AULA 6 – CSI SONO E REPOUSO O IDOSO DEVE DORMIR 6H/DIA - DIMINUIÇÃO DA QUANTIDADE DE HORAS NOCTURNO E AUMENTO DOS PERIODOS

DE SONO DIRUNO DIMINUIÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA PADRÃO SONO SONO TIPICO: ESTAGIO I – TRANSIÇÃO VIGILIA SONOLÊNCIA ESTAGIO II – SONO SUPERFICIAL ESTAGIO III E ESTAGIO IV – SONO PROFUNDO (PREDOMINA NA 1ª METADE DE UMA NOITE DE SONO) SONO PARADOXAL: - INTERVALOS REGULARES (90 MIN) - OCUPA CERCA DE 20% A 30% DO PERIODO TOTAL DE SONO - ELE E O ESTÁGIO II PREDOMINAM NA 2ª METADE DE UMA TIPICA NOITE DE SONO MODIFICAÇÕES COM O ENVELHECIMENTO - DIMINUIÇÃO DO SONO PROFUNDO; - AUMENTO DA DURAÇÃO DOS ESTAGIOS I E II (SONO SUPERFICIAL); - ALTERAÇÕES NA ORGANIZAÇÃO TEMPORAL DO SONO PARADOXAL E DIMINUIÇÃO DA SUA DURAÇÃO; - MAIOR NUMEROS DE TRANSIÇÃO INTRAESTAGIOS, INCLUSIVE PARA A VIGILIA, E MAIOR NUMERO DE INTERRUPÇÕES NO SONO; PARA UMA BOA HIGIENE DEVE-SE - HORÁRIO REGULAR PARA DEITAR E ACORDAR; - DEITAR APENAS NA HORA DE DORMIR; - AMBIENTE CALMO E CONFORTÁVEL; - EVITAR BEBIDAS COM CAFEINA APÓS AS 18H; - LEVANTAR DA CAMA QUANDO O SONO TARDAR E OCUPAR-SE (LEITURA, MUSICA); - NÃO TOMAR MEDICAÇÃO SEM PRESCRIÇÃO MEDICA; - REALIZAR EXERCICIO FISICO, EVITANDO A SUA PRÁTICA PROXIMA DA HORA DE DEITAR; - NÃO INGERIR GRANDES QUANTIDADES DE COMIDA AO JANTAR E AGUARDAR PELO MENOS 3 HORAS ANTES DE DEITAR, - DEPOIS DO JANTAR PROCURAR ACTIVIDADES RELAXANTES. FACTORES DE MODIFICAÇÃO DO SONO - DOR OU DESCONFORTO FISICO; - FACTORES AMBIENTAIS; - DESCONFORTOS EMOCIONAIS; - ALTERAÇÕES NO PADRÃO DO SONO:  QUEIXAS REFERENTES AO TEMPO DISPENDIDO NA CAMA SEM DORMIR;  DIFICULDADE PARA REINICIAR O SONO;  MENOR DURAÃO DO SONO NOTURNO;  DESPERTAR PELA MANHÃ MAIS CEDO QUE O DESEJADO.

PROLONGADA (MESES OU ANOS).SINTOMA COMUM ENTRE AS PESSOAS IDOSAS. . . .  NEUROPATIA (DIABETES).  PÓS-AVC. PRESSÃO ARTERIAL ALTA.DOR NO IDOSO EXPERIENCIA DESAGRADAVEL. PODE CONDUZIR AO ISOLAMENTO.MANIFESTAÇÃO SUBJETIVA QUE ENVOLVE.DELIMITAÇÃO TEMPORO-ESPACIAL É PRECISA – TRANSITÓRIA ATÉ 3 MESES. ASSOCIADA OU NÃO A DANO REAL. COM AS EXPECTATIVAS E AS EMOÇÕES DE CASA PESSOA.INTENSIDADE MODERADA A INTENSA.RELACIONADO A AFECÇÕES TRAUMÁTICAS.  ENXAQUECA. .83% DAQUELES QUE ESTÃO INSTITUCIONALIZADAS EM LARES. . . PREHUDICANDO A REALIZAÇÃO DAS ACTIVIDADE DE VIDA DIÁRIA.UM DOS PRINCIPAIS FATORES QUE LIMITAM A POSSIBILIDADE DO IDOSOS MANTER O SEU QUOTIDIANO. DOR CRÓNICA .MULTIFATORIAL.AGUDA – INICIO SUBITO.COM RESPOSTAS NEUROVEGETATIVAS : TAQUICARDIA. .ANSIEDADE E DEPRESSÃO – RESPOSTAS EMOCIONAIS FREQUENTES.GERALMENTE NÃO HÁ RESPOSTAS NEUROVEGETATIVAS (SEM ALTERAÇÃO DOS SINAIS VITAIS).  FIBROMIALGIA. . .  CANCRO. DURAÇÃO DA DOR: . DOR AGUDA . RESTRINGE A CONVIVÊNCIA SOCIAL.  DOR PÓS-HERPÉTICA. SENSITIVA E EMOCIONAL.CAUSAM DOR CONTINUA OU RECORRENTE. . . CURTOS PERIODOS. .CRÓNICA – PROLONGA-SE AO LONGO DO TEMPO. . INFECIOSAS OU INFLAMATÓRIAS. .DURA VÁRIOS ANOS.RELACIONADA COM PATOLOGIAS DE INCIDÊNCIA ELEVADA:  OSTEOPOROSE.CONSEQUÊNCIAS:  DEPRESSÃO. PSIQUICOS E CULTURAIS.  DIMINUIÇÃO DA SOCIALIZAÇÃO E DA CAPACIDADE FUNCIONAL. RELACIONADA COM A MEMORIA INDIVIDUAL. TAQUIPNEI.MAL DELIMITADA NO TEMPO E ESPAÇO.EXPECTATIVA DE DESAPARECIMENTO APÓS A CURA DA LESÃO. .MULTIFOCAL. DOR CRÓNICA MODERADA A INTENSA . . ANSIEDADE E AGITAÇÃO.50% DOS IDOSOS VIVEM NA COMUNIDADE. MECANISMOS FISICOS. TEM UM IMPACTO NEGATIVO NA SUA QUALIDADE DE VIDA.  TRAUMATISMO DOR CRÓNICA NO IDOSO . . DOR .

. . MESMO QUE SEJA UMA RESPOSTA SIM/NÃO À PERGUNTA “TEM DOR?”.  AS ALTERAÇÕES DO ESTADO MENTAL.TER EM ATENÇÃO QUE AS ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS PODEM NÃO SIGNIFICAR DOR E QUE A PRESENÇA DE DOR PODE OCORRER SEM ALTERAÇÃO DOS SINAIS VITAIS. OU ALTERAÇÕES DE COMPORTAMENTO. NOMEADAMENTE:  A EXPRESSÃO FACIAL. DADA A NECESSIDADE DE DOMINIO DAS PROPRIEDADES ARITMÉTICAS ESCALA ANALÓGICA VISUAL . PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA COMO AVALIAR DOR . PODEM SIGNIFICAR A PRESENÇA DE DOR. .PODE SER APLICADA GRÁFICA OU VERBALMENTE . . PATOLOGIAS OU PROCEDIMENTOS.VALORIZAR ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS E COGNITIVAS E AS POSSÍVEIS MANIFESTAÇÕES DE DOR EM REPOUSO. . NO IDOSO COM DEMÊNCIA AVANÇADA. SINDROMA DE IMOBILIDADE. ESCALA VERBAL .UNIDIMENSIONAIS. ETC.REQUER NIVEL DE MAIOR FUNÇÃO COGNITIVA ESCALA DE FACES . MAGOADO. MAIOR CONSUMO DE SERVIÇOS E AUMENTO DOS CUSTOS DE SAÚDE.  A ALTERAÇÃO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS.DIFICIL DE APLICAREM EM IDOSOS COM FALTA DE HABILIADE COGNITIVA OU INSTROSPEÇÃO PARA ENTENDER AS PALAVRAS. .  A OBSERVAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS. É A MELHOR FORMA DE AVALIAÇÃO DESTE GRUPO DE DOENTES.QUESTIONAR A PRESENÇA DA DOR EM TODOS OS IDOSOS (AUTOAVALIAÇÃO DO IDOSO). .  A PROCURA DE CAUSAS POTENCIAIS DE DOR NO IDOSO É DA MAIOR RELEVÂNCIA DADA A PREVALÊNCIA DE DOENÇAS MÚSCULO-ESQUELÉTICAS E NEUROLÓGICAS. APESAR DISSO. AUMENTO DO RISCO DE POLIMEDICAÇÃO E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS.IDOSOS COM DEMÊNCIA. .    ALTERAÇÕES DO SONO E MARCHA.QUESTIONAR EFICÁCIA DOS MEDICAMENTOS ANALGÉSICOS INSTITUÍDOS.DIFICULDADE EM UTILIZA-LA. OS DOENTES COM DEMÊNCIA GRAVE EXPERIMENTAM DOR. .PROCURAR CAUSAS POTENCIAIS DE DOR.TER EM ATENÇÃO QUE. EM MOVIMENTO E DURANTE OS CUIDADOS E ESTAR ATENTO A OUTROS INDICADORES.SOLICITAR A PARTICIPAÇÃO DE FAMILIARES E/OU CUIDADORES PARA A AVALIAÇÃO MULTIMODAL DA DOR.POLIDIMENSIONAIS.TER EM ATENÇÃO QUE NAS PESSOAS IDOSAS OUTROS TERMOS COMO MAL-ESTAR.  OS MOVIMENTOS CORPORAIS. AS LESÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL AFETAM A MEMÓRIA. COMO INDICADORES DE DOR.  AS VERBALIZAÇÕES OU VOCALIZAÇÕES. ESCALA NUMÉRICA . INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DA DOR INSTRUMENTOS: . SOFRIMENTO. A LINGUAGEM E O PROCESSAMENTO COGNITIVO.

• PERDA DA CAPACIDADE MENTAL. CUIDADOR OU PESSOA DE CONFIANÇA DO IDOSO NESTAS SESSÕES PARECE MELHORAR OS RESULTADOS. • HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA. MEDICAÇÃO E ESTRATÉGIAS NÃO FARMACOLÓGICAS. POR EXEMPLO NOS DIABÉTICOS. PODEM MELHORAR A CAPACIDADE FUNCIONAL E DIMINUIR A DOR POR PATOLOGIA MÚSCULO-ESQUELÉTICA E OS EXERCÍCIOS DE ESTIRAMENTO OU DE AUMENTO DE AMPLITUDE PODEM MELHORAR A DOR PROVOCADA POR ESPASMOS MUSCULARES. • ALTERAÇÕES URINÁRIAS. TER ESPECIAL CUIDADO EM PRESENÇA DE ALTERAÇÕES COGNITIVAS OU DA SENSIBILIDADE. SÃO NECESSÁRIAS MÚLTIPLAS SESSÕES E NÃO ESTÃO INDICADAS EM PACIENTES COM ALTERAÇÕES COGNITIVAS. . A PRESENÇA DE UM FAMILIAR. PREVENÇÃO DE QUEDAS 1º PASSO – COMPREENDER CAUSAS: • DIMINUIÇÃO SENSORIAL (DIMINUIÇÃO DA VISÃO E DA AUDIÇÃO).  APLICAÇÃO DE CALOR OU FRIO – É BENÉFICA NOS ESPASMOS MUSCULARES OU NA DOR NEUROPÁTICA PERIFÉRICA. • MEDICAÇÃO.. • ALTERAÇÕES MOBILIDADE (RELACIONADOS COM DIMINUIÇÃO DA MASSA MUSCULAR E OSTEOPOROSE.  MASSAGEM  EDUCAÇÃO DO DOENTE E DO CUIDADOR. • FALTA DE CONDIÇÕES DE SEGURANÇA DA CASA E DO JARDIM. 2º PASSO – BOAS PRÁTICAS: • PEQUENOS AJUSTAMENTOS NA CASA E NO ESTILO DE VIDA.  DISTRAÇÃO – UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS COMO A MÚSICA. TÊM COMO OBJETIVO ALTERAR AS ATITUDES E CRENÇAS DO IDOSO E PROMOVER A MODIFICAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DA DOR E SOFRIMENTO. • VIVER SOZINHO.AVALIA A INTENSIDADE DE DOR EM INDIVIDUOS COM BAIXO NIVEL EDUCACIONAL.NÃO FARMACOLOGICO:  EXERCÍCIO – DEVE SER ADAPTADO ÀS NECESSIDADES E PREFERÊNCIAS DE CADA IDOSO. POR EXEMPLO).FARMACOLOGICO . GARANTIRQUE AS PESSOAS IDOSAS SE ALIMENTAM CONVENIENTEMENTE E SE MANTÊM FISICAMENTE ATIVA.TEM DEMONSTRADO BONS RESULTADOS EM PROGRAMAS INDIVIDUAIS OU EM GRUPO. UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E REGISTO DA DOR. É TAMBÉM. • CALÇADO E VESTUÁRIO INADEQUADOS. • IDENTIFICAR FATORES REVERSÍVEIS E SUGERIR INTERVENÇÕES. SEM ALTERAÇÕES COGNITIVAS OU COM ALTERAÇÕES COGNITIVAS LEVES. • INVESTIGAR O RISCO DE OSTEOPOROSE. TRATANDO E ENCORAJANDO OS DOENTES A USAREM PROTETORES DE ANCA. • PROMOVER A SEGURANÇA. • USO DE BENGALAS OU ANDARILHOS. DEVE INCLUIR INFORMAÇÃO SOBRE A ETIOLOGIA DA DOR. LEITURA. TEM DEMONSTRADO BENEFÍCIO NO CONTROLO DA DOR CRÓNICA NO IDOSO. DE INTENSIDADE MODERADA. DESDE QUE ADAPTADOS ÀS NECESSIDADES DO IDOSO E À SUA CAPACIDADE DE COMPREENSÃO. .PACIENTES COM ALTERAÇÕES COGNITIVAS GRAVES. TRATAMENTO: . EXERCÍCIOS REGULARES DE RESISTÊNCIA E FORTALECIMENTO MUSCULAR.  ESTRATÉGIAS COGNITIVAS – EM PROGRAMAS INDIVIDUAIS OU EM GRUPO. OU OUTRA.

UTILIZAR CAMA LARGA COM ALTURA SUFICIENTE.BOA ILUMINAÇÃO. INVESTIGAR O RISCO DE OSTEOPOROSE.EVITAR PARTELEIRAS DE VIDRO E SUPERFICIES CORTANTES.O QUINTAL. PREFERIR SAPATOS FECHADOS.ESPAÇO UTIL NO WC PARA DUAS PESSOAS. . . . PREVENIR QUEDAS NA COZINHA .MANTER UMA CADEIRA OU POLTRONA NO QUARTO. . . EVITAR A ACUMULAÇÃO DE FILHAS E FLORES HÚMIDAS NO CHÃO. . NÃO USAR CHINELOS. .OS ARMÁRIOS NÃO DEVEM FICAR MUITO ALTOS. PRINCIPALMENTE NAS ESCADAS. . PREVENIR AS QUEDAS EM TODA A CASA: . AO DEITAR-SE. . SE NECESSÁRIO.USAR SAPATOS COM SALTOS LARGOS E CALCANHARES REFORÇADOS. UTILIZAR SEMPRE UM TRAVESSEIRO PARA APOIAR CABEÇA. PREVENIR QUEDAS NO WC .E VITANDO TONTURAS.NUNCA FECHAR A PONTA DO WC À CHAVE.INTALAR A BOTIJA DE GÁS SEMPRE FORA DA COZINHA. .PISO ANTIDERRAPANTE. .OS INTERRUPTORES DEVEM ESTAR AO ALCANCE DA MÃO QUANDO ESTIVER DEITADO NA CAMA.NÃO ERRAR DOSAGEM DE MEDICAMENTOS. PARA QUE SENTADO CONSIGA APOIAR OS PÉS NO CHÃO. . SE NECESSITAR DE PEDIR AJUDA. GUARDAR OBJETOS POUCO UTILIZADOS NOS ARMÁRIOS SUPERIORES E OS DE USO FREQUENTE.PINTAR CORES DIFERENTES NO 1º E ULTIMO DEGRAU DA ESCADA.PRENDER FIOS ELERICOS E DE TELEFONE À PAREDE. CERTIFICAR QUE AS TOMADAS E INTERRUPTORES ESTÃO EM ÁREAS SECAS.FORNOS ELETRICOS E MICRO-ONDAS DEVEM SER INTALADOS EM LOCAL DE FÁCIL ACESSO. . . PROIBIDO USAR ESQUENTADOR A GÁS DENTRO DO WC.AO DORMIR DEIXAR A LUZ ACESA DO CORREDOR PARA AUXILIAR VISÃO. PARA DIMINUIR O ESFORÇO FISICO AO PROCURAR ALGUM OBJETO E EVITAR QUEDAS. PARA EVITAR MOVIMENTOS DOS PÉS.• ORGANIZAR ATIVIDADES DE LAZER QUE PROMOVAM O EXERCÍCIO E A ATIVIDADE FÍSICA. OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DEVEM INDENTIFICAR FATORES REVERSIVEIS E SUGERIR INTERVENÇÕES.USAR MESA DE CABEÇEIRA DE PREFERÊNCIA COM BORDAS ARREDONDADAS E PROCURAR FIXA-LA AO CHÃO OU À PAREDE.EVITAR TAPETES SOLTOS. PARA QUE POSSA SENTAR-SE PARA CALÇAR MEIAS E SAPATOS. . . PRENDE-LOS.UTILIZAR BARRAS DE APOIO NO POLIBÃ OU NA BANHEIRA.LAMPADAS DE FACIL MANUTENÇÃ OE SUBSTITUIÇÃO. EM LOCAIS DE ACESSO FÁCIL. . DEIXAR TELEFONE NUM LOCAL DE FACIL ACESSO. . . INSTALAR BARRAS DE APOIO NO CORRIMÃO. .EVITAR COLOCAR PESO NAS PORTAS DO FIGORIFICO E UTILIZAR AS PARTELEIRAS QUE NÃO EXIJAM QUE BAIXE OU LEVANTE MUITO OS BRAÇOS. DEGRAUS COM PISO ANTIDERRAPANTE. . PARA EVITAR QUE SE DESLOQUE CASO NECESSITE APOIAR-SE NELA.EVITAR PARTELEIRAS MUITO ALTAS OU MUITO BAIXAS. PARA EVITAR LEVANTAR-SE NO ESCURO.SE CAIR E TIVER DORES. TRATANDO-SE E ENCORAJANDO OS DOENTES A USAREM PROTETORES DE ANCA. PROCURAR ASSITENCIA MEDICA. PREVENIR AS QUEDAS NO QUARTO . NAS PAREDES PRÓXIMAS DA SANIRA.

.NÃO USAR TAPETES DEBAIXO DA MESA DA SALA DE JANTAR E DEIXAR UM ESPAÇO À VOLTA DA MESA PARA A MOVIMENTAÇÃO DAS PESSOAS. .AJUDA A MANTER A MOBILIDADE NA 3ª IDADE EXISTE UMA ↓ MOTIVAÇÃO . DO PONTO DE VISTA FÍSICO: – PODEM PROPICIAR FORTALECIMENTO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO E UMA MELHORIA DA MOBILIDADE. NO ASPECTO EMOCIONAL: – DIMINUEM A TENDÊNCIA AO ISOLAMENTO E À DEPRESSÃO. O RACIOCÍNIO E A VELOCIDADE DO FUNCIONAMENTO E DO METABOLISMO CEREBRAL COMO UM TODO.APÓS USO DESLIGAR FORNOS.EVITAR ESQUINAS DE VIDRO. . EQUILÍBRIO CORPORAL E FORÇA MUSCULAR.CORES CLARAS NAS PAREDES E AUMENTAR A ILUMINAÇÃO PARA 3X MAIS FORTE QUE O NORMAL. MICRO-ONDAS E FERRO DE ENGOMAR.. SITUAÇÕES INFELIZMENTE BASTANTE COMUNS NA TERCEIRA IDADE.MELHORAR A CONDIÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA . . PREVENIR QUEDAS NA SALA . METAL OU MATERIAIS CORTANTES EM MESAS DE APOIO. NO ASPECTO MENTAL: – MELHORA A MEMÓRIA. PSICOLOGICA E SOCIALMENTE . PARA COMPENSAR DIFICULDADES VISUAIS.OPTAR POR SOFÁS E POLTRONAS CONFORTAVEIS. FLEXIBILIDADE. ATRAVÉS DE UMA MELHORA NOS RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS.TORNA OS INDIVIDUOS ATIVOS FISICA. COM A POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO DE UMA AMPLA REDE SOCIAL E DE AMIGOS. TEMPOS LIVRES PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICA NO DIA A DIA TEM BENEFÍCIOS IMPORTANTES: . .PISO ANTIDERRAPANTE.COM AS ATIVIDADES DE LAZER O IDOSO PODE MANTER-SE FISICAMENTE E INTELECTUALMENTE ATIVO. COMPLEMENTAR ILUMINAÇÃO COM CANDEIROS DE FACIL MANUTENÇÃO. PARA FACILITAR O ASSENTAR E LEVANTAR. SEM ASSENTOS DEMASIADOS MACIOS. E ISSO É PREPONDERANTE PARA AFASTAR AS DOENÇAS MAIS COMUNS DESSA FAIXA ETÁRIA.

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