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Auzas-Mille, Michel - Quando Tres Constituem Apenas Um

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símbolos místicos

Quando três constituem apenas um
V por MICHEL AUZAS-MILLE, FRC

entaremos, neste artigo, esclarecer certos aspectos do simbolismo extremamente rico do número três e de sua relação com a Unidade fundamental da qual conservamos a quase totalidade dos ensinamentos tradicionais. Veremos também como este conceito permeia nossa realidade cotidiana. Meditando sobre o simbolismo das imagens do Tarô de Marselha e principalmente sobre o terceiro arcano maior – “a Imperatriz” – e, portanto, sobre o número Três, tomamos consciência de forma concreta de uma ligação que une o espírito, a alma e o corpo, de tal modo que os três constituem apenas UM, e assim conseguimos distinguir, com toda a lógica, as três funções marcantes que animam o Ser humano durante o período de sua encarnação. São três funções, três centros “emissores-receptores” de indubitável importância, pois se trata da cabeça, do coração e do ventre, esse último incluindo o baixoventre. Podemos, então, deixar bem claro que simbolicamente estes centros represen-

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O ROSACRUZ

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ou mundo da Criação. o Reino. ou seja: – Atsiluth. Dürckheim em seu estudo O Hara. símbolo do Homem. tendo como ponto culminante Kether. na Cabala hebraica tradicional – e principalmente em seu símbolo central. a Coroa. criatura entre o céu e a terra. ao mesmo tempo distintos e complementares. é primeiro o filho da Terra. segundo definição proposta por Jung). pela cabeça – “centro celeste” ou centro espiritual –. ou mundo da Ação – ambos no plano do Ter. na “Árvore das Sephiroth” (vide figura ao lado) – encontramos novamente este esquema de três planos (vide também pág.G.tam: o espírito. que. – Br’iah. plano da encarnação. símbolo do espírito. A Abertura do Ser2 para o fato de que: “O Homem. Esses dois pólos de Bri’ah são as funções principais do coração do Homem e de sua respiração. do Ser. nosso corpo físico. A força fiel da Terra alimenta permanentemente sua existência”. antes e durante a elevação da consciência. “Árvore das Sephiroth” e sua relação com os Arcanos do Tarô de Marselha. 34). a Fundação (que podemos relacionar com a libido. enquanto órgãos e também enquanto símbolos. pelo coração – “centro do Homem” ou centro emocional –. e Malkuth. lhe dá vida. plano do vir-a-ser ou da revelação. Tiphereth – a Beleza – e o outro. Da’ath – o Conhecimento. Centro do Homem: “A posição do homem entre o céu e a terra corresponde à da alma entre o espírito e a natureza – disposição que se reflete também no simbolismo do corpo dentro do qual o coração está situado entre a cabeça e o baixoventre”. ou mundo da Formação. o conduz e o renova. e a natureza. ou seja. Sem querer entrar em detalhes que nos desviariam de nosso objetivo. descritos com as palavras e conceitos bem característicos daquela cultura. símbolo da natureza. e Asiah. da Grande Natureza. Atsiluth representa aqui as funções da cabeça do Homem – ao mesmo tempo símbolo e objeto físico. com seus dois pólos principais: um. – Yetsirah. visível. Essa tripartição é corroborada por K. Yetsirah e Asiah designam o funcionamento do ventre do Homem associado VERÃO 2009 | O ROSACRUZ 3 . “centro celeste”. como o nosso planeta Terra. com seus dois aspectos: Yesod. caracterizando os princípios da criação e da evolução. “centro terreno”.1 Isso depois de ter chamado a atenção em sua outra obra. invisível ou sugerido. pelo ventre e pelo baixo-ventre – “centro terreno” ou centro vital. a alma. ou mundo da Emanação.

ao peito. o Reino – Centro terreno – Centro vital – a NATUREZA – O Hara – Cérebro reptiliano – Complexo reptiliano – Comportamento do animal – reino do instinto bruto – Latim: Cupido – grego: Eros ao do baixo-ventre. encontram-se essas três zonas de influência resultantes da evolução. o “cérebro paleomamífero”. mundo da Emanação – plano do vir-a-ser ou da revelação – Kether. de modo geral. de onde vêm certas características de comportamento ligadas ao reino do instinto bruto. no século XVII. Veremos mais adiante que esta tripartição precisa ser tomada com muitíssima prudência nunca nos esquecendo de que os “três constituem apenas UM”. e Malkuth. a saber3: o “cérebro neomamífero” – chamado de “isocórtex”. o Fundamento. a Coroa – ponte entre o criado e o incriado – Centro celeste – Centro espiritual – o ESPÍRITO – Cérebro neomamífero – Isocórtex – Comportamento humano – Latim: Caritas – grego: Agapè O CORAÇÃO – Br’iah.A CABEÇA – Iatsiluth. ou “sistema límbico”. a origem do comportamento “animal-social” e naturalmente associado especificamente ao coração e. o conhecimento – Centro do HOMEM – centro emocional – ALMA – Cérebro paleomamífero – Sistema límbico – Comportamento animal-social – Latim: Amor – grego: Philia O VENTRE E O BAIXO-VENTRE – Yetsirah. mundo da Criação – plano da encarnação. mundo da Formação – plano do Ter e símbolo da natureza – Asiah. Por uma ótica de 4 O ROSACRUZ | VERÃO 2009 . o “cérebro reptiliano”. dentro da própria estrutura de nosso encéfalo. e. chamado de “complexo reptiliano” que é o representante antediluviano do “animal” no Homem. Levando um pouco mais longe essa distinção em três planos da realidade humana. mundo da Ação – plano do Ter e símbolo da natureza – Yesod. tanto no plano simbólico quanto no nível fisiológico. do ser – Tiphereth. podemos perceber que. com o comportamento “humano” a ele associado – corresponde ao domínio do espírito. Um princípio alquímico tradicional. a cabeça –. os dois simbolizando a “respiração”. transmitido por Huginus a Barma. finalmente. nos convida a “extrair da unidade o número ternário e a reduzir o ternário à unidade”. a Beleza – Da’ath.

para poder abordá-lo em toda a sua globalidade e em toda a sua complexidade. para o ‘UM humano’. abordando o pensamento de Platão. Aqueles que chamamos de “Antigos” – no sentido tradicional da expressão e não segundo os tradicionalistas atuais – conheciam muito bem esses três planos principais que geram a totalidade – a unidade – do Ser humano. não diz respeito apenas – longe disso – à abordagem “filosófica” da condição humana. ele nos diz: “Depois de ter descoberto a fórmula tripartida da sociedade. com dois níveis diferentes. do “viver junto”. vamos também encontrar o mesmo esquema constituído de três ordens em Georges Dumézil – em sua obra Jupiter. em todos os planos: físico. psicológico. Mas esta particularidade desenvolvida e expressa no nível simbólico pelos sábios. Quirinus – quando. Isso nos permite ver que a organização “arquetípica” da vida em sociedade. à respiração – são atribuídos os símbolos e funções da ‘vida social’. corresponde ponto a ponto à organização do Ser humano individual. e neste microcosmo. fazê-la emergir e. O mesmo esquema. a sociedade) quanto o microcosmo (o indivíduo). Mars. podemos imediatamente aproveitar a oportunidade para fazer uma proposição como esta. no final. convém que sejam ressaltados dessa Unidade os principais “pólos” atores e suas respectivas áreas de influência a fim de esclarecer suas “relações” e suas interações para. Mas. em total concordância com essa sabedoria ancestral: “À cabeça – ao espírito – estão ligados os símbolos e funções de ‘autoridade’. poder apropriar-se da Unidade fundamental e compreendê-la.pesquisa da “realidade humana”. a coletividade. intelectual. Platão volta-se para o indivíduo. o Ser humano é UNO (e indivisível). A conclusão disso é que “o que está em cima” é como “o que está embaixo”. Evidentemente. filósofos. De fato. ao coração e ao peito – à alma. emocional e até mesmo no espiritual. assim. VERÃO 2009 | O ROSACRUZ 5 . Saint Yves d’Alveydre nos destaca. e ao ventre e ao baixo-ventre – à natureza – estão ligados os símbolos e funções da ‘vida econômica’”. estrutura tanto o macrocosmo (o grupo. guias e mestres de outras épocas.

de modo também que os dois primeiros dominem juntos esse temível terceiro (que é. o latim não tinha um equivalente para a noção de espírito.símbolos místicos encontra os mesmos elementos dentro da mesma hierarquia. alma e corpo –. os ‘ares espirituais’ que lhe convêm: é assim que deve Ser”. pelo apetite insaciável por riquezas (sem falar aqui da “adoração imoderada” do umbigo) – isto é. 6 O ROSACRUZ | VERÃO 2009 . do apetite. a parte mais considerável da alma e que é. dos homens de dinheiro. para efeito de compensação. talvez. pela alma. se. mas privilegia este último que o leva à perdição. em que o coração e a respiração se aliam perfeitamente à razão para vencer. se não forem “enobrecidos” e também “justificados” pela mediação do coração. as mesmas condições de harmonia comandando as mesmas virtudes. que a Igreja de Roma. De fato. Dentro de uma inquietude de autonomia e de afirmação de seu individualismo. no nosso projeto social atual. se o ventre é a sede da maternidade. da paixão. pela mercantilização dos bens e das pessoas. Pois. podemos considerar que é a partir de um grande cisma entre a Igreja do Oriente e a do Ocidente (no ano de 1054). que ele abra para a sabedoria. conquistando sua independência política e religiosa. insaciável de riqueza). transcender juntos “esse temível terceiro” que nos puxa para baixo… Fazemos nossas as palavras de Rabelais quando este nos diz: “O Homem tem três centros: o cérebro. dando progressivamente lugar a uma oposição: “alma e corpo” oscilando muitas vezes. por natureza. para a temperança. Que ele os subordine de modo que o segundo só possa ajudar o primeiro. em todo homem. Na alquimia. ela destaca de fato de forma dramática a distância incomensurável que separa nossas sociedades totalmente voltadas para o consumo desenfreado. Ele tem em si o equivalente dos sábios. temos que admitir que. o cérebro certamente não suportaria o ventre e o ventre não suportaria o cérebro. o coração e o ventre. Mas. Do ponto de vista da Justiça. em fase de globalização. no decorrer da História. o Sol e a Lua. estes são os princípios do conhecimento. É fato certo que os órgãos e funções do ventre e do baixo-ventre são um desafio para a razão. com uma pitada de humor. para que os três se tornem UM. entre desabono e desprezo puro e simples por este último e. a língua grega exprimia perfeitamente a arquitetura ternária do Homem – espírito. Historicamente. o homem justo em nada difere do Estado justo. o que concilia os dois extremos – a respiração e o mercúrio. para o intelecto. por um lado. o espiritual e o material (corporal-sensorial) – é o Sal (scel). de onde a quebra do equilíbrio harmonioso da tripartição. todos os “valores” do “ventre” e do “baixo-ventre” – de uma sociedade “ideal” sonhada por Platão. dominar e. dos guerreiros. Sem irmos tão longe. sem coração. o intestino é também o verme que nos devora e que nos leva à sepultura”. acabou – com o espírito religioso ocidental se “racionalizando” cada vez mais – por perder pouco a pouco a compreensão do conceito grego de “Ser humano”. ela veio a traduzir os Textos canônicos para o latim.4 É. com uma ponta de ironia que daremos a esta citação uma atenção toda especial. bem entendido. para a coragem. negação e desprezo nos nossos dias. por outro.

com a instabilidade de representação e de formulação que lhe é característica. correspondendo à cabeça. Rajas e Tamas – seja por suas presenças isoladas. correspondente ao ventre e ao baixo-ventre. seja por suas combinações. definem os tipos de homens. nos mostra a que ponto a tripartição do funcionamento. Artha – se unem numa tríade equivalente à das Guna. que dedicou grande parte de sua vida ao estudo e comprovação das raízes indo-européias de nossas culturas ocidentais. da paixão. que percebe o Ser humano na forma de três envoltórios: o do sustento/alimento (corpo de carne). não só do ser humano. um olhar racional e um olhar espiritual. e o do envoltório mental (pensamentos. emoções. Kâma. A longa citação de Georges Dumèzil. mas também da sociedade e até do “Cosmos”. sangue). seguindo um esquema bem indiano. outras vezes. a atividade inquieta e a ignorância fonte dos erros que disputam entre si nosso templo efêmero”. do interesse – Dharma. o da respiração. Segundo outras fontes do mesmo conhecimento tradicional. e seus equilíbrios. No nível de nosso olhar sobre a vida e sobre o mundo. correspondendo ao peito. cinco sentidos). Georges Dumézil segue nos propondo o seguinte: “Assim também a Índia. o envoltório da Alma – dos três mesmos Guna que compõem a sociedade e o Universo: essas ‘qualidades’ que foram primeiramente luz.colocando-a simplesmente a serviço do corpo e do “material”. pelo menos. responsável pelo metabolismo da água (plasma. crepúsculo e trevas – Sattva. centrado no coração. compõe a Alma – ou. Mas Angelus Silesius nos diz ainda: “a alma tem dois olhos: um observa o tempo (nosso ‘aqui e agora’ do mundo encarnado) e o outro contempla a eternidade”. ao coração e aos pulmões. o ser humano pode também lançar sobre o universo três tipos de olhar: um olhar corporal. Isso se encontra ilustrado de forma apropriada no Ayurveda. O olho físico dá acesso às belezas terrenas. vem de um esquema universalmente reconhecido e aceito como o fundamento do próprio surgimento e da evolução da vida no universo. e o olho da alma permite pressentir a beleza suprema. constituem não só os indivíduos. é preciso notar que cada uma das três VERÃO 2009 | O ROSACRUZ 7 . Mais adiante em seu artigo. mas também os Estados: algumas vezes os sentidos da lei moral. louváveis ou censuráveis. o olho da razão abre as portas da consciência de si mesmo. é o conhecimento sossegado.

O profundo valor simbólico que atribuímos às letras. às palavras. sensível e idealista. espiritual. será bem diferente dependendo da consciência com que as abordamos. ou mais social. emocio- nal. o peito e o ventre dentro de Atsiluth. Então. pois isso vai depender de o nosso nível de percepção e de leitura da realidade estar mais num plano intelectual. Com muita cautela com relação a qualquer reducionismo intempestivo do pensamento. voltando à “Árvore Sefirótica”. dentro de Br’iah assim como dentro de Yetsirah e Asiah. O mesmo se aplica à ordem do coração e seus funcionamentos e criações assim como à ordem do ventre e do baixo-ventre. ou até mesmo mais instintivo. existe a cabeça. pragmática e instintiva. no entanto. podemos.símbolos místicos ordens assim desprendidas contém implicitamente as três modalidades de percepção e de interpretação: intelectual e racional. aos conceitos que utilizamos para definir cada uma dessas ordens. não aprendemos da mesma forma a ordem da cabeça e seus funcionamentos e criações. Então. impulsivo. destacar este ponto de grande importância em nossa relação com o 8 O ROSACRUZ | VERÃO 2009 .

e perceber que a “cabeça” corresponde perfeitamente ao “domínio cognitivo (saber). 1974. Z Notas: 1. Karlfried Graf Dürckheim. 1941. ou seja. O jogo de interações entre essas três facetas da realidade individual é. Hara – Centro vital do Homem. H. formação”? Isso nos revela que. intimamente ligados (vide esquema na página 38). reclamando e se apropriando da sua “fatia do bolo”. Quirinus. evidentemente. lembra-nos então que no nível do comportamento do indivíduo. com o “cérebro neomamífero”. 1971. longe de considerações morais que regulamentam de modo dogmático e arbitrário um “viver junto”. finalmente. bem sutil. que o “coração” ressoa harmoniosamente com o “domínio afetivo (saber ser). e que finalmente o corpo – “ventre e baixo-ventre” – se encaixa perfeitamente no que nos é proposto como “domínio sensório-motor (saber fazer). Le Courrier du Livre. um trabalho de “conhecimento de si-mesmo” nos leva a colocar o dedo na ferida do que somos bem no fundo de nós-mesmos e o que desejamos ser: seja um “Deus”impessoal e desligado das contingências materiais do mundo. Jupiter. saber em que plano nos situamos e admitir. Vemos por isso que. podemos realizar uma aproximação simbólica das noções de Caritas (do latim) e de Ágape (do grego). 2. em sua “medula substantífica” segundo a linguagem alquímica tão cara a Rebelais. encontramos de fato na rubrica “Objetivos educacionais” o seguinte: “As três taxonomias simplificadas. seja um “animal” insaciável.mundo. educação”. não vamos imaginar que este esquema em tríade da estrutura e funcionamento do ser humano. além do nosso próprio filtro de leitura.G. Dürckheim. a este esquema. os termos Amor (do latim) e Philia (do grego). nrf Gallimard. Georges Dumézil. todas elas igualmente legítimas. e que nosso radiante século 21 pode dispensar tal conhecimento. procurando “conhecer”–. Aqui. antes de tudo. esses três domínios estão às vezes. ed. por aquele a ela submetido. um pouco da Sabedoria dos Antigos ressurge de uma situação aparentemente caótica de nossas culturas contemporâneas. o esquema de resposta e de apropriação desta experiência. com o “cérebro paleomamífero” ou sistema límbico. das sociedades e até do universo faz parte de um passado longínquo. La Percée de l’Être. VERÃO 2009 | O ROSACRUZ 9 . trata-se acima de tudo de evidenciar aqui uma “organização” inscrita desde a noite dos tempos na própria “matéria” da vida. longe de estar perdida. e mesmo freqüentemente. Mars. outras formas de apreender as coisas do mundo e da vida. ou “isocórtex”. pois é necessário. também chamado de “complexo reptiliano”. de um pensamento um tanto confuso e hermético. Mas será que não podemos aplicar nossa tripartição (cabeça – peito – ventre e baixoventre). que existe. pelo menos. ed. humildemente. instrução”. nos três planos do amor. os nomes Cupido (do latim) e Eros (do grego) com o “cérebro reptiliano”. Le Courrier du Livre. ou les étapes de la maturité. É preciso observar também que. 3. mas nem por isso isento de conseqüências maiores para a elaboração do mundo no qual desejamos viver e que desejamos deixar para as futuras gerações. têm três eixos principais”. 4. Para concluir. seja um “homem” plenamente encarnado e responsável porque “conhecedor” – ou. na ‘exposição à experiência educativa’. No nosso mundo bem atual do “ensino público”.

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