MARKETING DIGITAL São ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros

meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos. O marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços através da utilização de canais de distribuição electrónicos para chegar aos consumidores rapidamente, de forma relevante, personalizada e com mais eficiência. O marketing digital traduz-se em ações de Marketing (Estratégicas, Econômicas e Operacionais) adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing tradicional e em simultâneo potenciar os efeitos do marketing tradicional. Na sua operacionalização são, normalmente, utilizados canais, meios e ferramentas digitais. O e-marketing ou marketing electrônico baseia-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de criação, comunicação e fornecimento de valor aos clientes, e na gestão das relações com os clientes, de modo a beneficiar a organização e os seus stakeholders (públicos-alvo). CARACTERÍSTICAS Algumas características do marketing digital são as ações de comunicação que as empresas usam para divulgar e conquistar novos clientes através de meios digitais, como a própria Internet usando blogs corporativos, sites de relacionamento como o Facebook e o Twitter, criação de hot sites e, principalmente, o uso do Google, permitindo assim uma maior interação entre os usuários. Outras características do marketing digital que podemos citar seriam a comunicação 24 horas por dia, mensagens personalizadas, interatividade com os clientes reais e potenciais, avaliação imediata da estratégia de comunicação com o mercado e o baixo custo associado a comunicação tendo em vista que sempre aumenta o número de usuários. PONTOS POSITIVOS E AS DIFICULDADES DO E-CCOMERCE BRASILEIRO

Os números do e-commerce brasileiro continuam em alta. De acordo com o eBit, o setor deve crescer 25% em 2013, em relação ao ano anterior. Esta é a prova de que o consumidor brasileiro, com mais acesso à Internet, smartphones e tablets, está mais receptivo à compra online. Embora o cenário seja bastante positivo, os varejistas virtuais ainda precisam melhorar alguns pontos de sua operação. É o que mostra a pesquisa da FBITS e-Commerce One Stop Shop, especialista em soluções para o comércio eletrônico. De acordo com Cícero Caiçara Junior, consultor da FBITS e coordenador da pesquisa, o objetivo do levantamento, realizado com 201 empresas do setor, foi verificar quais são os pontos positivos e quais as dificuldades do comércio eletrônico brasileiro. “Identificamos e disponibilizamos dados mais concretos sobre operações de e-commerce no Brasil. Muitos números e indicadores poderão servir como referencial comparativo”, declara.

O frete representa o custo mais impactante em operações de e-commerce e, portanto, um dos pontos mais delicados do negócio. Mais de 20% das lojas virtuais entrevistadas afirmam gastar mais de 10% do seu faturamento com os custos de entrega de mercadorias, e 24% das pesquisada dispendem entre 5% e 10% do faturamento com o frete. “Este é um dos maiores custos de uma operação de ecommerce e no Brasil este ponto é muito mais crítico, pois possuímos uma péssima infraestrutura, com estradas ruins e com transporte aéreo caríssimo”, analisa Cícero. As lojas virtuais estão cada vez mais atentas a dois processos importantes nas operações de e-commerce: atendimento ao cliente e análise de risco e fraudes. Para 46% das empresas pesquisadas, os custos com serviços de atendimento ao cliente (SAC) representam até 2% do seu faturamento. “Vale lembrar que os canais de comunicação com o consumidor (seja ele telefone, e-mail ou chat) são obrigatórios a partir da nova Lei do consumidor para e-Commerce”, enfatiza Cícero. O processo de análise de risco e fraudes, que pode evitar prejuízos para as lojas virtuais e para o usuário, representa para 55% das participantes até 2% de seu faturamento. Marketing digital forte, mas em poucos canais A pesquisa da FBITS também mostra que as lojas virtuais entendem que propaganda é a alma do negócio e estão cada vez mais atentas ao marketing digital. 29% das respondentes afirmam investir entre 5% e 10% de seu faturamento em ações que divulguem sua marca no meio digital e 22% investem mais de 10% do seu faturamento. No entanto, Cícero destaca que os varejistas investem em poucos canais. O mais utilizado é o Google, por meio de links patrocinados, e é o responsável por mais da metade do faturamento de 22% das respondentes. “Isso evidencia uma dependência desse canal que, caso não seja bem gerenciado, pode não ser sustentável a médio e longo prazo”, adverte. Porém, o Search Engine Optimization (SEO) também merece destaque. Dentre as respondentes, 80 empresas afirmam que entre 20% e 50% do seu faturamento vêm do SEO. “Isso é ótimo para as lojas virtuais, já que estamos falando de um canal orgânico, não pago”, completa o coordenador da pesquisa. O e-mail marketing é outro canal de vendas bastante utilizado pelas empresas de e-Commerce. 61% das empresas participantes afirmam que obtêm até 20% de seu faturamento a partir deste canal, e 19% das respondentes obtêm entre 20% e 50% de seu faturamento com campanhas de E-mail marketing. “Esses dados demonstram que, quando bem gerenciado, o envio de e-mail marketing na hora certa e para o público certo traz conversão de vendas”, salienta Cícero Redes sociais, programas de afiliados, parceria com Blogs, comparadores de preço e marketplace são canais ainda pouco explorados pelas lojas virtuais. Em alguns casos, destaca-se o percentual de varejistas que declaram não usá-los: 39% para comparadores de preço, 32% para parceria com blogs e 47% para marketplace. Para Cícero, esses dados mostram que o e-Commerce ainda precisa compreender melhor o funcionamento e os benefícios dos mais variados canais de marketing.

SITES PREFERIDOS PELOS INTERNAUTAS

CASE SPOLETO: “A TROLLADA QUE VIROU AÇÃO DE MARKETING”
http://www.youtube.com/watch?v=Un4r52t-cuk

O blog Kibe Loco lançou em seu canal no YouTube “ Porta dos Fundos ” o vídeo chamado “ Fast Food ” onde criticava a tirania nos atendimentos de fast food que exigem rapidez na escolha dos ingredientes, mais especificamente o alvo foi a rede de restaurantes Spoleto. http://www.youtube.com/watch?v=ebe-3s4TLfQ

Em seguida da viralização do vídeo , o Kibe Loco recebeu uma ligação dos próprios donos da Spoleto ,convidando-os para uma cena e uma troca de ideias. Nesse encontro foi decidido que a rede de fast food se tornaria patrocinadora do canal “Porta dos Fundos” ,que o nome do 1º vídeo seria mudado, a pedido dos próprios donos, para Spoleto. Eles encomendaram uma continuação, um 2º vídeo que pudesse divulgar o serviço de atendimento ao cliente e mostrar quanto se importavam com a melhoria.

BIBLIOGRAFIAS: http://mktdgt.wordpress.com/caracteristicas/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing_digital http://rumspringa.com.br/2012/09/01/case-spoleto-a-trollada-que-virou-acao-demarketing/ http://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/pesquisa-mostra-os-pontospositivos-e-as-dificuldades-do-e-commerce-brasileiro http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI317356-17770,00O+PERFIL+DOS+BRASILEIROS+NAS+REDES+SOCIAIS.html