4

PROJETO E EXECUÇÃO
4.1 Entrada do gás 4.2 Instalação de tubulação 4.3 Acoplamentos de tubos e conexões 4.4 Instalação de equipamentos 4.5 Identificação e proteção 4.6 Comissionamento 4.7 Instalações existentes
4.1

4 Projeto e execução

4.1 Entrada do gás

Considerações gerais
De acordo com as características arquitetônicas da edificação e os usos pretendidos, o projeto deve estabelecer a tipologia construtiva mais adequada para a rede de distribuição interna de gás natural, as pressões da rede e os materiais das tubulações. A escolha da tipologia construtiva deve ser feita em função da finalidade do imóvel (edifícios, casas e comércios) e das características locais (ver Capítulo 3). A Comgás deve ser consultada com relação à existência de rede de distribuição e às pressões de fornecimento. O projeto e execução da rede de distribuição interna deve levar em consideração os requisitos da NBR 15526.

Atribuições e responsabilidades
O projeto e construção da rede de distribuição interna são de responsabilidade do proprietário do empreendimento. Os projetos da rede de distribuição interna devem ser elaborados por profissional responsável com registro no respectivo órgão de classe, acompanhado da devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A execução da rede de distribuição interna deve ser realizada por empresa com responsável técnico com registro no respectivo órgão de classe, acompanhado da devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A empresa responsável pela execução da rede de distribuição interna deve possuir procedimentos definidos e pessoas devidamente qualificadas para a execução dos serviços, bem como registros e evidências que possam comprovar tal capacitação. Qualquer alteração no projeto da rede de distribuição interna somente deve ser executada após a aprovação por profissional responsável e deve ser devidamente registrada. Após a execução do teste de estanqueidade, deve ser emitido o laudo técnico correspondente pelo responsável registrado no respectivo órgão de classe, acompanhado da devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Localização da interface com a Comgás
Entrada do gás
Para possibilitar a execução do ramal externo pela Comgás, recomenda-se que o consumidor execute e mantenha o abrigo do regulador situado preferencialmente no alinhamento ou no máximo a 3,0 m do alinhamento do terreno. O Anexo 2 apresenta exemplos de esquemas para entrada do gás natural.

4.2

A tubulação da rede de distribuição interna não pode passar em:           dutos de ventilação de ar condicionado (aquecimento e resfriamento). subestação). vigas. embutida em paredes ou muros. A tubulação da rede de distribuição interna pode ser instalada em forro desde que as seguintes condições sejam seguidas:  o forro deve ser ventilado com pelo menos duas aberturas permanentes. Recomenda-se utilizar tubulação sem conexões.  as aberturas de ventilação devem ser estar localizadas em posições opostas. enterrada. quando consolidada a estes. espaços fechados que possibilitem o acúmulo do gás eventualmente vazado. inclusive dutos de ventilação de antecâmera. para permitir a movimentação da tubulação de gás. elementos estruturais (lajes. vigas). 4. locais que contenham recipientes ou depósitos de combustíveis líquidos. poço ou vazio de elevador.1 ilustra um exemplo de ventilação em forro. com área total de 5 cm² para cada m² da área em planta do forro considerado. escada enclausuradas. A Figura 4. Caso seja necessário deverão ser utilizadas acoplamentos soldados. pilares. afastadas o máximo possível uma da outra (exemplo: uma em cada extremidade).2 Instalação da tubulação Tubulação A tubulação da rede de distribuição interna pode ser instalada das seguintes formas:    aparente (imobilizada com elementos de fixação adequados). dutos de compartimentos de lixo ou de produtos residuais em atividade. deve:   ser interligada ao sistema de acordo com a NBR 5419. cisternas e reservatórios de águas.4 Projeto e execução 4. A tubulação da rede de distribuição interna pode atravessar elementos estruturais (lajes.  não utilizar nas tubulações acoplamentos roscados ou acoplamentos por compressão. colunas. compartimentos de equipamento ou dispositivo elétrico (painéis elétricos. dutos de exaustão de produtos da combustão ou chaminés. com relação ao sistema de proteção de descargas atmosféricas. A tubulação da rede de distribuição interna.3 . ser proibida a utilização de tubulações de gás como aterramento elétrico. paredes e muros com característica estrutural) desde que envolta por tubo-luva (ver Figura 4.4).

como válvulas. de modo a evitar seu contato direto com a tubulação. fita de isolamento de auto fusão. ou que dificultem inspeção e manutenção. ter material isolante elétrico quando o cruzamento de tubulação de gás com condutores elétricos for inevitável – recomenda-se para tal o uso de isolantes fenolite. 4.1 Exemplo ilustrativo de ventilação em forro Aparente A tubulação aparente não pode passar por espaços fechados que possibilitem o acúmulo de gás em caso de vazamento. não podem estar fixadas. fora das curvas.2 Instalação da tubulação Figura 4.. borracha. para minimizar uma possível corrosão localizada. placa de celeron. PVC. e os seguintes aspectos com relação aos suportes devem ser considerados:      ser locados nos trechos retos da tubulação. as tubulações devem estar envolvidas por tubos-luva (ver Figura 4. apoiadas ou amarradas a tubulações existentes. A tubulação aparente deve atender aos seguintes requisitos:     ter um afastamento suficiente das demais tubulações para que permita sua manutenção. ser locados próximos às cargas concentradas.. estar protegida contra choques mecânicos em função dos perigos que ameaçam a sua integridade. etc. em caso de superposição de tubulações. recomendase o uso de isolantes – nylon. reduções e derivações. Nos casos em que esta condição for inevitável. medidores.5).4 Projeto e execução 4. A tubulação aparente deve ser suportadas. ficar preferencialmente acima das demais. seguir as diretrizes da NBR 15345. para tubulações de cobre.4 . etc.

nestes casos a instalação elétrica deve ser protegida por eletroduto numa distância de 50mm para cada lado e atender à recomendações para sistemas elétricos de potência em eletrodutos em cruzamento. considerar um afastamento suficiente para permitir a manutenção.5 .1.1 – Afastamento mínimo na instalação de tubos para gás REDES EM PARALELO b (mm) Sistemas elétricos de potência em baixa tensão isolados 30 em eletrodutos não metálicosa Sistemas elétricos de potência em baixa tensão isolados 50 em eletrodutos metálicos ou sem eletrodutosa Tubulação de água quente e fria Tubulação de vapor Chaminés Tubulação de gás Outras tubulações (águas pluviais. esgoto) a b c TIPO DE INTERFERÊNCIA CRUZEMENTO DE REDES b (mm) 10 (com isolante) c 30 50 50 10 50 10 10 50 10 10 cabos telefônicos.2 ilustra exemplos de afastamentos mínimos da tubulação de gás.4 Projeto e execução 4. Tabela 4.2 Exemplo ilustrativo de afastamentos mínimos da tubulação de gás 4. Figura 4.2 Instalação da tubulação A tubulação aparente deve manter afastamentos mínimos conforme Tabela 4. de tv e de telecontrole não são considerados sistemas de potência. A Figura 4.

5% para o escoamento de água. evitando-se a transmissão de energia elétrica para o tubo de gás.50 m a partir da geratriz superior do tubo em locais sujeitos a tráfego de veículos. tubulações e estruturas suficiente para permitir sua manutenção.6 . ser dimensionada para permitir o acesso à tubulação para a realização de manutenção. As canaletas devem:      ter ventilação apropriada para evitar um possível acúmulo de gás em seu interior.1. 4. tubo em jaqueta de concreto. ter caimento longitudinal e transversal mínimo de 0. A profundidade da tubulação enterrada que faz parte da rede de distribuição interna até o medidor do consumidor deve ser no mínimo:  0. o fundo da vala deve ser plano e o reaterro deve ser feito de modo a não prejudicar o revestimento da tubulação. Tubo-luva O tubo-luva pode ser utilizado em três situações:    proteção mecânica. de modo que garanta as seguintes condições para a tubulação de gás:  espaço suficiente para permitir a manutenção. tubo-luva ou outro. deve-se estabelecer um mecanismo de proteção adequado – laje de concreto ao longo do trecho.4 Projeto e execução 4. Enterrada A tubulação enterrada deve manter um afastamento de outras utilidades. sendo envolta com revestimento maciço.  0. possuir dreno para a retirada da água acumulada.  espaço suficiente para garantir que não haja contato. Embutida A tubulação embutida deve ser instalada sem vazios. ser dimensionada para suportar o tráfego local (paredes e tampo).  espaço suficiente para que não haja propagação de calor.2 Instalação da tubulação Canaleta Canaletas podem ser utilizadas para a instalação de tubulaçao de gás e devem ser de uso exclusivo para esse fim. Caso não seja possível atender às profundidades determinadas. passagem de tubulação em elementos estruturais. Quando os tubos forem assentados diretamente no solo. A tubulação embutida deve manter afastamentos mínimos conforme a Tabela 4.30 m a partir da geratriz superior do tubo em locais não sujeitos a tráfego de veículos. em zonas ajardinadas ou sujeitas a escavações. passagem de tubulação em ambientes impróprios.

A Figura 4.4 – Exemplo ilustrativo de tubo-luva para passagem em elemento estrutural 4.3 ilustra um exemplo de proteção mecânica.7 .4 Projeto e execução 4.3 Exemplo ilustrativo de tubo-luva para proteção mecânica Passagem de tubulação em elementos estruturais Utilizado para passagem de tubulação de gás em elementos estruturais (lajes. Figura 4. principalmente devido a tráfego local. colunas. paredes e muros com característica estrutural) para permitir liberdade de movimento à tubulação de gás. A Figura 4. evitando-se as tensões inerentes ao elemento estrutural sobre a tubulação.2 Instalação da tubulação Proteção mecânica Utilizado para proteção da tubulação de gás em instalações aparentes ou enterradas.4 ilustra um exemplo de passagem de tubulação em elemento estrutural. Figura 4. vigas.

Recomenda-se o uso mínimo de conexões nas tubulações de gás situadas no interior do tubo-luva. opcionalmente.  ser estanque em toda a sua extensão. A Figura 4.  possuir área da seção transversal 1.  estar adequadamente suportado. animais e outros objetos estranhos.5 vezes a área da tubulação de gás.8 .  ser protegido contra corrosão. Figura 4.5 ilustra um exemplo de tubo luva para instalação de tubulação de gás em ambientes impróprios. dispositivo ou sistema que promova a exaustão do gás eventualmente vazado.2 Instalação da tubulação Passagem de tubulação em ambientes impróprios Utilizado para instalação de tubulação de gás em ambientes ou locais onde haja a possibilidade de acúmulo de gás. O tubo luva deve:  possuir no mínimo duas aberturas para atmosfera.  apresentar distanciamento adequado entre suas paredes internas e a parede externa da tubulação de gás.  possuir. seguro e protegido contra a entrada de água.  ser confeccionado de material incombustível.5 – Exemplo ilustrativo de tubo-luva para passagem de tubulação de gás em ambientes impróprios 4.  ter resistência mecânica adequada a possíveis esforços decorrentes das condições de uso. exceto nos pontos de ventilação.4 Projeto e execução 4. em local ventilado.

Os acoplamentos com rosca BSP devem ser utilizados em tubos especificados pela NBR 5580.9 devem ser soldadas em tubos especificados pela NBR 5590. podem ser utilizados:     acoplamento por meio de roscas. solda oxiacetilênica. fio multifilamentos de poliamida com revestimento não secativo. processos que utilizam gás inerte como atmosfera de proteção. É proibida a utilização de qualquer tipo de tinta ou fibras vegetais na função de vedante. As conexões de aço forjado conforme ANSI/ASME B. acoplamento por meio de flanges. As roscas BSP devem ser executadas conforme a NBR NM – ISO 7-1. tal como fita de pentatetrafluoretileno (PTFE).9 . Um vedante deve ser aplicado nos acoplamentos roscados. macho cônica e fêmea paralela (BSP). As conexões com rosca NPT devem ser utilizadas em tubos especificados pela NBR 5590. Acoplamentos roscados As roscas devem ser:   cônicas (NPT). acoplamento por meio de soldagem ou brasagem capilar. Os acoplamentos com rosca NPT devem ser conforme NBR 12912. O processo de soldagem deve atender a seção 28 da NBR 12712. Acoplamentos soldados de tubos de aço Devem ser executados por um dos seguintes processos de soldagem:    arco elétrico com eletrodo revestido.4 Projeto e execução 4. 4.16. acoplamento por conexão mecânica.3 Acoplamentos de tubos e conexões Acoplamentos Para a execução dos acoplamentos que compõem a tubulação das instalações internas.

 Processo de união por soldagem capilar (solda branda) O processo de soldagem capilar pode ser usado:    para acoplamento de tubulações aparentes. O processo de soldagem deve ser conforme NBR 15345. o compressão. embutidas ou enterradas. flangeamento e anilha Deve estar de acordo com a NBR 15345. metal de enchimento com ponto de fusão acima de 200ºC. metal de enchimento com ponto de fusão acima de 450ºC. O processo de soldagem deve ser conforme NBR 15345. 4.10 . em função do tipo de tubo:  sistemas utilizando tubos rígidos o soldagem. conforme NBR 15489.4 Projeto e execução 4. o vedação por anilhas e compressão. Processo de união por brasagem capilar (solda forte) O processo de brasagem capilar pode ser usado:   para acoplamento de tubulações aparentes. sistemas utilizando tubos flexíveis o soldagem.3 Acoplamentos de tubos e conexões Acoplamentos de cobre Para o acoplamento de sistema de tubulação de cobre. as seguintes metodologias podem ser utilizadas. o flangeamento e conexão por compressão metal-metal. conforme NBR 15489. pressão máxima de 7.5 kPa (750 mmca). Processo de união por compressão. embutidas ou enterradas.

5. espessura do anel de 1/8” e da junta de 3/16” e padrão API (American Petroleum Institute) 601. núcleo formado de espiras de fita metálica em inox 304.2. Acoplamento da rede de PE A construção de rede de polietileno (PE) enterrado deve ser executada conforme a NBR 14461. sistema de polietileno (limitado à pressão de 3500 mmca). desde que seja utilizada ferramenta apropriada e adequada ao diâmetro que está sendo curvado.2 – Dobramento em tubos de cobre flexíveis DIÂMETRO EXTERNO (mm) Menor ou igual a 10 RAIO MÍNIMO DE CURVATURA (mm) 3 vezes o diâmetro externo do tubo MÉTODO DE RECOMENDADO DOBRAMENTO Ferramenta de dobramento ou mola externa Ferramenta de dobramento ou mola externa Ferramenta de dobramento Maior que 10 e menor ou 3 vezes o diâmetro externo do tubo igual a 22 Maior que 22 3 vezes o diâmetro externo do tubo Acoplamentos flangeados Para os acoplamentos flangeados. as dimensões das flanges devem obedecer à norma ANSI/ASME B 16.4 Projeto e execução 4. Acoplamentos mecânicos O processo de acoplamento por meio de conexões mecânicas pode ser utilizado em:    sistema de aço. aplicam-se as seguintes exigências:    deve ser usada junta espiral. Tabela 4. com enchimento de grafite flexível e com anel-guia de centralização bicromatizado.11 . Os acoplamentos devem ser conforme NBR 14464 e NBR 14465. 4. Os raios mínimos de curvatura de tubos de cobre flexíveis devem ser conforme Tabela 4. sistema de cobre.3 Acoplamentos de tubos e conexões Dobramento em tubos flexíveis de cobre Devem ser seguidos os requisitos abaixo para dobramento em tubos flexíveis de cobre:  somente poderá ser realizado o dobramento em tubos flexíveis de cobre que atendam à NBR 14745.  o dobramento poderá ser feito em campo.

piscina. Prumada coletiva Quando a distribuição do gás for realizada por meio de prumada coletiva. deve ser instalada uma válvula de bloqueio em cada prumada. 4. podendo ser instalada:  enterrada na via pública. sendo de responsabilidade da Comgás. copa. deve ser instalada uma válvula para cada derivação. deve ser instalada uma válvula de bloqueio manual no início da prumada. deve ser instalada uma válvula de bloqueio manual na entrada de cada unidade autônoma. Tem a finalidade de interromper o fornecimento de gás para toda a edificação. Válvulas no ramal externo A válvula de bloqueio manual instalada no ramal externo pertence ao sistema de distribuição.12 .  no caso de derivação da tubulação de alimentação para outros pontos de consumo (caldeira. salão de festas. manutenção e emergência. permanecendo protegidas contra danos físicos. Quando a distribuição do gás ocorrer por meio de prumada coletiva atendendo a mais de uma unidade autônoma.4 Projeto e execução 4. Sua localização depende das características da propriedade. No caso de distribuição em que sejam construídas mais de uma prumada. atendendo a mais de uma unidade autônoma. de forma a possibilitar o bloqueio de fornecimento do gás.4 Instalação de equipamentos Instalação de válvulas de bloqueio e segurança As válvulas devem ser posicionadas de modo aparente. O local de sua instalação deve ser de fácil acesso. A acessibilidade a esta válvula é sempre realizada a partir de ponto fora do limite da propriedade. Nos casos em que a prumada coletiva atenda a medidores individuais situados em área comum dos andares (hall). permitindo fácil acesso para operação.). As válvulas de bloqueio devem estar em local de área comum e de fácil acesso. etc. Válvulas na rede de distribuição interna Geral Deve(m) ser instalada(s) válvula(s) de bloqueio manual na tubulação de alimentação de cada edificação de forma a permitir instalação de equipamentos e aparelhos a gás.  no interior de um abrigo de regulagem quando este estiver no alinhamento da propriedade com acesso pela calçada. conservação e substituição a qualquer tempo. a válvula de bloqueio instalada próxima ao medidor poderá exercer esta função. quando mais de um edifício é alimentado a partir da mesma tubulação.  enterrada na calçada. A válvula de bloqueio manual da unidade autônoma tem a finalidade de interromper o fonecimento de gás somente àquela unidade autônoma. Na alimentação de edifícios devem ser considerados:  a instalação de uma válvula para cada edifício.

4. o deve ser localizada imediatamente a montante da entrada do medidor.4 Instalação de equipamentos Nos casos em que a unidade autônoma possua um único aparelho a gás. Nos casos em que a unidade autônoma possua um único aparelho a gás. O local de instalação da válvula de alívio deve ser adequadamente ventilado. Nos casos em que a unidade autônoma possua um único aparelho a gás.13 . A instalação desta válvula poderá ocorrer quando da colocação do aparelho a gás. possibilitando o bloqueio de fornecimento de gás para a unidade autônoma. estar em local livre. sem obstrução e de fácil acesso. a válvula de bloqueio manual pode exercer a função da válvula do aparelho. desde que ela esteja em local que permita o bloqueio do gás em qualquer situação e esteja a menos que 3m do aparelho a gás. possibilitando o bloqueio de fornecimento de gás para toda a unidade autônoma. atendendo aos seguintes requisitos:   situar-se o mais próximo do aparelho a gás. a válvula de bloqueio pode exercer a função da válvula do aparelho. deve ser instalada uma válvula de bloqueio manual na tubulação da rede de distribuição interna da unidade autônoma. Válvulas em equipamentos  Válvula de regulador o em cada regulador de pressão instalado deve ser instalada uma válvula a seu montante. desde que esteja em local que permita o bloqueio do gás em qualquer situação. desde que exista válvula na rede interna para interromper o fluxo de gás na unidade autônoma. O local de sua instalação deve ser de fácil acesso. Válvulas em aparelhos a gás Na entrada de cada aparelho a gás deve ser instalada uma válvula de bloqueio manual. a válvula de bloqueio pode exercer a função da válvula do aparelho. Prumada individual Quando a distribuição do gás se fizer por meio de prumadas individuais. de forma a evitar o acúmulo de gás. sem interromper o fluxo de gás.4 Projeto e execução 4. podendo estar acoplada ao regulador de pressão. As válvulas de bloqueio devem estar em local de fácil acesso. desde que esteja em local que permita o bloqueio do gás em qualquer situação. Individual (casas) Deve ser instalada uma válvula de bloqueio manual na tubulação da rede de distribuição interna da casa.  Válvula do medidor o deve ser lacrável. Válvulas de alívio de pressão Pode ser instalada válvula destinada a aliviar o excesso de pressão da rede de distribuição interna.

Em locais sujeitos à possibilidade de colisão. no hall dos andares. manutenção e atendimentos de emergência. Condições gerais para instalação de medidores e reguladores Os requisitos gerais abaixo devem ser atendidos para o local de instalação de medidores e reguladores: Local de instalação  estar em área comum de forma a garantir facil instalação.4 Projeto e execução 4.  não possuir dispositivos que possam produzir chama ou calor de forma a afetar ou danificar os equipamentos. o projeto arquitetônico da edificação. sem que haja impedimento a seu acesso.).  estar em condições de fácil acesso.3 – Locais para a instalação de reguladores e medidores EQUIPAMENTOS LOCALIZAÇÃO APLICAÇÃO Residências Regulador de pressão (1º estágio ou Alinhamento do terreno com distância Prédios de apartamentos estágio único) máxima de 3 m Comércio Regulador de pressão (2º estágio) e Área comum do edifício. 4. no térreo. tubulações.  não ser utilizado para qualquer outro fim a não ser aquele a que se destina. medidores individuais cobertura ou subsolo Prédios de apartamentos Medidores individuais Área comum do edifício.14 . fontes produtoras de calor ou chama. deve ser garantida uma distância mínima de 0.  estar protegido contra choques mecânicos. faíscas ou fontes de ignição elétrica e outros agentes externos de efeitos danosos previsíveis. a vazão total e as vazões individuais dos aparelhos a gás (ver Capítulo 5). grades. não pode ter altura superior a 1 m.8 m. A Tabela 4.3 apresenta as várias possibilidades de local para a instalação dos reguladores e medidores numa edificação.4 Instalação de equipamentos Instalação de reguladores e medidores A escolha do local para a instalação dos reguladores e medidores deve considerar:     a tipologia construtiva da instalação predial para o local (ver Capítulo 3). caso seja vazada. Tabela 4.  estar protegido contra a ação de substâncias corrosivas.  ser ventilado de forma a evitar acúmulo de gás eventualmente vazado. a informação da pressão do gás da rede geral (consultar a Comgás).  dutos utilizados para ventilação de abrigos deve ser de material metálico ou plástico. etc. cobertura ou subsolo Comércio Residências unifamiliares Regulador de pressão e medidor(es) Divisa do terreno ou área comum tipo rotativo Regulador de pressão e medidor Entrada das casas (recuo) individual O Anexo 2 apresenta desenhos técnicos com dimensões das diversas configurações de locais para instalação dos reguladores e medidores.  não apresentar interferência física ou possibilidade de vazamento em área de antecâmara e escadas de emergência. estanques em toda a sua extensão e fixados e suportados de forma adequada. por meio de proteção (muretas. leitura. Essa proteção. Proteção dos equipamentos  assegurar a completa proteção dos equipamentos.

 pode estar acima do abrigo de água. e na sua construção devem ser considerados os seguintes aspectos:    o seu posicionamento em relação ao ramal externo que define o posicionamento da caixa enterrada.4 Instalação de equipamentos Instalação de equipamentos em abrigo  caso exista abrigo provido de porta. desde que o ponto de instalação de gás esteja. Nos seguintes casos específicos caberá à Comgás a decisão pela sua instalação:  quando o regulador situar-se fora da propriedade ou unidade autônoma. vazão de gás necessária para alimentação da rede de distribuição interna.15 .  quando não for necessária a instalação do regulador sendo. Os abrigos são destinados ao alojamento dos reguladores de pressão. Instalação de vários medidores individuais situados no térreo. no máximo. 4. particularmente nos quais a rede geral for “Média 350”.  situar-se no alinhamento do terreno ou com a distância de até 3 m. Instalações que recebem equipamento instalados pela Comgás  as instalações (tubos e conexões) devem ser deixadas com rosca macho cônica (BSP). e a ventilação deverá ter área mínima igual a 10% da área de sua planta baixa. salvo indicação contrária. protegidas de impactos mecânicos e contra a entrada de objetos estranhos.  o volume hidráulico da tubulação entre o abrigo do regulador e a entrada do quadro de derivação (“pé” do quadro) ser superior a 50 litros.5 m acima do piso. em função da tipologia construtiva adotada. a 1. nos seguintes casos:  existir mais de um quadro de derivação sendo alimentado a partir da mesma tubulação.  posicionar-se de tal forma que o ramal externo que o interliga ao geral não passe sob a projeção da edificação.  as instalações (tubos e conexões) que recebem medidores devem considerar a possibilidade de sua fácil leitura (a entrada do gás no medidor dá-se pelo seu lado esquerdo). O quadro de derivação deve ser provido de válvula de bloqueio na tubulação de entrada no abrigo (válvula de pé de quadro). posicionamento com relação à localização em espaço aberto ou fechado para definição de ventilação necessária. localizado em caixa na calçada (CRC). Instalação de regulador de pressão situado no alinhamento do terreno A instalação de regulador no alinhamento do terreno deve atender aos seguintes requisitos:  estar em local pertencente à própria unidade autônoma. esta não pode prejudicar a instalação e a manutenção dos equipamentos nele contidos e deve ser permanentemente ventilada através de furos de arejamento ou venezianas posicionadas nas partes superior e inferior.4 Projeto e execução 4. o qual é definido em função da vazão de gás de cada unidade autônoma (consumo máximo possível). cobertura ou subsolo Os locais são projetados para instalação de medidores individuais e podem ou não ser providos de regulador de pressão. A seleção do tipo de abrigo de medidores dá-se-á em função do modelo de medidor a ser utilizado. necessária a construção de uma caixa de interligação entre a rede de distribuição interna e o ramal externo. no entanto.

7 – Exemplo ilustrativo de quadro de derivação com mais de 7 medidores em sequência 4. Figura 4.4 Instalação de equipamentos Para os locais com medidores em sequência.6. pode-se considerar o seguinte:  alimentação diretamente do ramal em locais com até sete medidores em seqüência. caso não seja possível o dimensionamento do quadro de derivação novo ou a avaliação de um quadro de derivação existente. conforme Figura 4.16 . sendo abastecidos a partir da mesma tubulação.  posicionamento do abrigo com relação à sua localização em espaço aberto ou fechado para definição da ventilação necessária. conforme Figura 4. a pressão do gás destinado ao consumidor conectado ao último medidor não seja inferior ao mínimo requerido. No projeto e construção dos abrigos e quadro de derivação para medidores devem ser considerados os seguintes aspectos:  tipo de medidor em função da vazão de gás necessária para alimentação dos aparelhos a gás interligados à rede de distribuição interna.6 – Exemplo ilustrativo de quadro de derivação com no máximo 7 medidores em seqüência Figura 4.7.  interligação de modo a formar um circuito fechado em locais com mais de sete medidores em seqüência. abastecidos a partir da mesma tubulação. o dimensionamento da tubulação do quadro de derivação deve ser realizado levando-se em conta a verificação da perda de carga. a fim de melhor distribuir a perda de carga.4 Projeto e execução 4. Como recomendação.

Figura 4. Os abrigos localizados em local sem possibilidade de ventilação permanente devem ser providos de ventilação para o exterior da edificação (Figura 4. No projeto e construção dos abrigos e quadro de derivação para medidores devem ser considerados os seguintes aspectos:  tipo de medidor em função da vazão de gás necessária para alimentação dos aparelhos a gás interligados à rede de distribuição interna.4 Projeto e execução 4.  posicionamento do abrigo com relação à sua localização em espaço aberto ou fechado para definição da ventilação necessária.4 Instalação de equipamentos Instalação de medidores de gás situados no hall dos andares Os abrigos localizados em áreas comuns. permanecendo inalterada a área útil de ventilação. preferencialmente nos halls internos dos edifícios. As extremidades das saídas dos dutos de ventilação para o exterior da edificação devem ser protegidas por tela metálica ou outro dispositivo. devem ser construídos de modo a assegurar a completa proteção dos equipamentos neles contidos.8 – Exemplo ilustrativo de abrigos de medidores nos andares 4.17 .8).

A Comgás poderá ser consultada para a sua definição.0 m do alinhamento do imóvel. preferencialmente no alinhamento do imóvel. Os abrigos devem localizar-se em áreas privadas.4 Instalação de equipamentos Instalação de regulador de pressão situado no interior da propriedade Esses locais são projetados para instalação de um regulador de pressão em função da tipologia construtiva adotada e da vazão da rede de distribuição interna. Instalação de medidor e regulador de pressão em comércio Os medidores e reguladores de pressão são dimensionados em função da vazão total requerida nos estabelecimentos comerciais a serem atendidos pela instalação de gás. 4.4 Projeto e execução 4.18 . no máximo até 3. assim como dos reguladores de pressão. no máximo até 3. Os abrigos devem ser projetados para a instalação de um ou mais medidores. sobrados e outros. em função da tipologia construtiva adotada. podendo estar no térreo ou na cobertura. quando esta condição não for possível. tais como: casas térreas. Instalação de medidor e regulador em residencias unifamiliares (casas) Os locais para a instalação de equipamentos devem ser destinados ao alojamento dos reguladores de pressão e/ou medidores de vazão para o fornecimento de gás a consumidores residenciais individuais. quando esta condição não for possível. preferencialmente no alinhamento do imóvel. A escolha entre os tipos de local dá-se em função da vazão de cada unidade habitacional (consumo máximo possível).0 m do alinhamento do imóvel. Os abrigos devem localizar-se em áreas privadas.

e identificação de superfície (tachão. 4. em função da necessidade de harmonia arquitetônica. Para minimizar os efeitos da corrosão. deve-se considerar:  tubulação enterrada em solo ou em áreas molhadas da edificação – revesti-la adequadamente com um material que garanta sua integridade. A tubulação que aflora do piso ou parede no local de instalação de equipamentos deve receber a proteção anticorrosiva no mínimo até 0. neste caso. Neste caso. o que primeiro ocorrer. A identificação pode ser através de adesivo ou pintura. a tubulação pode ser pintada na cor da fachada e. o revestimento deve ser avaliado durante a instalação da tubulação e os pontos eventualmente comprometidos devem ser corrigidos. levando-se em conta sempre o meio no qual está instalada e o material da própria tubulação. revestimento plástico. ou placas de concreto com identificação.no interior de residências. o em garagens e áreas comuns de prédios a tubulação deve ser pintada na cor amarela (padrão Munsell 5y8/12) e ser identificada com a palavra GÁS na tubulação a cada 10 m ou em cada trecho aparente. ou realizar um sistema de proteção catódica na rede. como revestimento asfáltico. pátios. o em arruamento (ruas definidas. tubulação enterrada o em área não pavimentada (jardins. o que primeiro ocorrer (identificação = adesivo ou pintura). deve ser identificada com a palavra GÁS destacada na tubulação a cada 10 m ou em cada trecho aparente.4 Projeto e execução 4.19 .05 m além do ponto de afloramento. Exceções: .  Proteção contra corrosão Deve ser executada de acordo com as instruções do fabricante do material. placa de sinalização. . deve ser identificada com a palavra GÁS destacada na tubulação a cada 10 m ou em cada trecho aparente. a tubulação pode ser pintada na cor adequada. o em área pavimentada (calçadas. ou placas de concreto com identificação. No caso de se utilizar tubulação revestida. outros). acima da tubulação.5 Identificação e proteção Identificação e proteção da tubulação Identificação A rede de distribuição interna de gás deve ser identificada como segue:  tubulação aparente: o deve ser pintada na cor amarela (padrão Munsell 5y8/12). outros) deve-se colocar fita de sinalização enterrada. outros) deve-se colocar fita de sinalização enterrada. definindo-se a pintura a ser aplicada. A identificação pode ser através de adesivo ou pintura. colocada acima da tubulação. acima da tubulação. o que primeiro ocorrer.  tubulação aparente ou em canaleta – deve-se analisar as condições atmosféricas e ambientais locais para se definir a proteção necessária. onde trafegam veículos) deve-se colocar fita de sinalização enterrada. em função da necessidade de harmonia arquitetônica. pintura epóxi. fita.em fachadas de prédios.

Após a constatação da estanqueidade. sendo proibido o emprego de água ou qualquer outro líquido. antes de ser abastecida com gás combustível. válvulas de alívio e válvulas de bloqueio automático. as extremidades da instalação de gás devem permanecer com os bujões metálicos ou flanges cegas. Se existirem vazamentos.  o segundo. Com relação às válvulas instaladas nos pontos extremos da instalação de gás.20 . após repará-los deve ser realizado um novo ensaio de acordo com as premissas anteriormente descritas. Para a execução do teste de estanqueidade. os testes de estanqueidade devem ser feitos antes do revestimento das paredes ou do aterramento da vala. suas extremidades devem estar plugadas. sendo este de responsabilidade da Comgás ou de seu preposto. Para as tubulações embutidas e subterrâneas.6 mmca). quando da liberação para abastecimento com gás natural. Quando o projeto da instalação apresentar reguladores de pressão. A fonte de pressão deve ser destacada da tubulação logo após a pressão na tubulação atingir o valor de ensaio e iniciar a contagem do tempo de ensaio. Devem ser realizados dois ensaios:  o primeiro. Parâmetros para a execução do primeiro ensaio de estanqueidade Pressão mínima de ensaio: 1.6 Comissionamento Comissionamento de instalações prediais Ensaio de estanqueidade Toda tubulação.4 Projeto e execução 4. as válvulas instaladas devem estar abertas. os quais só podem ser retirados quando de sua interligação aos aparelhos a gás ou aos conjuntos de regulagem e medição.5 vezes a pressão de trabalho máxima admitida com um mínimo de 20 kPa (2039. Fluido: ar ou gás inerte. O manômetro a ser utilizado deve possuir sensibilidade adequada para registrar qualquer variação de pressão (ex.: coluna de água). estes devem ser instalados após o teste de estanqueidade. 4. Tempo mínimo de ensaio da tubulação na pressão: 60 minutos. deve ser obrigatoriamente submetida ao ensaio de estanqueidade. ao final da montagem com a tubulação aparente e em toda a sua extensão.

Para que seja iniciado o processo de comissionamento. Tempo mínimo de ensaio da tubulação na pressão: 5 minutos. Fluido: ar ou gás inerte.4 Projeto e execução 4. a empresa responsável pela instalação deve. A fonte de pressão deve ser separada da tubulação. Neste caso o segundo ensaio deve ser repetido. encaminhar à Comgás termo de responsabilidade conforme modelo apresentado a seguir. Se for observada uma diminuição de pressão de ensaio. logo após a pressão na tubulação atingir o valor de ensaio. o vazamento deve ser localizado e reparado. 4. sendo proibido o emprego de água ou qualquer outro líquido.21 .6 Comissionamento Parâmetros para a execução do segundo ensaio de estanqueidade Pressão mínima de ensaio: pressão de operação. utilizando-se 1 minuto para tempo de estabilização. que deve obrigatoriamente ser acompanhado do atestado de ensaio de estanqueidade. no ato de sua conclusão. Comissionamento O comissionamento da instalação é de responsabilidade da Comgás ou de seu preposto.

_____ de __________________ de 20____. atesto que as instalações de gás do imóvel localizado na (rua/avenida) _____________________________________.4 Projeto e execução 4.22 .) _________________________ Anexar relatório de ensaio de estanqueidade com assinatura e identificação do responsável. atendem aos requisitos do Regulamento de Instalações Prediais da Comgás. bairro __________________________________________. _______.6 Comissionamento A Comgás coloca-se à disposição para acompanhamento de projeto e execução pelo telefone 08000 110 197. classe(s) __________. portador(a) da cédula de identidade (RG) nº _________________. NBR 13103 – Instalação de aparelhos a gás para uso residencial – Requisitos dos ambientes e NBR 15526 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução. ___________________________________________ Assinatura (responsável técnico) Empresa que executou o serviço: nome _____________________________________ CNPJ _____________________________________ Edificação: Residencial Comercial (ex. cidade de __________________________________________. etc. nº ________. Material utilizado: _______________. Modelo de termo de responsabilidade Eu. 4. diâmetro(s) _______________.: bar. lavanderia. hotel. Descrição do serviço executado: ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ _______________________________________. ____________________________________________________. bloco _________. São Paulo. lanchonete. apto. CPF nº _________________ e CREA nº ________________.

ensaio de estanqueidade da rede existente. se necessário (regulagem dos dispositivos de segurança.).). verificação dos materiais. verificação se os ambientes que possuem aparelhos a gás estão adequados ao estabelecido neste documento. existência de equipamentos de segurança. através de cálculo teórido. verificação dos equipamentos da instalação existente e correção quando necessário.4 Projeto e execução 4. etc. teste de estanqueidade da rede atendendo aos procedimentos estabelecidos neste documento.23 . unidades autônomas que possuem a instalação em uso. verificação das condições de construção da rede existente. devem ser observados os aspectos abaixo:       verificação. não estando esta em uso. aparelhos de regulagem de pressão. conversão e regulagem dos aparelhos a gás ou a substituição de aparelhos a gás caso não seja possível a sua conversão para utilização de GN. verificação das condições de adequação do(s) ambiente(s) no(s) qual(is) se encontram os aparelhos a gás e correção.7 Instalações existentes Instalações de gás existentes Introdução A implantação do gás natural (GN) em construções com instalações existentes deve ser considerada para as seguintes situações:   unidades autônomas que possuem a instalação. as instalações devem ser avaliadas com relação aos seguintes aspectos:      verificação teórica. da adequação dos diâmetros da tubulação para conversão da instalação. etc. utilizando gás liquefeito de petróleo (GLP). por meio de cálculo (dimensionamento). equipamentos e dispositivos instalados e troca. Requisitos específicos sobre a conversão de instalações de GLP para GN Na conversão de instalações de GLP para GN. A Comgás deve ser sempre consultada com relação aos aspectos de conversão de instalações existentes. com relação à adequação da utilização do gás natural (integridade da tubulação. da possibilidade de utilização da instalação. 4. verificação do estado de conservação das tubulações existentes e correção quando necessário. se necessário. Em ambos os casos.

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