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MANUAL DE MANUAL DE MANUAL DE MANUAL DE

OPERAÇÃO E SEGURANÇA OPERAÇÃO E SEGURANÇA OPERAÇÃO E SEGURANÇA OPERAÇÃO E SEGURANÇA

MINI GRUA MINI GRUA MINI GRUA MINI GRUA


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ÍN!"#


DESENHO......................................................................................................................... 6
1. ADVERTÊNCIAS GERAIS ........................................................................................... 6
$#T%& '(N)*+ + $%N(%L # !N,T-()*+. ...................................................................... .
% ,#/(-%N)% ........................................................................................................................... .
+N# # "+$+ "+N,#-0%- + $%N(%L .............................................................................. .
$+!'!"%)*+ # %T(%L!1%)*+ %+ $%N(%L # !N,T-()*+ .......................................... 2
#3"L(,*+ # -#,P+N,%4!L!%# ......................................................................................... 2
"+L%4+-%)*+ "+$ + (,(5-!+ ........................................................................................ 2
2. CONDIÇÃO DE UTILIZAÇÃO PREVISTA ................................................................... 8
#,"-!)*+ -#,($!% ............................................................................................................. 6
%T#N)*+ ................................................................................................................................... 6
N+T% 6
"L%,,!'!"%)*+ ,#/(N+ % N+-$% # "%L"(L+ .......................................................... 6
%$4!#NT# # T-%4%L7+ P-#0!,T+ ......................................................................................... 6
$+0!$#NT+ "+N,#NT!+ # %$!T!+, .............................................................................. 8
!NT#-'#-9N"!% "+$ +(T-+, %P%-#L7+, ........................................................................... 8
P+,T+, # "+$%N+ %$!T!+, N% $!N! /-(% ............................................................ 8
"+NT-+L# 0!,(%L % "%-/% ............................................................................................... 8
!,P+,!T!0+, # "+$%N+ % $!N! /-(% ........................................................................ 8
,#L#"!+N%N+ + $++ # '(N"!+N%$#NT+ ................................................................ 8
P%-%% # $+0!$#NT+ # P%-%% # #$#-/9N"!% ....................................................... 8
%cess:rios de leva;tame;to permitido e ;ão permitido ............................................................... 10
$i;i <rua =ora do serviço ....................................................................................................... 11
3. INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS ............................................................................. 12
. USO IMPROPRIO ..................................................................................................... 13


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!. TREINAMENTO DO PESSOAL .................................................................................. 18
6. OPERADOR DE GRUA ............................................................................................. 18
%terrame;to ............................................................................................................................. 16
". INSTRUÇÕES PARA USO E MOVIMENTO ................................................................ 18
8. NORMA GERAL DE COMPORTAMENTO ................................................................ 1#
#. SINALIZAÇÕES DE MOVIMENTO NORMALMENTE ................................................. 2$
1$. RELAÇÃO DOS CONTROLES EFETUADOS .............................................................. 21
!N,T-()*+ P%-% + (,+ -%"!+N%L + "+$%N+ ..................................................................... 21
L#0%NT%$#NT+ %, "%-/%, ............................................................................................................. 22
$%N+4-%, # -+T%)*+ ..................................................................................................................... 2>
11. INSTRUÇÃO PARA A REPARAÇÃO ORDIN%RIA .................................................... 23
"+$P+-T%$#NT+ % T#--,# #$ "%,+ # %N+ % !N,T%L%)*+ #L?T-!"% .............. 2>
!NT#-0#N)*+ P%-% -#P%-+ #,P#"!'!"+ P%-% "%% T!P+ # $%N+4-%................. 2@
$%-"7% ................................................................................................................................................... 2@
L#0%NT%$#NT+ ....................................................................................................................................... 2@
12. ROTAÇÃO ............................................................................................................... 2!
13. INSTRUÇÃO PARA REGULAGEM E VERIFICAR OS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA26
L!$!T%+- # "%-/% $%3. ABua;do a pressão do cabo =or maior Cue 2D0 E< por
tramaF ....................................................................................................................................... 2.
!$P+-T%NT#G ............................................................................................................................ 22
'!$ # "(-,+ ,(4!% ............................................................................................................ 22
'-#!+ #L#T-+$%/N?T!"+ % !,"+ ..................................................................................... 22
1. REGULAGEM DOS FREIOS ...................................................................................... 28
'-#!+ # L#0%NT%$#NT+G ..................................................................................................... 26
'-#!+ # -+T%)*+G ............................................................................................................... 26
1!. MANUTENÇÃO ....................................................................................................... 28
16. RECOMENDAÇÕES GERAIS ................................................................................... 2#


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T-%0%$#NT+ "+$ "+NT-%P!N+ ...................................................................................................... >2
H(N)*+ P+- P%-%'(,+ ....................................................................................................................... >2
"%4+ # %)+ ......................................................................................................................................... >>
%0%L!%)*+ + NI$#-+ # '!+, -+$P!+, ................................................................................. >>
%0%L!%)*+ + (,+ +, "%4+, ...................................................................................................... >@
%0%L!%)*+ % "+--+,*+ #3T#-N% ............................................................................................... >@
%0%L!%)*+ % "+--+,*+ !NT#-N% ............................................................................................... >@
%0#-T9N"!% P%-% (,%-& L(4-!'!"%- # +P#-%)*+ + "%4+ ................................... >@
$%N(T#N)*+ ......................................................................................................................... >@
-+L%N% # !,P+,!T!0+, %NT! #,"+--#/%$#NT+ ......................................................... >D
-+L%$#NT+ + /!-+ ........................................................................................................... >.
$?T++ # "+NT-+L# ......................................................................................................... >.
,(4,T!T(!)J#, #0#NT(%!, ...................................................................................................... >2
1". LUBRIFICAÇÃO DO SISTEMA DE ROLAMENTO ...................................................... 3"
'-#BK9N"!% % L(4-!'!"%)*+ ........................................................................................... >2
%T#N)*+ ................................................................................................................................. >2
$?T++ # L(4-!'!"%)*+ .................................................................................................. >2
T!P+ # L(4-!'!"%NT# ............................................................................................................. >2
#NT#, + -+L%$#NT+ ........................................................................................................ >6
'-#BK9N"!% # L(4-!'!"%)*+ ........................................................................................................... >6
$?T++ # L(4-!'!"%)*+ .................................................................................................................. >6
T!P+ # L(4-!'!"%)*+ .......................................................................................................................... >6
!N,T%L%)*+ #L?T-!"% ........................................................................................................... >6
'-#BK9N"!% # "+NT-+L# .................................................................................................................. >6
!$P+-T%NT# ............................................................................................................................................. >6
-#(T+- ................................................................................................................................... >8
'-#BK9N"!% # "+NT-+L# .................................................................................................................. >8
%T#N)*+ .................................................................................................................................................. >8


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'-#!+ Aleva;tame;to& carri;Lo& rotação e tra;slaçãoF .................................................... >8
'-#BK9N"!% # "+NT-+L# .................................................................................................................. >8
!$P+-T%NT# ............................................................................................................................................. @0
18. LUBRIFICAÇÃO ....................................................................................................... 3
1#. PREPARAÇÕES PRINCIPAIS DA MINI GRUA ..........................................................
2$. INSTALAÇÃO EL&TRICA .......................................................................................... !
P+T9N"!% #L?T-!"% -#B(#-!% ........................................................................................... @D
T#N,*+ # %L!$#NT%)*+G 2200 ......................................................................................... @D
T!P+ # %L!$#NT%)*+G Tri=Msico - .0 7z .............................................................................. @D
P+NT+ # '+-)% ................................................................................................................... @D
"%4+ # %L!$#NT%)*+ ....................................................................................................... @D
$#"%N!,$+, # "+$%N+ ............................................................................................... @.
4+T+#!-% .................................................................................................................................. @.
21. MONTAGEM ............................................................................................................ "
#,T-(T(-% ................................................................................................................................ D1
+P#-%)J#, P-#L!$!N%-#, # $+NT%/#$ ....................................................................... D2




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DESENHO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
CAPACIDADE MA'IMA DE CARGA
MODELO..............
N(
DATA FABRICAÇÃO
.N20

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1. ADVERTÊNCIAS GERAIS

META) FUNÇÃO DO MANUAL DE INSTRUÇÃO.

% i;te;ção deste ma;ual de i;strução O de permitir o uso da mi;i <rua de
ma;eira se<ura.

%s i;=ormaçPes aCui co;tidas tem a =i;alidade pri;cipal deG

- !;dicar a utilização da <rua previsto pela Lip:tese de proQeto e
caracterRsticas tOc;icas.

- 'or;ecer i;strução para i;stalação& mo;ta<em& desmo;ta<em& re<ula<em e
uso.

- escrever os dispositivos de se<ura;ça.

- !;dicar cada i;terve;ção de ma;ute;ção.

- 'acilitar cada ordem de troca.

- "o;stituir um suporte para a =ormação operacio;al.

#ste ma;ual O e;dereçado ao proprietMrio e ao respo;sMvel pelo ca;teiro&
e;carre<ado do deslocame;to& da i;stalação& do uso& do leva;tame;to& da
ma;ute;ção& da co;servação& e da desmo;ta<em =i;al da <rua.

? N#"#,,5-!+ B(# % $!N! /-(% #,T#H% "+N'!%% % P#,,+%, B(%L!'!"%%,
# #3P#-!#NT#,

"ada a<re<ado da mi;i <rua deve co;Lecer e operar com o
co;Lecime;to das diretrizes e ;ormas Cue re<ulame;tam a preve;ção de
acide;tes.

%s i;struçPes co;tidas ;este ma;ual deverão ser mostrada ao
co;Lecime;to dos operadores Cue deverão observar a =im de evitar
i;cide;tes e i;=ortS;ios.

(ma especial ate;ção deve ser reservada aos dispositivos de se<ura;ça
i;stalados ;a mi;i <rua.
#ste deve ser re<ularme;te co;trolado para asse<urar Cue esteQa em
per=eita co;dição de =u;cio;ame;to.
% mi;i <rua ;ão pode ser usada Cua;do al<umas de suas =u;çPes ;ão
=orem co;=iMveis.

A SEGURANÇA

+ ma;ual de i;strução O co;siderado parte do aparelLo e deve ser
co;servado para =uturos re=erime;tos e toda a desmo;ta<em =i;al.


ONDE E COMO CONSERVAR O MANUAL

+ ma;ual de i;strução O e;tre<ue em simples copias Qu;to com a e;tre<a
da mi;i <rua.
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+ ma;ual de i;strução deve ser co;servado ;o ca;teiro aos cuidados do
respo;sMvel do ca;teiro e sempre dispo;Rvel para co;sulta.
everM ser co;servado em lu<ar prote<ido Aseco& lo;<e da luz do sol etc.F
(ma c:pia do esCuema elOtrico deverM ser co;servado ;o i;terior do
Cuadro elOtrico para uma rMpida co;sulta.

#$ "%,+ # %N+, %"!#NT%!, N+ $%N(%L& #,T# P+#-5 ,#- -#B(#-
-!+ % L+"%T#" !N!"%N+ +, %+, # !#NT!'!"%)*+.


MODIFICAÇÃO E ATUALIZAÇÃO AO MANUAL DE INSTRUÇÃO

T+ ma;ual de i;strução respeita a vi<e;te disposição em assu;tos.U

? direito da L+"%T#" atualizar o ma;ual em relação ao produto sem
obri<atoriedade de a atualizar os ma;uais precede;tes.

+s ma;uais poderão receber eve;tuais i;=ormaçPes adicio;ais. #m tal
caso deve-se i;=ormar os respo;sMveis& os usuMrios& e citar ;este ma;ual de
i;strução as i;=ormaçPes adicio;ais Cue serão co;sideradas parte i;te<ra;te
e deverM ser <uardadas do mesmo modo.


E'CLUSÃO DE RESPONSABILIDADE

% L+"%T#" se abstOm das respo;sabilidades derivadas deG

aF (so impr:prio do eCuipame;to das parte de pessoas ;ão Labilitadas.
bF (so co;trMrio das ;ormas especi=icas ;a re<ião colocada.
cF Preparação do ca;teiro.
dF "aracterRsticas do terre;o.
eF e=eito de alime;tação.
=F 'alta de ma;ute;ção.
<F $odi=icação e reparo ;ão autorizado.
LF (tilização de peças ;ão ori<i;ais.
!F (tilização de peças ori<i;ais mas ;ão especi=icada para este modelo.
QF !;observação total ou parcial das i;struçPes.
lF #ve;tos eVcepcio;ais.
mF (so ;ão permitido.


COLABORAÇÃO COM O USU%RIO

+ usuMrio poderM co;tatar o ;osso serviço de assistW;cia para solicitar
CualCuer esclarecime;to ;ecessMrio a =im de melLorar o ma;ual de i;strução.

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2. CONDIÇÃO DE UTILIZAÇÃO PREVISTA

DESCRIÇÃO RESUMIDA

% mi;i <rua para ca;teiro edi=icados com rotação ;o alto O
co;stituRdo deG

- (ma torre =iVa composta de 0. eleme;tos sobrepostos.
- (ma parte <ira;te Cue compree;de la;ça& po;ta da torre.
- $eca;ismo de leva;tame;to com dispositivos de e;<a;cLame;to e de
rotação.
- % mo;ta<em deve ser some;te com P#,,+%L T-#!N%+.
- + tra;sporte deve ser some;te com veRculos apropriados.


ATENÇÃO

% mi;i <rua O desti;ada ao uso pro=issio;al para Cual O proibido de
e;tre<ar a i;stalação& a mo;ta<em& o uso e a ma;ute;ção a pessoas de
Cuem ;ão são dotadas as Labilidade ;ecessMria.

NOTA

"ada acess:rio de leva;tame;to eve;tualme;te usado& a =u;dação e
mesmo para a alime;tação elOtrica ;ão são partes da mi;i <rua& porta;to& O
respo;sabilidade especR=ica do usuMrio.



CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO A NORMA DE CALCULO

Norma tOc;ica adotadaG N4- 6600 & N4- 6@00& classe de utilização %@
% classe %@ prevWG

1F "o;dição de Tuso re<ular com serviço i;termite;teU dura;te o tur;o de
trabalLo& isto O& o tempo de =u;cio;ame;to são i;tercalados com perRodo
de parada.
2F -e<ime de car<a TmOdiaU& isto O& o aparelLo Cue leva;ta =reCXe;teme;te
a car<a ;omi;al e corre;teme;te car<as compree;didas e;tre 1N> a 2N>
do ;omi;al.


AMBIENTE DE TRABALHO PREVISTO

- Temperatura ambie;te mR;ima =ora de eVercRcio -20Y
- Temperatura ambie;te mR;ima de eVercRcio 0Y
- Temperatura ambie;te mMVima de eVercRcio Z@0Y
- (midade 20[-80[
- 0elocidade mMVima do ve;to em mo;ta<em 20 \mNL
- 0elocidade mMVima da <rua em eVercRcio 22 \mNL
- 0elocidade mMVima da <rua =ora de eVercRcio 120 \mNL
- "o;dição de ilumi;açãoG deve ser tal de co;se;tir uma boa visibilidade&
com a possibilidade de disti;<uir cada obQeto e suas particularidades e deve
co;se;tir uma boa avaliação da dist];cia do raio de ação da mi;i <rua.
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- (tilização em ambie;te eVplosivos& corrosivos e com risco de i;cW;dio ;ão O
previsto.
- + peso do <elo& cada e=eito sRsmico e cada e=eito tOrmico ;ão são previsto
porCue ;ão co;sideramos eles ;a Lip:tese do calculo.

NotaG Bua;do a velocidade do ve;to alca;çar 20 \mNL O obri<at:rio a parada
de operação da mi;i <rua liberar a rotação& leva;tar o moitão.

MOVIMENTO CONSENTIDO E ADMITIDOS

aF eslocame;to vertical de uma car<a Asubida-descidaF
bF eslocame;to circular Adireita esCuerdaF

% mi;i <rua O proQetada para eVecutar co;tempora;eame;te os
deslocame;to aF bF cF dF da car<a Cua;do esta ;a co;dição de trabalLar
previsto ;o item Tambie;te de trabalLoU


INTERFERÊNCIA COM OUTROS APARELHOS

? absolutame;te ;ecessMrio Cue a <rua seQa livre para <irar com ve;to
superior a 20 EmNL e Cua;do este esta =ora de trabalLo. A<rua i;ativaF


POSTOS DE COMANDO ADMITIDOS NA MINI GRUA

% <rua pode ser coma;dada a dist];cia do cLão ou de uma posição
co;ve;ie;te pr:Vima da co;strução.

CONTROLE VISUAL DA CARGA

+ operador deverM sempre ver diretame;te a car<a& do leva;tame;to atO
o pouso& da amarração& do e;car<o de dar cada ordem de ma;obra& e das
partes m:veis da mi;i <rua.
,e a car<a ;ão O visRvel o e;carre<ado de dar as orde;s de ma;obra
deve ser eVperie;te em tal =u;ção e bem =amiliarizado com o operador.
"ada ordem serM dada se<u;do um c:di<o preestabelecido.

DISPOSITIVOS DE COMANDO DA MINI GRUA

+s dispositivos de coma;do da mi;i <rua pode serG
- 4otoeira
- $a;ipulador
- -Mdio-coma;do i;dustrial

SELECIONANDO O MODO DE FUNCIONAMENTO

? proibido ma;obrar a mi;i <rua de dois postos de coma;do
co;tempora;eame;te para Cual ;ão são i;stalados comutadores.

PARADA DE MOVIMENTO E PARADA DE EMERGÊNCIA

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aF (m simples movime;to da mi;i <rua pararM solta;do o botão da botoeira
ou do ma;ipulador. + tempo de parada do movime;to O i<ual a um
tempo ;ormal de trabalLo.
bF Todos os movime;tos da mi;i <rua pararão aperta;do o botão TP%-%%U.
+ tempo de parada destes simples movime;to são a co;siderar
i;sta;t];eo. Asalvo oscilaçPes de eve;tuais deslizame;to devido ao uso de
=reiosF.
cF Todos os movime;tos da mi;i <rua pararão acio;a;do o T!;terruptor
/eralU. + tempo de parada O co;siderado i;sta;t];eo.Asalvo oscilaçPes
de eve;tuais deslizame;to devido ao uso de =reiosF.














Características das Cargas Admissíveis

- "ar<a u;itMria dotada de po;to de e;<ate e corretame;te amarrada.
- "ar<a depositada em recipie;te id^;eo.
- Proibido "ar<as peri<osas. AeVplosivo& etc.F
- "ar<a Cue te;La uma super=Rcie mMVima eVposta ao ve;to para a car<a e
seu acess:rio ;ão superior aG

Para pesos atO @00 \<. Para pesos atO D00 \<.


Acessórios de levantamento permitido e não permitido

%te;çãoG se deve =azer uso some;te de acess:rios com i;dicação de peso.
,ão permitidos acess:rios de leva;tame;to Cue se i;terpo;La
simplesme;te de ma;eira passiva e;tre o <a;cLo e a car<a.
#V. Acorre;tes& correias& bala;cimF.
SIM SIM SIM
NÃO

Não são admissRveis acess:rios Cue possam provocar sobresolicitação
a;ormal e sobrecar<a eVcessiva& o Cue limita a livre movime;tação.
? vetado o uso de acess:rios Cue permite a descar<a imediata da
car<a.

I*+,--./+0- G,-12

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B0+30 4, P1-141
B0+0,5-1
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Eletroimã
Não
Não
Não
Não

+ peso dos acess:rios deve ser subtraRdo do valor da car<a para
determi;ar a car<a Stil de leva;tame;to.


M5*5 6-.1 70-1 40 8,-95:0

%;tes de deiVar a mi;i <rua =ora do serviço ;o ca;teiro O obri<at:rio
desbloCuear a rotação da la;ça& com o <a;cLo ;o alto.

? ;ecessMrio retirar a corre;te elOtrica de alime;taçãoG

1 - %cio;ar o botão de parada da botoeira
2 - Posicio;ar o i;terruptor do Cuadro elOtrico
> - Tirar a e;er<ia elOtrica da cLave <eral do Cuadro elOtrico





























3 ; C<19,
6,-12
B0+30 4, P1-141
1 ; B0+0,5-1
2 ; I*+,--./+0- 40
=.14-0 ,2>+-5?0
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3. INFORMAÇÕES SOBRE RISCOS

% i;stalação e a prese;ça da mi;i <rua ;o ca;teiro comporta peri<os ;ão
reduzRveis totalme;te atravOs de proteçPes ou tOc;icas de proteçPes comoG

aF Peri<o derivado de car<a suspe;sa

? ;ecessMrio a Mrea sobre a Cual opera a mi;i <rua.

- #Vpor em posição bem visRvel o aviso T%te;ção car<a suspe;saU

- emarcar a Mrea de deslocame;to da car<a.

- "orri<ir a =iVação da car<a e ;ão e;cLer o recipie;te atO o seu limite de
capacidade.

- -espeitar a prescrição do prese;te ma;ual.


bF Peri<o derivado de uma visibilidade imper=eita da traQet:ria da car<a

? i;teressada a Mrea sobre a Cual opera a <rua.

- ? ;ecessMrio a =im de escolLer uma traQet:ria livre de obstMculos e lo;<e da
Mrea ocupada por pessoas_ Cue o si;al de e;<a;cLar& leva;tame;to&
ma;obra& pouso e dese;<a;cLo& seQam =eito se<u;do c:di<o
preestabelecido e Cue todos co;Leçam.


cF Peri<o derivado do aba;do;o de peças ;a mi;i <rua.

- Necessita =azer as i;speçPes ;a mi;i <rua em i;tervalos re<ulares e colocar
uma placa ao redor do acesso a <rua i;dica;do a proibição do aba;do;o
de peças ;a mi;i <rua.


dF Peri<o derivado de eletricidade estMtica.

Bua;do a mi;i <rua estiver i;stalada ;a vizi;La;ça da estação de
tra;smissão.

Pode ma;i=estar um acumulo de eletricidade estMtica Cue ;ão pode
ser descarre<ada atravOs de um dispositivo elOtrico. % co;seCuW;cia O Cue
pode ma;i=estar peri<o de uma descar<a elOtrica ;o mome;to em Cue o
operador toCue ;o <a;cLo ou a car<a presa.

+ auViliar deve observar as se<ui;tes medidasG

- !;=ormar o pessoal do peri<o.
- (sar acess:rios de leva;tame;to isola;tes.
- "ada operador deve usar luvas e sapatos isola;tes.
- + <a;cLo e eve;tualme;te a car<a suspe;sa com meio ;ão isola;te deve
ser colocada ;o cLão a;tes do auViliar possa tocar.

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. USO IMPROPRIO











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!. TREINAMENTO DO PESSOAL

+ prese;te capRtulo especi=ica o <rau de i;=ormação das pessoas
respo;sMveis pela mi;i <rua Cue pode se subdividir em trWs cate<orias
pri;cipais.

aF !;stalador

bF $ec];ico de ma;ute;ção

cF +perador de <rua

Não se =or;ece a i;dicação para a =ormação me;cio;ada ;as
posiçPes aF e bF o;de esta operação são reservadas a pessoas altame;te
especializadas e Cue =açam parte do serviço autorizado.


6. OPERADOR DE GRUA

- Todo operador deve ter pelo me;os 16 a;os de idade e ser co;siderado
id^;eo ;o po;to de vista mOdico A ter co;ta dos se<ui;tes aspectosG vista&
audição& =alta de verti<em& ausW;cia de distSrbios me;tais& ausW;cia de
alcoolismo& eCuilRbrio me;tal e se;so de respo;sabilidadeF AeVame
psicotOc;icoF

- Todo o operador deve ser capaz de ler a lR;<ua com a Cual =oi escrito as
i;struçPes e a placa do eCuipame;to.

- Todo o operador deve ter uma preparação prMtica e te:rica Cue seQa
mi;istrada por :r<ãos reco;Lecidos

- "ada operador deve preve;tivame;te prestar ate;ção ;o prese;te
ma;ual.


!$P+-T%NT#

Para um pro=u;do co;Lecime;to do eCuipame;to com =im de usar
corretame;te& O i;dispe;sMvel utilizar o prese;te ma;ual para adia;tar a
preparação do mesmo.


%terrame;to

Proceder com aterrame;to co;=orme ;orma utilizada.

". INSTRUÇÕES PARA USO E MOVIMENTO

#sta i;strução O importa;te para a per=eita e=iciW;cia da mi;i <rua
para Cue seQa respeitada ri<orosame;te e i;te<rada com eve;tual ;orma
;acio;al em vi<or em cada pais.

Toda a operação da mi;i <rua deverM ser e=etuada por um operador de
boa capacidade ise;to de co;trai;dicação =Rsica e possuRdo de co;diçPes
tOc;icas ;ecessMrias. ? i;dispe;sMvel Cue o operador te;La o per=eito
co;Lecime;to das i;struçPes co;tidas ;este catMlo<o.
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8. NORMA GERAL DE COMPORTAMENTO


aF No ca;teiro de obra& o operador deve tomar cuidado com a pr:pria
se<ura;ça e daCuelas pessoas Cue possam estar sobre o e=eito da sua
ação& por isso& ;o uso do meio ele deve ma;ter um comportame;to ativo
e cuidadoso& de prudW;cia e de ate;ção com respeito a disposição e Cue
compete a ele co;=iar e ;a si;alização de peri<o e de da;o ao seu
superior direto.

bF + operador deve ter sempre em vista o dia<rama de car<a ao Cual deve
ate;der ri<orosame;te.

1. o pr:prio posto de trabalLo& o operador& deve sempre poder ver
diretame;te a via de curso& toda a mi;i <rua& a car<a e o po;to de car<a
e descar<a.

Bua;do ;ecessMrio ` ma;obra da car<a ou descar<a em
co;dição imper=eita de visibilidade& uma pessoa deve ser e;carre<ada de
tra;smitir as orde;s ao operador atravOs de si;alização acSstica e :tica.

dF Nu;ca leva;tar uma car<a Cue ;ão seQa =iVada com se<ura;ça em cabos
ou corre;te em :timo estado.

eF Leva;ta;do ou pousa;do uma car<a prestar ate;ção para Cue ;ão
a=rouVe o cabo Cua;do o moitão =icar apoiado a terra ou CualCuer outro
obstMculo. + cabo deve estar sempre esticado& de outra ma;eira se =orma
<aiolas e amassame;to devido ao e;cavalame;to do cabo ;o tambor.

=F Na co;strução de =u;dação& e para leva;tame;to co;tR;uo de car<a ;a
mR;ima velocidade recome;da-se =azer =u;cio;ar periodicame;te os
motores com toda mMVima velocidade sem car<a o;de permitira um
res=riame;to.

<F + movime;to de <iro some;te pode ser e=etuada ap:s leva;tar a car<a
ou o moitão do solo.

LF Precisa evitar de todo modo o co;tato com a li;La elOtrica. No caso de
i;cide;tes precisa lembrar Cue o operador vem a estar ;a mesma te;são
do eCuipame;to Apassa;do eve;tualme;te a =ase de co;tato e
separaçãoF. + co;tato perma;e;te ;ão O peri<oso para ele. #le deve
=icar =irme e de =orma tambOm Cue ;ão esteQa estado em co;tato com
toda a te;são. Neste caso =ica =orçado a deiVar a mi;i <rua deve;do =azer
um salto do pedaço li<ado a um lu<ar mais lo;<e possRvel da mi;i <rua&
evita;do tocar a mi;i <rua e a terra ao mesmo tempo.

iF Não aba;do;ar o posto de trabalLo em movime;to& Cue obri<a tomar a
levar o <a;cLo pr:Vimo da torre ;o alto e de prover uma seção separada
colocada sobre o Cuadro. % mi;i <rua em repouso& deve estar em direção
oposta ` zo;a de se<ura;ça& e deve Laver um =reio de rotação travado.
"om ve;tos superiores a 20 EmNL deve estar parada e =ora de serviço.
A'reio de rotação travadoF
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#. SINALIZAÇÕES DE MOVIMENTO NORMALMENTE


USADA PELO OPERADOR


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1$. RELAÇÃO DOS CONTROLES EFETUADOS

ANTES DE INICIAR O SERVIÇO


aF !;stalação elOtricaG
- veri=icação visual do estado das tomadas elOtricas
- veri=icar a e=iciW;cia dos i;terruptores di=ere;cial
- veri=icar o estado de co;servação dos cabos de alime;tação
- veri=icar a co;ti;uidade do movime;to

bF Nivelame;to da mi;i <ruaG
- veri=icação visual do estado das proteçPes

cF #strutura da mi;i <ruaG
- veri=icação visual do per=il da mi;i <rua Cue deve estar i;alterada em
cada parte
- veri=icação visual para Cue as Qu;çPes esteQam completas de para=usos

dF Placa de avisoG
- veri=icação visual da prese;ça e i;te<ridade das placas e dos avisos de
i;struçPes prevista ;o eCuipame;to

eF $a;obra de testeG
- veri=icar a e=iciW;cia e =u;cio;ame;to do coma;do TalarmeU
- veri=icar a e=iciW;cia o e correto do coma;do TparadaU
- veri=icar a e=iciW;cia do =reio Cue deve i;tervir co;tempora;eame;te com
a i;terrupção de e;er<ia
- veri=icar o =u;cio;ame;to do limitador de car<a
- veri=icar o =u;cio;ame;to do limitador de mome;to

N+T%G Para a correta eVecução destas veri=icaçPes O i;dispe;sMvel ter sempre a
disposição ;a obra uma car<a de teste com i;dicação do peso.

=F "aboG
- veri=icar Cue o cabo esteQa ;as polias e Cue esteQa bem e;rolado ;o
tambor.

INSTRUÇÃO PARA O USO RACIONAL DO COMANDO

"olocar em =u;cio;ame;to

aF Li<ar o seccio;ador <eral mo;tado ;a e;trada da li;La de alime;tação
da <rua.

bF Li<ar o seccio;ador <eral da <rua.


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cF Li<ar o seccio;ador posto de;tro do pai;el elOtrico.

dF esativar o T=reio de parada do <iroU


eF %cio;ar o coma;do Tli<aU e dar um pulso ;o botão de coma;do
TdescidaU


=F Tomar co;Lecime;to do meca;ismo de movime;tação.

<F 0eri=icar o correto =u;cio;ame;to dos vMrios movime;tos em vazio a;tes
de eVecutar as ma;obras com car<a.

LF Ter sempre prese;te os tipos de usos ;ão permitidos como descrito ;a
parte re=ere;te a Tma;obrasU


LEVANTAMENTO DAS CARGAS

- ? =u;dame;tal co;Lecer a car<a Cue serM leva;tada a Cual devera ser
somada aCuela dos acess:rios.

- + acio;ame;to do coma;do TsubidaU e TdescidaU e da relativa troca de
velocidade devera ser eVecutada <radualme;te a =im de ;ão provocar
peri<osas oscilaçPes ;a <rua.

- + =im de curso subida e descida são dispositivos de emer<W;cia e ;ão de
serviço& por isso& O ;ecessMrio i;terromper o movime;to te;do prese;ça do
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espaço de =re;a<em para co;se;tir a dimi;uição das velocidades me;ores
a;tes da parada de movime;to.

Para pousar uma car<a& parar a uma breve dist];cia do pla;o de pouso e
proceder aproVimação com peCue;os impulsos sobre o botão de coma;do
TdescidaU. %poiar a car<a& soltar um pouco o cabo para asse<urar Cue o
mesmo esteQa bem estMvel.

- #m caso de sobrecar<a o limitador de car<a ou de mome;to i;terromperão
o movime;to de subida. %p:s a i;terve;ção do movime;to acima& para
poder eVecutar o movime;to de descida dar um pulso ;o botão de
coma;do TdescidaU. Ter sempre prese;te Cue o =im de cursos e os limitadores
são dispositivos de se<ura;ça e ;ão de emer<W;cia e ;em de trabalLo.


MANOBRAS DE ROTAÇÃO

- + espaço em tor;o da mi;i <rua deve estar livre de modo a poder e=etuar
um <iro completo. ura;te a rotação asse<urar Cue ;em a car<a ;em a
la;ça seQa impedido de <irar.

- Hamais e=etuar ma;obras em co;tra<olpe e;Cua;to seQa solicitado dura;te
os se<ui;tes :r<ãosG

+ motor de rotação. Arisco de CueimarF
+ redutor de rotação. Arisco de ruptura do eiVo de saRda e de seu relativo
rolame;toF
% estrutura da <rua.
,e provoca alOm disso peri<osas oscilaçPes da car<a.


11. INSTRUÇÃO PARA A REPARAÇÃO ORDIN%RIA


"+$P+-T%$#NT+ % T#--,# #$ "%,+ # %N+ % !N,T%L%)*+ #L?T-!"%


"o;sideraçPes <erais

#m caso de da;o ;as i;stalaçPes elOtricas se recome;da co;=iar as
eve;tuais operaçPes da primeira i;terve;ção a pessoa Cuali=icada com
capacidade de i;terpretar o esCuema elOtrico Cue a mMCui;a O dotada. +
compo;e;te com maior risco de da;o O aCuele situado =ora do Cuadro
<eral. $uitas vezes a atuação de uma ma;obra vem a tra;smitir a i;serção
de mais co;tatores Ade direção& de velocidade& de =reioF. Na =ase de procura
de um da;o O ;ecessMrio estabelecer se isto e;volve o circuito de potW;cia
ou o circuito de coma;do& para tal =im veri=ica-se e=etua;do o coma;do
correspo;de;te a ma;obra em eVame& veri=ica;do o acio;ame;to de todos
os co;tatores li<ados a esse& ;este caso veri=icar ;o circuito de potW;cia.
,e ao co;trario um dos co;tatores ;ão acio;ar o de=eito devera ser
veri=icado ;o circuito de coma;do.
Por evide;te motivo de se<ura;ça& a;tes de i;tervir sobre a i;stalação
elOtrica& tirar a te;são tra;smitida para a mMCui;a atravOs do i;terruptor <eral
da obra predispo;do a =im de Cue ;i;<uOm possa li<ar o mesmo dura;te o
reparo.


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!NT#-0#N)*+ P%-% -#P%-+ #,P#"!'!"+ P%-% "%% T!P+ # $%N+4-%

MARCHA

1F %cio;a;do o botão da marcLa o co;tator de li;La ;ão acio;aG

- veri=icar a prese;ça das > =ases sobre os termi;ais --,-T de alime;tação da
mMCui;a_ ;o caso de uma destas =alLar eVami;ar o cabo de alime;tação e o
dispositivo de potW;cia da obra.

- veri=icar a i;te<ridade do =usRvel de proteção do tra;s=ormador do circuito de
coma;do Aprim. e sec.F e ;o caso substituir.

- veri=icar a i;te<ridade do tra;s=ormador de alime;tação do circuito de
coma;do veri=ica;do-se a prese;ça de te;são sobre o termi;al do primMrio
A2200F ;ão atue sobre o termi;al do secu;dMrio A1100F ;o caso substituir.

- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do relW e do co;tator de li;La e ;o caso
substituir.

- veri=icar a =u;cio;alidade do dispositivo de coma;do do relativo cabo
co;ectado com o Cuadro <eral de eve;tuais prolo;<ame;to e das varias
li<açPes& e=etua;do eve;tuais substituição

2F %cio;a;do o botão de marcLa o co;tator de li;La acio;a mas recai ao
deiVar o coma;do.

- veri=icar o =u;cio;ame;to do co;tato de auto-rete;ção do relW de li;La e
;o caso substituir.

- veri=icar a i;te<ridade do cabo de co;eVão e;tre o Cuadro e o dispositivo de
coma;do. No caso veri=icar se o cabo esta co;duzi;do& substituir o co;dutor
i;terrompido ou mesmo todo o cabo.


LEVANTAMENTO

1F %cio;a;do os coma;dos de TsubidaU e TdescidaU os correspo;de;tes
co;tatores se acio;am e a ma;obra ;ão aco;teceG

- veri=icar os =usRveis de leva;tame;to e eve;tualme;te substituir.

- veri=icar a i;te<ridade do e;rolame;to do motor e do =reios
eletroma<;Oticos_ ;o caso predispor a substituição do motor ou s: dos =reios.

2F %cio;a;do os coma;dos de TsubidaU e TdescidaU os correspo;de;tes
co;tatores se acio;am e a uma das ma;obras ;ão aco;teceG

- veri=icar a i;te<ridade dos co;tatos de potW;cia do co;tator
correspo;de;te a ma;obra ;ão atua;te.

>F %cio;a;do o coma;do de TdescidaU o co;tator deste ;ão =u;cio;aG

- veri=icar a i;te<ridade do =im de curso de descida e ;o caso re<ula-lo ou
substitui-lo.

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- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do relW e do co;tator de descida e ;o
caso substituir.

- veri=icar o =u;cio;ame;to dos vMrios co;tatos da Cual depe;dem a bobi;a
citada& compree;dida ;aCuele dispositivo de coma;do& e ;o caso substituir
os compo;e;tes de=eituosos.

- veri=icar a i;te<ridade dos cabos de co;eVão e das relativas tomadas li<adas
ao Cuadro e o dispositivo de coma;do e=etua;do a substituição ;ecessMria.

@F %cio;a;do o coma;do de TsubidaU o co;tator deste ;ão =u;cio;aG

- ? i;co;ve;ie;te se ma;i=estar depois de um perRodo de atividade
particularme;te i;te;so& esperar > ou @ mi;utos e te;tar de ;ovo a ma;obra&
e;Cua;to o motor O dotado de um se;sor tOrmico Cue i;terrompe o
acio;ame;to de subida Cua;do a temperatura alca;çar o patamar de
i;terve;ção& o res=riame;to do motor co;se;te ;o retor;o as ma;obras sem
;ecessidade de al<um reparo.

- veri=icar a i;te<ridade do =im de curso de subida ;o caso reparar ou substituir.

- veri=ica Cue o co;tator do ve;tilador de res=riame;to do motor de
leva;tame;to esteQa co;ectado& caso co;trMrio te;tar rearmar o relW de
mMVima corre;te acoplado ao co;tator a<i;do sobre o botão.

- veri=icar a i;te<ridade e a correta re<ula<em do limitador de car<a e
mome;to& caso co;trMrio provide;ciar a re<ula<em ou a troca ou a
substituição.

- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do relW e do co;tator de subida e ;o caso
substituir.

- veri=icar a i;te<ridade dos cabos de co;eVão e das relativas tomadas li<adas
ao Cuadro e o dispositivo de coma;do e=etua;do a substituição ;ecessMria.

DF Não se co;se<ue e=etuar a se<u;da velocidade de leva;tame;toG

- veri=icar a re<ula<em e e=iciW;cia do temporizador -$0& ;o caso re<ular
corretame;te ou substituir.


12. ROTAÇÃO

% ma;obra de rotação se eVecuta da se<ui;te ma;eiraG

aF Prever de evitar co;tra<olpes repe;ti;os temporiza;do tais operaçPes.

bF Prever para ma;ter acio;ado o co;tator do =reio de rotação& depois da ma;obra&
por um tempo su=icie;te para dimi;uir a velocidade de parada de modo
pro<ressivo ;o braço.

Pelo eVposto& veri=iCue pro;tame;te os =usRveis& a proteção& depois
proceder como se<ueG

1F %cio;a;do o coma;do da TesCuerdaU ou da TdireitaU os correspo;de;tes
co;tatores se acio;am e a ma;obra ;ão aco;teceG

- veri=iCue os =usRveis de rotação e ;o caso substituir.

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- veri=icar a i;te<ridade do e;rolame;to do motor e do =reios eletroma<;Oticos_
;o caso predispor a substituição do motor ou s: dos =reios.

- veri=icar a prese;ça de te;são ;a =iVação dos termi;ais e co;trolar Cue
=or;eça uma te;são mR;ima& caso co;trMrio veri=icar o circuito.

2F %cio;ar o coma;do da TesCuerdaU e da TdireitaU os correspo;de;tes
co;tatores se acio;am e a uma das ma;obras ;ão aco;teceG

- veri=icar os co;tatos da potW;cia do co;tator correspo;de;te da ma;obra
;ão atua;te e ;o caso substituir.

>F %cio;a;do o coma;do de TesCuerdaU o co;tator deste ;ão =u;cio;aG

- veri=icar o =u;cio;ame;to do =im de curso TesCuerdaU e ;o caso substituir.

- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do co;tator TesCuerdaU e ;o caso
substituir.

- veri=icar a =u;cio;alidade do dispositivo de coma;do e seu relativo cabo de
li<ação com o Cuadro de coma;do& e ;o caso substituir os compo;e;tes
de=eituosos.

@F %cio;a;do o coma;do TdireitoU o co;tator deste ;ão =u;cio;aG

- veri=icar a =u;cio;alidade do =im de curso TdireitoU e ;o caso substituir.

- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do co;tator TdireitoU e ;o caso substituir.

- veri=icar a =u;cio;alidade do dispositivo de coma;do e dos cabos de li<ação
com o Cuadro de coma;do& e ;o caso substituir os compo;e;tes de=eituosos.

DF %cio;a;do o coma;do da TesCuerdaU e da TdireitaU o co;tator do =reio de
rotação ;ão =u;cio;a.

- veri=icar a i;te<ridade da bobi;a do co;tator do =reio de rotação e ;o caso
substituir.



13. INSTRUÇÃO PARA REGULAGEM E VERIFICAR OS DISPOSITIVOS DE
SEGURANÇA

L!$!T%+- # "%-/% $%3. @A.1*40 1 /-,8830 40 ?1B0 70- C150- =., 2!$
D6 /0- +-1C1E

? situado ;o pO da la;ça e O co;stituRdo de um micro i;terruptor acio;ado
por um pi;o =iVo. + meca;ismo releva ` car<a mMVima =aze;do re=erime;to a
car<a do cabo.

'u;çãoG !mpedir Cue co;si<a leva;tar uma car<a maior Cue a car<a mMVima
admissRvel.

!;terve;çãoG Para o movime;to de subida& i;tervi;do sobre seus relativos
co;tatores e i;diretame;te sobre o =reio do motor de leva;tame;to.
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-e<ula<emG
aF Leva;tar a car<a mMVima puVa;do em 2a velocidade. + para=uso de re-
<ula<em deve estar posicio;ado de modo a relar o pi;o de acio;ame;to
sem Cue i;terve;La ;o micro i;terruptor.

bF 4aiVar a car<a e sobrecarre<ar de >[.

cF Te;ta;do de leva;tar a car<a& o para=uso de re<ula<em deve movime;tar
o pi;o de acio;ame;to do micro i;terruptor.

dF 0eri=icar com um peCue;o movime;to a re<ula<em e travar o para=uso de
re<ula<em atravOs de porca e co;tra porca.


IMPORTANTEF

+ limitador de car<a mMVima O um dispositivo de emer<W;cia A;ão de
serviçoF para Cue o operador& dura;te o uso ;a ma;obra ;ão deva leva;tar
car<a maior do Cue aCuela i;dicada ;a tabela e ;ão co;=iar ce<ame;te ;a
sua e=iciW;cia.

FIM DE CURSO SUBIDA

? situado ;a eVtremidade da la;ça. ? composto de um =im de curso
eCuipado ;a saRda com uma casta;La de tracio;ame;to& .

'u;çãoG !mpedir Cue o moitão vM bater co;tra a la;ça e <ara;tir Cue sobre
o tambor perma;eça sempre e;rolado ao me;os @ voltas de cabo.

!;terve;çãoG ,obre os co;tatores Cue coma;dam o movime;to subida e
sobre o =reio do motor de leva;tame;to.

-e<ula<emG - ,ubida - Leva;tar com cautela o moitão com uma car<a de
b100 \< ate e;costar ;o<uia& de modo a acio;ar a Laste do
=im de curso.

0eri=icaçãoG - ,ubida - 0eri=iCue a re<ula<em leva;ta;do com cautela o
moitão com um peso. "o;ti;ue com a subida em 1 velocidade
e veri=iCue se o movime;to de subida =oi i;terrompido atO
cLe<ar a altura da re<ula<em.

!$P+-T%NT#

+ =im de curso subida O um dispositivo de emer<W;cia A;ão de serviçoF
para Cue o operador& dura;te o uso ;a ma;obra ;ão deva parar o moitão
a;tes Cue o =im de curso i;terve;La e ;ão deve co;=iar ce<ame;te ;a sua
e=iciW;cia.

FREIO ELETROMAGN&TICO A DISCO

Para o bom =u;cio;ame;to do =reio O ;ecessMrio Cue a dist];cia
e;tre o eletroRmã e a a;cora m:vel Ae;tre=erroF seQa deG $) CC para 1
disco .
#stes =reios da ,#c QM estão re<ulados de =abrica e são
autorre<ulMveis. % i;terve;ção serM ;ecessMria ;a troca do dispositivo
ou caso comesse a deslizar.
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%co;selLa-se medir periodicame;te com TcalibradorU e se
;ecessMrio re<ular usa;do as porcas apropriadas. % re<ula<em da
ação do =reio se da por i;termOdio das porcas auto bloCuea;tes&
aume;ta;do ou dimi;ui;do a pressão das molas.


ATENÇÃOG

% e=iciW;cia da =re;a<em deve ser co;trolada toda vez Cue i;iciar
um ;ovo tur;o de trabalLo.


1. REGULAGEM DOS FREIOS

'-#!+ # L#0%NT%$#NT+G

% =re;a<em deve ser pro<ressiva& mas ;ão brusca.

,e a car<a leva;tada& ap:s a parada& tiver te;dW;cia a descer& re<ular o
=reio como descrito A0er item 1> - !N,T-()*+ P%-% -#/(L%/#$ ...F.


'-#!+ # -+T%)*+G

% abertura dos =reios O si;cro;izada e co;tempor];ea ` partida dos moto-
res elOtricos& e;Cua;to o =ecLame;to O re<ulado do se<ui;te modoG

- o =ecLame;to do T=reio de paradaU O retardado& atravOs de um
temporizador& e deve ser re<ulado de modo a i;tervir ap:s o movime;to de
rotação por i;Orcia ter cessado. Normalme;te o tempo e;tre o desli<ame;to
do motor elOtrico de rotação e o =ecLame;to do =reio de parada O
i;sta;t];eo apos leitura da parada do motor.

% =re;a<em da rotação deve ser bem suave& sem provocar co;tra<olpes
ou torçPes eVcessivas ` torre.

Para a re<ula<em dos =reios ver A0er item 1> - !N,T-()*+ P%-%
-#/(L%/#$ ...F

1!. MANUTENÇÃO

Para pedir peças de reposição& eleme;tos sta;dard& acess:rios&
docume;tos& etc. me;cio;ar sempre as especi=icaçPesG


MODELO DO EAUIPAMENTO

NGMERO DE S&RIE

ANO DE FABRICAÇÃO


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+ uso de partes e peças de reposição ;ão ori<i;ais acarretarM o imediato
ca;celame;to da <ara;tia e co;stitui <rave risco e peri<o para o per=eito
=u;cio;ame;to da <rua.

% L+"%T#" ;ão assume porta;to ;e;Luma respo;sabilidade seQa civil ou
pe;al& ;a Cuestão da i;co;ve;iW;cia& i;terrupção ou da;o ;a obra& causado
porG

- i;stalação de peças ;ão ori<i;ais_
- i;stalação de peças ;ão especi=icadas para aCuele tipo de eCuipame;to_
- modi=icação e reparação ;ão autorizada pelo =abrica;te.


16. RECOMENDAÇÕES GERAIS

%lOm da veri=icação prevista pelo dispositivo le<islativo vi<e;te& O
;ecessMrio proceder uma i;terve;ção de i;speção& co;trole e ma;ute;ção.
%;tes de proceder CualCuer tipo de i;terve;ção ler ate;tame;te as
i;struçPes especi=icadas co;tidas ;esta publicação.

Por CuestPes operacio;ais O i;dispe;sMvel Cue co;=ie eVclusivame;te
a uma pessoa especializada e compete;te.

ATENÇÃO

%;tes de e=etuar a operação de ma;ute;ção da mi;i <rua& prover-se de
ci;to de se<ura;ça e capacete de proteção.

- + eCuipame;to deve estar =ora de serviço e deve estar eVposta uma =aiVa
do tipo T/rua =ora de eVercRcio para serviço de ma;ute;çãoU.

- % alime;tação elOtrica deve ser i;terrompida salvo por uma operação de
re<ula<em e veri=icação da mi;i <rua.

- "omportame;tos ;ão co;=ormes ;as i;struçPes podem causar da;os as
pessoas e obQetos.

- ,e dura;te o co;trole caso uma i;terve;ção seQa ;ecessMria para a
remoção de al<um dispositivo de se<ura;ça deve ser adotada toda a
precaução ;ecessMria.

- %cabada a i;terve;ção deve-se restaurar todas as proteçPes e todos os
dispositivos de se<ura;ça deverão ser e=icie;tes.

- ura;te a operação de i;speção e ma;ute;ção sobre a mi;i <rua
asse<urar Cue a rotação esta bloCueada.

- Não eVecute operação de i;speção e ma;ute;ção em co;diçPes de ve;to
Cue provoCue rotaçPes ;a mi;i <rua.

- Não eVecute operaçPes de ma;ute;ção ;a prese;ça de <elo ou com
temperaturas i;=eriores a 0d.

>0N20

OPERAÇÕES DE INSPEÇÃO, CONTROLE, MANUTENÇÃO.
E VERIFICAÇÃO SEMANAL
Tipo de
co;trole
escrição
Tipo de
operação
e=etuada

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1 - "o;trolar os apoios e o ;ivelame;to da <rua.




2 - 0eri=icar a prese;ça e i;te<ridade de todas as placas eVpostas.



> - 0eri=icar as co;diçPes do cabo de alime;tação.



@ - 0eri=icar a li<ação da massa a terra. A%terrame;toF

D - "o;trole visual de da;i=icaçPes ;a estrutura.




. - "o;trole visual das co;diçPes das Qu;çPes pi;adas.

2 - "o;trole visual das co;diçPes das Qu;çPes para=usadas.

6 - "o;trole visual das co;diçPes do dispositivo a;ti escorre<ame;to.

8 - "o;trole visual do per=eito e;rolame;to do cabo de aço ;o
tambor.



10 - "o;trole visual do estado do tira;te em cabo de aço.

11 - "o;trole a co;dição do dispositivo a;tiCuedaG A<uarda corpo&
plata=orma& escada& parapeito& etceF


12 - "o;trole da coroa do <iro veri=ica;do a pressão dos para=usos e
a lubri=icação.


1> - "o;trolar o estado de co;servação do moitão APi;o do <a;cLo
e rolame;tosF


1@ - "o;trolar as co;diçPes de =u;cio;ame;to do dispositivo de
se<ura;ça do <a;cLo.



>1N20


OPERAÇÕES DE INSPEÇÃO, CONTROLE, MANUTENÇÃO.
# 0#-!'!"%)*+ ,#$%N%L
Tipo de
co;trole
escrição
Tipo de
operação
e=etuada

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1D - "o;trolar o estado de co;servação da i;stalação elOtricaG

a - #stado de co;servação do Cuadro elOtrico A"orrosãoF



b - #=iciW;cia da <uar;ição de vedação do Cuadro.



c - #stado de co;servação dos compo;e;tes i;ter;os do Cuadro
Aco;tato do telei;terruptor& para=usos =rouVos& etc.F


d - #stado de co;servação dos cabos elOtricos Aisolame;to&
i;te<ridade =RsicaF.



e - #stado de co;servação dos motores. Abase com silico;e& u;iPes
dos cabos de alime;taçãoF.


1. - #stado de co;servação dos redutores veri=ica;doG

a - "o;trolar o ;Rvel de :leo.

b - "o;trole a e=iciW;cia do acoplame;to do eiVo com o tambor.



c - "o;trolar a u;ião dos redutores a estrutura.

d - "o;trolar visualme;te as eve;tuais perdas de :leo.

12 - "o;trolar o estado de co;servação dos cabos de leva;tame;to
e a li<ação com os po;tos =iVos. Aprese;ça e aperto dos <ramposF


16 - "o;trolar visualme;te a espessura das lo;as de =reio de cada
motor Aeve;tualme;te re<ularF.


18 - "o;trolar o estado de co;servação dos limitadores de car<a e
limitadores de mome;to. Aeve;tualme;te re<ularF


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epois do serviço de i;speção& o co;trole e ma;ute;ção são ;ecessMrios
eVecutar a prova e re<ula<em =i;al.

1F -etor;ar a alime;tação da mi;i <rua.

2F #Vecutar cada movime;to co;trola;do a resposta da i;dicação descrita
sobre a placa de coma;do.

>F 0eri=icar a re<ula<em do limitador de car<a
0eri=icar a re<ula<em do =im de curso de subida

@F 0eri=icar a re<ula<em do =reio de leva;tame;to
0eri=icar a re<ula<em do =reio de rotação

+bs.G Para uma per=eita eVecução desta prova O obri<at:rio ter sempre
Cue dispo;Rvel ;o ca;teiro ter um peso de teste com i;dicação do peso
lRCuido.


TRAVAMENTO COM CONTRAPINO

% correta co;dição de trabalLo do pi;o com seu relativo co;trapi;o e
com outro eve;tual tipo de u;ião da <rua deve ser co;trolada co;sidera;do
a correta posição de sua utilização.


JUNÇÃO POR PARAFUSO

+ co;trole peri:dico do estado da Qu;ção O obri<at:rio.


- 'reCuW;cia de co;troleG

aF + primeiro co;trole das =iVaçPes deve aco;tecer de;tro da sema;a de
trabalLo.

bF "ada @ sema;as e=etuar o co;trole sumMrio com uma cLave a =im de
evide;ciar importa;tes a=rouVame;to. ,e ;o co;trole co;statar
a=rouVame;to com uma cLave de torCue proceder o aperto.

cF "omume;te ap:s a mo;ta<em da mi;i <rua lubri=icar os para=usos com
Cuerose;e& co;trolar e =iscalizar o estado e ;o caso substituir com
para=usos ;ovos e ori<i;ais.

Correto Incorreto Correto Incorreto
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T%4#L% !N!"%T!0% + T+-B(# # %P#-T+
i]metro do para=uso AmmF 12 1@ 1. 16 20 22 2@ 22 >0 >> @6
"lasse do
para=uso 6.6
TorCue de
aperto A\<mF
6 12 20 26 >2 D0 .@ 8D 1@0 180 .00
"lasse do
para=uso 10.8
TorCue de
aperto A\<mF
12 16 26 @6 DD 2D 80 1>D 160 220 6D0


CABO DE AÇO


+ co;trole do estado de uso do cabo O obri<at:rio.

- 'reCuW;cia de co;troleG

aF /eralme;te O ;ecessMrio veri=icar Cue o cabo se e;rola de modo correto
;o tambor e Cue seQa bem lubri=icado.

bF ,ema;alme;te O ;ecessMrio co;trolar o estado de co;servação do cabo
e s: proceder com a substituição Cua;doG

- + di]metro do cabo estM reduzido AtambOm em um s: po;toF de 2[ em
respeito ao ;omi;al.

- + cabo se aprese;ta com esma<ame;to& torçPes& e de=ormaçPes
perma;e;tes.

cF Trimestral. % lei estabelece Cue pelo me;os a cada > meses seQa veri=icado
o cabo e seQa a;otado o resultado.

- NSmeros de =ios Cuebrados e sua localização.

- es<asto do cabo.

- "orrosão i;ter;a e eVter;a.


AVALIAÇÃO DO NÚMERO DE FIOS ROMPIDOS

% =im de avaliar o ;Smero de =ios rompidos de um cabo de aço& O preciso
co;tar os =ios rompidos do cabo pre;de;do ;aturalme;te em co;sideração
aos tirados do cabo mais des<astado. Na tabela Cue se<ui;te O i;dicado o
;Smero mMVimo de =ios rompidos Cue pode ser tolerado em um comprime;to
i<ual a . a >0 voltas de di]metro.
% estimativa dos =ios deve ser =ato em ambos os comprime;tos e deve
substituir o cabo se ele romper supera;do a mR;ima i;dicação atO seu
comprime;to.

i]metro do
"abo AfF
Tipo do "abo N.Y de 'ios
N.Y de =ios rompidos
. V f >0 V f
>N1.U %@ 1>> D 10



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AVALIAÇÃO DO USO DOS CABOS

Para substituir os cabos& alOm dos =ios rompidos ;ecessita aprese;tar
acLatame;to dos =ios pelo uso precedido da ruptura destes em breve tempo.
Na prese;ça de cabos des<astados se deve co;siderar o rompime;to do =io
Cue leva a uma redução sSbita de D0[ em respeito aos =ios ori<i;ais.


AVALIAÇÃO DA CORROSÃO EXTERNA

% corrosão eVter;a produz redução do di]metro dos =ios. Por isso& vale a
re<ra dos =ios rompidos com mais ;Smero se;do a corrosão mais <rave Cue o
des<aste.


AVALIAÇÃO DA CORROSÃO INTERNA

% avaliação da corrosão i;ter;a reCuer muita prMtica. ,: pode abrir o
cabo com <rampos a<i;do com prudW;cia ;a ma;obra de distorcer o cabo.

? obri<at:rio realizar este co;trole sobre o cabo a;tes de proceder a
mo;ta<em da <rua.




ADVERTÊNCIA PARA USAR) LUBRIFICAR E OPERAÇÃO DO CABO

eve ser usada as se<ui;tes precauçPesG

- (sar cabos apropriados_
- Não sobrecarre<a-los_
- Não usar cabos co;<elados_
- "o;trolar Cue as eVtremidades do cabo esteQam corretame;te li<adas_
- 'azer um perRodo de roda<em com car<a reduzida_
- #vitar <olpes =ortes_
- Não e;rolar sobre o tambor mais cabo do Cue o previsto.

MANUTENÇÃO

- + cabo deve ser lubri=icado em i;tervalos re<ulares em =u;ção do
ambie;te do trabalLo.

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- %;tes das lubri=icaçPes deve ser limpo com uma escova de =erro e com ar
comprimido.

- + lubri=ica;te deve ser u;tado ;o cabo com um pi;cel ou =aze;do
desca;sar em ba;Lo de :leo.


ROLDANA E DISPOSITIVOS ANTI ESCORREGAMENTO

"ada sema;a O ;ecessMrio veri=icar o estado de co;servação do ca;al
da rolda;a. #ste deve estar em per=eito estado e arredo;dado e o cabo
deve estar livre para rodar. No caso da rolda;a estar parece;do com a =i<ura
abaiVo O ;ecessMrio substituir.


Errado
Correto
Grampo(Correto)
Grampo(Errado)
Correto
Errado Grampo(Errado)
Soquete de cunha
Soquete de cunha
Correto Errado c/ grampo
Soquete aberto
não não sim
sim
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bF % cada > meses& alOm de co;trolar o ca;al da rolda;a O ;ecessMrio
co;trolar tambOm o rolame;to veri=ica;do se roda livreme;te e ;ão
permita oscilaçPes a polia& caso co;trario substituir o rolame;to. 0eri=icar
tambOm o correto posicio;ame;to da proteção do cabo.

ROLAMENTO DO GIRO

+ rolame;to do <iro O uma peça esse;cial para a se<ura;ça e um bom
=u;cio;ame;to da mi;i <rua& por isso& O ;ecessMrio eVecutar com muito
cuidado uma ma;ute;ção peri:dica.

aF Para=uso do rolame;to
bF Lubri=icação do sistema de rolame;to
cF e;tes do rolame;to

+bs.G Não O admitida a =iVação do rolame;to do <iro por solda.
? para evitar CualCuer tipo de trabalLo com solda ;a re<ião do
rolame;to& porCue o calor produzido pode provocar de=ormaçPes.


M&TODO DE CONTROLE

No caso de se revelar a=rouVame;to tambOm de um s: para=uso Aou
porcaF realize o co;trole de prO-aperto de todos os para=usos. Para o co;trole
Cabo
Substituir Substituir Substituir
Cabo Cabo
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marcar com um corte a posição da porca em respeito ao para=uso. epois
de Laver a=rouVado a porca Aou o para=usoF por cerca de 1N. de <iro&
deiVa;do =irme a cabeça do para=uso& reapertar a porca com o torCue
prescrito. + corte deve coi;cidir com a marca re=erida ;o para=uso.


SUBSTITUIÇÕES EVENTUAIS

No caso de uma veri=icação se e;co;tre um corte Cue ;ão se coi;cidir
com a posição do para=uso& precisa proceder com a substituição parcial ou
total do para=uso. #=etue a cada > a;os a substituição total dos para=usos e
porcas do rolame;to do <iro. % substituição reCuer sempre o empre<o de
para=usos e porcas ;ovas e de ;osso =or;ecime;to


1". LUBRIFICAÇÃO DO SISTEMA DE ROLAMENTO

FREAHÊNCIA DA LUBRIFICAÇÃO

% operação de lubri=icação deve ser e=etuada me;salme;te. No ca;teiro
de obras Cue se trabalLa some;te em um tur;o deve ser sema;al. ,e
recome;da lubri=icação mais =reCXe;te em ambie;tes tropicais& lu<ares muito
Smido& poeire;tos& impre<;ado de umidade e suQeito a =orte variaçPes
tOrmicas.


ATENÇÃO
%;tes e depois de um <ra;de perRodo de i;atividade Ami;i <rua
desmo;tada& ca;teiro =iVoF O absolutame;te ;ecessMria uma lubri=icação& em
particular pelo perRodo de i;ver;o.


M&TODO DE LUBRIFICAÇÃO

% lubri=icação se eVecuta distribui;do sobre a =ace eVter;a do rolame;to. ?
;ecessMrio Cue o lubri=icador eVecute a operação em posição de se<ura;ça
Aou sobre a plata=orma ou tambOm se<urado a estrutura com o ci;to de
se<ura;çaF.


TIPO DE LUBRIFICANTE

eve-se utilizar a tabela de lubri=icação. A0er item 16 - L(4-!'!"%)*+F

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DENTES DO ROLAMENTO

FREQÜÊNCIA DE LUBRIFICAÇÃO

+s de;tes do rolame;to O uma e;<re;a<em aberta Cue esta eVposta a
i;tempOrie& ataCues corrosivo ambie;tal. (ma lubri=icação re<ular Asema;alF
deve ser eVecutada com <raVa de Cualidade boa e Cue ;ão so=ra alteraçPes
com a variação da temperatura.


MÉTODO DE LUBRIFICAÇÃO

%;tes de passar um lubri=ica;te <raVo sobre os de;tes O ;ecessMrio realizar
uma limpeza da super=Rcie a =im de tirar eve;tuais resRduos de material. %
lava<em pode ser com Cuerose;e& diesel& solve;te para <raVa com o uso de
um pi;cel.


TIPO DE LUBRIFICAÇÃO

Precisa usar lubri=ica;tes privado de acido& de resi;a& ;ão Li<rosc:pido&
resiste;te ao e;velLecime;to e com um amplo campo de variação de
temperatura.


INSTALAÇÃO EL&TRICA

FREQÜÊNCIA DE CONTROLE

"ada sema;a O ;ecessMrio eVecutar um apurado co;trole sobre a parte
desli<ada.

aF "aiVa do pai;el
% porta do pai;el deve estar sempre =ecLada por motivo de se<ura;ça e
para evitar Cue e;tre umidade. ,ubstituir a <uar;ição da porta Cua;do
aprese;tar ressecame;to.

bF "o;tatos dos i;terruptores
0eri=icar o estado dos co;tatos ma;te;do-os polidos com liVa dgM<ua
=i;Rssima. Não usar :leo ou <raVa ;o co;tato.


IMPORTANTE

Não substituir os =usRveis do i;terruptor da obra e muito me;os aCuele posto
de;tro do pai;el se ;ão com outro Cue seQa correspo;de;te.

cF 4otoeiras& ma;ipuladores e coma;dos ma;uais.
"ada parte do coma;do& se;do <eralme;te m:vel& se deterioram com
=acilidade por CueG
- ? ;ecessMrio co;trolar as li<açPes dos =ios ma;te;do-os i;tactos e
apertados.
- ? ;ecessMrio substituir imediatame;te o cabo elOtrico ao primeiro si;al de
e;=raCuecime;to
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dF $otor elOtrico
+ motor elOtrico esta eVposto a i;tempOries& por isso =aça um co;trole
especial ap:s o perRodo de cLuva ou ve;to com poeira. % cada
mo;ta<em limpar o motor das i;crustaçPes com Qatos de ar seco.


REDUTOR

FREQÜÊNCIA DE CONTROLE

aF ,ema;alme;te precisa veri=icarG

- NRvel de :leo e eve;tuais vazame;to Apara o tipo de :leo co;sultar a
tabela de lubri=ica;tes. A0er item 16 - L(4-!'!"%)*+F

- "o;trolar a e=iciW;cia do acoplame;to eiVo-tambor Ase e;co;trar-se Qo<o
e;tre o eiVo e a bucLa O obri<at:rio i;terromper o trabalLo e substituir a
parte da;i=icadaF.

- "o;trolar Cue ;ão aprese;te vazame;to de :leoA ;o caso co;sertarF.

bF %;tes de cada mo;ta<em da <rua O ;ecessMrio eVecutar& ap:s o co;trole
acima i;dicado& o se<ui;teG

- "o;trolar se aparece Qo<o eVcessivo ;as tra;smissPes i;ter;as Aem
redutores tipo para=uso sem =im um Qo<o eVcessivo si<;i=ica <ra;de
des<asteF. %p:s avaliar o motivo do Qo<o eVcessivo O ;ecessMrio =azer
uma revisão i;teira ;a tra;smissão.


ATENÇÃO

,e e;co;trar barulLos a;ormais ou eVcessivos dura;te o =u;cio;ame;to
em vazio ou com car<a si<;i=ica Cue o meca;ismo ;ão esta bem aQustado
assim ;ecessita i;tervir imediatame;te com uma ma;ute;ção eVtraordi;Mria
Adesmo;ta<em& revisão e eve;tual troca de peça F.



'-#!+ @2,91*+1C,*+0) ?1--5*<0) -0+1:30 , +-1*821:30E

FREQÜÊNCIA DE CONTROLE

aF % veri=icação diMria do =u;cio;ame;to do =reio O obri<at:rio.

bF % cada sema;a ap:s a re<ula<em ;ormal descrita adeCuadame;te ;o
capRtulo T-e<ula<e;sU O ;ecessMrio realizar um co;trole da co;=iabilidade
do meca;ismo e precisame;teG

- 0eri=icar o estado de uso do disco de =reio ABua;do o material do
tra;sporte O reduzido a pelo me;os 2mm ;ecessita substituição de todo o
discoF.

- 0eri=icar o estado de uso da <uia do disco ;o eiVo do motor.

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- 0eri=icar a e=iciW;cia da mola e co;trolar a colu;a se;do bem =iVada e
i;te<ra. Aem caso co;trMrio substituirF.

#m caso de duvida substitua o meca;ismo i;teiro e reco;stituir a e=iciW;cia
re<ula;do como o i;dicado ;o capRtulo T-e<ula<e;sU.


IMPORTANTE

% =u;cio;alidade e e=iciW;cia dos =reios são i;dispe;sMveis a =im de
prote<er as pessoas e obQetos.

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LIMITADOR DE CARGA MÁXIMA (l!"#$"%#$&'


'-#BK9N"!% # "+NT-+L#


aF % veri=icação diMria da =u;cio;alidade do limitador de car<a e
mome;to O obri<at:rio.

bF % cada sema;a& ap:s a re<ula<em descrita ;o capRtulo re=ere;te& O
;ecessMrio veri=icar a co;=iabilidade dos meca;ismos e precisame;teG

- 0eri=icar se a Laste do apalpador esta i;te<ra e Cue a super=Rcie de
e;co;tro esta pla;a.

- 0eri=icar se a eVposição de i;tempOrie ;ão ataCue os co;tatos.

#m caso de duvida substituir o micro i;terruptor e reco;stituir a
e=iciW;cia do meca;ismo re<ula;do como descrito ;o capRtulo
T-e<ula<e;sU.


!$P+-T%NT#

Não violar esta se<ura;ça da Cual depe;de a se<ura;ça de pessoas e de
obQetos.



FIM DE CURSO @2,91*+1C,*+0E


'-#BK9N"!% # "+NT-+L#

aF % veri=icação diMria do =u;cio;ame;to do =im de curso O obri<at:ria.

bF % cada sema;a& ap:s a re<ula<em descrita ;o capRtulo re=ere;te& O
;ecessMrio veri=icar a co;=iabilidade dos meca;ismos e precisame;teG

- 0eri=icar se as presilLas de tração estão i;te<ras& sem Qo<o_

- 0eri=icar se o came serM acio;ado pelo para=uso adeCuado_

- #m caso de des<aste do came& substituR-lo imediatame;te_

- 0eri=icar se a eVposição de i;tempOrie ;ão ataCue os co;tatos.

#m caso de duvida substituir o eCuipame;to e reco;stituir a
e=iciW;cia re<ula;do como descrito ;o capRtulo T-e<ula<e;sU.


!$P+-T%NT#

Não violar esta se<ura;ça da Cual depe;de a se<ura;ça de
pessoas e de obQetos.




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18. LUBRIFICAÇÃO

Tipo de co;trole
T5/0 4,
2.B-575?1*+,
S,C1*12 S.B8+5+.5:30

-edutor do
leva;tame;to
#ve;tual
% cada 12 meses e
a;tes de cada
mo;ta<em
C;3F "abo
"o;trolar e eve;tual
lubri=icação
Limpeza& e;<raVa-
me;to a;tes de cada
mo;ta<em
G-1I1 EP;2
Pista de rolame;to da
coroa do <iro
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em
-olame;to
do <a;cLo
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em
-olame;to da =iVação
do =im do cabo
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em
#;<re;a<em da coroa
do <iro
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em
%rticulaçPes
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em
-edutor do <iro
"o;trolar e eve;tu-
alme;te lubri=icar
%;tes de cada
mo;ta<em


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1#. PREPARAÇÕES PRINCIPAIS DA MINI GRUA

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2$. INSTALAÇÃO EL&TRICA


P+T9N"!% #L?T-!"% -#B(#-!%


/ui;cLo
PotW;cia da
i;stalação em
\0%
"ar<a do
i;terruptor
termoma<;Otico
,eção do cabo de alime;tação mm
2

D0 m 1D0 m 200 m >00 m
' N T ' N T ' N T ' N T
2&2 N0&2D
\c
10
%deCuado 2200

10 10 10 1. 1. 10 2D 2D 1. >D >D 2D



T#N,*+ # %L!$#NT%)*+F 22$V

T!P+ # %L!$#NT%)*+G T-57J85?0 ; 6$ HK

P+NT+ # '+-)%

Prever ;o Cuadro de =usRveis& o tipo retardado de D0% para 2200 & de modo
Cue possam suportar as corre;tes de partida dos motores. % te;são de
alime;tação ;ão deve ter variaçPes superiores a D[ do valor ;omi;al. !sto O
possRvel de aco;tecer Cua;do a li;La tem cabos de bitola peCue;a em
relação ao comprime;to.



"%4+ # %L!$#NT%)*+

eve ser do tipo com proteção plMstica com @ co;dutores& dos Cuais >
para a alime;tação do Cuadro e 1 para o aterrame;to. + comprime;to do
cabo deve ser su=icie;te para li<ar o Cuadro da <rua.

Todo o cabo de alime;tação deverM ser escolLido em =u;ção do lu<ar em
Cue deverM ser colocado e prote<ido de eve;tuais solicitaçPes mec];icas
eVter;as.
















Não
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MECANISMOS DE COMANDO


Para <rua =iVaG

- !;terruptor seccio;ador tetrapolar 100 %
ou D0 % com ma;opla eVter;a ;a porta e
=usRvel tipo N7




















BOTOEIRA

4otoeira com uma carreira de botPes com eleme;tos pulsa;te de
coma;do.
% botoeira O mu;ida de botão de parada com trava& e com
co;tato de se<ura;ça e abertura ma;ual. !;ter bloco mec];ico para
trava de ma;obras co;trMrias.





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21. MONTAGEM

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ESTRUTURA

%F Torre
#m seção Cuadra;<ular co;stituRdo de eleme;tos sobrepostos em per=is
metMlicos em =orma de treliça.

4F Porta rolame;to – po;ta da torre
"omposto de eleme;tos o;de estM i;terposto o rolame;to do <iro. ,obre a
parte superior são mo;tados a la;ça e a po;ta da torre.

"F La;ça
#m seção tria;<ular co;stituRdo de eleme;tos em per=il metMlico coli<ados
com pi;os e para=usos cN porca. Pode ser mo;tado em varias versPes de
comprime;to.

F Tira;tes do braço
? composto de barras redo;das u;idas com pi;os.


OPERAÇÕES PRELIMINARES DE MONTAGEM



%F "o;trolar a eVistW;cia de todas as peças ;ecessMrias ` mo;ta<em da
<rua& cuida;do particularme;te dos pi;os e para=usos& co;=orme o pla;o
de reposição de peças os Cuais sairão da =Mbrica QM mo;tados em seus
respectivos lu<ares_

4F %;tes de i;iciar as operaçPes de mo;ta<em prever eVatame;te a posição
da i;stalação& leva;do-se em co;ta o espaço ;ecessMrio para a
mo;ta<em& co;=orme 'i<. 1.


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