MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

RESOLUÇÃO No 430, DE 13 DE MAIO DE 2011 Correlações: • Complementa e altera a Resolução nº 357/2005. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução no 357, de 17 de março de 2005, do Consel o !acional do "eio #mbiente-C$!#"#% O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AM IEN!E"CONAMA , no uso das competências que l e são con!eridas pelo inciso "## do art. $ o da %ei no &.'3$, de 3( de a)osto de ('$(, re)ulamentada pelo *ecreto no ''.27+, de & de ,un o de (''0 e suas alteraç-es, tendo em .ista o disposto em seu Re)imento #nterno, /ne0o 1 2ortaria no (&$, de (3 de ,un o de 2005, resol.e3 /rt. (o 4sta Resolução disp-e so5re condiç-es, par6metros, padr-es e diretri7es para )estão do lançamento de e!luentes em corpos de 8)ua receptores, alterando parcialmente e complementando a Resolução no 357, de (7 de março de 2005, do Consel o 9acional do :eio /m5iente;CO9/:/. 2ar8)ra!o <nico. O lançamento indireto de e!luentes no corpo receptor de.er8 o5ser.ar o disposto nesta Resolução quando .eri!icada a ine0istência de le)islação ou normas espec=!icas, disposiç-es do >r)ão am5iental competente, 5em como diretri7es da operadora dos sistemas de coleta e tratamento de es)oto sanit8rio. /rt. 2o / disposição de e!luentes no solo, mesmo tratados, não est8 su,eita aos par6metros e padr-es de lançamento dispostos nesta Resolução, não podendo, toda.ia, causar poluição ou contaminação das 8)uas super!iciais e su5terr6neas. /rt. 3o Os e!luentes de qualquer !onte poluidora somente poderão ser lançados diretamente nos corpos receptores ap>s o de.ido tratamento e desde que o5edeçam 1s condiç-es, padr-es e e0i)ências dispostos nesta Resolução e em outras normas aplic8.eis. 2ar8)ra!o <nico. O >r)ão am5iental competente poder8, a qualquer momento, mediante !undamentação t?cnica3 # ; acrescentar outras condiç-es e padr-es para o lançamento de e!luentes, ou torn8;los mais restriti.os, tendo em .ista as condiç-es do corpo receptor@ ou ## ; e0i)ir tecnolo)ia am5ientalmente adequada e economicamente .i8.el para o tratamento dos e!luentes, compat=.el com as condiç-es do respecti.o corpo receptor. C/2ABC%O # */D *4E#9#FG4D o /rt. + 2ara e!eito desta Resolução adotam;se as se)uintes de!iniç-es, em complementação 1quelas contidas no art. 2o da Resolução CO9/:/ no 357, de 20053 # ; Capacidade de suporte do corpo receptor3 .alor m80imo de determinado poluente que o corpo =drico pode rece5er, sem comprometer a qualidade da 8)ua e seus usos determinados pela classe de enquadramento@ ## ; Concentração de 4!eito 9ão O5ser.ado;C49O3 maior concentração do e!luente que não causa e!eito delet?rio estatisticamente si)ni!icati.o na so5re.i.ência e reprodução dos or)anismos, em um determinado tempo de e0posição, nas condiç-es de ensaio@ ### ; Concentração do 4!luente no Corpo Receptor;C4CR, e0pressa em porcenta)em3 aH para corpos receptores con!inados por cal as Irio, c>rre)os, etcH3

aliar a capacidade de um a)ente t>0ico pro. Concentração %etal :ediana.ação de rele.a :ediana.ante interesse p<5lico. utili7ando 5ioindicadores dos )randes )rupos de uma cadeia ecol>)ica@ e O#" . 9=. C4CR J KI. sendo espec=!ica para cada par6metro. Eator de Bo0icidade. &o 40cepcionalmente e em car8ter tempor8rio. comerciais.o. na !ai0a compreendida entre a lin a de 5ase e o limite do mar territorial 5rasileiro@ "## .as.ersas ati.er enquadrado. estimada com 5ase em modelos te>ricos aceitos pelo >r)ão am5iental competente. 5em como o equil=5rio 5iol>)ico do e!luente e os do corpo receptor.(.ocar e!eito noci. %ançamento indireto3 quando ocorre a condução do e!luente. estuarinas e la)os a C4CR ? esta5elecida com 5ase em estudo da dispersão !=sica do e!luente no corpo =drico receptor.idamente moti.a7ão do e!luente L . 4!luente3 ? o termo usado para caracteri7ar os despe. mediante an8lise t?cnica !undamentada. 5o Os e!luentes não poderão con!erir ao corpo receptor caracter=sticas de qualidade em desacordo com as metas o5ri)at>rias pro)ressi. em determinado per=odo de e0posição. intermedi8rias e !inal.enientes de di. C/2ABC%O ## */D CO9*#FG4D 4 2/*RG4D *4 %/9F/:49BO *4 4E%C49B4D Seç#o I Das D$s%os$ções &era$s /rt.idades ou processos@ "# .EB3 n<mero adimensional que e0pressa a menor diluição do e!luente que não causa e!eito delet?rio a)udo aos or)anismos. do seu enquadramento. Pona de mistura3 re)ião do corpo receptor.C%50 ou Concentração 4!eti. compro. su5metido ou não a tratamento.a7ão de re!erência do corpo receptorHM 0 (00. num determinado per=odo de e0posição. 8)uas de in!iltração na rede coletora. autori7ar o lançamento de e!luentes em desacordo com as condiç-es e padr-es esta5elecidos nesta Resolução. 4s)otos sanit8rios3 denominação )en?rica para despe. desde que o5ser. os quais podem conter parcela de e!luentes industriais e e!luentes não dom?sticos@ "### . 5H para 8reas marin as. 2ar6metro de qualidade do e!luente3 su5st6ncias ou outros indicadores representati.el tr>!ico3 posição de um or)anismo na cadeia tr>!ica@ O## .a7ão do e!luenteH / I. Q (o /s metas o5ri)at>rias para corpos receptores serão esta5elecidas por par6metros espec=!icos. sendo a C4CR limitada pela 7ona de mistura de!inida pelo >r)ão am5iental@ #" . que se estende do ponto de lançamento do e!luente.ado@ .antes do e!luente@ O### .C4503 ? a concentração do e!luente que causa e!eito a)udo Iletalidade ou imo5ilidadeH a 50N dos or)anismos. nas condiç-es de ensaio@ " . Bestes de ecoto0icidade3 m?todos utili7ados para detectar e a.ados os se)uintes requisitos3 # .os l=quidos residenciais. Q 2o 2ara os par6metros não inclu=dos nas metas o5ri)at>rias e na ausência de metas intermedi8rias pro)ressi.ida de sistemas di!usores destinada ao lançamento de e!luentes no mar. o >r)ão am5iental competente poder8. os padr-es de qualidade a serem o5edecidos no corpo receptor são os que constam na classe na qual o corpo receptor esti. nas condiç-es de ensaio@ #O . por meio de rede coletora que rece5e outras contri5uiç-es antes de atin)ir o corpo receptor@ O# . de.as. /rt. e delimitada pela super!=cie em que ? atin)ido o equil=5rio de mistura entre os par6metros !=sicos e qu=micos.os dos contaminantes to0icolo)icamente e am5ientalmente rele. %ançamento direto3 quando ocorre a condução direta do e!luente ao corpo receptor@ O . 4miss8rio su5marino3 tu5ulação pro.os l=quidos pro.

/ e0tensão e as concentraç-es de su5st6ncias na 7ona de mistura de.se. ((. (0.ão a cada um deles ou ao con.unto ap>s a mistura. atendimento ao enquadramento do corpo receptor e 1s metas intermedi8rias e !inais. $o R .ada a le)islação em . esta5elecer a car)a poluidora m80ima para o lançamento de su5st6ncias pass=.as. (2. no m=nimo. 7o O >r)ão am5iental competente de. o5ser.er8 ser utili7ada a tecnolo)ia adequada para a sua redução. esta5elecimento de tratamento e e0i)ências para este lançamento@ " . nos e!luentes. 1s e0pensas do empreendedor respons8. quando determinado pelo >r)ão am5iental competente.olume dispon=. com e0ceção daqueles enquadrados na classe especial. /rt. 2ar8)ra!o <nico. a)ropecu8rios. /rt. O lançamento de e!luentes em corpos de 8)ua. estimando a concentração ap>s a 7ona de mistura.as e o5ri)at>rias@ ### .el pelo lançamento@ #" .i)or. prorro)8.## . al?m de atender outras e0i)ências aplic8.e que não dispun a de condiç-es de sa5er da e0istência de uma ou mais su5st6ncias nos e!luentes )erados pelos empreendimentos ou ati. 9os processos nos quais possam ocorrer a !ormação de dio0inas e !uranos de. /rt.edada. 1s e0pensas do empreendedor respons8.e considerar. intermedi8rias e !inal. 9a ip>tese de !onte de poluição )eradora de di!erentes e!luentes ou lançamentos indi.edado.istos para o mesmo. nas condiç-es da . Q +o O disposto no Q 3o não se aplica aos casos em que o empreendedor compro. do mar e de sistemas a5ertos de re!ri)eração sem recirculação. reali7ação de estudo am5iental tecnicamente adequado. !i0ação de pra7o m80imo para o lançamento.el.el a crit?rio do >r)ão am5iental competente. (3. tais como as 8)uas de a5astecimento.usti!icou a e0cepcionalidade aos limites esta5elecidos nesta norma@ e "# .erão ser o5. mesmo que tratados. in!ormar8 ao >r)ão am5iental as su5st6ncias que poderão estar contidas no e!luente )erado. industriais e de quaisquer outras !ontes poluentes. a apresentação de estudo de capacidade de suporte do corpo receptor. de modo a não comprometer as metas pro)ressi.eis de estarem presentes ou serem !ormadas nos processos produti. entre aquelas listadas ou não na Resolução CO9/:/ no 357. de aquicultura. pro)ressi.entuais e!eitos do lançamento e0cepcional.isem neutrali7ar os e. /rt. enquanto durar a situação que . Q 3o O empreendedor. os limites constantes desta Resolução aplicar. a di!erença entre os padr-es esta5elecidos pela classe e as concentraç-es e0istentes no trec o desde a montante.eto de estudo.edado o lançamento de e!luentes ou disposição de res=duos dom?sticos.ar8 as metas o5ri)at>rias pro)ressi.iduali7ados.idade ou empreendimento. . /rt.eis. esta5elecidas para enquadramento do corpo receptor. no processo de licenciamento. esta5elecimento de medidas que . Q 2o O estudo de capacidade de suporte de. 2O2s.er8. at? a completa eliminação.idades.el pelo lançamento. listadas ou não no art. ? .os. 9as 8)uas de classe especial ? . não poder8 e0ceder as condiç-es e padr-es de qualidade de 8)ua esta5elecidos para as respecti. 9a 7ona de mistura serão admitidas concentraç-es de su5st6ncias em desacordo com os padr-es de qualidade esta5elecidos para o corpo receptor. 2ar8)ra!o <nico. /rt. Q (o O >r)ão am5iental competente poder8 e0i)ir. (& desta Resolução. de 2005 para padr-es de qualidade de 8)ua.ação.as o5ri)at>rias. 2ar8)ra!o <nico. a mistura de e!luentes com 8)uas de mel or qualidade. 9os corpos de 8)ua em processo de recuperação. por meio de norma espec=!ica ou no licenciamento da ati. a crit?rio do >r)ão am5iental competente. 'o 9o controle das condiç-es de lançamento.a7ão de re!erência ou . o lançamento de e!luentes o5ser. so5 pena de suspensão ou cancelamento da licença e0pedida. intermedi8rias e !inal. desde que não comprometam os usos pre. o lançamento dos 2oluentes Or)6nicos 2ersistentes.as classes. para !ins de diluição antes do seu lançamento. nos processos de licenciamento ou de sua reno. /rt.

>leos .5 . os materiais sediment8. condiç-es de lançamento de e!luentes3 aH pT entre 5 a '@ 5H temperatura3 in!erior a +0UC.a praticamente nula.el por 8cidos !racosH Co5re dissol.alente 4stan o total Eerro dissol. in. esta5elecer restriç-es e medidas adicionais. 2ara o lançamento em la)os e la)oas. >leos minerais3 at? 20 m)/%@ 2. 2adr-es de lançamento de e!luentes3 B/V4%/ # 2ar6metros inor)6nicos "alores m80imos /rsênio total V8rio total Voro total I9ão se aplica para o lançamento em 8)uas salinasH C8dmio total C um5o total Cianeto total Cianeto li.eis3 # .0 m)/% Ee .0 m)/% C9 0. 3o desta Resolução.e)etais e )orduras animais3 at? 50 m)/%@ !H ausência de materiais !lutuantes@ e )H *emanda Vioqu=mica de O0i)ênio I*VO 5 dias a 20UCH3 remoção m=nima de &0N de *VO sendo que este limite s> poder8 ser redu7ido no caso de e0istência de estudo de autodepuração do corpo =drico que compro.2 m)/% Cd 0.0 m)/% Dn (5. o >r)ão am5iental competente poder8.elocidade de circulação se.idade di8ria do a)ente poluidor.alente Cromo tri. /rt.ido o >r)ão )estor de recursos =dricos. dentre outras consequências3 # .eis de.re Idestil8. Os e!luentes de qualquer !onte poluidora somente poderão ser lançados diretamente no corpo receptor desde que o5edeçam as condiç-es e padr-es pre.u=7o do disposto no inciso # do par8)ra!o <nico do art.ido Cromo e0a. 2ara o lançamento de e!luentes tratados em leito seco de corpos receptores intermitentes.er a5ai0o da . acarretar e!eitos t>0icos a)udos ou crSnicos em or)anismos aqu8ticos@ ou ## . o >r)ão am5iental competente poder8 de!inir condiç-es especiais.er8 e0ceder a 3UC no limite da 7ona de mistura@ cH materiais sediment8. sendo que a ./rt.5 m)/% /s 5.erão estar .a7ão m80ima de at? (.0 m)/% Cu 0.0 m)/% V 0. cu. aos lançamentos de e!luentes que possam. Dem pre. (5.5 m)/% 25 (.e7 a .0 m)/% CrL3 +. de car8ter e0cepcional e tempor8rio.e atendimento 1s metas do enquadramento do corpo receptor@ ## . quando a .a7ão do corpo receptor esti. (+. e0ceto nos casos permitidos pela autoridade competente@ eH >leos e )ra0as3 (.ido 0.ariação de temperatura do corpo receptor não de.ia5ili7ar o a5astecimento das populaç-es.irtualmente ausentes@ dH re)ime de lançamento com . res)uardadas outras e0i)ências ca5=. ou.2 m)/% C9 (.eis3 at? ( m%/% em teste de ( ora em cone &nm off.0 m)/% Va 5.istos neste arti)o. (&.a7ão m?dia do per=odo de ati.( m)/% CrL& (.a . Seç#o II Das Co'($ções e )a(rões (e La'ça*e'+o (e E.l-e'+es /rt.a7ão de re!erência.

Q 3o Os e!luentes oriundos de ser.C4CR. O e!luente não de. (7. reali7ados no e!luente.0 m)/% (.0 m)/% Pn "alores m80imos (.em se 5asear em resultados de ensaios ecoto0icol>)icos aceitos pelo >r)ão am5iental.& m)/% Q (o Os e!luentes oriundos de sistemas de disposição !inal de res=duos s>lidos de qualquer ori)em de.0 m)/% 0. desde que atendidas as normas sanit8rias espec=!icas . atendendo 1s normas e diretri7es da operadora do sistema de coleta e tratamento de es)oto sanit8rios@ e ## .( L (. 5em como a !requência de e. O >r)ão am5iental competente poder8 de!inir padr-es espec=!icos para o par6metro !>s!oro no caso de lançamento de e!luentes em corpos receptores com re)istro ist>rico de !loração de ciano5act?rias.eis tr>!icos di!erentes. podendo3 # .( m)/% /) 0.em atender 1s condiç-es e padr-es de!inidos neste arti)o.30 m)/% De (.Eluoreto total :an)anês dissol. Q 2o Ca5e ao >r)ão am5iental competente a especi!icação das . /rt.eitos 1s e0i)ências esta5elecidas na Deção ### desta Resolução.07 m)/% 0.iços de sa<de estarão su.0 m)/% (.2 m)/% (. de acordo com os crit?rios de ecoto0icidade esta5elecidos pelo >r)ão am5iental competente.istos no caput deste arti)o de.0 m)/% :n 0. ser lançados em rede coletora de es)otos sanit8rios conectada a estação de tratamento.0 m)/% D 5.$+ m)/% 0.0 m)/% E (. utili7ando or)anismos aqu8ticos de pelo menos dois n=. ser lançados diretamente ap>s tratamento especial.2 transH 4stireno 4til5en7eno !en>is totais Isu5st6ncias que rea)em com +.0 m)/% (.2cis L (.em atender 1s condiç-es e padr-es espec=!icos de!inidos na Deção ### desta Resolução.i)entes.0( m)/% T) 2.aminoantipirinaH Betracloreto de car5ono Bricloroeteno Bolueno Oileno (0.ido :erc<rio total 9=quel total 9itro)ênio amoniacal total 2rata total Delênio total Dul!eto Pinco total 2ar6metros Or)6nicos Ven7eno Cloro!>rmio *icloroeteno Isomat>rio de (.0 m)/% 9 0.er8 causar ou possuir potencial para causar e!eitos t>0icos aos or)anismos aqu8ticos no corpo receptor.entual monitoramento.5 m)/% C&T5OT (. Q (o Os crit?rios de ecoto0icidade pre. Q 2o Os e!luentes oriundos de sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios de.2 m)/% (. al?m dos or)anismos e dos m?todos de ensaio a serem utili7ados. Q 3o 9a ausência de crit?rios de ecoto0icidade esta5elecidos pelo >r)ão am5iental para . em trec os onde ocorra a captação para a5astecimento p<5lico. ($.0 m)/% 9i 20. /rt.a7-es de re!erência do e!luente e do corpo receptor a serem consideradas no c8lculo da Concentração do 4!luente no Corpo Receptor.

a Concentração do 4!luente no Corpo Receptor. /rt.er8 e0ceder a 3UC no limite da 7ona de mistura@ cH materiais sediment8. con!orme pre.eis3 at? ( m%/% em teste de ( ora em cone &nm off. sendo que o estudo am5iental de!inido no inciso ### de. Seç#o III Das Co'($ções e )a(rões %ara E.e ser menor ou i)ual a C49O quando !or reali7ado teste de ecoto0icidade para medir o e!eito t>0ico crSnico@ ou 5H C4CR de. 20UC3 m80imo de (20 m)/%.eis tr>!icos utili7ados para os testes de ecoto0icidade.i)entes.idida por (0@ ou menor ou i)ual a 30 di.istos na Resolução nº 357. ou se.em ser o5edecidas3 # . ou se.o+os Sa'$+/r$os /rt. 20.*VO 5 dias. 2ara o lançamento direto de e!luentes oriundos de sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios de.idida por 3 ou menor ou i)ual a (00 di.C%50 di.eis de. O lançamento de e!luentes e!etuado por meio de emiss8rios su5marinos de.erão reali7ar os ensaios de ecoto0icidade. cu. poder8 ser redu7ido o n<mero de n=. 2ara o lançamento em la)os e la)oas. / disposição de e!luentes por emiss8rio su5marino em desacordo com as condiç-es e padr-es de lançamento esta5elecidos nesta Resolução poder8 ser autori7ada pelo >r)ão am5iental competente. com dois cen8rios3 aH primeiro cen8rio3 atendimento aos .istas nesta Resolução. 2ar8)ra!o <nico. de acordo com normas e le)islação . com 5ase na a. os materiais sediment8. aos padr-es da classe do corpo receptor.e ser menor ou i)ual 1 concentração que não causa e!eito a)udo aos or)anismos aqu8ticos de pelo menos dois n=. 2ro)rama de monitoramento am5iental. Q 5o 9os corpos de 8)ua em que as condiç-es e padr-es de qualidade pre.aliar o e!eito t>0ico do e!luente no corpo receptor.idido pelo Eator de Bo0icidade. O >r)ão am5iental competente de. para e!luentes lançados em corpos receptores de 8)ua doce Classe 3. e 8)uas salinas e salo5ras Classe 2.irtualmente ausentes@ dH *emanda Vioqu=mica de O0i)ênio. 2(.EB.eis tr>!icos.e ser menor ou i)ual ao .l-e'+es (e S$s+e*as (e !ra+a*e'+o (e Es. a Concentração do 4!luente no Corpo Receptor. O estudo de dispersão na 7ona de mistura.a3 aH C4CR de.a.isto nos incisos ### e #" do art.er8 determinar quais empreendimentos e ati. Condiç-es de lançamento de e!luentes3 aH pT entre 5 e '@ 5H temperatura3 in!erior a +0UC. ('.alor da Concentração %etal :ediana.C4CR de. /rt. /s condiç-es e padr-es espec=!icos na entrada do emiss8rio@ ## . para !ins de monitoramento. Q +o / crit?rio do >r)ão am5iental.idades de.C49O de pelo menos dois n=. ap>s o limite da 7ona de mistura.e ser menor ou i)ual ao . para e!luentes lançados em corpos receptores de 8)ua doce Classes ( e 2.elocidade de circulação se.alor da Concentração %etal :ediana IC%50H di.e atender.aliação dos resultados de s?rie ist>rica.C4CR de.idido pelo Eator de Bo0icidade IEBH quando !or reali7ado teste de ecoto0icidade para medir o e!eito t>0ico a)udo@ ## .ariação de temperatura do corpo receptor não de.erão ser o5edecidas as se)uintes condiç-es e padr-es espec=!icos3 # . & o. quando !or reali7ado teste de ecoto0icidade a)uda.erão estar . não incluam restriç-es de to0icidade a or)anismos aqu8ticos não se aplicam os par8)ra!os anteriores.er8 conter no m=nimo3 # .a . sendo que a . as se)uintes diretri7es de. de 2005.a praticamente nula.e ser menor ou i)ual 1 Concentração de 4!eito 9ão O5ser.a3 aH C4CR de.ado.eis tr>!icos. e ao padrão de 5alnea5ilidade. aos padr-es e condiç-es de lançamento pre. considerando as caracter=sticas dos e!luentes )erados e do corpo receptor. e 8)uas salinas e salo5ras Classe (. ap>s tratamento.alores preconi7ados na Ba5ela # desta Resolução@ 5H se)undo cen8rio3 condiç-es e padr-es propostos pelo empreendedor@ e ### . sendo .

/rt.eri)uação do automonitoramento de e!luentes e a. s>lidos em suspensão totais3 e!iciência m=nima de remoção de 20N.irtualmente ausentes@ e " .aliação criteriosa dos resultados o5tidos no monitoramento.a dos mesmos. o >r)ão am5iental competente de. 22. s>lidos )rosseiros e materiais !lutuantes3 . ap>s desarenação@ #" . art. mediante !undamentação t?cnica. temperatura3 in!erior a +0ºC. /rt.20 para sistemas de tratamento com la)oas de esta5ili7ação. Q (o O >r)ão am5iental competente poder8 esta5elecer crit?rios e procedimentos para a e0ecução e a. so5 responsa5ilidade de pro!issional . indicando a necessidade de controle nas !ontes )eradoras de e!luentes com caracter=sticas potencialmente t>0icas ao corpo receptor. Q 2o 9o caso de sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios que rece5am li0i. inciso ## desta Resolução que de. poderão ser aplic8.e atender aos padr-es da classe do corpo receptor. ap>s o limite da 7ona de mistura e ao padrão de 5alnea5ilidade. Q 2o 2ara !ontes de 5ai0o potencial poluidor. Q 2o /s aç-es de )estão serão compartil adas entre as empresas de saneamento.eis em e0ano I>leos e )ra0asH at? (00 m)/%@ e !H ausência de materiais !lutuantes. não sendo e0i)=. a crit?rio do >r)ão am5iental competente.erão reali7ar o automonitoramento para controle e acompan amento peri>dico dos e!luentes lançados nos corpos receptores.que este limite somente poder8 ser ultrapassado no caso de e!luente de sistema de tratamento com e!iciência de remoção m=nima de &0N de *VO. 4ste lançamento de. (&.eto de teste de ecoto0icidade no caso de inter!erência de e!luentes com caracter=sticas potencialmente t>0icas ao corpo receptor. de acordo com as normas e le)islação . ou mediante estudo de autodepuração do corpo =drico que compro. as !ontes )eradoras e o >r)ão am5iental competente. O lançamento de es)otos sanit8rios por meio de emiss8rios su5marinos de. C/2ABC%O ### *#R4BR#P4D 2/R/ W4DBXO *4 4E%C49B4D /rt.erão ser atendidos e monitorados.em ser reali7adas de acordo com as normas espec=!icas. Q (o /s condiç-es e padr-es de lançamento relacionados na Deção ##. Q 3o 2ara a determinação da e!iciência de remoção de car)a poluidora em termos de *VO5. sendo que a . /s coletas de amostras e as an8lises de e!luentes l=quidos e em corpos =dricos de. sem pre.eis aos sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios.ariação de temperatura do corpo receptor não de. 2ar8)ra!o <nico.eis3 # . a crit?rio do >r)ão am5iental competente. não sendo e0i)=. a partir da a.u=7o de outras e0i)ências ca5=.aliação da qualidade do corpo receptor. com 5ase em amostra)em representati.o su5sidiar aç-es de )estão da 5acia contri5uinte aos re!eridos sistemas.er8 e0ceder a 3ºC no limite da 7ona de mistura@ ### .e ser precedido de tratamento que )aranta o atendimento das se)uintes condiç-es e padr-es espec=!icos.er8 indicar quais os par6metros da Ba5ela # do art.el o padrão de nitro)ênio amoniacal total. Os respons8. 2+.iados de aterros sanit8rios. a amostra do e!luente de.eis pelas !ontes poluidoras dos recursos =dricos de.i)entes.e atendimento 1s metas do enquadramento do corpo receptor. Os e!luentes de sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios poderão ser o5. 23. 25. /rt. assim de!inidas pelo >r)ão am5iental competente. ap>s desarenação. (&. incisos # e ## desta Resolução. poder8 ser dispensado o automonitoramento. em !unção das caracter=sticas locais.el o padrão de nitro)ênio amoniacal total.eti. pT entre 5 e '@ ## .er8 ser !iltrada. Q (o Os testes de ecoto0icidade em e!luentes de sistemas de tratamento de es)otos sanit8rios têm como o5. eH su5st6ncias sol<.

isto nos incisos ##. acompan ada da respecti. 3'. 5aseada em amostra)em representati. poder8 ser concedido.erão 5uscar pr8ticas de )estão de e!luentes com .erão ser reali7ados por la5orat>rios acreditados pelo #nstituto 9acional de :etrolo)ia. 1s sanç-es pre. proceder 1 reutili7ação. entre outras. entre outros dados. para as !ontes de 5ai0o potencial poluidor. ### e #" do art. at? que se cumpram 1s disposiç-es desta Resolução. 2$. Q (o O empreendedor apresentar8 ao >r)ão am5iental competente o crono)rama das medidas necess8rias ao cumprimento do disposto no caput deste arti)o.em ser assinados por pro!issional le)almente a5ilitado. contarem com licença am5iental e0pedida. &o.ereiro de (''$. laudos e estudos que !undamentam a *eclaração de Car)a 2oluidora de.erão ser mantidos em arqui. 5em como uma c>pia impressa da declaração anual su5scrita pelo administrador principal e pelo respons8. 1 aplicação de t?cnicas para redução da )eração e mel oria da qualidade de e!luentes )erados e. re!erente ao ano anterior. O não cumprimento do disposto nesta Resolução su. 2&. se !or o caso. os arts. O respons8. Q 2o O pra7o pre.istas na %ei no '. os quais de.erão !icar 1 disposição das autoridades de !iscali7ação am5iental.idades poluidoras que.erão ter sistema de controle de qualidade anal=tica implementado.e apresentar ao >r)ão am5iental competente. pra7o de at? três anos. /rt. desta Resolução. ++ e +&.el por !onte potencial ou e!eti. contados a partir da pu5licação da presente Resolução. de 2005. C/2ABC%O #" */D *#D2OD#FG4D E#9/#D /rt.alores em desacordo com as condiç-es e padr-es de lançamento esta5elecidos na Ba5ela # do art.a dos e!luentes.le)almente a5ilitado. o >r)ão am5iental competente poder8 esta5elecer condiç-es e padr-es espec=!icos de lançamento. 3(.#9:4BRO ou por outro or)anismo si)nat8rio do mesmo acordo de cooperação m<tua do qual o #9:4BRO !aça parte ou em la5orat>rios aceitos pelo >r)ão am5iental competente.el le)almente a5ilitado.os ou mais ri)orosos esta5elecidos nesta norma.idade.a /notação de Responsa5ilidade B?cnica. Q 2o Os laudos anal=ticos re!erentes a ensaios la5oratoriais de e!luentes e de corpos receptores de.erão ser mantidas em operação com a capacidade. (&. desde que tecnicamente moti. Q 3o /s instalaç-es de tratamento de e!luentes e0istentes de. de (2 de !e. 32. /rt.&05. 2'. /s !ontes potencial ou e!eti.a e quantitati.a dos mesmos.amente poluidoras dos recursos =dricos de. 2+ a 37 e os arts.a7ão ori)inal !or redu7ida pela pr8tica de reuso. Q (o Os la5orat>rios de.o no empreendimento ou ati. /rt.e dispensando. 9o caso de e!luentes cu. /rt. /rt. na data da pu5licação desta Resolução. /rt. a caracteri7ação qualitati. Q 3o Os relat>rios. 2o. Q (o / *eclaração re!erida no caput deste arti)o conter8.eitar8 os in!ratores.adas. desta Resolução.a . *eclaração de Car)a 2oluidora. Os ensaios de. e em seu re)ulamento. Re. 27. 9ormali7ação e Yualidade #ndustrial. ocasionando aumento de concentração de su5st6ncias presentes no e!luente para . Q 2o O >r)ão am5iental competente poder8 de!inir crit?rios e in!ormaç-es adicionais para a complementação e apresentação da declaração mencionada no caput deste arti)o.se o inciso OOO"### do art. at? o dia 3( de março de cada ano. condiç-es de !uncionamento e demais caracter=sticas para as quais !oram apro. a crit?rio do >r)ão am5iental competente. 4sta Resolução entra em .o)am.istas ao uso e!iciente da 8)ua. 2ar8)ra!o <nico. +3. .el e adequado. con!orme pre.i)or na data de sua pu5licação.ado. inclusi.isto no caput deste arti)o poder8 ser prorro)ado por i)ual per=odo. 30. sempre que poss=.a. /os empreendimentos e demais ati. para se adequarem 1s condiç-es e padr-es no.amente poluidora dos recursos =dricos de. da Resolução CO9/:/ no 357.

I0A ELLA !EI1EIRA )res$(e'+e (o Co'sel2o ESSE !E1!O NÃO SU S!I!UI O )U LICADO NO DOU N3 42. %/.8 94 . EM 1560762011.