado do estado do Piauí. 61-86. 44º24’W). ex Maguire & G.. 42º32’W).O..F. Conhecida apenas pelo material-tipo. Vernonieae) para o Piauí. 1973) (09º00’S. (Asteraceae. fortemente reticuladas. Eldeñas.. com flores em fevereiro. Robinson.Tese de doutorado. Brasil. J. Ocorre sobre rochas graníticas. (Compositae) no Distrito Federal. Nac. R. Recife. Barroso. Inéd.. 33: 379-401. P. W 49º57’W). sobre solos úmidos ou encharcados. Capítulos globosos.N. & Watson.F. Oberprieler. R.. R. Kadereit & C.Barroso Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º09’S. & Maguire. 42º54’W). Folhas elípticas. inéd. Wedelia souzae H. B. Garcia-Jacas.E. acuminadas no ápice.F... Nova espécie de Stilpnopappus Mart. 41º59’W). p. 1973) Viguiera corumbensis Malme Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá Referências: (19º11’S. Santa Maria Madalena (21º58’S. Miranda (19º56’S. entre fendas de rochas. T. Dillon. J. 57º01’W). Folhas (oblongo-)elípticas. N. Floresce provavelmente de outubro a março. Neson. Ocorre em campos adjacentes a mata de galeria.5 a 2 m de altura. Compositae. 2004. Kubitzki (ed.. Dissertação de mestrado. 2002. underlichia senaei Glaz.Asteraceae 87 Vernonia urussuiensis R. Andenberg. B. Encontrada com flores e frutos de março a abril. Comentários: Arbusto virgado. Mus.Rob. P. Ocorre em campos rupestres. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º03’S. Bayer. Comentários: Arbusto de 1 a 1.M. 1973) . Hind. CH. ex DC. 1973. Compositae).L. Vogt. G.. Universidade Federal Rural de Pernambuco.. H. G. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. W 41º24’W). G. 47º30’W). R.) underlichia bahiensis Maguire & G. Cavalcante (13º32’S. 1933) 43º30’W).. ramos com indumento ocre.W. J.. Barros. In J. Universidade de Brasília. Brasil. pouco ramificado. Panero. (Barros.M. (Barroso & Maguire. Folhas pecioladas. Bol. C. Puttock. (Bringel.L. Serra de Uruçuí Wunderlichia insignis Baillon Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo (22º16’S. Sapucaia (21º59’S. Springer Verlag. E..W. de 1..G. Capítulos grandes. 1976. 57º38’W). Susanna.. C. Rodriguésia 28(40): 3-273. representado por uma exsicata fragmentada. Stuessy. Nordenstam.J. O gênero Vernonia Schreb. dicotomicamente ramificado. Ward. Funk..A.O. (Barroso & Maguire. M. Comentários: Erva a subarbusto.M. Berlin. (Malme. Revta Brasil.Barros & Semir Distribuição: PIAUÍ: Currais.) Althoff.M. A. 2007.5 m de altura. Biol.) Series: The Families and Genera of Vascular Plants. Barroso.. A review of the genus Wunderlichia (Mutisieae. densamente tomentosas. K. Jeffrey (eds) Flowering plants.5 cm de comprimento. Brasil. Compositae – subtribo Baccharidinae Hoffmann: estudo das espécies ocorrentes no Brasil. Capítulos pêndulos. Jeffrey. Urtubey.. Capítulos multifloros. Inéd. Brasília. vol. 8. H.M. Folhas ovadoorbiculares. A tribo Vernonieae Cass. Lack. 47º29’W). D. inéd. Eudicots. flores com corola de 3. A. Rio de Janeiro 125: 1-6. L. V. Karis. Asterales in K. 20. Comentários: Arbusto com cerca de 1. B. inéd. coletado na primeira metade do séc. (Barroso & Maguire..6 m de altura.Barroso Distribuição: BAHIA: Lençóis/Itaberaba (12º28’S.M.

Kungl. Kew Bull. & Sobral. 41: 1-8. Relações biogeográficas da tribo Mutisieae Cass. Mus.L. Sur la flore de la Serra do Itatiaya. L. Tecnol.Tecnol. Matzenbacher.88 Asteraceae Bringel. S. Kew Bull. Missouri Bot. Kew Bull.M.L. 2003. Reitz (ed. Duas novas espécies de Hysterionica Willd.O. L. Hind. J.J. G. C.N. Biol.P.J. Holocheilus monocephalus (Asteraceae-Mutisieae). Iheringia. In B. (Asteraceae – Astereae) no Sul do Brasil. N. 175-278. & Klein.I. A revision of Chionolaena (Compositae. El género Senecio (Compositae) en Brasil. Handl. Compositae Paranaenses Dusenianae. p. 1961. 1993a. C. N. E. Bayer.B. A new species of Lychnophora (Compositae:Vernonieae: Lichnophorinae) from Bahia.. C. Hind.J. A. M. L. C. J. C. V. 2007.. Skr. Cabrera. O gênero Holocheilus Cass. – PUCRS. Eight new combinations in Vernonia (Compositae: Vernonieae). 2004. 2.J. Mondin. 3. Inéd. & Baptista. Ci. Gard. Universidade de São Paulo. Mus. N. 1933. Compostas: Senecioneae. Arch. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul. Funk. Sv..A. Inéd.A. 1982.L.Tese de doutorado..F. 2000a. nova espécie do sul do Brasil. Demmateis. Estudos taxonômicos em Stevia série Multiaristatae no Brasil. Revta Mus. – PUCRS. A checklist of the Brazilian Senecioneae (Compositae). A. 1: Vernonieae.. 74: 265-290. 1975. N. 59: 161-172. Curitiba 15: 1-7.G. 55: 367-379. Bahia. B. Comum. 1980. 2004. Arch.I.L. MacLeish. Uma nova espécie de Baccharis L. Bot. Revision of Eremanthus (Compositae: Vernonieae).N. In R. 2: 49-152. 1994. Bot. D. Vet. & Jansen. 227-408. M. 2005. Tres Compositae nuevas de Minas Gerais (Brasil).L.S. Rio de Janeiro 13: 1-119. . D. (Asteraceae. 1972.N. Mus. Paraguay y Uruguay. 1957. Herbário Barbosa Rodrigues. inéd. Akad. & Oliveira.N.C. with descriptions of a new section and species in Senecio.Asteraceae para o estado do Rio Grande do Sul (Brasil). Contribuição ao conhecimento taxonômico da tribo Vernonieae no estado de São Paulo. (Asteraceae).. Ann. Matzenbacher.. Mus. & Mafioleti. (Asteraceae-Mutisieae-Nassauviinae) no Rio Grande do Sul. Porto Alegre. Magenta. Bot.L. Schiling. A. A. S. Chapada Diamantina. 2: 15-21. Sér. D. 1: 1-133. Levantamento florístico e estudo citogenético da tribo Vernonieae Cass. 80: 397-438. 2005. Brasil. Compostas: Vernonieae. Dissertação de mestrado. Chan. Ci.Two new species of Smallanthus (Asteraceae: Heliantheae) from Brazil. Ci. A. Piracicaba.) Flora of the Pico das Almas. 48: 279-295.C. Estudo taxonômico do gênero Vernonia Schreb. Stannard (ed. 2006. Mondin. Susanna. Universidade de Brasília. Mondin.E. sensu Cabrera. N. 1999. Cabrera.M. Comum.M. Recife.(Asteraceae) no Estado de Pernambuco. 1998. Freire. vol. MacLeish. L. Brasil.S. New species and new combinations in Brazilian Vernonieae (Asteraceae). Ann. 5: 5-15.G. Gemeinholzer. 14: 9-11. R. Bot. Deble. espécie nova de Astereae .I. Flor. – PUCRS. Royal Botanic Gardens. R. Cabrera. Viguiera Kunth. The tribe Senecioneae (Compositae) in Bahia. 1987. In R. Inéd. Two new species of Paralychnophora (Compositae: Vernonieae) from Bahia.A.I. Bot.. Bot. Hind. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. & Vasques.A.P. A. Keeley. Jard. TO). Herbário Barbosa Rodrigues. Kew. D.R.K.L.A. 1959.. 2004. Kew Bull. Oliveira. Matzenbacher. Deble. Cabrera. Rio de Janeiro 15: 163-264. Bot. B.Heliantheae) na América do Sul e sistemática das espécies do Brasil. Syst. Tecnol. Missouri Bot. Malme. & Klein. Hind.F. Cabrera. 1996. Universidade Federal Rural de Pernambuco. H. La Plata 9(38): 65-66. Bol. (Asteraceae – Astereae) de Minas Gerais (Brasil). 1984. Sellowia 13: 143-193. O complexo “senecionóide” (Asteraceae – Senecioneae) no Rio Grande do Sul.J. 1995.L.N. Gard. Brazil. Brasil. 55: 393-397. Compositae Catarinensis. Brasil. A.F.N. Hysterionica nebularis.) Flora ilustrada catarinense.J. R. Sér. Brazil. Leitão Filho. Cabrera. J. R. Dusén. Revta Brasil. N. P. 125-222. 1913. & Marchiori. p. Reitz (ed. Brasília. Itajaí.N.J. Comun. Panero. Sér. S. Ciênc. 9: 133-136. p. D. R..F. Tese de doutorado. Kew Bull.) Flora ilustrada catarinense. 54: 897-904. & Vittet. Notes on the Compositae of Bahia. Brazil. 1993b. no Rio Grande do Sul. Melo. 1974.A. Tese de doutorado.. Bot. Itajaí. São Paulo. Brazil: 1. Garcia-Jacas.S.L. Mondin. N. A. 2000b. 55: 343-374. Universidade de São Paulo.Taxon 52: 281-286. Napaea 11: 31-34.F. Sér. Hind. Everywhere but Antarctica: Using a supertree to understand the diversity and distribution of the Compositae. Compositae. Watson. Nac. 48: 245-277. Revisión del género Dasyphyllum (Compositae). Tese de doutorado.R. Inéd. 1996. Gnaphalieae). vol. 12(2): 1-122. Hind. 2006.A. M. Compositae Newslett. Balduinia 9: 10-12. Monteiro. Mus. A. D. R. 1995. A tribo Heliantheae Cassini (Asteraceae) na bacia do rio Paranã (GO. 1993. M. Baldwin.

2006. Vernonieae) from the planalto de Diamantina. Wash. M.. & Lorenzi. 105: 657-663. 2003. J. S. Tese de doutorado. Sida 22: 123-128. Lemmatium (Asteraceae: Heliantheae) from Brazil. 2001. Universidade Estadual Paulista. Brittonia 36: 98-103. F. J. 1980.F. Nakajima. Novon 14: 233-235. 2008. J. Nakajima. A família Asteraceae no Parque Nacional da Serra da Canastra. Brasil. Revisão taxonômica de Lychophora Mart.E. J. 1984. a synopsis of Lychnophoriopsis Sch. Robinson. Biol. and the new genera Anteremanthus and Minasia (Vernonieae: Asteraceae). J. 1992a. Calea brittoniana and Calea kristiniae: two new compositae from Brazil. Revisão Taxonômica do Gênero Ichthyothere Mart. 1991. V. 2001. Bot. O gênero Aspilia Thou. Princeton University Press. 303p. & Jesus. A. & Stehmann. Pereira. (sensu lato) no bioma Cerrado. A new species of Minasia (Asteraceae. Compositae Newslett. Teles. Bol. 11: 501-504. Dissertação de mestrado. Brasil.V. Munic. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Mus.R. F. Stevenson & S. (Compositae) de Brasil. Asteraceae no Parque Nacional da Serra da Canastra. 24: 471-478.C. Nakajima. J. Campinas. 1992b. Nova Odessa. Biol. Studies in the Senecioneae (Asteraceae). Soc. A new species of Senecio from Brazil. Proc. Taxonomia fenética das séries Paleaceoaristatae e Pauciaristatae de Stevia Cav. p. Zardini. Taxonomia e filogenia de Dimerostemma. Dendrophorbium restingae (Asteraceae: Senecioneae). & Stehmann.E.M.Wm.A. Inéd.. Semir.F. Phytologia 46: 293-294. Bot. & Semir. Sobral. a new species from São Paulo. Rivera. 2001.Tese de doutorado. Inéd. 2006. Belém.N. Museu Paraense Emílio Goeldi. D. (Vernonieae: Compositae). 2004. Syst. Robinson. Pruski. Eupatorieae).N. 1984. Bot. Minas Gerais. Nakajima. H. Semir. 1988. J. Estudos fitogeográficos em Vernonia Schreb. 2000. J. 40: 341-356. Synopsis of Leptostelma (Asteraceae: Astereae). Brazil. Mori. No prelo.N. H. Henderson.L. Wash. inéd..Asteraceae 89 Moraes. M. Souza. A. J. Universidade Estadual de Campinas. R. (Asteraceae. Urbatsch. Brazil. Rio Claro. 1979. Minas Gerais. Universidade Estadual de Campinas. Five species of Calea (Compositae: Heliantheae) from Planaltine Brazil. H. Revta Brasil. baseado na APG II. Tese de doutorado. A. J.R. Robinson.M. Teles. Phytologia 55: 121-126.M. A.F. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Campinas. E. G. e sua relação intergenérica na subtribo Ecliptinae (Asteraceae-Heliantheae). Pricenton. Revision of Calea sect. 2a ed.U. Soc. Brasília. J. Pruski. (Heliantheae – Asteraceae). 1991. In N. J. Tese de doutorado. 704p. . H. Minas Gerais. Proc. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil.M.. Santos. New species of Chionolaena and Stenocline from Brazil (Inuleae: Asteraceae).F. & Urbatsch L. Universidade Estadual de Campinas. & Pruski. Two new species of Chrysolaena from Brazil (Vernonieae: Asteraceae). Campinas. Brittonia. Dissertação de mestrado. J.N. Brasil. & Sancho. 1986. 46. Pruski. Robinson.. Inéd. Smith. Asteraceae. 33-39. Una nueva especie del género Senecio L. H. 2004. L. Inéd. Notes on Lychnophorinae from Minas Gerais. Zlotsky. V.A. J.Bip. 105: 640-652. Universidade de Brasília. 37: 1-5. Recife. Inéd. Instituto Plantarum.C. 10.D.

de A. 2004) Delprete. sendo caducas nas inflorescências jovens. estrobiliforme. Inflorescência epígea.W . Pirenópolis. de 1. Flores estaminadas em ramificações curtas. 49º15’W). com 1 a 3 carpelos. Falcão. exceto nos desertos. caducas.F. Rodriguésia 37: 133-139. A Mata Atlântica possui o maior número de espécies endêmicas e o Estado do Rio de Janeiro é a região mais diversa. naturalmente escassas. suculentas. com estigmas capitados.5 a 1 mm de comprimento e com 5 ou 6 flores cada. monóica. Inflorescência rósea. Hansen. ocorrem seis gêneros e 11 espécies (uma delas indicada como rara). trilobado. ovário ínfero. Pode ser encontrada nos mais diferentes ambientes.G. castanhas. 1980. ou nuas. uma em campos rupestres a cerca de 1.5 a 1. e das interações ecológicas indispensáveis para sua sobrevivência. Balanophoraceae possui aproximadamente 44 espécies e 17 gêneros nas regiões (sub)tropicais (modificado de Hansen. as pistiladas com estiletes longos. Flores monoclinas: as estaminadas trímeras. P. órgão vegetativo subterrâneo (“tuber”).m. 1980). áfilo ou com escamas.m. vermelha ou ferrugínea. e outra em mata ciliar a cerca de 400 m s. Aquênios. B. A new species of Lophophytum and the first report of Lathrophytum (Balanophoraceae) from the state of Goiás. W. não tendo sido registrada apenas na Caatinga. (Delprete. Lophophytum rizzoi Delprete Distribuição: GOIÁS: Goiânia. Balanophoraceae do Estado do Rio de Janeiro. com sete espécies e cinco gêneros de Balanophoraceae (Falcão. 1966. holoparasitas de raiz. subpeltadas. 59: 291-295. Rio de Janeiro 14(5-6): 151-155. Serra dos Pireneus (15º50’S.8 mm de comprimento. Atas Soc. Folhas ausentes ou reduzidas a escamas. monóicas ou dióicas.90 Balanophoraceae BALANOPHORACEAE Leandro Jorge Telles Cardoso Ervas fungóides.F de A. Biol. 48º55’W).n. Comentários: Folhas escamiformes. brancas ou amareladas. 2004. aclorofiladas. com perigônio livre. Ribeirão João Leite Referências: (16º40’S. 1971. as pistiladas com perigônio inconspícuo. Central Brazil. com flores pistiladas na porção apical e as estaminadas na basal. Falcão. .2 a 11 cm de comprimento. adnato ao ovário e irregularmente lobado. espádice ou capítulo. de 9. Kew Bull. Os fragmentos florestais da cidade do Rio de Janeiro. freqüentemente com bainha residual semelhante a uma volva na base. 1971). sem lóculos definidos e 1 a 2 estiletes terminais. Balanophoraceae. Fl. 23: 1-79.350 m s. róseas a vermelhas. da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira são refúgios dessas espécies. Conhecida apenas por duas coletas. Monogr. Balanophoraceae do Estado da Guanabara. 1966. No Brasil. ou nuas. sinândrio isostêmone e anteras com 1 ou mais tecas. Neotrop. de 0.n.

Comentários: Folhas fendidas. Comentários: Folhas transversalmente elípticas.) Begonia bradei Irmsch. 46º18’W). partidas a sectas. trialado. inéd. 45º51’W). livres ou unidos. Pedra Azul . 2001) Distribuição: SÃO PAULO: Bertioga (23º51’S. Begoniaceae tem distribuição pantropical e possui dois gêneros: Hillebrandia. 42º02’W). Pedra do Cruzeiro (19º52’S. Estação Biológica de Boracéia (23º32’S. as estaminadas actinomorfas. a família está representada por aproximadamente 200 espécies (27 raras). cimbiformes no material vivo. 2 a 4 nas estaminadas. 41º11’W). São Paulo. MINAS GERAIS: Manhuaçu (20º16’S.000 m s. A maioria das espécies de Begonia apresenta potencial ornamental. sobre rochas ou em paredões rochosos. Ocorre em floresta ombrófila densa. Está possivelmente extinta na natureza. de 14 a 29 cm de comprimento. em 1 verticilo. Estação Biológica Santa Lúcia (19º55’S. (Jacques. passando a ascendente-oblíqua. 46º02’W).n. Cápsulas com alas semelhantes entre si ou uma ligeiramente menor. caules geral- mente carnosos. 46º09’W). Reserva Biológica Alto da Serra de Paranapiacaba (23º47’S. inéd. 41º24’W). 2001. de 1 a 5 mm de comprimento. Itarana. Comentários: Ornamental pelas folhas amplas e inflorescências vistosas. sendo conhecida apenas através de cultivo. monotípico e restrito ao arquipélago do Havaí. e superfície estigmática papilosa. simples. de placentação axilar. (Kollmann. tépalas alvas. raramente epífitas. Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (23º39’S.Begoniaceae BEGONIACEAE Eliane de Lima Jacques 91 Ervas. 3 a 5 nas pistiladas. Flores diclinas (plantas monóicas). 46º37’W). Cápsulas loculicidas com alas dorsais desenvolvidas ou rudimentares. Folhas coriáceas. 40º35’W). Inflorescência cimosa. róseas ou vermelhas. amplamente distribuído. Jacques. Gomes da Silva & Mamede. inteiras. eretos ou trepadores. (Gomes da Silva & Mamede. Salesópolis. as pistiladas levemente zigomorfas. arbustos ou subarbustos. com cerca de 1.400 espécies (excluindo os híbridos). Gomes da Silva. inéd. Folhas alternas. Frutos com margem superior da maior ala ligeiramente ascendente e a inferior arredondada. Domingos Martins. em 2 verticilos. Flores com os ramos dos estigmas auriculiformes. Muniz Freire (20º27’S. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º57’S. aconitifolia foram descritos a partir de material cultivado. com pecíolo de 60 cm a 2 cm de comprimento. com testa ornamentada. 40º39’W).. distribuídas em todas as formações vegetais (exceto manguezais) e tendo um dos seus principais centros de diversidade na Mata Atlântica. e o gênero Begonia. gineceu com ovário ínfero. Comentários: Ervas lanosas. Coletada em área atualmente urbanizada. 2006. com deiscência longitudinal ou poricidas. assimétricas. Begonia albidula Brade Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo. Santa Teresa. entre 800 e 1. sementes pequenas e numerosas.DC.) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cachoeiro do Itape- Begonia boraceiensis Handro Distribuição: SÃO PAULO: Biritiba-Mirim (23º34’S. Comentários: Endêmica às cotas de maior altitude na região central da Serra do Mar. Forno Gran- de (20º36’S. Ocorre em campos de altitude. (Jacques. inéd. Flores com hipanto vermelho-vivo. sobre afloramentos graníticos. Begonia aconitifolia A. 3 estiletes levemente unidos na base e bífidos no ápice. Domingos Martins (20º21’S. Santo André. e anteras bitecas. inéd. nas proximidades dos rios. 40º39’W). lobadas. pecioladas e com estípulas caducas ou persistentes.) (20º22’S.m. (Gomes da Silva. 41º11’W). No Brasil.) Begonia admirabilis Brade mirim (20º50’S. geralmente trilocular. 43º17’W). androceu geralmente com numerosos estames. Todos os binômios associados a B. 40º53’W).

Jacques. 41º20’W).n. Jacques. Ocorre sobre árvores com mais de 20 m de altura. inéd. com entrenós distintos. Folhas cordiformes.) Begonia espiritosantensis E. scharffii Hook. 2004. 2001) Begonia coccinea Hook. Ocorre em campos de altitudes. 1996) Begonia jureiensis S. (Gomes da Silva & Mamede. ferrugíneas no material herborizado. mas não apresenta folhas pilosas em ambas as faces. Ocorre em afloramentos rochosos. Jacques & Mamede. oblongas ou elípticas. Cápsulas com alas semelhantes entre si. Estação Ecológica Comentários: Erva. & R. Comentários: Erva ereta.) Begonia konderreisiana L. Pedra do Cruzeiro (19º54’S. (Klein.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. Distribuição: SÃO PAULO: Santo André.Sm. Comentários: Erva recoberta com tricomas estrelados. 40º19’W). inconspicuamente assimétricas. Ocorre em locais úmidos e sombreados.n. Flores grandes. indumento furfuráceo a velutino. mas que é terrestre e produz frutos cordiformes.92 Begoniaceae Begonia brevilobata Irmsch. Ocorre em floresta ombrófila densa.C. 43º03’W). 48º52’W).) (28º53’S. (Smith & Smith. inéd. (Jacques & Mamede. Serra dos Órgãos (22º29’S. 1997. Reserva Bioló- Begonia ibitiocensis E. 40º24’W). Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. 49º33’W). Comentários: Erva ereta. Begonia edmundoi Brade dos Órgãos (22º29’S. 44º35’W). rio Pancas Begonia hilariana A. Distribuição: SANTA CATARINA: Araranguá/Meleiro Comentários: Semelhante a B. Folhas fortemente assimétricas. Parque Na- folhas transversalmente elípticas e frutos com alas corniformes. Comentários: Erva. 40º45’W). 40º37’W). inéd. Distribuição: SANTA CATARINA: Joinville (26º19’S. 2004. Comentários: Subarbusto híspido. enDistribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. a cerca de 900 m s. Folhas levemente assimétricas. Ocorre em campos de altitude. vistosas. Ibitipoca (21º45’S. Comentários: Erva. que encobre o ápice do pecíolo.L. é facilmente reconhecida pelos pecíolos mais longos. Ocorre em paredões rochosos no meio da mata. Flores com estigmas multifendidos. 47º15’W). Conhecida por três coletas em Mata Atlântica preservada. Estação Bioló- Begonia kuhlmannii Brade Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Colatina.DC. (Gomes da Silva. Jacques. Frutos com alas desiguais. Folhas peltadas. sobre rochas. 43º03’W).) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Campos dos Goita- gica do Alto da Serra de Paranapiacaba (23º47’S.Jacques & Mamede gica Mestre Álvaro (20º06’S. Gomes da Silva & Mamede. blocos de pedra ou barrancos. Folhas freqüentemente vermelhas quando jovens. formando um pequeno lobo na base. Frutos com alas semelhantes entre si. Comentários: Semelhante a B. Santa Teresa. de 4 a 5 mm de comprimento. com ramos dos estigmas achatados.B. Folhas lanceoladas. Flores com anteras Juréia-Itatins (24º32’S. Nova Venécia (18º42’S. (Jacques. 2004. 2001.. Serra extrorsas. inéd.J. inéd. inéd. (Jacques & Mamede. conectivos não prolongados e estigmas com ramos achatados. 46º18’W). Comumente confundida com um cultivar de mesmo nome.Gomes da Silva & Mamede Distribuição: SÃO PAULO: Iguape.) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Serra.) . Jacques. Jacques. com estípulas persistentes. Conhecida apenas por duas coletas. 1971.m. albidula. Begonia lanstyakii Brade cional do Itatiaia (22º23’S. Comentários: Arbusto epífito. folhas planas no material vivo e pelo hipanto alvo a esverdeado.L. recurvadas em forma de ‘C’.f.Jacques & Mamede cazes. inéd. Cimeiras dicasiais multifloras.m. (Jacques. (Jacques. Frutos obcônicos. em torno de 1200 m s. com papilas no ápice dos ramos e placenta bipartida. inéd.Sm. pelas (19º30’S. Folhas peltadas. Conhecida apenas por três coletas.

Ocorre na porção sul da Serra do Mar. Serra do Corvo Branco (28º10’S. Saint-Hilaire s.Morren Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis.) Begonia rufosericea Toledo Distribuição: SÃO PAULO: Caraguatatuba (23º35’S. Comentários: Planta revestida por densa pilosidade acobreada. (Jacques.) Begonia lubbersii E. Cruzeiro (22º34’S. mas com muita nebulosidade. Flores alaranjadas a vermelho-alaranjadas. consta um ponto de interrogação após a citação do Estado. Flores com indumento vináceo. Reserva Ecológica do Rio das Pedras (22º55’S. Folhas semilunares. Gomes da Silva. 42º54’W). Comentários: Erva. cacu. 44º33’W).n. 2008) ferrugíneo. Ilha dos Alcatrazes (22º23’S. Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu (23º59’S. em locais ensolarados. a cerca de 2. recobertos por estípulas.) Begonia rubropilosa A. Ubatuba (23º27’S. (Gomes da Silva & Mamede. Sua ocorrência em Minas Gerais é duvidosa. 49º12’W). inéd. (Jacques. Ocorre em costão rochoso ou no interior de floresta ombrófila densa. sem profilos. relativamente protegida de alta insolação e das baixas temperaturas. Afim de B. Distribuição: SÃO PAULO: Santos.B. Estação Ecológica Estadual do Paraíso e Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (22º28’S. inéd. . 47º15’W). Distribuição: MINAS GERAIS(?). Ocorre em floresta ombrófila densa.) RO: Mangaratiba. 45º31’W). RIO DE JANEI- Begonia nuda Irmsch. São José do Barreiro (22º39’S. Estação Ecológica Juréia-Itatins (24º32’S. Folhas inconspicuamente assimétricas. (Jacques. 43º11’W).) Distribuição: MINAS GERAIS: Passa Quatro (22º23’S. Folhas rômbicas.L.300 m s. & Wassh. sobre ou entre as rochas. inéd.m. inéd.) Begonia scharffii Hook. Comentários: Erva a subarbusto ereto. 44º37’W).DC. Comentários: Erva com indumento viloso. Begonia larorum L. 45º06’W). Flores pistiladas. Serra da Begonia piresiana Handro tuba (23º46’S. Comentários: Erva glabra. (Jacques. inéd. Serra da Juréia. Folhas oblongo-lanceoladas. Gomes da Silva.DC. em semi-sombra. 44º51’W). 2001. 2001. Gomes da Silva.Begoniaceae 93 tre fendas de rochedos. Comentários: Planta revestida de indumento híspido- Begonia lunaris E. decorrentes na base.. Itanhaém. 44º02’W). 2001. com nervuras terciárias arqueadas. Ocorre em floresta baixo-montana. (Gomes da Silva & Mamede. às vezes sobre pedras. Frutos com alas triangulares. à margem dos rios ou no interior da floresta. Distribuição: SÃO PAULO: Iguape. 45º54’W). em cotas de menor altitude.Jacques Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cachoeiras de Ma- 45º26’W). a qual possui folhas basifixas. na etiqueta da exsicata de A. em pequenas e esparsas populações. Comentários: Planta ornamental. transversalmente elípticas. Folhas peltadas. Barra de Una (23º49’S. peltadas. com estípulas persistentes. São Sebastião. inéd. Praia de Guara- Estrela (22º30’S. maculata Raddi. inéd. 46º44’W). (Gomes da Silva & Mamede. nos grotões das matas. Florianópolis. na Serra da Mantiqueira. estípulas caducas e dois profilos nas flores pistiladas. RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º30’S. Flores estaminadas com duas tépalas. ramos laterais encurtados. inéd. Comentários: Planta coberta por escamas vináceas.Sm.) Begonia paulensis A.n. característica rara nas espécies brasileiras de begônia. 44º57’W). levemente assimétricas.) Distribuição: SÃO PAULO: Bertioga. Distribuição: SANTA CATARINA: Grão-Pará. (Jacques. Não é coletada desde o início da década de 1950. (Jacques. SÃO PAULO. Cápsulas com alas inflexas. 44º37’W). com pecíolo curto.

Teresópolis (27º39’S. 1971. A. 1996. finos e emaranhados. Município de Santa Tereza...L. Aidar. & Mamede.. 128p. Begoniaceae da Mata Atlântica na Serra do Mar do Estado de São Paulo.C. Serra do Rio do Rastro (28º20’S. Revta Brasil. Brittonia. E. uma espécie endêmica do Espírito Santo. Brasil. S. 93-103.Sm. Serra do Oratório (28º24’S. Flores com alas do hipanto corniformes e ramos dos estigmas de grande espessura. Folhas pilosas.C.P. Bol. Lauro Müller. Ocorre em paredões rochosos ou basálticos ou no interior de mata nebular. 2006. 48º36’W). Anais do III Simpósio de Ecossistemas da Costa Brasileira.São Paulo.) um porte mais robusto. 15: 1-61. Tese de doutorado. curtos na lâmina.L. tais como topos de morros e fendas de rochas. 2005. Bot. (Jacques & Mamede. L. 1993) Referências: Begonia squamipes Irmsch. 2001. Comentários: Erva lanosa. Gomes da Silva. Jacques. Jacques. Parque Estadual Tu- Begonia venosa Skank ex Hook. Inéd. Palhoça. Frutos com alas rudimentares.. São Paulo. translúcidas e persistentes. Comentários: Erva híspida. (Gomes da Silva & Mamede. Pompéia.Schub. Jacques.J. 2005. Begoniaceae da Estação Biológica de Santa Lúcia.100 m s. Universidade de São Paulo. R. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. São Paulo.P. Mus. 2008. estreito-triangulares. próximo de grutas.H. Nova Friburgo – RJ: aspectos florísticos das espécies vasculares. pelas estípulas venosas. 48º39’W). Bot.) 20: 7-25. Reitz (ed. Folhas adaxialmente com tricomas dendríticos. 1993. (Begoniaceae) com placenta partida. Tese de mestrado. caráter pouco comum nas espécies brasileiras de begônia. Klein. Inéd. Serra do Rio do Rastro (28º24’S. Comentários: Erva recoberta por escamas macias. Ilha dos Alcatrazes (24º06’S. Comentários: Erva castanho-vilosa. A vegetação da Ilha de Alcatrazes . Biol. 2004.L. R. inéd.M. 48º46’W). Estípulas venosas. Novelties in Begonia (Begoniaceae) from the coastal forests of Brazil. 48º27’W).L. longos nas nervuras. Rio de Janeiro. Begoniaceae da Mata Atlântica na Serra do Mar do Estado de São Paulo. M. Lima & R. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. entre 490 e 1. inéd. Bol.m. E.L. 3. inéd.H. Kollmann.L. Serra Negra .) Begonia toledoana Handro rístico do Alto da Ribeira (24º31’S. Guedes-Bruni (orgs) Reserva Ecológica de Macaé de Cima.) Flora ilustrada catarinense. 56: 75-81. vol. & Mamede. Distribuição: SANTA CATARINA: Bom Jardim da Ser- Gomes da Silva. Distribuição: SÃO PAULO: Santos.L.J. Iporanga (24º34’S. Brasil. Universidade de São Paulo.n. Begoniaceae. com tricomas longos.M. Inst. estípulas grandes e papiráceas. 49º38’W). & Smith. Brasil.M.J.P. corniformes. (Jacques. 45º42’W). 1994. 48º17’W). Estado do Espírito Santo. Jacques. 2001. Moraes. paleáceas. Ocorre no sub-bosque de mata sobre rochas calcárias.Jacques (Begoniaceae). S. Jacques. (Pompéia et al.C. 2. com tricomas estrelados. Mello Leitão (n. 1998. em áreas de transição entre floresta atlântica e campo de altitude. folhas subcoriáceas.B. Assemelha-se a Begonia curtii L. E. Espécies raras ou ameaçadas de extinção: Estado de Santa Catarina.H. R. uma nova espécie para o Estado do Rio de Janeiro.94 Begoniaceae Morro Costa da Lagoa (27º32’S. p. E. sér.C.. R. Flores com tépalas quase iguais entre si. ACIESP 2: 54-67. Frutos com alas semelhantes entre si.B. Eldorado. M.P. S. L. coberta com escamas filiformes e longas. Jacques. placenta inteira e frutos com alas desenvolvidas. glabérrimas. Rossi. Begonia lunaris E. & Mamede. Parque Estadual de Jacupiranga. L. 2002.. 283p. Ocorre nos paredões rochosos de arenito. Rodriguesia 59: 259-263. Pereira. Notas nomenclaturais em Begonia (Begoniaceae).G. & B. Smith. In M. ra. 28: 579-588. Gomes da Silva. Rio de Janeiro. em locais sombrios. Estudos taxonômicos das espécies brasileiras do gênero Begonia L. & Santos. 49º23’W). E. Brasil. 1997. núcleo Caverna do Diabo (24º34’S.) Distribuição: SÃO PAULO: Apiaí. Herbário Barbosa Rodrigues. vol. M.C. Begoniáceas In R. Ocorre em locais de baixa declividade e maior acúmulo de matéria orgânica. diferindo por esta apresentar . Itajaí.SP. Lauro Müller. M. 49º23’W).

unilocular. A taxonomic revision.A. 2a ed.M. baseado na APG II. 48-50. Itajaí. Herbário Barbosa Rodrigues. lobadas ou compostas. Mattos. São Joaquim (26º37’S. 2004). Mori. 49º32’W). Ocorre em regiões altas. com uma flor por fascículo..C. Bagas negras. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. trilobado. V. Berberis kleinii Mattos Distribuição: Santa Catarina: Bom Retiro Referências: (27º48’S. Souza. 57: 1-410.A. geralmente com poucos óvulos e placentação basal. inteiras a denteadas. Folhas alternas. Folhas fasciculadas. 704p. geralmente com 2 verticilos 4. Stevenson & S. p. sem estípulas. In N. Princeton University Press. úmidas e pedregosas. simples. 49º38’W). do Rio Grande do Sul a São Paulo. a maioria em Berberis (500 espécies) e distribuídas nas regiões temperadas do hemisfério norte e na Terra do Fogo (Campbell. glabros. Bot. estames geralmente opositipétalos. Berberidaceae inclui 15 gêneros e cerca de 670 espécies. 1961.V. actinomorfas. L. Henderson.a 6-meros de sépalas e de pétalas (o mais interno estaminoidal) livres. J. Flores pequenas. R. Princeton. No Brasil. 2008). Reitz & R. monoclinas. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Linn. 1961. (Ahrendt. & Lorenzi. S. 15p. Berberidáceas. J.M. com anteras de deiscência valvar. Urubici (28º01’S. 1969. A. ocorrem cerca de cinco espécies (Souza & Lorenzi. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. ocasionamente dissectas. Smith. Berberis and Mahonia. Berberidaceae. 1969) Ahrendt. Nova Odessa. com espinhos. Instituto Plantarum.Wm.Berberidaceae BERBERIDACEAE Maria José Gomes de Andrade & Patrícia Luz Ribeiro 95 Arbustos geralmente espinescentes. ovário súpero. H. Soc. 2004. uma delas rara.W. Bagas. In R. Campbel. D. 2008. . Mattos. L. 51º35’W). Klein (eds) Flora Ilustrada Catarinense.

Lohmann. 1896. com venação broquidódroma.Lohmann Distribuição: AMAZONAS: Novo Aripuanã (05º07’S.C.b) Adenocalymma bullatum Bureau & K. com (17º00’S. Comentários: Liana. Adenocalymma salmoneum J. e pina terminal freqüentemente modificada em gavinha simples. Folhas 2. achatadas. Folhas trifolioladas. Projeto Dinâmica Biológica dos Fragmentos Florestais (02º24’S.Lohmann (02º56’S. Pontelete Adenocalymma cidii (A. Conhecida apenas pelo materialtipo. campanulada a infundibuliforme. Ocorre em floresta. Reserva Ducke táceos. densamente glandular-pubescentes. hipóginas. geralmente didínamos. lanceoladas. (Bureau & Schumann. com folíolos elípticos. Conhecida apenas pelo material-tipo. monoclinas. 2004). glandular-pubescentes. arbustos ou lianas. Lohmann & Milene M. no prelo-a) Adenocalymma fruticosum A. tubular-campanulada. Gua- .G. Cápsulas septicidas. Adenocalymma adenophorum (Sandwith) L. Cápsulas septicidas. Flores com corola amarelo-pálida. coletado em campo geral. e a terna terminal modificada em gavinha simples. 41º25’W).G. oligostêmones... Comentários: Liana alcançando 15 m de altura. 2008). no prelo-a) Distribuição: AMAZONAS: Manaus. 1993. o terminal modificado em gavinha simples. Lohmann. com eixo achatado e bractéolas mais longas que os lobos do cálice. no prelo-a. sem gavinha. Folhas 2. Lohmann. são encontrados 33 gêneros e cerca de 350 espécies (Souza & Lorenzi. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Resende (22º28’S. Flores com corola amarelo-clara. Domingos Martins (20º22’S. glabros. com folíolos ovados. lanceoladas. 1999. Cápsulas septicidas.Gentry Distribuição: BAHIA: Mucugê. e estaminódio geralmente presente.H. (Hauk. 1999. 42º00’W). freqüentemente com o folíolo terminal modificado em gavinha simples ou furcada nas trepadeiras. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. ovário bilocular. gamopétalas. especialmente em matas secas e cerrados.ou 2-folioladas... Lohmann. inéd. inéd. 33 delas são raras. ocasionalmente bagas. Lohmann.Schum. 1896.Gentry ex Hauk) L. ¾ dessa diversidade são encontrados no neotrópico (Lohmann. Flores com corola amarela. 40º37’W). e cálice campanulado. car- folíolos lanceolados. 59º57’W). tubular-campanulada. lanceoladas. lanceoladas. 44º27’W). pentâmeras.H. No Brasil. estames 4. com muitos óvulos. 60º21’W). Flores com corola amarela. glabros. lanceoladas. inéd. raramente oblanceolados. tomentosa externamente. com folíolos elípticos a obovados. Cápsulas septicidas. ferrugíneos. com folíolos ovados.. Ocorre nas florestas úmidas da costa do Rio de Janeiro.ou 3-pinadas. Serra do Sincorá (13º06’S. (Lohmann & Hopkins. Comentários: Liana. no prelo-a) Adenocalymma nervosum Bureau & K.96 Bignoniaceae BIGNONIACEAE Lúcia G. (Gentry. (Bureau & Schumann. inéd. 40º40’W).ou 3-ternadas. sem estípulas. Folhas trifolioladas. Flores com corola amarela. geralmente vistosas. Cápsulas com sementes aladas. Cápsulas septicidas. fortemente bulados e ferrugíneos. Silva-Castro Árvores. inéd. Distribuição: MINAS GERAIS: Catug.Gomes Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Colatina (19º34’S.Schum. Folhas geralmente opostas e compostas. 59º51’W). glabra. Folhas 3. no prelo-a) Comentários: Arbusto ereto. Flores zigomorfas. coriáceos. tubular-campanulada. Inflorescências racemosas. Manaus. coriáceos. Bignoniaceae inclui 120 gêneros e 800 espécies.

tubular. glabra. Flores com corola amarela.. de 3 a 4 cm de comprimento. inéd. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Parati (23º17’S. pubescentes. (Assis & Semir. no prelo-a) minal modificado em gavinha simples. o terminal modificado em gavinha trífida.Schum. campanulada. Lohmann. tubular-campanulada. (Gentry. com folíolos coriáceos. e corola roxo-intensa. com folíolos elípticos.ou 3-folioladas. Volta Redonda. Lohmann. (Lohmann.. infundibuliforme. Cápsulas septicidas. glabros. elíptico-lanceoladas. 40º31’W). o terminal modificado em gavinha simples. Folhas 2. pseudocleistógama. o ter- . Comentários: Arbusto. ramos tetragonais. inéd. Adenocalymma subspicatum A.ou 3-folioladas. lanceoladas. Lohmann. pilosos abaxialmente. o terminal modificado em gavinha simples. pentalobado. pubescentes. Folhas 2. ocráceopubescentes. duplo. Folhas bifolioladas. sem gavinha. Folhas bifolioladas. infundibuliforme.Lohmann Distribuição: MARANHÃO: Barra do Corda (05º31’S. no prelo-a) Amphilophium perbracteatum A. Cápsulas septicidas.. 1993. com a margem ondulada..) L.) L. inéd. Lohmann. B Adenocalymma ubatubense Assis & Semir Distribuição: SÃO PAULO: Ubatuba. 43º51’W). com lobos curtos (cerca de 5 mm de diâmetro).G. Comentários: Liana.H. inéd..Gentry Distribuição: CEARÁ: Viçosa do Ceará (03º34’S. Ocorre em carrascos e caatingas. com folíolos (23º22’S. Adenocalymma salzmannii DC. Linhares (19º21’S. com folíolos oblongo-lanceolados. inéd. Folhas bifolioladas. Fo- Serra Geral de Caitité (14º19’S. Cápsulas septicidas. 1896. (Bureau & Schumann. campanulado-infundibuliforme. Comentários: Liana.a 3-folioladas.. 43º13’W). Cápsulas septicidas. 52º15’W).G. com folíolos elípticos. Lohmann.ou 3-folioladas. Reserva Florestal da Gianta (22º31’S. externamente pubescente.H. Flores com cálice amarelo-claro. 1985. pubescentes. Rio de Janeiro. Ocorre no litoral norte do Estado de São Paulo. 1896. no prelo-a) ridericia crassa (Bureau & K.Gentry ex Hauk) L. glabros adaxialmente. inéd. 1999. coriáceos. Buriti Bravo (05º49’S. 40º03’W). lanceoladas. coletado em floresta úmida. Comentários: Lianas. Flores com corola amarela. infundibuliforme. com ornamentações pontiagudas. Flores com corola alaranjada. no prelo-a) ignonia costata (Bureau & K. inéd. com folíolos elípticos. (Bureau & Schumann. inéd. Lohmann. 41º04’W). (Gentry. Flores com corola alaranjada. Distribuição: BAHIA: Manoel Vitorino (14º11’S. tomentosos. elíptico-lanceolados.Gentry Distribuição: BAHIA: Caetité. cartáceos. no prelo-b) Comentários: Liana alcançando até 5 m de altura. e corola amarela. Folhas pinadas a biterna- F das.. 45º10’W). ovado-oblongos a subelítpicos. glandular externamente. Flores com cálice de lobos alongados. Flores com cálice campanulado.H. 1999. 40º17’W). Brejinhos das Ametistas. lepidotos. Santa Teresa.Schum. Ocorre em florestas úmidas. 1896. Comentários: Liana.G. coriáceos. coriácea. o terminal modificado em gavinha simples.H. Cápsulas septicidas. Picinguaba Comentários: Liana. o terminal modificado em gavinha simples.Lohmann 44º40’W).Bignoniaceae 97 rapari (20º38’S. 44º04’W). Ocorre em florestas úmidas.Lohmann Distribuição: PARÁ: Altamira (03º13’S. Ocorre em florestas úmidas. 42º27’W). Tijuca (22º55’S. Ocorre em florestas secas. no prelo-a) folíolos elípticos. (Hauk. Lohmann. Comentários: Liana lenhosa. Conhecida apenas pelo material-tipo. elípticas. glabros. (Bureau & Schumann. Anemopaegma mirabile (Sandwith) A.. 40º32’W). Flores com corola amarela. Folhas 1. São João de Petrópolis (19º51’S. 44º49’W).Gentry Distribuição: PIAUÍ: São João dos Patos (06º28’S. no prelo-a) Adenocalymma velutinum (A. lanceoladas. e corola rosada. com 43º43’W). com folíolos oblongo-lanceolados. Conhecida apenas pelo material-tipo. com venação broquidódroma. no prelo-a) lhas 2.

Lohmann. Flores com corola alva.H. Folhas 1. truncado. Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Folhas 2. pubescente. Flores com corola azul(-púrpura) e anteras monotecas. 2007) Handroanthus catarinensis (A. Comentários: Árvore com até 10 m altura. 43º16’W). com gavinha simples. pentafolioladas (raramente hexafoliolada). com folíolos (oblongo-)obovados ou rômbico-elíptico. membranácea. 41º00’W). o terminal modificado em gavinha simples. 48º51’W). cartáceos. Rio de Janeiro.Grose Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares.) L.. Folhas bipi- tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º24’S. 1992.G. coriáceos. 2007) androanthus selachidentatus (A. com folíolos (oblongo-)elípticos. membranáceo. (Gentry.H. (Gentry. 1896. glabra.Gentry) S. Comentários: Árvore com até 40 m altura. Cápsulas septicidas.) L. 2007) Handroanthus cristatus (A. Cápsulas loculicidas. e corola rosa. 2007) Jacaranda bullata A. Flores com cálice cupular. heptafolioladas (raramente hexafolioladas). Tamaburi tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º24’S. (Gentry. sem gavinha. sem gavinha. Comentários: Liana. no prelo-a) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Macaé (22º21’S. infundibuliforme. glabros. Comentários: Arbusto. com folíolos elípticos. nadas. lanceoladas. lineares. no prelo-a. Alto do Serra (25º52’S. (Lohmann. lineares.b) palmadas. pentafolioladas. glabros.Schum. (Bureau & Schumann. Recreio dos Bandeirantes (22º52’S. Comentários: Árvore com até 40 m de altura. SANTA CATARINA: Garuva. 63º15’W). Flores com corola amarela.a Fridericia trachyphylla (Bureau & K. rio Aracá Handroanthus arianeae (A. Flores com corola amarela. Ocorre em floresta seca. Comentários: Lianas. membranáceo.Gentry) S.Grose Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. Flores com cálice tubular.Gentry Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. elípticos a elíptico-rômbicos. (Gentry.H. Folhas 1. lineares. 1992. cartáceos.. inéd. Folhas trifolioladas. Grose & Olmstead. Flores com corola magenta. inéd. (Gentry & Morawetz. no prelo-a) 3-folioladas. Folhas palmadas. Flores com cálice campanulado. cartáceos. Cápsulas septicidas. Ilha do Governador (22º49’S. (Bureau & Schumann. de lobos alongados. 1896. pubescentes.ou 3-folioladas. com folíolos oblongo-elípticos a lanceolados.G.Grose Distribuição: PARANÁ: Campina Grande do Sul. com folíolos ovados. no interior da Bahia. Cápsulas loculicidas. 1992. 43º10’W).ou 3-folioladas. tomentosos abaxialmente. Ocorre nos campos altos do Sul. Monte Cristo (26º01’S. com folíolos elípticos. Cápsulas loculicidas.G. H 43º12’W). Reserva Na- (00º23’N. com folíolos (ovados-)oblongos. inéd. Ocorre nas caatingas. Comentários: Árvore com até 4 m de altura. 1992) . Folhas 2. lineares. Flores com corola amarela. esbranquiçada nos lobos. 41º25’W). elípticas. 1992.Lohmann Distribuição: RIO DE JANEIRO: Botafogo (22º58’S. Ocorre nas dunas do rio São Francisco. (Bureau & Schumann. Grose & Olmstead. membranácea. 40º28’W). inéd. membranácea. 1896. Cápsulas loculicidas.. Pico Fridericia elegans (Vell. e corola rosa. Guaratuba. Ocorre em florestas secas. coriácea. cartáceos. com folíolos elíptico-lanceolados. 49º03’W).H.H. Caratuva (25º18’S.Lohmann 41º47’W). Ocorre na Mata Atlântica. Reserva Na- Fridericia paradoxa (Sandwith) L.. Cápsulas loculicidas.Grose ­ Distribuição: BAHIA: Sento Sé (10º11’S.Gentry) S. 48º34’W). cinéreotomentosa.Lohmann Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu. Grose & Olmstead. 40º28’W).a 3-folioladas. no prelo-a) cartáceos. Ocorre na Mata Atlântica. lineares. Lohmann. Ocorre no Vale do Rio Doce. vilosos. Grose & Olmstead. com glândulas esparsas. Lohmann. Folhas (11º24’S.Gentry) S. Folhas palmadas. com 17 a 31 pinas de folíolos assimétricos. e corola vinácea.98 Bignoniaceae Comentários: Liana.

elípticas. Ocorre nos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. Ocorre sobre areias pobremente drenadas do rio Cururu. 44º40’W).ou 3-folioladas. Comentários: Arbusto com cerca de 25 cm altura. Serra de Baturité (04º19’S. elípticas. alva no tubo. cartáceos. Serra da Mantiqueira (22º43’S. 1992) Jacaranda egleri Sandwith Distribuição: PARÁ: Jacareacanga. lepidotos.. inéd. Cápsulas loculicidas. 44º15’W). Serra dos Cristais Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. 43º42’W). 47º30’W). Comentários: Lianas. Folhas (bi)pinada. com folíolos estreito-ovados a elípticos. 44º33’W).800 m s. (Gentry & Morawetz.ou 3-folioladas. com 11 a 23 pinas de folíolos elípticos a oblongos.H.H.m.Bignoniaceae 99 Jacaranda crassifolia Morawetz (21º08’S. Flores com corola púrpura e anteras bitecas. elípticas. Flores com corola púrpura. Cápsulas loculicidas. (Gentry & Morawetz. entre Goiás e Minas Gerais. Ocorre nos campos rupestres. cartáceos. com folíolos elíptico-ovados. Itatiaia (22º29’S.Gentry Distribuição: CEARÁ: Canindé. linear-oblongas. Flores com corola vinácea e anteras bitecas. membranácea. Flores com corola alva. Santana do Riacho.G. Flor com corola rosa e guias de néctar esbranquiçados. infundibuliforme. com até 0. SÃO PAULO: Campos do Jordão. com 6 a 8 pinas de folíolos oblanceolados a obovados. membranácea.ou 3-folioladas. elípticas.Gentry Distribuição: PERNAMBUCO: Buíque (08º34’S. Serra de Itatiaia (22º30’S. (Gentry & Morawetz.5 m de altura. Folhas 2. Folhas Jacaranda subalpina Morawetz Distribuição: RIO DE JANEIRO: Engenheiro Passos. com folíolos assimetricamente oblongos. Comentários: Liana. inéd. e anteras bitecas. 37º14’W). inéd. subcilíndricas. com folíolos assimetricamente oblongos. Cápsulas loculicidas.. 1992) Lundia damazii DC.H. e gavinhas trífidas. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. orbiculares. (Gentry & Morawetz. Ocorre em mata. RIO DE JANEIRO: Rezende. com folío- Jacaranda intricata A.Gentry & Morawetz Distribuição: GOIÁS: Luziânia. 45º34’W). glabros.H. com 13 a 15 pinas de folíolos ovado-elípticos ou obovados. no prelo-a) . no prelo-a) Jacaranda racemosa Cham. Cápsulas loculicidas. Folhas pinadas. cartáceos. Flores com corola violeta. no prelo-a) lhas pinadas.. Comentários: Árvore com até 12 m de altura. 1992) Distribuição: MINAS GERAIS: São João del Rei pinadas.Gentry) L. Ocorre em cerrado. Cápsulas loculicidas. 39º06’W). (Gentry & Morawetz. (Gentry. (16º46’W. 1976. lineares. elípticas. (Lohmann. Comentários: Lianas. no Alto Tapajós. (Lohmann. los deltóides. Lohmann. e gavinhas trífidas. a cerca de 1. infundibuliforme. Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. Flores com corola magenta e anteras bitecas. o terminal modificado em gavinha simples. folíolos (estreito-)elípticos. Serra do Cipó (19º10’S. 57º20’W). 43º39’W). Folhas 2. 1992) Pachyptera ventricosa (A. Cápsulas loculicidas. Missão Velha (07º45’S. 1992) Mansoa onohualcoides A. pubescente.Lohmann Distribuição: PARÁ: Paragominas (03º00’S. Comentários: Arbusto monopodial. pubérulas. Cápsulas septicidas. cartáceos. Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto (20º21’S. Folhas bipinadas. e anteras bitecas. Flores com corola alva. Fo- 43º29’W). Folhas bipinadas. com Jacaranda rugosa A. 1992) Comentários: Arbusto com até 4 m de altura.n. alva na fauce. Ocorre em áreas montanhosas. infundibuliforme. Flores com corola púrpura-clara e anteras bitecas. (Gentry & Morawetz. 47º36’W). pubescente externamente. pubescentes. Cápsulas septicidas. Folhas 2.

vol. Lohmann. Prodromus systematis naturalis regni vegetabilis. & Lorenzi. e anteras bitecas. A. 2004.P. 2a ed. Candolle. 1992) Referências: Assis. 1-451. p. Taxonomic revisions in the polyphyletic genus Tabebuia s. 1980. 9. L. 40º27’W). lineares. a new species of Bignoniaceae from Ubatuba. University of Missouri. Bignoniaceae. 1999. INPA/DIFD. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. 2003. Universidade de Brasília. Guedes (ed. Bot. Princeton University Press.H. 40º28’W). Saint Louis. . 142-248. Syst. Novon 9: 136-138. Neotrop. 1845. Weinheim.G. Adenocalymma ubatubensis Assis e Semir. Tribe Tecomeae. 1896. Lohmann.100 Bignoniaceae Sparattosperma catingae A. (Gentry. Novon 9: 48-54. Urbans (eds) Flora brasiliensis. In N. B. L. 8. 25(2): 1-362. 1992) Tabebuia reticulata A.G. 2008. p. Victoris Masson. 51-53. Ocorre em caatinga. Six new species of Adenocalymma (Bignoniaceae) from Eastern South America. 1999. Smith. Inéd. Brazil. Reserva NaComentários: Árvore com cerca de 5 m altura. Monogr. & Semir. & Olmstead. 3 folíolos (oblongo-)elípticos.P. Revisão de Pleonotoma Miers (Bignonieae. 32: 660-670. Gard. A. alva na base do tubo. Bignoniaceae. Lohmann. Paris. D.G. A new generic classification of Bignonieae (Bignoniaceae) based on molecular phylogenetic data and morphological synapomorphies. H.H.O. 704p. p. Gentry. Studies in Bignoniaceae 48: New South American species of Bignoniaceae. (Gentry.H. Martius. V. In A. S.l. 1993. & Schumann. Lamiales). W. 1976.H. membranáceas. In J.S. Hauk. lineares. Verlag J.Gentry Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. Bignoniaceae).H. Grose.Wm. Princeton.G. Studies in Bignoniaceae 19: Generic mergers and new species of South American Bignoniaceae.C. Ann.G. 1992. Monogr. Cápsulas loculicidas. baseado na APG II. Gard. (eds) Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central. L.Gentry Distribuição: BAHIA: Maracás (13º27’S.L. Souza. Lohmann. 608-623. Gentry.L. Bignoniaceae Part 2.) Flora da Chapada Diamantina. Missouri Bot. A. In C. Bignoniaceae. Tribe Tecomeae. Fl. Fl. & Hopkins.V. Brasilia. E. Gentry. Fl. Lohmann. Comentários: Árvore com até 10 m de altura. Neotrop.F. Ocorre em caatinga edáfica. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Phytologia 57: 240-248. A. J. Missouri Bot. No prelo-b.A. Ann.J. K. M. 2007. Bignoniaceae. Monogr. Ribeiro et al. p. Gentry. Inéd. In M. pars 2. 25(2): 51-105. Gomes. classification. Dissertação de mestrado. & Morawetz. Cramer. Flores com corola alva.E. morphological diversification and biogeography of Bignonieae (Bignoniaceae. Bignoniaceae Part 2.G. Jacaranda. 2006.H. A. Manaus.D. Nova Odessa. Phylogeny. A. Gentry. L. M. Novon 3: 137-141. 63: 46-80. Folhas com Gentry. No prelo-a.H. São Paulo State. Bignoniaceae – P art 1 (Crescentieae and Tourrettieae).H. 25(1): 1-131.G. Instituto Plantarum. Folhas tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º24’S. simples. A. estriada de vermelho. Eichler & I. 1992. Mori. Cápsulas loculicidas.G. L. Gentry. (Bignoniaceae). Henderson. A. Flores com corola púrpura. ovadas a ovado-oblongas. W. Stevenson & S. Bureau. vol. S. R. Bignoniaceae. 1999. Four new species of Memora from South America. 1985. Tese de doutorado. A. Neotrop.H. cartáceos.

raramente profundamente lobadas a compostas. e revisão taxonômica de Cordia sect. próximo a Santa Fé. coletado no início do séc. com frutos em setembro.. Tournefortia andrade-limae J. J. Folhas geralmente alternas. Encontrada com flores em junho. 1991. com margem denteada na metade distal. Boraginaceae inclui cerca de 148 gêneros e 2. Heliotropium (260) e Tournefortia (150) (Judd.A.J.. 1991). 36º48’W). Campbell. subarbustos ou árvores. & Donogue. 2002). P. simples. sem estípula.Johnst. Melo & Tânia R. S. densamente estrigosos. . hipóginas. geralmente pentâmeras. Flores com anteras de cerca de 1 mm de comprimento. 61º42’W). The genera of Boraginaceae in the southeastern United States. (Stapf.) para o Nordeste do Brasil. Hoehnea 34: 155-158. W. 2a ed. em inflorescências densamente ramificadas. 2002. Drupa. Suppl. geralmente actinomorfas. Folhas elípticas a ovadas. ocorrem 12 gêneros e aproximadamente 150 espécies. Arnold Arbor.M. glabras ou com tricomas com cistólitos ou corpos semelhantes a cistólitos basais e/ou parede calcificadas. raramente opostas ou verticiladas. esquizocarpo ou cápsula. Filogenia de Cordia L. Frutos ovóides.Melo Distribuição: PARAÍBA: São José dos Cordeiros ção broquidódroma. com vena- (07º23’S. isostêmones.S. Stapf. raramente assimétricas.S.I.N. Possui centros de diversidade na zona temperada do hemisfério norte e nos trópicos (América Central e norte da América do Sul) (Al-Shehbaz. Melo. raramente lianas ou parasitas de raízes. monoclinas ou diclinas. Ser. ovado-triangulares. J. Stevens. destacando-se Cordia (cerca de 320 espécies).M. Sanchez de Stapf. Silva 101 Ervas.740 espécies. José I. na base do rio Madeira.. Flores solitárias ou em cimeiras.F.. 2007) Comentários: Folhas arredondadas na base.) Referências: Al-Shehbaz. gineceu geralmente bicarpelar. Uma nova espécie de Tournefortia L. Inéd.l. No Brasil. gamossépalas. Conhecida apenas pelo material-tipo. duas delas apontadas como raras. I. e ovário lageniforme.M. 20. Distribuição: AMAZONAS: Manicoré (05º48’S. Judd. inéd. 1: 1-169. Cordia decipiens I. M. 576p. Coelococca Stapf. 2007. Maria N. Universidade Estadual de Feira de Santana. Sunderland. Sinauer Associates.Boraginaceae BORAGINACEAE Simone Fiuza Conceição. em placentação parietal ou axilar. (Boraginaceae s. Tese de doutorado. M.I. gamopétalas. M. Kellogg. (Melo. C. Feira de Santana.A. com 1 a muitos óvulos por lóculo. 2007. Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. E. Plant Systematics: a phylogenetic approach.

Engler & K. inéd. freqüentemente inseridos em um disco. 2000. margens de rios. Sampaio. diferencia-se ape­ nas pelos frutos síliquas que deixam o resto do replo após a queda.000 espécies. Capparidaceae. Recife.) para o Brasil. Haptocarpum bahiense Ule Distribuição: BAHIA: Maracás (13º26’S. bicarpelar.L. Costa e Silva. no Brasil.V. 40º26’W). 2002. Flores geralmente diclamídeas. & Hoffmann. androceu geralmente com numerosos estames ou 6 estames tetradínamos. Costa e Silva. (Capparaceae Juss. Recife. 127p. In A. cerrados e campos alagados. Próxima de Dactylaena microphylla.. M. 17(b). Giulietti. coletado por Ule no início do séc. tetrâmeras e monoclinas. Pax. está representada por 10 gêneros e cerca de 50 espécies (1 rara). 1936. F. vol. K. 1936. em ambiente ruderal. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Comentários: Erva delicada. O gênero Cleome L.M. (Pax & Hoffmann. Brassicaceae (incluindo Capparaceae) abrange cerca de 400 gêneros e 4.B. Prantl (eds) Die natürlichen Pflanzenfamilien 2oed. mais raramente árvores ou lianas. In E. com cerca de 50 cm de al­ tu­ Referências: ra. pluriovulado. 220p. 2002) Costa e Silva. Costa e Silva. APNE/CNIP. Distribuição das espécies de Capparaceae na caatinga. baga ou síliqua. ovário súpero. característica não encontrada em Dactylaena. 20. lugares úmidos ou sobre pedra. menos freqüentemente no entorno ou em clareiras das florestas atlântica e amazônica (Souza & Lorenzi. Wilhelm Engelmann. ocorrendo em caatingas. Possui distribuição cosmopolita e. . A. Leipzig. Inéd. Gamarra-Rojas (eds) Vegetação e flora da caatinga. Virgínio & C.). sobre um ginóforo.F. Conhecida apenas pelo material-tipo. J. A grande maioria das espécies habita preferencialmente áreas abertas.B.S. Folhas simples ou compostas.102 Brassicaceae BRASSICACEAE Maria Bernadete Costa-e-Silva Ervas ou arbustos. Cápsula folicular. Tese de doutorado.B. 2008. ocorrendo de norte a sul. restingas. unilocular. M.

alvo-lanuginosa. Flores trímeras. Aechmea alopecurus Mez Distribuição: BAHIA: Itororó (15º06’S. Aechmea castanea L. MINAS GERAIS: Salto da divisa (16º04’S. Comentários: Terrestre. Ocorre em áreas de floresta atlântica de encosta.) Biológica de Duas Bocas (20º17’S. em 2000 e 2003. (Versieux & Wendt. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores congestas. Ocorre no interior de floresta atlântica densa submontana e em tabuleiros costeiros. Thais Trindade de Lima & Leonardo de Melo Versieux Ervas perenes. raramente epífita. inéd. Comentários: Epífita.Bromeliaceae BROMELIACEAE 103 Maria das Graças Lapa Wanderley. 40º32’W). Gardene Maria de Sousa. terrestres. Folhas em roseta infundibuliforme. 2006. Estação Biológica de Santa Lúcia (19º59’S. com pétalas rosadas a vináceas. trilocular. 40º02’W). ou mais raramente caule desenvolvido. entre 400 e 450 m s. com maior diversidade na Mata Atlântica e na Cadeia do Espinhaço. lepidotas. sementes pequenas. 39º48’W). Comentários: Terrestre. lepidotas. Flores congestas.100 espécies. geralmente monoclinas. Folhas em roseta infundibuliforme. Reserva Macarani (15º46’S. ovário súpero. 2006) Aechmea depressa L. inéd. Folhas espiraladas ou dísticas. entretanto. o número de espécies raras em Bromeliaceae poderá sofrer alteração.) . verdes. inteiras ou serreadas a fortemente espinescentes na margem. estriadas ou reticuladas. Cápsulas ou bagas. ocasionalmente terrestre. Conhecida apenas pelo material-tipo.m.n. polísticas.n. Reserva Biológica de Una (15º09’S. (Sousa. pétalas geralmente vistosas. Comentários: Epífita ou terrestre. simples ou composta. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica. 40º03’W). polísticas. com pétalas roxas na porção apical. nas regiões do norte do país. androceu com 6 estames. e em certas áreas do sudeste. 40º31’W). verdes.m. racemosa. Flores lilás a roxas e brácteas róseas.Sm. (Sousa. multiflora a uniflora. especialmente nas áreas montanhosas do nordeste. Possui distribuição neotropical. verdes. com escapo ou séssil. Rafael Batista Louzada. entre 500 e 700 m s. 43º48’W). Distribuição: BAHIA: Santa Cruz da Vitória (14º54’S. escapo com brácteas imbricadas a laxas. epífitas ou rupícolas. lepidotas.B. revestidas por tricomas absorventes pluricelulares. Inflorescência terminal ou axilar. polísticas. foi recentemente reencontrada em Cariacica. como a Serra da Bocaina.n. foi redescoberta na Bahia e em Minas Gerais. exceto por uma espécie de Pitcairnia que ocorre no oeste do continente africano. além de lacunas de coleta em algumas regiões geográficas. entre 560 e 960 m s. na fronteira com a Venezuela. em inflorescência simples. com pétalas verdes de margens alvas. Flores congestas. inéd.Sm. 40º24’W). Folhas em roseta infundibuliforme. de placentação axilar. Caule geralmente curto com folhas em roseta e recoberto pelas bainhas foliares. freqüentemente vistosas. 39º05’W).) Aechmea brueggeri Leme Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Preto (22º05’S. Ocorre numa mata de galeria prestes a ser inundada por uma barragem de usina hidrelétrica. Una.B. e com a descoberta contínua de novos táxons.m. raízes ausentes ou grampiformes nas espécies atmosféricas. Ocorre em floresta atlântica de encosta. devido ao número reduzido de revisões genéricas na família. em São Paulo. Bromeliaceae inclui cerca de 57 gêneros e 3. sem indicação da localidade. pluriovulado. Santa Teresa. Sousa. em inflorescência simples e ereta. São apontadas 107 espécies raras. Floresce entre junho e setembro. ínfero ou semi-ínfero. Estima-se que 70% dos gêneros ocorram no Brasil. (Sousa & Wanderley. em inflorescência simples e ereta.

Sm. Folhas em roseta infundibuliforme. Comentários: Rupícola de pequeno porte.F. entre 500 e 600 m s. em inflorescência simples ou composta. Comentários: Epífita. Ocorre em floresta ombrófila Alcantarea hatschbachii (L. lepidotas. em inflorescência simples. Aechmea mulfordii L. polísticas.Grant Distribuição: MINAS GERAIS: Pedra Azul (16º01’S.100 m s. Folhas em roseta infundibuliforme. Flores com pétalas amarelas. verdes a verde-amareladas. Comentários: Epífita. Encontrada com flores de maio a dezembro. letas. 2007. (Sousa. Folhas em roseta infundibulifor- Vista (08º17’S. com pétalas alvas. Sousa.B.) Aechmea werdermannii Harms Distribuição: PERNAMBUCO: Floresta. entre 500 e 900 m s. 2006) Alcantarea farneyi (Martinelli & A. (Faria. Parque Estadual do Desengano (21º57’S.Pereira Biológica de Santa Lúcia (19º59’S. & Read Distribuição: BAHIA: Almadina (14º44’S. Comentários: Epífita. Engenho Boa Comentários: Terrestre. (Versieux & Wendt. lepidotas. Sousa. 39º48’W). 42º00’W). Ocorre em floresta ombrófila densa submontana e campinas.B.) Distribuição: AMAZONAS: Manaus. Ocorre em brejo de altitude. São Gonçalo do Rio Preto. Floresce entre janeiro e março.m.Sm. & Read) Leme 43º41’W).Sm.m. Flores congestas. s. em área de transição entre Mata Atlântica e Caatinga. 2000. (Martinelli & Costa. Flores congestas.Costa) J. 38º18’W). em inflorescência composta.000 e 1. Comentários: Rupícola. Folhas em roseta infundibuliforme. região que tem Distribuição: MINAS GERAIS: Gouveia (18º26’S.m.n. inéd. com pétalas verde-claras.n.m. Comentários: Rupícola. canaliculadas.m. Comentários: Rupícola. polísticas. Flores congestas. polísticas.B.n. 2006) Alcantarea burle-marxii (Leme) J.n.Sm. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2000.) J. (02º57’S.Sm.m. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: interior do estado. Flores com pétalas amarelas. as mais internas com máculas verde-escuras.000 e 1. Folhas em roseta graminiforme. laxa. entre 650 e 1. lepidotas. em inflorescência simples.B. verdes. Parque Estadual do Rio Preto (18º05’S. Comentários: Epífita. inéd.450 m s. inclusa na roseta.m. Reserva Ducke Aechmea triangularis L. inéd.104 Bromeliaceae Aechmea digitata L. Estação 41º17’W). entre 50 a 200 m s. (Sousa & Wanderley. Ocorre em floresta ombrófila densa submontana. inéd. Ocorre em afloramentos graníticos (inselbergs).Sm.B. verdes.Grant 43º34’W).R. foi redescoberta recentemente. entre 1.000 m. formando pequenas touceiras. me. (Sousa & Wanderley. Ocorre no Planalto de Diamantina. 59º55’W).) .n. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. lepidotas. subereta ou pêndula.n. Conhecida apenas por duas coletas.) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. entre 620 e 1. Comentários: Terrestre. verdes.R.B. Reserva Biológica de Serra Negra (08º40’S. Ocorre em campos rupestres. em inflorescência composta. 2006) Alcantarea duarteana (L. verdes.R.m. Flores com pétalas amarelas. 40º32’W). em inflorescência composta.Sm. (Sousa & Wanderley. Santa Cruz da Vitória (14º54’S.) L.000 m s. (Sousa & Wanderley.n. Ocorre em campos rupestres. 2006. 43º20’W). Floresce em dezembro e janeiro. laxa. (Versieux & Wendt. 1990) Aechmea rodriguesiana (L. Ocorre em dois afloramentos rochosos em campos de altitude. Folhas em roseta infundibuliforme.700 m s. Ocorre em áreas de floresta ombrófila densa de encosta. entre 1. 35º02’W).n. verdes. a cerca de 1. 39º42’W). Distribuição: PERNAMBUCO: Cabo. Conhecida apenas por três co- Aechmea hostilis E.B. lepidotas. com pétalas alvas.Grant Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madalena. densa montana.

1997) Distribuição: BAHIA: Una (15º09’S. Folhas um pouco recurva- 35º34’W). 41º08’W). pess. (Smith & Downs. 40º16’W). com. Ocorre em áreas costeiras secas. Folhas em roseta tubulosa. Folhas em roseta infundibu- res com pétalas alvas. Comentários: Epífita ou terrestre. 2006) Canistrum fosterianum L. 45º25’W). 1997) Distribuição: ALAGOAS: localidade não indicada. 2002) Distribuição: BAHIA: Maracás (13º25’S.n. Wanderley & Sousa.Bromeliaceae 105 sido descaracterizada pelo extrativismo de diversas espécies vegetais.) Cryptanthus burle-marxii Leme Distribuição: PERNAMBUCO: Gravatá (08º12’S. ereta e laxa.n.B. em inflorescência composta. Distribuição: BAHIA: localidade não indicada.n. 45º51’W).m. Floresce de dezembro a abril. 1997) Canistrum montanum Leme Distribuição: BAHIA: Una (15º09’S. 2002. Flores com pétalas verdes. Floresce em outubro. Sousa & Wanderley. 39º05’W). Inflorescência com brácteas vermelhas. 2006) Canistrum triangulare L.Sm. Brácteas vermelhas e flores amarelas. (Leme. roxo-escuras abaxialmente. (Ramírez. verdes e flores com pétalas alvas. inéd. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro.n. Folhas estreito- Canistrum aurantiacum E.Sm.m. Flores com pétalas roxas na porção apical. lepidotas. 39º05’W). em floresta úmida de encosta. Ocorre na Mata Atlân­ ti­ ca. (Versieux &Wendt. na faixa litorânea próxima à cidade de Salvador. Casa Grande (23º32’S. a aproximadamente 50 m s. lepidotas. JarComentários: Erva caulescente. ereta.m. Ocorre em florestas baixas. 40º39’W). obtusas. Flores com pétalas azul-esverdeadas no ápice. obovadas. em inflorescência simples e séssil.m.). Ocorre em uma região montanhosa recoberta por floresta úmida.Dietr. (Smith & Downs. Comentários: Epífita.B. além das queimadas constantes (Gert Hatschbach. elípticas. Comentários: Epífita. lilás no ápice. Ocorre na Caatinga. inéd. Comentários: Epífita. (Smith & Downs. 42º06’W) Comentários: Terrestre. verdes. Comentários: Erva acaulescente. Ocorre no estrato médio e superior de floresta úmida de encosta. Brácteas róseo-avermelhadas Billbergia fosteriana L. Brácteas vermelhas e flores com pétalas alvas.m. Brácteas vermelho- das.n. Floresce de janeiro a julho. Comentários: Rupícola de pequeno porte. desde o nível do mar até 900 m s. 40º32’W). em inflorescência composta ou simples. Comentários: Epífita. & Reitz Distribuição: ESPÍRITO SANTO: SantaTeresa (19º59’S. Comentários: Terrestre ou epífita. Reserva Florestal de Caraguatatuba (26º36’S. dim Botânico (22º58’S. Canistrum camacaense Martinelli & Leme fer­ rugíneas e flores com pétalas amarelas. entre 200 e 700 m s.. 1998) Cryptanthus bromelioides Otto & A. entre 50 e 900 m s. 1997) Canistropis exigua (E. 1979. Wanderley & Sousa. Pelado (19º49’S. . Ocorre em redutos da Mata Atlântica do Nordeste e nos brejos de altitude.B.n. 1979. 43º13’W). em inflorescência simples e lanuginosa. Ocorre na Mata Atlântica. com bandas alvas. Leme. poucas. (Ramírez. Venda Nova do Imigrante (20º20’S. Folhas com espinhos escuros. (Leme. 1979.Pereira & Leme) Leme Distribuição: SÃO PAULO: Caraguatatuba. Salesópolis. Domingos Martins (20º22’S. a partir de 800 m s. 40º26’W). Brácteas vermelho-coralinas e flo- Bromelia arenaria Ule Distribuição: BAHIA: Remanso (09º36’S.Sm. no sul da Bahia.m. Flores com pétalas espatuladas. Floresce predominantemente de novembro a março. Ocorre em restinga árborea ou de transição. Floresce em janeiro. (Leme. (Leme. Floresce de novembro a janeiro.Morren PERNAMBUCO: localidade não indicada. 1997) liforme. entre 200 e 700 m s. Ocorre em floresta ombrófila densa submontana. (Leme.) Cryptanthus capitatus Leme Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Aracruz.

2006) Dyckia elongata Mez densamente lepidotas. Ocorre nos campos rupestres do Quadrilátero Ferrífero. Ocorre em locais sombreados de pequenas montanhas próximas a áreas costeiras. com até 6 cm de altura. Folhas suculentas.000 e 2. estando ameaçada pela exploração de minério de ferro. Folhas triangulares.n. Comentários: Terrestre ou rupícola.000 e 1. com escapo estriado e brácteas maiores que os internós.) te secunda. 2006) Dyckia bracteata (Wittm. Flores numerosas. verdes ou marrons na margem. estrei- tando-se em direção à base. Ocorre em fendas de rochas ou sobre cupinzeiros. 2002. Flores longas. Brácteas vermelhas e flores com sépalas conspicuamente marrom-lepidotas. Dyckia brachyphylla L. 51º19’W).n.Sm. Comentários: Rupícola. entre 1. (Irgang & Sobral. Comentários: Rupícola. 52º35’W) cinéreas.000 m s. Comentários: Rupícola.n. Sousa & Wanderley. Comentários: Terrestre ou rupícola. Ocorre em afloramentos rochosos. Cerro Comentários: Rupícola.m. (Versieux & Wendt. nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. glabras. em roseta pequena. (Versieux & Wendt. . reco- Agudo (29º38’S. (Ramírez.n. Dyckia agudensis Irgang & Sobral Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Agudo. Folhas largas. Serra de São José (21º05’S. 43º43’W). 53º17’W). (vermelho-) Cryptanthus leopoldo-horstii Rauh 43º36’W).n. em inflorescência subglobosa no ápice.106 Bromeliaceae Comentários: Erva curto-caulescente. (Larocca & Sobral. Folhas verdes.m.) Dyckia delicata Larocca & Sobral Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Barros Cassal. Floresce de outubro a abril. 1974. Folhas estreito-triangulares. Floresce principalmente em fevereiro. acima de 1.. Ocorre em campos rupestres. Ocorre a cerca de 250 m s. Folhas suculentas. Ocorre em campos de altitude e campos rupestres.f. entre 1. com sépalas ro (30º18’S.300 e 1. entre 800 e 1300 m s. 1987) pubescente-ferrugíneo.B.) Mez Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Branco. Flores com sépalas verdes e pétalas amarelas. Dyckia julianae Strehl Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Barra do Ribei- 43º34’W). Inflorescência congesta.m. (Versieux & Wendt. tornandose esverdeadas.m. Dyckia argentea Mez Distribuição: MINAS GERAIS: Tiradentes. Comentários: Erva curto-caulescente. com dois calos na base de cada estame.n. Wanderley & Sousa. 2004) Comentários: Rupícola. com margens inteiras em direção ao ápice. freqüentemen- verdes.500 m s. (Ramírez. entre 1. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. 39º51’W).m. Inflorescência com raque e escapo pubescente-ferrugíneos e brácteas maiores que as flores. avermelhadas e amarronzadas em direção ao centro. (Smith & Downs. estreito-ovadas. em inflorescência às vezes ramificada. inéd. Folhas estreito- triangulares. Ocorre em campos rupestres.m. Inflorescência com escapo 43º29’W). respectivamente. 2002) Dyckia densiflora Schult. laxa. Linha Pessegueiro (29º07’S. Serra de Ouro Branco (20º28’S. Inflorescência simples. 39º52’W). 2006) Comentários: Rupícola. Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto (20º19’S. bertas por cera. Gouveia (18º27’S.800 m s. Floresce entre agosto e novembro. (Versieux & Wendt. 43º44’W). (Strehl. 2006) Distribuição: BAHIA: Milagres (12º51’S. Comentários: Erva acaulescente. inéd. inéd. (Ramírez. em inflorescência simples ou composta.400 m s.) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º15’S. 44º10’W). 2006) Cryptanthus colnagoi Rauh & Leme Distribuição: BAHIA: Potiraguá (15º36’S. triangulares. Ocorre em afloramentos rochosos ou terrenos pedregosos. Inflorescência com escapo delgado. Floresce em novembro.

2002) Sete Cidades (04º05’S. Distribuição: PERNAMBUCO: Brejo da Madre de Deus (08º08’S. 2005. 2002.) Dyckia mello-barretoi L. Ocorre em campos rupestres. em inflorescência simples ou composta. 45º11’W). Ocorre no Planalto de Dia- 43º34’W). Flores poucas. Folhas com espinhos de cerca de (21º53’S. 2006) mantina.B. Floresce de dezembro a março. 1974. Wanderley & Sousa. timbau (08º32’S. com pétalas alaranjadas. triangulares.Bromeliaceae 107 Dyckia limae L.n. nos brejos de altitude. (Smith & Downs. amarelas. 2006) Encholirium irwinii L.Sm. triangulares.) Dyckia pernambucana L.Sm.B. Floresce nos meses de janeiro e fevereiro. (Versieux & Wendt. 43º35’W). (Smith & Downs. Folhas verdes. Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Pardo de Minas.Sm.B. Parque Nacional de Dyckia maracasensis Ule Distribuição: BAHIA: Maracás (13º25’S. Serra do Cipó (19º09’S. entre 600 e 1.Sm. 2005. Distribuição: PIAUÍ: Piracuruca. (Forzza. inéd. 2002. 2006) Comentários: Rupícola. na porção mineira da Cadeia do Espinhaço. inéd. Ocorre no norte da porção mineira da Cadeia do Espinhaço.Sm. Encholirium erectiflorum L. ferrugíneo-lanuginosa. diretamente sobre a rocha. 37º14’W). Comentários: Terrestre ou rupícola. (Forzza. em inflorescência composta. (Forzza. Ocorre em cerrado. Wanderley & Sousa. (Smith & Downs. suberetas ou secundas. Sousa & Wanderley. 2006) Encholirium reflexum Forzza & Wand. Floresce entre agosto e fevereiro. de 880 a 950 m s. Flores secundas.B. diretamente sobre a rocha. Wanderley & Sousa. Distribuição: PERNAMBUCO: Catimbau. 1974. (Versieux & Wendt. Sousa & Wanderley. preferencialmente sobre solos areno-pedregosos. 2005. secundas. Sousa & Wanderley. Flores poucas. inéd. secundas. Floresce de dezembro a março. densamente lepidotas. levemente cinéreas. sobre solos areno-pedregosos. 43º38’W). em inflorescência simples. Serra do Deus-Me-Livre (15º44’S.) Dyckia pectinata L. Comentários: Terrestre. 2006) Encholirium heloisae (L.m. inéd. Ocorre em campos rupestres.) Forzza & Wand. Ocorre em afloramentos rochosos.B. 2005.m. (Forzza. Comentários: Terrestre. densamente lepidotas. Encholirium pedicellatum (Mez) Rauh Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. inéd. Folhas verde-acinzentadas. 42º56’W). Comentários: Rupícola. Encontrada com flores em junho e fevereiro. 43º34’W). Comentários: Terrestres. Wanderley & Sousa. Serra do Cipó (19º10’S. Ocorre em afloramentos rochosos da Caatinga. 36º22’W). CEARÁ: localidade não indicada.B. Ocorre em campos rupestres. 42º45’W). Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 2006. Floresce em maio.Sm. (Forzza. 1974.300 m s. Ocorre em afloramentos rochosos. Folhas verde-acinzentadas. Serra dos Cristais (18º11’S.n. Flores poucas.) Comentários: Terrestre. Floresce de outubro a janeiro. com pétalas alaranjadas. Ocorre em campos rupestres. em inflorescência composta.B. com pétalas amarelas.) . 40º26’W). lepidotas. Comentários: Terrestre. Sousa & Wanderley. 41º41’W). Comentários: Rupícola. 2005. & Reitz Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Rio Ver- de 6 mm de comprimento. (Forzza. 2002. Ocorre em campos rupestres. 2005. Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. Folhas verde-acinzentadas. Ocorre na caatinga e no cerrado.Sm Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. raramente composta. Vale do Ca- Encholirium biflorum (Mez) Forzza Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. Comentários: Terrestre. Comentários: Terrestre.

Flores com ra do Cipó (19º09’S. 39º34’W). (Baracho. (Leme.C. densamente lepidotas. 39º27’W). Inflorescência de Neoregelia brigadeirensis C. Ocorre em rochas. Comentários: Rupícola. Serra da Bocaina (22º40’S. Floresce de outubro a fevereiro.Pereira & Moutinho Distribuição: SÃO PAULO: Bananal. Olivença-Acuípe (14º52’S. Jacareci (15º19’S. inéd. 44º22’W). Comentários: Epífita. 43º34’W). Flores com pétalas roxo-azuladas. (Proença & Wanderley. aromáticas. Comentários: Terrestre. inéd.m.B.) campos de altitude. Serra do Cipó (19º10’S. Ocorre na Mata Atlântica. Comentários: Erva com cerca de 1.Sm. inéd. 1998) . ereta.n. 42º16’W).3 cm de altura.) Encholirium vogelii Rauh Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.) Distribuição: Neoregelia diversifolia E. (Baracho.n.) Neoregelia brownii Leme Distribuição: MINAS GERAIS: Carangola. inéd. Folhas em roseta graminiforme. 41º20’W). inéd. 41º28’W). Distribuição: BAHIA: Gongogi (14º19’S.Paula & Leme Distribuição: MINAS GERAIS: Araponga. Ocorre em floresta e Hohenbergia edmundoi L. Ocorre nas florestas úmidas das vertentes do rio Gongogi. avermelhadas arredondadas no ápice. Comentários: Terrestre. (Baracho. Fervedouro (20º43’S. & Read Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S.Pereira Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins. Em cultivo. 39º07’W). Comentários: Erva com cerca de 2.Pereira Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º58’S.n. 2005. 39º35’W). no prelo) Neoregelia azevedoi Leme Distribuição: BAHIA: Camacã. lilás a purpúreas. floresce de dezembro a fevereiro.) Fernseea bocainensis E. Comentários: Rupícola. Inflorescência castanho-lanosa.B. Comentários: Erva com cerca de 1. (Forzza.) Flores com pétalas azuladas.m.108 Bromeliaceae Encholirium scrutor (L.7 m de altura. Pedra Azul (20º24’S.500 m s. pétalas lilás. (Smith & Downs. Floresce de janeiro e fevereiro. 43º37’W). 1998) Hohenbergia hatschbachii Leme BAHIA: Ilhéus.4 a 1. entre 250 e 300 m s. Comentários: Erva de grande porte. Ocorre sobre solos areno-pedregosos.200 e 1. entre afloramentos rochosos.B. Hohenbergia itamarajuensis Leme & Baracho Distribuição: BAHIA: Itamaraju (16º59’S. Santana do Riacho.300 m s.3 m de altura.n. inéd. (Forzza. floresce de maio a julho. Floresce em julho e agosto.Sm.200 m s.) Rauh Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S.m. Comentários: Epífita ou terrestre. Folhas al da Serra do Brigadeiro. Ocorre nos remanescentes de Mata Atlântica do extremo sul da Bahia. nas bordas da Mata Atlântica. 42º27’W).5 m de altura. entre 1. em inflorescência simples.m. a aproximadamente 1.n. Ser- Hohenbergia pennae E. Floresce de outubro a novembro. 43º40’W).) Mucugê (12º59’S. (Baracho. 1998) Hohenbergia brachycephala L. (Leme. (Baracho. Comentários: Erva de 60 cm a 1. Ocorre sobre solos areno-pedregosos. Floresce de fevereiro e março. 1979.5 m de altura. Ocorre no litoral sul da Bahia. (Leme. 41º01’W). a cerca de 1. Em cultivo. Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (20º40’S.Sm.m. entre 200 e 300 m s. 1998) 1. inéd. 41º29’W). em áreas de transição entre floresta e campos de altitude. Parque EstaduComentários: Epífita ou rupícola. Flores lilás. Ocorre na porção sul da Chapada Diamantina. Ocorre em floresta atlântica de altitude. 2005. alvo-lanuginosa. Ocorre na Mata Atlântica. Lemos. verdes.

Ocorre na região costeira de São Paulo. (Leme. 1998) 39º05’W).450 m s. 39º05’W).Pereira & Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Arraial do Cabo. Ocorre em trechos Nidularium altimontanum Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. nas grotas úmidas e vertentes mais elevadas da Ilha. nas serras da região cacaueira da Bahia. 44º34’W). 1998) res alvas. Ocorre em floresta atlântica úmida de encosta. Em cultivo. próximo ao Atalaia. a cerca de 1.n.B. 1979.Siqueira Distribuição: PERNAMBUCO: Jaqueira. Comentários: Epífita. ferrugíneas a vermelho-alaranjadas. Floresce em dezembro e janeiro. acima de 1. 41º20’W). Comentários: Terrestre. Ocorre na Mata Atlântica. 2000) Neoregelia kerrye Leme Distribuição: BAHIA: Una (15º09’S.000 m s. floresce principalmente em dezembro. Floresce de dezembro a maio. Leme. 41º09’W). (Lemos. entre 700 e 1. com até 410 m s. Ocorre em floresta úmida de encosta. Serra dos Quatis (15º09’S. com remanescentes na Ilha do Cabo. a cerca de 1. Ilha Neoregelia pernambucana Leme & J. 1998) cerca de 1. Em cultivo. no sul da Bahia. 1979. Folhas púrpura abaxialmente. (Leme. Comentários: Epífita ou rupícola.m.m. Ocorre em matas nebulares. 2000) .) Leme Distribuição: SÃO PAULO: localidade não indicada. em Mata Atlântica.A. Comentários: Rupícola. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Brácteas róseo-púrpuras e flores vermelho-coralinas. Comentários: Epífita ou rupícola. Floresce de outubro a fevereiro. 35º47’W). Comentários: Epífita. Ocorre sobre árvores altas em remanescentes de Mata Atlântica bem preservada. Morro do Nidularium amorimii Leme Distribuição: BAHIA: Una. e flores alvas no tubo e azul-escuras no ápice. a de Mata Atlântica. Em cultivo.B. (Leme.n. Parque Na- da Chapada Diamantina. Leme.Sm. 1998) do Cabo (22º59’S. 1998) Neoregelia paulistana E.m. Floresce em fevereiro e março. Comentários: Epífita. Comentários: Rupícola. Ocorre no estrato médio-inferior do sub-bosque da floresta atlântica. Flo- grantes.Sm. 2000) 45º25’W). Comentários: Terrestre ou epífita. (Smith & Downs. 43º13’W). a partir de 700 m s. Montanha do Campo (20º19’S. Cuca (22º24’S.n. 2000) Neoregelia longipedicellata Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. Brácteas serreadas. encontra-se quase extinta.600 m s.Bromeliaceae 109 Neoregelia inexspectata Leme Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Venda Nova dos Imi- Nidularium albiflorum (L.m.n.Pereira Distribuição: SÃO PAULO: São Sebastião (23º46’S. floresce de setembro a dezembro. cional do Itatiaia (22º26’S.200 m s.m. Serra do Quengo (08º45’S. Floresce de agosto a outubro.n. floresceu no mês de março. (Smith & Downs.000 m s. (Leme. (Lemos. (Leme. 41º59’W).n. 2000) Neoregelia mucugensis Leme Distribuição: BAHIA: Mucugê (12º58’S. Comentários: Terrestre ou rupícola. Originalmente freqüente. 1998) Nidularium atalaiense E.n. (Leme. Ocorre nos campos de altitude da Serra dos Órgãos. (Leme.m. Folhas esverdeadas a avermelhadas. Ocorre em restinga com afloramentos rochosos. 43º15’W). Flores lilás. Ocorre nos campos rupestres Nidularium apiculatum L.m. Serra dos Órgãos (22º34’S. Comentários: Epífita. Floresce em janeiro e fevereiro.

. Leme. em mata de final de baixada. (Leme. 44º19’W).B. Comentários: Epífita. a cerca de 1. 44º44’W). (Smith & Downs. Baía de Guanabara (22º56’S.n. de 900 a 1000 m s. Nidularium corallinum (Leme) Leme Distribuição: SÃO PAULO: Bananal. 1979. entre 100 e 400 m s. Comentários: Terrestre ou epífita. 2000) Nidularium itatiaiae L. Brácteas purpúreovermelhas no ápice e flores alvas no tubo e azul-claras no ápice. Cachoeira do Maromba (22º26’S. verme- Nidularium catarinense Leme Distribuição: SANTA CATARINA: Campo Alegre (26º11’S. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. nas partes mais íngremes e úmidas da Mata Atlântica. acima de 600 m s. Ocorre no sub-bosque.n.m.n. Venda Nova do Imigrante.Sm. Serra da Bocaina (22º40’S. Ocorre na restinga de Copacabana. Ocorre nas encostas florestadas de regiões serranas. Água Comentários: Epífita. 2000) Nidularium viridipetalum Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Angra dos Reis (22º59’S. (Leme. (Leme. próximo a cursos d’água. (Leme. Ocorre no sub-bosque de floresta 42º33’W). 44º35’W). SÃO PAULO: São José do Barreiro. 2000) Nidularium kautskyanum Leme Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Alfredo Chaves. Casimiro de Abreu (22º29’S. Ocorre em regiões de difícil acesso. Ocorre na Mata Atlântica. entre 700 e 1. 40º46’W). (Smith & Downs. 2000) de encosta. (Leme. atualmente urbanizada. restinga arbórea próxima do nível do mar. Parati (23º12’S. Ocorre em floresta úmida de encosta. 2000) Nidularium bocainense Leme (22º55’S. Ocorre no sub-bosque de floresta Comentários: Epífita.n.200 m s. na Mata Atlântica da Serra da Mantiqueira. 1979. 46º23’W).110 Bromeliaceae Nidularium azureum (L. 44º34’W). próximo à Baía de Guanabara.m. 2000) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Angra dos Reis Nidularium minutum Mez Distribuição: SÃO PAULO: Santo André. Floresce em novembro. 2000) Nidularium utriculosum Ule Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. Em cultivo. 44º02’W). Brácteas verdes na base. 44º34’W). (Leme. 43º19’W). 44º17’W).B. (Leme. 2000) lhas em direção ao ápice. Ocorre principalmente em Vermelho (22º40’S. Floresce em fevereiro e março e de agosto a outubro. floresce em dezembro. Floresce de maio a julho. Floresce de dezembro a março. Ma- ravilha (20º35’S. Comentários: Brácteas vermelhas e flores azuis. 49º16’W). Comentários: Epífita ou rupícola. Comentários: Terrestre.m. Sertão do Rio Comentários: Epífita.Sm. Leme. 2000) Limpa (21º37’S. Alto Bananal (20º20’S. e é encontrada também na Reserva Ecológica do Tinguá. Comentários: Epífita. 41º08’W).) Leme Distribuição: MINAS GERAIS: Coronel Pacheco. 43º17’W). 1979. 42º12’W) Comentários: Terrestre.m. (Leme. Reserva Bio- lógica de Paranapiacaba (23º48’S. Ocorre no sub-bosque de floresta úmida de encosta. Floresce em dezembro e janeiro e também por volta de agosto. especialmente em matas nebulares.000 m de altitude. Leme. de várzea. Ocorre em floresta atlântica de encosta. (Smith & Downs. Floresce de maio e agosto. Floresce em fevereiro e março. Comentários: Rupícola ou epífita. 2000) Nidularium mangaratibense Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Mangaratiba (22º57’S. Floresce de dezembro a fevereiro. e flores alvas. 2000) Nidularium rosulatum Ule Distribuição: RIO DE JANEIRO: Saquarema (22º51’S.

com flores de sépalas verdes e pétalas alvas. Ocorre na Chapada Diamantina. Flores com sépalas verdes e pétalas alvas. Parque Comentários: Rupícola. Floresce em janeiro. foram observadas flores em abril. na floração. em inflorescência séssil. Folhas patentes a suberetas quando jovens. Encontrada com flores em janeiro. Catolés de Cima Orthophytum mello-barretoi L. (Leme. 41º29’W). 41º21’W). Ocorre em lugares ensolarados e na beira de rios. Comentários: Rupícola. róseas na base. 1995) Distribuição: BAHIA: Abaíra. em cultivo.Conc. (Wanderley & Conceição. Comentários: Rupícola. Flores de sépalas verdes e pétalas alvas. Parque Nacional da Chapada Diamantina (12º48’S. Ocorre em paredões rochosos às margens de córregos e cachoeiras da Chapada Diamantina. 2007) Distribuição: MINAS GERAIS: Santo Antônio do Orthophtum hatschbachii Leme (13º18’S. (Smith. 41º49’W). 1979. (Smith & Read. Ribeirão do Meio Orthophytum itambense Versieux & Leme Itambé. lúcidas. 43º39’W). tornando-se verdes na base da lâmina e no ápice da bainha. 1968) Orthophytum burle-marxii L. Seabra (12º26’S. em inflorescência séssil. 1985) Distribuição: BAHIA: Mucugê.B.B. na beira de rios e córregos. 41º51’W).Bromeliaceae 111 Orthophytum albopictum Philcox Mucugê (13º00’S. Flores com sépalas verdes e pétalas alvas. 1909) Distribuição: BAHIA: Palmeiras. Parque Municipal de Comentários: Rupícola. Floresce em agosto. Ocorre em locais expostos a luminosidade. a inflorescência é séssil. Parque Estadual do Pico do Itambé (18º24’S. variados. Encontrada com flores em agosto e setembro. Ocorre em campos rupestres. Flores com sépalas inconspícuas e pétalas alvas. (Smith. Comentários: Rupícola. a coloração esverdeada da base das folhas forma um anel verde em volta da inflorescência séssil. Folhas verdes. 2006) Orthophytum heleniceae Leme Distribuição: BAHIA: Andaraí. Palmeiras. Comentários: Rupícola. Parque Municipal Sempre-Viva (13º00’S. Flores com sépalas verdes e pétalas alvas. de tons Orthophytum amoenum (Ule) L. Flores com sépalas densamente lanosas no ápice. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.Sm. Ocorre em locais expostos a luminosidade durante todo o dia. (Ule. Encontrada com flores em dezembro. Floresce em agosto. no Parque Nacional da Chapada Diamantina.Sm Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol. Floresce de julho a setembro. passando a um vermelho-vivo na base. em inflorescência séssil. Morro da Mãe Inácia Estadual de Grão Mogol (16º34’S. Pico das Almas (13º31’S. Folhas vináceas. E.Sm. em inflorescência séssil. porém. (12º27’S. Folhas em roseta. Ocorre em ambientes xéricos ou na beira de rios encachoeirados. 41º24’W). 43º19’W). Como Orthophytum hatschba- chii. Rio de Contas. 1952) Orthophytum mucugense Wand. em inflorescência subglobosa. (Versieux & Leme.B. Flores com sépalas vermelhas e pétalas alvas. 41º41’W). Floresce em dezembro a janeiro. Rio de Contas. Comentários: Rupícola. 41º29’W). Morro da Mãe Inácia (12º27’S. 42º56’W). Estrada Real (13º35’S. Ocorre em paredões de arenito na beira de rios encachoeirados. na região do Parque Nacional da Chapada Diamantina. próximo a Cachoeira da Fumaça. Folhas vermelhas. a base se torna avermelhada. em inflorescência séssil. verdes a avermelhadas. Distribuição: BAHIA: Mucugê. as folhas são vermelhas passando a verdes na base. Floresce em janeiro. com escapo curto. . Flores com pétalas alvas. Comentários: Rupícola. Típica da margem esquerda do rio Preto. Folhas patentes a recurvadas.Sm. (Philcox. 41º28’W). Comentários: Rupícola. Serra do Cipó (19º10’S. Rauh. arqueadas. & Read (12º34’S. (Leme. Folhas estreito-triangulares. 1990) Distribuição: BAHIA: Lençóis. 41º28’W). & A. 41º58’W). arqueadas a retroflexas.A. 2004) Orthophytum humile L.B. Folhas subcoriáceas.

Tillandsia copynii Gouda Distribuição: MINAS GERAIS: Paracatu.m.n.n. Ilha do Cabo (22º59’S. inéd.Gross & Barthlott Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato a janeiro. Parque Estadual Fazenda Intervales (24º12’S.Proença Distribuição: SÃO PAULO: Ribeirão Grande. Flores com pétalas verdes de margem alva. em inflorescência com escapo vermelho. lanuginosa. Comentários: Rupícola. 50º27’W). (Tardivo. inéd.L. Laginha de Pancas (19º09’S. Verdelândia Comentários: Epífita. espinescentes. Riozinho (29º38’S.000 m s. Orthophytum supthutii E. Folhas em roseta infun- dibuliforme.n. São Gonçalo do Rio Preto. Ocorre em caatinga e cerrado.Pereira & Martinelli Distribuição: RIO DE JANEIRO: próximo à Petrópolis. Comentários: Epífita. verdes.m. (Wanderley & Proença. 41º59’W). Comentários: Rupícola. (Tardivo. s.) Tillandsia reclinata E.Machado Distribuição: MINAS GERAIS: Diamanatina (18º18’S. (Tardivo. Comentários: Epífita ou terrestre. no 43º43’W). Comentários: Rupícola. levemente alvas no ápice. Floresce de maio a setembro. até 430 m s. ereta. (Tardivo. Parque Na- lada ou formando touceiras. (Versieux & Wendt.B. (Gross & Barthlott. 43º27’W). Floresce de outubro Parque Nacional da Serra dos Órgãos (22º26’S. Comentários: Rupícola. Vale das Videiras (22º30’S.Sm. Encontrada com flores em maio. 43º28’W). Encontrada com flores em agosto.m. a cerca de 560 m s. 2006) Tillandsia sprengeliana Klotzsch ex Mez Distribuição: RIO DE JANEIRO: Arraial do Cabo. . avermelhadas. 51º10’W). Folhas lepidotas. 1990) Tillandsia jonesii Strehl Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Porto Alegre Comentários: Rupícola. Orthophytum zanonii Leme Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Pancas.) Quesnelia violacea Wand. Floresce de dezembro a março.m. (Leme & Machado. (Leme. (Tardivo. iso- (30º02’S. (Versieux & Wendt.) Tillandsia organensis R. 43º06’W). Floresce entre junho e setembro. Comentários: Epífita ou rupícola.) cional dos Pontões Capixabas. Frutifica em outubro. inéd.n. Inflorescência com brácteas esverdeadas. entre 700 e 1. Ocorre em inselbergs. Ocorre acima de 1. caule longo. 43º40’W).m. inéd.000 m Pitcairnia curvidens L. 46º58’W). Folhas vermelhas abaxialmente. Ocorre em rochas úmidas. recoberto por uma densa camada de escamas. Ocorre na Mata Atlântica. & S. Serra do Cipó (19º10’S. Comentários: Rupícola. Ocorre no Planalto de Diamantina.800 e 2. 40º39’W). Flores com pétalas longas e alaranjadas. noroeste de Minas Gerais. 2006) Parque Nacional da Serra dos Órgãos (22º26’S. Flores com pétalas roxo-azuladas. Ocorre em floresta de encosta. 2006) Tillandsia grazielae Sucre & Braga Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis/Teresópolis. Encontrada com flores em agosto. 2004) Tillandsia kautskyi E. Comentários: Rupícola. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.Pereira Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º23’S. Ocorre entre 1. 43º11’W).) Dentro (19º01’S. 43º06’W).Ehlers Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis/Teresópolis.000 m s. ereto. Folhas verdes. 40º48’W). Parque Estadual do Rio Preto. 2005) (17º11’S. em inflorescência simples. Chapada do Couto (18º04’S.112 Bromeliaceae Orthophytum schulzianum Leme & M.n. Floresce de setembro a fevereiro. inéd. 48º20’W).

Selbyana 16: 120-122.Bromeliaceae 113 Comentários: Epífita ou rupícola. Forzza. (Versieux & Wendt. (Pitcarnioideae-Bromeliaceae).C. 2007) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.n. Bol. Folhas em roseta infundibulifor- guape (03º53’S.5 a 2 m de altura. 1997) Referências: Baracho. verdes..M. Conhecida apenas pelo material-tipo. Floresce de dezembro a fevereiro.B. Rio de Janeiro. 2006. acima de 1. Parque Nacional de Ibitipoca (21º42’S. M. (Leme. G. 43º52’W). Serra de MaranComentários: Epífita. Inéd. Ocorre na copa das árvores da floresta de encosta da Mata Atlântica. & Barthlott.Sm. Parque Estadual Pico do Itambé (18º24’S.C. Flores esverdeadas.Tese de doutorado. & Sobral. Subtrop. Wanderley & Sousa. Rio Preto. & Schult f.P. me. Irgang. 43º22’W) Comentários: Rupícola. Revisão Taxonômica de Encholirium Mart. Comentários: Rupícola. 43º36’W). Hohenbergia.300 m s. 2006.m. Comentários: Epífita. Cunha (23º04’S. Tese de doutorado. 44º58’W). R. Vriesea cacuminis L. Par- Wittrockia spiralipetala Leme Distribuição: RIO DE JANEIRO: Parati (23º12’S.S. São Paulo. Novon 12: 234-236. com traços atropurpúreos no ápice. E. Dyckia delicata (Bromeliaceae). ex Schult. Rio de Janeiro. Ocorre em campos rupestres. (Versieux & Wendt. 43º54’W).M. Folhas em roseta tubular. 2006. Versieux & Wendt. 1997. em inflorescência simples e ereta. 1995. & Sobral. Forzza. Floresce de julho a outubro.B. Ocorre na região do Planalto de Diamantina. Bromelioideae-Bromeliaceae.C. Inéd. 2006) pétalas purpúreo-avermelhadas. Parque Estadual do Rio Preto (18º09’S. Larocca. Inflorescência composta.m. 43º20’W). Dyckia agudensis (Bromeliaceae). Salamandra Consultoria Editorial Ltda. Inflorescência composta. (19º14’S. com pétalas amarelas. Inéd. Revisão taxonômica de Hohenbergia Schult. 107p. São Paulo 23: 1-49. composta e densa. 2003.n. Folhas em roseta infundibuliforme. verdes. Napaea 3: 5-7. Flores com 44º48’W). a new species from Rio Grande do Sul. Flores campanuladas. Pflanzenwelt 75: 46-8. inéd. Canistrum – Bromélias da Mata Atlântica.G. Leme. 2001. Revisão do gênero Encholirium Mart.) Vriesea limae L.Sm. 1977. Folhas em roseta infundibuliforme. Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Ibitipoca. 1987. cobertas com escamas castanhas. arroxeadas no ápice. estreito-triangulares. São Gonçalo do Rio Preto. 1999. E.E. nova espécie do Rio Grande do Sul. Conhecida apenas do Parque Estadual de Ibitipoca. Floresce de outubro a janeiro. A. & Schult. Brasil. 2006) Vriesea atropurpurea Silveira que Nacional da Serra do Cipó. 2007) . Universidade Federal de Pernambuco. J. f. Museu Nacional/Universidade Federal do Rio de Janeiro. B. Gross. Recife. SÃO PAULO. Comentários: Terrestre ou rupícola. (Pitcairnioideae – Bromeliaceae). Brazil. de 1. 2005.Sm. arroxeadas ou vináceas no ápice. Distribuição: PERNAMBUCO: Brejo da Madre de Deus (08º08’S. Trop. R. Revisão taxonômica e filogenia de Aechmea Ruiz & Pav. (Leme. Serra do Funil (21º58’S. Bot. Distribuição: CEARÁ: Maranguape. Sousa & Wanderley. foi registrada recentemente para a Serra do Funil.B. Orthophytum Beer in Bromelienstudien. f. ocorre em solos arenosos e rasos.C. 36º22’W). Faria. M. Macrochordium (De Vriese) Baker. Universidade de São Paulo. subg. Folhas em roseta infundibuliforme. 2006) Vriesea densiflora Mez Distribuição: MINAS GERAIS: Santo Antônio do Itam- bé.W. E. 2002. ex Schult. Vriesea cearensis L.000 m s. 38º43’W). Sousa & Wanderley. (Smith & Downs. Comentários: Epífita. (Smith & Downs. (Tardivo. & Schult. Univ. em inflorescência amarela. Flores amarelas. cobertas por escamas cinéreo-lepidotas. 1977. 2002. Heliófita do alto das serras. Tese de doutorado. bipinada. Folhas espinescentes. a cerca de 1. Leme. 1990. subg. Miscellaneous new species of Brazilian Bromeliaceae.

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Bromeliaceae

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Burmanniaceae
BURMANNIACEAE
Ana Maria Giulietti

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Ervas geralmente anuais, saprófitas e aclorofiladas; caule aéreo geralmente não ramifi­

cado; rizoma tuberoso. Folhas espiraladas, desenvolvidas ou reduzidas. Inflorescências terminais, cimosas, ou reduzidas a flores isoladas. Flores trímeras, diclamídeas, heteroclamídeas ou homoclamídeas, ou monoclamídeas, monoclinas, hipóginas, geralmente com nectários; perianto fundido; androceu com 6 estames; ovário com 1 ou 3 lóculos pluriovulados. Cápsulas freqüentemente alada. Inclui cerca de 100 espécies e nove gêneros, estando distribuída nas regiões tropicais (Heywood et al., 2007). No Brasil, ocorrem oito gêneros e cerca de 30 espécies (1 rara), especialmente no interior das matas úmidas (Souza & Lorenzi, 2008).

Gymnosiphon capitatus (Benth.) Urb.
Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira

Referências:

(00º27’S, 66º53’W). Comentários: Erva de 4 a 22 cm de altura. Folhas estreitamente triangular-ovadas. Flores alvas, em inflorescência com 2 cincinos contraídos. Conhecida apenas por duas coletas na margem de rios, entre o rio Uaupés e o rio Mariê, no noroeste do Amazonas. (Maas et al., 1986)

Heywood, V.H., Brummitt, R.K., Culham, A. & Seberg, O. 2007. Flowering plants of the world. Kew, Royal Botanic Gardens, 424p. Maas, P.J.M., Maas-van de Kamer, H., Benthem, J., Snelders, H. C. M., & Rübsamen, T. 1986. Burmanniaceae. Fl. Neotrop. Monogr. 42: 1-177. Souza, V.C. & Lorenzi, H. 2008. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado na APG II. 2a ed. Nova Odessa, Instituto Plantarum, 704p.

116

Burseraceae
BURSERACEAE
Douglas C. Daly

Árvores ou mais raramente arbustos, resinosos, aromáticos. Folhas alternas, compostas,

geralmente imparipinadas, sem estípulas. Flores pequenas, actinomorfas, pentâmeras, geralmente dialipétalas, diclinas (plantas dióicas), diplostêmones, com disco nectarífero intra-estaminal na maioria das vezes, hipóginas; flores pistiladas com estaminódios e as estaminadas com pistilódios; ovário com 1 a 5 lóculos biovulados. Drupas com 1 a 5 pirenos e 1 semente por lóculo. Burseraceae inclui 18 gêneros e 650 espécies, possuindo distribuição essencialmente tropical, desde desertos até florestas úmidas (Daly, 2004). No Brasil, ocorrem oito gêneros e 60 espécies (cinco delas são raras), possuindo centro de diversidade na Amazônia (Souza & Lorenzi, 2008).

Dacryodes edilsonii D.C.Daly
Distribuição: ACRE: Brasiléia, Reserva Extrativista

com pecíolo e raque densamente pubescentes e folíolos coriáceos. Flores verde-claras. Frutos ovóides. Ocorre em mata de altitude. Floresce em maio e frutifica de maio a outubro. (Daly, 2005)

Comentários: Árvore de 28 a 32 m de altura. Folhas

Chico Mendes (10º50’S, 68º55’W).

Comentários: Árvore de dossel ou sub-bosque. Frutos verdes por fora e vermelhos por dentro. Ocorre nas partes baixas de declives íngremes ou às vezes em cristas. Floresce de outubro a março e frutifica de outubro a janeiro. (Daly, 1990)

Trattinnickia ferruginea Kuhlm.
Distribuição: MINAS GERAIS: Marliéria, Parque Esta-

Protium dawsonii Cuatrec.
Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança, Chapada dos Comentários: Arvoreta. Folíolos densamente pilosos

dual do Rio Doce (19º42’S, 42º43’W).
Comentários: Árvore com mais de 20 m de altura.

Veadeiros (14º30’S, 47º30’W).

Ocorre em mata úmida. Floresce de setembro a novembro, apresentando frutos em setembro. (Daly, 1999)

abaxialmente. Ocorre em Cerrado. Encontrada com flores em abril. (Cuatrecasas, 1959)

Referências:

Protium dusenii Swart
Distribuição: PARANÁ: Morretes, Serra da Prata

no ápice, coriáceos. Inflorescências glomerulosas. Encontrada com flores em julho. (Swart, 1966)

Comentários: Árvore. Folíolos elípticos, acuminados

(25º36’S, 48º42’W).

Cuatrecasas, J. 1959. In L.B. Smith et al.,The Machris Brazilian Expedition: Botany – Phanerogamae Amaranthaceae and other families. Los Angeles Cty. Mus. Contr. Sci. 30: 1-16, p. 4-6 Daly, D.C. 1990. The genus Tetragastris and the forests of eastern Brazil ‑ Studies in neotropical Burseraceae 3. Kew Bull. 45: 179-194. Daly, D.C. 1999. Notes on Trattinnickia, including a synopsis in eastern Brazil’s Atlantic forest complex. Studies in neotropical Burseraceae 9. Kew Bull. 54: 129-137. Daly, D.C. 2004. Burseraceae. In N. Smith, S.A. Mori, A. Henderson, D.Wm. Stevenson & S.V. Heald (eds) Flo-

Tetragastris breviacuminata Swart
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro, Vista

Chinesa (22º54’S, 43º12’W).

Burseraceae

117

wering plants of the Neotropics. Princeton, Princeton University Press, p. 67-70. Daly, D.C. 2005. Dacryodes edilsonii, a new species from southwestern Amazonia. Studies in neotropical Burseraceae 12. Brittonia 57: 118-122. Daly, D.C., Silveira, M. et al. No prelo. First catalogue of the Flora of Acre, Brazil/Primeiro catálogo da Flora do Acre, Brasil. Rio Branco, PRINTAC/EDUFAC.

Souza, V.C. & Lorenzi, H. 2008. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado na APG II. 2a ed. Nova Odessa, Instituto Plantarum, 704p. Swart, J.J. 1966. Novitates Burseracearum 3. Acta Bot. Neerl. 15: 47-48.

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Cactaceae
CACTACEAE
Marlon C. Machado

Plantas perenes, suculentas, geralmente áfilas e com aréolas – gemas axilares modi­

ficadas em ramos curtos e comprimidos, cobertos com um indumento persistente de espinhos e/ou tricomas, de onde se originam novos ramos ou botões florais; a base da folha subtendendo cada aréola é modificada em um tubérculo, os quais podem se fundir verticalmente formando costelas. Flores geralmente solitárias, conspícuas, actinomorfas ou mais raramente zigomorfas, monoclinas; receptáculo modificado em um pericarpelo incluindo a zona em torno do ovário e prolongando-se entre o ovário e o perianto (hipanto perigínico), nu ou coberto por escamas tipo brácteas e/ou aréolas; tépalas e estames numerosos; ovário via de regra ínfero, unilocular e com numerosos óvulos. Frutos suculentos ou secos, nus ou com aréolas pilosas e/ou espinescentes, (in)deiscentes, com numerosas sementes. Cactaceae possui cerca de 120 gêneros e mais de 1.400 espécies (Cronquist, 1981; Barthlott & Hunt, 1993; Hunt, 1999; Hunt, 2006), sendo a segunda maior família de angiospermas endêmica da região neotropical (Taylor & Zappi, 2004). O Brasil é o terceiro maior centro de diversidade da família, com aproximadamente 240 espécies e 35 gêneros, sendo que mais de 80% das espécies e 50% dos gêneros são endêmicos, destacando-se a Bahia, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul em número de espécies. São apontadas 52 espécies raras.

Arrojadoa albicoronata (Van Heek et al.)
P.J.Braun & Esteves
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º36’S,

Comentários: Subarbusto ramificado a partir da base,

42º56’W). Comentários: Subarbusto ramificado a partir da base, com caules finos e porção subterrânea formando tubérculos; aréolas com bastante lanosidade alva. Flores avermelhadas, tubulares, em cefálios apicais. Ocorre em áreas de solos arenosos à oeste de Grão Mogol. (Braun & Esteves Pereira, 2007)

com caules finos e porção subterrânea formando um tubérculo; aréolas com bastante lanosidade alva. Flores avermelhadas, tubulares, em cefálios apicais. Ocorre em áreas de solos arenosos à leste de Mato Verde. (Taylor & Zappi, 2004; Braun & Esteves Pereira, 2007)

Arrojadoa marylanae Soares Filho & M.Machado
Distribuição: BAHIA: Tanhaçu, Sussuarana (14º09’S, Comentários: Cacto colunar não ramificado, com muitas

41º12’W).

Arrojadoa bahiensis (P.J.Braun & Esteves)
N.P.Taylor & Eggli
Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S, 41º48’W); Mucu-

gê (12º58’S, 41º20’W); Rio de Contas (13º32’S, 41º54’W).
Comentários: Cacto globular a colunar curto, ramificado

costelas e espinhos dourados. Região florífera formando um cefálio apical, que com recorrência de crescimento vegetativo forma anéis ao longo do caule. Flores rosadas, tubulares, com perianto patente. Ocorre em afloramentos de quartzo leitoso. (Soares Filho & Machado, 2003)

a partir da base. Flores róseas, com perianto alvo, tubulares, nascidas no ápice do caule. Encontrada em paredões rochosos da Chapada Diamantina. (Taylor & Zappi, 2004)

Arrojadoa multiflora F.Ritter
Distribuição: BAHIA: Caetité (14º07’S, 42º30’W). Comentários: Subarbusto ramificado a partir da base,

Arrojadoa eriocaulis Buining & Brederoo
Distribuição: MINAS GERAIS: Mato Verde (15º23’S,

42º46’W).

com caules finos e aréolas com bastante lanosidade branca. Flores amarelo-alaranjadas, tubulares, em cefálios apicais. Ocorre em cerrado, sobre solos arenosos. (Ritter, 1979; Braun & Esteves Pereira, 2007)

Cactaceae

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Arthrocereus glaziovii (K.Schum.) N.P.Taylor &
Zappi
Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté (19º49’S, 43º40’W);

ipocereus bradei (Backeb. & Voll) Zappi & N.P.Taylor (18º17’S, 43º58’W); Diamantina (18º11’S, 43º34’W); Francisco Dumont (17º20’S, 44º13’W); Joaquim Felício (17º45’S, 44º12’W). Comentários: Cacto colunar, com até 3 m de altura, ereto, azul-celeste nos ramos novos, pouco ramificado, com espinhos negros. Flores com perianto alvo-esverdeado e tubo floral azul-escuro, com até 5 cm de comprimento e 2 cm de diâmetro, noturnas. Frutos azul-escuros, ovóides. Ocorre nos campos rupestres da porção central da Cadeia do Espinhaço, na Serra do Cabral e vertente oeste do Planalto de Diamantina. (Taylor & Zappi, 2004) ipocereus crassisepalus (Buining & Brederoo) Zappi & N.P.Taylor
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S, Distribuição: MINAS GERAIS: Conselheiro Mata

C

Itabirito (20º13’S, 43º51’W); Nova Lima (19º58’S, 43º50’W). Comentários: Cacto com caules finos, ereto ou procumbente, segmentado; segmentos curtos, quase globosos. Flores alvas, infundibuliformes, com até 15 cm de comprimento e 8 cm de diâmetro, noturnas. Ocorre em canga, nos campos rupestres da região centro-sul de Minas Gerais. (Taylor & Zappi, 2004)

Arthrocereus rondonianus Backeb. & Voll
Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício, Serra

do Cabral (17º42’S, 41º04’W); Diamantina (18º11’S, 43º34’W); Monjolos (18º17’S, 44º04’W). Comentários: Cacto colunar, com até 1 m de altura, ramificado a partir da base, ereto, com espinhos dourados. Flores rosadas, infundibuliformes, com até 13 cm de comprimento e 9 cm de diâmetro, noturnas. Ocorre em áreas rochosas dos campos rupestres da porção central da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. (Taylor & Zappi, 2004)

C

Brasilicereus markgrafii Backeb. & Voll
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol, Serra do

Barão (16º34’S, 42º56’W).
Comentários: Cacto colunar, com até 2,5 m de altura,

43º34’W); Itamarandiba (17º55’S, 42º49’W); Rio Vermelho (18º17’S, 43º00’W). Comentários: Cacto colunar, com até 3 m de altura, ereto, verde-glauco, pouco ramificado, com 4 a 6 costelas e aréolas com lanosidade acastanhada. Flores com perianto alvo-esverdeado e tubo floral azul-escuro, tubulares, com até 5 cm de comprimento e 3 cm de diâmetro, noturnas. Frutos azul-escuros, ovóides. Ocorre nas áreas rochosas dos campos rupestres da porção central da Cadeia do Espinhaço, na Serra do Cabral e vertente oeste do Planalto de Diamantina. (Taylor & Zappi, 2004)

pouco ramificado a partir da base. Flores alvo-esverdeadas, infundibuliformes, com até 6 cm de comprimento e 9 cm de diâmetro, noturnas; pericarpelo com brácteas verdes, triangulares. Ocorre em campos rupestres. (Taylor & Zappi, 2004)

Cipocereus laniflorus N.P.Taylor & Zappi
Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas, Serra do Comentários: Cacto colunar, com cerca de 1,5 metro

Caraça (20º02’S, 43º24’W).

Cereus insularis Hemsl.
Distribuição: PERNAMBUCO: Arquipélago de Fer-

nando de Noronha (03º50’S, 32º25’W).
Comentários: Cacto colunar, com até 2 m de altura,

de altura, ereto, azul-celeste nos ramos novos, pouco ramificado, com 5 a 7 costelas e aréolas com lanosidade acastanhada. Flores com perianto alvo-esverdeado e tubo azul-escuro, com até 7 cm de comprimento e 3,5 cm de diâmetro, noturnas. Frutos azul-escuros, ovóides. Ocorre em áreas rochosas de campos rupestres, na porção sul da Cadeia do Espinhaço. (Taylor & Zappi, 2004)

ramificado a partir da base, com muitos espinhos amarelados. Flores alvas, infundibuliformes, com até 13 cm de comprimento e 8 cm de diâmetro, noturnas. (Taylor & Zappi, 2004)

Cipocereus pleurocarpus F.Ritter
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Pirapama (18º57’S, 43º46’W); Santana do Riacho (19º03’S, 43º42’W).

120

Cactaceae

Comentários: Cacto colunar, com até 1,5 m de altura, ere-

to, verde, pouco ramificado, com espinhos castanhos. Flores com perianto amarelado e tubo avermelhado, tubulares, com até 5 cm de comprimento e 1,5 cm de diâmetro, diurnas. Frutos esbranquiçados, ovóides. Ocorre nas áreas rochosas dos campos rupestres da Serra do Cipó. (Ritter, 1979)

Comentários: Cacto colunar, com até 6 m de altura,

oleocephalocereus purpureus (Buining & Brederoo) F.Ritter
Distribuição: MINAS GERAIS: Itinga (16º35’S, 41º48’W). Comentários: Cacto colunar, com até 80 cm de altura,

C

ramificado, com 18 a 20 costelas e com espinhos acastanhados; cefálio lateral, com lanosidade cinzenta e cerdas marrons. Flores com perianto alvo e tubo floral e pericarpelo vináceos, com até 5 cm de comprimento e 2 cm de diâmetro, subtendidas por muitas brácteas pequenas e tufos de tricomas avermelhados a castanho-dourados. Ocorre sobre afloramentos rochosos, na caatinga da vertente noroeste da Chapada Diamantina e das Serras da Cana-Brava e de Santo Inácio. (Taylor & Zappi, 2004)

verde, ramificado na base, com 12 a 18 costelas e com espinhos avermelhados; cefálio lateral com lanosidade branca e cerdas vermelhas. Flores magenta, diurnas. Frutos vermelhos, turbiniformes. Ocorre em inselbergs de rocha granítica. (Taylor & Zappi, 2004)

Floribunda pusilliflora F.Ritter
Distribuição: MINAS GERAIS: Monte Azul (15º08’S, Comentários: Cacto colunar, com até 1 m de altura,

42º53’W).

Discocactus horstii Buining & Brederoo
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S, Comentários: Cacto globular, com até 6 cm de diâmetro,

42º56’W).

verde, ramificado a partir da base, ereto, com espinhos castanho-avermelhados. Flores com perianto esbranquiçado e tubo floral vermelho-rosado, tubulares, com até 4 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro, diurnas. Frutos avermelhados, ovóides. Ocorre em paredões rochosos de campos rupestres, com menos de cinco indivíduos conhecidos. (Ritter, 1979; Taylor & Zappi, 2004)

acastanhado a atropúrpureo, com 15 a 22 costelas e aréolas com espinhos curtos e acinzentados, pectinados; cefálio terminal, com lanosidade branca e cerdas longas, acastanhadas a negras. Flores alvas, infundibiliformes, noturnas. Frutos alvos, deiscentes lateralmente. Ocorre em campos com cascalho de quartzo leitoso. (Taylor & Zappi, 2004)

Frailea buenekeri W.R. Abraham
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL:Vila Nova do Sul Comentários: Cacto globular a elongado, com até 6 cm

(30º20’S, 53º53’W); São Gabriel (30º22’S, 54º21’W).

Discocactus pseudoinsignis N.P.Taylor & Zappi
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol, Serra do

Barão (16º34’S, 42º56’W). Comentários: Cacto globular-achatado, com até 20 cm de diâmetro, verde, com 12 costelas e aréolas com espinhos teretes, acinzentados; cefálio terminal, com lanosidade alva e cerdas longas, acastanhadas a negras. Flores alvas, infundibiliformes, noturnas. Frutos amarelados, deiscentes lateralmente. Ocorre em campos arenosos. (Taylor & Zappi, 2004)

de comprimento e 4 cm de diâmetro, verde a acastanhado, com até 23 costelas e uma marca violácea escura em forma de crescente abaixo de cada aréola, com espinhos curtos, alvos a amarelados, adpressos, ocasionalmente plumosos, pectinados. Flores amarelas, infundibuliformes, com até 3,5 cm de comprimento e 3,5 cm de diâmetro, diurnas; aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados. Ocorre em afloramentos rochosos. (Hunt, 2006)

Frailea mammifera Buining & Brederoo
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Dom Pedrito Comentários: Cacto globular, com até 3 cm de diâme-

Facheiroa ulei (Gürke) Werderm.
Distribuição: BAHIA: Barra dos Mendes (11º48’S,

(30º57’S, 54º37’W).

42º01’W); Brotas de Macaúbas (12º01’S, 42º38’W); Gentio do Ouro (11º25’S, 42º31’W); Itaguaçú da Bahia (11º01’S, 42º24’W); Xique-Xique (10º48’S, 42º41’W).

tro, verde a acastanhado, com uma marca violácea escura em forma de crescente abaixo de cada aréola, com até 20 costelas, cada qual dividida em tubérculos com a aréola no ápice, com espinhos curtos e amarelados. Flores ama-

Cactaceae

121

relas, infundibuliformes, com até 3,5 cm de comprimento e 3,5 cm de diâmetro, diurnas; aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos amarelados a amarronzados. Ocorre em afloramentos rochosos. (Hunt, 2006)

Comentários: Cacto globular a ligeiramente alongado,

Melocactus azureus Buining & Brederoo
Distribuição: BAHIA: Irecê (11º18’S, 41º51’W); Ita-

guaçu da Bahia (11º01’S, 42º24’W); Jussara (11º03’S, 41º58’W); Presidente Dutra (11º18’S, 41º59’W). Comentários: Cacto globular a elongado, com até 30 cm de altura e 20 cm de diâmetro, azul-celeste, glauco, com cerca de 10 costelas e aréolas com espinhos negros a castanho-escuros quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal, com cerdas vermelhas e lanosidade esbranquiçada. Flores rosadas. Frutos brancos. Ocorre em afloramentos de calcário Bambuí, na drenagem dos rios Verde e Jacaré, região centro-norte da Bahia. (Taylor & Zappi, 2004)

com até 35 cm de altura e 25 cm de diâmetro, verde, com 10 a 12 costelas e aréolas com espinhos curvos, longos, 4 a 7 espinhos centrais e até 14 espinhos radiais, avermelhados quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal, com cerdas vermelhas densas e lanosidade esbranquiçada. Flores rosadas. Frutos brancos a ligeiramente rosados. Ocorre em afloramentos de granito e áreas de canga. (Taylor & Zappi, 2004)

Melocactus estevesii P.J.Braun
Distribuição: RORAIMA: Alto Alegre, Mucajaí Comentários: Cacto globular, com até 18 cm de diâme-

(02º36’N, 62º15’W).

Melocactus braunii Esteves
Distribuição: BAHIA: Senhor do Bonfim (10º28’S, Comentários: Cacto discóide, com até 8 cm de altura e

40º13’W).

15 cm de diâmetro, glauco-esverdeado, com cerca de 13 costelas e aréolas com 1 espinho central e até 9 espinhos radiais, negros a castanho-escuros quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal, com cerdas vermelhas e lanosidade esbranquiçada, com cerca de 4 cm de altura e 6 cm de diâmetro. Flores rosadas. Ocorre nos campos rupestres da região sudoeste de Senhor do Bonfim, a leste do rio Salitre. (Esteves Pereira, 2003)

tro e 16 costelas, de 9 a 14 espinhos recurvados, avermelhados a negros, 1 a 4 centrais com 6 cm de comprimento e 8 ou 9 radiais, o inferior mais longo; cefálio terminal, com até 13 cm de comprimento e 6 cm de diâmetro, com cerdas avermelhadas e lanosidade alva. Flores rosadas, com até 3,7 cm de comprimento e 1,8 cm de diâmetro. Frutos vermelhos, com até 4 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro. Ocorre em afloramentos rochosos da porção oeste de Roraima, na área indígena dos Ianomâmis. (Hunt, 2006)

Melocactus ferreophilus Buining & Brederoo
Distribuição: BAHIA: Barro Alto (11º46’S, 41º54’W);

Melocactus conoideus Buining & Brederoo
Distribuição: BAHIA: Vitória da Conquista, Serra do Comentários: cacto discóide, com até 10 cm de altura e

Periperi (14º47’S, 40º53’W).

17 cm de diâmetro, verde-lustroso, com 11 a 15 costelas e aréolas com 1 espinho central e até 11 espinhos radiais, castanhos quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal, com cerdas vermelhas e lanosidade esbranquiçada. Flores rosadas. Frutos magenta, esbranquiçados próximo à base. Ocorre no Morro do Cruzeiro, sobre cascalho. (Taylor & Zappi, 2004)

Morro do Chapéu (11º33’S, 41º09’W); Mulungu do Morro (11º58’S, 41º38’W); São Gabriel (30º22’S, 54º21’W). Comentários: Cacto cilíndrico, com até 45 cm de altura e 19 cm de diâmetro, verde-glauco, com cerca de 10 costelas e aréolas com até 15 espinhos curvos, longos, negros a castanho-escuros quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal com cerdas densas, avermelhadas a acastanhadas. Flores rosadas. Frutos brancos. Ocorre em afloramentos de calcário Bambuí, na drenagem do rio Jacaré. (Taylor & Zappi, 2004)

Melocactus glaucescens Buining & Brederoo
Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º33’S, Comentários: Cacto globular, com até 18 cm de altura e

Melocactus deinacanthus Buining & Brederoo
Distribuição: BAHIA: Bom Jesus da Lapa, Juá (13º26’S,

41º09’W).

43º10’W).

24 cm de diâmetro, glauco-azulado, com 7 a 15 costelas e aréolas com 1 a 2 espinhos centrais e até 8 espinhos

122

Cactaceae

radiais, negros quando novos, passando a acinzentados; cefálio terminal, com lanosidade esbranquiçada. Flores rosadas. Frutos vermelhos. Ocorre sobre solos arenosos. (Taylor & Zappi, 2004)

Melocactus lanssensianus P.J.Braun
36º37’W). Comentários: Cacto globular, com até 8 cm de altura e 14 cm de diâmetro, glauco-esverdeado, com cerca de 12 costelas e aréolas com um espinho central curvado para cima e até 8 espinhos radiais curvos, rosados-acinzentados a bege; cefálio terminal, com cerdas vermelho-claras a rosadas e lanosidade esbranquiçada. Flores e frutos rosados. Ocorre em afloramentos de granito. (Taylor & Zappi, 2004)
Distribuição: PERNAMBUCO: Caetés (08º46’S,

com 15 a 20 costelas e aréolas com espinhos amarelodourados a acastanhados e bastante lanosidade branca. Flores com perianto esbranquiçado e tubo floral rosado, tubulares, com até 1,8 cm de comprimento e 8 mm de diâmetro, nascidas na lateral do caule, próximo ao ápice, diurnas. Frutos rosados, obovados. Ocorre nos campos rupestres. (Taylor & Zappi, 2004)

Micranthocereus streckeri Van Heek &Van Criek
ereto, ramificado a partir da base, glauco-azulado, com 17 a 25 costelas e aréolas com espinhos amarelo-dourados; cefálio lateral, com cerdas douradas a castanhoavermelhadas e lanosidade castanha a esbranquiçada. Flores rosadas, tubulares, com até 5 cm de comprimento e 2,2 cm de diâmetro, diurnas. Frutos magenta, obovados. Ocorre nos campos rupestres. (Taylor & Zappi, 2004)
Distribuição: BAHIA: Seabra (12º25’S, 41º46’W). Comentários: Cacto colunar, com até 1 metro de altura,

Micranthocereus auriazureus Buining & Brederoo
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol, Serra do Comentários: Cacto colunar, ereto, com até 1,5 m

Barão (16º34’S, 42º56’W).

Micranthocereus violaciflorus Buining
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S, Comentários: Cacto colunar, com até 1 metro de al-

de altura, ramificado a partir da base, glauco-azulado, com 15 a 19 costelas e aréolas com espinhos amarelodourados e lanosidade branca. Flores magenta-rosadas, tubulares, com até 2,5 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro, nascidas na lateral do caule, próximo ao ápice, diurnas. Frutos rosados, obovados. Ocorre nos campos rupestres. (Taylor & Zappi, 2004)

42º56’W); Porteirinha (15º45’S, 43º01’W).

Micranthocereus hofackerianus (P.J.Braun &
Esteves) M.Machado
Distribuição: BAHIA: Piatã (13º09’S, 41º45’W). Comentários: Cacto colunar, com até 1 metro de altu-

tura, pouco ramificado, verde, com 14 a 17 costelas e aréolas com espinhos amarelo-dourados a avermelhados e bastante lanosidade branca; zona florífera na lateral do caule, com cerdas vermelhas longas. Flores com perianto púrpura e tubo floral avermelhado, tubulares, com até 2,3 cm de comprimento e 7 mm de diâmetro, diurnas. Frutos esverdeados, obovóides. Ocorre nos campos rupestres. (Taylor & Zappi, 2004)

ra, ereto, pouco ramificado a partir da base, esverdeado, com tubérculos, raízes tuberosas e aréolas com espinhos negros a castanho-escuros e lanosidade bege. Flores com perianto amarelo-citrino e tubo floral avermelhado, tubulares, nascidas na lateral do caule, próximo ao ápice, diurnas. Frutos vináceo-glaucos, obovóides. Ocorre nos campos arenosos. (Machado, 2006)

Parodia arnostiana (Lisal & Kolarik) Hofacker
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Dom Pedri-

Micranthocereus polyanthus (Werderm.) Backeb.
ra, ereto, ramificado a partir da base, glauco-azulado,
Distribuição: BAHIA: Caetité (14º07’S, 42º30’W). Comentários: Cacto colunar com até 1,5 m de altu-

to (30º57’S, 54º37’W); Vila Nova do Sul (30º20’S, 53º53’W). Comentários: Cacto globular, com até 6 cm de altura e 8 cm de diâmetro, solitário, com 21 a 30 costelas ligeiramente tuberculadas e aréolas com espinhos acinzentados, 1 a 3 centrais e até 16 radiais. Flores amarelas, campanuladas, com até 6 cm de comprimento e 7,5 cm de diâmetro, diurnas; aréolas do tubo floral providas de lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados na parte externa; estigma púrpura. Ocorre em áreas de afloramentos rochosos. (Hunt, 2006)

aréolas do tubo floral com espinhos esbranquiçados externamente. com 18 a 22 costelas ligeiramente tuberculadas e aréolas com uma pequena projeção cônica na base. com 12 a 14 costelas ligeiramente tuberculadas.Machado & Larocca Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Encruzilhada (29º04’S.Taylor Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Caçapava do F. Sul (30º29’S. estigma púrpura.5 cm de comprimento e 2. em Parodia gaucha M. ramificando a partir da base.Cactaceae 123 arodia carambeiensis (Buining & Brederoo) Hofacker Ponta Grossa (25º05’S.5 cm de diâmetro. ramificado a partir da base. diurnas. 2006) Parodia neohorstii (Theunissen) N. Flores amarelas. tubulares. com 18 a 26 costelas ligeiramente tuberculadas e aréolas com 1 a 6 espinhos centrais negros e até 24 espinhos radiais esbranquiçados. até 12 cm de altura e 8 cm de diâmetro. 50º10’W). Ocorre em afloramentos rochosos. Flores. com até 10 cm de altura e 8 cm de diâmetro.Brandt Ana Rech (29º04’S. aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados externamente. infundibuliformes. 2006) Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Caxias do Sul. estigma e base interna do tubo floral avermelhados. com até 2. 6 centrais e até 26 radiais. ereto. com 18 a 24 costelas. com até 3 cm de comprimento e 3. Flores amarelas. estigma vermelho. com até 4 cm de comprimento e 4. com espinhos amarelos. densamente arranjadas ao longo das costelas. com do Sul (30º31’S. Comentários: Cacto claviforme a cilíndrico curto. com até 10 cm de altura e 8 cm de diâmetro.P. (Hunt. (Hunt. aréolas com uma pequena projeção cônica na base. P Parodia rechensis (Buining) F. (Machado et al. avermelhadas na base interna do tubo. estigma avermelhado. infundibuliformes. com espinhos amarelo-dourados a castanho-avermelhados.5 cm de diâmetro. com até 2 m de altura. Flores amarelo-douradas. 55º00’W). com até 4 cm de comprimento e 5 cm de diâmetro. Comentários: Cacto globular a curto-cilíndrico. 52º31’W). infundibuliformes. com espinhos amarelo-dourados. estigma amarelo-esbranquiçado. Ocorre em afloramentos rochosos. infundibuliformes. Comentários: Cacto globular a curto-cilíndrico. 53º29’W). aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados externamente. densamente arranjadas ao longo das costelas.2 cm de diâmetro. 8 a 16 centrais e 14 a 16 radiais.H. com espinhos amarelados a castanho-avermelhados. 4 centrais e até 8 radiais. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. noturnas. 2008) Comentários: Cacto claviforme a curto-cilíndrico. diurnas. 42º56’W). com até 10 cm de altura e 4 cm de diâmetro. 2006) Oliveira dos Brejinhos (12º18’S. diurnas. diurnas. diurnas. ramificado a partir da base. 4 centrais e até 14 radiais. com até 5 cm de comprimento e 2. Frutos globosos. com até 4 cm de comprimento e 3.. aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados na parte externa. Flores amarelas. ramificando a partir da base. com espinhos amarelo-dourados a castanho-avermelhados. 50º06’W). Ocorre em afloramentos rochosos. geral solitário. (Hunt. 51º04’W). 43º10’W). com 12 a 14 costelas ligeiramente tuberculadas e aréolas com uma pequena projeção cônica na base. Ocorre em áreas de afloramentos rochosos.5 cm de diâmetro. densamente arranjadas ao longo das costelas. Flores com perianto rosado a esbranquiçado e tubo floral rosado. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. Ocorre em áreas de afloramentos rochosos.Braun Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Unistalda Comentários: Cacto claviforme a cilíndrico curto. aréolas do tubo floral com lanosidade creme e espinhos esbranquiçados a amarronzados na parte externa. (Hunt. verde. 2004) . 2006) Distribuição: PARANÁ: Carambeí (24º57’S. 3 ou 4 centrais e até 6 radiais. Comentários: Cacto colunar. Ocorre em áreas de afloramentos rochosos. com cerca de 18 costelas ligeiramente tuberculadas. com até 8 cm de altura e 5 cm de diâmetro.55 cm de diâmetro. infundibuliformes. (Taylor & Zappi. Parodia stockingeri (Prestle) Hofacker & P. solitário.Ritter Pilosocereus aureispinus (Buining & Brederoo) Distribuição: BAHIA: Ibotirama (12º15’S. amarelas.J.

nascendo em grupos nas aréolas. (Taylor & Zappi. Frutos magenta-rosados.D. Sento Sé e Umburanas. Flores com perianto esbranquiçado e tubo floral marrom-esverdeado a rosado.5 cm de comprimento e 3. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. com bastante pilosidade e espinhos amarronzados. Flores brancas.Ritter por Taylor & Zappi (2004).P. 41º11’W). 43º00’W). região florífera diferenciada. com até 4 m de altura. Rhipsalis agudoensis N. Flores com perianto rosado a esbranquiçado e tubo floral rosado. Cristália (16º44’S. com 10 a 17 costelas. 3 ou 4 centrais e 8 a 10 radiais. 44º12’W). (18º06’S. com aréolas produzindo bastante lanosidade branca. 1 a 7 espinhos centrais e 8 a 10 radiais. Comentários: Cacto colunar.Ritter Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício. 53º12’W).2 cm de comprimento e 3 cm de diâmetro.P. 1 central e 30 a 40 radiais. com até 5. ereto. fulvilanatus (Buining & Brederoo) F. 2004. com 4 a 7 costelas. 44º21’W). Ocorre em afloramentos rochosos.Braun Distribuição: MINAS GERAIS: Augusto de Lima Comentários: Cacto colunar. tubulares. (Machado & Charles. mais largos na fase juvenil. Sento Sé (10º19’S. com até 3 m de altura. noturnas. Ocorre nos campos rupestres das montanhas acima de Santa Bárbara. Serra na divisa dos municípios de Campo Formoso. com aréolas produzindo bastante lanosidade amarronzada. Frutos globosos. noturnas. aréolas com espinhos amarelo-dourados a vermelho-acastanhados. (Taylor & Zappi. deiscentes quando maduros. com até 2 m de altura. com 5 a 8 costelas. Pilosocereus bohlei Hofacker Distribuição: BAHIA: Campo Formoso (10º13’S. Comentários: Cacto colunar. em três localidades menos de 40 km distantes entre si. com 8 a 10 costelas. região florífera diferenciada. com espinhos castanhos a negros. ra- 41º17’W). aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. com aréolas produzindo bastante lanosidade amarelada a acastanhada e longos espinhos dourados. do Cabral (17º43’S.124 Cactaceae Pilosocereus aurilanatus F.5 cm de diâmetro. considerado neste trabalho como espécie distinta. com até 6 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro. ramificado acima da base. ramificado a partir da base. 2006) ilosocereus fulvilanatus (Buining & Brederoo) F. Tratado como subespécie de P. Frutos globosos. com espinhos amarelo-dourados. com pilosidade e espinhos amarronzados. 41º02’W). Flores com perianto esbranquiçado e tubo floral esverdeado. 42º53’W). noturnas. Comentários: Cacto colunar. Comentários: Cacto epífito de caules pendentes. Hunt. com polpa vermelha. 42º54’W).Taylor Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Agudo (29º40’S. azulado. Ocorre nas áreas arenosas da Serra do Curral Frio (também conhecida por Serra do Angelim. com até 4 m de altura. Frutos globosos.Ritter Distribuição: MINAS GERAIS: Botumirim (16º51’S. ramificado a partir da base. Comentários: Cacto colunar. verde-glauco a azulado. com seg­ men­ tos de crescimento determinado. de 1 a 4 espinhos centrais e de 10 a 14 radiais. Tratado como subespécie de P. aurisetus (Werderm. com até 6 mm de diâmetro. Flores com perianto esbranquiçado e tubo floral esverdeado. verde-glauco a azulado. ramificado acima da base. com até 5. Ocorre nos campos rupestres. 2004) . medindo até 12 cm de diâmetro na base e estreitando para cerca de 5 cm de diâmetro na fase adulta.Rowley por Taylor & Zappi (2004). 2004) mificado acima da base. (Taylor & Zappi. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas.J. com até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro. com até 5 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro. tubulares. crenado nas bordas. com até 3 m de altura. com até 2 cm de diâmetro. P Pilosocereus azulensis N. tubulares. globosos. com cerca de 9 a 12 costelas e caules dimórficos. região florífera diferenciada. Umburanas (10º21’S. tubulares. achatado. Flores e frutos desconhecidos.Taylor & Zappi Distribuição: MINAS GERAIS: Pedra Azul (16º00’S. noturnas. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. 8 a 9 centrais e 14 a 16 radiais. verde-escuro. Serra do Mimoso ou Serra São Francisco). azulado.) Byles & G. 2004) Pilosocereus rosae P. Frutos globosos. com polpa branca. Ocorre em afloramentos rochosos. 41º23’W). deiscentes quando maduros. Grão Mogol (16º26’S. deiscentes quando maduros.

2 a 6 centrais e até 4 radiais. diurnas. 43º27’W). glauco-esverdeado (algumas populações com placas cerosas brancas). com até 1 m de altura e 17 cm de diâmetro. Flores vermelho-carmim. D.7 cm de diâmetro. com até 1.W. 2 a 6 centrais e até 3 radiais.Taylor Schlumbergera kautskyi (Horobin & McMillan) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Alfredo Chaves (20º40’S. 43º39’W). cladódios longos. Diamantina (18º11’S. aréolas do tubo floral com lanosidade alva e espinhos esbranquiçados a amarronzados externamente. nas Serras do Ambrósio e Negra. negros ou amarelo-alaranjados quando novos. infundibiliformes. com até 1 cm de diâmetro.Cactaceae 125 Rhipsalis hoelleri Barthlott & N. 1993. 2000. 41º02’W). Comentários: Cacto cilíndrico. aréolas com 1 ou 2 dentes nas margens.R. com até 35 cm de comprimento e 3. 2004) Referências: Barthlott. solitário. Flores amarelas. 2. de 2. Flores amarelas. 2000. L. Conhecido apenas pelo material-tipo.5 cm de diâmetro. Tacinga braunii Esteves Distribuição: MINAS GERAIS: Jequitinhonha. bacia do rio Jequitinhonha (16º32’S. globosos.4 a 2. Fru­ tos vermelhos quando maduros. aréolas com espinhos cinzentos. rugoso. diurnas. 40º48’W). Ocorre em áreas de cascalho de quartzo. com até 2. 2004) Comentários: Cacto cilíndrico. aréolas com espinhos amarelados. semi-escandente. com até 60 cm 42º49’W). glauco-acinzentado. ramos pendentes.7 cm de comprimento e 2. Domingos Martins (20º21’S.Rohwer. achatados. angulosos. 2004) de altura e 15 cm de diâmetro. com até 7 cm de comprimento e 2 cm de diâmetro. diurnas. Cactaceae. (Taylor & Zappi. aréolas do tubo floral com lanosidade alva e espinhos esbranquiçados a amarronzados externamente. Frutos amarelos quando maduros. com 16 a Distribuição: MINAS GERAIS: Itamarandiba (17º55’S. Comentários: Cacto globular a cilíndrico curto.5 cm de diâmetro. co­ le­ ta­ do na década de 1980.P. Comentários: Cacto com ramos pendentes e segmentados. Ocorre em afloramentos rochosos. Ocorre em afloramentos rochosos. 2004) 22 costelas tuberculadas. 161-197. Berlin. com 13 a 29 costelas.5 m de com­ pri­ men­ to. 43º34’W). 40º40’W). aréolas do tubo floral com lanosidade alva e espinhos esbranquiçados a amarronzados externamente. rugoso. (Schulz & Machado. com até 5 cm de comprimento e 2. com até 6 m de comprimento. (Taylor & Zappi. 2000. Rio Vermelho (18º17’S. rugoso. In K.2 a 4 cm de comprimento e de 1.5 cm de comprimento e 3 cm de diâmetro. com 30 a 40 costelas tuberculadas.6 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro. esverdeado ou avermelhado. Couto de Magalhães de Minas (18º04’S. aréolas densamente arranjadas ao longo das costelas. (Taylor & Zappi. Ocorre nos campos rupestres da região central de Minas Gerais. infundibuliformes. Bittrich (eds) The families and genera of vascular plants. com até 1. Flores com perianto verde. Taylor & Zappi. Springer. segmentos alados. 2004) Uebelmannia buiningii Donald 42º49’W). 4 centrais e até 4 radiais. Flores com perianto magenta externamente e rosado internamente. Datas (18º19’S. U N. glaucoesverdeado a púrpura.5 cm de largura. Comentários: Arbusto áfilo. 43º49’W). infundibiliformes. com cerca de 8 mm de diâmetro. . 43º00’W). púrpureo-acastanhado a verde-avermelhado. com até 12 cm de altura e 8 cm de diâmetro. ramificados apenas a partir do ápice truncado. Taylor & Zappi. Uebelmannia pectinifera Buining Distribuição: MINAS GERAIS: Bocaiúva (17º07’S. (Schulz & Machado. Kubitzki.P. (Schulz & Machado. Ocorre em afloramentos de granito ou gnaisse da caatinga do nordeste de Minas Gerais. Flores amarelas. & V. com até 2.Taylor Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º21’S. cilíndricos. & Hunt. solitário. infundibiliformes. & Voll) Buining Distribuição: MINAS GERAIS: Itamarandiba (17º55’S. 40º40’W). aréolas com gloquídeos curtos. de 3 a 4 mm de diâ­ me­ tro. 2004) ebelmannia gummifera (Backeb. vol. com espinhos cinzentos. diurnas. Comentários: Cacto epífito. solitário. Taylor & Zappi. tubulares.

Uebelmannia and their Environment. Schulz Publishing. British Cact. 899p. Sukk. 2004. Taylor.F. 2006.P. Ritter Selbstverlag. Spangenberg. A. 498p. British Cact.a remarkable new species from Brazil. 2003. Nyffeler. Machado. Notocacteae) from Rio Grande do Sul. 2006. M. Kakteen in Südamerika. 2004. J. CITES Cactaceae checklist. Band 1. Cronquist.126 Cactaceae Braun. U. & Esteves Pereira. J. Brazil. ed. Esteves Pereira. & Zappi. Micranthocereus hofackerianus (Cactaceae) – eine neue Kombination für ein bemerkenswertes Taxon. 315p. & Machado.O. N. Brazil. & Larocca e Silva.C.J. M. R. 1262p. Arrojadoa marylanae – a new Arrojadoa species from the state of Bahia. M. J. E. 2. E. Hunt. Melocactus braunii Esteves – a new species of Cactaceae from Bahia. Schulz. Milborne Port.. 22:188-192. & Charles. Kakt. Machado. P. 21(3): 137-142. An integrated system of classification of flowering plants. The new cactus lexicon.. Kew. 2000. NewYork. Kew. 374p. Columbia University Press. D. A new species of Parodia (Cactaceae. 1999. DH Books. 79(6): 254-263.C. 1979. A. . 2003. Novon 18: 214-219. Beautiful and Bizarre Arrojadoa – The taxonomy of subgenus Albertbuiningia. Succ. F. 1981. D.C. Brazil. Machado. Hunt. Succ. D. Succ. M. Eggli. 160p.C. Ritter. 2007. R. 57: 267-273. J. Cacti of Eastern Brazil. Cactus Succ.C. British Cact. G.C. 2008. Pilosocereus bohlei Hofacker . F. Teesdale. 21: 114-122. Royal Botanic Gardens. & Machado. R. Soares Filho. M.R. J. Royal Botanic Gardens.

pentâmeras. uma delas rara.G. 44º50’W). V. Souza. monoclinas. 2a ed. 2002. baseado na APG II.G. p. sobre turfeiras. Callyceraceae. sem estípulas. G. Folhas alternas. apenas cinco espécies no Brasil (Souza & Lorenzi. & Lorenzi. vol 2.A. epíginas. Ocorre em terrenos alagadiços de campos de altitude.J. ovário unilocular. glabra. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. 704p. 2008). decumben- te. Calyceraceae inclui seis gêneros e 60 espécies sul-americanas.Calyceraceae CALYCERACEAE Maria José Gomes de Andrade & Patrícia Luz Ribeiro 127 Ervas. RiMa. Giulietti (eds) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo. Flores em capítulos terminais subtendidos por brácteas involucrais. Serra de Itatiaia Referências: (22º24’S. Comentários: Erva de 30 a 40 cm de altura. (Magenta & Pirani. Capítulos terminais ou laterais com brácteas involucrais lineares e longas. com corpos glandulosos alternos aos estames.L. Shepherd & A.R. São Paulo. gamopétalas. freqüentemente formando uma roseta na base. 67-69. Wanderley. & Pirani. In M. Instituto Plantarum. H. isostêmones. .M. 2002) Magenta. com 1 óvulo pêndulo.C. J. geralmente actinomorfas. Nova Odessa. de 2 a 5 cm de comprimento. Aquênios com cálice persistente. FAPESP. M. Boopis itatiaie Dusén Distribuição: São Paulo: Itatiaia. 2008.

Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. Flores alvas ou creme-esverdeadas. introrsas. Flores com corola tubulosa.) Siphocampylus lauroanus Handro & M. acima de 1. Comentários: Erva delicada. raramente poricidas. está representada por cinco gêneros: Centropogon. com lobos curtos. sendo notável a paquicaulia. ramos rentes ao solo. principalmente em regiões subtropicais e temperadas de todo o mundo (Lammers. coberta por indumento amarelado. com nervuras proeminentes. 2007). Siphocampylus e Wahlenbergia. Flores actinomorfas ou zigomorfas.O. (Wimmer. No Brasil. A única espécie do subgênero Tupa no Distrito Federal. Folhas alternas. pentâmeras. 46º01’W). com protuberâncias esponjosas de cerca de 2 mm de diâmetro. gineceu sincárpico. aladas ou não. ovadas. característica de algumas espécies de Lobelioideae. vermelha no tubo.Wimm. aglomeradas pelo encurtamento dos entrenós. Campanulaceae conta com 84 gêneros e 2. 2003) . subcordadas na base. Comentários: Subarbusto subereto ou decumben- Siphocampylus humilis E. pecíolo de 6 mm a 1. Folhas alternas. ventricosa.Kulhm. raramente opostas ou verticiladas. em brejos. pess. 1953. Folhas sésseis. bilabiada. 1998) los e anteras acinzentadas. sempre aderidos ao disco nectarífero ou à base da corola. pluriovulado. entre 700 e 900 m s. raramente subdeflexas. lactescentes. glabro. Lobelia. principalmente em áreas úmidas. Renata Bacellar Mello. com corola vermelha. às vezes ressupinada.128 Campanulaceae CAMPANULACEAE Silvana Aparecida Pires de Godoy Ervas ou subarbustos. isostêmones.Vieira & G.319 espécies. sem estípula. e anteras livres ou sinânteras. e 53 espécies (três indicadas como raras). Ocorre em depressões ou fendas rochosas formadas pelo movimento das águas. na beira de rios. Salesópolis (23º33’S. da Mantiqueira e do Espinhaço.3 cm de comprimento. Forma pequenas populações com indivíduos isolados e relativamente dispersos no sub-bosque da mata.5 a 4 m de altura. em racemo terminal com até 1. suberetas ou patentes. corola campanulada ou tubulosa. 47º55’W). especialmente nas Serras do Mar. de placentação axilar. Apresenta potencial para utilização como ornamental e parece ser de fácil cultivo.6 cm de comprimento. nas formações florestais à beira de riachos da Serra do Mar. estilete terminal e geralmente 2 ou 3 estigmas. com hipanto. amarela na base dos lacínios e verde no ápice. Serra dos Órgãos (22º23’S. Folhas alternas. com. Lobelia brasiliensis A. Godoy. raramente arbustos ou arvoretas. monoclinas. estreito-oblongas ou elíptico-lanceoladas. Ocorre preferencialmente em cerrado ou áreas perturbadas pela ação antrópica. Distribuição: SÃO PAULO: Biritiba-Mirim (23º34’S. Cápsulas loculicidas. androceu com filetes livres ou monadelfos. Apresenta formas de vida variadas. pecíolo de 5 mm a 1.J.m. ou fruto bacáceo. que resulta em ervas com até 4 m de altura. 1962. cartáceas. profusamente ramificada. 45º51’W). simples.n. fauce e lacínios internamente amare- te. levemente serreado-denteadas na margem. (estreito-)lanceoladas. secos ou úmidos. desenvolvimento de caules eretos em plantas herbáceas.Shepherd Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º50’S. Flores tubulosas. Comentários: Erva de 1. ramos cilíndricos. Hippobroma.S.n.000 m s. e com anteras azuladas. com numerosas sementes pequenas por lóculo. 42º57’W). com 14 a 26 pares de nervuras secundárias.m. (Vieira & Shepherd. com ovário ínfero ou raramente semi-ínfero. de galeria ou buritizais. de 20 a 80 cm de altura. campos ou locais úmidos na beira de matas secas. com lobos (des)iguais. (Handro & Kulhmann.5 m de comprimento.

vol. & Kuhlmann. p.G. Shepherd. 2. 2003. Giulietti & T. In R. 1962. São Paulo. 20-28. Mansfeld (ed. E. O. Estado São Paulo s. Berlin. Wanderley. Wimmer. & Shepherd.n. i-viii + 261-814. Bot. 4-276b. 1998.P. Uma nova espécie de Siphocampylus da flora paulista. Melhem (orgs) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo.A. Kew.L. vol. World checklist and bibliography of Campanulaceae.G.F. G. Arch.S. A.O. T. S. Campanulaceae: Siphocampylus. M.J. Campanulaceae-Lobelioideae. Novon 8: 457-460..) Das Pflanzenreich. AkademieVerlag. Royal Botanic Gardens. Handro.M. G.S. 3. . Vieira. A. 675p. Fapesp/RiMa.Campanulaceae 129 Referências: Lammers. In M. 1953. A new species of Lobelia from Brazil. Godoy. 3: 263.J. 2007. p.

No Brasil.2 mm de comprimento e ovário com 2 placentas e 4 óvulos. cuneadas na base. Flores com 10 pétalas. geralmente com pontuações translúcidas. Suriname e Venezuela. Barros. 2006. entre 120 e 200 m s. Salazar. Bagas com 2 a muitas sementes de testa brilhante e endosperma oleoso. Flores da Ilha do Cardoso (25º12’S. Vegetativamente. cálice com 3 a 5 sépalas.a 6-carpelar. Bot. do qual Capsicodendron é sinônimo. corola com 4 a 12 pétalas imbricadas. . inéd. F.130 Canellaceae CANELLACEAE Fábio de Barros Árvores ou arbustos. hipóginas. Jard. a cerca de 1. Cornell University. 48º00’W). 1947. Arch. duas delas indicadas como raras. No prelo. com 10 pétalas. ovário 2. coriáceas. J. tubo estaminal com cerca de 3. Barros & J. Ocorre na Mata Atlântica da Serra dos Órgãos. Cimeiras ou racemos. onde ocorrem quatro espécies. Seis espécies e dois gêneros. Não foi coletada recentemente. Occhioni. O gênero engloba seis espécies e sua distribuição estende-se do Sul do Brasil até a Guiana Francesa..Barros & Distribuição: SÃO PAULO: Cananéia. são encontrados na América do Sul.n.Salazar Cinnamodendron occhionianum F. Ithaca. Ocorre na Mata Atlântica do litoral Sul do Estado de São Paulo.2 mm de comprimento. geralmente livres. & Salazar. Canella e Cinnamodendron. monoclinas. Folhas oblongas a elíptico-lanceoladas.000 m s. sem estípulas. Parque Estadual Comentários: Árvore de 15 a 20 m de altura. Inéd. Salazar. Rio de Janeiro 7: 157-163. Nova espécie de “Canellaceae”. com 2 a muitos óvulos em placentas parietais. J.m. Salazar. Teresópolis (22º26’S. PhD Thesis. J. agudas e conduplicadas Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S. no prelo) no ápice. às vezes flores solitárias. Folhas alternas. está representada apenas por Cinnamodendron. sudeste da África e Madagascar. com casca clara e aromática. (Occhioni.m. cíclicas (raramente hemicíclicas. inteiras.) Referências: Cinnamodendron sampaioanum Occhioni 43º11’W). (Salazar. 42º59’W). P. Novon. 10 estames e ovário com 2 placentas. é semelhante a Cinnamodendron dinisii Schwacke.n. O centro de diversidade do gênero é a Mata Atlântica do Sul e Sudeste do Brasil. androceu com 5 a 20 estames monadelfos e com anteras rimosas. Systematics of Neotropical Canellaceae. anteras de 1 a 1. 1947. Flores actinomorfas. diclamídeas). unilocular. inéd. extrorsas. É encontrada nas Américas. Canellaceae inclui 6 gêneros e cerca de 20 espécies. Comentários: Árvore com até 20 m de altura. A new species of Canellaceae from Brasil: Cinnamodendron occhionii F. Barros & Salazar.

Universidade Estadual Paulista. umidade e de sol. inclusive ambientes gelados. habitando campos gramados. Inéd. hipóginas ou períginas. estípula castanhoclara. encostas rochosas. bífidas ou recortadas. cultivados. Paronychia fasciculata Chaudhri Distribuição: MINAS GERAIS: Belo Horizonte (19º56’S. Encontrada com flores e frutos de novembro a fevereiro. de­ cussadas ou pseudoverticiladas. com ou sem estípulas. geralmente com testa ornamentada.Carneiro & A. . com cerca de 25 cm de altura. inteiras. com algumas espécies de ampla distribuição. cônicas a cilíndricas. Cápsulas loculicidas ou septicidas. pétalas ocasionalmente reduzidas.) Comentários: Erva perene. 43º55’W). brácteas castanho-claras. embrião periférico. bordos de matas. 50º32’W). androceu com 5 a 10 estames (raramente 1 a 4). estames e ovário às vezes sobre um antóforo. locais de sombra. Folhas simples. caule geralmente intumescido nos nós. Carneiro. central ou central-livre. actinomorfas. ocorrendo principalmente nos campos sulinos. 2004.E. (Carneiro. pseudo-axilares. dentre os quais. Caryophyllaceae possui distribuição cosmopolita.E. às vezes suculentas. Flores aglomeradas. com nervura central saliente na face abaxial. planícies arenosas. C. com manchas avermelhadas. ou utrículos indeiscentes. & Furlan. Encontrada com flores e frutos em julho. Folhas revolutas na margem. Dianthus. emarginadas. Apresenta uma vasta amplitude ecológica sendo encontrada desde o nível do mar até elevações variando de 3. Farroupilha (29º15’S. Utrículos com uma única semente brilhante. Tese de doutorado.000 a 3. sépalas geralmente escariosas. Paronychia revoluta. com cerca de 26 cm de altura. C. tendo como centro de diversidade a Europa Central e regiões limítrofes ao Mediterrâneo. Folhas aparentemente fasciculadas. Rio Claro.Furlan Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Bom Je- sus (28º41’S. Comentários: Erva perene. Gypsophila. 51º21’W). livres.Caryophyllaceae CARYOPHYLLACEAE Cláudia Elena Carneiro 131 Ervas anuais ou perenes. 2004.E. Cambará do Sul (29º08’S. São Francisco de Paula (29º27’S. Novon 14: 33-35. 2004. Ocorre em cerrado. com manchas avermelhadas. 50º05’W). inéd. barrancos. 50º24’W). ocorrendo principalmente em regiões temperadas ou temperadas quentes do Hemisfério Norte. Flores avermelhadas. A família Caryophyllaceae no Brasil.600 m s.) Referências: Paronychia revoluta C. (Carneiro & Furlan. A. No Brasil. Saponaria e Vaccaria). sementes 1 a muitas. inéd. Carneiro. filetes às vezes unidos às pétalas formando um tubo adnato a um ginóforo. a new species of Caryophyllaceae from Brazil.m. com placentação basal. ramos prostrados. geralmente estreitas. são reconhecidas 42 espécies (2 raras) e 17 gêneros.n. monoclinas. ovário sincárpico ou paracárpico. Ocorre nos campos do nordeste do Rio Grande do Sul. cinco são cultivados (Agrostemma. pentâmeras (raramente tetrâmeras). curvo sobre o perisperma. Carneiro. Flores solitárias ou em cimeiras dicasiais..

Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S. Folhas coriáceas. pequenas. 40º36’W).n. na Chapada Diamantina encontrada com flores em fevereiro. estames alternipétalos. Folhas espinescentes próximo à base. De acordo com essa circunscrição. 43º10’W). as matas de cipó.132 Celastraceae CELASTRACEAE 1 Milton Groppo & 2Júlio Antonio Lombardi Árvores. (Carvalho-Okano & Leitão Filho. Comentários: Arbusto ou arvoreta com cerca de 3 m de altura. Serra dos Órgãos (22º24’S. Encontrada com flores e frutos em fevereiro. Comentários: Liana. Ocorre na Mata Atlântica. 2004) 1 Maytenus basidentata Reissek Peritassa longifolia Lombardi Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. Cápsulas tetrágonas. (Lombardi. Flores amarelas. Celastraceae foi ampliada de modo a incluir as Hippocrateaceae. São apontadas 11 espécies raras. Flores Distribuição: BAHIA: Piatã (13º09’S. com margem denteada na parte distal. (Lombardi. (Lombardi. 2008). 2005) Peritassa sadleri Lombardi 2 Maytenus horrida Reissek 44°22’W). Folhas espinescentes. Encontrada com flores em janeiro e com frutos imaturos em outubro. Flores actinomorfas. Elachyptera coriacea Lombardi 2 Comentários: Árvore de 10 a 12 m de altura. eretos ou pêndulos. ovário livre ou envolvido pelo disco. Ocorre na Mata Atlântica. diminutas. geralmente isostêmones. Comentários: Arvoreta de 4 a 5 m de altura. em inflorescências pedunculadas. a família inclui cerca de 50 gêneros e 1. monoclinas ou diclinas (plantas monóicas ou dióicas). distribuídas em diversos ambientes. sementes geralmente ariladas. geralmente com 1 ou 2 óvulos por lóculo. ocorre em mata seca. com anteras bitecas. Floresce e frutifica em outubro e novembro. com 17 gêneros e cerca de 100 espécies representados no Brasil (Souza & Lorenzi. Cápsulas. inconspícuas. (Lombardi. 40º54’W). (sub)arbustos ou lianas. (Carvalho-Okano & Leitão Filho. Comentários: Liana. Comentários: Arbusto a arvoreta com cerca de 1. Frutos piriformes.5 m de altura. Frutos elipsóides. Ocorre nas baixadas e encostas da Mata Atlântica. hipóginas. Reserva Biológica Augusto Ruschi (19º56’S.a 5-locular. inconspícuas. Conhecida apenas por dois indivíduos. Estação Biológica de Santa Lúcia e Reserva Biológica Augusto Ruschi (19º56’S. 1 41º17’W). 2004) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S. Ocorre em fragmentos de Mata Atlântica. Alto Jatiboca (20º00’S. Folhas simples. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. Distribuição: MINAS GERAIS: Januária (15°28’S. 2005. Flores verdes. 40º36’W). com estípulas pequenas e decíduas.ou 5-meras. Itarana. . drupas ou sâmaras. 42º57’W). 41º46’W). Teresópolis. 2. inseridos abaixo ou sobre as bordas de um disco carnoso. pétalas imbricadas. alternas ou opostas. A coleta mais recente é de 1943. no Morro do Corcovado. 2004) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Brejetuba (20º08’S. Flores esverdeadas. 4. 2002) 2 amarelas. a cerca de 700 m s. 43º10’W). Ocorre em fragmentos de mata dominados por trepadeiras. Conhecida como inherê-bravo.m. Encontrada com flores em novembro e com frutos imaturos em abril e maio. sobre solo pedregoso. Encontrada com flores e inicio de frutificação em fevereiro e com frutos maduros em outubro.) 1 Salacia nemorosa Lombardi 2 Maytenus glazioviana Loes.000 espécies.

& Leitão Filho. In B.M.) Flora of the Pico das Almas. 2005. 228p. coletada em 1971. 704p. 1999. a new species from Minas Gerais. 2008. Não é coletada desde a década de 1920. 43°42’W). Carvalho-Okano.C. 43º35’W). and a new combination in Peritassa. Harley. Denominada popularmente de todo-jeito. 43º28’W). Jaboticatubas (19º20’S. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil.M. Novon 14: 315-321. Novon 9: 95-97. 41º55’W). Royal Botanic Gardens. Bahia. Floresce de setembro a dezembro.M. & Lorenzi. Chapada Diamantina. Pirani. 2005) Maytenus truncata Reissek 1 Distribuição: BAHIA: Contendas do Sincorá (13º46’S. 40º05’W). frutificando em maio. 43º37’W). N. 2a ed.M. Brasília. 2004. 1995) lhas espinescentes. Brazil. (Carvalho-Okano & Leitão Filho. A new species of Elachyptera (Celastraceae. 2005) Referências: Maytenus radlkoferiana Loes (19º56’S. 57: 483-486.Celastraceae 133 Comentários: Arbusto ou arvoreta. Lombardi. Brazil. (Harley & Simmons. Ocorre em mata. 2002. Carvalho-Okano. Encontrada com flores em setembro. & Carvalho-Okano. 41º29’W). Fo- 41º03’W). IBAMA. Santana do Riacho (19°08’S. Hippocrateoideae) from Bahia. Kew Bull. 1 Distribuição: MINAS GERAIS: Barão de Cocais Comentários: Árvore com cerca de 5 m de altura. J. Instituto Plantarum. Reis & S. Three new species of Celastraceae (Hippocrateoideae) from southeastern Brazil. baseado na APG II. Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Kew. apenas uma delas com município indicado. Florula of Mucugê. Espinheira Santa. H. Rio de Contas. H.L. (CarvalhoOkano & Leitão Filho.S. Royal Botanic Gardens. Bahia. Kew. Caeté-Açu (12º36’S. (Pirani & Carvalho-Okano. R. Encontrada com flores e frutos imaturos em janeiro. 1999) . Floresce e frutifica de setembro a dezembro. Stannard (ed. O gênero Maytenus Mol. J. p. 2005) Maytenus rupestris Pirani & Carvalho-Okano 1 Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato Dentro (19º05’S. 1995. R. Pico das Almas (13º32’S.R. 1986. 41º24’W).A. Silva (eds) Conservação e uso sustentado de plantas medicinais e aromáticas: Maytenus spp. Emend. Palmeiras. Maytenus opaca Reissek 1 Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S.A. Lombardi. Comentários: Arbusto ou arvoreta. Jequié (13º51’S. 171-172. de 6 a 8 m de altu- ra. Mol. R. Nova Odessa. Maytenus rupestris (Celastraceae).F. Brazil. Chapada Diamantina. entre rochas e suas fendas ou na margem de córregos e riachos.R. Co- nhecida apenas por duas coletas.A. Floresce de setembro a novembro. Ocorre nos campos rupestres e na margem arenosa de rios da Chapada Diamantina. V. Carvalho-Okano. J. Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. ocorre em matas secas. Souza. Celastraceae. 11-52. parcialmente pinatifidas. de 1 a 3 m de altura. 1986. (Celastraceae) no Brasil extra-amazônico. p. (CarvalhoOkano & Leitão Filho. Ocorre nos campos rupestres da Serra do Cipó. & Simmons. frutificando de novembro a maio. In M. southeastern Brazil. R.

pecíolo de 6 e 10 mm de comprimento. Comentários: Árvore. diclamídeas. estilete geralmente ginobásico.134 Chrysobalanaceae CHRYSOBALANACEAE Ana Maria Giulietti. 1989) Couepia leitaofilhoi Prance curto. (Prance. ocorrem sete gêneros e cerca de 250 espécies (Souza & Lorenzi. 1989) Couepia bondarii Prance Distribuição: BAHIA: localidade não indicada. Conhecida por apenas duas coletas. pecíolo de 8 a 12 mm de comprimento. Flores em racemos subterminais. 45º04’W). arbustos ou raramente subarbustos. Reser- Couepia insignis Fritsch Distribuição: BAHIA: Una (15º17’S. 1989) res de nervuras. Conhecida por três coletas. 1972. oligo-. Flores em panículas pouco ramificadas ou racemos. Ocorre nas margens do rio Aracá.. Flores em densas panículas terminais. Encontrada com flores em agosto e setembro. Folhas estreito-oblongas. Comentários: Árvore. 39º04’W). 1989) Distribuição: BAHIA: Maraú (14º06’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. Fo- das. Couepia amaralae Prance Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. Serra do Aracá Couepia coarctata Prance estreito-oblongas a oblongo-elípticas. Encontrada com flores em janeiro e fevereiro. heteroclamídeas. pecíolo de 4 a 5 mm de comprimento. (Prance. proeminentes na face abaxial. Maria José Gomes de Andrade & William Antonio Rodrigues Árvores. Folhas oblongas.ou 4-meras. 1976. Comentários: Arbusto de 1 a 4 m de altura. (Prance. terminais ou axilares. gineceu unilocular com 2 óvulos basais eretos ou bilocular com 1 óvulo por lóculo. 2007). monoclinas. Está distribuída principalmente na América Tropical e Caribe. 60º00’W). pecíolo de 6 a 10 mm de comprimento. (Prance. mas também na África e Ásia (Hewood et al. Flores em racemos terminais. 63º18’W). a maioria da Mata Atlântica e da Amazônia. Comentários: Árvore(?). alternas. com estípulas frequentemente caducas. Folhas (00º51’S. Folhas simples. Comentários: Árvore com até 6 m de altura. (Prance.ou polistêmones. com 21 a 25 pa- va Natural da Companhia Vale do Rio Doce (19º21’S. androceu com filetes livres ou unidos na base. São apontadas 41 espécies raras. castanho na face abaxial. Encontrada com flores em fevereiro e março. 39º00’W). 39º58’W). 1989) Couepia carautae Prance Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. Folhas oblongo-lanceola- Couepia glabra Prance Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º02’S. Flores em panículas com Distribuição: SÃO PAULO: Ubatuba (23º27’S. com indumento . 5. Chrysobalanaceae inclui cerca de 500 espécies e 20 gêneros. iso. hipóginas. 2008) e foram exaustivamente estudadas por Prance (1972. Adilva de Souza Conceição. Flores em panículas terminais ou axilares. uma na Bahia e a outra localidade não indicada. Ocorre em restinga. coletado com flores em janeiro. Flores actinomorfas ou zigomorfas. pecíolo de 6 a 10 mm de comprimento. (Prance. 1972) lhas oblongas a oblongo-lanceoladas. Folhas oblongas. Conhecida apenas por duas coletas da região do baixo rio Negro. Comentários: Árvore com cerca de 22 m de altura. No Brasil. Flores em racemos paucifloros. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. anteras com deiscência longitudinal. Folhas oblongas a oblongo-elípticas. 1989). Drupas.

Ocorre na Mata Atlântica. (Prance. Comentários: Árvore de porte médio. pecíolo de 1. 1989) . Flores em panículas terminais. com 8 a 10 pares de nervuras proeminentes na face abaxial. Comentários: Árvore. na Amazônia Central. Conhecida por duas coletas. pecíolo de 9 a 15 mm de comprimento. 60º39’W). pecíolo de 0. pecíolo de 4 a 7 mm de comprimento. Ocorre na Mata Atlântica. Inflorescência em panículas terminais. (Prance. Ocorre em mata de terra firme. mente lanosas na face abaxial. Reserva NaComentários: Árvore com até 34 m de altura. com 7 a 9 pares de nervuras proeminentes na face abaxial. Rodovia Manaus-Itacoatiara. 1972) Couepia stipularis Ducke Distribuição: AMAZONAS: localidade não indicada.Chrysobalanaceae 135 indumento castanho e tomentoso. (Prance. Flores em panículas axilares. Comentários: Árvore com cerca de 8 m de altura. Conhecida por duas coletas. 1989) Couepia parvifolia Prance Petrópolis (22º24’S. 60º28’W). (Prance. pecíolo de 5 a 7 mm de comprimento. Conhecida apenas pelo material-tipo. 63º07’W). Encontrada com flores de janeiro a março. Comentários: Árvore. (Prance. rio Preto Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. 39º01’W). lhas oblongas a oblongo-lanceoladas. Serra de Hirtella barnebyi Prance Distribuição: RONDÔNIA: Porto Velho. Fo- Couepia marleneae Prance Distribuição: AMAZONAS: Mun. densa- tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º23’S. Encontrada com flores em janeiro. pecíolo de 8 a 10 mm de comprimento. localidade imprecisa. Folhas oblongas. 43º11’W). Flores em panículas terminais. gas. ao sul de Manaus. Flores em panículas subterminais. com 10 a 13 pares de nervuras proeminentes em ambas as faces. Folhas oblongo-elípticas. entre os rios Castanho e Tupana (03º04’S. Flores em racemos terminais. (Prance. Encontrada com flores em fevereiro e maio. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. com 6 a 8 pares de nervuras não proeminentes.(?) Manaus-Porto Ve- lhas oblongo-lanceoladas. Folhas oblongo-elípticas. (Prance. Flores em racemos subterminais. Conhecida apenas por três coletas. (Prance. 56º18’W). Encontrada com flores em julho. 2003) Couepia reflexa Ducke Distribuição: PARÁ: Juriti Velho (02º24’S. coletado com flores em agosto. (Prance.5 a 1 mm de comprimento. (Prance. com 14 a 20 pares de nervuras proeminentes na face abaxial. 40º02’W). Flores em panículas com poucas flores. 1989) Distribuição: MINAS GERAIS: Caratinga. 1989) Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º17’S. 46º18’W). Ocorre em campinas sobre areia branca. Encontrada com flores em julho. Fo- lho. pecíolo de 2 a 2. Conhecida apenas por duas coletas.4 a 1. 1989) Couepia monteclarensis Prance lógica de Caratinga (19º47’S. 1972) Exollodendron gracile (Kuhlm. Fo- elípticas.5 mm de comprimento. Folhas oblongo- Couepia longipetiolata Prance lhas oblongas. Folhas oblon- (09º27’S. Inflorescências em panículas terminais e axilares.8 cm de comprimento. 2003) oblongo-lanceoladas. Conhecidas apenas pelo materialtipo. 1972. Folhas oblongo-lanceoladas. Conhecida apenas pelo material-tipo. Comentários: Arbusto com até 3 m de altura. 42º08’W). Ocorre em florestas litorâneas.) Prance Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. Estação Bio- Hirtella arenosa Prance Distribuição: AMAZONAS: Manacapuru (03º17’S. Flores em panículas terminais. Comentários: Árvore. pecíolo de 5 a 8 mm de comprimento. Encontrada com flores em fevereiro e agosto. Folhas Couepia meridionalis Prance Distribuição: SÃO PAULO: Santos (23º57’S. (Prance. 1972) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. 1989) Comentários: Árvore com cerca de 8 m de altura.

Conhecida apenas por duas coletas. Folhas Hirtella conduplicata Prance Distribuição: AMAZONAS: Lago do Castanho-Mirim oblongo-elípticas. (Prance.5 e 1 mm de comprimento. pecíolo de 2 to Florestal (22º54’S. Ocorre em floresta de caatinga. (Prance. 1989) Distribuição: BAHIA: Una (15º17’S. Fo- (00º54’N. (Prance. Folhas lanceoladas. Flores em racemos axilares e terminais. Flores em racemos terminais. Ocorre em floresta litorânea. 1989) Distribuição: AMAZONAS: Mun. Folhas oblongas a oblongo- Hirtella longifolia Benth. com cerca de 3 mm de comprimento. com 15 a 19 pares de nervuras proeminentes e densamente hirsuta na face abaxial. 65º08’W). Ocorre em florestas. Conhecida por três coletas. (Prance. 1976. Fo- a 3 mm de comprimento. pecí- olo de 2 a 4 mm de comprimento. Comentários: Arbusto(?).136 Chrysobalanaceae Hirtella barrosoi Prance Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. 1972) Comentários: Árvore. Distribuição: AMAZONAS: Panuré (00º05’S. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento. Encontrada com flores em março e julho. (Prance. Folhas oblongas. Serra do Aracá Hirtella parviunguis Prance Distribuição: ESPIRÍTO SANTO: Linhares (19º23’S. (Prance. 1992) Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. 61º06’W). 43º41’W). 54º42’W). Flores em panículas terminais.(?) rio Cuieiras. 1989) Hirtella santosii Prance elípticas. Flores em racemos terminais ou subterminais. pecíolo de 5 a 7 mm de comprimento. Encontrada com flores em maio e com frutos em agosto. 67º07’W). 1972) Distribuição: AMAZONAS: Panuré (00º05’S. Encontrada com flores em novembro. sobre solo arenoso. . Conhecida apenas por duas coletas. 1989) Licania anneae Prance Distribuição: PARÁ: Cuiabá-Santarém. Flores em racemos densos. Comentários: Árvore com até 8 m de altura. (Prance. Comentários: Arvoreta. Igarapé José Comentários: Árvore com até 7 m de altura. oblongo-lanceoladas. (Prance. Flores em racemos terminais. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento. 1989. 63º19’W). Ocorre em mata de terra firme. Ocorre em caatinga amazônica. Folhas (03º53’S. Encontrada com flores entre abril e maio. (Prance. Folhas oblongo-ovadas. Distribuição: MATO GROSSO: Juruena (12º50’S. Comentários: Arvoreta. 1972) Licania aracaensis Prance Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. Flores em panículas. pecíolo com 58º55’W). Flores em panículas subterminais. Hor- Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. pecíolo Hirtella dorvalii Prance Distribuição: RORAIMA: Caracaraí (01º50’S. Hirtella juruensis Pilg. na região do rio Uaupés. Flores em panículas de racemos axilares e terminais. Conhecida apenas por duas coletas no mesmo local. Folhas Preto (02º25’S. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento. 1989) cerca de 2 mm de comprimento. na região do Rio Uaupés. pecíolo com 3 a 5 mm de comprimento. Comentários: Árvore. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento. 1989) Licania apiculata Prance lanceoladas. Prance & Johnson. Flores em panículas alongadas. lhas oblongas. Ocorre em florestas do litoral baiano. Encontrada com flores em junho. (Prance. Folhas lanceoladas. lhas oblongas. 40º02’W). Flores em racemos axilares e terminais. 39º04’W). ex Hook. (Prance. conduplicatas. 1989) Comentários: Árvore com até 20 m de altura. pecíolo entre 0. Comentários: Arbusto(?). 67º07’W). Hirtella scaberula Spruce ex Hook. com 8 a 10 pares de nervuras proeminentes em ambas as faces. Folhas ovado-elípticas.

Flores em panículas subterminais. Folhas 51º48’W). Encontrada com flores em maio. Flores solitárias. Folhas ovado-lanceoladas a Licania maxima Prance Distribuição: AMAPÁ: Mun. oblongo-lanceoladas. em panículas racemosas. Comentários: Árvore. Folhas oblongo-elípticas. (Prance.(?) Rodovia Manaus- Licania glazioviana Warming membranáceas. Licania maguirei Prance Distribuição: MATO GROSSO: Barra do Garças. (Prance. coriáceas. coriáceas. Conhecida apenas pelo material-tipo. 39º03’W). (Prance. em panículas subterminais. tomentosas. Folhas tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º21’S. 1972) Comentários: Árvore com até 32 m de altura. Licania marleneae Prance Porto Velho. Flores aclamídeas. Comentários: Árvore. coriáceas. e Araguari. ferrugíneo-tomentosas. cartáceas. pecíolo de 3 a 7 mm de comprimento. Flores em panículas racemosas terminais. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1989) Comentários: Árvore com até 30 m de altura.(?) rio Oiapoque (03º44’N. Conhecida apenas por duas coletas. Serra do Aracá oblongo-elípticas. (Prance. Reserva NaComentários: Árvore com até 20 m de altura. Flores em panículas terminais. Ocorre em restinga. Encontrada com flores em maio. membranáceas. pecíolo entre 2 e 3 mm de comprimento. Encontrada com flores de setembro a novembro. Flores em panículas racemosas subterminais. Comentários: Folhas oblongo-lanceoladas a elípticas. 52º15’W). Distribuição: SÃO PAULO: localidade não indicada. sésseis. Licania bahiensis Prance ceas. 39º17’W). (Prance. 2003) oblongas. Conhecida das florestas do sul da Bahia. sobre solo arenoso. coriáceas. coletado em mata de terra firme. 1989) Licania maranhensis Prance Distribuição: MARANHÃO: Barra da Corda (05º31’S. Licania nelsonii Prance Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. coriáceas.(?) entre os rios Oiapoque do Roncador (15º53’S. com flores em julho. 39º58’W). pecíolo de 6 a 8 mm de comprimento.5 cm de comprimento. Flores aclamídeas.Chrysobalanaceae 137 Licania arianeae Prance Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. 1972) Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º49’S. Ocorre em matas de restinga do litoral sul da Bahia. pecíolo de 5 a 8 mm de comprimento. Licania indurata Pilg. Ocorre em floresta de igapó. 1972) Comentários: Folhas elípticas. coriá- cerca de 8 mm de comprimento. Folhas (00º51’S. 1972. Licania lamentanda Prance Uruçuca (14º35’S. (Prance. (Prance. Flores em panículas racemosas densas. Folhas oblongo-elípticas. 1972) Distribuição: RIO DE JANEIRO: localidade não indicada. Serra Licania piresii Prance Distribuição: AMAPÁ: Mun. 1989) Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º49’S. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento. densamente agrupadas. (Prance. 39º03’W). Folhas oblongo-elípticas. Comentários: Folhas oblongo-ovadas. Flores aclamídeas. .1 a 1. 63º18’W). 1989) Distribuição: AMAZONAS: Mun. 60º22’W). pecíolo de 3 a 6 mm de comprimento. em panículas com raque e ramos ferrugíneo-tomentosos. Comentários: Arvoreta. com muitas palmeiras. pecíolo com 45º10’W). Flores em espigas terminais ou axilares. 1972) oblongas a oblongo-elípticas. pecíolo de 1. coriáceas. Encontrada com flores em fevereiro e março. (Prance. entre os rios Castanho e Tupana (03º50’S. pecíolo de 1 a 2 mm de comprimento. pecíolo de 6 a 7 mm de comprimento. Comentários: Árvore com até 15 m de altura. (Prance.

9: 1-409. samente ferrugíneo-tomentosos. G. R. Brummitt.T.. Royal Botanic Gardens. Flores em panículas densas.H. . Chrysobalanaceae. H.T. G. Kew. 39º00’W). (Prance. 39º02’W). Folhas elípticas. baseado na APG II. 39º02’W). & Seberg. Melhem (eds) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo. Prance. 33-44. com estípulas ovadas. Brittonia 28: 209-230. & Johnson.G.L. Additions to Neotropical Chrysobalanaceae. G. coriáceas. com grandes estípulas amplexicaules. & Lorenzi. terminais ou axilares. 424p. Flowering plants of the world. pecíolo de 3 a 8 mm de comprimento.K. Instituto Plantarum. ItaComentários: Árvore com até 20 m de altura. Ocorre em florestas litorâneas.T. 2007. Prance. Encontrada com flores de março a outubro. RiMa. V. Uruçuca (14º35’S. Prance. São Paulo. 39º17’W). Encontrada com flores em março. G. Brazil) and their phytogeographic affinities. Chrysobalanaceae. A. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Folhas oblongas. axilares. 2003.M. p. Ocorre nas florestas litorâneas do sul da Bahia. (Prance. pecíolo de 3 a 4 mm de comprimento.): 1-267. Nova Odessa. O. Neotrop. Chrysobalanaceae. 3. 1989) Parinari littoralis Prance coriáceas. Plant collections from the plateau of Serra do Aracá (Amazonas. Wanderley. Monogr. 1989.. Neotrop. V.C. 2a ed. Fl. caré (14º17’S. Prance.T. Giulietti & T. ramos den- Heywood. Folhas oblongas a ovadas. 1976.J. 2008. G. 704p. 1992. 47: 1-24. Fl.138 Chrysobalanaceae Comentários: Árvore. Kew Bull. (Prance. 1972. Culham.S. Souza. 1972) Referências: Parinari alvimii Prance Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º17’S. G. Comentários: Árvore de porte médio. Prance. pecí- olo de 5 a 6 mm de comprimento. Flores em panículas densas. Flores em panículas de panículas. 9(suppl. Monogr. FAPESP. Shepherd. A.T. vol. In M. D. 1972) Distribuição: BAHIA: Maraú (14º06’S.

Semelhante a K.ou 5-meras. Comentários: Árvore com até 10 m de altura. 43º33’W).a 5-locular.. a separação entre elas precisa ser melhor investigada. geralmente 4. com até 14 cm de comprimento. pecíolo com até 3 cm de comprimento. em inflorescência ramificada corimbosa.000 espécies.) . (Kubitzki. anteras sem glândulas apicais. (sub)coriáceas. não tendo sido coletada desde a década de 1910. (Saddi. 63º20’W). eventualmente com estaminódios. conhecidas apenas em botão. sépalas (sub)orbiculares ou obladas. Folhas geralmente opostas e coriáceas. geralmente amarela ou alva. Comentários: Arbusto ou subarbusto. glabras. provavelmente perto da fronteira entre Espírito Santo e Rio de Janeiro. tomentosas. Folhas com até 27 cm de comprimento. membranáceas. com até 8 mm de comprimento e 1 cm de largura. pétalas com até 4 cm de comprimento. Ocorre em campinarana de areia branca. com até 6 mm de largura. Folhas sésseis. Flores alvas. No Brasil. (Saddi. Folhas geralmente elíp- Kielmeyera anisosepala Saddi 1 Kielmeyera itacarensis Saddi 1 ra do Cipó (19º14’S. 1986/1987. hipóginas. sementes eventualmente com arilo branco ou laranja. sépalas fortemente desiguais. que difere desta espécie pelas sépalas (sub)iguais e estigmas clava- Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. ovário 2. sépalas amplamente ovadas a ovado-elípticas.200 m s. não tendo sido coletada desde a década de 1960. inéd. 2008). florestas e restingas. Flores Kielmeyera divergens Saddi lidade não identificada). Frutos ticas. coriacea Mart. anteras lineares. Flores. porém. membranáceas a subcoriáceas. Caraipa aracaensis Kubitzki (00º54’N.5 cm de comprimento. eventualmente (hemi-)epífitos. Flores actinomorfas. glabra. Ocorre às margens alagáveis de um riacho de solo arenoso. geralmente com vários óvulos por lóculo. Encontrada com flores em dezembro e com frutos em fevereiro.Clusiaceae CLUSIACEAE 1 139 Volker Bittrich & 2William Antonio Rodrigues Árvores. Serra do Aracá pubescente-ferrugíneos. estigmas cilíndricos. (Kubitzki. cerrados.) Comentários: Árvore glabra. Semelhante a K. Prance & Johnson. formando feixes opositipétalos ou um tubo basal. Flores róseas. monoclinas ou diclinas (plantas dióicas). bagas ou drupas.m. pétalas tomentosas. entre 1. Cápsulas secas ou carnosas. Ocorre em campos rupestres. com até 4 mm de comprimento. com até 2. geralmente latescentes ou resinosos. Ocorre na mata de restinga perto do estuário do Rio de Contas. androceu com numerosos estames livres ou conatos. Frutos pubescente-ferrugíneos. com até 9 cm de comprimento. 2 Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. rupestris.) Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. 2 dos. polistêmones.. pecíolo com até 4 cm de comprimento. com pedúnculo de até 15 cm compr. inéd.000 e 1. sem estípulas. difere daquela espécie por caracteres quantitativos. em racemos. Serra do Aracá alvas. loceladas nas margens. na base da serra. Encontrada com flores e frutos em janeiro e fevereiro. (Saddi. mais ou menos arredondadas na base. 1992) Comentários: Arbusto de 25 cm a 1. são encontrados 18 gêneros e cerca de 150 espécies (Souza & Lorenzi. 1 Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Pedra Pintada (loca- Caraipa longisepala Kubitzki (00º49’N. Ocorre em borda de floresta.5 m de altura. inéd. Ser- Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º15’S. 14 delas apontadas como raras.n. Clusiaceae ficou reduzida a 30 gêneros e cerca de 1. 39º01’W). 1986/1987) Comentários: Arbusto de 1 a 2. 63º19’W). ramos suberosos. em racemos com pedúnculo de até 15 cm de comprimento.5 m de altura. estando distribuída em diversos ambientes. Com a segregação de Hypericoideae em uma família a parte. arbustos ou ervas. corola dialipétala.

obtusas ou abruptamente cuneadas na base. Ocorre em cerrado.140 Clusiaceae Kielmeyera juruensis Saddi 58º28’W).) 1 oblongas. tomentosos. Ocorre em mata litorânea. pecíolo com até 3 cm de comprimento. 40º36’W).1 cm de largura. inéd. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura.5 cm de comprimento. Folhas Kielmeyera marauensis Saddi Distribuição: BAHIA: Maraú (14º07’S. Flores róseas. com pedúnculo de até 15 cm de comprimento. de 1 a 2 (raramente até 3) mm de largura.) 1 Kielmeyera rupestris Duarte de Cima (18º42’S. 1 Comentários: Arvoreta. Flores alvas. com até 6 mm de comprimento. ramos glabros. tomentosas. (Saddi. (Saddi. Flores alvas. (Saddi. porém essa separação requer mais estudos. Ocorre em mata de restinga. itacarensis. inéd. com pedúnculo de até 13 cm de comprimento. Reserva Na- Comentários: Árvore com até 30 m de altura. glabras. Flores alvas. (Saddi. não sendo coletada desde a década de 1940. pecíolo de 0. pétalas com até 2 cm de comprimento. 39º00’W). 40º23’W). em inflorescências ramificadas. anteras com glândula distinta no ápice. com pedúnculo de até 20 cm de comprimento. glabra. anteras sem glândula apical. sépalas com até 4 mm de comprimento e 2 mm de largura.5 cm de largura e. pétalas com até 4 cm de comprimento. em racemos com pedúnculo de até 6 cm de comprimento. 48º37’W). Comentários: Árvore com até 25 m de altura. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Nova Venécia.) 1 Kielmeyera similis Saddi Distribuição: GOIÁS: Caldas Novas (17º44’S. corimbosas. Assemelha-se a K. Folhas com até 18 cm de comprimento. corimbosas. com até 70 Kielmeyera rufotomentosa Saddi (19º29’S. membranáceas ou subcoriáceas.) 1 com até 11 cm de comprimento. coriáceas.5 a 2 cm de comprimento. Serra Comentários: Arbusto ou arvoreta. tural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º10’S. Comentários: Arbusto ou arvoreta. glabro. (Saddi. glabras. rio Pancas cm de altura. sépalas geralmente elípticas. com até 9 mm de comprimento e 1. em inflorescências ramificadas. membranáceas. Comentários: Subarbusto não ramificado. sépalas ovadas a ovado-elípticas. sépalas com até 7 cm de comprimento e 6 cm de largura. indumentada.5 cm de comprimento. não tendo sido coletada desde a década de 1960. pétalas com até 5 cm de comprimento. inéd. coriáceas. pétalas com até 5 cm de comprimento.7 cm de comprimento e 1. inéd. arredondadas na base. com até 1. em racemos com pedúnculo de até 11 cm de comprimento. Distribuição: MATO GROSSO: Juruena (10º12’S. corimbosas. Ocorre em floresta costeira. membranáceas a hialinas. pecíolo com até 3 cm de comprimento. Flores alvas. Ocorre em cerrado. Folhas com até 20 cm de comprimento. (Saddi. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Colatina. pumila Pohl. Folhas oblongas. anteras sem glândula apical. 39º51’W).) 1 oblongas. com nervuras secundárias não salientes abaxialmente. obtusas a arredondadas na base. Flores alvas. da qual parece se separar pelo pecíolo e folhas mais curtos.) 1 Kielmeyera sigillata Saddi 40º45’W). (Saddi. membranáceas. inéd. com até 17 cm de comprimento. anteras com glândula rostrada no ápice. glabro. coriáceas. pecíolo com até 3 cm de comprimento Flores alvas.5 a 1 cm de comprimento. com corpúsculos resiníferos conspícuos e nervuras secundárias pelo menos 4 mm distantes entre si. em inflorescências ramificadas. pecíolo com até 2 cm de comprimento.) . glabra. sépalas orbiculares a obladas. Semelhante a K. com pedúnculo de até 10 cm de comprimento e indumento avermelhado. anteras quadrangulares. em inflorescências racemo-corimbosas. com até 15 cm de comprimento. sépalas ovadas a ovado-triangulares. pecíolo com até 3 cm de comprimento. inéd. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Colatina (19º20’S. Folhas cuneadas na base. Folhas Kielmeyera occhioniana Saddi Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares. em racemos com pedúnculo de até 15 cm de comprimento. ciliada. com até 15 cm de comprimento. além da textura e nervação das folhas. pecíolo com até 2. pétalas com até 1. que difere desta espécie especialmente pelo pedúnculo e pedicelos glabros. glabro. Folhas elípticas. Ocorre em floresta costeira. pétalas de 1. inéd. não tendo sido coletada desde a década de 1910.

Prance. Moronobea pulchra Ducke 2 Distribuição: AMAZONAS: Manaus. com até 50 cm de altura. 2008. Jard. Inéd. 47: 1-24. Nova Odessa. às vezes paucifloros. N. Folhas sésseis. Ocorre nas campinaranas de solo silicoso. de 5 a 7 cm de comprimento. 1922) Comentários: Árvore com até 10 m de altura. 2a ed. & Lorenzi. University of Reading. Ph. em racemos. Ocorre em cerrado. coriáceas. glabras. Flores baixo rio Tarumã (03º03’N. Brazil) and their phytogeographic affinities. Comentários: Subarbusto não ramificado. Three new species of Caraipa (Guttiferae). vistosas. 16/17: 157-160. Apresenta potencial ornamental. Acta Amazon. baseado na APG II. obtusas a arredondadas na base.T. (Saddi. Flores alvas. A taxonomic revision of the genus Kielmeyera Martius (Guttiferae). 704p.Clusiaceae 141 Kielmeyera trichophora Saddi 1 Referências: Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos Guima- rães (‘Santa Anna da Chapada’) (15º25’S. Kubitzki. Plant collections from the plateau of Serra do Aracá (Amazonas. Thesis.D. G. . Reading. K.5 cm de comprimento. pétalas de 1 a 1. H. Ponta Negra e alvas. Bot. & Johnson. 1986/1987. glabras ou com tricomas esparsos. Encontrada com flores em novembro. não tendo sido coletada desde 1902. inéd.) Ducke. (Ducke. Plantes nouvelles ou peu connues de la région amazonniene. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Rio de Janeiro 3: 3-283. Arch. 60º05’W). com pedúnculo de até 7 cm de comprimento. pedúnculo e pedicelo tomentosos. Saddi. D. Kew Bull. 55º43’W). Souza. 1992. V.A. 1982. 1922.C. Instituto Plantarum.

uma delas indicada como rara.ou diplostêmones. Ridley. Kellogg. restingas e dunas litorâneas (Judd et al. Flores actinomorfas ou raramente zigomorfas.S. Campbell. & Sales. M. ovário unilocular.. mono. Bot. semente 1. baseado na APG II. lianas. único sobre um disco nectarífero. simples. 1999. 2008. Tem distribuição pantropical. são encontrados seis gêneros e cerca de 60 espécies (Souza & Lorenzi. Comentários: Arbusto. 33º10’W). Br. Nova Odessa. Arch.) em Pernambuco – Brasil.142 Combretaceae COMBRETACEAE Maria Iracema Bezerra Loiola Ervas. epíginas.A. 1999.C. Os gêneros mais representativos são Combretum (250 espécies) e Terminalia (200). 1890. W.I. Soc. C. Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha Referências: (04º00’S. Instituto Plantarum. Linn. caatingas. Combretaceae compreende 20 gêneros e 600 espécies. H. Sinauer Associates. com representantes ocorrendo em diferentes ambientes. & Lorenzi.ou 5-meras. livres ou soldadas. 1890. 1996. com prefloração valvar ou imbricada. Ocorre preferencialmente em solos basálticos pedregosos.F. Combretum rupicola.. 2008). manguezais. 2005). & Stevens. V.. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. axilares ou raramente terminais. 27: 28. Loiola. 4. P. pétalas alvo-esverdeadas. (Ridley. nucóide ou sâmara. 464p. monoclamídeas. 1996) . livres. iso.. Fruto drupáceo. Flores diclinas (planta dióica). com 2 a 4 óvulos em placentação apical e estilete geralmente filiforme.S. Plant systematics – A phylogenetic approach. em geral monoclinas. E.F. No Brasil. Estudos taxonômicos do gênero Combretum Loefl. H. como borda e interior de florestas. Inflorescências racemosas (raramente cimosas). estames exsertos a raramente inclusos. Bot. Judd. J. 704p. geralmente espiciformes. 2a ed. Folhas geralmente opostas. Loiola & Sales. sépalas simétricas. Sunderland. Souza. M.B. (Combretaceae R.ou diclamídeas. Jard. raramente deiscente.N. amarelas a avermelhadas. Combretum rupicola Ridl. arbustos ou árvores. Souza & Lorenzi. geralmente alada com testa enrugada. Rio de Janeiro 34: 173-190.

eventualmente arroxeadas abaxialmente. (Barreto. 1975) . entre 200 e 400 m s. Comentários: Erva ramosa. sobre rochas calcárias. monoclinas. quase radicais. com até 2 m de altura.n. Flores em cincinos subtendidos por 1 bráctea. Inflorescências laterais perfurando a base da bainha. Folhas ovóides a ovóide-lanceoladas. hipóginas. sobre solo úmido. Folhas oblongo-lanceoladas. Folhas obovóides. escuras e difíceis de serem percebidas. caule com nós radicantes.) Tripogandra elata D. actninomorfas ou zigomorfas. marcescentes. a cerca de 525 m s. prostrada.n. Comentários: Erva perene. (Brade. 2004).) Handlos Distribuição: MINAS GERAIS: Lagoa Santa (19º38’S. 41º59’W). Ocorre em mata de galeria e cerrado. Ocorre em mata de restinga. 44º27’W).m. Inflorescências pequenas. Ocorre no sub-bosque de florestas. Comentários: Erva decumbente na base. Conhecida apenas pelo materialtipo.) revestida por pilosidade castanho-avermelhada (exceto nas pétalas). 1957) covado (22º56’S. Cápsulas loculicidas.Hunt Distribuição: DISTRITO FEDEDRAL: Brasília (15º54’S. CorComentários: Erva rizomatosa. purpúreas abaxialmente. alguns eventualmente reduzidos a estaminódios. sem caule aéreo visível. Tripogandra warmingiana (Seub. Folhas com linhas verde-claras adaxialmente. Folhas quase rosuladas. Distribuição: SÃO PAULO: Cananéia. com bainha fechada. 2008). (Hunt. freqüentemente formando uma roseta na base.E. extensivamente exploradas no nordeste de Brasília. Commelinaceae inclui 42 gêneros e cerca de 650 espécies. coletado em mata úmida. Serra Geral do Paraná (14º42’S. sete delas raras.Commelinaceae COMMELINACEAE Roxana Cardoso Barreto 143 Ervas com mucilagem. Dichorisandra fluminensis Brade Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cabo Frio (22º52’S. 41º04’W). ereta ou decumbente. a mais recente no início da década de 1970. Comentários: Erva ereta. levemente oblíquas na base. Inflorescências no centro da roseta de folhas. 43º14’W).) H. (Handlos. de 10 a 15 cm de altura.Moore Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. onde está ameaçada. No Brasil. vilosas nas margens da bainha. ovário trilocular.5 m de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. 47º58’W). (Barreto. 47º30’W). inéd. com 1 a vários óvulos por lóculo. com até 19 cm de altura. caule com nós 42º52’W). raramente indeiscentes.) Comentários: Erva perene. Comentários: Erva ereta. Folhas alternas. 47º43’W). Dichorisandra neglecta Brade Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cachoeiro do Itapemirim (20º50’S. vale do rio Bicudo (18º28’S. com exceção da Europa (Hardy & Faden. invaginantes na base. inéd. (Barreto. (Brade. GOIÁS: São João d’Aliança. freqüentemente com tricomas no filete. Siderasis fuscata (Lodd. 1979) Dichorisandra macrophylla Gleason Distribuição: MINAS GERAIS: Viçosa (20º44’S.m. trímeras. Corinto. estando distribuída nas regiões tropicais e temperadas. Conhecida apenas por duas coletas. pétalas azuis.R. são reportados 14 gêneros e cerca de 60 espécies (Souza & Lorenzi. com cerca de 1. radicantes. inéd. dialipétalas. em floresta de galeria. Dichorisandra interrupta Mart. 1957) 43º53’W). alvas ou violeta. formando touceiras. de 30 a 60 cm de altura. estames 6. Ilha do Cardoso (25º08’S.

Barreto. 2008.A. Smith. R. Rio de Janeiro 15: 5-19. Souza.C. baseado na APG II. Kew Bull. Princeton University Press. Hunt. A. Instituto Plantarum.V. Arch. Bot. Stevenson & . 77: 213-333. Levantamento das espécies de Commelinaceae R. Nova Odessa.Wm. Jard. Handlos.R.C. Tese de doutorado. 425-427.L. 2004. 2a ed. 1997. Hardy. The taxonomy of Tripogandra. New species and a new combination in the Tradescantieae. Mori.B. W. A.C. Henderson. & Faden. 1975. Inéd. & Lorenzi. 1979. 1957. V. D. C. R. In N. D. São Paulo. 704p. p. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. 33: 403-406. H. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Commelinaceae.R. Br. S. nativas do Brasil. Universidade de São Paulo. Princeton. Brade. Espécies novas da Flora do Brasil 2. American Commelinaceae: 7. Rhodora.144 Commelinaceae Referências: S.

Conhecida apenas por duas coletas.ou 5-meras. 1983) Rourea bahiensis Forero Distribuição: BAHIA: Belmonte (15º52’S. Encontrada com flores de janeiro a outubro. (Forero. Flores em panículas. a Barra da Tijuca. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. o material-tipo coletado por Gardner em local incerto e a outra por Jönsson. 39º32’W). Folhas compostas. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro Porto Seguro (16º27’S. Volta Grande Comentários: Folhas com 5 a 7 folíolos oblongos e tri- Connarus nodosus Baker 42º01’W). com flores em novembro. Encontrada com flores de agosto a novembro e com frutos de abril a novembro. 43º47’W). Comentários: Arvoreta. Conhecida apenas por duas coletas. em 1914. 1983) Connarus portosegurensis Forero Distribuição: BAHIA: Jussari (15º09’S. Freqüente durante os séc. do-)elípticos e tricomas simples. Flores em panículas. 49º08’W). 1983) Comentários: Arbusto. Comentários: Arbusto a liana. Frutos cor-de-oliva passando a amarelo-alaranjados. monoclinas. trifolioladas ou raramente unifolioladas. 43º12’W).ou diplostêmones. Não é coletada desde meados do séc. hipóginas. No Brasil. com flores em abril e maio. Folhas com 3 folíolos estreito- Comentários: Folhas com 1 a 5 folíolos suborbiculares a ovado-elípticos e tricomas dendroídes. Rio de Janeiro (22º54’S. Flores em panículas densifloras. Encontrada com flores entre julho e setembro e com frutos em novembro. ocorrem quatro gêneros e cerca de 70 espécies (Souza & Lorenzi. Inflorescências paniculadas. arbustos ou lianas. como o Corcovado. 2007). Connaraceae inclui cerca de 200 espécies e 10 gêneros. com distribuição pantropical (Heywood et al. sem estípulas. gineceu apocárpico.. (Forero. 54º00’W). coletado no Planalto de Diamantina. (Forero. Connarus marginatus Planch. por Glaziou. 1983) Connarus subpeltatus G. 4. 19 e 20. 38º54’W). 2008). Folhas com 11 a 23 folíolos obovados. . (25º15’S. (Forero. Connarus celatus Forero elípticos e tricomas simples. São João da Chapada (18º05’S. 30º04’W). Copacabana. 19. às vezes caulifloras.Connaraceae CONNARACEAE Ana Maria Giulietti 145 Árvores. 1983) Distribuição: PARÁ: Monte Alegre (01º56’S. Ocorre em áreas atualmente antropizadas. comas simples. o Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá. incluindo o Corcovado. (Forero. 1983) Comentários: Arbusto(?). (Forero.Schellenb. Flores em panículas. pubérulos. iso. Distribuição: PARANÁ: Colombo. Folhas com 3 folíolos oblongo-obovados e tricomas simples. 13 delas apontadas como raras. com 2 óvulos eretos ou parietais.Schellenb. na segunda metade do séc. Flores em panículas multifloras. com 1 a 5 carpelos. 20. Folhas com 1 a 5 folíolos (ova- (22º54’S. Comentários: Arbusto. com até 4 m de altura. Folículos. dialipétalas ou raramente gamopétalas. Conhecida somente pelo material-tipo. Connarus oblongus G. sementes geralmente com testa carnosa e vistosa. 43º12’W). Flores actinomorfas. Flores em tirsóides-paniculados. Frutos em panículas reduzidas. em áreas atualmente antropizadas. 1983) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cabo Frio (22º52’S. a Gávea e Copacabana. paripinadas. ramos jovens esparsamente Itabuna (14º48’S. (Forero. androceu com filetes livres ou unidos na base e anteras com deiscência longitudinal. 39º16’W). Folhas com 3 a 9 folíolos elípticos e tricomas simples. Conhecida apenas por duas coletas com frutos em janeiro e outubro. alternas.

. Brasília. Ocorre na mata higrófila ou em capoeira do sul da Bahia. p. Comentários: Arvoreta ou arbusto escandente(?). ra- Rourea pseudospadicea G. ramos jovens tomentosos. 19.C. 48º02’W). 2a ed. Folhas Rourea chrysomalla Glaz. 2002) Teixeira de Freitas (17º32’S. 424p. Frutos em infrutescências axilares.146 Connaraceae Rourea blanchetiana (Progel) Kuhlm. Connaraceae. Folhas com 29 a 33 folíolos oblongos. Folhas com 10 a 17 folíolos oblongos. ex G. Conhecida apenas pelo material-tipo. Inflorescências em panículas reduzidas Conhecida apenas por cinco coletas sem indicação de localidade. Conhecida apenas pelo material-tipo. E. Flores em panículas terminais reduzidas.Schellenb. coletado com flores em setembro. Folhas 57º41’W). 2008. Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Planaltina (15º37’S. Fl. Flores em panículas terminais.B. Neotrop. Distribuição: SÃO PAULO: Paranapanema. Connaraceae. 1983) Comentários: Arbusto. (Forero. Rourea laurifolia G. axilares. lenticelados. ramos jovens pubérulos. com 3 a 7 folíolos elípticos. Rourea tenuis G. V. feitas até meados do séc.B. (Forero. Monogr. mos jovens ligeiramente estriados. Culham. (Forero.Schellenb.Schellenb. 1983. 41-47. & Lorenzi. ramos jovens vilosos. Comentários: Árvore(?). Conhecida apenas pelo materialtipo. Folhas com . ramos jovens densamente vilosos. ramos jovens vilosos. 1983) Referências: Forero. (Forero.C. em Brasília. Ramos (orgs) Flora do Distrito Federal. 36: 1-207. Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. 1983. 47º39’W). Comentários: Liana. Baseado no histórico desses coletores é provável que tenha sido coletada nas imediações de Salvador. lenticelados. C. Flores em panículas axilares ou pseudoterminais. Fonseca & Proença. O material-tipo coletado por Glaziou “nos campos próximos do Rio Parananá” refere-se provavelmente a rio Paranoá. Fonseca. Distribuição: MATO GROSSO: Cáceres (16º03’S. 2.E. baseado na APG II. Distribuição: BAHIA: Itamaraju (17º03’S. O.H.E. Kew.M.K. que forma junto com o rio São Bartolomeu o Lago Paranoá. 1983) Distribuição: MARANHÃO: Estreito (05º47’S.. & Seberg. 1983) Distribuição: BAHIA: Salvador(?) (12º59’S. rio Bonito lhas com 9 a 11 folíolos oblongo-elípticos. 38º28’W). Comentários: Arbusto. Souza. A. Flowering plants of the world. 39º33’W). vol. In T. 43º15’W). V. coletado com frutos em novembro. Instituto Plantarum. Nova Odessa. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. L. Fo- (23º23’S. R.Schellenb. 2007. 39º43’W). 704p. 1983) Rourea prancei Forero 3 folíolos ovados a ovado-oblongos. 48º43’W). Royal Botanic Gardens. Cavalcanti & A. Heywood. coletado com flores em agosto. Flores em inflorescências racemosas. Taguatinga (15º48’S. (Forero. (Forero. Brummitt. com 5 folíolos (obovado-)elípticos. quatro delas por Blanchet e uma de Salzmann. & Proença. H. Comentários: Subarbusto. 2002.

elípticas a obovadas. glabrescentes. monoclinas. pecíolo de 3 mm a 1 cm de comprimento. áfila. com pecíolo de 4 mm a 2 cm de comprimento. elípticas a oblongas. densamente velutino-ferrrugíneas. curtofimbriadas. não se sobrepondo. eventualmente indeiscentes. obtusas. gamopétalas. sépalas oblongas a suborbiculares. submembranáceas. obtusas a acuminadas no ápice. Folhas alternas. corola sub-rotácea. geralmente lates- centes. Comentários: Liana. hipóginas.5 cm de comprimento. (03º51’S.5 mm de comprimento. 68º52’W). raramente árvores ou holoparasitas. 57º39’W). Conhecida apenas pelo material-tipo. os lobos agudos. Comentários: Liana. Folhas ovadas a elípticas. corola campanulado-infundibuliforme. No Brasil. Folhas grandes. Flores em cimeiras congestas. 15 delas são indicadas como raras. orbiculares. corola infundibuliforme. Folhas pequenas. Folhas ovadas.Convolvulaceae CONVOLVULACEAE 1 147 Rosangela Simão Bianchini & 2Alessandro Silva do Rosário Ervas. 59º58’W). 32º25’W). ramos acinzentados. 1973. glabras. 2008). obtusas. densamente seríceo-ferrugíneas. arredondadas a subcordadas na base. arbustos ou trepadeiras. sem estípulas.ou 3-floras. sépalas triangulares. 1 Comentários: Holoparasita volúvel.650 espécies essencialmente tropicais. Austin & Cavalcante. Ocorre em cerrado. sépalas externas ovadas a cordiformes. com cerca de 2 cm de comprimento. atenuadas a arredondadas na base. Cápsulas com deiscência longitudinal em 4 segmentos. com cerca de 2. glabras a glabrescentes. agudas. 1968) delgados. (Myint & Ward. multifloras. (Austin. obtusas no ápice. corola funiliforme. corola campanulada. pecíolo de 6 a 8 mm de comprimento. subcoriáceas. Comentários: Liana com indumento ferrugíneo. Flores em cimeiras paucifloras. ramos Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá Comentários: Subarbusto de 30 a 60 cm de altura. inflexos. as externas pouco menores. Bonamia corumbaensis Hoehne (19º00’S. (Myint & Ward. obtusas no ápice. 1973. glabrescentes. 1968) cos. Conhecida apenas por três coletas. filetes glabros e estiletes ramificados. pou- co ramificado. Flores em inflorescências racemiformes a tirsiformes. corola globosa.5 cm de comprimento. sépalas ovadas. truncadas ou cordadas na base. ocorrem 18 gêneros e cerca de 300 espécies (Souza & Lorenzi. glabras. ramos pouco angulosos ou cilíndri- Bonamia kuhlmannii Hoehne 1 Distribuição: MATO GROSSO: Buriti (17º59’S. Flores actinomorfas. as internas menores. glabrescentes. subcoriáceas. agudas. Flores em cimeiras 2. com cerca de 5 mm de comprimento. amarelos.5 mm de comprimento. escamas estaminais ovadas. geralmente com 2 óvulos por lóculo. especialmente na beira da mata (Austin. sépalas ovadas. 53º33’W). isostêmones. Convolvulaceae inclui 55 gêneros e cerca de 1. de 4 a 5 mm de comprimento. ovário bilocular. multifloras. com pubescência avermelhada. 1982) 1 Dicranostyles solimoesensis Mennega Cuscuta globosa Ridl. 1982) . pentâmeras. Austin & Cavalcante. truncadas a subcordadas na base. 2004). globosas. glabra. plicada. 1932) 1 Dicranostyles falconiana (Barroso) Ducke Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º06’S. com cerca de 1. Ocorre em campos. androceu com estames geralmente de tamanhos desiguais. (Yunker. obtusas a agudas no ápice. (Austin. pedicelo com mais de 1. ou bagas. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1 Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença (03º23’S. axilares. ocorrendo desde desertos e restingas até florestas tropicais. pecíolo de 1 a 2. Flores em inflorescências tirsiformes.

8 cm de comprimento. RIO DE JANEIRO: Miguel Pereira (22º28’S. seríceo-vilosas. inteiros a denteados. 1 Ipomoea daturiflora Meisn. acuminadas. Junqueira & Simão-Bianchini. 41º09’W). Comentários: Subarbusto prostrado. (Ooststroom. não é encontrada desde 1961. Flores solitárias. corola infundibuliforme. obtusas a agudas no ápice. 39º47’W). (estreito-)ovadas.5 cm de comprimento. 1934) Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Petrópolis (22º29’S. agudas a acuminadas. 40º26’W). 43º11’W). Folhas sésseis. Simão-Bianchini. os lobos lanceolados. Chapada Evolvulus gnaphalioides Moric. Flores em cimeiras 1. arredondadas no ápice. de 7. Flores em inflorescências 1. 2006) Ipomoea franciscana Choisy 1 Distribuição: BAHIA: Itatim (12º44’S. as internas menores. Folhas freqüentemente com 1 par de nectários na base. Flores solitárias. 42º30’W). Morro do Chapéu (11º33’S. obtusas. Comentários: Liana. 1 Distribuição: MINAS GERAIS: Ituiutaba (18º45’S. Folhas cordiformes. (Simão-Bianchini. Austin & Cavalcante. Flores solitárias ou até 13 em ci- . pecíolo híspido. 50º25’W).Austin & R. corola vermelha. esparsamente pubescentes. sépalas ovadas a elípticas. 1950. glabras.) Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro (“Assuruá”) (11º25’S. de 8 a 12 mm de comprimento. sépalas ovadas. arredondadas a obtusas no ápice. mais densamente na face abaxial. pecíolo de 7 a 16 cm de comprimento. Comentários: Subarbusto. glabras. ramos fistulosos. (Austin. semelhantes entre si. Fo- Ipomoea cavalcantei D. Ipomoea macedoi Hoehne 49º32’W). com cerca de 5.) Distribuição: MINAS GERAIS: Araçuaí (16º51’S. imbricadas. seríceas. Milagres (12º53’S. Folhas oblanceoladas.a 3-floras. densamente seríceo-viloso. sépalas externas ovadas a subtriangulares. corola hipocrateriforme.ou 2-floras. hipocrateriforme. 43º21’W). obtusas a arredondadas no ápice. procumbente.5 cm de comprimento. pecíolo de 5 a 8 mm de comprimento. (Simão-Bianchini.F. fistulosos. Flores em cimeiras 1. cuneadas na base. de 10 a 15 cm de altura.Austin 50º25’W). ramos escandentes. Comentários: Erva prostrada ou trepadeira delicada.5 cm de comprimento. Flores envoltas por brácteas grandes e persistentes. com tricomas adpressos. de 2 a 2.) 2 Folhas geralmente elípticas. ramos pilosos. pilosos.148 Convolvulaceae Evolvulus chapadensis Glaz. obtusas a arredondadas no ápice. subcoriáceas. obtusas a acuminadas no ápice. 1934.a 3-floras. Ocorre sobre solo arenoso. semelhantes entre si. Ma- Ipomoea calyptrata Dammer 1 racás (13º25’S. esparsamente seríceas. Comentários: Subarbusto cespitoso. cuneadas a obtusas na base. inéd. lhas profundamente trilobadas. inéd. 1 dos Veadeiros (14º05’S. semelhantes entre si. 39º53’W). alvo-lanosas. sépalas oblongas. agudas a aristadas. subcoriáceas. densamente alvolanuginoso. de 5 a 5. Conhecida apenas pelo material-tipo. em cimeiras 1. Folhas cordiformes. corola azul. 1982) Ipomoea marabensis D. Sul de Carajás (05º56’S. 1981. Comentários: Subarbusto ramificado. Ocorre em capões e matas úmidas. seríceas. corola infundibuliforme. sépalas estreito-ovadas. com pecíolo de 2.a 3-floras. cordiformes. 39º31’W). obtusos a acuminados no ápice. 43º28’W). (Hoehne. alvo-lanosas. ramos alvo-lanosos. com cerca de 1. Santa Teresinha (12º45’S. sépalas elípticas. corola infundibuliforme. Folhas sésseis. raramente amarelado. obtusas a acuminadas no ápice. axilares. pecíolo com até 8 mm de comprimento. discolores. agudas a acuminadas no ápice. truncadas a subcordadas na base. subinfundibuliforme.2 a 2. ex Ooststr. 1. as internas pouco menores. 1 Distribuição: MINAS GERAIS: Juiz de Fora (21º46’S. corola alva. sépalas externas elípticas. 47º40’W). cartáceas. (Simão-Bianchini. inéd. inéd. agudas no ápice. Comentários: Trepadeira delicada. de 4 a 8 cm de comprimento. esparsamente pilosas.) 42º04’W). cordadas na base. Apesar de contar com várias coletas. ramos glabros.5 cm de compr. de 5 a 6 cm de comprimento. as internas iguais ou menores.ou 2-floras. Serra dos Carajás (05º53’S.Secco Distribuição: PARÁ: Marabá. cartáceas.5 a 9 cm de comprimento. vilosas. Comentários: Erva ereta. Flores em cimeiras 1. (Ooststroom. arredondadas na base. sésseis. axilares. ovadas. agudas no ápice. tubuloso-infundibuliforme.2 Distribuição: PARÁ: Marabá.

Ipomoea marabaensis. & Ward. glabras. as 3 internas maiores. 1997. 20: 157-172. de 7 a 10 mm de comprimento. 1973. Ocorre em orla de mata ciliar. Hoehne.B. São Paulo 2: 110.Wm. 43º42’W). Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. R. Universidade de São Paulo. Yunker. V. 1998. T. P. Comentários: Subarbusto delicado. 2a ed. Junqueira. Herb. Systematics. Operculina. Algumas novidades da Flora do Brasil Austro Oriental entre Orchidáceas e Convolvuláceas. Convolvuláceas da Amazônia. 1999. Bot. Austin.F. as 2 externas orbicular-ovadas. Ocorre em campos rupestres. F. J. Bot. Emílio Goeldi. Emílio Goeldi 36: 1-134. H.W. Serra do Cipó (19º03’S. campanulada. D. Club.Austin & Staples 1 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Arnold Arbor.G. glabros. & Pirani. obtusos a agudos no ápice. Univ.F.F. 1997) Referências: Austin. Myint. Ipomoea L. The genus Cuscuta. Comentários: Trepadeira lenhosa na base. com 4 valvas. 43º42’W). Stevenson & S. com tricomas estrelados esparsos. Novidades nas Convolvulaceae da flora amazônica. (Convolvulaceae) no Sudeste do Brasil. D. com tricomas simples. Bras. Austin. Acta Amazon. Meded.R.Convolvulaceae 149 mos terminais a axilares. R. 1988. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Rijks Univ.a 7-floras.C. Ooststroom. Jacquemontia revoluta (Convolvulaceae). Dicranostyles. R. Arch. S. 1 Austin. 11(2): 291-295. and Lysiostyles I. Missouri Bot. . Simão-Bianchini. D. 1934. Para. de 4. Bol. marrons. Additions and changes in the Neotropical Convolvulaceae – Notes on Merremia.B. com folíolos elípticos.5 a 6. Brasil. R. Smith. BA. corola lilás. Flores solitárias. Mem. Mus. (Austin & Staples. Torr. In N. ramos eretos ou ascendentes. 60: 306-412.F. campanulada. cuneados na base. Phytologia 17: 121-237. G. São Paulo. Princeton University Press. D. Flora da Serra do Cipó. Bol. fortemente revolutas na margem.5 cm de comprimento. pecíolo de 1. Austin. pecíolo com até 2 mm de compr. Acta Bot. 1968. Avulsas Mus. 64: 484-486. Publ. arredondadas no ápice.E. 1997. São Paulo 16: 125-149. Simão-Bianchini. Tese de doutorado. Minas Gerais: Convolvulaceae. sépalas glabras. 704p. Mus. M. 2008. Mori. corola azul-clara. Convolvulaceae. D. 2006. J. 1950. O gênero Evolvulus (Convolvulaceae) no município de Morro do Chapéu. 113-115. mais densos abaxialmente. 1981. & Cavalcante. Simão-Bianchini. Bot.F. (Simão-Bianchini & Pirani.T. agudas no ápice.F. Brazil. and Turbina. p. Henderson. S. 1983.-Bianch.3 a 3 cm de comprimento. membranáceas. & Staples. Serra do Cipó (19º03’S. Princeton. Ann. Simão-Bianchini & Pirani. D.V. & Secco. atenuadas na base. Bot.. 1983. 1982. Est. Bot. D. baseado na APG II. 2004. A. agudas a obtusas no ápice. nova Convolvulaceae da Serra dos Carajás (PA).F. Flores em cimeiras 2. 4: 187-194. A monograph of the genus Evolvulus.18: 113-331. (Austin & Secco. 1988) Jacquemontia revoluta Sim. A taxonomic revision of the genus Bonamia (Convolvulaceae). Gard.R & Simão-Bianchini. D. Simão-Bianchini. sér. 14: 1-267. R. 1999) Merremia repens D. estreito-ovadas. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. a new species from Minas Gerais.J. Frutos ovóides a arredondados. sépalas ovadas. & Lorenzi. Folhas lineares. Novon 9: 104-106. Souza.S. Utrecht.C. Austin.A. 1932. Folhas digitadas. The american Erycibeae (Convolvulaceae): Maripa. axilares. Instituto Plantarum. Inéd. Nova Odessa.

palmatilobadas ou mais raramente digitadas. eventualmente com placentação intrusiva. Frutos vermelhos. com anteras freqüentemente sigmóides. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Martinez-Crovetto. com nectários extraflorais e sem estípulas. Flores pequenas. Comentários: Folhas delicadamente membranáceas. Flores estaminadas amareladas.ou gamopétalas.Jeffrey Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu. Distribuição: BRASIL: localidade não indicada. Comentários: Descrita recentemente. Comentários: Afim de A. ocorre na porção norte da Chapada Diamantina. coniventes. diclinas (plantas monóicas. Destaca-se pela produção de frutos comestíveis. sagittifolia (Griseb. (Jeffrey. geralmente com gavinhas subopostas às folhas. ovário ínfero. 39º04’W). 41º02’W). Apodanthera hindii C. 42º30’W). como a melancia.) M. 2004). geralmente pentâmeras.Jeffrey Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro (11º24’S. Rio de Contas. diali. (Cogniaux. 41º25’W). Comentários: Trepadeira dióica. 41º12’W). (Gomes-Klein & Pirani. 2005) caule muito suculento. 1992) Cayaponia noronhae C. Frutifica em novembro. em densos fascículos. Serra do Tombador (11º35’S. ramos carnosos. (Jeffrey. diferindo pelo tamanho reduzido de toda a planta e pelas inflorescências estaminadas mais curtas ou quase do mesmo tamanho da folha. unilocular. Flores densamente vilosas.Jeffrey Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha (03º51’S. Distribuição: Minas Gerais: Lagoa Santa (19º38’S. das quais 19 são raras. geralmente pluriovulados.ou 1-tecas. o melão.) Cogn. No Brasil. tomentosas externamente. 43º53’W). Bagas ou cápsulas. são encontrados cerca de 30 gêneros e 200 espécies (Souza & Lorenzi. Comentários: Escandente.Cro­ vetto. 1954) Cayaponia nitida Gomes-Klein Distribuição: BAHIA: Porto Seguro. Serra do Sincorá Apodanthera villosa C. as estaminadas em racemos densos. Folhas alternas. com cerca de 2 m de altura. possuindo distribuição (sub)tropical (Nee. Folhas com 3 ou 4 folíolos brilhantes. Rio do Ferro (13º01’S. 41º58’W). Reserva do Cen- Apodanthera succulenta C.150 Cucurbitaceae CUCURBITACEAE Vera Lúcia Gomes Klein & Jarênio Rafael Ozeas de Santana Trepadeiras ou ervas prostradas. 39º01’W). de 4 a 5 m de altura. (Jeffrey. estames 3 a 5 (raramente apenas 1). Pico das Almas (13º31’S. Flores coaxilares. 1992) Doido (11º38’S. Folhas com 3 folíolos subsésseis. 2008). velutinas. Cucurbitaceae inclui cerca de 130 gêneros e 900 espécies. 2. dióicas ou polígamas). a abóbora e o chuchu. tro de Pesquisa do Cacau (16º27’S. Comentários: Planta escandente. Flores actinomorfas. 1881) Apodanthera linearis Cogn. Morro do Chapéu. Encontrada com flores pistiladas e estaminadas em janeiro. coletado por Sello. 32º25’W).Jeffrey Distribuição: BAHIA: Mucugê. ramificada. 1992) Cayaponia gracillima (Cogn. Una (15º13’S. com receptáculos delicadamente ascendente-pubescentes. Folhas profundamente lobadas. .

Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º46’S. po- diceladas. possui glândulas somente na base do cálice foliar. 39º18’W).Rob. 1890) Cayaponia petiolulata Cogn. porém é completamente glabra.) Cogn. (Jeffrey. Comentários: Distinta das demais espécies do gênero pelas folhas estreito-lobadas.. glabrescentes. com flores estaminadas em agosto. Folhas com 3 a 5 folíolos obovados. porém os frutos não foram observados. Região Amazô- (03º51’S. nica(?). Conhecida apenas pelo material-tipo. lóculos retos e apêndice liso. . 32º25’W). (Ridley. coletado por Spruce. conectivos estreitos.. 2005) Cogn. Ocorre sobre rochas basálticas na porção oriental da ilha. (Robinson & Wunderlin. 1878) Cayaponia rugosa Gomes-Klein Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. (Ridley. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Localidade não in- dos Veadeiros (14º06’S. Distribuição: PARÁ: Belém (01º26’S. Santa (03º51’S. (Ridley. campanuladas. verdes..Cucurbitaceae 151 Comentários: Flores pequenas. Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha (03º51’S. (Cogniaux. Comentários: Semelhante a C. Flores estaminadas com anteras lineares. Parque Estadual Serra do Conduru (14º28’S. (Cogniaux. Comentários: Folhas marrom-avermelhadas. 1876) Distribuição: PARÁ: localidade não indicada. longipeciolulados. escuras quando desidratadas.) Cogn. 1916) Comentários: Semelhante a G. Frutos e sementes glabros. com apenas uma semente sem calosidade na base. da Guiana Amazônica brasileira. Mata da Serra Pancadinho (14º43’S. Comentários: Folhas com ápice arredondado ou retuso. sinuata (Benth. Ceratosanthes cuneata Ridl. 48º09’W).. 1916) Comentários: Semelhante a G. 39o05’W). brilhantes. Encontrada com flores estaminadas e pistiladas em dezembro e com frutos em março.. Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha Gurania lignosa Cogn. Chapada Gurania gracilis Cogn. hilariana Cogn. f. Comentários: Planta escandente.) dicada. Uruçuca (14º34’S. mas Izabel do Pará (01º18’S. 47º44’W). Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha Gurania velutina Cogn. (Cogniaux. Encontrada com flores estaminadas em agosto e setembro. 1890) difere pelas folhas longo-acuminadas. Una. 2005) Reserva Biológica de Mico-leão (15o09’S. 39º03’W). Flores pistiladas com estilete longo. (Gomes-Klein & Pirani. as pistiladas com hipanto liso. Distribuição: Localidade não indicada. coletado por Glaziou com flores estaminadas. (Cogniaux. Encontrada com flores estaminadas e pistiladas e frutos em agosto e setembro. trifoliata Cogn. 48º29’W). ramificada. 39º05’W). 32º25’W). Ceratosanthes angustiloba Ridl. subumbellata (Miq. Uruçuca. porém suas flores estaminadas são minúsculas. ramificada. & Wunderlin Distribuição: BAHIA: Almadina. 1890) Ceratosanthes rupicola Ridl. Frutos pequenos. 39º40’W). Wenceslau Guimarães (13º43’S. Flores densamente vilosas externamente. 32º25’W). Comentários: Planta prostrada. 1971) rém distinta por suas folhas menos profundamente partidas e folíolos inteiros. Como em Fevillea moorei Hook. 39º39’W). rugosa e bulada. Fevillea bahiensis G. longipe- Comentários: Espécie próxima a C. diferindo da espécie amazônica. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas inteiras ou tripartidas em lobos subdeltóides. Gurania sinuata (Benth. com lóbulos laterais bilobados.

1971. A. In N.P. Encontrada com flores em fevereiro. Princeton. Bull. ceptáculo glabro. 2a ed.L. Wilbrandia glaziovii Cogn. baseado na APG II. G. 325-964. Smith. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Conceição de Ma- cabu (22º05’S. Bull. Hayez. Cucurb.. Soc. vol. Verlag von Wilhelm Engelmann. menor que as sépalas em comprimento. Notes on the botany of Fernando de Noronha. 120-121. The genus Apodanthera (Cucurbitaceae) in Bahia state. 39º04’W). Belgique 17: 275-303. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. A.Wm. Instituto Plantarum. F. J. Nouv. 42º49’W). Belgique 3(14): 346-364. Nova Odessa. Jeffrey. H. G. Notul. 41º52’W). Brazil. Bot.V. Flores estaminadas em inflorescências congestas. com flores estaminadas. Mori. Pico do Alto Moirão (22º55’S. Rio de Janeiro.A. Cogniaux. vol.1887. & Lorenzi. 2005. Cucurbitaceae : Fevillea et melothrieae. Distribuição: BAHIA: Porto Seguro (16º26’S. Leipzig. acinzentadas e densamente tomentosas na abaxial. Nee. Henderson. 1916. 4 275 I. 1954. C. 2008. p.R.152 Cucurbitaceae com folhas macias e acinzentadas. Stevenson & S. Kew Bull. Four new species of Cayaponia (Cucurbitaceae) from Brazil and Bolivia.N. R. Pontal de Sernambetiba (23º02’S. A. Cogniax. Souza. 3. Kew Bull. Martinez-Crovetto. p. Jeffrey. Roy. Further notes on Cucurbitaceae 2. 1876. Wilbrandia glaziovii Cogn. Conhecida apenas pelo material-tipo. Princeton University Press.P. Sida 21: 1791-1996. In Descriptions de quelques cucurbitacées nouvelles. 27: 1-94. Candolle (eds) Monographieae Phanerogamarum Prodromi nunc continuation. (Paris) 15: 44-47. 1876) Comentários: Semelhante a G. Gurania wawrei Cogn.P. & Wunderlin. Bruxelles.. In A. spruceana Cogn. C. In Das Pflanzenreich Regni Vegetabilis Conspectus. Syst. p. Ridley. Imprimeur de l’Académie royale.C. Flores com tubo do re- Prado (17º08’S. Manson. Cucurbitaceae. coletado por Wallis. A.L. 1881. R. 1887) Referências: Cogniaux. Bot. verde-claras. H. A. verde-escuras e glabrescentes na face adaxial. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Acad. 1-277. 2005. Encontrada com flores estaminadas e pistiladas e frutos de setembro a dezembro. Maricá. D.P. Brittonia 57: 108-117. A. Paris. Comentários: Folhas robustas.C.L. Candolle & A. Linn. 1992. Heft 66. Cucurbitaceae. & Pirani.1878. Revision of Fevillea (Cucurbitaceae: Zanonieae). Especies nuevas o críticas del género Apodanthera (Cucurbitaceae). 39º22’W). 1890. (Cogniaux. 2004. Diagn. . porém Cogniaux. M. 1876) Comentários: Folhas trilobadas. Soc. 704p. (Cogniaux. V. Cogniaux. 25: 191-236. Gomes-Klein. 43º30’W). Robinson. (Cogniaux. J. V. Cucurbitaceae. 47: 517-528. S.

Cunoniaceae. 16: 73-91. 2 a muitos óvulos por lóculo e 2 estiletes divergentes. impa- ripinadas ou digitadas. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. estando distribuída principalmente nos trópicos. com ovário tetralocular. Distribuição: SÃO PAULO: São José de Barreiro.Cunoniaceae CUNONIACEAE Carmen Sílvia Zickel 153 Árvores ou arbustos. estípulas conspícuas. hipóginas. Bot. compostas. Revisão taxonômica de LamanoniaVell.Wm. Lamanonia brasiliensis Zickel & Leitão Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º56’S. duas espécies de Lamanonia são apontadas como raras. Folhas decussadas. Princeton. Ocorre em áreas ecotonais entre cerrado e mata ciliar. (Cunoniaceae). Revta Brasil. 2004. diplostêmones. 1993) . 4. C. com centro de diversidade na Nova Caledônia (Bradford. Henderson. 2004).F. piloso. Mori.A.S. 1993. 1993) Bradford. A. Cunoniaceae inclui 26 gêneros e cerca de 300 espécies. eventualmente hemiepífitos. coletado com flores em fevereiro. Instituto Plantarum. In N. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. S. Princeton University Press. raramente polistêmones. Stevenson & S. Flores pequenas. a metade em Weinmannia. & Leitão Filho.B. Nova Odessa. Lamanonia chabertii (Pamp. oblongo-elípticas. & Lorenzi.) L. Referências: 47º49’W). Comentários: Arbusto. 2008). Flores com os filete pilosos. Frutos oblongos. 704p. geralmente com disco nectarífero. V. p.Sm. geralmente com pecíolo e raque alados e folíolos serreados na margem. 121-124.C. Serra da Bocaina (22º38’S. Ocupa preferencialmente florestas montanas. com cerca de 20 espécies (Souza & Lorenzi. Cápsulas geralmente com sementes aladas. caule cilíndrico. Souza. (Zickel & Leitão Filho. H. H. dialipétalas. No Brasil. D. gineceu bicarpelar. raramente unifolioladas. geralmente monoclinas. (Zickel & Leitão Filho. 44º34’W).V. Floresce de agosto a outubro. Zickel. baseado na APG II. Conhecida apenas pelo materialtipo. são encontrados Weinmannia e Lamanonia.a 7-meras. 2a ed. actinomorfas. Smith. J. 2008. sementes aladas. Comentários: Árvore de 6 a 10 m de altura.

46º33’W).m.G. 41º12’W). a cerca de 1. Comentários: Erva cespitosa.López SÃO PAULO: Atibaia (23º07’S. Ocorre em ambientes abertos. com até 20 cm de altura. por vezes presentes. formando pequenas touceiras.m. entre 900 e 1. Conhecida apenas pelo material-tipo. Serra da Larguinha (12º30’S. 47º15’W). com profilo bicarenado. sobre solo argiloso. entre 900 e 1. coletado em julho de 1985.m. formando pequenas touceiras. 41º12’W).000 espécies. ocorrendo em praticamente todas as partes do mundo.) Bulbostylis loefgrenii (Boeck. com até 40 cm de altura. Comentários: Erva com até 60 cm de altura. Santana do Riacho.000 m s. (Prata. Folhas e aquênios papilosos.) 43º36’W). com centro de diversidade nas Regiões Sudeste e Norte (Alves et al. 41º33’W). (Prata. Comentários: Erva cespitosa. sobre solo areno-pedregoso. 1999) Bulbostylis lombardii Kral & M. Bulbostylis distichoides Lye Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º35’S. Espigueta 1 a muitas. Conhecida apenas por duas coletas. Comentários: Erva anual ou perene de vida curta. Abildgaardia disticha Lye Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º35’S. Parque Nacional da Serra do Cipó (19º17’S. Bulbostylis graminifolia C. Pirassununga. anuais ou perenes. inéd. parelinérveas. uniovulado. com quase 5. com 1 gluma e de 1 a 6 cerdas periânticas por vezes presentes. escapo terminal ou lateral. (Kral & Strong.Strong Distribuição: BAHIA: Palmeiras.000 m s. lisos a ornamentados. 46º56’W). anguloso a cilíndrico. 43º38’W). Folhas ex- pandidas ou ausentes.) Prata & M. Inflorescência laxa a congesta. (Prata. 52º15’W). Comentários: Erva anual.n. 2008). ocorrem 41 gêneros e 664 espécies (200 endêmicas). Comentários: Erva diminuta. globosos a lenticulares. coletado em março de 1977. Ana Cláudia Araújo & Fábio Vitta Ervas terrestres ou aquáticas. com até 90 cm de altura. Encontrada com flores e frutos maduros em outubro. nos campos rupestres da Chapada Diamantina. Moji-Guaçu (22º22’S. inéd.a 3-partido.) Distribuição: Abildgaardia papilosa Kral & M. sobre solo areno-pedregoso.. Conhecida apenas pelo materialtipo. Apresenta potencial ornamental para o uso desidratado em artesanato.n. inéd. com até 30 cm de altura.000 m s.B. Ocorre nos campos rupestres e campos cerrados da porção central da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. Aquênios trígonos. de pequeno a grande porte. No Brasil.) . sendo apontadas 35 espécies raras. por vezes fistuloso.154 Cyperaceae CYPERACEAE Marccus Alves. estilopódio e hipopódio. na margem do bioma Cerrado.Strong Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. antóides mono. inéd.ou diclinos. sobre solo pedregoso-arenoso.n. com bainha fechada. e estigma 2. Cerrado de Emas (21º58’S. com até 20 cm de altu- ra. em ambiente aberto sobre solo areno-pedregoso. gineceu com ovário súpero. unilocular. sésseis ou pseudopecioladas. Ocorre em ambientes abertos. androceu com 1 a 3 estames. (Prata. (Lye. Cyperaceae está entre as 10 maiores famílias de angiospermas.. bráctea tectriz foliácea a glumiforme.Clarke Distribuição: MATO GROSSO: Querência (12º47’S. lanceoladas a elípticas. 1986) Flores e frutos desenvolvidos coletados em dezembro. Encontrada com flores e frutos maduros entre junho a agosto.

Simpson Distribuição: BAHIA: Rio de Contas.Simpson Chapada Diamantina (12º33’S. Vários exemplares de uma espécie ainda não descrita foram coletados na Chapada Diamantina. sobre solo areno-pedregoso. com até 43 cm de altura.B. 1995. anfíbia. Comentários: Erva anual. Prata.A. terrestre. inéd. 1993. (Simpson.Simpson Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. 43º37’W). 43º40’W). (Prata. Encontrada com flores e frutos de dezembro a março. Araújo et al. 41º57’W). 1993. Ocorre em solos úmidos de campos rupestres. reprodução vegetativa por estolões. cespitosa. Apresenta que Nacional da Serra do Cipó (19º15’S. 1995) dade (20º30’S. (Simpson. com registros de pequenas populações em ampla expansão. cespitosa. Ocorre nos campos rupestres da porção norte da Serra do Cipó. 1995) Comentários: Erva perene. Santana do Riacho. (Vitta. Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º51’S. cespitosa. 1993. (Simpson. 41º57’W).Simpson Distribuição: BAHIA: Rio de Contas.) . Conheci- Comentários: Erva perene. 2004. (Simpson. Cyperus almensis D. 41º24’W). com até 15 cm de altura. cerca de (13º31’S.A. reprodução vegetativa por estolões. inéd. ramos dos paracládios com muitas brácteas foliáceas. anfíbia.A. 41º12’W). Pedra do Oratório (22º31’S.Cyperaceae 155 Bulbostylis nesiotis (Helms. Ilha de TrinComentários: Erva com até 25 cm de altura.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. Comentários: Erva anual. e erroneamente identificados como Lagenocarpus polyphyllus (Nees) Kuntze (= C.. Ocorre sobre afloramentos rochosos graníticos ou gnáissicos. Comum em solo úmido de campos rupestres. Comum em solos úmidos e ricos em minério. Araújo et al. com cerca de 70 cm de altura. da apenas por duas coletas. Pico das Almas (13º31’S. desprovida de roseta basal de folhas. 43º10’W). Parque Nacional da Eleocharis olivaceonux D. 40º20’W). 29º18’W). Morro do Breu (19º06’S. inéd. Ocorre em campos rupestres e campos cerrados. 41º57’W). com cerca de 10 Cryptangium polyphyllum (Nees) Boeck. Ocorre em cerrado de altitude. cespitosa.Simpson Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Bahia. inéd. Eleocharis bahiensis D.A. Pico das Almas Comentários: Erva perene. Pedra da Gávea (22º53’S. 43º45’W).A.) Cyperus brumadoi D. 20 cm de altura. conferindo à planta hábito bastante peculiar.Simpson cm de altura. Araújo et al. cespitosa. Comentários: Erva perene. 41º57’W).. Encontrada com flores e frutos maduros entre junho e agosto.) Eleocharis almensis D. Pico das Almas Comentários: Erva perene. Bulbostylis smithii Barros Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.A. inéd. Morro da Eleocharis morroi D. Comentários: Erva perene. Encontrada com flores e frutos de dezembro a março. Pico das Almas Cryptangium humile (Nees) Boeck. formando touceiras densas entre rochas.) ca de 45 cm de altura. com (13º31’S. (Simpson. 43º17’W).) Distribuição: BAHIA: Maracás (13º21’S. com cerca de 40 cm de altura. inéd. (Alves & Martins. com cer- (13º31’S. ParComentários: Erva com até 60 cm de altura. em ambientes aquáticos temporários. 1987a) Distribuição: BAHIA: Lençóis. anfíbia. Rio de Janeiro. inéd. cerca de 20 cm de altura. polyphyllum). Encontrada com flores e frutos em fevereiro. 1993. Ocorre em campos arenosos e pedregoso.) potencial ornamental para o uso desidratado em artesanato.) C. desprovida de roseta basal de folhas..Clarke Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Vitória. 1987a. Ocorre em solos úmidos e ricos em minério. 1995. (Simpson. (Vitta. Morro do Chapéu (11º35’S. cespitosa.

Conhecida apenas por coletas do inicio da década de 1970. Hypolytrum jardimii M. Alves. Apresenta potencial paisagístico. entre 600 e 700 m s. exuberante. inéd. Itacaré (14º17’S. 40º28’W). com cerca de 70 cm 36º37’W).) Hypolytrum paraense M.) Comentários: Erva com cerca de 0. Lagenocarpus adamantinus Nees Distribuição: MINAS GERAIS: Datas (18º22’S.W.Alves & W. 43º40’W). fixa.n.n. inéd.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Magé (22º34’S. com cerca de 1. 40º08’W). 2002. ramos eretos e emersos. entre 600 a 800 m s. Rio de Janeiro.. 2002. 43º14’W). robusta. (Alves & Thomas.W. sobre solo com altas concentrações de ferro.n.m. . com cer- Lagenocarpus bracteosus C. Uruçuca. Serra do Cipó (19º08’S. 2002. 39º57’W).5 m de altura. de 70 cm a 1.W. 39º02’W). 2002. 2002. (Alves & Thomas. (Alves et al. com cerca de 50 cm de altura e folhas pseudopecioladas.1 m de altura.Thomas Distribuição: BAHIA: Camamu (13º55’S. 39º05’W).7 m de altura.Alves Distribuição: PERNAMBUCO: Capoeiras (08º44’S. Hypolytrum amorimii M. Reserva mente vináceas abaxialmente. inéd. Ocorre em ambientes aquáticos temporários da porção nordeste do Semiárido nordestino. entre 600 a 800 m s. na proximidade de pequenos riachos. Comentários: Erva perene. preferencialmente em encostas íngremes. em ambientes florestais úmidos. Comentários: Erva perene. Hypolytrum glaziovii Boeck.) ypolytrum espiritosantense M. Alves. Encontrada com frutos entre junho e julho.5 m de Comentários: Erva perene.B. Diamantina (18º07’S. inéd. preferencialmente em áreas de encosta.) Hypolytrum glomerulatum M.Thomas Ubaitaba.m.n. (Alves et al. Ocorre no sub-bosque de florestas úmidas litorâneas.) de altura.m. (Luceño & Alves.5 m de altura.Clarke Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho... em baixas altitudes. Ocorre em ambientes florestais Distribuição: BAHIA: Boa Nova (14º23’S. (Alves. Alves. inéd. inéd. formando pequenas touceiras. Alves. robusta. Ocorre em canga. Forma populações com poucos indivíduos em áreas florestais úmidas próximas ao litoral. Comentários: Erva perene.Alves & W. (Alves et al. Comentários: Erva perene.W.000 m s. formando pequenas touceiras laxas.Alves & W. Ocorre no sub-bosque de florestas úmidas litorâneas. 43º40’W).Alves &W. entre 500 e 700 m s.Alves & W.m.Thomas Distribuição: PARÁ: Marabá.n. Alves. 43º06’W). inéd.Thomas Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica.W.m. Comentários: Erva perene. (Vitta. Parque da Torre (14º15’S. 43º35’W). 40º28’W).Alves & W. cespitosa. com cerca de 1.m.) Distribuição: BAHIA: Jaguaquara (13º32’S. entre 100 e 700 m s.) Hypolytrum lucennoi M. inéd. Conhecida apenas pelo material-tipo. 39º20’W). Serra Grande (14º28’S. cespitosa. geralmente associada a áreas de encosta com afloramento rochoso evidente. sendo a única do gênero com esta característica. coletado com frutos em julho de 2001. 50º18’W). Alves. com cerca de 1. Encontrada com flores e frutos em agosto e outubro.5 m de altura. 39º05’W). úmidos próximos ao litoral. sazonalmente alagados.Thomas ca de 1.n. Reserva Comentários: Erva robusta.Thomas Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica. altura. (Alves & Thomas. robusta. Ocorre no sub-bosque de florestas úmidas litorâneas. Parque Nacional da Floresta da Tijuca (22º56’S. H Biológica de Duas Bocas (20º16’S. entre 800 e 1. 2002. Serra dos Carajás (05º57’S.W.. Forma populações com poucos indivíduos. Folhas forte- Biológica de Duas Bocas (20º16’S.156 Cyperaceae Fuirena lainzii Luceño & M. 1996) Comentários: Erva aquática. Ocorre sobre afloramentos quártzicos do Planalto de Diamantina como colonizadora primária.

tura. 20. Ocorre em cerrado e campos rupestres do Nordeste. sendo possivelmente colonizadora primária de superfícies rochosas. 40º16’W). sendo possivelmente colonizadora primária de superfícies rochosas.. 49º45’W).Koyama. Rhynchospora calderana D. com cerca de 50 Trilepis ciliatifolia T. coletado com flores e frutos maduros em dezembro de 1995. Lagenocarpus subaphyllus T. Serra dos que Nacional da Serra do Cipó (19º16’S. 43º39’W). Ocorre em campos rupestres. cespitosa. sobre solos areno-argilosos sazonalmente inundados. os maiores do gênero.) Rhynchospora paranaënsis A. Comentários: Erva perene. 43º01’W). Serra dos Órgãos (22º26’S. (Rocha & Luceño.). ParComentários: Erva cespitosa. ex Link. e algumas coletas do início do séc. cespitosa. com até 1. RIO DE JANEIRO: Petrópolis. 2002) Comentários: Erva perene. A combinação de Lagenocarpus subaphyllus em Cryptangium foi sugerida por Vitta (inéd. Comentários: Erva perene.Vitta. cespitosa. com cerca de 10 Órgãos (22º26’S. Ocorre em campo cerrado. Araújo. 2004. Ocorre sobre afloramentos graníticos. de 40 cm a 1 m de altu- ra.) Scleria cuyabensis Pilger Distribuição: MATO GROSSO: Cuiabá (15º29’S. Ocorre em campos sazonalmente inundados. 1965. cespitosa. 2002) Comentários: Erva perene. altura. Ocorre em campos rupestres arenosos.Thomas Distribuição: PARANÁ: Colombo (25º16’S. Floretas com base do estilete caduca. Araújo et al. com cerca de 10 cm de altura. (Araújo et al. inéd. característica rara no gênero.000 m s. com cerca de 20 cm de al- de altura. Reserva do Sete Comentários: Erva perene. 1987b. inéd. cespitosa. 43º01’W).C. Conhecida apenas pelo material-tipo.3 m de altura. For- Ocorre no extremo sudoeste do Cerrado. Serra dos cm de altura. com cerca de 30 cm de altura. Ponta Grossa. Ocorre em inselbergs dentro dos limites da Mata Atlântica. Escapo com brácteas reduzidas. coletado em março de 1899.W. desprovida de folhas basais.A. Trilepis microstachya (C.B. com cerca de 35 cm de cada. Conhecida apenas pelo material-tipo. 49º13’W).Simpson Distribuição: BAHIA: Caldeirão (11º01’S. . 41º14’W). (Koyama & Maguire. Comentários: Erva perene. 2002) Trilepis tenuis Vitta Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. com cerca de 20 cm Órgãos (22º26’S. Vitta. inéd. 1936. 1965. (Koyama & Maguire. coletado em abril de 1968. (Vitta. Vila Velha (25º07’S.) Rhynchospora enmanuelis Luceño & Rocha Distribuição: SÃO PAULO: Tupã. 40º40’W). Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo. com cerca de 45 55º41’W). em áreas parcialmente urbanizadas atualmente.Koyama no Grande (20º33’S.Araújo & W. 2002) Rhynchospora nanuzae Rocha & Luceño Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. acima de 1.Cyperaceae 157 Comentários: Erva perene. formando touceiras laxas. Ocorre em inselbergs dentro dos limites da Mata Atlântica. 43º01’W). Domingos Martins (20º22’S. principalmente na região do Alto do Palácio. (Rocha & Luceño. 1954) Comentários: Erva anual.m. Encontrada com flores e frutos em outubro. Ocorre em inselbergs dentro dos limites da Mata Atlântica. (Vitta. (Core. Frutos atingindo 7 mm de comprimento. (Simpson. mas ainda não foi publicada. É possível que esteja relacionada a uma das subespécies de Rhynchoposra tenuis Willd. sobre solos areno-argilosos.n. 2002) cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. Coletado com flores e frutos maduros em abril. cm de altura. Distribuição: MINAS GERAIS: localidade não indi- (21º56’S. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. freqüentemente associados a áreas de drenagem. nas margens de corpos hídricos. 50º30’W). sendo possivelmente colonizadora primária de superfícies rochosas..Clarke) H.. Comentários: Erva perene.Pfeiff.

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sendo Davilla o gênero mais expressivo. Entre Rios. Flores com pétalas amarelas. ovários 2. coriáceas. Frutos recobertos por densos tricomas ferrugíneos. Flores com 5 sépalas. glabras. dialicarpelares. arbustos ou lianas. caule com indumento ferrugíneo. Conhecida por duas coletas de Glaziou no séc. 37º43’W). os demais gêneros são neotropicais. nos arredores da cidade de São Paulo. no prelo) 43º15’W). adaxialmente glabras ou ásperas pela presença de tricomas com sílica. onde não foi localizada novamente. Folhas elíptico-lanceoladas. Esplanada (11º47’S. inteiras ou lobadas. glabros. com sépalas acrescentes. 1971. aladas e hirsutas. Dilleniaceae possui distribuição pantropical. sem estípulas. com prefloração imbricada. Cotia (23º36’S. e os monotípicos Curatella. 46º11’W). 1971) Davilla sellowiana Eichler Distribuição: SÃO PAULO: Mogi das Cruzes. bilobadas. Apenas Tetracera possui representantes paleotropicais. geralmente pentâmeras. O Cerrado. Foi descrita em 2008 a partir de dez coletas ao norte do Recôncavo Baiano. Na Amazônia. (Kubitzki. 2 externas adpressas e aladas. 26 delas endêmica ao bioma. (12º01’S. mata de São João (11º56’S. Campus da UNEB (12º03’S. São GeComentários: Trepadeira. inteiras. sépalas iguais ou as 3 externas menores e as 2 internas maiores e acrescentes ao androceu e ao gineceu. Flores com 5 sépalas. Frutos com sépalas crustáceas acrescentes. Folhas alternas. denteadas ou lobadas na margem. com sépalas persistentes. Rio de Janeiro. Conde. geralmente apocárpico ou fusionado na base. caule com indumento ferrugí- Doliocarpus prancei Kubitzki Distribuição: AMAZONAS: Rio Urubu. Folhas elíptico-lanceoladas. Fazenda do Bu. entre Cachoeira Iracema e Rodovia Manaus Itaquatiara (03º28’S. em inflorescências paniculadas. Comentários: Trepadeira de ramos cinza. 1971) . Fraga & Aymard. (Fraga. Frutos com sépalas crustáceas acrescentes. cápsula (in)deiscente ou baga. Neodillenia e Pinzona. (Kubitzki. Flores actinomorfas. (Kubitzki. Comentários: Trepadeira. gineceu com 1 a 6 carpelos. 38º19’W). que costumam vegetar áreas mais secas. Davilla glaziovii Eichler Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º34’S. coriáceas. Doliocarpus (20) e Tetracera (17). e a maior parte de sua área de distribuição.Dilleniaceae DILLENIACEAE Claudio Nicoletti de Fraga 159 Árvores. a crença de ser esse o bioma típico da família está ligado à sua abundância e não à diversidade em número de espécies. ambiente atípico para espécies do gênero. androceu com numerosos estames (de 20 a 400) e anteras com deiscência longitudinal. com cerca de 310 espécies e 12 gêneros. São apontadas quatro espécies raras. mas nenhum é endêmico do Brasil (Kubitzki. abaxialmente glabras ou recobertas por tricomas simples ou estrelados. por sua vez. e uma população na Serra do Mendanha. possui cerca de 15 espécies. brilhantes. ocorrem aproximadamente 30 espécies. 46º56’W) neo. Frutos com duas sementes por ovário. 43º34’W). Esquizocarpos. coletado por Prance em 1968. 1997. 1970. com 35 espécies. Aymard. 2 externas adpressas. glabros. uma na Serra do Couto e outra na Serra das Paineiras. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1971) raldo (23º32’S. lanceoladas. Campo Grande (22º54’S. 68º58’W) Comentários: Trepadeira de ramos cinza. Folhas elípticas. pétalas alvas ou amarelas. sendo reconhecidos seis gêneros e 69 espécies no Brasil: Davilla (29 espécies). Davilla sessilifolia Fraga Distribuição: BAHIA: Alagoinhas. próximo à cachoeira. encontra-se completamente urbanizada. em inflorescências paniculadas. A maior diversidade da família no Brasil está na Mata Atlântica. concentradas no gênero Doliocarpus. 19. buladas. 2007). 38º05’W). Não foi recoletada nos últimos 70 anos. Folhas sésseis. 37º57’W). 2002.

N. 25: 153-159. Aymard. 1970. Brasil. K. Bot. & Aymard. 2002.A. Bot. Kubitzki. Acta. Die Gattungen Tetracera (Dilleniaceae). Mitt. Staatssamml München 9: 1-105. Dilleniaceae novae Neotropicae: 9. G.N. Brittonia 60. Novon 17: 433-436. Kubitzki. Mitt. C. K. A new species of Davilla (Dilleniaceae) amongst the Flora of São Paulo. Staatssamml München 8: 1-98. No prelo. Tetracera forzzae (Dilleniaceae). 1997. Harvard Pap. 1971. Davilla. C. Bot. Brazil. Three new species in Davilla (Dilleniaceae) from Bahia. Fraga. Brazil. und verwandte Gattungen (Dilleniaceae). 10: 121-131. Venez. G. 2007. . Neodillenia a new genus from Amazon basin.A. Doliocarpus.A. Aymard. G. uma nova espécie para a Zona da Mata de Minas Gerais. Bot.160 Dilleniaceae Referências: Fraga.

Flores actinomorfas. Cápsulas. Com sete espécies. Silva 161 Ervas de 3 a 30 cm de altura. pentâmeras. a Região Sudeste concentra a maior diversidade da família no Brasil. 2005) Referência: Correa. 96: 1-65. 3.Droseraceae DROSERACEAE Tânia R. tricomas glandulares. Neotrop. M. T. três delas endêmicas e uma apontada como rara. com 12 espécies. S. oblongas. Drosera graomogolensis T.ou 5-valvar. Droseraceae inclui três gêneros e cerca de 100 espécies. Inflorescência monocásica. está representada apenas pelo gênero Drosera. 2005. Coletada pela última vez em 1990. com tricomas glan- dulares. vináceas. gineceu 3. & Silva. persistente. Fl.Silva Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º20’S. sésseis. Folhas vináceas. com testa reticulada ou papilosa. sementes oblongas a elípticas. (Corrrea & Silva. corola marcescente.D. possuindo distribuição cosmopolita.carpelar.S.ou 5. isostêmones. hipógina. Folhas em roseta. Monogr. placentação parietal e 3 ou 5 estiletes. insetívoras. Drosera (Droseraceae). Comentários: Caule de 3 a 7 cm de comprimento.R. monoclinas. 42º49’W). . No Brasil. com ovário unilocular.

afluente do Taraucá. com flores em novembro.m. algumas vezes em pares. 1977) (01º55’S. na mata de igapó à margem do Lago do Mapari.. Distribuição: AMAZONAS: bacia do rio Juruá. coletado em 1956. as pistiladas com ovário súpero ou ínfero. 2000) (11º01’S. Diospyros juruensis A. com oito espécies restritas ao norte e noroeste da América do Sul. com os lobos do cálice bilobados. pubes- Solimões (03º22’S. Serra do Cachimbo Diospyros amabi B. 16 delas apontadas como raras. com os lobos do cálice triangulares. 1966) Diospyros cachimboensis Pires & Cavalcante Distribuição: PARÁ: Santarém. com cálice subpiramidal. Flores tetrâmeras. Flores pentâmeras. e cerca de 65 espécies de Diospyros. com flores e frutos em novembro. 2005) Distribuição: BAHIA: Una (15º09’S. 68º52’W). multifloras a unifloras. Baga com 1 a 16 sementes e cálice em geral acrescente. Folhas geralmente alternas. (Cavalcante. Flores tetrâmeras. Folhas largo-ovaladas. 3. estão presentes duas espécies de Lissocarpa. geralmente dióicos. 54º56’W). com flores em dezembro.Walln. a última há 10 anos. na Amazônia Ocidental. subelípticas. inseridos geralmente na base do tubo da corola. subcoriáceas. coletado em 1945.C. Folhas pelo material-tipo. restrito à África e ao Oriente Médio. vila Epitácio Pessoa Comentários: Árvore com cerca de 2 m de altura. e Lissocarpa. Diospyros acreana Cavalcante Distribuição: ACRE: Basiléia. 2003). cartáceas. 1999. . contando com 500 a 600 espécies e três gêneros: Diospyros. flores 4.a 8-meras. coletado em 1982. Folhas oblongo-elípticas. Ocorre na Mata Atlântica. cartáceas. solitários. Distribuição: AMAZONAS: Novo Japurá. a cerca de 425 m s. com 2 a cerca de 100 estames. centes e denso-papilosas abaxialmente. pantropical. (Wallnöfer. elípticas. (Cavalcante. Conhecida apenas do material-tipo.. 2004). Sothers.a 8-carpelar.162 Ebenaceae EBENACEAE Matheus Fortes Santos & Paulo Takeo Sano Árvores ou (sub)arbustos. Conhecida apenas rio Embira. as estaminadas freqüentemente menores que as pistiladas. tríades ou fascículos. 2005. (Wallnöfer. com frutos em abril.Sm. Conhecida apenas por dois materiais citados no protólogo. No Brasil. glabras. 2000. além da revisão de Lissocarpa (Wallnöfer. Comentários: Árvore de 5 a 12 m de altura. (Cavalcante. Flores 3ou 4-meras.n. Folhas tosas abaxialmente. com cálice rígido no fruto. Euclea. com 12 a 20 espécies. coriáceas. ambos coletados em 1923. simples. frutifica em novembro e julho. sobre solo arenoso.ou 5-meras. incluindo áreas de restinga. in- teiras na margem. 1963a) Comentários: Árvore. com maior diversidade na região amazônica (cerca de 47 espécies). 2. abaxialmente com nectários extraflorais achatados. boca do Folhas lanceoladas a elípticas. Ebenaceae apresenta distribuição pantropical. tomen- (09º28’S. Inflorescências axilares. com carpelos biovulados e ramos do estilete em geral fendidos irregularmente. Floresce em dezembro e fevereiro. Conhecida apenas por quatro coletas. pubescentes abaxialmente. Ocorre em mata de terra firme e áreas campestres adjacentes. o estudo sistemático do grupo vem sendo incrementado pela publicação de diversas (35) novas espécies (Wallnöfer. Historicamente complexo. 39º05’W). rio Comentários: Arvoreta. com cálice obcônico. 68º45’W). 2003. 66º55’W). rio Japurá Comentários: Árvore com cerca de 16 m de altura. cartáceas. Conhecida apenas pelo material-tipo.Walln. raramente com corona. Flores actinomorfas. Diospyros froesii Cavalcante Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença. Diospyros arupaj B.

pubescentes abaxialmente. Comentários: Árvore de 4 a 22 m de altura. oblongas. 1966) Diospyros mexiae Standl. indumento brúneo. a cerca de 920 m s. glabras. com os lobos do cálice semicirculares. Ilhéus (14º47’S. e com frutos em maio e outubro. Ocorre na mata de terra firme. Ocorre nas florestas de brejo. 39º01’W). 1963a) 42º01’W). glabras. Folhas oblongas. 2005) Diospyros xavantina Sothers Distribuição: MATO GROSSO: Cocalinho. 1977) Comentários: Árvore com cerca de 7 m de altura. Folhas oblongas. Encontrada com flores e frutos em dezembro. 1963a) com os lobos do cálice indistintos no fruto. Comentários: Árvore com cerca de 8 m de altura. Folhas Diospyros trombetensis Sandwith Distribuição: PARÁ: Oriximiná. com os lobos do cálice quilhados no fruto. (Cavalcante. Ocorre na Mata Atlântica. 55º51’W). Conhecida apenas por duas coletas. lhas ovadas. Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura. na mata de terra firme. Distribuição: MINAS GERAIS: Carangola (20º44’S.n. com flores em julho. Flores tetrâmeras.Walnn. cartáceas. coriáceas. Encontrada com flores em outubro e novembro. margem do rio Cristalino (12º54’S. Diospyros scottmorii B. subcoriáceas. ramos delgados. maio. Flores geralmente tetrâmeras. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1963b) Diospyros uaupensis Cavalcante Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Flores pentâmeras. 68º44’W). com flores em outubro. (Sothers.Ebenaceae 163 Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura.a 6-meras. Seringal Montevidéo Diospyros tarim B. Distribuição: BAHIA: Gongogi (14º18’S.m. com frutos em abril. Folhas oblon- (01º45’S.Walln. glabras. 1977) Diospyros manausensis Cavalcante Distribuição: AMAZONAS: Manaus (02º53’S. com cálice replicado e lenhoso no fruto. cartáceas. Folhas (estreito-)lanceoladas. Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º16’S. com cálice campanulado. glabras. Conhecida apenas por duas coletas em 1972. Flores tetrâmeras (raramente trímeras). Folhas elípticas. ramos com (11º00’S. (Cavalcante. e frutifica de janeiro a dezembro. 2005) lhas oblongas a oblongo-lanceoladas. Uruçuca (14º30’S. Fo- Diospyros serrana Sothers Mata do Estado (07º35’S. com os lobos do cálice triangulares. 50º49’W). glabras. com cerca de 5 m de altura. Diospyros ubaita B. Comentários: Árvore delgada. (Cavalcante. cartáceas a subcoriáceas. córtex verrucoso. cartáceas. 2000) Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S. coletado em 1979. Encontrada com frutos em fevereiro. Floresce em setembro e outubro. Encontrada com frutos em março e junho. Lago do Salgado Comentários: Arvoreta. 67º05’W). (Wallnöfer. (Wallnöfer. Flores com os lobos do cálice deltóide-agudos. Flores tetrâmeras. Flores 4. 59º58’W) Comentários: Árvore de 5 a 15 m de altura.Walln. (Wallnöfer. Comentários: Árvore com até 30 m de altura. Distribuição: PERNAMBUCO: São Vicente Férrer. Flores tetrâmeras. com os lobos do cálice triangulares. Ocorre na mata de terra firme. coletado em 1933. Conhecida apenas pelo material-tipo. gas a oblongo-elípticas. cartáceas. Folhas lanceoladas a oblongas. (Cavalcante. coriáceas. (Cavalcante. Ocorre na mata de terra firme. Comentários: Árvore de 3 a 15 m de altura. Flores 4. esparsamente tomentosas abaxialmente. Encontrada com flores em março.ou 5-meras. cartáceas. Folhas elíptico-oblongas. 35º30’W). 39º12’W). 59º58’W). com flores em junho. (Cavalcante. 2003) Diospyros landii Cavalcante Distribuição: ACRE: Brasiléia. a última em 1919. setembro e outubro. Fo- rio Negro (00º07’N. papilosas abaxialmente. 39º03’W). 39º29’W). em área de encosta. Conhecida apenas por duas coletas em 1975. . cálice crasso e plano no fruto.

22: 1-9. S. Bol. Wallnöfer. Mus. 2004. Conhecida apenas pelo material-tipo. Cavalcante. Naturhist. 2000. Wien 104B: 563-566. Naturhist.). B. Lissocarpoideae (Gilg in Engler) B. Wien 106B: 237-253. N. (Sothers. Naturhist. Wallnöfer. Mus. apeibacarpos. P. Wallnöfer. coriáceas. 2005. New species of Diospyros (Ebenaceae) from Brazil. Mus. Flores 5. 1963b... 2003) Cavalcante.B.Walln. com cálice campanulado. Duas novas espécies do gênero Diospyros Dalech. N. S. . Ann. Neue Diospyros-Arten (Ebenaceae) aus Südamerika – 2. Mus. 2003. em mata de galeria inundável.. Mus. Espécies novas da flora amazônica (Ebenaceae). Ann. Naturhist.B. A new species of Diospyros from southwestern Amazonia. 1963a. Naturhist. 1977. seríceas a glabrescentes abaxialmente. Bot. Sothers. A revision of Lissocarpa Benth. Cavalcante. Acta Amazon. Paraense Emílio Goeldi.Ebenaceae 164 Comentários: Árvore com até 18 m de altura. P. 1966. Kew Bull. Folhas elípticas a obovadas. B. Contribuição ao conhecimento do gênero Diospyros Dalech. (Ebenaceae) na Amazônia.ou 6-meras. Bol. Mus. Ann. S. Neue Diospyros-Arten (Ebenaceae) aus Südamerika. Paraense Emílio Goeldi. com flores em junho. 1999. Mus. Ann. (Ebenaceae subfam. C. Wien 102B: 417-433. N.B. Wallnöfer. 21: 1-15. B. P. coletado em 2000. Bol. 2003. 58: 473-477. Ann. (Ebenaceae) da Amazônia. Paraense Emílio Goeldi. B. Referências: Cavalcante. Wien 105B: 515-564. Mus.A. Bot. B. (Ebenaceae) no Brasil. Wien 101B: 565-592. Nova contribuição ao conhecimento do gênero Diospyros Dalech. Wallnöfer. New species of Diospyros (Ebenaceae) from the Neotropics and additional information on D. 7(2): 189-197. 20: 1-53. P.B. Bot.

em geral.m. Brittonia 38: 101-103. Vaccinum pipolyi Luteyn Distribuição: AMAZONAS: Barcelos.000 espécies. coriáceas. Cápsulas. Folhas opostas. 1986) . 1986. alternas ou verticiladas.5 m de altura.. diplostêmone. geralmente pentâmeras. São. (Luteyn. A new Vaccinium (Ericaceae) from Guayanan Brazil. pluriovulado. No Brasil. apenas uma é indicada como rara. ocorrem 12 gêneros e cerca de 100 espécies. vistosas e características de grandes altitudes. J.Ericaceae ERICACEAE William Antonio Rodrigues 165 Arbustos ou subarbustos. nhecida apenas por duas coletas. diclamídeas. Ericaceae conta com cerca de 130 gêneros e 3. Co- Referência: (00º48’N. ovário súpero ou ínfero.n. sem estípulas. estames com anteras poricidas. bagas ou drupas. Serra do Aracá Comentários: Arbustos com até 1. a cerca de 1. Luteyn. Flores actinomorfas ou ligeiramente zigomorfas. monoclinas.L.200 m s. 63º19’W). com flores e frutos em março. simples.

Paracládios eretos. inéd. solitários ou fundidos. Folhas em rosetas basais. Pico do Itambé (18º35’S. Sobressai-se na vegetação herbácea e rasteira onde vivem.5 cm de altura. Presença de paracládios. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte. especialmente diversificadas nas Regiões Sudeste e Nordeste. diclamídeas. Floresce em junho. com os cílios persistentes mesmo quando senescentes. Paracládios subverticilados. Serra lutinas quando jovens. 2004. 2004. Actinocephalus cabralensis (Silveira) Sano do Cabral (27º45’S. Folhas geralmente espiraladas. estreito-lanceoladas a lineares. Actinocephalus callophyllus (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Serro.) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. Comentários: Erva perene. 44º10’W). endêmico dos Estados Unidos. caule curto. Conhecida exclusivamente do holótipo. em Minas Gerais e Bahia. inéd.5 cm de al- ra do Cipó (19º15’S. 2004. às vezes fasciculadas. Folhas em roseta basal relativamente pequena em relação aos paracládios. Eriocaulon é o único gênero que ocorre também em áreas temperadas. Flores pistiladas com pedicelo piloso. Folhas espiraladas. esparsamente pilosas adaxialmente. inéd. geralmente eretos. e Lachnocaulon. grãos de pólen espiroaperturados.) Comentários: Erva.166 Eriocaulaceae ERIOCAULACEAE Ana Maria Giulietti. iso.) Actinocephalus ciliatus (Bong. 20.Costa Serra Talhada (18º47’S. Conhecida apenas da porção norte da Serra do Cipó. diclinas. com tecas 4.200 espécies e 11 gêneros que se distribuem principalmente nas regiões tropicais.ou 2-meras. bastante desenvolvidos. com ou sem pa- racládios. Marcelo Trovó & Paulo Takeo Sano Ervas monóicas. especialmente na Cadeia do Espinhaço. Para o país. Inclui cerca de 1. densamente ve- 43º36’W). foi considerada extinta na Lista de Espécies . longamente ciliadas. produzindo 1 a 3 sementes lisas ou com projeções da testa. com rizoma subterrâneo do qual partem rosetas de folhas. freqüentemente adpressos ao eixo alongado. escapos cilíndricos ou achatados. escapos de 30 a 42 cm de altura. coletado por Álvaro da Silveira no início do séc. são estimadas cerca de 800 espécies. acaulescentes com folhas em roseta ou caulescentes. 43º43’W). No Brasil. 43º23’W). envolvidos em sua base por espatas agudas ou truncadas no ápice. caule com cerca de 3. Paracládios longos. heteroclamídeas. tura. escapos numerosos. com disposição esférica. coletado por Álvaro da Silveira. ocorrem nove gêneros. Folhas em roseta. mas revisões taxonômicas em gêneros complexos como Paepalanthus e Syngonanthus e estudos florísticos em áreas montanhosas pouco conhecidas poderão indicar muitas outras espécies raras na família. caule com cerca de 3.ou 2-esporangiadas.) Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício. 20. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas da roseta conspicuamente menores que os paracládios. Serro (18º35’S. no começo do séc. ausentes nos indivíduos férteis. Comentários: Erva ereta. Actinocephalus aggregatus F. (Sano. São apontadas 109 espécies raras. SerComentários: Erva. 43º38’W).N. endêmico do continente africano. Actinocephalus cipoensis (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. (Sano. exceto Mesanthemum. tricomas longos.ou diplostêmones. verde-claras. (Costa. glabras abaxialmente. Cápsulas loculicidas ou raramente aquênios. Inflorescências em capítulos. Comentários: Erva. eretas. com tricomas malpighiáceos. Forma populações relativamente densas. Encontrada com flores o ano todo. com brácteas foliáceas conspícuas. ocupando amplas extensões. (Sano. 43º23’W). ovário súpero com 3 ou 2 lóculos uniovulados. Flores 3. filamentosos. inflorescência em umbelas com capítulos congestos. Maria José Gomes de Andrade.

(Sano. lanceoladas. deflexas. Aparentemente. 43º43’W). Capítulo com receptáculo portan- Comentários: Erva. Conhecida apenas da Fazenda dos Inhames. inéd. Milho Verde Comentários: Erva. Paracládios presentes. 2004. lineares. inéd. 43º46’ W). (Sano.) Comentários: Erva. inéd. caule de 2 a 4 cm de altura. 2004. 20. Actinocephalus deflexus F. o que conferiu à espécie o epíteto específico. as maiores no gênero. Folhas em roseta. inéd. Chapada do Couto (18º04’S. coletado por Álvaro da Silveira. no início do séc.Eriocaulaceae 167 Brasileiras Ameaçadas de Extinção. 20. (Sano. Conhecida exclusivamente pelo holótipo. Flores com até 1. Piatã (13º08’S. Rio de Contas (13º34’S. . Habita bordas de mata. (Sano. Conhecida apenas pelo holótipo. do tricomas longos. Folhas lanceoladas. escapos de 20 a 30 cm de altura. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana de Pirapama. próximo a Ouro Preto e arredores.6 mm de comprimento. Escapos curtos.) Actinocephalus graminifolius F. inéd. glabrescentes abaxialmente. Actinocephalus glabrescens (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Serro. caule longo. caráter exclusivo da espécie. 41º40’W). caule de 1 a 2 cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores pistiladas com sépalas bem menores que as pétalas e gineceu com coluna desenvolvida. Roseta de primento. Paracládios com escapos em arranjo umbeliforme. Distribuição concentrada na Serra de Lavras Novas. pubescentes adaxialmente. Paracládios alongados. 2004. Floresce em junho. 43º28’W). no início do séc.br) Actinocephalus claussenianus (Koern. Comentários: Erva. rizoma de 0. inéd. Floresce em junho. Folhas em roseta basal. Chapada do Couto (18º04’S. 2004. Actinocephalus compactus (Gardner) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. 41º47’W). mento. Actinocephalus fimbriatus (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Couto de Magalhães de em roseta.biodiversitas. 46º39’W). Brácteas involucrais dos capítulos com dorso piloso e tricomas concentrados na porção mediana. 2004.N. Conhecida apenas pelo material-tipo. coletado por Álvaro da Silveira. na porção norte da Serra do Cipó. glabrescentes.) (18º36’S.Costa Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. Paracládios eretos. ramificado a partir do centro da roseta. densamente viloso-papilosas. Comentários: Erva. 2004. o que a diferencia das demais espécies do gênero. Paracládios delgados e alongados. 43º38’W). escapos de 26 a 38 cm de altura. Encontrada com flores em várias épocas do ano. Ser- Actinocephalus herzogii (Moldenke) Sano Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º14’S.N. 43º28’W). www.) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. tricomas também papilosos. 2004. 41º48’W). Comentários: Erva perene. ra do Cipó (19º15’S.Costa Serra do Cipó (18º57’S.) Actinocephalus coutoensis (Moldenke) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Couto de Magalhães de Comentários: Erva. caule curto.5 a 1 cm de compri- folhas pouco desenvolvida. Folhas do. Minas. visíveis a olho nu. floresce o ano todo. caule com cerca de 3 cm de com- Minas.) Serra da Canastra (20º07’S. 43º23’W). escapos com disposição esférica e indumento seríceo. inéd.org. Folhas em roseta basal. (Costa. 43º28’W). lineares. Espata com ápice truncado. Serra de Comentários: Erva com rizoma subterrâneo desenvolvi- Lavras Novas (20º20’S. (Costa. Eixo florífero alongado. (Sano. congestos. densamente ciliado.. Comentários: Erva. caule curto. escandente ou semidecumbente. com cerca de 1 mm de comprimento. (Sano. inéd.) 43º36’W). 2004. (Sano. Serra do Cipó (19º09’S.) Actinocephalus falcifolius (Koern. (Sano. 2006) Actinocephalus diffusus (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.

ausentes nos indivíduos férteis. Diamantina (18º13’S. ramificado. inéd. Eixo florífero de 30 a 60 cm de altura. caule curto a alongado. Corinto (18º21’S.) Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. ra do Cipó (19º09’S. sobretudo do mercado imobiliário e turístico. 38º30’W). Comentários: Erva. Restrita à região da Serra do Cipó e áreas adjacentes. 43º59’W). Escapos de 4 a 6 cm de altura. Fo- 43º36’W). (Sano. ramificado. 1903. coletado por Álvaro da Silveira.) Actinocephalus ochrocephalus (Koern. 2004. Planta muito delicada. no litoral baiano. ocorrendo na sombra de grandes blocos de pedra ou na entrada de pequenas cavernas. de 10 a 80 cm de altura. o que conferiu o epíteto à espécie. caule com cerca de 6 cm de altura. próximo a Serra do Sincorá. esparsamanente pilosas. Floresce o ano todo.. Comentários: Erva de 15 a 55 cm de altura. Scatena et al. lhas ao longo do caule. Folhas em roseta basal. quando persistentes. espirodísticas. ausentes nos eixos floríferos e presentes nos eixos vegetativos. sendo facilmente localizada nas dunas onde habita. (Sano. caule longo. Em Salvador. pubescentes. lineares. Folhas lanceoladas. Santana do Riacho. Planta muito delicada. ou apical quando o caule se alonga e engrossa. esparsamente seríceas a glabrescentes na face adaxial. Espatas com ápice truncado. as folhas são levemente involutas. 43º36’W). Serra Mineira (19º00’S. brácteas do eixo e dos paracládios ligeiramente deflexas. Minas.) 43º36’W). Espata com ápice truncado. (Sano. geralmente ausente nos indivíduos férteis. 2004. Serra do Cipó (19º09’S. pubescentes. inéd.) Actinocephalus stereophyllus (Ruhland) Sano (18º17’S. 20. glabros.) Sano Distribuição: BAHIA: Maraú (14º06’S.) Distribuição: MINAS GERAIS: Conselheiro Mata Actinocephalus nodifer (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Couto de Magalhães de Comentários: Erva. glabros. chegando até Corinto. (Sano. Comentários: Erva. inéd. Comentários: Erva anual. Blastocaulon albidum (Koern. inéd. vivendo geralmente em simpatria com Blastocaulon rupestre. 2004. Ser- Actinocephalus heterotrichus (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. 2004. inéd. 43º28’W). Conhecida apenas pelo material-tipo. caule longo. Paracládios de 4 a 40 cm de comprimento. quase hialinas. formando roseta basal. Conhecidas apenas por duas coletas na Serra do Cipó (incluindo o holótipo) e duas no Planalto de Diamantina. Folhas em roseta. rizoma com até 6 cm de comprimento. Folhas ao longo do caule. 1903. Santana do Pirapama. (Sano. 1999) Blastocaulon rupestre (Koern. (Ruhland. Conhecida exclusivamente da porção sudeste da Chapada Diamantina. glabrescentes a glabras na abaxial. Distribuição concentrada no Planalto de Diamantina. membranáceas. no início do séc. 44º01’W). 1999) . 43º43’W).. Folhas lineares a lanceoladas. rizoma de 1 a 4 cm de comprimen- Actinocephalus robustus (Silveira) Sano Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. e nos arredores do aeroporto. Escapos de 3 a 4 cm de altura. em Santana do Pirapama. ramificado. 39º00’W). Scatena et al.168 Eriocaulaceae to. Comentários: Erva. áreas urbanizadas sob forte pressão antrópica. Chapada do Couto (18º04’S. 44º27’W). inéd. 2004.) Comentários: Erva. Espata com ápice truncado. Ocorre exclusivamente nas dunas de Salvador até Maraú. glaucas e densamente velutinas. (Sano. Comentários: Erva anual. Sal- vador (12º57’S. Eixos floríferos relativamente grossos e densamente recobertos por brácteas eretas. ocorre nas dunas de Itapuã. Folhas marcescentes e reflexas quando senescentes. (Ruhland. 43º43’W). Encontrada com flores em abril e maio. Brácteas involucrais dos capítulos pilosas no dorso.) 43º36’W). ocorrendo na sombra de grandes blocos de pedra ou na entrada de pequenas cavernas. 2004. Floresce entre dezembro e fevereiro. lineares. Capítulos de coloração ocrácea. com um registro a noroeste da Serra. Folhas em roseta basal.) Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. próximo à Lagoa do Abaeté.

Escapos de 60 a 70 cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. coletada por Irwin na Serra do Roncador. Escapos de 5 a 8 cm de altura. Ocorre em solos úmidos. 50º19’W). glabros (Silveira. glabras. coletado em solo arenoso por Martius. a cerca de 700 m s. coletado por Weddell em Salinas. glabros. Espata com ápice oblíquo. glabros. caule curto. lineares. Conhecida apenas pelo material-tipo. caule curto. 49º33’W). próximo do limite de Mato Grosso. Escapos de 10 a 15 cm de altura. Comentários: Erva. 1928) Comentários: Erva. 1903) Distribuição: GOIÁS: Salinas (18º14’S. mantendo o capítulo e parte do escapo sempre emersos. Conhecida apenas pelo material-tipo. com o caule atingindo até 13 cm de altura. 1928). Folhas em roseta basal. Conhecida pelo materialtipo. caule curto. papilosas adaxialmente. glabras. lanceolado-lineares. Serra do Pa- Eriocaulon buchellii Ruhland Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º51’S. de Santo Antônio (19º12’S. Espata com ápice oblíquo. 44º36’W).Eriocaulaceae 169 Eriocaulon aquatile Koern. Folhas ao longo do caule. Comentários: Erva anual. (Silveira. (Ruhland. foi encontrada outra coleção dessa espécie. glabras. lanceoladas. caule curto. Floresce de março a novembro. glabros. 42º09’W). (Ruhland. Folhas em roseta basal. pode ser atualmente o município de Bom Jesus de Goiás. Eriocaulon stramineum Koern. 1973a) Eriocaulon spongilifolium Silveira Distribuição: SÃO PAULO: Rio Claro (22º24’S.m. Comentários: Erva. Espata com ápice oblíquo. 1978) Distribuição: MINAS GERAIS: Morro do Pilar. Escapos de 30 a 35 cm de altura. 52º15’W). e por coletas mais recentes na Serra do Cipó. Comentários: Erva anual.5 a 54 cm de altura. glabros. Comentários: Erva. Escapos de 6 a 15 cm de altura. sal. 1978) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. glabras. Folhas em roseta basal. MATO GROSSO: Barra do Garças. Serra de Dois Irmãos (07º01’S. coletado por Löfgren. coletado por Burchell. Escapos de 9. 43º22’W). Em 2005. 44º32’W). Escapos de 8 a 16 cm de altura. Escapos de 11 a 15 cm de altura. Santana do Riacho. Serra do Ita- tiaia (22º29’S. 1903). Folhas em roseta basal.? Salinas. Serra do Roncador (15º53’S. (Ruhland.n. Distribuição: PIAUÍ: Oeiras. Pico do Marins (22º27’S. (Ruhland. Folhas em roseta ba- Eriocaulon papillosum Koern. RIO DE JANEIRO: Serra de Itatiaia (22º29’S. Espata com ápice oblíquo. Folhas em roseta basal. em maio de 1818.n. em Goiás.m. glabros. Folhas em roseta basal. caule curto. lineares. coletado por Martius na Serra de Santo Antônio (Ruhland. caule curto. Serra cida apenas pelo material-tipo. glabras. Eriocaulon cipoense Silveira ra do Cipó (19º09’S. Espata com ápice oblíquo. Ser- lanceoladas. glabros. Escapos de 0. Floresce em dezembro. (Giulietti.000 m s. Encontrada com flores em maio. coletado por Weddell. Serra dos Carajás (05º54’S. (Moldenke. Distribuição: GOIÁS: Mun. . Folhas em roseta basal. 43º43’W). caule alongado. Comentários: Erva. Serra do Cipó (19º09’S.5 a 1 m de altura. glabros. 1903) Eriocaulon carajense Moldenke Distribuição: PARÁ: Marabá. Ocorre a partir de 2. 1903) Distribuição: MINAS GERAIS: Aiuruoca. lanceoladas. as coletas recentes são poucas e restritas a Itatiaia. caule curto. 1903) Eriocaulon majusculum Ruhland pagaio (21º58’S. 44º32’W).. glabras abaxialmente. (Ruhland. Espata com ápice truncado. lanceolado-lineares. SÃO PAULO: Marins. Comentários: Erva. 47º33’W). glabras. caule curto. lanceoladas. lineares. Salinas. Comentários: Erva anual. glabros. glabras. 45º09’W). 43º43’W). 1903) Eriocaulon griseum Koern. Espata com ápice oblíquo. (Giulietti. glabras. 47º34’W). Conhe- Leiothrix argyroderma Ruhland Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Ocorre dentro de riachos. Espata com ápice oblíquo. Era conhecida apenas pelo material-tipo.

lanceoladas a lineares. 43º36’W). inéd. 43º38’W). onde é mais freqüente. Escapos de 7 a 13 cm de altura. Milho Verde (18º27’S. pubescentes na abaxial. (Scatena & Giulietti. Floresce de abril a setembro. com flores em abril. tricomas adpressos. sobre solo arenoso. especialmente em março e abril. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. com brotamentos. 43º43’W). 1903) se glabras. caule curto. Andaraí (12º49’S. (Silveira. Serra do Cipó (19º09’S. quase glabras. Folhas cespitosas. freqüentemente acima de 2. Giulietti. 1996. obtusas no ápice revolutas nas margens.) Ruhland 43º36’W). pubescentes. Folhas em roseta basal. Encontrada com flores em abril. esparsamente pubescentes na face adaxial.) Leiothrix gomesii Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. Comentários: Erva. (Giulietti. Encontrada com flores em abril. caule curto. geralmente tetradenteado. 41º40’W). (Silveira. Folhas dísticas. ra do Cipó (19º15’S. Escapos de 20 a 40 cm de altura. Folhas em roseta basal. Rio de Contas (13º34’S. Escapos de 3 a 23 cm de altura. pubescentes. caule curto. glabrescentes. Escapos de 2 a 3. Escapos de 5 a 28 cm de altura. quase glabras. Floresce principalmente de maio a julho. especialmente nas margens. Floresce de abril a setembro. Comentários: Erva. 1987) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Escapos de 9 a 25 cm de altura. pubescentes. Espata com ápice oblíquo. pubescentes. Giulietti. Escapos de 6 a 9 cm de altura.000 m s. 1928) Leiothrix obtusifolia Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 1928) Leiothrix cipoensis Giul. Ocorre em campos rupestres. Espata com ápice oblíquo. Conhecida apenas pelo material-tipo. Espata com ápice oblíquo. Diamantina (18º14’S. Floresce praticamente o ano inteiro. entre gramíneas. caule subterrâneo desenvolvido. Folhas em roseta basal. inéd. Conhecida apenas pelo material-tipo. 41º19’W). coriáceas. Leiothrix luxurians (Koern. da região mediana para o Sul. esparsamente pubescentes. pubescentes. 43º30’W). coletado em campos rupestres úmidos. Comentários: Erva. Espata com ápice oblíquo. (Silveira. caule curto. Folhas em roseta basal. 43º43’W). Comentários: Erva. 43º36’W). Folhas em roseta basal. lineares. Espata com ápice oblíquo. Conhecida apenas por duas coletas. qua- . (Giulietti. Leiothrix distichoclada Herzog Distribuição: BAHIA:Abaíra (13º14’S. glabras ou esparsamente pubescentes. (Ruhland. (Ruhland. com flores em fevereiro.) Leiothrix crassifolia (Bong. reo curto. conduplicadas. glabros. pubescentes. Escapos de 50 a 70 cm de altura. (Silveira. lanceoladas. emitindo porções aéreas.) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. esparsamente pilosas e glabrascentes adaxialmente. glabros. Espata com ápice oblíquo. esparsamente pilosos e com 4 costelas salientes. 1928. Serra do Cipó (19º07’S. lanceoladas a lineares.5 cm de altura.170 Eriocaulaceae Comentários: Erva. Comentários: Erva. caule curto. Serra do Comentários: Erva. Comentários: Erva. Conhecida apenas por duas coletas do Planalto de Diamantina. inéd.) Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. 41º48’W). em roseta basal. Ser- Leiothrix linearis Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Espata com ápice dividido. Folhas em roseta basal. Santana do Riacho (19º18’S. glabras abaxialmente. Folhas em roseta basal. caule curto. Espata com ápice oblíquo. somente o material-tipo com localidade indicada. Escapos de 13 a 15 cm de altura. lineares. eretas. sobre solos arenosos. retorcidos. coletado em campos rupestres. 1928.m. lanceoladas. Espata com ápice tridenteado. 1903) Comentários: Erva. do Planalto de Diamantina até a Serra do Cipó. Ocorre em solos brejosos de campos rupestres. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. caule subterrâneo desenvolvido e aé- Capanema (20º20’S. Giulietti. lanceolado-lineares. 43º30’W). caule curto. cobrindo outras plantas com seus escapos. 43º40’W). 1996a) Leiothrix milho-verdensis Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Serro. glabrescentes.n. lanceoladas.

representando uma única grande população no norte da Serra do Cipó. densamente velutinas abaxialmente. 43º39’W). Folhas em ro- Paepalanthus ater Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. (Giulietti & Parra. quo. 1987) sal. 1903.5 a 4 cm de comprimento.) Ruhland 43º38’W). Paepalanthus anamariae Hensold Distribuição: MINAS GERAIS: Fechados (18º49’S. Ocorre em campos rupestres. Floresce de novembro a abril. caule curto. entre Córrego dos Piões e Córrego Soberbo. Pico das Almas Leiothrix sclerophylla Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. arredondado a acuminado. retorcidos. Espata com ápice oblíquo. foi possível verificar a presença de brotamentos nos capítulos. 1928. Comentários: Erva. glabrescentes.. pubescentes. Ser- ra do Cipó (19º09’S. 1988) Comentários: Erva acaulescente. 43º38’W). Diamantina (18º14’S. caule subterrâneo desenvolvido e aéreo curto. pubescentes. Serra do Cipó (19º15’S. Folhas em roseta basal. 1987) Comentários: Erva. Giulietii. Brácteas involucrais dos capítulos creme a castanho-claras. Escapos de 13 a 23 cm de altura. Folhas lanceoladas a lineares. provavelmente florescendo entre novembro e janeiro. Floresce especialmente em abril. 1995) lineares. Escapos de 30 a 40 cm de altura. lineares. Conhecida apenas pelo material-tipo. 43º43’W). Leiothrix spiralis (Koern. Paepalanthus almasensis Moldenke Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. enquanto P. (Ruhland. Conhecida apenas pelo material-tipo. argenteus var. Folhas em roseta basal. Floresce praticamente o ano todo. indicando que L. entre pedras ou na sombra de grandes blocos de rochas. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. Comentários: Erva. 41º48’W). cuscutoides Silveira é sinônimo desta espécie. Floresce de julho a outubro. inéd. lenhoso. Paepalanthus argenteus Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º48’S. de 1. com brotamentos vegetativos. Serra do Cipó (19º15’S. sobre solo arenoso e úmido. Santana do Riacho. Comentários: Erva.) Hensold é conhecida apenas pelo material-tipo. Escapos de 4 a 45 cm de altura. (Hensold. muito retorcidos. Espata com ápice oblíquo. 43º36’W). glabrascentes da porção mediana para o ápice. caule curto. (Giulietti. pubescentes. coletado provavelmente na porção norte da Serra do Cipó. Espata com ápice oblíquo. coletado por Riedel na Serra da Lapa. Ocorre em campos rupestres. Floresce principalmente de março a maio. 43º38’W). lanceoladas. Folhas cespitosas. Coletada com fruto no final de março.) Distribuição: MINAS GERAIS: Serra do Cipó (19º15’S. Folhas em roseta basal. Escapos de 7 a 40 cm de altura. com tricomas curtos ou longos. Leiothrix sinuosa Giul. Acompanhando o desenvolvimento das plantas. Espata com ápice oblíquo. glabrescentes. Espata com ápice oblíDistribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º34’S. Folhas em roseta ba- 43º52’W). A variedade típica ocorre do Planalto de Diamantina até a porção sul da Serra do Cipó. porção oeste da Serra do Cipó. 41º55’W). lineares. curto e espessado. Folhas lineares. caule curto. (Giulietti.500 m s. 1998) Paepalanthus albo-tomentosus Herzog seta basal. Escapos de 27 a 40 cm de altura. lineares. 1928) gos tricomas filamentosos. Escapos de 5 a 11 cm de altura. Escapos de 9 a 55 cm de altura. 1988.n. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Espata com ápice truncado. esparsamente pilosas. 43º36’W).m. Floresce e frutifica o ano todo. Comentários: Erva. elatus (Bong. Silveira. (Giulietti & Parra. . tomentosas. Serra do Cipó (19º09’S. 43º43’W). 1995) Comentários: Erva cespitosa. coletado próximo ao rio Brumado. glabrescentes. com lon- (13º32’S. (Silveira. principalmente no ápice. (Hensold. Espata com ápice oblíquo e denteado. sobre solos de areia branca. Foi descrita com base em material jovem. glabrescentes. Ocorre em campos rupestres a partir de 1. caule ereto. Comentários: Erva de 10 a 50 cm de altura.Eriocaulaceae 171 Leiothrix rupestris Giul.

glabros.600 m s. (Hensold. Escapos de 11 a 26 cm de altura. 43º43’W). 43º43’W). Comentários: Erva. SerComentários: Erva. caule curto. 1986. geralmente formando touceiras. 41º40’W). pubescentes. Folhas em roseta basal. ciliadas. Ocorre na extremidade sul da Serra do Cipó. Mais de 200 escapos de 20 a 25 cm de altura. 43º23’W). lanceoladas. Escapos de 14 a 18 cm de altura. caule curto. Conhecida apenas do Morro do Breu. brescentes adaxialmente. Folhas ao longo do caule. Serra da ManComentários: Erva. Serra do Cipó (19º08’S. Folhas lineares. 1988. 41º55’W). Espata com ápice oblíquo. provavelmente florescendo mais ou menos de maneira contínua. 43º30’W). 2003) Paepalanthus barbulatus Herzog cugê (12º57’S.. Folhas em roseta basal. na região sul da Chapada Diamantina. com ápice oblíquo. caule com até 40 cm de compri- Cipó (19º09’S. Tissot-Squali. 1988) Paepalanthus benedictii Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Marinis. (Giulietti & Parra. Rio Comentários: Erva. 41º40’W). Espata com ápice arredondado a acuminado. Floresce principalmente de janeiro a julho. pubescentes. Conhecida apenas pelo material-tipo. pubescentes. geralmente glabras. Caraça (20º04’S. 1928) Folhas ao longo do caule. Xeractis que ocorrem na mesma região pelo aspecto espinescente do capítulo devido ao ápice agudo das sépalas e brácteas. Escapos de 20 a 25 cm de altura. glabras abaxialmente. da região mediana para o Sul. ereto ou decumbente. (Hensold. Ouro Preto. 1995. glabrescentes. Paracládios presentes. lanceolado-lineares a oblongas. Folhas lineares. & L. Coletada com flores de novembro a junho. Serra do Cipó (19º04’S. Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. (Hensold. Comentários: Erva. Escapos de 13 a 31 cm de altura. Floresce de fevereiro a abril. (Silveira. Serra do Caparaó (20º26’S.. Escapos de 20 a 40 cm de comprimento. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. alvo-tomentosas abaxialmente. lineares. Espata com ápice oblíquo. Santana do Riacho. Floresce principalmente de janeiro a junho. Serra do Comentários: Erva.Parra Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º14’S. pilosas adaxialmente. Giulietti & Parra. caule curto. (Silveira. Brácteas do capítulo castanhoescuras. (Giulietti. Paepalanthus barbiger Siveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Serra do tiqueira (21º59’S. 1997) Paepalanthus aureus Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Conhecida apenas por poucas coletas em campos rupestres a partir 1.R. Mu- Paepalanthus complanatus Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: José de Melo. portando no ápice muitos capítulos unidos. Espata com ápice oblíquo. sal. 2003) Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º14’S. 1928. 43º39’W).. Giulietti et al. coletado com flores em julho. Distingue-se das demais espécies de Paepalanthus subg. Brácteas involucrais dos capítulos quase negras. gla- Paepalanthus caparoensis Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Alto Caparaó. esparsamente pubescentes. densamente tomentosas e barbuladas no ápice quando jovens. pubescentes. Espata lisa. ao norte de José de Melo. glabros. 41º55’W). 41º52’W). 1994. Floresce principalmente de janeiro a maio. (Trovó et al. pilosas. lanceoladas. Rio de Contas. Pico das Almas (13º32’S. Folhas em roseta ba- Paepalanthus conduplicatus Koern. Ocorre nos campos rupestres da trilha para o Pico da Bandeira. de Contas.n. Pico das Almas (13º32’S.172 Eriocaulaceae Comentários: Erva. 2006) ra do Cipó (19º09’S. 41º33’W). Giulietti et al.m. Floresce e frutifica provavelmente o ano todo. 1998) Paepalanthus cinereus Giul. 1998) com ápice bidenteado. Brácteas involucrais dos capítulos douradas. Folhas em roseta. 1995. mento. Espata com ápice oblíquo. 1988. 43º43’W). espirotrísticas. Comentários: Erva. lanceoladas. Espata . Escapos de 14 a 24 cm de altura. 44º44’W). caule com até 6 cm de comprimento. É freqüente no Pico do Breu. Serra do Capanema (20º20’S. Escapos pouco numerosos. glabros. caule longo. caule curto.

em 1837. esparsamente pubescentes na face adaxial. com até Paepalanthus globulifer Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. 2003) Paepalanthus contasensis Moldenke lanceoladas. portando no ápice muitos capítulos unidos. Escapos de 7 a 11 cm de altura. Floresce em fevereiro. do Garimpo (19º56’S. Espata com ápice oblíquo. 43º25’W). Tissot-Squali. caule alongado. Espata com ápice oblíquo. Floresce principalmente de julho a dezembro. caule curto. Folhas dos Veadeiros (14º07’S. 43º43’W). Bem representada na Serra do Cipó. 1988) Paepalanthus digitiformis Hensold Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato Comentários: Erva decumbente. ciliadas. ex Koern. 42º54’W). Floresce principalmente de março a abril. pubescentes. 43º48’W). Escapos de 30 a 35 cm de altura. Brácteas involucrais dos capítulos castanhas. conduplicatus var. Silveira. pubescens Silveira possui folhas e escapos pubescentes. nem sobre seu posicionamento taxonômico. caule curto. Encontrada com flores em abril. Folhas em roseta basal. pubescentes. 1980a) Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º34’S. pubescentes. Os limites desse município. 1997) Paepalanthus cordatus Ruhland Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. esparsamente pubescentes. 1997) Paepalanthus erigeron Mart. Escapos de 17 a 35 cm de altura. Folhas ao longo do caule. coletado por Sellow. 41º29’W).. Espata com ápice oblíquo. lanceolado-lineares. apresenta um caule alongado e coberto com folhas cordiformes. sendo endêmica da Serra do Cipó. Espata com ápice oblíquo. (Ruhland. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. 1988) sal. portando no ápice muitos capítulos unidos. caule curto. 1928. Tissot-Squali. entre Caeté e Santa Bárbara. Escapos de 65 a 80 cm de altura. glabros. 1903. caule longo. 47º30’W). pubescentes na abaxial. (Giulietti et al. linear-conduplicadas. pubescentes. Foi descrita com base em um material sem escapos nem capítulos. 41º48’W). (Silveira. mas com apenas uma coleta no Planalto de Diamantina. comprimento. Ocorre em campos rupestres. no entanto. Palmeiras (12º26’S. Floresce o ano todo. Espata com ápice truncado. glabrescentes. pilosas. nas proximidades de “Rio das Pedras”. Distribuição: BAHIA: ‘Jacobina’(?). 1997) Comentários: Erva. Escapos reunidos em inflorescência terminal. (Hensold. (Moldenke. Dentro (19º02’S. Tissot-Squali. Espata com ápice truncado. Quando em estádio reprodutivo. portando no ápice muitos capítulos unidos. Espata com ápice truncado. Conhecida apenas da localidade-tipo. Conhecida apenas pelo material-tipo. porém as brácteas cordiformes no eixo reprodutivo não deixam dúvidas sobre sua definição. Ocorre a sudeste de Ouro Fino. pubescentes. Escapos de 20 a 30 cm de altura. Comentários: Erva. Santana do Riacho (19º09’S. 40º31’W). Paepalanthus flaviceps Koern. Folhas em roseta ba- sal. Espata com ápice oblíquo. Paepalanthus grão-mogolensis Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S. Característica pelas folhas conduplicadas. Folhas lineares a linear-lanceoladas. Folhas em roseta basal. Serra Comentários: Erva. ocorrendo na região mais sul das montanhas de Minas Gerais. (Hensold. Folhas em roseta ba- 43º36’W). Escapos de 30 a 40 cm de altura. glabrescentes. (Ruhland. 43º28’W). Comentários: Erva. lineares a lanceoladas. 1903. (Ruhland. pubescentes. Distribuição: MINAS GERAIS: Sabará (19º53’S. Escapos de 20 a 40 cm de altura. lineares. Chapada Paepalanthus garimpensis Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Barão de Cocais. lanceoladas. . enquanto P. abrangiam uma área muitas vezes maior do que a atual.Eriocaulaceae 173 Comentários: Erva. com até 4 cm de em roseta. 1903) Comentários: Erva com cerca de 1 m de altura. 35 cm de comprimento. Comentários: Erva. a variedade típica possui folhas e escapos glabros. Abaíra (11º12’S. ciliadas. glabrescentes. O material-tipo é referido como tendo sido coletado em Jacobina por Blanchet. caule curto. Floresce entre janeiro e abril. Folhas em roseta basal. 1928. caule curto. densamente ciliadas.

Paepalanthus inopinatus Moldenke Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º34’S. Espata com ápice agudo. pubescentes. com até 12 cm de ra do Cipó (19º09’S. Espata com ápice oblíquo. esparsamente pubescentes. Barbacena (?). 1903) comprimento. Espata fendida. Conhecida apenas por duas coletas nas proximidades do rio Brumado. Comentários: Erva. Espata com ápice agudo.) Koern. ciliadas. esparsamente pubescentes na face adaxial. com botões em abril. Cerca de 10 escapos. Folhas em roseta basal. 44º43’W). Conhecida apenas das Serras do Itatiaia e da Bocaina (com a sinonimização de P. Espata com ápice truncado. Escapos de 10 a 50 cm de altura. Folhas lanceolado-lineares. lano- ra das Mangabeiras (19º13’S. caule ereto. em agosto. coletado na Serra do Cipó. lineares. ciliadas. principalmente em botões. caule curto. Serra da Bocaina (22º44’S. (Hensold. Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto (20º17’S. SÃO PAULO: São José do Barreiro. glabrescentes. Encontrada com flores em março e julho. Floresce principalmente de dezembro a março. 1988) Paepalanthus lanuginosus Hensold Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Conhecida apenas pelo material-tipo. Ocorre em campos rupestres acima de 1. do tamanho das folhas. Distribuição: MINAS GERAIS: Fechados (18º49’S. Tissot-Squali. muito escuras. esparsamente pilosas. caule curto. Escapos com cerca de 35 cm de altura. portando no ápice muitos capítulos unidos. 43º40’W). de 24 a 28 cm de altura. 1995) Comentários: Erva. Parque Estadual do Ibitipoca (21º50’S. Espata com ápice truncado. sendo conspícua devido ao hábito. (Hensold. 43º47’W). (Giulietti & Parra. Brácteas involucrais dos capítulos castanhas. Congonhas do Norte (18º48’S. Rio de Contas (13º34’S. Ocorre em campos. pilosas. Serra de Itatiaia (22º29’S. Floresce de novembro a janeiro. alvo-vilosos. 44º52’W).500 m s. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas em roseta basal. 1988) Comentários: Erva. decíduas. 43º43’W). coletado no Capão Redondo. batocephalus Ruhland). Paepalanthus henriquei Silveira & Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Lima Duarte. (Ruhland. pubescentes. 1980b) comprimento.m. lanceoladas. 41º20’W). Ocorre em campos rupestres. sobre solos de areia branca. Brácteas involucrais do capítulo castanhas. Escapos de 13 a 18 cm de altura. Numerosos escapos. caule curto. Espata com ápice agudo. SerComentários: Erva. Conhecida apenas pelo material-tipo. Brácteas involucrais dos capítulos castanho-claras a douradas. Floresce o ano todo. (Silveira. RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Itatiaia (22º23’S. 1903. Comentários: Erva com cerca de 30 cm de altura. (Moldenke. (Ruhland. 44º34’W). Escapos de 13 a 31 cm de altura. 1988) Paepalanthus itatiaiensis Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Passa Quatro. 43º40’W). caule curto.174 Eriocaulaceae Comentários: Erva. caule alongado. Espata com ápice oblíquo. pubes- 43º52’W). pubérulo-hirsutas. 41º48’W). Escapos de 12 a 24 cm de altura. com até 25 cm de 43º29’W). Comentários: Erva. Serra de Paepalanthus luetzelburgii Herzog Distribuição: BAHIA: Mucugê (12º59’S.) Mart. (Hensold. Folhas lanceolado-lineares. . pilosas. Folhas lineares. pubescentes na abaxial. caule curto. Folhas lineares. com inflorescências quase no final da antese em abril. Escapos de 15 a 30 cm de altura. 1988) sas. centes. oblíquo a bidenteado. Pico das Almas muito estreitas. Conhecida apenas da porção norte da Serra do Cipó. (13º34’S. Ser- Paepalanthus homomallus (Bong. 41º48’W). 1928) Paepalanthus harleyi Moldenke Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. (Hensold. supostamente coletado no Pico do Itacolomi.. Escapos de 11 a 19 cm de altura. porém conta com um registro duvidoso nas proximidades de Barbacena. Brácteas involucrais do capítulo castanhas e castanho-avermelhadas. Folhas em roseta basal. ex Koern. 1997) Paepalanthus langsdorffii (Bong. Paepalanthus lepidus Silveira Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Ricaho. lanceoladas. pilosa. Comentários: Erva. caule alongado. Folhas ao longo do caule.n. 41º48’W). Comentários: Erva. Floresce entre março e julho. Espata com ápice acuminado. Folhas em roseta.

55º30’W). da parte central para o sul. 2001) Mucugê (12º59’S. Escapos de 7 a 10 cm de altura. ra. 1988) Paepalanthus stannardii Giul. SerComentários: Erva. acima de 1. (Giulietti. (Moldenke. característicos da espécie. esparsamente pubescentes na face adaxial. 2001) Paepalanthus revolutus Hensold Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte. É vistosa por causa das brácteas bem maiores que os capítulos e o contraste entre sua face adaxial alva e indumentada e a abaxial castanha. lanceoladas. Coletada em antese entre os meses de abril e agosto. Espata com ápice oblíquo. 41º25’W). Miranda & Giulietti. Espata com ápice fendido. Paepalanthus obtusifolius (Steud. Espata com ápice agudo a truncado. Espata com ápice agudo. não havendo indicação precisa de sua localidade. Folhas lanceolado-lineares.Parra Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. 43º39’W). 1994.n. Folhas espiraladamente (13º32’S. dispostas ao longo do caule. Floresce de fevereiro a julho. com cerca de 30 cm de altura. ambas conhecidas apenas pelo material-tipo. na Serra do Cachimbo. (Giulietti & Parra. Escapos de 2 a 4 cm de altura. Ocorre apenas em áreas sombreadas dos campos de altitude da Serra do Mar. esparsamente pubescentes a glabras. Comentários: Erva. (Giulietti. 41º47’W). pubérulas.) Koern. 1995) . Espata com ápice oblíquo. podendo ser alvo-tomentosas adaxialmente. Encontrada em campos rupestres da porção central da Chapada Diamantina. Paepalanthus piresii Moldenke Distribuição: PARÁ: Novo Progresso. Escapos de 15 a 25 cm de altura. Brácteas involucrais dos capítulos castanhas. glabras. na beira de riachos pouco profundos da Chapada Diamantina. as mais internas mais finas e mais claras em direção às margens. Comentários: Erva. Folhas lineares a lanceolado-lineares. Escapos de 20 a 40 cm de altura. Capítulos ocre. lineares. glabra. pubescentes. densamente pubescentes. (Hensold.600 m s. caule alongado. enquanto P. 41º55’W). Piatã (13º08’S. Conhecida apenas em solo de turfeira muito úmido. Inclui duas variedades. Comentários: Erva. Folhas em roseta basal. Folhas em roseta. 1903) Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo (23º59’S. Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º27’S. Espata com ápice truncado. & L. Escapo com cerca de 25 cm de comprimento. 1980c) 4 cm de comprimento. 1960a. 43º43’W). Brácteas involucrais dos capítulos castanhas. Paepalanthus pulvinatus N. Miranda & Giulietti. Floresce praticamente o ano todo.Eriocaulaceae 175 lanceoladas. Giulietti & Parra. (Hensold. densamente pubescentes. onde é freqüente. a típica foi coletada com flores em dezembro. Espata com ápice oblíquo.R. Floresce de fevereiro a abril. Paepalanthus oerstedianus Koern. puberulentas a glabras. caule curto. 1986. Mucugê (12º59’S. glabros. villosus Moldenke foi coletada com flores em junho. 41º48’W). caule longo. caule curto. O materialtipo é de Rio de Contas. 1988) Paepalanthus senaeanus Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Richo. lineares a lanceoladas. Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º27’S. caule curto a alongado. sobre solos arenosos. (Giulietti. Escapos de 6 a 26 cm de altura. Folhas em roseta basal. Folhas espiraladamente dispostas ao longo do caule. com até ra do Cipó (19º09’S. piresii var. caule alongado. pubescentes. no núcleo do Curucutu. 1986. Espata com ápice oblíquo. Serra do Cachimbo (09º30’S. esparsamente pubescentes. pubescentes na abaxial. Folhas em roseta basal. (Ruhland. Escapos de 10 a 18 cm de altura. caule curto. Pico das Almas Comentários: Erva. Ocorre especialmente sobre solos arenosos. Comentários: Erva cespitosa. 41º20’W).Br. 46º44’W). 41º25’W). porém as coletas recentes são dos campos rupestres de Mucugê. Rio de Contas (13º34’S.E. até 20 cm de altu- Serra do Cipó (18º48’S. Escapos de 10 a 30 cm de altura. Comentários: Erva. lanceoladas. 1986) Comentários: Erva. Floresce de novembro a agosto. 41º20’W). Floresce praticamente o ano todo. 1995.m. Ocorre na porção leste da Serra do Cipó.

3 a 34 inflorescências por planta. 1988) Paepalanthus xiphophyllus Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas(?). pubescentes. gracilis florescem provavelmente a partir de janeiro.2 cm de comprimento. Escapos numerosos. glabras. 48º07’W). Brácteas involucrais dos capítulos castanhas a cinza-acastanhadas. comprimento. caule alongado. de 25 a 40 cm de altura. enquanto em P. niveo-niger (Silveira) Hensold possuem de 15 a 30 brácteas por capítulo. glabras. uncinatus com flores em agosto e a var. Comentários: Erva. Gandavelha’ (20º04’S. 1988) caule. Escapos de 9 a 30 cm de altura. Quando em estádio reprodutivo. Folhas ao longo do 43º52’W). niveo-niger também é mencionada para “Baraúna”. 1903) dos Veadeiros (14º18’S. pubescentes. Paepalanthus vigiensis Moldenke Distribuição: Pará: Vigia (00º51’S. gracilis Hensold e P. Inclui três variedades. 1988) . Escapos de 10 a 30 cm de altura. Comentários: Erva com cerca de 25 cm de altura. a var. Brácteas involucrais castanho-acinzentadas. mas provavelmente referindo-se à Serra da Gandarela. a típica possui brácteas de 1 a 1. 43º47’W). pubescentes. superbus var. Folhas em roseta. castanho-claras a amareladas no material seco. Capítulos alvos. lineares. 1949a) Paepalanthus villipes Moldenke Distribuição: Pará: Vigia (00º51’S. caule alongado. 43º21’W). Espata com ápice oblíquo. Escapos de 4 a 5 cm de altura. 1903) Paepalanthus uncinatus Gardner Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé do Mato DenComentários: Erva. pilosas. lhas em roseta. com até 20 cm de tro (19º25’S. Comentários: Erva. caule alongado. 47º35’W). 1903) Paepalanthus superbus Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Fechados (18º49’S. (Ruhland. a típica possui de 35 a 45 brácteas por capítulo. pubescentes. enquanto a var. superbus e a var.176 Eriocaulaceae Paepalanthus striatus Ruhland Distribuição: SÃO PAULO: São José do Barreiro. escuras. 43º43’W). superbus var. As três variedades ocorrem na Serra do Cipó. (Hensold. Escapos de 6 a 8 cm de altura. 48º07’W). (Moldenke. Chapada Comentários: Erva com cerca de 50 cm de altura. Capítulos esverdeados. Conhecida apenas pelo material-tipo. caule alongado. 44º34’W). apresenta caule alongado coberto com folhas lanceoladas. com nervuras bem marcadas. Ocorre em fendas de rocha e ambientes sombreados. glabra. Escapos reunidos em inflorescência terminal. Santana do Riacho (19º09’S. caule alongado. lineares. citado como ‘Serra da Gandavelha’. Folhas lanceoladas. glabra. pubescentes. Parque Estadual de Ibitipoca (21º50’S. (Ruhland. Conhecida apenas pelo material-tipo. no planalto de Diamantina. rectus Hensold elas vão de 5 a 7. Escapo com cerca de 25 cm de comprimento. (Ruhland. uncinatus var. Folhas em roseta. sendo uma das poucas espécies que apresentam brotamento do centro do capítulo. Inclui duas variedades. 43º38’W). Ocorre apenas em áreas alagadas de campos de altitude. Ambas são conhecidas da mesma localidade-tipo. Espata com ápice agudo a acuminado. ciliadas. com indivíduos ocorrendo isoladamente. Espata com ápice fendido. Serra Paepalanthus urbanianus Ruhland Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Comentários: Erva. (Hensold. Diamantina (17º57’S.5 mm de comprimento. enquanto P. Comentários: Erva com cerca de 5 cm de altura. niveo-niger floresce em maio. Espata com ápice agudo. A var. Folhas lineares a lanceolado-lineares. possivelmente um fazenda próxima a Barão de Guaicuí. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1949b) Paepalanthus viridulus Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Lima Duarte. 43º19’W). Espata com ápice oblíquo. Espata com ápice oblíquo. área provavelmente sem coletas recentes. Folhas (lanceolado-)lineares. a oeste da Serra do Caraça. Fo- do Mar (22º38’S. Espata com ápice fendido. Folhas ao longo do caule. ‘Serra da Comentários: Erva. rectus em janeiro. na porção leste da Serra do Espinhaço. (Moldenke. (Hensold. Brácteas involucrais verdes quando vivas. mas a var. Escapos de 5 a 8 cm de altura.

Espata com ápice truncado. Folhas em roseta basal.Eriocaulaceae 177 Syngonanthus amazonicus Moldenke Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. oblongas. Conhecida apenas pelo material-tipo. Giulietti et al. caule curto. mas a planta tem a parte vegetativa muito distinta das demais Eriocaulaceae. Folhas em roseta basal ou distribuídas ao longo do caule.) Syngonanthus bahiensis Moldenke Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º33’S. Comentários: Erva. caule curto. Serra do Cipó (19º15’S. lineares. (Moldenke. lanceoladas. bracteosus. conhecida apenas pela coleção-tipo. Serra do Comentários: Erva. Escapos de 20 a 30 cm de altura. Característica pelas brácteas involucrais lineares e cinza-escuras. lineares. rufipes Silveira. O espécime depositado no herbário de Nova York parece estéril. (Moldenke. no Amazonas (Moldenke. 41º09’W). Comentários: Erva. scrupulosus Moldenke. 43º43’W). Espata com ápice oblíquo. rio Negro (00º07’N. Serra do Ambrósio (18º17’S. 43º38’W). mas S. de Pedra Menina. Comentários: Erva. 1973c). Floresce entre fevereiro e outubro. Escapos de 5 a 6 cm de altura. Comentários: Erva anual. Floresce entre abril e junho. no pé de uma serra. 1982a). lineares. 1996. Syngonanthus brasiliana Giul. adpresso-pubescentes. Comentários: Erva anual. Folhas espiraladamente dispostas ao longo do caule. mente dispostas ao longo do caule. Escapos com cerca de 2 cm de altura. Conhecida de poucos Syngonanthus circinnatus (Bong. caule curto. Escapos de 30 a 35 cm de altura. Ocorre sobre areia e pedras quartzosas brancas. 1948a) espécimes coletados com flores jovens em março (Moldenke. nos campos rupestres até 1.000 m s. caule curto. Santana do Riacho (19º15’S. esparsamente adpresso-pubescentes na . Folhas em roseta basal. caule alongado. rio Tapajós (02º41’S. em local pedregoso. glabrescentes. bracteosus var. lineares. diminutas. 1973b. alvo-vilosos. Comentários: Erva. diminutas. glabras adaxialmente. Espata com ápice oblíquo. Está em perigo devido à coleta intensa para sua utilização como sempre-vivas na decoração de interiores. (Moldenke. 43º29’W). rio Içana (00º07’N. não sendo aqui considerada parte de S. coletado em dezembro (Moldenke. caule curto. coletado com inflorescência cinza e flores velhas em outubro. Escapos de 3 a 6 cm de altura. lanceoladas. Comentários: Erva anual. Syngonanthus blackii Moldenke 54º53’W). Serra do Cabral (16º28’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. Escapos de 30 a 35 cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1949c) Syngonanthus cachimboensis Moldenke Distribuição: AMAZONAS: Novo Progresso. caule curto ou alongado. lanceolado-lineares. Folhas em roseta basal. próximo a foz do rio Uaupés. 55º30’W). caule alongado. Folhas em roseta basal. Folhas em roseta basal. 1903) Syngonanthus bracteosus Moldenke Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício. (Pirani et al. Giulietti. Escapos com cerca de 2 cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. também da Serra do Cipó. Inclui duas variedades. (Moldenke. Floresce de abril a junho. coletado nas margens do rio Negro. Parra & Giulietti (1997) incluiram S. 1994. 43º38’W). (Ruhland.) Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º47’S. merece ser incluída em outra espécie. pequenas. Folhas em roseta basal. inéd. 1948b) Distribuição: PARÁ: Belterra. Ocorre em campos rupestres. com flores velhas em dezembro. tomentosas abaxialmente na porção apical. alvo-tomentosas. 1960b). alvo-tomentosos. Parra. Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Vermelho. sobre solo arenoso. 67º05’W).m.n. 43º00’W). flexuosas. 67º05’W). Comentários: Erva.) Syngonanthus baldwinii Moldenke Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Syngonanthus cipoensis Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. nas margens do rio Tapajós. inéd. coletada em Apuí. Parra. caule curto. 1996b. na sinonímia desta espécie. coletado nas margens do rio Içana.. Espata com ápice oblíquo. Folhas espiralada- Cachimbo (09º30’S.

Syngonanthus magnificus Giul. sobre solos com areia ou pedras quartzosas brancas. Comentários: Erva. a partir de 1. Comentários: Erva. Hensold. Comentários: Erva. Folhas espiraladamente dispostas ao longo do caule.) Syngonanthus hygrotrichus Ruhland Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S. 1978) Syngonanthus curralensis Moldenke Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º35’S. inéd. Syngonanthus harleyi Moldenke 41º20’W). alvo-vilosos.m. aquaticus Silveira. Folhas rosuladas e espiraladas ao longo do caule. 57º20’W). inéd. também da Serra do Cipó. lineares. Serra do Cipó (19º15’S. Umburanas. farináceo-pubescentes na abaxial. Escapos de 6 a 15 cm de altura. Espata com ápice oblíquo.n. Conhecida apenas pelo material-tipo. densamente piloso. caule curto. 1975. Encontrada com flores em março. Floresce de janeiro a março. lineares. Parra & Giulietti (1997) incluiram S. Santana do Riacho. 41º18’W). (11º06’S. Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Vermelho. sobre solo arenoso. Escapos de 8 a 20 cm de altura.200 m s. adpresso-pubescentes. em pequenas lagoas de águas paradas. Escapos de 20 a 54 cm de altura. caule curto. sobre solo arenoso. Encontrada com flores em fevereiro. lanceoladas. alvo-vilosos. Ocorre em campos rupestres de Pedra Menina. Delfino (10º29’S. pubescentes.. com flores em maio. 43º38’W). Espata com ápice oblíquo. Espata com ápice oblíquo. 1975. Floresce entre março e agosto. 1903. ereto. sobre solo arenoso. com. Espata com ápice oblíquo. pubescentes abaxialmente. depois de quase 200 anos. (Moldenke. Syngonanthus cururensis Moldenke (07º45’S. Espata com ápice oblíquo. 1948c) Distribuição: PARÁ: Jacareacanga. Ocorre em campos rupestres. pess. alvo-vilosos. Escapos de 15 a 29 cm de altura. a cerca de 550 m s. Escapos com cerca de 5 cm de altura. Espata com ápice oblíquo.) Distribuição: BAHIA: Umburanas. adpressofarináceo-pubescentes. diminutas. Escapos de 25 a 30 cm de altura. ficando com parte do escapo e as folhas submersas e flutuantes. Conhecida apenas pelo material-tipo.178 Eriocaulaceae face adaxial. Floresce em abril. Missão Velha 43º36’W).) Syngonanthus hatschbachii Moldenke Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º33’S. (Moldenke. Costa e R. caule longo e ereto. 2004) Folhas em roseta basal. Mello-Silva. Serra do Açuruá Syngonanthus latifolius (Moldenke) Hensold Distribuição: MATO GROSSO: Nova Xavantina. (Moldenke. (Moldenke. ramificado ou não. caule curto. ramificado ou não. 43º00’W). 1980d) Comentários: Erva. linear-lanceoladas. lineares. Parra. lineares. Comentários: Erva. Comentários: Erva. Ocorre em campos rupestres da Serra do Cipó e do Planalto de Diamantina. Espata com ápice oblíquo. Ocorre em campos rupestres. Folhas ao longo do caule. Ocorre em campos rupestres. Ocorre em campos rupestres. (Ruhland 1903) Syngonanthus floccosus Moldenke Distribuição: BAHIA: Santo Inácio. na sinonímia desta espécie. Folhas em roseta basal e terminais no ramo aéreo. Escapos de 1. (Ruhland.N. sobre solo arenoso branco. 52º20’W). mas os capítulos sempre fora da água. caule longo. Conhecida apenas pelo material-tipo. glabras. densamente pilosos. quase glabras. 41º12’W). revolutas quando jovens. Folhas em roseta basal. voltou a ser encontrada recentemente. Serra do Roncador (14º40’S. 1971. Está em perigo devido à intensa coleta para sua uti- . Espata com ápice oblíquo. coletado nas margens do rio Cururu. Escapos de 13 a 23 cm de altura. Serra do Ambrósio (18º17’S. Parra. Conhecida apenas por duas coletas. tomentosas adaxialmente. lineares. glabros. glabros. no alto rio Tapajós. lanceoladas. recurvadas.n. adpresso-pubescentes. 41º09’W). caule curto. caule curto ou longo. Comentários: Erva. caule longo. 42º43’W). (Moldenke.m. sobre solo úmido na margem de floresta de galeria. Delfino (10º22’S. Floresce de março a junho. (Moldenke. Comentários: Erva. ereto.5 a 3 cm de altura.. alvo-flocosas. coletado em cerrado. F. Folhas em roseta basal. Escapos de 20 a 30 cm de altura. Espata com ápice oblíquo. nas porções norte e oeste da Serra do Cipó. glabras. Folhas em roseta no ápice do caule.

Univ. densamente pubescentes. Bahia. Serra do Ambrósio (18º18’S.R. Giulietti et al. (Eriocaulaceae) na Serra do Cipó.N..R. Biol. Royal Botanic Gardens. In D. A. pilosos a glabrescentes.G.N Lughada.. Pirani.. p.M. Folhas em roseta basal. florescendo de outubro a abril. Giulietti. São Paulo 6: 39-47. A. (Giulietti. Three new species of Actinocephalus Sano (Eriocaulaceae) from Minas Gerais. L. Kew. Bol. Bot. In B.T. Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º13’S. lanceoladas. F.R. São Paulo. Inéd. Univ. J.M. Comentários: Erva.Eriocaulaceae 179 lização como sempre-vivas na decoração de interiores. A. sobre solos com pedras quartizosas brancas e areia branca. sér. lineares.. & Parra. A.C. com folhas glabras. Bol. Inclui duas subespécies. 23: 1-150. Está em perigo devido à intensa coleta para sua utilização como sempre-vivas na decoração de interiores. 1973d) Syngonanthus suberosus Giul. 1987. 42º59’W). 2003. N. Floresce de junho a agosto.M. Estudos em “sempre-vivas”: taxonômia com ênfase nas espécies de Minas Gerais. 1998. L. Floresce de julho a novembro. 1996b. Espata com ápice oblíquo. Hensold. Chapada Diamantina. & Parra. & Parra.n. Giulietti & R.. Eriocaulaceae. A. Stannard (ed. esparsamente pilosas a glabrescentes na abaxial.. riocontensis A.M. 1996b. Royal Botanic Gardens. Syngonanthus pulchellus Moldenke Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé do Mato Dentro (19º25’S. Novon 16: 212-215.P. Harley & N. Univ. Hensold. Brazil. A. A. caule curto. São Paulo 15: 63-71. glabras. 41º40’W). Leiothrix Ruhland (Eriocaulaceae) no Estado da Bahia. 684-704. 1994. 1996b. Two new species and a new combination in South American Eriocaulaceae. pilosas a glabrescentes na face adaxial. N.M. Queiroz. In R.n. acima de 1. enquanto a última ocorre à oeste. 43º19’W). A.M. Bol. Brasil. J. 1996b. 49: 442-443. Eriocaulaceae. Tese de Doutorado. Novon 14: 302-308. Atkins. Giulietti. M. Pirani.R. Univ. Pereira et al. Flora da Serra do Cipó. (Pirani et al. 2006. Acta Bot. São Paulo 21: 345-398. Bras. caule curto.M.) Flora of the Pico das Almas. Rio de Contas (13º34’S. Giulietti. Giulietti. Bol. Chapada Diamantina – Bahia. Escapos de 14 a 54 cm de altura. Folhas em roseta basal.A.R. 1996. Bot. Novas espécies no gênero Syngonanthus Ruhland (Eriocaulaceae) para o Brasil. A. A primeira é endêmica de Mucugê e floresce de junho a agosto. Comentários: Erva. Longhi-Wagner. (Pirani et al. estrigosas. (Eriocaulaceae) para o Brasil. Comentários: Erva.M. Morphology and systematics of Paepalanthus subgenus Xeractis (Eriocaulaceae). Está em perigo devido à intensa coleta para sua utilização como sempre-vivas na decoração de interiores. caule curto.L. Giulietti. 15: 61-82. 41º49’W). Bot. D. Mucugê (13º01’S. Giulietti et al. 41º24’W). Bot. Giulietti. Brasil. (Moldenke. a típica com folhas pilosas a glabrescentes e S. Kew. Sitientibus. densamente pilosos.M. Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Vermelho. mucugensis subsp. Brazil. Giulietti. Xeractis (Eriocaulaceae). 1978. Modificações taxonômicas no gênero Eriocaulon L. Escapos de 14 a 71 cm de altura.S. Wanderley. Bot. São Paulo 10: 15-24.300 m s. 1996) Referências: Syngonanthus mucugensis Giul. Espata com ápice bifurcado. Ocorre em campos rupestres de Pedra Menina. Folhas em roseta basal. Sano. Bol. Escapos de 41 a 42 cm de altura. também na Chapada Diamantina. 1994. Hensold.N. Ci.M. N.M.R. Giulietti. Minas Gerais – Brasil. Brazil. 1995. Bahia. Giulietti.. Espata com ápice oblíquo. 1988. 10: 329-377.Pereira & Giul. lanceoladas. Univ. Ocorre principalmente em campos rupestres. Hind. L.L. 1986. Syst. o que passou a ser proibido pelo IBAMA a partir da metade da década de 1990. Eriocaulaceae. Novas espécies no gênero Leiothrix Ruhl. São Paulo 17: 207-218. Brasil. & Parra. 1996a. Giulietti. 2004.. Harley (eds) Lista das plantas vasculares de Catolés. L.. Universidade de São Paulo.L.C. Zappi. Floresce em fevereiro. Monogr. L.. acima de 1. 1996) .M. A. 1994. p. Nomenclatural changes in Eriocaulaceae from the Pico das Almas. Bot.M. P. 2007) Costa. Simmons (eds) Florula of Mucugê. A.m. Minas Gerais: Paepalanthus subg.J.M.m. Giulietti. B. Giulietti.000 m s.. E. 61-70. Kew Bull. 1978. H. Os gêneros Eriocaulon L e Leiothrix Ruhl. S. Stannard.

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1983. Folhas geralmente alternas. com até 3 m de altura. triangulares a ovadas. 2007) 1 Erythroxylum santosii Plowman baça (17º32’S. nas porções mais elevadas do Planalto da Ibiapaba. entre 700 e 800 m s. ovário trilocular (raramente bilocular e geralmente apenas 1 lóculo ovulífero). Ubajara. sendo a Venezuela e o Brasil os principais centros de diversidade. axilares. 48º40’W). Nectaropetalum e Pinacopodium restritos à África tropical. (Plowman. cálice persistente. com 1 óvulo por lóculo. Ocorre em carrasco.. Ocorre na floresta úmida do litoral sul da Bahia. simples. Encontrada com flores em dezembro e com frutos em fevereiro e maio. Ocorre em floresta úmida. Pilões serranas. Comentários: Arbusto com até 1. Comentários: Arbusto de 2 a 3 m de altura. Loiola. Ocorre em campina. Ocorre em florestas Erythroxylum catharinense Amaral 1 (27º38’S.5 m de altura. (Plowman. inteiras com estí- pulas intrapeciolares persistentes ou caducas. 50º20’W). Erythroxylum leal-costae Plowman (13º00’S. pentâmeras. Mata de Pau Ferro Comentários: Arbusto a arvoreta. Serra dos Carajás Distribuição: CEARÁ: Tianguá (03º43’S. (Loiola. hipóginas. ocorrem 114 espécies das 187 registradas para a América tropical. livres ou parcialmente soldados na base. Aneulophus. raramente cápsulas. 2004. diplostêmones. Folhas espiraladas.m. na zona de dunas.n. Xique-Xique (04º02’S. Loiola. Ilhota.6 m de altura. estames unidos na base formando um tubo curto. (Plowman. Encontrada com flores em maio. 3 a 8 em cada nó. Erythroxylaceae compreende 240 espécies e quatro gêneros. (Plowman.) . Comentários: Arbusto com até 4 m de altura. 1987) 1 Ocorre em restinga. 39º42’W). solitárias ou fasciculadas. Morro do Baú (26º46’S. inéd. com sépalas unidas na base. inéd. (Plowman. com cerca de 230 espécies. África e Américas. 1 Distribuição: BAHIA: Salvador. 60º00’W). Lagoa do Abaeté Comentários: Arbusto a árvore. Erythroxylum é o gênero mais representativo. estípulas intrapeciolares. Reserva Experi- Comentários: Arbusto de 1 a 2. junho e outubro e com frutos em maio.Erythroxylaceae ERYTHROXYLACEAE 1 181 Maria Iracema Bezerra Loiola & 2Alessandro Silva do Rosário Árvores a subarbustos. 40º51’W). e 3 estiletes (raramente 2). 1986. (Amaral.) Distribuição: SANTA CATARINA: Palhoça. 1976. 35º42’W). axilares. São Benedito. Vale do AlcoComentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Flores monoclinas. Loiola. Encontrada com flores em fevereiro e abril e com frutos em maio. denominadas brejo de altitude. epítropo. 38º30’W). Destas. Jaburuna Sul (03º51’S. 40º55’W). No Brasil. Loiola.) 2 Erythroxylum tianguanum Plowman Erythroxylum nelson-rosae Plowman (05º56’S. 1984) Erythroxylum pauferrense Plowman (06º58’S. pétalas livres. Encontrada com frutos em fevereiro e março. 1986. formando ramentas.) Distribuição: AMAZONAS: Manaus. Loiola et al. inéd. inéd. Encontrada com flores em maio. geralmente com apêndices na face adaxial. axilar ou pêndulo. Ele está amplamente distribuído nas regiões tropicais da Austrália. inéd. 40º59’W). aproximadamente 74 possuem distribuição restrita (Plowman & Hensold. 1 Distribuição: PARAÍBA: Areia. 48º54’W). freqüentemente heterostílicas. Ásia. Flores actinomorfas. Drupas com 1 semente. Erythroxylum campinense Amaral 1 mental do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (03º00’S.) e sete delas são indicadas como raras. Distribuição: BAHIA: Teixeira de Freitas. Distribuição: PARÁ: Marabá. glabros.

Plowman. Erythroxylum campinense (Erythroxylaceae). Brazil. Four new species of Erythroxylum (Erythroxylaceae) from northeastern Brazil. New species of Erythroxylum from Brazil and Venezuela. 2001.T. 1976. New taxa of Erythroxylum (Erythroxylaceae) from the Amazon basin. 2004. types. A. Revisão taxonômica de Erythroxylum P.. 1983. 1987. Inéd. Mus. Names. Brittonia 56: 1-53. Plowman. Browne sect. M.B. Acta Amazon. uma espécie nova da Amazônia. Plowman. T. 14(1/2 supl. Brittonia 38: 189-200. . G. 2007. Bot.F.B. 29: 273-290. Bras. M. Loiola. Leafl.E. 19: 1-41.Schulz (Erythroxylaceae Kunth).. Bot. Loiola. Rhabdophyllum O. R. T. 1984. 21: 473-487. Baracho. & Hensold. Plowman. and distribution of Neotropical species of Erythroxylum (Erythroxylaceae).S. T. & Queiroz. Acta Bot. Universidade Federal Rural de Pernambuco.T.): 117-143. Fieldiana. N. Brasil: Erythroxylaceae Kunth. Plowman.I. M. Agra. T. Acta Amazon. Flora da Paraíba. 6: 213-214.182 Erythroxylaceae Referências: Amaral. 1986.I.Ten new species of Erythroxylum (Erythroxylaceae) from Bahia. Tese de doutorado. Recife.

nos mais variados ecossistemas. sem glândulas na base. São apontadas 10 espécies raras.A. destacando-se Hevea brasiliensis Müll. com tricomas simples. 1873) Comentários: Arbusto. palmatinérveas. (Secco et al. castor oil) e Croton cajucara L. óleo-de-rícino. de 40 cm a 1 m de al- São José (21º06’S. Folhas longipecioladas. (Müller. sendo representada por cerca de 70 gêneros e 1. as estaminadas geralmente em maior quantidade. rio Mapuera (01º46’S. raramente verticiladas. com distribuição pantropical (Souza & Lorenzi. Croton faroensis Secco Distribuição: PARÁ: Faro. ferrugíneos. rio Mucuim (07º32’S. Folhas elíptico-lanceoladas a elíptico-ovadas.. caules com resina ou látex. glabros. Lago de Faro (02º11’S. em 1910.Medeiros. Folhas elípticas a elíptico-lanceoladas. ervas ou lianas. ramos com tricomas lepidotos. Arg. agudas no ápice. racemos. rica em linalol). coletado por Hoffmannsegg (Herbário de Berlim: fototipo sem data e sem o local exato da coleta). geralmente aclamídeas ou monoclamídeas. (sacaca.Rosário Distribuição: AMAZONAS: Canutama. Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Espigas.Euphorbiaceae EUPHORBIACEAE Ricardo de S. Arg.Berry & N. Cáp­ Euphorbiaceae apresenta cerca de 300 gêneros e mais de 6. obtusas na base. su­ las com mericarpos deiscentes.Senna & R. estipula persistente a caduca.000 espécies. Adenophaedra cearensis Huber ex Secco Distribuição: CEARÁ: Baturité. Talvez ocorra próximo do Pará. com até 1. com tricomas estrelados. gineceu com ovário geralmente trilocular. sementes pintalgadas. ovadas. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. raramente bagas ou drupas. ramos dicotômicos. (Medeiros et al. 2002) Comentários: Subarbusto ereto.5 cm de comprimento. Sua morfologia é bastante diversificada e complexa. densamente dispostas na parte terminal do ramo.E. 2005) Croton arlineae D. Serra de Baturité (04º19’S. monóicos ou dióicos. Flores com 5 estames. 38º53’W).V. Distribuição: AMAZONAS(?): Amazônia. coletado em local de difícil acesso. 2008). ramos dicotômicos.E. Serra de tura. as pistiladas solitárias ou agru­ padas. 44º10’W). e outra por Cid Ferreira. glandulosas a inconspicuamente crenado-glandulosas. Secco & Alessandro Silva do Rosário 183 Árvores. P. levemente serrilhada na margem. 56º22’W). tirsos ou pseudantos. . 2008). monoclinas. arbustos. não indicada. em 1980. simples ou raramente compostas. Croton trombetensis Secco. P. Ricinus comunis L. geralmente com 1 óvulo por lóculo. Comentários: Arbusto. 55º52’W). Conhecida apenas pelo materialtipo.000 espécies no Brasil (Souza & Lorenzi. L. só possível com auxílio de helicóptero. (Secco. mas não há registros nos herbários da região.Alves Distribuição: MINAS GERAIS: Tiradentes. 72º35’W). Flona SaracáTaqüera (01º28’S. panículas. e estiletes livres ou concrescidos. Reúne algumas espécies de interesse econômico. de anteras biloculares. Manihot esculenta Crantz (mandioca ou cassava). androceu com 1 a numerosos estames livres ou concrescidos. localidade 56º44’W). inteiras na margem. com tricomas (estrelado-)lepidotos mais concentrados na nervura principal. Flores actinomorfas. Folhas elípticas a elíptico-ovadas. Croton subasperrimus Secco. com grande diversidade na Amazônia. ásperos ao tato. Conhecida apenas pelo materialtipo.Berry & C.. levemente crenadas na margem. (mamona. Oriximiná. uma feita por Ducke.J. 2004) caudadas no ápice. marmóreas ou sem ornamentação. estrelados ou le­ pi­ do­ tos.Rosa Distribuição: PARÁ: Porto Trombetas. eventualmente com esta­ mi­ nó­ dios. 2003) Croton amazonicus Müll. (Secco. Conhecida apenas por duas coletas. sem glândulas e com tricomas lepidotos. (seringueira). Folhas alternas ou opostas. Folhas subsésseis.

1-104. Belém. & Rosa. Novon 11: 119-123. (Euphorbiaceae) do Estado de Minas Gerais. Conhecida apenas pelo material-tipo. rio Jupariquara (01º31’S. 48º30’W). 2001. H-J. 11. 1971. Ilha do Marajó (00º42’S.S. cordadas. cordadas na base.. Acta Amazon. 60º27’W). W. coletado em capoeira.E. Bol. 2005. Fo- lhas longipecioladas. Nacional. 1873. Taxonomia e fitogeografia das seringueiras (Hevea spp. Ocorre próximo ao rio Aripuanã. & Gomes. (Emmerich. Amazônia. 1. pubescentes. coriáceas. Croton faroensis. 103p. 5: 1-5. 40º37’W). Berry. M. 2002) Ophthalmoblapton parviflorum Emmerich Distribuição: BAHIA: Itambé (15º14’S. J.A. Berry. 1993) Hevea camargoana Pires Distribuição: PARÁ: Muaná. Lipsiae. (02º53’S. Secco.I. Pires. 1981. J. F. C. Esser. Mus. 1993. Pesq. Espécie nova de Croton L.A. Novitates Florae Amazonicae. S. Ocorre no Planalto Saracá. Nac. Novon 3: 245-251. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Secco. pars 2. Medeiros. (Esser. Secco.S. 2004.S. Publ. R. Luntia (Euphorbiaceae) from Western Amazonian Brazil. L. Nat. M. W. Secco. Croton diasii and Croton trombetensis.J. 751p. (Secco et al.A. Duas espécies novas. J. Paraense Hist. 1981. 1981) . Fleischer. P.S. Folhas trifolioladas. denteadas na margem. 2002. Bol... Bot. Mus. Folhas palmatinérveas. Contribuição ao estudo das Euphorbiaceae brasileiras. Eichler (eds) Flora brasiliensis. (Rodrigues. Inflorescência subsséssil. Soure. Euphorbiaceae. R. Nova Prainha (06º33’S. 1981. Pires. R.184 Euphorbiaceae Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura. Secco.P. ramos com tricomas estrelados. 33(2): 221-236. 52: 1-20. N. 49º13’W). com denso indumento de tricomas estrelados em ambas as faces. A new species of Croton sect. Martius & A. M.).F. R. Folhas ovadas. 1971) Dendrothrix wurdackii Esser Distribuição: AMAZONAS: Novo Aripuanã. Folhas ovadas.Rodrigues Dalechampia olympiana Kuhlm.S. Valle. Embrapa Amazônia Oriental. 2003. Brasil. Revta Brasil. vol. a new generic concept in Neotropical Euphorbiaceae. 62: 1-4. Rodrigues. J. & Distribuição: AMAZONAS: Manaus. glabras. two new Euphorbiaceae from Amazonian Brazil.V. Contribuição adicional à taxonomia das espécies brasileiras de Adenophaedra e Tetrorchidium (Euphorbiaceae). R. Igarapé Buião Comentários: Liana. Flores em tirsos. Bot. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. D. Pires et al. P.. Notas de Herbário 1. 27: 333-335.S. tab. 2002. (Pires. 2001) Referências: Emmerich. 59º58’W). oblongo-ovadas. Dendrothix.. & Rosário. uma nova Euphorbiaceae da Amazônia brasileira. Bot.E. não sendo coletada desde a década de 1970. Inst. Novon 15: 583-565.. Comentários: Árvore de 2 a 12 m de altura. & Alves. In C. pecíolo com até 10 cm de comprimento. Bradea 8: 299-302 Müller. R.

Guim. 40º38’W). Ocorre nos campos de altitude da Serra dos Órgãos. 42º01’W)... estão presentes 28 gêneros com aproximadamente 90 espécies.A. papiráceas. (Calió et al. actinomorfas a zigomorfas. carnosas. Comentários: Arbusto ou árvore.. (Calió et al. 43º09’W). hipóginas. Aripuana cullmaniorum Struwe.650 espécies. setembro e outubro. com até 3 m de altura.Albert 1 Prepusa connata Gardner 1 60º22’W). Gentianaceae inclui 87 gêneros e cerca de 1. e corola creme a rosada. mas freqüentemente com linha interpeciolar. abril e de agosto a outubro. Folhas em roseta basal. 1997) Distribuição: AMAZONAS: Novo Aripuanã (05º07’S. (Calió et al. Flores com cálice amarelado. 1 estilete e estigma capitado ou geralmente bilobado. São apontadas 13 espécies raras. autótrofas. sem estípulas. Ocorre em campinas. e corola creme. 2005). carnosas. Petrópolis (22º24’S. 41º09’W). com ovário unilocular de placentação parietal. No Brasil. mas apresenta maior diversidade na região neotropical (Struwe & Albert. gineceu bicarpelar. 42º32’W). Flores com corola rósea. 41º23’W). 4. membranáceo e inflado. . Teresópolis (22º26’S. Mucugê (13º00’S. inflado. entre 1933 e 2002. Flores com cálice membranáceo. Ocorre nos campos rupestres e cerrados da Chapada Diamantina. Morro do Chapéu (11º33’S. geralmente sésseis e com coléteres. 1977) Prepusa alata Porto & Brade 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madale- na. carnosas. venação acródroma ou pinada. raramente árvores. alados ou com área glandular dorsal. Encontrada com flores em janeiro.a 6-meras. Flores com corola alva. longamente tubulosa. e anteras com deiscência longitudinal. Folhas agrupadas no ápice dos ramos. com lobos carinados. Deianira damazioi E. Não é coletada desde meados da década de 1950. usualmente com coléteres. eventualmente com disco ou glândulas nectaríferas. alado e avermelhado. Cápsulas septicidas ou raramente bagas. Flores com cálice rosado a avermelhado. 42º59’W). 2008) Distribuição: BAHIA: Andaraí. Comentários: Erva de 30 a 40 cm de altura. Domingos Martins (20º24’S. 2008) Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto (20º17’S. Encontrada com flores em março. androceu com estames epipétalos. monoclinas. Maas &V. Comentários: Arbusto ou árvore. alternipétalos.. algumas saprófitas. algumas vezes verticiladas. Flores comumente vistosas. Brácteas conatas. Possui distribuição cosmopolita. ocorrendo em áreas brejosas ou terrenos alagadiços. (Struwe et al. 41º18’W). Igatu (12º53’S. Parque Estadual do Desengano (21º57’S. corola gamopétala. 41º09’W).Gentianaceae GENTIANACEAE 1 185 Maria Fernanda Calió & 2Elsie Franklin Guimarães Ervas a arbustos. Conhecida por cinco coletas. Ocorre em campos de altitude.F. membranáceo. e corola amarela a alaranjada. com até 3 m de altura. isostêmones. 2 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo (22º16’S. Folhas opostas. ovadas a elípticas. 2002). Encontrada com flores de fevereiro a outubro e com frutos em março. 2008) Prepusa viridiflora Brade 1 Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo (20º32’S. Folhas semi- Prepusa montana Gardner 1 amplexicaules. formando uma bainha bilabiada. 43º30’W). Comentários: Erva com até 70 cm de altura. Comentários: Erva com até 80 cm de altura. Floresce de fevereiro a abril. cálice gamossépalo. raramente poricidas. Folhas em roseta basal. Encontrada com flores e frutos de abril a agosto. contorta. geralmente glabras. alado e inflado. (Guimarães. em áreas de campos e cerrados (Cordeiro & Hoch. simples.

(Calió et al. 41º46’W). & Hoch.F. Inéd. 41º43’W). Distribuição: BAHIA: Santa Maria da Vitória (13º23’S. Gentianaceae. Pai Inácio (12º27’S. Struwe. papiráceas.Guim. J. Aripuana cullmaniorum. Encontrada em campos rupestres. Folhas adpressas a patentes. Guimarães. In M.M.G. Folhas em uma roseta basal. & Fontella 2 Referências: Distribuição: BAHIA: Barreiras. Schultesia crenuliflora Mart. Rio de Janeiro 21: 45-124.Giulietti (orgs) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo. .186 Gentianaceae Comentários: Erva com até 70 cm de altura. Floresce de outubro a fevereiro. 1977.Guim. Brazil. 63: 169-191. e corola verde. tã (13º08’S. Folhas sésseis. (Guimarães. Maas. 1ª ed. (Calió et al. Wanderley. Kirizawa & A. Guimarães. a new genus and species of Gentianaceae from white sands of Southeastern Amazonas. entre 1932 e 1986. Morphologybased phylogeny and revision of Prepusa and Senaea (Gentianaceae: Helieae) – rare endemics from eastern Brazil. Folhas sésseis.F. 2 Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º19’S. Comentários: Erva de 9 a 25 cm de altura. coriáceas. (Gentianaceae) – Revisão taxonômica. Schultesia Mart. Ocorre em campos de altitude. Pirani.Tese de doutorado.J. P. semi-amplexicaules.5 cm de comprimento. & Fontella 2 Schultesia sucreana E. (Guimarães. 41º45’W).. avermelhadas. 211-222. M. verde-arroxeado.) 2 Schultesia piresiana E. 41º50’W). inflado e verde.F. V. Encontrada com flores em fevereiro. Bot. S.A. Arch. Flores com corola infundibuliforme. Rio de Janeiro. Comentários: Erva de 15 a 45 cm de altura. RiMa/FAPESP. Piatã: Serra de Santana (13º09’S. patentes. L. São Paulo. Flores com cálice membranáceo. Comentários: Arbusto a arvoreta. papiráceas. L. Universidade Federal do Rio de Janeiro. vol. Conhecida por cinco coletas. Martins.) Comentários: Erva de 17 a 23 cm de altura.. junho e de agosto a novembro. Revisão taxonômica do gênero Deianira Cham.F. et Schltdl. T. Floresce de fevereiro a julho e frutifica de fevereiro a outubro. Rio das Ondas (12º09’S. de 3 a 3. adpressas.E. 41º28’W). PiaComentários: Erva papilosa. (Guimarães.F. & Albert.Guim. Jard.) Schultesia pachyphylla Griseb. 2008) Schultesia irwiniana E. de 3 a 4 cm de comprimento. novembro e dezembro. com cerca de 3. Folhas sésseis. Folhas sésseis. Flores com corola amarela. membranáceas.) Schultesia bahiensis E. I. (Guimarães. & Fontella Sete Cidades (04º06’S.S. Cambridge University Press. Comentários: Erva de 23 a 36 cm de altura. de 10 a 40 cm de altura. carnosas. coletado com flor e fruto em julho. inéd. inéd.5 cm de comprimento.5 m de altura.V.M. 4. Bot. Rio de Contas. semi-adpressas a patentes. (Guimarães. Melhem. Parque Nacional de de Contas (13º32’S. inéd. (Guimarães. Rio Distribuição: PIAUÍ: Piracurupa. e corola azulada.R. alado. Encontrada com flores em março. Pico das Almas (13º32’S. (Gentianaceae). A. G. 1997. Kew Bull. Conhecida por um único indivíduo. 2002. Flores com corola amarela. (eds) 2002. semi-amplexicaules. 44º59’W).) semi-amplexicaules. Folhas carnosas. Encontrada com flores e frutos em setembro e outubro. & Fontella 44º11’W). Encontrada com flores em março. Harvard Pap. 2 Senaea janeirensis Brade 1 Distribuição: BAHIA: Palmeiras.L. Encontrada com flores de fevereiro a outubro e com frutos em março.M. M. 2005. Struwe. 41º53’W).F. inéd. 2: 235-253. E. inéd.A. 2008) Comentários: Erva de 20 a 40 cm de altura. inéd. de 4 a 5 cm de comprimento. Flores com cálice membranáceo. Cambridge. Calió. Flores com corola alva. 2008. 41º49’W). Gentianaceae – Systematics and natural history.J.. Conhecida por apenas duas coletas. com até 1. infundibuliforme.F. Folhas sésseis.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madalena. Museu Nacional. 42º01’W). 2 Distribuição: BAHIA: Piatã (13º04’S. Cordeiro.Guim. Flores com corola amarela. Flores com corola roxa a azul-arroxeada. 625p. & Albert. p. Parque Estadual do Desengano (21º57’S. L. & Struwe. E. membranáceas. membranáceas. Sheperd. 41º55’W).

Biritiba Mirim Biológica da Represa do Grama (21º27’S. 2003) Nematanthus punctatus Chautems mirim. 41º00’W). corola gamopétala. Vargem Alta (20º40’S. androceu com 4 estames epipétalos. ou quando epífitas com raízes adventícias. Flores (incluindo o pedicelo) quase alcançando o comprimento das folhas. próximo a curso d’água. .Gesneriaceae GESNERIACEAE Alain Chautems & Andrea O.. às vezes uma flor solitária. O valor ornamental de muitas espécies é grande. de Araujo 187 Plantas herbáceas ou sublenhosas. 2005) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cachoeiro de Itape- Columnea ulei Mansf. a grande maioria das espécies ocorre nas Guianas ou entre a Bolívia e a América central. mas coletas realizadas a partir do ano 2000 em um levantamento florístico revelaram uma população ainda existente. Inflorescência terminal ou axilar. Besleria meridionalis C. No entanto. com anteras conatas.800 espécies na região neotropical. Reserva Nematanthus bradei (Handro) Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Boracéia. pluriovulado. Distribuição: CEARÁ: Maranguape. pentâmeras. Serra de Baturité (04º20’S. a grande facilidade de propagação vegetativa ou por sementes tornam o extrativismo na natureza economicamente inviável. monoclinas. com prefloração geralmente valvar. Estação Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba (23º47’S. inteiras ou dentadas a serreadas na margem. o que poderia colocar em risco as populações raras.. 46º15’W). No Brasil. 46º15’W). membranáceas a crassas. Baturité.m. ocorrem 25 gêneros e cerca de 230 espécies. 42º58’W). com disco nectarífero anular ou com 1 a 5 glândulas. entre 700 e 900 m s. protândricas. mais da metade na Região Sudeste e 23 apontadas como raras. unilocular. zigomorfas. simples. Gesneriaceae tem distribuição pantropical.500 espécies. às vezes bilabiadas. São Bento de Urania (20º38’S. Santo André. cerca de 60 gêneros e 1. Comentários: Subarbusto epífito. de placentação parietal. cimosa. veja Souza & Lorenzi. Baga ou cápsula seca ou carnosa. Um dos poucos representantes do gênero no Brasil. Estação Bioló- gica do Alto da Serra de Paranapiacaba (23º47’S. sem estípulas. p. Comentários: Subarbusto epífito. Ocorre no interior de mata. 40º45’W). 46º02’W). 2000). sistema subterrâneo com raízes perenes.n. Flores com corola vermelho-pálida. (Chautems.Morton Distribuição: MINAS GERAIS: Descoberto. Alfredo Chaves. Atualmente. 2008. Foi considerada provavelmente extinta (Mendonça & Lins. 38º53’W). 563. 38º43’W). gineceu bicarpelar. com corola amarelada. para foto) Nematanthus teixeiranus (Handro) Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Santo André. com prefloração imbricada. rizomatoso ou tuberoso. Comentários: Subarbusto epífito. com giba pronunciada voltada para baixo e projetada para frente. Flores com corola alva salpicada de manchas vináceas nos lobos e com até 6 cm de comprimento. Folhas decussadas ou verticiladas. Ocorre em mata úmida e é cultivada no Brasil e no exterior. (23º35’S. geralmente tubuloso-campanulada. 2006. Serra de Maran- guape (03º53’S. Comentários: Subarbusto de 40 cm a 1 m de altura. Ocorre em mata de altitude e é cultivada no Brasil e no exterior. o cultivo ex situ em coleções devidamente documentadas representa uma contribuição importante para a conservação das espécies. e é cultivada no Brasil e no exterior. com cerca de 150 gêneros e 3. com ovário súpero ou ínfero. Ocorre na mata da Serra de Cubatão. (Chautems & Matsuoka.V. pubescente. (Chautems et al. de deiscência longitudinal ou raramente poricida. cálice dialissépalo ou parcialmente gamossépalo. Flores vistosas.

42º06’W). 44º20’W). Ocorre em borda de mata nas serras dos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Serra do Cabral (17º40’S. bilabiada. Introduzida em cultivo durante o séc. 47º20’W). de 25 a 50 cm de altura. (SanMartinGajardo & Sazima. 48º55’W). ainda é apreciada por amadores. e é cultivada no Brasil e no exterior. Encontrada com flores em março e maio. salpicada de pontuações vináceas. entre 700 e 800 m s. . não projetada para frente. Cajuru (21º17’S. 43º34’W). Comentários: Arbusto a arvoreta. 43º16’W). SÃO PAULO: Iporanga (24º43’S. (Chautems & Matsuoka. Serra da Pedra Branca (22º56’S.000 e 2. 43º00’W). (Chautems & Matsuoka. de 20 a 40 cm de altura. Introduzida em cultivo durante o início do séc. cobrindo mais da metade da corola. especialmente nos Estados Unidos. com até 2 cm de comprimento. de até 7 cm de comprimento. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. Nacional Serra dos Órgãos (22º27’S. Ocorre nas pedras dos rios do alto da Serra da Bocaina e é cultivada no Brasil e no exterior. especialmente nos Estados Unidos.. Par- Sinningia glazioviana (Fritsch) Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Bananal.) Chautems Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. Ocorre em ambientes rupestres.Nicholson Distribuição: RIO DE JANEIRO: Magé. Congonhas do Norte (18º48’S.. que Serra dos Órgãos (22º30’S. Flores com corola vermelha.m. (Perret et al..n. 43º00’W). de até 7 cm de comprimento. 1825) Comentários: Flores com corola creme. e é cultivada no Brasil e no exterior. mas parece estar extinta. Morro do Comentários: Planta de 3 a 6 cm de altura. de 60 cm a 4 m de altura. Ocorre na mata da Serra de Cubatão. Serra do Jericino (22º54’S. 2006) Sinningia araneosa Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Altinópolis. Serra de Sapiatiba (22º51’S.n. Saquarema. Existem várias ilustrações e material herborizado oriundo da introdução original em alguns herbários. 2003) Sinningia cardinalis (Lehm. Flores creme a esverdeadas. 48º45’W). 2003) Paliavana plumerioides Chautems Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício.200 m s. Recreio dos Bandeirantes. 20. Rio de Janeiro. cálice vináceo. (Chautems. ainda é apreciada por amadores. 44º04’W). Sinningia hirsuta (Lindl.600 e 2. entre 2. Parque Municipal Ecológico da Prainha (23º01’S.m. 2003) Ocorre na transição da mata com os campos de altitude. Comentários: Planta rupícola. Ocorre em cerrado com afloramentos de arenito e é cultivada no Brasil e no exterior. no ápice de caules em sua maior parte decíduos. 19. de 43º25’W).Moore Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis.) H. 43º41’W). Flores com corola vermelha. 2006) Comentários: Planta rupícola..n. Sinningia hatschbachii Chautems Distribuição: PARANÁ: Morretes. Flores com corola alaranjada. Ocorre nos paredões da Serra do Mar e é cultivada no Brasil e no exterior. xerófíto. glabra. 47º18’W). Sinningia helleri Nees Distribuição: RIO DE JANEIRO: SerraTinguá (22º35’S. Parque Ocorre em campos de altitude. com giba voltada para baixo. densamente Forno (21º05’S.000 m s. Parque Nacional Serra da Bocaina (22º40’S. até 7 cm de comprimento.m. o que torna esta espécie muito atraente. Diamantina (18º17’S.200 m s. Floresce entre julho e setembro. Parque (25º25’S.) G. Comentários: Planta rupícola. (Chautems & Matsuoka. 2002) Sinningia guttata Lindl. entre 1. Serra Marumbi lanosa.m. o que a torna muito atraente. 43º28’W). Barreira. tubulosa. 19. 19 e que se mantiveram nas coleções de alguns jardins botânicos até o início do séc. Rio de Janeiro. São Pedro da Aldeia. (Chautems & Matsuoka. bilabiada. Nacional da Serra dos Órgãos (22º27’S.E. 43º00’W). 43º49’W). 2005) Comentários: Planta rupícola. tubulosa. Flores com corola alva. Conhecida apenas por plantas introduzidas em cultivo na Europa no início do séc. 2003) Comentários: Planta rupícola. Sinningia cochlearis (Hook.n. (Perret et al. (Nees. entre 600 e 1. 42º30’W).188 Gesneriaceae Comentários: Subarbusto epífito. Parque Nacional da Tijuca (22º56’S.

Conhecida como rainha-do-abismo ou edelweiss do Brasil. (Mendonça & Lins. Comentários: Planta com base perene. 2003) (24º35’S. 2000) Sinningia kautskyi Chautems Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º20’S. freqüentemente 3 por nó. com até 6 cm de comprimento. Assemelha-se à Sinningia speciosa (Lodd. Os amadores de plantas suculentas a mantêm quase sem solo com o tubérculo exposto.) Benth. Cultivada no Brasil e no exterior. Flores com corola laranja-coral. Morro do Recife (23º48’S. 40º40’W). (Perret et al. bilabiada. em inflorescência pseudo-racemosa. Salto Apucarazinho caé de Cima (22º23’S. (Chautems & Matsuoka. Flores com corola rosa. 47º00’W). Flores com cálice verrucoso e corola vermelha. 51º09’W). Cultivada no Brasil e no exterior. Flores com corola vermelho-pálida. praia de Guaeca (23º48’S. 42º25’W).. São Sebastião. 46º23’W). 4 por nó. densamente tomentosas. mas é comercializada no Paraná e em São Paulo e também é cultivada no exterior. 42º30’W). com até 6 cm de comprimento. Comentários: Planta de 1 a 10 cm de altura. (Perret et al. Comentários: Folhas verticiladas.. 4 por nó. mas as flores são sésseis no centro da pseudo-roseta de folhas. co- Sinningia iarae Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Santos (23º57’S.. Cultivada no Brasil e no exterior. Jus- sari (15º12’S. Comentários: Folhas verticiladas. no leito de riachos. (Chautems. 45º43’W). Ilha da Vitória (23º48’S. tubulosas. tubulosa. 2002) . 45º08’W). 45º25’W).Moore (23º18’S. ainda é apreciada pelos amadores nos Estados Unidos. salpicada de linhas vináceas. bilabiada. Peruíbe (24º19’S. 2006) Vanhouttea leonii Chautems Distribuição: MINAS GERAIS: Alto Caparaó. (Chautems. 41º54’W). 2003) Sinningia micans (Fritsch) Chautems Distribuição: SÃO PAULO: Iporanga. Ocorre sobre pedras. Parque Hook. perto do topo da serra. Ma- Sinningia leucotricha (Hoehne) H. 2006) São Sebastião. Comentários: Folhas verticiladas. Ocorre nos campos de altitude e é cultivada no Brasil e no exterior. com cerca de 3 cm de comprimento. Comentários: Folhas verticiladas. 4 por nó. 2003) Sinningia striata (Fritsch) Chautems Distribuição: MINAS GERAIS: Caldas. Parque Estadual do Brigadeiro (20º40’S. Flores com corola vermelha. conta com um único registro comprovado. Folhas em pseudo-rosetas. Flores com corola rosa-viva. com até 3 cm de comprimento. 2006) Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. tubulosa. Comentários: Flores alaranjadas. tubulosa. e é cultivada no Brasil e no exterior. ao longo do caule. Flores com corola roxa. 39º32’W). Pedra Branca (21º56’S.) Hiern (a popular gloxinia das floriculturas). Cultivada no Brasil e no exterior. coberta por indumen- to denso de tricomas longos. 48º35’W). (Perret et al.Gesneriaceae 189 Comentários: Planta compacta. Ilha dos Alcatrazes (24º06’S.E. Comentários: Folhas verticiladas. (Chautems & Matsuoka. foi recentemente redescoberta. ex Fritsch Sinningia macrophylla (Nees & Mart. São Sebastião. Introduzida em cultivo no séc.. Ocorre em ambiente rupestre. Folhas em pseudo-rosetas. tubulosa. ex Hoehne) Chautems Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. 45º25’W). & Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º48’S. Araponga. (Perret et al. (Chautems & Matsuoka. 46º20’W). 19. letado nos anos de 1820. Nacional do Caparaó (20º31’S. 4 ou 6 por nó. Flores com corola roxa. de 10 a 25 cm de altura. Vale do Ribeira Sinningia insularis (Hoehne) Chautems Distribuição: SÃO PAULO: São Sebastião. Cultivada no Brasil e no exterior. 1991) Vanhouttea fruticulosa (Glaz. 39º04’W). 2006) Distribuição: PARANÁ: Londrina.

tab. 75-103. C.C.R.V. Chautems. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. 28: 441-450. In Lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção da flora de Minas Gerais. & Rossini. Dalcin (orgs) Banco de dados de Plantas do Nordeste.L.Y. 3. (eds) 2000. vol.cnip. .K.br/ bdpn/index. A. 157p. 704p. A.V. Candollea 46: 411-425. Melhem (eds) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo. Missouri Bot. (Versão 1. http://www. 2003. Gesneriaceae. Nat. 2006. & Spichiger. Gesneriaceae. 2006. T. Gard. Chautems.S. A. Gamarra-Rojas. M. Candollea 56: 261-279. Sothers. Giuletti & T. A.C. Perret. 2005. Taxonomic revision of Sinningia Nees 2: new species from Brazil. Ann.3 . Dispersalvicariance analyses in the tribe Sinningieae (Gesneriaceae): a clue to understanding biogeographical history of the Brazilian Atlantic forest. 2008. J.190 Gesneriaceae Referências: Chautems. Mendonça.php. In C.org. Sur un nouveau genre de la famille des Gessnériées. Ann. Revta Brasil. C. Chautems. Belo Horizonte. H. M. Nova Odessa. & Lorenzi. São Paulo. (Gesneriaceae) from eastern Brazil and a revised key to the genus. Shepherd. A. Selbyana 25(2): 210-224. p. (Paris) 6 : 297. Lopes.C. Five new species of Nematanthus Schrad.C. A. 1825. Mesquita. 12.P. I. Wanderley. L. A. 1991. Fundação Biodiversitas e Fundação Zoo-Botânica. Nees. M. Barbosa & E.G.L. Souza. S. 2005. Brazil. C. New Gesneriaceae from Minas Gerais. baseado na APG II. Chautems. Chautems. 2a ed. Peixoto. & Matsuoka. V. R. G. e Sinningia Nees (Gesneriaceae) polinizadas por beija-flores: interações relacionadas ao hábitat da planta e ao néctar. A.G. & Lins.F. In M. 93: 340-358. M. Espécies de Vanhouttea Lem. RiMa/FAPESP..2006). & Sazima. Sci. Gesneriaceae. M.D. 2002.J. Instituto Plantarum.M. SanMartin-Gajardo. Bot. Mayo.

Trigynobrathys. eventualmente latescentes. com sépalas de 2 a 2. 2008.Robson Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Arroio dos Ra- Referências: até 20 cm de altura. (Guttiferae) 8. H. 4. ovário 3. 2008). Bot. Flores vistosas. de 8 a 9 mm de diâmetro. (Nat.B. 1990) Comentários: Subarbusto prostrado-ascendente. Souza.a 5-locular. Faxinal (30º04’S. hipóginas. Nova Odessa. sem estípulas. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. 20: 1-151. uninérveas. pluriovulado. Studies in the genus Hypericum L. estames agrupados em feixes. 2a ed. N. gamopétalas.a 5-meras. 51º43’W). V. com tos. Folhas opostas. contando com cerca de 30 espécies nativas (Souza & Lorenzi. de 3 a 4 mm de comprimento. ocorrem Hypericum eVismia. Folhas sésseis subamplexicaule. incurvadas. arbustos ou árvores. Hypericum pedersenii N. Cápsulas. drupas ou bagas. Bull. Hist. no Brasil. Hypericaceae inclui nove gêneros e cerca de 600 espécies segregados de Clusiaceae. geralmente polistêmones.Hypericaceae HYPERICACEAE Volker Bittrich 191 Ervas. & Lorenzi. Flores amarelas. Robson. glaucas.). 30 a 35 estames e 3 estiletes. apenas uma delas é rara. com pontuações glandulares. 704p. . Sektions 29. Instituto Plantarum. Brathys (part 2) and 30.5 mm de comprimento. baseado na APG II. Mus. actinomorfas. (Robson. Brit.K. 1990.C.

com brácteas filiformes e bractéolas curtas.) (13º35’S. denteadas ou lobadas. Flores geralmente monoclinas.a 6-colpados. algumas vezes estoloníferos ou rizomatosos. Inflorescências freqüentemente bracteadas e compostas de cimeiras arranjadas em um tirso indeterminado e terminal. Pico das Almas (00º42’N. aromáticos ou não. com 1 estilete. lobado nos bordos. Dois gêneros importantes pelo número de espécies não foram analisados: Salvia e Scutellaria. (França. 1992) cuneadas na base. tetrasporângiadas ou monotecas por aborto. Folhas largo-elípticas ou subor- folhosas. inéd. sem estípula. androceu formado geralmente por 4 estames didínamos ou apenas 2 por aborto.) Eriope angustifolia Epling Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. indumento geralmente presente. 52º34’W). . uma vez que nem todos os gêneros foram analisados por falta de especialistas e revisões recentes para vários grupos. Comentários: Árvore. 63º27’W). separando-se em 2 ou freqüentemente em 4 mericarpos. Encontrada com flores e frutos de novembro a março. hipóginas. geralmente bilabiada. 43º35’W). formado por tricomas unisseriados glandulares ou não. grãos de pólen geralmente 3. Frutos geralmente deiscentes. formando um falso septo. anteras bitecas. caules e ramos geralmente quadrangulares.180 espécies e 236 gêneros. Comentários: Arbusto. Ocorre nos campos rupestres na porção oeste da Chapada Diamantina em altitudes elevadas. Aegiphila exiguiflora Moldenke Distribuição: PARÁ: Almeirim (01º31’S. (Harley. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura.) biculares. raramente trepadeiras. 41º48’W).) Aegiphila duckei Moldenke Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. raramente formando roseta basal. simples. Cimas multifloras. coletado por Burchell. geralmente decussadas. ocorrem 28 gêneros nativos e cerca de 475 espécies. No Brasil. Comentários: Árvore. Folhas opostas. Conhecida apenas pelo material-tipo. 47º18’W). Comentários: Arbusto. cálice gamossépalo. Conhecida apenas pelo material-tipo. Lamiaceae inclui cerca de 7. inteiras. Conhecida apenas pelo material-tipo. mas esse é um número subestimado. (França. inéd. e lóculos uniovulados. (sub)arbustos ou ervas perenes ou anuais. com filetes adnatos ao tubo da corola. freqüentemente acrescente. com distribuição praticamente cosmopolita. inéd. ou drupáceos. com brácteas fo­ lho­ sas. com deiscência longitudinal ou poricida. (França. Conhecida apenas pelo material-tipo. Aegiphila capitata Moldenke Distribuição: SÃO PAULO: localidade não indicada. São indicadas 69 espécies raras. com uma semente em cada pireno. rio Negro Eriope anamariae Harley Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Cimas multifloras. (França. com brácteas Aegiphila goeldiana Huber & Moldenke Distribuição: PARÁ: Peixe-Boi (01º12’S. Ser- ra do Cipó (19º20’S. Folhas obovadas ou elípticas. coriáceas. Cimas multifloras. Cálice obcônico. inéd. com muitas espécies introduzidas como ornamentais ou para usos na culinária e até como madeira. corola gamopétala. gineceu geralmente tetralocular por intrusão da parede carpelar.192 Lamiaceae LAMIACEAE Raymond Mervyn Harley & Flávio França Árvores. Cimas multifloras.

com camada de cera branca e intumescências. finos e com uma camada da cera branca. Serra do . coletado em cerrado. grande. não cordadas. Alto Paraíso de Goiás (14º08’S. 1992) Eriope sincorana Harley Distribuição: BAHIA:Andaraí (12º50’S. Floresce e frutifica de dezembro a julho. Harley. formando pequenas populações. 52º20’W).8 m de altura. 1949. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. (Epling. Mucugê (12º58’S. porção oeste da Chapada Diamantina. com até 4 m de altura. Ocorre em cerrados e campos rupestres. Comentários: Arbusto ereto. ramos com intumescências conspícuas e uma camada de cera branca. 1988b) 47º31’W). Rio de Contas (13º35’S.Lamiaceae 193 Comentários: Arbusto com até 1. 41º20’W). Encontrada com flores entre fevereiro e março. Rio de Contas. 1949. 41º55’W). nos campos rupestres da Serra do Sincorá. 48º27’W). Folhas verdes. Harley. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º15’S. com até 1 m de altura. Ocorre em campos rupestres. simples. Floresce de julho a fevereiro.5 m de altura. (Epling. rio Mucugezinho (12º27’S. (Epling. ramos 48º04’W). porção leste da Chapada Diamantina. Comentários: Subarbusto com até 0. na Chapada dos Veadeiros. 41º48’W). 41º48’W). com até 1. Niquelândia (14º27’S. 43º38’W). ramos com entrenós superiores cobertos por camada de cera branca. Ocorre em cerrado. Pai Inácio (12º33’S. 1992) Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Comentários: Subarbusto. cordadas. Ocorre sobre solos arenosos entre pedras. Comentários: Arbusto com até 1. verdes. com até 4 m de altura. Comentários: Arbusto ereto. Encontrada com flores de maio a agosto. Flores com corola vermelha. (Harley. Pico das Almas Eriope confusa Harley Distribuição: BAHIA: Lençóis.6 m de altura. Eriope machrisae (Epling) Harley Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança (14º42’S. (Harley. coletado com flores em setembro. em área arenosa de pasto para gado. çóis (12º27’S. Comentários: Arbusto ou subarbusto. revolutas nas margens. Duro (11º45’S. lanceolado-oblongas. 1992) Comentários: Subarbusto ereto. sobre solo arenoso. Inflorescência laxa com flores lilás. 46º50’W). (Harley. com entrenós superiores cobertos por camada de cera branca. Mucugê (12º58’S. Folhas estreito-lanceoladas a lineares. Ocorre em campos rupestres. 1976) mos delgados. Floresce e frutifica de agosto a fevereiro. na Serra das Almas. Folhas lineares. 47º31’W). ra- Eriope xavantium Harley Distribuição: MATO GROSSO: Nova Xavantina (14º41’S. durante as épocas mais úmidas do ano. (Epling. Ocorre em cerrado. pouco ramificado. 1976) Eriope montana Harley (13º32’S. 41º20’W). Folhas linear-elípticas. 1936) Eriope luetzelburgii Harley Distribuição: BAHIA: Piatã (13º09’S. com flores em janeiro. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Harley.5 m de altura. glabras. pou- co ramificado. Harley. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Folhas verdes. tubulosa. (Epling. Serra Marsalina (13º35’S. 1944. pouco ramificado. 41º25’W). 41º20’W). 1957. 41º24’W). (Harley. 1988b) Hypenia concinna Benth. Palmeiras. 1988b) Distribuição: TOCANTINS: Dianópolis. 41º32’W). ramos da inflorescência. Conhecida apenas pelo material-tipo. 41º46’W). Folhas sésseis. Floresce de maio a dezembro. ramos com entrenós superiores cobertos por camada de cera branca. Encontrada com flores e frutos de novembro a fevereiro. Harley. 1992) Hypenia aristulata (Epling) Harley Distribuição: GOIÁS: Colinas do Sul (14º08’S. nas épocas menos secas. Encontrada com flores em abril. Len- Eriope filifolia Benth. arredondadas.

47º31’W).) Harley 46º15’W). (Epling. em área arenosa.) Harley Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos Guima- Hyptidendron conspersum (Benth.) Harley Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. Encontrada com flores de maio a junho. Harley.194 Lamiaceae Hypenia crispata (Pohl ex Benth. Hyptis angustifolia Pohl ex Benth. ramos delgados. (Epling. com entrenós superiores fistulosos. Flores com corola roxo-azulada. com até 1 m de Hyptidendron claussenii (Benth. 1949) Comentários: Erva perene a subarbusto. 47º31’W). 1988b) Distribuição: GOIÁS: Fazenda Nova. com entrenós superiores com intumescências e camada de cera branca. 1949. Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. ramos simples. 1988b) Comentários: Arbusto a subarbusto. .) Harley (16º21’S. coletado em cerrado aberto. Folhas coriáceas. Serra do Caraça (20º04’S. Serra da Canastra (20º15’S. Folhas imbricadas. Comentários: Arbusto ereto. Mambaí (14º21’S. com (16º21’S. com flores em setembro. ereto. Distribuição: GOIÁS: Fazenda Nova. 1949. sobre solo arenoso. Ocorre atualmente apenas nos campos rupestres da Serra da Canastra. Ramos e folhas mais ou menos prateados. na transição para o cerrado. Ocorre entre rochas. ramos simples. ligeiramente engrossados. Comentários: Erva prostrada. em inflorescências terminais. de 1 a 2 m de altura. relativamente grande. (Epling. Folhas lineares a estreito-elípticas. ex Benth. 1988b) Comentários: Subarbusto ereto. sésseis. dos Veadeiros (14º05’S. Floresce de abril a novembro. 1949. 46º05’W). (Epling. (Epling. com entrenós superiores com intumescências conspícuas e camada de cera branca. Folhas pequenas. 1988b) Distribuição: BAHIA: Formosa do Rio Preto (11º02’S. com até 1 m de altura. Folhas coriáceas.) Harley 45º10’W). 55º44’W). Chapada ramos alongados. Distribuição: GOIÁS: Guarani de Goiás (13º45’S. Flores com corola creme-amarelada. Comentários: Arbusto. 1949. 50º42’W). com tricomas sedosos amarelo-acinzentados. Encontrado com flores em maio. 1949) Hypenia subrosea Harley Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. ereto. Encontrada com flores em fevereiro e março. Encontrada com flores de maio a julho.St-Hil. 46º54’W). Flores em capítulos. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1988b) Hypenia micrantha (Benth. com tricomas glandulares. (Epling. porém não foi encontrada lá apesar de muitas buscas. nos campos rupestres da porção sul da Cadeia do Espinhaço. 46º21’W). tubulosa. Distribuição: MINAS GERAIS: Araxá. nas áreas mais altas da Chapada. 47º25’W). 1988b) Hypenia paradisi Harley dos Veadeiros (14º08’S. ramificado. Serra Geral (14º09’S. Ocorre em cerrado. cobertos por camada de cera branca. em lugares úmidos. Comentários: Arbusto a subarbusto. SÃO PAULO: Franca (20º32’S. O material-tipo foi coletado em Franca. Harley. (Epling. Serra Dourada altura. Posse. Harley. Floresce de janeiro a maio. Serra Dourada Hyptidendron dictiocalyx (Benth. até 50 cm de altura. Conhecida apenas por duas coletas. 1949. Coletado em cerrado aberto. 1988b) Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Barreiras (19º39’S. 1974. Flores em cimeiras axilares. pouco ramificado. Harley. (Harley. Chapada Hyptis alpestris A. 43º26’W). com perfume forte de eucalipto. Harley. rães (“Santa Ana da Chapada”) (15º27’S. estando provavelmente extinta no local. em capítulos sustentados por pedúnculos curtos. esguio. com até 1 m de altura. Encontrada com flores em janeiro. Ocorre em campos rupestres. 1974. Ocorre em campos rupestres. São Roque de Minas. 46º28’W). Ocorre em campos rupestres. (Harley. Comentários: Subarbusto ou erva perene. sobre solo arenoso. Flores em cimeiras axilares. 50º42’W).

43º28’W). ácidos. Floresce de outubro a fevereiro. reunidos em tirso terminal. lineares. 1949) Hyptis caduca Epling Distribuição: TOCANTINS: Porto Nacional (10º42’S. com até 70 cm de altura. 48º57’W). Folhas lineares. Ocorre em brejos adjacentes a campos rupestres e apresenta o hábito similar a várias espécies de Melastomataceae da região. nas (18º04’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. profusamente ramificado. 41º20’W). ereto. Encontrada com flores em outubro e abril. ereto.St-Hil. 1949) Distribuição: GOIÁS: Pirenópolis. pachyphylla. com até 30 48º25’W).c) Comentários: Subarbusto ereto. Hyptis cuniloides Epling Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º33’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. arredondadas. ramos e fo- cm de altura. Folhas coriáceas. Serra dos Pireneos Hyptis cruciformis Epling Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 41º18’W). Comentários: Erva anual. Missão de Comentários: Erva com até 1 m de altura. nos campos rupestres da Chapada Diamantina. Ocorre em cerrado. 1986a) Hyptis coriacea Benth. 41º20’W). Hyptis argyrophylla Harley Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S. lhas prateados. (Epling. Diamantina (18º13’S. 1985a) nos campos gerais sobre solos arenosos a argilosos. Mucugê (12º58’S. aglomeradas próximo à base do caule. pouco ramificado. (Harley. Mucugê (12º58’S. 50º00’W). com até 30 cm (18º29’S. Folhas estreito-ovadas. ambiente ameaçado pelo desenvolvimento da agricultura na região. Flores em capítulos com pedúnculos curtos. 43º36’W). ereta. 1949) Hyptis asteroides A. Encontrada com flores em julho. Comentários: Erva a subarbusto. Flores em tirsos terminais de capítulos esféricos e pedunculados. Comentários: Erva ou subarbusto. Almas (11º34’S. sésseis. 47º10’W). Chapada Hyptis bombycina Epling Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Coxim cussadas. ovadas. com exceção das épocas mais secas. Floresce de janeiro a julho. (Epling. 1949) los esféricos brevipedunculados. 41º16’W). Flores em capítulos pedunculados. (Harley. argyrophylla subsp. pedunculata endêmica de Mucugê e Abaíra. efêmera. (Epling. sendo a subsp. de altura. ramos glandulosos. Folhas imbricadas. Ocorre entre pedras. com tricomas densos. Folhas sésseis. quase destituído de árvores e rico em palmeiras acaules. Esta espécie pode formar híbridos com H. 41º09’W). 46º49’W). de- dos Veadeiros (14º08’S. adpressos. Floresce de fevereiro a julho. Distribuição: TOCANTINS: Dianópolis. em cimeiras sésseis na subespécie típica ou pedunculadas em H. Folhas oblongas. pedunculata Harley. Distribuição: Minas Gerais: Couto de Magalhães de MiComentários: Subarbusto pequeno. 1949) coara (13º24’S. 1986b. Flores em capítu- Comentários: Erva ou subarbusto ereto. (15º51’S. Floresce durante o ano todo. Flores em capítulos subglobosos. Ocorre Duro (11º37’S. Hyptis arenaria Benth. (Epling. Barra da Estiva (13º41’S. (Epling. tem somente quatro espécies. esparsamente a densamente pilosas. .Lamiaceae 195 Hyptis apertiflora Epling Distribuição: PARANÁ: Castro (24º47’S. (Epling. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. coletado com flores em abril. Folhas sésseis. 1949) Hyptis carvalhoi Harley Distribuição: BAHIA: Cascavel (13º10’S. Floresce de fevereiro a abril. IbiComentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 50º09’W). Comentários: Arbusto com até 1 m de altura. densemente pilosos. Hyptis seção Pachyphyllae. Ponta Grossa (25º05’S. ex Benth. 54º45’W). todas endêmicas às áreas mais altas da Chapada dos Veadeiros. 41º48’W). 47º32’W). Folhas prateadas. com tricomas adpressos. Flores com corola lilás. (Harley. 41º24’W). Flores em capítulos paucifloros.

Hyptis hamatidens Epling & Játiva Distribuição: MATO GROSSO: Barra do Garças (15º53’S. 41º48’W). 1949) Hyptis digitata Harley Distribuição: GOIÁS: Alto Paraiso de Goiás. 47º53’W). pauciflora Harley. ramificado na base. Flores com corola magenta. Flores em capítulos subsésseis. eretas. Flores em capítulos subglobosos. halimifolia subsp. profusamente ramificado. nos campos rupestres. Flores com corola lilás-clara. (Harley. sobre solo arenoso e úmido. Flores com corola roxo-azulada. com cerca de 40 cm de altura. rio Paraguaçu (13º04’S. tomentosos. ex Benth. GOIÁS: Piranhas (16º24’S. prostrada.5 m de altura. Floresce em julho. Ocorre na bacia do rio Araguaia. denteadas a trilobadas. (Harley. Encontrada com flores em maio. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis. decumbentes dos Veadeiros (14º08’S. discolores. típica ou sésseis em H. Folhas estreitas. Folhas lanceolado-elípticas. Ocorre em áreas abertas. Chapada dos VeComentários: Arbusto baixo.a 5-lobadas. res em capítulos subglobosos. Comentários: Erva ereta. 1949) Hyptis hagei Harley Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S. Três Morros (13º09’S. com até 1. Folhas arredondadas. Distribuição: GOIÁS: localidade não indicada. Flores em capítulos pequenos. Folhas estreitas. 48º04’W). Ocorre em campos rupestres. Comentários: Subarbusto pequeno. Rio de Contas (13º35’S. Comentários: Erva decumbente. sobre solos arenosos e mais ou menos secos. (Epling. Flores em capitulos subglobosos. Comentários: Arbusto com até 1 m de altura. pauciflora em locais com altitudes mais elevadas. Flores em cimeiras paucifloras. Chapada Hyptis hispida Benth. densamente pilosos. em cimeiras axilares brevipedunculadas. 42º08’W).75 m de altura. Arraias (12º43’S. ramos finos. adpressas ao caule. co Cardoso (13º25’S. Ocorre entre pedras. 1947) coriáceas. Comentários: Arbusto com até 1. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1967) Hyptis dictyodea Pohl ex Benth Distribuição: GOIÁS: Caldas Novas (17º44’S. Palmeiras (12º30’S. Folhas pequenas. 47º31’W). Comentários: Erva pequena. Comentários: Subarbusto. com ramos eretos. Comentários: Erva pequena. Encontrado com flores em janeiro. Flo- xialmente. 41º33’W). 47º14’W). (Epling. Folhas coriáceas. Ocorre em campos rupestres. reunidas em cimeiras paucifloras. 1949) adeiros (14º08’S. (Epling. Floresce de julho a março. em cimeiras pedunculadas na subsp. tronco e ramos lenhosos. . perfumadas. Folhas membranáceas. (Epling & Játiva. 42º57’W). em capítulos longipedunculados. formando populações isoladas. Flores em capítulos pedunculados. Serra dos Órgãos (22º24’S. (Epling. 48º37’W). 1949) Hyptis delicatula Harley 41º27’W). cinéreas aba- Hyptis heterophylla Benth. ramificada. Comentários: Subarbusto com até 40 cm de altura. 41º46’W). Flores com corola lilás. a subsp. Conhecida apenas pelo material-tipo. 47º04’W). acinzentadas. Conceição do Tocantins (12º18’S. Distribuição: GOIÁS: Colinas do Sul. (Epling. pilosos. Floresce praticamente o ano todo. 52º15’W). Floresce de abril a agosto.196 Lamiaceae Comentários: Arbusto esguio. ramificada. 1985b) Distribuição: BAHIA: Mucugê. Hyptis humilis Benth. 1985a) Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S. O tipo Distribuição: TOCANTINS: Paranã (12º36’S. (Harley. Folhas pequenas. Folhas acinzentadas. Éri- Hyptis cymulosa Benth. Folhas arredondadas. (Harley. ereto. Folhas simples ou 3. Piatã. 51º48’W). 41º48’W). 1986a) Hyptis halimifolia Mart. 1985b) a eretos. 41º22’W). prateadas. com até 30 cm de comprimento.

Ocorre na transição entre o cerrado e os campos rupestres. com exceção das épocas mais secas. dos Veadeiros (14º08’S. 41º46’W). . Floresce de janeiro a março. Conhecida apenas pelo material-tipo. antes denominada São João de Palma. 41º10’W). Flores com corola alva a lilás-escura. Folhas arredondadas a reniformes. Flores com corola lilás-cla- pouco ramificado. Ocorre em campos rupestres. Pico das Almas (13º35’S. Colinas do Sul (14º09’S. Folhas membranáce- Hyptis penaeoides Taub. (Epling. Ocorre nos campos rupestres das regiões mais elevadas da Chapada Diamantina. Piatã (13º09’S. pachyphylla Epling. reunidas em inflorescência terminal de cimeiras pequenas. (Harley. (Harley. (Epling. 47º31’W). 41º48’W). 47º31’W). Comentários: Arvoreta a arbusto. 47º31’W). perfumadas. A seção Pachyphyllae tem somente quatro espécies. 1949) Distribuição: SÃO PAULO: localidade não indicada. 48º04’W). Folhas rugosas. Rio de Comentários: Subarbusto a arbusto. 48º04’W). Flores com corola lilás a rosa. 1949) Hyptis imbricatiformis Harley Distribuição: GOIÁS: Alto Paraiso de Goiás. endêmicas às áreas mais altas da Chapada dos Veadeiros. com exceção das épocas mais secas. 56º05’W). sésseis.5 m de altura. (Harley. ramos superiores Hyptis pachyphylla Epling Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º08’S. Comentários: Arbusto ereto. Esta espécie é característica de brejos adjacentes a campos rupestres. Floresce em todos os meses do ano. 1949) ra. 41º46’W). Folhas imbricadas.St-Hil. Pertence a seção Pachyphyllae. Colinas do Sul (14º09’S. 1986b) 41º48’W). Serra do Barbado (13º18’S. lanuginosos. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º08’S. Encontrada com flores em abril. Há registros de híbridação com H. chama também a atenção devido a semelhança com espécies de Cupressus (Gymnospermae). ra- Hyptis pinheiroi Harley Distribuição: BAHIA: Umburanas. sobre solo úmido. coletado em cerrado com afloramentos de arenitos.Lamiaceae 197 foi coletado em Paranã. Flores em capítulos globosos. com até 2 m de altura. e chama a atenção pela semelhança com espécies de Cupressus (Gymnospermae). (Epling. é endémica às áreas mais altas da Chapada dos Veadeiros. pachyphylla tem as folhas maiores. decussadas. As duas espécies podem ser distintas porque H. Floresce o ano todo. 1986b) Hyptis loseneriana Pilger Distribuição: MATO GROSSO: Cuiabá (15º35’S. as. dos Veadeiros (14º08’S. 1949) Hyptis nivea Epling Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 41º48’W). ex Benth. 47º31’W). e tem o hábito semelhante a um licopódio gigantesco ou a uma Lychnophora (Asteraceae). todas endêmicas às áreas mais altas da Chapada dos Veadeiros. Seabra (12º25’S. Comentários: Arvoreta ou arbusto. 41º48’W). herbáceos. Comentários: Erva procumbente. 1986b. Chapada Hyptis nubicola Harley Distribuição: BAHIA: Abaíra. A seção Pachyphyllae. (Harley. Folhas pequenas. Floresce em todos os meses. Floresce de novembro a março. Como H. cruciformis Epling. Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. Ocorre na transição entre cerrado e campos rupestres. em cimeiras densas. Floresce todos os meses. (Epling. mos e folhas prateados. 1992) Hyptis irwinii Harley Distribuição: BAHIA:Abaíra (13º18’S. com apenas quatro espécies. que tem somente quatro espécies. reunidas em tirso congesto e folhoso. Folhas imbricadas. cobertos por tricomas sedosos e alvos. Chapada Comentários: Arbusto com cerca de 1.c) Contas (13º35’S. Rio de Contas. Comentários: Arbusto com até 1 m de altura. Comentários: Subarbusto ereto. 1974) Hyptis lobata A. ovadas a deltóides. fortemente perfumadas. com exceção das épocas mais secas. (Harley. Delfino (10º22’S. Ocorre em campos rupestres.

Ocorre em campos rupestres. de 1 a 1. perfumadas. sobre solos cársticos e argilosos. Encontrada com flores e frutos entre dezembro e julho. Ocorre em caatinga. Folhas coriáceas. Comentários: Arbusto ereto. Comentários: Erva com cerca de 1 m de altura. aromático. 41º44’W). (Harley. Hyptis tagetifolia Harley Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 43º26’W). formando um pequeno tirso terminal. Pacaás Novos (11º09’S. com tricomas adpressos. densamente tomentosas. Encontrada com flores em junho e setembro. 44º11’W).. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1995) (Rich. em áreas pantanosas. (?) entre os rios Hyptis rhypidiophylla Briq. glabrescentes adaxialmente. passando a marrom-claros. Distribuição: MINAS GERAIS: Brumadinho. 43º00’W). Serra do Caraça (20º04’S. Ouro Branco. flabeliformes a obovadas. Botumirim (16º51’S. compactos. (Epling.2 m de altura. com brácteas de várias cores. . 1949. Flores em capítulos globosos. 2006) Comentários: Subarbusto ascendente a ereto. 1985a) tura. largamente ovado-cordadas. 43º41’W). 63º32’W). Serra da Moeda (20º07’S. Folhas pequenas. Conhecida apenas por duas coletas. procumbente a ere- dos Veadeiros (14º08’S. to. 43º43’W). Ocorre em cerrado. na axila das brácteas.198 Lamiaceae Flores com corola rosa. Comentários: Arbusto com até 1 m de altura. Flores em capítulos hemisféricos. verdes. geralmente agrupadas em 3 ao longo do caule.) Briq. (Harley & Atkins. aromáticas. Alto da Lagoa Nova cm de altura. Encontrada com flores e frutos em março e julho. reunidas em inflorescência terminal espiciforme. Serra do Caraça (20º04’S. densamente tomentosos. densamente glandulosas. crenadas. Hyptis piranii Harley Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol. (Harley. 1949) Comentários: Erva ereta. Serra do Ouro Branco (20º30’S. raramente vermelha.St-Hil. Floresce entre janeiro e março. 2001) Distribuição: BAHIA: São Gabriel. mas com os lobos do cálice membranáceos e deltados. reunidas em glomérulos cimosos. brevipedunculados. acinzentadas. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Cadeia do Espinhaço. 41º48’W). 41º48’W). Ocorre nos campos rupestres com solo arenoso e seco. Folhas fortemente pinatifidas. 1992) Hyptis similis Epling Distribuição: MATO GROSSO: Mun. Rio Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 1949) Hyptis sancti-gabrielii Harley (11º04’S. não bem localizadas no Pantanal Norte. Folhas de Contas (13º35’S. Encontrada com flores em julho. (Harley. Catas Altas. Semelhante a H. Encontrada com flores em março. Flores em cimeiras. sobre pedúnculos alongados. coletado com flores em fevereiro. (Harley. sobre rochas calcárias da série Bambuí. Hyptis tricephala A. com tricomas alvos. Conhecida apenas por três coletas. (Epling. Serra de Ouro Branco (20º28’S. ex Benth. 1985a) Hyptis silvinae Harley Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º18’S. formando um tirso terminal espiciforme. Folhas estreito-lanceoladas. Encontrada com flores em dezembro e fevereiro. Folhas coriáceas. Flores em capítulos sésseis. Harley. 1974) Hyptis rondonii Epling Distribuição: RONDÔNIA: Guajará-Mirim. (Epling. axilares às brácteas foliáceas. viscoso. Jambeiro Comentários: Arvoreta a arbusto. com até 4 m de al- (16º33’S. Ocorre nos campos rupestres da porção sudoeste da Chapada Diamantina. tubulosa. Flores com corola salmão. com até 80 47º49’W). 42º53’W). Chapada Comentários: Erva ou subarbusto. Floresce e frutifica de fevereiro a maio. 43º23’W). Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. Ouro Branco. mutabilis Cuiabá e São Lourenço. 47º31’W). Serra dos Hyptis tenuifolia Epling Distribuição: SÃO PAULO: Itirapina (22º15’S.7 m de altura. (Harley. Comentários: Subarbusto de 40 cm a1. Flores em capítulos pedunculados. 47º32’W). São Simão (21º28’S.

coletado com frutos em dezembro. 1863) Distribuição: BAHIA: sem indicação da localidade. Folhas freqüentemente trifolioladas. Epling. La Plata 7: 153-497. C. Club 71: 484-497. 1949. Conhecida apenas pelo materialtipo. com caules estoloníferos. Encontrada com flores em abril e julho. (Moldenke. (Moldenke. Serra do Bodoquena (21º07’S. R. congestas. lhas pentafolioladas. (Epling. (Turczaninow. Pl. Encontrada com flores em outubro. Supplementary notes on American Labiatae 4. coletado em floresta de várzea. Notes on New World Labiatae 3. 1864). Epling. Harley.M. Comentários: Folhas unifolioladas. Epling. Epling. Epling. Synopsis of the South American Labiatae. 1999. Botany of the Guyana Highland 7. & Játiva. Epling. 1944. Bull. Folhas pentafolioladas.(?) rio São Lou- líolos obovados. Bull. C.) Briq. 29: 125-140. Encontrada com flores em julho. 1985b) Vitex odorata Huber Distribuição: PARÁ: Ilha de Marajó. 1935-1937. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1957. 1940) 41º16’W).. Beih. A new mint from Goiás. Conhecida apenas pelo material-tipo. Club 74: 512-518. membranáceos. Hyptis villicaulis Epling Distribuição: MATO GROSSO: Mun. Rep. Contrib. com fo- 49º54’W). 1958) Distribuição: PARÁ: sem indicação da localidade. Universidade de São Paulo. com folíolo elípticos ou obovados. Harley. Kew Bull. 1908) renço (16º38’S. 17: 228-230. Supplementary notes on American Labiatae 3. New species of Monochilus (Lamiaceae) from Brazil. em cimas multifloras. São Paulo. 00o36’S. 1974. Nat. Comentários: Arbusto. hábito semelhante à Hyptis mutabilis (Rich. Conhecida apenas pelo material-tipo. Spec. pois o nome Pirucana é associado a uma das ilhas São João localizada entre Salinas (Salinópolis. França. úmidas. Comentários: Árvore.Lamiaceae 199 Flores em capítulos hemisféricos brevipedunculados. F. 1941) Distribuição: AMAZONAS: Humaitá. Torrey Bot. Gard. Hyptis machrisae. Cimas multifloras laxas. MATO GROSSO DO SUL: Bonito. Flores com corola azul. 6: 1-4.D. Los Angeles County Mus. 38 (3): 1-107. Revisión del género Hyptis (Labiatae).M. Folhas pentafolioladas. Folhas pentafolioladas. 55º17’W). Revisão do gênero Aegiphila e seu posicionamento taxonômico. Vitex laciniosa Turcz. Nov. 1949) Vitex snethlagiana Huber ex Moldenke espécies do gênero com esse tipo de folha. Penn. Revta Mus. Talvez a localidade da coleta . 2003. (Moldenke. não seja no Maranhão e sim no Pará. Torrey Bot. Mem. Comentários: Erva ereta. com frutos em setembro. com tricomas longos e lobos do cálice compridos. coletado em campo. Hooker`s Icon. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores em capítulos pedunculados. Fo- Vitex maranhana Moldenke Distribuição: MARANHÃO (PARÁ?): Pirucana (loca- lidade não identificada). membranáceos. Sci. 85: 1-341. mas com ramos e folhas pilosas. Novon 9: 323-324. 56º28’W). Cimas axilares densas. Hist. setáceos. (Huber. 46º10’W) na costa paraense. 63º01’W). C. New York Bot. 1949) Hyptis viatica Harley Distribuição: MINAS GERAIS: Pedra Azul (16º01’S. Tese de doutorado. P. Comentários: Erva prostrada. Conhecida apenas por duas coletas do Pantanal. C. próximo à divisa com Maranhão (cf. (Harley. Cresce sobre rochas gnáissicas. Comentários: Árvore com indumento ferrugíneo. com flores em dezembro. Três Casas Referências: Cantino. 1976. Chaves (00º12’N. New collections of Labiatae from Brazil. R. A review of Eriope and Eriopidion (Labiatae). Comentários: Árvore com cerca de 5 m de altura. C. 1967. 1947. Inéd. (Epling. uma das únicas duas Vitex krukovii Moldenke (07º30’S. 47º21’W) e o Cabo Gurupi (00o55’S. C.

J.N. Penn. Harley. R. from Brazil. 40: 627-643. R. Notes on New World Labiatae 6. S.M. Huber. & Heyer. Moldenke. Verbenaceae et Mioporaceae nonnullae hucusque indescriptae. New taxa of Labiatae from the Pico das Almas and the Chapada Diamantina. Linn. 1941. Harley. Polydesmia Benth. Par.R. Revision of generic limits in Hyptis Jacq. Bahia. H. 1863. . Acad. a new species of Labiatae from Irecê. 50: 591-594. Moscou 36(2): 193-227.M. Moldenke. nov. Harley. H. Notes on New World Labiatae 8. an invalidly published name for a forgotten Brazilian Hyptis (Labiatae). H. South American Pilot. Kew Bull. Kew Bull. R. 41: 995-1005. Harley. Notes on New World Labiatae 10. Evolution and distribution of Eriope (Labiatae) and its relatives in Brazil. 1995. 1940.N. 1: 483-490. 40: 609-625. Phytologia 6: 136-137. Observations on a hybrid population of Hyptis cruciformis and H. 1992. Cyanocephalus Benth. Nat. 1908. Notes on New World Labiatae 7. Kew Bull. New South American Verbenaceae. 2006. R. Bot.200 Lamiaceae Harley. Hyptis sanctis-gabrielii. Bull.M. J. (eds) Proceedings of a workshop on Neotropical Distribution Patterns.. Moldenke.M. Bras. R. Turczaninow. R. 1985b. Trop.: 71-120. 1986b. sect. pachyphylla in Brazil. 56: 685-690. 1958. W. Mus. 41: 141-150. Soc.M.M. As espécies amazônicas do gênero Vitex. Oxford. from Bahia. In Vanzolini. R. Harley. Taxonomic and nomenclatural changes and two new species of Hyptis (Lamiaceae) from Brazil. (Labiatae) and its allies. Pachyphyllae (Epl. Studies on Hyptis sect. 61: 89-98. P. 1985a. New taxa in Hyptis sect. New taxa in Hyptis sect. Kew Bull. 1988a. 1864.M. Notes on New World Labiatae 9. Rio de Janeiro. 1986c. New species of Hyptis (Labiatae) from South America. Harley R. N. & Atkins. 41: 1007-1015. Soc. Harley. R. 98: 87-95. J. Kew Bull. R. Stachytarpheta caracana (Verbenaceae). Kew Bull.M. in Brazil. Kew Bull. Harley. Monograph of Vitex. 2001. Harley. New species and varieties of Vitex from South America. R. Bol. Kew Bull. Brazil. Harley. Kew Bull. Emílio Goeldi 5: 209-222. Phytologia.E.M.N. 47: 553-580.M.) Harley. 1986a. 1988b. Ciências.M. Woods 64: 29-37. Great Britain Hydrographic Dept.

n. uniovulado. monoclinas ou diclinas.a 4-loceladas. cartáceas. dióicos e/ou ginodióicos ou monóicos. Folhas opostas. em floresta ombrófila densa. Encontrada com flores em novembro. esverdeadas. (des)iguais. Inflorescências paniculadas. Folhas. Cerca de 700 a 800 espécies e 30 gêneros ocorrem na região neotropical. Comentários: Árvore do dossel. Folhas 47º43’W). raramente trepadeiras parasitas. Folhas alternas ou opostas. 1976. Inflorescências em geral paniculadas. provavelmente. profu­ sa­ men­ te ramificado desde a base. sobre solo arenoso e úmido ou areno-pedregoso. Comentários: Arbusto de 30 cm a 2. (Kubitzki & Renner. Família pantropical. 59º58’W). lanceoladas. 1982) Comentários: Árvore com até 10 m de altura. tépalas geralmente em 2 verticilos. 60º01’W). Flores em geral pequenas. curtamente pilosas. (Kubitzki & Renner. Aiouea macedoana Vattimo-Gil Distribuição: TOCANTINS: Natividade (11º42’S.Rodrigues Distribuição: AMAZONAS: Presidente Figueiredo (01º59’S. Pedro Luís Rodrigues de Moraes & William Antonio Rodrigues Árvores ou arbustos. provavelmente. Fruto bacáceo ou nucóide. na Mata Atlântica. alternas. com xilopódio. trímeras. Ocorre em floresta ombrófila densa. Folhas alternas. sem estípulas. Encontrada com flores em julho e com frutos. às vezes envolvendo o fruto totalmente. a cerca de 100 m s. 1982) Beilschmiedia stricta Kosterm. geralmente com hipanto persistente formando uma cúpula. Conhe- Comentários: Árvore de porte mediano. raramente avermelhadas.Lauraceae LAURACEAE 201 João Batista Baitello. amareladas ou alvas. tendo seu principal centro de diversidade nas terras baixas da Amazônia e América Central. adpresso-pubescentes. cordadas na base. a partir de setembro. .5 m de altura. curtamente adpresso-pilosas. ra. (Kubitzki & Rodrigues. o terceiro verticilo com estames biglandulosos na base. ovário unicarpelar. Folhas alternas. (22º28’S. com cerca de 4 cm de comprimento e 3 cm de largura. Frutos subglobosos. e as anteras 2. Ocorre. 43º28’W). com anteras biloceladas. glabras. alvas. a maior diversidade está concentrada no Brasil. com deiscência valvar. Flores monoclinas. actinomorfas. com anteras biloceladas. com anteras biloceladas e estilete longo e fino. Ocorre em floresta alta não inundável. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo Comentários: Árvore. raramente com mais 1 ou 2 verticilos de estaminódios. Flores monoclinas. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Miguel Pereira Aniba lancifolia Kubitzki & W. com anteras biloceladas. subcoriáceas.750 espécies e 52 gêneros. 42º32’W). 1982) oladas. com cerca de 20 m de altu- (22º17’S. em inflorescências axilares racemosas e pubescentes. o mais interno estaminodial ou ausente. raramente com glândulas nos demais verticilos. glabras. (elíptico-)lance- Aniba ferrea Kubitzki Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º05’S. elípticas. subcoriáceas. às vezes racemosas. Flores monoclinas. multifloras. Flores monoclinas. Ocorre em campinarana aberta. Inclui cerca de 2. densamente tomentelas. Flores campanuladas. Descrita pelos coletores como “árvore do cerrado”. em inflorescências subterminais paucifloras. Alexandre Quinet. cartáceas. subcoriáceas. com anteras biloceladas. em inflorescências subterminais paucifloras. em ambiente de platô e vertente. (Kubitzki & Renner. androceu com estames geralmente em 4 verticilos. com poucos membros nas latitudes temperadas. ovado-lanceoladas. Kubitzki & Renner 1982) Aniba pedicellata Kosterm. alternas. onde 40 espécies foram apontadas como raras. divaricadas. Encontrada com flores entre maio e agosto e com frutos imaturos em outubro e maduros em junho e fevereiro.A. Encontrada com flores em junho e julho e com frutos imaturos de agosto a janeiro. ovado-lanceoladas.m. sem cúpula.

longo-acuminadas no ápice. Ocorre em florestas de terras baixas. coriáceas. 2007) Mezilaurus caatingae van der Werff Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Conhecida apenas por três coletas. 1987. Ocorre em ambiente florestal de platô e vertente. São Felipe (00º22’N. sésseis. em inflorescências axilares. Encontrada com flores em agosto e com frutos em agosto e setembro. esparsamente pubescentes. 2007) Folhas agrupadas no ápice dos ramos. coriáceas. Folhas alternas. Inflorescências curtas. 1987) Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. com filetes livres e anteras biloceladas. 40º35’W). biloceladas. 1987) Mezilaurus decurrens (Ducke) Kostermans foz do rio Curicuriari (00º13’S. piramidais. Comentários: Árvore de 6 a 25 m de altura. glabras. quase enroladas. 60º01’W). (Werff. subterminais. de Moraes Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Piracicaba (19º55’S. Flores monoclinas. Flores monoclinas. Ribeiro et al. pubescentes abaxialmente. Frutos elipsóides. Cryptocarya wiedensis P. pubérulas. com filetes conatos e 3 anteras férteis. obovadas. lisos. Rohwer. glabras. Ocorre em floresta estacional semidecidual. cartáceas. cerca de 20 m de altura. Comentários: Árvore de grande porte. Comentários: Árvore com até 30 m de altura. monoclinas. Encontrada com frutos em junho e agosto. (Rodrigues. Encontrada com flores em julho e novembro. fortemente revoluta na margem. Flores monoclinas. Frutos globosos. com até 4 flores.L. glabras. Encontrada com flores entre julho e setembro e com frutos entre julho e outubro.R. 59º55’W). costulados. Flores diclinas. coriáceas.5 cm de comprimento e 3.A. sobre solo argiloso. tuDistribuição: AMAZONAS: Manaus (03º09’S. Encontrada com frutos imaturos em julho.. com cerca de 28 cm de comprimento e 8 cm de largura. coriáceas. de 3. subterminais e paucifloras. Flores amareladas. Encontrada com flores em novembro e com frutos no final de abril. glabrescentes. Inflorescências amarelo-esverdeadas. Folhas Ducke (02º57’S. . glabras. com reticulação laxa. iniciando a frutificação em setembro. elípticas a ovadas. com cúpula pateriforme estreita. 1968.n. Inflorescências axilares. com cúpula rasa. 67º19’W). (Chanderbali. sobre solos arenosos bem drenados e latossolos.m.3 a 4. 1999) Cryptocarya sellowiana P.202 Lauraceae cida por cerca de quatro coletas. Reserva Florestal Endlicheria coriacea Chanderbali alternas. 1999) Comentários: Árvore. glabras. com filetes livres e 3 anteras férteis. Folhas alternas. (Werff. com anteras biloceladas. Flores monoclinas. ladas a obovadas. obovadas. esparsamente pilosas. adpresso-pubescentes. 40º44’W). São Gonçalo do Rio Abaixo (19º50’S. entre 700 e 850 m s.R. Frutos elípticos. negros quando maduros. lanceo- biformes. (Werff. 66º46’W). Reserva Florestal elípticas. estreito-paniculadas. São Felipe. Folhas agrupadas no ápice dos ramos. 1988) Comentários: Árvore com até 10 m de altura.2 cm de largura.3 a 4. Frutos imaturos ovado-elipsóides. com cerca de 2.. 67º19’W). (Nishida. 59º55’W). em inflorescências axilares laxas. Folhas Ducke (02º57’S. Santa Teresa (19º57’S. Folhas agrupadas no ápice dos ramos. Floresce de julho a setembro.L. coroados pelos remanescentes da flor.n. Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura.7 a 11 cm de comprimento e 1. paniculadas. Ocorre em floresta ombrófila densa montana. curtamente pubescentes. de Moraes Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Maria de Jetibá (20º01’S. (estreito-)elípticas. Encontrada com flores em setembro. Ocorre em caatinga. de 8 a 12. (Moraes.Rodrigues Distribuição: AMAZONAS: Manaus. Dicypellium manausense W. Ocorre em mata de terra firme.8 cm de largura. entre 50 e 150 m s.2 cm de comprimento e 1. 43º23’W). coroados pelos remanescentes da flor. 2004) 43º10’W). sobre solo arenoso. rio Negro (00º22’N. com anteras tetraloceladas. subobovadas. (Moraes. biloceladas. com cerca de 1 mm de comprimento e 1 mm de largura. com 9 tépalas (3 de origem estaminodial) e 6 estames férteis. Comentários: Árvore mediana.m. Ocorre em floresta não inundável e em caatinga de solo arenoso. Mezilaurus duckei van der Werff Distribuição: AMAZONAS: Manaus. glabras. margem dupla e tépalas persistentes.3 cm de largura.

ex Mez Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis (22º21’S.5 mm de diâmetro. Inflorescências axilares. 1993) Comentários: Árvore com mais de 6 m de altura. Flores diclinas. e com frutos de julho a outubro. Folhas 43º02’W). outubro e entre janeiro e março.6 cm de largura. largo-elípticas. de 8. com cerca de 55 cm de comprimento e 15 cm de largura. glabrescentes abaxialmente. ferrugíneo-tomentosas. com cerca de 2 mm de comprimento e 2 mm de largura. (lanceolado-)elípticas ou ovado-elípticas. adpresso-pubescentes. 1993) Ocotea bragai Coe-Teixeira Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo/Mairiporã.5 cm de largura. 69º31’W). Folhas ra da Cantareira (23º20’S. com as flores arranjadas como subumbelas no ápice dos ramos laterais.5 mm de diâmetro. com as flores agrupadas no ápice dos ramos laterais. Flores monoclinas. agrupadas no ápice dos ramos. 1987) Comentários: Árvore com até 25 m de altura. inclusos. (Werff. pubescentes. Nectandra venulosa Meisn. Folhas Ocotea basicordatifolia Vattimo-Gil Distribuição: SÃO PAULO: Santo André. de 6 a 7. com flores em outubro e dezembro. elípticas.7 a 3. coriáceas.Lauraceae 203 Mezilaurus micrantha van der Werff Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º02’S. Ocorre na Mata Atlântica. de 10 a 16 cm de comprimento e 3. 46º35’W). esparsamente pubescentes. (Werff. Flores monoclinas. 1987) Nectandra impressa Mez Distribuição: PARÁ(?): localidade não indicada.5 a 14 mm de diâmetro. Ocorre em floresta de platô e vertente.5 a 14. com cerca de 3. Folhas alternas. Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura. 1987) Mezilaurus navalium (Allemão) Taub. (Rohwer. Inflorescências na axila das folhas distais. (Rohwer. redondadas na base. paucifloras. coriáceas. Encontrada com flores de setembro a janeiro e com frutos de outubro a fevereiro. Comentários: Árvore. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Magé (22º39’S. Flores monoclinas. Inflorescências axilares. subterminais. Rio de Janeiro (22º56’S. Conhecida apenas pelo material-tipo incompleto. das. com cerca de 5 mm comprimento e 7 mm de largura. subcoriáceas. glabras. com cerca de 1 mm de comprimento e 1 mm de largura. oblongo-lanceola- agrupadas no ápice dos ramos. alternas. biloceladas e exsertas. cúpula pateriforme. com 3 estames férteis de filetes livres. em floresta ombrófila densa alto-montana. Conhecida apenas por duas coletas do Planalto de Diamantina. elípticas. 2003) Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. biloceladas. Folhas alternas. Encontrada com flores em março e de junho a setembro. glabrescentes.8 cm de comprimento e 9 mm de largura. Flores monoclinas. Fruto alongado. Inflorescências axilares.7 cm de largura. 43º07’W). Inflorescências axilares. Nectandra spicata Meisn. (Rohwer. sob solo argiloso. glabras. Conhecida apenas por duas coletas. Flores monoclinas. adpresso-pubescente. opostas ou verticiladas. brevipecioladas. 46º19’W). pseudoterminais. Petrópolis (22º29’S. subterminais. curtamente adpresso-pubescentes. estreita. 60º00’W). com cerca de 2 cm de comprimento e 1. Flores monoclinas. (Werff. Frutos elípticos ou ovalados. Alto da Serra cia do Igarapé Belém (04º01’S. Inflorescências axilares. Inflorescências racemosas. julho. 43º27’W). . Conhecida apenas dos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Folhas 42º55’W). com filetes livres e 3 anteras férteis. cúpula pateriforme. (Baitello & Marcovino. em geral obovadas.5 a 7. Ser- alternas.5 cm de comprimento e 2. com cerca de 1. com tricomas esparsos abaxialmente. coriáceas. Comentários: Árvore. glabrescentes. filetes livres e 3 anteras férteis. É a única espécie do gênero que ocorre na floresta ombrófila densa da Região Sudeste. glabrescentes. Encontrada com flores em junho. ar- lhas alternas. Distribuição: MINAS GERAIS: Serro (18º36’S. cordadas na base. com flores em agosto. 1993) Mezilaurus pyriflora van der Werff Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença. 43º22’W). com até 25 cm de comprimento. obovadas. glabrescentes. baComentários: Árvore com até 25 m de altura. de 9. subcoriáceas. Fo- de Paranapiacaba (23º47’S. cúpreo-pubescentes. cúpreo-pubescentes na base. Folhas agrupadas no ápice dos ramos. de 6 a 13 cm de comprimento e 2 a Comentários: Árvore com até 25 m de altura. subterminais. glabras. com cerca de 23 cm de comprimento e 12 cm de largura. estreito-elípticas. pseudoterminais. ferrugíneo-tomentosas.

com flores em abril. densamente curto-seríceas. de junho a agosto. curtas. Frutos subglobosos. Inflorescências axilares. glabras. Parque Na- Ocotea cryptocarpa Baitello Biológica Santa Lúcia (19º57’S. com margem engrossada e tépalas persistentes. entre 900 e 1100 m s. Flores monoclinas. coletado com flores e frutos. com cúpula crassa e plana. Ocotea felix Coe-Teixeira Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo. pubescentes. em inflorescências estreito-paniculadas. Inflorescências axilares. 40º44’W). coletado por Loefgren. Inflorescências terminais e axilares. glabras.5 cm de largura. Ocorre em floresta ombrófila densa montana ao norte da cidade de São Paulo. cartáceas. curtas. submultifloras. em floresta ombrófila densa. Frutos globoso-elípticos. de 10 a 13. avermelhada. glabrescentes. Frutos globosos. 40º00’W). Ocotea ligulata van der Werff Distribuição: AMAZONAS: Manaus. Conhecida apenas pelo material-tipo. como em Cryptocarya. arredondadas e emarginadas no ápice. entre 800 e 1. cartáceocoriáceas. dezembro e janeiro. cúpula hemisférica. Encontrada com flores em agosto. com tricomas curtos. 2003) alternas. 59º58’W). Ocorre em mata de terra firme. em remanescentes de floresta ombrófila densa. Flores diclinas. cúpula subemisférica. ovadas. Encontrada com flores em dezembro e com frutos em julho. Ocorre em floresta ombrófila densa (alto-)montana. 2003) Ocotea itatiaiae Vattimo-Gil Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. Encontrada com flores entre março e junho e com frutos maduros em fevereiro.5 cm de comprimento e 4 a 4. Folhas alternas. Santa Maria de Jetibá (20º02’S. cúpula trompetiforme. 1986) de Paranapiacaba (23º47’S. 1986) Comentários: Árvore de porte médio a grande. de 7 a 11 mm de comprimento e 6 a 8 mm de largura. subadpressos. Flores diclinas. submultifloras. Folhas alter- (07º17’S. Serra do Maran- guape (03º53’S. de 8 a 13cm de comprimento e 3 a 4. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Werff & Vicentini. 40º31’W). obovadas. Flores diclinas. Ocotea inhauba Coe-Teixeira Distribuição: SÃO PAULO: Santo André. Rohwer. elípticas. com cerca de 2 cm de comprimento e 2 cm de largura. de 4 a 7 cm de comprimento e 1. Flores diclinas. (Baitello & Marcovino. agrupadas no ápice dos ramos. pubescentes. coriáceas. oblongo-elípticas. Distrito AgropeComentários: Árvore com cerca de 35 m de altura. 1960/1961. oblongas ou subobovadas. glabrescentes. cartáceo-coriáceas. 2003) de largura. rasa. abaxialmente com domácias foveoladas e internamente pilosas.5 a 2. 2000) Ocotea loefgrenii Vattimo-Gil Distribuição: CEARÁ: Araripe. glaucescentes abaxialmente. Ocorre em floresta (alto-)montana.000 m s. Folhas cuário Reserva 1501 (03º05’S. (Baitello & Marcovino. Folhas cional de Itatiaia (22º20’S. na região sul da cidade de São Paulo. sobre latossolo.5 cm de largura. 38º43’W). Estação alternas. esverdeadas. na caatinga. Encontrada com flores em março e com frutos em junho. elípticas. (Vattimo-Gil. glabras. (Baitello & Marcovino.204 Lauraceae 4 cm de largura. 1956. alto da serra nas. com cerca de 2 cm de comprimento e 1. Folhas alternas. Inflorescências axilares e subterminais. (Vattimo-Gil. 46º44’W). 44º34’W). março e. Fo- (23º51’S. Frutos subglobosos. com cerca de 6 cm de comprimento e 3 cm Ocotea maranguapensis Vattimo-Gil Distribuição: CEARÁ: Maranguape. . lenhosos. (Baitello. seríceas. coriáceas. janeiro. na axila de brácteas próximas ao ápice dos ramos. totalmente envoltos pelo hipanto acrescente.m. Parelheiros Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura. lhas alternas.5 cm de largura. Serra do Araripe Comentários: Árvore de pequeno porte.n. multifloras. Inflorescências curtas. Ocorre na Mata Atlântica. 46º19’W). em inflorescências axilares paucifloras. Flores diclinas. de 4 a 6 cm de diâmetro. Comentários: Árvore de 10 a 20 m de altura. e com frutos em dezembro. Ocorre na Mata Atlântica. curtas e glabrescentes. adpresso-pubescentes. amarelo-esverdeadas.5 cm de largura.n. Frutos elipsóides. Flores monoclinas. Comentários: Árvore de porte mediano. Rohwer.m. Encontrada com flores e frutos de maio a dezembro. 2001) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa.

(oblongo-) 47º46’W). coriáceas. Encontrada com flores em janeiro e com frutos em fevereiro.5 a 6 cm . Frutos elipsóides. Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. de 19. sobre latossolo. elípticas a oblanceoladas. Flores monclinas. Parque Na- Ocotea obliqua Vicentini Distribuição: AMAZONAS: Manaus/Itacoatiara (03º05’S. tomentelas. cúpula estreita e pateriforme. 1956) Comentários: Árvore com cerca de 7 m de altura. Conhecida por seis coletas. 1986) lhas alternas. externamente glabras. tépalas internas maiores que as externas. em inflorescência estreito-paniculadas. de 9 a 12 cm de comprimento e 3. com cerca de 3 cm de comprimento e 2 cm de largura. argênteo-seríceas abaxialmente.m. tomentelas. Ocorre em mata de terra firme. Comentários: Arvoreta. 59º58’W). 2000) lhas alternas. Flores monoclinas. Ocorre em floresta ombrófila. levemente amareladas. longo-lanceoladas ou oblongo-lanceoladas. Folhas alternas..Lauraceae 205 Comentários: Arbusto evoluto. coletado por Spruce sobre rochas ao longo das cataratas do rio Uaupés. Flores monoclinas. em inflorescências axilares. Folhas alter- Itacolomi (20º25’S.6 a 4 cm de largura. glabrescentes. obovadas ou elípticas.5 a 10 cm de comprimento e cerca de 3 cm de largura. coletado por Glaziou em floresta ombrófila densa (sub)montana. densamente pilosas abaxialmente. estreita. (Kopp. crespos e ferrugíneos. coletado por Ducke. com flores em dezembro de 1852. (Werff & Vicentini. (Mez.) Mez Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Novo (21º28’S. glabras. Persea benthamiana Meisn. Encontrada com flores e frutos em novembro. com cúpula pateriforme. paucifloras. largamente paniculadas. de 11 a 15 cm de comprimento. Flores diclinas. elípticas. (Vattimo-Gil. Comentários: Árvore com até 30 m de altura. (obovado-)elípticas. cartáceas. entre 700 e 1. seríceas. nas. em inflorescências racemo-paniculadas. setembro e dezembro.2 a 28. 44º34’W). tomentelas. glabrescentes. largo-elípticas.5 cm de largura. a cerca de 800 m s. Folhas alternas. com cerca de 1. Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. lanatas. em inflorescências racemosas.n. Flores diclinas.1960/1961) Ocotea sulcata Vattimo-Gil Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia. 1966) Persea pedunculosa Meisn. Folhas alternas. (Vattimo-Gil. diclinas. RIO DE JANEIRO: Cantagalo (21º59’S. 19. 42º32’W). 67º07’W). Flores alvas. 1966) caé de Cima (22º17’S. paniculadas. Encontrada com flores em fevereiro e abril e com frutos em junho.700 m s. glabras. glabras. Encontrada com flores em outubro e dezembro e com frutos em outubro e maio. de 9 a 12 cm de comprimento e 3 a 4 cm de largura. Comentários: Árvore de grande porte. curtas. cartáceo-coriáceas. cúpula pateriforme. elípticas. Frutos globosos. elíptico-lanceoladas. agrupadas no ápice dos ramos.1 cm de largura.8 cm de comprimento e 3. Ocorre na floresta ombrófila densa alto-montana das encostas de morros e margens do rio Campo Belo. tricomas adpressos.1986) Persea rigida Nees Distribuição: SÃO PAULO: Ribeirão Preto (21º10’S. de 9 a 18 cm de comprimento e 4 a 9 cm de largura. Rohwer. subsésseis. lanatas abaxialmente. Conhecida apenas pelo material-tipo. cartáceas. Folhas alternas.9 cm de comprimento e 1. ferrugíneo-pubescentes. em inflorescências axilares com denso indumento de tricomas curtos. Conhecida apenas pelo material-tipo. 1889. Flores diclinas. tomentelas. pilosas abaxialmente. Folhas alternas. em inflorescências sub-racemosas. paucifloras. 43º06’W). de 6. 43º31’W). com flores em setembro de 1908. com cerca de 7 cm de comprimento e 2. 42º23’W). seríceas externamente. Fo- cional de Itatiaia (22º20’S. Fo- Panuré (00º06’S. Ocotea sassafras (Meisn. tomentelas. MaComentários: Árvore de porte médio. (Rohwer. (Kopp. Ocotea schwackeana Mez Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. em inflorescências axilares. Conhecida apenas pelo material-tipo.n. Serra de Comentários: Árvore de 3 a 4 m de altura. subcoriáceas. Frutos elipsóides. Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. cinco delas ainda no séc. com tépalas internas cerca de duas vezes o comprimento das externas.m.

Conhecida apenas por duas coletas do séc. Flores diclinas. 42º37’W). (Kopp. Comentários: Árvore de 17 a 25 m de altura. (estreito-)elípticas. Conhecida apenas pelo material-tipo.. a cerca de 80 m s. paniculadas. (Werff. marrom-tomentelas. ferrugíneolanatas. externamente glabras. e tépalas persistentes. Frutos elípticos. glabrescentes. com cerca de 3 cm de comprimento e 3 cm de largura. Ocorre em mata de terra firme. avermelhada. sobre latossolo amarelo. Encontrada com flores em agosto e com frutos de dezembro a abril.5 cm de largura. cartáceas. ramos delicados. ferrugíneo-lanatas. nos arredores de Manaus. Flores diclinas. Conhecida apenas pelo material-tipo. glabras. 19. em mata arbustiva. amarelo-esverdeadas. cartáceas. Madriñán. (Madriñán.) Rohwer Distribuição: AMAZONAS: Santa Isabel do Rio Negro Rhodostemonodaphne recurva van der Werff Ducke (02º53’S. 1988) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Sambé. 59º55’W). oblongo-lanceoladas.m.5 cm de largura. 1966) de comprimento e 1. cúpula com tépalas persistentes. Comentários: Árvore de 7 a 10 m de altura. 65º01’W). com até 8 m de altura. com estames marrrom-avermelhados ou pretos.. com 9 estames férteis. uma de Sellow e outra de Gaudichaud.5 cm Distribuição: AMAZONAS: Manaus. com flores entre setembro e outubro. com estames marromavermelhados. cartáceas. Flores diclinas. . com flores em outubro de 1932. e anteras tetraloceladas. anteras tetraloceladas (as mais externas com locelos em arco). Folhas alternas. estreito-elípticas. com estames avermelhados. amarelo-esverdeadas. 59º52’W). obovadas. tetralocelados (locelos apicais). glabras. Reserva Florestal . com 3 estames férteis. tetralocelados (locelos laterais). de 3 a 8 cm de comprimento e 1 a 5 cm de largura. a cerca de 100 m s. Manaus. Frutos subglobosos. coletada com flores em julho de 1876. de 12 a 25 cm de comprimento e 5 a 9 cm de largura. subsésseis. 40º35’W). Folhas alternas. Conhecida apenas por duas coletas de Ducke. coriáceas. 1993) Rhodostemonodaphne curicuriariensis Madriñán Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. na axila de catafilos ou folhas. de 17 a 31 cm de comprimento e 7 a 9 cm de largura. de 10 a 17 cm de comprimento e 2 a 5 cm de largura. Comentários: Árvore com até 20 m de altura. Encontrada com flores em março e com frutos imaturos em outubro. Folhas alternas. subtendidas por 1 bráctea e 2 bractéolas. Folhas alternas. glabrescentes. rio Bonito após a foz do rio Curicuriari (00º13’S. subcoriáceas. Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. 59º58’W). Urbanodendron macrophyllum Rohwer (22º40’S. Reserva Florestal (00º25’S. congestas. 66º47’S). Flores monoclinas. nas proximidades do rio Negro. esverdeadas. triplinérveas. com as tépalas internas pouco maiores que as externas. coletado por Riedel na década de 1820. 2004) Pleurothyrium undulatum (Meisn. todos biglandulosos na base dos filetes. (Rohwer. pubérulas abaxialmente. 2004) Williamodendron cinnamomeum van der Werff ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa (19º57’S. em inflorescências axilares.m. Inflorescências paniculadas. Ocorre em floresta pluvial não inundável. (Madriñán. na estação chuvosa. Folhas alternas. Flores monoclinas. Distrito Agropecuário da Suframa (02º24’S. glabras.5 cm de largura. curtamente seríceas. Comentários: Árvore mediana. largo-ovadas a elípticas. com cerca de 26 cm de comprimento e 6. de 6 a 14 cm de comprimento e 3 a 5. glabras. glaucas e ferrugíneo-lanatas abaxialmente. (Werff. 1991) Distribuição: Rhodostemonodaphne parvifolia Madriñán Ducke (02º57’S. cartáceas. próximas à foz do rio Curicuriari. Flores monoclinas. Comentários: Arbusto. 2000.206 Lauraceae de largura. Flores monoclinas. sobre solo arenoso a argiloso escuro.n. 2004) Distribuição: AMAZONAS: Manaus. cúpula estreitotrompetiforme. no início da estação seca. Folhas alternas. anteras tetraloceladas (as mais externas com locelos em arco). com 9 estames férteis. largo-elípticas a oblongas.n. esverdeadas. Encontrada com flores de agosto a outubro. e glândulas dos 3 estames mais internos bem desenvolvidas. com até 2. (Werff & Vicentini. em floresta não inundável. anteras tetraloceladas (as externas com locelos em arco aberto).

Syst. 14: 1-177. Nishida. Duas novas espécies da flora amazônica. de 1956. 1982. & Vicentini. 15: 445-450. I. Endlicheria (Lauraceae). Gard. I. Melhem & M. Monogr. Monogr. Rodrigues. . W.L. Shepherd. Rhodostemonodaphne (Lauraceae). 1999. sér. Kubitzki. Jahrb. Lauraceae Americanae. Rohwer. Neotrop. Neotrop. S. G. Bot. Acta Amazon. Moraes.A. Novas espécies de Lauraceae para a flora brasileira. 80: 39-118. no Nordeste do Brasil (Lauraceae). Gard. 1968. Pesq. Rodriguésia 35/36: 241-252. 2003. Brazil. G. Werff. 60: 1-332. Kubitzki. A revision of the genus Pleurothyrium (Lauraceae). & Rodrigues.Wanderley. S. J. 1966. J. K. Missouri Bot. 816p. G. Manaus. Mez.R.L. Vattimo-Gil. Königl. Gart.R. O gênero Ocotea Aubl. Bot. Prodromus einer Monographie der Gattung Ocotea Aubl. 2000. 1987.E. A taxonomic revision of the genus Persea in the Western Hemisphere.L. Werff. J. L. H. Kopp. Bras. 2004. Novon 1: 6-8. & Marcovino. Abc Taxa 3: 1-191. Instituto Nac. Phyllostemonodaphne. J. Inst.S. 31: 1-125. Rohwer. Jahrb. et al.S. H. Bot. Novon 10: 264-297.Lauraceae 207 Referências: Baitello.S. Amaz. Ribeiro. Werff.A.G. Acta Bot. 1999.B.M. 2007. P. The genera Dicypellium. 2001. A. 25: 1-10. Werff. Publ. sensu lato. Mitt. Fl. 1991. C. Berlin 5: 1-556. In M. K. 1993. Fl.J.B. New species of Lauraceae from Central Amazônia. 1993. 1976. S. Systemonodaphne and Urbanodendron ( Lauraceae). 1889. 3. A. Neotrop. Lauraceae do Itatiaia. 1960/1961. Gard. Bot. Lauraceae 1 (Aniba e Aiouea). Rodriguésia 30/31: 39-72. Vattimo-Gil. Bot. 179-208. Giulietti. Ann. W. Fl. Madriñán. 2004. J. 1986. H. A new species of Williamodendron (Lauracae) from southern Brazil. 92: 1-101. Taxonomy of Cryptocarya species of Brazil. Revision of Beilschmiedia (Lauraceae) in the Neotropics. Chanderbali. Flora da Reserva Ducke: Guia de identificação das plantas vasculares de uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.T. Missouri Bot. A. Fl. Lauraceae-Ocotea. & Renner. vol. Kirizawa (eds) Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo. Allg. A revision of Mezilaurus (Lauraceae). 110: 157-171. Gard. INPA. (Lauraceae). 91: 1-141. 6: 37-39. Lauraceae (Nectandra). Monogr. Uma nova espécie de Aniba (Lauraceae) da Amazônia. Fapesp/RiMa. Ann. Mem. 86: 657-701. São Paulo. 1988. Baitello.G. 74: 153-182. NewYork.E. p. H. Neotrop. Hamburg 20: 1-278.. Rohwer. Monogr. Ann Missouri Bot.

androceu com numerosos estames.a 8-mera. O único gênero do Novo Mundo que não está representado no Brasil é Grias. obovado-elípticas a oblongoelípticas. glabras. panículada. pubérula. onde há aproximadamente 109 espécies (cerca de 50% das espécies neotropicais e 35% das espécies de todo o mundo). Y.-Y. Pixídios não costados longitudinalmente. cálice normalmente gamossépalo. troncos com casca fibrosa. de placentação axial ou às vezes parecendo basal. com pétalas amarelas. Inflorescência terminal. glabra. Folhas ao longo dos ramos. inteiras ou serreadas na margem. Flores actinomórficas ou zigomórficas. Inflorescência terminal. elípticas. Flores actinomorfas. (Prance & Mori. (Prance & Mori. Inflorescência terminal. Lecythidaceae contém aproximadamente 20 gêneros e 300 espécies distribuídas em regiões tropicais e subtropicais. glabras. Huang & Prance Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º09’S. acuminadas no ápice. Aproximadamente metade das 20 espécies ocorre em regiões da Amazônia. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. 20%) das espécies brasileiras são classificadas como raras. com cerca de 10 cm de comprimento.n. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura.A. glabras. (Prance & Mori. pubérula. gineceu glabro.A. 1979) . Panuré (00º06’S. gineceu sincárpico. Nathan Smith & Scott Mori Árvores. pouco ramificada. acuminadas no ápice. panículada.m. 67º07’W). Pixídios convexos. simples. 60º01’W).Berg) S. Um dos maiores centros de diversidade está no Brasil. com cerca de 11 cm de comprimento. A maioria da família (10 gêneros e mais de 200 espécies) é encontrada na América tropical. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores actinomorfas.208 Lecythidaceae LECYTHIDACEAE Marcelo Trovó. glabras. Y. normalmente abaixo dos 1.A. paniculada. (Prance & Mori. às vezes frutos indeiscentes e lenhosos ou bacáceos. com 1 a muitas sementes.. Folhas ao longo dos ramos. glabras.-Y. ovário ínfero ou raramente sub-ínfero. coletado com flores em janeiro. Folhas Folhas ao longo dos ramos. oblongas. com 2 a 6 lóculos (raramente até 10).-Y. Allantoma pauciramosa (W. elípticas a oblongo-ovadas.Huang & Prance Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Inflorescência terminal. com pétalas pubescentes. rimosas ou raramente poricidas. 1979) llantoma kuhlmannii (Ducke) S.000 m s. Y. fundidos na base em um anel que às vezes é expandido em um lado formando uma estrutura flabeliforme (lígula).-Y. acuminadas no ápice.Mori. anteras normalmente basifixas. Folhas alterno-espiraladas.Mori. Conhecida apenas pelo material-tipo. com cerca de 8 cm de comprimento.A. Y. Flores actinomorfas. com pétalas alvas. com 2 a 6 lobos.Huang & Prance Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º09’S. Pixídios cilíndricos. Huang & Prance Distribuição: RONDÔNIA: Cataqui-Iamain (localida- dispostas ao longo dos ramos. 1979) llantoma uaupensis (Spruce ex O.Mori. monoclinas. gineceu glabro. às vezes aladas ou ariladas. Cápsulas deiscentes através de um opérculo. gineceu glabro. Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura. Comentários: Árvore com cerca de 25 m de altura. às vezes arbustos. gineceu glabro. na Mata Atlântica. glabra. acuminadas no ápice. Allantoma integrifolia (Ducke) S. enquanto o restante das espécies é encontrado em fragmentos no leste.A. Encontrada com flores em setembro. Pixídios campanulados. 60º01’W). dialipétalas. paniculada. com pétalas alvas. Ocorre em mata de terra firme. Flores actinomorfas. glabras. glabras. 1979) A A de não identificada). em mata de terra firme. Vinte (ca. estípulas ausentes ou inconspícuas.Mori. e estilete único ou quase ausente. corola normalmente 4. Maria José Gomes de Andrade.Rodrigues) S.

Conhecida apenas pelo material-tipo. com cerca de 8 cm de comprimento. tomentosas. Pixídios cilíndricos. Floresce de outubro a dezembro. 64º56’W). 1990. 1990. com cerca de 15 cm de comprimento. obtusas no ápice. com pétalas alvas. (Mori & Prance. Pixídios cilíndricos. coletado com frutos em outubro. le glabro. Floresce e frutifica principalmente entre agosto e fevereiro. com 2 a 5 flores. 1995) . glabra. Fo- Folhas ao longo dos ramos. glabra. Flores actinomorfas. Mori. paniculada. racemosa. (Mori & Prance. (Mori. coletado com flores em novembro. 1990) Couratari pyramidata (Vell. elípticas. com tricomas estrelados. com pétalas amarelas. racemosa. Folhas ao longo dos ramos. Flores zigomorfas. 40º02’W). racemosa. Conhecida apenas pelo material-tipo. glabras.A. glabras. gineceu glabro. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. com pétalas alvas ou amarelas. com tricomas estrelados. (Prance & Mori. Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura. com 8 a 12 flores por raque. cau- ná (09º37’S. Flores zigomorfas. (Mori & Prance. Inflorescência terminal ou axilar. Flores zigomorfas. Folhas ao longo dos ramos. pubescentes. elíptico-oblongas. 68º38’W). gineceu com tricomas estrelados. acuminadas no ápice. cau- Eschweilera compressa (Vell. com cerca de 6 cm de comprimento. com tricomas estrelados nas pétalas. Pixídios turbinados a globosos. Floresce de maio a agosto e frutifica geralmente em maio. Inflorescência terminal. Mori. com cerca de 12 cm de comprimento. Conhecida por apenas dois materiais. pubérula. 43º18’W). 1990. Mori. Prance & Menandro Distribuição: Espírito Santo: Linhares (19º23’S. 40º02’W). racemosa. Ocorre nas formações florestais ao redor do Rio de Janeiro. gineceu tomentoso. elíptico-oblongas. com 2 a 5 flores. 1995) lhas ao longo dos ramos. Inflorescência caulinar. oblongas. Mori. Flores zigomorfas. Flores zigomorfas. Pixídio cilíndrico. 1990. espiga. Folhas ao longo dos ramos. 1995) Couratari asterotricha Prance Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares (19º23’S. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura.Rodrigues Distribuição: ACRE: Sena Madureira (09º08’S. com pétalas pubérulas. 1990. com cerca de 6 cm de comprimento. gineceu tomentoso. Pixídios globosos. Mutum-ParaComentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. com flores em maio. Folhas ao longo dos ramos. oblongas. Comentários: Árvore com cerca de 25 m de altura. 43º18’W). (Mori & Prance.Mori Distribuição: BAHIA: Uruçuca (14º35’S. gineceu pubérulo.Mori. Floresce de abril a julho. 1995) Distribuição: BAHIA: Itamaraju (17º02’S. glabras. agudas no ápice. gineceu glabro. elípticas. 39º31’W). arredondadas no ápice. com pétalas vermelhas. agudas no ápice. tomentosa.A. glabras. 39º17’W). Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura. acuminadas no ápice. glabra. 1995) Cariniana penduliflora Prance Distribuição: RONDÔNIA: Porto Velho. 1979) Couratari asterophora Rizzini le glabro. Comentários: Árvore com cerca de 25 m de altura. Mori. glabras. (Mori & Prance. glabras.) Knuth Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. acuminadas no ápice. densamente tomentosa.Lecythidaceae 209 ariniana parvifolia S. 1995) Folhas ao longo dos ramos. lhas ao longo dos ramos. C Couratari prancei W. Inflorescência terminal ou axilar.) Miers Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S. Inflorescência terminal ou axilar.A. elípticas. acuminadas no ápice. glabras. com pétalas tomentosas. gineceu glabro. Inflorescência terminal ou axilar. ovado-elípticas. Ocorre em mata de terra firme. glabras. coletado com flores em julho. Conhecida apenas pelo material-tipo. Fo- Eschweilera mattos-silvae S. Flores actinomorfas. Inflorescência terminal. glabras. racemosa. (Mori & Prance.

acuminadas no ápice. 41º20’W). racemosa. gineceu glabro. glabras. com cerca de 9 cm de comprimento. glabras. com pétalas levemente amarelas. Inflorescência caulinar. gineceu glabro. racemosa. 51º17’W).Mori AMAZONAS: Manaus (03º09’S. Encontrada com flores em dezembro. racemosa. glabras. acuminadas no ápice. Folhas no ápice dos ramos. Igarapé Folhas ao longo dos ramos. com pétalas lilás. 1990) .Mori Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º09’S. glabra. Fo- lhas no ápice dos ramos. pubérula. aredondadas no ápice. Pixídios globosos. glabras. longo-acuminadas no ápice. com 8 a 15 flores. Conhecida apenas pelo material-tipo. Inflorescência caulinar. (Mori & Prance. elípticas ou oblongas.Mori Distribuição: RORAIMA: Santa Isabel do Rio Negro. pubescentes. Flores zigomorfas. Ocorre em mata de terra firme. pubescentes. Flores zigomorfas. (Mori & Prance.Mori Distribuição: AMAPÁ: Mazagão (00º06’S. 1979) Eschweilera subcordata S.A. Flores actinomorfas. Inflorescência terminal ou axilar. Flores zigomorfas. glabras.Mori Distribuição: PARÁ: São Paulo de Olivença. 66º00’W) Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura e cerca de 10 m de diâmetro. 55º92’W).A. glabra. glabras. (Prance & Mori. 1990) Eschweilera tetrapetala S. com flores em janeiro. glabras. ovado-elípticas. acuminadas no ápice. com cerca de 6 cm de comprimento. Encontrada com flores em dezembro. paniculada. racemosa. obovadas.210 Lecythidaceae Eschweilera rabeliana S. Inflorescência geralmente axilar ou terminal. pubérula. acuminadas no ápice. elípticas ou oblongas. Comentários: Árvore com cerca de 9 m de altura. Comentários: Arbusto pequeno. 1979) Lecythis prancei S. oblanceoladas.Mori Distribuição: PARÁ: Muaná (01º31’S. oblanceoladas. com flores em dezembro. 69º00’W). 1979) Lecythis parvifructa S. Pixídios turbinados. com 2 a 6 flores. gineceu tomentoso. Conhecida apenas pelo material-tipo. coletado em florestas de altitude. glabras. com cerca de 5 cm de comprimento. Folhas ao longo dos ramos. Frutos globosos. com pétalas amarelas. Folhas dispostas no ápice dos ramos. Inflorescência terminal ou axilar. gineceu glabro. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura e cerca de 10 cm de diâmetro. Mori.A. suborbiculares. (Mori & Prance. Encontrada com flores em novembro. Inflorescência terminal ou axilar. com pétalas amarelas. Encontrada com flores em setembro e com frutos maduros em julho. Encontrada com flores de outubro a fevereiro e com frutos entre março e abril. gineceu glabro. Fo- Gustavia longipetiolata Huber Distribuição: PARÁ: Padras (01º30’S. Pixídios globosos. com pétalas alvas. Fo- lhas ao longo dos ramos. pubérula. 1990) Distribuição: lhas ao longo dos ramos. com 3 a 8 flores.Mori Distribuição: Bahia: Andaraí (12º48’S. Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura.A. Flores zigomorfas. 1990. agudas no ápice. 60º01’W).A. glabras. (Mori & Prance. 49º13’W). Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. Floresce de outubro a dezembro. esparsamente pilosas abaxialmente.A.A. glabras. Gustavia erythrocarpa S. (Mori & Prance. Flores actinomorfas. Comentários: Árvore com cerca de 35 m de altura. com 4 flores por raque. racemosa. gineceu tomentoso. coletado em mata de terra firme. pouco ramificado. Comentários: Árvore com cerca de 35 m de altura. com 5 a 7 flores por raque. com pétalas alvas. (Prance & Mori. glabras. (Prance & Mori. 1990) Natal (04º12’S. vermelhos. arredondadas no ápice. oblanceoladas. 1995) Gustavia acuminata S. Folhas ao longo dos ramos. Conhecida por apenas duas coletas em mata de terra firme. glabra. Serra Pirapucu (00º30’N. 60º01’W).

The actinomorphic-flowered New World Lecythidaceae (Asteranthos. Gustavia. Eschweilera. G. Neotrop. Couratari. S. Bol. Mori. The zygomorphic-flowered New World genera (Couroupita.T. Allantoma & Cariniana).Part 1. 21: 1-270. Fl. Bot. Corythophora. S. Grias. & Lecythis). Monogr. 1979. 1995. G. São Paulo 14: 1-35. . Lecythidaceae. Univ. S. Lecythidaceae – Part 2. Observações sobre as espécies de Lecythidaceae do Leste do Brasil. Prance. Neotrop. 1990.T. Fl. Bertholletia. 21: 1-376.Lecythidaceae 211 Referências: Mori. & Prance. & Mori. Monogr.

prolongados em rostro no ápice. Folhas Ibiapaba (03º33’S. raramente simples ou opostas. Ana Maria Goulart Azevedo Tozzi. Ana Paula Fortuna Pérez. ocasionalmente 4. Laura Cristina Pires Lima & Ana du Bocage Árvores. alas e carena (Papilionoideae).n. actinomorfas ou zigomorfas.600 m s. ticos. Destes. Lewis.000 espécies (Lewis et al.Cowan Distribuição: BAHIA: Una (15º09’S. Domingos Benício Oliveira Silva Cardoso. Ocor- Comentários: Árvore com cerca de 5 m de altura. Flores com 5 pétalas alvas. Flores com 5 sépalas. Élvia Rodrigues de Souza. pétalas alvas. Folhas paripinadas. entre 1. suborbiculares. estima-se que ocorram cerca de 3.Fernandes Distribuição: CEARÁ: Viçosa do Ceará.S. 1994) Androcalymma glabrifolium Dwyer Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença. com 727 gêneros e quase 20.. São apontadas 190 espécies raras de leguminosas.S.n. apresentadas por subfamília: 76 Caesalpinoideae.m. 69º31’W). Fruto deiscente ou indeiscente. com 2 a 3 folíolos oblongos. Santa Comentários: Árvore. 1963. Chapada da Bauhinia candelabriformis R. com sépalas livres ou conatas. 2005). cerca de 2.. ervas ou trepadeiras. 2003) Comentários: Arvoreta. Floresce em abril. Folhas imparipinadas. desempenhando importante papel na ciclagem de nutrientes de diferentes ecossistemas terrestres. Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. raramente com mais de um carpelo e apocárpico. compostas. William Antonio Rodrigues.m. Adilva de Souza Conceição. geralmente diplostêmones. Jorge Antônio Silva Costa. estando dentre as famílias mais diversas em todos os biomas brasileiros. com 3 a 5 folíolos alternos. corola com pétalas livres e prefloração imbricativa ascendente (Caesalpinioideae). (Vaz & Tozzi.Cowan Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. arbustos. Ocorre em restinga.ou 3-meras. Flores pentâmeras. 2005) Cruz Cabrália (16º12’S. 47º32’W). com 5 sépalas. Ocorre em todos os continentes. Pertence a um gênero monoespecífico e só é conhecida da bacia do rio Solimões. Frutos planos. concrescidos por mais de 2/3 do comprimento. (Cowan.144 espécies e 31 gêneros podem ser considerados endêmicos do Brasil (Giulietti et al. suborbicula- Igarapé Belém (04º01’S. . 2005). Folhas alternas. 1981) Apuleia grazielanae A. Chapada imparipinadas. (Fernandes.212 Leguminosae LEGUMINOSAE Luciano Paganucci de Queiroz. emarginados no ápice. Flores com hipanto cilíndrico e cálice fendido em 4 a 5 lobos. Flores com cerca de 5 mm de comprimento. Estípulas foliáceas. No Brasil. Conhecida de apenas uma população. 39º01’W). lobos elíp- dos Veadeiros (14º04’S. 39º05’W). conatas e com prefloração valvar (Mimosoideae) ou livres e com prefloração imbricativa descendente e então geralmente diferenciadas em estandarte. Graças à associação com bactérias fixadoras de nitrogênio elas conseguem colonizar ambientes pobres nesse elemento. 3 pétalas alvas e 3 estames com anteras poricidas. geralmente pulvinadas. 41º21’W). com 3 a 5 folíolos opostos. Encontrada com flores entre outubro e dezembro. sobre solo arenoso. Marcos José da Silva. (Koeppen. Marcelo Fragomeni Simon. com exceção da Antártica. É a terceira maior família de angiospermas. 59 Mimosoideae e 55 Papilionoideae. unilocular e com placentação marginal. lineares. Folhas bilobadas. Vidal de Freitas Mansano. a cerca de 700 m s. Floresce e frutifica em dezembro. SUBFAMÍLIA C AESALPINIOIDEAE ­ re em carrasco. no litoral sul da Bahia. compressos. res. Ocorre em campos rupestres. Frutos planos.500 e 1. ocasionalmente isostêmones ou polistêmones. 5 pétalas e 4 estames. com gineceu monômero. com deiscência elástica do ápice para a base. com estípulas.200 espécies em 176 gêneros. ovário súpero. Arapatiella emarginata R.

Queiroz & G. (elíptico-) obovados. Ocorre em campos rupestres.P. 2003) Comentários: Subarbusto com xilopódio. com 9 a 13 pares de folíolos obliquamente ovados. lobos ovado- Comentários: Subarbusto com cerca de 50 cm de altu- (18º59’S. 1981) hamaecrista aristata (Benth. Frutos oblongos.n.S. Folhas paripinadas.. 39º08’W).Irwin & Barneby Distribuição: BAHIA: Itaju do Colônia (15º08’S. Racemos com 1 a 3 flores. Folhas com 2 Veadeiros (14º31’S.S.Irwin & Barneby) H. LP. Comentários: Arbusto com 50 cm de altura. com 2 pares de folíolos pequenos. Flores com hipanto cilíndrico e 5 pétalas alvas.S. Comentários: Arvoreta com cerca de 4 m de altura. Floresce e frutifica de setembro a outubro. 1979a.Irwin & Barneby) Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Ocorre em campo limpo sujeito a incêndios periódicos. Folhas paripinadas.S. VaComentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. com 2 pares de folíolos ovados. Chapada 39º43’W). Encontrado com flores e frutos em março.S. 39º47’W). Rio de Contas. com cerca de 14 cm de comprimento. lineares. 1978. Folhas 42º51’W). 2003) hamaecrista anamariae Conc. Floresce em novembro e dezembro.S.m.Lewis (13º19’S. Chapada dos folíolos largamente elípticos ou reniformes. 41º17’W). dos Veadeiros (14º04’S. 43º35’W). Flores com pétalas amarelas. (Barneby. Comentários: Subarbusto com cerca de 70 cm de altura. 47º30’W). Inflorescências curtamente exsertas da folhagem. com 3 ou 4 pares de folíolos ovados a lanceolados.Cowan Distribuição: BAHIA: Maraú (14º06’S. Fo- lença (13º22’S. (Irwin & Barneby. Folhas paripinadas. 39º04’W). Encontrada com flores e frutos em junho. Ocorre em floresta ombrófila. Folhas paripinadas. C Chamaecrista adamantina (H. Flores com hipanto cilíndrico e cálice fendido em 2 a 3 lobos.Irwin & Barneby Chamaecrista altoana (H. 57º38’W). aglomerados. em fascículos axilares.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º15’S. lineares. com 2 a 5 pares de folíolos oblongos a suborbiculares. Santa Cruz de Vitória (14º57’S. 1982) oblongos. Racemos caulifloros. pétalas alvas. paripinadas. Serra Mutuca Corisco (13º24’S. (Conceição et al. Flores com hipanto cilíndrico e pétalas alvas.S. lhas paripinadas. no vale do rio Colônia. Floresce em junho e julho e frutifica em dezembro. apiculados no ápice. Encontrada com flores em abril e maio e em setembro e novembro. sobre solos calcários. Comentários: Subarbusto com cerca de 2 m de altura. Encontrada com flores em novembro. Ocorre em campos rupestres. (Irwin & Barneby. Folhas bilobadas. e com frutos em outubro e novembro. Chamaecrista arboae Barneby Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º30’S. no litoral centro-sul da Bahia. ra. (Vaz & Tozzi. Floresce entre outubro e dezembro e frutifica em abril e maio. 2001) Distribuição: BAHIA: Abaíra. 41º51’W). (Irwin & Barneby. 1978. 41º47’W). Ocorre entre 600 e 950 m s.) H.Cowan Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança. Ocorre em cerrado. Floresce e frutifica de março a julho e de outubro a novembro. Ocorre em áreas encharcadas. 1982) .. 1982) Chamaecrista aspidiifolia H. 47º32’W). Serra de Catolés C Bauhinia malacotrichoides R. 1994) Brodriguesia santosii R. com 2 pares de folíolos lanceolados a oblongos. (Vaz & Tozzi. (Cowan. 1982. concrescidos por mais de 2/3 do comprimento. H. com 6 a 10 pares de folíolos ovados a elípticos.Leguminosae 213 Bauhinia leptantha Malme Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá Comentários: Arvoreta. (Irwin & Barneby.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. Folhas paripinadas. 2004) Comentários: Arbusto com até 3 m de altura. Ocorre em restinga e floresta ombrófila densa. ligeiramente falcados. Queiroz.S.

inéd.S. Encontrada com flores em maio. 1978. 51º47’W).Irwin & Barneby) H. C lhas paripinadas. 1982.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º08’S.S. Silva. Ocorre em campos rupestres. 43º36’W). com 1 par de folíolos obliquamente ovados a oblongos. revolutos na margem. 40º55’W).Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. Comentários: Subarbusto. com 2 a 4 pares de folíolos ovados a elípticos.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Jaboticatubas (19º30’S.Irwin & Barneby) H. Catolés (13º17’S. Ocorre em campos rupestres e cerrados da Serra do Cipó. Serra dos Caiapós (17º09’S.S. (Irwin & Barneby. Folhas paripinadas. 1987. (Irwin & Barneby. Encontrada com flores em outubro. (Irwin & Barneby. 44º59’W). apiculados no ápice.S.S. (Irwin & Barneby. 1977. 1982) Chamaecrista coradinii Barneby mas longos e viscosos. Ocorre em cerrado. Ocorre em campos rupestres.S. Biribiri Folhas paripinadas. Folhas paripinadas. 41º49’W).S. 1982) hamaecrista cipoana (H. (Conceição et al.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Caiapônia..Irwin & Barneby Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º34’S. 46º56’W).P. 1978. Folhas com 1 par de folíolos oblongo-lanceolados. com 5 a 12 pares de folíolos (oblongo-)elípticos. 1982) Distribuição: MINAS GERAIS: Patrocínio. C Folhas paripinadas.5 m de altura.214 Leguminosae Chamaecrista axilliflora H. 1995) Folhas pêndulas. 2001) hamaecrista caiapo (H. (Irwin & Barneby.S. Floresce e frutifica de maio a agosto. (18º08’S.H. (Irwin & Barneby. Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Flores solitárias. com 3 ou 4 pares de folíolos oblongos a lanceolados. 1982) C hamaecrista centiflora (H.5 m de altura. com 3 a 5 pares de folíolos ovados a elípticos. com 2 pares de Distribuição: BAHIA: Barreiras(?) (12º09’S. 41º47’W).S. (Irwin & Barneby. com 2 pares de folíolos obovados a lanceolados. Comentários: Arbusto com cerca de 1.Irwin & Barneby Distribuição: BAHIA: Encruzilhada.Irwin & Barneby C (15º30’S.Queiroz & G. Flores em racemos sésseis. Lewis. axilares. Comentários: Subarbusto.Irwin & Barneby) H. mucronados no ápice.S. vale do rio Pardo Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Ocorre em floresta estacional semidecidual (mata de cipó). 1978. caulifloros.Irwin & Barneby Chamaecrista catapodia (H. Folhas paripinadas.) hamaecrista compitalis (H. com 3 ou 4 pares de folíolos obliquamente ovados. Flores em racemos.S. Flores em racemos densos. 1982) H.S. Floresce e frutifica de abril a maio. o par distal levemente falcado.Irwin & Barneby) H.Irwin & Barneby) H. LP.S. 43º42’W). Flores em racemos curtos. Encontrada com flores e frutos em dezembro. 1978.S. 43º45’W). Flores em racemos densos. Ocorre em campos rupestres. Serra de Catiara (18º58’S. Santana do Riacho (19º09’S. Ocorre em campos rupestres. mucronados no ápice. P. Folhas paripinadas.. C pares de folíolos obliquamente ovados. mucronados no ápice. Folhas sésseis. Fo- Comentários: Arbusto com cerca de 1. 1978.Irwin & Barneby) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina.Irwin & Barneby) H. (Irwin & Barneby. Serra do C C Caraça (20º04’S. Encontrada com flores em abril e outubro. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Encontrada com flores em agosto. 1978. 1982) hamaecrista catiarae (H. 43º24’W). paripinadas. Comentários: Subarbusto. hamaecrista caracensis (H. hamaecrista catolesensis Conc. Comentários: Arbusto com ramos revestidos por trico- . Comentários: Subarbusto.S. com 7 ou 8 43º36’W).Lewis Distribuição: BAHIA:Abaíra.

Lewis Distribuição: BAHIA: Abaíra. inéd. com 2 ou 3 pares de folíolos obovados a oblongo-lanceolados. 44º03’W). onde encontramos cerrado.P. Floresce e frutifica de dezembro a março. (Conceição. Conhecida apenas pelo material-tipo. Santa Rita da Jacutinga (22º07’S. com 2 a 4 pares de folíolos orbiculares a oblongo-lanceolados. Ocorre em campos rupestres. (Irwin & Barneby. Folhas paripinadas. lhas paripinadas. Folhas com nectário extrafloral no meio do pecíolo ou na raque. Folhas com 1 nectário no pecíolo. Barneby Chamaecrista coriacea (Benth.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º32’S. com até 20 cm de altura. Catolés (13º17’S. Folhas com 1 ou 2 nectários extraflorais na raque. 2001. inéd. 47º43’W). Serra do Cipó (19º20’S... Encontrada com flores em março. (Irwin & Barneby.H. Comentários: Subarbusto procumbente a prostrado. Silva. 43º37’W). abaixo do par basal de folíolos. com flores e frutos em junho. em racemos terminais congestos. Flores com perianto marcescente. coletado em dunas interiores da Lagoa de Itaparica.P. Conhecida apenas pelo material-tipo. agudos e pungentes. ramos com tricomas glandulosos. Encontrada com flores e frutos em maio. 43º38’W). 1978. coletado em campos rupestres do Salitreiro. na Serra Negra.S.Irwin & Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato C Dentro. 1982. Floresce e frutifica de janeiro a julho. Flores com pétalas amarelas. inéd. Serra de ItamComentários: Subarbusto com cerca de 20 cm de altura. com cerca de 20 cm de altura. (Irwin & Barneby. coletado por Coradin e referido para a caatinga de Ibotirama. Flores com pétalas alaranjadas. 2004) hamaecrista depauperata Conc. Racemos com 1 ou 2 flores. 58º41’W). 43º49’W). 42º46’W). Conhecida apenas pelo material-tipo.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Santa Bárbara do Mon- C hamaecrista ericifolia (Benth.S. L. formando pequenas moitas. 2004) C . Queiroz.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé.S. 1978.S. Silva & Queiroz. com 3 ou 4 pares de folíolos elípticos a oblongos. em race- Folhas paripinadas. algumas vezes apiculados no ápice. (Irwin & Barneby. (Irwin & Barneby. 1982. com 3 ou 4 pares de folíolos. Fo- C ra. Flores com pétalas amarelas.. na estrada para Brasília. 1996) mos corimbosos terminais. Queiroz.S. Ocorre em campos rupestres. Ocorre em cerrado. (Conceição et al.) Chamaecrista cuprea H. a oeste da cidade de Barreiras. paripinadas. 1992. com 1 par de folíolos deltóides. no prelo) dos Parecis (14º20’S. paripinadas. com 2 pares de folíolos aciculares. Paty de Fora (12º45’S. verrucosos. Serra Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Mucugê. com flores e frutos em fevereiro. em racemos terminais. Costa Sena (18º40’S.Irwin & Barneby Distribuição: MATO GROSSO:Tangará da Serra. Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Conceição. Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Ocorre em cerrado. 1978. Folhas sésseis.Queiroz & G. 1982) Chamaecrista fodinarum H.) H. 42º51’W). Comentários: Arbusto. te Verde (21º58’S. paripinadas.Leguminosae 215 folíolos (elíptico-)ovados. Floresce e frutifica entre dezembro e março.S. C bé (18º48’S.Queiroz Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 41º30’W). (P. Ocorre em cerrado. Comentários: Erva a subarbusto. (Barneby.) H. portanto.) H. 1982) hamaecrista cytisoides (Collad. com 8 a 14 pares de folíolos ovados a lanceolados. 1982) 41º49’W). de 10 a 20 cm de altu- hamaecrista dumalis (Hoehne) H.) hamaecrista deltoidea Hervencio & L. Folhas com 1 nectário extrafloral no pecíolo e 1 par de folíolos suborbiculares. Comentários: Subarbusto procumbente.Irwin & Barbeby Distribuição: BAHIA: Xique-Xique (11º01’S.P. mas com longitude de 45º45’W.

1982) tura. Comentários: Arbusto com cerca de 1. 1982) .Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Itamarandiba. com 3 a 5 pares de folíolos ovados a elípticos.. 43º50’W). Comentários: Arbusto com cerca de 2. com 2 a 3 pares de folíolos obovados a oblongo-elípticos.n. Chapada Folhas paripinadas.Irwin & Distribuição: MINAS GERAIS: Morro do Pilar/Conceição do Mato Dentro (19º15’S. Chamaecrista geraldii (H. Flores em racemos densos. 1978. (Irwin & Barneby. Folhas com 1 par de folíolos oblongo-lanceolados. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura.Irwin & Distribuição: GOIÁS: Cristalina. 47º32’W). Me- de Itamarandiba (17º50’S.S. (Irwin & Barneby. 47º37’W). Folhas paripinadas. com 3 a 6 pares de folíolos elípticos a oblongo-lanceolados. (Irwin & Barneby. Flores em inflorescências paucifloras. Coletada em campos rupestres. 1982) Barneby Chamaecrista lavradioides (Benth. (Irwin & Barneby. ao longo do rio Itacambiruçu. Flores em racemos densos. em racemos opositifólios.S. 1982) C Chamaecrista gumminans H. com 2 pares de folíolos elípticos a obovados.5 m de altura. Comentários: Subarbusto com cerca de 70 cm de al- te.5 m de altura. mos com tricomas glandulosos.S. (Irwin & Barneby. Chapada Chamaecrista hatschbachii H. 1978. Comentários: Subarbusto.Irwin & Barneby danha (18º03’S. 1978. 1987) Distribuição: MINAS GERAIS: Couto Magalhães.S.000 m s. Queiroz. 1978.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Itabirito. Serra dos Cristais by) H. (Irwin & Barneby.) H. de 900 a 1. verrucosos. 43º23’W).S. (Irwin & Barneby.S. Conhecida apenas da Cachoeira da Vargem. 1979b.S. 42º50’W).216 Leguminosae Barneby Chamaecrista fuscescens (Benth.5 m de altura.Irwin & Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Comentários: Subarbusto com cerca de 1 m de altura. Folhas paripinadas. Folhas paripinadas. Encontrada com flores e frutos em agosto. Encontrada com flores em março.S.Irwin & Barneby) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina/Gouveia Comentários: Arbusto com cerca de 1. Ocorre provavelmente em campos rupestres. 1982) hamaecrista ixodes (H. com 5 a 7 pares de folíolos elípticos a oblongos.Irwin & BarneDistribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás/Cavalcan- (16º36’S. Encontrada com frutos em maio. 1982) 1 par de folíolos ovados. (Irwin & Barneby.m. Comentários: Arbusto. Encontrada com flores e frutos em julho. Fo- lhas paripinadas. com 13 a 15 pares de folíolos ovados a suborbiculares.S.Irwin & Barneby) H. Ocorre em cerrado. Ocorre em cerrado. resinosos na margem. Folhas com lhas paripinadas. Encontrada com flores em março. 47º32’W).S.Irwin & Barneby) H. Fo- 42º49’W). Chapada dos Veadeiros (14º04’S. 1978. Serra do Ita- C H.S. 1978. Ocorre em cerrado.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º30’S. 1978. em cerrado. Flores com pétalas amarelas.Irwin & Barneby Chamaecrista gymnothyrsa (H. Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. birito (20º12’S. Ocorre em área de cerrado.S. com 3 ou 4 pares de folíolos ovados a lanceolados. Flores em racemos densos. 1982) Barneby Chamaecrista leucopilis (Harms) H.) H. 43º43’W). Folhas paripinadas. Ocorre em campos rupestres. 43º32’W). Ocorre em campos rupestres. Floresce em fevereiro e março. ra- dos Veadeiros (14º04’S.S. 2004) hamaecrista itabiritoana (H.Irwin & Barneby (18º25’S. Encontrada com flores em setembro. Encontradas com flores e frutos em fevereiro. (Irwin & Barneby.

S. 47º27’W). Chapada Comentários: Subarbusto. Floresce e frutifica entre julho e outubro. com 2 pares de folíolos ovados a oblongoelípticos. Flores em racemos densos. Encontrada com flores e frutos em março.Irwin & Barneby) H. Comentários: Arbusto com cerca de 3 m de altura. Ocorre provavelmente em cerrado.Irwin & Barneby Distribuição: BAHIA: Salvador. Folhas paripinadas. com 2 a 4 pares de folíolos ovados a elípticos. 47º32’W). Mucugê (12º59’S. 1982.) H.Irwin & Barneby) H. 1995. lhas paripinadas. com 2 a 4 pares de folíolos ovados a lanceolados. 1978. 1978. Serra do C C (12º56’S. Ocorre em cerrado. revolutos na margem. Ocorre em floresta ombrófila.S. 1978.S.S. 1982.Leguminosae 217 hamaecrista macedoi (H. no norte de Salvador. Dunas do Abaeté Comentários: Arbusto com cerca de 1. com 2 a Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. (Irwin & Barneby. (Barneby. com 8 a C hamaecrista polymorpha (Harms) H. Folhas paripinadas. Catolés (13º14’S. coletado provavelmente em cerrado. Comentários: Subarbusto.S. 1978.5 m de altura. Chapada dos Veadei- C C ros (13º50’S. Folhas paripinadas.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Niquelândia (14º30’S. 1999) hamaecrista punctulifera (Harms) H. com 1 a 3 pares de folíolos obovados a elípticos. (Irwin & Barneby. Ocorre em cerrado. (Irwin & Barneby.Irwin & Barneby) H. Ocorre provavelmente em cerrado. 1978.S. 41º55’W). Folhas C dos Veadeiros (14º04’S. 1982) hamaecrista psoraleopsis (H. Encontrada com flores e frutos em janeiro. 1982) C & Barneby 42º52’W). 47º32’W). Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina.Irwin Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 1978. 47º32’W).S.Irwin & Barneby Comentários: Subarbusto. Chapada Comentários: Subarbusto.S. 1978.Irwin & Barneby Distribuição: BAHIA: Abaíra. Chapada C 20 pares de folíolos ovados a elípticos.Irwin & Barneby) H. Fo- hamaecrista pilicarpa (Harms) H. Lewis. Folhas paripinadas. Encontrada com flores em agosto.S.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Cavalcante. com 2 pares de folíolos obovados e com tricomas bulbosos nigrescentes. Folhas paripinadas. 43º24’W). Folhas paripinadas. 1982) Chamaecrista pteropoda Barneby paripinadas. Distribuição: BAHIA: Jandaíra (11º34’S. 1982) hamaecrista pachyclada (Harms) H. com 2 pares de folíolos obovados a oblongo-elípticos.S. (Irwin & Barneby. Comentários: Subarbusto com cerca de 75 cm de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo. 37º47’W). Encontrada com flores em julho. Ocorre em restinga. (Irwin & Barneby. Flores em racemos caulifloros. (Irwin & Barneby. 1987) . 4 pares de folíolos oblongos a lanceolados. 6 pares de folíolos ovados a suborbiculares. (Irwin & Barneby. 38º21’W).S. 1982) Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas.Irwin & Barneby Caraça (20º04’S.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 1978. Chamaecrista phyllostachya (Benth. Folhas paripinadas. Conceição et al. Pico das Almas (13º32’S. Lewis. com 1 a dos Veadeiros (14º04’S. 41º20’W). 1982) pares de folíolos (ob)ovados. Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura. Comentários: Subarbusto. 1978. 48º30’W). Flores em racemos densos. Ocorre em cerrado. com 1 a 3 dos Veadeiros (14º04’S. Flores em racemos densos. hamaecrista ochrosperma (H. Folhas paripinadas. (Irwin & Barneby. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. (Irwin & Barneby.S. 2003) hamaecrista salvatoris (H. Rio de Contas.S.. 1982) 41º39’W).

(Irwin & Barneby.S.218 Leguminosae Chamaecrista simplifacta H. Ocorre em cerrado. 47º37’W). & Barneby 42º52’W). Queiroz.8 m de altura. 1978.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Campo Alegre/Virgem C da Lapa (16º45’S. Comentários: Subarbusto com cerca de 50 cm de altura.S. 1982. com 6 a 8 pares de folíolos oblongos.Irwin & Barneby) H. com 2 pares de folíolos aciculares. 1982. (Irwin & Barneby. Saint-Hilaire. entre 740 e 1.n. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. Folhas paripinadas. Folhas paripinadas.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol/Salinas (16º33’S.Irwin & Barneby) Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S. (Conceição et al. 12 pares de folíolos ovados. Comentários: Arbusto com cerca de 2. Comentários: Arbusto a arvoreta.m. 1978.) H. 1982.Irwin & Barneby) H. 42º14’W). Chamaecrista stillifera (H. 2004) Chamaecrista ulmea H. 2001) ripinadas.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Ocorre em carrasco e campos rupestres.Lewis Chamaecrista speciosa Conc. uma no início do séc. Encontrada com flores e frutos em agosto. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina..S. Conselheiro Mata (18º17’S. 42º50’W). Folhas paripinadas.) H. com 3 pares de folíolos lanceolados. 1982. 1982) G. Floresce entre outubro e novembro. inéd. com 4 a 5 pares de folíolos obovados a oblongo-lanceolados. abril e agosto. Catolés (13º17’S.S. Folhas pa- 41º47’W). 1982.Irwin & Barneby 42º52’W). Silva.Irwin Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S. 43º42’W). Serra dos Cristais Comentários: Subarbusto. (Irwin & Barneby. 2004) hamaecrista vauthieri (Benth. 1978.S. com 2 a C ri (18º08’S.n.Irwin & Barneby Distribuição: GOIÁS: Cristalina. Biribi- hamaecrista strictula (H. Floresce e frutifica de abril a agosto. (Irwin & Barneby.) H. ramos com tricomas glandulosos. Queiroz. Folhas paripinadas. Comentários: Arbusto de 1.S. Racemo com 3 a 8 flores. Folhas com 1 par de folíolos elípticos a oblongos. de 1 a 3 m de altura. Fascículos com 1 a 3 flores amarelas.S. Comentários: Subarbusto. 43º36’W). Conhecida apenas por duas coletas. 43º58’W).S. agudos a acuminados no ápice.m.S. Flores em racemos ou panículas terminais. 42º52’W). Diamantina. por A.5 a 3 m de altura. 1978.) C Chamaecrista strictifolia (Benth. Encontrada com flores em março.n.S.. 2004) hamaecrista virginis (H.Irwin & Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. 1982) (16º36’S. Folhas paripinadas. Folhas paripinadas. (Irwin & Barneby. Comentários: Arbusto.Irwin & Barneby Distribuição: Minas Gerais: Grão Mogol (16º33’S.5 a 3 m de altura.H. LP. Encontrada com flores em março e outubro. Queiroz. Flores em racemos densos. Flores em racemos axilares. com 2 ou 3 pares de folíolos lineares. verrucosos. Comentários: Arbusto de 1. 2004) H. P.000 m s. Queiroz. Chamaecrista tephrosiifolia (Benth. ramos flexuosos. Flores solitárias. com 2 pares de folíolos elípticos a obovados. Ocorre em campos rupestres acima de 650 m s. . axilares. Serra do Cipó (19º09’S. (Irwin & Barneby. (Irwin & Barneby.S. e outra na década de 1980. Floresce entre abril e junho e frutifica em novembro.P. 19. Ocorre em campos rupestres.Queiroz & Distribuição: BAHIA: Abaíra.m. de 750 a 950 m s. Ocorre provavelmente em cerrado. Ocorre em cerrado.

(Queiroz et al.. Flores pentâmeras. em panículas terminais. Conhecida apenas por três coletas. Folhas paripinadas. Floresce em agosto e frutifica em dezembro. São João dos Patos (06º30’S. Flores com hipanto séssil e ovário densamente piloso na base e nas margens. Ocorre sobre solo arenoso profundo. 1998) Peltogyne altissima Ducke Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença (04º00’S. Moldenhawera brasiliensis Yakovlev Distribuição: BAHIA: Jacobina (11º18’S. 40º24’W).. Floresce de novembro a janeiro e frutifica em abril. ramos re- ladas. 45º08’W). ramos jovens pilosos. (Queiroz et al. Floresce em novembro e dezembro e frutifica em agosto.Fernandes & P. Flores com pétalas alvas. Rio de Janeiro (22º55’S. com pétalas róseas e anteras dos estaminódios rimosas. ramos re- 43º05’W). com 6 a 8 pares de pinas ou de folíolos ovados. com 3 a 6 pares de folíolos suborbiculares. Folhas com 2 folíolos. Folhas (bi)pinadas. com 1.Allkin Distribuição: BAHIA: Salvador (12º54’S. Ocorre em cerradão e florestas estacionais semideciduais do sudeste do Maranhão. Ocor- Peltogyne excelsa Ducke Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S. .. 1978. com 4 a 8 pares de folíolos revolutos.. 40º36’W).Bezerra Distribuição: MARANHÃO: Barão de Grajaú (06º48’S. Folhas com 1 par de folíolos oblongos a lanceolados. 69o00’W). Floresce entre outubro e dezembro. 43º15’W). Flores tetrâmeras.P.Leguminosae 219 Comentários: Subarbusto. (Irwin & Barneby. Flores pentâmeras. com pétalas amarelas e anteras dos estaminódios poricidas. com 6 a 8 pares de pinas ou de folíolos ovados. Moldenhawera acuminata A.Lewis & R. Comentários: Arbusto ramificado.P. emarginados no ápice. Flores pentâmeras. 1998) Moldenhawera polysperma (Vell. com 4 a 6 pares de folíolos lanceolados.. com 2 folíolos densamente pubescentes.Lewis & R. Comentários: Árvore de grande porte. (Queiroz et al. Flores com pétalas brancas e ovário glabro. 1998) Hymenaea maranhensis Lee & Langenheim Distribuição: MARANHÃO: Loreto (07º05’S. em inflorescências com bractéolas persistentes.Queiroz. 20. de 1 a 2 m de altura. em panículas terminais. Floresce de dezembro a fevereiro e frutifica de junho a agosto. 1982) re em restinga. 43º40’W). Ocorre em floresta ombrófila densa na Mata Atlântica. atrofiadas e papilosas. (Queiroz et al. ramos revestidos de tricomas ferrugíneos. (Queiroz et al.5 a 3 m de altura. Conhecida apenas por duas coletas de Ducke. 1975) 40º12’W). na primeira metade do séc. caudados no ápice. Comentários: Árvore de 8 a 12 m de altura. Comentários: Árvore com até 30 m de altura. 1998) vestidos de tricomas ferrugíneos. Ocorre em mata de terra firme. Conhecida apenas do norte do Espírito Santo e está provávelmente ameaçada de extinção devido ao seu uso por madeireiros. Colatina (19º30’S. Folhas paripinadas. Folhas com 2 folíolos.P. 42º57’W). vestidos de tricomas ferrugíneos. em panículas terminais. 38o18’W). em panículas terminais.Queiroz. Petrópolis (22º28’S. em panículas terminais. com pétalas amarelas e anteras dos estaminódios rimosas. Folhas paripindas. Comentários: Árvore de 2 a 5 m de altura. Encontrada com flores em dezembro. (Lee & Langenheim.Allkin Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares (19º30’S. nas Serras do Ouro e de Jacobina.P. caudados no ápice.) Stellfeld Distribuição: RIO DE JANEIRO: Magé (22º39’S. com pétalas amarelas e anteras dos estaminódios indeiscentes. ramos revestidos de tricomas ferrugíneos. 60º24’W). com pétalas amarelas e anteras dos estaminódios poricidas. 1976) Moldenhawera nutans L. nas dunas litorâneas do norte de Salvador. (Silva. G. Folhas (bi)pinadas ou pinadas. Comentários: Árvore com 8 a 22 m de altura. Comentários: Arbusto profusamente ramificado. G. 1998) 42º55’W). ramos revestidos de tricomas ferrugíneos. Comentários: Árvore de 50 a 54 m de altura. Floresce em março. Encontrada com flores de fevereiro a abril. Flores pentâmeras. Folhas pecio- Moldenhawera papillanthera L.

com 4 ou 5 folíolos e nectário na raque entre todos os pares de folíolos. com indumento denso e ferrugíneo. Folhas paripinadas.F. Comentários: Árvore com 10 a 18 m de altura.Gomes da Silva & H.Gomes da Silva & H. na Amazônia Ocidental. Encontrada na Mata Atlântica. sésseis. 60º24’W). lhas com 2 folíolos caudados no ápice. 2008) Comentários: Arbusto de 1.5 a 2 m de altura. em encostas de morros.Silva Distribuição: AMAZONAS: Porto Velho. 1976) Comentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. Folhas com Peltogyne prancei M. tê (08º20’S. Folhas paripinadas. Silva. 1976) caé de Cima (22º18’S. Folhas com 2 T Senna bracteosa D. Folhas paripinadas. inéd.) achigali eriopetala (Ducke) L.F.Cardoso & L. Flores pequenas. coletado com frutos em julho. 69º00’W). 65º33’W). com 6 a 8 pares de folíolos. Floresce em novembro e frutifica entre junho e novembro. (Silva. em racemos.A. deiscentes. em racemos. Flores pequenas. (Dwyer. 39º04’W). rio Cureque- T Folhas com 2 folíolos pequenos e com nervura principal proeminente. achigali urbaniana (Harms) L.G. 2 a 5 pares de folíolos. Comentários: Árvore de 6 a 8 m de altura. Fruto pequeno.Gomes da Silva & H. Ocorre em caatinga. 60º24’W).m.F. Ma- Peltogyne mattosiana Rizzini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Alto Imbé (localidaComentários: Árvore com cerca de 30 m de altura. Flores pequenas. com sépalas e filetes muito curtos.C. Comentários: Árvore.C.F. 42º32’W). ramos canaliculados. com 2 a 3 pares de folíolos glabros. Comentários: Árvore. falcados. (Silva. Serra das Candeias ripinadas. na Mata Atlântica. em racemos com pedúnculo pubescente. Flores pequenas. Comentários: Árvore.F.G. coletado em mata de terra firme. Ocorre em floresta ombrófila densa (alto)montana. Encontrada com flores de maio a julho e com frutos em julho e novembro. Fo- de não identificada). Conhecida apenas por três coletas de Ducke. (Silva. 1976) Tachigali beaurepairei (Harms) L.C. Floresce em agosto e frutifica em fevereiro. Flores com pétalas e ovário glabros. (L.F.Queiroz Distribuição: BAHIA: Quijingue. Conhecida apenas pelo material-tipo. Conhecida apenas pelo material-tipo.Gomes da Silva & H. Frutos planos.Lima Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Iguaçu T Tachigali amplifolia (Ducke) Barneby Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença (04º00’S.220 Leguminosae Encontrada somente na região do alto Rio Negro e na Reserva Ducke.C. Folhas pa- (10º55’S. Flores com pétalas amareloouro. com folíolos falcados.) .Rodrigues folíolos longamente acuminados no ápice. longipediceladas. inéd.F. ramos fissurados. Floresce entre novembro e fevereiro e frutifica em agosto. (Silva. entre 570 e 630 m s. Folhas paripinadas. 1957) Peltogyne subsessilis W. (Cardoso & Queiroz. Flores em racemos com pedúnculo subalado. com receptáculo carnoso. (L. 1957) (22º44’S.Lima Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. em racemos.Lima Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S. com 3 ou 4 pares de folíolos lanceolados a ovados. (Dwyer.P. Comentários: Árvore pequena a mediana. 69º00’W). 1976) Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S.n. Flores subsésseis. ramos puberulentos. 43º27’W). Ocorre em floresta ombrófila densa submontana. Silva. em fragmentos de floresta baixomontana. 1957) achigali leiocalyx (Ducke) L. (Dwyer.Lima Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença (04º00’S.

Folhas bipinadas. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina.) bipinadas.Queiroz Distribuição: BAHIA: Piatã. em glomérulo homomórfico. em glomérulos homomórficos axilares. Conhecida apenas pelo material-tipo. com 2 pares de pinas e 19 a 21 pares de folí- . Folhas bipinadas. Distribuição: GOIÁS: Minaçu. Calliandra cumbucana Renvoize Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º01’S. Ocorre nos campos rupestres da Serra do Sincorá. inéd. com 1 (ra- tã (13º05’S. Encontrada com flores em fevereiro e março e com frutos em fevereiro. róseos na base e brancos no ápice. (Barneby. Conhecida da Serra do Curral Frio. em glomérulos homomórficos agrupados em pseudo-racemos terminais. com 6 a 8 pares de pinas e 18 a 28 pares de folíolos por pina. Conhecida da porção sudoeste da Chapada Diamantina. Flores em glomérulos heteromórficos. Flores tetrâmeras. Floresce de novembro a fevereiro. Calliandra crassipes Benth. 1998. 41º46’W). com 1 ou 2 pares de pinas e 27 a 37 pares de folíolos por pina. Souza. Souza. Flores com estames brancos. Ocorre em cerrado.P.Souza & L. em glomérulos homomórficos.R.) Calliandra gardneri Benth.) Comentários: Subarbusto virgado. Floresce de março a maio e de agosto a setembro. com 3 a 5 pares de pinas e 18 a 29 pares de folíolos por pina. 1998) Calliandra debilis Renvoize Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º54’S. Serra da Tromba (13º03’S. Flores tetrâmeras. Calliandra ganevii Barneby Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º12’S. Ocorre em campos rupestres do Planalto de Diamantina.) 7 a 9 pares de pinas e 19 a 22 pares de folíolos por pina. lhas sésseis. Queiroz. Folhas bipinadas. Souza. ramente 2) par de pinas e 17 a 24 pares de folíolos por pina. Comentários: Arbusto de 1 a 1. Folhas bipinadas. Comentários: Arbusto. em Catolés. (Barneby. Serra Geral (13º40’S. (Barneby. 41º14’W). Floresce em maio e junho. formando 2 lobos. com 41º20’W). 48º12’W). Ocorre em campos rupestres da Serra do Sincorá. PiaComentários: Subarbusto. Floresce e frutifica de janeiro a março. Folhas bipinadas. pares de pinas e 42 a 64 pares de folíolos por pina. coletado por Pickel na década de 1930. 41º19’W). Folhas ligeiramente ascendentes. cendentes. com 2 ou 3 pares de pinas e 20 a 22 pares de folíolos por pina. Comentários: Subarbusto com até 60 cm de altura. com 1 par de pinas e 20 a 24 pares de folíolos por pina. (Barneby. Folhas bipinadas. com pétalas soldadas 2 a 2. Delfino (10º22’S. (Barneby.7 m de altura. 1998. Encontrada com flores em fevereiro e março. 41º17’W). 1998) 35º27’W). bipinadas. próximo à nascente do Rio de Contas. Comentários: Subarbusto. Comentários: Arbusto virgado. Souza. 1998. Souza. 1998. em glomérulos axilares solitários. no prelo) Calliandra feioana Renvoize Distribuição: BAHIA: Umburanas. Comentários: Arbusto. em glomérulos homomórficos. com sépalas acuminadas e estames brancos. Ibicoara (13º24’S. Calliandra concinna Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º13’S. (Barneby. inéd. 1998. Folhas ligeiramente as- Mucugê (13º00’S. (Barneby. Encontrada com flores em fevereiro (Barneby. 41º21’W). Comentários: Subarbusto. 41º24’W).) Calliandra geraisensis E. Fo- 41º49’W). com 3 a 5 43º35’W). Flores com estames bicolores. inéd.Leguminosae 221 SUBFAMÍLIA MIMOSOIDEAE ­ Calliandra duckei Barneby Distribuição: PERNAMBUCO: Russinha (08º08’S. Flores com filetes vermelhos. Flores sésseis. 41º42’W). 1998. inéd. Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva (13º40’S. inéd.

43º41’W). 41º21’W). crescendo em áreas alagadas entre rochas. 1998. 1998. em glomérulos homomórficos. formando touceiras. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º13’S. com estames vermelhos. 41º25’W). com 4 ou 5 Calliandra linearis Benth. . em glomérulos agrupados em pseudo-racemos terminais. Serra do Atalho (13º04’S. com 1 (ra- Gouveia (18º46’S. 43º39’W). Folhas bipinadas. Floresce de setembro a dezembro (Barneby. 2004) em pseudo-racemos terminais. 41º49’W). Queiroz. com 5 a 7 pares de pinas e 30 a 46 pares de folíolos por pina. 41º52’W). no prelo) Distribuição: PIAUÍ: Pedro Segundo (04º25’S. em glomérulos agrupados com 1 a 3 pares de pinas e 13 a 18 pares de folíolos por pina.Lewis Distribuição: BAHIA:Abaíra. indumento lanoso e canescente. na beira de riachos. Ocorre em matas de encosta. Serra das Almas (13º32’S. carrasco e campos rupestres da porção sudoeste da Chapada Diamantina. Encontrada com flores de outubro a abril e em junho e com frutos de junho a julho. 43º35’W). Piatã Calliandra imperialis Barneby ou 4 pares de pinas e 20 a 23 pares de folíolos por pina. Santana do Riacho (19º15’S. com flores em fevereiro.P. coletado na década de 1930.P. Rio de Contas. passando de rosa-avermelhados a vermelhos para o ápice. com 3 Calliandra involuta Mackinder & G. em glomérulos homomórficos. Distribuição: BAHIA: Abaíra. (Barneby. inéd.Souza & L. Folhas bipinadas. Ibiquara (13º26’S. Folhas bipinadas. Rio de Contas (13º29’S. em umbelas heteromórficas axilares.Lewis Distribuição: BAHIA: Mucugê (12º59’S. Ocorre em campos de altitude. Folhas bipinadas. 1998. Encontrada com flores em fevereiro e março. Folhas bipinadas. em glomérulos agrupados em pseudo-racemos folhosos terminais.222 Leguminosae olos por pina. Comentários: Arbusto virgado. (Barneby. Comentários: Subarbusto profusamente ramificado. (Barneby. Folhas bipinadas. Serra da Larguinha (12º32’S. coletado nos campos rupestres da porção sudoeste da Chapada Diamantina. Comentários: Subarbusto rizomatoso. Conhecida apenas pelo material-tipo. Floresce de novembro a fevereiro e frutifica de dezembro a janeiro. Ocorre em campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. Comentários: Arbusto.P. com 2 a 3 pa- Lençóis. 1998) (13º19’S. Flores com estames brancos. inéd. Conhecida apenas pelo material-tipo.) Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º17’S. 1998. na porção sudoeste da Chapada Diamantina. Souza. com 1 par de pinas e 2 a 3 pares de folíolos por pina. Calliandra hygrophila Mackinder & G. (Souza & Queiroz. em glomérulos homomórficos agrupados em pseudo-racemos. Flores com estames brancos. em glomérulos agrupados em pseudo-racemos terminais.) Comentários: Arbusto. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. com copa obcônica. Souza. Calliandra lanata Benth. Comentários: Arbusto com ramos longos. 41º55’W). Comentários: Arbusto profusamente ramificado. ramente 2) par de pinas e 43 a 51 pares de folíolos por pina. Flores com estames brancos na base.R. (Souza & Queiroz. (Barneby. Flores trímeras. com estames brancos. Ocorre nos campos rupestres da porção sudoeste da Chapada Diamantina. 2004) Calliandra germana Barneby (13º04’S. 41º55’W). 41º43’W). Catolés (13º17’S. inéd. sobre solo arenoso profundo. pares de pinas e 13 a 16 pares de folíolos por pina. Souza. Flores com estames vermelhos. com flores em março. Ocorre em campos rupestres da Serra do Sincorá.) Calliandra imbricata E. Encontrada com flores e frutos em novembro. 41º17’W).Queiroz Distribuição: BAHIA: Piatã. Souza. Flores com estames brancos. robustos e virgados. 41º52’W). Flores com estames vermelhos. 1998. (Barneby. Serra do Barbado Calliandra iligna Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte/ Comentários: Subarbusto. 41º20’W). 41º54’W). com 1 par de pinas e 4 a 8 pares de folíolos por pina. Folhas bipinadas. Flores pentâmeras. inéd. Folhas bipinadas.) res de pinas e 16 ou 17 pares de folíolos por pina.

Flores com estames vermelhos. Serra do Curral Frio (10º22’S. em glomérulo terminal solitário e curtamente exserto à folhagem. com 3 ou 4 pares de pinas e 23 a 28 pares de folíolos por pina. inéd. sésseis. 1998. Folhas bipinadas com 1 par de pinas e 37 a 44 pares de folíolos por pina. 1998. Conhecida apenas pelo material-tipo. com estames inteiramente brancos ou rosados no ápice. com estames brancos. 42º43’W). Ocorre em campos rupestres da Serra do Sincorá. no extremo norte da Chapada Diamantina. com estames brancos. coletado em campos rupestres. 1998) Comentários: Arbusto. Comentários: Subarbusto. (Barneby. Comentários: Arbusto ou subarbusto. com estames vináceos. nos campos rupestres da Serra dos Cristais. (Barneby. Serra da Tromba (13º08’S. Ocorre em campos rupestres e campos arenosos (capitingas). 41º55’W). em glomérulos agrupados em pseudo-racemos. Rio Calliandra renvoizeana Barneby Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º48’S. 41º34’W). Souza. com estames alvos. Pia- Calliandra pilgeriana Harms Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro (11º25’S. na margem de rios ou entre pedras. 1998. Morro do Pai Inácio Callindra santosiana Glaziou ex Barneby Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. Encontrada com flores em março. Pico das Almas (13º32’S. Flores sésseis. 41º20’W). Floresce e frutifica de setembro a dezembro. em umbelas homomórficas axilares. Xique-Xique (10º49’S. 1998) Calliandra lintea Barneby Distribuição: BAHIA: Andaraí/Mucugê (12º56’S. Flores subsésseis. em glomérulos homomórficos. 41º42’W). Folhas bipinadas. Mucugê (13º05’S. Floresce de março a julho e frutifica entre julho e setembro. inéd. Folhas bipinadas. Biribiri pinas e 70 a 88 pares de folíolos por pina. em glomérulos homomórficos. com 1 ou 2 pares de pinas e 23 a 33 pares de folíolos por pina. em glomérulos homomórficos.) de Contas (13º37’S. agosto e de outubro a dezembro. com 1 par de pinas e 7 a 12 pares de folíolos por pina. tetrâmeras. Encontrada com flores de setembro a novembro e em junho e com frutos em fevereiro. Souza. Chapada Diamantina. Comentários: Arbusto. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. (Barneby.) Calliandra pubens Renvoize Distribuição: BAHIA: Umburanas. Comentários: Arbusto com ramos virgados. com 4 ou 5 42º30’W). limite entre os municípios de Gentio do Ouro e Xique-Xique. entre pedras.) 41º23’W). junho e novembro e com frutos em fevereiro. Floresce de fevereiro a abril. Folhas bipinadas. sobre solo arenoso. Palmeiras (12º31’S. pentâmeras. Flores pentâmeras. 41º20’W).) Distribuição: BAHIA: Palmeiras. Lençóis (12º32’S. Flores com estames brancos. Souza. inéd. na porção sudoeste da Chapada Diamantina. Flores com estames brancos. Folhas bipinadas. Calliandra semisepulta Barneby Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º17’S. (Barneby. Floresce de novembro a fevereiro. com estames rosa- . inéd. Folhas bipinadas com 1 par de pinas e 4 a 8 pares de folíolos por pina. em glomérulos homomórficos. Souza. entre Delfino e Minas do Mimoso. 1998. Comentários: Arbusto virgado. inéd.) Calliandra paterna Barneby (12º27’S. pares de pinas e 27 a 47 pares de folíolos por pina. 41º54’W). Flores tã. rizomatoso. 1998. Ocorre em beira de riacho. Folhas bipinadas. 43º36’W). Ocorre nos campos rupestres da Serra do Açuruá (Santo Inácio). Souza. 41º45’W). 41º21’W). em glomérulos homomórficos. Folhas bipinadas. Encontrada com flores em abril e maio. inéd. 1998. com 1 par de (18º07’S. (Barneby. Souza. (Barneby. na Serra do Sincorá. Comentários: Arbusto. com flores em março. com 8 ou 9 pares de pinas e 16 a 21 pares de folíolos por pina.Leguminosae 223 Flores sésseis. Flores subsésseis. (Barneby.) Calliandra luetzelburgii Harms Distribuição: BAHIA: Piatã (13º13’S. tetrâmeras. Rio de Contas. nas serras do sul de Piatã até o Pico das Almas. Conhecida apenas por duas coletas. Ocorre nos campos rupestres na Cadeia do Espinhaço. 41º28’W). pentâmeras. 41º45’W). 41º22’W). (Barneby. Comentários: Subarbusto prostrado.

com estames vináceos. em umbelas heteromórficas. Distribuição: PIAUÍ: Oeiras (07º01’S.m. Flores subsésseis. inéd. Ocorre em campos rupestres acima de 1. ramos viscosos. Souza.P. Comentários: Subarbusto de 20 a 30 cm de altura. Folhas bipinadas. Guiné (12º59’S.n.P. 39º28’W). sem localidade precisa.P. (Queiroz & Lewis. Comentários: Subarbusto. espiralados. Ocorre acima de 1. em glomérulos globosos agrupados em uma longa haste sem folhas. 19. no prelo) Mimosa cryptothamnos Barneby Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança (14º42’S. de 2 a 4 m de altura. no sudeste do Piauí. Serra da Jibóia Comentários: Arbusto a arvoreta. com 9 ou 10 pares de pinas e 7 a 10 pares de pequenos folíolos por pina. Folhas bipinadas.) Inga conchifolia L. Ocorre em fendas entre rochas. (Queiroz. 20. em glomérulos homomórficos. Queiroz. coletado no séc. provavelmente em campos rupestres. 1998. 41º56’W). Ocorre em campo de encosta com carrasco.m. 1999) Calliandra ulei Harms Distribuição: PIAUÍ: Serra Branca (07º28’S. Érico 3 pares de pinas e 17 a 19 pares de folíolos por pina. na Serra do Sincorá. com Cardoso (13º24’S. (Barneby. 47º34’W). Folhas bipinadas. Simon & Proença. coletado por Ule no início do séc. 47º30’W). (Barneby. Flores pentâmeras. (Barneby & Grimes. na porção sul da Chapada dos Veadeiros. 19. 42º04’W).Lewis Distribuição: BAHIA: Mucugê. ramos com acúleos raros. ra- agrupadas na base do caule. 41º46’W). no prelo) Mimosa crumenarioides L. no prelo) Distribuição: BAHIA: Pindobaçu (10º44’S. 1998. provavelmente sobre solo arenoso. 1996) Mimosa brevipinna Benth. Souza. Flores tetrâmeras. com xilopódio. no início do séc. Encontrada com frutos em junho. Frutos moniliformes. 47º30’W). Conhecida apenas por duas coletas de Ule. na porção sudoeste da Chapada Diamantina.000 m s. (Barneby. com flores em janeiro. com ramos revestidos por tricomas curtos e esbranquiçados. nos campos rupestres da porção sudoeste da Chapada Diamantina. (Barneby. 1991. Comentários: Arbusto virgado. Ocorre em floresta ombrófila densa submontana na Mata Atlântica. com 3 a 4 pares de pinas e 24 a 30 pares de folíolos por pina.Queiroz & G. Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura. 2000) Mimosa cyclophylla Taub. em glomérulos globosos. inéd. com 13 a 21 pares de pinas e 34 a 48 pares de folíolos por pina. 1996. Souza. Folhas bipinadas. (Barneby. me. com 2 ou 3 41º21’W) pares de pinas e 14 a 22 pares de folíolos por pina. na Chapada Diamantina. Folhas bipinadas..000 m s. Alto Paraíso de Goiás (14º19’S. com 4 ou 5 pares de pinas e 22 a 25 pares de folíolos lineares e falcados por pina. Cavalcante (13º46’S. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º12’S. pecíolo achatado. persistente após a queda dos folíolos. Piatã (13º05’S. 42º07’W). 1998. inéd. (Barneby. 1998. 36º40’W). côncavos (semelhantes à concha de um bivalve).n. rugosos. com estames rosa-choque. Queiroz. Folhas bipinadas. 47º29’W). Floresce de janeiro a março e de outubro a novembro.) Folhas paripinadas. Conhecida apenas pelo material-tipo.) Comentários: Subarbusto ereto.224 Leguminosae choque. com flores em novembro e dezembro. em glomérulos homomórficos pedunculados. . 1991. Piatã (13º06’S. em glomérulos homomórficos. Flores com estames rosa-choque. 40º21’W). Flores trímeras. Encontrada com flores em agosto. Calliandra sincorana Harms Distribuição: BAHIA: Palmeiras/Lençóis? (12º32’S. 41º20’W). em glomérulos globosos. Conhecida apenas por quatro coletas após a década de 1980. Conhecida apenas pelo material-tipo.. (12º52’S. pentâmeras. com 2 ou 3 pares folíolos coriáceos. Flores com corola creme e estames brancos. com estames brancos. com estames alvos. Ocorre em caatinga. Chloroleucon extortum Barneby & Grimes mos com espinhos axilares. Flores tetrâmeras. Comentários: Arbusto pouco ramificado. Comentários: Subarbusto de 30 a 40 cm de altura. com 1 par de pinas e 4 ou 5 pares de folíolos por pina. em espigas curtas. iner- Calliandra stelligera Barneby Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º17’S. Queiroz. 41º49’W). Encontrada com flores em dezembro e abril.Queiroz Distribuição: BAHIA: Castro Alves. Folhas bipinadas.

(Barneby. 1991. BAHIA: Remanso (09º35’S. 47º31’W). em glomérulos. Comentários: Subarbusto. Campo Alegre de Lourdes (09º30’S. Ocorre em terrenos rochosos e arenosos. de copa dos Veadeiros (14º13’S.100 m s. inermes. Floresce de março a julho e frutifica de junho a setembro. (Barneby. com estames alvos. Ocorre em campos rupestres. (Barneby. sobre terrenos rochosos e úmidos. Folhas bipinadas. 42º07’W). (Barneby.000 m s. Floresce e frutifica de dezembro a fevereiro. no 42º41’W). Flores pentâmeras. altura. ocorre em caatingas sobre solo arenoso do Baixo-Médio São Francisco. Conhecida como angelim. com cerca de 1 m de (10º54’S. em glomérulos. 2000) Comentários: Subarbusto prostrado. Floresce de dezembro a fevereiro e frutifica em julho. Comentários: Arbusto a arvoreta. Serra Geral Mimosa glaucula Barneby Distribuição: BAHIA: Xique-Xique.Leguminosae 225 Comentários: Subarbusto com xilopódio.m. em glomérulos. Folhas bipinadas. Queiroz. no prelo) . (Barneby. com até 2 m de altura. Folhas bipinadas. Flores tetrâmeras. (Barneby. com 17 a 28 pares de pinas e 30 a 47 pares de folíolos por pina. ramos não viscosos. (Barneby. (Barneby. entre 1. 1991. inermes.030 e 1. com 7 a 18 pares de pinas e 31 a 57 pares de folíolos por pina. ramos costados. em glomérulos. com 2 pares de pinas e 7 a 11 pares de folíolos por pina. Flores com estames rosa. Folhas bipinadas. com flores em fevereiro. em glomérulos. com nectário discóide no pecíolo. Mimosa heringeri Barneby Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Gama (16º05’S. com 3 ou 4 pares de pinas e 6 ou 7 pares de folíolos por pina. com até 5 m de altura. em glomérulos globosos. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores trímeras. Simon & Proença. (Barneby. com 1 par de pinas e 5 a 10 pares de folíolos por pina. com 48º03’W). Ocorre em cerrado aberto. Ocorre em cerrado. Flores tetrâmeras. Encontrada com flores em março. no prelo) Mimosa laniceps Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Folhas bipinadas. em glomérulos. Queiroz. 1991. com 2 a 9 pares de pinas e 6 a 9 pares de folíolos rombóides por pina. no sul do Piauí e região limítrofe no norte da Bahia.n. ra- mos viscosos. sobre areia. Folhas bipinadas. Comentários: Subarbusto prostrado a decumbente. arredondada. 1991. entre dezembro e março. 1991. 40º29’W). 43º00’W). Ocorre em caatingas sujeitas a inundações sazonais. Ocorre em afloramentos rochosos com solo arenoso e úmido. Lagoa de Itaparica Comentários: Subarbusto ereto. com 3 ou 4 pares de pinas e 12 a 16 pares de folíolos por pina. Queiroz. a cerca de 1. coletado em caatinga. 2000) Baixo-Médio São Francisco. com xilopódio. com 7 a 12 pares de pinas e 10 a 15 pares de folíolos por pina. Flores tetrâmeras. 42º07’W). Mimosa decorticans Barneby Distribuição: GOIÁS: Cristalina (16º44’S. Floresce na estação chuvosa. do Paranã (14º44’S. Floresce de março a julho e frutifica entre maio e agosto. Simon & Hay. 47º29’W). sobre solo rochoso. Folhas bipinadas. Simon & Hay. Conhecida apenas pelo material-tipo.. 2003) Mimosa humivagans Barneby Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança. na Chapada dos Veadeiros. em glomérulos globosos. com 14 a 25 pares de pinas e 20 a 35 pares de folíolos por pina. com estames rosa-choque. Flores tetrâmeras. 1991. Chapada Comentários: Arbusto profusamente ramificado. 1991. Floresce de setembro a março. 2000) até 4 m de altura. coletado por Zehntner em março de 1912. po- com acúleos em séries longitudinais sobre as costelas. no prelo) Mimosa hortensis Barneby Distribuição: BAHIA: Juazeiro (09º25’S.n. não viscosos. Comentários: Arvoreta profusamente ramificada. 42º46’W). ramos delgados. Queiroz.m. 1991. Simon & Proença. Comentários: Arvoreta profusamente ramificada. no prelo) dendo atingir mais de 3 m de altura. Simon & Proença. em glomérulos agrupados em um longo pedúnculo sem folhas. Folhas bipinadas. Folhas bipina- das basais. 47º41’W). 1991. flexuosos. não viscosos e com acúleos esparsos. Flores tetrâmeras. Flores tetrâmeras. Mimosa hirsuticaulis Harms Distribuição: BAHIA: Remanso (09º35’S. com estames rosa. 2003) Mimosa lepidophora Rizzini Distribuição: PIAUÍ: São Raimundo Nonato (09º01’S.

de abril a setembro. ramos viscosos. com 4 a 7 pares de pinas e 14 a 17 pares de folíolos por pina. agrupadas no ápice dos ramos.m. em glomérulos. Folhas bipinadas.226 Leguminosae Mimosa manidea Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 48º48’W). 48º53’W). 2000) Mimosa morroënsis Barneby Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º33’S. em glomérulos. Comentários: Arbusto profusamente ramificado. ra- mos viscosos. de copa arredondada. agrupadas no ápice dos ramos. Comentários: Arvoreta pouco ramificada. Floresce de maio a setembro. Mimosa pyrenea Taub. a cerca de 1. com cerca de 2 m de altura.5 m de altura. 1991. na Serra dos Pireneus. 42º07’W). incluindo o material-tipo do início do séc. Encontrada com flores em janeiro e abril..n. dos Veadeiros (13º59’S. Floresce e frutifica de outubro a março. Distribuição: GOIÁS: Pirenópolis (15º47’S. entre o norte da Bahia e Curral Novo.000 m s.m. sobre solo arenoso. Ocorre em cerrado aberto. Pilão Arcado (10º02’S. dos Veadeiros (14º10’S. Chapada Mimosa pycnocoma Benth.200 m s. 48º50’W). 2000) Mimosa regina Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Pirenópolis (15º47’S. Flores escondidas na densa folhagem.n. com xilopódio. com 20 a 30 pares de pinas e 16 a 29 pares de folíolos por pina. Comentários: Arvoreta com cerca de 2. Folhas bipinadas. a cerca de 1. (Barneby. Conhecida apenas por duas coletas em caatinga sobre solo arenoso. Ocorre em campos com afloramentos rochosos. (Barneby. Ocorre em cerrado rupestre.n. 47º38’W). 48º53’W). no sul do Piauí. (Barneby. a cerca de 1. 47º21’W).n.100 m s. formando densa folhagem. Queiroz. Conhecida apenas por duas coletas em caatinga associada a afloramentos de arenito. Folhas bipinadas. 47º29’W). (Barneby. em glomérulos. BAHIA: Remanso (09º35’S. Flores tetrâmeras. 1991) Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º33’S. sobre solo rochoso e arenoso. (Barneby. Simon & Hay. com 10 a 12 pares de pinas e 28 a 40 pares de folíolos por pina. 50º06’W). 1991. Queiroz.100 m s. Simon & Proença. Floresce de outubro a março. Floresce durante a estação seca. 2000) Mimosa setosissima Taub. Ocorre em campos rupestres. (Barneby. com 6 a 9 pares de pinas e 15 a 19 pares de folíolos por pina.n. Ocorre em cerrado aberto. Comentários: Subarbusto prostrado a decumbente. 1991. ramos não viscosos. 47º28’W). Comentários: Subarbusto prostrado. sobre solo rochoso. no prelo) lhas bipinadas. 42º24’W). com cerca de 1. 1991. 19.m. Chapada Comentários: Arvoreta com até 4 m de altura. Mimosa oligosperma Barneby Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º36’S. (Barneby. com até 3 m de altura. no prelo) revestidos por estípulas dilatadas e persistentes.000 m s. em espigas. 2003) Distribuição: GOIÁS: Cocalzinho (15º48’S. Corumbá de Goiás (15º55’S. a cerca de 1. (Barneby. Serra do Cavaleiro (09º05’S. Conhecida apenas por duas coletas. ramos Mimosa nothopteris Barneby Distribuição: BAHIA/PIAUÍ: localidade não indicada. Inflorescências ao longo dos ramos. Comentários: Subarbusto delicado.m. Simon & Proença. inermes.200 m s. Simon & Proença. Folhas bipinadas. 1991. Encontrada com flores e frutos de janeiro a março. Folhas bipinadas. 42º27’W). . 1991. 2000) Mimosa setuligera Harms Distribuição: PIAUÍ: São Lourenço do Piauí. 1991. 41º09’W). Folhas bipinadas. Simon & Proença. Conhecida apenas da Serra dos Pireneus e da Serra Dourada.m. com estames rosa.m. Ocorre em cerrado aberto.5 m de altura. com estames rosa. Floresce de março a maio e frutifica em junho e julho. Flores trímeras. a cerca de 1. agrupadas no ápice dos ramos. Flores tetrâmeras. Comentários: Arbusto delgado.5 m de altura. Flores tetrâmeras. com acúleos retos ou ligeiramente encurvados. Fo- Goiás Velho (16º02’S.n. entre 800 e 1. Comentários: Arbusto com cerca de 2.

47º35’W). Comentários: Subarbusto delicado. S Mimosa ulei Taub. no prelo) Senegalia santosii (G. 1991.. 2000) Mimosa splendida Barneby Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º10’S.Lewis) Siegler & Ebinger Distribuição: BAHIA: Vitória da Conquista/Anagé Mimosa ulbrichiana Harms Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro (11º26’S. na região de Santo Inácio. no prelo) um longo pedúnculo sem folhas. Flores em glomérulos globosos agrupados em fascículos axilares. Floresce e frutifica de novembro a maio. ra- (14º46’S. Ocorre em borda de mata de galeria. a cerca de 1. Queiroz. Ocorre em cerrado aberto. 41º00’W).n. sobre solo arenoso e pedregoso. basais. caule recoberto por estípulas persistentes. inermes. ramos Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. Queiroz. com 5 pares de pinas e 13 a 16 pares de folíolos por pina. amplas. Ocorre nos campos rupestres da Serra dos Pireneus. com xilopódio. aculeados. 48º50’W). com estames rosa. mos inermes. Ocorre em floresta estacional semidecidual (mata de cipó). Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. em glomérulos. Simon & Proença. foi recentemente redescoberta na fazenda São Bento. (Lewis. 1991.Grimes & Barneby) Seigler & Ebinger Distribuição: BAHIA: Caatiba (14º57’S.m. no prelo) Comentários: Subarbusto prostrado a decumbente. em glomérulos globosos. 1991. Encontrada com flores em novembro. Brotas de Macaúbas (11º59’S. com glândula elíptica no pecíolo e foliólos ciliados. sobre solo arenoso. Comentários: Árvore com até 15 m de altura. hábito semelhante ao de uma samambaia arborescente devido às folhas grandes no ápice dos ramos.n. com 2 ou 3 pares de pinas e 4 ou 5 pares de folíolos rombóides por pina. Floresce de março a julho.300 a 1. Duas variedades são reconhecidas. Flores trímeras. Floresce e frutifica de janeiro a maio. 48º53’W). Folhas bipinadas. (Barneby. a típica e a M. Folhas bipinadas.400 m s.n. 47º30’W).n. no Baixo-Médio São Francisco. Floresce entre março e maio. ereto. Ocorre na Chapada Diamantina. Flores com estames brancos.100 m s. a cerca de 1. grallator Barneby. limite norte da Chapada Diamantina. acúleos esparsos.200 m s. no prelo) enegalia sp. de 1.Leguminosae 227 inermes. 1991. ramos viscosos. Simon & Proença. com até 1 m de altura. Chapada Comentários: Subarbusto com xilopódio. Ocorre provavelmente em floresta estacional semidecidual (mata de cipó). 2005) das. Floresce de janeiro a abril. 2000) Comentários: Subarbusto delicado. 2000) Senegalia kallunkiae (J. Flores em glomérulos agrupados em . Simon & Amaral 2003) Corumbá de Goiás (15º55’S.W. Encontrada com flores em outubro.m. 42º30’W). Ocorre em caatinga. Ocorre em área de transição entre caatinga e campos rupestres. (Queiroz. Queiroz.m. a cerca de 1. Folhas bipinadas com 8 a 11 pares de pinas e 9 a 12 pares de folíolos por pina. Conhecida apenas pelo material-tipo. 4-angulosos.Bocage & S. geralmente Mimosa virgula Barneby Distribuição: GOIÁS: Cocalzinho (15º48’S. Comentários: Arbusto pouco ramificado.. Simon & Proença. com estames rosa. a cerca de 400 m s. Folhas bipinadas. Flores trímeras. 47º49’W). na mesma localidade. (Barneby. em glomérulos globosos. Folhas bipina- dos Veadeiros (14º05’S..n. (Barneby. 48º48’W).m. sobre solo rochoso. (Barneby. 48º03’W). 42º37’W). Miotto) Distribuição: BAHIA: Palmeiras (12º27’S. Folhas bipinadas. com ramos trígonos. em ambientes perturbados.m. Brasília (15º52’S. ulei var. (Barneby 1991. (Bocage & Miotto. em glomérulos. ambas encontradas em campos rupestres. Pirenópolis (15º47’S.n. 1991. com menos de 2 m de altura. entre 120 e 400 m s. 41º28’W). pecíolo sem nectário extrafloral. 40º25’W). ramos com Mimosa suburbana Barneby Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Gama (16º05’S. com 6 ou 7 pares de pinas e 18 a 23 pares de folíolos por pina.P. (= Acacia ricoae A. 1996. (Barneby. coletado em 1895. Comentários: Arbusto de 2 a 4 m de altura.200 m s. Flores com estames brancos.m.

P. 2008.C.n. Ocorre Freqüentemente rebrota após o fogo. 1993. com pétalas amarelas. Flores papilionóides. com até 10 m de altura. 39º04’W).Queiroz & D. com pétalas amarelas.Lima Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º59’S. com pétalas roxas. DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º55’S. Comentários: Subarbusto profusamente ramificado.Lewis (15º56’S. Lomentos com 2 artículos. 1992) Distribuição: GOIÁS: Santo Antônio Descoberto Aeschynomene soniae G. Flores papilionóides. com artículo reniforme medindo de 1.200 m s. (Lewis. Ocorre em restinga..Lewis Distribuição: BAHIA: Abaíra. de 1. com pétalas amarelas.4 a 1. 41º26’W). 2003) Aeschynomene sabulicola L. Ocorre em caatinga.3 a 1. Queiroz. Catolés (13º14’S. Comentários: Subarbusto ereto. Serra Grande (14º35’S. (Lewis. 41º51’W). & H. Ocorre em campos rupestres. 39º03’W). com 10 a 40 pares de folíolos ligeiramente falcados.. Ocorre em campos rupestres e cerrados sujeitos a incêndios periódicos. na porção norte do Estado da Bahia. (Lewis.Lewis Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Paramirim (13º25’S.P. com folíolos lineares. 47º56’W). 42º14’W). Lomentos com 2 ou 3 artículos. Flores papilionóides com pétalas amarelas. na Chapada Diamantina.Penn. Flores papilionóides. 1992) Aeschynomene graminoides G. Ocorre em caatinga arbustiva sobre solo arenoso. com 5 a 9 folíolos. 41º49’W). Comentários: Arbusto a árvore. 1985) dos Veadeiros (14º04’S. Flores papilionóides. Conheci- Andira marauensis N. áfilo. Foi encontrada com flor e fruto em dezembro e maio.P. Comentários: Subarbusto geófito. no prelo) Aeschynomene lewisiana A. Flores papilionóides. Rio de Contas (13º30’S. Andira carvalhoi R. na Chapada Diamantina. ereto.m. Luziânia (16º15’S. Pennington. Floresce e frutifica de janeiro a maio. Palmeiras.Lewis Distribuição: BAHIA: Livramento do Brumado (13º39’S.n. 1994) Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º27’S. coriáceos. 48º15’W). 39º00’W). Chapada Comentários: Subarbusto ereto.000 m s. Lomentos com 4 artículos.5 m de altura. Lomento uniarticulado. ca de 20 cm de altura. provavelmente dispersadas por roedores.P.. 48º12’W). Ibiraba (10º47’S. com xilopódio e cer- 41º44’W). Ocorre em campos rupestres acima de 1. 39º05’W). Encontrada com flores em março e agosto.m. Folhas imparipinadas. da apenas das dunas interiores do médio rio São Francisco.Cardoso Distribuição: BAHIA: Casa Nova (09º31’S. com até 3. em área sujeita a incêndios periódicos.T. 39º05’W). . 39º17’W). elípticas. com pétalas amarelas. Flores papilionóides.228 Leguminosae SUBFAMÍLIA PAPILIONOIDEAE ­ Aeschynomene carvalhoi G. com até 1 m de altura. Caeté-Açu (12º36’S. Folhas simples. Comentários: Arbusto com cerca de 5 m de altura. Maraú (14º06’S. freqüentemente rebrotando após o fogo. Lomentos com 2 ou 3 artículos. na porção sul da Chapada Diamantina.P.m. 41º21’W). Folhas paripinadas. Uruçuca. 1995.n. 47º32’W). 41º49’W). Floresce em outubro e novembro e frutifica de janeiro a maio. (Lewis. com cerca de 60 cm de altura. ramos viscosos.Mattos Distribuição: BAHIA: Ilhéus (15º06’S. Ocorre em campos rupestres acima de 900 m s. em panículas. 41º30’W).5 cm de comprimento. Una. Folhas imparipinadas. Reserva Biológica do Mico-leão (15º09’S. (Pennington & Lima. 41º29’W). Floresce e frutifica em outubro.4 mm de comprimento e 7 a 8 mm de largura. Folhas paripinadas. com pétalas amarelas. Folhas paripinadas. (Fernandes. no sul da Bahia. com 3 a 7 folíolos elípticos ou suborbiculares. acima de 1.F. Queiroz. Drupas com até 10 cm de comprimento. (Queiroz & Cardoso. Comentários: Subarbusto geófito. no prelo) Aeschynomene simplicifolia G.Fernandes Mucugê (12º45’S. de 30 a 50 cm de altura. Una (15º09’S. bem maiores do que as das demais espécies do gênero. Encontrada com flores e frutos em abril.

Floresce de janeiro a maio e frutifica de janeiro a abril e em novembro. em inflorescências pêndulas. Flores papilionóides. 2003) Crotalaria goiasensis Windler & S. Queiroz. (Lavin. na Mata Atlântica do litoral sul da Bahia. Ocorre em floresta ombrófila densa. Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté (19º52’S. Lomentos com 2 a 4 artículos.. 55º45’W). Queiroz. Encontrada com flores em janeiro. fevereiro e maio. com muitas sementes. (Flores. Serra do Cipó (19º02’S. Flores papilionóides. com 3 a 7 folíolos. em panículas. Flores com cálice barbado. Desmodium juruenense Hoehne Distribuição: MATO GROSSO: Salto Augusto/Salto São Simão (09º32’S. Encontrada com flores e frutos em maio. em inflorescências racemosas terminais. Bocoa ratteri H. inéd. com cálice partindo-se em segmentos irregulares. Encontrada com flor e fruto em novembro. com pétalas amarelas. Comentários: Subarbusto ou arbusto. Comentários: Árvore com cerca de 2.G. com pétalas lilás. 47º29’W). Comentários: Subarbusto ereto. sobre solo arenoso.) Crotalaria rufipila Benth. Legumes inflados.) Distribuição: GOIÁS: Corumbá de Goiás (15º55’S. com até 1 m de comprimento. na Mata Atlântica do sul da Bahia.Skinner 48º48’W).5 m de altura. 57º26’W). Ocorre em campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. com pétalas amarelas.Leguminosae 229 Comentários: Árvore com até 35 m de altura. 39º01’W). Flores papilionóides.5 m de altura. Comentários: Liana alcançando o dossel da mata. no prelo) rães (“Santa Ana da Chapada”) (15º27’S.Ireland Distribuição: MARANHÃO: Loreto (07º06’S. (Ireland 2007) dos Veadeiros (14º07’S. Folhas unifolioladas. Jaboticatubas (19º30’S. Folhas simples. Comentários: Arbusto. Folhas alados. Drupa. de 1 a 2 m de altura. Folhas simples. 1982) Coursetia vicioides (Nees & Mart. Legumes inflados. Folhas paripina- 43º40’W). 1998) Crotalaria brachycarpa Benth. Conhecida apenas pelo material-tipo. Distribuição: BAHIA: localidade não indicada. (Flores.Skinner Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Folhas imparipinadas. coletado em cerradão. Flores papilionóides.Lewis Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º15’S. Distribuição: BAHIA: Remanso (09º35’S. Legume linear. Chapada Comentários: Subarbusto de 1 a 1.P. Pirenópolis (15º47’S.) Desmodium glabrescens Malme Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos GuimaComentários: Subarbusto ereto. Ocorre em caatinga sujeita a inundações periódicas. Ocorre nos campos rupestres da Serra dos Pireneus. 43º44’W). Folhas trifolioladas. com pétalas amarelas. Flores apétalas. Flores papilionóides. Comentários: Subarbusto com cerca de 50 cm de altura. com pétalas amarelas. com até 1 metro de altura. (Dubs. Legumes inflados. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores em março. Crotalaria irwinii Windler & S. Uma outra possível coleta proveniente de Itaberaba necessita confirmação. Flores papilionóides.) Benth. Canavalia dolichothyrsa G. (Flores. res com cálice glabrescente. coletado pelo Príncipe de Wied-Neuwied na primeira metade do séc. inéd. Conceição do Mato Dentro. Ocorre na margem de rios e Folhas com 3 folíolos. Floresce em maio e junho e frutifica em junho. com 3 folíolos. Flores papilionóides. com pétalas róseas e cerca de 1 cm de comprimento. 42º07’W). 48º50’W). Conhecida apenas pelo material-tipo. Lomentos com 6 artículos espiraladamente torcidos. (Flores. inéd. densifloras. 43º25’W). Folhas com 3 folíolos. no prelo) . 45º08’W). 19. sem estipelas.E. janeiro e junho. ramos Folhas com 5 ou 6 folíolos alternos. Comentários: Subarbusto de 70 cm a 2 m de altura. 1988. em paniculas terminais e axilares. Flo- das com 14 a 22 pares de folíolos. ramos viscosos. inéd. (Lewis & Mannetje. (Pennington.G. Ocorre em floresta ombrófila densa. Legumes inflados. Encontrada com flor em janeiro. com flores em julho de 1997.

(Lima. Comentários: Árvore de 10 a 35 m de altura. Ocorre em floresta ombrófila densa inundada (igapó). revolutos na margem e vilosos abaxialmente. Campus do Ins- tituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (03º06’S. 1917) Harpalyce lanata L.m. (Maxwell. Quataguara (loca- ferrugíneos. inéd. Ocorre em floresta ombrófila densa montana. acima de 900 m s. Flores papilionóides. Rio Preto da Eva. Conhecida apenas por duas coletas de 1981 no vale do rio Paraguaçu. Encontrada com flores em julho e dezembro e com frutos em abril. Folhas com 3 folíolos rugosos. Comentários: Árvore com 5 a 10 m de altura. Flores papilionóides. com deiscência elástica. com pétalas roxas.M. Flores papilionóides. foi redescoberta mais de 150 anos depois na Serra do Mar. Encontrada com flores e frutos em novembro. em panículas densas. verde-escuros.n. com pétalas lilás. coriáceos. Comentários: Liana. com cálice bilabiado e pétalas vermelhas. Frutos plano-compressos. (Irwin & Arroyo. Frutos indeiscentes. Ma- Lonchocarpus glaziovii Taub. Catolés (13º20’S.Azevedo Distribuição: BAHIA: Cachoeira (12º32’S.000 m s. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura.G.S. seríceos e prateados abaxialmente. coletado por Schott em local não indicado do Rio de Janeiro. Ocorre em floresta ombrófila densa.600 m s. lhas imparipinadas. caé de Cima (22º16’S. coletado por Ducke. Encontrada com flores em junho. Conhecida por apenas duas coletas no início do séc. com cálice bilabiado e pétalas vermelhas. Diplotropis rodriguesii H. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo (22º20’S. a cerca de 300 m s.100 e 1.) Distribuição: PARÁ: Óbidos (01º54’S.) Comentários: Liana. com 9 a 17 pares de folíolos lineares. Fo- Dioclea flexuosa Ducke glaucos. onde atualmente está instalada a barragem de Pedra do Cavalo. (Maxwell. Ocorre em campos rupestres. Conhecida apenas pelo materialtipo.m. ressupinadas. 1995) Dioclea schottii Benth. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Queiroz. Reserva Biológica Walter Egler (02º43’S. na região do rio Juruena. com pétalas roxas.m.5 m de altura. Folhas imparipinadas. glabros. 1998) Comentários: Arbusto com cerca de 1.230 Leguminosae em campos úmidos. Flores com cálice curvo e estandarte com aurículas inflexas. Queiroz. (Hoehne. com cálice persistente. em panículas laxas. 55º30’W). 60º01’W). 39º05’W). Folhas com 3 folíolos lanceolados.Irwin & Arroyo Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S.P. inéd. Harpalyce parvifolia H. 60º01’W). Presidente Figueiredo (02º02’S. Lonchocarpus bahianus A. com 9 a 19 pares de folíolos oblongos a elípticos. ramos com tricomas híspidos e lidade não identificada). Ocorre em campos rupestre. Folhas com 3 folíolos glabros. (Tozzi. com 5 (raramente 3) folíolos opostos. 1981) Folhas imparipinadas. Frutos indeiscentes verde-claros. em Rio Branco de Óbidos. Conhecida apenas pelo materialtipo. com pétalas lilás. com pétalas roxas. Flores papilionóides. Flores papilionóides. estípulas grandes e caducas. Ocorre em floresta estacional semidecidual.. 2004) Dioclea ferruginea Ducke Distribuição: PARÁ: Médio Tapajós. 42º32’W). amarelados quando maduros. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. entre 1. discretamente vináceos. na década de 1920. Folhas imparipinadas. Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura.) . com 5 folíolos opostos. vilosos adaxialmente. 42º52’W).Queiroz Distribuição: BAHIA: Abaíra.Lima Distribuição: AMAZONAS: Manaus.n. 1973. coriáceos. com 7 a 11 folíolos alternos. inéd. de 9 a 11 mm de comprimento.n. em panículas. fortemente revolutos na margem e lanosos abaxialmente.m.C. Folhas imparipinadas. 41º51’W). (Maxwell. Flores papilionóides. 42º41’W). a cerca de 1. cartáceos. Comentários: Liana. Ocorre em floresta ombrófila densa de terra firme e em vegetação secundária. Flores papilionóides. Encontrada com frutos em novembro. coletado por Ducke na década de 1920. com 1 semente. Sâmaras fortemente achatadas. 59º47’W). na porção sul da Chapada Diamantina.n. Floresce e frutifica de dezembro a fevereiro.

entre 150 e 680 m s. florescendo e frutificando completamente sem folhas. inéd. na Mata Atlântica. 67º56’W) Comentários: Arbusto com ramos lianescentes. a cerca de 1.Cardoso. com 3 ou 5 folíolos opostos. inéd. Encontrada com flores em agosto e outubro. Encontrada com flores em abril.R.Cardoso. com 11 a 13 folíolos opostos. Flores papilionóides. 1995) Lonchocarpus peckoltii Wawra Distribuição: MINAS GERAIS: Coronel Pacheco. Ocorre em floresta ombrófila densa altomontana. com pétalas róseas.m. inéd. Conhecida apenas por duas coletas nas décadas de 1930 e 1940. Flores papilionóides.P. Fo- ção Experimental do Café (21º35’S. Flores de 1. Inflorescências amplas. Fo- L (22º27’S. atualmente bastante antropizada. L. Queiroz. lhas imparipinadas. com pétalas esbranquiçadas e listra mediana rósea.7 a 9 m de altura. Folhas imparipinadas. coletado por Ducke em 1906. com cálice rufo-tomentelo e pétalas alvas. 2008) uetzelburgia harleyi D. com 3 ou 5 folíolos opostos. foi recentemente redescoberta em Miguel Pereira. rufotomentosos. Ocorre em caatinga arbustivo-arbórea.G.) uetzelburgia neurocarpa D. Folhas imparipinadas. 41º36’W). 45º00’W). Tozzi. indeiscente.Lima Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º29’S. 43º15’W).M. com 5 folíolos verde-escuros.3 cm de comprimento. Rio de Contas (13º36’S. Flores papilionóides. Frutos com deiscência elástica. 43º28’W).m. 41º45’W). (Silva & Tozzi. coletado no séc. florescendo e frutificando completamente sem folhas.) Milletia occidentalis Ducke Distribuição: AMAZONAS: Santo Antônio do Iça. Comentários: Árvore com até 4 m de altura. em pseudo-racemos congestos. em panículas axilares. axilares. Flores papilionóides. Queiroz 2008) Lonchocarpus grandiflorus A. Ocorre em florestas de galeria e sazonalmente secas. foi redescoberta recentemente em Nova Friburgo.) compresso.Silva & A.Azevedo Distribuição: RIO DE JANEIRO: Miguel Pereira Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. com 9 ou 11 folíolos. curtas e laxas. com pétalas púrpura. de racemos paucifloros. Conhecida apenas pelo material-tipo. Floresce de julho a novembro e frutifica de outubro a fevereiro. no prelo) L Lonchocarpus praecox Benth. com pétalas róseas. (Tozzi. com 1 a 4 sementes. com pétalas lilás. em 1876 e 1951. 57º36’W). Ladário (19º00’S. rio Iça (03º06’S. (Ducke. Folhas imparipinadas.Leguminosae 231 20.100 m s.Lima Distribuição: BAHIA: Jussiape (13º30’S. inéd. com 9 a 11 folíolos. Encontrada com flores em maio e com frutos em junho. Petrópolis (22º30’S. frondosa. Fruto seco. Conhecida apenas da região norte da Chapada Diamantina. em panículas multifloras laxas. subglobosas. 2008.. (Tozzi. (Tozzi. Sâmaras com núcleo seminífero basal e portando uma pequena ala em cada lado. Distribuição: MINAS GERAIS: Contendas (21º53’S. Encontrada com flores em janeiro. Folhas imparipinadas. com eixos de segunda ordem curtos e ferruginosos Conhecida por apenas duas coletas em Petrópolis. papilionóides. L. Ocorre em caatinga arbustivo-arbórea sobre afloramento calcáreo. Encontrada com flores em junho e com frutos em junho e outubro. Flores com cálice distintamente pentalobado e androceu dilatado na base.G. em pseudo-racemos com eixos de segunda ordem curtos e multifloros. brilhantes.5 a 1. (Cardoso et al. EstaComentários: Árvore de porte elevado.Queiroz & H. lhas imparipinadas. 43º18’W). com até 4 m de altura. 1955.n. 2008. (19º00’S. 57º39’W).M. na região de Três Picos. (Tozzi.7 mm de comprimento. Ocorre em floresta ombrófila (alto) montana. 41º17’W).. Flores papilionóides. (Cardoso et al. na região sul da Chapada Diamantina.C. Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. Conhecida apenas pelo material-tipo.n. de 1 a 1. .Queiroz & H.P.Azevedo Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Corumbá Comentários: Arbusto a árvore de 1.C. piramidais.) Lonchocarpus variabilis R. Comentários: Arbusto a arvoreta. dispostas em pseudo-racemos. Inflorescências compactas. Sâmaras com núcleo seminífero basal e portando uma nervura pouco saliente em cada lado. 19. Folhas imparipinadas com 1 a 5 folíolos. coriáceo.

Folhas imparipinadas. Folhas paripinadas. rio Uaupés (00º07’N.m. glabrescentes. mas evidentes abaxialmente. Sâmaras suborbiculares. (Müller. Ocorre em floresta ombrófila densa. Ocorre em cerrado. indeiscentes. 46º12’W).n. Flores papilionóides. em braquiblastos. inéd. alternos.4 cm de comprimento. Serra da Chapadinha Riedeliella magalhaesii (Rizzini) H. de 1. Conhecida da região do Triângulo Mineiro. (Torke. Comentários: Árvore com cerca de 2 m de altura.5 cm de diâmetro. com pétalas alvas ou amarelo-claras. Legumes samaróides. na década de 1940.. na Floresta Amazônica. virgados ou sarmentosos. Queiroz. Comentários: Subarbusto ereto. acima de 1. inéd. com pétalas amarelas. Comentários: Arbusto de 1. na Serra do Cipó.232 Leguminosae Myrocarpus leprosus Pickel Distribuição: SÃO PAULO: Santos (23º54’S. (Lima & Vaz.8 m de altura. com pétalas amarelas. (Müller. com cerca de 7 mm de comprimento. glabros. de 2. com ala dorsal estreita. coletado em floresta ombrófila densa. Flores actinomorfas. Conhecida apenas por duas coletas do material-tipo feitas por Pickel.m. no prelo) Poiretia marginata C. na Mata Atlântica. suborbiculares. Flores apétalas. 1999a. Frutos com até 1. 42º50’W).5 a 4 m de altura. Swartzia coriaceifolia B. ocorre no bioma Caatinga. com 3 folíolos rígido-coriáceos e glândulas raramente visíveis adaxialmente. (Sartori & Tozzi. (Müller. sem estipelas.Lima & A. Encontrada com flores em setembro e com frutos em novembro. 41º05’W). Ocorre em campos rupestres acima de 900 m s. ramos 41º28’W). com até 2. Flores papilionóides. 40º27’W). foi coletada pela última vez no início da década de 1970. Comentários: Subarbusto ou arbusto.Torke Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira.C. Ocorre em fisionomia de savana.5 a 4 m de altura. Miguel Calmon (11º26’S. coriáceas.) . Comentários: Arbusto ou arvoreta. Comentários: Árvore de pequeno porte. norte de Minas Gerais. Flores com 1 pétala. L.5 a 3. Santana do Riacho (19º09’S. com 11 ou 13 pares de folíolos opostos. Conhecida apenas por duas coletas na região do Alto Rio Negro. Floresce de agosto a dezembro e frutifica de fevereiro a abril. 40º36’W). Ocorre em campos rupestres. Ibiraba (10º47’S. Flores papilionóides. 1986. 67º05’W). ereto. (Klitgaard et al.) Distribuição: BAHIA: Lençóis. Folhas unifolioladas. Conhecida como levanta-foice.P. Folhas imparipinadas. Folhas im- terocarpus monophyllus Klitgaard. Morro do Chapéu (11º28’S.Queiroz & G. de 1.M..000 m s. em floresta estacional decidual. Folhas simples. Floresce em abril e maio e frutifica em junho e julho. Comentários: Arvoreta com cerca de 7 m de altura. Queiroz. Comentários: Arbusto ou arvoreta. 2004) 43º45’W). com flores em fevereiro.5 a 4 m de altu- P paripinadas.Müller 49º27’W). com 3 ou 4 folíolos elípticos ou ovados. no prelo) Poiretia bahiana C. com pétalas amarelas. com nervuras e listras translúcidas evidentes em ambas as faces. 1986.Lewis Distribuição: BAHIA: Barra. inéd. 2000. em racemo surgindo de ramos áfilos. Flores papilionóides. com pontuações translúcidas. sobre solos arenosos. a cerca de 400 m s. Flores actinomorfas. na região do vale do Jequintinhonha. Swartzia capixabensis Mansano Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Guarapari (20º31’S. em panículas. (Mansano & Tozzi. Legumes nucóides.Müller (12º27’S. 48º55’W). Encontrada com flores e frutos em novembro. 43º42’W). Prata (19º18’S. oblongos. 41º26’W). Conhecido como capote. com 5 ou 7 folíolos opostos.b) & Pedersolli Poiretia unifoliolata Mello Barreto ex Martins Distribuição: MINAS GERAIS: Jaboticatubas (19º30’S.5 cm de comprimento e nervuras conspícuas.. Folhas imparipinadas.Vaz Distribuição: MINAS GERAIS: Medina (16º13’S.m.) Distribuição: MINAS GERAIS: Ituiutaba (18º58’S. 2004) ra. unifolioladas. com até 3. com 4 folíolos suborbiculares e com pontuações translúcidas.P.n. no Baixo-Médio São Francisco. Folhas imparipinadas. ocorre no bioma Caatinga. Conhecida somente pelo material-tipo. em dunas interiores. com pétalas alvas. 1984. sobre solo arenoso entre rochas.n.

Folhas unifolioladas. Comentários: Arvoreta ou arbusto. 40º38’W). em floresta inundável (igapó). 38º57’W). e 1 pétala alva. Encontrada com flores em julho.Cowan nadas. em floresta secundária. glabra. Folhas imparipinadas.5 a 3 cm de comprimento. 67º16’W).Leguminosae 233 Swartzia curranii R.S. Flores apétalas. glabra. estipelados. Encontrada com flores em outubro. Folhas imparipinadas. e 1 pétala obovada. Ocorre em restinga arbustiva. 39º16’W). e 1 pétala pubescente abaxialmente. Ocorre na Mata Atlântica. Reserva Natural da Companhia Vale do Rio Doce (19º23’S. em inflorescências racemosas axilares. 1981) Swartzia froesii R. (Cowan.Cowan Distribuição: BAHIA: Maraú (14º04’S. glabro. axilares. Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. e 1 pétala alva. 2001) Swartzia pernitida R. com estipelas evidentes. Comentários: Árvore pequena. opostos. Folhas im- Swartzia prolata R. Cowan Distribuição: AMAZONAS: São Joaquim. 1968) Distribuição: BAHIA: Itabuna (14º47’S. ovário seríceo. Linhares. 46º00’W). Swartzia fimbriata Ducke Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Flores com cálice inteiro partindo-se em 4 segmentos desiguais. com 9 folíolos opostos. Floresce de março a agosto e frutifica de junho a dezembro. 1968) 40º03’W). com flores em fevereiro. Encontrada com flores entre setembro e dezembro. seríceos abaxialmente. Comentários: Árvore ou arbusto. com até 5 m de altu- ra.S. (Cowan. Conhecida apenas pelo material-tipo. com eixo revestido por tricomas dourados. Ocorre em floresta ombrófila densa de terras baixas. Flores com cálice inteiro rompendo-se em segmentos desiguais. Flores com cálice inteiro. com mais de 20 cm de comprimento. em panículas em ramos áfilos. em racemos ou panículas pouco ramificadas. Folhas imparipi- (00º01’N. 16 estames maiores (mais numerosos do que nas demais espécies do gênero) e ovário com estípite distintamente prolata.S. Flores com cálice inteiro rompendo-se em 4 segmentos desiguais. com 7 folíolos (sub)opostos. trifolioladas. Flores com cálice inteiro. Conhecida apenas pelo material-tipo. serícea adaxialmente. ao longo do rio Tapajós. Folhas imparipinadas. 1968) Distribuição: Swartzia pinheiroana R. 1968) Distribuição: PARÁ: Santarém (02º25’S. em inflorescências nos ramos ou caulifloras. 1 pétala glabra. indumentado abaxialmente. Comentários: Arbusto a arvoreta. Ocorre em floresta. ramos escandentes. 1968) Distribuição: PARÁ: Boa Vista (01º28’S. (Cowan. com até 10 m de al- Swartzia linharensis Mansano Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Aracruz (19º50’S.Cowan MARANHÃO: Assutina/Carutapera (01º13’S. Colatina (19º32’S. com cerca de 19 folíolos opostos e estipelados. 66º48’W). rio Içana Comentários: Arbusto. 47º20’W). alternas. Encontrada com flores entre maio e junho. 1968) .S. Comentários: Árvore com cerca de 18 m de altura. (Cowan.S. Ocorre em floresta secundária. coletado no início da década de 1950. com 19 a 37 folíolos de 1. Folhas imparipinadas. Flores com cálice partindo-se em 4 ou 5 segmentos desiguais. (Mansano & Tozzi. 40º04’W). com ovário seríceo. com flores em abril. paripinadas. (Cowan. (Cowan. Folhas imparipina- Swartzia fraterna R. 54º42’W). com 2 pequenas estipelas. Flores com cálice inteiro partindo-se em quatro segmentos desiguais e 1 pétala alva.S. na Mata Atlântica do litoral sul da Bahia. rio Curicuriari (00º13’N. com até 15 cm de comprimento. estipelados. pubescentes abaxialmente. (Cowan.Cowan das. Encontrada com flores em agosto e com frutos em fevereiro e agosto. com 9 ou 11 folíolos opostos. rompendo-se em segmentos desiguais. coletado em meados da década de 1930. Comentários: Arbusto a árvore. serícea abaxialmente. no planalto de Santarém. Conhecida somente por duas coletas do litoral sul da Bahia. em floresta ombrófila densa. com 19 a 24 pares de folíolos opostos. largamente ovada. Ocorre em floresta. densamente pubescente adaxialmente. e 1 pétala.Cowan tura.

Folhas com 4 folíolos obovados a oblanceolados. coletado por Glaziou. Folhas sim- 42º40’W).5 a 5 cm de Barneby. . 1961) (00º07’N. em inflorescências racemosas com fascículos terminais. formando um único lobo. a description of the genus Mimosa L. Flores com cálice espatáceo. 42º07’W). no noroeste da Amazônia. Encontrada com flores e frutos em novembro. Floresce e frutifica de setembro a julho. inteiras na margem. 44º18’W). Brittonia 48: 174-187. A new species of Chamaecrista Moench (Caesalpiniaceae) from interior Bahia. Folhas subsésseis. 1994.Souza Distribuição: AMAZONAS: Cucuí. Ocorre em floresta ombrófila no vale do rio Doce. glabra. (Mansano & Souza. em inflorescências compostas de racemos encurvados e agregados no ápice dos ramos. 42º32’W). 67º05’W). Comentários: Subarbusto prostrado. New York Bot. (Fortuna-Perez & Tozzi. rio Xié (00º58’N. Brittonia 44: 224-239. 1992. Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira Comentários: Arbusto a árvore. Lomento sem acúleos. Zornia glaziovii Harms Distribuição: GOIÁS: Cristalina (16º36’S. 1968) Zollernia cowanii Mansano Distribuição: MINAS GERAIS: Joanésia (19º11’S. Barneby. Inflorescências Flores com cálice partindo-se em 3 ou 4 segmentos desiguais.C. alternas. 1991. com cerca de 1. e estames de três tamanhos (único caso no gênero). 2004) Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. 47º37’W). R. Sensitivae Censitae. Mansano et al. Ocorre na Mata Atlântica. R. 2004) Comentários: Árvore de pequeno porte. densamente piloso abaxialmente. ra. em racemos agrupados em fascículos surgindo em ramos áfilos. (Mansano & Tozzi. (Mohlenbrock.G. inteiras na margem. 1999a. Ocorre em floresta secundária. na Mata Atlântica. líolos oblongos a lanceolados. de 2.. (Mansano & Tozzi. Centennial beans: a miscellany of American Fabales. Conhecida apenas pelo materialtipo. Fo- 67º10’W). Flores com cálice espatáceo formando um único lobo e pétalas esbranquiçadas. coletado por Ule. Encontrada com flores em outubro. Flores com cálice inteiro partindo-se em 3 ou 4 segmentos. (Mohlenbrock. glabro adaxialmente.. R.C. Encontrada com flores entre maio e junho. 1999a. Núcula. 1961) Referências: Zollernia glaziovii Yakovlev Distribuição: Rio de Janeiro: Magé (22º34’S. (Mimosaceae) in the New World. Folhas simples. ornia subssessilis Fortuna-Perez & A. 1 pétala alva. 43º05’W). 65: 1-835. Encontrada com flores e frutos em março. e pétalas esbranquiçadas. Folhas com 4 fo- ples. com 4 folíolos filiformes a lineares. Zornia ulei Harms Distribuição: BAHIA: Remanso (09º35’S. Ocorre nos cerrados e campos rupestres da Serra do Cabral. Bractéolas elípticas. 44º14’W). Barneby. Lomentos com artículos de 4 a 5 mm de comprimento. comprimento. 1 pétala alva. com até 9 mm de comprimento. R. de 2 a 5 m de altura. com cerca de 8 mm de comprimento. Rio de Janeiro (22º59’S. Gard. 2004) lhas imparipinadas. Bractéolas oblongas. 43º14’W).C. esparsamente pilosa abaxialmente e ovário glabro. Neotropical Fabales at NY: asides and oversights.L. Brittonia 46: 69-71. Barneby. Mem. de 21 a 25 cm de comprimento (entre os maiores do gênero). 1996. Núcula.234 Leguminosae Swartzia trimorphica Mansano & A.2 cm de comprimento. Buenópolis (17º55’S. em caatinga sujeita a inundações periódicas. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Cowan.C. com 9 folíolos opostos. 2008) Z Folhas unifolioladas. Comentários: Subarbusto ereto. Brazil. Lomentos com artículos sem acúleos. Comentários: Árvore mediana. Mansano et al. Nova Friburgo (22º16’S.Azevedo Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício (17º42’S. Bractéolas oblongas. em racemos com eixo densamente piloso.M. Comentários: Subarbusto com cerca de 75 cm de altu- Swartzia velutina Spruce ex Benth. estipeladas.

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aquáticas ou epífitas. V. subuladas ou lanceoladas. A maioria das espécies é encontrada nas regiões tropicais e subtropicais. Encontrada com flor em março. alvos ou avermelhados na giba. 1991. E. com até 22 cm de altura. Flores malvo-pálidas. Souza. Coletada com flores em maio e junho. Fromm-Trinta. lineares ou espatuladas. Bradea 5: 152-155. no Brasil. P. Taylor. Pinguicula e Utricularia (Taylor. ocorrem os gêneros Genlisea e Utricularia. Tayloria (Lentibulariaceae). alongadas e divididas em dois braços helicoidais na porção terminal em Genlisea. Genlisea lobata Fromm-Trinta – uma nova espécie para o gênero Genlisea St. mais freqüentemente ovóide. Hil. 1991) Comentários: Erva terrestre. as utriculíferas ovóides ou globosas em Utricularia. cálice com 2. 41º50’W). Fromm-Trinta. com numerosas sementes de forma variada. Fromm-Trinta. lanceoladas. poucas. em geral glabro. 704p. 5. 1989). elípticas ou orbiculares. Flores róseas ou lilás e alvas. violáceas ou alvas com guias de néctar amarelos. Yatskievych & B. Flores alvas. vol. 1988. labelo lilás e fauce amarela. Espécies da Região Norte.A. 14: 1-724. e com frutos em setembro. K. 2. The genus Utricularia – a taxonomic monograph. 1989. Folhas rosula- (14º40’S.K.238 Lentibulariaceae LENTIBULARIACEAE Gleidineia Leite Campos & Maria José Gomes de Andrade Ervas terrestres.Taylor Distribuição: PARÁ: Marabá. Cápsulas globosas ou ovóides. Berry. com a giba amarela. particularmente nas montanhas da Venezuela.Taylor Distribuição: MATO GROSSO: Xavantina/Cachimbo das. 2a ed. Folhas obovadas. In J. P. Instituto Plantarum. brácteas ovadas. 1989) . 2008. 1989. O gênero Utricularia L.C. (Taylor. 1989) Utricularia huntii P. H. 52º20’W). 1999). sendo seu centro de diversidade na América do Sul. Folhas aéreas obovadas. 782-803. Serra dos Carajás (05º57’S. Inflorescência com escapo ereto. p. Kew Bull. & Lorenzi. corola com lábios inteiros ou lobados. O gênero Utricularia L.E. três delas indicadas como raras. 1999. embora geralmente esteja ausente em regiões áridas e ilhas oceânicas. perene. 1988. no Brasil. com pedicelo ereto ou retroflexo. Lentibulariaceae. baseado na APG II. Espécies da Região Centro-Oeste. com mais de 200 espécies espalhadas por todo o mundo. Encontrada com flores em abril e maio. P. Flores amarelas. Taylor. Comentários: Erva terrestre. O maior gênero é Utricularia. Fromm-Trinta. Ser. Referências: do Caparaó (20º25’S. No Brasil. 1989. Guianas e Brasil (Taylor. (Fromm-Trinta. 2008). eventualmente com bractéolas lineares. 50º17’W). Taylor. sect. Saint Louis. Utricularia physoceras P. Genlisea lobata Fromm-Trinta Distribuição: MINAS GERAIS: Alto do Caparaó. Lentibulariaceae tem distribuição cosmopolita e compreende cerca de 280 espécies e três gêneros: Genlisea. anual. 4 ou 5 sépalas. Holst (eds) Flora of the Venezuelan Guayana. Steyermark. (Fromm-Trinta. G. Nova Odessa. Bradea 5: 424-431. reunindo cerca de 60 espécies (Souza & Lorenzi. 6. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. Missouri Botanical Garden Press. E. Bradea 5: 125-135. E. Serra Comentários: Erva terrestre. com esporão roxo. peltadas ou não. Add.

arbustos.C. Struwe. . árvores ou lianas (eventualmente com gavinhas). 1972) Distribuição: MINAS GERAIS:Viçosa (20º45’S. 2008. Comentários: Planta escandente. coletado por Martius. 1955. Princeton University Press. 2008). isostêmones. (Ducke. Flores alvas. Flores actinomorfas. geralmente com coléteres (e gavinhas nas trepadeiras) axilares. Folhas opostas. monoclinas. Cápsulas ou bagas. rio Japurá (01º26’S. Conhecida apenas por duas coletas em cerrado. bilocular. ocorrendo em florestas e áreas abertas e perturbadas nos (sub) trópicos (Struwe. 60º05’W). 1955. Loganiaceae. Bol. Inst. bacia do rio Japurá Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. (Krukoff. Princeton. 219-221. Nova Odessa. 42º53’W). (Krukoff. V. B.A. seis espécies de Strychnos foram indicadas como raras.Loganiaceae LOGANIACEAE William Antonio Rodrigues 239 Ervas. 69º55’W). Encontrada com flores em setembro. 1972) (01º26’S. ocorrem cinco gêneros e cerca de 100 espécies (Souza & Lorenzi. Strychnos cerradoensis Krukoff & Barnaby vinhas. (Ducke. 2004). 1955. No Brasil. Comentários: Planta escandente. 1955. tado por Martius em 1820. Stevenson & S. Conhecida Referências: Ducke. próximo à divisa entre Brasil. D. Norte 30: 1-64. coletado com flores por Glaziou. lenhosa. com espinhos e ga- Strychnos neglecta Krukoff & Barneby Distribuição: AMAZONAS: Japurá.Wm. H. 4. 704p. American species of Strychnos. (Ducke. Técn. 2a ed. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. em floresta ombrófila densa de terra firme. com odor de Strychnos progeliana Krukoff & Barneby Distribuição: AMAZONAS: Japurá. A. O gênero Strychnos no Brasil. ovário súpero ou semi-ínfero. com nós interpecio- lares. Loganiaceae inclui 10 gêneros e cerca de 400 espécies. 1972. cole- jasmim. 69º24’W). A. em 1820. Henderson. & Lorenzi. Colômbia e Peru. In N. S. Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. baseado na APG II. Agron. Krukoff. Krukoff.ou 5-meras. alta. Heald (eds) Flowering plants of the Neotropics. Conhecida apenas por duas coletas de uma única planta. 69º24’W). Mori. 2004. gamopétalas. Krukoff. apenas pelo material-tipo. Souza. L. Comentários: Planta escandente. 1972) Strychnos krukoffiana Ducke Conhecida apenas por duas coletas em floresta ombrófila densa de terra firme. robusta e lenhosa. Comentários: Cipó robusto. 1972) Strychnos goiasensis Krukoff & Barneby Distribuição: GOIÁS: localidade não indicada. Smith. A. 1972) Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º03’N. com numerosos óvulos. Instituto Plantarum.V. Krukoff. p. 1972) Strychnos duckei Krukoff & Monachino Distribuição: AMAZONAS:Tabatinga (04º14’S. com coléteres calicinais. Krukoff. Lloydia 35(3): 193-271. (Ducke. 1955.

dilatados no ápice. Comentários: Erva. Flores vermelhas com as extremidades amare- . corola 5. raramente árvores. Folhas alternas. elipsóide. grossas. está possivelmente extinta. arredondadas. Carlos Henrique Reif de Paula & Efigênia de Melo Ervas ou arbustos. 2005) Comentários: Difere de P. Folhas elípticas ou orbiculares. em racemo terminal de tríades. rio Urubu Comentários: Erva. ramos pubescentes. ramos cilíndricos. opositipétalos. hemiparasitas sobre ramos de arbustos ou árvores ou de raízes. mais freqüentemente lianescentes. 16 delas são apontadas como raras. enquanto as outras duas são bem conhecidas para a região da hiléia amazônica. ramos pubescentes. epíginas. mu- Phthirusa janeirensis Rizzini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. Folhas opostas. Flores actinomorfas. cronadas. (Rizzini. cálice reduzido. Fo- de específica. com cerca de 3 mm de comprimento e com calículo expandido. Botões florais vermelhos. ocorrem dez gêneros e aproximadamente 100 espécies (Souza & Lorenzi. com pedúnculos quadrangulares. ovário unilocular. Folhas opostas. 60º31’W). Bagas ou drupas. (Rizzini. geralmente monoclinas. guyanensis Eichler apenas em relação às folhas e nervação. com placentação basal e óvulos pouco diferenciados. Loranthaceae incluía tradicionalmente gêneros que atualmente estão posicionados em Santalaceae. ramos glabros. emarginadas no ápice. Psittacanthus irwinii Rizzini Distribuição: AMAZONAS: Itacotiara(?). simples. rígidos. rufos. Comentários: Erva. raramente escamiformes.Krause Distribuição: PARÁ: Belém. muito raramente tetralocular. apresentando distribuição predominantemente pantropical. lidade não indicada. sem localida- lhas elípticas. Oryctina eubrachioides Kuijt Distribuição: MINAS GERAIS: Januária. (Kuijt. raramente sâmaras (Souza & Lorenzi. Flores tetrâmeras. revestidos por diminutas escamas tuberculadas. diali ou gamopétala. 48º30’W). paniculadas. phaeocladus Eichler e P. loca- (02º38’S. Lombardi et al. finos e delicados. No Brasil. Coletada sobre Aspidosperma. Lago d´Água Preta Comentários: Erva. Frutos elipsóides. Possui 70 gêneros e cerca de 800 espécies. atro-rufos. 44º08’W). Flores hexâmeras. dimórficas. com 1 semente (raramente 2 ou 3). (Rizzini. (Kuijt. emarginadas. 1956) Psittacanthus circulatus Rizzini Distribuição: AMAZONAS: Igapó do Rio Cuieiras (02º51’S.ou 6-mera. Flores hexâmeras. lanceoladas. 1956) Comentários: Erva. 2008). Reif & Andreata. pauciovulado. 68º08’W). opostas ou verticiladas. freqüentemente carnosas ou coriáceas.. 1994. 1956) Phthirusa angulata K. 2000. açu (15º11’S. estames epipétalos. Endêmica do Estado do Rio de Janeiro. sem estípulas. isostêmones. Inflorescências axilares (01º27’S. 2008). (Rizzini.240 Loranthaceae LORANTHACEAE Maria José Gomes de Andrade. 1975) Phthirusa elliptica Rizzini Distribuição: AMAZONAS: rio Madeira. com anteras de deiscência longitudinal. rio Uaupés (00º08’N. Vale do PeruComentários: Erva. Claudenir Simões Caires. 59º41’W). 2006) Phthirusa murcaei Rizzini Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira. Juan Tun-Garrido.

em umbelas axilares compostas de díades. Sinopse de “ervas-depassarinho” do estado do Rio de Janeiro. escandentes. Comentários: Erva. L. (Rizzini. ramos cilíndricos. Ocorre em cerrado. Conhecida apenas pelo material-tipo. ramos cilíndricos. Minas Gerais. ramos cilíndricos. Comentários: Erva. 2000. coriáceas. J. agudas ou acuminadas no ápice. Inflorescências com 1 ou 2 racemos axilares. Lundiana 6(1): 3-20. 37-47. R. Conhecida apenas pelo material-tipo. C.F. (Rizzini. 48º30’W). cada qual formada por um par de tríades. Diversidade florística de plantas vasculares no município de Januária. em inflorescências terminais compostas por várias umbelas. 1980) Struthanthus armandianus Rizzini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Saquarema (22º55’S. escandentes. 1975) Comentários: Erva. 2006. J. J. Ocorre na restinga de Maricá. Miscellaneous mistletoes notes. 46º52’W). 1980) Struthanthus rufo-furfuraceus Rizzini Distribuição: MINAS GERAIS: Paracatu (17º13’S. Comentários: Erva. Kuijt. Flores com perigônio pentâmero. Folhas oblongas ou elípticas. Comentários: Erva. mucronadas e agudas no ápice. Racemos solitários.P. Hemiparasita sobre Compositae. 2006) Struthanthus planaltinae Rizzini Distribuição: GOIÁS: Planaltina (15º27’S. Brasil. 46º52’W). 42º57’W). Pesquisa Botânica 57: 255-275. Folhas Struthanthus dorothyae Rizzini 41o47’W). Fo- tas. (Rizzini. Psittacanthus nodosissimus Rizzini Distribuição: PARÁ: Belém (01º27’S.. escandentes. 1980) Struthanthus pentamerus Rizzini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º29’S. (Reif & Andreata. agudas ou mucronadas no ápice. ramos verticilados. (Reif & Andreata. (Reif & Andreata. 1980) 42º50’W). conhecida apenas pelo material-tipo. Brasil. 2006) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Macaé (22o22’S. Comentários: Erva. Flores laranja. subcoriáceas. membranáceas. Glomérulos axilares de 2 a 6. cuneadas na base. Typification of the names of new world mistletoe taxa (Loranthaceae and Viscaceae) described by Martius and Eichler. A. cuneadas na base. Novon 13: 72-88.Two new Brazilian species of Oryctina (Loranthaceae) with a revised key to the genus. Struthanthus pusillifolius Rizzini Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º46’S. Teresópolis (22º24’S. Flores em pequenos glomérulos axila- lhas oblongas. Kuijt. coletado sobre Apuleia leiocarpa (Vogel) J. res. 2003. (Rizzini. Comentários: Erva. Fo- Struthanthus maricensis Rizzini Distribuição: RIO DE JANEIRO: Maricá (22º55’S. J. Kuijt. Folhas opos- enquanto a característica do grupo é hexâmero. Lombardi. Taxon 43: 187-199. 1956) lhas largo-ovadas.Macbr. ramos cilíndricos. oblongo-lanceoladas. obtuso-arredondadas na base. Conhecida apenas pelo materialtipo. (Rizzini. .H. 2005. Comentários: Erva. volúveis. 44º33’W).G. Novon 10: 391-397. (Reif & Andreata. Reif. Comentários: Hemiparasita. 2006) Referências: Struthanthus microstylus Rizzini Distribuição: MINAS GERAIS: Paracatu (17º13’S. Salino. 47º36’W). pequenas oblongo-atenuadas. arredondadas e mucronadas no ápice. 2006) 47º55’W). & Temon. (Rizzini.Loranthaceae 241 las. angulosos. 42º30’W). & Andreata. 1994. de raque quadrangular.

Agron. Jard. Revta Fac.T. & Lorenzi. 2ª ed. Nova Odessa. Bot. Rodriguesia 18/19(30/31): 87-234. Novitates florae brasiliensis. C.C. Leandra 5(6): 33-46. Rizzini. Rio de Janeiro 24: 19-50. C. 1975. H. Rizzini. C. Pars specialis prodromi monographiae Loranthacearum brasiliae terrarumque finitimarum. 2008.T. 704p. Loranthaceae Novae. Loranthaceae of the Central Brazil. baseado em APG II. 1956. C. 1975. Instituto Plantarum. (Maracay) 8(3): 83-109 Rizzini.T. Souza. 1980. V. .242 Loranthaceae Rizzini.T. Arch. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação de famílias de angiospermas da flora brasileira.

Nove gêneros ocorrem no Brasil. Serra do Cipó (19º11’S.B.. geralmente com coléteres inconspícuos nos nós. mais raramente florestas tropicais. pétalas livres. Flores com cerca de 9 mm de comprimento e calcar fortemente descendente. (sub)arbustivas a arbóreas. (Lourteig.A. viscosas devido aos tricomas glandulares inseridos ao longo da margem. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Sementes oblongas. Ocorre em campos rupestres. Folhas estreito-obovadas a estreito-elípticas.Cavalc.n. entre 870 e 1.000 e 1. raramente crenada ou com glândula no ápice. estreito-lanceoladas. 43º05’W). Folhas ovado-elípticas. campos áridos e pedregosos.Cavalc.n. geralmente diclamídeas. raramente caduco. Cavalcanti & Graham. essencialmente vinculadas ao alto grau de endemismo encontrado em gêneros cujas espécies estão isoladas por barreiras geográficas e climáticas nos campos rupestres das montanhas do leste e centro-oeste do país. sobre solos secos e arenosos. com algumas ervas ocorrendo em regiões temperadas. Flores arroxeadas. característica única no gênero. numerosas.B. bibracteoladas.5 a 1 m de altura. tubo floral persistente. & S.n. Comentários: Subarbusto de 0. Flores lilás. discolores. rio Urubu uphea bahiensis (Lourteig) T. com cerca de 120 e 85 espécies. Conhecida apenas pelo material-tipo. & S. eretas. respectivamente. (sub)arbustos. Comentários: Subarbusto de 70 cm a 1.Lythraceae LYTHRACEAE Taciana Barbosa Cavalcanti & Sergio Eustáquio Noronha 243 Ervas.m. Ocorre em vegetação campestre e em carrascal denso. arredondadas na base. (Cavalcanti. com margem inteira.m. no topo da Serra do Cabral. 2008) Cuphea alatosperma T. distribuídas pantropicalmente.000 m s. 1987.A. Folhas sésseis. Pedra Menina (18º07’S. Frutos geralmente cápsulas com 2 a muitas sementes.Cavalc. (Cavalcanti & Graham. e estilete filiforme.5 m de altura. C (02º52’S. com tricomas glandulares na margem. Comentários: Subarbusto perene.A. sendo Cuphea e Diplusodon os mais diversos. de 9 a 11 mm de comprimento. alternas ou verticiladas. imbricadas. a cerca de 1. & S. Flores actinomorfas ou raramente zigomorfas. 2008) Cuphea cipoensis T.a 6-locular. em inflorescências conspícuas. semidecumbente. períginas a epíginas. com placentação (pseudo)central-livre. 44º11’W). Está representada por plantas lenhosas. Folhas lanceoladas.Graham Distribuição: MINAS GERAIS: Joaquim Felício. 43º38’W). com cerca de 8 mm de comprimento. membranáceas. sobre o substrato de areia quartzosa do Morro do Ambrósio. cerrados. . com cerca de 40 cm de altura. 1. Conhecida apenas pelo materialtipo. 2005) Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º37’S.190 m s. gineceu com ovário séssil ou estipitado. Serra do Cabral (17º42’S. de 2 a 3 cm de comprimento. monoclinas. geralmente com epicálice. Cuphea adenophylla T. Comentários: Subarbusto.Cavalc. 59º04’W). eventualmente heterostílicas. como áreas brejosas.Cavalc.300 m s. São apontadas 69 espécies raras.B. Ocupam diversos ambientes.B.Graham 41º01’W). menos freqüentemente herbáceas. basal ou axilar. Flores com tubo floral Cuphea anamariae T. Folhas decussadas. Ocorre em campo arenoso com trechos alagáveis e campos rupestres adjacentes. às vezes calcarado. 1991) Comentários: Subarbusto. parte disjunta da extensa Cadeia do Espinhaço.m. arvoretas ou árvores. entre 1. Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Vermelho.B. Folhas ovado-lanceoladas a elípticas. Lythraceae inclui 32 gêneros e cerca de 600 espécies. (Cavalcanti & Graham. crespas.Graham Distribuição: AMAZONAS: Itacoatiara. com ala fortemente inflada. simples.

Graham chimbo (09º25’S. Serra do Ca- Cuphea cunninghamiifolia T. com cerca de 3 cm de comprimento. (Cavalcanti. Ocorre na beira de capão. lineares. 47º15’W).St. Ocorre em cerrado ou campo graminoso. (Graham. Cachoeira do Poço Encantado (‘antiga Cachoeira da Comendadora’) (13º52’S. sobre solo arenoso branco e latossolo vermelho. Serra do Ca- Cuphea glareosa T.A. coberto por longos tricomas vermelhos. sobre solo arenoso. glandulosas na margem.m.-Hil. ciliadas. sobre solo arenoso encharcado.5 m de altura.4 m de altura. ovado-lanceoladas.B. a cerca de 300 m s.380 m s. revolutas na margem. Flores lilás. Palmeiras (12º26’S. 1990) Cuphea cuiabensis Koehne Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos GuimaComentários: Subarbusto. com pétalas alvas. 54º52’W). Serra do Cachimbo (09º25’S. Folhas ovadas.m. com cerca de 7 mm de comprimento. 1991) Cuphea disperma Koehne 43º34’W). 2008) Comentários: Subarbusto com cerca de 40 cm de altura. Flores de 6 a 7 mm de comprimento. sobre solo areno-pedregoso. . Comentários: Subarbusto de 1. Cuphea glaziovii Koehne Distribuição: PARANÁ: Cantagalo. 1990) Cuphea exilis T. a cerca de 320 m s. obtusas na base. 52º17’W). glaucas. chimbo (09º26’S. nos bancos de areia da cachoeira do Curuá. Cuphea cylindracea S. rães (15º27’S.B. Comentários: Subarbusto com cerca de 1. campos de alitude e campos cerrados da Chapada Diamantina.Cavalc. 55º52’W). com até 8 mm de comprimento. Serro (18º36’S.5 a 2 m de altura. de 3 a 10 mm de comprimento. sobre solo arenoso úmido na margem de riacho. vermelho a alaranjado. 43º54’W). Flores com tubo floral amarelo-esverdeado. sobre solo arenoso. com cerca de 1. Conhecida apenas pelo material-tipo.n. com dorso vináceo. Comentários: Subarbusto viscoso. Ocorre à margem de rio. a cerca de 425 m s. Ocorre nos campos rupestres e cerrados abertos do Planalto de Diamantina. 41º20’W).Cavalc.A. sendo banhada pelas águas do rio. sobre latossolo. (Cavalcanti. Conhecida apenas por duas coletas.m. Folhas oblongas a elípticas. Cuphea fuchsiifolia A. (Cavalcanti. Ocorre entre 700 e 830 m s.Cavalc.m. 43º22’W). Ocorre em cerrado típico e cerrado denso. Folhas verticiladas. Ocorre na beira de rios. arroxeado no dorso.244 Lythraceae de 1 a 1.n. 1991) Cuphea egleri Lourteig Distribuição: PARÁ: Novo Progresso. Ocorre na vereda e no campo limpo da cachoeira Curuá. Flores com pétalas roxas e tubo floral pardo. Flores com tubo floral vermelho. Comentários: Subarbusto de 20 cm a 1 m de altura. (Koehne.5 m de altura.Graham Distribuição: PARÁ: Novo Progresso. (Graham. Flores com tubo floral de cerca de 2 cm de comprimento.B. Mu­ cu­ gê (12º59’S. campos rupestres.m. coletado por Pires.200 m s. 54º52’W). Comentários: Subarbusto cespitoso.m. 1991) Folhas lineares. (Graham. Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º27’S. Folhas estreito-elípticas. 43º44’W). & S. 41º29’W). Flores com até 6 mm de comprimento. entre 620 e 1. 1990) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º17’S. entre 760 e 1. rio Cobre (25º08’S. 1903) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. Conhecida apenas por duas coletas. Flores com pétalas roxas e tubo floral de 13 a 17 cm de comprimento.n. 54º51’W). (Cavalcanti & Graham.4 cm de comprimento e pétalas rosa-magenta. Folhas rígidas.n. Distribuição: GOIÁS: Teresina de Goiás.n. (Graham. pecíolo de 2 a 4 mm de comprimento. Gouveia (18º27’S. Folhas lineares. Ocorre em campos gerais. de 30 cm a 1. de 2 a 3 cm de comprimento. pétalas arroxeadas e tubo floral avermelhado no dorso. 41º25’W). glaucas. glaucas. Folhas ovadas. eretas e adpressas ao caule.n. 1990) Distribuição: PARÁ: Novo Progresso. Comentários: Subarbusto profusamente ramificado. nítidas.

Flores com tubo floral de cerca de 2 cm de comprimento e pétalas vermelhas. glaucas.n. às margens do rio. (Koehne. estreitas. lhas nítidas. sem pétalas. de 2 a 4 cm de comprimento. Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva.8 a 3. Distribuição: CEARÁ: Pacoti. 2008) Cuphea sclerophylla Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º17’S. Alto da Serra (04º13’S. 1903) Cuphea hybogyna Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Folhas ra do Cipó (19º10’S. 1954. Gouveia (18º25’S. Flores com duas pétalas ro- arredondadas. às margens de mata de galeria e campo úmido. 3 por nó. entre 450 e 620 m s. arroxeada e glandular. de 1.m. campos limpos e cerrados abertos do Planalto de Diamantina. de 3 a 10 cm de comprimento.m. Cuphea potamophila T. Ocorre nos campos rupestres.B.Lythraceae 245 Comentários: Subarbusto com cerca de 40 cm de altura. Folhas ovadas a arredondadas. 43º18’W). passando a vermelho-vivo no ápice. 42º56’W). (Graham. de 8 a 15 cm de comprimento. (Barroso. 43º52’W). Flores com tubo floral de 2. Flores com tubo floral verde. 43º38’W). coletado em borda de mata de galeria. (Cavalcanti. com ápice e pétalas vermelhas.Cavalc.5 cm de comprimento. Graham. Comentários: Subarbusto. 40º39’W). entre 300 e 380 m s.9 a 2. 1990) Cuphea loefgrenii Bacig.Cavalc. rio Macacão (13º33’S. com tubo floral esverdeado. Fo- 47º57’W). Ocorre em cerrado. Itacambira (17º04’S.m. a cerca de 1.m.350 m s. 38º53’W). Conhecida apenas pelo material-tipo.Graham Distribuição: MINAS GERAIS: Indianópolis (19º03’S. Flores com 1 dos estames ventrais excedendo o estilete em 1 mm de comprimento e as 2 pétalas dorsais subcordadas. Ocorre em beira de barranco. 41º18’W). sobre solo arenoso.A.5 m de altura. 1990) Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura.2 cm de comprimento. com tricomas glandulares na margem.n. sobre solo arenoso branco. (Graham.B.B.A. (Koehne. viscoso. com dois pequenos buracos na parte inferior da giba. Flores vistosas. & S. com tubo floral de 8 a 9 mm de comprimento e Comentários: Subarbusto ereto.1 a 1.A. 61º21’W). não ramificado.Cavalc. (Cavalcanti & Graham. SerComentários: Subarbusto. membranáceas. caule com pilosidade densa. Comentários: Subarbusto de 1 a 1. Comentários: Subarbusto de 80 cm a 1 m de altura. 1990) Comentários: Subarbusto. entre 850 e 1. Ocorre em campina. Morro do Ouro Cuphea rubro-virens T.3 cm de comprimento. em encosta de serra. 1989.Barroso Distribuição: ESPÍRITO SANTO: São Roque do Canaã (19º44’S. Conhecida apenas por duas coletas.2 cm de comprimento.Graham Distribuição: AMAZONAS: Manicoré (05º47’S.1 cm de comprimento.7 m de altura. (Cavalcanti & Graham. 1903) Comentários: Subarbusto de 30 cm a 1. 1990) Cuphea lucens T. amarelo. . Ocorre na margem de floresta estacional semidecidual com vegetação rupestre de afloramentos rochosos.B. vermelho-intenso. a cerca de 610 m s. 1990) xas e tubo floral de 2. Comentários: Subarbusto com cerca de 40 cm de altura.Graham Distribuição: GOIÁS: Cavalcante.Cavalc. 2005) Folhas lineares. Folhas verticiladas. 48º04’W).n. giboso na região mediana. com tubo floral de até 1 cm de comprimento. (Graham. tura. e pétalas vermelhas. com até 1. Folhas estreito-elípticas a linearlanceoladas. Cuphea santos-limae G. Cuphea sabulosa S. de 15 a 40 cm de al- (13º35’S. 43º43’W). Flores terminais. rígidas. Folhas com até 4 cm de comprimento. Cuphea sincorana T.200 m s. Graham. e duas pétalas. Flores com tubo floral de 1. Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S.m. Ocorre nos campos rupestres da porção norte da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. Flores roxas a avermelhadas.n. Folhas lanceoladas ou oblongas.M. muito reduzidas. & S.n.

Flores lilás a róseas.A. com 12 estames. com cerca de 40 estames. Folhas pequenas e elípticas. alados. (Cavalcanti. Folhas elíptico-lanceoladas.246 Lythraceae pétalas rosa-magenta. 42º53’W). (Cavalcanti. (Graham.n. entre 830 e 1. Comentários: Subarbusto. roxas.n. de 4 a 7 cm de comprimento.Graham & T. Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º32’S. atenuadas na base. agudas na base. 2004a) Cuphea teleandra Lourteig Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S. Teresina de Goiás (13º46’S. prateado. 1989.m. Ocorre em campos rupestres e campos sujos.B. 41º49’W). Cavalcanti et al.050 e 1. 2004a.100 m s. (Lourteig. Flores róseas. Cavalcanti et al. 1999) Diplusodon appendiculosus Lourteig Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. pedicelo de 1 a 1. 2001) Comentários: Subarbusto delicado. com 12 estames. próximo a cursos d’água.m. Comentários: Subarbusto coberto por indumento prateado. com segmentos do epicálice foliáceos e 12 estames. Flores rosa-magenta. Folhas lanceoladas.Cavalc. Distribuição: MATO GROSSO: Rondonópolis (16º21’S. 41º48’W). Comentários: Folhas (ovado-)oblongas. campos limpos e campos sujos. (Lourteig. Flores rosa-magenta a carmim. coletado em área de transição entre campo e cerrado. vermelho no ápice.200 m s. (Cavalcanti. com tubo floral creme-esverdeado na base.Cavalc. glabro. Comentários: Subarbusto de 16 a 20 cm de altura. 1989.300 m s. entre 1.060 m s. 2001) Diplusodon argenteus Lourteig Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. não ramificado. Ocorre nos campos rupestres. Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º16’S. 1989) Diplusodon argyrophyllus T.B.5 cm de comprimento. Ocorre em campos rupestres e campos graminosos. Ocorre em campos arenosos e campos com afloramentos rochosos. 47º31’W). Diplusodon adpressipilus Lourteig Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. entre 680 e 1. de 6 a 7 cm de diâmetro. 54º43’W).. 1991) Comentários: Subarbusto.. Ocorre nos campos gerais sobre solo arenoso e nos campos rupestres com afloramentos rochosos da Chapada Diamantina. Chapada dos Veadeiros (14º03’S. entre 870 e 1. 42º53’W).m.Cavalc.200 m s. Espécies com potencial ornamental. 1998) Diplusodon aggregatifolius T.Cavalc. (Graham & Cavalcanti. entre 800 e 1. Folhas ovado-lanceoladas. Ocorre em cerrado. 43º52’W). (Cavalcanti. 1989. com 12 estames. estreito-lanceoladas. Folhas ovado-elípticas. 1990) Diplusodon alatus T. sobre areia branca. ramos castanhos.n. com até 9 cm de comprimento. Flores com tubo floral de 3 a 5 cm de comprimento. pétalas persistentes no fruto.100 m s. com 15 a 18 estames. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. glaucas. sobre solos areno-pedregosos de areia branca.m. 1990) alas. Ocorre em campos rupestres.m. . entre 830 a 1. Flores rosa. Chapada Comentários: Subarbusto glabro.m.n. a cerca de 650 m s.. Folhas eretas.020 e 1. Flores com pétalas amarelas e tubo floral de 7 a 8 mm de comprimento. (14º06’S. Comentários: Subarbusto robusto. Folhas agregadas. prateadas.m. entre 1. amplexicaules. ramos com pequenas dos Veadeiros (13º53’S.400 m s. Cuphea warmingii Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Lagoa Santa (19º38’S.n. sobre solos arenosos. (Lourteig. Ocorre em campos úmidos e graminosos da Chapada dos Veadeiros. Conhecida apenas pelo material-tipo. elípticas.B. sobre solo arenoso. 1998. amarelo. Graham. Chapada Comentários: Subarbusto com indumento seríceo e dos Veadeiros (14º04’S.B. pubescentes. lhas pequenas. Ocorre nos campos rupestres da porção norte da Cadeia do Espinhço de Minas Gerais. atenuadas na base. 47º28’W). 1998) Cuphea xanthopetala S. (Cavalcanti.n. Fo- 47º45’W). Rio de Contas (13º34’S. 47º13’W). 47º14’W).n.m.n. Apresenta potencial ornamental. Flores vistosas.

B. Gouveia (18º37’S.n.Cavalc.200 m s. entre 750 e 1.m.B. Ocorre em cerrado típico. Ocorre em cerrado.5 cm de diâmetro.) Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Minas Novas. Cavalcanti. a cerca de 1. inéd. Comentários: Subarbusto de 0. Flores róseas.Lythraceae 247 Diplusodon bradei Pilg. Flores róseas a lilás. cobertas com pilosidade curta e branca. Ocorre no campo limpo entre gramíneas e no cerrado típico da Chapada dos Veadeiros. 46º56’W).) Comentários: Subarbusto não ramificado.m. Flores lilás. ovado-lanceoladas. 47º34’W). 47º46’W).Cavalc. (Koehne. Comentários: Subarbusto de 1 a 2 m de altura. Luziânia (16º21’S.) Diplusodon chapadensis T. 43º59’W).) Diplusodon glaziovii Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º19’S.) Comentários: Subarbusto glabro. a cerca de 1. com 12 estames. inéd. Cavalcanti. densa- Diplusodon capitatus (A.200 m s.B. Flores róseas. Ocorre em campos. apenas uma delas recente. Diplusodon decussatus Pohl Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º39’S. 48º12’W). inéd. com indumento prateado. com domácias. 2004b) Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas.000 m de altitude. inéd. restando pouco cerrado nativo. que Nacional da Serra da Canastra (20º17’S. com cerca de 30 cm 47º30’W). Conhecida apenas por três coletas. Diplusodon capitalensis T. (17º13’S. Conhecido apenas da localidade-tipo. a cerca de 1.) Folhas deltóides. (Cavalcanti. com 18 estames. 46º18’W). entre 800 e 900 m s. (15º38’S. de 4 a 4. 43º36’W).. 1903. Ocorre em cerrados e campos rupestres cercados por cultivo de soja. (Cavalcanti. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (17º59’S. em inflorescências amplas e destacadas da parte vegetativa. de 20 (14º09’S. 2004b) a 30 cm de altura. campos sujos com areia quátzica e campos limpos e cerrados.m. Ocorre em campos rupestres.) Comentários: Subarbusto delicado.. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. de 5 a 7 mm de comprimento. 2007) Distribuição: DISTRITO FEDERAL/GOIÁS: Brasília de altura. Flores lilás a rosamagenta. Diplusodon canastrensis T. Não foi encontrada mesmo após diversas tentativas. Folhas estreitas.Cavalc.n. Folhas elíptico-lanceoladas. São Jorge cado. com 18 estames. Ocorre em campos sujos arenosos e em campos rupestres. Comentários: Subarbusto com cerca de 80 cm de altura. Folhas estreito-elípticas. Folhas obovadas a lanceladas. Folhas estreito-oblongas. com até 60 cm de altura. entre 700 e 750 m s. (Cavalcanti.5 cm de comprimento.St-Hil.Cavalc. Diplusodon floribundus Pohl Distribuição: GOIÁS: Niquelândia (14º27’S. Cavalcanti. sobre solos lateríticos ou arenosos. com até 8 cm de comprimento.000 m s. glaucas. TOCANTINS: Arraias (12º56’S. 48º13’W). inéd. 1903. (Cavalcanti et al. 46º02’W).m. mente piloso. com cerca de 1 cm de comprimento. com 12 estames. Distribuição: MINAS GERAIS: Capitólio (21º35’S. Folhas ovadas. Ocorre em cerrado com afloramentos rochosos. com pilosidade aveludada. glabras. (Cavalcanti. 47º28’W). Comentários: Subarbusto denso. (Cavalcanti. 2001. sobre solo pedregoso. coletado em área substancialmente modificada pela agropecuária. Folhas ovado-elípticas. com 6 estames. (Cavalcanti et al. Folhas sésseis. com 12 estames. pendente. Flores rosa-magenta. profusamente ramifi- 43º52’W). 2001.2 a 1. Comentários: Subarbusto. Diplusodon glocimarii T. com 12 estames. inéd.n.. Conhecida apenas pelo material-tipo. . Flores lilás.5 m de altura. Cavalcanti. 2001.B. Flores rosa-claras a lilás. Cavalcanti. com 18 estames. Chapada Comentários: Subarbusto. 2007) Comentários: Subarbusto geralmente prostrado.n.n. 42º35’W). (Cavalcanti et al. pecíolo de 1 a 2. Par- Diplusodon ericoides Lourteig Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança (14º44’S. (Koehne.m. Flores róseas. Folhas linear-lanceoladas. com 12 estames.

Guarda-Mor. 52º15’W). Folhas ovadas. fortemente revolutas. amplexicaules. Folhas Diplusodon mattogrossensis T.m. profusamente ramificado. Carcaça. agudas na base. (Lourteig. Serra do Roncador (15º53’S. (Lourteig. com 23 a 32 estames. sobre solos arenosos.m.n. Flores róseas. 43º45’W).. com 12 a 15 estames. 1998) adeiros (13º46’S. Distribuição: GOIÁS: Água Fria de Goiás (14º53’S. Alto Paraíso de Goiás (14º01’S.m. 2001. 1989) Comentários: Subarbusto. Apresenta potencial ornamental. Conhecida apenas por duas coletas. Flores de 4 a 4. a cerca de 500 m s. Diplusodon grahamae T. inéd. pilosas. com cerca de 2. inéd. revolutas na margem. inéd. Folhas elípticas. de 60 cm a 1 cm de comprimento.n. com 26 a 44 estames. entre 380 e 550 m s. com 12 a 18 estames. com pilosidade simples. Comentários: Subarbusto de 40 cm a 1. Cavalcanti. Comentários: Subarbusto com até 1.m. com 18 estames.m. com domáce- 47º33’W): Alto Paraíso de Goiás (14º01’S. 47 13’W). revolutas na margem. fortemente alado. a cerca de 1. Ocorre em cerrados e campos rupestres. Flores róseas. inéd. Ocorre em áreas úmidas sobre solo arenoso e em campos rupestres.B. pedicelo de 2 a 4 cm de comprimento.) Diplusodon hatschbachii Lourteig Distribuição: GOIÁS: Água Fria de Goiás (14º53’S.5 cm de diâmetro.000 e 1. 47º51’W).5 cm de diâmetro.5 m de altura. Folhas ovadas. Cavalcante (13º51’S. de 5 a 6 cm de diâmetro. de 4 a 6 cm de comprimento.m. com cerca de 1 cm de comprimento. Flores pequenas.5 m de altura. Flores roxas.B.200 m s. Comentários: Subarbusto. glabros.100 m s. de 5 a 11 cm de comprimento.100 e 1. Serra dos Pilões (17º49’S.m. Niquelândia (14º19’S. Ocorre nos campos sujos e campos rupestres da Chapada dos Veadeiros. as.2 a 4 cm de comprimento. Folhas 47º33’W).5 m de altura. de 4 a 10 cm de comprimento. Chapadão (18º07’S. com folhagem congesta.n. (Cavalcanti. Comentários: Arbustos de 40 cm a 1. caule quadrangular. lineares. 2001. glaucas.n. coberto por pilosidade branca a prateada. entre 400 e 850 m s.St-Hil. 47º12’W). Santana do Riacho (19º10’S. 1989) . o ovadas a elípticas.m. Ocorre em campos rupestres. róseas.5 a 3 m de altura. Diplusodon heringeri Lourteig Distribuição: GOIÁS:Teresina de Goiás. com 6 estames.400 m s. Apresenta potencial ornamental. (Saint-Hilaire. Ocorre em cerrado. Ocorre nos campos rupestres da Serra do Cipó.m. Folhas elípticas a obovadas. Flores rosa-claras.n. Cavalcanti. 47º23’W). Chapada dos VeComentários: Subarbusto de 0. Serra da Diplusodon minasensis Lourteig Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º48’S. (Lourteig. 43º33’W). 1989) Diplusodon kielmeyeroides A. de 3 a 6. 47º19’W).Cavalc. 46º19’W). (Cavalcanti. com 10 a 15 estames. com tubo floral de pilosidade densa e notadamente branca. Folhas de 1. ramos delicados. entre 990 e 1.340 m s. entre 1. entre 725 e 1..2 m de altura.) Distribuição: GOIÁS: Água Fria de Goiás (14º53’S. 47º23’W). com tubo floral coberto por bractéolas amplas e 13 a 18 estames. (Cavalcanti et al.) Ocorre em campos sujos e cerrados abertos com solo laterítico. (Cavalcanti et al.560 m s. Flores róseas a lilás. entre 1. Distribuição: MINAS GERAIS: Coranmandel. Folhas estreito-elípticas. 2007. Ocorre em cerrados e campos sujos. Folhas ovado-lanceoladas. a cerca de 1. Cavalcanti.) Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura.n.n. 48º07’W) Comentários: Subarbustos de 40 a 60 cm de altura.Cavalc.. glaucos. Diplusodon longipes Koehne Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º41’S. Ocorre em cerrado.248 Lythraceae Diplusodon gracilis Koehne Distribuição: TOCANTINS: Dianópolis (11º35’S. 2001.5 cm de diâmetro. Comentários: Subarbusto de 40 cm a 1. 47º05’W). Flores grandes. glabro.n. Flores de 5 a 6. com 12 a 15 estames.n.5 cm de comprimento. Distribuição: MATO GROSSO: Barra do Garças. (Cavalcanti et al. ovadas a elípticas.160 m s. 1833) Diplusodon leucocalycinus Lourteig 47º33’W). mesclada com pilosidade estrelada.

43º58’W). com 6 estames. 1937. entre 260 e 480 m s. (Cavalcanti.B. entre 820 a 920 m s. Conhecida apenas por duas coletas.m. (Cavalcanti et al. 1903. 47º37’W). sobre solo arenoso e areno-pedregoso. Flores róseas. 48º06’W). Diplusodon orbicularis Koehne do Cipó (19º19’S. Chapada dos Veadeiros (13º46’S.n. Conselheiro Mata (18º17’S. 41º51’W). sobre solo arenoso. Cavalcanti. Comentários: Subarbusto de 15 cm a 2 m de altura. de 15 a 18 estames. 47º30’W). Comentários: Subarbusto de 0. marrom-escuras quando secas. Flores rosa-magenta a roxas. Folhas Diplusodon retroimbricatus Koehne Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º36’S. planas. Flores rosa-magenta. coberto por pilosidade densa..B. entre 850 e 1. Ocorre em cerrados e campos sujos. orbiculares. Folhas dos Veadeiros (14º11’S. Comentários: Subarbusto. inéd. de 2. Folhas ovadas a elípticas. Folhas estreito-lanceoladas. Chapada ovadas a elípticas. entre 1. Flores rosa-claras. com 12 estames.2 cm de comprimento.m. com tricomas estrelados adaxialmente. entre 1. Folhas cordiformes. (Cavalcanti.250 m s.Cavalc. com até 2. Comentários: Subarbusto com até 3 m de altura. glabro. 47º48’W). 47º37’W). Folhas linear-lanceoladas.) Diplusodon plumbeus T.5 cm de comprimento. Ocorre em campos limpos.000 e 1. Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º32’S.n. inéd.n. espatuladas. cerrados. com Diplusodon rosmarinifolius A.5 m de altura. inéd. entre 900 e 1.5 cm de comprimento.2 cm de comprimento.200 m s. 1990) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.n. revolutas na margem.5 a 5. (Pilger.m. Folhas ovadas. ex DC. Ocorre em campos limpos. Flores róseas a lilás.) Diplusodon petiolatus (Koehne) T. Folhas elípticas a ovadas. com até 1.Lythraceae 249 Diplusodon mononeuros Pilg.) Diplusodon parvifolius Mart. 1994. (Cavalcanti. de 2 a 5.400 m s. (Cavalcanti. com 12 estames. . campos gerais e carrascos da Chapada Diamantina. campos rupestres e campos sujos.5 cm de comprimento. 47º00’W). Folhas com até 1. a cerca de 1.n. (Cavalcanti. campos sujos. Diplusodon panniculatus Koehne ovado-lanceoladas.2 m de altura. com 12 estames.n. (Koehne. 2004b) Distribuição: TOCANTINS: Arraias (12º53’S. Comentários: Subarbusto de 0. inéd. de 1 a 2.000 m de altitude.B. com 24 a 26 estames.5 a 1 m de altura. Cavalcanti. Folhas lineares. Comentários: Subarbusto de 0. inéd.250 m s. Flores rosa-claras a rosa-magenta. Serra Diplusodon pygmaeus T. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 1998. 1998) Distribuição: GOIÁS: Cristalina (16º43’S.n. 2001.) Comentários: Subarbusto de 0. Comentários: Arbustos de 70 cm a 2 m de altura. a cerca de 1. entre 1.5 a 2.5 a 1. (Cavalcanti.500 m s. 47º45’W). Ocorre nos campos graminosos da Serra da Baliza. (Cavalcanti.St. 43º36’W).100 e 1. com indumento branco abundante. Flores rosa-magenta. Flores rosa-magenta. Comentários: Subarbusto de 60 cm a 1. sobre solo arenoso. com 18 estames. Cavalcanti.6 m de altura. revolutas. Flores rosa-magenta. Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º54’S.m. campos de murundus e cerrados.m.n. Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. Ocorre em campos rupestres.070 e 1. com 12 estames. de 6 a 12 mm de comprimento. Flores rosa-magenta. com 15 estames.5 m de altura.477 m s.Cavalc.m.-Hil.m. Ocorre na margem de mata degradada próxima de rio.5 cm de comprimento. Ocorre em cerrados densos e campos sujos. Diplusodon nigricans Koehne Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. glaucas.) Comentários: Subarbusto de 3 a 11 cm de altura. sobre solo arenoso e latossolo vermelho. inéd.) Distribuição: GOIÁS: Cristalina (16º43’S.m.5 a 1. Ocorre em cerrados e campos rupestres. sobre solos quártzicos. agudas no ápice.Cavalc.). pilosidade esbranquiçada. coberto por pilosidade estrelada. Ocorre em campos rupestres. inéd. com 12 estames.

entre 1. Comentários: Subarbusto delicado. a cerca de 400 m s. Flores com 12 estames.250 Lythraceae Diplusodon rotundifolius Koehne Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º17’S. Flores rosa-magenta.7 m de altura. 1998) Distribuição: TOCANTINS:Almas (11º06’S. Chapada dos Veadeiros (14º03’S. p. Ocorre em campos rupestres. com 12 estames. G.B. Bot. Folhas glaucas.n.m.5 a 3 cm de comprimento. New species of Cuphea (Lythraceae) from Brazil.m.Cavalc. Cavalcanti. Folhas elípticas.n. (Cavalcanti et al. Nova espécie de Minas Gerais.m. (Lourteig. Flores lilás a roxas. 46: 253-268. (Cavalcanti.) Referências: Barroso. Comentários: Subarbusto glabro. pedicelos persistentes após a queda dos frutos. Folhas Diplusodon trigintus T. Lythraceae.B. pouco ramificado. curto e denso. Cavalcanti. In B. 1989. de 1. Flores róseas a lilás.800 m s. Cavalcante (13º39’S.) Diplusodon thysanosepalus Lourteig & Sandw.140 m s. T. Cavalcanti. de 6 a 12 mm de comprimento. Folhas largo-ovadas. Flores rosa-magenta. Comentários: Subarbusto de 1 a 2 m de altura. 1994. com 12 estames. Folhas oblongas. Cavalcanti. Cavalcanti. com 26 a 28 estames. C Cavalcanti. Ocorre nos campos rupestres e campos úmidos da Chapada dos Veadeiros. 47º30’W). 47º30’W). com o tubo floral coberto por amplas bractéolas. de 6 mm a 2 cm de comprimento. Conhecida apenas pelo material-tipo. Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás(?). 43º58’W). 1989) ra. Conhecida apenas pelo material-tipo. Comentários: Subarbusto de 40 cm a 2 m de altura. T. ovadas. coletado em campo arenoso. com 18 estames. Royal Botanic Gardens. Comentários: Subarbusto com cerca de 40 cm de altu- Diplusodon vidalii Lourteig Distribuição: MINAS GERAIS: São Sebastião do Paraíso. (Cavalcanti et al. em inflorescência conspícua. coletado por Glaziou. entre 1. Minas Gerais. 1990. Kew Bull. Ocorre em campos rupestres e campos limpos. glabro.600 m s. com 18 estames. sobre solo arenoso. Cavalcanti. Diplusodon sordidus Koehne Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Ocorre em cerrado e margem de matas montanas. Flores rosa-magenta a roxas.000 e 1.Cavalc. 46º18’W). Apresenta potencial or- .5 a 6 cm de diâmetro. Bahia. Comentários: Subarbusto de 1 a 1. Flores com 30 a 32 estames. cordadas na base. 47º28’W). (Lourteig. 2007) Diplusodon saxatilis Lourteig Distribuição: MINAS GERAIS: Serro (18º36’S. Folhas ovadas a ova- Parque Nacional Serra da Canastra (20º17’S.B.m. inéd. de 5. Lythraceae. Flores com 12 estames.) Flora do Pico das Almas.B. T. Flora da Serra do Cipó.n. Brasil e nota sobre C.n. (Koehne. Rodriguésia 16-17(28-29): 193-212. 47º07’W). Folhas ovado-lanceoladas. ovado-lanceoladas.B..M.n. inéd. 411-416. Univ. do-lanceoladas. sobre solo quártzico. (Lourteig. com nervação terciária levemente aparente. 1903. São Paulo 12: 67-93. com indumento esbranquiçado. (Cavalcanti. Kew. 1964) Diplusodon rupestris T. rio Pi- zarão (14º03’S.130 m s. 1954.. Comentários: Subarbusto de 50 a 60 cm de altura.) Diplusodon sigillatus Lourteig Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás (14º03’S. Bol. Bot. Univ. Cavalcanti. Folhas ovado-lanceoladas. 43º22’W). Conhecida apenas por três coletas.050 e 1. 1991. 2001. entre 920 e 1. 47º30’W). inéd. 2001. inéd.T. Ocorre em cerrados. 1989. densamente piloso. Contribuição ao estudo do gênero Cuphea Adans. Termópolis (20º55’S. Ocorre em campos rupestres e campos cerrados. Cuphea rubro-virens T.m.B. de 3 a 4 cm de comprimento.) namental. Cavalcanti.000 e 1. teleandra Lourteig. Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. revolutas. 46º49’W). entre 1. Bol. glabro. Stannard (org. São Paulo 11: 71-76. Comentários: Subarbusto glabro.

In A. A.B. Pilger. São Paulo. Cavalcanti.B. Novon 18: 298-314. 2004. Brittonia 51: 24-30. Bot. S. p. B. Rizzo (org. Verlag von Wilhelm Engelmann. Sellowia 39: 5-48. Tese de doutorado. T. A. 94-169. Cavalcanti. Flora de Grão Mogol.B. vol. Saint-Hilaire. T. Addenda et corrigenda 3. Cavalcanti. Cavalcanti.B. Fedde Repert speciarum novarum regni vegetabilis vol. A.A. A. & Graham. 1987. 2001. Salicariae. T. E. Graham. 1995.B. 1990. Novos táxons. Cavalcanti.A. Universidade de São Paulo. M. Minas Gerais: Lythraceae. 1998. 1999.B. Brasil. Sellowia 16: 119-162. 2004. Coleção Rizzo. Bol. T. Lythraceae Austroamericanae. Universidade Federal de Goiás.. Acta Bot. S. T. 1989. 3. S. Paris. S. Addenda et corrigenda. 216). Engler (ed. New species of Cuphea section Melvilla (Lythraceae) and an annotated key to the section. Lythraceae. 41. Belin. Cavalcanti.B. vol. T. Novas espécies de Diplusodon Pohl (Lythraceae) do Planalto Central e Minas Gerais. . 150p. 2005.B. Lourteig. 1833. A. nova sinonímia e lectotipificações em Diplusodon Pohl (Lythraceae). In Flora Brasiliae Meridionalis. 1937. Bras. T. New taxa in Lythraceae from Latin America. & Graham. Zwei neue Diplusodon Arten aus Brasilien. Lourteig. Lythraceae Austroamericanae. New species. São Paulo 22: 1-13.). The yellow-flowered species of Cuphea (Lythraceae) including three new taxa. Univ. Inéd. Addenda et corrigenda 2.F.) Flora dos estados de Goiás e Tocantins.Lythraceae 251 Cavalcanti. 2008. Lourteig. Leipzig. p. & Carvalho-Silva. Graham. Lythraceae Austroamericanae. 221. 17(IV. Bot. Cavalcanti. 326p.A. novos status. R. & Cavalcanti. São Paulo 22: 283-290. Graham. T. Lythraceae.A. Koehne. New Species of Diplusodon (Lythraceae) from Brazil. Goiânia. Revisão do gênero Diplusodon Pohl (Lythraceae). Brittonia 42: 12-32. S. 1903. T. 1964. Bradea 5(19): 205-241. Novon 15: 59-68. Bol.A. Univ. A. Das Pflanzenreich. 2007. In J. Novon 8: 337-351. 21: 1-10. varieties and combinations in Cuphea (Lythraceae) from Brazil.

cálice geralmente com 1 par de elaióforos na face abaxial de 4 sépalas.Anderson Distribuição: AMAZONAS: Itacoatiara. 43º42’W). Folhas com estípulas longas e glabras. O maior centro de diversidade da família está na América do Sul. velutinas na base.Gates Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (17º54’S.R. (in)deiscentes. Anderson et al. 45º55’W).R. pentâmeras.).252 Malpighiaceae Malpighiaceae Paula Dib de Carvalho & Alessandro Rapini (*também indicadas por William Antonio Rodrigues) Árvores. em meados de 1960.. Fo- (03º00’S. esquizocárpicos. com lóculos uniovulados. rosa ou amarelas. ocorrendo em diversas formações vegetais. geralmente com cálice persistente. Encontrada com flores em julho. geralmente opostas e com glândulas no pecíolo e/ou na lâmina. Inflorescências terminais ou axilares.R.R. uma realizada por Spruce. nozes. o menor do gênero. Folhas simples. em pseudo-racemos com 10 a 50 flores. Acmanthera longifolia Nied. quase sempre racemosas ou paniculadas. Carvalho. 1975) Distribuição: AMAZONAS: Manaus. Frutos secos ou carnosos. Folhas ovadas. .R. Possui distribuição pantropical. Serra do Cipó (19º14’S. em meados do séc.. Folhas glabras. Anderson. como florestas. Comentários: Liana. ramos densamente velutinos no primeiro ano. densamente tomentosas. e 3 estiletes livres. Encontrada com flores e frutos em novembro. Malpighiaceae inclui 75 gêneros e cerca de 1. (W. 19. 2006. Anderson et al. (W. glabrescentes com a idade. Santana do Riacho. Comentários: Arbusto com cerca de 60 cm de altura. com estria alaranjada no meio. Flores zigomorfas. Encontrada com flores e frutos em janeiro. com 1 ou 2 pares de pequenas glândulas impressas abaxialmente. Flores com pétalas amarelas. subarbustos ou trepadeiras. Folhas elípticas ou pouco obovadas. Flores com pétalas alvas. Conhecida apenas por duas coletas. 59º00’W). 1 delas diferenciada.300 espécies. 2004. Anderson.R. cerrados.R.R. Ocorre em campina baixa. 60º18’W).R. densamente velutinas. rio Urubu tomentosos. Anderson. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS: Itinga (16º35’S. esparsamente adpresso-tomentosas no centro do limbo abaxialmente. Anderson. W. pétalas alvas. (W. 1990) lhas jovens seríceas. geralmente monoclinas. (W. (W. Flores com sépalas glabras. Comentários: Arvoreta. são registrados 35 gêneros e cerca de 300 espécies (pelo menos 71 raras). gineceu com ovário trilocular. mas 90% das espécies são neotropicais. glabros nos subseqüentes. Acmanthera fernandesii W.Anderson Distribuição: PIAUÍ: Santa Filomena (09º06’S. campos rupestres e caatingas (W. Flores com pétalas alvas. sobre solo arenoso branco.R. 43º33’W). 1975) Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura. Acmanthera minima W. Anderson. e outra por Prance. passando a seríceas na ala. diplostêmones. No Brasil.Anderson 41º47’W). Anderson. ramos densamente adpresso- Acmanthera parviflora W. 2006). Encontrada com flores em setembro e novembro. mas com flores nascendo em umbelas ou corimbos. Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. Cachoeira Baixa Amorimia velutina W. Sâmaras com formato de borboleta achatada. arbustos eretos ou escandentes. Coletada com flores e frutos em março e abril. ao norte do Trópico de Capricórnio (W. 61º49’W). próximas ao meio da lamina.R. inéd.R. 1980a) Banisteriopsis arborea B. bagas ou drupas. Ocorre em igapó.Anderson Distribuição: AMAZONAS: Manicoré (08º10’S.* do Tarumã (02º36’S. ungüiculadas. hipóginas.

glabrescentes. Pouco coletada em florestas do sul da Cadeia do Espinhaço. Sâmaras seríceas a glabras.m. Campos Altos (19º30’S.200 e 1. Chapadão de Jacuí (20o53’S.250 e 1. (Gates.Gates Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto (20º18’S. Flores geralmente rosadas a alvas. Flores com elaióforos e pétalas rosados. Flores com pétalas rosadas a salmão. Comentários: Arbusto com até 1 m de altura. 1982) . seríceo-tomentosas e com um par de glândulas estipitadas próximo à base da nervura central abaxialmente. esparsamente seríceas adaxialmente.Gates na (22º00’S. 1982) Banisteriopsis salicifolia (DC. Conhecida apenas do sul de Minas Gerais. de 10 a 60 cm de altura. Chapada dos Veadeiros (14º06’S. dourado-híspidas adaxialmente.700 m s. Encontrada com flores e frutos de agosto a março. Folhas brevipecioladas. grandes e com pedicelo espesso. seríceas adaxialmente. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul têm sido identificados como B. entre 1. com 1 par de glândulas na base da lâmina abaxialmente. Comentários: Arbusto com cerca de 75 cm de altura. glabrescentes para o ápice. grandes.Gates Distribuição: MINAS GERAIS: São Sebastião do Para- Banisteriopsis hirsuta B. ovadas. Conhecida apenas por três coletas. densamente seríceas e com 1 par de glândulas sésseis na base da lâmina abaxialmente. pubescentes adaxialmente.m. 47º36’W). Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. 1982) dos Veadeiros (14º06’S. glabras 43º36’W). rugosas. (Gates. 46o58’W).500 m s. Ocorre em campos rupestres da Cadeia do Espinhaço.Malpighiaceae 253 Comentários: Árvore com cerca de 4 m de altura. com 1 par de glândulas na base da nervura principal abaxialmente. Ocorre em campos rupestres. tomentosas e com glândulas nas nervuras laterais abaxialmente. Folhas ovadas a elípticas. entre 1.Gates Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Flores com elaióforos e pétalas rosados. passando a amareladas com a idade.) B. ovadas. Chapadão (17º45’S. alvo-seríceas e com 2 a 3 pares de glândulas peltadas nas nervuras laterais abaxialmente. Comentários: Liana. discolores.Gates Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Encontrada com flores de fevereiro a maio. Sâmaras com ala reduzida. Encontrada com flores e frutos entre fevereiro e abril. Flores com elaióforos e pétalas rosados.n. elípticas. Serra do Cipó (19º06’S. Ocorre em campos rupestres. com ala dorsal reduzida. adaxialmente. Chapada íso. 1982) decumbentes. Sâmaras seríceas. 49º07’W). foi considerada possivelmente extinta. Folhas subsésseis. Sâmaras grandes.n. entre 1. ramos Banisteriopsis byssacea B. Flores com pétalas amarelas. Folhas geralmente lanceoladas.n. 46o12’W). Folhas grandes. Folhas ovadas. próximo à divisa com o Estado de São Paulo. 47º36’W). em inflorescências seríceo-tomentosas. Encontrada com flores de janeiro a março e com frutos de janeiro a abril. (Gates. tomentosas a glabras adaxialmente. Encontrada com flores de janeiro a março e com frutos em fevereiro. Mamede. o que precisa ser confirmado. salicifolia (no herbário UEC). (Gates. (Gates. 1982) Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. Sâmaras glabras.m. seríceas. Sâmaras esparsamente dourado-seríceas. Encontrada com flores de dezembro a maio e com frutos em maio. 1982) Banisteriopsis cipoënsis B. Comentários: Subarbusto prostrado a ereto. 43º38’W). 42º00’W). (Gates. Folhas elípticas a ovadas. híspidas. Folhas obovadas.200 e 1. (Gates. híspido-seríceas e com 1 par de glândulas peltadas na base da lâmina abaxialmente. Banisteriopsis hatschbachii B.700 m s. Comentários: Arbusto. seríceo-prateadas abaxialmente.Gates Distribuição: GOIÁS: Morrinhos. (Gates. Encontrada com flores de outubro a março e com frutos em março. Entretanto. Flores com pétalas alvas. Ocorre nos cerrados do sudeste de Goiás. Flores com pétalas alvas. 1982) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madale- Banisteriopsis goiana B. 1987) Banisteriopsis magdalenensis B. 1982.Gates Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. materiais de São Paulo.

Ser- Bronwenia brevipedicellata (B. 1982) Comentários: Árvore com até 20 m de altura. 42º30’W).Anderson & C.W. 2007) ronwenia longipilifera (B.R. às vezes ovadas. W. glabras. Flores com pétalas rosa.Davis Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença. elípticas. Byrsonima cipoensis Mamede Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho.5 m de altura. 43º16’W). Rio de Janeiro (22º58’S. Ocorre na Mata Atlântica. esparsamente seríceas a glabrescentes. geralmente com 1 par de glândulas na base da lâmina ou próximo à base da nervura central abaxialmente. Folhas Folhas elípticas a lanceoladas.Juss.R.R.Davis* Distribuição: MATO GROSSO DO SUL: Aquidauana Comentários: Arbusto com até 3 m de altura.Anderson & C. próximo às margens. (19º48’S.R. Comentários: Liana.R. 1982. 1999) Comentários: Arvoreta com cerca de 2. Flores com elaióforos alvos. Conhecida por três coletas. 39º08’W). Flores com sépalas vermelho-escuras e pétalas rosadas. (17º22’S. 43º33’W). (W. Comentários: Liana.R. Serra da Urtiga B Folhas cordiformes. 1982) elípticas.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Folhas elípticas. 1993) Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º17’S. (W. (W. Ubai- 42º01’W). com 1 par de glândulas próximo à base. (Gates. coriáceas. 39º02’W).R. glabras ou com tricomas esparsos adaxialmente. Ocorre tipicamente nas restingas do Rio de Janeiro. glabras ou com poucos tricomas adpressos na parte mediana. 1982) Banisteriopsis sellowiana (A.Anderson Folhas elípticas. 68º52’W).Gates) W.Anderson Distribuição: GOIÁS: Portelândia.) B. 1981. Encontrada com flores de janeiro a março e com frutos em março.254 Malpighiaceae Banisteriopsis scutellata (Griseb.Gates) W. geralmente com 4 pétalas alvas e 1 amarela.R. 43º33’W). Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. com um par de glândulas no ápice do pecíolo.R. Serra do Cipó (19º14’S. Ocorre em mata de terra firme. Encontrada com flores e frutos em abril e julho. Folhas obovadas ou subelípticas. Encontrada com flores de novembro a dezembro. coriáce- . Anderson. 42º49’W). 39º01’W). pecíolo eglanduloso. Barra Bunchosia itacarensis W. 1987) Comentários: Subarbusto de 30 cm a 1 m de altura. Flores com pétalas amarelas. Anderson. Anderson & Davis. Byrsonima alvimii W.R. tomentosas. com 1 (raramente 2) pares de glândulas estipitadas nas nervuras da base. Comentários: Arbusto ou arvoreta de 2 a 3 m de altura. coletado próximo da divisa entre Goiás. Encontrada com flores e frutos em abril. Ocorre em campos rupestres. Folhas ovadas. velutinas. glabras ou esparsamente seríceas nas nervuras principal e laterais adaxialmente. Ocorre em cerrado. Maricá (22º55’S. (Mamede. da Tijuca (22º58’S.R. 43º16’W). Saquarema (22º55’S. Sâmaras com alas laterais proeminentes e tricomas longos e esparsos. Flores com pétalas amarelas. alvo-pubescentes abaxialmente. Anderson. 1982.Gates Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cabo Frio (22º52’W. (Gates. eventualmente ausente. ra do Cipó (19º14’S. esparsamente seríceas abaxialmente. realizadas entre outubro e dezembro de 1986. Folhas taba/Maraú (14º15’S. coriáceas.Gates Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. Pouco coletada recentemente. glabras. Flores amarelas. brevipediceladas. Byrsonima cordifolia W. esbranquiçadas para as margens. 52º39’W). (Gates. glabras ou esparsamente seríceas abaxialmente. Folhas elípticas. glabras adaxialmente. rio Solimões (03º22’S. Flores com pétalas amarelas. (Gates. Conhecida apenas pelo material-tipo. Encontrada com flores e frutos em outubro. glabras adaxialmente. Comentários: Árvore com cerca de 5 m de altura. Sâmaras seríceas a glabras. 55º48’W). 2007) Byrsonima fonsecae W. Comentários: Liana. Ocorre em Mata Atlântica. Flores com pétalas amarelas.) B. Anderson & Davis. pequenas e numerosas.Anderson Distribuição: BAHIA: Una (15º12’S. em racemos umbeliformes.

R.R. em inflorescências ferrugíneas. Anderson & Davis. xcentradenia primaeva (W.R. Anderson & Davis.R.Malpighiaceae 255 as. com várias glândulas inconspícuas ao longo da margem. vermelhas. 58º13’W).Anderson & C. glabras ou esparsamente seríceas. velutinas. Anderson.Anderson Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira Comentários: Liana. Serra dos Óculos (18º56’S. a cerca de 660 m s. 42º50’W). Flores com pétalas verdes ou amarelas. Flores com pétalas alvas. Flores com pétalas amarelas. Ocorre em campos rupestres. Encontrada com flores e frutos em abril. Comentários: Liana. com Byrsonima hatschbachii W. 1982) vos e pétalas vermelhas. Folhas . 55º44’W).R. Drupas amarelo-esverdeadas.225 m s. Flores com pétalas amarelas.R. ciliadas ou com glândulas ao longo da margem e com 1 par de glândulas na base do pecíolo. 68º00’W). 40º45’W). 46º48’W). 2006) cínio. com flores em fevereiro. 1999) Diplopterys carvalhoi W. (W . Ocorre na Mata Atlântica. coletado em cerrado. Sâmaras castanhas. Encontrada com flores em fevereiro e outubro e com frutos em fevereiro.R. 39o00’W). Sâmaras com ala dorsal grande. Flores com pétalas amarelas com traços avermelhados. passando a alaranjadas.R. Folhas largo-ovadas.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Patos de Minas/PatroComentários: Subarbusto com mais de 30 cm de altura. Flores com pétalas rosa-pálidas. Byrsonima pedunculata W. Encontrada com flores e frutos em fevereiro. (W. adpresso-tomentosas a glabrescentes. Byrsonima onishiana W. Encontrada com flores em fevereiro e março. (W. Anderson.m. Frutos verdes. 2006) Distribuição: BAHIA: Macaúbas (13º00’S. E Folhas oblongas ou obovadas. 1997a) com várias glândulas inconspícuas ao longo da margem. a cerca de 850 m s.R. 60º00’W). 36º22’W).Anderson Distribuição: PERNAMBUCO: Brejo da Madre de Deus.n. Folhas elípticas a cordadas. característica rara no gênero. com flores e frutos em junho. Anderson. esparsamente hirsutas a glabrescentes. 40º35’W). seríceas a glabras.Anderson largo-elípticas.R. azedas.Anderson) W. glabras ou glabrescentes abaxialmente. as maiores e mais largas no gênero.R. no entanto um registro duvidoso para Rio de Contas. Ocorre em mata preservada. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores com elaióforos alDistribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S. Anderson. Sâmaras densamente seríceas. Comentários: Árvore com cerca de 7 m de altura. às vezes ovadas. em inflorescência com mais de 14 cm de comprimento devido ao pedúnculo longo. 1982) (01º12’S. glabras ou quase. puberulentas. Anderson. Flores com pétalas amarelas. Sâmaras suborbiculares. Domingos Martins (20º22’S.Anderson* rães (15º27’S. (W. (W. Folhas elípticas. Folhas estreito-elípticas. Encontrada com flores em dezembro e com frutos em fevereiro. Comentários: Arvoreta.R. Comentários: Liana. (Amorim. esparsamente seríceas. Comentários: Árvore com até 15 m de altura. Santa Teresa (19º55’S.R. glabras.Davis várias glândulas inconspícuas ao longo da margem. glabrescentes.m. 2003) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Alfredo Chaves Byrsonima souzae W. existe. glabrescentes. Folhas elípticas.Anderson Distribuição: PARÁ: Alto Tapajós. Flores com pétalas amarelas. (W.R.Davis Distribuição: BAHIA: Itacaré (14o16’S. Comentários: Trepadeira atingindo 20 m de altura. Folhas obovadas a subelípticas.R. Flores com pétalas alvas.R. Anderson. (W.n. associada a ambientes mais úmidos. Ocorre em cerrado. Folhas elípticas. 40º39’W).R. Comentários: Arbusto de 20 cm a 1 m de altura. em racemos de umbelas. (W.R.m. 1982) Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos Guima- Byrsonima hirsuta W. 1997b) Heteropterys admirabilis Amorim (20º38’S. tornando-se rosa ou vermelhas com a idade.Anderson & C.n. a cerca de 1. 1982) Diplopterys bahiana W. Anderson. às vezes rugosas. (W. Encontrada na beira de estrada. Bituri (08º08’S. Vila Novas (06º33’S. nítidas adaxialmente.

elípticas a obova- Heteropterys bullata Amorim Distribuição: BAHIA: Almadina (14º42’S.5 m de altura.R.n. Uruçuca/Ubaitaba (14º28’S. entre 650 e 750 m s. profu- 56º36’W). Folhas (oblongo-)lanceoladas. 1999) Comentários: Arbusto de 1.5 e 3 m de 40º25’W). 39º24’W). Flores com sépalas marcadamente alvo-tomentosas nas margens e pétalas amarelas. em inflorescências ferrugíneas. próximo à base. com 3 ou 4 pares de glândulas impressas próximas à margem e 3 a 4 glândulas no pecíolo. Flores com pétalas amarelas. passando a avermelhadas para o ápice.n. Flores com pétalas amarelas. . 40º35’W). Folhas elípticas a subobovadas. das. com uma série de pequenas glândulas sésseis submarginais e 1 par de glândulas impressas na base do pecíolo. (Amorim. esparsamente seríceas a glabresecentes. (W.R. Conhecida por duas coletas seqüenciais em meados da década de 1970. Santo Antônio de Leverger (16º05’S. 44º33’W). passando a amarelos com a idade. seríceo-prateadas e com 1 par de glândulas na base da nervura central abaxialmente. pecíolo encoberto pela base da lâmina. Heteropterys marginata W. 60º00’W). Sâmaras ferrugíneas a róseas. Parque Na- Heteropterys capixaba Amorim Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica (20º16’S. a cerca de 500 m s. Comentários: Trepadeira. Folhas nítidas adaxialmente. Flores com elaióforos esverdeados e pétalas amarelas. 39º51’W). Santa Teresa (19º55’S. (W. Folhas grandes. Comentários: Arbusto escandente a liana. 2002) Comentários: Liana alcançando 7 m de altura. 2005) Heteropterys andersonii Amorim Distribuição: BAHIA: Itaju do Colônia (15º09’S. Floresta Azul (14º51’S.R.R. semidecíduas. densamente tomentosos a glabrescentes. Sâmaras verdes. densamente tomentosas. Ocorre em terra firme. Folhas ovadas a lanceoladas. Comentários: Liana. Flores com sépalas eglandulosas e pétalas amarelo-pálidas. ferrugíneo-tomentosas. serí- Comentários: Liana com 4 a 6 m de altura. Ocorre nos afloramentos calcáreos do sudoeste da Bahia. passando a alaranjadas quando velhas. Ocorre na Mata Atlântica. 39º19’W). a cerca de 1. entre 700 e 850 m s. 39º20’W). e pétalas amarelas. glândulas esparsas.R. (Amorim. 2001) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia.m. Folhas (sub)oblongas a elípticas. com flores em março. 39º39’W). a posterior com mancha vinácea na base.m. restando tricomas esparsos na nervura central abaxialmente.Anderson. encobertas pelos tricomas na face abaxial. Folhas taca (15º15’S. Heteropterys marleneae W.200 m s. Comentários: Liana.Anderson Distribuição: BAHIA: São José da Vitória (15º05’S. altura. (Amorim. 2002) Heteropterys sanctorum W. (W. papiráceas.n. Floresce de novembro a março.256 Malpighiaceae Heteropterys aliciae W.8 m de altura. velutinas e com 1 par de glândulas na margem. (Amorim. seríceas a glabras. Serra da Jibóia (12o51’S. sobre solo argiloso. glabras adaxialmente. glabras. Ara- nítidas adaxialmente. em inflorescências ferrugíneas. com glândulas ao longo da margem.m. Comentários: Trepadeira alcançando entre 1. Encontrada com flores em maio. frutificando em abril. (Amorim. Sâmaras creme. biglanduloso. Comentários: Trepadeira alcançando 10 m de altura ou arbusto de 1 a 1.Anderson Distribuição: BAHIA: Cocos (14º12’S. Flores com elaióforos verdes. ramos es- ceo-glabrescentes adaxialmente.Anderson Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º00’S. 1982) Heteropterys occhionii Amorim cional de Itatiaia (22o29’S. Anderson.R.R.8 a 2. 1987) triados. abaxialmente. 39º28’W). Flores com sépalas eglandulosas e pétalas amarelo-vívidas. Sâmaras róseo-avermelhadas. glabrescentes ou quase. glabrescentes na face adaxial. com glândulas em si- Heteropterys jardimii Amorim Distribuição: BAHIA: Santa Teresinha. 55º50’W).Anderson Distribuição: MATO GROSSO: Poconé (16º15’S. glabrescentes. Folhas elípticas a ovadas. Ocorre em matas úmidas. Ocorre em floresta ombrófila densa.Anderson. Folhas elípticas a ovadas. maio e junho e com frutos em fevereiro. 44º29’W).n. 2004) samente ramificado. Ocorre na mata higrófila do sul da Bahia. 39º37’W). Potiraguá (15º36’S. 39º49’W). Encontrada com flores em fevereiro.m.

Anderson Distribuição: GOIÁS: Jataí. ramos tomentoso-velutinos. dourado-tomentosas e com 1 par de glândulas abaxialmente. borbiculares. Anderson. Comentários: Liana pouco lenhosa.R. eglandulosas ou com pequenas glândulas sésseis próximas ao ápice. Conhecida por três coletas da década de 1970.E. (W. característica diagnóstica. Folhas estreito-elípticas. oblanceoladas e decorrentes. 1982) Peixotoa axillaris C. (W. Folhas ovadas a elípticas. Folhas elípticas ou obovadas.E. 1980b.E. serva Particular do Patrimônio Natural Rio das Pedras (22º53’S. (W . Flores com pétalas amarelas. Folhas ovadas ou levemente elípticas. Flores com pétalas amarelas. Encontrada com flores e frutos de outubro a novembro.Anderson Distribuição: BAHIA: Santa Cruz Cabrália. Ocorre entre pedras na região da Chapada dos Veadeiros.Anderson Distribuição: GOIÁS: Cavalcante (13º36’S.Anderson. Folhas estreito-elípticas. tomentosas e com 1 par de glândulas na base da lâmina abaxialmente. 1982) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Mangaratiba.R. Sâmaras seríceas. 47º15’W). Flores com pétalas amarelas. (W. coriáceas. 3 ou 4 glândulas na margem abaxialmente. característica exclusiva no gênero.Anderson Cristópolis (12º12’S. 1982) Mascagnia velutina C. Encontrada com flores em outubro. Anderson. partindo de um . Sâmaras esparsamente tomentosas na base quando maduras. com 1 par de glândulas entre o ápice do pecíolo e a base da lâmina. Anderson. Anderson. Serra do Caiapó (17º21’S. Peixotoa andersonii C. velutinas em ambas as faces. Rio de Janeiro (22º55’S. Folhas elípticas a su- m de altura. bastante rugosas. Sâmaras avermelhadas. no Planalto de Diamantina. Comentários: Trepadeira. 1993) Janusia christianae W. com 1 par de glândulas no pecíolo.m.E.R.5 m de altura.R.Juss. coletado em meados da década de 1970. adpressas. a cerca de 1.. tomentosa-glabrescentes adaxialmente. Folhas elípticas a suborbiculares. dourado-velutinas adaxialmente. Flores com pétalas amarelo-alaranjadas. estames sem conectivo glanduloso. 44º59’W). 44º06’W). eglandulosas. com flores em fevereiro.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. Biribiri Comentários: Subarbusto procumbente. 2001) Peixotoa anadenanthera C. 39º02’W). Flores com pétalas vermelho-rosadas.R. com 1 par de glândulas no pecíolo. glabras. Flores com pétalas amarelas.R. 2005) 51º46’W). Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas elípticas ou levemente (ob)ovadas. 1982) Hiraea bullata W. 43º19’W).100 m s. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. (W. rães (15º25’S. (C. 42º01’W). Flores com elaióforos verdes e pétalas amarelas. Estação Comentários: Trepadeira. Mascagnia aptera W. glabras. 43º36’W). 55º44’W).n. 1987) Distribuição: BAHIA: Barreiras (12º09’S.R. seríceo-tomentosas abaxialmente.E. em cerrado e caatinga do oeste da Bahia. dourado-tomentosas abaxialmente.Anderson Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Conceição do Caste- Heteropterys ternstroemiifolia A.R.R. Encontrada com flores e frutos em outubro. Re- lo. eglandulosas ou com 1 ou 2 glândulas impressas na base e 1 ou 2 glândulas adicionais impressas distalmente ou com 2 glândulas marginais próximas ao ápice. 41º15’W). Encontrada com flores em dezembro e com frutos em março e agosto.Malpighiaceae 257 nuosidades ao longo da margem e 1 par de glândulas na base do pecíolo. (C. 47º48’W). (C. Encontrada com flores em maio e julho. W. MINAS GERAIS: Carangola (20º43’S. Anderson. Comentários: Arbusto de 1 a 1. Anderson. velutinas adaxialmente. dourado-velutinas adaxialmente. Flores com elaióforos verdes e pétalas amarelas.E. com cerca de 4 (18º07’S. em inflorescências caracteristicamente reduzidas. Anderson. glabras. Flores com 4 pétalas amarelas e 1 vermelha. Frutos sem alas laterais.E. Ecológica do Pau-brasil (16º15’S. Comentários: Trepadeira.Anderson Distribuição: MATO GROSSO: Chapada dos GuimaComentários: Arbusto escandente. Anderson & Davis. 44º25’W). em inflorescências eretas. Alto Bananal (20º22’S. ramos jovens ferrugíneos. Teresina de Goiás (13º46’S.

E. velutinas adaxialmente. Conhecida apenas pelo material-tipo. Folhas ovadas. em umbelas octofloras. coletado em meados da década de 1960. (C. coletado em meados da década de 1960. Serra do Cipó (19º05’S.n. 43º40’W). ocupando o extremo sul da distribuição do gênero. no Planalto de Diamantina. Anderson. Encontrada com flores e frutos principalmente de março a outubro. com flores em setembro.200 m s... Comentários: Subarbusto com até 2 m de altura. Ocorre na porção mediana da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. Flores com pétalas amarelas. velutinas adaxialmente. Ocorre em borda de matas. 1982) Peixotoa gardneri C. Folhas ovadas a suborbiculares.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Gouveia (18º30’S. Anderson. pubescente-tometosas e com 1 par de glândulas acima da base da lâmina abaxialmente. Cana- 2 m de altura. Joaquim Felício. 43º47’W). esparsamente dourado-velutinas adaxialmente.Anderson* Distribuição: MATO GROSSO: Água Boa.E.E.258 Malpighiaceae ramo axilar curto e com 1 a 3 umbelas sésseis ou quase. com 1 par de glândulas próximo à base da lâmina abaxialmente.Anderson vieiras (27º26’S. Flores com elaióforos amarelo-esverdeados e pétalas amarelas. em inflorescências terminais reduzidas a 3 umbelas tetrafloras. (C.E. 1982) Distribuição: SANTA CATARINA: Florianópolis. Flores com pétalas amarelas e pedicelos algumas vezes arranjados ao redor de uma massa glandulosa encoberta por indumento denso. Serra do Roncador (14º08’S. glabrescentes adaxialmente. Sâmaras verdes. Flores com pétalas amarelas.2 m de altura. a cerca de 1. glabrescentes adaxialmente. Flores com elaióforos verdes e pétalas amarelas.m. 1982) Peixotoa barnebyi C. alvo-tomentosas e com 1 par de glândulas na base da lâmina abaxialmente. 43º44’W).n.E.E. (C.E. 46º34’W). no nível do mar. Flores com pétalas amarelas. densamente tomentosas e com 1 par de glândulas na base da lâmina (ou no pecíolo) abaxialmente. Conhecida apenas pelo material-tipo. coletado no início da década de 1970.E. Conhecida apenas por duas coletas. Anderson. Comentários: Arbusto volúvel. Praia Braba (26º56’S. estaminódios com glândulas grandes. Espi- Peixotoa cipoana C. tomentoso-pubescentes e com 1 par de glândulas na base da lâmina ou no pecíolo abaxialmente. Folhas ovadas a estreito-elípticas. 1982) . Itajaí. Comentários: Subarbusto de 0. Conhecida apenas pelo material-tipo. Comentários: Arbusto (?). (C. Serra do Cabral (17º45’S.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Gouveia (18º26’S.E. Ocorre no Planalto de Diamantina. (C. com flores em março. velutinas adaxialmente. crasso-coriáceas. velutinas. Peixotoa catarinensis C.5 a 1. Sâmaras avermelhadas.n. provavelmente em cerrado. avermelhadas nas bordas. entre 850 e 1. a cerca de 550 m s.E. Conhecida apenas pelo material-tipo. Peixotoa octoflora C. Anderson. Folhas elípticas a orbiculares. aos pares. 44º09’W).E.m. entre 750 e 800 m s. 43º47’W).E.E.5 m de altura.E. Comentários: Arbusto com até 1. 48º29’W).n.n. Anderson. Anderson. São João Comentários: Subarbusto prostrado ou ereto. Folhas gão Mestre (12º29’S. 1982) Peixotoa irwinii C. Folhas geralmente elípticas. tomentosas e com 1 par de glândulas na base da lâmina ou no pecíolo abaxialmente. com pétalas amarelas. coletado por Gardner em 1839.m.150 m s. entre 800 e 1. Encontrada com flores o ano todo. dourado-velutinas. Folhas ovadas a lanceoladas. com até da Chapada (18º05’S.Anderson* Distribuição: BAHIA: Luis Eduardo Magalhães. 48º38’W). Anderson. esparsamente douradopubescentes e com 1 par de glândulas na base da lâmina abaxialmente.250 m s. (C. caracteristicamente com os 5 estaminódios com a glândula retusa no ápice e cuneada na base. com flores em março.m. 1982) Peixotoa megalantha C.E. entre 800 e 1.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina.5 m de altura. Anderson.m. com flores em junho. 1982) Comentários: Arbusto com até 1.n.. (C. 46º09’W). 1982) elípticas a ovadas.000 m s. Serra da Mangabeira [Chapada das Mangabeiras] (13º12’S.Anderson* Distribuição: GOIÁS: Divinópolis de Goiás (?). com flores e frutos em outubro.. recurvadas.m. escrotiformes. 52º21’W). Santana do Riacho. Flores grandes. (C.

com 1 par de glândulas próximo ao ápice do pecíolo ou abaxialmente na base da lâmina das folhas reduzidas e profusamente franjadas da inflorescência. Conhecida apenas pelo material-tipo. com cerca de 5 m de altura. Ocorre na Mata Atlântica. Ocorre em campo. Registro (24º30’S. capoeiras e na beira de estradas. Anderson. 47º48’W). Flores com pétalas amarelas. . 1997b) Pterandra hatschbachii W.E. 41º42’W). abaxialmente glabrescentes. coletado no começo da década de 1980. eventualmente sésseis também. adaxialmente gla- bras. da cidade do Rio de Janeiro até a Serra dos Órgãos. uma delas avermelhada. Encontrada com flores em junho. 1997b) Stigmaphyllon carautae C.E.E.. no norte do Rio de Janeiro.E. Morro das Pedras (24º30’S. Flores com pétalas amarelas. entre 150 e 900 m s. 43º24’W). rio Pancas (19º30’S.m.Malpighiaceae 259 Pterandra egleri W. 1997a) Pterandra viridiflora C.n. rio Tapajós (07º19’S. Nova Venécia (18º42’S. Flores com pétalas amarelas.E. Stigmaphyllon bradei C. 40º36’W). Folhas lobadas (as menores elíp- 41º12’W). em fascículos próximos à axila das folhas. Comentários: Subarbustos com menos de 50 cm de al- Stigmaphyllon crenatum C. Flores com pétalas verdes. 58º05’W). a cerca de 200 m s. seríceas abaxialmente. com glândulas estipitadas na margem e 1 par de glândulas sésseis na porção apical do pecíolo. em floresta. Anderson. com estrias vermelhas.E. Comentários: Arbusto. Iguapé. (C. 42º08’W). passando a alvas com a idade. (C. 2005) Distribuição: MINAS GERAIS: Berilo. glabras. 42º54’W). com glândulas cupuliformes no pecíolo e estípulas glandulosas.n. brevipedunculadas e com brácteas glandulosas. mais densamente na nervura central. Flores com pétalas rosadas. Comentários: Trepadeira rupícola. 47º30’W).Anderson trica-Irapé (16º48’S. Folhas cordadas a suborbiculares. Flores com pétalas amarelas.Anderson Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo (20º36’S.m.m. 1997b) 53º30’W). velutinas adaxialmente. ticas a ovadas). (C. Folhas largamente elípticas a orbiculares. Comentários: Trepadeira. Ocorre em campos.Anderson Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Colatina. 48º05’W). 1997b) Stigmaphyllon glabrum C. Anderson. densamente pubescentes abaxialmente. longamente fimbriadas. com flores em junho. com glandulas nas sinuosidades. Folhas tomentosas abaxialmente. glabras ou quase. (C. em inflorescências compactas. Anderson. Encontrada a cerca de 800 m s.E. 43º12’W). 1997b) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º24’S.Anderson 57º20’W). Comentários: Trepadeira. 40º24’W). Realeza poana (21º12’S. Barra de São Manoel. Flores com pétalas amarelas.E. Anderson. pubescentes abaxialmente.R. (20º14’S. Encontrada com flores em julho e agosto. Comentários: Trepadeira.E.R. Jacarepaguá (22º54’S.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS: Manhaçu. Folhas lobadas.n. com glândulas filiformes na margem. Rio de Janeiro. tura.E.Juss. glabrescentes com a idade. Folhas largo-elípticas. 1997a) Distribuição: PARÁ: Jacareacanga.E. Folhas obovadas a elípticas. (C. 42º30’W). Anderson.E. formando densas populações em campos de gramíneas. rio Cururu (07º45’S. Anderson.Anderson Distribuição: RIO DE JANEIRO: Bom Jesus de Itaba- Stigmaphyllon hatschbachii C. densamente seríceas adaxialmente. estigmas não foliáceos. Teresópolis (22º18’S. glabrescentes adaxialmente. (C. Usina Hidrelé- Stigmaphyllon gayanum A. Comentários: Arbusto ou arvoreta. Anderson. (C.EAnderson Distribuição: SÃO PAULO: Eldorado (24º31’S.Anderson Distribuição: MATO GROSSO: Alto Araguaia (17º30’S. Conhecida apenas por três coletas no sul de São Paulo. profundamente crenadas. Comentários: Liana. ramos densamente dourado-seríceos. (C. Ocorre em florestas.E.

glabras. Jacarepaguá (22º54’S. 1997b) Stigmaphyllon hispidum C. ramos híspidos. Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura.E. (00o51’S. Flores com pétalas amarelas. rio Parna- a lobadas. Flores com pétalas amarelas. no início da década de 1980. com flores em julho. Folhas grandes. altura. Anderson. Ocorre em florestas de galeria. com flores em outubro.E. entre 900 e 950 m s. (C. Folhas polimórficas. 42º40’W). rio Piauí Comentários: Trepadeira. 1997b) Tetrapterys cordifolia W. Folhas lanceoladas a elípticas. rugosas adaxialmente. 1997b) Comentários: Trepadeira. tomentosas abaxialmente. Flores com pétalas amarelas.Anderson Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília (15º46’S.Anderson Distribuição: MINAS GERAIS. Rio de Janeiro.E. Anderson. Anderson. com as maiores nervuras terminando em glândulas marginais filiformes e os pecíolos conspicuamente unidos sobre o nó e com 1 par de glândulas no ápice. 57º36’W). Capinópolis. com 1 par de glândulas no ápice do espesso pecíolo. coletado no final do séc. (C. com 1 par de glândulas no ápice do pecíolo ou na base da lâmina. (C. com 1 par de glândulas estipitadas no ápice do pecíolo.E.E. Ocorre em florestas abertas e beira de estradas. Flores com pétalas amarelas. densamente denteadas ao longo da margem. Anderson. uma delas avermelhada. 2000) Stigmaphyllon jobertii C.E. glabras ada- xialmente. Comentários: Arbusto escandente. com 5 alas. Folhas cordiformes.Anderson Distribuição: AMAZONAS: Barcelos.m. Comentários: Trepadeira.Anderson Distribuição: PIAUÍ: Nazaré do Piauí. 63o20’W).E. florestas secundárias e cerrados. (C. Encontrada com flores de agosto a abril. esparsamente pubescentes.n. 1987) Thryallis parviflora C. coletado na mata higrófila do sul da Bahia.Juss. até 200 m s. Anderson. Conhecida apenas pelo material-tipo. 49º36’W). Frutos com a mesma forma das flores. 43º06’W). Flores com sépalas eglandulosas. Comentários: Trepadeira. Anderson. (C.E. Folhas palmadas. 39º06’W). velutinas adaxialmente.260 Malpighiaceae quase glabras adaxialmente. Flores com pétalas amarelas. Folhas orbiculares. 1997b) adaxialmente. Flores com pétalas amarelas. Frutos arroxeados. coletado em orla de mata. densamente pubescentes abaxialmente. com glândulas estipitadas na margem e 1 par de glândulas sésseis no ápice do pecíolo. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Niterói (22º54’S. glabras (06º57’S. (W. Serra do Aracá Stigmaphyllon macedoanum C. glabrescentes abaxialmente. profundamente lobadas ou triangulares a ovadas. 43º27’W). em umbelas brevipedunculadas. com mais de 15 cm de comprimento. Conhecida apenas por duas coletas. 19.E. com 1 par de glândulas no ápice do pecíolo. com flores em maio. (C. 47º52’W). 1995) . com até 5 m de Stigmaphyllon matogrossense C. ovadas íba (18º42’S. Folhas elípticas a ovadas. brevipediceladas. ovadas a orbiculares. seríceas a glabrescentes. Sâmaras com ala dorsal curta e núcleo seminífero liso.E.R.Anderson Distribuição: MATO GROSSO: Cáceres (16º30’S. Encontrada com flores e frutos em novembro e janeiro. Flores em inflorescências com pedúnculos e pedicelos curtos.R. Conhecida apenas pelo material-tipo. glabras ou com tricomas na nervura central abaxialmente. Anderson.m. em mata perturbada com afloramentos rochosos. Conhecida apenas pelo material-tipo. (C.Anderson Distribuição: BAHIA: Una (15º18’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. Encontrada com flores em fevereiro e com frutos em março. capoeiras. com 5 a 11 pequenas glândulas na margem de ambas as faces.E. Stigmaphyllon vitifolium A. densamente dourado-velutinas abaxialmente. Anderson. com 1 glândula filiforme na terminação de cada dente e 1 par de glândulas sésseis na porção distal do pecíolo. em meados de 1985. Folhas ovadas. coriáceas.E. coletado próximo à divisa com a Bolívia. tomentosas abaxialmente. 1997b) Comentários: Trepadeira. Comentários: Liana.n.

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foi apontada uma espécie rara. actinomorfas.262 Malvaceae MALVACEAE Douglas C.a polistêmones. Nova Odessa. subtendidas por um epicálice.. monoclinas. dialipétalas. iso. Comentários: Arbusto ou árvore pequena. V. pentâmeras. 2008. cápsulas. M. com 2 a muitos lóculos pluriovulados. geralmente com tricomas estrelados. Brazil/Primeiro catálogo da Flora do Acre. menos freqüentemente ervas ou árvores. 72º44’W). Reserva Extrativista do Alto Juruá (09º12’S. baseado na APG II. Silveira. esquizocarpos. Igarapé Ceará. Rio Branco. D. Daly Arbustos. Souza. Malvaviscus palmatus Ulbr. Ocorre na bacia do rio Juruá. (Daly et al. Flores geralmente vistosas. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. com base na flora do Acre. Malvaceae inclui as Bombacaceae.C. no Brasil) (Souza & Lorenzi. No prelo. no Brasil) gêneros e 4. Encontrada com flores entre março e maio. PRINTAC/EDUFAC. 72º44’W). Referências: rio Juruá (08º18’S. Sterculiaceae e Tiliaceae. no prelo) Daly. Distribuição: ACRE: Cruzeiro do Sul. a família abrange cerca de 250 (80. Segundo essa circunscrição. 2a ed. de 2. et al.. ovário súpero. 704p.5 a 8 m de altura. Igarapé Viseu. H. sâmaras ou drupas. 2008) e.200 espécies (400. Flores com corola vermelha. Marechal Thaumaturgo. Brasil. . freqüentemente serreadas na margem. androceu com estames livres. & Lorenzi.C. simples ou compos- tas. Folhas alternas. Bagas. Instituto Plantarum. First catalogue of the Flora of Acre. agrupados ou monadelfos. Atualmente.

(Martins. com 1 a 3 nervuras. Palmeiras. arbustos.B. amarelas. sobre solos arenosos. Ocorre em áreas perturbadas ao longo de rios e florestas secundárias. geralmente falciformes e/ou com o conectivo conspícuo. Alto Paraíso de Goiás. Alguns gêneros são abundantes em áreas de Mata Atlântica. presente nos mais variados ecossistemas. geralmente curvinérveas. dialipétalas. 41º51’W). ovadas ou suborbiculares. 2003. Ocorre em campos rupestres. (Martins. 2008). amarelas na base. 1995b. Folhas pseudofasciculadas. ovário 3. Serra Geral Folhas ovadas a elípticas. Cambessedesia e Trembleya (Souza & Lorenzi. Melastomataceae possui distribuição pantropical. (Freire-Fierro. 2Angela Borges Martins. Folhas opostas. 1981. Serra da Bacia (12º25’S. 10Rita Cristina Seco Lee & 11William Antonio Rodrigues Árvores. 1995a) Cambessedesia glaziovii A. Campo Redondo Comentários: Subarbusto de 25 cm a 1 m de altura. Chapada dos Veadeiros (13º59’S. Pico das Almas (13º32’S. com até 2 m de altura. bicolores. 57º01’W).B. Santos. 41º58’W). 1983) ambessedesia cambessedesioides (Wurdack) A. alvas.ou 4-locular.2 Comentários: Arbusto ereto.000 espécies. Garimpo do Bicota (13º20’S. Mucugê (13º04’S. 4Ana Paula M. 3Rosana Romero. (Martins. Martins. como por exemplo. 47º26’W).2 Distribuição: BAHIA: Ibicoara. C (13º20’S. 5Frank Almeda. Santos.2 Cambessedesia atropurpurea A. Folhas linear-oblongas. lianas ou ervas. Flores tetrâmeras. púrpura abaxialmente. São apontadas 120 espécies raras. vermelhas. Ocorre nos campos rupestres da porção leste da Chapada Diamantina.2 Distribuição: BAHIA.000 espécies.Melastomataceae MELASTOMATACEAE 1 263 Andrea Karla A. Marcetia. 1985) Cambessedesia gracilis Wurdack 6. 7Cristiana Koschnitzke. 2002) Comentários: Ervas com cerca de 40 cm de altura.2 Distribuição: GOIÁS: São João d’Aliança.Martins do Paranã (14º42’S. não tendo sido coletada nos últimos 30 anos. Frutos capsulares ou bacáceos. linear-oblongas. de 20 cm a 1 m de altura. Lavoisiera.Martins6. Flores pentâmeras. onde são encontradas muitas espécies de distribuição restrita. com uma nervura central e nervuras laterais subparalelas levemente arqueadas da base em direção ao ápice. ovário trilocular. com cerca de 70 gêneros e 1. 41º29’W). das quais dois terços são neotropicais. a metade inferior amarela. com 3 nervuras. Miconia.. Folhas pseudofasciculadas. 2005) . próximo a afloramentos rochosos. intensamente vermelhas no ápice. 6Karina Fidanza Rodrigues Bernado. Conhecida apenas por três coletas. Aciotis wurdackiana Freire-Fierro tas (01º05’S.B. Rio de Contas. Distribuição: PARÁ: Cachoeira Porteira. 8Renato Goldenberg. bicolores. Santos & Silva. com aproximadamente 200 gêneros e 5. 41º16’W). sobre solos arenosos úmidos próximos a afloramentos rochosos. 9Marcelo Reginato. estames freqüentemente com anteras de deiscência poricida. Flores pentâmeras. com 3 nervuras. com 3 nervuras. Leandra e Tibouchina. a metade superior vermelha. (Wurdack. ovário trilocular. com tricomas dendríticos esparsos.ou 6-locular. Distribuição: GOIÁS. rio Trombe- Folhas elípticas. ovário 5. Woodgyer et al. ovário bilocular. Ocorre em campos rupestres. Ocorre em campos rupestres. sobre solos úmidos de areia branca. 47º21’W). 6. Flores hexâmeras (raramente pentâmeras). Flores pentâmeras. outros em áreas de cerrados e campos rupestres como Microlicia. com 3 a 5 nervuras. Campo de São João. Comentários: Subarbusto ereto. Abaíra. de 50 a 80 cm de altura. em geral com numerosas sementes. com hipanto desenvolvido.Martins 6. Constitui uma das principais famílias da flora brasileira. Flores actinomorfas. Comentários: Subarbusto ereto. 41º22’W). 6. monoclinas. diplostêmones.

7 Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Pico das Almas Comentários: Subarbusto procumbente.B. Serra de São José (21º05’S. (Martins.Martins6. Folhas ovado-elípticas. vermelhas. essencialmente glabro.2 C Distribuição: MINAS GERAIS: localidade não indicada. Flores pentâmeras. 41º57’W). Serra de . bicolores. 41º54’W). ovado-lanceoladas.264 Melastomataceae Cambessedesia hermogenesii A. ovário 5. Ocorre nos campos rupestres do Planalto Sul Mineiro. com 5 estames.Martins (13º32’S.) A. Comentários: Subarbusto ereto. 47º30’W).) A. ramos com tricomas estrelados.Martins 6. dade (19º49’S. com tricomas glandulares e 5 nervuras. 2006) 2. com mancha amarela na base.2 Distribuição: BAHIA.Martins 6. 1999. 2005) 6. Comentários: Subarbusto ereto. de 80 cm a 2. Serra do Cipó (19º20’S. Serra da Pie- com 3 nervuras.B.5 m de altura. ovário trilocular. Flores pentâmeras. Serra C Cambessedesia rupestris A. com mancha amarela na base.ou 5-locular. 43º44’W). 6. composto por fragmentos coletados no séc. Flores pentâmeras. bicolores.2 Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. amarelas. 43º29’W).7 do Lenheiro (21º08’S. (Martins. ex DC.Don) Koschnitzke & A. Flores pentâmeras. Cambessedesia salviifolia (Cham.B. Catas Altas. 1999. Rio de Contas. Comentários: Subarbusto ereto. Flores com ovário pentalocular. 1993. Conhecida apenas pelo material-tipo. glabras adaxialmente. (Koschnitzke & Martins.Martins2.7 Chaetostoma inerme Naudin Ibitipoca (21º42’S. Ocorre entre rochas. Folhas ovadas a ovado-lanceoladas. 44º09’W).2 C dos Veadeiros (14º07’S. ovário trilocular. ex A. com tricomas ramificados abaxialmente. com hipanto finamente estriado. Folhas triangular-lanceoladas. Piatã. essencialmente glabro. (Martins. de 35 a 60 cm de altura. Folhas oblongo-lanceoladas.B.Martins Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina.St.B. (Koschnitzke & Martins.Martins2. Abaíra. com 3 nervuras. 43º24’W). (Martins.ou 6-locular. Folhas triangular-lanceoladas. Folhas vináceas. ovário trilocular. 1995b. com 3 nervuras. (Martins. ovário trilocular. 44º17’W). amarelas. com 2 a 5 nervuras. 43º53’W). Folhas elíptico-lanceoladas. Ouro Branco (20º28’S. vermelhas no ápice. glabras.B. 1995a) (raramente chegando a 1 m) de altura.2 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. 43º22’W). Serro (18º36’S. 1995a) haetostoma cupressinum (D. 43º59’W). com cerca de 40 cm Distribuição: MINAS GERAIS: São João del Rei. com uma coroa de tricomas no ápice do hipanto. amarelas na base.Martins6. de 80 cm a 1 m de altura. Tiradentes. Catolés (13º19’S.-Hil. Rio do Pires (13º18’S. Comentários: Subarbustos de 7 a 15 cm de altura. Comentários: Subarbusto ereto. com 5 nervuras. vermelhas. 2006) haetostoma flavum Koschnitzke & A. Ocorre em campos rupestres. Pico das Almas (13º31’S. 1983) 41º51’W). 41º53’W). ovário 4.B.B. Flores pentâmeras. amarelas na base. 1995b. Ocorre em campos rupestres. Serra do Caraça (20º02’S. Distribuição: MINAS GERAIS: Lima Duarte. Três Morros (13º03’S. 2005) ambessedesia pityrophylla (Mart. Ouro Preto (20º19’S.2 Cambessedesia semidecandra A. ovário pentalocular. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. vermelhas no ápice. (Martins. Cambessedesia striatella (Naudin) A. ramos glabros. Flores pentâmeras. Conselheiro Mata (18º17’S. 1985. 1995a) Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté. 41º57’W). Comentários: Subarbusto ereto. ovadas a elípticas. Santos & Silva. Flores pentâmeras. 43º35’W). Chapada Comentários: Subarbusto ereto. de 60 cm a 1 m de altura. 43º40’W). Folhas pseudofasciculadas. com hipanto vináceo. Santos & Silva. Gouveia (18º27’S. longamente pungentes. com 5 nervuras. com cerca de 30 cm de altura. 19. 43º42’W). Ocorre nos campos da região sul da Cadeia do Espinhaço.

7 Chaetostoma selagineum (Naudin) Koschnitzke Distribuição: GOIÁS: Cristalina. Comentários: Subarbusto ereto. púrpura. Folhas ovado-cordiformes.) Chaetostoma scoparium Cogn. Comentários: Erva prostrada. alvas ou todas essas cores juntas. com 1 nervura. ovário pentalocular. Flores tetrâmeras. 47º30’W). (Koschnitzke & Martins. Distribuição: MINAS GERAIS: Caeté. Comentários: Erva prostrada. 2007) Lavoisiera adamantium Barreto ex Pedersoli 43º42’W). Serra do Cipó (19º20’S. alvas. Folhas triangular-lanceoladas. 1883-1885. 43º55’W). Serra do Córre- 10. ovário tetralocular. amarelas. em inflorescência com eixo lanuginoso-vilosos.B. GOIÁS: Corumbá de Goiás (15º55’S.Martins2. Comentários: Subarbusto ereto. no sul da Cadeia do Espinhaço. violáceas a rosadas. 1883-1885. Flores róseas ou alvas. 48º48’W). 2006) no-hirtelo e com tricomas glandulosos. (Pedersoli. Folhas ovado-cordiformes. Andrade et al. em inflorescência com eixo híspido-glanduloso.7 Eriocnema acaulis Triana 6. Folhas lanceoladas.2 Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º06’S. róseas. Flores pentâmeras. Folhas cordiformes.. 47º55’W). essencialmente glabro. (Seco. Flores pentâmeras. 2. Ocorre em campos rupestres. longamente glanduloso-ciliadas na margem. de 0. com 9 nervuras. Flores pentâmeras. 1999. Ocorre em ambientes úmidos. 43º35’W). Folhas ovadas.2 (16º45’S. com cerca de 20 cm de altura. 2. Folhas triangular-lanceoladas. com 5 a 7 nervuras. 48º57’W).5 a 1. Andrade et al. ovário trilocular. 43º29’W).5 tagem (15º36’S. veluti- altura. ovário trilocular.2 Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. go das Congonhas (19º49’S. com 5 a 7 nervuras. Pirenópolis (15º50’S. 43º40’W). ovário hexalocular (raramente heptalocular). 2. com 1 nervura. (Koschnitzke & Martins. com cerca de 10 cm de altura.Melastomataceae 265 Comentários: Subarbusto ereto. ramos viloso-seríceos. 2006) Ecológica do Tripuí (20º19’S. Ocorre em campos rupestres.B. Flores pentâmeras. Comentários: Subarbusto semiprostrado. 2007) & A. Folhas triangular-lanceoladas. Santana do Riacho. com coroa de tricomas curtos e crassos no hipanto. . na beira de riachos sombreados.5 Comolia edmundoi Brade 43º32’W). Ocorre nos paredões rochosos de beira de riachos sombreados por mata. Flores pentâmeras. 2006) haetostoma stenocladum (Naudin) Koschnitzke & A. Folhas linear-lanceoladas. com cerca de 40 cm de Comentários: Subarbusto de 1 a 2 m de altura. 43º48’W). (Koschnitzke & Martins. Ouro Preto (20º19’S. de 7 a 30 cm de altura. 1999.7 Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Chapada da Con- C Distribuição: MINAS GERAIS: Nova Lima. ovário trilocular. 2006) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º16’S. 1979/1980) Lavoisiera angustifolia Cogn. 43º29’W). com estrias proeminentes recobertas por tricomas adpressos no hipanto. essencialmente glabro. essencialmente glabro. com 7 nervuras. Comentários: Subarbusto ereto. violáceas. glabro. (Cogniaux. em torno de 0.5 m de altura. púrpura. Flores octômeras (raramente heptâmeras). com 7 nervuras. de 30 a 50 cm de altura. de 0. ovário trilocular.5 a 1 m de altura. (Koschnitzke & Martins. inéd. Comentários: Subarbusto ereto. Chapada Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. Ocorre em áreas de cerrados. Sabará (19º53’S.5 m de altu- ra. próximo a cursos d’água. 47º35’W). longipecioladas. formando grandes populações. Serra dos Cristais Eriocnema fulva Naudin 6. alvas..Martins2. longipecioladas. (Cogniaux. Ocorre nos campos cerrados e campos rupestres adjacentes da Serra dos Pireneus e Chapada da Contagem. Estação dos Veadeiros (14º07’S. ovário trilocular. essencialmente glabro. Mata do Jambreiro (19º58’S.

com base amarelada. essencialmente glabro.n. Folhas elíptico-oblongas. com 3 ou 5 nervuras. Flores pentâmeras. Ocorre nos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. sobre solo arenoso e pedregoso. rosadas. 43º35’W). Gouveia (18º27’S. com 1 nervura (2 a 8 inconspícuas). brejos e campos arenosos do Planalto de Diamantina. ou ereto. Flores geralmente 6.5 Lavoisiera macrocarpa Naudin 2. bé. 1883-1885) Lavoisiera firmula Mart. ocasionalmente aver- Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé do Mato Den- Distribuição: MINAS GERAIS: Congonhas do Norte (18º51’S. & Schrank ex DC. Folhas . Ser- Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. com 3 ou 5 nervuras inconspícuas. sobre solo arenoso. róseas. & Schrank ex DC. com até 2 m de altura. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. com 1 ou 3 nervuras. 1883-1885) Mata (18º17’S. profusamente ramificado. Rio de Contas. Pico do Itambé (18º24’S. as caulinares maduras. glaucas. de 15 a 40 cm de altura. Comentários: Subarbusto ereto. ovário 6. Folhas ovado-cordadas. púrpura a magenta. (Cogniaux.St. 43º45’W). Pico das Almas (13º32’S. entre rochas ou entre gramíneas. ovário hexalocular. ovário tetralocular. Ocorre em campos arenosos úmidos e na beira de riachos. com até 2 m de altura. 2. altura. Comentários: Arbusto ereto. ovário pentalocular. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. amarelas. moderadamente glandularpilosas. de 0. 1981. eventualmente com mancha vermelha nas margens das pétalas. de 10 a 20 cm de ra do Cipó (19º15’S. róseas a lavanda. a partir de 1. 43º36’W). Flores hexâmeras. 43º44’W).n. Ocorre entre rochas. ovário hexalocular. Comentários: Subarbusto ereto. a cerca de 1. ex Naudin 2. Comentários: Arbusto ramificado. de 40 cm a 1. com 1 nervura. 43º35’W). com 1 nervura.a 8-meras. nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. de 60 cm a 1 m (raramente chegando a 1. 41º54’W). Ocorre nos campos rupestres.5 m (raramente chegando a 2 m) de altura. Serra do Cipó (19º20’S. (Mello-Barreto. glaucas. as juvenis linear-oblongas na base. Flores hexâmeras. 43º22’W). 1866-1888) melhadas adaxialmente. (Cogniaux.a 8-locular.200 m s. Flores hexâmeras. Conhecida apenas por duas coletas. ovário tetralocular.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Santo Antônio do ItamComentários: Subarbusto a arbusto.500 m s. Santana do Riacho. Flores pentâmeras.m. róseas a magenta. Serra do Barbado (13º17’S. viscosas. Santos & Silva. Serra da Cabeça de Boi (19º22’S. 1883-1885) Lavoisiera bradeana Barreto 2.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Serro (18º36’S. com 3 ou 5 nervuras. exceto no hipanto e lacínias do cálice.5 Lavoisiera humilis Naudin 2. (Cogniaux. (Wurdack. com 1 nervura (raramente 3). 43º59’W). (Cogniaux.a 10-meras). Lavoisiera cordata Cogn.5 a 1 m de altura.ou 7-meras (raramente 8. 43º35’W).5 tro. Folhas elíptico-oblongas. Lavoisiera caryophyllea A. Conselheiro Comentários: Subarbusto decumbente.-Hil. 2. algumas vezes glandular-hirsuto nos ramos basais.5 Lavoisiera harleyi Wurdack 2. róseas. (Cogniaux. 1883-1885) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. víscidas. Folhas ovado-oblongas. (Cogniaux. 43º21’W). sobre solo arenoso úmido.266 Melastomataceae esparsamente serruladas e com tricomas espinescentes na margem. Conhecida apenas por três coletas. 2005) Distribuição: BAHIA:Abaíra. Folhas ovado-oblongas a suborbiculares. 1883-1885) 2. 1936) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º11’S. Folhas dimorfas.5 ra do Cipó (19º20’S. Folhas linear-lanceoladas. com base das pétalas amarelada. glabro. ovário pentalocular. ovário hexalocular. glabro. carenadas. com 1 nervura (raramente 3). Ser- Lavoisiera itambana Mart. Ocorre em campos rupestres. Ocorre em campos rupestres. 43º25’W). Comentários: Arbusto ereto. ocasionalmente com tricomas glandulares. oblongo-ovadas. creme ou alvas. Santana do Riacho (19º17’S. de 20 a 80 cm altura. Flores hexâmeras (raramente pentâmeras).m. glabro.5 43º36’W). 41º55’W). Flores 6.8 m) de altura.

2.5 Lavoisiera sampaioana Barreto ra do Cipó (19º20’S. Folhas linear-oblongas a ensiformes. é muito coletada devido às flores vistosas. essencialmente glabro. com 3 nervuras (raramente 5 ou 7). Santana do Riacho. Ser- Lavoisiera quinquenervis Wurdack 2. Ocorre sobre solos pedregosos dos campos rupestres do Planalto de Diamantina.5 Lavoisiera senaei Schwacke 2. 43º34’W). róseas a magenta. Serra do Cipó (19º17’S.a 8-locular. (Wurdack. ovário hexalocular. 1935) Lavoisiera punctata Mart. Flores pentâmeras. Folhas oblongo-lanceoladas a elípticas. Folhas sésseis. Flores 6. 1883-1885) Distribuição: MINAS GERAIS: Datas (18º19’S. (Schwacke. com pontuações glandulares e 3 nervuras. Comentários: Arbusto ou arvoreta. Comentários: Subarbusto ou arbusto ereto. (Cogniaux. com até 1 m (raramente 2 m) de altura.m. 1883-1885) ra do Cipó (19º20’S. Comentários: Subarbusto com até 1 m de altura. 47º47’W). com cerca de 1 m de Lavoisiera mellobarretoi Markgr. ovário hexalocular. (Cogniaux. longamente ciliadas.m. glabro. 1883-1885) altura. Flores 5. Flores geralmente octômeras. com 5 ou 7 nervuras inconspícuas. róseas. 43º35’W). com 40 cm a 1 m de altura. de 0. 1883-1885) Lavoisiera mucorifera Mart. em inflorescências glomeruliformes. Flores hexâmeras (raramente pentâmeras). na beira de riacho. 2.5 Distribuição: DISTRITO FEDERAL: Brasília.n. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. ovário hexalocular. bacia do rio São Bartolomeu (16º32’S. 2.m. róseas a magenta.200 m s. róseas ou alvas. linear-subuladas. de 0.5 a 2. Ocorre sobre solo arenoso. glaucas adaxialmente.000 m s. ovário pentalocular. Comentários: Subarbusto ereto.n. com 1 nervura (raramente 3). 43º35’W). Ocorre em campos pedregosos ou arenosos. a cerca de 1. 2. ovário hexalocular. Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. (Cogniaux. glabro. 43º35’W). Ocorre em locais úmidos nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. campos alagados e margem de riachos. Flores hexâmeras. exceto nos nós e nervura abaxial. (Cogniaux.5 Lavoisiera subulata Triana 2. com 5 nervuras. róseas ou lavanda.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. secos ou alagados. Comentários: Arbusto ereto.500 m s. Folhas oblongas a elíptico-lanceoladas. Lago Pa- ranoá (15º48’S. 43º24’W). & Schrank ex DC. 47º46’W).a 8-meras. de 1 a 3 m de altura. Serra do Ca- raça (20º02’S. 42º56’W). Flores geralmente octômeras. Folhas ovadas. ovário pentalocular (raramente hexalocular). com pontuações glandulares em ambas as faces e 3 nervuras (raramente 5). com base alvo-esverdeada. . magenta. (Mello-Barreto. 2. 1974) Comentários: Subarbusto ereto.5 a 3 m de altura. 3 nervuras (raramente 5). lavanda a magenta. Ocorre em cerrado.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. glabros ou com tricomas glandulares inconspícuos. fastigiado. glabro. Flores geralmente octômeras. Folhas oblongas. dos campos rupestres entre 1. Ocorre em campos rupestres. & Schrank ex DC. magenta. Comentários: Arbusto de 1. Folhas oblongas a ovadas. ovário 6. 43º35’W). a cerca de 1. SerComentários: Subarbusto ereto. 43º39’W).300 e 1. Diamantina (18º13’S. Comum na Serra do Cipó. Serra do Cipó (19º20’S. freqüentemente com a base amarela. Ocorre sobre solos arenosos.n.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º16’S.5 m de al- 43º42’W). segundo a etiqueta do holótipo).5 a 1. lavanda ou púrpura (amarelas. rígido-cartáceas. 1883-1885) tura. 1900) Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. glabro.Melastomataceae 267 oblongo-elípticas a ovadas.5 Lavoisiera rigida Cogn. ovário octolocular (raramente heptalocular). (Cogniaux.ou 6-meras. Folhas ovadas.5 m de altura. com 3 a 7 nervuras. margem pectinada. moderadamente glandulosohirtelo.

membranáceas. (Woodgyer et al. Flores tetrâmeras. inéd. com 3 nervuras. Martins. profusamente ra- 41º51’W). Folhas viscosas. 1883-1885) Distribuição: BAHIA:Abaíra. adpressas.2 Lavoisiera tetragona Mart. 43º22’W). com pétalas lilás e anteras oblongas. com pétalas alvas. Folhas (oblongo-) lanceoladas. Catolés (13º15’S. Pico das Almas (13º31’S. com conectivo prolongado abaixo das tecas.2 profusamente ramificado.B. Fruto oblongo. Pico do Itambé (18º24’S. Encontrada com flores e frutos entre dezembro e fevereiro. róseas a magenta.B. profusamente rami- ficado. Santos & Silva. Ocorre em campos rupestres. Pico das Almas Comentários: Subarbusto ereto. A.B. pecíolo 2 a 5 mm de comprimento. Flores tetrâmeras. ramos rígidos. Milho Verde (18º38’S.5 Distribuição: MINAS GERAIS: Serro. 2. Catolés (13º15’S. 2005. Folhas sésseis. sésseis. com 5 nervuras (raramente 3). Serra do Sincorá Comentários: Subarbusto delgado. inéd.2 Marcetia eimeariana A. cartáceas. A.B. oblongas. (Santos & Silva.2 Marcetia bahiana (Ule) A.Martins (13º00’S. (Cogniaux. com sépalas oblongas e pétalas magenta ou vináceas. coletado com flores e frutos em novembro. coriáceas. Encontrada com flores e frutos em julho. & Schrank ex DC. sobre solos rochosos e arenosos. Comentários: Arbusto de 80 cm a 1. falciformes.2 Distribuição: BAHIA: Abaíra. 41º56’W).-1989) . 41º53’W). Distribuição: BAHIA: Lençóis. Comentários: Arbusto de 0. (Martins.. inéd. 1. (A. Conhecida apenas pelo material-tipo. Ocorre nos campos rupestres.B. com hipanto e cálice vináceos e pétalas róseas. (13º31’S. 1995c) Woodgyer1.268 Melastomataceae conduplicadas. de 30 a 40 cm de altura. com 11 ou 13 nervuras. (Woodgyer et al. Conhecida apenas dos Picos das Almas e do Gobira. com 1 nervura. flexuosos. Folhas cordiforme. ramos prostrados.-1989) 1. Martins. Folhas deltóides. cartáceas. Encontrada com flores e frutos entre outubro e março. falciformes. anteras oblongas. alvas no botão. Marcetia luetzelburgii Markgr. Santos & Silva.-1989) 1. inéd. Folhas oblongas a lanceoladas. 41º27’W). Comentários: Arbusto de 30 a 50 cm de altura..Martins & Distribuição: BAHIA:Abaíra. Comentários: Subarbusto procumbente. com pétalas violáceas.2 Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. inéd. Rio de Contas. com 7 nervuras (raramente 9). Encontrada com flores e frutos entre outubro e novembro. cartáceas. vináceas abaxialmente. 41º57’W). Martins.5 a 1 m de altura. Flores tetrâmeras. Pico do Itoibira (13º32’S. (A. Flores tetrâmeras. Santo Antônio do Itambé. 2003. (Cogniaux. Encontrada com flores e frutos entre novembro e fevereiro. 2003.5 m de altura. com 1 nervura. Flores pentâmeras.-1989) Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º34’S. Martins. ramos eretos. Morro da Chapadinha Comentários: Subarbusto delgado. (Woodgyer et al.B. Piatã. Folhas ovadas a ovado-oblongas. 2003. A.-1989) de altura. A. Flores tetrâmeras. 1883-1885) Marcetia formosa Wurdack 1. essencialmente glabro. ramos prostrados. ramos eretos. Marcetia hatschbachii A. ovário pentalocular.-1989) Marcetia grandiflora Wurdack 1. Comentários: Subarbusto delgado. ovário hexalocular. 41º46’W).B. ramos eretos.Martins Distribuição: BAHIA: Mucugê. Martins.B. 41º25’W). com 1 nervura. ramos vináceos. Flores tetrâmeras. Ocorre sobre afloramentos rochosos. profusamente ramificado. 42º56’W). Folhas (oblongo-)ovadas.B. com apenas 1 nervura. 2005. de 20 a 30 cm de altura. Flores tetrâmeras. com 9 nervuras (raramente 11). Encontrada com flores e frutos entre agosto e dezembro. flexuosos. vináceas abaxialmente. 2005. 43º19’W). 1. profusamente ramificado. inéd. mificado.. com pétalas róseas a magenta. Flores hexâmeras (raramente pentâmeras). 41º55’W). Catolés (13º19’S. 41º55’W). 1995a. Serra de Santana (13º08’S. com cerca de 40 cm Rio de Contas. róseas na antese. com pétalas magenta e anteras oblongas. Martins. revolutas.2 Marcetia alba Ule (12º27’S.

(Martins. revolutas. Folhas sésseis. 41º20’W). 1. profusamente ramificado. Cachoeira de Fumaça (12º36’S. com pétalas róseas. Santos & Silva.3 m de altura. procumbente.B. Campo Redondo (13º20’S. com pétalas róseas e anteras amarelas de ápice tubuloso. ovadas. Prance & Johson. geralmente com 7 ou 9 nervuras (raramente 11). 1981. avermelhados. 41º24’W). ramos eretos. pouco ramificado. Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. (Wurdack. 11 Marcetia nummularia Markgr. 1. 41º28’W). . profusamente ramificado. Folhas sésseis.B. Mucugê. avermelhadas. com pétalas alvas.Romero & R. falciformes.250 m s. 1993. 41º19’W). Morro do Beco (12º45’S. Encontrada com flores e frutos em outubro.5 a 3 m de altura. 41º20’W).-1989) Rio de Contas. 1981. Fruto com hipanto constrito no ápice. Encontrada com flores e frutos em julho e novembro. Flores tetrâmeras.. 41º57’W). inéd.B.2 Distribuição: BAHIA:Andaraí (12º48’S. geralmente em torno de 11 nervuras. (Wurdack. com 7 ou 9 nervuras (raramente 11). Comentários: Arbusto geralmente em torno de 1 ou 2 m de altura. com pétalas róseas. (Wurdack. A. Comentários: Arbusto de 1. 8 Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. A..-1989) 1. (A.5 m de altura. Folhas (sub)orbiculares.2 Marcetia nervulosa Markgr. (Woodgyer et al. Serra do Aracá (13º19’S. Flores tetrâmeras. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. inéd. profu- M (13º31’S. com pétalas alvas ou róseas e anteras oblongas. 1986-1987. Flores tetrâmeras. ovadocordadas a suborbiculares. pouco ramificado. ramos flexuosos. Martins.Martins 1. revolutas na margem. Encontrada com flores e frutos de agosto a outubro. 2005. Pico das Almas Comentários: Subarbusto delgado. cartáceas. profusamente ramificado. e anteras de ápice tubuloso. Encontrada com flores e frutos praticamente o ano todo. Folhas viscosas. 46º20’W).n. Martins.-1989) Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º48’S.B. 1992) Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Folhas ovadas a ovado-oblongas. Flo- Miconia angelana R. Meriania aracaensis Wurdack (00º51’N. 2005) 1. com 1 nervura.2 Marcetia viscida Wurdack Distribuição: BAHIA: Ibicoara. (Woodgyer et al. Folhas oblongas. 63º22’W). entre 1. inéd. com 1 nervura. 41º27’W). Martins. Palmeiras. 2003.2 Distribuição: BAHIA: Palmeiras. Ocorre em campos de altitude (savana) de solo silicoso.B. Ocorre sobre afloramentos rochosos nos campos rupestres e cerrados da Chapada Diamantina. (Martins. Morro do Pai Inácio (12º28’S. híspidas. A. coriáceas. 2003. Encontrada com flores e fruto entre dezembro e fevereiro. inéd-1989) Distribuição: BAHIA:Abaíra.140 e 1. Flores tetrâmeras. Palmeiras (12º26’S. com pétalas violáceas. 41º16’W). Parque Nacional da Serra da Canastra (20º15’S. 2005. 41º56’W). çóis (12º34’S. samente ramificado. 2000) arcetia oxycoccoides Wurdack & A. coriáceas.Martins1. ramos eretos.2 Marcetia macrophylla Wurdack 1. Pico das Almas (13º31’S. geralmente em torno de 9 nervuras. Len- Marcetia sincorensis Wurdack Mucugê (12º57’S. Catolés (13º15’S. 41º57’W). com pétalas alvas e anteras de ápice tubuloso. cartáceas. inéd. Rio de Contas. Folhas ovadas a elípticas. Fruto com hipanto constrito no ápice. Santos & Silva.m. Flores tetrâmeras. 41º54’W). Flores tetrâmeras.B.2 Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Encontrada com flores e frutos entre setembro e janeiro.-1989) Distribuição: BAHIA: Abaíra. Comentários: Subarbusto ereto. Comentários: Arbusto de 35 cm a 1. raramente violáceas. 41º53’W).Melastomataceae 269 Marcetia lychnophoroides A. coriáceas. cerca de 1. pouco ra- mificado. Martins. 41º29’W). Encontrada com flores e frutos entre janeiro e setembro. cartáceas. Santos & Silva.Goldenb.2 Distribuição: AMAZONAS: Barcelos. 41º30’W). A. Serra do Barbado res róseas ou púrpura. ramos eretos. Frutos com hipanto constrito no ápice. Flores tetrâmeras. com 9 ou 11 nervuras. ramos eretos. Pico das Almas (13º31’S.B. Martins.

1 densamente estrelado-tomentosos. Folhas oblongo-lanceoladas. Santos & Silva. pilosas. com 3 nervuras. linear- lanceoladas. 3. com 3 nervuras. Encontrada com flores em dezembro e janeiro.1 Miconia elaeodendron (DC. Woodgyer. 8 Microlicia bacharoides Scranck & Mart. indumento pruinoso com tricomas glandulares sésseis e pedicelados. (Woodgyer.5 m de altura. em inflorescências paniculadas. em inflorescências paniculadas. profusamente ramificado. Comentários: Árvore de 4 a 16 m de altura. 2005) 3. profusamente ramificado. amarelas.4.Woodgyer et al. inéd. 41º47’W). Ocorre próximo a riachos. (Goldenberg. ovado-lanceoladas. róseas na base e estames amarelos.1 (13º19’S. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Aguaçu (localidade Comentários: Ramos glabros. estames dimórficos. Campo do Ouro Fino Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina. Reser- va Biológica de Santa Lúcia (19º55’S. com 3 nervuras. Flores pentâmeras. (Romero & Goldenberg.. 41º46’W). com 3 nervuras. 2005) Microlicia agrestis Cogn. dimórficos. Parque Municipal (12º59’S. Serra da Jacobina (11º11’S. ramos jovens com tricomas avermelhados. com 3 nervuras. estames subisomórficos. espatuladas. 41º16’W).4. 1883-1885) Microlicia amblysepala Ule (13º19’S. Encontrada com flores e frutos em janeiro e fevereiro.5 a 2.4. 41º53’W). concolores. verticillata Triana. dimórficos. (Goldenberg.5 a 1. mais esporadicamente em julho e agosto. Encontrada com flores em novembro e com frutos em dezembro. Folhas sésseis.5 m de altura. 41º46’W). ramos Microlicia aurea Wurdack 3. Flores pentâmeras. 2005) Comentários: Arbusto de 1. Conhecida apenas pelo material-tipo (localidade não indicada) e pelo material-tipo de M. (Wurdack. com pétalas e estames alvos. Encontrada com flores em janeiro. Ocorre nos cerrados e campos rupestres da Chapada Diamantina. Folhas elípticas. Santos & Silva.1 3. Folhas glabras.Goldenb. Flores pentâmeras. sésseis. com 3 nervuras. verde-acinzentadas. Ocorre em cerrado. Folhas membranáceas. ovadas a elípticas. 2005. Ocorre em campos rupestres próximos a cursos d’água temporários. Woodgyer. 1983. Flores pentâmeras. (Woodgyer & Lughadha. 1999) Miconia capixaba R. 2003. 40º30’W). Comentários: Arbusto de 0.) Naudin não encontrada). Ocorre em campos rupestres e cerrado.1 Distribuição: BAHIA: Abaíra. 43º59’W).) Distribuição: MINAS GERAIS: Andaraí (12º48’S.4. 41º21’W). geralmente sobre solo úmido ou encharcado. Folhas verticiladas. róseas. Rio de Contas (13º23’S. em inflorescências paniculadas. com pétalas alvas. longamente decorrente na base. 41º47’W). com 1 nervura. Folhas lanceoladas. Campo do Ouro Fino Microlicia blanchetiana Cogn. 2005) 3. . Piatã (13º08’S. Flores pentâmeras. 2003. 40º35’W). Flores pentâmeras. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Floresce principalmente entre dezembro e março.4. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Todas as coletas são provenientes de uma única população.) Mart. Distribuição: BAHIA: Jacobina. 1995. Woodgyer.5 m de altura. discolores. 8 samente ramificado. Ibicoara. (Cogniaux.270 Melastomataceae Comentários: Arvoreta com cerca de 2 m de altura. Folhas lanceoladas a elípticas. 3.1 Distribuição: BAHIA: Abaíra. sinônimo taxonômico e coletado em uma localidade desconhecida.4. com pétalas róseas e estames amarelos. 1999) Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (13º33’S. Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. Conse- lheiro Mata (18º16’S.. com pétalas e estames alvos. Flores pentâmeras. 41º20’W). (Woodgyer et al. subisomórficos. formando populações geralmente vistosas. Serra do Sincorá (13º22’S. Comentários: Arbusto com cerca de 1. Microlicia balsamifera (DC. 2005. Flores pentâmeras. Mucugê. profu- Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa. com pétalas magenta e estames amarelos.

Melastomataceae 271 Comentários: Arbustos com cerca de 1. Flores pentâmeras. 41º55’W). elípticas a obovadas. com 5 nervuras. 41º51’W). distintamente orbiculares. Encontrada com flores e frutos entre agosto e março. 43º39’W). Comentários: Subarbusto com cerca de 15 cm de altura. Santos & Silva. 47º30’W). dos Veadeiros (14º07’S. (Cogniaux.300 m s. Flores com pétalas lilás e estames amarelos.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina.1 (13º19’S. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Woodgyer & Lughadha. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. Flores pentâmeras.000 e 1. magenta. (Cogniaux. Santos & Silva.n. 41º43’W). Microlicia comparilis Wurdack 3. com pétalas amarelas e estames isomórficos.m. Comentários: Arbustos de 1 a 3 m de altura. lhas eretas. Ser- ra do Cipó (19º08’S. profusamente ramificado. 43º38’W). 1984. 41º58’W). Flores pentâmeras. Ocorre na porção sul da Cadeia do Espinhaço.4. com glândulas douradas e tricomas esparsos. Campo do Bicota (13º19’S. ramos com tricomas híspidos.500 e 1. com estames dimórficos.1 Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Ocorre no Planalto de Diamantina. Flores com pétalas magenta e estames amarelos. 43º59’W).1 Microlicia carrasci Markgr. 3. . Campo do Ouro Fino (13º32’S. com estames dimórficos.4. concolores. Folhas ovadas.1 41º51’W). Chapada tura. Folhas ovado-elípticas.4.4. Mucugê. Distribuição: MINAS GERAIS: Betim. 2005) Microlicia crebropunctata Pilg. Ouro Preto (20º31’S. (Hoehne. 2005) Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. 1883-1885) Microlicia decipiens Naudin 3. Distribuição: BAHIA: Abaíra. entre 1.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 2005. mais escuras adaxialmente. 1995. Woodgyer & Zappi. Riacho daTaquara (13º15’S. Woodgyer.4. Quebrada da Serra do Atalho (13º13’S. Comentários: Arbusto pouco ramificado. Encontrada com flores em novembro e junho. Folhas ovadas. 2005. Folhas sésseis. Parque Municipal de Mucugê (13º03’S. 41º59’W). com ápice agudo. Comentários: Arbusto de 40 a 80 cm de altura. Flores pentâmeras. Comentários: Arbustos com cerca de 60 cm de altura. (Pilger. 1883-1885) Comentários: Subarbusto de 20 a 25 cm de altura. 1938) Comentários: Subarbusto com cerca de 0.m. Pico das Almas (13º31’S. com indumento glanduloso-pontuado.4. sobre solo areno-pedregoso. coletado em 1895. Serra do Rola-Moça (20º02’S. 41º31’W). Woodgyer. Woodgyer.1 3. (Woodgyer & Lughadha. Rio de Contas. (Wurdack. ramos eretos. Wurdack.400 e 1. sésseis. Woodgyer. com ápice acuminado. ovadas a elípticas. 1883-1885.5 m de altura. Piatã. Folhas elípticas a ovadas. isomórficos. (Cogniaux. Flores pentâmeras.4.. sem nervuras evidentes. 44º12’W). Serra das Almas Microlicia catolensis Woodgyer & Zappi 3. 1903) Comentários: Subarbusto com cerca de 40 cm de al- Microlicia chrysantha Wurdack Microlicia cuspidifolia Mart. Ocorre nos campos rupestres entre 1.800 m s. 2005) Distribuição: BAHIA:Abaíra. 2003. 41º50’W). crassas. apiculado.800 m. com pétalas amarelas e estames dimórficos. Fo- lheiro Mata (18º17’S. com estames dimórficos. pouco ramificado. Folhas elípticas. 2003. Rio de Contas. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina.n. 2005) 3. Ocorre em vegetação mista entre caatinga e cerrado. 3. púrpura. Woodgyer et al. eretas. Santos & Silva. Encontrada com flores e frutos entre abril e novembro. 1995.5 m de altura.4. Woodgyer et al.m.. elípticas. 2005) Distribuição: BAHIA: Abaíra. Conhecida apenas por duas coletas. Folhas brevipecioladas.n. 1995. entre 1. com estames isomórficos. (Woodgyer.s.1 Folhas eretas. Conse- Microlicia cipoana Hoehne 3. amarelas. com 3 nervuras. 2005. Flores púrpuras. 2005. Encontrada com flores e frutos em dezembro e janeiro. ligeiramente viscosas. dimórficos. discolores. carnosas. Serrinha (13º29’S. diminutas. a última na década de 1980. sésseis.

ramos pilosos. Pico das Almas Microlicia glazioviana Cogn. São Roque de Minas. 2005) Distribuição: BAHIA:Abaíra. serreadas na margem. 41º19’W). pro- Microlicia leucopetala Wurdack 3.n. Flores com pétalas magenta e estames dimórficos.. (Cogniaux. Flores com pétalas magenta e estames dimórficos. Serra do Caraça (20º07’S. Flores com pétalas alvas a róseas e estames amarelos dimórficos. . 3. Campo do Queiroz (13º31’S. 1995. ovadas a elípticas. com tricomas simples entremeados por tricomas glandulares sésseis. Comentários: Arbusto com cerca de 1.1 46º19’W).Martins & Almeda 3.5 m de altura. 1981. 41º57’W). 19. elípticas. 46º30’W). de 20 a 80 cm de altura. 41º57’W). 2005. Santos & Silva. 2005) Microlicia isostemon Wurdack (13º31’S. Encontrada com flores em março e abril e com frutos em fevereiro e março. Folhas ovadas.m. entre 1. amarelas. só foi recoletada após 100 anos. Woodgyer. 43º29’W). Flores com pétalas róseas a magenta e estames amarelos. com 1 nervura. ovadas a ovado-lanceoladas.1 Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Comentários: Subarbustos de 40 cm a 1. com estames dimórficos.4. Rio de Contas. Encontrada com flores e frutos entre novembro e junho.500 e 1. Pico das Almas (13º31’S. ramos eretos.272 Melastomataceae Microlicia ericoides D.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Romero 3. Flores pentâmeras. (Romero. 1995. com 3 nervuras. 1883-1885) Microlicia flava R. concolores. com 3 ou 5 nervuras. (Wurdack. Ocorre na porção mais ao sul do Complexo Canastra. Folhas sésseis. 1995. Água Quen- Microlicia hatschbachii Wurdack 3.1 profusamente ramificado. 2005. Três Morros (13º02’S. Santos & Silva. Woodgyer. 2000) Distribuição: MINAS GERAIS: Furnas (20º41’S.4.5 m de altura. Woodgyer. Flores pentâmeras. e estames amarelos. com cerca de 30 cm de altura. sobre solo arenoso e úmido.m. Almeda & Martins. Encontrada com flores e frutos entre agosto e maio. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina.250 e 1. Comentários: Subarbusto fastigiado. (Wurdack. 41º56’W). Encontrada com flores e frutos entre janeiro e maio. Folhas sésseis. (Cogniaux. 40º59’W). 43º22’W). (Woodgyer & Lughadha. elípticas. Ocorre nos Picos do Itacolomi e do Inficcionado. profusamente ramificado.5 m de altura. com estames dimórficos.900 m s. riacho daTaquara (13º15’S. Folhas obovadas. Folhas verdes a vináceas. discolores.4. patentes. com 1 nervura. Woodgyer. Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º37’S.700 e 2. com estames dimórficos. 2005. sésseis.B. membranáceas. Serra do Cipó (19º23’S. glabras. Piatã. lineares a lanceoladas. Comentários: Subarbusto de 20 a 50 cm de altura. com pétalas róseas a lilás. púrpura.1 41º55’W). Ocorre sobre solos brejosos dos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina.040 m s. eventualmente esbranquiçadas. é a única espécie do gênero em Minas Gerais com flores amarelas. Serra da Canastra (20º12’S. Folhas eretas. ramos flexuosos. Flores púrpura. Comentários: Subarbusto com cerca de 0.4. (Wurdack. 41º53’W). com 3 nervuras e tricomas apenas na margem. 2003. 1983. Flores pentâmeras. Ocorre nos campos rupestres da porção norte da Chapada Diamantina.4. isomórficos. Encontrada com flores e frutos principalmente entre janeiro e abril.Don 3. entre 1.4. Comentários: Arbusto de 1 a 2. 2005) Distribuição: BAHIA: Érico Cardoso. Serra do Trovão (20º29’S. 2001. glutinoso. Ocorre nos campos rupes- Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º49’S. Santos & Silva. te (13º25’S.n. Ocorre sobre rochas. 3.n.800 m s. sobre solo arenoso ou sobre afloramentos rochosos.2 m de altura. Folhas pecioladas.m. 2005) Comentários: Arbusto de 40 cm a 1 m de altura. 1981. nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. Coletada pela primeira vez no final do séc. dimórficos. hirsuto-glandulosas. 42º04’W). 1886-1888) fusamente ramificado.1 Microlicia harleyi Wurdack 3.1 Microlicia giuliettiana A. pouco ramificado. Folhas ovadas a linear-lanceoladas ou elípticas. patentes. Woodgyer & Lughadha. concolores. Rio de Contas.4. Comentários: Subarbusto ereto. Ouro Preto. 43º33’W). Woodgyer & Lughadha. entre 1.4.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas. Woodgyer et al.

48º27’W). Cachoeira do Campo (20º20’S. de 30 a 50 cm (rara- Rio de Contas. 19. 1983. com estames dimórficos.4.4.m.Martins & Almeda3. Comentários: Arbusto de 0. com pétalas roxas e estames amare- M . com pétalas róseas.1 Distribuição: BAHIA. Santos & Silva. Almeda & Martins.4. 1983. formando grandes populações sobre solos arenosos.033 m. Folhas com tricomas simples e 5 nervuras. 3. com glândulas sésseis e 1 única nervura.1 Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S. Woodgyer. Ocorre em cerrado. Flores pentâmeras. Pico das Almas (13º32’S. 41º24’W). 2005) mente até 80 cm) de altura. com pétalas alvas e estames amarelos. Comentários: Subarbusto multicaule. ovadas a lanceoladas. às vezes completamente alvas.4.. & Wurdack Microlicia morii Wurdack 3. Flores pentâmeras. sésseis. ‘Pico do Ita- 41º42’W).Melastomataceae 273 tres da porção central da Chapada Diamantina.5 a 1 m de altura. 1883-1885) Distribuição: MINAS GERAIS: Itabirito.4. Woodgyer. 1983. Flores com pétalas amarelas e estames amarelos. Rio de Contas. dimórficos. (Wurdack.1 Microlicia luetzelburgii Markgr. 41º23’W): Comentários: Arbusto cespitoso. Flores pentâmeras. diminutas.. Folhas sésseis. dimórficos. com 1 nervura (raramente 3). nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. na porção sul da Chapada Diamantina. Frutos castanhos.200 m s. 41º58’W). Flores pentâmeras. 2001. Ocorre entre rochas. e estames amarelos. pro- Distribuição: BAHIA:Abaíra. Comentários: Arbusto de 30 a 60 cm (raramente chegando a 1 m) de altura. 43º40’W). bira’ (20º15’S. Distribuição: GOIÁS: Niquelândia (14º18’S. Folhas ovadas a lanceoladas. Folhas eretas. 1955) 3. (Woodgyer & Lughadha.n. 41º28’W).1 Microlicia microphylla (Naudin) Cogn. Woodgyer. 1995.000 m s.1 3. Encontrada com flores e frutos entre outubro e fevereiro. Woodgyer et al. membranáceas. Encontrada com flores e frutos em julho e agosto. Catolés (13º18’S. entre 900 e 1. (Wurdack. 2005) Comentários: Arbusto de 20 cm a 1. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. 2005) Microlicia mucugensis (Wurdack) Almeda & A.m. 2005) Microlicia macedoi L. Woodgyer et al. Encontrada com flores e frutos entre novembro e abril. (Santos & Silva. dimórficos.B.1 Distribuição: BAHIA: Rio de Contas. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. 2005) icrolicia noblickii (Wurdack) A. 2005. 43º48’W). Estrada Real fusamente ramificado. Flores com pétalas amarelas e estames amarelos. Encontrada com flores e frutos entre janeiro e março.5 m de altura. dimórficos Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. 41º48’W). Folhas ovadas a elípticas. 1995.5 m de altura.600 e 2. alvas na base. Encontrada com flores e frutos entre janeiro e setembro. Santos & Silva. (Wurdack. Ouro Preto. Folhas diminutas. com 1 nervura. Woodgyer. de 20 a 30 m de altura.B. Woodgyer. Morro do Pai Inácio (12º27’S.m. Flores com pétalas e estames amarelos. Comentários: Arbusto de 40 a 80 cm de altura. com indumento glanduloso-pontuado. (Wurdack.n. entre 400 e 1. com 3 nervuras (raramente 5). (13º36’S. Conhecida apenas pelas coletas de Clausen.B. Comentários: Subarbusto fastigiado.Woodgyer & Lughadha. profusamente ramificado. profusamente ramificado. róseas. 41º52’W).4. ovado-oblongas. Pico das Almas (13º31’S. Flores pentâmeras. 2005. ramos delicados. Rio de Contas. eretas. com pétalas róseas a púrpura e estames amarelos. Pico do Barbado (13º16’S. com 1 arista no ápice e 1 única nervura.Martins3. 2005) Microlicia monticola Wurdack 3. Folhas sésseis. 2005. Encontrada com flores e frutos entre agosto e abril.Sm. 41º56’W).1 Distribuição: BAHIA: Mucugê (13º00’S.4. (Cogniaux. isomórficos. Palmeiras. 41º55’W). no séc. com cerca de 0. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. 2003. sobre solo arenoso e com rochas.4. 3.s.1 Distribuição: BAHIA: Abaíra. 1995. com 3 ou 5 nervuras. Pico das Almas (13º32’S. (Smith & Wurdack. ovado-oblongas. profusamente ramificado.n. 2003. entre 1. Folhas Microlicia minima Markgr. Woodgyer.

Ocorre sobre afloramentos rochosos do Planalto de Diamantina. Ocorre nos cerrados da Chapada Diamantina. Chapada M Microlicia psammophila Wurdack Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. Woodgyer & Zappi. alaranjadas a vináceas nas margens. com 1 nervura central evidente e indumento com tricomas glandulares sésseis e amarelados. 1995.1 Microlicia obtusifolia Cogn.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º09’S. entre 1.1 icrolicia ordinata (Wurdack) Almeda & A. (Wurdack. Folhas ovadas.000 e 1.200 m s. Folhas diminutas.4.75 m de altura. Comentários: Arbusto com cerca de 0.1 41º12’W). 3.4. profusamente ramificado. lanceolado-oblongas ou elíptico-oblongas. diminutas. com 1 nervura. com estames dimórficos. Almeda & Martins.4. nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. Flores róseas.m.4. verdes.4. púrpura. (Romero. Gouveia (18º26’S.900 e 2. (Cogniaux. obovadas.4. 2005. Pico do Barbado Comentários: Arbusto de 60 cm a 1. Flores com pétalas lilás-rosadas e estames com anteras vináceas. com pétalas rosa e estames amarelos. dimórficos. com estames dimórficos. 2005) profusamente ramificado. 47º30’W). com 3 nervuras. 2006) Microlicia petasensis Wurdack 3.1 dos Veadeiros (14º07’S. (Wurdack.5 a 1.m. com afloramentos rochosos. Coletada com flores e frutos em janeiro e fevereiro. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. com indumento glandulosopubérulo.n. Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º34’S. ex R. (Wurdack. Woodgyer. Woodgyer.B. com grande concentração de tricomas glandulares pedicelados na porção superior do hipanto.Martins3. sobre solo arenoso. Encontrada com flores em junho e novembro. Flores magenta.n. Ocorre no Planalto de Diamantina.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º09’S.1 Microlicia oligochaeta Wurdack Distribuição: BAHIA: Abaíra. (Wurdack. 3. Folhas eretas. 47º30’W). Woodgyer. Flores pentâmeras. 2001.m. dimórficos. Almeda & Martins. ramos flexuosos. Microlicia pusilla Cogn.274 Melastomataceae los. (Wurdack. (Wurdack. Ocorre preferencialmente nos campos úmidos. Ocorre sobre afloramentos rochosos. Encontrada com flores e frutos entre junho e novembro. púrpuras. Ocorre comumente em campo úmido e campos rupestres. 43º30’W).n. Floresce e frutifica de fevereiro a abril. Comentários: Arbustos de 1. 1983. Comentários: Subarbusto de 50 a 60 cm de altura.Romero 43º30’W). Chapada dos Veadeiros (14º07’S. 2005) Microlicia pinheiroi Wurdack 3. 2005) 3. Woodgyer.5 m (raramente alcan- çando 2 m) de altura. 41º24’W). 2001) Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. 41º20’W).5 m de altura. Flores pentâmeras. com 1 nervura. Munhoz & Felfili. Comentários: Subarbusto de 50 a 60 cm de altura. Comentários: Arbusto de 1 a 1. caracteristicamente com tricomas glandulares pedicelados concentrados na porção superior do hipanto. sésseis. Mucugê (12º56’S.5 m de altura. com pétalas rosa a lilás e estames amarelos. 3. dimórficos.4. 2005) Microlicia plumosa Woodgyer & Zappi (13º18’S. Comentários: Arbusto de 50 a 70 cm de altura. 1959. 1983. 41º54’W). gluti- noso.4. imbricadas. 1883-1885) . 1983.1 Distribuição: BAHIA: Andaraí (12º52’S. Folhas ovadas a orbiculares. Comentários: Subarbusto com cerca de 0. Ocorre na porção central da Chapada Diamantina. 2005) Distribuição: BAHIA: Morro do Chapéu (11º35’S. Ocorre nos campos rupestres da porção norte da Chapada Diamantina. 1974. 41º19’W).050 m s. Encontrada com flores e frutos entre julho e setembro. com estames dimórficos. 2003) 3. Flores pentâmeras. Folhas glandulosas. Flores magenta. Folhas sésseis. Folhas (oblongo-)elípticas. Flores pentâmeras. 43º42’W). às vezes com pecíolo achatado. Encontrada com flores e frutos entre novembro e junho. dimórficos. Folhas sublineares. (Woodgyer. entre 1. entre 500 e 1.5 m de altura.033 m s. ramos eretos.

n. Serra do Caraça (20º07’S. indumento com glândulas sésseis e tricomas simples.. (Wurdack. com estames dimórficos. de 1 a 3 mm de comprimento e de 0. eretas. Encontrada com flores e frutos principalmente entre agosto e janeiro.m.000 e 1.1 Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. 2005.. (13º25’S. Catas Altas. Folhas sésseis. Ocorre nos cerrados e campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. entre 1. Rio de Contas (13º27’S. Encontrada com flores de agosto a fevereiro e com frutos de outubro a maio. 46º17’W). 2005) Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º09’S. Encontrada com flores e frutos entre dezembro e abril. Rio de Contas.1 43º30’W). 2005) 3. Woodgyer & Lughadha. com 1 nervura (raramente 3). Flores pentâmeras. ex R. Flores púrpura.m. 1983.1 Microlicia subalata Wurdack 3. Ocorre nos campos rupestres da porção central da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais. Encontrada com flores de junho a dezembro e com frutos em janeiro. profusamente ramificado. Conhecida apenas pelo material-tipo. Serra do Cabral (17º43’S. profusamente ramificado. 2005) Microlicia suborbicularifolia Hoehne 3. ovadas a elípticas. sobre solo arenoso ou afloramentos rochosos. 1922) Microlicia taxifolia Naudin 3. com indumento constituído por tricomas glandulares sésseis.n. lanceoladas a elípticas. de 10 a 40 cm de altura. Flores pentâmeras. Folhas oblongas a elípticas. (Woodgyer & Lughadha. 42º04’W). Encontrada com flores e frutos entre janeiro e março. com pétalas róseas a magenta e estames amarelos. Garimpo do Bicota (13º17’S. diminutas. entre 1. com indumento de tricomas glandulares sésseis. de 60 cm a 1 m de altura. Woodgyer. entre 1. Folhas ovadas a lanceoladas ou elípticas. 43º25’W).4.Romero 3. Comentários: Arbusto de 0.1 Microlicia sincorensis (DC.4. com estames dimórficos. Woodgyer. dimórficos. 41º38’W). com pétalas púrpura a magenta e estames amarelos. Pico das Almas (13º31’S. glabras. Woodgyer. Flores pentâmeras.600 m s. Ocorre em campos rupestres e campos hidromórficos. com estames dimórficos.1 profusamente ramificado. abril. isomórficos.1 Distribuição: BAHIA: Abaíra.300 e 1.2 a 0. Água Quente­ Microlicia trichocalycina DC.4. 3. Serra da Canastra (20º11’S. sobre solo arenoso e úmido. eretos. com pétalas magenta e estames amarelos.2 m de altura. Folhas lineares ou linear-lanceoladas.4.4. Flores pentâmeras. Santos & Silva. púrpura. Folhas 41º50’W). de 40 cm a 1 m de altura. Comentários: Arbusto fastigiado. maio.. com 1 nervura. Comentários: Subarbusto cespitoso e delicado. Serra da Jacobina (11º10’S. 1883-1885) 3 nervuras. 1883-1885. 3. Santos & Silva.Woodgyer et al.) Mart. púrpura.030 e 1. 43º22’W). com estames dimórficos. 1995. 44º08’W).3 m de altura. 2005) Distribuição: BAHIA: Jacobina.5 a 1.4. subisomórficos. com 1 nervura. agosto e setembro. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. 41º51’W). (Romero. 2005.1 Microlicia subaequalis Wurdack Distribuição: BAHIA:Abaíra. (Wurdack. Folhas sésseis..1 Distribuição: MINAS GERAIS: Brumadinho. Comentários: Arbusto profusamente ramificado. 1995. Comentários: Arbusto de 40 cm a 1. (Cogniaux. 2003. Boa Vista (13º18’S. sobre solo arenoso ou afloramentos rochosos.4. Comentários: Subarbusto de 15 a 20 cm de altura.Melastomataceae 275 Microlicia scoparia DC. . (Hoehne.n. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. 2005) Microlicia tenuifolia Cogn. púrpura. linear-subuladas. Rio de Contas.600 m s. Folhas orbiculares ou orbicular-ovadas. 1983. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. 41º57’W). 41º50’W). ramos delgados. Folhas sésseis ou com pecío- Distribuição: MINAS GERAIS: Serro (18º39’S. Flores pentâmeras. Serra da Moeda (20º10’S. Flores pentâmeras. Mato Grosso-Itoibira (13º31’S.m. 2005. Comentários: Subarbusto fastigiado. com muitas gramíneas. Ocorre na porção sul da Cadeia do Espinhaço.1995. 44º15’W).4. Woodgyer. com Distribuição: BAHIA: Érico Cardoso. (Cogniaux. 3. Woodgyer & Lughadha. conduplicadas.5 mm de largura. Santos & Silva. 40º31’W). Joaquim Felício.800 ms.

ra- Pleiochiton magdalenense Brade mos glabrescentes ou esparsamente estrigosos a híspidos. púrpura. com tricomas simples e esparsos. ramos nodosos. com brácteas linear-lanceoladas. com flores em março.Martins & Almeda3. pediceladas. ramos estrigosos a híspidos. Flores pentâmeras. Coletada a cerca de 1. a cerca de 1. Ma- caé de Cima (22º19’S. em cimeiras depauperadas. 9 Inglesa (22º30’S. Morro da Caledônia (22º16’S.1 centes.100 e 1. (Reginato. Flores hexâmeras. Encontrada com flores entre julho e novembro e com frutos em abril e maio. Conhecida apenas pelo material-tipo. com 5 nervuras. Folhas ovadas. em inflorescências fasciculadas. com indumento de tricomas glandulares sésseis.m.) M Pleiochiton longipetiolatum Brade 9 ra do Cipó (19º06’S. fazenda Capitão (14º20’S.m. com brácteas ovado-lanceoladas. densamente estrigosos nos nós.n. Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. com brácteas linear-lanceoladas. púrpura. (Goldenberg & Amorim. 42º34’W). Conhecida apenas por uma coleta além do material-tipo. 8. Conhecida apenas pelo material-tipo. ramos nodosos.) 9 Distribuição: BAHIA: Uruçuca. inéd. Encontrada com flores e frutos entre dezembro e junho. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo.m. 42º34’W).. subisomórficos. Comentários: Arbusto epífito. 1891.B.1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madalena. Flores pentâmeras. Flores pentâmeras. Comentários: Arbusto rizomatoso. 2006) 8. (Cogniaux. sobretudo na proximidade de rios. com 5 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. Nova Friburgo. inéd. (Almeda & Martins. com indumento de tricomas glandulares sésseis. Ser- nervuras. Folhas elíptico-lanceoladas. 39º06’W). glabres- centes. Folhas ovado-lanceoladas a elíptico-lanceoladas. 9 Itacaré. subisomórficos. Flores pentâmeras. Folhas elípticas a obovadas ou oblanceoladas. 1945.n. & Amorim Pleiochiton micranthum Cogn. fazenda Pleiochiton parvifolium Cogn. Folhas elípticas. Conhecida apenas pelo material-tipo. 43º41’W). (Brade.) 9 Pleiochiton glaziovianum Cogn. ramos nodosos. com botões em março e flores em abril. Conhecida por apenas uma coleta além do material-tipo. glabres- Alto da República e Serra do Imbé (21º57’S. ovadas. Encontrada com frutos em julho. & Amorim do Conduru (14º29’S. Parque Estadual Serra Comentários: Arbusto de 40 cm a 1 m de altura. 42º31’W). Reginato.4. Comentários: Arbusto epífito. ramos nodosos. Comentários: Arbusto epífito. linear-lanceoladas. com 3 nervuras. preferindo áreas bem preservadas. Flores pentâmeras. Ocorre em áreas sombreadas próximas a córregos e riachos. em inflorescências fasciculadas. com 3 nervuras. Alto do Desengano (21º57’S. com pétalas alvas e estames amarelos. 39º08’W). Flores hexâmeras. em cimeiras depauperadas.276 Melastomataceae lo achatado. 43º11’W). inéd. em cimeiras paniculadas. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. com pétalas alvas e estames amarelos. Physeterostemon fiaschii Goldenb. com estames dimórficos. 2001) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madalena. com brácteas linear-lanceoladas. com 3 nervuras. com pétalas ovadas e anteras lineares. Coletada a cerca de 1. 2006) Distribuição: BAHIA: Camamu (14º01’S.100 m s.400 m s.n.) Physeterostemon jardimii Goldenb. MaComentários: Arbusto epífito. 1883-1885) icrolicia vernicosa (Gardner) A. sobre solo drenado. com 5 ou 7 nervuras. glutinosas. (Reginato. (Cogniaux. 42º00’W). elíptico-lanceoladas a oblanceoladas.500 m s. Flores hexâmeras.1 Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. com pétalas ovadas e anteras falcadas. em cimeiras de glomérulos. caé de Cima (22º19’S. Ocorre em áreas sombreadas da Mata Atlântica do sul da Bahia. com pétalas ovadas a oblongas e anteras falcadas.. Reginato. (Goldenberg & Amorim. de 20 a 40 cm de altura. . Folhas ovadas ou ovado-lanceoladas. glabrescentes. 39º05’W). com os dentes externos do cálice cerca de duas vezes maiores que o hipanto. Encontrada com flores e frutos em novembro. Folhas sésseis. 42º00’W). inéd.

ovário pentalocular.Martins 6. Folhas sésseis.) Pterolepis picorondonica Renner Svitramia petiolata R. (Renner. Ocorre em afloramentos rochosos do Complexo Canastra.B. 41º22’W). 43º30’W) Comentários: Subarbusto ou arbusto. Reginato. formando grandes populações. Flores pentâmeras. com pétalas ovadas a oblongas e anteras falcadas. pediceladas. discolores. com até 1 m de altura.2 Svitramia integerrima R. 42º56’W). glabras. Romero. tes. Caeté-Açu (12º42’S. Flores pen- Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol. com hipanto piloso-glanduloso e estames creme. Ocorre sobre solos arenosos. Ocorre em campos rupestres. Folhas lanceoladas a elípticolanceoladas. Flores pentâmeras. (Cogniaux. Mu- S Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. Romero. eretas. com hipanto glabro ou com tricomas glandulares sésseis.Martins 3 Trembleya hatschbachii Wurdack & E. (Romero & Martins.5 a 2 m de altura. 1994) Distribuição: AMAZONAS: Pico Rondon (01º35’N. coletado em campo. com 9 ou 11 nervuras.Martins 3 63º08’W). de 0. denteadas no terço apical. com hipanto glutinoso. com 5 nervuras. com brácteas ovadas.2 Distribuição: MINAS GERAIS: São Roque de Minas. Comentários: Arbusto de 30 cm a 1. E. raramente glabro. 46º03’W). inéd. 41º29’W). Pterolepis rotundifolia Wurdack cugê (13º04’S.B. Folhas sésseis. Romero & A. Comentários: Arbusto ereto ou com ramos decumben- Parque Nacional da Serra da Canastra (20º12’S. com tricomas glandulares sésseis e pedicelados. inéd. Flores pediceladas. ovário pentalocular. Ocorre em campos rupestres.Martins 3 Distribuição: MINAS GERAIS: Delfinópolis. Silva & Romero. glabras.2 tâmeras. com sépalas ciliadas e hipanto com emergências muito ramificadas. com 1 nervura. púrpura.) 6. com cerca de 1. Ocorre em afloramentos rochosos. viscoso. Rio das Mortes (16º34’S. Flores róseas. glutinosas. (Wurdack. semi-amplexicaule. de 60 cm a 2 m de altura. com 9 a 15 nervuras. nos campos rupestres da porção central da Chapada Diamantina. Capanema (20º20’S.Romero & A. 1973. Conhecida apenas pelo materialtipo. semi-amplexicaules.Romero & A. na região de Furnas. 18831885. Encontrada com flores de setembro a abril e com frutos de outubro a maio. 1891.5 a 1 m de altura. com tri- comas simples e esparsos. 1994) Distribuição: BAHIA: Lençóis (12º34’S. inéd. estrigosas.) Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. Encontrada com flores de abril a julho e com frutos de junho a agosto. com hipanto glutinoso.Martins3 Distribuição: MINAS GERAIS: Capitólio (20º36’S. Martins. ovário pentalocular. 2003.5 m de altura.B. Serra de Svitramia minor R.Melastomataceae 277 Comentários: Arbusto epífito. Coletada com flores em fevereiro e agosto.) Trembleya calycina Cham. Folhas sésseis. inéd. pediceladas. sem margem ciliada. Flores pentâmeras. Folhas elípticas. coriáceas.5 m de altura. 46°46’W). rosadas. Folhas pecioladas. inéd. de 1. 2003. 2003. (Romero & Martins. coriáceas. em cimeiras de glomérulos. magenta. Romero. Serra Preta (20°21’S. alvas. 2003) vitramia wurdackiana R. formando pequenas e raras populações. inteiras na margem.B. ramos nodosos. no prelo. Romero & Martins. com 3 nervuras. 41º23’W). (Renner. (Cogniaux. Flores pentâmeras. Comentários: Subarbusto ereto. com emergências estreladas no hipanto. rosadas. Comentários: Subarbustos com cerca de 70 cm de altura. Folhas ovadas. Palmeiras. (Romero & Martins. não tendo sido coletada nos últimos 100 anos. . Parque Nacional da Serra da Canastra (20º12’S. Encontrada com flores em abril e maio e com frutos de maio a julho. Comentários: Subarbusto ereto.) 6. Flores pentâmeras. Comentários: Subarbusto ereto. com 5 nervuras. viscoso. alvas. Folhas elípticas. com 5 nervuras. Folhas ovadas.Romero & A. Ocorre em afloramentos rochosos. 46º18’W). Comentários: Arbusto com até 2 m de altura. 46º18’W).

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sem estípula. 2a ed. No Brasil. Flores em panículas supra-axilares paucifloras. (Pennington. com folíolos elípticos. (Pennington. Conhecida apenas pelo material-tipo. 19. com disco nectarífero intra-estaminal. Cápsulas vermelhas.Juss. gamopétala ou dialipétala. raramente livres entre si. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógmas nativas e exóticas no Brasil. hipóginas. e algumas espécies utilizadas como ornamentais. 2008). glaucos abaxialmente.a 5-mera. são registrados seis gêneros e 100 espécies (Souza & Lorenzi. Comentários: Árvores com cerca de 15 m de altura. com deiscência longitudinal da antera. ovário com 2 a 13 lóculos uni. corola geralmente 3. Folhas geralmente alternas. drupas ou bagas.C. Neotrop. freqüentemente com casca aromática. com odor adocicado. gamossépalo. sementes freqüentemente aladas ou carnosas. Flores com cálice vermelho e corola creme. esparsamente na face adaxial. 704p. Flores creme-esverdeadas. Souza. Panículas cimosas. V. profundamente sulcado. dióica. Instituto Plantarum. compostas. (Pennington.ou diplostêmones. 2008. H. Cápsulas. coletado no início do séc. passando a verdes com venação avermelhada contrastante. Distribuição: BAHIA: Jussari (15º09’S. glabras. caracterizadas pela cabeça estilar nitidamente capitada. funcionalmente diclinas (plantas dióicas. densamente na abaxial. baseado na APG II. Comentários: Arvoreta com cerca de 5 m de altura. raramente nozes. Trichilia florbranca T. Comentários: Ramos glabrescentes.a 5-mero. 1981. Folhas opostas. como o mogno e o cedro. paripinadas. im- Referências: Pennington. Ocorre na mata higrófila do sul da Bahia. estames geralmente conatos na base formando um tubo. Distribuição: PARÁ: localidade não indicada. 1981) . 39º31’W). Folhas imaturas rosadas. Meliaceae inclui cerca de 50 gêneros e 550 espécies e possui distribuição pantropical. Monogr.Penn. sem indicação de coletor. 60º07’W). tronco suberoso. Guarea crispa T. com 3 a 5 pares de folíolos largo-oblongos. 28: 1-449. monóicas ou poligâmicas).D. cálice geralmente 4. Flores actinomorfas.D. 1981) Distribuição: AMAZONAS: Manaus (03º07’S. puberulentos. A monograph of Neotropical Meliaceae. Nova Odessa.a pluriovulados e placentação axilar.D. Destaca-se especialmente pela produção de madeiras de lei. 1981) Trichilia discolor A.280 Meliaceae MELIACEAE Alessandro Rapini Árvores ou arbustos. três delas apontadas como raras. T.Penn. Conhecida apenas por duas coletas em mata de terra firme. geralmente iso. nem localização precisa da coleta. & Lorenzi. Fl. Folhas paripinadas.

baseado em APG II. Rhower & V. Firefly Books.. Comentários: Arbusto ou subarbusto. Recife. 704p. ovário com 2 a 5 lóculos (raramente unilocular) uni. 2007. Royal Botanic Gardens..V. V. dióico.. Xique-Xique (10º49’S. Santo Inácio (11º06’S.A. Sampaio. M. Neta. Culham. & Bittrich. 42º43’W). membranáceas.J.H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil.M. alvas.C. raramente (sub)arbustos. No Brasil.V. e 5 ramificações estigmáticas. Ontario. Kew. Serra do Açuruá (11º25’S. Glischrothamnus ulei Pilger Distribuição: BAHIA: Gentio do Ouro. endêmico da caatinga nordestina. Giulietti et al. M. sépalas livres ou unidas na base. raramente nozes. Folhas geralmen- te alternas. 42º43’W). eventualmente com arilo funicular. Heywood.L.. simples. Flowering plants – Dicotyledons. Flores com 2 tipos de sépalas. com centro primário de diversidade na África do Sul (Heywood et al. diferenciadas pela quantidade e localização de pontos glandulares. Giulietti. A. A. & Mayo. sementes reniformes. . Springer Verlag. Queiroz.a pluriovulados. Souza.Molluginaceae MOLLUGINACEAE Alexa Araújo de Oliveira Paes Coelho 281 Ervas anuais ou perenes geralmente glabras. Barbosa. Harley. 2002) e cerca de 130 espécies (Souza & Lorenzi.F.. J.K. vol. 103-115. Cápsulas loculicidas. Brummit. eventualmente rosa ou vermelhas. Flowering plant families of the world. A. Editora Plantarum.E. p. 1993. Nova Odessa. & Seberg. 2a ed. In K. H. R. 1980. Giulietti.B.. p. uma delas apontada como rara. Inflorescências terminais ou aparentemente cimeiras axilares. In E. Endress & Bittrich. hipóginas.R.M.Virgínio & C. androceu com 4 ou 5 (raramente 3 ou numerosos) estames. 1993. 2002. actinomorfas. 2008). inteiras. Flores pequenas. A... 250p. Towards a checklist of the flora of Bahia.M. Giulietti et al.S. geralmente monoclamídeas e pentâmeras. Molluginaceae. APNE/CNIP. Encontrada com flores e frutos de fevereiro a julho. V. J.M.B. com placentação axilar (basal. M. & Figueiredo. 544-555. pétalas ausentes (raramente 5 ou mais). Bittrich (eds) The families and genera of vascular plants. Berlin.L. em ovários uniloculares). 2007). são registrados três gêneros (Glischrothamnus. Espécies endêmicas da Caatinga. Gamarra-Rojas (eds) Vegetação e flora da caatinga. R. 42º31’W). S. presentes em um mesmo indivíduo. 2008.. Referências: Harley. & Lorenzi. (Harley & Mayo. freqüentemente em rosetas basais ou pseudoverticiladas nos ramos.P.B. monoclinas ou raramente diclinas. Molluginaceae possui 11 gêneros e cerca de 90 espécies distribuídas nas regiões (sub)tropicais de ambos os hemisférios. 2002) Endress. 1980. Kubitzki. R. L. 424p. V. Ocorre na Caatinga. 2. O.

flores estaminadas com 1 a muitos estames livres. tendo sido amostrado apenas um indivíduo em inventário realizado em uma parcela de 1 ha. com células de óleo esféricas. Frutos múltiplos. dióico. cerca de 70. tricomas simples (espécies neotropicais) ou estrelados. Folhas opostas. Comentários: Arvoreta de 3 a 7 m de altura. 1 a muitos carpelos uniovulados. Teresópolis (22º24’S. Macropeplus abrange quatro espécies e Mollinedia Ruiz & Pav. predominantemente. com poucas espécies no oeste da Austrália e na Nova Zelândia e uma espécie no sul da África. raramente monoclinas. subgloboso ou cupular. com receptáculo repando. Coletada principalmente em Ouro Preto. Teresópolis (22º24’S. denteadas. Comentários: Arbusto semi-escandente. sendo a Mata Atlântica o bioma brasileiro que concentra o maior número de espécies e também o maior número de táxons endêmicos. Flores pequenas. acrescente até a maturação das drupéolas. São apontadas oito espécies raras. em cimeiras trifloras simples. carnoso.) Macropeplus friburgensis (Perkins) I. A população conhecida tem 21 indivíduos adultos (reprodutivos) e diversos indivíduos jovens em desenvolvimento. entre 1. alvas. florestas úmidas. no final do séc.2. abrindo-se irregularmente em 3 ou 4 partes na maturação dos frutíolos. expondo as drupéolas desde cedo ou fechado. Ma- caé de Cima (22º21’S. 19. (Peixoto & Pereira Moura. cartáceas a subcoriáceas.) Macropeplus schwackeanus (Perkins) I. Itacolomi (20º17’S. 2001. todas oriundas de uma população estabelecida na nascen- Mollinedia corcovadensis Perkins 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. raramente ternadas. em 1960. sementes com testa membranácea. verde-escuras. Reserva Biológica de Poço das Antas (22º34’S. Ocorre nas florestas altomontanas e campos de altitude da Serra do Mar. Corcovado (22º54’S. ocorrem cinco gêneros: Hennecartia.Santos & Peixoto1. inteiras ou denteadas. Comentários: Arvoreta ou árvore. em Nova Friburgo. Madagascar e Oceania. Folhas elípticas a oblongas.150 m s. 2008) te do Rio das Flores. Ouro Preto.Santos & Peixoto1. Monimiaceae engloba 25 a 30 gêneros e cerca de 200 espécies. sobre solos aluviais. nítidas. Folhas opostas. Grazielanthus arkeocarpus Peixoto & PereiraMoura 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Silva Jardim. anteras deiscentes por fendas. 19. 2001. Flores actinomorfas. mesocarpo escasso. denteadas. com receptáculo bem desenvolvido. carnoso. denteadas. denteadas. alvas.3 Distribuição: MINAS GERAIS: Caparaó (20º31’S. (Santos & Peixoto. 2Inês da Silva Santos & 3Marcos Gonzalez Árvores ou arbustos. Receptáculo frutífero externamente verde-amarelado e internamente alaranjado. 42º57’W). Ocorre no sub-bosque de florestas de baixada. 41º54’W). monóicos ou dióicos.000 e 2.n. glabras ou pilosas. enegrescidas quando herborizadas. Gonzalez. em cimeiras trifloras simples. glabras. na planície costeira central do estado do Rio de Janeiro. abrindo-se então de forma irregular.m.282 Monimiaceae MONIMIACEAE 1 Ariane Luna Peixoto.2. As espécies habitam. flores pistiladas com gineceu apocárpico. Flores pequenas. 43º28’W). de 2 a 4 m de altura. alagadiços em época de chuvas. Várias coletas foram feitas nas últimas duas décadas. nítidas. inéd. nítidas. 42º16’W). com uma coleta na Serra do Caparaó. Folhas opostas. Está distribuída principalmente na América tropical. . com até 7 m de altura. Gonzalez. inéd. cartáceas a subcoriáceas. Sua distribuição é esparsa. glabras. provavelmente a mesma população do material-tipo. 42º27’W). Macrotorus e Grazielanthus são monotípicos. No Brasil. monoclamídeas diclinas. coletado no séc. 43º12’W). com 3 a 8 tépalas ou em caliptra. Flores com receptáculo urceolado. papiráceas. (Santos & Peixoto. Comentários: Árvore de 4 a 15 m de altura. folhas opostas.3 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. simples. 42º57’W).

& Pereira-Moura. Guedes-Bruni (coords) Reserva Ecológica de Macaé de Cima. M. Itajaí. 2001. Distribuição geográfica conhecida e potencial de Hennecartia omphalandra Poisson e Macropelus ligustrinus (Tul. Cimeiras trifloras simples. plurifloros. Conhecida apenas pelo material-tipo.V.F. I. Flores pequenas. 19. 1996) Referências: Mollinedia glaziovii Perkins 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. M. Conhecida apenas pelo material-tipo. 2007) Mollinedia myriantha Perkins 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. Coletada por Glaziou nas duas localidades. Rodriguésia 52: 65-105.S.Monimiaceae 283 Flores pequenas. A. A. Kew Bull. A. RJ – Aspectos florísticos das espécies vasculares. Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae. p. Folhas (ob)ovadas. consultado em junho de 2007. 300-331. Comentários: Arbusto ou arvoreta. Flores flavescentes a ferrugineo-tomentosas. Herbário Barbosa Rodrigues. em Teresópolis. Disponível online em jbrj.m. Alto da Serra (22º30’S. coriáceas. 2007. Conhecida apenas pela coleta de Glaziou no séc. 1979. axilares. de onde provem três coletas representando duas pequenas populações. 2008. Rio de Janeiro. glabrescentes adaxialmente e com pilosidade canescente e adpressa abaxialmente. A new genus of Monimiaceae from the Atlantic coastal forest in South-Eastern Brazil. 42º35’W). 2001. Rodriguésia 50: 135-222. em inflorescências com até 4 cm de comprimento. 19. Inflorescências ramosas.. Peixoto. Ocorre na floresta pluvial atlântica montana. Petrópolis. Nova Friburgo. Peixoto. Santos. Dissertação de mestrado.) Flora ilustrada catarinense. inteiras ou parcialmente denteadas. Monimiaceae. não tem sido mais encontrada em Petrópolis. 1979.L. em cimeiras trifloras simples. inteiras. 1996.R. 42º32’W). (Peixoto. 2007. (Peixoto. foi reencontrada na última década em trechos bem preservados de floresta entre 1. griseo‑pilosos. 19. 63: 137-141. A. In M. cartáceas. Lista de espécies da Flora do Rio de Janeiro: Monimiaceae. (Peixoto et al. coletado por Ule no final do séc.L. Inéd.135 m s. 49º03’W). Macaé de Cima (22º16’S. 2001) de Cima (22º21’S. & Guimarães. & Peixoto. Peixoto & Pereira-Moura. Mollinedia longicuspidata Perkins 1 Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. Comentários: Árvore de 5 a 10 m de altura. Comentários: Folhas oblongas. coletado por Glaziou em 1892.br/jabot. 1996) . próximo ao ribeirão do Bom Retiro. Instituto de Pesquisas Jadim Botânico do Rio de Janeiro.L. esverdeadas. 1979.L. cuspidadas ou longamente acuminadas no ápice.) Perkin.L. vol. Reitz. Rio de Janeiro. inteiras. Folhas (obovado-)oblongas.V.L.L. Reis (ed. Contribuição ao conhecimento da seção Exappendiculatae do gênero Mollinedia Ruiz & Pav. Folhas ovado-oblongas ou lanceoladas. (Peixoto. Peixoto.M. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 42º35’W). em cimeiras trifloras isoladas. Apesar de esforços. Peixoto.P. Macaé de Cima (22º21’S. In A. mas apesar de esforços não foi mais encontrada na região.gov. glabrescentes. Peixoto & Pereira-Moura. 64p. Monimioideae).L.. inteiras ou com 1 ou 2 dentes indistintos. em tirsos com até 5 cm de comprimento. M. esparsamente pilosas. Macaé Mollinedia eugeniifolia Perkins 1 Distribuição: SANTA CATARINA: Blumenau (26º55’S. coletado por Glaziou no séc. Monimiaceae. R. de 3 a 8 m de altura. (Peixoto.n. 1996) Gonzalez. & Pereira-Moura.080 e 1. amareladas. 2.. A. densamente rufas a ferrugíneo-pilosas abaxialmente. Peixoto & Pereira-Moura. A. Comentários: Arbusto ou árvore. Lima & R. Peixoto. Conhecida apenas pelo material-tipo. 43º10’W). E. não foi mais encontrada na região. 1979.

(Berg. (Carauta. Dorstenia contensis Carauta & C. com até 7. inteiras ou raramente lobadas.500 m s. altura.m. (Carauta. Inflorescência amarelada. arbustos ou ervas. Folhas com margem inteira a repanda. caule aéreo robusto. Folhas oblongas. lactescentes. cordadas na base.n. tinga (22º08’S. Dorstenia albertii Carauta. 2001) Comentários: Erva. com um único óvulo apical. 41º22’W). urceoladas (sicônios) ou pateliformes (cenantos). 39º19’W). São apontadas 17 espécies raras. Na região neotropical. cordadas na base. Folhas espiraladas. racemosas ou cimosas. sendo redescoberta na década de 1990. No Brasil. Folhas alternas. e estilete bífido.a 4-segmentado. 44º33’W). ramificado. 1974a. C. Conhecida por apenas duas coletas do início da década de 1970. inteiras ou espinuloso-denteadas na margem. espiciformes. 43º10’W).Valente & Sucre (21º03’S. atenuadas na base. Marcelo D. Comentários: Erva com cerca de 30 cm de altura.Berg Distribuição: BAHIA: Elísio Medrado (12º56’S. simples. 1829. Carauta. com flores distribuídas uniformemente. ramos alongados. cordadas na base. Inflorescências axilares. geralmente carnosos na maturação. Flores actinomorfas. 1996) Gandu (13º45’S. “1825”). Berg. é constituída por 27 gêneros e cerca de 300 espécies. freqüentemente aos pares. as pistiladas com perianto 2.100 espécies e 37 gêneros. M. Jorge P. Folhas agudas a acuminadas no ápice. Dorstenia erecta Vell.5 cm de comprimento. monóicas ou dióicas. ovário súpero ou ínfero.284 Moraceae MORACEAE Sergio Romaniuc Neto. ramos subterrâneos. Ocorre na região sudoeste do Estado do Rio de Janeiro e Sul de Minas Gerais. diclinas. ocorrem 19 gêneros e cerca de 230 espécies com distribuição predominante na região amazônica e na costa leste do país. Moraceae possui aproximadamente 1. entre 800 e 1. com até 13 cm de comprimento e 6. Drupas ou aquênios. 2001) Dorstenia ficus Vell. tendendo a dísticas. Receptáculo da inflorescência com até 8 mm de diâmetro. (Carauta. 2001) com cerca de 3 cm de comprimento.5 cm de diâmetro. P.C. 39º29’W). Estípulas subuladas. Serra do Mendanha (22º54’S. 1978. Conhecida apenas pelo material-tipo. 39º29’W). as estaminadas isostêmones ou com androceu reduzido para 1 ou 2 estames (raramente 3). a maioria dos gêneros pantropicais. 2001) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Mimoso do Sul Dorstenia dolichocaula Pilg. Receptáculo da inflorescência com até 2 cm de diâmetro. com receptáculo bifurcado e apêndices alargados. Berg. P. Comentários: Ervas com cerca de 20 cm de altura.5 cm de largura. 1978. com até 3 cm de largura. sem máculas. 1978. 44º05’W). vináceo. foi reencontrada recentemente em Elísio Medrado. Vianna Filho & Anderson F. RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º29’S. parte aérea 40º52’W). os entrenós com cerca de 5 cm de comprimento. bicarpelar. com gemas caulinares protegidas por estípulas. aclamídeas ou monoclamídeas. Berg. (Carauta. Conhecida apenas pelo material-tipo. Distribuição: MINAS GERAIS: Santa Rita de Jacu- Dorstenia conceptionis Carauta Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Itarana (19º52’S. globosas. com cerca de 40 cm de tura. Ubaitaba (14º18’S. Machado Árvores. com até 1 m de comprimento. Comentários: Erva rizomatosa. Comentários: Erva reptante. Receptáculo da inflorescência orbicular a ovado. Conhecida apenas pela ilustração de Vellozo (Flora fluminensis 53. Receptáculo da inflorescência com cerca de 5. Comentários: Erva ereta. Folhas oblongas. Folhas . com cerca de 50 cm de al- 44º44’W). Distribuição: RIO DE JANEIRO: Parati (23º15’S. unilocular. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro.

Moraceae

285

com pecíolo subcircular, violáceo. Inflorescência bifurcada, com flores pistiladas pubescentes. (Carauta, 1978)

Dorstenia sucrei Carauta
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Alfredo Chaves

Dorstenia fisheri Bureau
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Macaé (22º18’S, Comentários: Erva rizomatosa, com cerca de 20 cm

41º47’W).

de altura; caule flexuoso. Folhas peltadas. Inflorescência com receptáculo oblíquo-peltado, arredondado, quadrangular ou lirado. Conhecida apenas pelo materialtipo, coletada por Friedrich Fischer no norte do Estado do Rio de janeiro, em locais sombrios e úmidos de matas primárias. (Carauta, 1978)

(20º38’S, 40º45’W), Itaguaçu, (19º48’S, 40º51’W), Santa Teresa (19º51’S, 40º33’W). Comentários: Erva prostrada, com cerca de 30 cm de comprimento; raízes fibrosas. Folhas espatuladas, subcrenadas na margem; pecíolo com até 2 cm de comprimento. Inflorescência com receptáculo ligulado. (Carauta, 1974a)

Dorstenia urceolata Schott
trela (22º39’S, 43º02’W); Nova Iguaçu, Matas do Tinguá (22º45’S, 43º27’W). Comentários: Erva com cerca de 25 cm de altura. Folhas elípticas a lanceoladas, cartáceas. Inflorescência com receptáculo urceolado, vináceo. Ocorre em florestas com subbosque sombreado, na margem de rios. (Carauta, 1978)
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Magé, Serra da Es-

Dorstenia gracilis Carauta, C.Valente & Araujo
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares (19º23’S, Comentários: Erva com até 5 cm de altura, a menor

40º04’W).

espécie sul-americana do gênero. Folhas com até 6 cm de comprimento, vilosas e com máculas verde-claras na nervura principal adaxialmente. Inflorescência híspida, bracteada na margem, com pedúnculo de 0,5 a 15 cm de comprimento. Embora possua grande potencial ornamental, é de difícil cultivo. (Carauta, 1978)

Ficus blepharophylla Vázq. Avila
Distribuição: RORAIMA: Uramutã, Serra do Paraná (04º35’N, 60º10’W). Comentários: Árvore com até 10 m de altura; ramos tomentosos. Folhas oblongas, largo-elípticas a subovadas. Sicônios sésseis, pubérulos, geminados nas axilas das folhas. O material-tipo foi coletado por Ule, em fevereiro de 1909. (Vázquez-Ávila et al., 1984)

orstenia hildegardis Carauta, C.Valente & O.M.Barth
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º21’S, 40º39’W). Comentários: Erva com cerca de 30 cm de altura. Folhas esparsamente pubescentes, com pecíolo de até 10 cm de comprimento. Receptáculo da inflorescência com até 1 cm de diâmetro. Ocorre em floresta de encosta, à margem de rios, entre 600 e 800 m s.n.m. (Carauta, 1978; Berg, 2001)

D

Ficus carautana L.J.Neves & L.Emygdio
Distribuição: MATO GROSSO: Cáceres, Estação Eco-

Dorstenia strangii Carauta
(21º56’S, 44º10’W). RIO DE JANEIRO:Valença (22º54’S, 43º42’W). Comentários: Erva com cerca de 30 cm de altura. Folhas sagitadas na base. Inflorescência com receptáculo obovado e apéndices alongados. (Carauta, 1974b)
Distribuição: MINAS GERAIS: Bom Jardim de Minas

flexuosos. Folhas ovadas a elípticas, assimétricas na base. Sicônios sésseis, glabros, geminados, com brácteas basais arredondadas. Ocorre nas margens do rio Bracinho. (Neves & Emygdio, 1992)

Comentários: Árvore com até 10 m de altura; ramos

lógica Taiamã (16º49’S, 57º36’W).

Ficus noronhae Oliv.
Distribuição: PERNAMBUCO: Fernando de Noronha

ovadas a elípticas. Estípulas caducas. Sicônios sésseis, glabros, globosos, solitários na axila das folhas. (Carauta, 1986)

Comentários: Árvores com cerca de 4 m de altura. Folhas

(03º51’S, 32º25’W).

286

Moraceae

Ficus roraimensis C.C.Berg
Distribuição: RORAIMA: Mucajaí, rio Mucajaí (02º25’N,

Referências:

60º52’W). Comentários: Árvore com cerca de 7 m de altura; ramos alvo-pubescentes. Folhas subovadas a oblongas. Sicônios de 6 a 10 mm de diâmetro, geminados na axila das folhas. (Vázquez-Ávila et al., 1984)

Berg, C.C. 2001. Moreae, Artocarpae and Dorstenia (Moraceae): with introductions to the family and Ficus and with additions and corrections to Flora Neotropica monograph n. 7. Fl. Neotrop. Monogr. 83: 1-220. Carauta, J.P.P. 1974a. Dorstenia conceptionis e Dorstenia sucrei (Moraceae), espécies novas do Estado de Espírito Santo. Bol. Mus. Bot. Munic. 17: 1-4. Carauta, J.P.P. 1974b. Dorstenia strangii (Moraceae), espécie nova do Estado de Minas de Gerais. Bradea 42: 433-436. Carauta, J.P.P. 1978. Dorstenia L. (Moraceae) do Brasil e dos países limítrofes. Rodriguésia 29(44): 5-233. Carauta, J.P.P. 1986. Ficus (Moraceae) do Brasil: Conservação e taxonomia. Albertoa 2: 1-365. Carauta, J.P.P. 1996. Moráceas do Estado do Rio de Janeiro. Albertoa 4(13): 145-196. Neves, L.J. & Emygdio, L. 1992. Ficus carautiana n. sp. Bradea 6(5): 37. Vázquez-Ávila, M; Berg, C.C. & Kooy, F. 1984 (1986). New taxa of South American Ficus (Moraceae). Supl. Acta Amazon. 14(1/2): 195-213.

Ficus ursina Standl.
Distribuição: ACRE: Sena Madureira, rio Macauã

(09º13’S, 68º44’W). Comentários: Árvore com cerca de 15 m de altura; ramos fulvo-hirsutos. Folhas oblongo-lanceoladas, de 10 a 18 cm de comprimento. Sicônios subsésseis, pubescentes, com indumento de tricomas avermelhados, geminados na axila das folhas. Conhecida apenas pelo materialtipo, coletado na década de 1930. (Carauta, 1986)

Myristicaceae
MYRISTICACEAE
William Antonio Rodrigues

287

Árvores a arbustos, com ramificação subverticilada, dióicos ou raramente monóicos;

seiva vermelha exsudada pelos ramos e tronco quando feridos. Folhas alternas, simples, inteiras na margem, com venação conduplicada e nervação peninérvea (nervuras secundárias muitas vezes anastomosadas perto das margens), pecioladas e sem estipula. Cimeiras, fascículos, racemos ou capítulos, axilares, com brácteas diminutas, solitárias, e eventualmente bractéolas. Flores actinomorfas, trímeras, monoclamídeas, gamossépalas, hipóginas; androceu monadelfo, com 3 a 30 estames (raramente 2) e anteras conatas total ou parcialmente; gineceu unicarpelar, uniovulado, com placentação basal. Legume carnoso a coriáceo, em geral deiscente; semente geralmente envolta por um arilo. Mysristicaceae tem distribuição pantropical, ocorrendo nas Américas, Ásia e África. Na América, o seu centro de diversidade é na Amazônia Ocidental. Dos 18 gêneros e 400 espécies incluídos na família, cinco gêneros e 100 espécies são endêmicos dos neotrópicos. No Brasil, ocorrem os gêneros Compsoneura, Iryanthera, Osteophloeum, Otoba e Virola, totalizando cerca de 65 espécies, três delas apontadas com raras. Virola é o mais representativo e disperso no continente americano, indo da Guatemala e Antilhas Menores à Bolívia e Brasil Meridional (Rio Grande do Sul) e da costa do Pacífico da Colômbia e Equador à do Atlântico, no Brasil.

Iryanthera campinae W.A.Rodrigues
Distribuição: RORAIMA: São Luiz do Anamã (00º46’S,

Virola polyneura W.A.Rodrigues
Distribuição: AMAZONAS: Lábrea, rio Curaquetê

60º10’W). Comentários: Arbusto com copa pequena e rala, de 3 a 8 m de altura. Difere das espécies do grupo Sagotianae de Smith (1937) principalmente pela forma e consistência das folhas e pelo habitat bem distinto (campinarana). Difere de I. obovata Ducke pelas flores bem menores e pelo androceu elipsóide ou obovado, caracterizado por uma massa carnosa de conectivos coalescentes. Ocorre em campinaranas densas e baixas sobre solo silicoso humoso. Floresce e frutifica durante quase o ano todo. (Rodrigues, 1982)

(08º20’S, 65º33’W). Comentários: Árvore com cerca de 20 m de altura. Próxima de V. rugulosa Warb., mas distingue-se pelos râmulos glabrescentes, folhas com pecíolos bem mais longos e nervuras secundárias nitidamente mais condensadas, aparentemente mais numerosas, além das folhas, inflorescências e infrutescências mais curtas e frutos arredondados, um tanto estipitados. Ocorre em floresta ombrófila densa, às margens altas de rio. Encontrada com flores em meados de julho. (Rodrigues, 1980)

Virola guggenheimii W.A.Rodrigues
Distribuição: AMAZONAS: Itacoatiara (02º51’S, Comentários: Árvore com até 28 m de altura. Próxima

Referências:

59º10’W).

de V. decorticans Ducke, porém apresenta folhas relativamente menores, um tanto persistentes, e com indumento esparsamente estrigoso adaxialmente, além dos frutos glabrescentes quando maduros. Ocorre em floresta ombrófila densa, sobre solo argiloso. Floresce entre abril e maio e frutifica entre julho e novembro. (Rodrigues, 1980)

Rodrigues, W.A. 1980. Revisão taxonômica das espécies de Virola Aublet. (Myristicaceae) do Brasil. Acta Amazon. 10(1)(Supl.): 1-122. Rodrigues, W.A. 1982. Duas novas espécies da flora amazônica. Acta Amazon. 12: 295-300. Smith, A.C. 1937. The American species of Myristicaceae. Brittonia 2: 393-509.

288

Myrsinaceae
MYRSINACEAE
Maria de Fátima Freitas & Tatiana Tavares Carrijo

Ervas, arbustos ou árvores. Folhas geralmente alternas, freqüentemente adensadas no

ápice dos ramos, simples, sem estípulas, apresentando geralmente estruturas secretoras internas, também encontradas nas flores e frutos. Flores actinomorfas, 4- ou 5-meras, diclamídeas, monoclinas ou diclinas, isostêmones; androceu com anteras de deiscência longitudinal ou poricida; ovário súpero ou ínfero, unilocular, com placentação central-livre. Baga, drupas ou cápsulas. Myrsinaceae apresenta distribuição pantropical, com 49 gêneros e cerca de 1.500 espécies (Ståhl & Anderberg, 2004). No Brasil, ocorrem os gêneros Anagallis (6 espécies), Ardisia (10), Cybianthus (48), Myrsine (34) e Stylogyne (25), somando cerca de 100 espécies (Miquel, 1856; Mez, 1902; Taylor, 1955; Freitas & Kinoshita, 2005), quatro delas apontadas como raras.

Myrsine cipoensis M.F.Freitas & L.S.Kinoshita
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho, SerComentários: Arbusto com cerca de 70 cm de altura;

ra do Cipó (19º09’S, 43º36’W).

Comentários: Arbusto com cerca de 1,5 m de altura. Flores esverdeadas, sem pontuações glandulares aparentes, em inflorescências racemosas reduzidas. Ocorre a cerca de 400 m s.n.m. Encontrada com flores em novembro. (Mez, 1902; Carrijo & Freitas, 2008)

ramos contorcidos e lenhosos. Folhas congestas no ápice, com pontuações evidentes. Flores sésseis. Encontrada com flores em dezembro. (Freitas & Kinoshita, 2005)

Referências:

Stylogyne lhotzkyana (A.DC.) Mez
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Cachoeiras de Macacu (22º27’S, 42º48’W). Comentários: Arbusto com cerca de 1,5 m de altura. Flores amareladas, com pontuações lineares, brunas, em inflorescências paniculadas, piramidais. Ocorre em mata de encosta, sob pouca luminosidade. Encontrada com flores em outubro. (Candolle, 1837; Mez, 1902; Carrijo & Freitas, 2008)

Candolle, A. 1837. A review of the natural order Myrsineae. Trans. Linn. Soc. London 12: 95-138. Carrijo, T.T. & Freitas, M.F. 2008. Stylogyne (Myrsinaceae) no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Rodriguésia 59(2): 343-360. Freitas, M.F. & Kinoshita, L.S. 2005. Novas espécies de Myrsine L. (Myrsinaceae) para o Brasil. Rodriguésia 56(87): 67-72. Mez, C. 1902. Myrsinaceae. In H.G.A. Engler (ed.) Das Pflanzenreich. Berlin, Wilhelm Engelmann, vol. 9(IV, 236), p. 1-437. Miquel, F.A.G. 1856. Myrsineae. In C.F.P. Martius, A.G. Eichler, & I. Urban (eds) Flora brasiliensis. München, Typografia Regia, vol. 10, p. 269-338. Stahl, B. & Anderberg, A.A. 2004. Myrsinaceae. In K. Kubtski (ed.) The families and genera of vascular plants. Flowering plants dicotyledons: Celastrales, Oxalidales, Rosales, Cornales, Ericales. Berlin, Springer, vol. 4, p. 266-281. Taylor, P. 1955. The genus Anagallis in tropical and South Africa. Kew Bull. 3:321-350.

Stylogyne sellowiana Mez
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro, Gru-

alvas com pontuações vináceas, em inflorescências racemosas reduzidas. Ocorre em mata de encosta, sob pouca luminosidade, a cerca de 250 m s.n.m. Encontrada com flores em novembro. (Mez, 1902; Carrijo & Freitas, 2008)

Comentários: Arbusto de 1 a 1,5 m de altura. Flores

mari (22º56’S, 43º17’W).

Stylogyne sordida Mez
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Teresópolis, Serra dos Órgãos (22º26’S, 42º56’W).

Myrtaceae
MYRTACEAE
Ligia S. Funch, Leslie R. Landrum, Marla Ibrahim U. de Oliveira, Carolyn E. B. Proença, Fiorella F. ­Mazine & Alessandro Silva do Rosário (revisado por M. Sobral)

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Arbustos ou árvores, com córtex geralmente esfoliante, glabras ou com tricomas sim-

ples ou dibraquiados, unicelulares, com numerosos canais oleíferos que aparecem como pontos translúcidos nas folhas, flores, frutos e sementes. Folhas opostas, simples, inteiras, peninérveas, geralmente com nervura intramarginal. Panículas, racemos ou dicásios. Flores alvas, raramente rosadas, actinomorfas, geralmente 4- ou 5-meras, monoclinas, freqüentemente com hipanto prolongado acima do ovário; cálice dialissépalo, às vezes formando caliptra ou opérculo; corola dialipétala; androceu com numerosos estames vistosos, exsertos; ovário ínfero, 2- a 5-locular (raramente até 18 lóculos), com parede glandular ou não, lóculos 2- ou pluriovulados. Frutos bacóides ou capsulares, com cor e textura diversas; sementes 1 a várias, com testa fina a espessada. Myrtaceae compreende cerca de 140 gêneros e entre 4.000 e 5.800 espécies (Wilson et al., 2001; Judd et al., 2002; Heywood et al., 2007; Souza & Lorenzi, 2008), com dois centros principais de diversidade, a região paleotropical, especialmente Austrália, e a região neotropical. No Brasil, as Myrtaceae estão representadas por 25 gêneros da tribo Myrteae, todas com frutos carnosos, distribuídas principalmente em Eugenia, Myrcia e Psidium. São apontadas 26 espécies raras.

Accara elegans (DC.) Landrum
Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas, Serra do

Campomanesia anemonea Landrum
(15º14’S, 40º14’W); Santa Cruz Cabrália, Estação Ecológica do Pau-brasil (16º23’S, 39º08’W). Comentários: Árvore de 5 a 27 m de altura. Flores com sépalas e bractéolas foliáceas; hipanto com protuberâncias tentaculares. Ocorre em floresta higrófila e semidecídua. (Landrum, 2001)
Distribuição: BAHIA: Itapetinga, Parque da Matinha

Caraça (20º02’S, 43º23’W). Comentários: Arbusto de 1 a 2 m de altura. Flores com cálice fechado, rompendo-se em 4 lobos triangulares. Sementes com cerca de 3 mm de diâmetro, com testa dura e lisa. É a única espécie do gênero. (Landrum, 1990)

Calycolpus australis Landrum
Distribuição: MINAS GERAIS: Itambé do Mato Dentro (19º25’S, 43º19’W). Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura. Folhas brevitomentosas abaxialmente. Ocorre em campos rupestres. (Landrum, 1998)

Campomanesia hirsuta Gardner
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S,

hirsuto. Frutos grandes, comestíveis. Quase extinta, foi recentemente encontrada perto de Teresópolis. (Landrum, 1986; Lacerda & Morschbacker, com. pess.)

Comentários: Árvore ou arbusto de 3 a 7 m de altura,

43º11’W); Teresópolis (22º25’S, 42º58’W).

Calyptranthes dryadica M.L.Kawasaki
Distribuição: SÃO PAULO: Iguape, Reserva Ecológica

Campomanesia macrobracteolata Landrum
zes (21º01’S, 40º50’W); Piúma, Morro do Aghá (20º52’S, 40º46’W). Comentários: Arbusto ou árvore, com cerca de 2 m de altura. Flores com sépalas e bractéolas foliáceas; hipanDistribuição: ESPÍRITO SANTO: Itapemirim, Marataí-

Juréia-Itatins (24º42’S, 47º33’W). Comentários: Arvoreta de 1,5 a 4 m de altura. Folhas cartáceas. Flores em inflorescências com 1 a 2 pares de ramos laterais. (Kawasaki, 1998)

290

Myrtaceae

to com protuberâncias verrucosas. Ocorre em restingas. (Landrum, 2001)

Comentários: Árvore com cerca de 16 m de altura. Ra-

cemos com indumento flocoso e ferrugíneo. Conhecida apenas por duas coletas. (Mazine, inéd.)

Campomanesia phaea (O.Berg) Landrum
Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo (23º33’S, 46º38’W). Comentários: Árvore com até 10 m de altura. Frutos

Marlierea ensiformis McVaugh
Distribuição: AMAZONAS: São Gabriel da Cachoeira, Serra da Neblina (00º40’N, 66º12’W). Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura; ramos glabros, levemente achatados, alargados pela presença de alas que se estendem lateralmente, restritas à zona periférica. Flores em panículas pouco ramificadas, terminais ou axilares nos 3 pares finais de folhas do ramo, com raque achatada e lisa. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Rosário & Secco, 2006)

RIO DE JANEIRO: Cambuci (21º34’S, 41º54’W).

ovóide-rombóides, comestíveis. O cambuci, que em tupi-guarani significa “pote”, talvez esteja praticamente extinto em seu habitat natural. (Landrum, 1986; Kawasaki & Landrum 1997)

Campomanesia prosthecesepala Kiaersk.
Distribuição: MINAS GERAIS: Rio Manso (20º16’S, 44º18’W). Comentários: Folhas coriáceas. Flores com hipanto prolongado, em dicásios. Conhecida apenas pelo materialtipo, coletado por Glaziou no séc. 19. (Landrum, 1986)

Marlierea sucrei G.Barroso & Peixoto
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares, Reserva Natural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º23’S, 40º04’W). Comentários: Árvore de 6 a 12 m de altura; catafilos castanho-escuros. Folhas oblongas, grandes, discolores. Botões florais abrindo-se em 5 lobos calicinais regulares. (Barroso & Peixoto, 1990)

Eugenia blanda Sobral
Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º33’S, 42º53’W). Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Folhas ovadas a lanceoladas, com margens revolutas, tomentosas abaxialmente. Ocorre em campos rupestres e cerrados. (Kawasaki, 2004)

Myrceugenia brevipedicellata (Burret) ­D.Legrand­
& Kausel
Distribuição: SÃO PAULO: Campos do Jordão Comentários: Arbusto de 2 a 3 m de altura. Folhas (estrei-

Eugenia froesii McVaugh
Distribuição: PARÁ: Tucuruí, rio Tocantins (03º46’S, 49º40’W). Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. Flores de 2 a 5 pares em racemos. Floresce de agosto a novembro e frutifica em dezembro. (Mazine, inéd.)

(22º44’S, 45º35’W).

to-)elípticas, de 2,5 a 5 cm de comprimento. Ocorre entre campos úmidos e florestas de araucária. (Landrum, 1981)

Myrceugenia foveolata (O.Berg) Sobral
(29º53’S, 50º16’W); Torres (29º20’S, 49º43’W); São Francisco de Paula (29º27’S, 50º35’W); Cambará do Sul (29º02’S, 50º08’W). SANTA CATARINA: Praia Grande, Aparados da Serra (29º12’S, 49º57’W). Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. Folhas elípticas, de 1 a 3,5 cm de comprimento. (Sobral, 1985)
Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Osório

Eugenia grandifolia O.Berg
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S, 43º12’W). Comentários: Arbusto. Folhas brevipecioladas, cordadas. Conhecida apenas por duas coletas. (Mazine, inéd.)

Eugenia villanovae Kiaersk.
(22º54’S, 43º12’W).
Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro

Myrceugenia hatschbachii Landrum
Distribuição: PARANÁ: Lapa, Gruta do Monge (25º46’S, 49º42’W); Ponta Grossa/Palmeira, rio Tibagi (25º20’S, 49º50’W).

Myrtaceae

291

Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Fo-

lhas estreito-elípticas a oblanceoladas. Ocorre em áreas rochosas. (Landrum, 1981)

Myrceugenia smithii Landrum
jaí-Açu (27º01’S, 49º14’W); Lontras, Salto do Pilão (27º10’S, 49º32’W). Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. Folhas estreito-elípticas a lineares ou oblanceoladas. Ocorre próximo a rios, em áreas rochosas. (Landrum, 1981)
Distribuição: SANTA CATARINA: Indaial, rio Ita-

cambira (17º03’S, 43º18’W); São Gonçalo do Rio Preto (18º00’S, 43º23’W). Comentários: Arbusto de 0,5 a 1,5 m de altura. Folhas sésseis, cordatas. Ocorre nos campos cerrados e campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. (Sobral, 2005)

Plinia rara Sobral
vens e folhas pilosos. Inflorescências caracteristicamente flageliformes. (Sobral, 1994)
Distribuição: BAHIA: Ilhéus (14º47’S, 39º03’W). Comentários: Árvore de 6 a 15 m de altura; ramos jo-

Myrcia almasensis NicLugh.
Distribuição: BAHIA: Abaíra (13º15’S, 41º40’W); Piatã (13º09’S, 41º45’W); Rio de Contas (13º35’S, 41º49’W). Comentários: Arvoreta ou arbusto com até 5 m de altura. Folhas tomentosas. Flores em inflorescências cimosas, com brácteas persistentes. A presença de estiletes curtos e óvulos aparentemente abortados sugerem que a espécie talvez seja dióica, fenômeno raro na família. (Nic Lughadha, 1994)

Psidium cauliflorum Landrum & Sobral
Distribuição: BAHIA: Cachoeira, vale dos rios Paraguaçu e Jacuípe (12º32’S, 39º05’W); Feira de Santana (12º16’S, 38º58’W). Comentários: Árvore de 3 a 5,5 m de altura. Flores com cálice fechado, em inflorescências nos troncos e nos ramos grandes. Ocorre em floresta estacional. (Landrum & Sobral, 2006)

Myrcia follii G.Barroso & Peixoto
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares, Reserva Natural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º23’S, 40º04’W). Comentários: Árvore com cerca de 14 m de altura. Folhas oblongas, cobertas adaxialmente por tricomas dibraquiados. Botões florais obovados, rufo-pilosos. Flores com lobos do cálice não ciliados e estilete glabro, em panículas. (Barroso & Peixoto, 1990)

Psidium macedoi Kausel
Flores alvas. Frutos verdes, comestíveis. Ocorre nos cerrados de solos serpentinos, ricos em níquel. (Kausel, 1972)
Distribuição: GOIÁS: Niquelândia (14º27’S, 48º28’W). Comentários: Subarbusto. Folhas cordadas, coriáceas.

Siphoneugena delicata Sobral & Proença
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa (19º56’S, 40º35’W). Comentários: Arvoreta. Folhas pequenas, elípticas. Inflorescências axilares, congestas. Botões florais fechados terminando em apículo. (Sobral & Proença, 2006)

Myrcia gilsoniana G.Barroso & Peixoto
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Linhares, Reserva Natural da CompanhiaVale do Rio Doce (19º23’S, 40º04’W). Comentários: Árvore com cerca de 12 m de altura. Folhas oblongas, cobertas adaxialmente por tricomas alvodibraquiados. Botões florais clavado-turbinados, glabros. Flores em panículas com ramos patentes. (Barroso & Peixoto, 1990)

Referências:

Plinia nana Sobral
Distribuição: MINAS GERAIS: Diamantina (18º14’S,

Barroso, G.M. & Peixoto, A.L. 1990. Espécies novas de Myrcia DC. e Marlierea Cambess. (Myrtaceae). Acta Bot. Bras. 4: 15-17. Heywood, V. H., Brummit, R.K., Culham, A. & Seberg, O. 2007. Flowering plant families of the world. Ontário, Firefly Books, 424p.

43º36’W); Felício dos Santos (18º04’S, 43º14’W); Ita-

292

Myrtaceae

Judd, W.S., Campbell, C.S., Kellog, E.A., Stevens, P.F. & Donoghued, M.J. 2002. Plant systematics: a phylogenetic approach. 2a ed. Sunderland, Sinauer Associates, 576p. Kausel, E. 1972. Mirtáceas sudamericanas nuevas o criticas. Lilloa 33: 95-134. Kawasaki, M.L. 1998. A new species of Calyptranthes (Myrtaceae) from coastal forests of Brazil. Novon 8: 386-387. Kawasaki, M.L. 2004. Flora de Grão Mogol, Minas Gerais: Myrtaceae. Bol. Bot. Univ. São Paulo 22: 323-337. Kawasaki, M.L. & Landrum, L.R. 1997. A rare and potentially fruit of Brazil: Cambuci, Campomanesia phaea (Myrtaceae). Econ. Bot. 52: 403-407. Landrum, L.R. 1981. A monograph of the genus Myrceugenia (Myrtaceae). Fl. Neotrop. Monogr. 29: 1-137. Landrum, L.R. 1986. Campomanesia, Pimenta, Blepharocalyx, Legrandia, Acca, Myrrhinium and Luma (Myrtaceae). Fl. Neotrop. Monogr. 45: 1-178. Landrum, L.R. 1990. Accara: A new genus of Myrtaceae, Myrtinae from Brazil. Syst. Bot. 15: 221-225. Landrum, L.R. 1998. A new species of Calycolpus (Myrtaceae) from the Campos Rupestres, Minas Gerais, Brazil. Novon 8: 244-246. Landrum, L.R. 2001. Two new species of Campomanesia (Myrtaceae) from Espirito Santo and Bahia, Brazil. Brittonia 53: 534-538. Landrum, L.R. & M. Sobral 2006. Psidium cauliflorum (Myrtaceae), a new species from Bahia, Brazil. Sida 22(2): 927-929.

Mazine, F.F. Inéd. Estudos Taxonômicos em Eugenia L., com ênfase em Eugenia sect. Racemosae. Tese de doutorado, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. Nic Lughadha, E. 1994. Notes on the Myrtaceae of the Pico das Almas, Bahia, Brazil. Kew Bull. 49: 322-325. Rosário, A.S. & Secco, R.S. 2006. Sinopse das espécies de Marlierea Cambess. (Myrtaceae) na Amazônia brasileira. Acta Amazon. 36: 37-52. Sobral, M. 1985. Myrceugenia foveolata (Myrtaceae): Nova combinação. Roessléria 7(4): 43. Sobral, M. 1994. Duas espécies e seis combinações novas em Plinia (Myrtaceae) do Brasil. Hoehnea 21: 200. Sobral, M. 2005. Plinia nana (Myrtaceae), a new species from Minas Gerais, Brazil. Novon 15: 586-589. Sobral, M.E. & Proença, C.E.B. 2006. Siphoneugena delicata (Myrtaceae), a new species from the montane atlantic forests of Southeastern Brazil. Novon 16: 530-532. Souza, V.C. & Lorenzi, H. 2008. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação de famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado na APG II. 2ª ed. Nova Odessa, Instituto Plantarum, 704p. Wilson, P.G., O’Brien, M.M., Gadek, P.A. & Quinn, C.J. 2001. Myrtaceae revisited: a reassessment of infrafamilial groups. Am. J. Bot. 88: 2013-2025.

Ochnaceae
OCHNACEAE
Domingos Benício Oliveira Silva Cardoso

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Arbustos, árvores, ou raramente ervas. Folhas alternas, simples, raramente pinadas, ge-

ralmente serreadas na margem, às vezes ciliadas, com estípulas. Flores actinomorfas ou zigomorfas, pentâmeras (ocasionalmente 4- ou 3-meras), monoclinas, isostêmones (ocasionalmente diplo- ou polistêmones), hipóginas; sépalas livres ou às vezes conatas; pétalas livres, amarelas, alvas ou róseas; androceu com estames livres, freqüentemente com 1 ou 2 verticilos de estaminódios livres ou soldados formando uma corona; ovário com 2 a 10 carpelos uni- a pluriovulados, de placentação axilar, ereta ou parietal. Cápsulas ou frutos drupáceos. Ochnaceae possui distribuição pantropical, com 27 gêneros e cerca de 500 espécies, a maior parte na América do Sul (Amaral, 1991). Tem sido tradicionalmente subdividida em duas subfamílias: Ochnoideae, sem estaminódios, e Sauvagesioideae, com estaminódios em diversos gêneros (Amaral & Bittrich, 1998). A maior parte dos gêneros é monotípica ou possui de 2 a 40 espécies; Ouratea, com cerca de 250 espécies, é o gênero mais diverso (Yamamoto, inéd.). No Brasil, estima-se que ocorram 13 gêneros e cerca de 120 espécies (Souza & Lorenzi, 2008), as quais estão distribuídas principalmente em áreas de cerrado ou nos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço, mas podendo ser encontradas também nos domínios da Mata Atlântica e da Amazônia. São apontadas 19 espécies raras.

Elvasia capixaba Fraga & Saavedra
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa, Estação

Biológica Santa Lúcia (19º57’S, 40º31’W). Comentários: Árvore com cerca de 13 m de altura. Flores com 5 pétalas amarelas e 7 estames. Ocorre em um fragmento de floresta atlântica, a cerca de 750 m s.n.m. Encontrada com flores em agosto e com frutos em fevereiro. (Fraga & Saavedra, 2006)

Comentários: Árvore com cerca de 9 m de altura. Flores com pétalas alvas, as únicas no gênero com essa coloração. Ocorre em um fragmento de floresta atlântica montana, a cerca de 1.030 m s.n.m. Encontradas com flores e frutos em junho e agosto. (Fraga & Saavedra, 2006)

Luxemburgia ciliatibracteata Sastre
Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho, Serra do Cipó (19º15’S, 43º33’W); Serro, Pico do Itambé (18º35’S, 43º23’W). Comentários: Arbusto de 0,5 a 1 m de altura. Brácteas e bractéolas elípticas, distintamente ciliadas. Apesar do material-tipo ser do Pico do Itambé, as coletas recentes estão restritas aos campos rupestres da Serra do Cipó. Floresce de outubro a fevereiro e frutifica de dezembro a abril. (Sastre, 1981; Feres, inéd.)

Elvasia gigantifolia Fraga & Saavedra
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Cariacica, Reserva

Biológica Estadual Duas Bocas (20º16’S, 40º28’W).
Comentários: Árvore com cerca de 10 m de altura. Fo-

lhas com mais de 24 cm de comprimento, as maiores do gênero. Ocorre em um fragmento de floresta atlântica. Encontrada com flores em dezembro e com frutos em maio. (Fraga & Saavedra, 2006)

Luxemburgia corymbosa A.St.-Hil.
Distribuição: MINAS GERAIS: Catas Altas, Serra do

Elvasia kollmannii Fraga & Saavedra
Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa, cabe-

ceira do rio Bonito (19º57’S, 40º31’W).

Caraça (20º04’S, 43º29’W). Comentários: Arbusto de 2 a 3 m de altura. Folhas sésseis. De 3 a 4 flores em inflorescências congestas. Conhecida

Serra do Cabral (17º41’S. Encontrada com flores de outubro a março e em junho e com frutos de janeiro a abril. Serra de São Gonçalo (18º14’S. 42º52’W). Comentários: Arbusto de 70 cm a 2 m de altura.6 a 9 cm de comprimento e 1 a 2 mm de largura. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Chapada Diamantina. Ocorre sobre solo arenoso entre afloramentos rochosos. com 1 a 1. Conselheiro Mata (18º17’S. Feres. (Sastre.Yamamoto Distribuição: MINAS GERAIS: Grão Mogol (16º35’S. inéd.) Ouratea acicularis R. (Fraga & Feres. Folhas e brácteas sem cílios na margem. Única espécie do gênero nativa da Bahia.n. 40º39’W).-Hil. março e novembro e com frutos em fevereiro. Folhas caracteristicamente com cílios pareados ao longo da margem. Serra do Cipó (19º10’S. (Yamamoto.150 m s. (Sastre. entre as maiores do gênero. Diamantina. Distribuição: MINAS GERAIS: Couto Magalhães. 43º17’W).) Luxemburgia diciliata Dwyer Distribuição: BAHIA:Abaíra. . junho e outubro. Floresce e frutifica entre fevereiro e abril.) Ouratea hatschbachii K. Ocorre no cerrado da região do Jalapão.Chacon & K. Floresce de novembro a agosto e frutifica de dezembro a julho. fortemente revolutas nas margens. Ocorre em campos rupestres.St.5 a 3 m de altura. 43º22’W). 46º41’W).5 a 2 m de altura. Encontrada com flores e frutos de janeiro a março. de 1. Serro (18º37’S.5 cm de comprimento. 44º06’W). Comentários: Arbusto a árvore de 2 a 6 m de altura. inéd. Monjolos (18º21’S. (Feres. Folhas distintamente serreadas. (Sastre. coletado em campos rupestres. Comentários: Arbusto cespitoso. Piatã. Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. 1995) Luxemburgia hatschbachiana Sastre Distribuição: MINAS GERAIS: Augusto de Lima. Feres.) Luxemburgia mysteriosa Fraga & Feres Distribuição: ESPÍRITO SANTO: São Roque do Canaã. Luxemburgia speciosa A. 1981. inéd. inéd. Flores com pétalas amarelas. 43º29’W). entre as maiores do gênero. 1981. Alto Misterioso (19º44’S. 43º37’W). Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. (Yamamoto et al. Encontrada com flores de dezembro a março e com frutos em março. 39º01’W). Encontrada com flores em julho e novembro e com frutos em outubro e dezembro. Flores com sépalas ovadas. Ocorre em fragmentos da Mata Atlântica associados a inselbergs.) Ouratea longipes Sastre Distribuição: BAHIA: Itacaré (14º16’S. Milho Verde (18º26’S. Rio de Contas. Pico das Almas (13º35’S. Comentários: Arbusto de 0. 44º06’W). Santana do Riacho. Flores com sépalas ciliadas na margem e pétalas amarelo-ouro. Ma- raú (14º06’S. 43º58’W).) 41º53’W). Brácteas persistentes durante a frutificação. Serra do Cipó (19º20’S. 43º35’W). característica única no gênero.5 a 17. Folhas lineares ou aciculares. Serro. Serra do Gentio (13º01’S. 38º59’W). 2008) Distribuição: TOCANTINS: Mateiros (10º27’S. de 5. Pico do Itambé (18º28’S. 2007) Luxemburgia damazioana Beauverd Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. inéd. (Feres.m. Folhas e sépalas geralmente sem cílios na margem.294 Ochnaceae apenas pelo material-tipo. Encontrada com flores em fevereiro. (Feres. com flores em fevereiro.Yamamoto tura. Comentários: Arbusto de 1 a 3 m de altura. em julho e novembro. entre 850 e 1. Ocorre na Serra do Cipó e no leste do Planalto de Diamantina. inéd. Feres. Serra daTromba (13º18’S. 41º55’W). Ocorre nos campos rupestres do Planalto de Diamantina. Folhas oblongas.5 m de al- Luxemburgia flexuosa Sastre Distribuição: MINAS GERAIS: Santo Antônio do Itambé. Comentários: Arbusto de 0.. Encontrada com flores em maio e junho e com frutos em junho e novembro. 43º37’W). 1981. Folhas até 9 cm de comprimento. ciliadas no ápice. 41º49’W). Comentários: Arbusto com cerca de 1 m de altura. Folhas sésseis.

Flores com pétalas amarelas e gineceu subséssil. coriáceas. Ocorre em campos rupestres. Flores com pétalas alvas e estaminódios róseos. Encontrada com flores e frutos em janeiro. Bot. Brazil. Conhecida apenas de uma população reduzida. Encontrada com flores entre maio e janeiro e com frutos entre julho e setembro. Harley. Syst. Sastre.5 m de altura. Folhas aciculares. Comentários: Arbusto de 2 a 3 m de altura. Sauvagesia oliveirae Harley & Giul. Ocorre na restinga arbustiva da região sul da Bahia. a new species from the Atlantic rain forest of Espírito Santo. Amaral. com margem ligeiramente crenada e com glândulas. 2007. & Leite. 41º45’W). Ontogenia inicial do androceu de espécies de Ochnaceae subfam. 2005) Sauvagesia lanceolata Sastre Distribuição: GOIÁS: Alto Paraíso de Goiás. característica marcante da espécie. Bot. 21: 269-273. ramos e pe- Sauvagesia ribeiroi Harley & Giul.M. Fraga. Ochnacées nouvelles du Brésil. sobre solo arenoso temporariamente inundado. 41º22’W). Ocorre nos campos gerais e campos rupestres das porções central e sul da Chapada Diamantina. fevereiro e setembro. M.N. Ocorre nos campos rupestres das porções central e sul da Chapada Diamantina. Catolés (13º16’S. Two new species and a new record of Sauvagesia (Ochnaceae) in the Chapada Diamantina of Bahia. (Harley et al. V. 60: 571-580. 41º30’W). M.C. Sauvagesia nitida Zappi & E. 2005. (Ochnaceae) – Revisão taxonômica e estudo cladístico.Ochnaceae 295 Comentários: Arbusto com cerca de 2 m de altura.. Novon 16: 483-489. Encontrada com flores em fevereiro e com frutos em julho. Bot.Lucas Mucugê. sésseis.E. distintamente brilhantes. Inéd. revolutas na margem e denticuladas. 1997.C. 1981) Distribuição: BAHIA: Maraú (14º14’S. (Zappi & Lucas. Comentários: Arbusto ereto de 60 cm a 1 m de altura. Revta Brasil. 2005) Ouratea platicaulis Sastre cíolo distintamente achatados. Harvard Pap. A. Sauvagesioideae através da análise em microscopia eletrônica de varredura. sobre solo areno-pedregoso. nos afloramentos rochosos dos campos rupestres da Chapada Diamantina. C. Comentários: Arbusto ereto com cerca de 1 m de altura. Belg. Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (14º08’S. Bot. with an emended key for subgenus Hostmannia. C. 41º18’W). Universidade Estadual de Campinas. 1991. K.N. 47º47’W). 1981. de 20 a 30 cm de comprimento. 113: 105-196. & Feres. Sastre. Giulietti. (Sastre. Dissertação de Mestrado. 39º00’W). O gênero Luxemburgia A. 1998. C. Feres. Bull.B. Bot. lanceoladas. Distribuição: BAHIA: Mucugê.M. Fraga. Jard. 2006. (Sastre. São Paulo 16: 71-73.. F. Jahrb.E. 1997) Referências: Amaral. com até 2. Ocorre na mata costeira da região sul da Bahia. Univ. Encontrada com flores e frutos em janeiro. 12(2): 405-408. fevereiro. 51: 397-413. com menos de 5 mm de comprimento. 41º22’W). 2001. Three new species of Elvasia (Ochnaceae) from the Brazilian Atlantic forest. & Saavedra. e com glândulas transparentes na margem das . Folhas aciculares.. Serra do Esbarrancado (12º45’S. Rio de Contas (13º28’S. 1981) sépalas. Flores com pétalas amarelas e gineceu com carpóforo de cerca de 2 cm de comprimento. R. de 13 a 19 cm de comprimento. Mucugê. C. M. Serra do Gobira (13º04’S. Bol. Encontrada apenas com flores em janeiro. Fo- lhas oblongo-lanceoladas.St. Uma espécie nova de Sauvagesia L.M. Luxemburgia mysteriosa (Ochnaceae). Campinas. (Harley et al. Folhas pequenas. concentradas no ápice dos râmulos. & Bittrich.-Hil. Folhas coriáceas. 41º53’W). Phylogenetische Systematik der Ochnaceae. Morro do Ouro (13º42’S. (Sastre. agosto e setembro. Comentários: Arbusto ou arvoreta. F.R. Kew Bull. Brazil. (Ochnaceae) do campo rupestre do Estado de Goiás. Encontradas com flores e frutos em novembro. 2002) Distribuição: BAHIA:Abaíra. Comentários: Erva ereta com cerca de 25 cm de altura. Distribuição: BAHIA: Barra da Estiva. Serra do Gobira (13º04’S. Folhas oblongo-obovadas.

Inéd.. Tese de doutorado.C. 2002. 2008.296 Ochnaceae Souza. 704p. and notes on Sauvagesia in Bahia & Minas Gerais. NE Brazil. K. Tocantins. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil. A distinctive new species of Ouratea (Ochnaceae) from the Jalapão region. & Lorenzi. D. Bot. K. Yamamoto. K. Nova Odessa. 57: 711-717. 1995. Kew Bull. Estudos taxonômicos sobre Ouratea parviflora (DC. 1995. baseado na APG II. Brazil. .) Baill.. Novon 18: 397-404.. Univ. & Lucas. V. 2008. E. Proença.C. Ouratea hatschbachii (Ochnaceae). Chacon. São Paulo 14: 33-37. Yamamoto. Cavalcanti. (Ochnaceae) e espécies afins ocorrentes em Floresta Atlântica nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. H. Zappi. Bahia. uma nova espécie de Grão Mogol. Sauvagesia nitida Zappi & E. 2a ed. R. Estado de Minas Gerais. Universidade Estadual de Campinas.G. D. Campinas. T. Instituto Plantarum. Lucas (Ochnaceae) – a new species from Catolés. Yamamoto.B. Bol. C. & Graciano-Ribeiro. Brasil.

1984) Referências: Sleumer. actinomorfas. baseado na APG II.C. Monogr. 1984. carnoso e vistoso. diclamídeas. e uma semente. H. freqüentemente com cálice acrescente. Folhas (sub)ovadas. 68º52’W).O. freqüentemente hemiparasitas de raízes. Souza. 2008). Flores papilosas externamente. 38: 1-159. 42º34’W). Comentários: Árvore. 704p. glabras. a maior diversidade concentrada na Amazônia (Souza & Lorenzi. alternas. Instituto Plantarum. Inflorescências racemosas ou paniculadas. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de fanerógmas nativas e exóticas no Brasil. Conhecida apenas pelo material-tipo. Serra de Macaé (22º19’S. iso. Folhas simples. de placentação central-livre. nectários isolados ou formando um disco intra. inequiláteras na base. diplo. Flores geralmente pequenas e esverdeadas. sem estípula. Fl. 19. basal ou raramente axilar. eventu- almente lactescentes.a 7-meras. 1984) . raramente lianas. coletado no séc. Cathedra grandiflora Loes. Não é coletada desde 1940. glabras. axilares ou eventualmente caulifloras. em fascículos axilares densifloros. rugulosas. ovário com 1 a 5 lóculos uniovulados. monoclinas ou raramente diclinas (plantas dióicas). ramos delgados. Comentários: Árvore com cerca de 6 m de altura. hipóginas. geralmente em florestas e cerrados.Olacaceae OLACACEAE Alessandro Rapini 297 Arbusto ou árvores. Drupas ou nozes. Foram indicadas duas espécies raras. V.ou extra-estaminal. com deiscência longitudinal da antera. No Brasil.ou polistêmones. (Sleumer. 3. Folhas oblongo-elípticas. Olacaceae. & Lorenzi. ocorrem 12 gêneros e cerca de 60 espécies. 2a ed. Heisteria amazonica Sleumer Distribuição: AMAZONAS: São Paulo de Olivença (03º22’S. Neotrop. (Sleumer. 2008. estames livres ou conatos na base. estriados. H. Flores verdes. Olacaceae inclui 24 gêneros (o gênero Schoepfia foi segregado em uma família à parte) e aproximadamente 150 espécies e possui distribuição pantropical. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. em fascículos. Nova Odessa.

Kadereit (ed. 1969.A.S. P. nativa da África. nov. com cerca de 60 espécies. Studies in the genus Jasminum L. não produziu frutos.S. com uma espécie no Brasil Central. 2006. Oleaceae tem distribuição cosmopolita. apesar de florescer dois anos consecutivos em julho. America and the description of Priogymnanthus. Coletada várias vezes durante o séc. com uma espécie na Região Sul. foi descrita para o Brasil e é aqui espontânea (Green. Comentários: Arvoreta com cerca de 3 m de altura. Springer Verlag. subsésseis. incluindo entre 22 e 23 gêneros e mais de 400 espécies (Green. simples ou compostas.) The families and genera of vascular plants. a new species from Minas Gerais. em inflorescências congestas. das quais 10 no Brasil (três delas indicadas como raras). Inflorescências paucifloras. P. hipóginas. Green. J. In J. 49: 261-286. Chionanthus greenii (Oleaceae). Frutos geralmente drupas com 1 semente.298 Oleaceae OLEACEAE Júlio Antonio Lombardi Árvores principalmente. 1969. corola gamopétala. em áreas hoje totalmente urbanizadas (Botafogo e Flamengo). 19. 2004. creme. 2006) Referências: Green. 23: 273-275.. Folhas opostas. p. Comentários: Arvoreta. espécimes mais recentes não foram encontrados. geralmente com 2 óvulos por lóculo. e Priogymnanthus. diclamídeas e monoclinas. Flores acti­ nomorfas. Flores pequenas. vol. geralmente tetrâmeras.Green Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º58’S. Jasminum fluminense Vell. Folhas subcordadas.S. Kew Bull. 1994) Chionanthus greenii Lombardi Distribuição: MINAS GERAIS: São Gonçalo do Rio Abaixo. (Green. . o qual. Conhecida apenas por duas coletas da primeira metade do séc. gen. nos arredores do antigo Rio de Janeiro. 61: 179-182. Menodora. 1994) (22º55’S. Estação Ambiental de Peti/CEMIG (19º53’S. aparentemente nos arredores do Jardim Botânico.Green Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro Chionanthus tenuis P. Três gêneros são nativos no Brasil: Chionanthus. Kew Bull. Berlin. P. 20. The so-called New World species. Kew Bull. 1994.W. Coletada uma única vez e conhecida por um único indivíduo. Encontrada com flores em novembro. 43º10’W). 2004). 43º22’W). (Lombardi. Comentários: Arvoreta com cerca de 4 m de altura. 1994. Lombardi. Brazil. androceu com 2 estames (menos comumente 4) epipétalos.: 4. Folhas elípticas.S. Green. 296-306. 43º13’W). sem estípulas. ovário bilocular. 2004). Chionanthus fluminensis (Miers) P. (Green. A revision of Chionanthus (Oleaceae) in S.S. 7. Oleaceae.

41º25’W) tura. Conhecida apenas por duas coletas. bainhas do ramicaule hispídulas. Chiron. com sementes pulverulentas. Serra do Sincorá Comentários: Epífita. bipaelolada na base.N. Folhas lanceoladas. Folhas lanceoladas. Fruto geralmente cápsula. unifoliados (raramente bifoliados). produzidas sucessivamente. lacerado-ciliado. com os lobos laterais estreitamente oblongo-lineares. labelo trilobado. coletado na Chapada Diamantina. labelo ungüiculado. gineceu e androceu fundidos em uma coluna (ou ginostêmio).Gonç. com cerca de 800 gêneros e 25. Rodrigo B.300 m s.Chase Distribuição: PARANÁ: Curitiba (25º25’S.800 endêmicas. 43º14’W). com número elevadíssimo de óvulos.Chase da Carioca (22º56’S. 1946) cos. (Brade. Serra 48º40’W). de 4 a 6 cm de comprimento. mais curtos que as folhas. geralmente epífitas ou rupícolas. Caule comumente engrossado em um pseudobulbo. rizomatosas. arroxeados. a cerca de 1. Leonardo P. Folhas comumente espessadas. androceu geralmente com apenas 1 estame fértil. densamente multifloros. com sépalas petalóides e uma das pétalas modificada e mais vistosa (labelo). (Pabst. Fábio de Barros. 48º39’W). Figueirêdo & Silvana H. Comentários: Epífita reptante.W.5 a 3 cm de comprimento. Azevedo. ovário tricarpelar. mais curto que a folha. Flores róseas. coletado na Mata Atlântica. de 5 a 7 cm de altura. Eric C. de 3 a 4 cm de comprimento. 2005). ou alongado e cilíndrico. e secundariamente nos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço. Comentários: Epífita cespitosa. Inflorescência racemosa ou paniculada. Giulietti et al. Folhas oblongas..000 espécies (Dresssler. N. Conhecida apenas pelo material-tipo. Rizoma de 2. raramente terres­ tres. de 6 a 8 cm de altura. com os lobos laterais estreito-triangulares e o central sagitado. entre ramicaules. Geórgia R. São José (27º38’S. (van den Berg & Gonçalves. Guy R. trilobado.Orchidaceae ORCHIDACEAE 299 Cássio van den Berg. Cecília O. 2005) Acianthera murexoidea (Pabst) Pridgeon & M. 1956) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro.W. Flores zigomorfas. biteca e com pólen agrupado em polínias. labelo da corola com âmbito oblongo. longamente atenuadas na base. Flores com cerca de 3 mm de comprimento. Orchidaceae possui distribuição cosmopolita. 1956) . sépalas laterais unidas entre si.650 espécies (cerca de 1. 72 delas raras) e 205 gêneros (cerca de 35 endêmicos. 2004.m. ocorrem cerca de 2. Conhecida apenas pelo material-tipo. Distribuição: BAHIA: Mucugê. Anathallis githaginea (Pabst & Garay) Pridgeon & M. (Pabst. e o central ovado. Felix.5 mm de comprimento. van den Berg & Azevedo.2 cm de comprimento. entre ramicaules. Bainhas do ramicaule hispídulas. terminais aos pseudobulbos. 49º15’W).n. unilocular.W. setáceopiloso na margem e adaxialmente. Inflorescências longas. G. porém predominantemente tropical. atenuadas na base. região central ciliolada e a distal papilosa. Racemo sucedâneo. Singer. É a única espécie de um gênero recentemente descrito. A riqueza de espécies de Orchidaceae no Brasil se concentra sobretudo na Mata Atlântica (>50%). com cerca de 6 cm de al- Adamantinia miltonioides Van den Berg & C. subtrilobado. Pseudobulbos ovóides a cilíndri- (12º59’S. Acianthera adiri (Brade) Pridgeon & M. sépalas laterais unidas entre si até cerca da metade. Flores com cerca de 5. ciliados. bainhas do rizoma e do ramicaule híspidas.5 a 3 cm compr. Wellington Forster. Racemo geralmente mais curto que a folha. 1993). Rizoma de 1 a 1. de 2.Chase Distribuição: SANTA CATARINA: Palhoça (27º38’S. Comentários: Epífita reptante. Smidt. No Brasil. 2 ou 3 por folha. em Racemos sucedâneos. Inflorescências. sépalas laterais livres entre si. Flores de 5 a 6 mm de comprimento. Monteiro Plantas herbáceas.

pétalas ciliolada. A ro (23º57’S. Baptistonia damacenoi Chiron & V. sépalas laterais livres. ciliado. mais largo na metade proximal.Chase Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S. 46º19’W). pétalas pubérulas. subpandurado. longa. Ocorre em floresta ombrófila.P. com cerca de 5 mm de comprimento. Flores com cerca de 4 mm de comprimento. pétalas pubescentes. Comentários: Epífita cespitosa. unifoliados. uni. 40º40’W). sépalas laterais livres. 1938) Anathallis jordanensis (Hoehne) F.5 cm de diâmetro. em local atualmente urbanizado.Castro & Chiron (20º18’S. Folhas crassas. (Pabst. paniculada. com até 15 cm de al- 43º11’W). A (22º44’S. Pseudobulbos fusiformes. móvel. 1929) Anathallis kautskyi (Pabst) Pridgeon & M. 1938) Baptistonia kautskyi (Pabst) V.5 a 4 cm de comprimento. longamente atenuadas na base.Chase Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S. claviforme-espessado no ápice. mais curta que a folha. longamente atenuadas na base. (Hoehne.ou bifoliados.Barros Distribuição: SÃO PAULO: Paranapiacaba. 1930) nathallis spannageliana (Hoehne) Pridgeon & M. Ocorre em floresta ombrófila.Barros Distribuição: SÃO PAULO: Santos. Folhas elíptico-obovadas. não conta com coletas recentes. Comentários: Epífita cespitosa. (Hoehne. o labelo simples. 40º38’W) Comentários: Epífita com até 15 cm de altura.W. o labelo subtrilobado. o labelo curtamente ungüiculado. (Hoehne. do mesmo comprimento ou pouco mais alta que as folhas. o labelo com base curtamente ungüiculada e bipaleolada e lâmina elíptica. Comentários: Epífita cespitosa.Chase Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º22’S. labelo da corola trilobado. claviforme-espessadas no ápice.Castro Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º21’S.b) Anathallis paranapiacabensis (Hoehne) F. Comentários: Epífita cespitosa. Folhas linear-subespatuladas. pétalas hispídulas. atenuadas na base. (Hoehne. 43º11’W). Racemo com floração seqüencial. oblongo-elíptico. longamente atenuadas na base. Ocorre em florestas. 46º14’W). Ilha de Santo Ama- nathallis pubipetala (Hoehne) Pridgeon & M. Folhas estreitamente oblongo-obovadas.W. cilioladas. sépalas laterais livres.Barros Distribuição: SÃO PAULO: Campos do Jordão tura. Flores vinosas. com cerca de 3 cm de altura. Flores com cerca de 1. mais curto que as folhas. (Hoehne. 2004a. sépalas laterais livres. obovadas. (Chiron & Castro Neto. Comentários: Epífita com até 30 cm de altura. 2004a. Inflorescência pendente. Flores com cerca de 1 cm de diâmetro. Inflorescência fractiflexa. Racemo com floração seqüencial. de 5 a 6 cm de altura. 2005) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins . Ramicaule com cerca de 1 cm de comprimento. ciliadas. pétalas cilioladas. Flores creme-amareladas. (Chiron & Castro Neto. alongados. elíptico.P. sépalas laterais livres entre si. Flores com cerca de 4 mm de comprimento. amarelo-claras com listras laranja. 45º35’W). 40º39’W). alongados.W. paniculada. Flores fasciculadas na axila das folhas. de 7 a 9 cm de comprimento. com até 6 cm de altura. amareladas. ciliado. 1973a) Folhas oblongo-lanceoladas. Flores com cerca de 6 mm de comprimento. o labelo inteiro. Inflorescência uniflora. sépalas laterais livres. de 3. Comentários: Epífita cespitosa. 1930) Comentários: Epífita cespitosa. Serra de Paranapiacaba (23º47’S. com âmbito oblongo e região basal pubescente. Coletada na Mata Atlântica. atenuadas na base. amarelas com manchas castanhas nas tépalas. numerosas. quase tão longas quanto as sépalas. Inflorescência em racemo. Pseudobulbos fusiformes. Inflorescência muito longa.300 Orchidaceae Anathallis guarujaensis (Hoehne) F. com até 5 cm de altura. amareloesvededadas. de 3 a 4 cm de altura. Lembra uma pequena Octomeria devido às flores amareladas e fasciculadas. Ocorre na Mata Atlântica.

labelo inteiro. S. com base amarela e coluna alva. alongados. 2004a. Pseudo- (20º21’S.Castro & Chiron Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins B bulbos fusiformes.Singer. Inflo- Comentários: Epífita com até 25 cm de altura. (Cogniaux.Castro & Chiron Distribuição: PARANÁ: Ortigueira. Inflorescência pendente. 2006) Pedra Azul (20º19’S. solitárias. 2006) a 4 mm entre ramicaules. Comentários: Epífita com até 25 cm de altura. Comentários: Epífita. 40º39’W). bifoliados. Comentários: Epífita reptante de pequeno porte. Ocorre em florestas.Barros & Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins.Koehler & Carnevali Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Leopoldina Baptistonia velteniana V.P. elípticas a suborbiculares. Folhas elíptico-obovadas.Espejo) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Casimiro de Abreu. Rizoma de 1 a 4 mm de comprimento entre ramicaules. Luer. . bifoliados. (Chiron & Castro Neto. lateralmente aos pseudobulbos. 2006) Comentários: Epífita com até 30 cm de altura. com cerca de 6. 2004a. alvas com manchas púrpura. Conhecida apenas pelo material-tipo.5 cm de diâmetro. 1975.P. Pseudobulbos cônicos. 42º20’W). com âmbito ovado. Flores com cerca de 2 cm de diâmetro.P.Singer. 40º37’W). curta.P. Comentários: Epífita reptante. amarelas com estrias vermelhas. (20º03’S.5 a 1. alongados. alongados. com cerca de 6. 40º39’W).8 cm de comprimento. 40º39’W).5 a 2. Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins (20º21’S. numerosas.B. Flores com cerca de 1. alongados. (Chiron & Castro Neto. bulbos fusiformes. 2000a) Baptistonia uhlii Chiron & V. de 1. Luer. Folhas prostradas.ou bifoliados.5 mm de comprimento. 19.5 cm de comprimento. Pseudobulbos ovóides. amarelas ou amarelo-esverdeadas com manchas castanhas.) Luer Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo.Castro Pedra do Tamanco (20º21’S. (Chiron & Castro Neto. 2004a. no final do séc.5 cm de comprimento e de 3 a 4 mm de largura. paniculada. paniculada. (Chiron & Castro Neto. 41º47’W). castanhas. S. uni. (Pabst. Pseudo- Serra dos Orgãos (22º25’S. de 3 a 4 mm de comprimento e de 2 a 4 mm de largura. (Singer et al. castanhas com manchas amarelas. obovado-panduriforme. 2006) bulbos fusiformes. Flores membranáceas. alongados. Inflorescência pendente. curta. V. Flores membranáceas. 40º32’W). Inflorescência longa.5 a 3.5 mm de comprimento. 1907. Comentários: Epífita com até 10 cm de altura.5 cm de diâmetro. bifoliados. pequena. 2006) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins. 2004a. 2007) rasiliorchis schunkeana (Campacci & Kautskyi) R. Flores com cerca de 1. unifoliados. Flores com cerca de 3 cm de diâmetro. unifoliados. 42º14’W). Pseudo- (23º59’S.Orchidaceae 301 Baptistonia leinigii (Pabst) V. solitárias sobre um pedúnculo de 1. (Chiron & Castro Neto.P. folhas aciculares.Castro Baptistonia pulchella (Regel) Chiron & Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. labelo trilobado. Pseudobulbos fusiformes. Comentários: Epífita com até 10 cm de altura. Inflorescência longa.Castro & Chiron Baptistonia pabstii (Campacci & C. 51º06’W) Barbosella macaheensis (Cogn. Flores com cerca de 1 cm de diâmetro. Serra dos Órgãos (22º20’S. numerosas. 2004a. Rizoma de 2 V.B. Serra do Mulato rescência longa. coletado por Glaziou. Flores amarelo-creme com manchas arroxeadas. Koehler & Carnevali Brasiliorchis kautskyi (Pabst) R. Alto Macaé (22º23’S. solitárias em um pedúnculo de 2. 2000a) Toscano Barbosella spiritu-sanctensis (Pabst) F.

Flores vermelho-escuras.. C Cattleya acuensis (Fowlie) Van den Berg Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis. Pseudobulbos ovóide- Açu (22º28’S. 2004. Comentários: Epífita de 25 a 30 cm de altura. próximo ao topo do Pico do Açu. com labelo muito carnoso (diferente do restante do gênero). (Fowlie. Inflorescência 1. Flores vináceas. 1976. Ocorre em florestas nebulares. Conhecida apenas pelo material-tipo. o labelo destacadamente mais claro. 39º20’W). 2000) . exclusivamente sobre ra do Cipó (19º17’S..) Rchb.m. 43º34’W). 1977..f. Pseudobulbos longos e finos. 43º34’W). Pico do Comentários: Epífita pequena. (van den Berg & Chase. Conhecida apenas por uma população. com uma única folha.Mota.G. 2000. Silva Jardim (22º39’S. nos paredões rochosos da Serra dos Órgãos. nas proximidades da Cachoeira do Tabuleiro. Comentários: Epífita. 41º27’W). Encontrada com flores em outubro e novembro.m. o labelo mais escuro. Flores com sépalas e pétalas rosa-claras. 1972.n. 40º31’W). (Fowlie. 43º08’W). bifoliolados. com labelo um pouco mais brilhante.Lacerda) Van den Berg cilíndricos. inéd. Morro do Ouro Cattleya brevipedunculata (Fowlie) Van den Berg Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. 2007) Comentários: Epífita. Santa Luzia (15º26’S. com uma única folha plana. Palmeiras. geralmente solitárias.Viana & K. (Mota et al. Pseudobulbos pequenos. SerComentários: Epífita pequena. 2002. 39º18’W). ovóide-esféricos. Flores vermelho-vivas. com escapo pendente. Crescem em um único forófito. 1976. Comentários: Epífita de pequeno porte. coletado no Sul da Bahia. dentro de uma espata estreita. van den Berg & Chase. van den Berg & Chase. Flores com pétalas e sépalas estreitas e laranja. (Singer et al. Flores nascendo no ápice dos pseudobulbos. Ocorre sobre pequenos arbustos. no complexo de Serras da Arataca. entre 700 e 900 m s. Flores rosaclaras a salmão. Comentários: Ocorre em campos gerais e campos rupestres com afloramento rochoso. 1975) C Cattleya alaorii (Brieger & Bicalho)Van den Berg Distribuição: BAHIA: Arataca (15º15’S. Pseudobulbos ovóides. 39º17’W).f. Pseudobulbos pequenos. Pseudobulbos cilíndricos. Ocorre em paredões rochosos extremamente úmidos. 2000) Dentro. van den Berg & Chase. 42º22’W). 1987) Cattleya dormaniana (Rchb. o labelo magenta. Cachoeira da Fumaça (12º36’S. Pseudobulbos cilíndriDistribuição: BAHIA: Barra da Estiva. lateralmente aos pseudobulbos. (Campacci & Chiron. velózias. van den Berg. o labelo muito estreito e mais claro. Comentários: Rupícola pequena.n. Inflorescência sem espata. (Fowlie. com uma pequena folha crassa. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo (22º25’S. Inflorescência com 1 ou 2 flores nascidas de uma espata. van den Berg & Azevedo. 2005) attleya pendula (R.300 m s. Flores com sépalas e pétalas róseas. mas tem se tornado relativamente comum em cultivo. cos. sem espata. Buerarema (14º57’S.L. pétalas verde-oliva a marrom-oliva. P.C. cilíndricos. 1 ou 2 por inflorescência.302 Orchidaceae dos.ou 2-flora. van den Berg & Chase. solitárias. Parque Estadual de Cachoeira do Campo (19º04’S. lanceolada. raramente 2. 1ou 2-flora. amarelo ou laranja. (Brieger & Bicalho. 2005) Distribuição: MINAS GERAIS: Conceição do Mato Cattleya pfisteri (Pabst & Senghas)Van den Berg (13º42’S.. Pseudobulbos cônicos. entre 1. com uma única folha. 39º24’W). 2005) attleya praestans (Linden & Rchb. 42º21’W). na Chapada Diamantina.) C (20º06’S. com uma folha crassa. (Bicalho. 41º18’W). bifolia- attleya marcaliana (Campacci & Chiron) Van den Berg Distribuição: BAHIA: Buerarema (14º59’S.) Van den Berg Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Leopoldina Comentários: Epífita pequena.100 e 1.f. Ocorre em florestas úmidas. com uma única folha crassa.

1994) lo (20º22’S. Pseudobulbos subovóides a esféricos.5 a 7 mm de altura.) Lindl. Comentários: Epífita sobre velózia ou rupícola. 1975. Felix & Carvalho. e pétalas oblongas.m.5 cm de altura. de labelo profundamente trilobado. Distribuição: PERNAMBUCO: localidade não indicada. Pabst & Dungs. Inflorescência uniflora. lação às folhas. (Pabst. Inflorescência curta em re- Dryadella crenulata (Pabst) Luer Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins Comentários: Epífita cespitosa. reclinadas sobre o substrato. 2000b) Codonorchis canisioi Mansf. 1. (20º22’S. (Pabst. trilobado. Flores caracteristicamente com sépalas longo-caudadas no ápice e labelo crenulado. com poucas raízes filamentosas e um reduzido número de túberas carnosas e globosas. Comentários: Epífita cespitosa. Inflorescência uniflora. 2000b) Epidendrum pernambucense Cogn. carnosas. Mu- tamente caudadas. incluindo o Parque Nacional da Chapada Diamantina. 1936. (13º24’S. (Mansfeld. labelo glanduloso-papiloso. 43º31’W). de 7 a 11 cm de comprimento e 6 a 8 mm de largura. mais claro.5 cm de altura. 40º40’W). verdes ou tingidas de púrpura. Conhecida apenas pelo material-tipo. pubérulas. de 8 a 12. 1975. portando um verticilo de folhas reduzidas no terço inferior.100 m s. Encontrada com flores em novembro. sem espata. Flores com sépalas cur- Habenaria itacolumia Garay Distribuição: MINAS GERAIS: Ouro Preto. Comentários: Epífita cespitosa. Serra do Cipó (19º17’S. com 3 ou 4 folhas apicais. Flores pequenas. Conhecida apenas pelo material-tipo. sobre pedúnculo de 1 a 2 mm de comprimento. de 4 a 9. pubescentes internamente.Menezes & Mello-Silva. com uma única folha.) Van den Berg Distribuição: BAHIA: Palmeiras (12º27’S.5 a 4 cm de altu- ra. em inflorescência terminal.. sépalas curto-caudadas. com um lóbulo voltado para baixo próximo ao ápice. 41º28’W). 2000b) Grobya cipoensis F. Inflorescência basal. C. 2000. Comentários: Planta terrestre. 1973a. Inflorescência terminal. . com o labelo mais escuro. Luer. de 4 a 9 cm de comprimento e 6 a 8 mm de largura.ou 2-flora.Orchidaceae 303 Cattleya sincorana (Schltr. Ibicoara. uma das menores do gênero. é nativa da Patagônia argentino-chilena. Pseudobulbos ovóide-esféricos. van den Berg & Azevedo. (Barros & Lourenço. a cerca de 1. Comentários: Folhas dísticas. 40º37’W) Comentários: Epífita cespitosa. 1976a. Conhecida apenas pelo material-tipo. Distribuição: RIO GRANDE DO SUL: Sapucaia do Dryadella susanae (Pabst) Luer Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Conceição do Caste- Sul. 2002) Folhas estreitamente elíptico-obovadas. Luer. Folhas espessas.L. de 3. 51º09’W). Caule delgado. Flores róseas. 2000b) cugê (12º59’S. A única outra espécie do gênero.Barros & Lourenço Distribuição: MINAS GERAIS: Santana do Riacho. Pétalas amarelas pintalgadas de marrom. Morro Sapucaia (29º49’S. 41º25’W). Flores avermelhadas.n. 41º17’W). 2005) Dryadella gomes-ferreirae (Pabst) Luer Distribuição: PERNAMBUCO: localidade não indicada. de 3. (Pabst. 2004) Dryadella espirito-santensis (Pabst) Luer Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Domingos Martins. 1906. o labelo amarelo. Ocorre nos campos rupestres da porção sul da Serra do Sincorá. isoladas em um pedúnculo de 2 a 3 cm de comprimento. Pedra Azul (20º20’S. Folhas linear-lanceoladas. (Cogniaux. longamente atenuadas na base. com 2 a 5 flores. Luer. (Pabst. labelo longamente ungüiculado. Pico do Itacolomi (20º25’S. Flores com sépalas curtamente acuminadas e espessadas no ápice. Luer. Rambo. minúscula. longamente atenuadas na base. 43º34’W) Comentários: Epífita sobre Vellozia gigantea N. lessonii (Brogn. Flor solitária e relativamante grande. 41º15’W). 1976a. solitárias sobre um pedúnculo de cerca de 1 mm de comprimento. (van den Berg & Chase.

38º57’W). 41º47’W). Comentários: Epífita.Smidt & Marçal Distribuição: BAHIA: Ibicoara. terminando em inflorescência laxa. Flores verdes. com cerca de 2 cm de comprimento. (Pabst. de 1 a 1.304 Orchidaceae Comentários: Erva terrestre. Masdevallia gomes-ferreirae Pabst letado na Zona da Mata. (Pabst. Comentários: Erva bastante robusta. Caule inaparente. Leptotes vellozicola Van den Berg. verde. Flores amarelas tingidas de marrom. na porção sudoeste da Chapada Diamantina. Hoehne. 41º55’W). Ocorre em campo limpo. com vegetação arbórea.5 cm de altura. sépalas reflexas. Flores verde-amareladas. o labelo obscuramente trilobado. de 15 a 30 cm de altura. Comentários: Epífita cespitosa. em inflorescência multiflora. com 2 calos róseos na base. (Pabst & Dungs. Serra do Sincorá (13º18’S. 41º51’W).400 e 1. espessadas no ápice. bifoliados. 2006) altura quando florida. 2004. Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. sépalas pubescentes internamente. coletado em floresta de transição para campo de altitude. com cerca de 4 cm de 44º34’W). Mucugê. E. Comentários: Epífita. Flores alvas. Ocorre em brejo e sobre solo arenoso entre rochas. Ramicaule coberto por bainhas híspidas. 1976b) Habenaria meeana Toscano Distribuição: BAHIA: Lençóis. 43º14’W). de 1. 2003) Notylia sylvestris Smith & Harris Distribuição: CEARÁ: Guaramiranga (04º16’S. Garay. chegando a 45 cm de altura. (Brade & Pabst. delicada. verdes. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro (22º54’S. com cerca de 30 cm de al- tura. Toscano de Brito & Queiroz. revoluto nas margens. Comentários: Epífita diminuta sobre velózia. com pétalas inteiras. geralmente pauciflora. com um pequeno calo amarelo e uma mácula rosa no labelo. 1977) Octomeria itatiaiae Brade & Pabst Distribuição: RIO DE JANEIRO: Itatiaia (22º30’S. 40º40’W). Folhas roliças. 1 ou 2 abertas por vez. espessado no ápice. Encontrada com flores em fevereiro e março.. 1975. Folhas espiraladas. Flores pequenas. o labelo espesso. (van den Berg et al. Ocorre nos campos rupestres da Chapada Diamantina. 41º28’W). 2000c) Habenaria pseudohamata Toscano Distribuição: BAHIA: Abaíra. (Pabst & Dungs. Serra do Sincorá (12º58’S. terminando em um escapo com 3 a 6 flores. 1975. o labelo trilobado apenas na extremidade. Inflorescência uniflora. Comentários: Erva terrestre. com lobos laterais serreados e o central serrilhado. Conhecida apenas pelo material-tipo e ocasionalmente por plantas em cultivo. pétalas revolutas nas margens. Rio de Contas. Folhas lineares a lanceoladas. Pico das Almas (13º32’S. Pseudobulbos alongados. Flores relativamente grandes..C. pétalas bipartidas. com cerca de 2. 1966. 41º25’W). Flores fasciculadas. (Toscano de Brito.n. Flores com cerca de 1 cm de compr. mais alta que as folhas. com cerca de 2 cm de diâmetro. Campo de Ouro Fino (13º20’S. sem esporão. 41º16’W). 1995. 2002) Distribuição: PERNAMBUCO: localidade não indicada. verrucoso. Felix & Carvalho. 1995) Myoxanthus seidelii (Pabst) Luer Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Marechal Floriano (20º25’S. Luer. Forster. (Toscano de Brito.. Folhas ovado-elípticas. com cerca de 2 cm de diâmetro. em uma inflorescência longa. Folhas linear-lanceoladas. Conhecida apenas pelo material-tipo. labelo tripartido. Ocorre em brejo de altitude.5 a 2 cm de compri- . Rio de Contas (13º29’S. 45º49’W).3 cm de comprimento. inéd. (Batista et al. Serra da Chapadinha (12º27’S.700 m s. co- Octomeria minuta Cogn.) Comentários: Epífita cespitosa.m. o labelo alvo. o labelo tripartido. sépalas e pétalas longamente acuminadas. 1936) Miltonia kayasimae Pabst Distribuição: SÃO PAULO: Salesópolis (23º35’S. na axila da folha. 1951. Folhas oblongo-elípticas. Comentários: Epífita cespitosa. entre 1.

2005b) Pseudolaelia pavopolitana M. o labelo trilobado. Inflorescências longas. Fascículo.Smidt & Toscano Distribuição: BAHIA: Rio de Contas (12º34’S. (Ruschi. de 8 a 9 mm de diâmetro. com várias folhas terminais. Serra de Santana (22º30’S. Colatina (19º32’S. 40º37’W). Rodr. com floração sucessiva. flabeliforme. Flores verde-amareladas. Distribuição: RIO DE JANEIRO: Rio de Janeiro. 49º13’W). com cerca de 13 cm de al- 48º26’W). Conhecida apenas pelo material-tipo.5 a 3. Comentários: Epífita cespitosa. branco-neve diáfano. Flores com labelo ciliado. Flores com cerca de 6 mm de diâmetro. Smidt. em apenas dois locais. 1994) Pseudolaelia maquijensis M. multifloras. 1946. Flores verde-amareladas.5 cm de altura. Pseudobulbos ovóides. não Octomeria pusilla Lindl. com lobos laterais semicirculares e o central elíptico-oblongo ligeiramente ondulado. com lobos laterais semicirculares e o central com âmbito ovado.C. 40º38’W). com cerca de 8. com várias folhas terminais. Octomeria multiflora Barb. Ocorre sobre rocha exposta. 41º48’W).5 cm de comprimento. Folhas linear-lanceoladas.5 cm de altura. Specklinia bacillaris (Pabst) Luer Distribuição: PARANÁ: São José dos Pinhais. ilustrado por Barbosa-Rodrigues (1882. (Pabst. 40º36’W). as sépalas laterais coalescentes entre si até próximo ao ápice.Orchidaceae 305 mento. Comentários: Epífita cespitosa. 1. com cerca de 3. no ápice do pseudobulbo. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Frey. inéd. 2004. 40º33’W) Comentários: Rupícola. sépalas e pétalas com ápice acuminado.) Comentários: Rupícola relativamente pequena. inéd. Pico do Caparaó (20º26’S. em inflorescências subumbeladas. . Fascículo com 6 ou mais flores simultâneas. multifloras.Rodr. 41º48’W). (Forster. Pseu- dobulbos ovóides. Flores em inflorescências logo acima das folhas. Folhas basais rosuladas. truncado e apiculado no ápice. Sprunger. sépalas e pétalas com ápice acuminado.Barros Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa.). Inflorescências terminais multifloras. (Toscano de Brito.Frey Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Baixo Guandu (19º29’S. Flores com cerca de 6 mm de diâmetro. em uma área de cerca de 1 ha.ou 2-flora. (Toscano de Brito. (Frey. Conhecida apenas pelo material-tipo. Inflorescências longas. inéd. flabeliforme. (Sprunger. Pseudobulbos ovóides. Phymatidium limae Porto & Brade na (21º57’S. com o labelo avermelhado na margem. alvas com pé-de-coluna verde. 1996. (BarbosaRodrigues. com cerca de 19 cm de altura.Frey Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Vila Pavão (18º39’S. Ocorre em penhascos de rocha exposta. Flores verde-amareladas. Ocorre provavelmente em floresta ombrófila.) Sarcoglottis riocontensis E. Comentários: Epífita de galhos finos. inéd. 2005a) Phymatidium geiselii Ruschi Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Ibitirama. Vale do Canaã (19º55’S.) Comentários: Rupícola grande. Vassouras (25º31’S. 42º35’W). inéd. a menos de 5 km de distância e restrita a uma área diminuta em cada um deles. Ocorre provavelmente em floresta ombrófila. sobre um tubo em forma de um cartucho formado pelo pecíolo. Flores castanhas. Barros. 1996. tura. 42º00’W) Comentários: Epífita de galhos finos.) Distribuição: RIO DE JANEIRO: Santa Maria Madale- variegadas. Flores de 7 a 8 mm de diâmetro. de 1. 1976b) Pseudolaelia canaanensis (Ruschi) F. o labelo trilobado.) Specklinia amaralii (Pabst) Luer Distribuição: SÃO PAULO: Botucatu (22º52’S. tenuemente crenado. (Smidt & Toscano de Brito. Comentários: Erva terrestre. 1996). 1882. reproduzida em Sprunger. ilustrado por Barbosa-Rodrigues sob o binômio Octomeria pusilla Barb. Forster. amarelo mais intenso no labelo.

ramicaule curto. amarelas. com cerca de 1 cm de comprimento. Inflorescência uniflora. sépalas laterais coalescentes.306 Orchidaceae Comentários: Epífita cespitosa. Comentários: Epífita cespitosa. Ma- Specklinia leucosepala (Loefgr. Folhas lineares. altura.) Luer 45o13’W). sépalas laterais coalescentes. Conhecida apenas pelo material-tipo. de 7 a 14 cm de altura. Rizoma relativamen- Specklinia castellensis (Brade) Luer 41º12’W). Folhas oblongas. granulo-papiloso na porção apical. coletado na Mata Atlântica. coletado em floresta. fractiflexa. coletado em floresta Atlântica. mais curta que a folha. coletado em 1916. Conhecida apenas pelo material-tipo. sépalas laterais coalescentes. de 1. labelo subtrilobado. brácteas hispídulas. com base ungüiculada. Folhas lineares. ligeiramente recurvado. Inflorescência fractiflexa. Pabst & Dungs. Folhas estreitamente elíptico-obovadas. Bainhas do ramicaule infundibuladas. Inflorescência uniflora.5 cm de comprimento. com âmbito oblongo.5 cm de comprimento. 1973b) Specklinia miniatolineolata (Hoehne) F. labelo obscuramente trilobado. Flores amarelas com linhas vermelhas. sépalas laterais coalescentes até cerca de ¾ do comprimento. Specklinia garayi (Pabst) Luer Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Morro Forno Grande (20º31’S. Comentários: Epífita cespitosa.5 cm de altu- ra. Flores de 1 a 1. 1975. de 6 a 10 mm de comprimento. 1938) . 46º21’W). 1929) Specklinia fluminensis (Pabst) Luer Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. Inflorescência fractiflexa. levemente convexo. 1956) Comentários: Epífita reptante. 46º37’W). Conhecida apenas pelo material-tipo. com cerca de 5 cm de caé de Cima (22º16’S. mais longa que a folha. Flores amareladas com riscos avermelhados. 1973a) Comentários: Epífita cespitosa. Folhas oblongo-lineares. (Pabst. Bainhas do ramicaule lepantiformes. Folhas obovadas a elípticas. (Hoehne. mais longa que a folha. de 4 a 6 cm de altura. de 3. Ocorre em floresta pluvial atlântica. conduplicadas. com duas carenas longitudinais. com cerca de 4. 1. Conhecida apenas pelo material-tipo.5 a 3 cm de comprimento. Ocorre em floresta ombrófila. com cerca de 2 cm de do (23º39’S. sépalas laterais coalescentes quase até o ápice.Barros Distribuição: SÃO PAULO: São Paulo. de 4 a 5 mm de comprimento. altura.3 cm de comprimento.5 a 2 cm de comprimento. muitas vezes aos pares ou trios na axila das folhas. Inflorescência sucedânea. labelo de âmbito espatulado.5 a 5. Folhas linear-lanceoladas. Folhas obovadas. curtas. Inflorescência uniflora. largamente ungüiculado na base. labelo oblongo a sub-retangular. Parque do EstaComentários: Epífita cespitosa. Flores com cerca de 5. um pouco alargado transversalmente na região central. reflexo. 41º06’W). (Pabst. Comentários: Epífita cespitosa. com lobos laterais pequenos e o central sub-retangular.a 3-floro. Specklinia gomes-ferreirae (Pabst) Luer Distribuição: PERNAMBUCO: Ipojuca (08º24’S. 1917) Distribuição: SÃO PAULO: Guaratinguetá (22o49’S. labelo linear. (Pabst. longo-atenuadas na base. longamente atenuadas na base.5 cm de altura. Flores alvas. de 4 a 5 mm de comprimento. Inflorescência fractiflexa. 35º04’W). Comentários: Epífita cespitosa. com mento basal desenvolvido. te longo. Ocorre em floresta ombrófila.5 mm de comprimento. coletado na Mata Atlântica. com cerca de 1 cm entre pseudobulbos. labelo inteiro. sépalas laterais coalescentes. Flores com cerca de 5 mm de comprimento. 1956) Distribuição: ESPÍRITO SANTO: Castelo (20º36’S. oblongo. (Löfgren. Racemo mais longo que as folhas. estreito. Bainhas híspidas. de 4 a 6 cm de altura. labelo com lobos laterais filiforme-falcados e lobo central denticulado na margem. de 2. 42º32’W). Flores com cerca de 3. 1975) Specklinia heliconiscapa (Hoehne) Luer Distribuição: SÃO PAULO: Campo Grande (23º58’S. (Pabst. (Pabst. labelo caracteristicamente subtrilobado. (Hoehne. Conhecida apenas pelo material-tipo. Flores com cerca de 7 mm de comprimento. de 1 a 1.

a 4-floro. 41º21’W). 2005. Conhecida apenas pelo material-tipo. (Hoehne. Ramicaule coberto por bainhas lepantiformes. Flores amareloesverdeadas com máculas vermelhas. flabeliforme. 46º20’W). Veyretia sincorensis (Schltr. Inflorescências com até 20 cm de comprimento e 14 a 18 flores. Folhas elíptico-lanceoladas. com 1 a 3 flores simultâneas. Folhas estreito-obovadas. pétalas com mais da metade do comprimento das sépalas. com cerca de 8 mm de comprimento. Folhas basais rosuladas. pétalas espatuladas. Endêmica da Chapada Diamantina. Serra do Sincorá (13º01’S.) Distribuição: BAHIA: Abaíra.7 cm de comprimento. recurvado. Flores alvas. Comentários: Ervas terrestres. Serra da Chapadinha (12º27’S. 42º32’W). pilosas. pétalas espatuladas truncadas no ápice. com cerca de 3 cm de comprimento. foi recentemente localizada na mata higrófila do sul da Bahia. Flores com cerca de 7 mm de comprimento. Pseudobulbos pequenos. Smidt. (Hoehne. Zygostates leptosepala Toscano & L.Kollman Distribuição: ESPÍRITO SANTO: SantaTeresa (19º55’S. Inflorescência fractiflexa. Vanilla denticulata Pabst Distribuição: PERNAMBUCO: localidade não indicada. inéd. 2005. 43º11’W). Barra (13º18’S. Flores com cerca de 8 mm de comprimento. Racemo sucedâneo. Specklinia spathuliglossa (Hoehne) Luer Distribuição: RIO DE JANEIRO: Petrópolis (22º30’S. sépalas laterais coalescentes. (Garay. de 7 a 12 cm de altura. 41º26’W).) Szlach. 41º25’W). Folhas linear-lanceoladas. 2005. Mucugêzinho (12º28’S. (Brade. 1. 2 a 5-floras. Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay Lençóis. Comentários: Epífita sobre galhos finos. com a porção distal tenuemente serruladocrenada. Smidt.) Toscano 39º17’W). Flores com cerca de 1. Folhas basais rosuladas. (van den Berg & Azevedo. longamente ungüiculado. Serra do Barbado Specklinia susanensis (Hoehne) Luer Distribuição: SÃO PAULO: Suzano (23º32’S. Toscano de Brito & Smidt. Trichosalpinx mathildae (Brade) Toscano & Luer Distribuição: RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo. Lençóis. o labelo subpandurado quando distendido. Endêmica da Chapada Diamantina. inéd. Comentários: Epífita cespitosa.a 4-floro. 1939) Distribuição: Folhas elípticas a obovadas. van den Berg & Azevedo. Comentários: Epífita sobre galhos finos. Flores amareladas. Mucugê. lineares. Comentários: Ervas terrestres. brácteas infundibuliformes. de 5 a 8 cm de altura (sem inflorescência). (Pabst & Dungs. sépalas laterais coalescentes entre si. Flores alvas com nervuras verdes. Inflorescência fractiflexa. inéd. carnosas. 1982.) Zygostates cornigera (Cogn. Pseudobulbos na base das folhas.Orchidaceae 307 Specklinia ruschii (Hoehne) Luer ESPÍRITO SANTO: Santa Teresa (19º55’S. Descrita apenas como proveniente da Bahia (sem indicação da localidade). 1938) 40º36’W). ungüiculado e pubescente. .) Distribuição: BAHIA:Abaíra. o labelo ovado. (Toscano de Brito. 1938) Comentários: Epífita cespitosa. longamente atenuadas na base. inéd. (Hoehne. na base das folhas. 40º36’W). 2002) Bainhas do ramicaule lepantiformes.5 cm de comprimento. subtruncado no ápice. mais longa que a folha. 1943) Comentários: Epífita cespitosa. (13º18’S. Inflorescências com cerca de 3 cm comprimento. 41º46’W). com cerca de 5 cm de altura.5 a 5 cm de comprimento. 41º54’W).) Distribuição: BAHIA: São José da Vitória (14º59’S. Comentários: Epífita cespitosa. mais longo que as folhas. com cerca de 2 cm de altura. de 7 a 8 cm de altura. Comentários: Conhecida apenas pelo material-tipo. mais curto que as folhas. Flores com cerca de 7 mm de diâmetro. de 2 a 3. Serra dos Órgãos (22º16’S. longo-atenuadas na base. Ocorre em floresta ombrófila. cilioladas. labelo espatulado. Racemo 2. 1975. de 3. de 6 a 8 cm de altura. flabeliforme. o labelo caracteristicamente suborbicular. Felix & Carvalho. alvas com um calo verde no labelo. (Toscano de Brito.

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