Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Escola de Engenharia Curso de Engenharia de Telecomunicações Programa de Educação Tutorial Grupo PET

-Tele

Apostila de Introdução ao Matlab
(Versão: 2k80801)

Niterói - RJ Julho / 2008

Prefácio
„endo em vist— —s diretrizes do wig em €esquis—D insino e ixtensãoD o €rogr—m— de idu™—ção „utori—l @€i„A do ™urso de ingenh—ri— de „ele™omuni™—ções d— …niversid—de peder—l pluminense @…ppA desenvolveu um projeto de el—˜or—ção de —postil—s e ™ursos volt—dos p—r— — gr—du—çãoF y intuito desse tr—˜—lho é —uxili—r —lunos no —prendiz—do de tem—s import—ntes p—r— su— form—çãoD que estão —usentes em qu—isquer ement—s de disE ™iplin—sY eD —lém dissoD servir de m—teri—l didáti™o p—r— ™ursos de ™—p—™it—ção ministr—dos pelos ˜olsist—s do €rogr—m— —os ™orpos dis™ente e do™ente d— gr—du—çãoF e˜—ixo segue — list— de —postil—s prep—r—d—s nesse projetoF

HTML LaTeX Linux

vingu—gem de progr—m—ção p—r— hipertextosD prin™ip—lmente empreg—d— n— ™onE strução de págin—s d— snternet @webpages AF ƒistem— de edição de texto l—rg—mente utiliz—do em meios —™—dêmi™os e ™ientí(E ™osD ˜em ™omo por editor—s n—™ion—is e intern—™ion—isF sntrodução —o sistem— oper—™ion—l vsx…ˆF

Linguagem C MATLAB Spice

vingu—gem de progr—m—ção —mpl—mente utiliz—d— em pro˜lem—s de enE genh—ri— e ™omput—çãoF em˜iente de simul—ção m—temáti™—D utiliz—do em divers—s áre—s pro(ssion—isF

em˜iente de simul—ção de ™ir™uitos elétri™os @—n—lógi™os e digit—isAD utiliz—do em projeto de ™ir™uitos dis™retos e integr—dosF

iste do™umento destin—Ese — introduzir o usuário —o —m˜iente do Matlab F ƒ—˜endoEse d— imens— qu—ntid—de de funções e d— existên™i— de um —™ervo de do™uE ment—ção próprio in™luído no progr—m—D est— —postil— não pretende esgot—r o tem— ™omo um m—nu—lF entesD pelo ™ontrárioD el— destin—Ese — introduzirD de form— su™int—D o usuário —o —m˜iente do progr—m—D mostr—ndo e exempli(™—ndo —s ferr—ment—s ˜ási™—s de utiliz—E ção do mesmoF €—r— m—iores inform—ções e um estudo m—is —profund—doD ™onsulte —s referên™i—s ˜i˜liográ(™—s no (m do do™umentoF É muito import—nteD p—r— um— melhor —prendiz—doD que o leitor estej— em frente — um ™omput—dor ™om o software inst—l—doF À medid— em que se lê — —postil—D ™om—ndos e oper—ções devem ser test—dos no progr—m—F snteress— —ind— men™ion—r que serão dest—™—dosD —o longo d—s págin—sD ™om—ndos e funções úteis às dis™iplin—s do ™urso de ingenh—ri— de „ele™omuni™—çõesD org—niz—dos em seções rel—tiv—s — su—s —pli™—çõesF

eutor —tu—lX Últim—s —tu—liz—çõesX

ss—˜ell— pr—nç— e pr—nç— fe—triz gost— ‚i˜eiro †itor de ƒouz— vim— elex—ndre ƒ—ntos de l— †eg—

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Sumário
Prefácio 1 Introdução
IFI IFP IFQ IFR PFI PFP PFQ QFI QFP QFQ QFR RFI RFP SFI SFP SFQ SFR SFS TFI TFP TFQ TFR snform—ções ini™i—is F F F F F F F t—nel—s F F F F F F F F F F F F F F ejud— F F F F F F F F F F F F F F fi˜liote™—s do Matlab F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

i 1
I I P Q S S T

2 Variáveis

he™l—r—ção F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F w—nipul—ção F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F †—riáveis préEde(nid—s F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F ‚epresent—ção numéri™— porm—tos de visu—liz—ção he(nição de m—trizes F F sndex—ção F F F F F F F F F F F F F F F de números F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

5

3 Números e matrizes

F U F U F V F IH

7

4 Operações com matrizes 5 Funções matriciais

yper—ções —ritméti™—s F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IQ yper—ções lógi™—s e rel—™ion—is F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F IR w—trizes element—res F F F F F Álge˜r— line—r F F F F F F F F F snform—ções m—tri™i—is ˜ási™—s w—nipul—ção de m—trizes F F F enálise de d—dos F F F F F F F punções punções punções punções F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

13

17

IU IV IW IW PI PQ PQ PR PR

6 Funções matemáticas elementares

trigonométri™—s F F F F F F exponen™i—is F F F F F F F F ™omplex—s F F F F F F F F F de —rredond—mento e resto

23

7 Funções polinomiais
iii

27

iv Sumário 8 Grácos VFI VFP VFQ qrá(™os de du—s dimensões F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F PW qrá(™os de três dimensões F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F QQ punções —uxili—res F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F QS 29 9 Funções polinomiais racionais complexas 10 Programação IHFI punções e scripts IHFP gontrole de )uxo IHFPFI istrutur—s IHFPFP istrutur—s F F F F F F F F F F F F F F ™ondi™ion—is de repetição F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F 39 43 RQ RR RR RT A Funções relativas a aproximações para ltros seletores em freqüência eFI futterworth F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F RW eFP ghe˜yshev F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F SH eFQ ilípti™o @g—uerA F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F SI 49 qrupo €i„E„ele …pp .

Capítulo 1 Introdução 1.2 Janelas etr—vés de o˜jetos grá(™os denomin—dos j—nel—sD o usuário oper— —s fun™ion—lid—des do progr—m— de form— inter—tiv—F e j—nel— prin™ip—l do Matlab ™h—m—Ese Command Window @t—nel— de gom—ndoAD onde os d—dos e instruções são digit—dos no prompt –>>9 pelo usuário eD —pós — te™l— Enter ser pression—d—D o progr—m— os pro™ess— imedi—t—mente e expõe n— tel— o result—doF ys ™om—ndos digit—dos são —rm—zen—dos em um buer de ™om—ndosD no qu—l podeEse n—veg—r us—ndo —s te™l—s seta-para-cima –↑9 e seta-para-baixo –↓9F elém dissoD te™l—ndoEse o texto –str9D por exemploD e us—ndoEse —s set—s –↑9 e –↓9D n—veg—Ese por todos os ™om—ndos ini™i—dos ™om o texto –str9F e te™l— Esc limp— o que estiver es™rito n— linh— do ™om—ndoF gom—ndos termin—dos ™om pontoEeEvírgul— não exi˜em —s v—riáveis de respost— n— tel—F y uso do pontoEeEvírgul— é útil qu—ndo — impressão do result—do n— tel— não interess—D ou qu—ndo — impressão é muito extens— ™omoD por exemploD p—r— um— m—triz 1000 × 1000F heveEse ress—lt—r queD —pes—r d— impressão ser suspens—D o ™om—ndo é exe™ut—do pelo progr—m—F †ários ™om—ndos podem ser digit—dos n— mesm— linh—D desde que estej—m sep—r—dos I .1 Informações iniciais @—˜revi—tur— de MATrix LABoratory E v—˜or—tório de w—trizesA é um software de simul—ção m—temáti™— que re—liz— oper—ções m—tri™i—isD ™onstrói grá(™os em du—s ou três dimensõesD —uxili— no pro™ess—mento de sin—isD —lém de m—nipul—r outr—s funções espe™i—liz—d—sF ile tr—˜—lh— ™om um— lingu—gem de progr—m—ção de —ltoEnívelD em um —m˜iente inter—tivoD p—r— o desenvolvimento de —lgoritmosD —nálise e visu—liz—ção de d—dos e ™omE put—ção numéri™—F €róprio p—r— —s áre—s té™ni™—s e ™ientí(™—sD o software tem funções de tr—t—mento numéri™o de —lto desempenhoD ™—p—zes de resolver pro˜lem—s ™omput—™ion—is té™ni™os de form— m—is e(™iente do que —s tr—di™ion—is lingu—gens de progr—m—çãoF elém do —m˜iente inter—tivoD outr— f—™ilid—de do Matlab é — possi˜ilid—de de exE e™ução de —rquivos texto ™ontendo um— seqüên™i— de instruções de(nid—s pelo usuárioF isses —rquivos textoD que têm extensão –Fm9D podem ser ™ri—dos e edit—dos dentro ou for— do seu —m˜ienteF y Matlab 1.

. ONES(M. ONES(N) is an N-by-N matrix of ones.N) or ONES([M. See also ZEROS. c=a+b a = c = 1 3 É import—nte —pont—r que — t—nel— de gom—ndo norm—lmente é us—d— p—r— testes de ™om—ndos e funções ou simples oper—çõesF u—ndo se desej— implement—r —lgum proE gr—m—D projeto ou tr—˜—lhoD utiliz—Ese o M-File EditorF xeste editorD ™ri—Ese um —rquivo texto –Fm9 ™om os ™om—ndos desej—dosF €—r— —˜rir um novo —rquivoEwD ™lique em File > New > M-le ou simplesmente digite o ™om—ndo editF epós es™rever o progr—m—D podeEse exe™utáElo pel— te™l— de —t—lho F5F elém d— t—nel— de gom—ndo e do iditor de erquivoEwD há —ind— —s j—nel—s HelpD Command HistoryD Current Directory e WorkspaceD que estão respe™tiv—mente rel—™ion—d—s ™om —jud—D históri™o dos últimos ™om—ndos digit—dosD diretório ™orrente do progr—m— e o esp—ço de tr—˜—lho onde se visu—liz—m d—dos e v—riáveisF iss—s j—nel—s podem ser m—nE tid—s fe™h—d—s ou —˜ert—s dependendo d— ne™essid—de ou gosto do usuárioF iss—s outr—s j—nel—s não são det—lh—d—s nesse do™umentoF 1.N.P...3 Ajuda etr—vés do ™om—ndo helpD o usuário pode ™onsult—r — —jud— do Matlab F is™revendoE se help e o nome d— funçãoD é mostr—do um pequeno resumo d— função @norm—lmente de um— linh—A seguido de um— des™rição m—is det—lh—d— d— mesm—F >> help ones ONES Ones array.P Capítulo 1. 2... array of ones.. Introdução por vírgul— ou pontoEeEvírgul— F gom—ndos muito longos p—r— um— linh— podem ser interrompidos por três pontos –FFF9 e ™ontinu—dos n— linh— seguinteF y exemplo — seguir é ilustr—tivo qu—nto — esses det—lhesF >> a=1. ONES(M..N]) is an M-by-N matrix of ones. b=.) is an M-by-N-by-P-by-. ONES(SIZE(A)) is the same size as A and all ones. É possível —ind— pro™ur—r por funções ™ujos resumos ™ontenh—m determin—d— p—l—vr—E ™h—veF €—r— istoD ˜—st— digit—r o ™om—ndo lookfor seguido d— p—l—vr— desej—d—F g—so se queir— interromper — ˜us™—D deveEse te™l—r CTRL+CF qrupo €i„E„ele …pp .

1.x blocks with newer 1. ONEM Constructs a regular matrix map of all ones. SLUPDATE Replace blocks from a previous release with newer ones.1 ones. BUFFERM buffer zones for vector data.4. SPONES Replace nonzero sparse matrix elements with ones. FPUPDATE Replace blocks from a previous release with newer ones. Bibliotecas do Matlab Q >> lookfor ones ONES Ones array. FPUPDT Replace older 1. UPDATEXPCENV Updates the new Environment settings to become the current ones. DRAMADAH Matrix of zeros and ones with large determinant or inverse.4 Bibliotecas do y Matlab —present— um— série de ™om—ndosD oper—dores e funções primitiv—sD org—E niz—d—s por ™—tegori—sD —ssim ™omo rotin—s espe™í(™—s de divers—s áre—s d— engenh—ri—D org—niz—d—s em ˜i˜liote™—s denomin—d—s ToolboxesF ist—s ™—tegori—s e ˜i˜liote™—s são desE ign—d—s por tópi™os primáriosF €—r— — visu—liz—ção de todos estes tópi™osD ˜—st— digit—r o ™om—ndo helpF elguns desses tópi™os primários sãoX Matlab • general E ™om—ndos ger—is • ops E oper—dores e ™—r—™teres espe™i—is • control E ˜i˜liote™— de sistem—s de ™ontroles • signal E ˜i˜liote™— de pro™ess—mento de sin—is • optim E ˜i˜liote™— de otimiz—ção yutr—s ˜i˜liote™—s —˜r—ngem ™—mpos v—ri—dos ™omo —quisição e pro™ess—mento de im—gemD ˜ioEinformáti™—D tele™omuni™—çõesD lógi™— difus— e re—lid—de virtu—lF €—r— se —profund—r m—is em qu—lquer ˜i˜liote™—D ˜—st— digit—r o ™om—ndo help tópicoF …pp qrupo €i„E„ele . 1.

Introdução qrupo €i„E„ele …pp .R Capítulo 1.

Capítulo 2 Variáveis 2.2 Manipulação ixistem ™om—ndos próprios p—r— m—nipul—ção de v—riáveisF e˜—ixo estão list—dos os m—is utiliz—dosF • • • whoX clearX vist— os nomes d—s v—riáveisF vist— o nome e o tipo d—s v—riáveisF whosX ilimin— tod—s —s v—riáveis d— áre— de tr—˜—lhoF €—r— se —p—g—r um— ou m—is v—riáveis utiliz—Ese o ™om—ndo clear seguido dos nomes d—s v—riáveis sep—r—d—s por esp—çoF S .1 Declaração h—do que o progr—m— ofere™e um —m˜iente de exe™ução de um— lingu—gem interpret—d—D um— ™—r—™terísti™— ™onveniente do Matlab é que —s v—riáveis não pre™is—m ser dimenE sion—d—s —ntes do usoD pois são ger—d—s —utom—ti™—mente —o serem utiliz—d—sF €—r— ™ri—r eGou —rm—zen—r inform—ções em v—riáveis de(nid—s pelo usuárioD ˜—st— digit—r o nome d— v—riável seguido do sin—l de igu—l –=9 e d— expressão desej—d—F x— es™olh— dos nomes d—s v—riáveisD devem ser o˜ede™idos os seguintes ™ritériosX • os ™—r—™teres podem ser —lf—numéri™os @letr—s e númerosAD desde que ini™i—dos por letr—sY • letr—s m—iús™ul—s e minús™ul—s de(nem nomes diferentes @lingu—gem case sensitive AY • o ™—r—™ter – 9 @underscoreDunderline ou su˜linh—doA pode ser us—do no meio do nomeY • são permitidos nomes ™omD no máximoD QP ™—r—™teresF g—so sej— exe™ut—d— um— expressão que gere um v—lor ™omo result—doD eD ness— exE pressãoD não h—j— um— —tri˜uição do result—do p—r— —lgum— v—riável de(nid— pelo usuárioD o result—do será —rm—zen—do n— v—riável ansD préEde(nid— pelo —m˜ienteF 2.

Variáveis • • • saveX ƒ—lv— —s v—riáveis em —rquivoD podendo utilizáEl—s nov—mente n— próxim— vez que o progr—m— for ini™i—liz—do ou mesmo qu—ndo exe™ut—do o ™om—ndo clearF loadX clcX ‚e™uper— —s v—riáveis previ—mente s—lv—s em —rquivo pelo ™om—ndo saveF vimp— — j—nel— de ™om—ndosF 2.0000i qrupo €i„E„ele …pp .3 Variáveis pré-denidas xo Matlab D existem —lgum—s v—riáveis préEde(nid—s que podem ser úteis —o usuárioD —s qu—is são list—d—s n— „—˜el— PFIF Variável ans pi eps inf NaN ou nan i ou j nargin nargout realmin realmax bitmax Representação †—riável p—drão p—r— —rm—zen—r result—dosF ‚—zão entre o perímetro d— ™ir™unferên™i— e o seu diâmetroF €re™isão de ponto )utu—nteD ou distân™i— entre I e próximo número re—lF sn(nito @por exemploD result—do d— divisão IGHAF Not-a-Number ou v—lor nãoEnuméri™o @exemploX result—do de HGHAF √ …nid—de numéri™— im—ginári—D igu—l — −1F xúmero de —rgumentos de entr—d— de um— funçãoF xúmero de —rgumentos de s—íd— de um— funçãoF wenor número re—l positivo utilizávelF w—ior número re—l positivo utilizávelF w—ior número inteiro positivo utilizávelF „—˜el— PFIX †—riáveis préEde(nid—sF g—so o usuário de(n— e utilize um— v—riável ™om o mesmo nome de —lgum— d—s v—riáveis ou d—s funções préEde(nid—sD el— fun™ion—rá ™omo um— v—riável ™omumD perdendo seu signi(™—do origin—lF u—ndo —p—g—d—D el— retorn—rá —o seu ™omport—mento préEde(nidoF >> i=999 i = 999 >> clear i >> i ans = 0 + 1.T Capítulo 2.

2 Formatos de visualização de números „odos os ™ál™ulos são exe™ut—dos no Matlab ™om —ritméti™— de dupl— pre™isãoF e visu—liz—ção dos números n—s j—nel—s Command Window e WorkspaceD entret—ntoD pode ser feit— em diversos form—tosF €or de(niçãoD o Matlab exi˜e os result—dos em três form—tos diferentesX inteiroD re—l ™om qu—tro ™—s—s de™im—is ou em not—ção ™ientí(™—D —dot—ndo —quel— que melhor ™onvirF isse ™omport—mento p—drão pode ser —lter—do ™li™—ndoEse em File > PreferencesD ou simplesmente digit—ndo n— t—nel— de gom—ndo — instrução format √ seguid— do form—to espe™í(™oF e „—˜el— QFI ilustr— ™—d— um delesD exi˜indo o número 2 ™omo exemploF U .Capítulo 3 Números e matrizes 3.9 Y ixFX 3.1 Representação numérica „od—s —s inform—ções numéri™—s do Matlab são —rm—zen—d—s so˜ — form— de m—trizesF ƒeD por exemploD for digit—do o número S no —m˜iente do progr—m—D este v—lor será interpret—do ™omo um— m—triz de dimensão I×IF xúmeros neg—tivosD ™om ™—s—s de™im—isD ™omplexos e so˜ — form— de not—ção ™ientí(™— podem ser represent—dos no Matlab us—ndoEse — seguinte sim˜ologi—X • números neg—tivosX –−9 Y ixFX −5 • números ™om ™—s—s de™im—isX –.2 • números ™omplexosX –i9 ou –j 9 @™omo su(xosD à direit— d— p—rte im—ginári—D ou ™omo funçõesD equiv—lentes à r—iz qu—dr—d— de EIAY ixFX 3 + 5iD 3 + 5j D 3 + 5 ∗ iD 3 + 5 ∗ j D 3 + i ∗ 5D 3 + j ∗ 5D 3 + 5 ∗ sqrt(−1) e 3 + sqrt(−1) ∗ 5F • not—ção ™ientí(™—X –e9 ou –E 9F ixFX 5e3 @equiv—lente — 5 × 103 A e −2e − 4 @equiv—lente — −2 × 10−4 A 3.

3 Denição de matrizes ixistem divers—s form—s de se mont—r um— m—trizF e m—is simples del—s utiliz— elementos denomin—dos aglutinadoresD represent—dos sim˜oli™—mente por ™ol™hetesD –[9 e –]9 F e função dos —glutin—dores ™onsiste em ™on™—ten—r @en™—de—rAD horizont—lmente ou vertiE ™—lmenteD d—dos de um mesmo tipoD podendo form—r m—trizes numéri™—s ou vetores de ™—r—™teres @strings AF y exemplo —˜—ixo mostr— — ™on™—ten—ção de du—s p—l—vr—s ™om um esp—ço no meioD todos de(nidos entre —sp—s simples @tipo ™—r—™terAF >> a=`Duas'. intendido o ™on™eito de —glutin—çãoD que será muito utiliz—do d—qui em di—nteD torn—E se fá™il — t—ref— de de(nir um— m—trizF …m— m—triz é mont—d— linh— —pós linh—D onde esp—ço ou vírgul— indi™—m tr—nsição de ™olun— e pontoEeEvírgul— indi™— tr—nsição de linh—F qrupo €i„E„ele …pp . Números e matrizes format short format long format short e format long e format short g format long g format hex format + format bank format rat format debug Comando 2 IFRIRP IFRIRPIQSTPQUQIH IFRIRPeCHHH IFRIRPIQSTPQUQHWSeCHHH IFRIRP IFRIRPIQSTPQUQI Q'T—HWeTTUfQ˜™d C IFRI IQWQGWVS ƒtru™ture —ddress a IP—™PHV maI naI pr a IPTHH™H pi a H IFRIRP √ Comentário S dígitos @ponto (xoAF IS dígitos @ponto (xoAF S dígitos e expoente @ponto )utu—nteAF IS dígitos e expoente @ponto )utu—nteAF y melhor entre short e short eF y melhor entre long e long eF rex—de™im—l em ponto )utu—nteF €ositivo –+9D neg—tivo –−9 ou zero – 9F P ™—s—s de™im—is represent—ndo moed—F eproxim—ção r—™ion—lF short g e inform—ções so˜re —rm—zen—gem intern—F „—˜el— QFIX porm—t—ção d— visu—liz—ção de result—do numéri™oF 3. >> [a b c] ans = Duas palavras.V Capítulo 3. >> c=`palavras.'. >> b=` '.

10.6]] ans = 1 2 3 4 W 5 6 …m— outr— m—neir— de de(nir m—trizes ™onsiste em ™ri—r vetoresElinh— ™om elementos em progressão —ritméti™— —tr—vés d— simples sint—xeX valor_inicial : incremento : valor_nal onde os v—lores forne™idos não pre™is—m ser ne™ess—ri—mente inteirosF f—si™—menteD o primeiro elemento do vetor ™ri—do ™orresponde —o v—lor ini™i—l e os elementos seguintes são —™res™idos do p—sso @ou in™rementoAD de t—l m—neir— que nun™— ultr—p—sse o v—lor (n—lF g—so o in™remento sej— omitidoD ele será entendido ™omo igu—l — IF >> 1:5:20 ans = 1 6 11 16 >> 2.0000 e função logspace é simil—rD porém esp—ç— os elementos log—ritmi™—mente n— ˜—se IHF …m— diferenç— muito import—nte em su— sint—xe é que os v—lores ini™i—is e (n—is são potên™i—s de IHD devendo ser es™ritos —pen—s seus expoentesF >> logspace(0.5000 5.6234 10. número_de_elementos) >> linspace(0.7100 5.3.5000 10.0000 7.71 : 5.0000 1.3.3.5) ans = 1.1.7100 3.7100 4. valor_nal.5) ans = 0 2.7100 …m— ter™eir— form— de ™ri—r vetores utiliz— — função linspaceD que esp—ç— line—rmente um determin—do número de elementos entre um v—lor (n—l e um ini™i—lF ƒu— sint—xe éX linspace(valor_inicial.1623 5. Denição de matrizes >> [1.4] ans = 1 2 3 4 >> [ans [5.2.7783 3.0000 ixistem muit—s outr—s form—s de se ™ri—r um— m—trizF epen—s — título de ™uriosid—deD — função xlsread lê um— m—triz — p—rtir de um —rquivo ˆvƒ ger—do pelo progr—m— Microsoft Excel F …pp qrupo €i„E„ele .71 ans = 2.

1 .3000 1.5000 >> m(2.5) ans = 0.8000 0.4 1. 1.2000 0.4 .3:end) ans = 0.2000 1.3000 0.1000 >> m(:.5 .4000 0.3000 1.4 Indexação y p—drão de index—ção m—tri™i—l no Matlab é — form— tr—di™ion—l intuitiv— (r.7000 0.4000 0.6000 0.IH Capítulo 3.3 . .4000 >> m(1.1000 1.9000 1.9 1 .3000 0.5000 0.0000 1.2 .5000 qrupo €i„E„ele …pp .0000 1.7000 É possível sele™ion—r m—is de um— linh— ou ™olun—D us—ndoEse doisEpontos –X9 entre os índi™es ini™i—l e (n—l p—r— indi™—r o interv—loF u—ndo os índi™es ini™i—l e (n—l são omitidosD indi™—Ese o interv—lo inteiroF e p—l—vr— reserv—d— `end' indi™— o (m d— linh— ou d— ™olun—F >> m(3.5] m = 0.2 1.7 .5000 1.5) ans = 1 ys elementos d— m—triz t—m˜ém podem ser index—dos seqüen™i—lmenteD ™onforme ilustr—do n— „—˜el— QFPF I P Q I (1) (2) (3) HFI HFT IFI P (4) (5) (6) HFP HFU IFP Q (7) (8) (9) HFQ HFV IFQ R (10) (11) (12) HFR HFW IFR S (13) (14) (15) HFS IFH IFS „—˜el— QFPX sndex—ção de elementos de um— m—trizF >> m(5) ans = 0.4000 1.2000 1.1:4) ans = 1.1000 0.6 .1 1.3 1.5000 1.8 . c)D onde r represent— o número d— linh— e c represent— o número d— ™olun—F >> m=[. Números e matrizes 3.

2000 0.4.[2 4]) ans = 0.1000 0.1000 …pp qrupo €i„E„ele .1000 0.7000 0.4000 >> m([1 5 9.1000 0 0.2000 0.2000 1.5000 1.4000 0 0.6)=2.9000 1.3.4000 0.5000 0 0 0 0 2.2000 0.3000 1.3000 0 0.7000 1.8000 1.3000 0.1 ans = 0.2000 0 0. 4 8 12]) ans = 0.4000 g—so se ™oloque um índi™e que ex™ed— —s dimensões d— m—trizD o result—do será um— mens—gem de erroF €or outro l—doD se for de(nido um novo elemento que ex™ed— ess—s mesm—s dimensõesD então — m—triz será redimension—d— de form— — in™luir esse novo elementoD sendo —s nov—s posições preen™hid—s ™om HF >>m(4.8000 1.4000 1. Indexação II y ™on™eito de index—ção pode ser —mpli—do qu—ndo no lug—r dos índi™es ™olo™—mEse vetores ou m—trizes de índi™esF >> m([1 3].6000 1.0000 1.

Números e matrizes qrupo €i„E„ele …pp .IP Capítulo 3.

Capítulo 4 Operações com matrizes 4.1250. 10 28] IQ .2500 1.0000. 5 7] e y = [1 6.∗9 X multipli™—ção es™—l—rF ixFX x. 3 3] • –∗9 X multipli™—ção m—tri™i—lF ixFX x ∗ y = [8 24. 19 58] • –/9 X divisão m—tri™i—l à direit—F ixFX x/y = (x ∗ y −1 ) = x ∗ inv (y ) = [−0.8750] . 7 11] • –−9 X su˜tr—ção @m—tri™i—l e es™—l—rAF ixFX x − y = [1 − 3. ondeX inv(m) é um— função que será expli™—d— n— ƒeção SFPF • –\9 X divisão m—tri™i—l à esquerd—F ixFX x\y = (x−1 ∗ y ) = inv (x) ∗ y = [−1. −0. ∗ y = [2 18.0000] • –¢9 X poten™i—ção m—tri™i—lF ixFX x¢2 = x2 = (x ∗ x) = [19 27.0000 − 30.0000 22. 1. 2 4]D podeEse —sso™iáElos pelos seguintes oper—doresX • –+9 X —dição @m—tri™i—l e es™—l—rAF ixFX x + y = [3 9.7500 2. 45 64] • 9¡9 X tr—nsposição m—tri™i—lF ixFX x = xT = [2 5. 3 7] • –.1 Operações aritméticas es oper—ções —ritméti™—s no Matlab podem ser de dois tiposX m—tri™i—l ou es™—l—rF es oper—ções do tipo m—tri™i—l referemEse às oper—ções m—temáti™—s so˜re m—trizesF es oper—ções es™—l—res são t—m˜ém denomin—d—s de oper—ções so˜re ™onjuntosF iss—s últim—s são re—liz—d—s elementoE—Eelemento de ™—d— m—trizD —pli™—ndoEse o oper—dor em questão —pen—s entre elementos de mesm— posição m—tri™i—lF he(nindoEse x = [2 3.

−1 . 0.\9 X divisão es™—l—r à esquerd—F ixFX x. 25 49] y˜serv—çõesX IF €—r— oper—ções entre m—triz e número es™—l—rD o progr—m— f—z um— exp—nsão es™—l—r do númeroD exe™ut—ndo — oper—ção entre o número e ™—d— elemento d— m—trizF ixFX x + 3 = x + [3 3.5000.¢2 = [4 9.IR Capítulo 4.4000 0. ∗ y. Operações com matrizes • –. 3 3] = [5 6.5000 1.5000 2. 2./9 X divisão es™—l—r à direit—F ixFX x.5714] • –F¢9 X poten™i—ção es™—l—rF ixFX x.7500] • –.0000. 8 10] PF e pre™edên™i— de oper—ções pode ser ™ontrol—d— utiliz—ndoEse p—rêntesesF ixFX ((x + 3) ∗ x ) = [28 46.0000 0. ∗ y ) = [0./y = (x.2 Operações lógicas e relacionais ys oper—dores rel—™ion—is e lógi™os são us—dos em expressões lógi™—s booleanas p—r— imE plement—r testes de tom—d—s de de™isãoD forne™endo respost—s do tipo verd—deiroGf—lso — pergunt—sF €—r— o Matlab D qu—lquer número diferente de zero represent— o v—lor lógi™o verd—deiroD e zero represent— o v—lor lógi™o f—lsoF ys oper—dores rel—™ion—is e lógi™os são —present—dos n— „—˜el— RFIF Operador Descrição < <= > >= == ~= 8 wenor que wenor ou igu—l — w—ior que w—ior ou igu—l — sgu—l — @não ™onfundir ™om = A hiferente de i y… xÃy ~ | „—˜el— RFIX yper—dores rel—™ion—is e lógi™osF É interess—nte ress—lt—r que no Matlab os oper—dores podem ser us—dos não somente ™om es™—l—resD m—s t—m˜ém ™om vetores e m—trizesD sendo — oper—ção re—liz—d— elemento — elementoF qrupo €i„E„ele …pp .\y = (x.−1 ) = [2. 67 110] 4.

4. Operações lógicas e relacionais IS >> a=-3. >> a<b ans = 1 >> a<b & a==b ans = 0 >> x=1:10 x = 1 2 >> y=x>=5 y = 0 0 3 4 5 6 7 8 9 10 0 0 1 1 1 1 1 1 …pp qrupo €i„E„ele .2. b=7.

IT Capítulo 4. Operações com matrizes qrupo €i„E„ele …pp .

..Capítulo 5 Funções matriciais u—lquer função no Matlab tem ™omo sint—xe ger—l o seguinte p—drãoX [Saída1. SaídaN] = Nome (Entrada1. EntradaN) ys p—râmetros de entr—d— devem ser postos n— ordem —dequ—d— e represent—m os d—dos forne™idos pelo usuárioF iles são pro™ess—dos pel— funçãoD que ger— os p—râmetros de s—íd—D os qu—is são —rm—zen—dos n—s v—riáveis de(nid—s pelo usuário no ™om—ndo de ™h—m—d— d— funçãoF heveEse ress—lt—r que os p—râmetros de entr—d— são es™ritos dentro de p—rênteses e os de s—íd— dentro de ™ol™hetesD segundo — sint—xe ger—l de funções e m—trizesD respe™tiv—menteF ys p—râmetros de entr—d— podem ser forne™idos de du—s form—sX es™revendoEse direE t—mente o número ou m—trizD ou es™revendoEse o nome d— v—riável ™orrespondenteF g—so —s v—riáveis de s—íd— não sej—m forne™id—s pelo usuárioD o progr—m— retorn— —pen—s — primeir— s—íd— @Saída1 A n— v—riável p—drão ansF e˜—ixoD são —present—d—s —lgum—s d—s funções m—is utiliz—d—s p—r— ™ri—ção e m—nipuE l—ção de m—trizesF w—trizes de(nid—s em —lguns dos exemplos poderão ser utiliz—d—s em exemplos posteriores desse mesmo ™—pítuloF e m—iori— d—s funções no Matlab —present— inúmer—s opções de fun™ion—mentoF €—r— ™—d— funçãoD será —˜ord—do —pen—s um exemplo simplesF het—lh—mento d—s funções pode ser o˜tido —tr—vés do ™om—ndo de —jud— help nome_da_funçãoF 5.. . .1 Matrizes elementares • ™ri— um— m—triz ™ujos elementos são todos igu—is — ID d—dos o número de linh—s e ™olun—s d— m—trizD respe™tiv—menteF onesX >> ones(2. ...3) ans = 1 1 1 1 1 1 €—r— se ™ri—r um— m—triz ™om todos os elementos igu—is — um número qu—lquer xD ˜—st— multipli™—r — m—triz ger—d— por x ou multipli™—r diret—mente o ™om—ndo por x @xBonesAF IU .

6154 0.9218 0.sum(100*clock))F …m ™om—ndo simil—rD o randnD fun™ion— de form— simil—rD m—s ™om distri˜uição norm—lF >> rand(2.4860 0.2) ans = 0 0 0 0 0 0 • eyeX ™ri— um— m—triz identid—deD d—d— su— ordemF >> eye(3) ans = 1 0 0 1 0 0 • 0 0 1 randX ™ri— um— m—triz de elementos pseudoE—le—tórios ™om distri˜uição uniforme entre H e ID d—dos os números de linh—s e ™olun—sF y ™om—ndo rand(`state'.7621 0.9501 0.1 3] a = 1 2 1 3 >> det(a) ans = 1 • invX retorn— — invers— d— m—triz de entr—d—F >> inv(a) ans = 3 -2 -1 1 qrupo €i„E„ele …pp .8913 0.6068 0.7382 ist— função é muito útil p—r—D por exemploD se f—zer testes em progr—m—s que vão tr—˜—lh—r ™om d—dos imprevisíveisF 5.4565 0.0185 0. Funções matriciais • zerosX ™ri— um— m—triz ™ujos elementos são todos igu—is — HD d—dos os números de linh—s e ™olun—sF >> zeros(3.7919 0.2311 0.2 Álgebra linear • detX retorn— o determin—nte d— m—triz de entr—d—F >> a=[1 2.n) reini™i— o ger—dor de números pseudoE—le—tórios p—r— o nEésimo est—doF €—r— reini™i—r em um diferente est—do — ™—d— horárioD podeEse us—r o ™om—ndo rand(`state'.4447 0.7) ans = 0.8214 0.IV Capítulo 5.

3 Informações matriciais básicas • sizeX retorn— um vetor ™om o número de linh—s e ™olun—s d— m—triz de entr—d—F >> size( [11 12 13 .4 Manipulação de matrizes • reshapeX dá um novo form—toD qu—ndo possívelD à m—triz de entr—d—D d—dos — m—triz e seus novos números de linh—s e ™olun—sF ys elementos d— m—triz são per™orridos seqüen™i—lmenteD pelo modo de index—ção matriz (i)D —present—do n— „—˜el— QFPF >> reshape(1:10.8069 D = 0.9391 -0. 21 22 23] ) ans = 2 3 iste último é um exemplo em que se es™reve diret—mente um— m—triz —o invés do nome d— v—riávelF • entr—d—F lengthX retorn— o ™omprimento do vetor ou — m—ior dimensão de um— m—triz de >> length( [11 12 13 .7321 5.3.5) ans = 1 3 5 2 4 6 7 8 9 10 …pp qrupo €i„E„ele . Informações matriciais básicas • IW retorn— um vetor de —utov—lores d— m—triz de entr—d—F €—r— du—s v—riáveis de s—íd—D retorn— — m—triz de —utovetores e — m—triz di—gon—l de —utov—loresF eigX >> v=eig(a) v = 0.7321 >> [V D]=eig(a) V = -0.5.5907 0.2679 0 0 3.3437 -0.2679 3.2. 21 22 23] ) ans = 3 5.

PH Capítulo 5. 7 8 9] b = 1 2 3 4 5 6 7 8 9 >> rot90(b) ans = 3 6 2 5 1 4 • 9 8 7 iplrX tro™— simetri™—mente de posição —s ™olun—s d— esquerd— ™om —s d— direit— de um— m—triz de entr—d—F >> fliplr(b) ans = 3 2 6 5 9 8 • 1 4 7 ipudX tro™— simetri™—mente de posição —s linh—s de ™im— ™om —s de ˜—ixo de um— m—triz de entr—d—F >> flipud(b) ans = 7 8 4 5 1 2 • 9 6 3 diagX ™ri— um vetor — p—rtir d— di—gon—l prin™ip—l de um— m—triz de entr—d— ou ™ri— um— m—triz di—gon—l — p—rtir de um vetor de entr—d—F >> diag(b) ans = 1 5 9 >> diag(ans) ans = 1 0 0 5 0 0 0 0 9 qrupo €i„E„ele …pp . Funções matriciais • rot90X rot—™ion— — m—triz de entr—d— de 90 gr—usD no sentido —ntiEhorárioF >> b=[1 2 3 . 4 5 6 .

2 4 5]) ans = 4 12 5 >> prod(ans) ans = 240 • meanX retorn— — médi— —ritméti™— dos elementos de ™—d— ™olun— de um— m—triz de entr—d— ou — médi— —ritméti™— dos elementos de um vetor de entr—d—F >> mean( [1 -2 3 -4.5. 5 -6 7 -8] ) ans = 3 -4 5 -6 …pp qrupo €i„E„ele .5.5 Análise de dados • retorn— — som— dos elementos de ™—d— ™olun— de um— m—triz de entr—d— ou — som— dos elementos de um vetor de entr—d—F sumX >> sum(b) ans = 12 15 >> sum(ans) ans = 45 • 18 prodX retorn— o produto dos elementos de ™—d— ™olun— de um— m—triz de entr—d— ou o produto dos elementos de um vetor de entr—d—F > prod([2 3 1. Análise de dados • PI triuX retorn— um— m—triz tri—ngul—r superior — p—rtir d— m—triz de entr—d—F >> triu(b) ans = 1 2 0 5 0 0 • 3 6 9 trilX retorn— um— m—triz tri—ngul—r inferior — p—rtir d— m—triz de entr—d—F >> tril(b) ans = 1 0 4 5 7 8 0 0 9 5.

Funções matriciais • e maxX retorn—mD respe™tiv—menteD o v—lor mínimo e o v—lor máximo dos elementos de ™—d— ™olun— de um— m—triz de entr—d— ou o v—lor mínimo e o v—lor máximo dos elementos de um vetor de entr—d—F min >> max( [1 -2 3 -4. 5 -6 7 -8] ) ans = 5 -2 7 -4 >> min(ans) ans = -4 • sortX retorn— — m—triz de entr—d— ™om ™—d— ™olun— orden—d— em ordem ™res™enteD ou o vetor de entr—d— ™om seus elementos orden—dos em ordem ™res™enteF >> x=sort( [1 -2 3 -4 5 -6 7 -8] ) x = -8 -6 -4 -2 1 3 >> fliplr(x) ans = 7 5 5 7 3 1 -2 -4 -6 -8 qrupo €i„E„ele …pp .PP Capítulo 5.

2 Funções exponenciais exp log log10 log2 sqrt exponen™i—l @ex A log—ritmo neperi—no ou n—tur—l @ln xA log—ritmo n— ˜—se IH @log10 xA log—ritmo n— ˜—se P @log2 xA √ r—iz qu—dr—d— @ xA PQ .Capítulo 6 Funções matemáticas elementares y Matlab possui divers—s funções m—temáti™—s element—resD —s qu—is podem ser list—d—s pelo ™om—ndo help elfunF e˜—ixoD estão list—d—s —s m—is ™omumente utiliz—d—sF 6.1 Funções trigonométricas es funções trigonométri™—s do Matlab tr—˜—lh—m ™om v—lores de ângulos expressos em r—di—nosF sin sinh asin cos cosh acos tan tanh atan >> cos(pi) ans = -1 >> acos(ans) ans = 3.1416 seno seno hiper˜óli™o —r™o seno ™osseno ™osseno hiper˜óli™o —r™o ™osseno t—ngente t—ngente hiper˜óli™— —r™o t—ngente sec sech asec csc csch acsc cot coth acot se™—nte se™—nte hiper˜óli™— —r™o se™—nte ™osse™—nte ™osse™—nte hiper˜óli™— —r™o ™osse™—nte ™ot—ngente ™ot—ngente hiper˜óli™— —r™o ™ot—ngente 6.

3.y)=-rem(x.3 Funções complexas abs angle conj real imag >> z=4-3*i z = 4.0000 .4 Funções de arredondamento e resto • • • • • xX ceilX eproxim— p—r— o inteiro de menor v—lor —˜solutoD ignor—ndo —s ™—s—s de™im—isF eproxim— p—r— o inteiro —nte™essorF oorX eproxim— p—r— o inteiro su™essorF erredond— p—r— o inteiro m—is próximoF roundX rem @rem—inder —fter divisionAX ‚esto de divisão inteir—D d—dos respe™tiv—mente o dividendo e o divisorF €—r— dividendos neg—tivosD sendo x e y inteiros positivosD rem(-x.y)F w—is det—lhes em help remF qrupo €i„E„ele …pp .0000 + 3.3.0000i >> conj(z) ans = 4.0000i >> abs(z) ans = 5 >> real(z)+imag(z)*i ans = 4.PR Capítulo 6. Funções matemáticas elementares >> log(exp(10)) ans = 10 >> sqrt(log10(ans)) ans = 1 6.0000 .0000i v—lor —˜soluto do número @móduloA ângulo de f—se do númeroD em r—di—nos ™onjug—do do número p—rte re—l do número p—rte im—ginári— do número 6.

6.y) se mod(x.4.y)=0D ou mod(-x.3) ans = 2 0 >> sign(x) ans = -1 -1 y˜serv—çõesX -2 -1 0 1 2 3 4 -2 -1 0 1 2 0 1 1 2 0 1 2 0 1 -1 -1 0 1 1 1 1 IF ‚iw@xDyA tem o mesmo sin—l de xD enqu—nto wyh@xDyA tem o mesmo sin—l de yF PF ‚iw@xDyA e wyh@xDyA são igu—is se x e y possuem o mesmo sin—lD m—s diferem de y se x e y possuem sin—is opostosF …pp qrupo €i„E„ele .y)=y-mod(x. Funções de arredondamento e resto • PS @modulus —fter divisionAX ‚esto de divisão inteir—D d—dos respe™tiv—mente dividendo e o divisorF €—r— dividendos neg—tivosD sendo x e y inteiros positivosD mod(-x.y)=0 ™—so ™ontrárioF w—is deE t—lhes em help modF ‚etorn— +1 p—r— números positivosD −1 p—r— números neg—tivos e 0 p—r— números igu—is — zeroF mod • signX >> x=[-4:4] x = -4 -3 >> rem(x.3) ans = -1 0 >> mod(x.

PT Capítulo 6. Funções matemáticas elementares qrupo €i„E„ele …pp .

6] a = 1 5 >> roots(a) ans = -3 -2 • 6 polyvalX ‚etorn— o v—lor ou — im—gem de um polinômioD d—dos respe™tiv—mente o polinômio e o v—lor de su— v—riável independenteF >> polyval(a.-2]) ans = 1 5 6 PU .5.2) ans = 20 ssto é o mesmo que 1(2)2 + 5(2) + 6 = 20F • polyX gri— um polinômio — p—rtir de um vetor de entr—d— ™ontendo su—s r—ízesF >> poly([-3.Capítulo 7 Funções polinomiais xo Matlab D um vetor pode ser interpret—do ™omo um polinômio qu—ndo ™—d— um de seus elementos é —sso™i—do — ™—d— um dos ™oe(™ientes do polinômioD ™omeç—ndo pelos ™oe(™ientes dos termos de m—ior gr—uF essimD por exemploD [2 -7 1] será interpret—do ™omo 2x2 − 7x + 1F „endo isso em ™ont—D list—Ese —˜—ixo —lgum—s d—s funções que tr—˜—lh—m ™om polinômiosF †etores de(nidos em —lguns exemplos poderão ser utiliz—dos em exemplos posterioresF • rootsX ‚etorn— um vetor ™om —s r—ízes de um polinômio de entr—d—F >> a=[1.

b) ans = 2 14 32 24 xeste exemploD mostr—Ese que (x2 + 5x + 6)(2x + 4) = 2x3 + 14x2 + 32x + 24F qrupo €i„E„ele …pp . Funções polinomiais • convX gonvolui dois polinômiosF x— práti™—D isso é o mesmo que multipli™—r de form— distri˜utiv— dois polinômios @m—s não dois vetoresAF >> b=[2 4]. >> conv(a.PV Capítulo 7.

Xn. Yn) .2:10]. onde X1 e Y1 ™orrespondem às ™oorden—d—s do grá(™o ID às ™oorden—d—s do grá(™o PD e —ssim su™essiv—menteF X2 e Y2 ™orrespondem PW . >> plot(X. Y2.Capítulo 8 Grácos 8. .Y) e função plot pode ser t—m˜ém us—d— no desenho de m—is de um grá(™o em um— mesm— (gur—F €—r— issoD us—Ese — seguinte not—çãoX plot(X1. >> Y=X. Y1. X2..yA —ssim ™ri—dos são m—r™—dos no grá(™o e lig—dos por segmenE tos ret—s @interpol—ção line—rAF y˜serv—EseD port—ntoD queD qu—nto menor for o in™remento do vetor XD m—is p—res orden—dos serão ™ri—dos eD ™onseqüentementeD melhor será — pre™isão do grá(™oF im ™ompens—çãoD um— m—ior qu—ntid—de de memóri— é utiliz—d—F intre —s inúmer—s funções existentesD estão list—d—s —˜—ixo —pen—s —s m—is us—d—sF • plotX hesenh— grá(™os de du—s dimensõesD d—dos o vetor de —˜s™iss—s e o vetor de orden—d—sF >> X=[0:0.1 Grácos de duas dimensões y Matlab é um software muito e(™iente n— ™ri—ção e m—nipul—ção de grá(™osD —preE sent—ndo divers—s funções que —uxili—m ess—s oper—çõesF f—si™—menteD os grá(™os são ™onstruídos ™onforme os p—ssos —˜—ixoX IF gri—Ese um vetor X ™om —s ™oorden—d—s do eixo d—s —˜s™iss—sY PF is™reveEse — função desej—d—D — p—rtir do vetor XD — qu—l ™ri—rá um novo vetor Y d—s orden—d—sY QF hesenh—Ese o grá(™oD o que será ensin—do m—is —di—nteF ys p—res orden—dos (x. .^2..

Y1. . Grácos pigur— VFIX Gráco do comando plot(X.. `Conf2'.QH Capítulo 8. `Conf2'.Y.Y). `Conf1'. . `Confn'D us—Ese os ™—r—™teres espe™i(™—dos >> plot(X. `Confn') . Y2. Xn.`ko--'... X2. ondeD no lug—r de pel— „—˜el— VFIF `Conf1'. Yn.X.. Cor y m ™ r g ˜ w k —m—rel— m—gent— —zulE™l—ro vermelh— verde —zul ˜r—n™— pret— F o x C B s d v Marcador ponto ™ír™ulo xis ™ruz estrel— qu—dr—do los—ngo triângulo pG triângulo pG triângulo pG triângulo pG pent—gr—m— hex—gr—m— Tipo de linha E X EF sólid— pontilh—d— tr—çoEponto tr—™ej—d— -- ^ ` b p h ˜—ixo ™im— esquerd— direit— „—˜el— VFIX porm—t—çãoD em grá(™osD de ™orD m—r™—dor e tipo de linh—F e form—t—ção de ™orD m—r™—dor e tipo de linh— dos grá(™os t—m˜ém pode ser ™onE (gur—d— pelo usuárioF €—r— isso us—Ese — seguinte not—çãoX plot(X1. .10*X.`*') €—r— ™ri—r grá(™os em j—nel—s diferentes us—Ese o ™om—ndo gure(n) —ntes do ™oE m—ndo plotD onde n é o número d— j—nel— de (gur—sF g—so ™ontrárioD ™—d— novo grá(™o ™ri—do será plot—do n— últim— j—nel— —˜ert— @grá(™o ™orrenteAF €—r— —p—g—r o grá(™o d— j—nel— ™orrente sem fe™háEl—D es™reveEse o ™om—ndo clf F qrupo €i„E„ele …pp . .

Y.`*'). Grácos de duas dimensões QI pigur— VFPX Gráco de plot(X.8. • • • …pp semilogxX semilogyX loglogX €lot— grá(™os ™om o eixo x em es™—l— log—rítmi™— n— ˜—se IHF €lot— grá(™os ™om o eixo y em es™—l— log—rítmi™— n— ˜—se IHF €lot— grá(™os ™om —m˜os os eixos em es™—l— log—rítmi™— n— ˜—se IHF qrupo €i„E„ele . • hivide — j—nel— de (gur—s em um— m—triz m x n de su˜Ej—nel—sD sele™ioE n—ndo um— d—s su˜Ej—nel—s pelo seu número ™orrespondenteF isses números estão orden—dos su™essiv—mente —o longo d—s linh—sF es entr—d—s dess— função são reE spe™tiv—mente o número de linh—s e ™olun—s d— j—nel— e — posição do p—r de eixos ™orrenteF subplotX >> >> >> >> >> >> subplot(2.log10(X+1)) pigur— VFQX Par de eixos 1.1) plot(X.10*X.1.2.10*X) subplot(2. 2 e 3 da janela de guras.^2) subplot(2.2) plot(X.2.3) plot(X.X.X.2.`ko'.

QP Capítulo 8.1:2*pi].X.Y.10*X) pigur— VFRX Reta representada com eixo x em escala logarítmica. • plotyyX €lot— du—s ™urv—s no mesmo grá(™o ™om diferentes es™—l—s p—r— o eixo yF e primeir— del—s tem es™—l— à esquerd—D e — segund— tem es™—l— à direit—F >> plotyy(X. onde theta é o vetor de v—lores —ngul—res em r—di—nosD raio é o vetor de mesm— dimensão que theta ™ontendo os v—lores r—di—is ™orrespondentes e Conf segue —s mesm—s ™on(gur—ções d— função plotF >> ang=[0:.cos(X)) pigur— VFSX Parábola e cosseno com diferentes escalas para o eixo y . qrupo €i„E„ele …pp . `Conf') .raio). Grácos >> clf >> semilogx(X. raio. >> raio=10*ang. >> polar(ang. • polarX €lot— grá(™os em ™oorden—d—s pol—res segundo — seguinte sint—xeX polar(theta.

2. Grácos de três dimensões QQ pigur— VFTX Gráco da função polar.t).1:10*pi. pigur— VFUX Gráco do comando plot3.*cos(t).*sin(t). • meshgridX gri— du—s m—trizes X e Y — p—rtir de dois vetores x e y D onde —s linh—s d— m—triz X são ™ópi—s do vetor xD e —s ™olun—s d— m—triz Y são ™ópi—s do vetor y D sendo feit—s t—nt—s ™ópi—s qu—nto forem ne™essári—s p—r— que —m˜—s —s m—trizes tenh—m —s mesm—s dimensõesF iss— função é import—nte p—r— — ™ri—ção de m—lh—s e superfí™ies em três dimensõesF …pp qrupo €i„E„ele . 8.8.t.2 Grácos de três dimensões y Matlab —present— diversos re™ursos p—r— —present—ção de grá(™os em QhF es prin™iE p—is funções são list—d—s —˜—ixoF • plot3X €lot— pontos e linh—s em Qh — p—rtir de três vetores de ™oorden—d—s de mesmo t—m—nhoF >> t = 0:0. >> plot3(t.

pigur— VFVX Gráco do comando mesh.* exp(-X.Z). -2:. >> mesh(X.Y]=meshgrid(x. >> Z = X .Y] = meshgrid(-2:.y) X = 0 1 0 1 0 1 Y = 2 3 4 2 3 4 • meshX gri— um— m—lh— em Qh — p—rtir de três m—trizesF >> [X. • surf X gri— um— superfí™ie em Qh — p—rtir de três m—trizesF >> surf(X.QR Capítulo 8.2:2.Y. es ™ores t—nto d— superfí™ie qu—nto d— m—lh— em Qh estão ™odi(™—d—s de —™ordo ™om — —ltur— rel—tiv— dos pontos no eixo z F u—nto m—ior for z D m—is —vermelh—d— será — ™orD e qu—nto menor for z D m—is —zul—d— el— seráF qrupo €i„E„ele …pp .^2 .^2). Grácos >> x=[0 1] x = 0 >> y=[2 3 4] y = 2 1 3 4 >> [X.Y.Z).2:2).Y.

`Texto') • • gridX axisX wostr— linh—s de gr—de no grá(™o ™orrenteF helimit— os interv—los dos eixos de —™ordo ™om — sint—xeX axis([Xmin Xmax Ymin Ymax]) iss— função —just— o grá(™o p—r— os interv—los delimit—dos pelo usuárioF yutr—s —pli™—ções podem ser vist—s em help axisF • • hold onX €ermite que novos grá(™os sej—m ™ri—dos n— j—nel— ™orrente sem que os grá(™os —nteriores sej—m —p—g—dosF hold o X hes—˜ilit— o ™om—ndo —nteriorF …pp qrupo €i„E„ele .3 Funções auxiliares ixistem divers—s funções que —uxili—m — visu—liz—ção e — form—t—ção dos grá(™osF es m—is import—ntes são —present—d—s —˜—ixoF • titleX edi™ion— um título —o grá(™o ™orrenteF isse título é um texto que deve ser es™rito entre —sp—s simplesD ™onforme — sint—xeX title(`Título do Gráco') • • • xlabelX ylabelX textX edi™ion— um texto —o eixo d—s —˜s™iss—s do grá(™o ™orrenteF edi™ion— um texto —o eixo d—s orden—d—s do grá(™o ™orrenteF gri— um texto posi™ion—do n— ™oorden—d— forne™id—D ™onforme — sint—xeX text(X. Y.3.8. 8. Funções auxiliares QS pigur— VFWX Gráco do comando surf.

Grácos • whitebgX gon(gur— — ™or de fundo d— j—nel— de (gur— de —™ordo ™om — sint—xeX whitebg(n. whitebg([0.QT Capítulo 8.9169]).4057 0. e ™or do pl—no de fundo volt— — ser ˜r—n™— qu—ndo — (gur— é export—d— do Matlab F xos textos inseridos nel—D é possível mud—r o tipo e o t—m—nho d— fonteD es™rever em negritoD itáli™oD su˜s™ritoD so˜res™rito e —ind— represent—r letr—s greg—sF ssso pode ser ™ompreendido pel— „—˜el— VFPF • • clf X ep—g— todos os grá(™os d— j—nel— ™orrenteF closeX pe™h— — j—nel— ™orrenteF €—r— fe™h—r — nEésim— j—nel—D utiliz—Ese o ™om—ndo close(n)F y ™om—ndo close all fe™h— tod—s —s j—nel—sF qrupo €i„E„ele …pp .y). `2\pi'). ylabel(`sin(x)/x'). onde n é o número d— j—nel— desej—d— e [red green blue] é o vetor ™om —s ™ompoE nentes primári—s d— ™orF y vetor [0 0 0] ™orresponde —o preto e o vetor [1 1 1] —o ˜r—n™oF >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> x=[-5*pi:0.[red green blue]) ./x. y=sin(x). 0. plot(x. text(-2*pi. axis([-15 15 -0. text(2*pi. title(`\it{Sample}') xlabel(`x'). pigur— VFIHX Exemplo de funções auxiliares de plotagem.3 1.1:5*pi]. `-2\pi').9355 0. 0.1]).

8.3. Funções auxiliares QU Propriedade „ipo de fonte „—m—nho de fonte xegrito stáli™o ƒu˜s™rito ƒo˜res™rito vetr— greg— Sintaxe \fontname{} \fontsize{} \bf{} \it{} _{} ^{} \letra Exemplo \fontname{`Arial'} \fontsize{14} \bf{Negrito} \it{Itálico} R_{1} x^{2} \pi „—˜el— VFPX porm—t—ção de fonte de texto inserido em grá(™oF …pp qrupo €i„E„ele .

Grácos qrupo €i„E„ele …pp .QV Capítulo 8.

Capítulo 9 Funções polinomiais racionais complexas …m— função polinomi—l r—™ion—l ™omplex— é de(nid— ™omo um— r—zão de polinômios de v—riáveis ™omplex—sD ™onforme — equ—ção H (s) = bm sm + .den) z = -1 p = -3 -2 1 g = QW .(s + zm ) NH (s) = = (k ) . · · · .6] den = 1 5 6 >> [z.5. · · · . an e b1 . a2 .. + b1 s + b0 (s + z1 )(s + z2 ). + a1 s + a0 (s + p1 )(s + p2 ). b2 .(s + pn ) onde os ™oe(™ientes a1 ..... n DH (s) an s + .g]=tf2zp(num.p.1] num = 1 1 >> den=[1... bm serão ™onsider—dos re—is e ™onst—ntesD e m k=b F an es r—ízes do numer—dor e do denomin—dor são ™h—m—d—sD respe™tiv—menteD de zeros e pólos d— função H (s)F e ™onst—nte k é denomin—d— g—nhoF • tf2zpX in™ontr— zerosD pólos e g—nhoD d—dos o numer—dor e denomin—dor d— funçãoF >> num=[1..

p.g) N = 0 1 1 D = 1 5 6 • tf X gri— um— função de tr—nsferên™i— e — —rm—zen— em um o˜jeto —propri—doD d—dos o numer—dor e denomin—dorF >> H=tf(N.D]=zp2tf(z. qrupo €i„E„ele …pp .RH Capítulo 9. Funções polinomiais racionais complexas • zp2tf X in™ontr— o numer—dor e denomin—dor d— funçãoD d—dos zerosD pólos e g—nhoF >> [N.D) Transfer function: s + 1 ------------s^2 + 5 s + 6 • pzmapX epresent— o di—gr—m— de pólos e zerosD d—do o o˜jeto d— função de tr—nsE ferên™i—F g—d— r—iz do numer—dor @zeroA é represent—d— no pl—no ™omplexo por um ™ír™ulo @◦AD enqu—nto ™—d— r—iz do denomin—dor @póloA é represent—d— por um xis @×AF >> pzmap(H) pigur— WFIX Diagrama de pólos e zeros.

subplot(2. • freqsX ‚etorn— um vetor ™omplexo ™om — respost— em freqüên™i— H (jω) = H (s)|s=jω D d—dos o seu numer—dorD o seu denomin—dor e um vetor de freqüên™i—s ω F g—so sej— omitid— — v—riável de retornoD est— função simplesmente exi˜e os grá(™os de módulo e de ângulo de f—seF >> >> >> >> >> >> >> >> >> clf.2. subplot(2.ωmax }) desenh—Eo p—r— — f—ix— de freqüên™i—s ‘ωmin . title('Resposta em freqüência').RI • bodeX hesenh— os grá(™os de módulo |H (jω )|dB e ângulo de f—se ∠H (jω ) d— resE post— em freqüên™i— H (jω ) = H (s)|s=jω D d—do o o˜jeto rel—tivo à função de tr—nsE ferên™i— H (s)F >> bode(H) y ™om—ndo bode(H.w). w=logspace(-1. xlabel('\omega (rad/s)').den.moddb).1e2}) pigur— WFPX Grácos de módulo e ângulo de fase da resposta em freqüência.1.fase). semilogx(w. …pp qrupo €i„E„ele .2). semilogx(w. fase=180*angle(Hjw)/pi. ωmax “F >> bode(H. ylabel('\angle H(j\omega) (graus)').101).{1e-1.1.1). moddb=20*log10(abs(Hjw)). ylabel('|H(j\omega)|_{dB}').ω ) desenh— o grá(™o p—r— um d—do vetor de freqüên™i—s ω D enqu—nto o ™om—ndo bode(H. Hjw=freqs(num.{ωmin .

Funções polinomiais racionais complexas pigur— WFQX Gráco de módulo e fase. qrupo €i„E„ele …pp .RP Capítulo 9.

b. a=real(x)... c=abs(x).Capítulo 10 Programação 10.EntradaM) onde Saída1. .d.. SaídaN ] = Nome(Entrada1. % o módulo. . e=conj(x).m. . .e] = complexo(x) % COMPLEXO % [r.. .1 Funções e scripts punções e scripts são seqüên™i—s de ™om—ndos do Matlab —rm—zen—d—s em —rquivos do tipo texto ™om extensão –Fm9 @m-les AD que têm por (n—lid—de —utom—tiz—r pro™essos repetitivos e implement—r ™ál™ulos e ™om—ndos lógi™osF e diferenç— ˜ási™— entre —m˜os é que —s funções —™eit—m p—râmetros de entr—d— e retorn—m p—râmetros de s—íd—D enqu—nto os scripts uni™—mente exe™ut—m — seqüên™i— de ™om—ndosF es funções e os scripts podem ser ™ri—dos es™revendo edit n— linh— de ™om—ndo ou ™li™—ndo n— ˜—rr— de ferr—ment—s em File > New > M-leF €or (™—rem —rm—zen—dos em —rquivos textoD eles podem ser edit—dos em qu—lquer editor de textosF ys mesmos ™om—ndos que o usuário es™reveri— no prompt d— t—nel— de gom—ndo são us—dos p—r— — implement—ção do scriptF €—r— que o m-le sej— interpret—do ™omo funçãoD deve ser es™rit— — seguinte expressão no ™—˜eç—lho do —rquivoX function [Saída1. b=imag(x)..c] = COMPLEXO(x) retorna em cinco % variáveis as partes real e imaginária. . RQ . . d=angle(x).i. ..c.. SaídaN são os p—râmetros de s—íd—D Entrada1.a.. o argumento e o conjugado de % um número complexo. EntradaM são os p—râmetros de entr—d— e Nome é o próprio nome d— funçãoF hepois dess— expressãoD seguemEse os ™om—ndos us—dos p—r— estrutur—r — funçãoF „—nto n— função qu—nto no scriptD os ™omentários são es™ritos n—s linh—s ini™i—isF xo ™—so d— funçãoD — primeir— seqüên™i— de ™omentários —p—re™erá qu—ndo for digit—do help nome_da_função n— linh— de ™om—ndosF e˜—ixo segue um exemplo de funçãoF function[a.

1 Estruturas condicionais …m— estrutur— ™ondi™ion—l permite — seleção de um ™onjunto de ™om—ndos — serem exe™uE t—dos qu—ndo um— d—d— ™ondição for ou não s—tisfeit—D podendo —ssim modi(™—r o )uxo n—tur—l de ™om—ndosF es três estrutur—s ™ondi™ion—is ˜ási™—s do Matlab estão list—d—s — seguirF qrupo €i„E„ele …pp .2.2 Controle de uxo es lingu—gens imper—tiv—s de progr—m—ção de ™omput—dores ™—r—™teriz—mEse pel— exeE ™ução seqüen™i—l de ™om—ndosF il—s possuem —ind— re™ursos que permitem o ™ontrole de )uxo de exe™ução de ™om—ndos ™om ˜—se em estrutur—s de tom—d— de de™isãoF xest— seçãoD serão vist—s —s estrutur—s m—is ™omunsF 10.RR Capítulo 10. Programação epós es™rito o ™ódigoD o —rquivo deverá ser s—lvo ™om o mesmo nome d— função e ™om — extensão –Fm9 @no exemploD –™omplexoFm9AF …m— ™ondição ne™essári— p—r— — exe™ução de —rquivos w é que eles estej—m no diE retório ™orrente do Matlab F €—r— exe™ução de um scriptD feit— n— ˜—rr— de ferr—ment—s d— j—nel— de edição pel— opção Debug>Run ou File>Run Script @dependendo d— versão do Matlab AD — mud—nç— de diretório ™orrente é —utomáti™—D sendo desne™essári— — intervenção do usuárioF e mud—nç— de diretório ™orrente pode ser feit— ™li™—ndoEse no ˜otão d— j—nel— prinE ™ip—l do progr—m— ™ontendo –FFF9D —o l—do de Current DirectoryD ou por um dos seguintes ™om—ndosF • dir E list— diretórios e —rquivos do diretório ™orrenteY • ™d nome_diretório E mud— diretório ™orrente p—r— nome_diretório Y • ™d FF E retorn— —o diretório p—iD um nível —™im—Y • edit nome E edit— um— função ou um script no diretório ™orrenteY • nome_script E exe™ut— um s™riptD ™—so estej— no diretório ™orrenteY • [sIDsP]anome_função @eIDePA E ™h—m— um— funçãoD ™—so estej— no diretório ™orrente ou n— ˜i˜liote™— do Matlab F • ™d E mud— p—r— o diretório r—iz @root A 10.

') end u—ndo se f—z uso repetido de testes de igu—ld—de ™om —pen—s um —rgumento ™omumD ™ostum—Ese us—r — estrutur— switch-caseF iss— estrutur— tem — seguinte form—X swit™h var_teste ™—se expressão_teste1 otherwise end comandos1 ™—se {expressão_teste2D expressão_teste3D expressão_teste4 } comandos2 comandos3 otherwise @que é op™ion—lA serão exe™ut—dosF y exemplo —˜—ixo demonstr— um— —pli™—ção d— estrutur— switch-caseF …pp qrupo €i„E„ele ƒe os testes de igu—ld—de result—rem em f—lso p—r— todos os ™—sosD os ™om—ndos de . Controle de uxo istrutur— if I if condição end istrutur— if P if condição1 else istrutur— if Q if condição1 elseif RS comandos comandos1 condição2 comandos2 comandos2 end elseif condição3 comandos3 FFF else end comandos1 comandosN es estrutur—s I e P são ™—sos p—rti™ul—res d— estrutur— QF es ™ondições são form—d—s pelos oper—dores lógi™os e rel—™ion—isF e˜—ixo é mostr—do um exemplo de um script ™om um— estrutur— ifF A=2.10. if A==B display(`A e B iguais.2.') % Exibe texto na Janela de Comando. else display(`A e B diferentes. B=3.

switch num case 1 y=1 case {2. 2. Programação clear all num=input('Escreva um inteiro: '). % Exibe texto e lê valor para a variável.RT Capítulo 10.2. 'QUATRO' } y=4 otherwise y=0 end 10.5} y=2 case 'tres' y=3 case {'quatro'.2 Estruturas de repetição …m— estrutur— de repetição f—z ™om que um— seqüên™i— de ™om—ndos sej— exe™ut—d— repetiE d—mente enqu—nto se s—tisf—ç— um— d—d— ™ondiçãoF y Matlab possui du—s estrutur—s de repetiçãoX for e whileF istrutur— for for variável ainic:incr:m end comandos istrutur— while while condição end comandos e ™ondição d— estrutur— for é que variável sej— menor ou igu—l — mF inqu—nto s—tisfeit— ess— ™ondiçãoD —o término de ™—d— loop de ™om—ndosD variável é in™rement—d— de incrF y in™remento incr é ™onsider—do unitário ™—so sej— omitidoF e˜—ixoD segue um exemplo de ™ál™ulo de médi— us—ndoEseD de form— ™omp—r—tiv—D —s du—s estrutur—sF qrupo €i„E„ele …pp . 'Quatro'.

% retorna o comprimento do vetor soma_f=0. Controle de uxo RU clear all x=input('Vetor de amostras: '). …pp qrupo €i„E„ele . disp(media_w).10. k=1. end media_w=soma_w./compr. disp('Media do for: '). while k<=compr soma_w=soma_w+x(k). % Exibe valor da variável disp('Media do while: '). k=k+1.2. soma_w=0. compr=length(x). % Exibe string disp(media_f). end media_f=soma_f./compr. for k=1:compr soma_f=soma_f+x(k).

RV Capítulo 10. Programação qrupo €i„E„ele …pp .

Rp.1 Butterworth BUTTORD ™—l™ul— — ordem de um (ltro ButterworthF [N.dem] = butter(N. Wn] = buttord(Wp. Rs.Wn.Apêndice A Funções relativas a aproximações para ltros seletores em freqüência iste ™—pítulo ™ontém os prin™ip—is ™om—ndos do Matlab p—r— o projeto de (ltros —n—lógi™os e digit—isF ixistem vários té™ni™—s de —proxim—ções p—r— — ™onstrução de (ltrosF g—d— té™ni™— é us—d— de —™ordo ™om —s espe™i(™—ções do sistem— — ser projet—doF e seguirD são —present—dos os ™om—ndos ™om —s opções utiliz—d—s no projeto de (ltros —n—lógi™osF €—r— os (ltros digit—isD ™onsulte o m—nu—lD —tr—vés do ™om—ndo help comandoF A. Ws.`s') ! iste ™om—ndo retorn— — ordem do (ltro Butterworth que tenh—D no máximoD Rp df de —tenu—ção n— ˜—nd— de p—sE s—gem eD no mínimoD Rs df n— ˜—nd— de rejeiçãoF W p —nd W s são —s freqüên™i—s d— ˜—nd— de p—ss—gem e rejeiçãoD respe™tiv—menteF W deve ser d—do em rad/secF ixemploX passa-baixa: passa-alta: banda de passagem: banda de rejeição: Wp Wp Wp Wp = = = = x y [x1 x2] [y1 y2] Ws Ws Ws Ws = = = = y x [y1 y2] [x1 x2] e freqüên™i— retorn—d— Wn é — freqüên™i— onde o™orre um— —tenu—ção de Q dfF BUTTER ™—l™ul— os ™oe(™ientes de um (ltro ButterworthF [num.`s') ! iste ™om—ndo retorn— os ™oe(™ientes do numerE —dor @num A e denomin—dor @dem A d— função de tr—nsferên™i— do (ltro Butterworth p—ss—E˜—ix—F N é — ordem do (ltro e Wn — freqüên™i— de ™orteF ƒe Wn for um vetor ™ontendo du—s freqüên™i—s W n = [W1 W2 ] este ™om—ndo retorn— — função de tr—nsferên™i— do (ltro p—ss—E˜—nd— Butterworth de ordem Px tendo f—nd— de p—ss—gem ™om W 1 < W < W 2F RW .

SH Apêndice A. Rs.`s') ! g—l™ul— um (ltro p—ss—E—lt—F [num.`s') ! iste ™om—ndo retorn— — ordem do (ltro Chebyshev que tenh—D no máximoD Rp df de —tenu—ção n— ˜—nd— de p—ss—gem eD no mínimoD Rs df n— ˜—nd— de rejeiçãoF W p —nd W s são —s freqüên™i—s d— ˜—nd— de p—ss—gem e rejeição respe™tiv—menteF W deve ser d—do em rad/secF ixemploX passa-baixa: Wp = x Ws = y qrupo €i„E„ele …pp .dem] = cheby1(N..`high'.) ! ‚etorn— zerosD pólos e g—nho es™—l—r K F A.dem] = cheby1(N.Wn.) ! ‚etorn— zerosD pólos e g—nho es™—l—r K F CHEB2ORD ™—l™ul— — ordem de um (ltro Chebyshev „ipo ss F [N.dem] = butter(N. Funções relativas a aproximações para ltros seletores em freqüência [num. Wn] = cheb2ord(Wp. Rs.`s') ! iste ™om—ndo retorn— os ™oe(™ientes do numerE —dor @num A e denomin—dor @dem A d— função de tr—nsferên™i— do (ltro chebyshev p—ss—E˜—ix—F N é — ordem do (ltro D R — —tenu—ção máxim— n— ˜—nd— de p—ss—gem e Wn — freqüên™i— de ™orteF ƒe Wn for um vetor ™ontendo du—s freqüên™i—s W n = [W1 W2 ] este ™om—ndo retorn— — função de tr—nsferên™i— do (ltro p—ss—E˜—nd— Chebyshev de ordem Px tendo ˜—nd— de p—ss—gem ™om W 1 < W < W 2F [num.R.`s') ! g—l™ul— um (ltro rejeit—E˜—nd—D se W n = [W 1 W 2]F [Z.2 Chebyshev CHEB1ORD ™—l™ul— — ordem de um (ltro Chebyshev „ipo s F [N..Wn.dem] = cheby1(N.`high'.R.Wn.P.K] = cheby1(. Ws.P.R..`s') ! iste ™om—ndo retorn— — ordem do (ltro Chebyshev que tenh—D no máximoD Rp df de —tenu—ção n— ˜—nd— de p—ss—gem eD no mínimoD Rs df n— ˜—nd— de rejeiçãoF W p —nd W s são —s freqüên™i—s d— ˜—nd— de p—ss—gem e rejeição respe™tiv—menteF W deve ser d—do em rad/secF ixemploX passa-baixa: passa-alta: banda de passagem: banda de rejeição: Wp Wp Wp Wp = = = = x y [x1 x2] [y1 y2] Ws Ws Ws Ws = = = = y x [y1 y2] [x1 x2] e freqüên™i— retorn—d— Wn é — freqüên™i— onde o™orre um— —tenu—ção de Q dfF CHEBY1 ™—l™ul— os ™oe(™ientes de um (ltro Chebyshev „ipo sF [num.`stop'.`s') ! g—l™ul— um (ltro p—ss—E—lt—F [num. Wn] = cheb1ord(Wp.K] = butter(.`s') ! g—l™ul— um (ltro rejeit—E˜—nd—D se W n = [W 1 W 2]F [Z. Rp.dem] = butter(N.`stop'..Wn. Rp. Ws.

`high'.dem] = cheby2(N..R.dem] = cheby2(N.`s') ! iste ™om—ndo retorn— os ™oe(™ientes do numerE —dor @num A e denomin—dor @dem A d— função de tr—nsferên™i— do (ltro Chebyshev p—ss—E˜—ix—F N é — ordem do (ltro D R — —tenu—ção mínim— n— ˜—nd— de rejeição e Wn — freqüên™i— de ™orte d— ˜—nd— de rejeiçãoF ƒe Wn for um vetor ™ontendo du—s freqüên™i—s W n = [W1 W2 ] este ™om—ndo retorn— — função de tr—nsferên™i— do (ltro p—ss—E˜—nd— Chebyshev de ordem Px tendo ˜—nd— de p—ss—gem ™om W 1 < W < W 2F [num.) ! ‚etorn— zerosD pólos e g—nho es™—l—r K F A.A. Wn] = buttord(Wp. Elíptico (Cauer) passa-alta: banda de passagem: banda de rejeição: Wp = y Wp = [x1 x2] Wp = [y1 y2] Ws = x Ws = [y1 y2] Ws = [x1 x2] SI e freqüên™i— retorn—d— Wn é — freqüên™i— onde o™orre um— —tenu—ção de Q dfF CHEBY2 ™—l™ul— os ™oe(™ientes de um (ltro Chebyshev „ipo ssF [num.Rp.Wn.`s') ! iste ™om—ndo retorn— os ™oe(™ientes do numer—dor @num A e denomin—dor @dem A d— função de tr—nsferên™i— do (ltro Elliptic p—ss—E˜—ix—F N é — ordem do (ltroD Wn — freqüên™i— de ™orteD Rp df de —tenu—ção n— ˜—nd— de p—ss—gem e Rs df n— ˜—nd— de rejeiçãoF ƒe Wn for um vetor ™ontendo du—s freqüên™i—s W n = [W1 W2 ] este ™om—ndo retorn— — função de tr—nsferên™i— do (ltro p—ss—E˜—nd— Elliptic de ordem Px tendo f—nd— de p—ss—gem ™om W 1 < W < W 2F …pp qrupo €i„E„ele .dem] = cheby2(N.P.Wn.`stop'. Rp.R. Rs.3.K] = cheby2(.Rs.`s') ! iste ™om—ndo retorn— — ordem do (ltro Elliptic que tenh—D no máximoD Rp df de —tenu—ção n— ˜—nd— de p—ss—gem eD no mínimoD Rs df n— ˜—nd— de rejeiçãoF W p —nd W s são —s freqüên™i—s d— ˜—nd— de p—ss—gem e rejeição respe™tiv—menteF W deve ser d—do em rad/secF ixemploX passa-baixa: passa-alta: banda de passagem: banda de rejeição: Wp Wp Wp Wp = = = = x y [x1 x2] [y1 y2] Ws Ws Ws Ws = = = = y x [y1 y2] [x1 x2] e freqüên™i— retorn—d— Wn é — freqüên™i— onde o™orre um— —tenu—ção de Q dfF ELLIP ™—l™ul— os ™oe(™ientes de um (ltro ElípticoF [num.Wn..`s') ! ™—l™ul— um (ltro p—ss—E—lt—F [num.dem] = ellip(N.3 Elíptico (Cauer) ELLIPORD ™—l™ul— — ordem de um (ltro Elíptico F [N. Ws.R.`s') ! ™—l™ul— um (ltro rejeit—E˜—nd—D se W n = [W 1 W 2]F [Z.

. Funções relativas a aproximações para ltros seletores em freqüência [num.SP Apêndice A..Wn.Rp.`stop'.Wn.Rp.`s') ! g—l™ul— um (ltro rejeit—E˜—nd—D se W n = [W 1 W 2]F [Z.Rs.dem] = ellip(N.`s') ! g—l™ul— um (ltro p—ss—E—lt—F [num.`high'.P.dem] = ellip(N.Rs.) ! ‚etorn— zerosD pólos e g—nho es™—l—r K F qrupo €i„E„ele …pp .K] = ellip(.