UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO

Camilla Costa de Moraes Santos Danielle Ylana Menezes De Oliveira Ester Elaine Gonsalves de Aguiar Silmara Adriana A. Souza Victória Fernandes da Rosa

CRAVO DA ÍNDIA

ra!al"o desenvolvido #elas alunas do $% Semestre do curso de Farm&cia e 'io(u)mica* na disci#lina de Farmacognosia ++ #ara ,ins de a#oio curricular. .

S-o .aulo /012

Nome Vulgar

Cravo3da3)ndia

Nome científico
Caryophyllus aromaticus L.

Sinonímia vulgar
Craveiro3da3)ndia* cravina3de3t4nis* cravo3de3ca!ecin"a* cravo&ria* rosa3da3)ndia.

Sinonímia Científica
Eugenia aromática (L.) Baill., Eugenia caryophyllata thunb., Jambosa caryophyllus (Sprengel) Nied., L. . #erry. yrtus caryophyllus Spreng., Sy!ygium aromaticum (L.) err. "

amília !ot"nica
yrtaceae 5Mirt&ceas6

Org#o utili$a%o &farmac'geno(
O cravo da )ndia ,re(uentemente usado 7 o !ot-o ,loral seco do S. aromaticum* uma #lanta de #orte ar!óreo com co#a alongada caracter)stica e (ue #ode atingir em m7dia 8310 metros de altura. 5$%%onso, &. S. et al.)

igura %a )lanta

Origem
Su#ermercado E9tra em S-o .aulo.

De*cri+#o macro*c')ica

As ,ol"as #ossuem caracter)sticas ovais e arom&ticas* medindo a#ro9imadamente de : a 11 cm 9 2 e suas ,lores s-o #e(uenas em corim!os terminais com a colora;-o variando de verde amarelado < vermel"o.

De*cri+#o micro*c')ica
=o corte transversal* a#resenta e#iderme #rovida de est>matos anomoc)ticos* ,ormada #or camada de c7lulas tu!ulares* reco!ertas #or cut)culas lisas e !astante es#essas* #ossui #ar?n(uima* dividido em tr?s zonas nitidamente di,erentes. 5Oliveira* et. al.* 1@@86 Aona e9ternaB cont7m numerosos nódulos secretores de óleo essencial* ovais* a#resentando3se #ró9imos uns dos outros e dis#ostos so!re duas s7ries.Aona m7diaB tem c7lulas se col?n(uima com #e(uenos cristais estrelares de o9alato de c&lcio e v&rios ,ei9es ,i!rovasculares arredondados* acom#an"ados de ,i!ras escleren(uim&ticas curtas.Aona internaB ,ormada #or tecido ,rou9o e lacunoso. 5Oliveira* et. al.* 1@@86 S-o o!servados no centro do tu!o* um ei9o li!eron"oso arredondadas* restrito #or endoderme a#arente. =umerosos #e(uenos ,ei9es !icolaterais* revestidos interna e e9ternamente* #or um l)!er cristal),ero e circunscrito na #arte de ,ora #or algumas ,i!ras #ericiclicas. O centro da estrutura 7 ocu#ado #or cristais estrelares de o9alato de c&lcio* onde se encontram tam!7m todos os ti#os de #ar?n(uima. 5Oliveira* et. al.* 1@@86 =o corte tangencial a#resentam3 se #e(uenas c7lulas e#id7rmicas* #oligonais. A corola mostra c7lulas e#id7rmicas* #oligonais com #aredes retas e levemente ondeadas 5vista de ,ace6. =o #ar?n(uima ,undamental* cont7m numerosas glCndulas es(uizógenas e de drusas. 5Oliveira* et. al.* 1@@86 O ,ilete a#resenta drusas de o9alato de c&lcio e suas c7lulas e#id7rmicas s-o estreitas* alongadas e um #ouco onduladas* "& tam!7m glCndulas. As anteras mostram c7lulas com es#essamentos ,iletados. Os gr-os de #ólen s-o tetra7dricos* com um #oro em cada um dos v7rtices* (ue s-o arredondados. 5Oliveira* et al.* 1@@86

ito,uímica
Estudos ,ito(u)micos do cravo indicam a #resen;a de at7 @0D de óleo essencial. 5Costa* /0116. Os óleos essenciais constituem3se das classes dos ter#enos e ,enil#ro#anóides. 5Mac"ado* et al.*/012E Fil"o*et al.* /01/6. Os &cidos cinCmicos* s-o #recursores da maioria dos com#ostos ,enil#ro#anóides. A redu;-o da cadeia lateral* desses &cidos* conduz a ,orma;-o de com#ostos im#ortantes* #resentes em óleos vol&teis do cravo* como o eugenol 5SimFes* et. al.* /00/6* seu #rinci#al com#onente* al7m desse* est& #resenteB G3cario,ileno* H3"umuleno* Acetato de eugenila* ó9ido de cario,ileno 5A,,onso* et al.* /01/6.

armacologia
O Eugenol com#osto #resente no cravo da )ndia a#resenta as seguintes a;Fes ,armacológicasB Antio9idantesB O e,eito antio9idante ocorre atrav7s da #ero9ida;-o dos li#ideos de mem!rana celular resulta na sua desesta!iliza;-o* mudando suas caracteristicas de trans#orte e #odendo levar < morte celular. Antiin,lamatóriaB o e,eito anti3in,lamatorio 7 semel"ante ao antogonista da da COI 5endometacina6 e COI3/ antogonista seletivo. Anti!actericidaB A a;-o anti!acteriana dos com#onentes dos óleos essenciais #ode ocorrer de tr?s ,ormasB #ela inter,er?ncia na du#la camada ,os,oli#)dica da #arede celularE #elo aumento da #ermea!ilidade e #erda dos constituintes celularesE e #or altera;-o de uma variedade de sistemas enzim&ticos* incluindo a(ueles envolvidos na #rodu;-o de energia celular e s)ntese de com#onentes estruturais ou #or inativa;-o e destrui;-o do material gen7tico 5Jalem!a K JunicLa* /002E Delamare et al.* /00:6.

U*o*

Os #rinci#ais #rodutos originados do cravo 7 o óleo essencial ou derivados dele* cuMa uma das suas a#lica;Fes 7 como anest7sico local* usado na odontologia 5A,,onso* et al.* /01/E SimFes* et. al.* /00/6 e o !ot-o ,loral seco* essa es#eciaria usada na culin&ria 5A,,onso* et al.* /01/6* al7m dessas em#regos citados* #ossuem a;-o antiss7#tica* devido ao alto teor de eugenol 5SimFes* et. al.* /00/E Fil"o*et al.* /01/6* anti3in,lamatória* #ois o eugenol a#resentou em ensaios* e,eitos ,armacológicos* semel"antes aos antagonistas das enzimas COI31 e COI3/ 5A,,onso* et al.* /01/6* anti,4ngica* #ermitindo a #enetra;-o e,iciente na mem!rana* devido aos com#ostos ,enólicos.5 Mac"ado* et al.*/012E Costa* et al.* /0116* antio9idante* neutralizando o radical D..N. 5Silvestrini* et al.* /0106.

-o.icologia Em!ora sua a#lica;-o seMa comum* o Eugenol #ode causar les-o c&ustica ou (ueimaduras em su#er,)cies (uando colocados em altas concentra;Fes em tecidos moles. 5ESCO'AR* R. #.1* /00/6 Em ensaios realizados com e9trato etanólico de S. aromaticum via oral com doses de 1*0 a O*0 gPJg ,oram o!servados alguns sintomas como tremores* altera;Fes de marc"a* convulsFes* aliena;-o* aumento da ,re(u?ncia res#iratória e agressividade. Mesmo em doses elevadas 5O*0 gPJg6 n-o ,oram o!servados ind)cios letais* mas considerado neuroto9ico. A citoto9icidade 7 !ai9a em cerca de OD de eugenol na concentra;-o de 100 QgPmR. S& em ensaios realizados com o óleo essencial de S.aromaticum via oral 0*/OO gPJg ,oram o!servados to9icidade com grau T. Os testes realizados com o óleo em contato com a #ele mostraram tolera!ilidade (uando adicionados em #rodutos cosm7ticos. =a odontologia* mesmo com ind)cios de to9icidade #or ingest-o* n-o 7 considerado de risco #ois o material utilizado com #resen;a de eugenol n-o li!era (uantidades elevadas na saliva. 5AFFO=SO*/01/6.

Curio*i%a%e*

em e,eito a,rodis)aco. Foi ,eito um estudo onde os resultados a#ontaram (ue o e9trato etanólico #roduziu um e,eito signi,icativo na atividade se9ual de ratos mac"os sadios* e em ratos al!inos #roduziu o mesmo e,eito sem gerar 4lceras. Aestimula;-# do Sistema =ervoso Central #ode ser e,etuada atrav7s desses com#ostos "avendo o aumento da ,un;-o se9ual. O cravo da )ndia ,oi utilizado nas m&scaras dos m7dicos na idade m7dia a,im de evitar c"eiro e9alado#elos #acientes#ara (ue n-o se contaminassem. Navia uma cren;a em (ue o c"eiro ruim e9alado #elos contaminados iria disseminar a doen;a gerando #andemia.

orma* farmac/utica* encontra%a* no merca%o
Uleo essencial #uro* 'ot-o ,loral seco* creme* cimento dental #ara restaura;-o.

Re*ulta%o*
+denti,ica;-o de Glicos)deos ,lavono)dicos estes Rea;-o de S"inoda Nidró9ido de sódio Cloreto de alum)nio Es#eci,ica;Fes Ad(uire colora;-o rósea a vermel"o Ad(uire colora;-o amarela Fluoresc?ncia 5amarelo esverdeado6 Resultado .ositivo .ositivo .ositivo

+denti,ica;-o de Antra(uinonas estes Antra(uinonas livres Glicos)deos antra(uin>nicos Es#eci,ica;Fes Ad(uire colora;-o rósea ou vermel"a Ad(uire colora;-o vermel"a Resultado =egativo =egativo

+denti,ica;-o de Glicos)deos cardioativos estes Rea;-o de Rie!ermann 5n4cleo esteroidal6 Rea;-o de 'alMet 5lactona insaturada6 Rea;-o de Jeller 5/3deso9ia;ucares6 Es#eci,ica;Fes O!servar anel castan"o avermel"ado Ad(uire colora;-o alaranMada intensa Ad(uire colora;-o vermel"o acastan"ada nos l)(uidos e amarelo esverdeada na camada ac7tica Resultado .ositivo .ositivo .ositivo

+denti,ica;-o de Sa#oninas estes u!o 1 u!o / u!o 2 u!o T u!o O u!o $ u!o : Es#eci,ica;Fes O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma O!servar ,orma;-o de es#uma Resultado =egativo =egativo =egativo =egativo =egativo =egativo =egativo

+denti,ica;-o de Alcalóides estes Reagente Dragendor,, Reagente MaVer Reagente 'ertrand Reagente 'ouc"ardad Es#eci,ica;Fes O!servar ,orma;-o de #reci#itados O!servar ,orma;-o de #reci#itados O!servar ,orma;-o de #reci#itados O!servar ,orma;-o de #reci#itados Resultado =egativo =egativo .ositivo .ositivo

+denti,ica;-o de Uleos ess?ncias e Uleos ,i9os estes Uleo essencial Uleo ,i9o Es#eci,ica;Fes O!servar manc"a oleosa O!servar odor caracter)stico Resultado .ositivo .ositivo

Di*cu**#o

Alguns testes ,oram realizados #ara identi,ica;-o de constituintes (u)micos como descrito nos resultados e ,oi o!servado a #resen;a de glicos)deos ,lavono)dicos* glicos)deos cardioativos* óleos essenciais e óleos ,i9os. =-o ,oi o!servado a #resen;a de antra(uinonas* sa#oninas e alcaloides.

Conclu*#o

.odemos concluir (ue o cravo3da3)ndia* devido <s suas #ro#riedades ,ito(u)micas como eugenol* #ode ser utilizado tanto na ind4stria ,armac?utica (uanto na cosm7tica* como Antio9idande* antiin,lamatório e anti!actericida. Al7m disso* #ossui óleo essencial* o (ue 7 utilizado tam!7m na ind4stria aliment)cia como aromatizante e corante natural.

Refer/ncia* !i0liogr1fica*

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S. . Como S-o

)re*crever .auloB

ou

recomen%ar

)lanta*

me%icinai*

e

fitoter1)ico*.

CO='RAF+ O*

/010.

Dis#on)vel

emB

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ESCO'AR* R. #.1* /00/3 De#artamento de +nvestigaciones 'iológicas. Centro de +nvestigación V Desarrollo de MedicamentosE Eugenol< )ro)ie%a%e* farmacol'gica* 8 to.icol'gica*. VentaMas V desventaMas de su uso* Lic. &aimara 'on!ále! Escobar.

MAROA M.J... Caracteri$a+#o morfol'gica= avalia+#o agron>mica= ,uímica e %a ativi%a%e antimicro0iana %o 'leo e**encial %e %iferente* e*)?cie* e.'tica* %e g/nero Salvia. Disserta;-o de Mestrado. Wniversidade de Ca9ias do Sul* Ca9ias do Sul. 8:#* /00O.

JAREM'A D K JW=+CJA A. Anti0acterial an% antifungal )ro)ertie* of e**ential oil*5 Current 6e%icinal C9emi*tr8* 10B81238/@* /002.

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S+RVA=A M. CA.ARROA3ASSEFE C+OMAR A. 'ERSA=+3AMADOE RO'ER O

JE=S+ =. CWMA=5 Ativi%a%e* antiinflamat'ria e antinocice)tiva %o eugenol em mo%elo* e.)erimentai* em animai*. De#artamento de Farm&cia e Farmacologia* Wniversidade Estadual de Maring&* Av. Colom!o O:@0* 8:0/03@00 Maring&3.R* 'razil.

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MACNADO* '.F.M. .E SW=+OR* A. F. 3leo* e**enciai*< a*)ecto* gerai* e u*o* em tera)ia* naturai*5 Cad. Acad?mico* u!ar-o* vol. 2* n. /* #. 10O31/:* /012. Dis#on)vel emB Z"tt#BPP[[[.#ortalde#eriodicos.unisul.!rPinde9.#"#PCadernos_AcademicosParticlePvie [P:18P$:1c.Wm/s:2D+NcA\ . Acesso em /:P10P12

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5Formul&rio =acional da Farmaco#eia 'rasileira* /` edi;-o Rev. 0/ .&g.1:26

O óleo essencial est& #resente em a#ro9imadamente 1OD no cravo3da3)ndia* 7 com#osto de 80 a @0D de eugenol* um com#osto (ue a#resenta e,eitos anti3 in,lamatório* anest7sico* cicatrizante* antiss7#tico e analg7sico. A e9tra;-o #ode ser ,eita < destila;-o #or arraste a va#or em a#arel"o de Clevenger* uma t7cnica de se#ara;-o e #uri,ica;-o de com#ostos orgCnicos. e muito utilizado como anest7sico !ucal na odontologia* como anti,4ngico em micoses* anti3in,lamatório e anest7sico em alguns cosm7ticos como cera de de#ila;-o. .or seu e,eito anest7sico e anti3 in,lamatório ser e,icaz na #ele* o uso de um creme ,itoter&#ico a !ase do óleo essencial #ode ter um e,eito re,rescante e con,ort&vel se usado a#ós a de#ila;-o diminuindo a sensa;-o de ard?ncia. 5S+RVA* C. * /0116* 5.A=+AAA* S. * /010.6