5 Questões que todos os líderes de louvor devem fazer.

A maior capacidade que um líder deve desenvolver não é musical. Não tem a ver com talento instrumental ou vocal. Tem a ver com ser fácil de ser seguido. Não tem a ver com o “artista” ou a “audiência”, mas com um tempo de família – o povo de Deus junto, à volta da glória e do amor do Pai. Assim pergunta-se: O teu liderar é fácil de seguir? Vamos considerar estas 5 questões, de forma a avaliar a nossa forma de liderar a fim de termos um impacto maior. 1. Tens noção de quem está na sala? – A faceta mais importante de um líder de louvor é saber quem está a liderar. Faz toda a diferença no teu tipo de música, o nível do som e a escolha das canções. Adoração congregacional não vai satisfazer a tua criatividade nem a tua musicalidade. O que irá produzir é um envolvimento do povo de Deus. Analisa como é a audiência. – Idosos? Jovens? Multi-Geracional? Novos crentes? Crianças? Faz as tuas escolhas baseadas em quem faz parte da audiência. Afinal existimos enquanto grupo para facilitar o tempo e a envolvência das pessoas na adoração. 2. Percebe-se nas tuas escolhas um senso de fluir? – A nossa adoração deve conduzir as pessoas numa jornada. Não é como um álbum onde vamos de música em música. Devemos fazê-lo de forma a contar uma história. Ter um objetivo, pode ser um atributo de Deus a realçar, o tema da pregação desse dia, etc. Devemos sentir-nos como um guia, levando as pessoas pela mão e mostrandolhes a majestade de Deus. Guiá-los e ensiná-los a contemplar e a envolverem-se. 3. É a tua música fácil de escutar? – Quando fazemos planos, precisamos de considerar se a energia da música escolhida afecta fisicamente as pessoas. Se as todas as nossas músicas forem todas rock pode ser demais para quem está a ouvir. É preciso criar momentos na adoração em que a energia das músicas escolhidas decresce e assim podemos ouvir as pessoas a cantar. Quando as pessoas ouvem uma sala inteira a cantar, sentem-se inspiradas a cantar mais alto e a perseguir Deus com mais paixão. As pessoas respondem às músicas que conhecem e gostam. Por isso com músicas novas constantemente, o povo perde o hábito de cantar com fervor.

com que a liderança seja mais humana. Somos pessoas de hábitos e tradições e o fechar de olhos é um deles. motivam e integram as pessoas no que está a acontecer. Pequenos desafios através de frases ou variações vocais. ler um texto das escrituras encorajando o pessoal a adorar. mas não em todas as reuniões. Também nós somos consumidos pela “nossa” música ou cargo. com um só coração. Tipo:     “Ok igreja. vamos levantar-nos e declarar isto…” Ou até enquanto os músicos tocam. 4. Abraço . Precisamos de agir em fé. não o nosso momento problemático. Não poderemos liderar pessoas. O que está a ferver em nós ao planearmos o louvor? A nossa música. Precisamos de olhar as pessoas para estabelecer contacto e assim desafiá-las. 5. ocasionalmente. estamos com as emoções perturbadas é natural que sejamos tentados a projectar isso nas músicas que escolhemos. mas não convida. O nosso louvor vem do centro da nossa alma. e lembrar que não estamos ali para deprimir as pessoas. vamos levantar bem alto as nossas vozes” “Vamos lá cantar outra vez” “Povo de Deus. mas ela deve perseguir Jesus. mas não há a certeza de que todos estejam a adorar. Orar é bom. Desafias as pessoas a entrar na onda? – Cantar através das músicas não chega. mais ligada às pessoas. Precisas de falar alto e desafiar as pessoas a entrar na experiência. É uma intenção mental assim que faz. E tu adoras? – Isto pode parecer parvo. isso é sacrifício de louvor.Há tempo e lugar para aprender canções novas. mas para expressar quem Deus é no meio de como me sinto. aqui vamos nós” “A uma voz. por isso ora não para encher pausas. Há um tempo para tudo. Ou seja um louvor em contra corrente emocional. Se tivemos uma semana tramada. estimula ou desafia as pessoas. aonde não estamos dispostos a ir. pode sofrer com o que sofremos. mas porque tens algo específico para declarar. Mas nada desperta mais a adoração nos outros que um coração em fogo. elevá-lo. na nossa postura e expressões.