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Hardware PC

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08/03/2013

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A grande maioria dos componentes do computador está disposta dentro do gabinete. E todos eles, internos ou externos, devem se

comunicar com a CPU.

O papel da placa-mãe é fornecer uma maneira de os dispositivos periféricos do computador terem contato com o processador, que é
o local onde a CPU está. A placa-mãe é, simplesmente, o local onde todos os equipamentos se encaixam.

Figura 1.35 – Placa-mãe vazia

A placa-mãe é uma placa de circuitos composta de caminhos de dados (barramentos) e lacunas para encaixe de equipamentos
(slots). Ela vem, de fábrica, quase “nua”, com alguns pequenos componentes. Mas para montar um computador, é necessário adquirir os
outros equipamentos, que serão encaixados nos slots apropriados na placa-mãe.

Figura 1.36 – Placa-mãe com o processador já encaixado no slot apropriado.

Os diversos tipos de equipamentos que se encaixam à placa-mãe na forma de outras placas são chamados de placas de expansão
(é o caso do modem, placa de rede, placa de vídeo, placa de som, entre outros). Veja a figura a seguir:

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Figura 1.37 – Placa de rede (vertical) encaixada em uma placa-mãe (deitada).

Existem diversos modelos e marcas de placas-mãe no mercado, cada um com sua utilização específica. Por exemplo, há placas que
só funcionam com processadores Pentium 4, há outras que só servem para Athlon e Athlon XP, assim por diante.

Na hora de montar seu micro, se você é quem vai escolher o modelo da placa e do processador, verifique a compatibilidade entre

eles.

Uma característica importante da placa-mãe é seu chipset. Chipset (ou “conjunto de chips”) é uma série de pequenos circuitos que
controla todo o fluxo de dados na placa-mãe. Atualmente há vários modelos de chipsets, fabricados por várias empresas.

A maioria dos chipsets ainda é dividida em ponte norte e ponte sul. A ponte norte, ou Northbridge é o chip maior, responsável pela
maioria das funções, comunicação do processador com a memória RAM, barramentos AGP e PCI, etc. A Southbridge, ou ponte sul, é o
chip menor, encarregado de funções "menos essenciais", como controlar as interfaces IDE e o barramento ISA da placa mãe, assim como as
portas seriais, paralela, USB, teclado, etc (veremos barramento a seguir).

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O chipset de uma placa-mãe pode ser decisivo para o desempenho do computador. Há casos em que dois micros, com mesmo
processador e mesma quantidade de memória, chegam a ter desempenhos 30% diferentes entre si, por causa da placa-mãe.

É interessante saber que as placas-mãe possuem freqüência, também medida em MHz. A freqüência da placa-mãe não chega nem
perto da freqüência interna do Microprocessador, mas seu valor também influencia no desempenho final do computador.

A freqüência de uma placa-mãe é determinada pelo chipset, e hoje em dia, os valores mais comuns são entre 100 e 133 MHz.

O que é uma placa-mãe On-board?

Bom, a princípio não é certo chamar a placa-mãe por esse termo (on-board). A classificação acima mencionada refere-se aos
equipamentos que já vêm instalados na própria placa-mãe, dispensando sua aquisição posterior, na forma de placas de expansão.

Por exemplo, uma placa-mãe pode ser fabricada já com diversos equipamentos presentes nela mesmas, como placa de som, placa de
rede, modem e placa de vídeo. Dizemos, portanto, que esses equipamentos já se encontram on-board (“na placa”).

Há placas mãe que possuem todos os equipamentos já inseridos, há outras, porém, em que apenas um ou outro equipamento está na

própria placa-mãe.

Um ponto negativo para as placas-mãe assim é que, pelo fato de haver vários componentes instalados, a placa não possui muitos
slots para expansão, limitando a escolha de componentes.

Outro fato ruim é que nem sempre os equipamentos que vêm junto com a placa-mãe têm boa qualidade. Por razões de custo, as
fábricas escolhem equipamentos fracos, o que compromete o desempenho final da máquina.

Por essas e outras, as placas-mãe “on-board” são mais baratas que as placas “off-board” (aquelas que não possuem periféricos pré-

instalados).

Veja, a seguir, um pequeno exemplo de uma placa-mãe e seus principais componentes, como o Chipset, o BIOS (sobre o qual
falaremos depois) Slots (“lacunas”) para os principais equipamentos a serem conectados à placa (os slots também serão discutidos mais
adiante):

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Figura

1.38 – Visão geral de uma Placa-mãe

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7) BARRAMENTOS EXTERNOS

Segundo uma classificação mais didática que oficial, os barramentos externos são aqueles que interligam a CPU aos equipamentos
que es encontram fora do gabinete (como teclado, mouse, impressora, etc.).
Volto a salientar que essa idéia de “barramento externo” não é unanimidade entre os autores, portanto, não se prenda ao termo em
si, mas ao seu sentido, para que possa entender do que se trata.
Os barramentos externos são visíveis como pequenos encaixes para os conectores dos equipamentos na parte traseira do gabinete, é
freqüente o uso do termo porta para esses encaixes. Portanto, não é incomum ler porta PS/2, em vez de barramento PS/2.
Então vejamos, é possível, numa prova, haver a seguinte terminologia para barramentos externos: Barramento paralelo, Porta
paralela ou ainda Interface paralela. Não esqueça!

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