ÌÌÌ período – Curso Técnico em Construção Civil

Notas de Aula
Gerenciamento e Planejamento de Obras ÌÌ
Allyne Rodrigues Ribeiro
1
Objetivo da Disciplina:
A partir dos conceitos já apresentados e estudados no módulo anterior,
Gerenciamento e Planejamento de Obras Ì, aplicar o Gerenciamento e Planejamento
de Obras nas mais diversas situações utilizando as técnicas já estudadas naquele
módulo e também ferramentas computacionais (tais como o MS-Project) a serem
estudadas neste semestre.
Também Desenvolver habilidades pessoais / profissionais específicas e necessárias a
uma gestão de empreendimento (obra).
Desenvolver métodos efetivos para Planejar, Executar, Controlar e Encerrar uma obra
fazendo gestão dos recursos disponíveis e custos previstos, método este que utiliza de
tabelas, filtros, relatórios e gráficos, análise financeira do projeto e coleta de
informação.
Apresentar uma visão geral da EAP - Estrutura Analítica do Projeto, os fatores a serem
considerados e os passos para a preparação desta estrutura.
Desenvolvimento da curva ABC, desde a criação da lista de atividades até a utilização
de recursos e emissão de relatórios.
Ementa da Disciplina:
Desenvolver e executar um Plano Gerencial completo (desde o orçamento até a
entrega definitiva da obra). Aplicando todos os itens estudados no módulo anterior.
Executar o projeto a partir de uma Carta Convite (fictícia), levando em conta todos os
itens a seguir: Ìdentificar Necessidades; Analisar o Projeto (fictício); Quantificar e
temporizar cada elemento – Material; Mao de Obra; Verificar peculiaridades; Definir
Escopo; Criar Estrutura Analítica do Projeto (EAP); Definir cronograma a partir da
EAP; Seqüenciar atividades; Estimar duração das atividades; Desenvolver
Cronograma; Definir Custo; Organizar fluxo de material; Selecionar máquinas e
equipamentos convencionais utilizados na construção civil; Conferir subsídios
suficientes para controlar a execução de projeto tais como Métodos de supervisão de
equipe e execução de projeto, Modelos de classificação de fornecedores, Métodos de
avaliação de produtividade, Dimensionamento de equipes de trabalho, Experiências
em implantação de infra-estrutura do canteiro de obras, Modelos de memoriais
descritivos e relatórios, Estudo sobre Custos diretos e indiretos, Custo de
equipamentos, Composição de custos do salário. Análise detalhada de planilha de
BDÌ; Estudo de Normas Técnicas Pertinentes; Estudo de Código de Obras;
Ìmportância da Ergonomia e sua relação com a produtividade.
Requisitos do profissional (ou abilidades a serem desenvolvidas!:
Comunicar-se de maneira clara e objetiva; Ser organizado em seu posto de trabalho.
"etodolo#ia de Ensino:
Aulas Teóricas; Notas de Aulas; Visitas Técnicas
Objetivo profissional da turma:
Agregar valor profissional através do Aprendizado; Melhorar a qualidade do trabalho;
2
Garantir Cumprimento de prazo; Trabalhar com eguran!a; Otimizar Custos da obra;
Garantir posi!"o no mercado competitivo#
$iblio#rafia:
• NETTO, Antônio Vieira. Como %erenciar Construç&es. São Paulo: Pini, 1988.
• SOUZA, Roberto de. 'ualidade na (quisição de "ateriais e E)ecução de
Obras. São Paulo: Pini, 1996.
• GEHBAUER, Fritz. *lanejamento e %estão de Obras. Curitiba: Cefet – PR,
2002.
• TCPO Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos é a mais
completa e atualizada fonte de informações para elaboração de custos de obras de
construção civil no Brasil – PÌNÌ Editora.
• SANTOS, Adriana de Paula Lacerda; JUNGLES, Antonio Edésio. Como
%erenciar as Compras de "ateriais na Construção Civil + ,- edição PÌNÌ.
• NOCÊRA, Rosaldo de Jesus. *lanejamento e Controle de Obras com o ".
*roject /001 + ,- Edição - Editora: Rosaldo de Jesus Nôcera.
$iblio#rafia Complementar
Normas Técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) relacionadas;
Notas de Aula;
Revista Téchne, Ed. PÌNÌ;
Revista relacionadas;
.ites .u#eridos:
www.piniweb.com.br
www.webcalc.com.br
Curriculum Resumido de (ll2ne Ribeiro

Engenheiro Civil pela UFU (2005), Mestre em Engenharia Civil pela UFU(2009)
Trabalho como Engenheira de Planejamento e Orçamento
Principais Obras:
Usina Goiasa – Goiatuba-GO (2007/2008)
CSA – Ìtaguai-RJ (2008)
Projetos Águas Limpas – Grande Vitória-ES (2008/2009)
Alumar – São Luiz Maranhão –MA (2009)
Ambev – Uberlândia (2009)
Expansão Center Shopping – Uberlândia (2009)
3
OR3("E4TO DE O$R(
54TROD637O
Desta forma, me parece que a melhor forma de se identificar à solução para o orçamento,
planejamento e controle de obras é um conjunto de sistemas interagindo e que chamaremos
.istem8tica de Orçamento, Planejamento e Controle de Obra.
Embora exista norma técnica (NBR-12721) sobre o assunto OR3("E4TO, falta ainda muito
conhecimento e rotina a respeito para que se possa formar um único algoritmo para sua
solução global.
Desta forma ao longo deste trabalho iremos discorrer sobre as diversas soluções obtidas pelos
sistemas, muitas vezes se interligando ou completando-se para permitir aquela imagem ainda
do futuro de orçamento de obra, de planejamento e do controle de obra, de que ao apertar-se
uma tecla irá sair uma listagem que venha a solucionar todas questões da valoração, do
planejamento e do controle de obras
Projeto
4
5
Definição %eral
O projeto, desenvolvido a partir de definições técnicas, deve ser considerado durante
toda a fase da obra, desde o orçamento.
Tipolo#ia Construtiva:
A proposta arquitetônica, especificações e métodos construtivos adotados podem ser
questionados, porem a modificação só deverá acontecer mediante a aceitação formal
entre as partes – Cliente, Contratado, Autor do Projeto e Fiscalizador.
Responsabilidade Técnica: A executora devera contar com profissional habilitado,
que recolhera as taxas no CREA fazendo suas Anotações Técnicas - ART de
execução da obra.
Estrutura: Para a estrutura deve-se considerar a condição do solo onde ocorrera a
construção, que nesta situação e solo de boa qualidade, não necessitando maiores
cuidados.
Destinação de Es#otos:
Como solução de destinação de esgotos, opta-se pela ligação da edificação à rede de
Esgotos publica;
Orçamento:
E preciso preencher planilha para que o orçamento seja cumprido, recomendamos que
seja elaborada planilha específica.
*adrão de (cabamento (dotado:
Seguir as especificações contidas no memorial descritivo podendo ajustar conforme o
padrão definido para a obra.
"emorial Descritivo:
Descreve os métodos construtivos a serem utilizados e o padrão de acabamento para
a construção de residência unifamiliar. Conforme a seguir.
Canteiro de Obras: A empresa executora das obras será responsável pelo
fornecimento do material necessário à implantação das unidades, assim como pela
mobilização, manutenção e desmobilização do canteiro de obras.
Após a conclusão das obras a área de instalação do canteiro deverá estar nas
condições idênticas às encontradas. Sem ônus ao contratante.
Todos os serviços preliminares não previstos, como: instalações provisórias de
energia e água, proteção do meio ambiente no entorno da obra e outros serão de
responsabilidade da empresa executora, realizados com material próprio e sem ônus
para o contratante.
.erviços *reliminares: Os lotes que receberão a edificação devem estar limpos,
concluídas as obras de terraplanagem quando estas forem necessárias.
6
* As edificações não deverão ser construídas sobre aterros e solos que não apresente
condições mínimas exigíveis de suporte para a obra;
* Raspagem e limpeza manual do terreno – executada antes da locação da obra
deverá ser retirada a vegetação existente, restos de materiais e demais empecilhos
para a execução das mesmas;
* Locação da Obra – executada com gabarito de madeira nas dimensões de projeto.
Deverá ser afixada Placa de Obras padrão do programa em local de boa Visibilidade,
segundo modelo definido pela CAÌXA.
Estrutura: A estrutura é composta por baldrame, viga de travamento após a ultima
fiada da alvenaria e laje sobre o banheiro e circulação.
* Escavação Manual – As cavas de fundações deverão ser executadas nas dimensões
mínimas de 40x25cm, niveladas e ter os fundos apiloados com maço de 30kg;
* Fundação direta – executada sobre lastro de concreto magro com 5cm de espessura,
será composta por vigas baldrame executadas com blocos de concreto tipo calha
(14x19x39cm), cheios de concreto estrutural e duas barras metálicas com 5.0mm,
conforme projeto. Após execução da fundação, esta deverá receber pintura
impermeabilizante em 2 demãos;
* Reaterro e Aterro Ìnterno – O reaterro consiste na reposição do material escavado,
complementando os vazios deixados pelos elementos estruturais e o aterro interno
consiste numa camada de nivelamento e preparação para execução do contrapiso. O
material de reposição deve estar isentos de detritos e ser apiloado em camadas de
20cm de altura, em umidade ótima para compactação. Caso o material escavado não
seja de boa qualidade, o reaterro deverá ser executado com material escolhido de
jazida próxima.
O aterro interno deverá ser executado com areia para aterro, visando diminuir o efeito
de capilaridade da água do solo abaixo da residência e com isso, os danos
decorrentes da umidade do terreno;
* Viga de Travamento – Será executada na última fiada da alvenaria viga de
travamento (respaldo), constituída por bloco de concreto tipo calha (9x19x19cm),
cheios de concreto estrutural e duas barras metálicas com 5.0mm;
* Laje – Será executada laje pré-moldada para forro no banheiro e circulação da
edificação, espessura de 8cm, com lajotas e capa de concreto estrutural de 2cm;
* Concreto – A preparação do concreto deverá atender aos parâmetros definidos por
norma, de maneira a atingir a resistência mínima de 20Mpa, cabendo à fiscalização da
obra, sempre que ocorrer dúvidas, solicitar provas de carga para avaliar sua
resistência e qualidade.
O cimento a ser utilizado deverá ser de boa qualidade, novo e ser condicionado em
obra, quanto necessário, segundo as recomendações de norma. O agregado graúdo a
ser utilizado na mistura deverá ser proveniente de britagem de rocha sã, isento de
resíduos e materiais pulverulentos.
A água destinada ao concreto deverá ser limpa e isenta de matéria orgânica;
Lançamento do Concreto – O concreto deverá ser lançado logo após o amassamento,
não sendo permitido entre o fim desse e o início do lançamento, um intervalo de tempo
superior à duas horas.
Deverão ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto, sendo
que a altura de queda livre não poderá ultrapassar 2,00m. O sistema de transporte do
concreto deverá permitir o lançamento direto, evitando depósitos intermediários e o
adensamento deverá obedecer a todos parâmetros de norma.
7
(lvenaria: será composta por painéis de blocos de concreto (9x19x39cm) conforme
projeto de paginação das paredes, assentados com argamassa de cimento, cal e areia
1:0,5:8. Junto aos vãos das Janelas deverá ser executada contra-verga com blocos de
concreto tipo calha (9x19x19cm), cheios de concreto estrutural e duas barras
metálicas com 5.0mm.
Para os vãos das portas deverá ser executado verga nas mesmas especificações.
Os vãos das janelas deverão ser executados conforme projeto e foram programados
para estarem com o vão superior junto à viga de travamento (respaldo), economizando
a colocação da verga.
Os blocos utilizados deverão apresentar boa qualidade, arestas vivas, sem trincas. As
juntas deverão ter no máximo 12mm, rebaixadas a ponta de colher, permanecendo
perfeitamente colocados em linhas horizontais contínuas e verticais descontínuas.
Esquadrias: portas em madeira, com acabamento em pintura de esmalte sintético,
conforme especificações abaixo:
* Cozinha e sala receberão portas almofadadas em madeira, com e= 3,5cm, fechadura
de latão cromado;
* Quartos e banheiro receberão portas em madeira compensada liso, com e= 3,5cm,
fecho com tarjeta.
Janelas de alumínio anodizado fosco, com dimensões conforme projetos e as
especificações abaixo:
Sala e quartos receberão janelas de correr em duas folhas;
* Cozinha receberá janela tipo maxim-ar com duas bandeiras;
* Banheiro receberá janela tipo maxim-ar com uma bandeira.
Cobertura: O telhado, com inclinação e dimensões previstas em projeto, será
executado em telha cerâmica tipo plan, assentadas atendendo às exigências da
especificação do fabricante. O madeiramento obedecerá às normas da ABNT, todas
as peças da estrutura deverão ser de parajú ou ipê, devidamente aparelhadas, sem
apresentar rachaduras, empenos e outros defeitos e seus encaixes serão executados
de modo a se obter um perfeito ajuste nas emendas.
Revestimentos: A edificação receberá chapisco com argamassa de cimento e areia
no traço 1:3, espessura de 0,5cm e reboco tipo paulista com argamassa de cimento,
cal e areia no traço 1:2:8, espessura de 2,0cm nas paredes internas, externas e no
teto da laje do banheiro.
As áreas molhadas receberão azulejo 20x20cm, assentado com argamassa colante,
junta a prumo, incluindo rejuntamento com argamassa industrializada no banheiro e
cozinha até 1,60m de altura e junto ao tanque numa área de 60x60cm.
A edificação receberá forra de PVC branco instalado em estrutura de perfis metálicos,
incluindo roda forro.
*isos e *avimentos: O piso da edificação será executado com caimento mínimo de
3cm no banheiro, em direção ao ralo e 1 cm na cozinha, em direção a porta externa.
* Lastro de Concreto – deverá ser executado lastro de concreto para contra piso FCK
10 Mpa, na espessura de 6cm;
* Calçada – Ao redor da edificação deverá ser executada calçada de proteção em
concreto magro, com espessura de 5cm e largura de 60cm, conforme projeto;
8
* Acabamento – piso cerâmico esmaltado linha popular 33x33cm PEÌ 3, assentado
com argamassa colante, incluindo rejuntamento com argamassa industrializada e
regularização de base com espessura de 2,5cm.
5nstalaç&es 9idrossanit8rias: As instalações hidráulicas, de esgoto e água pluvial
obedecerão às especificações contidas na planilha, bem como às normas da ABNT
referentes, nas quantidades especificadas em projeto, serão instalados os seguintes
equipamentos:
* Cozinha – Bancada de pia em mármore sintético com dimensão mínima de 1,20m,
torneira de parede plástica ½ ", válvula plástica 1¨ com tampa, sifão plástico (tubo
flexível);
* Serviço – Colocação de tanque em PVC ou mármore sintético, externo a casa, fixado
pela parede e torneira idem a da cozinha;
* Banheiro – Lavatório e bacia sanitária em louça branca, caixa de descarga, chuveiro
plástico com cano, torneira plástica para lavatório, ralo sifonado com fecho hídrico
igual ou superior a 5cm, com grelha plástica.
5nstalaç&es Elétricas: Deverão ser executadas nas quantidades previstas em planilha
e de acordo com normas pertinentes da ABNT.
*intura: A edificação receberá pintura Látex PVA, 2 demãos, sobre uma camada de
selador nas paredes internas e teto da laje do banheiro, pintura Látex acrílica em duas
demãos sobre uma camada de selador para as paredes externas. As portas receberão
pintura em esmalte sintético, duas demãos sobre uma demão de fundo nivelador.
:idros: Serão aplicados vidros fantasia canelado 4mm em todas as esquadrias,
utilizando-se para fixação massa própria.
;impe<a =inal: Deverá ser removido todo entulho do terreno, limpos e varridos os
acessos. As pavimentações destinadas a polimentos e lustração deverão ser polidas e
lustradas em definitivo. As superfícies de madeira deverão apresentar perfeito estado
e acabamento. Será removido qualquer detrito ou salpico de argamassa endurecida
nas superfícies das alvenarias e equipamentos, todas as manchas de tinta deverão ser
cuidadosamente removidas, os vidros devem estar limpos assim como as esquadrias.
=undação: Fundação direta tipo baldrame, composta com blocos tipo calha e blocos
de concreto, cheios de concreto armado.
(lvenaria: Painéis de blocos de concreto (9x19x39cm), assentados com argamassa
de cimento, cal e areia 1:0,5:8.
Esquadrias: Portas externas em madeira de lei maciça com almofadas, acabamento
em esmalte, fechaduras de latão cromado, com maçanetas.
Portas internas lisas de compensado, pintadas com esmalte sintético.
Janelas e básculas em madeira de lei e pintura em esmalte sintético.
Cobertura: telhas cerâmicas tipo PLAN, sobre estrutura de madeira de lei sem
tesoura.
9
*iso: Cimentado liso para toda edificação e calçada de proteção em cimentado
áspero.
5nstalaç&es 9idr8ulicas: Caixa d'água em fibra de vidro 500l, vaso e lavatório em
louça branca, bancada de pia e tanque em mármore sintético, torneiras de plástico.
5nstalaç&es Elétricas: Eletrodutos em PVC, disjuntores termo-magnéticos,
condutores em cobre com isolamento 750V, tomadas e interruptores de embutir.
Revestimentos: Reboco paulista com espessura de 2cm nas paredes externas e
internas. Azulejos 20X20cm no banheiro, cozinha e junto ao tanque.
*intura: Pintura interna em PVA Látex e externa em tinta acrílica.
*iso: Piso cerâmico padrão popular e calçada de proteção em cimentado áspero.
10
;E:(4T("E4TO DE '6(4T5D(DE.
O$>ET5:O
Ao recebermos um projeto, será nosso objetivo calcular as medidas lineares, de superfície e
de volumes ou , saber em seus serviços , quantos Ml , M2, M3 , Kg e UN estarão decompostos
seus elementos.
(,!%enérico

"ETODO;O%5(
Tendo como base, os projetos, memoriais descritivos:
1. O primeiro passo será a analise dos desenhos e seus memoriais descritivos.
2. Em seguida, as identificações dos serviços e suas dimensões.
11
"E"OR5(; DE C?;C6;O DE :O;6"E
Cliente : (4(;@T5CO
Obra :
Local :
E.*EC5=5C(37O 'TD ;,
("!
;/
("!
;A
("!
5D TOT(5.
Basicamente nesta etapa é que será dada a FORMA do orçamento,é bastante conhecido a
conceito de que um bom orçamento se fundamenta num bom levantamento de
quantidadeB
É conveniente ressaltar que o detalhamento das quantificações dependerá do tipo de projeto,
ou seja ,as informações de quantidades serão proporcionais ao seu detalhamento.
Projetos tipo "prefeitura" e anteprojetos demandarão maiores ajustes, ajustes estes que irão
sendo confirmado a medida que os projetos sejam mais detalhados.
Em todos os casos, independentemente de seu estagio de projeto iniciaremos com o conceito
de "C9ECCD;5.TEB
O "CHECK-LÌST" (nome dado para efeito didático, muito semelhante ao check-list dos
aeronautas antes de suas decolagem) servirá para identificar etapas principais da obra, a fim
de orientar-nos de termos quantificado a maioria de seus elementos.
Assim para obras em prédios os principais itens são:
1 - Ìnstalação de Canteiro
2 - Serviços Gerais
3 - Movimento de Terra
4 - Fundações e Ìnfra-estrutura
5 - Estruturas
6 - Alvenarias
7 - Ìnstalações Hidráulicas
8 - Ìnstalações Elétricas
9 - Esquadrias de Madeira
10 - Esquadrias Metálicas
11 - Revestimentos Ìnternos
12 - Revestimentos Externos
13 - Forro
14 - Ìmpermeabilizações
15 - Pavimentações Ìnternas
16 - Cobertura
17 - Vidros
18 - Pintura
19 - Pavimentação Externa
20 - Elevadores
21 - Equipamentos
22 - Diversos
23 - Limpeza
12
'6(DRO DE D5.TR5$6537O DE '6(4T5D(DE.
O$>ET5:O
Transformar em um único quadro, todas as informações, levantadas,de tal forma, visualizar o
conjunto de dados, fornecer condições das verificações das "dicas¨, e principalmente,
possibilitar ao orçamentista um quantitativo , que sirva igualmente para o pessoal de obras.
O objetivo deste quadro é possibilitar que as quantidades nele expressas, sejam auto-
explicativas, evitando as analises das planilhas auxiliares.
"ETODO;O%5(
A partir das planilhas auxiliares, o tendo-se o plano de contas já definido, pois já foram feitos
os levantamentos, distribui-se, todas as quantidades:
1.Na horizontal, as, dependências, ou andares ou prédios
Na vertical, os itens do plano de contas e suas medidas,
2. Considere sempre que a itimização adotada de quantidade deverá ser compatível com o
mesmo "idioma¨ usado pela organização para serviços e insumos/recursos e verbas
3. Ao itimizar os itens do quadro de quantidades, leve em consideração às condições de
planejamento e controle de obra.
4. Utilize as unidades de serviço usuais da organização.
(1!Exemplo:
13
EdifFcio Comercial
CGDB DE.CR537O 64 TOT(;
.6$
.O;O THRREO "EI(454O
,J
*(:B
/J
*(:B
AJ
*(:B ?T5CO =(C9(D(.
DE.*E.(. 545C5(5.
Projetos :$ 1,00 1,00
0/0A0/ Ligação provisória de luz :$ 1,00 1,00
0/0A0, Ligação provisória de água e esgoto :$ 1,00 1,00
.ER:53O. *RE;5"54(RE.
0/0/0/ Limpeza do terreno "K 600,00 600,00
0/0L0A Tapume em chapa de madeira compensada "K 220,00 220,00
Placas da obra :$ 1,00 1,00
0/0M0, Locação da obra "K 480,00 480,00
0/0L0L Abrigo provisório "K 57,15 57,15
"O:5"E4TO DE TERR(
=64D(3NE.
$locos O .apatas
0M0A0, Formas "K 42,00 42,00
0M0L0M Aço 5,0 mm C% 43,00 43,00
0M0L0A Aço 6,3 mm C% 306,00 306,00
0M0L0A Aço 10,0 mm C% 72,00 72,00
0M0L0L Aço 12,5 mm C% 174,00 174,00
0M0L0L Aço 16,0 mm C% 59,00 59,00
0M0L0L Aço 20,0 mm C% 434,00 434,00
0M0M,L Concreto "P 7,90 7,90
0M0M,M Lançamento de concreto "P 7,90 7,90
'6(4T5D(DE.
14
CGDB DE.CR537O 64 TOT(;
.6$
.O;O THRREO "EI(454O
,J
*(:B
/J
*(:B
AJ
*(:B ?T5CO =(C9(D(.
Outros
0M0A0, Formas "K 70,00 70,00
0M0L0M Aço 5,0 mm C% 138,00 138,00
0M0L0A Aço 6,3 mm C% 376,00 376,00
0M0L0A Aço 10,0 mm C% -
0M0L0L Aço 12,5 mm C% 1.480,00 1.480,00
0M0L0L Aço 16,0 mm C% 219,00 219,00
0M0L0L Aço 20,0 mm C% -
0M0M,L Concreto "P 6,30 6,30
0M0M,M Lançamento de concreto "P 6,30 6,30
E.TR6T6R(
;ajes
0Q0,0A Formas "K 1.310,00 250,00 400,00 149,00 149,00 149,00 153,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 1.454,00 513,00 518,00 16,00 55,00 55,00 55,00 75,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 5.028,00 614,00 1.301,00 106,00 795,00 795,00 795,00 544,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% 213,00 107,00 106,00
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 22,00 22,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 127,10 29,90 42,80 12,20 12,20 12,20 12,60
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 127,10 29,90 42,80 12,20 12,20 12,20 12,60
:i#as
0Q0,0A Formas "K 1.093,00 192,00 290,00 84,00 113,00 95,00 95,00 104,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 1.034,00 222,00 254,00 79,00 100,00 86,00 86,00 99,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 1.082,00 185,00 274,00 56,00 171,00 89,00 89,00 77,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% 1.445,00 297,00 383,00 158,00 116,00 113,00 113,00 204,00
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 1.682,00 440,00 350,00 38,00 207,00 222,00 222,00 70,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% 1.516,00 204,00 527,00 136,00 147,00 138,00 138,00 154,00
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 62,80 13,20 16,50 4,30 6,40 5,10 5,10 5,50
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 62,80 13,20 16,50 4,30 6,40 5,10 5,10 5,50
*ilares
0Q0,0A Formas "K 443,00 113,00 70,00 71,00 57,00 57,00 57,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 643,00 99,00 82,00 83,00 115,00 118,00 109,00 18,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 354,00 164,00 122,00 68,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 1.607,00 352,00 213,00 185,00 234,00 257,00 244,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% 308,00 49,00 89,00 121,00 49,00
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% 1.116,00 659,00 333,00 124,00
0Q0L0A Concreto "P 24,60 6,30 4,20 4,20 3,30 3,30 3,30
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 24,60 6,30 4,20 4,20 3,30 3,30 3,30
Outros
0Q0,0A Formas "K 80,00 25,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 34,00 34,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% -
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 219,00 219,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 8,80 2,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 8,80 2,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30
CO4TRO;E TEC4O;G%5CO
0Q0L,M Controle tecnológico "P 237,50 59,60 66,90 9,80 24,10 21,90 21,90 21,40 -
'6(4T5D(DE.
O preenchimento deste QDQ, poderá ser feito por planilhas auxiliares, como na atualidade ,
levantando as quantidades por DESENHOS ASSÌSTÌDOS POR COMPUTADOR, (os sistemas
CAD´s).
15
CGDB DE.CR537O 64 TOT(;
.6$
.O;O THRREO "EI(454O
,J
*(:B
/J
*(:B
AJ
*(:B ?T5CO =(C9(D(.
*(:5"E4T(37O ERTER4(
,10,0A Contra piso de concreto e= 8 cm "K 135,34 135,34
,10AA, Regularização para piso de granito "K 135,34 135,34
,10AAA Granito Amarelo Minas "K 42,53 42,53
Pedra Miracema "K 92,81 92,81
:5DRO.
,00,0, Vidro liso 6 mm "K 179,24 14,21 44,11 43,71 43,71 31,40 2,10
,00,0, Vidro fantasia "K 6,36 1,08 1,92 1,92 1,44
,00/0, Vidro temperado "K 30,60 30,60
D5:ER.O.
/,0,0, Muro de divisa " 80,00 80,00
Escada caracol 64 1,00 1,00
.ER:53O. CO"*;E"E4T(RE.
Paisagismo :$ 1,00 1,00
Limpeza geral interna, externa e fachada :$ 1,00 1,00
'6(4T5D(DE.
*;(45;9("E4TO DE '6(4T5D(DE.
O$>ET5:O
Estruturar o orçamento de maneira à obtenção dos valores por etapa por serviço e global da
obra. Alguns sistemas informatizados particularizam esta fase de serviço, daí estarmos dando
este enfoque especifico, quando, no entanto estamos trabalhando em planilhas eletrônicas,
este passo, já esta feita quando preenchemos o Q.D.Q.
Porém as observações abaixo são também pertinentes com uso de planilhas eletrônicas.
"ETODO;O%5(
1. É nesta fase dos serviços que irão ser utilizados as informações do levantamento
quantitativo, base de dados de serviços e base de dados de recursos/insumos, portanto é a
estruturação a do planejamento e controle de obraB
2. Considere sempre que a base de dados de quantidade é uma personalização das bases de
dados de serviços e insumos/recursos.
3. (o criar a base de dados de quantidade leve em consideração Ss condiç&es de
planejamento e controle de obraB
4. Verifique a correspondência das unidades da base de dados de serviços, e os
levantamentos quantitativos.
Embora os sistemas atuais permitam a itimização dos orçamentos é conveniente que na base
de dados de quantidades seja preenchida seguindo uma rotina de andamento de obra. Ao
estruturarmos a base de dados de quantidade, já estamos com as bases de dados de serviços
e insumo sem uso.
Significa, portanto que teremos que administrar as informações de plantas (levantamento
quantitativo) e base de dados (listagem de serviço).
.
Assim se seguirmos o exemplo da NB12721 vamos codificar dentro das etapas:
1- Serviços iniciais
16
2- Serviços preliminares
3- infra-estrutura, etc
Ao seguir o Departamento de Obras do Estado
1- Serviços preliminares
2- Movimento de terra
3- Fundações, etc.
ou se seguirmos a CEF
1- Serviços preliminares
2- Fundações
3- Estrutura, etc.
ou ainda se seguirmos a etapa de conta
1- Projeto
2- Análise de solo
3- Análise de custo, etc.
( consultar bases de dados de serviços e quadro de distribuição de quantidade (QDQ)
modulos Ì e Modulos ÌÌ)
Diferentemente da base de dados de serviços, na qual, tínhamos sugerido tentar não repetir
serviços dentro de uma mesma etapa, nesta fase de quantidade é conveniente e espelharão
a realidade dentro das planilhas de quantidade as repetições de serviços dentro das etapas.
Por exemplo, poderá acontecer que no item fundações, existam paredes, e, portanto dentro da
etapa fundações haverá necessidade de codificar serviços parede, isto não significará que se
esta estimando serviço na base de dados de serviços, mas que, nesta obra haverá paredes na
etapa fundação e na etapa de alvenaria.
Recomendo sistematizar as informações com os seguintes campos:
1- Ìdentificação da obra
2- Código ou especificação da obra, como metragem, cidade, etc
3- Ìndicação seqüencial das folhas
4- Nome da obra
5- Local da obra
6- Códigos de etapas e serviços
7- Quantidade dos serviços
17
Ao usar as planilhas de quantidade estaremos fazendo a relação serviços/quantidade/etapa.
( codificação dever8 ser da base de dados de serviços e a quantidade das planilas dos
levantamentosB
Desta forma os sistemas desenvolvidos possibilitam emissão de listagem de orçamentos que
possuam pelo menos as seguintes informações;
- etapas de serviços
- especificação dos serviços
- quantidades
- preços unitários
- material
- mão-de-obra
- total por serviço
Permitindo a informação com o uso ou seu BDÌ; preço global e preço por etapa.
18
*;(45;9( DE OR3("E4TO
Neste momento de nossos serviços, temos em mãos, se estivermos trabalhando com
sistemas, nossas bases de dados de insumos (materiais, mão de obra e serviços) , nossa
base de dados de composição (seus índices de utilização) e para elaboração de um
orçamento, só restará colocarmos no sistema os serviços e suas quantidades e multiplicadores
de custo, tipo BDÌ.
Quando no entanto estivermos trabalhando em planilhas teremos que recorre as informações
obtidas de:
'uantidades (quadro de distribuição de quantidades!
Composição de preços unit8rios ( CB*B6!
Temos condição de montar uma *lanila orçament8ria de custoB
Vamos recordar o que foi informado no Quadro de Distribuição de Quantidades.(QDQ)
19
CGDB DE.CR537O 64 TOT(;
.6$
.O;O THRREO "EI(454O
,J
*(:B
/J
*(:B
AJ
*(:B ?T5CO =(C9(D(.
Outros
0M0A0, Formas "K 70,00 70,00
0M0L0M Aço 5,0 mm C% 138,00 138,00
0M0L0A Aço 6,3 mm C% 376,00 376,00
0M0L0A Aço 10,0 mm C% -
0M0L0L Aço 12,5 mm C% 1.480,00 1.480,00
0M0L0L Aço 16,0 mm C% 219,00 219,00
0M0L0L Aço 20,0 mm C% -
0M0M,L Concreto "P 6,30 6,30
0M0M,M Lançamento de concreto "P 6,30 6,30
E.TR6T6R(
;ajes
0Q0,0A Formas "K 1.310,00 250,00 400,00 149,00 149,00 149,00 153,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 1.454,00 513,00 518,00 16,00 55,00 55,00 55,00 75,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 5.028,00 614,00 1.301,00 106,00 795,00 795,00 795,00 544,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% 213,00 107,00 106,00
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 22,00 22,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 127,10 29,90 42,80 12,20 12,20 12,20 12,60
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 127,10 29,90 42,80 12,20 12,20 12,20 12,60
:i#as
0Q0,0A Formas "K 1.093,00 192,00 290,00 84,00 113,00 95,00 95,00 104,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 1.034,00 222,00 254,00 79,00 100,00 86,00 86,00 99,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 1.082,00 185,00 274,00 56,00 171,00 89,00 89,00 77,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% 1.445,00 297,00 383,00 158,00 116,00 113,00 113,00 204,00
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 1.682,00 440,00 350,00 38,00 207,00 222,00 222,00 70,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% 1.516,00 204,00 527,00 136,00 147,00 138,00 138,00 154,00
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 62,80 13,20 16,50 4,30 6,40 5,10 5,10 5,50
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 62,80 13,20 16,50 4,30 6,40 5,10 5,10 5,50
*ilares
0Q0,0A Formas "K 443,00 113,00 70,00 71,00 57,00 57,00 57,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 643,00 99,00 82,00 83,00 115,00 118,00 109,00 18,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% 354,00 164,00 122,00 68,00
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 1.607,00 352,00 213,00 185,00 234,00 257,00 244,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% 308,00 49,00 89,00 121,00 49,00
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% 1.116,00 659,00 333,00 124,00
0Q0L0A Concreto "P 24,60 6,30 4,20 4,20 3,30 3,30 3,30
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 24,60 6,30 4,20 4,20 3,30 3,30 3,30
Outros
0Q0,0A Formas "K 80,00 25,00 11,00 11,00 11,00 11,00 11,00
0Q0/0M Aço 5,0 mm C% 34,00 34,00
0Q0/0A Aço 6,3 mm C% -
0Q0/0A Aço 10,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 12,5 mm C% 219,00 219,00
0Q0/0L Aço 16,0 mm C% -
0Q0/0L Aço 20,0 mm C% -
0Q0L0A Concreto "P 8,80 2,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30
0Q0L,, Lançamento de concreto "P 8,80 2,30 1,30 1,30 1,30 1,30 1,30
CO4TRO;E TEC4O;G%5CO
0Q0L,M Controle tecnológico "P 237,50 59,60 66,90 9,80 24,10 21,90 21,90 21,40 -
'6(4T5D(DE.
'uantidades
.erviços 6nidades
COD5%O.
E, lembrarmos que uma planilha de preço nada mais é que
*reço do serviço T 'uantidade R *reço 6nit8rio
"ultiplicados e somados tantas ve<es quantos forem os serviços que
foram quantificadosB
$astaria incluir preços unit8rios a estas informaç&esU que teremos uma
planila de custoB EU observe que usando da tecnica do 'D'U poderiamos
ter orçamentos por andar B
E de onde conseguir estes preços?. Aqui é que começa a decisão de usar ou não sistemas de
orçamento informatizado.
Se, nosso problema é uma única obra, e quisermos obter uma ordem de grandeza, as
informações destes preços virão de diversas fontes, planilhas de órgãos, onde já fornecem os
preços (houve um trabalho de coleta de insumos, elaboração de cpu, e, foi emitido este preço
para consulta).
Poderão ser consultados revistas, ou fornecedores, montando-se assim os preços dos
serviços.
Como estamos tendo as informaç&es de quantidade em planila e)celU com um pouco de
pratica de operação de planilaU insereDse uma coluna com as informaç&es de preços ao
lado da coluna de quantidade U e U numa coluna se#uinteU fa<endoDse o produto da
quantidade pelo preço vamos obter preço por serviçoB
.eU na obtenção destas informaç&es U estes preços vierem separadosU em material e mão
de obraU bastaria incluir estas informaç&es ao lado das quantidadesB
20
*;(45;9( OR3("E4T?R5( D %ER(;
5TE" .ER:53O. 645DB '6(4TB
*RE3O
.ER:53O
*BT .6$ TOT(; TOT(; ET(*(.
, .erviços *reliminares
1.1 Administração Direta / Canteiro de Obras
vb 1,00 26797,59 26.797,59
1.2 Limpeza do Terreno
1.2.1
Limpeza geral,incl remoção da cob.vegetal - troncos c/diam.até
10cm
m2 2.515,39 1,12 2.817,24
1.2.2 Remoção de entulho,inclusive transporte ate 1km m3 45,48 19,47 885,44
1.3 Movimento de Terra Mecanizado
1.3.1 Corte e aterro compactado m3 222,97 6,62 1.476,06
1.3.2 Fornecimento de terra,incl.corte,carga,descarga e transporte até 1km m3 822,89 47,36 38.972,07
1.3.3 Aterro, inclusive compactação m3 822,89 2,21 1.818,59
72.766,98
1/B1QQUVW
/ =undação
2.1 Fundações Profundas
2.1.1 Estacas escavadas mecanicamente diam.= 25cm m 252,00 16,47 4.150,44
2.1.2 Taxa de mobilização de equipamentos para estaca escavada mecanicamente un 1,00 7170,80 7.170,80
2.1.3 Concreto Usinado Fck 20 Mpa Dosado, bombeado e lançado m3 124,56 252,63 31.467,59
2.1.4 Aço CA-50 (80Kg/m3) kg 9.964,80 2,58 25.709,18
2.2 Valas
2.2.1 Escavação manual - profundidade igual ou inferior a 1,50m m3 456,47 14,72 6.719,24
2.2.2 Apiloamento do fundo de valas,para simples regularização m2 464,16 6,80 3.156,29
2.2.3 Lastro de brita m3 23,20 44,41 1.030,31
2.2.4 Reaterro de valas,inclusive apiloamento m3 330,95 17,70 5.857,82
2.3 Fundações Superficiais
2.3.1 Forma comum de tabuas de pinho m2 811,58 16,09 13.058,32
2.3.2 Concreto Usinado Fck 20 Mpa Dosado, bombeado e lançado m3 102,02 252,63 25.773,31
2.3.3 Aço CA-50 (80Kg/m3) kg 8.160,93 2,58 21.055,20
145.148,50
,LMB,LWUM0
A Estrutura
3.1 Estrutura em concreto armado
3.1.1 Forma especial de chapas plastificadas (10mm) - plana m2 2.534,90 29,58 74.982,34
3.1.2 Concreto Usinado Fck 20 Mpa Dosado, bombeado e lançado m3 151,60 252,63 38.298,71
3.1.3 Aço CA-50 (80Kg/m3) kg 12.128,52 2,44 29.593,59
3.1.4 Laje mista pré moldada treliçada h=8cm, c/ capeamento 4cm (12cm) m2 1.803,73 29,69 4.401,10
147.275,74
,L1B/1MU1L
L (lvenaria
4.1 Paredes de vedação
4.1.1 Bloco cerâmico e=9cm m2 812,04 49,91 40.528,92
4.1.2 Bloco cerâmico e=14cm m2 1.262,34 67,06 84.652,52
4.1.3 Verga de concret 20v20cm sob e sobre janelas m3 10,00 280,00 2.800,00
127.981,44
,/1BVW,ULL
.eU
inclusive obtermos informaç&es de preços de serviçosO equipamentosU i#ualmente
poderão acrescentar S planilaB
4ão 8 diferença na aparXncia de uma planila e)ecutada em e)cel e uma planila
e)ecutada por sistema B
(,,!
Mas, quando estamos trabalhando com as bases de dados já estabelecidas, existe a
possibilidade de "estudar" mais os orçamentos.
21
Com o uso da informática na orçamentação, as composiçoes já estao armazenadas nos
bancos de dados, os insumos já estao cotados( daí a necessidade de estarmos
constantemente atualizando-os) , os sistemas farão as contas e os totais são obtidos
rapidamente, podendo assim simular situações, com mudanças de preços, coeficientes ou
mesmo quantidade ,operações estas trabalhosas e arriscadas quando trabalhamos com
planilhas(memsos lincadas).
Estas simulações quando trabalhamos com bases de dados e sistemas são possíveis e
recomendáveis pois o tempo médio de uma listagem de um prédio é de 5 a 10 minutos.
Além do orçamento propriamente dito. O sistema de orçamentos tem sido direcionado a emitir
listagem com informações úteis ao nível de complementação, acionando-se as informações já
cadastradas.
São já usuais as seguintes listagens:
(! ;ista#em de composiç&es de serviçosY neste relatZrio é apresentado:
- caderno de serviço
- código de serviço
- código dos insumos
- nomes dos insumos
- coeficientes dos insumos na composição
- Totais de materiais/equipamentos
- Totais de mão de obra
- Leis sociais
- BDÌ
- Custo unitário de serviço (V!
22
23
Cliente:
Obra 4J
*lanila de Composição de *reços 6nit8rios
CZdi#o Descrição 6nidade
08,AO,45 Batente em chapa metálica dobrada n. 14 m
5tem "aterial 6nidade 'uantB *reço 6nitB *reço Total
M105010 Areia lavada m3 0,0016
M105080 Cal hidratada kg 0,1200
M105170 Cimento portland kg 0,5700
M305010 Batente metálico em chapa metálica dobrada 14 m 1,0000
Total ,
5tem "ão de Obra 6nidade 'uantB *reço 6nitB *reço Total
F000990 Servente h 0,5500
F000200 Pedreiro h 0,5000
.ubDtotal
Encar#os .ociais EncB.ociais
Total /
5tem Equipamentos 6nidade 'uantB *reço 6nitB *reço Total
Total A
Total %eral
$! ;ista#em resumida das composiç&es de serviçosB
Nestes relatórios são apresentados:
- nome e código dos serviços
- preços de materiais/equipamentos
- preços de mão de obra
- preço global
Estas listagens têm sua utilidade na ornamentação no sentido de serem indicativas e
orientativas para orçamentos expedidos.
(11)
24
*;(45;9( OR3("E4T?R5(
D(T(: 0AO,,OVV
*reço 6nit8rio *reço Total
5tem .ervico 6nidB 'uantB "ão de Obra "atBOEquipB .ervBEmpreitB Total do .erviço
01 DESPESAS ÌNÌCÌAÌS
01.01 ADMÌNÌSTRACAO LOCAL GL 1,00 AQWBLQ0U00 368.460,00 368.460,00
01.02 ÌNSTALACAO DE CANTEÌRO DE OBRA GL 1,00 M,B/W0U,Q 51.280,16 51.280,16
01.03 MAQUÌNAS E EQUÌPAMENTOS GL 1,00 M0BL1,UL0 50.471,40 50.471,40
01.04 DESPESAS CORRENTES GL 1,00 ,/0BQ00U00 120.600,00 120.600,00
.ubtotal MV0BW,,UMQ
04 REBAÌXAMENTO DE LENCOL FREATÌCO E DRENAGEM
04.01 REBAÌXAMENTO DE LENCOL FREATÌCO E DRENAGEM MES 3,00 3.420,00 3.420,00 10.260,00
.ubtotal ,0B/Q0U00
05 FUNDACOES-ÌNFRA ESTRUTURA
05.01 FUNDACOES MADEÌRA
05.01.01 TABUAS DE PÌNHO P/FUNDACOES,UTÌLÌZACAO 5 VEZES M2 228,08 10,52 2,12 12,64 2.882,93
05.03 DÌVERSOS
05.03.01 APÌLOAMENTO DE PÌSO OU FUNDO DE VALAS C/MACO DE 30KG M2 331,78 3,78 3,78 1.254,13
05.03.02 LASTRO DE CONCRETO SÌMPLES DE 5 CM DE ESPESSURA M2 241,92 2,46 3,64 6,10 1.475,71
05.03.03 CONCRETO ESTRUTURAL PRE-MÌSTURADO FCK 25,0 MPA M3 46,81 L/U/V 143,02 185,31 8.674,36
05.03.04 ARMADURA CA-50 MEDÌA DÌAM 6,35 A 9,52MM (1/4 A 3/8") KG 3.744,80 0,84 0,68 1,52 5.692,10
05.03.05 ARMADURA CA-60B MEDÌA DÌAM 6,40 A 9,50MM KG 936,20 0,99 0,68 1,67 1.563,45
05.03.06 ESCAVACAO MANUAL DE VALAS,EM TERRA,ATE 2M M3 184,08 9,78 9,78 1.800,30
05.03.07 REATERRO APÌLOADO DE VALAS M3 105,89 10,37 10,37 1.098,08
05.03.08 RETÌRADA DE TERRA P/ BOTA FORA M3 78,19 6,59 6,59 515,27
.ubtotal /LBVMQUAA
Curvas ($C
Nestas listagens são apresentados
- Unidade
- Quantidade
- Preço unitário
- Preço global
- Percentual de participação do insumo no orçamento global
- Percentual de participação acumulado de cada insumo no orçamento global.
Esta listagem é considerada uma das ferramentas mais importantes na análise do orçamento,
pois, permite avaliar quais os insumos de maiores "pesos" na obra em análise.
Daí resultando uma análise de maior cuidado no preço e já orientando para a necessidade de
acompanhamento em campo.
(,/!
D! Curva ($C dos .erviços
Analogamente apresenta o percentual de participação de cada serviço. Também uma
ferramenta de análise de grande valia para identificar-se levantamentos, preços e metodologia
executiva.
(,/!
25
C6R:( ($C DE 54.6"O.
CZdi#o Descrição do .erviço 6nidB 'uantidade 6nit8rio Total [ [ (cm
M32501 PLACA DE MARMORE PAGÌNADO - COLOCADO M2 1.053,01 275,00 289.576,41 32,94 32,94
M30114 PORTA DE MADEÌRA M2 114,94 430,00 49.422,68 5,62 38,56
M38042 MASSA UNÌCA PRE-FABRÌCADA PARA REVESTÌMENTO KG 89.548,20 0,33 29.550,77 3,36 41,93
G64619 MAO DE OBRA PARA EXECUCAO DE ALVENARÌA M2 2.955,00 8,58 25.353,78 2,88 44,81
M31001 CAÌXÌLHO DE MADEÌRA - MAXÌM-AR M2 49,91 450,00 22.459,40 2,55 47,36
M20511 CONCRETO USÌNADO FCK=20,0MPA M3 148,71 130,19 19.361,27 2,20 49,57
M32504 GRANÌTO CÌNZA MAUA POLÌDO ESP 3,0CM M2 115,23 164,00 18.897,63 2,15 51,72
G69615 ÌNSTALACOES ELETRÌCAS GL 1,00 17.002,17 17.002,09 1,93 53,65
G64615 MAO DE OBRA PARA EMASSAMENTO E PÌNTURA LATEX ACRÌLÌCA M2 2.180,57 7,22 15.743,65 1,79 55,44
M38521 PLACA DE GESSO 60x60 M2 972,10 15,00 14.581,39 1,66 57,10
G64616 MAO DE OBRA PARA EXECUCAO DE FORMA DE MADEÌRA M2 1.480,00 9,43 13.956,34 1,59 58,69
M22507 BLOCO DE CONCRETO 09X19X39CM - VEDACAO UN 26.916,50 0,50 13.468,44 1,53 60,22
G64967 MAO DE OBRA PARA EXECUCAO DE LÌMPEZA GERAL M2 1.343,12 10,00 13.431,14 1,53 61,75
G64930 MAO DE OBRA PARA EXECUCAO DE LASTRO DE CONCRETO M2 1.343,17 9,50 12.760,06 1,45 63,20
G64927 MAO DE OBRA PARA COLOCACAO DE FORRO DE GESSO M2 900,09 13,50 12.151,16 1,38 64,58
M21517 ACO CA-50 DE 5/16' - 7.94MM KG 10.745,00 1,08 11.604,55 1,32 65,90
M20512 CONCRETO USÌNADO FCK=15 MPA M3 94,02 121,00 11.376,60 1,29 67,20
G64929 MAO DE OBRA PARA REGULARÌZACAO DE PÌSO M2 1.343,17 8,00 10.745,31 1,22 68,42
M21032 CHAPA COMPENSADA RESÌNADA 12MM (1.10X2.2M) M2 1.427,80 7,10 10.136,15 1,15 69,57
C6R:( ($C DE .ER:53O
CZdi#o Descrição do .erviço 6nidB 'uantidade 6nit8rio Total [ [ (cm
150431 REVESTÌMENTO DE MARMORE PAGÌNADO M2 607,60 276,66 168.098,62 19,12% 19,12%
170328 PÌSO DE MARMORE PAGÌNADO M2 445,41 276,66 123.227,13 14,02% 33,14%
150421 MASSA UNÌCA M2 2.984,94 12,73 37.998,29 4,32% 37,46%
210227 LASTRO DE CONCRETO COM PROTECAO MECANÌCA M2 1.343,17 26,28 35.298,51 4,02% 41,48%
070192 ALVENARÌA COM BLOCO DE CONCRETO 09X19X39CM- VEDACAO M2 2.050,00 16,05 32.902,50 3,74% 45,22%
140407 FORRO DE GESSO - PLACAS 60x60CM M2 900,09 32,26 29.036,90 3,30% 48,52%
060102 FORMA C/CHAPA COMPENS.RESÌNADA 12MM.UTÌLÌZ. 2X M2 1.180,00 20,67 24.390,60 2,77% 51,30%
050515 CONCRETO ESTRUTURAL FCK 20,0MPA - USÌNADO M3 144,38 152,10 21.960,20 2,50% 53,80%
200606 PÌNTURA LATEX ACRÌLÌCO SOBRE MASSA FÌNA DESEMPENADO M2 1.482,54 12,32 18.264,89 2,08% 55,88%
170339 REGULARÌZACAO DE PÌSO M2 1.343,17 13,40 17.998,48 2,05% 57,92%
240121 ÌNSTALACOES ELETRÌCAS GL 1,00 17.002,17 17.002,17 1,93% 59,86%
170365 GRANÌTO PAGÌNADO - PÌSO M2 82,43 203,55 16.778,63 1,91% 61,77%
060205 ARMADURA CA-50 DÌAM.6.25 A 9.52MM KG 9.145,00 1,73 15.820,85 1,80% 63,57%
070190 ALVENARÌA COM BLOCO DE CONCRETO 14X19X39CM M2 905,00 17,24 15.602,20 1,77% 65,34%
070807 P07 - PORTA EXTERNA CAMARAO (3.50X2,50M) VARANDA UN 4,00 3.702,08 14.808,32 1,68% 67,02%
110111 TELHA DE CÌMENTO - TÌPO TERGULA M2 563,00 25,81 14.531,03 1,65% 68,68%
150426 CERAMÌCA DOLMEN M2 408,98 35,50 14.518,79 1,65% 70,33%
E! Orçamento por Etapas
Listagem de orçamento resumida aonde é emitido somente os totais por etapa. Em muitos
sistemas além dos valores, apresenta-se também o percentual de cada etapa em relação ao
total da obra. Estas informações são úteis para avaliar os percentuais básicos nos prédios.
Com estas listagens, pode-se então simular, recalcular e elaborar um orçamento mais próximo
do real com as informações mais detalhadas.
(,,!( 0M/ Orçamento %eral "odelo!
$D5 $onificação das Despesas 5ndiretas
Bonificação das Despesas Ìndiretas é a expectativa do resultado (lucro, também chamado
Beneficio ou Bonificação) incluso o valor das despesas indiretas decorridas da execução de um
determinado serviço ou obra.
As despesas indiretas incidem diretamente sobre custo das obras ou serviços.
E, vamos considerar que o lucro seja incidente sobre o preço de custo (embora hoje, estudos
que o lucro liquido seja incidente sobre o preço de venda).
26
Cliente :
Obra :
Local :
*;(45;9( OR3("E4T?R5( *OR ET(*(
5tem Descrição Total 5ncidXncia
01 DESPESAS ÌNÌCÌAÌS 590.811,56 8,71%
04 REBAÌXAMENTO DE LENCOL FREATÌCO E DRENAGEM 10.260,00 0,15%
05 FUNDACOES-ÌNFRA ESTRUTURA 24.956,33 0,37%
06 ESTRUTURA 1.318.973,08 19,45%
07 PAREDES 399.737,38 5,89%
09 ÌMPERMEABÌLÌZACAO 27.545,77 0,41%
10 COBERTURA 29.954,52 0,44%
11 REVESTÌMENTO DE TETOS 195.909,42 2,89%
12 REVESTÌMENTO DE PAREDES ÌNTERNAS 407.995,84 6,02%
13 REVESTÌMENTO EXTERNO 290.506,52 4,28%
14 ESQUADRÌAS 738.604,58 10,89%
15 RODAPES E SOLEÌRAS 115.672,06 1,71%
16 PÌSOS 387.402,08 5,71%
17 ÌNSTALACOES ELETRÌCAS 565.303,20 8,34%
18 ÌNSTALACOES HÌDRAULÌCAS 524.251,80 7,73%
19 APARELHOS E METAÌS SANÌTARÌOS 243.249,96 3,59%
20 PÌNTURA ÌNTERNA 198.904,33 2,93%
21 PÌNTURA EXTERNA 238.472,30 3,52%
22 VÌDROS 223.211,96 3,29%
23 PAÌSAGÌSMO 6.044,12 0,09%
24 DÌVERSOS 45.148,56 0,67%
25 LÌMPEZA 27.275,48 0,40%
26 ELEVADORES 171.000,00 2,52%
TOT(; D( O$R( QB1W,B,V0UWM ,00U00[
?rea ("/! ,MBAAAU0M
*reço pO "/ (R\! LL/U/Q
Assim,
*:T*C]$D5
Como até agora foram feitos todos os estudos para obter o PC, vamos analisar os pontos que
incidem sobre este valor para formar o PV.
Vamos enfocar o BDÌ sob o ponto de vista de obras publicas e obras privadas.
Ìnicialmente analisaremos o DÌ
DE.*E.(. 54D5RET(.
Conceito
São os custos, incidentes sobre uma obra, que não estão contemplados no orçamento direto.
Com este conceito, abrangemos um universo de tópicos, e para que seja viável sua análise,
classificaremos para,
O$R(. *^$;5C(.
Despesas com:
• ADMÌNÌSTRAÇÃO CENTRAL
• ADMÌNÌSTRAÇÃO DA OBRA
• CANTEÌRO DA OBRA
• FÌNANCEÌRAS
• ÌMPOSTOS E TAXAS
(D"545.TR(37O CE4TR(;
Diretoria e secretarias
Suprimentos e Compras
Financeiro, incluindo Tesouraria e Contabilidade
27
Jurídico
Recursos Humanos
Planejamento e Orçamentos
Comercial
Apoio e Deposito
Despesas de instalação do Escritório Central
Seguros do Escritório Central e Deposito
Taxas para funcionamento
Material de consumo (limpeza, higiene, escritório).
Consumo de energia, água, telefone etc.
Estes custos incidem na obra, pois a operação de uma empresa que tem em sua sede, uma
estrutura montada para atender TODAS as obras em andamento é um custo que deverá ser
reembolsado pela obra.
A valoração destes custos deveria ser enfocada em função do faturamento anual da empresa,
porem nem sempre estes dados estão disponíveis no momento de estabelecer-se o DÌ.
Desta forma, usualmente rateia-se os custos acima do escritório central para a obra.
(D"545.TR(37O D( O$R(
*essoal
Engenheiro Residente
Mestre de Obras
Encarregado Administrativo
Encarregados (carpinteiro, armador, pedreiro etc).
Apontador
Almoxarife
Segurança da obra
Vigia /Porteiro
Serventia para Manutenção do Canteiro
Estes custos incidem na obra, pois são necessários para o seu andamento,
independentemente do pessoal do escritório ou dos executantes (oficiais e serventes), são os
serviços de dirigir o trabalho dos operários de acordo com as normas e memoriais de
execução.
Fiscalizar a qualidade dos serviços em andamento.
28
Fiscalizar a produtividade dos operários.
Contabilizar os consumos de material e mão de obra.
Controlar a presença através de sistema de pontos.
Documentar os acontecimentos do dia a dia através de diário de obra.
Controlar os estoques.
Providenciar os materiais no tempo certo de uso.
Estes serviços são executados por uma equipe que trabalha no canteiro de obra.
Sua estrutura operacional será função do porte da obra, seu prazo, complexidade, distância da
Sede e exigências do Contratante.
C(4TE5RO D( O$R(
Ìmplantação
Construção Complementar
Vias e Circulação
Desmobilização
Equipamentos de pequeno porte e ferramentas
(betoneiras, magotes, carrinho de mão, girica, furadeiras, etc).
Equipamentos
(gruas, torres, serras circulares, maquinas de cortar ferro etc).
Equipamentos de proteção individual
Equipamentos contra incêndio
Consumo de energia
Consumo de água
Consumo de combustível e lubrificante
Despesas com comunicação
Material de consumo (escritório, limpeza, higiene).
Transporte
Alimentação
29
Usualmente as instalações provisórias não são custos diretos, pois não são bens vendidos ao
Contratante, assim, abrigos de madeiras, tapumes, acessos montados pela Construtora para
apoio administrativo durante as obras e depois desmontadas e recolhidas na sua conclusão
são despesas indiretas do Construtor.
Há exceções, portanto, antes de calcular este item convém analisar a planilha de custo direto,
quando a Contratante expressamente pagará por alguns destes itens, ocasião em que se deva
abater dos custos indiretos aqueles que estejam no direto.
Convém ressaltar que nas obras a entrega, o transporte de materiais e a mão de obra de obra
que diariamente alimenta as obras é que incidem nestes custos.
Hoje, as comunicações são vitais para o andamento ótimo das obras, estas comunicações são
Feita eletronicamente ou via voz por radio comunicação, e estes custos incidem em todos os
serviços da obras.
=54(4CE5R(.
Despesas financeiras de capital de giro
E a remuneração do capital de giro necessário para a aquisição dos insumos.
E um empréstimo contínuo ao cliente durante o mês para recebimento por ocasião da fatura.
Caso haja adiantamento, a situação deveria reverter.
5"*O.TO. E T(R(.
Confins................................ 2% sobre o faturamento
Contribuição Social...... 1% sobre o faturamento
PÌS....................................... 0,65% sobre o faturamento
ÌSS....................................... de 2 a 5% sobre o faturamento
ÌRRF.................................... +/- 2,5 % sobre o faturamento
É importante considerar que o ÌSS tem incidência sobre a RECEÌTA (FATURAMENTO)
ABATÌDA AS DESPESAS COM Mão DE OBRA DE TERCEÌROS (ÌSS recolhido por sub
empreiteiros) E DO MATERÌAL GASTO, portanto, é conveniente quando da análise destas
taxas e impostos incidentes, considerar, se possível na época do orçamento este diferencial,
que por vezes poderá chegar a 50% do valor devido do ÌSS.
30
;6CRO
O lucro de uma determinada obra é o resultado financeiro positivo resultante da diferença entre
Todas as receitas e das despesas da obra.
Este valor, após o recolhimento do Ìmposto de renda é o lucro da Empresa, ou sua
remuneração.
Toda a empresa comercial visa o lucro, e, portanto este é o "B¨ do BDÌ.
Não entramos no estudo econômico deste assunto, pois, não é o enfoque deste curso e,
portanto, consideramos que o orçamentista assessorado por aqueles que detém estas
informações, definam este item.
Convém relembrar nesta oportunidade que:
O $D5 é um multiplicador sobre TODO. os serviçosU eU
portanto o bom senso dever8 imperar no seu
dimensionamentoB
(13)
Além das informações acima, relaciono abaixo um "check-list¨ das Despesas Ìndiretas, de
obras empreitadas, pois considero conveniente seu detalhamento, objetivando não esquecer
alguns dos itens no momento de montar o DÌ de uma obra.
31
RE.6"O
$BDB5 ( $O45=5C(C(O E DE.*E.(. 54D5RET(.!
DE.CR537O [
1 - ADMÌNÌSTRACAO CENTRAL 4,00%
2 - ADMÌNÌSTRACAO LOCAL 2,00%
3 - MANUTENCAO DO CANTEÌRO DE OBRAS 5,37%
4 - DESPESAS FÌNANCEÌRAS 0,00%
5 - ÌMPOSTOS E TAXAS 5,63%
6 - LUCRO 8,00%
TOT(; /MU00[
O$R(. E"*RE5T(D(.
(D"545.TR(37O CE4TR(;
Pró Labore
Salário do escritório
Aluguel da sede
Aluguel do Deposito
Despesa de
Água
Luz
Telefone
Taxas e Licenças de funcionamento
Material de Escritório
Material de limpeza
Manutenção de Maquinas e utensílios de escritório
O$R(
Documentação para obtenção de cadastro
De personalidade jurídica
Capacidade Técnica
Ìdoneidade Financeira
Cadastro
Aquisição de Edital
Elaboração da proposta e entrega
Planejamento executivo da obra
Composição de preços unitários/elaboração da planilha
Preparação e apresentação da proposta
Caução em títulos da DÌVÌDA publica
Reprodução da proposta
Visita ao local da obra
Preposto para participação em licitação
(D"545.TR(37O ;OC(;
Contrato
Assinatura do contrato
32
Caução p/ assinatura do contrato
Caução complementar
Preposto com procuração
Anotação de Responsabilidade Técnica
Cronograma Físico-Financeiro
Copias dos documentos contratuais
EREC637O D(. O$R(.
Matricula da obra no ÌSS
na Prefeitura
Placa da obra; da Empresa
do Contratante
Ìdentificação dos veículos
Ìdentificação do Pessoal
Licença para desmatamento de vegetação
Ìnstalação de Canteiro de obras
Ligação de Concessionárias
Seguros
Construção de cercas e Tapumes
Licença dos equipamentos
Vacinação dos funcionários
Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho
Equipamento de proteção individual
Uniformes
Extintores de incêndio
Caixas de primeiros socorros
Demolições necessárias
Serviços topográficos
Execução e marcação de gabaritos
Acompanhamento topográfico
Reproduções de plantas
Alteração de projetos de fundação
Elaboração de detalhes técnicos
De Medição de obras
De planos de concretagem
De planos de cimbramento
De gráficos de penetração de estacas
33
Relatórios de execução de obras
Arquivos de notas e serviços
Livro de ocorrência/ou Diário de obras

*E..O(;
Engenheiro de obra
Mestre de obras
Encarregados de turmas
Almoxarife
Apontador
Vigia Diurno/Noturno
Técnicos
Estagiários
Transporte
Transporte de pessoal
• De material e equipamentos
• De material de demolição e excedentes
Pedágios
Sinalizações de locais de trabalho
Veículos para fiscalização
Veículos de apoio
Seleção de jazidas para substituição de solos
Ìnterferências com redes de serviços públicos
Serviços de fotografias da obra
Esgotamento de valas
Rebaixamento de lençol freático
Controle tecnológico do aço
• Do cimento
• De agregados
• De telhas
• De ladrilhos
• De blocos etc
Ensaio tecnológico dos solos
Prova de carga em elementos pré - fabricados
das fundações
Limpeza das barras de aço
Consumo de
34
• Energia
• Água
• Telefone
Micro computador e impressoras
Aluguel de programas
Ìnternet
Comunicação no canteiro
Abastecimento de água por carro pipa
Emendas em estacas pré-moldadas
Escoramentos
Torres para transporte vertical
Gruas para transporte vertical
Maquinas e equipamentos de pequeno porte
Ferramentas de uso pessoais e coletivos
Transporte interno de materiais
Manutenção de maquinas e equipamentos
5"*RE:5.TO
Responsabilidade Civil
Alimentação dos Funcionários
Conservação e manutenção dos gramados
Desmonte e transporte do Canteiro
Placas Comemorativas
=54(4CE5RO.
Capital de Giro
Prazo de recebimento das faturas
Ìmpostos e taxas
Fim social
• Pis
• ÌSS
• ÌRRF
• Contribuição SOCÌAL
35
(,L! 'uadro de Custos 5ndiretos
36
1. CUSTOS DIRETOS (CD) % CT VALOR
1.1 Custo da Parte Civil
1, Custo I!stala"#o El$tri%a
1,& Custo I!stala"#o 'idr(uli%a
1,) Di*ere!%ial de +ua!tidades
1,, Redu"#o e- Su./e-0reiteiro
1,1 Outros
CD TOTAL DE CD
. DESPESAS I2DIRETAS (DI) % CT
,1 Ad-i!istra"#o Lo%al
, I!st. Ca!teiro de O.ra
,& 3(4ui!as e E4ui0a-e!tos
,) Des0esas Corre!tes
D.I TOTAL DE DI
CT CUSTO TOTAL (CD 5 DI)
&. LUCRO 6RUTO (L6) % V
&,1 I3POSTOS E TA7AS
I-0osto so.re servi"os
'a.ite/se
&, SE8UROS
Res0o!sa.ilidade Civil
I!%9!dio
Ris%os de E!:e!;aria
&,& DESPESAS <I2A2CEIRAS
<i!a!%ia-e!to
Cau"#o
Rete!"#o
Di*ere!%ial de Rea=uste
&,) DESPESA DA AD3I2ISTRA>?O CE2TRAL
Ad-i!istra"#o Ce!tral :e!$ri%a
Ad-i!istra"#o de Co!tratos de Ter%eiros
Ad-i!istra"#o de 3#o de O.ra Direta
&,, CO3ISS@ES
&,1 EVE2TUAIS RISCOS
&,A 'O2ORBRIOS C LUCRO
L.6 TOTAL DE L6
V VE2DA
Além das informações acima, relaciono abaixo um "check-list¨ das Despesas Ìndiretas, de
obras prediais, pois considero conveniente seu detalhamento, objetivando não esquecer
alguns dos itens no momento de montar o DÌ de uma obra.
• Pesquisa de mercado
• Avaliações
• Viabilidade econômica
• Escrituras e registros
• Levantamentos topográficos
• Sondagens
• Demolições
• Alvarás e averbações
• Projetos
• Arquitetura
• Estrutural
• Fundações
• Hidráulica
• Elétrica
• Paisagismo/decoração
• Especiais/segurança/drenagens
• Emolumentos/taxas/ART
• Orçamentos/planejamento de obras
• Ligações provisórias
• Água/esgoto
• Força /luz
• Barracões
• Escritório
• Alojamento
• Deposito
• Locação de obras
• Limpeza de obras
• Ìndenizações
37
DE.*E.(. (D"545.TR(T5:(.
• Salários/ ordenados/benefícios/encargos
• Seguros de empregados
• Serviços especiais
• Engenheiro residente
• Engenheiro de segurança
• Mestre de obras
• Serviços de cooperativas
• Serviços de imunização e desratização
• Vistorias de vizinhos
• Serviços de Autônomos
• Transporte e carretos
• Carreto/retirada de entulhos
• Fretes e aquisição de materiais
• Transporte de pessoal
• Motoqueiros
• Combustíveis e lubrificantes

ER*ED5E4TE
• Materiais de escritório
• Copias/correio/malotes/fax
• Água/luz/telefone
• Material de limpeza
• Material de copa e cozinha
• Refeições
DE.*E.(. CO" .E%6RO.
• Seguros de obras
38
• Outros seguros
• Manutenção /máquinas/ aluguel/ ferramentas
• Manutenção de aparelhos
• Alugueis maq./equiptos/aparelhos
• Pequenas ferramentas
DE.*E.( CO" TR5$6TO. E "6;T(.
• Ìmpostos e taxas
• Multas
• Despesas
• Despesas bancárias
• Despesas postais
5"*RE:5.TO.
Uma industria nômade, num país de política econômica e politicamente instável, e com poucos
avanços tecnológicos, com perdas, desperdícios etc, com prazo de duração longo de obras,
provocam custos extras, que são de difícil análise no momento de sua proposta.
Desta forma, estes elementos são de decisões subjetivas, o máximo que eu pude avaliar, e
orientar, é subdividir os imprevistos em:
• Força Maior
• Previsíveis
• Aleatórios
=OR3( "(5OR
- Terremotos, maremotos, inundações, raios,
- Criação de novos impostos
- Mudança de jornadas de trabalho
- Salários, modificação de pisos salariais
- Confiscos
- Guerras, revoluções, golpe de estado, invasões, pacotes econômicos,
Ìncêndios que geralmente são previstos em contrato, portanto sua
incidência pode ser considerada inexistente para efeito de DÌ.
-
39
*RE:5.@:E5.
- São situações ou acontecimentos que não estão ocorrendo na ocasião
do orçamento, mas terão grande chance de ocorrer, daí, ser possível
incluir nos DÌ, por vezes nas composições de preço unitários,
- Ordem natural: períodos de chuvas na região
- Ordem Econômica atrasos de pagamentos
- Ordem humana baixa produtividade de pessoal executante.
- Desta forma convém acrescentar valores ao DÌ, destes tópicos.
-
(;E(TGR5O.
- Estes são condições imprevistas, geralmente deixando-se um
percentual, a ser acrescida ao DÌ, que podemos classifica-los em
- Roubos de material
- Roubos de ferramentas
- Riscos de demolição nas escavações
- Serviços mal executados e refeitos
- Variações a mais de 10% nos custosa dos insumos
- Desta forma convém acrescentar valores ao DÌ, destes tópicos.
- Desta forma, levando-se em conta todos os elementos acima, teremos
condição de avaliar o DÌ de uma obra.
- O ;ucroU este como dito acima ser8 estimadoU podendo ser
estudadoU (e seria o correto! em função do preço de vendaU escopo
de ser8 discutido cursos especFficosB
40
*;(4E>("E4TO:Crono#ramas e *rodutividades
O$>ET5:O
Crono#rama se#undo a 4$D ,/1/, é um documento em que é re#istrado pela ordem de
sucessão em que serão e)ecutados os serviços necess8rios S reali<ação da construção
e os respectivos pra<os previstosU em função dos recursos e facilidades que se sup&e
serão disponFveisB
Baseado nas informações obtidas do Orçamento e pra<os de e)ecução dos serviços
(produtividade!, eU as metas a serem atin#idas dentro de uma estrutura lógica, suas
interdependências e duração de tal forma a obter-se informações de materiais, serviços,
equipes e valores, distribuída ao longo de um prazo (que espelhem a metodologia executiva
admitidas no orçamento) formarão o cronograma de uma obra.
"ETODO;O%5(
é sempre importante contar com as informações das pessoas chaves
envolvidas diretamente na execução, engenheiros executores,
empreiteiros, mestres, administrativos, isto porque o resultado de um
cronograma significará uma seqüência a ser seguida por toda a equipe
executiva.
O uso da informática acelera as informações e permite sua reprogramação, possibilitando
simulações e, é exatamente esta possibilidade que veio melhorar na execução dos
cronogramas.
( planila orçament8ria e o crono#rama tXm o mesmo conte_doU isto éU os serviços que
foram orçados são aqueles que serão distribuFdos ao lon#o do tempo possibilitando
desta maneira os controles de custos e temposB
 Crono#ramas =Fsicos, são para estabelecer o início,duração e o término de cada
item de construção ;
 Crono#ramas de Compras, são para estabelecer os prazos ótimos para as
compras.
 Crono#ramas de Desembolso, junção do o cronograma de compra e o
cronograma de recebimento.
41
As informações que se pretende dos cronogramas são:
Crono#rama =Fsico
• Especificação da atividade
• Prazo da obra e sua Data de início e Data
de Término
• Data de início e término de cada atividade
• Quantidade em % de atividade que será
executada mês a mês.
Crono#rama =inanceiro
• Especificação da atividade e seu
respectivo desembolso mês a mês.
• Prazo da obra que será o mesmo do
cronograma físico
• Resumo do desembolso mês a mês em
cruzeiros e/ou outra moeda indexada.
• Valor de cada atividade
• Valor Total da obra.
Podendo, pois resultar diversas listagens, por exemplo: - listagem de
serviços planejados mês a mês, listagem de insumos planejados mês a
mês.
O que se pretende ao elaborar um planejamento representado por um cronograma é o
equilíbrio do escopo, do tempo e dos custos.
O que significa:
Planejar
Organizar
Controlar as tarefas
Ìdentificar e "agendar¨ os custos
42
VALOR VALOR -es1 -es -es& -es) -es,
RD %
<ORROC6RISEC<AC'ADA
REVESTI3E2TOS I2TER2OS
ES+UADRIAS
PI2TURA
I3PER3EA6ILIEA>@ES
ALVE2ARIA C DIVISFRIAS
ESTRUTURA
<U2CA>?O C I2<RA/ESTRUTURA
DE3OLI>@ES E RETIRADAS
SERVI>OS PRELI3I2ARES
SERV. TGC2ICOS/PRO<ISSIO2AIS
ATIVIDADES
.
Escolhido o "tipo¨ de cronograma, o passo seguinte é dar a seqüência e produtividade da
obra,
isto é feito colocando-se nas etapas a distribuição dos serviços ao longo do tempo,
conforme o exemplo abaixo.
Barra significando duração de 1 mês barra significando duração de 2 meses
(produtividade)
(M/ modelo de crono#rama fFsico)
Seqüências executivas

Ordenando-se as informações de todas as etapas , estamos gerando um cronograma de
barras .
Ao iniciar um cronograma, todas as duvidas da obra são colocadas ao mesmo tempo
procurando-se resolver tudo em pouco tempo , e, é muito comum perder-se em detalhes,
deixando de obter o resultado esperado.
Recomendo sempre iniciar pela pro#ramação das etapas suas interdependXncias B
B
43
Seqüência
, os
serviços
VALOR VALOR -es1 -es -es& -es) -es,
RD %
<ORROC6RISEC<AC'ADA
REVESTI3E2TOS I2TER2OS
ES+UADRIAS
PI2TURA
I3PER3EA6ILIEA>@ES
ALVE2ARIA C DIVISFRIAS
ESTRUTURA
<U2CA>?O C I2<RA/ESTRUTURA
DE3OLI>@ES E RETIRADAS
SERVI>OS PRELI3I2ARES
SERV. TGC2ICOS/PRO<ISSIO2AIS
ATIVIDADES
VALOR VALOR -es1 -es -es& -es) -es,
RD %
<ORROC6RISEC<AC'ADA
REVESTI3E2TOS I2TER2OS
ES+UADRIAS
PI2TURA
I3PER3EA6ILIEA>@ES
ALVE2ARIA C DIVISFRIAS
ESTRUTURA
<U2CA>?O C I2<RA/ESTRUTURA
DE3OLI>@ES E RETIRADAS
SERVI>OS PRELI3I2ARES
SERV. TGC2ICOS/PRO<ISSIO2AIS
ATIVIDADES
MB/ modelo de crono#rama fFsico
Esta metodologia permitirá, uma idéia geral do cronograma fazendo-o uma peça lógica,
objetivando atingir as metas estabelecidas.
O planejamento é uma ferramenta dinâmica, e é bastante improvável que todas as
programações previstas sejam cumpridas a risco, por este motivo, cronogramas e
planejamentos deverão ser revistos, tempos em tempos (no mínimo de três em três meses).
Os serviços poderão e certamente sofrerão alterações, mas a condição ótima de um
cronograma e quando as etapas, permanecerão dentro dos prazos pré-estabelecidos.
Os crono#ramas representam a forma #r8fica da obra ao lon#o do TE"*OU por isso é
importantes definir as metasU os pra<os e as seq`Xncias e)ecutivas e suas possFveis
superposiç&es.
M/ modelo de crono#rama fFsico
44
VALOR VALOR -es1 -es -es& -es) -es,
RD %
<ORROC6RISEC<AC'ADA
REVESTI3E2TOS I2TER2OS
ES+UADRIAS
PI2TURA
I3PER3EA6ILIEA>@ES
ALVE2ARIA C DIVISFRIAS
ESTRUTURA
<U2CA>?O C I2<RA/ESTRUTURA
DE3OLI>@ES E RETIRADAS
SERVI>OS PRELI3I2ARES
SERV. TGC2ICOS/PRO<ISSIO2AIS
ATIVIDADES
Quando na elaboração do orçamento, mencionamos que seria útil colocar os serviços numa
seqüência executiva, já tínhamos em mente seguir os itens do orçamento colocando os
tempos de sua execução, facilitando assim a elaboração do cronograma.
Haverá sempre a possibilidade nesta fase de mudanças nas premissas
iniciais das etapas, mas, já estarão estabelecidos os prazos inicial e final
das obras. Na primeira "¨ rodada "de um cronograma é recomendável
definir os prazos de execução para um inicio, pois assim os executores
poderão avaliar e projetar os seus próprios prazos, dentro dos limites
possíveis, às vezes impostos pelos contratantes, fazendo os executantes
cúmplices na sua elaboração, e não, impondo condições que não serão
respeitados por serem¨ teóricos "".
Nunca é bom deixar de lembrar que "os tempos de e)ecuçãoU são função das produç&es
or8rias U das equipes envolvidas do conecimento dos serviços e portanto mais reais
quando acordado com os e)ecutoresBE
M/ modelo de crono#rama fFsico
Neste exemplo estamos indicando que a etapa ÌNFRAESTRUTURA, levará dois
meses, para ser completamente executada.
Ou seja, todas as quantidades levantadas de fundação serão executados no período de 60
dias.
45
,Q0 =undaç&es
160.01 Sapata Corrida, Sapatas Ìsoladas da Casa :
160.01.01 Gabarito - Casa vb 1,00
160.01.02 Escavação Manual m3 36,50
160.01.03 Apiloamento do Fundo de Vala m2 36,50
160 Forma m2 34,56
160.01.05 Concreto Magro Fck 9 Mpa esp.=5 cm (lastro) m2 36,50
160.01.06 Aço CA-50 (80Kg/m3) kg 345,60
160.01.07 Concreto Usinado Fck 20 Mpa Dosado, bombeado e lançado m3 4,32
160.01.08 Reaterro Compactado m3 32,18
sem considerar as seq`Xncias e)ecutivas estaríamos afirmando (por absurdo!!!)
A produção horária dos trabalhos seria:
Quantidade/ tempo
Forma: 34,5 m2/60 dias................................................0,575 m2 de forma por dia.
Concreto magro 36,50 m2/ 60 dias..............................................0,608 m3 de concreto por dia.,
e assim sucessivamente.
Dando um ritmo de produção.
Ao estabelecer uma barra serviço ou etapa devemos sempre levar em conta as seqüências
executivas, seus tempos.
Desta forma, deveríamos analisar as informações acima de uma etapa, considerando seus
serviços:
=undação
Escavação manual
Apiloamento de fundo de vala
forma
concreto magro
concreto
aço
reaterro
onde com certeza seria outro número, mesmo porque, quando se estima o prazo de uma
etapa, estamos considerando que todos os serviços serão executados em até 60 dias, assim ,
por exemplo teríamos no exemplo acima:
Forma: 34,5 m2/10 dias................................................3,4 m2 de forma por dia.
Concreto magro 36,50 m2/ 15 dias..............................................2,43 m3 de concreto por dia.,
e assim sucessivamente.
46
"ostrando como é importante o vinculo da estimativa de tempo com a
produtividade e com as seq`Xncias e)ecutivasB
Quanto mais adotarmos produtividades , sem conhecimento da produção, mais e mais
estaremos contribuindo para um cronograma teórico, por mais sofisticado sejam nossos
instrumentos de trabalho (planilhas, programas etc) estaremos sempre elaborando um
cronograma "teórico¨, pois quando os prazos são impostos sem o respaldo da realidade
executiva estamos induzindo uma produção horária e equipes as vezes distantes das
realidades de "campo¨. Com experiência, pode-se E.T5"(R uma distribuição percentualU
masU esta distribuição ser8 sempre resultado de informaç&es e)ecutivasU onde serão
consideradas as produtividades e situação especifica da obraB
Transcrevo a se#uir a tabela que usoU eU que o E4%B Daniel ConsoliniU #entilmente nos
autori<ou a divul#arU de percentuais #enéricos em função do tempo de cada etapaB
'6(DRO DE D5.TR5$6537O percentual %E4ER5CO
A resposta do bom planejador, deverá nortear os prazos finais do empreendimento, procurando
estabelecer produção possíveis, em prazos executáveis, e quando envolver custos, dentro das
premissas de custos estabelecidos.
Ao longo de tantos cronogramas elaborados e no intuito de dar o passo inicial, independente
de consultas às vezes sem respostas, elaboramos um cronograma em base a produtividades
médias, e para que não fiquemos no "acho que¨ elaborei uma tabela que chamarei: T($E;(
$(DR( DE *ROD6T5:5D(DE que foi baseado em dados de campo para alguns serviços,
equipes, produções e produtividades, que espero seja útil para uma primeira discussão.
47
nade *eriodos
, 100 100
/ 46 54 100
A 14 66 20 100
L 12 35 45 8 100
M 6 22 43 24 5 100
Q 5 14 27 37 13 4 100
1 4 10 18 33 24 8 3 100
W 3 7 14 22 30 16 6 2 100
V 3 5 11 17 25 22 10 4 3 100
,0 2 4 8 13 19 25 17 7 3 2 100
,, 2 4 6 10 14 20 21 13 5 3 2 100
,/ 2 3 6 8 12 17 22 15 8 4 2 1 100
,A 1,5 2,5 4 6,5 7,5 12 15 19 14 11 5 1,5 1 100
,L 1,5 2 3,5 4,5 6,5 11 13 21 15 11 6,5 3 1,5 1 100
,M 1,5 2 3 4,5 6,5 9,5 11 15 15 14 8,5 5 2,5 1,5 1 100
,Q 1 2 3 4,5 6 7,5 9,5 13 16 14 10 6 4 2 1 1 100
,1 1 2 2,5 4,5 5,5 7,5 8,5 11 14 15 12 7 4,5 2 1,5 1 0,5 100
,W 1 1,5 2,5 3 4 6 7,5 9,5 11 14 12 10 7,5 5,5 2,5 1,5 1 0,5 100
,V 1 1 2 2,5 4 5,5 6,5 8,5 10 12 12 11 8,5 7 4 2,5 1,5 1 0,5 100
/0 1 1 1,5 2,5 3,5 4,5 6 7 8,5 10 13 12 10 7,5 4,5 3,5 2,5 1,5 1 0,5 100
*eriodos , / A L M Q 1 W V ,0 ,, ,/ ,A ,L ,M ,Q ,1 ,W ,V /0
Longe de considerar, este assunto esgotado, esta listagem é inicial e deverá ser
constantemente incrementada.
052 17 tabela de produtividade
Planilha esta que poderá auxiliar na primeira programação, onde poderá a sua direita na tabela
(arquivo em anexo) calcular informações úteis para um planejamento.
A elaboração de um cronograma com uso de planilhas eletrônicas facilitou bastante estas
operações, pois com a identificação o percentual dos serviços em cada período, suas
seqüências executivas, e sua base de dados oriundas do orçamento fica fácil fazer simulações
até sua emissão final, que será origem de relatórios gerenciais necessários para uma analise
executiva e decisões com os detalhes necessários.
48
T($E;( $(DR( DE *ROD6T5:5D(DE
5D .erviço *rodutividade *rodução *rodução dia Equipe
ET(*( .ER:5CO. *RE;5"54(RE.
limpeza de terreno 1,00 h/m2 1,00 m2/h 8,00 m2/dia
demolições
alvenaria 0,80 h/m2 1,25 m2/h 10,00 m2/dia 2p+5s
concreto armado 1,60 h/m3 0,63 m3/h 5,00 m3/dia 2p+3s
tijolo macico s/aproveitamento 0,67 h/m2 1,50 m2/h 12,00 m2/dia 2p+3s
tijolo macico c/aproveitamento 1,33 h/m2 0,75 m2/h 6,00 m2/dia 2p+3s
pisos ceramicos 0,53 h/m2 1,88 m2/h 15,00 m2/dia 2p+2s
telhados 0,32 h/m2 3,13 m2/h 25,00 m2/dia 1p+1s
tesouras de madeira 0,67 h/m2 1,50 m2/h 12,00 m2/dia 1ca+2s
forros 0,47 h/m3 2,13 m3/h 17,02 m3/dia 1of+1s
esquadrias 0,20 h/un 5,00 un/h 40,00 un/dia 2p+1s
revestimento 0,72 h/m2 1,39 m2/h 11,11 m2/dia 2p+2s
pisos cimentados 0,80 h/m2 1,25 m2/h 10,00 m2/dia 2s
CO*bR5%9
Sistemática Badra de Dados & Assoc.
CO*bR5%9
Sistemática Badra de Dados & Assoc.
Formas de Apresentação de
Cronogramas ( em exell)
A mesma forma, apresentada em sistemas (no caso, MS PROJECT)
49
CRO4O%R("( =@.5COD=54(4CE5RO
, a "Xs / a "Xs A a "Xs L a "Xs
R\ [ R\ [ R\ [ R\ [
01 DESPESAS ÌNDÌRETAS 154.647,33 6,34% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14%
02 SERVÌCOS PRELÌMÌNARES 84.739,56 3,47% 38.429,39 45,35% 118,64 0,14% 12.583,82 14,85% 118,64 0,14%
03 FUNDACAO 170.306,14 6,98% 94.502,88 55,49% 4.223,59 2,48% 17.183,89 10,09%
04 ESTRUTURA 455.640,51 18,68% 7.745,89 1,70%
05 ALVENARÌA 427.212,58 17,51%
06 ÌMPERMEABÌLÌZACOES 30.767,48 1,26% 652,27 2,12%
07 ESTRUTURA METALÌCA 138.657,75 5,68%
08 COBERTURA 18.871,84 0,77%
09 MARCENARÌA 13.302,16 0,55%
10 SERRALHERÌA 183.101,76 7,51%
11 ÌNSTALACOES ELETRÌCAS 266.228,16 10,91% 21.298,25 8,00% 21.298,25 8,00%
12 ÌNSTALACOES HÌDRO SANÌTARÌAS 84.123,10 3,45% 7.175,70 8,53%
13 REVESTÌMENTOS 44.850,16 1,84%
14 FORROS 8.950,83 0,37%
15 PÌSOS 271.184,47 11,12%
16 VÌDROS 43.607,29 1,79%
17 PÌNTURA 11.649,32 0,48%
18 SERVÌCOS COMPLEMENTARES 20.446,68 0,84%
19 ÌNSTALACOES ESPECÌAÌS 11.280,00 0,46%
TOTAL MENSAL 2.439.567,12 100,00% 49.471,21 2,03% 105.663,33 4,33% 49.147,49 2,01% 65.216,46 2,67%
TOTAL GERAL ACUMULADO 49.471,21 2,03% 155.134,54 6,36% 204.282,03 8,37% 269.498,49 11,05%
5tem .ervico R\ Total [
(052 16....necessita do programa msproject para sua leitura)

Onde, pode-se planejar, alem das barras e seus prazos, suas interligações, e calcular os
caminhos críticos (em vermelho)
!r"#io $ert
No estagio atual da técnica de planejamento usando de sistemas informatizados tem sido
possível a elaboração, a partir do Gráfico de Gantt, definindo-se suas interligações aliar-se os
gráficos PERT
São sistemas que objetivam ser ferramentas, possibilitando ao planejador maiores simulações,
permitindo a inclusão dos "acho que¨ e suas respostas, obtendo uma seqüência lógica dentro
das condições possíveis no momento, com as informações disponíveis.
50
Desta forma, atualmente, a partir de uma concepção de um diagrama de Gantt, interligando
suas Ìnterdependências, colocando-se suas percentagens, ou seus valores, obteremos os
diagramas de PERT .(operando os sistemas de planejamento)
(052 16 ...há necessidade do programa Msproject...opção pert)
E'muito importante, quando se passa de excell para sistema, definir as seqüências dos
serviços, pois delas dependerão os prazos, e suas conseqüências em custos, dai, relembramos
estas condições
,B .ER:53O. '6E .E 545C5(" >64TO.
5nicio Oinicio (..!
/B .erviços que terminam e iniciam o se#uinte
=imOinicio (=.!
3. Serviços que terminam conjuntamente
Fim/Fim (FF)
LB .ER:5CO. '6E .E 545C5(" (*G. O .ER:53O (4TER5O. TER CO"E3(DO
5nicio O =im (.=)
(Podendo existir "folgas¨ , isto é, tempos entre os inícios e fins de etapas ou serviços)
Um cronograma será melhor detalhado conforme o orçamento seja também detalhado.
51

Administração e
Despesas Gerais
4 1 day
Sat 01/07/00 Sat 01/07/00
Ìnstalações Hidráulicas
17 390 days
Mon 31/07/00Fri 24/08/01
Ìnstalações Elétricas
18 420 days
Sat 01/07/00 Fri 24/08/01
Serviços Complementares
19 90 days
Sun 27/05/01 Fri 24/08/01
É usual a elaboração do cronograma por etapa e, dependendo do detalhamento de
acompanhamento,seu desdobramento por serviços.
Ex. detalha-se a etapa concreto, seu início e fim.
Concreto
e, poderá ser feita a divisão dos serviços em formas, ferragens, concreto e deforma.

forma

ferragens
concreto
desforma
Regrinha
Tenha se possível, o orçamento detalhado e orçamento por etapas.
Do orçamento destaqe os serv!ços ma!s s!"n!#!$at!vos, po!s "eralmente estes serv!ços qe
!r%o dar &r!tmo& da o'ra.
(sta'ele$!do o pra)o est!mado da e*e$ç%o dos !tens ma!s s!"n!#!$at!vos, plane+e as etapas
qe tem relaç%o de e*e$ç%o e sas !nterdepend,n$!as, esta'ele$endo no $rono"rama de
'arra o andamento prev!sto da o'ra.
Elaborado o diagrama gráfico de GANTT com suas interligações, com o uso de processamento
atuais torna-se bastante simples o trabalho do planejador, pois as redes de precedência já
estarão formadas, e ao planejadores, será solicitado nesta fase a definição do percentuais
singulares de distribuição dos serviços.Os programas atuais elaboram os cálculos de
somatórias das linhas e colunas do algoritmo do cronograma, elaborando não só o cronograma
físico (Quantidade) como também o cronograma financeiro (Valores), e as redes PERT
%esumo
!r"#io de !antt
6ma lista de tarefas e informaç&es relacionadas e um quadro que mostraU
#raficamenteU tarefas e duraç&es ao lon#o do tempoB
%r8fico *ert
52
6m dia#rama de rede mostrando todas as tarefas e dependXncias de tarefas
Com as sistemáticas atuais informatizadas a partir dessas re#rinas será possível avaliar o
trabalho, a duração e os recursos, pois você estará criando um vinculo entre as tarefas, estará
estimando uma duração, poderá estar calculando as folgas dos recursos e homogeneizando as
unidades dos recursos.E, com a possibilidade de incluir um ou mais recursos para cada
serviços.
E, sempre se lembre de que:
-ro$re tornar se plane+amento ma!s pre$!so e $ompleto
.eve+a as /etas, es$opos e sas prem!ssas.
53
0n$la o e*$la tare#as desne$ess1r!as 2al$le o tempo de ma tare#a em #nç%o de sa
prodç%o e eq!pes envolv!das
Tenha sempre em m%os a data de term!no do pro+eto.
.ede#!na todas as ve)es qe ne$ess1r!o 3s datas $om ma!s pre$!s%o.
2onslte os $stos pro+etados em relaç%o ao orçamento.
2heqe e $orr!+a os erros 4'v!os 5a#!nal todos n4s $ometemos erros e n%o 6 nenhma
desonra des$o'r!7los e $orr!"!7los a tempo)
Como melorar a eficiXncia de um planejamentoc
Se após você tiver aplicado as re#rinas acima, e ainda assim seu projeto não estiver
conforme suas necessidades, entendo que duas possibilidades ainda restam.
54

*;(4E>("E4TO EREC6T5:O D( O$R(
54@C5O: De<embro de /000
5tem CompB
Descrição dos .erviços
6nidB 'uantB
*rodutB
6nOdia
Duração
dias
"d. 0, "d. 0/ "d. 0A "d. 0L "d. 0M "d. 0Q
0, 0,0000 .ER:5CO. *RE;5"54(RE.
0,B0, ;5"*EI( DE TERRE4O
01.01.01 100115 LÌMPEZA DO TERRENO (ESPESSURA MÉDÌA DE 0.10M ) E BOTA FORA À DÌSTÂNCÌA DE 20KM M2 1.000,00 W0U00 ,/UM0
01.01.02 100116 ESCAVAÇÃO E REMOÇÃO DO SOLO VEGETAL ( ESPESSURA MÉDÌA DE 0.20M ) PARA ÁREAS DE ESTOCAGEM DENTRO DO PARQUE M2 1.000,00 W0U00 ,/UM0
0,B0/ C(4TE5RO DE .ER:53O. D
01.02.01 010111 LOCAÇÃO DA OBRA E ÌMPLANTAÇÃO DOS MARCOS DE APOÌO M2 1.000,00 QQUQ1 ,MU00
01.02.02 010112 ÌNSTALAÇÕES DO CANTEÌRO COM AS RESPECTÌVAS UTÌLÌDADES, HÌDRÁULÌCAS E ELÉTRÌCAS (MOBÌLÌZAÇÃO/DESMOBÌLÌZAÇÃO) M2 140,00 1U00 /0U00
01.02.03 010113 EXECUÇÃO DOS CAMÌNHOS DE SERVÌÇO M2 120,00 ,/U00 ,0U00
0,B0A E.C(:(37O D
01.03.01 010311 ESCAVACAO DE SOLO DE 1A. CATEGORÌA ATE 1,50M DE PROFUNDÌDADEM3 1.400,00 LQUQ1 A0U00
0,B0L RE(TERRO D
01.04.01 010316 ESPALHAMENTO E COMPACTAÇÃO DE SOLOS A 95% EPN , PARA EXECUÇÃO DO CORPO DE ATERROS M3 520,00 ,/UA, L/U/L
0,B0M TR(4.*ORTE DE "(TER5(; ERCEDE4TE D
01.05.01 010318 REMOCAO DE MATERÌAL EXCEDENTE, ÌNCLUÌNDO CARGA,TRANSPORTE, DESCARGA E ESPALHAMENTO NAS AREAS DE BOTA-FORA LOCALÌZADAS A 20KM M3 1.144,00 ,/U00 VMUAA
0,B0Q DRE4(%E" E *ROTE37O D
01.06.01 010415 ASSENTAMENTO DE BRÌTA Nº 2 M3 140,00 D
01.06.02 010481 ASSENTAMENTO DE MANTA BÌDÌM OP 30 M2 450,00 D
0,B01 DE"O;53NE. E RE"O3NE. D
01.07.08 176089 REMOÇÃO E REPLANTÌO DE ÁRVORES VB 1,00 ,U00 ,U00
01.07.09 100114 REMOCAO DE ENTULHO, ÌNCLUÌNDO CARGA,TRANSPORTE, DESCARGA E ESPALHAMENTO NAS AREAS DE BOTA-FORA LOCALÌZADAS A 20KM M3 100,00 ,/U00 WUAA
01.07.09 REMOCAO DE ALAMBRADO METÁLÌCO M2 300,00 A0U00 ,0U00
0/ 0/0000 =64D(COE.
0/B0, E.T(C(.
02.01.01 MOBÌLÌZAÇÃO DE EQUÌPAMENTO PARA ESCAVAÇÃO DE ESTACA HÉLÌCE CONTÍNUA VB 1,00 ,U00 ,U00
02.01.02 ESTACA HÉLÌCE CONTÍNUA D.35CM M 348,00 M0U00 QUVQ
02.01.03 ESTACA HÉLÌCE CONTÍNUA D.50CM M 708,00 M0U00 ,LU,Q
02.01.04 CONCRETO FCK 20 MPa CONSUMO MÍNÌMO 400KG DE CÌM./M3 - USÌNADOM3 207,00 ,WU00 ,,UM0
02.01.05 TRANSPORTE DE MATERÌAL EXCEDENTE DAS ESCAVAÇÕES M3 224,25 AQU00 QU/A
0/B0/ 0/0/00 :(;(.
02.02.01 020201 ESCAVACAO MANUAL - PROFUNDÌDADE ÌGUAL OU ÌNFERÌOR A 1,50M M3 950,00 A,UQ1 A0U00
02.02.02 APÌLOAMENTO DE FUNDO DE VALAS M2 ,0U00 D
02.02.03 LASTRO DE CONCRETO MAGRO, CONS. 150KG DE CÌM /M3. ESP.=5CM M3 MU00 D
02.02.04 REATERRO APÌLOADO M3 779,14 ,/UVV Q0U00
02.02.05 TRANSPORTE DE MATERÌAL EXCEDENTE DAS ESCAVAÇÕES M3 222,12 ,/U00 ,WUM,
0/B0A =64D(C(O D =OR"(
02.03.01 020301 FORMA COMUM DE TABUAS DE PÌNHO M2 1.259,22 /0UVV Q0U00
0/B0L =64D(C(O D (R"(D6R(
02.04.01 ARMADURA EM AÇO CA-50 / CA-60 KG 44,97 ,00U00 0ULM
0/B0M =64D(C(O D CO4CRETO C%
02.05.01 20514 CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 170,86 ,WU00 VULV
0A 0A0000 E.TR6T6R(
0AB0, E.TR6T6R( D CORT54(.
03.01.01 FORMA DE CHAPAS PLASTÌFÌCADAS (12MM) - PLANA M2 962,56 ,QU0L Q0U00
CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 66,65 LLUVV ,ULW
0AB0, E.TR6T6R( D *5;(RE. D
03.02.01 030117 FORMA ESPECÌAL DE CHAPAS PLASTÌFÌCADAS (18MM) - PLANA "/ 947,35 /QUMW AMUQL
03.02.02 030315 CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 97,44 LLUVV /U,1
0AB0/ E.TR6T6R( D :5%(. D
03.02.01 030117 FORMA ESPECÌAL DE CHAPAS PLASTÌFÌCADAS (18MM) - PLANA "/ 3.370,21 /QUMW ,/QUW0
03.02.02 030315 CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 244,91 LLUVV MULL
0AB0A ;(>E. D
03.02.01 030117 FORMA ESPECÌAL DE CHAPAS PLASTÌFÌCADAS (18MM) - PLANA "/ 3.189,36 /QUMW ,/0U00
03.02.02 030315 CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 365,36 LLUVV WU,/
0AB0L E.C(D(. D
03.02.01 030117 FORMA ESPECÌAL DE CHAPAS PLASTÌFÌCADAS (18MM) - PLANA "/ 385,79 ,AU00 /VUQW
03.02.02 030315 CONCRETO FCK = 25,0 MPA - USÌNADO "A 115,01 LLUVV /UMQ
03.02.04 DEGRAU "/ 188,98 D
03.02.05 SOLEÌRA "/ 194,46 D
03.02.06 PATAMAR "/ 76,33 D
0AB0M (R"(D6R( %ER(; (54C6.O =64D(37O! D
03.05.01 ARMADURA EM ACO CA-50 KG 109.516,00 ,00U00 ,B0VMU,Q
REDUZIR OS PRAZOS (usando mais recursos)
REDUZIR CUSTOS (avaliando as C.P. U e o orçamento8.
*ara tal recomendo uma analise na curva ($C de recursos e comece pela verificação
dos itens mais si#nificativos se ser8 possFvel sua modificação
Feitas às correções possíveis,
9nal!se os pra)os das tare#as :2.0T029;<
Após estas verificações costuma-se ter o resultado esperado, porém se assim mesmo não
atingir os objetivos, ainda restará:
.ed)!r o es$opo do pro+eto
(*$l!r tare#as $r!t!$as
9mentar as horas de tra'alho
9tr!'!r tra'alhos em horas e*tras
9lterar as seq=,n$!as das tare#as
D!v!d!r ma tare#a lon"a em tare#as menores
9lterar t!pos de vín$los entre tare#as
.e depois destas alteraç&es seu projeto não atin#ir seu objetivoU ainda restam
al#umas dicas para diminuir os *ra<osB
.et!rar as sperpos!ç>es dos re$rsos, !sto s!"n!#!$ar1 ma anal!se das
d!str!'!ç>es ao lon"o do tempo de $ada serv!ço da so'repos!ç%o de re$rso nm mesmo
espaço de tempo.
?s ve)es ser1 ne$ess1r!o alo$17los em tare#as menores.
Estas simulações e soluções demandam tempo de execução de planejamento, e,
portanto deverá fazer parte dos estudos executivos de um empreendimento.
Obviamente ainda aqui vale nossa observação de que dependerá do detalhamento do projeto,
seu memorial descritivo, sua C.P. U, para que o planejamento seja compatível entre si.
55
É importante ressaltar que não tem nenhum valor ter todo este esforço mental e de sistemas,
se estas informações não forem transmitidos aos verdadeiros interessados. Os
E)ecutores.
Desta forma, tão logo finalizar seu planejamento envie o produto para o campo, e acompanhe-
o.
Com as técnicas atuais não se justifica mais a anti#a cultura que
planejamento é sZ papel.
E, uma ultima dica que o Prof.Henrique Hirschfeld aconselha:
eO mundo atual não permite mais e)ecuç&es empFricasEB
'uem não se atuali<arU planejando e controlando seus empreendimentos
ver8 em pouco tempo a #rande distancia que o separa dos que se#uiram
as técnicas apropriadas eeB
56
.eq`Xncia de e)ecução de um
crono#rama
1.Defina metas escopos e superposições claras do projeto
escopos , já definidos na planilha orçamentária, metas, o prazo total da obra (pelo
menos o prazo teórico , que deverá ser comprovado ou não ao termino do planejamento),
superposição...pelo menos as clássicas.(item 3)
2. Divida o projeto no mínimo em
Etapas
Serviços, e comece pelas etapas, só depois entre no detalhe
dos serviços.
3. Ìndique os serviços na ordem e no momento certo de sua execução, não esquecendo
algumas ordens ecl8ssicas¨.
Inra!estrutura"e de#ois estruturas.
Ìnfra-estrutura
Estrutura
$ormas antes de armaç%o
@ormas
9rmaç%o
Concreto de#ois de ormas e armaç%o
@ormas
9rmaç%o
2on$reta"em
57
Cimbramento antes das #ormas
Formas
Cimbramentos
Estruturas e de#ois alvenarias"
Estruturas
Alvenarias
Alvenarias e depois revestimentos
Alvenarias
Revestimentos
Cai&il'os e de#ois vidros
Caixilharias
Vidros
Ar ondiionado e depois #orro
Forros
Ar Condicionado central
Coloação de vidros e depois limpe&a

Vidros
Limpeza
58
$reparo de base antes de pavimentação
Preparo das bases
Pavimentação
4. Quando tiver que elaborar o cronograma físico e financeiro , estabeleça juntamente coma
as seqüências das Etapas, seus "pesos¨
(se estes já não tiverem sido estabelecidos na faze de orçamento), se, estivermos
planejando sem o orçamento , abaixo transcrevo algumas tabelas que tem sido útil na
primeira rodada de um cronograma, estes pesos deverão ser confirmados do orçamento.
Como primeira rodada para efeito de pré analise, poderemos indicar, adotar estes pesos e
as distribuições conforme quadro de distribuição #enéricoB
'6(DRO 5 D '6(DRO *ERCE4T6(; 54C5DE4TE DE :(;OR *OR ET(*( (ED5=@C5O!
.erviços 5ncidXncia ([!
Projetos 1,60 a 2,70
Ìnstalação de obra 2,20 a 4,40
Serviços gerais 8,20 a 13,00
Trabalhos em terra 0,50 a 1,00
Fundações 4,50 a 6,50
Estrutura 14,00 a 19,00
Ìnstalações 12,00 a 17,00
Alvenaria 3,30 a 6,50
Cobertura 0,60 a 1,10
Tratamentos 1,00 a 2,70
Esquadrias 5,50 a 7,50
Revestimentos 8,50 a 14,00
Pavimentação 4,50 a 7,50
Rodapés, soleiras e Peitoril 0,80 a 1,60
Ferragens 0,80 a 1,50
Pinturas 2,20 a 4,40
Vidros 1,00 a 2,20
Aparelhos 2,70 a 5,50
Complementação 0,50 a 0,90
59
Limpeza 0,15 a 0,45
'6(DRO 55 D'6(DRO *ERCE4T6(; (outro valor!
.erviços 5ncidXncia ([!
Ìnstalações de canteiro 3,30
Serviços gerais 1
Movimento de terra 1,81
Fundação 5,58
Estrutura 23
Alvenaria 5,5
Ìnstalação hidráulica 8
Ìnstalação elétrica 7
Esquadria de madeira 7
Esquadrias 8,5
Revestimento interno 8
Revestimento externo 2
Forro 0,72
Ìmpermeabilização 1,2
Pavimentação interna 5
Cobertura 1,0
Vidros 1,39
Pintura 3
Elevadores 5
Equipamentos 1
Reservas 0,5
Limpeza 0,5
'6(DRO 555 D C(.(
.erviços 5ncidXncia ([!
Alvenaria 14,13
Cobertura 12,86
Revestimento externo 10,21
Fundação 9,15
Ìnstalação hidráulica 8,29
Ìnstalação elétrica 7,61
Esquadrias e ferragens 7,46
60
Forros 5,80
Aparelhos 4,99
Pisos 4,96
Outros 14,54

5. Determine a seqüência para os serviços e atribua os tempos e recursos compatíveis com
as Composições de Preços Unitarários
Tem sido muito comum, na elaboração de cronogramas, a ausência no momento de sua
execução, das informações das produtividades (composições de preços unitários) , o que nos
levou a utilizar tabelas (tabela Badra de produtividade, arq. 17) com estes informes ,de uma
maneira genérica produzindo um primeiro cronograma, que deverá ser melhor avaliado com
os dados especifico de cada obra.
052 17 tabela de produtividade

Colocando as quantidades de serviços
Obteremos o prazo de execução com a equipe unitária
Colocando o numero de equipes
possíveis, obteremos um prazo ótimo
Portanto, permitindo que se possa elaborar um cronograma físico financeiro.
Onde identificamos:
Serviços (etapas do orçamento)
Pesos (percentuais ou adotados numa primeira "virada¨ ou calculado no orçamento)
Valores (calculado do orçamento, ou produto do peso ,por um valor global da obra (estimado
ainda)).
61
T($E;( $(DR( DE *ROD6T5:5D(DE
D!mens!onamento
5D .erviço *rodutividade *rodução *rodução dia Equipe '6(4T5D(DE *R(IO , E' E'65*E. *R(IO
ET(*( .ER:5CO. *RE;5"54(RE.
limpeza de terreno 1,00 h/m2 1,00 m2/h 8,00 m2/dia 100 12,50 3 4,17
demolições
alvenaria 0,80 h/m2 1,25 m2/h 10,00 m2/dia 2p+5s 100 10,00 3 3,33
concreto armado 1,60 h/m3 0,63 m3/h 5,00 m3/dia 2p+3s 100 20,00 3 6,67
tijolo macico s/aproveitamento 0,67 h/m2 1,50 m2/h 12,00 m2/dia 2p+3s 100 8,33 3 2,78
tijolo macico c/aproveitamento 1,33 h/m2 0,75 m2/h 6,00 m2/dia 2p+3s 100 16,67 3 5,56
CO*bR5%9
Sistemática Badra de Dados & Assoc.
Para cada etapa
Para cada mês,
Prazo de execução ............ obtido pela Tabela Badra de Produtividade ou cpu
Percentual por mês...............obtido pelo quadro de distribuição #enérico ou pelas
informações técnicas.

(0M/ ,M!
serviços
pesos valores
distribuição mensal valores p/mes

Com estes resultados , de totais por mês, e acumulados, será então possível às analises de
viabilidades, dando inicio a um cronograma mais real, levando-se em conta informação
especifica de cada obra.
62
CRO4O%R("( =@.5COD=54(4CE5RO
, a "Xs / a "Xs A a "Xs L a "Xs
R\ [ R\ [ R\ [ R\ [
01 DESPESAS ÌNDÌRETAS 154.647,33 6,34% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14% 11.041,82 7,14%
02 SERVÌCOS PRELÌMÌNARES 84.739,56 3,47% 38.429,39 45,35% 118,64 0,14% 12.583,82 14,85% 118,64 0,14%
03 FUNDACAO 170.306,14 6,98% 94.502,88 55,49% 4.223,59 2,48% 17.183,89 10,09%
04 ESTRUTURA 455.640,51 18,68% 7.745,89 1,70%
05 ALVENARÌA 427.212,58 17,51%
06 ÌMPERMEABÌLÌZACOES 30.767,48 1,26% 652,27 2,12%
07 ESTRUTURA METALÌCA 138.657,75 5,68%
08 COBERTURA 18.871,84 0,77%
09 MARCENARÌA 13.302,16 0,55%
10 SERRALHERÌA 183.101,76 7,51%
11 ÌNSTALACOES ELETRÌCAS 266.228,16 10,91% 21.298,25 8,00% 21.298,25 8,00%
12 ÌNSTALACOES HÌDRO SANÌTARÌAS 84.123,10 3,45% 7.175,70 8,53%
13 REVESTÌMENTOS 44.850,16 1,84%
14 FORROS 8.950,83 0,37%
15 PÌSOS 271.184,47 11,12%
16 VÌDROS 43.607,29 1,79%
17 PÌNTURA 11.649,32 0,48%
18 SERVÌCOS COMPLEMENTARES 20.446,68 0,84%
19 ÌNSTALACOES ESPECÌAÌS 11.280,00 0,46%
TOTAL MENSAL 2.439.567,12 100,00% 49.471,21 2,03% 105.663,33 4,33% 49.147,49 2,01% 65.216,46 2,67%
TOTAL GERAL ACUMULADO 49.471,21 2,03% 155.134,54 6,36% 204.282,03 8,37% 269.498,49 11,05%
5tem .ervico R\ Total [
O crono#rama de barraU (%antt! pode ser feito em planilas e)cell, no entanto se o
objetivo é evoluir nos resultados, onde estarão interagindo, tempos, interligações, caminho
critico, recursos, haverá necessidade de serem adotados técnicas de sistemas de elaboração
de cronograma, como o MS PROJECT da Microsoft, (sem demérito dos demais.)
Os sistemas atualmente no mercado, com os diagramas de Gantt como base poderão
responder os planejamentos e como dimensionar os recursos, seu inicio, sua duração, seus
custos, quando começa e termina sua programação dentro da tarefa.Alem de controlar quando
um recurso inicia seu trabalho num serviço, possibilitando sua remoção ou sua
substituição.Desta forma, podendo "projetar¨ e administrar estes recursos ao longo do
planejamento da obra.
E, estes recursos podendo ser, insumos (materiais e mão de obra) como equipamentos ou
qualquer outro item gerador de despesas.
.
E, se os resultados não foram satisfatórios, há sempre a possibilidade de ajustar o
planejamento inicial,
Segundo
re#rinas:
Procure tornar seu planejamento compatível com as peças orçamentárias, possíveis de
verificação ao longo das obras.
Para isto, o cronograma começa na montagem do orçamento, e recomendo
sempre que possível, que, os serviços constantes na planilha de orçamento façam parte dos
itens a serem "planejados¨ nos cronogramas (o que você orça é aquilo que você planeja, os
mesmos serviços com os mesmos cento de custo)
ANALÌSE NOVAMENTE as Metas, escopos e suas premissas.
A principal meta de um cronograma é o prazo inicial e final da obra, portanto, todas
as modificações em sua elaboração, deveriam estar voltadas ao tempo ótimo de sua
construção.
Aliado há este tempo, é importante avaliar-se seus desembolsos mensais.Não seria novidade
no estudo de um cronograma executivo (ao nível de serviços) para que sejam atendidas
condições financeiras de aporte de valores, modificar escopos ou premissas de produtividade,
por melhor que estas tenham sido adotadas.
Calcule o tempo de uma tarefa em função de sua produção e equipes envolvidas (consulte a
Tabela Badra de Produtividade).
Tenha sempre em mãos a data de termino do projeto
63

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