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SUMÁRIO 1 2 3 FINALIDADE ..............................................................................................................4 ÂMBITO DE APLICAÇÃO ..........................................................................................4 TERMINOLOGIA ........................................................................................................4 3.1 Falta ........................................................................................................................4 3.2 Curto-circuito ..........................................................................................................4 3.3 Corrente de Curto-circuito ......................................................................................4 3.4 Sobrecorrente .........................................................................................................4 3.5 Coordenação ..........................................................................................................4 3.6 Seqüência de Operação .........................................................................................5 3.7 Seletividade ............................................................................................................5 3.8 Zona de Proteção ...................................................................................................5 3.9 Capacidade Nominal ..............................................................................................5 3.10 Capacidade de Interrupção ou Abertura.............................................................5 3.11 Característica de Operação ................................................................................5 3.12 Tempo de Religamento.......................................................................................5 3.13 Tempo de Rearme ..............................................................................................5 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DA CPFL ..................................................................5 TIPOS DE FALTAS ....................................................................................................6 FENÔMENOS A SEREM OBSERVADOS NOS ESTUDOS DE PROTEÇÃO..........7 6.1 Cálculo das Correntes de Curto-circuito ................................................................7 6.2 Correntes de "Inrush" .............................................................................................8 6.2.1 Física do Fenômeno........................................................................................8 6.2.2 Cálculo da Corrente de "Inrush"....................................................................10 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTE ......................11 7.1 Chave Fusível/Elo Fusível....................................................................................12 7.1.1 Escolha dos Pontos de Instalação ................................................................12 7.1.2 Dimensionamento da Chave Fusível e do Elo Fusível .................................12 7.2 Disjuntores e Relés...............................................................................................15 7.2.1 Operação do Disjuntor ..................................................................................16 7.2.2 Dimensionamento dos Disjuntores e Transformadores de Corrente............17 7.2.3 Ajustes dos Relés..........................................................................................18 7.3 Religadores...........................................................................................................23 7.3.1 Dimensionamento dos Religadores ..............................................................24 7.3.2 Ajustes dos Religadores................................................................................25 7.4 Seccionalizadores.................................................................................................28 7.4.1 Funcionamento do Seccionalizador ..............................................................29 7.4.2 Instalação de Seccionalizadores...................................................................30 7.4.3 Ajustes do Seccionalizador ...........................................................................31 7.4.4 Acessórios .....................................................................................................31 COORDENAÇÃO E SELETIVIDADE DA PROTEÇÃO ...........................................32
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8.1 Seletividade entre Elos Fusíveis ..........................................................................32 8.2 Seletividade Relé-Elo Fusível...............................................................................33 8.3 Coordenação Relé-Religador ...............................................................................35 8.3.1 Condições para Obtenção da Coordenação.................................................36 8.3.2 Escolha da Curva Temporizada do Relé ......................................................36 8.4 Coordenação Religador - Elo Fusível ..................................................................37 8.5 Coordenação Religador-Seccionalizador-Elo Fusível..........................................39 8.6 Coordenação e Seletividade Religador-Religador ...............................................41 9 PROTEÇÃO DO TRANSFORMADOR DE DISTRIBUIÇÃO ...................................43 10 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO ESTUDO DE PROTEÇÃO ..........................46 10.1 Escolha dos Alimentadores a Serem Estudados .............................................46 10.2 Coleta de Dados ...............................................................................................46 10.3 Cálculo de Curto-circuito...................................................................................46 10.4 Escolha dos Ajustes de Proteção .....................................................................46 10.5 Documentação ..................................................................................................47 11 EXEMPLO DE UM ESTUDO DE PROTEÇÃO........................................................47 11.1 Cálculos de curto-circuito em alguns pontos do alimentador...........................47 11.2 Dados da SE .....................................................................................................48 11.3 Dimensionamento dos Elos Fusíveis................................................................48 11.4 Ajustes do Religador do Ponto 1 ......................................................................51 11.5 Verificação do Dimensionamento do TC do Disjuntor......................................52 11.6 Ajuste do "TAP" da Unidade Temporizada do Relé de Fase ...........................53 11.7 Ajuste do "TAP" da Unidade Instantânea do Relé de Fase .............................54 11.8 Ajuste do "TAP" da Unidade Temporizada do Relé de Terra...........................54 11.9 Ajuste do "TAP" da Unidade Instantânea do Relé de Terra.............................55 11.10 Escolha das Curvas de Atuação das Unidades Temporizadas dos Relés de Fase e de Terra............................................................................................................55 11.10.1 Curva da Unidade Temporizada do Relé de Fase ....................................55 11.10.2 Curva da Unidade Temporizada do Relé de Terra ...................................56 11.11 Resumo dos Ajustes .........................................................................................59 ANEXO I – COMPONENTES SIMÉTRICAS...................................................................61 ANEXO II – VALORES "POR UNIDADE" (PU) DE ELEMENTOS DE UM CIRCUITO TRIFÁSICO......................................................................................................................64 ANEXO III – FÓRMULAS PARA CÁLCULOS DAS CORRENTES DE CURTOCIRCUITO .......................................................................................................................65 ANEXO IV – CARACTERÍSTICAS E IMPEDÂNCIAS DE SEQÜÊNCIAS DOS CABOS UTILIZADOS PELA CPFL– PAULISTA ..........................................................................68 ANEXO V – CARACTERÍSTICAS E IMPEDÂNCIAS DE SEQÜÊNCIAS DOS CABOS UTILIZADOS PELA CPFL– PIRATININGA.....................................................................78 ANEXO VI – CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO ASSIMÉTRICA ...............................81 ANEXO VII – CURVAS T x I DOS ELOS FUSÍVEIS TIPO "K" .......................................84 ANEXO VIII – CÁLCULO DO FATOR DE SEGURANÇA A SER UTILIZADO NO AJUSTE DA PROTEÇÃO DE FASE ...............................................................................85
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ANEXO IX – CURVA TEMPO X CORRENTE PARA INÍCIO DE RECOZIMENTO DOS CABOS DE ALUMÍNIO....................................................................................................86 ANEXO X – INTEGRAÇÃO RELÉ-RELIGADOR............................................................88 ANEXO XI – CURTO-CIRCUITO NO LADO BT DO TRANSFORMADOR ....................98 ANEXO XII – RELIGADORES TIPO KF DA MCGRAW-EDISON ................................103 ANEXO XIII – RELIGADORES TIPOS OYT-250 E OYT-400 DA REYROLLE ............112 ANEXO XIV – RELIGADORES TIPO SEV-280 DA WESTINGHOUSE .......................116 ANEXO XV – RELIGADOR TIPO PMR-1-15 DA BRUSH SWITCHGEAR ..................121 ANEXO XVI – RELIGADOR TIPO PMR-3 DA BRUSH SWITCHGEAR.......................135 ANEXO XVII – SECCIONALIZADORES TIPO GN3-E DA MCGRAW-EDISON ..........146 ANEXO XVIII – SECCIONALIZADOR TIPO OYS DA REYROLLE ..............................150 ANEXO XIX ...................................................................................................................153

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3. Departamento de Serviço de Rede Sudeste. visando maior clareza. N. dimensionamento e localização dos equipamentos de proteção contra sobrecorrente na rede de distribuição aérea da CPFL – Paulista e CPFL – Piratininga. são definidos a seguir alguns termos utilizados nesta norma. Oeste e Baixada Santista. 3 TERMINOLOGIA Além dos termos comumente utilizados na área de proteção. 3.4 Corrente de Curto-circuito Sobrecorrente que resulta de um curto-circuito.3 3. Sobrecorrente Intensidade de corrente superior à máxima permitida para um sistema. prevendo critérios para ajustes dos equipamentos de proteção instalados nas saídas dos alimentadores de distribuição das subestações. Departamento de Gestão de Ativos Sudeste. de forma a atuarem em uma seqüência de operação préestabelecida.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Noroeste.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. através de impedância desprezível.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 1 FINALIDADE Esta norma estabelece critérios e práticas a serem observados nos estudos de proteção para a escolha. 3. Nordeste.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 4 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 Falta Termo que se aplica a todo fenômeno acidental que impede o funcionamento de um sistema ou equipamento elétrico.5 Coordenação Ato ou efeito de dispor dois ou mais equipamentos de proteção em série segundo certa ordem. Nordeste. Por exemplo: isolador perfurado numa linha elétrica em funcionamento poderá ser falta no sistema em conseqüência da falha de isolação. equipamento ou para um componente elétrico. 2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO Departamento de Engenharia e Planejamento.2 Curto-circuito Ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito. Noroeste e Piratininga. 3.

para uma dada curva.12 Tempo de Religamento É o tempo entre uma abertura e um fechamento automáticos de um equipamento de proteção. 3. Se a falta persistir a interrupção do fornecimento deverá ser feita pelo equipamento mais próximo do ponto com problemas.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 5 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N. 3.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 3. SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DA CPFL A CPFL possui dois tipos de sistemas primários de distribuição: .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . a atuação do equipamento de retaguarda. de um seccionalizador: é o tempo em que o seccionalizador perderá todas as contagens e voltará à contagem zero. 3. independente da natureza da falta ser transitória ou permanente. de um religador: é o tempo que o religador demora após uma seqüência de operações (completa ou incompleta) para retornar à contagem zero. 3.10 Capacidade de Interrupção ou Abertura É a maior corrente que um equipamento pode interromper sem sofrer danos. relé ou outro dispositivo de proteção operará.11 Característica de Operação Curva tempo x corrente em que um religador.7 Seletividade Capacidade do equipamento de proteção mais próximo da falta de antecipar.13 Tempo de Rearme 4 de um relé: é o tempo que um relé demora para voltar à posição de repouso após a sua atuação. sendo calculada a partir do curto-circuito fase-terra.6 Seqüência de Operação Sucessão de desligamentos e religamentos de um equipamento na tentativa de eliminar faltas de natureza transitória.9 Capacidade Nominal É o valor da corrente que um equipamento ou circuito pode conduzir sem que o aumento de temperatura provoque danos ao equipamento ou à outros materiais vizinhos. 3.Sistema primário a 3 fios com neutro de BT contínuo e multiaterrado. 3. 3.8 Zona de Proteção É o trecho da rede protegido por um dispositivo de proteção.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. sem prejuízo da continuidade de serviço. sempre.

TIPOS DE FALTAS Quanto à sua duração as faltas podem ser classificadas em faltas transitórias e faltas permanentes.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 4. O sistema é essencialmente radial sem recurso. Sua extensão chega a dezenas de quilômetros e pode atender pequenas cidades ao longo do seu traçado. Por sua própria condição está exposta às ações da natureza com maior rigor do que a rede urbana.8 kV para a rede primária e 220/127V para a rede secundária. o neutro é interligado à malha terra da SE.3 4.9 ou 13. Independentemente da carga e da extensão. As causas mais comuns de defeitos transitórios são: N. O sistema apresenta uma densidade de carga baixa e por isso possui poucos alimentadores de razoável extensão.2 O segundo sistema é aplicado na zona rural.4 5 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição . que possuem tensão secundária de 380/220V. 5.Sistema primário a 3 fios. de modo que não haja nenhuma condição sem proteção. Este sistema pode iniciar-se de um sistema a 3 fios com neutro contínuo e multiaterrado ou de uma SE localizada na zona rural. Independentemente da extensão todos os trechos deverão ter alguma forma de proteção.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 6 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . os vários arranjos possíveis devem ser considerados no projeto de proteção. 4. Na rede de distribuição rural também é permitida a aplicação de transformadores que não os trifásicos. Como a maioria dos alimentadores tem alguma flexibilidade quanto à transferência de carga. normalmente. onde o neutro do transformador é solidamente aterrado. 4. Na rede aérea de distribuição urbana verificam-se duas situações: O sistema apresenta uma densidade de carga alta e por isso possui grande número de alimentadores de pequena extensão. desde que a conexão no lado AT seja entre fases e no lado da BT a derivação central seja aterrada. quando a rede estiver em operação normal todos os trechos deverão ter alguma forma de proteção. ou não.1 Faltas transitórias são aquelas em que havendo a operação de um equipamento de proteção desaparece a causa do defeito e o circuito funciona normalmente após religado. Os transformadores na rede de distribuição são trifásicos e possuem conexões no lado AT em delta e no lado BT em estrela com o neutro aterrado.1 primeiro sistema é aplicado na zona urbana e. pequenas localidades. com exceção das cidades de Lins e Piratininga. devido à baixa densidade de carga. As tensões básicas existentes são: 11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . onde a rede de distribuição pode atender.

2 Faltas permanentes são aquelas em que é necessária a intervenção do homem para que se corrija o defeito causador da interrupção antes de se religar o equipamento operado. 6 6. a impedância de contato será zero. Outros programas. 5. Eventualmente. Deve-se observar que o valor calculado com 40 ohms não será usado para o ajuste dos "pick-ups" dos dispositivos de proteção de terra. metro. uma vez que o N. ou seja.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: - 2912 Procedimento 1.1 FENÔMENOS A SEREM OBSERVADOS NOS ESTUDOS DE PROTEÇÃO Cálculo das Correntes de Curto-circuito As fórmulas para o cálculo do curto-circuito estão listadas no anexo III. O anexo IV traz um programa para o cálculo das correntes de curto-circuito. uma falta do tipo transitória pode se transformar em uma falta do tipo permanente caso não haja uma operação adequada dos equipamentos de proteção.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição - Descargas atmosféricas Contatos momentâneos entre condutores Abertura de arco elétrico Materiais sem isolação adequada A literatura nos informa que cerca de 80% das faltas que ocorrem nas redes de distribuição são faltas transitórias. poderão ser usados. As correntes de curto-circuito fase-terra deverão ser calculadas com impedância de contato igual à zero (curto-circuito fase-terra máximo). O Anexo V mostra tabelas contendo as impedâncias de seqüência positiva e zero que deverão ser usadas nos cálculos das correntes de curto-circuito. e com impedância de contato igual à 40 ohms (curto-circuito fase-terra mínimo).2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 7 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Na falta de outras informações utilize as impedâncias de seqüência zero para resistividade do solo igual à 600 ohms. que será usado para as verificações de coordenação e seletividade entre os dispositivos. à critério do projetista. que será usada para dimensionamento de equipamentos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . como por exemplo o desenvolvido no Departamento de Planejamento. Os valores de curto-circuito poderão ser calculados manualmente ou através de programas computacionais escritos para esse fim. As seguintes observações devem ser levadas em consideração no cálculo das correntes de curto-circuito: Os valores das correntes para os curtos-circuitos trifásicos e bifásicos serão calculados como valores máximos.

pode ser muito menor que o calculado. elas seguem as linhas sólidas horizontais I2 e B2. Deve-se calcular o curto-circuito simétrico e o assimétrico. O valor a ser ajustado para os dispositivos de proteção de terra. com o fluxo em um valor residual Br. a corrente em zero e a densidade de fluxo em +Br. será o menor valor oferecido pelo dispositivo. característico da corrente de magnetização de transformadores é o alto surto de corrente observado ocasionalmente quando um transformador é energizado.35 como fator de assimetria.2. Se o transformador não fosse desenergizado as ondas de corrente e de densidade de fluxo teriam seguido as curvas tracejadas. mas com o transformador sendo desenergizado. A figura 1 mostra a onda de corrente de magnetização I1 e da densidade de fluxo B1 definitivamente interrompida no instante marcado pela primeira linha vertical tracejada. Isto pode causar uma queda momentânea da tensão se a impedância da fonte for considerável. Mas na prática.2 Correntes de "Inrush" Um fenômeno transitório. o instante do chaveamento não está sob controle e assim um transiente magnético é praticamente inevitável.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Quando um transformador é desenergizado. se esses forem ajustados com valores muito baixos. 6.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição valor da corrente do curto-circuito. e também pode causar a atuação de equipamentos de proteção contra sobrecorrentes. sem que ocorresse um transiente magnético. e a densidade de fluxo segue para um valor residual Br (veja figura 1). Se o valor de x/r não for conhecido pode-se usar 1. quando ocorrem faltas de alta impedância. na qual a corrente passou pelo zero.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 8 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Caso seja possível deve-se calcular o curto-circuito assimétrico com a relação x/r do ponto onde o curto estiver sendo calculado. para curto-circuitos até 2 ou 3 km da S/E. a energização seria uma suave continuação da operação anterior. O Anexo VI traz o método para o cálculo das correntes de curto-circuito assimétricas. N. a corrente de magnetização segue o laço de histerese até o zero. para pontos mais distantes o valor do fator de assimetria será 1.1 Física do Fenômeno Se um transformador pudesse ser energizado no instante em que o valor da onda de tensão correspondesse ao fluxo magnético real do núcleo nesse instante.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 6. A este surto de corrente chamamos "Inrush" (palavra inglesa que significa surto).

O valor teórico máximo da curva B3 é Br+2Bmax.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 9 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . e. mas apenas a corrente de magnetização necessária para produzir o fluxo. porque. a força contra eletro-motriz e.Densidade de fluxo residual e corrente de "Inrush" Para ilustrar o fenômeno do "Inrush" sob condições que levarão ao transiente máximo. a onda de fluxo ao invés de partir com seu valor normal (-Bmax no caso presente) e crescer seguindo a curva tracejada. com uma tensão senoidal aplicada.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 1 .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . a crista de B3 produzirá super saturação no circuito magnético e produzirá uma crista muito grande na corrente de magnetização. assumiremos que o circuito é restabelecido no instante indicado pela segunda linha tracejada vertical quando a densidade de fluxo estaria normalmente em seu máximo valor negativo (-Bmax). se o transformador for desenhado para uma densidade de fluxo econômico Bmax. com valor residual +Br e traça a curva B3. Desde que o fluxo magnético não pode ser criado ou destruído instantaneamente. correspondente à onda de densidade de fluxo B3. parte do final de B2. A saturação modifica não o fluxo. a onda de fluxo tem de ser senoidais. A curva B3 é uma curva senoidal deslocada ao invés da característica de saturação do circuito. portanto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. N. é mostrada como I3. A onda de corrente.

porque laços de histerese obtidos com valores médios não são exatamente aplicáveis a cada transformador em particular.2 Cálculo da Corrente de "Inrush" O cálculo da corrente de "inrush" é extremamente complicado e impreciso. A aplicação desta tabela fornecerá a corrente de "inrush" esperada em um tempo de 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Complicado devido à necessidade de se calcular graficamente a densidade de fluxo para valores altos de densidade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Deve-se lembrar que a onda de densidade de fluxo controla a corrente e não a corrente controla a densidade de fluxo.2. A tabela 1 fornece um coeficiente a ser multiplicado pela corrente nominal do grupo de transformadores que serão energizados.1s. N. E impreciso. 6. Levando-se em conta a dificuldade de cálculo e a aleatoriedade de valor da corrente de "inrush" (ela depende do exato instante da energização do transformador e do valor da densidade de fluxo residual em cada transformador). devido à indisponibilidade de laços de histerese para esses valores. foram desenvolvidos meios práticos para o cálculo da corrente de "inrush" provável.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 10 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O método utilizado pela CPFL leva em conta o número de transformadores que serão energizados pelo fechamento de um dispositivo. o que nem sempre é possível. em função do tamanho do grupo.

Religador N.0 Por exemplo.6 I INRUSH = 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .4 8 6.3 A Um outro ponto que merece observação é que a corrente de "inrush" não pode ser maior que a corrente de curto-circuito trifásico para qualquer ponto.8 da tabela. se o cálculo indicar que a corrente de "inrush" será maior que a corrente do curto-circuito trifásico. 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTE Neste capítulo serão abordados os principais equipamentos de proteção utilizados pela CPFL.65 A 3 × 13.8 6 6. Os equipamentos utilizados são os seguintes: .6 7 6.1 >10 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Portanto.3 3 7.2 5 6.6 4 7. a corrente de "inrush" esperada será calculada conforme segue: kVA = 3 × 15 + 3 × 3 = 135 n = 6 In = 135 = 5. considere a corrente de "inrush" igual à corrente de curtocircuito.2 10 6.Fator de multiplicação para se determinar a corrente de "inrush" em 0.3 9 6.65 = 37.1 s Número de Fator de multiplicação transformadores 1 12.Chave Fusível/Elo fusível .0 2 8. para n=6 o coeficiente é 6. se um grupo composto por 3 transformadores de 15kVA mais 3 transformadores de 30kVA forem energizados pelo fechamento de uma chave.6 × 5.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela 1 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 11 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Disjuntor/Relé .

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição - Seccionalizador 7.1. com defeitos transitórios. haveria a queima de elo e ainda uma operação automático do disjuntor. pois. de maneira à se evitar queimas por defeito transitório. 15A. além da N. e as chaves fusíveis diretas (sem elos fusíveis).2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 12 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . em pontos com alta corrente de carga deve ser analisado criteriosamente uma vez que a queima de um elo fusível interromperá uma carga significativa.instalar chaves fusíveis somente em ramais com mais de 3 transformadores ou mais de 300m. que será visto mais adiante.1 Chave Fusível/Elo Fusível A chave fusível é o dispositivo mais empregado em saídas de ramais. devido ao seu baixo custo. devese evitar o uso de elos fusíveis. As capacidades nominais usadas pela CPFL são10A. O fator que determinará o número exato será o da seletividade entre os elos fusíveis. NOTA 2: A quantidade de elos fusíveis instalados deve ser a menor possível. que devem atender as normas técnicas específicas. São padronizadas para 100A de capacidade nominal e os cartuchos devem ter capacidade de interrupção superior à máxima corrente de curto-circuito disponível no ponto de instalação. Excluem-se dessas recomendações as chaves fusíveis das entradas dos consumidores.1 Escolha dos Pontos de Instalação Ao escolher o ponto de instalação das chaves fusíveis os seguintes cuidados devem ser tomados: . A CPFL somente usa cartuchos com capacidade de interrupção de 10kA assimétrico (7100A simétrico).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.o número de chaves fusíveis em série não deverá ultrapassar a quatro. O anexo VII reproduz as curvas tempo x corrente dos elos usados pela CPFL. .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Na zona protegida pela unidade instantânea dos relés dos alimentadores. 40A e 65A.2 Dimensionamento da Chave Fusível e do Elo Fusível Para se evitar queimas desnecessárias ocasionadas pela passagem de correntes de surto. provocadas por descargas atmosféricas. 7. . 7. incluindo a chave de entrada do consumidor.1. Quando usadas com lâminas desligadoras as chaves fusíveis podem transportar até 300A. NOTA 1: A instalação de chaves fusíveis. a instalação deverá ser sempre em local de fácil acesso. com elos. Os elos fusíveis empregados nas chaves fusíveis são do tipo K e as curvas tempo x corrente de interrupção estão definidas na NBR-5359. 25A.na rede rural.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 13 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .13 > I INRUSH onde: I 0. I INRUSH A tabela 2 mostra os valores máximos da corrente de "inrush" para cada elo fusível usado pela CPFL.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição necessidade de coordenação com elos fusíveis de transformadores. d) A corrente para o tempo de 300 s na curva de tempo máximo de interrupção deve ser menor que a menor corrente de curto-circuito fase-terra mínima do trecho onde o elo fusível é a proteção de retaguarda.13 é a corrente de fusão do elo para o tempo de 0. O dimensionamento da chave fusível e do elo fusível deve obedecer os seguintes critérios: a) a capacidade de interrupção do porta fusível deve ser maior que a corrente de curto-circuito trifásico (simétrico e assimétrico) do ponto de instalação. na saída de ramais rurais particulares. O elo 10K será usado.13s é a corrente de “inrush” esperada. I ELO > KF × I CARGA onde: I ELO é a corrente nominal do elo fusível KF é o fato de crescimento da carga.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . b) a corrente nominal do elo fusível deve ser maior que a corrente de carga prevista para o horizonte do estudo (3 a 5 anos). c) O elo fusível deve ser capaz de suportar a corrente de "inrush" do momento de energização do circuito. o menor elo fusível à ser usado na rede de distribuição será o elo 10K na zona rural e o elo 15K na zona urbana. N. dado por: % ⎞ ⎛ KF = ⎜1 + ⎟ ⎝ 100 ⎠ n % é o fator de crescimento anual n é o numero de anos para o horizonte do estudo I CARGA é a corrente de carga máxima atual passante no ponto de instalação . já levando-se em consideração as manobras.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Isto não sendo possível. I 0. normalmente.

1s) Corrente de curto circuito simétricas Icc30 (A) Icc20 (A) IccFT (A) IccFTMIN (A) No ponto de instalação 1200 1040 400 160 No final do trecho 650 562 300 120 N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Correntes de carga máxima. correntes de curto-circuito fase-terra mínimo e correntes de "inrush" máxima para o uso de elos fusíveis de distribuição Elo Corrente de Corrente de curto-circuito Corrente De carga máxima (A) Ft Mínima I300 (A) “Inrush” Máxima I0. I 300 < IccFT min Onde: I é a corrente em 300 s na curva de tempo máximo de interrupção é a corrente de curto-circuito fase-terra mínima de trecho onde o elo Icc 300 FT min é a proteção de retaguarda A tabela 2 mostra os valores de corrente para a fusão do elo em 300s e) Deve-se escolher o menor elo fusível que atenda às condições anteriores e que atenda ainda os requisitos de coordenação e seletividade com outros equipamentos instalados à jusante ou montante. Tabela 2 .13 (A) 10K 10 23 110 15K 15 37 190 25K 25 60 315 40K 40 85 510 65K 65 150 800 Exemplo: Dimensionar a chave e o elo fusível à serem instalados em um local com as seguintes condições: Corrente de carga no 5º ano = 13A Potência instalada à frente da chave 645 kVA (IINRUSH = 162A em 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição deve-se assegurar que o elo fundirá pelo menos para a menor corrente de curto-circuito fase-terra mínima do trecho sob proteção deste elo.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 14 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

sendo que os relés para a proteção de terra são ligados no esquema residual. A unidade temporizada possui curva à tempo dependente. Os relés estáticos permitem que se ajuste um valor baixo para o "pick-up" de terra. Os relés são ligados aos alimentadores através de TCs de capacidades adequadas. já que neste exemplo não existem outros equipamentos com os quais fazer coordenação ou seletividade. 7. N. muito inverso ou normal inverso. b) elos capazes de suportar a corrente de carga até o horizonte do estudo: 15K.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 15 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . que não podem ser detectadas pela função 51N. a função 51GS deverá ser instalada na saída de todos os alimentadores de média tensão de classe 15 kV e 24.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. pode-se instalar uma chave fusível neste ponto. 40K e 65K d) elos capazes de fundir com a corrente de curto-circuito fase-terra mínima do final do trecho: 10K. A detecção de faltas à terra de alta impedância. um serve de "back up" para o outro.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição a) como a corrente de curto-circuito do ponto de instalação é menor que a capacidade de interrupção da chave de 100A (7100A simétrico). porém. recentemente. possuindo uma unidade instantânea e uma unidade temporizada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 kV. 25K e 40K. Os relés de sobrecorrente usados para a proteção de fase e terra são eletromecânicos. 25K. 15K. deverá ser realizada pela proteção de sobrecorrente de terra sensível (função 51GS). a ser ajustada com uma corrente de “pick-up” tão baixa quanto possível. 40K e 65K c) elos capazes de suportar a corrente de "inrush" 15K. 25K e 40K e) os elos que atendem todos os requisitos anteriores são os elos 15K.2 Disjuntores e Relés Um dos equipamentos de proteção usados nas saídas dos alimentadores é o disjuntor comandado por relés de sobrecorrente de fase (50/51) e neutro (50N/51N) com religamento automático feito através de relé de religamento. a CPFL passou à usar relés estáticos (eletrônicos) para a proteção de terra. Atualmente os relés estáticos são usados junto com os relés eletromecânicos. observando-se os desequilíbrios naturais de corrente produzidos pelas cargas. Portanto. A figura 2 mostra a ligação dos TCs e dos relés na ligação usual na CPFL. podendo ser extremamente inverso. Além do relé eletromecânico. de maneira que na região de operação comum aos dois dispositivos. objetivando desligar o alimentador nas ocorrências de faltas à terra de alta impedância. portanto utilizaremos o elo 15K. 25K.

então.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 2 . o relé de sobrecorrente abrirá o disjuntor. Uma vez mais.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 16 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Ligação dos TC’s e Relés de Fase e Terra 7. se a corrente de defeito continuar. Após a passagem de um período de tempo igual ao primeiro intervalo de religamento. Normalmente. Estes valores são definidos por órgãos da Diretoria de Operação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Se a corrente de defeito não mais existir. o relé de sobrecorrente tornará a acionar a abertura do disjuntor. o relé de religamento fechará o disjuntor. entretanto esses valores estão sendo mudados para 5s e 30s para o primeiro e segundo intervalo respectivamente. A figura 3 mostra as correntes durante um ciclo completo de operações de um disjuntor. sem que seja necessária a intervenção de eletricistas e operadores para a sua operação. o relé de religamento esperará pelo segundo intervalo de religamento e fechará novamente o disjuntor. N. Caso a corrente de defeito ainda exista. após o tempo especificado pela sua curva característica. o disjuntor permanecerá aberto até a intervenção de um operador.2. os intervalos de religamentos usados até hoje na CPFL eram de 5s para o primeiro religamento e de 60s para o segundo religamento. entretanto. este relé acionará o disjuntor. o disjuntor permanecerá fechado. Esta sequência de desligamentos e religamentos fará com que o sistema continue ligado após a ocorrência e eliminação de defeitos transitórios. O disjuntor abrirá o circuito interrompendo a corrente de defeito. após esta terceira abertura.1 Operação do Disjuntor Quando um relé é sensibilizado por uma corrente de defeito.

2. O dimensionamento inicial e o acompanhamento da mudança dos níveis de curto-circuito é feita pelos setores competentes da Diretoria de Operação e. quando definirmos os ajustes do disjuntor devemos estar atento para a corrente nominal e a máxima corrente de curto-circuito que o TC pode transportar sem sofrer saturação. enquanto que um TC com relação 400-5 transporta 480A.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Os TCs usados na CPFL tem fator térmico igual à 1. N. não precisamos nos preocupar com esse dimensionamento.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 17 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o que impediria o relé de operar. o que significa que ele pode transportar continuadamente 20% acima da corrente nominal.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 3 .2 Dimensionamento dos Disjuntores e Transformadores de Corrente Os disjuntores são dimensionados para suportar a corrente nominal e para interromper a corrente de curto-circuito máxima de seu ponto de instalação. portanto.2. entretanto. A saturação faz com que a corrente do secundário não seja proporcional à corrente do primário podendo até mesmo fazer com que a corrente do secundário tenha longos períodos de zero.Operação do Disjuntor 7. Assim um TC com relação 600-5 pode conduzir 720A primários.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Os transformadores de corrente (TC) também são dimensionados pelos setores competentes da Diretoria de Operação.

Para se saber qual a máxima corrente que o TC transporta sem saturar. 7.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 18 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2. enquanto que um TC de relação 300-5 e fator de sobrecorrente igual a 20 não saturará para correntes menores que 6000A. Para atender a essas duas condições o "tap" do relé deve ser calculado da seguinte forma: a) Tap IF = Onde: Tap IF é o “tap da unidade temporizada de fase. pelo TC.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Além disso. o relé deverá operar para a menor corrente de curto-circuito bifásico do trecho sob proteção do disjuntor.2.3 Ajustes dos Relés O esquema de proteção com o uso de relés pode ser visualizado na figura 4. assim um TC de relação 600-5 e fator de sobrecorrente 15 não saturará para correntes menores que 9000A.3. basta multiplicar o fator de sobrecorrente pela corrente nominal. com sua carga nominal.1 Tap da unidade temporizada de fase O relé de fase deve ser ajustado para que o alimentador transporte a sua corrente de carga mais as correntes de manobra que se fizerem necessárias. I CARGA × KF RTC N. por curtos períodos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . independente de que unidade do relé operar. sendo que a quantidade de operações para bloqueio do disjuntor será a mesma. As unidades temporizadas e instantâneas terão as suas próprias faixas de atuação.Zonas de Proteção das Unidades Instantânea e Temporizada 7. Os TCs usados na CPFL têm normalmente um fator de sobrecorrente igual a 20.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição O fator de sobrecorrente indica qual é a corrente que pode ser transportada. sem que este venha a saturar. FIGURA 4 .

d) O "tap" escolhido deve atender as condições "a" e "b" acima e devem permitir a coordenação com outros dispositivos instalados na rede.5 ou 2 vezes o “tap”. c) Sempre que possível o "tap" deve ser escolhido para proteger os cabos da saída do alimentador contra possíveis sobrecargas. Como os fabricantes definem as curvas dos relés à partir de 1. Se isto ocorrer. b) Tap < onde: Icc2 F min FS × FI × RTC Icc2 F min é o menor curto-circuito bifásico do trecho protegido pelo disjuntor FS é um fator de segurança que leva em consideração erros envolvidos no cálculo das correntes de curto-circuito. Esse fator deve estar na faixa de 1.se verificar a coordenação e seletividade com outros dispositivos.5 à 2 vezes a corrente atual do alimentador.3. O anexo IX mostra a curva de recozimento para os vários cabos usados pela CPFL. conforme será visto mais adiante. Isto é. a curva da unidade temporizada de fase deve ser a mais baixa possível. Nem sempre será possível atender o item "b" para curto-circuito até no final do alimentador.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição I CARGA é a corrente de carga do alimentador somada com as correntes necessárias para permitir manobras. instalados na rede de distribuição.5 à 2. 7. FI é o fator de início da curva do relé. desde que permita a coordenação e seletividade do relé com outros equipamentos de proteção.2 Curva da Unidade Temporizada de Fase A fim de evitar os efeitos nocivos das altas correntes de curto-circuito. Se esta curva permitir a coordenação e seletividade. KF é o fator de aumento da carga para o horizonte de estudo. Para uma discussão detalhada desse valor veja o anexo VIII. inicialmente escolhe-se a menor curva disponível para o relé a ser usado e então deve. deverá ser instalado um outro dispositivo para proteger o trecho que estiver fora do alcance do relé de fase da SE.5 ou 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . ela será a escolhida. FI será normalmente 1. definida pelo fabricante.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. N. RTC é a relação de transformação de corrente do TC. Sempre que possível a curva deve proteger o cabo de saída do alimentador e outros equipamentos de danos causados por sobrecargas. erros da RTC e erros do relé.2.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 19 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . De maneira geral I CARGA será de 1. caso contrário escolhe-se uma curva mais lenta e repete-se o processo.

posicionada estrategicamente no trecho intermediário do alimentador ou na divisa entre a zona urbana e a zona rural.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: Icc2 Fass 2912 Procedimento 1. as correntes maiores acionarão a unidade instantânea. Não há uma regra específica para a escolha da área de atuação. através da sinalização da unidade acionada. sob pena do disjuntor bloquear desnecessariamente. deve-se levar em consideração que a unidade instantânea pode auxiliar na investigação de defeitos que provoquem a abertura do disjuntor do alimentador. N. Isto está relacionado ao fato de que a corrente de curto-circuito é inversamente proporcional à distância da SE ao ponto com defeito e que. o seu "tap" deverá ser escolhido como segue: a) a unidade instantânea não deverá atuar com acorrente de magnetização dos transformadores instalados no alimentador. então o defeito deve estar mais próximo da subestação. no entanto. devido ao modelo de proteção adotado. Uma vez escolhida qual a zona de atuação da unidade instantânea.3 "Tap" da unidade instantânea de relé de fase. O "tap" da unidade instantânea do relé de fase deverá ser ajustado de acordo com a área de atuação desejada. em geral distante de 1 a 3 km da subestação.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 20 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . logo: TAPIF > I INRUSH 6 × In = (para mais de 10 transformadores) RTC RTC TAPIF é o “tap” da unidade instantânea de fase I INRUSH é o valor da corrente de “inrush” de todos os transformadores do alimentador In é a soma das correntes nominais de todos os transformadores do alimentador RTC é a relação de transformação de corrente do TC b) a unidade instantânea não deverá operar para defeitos fora de sua zona de proteção. se a unidade operada for a unidade instantânea.3. Portanto. Em vista do exposto. que dependerá muito das condições de cada alimentador. é conveniente que a zona de atuação da unidade instantânea seja delimitada por uma chave de manobra.2. a fim de auxiliar a escolha.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . TAPIF > onde: Icc2 Fass RTC é a corrente de curto-circuito bifásico assimétrica no limite da zona de proteção da unidade instantânea.

Evite usar essas curvas muito rápidas. a primeira curva a ser experimentada é a curva mais rápida oferecida pelo relé.2.4 Tap da Unidade Temporizada de Terra (eletromecânico) Como não existe corrente circulante pela terra ou pelo neutro primários em condições normais de operação. Para os relés eletromecânicos esse "tap" é 0.5. Alguns relés fornecem curvas muito rápidas que não permitem uma boa seletividade com elos fusíveis.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 21 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . RTC é a relação de transformação de corrente do TC.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2. o "tap" da unidade temporizada de terra deve ser o menor "tap" oferecido pelo relé.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Mesmo assim. calculada com uma impedância de contato de 40 Ω. Caso essa curva não apresente problemas de coordenação e seletividade com outros equipamentos então ela deve ser usada. N. como será visto adiante.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 7. devemos verificar que a relação abaixo se verifique: TapTT < Onde: IccFT min RTC × FI TapTT é o “tap” da unidade temporizada de terra IccFT min é a corrente de curto-circuito fase-terra.3.6 Tap da Unidade Instantânea do Relé de Terra (eletromecânico) A zona de atuação da unidade instantânea do relé de terra deve ser a mesma que a da unidade instantânea do relé de fase. O “tap” da unidade instantânea de terra é calculado como segue : Tap IT > onde: Icc FTass RTC Tap IT é o “tap” da unidade instantânea de terra Icc FTass é a corrente de curto-circuito fase-terra assimétrica calculada com uma impedância de contato igual a zero. escolhe-se uma curva mais lenta e repete-se o processo.3.3. caso contrário. 7.5 Curva da Unidade Temporizada de Terra Como no caso do relé de fase. 7. sendo assim o limite da zona de atuação já está definido. do final do trecho protegido pelo disjuntor FI é o fator de início da curva.

diminuindo assim o risco de acidentes no caso de condutores caídos ao solo. 7.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 7.8 Curva da Unidade Temporizada de Terra (estático) Como normalmente o "pick-up" do relé estático é baixo.3.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 22 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A figura 5 mostra as curvas dos relés de fase e terra.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .0s no início da curva. N.2.7 Tap da Unidade Temporizada de Terra (estático) A utilização de relés estáticos (eletrônicos) na proteção de terra permite que o disjuntor opere com correntes de fuga à terra mais baixas que com os relés convencionais. especialmente com elos fusíveis.2. Recomenda-se utilizar uma curva com tempo de atuação de aproximadamente 6. Os relés estáticos usados pela CPFL não possuem unidade instantânea. assim como a curva de um relé estático.3. já que esta existe no relé eletromecânico. Como um compromisso entre a segurança e a continuidade de serviço deve-se usar "taps" que possibilitem correntes de "pick-up" entre 8 e 12A. Assim: TapTE = Onde: I PE RTC TapPE é o “tap” do relé estático de terra I PE é a corrente de “pick-up” esperada (entre 8 A e 12 A) RTC é a relação de transformação de corrente. deve-se ajustar curvas com alguma temporização para permitir a coordenação e seletividade com outros equipamentos de proteção.

como para a proteção de linhas. As curvas dos religadores possuem características a tempo dependente extremamente inversa.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . muito inversa ou normal inversa para fase e terra.3 Religadores Os religadores são usados tanto para a proteção da saída de alimentadores.Ajustes de relés 7. A característica de operação do religador permite que ambas as curvas sejam usadas em uma seqüência de aberturas e religamentos de maneira que o religador opere na curva rápida durante as primeiras operações e opere na curva lenta nas últimas N. exceto as unidades de terra dos religadores Reyrolle OYT-250 ou OYT-400 e o McgrawEdison tipo KF que possuem curvas de tempo definido. ao longo do alimentador. Da mesma forma que os disjuntores.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. os religadores possuem unidades para proteção de fase e terra independentes. O religador possui duas curvas: uma rápida e uma temporizada.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 23 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 5 .

abrindo o circuito. o religador operará. exigindo a presença de um eletricista para a sua operação.3. Quando uma unidade de proteção do religador é sensibilizada por uma corrente de defeito e após transcorrido o tempo especificado na sua curva característica de operação.Ajustes de um religador Após a passagem do tempo especificado para o religamento. ele permanecerá aberto.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição operações antes do bloqueio. o religador tornará a operar.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 24 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Note que as curvas rápida e temporizada cobrem a mesma faixa de corrente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Caso a corrente de defeito ainda exista.1 Dimensionamento dos Religadores Assim como os disjuntores. quando um religador for projetado N. o religador contará um tempo de rearme e voltará a sua condição inicial. o religador tornará a fechar. os religadores devem ser dimensionados para suportarem a corrente nominal e para interromperem a corrente de curto-circuito máxima do seu ponto de instalação. FIGURA 6 . Portanto. Após o religador efetuar o número de aberturas ajustado em sua programação. A figura 6 mostra as curvas de fase e terra de um religador. Devido a isso o melhor emprego para o religador é evitar que faltas de natureza transitória queimem elos fusíveis. Se a corrente de defeito não estiver mais presente. 7.

7. sendo que cada um deles possui opções de ajustes diferentes.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição para ser instalado em um determinado ponto do circuito.3.2.Capacidade de condução e de interrupção dos religadores de SE Capacidade de Tipo Corrente nominal (A) interrupção (A) (simétrico) RE 400 4000 WE 560 10000 R 400 4000 W 560 10000 OYT-400 400 6750 Tabela 4 . XV e XVI. In > KF × I CARGA ou I PF > 2 × KF × I CARGA Onde: N. Neste item serão vistos os ajustes comuns para todos os religadores. devemos verificar a corrente passante por esse ponto e o valor do curto. e os de subestação).3. Tabela 3 . Para ver os ajustes e opções disponíveis para cada modelo veja os anexos XII.2 Ajustes dos Religadores Existem religadores de várias marcas e modelos.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 25 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Capacidade de condução e de interrupção dos religadores de linha Capacidade de Corrente interrupção (A) Marca Tipo nominal (A) (simétrico MCGRAW-EDISON KF 280 * REYROLLE OYT-250 250 ** REYROLLE OYT-400 400 ** WESTINGHOUSE SEV-280 280 6000 BRUSH PMR1-15 400 6000 BRUSH PMR3-15 560 6000 * veja anexo XII ** veja anexo XIII 7. As tabelas 3 e 4 mostram a capacidade de condução e a capacidade de interrupcão dos religadores utilizados na CPFL.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. XIV. XIII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .circuito trifásico desse ponto.1 Ajuste do "Pick-up" de Fase O ajuste do "pick-up" de fase deve obedecer os seguintes critérios: a) Para o caso dos religadores com bobina série (OYT e KF.

7. porque isso permitirá uma coordenação maior com elos fusíveis. os religadores SEV-280 possuem várias curvas rápidas. PMR1-15 e PMR3-15) I PF > KF × I CARGA Onde: I PF é a corrente de “pick-up” do religador KF é o fator de crescimento da carga no horizonte do estudo I CARGA é a corrente máxima passante no ponto de instalação. I PF = 2 × In b) para os religadores com relés eletrônicos (SEV-280.3. já levando-se em consideração as manobras c) Além disso para os dois tipos de religadores. o "pick-up" deverá ser menor que a corrente de curto-circuito bifásico. para esses religadores. já levando-se em consideração as manobras I PF é a corrente de “pick-up” do religador O número “2” que aparece na fórmula de I PF é porque.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 26 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . I PF < Icc2 F min FS Onde: Icc2 F min é o menor curto-circuito bifásico do trecho protegido pelo religador FS é o mesmo fator de segurança usado no ajuste do “pick-up”dos relés de fase.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição In é a corrente nominal da bobina série KF é o fator de crescimento da carga no horizonte do estudo I CARGA é a corrente máxima passante no ponto de instalação. N. sempre que possível escolher a mais rápida entre elas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ajuste das Curvas de Fase a) curva rápida Normalmente existe uma única curva rápida de fase.2. portanto não há nenhuma escolha a ser feita. Neste caso. do final do trecho onde se deseja que haja coordenação e seletividade entre o religador e outros dispositivos de proteção. Entretanto. dividida por FS.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

Sempre que possível deve-se evitar somar qualquer tempo às curvas originais. 7. Entretanto. pode-se colocar o "pick-up" de terra em 10A.3. Nos religadores tipo PMR1-15 e PMR3-15 deve-se ajustar o "pick-up" da UST nos valores acima. Deve-se.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 27 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . podendo ter todas as operações temporizadas. pelo mesmo motivo de escolhermos a curva mais rápida nos religadores SEV-280. escolher uma seqüência de operações com duas operações rápidas e duas operações temporizadas. Entretanto. Em religadores que possuem ajuste de 5A este deve ser o ajuste preferencial se a rede estiver em boas condições e o religador não operar exageradamente.2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. desde que isso não prejudique a coordenação e seletividade com outros dispositivos.3 Ajuste do "Pick-up" de Terra Como no sistema da CPFL não existem correntes para terra em condições normais de serviço.2. então.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Os religadores PMR1-15 e PMR3-15 possuem somente uma curva rápida à qual é possível somar-se tempos definidos. todas as operações rápidas. deve-se dar preferência à curva lenta mais próxima da curva rápida. 7. ou um número escolhido de operações rápidas. 30A ou qualquer outro valor necessário.3. A figura 7 mostra as correntes durante a operação de um religador com uma seqüência de duas operações rápidas e duas temporizadas.5 Seqüência de Operação Todos os religadores podem efetuar até 4 desligamentos. N. 7. ser ajustadas em 20A. seguindo por uma outra quantidade escolhida de operações temporizadas. observando ainda que nos religadores que possuem curvas à tempo definido deve-se evitar usar tempos de operação maiores que 3s.2.4 Ajuste das Curvas de Terra Valem os mesmos comentários feitos para o ajuste das curvas de fase. o ajuste da corrente do "pick-up" de terra deve ser o menor possível. Caso o religador opere muito. para se diminuir a quantidade de queimas de elos fusíveis. enquanto outros possuem uma gama muito variada de curvas. caso o religador continue operando. b) curva temporizada Alguns religadores possuem poucas curvas temporizadas.3. preferencialmente. e as curvas inversas podem.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . deve-se dar manutenção na linha e não aumentar ainda mais o "pick-up" de terra. qualquer que seja o caso. durante defeitos transitórios.

devido às correntes de "inrush".1s e. As curvas rápidas possuem tempos inferiores à 0. é sempre instalado após um outro equipamento de proteção automático (religador ou disjuntor) e dentro da zona de proteção deste último equipamento. devido.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Uma maneira de se diminuir o número de operações. N. principalmente. O seccionalizador não é capaz de interromper correntes de curto-circuito.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 28 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . apesar de ser considerado um equipamento de proteção automático. à possuírem tempos maiores que 0. como mostrado na figura 8. FIGURA 7 .6 Correntes de "Inrush" e Ajuste do Religador As curvas temporizadas dos religadores são geralmente insensíveis às correntes de "inrush". quando o problema se apresentar. podem ser sensíveis às correntes de "inrush".Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 7.2. é usar uma única operação rápida para o religador.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . mas isso também impediria o religador de realizar a sua função principal. devido a corrente de "inrush". se o "pick-up" de fase do religador for menor que a corrente de "inrush" esperada. embora possa interromper correntes até a sua capacidade nominal. portanto. A simples retirada da curva rápida evitaria a operação do religador.4 Seccionalizadores O seccionalizador.3.Seqüência de operação de um religador 7. O seccionalizador pode ser fechado mesmo em condições de curto-circuito (veja tabela 5).1s para as correntes de "inrush" esperadas no seu ponto de instalação.

o seccionalizador abrirá os seus contatos principais. Quando o equipamento de retaguarda religar. A figura 9 mostra as correntes durante a seqüência de operações de um equipamento de proteção de retaguarda e a abertura de um seccionalizador. Então. o trecho com defeito estará isolado e o resto da rede funcionará normalmente.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. o equipamento de retaguarda fechará o circuito.4.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 29 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . c) após o tempo determinado.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 8 .Zonas de proteção do seccionalizador e do religador 7. N. que abrirá o circuito. o processo se repetirá até que o seccionalizador acumule a quantidade de contagem ajustada. durante o tempo em que o equipamento de retaguarda estiver aberto.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Se o defeito persistir. O seccionalizador notará a abertura do equipamento de retaguarda devido à queda da corrente para valores abaixo do seu valor de disparo e contará a operação do equipamento.1 Funcionamento do Seccionalizador O funcionamento do seccionalizador pode ser resumido no seguinte: a) quando circula pelo seccionalizador uma corrente de curto-circuito. o seccionalizador é sensibilizado e se prepara para contar. b) esta corrente também sensibilizará o equipamento de retaguarda.

Em ramais longos e problemáticos.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA 9 . Para a instalação do seccionalizador deve-se ainda observar: .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.A corrente de curto-circuito trifásica (simétrica ou assimétrica) disponível no ponto de instalação deve ser menor que a capacidade suportável da bobina ou sensor de corrente do seccionalizador (veja Anexos XVII e XVIII). b) interrompe as 3 fases simultaneamente. quando instalado em substituição à uma chave fusível. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .4. d) ajustes independentes para operação de fase e de terra. apresenta as seguintes vantagens: a) coordenação efetiva em toda a faixa comum com religador de retaguarda.Operação de seccionalizador 7. Após consumidores que podem suportar as operações dos religadores. c) pode ser usado como chave de manobra sob carga. Em pontos onde a coordenação com elos fusíveis não é suficiente para o objetivo pretendido.2 Instalação de Seccionalizadores O seccionalizador pode ser instalado: Em pontos da rede onde a corrente é muito alta para a utilização de elos fusíveis.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 30 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . mas não suportam longas interrupções. no caso do bloqueio do religador. Um seccionalizador.

Restritor de tensão: Dispositivo que não permite a contagem enquanto houver tensão na linha.4 Acessórios Os seccionalizadores podem ter os seguintes acessórios opcionais: .6 vezes a corrente nominal da bobina.3 Ajustes do Seccionalizador O seccionalizador possui unidades independentes para operações por fase e por terra.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 31 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Tabela 5 .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.capacidade suportável de corrente dos seccionalizadores Capacidade suportável de corrente ( a) Tipo Sensor fase Sensor terra 10s 1s Momentânea Bobina série resistor 600 200 10000 20-30-35 Bobina série resistor 1290 3640 10000 50 OYS Bobina série resistor 1510 4690 10000 75 Bobina série resistor 1860 5940 10000 100 GN3E resistor resistor 1600 5700 9000 7. . Este ajuste deve ser feito igual a uma operação à menos que o equipamento de retaguarda ou menor.5A. 7.Restritor de corrente: Dispositivo que não permite a contagem enquanto houver corrente passando pelo seccionalizador. Um outro ajuste nos seccionalizadores é o número de contagens para abertura.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição .Toda a zona de proteção do seccionalizador deve estar contida na zona de proteção do equipamento de retaguarda. O seccionalizador OYS não possui este dispositivo. Ambas as unidades devem ser ajustadas para operarem com no máximo 80% dos respectivos ajustes do equipamento de retaguarda. Nenhum seccionalizador usado pela CPFL possui este acessório. Deve-se observar que no caso dos seccionalizadores OYS da Reyrolle a corrente de atuação é de 1. . sendo que o dispositivo impede a contagem se a corrente for maior que 3.Restritor de corrente de "inrush": Dispositivo que não permite a contagem quando a corrente for transitória de magnetização dos transformadores e de N. É indicado para permitir que a seqüência de operações do religador de retaguarda possa ter duas operações rápidas e duas temporizadas.4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . enquanto que ele é parte integrante do seccionalizador GN3E.4.

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição cargas indutivas. Figura 10 . com bloqueio automático.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 32 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O objetivo da coordenação é evitar que faltas transitórias causem a operação de dispositivos de proteção que não tenham religamentos automáticos e que.5. quando estiverem envolvidos equipamentos que dispuserem de duas curvas de atuação consecutivas. após uma seqüência de operações. O estudo da coordenação e da seletividade é feito pela superposição das curvas característica tempo x corrente dos diversos equipamentos no gráfico bi-log. conforme definido no item 3.Elos fusíveis protegido e protetor N. Os seccionalizadores usados pela CPFL não possuem este acessório. a menor quantidade possível da rede fique desligada. O termo coordenação será empregado nesta norma. tais como fusíveis e disjuntores. forem utilizados. no caso de defeitos permanentes. As tabelas 6 e 7 mostram as correntes máximas para coordenação obedecendo este critério entre elos fusíveis tipo K e H e entre elos fusíveis tipo K. O termo seletividade será usado nos casos onde somente equipamentos com uma única curva de operação. com o objetivo de definir as temporizações mais adequadas para cada equipamento. 8.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . de acordo com uma seqüência de operações preestabelecida.1 Seletividade entre Elos Fusíveis A seletividade entre dois elos fusíveis em série é garantida se o tempo de interrupção do elo fusível protetor (o que está instalado mais longe da SE e que deverá queimar em caso de defeito) for no máximo 75% do tempo mínimo de fusão do elo protegido (aquele mais próximo à SE e que não deverá queimar). independente da falta ser transitória ou permanente. As correntes de atuação deverão ser aquelas definidas usando-se os critérios estabelecidos no capítulo 7. A coordenação ou seletividade entre os equipamentos de proteção deverão ser obtidas dentro da faixa de corrente comum aos equipamentos que se pretende fazer a coordenação ou seletividade. enquanto o objetivo da seletividade é fazer com que o equipamento de proteção mais próximo ao defeito opere. A figura 10 ilustra o conceito de elo fusível protetor e protegido. 8 COORDENAÇÃO E SELETIVIDADE DA PROTEÇÃO A existência de equipamentos dotados de religamentos automáticos requer que eles estejam coordenados entre si e com outros equipamentos de proteção.

caso contrário haverá a atuação do disjuntor e não a queima do elo.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . o tempo de interrupção máximo do elo fusível deverá ser no máximo 75% do tempo de atuação da unidade temporizada do relé para as correntes no trecho comum.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 33 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Para a verificação da seletividade com a unidade instantânea.2 Seletividade Relé-Elo Fusível A característica de operação dos disjuntores na CPFL não permite que os mesmos tenham uma seqüência de operação de maneira a evitar a queima do elo fusível. Para haver seletividade entre o relé do alimentador e o elo fusível é necessário que o elo fusível interrompa a corrente de defeito antes que o relé opere.Correntes máximas para seletividade entre elos tipo K Elo fusível protetor 6K 10K 15K 25K 40K Elo fusível protegido 10 K 90 15 K 230 130 25 K 420 370 220 40 K 700 700 640 350 65K 1200 1200 1200 1100 700 8.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.133s) independente do valor da corrente. por isso só nos preocuparemos com a seletividade entre o relé e o elo fusível. para valores de corrente entre o valor de curto-circuito no ponto de instalação do elo N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela 6 . igual à 8 ciclos (0. Para as correntes de curto-circuito bifásico. Para garantirmos que isso aconteça. a seletividade deverá ser verificada entre a curva de interrupção máxima do elo e a curva temporizada do relé. Portanto. o fusível deverá fundir-se com tempos inferiores à 0.133s para correntes acima do "pick-up" da unidade instantânea. consideraremos o tempo de interrupção do disjuntor. mesmo para faltas de natureza transitória.correntes máximas para seletividade entre elos K e H Elo fusível protetor 1H 2H 3H 5H Elo fusível protegido 10 K 100 40 40 40 15 K 200 180 180 180 25 K 400 350 350 350 40 K 650 650 650 650 65K 1000 1000 1000 1000 Tabela 7 . para haver seletividade.

não haverá problemas de seletividade entre a curva temporizada do relé e o elo fusível. Para as correntes de curto-circuito fase-terra. já que a grande maioria dos defeitos em nossa rede são faseterra. N. aquelas calculadas com uma resistência de falta de 40 ohms.1 51 A 2 2912 Procedimento 1. Exemplo: Dado o circuito de rede urbana mostrado na figura 11 e os ajustes dos relés definir a capacidade do elo tipo K mais indicado para atender as condições de seletividade.Seletividade entre relés e elos fusíveis . Também aqui. possivelmente. isto é. a seletividade deverá ser verificada entre a curva de interrupção máxima do fusível e a curva temporizada do relé.2 13 A 2 5A 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: Relé de neutro 0. Figura 11 . como para o ponto final do trecho protegido pelo fusível.5 A 0. Como a curva do relé de fase é maior que a curva do elo fusível.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 34 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição até a metade da corrente de curto-circuito do final do trecho protegido pelo elo. Caso não se consiga obter uma boa seletividade para a proteção de fase e para a proteção de terra simultaneamente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . deve-se dar preferência à seletividade para a proteção de terra. a seletividade deverá ser verificada para as correntes de curto-circuito mínimo.exemplo Ajustes fornecidos Relé de fase Tap temporizado Curva Tap instantâneo Múltiplo RTC = 400/5 Solução: Levantando-se as curvas dos relés e dos elos fusíveis. observamos que para IccFT = 177A os elos que atendem às condições de seletividade e de carga é o elo de 15K. como na figura 12. tanto para o ponto de instalação da chave fusível.

assumindo-se que as curvas de operação de fase e terra do N. até que a falta seja extinta ou até que o religador bloqueie.exemplo 8. deve-se garantir que os relés de fase ou terra que comandam o disjuntor não venham a operar enquanto o religador realiza a sua seqüência de operação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Para se evitar a operação do disjuntor.Seletividade entre relés e elos fusíveis .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 35 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3 Coordenação Relé-Religador Quando um religador de linha está instalado dentro da zona de proteção de um disjuntor.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura 12 . como na figura 13. deve-se escolher as curvas de operação dos relés .

deve ser inferior ao avanço total para a atuação do relé. 8.1 As correntes de "pick-up" do religador deverão ser menores que as correntes de "pick-up" dos respectivos relés de fase ou terra.levando-se em conta a integração devido ao tempo de religamento do religador e o tempo de rearme dos relés. mas ainda N. 8.3.1.Coordenação relé-religador 8. Uma vez escolhida esta curva.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. nas operações temporizadas t RELÉ é o tempo que o relé levará para atuar para a corrente crítica Ponto crítico: Ponto de gráfico tempo x corrente correspondente à maior aproximação entre a curva temporizada de religador e a curva de relé. Corrente crítica: É a corrente do ponto crítico. Caso a soma do avanço do contato móvel esteja próximo. devido aos religamentos do religador. para o ponto mais crítico da zona de proteção mútua: t RELIG < 0.2 Escolha da Curva Temporizada do Relé Como uma primeira aproximação para a curva temporizada do relé pode-se escolher a curva que permita que.3. independentemente da corrente de curto-circuito na zona de proteção mútua.3.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 36 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .35 t RELÉ onde: t RELIG é o tempo que o religador levará para atuar para a corrente crítica. Esta soma pode ser obtida utilizando-se o método descrito no anexo X.1. Figura 13 . calcula-se o tempo de integração entre o relé e o religador.1 Condições para Obtenção da Coordenação As seguintes condições devem ser observadas para se obter uma coordenação satisfatória: 8.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição religador já estejam definidas .2 A soma dos avanços relativos do contato móvel do relé.3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

O uso de elos fusíveis no lado fonte do religador (isto é entre a subestação e o religador) não é permitido.Elo Fusível A coordenação entre um religador e um elo fusível é satisfatória quando o fusível não fundir enquanto o religador realiza as suas operações rápidas. Logicamente o religador deve estar ajustado para operar na curva rápida e a seguir na curva temporizada. Como a CPFL só usa elos fusíveis no lado carga dos religadores.35 N. TABELA 8 .8 1. multiplicada por um fator K.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 37 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A tabela 8 mostra o fator K para religadores operando com uma ou duas operações rápidas e para vários tempos de religamento. esta curva como ajuste para o relé. então.25 1. fazendo tentativas seguidas de religamento que poderiam queimar a bobina de fechamento. Este fator K é um fator de segurança no caso em que a seqüência de operações do religador tiver uma operação rápida. Este método deve ser usado para se definir as curvas temporizadas para os relés de fase e de terra. A aplicação do método permitirá a escolha da curva temporizada mais rápida que tenha coordenação com o religador. uma curva mais rápida para o relé e repete-se o processo até que a soma dos avanços relativos para uma curva esteja próximo a 100%.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . e um fator de segurança mais um fator que leva em conta o aquecimento do elo fusível quando a seqüência de operações tiver duas operações rápidas. durante tentativas de religamento. 8. Duas operações Tempo de Um operação rápida rápidas religamento < 0.5s < 0.4 Coordenação Religador .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição abaixo de 100%. somente verificaremos a coordenação para este caso. 8. a bobina de fechamento fosse submetida à uma subtensão. Caso a soma esteja muito abaixo de 100% escolhe-se.0s 1. mas fundir durante a primeira operação temporizada do religador. e o religador não fecharia.4.Fator K de multiplicação da curva rápida do religador com elo fusível do lado da carga. visto que a queima de um elo fusível de uma fase que alimenta a bobina de fechamento do religador faria com que. então. Para exemplo de cálculo veja o anexo X.1 A maior corrente em que ocorre a coordenação entre o elo fusível e o religador é obtida do cruzamento da curva de fusão mínima do elo fusível com a curva rápida do religador.5s e < 5. adota-se.25 1.

haverá. Já para as correntes maiores que Imax haverá somente seletividade.4. Sempre que a coordenação for conseguida para defeitos fase-terra.circuito fase-terra mínimo do trecho protegido pelos dois dispositivos. podendo ocorrer.4. a queima do elo fusível enquanto o religador realiza a sua primeira operação rápida.2 A menor corrente em que ocorre a coordenação é obtida do cruzamento da curva de interrupção máxima do elo fusível e da curva temporizada do religador multiplicada por 0. ainda.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 38 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para os defeitos entre fases. pelo menos.9. podendo ocorrer a coordenação para os dois tipos de defeitos. Para correntes menores que Imin não haverá nem coordenação nem seletividade uma vez que o religador deverá completar a sua seqüência de operação antes da queima do fusível. Para defeitos com correntes maiores que Imin e menores que Imax haverá coordenação. para levar em conta os possíveis erros da curva do religador. seletividade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. A figura 14 mostra como obter os valores das correntes máxima (Imax) e mínima (Imin) de coordenação entre um religador e um elo fusível.3 A coordenação entre o religador e o elo fusível deverá ser verificada para os valores de curto. 8.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 8. isto é. será garantido que.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . o elo fusível queimará antes que o religador possa realizar a sua operação rápida. N.

4 simultaneamente.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura 14 . a coordenação para operações por fase.4. ao menos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Coordenação religador-elo fusível Pode-se notar pela figura 14 que a coordenação entre elos fusíveis de grande capacidade dificilmente funcionarão bem com as operações de terra do religador.4.5 Coordenação Religador-Seccionalizador-Elo Fusível Para se obter a coordenação entre os três equipamentos é necessário que sejam cumpridas as exigências dos itens 7.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 39 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.4 Seqüência de Operação do Religador Sempre que possível deve-se escolher a seqüência de operação que permita ao religador realizar 2 operações rápidas. 8. 8.3 e 8. seguidas de 2 operações temporizadas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Isto fará com que se evite um número maior de queimas de elos fusíveis durante faltas transitórias. Nestes casos deve-se buscar.

usando-se um seccionalizador com o restritor de corrente . onde o religador está ajustado para realizar duas operações na curva rápida e à seguir duas operações na curva temporizada. Isto pode ser evitado. só o seccionalizador GN3E .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 40 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a seqüência de operações dos equipamentos.5A.no caso da CPFL. após a queima do elo fusível. Figura 15 . o seccionalizador poderá entender a queima do elo como sendo uma operação do religador e também abrir os seus contatos.e.Coordenação religador-seccionalizador-elo fusível Devemos observar que no caso da figura 15.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. desde que a corrente de carga pelo seccionalizador seja maior que 3. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição As figuras 15 e 16 mostram esquematicamente.

multiplicada por 1. devem ser 12 ciclos (200 ms) mais lentas que as curvas do equipamento protetor. mas não na temporizada e haverá seletividade se o religador protegido (o mais próximo da S/E) for um religador PMR1-15 ou PMR3-15 e este estiver com a seqüência de coordenação ativada.9. quando então o religador protetor fará a sua seqüência de operação. 8. Neste caso sempre haverá a queima do elo fusível e não a abertura do seccionalizador. a coordenação e seletividade entre religadores. as curvas do equipamento protegido. Note na figura 17 que as curvas rápidas dos dois religadores estão sobrepostas. Haverá coordenação quando dois religadores quaisquer estiverem em série e ambos operarem juntos na curva instantânea.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura 16 . multiplicada por 0. que será acompanhada pelo religador protegido. N.1. Para qualquer das técnicas acima. Além disso os "pick-ups" do equipamento protetor devem ser iguais ou menores que os "pickups" do equipamento protegido. coordenação ou seletividade.Coordenação religador-seccionalizador-elo fusível Na figura 16 a seqüência de operação do religador é uma operação rápida e três temporizadas.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . enquanto que na figura 18 não.6 Coordenação e Seletividade Religador-Religador Entre dois religadores instalados em série poderá haver coordenação ou seletividade.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 41 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . As figuras 17 e 18 mostram respectivamente.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Seletividade entre religadores N.Coordenação entre religadores FIGURA 18 .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura 17 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 42 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Para curto-circuito fase-fase a corrente referida ao lado de alta tensão.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 43 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . eqüivalendo ao mesmo valor do curto. conforme mostrado na Tabela 9. polaridade subtrativa. Sendo os transformadores trifásicos e os enrolamentos ligados em delta-estrela com atraso de 30.circuito no lado de baixa tensão de transformadores. As chaves fusíveis devem.3 6. NBI 95 kV e capacidade de interrupção assimétrica de 10000 A. A NBR 8926 .Cargas de curta duração para transformadores Tempo 2 segundos 10 segundos 30 segundos 60 segundos 5 minutos 30 minutos Múltiplos da Corrente Nominal 25. a corrente do lado da rede primária em caso de curto-circuito na rede secundária só obedece a relação de transformação quando este curto-circuito for trifásico.7 4. Tabela 9 . Para o curto-circuito faseterra o valor no lado da rede primária será 57. no mínimo. após o regime a plena carga do transformador. O anexo XI apresenta maiores detalhes sobre cálculo de curto.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0 Os elos fusíveis para os transformadores de distribuição estão padronizados de acordo com a tabela 10 a seguir: N.0 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .0 11.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 9 PROTEÇÃO DO TRANSFORMADOR DE DISTRIBUIÇÃO A proteção dos transformadores de distribuição é feita através de chaves fusíveis no lado da alta tensão.circuito trifásico. será 115% do valor calculado através da relação de transformação. considerando a relação de transformação. ter corrente nominal de 100 A.7% do valor calculado no lado da rede secundária. em uma das fases.Guia de Aplicação de Relés para Proteção de Transformadores estabelece o tempo máximo admissível para cargas de curta duração.75 3.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .8 kV 1F 23 kV 2F Transformadores Monofásicos 10 25 50 100 Transformadores Trifásicos 15 30 45 75 112.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 44 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 150 225 300 15//15 15//30 15//45 30//30 30//45 45//45 N.9 kV 13.Documento: Categoria: Versão: 2H 5H 10K 20K 2H 5H 10K 15K 1H 3H 5H 10K 1H 2H 3H 6K 2H 5H 5H 8K 12K 20K 25K 40K 1H 2H 3H 5H 6K 8K 12K 20K 2H 3H 5H 5H 5H 6K Aprovado por: 1H 2H 3H 5H 6K 8K 12K 20K 2H 3H 5H 5H 5H 6K 1H 1H 2H 3H 5H 5H 8K 10K Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.6 kV 11.Elos fusíveis para transformadores trifásicos de distribuição Capacidade Nominal e Tipo de Elo Fusível Potência Nominal (kVA) Tensão Nominal do Sistema 6.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela 10 .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . será utilizada a seguinte tabela: Tabela 11 .8 kV.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 30//75 75//75 112.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 45 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .9 ou 13.5//112.Elos fusíveis para transformadores rurais da CPFL Potência (kVA) 10 15 30 45 Trifásico 3H 5H 5H Bifásico 1H 2H MRT 2H 3H - N.5 150//150 6K 8K 12K 20K 6K 8K 12K 20K Para o caso de transformadores rurais de propriedade da CPFL. de 11.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 46 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 10 ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO ESTUDO DE PROTEÇÃO 10.3 Cálculo de Curto-circuito Efetuar os cálculos de curto-circuito através do programa descrito no anexo IV. c) Ajustes dos equipamentos da Subestação (Saída do Alimentador). começando pelos elos mais distantes da SE. Seccionalizador). b) Nunca foram estudados. 10.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. c) O horizonte do Estudo já foi Atingido Além desses itens o projetista deve consultar os Setores de Operação e Manutenção. 10. que poderão dispor de maiores informações sobre o desempenho do sistema elétrico. b) Ajustes dos equipamentos existentes no alimentador (Religador.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Após a escolha dos ajustes deve-se montar um resumo com os ajustes de todos os equipamentos. ajudando na escolha.2 Coleta de Dados Relacionamos abaixo alguns dados necessários para elaboração do estudo: Diagrama unifilar Índices Operativos do Sistema Elétrico Consumidores Prioritários Demanda dos Alimentadores Previsão de Expansão do Sistema Dados da SE 10.4 Escolha dos Ajustes de Proteção Os ajustes dos equipamentos de proteção devem ser feitos na seguinte ordem: a) Dimensionamento dos elos fusíveis. N.1 Escolha dos Alimentadores a Serem Estudados Para identificar os alimentadores a serem estudados sugere-se dar prioridade àqueles que estejam incluídos em alguns dos itens abaixo: a) Elevado número de operações os equipamentos de proteção e de queima de elos fusíveis.

50 0.40 3. Esse arquivo também servirá de base para obtenção de dados necessários para escolha de novos alimentadores a serem estudados. ASSIMÉTRICA ÂNGULO: ÂNGULO: 88. CORRENTES DE CURTO CIRCUITO S/E: PEN MVA: 25 AL: PEN07 CC3F: CCFT: KV: 7014 7399 138/11. C.08 TRECHO DIST.50 1. SIMÉTRICA CC3F CC2F CCFT CFTM CC3FA CC2FA CCFTA CFTMA A33 S10 S10 A10 6 A02 S04 S04 5317 832 609 563 530 509 466 243 Versão: 4605 721 527 488 459 441 403 210 4509 575 420 388 370 357 332 190 171 144 135 132 129 128 124 97 8154 861 626 579 542 520 472 245 7062 745 542 501 469 4450 409 212 6588 638 464 428 404 388 356 196 Página: 177 144 135 132 130 128 125 97 N.9 CORRENTE C.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .5 Documentação A apresentação do estudo é muito importante para facilitar seu entendimento e acompanhamento. 11.1 Cálculos de curto-circuito em alguns pontos do alimentador. Para um exemplo de como deve ser a documentação veja o item 11.67 89.75 8. 11 EXEMPLO DE UM ESTUDO DE PROTEÇÃO As plantas do alimentador PEN-07 estão no Anexo XIX. C.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 47 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .53 0.80 8.1. A documentação deverá conter todos os dados necessários para o entendimento do projeto. principalmente se este for feito por outro técnico. INÍCI FIM (KM) O 0 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 6 7 8 0. como por exemplo quais os motivos que justificaram a instalação ou retirada de um equipamento de proteção.23 0. conforme consta no item 10.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 10.30 CABO CORRENTE C. Para isso é necessário manter os estudos em arquivo separados por SE/Alimentador.Documento: Categoria: Aprovado por: Data Publicação: 2912 Procedimento 1.

0-4.20 2.2-0.4-0.2-0.4-0.3 Dimensionamento dos Elos Fusíveis .Ponto 11 a) Ielo > kF x Icarga Ielo > 20A N.50 0.1-0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .5-0.2 Fator sobrecorrente = 20 Relés de Fase: CDG 23 (GEC/ENGRO) TAPs disponíveis: 4.7-0.0-8.9-1.6-0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.20 1.8-0.75-1.0-1.80 S04 S04 S04 S04 S04 S04 247 229 227 219 202 210 214 199 197 189 175 182 193 180 178 172 161 166 98 94 94 92 89 90 249 231 229 220 204 211 216 200 198 191 177 183 199 186 184 178 165 171 98 95 94 92 89 91 11.9-1.8-6.0-9.0 Instantâneo: 10 a 40 11.6-12-16 Curvas: 0.00 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 7 8 8 11 12 12 11 9 10 12 13 14 8.0 Curvas: 0.9kV kVA instalado: 13070 Corrente de curto-circuito trifásica simétrica: 7104A Corrente de curto-circuito fase-terra simétrica: 7400A Icarga Atual = 240A Icarga Futura = 290 A Transformador de corrente: RTC 600-5 Fator térmico = 1.6-0.7-0.00 1.6-0.5-0.2-1.2 Dados da SE Transformador: 25 MVA .5-0.5-2.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 48 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3-0.1-0.138/11.3-0.0 Instantâneo: 20 a 80 Relés de Terra: CDG 23 (GEC/ENGRO) TAPs disponíveis: 0.8-0.

13 > IINRUSH kVA = 500 Para 1 transformador (tabela 1).13 > 291. Teremos. Escolher o elo de 25K para o ponto 7 (que teria também seletividade com o elo de 10K para curto-circuito fase-fase). escolheremos o elo imediatamente superior.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . N. IccFTMIN = 98A I300 < 98A Para atender os itens a. n = 12 I INRUSH = 12 ⋅ I 0. .8 A c) I 300 < 94 A Como já existe elo fusível de 10K nos pontos 8 e 10. verifica-se que para esses pontos o elo de 10K é adequado. Os elos fusíveis de 10K e 15K possuem seletividade para valores de até 130A.9 I 0. b e c. 10. Pela tabela 2 verificamos que esse elo atende os requisitos dos itens a.13 > 56.9 c) I300 < IccFTMIN No ponto 11.Ponto 7 a) Ielo > 3A I 0. A seletividade entre os elos fusíveis deve ser verificada através da tabela 7.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 49 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. ou seja. b e c. então. 12 e 13 Repetindo-se os cálculos. duas opções: 1a. 15k.13 > 6 ⋅ b) 195 3 × 11. Portanto.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição b) I 0.1A 3 × 11. escolhemos pela tabela 2 o elo de 25K. .1A 500 = 291. para curto-circuito fase-terra mínimo (94A nos pontos 9 e 10) haverá seletividade.Pontos 8. Para curto-circuito fase-fase não haverá seletividade (199A no ponto 9 e 197A no ponto 10).

opção.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Nesse caso. como ainda existe um elo fusível em série (ponto 6) para ser especificado.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 50 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A seletividade do elo de 40K com elo de 15K (ponto 7) ocorre para níveis de curto-circuito de até 640A. Manter o elo de 15K no ponto 7 e especificar para o ponto 6 elo de 25K ou 40K.Ponto 6 a) Icarga máxima = 25A Ielo > 25A b) I0. teríamos que optar pelo elo de 65K no ponto 6.13 > 260. Elo escolhido: 15K . haverá seletividade para curto-circuito fase-terra (124A no ponto 7) e fase-fase (403A no ponto 7).13 > IINRUSH kVA = 895 Pela tabela 1. 2a. escolhemos o elo de 40K.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. pois o elo de 65K (1a. opção) apresentará maiores dificuldades para coordenar com o religador do ponto 1. n = 6 I 0.9 I 0. Portanto. que atende às condições acima. e como existem valores de curto circuito fase-fase maiores que o limite da faixa de seletividade entre os elos de 25K e 40K. Elo escolhido: 40K N.5 A c) I300 < IccFTMIN IccFTMIN = 89A I300 < 89A Pela tabela 2. a depender da carga e da seletividade. Adotaremos a 2a.5 A 3 × 11.13 > 6 ⋅ 895 = 260.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

I pf > 126 A Escolheremos o "pick-up" imediatamente acima. A partir desse ponto.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 51 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. que é 150A. conforme mostrado na figura 19. demanda e correntes – exemplo a) Ajustes de Fase a1) "Pick-up" de fase . a rede elétrica ficará protegida pelo elo fusível de 40K existente no ponto 6.Níveis de curto-circuito.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 11. e considerando FS = 2.4 Ajustes do Religador do Ponto 1 Figura 19 . RTC: 100/1 %RTC: 150% I pf < Icc2 F min FS Icc2 F min FS Para o "pick-up" escolhido. já considerado o horizonte do estudo é de 126A. N.Unidade Temporizada I pf > I c arg a ⋅ KF A corrente de carga no ponto 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . teremos: 150 < Icc2 F min > 300 A Portanto a zona de proteção para o ajuste de fase do religador será até o ponto onde Icc2 F min = 300 A (trecho compreendido entre os pontos 7 e 8 e entre os pontos 7 e 11).

(FE = 1). Esta curva proporciona boa faixa de coordenação com elos fusíveis. .Unidade Instantânea Escolhido o mesmo "pick-up" da unidade temporizada: 150A. que é a menor curva disponível do religador e não prejudica a seletividade com os elos fusíveis do trecho protegido (vide figura 20).1 (MI).Instantânea Única disponível do PMR-1-15 b) Ajustes de Terra b1) "Pick-up" de Terra Unidade temporizada = 20A (20% da RTC) Unidade Instantânea = 40A (FE = 2) b2) Curvas de Terra . .Temporizada Curva escolhida: 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 52 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Instantânea Única disponível do PMR-1-15 c) Ajuste da UST "Pick-up" da UST: 5A Tempo de Operação: 3s Nº operações: 4 d) Número de Operações Curvas de Fase e Terra: 2I. principalmente para correntes de valores menores. a2) Curvas de Fase .Temporizada Escolhemos a curva temporizada 0.3I.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.5 Verificação do Dimensionamento do TC do Disjuntor a) Carga I CARGA atual = 24 A N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 2T e) Religamento: 2s f) Rearme: 10s g) Tempo adicional da curva rápida: 0 11.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição .

4 A (condição A). Como o valor da corrente de curto-circuito trifásica simétrica na SE é 7108A.6 Ajuste do "TAP" da Unidade Temporizada do Relé de Fase a) TAP > I CARGA × KF RTC I CARGA × KF (considerando manobras) = 531 A TAP > 531 120 ∴ TAP > 4.4 b) TAP < Icc2 F min FS × FI × RTC Para o relé CDG23 FI=2 Icc2 F min (ponto 15) = 2614 A.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 53 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . além da “corrente futura” do próprio alimentador. ou seja.4 Escolheremos um “tap” imediatamente acima de 4. Portanto: I total = 290 + 2 ⋅ (361) = 531A 3 Como o TC suporta 600 x 1. que nesse exemplo consideraremos que o alimentador PEN07 possa transportar.000A.8 A. Considerando o fator de segurança (FS) = 2. b) Curto-circuito x saturação I nominal TC x Fator sobrecorrente = 600x20 = 12.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 (Fator Térmico) = 720A. 4. 11. Portanto o dimensionamento do TC está adequado.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição I CARGA no horizonte do estudo = 290 A Na especificação da corrente nominal do TC deve ser considerada a condição de manobra. não haverá saturação do TC. 2/3 da “corrente futura” do alimentador Pen08.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . temos: TAP < 2614 2 × 2 × 120 TAP < 5. para a condição de carga o dimensionamento atual está adequado. teremos: N. Para esse “tap”.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. TAP > 7062 120 TAP > 58.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 4.5. recomenda-se utilizar o menor “tap”.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 54 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 11.8 < Icc2 F 2 × 2 × 120 Icc2 F > 2304 A Isso significa que a zona de proteção do relé de fase da SE será até o ponto onde Icc2 F = 230 A (situado entre os pontos 1. Para o relé CDG23 FI = 2 N.9 TAP > 3804.7 120 TAP > 31.9 “Tap” escolhido: 60 A. 2 e além do ponto 15). portanto escolheremos o “tap” 0.7 3 × 11. 11.7 Ajuste do "TAP" da Unidade Instantânea do Relé de Fase a) Zona de atuação da unidade instantânea Escolheremos o ponto 1 (religador) b) TAP > I INRUSH RTC kVA = 13070 n=6 I INRUSH = 6 × 13070 = 3804.8 Ajuste do "TAP" da Unidade Temporizada do Relé de Terra TAP < IccFT min RTC × FI Para o ajuste de terra.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .7 c) TAP > Icc2 Fass RTC Icc2 Fass (ponto 1) = 7062 A.

a rede elétrica estará protegida pelo religador do ponto 1 e pelo elo fusível do ponto 6.9 Como a faixa de TAP’s do relé existente é de 10 a 40A. escolheremos o maior valor.9 Ajuste do "TAP" da Unidade Instantânea do Relé de Terra Escolhida a zona de proteção até o ponto 1 (religador) TAP > IccFTass RTC IccFTass = 6588 A (ponto 1) TAP > 6588 120 TAP > 54. 11. 0.56 Versão: INST.Documento: Categoria: ALIMENTADOR: PEN07 TEMPOS DE ATUAÇÃO NAS CURVAS INTEGRAÇÃO (%) 24.1 Curva da Unidade Temporizada do Relé de Fase Escolheremos a menor curva (0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 0. Portanto. Após esse ponto.230 Data Publicação: RELE 1. RELIG.083 TEMP. INTEGRAÇÃO ENTRE RELÉ E RELIGADOR P/ FASE ICC 1200 1275 N.250 0. manteremos a escolha da curva 0.5 < IccFT min 120 × 2 IccFT min > 120 A A zona de proteção do relé de terra da SE será até o ponto onde Icc = 120 A (um pouco após o ponto 7).1 para o ajuste de fase do relé.084 0.10. RELIG.267 1. 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .058 Página: Aprovado por: 2912 Procedimento 1. haverá coordenação.10 Escolha das Curvas de Atuação das Unidades Temporizadas dos Relés de Fase e de Terra 11. ou seja 40A. cujos resultados são mostrados a seguir: Como os valores de integração são inferiores a100%. 11. O próximo passo consiste em verificar a integração entre relé-religador.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 55 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1) e verificamos pela figura 20 que existe seletividade com os elos fusíveis.12 26.

Tipo de Documento: Área de Aplicação:

Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição - Sobrecorrente

Título do Documento:

UN Distribuição

1350 1425 1500 1650 1800 1950 2100 2250 2625 3000

27,75 31,27 33,33 39,08 42,29 49,50 54,83 57,43 71,34 91,49

0,082 0,082 0,081 0,081 0,081 0,080 0,080 0,080 0,080 0,080

0,210 0,210 0,200 0,190 0,170 0,160 0,150 0,140 0,130 0,130

0,925 0,821 0,733 0,594 0,505 0,438 0,387 0,351 0,285 0,242

11.10.2 Curva da Unidade Temporizada do Relé de Terra
Escolheremos, inicialmente, a curva 0,7, que apresenta boa seletividade com os fusíveis (vide figura 20). Verificação da integração relé-religador para a curva 0,7: INTEGRAÇÃO ENTRE RELÉ E RELIGADOR POR TERRA ALIMENTADOR: PEN07 TEMPOS DE ATUAÇÃO NAS CURVAS ICC 125 130 135 140 150 160 170 180 190 200 220
N.Documento: Categoria:

INTEGRAÇÃO (%) 20,23 23,37 25,92 28,47 33,17 37,77 43,17 48,73 52,95 57,53 66,82
Versão:

INST. RELIG. 0,090 0,090 0,088 0,088 0,087 0,087 0,086 0,086 0,085 0,084 0,083

TEMP. RELIG. 1,150 1,150 1,100 1,100 1,050 1,020 1,000 0,980 0,960 0,940 0,910
Data Publicação:

RELE 10,833 9,667 8,500 7,867 6,600 5,733 5,000 4,400 4,000 3,633 3,067
Página:

Aprovado por:

2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

56 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição - Sobrecorrente

Título do Documento:

UN Distribuição

240 260 280 300 320 340 360 380 400

74,55 81,47 87,52 92,55 100,59 103,93 108,87 114,13 118,49

0,083 0,082 0,081 0,081 0,081 0,081 0,080 0,080 0,080

0,880 0,850 0,820 0,800 0,790 0,770 0,750 0,740 0,730

2,680 2,383 2,150 1,990 1,817 1,717 1,600 1,513 1,447

Como existem valores acima de 100%, não haverá coordenação acima de 320A. Repetindo o processo para a curva 0,8, verificamos também que não haverá coordenação para valores acima de 400A. INTEGRAÇÃO ENTRE RELÉ E RELIGADOR P/ TERRA ICC 125 130 135 140 150 160 170 180 190 200 220 240 260
N.Documento: Categoria:

ALIMENTADOR: PEN07 TEMPOS DE ATUAÇÃO NAS CURVAS INTEGRAÇÃO (%) 18,76 21,35 23,30 25,56 29,68 33,56 38,14 42,91 46,76 50,59 57,96 65,53 70,83
Versão:

INST. RELIG. 0,090 0,090 0,088 0,088 0,087 0,087 0,086 0,086 0,085 0,084 0,083 0,083 0,082

TEMP. RELIG. 1,150 1,150 1,100 1,100 1,050 1,020 1,000 0,980 0,960 0,940 0,910 0,880 0,850
Data Publicação:

RELE 11,833 10,667 9,500 8,800 7,400 6,467 5,667 5,000 4,533 4,133 3,533 3,050 2,740
Página:

Aprovado por:

2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

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57 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição - Sobrecorrente

Título do Documento:

UN Distribuição

280 300 320 340 360 380 400

75,61 81,91 87,55 90,71 95,18 99,62 103,21

0,081 0,081 0,081 0,081 0,080 0,080 0,080

0,820 0,800 0,790 0,770 0,750 0,740 0,730

2,487 2,250 2,087 1,967 1,830 1,733 1,660

Para a curva 0,9 (resultados abaixo), haverá coordenação em todo trecho, portanto essa será a curva escolhida. INTEGRAÇÃO ENTRE RELÉ E RELIGADOR P/ TERRA ICC 125 130 135 140 150 160 170 180 190 200 220 240 260 280 300 320
N.Documento: Categoria:

ALIMENTADOR: PEN07 TEMPOS DE ATUAÇÃO NAS CURVAS INTEGRAÇÃO (%) 15,88 17,75 18,94 20,84 24,39 27,66 31,86 36,86 40,11 43,76 57,17 57,91 63,31 68,36 73,78 79,15
Versão:

INST. RELIG. 0,090 0,090 0,088 0,088 0,087 0,087 0,086 0,086 0,085 0,084 0,083 0,083 0,082 0,081 0,081 0,081

TEMP. RELIG. 1,150 1,150 1,100 1,100 1,050 1,020 1,000 0,980 0,960 0,940 0,910 0,880 0,850 0,820 0,800 0,790
Data Publicação:

RELE 13,833 12,667 11,500 10,633 8,900 7,767 6,733 5,800 5,267 4,767 4,000 3,450 3,067 2,753 2,500 2,310
Página:

Aprovado por:

2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

58 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

770 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .081 0.5A 40A 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 59 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 340 360 380 400 81.1 Terra CDG-23 600-5 0.080 0.11 Resumo dos Ajustes a) Relés Tipo: RTC: TAP Temporizado: TAP Instantâneo: Curva: b) Religador Tipo: PMR-1-15 PU: Curva: PU Instante.740 0.730 2.000 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.(s): Nº Operações: RTC: Religamento (s): Rearme (s) Tempo Adic.32 94. Operação: PU (FE): Tempo Def.25) 3 4 N.1(MI) 150 (I) 2I 2T Terra 20 0.080 0.3(I) 40 (2.080 0.22 90.9 4 4 100/1 2 10 0 5 (0.823 11.(FE): Seq.0) 2I 2T UST Fase CDG-23 600-5 4.8A 60A 0.917 1.183 2. Curva Rápida(s) c) Gráfico tempo x corrente Fase 150 0.750 0.28 0.76 87.

Gráfico tempo x corrente – exemplo N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura 20 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 60 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

VB e VC. C2). As componentes equilibradas do conjunto são: a) Componente de seqüências positiva. V & e lembrando que (1+a+a2) = 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 61 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . consistindo de 3 fasores iguais em módulo e sem defasagem entre si (A0.866 a = 1∠240 = −0. 2 EQUAÇÕES DE COMPONENTES SIMÉTRICAS Os vetores de tensão VA. V &. temos: Somando-se V A B C & = 1 (V & +V & +V &) V A0 A B C 3 & =1V & + a ⋅V & + a2 ⋅V & V A1 A B C 3 ( ) N. pelas seguintes equações: & =V & +V & +V & =V & +V & +V & V A A1 A2 A0 A1 A2 A0 & =V & +V & +V & = a2 ⋅V & + a ⋅V & +V & V B B1 B2 B0 A1 A2 A0 & =V & +V & +V & = a ⋅V & + a 2 ⋅V & +V & V C C1 C2 C0 A1 A2 A0 onde a é o operador que faz a rotação do vetor de 120 a = 1∠120 = −0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO I – COMPONENTES SIMÉTRICAS 1 INTRODUÇÃO As correntes de curto-circuito assimétricas são estudadas pelo método das componentes simétricas. C0). onde os três fasores desequilibrados podem ser substituídos pela soma vetorial de 3 sistemas equilibrados de fasores.866 &. B0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . consistindo de 3 fasores iguais em módulo defasados entre si de 120 e tendo seqüências de fase oposta à dos fasores originais (A2.5 − j 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. b) Componente de seqüências negativa. defasados entre si de 120 e tendo a mesma seqüências de fase dos fasores originais (A1. C1).5 + j 0. consistindo de 3 fasores iguais em módulo. B1. serão expressos em termos de suas componentes simétricas. c) Componente de seqüências zero. B2.

Zn.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. no tocante às correntes de seqüências zero. &+I &+I &=I & Portanto: I A B C N & = 1 (I &+I &+I & ) concluímos que I & = 3I & sendo I A0 A B C N A0 3 Um circuito trifásico funciona como um monofásico. uma vez que os módulos e as fases são as mesmas. Portanto. N. a soma das correntes de linha são iguais a IN. no caso de um curto-circuito fase terra. uma impedância de valor igual a 3Zn. entre o neutro e a terra num circuito ligado em estrela (Y). Se existe uma impedância. bastando para isso substituir V Num sistema trifásico ligado em estrela (Y).2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 62 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . as correntes de seqüências zero só circularão se existir um caminho de retorno pelo qual se completa o circuito. aso da tensão. deverá ser colocada entre o neutro e a barra de referência do circuito de seqüências zero como indica a figura I.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição & =1 V & + a2 ⋅V & + a ⋅V & V A2 A B C 3 & =V & =V & V B0 C0 A0 & = a2 ⋅V & eV & = a ⋅V & V B1 A1 C1 A1 ( ) As componentes das demais fases podem ser obtidas pelas relações: & = a 2 ⋅V & & = a ⋅V & eV V C2 A2 B2 A2 As equações para determinação das correntes seguem os procedimentos análogos & por I & . As impedâncias da terra e dos cabos neutros deverão ser incluídas na impedância de seqüências zero.1. a corrente de retorno pelo neutro.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.1 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 63 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA I.Diagrama unifilar e diagrama de seqüência para um curto-circuito fase-terra N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO II – VALORES "POR UNIDADE" (PU) DE ELEMENTOS DE UM CIRCUITO TRIFÁSICO VABASE Corrente base = I BASE = 3 × VBASE (amperes ) Impedância base = z BASE = Impedância base = z BASE = VABASE 3 × I BASE (ohms ) V 2 BASE (ohms ) VABASE VA impedância real (ohms) = Z REAL × 2 BASE impedância base (ohms) V BASE Impedância por unidade = Z pu = Onde: V = tensão entre fases VA = potência total nas 3 fases Mudança de Base Quando o valor de impedância em pu é dado em uma base diferente da escolhida a conversão se faz da seguinte forma: Z pu ⎡V ⎤ VA = Z pu DADO × ⎢ DADO ⎥ × BASE ⎣ VBASE ⎦ VADADO 2 Nota: Quando a resistência e a reatância de um dispositivo forem dadas pelo fabricante em porcentagem ou em valores pu subentende-se que as bases são os valores de VA e o de V nominais do dispositivo.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 64 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A vantagem de se adotar o valor em pu está na equivalência da impedância do transformador tanto no lado da alta como no lado da baixa.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. N.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. dada no anexo V Z1SE = impedância equivalente de seqüência positiva na barra da SE Z1SE pu = I BASE Icc3 F (amperes) Vff 3 × Icc3 F (amperes ) Z1SE ohms = Vff = tensão entre fases.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO III – FÓRMULAS PARA CÁLCULOS DAS CORRENTES DE CURTOCIRCUITO 1 CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO Icc3 F = 1 Z1 pu × I BASE ou Icc3 F = Vff 3 × Z1 onde: Z1 pu = (Z1SE + Z1c ) pu Z1 = (Z1SE + Z1c )ohms Z1c = impedância de seqüência positiva do condutor.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 65 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . em volts. 2 CURTO-CIRCUITO BIFÁSICO Icc2 F = 3 × I BASE 2 ⋅ Z1 pu Icc2 F = Vff 2 × Z1 Comparando com o curto-circuito trifásico pode-se obter a seguinte relação: Icc2 F = 3 × Icc3 F = 0.866 × Icc3 F 2 N.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 66 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .36 ⋅ d ⎠ ρ ou Rf = ρ ⎛ 4 ⋅ Lh ⎞ × ln⎜ ⎟ (aterramento com uma haste) 2 ⋅ π ⋅ Lh ⎝ d ⎠ R f = resistência de contato ρ = resistividade do solo (Ω. dado no anexo V Z 0 SE pu = impedância de seqüência zero na barra da SE Z 0 SE pu = 3 ⋅ I BASE − 2 ⋅ Z1SE pu IccFT (amperes) 3 ⋅ Vff − 2 ⋅ Z1 − 3 ⋅ R f IccFT Z 0 SE ohms = Vff = tensão entre fases em volts Rf = ⎛ 2 ⋅ Lc ⎞ × ln⎜ ⎟ (condutor rompido) π ⋅ Lc ⎝ 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 3 CURTO-CIRCUITO FASE-TERRA Em pu: Icc FT = 3 2 ⋅ Z 1 pu + Z 0 pu + 3 ⋅ R fpu × I BASE Em valores reais: Icc FT = onde: Z 0 pu = (Z 0 SE + Z 0 c ) pu Z 0 = (Z 0 SE + Z 0c )ohms 3 ⋅ Vff 2 ⋅ Z1 + Z 0 + 3 ⋅ R f Z 0 pu = impedância de seqüência zero do condutor.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .m) Lc = comprimento do condutor em contato com o solo (m) Lh = comprimento da haste (m) d = diâmetro do condutor (m) N.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 67 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Título do Documento: Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Correntes de faltas simétricas e tensões durante as faltas Faltas Faltas fase-terra Faltas duplas fase-terra Faltas bifásicas trifásicas através de R (terra) através de R (terra) através de Zf através de Zf Ia Ib Vf Z1 + Z f 0 −j 3 −j 3 3V f 2 Z1 + Z 0 + 3 R 0 −j 3 Vf Z0 +3⋅ R−a⋅Z2 Z +2⋅Z1 ⋅(Z0 +3⋅ R) 2 1 a 2V f Z1 + Z f Vf 2Z1 + Z f Vf 2 Z1 + Z f 0 0 Vf 3R 2 Z1 + Z 0 + 3R Ic Va Vb Vc Vbc aV f Z1 + Z f Vf Vf − j 3V f Vf Vf Zf Z1 + Z f a2Z f Z1 + Z f Vf Vf a2Z f − Z2 2Z1 + Z f 3(Z 0 + 2 R ) Z1 + 2(Z 0 + 3R ) Z 0 + 3R − a 2 Z 2 Z12 + 2Z1 (Z 0 + 3R ) Vf 3a 2 R − j 3 (Z 2 − aZ 0 ) 2 Z 1 + Z 0 + 3R − 3R Z 1 + 2(Z 0 + 3R ) Vf aZ f Z1 + Z f Vf aZ f − Z 2 2Z1 + Z f Zf 2Z1 + Z f Z f + j 3Z 2 2Z1 + Z f aZ f + j 3Z 2 2Z1 + Z f Vf 3aR − j 3 (Z 2 − aZ 0 ) 2 Z 1 + Z 0 + 3R j 3V f 2Z1 + Z0 + 3R 2Z1 + Z0 + 3Z f Vf − 3R Z 1 + 2(Z 0 + 3R ) j 3V f j 3V f Zf Z1 + Z f a2Z f Z1 + Z f aZ f Z1 + Z f j 3V f 0 3 (Z 0 + 3 R ) Z1 + 2(Z 0 + 3R ) 3(Z0 + 3R) Z1 + 2(Z0 + 3 ⋅ R) Vca Vab j 3V f j 3V f a 2 (3R + Z 0 ) − Z 2 2Z1 + Z 0 + 3Z f a (3R + Z 0 ) − Z 2 2 Z 1 + Z 0 + 3Z f 3V f j 3V f j 3V f j 3V f − 3V f V f = tensão fase-terra do sistema (Volts) Z f = impedância de falta (ohms) R = resistência de aterramento (ohms) Z1 = Z 2 a = operador 1∠120 N.1 . Tabela III.Sobrecorrente UN Distribuição 4 FORMULÁRIO A tabela III.1 apresenta os valores de correntes de faltas simétricas e tensões durante as faltas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

0159 RMG (mm) 1.0242 0.1342 x (ohm/km) 0.300 18.6960 0.48 7.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.350 8.0995 0.515 13.43 8.9477 0.692 3.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 68 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5954 0.35 2.4 477 Formação alumínio/aço 6/1 6/1 6/1 6/1 26/7 26/7 Diâmetro condutor (mm) 6.1 Características de condutores de alumínio com alma de aço (CAA) Bitola AWG/MCM 4 2 1/0 4/0 336.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO IV – CARACTERÍSTICAS E IMPEDÂNCIAS DE SEQÜÊNCIAS DOS CABOS UTILIZADOS PELA CPFL– PAULISTA Tabela IV.0798 0.0867 0.4 477 Formação 7 7 7 7 7 19 19 Diâmetro condutor (mm) 5.83 Tabela IV.816 4.109 14.2 Características de condutores de alumínio sem alma de aço Bitola AWG/MCM 4 2 1/0 2/0 4/0 336.416 9.812 6.0242 0.5040 0.0241 0.0656 0.392 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .313 21.258 16.0242 0.138 2.1902 0.411 7.33 1.142 r ( 50º C ) (ohm/km) 1.0158 0.27 1.0503 0.0242 0.1330 x (ohm/km) 0.1876 0.347 10.026 10.0209 0.0209 RMG (mm) 2.892 7.2977 0.5972 1.633 N.3679 0.793 r ( 50º C ) (ohm/km) 1.4729 0.916 20.

020 2.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .225 5.752 3.3 Características de condutores de cobre (cu) Bitola AWG/MCM 6 4 2 1/0 4/0 Diâmetro Formação 1 1 3 7 7 Condutor (mm) 4.0294 0.259 Fio (mm) 4.5 × d RMG d = diâmetro do condutor em milímetro RMG = raio médio geométrico em milímetro N.347 13.0242 0.4854 0.1876 x (ohm/km) 0.1679 log 0 .119 4.417 r (50 °C) (ohm/km) 1.0241 RMG (mm) 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 69 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5935 0.813 r = resistência do condutor a 50 °C f = 60 Hz x = reatância interna do condutor x = 0 .9341 0.0188 0.392 4.0188 0.603 2.777 3.3766 0.182 8.115 5.128 9.182 3.

4931 100 0.m) Rn fios AWG/MC Xn Zn M 100 1.0065 1.5320 1.0230 1.1997 5000 0.9560 1.5317 0.0621 1.1674 100 0.0853 1.0589 1.1026 1.4 Auto-impedância de condutores neutros para rede secundária.1297 5000 0.5 Auto-impedância de condutores neutros pararede secundária .1174 Tabela IV.1674 100 0.6545 1.9123 0.3568 1.9387 1.0421 5000 0.0764 1.3565 0.1438 1/0 7 600 0.cobre Auto–impedância Condutor CU (ohm/km) Resistividade do Formação Bitola solo (ohm.m) Bitola Formação Rn Xn Zn AWG/MCM fios 100 1.4357 1.4354 0.8366 06 1 600 1.alumínio Auto–impedância Condutor CA (ohm/km) Resistividade do solo (ohm.0708 2/0 7 600 0.0056 1.4348 0.5442 1.0059 0.6526 1.9967 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.1417 1.2007 100 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 70 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .9387 1.9544 1.5436 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .3877 02 7 600 1.6542 1.0068 1.0345 1/0 7 600 0.0958 5000 0.6536 0.9298 1.0213 1.1557 02 3 600 0.0056 1.1695 Rn = r + Rnn Xn = x + Xnn N.9952 1.4351 5000 1.3559 0.5445 1.6523 1.5311 0.9793 4/0 7 600 0.8742 5000 1.1010 1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2118 5000 0.9207 100 0.6517 0.0853 1.9792 1.

2248 1.5254 0.3018 N.1844 2.5972 1.6009 0.8 m Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 71 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0871 2.1902 0.6960 0.3764 1.35 m Altura dos condutores ao solo = 6.5209 0.8666 2.3665 0.5209 0.0504 1.1833 1.3114 X0 1.5220 0.4360 0.5208 0.5220 0.m) 100 S04 600 5000 100 S02 600 5000 100 S10 600 5000 100 S20 600 5000 100 S40 600 5000 100 S33 600 5000 F = 60 Hz T = 50 C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 1.7196 2.3511 2.8723 0.2275 0.5424 0.3793 Z1 1.4023 0.5442 0.4360 0.6960 0.8895 2.6009 0.3511 2.6 Impedâncias de seqüências para rede primária alumínio (CAA) zona rural Código Bitola Resistividade do solo (ohm.4750 0.5220 0.8694 0.6008 0.3343 1.2266 1.3105 0.3923 0.3680 0.2806 Z0 2.1833 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0112 2.4751 0.2056 2.8409 2.1902 0.9826 2.4023 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.7735 1.0036 1.6804 1.8693 0.8705 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .4023 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1.5083 2.4359 0.0417 2.0547 2.3923 0.5255 0.3792 0.5255 0.1342 X1 0.6804 1.3087 0.6804 1.3647 0.8540 2.8693 0.7744 1.5972 1.4234 1.4268 1.1342 0.6597 2.5973 1.1879 2.0652 2.3793 0.3674 0.1744 0.8197 3.4381 1.8723 0.4750 0.6961 0.1903 0.1653 2.9837 2.3679 0.0503 0.9367 2.9872 1.7717 1.1343 0.1744 1.5451 0.3228 1.1374 2.2936 1.0503 1.1745 1.3679 0.3922 0.

6236 2.7717 0.0112 2.4350 0.6474 0.3047 1.4094 2.6476 0.4862 0.7472 0.0758 2.0574 1.2027 2.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.8519 2.5954 0.3528 1.4740 0.2330 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1.1876 0.1240 1.3702 1.4034 0.2916 Z0 2.0976 2.1138 2.4449 0.1312 2.4729 0.3334 1.4449 0.6501 0.5955 0.7 Impedâncias de seqüências para rede primária alumínio (CA) zona rural Código bitola Resistividade do solo (ohm.5190 0.9477 0.1330 X1 0.1249 0.4749 0.1049 2.5190 0.3902 0.4689 0.8 m N.4123 0.4034 0.5807 1.6492 0.m) 100 A04 600 5000 100 A02 600 5000 100 A10 600 5000 100 A20 600 5000 100 A40 600 5000 100 A33 600 5000 100 A47 600 5000 F = 60 Hz T = 50º C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 1.4324 1.8773 2.0526 2.0574 1.4688 0.4251 0.3876 1.0874 2.5713 2. 7472 0.3639 0.5040 0.6885 1.3075 0.0574 0.1405 2.4123 0.1331 0.4426 0.5954 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 72 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3903 Z1 1.4689 0.9131 2.4425 0.9449 2.1877 0.4729 0.4251 0.35 m Altura dos condutores ao solo = 6.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 7472 0.4514 0.7699 0.3125 2912 Procedimento 1.6477 0.4515 0.4123 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1.899 2.4426 0.9042 2.9479 2.4722 0.0658 2.1876 0.1486 2.6803 1.5806 1.2977 0.7276 2.4034 0.6477 0.2978 0.5041 1.6812 1.3621 0.2977 0.4514 0.9201 2.5807 1.9305 2.1330 0.8651 2.3903 0.9478 0.3648 0.8867 2.5190 0.4449 0.2503 2.4730 0.4863 0.7726 0.4862 0.3439 1.1222 1.1405 1.4764 2.5040 1.0874 1.3102 X0 1.3093 0.9477 0.0622 2.

Tipo de Documento: Área de Aplicação:

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UN Distribuição

Tabela IV.8 Impedâncias de seqüências para rede primária-cobre zona rural Código Bitola Resistividade do solo (ohm.m) 100 06 600 5000 100 04 600 5000 100 02 600 5000 100 10 600 5000 100 40 600 5000 F = 60 Hz T = 50 °C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 1,35 m Altura dos condutores ao solo = 6,8 m Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1,4855 1,4854 1,4854 0,9342 0,9341 0,9341 0,5936 0,5935 0,5935 0,3767 0,3766 0,3766 0,1877 0,1876 0,1876 X1 0,5079 0,5080 0,5080 0,4905 0,4905 0,4905 0,4671 0,4672 0,4672 0,4514 0,4514 0,4515 0,4250 0,4250 0,4251 Z1 1,5699 1,5699 1,5699 1,0551 1,0551 1,0551 0,7553 0,7553 0,7553 0,5879 0,5879 0,5879 0,4646 0,4646 0,4647 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1,6599 1,6617 1,6626 1,1086 1,1104 1,1113 0,7680 0,7698 0,7707 0,5511 0,5529 0,5538 0,3621 0,3639 0,3648 X0 1,9696 2,1703 2,4093 1,9522 2,1529 2,3918 1,9289 2,1296 2,3685 1,9131 2,1138 2,3528 1,8867 2,0874 2,3264 Z0 2,5758 2,7334 2,9273 2,2450 2,4224 2,6374 2,0762 2,2645 2,4907 1,9909 2,1849 2,4171 1,9211 2,1189 2,3548

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Tabela IV.9 Impedâncias de seqüências para rede primária-alumínio Zona urbana Código Bitola Resistividade do solo (ohm.m ) 100 A04 (A04) 600 5000 100 A02 (A02) 600 5000 100 A10 (A02) 600 5000 100 A20 (A02) 600 5000 100 A40 (A02) 600 5000 100 A33 (A02) 600 5000 100 A47 (A02) F = 60 Hz T = 50º C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 1,35 m Espaçamento geométrico entre fases e neutro = 2,20 m
N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página:

Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1,5040 1,5040 1,5040 0,9477 0,9477 0,9477 0,5954 0,5954 0,5954 0,4729 0,4729 0,4729 0,2977 0,2977 0,2977 0,1876 0,1876 0,1876 0,1330 0,1330 0,1330 X1 0,4861 0,4861 0,4861 0,4687 0,4687 0,4687 0,4513 0,4513 0,4513 0,4424 0,4424 0,4424 0,4249 0,4249 0,4249 0,4033 0,4033 0,4033 0,3901 0,3901 0,3901 Z1 1,5806 1,5806 1,5806 1,0573 1,0573 1,0573 0,7471 0, 7471 0, 7471 0,6476 0,6476 0,6476 0,5188 0,5188 0,5188 0,4448 0,4448 0,4448 0,4121 0,4121 0,4121

Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1,9125 1,9768 2,0545 1,3562 1,4205 1,4982 1,0039 1,0682 1,1460 0,8814 0,9457 1,0234 0,7062 0,7705 0,8482 0,5961 0,6604 0,7318 0,5415 0,6058 0,6335 X0 1,5700 1,6666 1,7690 1,5525 1,6492 1,7516 1,5351 1,6312 1,7342 1,5262 1,6229 1,7253 1,5087 1,6054 1,7078 1,4871 1,5837 1,6861 1,4739 1,5706 1,6730 Z0 2,4744 2,5856 2,7111 2,0614 2,1766 2,3049 1,8342 1,9498 2,0786 1,7624 1,8783 2,0060 1,6658 1,7807 1,9068 1,6021 1,7159 1,8406 1,5702 1,6834 1,8072

600 5000

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IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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UN Distribuição

Tabela IV.10 Impedâncias de seqüências para rede primária-cobre zona urbana Código bitola Resistividade do solo (ohm.m) 100 06 (06) 600 5000 100 04(06) 600 5000 100 02(06) 600 5000 100 10(02) 600 5000 100 40(10) F = 60 Hz T = 50º C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 1,35 m Espaçamento médio geométrico entre fases e neutro = 2,20 m 600 5000 Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1,4854 1,4854 1,4854 0,9341 0,9341 0,9341 0,5935 0,5935 0,5935 0,3766 0,3766 0,3766 0,1876 0,1876 0,1876 X1 0,5078 0,5078 0,5078 0,4904 0,4904 0,4904 0,4671 0,4671 0,4671 0,4513 0,4513 0,4513 0,4249 0,4249 0,4249 Z1 1,5698 1,5698 1,5698 1,0550 1,0550 1,0550 0,7553 0,7553 0,7553 0,5878 0,5878 0,5878 0,4645 0,4645 0,4645 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1,8868 1,9547 2,0402 1,3355 1,4034 1,4889 0,9949 1,0628 1,1483 0,7303 0,7778 0,8332 0,4669 0,4983 0,5341 X0 1,7224 1,8512 1,9936 1,7049 1,8338 1,9761 1,6816 1,8105 1,9528 1,4099 1,4824 1,5575 1,2990 1,3583 1,4194 Z0 2,5547 2,6922 2,8525 2,1657 2,3092 2,4742 1,9539 2,0994 2,2654 1,5878 1,6741 1,7664 1,3804 1,4468 1,5166

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75 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

3654 1.2028 1.3498 N.m) 100 A02 (A02) 600 5000 100 A10 (A02) 600 5000 100 A10 (A10) 600 5000 100 A20 (A10) 600 5000 100 A40 (A10) 600 5000 100 A40 (A40) F = 60 Hz T = 50º C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 0.8365 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.4212 0.2977 X1 0.2790 1.6409 1.4212 0.5954 0.0074 1.5954 0.3682 1.0668 2.4729 0.0074 1.0074 0.2977 0.3243 0.5954 0.1890 1.3912 1.4212 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 1.5697 1.3243 0.3138 2.3112 1.2977 0.25 m Espaçamento médio geométrico entre fases e neutro = 0.6313 1.1795 1.5954 0.5495 1.3417 0.1188 1.4212 0.9477 0.5684 0.2979 0.36 m 600 5000 Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 0.5551 1.1342 1.5684 0.0117 1.4286 1.4729 0.55221 1.5954 0.8173 1.6160 1.3417 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.6780 0.4176 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .5954 0.2096 2.2977 0.2979 0.8047 1.4729 0.9637 2.3480 1.7127 X0 1.1463 Z0 2.3218 1.6780 0.6966 1.6572 0.6235 1.9477 0.6780 0.2977 0.2505 1.1280 0.2979 0.7326 1.3743 1.3154 0.4087 1.6838 0.11 Impedâncias de seqüências para rede secundária-alumínio Código bitola Resistividade do solo (ohm.9528 0.3307 1.4212 0.3243 0.3154 0.2979 Z1 1.5684 0.2979 0.6780 0.0913 1.2979 0.6862 1.3243 0.3154 0.6780 0.3243 0.7205 1.8913 0.2977 0.6780 0.9477 0.4212 0.6645 1.3417 0.7140 1.7485 1.3243 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 76 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0665 1.3043 1.8903 1.2739 1.

3633 0.2253 Z0 2.2595 1.5334 1.7303 0.0679 2.7023 1.8106 1.2777 2.6840 0.6322 0.7601 2.8332 0.3766 0.3962 N.9386 2.2979 0.9341 0.1876 0.8960 3.0410 1.7664 1.5002 2.5878 1.6741 1.3766 0.1927 1.1600 1.1514 2.3520 0.3243 0.3400 0.3808 0.2979 Z1 1.3520 0.3400 0.5935 0.25 m Espaçamento médio geométrico entre fases e neutro = 0.6001 1.4342 1.5334 1.4824 1.3808 0.0023 1.3243 0.0023 1.36 m Impedância de sequência positiva e negativa (ohm/km) R1 1.5166 1.8978 2.3052 1.4854 0.1876 0.1395 2.5935 0.4099 1.12 Impedâncias de seqüências para rede secundária-cobre Código bitola Resistividade do solo (ohm.3499 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .5935 0.0585 1.2979 0.8281 1.3520 Impedância de sequência zero (ohm/km) R0 2.3619 2.3243 0.7778 0.6840 0.0522 2.6577 2.3808 0.6694 X0 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 77 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5983 0.0023 0.4970 0.1760 1.3633 0.2536 1.3633 0.9341 0.3617 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.4970 0.4854 1.9211 2.4854 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela IV.6840 0.5575 1.3400 0.7873 1.4970 0.5334 1.3766 0.0177 1.m) 100 06 (06) 600 5000 100 04(06) 600 5000 100 02(06) 600 5000 100 10(02) 600 5000 100 40(10) 600 5000 F = 60 Hz T = 50º C Espaçamento médio geométrico entre as fases = 0.9341 0.1876 X1 0.

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO V – CARACTERÍSTICAS E IMPEDÂNCIAS DE SEQÜÊNCIAS DOS CABOS UTILIZADOS PELA CPFL– PIRATININGA TABELA V.4524 0.9740 2.3545 1.4380 1.1908 0.2989 0.4178 0.3425 1.7065 1.7823 1.9404 1.5756 1.3140 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 78 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .7753 CONDUTORES DE ALUMÍNIO 430A 275 200 110 AL AL AL AL 3/0 1/0 4 4 AL AL AL AL 0.9260 1.7904 1.476 0.9564 1.5289 0.0069 2.7254 1.7731 N.4854 0.6 KV BITOLA (AWG/MCM) Fase Neutro R1 BIT MT BIT MT X1 R0 X0 R0 X0 Ohms/km Mono-aterrado Multi-aterrado CONDUTORES DE COBRE 400A 200A 260A 130 100 CU CU CU CU CU 1/0 4 4 6 6 CU CU CU CU CU 0.0200 0.7531 1.4766 0.3715 0.1883 0.1 Impedâncias de seqüências para rede da Piratininga TENSÃO 6.4108 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.9653 1.9723 2.5549 1.4019 0.1211 1.4745 0.4850 0.9434 1.3684 0.6047 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .9472 1.5586 0.8965 1.7517 1.3773 0.4655 0.5843 1.0305 0.7121 0.3810 0.0162 1.4195 0.3659 0.6630 1.3927 0.

5756 1.3810 0.7731 N.5549 1.5586 0.6047 1.4745 0.2 Impedâncias de seqüências para rede da Piratininga TENSÃO 13.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 79 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3659 0.6630 1.3545 1.4766 0.7531 1.7753 CONDUTORES DE ALUMÍNIO 336.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .7254 1.4524 0.3425 1.4850 0.9472 1.9434 1.3715 0.2 KV BITOLA (AWG/MCM) Fase Neutro R1 BIT MT BIT MT X1 R0 X0 R0 X0 Ohms/km Mono-aterrado Multi-aterrado CONDUTORES DE COBRE 4/0 2/0 1/0 4 6 CU CU CU CU CU 1/0 4 4 6 6 CU CU CU CU CU 0.4760 0.3140 1.1908 0.5843 1.0305 0.1211 1.4655 0.9740 2.4854 0.4380 1.4195 0.2989 0.4108 0.4 3/0 1/0 4 AL AL AL AL 3/0 1/0 4 4 AL AL AL AL 0.8965 1.5289 0.7904 1.9404 1.7823 1.9653 1.1883 0.7517 1.0200 0.7065 1.0162 1.3927 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.4178 0.0069 2.4019 0.3684 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela V.9260 1.9723 2.9564 1.3773 0.7121 0.

9185 1.1211 1.4288 0.5093 1.4377 0.9531 1.3671 1.4854 0.9434 1.4 3/0 1/0 4 AL AL AL AL 3/0 1/0 4 4 AL AL AL AL 0.4793 0.6630 1.9662 0.7117 N.3810 0.5586 0.4447 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela V.1883 0.7823 1.9496 1.7065 1.9201 1.4918 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 80 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3773 0.7220 0.9025 1.3 Impedâncias de seqüências para rede da Piratininga TENSÃO 23 KV BITOLA (AWG/MCM) Fase Neutro R1 BIT MT BIT MT X1 R0 X0 R0 X0 Ohms/km Mono-aterrado Multi-aterrado CONDUTORES DE COBRE 4/0 2/0 1/0 4 6 CU CU CU CU CU 1/0 4 4 6 6 CU CU CU CU CU 0.4464 0.8934 1.3684 0.3659 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2989 0.1908 0.2395 1.9767 0.0254 1.4924 0.6901 1.4766 0.9114 1.6047 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .4810 0.9067 1.7622 1.5180 1.4196 0.5289 0.6641 1.2683 1.8003 1.3638 1.8722 1.3984 0.5549 1.5029 0.7137 CONDUTORES DE ALUMÍNIO 336.

descritas anteriormente. quando T = π . Define-se como corrente eficaz o valor de I EF da expressão: I EF 1 = ∫ i 2 dt T0 T onde: i = corrente instantânea que varia em função do tempo t = tempo T = intervalo de tempo especificado para determinação do valor eficaz Se i = I MÁX sen ωt . desde que se tome T = π 2 .1. resultando no seu deslocamento para cima. I EF da N.b a seguir: O novo valor de I EF . pode ser determinado pela curva I ' EF figura VI. a corrente I EF é chamada de valor eficaz de i . são aplicáveis somente quando a corrente de curto circuito já atingiu o regime permanente. a equação acima terá seu valor I EF = I MÁX 2 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 81 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . neste caso. Por isso. conforme a figura VI. onde I MÁX é o valor de crista de uma corrente senoidal.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . uma corrente senoidal com o valor de crista igual a I MÁX terá o mesmo efeito no valor da potência ou energia gerada em um resitor. No caso particular dos transitórios que ocorrem na rede de distribuição. Isto será visto neste anexo.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO VI – CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO ASSIMÉTRICA 1 INTRODUÇÃO As equações da corrente de curto-circuito trifásica. Essas equações não podem calcular o valor instantâneo da corrente de curto-circuito. há uma componente exponencial decrescente que se soma à senóide. Elas calculam o valor eficaz da corrente que persistiu por um período suficientemente longo de modo que o transitório inicial já desapareceu. Entretanto. o valor 2 não pode ser generalizado uma vez que nem sempre a corrente varia senoidalmente conforme acima.2. Do ponto de vista físico. imediatamente após a ocorrência de falta. se este for percorrido por uma corrente contínua de valor I EF .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. se costuma usar na distribuição o valor de 1.Corrente deslocada por uma componente exponencial decrescente É este primeiro meio ciclo que interessa nos cálculos de dimensionamento para a capacidade de condução das correntes de curto nos equipamentos.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura VI.Tensão variando senoidalmente Figura VI.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 82 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o valor eficaz da corrente de curto-circuito simétrica pode ser conhecido através das equações do Anexo III.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . No ponto de instalação de um dispositivo de proteção de um circuito qualquer.1.b .a . N.35 para disjuntores e religadores.1. e o valor da relação X/R pode ser conhecido através da impedância total do sistema utilizado no cálculo. Para o cálculo da capacidade de interrupção. uma vez que a operação de abertura ocorre 3 a 8 ciclos após a ocorrência de falta.

K N.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 83 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3 Corrente de Curto-circuito Fase Terra Assimétrica IccFTass = k0 IccFT Onde k0 é obtido da figura VI. para a impedância Z = Z1 = R1 + jX 1 2.2 Corrente de Curto-circuito Bifásica Assimétrica Icc2 Fass = k1Icc2 F Onde k1 é obtido da figura VI.2 .1 FÓRMULAS Corrente de Curto-circuito Trifásica Assimétrica Icc3 Fass = k1 Icc3 F Onde k1 é obtido da figura VI.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 2 2.Fator de assimetria . para a impedância Z = 2 Z1 + Z 0 + 3R f 3 FIGURA VI.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. para a impedância Z = 2Z1 2 (R1 + jX 1 ) = 3 3 2.2.2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO VII – CURVAS T X I DOS ELOS FUSÍVEIS TIPO "K" N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 84 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.40 Para acrescentar impedâncias impostas por arco elétrico ou mau contato entre os cabos em curto-circuito. 3. 2. sendo que o último valor dará mais segurança que o primeiro.0 .1×1.05 = 1. Então: FS = 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 85 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Que o "pick-up" dos relés também possuem erros de ± 10%.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO VIII – CÁLCULO DO FATOR DE SEGURANÇA A SER UTILIZADO NO AJUSTE DA PROTEÇÃO DE FASE Considerando-se: 1. Que o erro no cálculo da impedância da rede (anexo V) é de ± 10%. N. Que os TCs utilizados pela CPFL possuem erros de ± 10%.1× 1.1× 1.5 à 2.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . sugerimos utilizar valores entre 1. 4. O Fator de Segurança será o produto deles. que consideraremos de 5%. Que existirá um erro na medição do comprimento da rede.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 86 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO IX – CURVA TEMPO X CORRENTE PARA INÍCIO DE RECOZIMENTO DOS CABOS DE ALUMÍNIO 1 CABOS CA N.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 87 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 2 CABOS CAA N.

A figura X.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. avança em direção ao contato fixo.retorno). sendo que esse retorno depende do tipo de relé e do ajuste da curva temporizada do mesmo. conforme mostra a figura X. o relé tende a retornar à sua posição inicial. A soma dos avanços relativos do relé (avanço . operação do religador.1 Durante o tempo equivalente a 1a. N. Se isto ocorrer. e quando o avanço for maior que o retorno do relé. em qualquer das operações do religador. ocorrendo uma descoordenação com o religador.1 ilustra os principais elementos de um relé de indução: Figura X.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO X – INTEGRAÇÃO RELÉ-RELIGADOR 1 INTRODUÇÃO Na coordenação relé-religador onde for utilizado relé a indução devem ser verificados os avanços relativos do contato móvel do relé. O processo se repete nas operações seguintes do religador.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 88 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . durante a seqüências de operações do religador.2. não deve ser suficiente para que o contato móvel encontre o contato fixo do relé. Durante o intervalo de religamento do religador. e a unidade móvel que é a base de indução. o relé também é sensibilizado pela sobrecorrente. o relé comandará a abertura do disjuntor. a unidade móvel permanecerá numa posição adiantada em relação àquela inicial.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura X. pois a mesma é especificada pelo fabricante como curva máxima (tempo máximo de atuação). o que significa elevar a curva temporizada do religador em 10% e abaixar a curva do relé em 10% conforme ilustrado na figura X. deve ser dada uma tolerância para obter-se maior garantia na coordenação.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 89 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Essa tolerância não será considerada para a curva rápida do religador. N.2 . isto é. conforme mostrado a seguir: 2 MÉTODO MANUAL A integração deve ser feita para valores de corrente de curto-circuito no trecho onde as curvas apresentam maior proximidade relativa entre si.Tempo de rearme Os cálculos para a integração relé-religador podem ser feitos manualmente ou através de um programa computacional. Deverá ser feita para os ajustes de fase e de Trelé terra.3 . no ponto T onde ocorrer a maior relação religador . A tolerância considerada será de 10% para cada dispositivo. Devido aos possíveis erros dos dispositivos de proteção.

///////////// ///////// Religador Relé //////// Soma relativa Tempo de Tempo de Avanço % Rearme % operação (t1) religamento (t2) N. Preencher os campos referentes as curvas.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura X. tempo de operação do religador para o valor de curto-circuito desejado (T1) e tempo de religamento do religador (T2).3 .Tolerância dos dispositivos de proteção A verificação da integração deverá ser feita através do preenchimento da tabela abaixo: Sequência operação Curva 1ª 2ª 3ª 4ª Roteiro para preenchimento: 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 90 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

4.5 A 2 9 Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 91 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Rearme do relé Rearme = T 2 ×100 Y T 2 = tempo de religamento do religador Y = tempo de rearme total do relé (função da curva do relé) 4.5. Soma relativa Diferença entre o avanço e Rearme do relé. Caso o valor seja negativo. Exemplo: Verificar a coordenação entre o disjuntor e o religador do circuito mostrado na figura X. considerá-lo igual a zero.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . O gráfico tempo x corrente com os ajustes dos equipamentos está mostrado na figura X. Figura X.Exemplo a) Ajustes dos equipamentos RTC: Marca: Tipo: TAP: Curva: N. Avanço do relé Avanço = T 1× 100 X T 1 = tempo de operação do religador para o valor de curto-circuito desejado X = tempo de operação do relé para o valor de curto-circuito desejado 3.4 .Documento: Categoria: Relé de Sobrecorrente 300/5 Ajustes Fase Ajustes Terra Westinghouse Westinghouse CO7 CO6 5.0 A 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 2. A coordenação estará assegurada quando o valor total da soma relativa for inferior a 100%.

4) 3 4 Figura X.0) 2I 2T 100/1 Brush PMR 1-15 Terra 20 (20%) 03 (I) 40 (2.Integração relé-religador .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.5 .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Instantâneo: 50 A Religador 15 A RTC: Marca: Tipo: P.U.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Inst.exemplo N.U.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 92 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Operações: PU UST (FE): Tempo definido (s): Número operações: Religamento (s): Rearme (s): Tempo adicional curva rápida (s): Fase 100 (100%) 04 (MI) 100 (1. Temporizado (%RTC): Curva (característica): P.0) 2I 2T UST 4 4 2 10 0 8(0. (FE): Seq.

8 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição b) Para exemplificar será feita a verificação da integração para os ajustes de terra.500 0.1 2.09 × 100 = 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Relação entre o tempo de atuação do religador e do relé Corrente 50 60 70 80 90 100 150 200 300 400 Tempo religador curva temporizada (s) 5.514 0.1 s. Tabela X.76 s (1.6.6 x 1. operação do religador (curva rápida) Avanço = 0. que será o valor usado no cálculo.6 s.82 0.35 1.79 s (3. A faixa de corrente a ser considerada é entre 48 e 400A. conforme mostra a figura X.478 0. b2) Tempo de operação do religador na curva rápida para 80A:0.1 x 0.9 1. esse tempo diminui para 2.10 0.432 0.482 0.1. e é função da curva do relé escolhida.6 1.516 0.1 .462 0.452 0.9). as curvas do religador e do relé estão mais próximas em 80 A.2 4.2 3.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 93 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . b3) Tempo de operação do religador na curva lenta para 80A: 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .9 2.422 b1) Tempo de operação do relé de terra para 80A: 3.76 Treligador Trelé 0.1) b4) Avanço do contato móvel do relé na 1a.0 1.45 1.1 1. Considerando a tolerância de 10%. Considerando a tolerância de 10% esse tempo aumenta para 1. N.79 b5) Rearme do relé O tempo para o rearme total do relé é fornecido pelo fabricante.5 3.2% 2. Conforme pode ser visto pela Tabela X.95 0.3 2.4 2.476 0.09s.8 2.8 Tempo relé (s) 2. que são os valores de corrente de curto-circuito fase-terra mínima e máxima na zona de proteção mútua do relé e do religador.

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.9% N. atuação do religador.Rearme = 3. Como o tempo de religamento do religador é 2 s.3% = -30.1% 2. operação do religador (curva lenta) Avanço = 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2% .76 ×100 = 63. operação do religador (curva rápida) Os cálculos são idênticos aos itens b4 e b5. que significa que não houve avanço relativo do relé na 1a. tem-se: Rearme = 2 ×100 = 33.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 94 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .8% + 63.3% = 29. b6) Avanço do contato móvel do relé na 2a. b7) Avanço do contato móvel do relé na 3a. operação do religador (curva lenta) Avanço = 1.1%.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura X.1% .1% 2.3% (idem item b5) Soma Relativa = 63.3% 6 Soma reativa = Avanço .Curva de rearme do relé CO-6 Como foi escolhida a curva 9.76 ×100 = 63.79 Soma Relativa Total: 29.33.8% b8) Avanço do contato móvel do relé na 4a.1% = 92.79 Rearme = 33.33. o tempo total de rearme é de 6 s. portanto não ocorre avanço relativo do relé na segunda atuação do religador.6 .

2 3. N.09 0.76 2 2 2 ////////////// 3.2 O resultado indica que para um valor de corrente de curto-circuito de 80 A existe coordenação entre relé-religador.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 95 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .3 ///////// 0 0 29.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.1 33. Os cálculos devem ser repetidos para outros valores na faixa de 48 a 400 A.3 33.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .8 92.76 1.3 33.1 63.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição c) Resumo dos Cálculos Sequência operação Religador Curva Rápida Rápida Lenta Lenta Tempo de Tempo de operação (t1) religamento (t2) Relé Avanço % Rearme % ///////// Soma relativa 1ª 2ª 3ª 4ª 0.2 63.09 1.

OPERAÇÃO : RTC : RELIGAMENTO (SEG) : REARME (SEG.5 A 9 15 A 300/5 WE CO7 5.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição AJUSTES PROPOSTOS PARA OS EQUIPAMENTOS ALIMENTADOR: RELÉ DE SOBRECORRENTE FASE MARCA: TIPO : TAP : CURVA: UNID.40) 3.00 Data Publicação: Página: UST 4 2912 Procedimento 1.80 BRUSH PMR-15 FASE 100 (100%) 04 (MI) 100 (1.0 0.0 10.) : TEMPO ADIC.0 4 4 100/1 2.0) 2I 2T TERRA 20 (20%) 03 (I) 40 (2. (SEG) : NUM. (% RTC) : CURVA (CARACT) : PU INST.0 A 2 50 A 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: TERRA WE CO6 0.155 5. (FE) : SEQ. OPERAÇÃO : PU UST (FE) : TEMPO DEF.0) 2I 2T 8 (0.CURVA RÁPIDA (SEG) : N.: RTC : TEMPO REARME: RELIGADOR MARCA: TIPO : PU TEMP.INST.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 96 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 97 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição N.

9 kV/220-127V.034 Referindo-se ao primário: Icc3 F ( AT ) = Icc3 F ( BT ) × Icc3 F ( AT ) = 3736 × N.Curto-circuito trifásico Icc3 F ( AT ) = Icc3 F ( BT ) × V( BT ) V( AT ) Ex.1A 11900 Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.1 .034 Icc3 F ( BT ) = 220 = 3736 A 3 ⋅ 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 98 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Z% = 3.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .032 Z1( pu ) = Z1( ohms ) VABASE 2 VBASE 0.2%.032 = Z1( ohms ) 45000 220 2 Z1( ohms ) = 0. tensões 11.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XI – CURTO-CIRCUITO NO LADO BT DO TRANSFORMADOR 1 CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO Figura XI. Icc3 F ( BT ) = Vff 3 ⋅ Z1 Z1( pu ) = 0.: Calcular o curto-circuito trifásico na saída de um transformador (lado BT) de 45 kVA.Documento: Categoria: V( BT ) V( AT ) 220 = 69.

Curto-circuito trifásico Nota: No exemplo foram desprezados os valores das impedâncias da SE e do cabo primário. Entretanto. Nas outras duas fases o Icc2 F ( AT ) valor de corrente é .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. N. 2 CURTO-CIRCUITO BIFÁSICO Figura XI.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XI. em pontos da rede primária onde Icc3F for igual ou menor que 1000A.3 – Curto-circuito bifásico Icc2 F ( AT ) = Icc2 F ( BT ) ⋅ V 1 ⋅ ( BT ) cos 30° V( AT ) Como Icc2 F ( BT ) = Icc3 F ( BT ) ⋅ cos 30° ⇒ Icc2 F ( AT ) = Icc3 F ( AT ) Nota: essa relação é válida para apenas uma das fases. Esses valores quando refletidos ao secundário são bastante baixos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 . 2 Exemplo: Calcular o curto-circuito bifásico do exemplo anterior. os mesmos passam a ser significativos.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 99 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Tipo de Documento: Área de Aplicação:

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Título do Documento:

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Icc2 F ( BT ) =

Vff 2 Z1

Icc2 F ( BT ) =

220 = 3235 A 2 ⋅ 0,037 V 1 ⋅ ( BT ) cos 30° V( AT )

Referindo-se ao primário:

Icc2 F ( AT ) = Icc2 F ( BT ) ⋅ Icc2 F ( AT ) = 3235 ⋅

1 220 ⋅ = 69,1A cos 30° 11900

Figura XI.4 - Curto-circuito bifásico

3

CURTO-CIRCUITO FASE TERRA 1 V( BT ) Icc FT ( AT ) = Icc FT ( BT ) ⋅ ⋅ 3 V( AT )

Figura XI.5 - Curto-circuito fase-terra
N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página:

2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

100 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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Título do Documento:

UN Distribuição

3.1

Considerando Rf = 0

IccFT =

3 ⋅ Vff 2 Z1 + Z 0

Para transformadores: Z 0 = Z1 , portanto:
IccFT =
3 ⋅ Vff Vff = = Icc3 F 3Z 1 3Z 1

Portanto:

IccFT ( BT ) = Icc3 F ( BT )
3.2 Considerando Rf ≠ 0
IccFT =
3 ⋅ Vff 2 Z1 + Z 0 + 3R f

Exemplo para um curto-circuito na saída de um transformador de 112,5 kVA; 11,9 kV-220/127, R f = 10 Ω, Z=3,5 %.
Z1TRAFO ( ohms ) = Z1TRAFO pu
Z1TRAFO ( ohms ) = 0,035

V2 VABASE

220 2 = 0,015 112500

IccFT ( BT ) =

3 ⋅ 220 2 ⋅ 0,015 + 0,015 + 3 ⋅ 10

IccFT ( BT ) = 12,7 A

IccFT ( AT ) = IccFT ( BT ) ⋅
IccFT ( AT ) = 12,⋅

1 V( BT ) ⋅ 3 V( AT )

1 220 ⋅ = 0,14 A 3 11900

Portanto para curto-circuito fase terra no lado BT de um transformador, mesmo que Rf seja baixa, a corrente de curto-circuito que flui no primário é muito baixa, tornando difícil a atuação do elo fusível de proteção.

N.Documento:

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1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

101 de 155

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Nota: Foram desprezadas as impedâncias da SE e do cabo primário, pois os valores das mesmas refletidas no secundário são muito baixos comparados com o valor de Rf.

Figura XI.6 - Curto-circuito fase-terra

N.Documento:

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2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

102 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

Nesta condição a isolação de religador é menor que 110kV.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XII – RELIGADORES TIPO KF DA MCGRAW-EDISON 1 INTRODUÇÃO Este anexo traz os ajustes e as curvas que estão disponíveis no religador tipo KF da McGraw-Edison. deve-se utilizar os valores 5A e 10A. Também a capacidade de interrupção é afetada pela bobina usada. 10A. 20A. com isolação à óleo e abertura feita em garrafas de vácuo.4 kV 10 500 20 1000 30 1500 50 1500 70 3500 100 5000 140 6000 200 6000 280 8200 N. 35A.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 100A.1 Bobinas séries do Religador KF Corrente nominal 5 10 5 25 35 50 70 100 140 Corrente de “pick.1 para os valores disponíveis. Apesar da grande quantidade de ajustes disponíveis.Capacidade de interrupção up “ simétrica à 14. sendo que a corrente de "pick-up" da bobina é o dobro de sua capacidade nominal. O religador KF é um religador com controles hidráulicos. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente nominal: 280 A Tensão nominal: NBI: 14. 50A.4kV 110kV * * Esta tensão não deve ser aplicada com os contatos abertos. Veja a tabela XII. O sensor para as operações de terra é eletrônico e possui os seguintes ajustes de corrente de disparo: 5A.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 3 CORRENTE DE "PICK-UP" E CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO O religador KF utiliza bobinas séries como elemento sensor de fase. TABELA XII. 200A e 280A.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 103 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 140A.

7 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE TERRA O religador kF oferece as curvas de operação de terra a tempo definido. 5 SEQÜÊNCIAS DE OPERAÇÕES O religador kF possui seqüências de operações independentes para fase e terra. Assim para a verificação da coordenação com relés o tempo da curva superior deve ser o considerado. O ajuste é único para as operações de fase e terra. duas curvas temporizadas (B e C) para a escolha do projetista.2 a XII. todas de terra ou uma combinação delas. ou em operações subsequentes à primeira. e portanto. 6 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE FASE As curvas características de operação de fase para o religador kF são a tempo inverso.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 104 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . quando o seu capacitor de carga estiver totalmente descarregado.1 é o tempo máximo de interrupção do equipamento. e que portanto. 3 ou 4 operações para bloqueio (uma operação para bloqueio só é conseguida abaixando-se a alavanca de bloqueio após a primeira operação).2 e nas figuras XII.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. sendo que para qualquer uma delas é possível termos de nenhuma à 4 operações rápidas. N. Note nestas figuras que cada curva é composta por um par de curvas.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 4 NÚMERO DE OPERAÇÕES O religador pode ser ajustado para executar 2.1 mostra o tempo médio de operação. não é necessário deslocá-las quando o "pick-up" for diferente de 5A. ou outros casos em que o capacitor não estiver totalmente carregado. em um bloqueio as operações podem ser todas de fase. A curva superior é o máximo tempo em que o religador operará. A curva inferior é o menor tempo em que o religador opera. todos os erros serão negativos. a quantidade de operações para bloqueio para fase e terra será o mesmo. já levando-se em consideração os erros.10. bastando desprezar o início da curva até o "pick-up" desejado. Nos casos em que a corrente da linha é menor que 5A.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . O religador oferece ainda. o tempo de abertura estará entre as curvas superior e inferior. cuja variação é de 10% para mais ou para menos. O números de operações temporizadas será o número de operações para bloqueio menos o número de operações rápidas. isto é. Este religador possui uma única curva rápida (curva A) que será usada quando o religador realizar suas operações rápidas. Como o mecanismo de integração do número de operações é único para fase e terra. a figura XII. Observe ainda que as curvas de terra são dadas em amperes. A curva A mostrada na figura XII. Se a corrente de carga for maior que 5A o capacitor pode ser considerado como carregado para a primeira operação. mostradas na tabela XII.

2 3 0.2 Curvas características de operação para terra CURVA TEMPO MÉDIO (s) 1 0.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 105 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 2 0.0 6 3.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição TABELA XII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .0 Figura XII.Curvas de Fase do religador KF N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0 9 15.5 4 1.0 8 10.0 5 2.0 7 5.1 .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 N.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 106 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 107 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .4 N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.3 Figura XII.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 108 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.6 N.5 Figura XII.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 109 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .7 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 110 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.8 N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.

sendo que o tempo total de rearme após o bloqueio do religador é de aproximadamente 7 minutos. N.9 Figura XII. não ajustável. de 2 s. 9 TEMPO DE REARME O tempo de rearme do religador kF é em torno de 1 minuto a 1.5 minuto por operação.10 8 TEMPOS DE RELIGAMENTO O religador kF possui um único tempo de religamento.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 111 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Aprovado por: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 112 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1056 1510 1056 1600 2112 3020 2112 3200 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5250 7500 4000 6050 5230 7500 4000 6050 Data Publicação: Página: N. Sim. A capacidade de interrupção também é afetada pela bobina usada. Assim.4 kV 110 kV 3 CORRENTES DE "PICK-UPS" E CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO Os religadores OYT utilizam bobinas séries como elemento sensor de fase.8 kV Sim.1 Bobinas séries dos religadores OYT Corrente nominal 5 10 15 20 25 30 35 50 75 100 150 200 250 Corrente de “pick-up “ 10 20 30 40 50 60 70 100 150 200 300 400 500 Versão: Capacidade de interrupção até 11 kV à 13.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XIII – RELIGADORES TIPOS OYT-250 E OYT-400 DA REYROLLE 1 INTRODUÇÃO Este anexo traz os ajustes e curvas que estão disponíveis nos religadores OYT-250 e OYT-400 da Reyrolle. 10A ou 20A. Assim. Veja a tabela XIII.1 para os valores disponíveis. sendo que a corrente de "pick-up" é o dobro da corrente nominal. O sensor para defeitos à terra é eletrônico e pode ser ajustado em 5A. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente Nominal: 250A ou 400A Tensão Nominal: NBI: 14. Tabela XIII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Os religadores OYT são religadores com controle hidráulico e isolação e abertura em óleo.

3 ou 4 operações.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . É possível selecionar-se de nenhuma a quatro operações temporizadas.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 6 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE FASE N. sendo o número de operações rápidas a diferença entre o número de operações para o bloqueio menos o número de operações lentas. O número de operações para bloqueio escolhido será o número de operações para fase. exceto quando todas as operações forem lentas. para terra ou mesmo para uma combinação de operações de fase e terra 5 SEQÜÊNCIAS DE OPERAÇÕES A seqüências de operações para os religadores OYT é a mesma para fase e terra.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 113 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 4 NÚMERO DE OPERAÇÕES Os religadores OYT permitem o ajuste do número total de operações para o bloqueio em 1. 2.

0s.1 . 2.5s. Note que os valores de correntes estão em ampéres e que. 9. os quais podem ter uma variação de 10% para mais ou para menos. N. não há necessidade de deslocálas para valores de "pick-up" diferentes de 5A. 5. 2. 1. sendo que alguns religadores possuem ainda uma terceira curva temporizada.0 s. As curvas temporizadas de terra oferecidas originalmente pelos religadores OYT são de 0.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .0 s e 2. que é mais lenta que as duas anteriores. São encontrados normalmente as seguintes combinações de curvas: 0. atualmente existem religadores com outros valores de tempo. Ao utilizar a curva D deve-se verificar se o religador a ser usado possui esta curva. A Figura XIII. deve-se verificar se o equipamento a ser utilizado possui a curva desejada. Com exceção da curva rápida. A Figura XIII. devido a substituição dos temporizadores originais por outros temporizadores fabricados na própria CPFL.5 s.0s.Curvas de fase dos religadores OYT Os religadores OYT oferecem apenas uma curva rápida de fase.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição FIGURA XIII. Kl e Ks.0 s. Ao usar uma curva de terra que não seja comum a todos os religadores.0s e 13s. bastando desprezar o início da curva. curva D.2 mostra as curvas originais dos religadores OYT.0 s. todas as outras têm uma tolerância de 10% para mais ou para menos. a curva H.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 114 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 1. 7 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE TERRA Os religadores OYT oferecem uma curva rápida de terra e várias curvas temporizadas.1 mostra as curvas de fase dos religadores OYT. e duas curvas temporizadas.0 s e 3. que mostra o tempo máximo de interrupção.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. a curva H mostrando o máximo tempo de interrupção e as outras curvas mostrando o tempo médio. portanto. Entretanto. sendo que estas últimas são curvas a tempo definido.0s. ou 1.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .5 minuto por operação. Este tempo é único e não é ajustável.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XIII. 9 TEMPO DE REARME O tempo de rearme dos religadores OYT é de 1.2 8 TEMPOS DE RELIGAMENTO O tempo de religamento dos religadores OYT é de 2. N.0s.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. O tempo total de rearme após o bloqueio é de aproximadamente 7 minutos.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 115 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Este tempo não é ajustável.

2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente nominal: Tensão nominal: NBI: 280A 11. então. Capacidade de isolamento é 25% inferior nesta condição. pelo menos uma operação na curva temporizada. Podem ser ajustadas desde nenhuma até três operações rápidas. O religador SEV-280 é isolado a óleo e faz a interrupção da corrente em garrafas de vácuo. 10.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 116 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . entretanto. Deve ser observado ainda que as operações nas curvas rápidas sempre precedem as operações na curva temporizada. quer o defeito seja para a terra quer ele seja entre fases. 11 e 12. que devem atender a todas as nossas necessidades.5kV e 13. deve ser observado que o "pick-up" de terra é dependente do "pick-up" de fase. A CPFL possui os módulos calibradores da corrente de pick-up de terra números 9. Este religador possui controle eletrônico para todas as suas funções. isto é. N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XIV – RELIGADORES TIPO SEV-280 DA WESTINGHOUSE 1 INTRODUÇÃO Este anexo traz os ajustes e as curvas disponíveis para o religador SEV-280 da Westinghouse.1. Os "pick-ups" possíveis estão indicado na Tabela XIV. uma mesma seqüência será executada.2kV 110kV * Capacidade de interrupção : 6000A simétricos * Não aplicável entre contatos abertos.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Note que se o ajuste escolhido for quatro operações para bloqueio haverá.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 5 SEQÜÊNCIAS DE OPERAÇÕES A seqüências de operações do religador SEV-280 é comum para fase e terra. O número de operações lentas será o número de operações para bloqueio menos o número de operações na curva rápida. 4 NÚMERO DE OPERAÇÕES O número de operações para bloqueio é comum para as operações de fase e terra e pode ser ajustado desde 1 até 4 operações para bloqueio. 3 CORRENTES DE "PICK-UP" O religador SEV-280 possui um número grande de "pick-up" para fase e para terra.

5 9 10 14 5 6 7 7 8 11 H1-H5 5 5.5 8 9 10 11 12 14 17 19 20 22 31 6 7 8 9 10 12 14 15 16 18 25 5 5. com variação de 10% para mais ou para menos.5 6. G. F. Todas as curvas oferecidas pelo religador SEV-280 são curvas muito inversas. E.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. A Figura XIV. o tempo total de operação de religador é obtido somando-se 36 ms à curva dada.5 8. C. deve-se somar os 36 ms nas operações temporizadas. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .1 são tempos médios. D temporizadas: E. Para se verificar a coordenação do religador com fusíveis.5 9 5 7 5 100 80 110 88 130 104 85 150 120 98 170 136 111 85 180 144 117 90 200 160 130 100 74 280 224 182 140 104 84 6 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE FASE O religador SEV-280 oferece as seguintes curvas de fase: rápidas : A.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela XIV.5 7. F.5 5 5. C. H.1 – Pick-up de terra Módulo Pick-up de fase H1-H2 50 70 80 90 100 110 130 150 170 180 200 280 50 70 80 90 40 50 64 72 33 46 52 59 65 72 25 35 40 45 50 55 65 75 29 26 39 33 37 41 48 56 63 67 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 Transformador auxiliar H1-H3 15 21 24 27 30 33 39 45 51 54 60 12 17 19 22 14 26 31 36 41 43 48 67 9 13 15 16 18 20 23 27 31 33 36 50 7 10 11 13 14 15 18 21 24 25 28 39 H1-H4 5. e G.5 6 6. As curvas mostradas são curvas de atuação de relé. Dessas a CPFL possui as curvas B.1 mostra as curvas de fase. B.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 117 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Os tempos mostrados na Figura XIV.5 6 7 8 9 10 12 13 14 20 4.

N. Para se observar o tempo total de interrupção soma-se 36 ms à curva dada.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . L temporizadas: N.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 118 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2 mostra as curvas de terra. com variação de 10% para mais ou para menos. O e P. A figura XIV.1 . P e Q Dessas a CPFL possui as curvas K.Curvas de fase do religador SEV-280 7 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO DE TERRA O religador SEV-280 oferece as seguintes curvas de terra: rápidas: J. K. As curvas mostradas são as curvas de atuação do relé.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XIV.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. O. Para a verificação da coordenação entre o religador e os elos fusíveis. Os tempos mostrados também são tempos médios. é necessário somar-se os 36 ms nas curvas das operações rápidas. mas não nas curvas das operações temporizadas. L.

Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 8 TEMPOS DE RELIGAMENTO Por ser um religador com relé eletrônico.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Tabela XIV.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 119 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Curvas de terra do religador SEV-280 9 TEMPO DE REARME O religador SEV-280 também oferece vários tempos de rearme.5s.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Se houver necessidade.0 Para o primeiro religamento use o tempo de 2.6 1. Os tempos maiores deverão ser evitados.5 s. pode-se usar o tempo de 5. FIGURA XIV.5 Segundo e terceiro religamentos (s): 2. A Tabela XIV.0s. o religador SEV-280 apresenta tempos de religamento ajustáveis.2 Tempos de religamento do religador SEV-280 Primeiro religamento (s): 0.2 .5 5.25 2. Use os tempos menores apenas se houver necessidade.2 mostra os tempos disponíveis. Para o segundo e o terceiro religamento use também os tempos de 2. devido à coordenação com relés.0 10. O tempo de rearme no religador SEV-280 é o tempo que o religador demora para voltar à N.0 20.

A contagem de tempo de rearme inicia-se após uma operação de fechamento automática ter sido executada e continua até que o tempo de rearme se complete. Os tempos de rearme disponíveis são os seguintes: 20s.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 80s e 160s.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição primeira operação. 40s. N. ou outra operação de abertura e fechamento seja efetuada.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 120 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

2 e 2. 1.9kV e 13.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 3. através do relé Dynatrip II.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 121 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .1 CORRENTE DE "PICK-UP" DE FASE Unidade Temporizada A corrente de "pick-up" da unidade temporizada de fase pode ser ajustada em 25%. o que fará com que a corrente de “pick-up” da unidade instantânea seja igual à da unidade temporizada. 2.6. O valor da corrente de "pick-up" da unidade instantânea é determinado multiplicando-se o valor da corrente de "pick-up" da unidade temporizada de fase pelo fator de escala. 100%. 50%.1. 159%. N. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente nominal : Tensão nominal : NBI : 400A 11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 200% e 225% da relação nominal do TC do religador. 1.2.8. 75%. Sugere-se que inicialmente seja utilizado o FE=1.0.2 Unidade Instantânea Esta unidade possui um "Fator de Escala" (FE). Este recurso da unidade instantânea pode ser utilizado para aumentar a corrente de “pick-up” da curva instantânea para valores acima da corrente de “inrush”. O religador PMR-1-15 é um religador com isolação e interrupção em SF6 (hexafluoreto de enxofre) e que possui controle totalmente eletrônico. 2. Como os religadores adquiridos pela CPFL tem relações nominais de 100-1A e de 200-1A os valores que podem ser ajustados são aqueles da Tabela XV. 1. Este Fator de Escala pode ser ajustado em 1. A utilização de fatores de escala maiores de 1 prejudica a coordenação com elos fusíveis.0. que aumenta o "pick-up" da unidade instantânea em relação à unidade temporizada. 125%.4.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XV – RELIGADOR TIPO PMR-1-15 DA BRUSH SWITCHGEAR 1 INTRODUÇÃO Este anexo traz as curvas e os ajustes disponíveis no religador tipo PMR-1-15 da Brush Switchgear. 1.4.8kV 110kV Capacidade de interrupção: 6kA simétricos 3 3.

Corrente de "pick-up" da fase % da relação do TC 225 200 175 150 125 100 75 50 25 Instantâneo 100-1 (A) 255 x FE 200 x FE 175 x FE 150 x FE 125 x FE 100 x FE 75 x FE 50 x FE 25 x FE 200-1 (A) 450 x FE 400 x FE 350 x FE 300 x FE 250 x FE 200 x FE 150 x FE 100 x FE 50 x FE Temporizado 100-1 (A) 225 200 175 150 125 100 75 50 25 200-1 (A) 450 400 350 300 250 200 150 100 50 Exemplo do cálculo de "pick-up" da fase Cálculo do “pick-up” temporizado de fase TC = 100/1 % rel TC = 150% " pick − up" temporizad o = 150 × 100 = 150 A 100 TC = 200/1 150 × 200 " pick − up" temporizad o = = 300 A % rel TC = 150% 100 Cálculo do “pick-up” instantâneo de fase TC = 100/1 % rel TC = 25% Fator de escala = 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 122 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2 TC = 200/1 " pick − up" instantâneo = 25 × 100 × 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela XV.1 .2 = 30 A 100 % rel TC = 150% " pick − up" instantâne o = Fator de escala = 2.0 = 600 A 100 3. Dessa forma o relé permanece em estado dormente até que a corrente N.3 Restrições quanto ao Ajuste de Mínima Corrente de Disparo: O relé microprocessador foi projetado para consumir o mínimo de energia possível.0 150 × 200 × 2.

O relé é ativado com aproximadamente 90% da mínima corrente de disparo ajustada e entra em estado dormente para um valor igual ou menor que 70% desse ajuste.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Neste momento o relé microprocessador é ativado e o consumo de energia aumenta.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição detectada se aproxime da mínima corrente de disparo ajustada. Observação: A CPFL através de orientações do fabricante. que causa o descarregamento prematuro da bateria. então o "pick-up" de fase poderá ser apenas ligeiramente maior que a maior corrente de carga esperada.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 123 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O consumo do relé em estado dormente é de aproximadamente 36 A e de 60 mA quando em estado ativado. de maneira que os mesmos passem ao estado ativo com 100% do ajuste de "pickup" e retornem ao estado dormente com 90% da corrente de "pick-up". recomenda-se que a mínima corrente de disparo seja ajustada a pelo menos 160% do máximo valor de corrente de carga esperado. está modificando os relés. N. Para prevenir o consumo desnecessário.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Caso o relé a ser utilizado já tenha sofrido a modificação.

1 CURVAS TEMPO X CORRENTE DE FASE Curvas Temporizadas Figura XV.Curvas normalmente inversa O religador PMR-1-15 permite dois tipos de curva tempo x corrente.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 4 4.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 124 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Estas curvas estão mostradas nas Figuras XV. uma normalmente inversa e uma muito inversa. N.1 e XV. Sugere-se que quando não houver prejuízo na proteção ou na coordenação entre o religador PMR-1-15 e o equipamento de proteção da SE a curva utilizada seja a normalmente inversa.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Para cada tipo de curva (normalmente inversa ou muito inversa) existem 8 diferentes temporizações.1. o que permite que a curva do religador se adapte ao tipo de curva utilizado pelo equipamento de proteção da subestação.

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UN Distribuição

Figura XV.2 - Curvas muito inversa
4.2 Curva Rápida de Fase

É uma curva única, mostrada na Figura XV.3, à qual, entretanto, podem ser acrescidos tempos, conforme será mostrado no item 13.

N.Documento:

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Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

125 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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UN Distribuição

Figura XV.3 – Curva rápida e fator de escala
5 5.1 CORRENTE DE "PICK-UP" DE TERRA (RESIDUAL) Unidade Temporizada

A corrente de "pick-up" da unidade temporizada de terra pode ser ajustada em 10%, 20%, 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80% e 90% da relação nominal do TC do religador. As possíveis correntes de "pick-up" temporizada de terra estão na tabela XV.2.
5.2 Unidade Instantânea

Assim como a unidade instantânea de fase, a unidade instantânea de terra possui um "Fator de Escala" (FE), que aumenta o "pick-up" da unidade temporizada, e que pode ser ajustado em 1,0; 1,2; 1,4; 1,6; 1,8; 2,0; 2,2 e 2,4. Tabela XV.2 - Corrente de "pick-up" de terra residual Instantâneo Temporizado % da relação do TC 100-1 (A) 200-1 (A) 100-1 (A) 200-1 (A) 90% 90 x FE 180 x FE 90 180 80% 80 x FE 160 x FE 80 160 70% 70 x FE 140 x FE 70 140 60% 60 x FE 120 x FE 60 120 50% 50 x FE 100 x FE 50 100 40% 40 x FE 80 x FE 40 80 30% 30 x FE 60 x FE 30 60 20% 20 x FE 40 x FE 20 40 10% 10 x FE 20 x FE 10 20 O valor da corrente de "pick-up" da unidade instantânea de terra é determinado multiplicando-se a corrente de "pick-up" da unidade temporizada de terra pelo fator de escala. Sugere-se que inicialmente seja utilizado o FE=1. A utilização de fatores de escala maiores que 1 prejudica a coordenação com elos fusíveis, entretanto estes poderão ser usados para se evitar que a curva instantânea cubra parte da UST o que poderia fazer o religador operar mais de 4 vezes em uma mesma seqüências.
Cálculo do “pick-up” temporizado de terra (residual)
TC = 100/1 % rel TC = 40% " pick − up" temporizad o = 40 × 100 = 40 A 100

TC = 200/1 % rel TC = 70%
N.Documento: Categoria:

" pick − up" temporizad o =

70 × 200 = 140 A 100
Data Publicação: Página:

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2912

Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

126 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

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UN Distribuição

Cálculo do “pick-up” instantâneo de terra (residual)
TC = 100/1 % rel TC = 80% " pick − up" instantâne o = Fator de escala = 1,4 80 × 100 × 1,4 = 122 A 100

TC = 200/1 30 × 200 % rel TC = 150% " pick − up" instantâne o = × 1,8 = 108 A 100 Fator de escala = 1,8

6 6.1

CURVAS TEMPO X CORRENTE DE TERRA Curvas Temporizadas
São as mesmas curvas que as utilizadas para fase, entretanto o ajuste do tipo de curva e da temporização é independente dos ajustes feitos para fase. Sugere-se que, quando não houver prejuízo na proteção ou na coordenação entre o religador PMR-1-15 e o equipamento de proteção da S/E a curva utilizada seja a normalmente inversa.

6.2

Curva Instantânea de Terra
É uma curva única e idêntica à curva instantânea de fase.

7

UNIDADE SENSÍVEL DE TERRA (UST)
O religador PMR1-15, também possui uma outra unidade de proteção de terra com um "pick-up" menor que a proteção residual de terra e com curvas de tempos definidos em 0,5; 1,5; 2,5; 3,5; 5; 8; 10 e 24 segundos, conforme mostrado na figura XV.4. Chamamos essa unidade de Unidade Sensível de Terra (UST). O valor de corrente de "pick-up" da UST é determinado multiplicando-se o valor da corrente de "pick-up" da unidade temporizada de terra por um "Fator de Escala" (FE). Esse fator de escala pode ser 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4 e 0,45.

N.Documento:

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Procedimento

1.2

Ronaldo Antônio Roncolatto

25/09/2006

127 de 155

IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Caso se deseje ou caso seja necessário é possível bloquear a UST de maneira que o religador só funcione com as curvas temporizada e instantâneo da proteção.5 s e "pick-ups" em torno de 8 A.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XV.2 = 4 A (min ) 100 N. Exemplo: TC = 100/1 % rel TC = 20% " pick − up" instantâne o = 20 × 100 × 0. Caso o "pick-up" seja ajustado para valores inferiores à esses.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 128 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .4 – Curvas da UST O menor valor da corrente de "pick-up" que deve ser ajustado na UST para que o religador opere corretamente é de 4 A para religadores com TC de relação 100-1 A e de 5 A para relação 200-1. o religador poderá sofrer desligamentos mesmo que a corrente de neutro esteja abaixo do valor ajustado. Sugere-se utilizar temporizações de 2.5 s ou 3.

0.5 . Embora essa situação não seja indesejável é possível evitá-la utilizando.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 129 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XV. Se o FE da curva instantânea utilizado for o 1.se um FE para a curva instantânea de tal maneira que a sua corrente de "pick-up" fique N. então a curva da UST estará entre as curvas temporizada e instantânea.Ajuste de terra FE=1 É possível que a curva de tempo definido da UST cruze com a curva temporizada de terra. Neste caso é possível que uma corrente de defeito faça o religador atuar pela curva rápida e depois pela UST até o bloqueio. Isto faria com que o religador operasse tantas vezes quanto a soma do número de operações instantâneas mais o número de operações da UST.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

Assim. N. Qualquer unidade (fase.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 130 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . para que o religador bloqueie é necessário que ele opere por uma das três unidades até atingir a quantidade de operações ajustadas nesta unidade. Figura XV. terra e UST) tem um ajuste para a quantidade total de operações para bloqueio independente das demais unidades.Ajuste de terra FE = 2 8 NÚMERO TOTAL DE OPERAÇÕES Cada unidade (fase.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . 3 ou 4 operações até o bloqueio. 2. terra ou UST) pode ser ajustada para 1.6).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.6 .5 e XV.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição acima da corrente do cruzamento da curva temporizada e da UST (Veja as Figuras XV.

0s. cessa a contagem do tempo de rearme. 30. 60 e 120 segundos. 60. sempre dando preferência para a contagem de tempo de curva. 2. 5.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Normalmente. deve-se utilizar o tempo de 2. se não ocorrer mais religamentos a contagem do tempo de rearme continuará até que se complete o tempo de rearme ajustado. uma vez que só um tempo definido pode ser usado de cada vez. Em qualquer posição quando ocorrer a integração do tempo de rearme a seqüências voltará para o início. Quando o religador abrir. b) no início da contagem do tempo de religamento. em qualquer operação. para a primeira operação. 1. 10. O tempo de religamento escolhido será o mesmo para todas as operações de religamento. sempre dando preferência para a contagem do tempo de religamento. 90. A Unidade Sensível de Terra não tem seqüências de operação. c) após o bloqueio do religador haverá início da contagem do tempo de rearme. Se o religador for fechado e houver a passagem de corrente de defeito antes de completar o tempo de rearme. uma vez que a seqüências de operações é determinada desligando-se a curva instantânea para aquelas operações que se pretenda que sejam temporizadas. entretanto tempos maiores poderão ser utilizados caso seja exigido pelo rearme do relé da S/E.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 131 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Após o tempo de religamento.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . ou quando não houver a integração do tempo de curva devido a corrente ter cessado. 30. em qualquer operação. isto é. 10. Estes tempos de rearme são ativados conforme segue: a) no início da contagem de tempo de passagem de corrente. A seqüências de operação da unidade de proteção de fase é independente da de terra. 20. N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 9 SEQÜÊNCIAS DE OPERAÇÕES As unidades de proteção de fase e de terra podem ser ajustadas para qualquer seqüências de operação. haverá a continuidade da contagem do tempo de rearme.25. 10 TEMPO DE RELIGAMENTO O religador PMR1-15 permite que se escolha um dos seguintes tempos para religamento: 0. o religador fará apenas uma operação e tornará a bloquear. 11 TEMPO DE REARME O tempo de rearme pode ser ajustado em 5. 120 e 180 segundos. 15.

100. 150. Usando a seqüências de coordenação: 0. A curva que deve ser utilizada normalmente é a temporizada. sem que haja outra operação do religador (abertura ou fechamento). Para os trabalhos de linha viva este ajuste também será a curva temporizada. estes tempos adicionados devem ser feito ponto a ponto. dependendo ou não de se usar a seqüências de coordenação (item 14). 250 e 300ms. 200.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. 400. podem ser: Não usando seqüências de coordenação: 0. e por isso deve ser utilizado somente quando necessário. O tempo será adicionado à ambas as curvas simultaneamente. 12 CURVA DE ATUAÇÃO QUANDO SE UTILIZA O BLOQUEIO DO RELIGAMENTO É possível se escolher com qual curva (temporizada ou instantânea) o religador irá atuar quando o religamento for bloqueado. Mesmo após o bloqueio do religador o microprocessador voltará ao estado de dormência após passado o tempo próprio de 9 a 15 seg.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . se houver problemas. Se a curva escolhida for a temporizada esta será a que está ajustada para o equipamento. N. Como o mínimo tempo de resposta é somado à curva instantânea é possível que a curva instantânea cruze com a curva temporizada. 200. O uso do mínimo tempo de resposta diminuirá a faixa de coordenação do religador com elos fusíveis.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 132 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . 150. 250. 13 MÍNIMO TEMPO DE RESPOSTA O mínimo tempo de resposta é um recurso em que é adicionado um tempo às curvas instantâneas de fase e de terra. para que quando se estiver fazendo manobras para procura de defeitos se dê oportunidade de que os elos fusíveis se queimem. O tempo de rearme máximo recomendado é de 30 segundos. 600 e 700ms. O mínimo tempo de resposta sem seqüências de coordenação pode ser usado para colocar a curva acima do tempo da corrente de "inrush". Os tempos adicionados. 500. 300.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição O microprocessador do religador somente volta ao estado dormente se o tempo de rearme for completado. para se evitar erro no traçado da curva. 100. No traçado do gráfico.

Todos os religadores devem ter a mesma seqüências de operações instantâneas e temporizadas. particularmente com curvas instantâneas. 5.2 Restrições As seguintes restrições devem ser observadas quando a seqüências de coordenação for utilizada. 1. O tempo de rearme dos religadores à montante devem ser ajustados com valor maior que o mais longo tempo morto dos religadores de maneira que o religador à montante não resete antes que o religador à jusante religue. quando então o religador funcionará como outro religador qualquer. A proteção temporizada do religador de montante deve ser ajustada com uma diferença mínima de 170ms em relação à curva temporizada do religador à jusante para a corrente de coordenação. Se a falta não é interrompida dentro do tempo permitido pelo religador de montante a proteção deste religador opera. 3.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. N.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 14 SEQÜÊNCIAS DE COORDENAÇÃO 14. Quando usado em conjunto com a seqüências de coordenação o mínimo tempo de resposta deve tornar-se progressivamente menor em no mínimo 200ms para religadores mais à jusante na linha. O objetivo da seqüências de coordenação é prevenir que o religador à montante atue pela curva instantânea quando o religador à jusante tiver atingido uma posição na sua seqüências de operação tal que ele esteja atuando pela curva temporizada. Se a corrente de falta vier a ser interrompida pelo lado da carga do religador a montante então a proteção do religador de montante se move para a próxima curva característica na seqüências de operação e inicia a contagem de tempo para o rearme.1 Princípio de Funcionamento Seqüências de coordenação é uma técnica empregada quando dois ou mais religadores são instalados em série.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Todos os religadores devem ter o mesmo tempo morto. 4. 14. A seqüências de coordenação permite dois ajustes: sacado.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 133 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Com a seqüências de operação funcionando o religador à montante monitora a passagem da corrente de falta e suas interrupções durante um período equivalente ao tempo de religamento selecionado ou do tempo de operação da proteção. O mínimo tempo de resposta pode ser ajustado para conseguir grande flexibilidade em coordenação. 2.

1.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição - inserido.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 134 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . quando então o religador se comportará conforme descrito no item 14. N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

o relé acorda e inicia a seqüências programada de operação.8 kV Corrente Nominal: 560A Corrente de interrupção: 6000A Duplo TC: 100-1A 300-1A Meio isolante e extintor: SF6 Comando por relé eletrônico tipo Microtip 3 O RELÉ MICROTRIP O relé Microtrip é um relé eletrônico microprocessado. o relé irá rearmar após o tempo de rearme ter passado e voltará para o modo de baixo consumo. através do relé Microtrip. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS O religador PMR-3 possui as seguintes características nominais: Tensão nominal: 11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Ajustes Gerais N. O Microtrip é programado através de um equipamento auxiliar. o relé imediatamente voltará ao estado dormente e o religador deverá ser fechado manualmente para rearmar o sistema.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XVI – RELIGADOR TIPO PMR-3 DA BRUSH SWITCHGEAR 1 INTRODUÇÃO Este anexo contém os ajustes e as curvas que estão disponíveis no Religador PMR-3 da Brush. Se a falta é permanente. podendo também ser utilizado com o religador PMR-1-15.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 135 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . sendo 3 para fase e 2 para correntes de terra. o relé realizará sua seqüências completa e finalmente bloqueará o religador. que contém todos os comandos necessários ao controle e operação do religador PMR-3.9 kV ou 13. Normalmente o relé estará no modo de baixo consumo ("dormindo"). O Microtrip contém 5 elementos de medição de corrente. quando a corrente em qualquer elemento cresce acima de 100% do valor programado para o pick-up. 4 CARACTERÍSTICAS DE PROTEÇÃO DISPONÍVEIS As características de proteção do relé Microtrip podem ser agrupadas em sete grupos básicos: 1. Se a falta é temporária. Uma vez o religador bloqueado. O religador PMR-3 é um religador com isolação e interrupção em SF6 (hexafluoreto de enxofre) e que possui controle totalmente eletrônico. o "hand held controller" (HHC).Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

terra e UST. Nota: O Microtrip oferece seqüências independentes para fase. Ajustes de Fase 3. 3 ou 4 operações Terra: 1. N. . Ajustes para "Pick-up" de Carga Fria 4.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 136 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . O Microtrip tentará realizar o número ajustado de operações. Um elemento que tenha chegado a` sua última operação só causará o bloqueio se a característica de operação desse elemento for excedida.A proteção estiver sacada. a` menos que: . . Ajustes de Terra 4. 2. 4 operações ou sacado O número máximo de operações para cada elemento é 4 e o número total de operações em uma seqüências não excederá à 4. Não é necessário que haja corrente de falta nos três elementos para que isso aconteça. Ajustes para Operações sem Religamento 7.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 2. 2.O Microtrip está na condição sem religamento. .O Microtrip for fechado em uma falta e com o "pick-up" de carga fria ativado.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Depois de cada operação de abertura o Microtrip tentará avançar a seqüências dos três elementos para a sua próxima característica de operação. A unidade não irá causar o bloqueio do religador devido a` operações dos outros elementos. Quando o Microtrip completar a última operação programada ele imediatamente passará para o estado dormente.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. Ajustes para Bloqueio com Alta Corrente 6.1 Ajustes Gerais a) Número de Operações para Bloqueio O número de operações para bloqueio é ajustável nas seguintes quantidades para cada elemento: Fase: 1. 2. 3 ou 4 operações UST: 1.A proteção for sacada durante a seqüências. .A operação por alta corrente for ativada em uma operação a menos que o número de operações ajustadas e o "pick-up" de alta corrente for excedido. Ajustes da UST 5. 3.

00 50.00 15.00 80.00 60.00 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.00 3.00 70.00 40.25 4.00 160.00 30. O objetivo da seqüências de coordenação é evitar que o religador à montante realize uma operação instantânea se o religador à jusante chegou no estado de realizar operações temporizadas.00 180. terra. d) Seqüências de Coordenação Seqüências de coordenação é uma técnica que é empregada quando dois ou mais religadores são usados em série.00 100. É também o tempo para o relé dormir quando o valor da corrente cair abaixo do "pick-up". Os tempos de religamento disponíveis são os seguintes (em segundos): 0. Com a seqüências de coordenação em operação o relé de montante monitora a passagem de corrente de falta e sua interrupção durante um período equivalente ao tempo de religamento ajustado ou ao tempo de interrupção.75 10.50 5. à critério do projetista. UST).00 1. c) Tempo de Rearme O tempo de rearme é o tempo que o Microtrip demora para dormir depois de um fechamento com sucesso.00 O tempo de religamento é selecionado para cada religamento. Se a corrente de falta for interrompida por um religador do lado carga então o relé se move para a próxima operação na seqüências e começa a contagem de tempo para o rearme da seqüências de coordenação. de maneira independente dos outros religamentos. Os tempos de rearme disponíveis são os seguintes (em segundos): 5 25 60 100 180 10 30 70 120 15 40 80 140 20 50 90 160 Preferencialmente deve-se utilizar o tempo de 10s.00 20. aquele que for maior.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição b) Tempos de Religamento O tempo de religamento é o tempo entre o início da operação de abertura e o fechamento. entretanto outros tempos poderão ser usados.00 25.00 0.00 2.00 140.00 120.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 137 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .00 90. O número de tempos de religamento selecionado é um a menos que o número máximo de operações em qualquer unidade (fase.

Entretanto a discriminação só se realizará se a curva selecionada for ligeiramente mais lenta que a corrente de "inrush" esperada. quando então o religador funcionará como outro religador qualquer.inserido. quando então o religador se comportará conforme descrito acima.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Se a corrente de falta não é interrompida enquanto o religador conta o tempo. Os "pick-ups" de fase disponíveis são os seguintes (em porcentagem da RTC): 20 100 180 260 40 120 200 280 60 140 220 300 80 160 240 320 Os "pick-ups" disponíveis para terra são os seguintes (em porcentagem da RTC): N. Os ajustes possíveis são: .inserido: enquanto o botão FECHA for mantido pressionado.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. a seqüências de coordenação é rearmada para dar a seqüências de operações completa.sacado: o religador usará as curvas ajustadas para operações normais sempre.ou o contato remoto forem mantidos pressionados. terra e UST podem ser ajustados independentemente entre eles. Se correntes de falta forem detectadas durante esse período. O tempo de rearme para a seqüências de coordenação é igual ao tempo de rearme selecionado para o relé.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . A seqüências de coordenação permite 2 ajustes: . ou até que o religador opere e bloqueie. Os "pick-ups" de fase. a contagem do tempo de religamento e do tempo de rearme recomeçará. f) RTCs e "Pick-ups" As relações de transformação de correntes disponíveis para o religador PMR-3 são as de 300-1 A e 100-1 A. O "pick-up" de carga fria é ativado quando o religador é manualmente fechado e se manterá ativado enquanto o botão -FECHA. . . o religador usará as curvas selecionadas para a carga fria. Se outras correntes de falta não forem detectadas durante o tempo de rearme.sacado. e) "Pick-up" de Carga Fria "Pick-up" de carga fria é uma função que permite ao Microtrip discriminar entre correntes de falta e correntes de "inrush" quando o religador é fechado manualmente.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 138 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . a proteção normal atuará.

a) Curva Temporizada Uma curva temporizada típica é mostrada na figura XVI. a. O item "c" é uma função especial e será vista adiante. a.1 s e 20.1) Escolha da curva básica (tipo) e do multiplicador de tempo.0 s. As curvas básicas disponíveis são as seguintes: Normal inversa: Muito inversa: SI VI Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: N. a.1. Ela é construída usando os seguintes passos: a.2) Escolha do atraso adicional. Assim a seqüências de operações é montada conforme se escolhe as curvas de atuação para uma operação qualquer.1. Curvas temporizadas inversas e de tempo definido são oferecidas.2 Ajustes das Curvas de Fase O relé Microtrip não possui ajuste para seqüências de operação.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 139 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Uma curva para qualquer operação é dividida em 3 partes distintas: a) Curva Temporizada b) Curva Rápida c) Bloqueio para Altas Correntes Os itens "a" e "b" formam a proteção normal e serão tratadas nesta seção. O multiplicador de tempo modifica as duas curvas de tempo definido. fornecendo uma faixa de ajustes entre 0. A curva final é a destacada na figura XVI.1) A gama de curvas básicas disponíveis é grande.Documento: Categoria: 2912 Procedimento 1.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 Os "pick-ups" disponíveis para a UST são os seguintes (em porcentagem da RTC): 1 5 2 6 3 7 4 8 4. Ele possui apenas ajustes para qualquer das operações em uma seqüências.3) Escolha do mínimo tempo de resposta superposto à curva escolhida.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .20 1.60 0.50 0.40 0.30 0.50 0.00 a.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 140 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .90 0.10 0.25 0.20 0.40 1.60 1.40 1. Os atrasos adicionais disponíveis são os seguintes (em segundos): 0.70 0.50 0.80 1.30 1.00 a.80 0.50 1.20 1.: As curvas de terra e fase da Mc Graw podem ser usadas tanto para fase como para terra.10 1.20 0.60 0.30 1.2) Atraso Adicional O atraso adicional é um tempo adicional que é acrescentado à curva normal.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.70 0.00 0.60 0.70 1.00 1.15 0.10 0.80 1.70 1.40 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Extremamente inversa: EI Tempo definido 1 s: Tempo definido 10 s: Df Ds 14 15 16 18 V W Y Z Curvas de terra do tipo Mc Graw 1 5 8 2 6 9 3 7 11 4 8* 13 Curvas de fase Mc Graw A E B KP C D L M N P R T Obs.90 1.10 1. Os multiplicadores de tempo disponíveis para qualquer curva são os seguintes: 0.35 0.90 2.45 1.30 2.90 1.80 1.00 1.3) Mínimo tempo de resposta N.

0 0.1 1. mantendo-se apenas a curva temporizada.90 1.5 6.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0 1. A curva rápida.2 2.7 2.0 12. para dar as operações rápidas desejadas.2.0 1.20 0.2) Atraso adicional 14.0 13.9 10. A curva rápida é construída com os seguintes passos: b.0 20.70 1.90 2.40 0. sendo uma curva de tempo definida após esse tempo.7 8.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 141 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2 3.3 4.0 b.0 1.50 0. se sobrepõe a` curva temporizada ajustada.20 1.70 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .60 b) Curva rápida O relé microtrip possui apenas uma curva rápida.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição O mínimo tempo de resposta é o menor tempo em que o religador operará na curva temporizada.0 18.0 1.0 19. Os mínimos tempos de resposta disponíveis são os seguintes (em segundos): 0.0 1.0 1.8 9.50 0.8 2.1) Escolha do múltiplo do "pick-up" temporizado O valor do "pick-up" da curva rápida é igual ao múltiplo escolhido vezes o valor do "pick-up" temporizado.00 1. como mostrada na figura XVI.80 1.0 2.6 2.40 0.00 N.0 16.30 1.6 7.30 0.0 15.0 17.80 1.1 2.4 2.10 0. A curva rápida pode ser mantida fora de operação usando-se a opção "OUT".9 2.00 0. ou seja.4 5.3 2.0 1.5 2.0 1.60 1.10 1. a curva será inversa até esse tempo.: Se não houver intersecção entre a curva temporizada e o mínimo tempo de resposta este ajuste ficará inoperante. Os múltiplos disponíveis são os seguintes: OUT 1. OBS.0 11.

0 120. Os ajustes disponíveis são os seguintes: .0 17.5 1.5 6.0 0.7 8.0 0.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição O atraso adicional para a curva rápida é idêntico ao atraso adicional para a curva temporizada.0 180.4 5. O Microtrip modificará sua seqüências para uma operação para bloqueio se o nível da falta é maior que o valor especificado. 4 ou OUT N. O uso do bloqueio para altas correntes se dará para evitar religamentos desnecessários em faltas que poderão causar danos ao sistema.0 15.5 Ajustes para Bloqueio para Alta Corrente Esta função é o último tipo de modificador citado na seção 4.0 1.0 50. 4. O valor em que o bloqueio para altas correntes operará é ajustado como um múltiplo do "pick-up" temporizado.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 142 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .4 Ajustes da curva UST A UST utiliza curvas de tempo definido e não existem modificadores para os mesmos.0 19.6 7.0 14.6 1. Os ajustes de bloqueio para altas correntes podem ser feitos tanto para fase como para terra.0 0.2.2 e é uma operação instantânea extra superposta à curva ajustada. 4. à menos que a proteção de terra esteja sacada. Por ativado entenda-se que a seqüências será modificada na operação selecionada e nas subsequentes.0 0.0 160.0 40.0 12.0 18.1 2.7 1.3 4.8 1.0 80.0 140. Nota: Para uma determinada operação de fase o relé atuará de acordo com a curva destacada da fig.2 3.0 1.0 1.0 11.Ativar na operação: 1.3 Ajustes das Curvas de Terra Os ajustes das curvas de terra são idênticos aos ajustes de fase descritos acima. Se a corrente de falta exceder o "pick-up" programado para o elemento de terra o Microtrip irá executar a sua seqüências programada. 2.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0 60. XVI.0 0.0 1. Os tempos definidos disponíveis são os seguintes (em segundos): INST 1.0 30. independentemente.0 20.8 9.0 4.0 13.9 10.9 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Ela é selecionada para ser ativada em qualquer operação em uma seqüências. similar ao do ajuste da curva rápidas.0 16. 3.0 100.

4.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Atraso adicional .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição A opção "OUT" deixa o religador sem o bloqueio para alta corrente.Múltiplo de pick-up temporizado: 5.0 .0 14.0 16.0 17.0 6. A curva de operação com o religamento sacado é escolhida da mesma forma que a curva de operação de fase e pode ser ajustada independentemente para fase e para terra.0 10. N. Esta curva deverá ser ajustada em tempos pequenos.igual ao do ajuste da curva temporizada. Quando a função religamento estiver sacada o Microtrip operará com uma única operação para bloqueio.0 8. conforme descrito aqui. para permitir uma rápida atuação do equipamento quando turmas de linha-viva estiverem trabalhando à frente do religador. o Microtrip irá realizar a sua seqüências programada.0 9. conforme descrito nas seções anteriores.0 15.6 Ajustes para Função Religamento Manual Quando a função religamento estiver inserida.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 143 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .0 19.0 20.0 7.0 18.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.0 12.0 13. .0 11.

Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Deverá ser escolhida uma curva suficientemente temporizada para evitar operações do religador por correntes de "inrush".Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.1 .7 Ajustes para "Pick-Up" de Carga Fria Os ajustes para o "pick-up" de carga fria são escolhidos da mesma maneira que os ajustes para religamento manual.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XVI. Normalmente pode-se escolher as mesmas curvas temporizadas que serão usadas nas operações da seqüências normal do religador.Ajuste da curva temporizada do relé MICROTRIP 4. N.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 144 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .

Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Superposição da curva rápida N.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XVI.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 145 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2 .

80. 7. 40. 4 NÚMERO DE CONTAGENS PARA ABERTURA O seccionalizador pode ser ajustado para abrir após 1. 112. Conforme o item 7. 160.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 146 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Após cada operação do equipamento de retaguarda este capacitor recebe uma percentagem da sua carga total e quando a carga total for alcançada o seccionalizador abrirá os seus contatos. 80. 16. como para as contagens durante a operação do seccionalizador. 224 e 320. 256.3 desta norma. 56. Os valores oferecidos para o disparo de fase são os seguintes: 16. 160. O controle do seccionalizador é eletrônico.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XVII – SECCIONALIZADORES TIPO GN3-E DA MCGRAW-EDISON 1 INTRODUÇÃO Este anexo contém os ajustes disponíveis no seccionalizador tipo GN3-E da McGraw-Edison. 24. 5. tanto para o ajuste do número de operações. 2 ou 3 operações do equipamento de retaguarda. A corrente de disparo é independente para a fase e para terra. Para terra são oferecidos os seguintes valores: 3. 296 e 320A. 28. O seccionalizador GN3-E é isolado a óleo e também faz a sua abertura dentro do óleo. 56. 224. 40. 5 TEMPO DE MEMÓRIA E TEMPO DE REARME A contagem das operações do seccionalizador GN3-E é feita através da carga de um capacitor. 112. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente nominal Corrente nominal de interrupção (carga) Corrente suportável de fechamento Corrente de curta duração: Tensão nominal NBI 200A 400A (simétrico) 9000A (assimétrico) 10 segundos 2600A 1 segundo 5700A 14. N. os ajustes deverão ser iguais ou menores que 80% dos respectivos "pick-ups" do equipamento de retaguarda.4kV 110kV 3 CORRENTES DE DISPARO É a corrente acima da qual o seccionalizador contará as operações do equipamento de retaguarda.4.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

As figuras XVII. mesmo que a falta ainda exista na rede e que o equipamento de retaguarda esteja contando o tempo para a abertura do circuito. isto é.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . Figura XVII. A descarga do capacitor acontece continuadamente.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição O rearme do seccionalizador (retorno à operação inicial) é feita pelo descarregamento do capacitor de contagem.Tempo de religamento menor que 60s N.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 147 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .2 mostram o comportamento do seccionalizador quando o intervalo entre duas operações consecutivas for inferior ou superior a 60s. Caso as operações ocorram com intervalos maiores que o tempo de memória o seccionalizador provavelmente operará com uma quantidade de operações do dispositivo de retaguarda maior que o programado.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. é de 7 minutos e é chamado de tempo de rearme. o capacitor de contagem do seccionalizador estará sendo descarregado.1 . após acumular a carga total. O tempo para que a carga no capacitor caia para zero (quando então o seccionalizador voltará ao estado inicial). através de um resistor de grande resistência. O tempo entre cada operação para que a contagem do seccionalizador ocorra sem problemas é de até 60s e é chamado de tempo de memória.1 e XVII.

3 e XVII.Tempo de religamento maior que 60s 6 RESTRITOR DE CORRENTE A fim de evitar que o seccionalizador opere para defeitos que farão operar dispositivos de proteção à sua frente.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 148 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . o seccionalizador GN3-E vem equipado com um dispositivo conhecido como restritor de corrente. defeito e a nova corrente de carga após a queima de um elo fusível que isolará o defeito.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . por exemplo elos fusíveis.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. enquanto que no segundo caso.4 mostram as correntes de carga.2 .Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Figura XVII. o seccionalizador contará erroneamente a operação. Portanto.5A. No primeiro caso o restritor de corrente atuará impedindo que o seccionalizador conte a operação como uma operação do equipamento de retaguarda. As figuras XVII. então. que é o limite de sensibilidade do resistor de corrente. quando se for coordenar um religador que estiver ajustado para realizar duas operações rápidas e duas operações temporizadas com um seccionalizador N. o restritor de corrente não atuará e. A função deste dispositivo é impedir a contagem do seccionalizador quando a corrente cai para valores abaixo do valor de disparo do equipamento. mas ainda existir uma corrente na linha maior que 3.

então será preferível adotar-se uma operação rápida e três temporizadas para o religador.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 149 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Atuação do restritor de corrente Seccionalizador conta a operação N. sob o risco do seccionalizador abrir quando o elo fusível queimar. mesmo após a queima de um elo fusível. o elo fusível queimará durante a segunda operação do religador e mesmo que o seccionalizador conte a queima do elo. Caso isto não possa ser garantido.3 . quando. por não ter atingido a contagem ajustada.5A. Figura XVII. a corrente de carga passante pelo seccionalizador ainda seja maior que 3.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição GN3-E e elos fusíveis.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . então. ele não abrirá.4 . deve-se garantir que.Atuação do restritor de corrente Seccionalizador não conta a operação Figura XVII.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

1 mostra as bobinas disponíveis. o que limita o uso deste seccionalizador apenas com religadores.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição ANEXO XVIII – SECCIONALIZADOR TIPO OYS DA REYROLLE 1 INTRODUÇÃO Este anexo contém os ajustes disponíveis para o seccionalizador tipo OYS da Reyrolle. Para que o seccionalizador OYS opere satisfatoriamente o tempo de religamento do equipamento de retaguarda não deve ser menor que 0.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1. que também proporciona o meio de extinção do arco-elétrico durante o processo da interrupção da corrente.5s e nem maior que 10s. A contagem das operações e a abertura são realizadas através de dispositivos hidráulicos e molas. Para qualquer uma delas é possível ajustar-se 1. seu valor de disparo e suas correntes suportáveis.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . enquanto que a atuação para terra é através de um circuito eletrônico com TCs. 2 CARACTERÍSTICAS NOMINAIS Corrente nominal Corrente nominal de interrupção (carga) Corrente de fechamento NBI CORRENTES DE DISPARO 200A 440A 17800A (pico) 110kV 3 A corrente de disparo para a fase depende da bobina usada. sendo que o valor do disparo é 1. já que o tempo do 2º religamento dos disjuntores dos alimentadores é de 30s ou 60s. Cada bobina também possui seus valores de correntes suportáveis. O valor de 16A será usado quando o seccionalizador for instalado junto com disjuntores sem relé estático de terra. O seccionalizador OYS é isolado em óleo. 4 NÚMERO DE CONTAGENS PARA ABERTURA O seccionalizador OYS oferece ajuste do número de contagens para abertura independentes para fase e terra. 2 ou 3 contagens para abertura. como nos religadores OYT. N. Para a terra o seccionalizador OYS oferece apenas dois ajustes: 5A ou 16A.6 vezes a corrente nominal da bobina. O ajuste de 5A deve ser usado quando o seccionalizador for instalado junto com um religador. Este seccionalizador tem a sua atuação para defeitos de fase efetuada através de bobina série.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 150 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . A tabela XVIII. Normalmente escolhe-se o mesmo número de contagens para a fase e terra.

1s 10 s Disparo 5 8 1360 500 160 10 16 3400 900 290 15 24 6200 1350 430 25 40 10000 1900 600 30 48 10000 1900 600 35 56 10000 1900 600 50 80 10600 3800 1200 75 120 10600 4800 1500 100 160 10600 6000 1850 150 240 10600 6360 3100 200 320 10600 6360 3700 5 TEMPO DE REARME O tempo de rearme é de 1 minuto por contagem e de 2 a 5 minutos para o rearme completo após uma seqüências de 3 contagens. a seqüências de operações do religador de retaguarda deve ser sempre 1 operação rápida e 3 operações temporizadas. 6 SEQÜÊNCIAS DE OPERAÇÕES DO EQUIPAMENTO DE RETAGUARDA Como este seccionalizador não possui restritor de corrente. N.1 .Bobinas séries do seccionalizador OYS Corrente Corrente Curta Duração Corrente Mínima de Nominal Inst. para que a coordenação com fusíveis ocorra de forma satisfatória.Sobrecorrente Título do Documento: UN Distribuição Tabela XVIII.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 151 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.

2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 152 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Sobrecorrente 2912 Procedimento 1.Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .

25 MVA 476 0 106 126 S10 S1 0 PE N.9 kV AVANHANDAVA Transformador da CPFL Transformador particular NOTA 1: Ver folha 2 de 3 NOTA 2: Ver folha 3 de 3 10K elo fusível de 10K Cabo de alumínio com alma de aço Versão: Aprovado 1/0 AWG.9 kV Linha particular de 11.0 7 10K 3 R3 7 15K 89 5 24 25 19 2 3 5 144 S0 4 Icc FT (max) Icc FT (min) 10K 10K 10K 38 45 9 11 8 5 6 BOMBA D'ÁGUA NOTA 2 40K 832 721 10K 60 1 10K Linha da CPFL de 11.Demanda futura em A 10K DIRETO 10K 575 144 S04 LEGENDA 42 15 101 11 9 2 V 15K 41 10 100 11 8 10K 10K 8 S 04 2912 Procedimento 1.Carga atual instalada em kVA 106 .11.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição . alimentador PEN-07 N.Sobrecorrente UN Distribuição 247 214 193 14 ANEXO XIX Folha 1 de 3 98 10K 12 N 13 30 247 214 193 5317 4605 4509 171 Religador tipo PMR-15-400 A existênte 59 0 21 21 98 11 25K Destilaria de Alcool Avanhandava "DIANA" 1 PENÁPOLIS R3 10K SE SE PENÁPOLIS 138 .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 153 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .Documento: Categoria: PEN-07 S10 por: Data Publicação: Página: 1 S04 4760 .9 kV.0 7 59 0 21 21 NOTA 1 PEN-07 832 721 575 144 10K 30 832 30 721 575 144 S0 4 9 S0 4 10 S0 4 832 68 5 22 22 15K 721 575 DIRETO Icc 3F Icc 2F S0 4 S1 PE 0 10K S0 4 N.Demanda atual em A 126 .

9 PE N-0 08 PE EN.2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 154 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA .5 NA 15K A PE 33 N -0 7 -6 A0 2 06 3 A3 A0 2 33 65 72 121 1 15 8 81 8 10 23 3 27 3 A3 -09 N PE A 2 A0 15K 2 NA A0 A3 3 09 NPE 15K a Ru do Le es alv nç o G 708 5 119 145 0 A1 15K 3 A3 Cerâmica Bandeirantes 150 08 NPE 15K NA 0 07 0 13 24 0 29 10 N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Para e d Ava esti nha n lari a D dava IAN A A3 3 A10 4 76 0 106 126 Religador tipo PMR-15-400 A da BRUSH .Sobrecorrente UN Distribuição ANEXO XIX Folha 2 de 3 65K 3018 2614 2230 153 C3 A3 3 A0 2 NA 40 0 -6 C 3 A3 40 0 3 NA A0 2 -6 A PE 33 N -0 8 86 C 3 53 5 74 8 R NA ua Ru iB ar bo sa 36 4 1 5 13 01 6 54 1 58 19 48 8 A PE 33 N08 C 3 40 0 -6 o 15K R ua 93 2 58 34 56 2 m ai 13 de 25 5 10 7 06 15K A3 3 A PE 40 N -0 8 C3 40 0 Escola Indústrial 112.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .07 P NPE 1 12 0 2 25 27 27 7 PEVI 2 x 500 12 12 6 R3 C 3 40 0- N.existente Página: 726 5 121 151 5317 4605 4509 171 A3 3 A3 3 2 A0 15K 3 A3 10 NPE 0 A1 3 A3 3 86 10 240 6 27 0 07 13 240 0 29 2 A0 32 49 50 1 5 19 3 A3 07 NPE 2912 Procedimento 1.5 NA 06 C 3 40 0 -6 A3 3 Cerâmica Avanhandava 112.

Sobrecorrente UN Distribuição ANEXO XIX C3 Folha 3 de 3 3 11 98 5 38 75 A1 0 de m te Se o br 06 a tilari Des ndas Para e faze NA DIA S 04 a Ru 7 06 15K 75 0 A1 06 3018 2614 40K 06 895 24 25 2230 153 58 1 7 18 5 25K 06 6 2 A0 42 36 90 6 10 A0 2 2 A0 DIRETO oC ad Ru afé 15K 15K Cerâmica Guarani 112.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 2912 Procedimento 1.Tipo de Documento: Área de Aplicação: Título do Documento: Norma Técnica Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição .2 Ronaldo Antônio Roncolatto 25/09/2006 155 de 155 IMPRESSÃO NÃO CONTROLADA . Ltda.5 5 5 2 A0 2 A0 a Ru 15 de m ve No o br Bertocco e Bertocco Cia. 150 7 7 15K 06 06 a Ru Ru 5 19 2 Pa ra as nd ze Fa e s tro ou 55 30 75 88 A02 5 A02 iB bo ar 4 S0 sa NA 15K Cerâmica São Jorge 75K 2 A0 Cerâmica 3 Irmãos 75K 06 2 A0 15K 60 29 73 85 NA a ta Vis NA R ua Bo 2 A0 25K 06 06 a Ru 25K 06 o lh Ve e rg Jo A02 DIRETO 15K 10 23 59 68 4 06 15K Cerâmica Corbocci 125 7 7 3018 2614 5 93 21 26 2 A0 A0 2 2230 0 A1 153 3 06 06 06 2 A0 15K 2 A0 2 A0 06 DIRETO 2 A0 15K 15K 0 20 2 5 22 4 6 0 57 11 15 3 5 34 7 9 10K R ua 60 1 1 Para fazendas e outros Cerâmica São Vicente 120 06 a Bo Vi a st 4 S0 15K es gu in m Do 2 A0 a Ru ão Jo N.

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