Série BDSM Amarrada e acorrentada ao

Bilionário.
01 – Sua proposta indecente






Série BDSM Amarrada e acorrentada ao
Bilionário.
01 – Sua proposta indecente

DISPONIBILIZAÇÃO: SORYU
TRADUÇÃO: MARIH
EQUIPE DE REVISÃO INICIAL: RITA DE CÁSSIA, RUTE GONTIJO e
VIVIAN DE AMESBURY
REVISÃO FINAL: F. MILANY
LEITURA FINAL E FORMATAÇÃO: LOLA










Sinopse

Até onde você iria para conseguir uma promoção?
A funcionária Susan Chalmers tem 29 anos, ambiciosa e desesperada
para ser promovida a vice-presidente, no entanto, seu rival mais odiado
e parceiro tem conseguido uma vantagem sobre ela com o chefe.
Então Channing Crawford, o solteiro bilionário CEO da empresa, faz-lhe
uma proposta indecente. Durante uma semana, ela deve submeter-se à
suas ordens sexuais... Não importando o quão estranho e alheio à sua
sensibilidade. Em troca, ele dará tudo o que ela deseja.
Mas ela não havia contado que se afeiçoaria a Channing tão
profundamente. Ele é muito bonito, imprevisível, desconhecido e
dominante, mas também há rumores sobre seu passado misterioso e
inquietante. Susan está a ponto de ser arrastada a um mundo sobre o
qual não tem controle.

Sua Proposta indecente é o primeiro volume da Série BDSM Amarrada e
acorrentada ao bilionário. Menos de 10.000 palavras que relatam o
início de um romance erótico estranho, mas atrativo.


01 - Sua Proposta indecente
02 - His indecent demands
03 - His Indecent Desires
04 - His Indecent Secrets
05 - His Indecent Revelations







Capítulo 1

Susan Chalmers se olha no espelho do banheiro e toma uma
respiração profunda.
— Ok, não se preocupe. Você pode. Ele não é tão assustador
como todo mundo faz parecer - murmura para si mesma.
Logo se congela. Dá a volta para comprovar se alguém está nos
banheiros individuais femininos do décimo quarto andar. Não estaria
bem ter algum espião por aí. Nenhuma das portas dos lugares está
fechada, mas nunca se sabe. Assim, faz um exame superficial, seus
saltos altos soam clack-clack-clack nos azulejos negros e brancos.
“Eu estou ficando paranoica” - repreende-se.
É essa intensa competição que está chegando a ela, para não
mencionar aquele desgraçado viscoso, Leonard Drake. Leonard
pretende ser o mais novo VP da empresa, e sim, ela tem que admitir que
é mais velha por um ano a mais que os ardilosos vinte e oito anos dele,
além dele sempre dizer a todo mundo que ele se formou em Stanford
aos dezenove, porque esteve em uma espécie de aceleração em casa.
Bem, ela era mais velha por exatamente nove meses, se
quisessem ser exigentes com ela.
Mas VP!
Ohhh.
Quase podia ver seu nome em letras douradas na sua porta:
―SUSAN CHALMERS, VICE-PRESIDENTE.‖
Ganhou seu caminho até a promoção e merece o posto. Trouxe o
contrato Stoughton, que vale trezentos milhões de dólares. OK, assim
Leonard está lado a lado com ela no contrato Habber por uma soma de
trezentos e cinquenta milhões de dólares, mas o que eram meros
cinquenta milhões, não?
Seu coração desanimou.
Na verdade, se queriam ser exigentes quanto a isso, esses
cinquenta milhões podiam significar todo um mundo entre uma
promoção e outros poucos anos mais de espera pela vaga. Dada
casualidade que Dan Barry, o vice-presidente anterior, caiu morto de
um ataque cardíaco. Susan realmente sentia por ele, apesar de que Dan
era um libertino que gostava de andar a provas com todas as mulheres
e enganar a sua esposa.
Ela se olhou no espelho novamente.
É suficientemente atraente, com seus cachos acobreados e
grandes olhos castanhos, mas sempre desejou ser mais bonita e mais
alta. Ser bonita não irá diminuir muito ante o Sr. Channing Crawford,
diretor geral do Crawford, Peterson e Fulham Inc. Pelo que sabia o Sr.
Crawford nem sequer havia olhado para alguma mulher na companhia.
Os rumores abundavam que era homossexual, se não fosse por sua
masculinidade extrema de macho alfa e pela forma em que parecia
aspirar todo o ar de uma sala.
Não. Tudo isto se baseia no mérito.
Talvez ela precisasse do extra dos cinquenta milhões de dólares
depois de tudo.
Você pode fazer isso, garota!
Pegou a bolsa em cima do lavabo e saiu do banheiro. Suas pernas
estão ligeiramente cambaleantes enquanto avança para os elevadores.
O escritório do CEO está na parte de cima. Mesmo depois de
cinco anos na empresa, seus encontros com Channing Crawford
felizmente, foram breves e se limitaram às salas de reuniões internas, e
às reuniões da prefeitura.
Não queria um maior contato. O homem é francamente
intimidante.
A luz na parte superior de um dos elevadores acende, e as portas
abrem. Susan dá um passo adiante e se detém quando vê Leonard
Drake em seu interior.
Leonard sorri astutamente. Ele é um homem negro, alto com uma
cabeça cheia de cabelo preto e liso. Sempre está impecavelmente vestido
e não caminha, desliza como um tubarão.
— Você está subindo? — diz.
Ela se pergunta se é uma metáfora. Debate-se em adiar ou não,
para outro momento, esta entrevista com Channing Crawford. Mas não
se supunha que as entrevistas com Channing Crawford sejam adiadas.
Não há uma segunda oportunidade.
Ela se detém e levanta o queixo.
— Na verdade, sim — diz.
Entra no elevador com um ar de confiança que não sente. Aperta
ambas as mãos, para que não tremam. Ela pressiona o botão do andar
superior, consciente de que Leonard está dimensionado todos seus
movimentos.
— OH — diz ele com voz sedosa. — Vai ao escritório do CEO?
— E você?
— Acabo de vir - responde
OH? Os ouvidos de Susan zumbem. Não dará satisfação a
Leonard de virar a cabeça e dirigir-se a ele, entretanto.
Leonard continua:
— Digamos que o trabalho de VP está mais ou menos resolvido.
— Nada está completo até que esteja terminado — diz ela com
agressividade.
Internamente, ela grita: maldito, maldito, maldito, com desânimo.
Que entrevista a gargalhadas estelares Leonard teria dado a Channing
Crawford? Que novos projetos teria prometido entregar, caso consiga
esse cargo de VP? Leonard é uma estrela em ascensão na comunidade
de sua igreja e tem uma grande quantidade de contatos para orientação
dessa forma.
Quanto a ela, não foi à igreja desde a escola primária.
Maldição.
Perguntou-se se é muito tarde para visitar uma paróquia.
O elevador finalmente chega ao vigésimo andar e, Leonard desce.
— Boa sorte — diz, sorrindo. — Você vai precisar. Muito dela.
Ela olha severamente para ele enquanto dá a volta e vai embora.
As portas do elevador assobiam voltando-se a fechar e vai subindo,
subindo, subindo até a parte superior.
Se somente...
Seus nervos tilintam quando as portas se abrem para revelar um
grande corredor. Ao final do mesmo, está o escritório do CEO. Ocupa
quase todo o andar.
Susan sai. Está usando saltos vermelhos que afundam no tapete
azul e creme. Sua blusa é de seda vermelha e a saia lápis é xadrez.
Cada centímetro mostrava profissionalismo, ou ao menos isso esperava.
Seus passos são estridentes até que se aproxima mais e mais do
escritório e, em seguida, vacila.
Por que, oh, por que estou tão nervosa?
Relaxe, você tem o necessário. E o quê se Leonard conseguir o
trabalho? Pelo menos fará o melhor que puder.
Mas não quero que ele consiga o trabalho! Ele nunca me deixará
viver com isso!
Endireitando as costas com nova determinação, retoma sua
marcha ao escritório do CEO.
A Sra. Radcliffe, de quarenta e tantos anos, Assistente Executiva
que esteve com a companhia desde seu início, olha para cima.
— Bem a tempo, Srta. Chalmers — sorri ela.
— Chame-me Susan, por favor. — Nunca é demais ficar do lado
da Assistente Executiva.
— Entre. Ele está esperando por você. — A Sra. Radcliffe move a
cabeça. — Boa sorte.
— Obrigada.
Os nervos saltam e começam a se agitar novamente. Susan engole
em seco, agarra seus dois punhos, se recompõe e entra.
E quase tropeça.
O homem que está sentado atrás da escrivaninha de mogno
sempre a perturbou e ainda mais agora. Channing Crawford está em
seus trinta e tantos anos e irradia uma aura magnética de grande
poder.
Ele não parece ter a sua idade, entretanto. Parece mais jovem,
provavelmente porque é muito conveniente.
É bonito, quase indescritível.
Seus olhos azuis são brilhantes e vivos com um rosto
perfeitamente polido. Tem uma estrutura óssea maravilhosa, uma
estrutura que se pode imaginar dos reis da Grécia antiga e que aparece
nos afrescos de guerra. Seu cabelo escuro está cortado à navalha e seu
corpo é até volumoso e se vê magnífico sob seu traje escuro. Seus lábios
têm uma forma decidida e desumana com eles.
Ela não pode afastar o olhar de seus olhos. Seus joelhos começam
a tremer novamente.
Maldição. Agora recorda por que tenta com grande esforço evitar
encontrar-se com este homem.
Não ajudavam os rumores de como tinha encontrado sua fortuna.
Não tinha sido uma questão de sorte ou de investimento, embora isso
tenha ocorrido muito mais tarde. Channing Crawford, William Peterson
e Derek Fulham eram veteranos da guerra do Iraque, com cicatrizes de
batalha e endurecidos oficiais do exército que tinham sido condecorados
por muitos atos de valor. No Iraque, haviam encontrado barras de ouro
acumuladas e tinham reclamado sua parte da pilhagem.
Os rumores especulam que a forma em que ele encontrou o ouro
não foi sem derramamento de sangue. Os senhores da guerra do Iraque
estavam envolvidos, inclusive no crime organizado.
Havia rumores de um ataque sangrento, da detonação de toda
uma pequena cidade e de uma perseguição através do deserto.
É óbvio, ninguém podia confirmar o que tinha acontecido. Só
Channing Crawford, William Peterson e Fulham Derek sabiam
exatamente o que havia ocorrido e não diriam.
Com esse ouro, eles tinham retornado aos Estados Unidos e
fundado a empresa. William Peterson tinha morrido em um acidente de
surf — o que também levantava suspeitas — e Fulham Derek havia
vendido suas ações para Channing dois anos mais tarde. Agora
Channing Crawford possuía a maior parte de uma empresa que tinha
investimentos de capital na China, Bolívia e no Oriente Médio.
Susan, agora podia sentir o peso da história da especulação que
emanava deste magnífico exemplar de homem, misturado com um
toque emocionante de mistério e perigo. É como se ela estivesse cara a
cara com um traficante de drogas, não com um diretor geral de uma
empresa muito respeitada.
Isto era um erro. Não deveria ter vindo aqui.
Então, pensando em Leonard Drake nesta mesma sala, frente à
Channing Crawford. Fixando em sua boca uma linha determinada. Se
não pode suportar estar na mesma sala que Channing Crawford, então
não tem sentido ser VP desta empresa.
Channing diz:
— Então, Susan Chalmers, não é? Você queria me ver?
Direto ao ponto. Não se requeriam brincadeiras.
Susan engole em seco.
— Sim, senhor Crawford. Vim vê-lo pelo cargo da vice-
presidência, para lhe dizer por que acredito que eu, o mereço.
Antes de poder perder seus nervos, apressa-se em seu discurso
bem ensaiado sobre sua lista de lucros dentro da empresa. E sim, é
uma longa lista. Enquanto recita cada lucro e contrato que trouxe de
cor — sem que nenhuma vez precise de um pedaço de papel — sua voz
se torna mais firme e suas costas mais retas.
— Por que — pensa com orgulho — mereço este trabalho.
Channing Crawford escuta seu monólogo com um olhar intenso, em
seus ardentes olhos azuis. Quando por fim termina, ele diz:
— Impressionante Susan.
— Obrigada, senhor Crawford. — Ela esteve de pé durante todo
este tempo, e agora seus joelhos têm um repentino instante de querer
dobrar-se.
Ele intui isso, e lhe faz gestos a uma das cadeiras em frente à sua
escrivaninha.
— Sente-se.
— Obrigada. — Ela senta-se agradecida.
Ainda está um pouco apavorada. Um pouco menos que a primeira
vez que entrou na sala, mas ainda assim está ali, um temor
onipresente, assustador, que envia tremores visíveis por seu tronco e
membros.
— Quantos anos tem Susan?
— Faço vinte e nove este ano.
— Não é um pouco jovem para ser vice-presidente?
— A idade não deve ser um fator determinante, a não ser o
mérito, senhor.
Ele assente. Seus olhos não deixam os dela. Ela se sente sendo
atraída por seus olhos azuis, às janelas de suas profundezas.
Não se atrevia a abri-los e fechá-los por medo de perder a si
mesma.
Ele diz:
— E o que faria por este trabalho?
— Qualquer coisa senhor.
— Qualquer coisa? — sua profunda voz adquire um timbre
perigoso.
— Sim.
Ela é consciente de que está pisando em território perigoso agora,
entretanto, a oferta está aberta e é questionável. Qualquer coisa pode
significar trabalhar até às doze da noite todos os dias úteis e vir os fins
de semana e feriados. Qualquer coisa pode significar perseguir a outro
contrato de 300 milhões até os limites da Terra.
Qualquer coisa é uma palavra especulativa... Com cada pedaço
tão especulativo como o que realmente aconteceu naquele deserto
iraquiano.
Estava sonhando ou há um brilho de apreciação em seus olhos?
— Tem namorado Susan?
Agora, a conversa estava indo para um caminho que ela não havia
esperado. Realmente tinha namorado? Bem, tecnicamente está saindo
com Brad Thornbird, mas não vivem juntos nem nada. Nem sequer está
segura de que iria a alguma parte com sua relação.
— Sim, senhor. — Uma gota de suor escorre lentamente na parte
traseira de seu pescoço.
Seus olhos lentamente mergulharam em meu peito e se centram
em ambos os seios que se sobressaiam. Por possuir uns seios grandes,
sempre foi muito difícil ocultá-los, quando usava roupas apertadas.
OH meu Deus, Channing Crawford está me analisando?
— Tenho uma proposta para você, Susan Chalmers — diz ele com
calma. Seu olhar passa para seu rosto novamente.
A apreensão rói como borbulhas em seu estômago.
Oh, e que Oh! O que vai me pedir para fazer?
Ele diz:
— Eu te vi por aí e tomei nota de seu progresso em todos estes
anos.
Sério? - pensa surpresa.
— Eu acho que você tem a ambição implacável para fazer as
coisas acontecerem por si.
— Assim é, Sr. Crawford, faço-o. — Isso tinha saído com um
pouco de pressa. Ele se inclina para trás em sua cadeira, e esta range
em protesto.
— Veja, tenho certas necessidades pessoais. Estou procurando à
mulher adequada para isso e acredito que você tem as características
que atendem as minhas necessidades, Susan.
Não posso acreditar no que está ouvindo! – e Sua mandíbula cai.
— Q... que tipo de necessidades, Sr. Crawford?
Ele junta as mãos.
— Digamos que eu gosto que você tenha um caráter forte, seja
uma mulher ambiciosa e eu gostaria de te moldar em alguém que dobra
os joelhos e obedece todas minhas ordens. Você é essa mulher, Srta.
Susan Chalmers?
A proposta pendura diante dela como uma cenoura em uma vara.
Isto não pode estar acontecendo, pensa. É surreal. Channing
Crawford a deseja em sentido físico? Ele que é inalcançável e que tem
sua vida nas nuvens, que é secretamente desejado por todas as
mulheres da companhia, só porque eles têm muito medo inclusive de
falar sobre isso?
Dobram-lhe os joelhos.
Soa deliciosamente depravado... E até mesmo tentador.
Seu terror sai à superfície de novo.
— Q... O que há para mim, senhor?
— Tomarei uma decisão sobre a vice-presidência depois da sexta-
feira da próxima semana. Leonard Drake, um indivíduo extremamente
arrogante tem qualificações impressionantes no currículo e uma
trajetória que eclipsa inclusive a sua, é seu principal concorrente, como
sem dúvida sabe. Ele me prometeu o contrato de Buchanan para a
quinta-feira da próxima semana.
Deixou que isso pairasse no ar cheio de tensão entre eles.
O contrato Buchanan? Seu espírito desanimou.
O contrato Buchanan era o Santo Graal dos contratos, o maior, o
mais notoriamente procurado entre eles. Edward Buchanan é um
recluso, cuja empresa valia dezoito milhões de dólares. Um recluso que
doava generosamente à igreja.
— Já vejo — diz ela, seu estômago afundando como um poço.
Como possivelmente poderia competir com isso?
Mas esse é precisamente o ponto.
Ela pode competir com ele.
Sua voz é fraca enquanto diz:
— Senhor Crawford, o que exige que eu faça? E por quanto
tempo?
— Faremos isso na sexta-feira, Susan Chalmers. Quanto ao que
necessito... Bem, só direi que acatará cada uma de minhas ordens...
Cada comando. — Seus olhos azuis cristalinos perfuraram os seus.
Ela lambe os lábios nervosamente.
— E essas... petições... são de natureza sexual, senhor?
Ele esperou um batimento do coração antes de responder:
— Sim, em sua maior parte.
Uma profunda e complexa emoção a percorre, estranhamente
enchendo a partes iguais de medo, desejo e conflito.
E acrescenta:
— Devo te advertir que haverá dor com prazer. Será
possivelmente submetida a práticas estranhas à sua natureza. Eu te
exigiria sua obediência absoluta. Uma vez que tenha aceitado, a
negativa de qualquer solicitação não é uma opção.
Ela respira fortemente. Seu coração está pulsando muito rápido
contra a curvatura das costelas.
Negar não era uma opção? Então o que teria preparado para ela?
Ela pensa neste volátil e perigoso homem movendo-se como um ladrão
em uma noite no deserto iraquiano, e de repente tem uma ideia do que
ele pode e vai fazer.
Suas mãos começam a tremer ante a ideia.
Ela se recompõe para dizer:
— Eu gostaria de pensar nisso, senhor.
— Acho que não preciso dizer isso, confio em que terei sua
discrição sobre o assunto.
— Sim, é obvio senhor.
— Esperarei sua primeira resposta amanhã pela manhã.
Assente. Sente como se toda a energia tivesse sido drenada dela.
— Isso é tudo, Susan Chalmers.
Sabe que foi despachada. Consegue levantar-se. A parte de atrás
de suas calcinhas estão encharcadas com seu suor combinado.
Enquanto sai do escritório do CEO, pode sentir seus olhos
queimando um buraco em suas costas.










Capítulo 2

Susan se dirigiu a seu escritório, sentou-se e ficou olhando o
monitor sem poder registrar nenhuma palavra da tela. A reunião se
repete uma e outra vez em sua mente.
“Você obedecerá cada uma de minhas ordens. . . Cada um de meus
comandos.
Devo te advertir que haverá dor junto com prazer. Possivelmente
será submetida a práticas alheias à sua natureza.
Uma vez que tenha aceitado, a negativa a qualquer das petições
não é uma opção. “
Cada palavra é como um martelo, um golpe na concavidade de
seu crânio.
Nunca havia estado mais petrificada em sua vida. Suas mãos
estão escorregadias pelo suor, enquanto agarra a borda da sua
escrivaninha. Nem sequer pode falar disto com alguém... Bom, não se
valorizava seu trabalho.
Ouviu vozes do lado de fora de sua porta e olhou para cima.
Leonard Drake estava mostrando os arredores do escritório a um trio de
visitantes que ela não reconhecia. À medida que se detêm para admirar
um quadro emoldurado das melhores vendas do ano que a empresa
sempre possuiu, ele aproveita a ocasião para colocar a cabeça pela
porta.
— Ah, já voltou. Então, como foi à reunião? — ele foi cordial,
quase falador. Muito diferente do seu comportamento habitual.
— Tudo saiu bem, obrigado por perguntar — diz ela
brandamente.
Ele sorri.
— Bem, será melhor que volte para mostrar aos nossos clientes a
sala de reuniões. É a equipe de aquisições de Buchanan. Não posso
enfatizar o suficiente a importância de conseguir sua conta.
Ele se vai, o grupo do Buchanan começa a andar.
Ela estava desconcertada.
Tão rápido?
Pela forma em que a equipe de aquisição de Buchanan está
falando com Leonard, amavelmente, rindo como se fossem velhos
amigos? É nada menos que espantosa. As implicações são óbvias: Ela
pode ver a tinta brilhante nas folhas do contrato onde vão assinar,
efetivamente acrescentando quinhentos milhões de dólares aos ganhos
da companhia e na folha de cálculo de Leonard. Também pode ver o
deslizamento da declaração de cálculo da Comissão de Leonard em
Recursos humanos com isto.
E pode ver claramente: "LEONARD DRAKE, VICE-PRESIDENTE",
em letras douradas na porta do escritório novo, o maior que ele
ocuparia tudo a grande altura do chão logo abaixo do escritório do CEO.
Olhou para fora da porta, em sua retirada, sua mente gira dando
cambalhotas.
Um breve tom musical do seu computador portátil a alerta. Há
um e-mail. Revisa a sua caixa de entrada. É de
bradthornbird@yahoo.com.
Franzindo o cenho, dá um clique em abrir.
Diz:
— Olá neném, não poderei te buscar para o jantar desta noite.
Algo ocorreu.
Pressiona os lábios juntos. Brad sempre lhe faz isto, cancelando
no último minuto e a deixa oscilando por fazer seus próprios planos.
Olha a palma de suas mãos. A carne está sangrando por causa
das unhas. Sua cabeça parece como se tivesse sido lavada em algum
ciclo de centrifugar de uma supermáquina de lavar roupa.
Já sabe o que vai fazer.
Então faz.










Capítulo 3


Pela segunda vez nesse dia, ela entra no escritório do CEO. A Sra.
Radcliff está de pé atrás mesa, recolhendo sua bolsa.
— Susan — diz com surpresa. — É hora de comer. Você não vai
sair?
— Só tenho que dizer algo para o Sr. Crawford. Em relação a uma
sugestão que fez esta manhã — diz Susan. O sangue corre em seus
ouvidos, fazendo todo tipo de sons como de turbina.
Mal pode ouvir-se falar.
— Claro. Só me deixe avisar ao Sr. Crawford. Não está
acostumado a que o interrompam de repente.
— Diga-lhe que é urgente.
A Sra. Radcliffe solta sua bolsa e pressiona um botão no telefone.
— Mr. Crawford? Susan Chalmers está aqui para vê-lo. Diz que é
urgente. Sim, duas vezes em um dia, deve ser importante.
Ela ri.
Susan olha este intercâmbio. Invejava a aparentemente e cômoda
camaradagem entre a Sra. Radcliffe e seu chefe. Se apenas fosse assim
tão fácil...
A Sra. Radcliffe desliga o telefone e sorri.
— Pode passar.
— Obrigada.
— Não o retenha muito tempo. Não está acostumado a almoçar,
mas também é sua hora privada, assim não lhe tiraria muito dela se
fosse você.
— Prometo que não farei.
Está bem, aqui vai. Susan dá força a si mesma, morde o lábio
inferior e se empurra através das portas duplas. É incrível o quanto este
homem a afeta. Nenhum homem deveria ter o direito de me afetar tanto.
É atacada imediatamente por esses olhos azuis elétrico, nesse
rosto maravilhosamente esculpido.
Quase retrocede ante o engano. Ao mesmo tempo, não pode
afastar os olhos dele. É como uma presa prestes a ser devorada por um
predador... e esta seria por sua própria escolha.
— Duas vezes em um dia, Susan — diz, levantando-se de trás de
sua escrivaninha. — Estou começando a pensar que está me
perseguindo.
Uma vez mais, sente a energia que irradia dele. Seu estômago se
revolve de novo e seus pés vacilam sobre os saltos altos. Se fosse feio e
velho, ao menos poderia tentar impedir o que está a ponto de fazer. No
entanto, é jovem, bonito extremamente fascinante e poderoso em todos
os sentidos da palavra. Onipresente é o termo que lhe atribui. Absorve
todo o ar da habitação, e como resultado a deixa sem fôlego.
Antes de perder a força, diz apressada:
— Sim.
— Sim a quê?
— Sim a sua proposta, senhor. Eu q... quero o trabalho e estou
disposta a fazer o que for necessário. — Um quente rubor atravessa seu
corpo enquanto diz isto.
Ele a estuda por um longo, e intenso momento, e ela começa a
pensar que antes possivelmente o escutou mal... E que ele não tem nem
ideia do que ela está falando. De fato, toda esta manhã devia ter sido
um sonho provocado por excesso de estresse.
Acredito que estou me tornando louca.
Então seus olhos se enrugam com diversão. Ele diz:
— Fico feliz em te escutar, Susan Chalmers. Admiro a ambição na
hora de subir a escada corporativa. Lembro-me de mim mesmo, quando
era mais jovem.
Pensei que estava no exército, queria dizer, mas não estava
segura. Há tantas coisas das que não está segura quando se trata de
Channing Crawford.
— É uma mulher bonita — diz. — Tem as proporções corporais
adequadas... Tudo o que eu gosto na forma feminina. Tire sua roupa.
Ela acredita que não o escutou bem.
— Q... quê?
— Disse que tirasse a roupa. Eu gostaria de ver a mercadoria
antes de negociar um cargo de vice-presidente por ela.
Mercadoria. Então é isso o que pensa dela. Sentiu o quebrar da
onda de medo, na boca do estômago.
— Quer dizer aqui?
— Não, quero dizer na rua. — Ele se inclina para trás. — É obvio
que me refiro aqui. Pode fechar a porta se te faz sentir mais cômoda.
Uma vez mais, o pensamento fugaz "tão rápido" cruza sua mente
confusa. Duvidando por um momento e depois se vira para remover a
chave da porta dupla ―Click‖ e retorna, ficando em frente à mesa.. Agora
não há escapatória.
Ela se volta para ele.
Vai ficar tudo bem. Ele me acha bonita. Posso fazer isto.
Começa a desabotoar a blusa de cima a baixo. Ele a olha
fixamente, um olhar de verdadeira apreciação que ao mesmo tempo a
inquieta e excita. OH sim, ela também está muito excitada porque é um
homem muito, muito atraente. E me quer. Quer-me o suficiente para
me ver nua. Seus botões são dourados e ela os desfaz cuidadosamente,
seus dedos quase deslizando pelo suor acumulado.
Sua blusa de seda vermelha se separa para revelar seu caro sutiã
de renda preto de La Pérola. Sua blusa está escondida na cintura da
saia.
Puxa-a, desabotoa o resto dela, e a retira. Sua pele é branca
porque não saiu de férias em um longo, longo tempo desde o Natal, e
não é que exatamente possa tomar sol durante o Natal. Esteve
trabalhando duro, mergulhando em um projeto atrás do outro, sem ter
tempo para ela.
Coloca a blusa cuidadosamente em uma das cadeiras em frente à
escrivaninha. Não acredita que deva deixá-la cair sobre o chão como
uma stripper comum.
Isto é, depois de tudo, essencialmente era uma entrevista de
trabalho.
Alcança o zíper na parte traseira da saia tipo lápis.
— Venha aqui. — Ela se move para o lado de sua escrivaninha. —
Quero ver com mais claridade.
Sim, é obvio. Não quer ser bloqueado pelas bugigangas em sua
escrivaninha, o porta canetas, as placas comemorativas, os arquivos e
as pilhas de documentos.
Ela caminha nervosamente ao outro lado de sua escrivaninha,
onde há uma linha de visão direta e sem obstáculos entre a cadeira e
seu corpo. Retoma o deslizamento do zíper da saia, um pedaço de
xadrez recatado que mostra seus magros quadris e destaca suas pernas
longas e bem torneadas. Deixa a saia cair em um montão enrugado em
seus tornozelos e logo sai dela.
Abaixa-se para recolher a saia e pendura-a cuidadosamente na
parte de atrás da cadeira ao lado de sua blusa. Seu coração está
pulsando muito rápido. Os olhos dele percorrem seu corpo, centrando-
se no conjunto de calcinha e sutiã preto. Seu decote é pronunciado. Ela
sempre esteve orgulhosa de seus grandes seios.
— É bonita — diz.
— Obrigado, senhor. — Não se atreve a olhá-lo nos olhos e em vez
disso, prefere fixar o olhar em sua virilha. Se ele está com uma ereção,
não vê sinais disso.
Ele agita a mão.
— Adiante.
Um rubor floresce em suas bochechas. Passa as mãos pelas
costas para o feixe de seu sutiã. O sol entra pelas janelas que vão do
chão ao teto, dando um brilho dourado a sua pele. Seu sutiã é removido
e os seios florescem livres. São grandes, corajosos e firmes. Seus
mamilos são de cor vermelho-cereja.
Ele não diz uma palavra enquanto ela escorrega os polegares nos
lados de sua calcinha e a desliza. Seu pêlo púbico é um triângulo de
puro cobre entre suas pernas e de repente se sente envergonhada,
mortificada além de toda medida por estar fazendo isto.
OH, no que se converteu?
Ela posa ali em seus altos saltos vermelhos, consciente de que o
vermelho é a cor favorita de uma prostituta.
Seu lápis labial também é de cor vermelha brilhante. O cabelo
acobreado pendura por seus ombros em cachos, não o suficiente para
esconder os seios.
Ele respira profundamente e ela se alegra com o som, já que
significa que o afetou.
— Olhe-me Susan.
Seu coração pulsa com força. Pode sentir seus seios subindo e
descendo em seu sapateio errático e furioso: tap-tap-tap. Levanta os
olhos de sua completamente vestida virilha para o rosto.
E voa de novo pela força de seu olhar abrasador. Vê o desejo feroz
de seus olhos e a implacável determinação. Seu estômago torce em uma
chave incômoda.
— Venha aqui, Susan. — É uma ordem, não um pedido.
Ela caminha para ele, os saltos de seus sapatos afundam no
grosso tapete. Quando se aproxima, pode sentir seu calor como a
radiação de uma fornalha.
— Aproxime-se mais. Quero te tocar.
Desliza para ele o mais perto possível, de maneira que suas
pernas ficam quase tocando os joelhos dele. Seu corpo treme ao pensar
em sua proximidade. Baixa a vista para seu rosto. Seus lábios se abrem
ligeiramente.
Sem mudar de expressão, as mãos dele agarram seus seios. Seu
tato é firme. Ela sustenta a respiração enquanto ele aperta seus dois
montículos, levantando-os como se fosse uma escrava em inspeção em
um mercado antigo. Belisca-lhe os mamilos, enviando uma corrente
erótica percorrendo seu seio. Seus mamilos se preenchem com uma
onda de sangue e respondem convertendo-se em pontas eretas. Seus
pulmões se expandem com o ar e seu peito inteiro está impregnado com
o calor.
Sua mão direita desliza por seu ventre e entre suas pernas.
— Ohhhh — geme.
— Abra mais as pernas — diz.
Ela separa as coxas e os pés para ter uma melhor base de apoio.
Sua mão não se afastou de seu sexo. Uma vez que lhe concede um
maior acesso, ele novamente prova de sua feminilidade. Seus dedos
entram na fenda entre seus lábios internos e seu clitóris em cada lado,
e comprime o clitóris como um espremedor de limão. Não estava
molhada antes, mas pôde sentir seus sucos reunindo-se agora. As
pequenas gotas de secreção fundem e se tornam gotas maiores e ainda
maiores até que se convertem em rios de desejo fundido.
Sua respiração se torna mais irregular. Ele percebe e seus olhos
ardem para ela, enquanto aumenta a fricção implacável nos seus vales
mais íntimos. Seus sucos pegajosos derramam e gotejam sobre seus
dedos. Ele usa sua lubrificação natural para suavizá-la ainda mais,
colocando os dedos em sua panela transbordante e os estendendo por
todo seu sexo palpitante.
— Por favor — sussurra.
— Por favor, o quê?
— Por favor. . .
Ela não sabe o que dizer.
Queria que se detivesse? Queria que continuasse? Sua mente está
nublada com os fragmentos de meios pensamentos. Tudo o que sabe é
que seu ser sensorial está completamente concentrado naquele único
lugar no qual está sua mão, e sua fonte de prazer transborda, jogando
espuma pela abertura.
— Você está muito molhada — afirma.
Dois de seus dedos afundam em sua cremosa abertura. Dá um
pequeno grito de surpresa. Ele não leva em conta, escolhendo
massagear a polpa de sua agora muito úmida vulva contra suas
paredes de veludo. Faz uma varredura completa em seu estreito canal,
um movimento oscilatório que envia sua cabeça a dar voltas. Logo retira
os dedos e os mergulha de novo mais com dureza, assustando-a.
Dessa maneira, ele a fodia com os dedos e, a única coisa que pôde
fazer é manter o equilíbrio.
Não posso acreditar que Channing Crawford esteja me fazendo isto
- pensa com voz débil.
Puxa os dedos bem usados, brilhando com seus sucos secretos e
os esfrega sobre suas coxas internas.
Respira fortemente. Trata-se de um gesto íntimo, um que não
esperava dele.
— Pode colocar a roupa de novo, Susan — diz, com a boca
tremendo em um sorriso.
— Sim, obrigada. — Parte dela se alivia e outra parte quer ficar
nua para que ele possa deleitar-se com sua beleza.
— Pode colocar a roupa novamente, exceto... — Faz uma pausa —
, a roupa interior.
— Q... quê? — Uma vez mais, pega de surpresa.
— Esta é uma condição, Susan. A partir de agora e até a próxima
sexta-feira, não quero que ponha calcinha. Tampouco se permitem
calças. Só te permito usar saias e vestidos. Pode usar sutiã por baixo de
sua blusa, mas isso é tudo, entendido? — Sua voz adquire um tom
cortante.
Ela sente que seu estômago se contrai.
— Sim, senhor.
— Bom, eu gosto disso. A obediência é uma virtude.
Ele olha para sua vestimenta.
Coloque toda a sua roupa novamente, com exceção da calcinha de
renda preta – diz — Deixe-a pendurada no respaldo da cadeira e você
pode se retirar, Susan. Volte aqui às seis. A Sra. Radcliffe já terá ido até
então. Acredito que não tenha planos para jantar.
Não agora.
— Não.
— Bem. Se tivesse um, teria te pedido para mudar. Vemo-nos
mais tarde, Susan Chalmers.
O sol nas janelas desapareceu atrás de uma nuvem. Ele dá a
volta para olhá-la, e sua respiração se agita. Ele está insano e
gloriosamente bonito.
O pequeno núcleo de necessidade entre suas pernas nuas está
agora esperando que sejam as seis em ponto. Estremece de antecipação
ante o que tem guardado para ela.






















Capítulo 4


É estranho não estar usando nada de roupa íntima. Isso a faz
hiper consciente da umidade entre suas pernas, da feminilidade, da
maneira com que as dobras da vagina esfregam uma contra a outra.
Ela está extremamente inibida quando caminha ao redor do
escritório. Sente como se todos estivessem olhando sua saia com
olhadas conhecedoras de esguelha. Cada oscilação das nádegas parece
ser acentuada. Quando se senta, mantém as coxas apertadas
firmemente juntas. Embora a saia seja abaixo dos joelhos, sente-se
nua.
Uma brisa parece estar eternamente soprando entre as pernas.
Pior ainda, ela não deixou de ficar úmida desde o meio-dia. Cada
vez que move as pernas, uma destilação flui outra vez e fica mortificada.
Há uma mancha de umidade na parte de atrás da saia, que está
tornando-se mais ampla quando se senta, e ela não se atreve a
levantar-se.
Oh, isto é mau, mau, mau.
Anseia alcançar um lenço de papel da caixa atrás dela e limpar o
encharcado desastre no qual sua vagina converteu-se, mas não se
atreve por medo de que alguém passe por lá e olhe através das
persianas.
Oh, que dilema!



















Capítulo 5


Às seis da noite em ponto, ela estava no escritório de Channing
Crawford. Fiel à sua palavra, a cadeira da Sra. Radcliffe está vazia.
Prepara-se respirando profundamente. Havia escovado o cabelo,
por isso que seus cachos acobreados caíam suavemente e belamente ao
redor dos ombros. Colocou um pouco de maquiagem, um suave
delineador de olhos magenta, um toque de sombra para os olhos nas
pálpebras e também brilho labial vermelho. Ela deu-se conta de que
queria parecer bonita para ele. Bom, tão bonita quanto possivelmente
pudesse estar, de todas as maneiras. Quer agradá-lo, fazê-lo desejá-la.
Isto não é diferente de uma entrevista - disse a si mesma.
Bate na porta duas vezes, e então entra.
Ele está de pé na janela e olhando o glorioso pôr-do-sol lá fora. A
bola vermelha do sol estava desaparecendo entre dois arranha-céus e
tocava o céu circundante com um nebuloso tom carmesim. Ele se afasta
desta incrível vista e vira-se enquanto ela se aproxima dele.
— Muito pontual. — Comenta. — Eu gosto do que vejo de você até
o momento, Susan Chalmers.
Ela está consciente das implicações dessa declaração.
— Obrigada, senhor.
Até o momento, não a tinha pedido que deixasse de chamá-lo de
"senhor". Deve ser a educação militar, ela decide.
— Está nua embaixo da saia, Susan?
— Sim.
Oh, mas ele é tão bonito. Antes de hoje, ela só o tinha visto a
distância, sendo o mais perto através de uma mesa da sala de reunião.
— Mostre-me. — Diz ele. — Levante a saia.
É um pedido incomum, um que não tinham feito a ela antes, nem
sequer no consultório de um Dr. Inclina-se e puxa a bainha da saia
para cima. Levanta, acima do nível dos quadris.
Seus olhos vagam para baixo na sua vagina revelada.
Ela está envergonhada de encontrar-se molhada outra vez. Muito
molhada. De fato, ela está escorrendo por todos os lados como um
dilúvio repentino de sucos, ante o pensamento dele observando-a.
— Muito bem. — Ele diz. — Acariciou-se em seu escritório?
Acariciar a ela mesma? Não. Sacode a cabeça.
— Deveria. Eu gostaria de ver você acariciar-se antes que nossa
semana termine. Agora tire as roupas.
Com olhos quentes inspecionando cada movimento dele, ela
remove as roupas e mais uma vez as coloca ordenadamente no respaldo
da cadeira. Pergunta-se o que é que ele tem feito com sua previamente
descartada calcinha.
— Linda. — Ele diz uma vez que ela está completamente nua
exceto pelos sapatos. Ela fica nas pontas dos pés para tirá-los, mas ele
diz: — Não, deixe-os calçados. Eu gosto com eles.
Ele começa a tirar a jaqueta escura. É feita da mais fina lã
caseira, ela pode ver. Afrouxa a gravata cinza até que se converte em
uma grande forma oval, e a retira fora de seu pescoço. O coração salta
um batimento enquanto ele desabotoa a camisa branca, um botão de
cada vez. O peito sem cabelo aparece entre as lapelas. Está bem
constituído como ela suspeitava, com peitorais musculosos, mas não
muito, assim como gostava antes dele. Ele puxa a bainha da camisa
para fora do cinturão.
Ela não pode tirar os olhos dele. O abdômen é um tanque duro e
a delineação do músculo dos braços sugere um homem que frequenta
academia ao menos três vezes na semana. Não é um homem
extremamente musculoso e é magro, sem um grama de gordura em
qualquer parte do corpo.
É errado ela desejá-lo?
Ele parece desejá-la também, como evidenciado pela ligeira
vibração do nariz. Ele desabotoa o cinturão de couro marrom com uma
dourada insígnia "G" da Gucci nele. Está usando uma boxer por baixo e
a protuberância em sua virilha é óbvia.
Oh tão óbvia.
Uma pontada de desejo e expectativa flui entre suas pernas.
Ela espera que ele tire o cinturão e deixe cair às calças, mas não o
faz.
— Venha até aqui, Susan.
Como uma égua tremendo, ela vai para ele. Os saltos vermelhos
perfuram o tapete e deixam rastros como de estaca. Quando consegue
aproximar-se o suficiente, ele agarra os seios outra vez.
— Eu gosto destes. — Diz, passando as mãos sobre as ricas
curvas e mamilos. Ele aperta os mamilos. — Não dolorosamente. — E
olhe como eles incham e se animam. Seu estômago faz um flip-flop.
— Posso beijar você? — Sussurra ela.
Isto o desconcerta.
— Quer me beijar?
— Sim. Eu gostaria disso... Muito.
— Por quê?
Agora isto a deixa incômoda. Ela hesita:
— Eu... Eu pensei que íamos fazer amor.
Ele sorri bondosamente.
— Eu não faço amor, Susan Chalmers. Eu fodo, duro, muitas
vezes ao dia. Eu também não beijo. Agora, vire-se.
Ela está tremendo. A palavra "foder" reverbera em sua cabeça. Ela
vira e lhe oferece a vista de suas costas. Sustenta o fôlego enquanto as
mãos deslizam para baixo por suas costas e cintura, persistindo na
curvatura dos quadris. Ela não é uma mulher magra ou pequena.
Tende para o voluptuoso e tem que vigiar realmente o que come para
não engordar.
As mãos mergulham na curva de suas nádegas. Ele as aperta.
— Você já foi açoitada alguma vez, Susan?
Uma fibra de medo floresce em sua espinha dorsal e viaja todo o
caminho para baixo de suas pernas.
— Não, senhor.
Ele continua acariciando a carne firme das nádegas enquanto sua
antecipação e temor aumentam. Não, ela nunca havia sido açoitada.
Nunca o observou e nunca havia sido fisicamente golpeada em sua vida
inteira. Ouviu falar de tais práticas de orientação sexual, é obvio, mas
sempre atribuiu que suas praticantes eram estrelas de rock e tipos de
celebridades, não pessoas normais de todos os dias.
No entanto, Channing Crawford está longe de ser uma pessoa
normal de todos os dias.
Ele pega enormes partes da carne de sua nádega em suas palmas
e aperta.
— Tem uma pele maravilhosamente impecável.
Seu coração dá um salto. Ela estava assustada, mas ao mesmo
tempo, queria que deslizasse a mão entre as pernas por trás e tocasse a
vagina, a qual está outra vez extremamente molhada. Ela quer que ele
toque novamente nas curvas entre o clitóris e os lábios da vagina.
Infelizmente, ele retira as mãos. Caminha à frente dela e gesticula
à baixa mesa de vidro entre o sofá e a cadeira disponível.
— Ponha-se em cima disto. — Ordena. —- Fique sobre mãos e
joelhos, de quatro.
O pulso está batendo na garganta enquanto sobe na mesa. Mas é
vidro, não vai quebrar-se? A mesa parece forte o suficientemente, e nem
sequer se move enquanto ela concentra o peso sobre uma parte dela.
Ele já fez isso antes, pensa.
Agacha-se sobre as mãos e joelhos, as nádegas acima no ar. Os
sapatos justamente para fora da ponta da mesa.
— Estenda as pernas mais amplamente. — Diz atrás dela. —
Quero ver essa buceta.
Ela obedece, movendo os joelhos sobre a superfície de vidro tão
longe quanto à borda da mesa a permite. Ele permanece de pé atrás
dela, enquanto o sol desaparece sobre o topo dos edifícios e o
crepúsculo os invade.
Oh, mas ela quer tão malditamente ser tocada aí abaixo.
Certamente ele pode ver as brilhantes gotas de orvalho de desejo na
boca de seu sexo, o qual está abrindo e fechando como uma anêmona
faminta?
Ela escuta o suave ruído do cinturão sendo retirado. Estremece.
Um pequeno gemido escapa de sua garganta.
Ele sente seu terror.
— Não se preocupe. — Ele diz. — Você não está pronta para o
cinturão. Ao menos, não hoje.
Ele se move à sua escrivaninha. Removeu as calças e está agora
de boxers. Ela observa as nádegas moverem no material sedoso. Oh,
mas ele tem umas costas maravilhosas, com dorso ágil e omoplatas
fantasticamente esculpidas. Abre a gaveta e tira algo, então retorna
para ela. A frente da boxers é uma tenda de campanha com sua
evidente ereção.
Um rubor quente estende-se desde sua face, mais abaixo, até os
seios.
Ele mostra o objeto. É uma paleta plana, feita de algum tipo de
madeira flexível. Tem desenhos e gravuras de uma variedade étnica que
ela não reconhece.
— Comprei isto em Bali. — Ele diz.
Ela lambe os lábios com medo. Seus olhos começam a encher-se
de lágrimas.
— Por favor, senhor...
— Sim? — Detém-se.
— Eu... Eu não acredito que possa suportar a dor. — Isto sai em
uma investida. Ela sempre foi temerosa com a dor, nunca foi açoitada
ou golpeada em sua vida inteira. Também tinha medo das agulhas e
exames com o médico e algo associado à dor corporal. Sim, sabe que é
uma covarde, mas não consegue resistir.
Ele sorri e há um brilho de algo compassivo em seus olhos.
Há uma melancólica poesia em sua voz quando diz:
— Quando era um menino, também acreditava que não podia
suportar a dor. Mas então, ele me fez suportá-la, ele me fez o que sou
hoje. Você será muito melhor para isso.
Lágrimas vieram aos olhos. Se as mãos não estivessem envolvidas
em equilibrar seu estado atual, ela as teria apertado.
Ele caminha para seu lado esquerdo.
— Está preparada, Susan?
O ar está eletrificado com partículas carregadas. Ela quase pode
cheirar a casca de ferro queimado dos átomos entre eles.
Não, ela quer dizer, eu nunca estarei preparada.
— Não mova nenhum músculo. — Adverte a ela.
O primeiro golpe a pega despreparada.
Zas!
Oh meu Deus! Suas nádegas estão correndo por todos os lados
com fogo, e lágrimas de dor espremem nos olhos. Dói. Na verdade dói!
Ela não pensou que uma fina paleta como essa pudesse causar tanta
dor, mas o fazia.
Zas!
Brota um grito dela desta vez. As lágrimas derramam sobre a
face. Não haveria ninguém que a escutasse no escritório agora, não
neste andar. Ocorre-lhe que pode deter isto em qualquer momento.
Concede uma vitória fácil a Leonard Drake. Por favor, senhor, cedo meu
argumento ao Leonard. Ao contrário, faz dele VP, não a mim!
Mas, por que deveria? Só porque não pode suportar um pouco de
dor em suas bem alimentadas nádegas?
Consegue uma compreensão maior de você mesmo, Susan. É feita
de um material mais resistente que isto.
Encontra-se apertando as nádegas para diminuir o impacto dos
golpes. Ele continua açoitando-a exaustivamente. O agudo som da
paleta em contato com sua rapidamente avermelhada carne, de outro
modo, ainda ecoa na atmosfera.
Zas!
Um soluço se arrasta para fora de sua garganta.
Zas!
Zas!
Pode escutar sua respiração crescendo mais dura, não com
esforço. — Tinha certeza — A não ser desejo.
As lágrimas quentes escorrem e escorrem pela face e gotejam do
queixo até a mesa de vidro. Ela deixa sair um lastimoso pranto com
cada golpe da paleta, cada um, um pouco mais forte que antes. Sua
impotência parece estimulá-lo ainda mais. Agora ela pode escutar a
paleta assobiando através do ar antes do inevitável golpe em seu
traseiro, o qual ela não tem dúvida está muito vermelho agora.
Há algo degradante a respeito de toda esta cena... E ainda
gratificante.
Dificilmente percebeu que ele se deteve. Seu traseiro é uma fera
explosão de dor e calor, e os olhos estão tão nublados que mal consegue
registrar o que está à frente dela. Ele é uma vaga visão na frente dela.
Pestaneja.
Ele tirou os boxers e o pênis é uma rígida magnífica besta ante
ela. A não circuncidada cabeça se equilibra em frente a sua boca, e ela
pode ver cada curvada veia sobre o eixo. O órgão inteiro brilha, cheio,
quase a arrebentar com qualquer seiva que acumulou.
Um nó se forma na garganta.
— Chupe-me. — Ele diz roucamente.
Sem aviso, ele empurra o pênis em sua boca. Faminta, ela abre a
boca e ele desliza nela. Prova a pele sedosa sobre a língua, a qual é
imediatamente esmagada pela enorme circunferência.
Ele mete o pênis até sua garganta, tão longe quanto pode ir. Ela
engasga.
— Boa garota. — Diz em uma tranquilizadora voz, a mão em seu
cabelo. Ele bate em sua cabeça quase amorosamente. — Agora me
chupe... Duro.
Ela tenta, mas o pênis é tão grosso que mal consegue manter a
tração do músculo de seu rosto ao redor dele. Tenta passar a língua ao
redor do eixo, mas inclusive isso é difícil. Ela quer lhe dizer que o tire.
Que a deixe acariciá-lo fora de sua boca. Com suaves lambidas, mas
não pode falar. Assim, mantém a boca aberta e as bochechas tão
fechadas quanto é possível, enquanto ele bombeia nela em uma
simulada foda.
Seus dentes se alimentam de seu prepúcio.
— Chupe-me mais duro.
Ela aumenta a pressão da sucção. A face estica com o esforço.
— Mais duro. — A voz torna-se severa.
Um calafrio percorre a espinha e entre suas pernas, enquanto ela
redobra o esforço.
— Não é suficiente. — Diz, tirando o pênis de sua boca.
Há um repentino vazio em sua garganta, e verdes ziguezagues
aparecem ante os olhos. Ele se move a seu lado e recolhe a paleta.
Antes que possa discutir com ele, um agudo Zas vem abaixo sobre suas
nádegas outra vez. A dor é quente, requintada.
Ela chora.
Ele a golpeia com a paleta várias vezes até que ela está chorando
e lágrimas estão escorrendo por seu rosto.
— Por favor, senhor, não mais. Por favor... Deixe-me chupá-lo
outra vez. Farei melhor.
Ele detém as palmadas e se move para sua frente.
Ela vai até o seu duro pênis e o engole com vontade.
Ela de algum modo está desfrutando disto, percebe. A dor, nem
tanto, mas sua completa dominação dela é uma inversão de papéis que
ela nunca experimentou antes, e o encontra profundamente sexual e
emocionante.
Ela o suga, e suga, até que está vendo estrelas em seus olhos, e
sente prazer de escutar a respiração crescendo mais dura e sente os
dedos cravando-se em seu cabelo e arranhando.
— Ohhh! — Geme ele e o som é música para seus ouvidos. O
pensamento de agradar este poderoso e perigoso homem, e trazê-lo para
a beira do orgasmo é embriagador... Intoxicante.
Ele empurra o pênis dentro da boca repetidamente. Ela suprime
os reflexos de náuseas e o deixa ir tão profundo quanto ele pode ir...
Exatamente contra a parte posterior de sua garganta. Ele faz uma e
outra vez, e a respiração cresce tão desigual, que está segura de que
gozará desta maneira.
E então ele se detém.
Ele tira o ainda duro pênis. Como uma rocha, da sua boca.
Ela ofega com o esforço e o suor goteja da testa. De algum modo,
as lágrimas secaram na face, e está agradecida por não usar rímel, pois
teria derretido e manchado o rosto.
— Está tomando pílula? — Diz com tom áspero.
— Sim.
Desde que ela começou a ter sexo com Brad Thornbird, estava
tomando pílula, porque ele gostava de fazer sem camisinha.
— Vou foder você. Fique quieta.
Ele não estava pedindo permissão, entendeu. As palmas das mãos
e joelhos já estavam doendo com a prolongada permanência na posição
atual. Ela fecha os olhos, ao mesmo tempo em que a sombra passa
sobre ela, enquanto se move para o seu lado. Assim que ele vai pegá-la
de quatro como um animal. Há algo intensamente erótico a respeito da
ideia.
— Quero que me sinta e só a mim. — Diz ele.
Ele recolhe a gravata. A mesma que tão cruelmente deixou cair ao chão,
e a envolve ao redor dos olhos.
— Oh! — Chora enquanto ele a aperta e amarra por trás da
cabeça. A escuridão imediatamente se fecha sobre ela. Pode sentir os
dois braços da gravata cobrindo o pescoço, a seda um toque
sussurrante contra a avermelhada pele.
Escuta as pisadas com seu sentido de som aguçado. Ela pode
sentir as mãos sobre os quadris. Ele acaricia as nádegas. Essas
nádegas que têm sido inflamadas com palmadas desumanas. E as mãos
são frias, suaves e amáveis.
A cabeça do pênis empurra a abertura da vagina úmida. Ela geme
enquanto o ventre na realidade se contrai com a necessidade. Ela o
quer dentro dela, necessita-o desesperadamente.
Ele mergulha nela sem aviso prévio. Ela deixa sair um pequeno
grito pela repentina dor. Assim que atenua, a molhada e gotejante
passagem está cheia com a grossa, cálida carne e as paredes são
empurradas à parte máxima da sua circunferência e ele parece tão
bom, comprido e onipresente.
Ele tem razão. Na escuridão, todos os sentidos estão atenuados a
essa única região onde ele está unido a ela, e ela pode sentir cada
matiz, cada curva de sua moldada carne dentro dela.
Ele começa a fodê-la... Duro. É como prometeu, os quadris
golpeiam contra as nádegas, e o pênis empurra dentro e fora da vagina
bem cheia de sucos, facilmente e ricamente. Ela pode ouvir os úmidos e
escorregadios ruídos de sua união, e isso é tudo o que ela pode fazer
para manter o equilíbrio sobre a mesa de vidro.
Ele grunhe com cada golpe e ela responde na mesma moeda. As
mãos e joelhos estão deslizando para frente, empurrados com cada
resistente golpe de suas investidas. Agarra os quadris para estabilizá-la.
Os gemidos começam a ser mais fortes enquanto o bombeamento
se intensifica. Oh, mas ele parece tão bom. Ela está cheia de cada
maneira que imaginou ser possível, as eróticas dobras todas
expandidas. O membro vai tão profundo como possivelmente pode ir,
até a boca faminta de seu ventre rugidor. Isto é bom, sexo duro, o tipo
que ela não estava acostumada a conseguir frequentemente. Seus
amantes são principalmente gentis, um pouco desajeitados e gatinhos
felizes.
Uma das mãos arrasta-se para baixo à frente do sexo.
Enquanto ele continua segurando-a, os dedos medem seu clitóris.
Ela geme enquanto ele começa uma massagem oscilante, uma vez mais,
aprofundando dentro das fendas e incendiando os cantos mais íntimos.
O pênis golpeia um lugar especial em sua passagem, um que a envia
em um frenesi de estimulação melhorada.
Ela choraminga e ele toma como um sinal para conduzir-se
dentro dela mais duro. Tudo isto enquanto os dedos cuidam do suave
nó de seu clitóris. Mais duro e mais rápido e mais rápido e mais duro,
até que ela está ofegando, choramingando, gemendo, chorando forte e
balbuciando.
— Por favor, por favor, por favor, por favor. — Uma e outra vez em
algum tipo de evocação sem sentido.
Em sua simulada escuridão, chega uma explosão de cor e sem
cor, de visão e sem visão, de som e sem som. Ela sente a si mesma
crescendo e caindo e expandindo e caindo fora da borda, enquanto o
clímax a toma. Uma dura superfície bate contra os seios e ela percebe
que caiu sobre o ventre, e as mãos estão impulsionando os quadris
acima. A crista continua fazendo-a flutuar para cima. E sente um jorro
quente alagar a vagina, e é profundo e Oh tão satisfatório. Enche-se e
enche-se até que ela está transbordando e derramando, e ela o sente
gotejando por suas coxas internas e abaixo, abaixo, abaixo até seus
joelhos.
OH, OH, OH, OH!
Ele está ofegando duro também. Aperta suas nádegas enquanto
seu orgasmo diminui. Sua respiração acalmando e finalmente puxa o
pênis para fora da úmida, molhada vagina.
Ele desliza as mãos sobre as costas e seios e com um áspero
puxão tira a improvisada venda.
A luz do teto inunda os olhos e ela os fecha um pouco ante o
repentino brilho.
— Pode ir agora. — Ele diz. — Venha me ver na primeira hora da
manhã.
— S... Sim senhor.
Ela está tremendo e então ele a ajuda a sair da mesa. O traseiro
está dolorido e o sêmen continua gotejando fora da vagina. Ela mal
pode manter o equilibro enquanto tenta ficar sobre os pés. Quase cai
sobre os saltos, mas ele agarra a cintura a tempo.
Ela está cara a cara com ele: Seios a peito nu. Olha dentro dos
brilhantes olhos azuis, o rosto está ruborizado, os lábios separados, e a
têmpora está gotejando de suor como a sua. Um olhar de clara e
repentina confusão adorna sua perfeita feição.
Ela quer tão malditamente beijá-lo.
As mãos vão à parte de trás da cabeça por sua própria vontade.
Ela avança a cabeça para a dele antes que ele possa reagir.
Os lábios roçam os dele, mas ele afasta a cabeça bruscamente
para trás antes que ela possa aprofundar o beijo.
— Não! — Diz. Então, mais firmemente, repete-o. — Não.
— Mas por quê?
Seu rechaço envia uma faísca de dor ao seu coração.
— Eu não beijo. Vamos deixar assim. — Seu tom é firme.
Ele se afasta mais, deixando-a sem rumo, desprovida e
completamente confusa. Ele vira as costas para ela e começa a recolher
as roupas. Ela sente que vislumbrou um momento de estranha
vulnerabilidade, algo que ele nunca revelou a ninguém no escritório.
Algo o fez desta maneira, tinha certeza. Ele é um grande enigma
convicto e ela não pode evitar sentir-se atraída por ele.
— Ponha as roupas de volta, Susan Chalmers. — Diz ele. —
Ficarei com esta sua calcinha como lembrança.
— Sim, senhor. — Não há nada que ela possa fazer a não ser
obedecer.
Uma vez que ambos estão vestidos, ela vira para enfrentá-lo outra
vez.
— O verei amanhã, senhor.
— Sim, amanhã. — Ele recuperou a compostura por completo e é
seguro de si mesmo, magnético uma vez mais. — Desfrutei disto, Susan
Chalmers. Vamos testar algo diferente amanhã.
— Sim. — As nádegas nuas estremecem sob o material da saia,
onde esta alisa sua pele.
Ela se vai, não confiando em si mesma para olhar atrás.
Ela sabe que seus sonhos esta noite serão todos a respeito dele.




Continua ….









Segundo livro da série Amarrada e Acorrentada a um Bilionário.
His Indecent Demands
Aphrodite Hunt

Agora, em um estranho encontro sexual com seu último chefe,
Susan Chalmers está experimentando um torvelinho de sensações e
emoções que ela nunca conheceu antes. Por Channing Crawford. —
Incrivelmente bonito, um CEO bilionário dominante e desumano.
— É qualquer coisa menos previsível. Mas também é perigoso?
A leva a sua imponente mansão, com seu misterioso "calabouço" e
lhe apresenta os duvidosos prazeres da escravidão e de assumir um
personagem.
Em seguida, entra seu irmão gêmeo, há muito tempo dado por
morto em estranhas circunstâncias, que imediatamente vê Susan como
realmente é: um peão em um jogo mortal.