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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ - CAMPUS CASTANHAL MEC-SETEC

FERNANDES SILVA

FORMAS DE CONHECIMENTO IDENTIFICADAS NO FILME ALEXANDRIA DE ALEJANDRO ALMENÁBAR, COM BASE NO MATERIAL DE APOIO DO IFACETE(METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO)

CASTANHAL!PA "#$%

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...............04 3 .....................DADOS TÉCNICOS DO FILME ALEXANDRIA....................05 REFERÊNCIAS .......................................................DESENVOLVIMENTO........................................................03 2 ........................................................SUMÁRIO 1 .................OBJETIVO........

#.DADOS TÉCNICOS DO FILME ALEXANDRIA . . .E) ".1remiação: 2ete pr. .Espanhol.Atri%: a&hel 'ei%%.: Esse 5ilme 5oi proibido no E/ito e o 5ilme mais assistido na Espanha em 2009. . .Data da Criação: 09-10-2009 Espanha.3 1 .+) . . .".+o&al da . .Diretor: Alejandro Amenábar .mios #o3a.() *.$rilha: Dario "arianelli.oteirista: Al! "ateo #il. .ilma/em: 0lha de "alta.Atores: A.E) ".4bs.nero: Drama! hist-ria. .

s&ando dar sentidos .mana! E espe&.nto de a:.es7200?! p.11@9 AB o &onhe&imento :.s em :.ma e>pli&ação ra&ional e objeti=a da realidadeA a&ional! sistemáti&o! e>ato e =eri5i&á=el da realidade.8da por . não se des&onhe&e as e>pli&açDes para o se.m &onj.n&ia E .e se re=ela E a =ontade de De.a ori/em! ser &on5irmado o.87199G!p.ernandes! in=esti/ar e identi5i&ar no 5ilme Ale>andria7A/ora9! do &ineasta Espanhol Alejandro Amenábar! as 5ormas de &onhe&imentos emp8ri&o! teol-/i&o! 5ilos-5i&o e &ient85i&o. Depende da 5ormação moral e das &renças de &ada indi=8d.mpriA Fão pode! por s.nto de =erdades a&eitas pelos homens a partir da re=elação di=ina.bjeti=os e b.ja 5inalidade E propor . .es7200?! p. C #)*í( !": <apiass.isiçDes intele&t.isa Cient85i&a ministrada pelo 1ro5essor <onas .e o &rente &on5ia e &.al &.n&ia da =ida do &otidiano da pessoaA . Empír !": odri/.lati=o sobre 5enImenos! /erando &on&eitos s.iloso5ia si/ni5i&a ami%ade pela sabedoria! amor e respeito pelo saberA .11@9 A B o &onhe&imento obtido ao a&aso! de modo espontCneo a partir de e>peri. e "ar&ondes7199?!p.m saber &onstit.6 2 . T#"$%& !": odri/. 2. e :.ACE$7 "etodolo/ia do $rabalho Cient85i&o9 apli&ada na dis&iplina "etodolo/ia da 1es:.m &onj.199H A.r. F $"'%( !": Cha. ne/ado .n&ias.&esso.o.n&iona ra%oa=elmente bem na sol.jos des8/nios ele de=e &.a ori/em está nos pro&edimentos de =eri5i&ação baseados na metodolo/ia &ient85i&a.to do ra&io&8nio e re5le>ão h.e apresenta .ção de problemas imediatos! apesar de não &ompreender o. s.ltrapassando os limites 5ormais da &i.OBJETIVO Com base na apostila do 0.639 AA &i..

irido em se.m a/ora *3patia proibido de ensinar na es&ola.61G9 depois de 300 anos da morte de <es.e os /r. L.e seria &on5irmada pelo astrInomo <ohannes Pepler! sE&.se. Kmas das atit. sistemati&amente a perse/.e 5oi 5.no e apai>onado por ela! pre5eito de Ale>andria! tento.m poss8=el mo=imento da $erra não a5etaria o mo=imento! em relação M $erra! de .eimado. 4 0mpErio omano sobe o j.ando *3pá&ia a5irma :./o de .artejado e :. L.idores de 1latão e &olo&o. 2e.lti=am os De.m objeto &aindo na $erra. pai e por &onhe&imento ad:. &om :.bj.ndo anti/o. deste ata:.ais ao ter&eiro! todos são i/.ando Cirilo per&ebe.a morte! 5il-so5os tro&am Ale>andria pela Nndia e 1Ersia.>aria.ssão entre 4reste e CinEsio sobre .da8smo! tenta=am ass. *3patia tambEm in=esti/a o modelo helio&.ição aos se/.pos toma=am &ontra os se. Fo entanto! de=ido a objeçDes reli/iosas &ontra o helio&entrismo! os &ristãos t.ni=erso E re/ido por leis matemáti&a! o &he5e reli/ioso &onsidero.do de astronomia! desen=ol=e a teoria das -rbitas el8pti&as! :.&om ela e a s.mir Ale>andria &om &. +á De=os pede para 5i&ar s. e> al.ra #re/oomana! :. E.ndada por Ale>andre o #rande no ano de 332 AC7C.so.ando Cirilo torno.e o .lt.ra *elenista9.-se ao Cristianismo e 5oi liberto por ela :.s.sar as Es&rit.G 3 .ras 2a/radas para a&. L.re%a here/e. &orpo 5oi es:.adir o (ispo Cirilo! mas a&irro.n&ia .bordinada de nin/.los mais tarde. a . Ap-s s.dos! atraia est. o amor de 4reste por *3pá&ia! per&ebe.n&ia dos &onhe&imento passado por se.:.lt.ando retorna=a do m. pers.ma dis&.5o&a! pois os 1arabolanos :. 4 Cristianismo 5oi o5i&iali%ado em 390 DC pelo 0mpErio omano! e 5oi nomeado &he5e reli/ioso de Ale>andria o (ispo Cirilo. 4s trabalhos sal=os de Ale>andria são preser=ados pelos Orabes! 1ersas! 0ndianos e Chineses.ladoA 2e dois são i/. 4reste se.ma ideia de Da=os sobre o sistema planetário! &ito. Em se. Fa Ale>andria! lo&ali%ada no E/ito! :.itos &on5litos. Ela a&redita=a na &riação do . Fessa Epo&a! o 1a/anismo! Cristianismo e o <.ses do 4l8mpio! e a&onte&ia m.lher era s.e! e la=ada para dentro da 0/reja.lo 0J-J 73@0DC . ainda mais a perse/.ando le&iona=a ! n.tro.m objeto retirado do mastro de .e .no! &on=erte.m na=io em mo=imento! ela demonstra a 4restes :. 4 &on5lito de ideias &omeça :.s entram em &on5lito! &ometendo atos de =iol.-se 1atriar&a de Ale>andria! ini&io.! pois a&redita=a nas relaçDes ra&ionais e não imateriais.dantes de todo 0mpErio omano.e ela se &on=ertesse ao Cristianismo! mas ela re&.n&ias do m.lá=io $eod-sio esta=a no poder.ais entre siA. es&ra=o! e> al.DESENVOLVIMENTO 2E&.s est.e &.des :.ição por ela. essas a5irmati=as e &on=i&çDes de nat. Em 61G DC! :.-a na &abeça da lista. 4reste tento.. amor e 5oi-se j.ns &ontra os o.! 5oi abordada pelos 1arabolanos! liderado por Amonis! inte/rado por De=os .eriam es5olá-la =i=a.de.s est.sa-la de ate8smo e br.l/ada e ela não a&eita=a ser s. o ponto da 5ra/ilidade e passo.ntri&o do sistema solar proposto por Aristar&o de 2amos! por ter . 4s &ristãos e os j./açDes matemáti&as! e alEm do mais nessa Epo&a a m.ntar aos &ristãos pre/adores.&lides no post. .Em. Ale>andria dei>o. de ser o &entro do ensino das &i. *3patia! 5ilha de $heon75il-so5o! astrInomo e matemáti&o9! 1ro5essora da Kni=ersidade de Ale>andria! sobre a in5l.s ri=ais era o apedrejamento.e não parti&ipo.ando demonstra se. Da=os se.ni=erso por &onj.

4 &on5lito de ideias &omeça :.! pois a&redita=a nas relaçDes ra&ionais e não imateriais.m objeto &aindo na $erra.m poss8=el mo=imento da $erra não a5etaria o mo=imento! em relação M $erra! de .ais ao ter&eiro! todos são i/. Em se.ma dis&.s ri=ais era o apedrejamento.m na=io em mo=imento! ela demonstra a 4restes :. T#"$%& !": 4 Cristianismo 5oi o5i&iali%ado em 390 d& pelo 0mpErio omano! e 5oi nomeado &he5e reli/ioso de Ale>andria o (ispo Cirilo. .e seria &on5irmada pelo astrInomo <ohannes Pepler! sE&.e ela se &on=ertesse ao Cristianismo! mas ela re&.e .ntri&o do sistema solar proposto por Aristar&o de 2amos! por ter .ando *3pá&ia a5irma :.ladoA 2e dois são i/.e os /r. E.do de astronomia! desen=ol=e a teoria das -rbitas el8pti&as! :.pos toma=am &ontra os se. Kmas das atit.e o .ais entre siA C #)*í( !": *3patia tambEm in=esti/a o modelo helio&.re%a here/e.m objeto atirado do mastro de .los mais tarde.&lides no post.lti=am os De.? Empír !": Fessa Epo&a! o 1a/anismo! o Cristianismo e o <.s est.da8smo! tenta=am ass.mir Ale>andria &om &.omana! :.ni=erso E re/ido por leis matemáti&a! o &he5e reli/ioso &onsidero. F $"'%( !": L. &om :. essas a5irmati=as e &on=i&çDes de nat.ra #re/o.lt.ma ideia de Da=os sobre o sistema planetário! &ito.itos &on5litos.so.e &.ando le&iona=a! n.des :.ses do 4l8mpio e a&onte&ia m.ssão entre 4reste! e CinEsio sobre . 4reste tento.

ACE$E) .omento e Amparo a Ci.REFERÊNCIAS Apostila "etodolo/ia do $rabalho Cient85i&o .n&ia e a $e&nolo/ia .to de .0nstit.ilme Ale>andria direção Alejandro Amenábar .0. .