LIDANDO COM AS INFORMAÇÕES DIGITAIS

Todos os dados que entram no computador, o atravessam e são manipulados nele e saem do mesmo apresentam um formato curioso e não muito claro para nossa compreensão. Mas, o que significa ser DIGITAL? Um equipamento eletrônico pode ser analógico ou digital, mas quais as diferenças entre estas duas classificações? Lá vai... Um equipamento analógico manipula a eletricidade variando-a de forma contínua, digamos irregular. Um exemplo é quando falamos ao telefone e nossa voz é transformada em pulsos elétricos bastante irregulares. Um equipamento digital faz a eletricidade variar apenas entre o máximo possível e ZERO (um ou outro). Ou seja, para um equipamento digital, ou existe eletricidade, ou não existe. Verifique na figura seguinte a diferença entre esses dois tipos de informação eletrônica:

Figura 1.7 – As ondas (variações na eletricidade) digitais e analógicas são diferentes. É, pois é... sua voz no telefone fica “doida” deste jeito mesmo, quem diria?

Como nossos computadores são máquinas digitais, vamos estudar como eles funcionam e como a linguagem digital (também conhecida como binária) está organizada.

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A LINGUAGEM DIGITAL – ZEROS E UNS
Como vimos na figura 1.7, a variação da eletricidade em um equipamento digital só pode assumir dois valores: 0 (ZERO) volts, que representa a ausência de eletricidade, ou o valor máximo de voltagem do equipamento. Pensando em tornar isso mais fácil de escrever e entender, foi desenvolvida a Linguagem Binária ou Linguagem Digital, que utiliza apenas dois caracteres para representar todas as informações possíveis. A linguagem binária é formada apenas por 0 (zero) e 1 (um). Que, combinados de maneiras diferentes, podem significar qualquer letra ou número que conhecemos.

Exemplo: Nossa Língua A h Linguagem Binária 01000001 01101000

Para cada caractere que existe em nossos idiomas (sim, os outros países também contam!!), existe um equivalente valor binário que o representa para o computador. Para que não houvesse incompatibilidade entre os diversos fabricantes e modelos de computadores, bem como as diversas línguas ao redor do mundo, foi criado um código internacional que atribui, a cada caractere nosso, uma palavra binária. Esse código, que é aceito em todo o mundo (ou quase todo) é chamado Código ASCII (Código Americano Padrão para Intercâmbio de Informações). É ele que define, por exemplo, que a letra “A” é representada por “01000001”. O ASCII usa 8 bits (1 byte) para representar cada caractere (o que totaliza 256 combinações diferentes). O Unicode, que vem sendo cotado como principal substituto do ASCII, já atribui 2 bytes a cada caractere, possibilitando cerca de 65536 diferentes caracteres em sua tabela. Lembre-se: Se você digitou, no teclado, a letra “A”, saiba que o seu computador entendeu que a informação inserida é um conjunto de pulsos elétricos que pode ser representado por “01000001”. Afinal, internamente falando, seu computador não consegue compreender a letra “A”, ele só trabalha com eletricidade.

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BITS E BYTES – UNIDADES DE MEDIDA
A linguagem dos computadores é digital e, portanto, baseada em 0 e 1. Seus dados são reunidos em conjuntos mínimos de oito caracteres, ou seja, oito “zeros” e “uns”. Cada caractere (cada ZERO ou UM) é chamado bit, um conjunto de oito bits formam um byte. Veja abaixo: 0 bit 1 bit 01000001 byte

Para que bits e Bytes são usados? No que eles podem ajudar? Esses termos representam o que? Bytes e bits são, na verdade, unidades de medida. Assim como metro mede distância, litro mede capacidade e grama mede massa, Byte mede informação. Todas as informações armazenadas em um computador são medidas em Bytes. Cada texto, foto, som, desenho, filme, ou qualquer tipo de informação gravada no computador é, na verdade, um conjunto de zeros e uns, e tem seu tamanho medido não em páginas ou letras, mas sim, em Bytes. Um exemplo simples: A palavra CASA tem quatro caracteres (letras). Em ASCII, essa palavra é armazenada em 4 Bytes distintos. Cada caractere de texto é gravado em um único byte. Lembre-se: No ASCII, um Byte é o espaço em uma memória necessário para armazenar um caractere (uma letra, por exemplo).

As informações digitais nos computadores são armazenadas nas memórias, não é? Portanto, todas as memórias de um computador têm sua capacidade medida em bytes. Quando, em alguma configuração de computador, houver uma unidade terminando em B (“B” maiúsculo), significa que é uma memória, porque “B” é a sigla para Byte. O bit é representado pela letra b (“b” minúsculo).

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O Sistema Binário
É o sistema de numeração dos computadores atuais utilizado internamente pelo hardware. No sistema binário são utilizados os dígitos 1 e 0 para a representação de quantidades. Portanto sua base é 2 (números de dígitos do sistema). A determinados conjuntos de dígitos binários são dados nomes específicos: - Um conjunto de quatro bits é denominado quarteto (Exemplo: 1001) - Um conjunto de oito bits é denominado octeto ou um byte (Exemplo: 10010110). - Um conjunto de 1024 bytes é chamado kilobytes ou simplesmente Kb. - 1024 kilobytes formam um megabyte ou simplesmente Mb - Um gigabyte é um conjunto de 1024 megabytes - Um terrabyte é um conjunto de 1024 gigabyte Como um Byte é uma unidade com valor muito pequeno, é muito comum que sejam utilizados prefixos multiplicadores conhecidos: 1 Kilobyte (KB): 1024 Bytes 1 Megabyte (MB): 1024 x 1024 Bytes 1 Gigabyte (GB): 1024 x 1024 x 1024 Bytes 1 Terabyte (TB): 1024 x 1024 x 1024 x 1024 Bytes

Dica: 1 KB = 1024 Bytes 1 MB = 1024 KB 1 GB = 1024 MB 6 1 TB = 1024 GB

COMO O COMPUTADOR CHEGOU AO QUE É HOJE
Computar significa contar, calcular, obter resultados. O Computador é apenas o equipamento criado pelo homem para ajudá-lo nesta tarefa muitas vezes árdua.

Vários autores discordam sobre diversas questões filosóficas da informática, mas a grande maioria considera que o ábaco (mostrado na figura abaixo) é o primeiro computador da história da humanidade.

Figura 0.1 – O ábaco é um aparelho que ajuda a realizar cálculos matemáticos. Ele ainda é muito utilizado em países do oriente.

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COMPUTADORES ELETRÔNICOS
A história dos computadores eletrônicos remonta da década de 1940 quando as forças armadas dos EUA solicitaram a criação de uma máquina monstruosa, formada por milhares de válvulas (veja parágrafo seguinte) para fazer cálculos importantes para a guerra. Esse computador, cujo poder de processamento é ultrapassado pelas calculadoras atuais era chamado ENIAC. Naquela época, manipular a energia elétrica de forma adequada era trabalho para certos componentes chamados válvulas (que, por sinal, ainda vimos aqui no Brasil em alguns modelos antigos de TVs e rádios). Portanto, todo e qualquer equipamento eletrônico (os computadores, por exemplo) tinham de ser construídos com essa tecnologia.

Figura 0.4 – Válvula Elétrica, uma espécie de “lâmpada” inteligente. Usadas nos computadores da primeira geração

Com a invenção dos semicondutores (componentes estruturais baseados no elemento químico silício), que permitem que a energia elétrica trafegue num único sentido, foram desenvolvidas novas tecnologias, mais baratas, mais simples de usar e com resultados muito mais satisfatórios. Foi a época de os computadores abandonarem as válvulas e usarem os transistores (figura abaixo).

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Figura 0.5 – Transistores: componentes semicondutores usados nos computadores da segunda geração.

Logo após a época da grande utilização de transistores em toda a indústria de informática, desenvolveu-se uma maneira de juntar diversos destes componentes em um único circuito minúsculo, diminuindo, em muitas vezes, o espaço necessário para montar um computador. Esses circuitos são chamados circuitos integrados (ou CHIPs).

Figura 0.6 – Chip é uma “pastilha” semicondutora que contém de centenas a milhares de transistores em seu interior. Essa é a terceira geração!

Os computadores de hoje encontram-se na quarta geração. Atualmente, nossas máquinas ainda usam os chips, mas estes são muito mais “densos” que os antecessores da terceira geração, ou seja, dentro dos chips atuais há muito mais transistores e outros componentes que nos da geração anterior. 9

Hoje existem chips que possuem o equivalente a milhões de transistores. Essa tecnologia de miniaturização é chamada de VLSI (Escala de Integração Muito Grande). Veja na figura a seguir um exemplo de um chip atual.

Figura 0.7 – Chips atuais, com muito mais componentes que os predecessores, são amplamente usados na indústria da informática.

Há muita controvérsia ainda com relação à quinta geração dos computadores, portanto, ela não será discutida neste material. Nosso estudo será voltado para a quarta geração, com todos os seus termos, dispositivos e segredos, que é o que os concursos públicos costumam pedir em suas provas.

Lembre-se: Cada geração de computador teve um “símbolo”, um “personagem principal” que a caracteriza. Para resumir o que vimos até aqui, segue esta lista simplificada: 1ª Geração: Válvulas 2ª Geração: Transistores 3ª Geração: Chips (circuitos integrados) 4ª Geração: VLSI (chips complexos) 10

Parte 1 - Hardware
OS PRINCIPAIS TIPOS DE COMPUTADORES
O termo computador engloba mais que aquele equipamento que todos conhecemos, como visto a seguir: Mainframe (Lê-se mais ou menos assim: meinfrêimi): computador de grande porte, normalmente utilizado para gerenciar grande quantidade de fluxo de dados (já imaginou quantos dados são manipulados pelos computadores centrais das operadoras de cartões de crédito? Ou dos bancos? Pois é... aí entram os mainframes). Microcomputador: é o equipamento que todos nós conhecemos e com que estamos acostumados a lidar. Pelo fato de os concursos atualmente envolverem questões mais cotidianas, esse será nosso objetivo de estudo para esse capítulo. Handheld (computador de mão): São computadores minúsculos, normalmente do tamanho de uma agenda eletrônica. Possuem um funcionamento semelhante ao de um microcomputador, mas com capacidades reduzidas.

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PRINCIPAIS COMPONENTES DO COMPUTADOR
Vamos começar nosso estudo aprofundado dos principais dispositivos que formam um microcomputador atual, e para facilitar essa tarefa, resolvi dividir nosso objetivo de estudo em algumas etapas: 1) Microprocessadores 2) Memórias 3) Unidades de Armazenamento 4) Dispositivos de Entrada e Saída 5) Placa-Mãe 6) Barramentos Externos 7) Novas tecnologias

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COMO FUNCIONA O COMPUTADOR?
Os usuários cotidianos de computador têm uma visão muito simples do funcionamento desse equipamento: “A gente digita, aparece na tela. É como uma máquina de datilografia!”. Bom é mais ou menos isso que acontece mesmo (pelo menos, ele foi construído para facilitar nossa vida, e faz isso bem!). Há muito mais componentes e processos envolvidos na manipulação de informação por parte de um computador e, para concursos, devemos estudá-los todos. Analise a figura 1.3 que mostra um esquema simples de ser entendido:

Figura 1.3 – Esquema simplificado do funcionamento de um computador

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Entrada de Dados: são os componentes responsáveis pela inserção de informações no computador, tais como o teclado, o mouse, o scanner, entre outros.

As informações que entram no computador são, em sua maioria, inseridas pelo usuário através de algum equipamento próprio para esse fim. Como, por exemplo, na hora em que digitamos nosso nome, estamos usando o teclado.

CPU – Unidade Central de Processamento: é simplesmente o “centro nervoso” do computador. A maior parte das informações que entram e que saem do micro passam por ela. Na arquitetura atual dos computadores, a CPU é o componente mais importante, todos os outros dispositivos do computador são ligados a ela direta ou indiretamente.

A CPU está dividida em duas partes distintas, a UC – Unidade de Controle e a ULA – Unidade Lógica e Aritmética. Unidade de Controle (UC): é o setor da CPU responsável por tomar as decisões do que vai ou não vai ser feito pela mesma. A Unidade de Controle simplesmente gerencia todo o funcionamento da CPU, e, conseqüentemente, de todo o computador. A UC é responsável pelo tráfego das informações de e para todos os componentes do computador. Unidade Lógica e Aritmética (ULA): é a parte da CPU responsável por manipular os dados recebidos e enviar as respostas dessa manipulação. Quando há necessidade de os dados coletados passarem por operações matemáticas ou de comparação lógica, a UC requisita os serviços da ULA.

Lembre-se: Os dados de um programa de computador são efetivamente manipulados na ULA. Quem requisita o trabalho da ULA é a UC.

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Atualmente, as CPUs são fabricadas e comercializadas dispostas em um único componente eletrônico conhecido como Microprocessador. O Microprocessador (ou simplesmente processador) é tido como o “cérebro” do computador. As figuras a seguir mostram alguns exemplos de microprocessadores atuais:

Figura 1.4 – Dois processadores fabricados pela empresa americana INTEL.

Figura 1.5 – Slots (lacunas) para encaixe dos processadores em seus devidos computadores

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Figura 1.6 – Processador já encaixado à placa-mãe do computador (o processador mesmo está escondido embaixo deste ventilador gigantesco).

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Tipos de memória

Memória: é todo o local no seu computador onde é possível armazenar dados. Um computador possui diversos tipos de memórias, desde as permanentes até aquelas que não duram muito tempo, cada qual com sua função definida. Eis alguns tipos de memórias para computador, classificados de acordo com sua mídia (meio de armazenamento):

Memórias Semicondutoras: são aquelas em que as informações são armazenadas em chips através, normalmente, da existência de corrente elétrica. Ex.: Memória RAM, ROM, EPROM, Memória Cache, entre outras.

Memórias Magnéticas: armazenam dados em sua superfície magnetizável. As informações são, na verdade, pulsos magnéticos de pequenos ímãs existentes na memória. Ex.: disquete, fitas K7, discos rígidos.

Memórias Ópticas: São as memórias que guardam os dados na forma de materiais capazes de refletir a luz. Todos os discos que usam laser para a leitura de dados são memórias ópticas. Ex.: CD, DVD.

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CONCEITOS IMPORTANTES 1) MICROPROCESSADORES
Como já foi visto anteriormente, o processador é o componente eletrônico que armazena a CPU. Ele simplesmente é o “cérebro” do computador. claro). Atualmente os processadores mais usados nos microcomputadores são fabricados por duas empresas americanas (concorrentes,

MARCA E MODELO
A Intel é a mais antiga empresa do ramo (está no negócio desde a década de 1970) e atualmente fabrica três modelos de processadores para microcomputadores: Celeron, Pentium 3 e Pentium 4. A AMD também fabrica três modelos de processadores, para concorrer diretamente com os da Intel. São eles: Duron, Athlon e Athlon XP.

Veja a tabela abaixo: Intel Celeron Pentium 3 Pentium 4 AMD Duron Athlon Athlon XP Comentário “Fraco” “Médio” “Forte”

Obs.: Não tome esta comparação como depreciativa para nenhum modelo ou marca. É apenas uma forma de apresentar rapidamente a comparação entre eles.

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Os processadores Celeron e Duron não são fracos no sentido real da palavra, apenas são os mais indicados para o uso doméstico, quando o que se exige da máquina são operações básicas, como processadores de texto, planilhas e Internet. Os processadores Pentium 3 e Athlon são “meio-termo” das duas famílias, como é possível ver. São recomendados por quem não quer usar um processador menos potente, mas não tem dinheiro para investir num melhor. Já o Pentium 4 e o Athlon XP são, por enquanto, o “Top de linha” de suas empresas. Processadores muito potentes que agüentam serviço e são escolhidos pelos profissionais mais exigentes. Veja algumas fotos:

Figura 1.8 – Processador Pentium 4 visto de baixo (esses pinos são justamente os que se encaixam no slot da placa-mãe).

Figura 1.9 – Athlon XP.

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CLOCK – A FREQÜÊNCIA

Mas um processador não é apenas classificado pelo seu modelo. Um determinado modelo de processador é fabricado com diferentes freqüências de trabalho (Clock).

O que é o clock (freqüência) do processador? Cada processador possui um cristal interno que vibra suas moléculas quando recebe alimentação elétrica. Essa “oscilação” é regular e compassada, funcionando como o “batimento cardíaco” do processador. Atenção: Quanto maior for a freqüência, ou seja, quanto mais oscilações houver em um determinado espaço de tempo, mais rápido seu processador executa as operações.

A freqüência é medida em Hertz (oscilações por segundo), e já chegamos ao patamar dos GHz (Gigahertz). Atualmente existem processadores com freqüências de 2,4GHz (2,4 bilhões de oscilações por segundo).

Portanto, é possível encontrar no mercado modelos de processadores com freqüências, e conseqüentemente preços, variados. Como Pentium 4 1,5GHz, Pentium 4 2GHz, Pentium 4 2,4GHz, etc...

Na família AMD também há várias opções de clock para um mesmo modelo de processador: Athlon 1,3Ghz, Athlon 1,6Ghz, e assim por diante.

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ARQUITETURA INTERNA
Os processadores para microcomputadores atuais, tanto os fabricados pela Intel como pela AMD possuem uma arquitetura de 32bits.

O que significa possuir uma arquitetura de 32 bits? Os dados chegam ao processador (que é a CPU) e são manipulados da forma mais indicada, dependendo da solicitação da UC (presente no próprio processador).

Esses dados chegam em blocos de 32 bits simultaneamente (lado a lado), como se existisse uma estrada larga o suficiente para que 32 carros estejam lado a lado. Cada carro desses seria um bit (ZERO ou UM).

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2) MEMÓRIAS
As memórias são componentes eletrônicos onde armazenamos dados no computador. Há vários tipos de memórias, desde as mais utilizadas, até algumas usadas de vez em quando, conheceremos a maioria delas. Há memórias que armazenam dados por muito tempo (mesmo com o computador desligado) e há memórias que só armazenam informações no momento da utilização do computador, funcionando apenas para permitir a realização de algum processamento.

2.1) MEMÓRIA RAM
Dentre todas as memórias existentes no computador, a mais importante é, sem dúvida, a memória RAM (Memória de Acesso Aleatório). A memória RAM é um conjunto de chips semicondutores que armazena dados na forma de pulsos elétricos, o que significa que os dados só são armazenados enquanto houver energia ou enquanto o programa em questão decidir (o que terminar primeiro). A memória RAM é um componente muitíssimo importante para o computador, sem ela o computador não funcionaria porque os dados que saem da CPU são, a princípio, armazenados nela. A memória RAM é vendida em pequenas placas chamadas “pentes” por causa de seu formato. Veja fotos:

Figura 1.14 – Pente de Memória RAM (detalhe num dos CHIPS)

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Figura 1.15 – Um pente de Memória (visão geral)

A CPU tem o “direito” de colocar e retirar dados da RAM sem seguir uma ordem, como um estacionamento (“guarde onde quiser, se estiver vago”), daí seu nome (acesso aleatório). Veja um esquema de funcionamento entre CPU e Memória RAM:

Figura 1.16 – CPU e Memória RAM se comunicam o tempo todo

Todas as informações com as quais se está trabalhando são armazenadas na RAM. A CPU armazena todos os dados dos programas na RAM. Ela é igualmente importante ao processador.

Lembre-se: A “velocidade” do micro é a medida de quão rapidamente ele pode responder às requisições de um usuário. Essa “rapidez” é o resultante de diversos fatores individuais, entre eles: modelo e freqüência do processador e quantidade de memória RAM. (calma, há outros mais...)

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Mas atenção, não é somente o tamanho (capacidade) da memória RAM que influencia na velocidade do computador. Em concursos públicos, esta é apenas uma das características importantes. As principais características sobre a memória RAM que devemos discutir são: 1) Capacidade (claro!) 2) Tipo (tecnologia de fabricação)

CAPACIDADE DA MEMÓRIA RAM
A capacidade da memória varia de computador para computador, visto que o usuário que irá comprar o computador pode optar por diversos valores para essa memória. Os valores mais comuns, atualmente, são 64MB, 128MB, 256MB e 512MB. Há computadores mais antigos que apresentam valores menores para a RAM, bem como há usuários exigentes que colocam memórias de valores maiores em seus micros. No que a Memória RAM influencia na velocidade do computador? Como a memória RAM é o principal depositório de informações da CPU, sua capacidade influencia diretamente na velocidade do computador. Quanto mais memória RAM houver em um computador, mais tarefas ele pode realizar simultaneamente porque cada vez que executamos um programa, como o Word, o Excel e até mesmo o Windows, os dados destes softwares são armazenados na RAM enquanto eles estiverem em processamento. Não adiantaria gastar milhares de reais num processador de última geração, pensando que isso é o suficiente para que o micro seja rápido, e economizar na memória RAM. A CPU, neste caso, pode até ser rápida, mas seu potencial será “castrado” pelo pouco espaço de armazenamento numa RAM pequena. A Memória RAM é elétrica, ou seja, os dados são guardados nesta memória como pulsos elétricos. Seu conteúdo, portanto, não fica guardado quando o micro é desligado. Dizemos então que a memória RAM não é permanente, ou seja, ela é volátil. 26

O formato dos pentes DDR é diferente dos pentes PC-133 e PC-100. Portanto, uma placa-mãe construída para aceitar memória DDR não pode aceitar as memórias PC-133/PC-100 e vice-versa. Veja abaixo:

Figura 1.17 – Pente de memória PC-133

Figura 1.18 – Pente de memória DDR PC-2100

Conheça um pente RAMBUS:

Figura 1.19 – Pente RAMBUS - Muita freqüência, mas barramento estreito.

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2.3) MEMÓRIA ROM
As memórias do tipo ROM (Memória Somente para Leitura) são usadas, normalmente, para armazenar dados importantes do fabricante dos equipamentos porque essas memórias não podem ser manipuladas pelo usuário. As memórias ROM vêm da fábrica com as informações dentro delas e o usuário não pode modificá-las nem apagá-las. Esse tipo de memória usa chips de semicondutores (transistores) em posições fixas para que executem funções de “0” ou “1”, então, essas memórias são como “esculturas” eletrônicas, seus dados são armazenados quase que “fisicamente”. Nos computadores e outros equipamentos atuais há sempre um chip de memória ROM, pois os dados básicos do funcionamento do equipamento estão descritos na ROM (como é que você acha, por exemplo, que a sua calculadora de bolso sempre sabe que o sinal de + serve para somar? Está gravado na ROM dela!). Nos computadores é possível encontrar alguns chips de memória ROM, e alguns chips com variações desta memória. Conheça algumas outras memórias que são variações da ROM original: 1) PROM (ROM programável): Vem de fábrica “limpa” e pode ser gravada uma única vez pelo usuário. Depois de gravada, em equipamento específico, ela se torna equivalente e uma ROM.

2) EPROM (ROM apagável e programável): Pode ser apagada algumas vezes pelo usuário através da incidência de luz ultravioleta (laboratórios específicos).

3) EEPROM (ROM eletricamente apagável e programável): Pode ser apagada algumas vezes para ser preenchida de novos dados. Para apagar essa memória não é preciso luz UV, basta aumentar a voltagem em que ela está ligada e ela poderá ser regravada.

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No computador, um chip que alia uma série dessas memórias é o BIOS (Sistema Básico de Entrada e Saída). Esse chip tem a função de fazer seu computador reconhecer os componentes básicos na hora da inicialização. Toda placa-mãe traz o BIOS nela.

Figura 1.21 – O BIOS (ao centro) reconhece os componentes e mantém o relógio atualizado (veja que há uma “bateria” ao lado da BIOS)

Vamos conhecer a função do BIOS melhor quando estudarmos o processo de inicialização (mais adiante).

Lembre-se: O BIOS não é formado exclusivamente de memória ROM, parte do BIOS é alterável (o usuário pode alterar alguns conteúdos do BIOS).

Ao conjunto formado pelas memórias RAM e ROM, damos o nome de Memória Principal. É claro que a RAM é a “principal das principais”. Mas o computador também possui outro conjunto de memórias, denominado Memórias Auxiliares (também conhecidas como Unidades de Armazenamento).

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3) UNIDADES DE ARMAZENAMENTO
As memórias onde podemos armazenar dados permanentemente são comumente chamadas de Unidades de Armazenamento, ou simplesmente Unidades, a seguir conheça as mais importantes:

3.1) DISQUETE DE 3 ½”
É um disco magnético flexível e transportável com uma superfície que permite tanto a leitura quanto a gravação dos dados.

Figura 1.8 – O Disquete de 3 ½” tem capacidade de armazenar 1,38MB (e não 1,44MB, como todas as caixinhas informam)

Atenção: A capacidade do disquete é 1,38MB, mas algumas provas ainda são muito “tradicionalistas” e apresentam apenas a opção de 1,44MB como capacidade destes discos.

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3.2) CD – COMPACT DISK
O CD é um disco cuja superfície é feita de material que reflete luz, para que os equipamentos de leitura, que usam laser, possam lêlos. O CD é, portanto, um disco de armazenamento óptico. A capacidade de armazenamento do CD foi originalmente definida em 650MB, mas hoje existem CDs com até 700MB. Para facilitar o seu cálculo, aqui vai: Um CD possui uma capacidade cerca de 480 a 500 vezes maior que a de um disquete. O equipamento que lê CD, também chamado de Drive de CD, tem sua velocidade de leitura medida como múltiplo de uma velocidade X padrão (X = 150Kbps), mas o real é 171kbs. Portanto, há drives com 50X, 55X, 60X, etc.

Figura 1.9 – Um CD pode armazenar entre 650MB e 700MB, o equivalente a cerca de 490 disquetes em média.

Há três tipos de CDs, muito comuns hoje em dia, que devemos estudar:

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CD-ROM: É um disco que já vem gravado com informações de fábrica. A superfície do CD-ROM é montada numa chapa na fábrica, normalmente em vidro “esculpido”. Um CD-ROM não pode ser gravado pelos usuários, ele é gravado no momento da construção. A sigla CDROM significa CD Somente para Leitura.

CD-R: É o chamado “CD virgem”. É um disco que apresenta uma camada de resina na superfície. Essa camada de resina é “queimada” durante a gravação e, portanto, não pode ser usada para uma segunda gravação. O CD-R só pode ser gravado UMA VEZ. CD-R significa CD Gravável. Lembre-se não pode ser reaproveitado o que foi gravado. Isto não quer dizer que não pode gravar arquivos em tempos diferentes.

CD-RW: É o chamado CD Regravável. É um disco que permite sucessivas gravações, pela resina em sua superfície. O CD-RW é o potencial substituto do disquete, devido ao custo de fabricação, à capacidade e ao fato de permitir diversas gravações.

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3.3) DVD – DIGITAL VERSATILE DISK
Uma nova tecnologia de armazenamento óptico foi desenvolvida nos últimos anos, este novo disco é chamado DVD e foi criado, a princípio, para a indústria do entretenimento (para armazenar filmes, em substituição ao vídeo-cassete). Recentemente a indústria de informática passou a utilizar o DVD como unidade de armazenamento de dados cuja capacidade é cerca de 7 vezes superior a de um CD convencional. O DVD tem capacidade de 4,7GB.

Figura 1.10 – O DVD tem uma capacidade de 4,7GB utilizando seu espaço mínimo. O que equivale a cerca de 7 CDs convencionais.

O que muita gente não sabe é que o DVD pode ter sua capacidade quadruplicada porque os 4,7GB é a capacidade de uma única camada deste disco. Cada face (lado) do DVD pode ter duas camadas de dados (cada uma com 4,7GB) e as duas faces do disco podem ser utilizadas. Atualmente os equipamentos gravadores de DVD não são muito comuns por ainda serem muitos caros. É mais fácil encontrar em um computador, quando muito, o leitor de DVD. 33

3.4) HD – DISCO RÍGIDO
Todos os computadores possuem uma unidade magnética de armazenamento interna, chamada Disco Rígido, HD ou Winchester. Atualmente, existem HDs com capacidades superiores a 100GB. Este equipamento é, de longe, o que possui a maior capacidade em um computador.

Figura 1.11 – Disco Rígido (na figura acima ele está aberto, o que não acontece na realidade)

OUTRAS UNIDADES DE ARMAZENAMENTO
Há várias outras formas de armazenarem dados que variam de acordo com a finalidade. Conheça agora alguns novos (outros nem tanto) tipos de disquetes e outras mídias de armazenamento:

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3.5) DISQUETE ZIP (ZIP DISK)
Este disquete, fabricado originalmente pela empresa IOMEGA, fez muito sucesso por apresentar uma capacidade de armazenamento de 100 MB (o equivalente a 70 disquetes convencionais). Os últimos modelos deste disco estavam (e ainda estão) sendo fabricados com 250 MB (cerca de 170 disquetes). Agora, muito recentemente, a IOMEGA retomou o projeto e começou a fabricar disquetes ZIP com 750 MB. Esses discos são muito usados para transportar informações que não cabem nos disquetes convencionais entre empresas. Um exemplo são as empresas de Design e arquitetura, que enviam seus desenhos e projetos a gráficas através de Zip disks (prática ainda muito comum). Sua intenção original era se tornar padrão de mercado, substituindo os disquetes convencionais. Seu “sonho” foi frustrado com a chegada dos CD-R e CD-RW que são muito mais baratos.

Figura 1.12 – Disquete ZIP de 100MB.

Para conseguir ler e gravar num disquete ZIP, é necessário possuir o equipamento adequado, chamado Zip Drive. Este dispositivo pode ser visto a seguir:

Figura 1.13 – Zip Drive: Equipamento para ler e gravar dados em discos ZIP. 35

3.6) DISQUETE JAZ
Também fabricados pela Iomega, os disquetes Jaz não conseguiram tanta “fama” quanto os discos ZIP, talvez pelo preço. Os discos Jaz foram construídos com 1GB e até 2GB de capacidade. Por sua capacidade, digamos, exagerada, o Jaz Disk não é muito utilizado para transportar informações entre computadores (a maioria das informações podia ser transportada via Zip). O uso do Jaz era recomendado para os famigerados Backups (processos de cópia de informações de segurança em empresas). Para poder usar um disquete Jaz, o computador precisa ter um Jaz Drive, o equipamento que consegue ler e gravar estes discos. Veja abaixo:

Figura 1.14 – Jaz Drive: Muita capacidade, ideal para backups de dados em empresas.

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3.7) FITA DAT
É um cartucho de fita magnética usada para o armazenamento de dados digitais de computador.

Figura 1.15 – Fita DAT

Estas fitas são muito utilizadas por grandes empresas para o armazenamento de dados de Backup (cópias de segurança), tanto por sua alta capacidade de armazenamento, quanto por sua segurança. Há fitas DAT que podem armazenar 1GB, 2GB, 4GB e até 20GB. Essa capacidade também vai depender da Unidade de Fita que vai ler o cartucho!

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3.8) CARTÕES DE MEMÓRIA
São cartões que utilizam uma tecnologia semicondutora para armazenar dados. Há vários tipos e modelos, de vários fabricantes diferentes. Quase todos os cartões de memória são usados em novos equipamentos portáteis, como câmeras fotográficas digitais, palmtops, filmadoras, etc. Conheça alguns tipos:

Figura 1.16 – Cartão SmartMedia, um formato mais antigo, usado em câmeras digitais.

Figura 1.17 – Memory Stick, fabricado pela SONY. São comuns entre 8MB e 128MB, mas já há planos da empresa em fabricar maiores.

Há mais novidades vindo por aí, a cada minuto a indústria da informática nos prega uma peça e cria novos equipamentos. À medida que novas tecnologias apareçam, serão prontamente adicionadas às novas versões deste material.

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4) DISPOSITIVOS DE ENTRADA E SAÍDA
Segundo o diagrama de funcionamento de um computador (fig. 1.3), necessitamos de equipamentos capazes de fazer a informação “entrar” na CPU e sair dela para o “mundo real”. Por estarem auxiliando a CPU no seu trabalho, digamos, “ao redor” dela, na periferia da mesma, esses equipamentos são também chamados periféricos de entrada e saída. Eis alguns dos mais comuns periféricos:

4.1) TECLADO (ENTRADA)
É o equipamento que permite a inserção de dados através da digitação. É conhecido como periférico padrão de entrada. Ou seja, o computador não pode funcionar sem ele.

Figura 1.18 – O Teclado é considerado o equipamento PADRÃO de entrada.

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4.2) MONITOR (SAÍDA)
O monitor de vídeo é considerado o periférico padrão de saída, ou seja, o computador não consegue trabalhar sem que ele esteja funcionando (pelo menos no momento da ligação, o computador deve reconhecer a presença deste equipamento).

Figura 1.19 – Monitor de Vídeo

A principal característica de um monitor é o tamanho de sua tela, medido de forma semelhante à televisão. Atualmente são comuns os monitores de 14, 15 e 17 polegadas. Monitores maiores não são tão comuns, mas existem.

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A tela do monitor do computador possui uma malha de pontos coloridos formados pelas três cores primárias (verde, vermelho e azul – RGB em inglês). Uma característica que influencia diretamente na qualidade final da imagem apresentada é a distância entre os pontos coloridos do monitor, essa distância é chamada DOT PITCH. Verifique:

Figura 1.20 – Malha de pontos. As setas indicam um DOT PITCH. À direita um pixel (formado pelas três cores básicas – RGB – Red, Green e Blue)

Atualmente há monitores com o dot pitch de 0,17 mm (milímetros). Mas o valor mais comum é entre 0,28 e 0,25 milímetros. Quanto menor o dot pitch, ou seja, a distância entre pontos, mais qualidade e nitidez a imagem do monitor terá. Outra característica importante é a resolução máxima que o monitor consegue apresentar. Resolução é a quantidade de pontos que o equipamento consegue mostrar, resultando numa melhor qualidade da imagem. As imagens de um monitor são formadas por esses pequenos pontos chamados PIXELS, que variam entre diversas tonalidades de cores para apresentar a imagem que vemos. 41

Atualmente há monitores que conseguem resoluções máximas de 640x480 pixels (padrão VGA), 800x600 pixels (padrão SVGA) e 1024x768 pixels (UVGA). Há monitores maiores que conseguem resoluções superiores a essas. Quanto mais pixels estiverem sendo apresentados em um monitor, menores estes pontos serão, portanto, menores serão os objetos mostrados na tela (visto que os objetos da tela são formados por números fixos de pixels). Veja o exemplo abaixo:

Figura 1.21 – A letra X sendo representada pelo mesmo número de pixels. Uma resolução maior (como à direita) diminui o tamanho do objeto.

Mas Lembre-se: O monitor não é o principal responsável pela qualidade da imagem apresentada. O equipamento que fala diretamente com o monitor e desenha tudo que esse apresenta é chamado PLACA DE VÍDEO. A Placa de vídeo é quem define a qualidade da imagem primariamente.

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4.3) MOUSE (ENTRADA)
É o equipamento que movimenta o ponteiro na tela. Ao mover o mouse por uma superfície plana, seus sensores (que podem ser mecânicos ou ópticos) enviam sinais elétricos deste movimento e o computador os traduz em movimentos da setinha na tela.

Figura 1.22 – Mouse convencional (mecânico), possui uma “bolinha” em sua base, que reconhece os movimentos executados.

Figura 1.23 – O Mouse óptico possui um sensor que compreende o movimento com a emissão de luz na base do dispositivo. São muito mais precisos que os mouses mecânicos.

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4.4) IMPRESSORA (SAÍDA)
O equipamento que permite que nossos trabalhos sejam postos em papel é a impressora. Há vários tipos e modelos de impressoras atualmente no mercado, mas podemos destacar alguns apenas para fins de estudo (alguns tipos, visto que modelos não são importantes para concursos). Impressora Matricial: Sua técnica de impressão se dá por meio de “agulhas” dispostas em uma matriz, essas agulhas “batem” numa fita (como na máquina de datilografia) e essa fita, por sua vez, é empurrada contra o papel. Neste tipo de impressão, HÁ CONTATO FÍSICO COM O PAPEL.

Figura 1.24 – Esquema do funcionamento de uma impressora matricial.

Figura 1.25 – As Impressoras Matriciais.

As impressoras matriciais são pobres em qualidade de impressão, são normalmente muito lentas e extremamente barulhentas. Para uso doméstico e corporativo de impressão de documentos, prefere-se, hoje, outro tipo de impressora. Mas as impressoras matriciais ainda podem ser encontradas em caixas de supermercados (aquelas que imprimem as notas de compra são matriciais).

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Impressora Jato de Tinta: São as mais comuns hoje em dia. Seu sistema de impressão se baseia em pequenos reservatórios de tinta (cartuchos) que “cospem” a tinta em pontos definidos do papel. A grande maioria das impressoras Jato de Tinta conseguem imprimir a cores.

Figura 1.26 – Impressora Jato de Tinta Colorida, o tipo mais comum de impressoras vendidas atualmente.

As impressoras coloridas possuem dois cartuchos normalmente (um preto e um colorido). São reservatórios para as quatro cores primárias: CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto). Ciano é o azul claro e Magenta é rosa.

Lembre-se: há uma diferença entre as chamadas cores primárias. RGB (Vermelho, Verde e Azul) são as cores primárias de emissão, usadas pelos dispositivos de vídeo (monitor, TV, etc.). A partir destas três cores, qualquer tonalidade pode ser conseguida. CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto) é o conjunto de cores primárias de impressão, usadas pelos dispositivos que imprimem informações. A mistura correta destas quatro cores permite conseguir qualquer outra numa impressão. 45

Impressora Laser: Usa um feixe de raio laser para desenhar o objeto a ser impresso em um rolo coberto com um pó chamado tonner. O rolo, por sua vez, se aproxima do papel e a parte que foi desenhada pelo laser se “prende” no papel devido a uma repulsão por parte do rolo. Depois de “imprimir” no papel, a superfície do rolo passa por uma lâmpada “apagadora” para que seu conteúdo seja limpo para mais um giro em que se repetirá o processo. Veja o esquema do funcionamento da impressora laser e um exemplo de uma delas a seguir:

Figura 1.27 – Esquema de funcionamento de uma impressora Laser.

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Figura 1.28 – Exemplo de Impressora Laser

Por ser muito complexo e ter uma qualidade de impressão extremamente boa, esse tipo de impressora é considerado o mais caro dentre os três apresentados. A maioria das impressoras laser possui apenas uma cor (preto), mas existem impressoras laser coloridas (são menos comuns devido ao seu preço). A principal característica sobre as impressoras jato de tinta e laser é a sua resolução, que é medida em DPI (Pontos por polegada). Quanto mais DPI uma impressora tem como resolução, mais qualidade terá o documento impresso. As resoluções mais comuns hoje em dia são 300 DPI e 600 DPI, mas existem alguns modelos de impressoras que conseguem imprimir até 2800 DPI (pelo menos é o que diz o fabricante!).

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4.5) SCANNER (ENTRADA)
Equipamento usado para capturar dados impressos e transformá-los em dados digitais de imagem. Seu uso é muito comum entre profissionais do ramo de design, propaganda, arquitetura, etc.

Figura 1.29 – Scanner comum (Scanner de mesa)

A principal característica sobre esse equipamento é sua resolução máxima, medida em DPI (pontos por polegada, a mesma media usada em impressoras). Quanto maior a resolução de um Scanner, mais qualidade terá a imagem capturada.

Mas atenção: Um Scanner possui uma resolução óptica (que é, efetivamente, a resolução do equipamento) e uma resolução intercalada, que é, digamos assim, “melhorada” por software, ou seja, não é real. Na hora de comprar um scanner, analise a resolução óptica (real).

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4.6) MODEM (ENTRADA E SAÍDA)
O Modem (Modulador/Demodulador) é um equipamento de comunicação que permite que dois computadores fiquem conectados (troquem informações) através de uma linha telefônica.

Figura 1.30 – Modem Externo (incomum)

Placa de Fax/Modem ( interno ao gabinete funções de Modem e de Fax)

A função do modem é traduzir os pulsos elétricos digitais (existentes no interior do computador) em variações elétricas analógicas (forma de transmissão dos dados na linha telefônica). Atualmente, os modems atingem uma taxa de transferência de 56Kbps (leia-se 56 Kilobits por segundo). Não há modems, nem em projetos futuros, que atinjam valores superiores. A verdade é que esse equipamento está fadado ao desuso. Quanto mais o acesso à Internet se desvincula da linha telefônica, mais o Modem se torna desnecessário. Como são equipamentos de comunicação entre computadores, os modems devem seguir algumas regras de indústria para que modelos de diversos fabricantes consigam se entender. Esse conjunto de regras é chamado padrão de comunicação, ou simplesmente padrão. Atualmente a maioria dos modems está sendo construída com o padrão de comunicação V.90, instituído pela ITU (União Internacional de Telecomunicações). Há bem pouco tempo, a ITU desenvolveu o sucessor do padrão V.90 - o V.92 – que atingem transferências de dados um pouco superiores aos antecessores.

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4.7) PLACA DE REDE (ENTRADA E SAÍDA)
A comunicação entre computadores não se dá somente através da linha telefônica, é possível ligar vários equipamentos em redes locais, dentro das casas e empresas. Uma rede local, também chamada LAN, exige certos equipamentos específicos, como cabos especiais, hubs, switches (todos discutidos no capítulo sobre REDES). Além desses, é necessário que cada computador possua um pequeno equipamento capaz de se comunicar através da estrutura de cabeamentos, esse equipamento chama-se Placa de Rede, ou adaptador de rede. Outro nome comum é NIC (Placa de Interface de Rede).

Figura 1.32 – Placa de Rede (interna ao gabinete)

O padrão de indústria que regulamenta o funcionamento das redes locais, e conseqüentemente, das placas de rede foi desenvolvido pela XEROX no fim da década de 1980 e se chama Ethernet. Hoje, quase todo equipamento para redes locais recebe a titulação de Equipamento Ethernet, ou coisa parecida. Por exemplo, as placas de rede são normalmente chamadas de Placas Ethernet. 50

O padrão Ethernet define que a placa de rede vai se conectar a uma velocidade (taxa de transferência) de 10 Mbps (10 Megabits por segundo). Outros padrões foram criados em sucessão a esse, veja a lista:

Padrão Ethernet Fast Ethernet Gigabit Ethernet

Velocidade da placa 10 Mbps 100 Mbps 1000 Mbps

O padrão mais usado hoje é o Fast Ethernet, no qual as placas de rede são construídas para atingir até 100 Mbps.

Uma placa construída num padrão mais novo consegue se comunicar com placas mais antigas, mesmo se suas velocidades não forem iguais.

Por essa razão, as placas de rede atuais vêm com a seguinte inscrição: Placa de Rede 10/100 (ou Placa Ethernet 10/100). Isso indica que a placa pode se conectar a 100 Mbps ou a 10 Mbps, dependendo da necessidade.

Lembre-se: Se duas placas de rede de velocidades diferentes estão “conversando”, a velocidade dessa conversa é definida pela placa mais lenta! Isso é lógico porque quem é rápido pode diminuir a velocidade, mas quem é lento não consegue subir!

É importante lembrar também que cada placa de rede, quando fabricada, recebe uma numeração única, como se fosse um número de chassi. Nenhuma outra placa no mundo tem (nem teve) o mesmo número. Esse registro é chamado Endereço MAC (MAC Adress).

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4.8) PLACA DE SOM (ENTRADA E SAÍDA)
som). É o equipamento capaz de transformar as informações digitais dos programas e jogos em som stereo (para sair nas caixinhas de

Figura 1.33 – Placa de Som

Se o seu computador não possui uma placa de som, não poderá “gritar” nos jogos nem nos programas normais. Vai ficar restrito aos “bips” do alto-falante minúsculo do gabinete. Este dispositivo também é de entrada porque, atualmente, todas vêm entradas de microfone que possibilita a gravação de arquivos de áudio (.wav, mp3) e entrada Joystic / MIDI destinado a jogos ou interligação e interação a instrumentos musicais como, por exemplo, teclados e órgãos (Interação com softwares tipo Cakewalk, Pro Tools para Studios de gravação).

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4.9) PLACA DE VÍDEO (SAÍDA)
É o equipamento responsável por “desenhar” os dados que aparecem no monitor do computador. Todos os dados que saem da CPU em direção ao monitor passam pela Placa de Vídeo, que converte os sinais elétricos digitais em sinais RGB (as cores primárias). Sendo assim, o monitor já recebe os sinais da maneira como deve emiti-los para o usuário.

Figura 1.34 – Placa de vídeo

Há placas de vídeo para diversos usos específicos, que se diferenciam entre si por capacidades, velocidades e preços. As placas de vídeo “normais” são aquelas que permitem ao usuário trabalhar com os principais programas de computador usados no dia a dia. Todo computador possui, no mínimo, uma dessas. Existem as placas de vídeo 3D (ou placas aceleradoras), que trazem consigo um processador próprio para realizar cálculos de ambientes 3D. Essas placas são ideais para os arquitetos, engenheiros e designers que usam programas 3D, e para os maníacos por jogos, que, em sua maioria, exigem esses equipamentos. Todas as placas de vídeo (normais ou não) possuem memória, a chamada memória de vídeo, que nada mais é que uma memória DRAM usada somente para armazenar os dados de imagem (pixels e suas cores). Quanto mais memória de vídeo uma placa dessas possuir, mais resolução e mais cores a imagem do computador pode apresentar, portanto, o principal definidor da qualidade da imagem é a placa de vídeo, e não o monitor. Atualmente são comuns placas de vídeo normais com 16MB de memória. Para as placas 3D, exige-se mais: 32 a 128MB.

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5) PLACA-MÃE
A grande maioria dos componentes do computador está disposta dentro do gabinete. E todos eles, internos ou externos, devem se comunicar com a CPU. O papel da placa-mãe é fornecer uma maneira de os dispositivos periféricos do computador terem contato com o processador, que é o local onde a CPU está. A placa-mãe é, simplesmente, o local onde todos os equipamentos se encaixam.

Figura 1.35 – Placa-mãe vazia

A placa-mãe é uma placa de circuitos composta de caminhos de dados (barramentos) e lacunas para encaixe de equipamentos (slots). Ela vem, de fábrica, quase “nua”, com alguns pequenos componentes. Mas para montar um computador, é necessário adquirir os outros equipamentos, que serão encaixados nos slots apropriados na placa-mãe.

Figura 1.36 – Placa-mãe com o processador já encaixado no slot apropriado.

Os diversos tipos de equipamentos que se encaixam à placa-mãe na forma de outras placas são chamados de placas de expansão (é o caso do modem, placa de rede, placa de vídeo, placa de som, entre outros). Veja a figura a seguir:

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Figura 1.37 – Placa de rede (vertical) encaixada em uma placa-mãe (deitada).

Existem diversos modelos e marcas de placas-mãe no mercado, cada um com sua utilização específica. Por exemplo, há placas que só funcionam com processadores Pentium 4, há outras que só servem para Athlon e Athlon XP, assim por diante. Na hora de montar seu micro, se você é quem vai escolher o modelo da placa e do processador, verifique a compatibilidade entre eles. Uma característica importante da placa-mãe é seu chipset. Chipset (ou “conjunto de chips”) é uma série de pequenos circuitos que controla todo o fluxo de dados na placa-mãe. Atualmente há vários modelos de chipsets, fabricados por várias empresas. A maioria dos chipsets ainda é dividida em ponte norte e ponte sul. A ponte norte, ou Northbridge é o chip maior, responsável pela maioria das funções, comunicação do processador com a memória RAM, barramentos AGP e PCI, etc. A Southbridge, ou ponte sul, é o chip menor, encarregado de funções "menos essenciais", como controlar as interfaces IDE e o barramento ISA da placa mãe, assim como as portas seriais, paralela, USB, teclado, etc (veremos barramento a seguir).

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O chipset de uma placa-mãe pode ser decisivo para o desempenho do computador. Há casos em que dois micros, com mesmo processador e mesma quantidade de memória, chegam a ter desempenhos 30% diferentes entre si, por causa da placa-mãe. É interessante saber que as placas-mãe possuem freqüência, também medida em MHz. A freqüência da placa-mãe não chega nem perto da freqüência interna do Microprocessador, mas seu valor também influencia no desempenho final do computador. A freqüência de uma placa-mãe é determinada pelo chipset, e hoje em dia, os valores mais comuns são entre 100 e 133 MHz. O que é uma placa-mãe On-board? Bom, a princípio não é certo chamar a placa-mãe por esse termo (on-board). A classificação acima mencionada refere-se aos equipamentos que já vêm instalados na própria placa-mãe, dispensando sua aquisição posterior, na forma de placas de expansão. Por exemplo, uma placa-mãe pode ser fabricada já com diversos equipamentos presentes nela mesmas, como placa de som, placa de rede, modem e placa de vídeo. Dizemos, portanto, que esses equipamentos já se encontram on-board (“na placa”). Há placas mãe que possuem todos os equipamentos já inseridos, há outras, porém, em que apenas um ou outro equipamento está na própria placa-mãe. Um ponto negativo para as placas-mãe assim é que, pelo fato de haver vários componentes instalados, a placa não possui muitos slots para expansão, limitando a escolha de componentes. Outro fato ruim é que nem sempre os equipamentos que vêm junto com a placa-mãe têm boa qualidade. Por razões de custo, as fábricas escolhem equipamentos fracos, o que compromete o desempenho final da máquina. Por essas e outras, as placas-mãe “on-board” são mais baratas que as placas “off-board” (aquelas que não possuem periféricos préinstalados). Veja, a seguir, um pequeno exemplo de uma placa-mãe e seus principais componentes, como o Chipset, o BIOS (sobre o qual falaremos depois) Slots (“lacunas”) para os principais equipamentos a serem conectados à placa (os slots também serão discutidos mais adiante): 56

Figura 1.38 – Visão geral de uma Placa-mãe

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7) BARRAMENTOS EXTERNOS
Segundo uma classificação mais didática que oficial, os barramentos externos são aqueles que interligam a CPU aos equipamentos que es encontram fora do gabinete (como teclado, mouse, impressora, etc.). Volto a salientar que essa idéia de “barramento externo” não é unanimidade entre os autores, portanto, não se prenda ao termo em si, mas ao seu sentido, para que possa entender do que se trata. Os barramentos externos são visíveis como pequenos encaixes para os conectores dos equipamentos na parte traseira do gabinete, é freqüente o uso do termo porta para esses encaixes. Portanto, não é incomum ler porta PS/2, em vez de barramento PS/2. Então vejamos, é possível, numa prova, haver a seguinte terminologia para barramentos externos: Barramento paralelo, Porta paralela ou ainda Interface paralela. Não esqueça!

7.1) BARRAMENTO PS/2 (PORTA PS/2)
É o barramento atualmente usado para conectar mouse e teclado. Há duas portas na parte traseira do gabinete, uma para o mouse e a outra para o teclado.

Figura 1.46 – Porta PS/2 (duas)

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7.2) PORTA SERIAL
É um barramento usado por uma série de equipamentos que transferem relativamente pouca informação, como mouses, modems, câmeras (webcam), etc. Quando não há porta PS/2 no micro, o mouse normalmente é conectado a uma das portas seriais disponíveis.

Figura 1.47 – Portas Seriais

Num computador pessoal, os conectores mais comuns para o barramento serial são DB-9 (que usa nove pinos, é o menor na figura acima) e DB-15 (que usa 15 pinos). O barramento serial usa apenas um único canal de transmissão de dados (largura de 1 bit). Ou seja, os bits são transmitidos em fila, um a um, daí o nome do barramento ser SERIAL (em série). A velocidade de comunicação de um barramento serial pode chegar a 115 Kbps (atenção! São 115 Kilobits por segundo e equivalem a 14,4KB/s). As portas seriais não são mais tão comuns em computadores novos, devido ao fato de novos barramentos terem sido criados (como é o caso do PS/2 e USB).

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7.3) PORTA PARALELA
É um barramento relativamente antigo, que como o serial, está sendo cada vez menos utilizado em computadores atuais. A porta paralela usa conector DB-25.

A porta paralela (um computador tinha normalmente uma) era usada para conectar equipamentos que exigiam um mais intenso tráfego de dados, como impressoras, scanners, unidades de armazenamento externas (como o Zip Drive, por exemplo), etc.

Figura 1.48 – Porta paralela (Conector DB25)

Atenção: tanto as portas paralelas quanto as portas serias usam o canal de dados do barramento ISA. Ou seja, quando uma informação parte para a porta paralela, ela usa o mesmo caminho que usaria para levar a um Slot ISA.

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7.4) BARRAMENTO USB
É relativamente novo e vem sendo usado em muitos computadores atuais como substituto das portas paralela e serial. De fato, o barramento USB foi concebido para se tornar padrão do mercado e acabar com essa “torre de babel” de barramentos, formatos, etc. Como nossos computadores dispunham apenas de duas portas seriais e umas paralelas para conectar equipamentos externos, estavam meio “limitados” nesse ponto.

Figura 1.49 – Portas USB

Figura 1.50 – Conector USB

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Uma característica muito interessante sobre o barramento USB é que, em uma única porta podem ser conectados 127 equipamentos diferentes em fileira, ou seja, um ligado ao outro.

Já imaginou? Seu micro conecta-se à impressora, que se conecta ao monitor, que se conecta ao scanner, que se conecta ao teclado, que se conecta ao... E por aí vai!

É claro que não precisa ser exatamente assim, você pode conectar ao seu computador um equipamento que vai funcionar como um “T” (desses benjamins de tomada elétrica mesmo). Esse equipamento, chamado Hub USB tem a finalidade de se conectar a uma porta e fornecer até 7 portas para outros equipamentos.

Figura 1.51 – Hub USB (a setinha indica a saída que se liga ao computador).

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Figura 1.52 – Esquema de conexão de vários equipamentos em USB

O barramento USB também evoluiu desde sua primeira versão (USB 1.0). O barramento USB original conseguia uma taxa de transferência de até 12 Mbps (o equivalente a 1,5 MB/s).

O padrão USB 2.0 já está se tornando comum nos atuais computadores e sua velocidade é de cerca de 480 Mbps (isso mesmo!!! O equivalente a 60 MB/s ou 40 vezes mais que o USB 1.0). Já é possível encontrar no mercado vários equipamentos desenvolvidos no formato USB 1.0 (no USB 2.0 ainda são incomuns), como impressoras, scanners, mouses, teclados, câmeras fotográficas, webcams, etc... 63

7.5) BARRAMENTO FIREWIRE (IEEE 1394)
Encontrado apenas nos computadores mais novos, o barramento firewire é incrivelmente rápido. O barramento firewire foi regulamentado pela norma IEEE 1394. O IEEE é um instituto americano que reúne diversos cientistas e engenheiros em eletrônica e informática, que definem o funcionamento de diversos padrões da indústria mundial.

Sua taxa de transferência beira os 400 MB/s (pois é, 400 Megabytes por segundo! Quase 7 vezes a taxa do USB 2.0).

Figura 1.53 – Porta Firewire (IEEE 1394)

Um único barramento firewire também pode ser usado por vários equipamentos ao mesmo tempo, num total de 63 dispositivos por porta. Existem hubs firewire também, que funcionam de forma análoga aos hubs USB.

Lembre-se: tanto o barramento USB quanto o firewire funcionam de forma SERIAL, ou seja, enviando um bit por vez. 64

7.6) BARRAMENTO PCMCIA (PC CARD)
É muito utilizado em notebooks e handhelds e é muito comum encontrar quase todo tipo de equipamento nesse formato de barramento, como modems, placas de som, placas de rede e até discos rígidos portáteis. Devido às suas dimensões reduzidas, os equipamentos portáteis, como notebooks raramente apresentam maneiras de expansão interna (como acontece nos nossos computadores de mesa, onde é só comprar uma nova placa de expansão e ligá-la à placa-mãe), na maioria dos casos se utiliza um equipamento PC CARD (em formato de cartão mesmo).

Figura 1.54 – Cartão PCMCIA de memória

Figura 1.55 – Placa de Rede PCMCIA

Também são comuns cartões PCMCIA de memória, que servem como unidades de armazenamento portáteis (eu diria até “quase como disquetes”).

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8) NOVAS TECNOLOGIAS 8.1) BLUETOOTH
Usada para conexão de equipamentos sem uso de fios, a tecnologia bluetooth traz recursos muito interessantes. Com o bluetooth, praticamente qualquer equipamento seria ligado a um computador sem o uso de fios, através dos sinais de radiofreqüência usados por essa tecnologia. A tecnologia bluetooth prevê que notebooks, micros de mesa, teclados, mouses, monitores, celulares, fones de ouvido e qualquer outro equipamento possam se comunicar apenas por ondas de rádio, ou seja, sem fio. A idéia é que, quando um dispositivo equipado com bluetooth entre numa área de cobertura da freqüência, ele seja imediatamente localizado pelos demais equipamentos e eles comecem a se comunicar imediatamente (isso deve virar uma “zona” num aeroporto, não é?).

Figura 1.56 – Celular e fone de ouvido bluetooth

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Figura 1.57 – Notebook “ligado” a um celular pelas ondas de rádio do bluetooth

A freqüência de operação do bluetooth é de 2,4GHz e a distancia ideal de conexão é de 10 metros (podendo se estender a um máximo de 100 metros).

Um grande problema para essa tecnologia é que sua freqüência pode sofrer interferências de outras freqüências idênticas, como as praticadas pelos fornos de microondas e alguns telefones sem-fio e celulares. 67

8.3) CÂMERAS FOTOGRÁFICAS DIGITAIS
São equipamentos que registram fotografias não mais em filmes comuns, mas como dados binários em dispositivos de memória (normalmente os cartões de memória).

Figura 1.60 – Câmera Digital

Há diversos tipos, modelos e preços para máquinas fotográficas digitais, mas a principal característica sobre esses equipamentos é a qualidade máxima da fotografia, descrita pelo número de pontos que o seu CCD (o sensor que capta os dados da imagem) pode registrar. Atualmente há máquinas com qualidades que vão desde 1.3 Megapixels (1.300.000 pixels) até 5 Megapixels (5 milhões de pixels). Quanto maior o número de pontos que uma máquina consegue captar, mais qualidade a foto apresentará. Há alguns modelos de câmeras digitais que gravam as fotografias em disquetes e até CDs, mas é mais comum encontrá-las funcionando com cartões de memória.

CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE HARDWARE
Para mais informações a respeito de Hardware, acesse: http://www.guiadohardware.net Aproveito para parabenizar o autor do site, o professor Carlos Morimoto por sua incrível facilidade em apresentar um conteúdo tão complexo para a maioria de nós, meros usuários. Para se manter atualizado com os novos lançamentos de equipamentos, novas tecnologias, testes e comparações entre marcas e modelos de dispositivos de informática, acesse (apenas em inglês): http://www.tomshardware.com 68

ANOTAÇÕES:

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TESTANDO SEUS CONHECIMENTOS
Vamos lá, que tal responder algumas perguntinhas para ver se você realmente entendeu o assunto? As questões de concurso seguirão esse bloco (você verá como elas ficarão mais fáceis).

QUESTÕES “QUASE” DISCURSIVAS
Às questões que seguem, responda com quantas alternativas achar necessárias (se houver respostas certas). 1) O aumento da capacidade da memória Cache L1 traz que resultados efetivos? (marque quantas respostas achar corretas) |_| o aumento da performance do sistema. |_| o aumento da velocidade de acesso à memória RAM e à Cache L2. |_| o aumento da velocidade de acesso aos dados mais recentemente manipulados. |_| o aumento de velocidade do acesso aos barramentos PCI e ISA (quando há ISA). 2) Sobre uma memória PC-2700 pode-se afirmar: |_| é uma memória DDR RAM |_| é magnética, como o disquete |_| possui barramento de 64 bits |_| possui taxa de transferência de 2,7GB/s 3) Assinale as razões que fazem a memória Cache ser mais rápida que a RAM: |_| porque a RAM é volátil |_| porque o clock interno do processador é mais rápido que o clock da placa mãe. |_| por causa de seus modos / componentes de fabricação |_| por que a CPU prefere gravar os dados na Cache a gravar na RAM 4) Com relação a um disco rígido Ultra DMA 66, podemos afirmar: |_| é um barramento SCSI e consegue taxas de transferências de até 66MB/s 71

|_| Pode ser ligado em RAID 1 a outro disco idêntico para aumentar a velocidade de transferência de dados |_| pode ser ligado em uma placa-mãe que suporte apenas UDMA 33, limitando-se à velocidade estabelecida pela placa |_| seu modo de transferência de dados é conhecido também como Ultra DMA Modo 4 5) Sobre o barramento USB 2.0: |_| é mais rápido que o IEEE 1394 |_| seu uso é comum em equipamentos como teclados e mouses. |_| 63 é o número máximo de dispositivos ligados neste tipo de barramento. |_| compartilha o mesmo barramento de dados das portas ISA. 6) Com relação às portas paralelas e portas seriais de um computador: |_| As paralelas são normalmente utilizadas em impressoras e unidades externas |_| As portas paralelas são mais rápidas que as portas seriais. |_| As portas seriais, antecessoras das USB, apresentam taxas de transferência superiores a 300 MB/s |_| Tanto as interfaces paralelas quanto as seriais foram substituídas completamente pelas portas PS/2. 7) A substituição de uma memória SDRAM PC-100 por uma memória DDR PC-2100: |_| ocasiona substancial aumento do poder de processamento da CPU, especialmente se esta for Pentium 4 ou Athlon XP. |_| ocasiona o aumento da capacidade de armazenamento de dados temporários. |_| requer a troca da placa-mãe. |_| não altera a largura do barramento de dados da memória 8) A respeito da tecnologia Bluetooth: |_| foi projetada para substituir as redes atuais de computadores por uma conexão entre computadores sem o uso de fios. |_| utiliza freqüência de 2,4GHz para a comunicação entre os aparelhos envolvidos 72

|_| é usada como opção em relação aos barramentos tradicionais com fio, como USB, PS/2, entre outros. |_| o raio ideal de ação da comunicação com bluetooth é de até 10 metros. 9) Quatro discos rígidos IDE de 20 GB: |_| podem ser normalmente instalados em um computador que usa apenas a interface IDE sem o uso de RAID. |_| aparentariam um único disco de 80 GB se ligados através de RAID 0. E a taxa de transferência de dados seria aumentada. |_| aparentariam um único disco de 60 GB se ligados em RAID 3, pois um deles é reservado para os dados de paridade. |_| aparentariam um único disco de 40 GB se ligados em RAID 10 (1+0), com a vantagem de se ter velocidade devido ao stripping e mais segurança devido ao espelhamento. 10) Quais desses tipos de memória são mais rápidas que a memória RAM? |_| Cache L2 |_| Disco Rígido |_| Registradores da CPU |_| CD-ROM 11) Assinale os itens abaixo que pertencem ao processador: |_| Barramento PCI |_| Barramento de Dados |_| ULA |_| Registradores 12) Assinale as alternativas que julgar corretas a respeito de hardware: |_| O teclado é um dispositivo de entrada |_| a porta USB usa comunicação serial |_| O barramento AGP está aos poucos sendo substituído pelo PCI, mais novo e mais rápido. 73

|_| As placas de vídeo são conectadas pelo barramento PS/2.

QUESTÕES DE CONCURSOS – CESPE/UNB
1) (Banco do Brasil – 2001) Com o objetivo de adquirir um novo computador e com o auxílio de um navegador, um usuário acessou um site de busca para selecionar sites especializados na venda e na compra de computadores via Internet, obtendo a seguinte proposta para a aquisição de seu novo computador:
Hardware: Processador Intel Pentium 4 1,5 GHz 128 MB de memória RAM Monitor de vídeo 17" Floppy disk de 1,44 MB de 3 ½" Winchester de 20 GB DVD 12× Placa de vídeo de 32 MB Placa de fax/modem de 56 kbps Interface de rede local 10/100 Software instalado: Windows 2000 Microsoft Works 2000

Acerca das especificações e da possibilidade de aquisição do computador da proposta acima, julgue os itens a seguir (V ou F): a) Dada a capacidade de memória do winchester, é possível dispensar a aquisição de memória RAM, barateando o preço do computador e mantendo as mesmas características de desempenho da configuração original apresentada acima. b) A especificação “DVD 12×” diz respeito a uma tecnologia multimídia que vem sendo, gradativamente, substituída pela revolucionária tecnologia conhecida como CD-ROM. c) A especificação “Interface de rede local” refere-se à placa de rede utilizada para conectar o computador do usuário a uma LAN (local area network). d) De modo a obter melhor desempenho quanto ao sistema operacional, é aconselhável que o Windows 2000 seja substituído pelo Windows 98, que, além de mais moderno, é mais seguro e mais rápido.

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2) (BANESE – 2002) Com relação a hardware de computadores pessoais, julgue os itens subseqüentes (V ou F). a) Os disquetes de 3½" possuem mecanismo para impedir a gravação e a exclusão de arquivos. b) A maioria dos mouses se conecta ao computador por meio da porta paralela do computador. c) Muitas impressoras do tipo jato de tinta utilizam cartuchos separados: um para a cor preta e outro para as demais cores. d) Os disquetes de 3½" atuais são capazes de armazenar um número superior a um milhão de bytes. e) Em geral, enquanto os scanners são conectados na parte traseira da caixa da CPU, os teclados de PCs conectam-se diretamente na parte traseira do monitor de vídeo. 3) (SEFAZ – AL – 2001) Com referência a hardware, julgue os itens (V ou F): a) Um computador que utiliza o processador Pentium III de 750 MHz tem uma capacidade de memória necessariamente maior que um computador que utiliza um processador Pentium III de 600 MHz. b) Discos zip (zip disks) têm uma maior capacidade de armazenamento de dados que os disquetes de 3½". c) O Scanner é um equipamento essencial para a conexão entre os computadores em uma rede local. 4) (TJ-RR – 2001) Com base nas configurações de microcomputadores X e Y mostradas a seguir, julgue os itens que as seguem (V ou F). configuração X configuração Y

Pentium 4 1,5 GHz Celeron 500 MHz 128 MB de RAM 64 MB de RAM HD de 9 GB HD de 30 GB placa de rede de placa de fax/modem 10/100 56 kbps CD-ROM 52× CD-ROM 24× vídeo de 4 MB vídeo de 32 MB controladora SCSI DVD 8× a) Apesar de 1,5 GHz ser maior que 500 MHz, a freqüência de clock do computador da configuração Y é maior que aquela da onfiguração X, devido ao fato de o processador da configuração Y ser do tipo Celeron e o da configuração X ser do tipo Pentium. b) A capacidade de armazenamento de dados em winchester é maior no computador da configuração X que naquele da configuração Y. c) É possível que os dois computadores sejam conectados à Internet por meio de uma rede dial-up, utilizando para isso a rede telefônica local, e, nesse caso, a velocidade máxima, em bps, para a realização de download de informações em páginas WWW (world wide web) é maior no computador da configuração X que no computador da configuração Y, pois “10/100” significa que o computador da configuração X garante velocidades entre 10 kbps e 100 kbps. d) O computador da configuração Y é capaz de acessar informações em um número maior de tipos diferentes de mídia que aquele da configuração X: ambos são capazes de acessar informações em HD e CD-ROM, mas apenas o computador da configuração Y é capaz de acessar informações na mídia DVD.

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e) Nas mesmas condições de operação e de configuração de software, o computador da configuração Y possui uma placa de vídeo com capacidade de memória maior que o da configuração X. Isso permite que, de forma geral, o computador da configuração Y possa processar informações de vídeo com melhor desempenho que o computador X.

QUESTÕES DE CONCURSOS – ESAF
5) (TRF-2000) Na seguinte especificação de um computador - Pentium III 550 Mhertz, 128 MB, HD de 8 GB, Cache 512 K - é correto afirmar que a) 550 Mhertz refere-se à BIOS b) HD de 8 GB refere-se ao processador c) Pentium III refere-se ao clock d) 128 MB refere-se à memória RAM e) Cache de 512 K refere-se ao disco rígido 6) (TRF- 2000) As tecnologias de impressoras, em ordem crescente de custo, são: a) matricial, laser colorida, jato de tinta b) matricial, jato de tinta, laser c) jato de tinta, matricial, laser d) matricial, laser, jato de tinta colorida e) matricial, laser colorida, jato de tinta colorida 7) (TRF-2000) Quando se diz que um processador “tem arquitetura de 32 bits” está-se referindo ao número de a) bits em seu barramento de endereços b) bits em seus barramentos de endereços e de dados isoladamente c) bits em seu barramento de dados d) bits em seus barramentos de endereços e de dados combinados e) linhas de interrupção

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8) (TTN - 1998) A memória interposta entre RAM e microprocessador, ou já incorporada aos microprocessadores, destinada a aumentar a taxa de transferência entre RAM e processador denomina-se memória a) virtual b) secundária c) principal d) cache e) ROM 9) (TTN – 1998) A arquitetura do PC-Pentium baseia-se em barramento de a) 64 bits b) 16 bits c) 32 bits d) 8 bits e) 128 bits 10) (TTN – 1998) A taxa de transferência de uma unidade de CD-ROM de dupla velocidade (2x) é de a) 150 Kbps b) 900 Kbps c) 600 Kbps d) 300 Kbps e) 1200 Kbps

QUESTÕES DE CONCURSOS - DIVERSAS
11) (FCC – TCE – PI - 2002) Uma porta RS-232, que utiliza um conector do tipo DB25, normalmente é denominada a) porta paralela. b) porta serial. 77

c) barramento. d) slot de conexão. e) conector USB. 12) (FCC – TCE – PI – 2002) O dispositivo de uma câmera digital usado para capturar imagens é denominado a) CCD. b) BIOS. c) RTF. d) UVGA. e) USB. 13) A tecnologia Bluetooth opera em uma banda de rádio de a) 107 Hz. b) 100,9 MHz. c) 88,3 KHz. d) 4,8 Hz/s. e) 2,4 GHz. 14) (TRE- RJ - 2001) A memória cache é: a) uma memória de grande capacidade, muito rápida, porém com custo muito alto; b) uma memória de pequena capacidade, muito lenta, porém com custo muito baixo; c) uma memória de pequena capacidade, muito rápida, porém com custo muito alto; d) uma memória de grande capacidade, muito lenta, porém com custo muito alto; 15) (TRE – RJ – 2001) Uma das finalidades da memória principal do computador, popularmente conhecida como memória DRAM, SDRAM ou simplesmente RAM, é: a) armazenar temporariamente dados e programas para uso da CPU; b) armazenar definitivamente dados e programas para uso da CPU; 78

c) servir como dispositivo de entrada e saída de informações; d) fornecer uma interface consistente para o usuário humano; e) servir como uma unidade de backup para arquivos de programas e dados. 16) (TRE – RJ – 2001) Em um computador tipo PC, na mesma interface IDE que um HD (Hard Disk ou disco rígido), pode estar conectado (a) também: a) uma unidade de disco flexível (disquete); b) uma impressora; c) uma unidade de CD-ROM; d) um mouse; e) um scanner. 17) (TRE – RJ – 2001) Uma impressora deve ser conectada a um computador tipo PC através de uma interface: a) IDE; b) PCI; c) SCSI; d) paralela; e) ISA. 18) (PC – RJ – 2001) Qual a unidade usada para medir a velocidade de transmissão de dados digitais? a) Chip. b) Vps. c) Bps. d) Byte.

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OUTRAS QUESTÕES
19) Um certo Agente Rodoviário foi designado a pesquisar configurações de computadores para a aquisição de 2 equipamentos que serão usados no Posto Policial onde trabalha. Sabendo que os computadores a serem adquiridos serão usados para acesso à Internet e à Intranet do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, bem como para edição de documentos oficiais de texto e desenvolvimento de planilhas com dados coletados diariamente nas ações dos agentes, ele separou as duas configurações de computadores a seguir.

Configuração 1 - Desktop - Processador Pentium® 4 de 1.5 GHz - L2 Cache 256KB Integrada - Bus de Sistema 133 MHz - 256MB de Memória SyncDRAM, expansível até 1,5 GB - Disco Rígido de 40GB - Unidade de DVD-ROM - Unidade de 48XCD-ROM - Placa Gráfica de 32MB nVidia™ GeForce2 MX com saída para TV - Modem de 56K ITU V.90 - Porta Ethernet 10/100 - Unidade de disquete de 3.5” de 1.44MB - Monitor 15” SVGA - Microsoft Windows XP Home Configuração 2 – Notebook - Processador Celeron 1GHz - Memória RAM Tipo SyncDRAM 128MB - Disco Rígido 20.0 GB Ultra DMA - Drive de DVD-ROM - Display TFT Matriz Ativa 14,1” - Placa de Video 16.0 MB SGRAM AGP 1024x768 - Teclado com 85 teclas com botão de acesso rápido à Internet - Dispositivo apontador – Mouse Touch Pad - Energia: AC Externo; Bateria Li ion 2.4 horas - Fax Modem de 56kbps V90 integrado; - Placa de Rede 10/100 80

- Software incluso: Windows XP HOME - Software em CD: Dicionário Michaelis (Ingl-Port/Port-Ingl), Norton Antivírus 2002.

A respeito das configurações de computador mostradas acima e dos principais conceitos de hardware, julgue os itens seguintes (V ou F): a) Apesar da vantagem da mobilidade apresentada pelo computador da configuração 2 em relação ao computador da configuração 1, é correto afirmar que o primeiro computador apresenta características que o tornam mais indicado para certas atividades que porventura requeiram maior poder de processamento e espaço em memória e maior capacidade de armazenamento em disco. b) As duas configurações apresentadas acima possuem alguns itens semelhantes entre si, como a presença de uma placa de rede de mesma velocidade em ambos os computadores, além de possuírem o mesmo sistema operacional. Também é possível detectar uma unidade leitora de DVD nos dois equipamentos. c) Após a aquisição de qualquer um dos dois computadores apresentados acima, não há a necessidade de instalação de nenhum programa ou equipamento extra, pois ambas as configurações apresentam dispositivos capazes de efetuar conexões em redes Dial-up e em estruturas de LAN e os pacotes de programas que os acompanham atendem completamente os requisitos exigidos para a aquisição.

d) Para acelerar o processo de acesso à Internet por meio de uma rede Dial-up (linha telefônica), um usuário poderia dispensar o Modem, equipamento que atinge, no máximo, uma taxa de transferência de 56 Kilobits por segundo, e utilizar, em seu lugar, Modems mais novos, como um Cable Modem, que pode atingir taxas de transferência da ordem de 10 Gigabits por segundo. e) Para que o computador tenha sua capacidade de processamento aumentada, alguns usuários mais experientes realizam um processo chamado Overclocking, que consiste em alterar algumas configurações técnicas na Placa mãe do computador para que o processador trabalhe em freqüências superiores à original de fábrica.

20) Realiza uma intermediação na comunicação entre Processador e Memória RAM, a fim de torná-la mais rápida nas operações repetidas, estamos falando de: a) Disco Rígido b) Memória Cache c) Antimemória 81

d) Driver de Impressora 21) É um Periférico de Entrada e saída que auxilia na comunicação com outros computadores através da linha telefônica, estamos falando de: a) Fax b) Modem c) Placa de Rede d) Placa de Som 22) (TTN – 97) A unidade de medida da resolução de uma impressora é dada em a) CPS b) PPM c) BPM d) DPI 23) 128 MB de memória é a quantidade de armazenamento de dados padrão para os computadores atuais, esta memória que falamos é: a) Memória Cache b) Memória Auxiliar c) Memória RAM d) Memória de Disco ANOTAÇÕES:

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