You are on page 1of 182

.

.

JOSÉ LOURENÇO TAVARES
nntigo missionário do Congo

Gramática da língua
do Congo

(kikongo)

(DiALiECTO KISOLOHGO)

'"m^'...

^>^-*

Composto

e

Impresso nas oficinas da Imprensa
1915

<^ nacional de angola— Coando—

«^

Mandada publicar pelo Governo
Geral da Província de Angola

PL-

7

revestem poi' iss(» a maior im- E assim. a i)esar de estas línguas nào serem . familiarizando-nos com essas línguas incultas. na administração. De feito. na prática. ao seu autor uma eonferêneia missionária.DUAS PALAVRAS Este livro veio avivar-me gratas recorda(. ns antiga missão do Zaire. o interesse (pie o eom tutela. com o fim de as perpetuar. Profunda impressàn me deixaram o belo e simples entusiasmo eom que falava.òes de temhá bons treze pos 2)assados em que. sob qualquer aspecto que esta se considere. emtim. sem interesse e sem curiosidade. vem facilitar e tornar mais seguro o contacto com os })Ovos. — ouvi — povo o escutava. na obra missionária. em que já estava-. os trabalhos ({ue. longe de se tratar duma casuística árida. em língua do país. o vivo colorido das suas palaanos. onde vinha prestando desde 1807 os seus beneméiitos serviços. no alargamento da língua })ortuguesa. portância. pela primeira vez. ou duma erudição impertinente que se destine a cultivar as línguas. no comércio. Desde então mais actuou no meu animo a convicção. de (pie o conhecimento prático das línguas indígenas era de necessidade inq)reterível para a nossa acção civilizadora. dos inter(!^sses connins que todos tem a peito para a eficácia da boa política indígena de assimilação entre os povos que estào confiados à nossa protecção e vras.

sào geralmente compreendidos no nosso Congo sul-Zaire. extensiva. achando-se todos eles. com secundárias modificações na pronúncia e no vocabulário. onde é vernáculo.fez uma obra boa para a administração provincial. J. portanto. desde a costa até o Zadi ou Inquissi. encpianto nào compreendermos bem povos africanos. zMmeida da Cunlia.VI des])rovidas de beleza. a Gramãtiai tem uma importância que passa essas fronteiras. a despeito das diíi(. ás línguas afins que abrangem um enorme donn'uio. nem poderemos exercer donnnio eficaz. e muito menos substituir à deles a nossa língua.uldades deste árduo problema. como é. eml)ora se trate dum dialecto local. que traduzo com toda a satisfação. um a língua geral do andos dialectos afins do quicongo. de base a este estudo glotológico o idioma falado especialmente pelos Aso/onf/o (iNíussurongos) das margens inferiores do rio Zaire.lmente pelo •Serviu — Zai]-e inferior. abundantemente exemplificado e anotado. cujo })ensamento resumem nítidnmente as palavras do falecido Secretário Geral de Angola. nas regiões onde mais dii'ectamente se fez é. escritas nos seus Ajuntamentos linguísticos de 1885. tigo reino do Congo. florestas como belas sào as eniaiaiiliadas estes trabalhos tem um da natureza africana. isto . falado num território limitado. esta Girnndtlcti servir de guia nào só para se ai)i-ender a falar e escrever o dialecto mencionado. A nossa bibliografia linguística fica servida com um trabalho. de que o seu autoi. — Percorrendo as páginas deste livro torna-se evidente o apreço. e estendendo-se })rincipa. tendo por centro a antiga banza Koiffjo (11(1 Ntotihi. com grande conhecimento de causa. os nem dar-llies ensino profícuo. num grau de aiinidade sentir a acçào ])olítica desse im})éno indígena. mas (piahpier dos outros que. do maior interesse ocasional. E. alcance muito mais prático. que ao primeiro aspecto só parece desordenada confusão. uns com os outros. Pode. e das diividas que hoje existem sobre certas particularidades ainda em misterioso segredo. nos factos da linguagem. Direi com ele que.

na qual vejo também mencionadas. consoante ele se nos depara nas obras dos missio- . o local das acções. sobretudo na parte morfológica. E o que claramente se verifica neste dialecto. a muitas variantes. ou quais as que desaparecerão sucumbindo na luta. sujeitas. tam simples como belo de harmonia e surpreendente de contraste com a civilização rudimentar em qiie subsiste. tam como línguas os quais. que encontramos pela província fora. dos pronomes pessoais. como se encontra nas lendas e nos falares tradicionais das fiuidações e na obra sobre o dialecto do Soio do capuchinho Cannecattim. a cada passo. com todo o fundamento. nas suas regras linguísticas. com vitalidade e desenvol- vimento. pertencentes a povos etnológicamente muito aparentados. faladas na maior parte da Africa central e meridional. tem todas as características da grande família das línguas bântas. como nos restantes grupos linguísticos. línguas aglutinativas e preíixativas. indicando o número gramatical dos nomes. o autor deu à gramática o nome de Gramo fira da língua do Congo. e mesmo dos restantes da província. como no quicongo. sabendo-se um nào é difícil entrar na inteligência dos outros. Este dialecto. Três categorias de partículas ou prefixos. não se podendo definir quais as que se acentuarão vencendo. Comparando odialecto do Zaire de hoje com o antigo. mais estudados e conhecidos. a que o autor cliama hisolongo. O que igualmente se verifica do estudo comparativo do quimbundo actual e arcaico. Prla força das suas analogias. se apresendefinidas. vê-se que alguma modificação tem sofrido no seu organismo íntimo. tríbus e famílias que povoam Angola. segundo o princípio da mobilidade e evolução natural que caracteriza todas as línguas. Foi certamente por esta razão que.VII muito mais íntimo do que o que possuem com as demais línguas da intinid^ide de povos. muitas particularidades peculiares dos dialectos congueses. e estabelecendo as diversas relações de dependência entre os elementos de uma proposição^ constituem a chave essencial do seu mecanismo.

outros. que sào na verdade poucos. elas sáo línguas assas ricas em formas gramadoces e harmoniosas. mas possuindo o recurso de as eliminar ou contrair apenas surjam hiatos ofensivos da fonética da língua. terminarem por uma vogal. e estes mesmos sujeitos a eliminações ou abrandamentos quando ofereçam ])ronúncia dificultosa ou desagiadável. o que torna estas línguas. sào muito abundantes no emprego das vogais. única influencia tuguesa. pode dizer-se. algumas das suas leis de concordância suprimindo (. os quais foram substituídos pelos nossos. advérbios. que cada tríbu adoptou para o seu vocabulário especial. ^náo altei'ou a pureza da língua. preposições ò conjunções. As raí/es sáo comuns a todas as línguas. eufónicas. principalmente nos centros mais i)opulosos além de se apresentar com acentuada tendência para a realização de formas contractas.ertos elementos morfológicos e adquirindo e cultos. resistiram por toda a província à diferenciação ou formação de dialectos cri<ml()s. sendo porem de notar que foram desprezado alguns antigos termos nacionais. A língua. de promincia geralmente muito fácil aos europeus e sobretudo aos portugueses. Aos vocábulos que constituem o património comum dos diferentes grupos linguísticos acrescem os ternu)s de uso regional e local. tem modificado. acusando a mesma tendência multiforme. de poucos sons duros. que só])re estas línguas tem actuado. que só se dao Todas — — : « . posto que de leve. O pode aíirmar-se. de dialecto para dialecto. tem sido adai>tados k gramática nativa termos para os artigos que antes de nós nào conheciam. como todas as do grupo bânto. eminentemente próprias para o canto. inteiramente assimilados. ticais. vocabulário varia de língua para língua. alguns verbos. A estes predicados acresce a qualidade de todos os vocábulos. todas as sílabas.YITI nários jesuítas do século xvii. a pesar desse longo convívio. e se ve do testemunho de indígenas antigos. E facto averiguado que estas línguas. Os elementos estranhos. O contacto de qiuttrocentos anos com a h'ngua pora primeira e.

desde que se eliminem alguns símbolos e valores alfabéticos superabunda^ntes. que se podem notar na sua prolação. aos idiomas da província estão naturalmente indicados o alfabeto e grafia portuguesa. fortalecida pelo espírito patriótico da nação colonizadora. que justificam a ortografia etimológica nas línguas cultas da Europa. deixando separa- . A ortografia das línguas bântas. salvo tritos. acessível a todos os graus de cultura. ou sem correspondência nos dialectos da colónia. pertencentes a povos que nunca tivei am escrita. como adoptou esta Gramática. vencendo esta aqui as gramáticas respeitaram-se mutuamente. Outro problema relacionado com a ortografia é o do processo gráfico.^^~ verá dar-se-lhes um sistema único de caracteres e sinais gráficos? ou ^convirá antes adaptar-llies. mais aparentes que reais. Teoricamente impõe-se a ortografia sónica. o alfabeto e sinais diacríticos da nação prepondecedário. Sabe-se que estas línguas. mas terá de ser suplantada pela segunda. se conser^-a nítida noção enquanto se fala. faladas por povos sujeitos a diferentes dominações estrangeiras^ l. . De sorte que se podem escrever analiticamente. Assim. o que equivale a dizer que da maioria dos elementos linguísticos reunidos nas unidades fonéticas. estranhos à índole do português. As razões. são principalmente analíticas. de resultados práticos imediatos. depende da solução prática de alguns problemas de capital importância. e adoptados que sejam certos grupos consonânticos destinados a representar poucos fonemas que. em cada colónia.IX quando há Jnta entre uma gramática mais pobre e outra mais rica. que perfeitamente se lhes adaptam. nào subsistem para estas línguas. como as suas irmãs. rante ? A primeira solução ofereceria a vantagem de facilitar o estudo das diferentes línguas bántas aos scientistas de todas as nações. em casos muito res- A grafia se prende imediatamente a questão do abe- Tratando-se de línguas incultas. se nos deparam principalmente nos distritos do sul.

soltos. do capuchinho a que atrás me reíeri. alem dos merecimentos próprios. e fazer uso dos acentos diacríticos indispensáveis. na maioria dos casos. podem-se porem atenuar e reduzir notavelmente. é de absoluta necessidade tomar j^or este rumo. Ambos estes processos tem os seus inconvenientes. que êle diz ser do dialecto «que se fala no principado do Sonho e seus contornos». em regra. belas obras de difícil leitura. e cujo acento tónico fica. de propaganda reli-^ giosa. na mesma língua.? nenhuma conheço. sai à luz em língua portuguesaf ^ da autoria dum nome da nossa terra. no género.' dos. No estado actual de atraso em que se encontra o estudo das línguas africanas. estudando e versando especialmente o actual bispo de dosMussurongos. agrupando-os. que. José Alves Martins. D. esses elementos. Há magníficas obras modernas sobre o quicongo. e outras.otologia este interessante dialecto — . algumas das quais o autor da Gramática conseguiu aclarar ou esboçou com nitidez. conciliando os dois processos gráficos. soldando-os em blocos. Julguem os entendidos na matéria. aglulinaiido-os. o qual. nestes estudos^] Cabo Verde. se nào podem evitar-se todos eles. dominando todo o agrupamento. E. de interpretação acessível apenas aos especialistas. e bem andariam os escritores competentes se. dos missionários portugueses de" 8an-Salvador. sobre a língua do Congo. pusessem definitivamente em prática o que se poderia chamar 7:>roce55o shitético-anaUtico^ o qual consistiria em aproximar j)or meio do Infen os elementos linguísticos pertencentes a cada unidade fonética. todos nomes beneméritos no domínio da gl. contribuiu poderosamente o seu trabalho. ou snitétlcamente. qucjse devem aos estrangeiros. em torno de palavras que exprimam a idea inincipal.i do pequeno resumo. excepção feitíi. tem também o de ser o primeiro ti-abalho. dos quais foi mais notável. Dicionãrw abreviado. já reconhecidos. Para o esclarecimento de estas e outras dificuldades. Enti'e essa ilustre plêiade de estrangeiros e portugueses. sob pena de se não ver outro resultado que o de se continuar a oferecer ao público.

além de ser. antigo professor da mesma língua distintos . em Loanda. pro- fessor de quimbundo na Escola Colonial de Lisboa. Persuado-me de que para um é chegado o momento oportuno estudo dirigido neste sentido. e até da possível redução de alguns a uma gramática única. digna das investigações e esforços dos estudiosos com autoridade e oxalá que desta Gramática. Além disso. como sendo talvez um dos mais gramaticais e conformes ao tipo bânto. o que as fáceis deslocações de hoje muito facultam. que será de uma enorme utilidade prática. para base de cujo estudo oferece bastantes vantagens o quimbundo. e a que devo associar mais dons portugueses meus ilustrados colegas. traduções reli- . Quero referir-me ao estudo pelo método comparativo dos vários grupos linguísticos co-irmáos falados na província. . possa sair um movimento de grande importância a realizar no complexo destas línguas. Neste campo há ainda uma outra tentativa. da sua gramática e dos seus vocabuláiios comparados. Não é isenta de dificuldades a solução do problema mas afigura-se-me que esta análise comparada náo será tão difícil como possa supor-se à primeira vista. quer no ponto de vista intrínseco. guias de conversação. e da atenção que a prática das línguas ultimamente tem merecido em Angola. que não exigirá a visita de todas as regiões desde que se aproveitem para isso indígenas pertencentes a elas. José Matias Delgado. toma lugar condigno o autor da Gramática da língua du Congo.XI os congiiesn. por assim dizer. das suas relações e princíi^ios. a língua mais geral de comunicação dos sertões do interior. e António Moreira Basílio. quer no modo de execução. ambos lense no a<-tual momento. das formas <-aracterísticas que sejam propriedade comum de todos eles. vocabulários. com este trabalho c — ultores da linguística augo- o seu sincero propósito de prestar um apreciável serviço ao país. possuímos valiosíssimos subsídios no material linguístico coligido modernamente nas gramáticas. de vistas mais amplas. .

desde a tentativa ineficaz de Sa110 turnino de Sousa e Oliveira e M. Huíla. em 18G4. de Castro Francina. 28-X-915. Benguela. Loanda. Lunda. OUNHA . Esse trabalho será consag-rado pelo aprazimento de quantos tem de manter contacto com estes povos e constituirá motivo de justificado orgulho para os que nele pu- serem mãos animosas e eficazes. M. Humbe e Cuanliama.xn giosas e versões publicadas sobre alguns idiomas falados Congo. Ganguelas. até os mais recentes estudos. cuja bibliografia se pode já considerar importante. A. Angola.

guês. de que se compõe o alfabeto kisoloiujo: 1. átonos. tem o valor de tch ou Ix. «. o 7 da língua porti antes de a. ainda que anteposta a e. (nós). átoiios. nctdnima razão ou conveniência justifica o emprego de y. soam mpangui . v. o. f. e o c substitui. deve e. uaiue (meu). nunca tem (-) este valor. sendo corto que '/. (*) alguns dialectos do kikonyo. g. z (*). iemi (vó>). n. antes das vogais e.. e. tanto nacionais como estrangeiros. mas apenas. m. f)ra. tem o mesmo som e valor que cm português. M. Nunca tem o valor de j. k. t. Asmpangi (irmão mais velho. outros dialectos do likoiKjo. todos os casos. As letras. etc. tónicos.->crever-se — ieíò — iKilu : (ti'U).PRELBIINARES 1. Sâo 18 as d. regra geral. Nesta conformidade. ile que fazem uso vários autores. nhoka (-). soam iiJiItu. nas mesmas coniiiçóc<. w. e não yctu. On conhecidos sinais de breve e agudo. com as seguintes modificações: letras i. yenu. são. irmã mais velLa). Assim )iítfu (corpo). /. em kisolongo. iraine. (^). : : Esta letra tuguesa. p. w. em o. à E da mesma liá fornia: Para qualquer excepção mencionada regra g<Tal. Em Em . e não irakv. As referidas semi-vogais foram intro<luzidas nos dialectos do kikomjo apenas'' paia diferençar /. de /. sim." — bo alfabeío a. iengue. h. s. ou /. em kisolongo. (M São alisolutainente dispensáveis as semi-votrais ij o w. etc. íenge (alegria). níoka (cobra). o que tem em ])ortuguês. ti. etc. e nomeadamente nos do chamado «Enclave de Cabinda». o h do grupo nh portutodas as vezes que preceda outra vogal e se siga a n. antes de outra vogal. : I Esta vogal substitui.

ri. : em i\\iúii\. Não se substituo o t antes de i pela equivalência apresentada (como alguns íaz<Mn). quando precedo íjualquin* das outras. Pode obter-se. (pai). diúkuca. .ão das vogais tem lugar ainda que estas sejam linal de palavra antecedente. maus. há muitos nomes (|ue foram derivados de verbos. iisíbua fio). e. monòpe. a-mhote (bom. porém. : Assim: tatá (pau). u (porrm mais levemente (jue na nossa língua). ou c/t. ela também). som TamhOm. antes Antes de ^. ois-oso (prego). Para que tal nasalarão tenha lugar. só ])elo facto de soar de diversa forma nos diferentes dialectos do kikongo. Ao tra sOa contrário do quo acontece como z. tola. o. vtl tâta. indispensável se torna que o m soja imediatamente seguido doutra consoante. Uma grande parte desses nomes — Em . tola (cantar). mas sempre como ainda o valor de w. boas). se se atentar no seguinte: a) kikoiujo. Esta consoante tem o mesmo valor que em português. àhi. que não j)odo gráficauiciite rcj)roseiitar-se. nunca esta leou Em kisu/ovi/o tem ([uando se encontra antes de /. claramente se vê que é erróneo tal modo de escrever. soam ãpuena. túbia. u. sinnba (comprar). e. — português. bons. mono mpe (eu tandjém).s-. tidila (logo). çóço.. serve esta consoante para nasalar as vogais (/. Assim (. como acontece em portuguOs.* Porque. !J. xibua. de a. o <[ue só o uso poderá bem ensinar. além de outras. graficamente. ãbote. Assim: ((lupuena (grande). diukusít (suor). lêem-se: çumba. t('ka. esse som íazondo-so ouvir o valor (não confundir com som) da letra m. A nasala(. um vocábulo. ])elas seguintes razoes: l. etc. o mesmo que ficou dito acerca do m.""^ Porque nenhuma conveniência ou necessidade há em se alterar. u-inhi (mau. Observação. N Mutatis-mutandis. t.M Esta consoante. soam teka (vender). : iàdÍ7npe.s-. más). t(Mn um especial. má. o. t. tem a equivalência de ich. iandi mpe (êle. boa. aproximadamente. duro.

Observação nunca se devem -Convêm bem fixar final. antes de lábio-dental.f. (pois —o que seria. possam ter mais dum valor. ou n. se rauda 7}JÍtÍ. nas línguas portuguesa o franisso ol)sta E cesa). o nada a que uma letra. dadas certas circunstâncias. pelo menos. Exemplificando fefm fvenderj. mais labial que tes de Esta letra sôa como em português. quando se tratasse de verbos terminados em ta. Ora. nsumbi (comprador. vendedora). u. dado que devem sê-lo (').r que assim sôa em muitos deles). (Confira se eh. etc. jila. nte/ci (vendedor. e.. zala. o. numa grande parte dos verbos. . levar a confusão aondo se Pncarem as coisas como Esta consoante. agarrar). nenhuma existe. pi>r uni prin- cípio de eufonia. Ani. e. s. em geral. zúmi. no infinitivo. pagadora) baba achatar ). substituir t. se nfio fora apenas porque. nzina (nome). *•. contrário à verdadeira ortografia. em alguns dialectos do kikovgo. j>. pelas equivalências acima apre- sentadas. em geral. Por isso se escreveu mjili e não . o t antes de i tem o valor de t. z (antes do i). antes de b. se forma o pretérito perfeito indefinido pela mudança emidi ou iní do mesmo a final do infinito.jhia. bakidi (t(T apanhado. ter agarrado). u.// o //. zévu.r. b) Também. . kalLuii (ter acreditado). Assim: nzo (casa). ou grupo de letras. sempre em . antes de a. baka apanhar. teriam de arranjar-se novas regras para a formação dos pretéritos e para a derivação de certos nomes. nzunu (nariz). compradora) fita (pagar). stimba (comprarj. o som doj português. iizila (ca- minho). r. i. e pela anteposição a esto de m. 711. tem.obtiveram-se pela mudança em / do a final do infinito. yiifti (pagador. nzala (fome). (') ConvOm esclarecer desde já que. nzevu (barba). ( i (acreditar). soam: zò. é. — que nem ní (antes de rorj(d). huika : . porém.babidi (ter achatado i.

As do mais de duas sílabas tem acento j)redominante. b) Nos do três ou mais. no. como em português. são m. só por si. nl. bem fixar as seguintes regras gerais: a) Nos grupos de duas vogais. nnclioio. — 3. li. contrar-se duas.° — í>a acentuação As palavras em kiL-ongu podem ser. só do per si. uáua : — — . ns. Tauto no dialecto hísolongo. ou. (Veja-sc o que ficou dito acerca de jiiJ. )i::. devem lêr-st. Quando. com excepção dos dois ditongos decrescentes acima mencionados. Para as excepções a estas regras gerais. regra geral. ióio anate. porém. vi. vc. 6 tónica a segunda das vogais. n. ng. mas ainda porque io ó um ditongo crescente^. pois. as sílai>as são formadas ou duma simples consoante. ou dum ditongo. ieie. e cujo valor ô idêntico. formadas duma. Decrescentes As consoantes que podem. pois. uaua. mp. Podem. auana. nos diferentes dialectos do /. uma sílaba."\ e 3." — Da : sílaba (jo. e as segundas dos ditongos crescentes. formam. da seguinte maneira: (não só porque 6 uma palavra dissilábica e. ai. Bicsmo final de palavra antocodente. estas duas letras são partículas concordantes dos pronomes pessoais da l. liá em kiLongo os acentos que usámos no português. são: ia. ou duma consoante seguida d(^ vogal ou ditongo. finalmente. formam-na também em muitas palavras começadas p(dos gru])os de consoantes acima apresentados. As de duas sílal)as tem acento predominante. Xão raro. iu. deve ter acento predominaiite na primeira sílaba. ie. wi. io. três e mais vogais seguidas. formar uma sílaba. Quando. Crescentes mi. nt. auaia. Como havemos de ver em outro lugar. mi'.i/:o>if/o. serão tónicas as primeiras dos ditongos decrescentes. Os ditongos. forma então uma sílaba com essa vogal. mf.'"' pessoas do singular.-. na priuieira delas. nd. na penúltima. do qual(|uer dos s(\uuintes grupos de consoantes -mh. seguido do uma vogal ou d tongo. antes do quahjuer delas houver uma vogal. como nos diferentes do hi/:onou duma vogal. numa dada palavra. onObservação.— — — 2. também regra geral. ii/. de duas e mais sílabas. como tal. Exemplificando loio. Convém. okuakne. apareçam no discurso como tais.

por ser i)enúltima). o ibi emi)ora). Tuare mbele (traze a laca. Bik'e kíandu muna nzo (d<'ixa Vang'e sinsu (fazo o sinal).i criança). — ) . e acentuado o o de io. por ser deeresconto o ditougo (III. (traze a corda ou traze o atilho). o predominante a segunda.Tuare mínti (traze os paus ou traze as árvores). . Bazi tukuiza diaka sumbána ame (al>re a porta da minha casa). Fife mbele paga a íacai.— Kamb'o nsinga (mostra a corda ou mostra o atilho Kamb'G nsinga kua muana (mostra a corda ou mostra o Zitisa o tafaku atilho . O nkombo mpe uele (o cabrito também se B'ezidi. honra o teu pai e a tua màe). . — — cabrito e o seu fillio). — — : — - — — — i i. Tuaro nti (traze o pau ou traze a árvore^. vava (nós estamos aqui). ekuákue (pelos apresentados para andioío)] áuáie (pelos dados para auaia). Tuaro nkanda (traze TuaFe minhanda (traze as cartas ou traze a carta ou o papel).. —Tuaro nsinga os papéis). — — exercício aplicando os princípios já ostalx-lecidos. andióio (acentuada a segunda sílaba. Ziul'e divitu dia nzo i o ngu'aku (Tiôr. — penúltima.— — — — —— — (pela mesnica razão) iéie (ainda pela mosnia razíio). Diaki dia mboma (ovo de giboia). por ser um ditongo crescente áuâna (pelos motivos dados para auaia) . O ne-ngo z'a-mpemba (o (amanhã voltaremos a fazer negócio). Diaki dia níoka (ovo de cobra). áiuda (tónica a primeira sílaba. iandi nkombo i o muan andi (vieram. o seguinte) Diaki dia nsusu (ovo de galinha). patife ílo leopardo). — — • — . por ser — . Kamb'o nkanda mostra a carta ou mostra o papel). Bik'o nkele (deixa a ospingai-da). letu tuina a cadeira em casa).

.

o plural do alguns artigo a só se emprega com l. liá onze espécies de palavrcas: artlfjo. os.. a ovelha) etc. ) — — o e ntebi (o barl)eiro) . — e zinzo (as casas).'*^ classe e com alguns colectivos. prejjosicão. e. a existência dos artigos definidos é um facto. Quais os que toe ou o. . CAPÍTULO t)o ^ I artigo único : _. o que é certo. partícula concordante. ) taVo^ — (o muanza (olha o casa): tuaVo nti (traze o pau ou traze a arvorei. ver-so há quando se tratar das classes Observações.— /j//i'^ /. comprador. advérbio. como nela^ apenas se empregam quando se fala de pessoas ou coisas determinadas. substantivo. e. Alguns a existência tratadistas destes dialectos do ki/xonr/o ne<le toda a espécie de artigos.•/»^»«/'// ki-(une (deixa a minha perdiz). ao menos. —O nomes da mam gam dos nomes. . verbo. a. senão artigos definidos. a compradora .— — PRIMEIRA PARTE Morfologia Diferentes espécies de palavras Eiu Idkongo. e nzo (a tuaVe minti (traze as árvores ou traze os paus rio). meme {o carneiro. Exemplos: lutela (ou nutela) a_iana (chamai os meninos) Não há em kikongo — i. . Não sabemos no que lundamentam as suas opiniões. São eles a. as da língua portuguesa. —o nteJd . Só o uso poderá ensinar quais os nomes que se empregam com este artigo. ol Correspondem a o.i . no dialecto kisolongo. porém. nome numeral. é que. adjectivo. pronome. conjunção e interjeição.

filhas. Assim incvvedi. pronunciam-se com sinaicfa na jirimcira sílaba. nota) Jkontu (mulheres). De harmonia com tal princípio. no qual é mudado qualquer dos prefixos do singular mu.ditzidns afoniiaifei/raniálica. 'il/pangi (irmão il/vuidi Ana imeninos. litima». niã mais velhaj (remador. e tendo oin atenção apenas os 2)rejixox do plural. CLASSE Não entram soas. Assim: O Singular jl/ímtu (pessoa) filha. costumam os gramáticos chamar /)?r^>os. o. A essa parte inicial dos nomes. sendo invariável a terminação dos mesmos. ó feita mais sob o ponto rle vista poila^^ógico e da clareza. ni. tanto nomes cíjmo verl)Os.> ailmitem maior. Kste. consoante a diversidade destes. se lê nas «Ncíjids paru iiia/ti fácil iiiteliijcncia dv iUfuul Idioimt do Confio. filhos. ou n i"^). ou melhor. podem os nomes do dialecto kisolovgo dividir-se em dez classes (*j. meninas. salvo (piando depois dele s(! segue a letra n ou uiiia vo<jal v. íilho. : : : .^ nesta classe senão nomes designativos do pesplural dos nomes desta classe é em a. que scien- tiíico. netas). primitivamen- te. Foi isto resnltante iioje juiiiríiiio vaiioiuiii. d(j cliamado duas opiniões a \'eio a transformar->i' tandirm di: em in e )i. sobre o assunto. Aíumia (menino./acudo JJriixi-íoUo. assim dividem os nomes em classes. 1. remadoras).) : Pluhal • : vlntu (pessoas). tal re^peito. etc. (-) n fuiico ])refivo siiii^nilar dos nonn's dfsta cla-^iM' foi.jior Fr. iim. n. nmtinu. pronunciam-se de modo cpie o dito u se nào distinj^a." — ho número Em kisolongo. em 10 ciásseis.endo-n(JS que não liaverá limitamo-nos a transcrever o que. remadora). menina. como aliás om todas as línguas Bõnta. mais velho.1 o amiar dos tempos. ^vuidi(remadores. irmãs mais velhas). A preseutíí vlivisào.: iiinrored/. iVkentu (íuulher) A^tékulu (neto. /Itékulu (netos. inidiína.luipangi (irmãos mais velhos.CAPÍTULO II Do nome (substantivo e adjectivo) § 1. I'an'c. d(! Vetralla» «as vozes.. etc). ir- . à parte designativa de singular ou plural. (') Nfiii tiidos os autores fazem a mesma divisãu ilos nomes: uii. que tem a letra n como seyunda da primeira sílal)a. . os nomes são caracterizados pela particularidade de formarem o plural no seu começo. com . g. iClinu. outros menor número Je classes.

bik'e antu. as netas). : : . atéknhi (os netos. Lutala. este artigo é incorporado no prefixo. Mim (oatural ou habitante de . o. . tele antu. Ltikatula. Com os nomes desta classe emprega-se os artigos e. Chama. Vocabulário Tala Tela Tiima Olha. . etc. os artigos a. com os nomes no pluríil. Tirai. òavuidi. . batékulu. nubik'o mvuidi. . etc. I^m geral. Trazo. Nós. alguns dialectos do hikongo. nutum'o mvuidi. Tira.. ietu tualuaka kuu'o mundele. Exemplos: (o neto. akentu (as mulhe- res). nutum'akentu. O último. nutuala Trazei. nutuala iana kun' akentu. nubika Deixai. antii. bana. . knnpangi. lutuara iana kuno muila. . ao. nutere antu.. aos. Luaka letu Chega. Assim: ^xmtu. . lubik'o muana. 6«keutu. ou nenhuma. o m/uitu (a pessoa). O e. Olhai. tum'e tiim'o mpangi . nutela Tiuduaka Chegamos. Lutwda. tauibOm faz /ana.) faz exi. Lnfnnia. Mandai. 9 Excepções: WMiidele (europeu ou pessoa civilizada) faz no plural í/ímdele. mituma . . Kuna (preposiçilo) A. com o ([ual se contrai. classe fazem o plural mudando em ba o prefixo singular. nukatida. Bika Tiiala . Chamai. nomes desta — Em nana. Katida às. porOm.. Taro muntu. taFe antu . a. os Observação. exercício tero muntu. em na. nutero muntu. — J/«ana. nutare antu nutaro muntu lutale antu lutere antu lutero muntu. nutuaro muana kun'o muila. . turno muntu tum'o mvuidi bik'o tum'avuidi muana. o nféL-uhi a neta). Deixa. só com plural dos nomes que depois do respectivo prefixo tem apenas uma consoante. uantu. artigo o omprega-se com os nomes no singular. lutalo muntu. para. . Manda. tnaFo ntekulu tuaro ntekulu kun'o muila tuaro muana kun'G mundele tuaratekulo kunakentu ietu tualuaka kuna muila. nutala Liitela. : . Labíka. Noutros. à. .. lutum'o nkentu. e antn ias pessoas). .

Incluem-se nesta classe os nomos começados no singular ])or m ou n (nasais duras). AV. já a (da pertenceram com o prefixo mn.. . \koko...i .. : nervo) iVí/nvidi (pulex-pouetrans). hilhotc) (por muoio) coração. Os nomes desta classe tomam no singular o artigo o. Xki>il. J/Aivu (anos). (raízes. pela anteposição de mi ao singular.'o) ( Muleiíiho (dedo) Xlemho. barro) Musi)i(/a (corda. d//elu (limiares da porta). iVinkanda (cartas. KiMurxmi (ilialpcto aliiu tln kikonjío) Mnfiiiio (ofício.[)rofissáo). proHssái)). Muhi. N^au.l//^/n//M(jfício. Mnsoiiia (for(|uillia. _ 10 CLASSE : 2.rl feitiço) Miikiiku (C(jzinha) I . senhor) Xthm. Mulcoko rio) Mnkis! {teiti(. atilho). Xktikii (cozinha)." Todos os nomos í|uc tem no singular o prolixo mii.* : classe. porque. Miitinu (níi. árvore) Xti. ofícios). ofício) .iNfío (moilrnio) pau. ^Jue\\l (limiar da portaj il/vu (anoj . vidas). Miuiua (hôcai Mntoto (terra. Nsonia. garfo).. mas que não portoncom à 1. : Pluhal .arga) Ntete.^. os demais.^ Conipreende esta classo 1. Mui de ( j)ano) Xlele (pano). X'/iilolc (panos ). vida nervos) Ji/nvidi (pulex-ponetrans). Isto se podi^ V(M'ificar no ([uadro (|ue segue KiKoxco Miíti ( (antijío) KiK. Nsinrja. n (nasais duras).. de facto. J/funu (j)rofissrio. . Xtoto. Observação. l^niunu (profissões.l//an/. Mioio (corações. A"lelu (panoj A'kanda iV/oio (carta. Miitete ((./n/ ( feitiço). Os ([ue tem no singular o prefixo )i>u fa/em o plural pela mudança dOsso prefixo em iiii. por designarem nomes de sores irracionais ou inanimados !í." Os nomos começados no singular por m. e no j)lural o artigo c. i)ou-se — com eles o mi^sino (pie com alguns da 1 . Assim : Singular il/??anzi (raiz. bilhetes).

. tare mianzi. tualo nlele. taro nkanda. nuzenge minti zeng'o nsinga.j 1:1. mizenga Xiifita Cortai. quando a este se segue o ou u. Assim. mas que. zeig'e miaazi.^ Todos os noni.3S cujo [)relixo singular é ki. etc. Assim: moio (por miioio)— coração.n pxrto lUiita cLisse. nuzengo nti. 11 Mulemho (dedo) Mu. CLA. lufit'o nlele. nufito . talo moio. moio (por miiolo) preguiçoso. vuz'o munvidi.>>'o/«rt (forquilha. fifo nlele. niele mia-kufí (panos curtos). etc. taVe mielu. luzenge minti. luzeng'e mianzi. taVe mindele tare minkanda. por mintinu mia-biza.ilar o preli\. exercício Taro muanzi. vida. luzenj'p muanzi.^soma (forquilha) Miitete (carga) Nlemhu (dedoj. com o andar dos tompos. íxzr. advcrtir-se que. 2° Alguns nomos quo já se em pregaram com o prefixo ki. iV. por miiilele m!<i-kufi." : 3. hindi (trauqueta). Oá primei- O uso c oi lUciouários aptíiias p > l jrào crisiiiir qii lis os nomes qiu'. a ivspectivA lista é mais <lo domínio «lo dicionário f£iie de um i gramUica. Muxima Xtíma (coração). tale mioio. Pagai. Suprime-se o u do prefixo singular. beou (beiço). bakam (tabacxueira). . luzengo nti. diz se com freqiiência: ntinu mia-hiza (bons reis). taVo muavidi taVo muelu. tuale miikanda. tualo nkisi. mongo (por muongo) monte. Como. toiído no sin:j. tualo nkanda. Paga. talo nkisi. luzengo nsiuga: zenge minsinga: tualo ntete. garfo). Ntete (carga). bola .SSE Esta terceira classe compreendo 1. vuz'e minvidi. em muitos dialectos do klkongo. tuaVe miutete: tel o ntiuu: tele mintinu.. o pordoram (^). Arranca. zeag'o nti. porôm. . nlele. taFe miuvidi. zeng'e minti. Lnzenga. Lujita Pagai. São Cios c-in grandi! número. liinitamo-nos a mencionar os seguintes: kii a (i) não (batata doce). Muuu Deve ainda (ano) (coração) 2fvu (ano). zeng'o muaizi. há actualmente uma grande tendência para o abandono do prefixo plural dos nomes desta classe. taFo nlele. — — Vocabulário Zenga Vuza Fita Corta. talo moago: tale miongo.

Assim kinipafl.. /.» o outras congéneres. nzna\ k(k<»i(/o. kni (inaclictc). hika- kn. l* 1 Vorn A^ít/m (verlto) a n tá- Planta. . ic. : Kiiiguadi (perdiz. ])ordigão). Kinkutu (camisa. o ])ovo.kud ípanela. IMatánios. o dialecto do Congo j)reciso ])écie . . efe não coniinidir o /. Fu (costume) Lumhu (dial Os n<»m(>s dnsta como \\i) plui"al. com a significação de «o povo de ». os nom(>s desta classe fazem o j)lural /.. hl.'irai. Kikada (ponto. blusa). l'\'ila.. . o povo. . : — ( Kuii'^u) . alnnu (sinal). — 12 ros fazem o plural pola mudança do kl auteposição do i ao singular. 10. líii. —ti língua. kiiiffida. etc. mos.. Veste. a terra. Este antepòe-se aos nomos do regiões e de pessoas.s«/í'/'(/a (cousa'. .. '/'tuifita / Mta Kimhinihi Tu((ro)i(l(i Paga. duri (rpicixn).uadi. hulc (tornozelo). hiimn (cnlpa). tanto no singular Observação. kololo (tosse). a terra. «o dialecto de . -a terra. Uni (inctadi'. classe llumbu. VagáuKJS. ou a Casa do )ifiiiíihi. --a terra ou a casa lio iirikd : l:hit<iinJ)i. htnlada. ou a casa do )if/i(I<i. ( 'odorniz. íiti {\\vr\'\)^ fífia (iriíiiílva/. hikada. biuli (gatu). ([uer dizor — o povo òu a casa do mpati: kiinukd. liikutu./. nirio).intli.?/lunda ienxa<la'. If. Itniulii (relva). Ikada. (l»acia\.':< (luar). «a língua de ». inutfa (casaca).le (ilanya). prolixo. Jni. luni/o (inoilieamento). . os segundos pela StKdULAH : TiAiiAL . LiHiiii/aotn (camiseta). siha (var/ola) . hinida (franja. \'imta TuaviKtta Tiuivova T>i<ikaii(i Vestimos. Vocabulário ]\>n(h( Mata. Assim : om /. escada) Kiui (soml)ra) [u. /?<&>. l*\'dámos. tomam o artigo c. em em lu- Assim: hlitfjuadi. dlinlni 'l>. tiinji (])a))(t ili. av<'). ti'n^^C^l•o)Jnlllhl-lllnll<l cometa l. esdo pronome. helebi (peneirai henl (Hòr). — gar Vj (l(> Em alguns dial(M*tos do kíkoiKjo... /mia (animal irracional). com ki. binl. ( fuadi (niaiiiUoca).. ou a casa do kinzau. Iniiihua (comlinicnto. urla). honf/oio (cotovelo).

liaki. Luíale lunda-hmda. Vonde iiiguadi. liinu. letu tuavonde imbimbi. Vov'e kikongo. Fit'e lekua. Bike inkutu. letu tuafite ibola. por. letu tuafitc kinguadi. Tuavova kikongo.f divitu di-aku dia-biza. e meme di-ame.se di-etu. com Ireqiiéucia. tem de ser precedido do respectivo artigo. o prefixo a[>ar(^ce junto a : — outra ou outras palavras que hajam de concordar com o 2. por dilonç/a dia-mpm-na: c s'ef>i. letu tuavate kinkutu. letu tuavonde kimbimbi. (1) Em //.lialectos do I:iko>i!/o. Tuavonde inguadi. Tuafite bola. e ritu di-aku dia-hiza. classe são. livilu. AíV/ki. por isso. Com os nomes desta classe empregam-se os artigos c no singular e o no plural. Tuale inkutu. diz-se: e vitit di-aku. empregados sem o prefixo di do singular. lihu. ffular era tmi alguns . na frase. 13 EXERCÍCIO Vonde kinguadi. Vov'e kisolongo. letu tuavond'e inguadi. Ma\'m. Vuate kinkutu. Os nomes desta Observação importante. . etc. Assim SiNGULAu : Plckal : Zíínkonde (l)auaua) i)iVia (horta) .sim Lincondc. Vond'e buiu. letu tuavonde Uiiguadi i e kimbimbi. letu tuafite kinkutu. Vonde imbimbi." Quando. letu tuakune fuaái. letu tuavonde inguadi Tuavonde imbimbi.° nome Quando o nome é tomado num sentido determi- nado e.l/aukonde. Bik'e kinguadi i e kimbimbi. por c divitu dia-ku. letu tuavova kisolongo. Vonde kimbimbi. Assim. Dá-sc isso 1.1/í'su.. por e di. : esta classo todos os nomes que tem dl {^) como preO seu plural Ibrma-se pela mudança de di em ma. licUi. etc : . i)or e dimeme di-awe. longa dia-mjjuena. Dhiiw (porta) i>/aki (ovo) Diim (dente Dhvi (Olho) ) Mem\. i¥r<vitu. os nomf-s desta cl ass(! As. Zenge titi. Vuat'e iiikutu. CLASSE Abrango fixo 4/^ do singular. Tuavuate inkutu.

mame. etc.. Deve. do prefixo di. etc. ('OnvOm ainda notar (|ue o i. radical]. Finalmente. Seu. Por isso maki. Kuiula Cumprimenta. encontrando-se o a. confundindo assim o p. etc. por isso.14 Daqui nasceu o erro do alguns formarem uma classe especial de nomes com o [)refixo em e. e nílo diisíi. Ziule vitn. Tah mavitu. Talo uiavitu i o ma vata ma mboma.. ([uando com êle se encontre. Sumbe meme meme. Sumbe meme di-ame.significação singular. A esta classe pertencem muitos nomes. letu tusumbo mameme. landi osumbo mameme maku i o letu tusumbo mankonde. De igual modo. menu. (*). Tale via di-andi. dela). minhas. diz-se: me-su.. landi ozika ( fedia i e vitu di-aku. letu tusumbe meme dia muana. menga (sangue). . letu tusumbe dimeme. tuas. Di-a/:a . etc. . da. ral e . diiiiu. Tuxumba. Ziule e vitu di-ame. com um suposto prefixo. inakanya (deserto). JJia-aiidi . Dia Do. minha. Abre. por isso. com (/ radical. sua (dr-le. Comi)ràmos. da. Ziule vitu di-aku. o i radical também se contrai com o a do prefixo ma do plural. Maku Teus. (carneiro ou ovidhai. di-aku. dando essa contracção e. Tale divia. Sumbe meme. contrai-se com cie em a. Sumbe dimeme. dinii. artigo singular dos nomes desta classe.. Sumbo malandi osumb'o mameme. Mame Ma Mau ^íeus. Ziulo vitu. suas. Talo maki ma nioka (') Em alguns dialectos uão tem lugar tais contracções. por maaki. Do. Sumba mameme m-ame. Meu. etc. Tala maki ma nioka. Ziule divitu. ma- Ziuro mavitu mame. rnainu.. escrovcr-se disu. principalmente de matéria e qualidades que tem forma plural : . tua. Talo mesu ma muana. Assim: maza (águaj. Teu.. do prefixo do pluma. o não malmi. Ziule divitu di-ame. se contrai com o /. exercício Kund'e se dia-ku. Tala mavia mame i e maku. Seus. Vocabulário Sumba Ziida Di-aiiie Compra.

Em . aSVí/« (por kusala) ki(-hifji — muito trabalhar. Meu. todos os verbos. . Ku-aka . ficando apenas nos verbos kuenda (ir). pelo menos antes das })alavras que hajam de concordar com o verbo topelo menos mado substantivamente. em vez de kiiolo. Ku-ame . do. Nosso. tuas. sua (drle.. encerra ela. É por isso também que se escreve iiioku alguns dialectos do kikonyo.. Neste caso. tua. em vez de moko. todavia. Por isso se escrevo koko. Assim SlNGLLAK : PlLKAL yl/alu. do prefixo ma. }t'-aku ^i'-efu }i'-akii Ku-andi . !)<' facto. (i) Qnan<lo o prefixo í:u é segiiiilo de um radical fin o. Seu. e p classe tomam o artigo o no singu- no |)lural. Exemplos: Uia (por kudia) kua-mhote—hom. trabalhar. ilioko. Teus. a ela pertencem. /vn-a . uma classe não faça-parte senão grande quantidade de palavras. Este prefixo desapareceu. . Seus.. tomados substantivamente. de lacto. kuiza (vir). — Posto que desta um reduzido número de nomes propriamente tais. todos os verbos tinham (no infinito) o prefixo ku. Meus. 15 CLASSE : 5.. só nessas condições éle rea])arece. Teu. Ora. .. noutros tempos. comer. sviprimc-so o ti do prefixo. ou l)oa comida. . diz-se míoko.. ou trabalho penoso. Koko braço) (M Os nomes desta lar. das. suas (deles. como em português. também em k/konr/o se pode tomar substantivamente um ver]>o. dos. I Alílu (perna) Kuin (orelha) (uicão. da.. Formam o plural mudando em ma o])refixo kiL do singular. ou muito trabalho. Tamhrm o a... De. Dizemos porque. delas). reaparece o antigo prefixo kn.. . como ainda hoje acontece no dialecto kinihinulo. e não iiiaoko. Observação importante. MaXw. nossa.^ E constituída esta classe por todos os nomes que tem no singular o prefixo ku. É ponto averiguado que. Sala kua-mpasi — — — Vocabulário M'-aine maaiiie) (por . minhas.. minha. dela). se elimina antes do radical o. em muitos dialectos.

lanto no Vocabulário Ueiida T.se diz tose. de. K por is.i um radical (\oo. Lutale moko ma iana. M'enu Vosso.sior. Bik'o i i CLASSE em tu. Bike matu m-ame i e m"-andi. Fito dia ku-a muana. exercício Biko kulu kii-ame. P. VWkata. Seus. 1)(\ garda.. Lutalo koko ku-a muana. . etc. 7bto. Lu—d Do. tuola. tolo. Biko koko ku-ame o ku-andi. do. Zoto (colher) /.. 7bse. dos. \'areta de espin- Liisahd Lu-dJiic Fita Liioida Tk-íí IMeu. do. Bike malu m'-etu..nLiicLn . Biko kutu kn-ame. Tninda. Biko kutu ku-andi o ku-ame. dos. (1) inoi^ado por tose. Tale madia m"-au. lota. Tii-iiiitr das.. Tale moko m'-a nkaka i e m'-a ntékulu.. da. Ide. Bik e malu m"-aku. dela). dos. da.. tola. (ha. Bik o kuhi ku-aku. [)aga. (2) Veja-se a observa^-ão aos nomes da classe si-guinte. suas (dele. M'-a De.so que . luolo. Bike malu m -ame. Bik o koko ku-ame. cara) (-) Ji/muenu. Biko dia. Tale madia m'-etu. niiidias. emproga-se como no plural. tunue. minha. loto. O sou ])lural l"orma-se pc^ln nuidanoa de hi Assim : Singular : Plural : Zíímuenu (espelho) Zííinda (candieiro. Inola. Praia. Lutale madia m"-au i e m'-etu. 6/ Compreende esta classe todos os nomes que toem lu (*) como prefixo do sin^^ular.•l^^•ll•. luz) Zííkata (caixa. em vez de litose. Biko kulu ku-andi. das. kulu ku-a muana. vossa.. ^leus.16 M'-aiiJL . o u prefixo desapareço. Biko kulu ku-ame i e ku-andi.Ota (impigem) Com singular os nomes desta classe. Inofo. Fito dia ku-a nkaka. etc. Bik e matu m"-ame.. 7bta. . lu. o artij^o o. Tualo dia kuame. mala) Zuse (rosto. Vai. sp .. Toilas as vt-zf^s qu»' ao v dos pn'fixos /«. das.

Uenda fifo Uenda fito lusaka lu-a mundele. pimpa z'a vinu (pipas de vinho). (') etc. Lutalo lota lu-a muan'ame. 2. Zúnpaka. Uenda talo lukueku. em todos os uma enorme tendência i)ara — — há hoje dialectos se abandonar o prefixo ()lural dos nodesta classe. Fifo luinda lu-a mundele. Zmdala. ouve-se frequentemente mbele z'a-hiza (boas facas). Formam o seu plural pela anteposição de zi ao singular. /o/ó/o za-biza (bons fósforos). Fito luinda lu-a muaname. Lutalo lota lu-a muana. .. w). n. mi)2Í z'a-mpeiiibe (aves brancas). Biko lukata lu-a muana.° a maior parte Jos nomes começados no singular por m. zimbele z'a-mbote. Zmsampatu. Biko tukata tu-ame. Fito lusaka lu-ame i o lu a muana. Deve advertir-se que Observação. vuni z'a- do klkongo — mes : mftiuia (aves selvagens). Talo lukueku. Lutalo loto lu-ame i o lu-au. ngomhe za mundele (bois do branco). vore) ÃVímpatu (sapato) Z-api (lápis) Zmsungu. zingontbe z'a mundele. zifofólo z'a-mbote. butau za-biza (bons botòos). naqueles que ainda o conservam. Uenda talo tukata tu-a mindele.'' quási todos os nomes importados de línguas estranhas. Fito lumuenu lu-ame i o lu-a muana. mbele z'a-mbote (boas facas). De facto. Uenda fito liikata. Talo lose lu-a muana. lusaka. — — — Assim Mbele : Singular (faca) : Plural : Zímhele. Tualo totó tu-a nkaka i o tu-ame. LutaKo tose tu-a antu. Lutalo loto lu-a mundele. CLASSE 7/ Abrange esta classe: 1. : zipimpa z'a vinu. AliTuns nomos (poucos) também admitem e como artigo singular. 17 EXERCÍCIO Uenda talo lose lu-a nkaka. por zimbele z'a-biza.'^ todos os nomes começados no singular por nasal leve (m. Mpucsi (curral) A^í/ala (ramo de palmeiraj A^^ungo (ramo de qualquer ár. seguidos do outra consoante 3. Zílapi. Uenda tal" o lukata lu-a muntu. Com os nomes desta classe emprega-se o artigo o no singular e e no plural (\). . Uenda fito lukata lu-a mundele. Biko luinda lu-andi. zinuni z'a-mfinda zibutau z'a-biza. .

. Assim : . (dele. lialahi (ou) hmdala (um ramo de palmeira). Mpmda N'guha . agarra.. Z'-(ii( Bala Z'-ame . Baka mpinda z a-biza. Z'-Hu.'"'). Fita zinsampatu z'-andi e z-ame. z'-enu e z-au. Jinguba.. tem lu como II em geral. mbu (mosquito). o m ou que tem na presente classe. Uenda bake zimpinda. Uenda baka zimpuku kuna mavia m'-ame. Fit e zinsampatu z"a mnndele. Uenda bik e zimpinda. perdendo. delas). se deles quisermos apenas referir um indivíduo.. Tuale zingombe z'a-biza. Espécie de rato do Z'-(i/i(i . . Bak e mpinda z"--ame.'^ classe.. . Tnale zimpinda z-ame z'-aku kuno nkaketu. .. Teus. campo. mhila (ramo de palmeira). Tuala nsungn z'a-mbote. Knne zime pinda kuna (nas) mavia m -a muana. e z'-aku. Apanhar. Uenda baka mpinda za-biza. e i i i i z'-andi i e z'a iana. Uenda baka zimpinda kune via di-ame. Baka ndala za-biza.. Vossos. (lue sao em Idkongo nomes colectivos. Dir-se há então: Inhu (um mos<iuito). apanha. os nomes iiivu (cabelo branco). prefixo singular. No plural Stlo sempre da 1 . anteposiçào de ma classo por certos nomes ((uc outrora tiO seu plural forma sí^ pela ao singular. nossas.. . tuas. Seus. agarrar. Tuale zinsampatu z-ame. e z'-akii. iniciais — Vocabulário Mpnhu . Bake mpinda z'a-ame. suas (deles. Assim. Uenda bake zingombe. entfio. Meus. Claro ú que. por exemplo. Fit e lapi i-ame. isto é. . . 18 Certos uomes dosta classe (os colectivos ). e z -andi e z -aii. Nossos. passam a pertencer à classe antecedente (0. . podem passar ii classe antecedente. Z'-an(li. Tinguba. Uenda bak'e zindala... Baka mpuku za-biza. suas dela). CLASSE E veram constituída u (^stn 8/ como pr«'fixo (hj singular. Seus. querendo touiar-se num sentido individual. EXERCÍCIO Uenda bake zimpuku. abstraindo do toda a idea de colectividade. luvu (ou) liiitcu (um cabelo branco.. Bake zingombe z"-ame. minhas.. Z'-emi . vossas. Bake ngnba z-ame. .

. nora) Luw^w (piroga.. Tu-kuenda . genro. minha. etc. ubsu (rosto) masii (rostos). da. Vás. Anàa (^tipóia) Ta (arco. ^V. . i'-ame ^feu. etc. Telo mako m-ame. Kuna o jiara. mauanda doenças). Fif . Vai. Vocabulário Akii M'-aku A7 Teu. Tuaro manda m'-ame. Biko lungu u-a nkaka.o 19 Singular : Plural : (sogro. buta (espingardai. mata (espingardas). mata (esi pingardas). ma>m (rostos). (Veja se a gramática //írt»í/rW( de Heli Cliatelain). Ame C-a povo de. Kuna ki ko aku tu-kuenda. maula (aldeias). Bik'o ko ame. tuas.l/alun^-u. fazendo o plural pela ma..}. vhta (espingarda).. armadilha) J/«lunga.se as gramáticas dos dialectos do Loango e Cacongo. Lu-enda kuna ki mako m-ame. (rede). Flfo mata m-ame. Fito ta u-a muana. N-knenda U-kiienda A'ou. Uenda kuna ki ko aku.lAmda. fazendo o plural pela simples anteposição de ma ao singular. Vamos. Tela mako m'-aku. Uenda kuna ki ko ame. mudança do bu ou ub em Assim: buala aldeia). Com singular os nomes desta como no plural. Biko lunga muana.— Em os alguns dialectos do kikongo nomes desta classe tem o singular em bu ou em uh. A casa de. . Fito ta u-ame. Tuaro lung'a muana. tua. Tualo lungu u-a mundele. Lu-enda kuna ki ko u-a muana. Do. os nomes desta classe conservam ainda o prefixo u do singular. Tero mako maku. tanto no Observação. Mata. Tualo anda ame. classe emprega-se o artigo o. Tambôm em kiiubundo. /-íínga (anel. manta (espingardas) naxi {doença. dialecto a que já nos referimos. Telo mako m'-aku i o m-ame. Meu. argola) Ko jy^ko. bmii (rosto). (Vejam. Assim: uluiigo (piroga). mauln/if/o (pirogas). uta (espingardai. 0-kuenda exercício Kuna ki ko ame n-kuenda. uajida (redes). Talo mata m-ame. minha. sogTíi. Teus. Talo ko ame. dos reverendos Carrie e Usseli.

. tanto no siugular como no plural. ela). medos). Mpasl . doença. Estes nomos não tom plural. tom apenas uma forma. CLASSE Comproendo osta classe muitos nomes abstractos e al}. quo significam iKjuaUdade característica ou ofício do ente representado pelo nome concreto de que o abstracto se deriva. Fita malunga mame. Tualo malmiga mame i o maku.íuns concretos. olas). Sofrem (eles. . (meles ). (receios. L'ene (reinoj Cmauihi (divindade) 'ene (reinos). sofrem muito (eles.:'iiu// he. . »'iii alguns dialfctos ilo kikongo. elas). . Kiuina Jàa-inhi Cousa boa Cousa má (é). Deus.' muaname. Chatelain «O prefixo v sorve para a formação de nomes abstractos. unzamhi. O uonga kiuma kia-mbi. nhaxi. —iiioiiaiifia Kstão do.. divindade» : : — Vocabulário KiuriKt kia-hiza. Tualo malunga m ame i o ma 9. Biko lungu u-a utekulu aku. NzainhI. cujo comido singular é u{^). Um- (>) Tamhrm vil. Ex. haxt. sofren- ()-mona mpasi Sofre (Ole. Assim : í. O uandu kiuma kia-biza. transcrevemos o que acerca destes nomos se lê na citada gramática de 11. ou melhor. Para ver-se a afinidade que existe entre o dialecto Idmhundu o os do kikon<io. Uimi (avarozaj Uongii (receio. môdo) 6'iki (mel) (avarezas). (é). imiiics (U's(a classe. Com os nomos desta classe emprega-so Observação. o doente. Biko limgu u-a ntekulu ame. o artigo o. exercício Tuaro uiki. Be-inonampassi. O uene u-a Nzambi kiuma kia-biza. O uiki kiuma kia-biza. L'nzambi (divindades).'andu (ervilha) Tandu Timi T/ouga L^iki / (ervilhas). 20 lungu u-a ntekiilu ame. . trm bu.

O muan'ame o-mona mpasi mu (para) bak'o ulu.— 21 pofo (cegueira) kiuma kia-mbi. que «antigamente os prefixos e as classes indicavam a natureza dos objectos denominados». Observações finais sobre as classes dos Na enumeração das classes seguimos a nomes. Assim : SixGULAK : ' Plural : í^^mia (lugar. Este prefixo não existe em làsolongo. E antu mpasi z'ingi be-monanga mu baka o ulu. be-monanga. l)em como poucos são os que assim formam o diminutivo. apenas. que. Fita o uiki u-a muana. entre os quais Bv?ntley. Diz Ileli Chatelain. Bons lugares Deus está em toda a parte (em todos os lugares) o Xzambi — — o-kalanrja muna muma Este nome toma no mua-oiisono. Alguns autores. CLASSE 10. formam ainda uma outra classe de nomes (diminutivos. singular o artigo o e no plural e. sítios). na sua gramática do Idmbundo. do que formar com ele uma classe especial de nomes. O ulu (uuroi kiuma kia-biza. — ordem que acima fica. E zimpofo (os cegos) mpasi z'mgi ntekiilu ame o-mona mpasi mutia baka o uaiidu. sitio) MumR (lugares. Forma o seu plural mudando ora ma o preíixo ua do singular. O Atekulu ame be-mona mpasi muna baka o uandu. prefixo serve. sim ou não. E antu be-mona mpasi mu baka o ulu. . antes se deveria tratar desse i)refixo ou ])artícula ao tratar-se da maneira como os nomes — fazem o seu diminutivo. esses nomes formarão uma classe aparte. segundo a nossa opinião. como poderíamos ter seguido outra. Exemplos: Bom lugar vuma v'a-hiza (ou) vuma v'ainuma m'a-biza (ou) muma ni'a-mb()fe. Demais. Lubik'o ulu u-a muan'ane. no envisto que tal tanto. O uimi kiuma kia-mbi. é relativamente pequeno o número de dialectos do klkonrjo que possuem tal prefixo. Lubik'o uandu u-a muan'ame i o a ian'andi.s nomes das diversas classes (para o (pie basta antepor-lho). diremos. com o prefixo singular /?'. por ser isso cousa indiferente. Abstendo-nos de discutir se. para a formação do (Uminutivo do.' Esta décima o última classe compòe-se apenas do nome vuma (por yauma). -mbote. Nubik'o uandu u-a ntekulu ame.

* (prefixo singular /. Na — tivos. Na G. os nomes colec1 . além dos nome» do certas j^artes do corpo. etc.'"' classe (prefixo singular mu). leves). etc. Na õ."'' (prefixo singular m). todos os verbos. encontram-se nomes de seres Irraciom. apenas fazem parte nomes de penftoa*. Quadro das classes do dialecto kisolongo riasM' ./). liurjuas. Na 9.^ (radical em )n.22 Assim seria. os nomos. e a maior parte dos nomes importados de línguas estranhas. os nomea tomados individualmente. Na 2. cm kikoiKjo. e hoje também duros).''' classe (prefixo singular wv.''' (prefixo singular /. instrumentos. qna/idades. n os derivados de verbos (agentes pessoais). geralmente abstractos.'"^ (prefixo singular /u). /ora/ idades. Na 3. nomes de objectos. n : — nais. realmente. árvores. pois <[uo.-«/i. além de outros. que tem uma só forma. ainda hoje se notam as seguintes particularidades Da l. ou serefi racionais.

2a Prefixos. segundo Bentley fiasse .

24 Quadro das classes do dialecto do Loango. segundo a gramática do reverendo Ussel (ianhPK .

ser que fptatificar . Assim. Nomes nn pessoas : N>. ca.*' Se so trata do pessoas. devem fumar o prefixo concordante da classe e do número dt^sse nome (Vcja-se ailiante o que sejam prefixos concordantes). geralmente.— : 25 ludica-se-lhes o g('nero das seguintes formas 1. rcspi-ctivanniitií. — — % 3"— í)o nome próprio Os nomes próprios são. PovodoN/. pois. feminino. não raro. Observação. muana-nkentu (rapariga). Segue uma lista de nomes próprios. rcsj)eetivamente. taml)èm. emprega-se a-koko com a mesma signiHcaeão que a-mbakala. a-inòcdala. chegado ([ue a ela seja. Em alguns dialectos ão klkongo. Em kisolongo também se ouve freqiíeutemento /ioA'o di a-nsusu (macho. Nzau Elefante. Boi.» classe —r/<aAa/a. a-ukanlu sào ik-rivailo. pôr ao alusão à distância filho o nome de Nseke (que significa longe) a que se encontrava. do nome do respectivo fundador. siguiticain masculino.ivras a-inluih-ala. tratando-se de povos. dimeme dia-mhakala (carneiro).^^ ilu» nomes da 4. por nsusu a-mhakala. e ainda a meros acid('ntes ocorridos na ocasião do nascimento das pessoas a ([uem são dados (se se trata dos nomes de pessoas). Ou dá-lhe o nome do lugar aonde se encontrava em tal ocasião. feminino.sexo feminino. quando recebeu a nova. Assim: >««rtu'rt-/rí/?a (rapaz). plantas. Mvika Ngomhe va- Kimxlka Kinzau Povo do Nhui. com a respectiva significação. para meliior so avaliar: — . ou o do lugar onde o nascimento veio a dar-se. as pal-. Povo do Mvika. (jue signincam. alusões a circunstâncias de tempo. ilinhentu. Os nomes de regiões ou povos são tirados de nomes de feitiços célebres." classe. nomes apropriados de cousas: animais. das condições topográficas. um do sexo masculino. Lnnuango Kinlau Bebedouro do leopar(hj. a~nkentu. tim -ler do . a— ukentH. 2. e.au (') Os qualificativos a-kala. ou homem da galinha). que. qiu' significam. e. masculino. tvnliani iiin nome que nào pertença à 4. dimeme dia-vkentii (ovelha) (*). lugar. ou outras." Tratando-se de irracionais. Escravo. em geral.)MEs pe povos: Xseke Longe. Será o suficiente para. etc. empregando depois do nome as l^alawiis a—/cala. Qua:i"lo. por exemplo: um indivíduo recebe longe de ca-sa—i\ notícia do nascimento de um filho. etc. respectivamente.

comprido. em kisolongo. (tonstituem elas a l»eleza ^\ harmonia dos dialectos do /. Tiro. por classes e números: (') ()|ii)rtuiiauii'iitc sr tr. CAPÍTULO Das t>ariículâs § ITÍ concordantes único As partículas concordantes são monossílabos.. Xtinhiululi. l^sse papí^l é desempenhado i)elos monossilabos.. hihongo em é invariável a termiuaçào dos vocábulos. aos (|uais. inc(juipreensível seria a linguagem. Kliuiunqula . N. zi. Mj)in(la . . Assim. cuja iunçílo principal é fazer a concordância."' classe). t(MU como partícula concor- dante ([(articula concordante do plural dos nomes da 7. Como já ficou dito em outro lugar.seufjp Xtambi X(»i(/o Pegada. Tingubn. Po\odoNtaiiiPaii bi. em número. d*' hajam — ( tivo i').i/. por um lano. Kinfant})! PovodoNgângula. Daí a necessidade de (|ual(|uer sinal que dê a conhecer se eles estão no singular ou no plural. poríjue a palavra Nsuka (o mais novo). Estas partículas (quo não devem confundir-se com os prefixos das classes) são as seguintes.^ta csiiécic ilu colfctivu. dir-se há: Ne Xsnka z'a Xhuino D. se eles iossíMU omitidos ou náo empregados rigorosamente. -. E importantíssimo o estudo destas partículas. . das palavras entre si. por outro. damos o nome de pavticalas concordanten. As palavras que com estes nomes concordar tem de ser precedidas da respectiva particiifn concordante. ])uis se. ptda lunçáo que exercem. Nsuka de filho de) Nkano.irá ilc.ir. ^Vr(3Ía.26 Xrjâ>}(/nla Ferreiro..^s. nomo colec- Observação.07i(/o.

27 .

Jiu/aadi la-inbote. otc). a—nkciuhu. ))oa vaca). di. otc. lu. Xf/oinbe z'a-biza (bons bois. kl. Observação. ovelha branca). a-mfiuda (selvamarinho. u. diz-so: Minitif a-hi. Munia iit'a—biza (bons lugares). ctc). boas irmãs). boas mulheres). a-imiza.ào |)(jr ([uc outro lugar diremos qual a entfMidemos (jue devo (íscre\*cr-se a- -iKjoh. A) - Da forma l^m k/ko)i/jo são uniformes todos os adjectivos. justa. v ([)or va). mas unindo-o por moio áo hífen). bom perdigão). Anta a-biza (boas pessoas — buns homens. ahikf. l)ons p(n'digôes). buas argolas). a-lidu. l)Oa luz). rii (por ma). grandes libeirasi. qno se eu- . Mnila ((-inpuena (grande ril)eiro. Ateknhi a-biza (bons netos.za (boa i)essoa). a-nifivda.f. ku. pois ([ue as [)artículas mi. \'inna r'a-biza (l)om lugar i.j. etc. ervillia. (bom irmào. a—bih-((. Lun(/a iia-biza (boa [)iroga). feia. grande árvore). Miiitl >/iia-)ieii<' (grandes paus. a-nkeinha <i-m})iu'U(( grande. boas netas).28 «ladeira. ). ( ( i gem. Miiila iiiia-i)i/jueiia (grandes ribeiros. Dimeine dia-mpetnbe (carneiro l)ranco. Nf/oinbe ia-biza (bom boi. M<du iiia-iii/jueiia (pernas grandes Mj)(nif/i a—inbote i. Xti ua-)ieiii' (grande pau. (boas ])ordizes. otc). otc. ))oas vácuas). boa irmà). claramente se poderá ver que os adjectivos não tem mais (pie uma forma. Ktc. Kiu(jH<i(li kia-inbote (boa [x^rdiz. (como muitos fazem). Maltiiifja iii'a-biza (bons anéis. Aiiijxnnji a-biza fl)ons irmãos. i. boas luzes). n-mi'i. Xtcknla a-biza (bom noto. — Km ra/. Luindit lna-iid)ote (bom candioiro. a-iiui (glorioso. grandes árvores). Mameine iwi-iupcnd/e (carníMros brancos. ). a—/iipne)i(t. l)oas netasj. Assim. grande ril)eira). tu. justo. r/ti ua^biza (bom ouro). a-lidn (íeiu. (i-kUdeL-a. /\idu kiui-iiipncna (perna grauíb'). Tniiida tna—iid)ofe (bons candieiros. ovelhas brancas). otc). etc. boa nota). (separando o a do nome. Vandn ua-biza (boa boas ervilhas). Atckuln a-iiibote (bons netos. a-maza a(|Uíitico. o não angolo. <'tc. Pelos ex(Mnplos aj)resentados.

necessá- quando faltarem os advérbios.e budi mu é menos forte do que o leopaj'do ngolo (OU) e budi ke riokele kuandi o ngo mune zingolo ko. . A tua horta é maior do que a minha ngnei u-tela di-viokele e di-ame. nos adjectivos. e ainda por meio da negativa ke o ngo i-viokele . . 1.- . indiquem superioridade ou excesso. são. . o comparativo em kikongo é de trt^s de . exprimam a qualidade em maior ou iueiior grau. : — . como estes. em kikongo. jectivos da mesma maneira que o antecedente (invertendo os terko. como já dissemos.Içixain de sf^r (') precedidas das partículas concordantes dos nomes a que se refrrein. Tu és mais alto do ([ue eu u-ingi i o mono. . . como O comparativo tanto c) Comparativo de igualdade. (. . Assim o leopardo é mais forte que o veado o ngo i-lutidi i^) o nkai mu ngolo (ou) o o ngo i-viokele o nkai mun'e zingolo. /j — Do número Ainda. vioka. ou ngei u-tela u-ingi i o ame.mpei-ioridade. Assim rio se torna. ou no mais elevado. Obtêm-se este grau dos adb) Comparativo de inferioridade. etc. Exemplos O gato mosj. adjectivos que. claramente se depreende que o número. recorrer a pcrífrases e circunloeuçfies para a formação dos graus dos adjectivos. Em outro lucrar >e verá quando é que >e emprejra o passado pelo presente.. ou outros que. Obtêm-se este grau dos adjectivos com o auxílio dos verbos luta. a) Comparativo de superioridade. e ainda por meio do advérbio inyi (muito). tem de acom])anbar as palavras (pio se referem ao nome cuja classe elas sàol*!. outra cousa uào são (|uo as partículas concordantes (pio. ou com o auxílio de qualquer prefixo ou (iesin('ncia.: — 29 coiitram autepostas à letra «. forma-se por meio das e. de inferioridade. riolele." — Grau comparativo português.vpressòes de igualdade : espécies : Como em — — : : i - — — — — . Isto vem a dizer leopardo passa o veado em fíjrça (ou o leopardo passa o veado em forças. de igualdade. respeetivamente. dos exemplos acima dados. . sunda. OU tam como. é indicado pelas partículas concordantes dos nomes. (' — Graus dos adjectivos Xão liavendo. Em outro lug^iir se dirá quamlo que as palavras .. ou por si S(')S. viola. os jiretéritos indefinidos dos verbos liifu. Comparem-se com o exemplo dado mais os seguintes: o ngo i-lutidi e budi o leopardo é mais forte do que o gato e via dia-ku Diu ngolo. (-) LiitidI.

Assim dá-me o uiellior <los teus gatos u-m-pana budi u-aku ki-viokele muna biza (literal dá-mo o t(ni gato (lu»^ excede em Itondade).. numerais. rioka. igual mosmo (|uo. numerais cardinais Us numerais 1 cardinais são: — — mosi — — — tatu. . homem péssimo muntu a-mbi kikiln kikilu (ou) uiuntu a-mbi bene bene. homem muito bom. ia (*i. homem péssimo muntu a-mbi a-mbi. tanto ba iK/eie. homem óptimo muntu a-biza a-biza. .' repetindo o advérbio depois do adjectivo. Assim: homem muito mau. 2 ole (*).)s om adjectivos d et ema nativos devidom-se. Assim: homem muito mau.— —— 30 — — — una (como). 2. a mesma cousa. . 3. — 4— õ — ntanu. zole. Tu és tão {)reto como o carvão — uffei como tu mono va-ndombe ba t — d iluda Tão mau é o leopardo como o leão o ngo o n/cosi dede muna mbi.~ tatu (h. — tanu kosi. S 2. homem jtéssimo. mpila. exprime-se o superlativo absoluto da mesma maneira que o relativo." o superlativo corresj)oii(lente ao relativo. dede mosi. mpUa mosi (igual. Tão bom é Pedro como Paulo — < f íupêfeJo 1 o Mpanlo dede mosi muna /nbi (<ju) — o mbi a Mpételo i a Mpoido dede /nosi. O cm ki/:on(/o. (*. Kxem])los : — eu sou igual. a." I)os determinativo^ (. 4. possessii-os e inderfinidos. . a mesma bu. o cousa). podo ainda obtor-se com o auxílio dos já mencionados verbos Inta.'^ pela simples repetição do adjectivo. aconipanliatlo da <'Xj)rossJto kn-mosi (igual.muntu a-mbi Icikulu (ou) muntu a-mbi be)ie . dede. Obtêm-so este grau dos adjectivos: 1. e ainda por meio do qualquer verbo ([ue mostro ou iiidiíjue (jualidado. a mesma cousa que). ou. sunda (ou outros de idêntica significação).1) — Dos (^). — : — — — — : . Assim homem muito mau. homem óptimo muntu a-biza kikidu (ou) muntu a-biza bene. o mesmo. como em português. tem. relativo." fazendo seguir o adjectivo de um advérbio de quantidade. demonstrativos. O leopardo ó tão mau como a cobra o ngo ina mbi mjnla mosi i o nioka. Eu estou tão nutrido como tu mono tola nqnVo v(/eie. 'ó ia." — — Do superlativo que em ])ortuguês so devide em absoluto e uma única forma: isto é. 2. do português. homem muito bom. superlativo.

nem ao menos virtual ou mentalmi-nte o número se refere a pessoas ou cousas. ie ie otc. 50 — makumatanu. otc. 90 91 100 101 — luvua — lurua. 41 — makumaia mosi. 26 — makumole sambanu. — sambavu — )isainhuadi 8 — nana. ie ie ie ie ie 12 13 14 15 16 17 18 19 — liumi mosi. — makumatatu mosi. isto é. ie zole. /. — kmni — kumi tanu. *|. 27 — makumole nsambuadi. — kumi nana. — nka^na ie mosi. 9 10 — vua. 51 — makunxttanu mosi. j)recediilas da partícula concordante do nome a que se referem. 70 — lusambuadi. — kwaí rua. ie /nosi. 80 81 lunana ie mosi. tuhi. /•íí. 60 — makuntasambanu. ie ie ia. lunana. ete. nana. — kumi sambanu. ie ie ie 28— 29 30 31 — nutkumatatu. sambanu. vua. Quando .o/e (abreviaturas tio kíosi. — etc. Gle >(. /ti. ie makumole makumole ie ie nana. somente são Os cardinais (1) empregados quando se faz uma contagem abstracta. tami. E. nuambuadi. 40 — makumaia. — kumi nsambuadi. ie — kumi tatu. ole. ie tatu. 21 — makumole mosi. ima. etc.— 31 6 7 — nsamhanu. liok). quando. — 11 — kumi laimi. ie ia. da me>nia forma. 61 — makumasamhíniu mosi. ( (^). referir a pes^oas ou cousas (posto que mental ou virtualmente) então empregam-se as formas mos!. — nkanm. 20 — makumole. 11 —lusambuadl ie mosi. ie etc.*^/. ie ie zole. 22 — makumole 23 — makumole 24 — makumole 25 — makumole tanu.

etc. 200:000. sinal (-). : . 300 301 ie nhama nhama zole. nana e e ie nio. etc. ia.«. ie otc. malundu m-ole: o noutros 1:(X)0. nana. otc. ia ie otc. — nkulazi. nkama.000 — /í//V/. otc. nkulazi nkulazi mosi. 1:001 1:100 1:101 2:000 2:001 3:000 3:001 10:000 10:001 inoxi. 1:000.uuir.—— 32 102 2^0 201 — — - nkiAiiui ie zole. — nkulazi kulazi.v.s dOlos.si. 501 — nkama tanu iJOO — )ikama . nana. tanu." lundu.Hins dialectos do klkonf/o varia a nomenclatura dos numerais cardinais. silo invari. cte.(X)1 -. antes dos numerais sambanu. — nkulazi mosi.mafuku m-ole. nsambanu. Zole. rua. ntanv. nkanui ie moxi (ou) nkaina a nkulazi ie mosi. kiazi. otc. ie ino. I^m al<. — nkulazi kumi (ou) kiimi di-a ie niosi. / kulazi (ou) i veve. otc.. ie mosi. otc.lufuku mosi.000 . rua ie ie ie mosi. 3:000. imediatamente. — nkanta tatu. 401 — nkama 500 — nkama tanu.001 mafuku m-ole ie mosi. ie 1:000. o tom do so. tatu. — nkama -samba nu moai.sambanu. 400 — nhama muni. 2:000. etc. 10:000. tatu. ant(. nsambuadi. kumi ie moxi (ou ) kunn dla-a kulazi ie 1(X):(XKJ . nkama nkidazi {nktdazi-zole). — iikama tatu mosi.'ivois. 1:000— nkulazi. Assim. vua. ia. 700 — nkama nsambuadi. o seu substantivo. ole zole ie tatu.td:ulazi idaima (ou 100:(X)1 — nkulazi i nkama a kulazi. l:O00éemaljíuns dialectos funda. indica —O que. etc. 2:000 m ifunda m-ole. — nkulazi — nkulazi tatu mosi. otc. otc.tatu. 100:(X)0. ia. zole ie niosi. ctc. ()01 ie etc. kumi. 900 901 vua. — Observação.000 —mafuku ma. se liílo-de colocar as j)articulas concordantes. 701 80(j — - 801 — nkama — nkama - — nkama nkama nkama nsambuadi nana. 2:000.

Nkulazi. Makumole ie vua. Luvua. Makumaia ie nana.". Makumatatu ie mosi.". Kumi ie zole. Makumatatu ie tanu.\ E-zole E-tatu 3." em diante." mosi etc. Makumaia ie ole.°. nkama tatu ie makumole. 5. Kumi ie sambuadi. Lufuku ie nkama tatu z'a kulazi.". "j e a (de Também os ordinais precisam de sor jjrecedidos da partícnla. E-sambuadi — — — E-tanu — — 1. relerem. Lunana ie tanu. etc. Luvua ie tanu. concordante do nome a (|ue se referem.^ E-ia E—sambanu — 6. : C) — Dos distributivos rej)eti(. Makumole ie ia. Assim Lutumu lu a-ntete (primeiro mandamento). lutumu lu e-zole (segundo mandann^ito). mosi zole A— makumole — ie — 12/'. B) — Dos : numerais ordinais Os ordinais são A-ntete e-mosi 2. Nkulazi tatu. — 11. Luvua ie tatu. Makumaia. Lusambuadi ie ia. concordante partícula precedido da Os distrihutiros í()rmani-s(í pela Assim 3 . buadi.". Lunana.\ 4.". 20. Nkama tatu ie tatu. i. do noiue a t^ue so. Luvui ie tanu. se vê. Lusambuadi ie ia. A-makumole — 21. Kumi ic mosi. Makumiia ie ia. Lusambuadi ie samKumi ie sambanu. forma-se o numeral ao cardinal (até 20. Makumasambanu ie sambanu. Observação. etc. iutumii lu e-tatu (torcoiro mandamento). Nkulazi tatu.: : 33 EXERCÍCIO (Lor o representar em algarismos os seguintes números i Makumatatu ie tatu.íakumatatu ie tanu.. Makumatatu ie ole. — Como e ordinal antepondo 20. E-nana E-vua E-kumi E-kumi E-kumi — — — — \0:\ S.'rio do num(M-al cardinal. Lunana ie nana.". Makumole ie vua. ie ie 7.". nkama ie makumole. Luvua ie tatu. d. nkama ie makumole. Tatu. nkama tatu ie makumatatu. Lusambuadi.

{ cies I comigo. demuii. O lutumu lu-e-tanu: k'u-vondi ko (não matarás). — eu. ti. O lutumu lu-e-ia: zitiso tataku io nguaku honra o teu pai o a tua uiíle). CAPiTUTX) jjutisps. com cie (com chi).s. êlo. cuntigo. lhe. divideni-se j/c. »)u a ela vai reforir-so. > e Icnn. nos.siro. vos. Assim o-cle kuandi (foi-se embora). 34 Luvaiki)i'o mameine ma-tatu ma-tatu três (fazei sair os carneiros ~l- a três). l o : c landt. pOiffsensivou. Jeim {}) vós. elas.suais. são. elas. ou a. Nti ua-ntete u-a-vondele imatoin e nioka. Lu-tela e inguadi i-ole i-ole. — — Os casos dos j)ronomes são Kuame Kuahu Kuandi — êle. (OU as ovelhas). . nge. é kuandi. e icfu. ela. coiii me. Luiaihis'e zimf/orube d-kmu! ku/ii} ftazei sair os bois lou as vacas). I-muene \ muntu kuna divitu di-e-tatu dia nzo a tatame. Lukotesai fazei (Mitran a iana a-tatii a-tatii. knun. — tu. : . conjuntamente com os pronomes da mesma designação.— . Jau eles. — Os adjectivos demo)i. Ezina dia numtu ua-ntete. ieno. — vós. i 1." — Dos t>ronoines pessoais Os ])ronomes pessoais primários são: Mono Nge. conforme se n'íira a uma só pessoa ou cousa. te. O kima muaname ki i 1 1 i Nufa. O e-zole u-'na Nzau. con(com eUtíi). lhes. — Tdes — nós. mim. tu. res))ectivamente i o mono. Adau (Adàoi. E zina uioinci dia nkentu ua-ntete Eva. — laiidi — iigei ]('tu (*) — nós. vinte a vinte).s. j)ronome reflexo xc. (|U(^ se empn^^a (juauík) se exprimo acção se exerce na niusma pessoa ou cousa t|U(> a pratica. b'-elc kiiav (foram-se embora). Kuetu A'?/rt /í Kiip)ni ela. as. rchtf/ro.s e eneontram-se no capítulo se<íuinte.sfnítlros. a. o. como eiu portuj^uOs.sfrativos. conoxco. Salvador do Congo) a primeira o segunda pessoa do plural são ielo. i e íon. interrof/tttrvos e im/ejiniduis. muitas. os. (|ue a : O (') Em al^'iiii> (lialfotus do kikontjii (noiacailairieiiti' no de S. indefiiildox V em bo t>ronome Os pronomes. EXERCÍCIO a-ntete u-ina kuna ki ko andi. — eu. As formas vosco.

(') A dos por 1). por sua vez. partículas concordaiites tambòm os pronomes tem as suas Partículas concordantes dos pronomes (ou pronomes secundários): Mono tem como Nge (OU) nriei landi lefu lenii partículas concordantes /". iandi. lau he. elas estão vendo) ('•). ietu. os pronomes pessoais mono. acima referidos. o~monanga (ele. Nge (ou) vgei kuaku tu próprio. lau kuau rles próprios. pois substituem. iau. ela está vendo). — luinija (òles. em todos os casos. In. Estas partículas concordantes são. diz-se: i-monanga (ene?. leiív kvenu vós próprios. e. e não iii-iitonunya. ienu. . letti kuetu nós próprios. uge ii-knenda vais. ela vai. elas pró])rias. p. só se nomes da 1. mo»o unta (eu levd). nós próprias. tu própria. nv ( *). elas vão. sul»stituindo-o ou por / ou por inO)io. til. nu-monanga (vós estais vendo he-nioi. Assim í-inovuntja (estou venilo). o. n-nata. tanto na segunda como na terceira pessoa do singular. mono mona (<'u vejo).r ompregada indifereutemento qualquer das duas partícidas.. vós próprias. verdadeiros pronomes.tou vendo).* classe ('pessoas). (*) As i)artículas concordantes «los nomes de cousas encontram-sc no quailro seguinte. ela própria. landi knmuli ele próprio. eu própria. (pessoas) (^). (2) Em alguns dialectos do kikonffo empregatii-so as dua> |>artíf'ula> w. nós vamos. (') Em vários dialectos do f. )i í*) v o (-). m. n. Para as outras os sejcuintes : pronomes são partícula foiícorilante // niuila-se cm m anto ilos vf'rlio> fomovaf. Assim. m-inona. v. Antes dos verUos começados |)or /// ou n deve evitar-se o fmprrgo l"') do j)ronome //. mono n-kuenda— eu vou. — — — — — — Assim como os nomes. noutro. nge. iandi o-kvenda-C'le. ienv hi—kvenda vós ides: ienu nu— ietu tu—knenda -kuenda vós ides. tv-monanga (nós estamos vendo). Os pronomes empregam com classes os os primárioí^ e secundários. hi—mou(inga. — tu — — — — Observação.: : 35 Os pronomes pessoais enfáticos são Mono Icuanie eu próprio. ian he-kuenda-êlp9.ikon /o tni prc-tVre a hi . Exemplos: Mono i-nionanga eu estou vendo. u-monanga (tu estás vendo).

3G CUlKt- .

'"^ classe. viste as ovelhas?) U-muen'e memo dia -nkentu e? (^. U-muen'o nti? (^. L—fitidi e inguadi? (^r. 6. -Zan zi-na vava (eles (ou elas) estão aqui).tu vês a canOa?) I-mona uo (eu vejo-a).aonc]e está a canoa (ou) a piroga ? Lau u—ina vava (ela está aqui O malungu kuevi me-n'ef Q. Kueui me— no mala et (^.tu viste a ovelha?) I-muene dio (eu vi-a). ò. (eu estou-as vendo). — — ).tu vês as caixas?) 2.Mono fitidi io (eu paguei-as (ou) paguei-os.. U—muen'o lumuenu e? (^.tu pagaste as perdizes (ou) os perdigões?) .tu pagas as perdizes (ou) os perdigões?) M-fita io (eu pago-as (ou) pago-os). O vinna kuevi ve-n'e? (aonde está o lugar. 9.aonde está o braço?) vava (ôle está aqui). O Inngu kuevi í/-m'e?(V. V-monaag'o malungu e? (^r.as canoas aonde estão?) Mau me-na vava (elas estão aqui).——— —— —— — — — — — — — — — : 37 Ktieri ku-ino koko e? (^. — — (fj.*'' classe.tu vês a lentiliia. (estás vendo) as canoas?) —/-?»o«« mo (eu vejo-as). ) — ) .aonde estão os espelhos?) 7. tu viste os paus?) l-muenemio{c\i\\-0'&). O uandu kuevt u-in'ef aonde estão as lentilhas?) l^a^i u-ina vava (elas estão aqui)." classe. U-muen'e mameme nia-nkent^i e? [fXw 1-inuene mo (eu vi-as).''^ classe. eu vojo-as). ô. — U—mon'o io (vejo-a).— A^Meyí i—ino ngombe? (^.^^ to (eu vojo-as).a lentilha aonde está?) Uau u-ina vava (ela está aqui).*^ classe. O nge u-mon'o nti? (^rtu vês o pau?) Mono mona uo (eu vejo-o). U-muen'e y/^^7ií^ff^. U-fit'e inguadi digão?) e? (^. 10. Kuevi zi-n'e zíngombef (^. S.tu viste a árvore?) 1-muenc. lo (eu vejo-a).^ Kue^vi lu-ino lumuenii ef f^aoudo está o espelho ?) Luait lu-na vava (ôle está aqui). U-jít'e kinguadif (^. —I-mona vacas?) 8. U-mon'o koko e? (^.tu vês a mão?) I-mona ko I-mona mo (eu vejo-a). o sítio? Vau ve—na vava (êle está aqui O muma kuevi /ne-n'ef (isxonáo estão os lugares.tu vês as mãos?) (eu vejo -as). U-mon'o lungu e? (^.tu vês os bois.tu vês o carneiro ?) I~mona dio (eu vejo-o).""^ 7-//?o«f/ U-mon'o /ukafe? (. ou as I-mona zo feu vejo-os.'"^ classe.tu vês a caixa?) classe. — — . U-mono tukat'e? (^. U-mon'o moko e? (jr.tu pagas a perdiz (ou) o perMono fita kio (eu pago-a (ou) pagoo). f7-?«07i 'o uandu e? (^.''' — — — — — — — — — — I-mona 7.tu vês). 5. 9.'^ classe.tu visto o espelho?) I-muene lo (eu vi-o). os sítios?) Mau me-na vava (eles estão aqui).* classe.'" classe. 5/ Kiiau Icii-iua — ). U-mon'e meme dia—mhakal'e ? (V. tu vês as I-mona uo (eu vejo-a. classe. lentilhas?) classe. ou vejo-as). aonde estão as pernas ?)—iI/(/it me-iia vava (elas estão aqui). 4. aonde está o boi (ou) aonde está a vaca?) lau i-ina vava (êle (ou ela) está aqui). aonde estão os bois íou) aonde estão as vacas?).* classe.uo (eu vi-a). ngomhe ia-nkentu e? {f_i\x vês a vaca?) U-mo7i'e zingombe? (). O uandti kuevi u-in'e? (^. (V. Exemplos do pronome complemento classe. Kuevi ÍAi-no tumuenu e? Tuau tti-na vava (eles estão aqui).

nossas. i-andi: seus. singular: ^4. u-aku: teu. sua («lêje. terceira pessoa do plural: Au (seu.'tu: nossos.sos. ili. dela). nossa. m'aM: -eus." — bos possessivos Os possessivos são I). suas («iêles. ili-enu: vusso. i-ame: iiieu>. dela). sào apenas em(com os nomos da l. u-au: seu. suas (deles delas u-utu: no. tua. são os seguintes por classes e números : CIhkkcr SiiiuiiUr IMiinil ii-. dela).--. nossas.«.Itla^ di-etu: iKisso. sua («iCles. minhas. u-enu: vosso. vossa. . delas). mi-etu: nossos. sua dele. u-anili: seu. tua. miníia. ki-otu: nosso. clela>i. nii-aku: teus. ii-ati<li: si'u. segunda j)essoa do plural Eiiii (vosso. — deles vossa). dela). iiiiiilia. ki-ame: meu. nossa. mi-au: seus. minhas. aku: teus. delas).f/rd mente Sob esta forma. vossas. enu: vossos.. u-t'tu: nosso. i-etu: nosso. Da segunda j)essoa do Da terceira pessoa do Da Da Da singular: A/ca (teu. dela). suas (dele. m"i.-la). minhas. ame: meus. suas (dele. di-aku: teu. primeira pessoa do plural: Iitu (nosso. minha. dela). tua. minha.ír/í (seu. |. vossa. vossa. vossas. delas). ki-au: seus. ki-an>li: seu. u-enu: vosso. sua íilrlc. di-andi: ><'u. pregados adjcc. IV teus.s. (dele."' classe Emjtrcgadus snhstanti vãmente (ou adjectivumente com os nomes das outras classes). nossa. i-au: seus. mi-andi: seus. mi-ame: meus. dr|. mandi: seus.l^| i-enu: vossos. — pessoas). >uas (dêle>. m"cnu: vossos.ime: nu-u. U-mono /mune? (f. suas (dêlej.Sí*o. nossa). dela*) di-. nossa. vossa-^. au: seus. suas (ilêle.— 38 10. aiiili: seus.tu vo (eu vejo-o). minha). mi-enu: vossos.'' classe. nossas. dela>). minlia>. ki-enu: vosso. Observação. tuas. dela).iiin' : meu.i : jirimcira j)cssoa do singular: A/itc iineu. suas (ilêle>. di-au: Seus. vossa. tua*. u-akii: tua. tuas. u-amo: meu. sua («lêle. — U-mon'o S vum'e? (. nossas. tcii. etu: nos. delas). u-au: seu. sua (ilêies.tu I-mona vês o lugar?) vês os lugares?^— i-woua mo (eu vejo-os). sua. III ki-aku: teu. vossas. . tuas. mame maku: meus. sua : tuaj. >ua (. suas (dele. i-aku: teus. 2.lêle.

39 Claíse .

. Traze os meus panos e o tmi tuala nlele mi— ame i o u-aku. Vai vender o meu gergelim o o tou: u—enda tek'uangila u-ame l o u-aku. Corta as minhas cordas nas ihdes Zenffe nsinrfa mi-ame i e miau. Dai de comer ao nosso filho o ao vosso: nu-dikiVo muanctu i o u-enn. Paga a mahi dOh^ e a deles: ii. J^uz<t ikua i-ame i e i-aku. Aíostra a tua autoridade e a minha kamli kiinfumu ki-aku i e ki-ame. Dá de beber ao meu sogro o ao teu: nuik'o ko ame i o u-aku. Paga as minhas papaias e as dêle:^'í'e ikila i-anie i e i-andi. Chama o teu neto e o meu: teVo uteLnhi aku ahaJa 1 o H-anic. Chama o mou neto e o teu: teVo ntelvulu ame u-ahii Chama a minha neta e a tua: teVo ntekulu ame i o u-alcu.: 40 -mhakala i i e di-ame. Matai os vossos gatos e os nossos i : lu-vond'e hudi a i-enu a i-etu. Trazo as minlias pipas de viidio e as dele: tuala mj)imjni zdme za rinu i e z\tndi Paga as minhas e : : ]>ij>as il(^ . Fecha as tuas caixas o as minhas: zik'o tukata tu-aku i o tu-ame.-andi. i (> : (> : : : : . Paga iis minlias árvores e as dèh>s: fita minti mi-ame i e mi-au. Abre a caixa dôle e a minha: zíhI'o lukata lu-andi i o lu-ame. Dá-me o teu diidieiro e o deles: u-mpan\' tadi ki-aku i e ki-uu. Vai ver o meu lugar e o seu: u-enda taVo vuma v'-ame i o v'-andi. Mata o meu gato e o dOle ]dnd'e hudi ki-ame i ekii o u-aku. Paga as minhas ])apuias as tuas:^^'í'e ikila i-ame i e i—aku. Levanta a minha caixa a sua (deles): Zancjuro lukata lu-ame i o luau. Traze a minlia papaia o a tua: tnure kikila ki-ame e ki-aku. Deixa a minha corda e a drle Biko UHÍnq'ame i o u— -andi.Traze os teus panos e os meus tuare nlele mi-aku i e mi-ame. ^lata o teu boi e o meu: rond'e nfjombe i—aku i e i-ame. Paga o meu dinheiro o u dele: fit'e tadi ki-nme i e ki-andi. Deita fura a minha jinguba e a tua ]^eta e nt/uha z'ame i e zaku. I o u-anie.•'igiiarílcntc : Fita iniiinipa zaiiif ::'a nt/uala. Deixa as nossas caixas o as vossas: hiko tukata tu—etu i o fu-enu. Dá de comer ao meu íilho e ao teu: dikiVo muaname i o u-aku Dá de comer ao teu filho o ao meu: dikiVo muan'aku i o u-ame. Dá de comer aos meus l)OÍs e aos teus: dikiUe ngomhe z'-ame i e z'-aku. Paga as minhas árvores o as dele: Jit^e minti mi-ame i e mi—andi. Mata os teus bois o os meus: vond'e níjomhc z-aku i e z'-ame. Traze os teus carneiros e os meus: tuaVe mameme m'-aku md-bakala í e m\i/ne.t'o lukata lu-andi i o lu-au. Arranca as minhas batatas e as tuas.nkentn o Trazo a tua árvore o a minha: tuaVo nt. Traze os teus es]ielhos o os meus: tuaVo tumuenu fu-aku i o tu-ame. Chama o mcni noto e o teu: teVo ntekulu ame akala i o u-iiku. Chama a minha neta e a tua: teVo ntekulu ame a. Fecha a minha caixa e a tua: zika lukata In-ame i o lu-aku. Traze os meus esp<'lhos e os tous tuaVo tumuenu tu-ame i o fu-aku.i u-aku Traze as tuas árvores o as minhas: tuaVe minti miaku i e mi-ame.

-li — Quadro dos demonstrativos simples MiiiL'ular Classes . Há em /:i/:ongo três ospócios de demonstrativos. A cada uma das em kikonijo formas êuxe.^te. (K/xe/e. etc. outros enfáticos.— 41 I 3." — bos demonstrativos è. corresponde uma outra. ([uo também indica o maior ou menor grau do distância ou proximidade. sendo uns simples.

Deixii essas canúas. Paga esta comiHa ao rapaz -//^'o dia oku kua muana.sumho /ukatolnna lua. ekuma m'a-mbi kuau. áa.'e nt/ombe eiina.-inate kinkntn eki ki— -di/i/xi. 6. tnaVe húnti enii. Deixa aquelas canoas. — ^ — — — — — estes l)OÍs cziie. Traze aquelas blusas novas tuaVe inkutn eii na i-anipa. Paga a(|uelas comidas —.. r¥at'e kinkntn eklna kí-anipa. Mata aíjuele carneiro (ou) a([uela ovelha vond'e nieme edina. Mata a{[ueles carníMros (ou) a(|uelas ovelhas ^lata r-ste — — vuimeine emana. ('ompra estas malas stimb'o tukat'otu. ekuma m'a-inbi kunu. Semeia uandu ou. poríjue é má: biko lunf/u uauna ekuma ua—mbi kuandi.^ classe.^7V inadi'ema)ia. 7. por(|ue são más: bik'o malunfju ema. ^lata esse boi vo)id'e nffombe eiie. Traze esses paus paus tua/e minti emina. Deixa a([uela canoa. ekuma m'a—mbi kuau. Traze este pau — Vai c-oin esta inullior — n-cnda io nkentu óiu. porcpie são más: biko //laluitffu eme. Traze a(|ueles paus ^. ^lata esta ovelha — tna/'o — — — nti ôue. Paga aquela comida fit'o dia okuna. (*oinpra a<[uelas malas tukata otuiia.^ classe."'' (dasse. Mata este boi -roí/(/V )i//ondje eii. Vai coiu estas mulheres-. Deixa estas canoas. ronde nieme edi dia— nkentu.Fit'e inkutn eiie i-ampa.-'í' inknti eii i-antpa. Paga estas comidas -/rVV' madienia. jiorque é má: bilco uane ekuma ua-mbi kuandi. -l)(Mxa esta canoa." : classe. ('ompra a(|uela mala grande. por(|ue são más: bik'o maluuf/n emana. Paga essas blusas novas .mpuena. Vai com essas mulheres a-enda i akentn ana. Semeia essa ervilha: kuna o . Veste esta blusa woyíx.oí/f/'í' ngombe vond'e nr/ombe eziina. ekuniii luni/u O. — tnaio ntiónna.ond'o classe." classe.'' classe. Mata a(|uele boi cond. por(|ue é má: hikii hon/n nau ua-nd)i kuandi. -./7. Veste a(|iiela blusa nova Deixa estas blusas novas -/. Mata esses carneiros (ou) essas ovelhas rond'o inamenie eme. Vai com mulher i akentu Vai com 2.— — — — — — — — 42 Exemplos l. ^lata a(|ueles bois 8. Paga essa comida -^7'o dia okue. ('ompra essa mala grande Ina-inpuena. ^lata estes carneiros (ou) estas ovelhas vonda mametne ema."' — v. Vai com aquela n-eiidu lo nkentu ona. \'este essa blusa i\o\a ~ vnat\' kinkutn ekie ki-ampa.n-enda n-enda I aL-ontn nana. Mata esse carneiro niewe edie dia-mhakala. (Jompra sumbo essas malas -. Paga essas comidas —fit'e nntdieme. a(|uelas mulheres tnaVo nti óu. Traze Osso pau classe.Compra esta caixa grandí^ sumlío lukata olu sumbo lukata ohie Ina-mpuena. — Semeia kuna o estas ervilhas: esta ervilha: kuna o uandu ou. vond'e ufjondte ezii.'' classe.""' — essa mnlhor — ii-einhi io iihcntu ó/e. Deixa essa canoa. Mata (»ssa carneiro ronde ovelha —vond'e nieme edic dia-nkentu. Mata esses bois--í. "4. Mata 5. Traze acjuele j)au — — — — — — - rond'e nienie edi dia-)nhakala.siiinh'() tukafa ofnr. Trazo estes tnaie minti emie.

Deixa aquele lugar: biJxO vuma ovana. Semeia : aquela ervilha: kuna o uandu otina. Semeia aquelas ervilhas o uandu oinia. Deixa lugar: êsttí lugar: ò//. Somoia essas ervilhas: Icuna o iLcinflii oue. Deixa aqueles lugares: bik'o munia onuina. Deixa estes lugares: hík^o rnrnna oinu. Deixa esse vunia ove.* classe.'o vunm ova. — bik^o //i — Quadro dos demonstrativos enfáticos . Deixa esses lugares: bik'o inuma amue.43 uandu kmia oue. 10.

44 r')_Outro quadro de demonstrativos enfáticos ClaNx-s .

só se empregam com o verbo INA (ser. claro ou subentendido. Estes últimos. Ao português. tendo os primeiros (uki. isto é. ^. kua).46 A) — Do pronome interrogativo acljoctivos. qual. que se obtCMii antepondo A à partícula concordante do uome e pospondo-lhe EBI. cujo quadro segue. ou estar). a equivalêaeia de simples interrogações. correspondem os [)roiioiiios nid a. o ainda outros j)rouonies. (guando o interrogativo tem a equivalência das ])reguntas : — qual é'?. Quadro dos pronomeã interrogativos (aljccrivosi . (adjectivo) Aos prouonios que. quanto. kua.

(|ual— pessoas). ^.) t.que cousa ? /. Agora. lua-kna.ri Kinzaa. Vieram. iKiiiniJK. Em|)roga-so Ole com o valor do: (juaift (*)./ Os pronomos substantivos são: nanl Kiuoni. Antu kua bekuizange?. Antu kiia beA-kiia bezidi e?. as (juais). imi—kna^ (que. qual— cousas) . Vieram tros ovoljias minhas. Nota. Ntauf/na Hora.'' classe. Tale kiilii akuebi ku-ielanga.(juantas tens tuV: Nti mi ntafu min' ame. (.. Tale meme adiebi di-kuizanga. Aiíida so faz grande uso do unia espécie do pronome substantivo (akinani) composto de a. . a-kiia. /. ^0 (|ue (|U(>reisV: E ^ \ ki Inzúlcld. Nki a lumbu bezidi e?.(^uantas são as tuas jjonlizesV: A' nr/nadi i-akn i-kna!. ^. i-U'. nii-kua min-aku e? f\?> tuas tipóias quantas silo'?: O manda niakn ma-kna. nú-kíia. — — Exenij)los: tíloV: : /. os quais. u—kua. Cousa.([ual ?. Exemplos: ^Quem disse issoV: Nanioxanndnikiof.'. . A qui. Nkia ntangua nau? Tare ngombe azebi zi-kuizanga. iau. /. Dia.v /nihitanli'-i de. quem."liaj)f'u. andioh!.'.. Mpti i/ui Está doonto.. Belcnizanf/a Veom . (') E^t(• proinMtnrt^IVriíiios <• i- iiin foinposto «Ic a (os!. navi tracliK/ào literal xTia us /uiditantis di.(^wovolí nios o que está casa : E nki na mu nzo tuzufele. . -Lua. (^uais foram os '/ oldiKiiii halitiif/idí — Foram íjuí» ganharam os a <|ues- do povo do Nzau aknn klnzau (ouj e.o. i' ICu toniio três árvores. 1. wnkn niakna niezidl e. Lumhu Kíjonde BezUli Mês. tu(o ((ue. Nki /: f^o que V ^. auehi. hl o nani. i-kiia. Tale ntangua aiebi bezidi.Qual (|Uoroisy: (mii E nki Inzolrlc . EXERCÍCIO zidi e?. Nki a kiuma? E nki a ma? li) — Do pronome interrogativo (substantivo) /í/.'.tem a «'quivair-ncia «If. raro são empre- Vocabulário Kii-iclaiKja Knwui. ou os sAOdilos de quem. — 46 Os pronomos da gados adjectlramentf.Quantos sflo os teus l)0Ísy: ufjúmbe zaku zi-kna /.o que há ?. zi—kua. Tala mameme amebi mekuizanga..([uantas viorani tunsV: ma)iH'iiu' inani f niK-fatu niezu/i. ^. .' fspr-oic «In proriinnf a qiio já nos íquf-in).

ou as duas mu- — — : lheres) . algumas Mokí (precedido da concordante): certo. Konuo. kiuiiia ko. ^rQuorn 6 o soba do povo'?: A' mfuwu a vaia iian!?. Os pronomes A) se adjectivos são : — Dos pronomes indefinidos (adjectivos) Uonxo. Akhiaiii hezidi ef.: algum. Miintu ko. ([ual. os i)roii<)mes iudeiiiiidos em pronomes adjectivos e pronomes substantivos. nhumas. ^Q^wçm veio (ouj quais foram os que vieram?. Muntii ko Kiuiim ko. cada in<h'fini(los Exemplos dos pronomes vos) (adjectivos e su))stautifalar. uon. B) — Dos pronomes indefinidos (substantivos) se- Os guintes principais . diamba ko — — Muniu Míf kl — algo. duas. : todos. toda. nmoíti — alguém. — nada. anveJe: nenhum. E )iJx'i hezidi asadi L O que estais fazendo?: E iiki lusalaiu/ef.: 4i ^Qual é o teu nome?: Nkumbu ah a nanif. Ao)i. akaka : certas. S 6. aonso (precedidos da concordante do nome) todas. como inn portug-uôs. certa. Onso. Assim Antu a-ole (ambos os homens ou os dois homeus). nenhuns. konsoiio (invariáveis): todo. nenhuma.-^Os indefinidos ambos. Koiisono. toda. Aka. alguma. precedido das contuídos pelo numeral cordantes respectivas. Ma . pronomes indefinidos substantivos são os tudo. fO quo vieram Oles fazer?. ambas.soiH) (invariáveis): todo. akenfu a-ole (ambas as mulheres. ne. certas. cada uma." — Dos t>ronoiT)es indefinidos dividem Também.'<onu. Kana — cada um. uiiiosi. iiiosi iiiosi. Mnntu uonso Lenda vova — todo o homem pode Muniu . ma kl a kia: alguns. . ^0 tou pai qual é?: O taVaku nani e?. são substidois. etc. Nota. onsono ninguém.

toda a jjossoa tem pai. chamar alguém. passiva e média. N(jo i-uiosi i-ele. se // : . Par. nâo tas ])(íssoas vieram? vieram nenhuns. J'J nki a ma? —-^.ia. Tuala ma ki a mfunfu — ir íí7. outros b\(. Tuala ma ki a luhizi a comj)ra almaza trazG algum peix<\ Sumba ma ki a mfuufu algum hoí>:uma farinlin. venda que háV he diambu ko tela uuiosi— \tú.í^ cada um.sala mu vata fazc tudo o que quilicaram no povo. cada algo d(. \ti iiii-aonso mi azeiujuka (his. . farinha. ( : van<ia (fazer): vanrjua (sor feito)." — Dos verbos primitivos ou sim|7les e das vozes activa. passiva e média Por verbos ])rimitivos ou simples entendem-se a(iueh>s com sem ([U(> hajam sofrido ([ual([uer inodiricaeào. bakua (ser apanhado) .si III : : ikrWfo 1. não veio nenhuma. o continuatira. como o próprio noin(? o in- derivam dos primitivos. ku vata certo leopardo foi ao povo. B) São três as vozes activa. — todo o lioinom sabo marchar.^7a pagar) _^Y?<íí (ser |>ago). /n-onnmiiial ou reffe. Tais são os verbos nas voz(»s passiva (í média e (»utros (h' ([uo adiante se tratará. verlios derivados são os que. negativa. Assim baka lapaidian. KonsoíW muntu uua dise — todo o homoin tom pai. anunciamos ou afirmamos a acção. nada. - — — — — — — — CAPITULO VI Do verbo A) São de duas espt'ícies os*V(M'1)OS do kikouf/o: j/rimitiros ou /d es e derivados. h"('::idi muutu ko — não veio ninguém.simples. (|ue. roíujile. - — todas as árvores estrio corta- Autu kua bezidi! IC ezhU muntu A-o -y. Kansono muutu o-kotolc mu nzo ame mem. C) São cinco as formas da conjugação . . etc. ha na muntu i e fu ki—andi (|ual tem o seu costume. Antu aka Vele mu rita. Os dica. alguma possoa entrou em minha casa.o 48 uonsonu lenda vova diata muntu zaVo — toda a possoa podo talar. toda a ])ossoa sabo marchar. não vieram nenhumas. renda tela muntu moai. Wnif/a onsuuo u-zolele seres. Nti nú-a onsono mi-azeur/ua — todos os paus foram corA^o^. o estado ou a (|ualidade <le um sujeito. akaka alguns homens foram para a gu(M-ra. quanXão veio n<ndium.so c tados.i tornar passivo um verbo nada mais é necc^ssário do i|ue antepor um ao a final do iiilinitivo do verbo simples.íjuantos homens.ra.

:

49
I 1."

— l)a

conjugação

Rigorosamente falando, iiào liá em kihongo senão uma conjugação para todos os verbos regulares, pois todos C4es se conjugam da mesma forma; isto é, os mesmos modos e tempos, nos diferentes verl)0s, são indicados da mesma maneira. Todavia, se considerarmos os verbos quanto às terminações do seu pretérito perfeito indefinido^ podem eles repartir-se em quatro classes, pois outras tantas são essas terminações nos verbos do kikonfjo.

As

referidas terminações são:

idi.

ele,

ini,

tne.

Sendo a a

letra final do infinito de todos os

necessário se torna dar certas regras em lhes possa determinar o pretérito perfeito indefinido, cuja terminação, como ficou dito, mostrará a que classe o verbo pertence. Essas regras são as seguintes
1.* Formam o 2)retérito perfeito indefinido em. IDI (mwàíiwào nessa terminação o final do infinitivo) os verbos cuja sílaba ou UN; ou em A, radical termine em ou AK, IM ou IX, ou .V. Assim L U. não se lhe seguindo

verbos do kikongo, virtude das quais se

A

AM

UM
:

M

Infinito

Pretérito perfeito indefinido

Português

SAMBA TANTA
SIMBA
(

í

sam-ba)

sam])idi (samb-idi)
tantidi (tant-idi)

Orar

(tan-ta)

Doer
Segurar

sim-ba)
íkin-ga)

simbidi (simb-idii
kingidi íking—idi)

KING A SUMBA

Esperar

(sum-bai

sumbidi (sumb-idi)
tungidi ítung-idi)

Comprar
Edificar

TUNGA (tun-gaj BAKA (ba-ka)
FITA
(fi-ta)

bakidi (bak-idi)
fitidi (fit-idii

Apanliar

Pagar
Arrancar
.1

VUZA
2.'"'

(vu-za)

vuzidi

I

vuz-idi)

Formam-no, pela mudança do mesmo

em ELE,

les cuja sílaba radical

em

termine em E, ou O. não se llies seguindo
(lem-ba)

EM

M

ou E A', ou .V. Assim

OM
:

aqueou (tX: ou

LEilBA

KENDA
SOMPA

(ken-dai

(som-pa)
I

VONDA
TEZ A TOTA

von-da)

(te-za)
(to-ta)

LEMBELE (lemb-ele) KENDELE kend-ele) SOMPELE (somp-ele) VONDELE (vond-ele) TEZELE (tez -ele TOTELE tot-ele;
( I

Aspergir
Cortar

Emprestar
Matar
Medir
Apostar

(

50

:J.''

Formam-no por
radical
A'.

idriitira

luudaiiça

sílaba

tormiiio
:

om A, L

em IXJ. a(|Uolos cuja i\ imediatamente seguido de

M ou

Assim

KAMA fka-ma) KANA (ka-na)
sniIKA MINA (mi-iiaj
(si-mikai

KAMINI KANINI

(kam-inii
(kan-inij
i

Apertar

Prometer
Pregar
F.ngulir

8IMIKINI (simik-ini MININI (miii-iui)

TUMA KUNA
4.''

(tu-ma)
(ku-na)

TUMINI
IvrXlNl

(tum-iiiii

Mandar
Plantar

ikun-ini)

Formam-uo, finalmente, pela mudança em El^K do

aqueles cujo radical termine ou .V. Assim mente scíTuido de
infinitivo,

M

em

E

A do ou O, imediata-

:

LEMA MENA

(le-ma)

LE:\IENE (le-mene)

Arder
Nascer, germinar

(me-naj

MEXENE (men-ene)
KOMENE(kom-ene)

KOMA
SONA

(ko-mai
(so-Da)

Carregar a espingarda
Escrever

SONENE
§ 2."

(son-enc)

— ba

formação dos tem|>os

O
sim
:

pronomes pessoais

indicativo presente forma-so pela simples anteposiçao dos (covcordcnites) ao infinitivo do verbo. As-

TOTA — apostar
Isjtota (n tota)

(o tota)

êle, ela

tota, imtota (lu tota,

— eu aposto; utota — tu apostas; otota aposta; tntota — nós apostamos; — — vós apostais hetota nu
(u tota)

(tu tota)

lu-

tota)

;

{he tota)

óles, elas a])Ostam.

n,

Nota. Se o infinito do verbo começar por m ou suprimo-se o pronome n (ou m) da primeira ])essoa do singular, snbstituindo-o j)or mono, ou pela concordante / (como já ficou observado om outro

lugar).

O

mam-se Assim
:

imperfeito do indicativo o pretérito perfeito dejinido forpeia' simples anteposiçao de a ao radical do infinitivo.

51

FITA — pagar
jita)
[cijita) eu pagava, eu paguei; nrje najita (a pagavas, tu pagaste; iandi oapta (a fita) êle, ela pagava, êle, ela pagou; ietu tuajita [a fita) nós pagávamos, uús pagámos; ienu luaíita, iena nuafita {a fita) vós pagáveis, vós pagastes; iau bafita (a fita) (^) eles, elas pagavam, eles, elas

Mono

— tu

iafita

— —

pagaram.

O pretérito
mava

perfeito indefinido

—-Ficou
Assim
:

dito já

como

se for-

este tempo.
ynais-que-perfeito do indicatico íbrma-se

O p)retérito
lafitidi

antepondo

a ao radical do perfeito indefinido.
(a fitidi)

nhas pago;
fitidi)

— nós
pago

oafitidi {a fitidi)

tínheis

;

— tínhamos pago; — (a
bafitidi
fitidi)

— eu

tinlia

pago;

uafitidi (a fitidi)

— tu

ti-

êle,

ela tinha

pago;

t uafitidi

luafitidi,

nuafitidi (a fitidi) eles, elas tinham pago.

— vós

(a

futuro simjÂes é idêntico ao indicativo presente. Todavia, se se tratar dum futuro certo e imediato, antepõo-se-lhe então uma das partículas sa, na, ninga, singa (conforme fôr uso na região). Muitas vezes também se emprega, como futuro, o presente do indicativo seguido imediatamente do infinito, como ao diante se verá. O imperativo. A segunda pessoa do singidar é idêntica ao infinitivo presente, e a primeira o segunda do plural são iguais à primeira e segunda do plural do indicativo presente. O conjuntivo presente é idêntico ao indicativo presente. O pretérito imperfeito do conjuntivo é idêntico ao pretérito imperfeito do indicativo.

O

O infinitivo presente, além da forma já Nota. apresentada, tem ainda uma outra, quando se emprega depois dos verbos Kuenda e Kuiza. Esta forma, que é invariável, consegue-se pela anteposição de A ao infinitivo regidar e pela po.^posicào dum 1. Assim Pedro veio comprar leijòes Mpételo oizidi asumbi e zinJiasa ; o rapaz vai traliulhar o ntaiali oliuenda asadi, etc.
:

:

:

(')

O

e (lo

pronome

be desaparece nos

tempos do pas&ado.

tu tinhas com i)rado. otc. Pretérito mais-qne-perfeito Jdsinnbidi: cu tinlia c()ni])rado. ela compra. : Tuasumha práveis. (>las tem com- prado. : nós temos compra- Uftwnbidi: otc. 7 «a. 0«. Pretérito imperfeito /asíí»i6a . . Xusundxt : tu compras. cias com[)ram. comj)rad<>. cias compravam. Lnminha Besumba : (ou) vós comprais. luuf. cies. OU comprava. tens com])ra(lo.52 Paradigma da I. prado. Liiafiumba. ola Lua. tu Tusumhidl do.v í/ ///Aí/ . etc.sumba. tíiih(>is comcomi- *'tc. ela comj)rou.s<///í/>//// f*tt*.- ('le tinlia lidsuntbidi : cies tinhaiii prado. cl(?s. : ou comprei. nós tínhamos comprado. etc. cies. : Tuasnuibn : nós comprámos. /?(/.- .s?///////V//. Lusumbldi vusundjidi : vós tcndes comprado. comjtrava. ela t(>m com- /ifí. iiiuisitmba vóa com- prastes. Pretérito perfeito indefinido Nsumbidi ou tenho comprado.siunha \()íí com- Oasumba : cie. : raxmnba Ofisitiiibn tu compraste. t7a. etc. : rdstiiiihd tu compravas. otc.• Tusinnhtt: nós compramos. : clc. Onuiubidi : ele. Pretérito perfeito definido Jasumbd : Gu comprei. : nós comprávamos. cias compraram. /Á/\?í/////r/. otc.sío/i/^/í// eu comprara.' classe dos verbos — Voz activa — Forma simples Infinitivo presente SUMBA — comprar Indicativo presente Xsniiiba: cu compro. . Luasnmbidi : vós ])rad().s?/w/í/(//. etc. (fsuiiiha: cio.vM?íí6a: elos. r.

(') A partícula na taial)!*!!! po^lc iiitm-calar-so entre o pronome e o verbo. : eles compra- Imperativo Sumba: compra tu. tiisiuíiba : nós comprare- Xinga Xinga u.>iniha : Lusumba: vós compreis.suniba : tu com[)rarás. eles : comprará." FOUMA Siunba n.-. Sumba besumba rão. Cde Xinga rão.sumba: vós com\^Tavoh. Xiufja )isu7nba : eu comprarei. vós compra- Sumba osínnba: êle comprará. Xinga mos. Usumba: 0.s/unba: eu com[)rarei. Sumba lusumha: reis.siiiiiha: vós comprareis (ou) haveis de comprar. comprem.• nós compraremos. Liisiiiiiha foui nn. Conjuntivo presente X-mmba : ou compre. Sa osumba : cie comprará.vítmôrt. FORMA íS'rt Sa nsiimha : (M eu comprarei. Osumhci: êle comprará (ou) há-de comprar. Sumba tusuniba: nós compra- remos.'' jjesHiiiba : eles comprarão comprar.suinha : tu comprarás. .-nimba o. (ou) iião-de 2. l(i. : comprarão. tu comprarás (ou) hás-de comprar. Snmba u. : Tusumba : compremos nós. Sa lusumha: Sa besnmba ou vós eles comprareis. tu comprarás. í?ís?ímôa . Lusumba Comprai vós. êle Tusumba: nós compremos. Xinga besiunba: compra- 3.53 Fntnro Xsumha: eu comprarei Usuiiiha : (ou) liei-de comprar. íSa íí. tu compres. Besumba: eles compro. TiiHumha: nós compraremos (ou) havemos de comprar.

Uasiunhd tu comprasses. Paradigma da 2. cies Bakenda: cortavam. Ukenda: . Cnkenda: Oakenda : tu cortavas. Bekenda: Pretérito imperfeito lakciidd : o\\ cortava. Bdknidfli' : tem cortado. Takendele: nós temos cortado. Luasumba Basumba: : vós comprásseis. L>d. Pretérito mais-que-perfeito I(d.54 Imperfeito do conjnntivo Idunniha : cii : cuinprassc. Takeiida: nós cortamos. ("de LítaA-eíírfí^/í?. comprassem. Tndkrnda: nós cortámos.i'ndele : Cknidch': ()kt'ii<lr/r : tu tens cortado. Pretérito perfeito definido íakinidd : ou cortei. Oakenda: cio cortou. : tinha cortado. Tiidlunidelc : nós tínhamos cor- tado. eles cortam.rndrlr : v\\ tinha cortado. Uakendele Oakendele : tu tinhas (rortaih). r\{\ vós tendes cortado. ôlc cortava. Futuro 1. '/'luisiniiha : nós comprássemos. Pretérito perfeito indefinido Xkr)idt'/e: cu tenho cortado.r//r/í'/e. Okenda: Ole corta. eles Oasumba: Olo comprasse.- vós tínheis cortado. tu cortas. : vós cortáveis. liiakendn Lfuíkcnda : n()S cortávamos. Liiakenda: vós cortastes.' classe dos verbos — Voz activa — Forma simples Infinitivo presente KHND A Nkenda Ukenda : -cortar Indicativo presente eu corto. /)Ví/. Cdes tinham cortado. Bakenda: eles cortaram. cies tem cortado. : Luhemla : vós cortais. Uakitnda: tu cortaste.'' KOItMA Xkenda : eu cortarei (OU) hei-de cortar. tu cortarás (ou) liás-de cortar.

Ole cortará. Tuakenda : nós cortássemos. Uakenda: Oakenda : Bakenda : êlcs cortassem. Paradigma da S. Cde cortará.'"" classe dos verbos — Voz activa — Forma simples Infinitivo presente TUMA — mandar Indicativo presente Xtuma : eu mando. êle corte. Tukenda: nós cortemos. eles cortarãa.55 Okenda: cie cortcará (ouj há-de cortar. Lukenda: cortai vós. eles cortem. Lukenda: vós Bekenda: cortareis (ou) haveis de cortar. 3. Xinga tukenda: nós cortaremos. Kenda tukenda mos.* FORMA Sa nkenda: eu Sa nkenda: Sa okenda: cortarei. Kenda lukenda: vós Kenda bekenda: Imperativo cortareis. . 2. Xinga okenda: elos cortarcio." Xinga lukenda: vós Xinga bekenda: FORMA cortareis. : nós cortare- Kenda ukenda: tu cortarás. Tukenda: nós cortaremos lou) havemos de cortar. Lukenda: vós Bekenda: Imperfeito do conjuntivo tu cortes. éle cortasse. Kenda okenda: eles cortarão. Sa tukenda: nós cortaremos. Sa bekenda: NInga nkenda: eu Xinga ukenda: cortarei. ou Sa lukenda: vós cortareis. Conjuntivo presente Xkenda: eu Ukenda: Okenda: corte. êle cortará. lakenda : eu cortasse. I^uakenda: vós cortásseis. tu cortarás. tu cortarás. Kenda: corta tu. Tukenda: cortemos nós. tu cortasses. Tutuma : nós mandamos. Glcs cortarão (ou) hão-de cortar. corteis. Kenda nkenda : eu cortarei.

iititiiiit : mandará (ou) liá-(l(í mandar. Batumini : cies tem mandado. C'\os tiidiain manda- Futuro 1. (h' mandareis (oui haveis mandar. [atuma: tu mandasto. iKts v<'»s mandaremos (on) !iavenu)s de /nandar. Sa <S'a iitnma: tu mandarás.'' mandar. Sa tutiima : nós mandanMiios. \ú<. vós mandávois. I OHMA S(i ntnniic í:\\ mnwàixTGx.'' FOKMA \fuma rtiima : <'ii mandarei loui hci-d(> mainlar. Batnma : eles mandavam. : Lutuma : vós mandais. i'atuma tu rio mandavas. Sa lutuma: vós mandareis. Tnafuiiia: nós mandámos. : tu mamhirás lou) hás-de mandar. *S'rt otuma: elo mandará. Pretérito mais-que-perfeito latitiiilnl: cu tinha mandado. rios <kifiiina: ólo mandou. Liifiii/ii)n : tu mandado. : Taatnma : uús mandávamos. betuma: Olcs mandarão. Luatuma : vós mandastos. BrtiiiiKt : êhís mandarão (ou) lião-de J. /'afumini . Olcs Utuma: cio inaiida.lo. Liíatiiinlnl : vós tínheis man- dado. Betuma: Pretérito imperfeito mandam. Otuiiia: èlc Inliiiiiii: I. latnmivi: nós temos mandado. l (ttnmltii : tu tinhas manda<lo. . Pretérito perfeito definido latiima: ou nuunlci. 'rnatnmlui : inis tínhamos man- dado. Batama: mandaram. tendes mandado. (hitinniii! : cl(^ tinha mandado. Otiiiiiiiii: ele t(Mn mandado. Oatuma: mandava. /afirma : ou niaiulava. . ÍAiatuma'.56 rtniiin tu luaiidas. Pretérito perfeito indefinido Xtumini : cu Utnmlnl : tcnlio ti-iis mandado.

tu (Ao tutunia : nós mandaremos. : êle escrevia. : Tuasona: nós escrevíamos. Ja. furaa betnina Imperativo : mamlarào. Uatiima Oatiima \\\ mandasses.'' Ninga betnma FORMA Tiiiiia : mandarão. Imperfeito do conjuntivo latuma : eu mandasse. : Tuatuma : nós mandássemos. Luasona Baxona : : vós escrevíeis. ÍAituum mandai vós. Xinga l ufania : vós mandareis. : Tuma ufuma: Tuiiia otnnia : mandarás. eles mandará. : êle mandasse.57 Xiiií/a íiti. tu Tutunia : nós mandemos. Niruja nfitiiia : tu êlc mandarás. eles Ninga otiima : mandará. eles : : escrevem.'S. Cies escnn-iam. Uasona Oasona tu escrevias. Xiiirja fiif Ill/Kl : n<'>s mandare- mos. èle escreve.diia : ou mandarei. : mandem. Tusona : nós escrevemos. Batuma : eles mandassem. Tu ma: manda tu. Conjuntivo presente Xtuma Utuma Otuiiia : eu mande. ."' classe dos verbos — Voz activa —Forma simples Infinitivo presente SONA — escrever Indicativo presente Xsona Usona Osona : ovl escrevo. elos : ele mande. Tuina ntuma : eu mandarei. Tiiiaa lufiuiia vós mandareis. : mandes. Lusona Besona Pretérito imperfeito : vós escreveis. : ta escreves. Luatuma: vós mandásseis. Lutuma Bpfuma : vós mandeis.sona : eu escrevia. . Paradigma da 4. Xutuma : : mandemos nós.

eles escreveríío (ou) hão-de esci'ever. L'asona: tu cscrevosto. líaAoua : Oasona : êle esci-eveu. Ninga osona: êle escreverá.' : Besona : rOKMA S<i iisoiKi òV/ . Xiiirja Iwiona : vós escrevereis. Lmonene Besonene : vós tendes escrito. eles escreverão. hhsona : lusona : iSo/zíí vós escrevereis.'{. Tnasonene crito. 5o« í osona : êle esci^evorá. Juionene : nós temos escrito. : tem escrito. [\sona: tu escrevoj"ás (ouj hás-cle escrever. KOKMA Ssona : eu i^screveriM (ou) hci-de escrever. tu escreverás. Basonene Futuro 1. Pretérito mais-qne-perfeito /a. tu tons escrito. Pretérito perfeito indefinido Nsonene: eu tenho Csonene: (honene : escrito.suua: iiós oscrovomos." Xincja hcsona KilKMA -Vf^//'/ : iSo»« lusona . eles êle tem escrito. eu tinlia escrito. iis(j)i<i : tín liisona: vós escrevereis.S'()íía : eu esci^everei. Lnasonene : vós tínheis escrito. 2. '/ua. eles escreveram. Luasona: vós escrevestes. 'Va hexoiui ou : osona: êle escreverá. tu escreverás. . Sa fnsona : nós escreveremos. elos escreverão.so/i«u(' .58 Pretérito perfeito definido lasoiia : ou oscrovi. : Tiisona /jiiso)i(i nós osci'overemos (ou) havemos de escrever. : nós tínhamos es- ['<isone)te : tu tinhas escrito. vós escrevereis (oui haveis de escrever. Xiiii/ii nsniid : (Ui escrevei t'i. Xiufja uso na : tu escnnei'ás. tnsona: nós escreveremos. eles cscroverílo. ò'o«a besona : .Síí : eu (escreverei.'' : tinham escrito. Osona : êle escreverá (ouj há-dc escrever. \in(/(i tnsonti: n(')s escrevere- mos. eles Oasonene : êle tinha escrito.

sona: escrevei vós. êle escreva. Tumaa Kuiiua : sor mandado. ser pago. Mpovele: eu falei. Uasona Oasona tu escrevesses.il do infinitivo. Assim : ticou dito). regra geral (como antepondo um a ao a fin. : eles escrevessem. Imueno Etc.59 Imperativo Sona : escrevo tu." — Da voz t>assiva já A voz passiva forma-so. Lu. tu escrevas. : pois duas são tamtermiaações dos pretéritos indetiniilos na voz passiva. Mftidí: eu paguei. possuir. : Besona: eles escrevam. fui pago.' Assim : : Ntaiuhd mandei. : Lusona : vós escrevais. § Z. Formam o pretérito indefinido em ii os verbos (jue na voz activa o tom em idi ou ini. MhakiJu : fui apanhado. termina em ele ou ene. Etc. Wua Fitua Etc. na voz activa. . o. Mbakidí: apanhei. Tnsona : nós escrevamos. fuma Kuna Vua : : mandar. Imuene Etc. : tenho sido visto. Estas terminações são u. ser ])Ossuldo.Vpovelo: eu fui falado.ado. : Fita: pagar. Imperfeito do conjuntivo lasona : eu escrevesse. Conjuntivo presente Nsona Usona Osona : eu escreva. foi Olcuninu: êle Mfitibi: eu plantado. . Por oupara se oi)ter o pretérito perfeito ind(?íiiiido na tras palavras voz passiva basta mudar em n o i final dos pretéritos da voz São de duas classes os verbos passivos. : tenho visto. : : ser plantado. êle escrevesse. : Tiiasona : nós oscrevêss(Mnos. Formam-no em o aqueles cujo priv térito indefinido. plantar. as bém : activa e em : o o e dos mesmos tempos. Luasona Basona: : vós escrevêsseis. Mtiimuiu fui mand. Okunini: êle plantou. Tusona : cscrevainos nós.

0/>íí/..s ilo -i Kncliivc» \\\\i) m' 'lá ota iiiudaiK/a.<i: nhada).(i : (Ml \\\ apanho. Inixdcnit : o\\ era apanhado (apa- nhada). mima grande ])arte dos diaíaz mudar em ú o /.inhado lithiihii : (Ml ai». K por isso (|ue se diz Xotií. ela (apanhada). para a completa compreensão deste assunto.iiiul(j [)r(^tóritos cm i/a (da ( ' ). os voz passiva) deviam serem ifhi.'(:t(». Por nos parecer desn(M'(!ssário.'"/. se nflo fora uma exi<^ência eulóuica (|iie.idi."• a|)anliar. CLASSE Voz passiva Voz acllva Presente do infinitivo /. lút. cada uma das classes dos verhos na voz passiva.w . Ktc. na voz passiva.-í/ . ['hiLiia: tu és ajiajdiado (apa- ('/>(d. Pretérito imperfeito c ap. limitaino-iios a apresentar o seguinte ([uadro comparativo : 1. --r-ãvocG (jiic. antes de lectos do kilion<)o /. M/iii/. I'^tc. rh». (dxikim: rde. iSiinhUn Kàií/flit por knKjdi \)ov fitUi Ftti/u Ktc. A conjugação dos verhos.iiiha\a.is regras acima. E ([lie os verbos ([u*' na voz activa tem o pretérito em Idi deviam trio <mu ///. . |)or sanihili Sambilu '/'(Ditlhi Idutídi. .-ipanhas. (^la apanha. : Na voz activa Ma voz passiva Mljalcidi. por iiilitIU Sanihif/I. lud^mi: Indicativo presente s(>r apanhado. s(^. MhuLaa: eu sou apanhado. t"az-se de modo idêntico à voz activa. |)or inlxiLili MbaJUu Mfitl/ii Mplill. dar o paradigma de. (') Noíi iliah. ]•()!• tiiiitili tStiiibidL jior siiiihllí /uiif/idi.

apanhado FORMA Sa haha Etc. Etc.(/ . Mbakua Etc. Etc.'/r//. Etc.(51 Pretérito perfeito definido lahaha Etc. : eu apanharei. eu tenho apanhado. Etc. Fntnro 1. B((kna mbakua : eu serei apanhado (apanhada).' rOKMA Mbaku Etc. : ou apanhei. lahaLua: cu nhada). . sê tu apanhado (apa- nhada). 3. serei apanliado Etc. Etc. : cu seja apanhado (apanhada). : eu apanhe. : eu apanharei. : eu apanliarei. Bakua: i^:tc. Sa bakua: ( eu a])anhada ). Pretérito perfeito indefinido fui apanhado (a{)a- il7òa/. Etc. lahakilu : eu tinha sido apa- nhado (apanhada). Mbakua Etc. Conjuntivo presente Mbaka Etc. 2. Pretérito mais-que-perfelto labakidi : eu tinha a])anhado. Etc. apanha tu. Imperativo i?«/. ÒJòahibi : eu tenho sido apa- nhado (a})anhada).''' eu serei : (apanhada)." FOKM \ Baka mbaka Etc.

Bikna: ser deixado. kokoka tar assado. Etc. e dos verbos derivados forma negativa 1.-a." — Das § formas— negativa.. Koka: Etc. liikania : estar deixa- do. OU apanhasse. do. A do a activo voz média final dum verbo obtem-se. depois de exercida sobre êlc a accào sifpuficada pelo verbo ua voz activa. nada especial.so a([uela voz que os verbos tem emkikougo e qiio nao é nem a activa nem a passiva. comt>lexa e contínuativa. Kto. j)ola nnulanea em ama ou tdca íou o/ia. ser rasgach). partículas ke . 62 Imperfeito do conjuntivo yaW. apanhado § 4. Vangua /íft/. em lugar de uk-a. sor assado. . em ([uabjuor das vozes.* : ser feito." — Da A ko.' : fazer. Ice e j)ospondo-lho As . : Baha: rasgar. forma negativa dos verbos do kikungo obtem-se antojiondo ao verbo. ser apanha- Ia?í^MÂ'a. a ])artícula . (juando se tratar dos verbos derivados se dirá o mais (|Uo importa sabor acerca da sua forniaoão." — Da vo£ noédia Por voz média entende. /:?í//. liakama: estar apanhado. ko con-espondem perfeitamente ao : vc . em geral. Assim : Voz activa Voz passiva Voz média Vanga Ilil:(i : : fazer. apanhar. liakuka: estar Kokania. pas da língua francesa. lahakua: ou lôsso (apanhada). Ioíí^o/z/íí. Vanga /?fí/ro. r^ito. Indica ela o estado cm que se encontra o sujeito. se no verbo houver um e ou um o). . deixar. Exemplos fii~kuenda Ao A r — nós uSlo vamos . pelo ([ue respeita à conjugavão. agar- lpar. estar feito.-?íí/. Kokua : es- Como tem (lo a voz média. estar feito. ke lu-kiieiida ko — vós . ]^an(jua: sor feito. pronominal. assar. /artigo 2.í/«.

é mudado em não gosto da casa do António k'i-sumba mameme m a-mhakala ko não compro carneiros k'i-sumba mameme ina-7ikeiitu ko não compro ovelhas.<. todas as vezes que a esse e se siga vogal. k'u-inoni nkuta ko — não tenhas medo. ^k' u-dianya lujidu ko e? ^tu não comes porco?.não esteve ninguém k'u-jila nganzi ko não te zangues k'i-dianga kiiarne nkombo ko não como carneiro. — . . k'i-zolele mpila iaii ko não quero dessa qualidade. elas não pagam. ^ke be-Jita ko e? (. — — — § 2. he be-kuenda ko (?f — ^vós . não o vi. não teve filhos. ke be-jita ko — eles. lu-onuene e dimeme'é? K'i-iimene dio ko ^ viste a ovelha. elas não são mortos ke he-vondama ko -. — . elas não pagam ? ke he-vomhia ko êles. mortas (êles." — Da forma reflexa ou prenominal Antes de tratarmos do modo de obter esta forma convêm apresentar a conjugação completa do verbo kuenda (ir). elas).solo'ii(/o empregada em não existo a partícula negativa la (por le) livros escritos em alguns dialectos do kikonyo. k'u-mo7ii e zinsoni ko não te envergonhes (não vejas a vergonha). o carneiro? Não a vi. — — — . substituindo-o apóstrofo. frequência. devendo ser sul)stituido pelo pronome i S.o— eles." Com pessoa). — . k\ivovi io makasi ko não fales irado ke tu-vuid/e mhele inu-atuvana ko não perdemos a faca que nos deste. na forma negativa. 2. Nota. — — — — — — ." — Deve Numa frase. elas não vão ^ke lu-kuenda não ides?.Êle viu os bois? não os viu. 1." Suprime-se o por um Depois da negativa ke não pode empregar-se n (ou ia) da primeira pessoa do singular. — . e da partícula ke. k^akezi muntu ko -. K'u-vondi ko não mates k\i-uii ko não roubes. k'akedi iana ko não tinha filhos. e kimbevu e ki-klkatuka ko a doença não desaparece (não saij. iicão ides.não estão mortos.'' o pronome pessoal (da mesma 4.êles. . a partícula notar-se o seguinte Ko só vai : em último lugar. que se vê . k'ahmene zo ko. (') Em hi.63 /. — — — . o a final das pessoas do imperativo Exemplos: K'i-tond' e nzo a Xtoni ko i — i*).

iivknmdd (haveis i\o : vós ireis ir).'i i h. êlc. rio. (hilelc : ôlo. : rlc rl. ela tem ido (rlcí.iiciiila : Olos. ela foi. elas Pretérito perfeito indefinido Jele : ou tenho ido (eu : fui). elas iam.iK/ir/i'. : : tu vais.64 Presente do indicativo \-/:iiriif/(í ('-/:/if'ii(/(i : «Ml vou. O^/r foi . ela Ifele: ôlcs. elas vão. Bc-kuoKht Pretérito imperfeito : elos. idas foram (tiidiai. (d. inidíelr : vós lôrois (tí- idiois ido). 'Juele : nós tomos ido (nós fomos). Futuro 1. ('(ilrlr: tu tiiras (tinh. : Olos. (d. ..i I |. nuakiieiída IVakiieii(l(( : \ós\o\i^. Tn-kiiencld Iji-kiicndu. nnaieitda Ifaienda : vós iostos. Tiiai<'l(' : nós luramos (tínhamos ido). Luknouda.is ido. ela ia. Tuaienda : nós fomos. miele fustes). : tu ias.-i fora (tinha //Ví/V/í' . iiii-knt^inlif vós (J-/:ueii</íi : (•U\ da vai.'i (h- llrh in-iidd rjus. Luah-upiido. ( jLltnidd ir). Lnaienda." FOKMA XLiiriidd : rii iroi (h(d-do iiM. : r/. elas foram ido lôjos. Tdos. : Uele tu tens ido (tu fuste) Luele. ido). hil. lahueiula rahiíeiif/d ( : cu : ia. Pretérito perfeito definido Jaieiída : «mi : íui. rio. l\iLa(udd y\{' : nós iremos (havemos ir). J. Inakneuda : iiós iamos. ides. foram. Pretérito mais-qne-perfelto lítieh' : <>u fAra (tinha ido).! ido).iifiidd : tu irás (hás(h' ii-).is irào ( flão- -do in. : Uaieiídn Oaiciidd tu tosto. I. vós tendes ido (vós (das tom i. : n«)s vamos.

etc. E que êle ó um — . Tuenda. : êle. tu vás. etc. Kuenda tukuenda: nós iremos. : nós fôssemos. seis. Como naturalmente se terá notado. Imperativo Uenda. ingá iukiienda. Luenda. etc. nuenda. tu irás. ela irá. tukuenda: vamos nós.: 65 2. etc. ela vá. okiienda: êle." FORMA Kuenda nkuenda Kuenda ukuenda Kuenda okuenda etc. nuaienda : vós lus- Uaienda: êle. etc. qXc. Sa AS'a tiikiienda : nós iremos. na sua conjugação. Ninga nkuenda Ning'ukuenda Xing' okuenda : : ou irei. etc. nenhum dos paradigmas acima apresentados. Ninga tukuenda : nós iremos. ela irá. Xinga bekuenda: etc. : tu irás. etc. elas irão. Uenda: Luenda. Presente do infinitivo Kuenda : ir. : G\\ \vq'\. 3. Kuenda lukuenda [nukuenda) vós ireis. lukuenda sa nukuenda vós ireis. Conjuntivo presente lenda : eu vá. Kuenda bekuenda : elos. etc. eles. kenda: vão. nda: vai tu. elas fissem. lukuenda. Imperfeito do conjuntivo laienda : eu fosse. : Tuaienda Luaienda. Nota. elas Oenda. B'enda: eles. Sa bekuenda : on eles. esto verbo não seguiu. ela fosse. nu kuenda : ide vós. etc. etc. elas irão. etc. ele. etc.^ FORMA Sa ikuenda: Sa ukuenda Sa : eu irei. Uaienda tu fosses. Waienda: eles. : tu irás. etc. ela irá. nuenda: vós vados. êle. Tuenda : nós vamos. elas irão. ninga nukuenda: vós : ireis. etc. ]s! etc.

. /.A — verso : Indicativo presente J-kn-tdla : vejo-me. .-i/tah( : via-me. : Tn-<i-kn-Uda : viamo-nos. ii. IVa-il-tudid' : tinlíase visto. iliremos nal dos verbos. : Tn-a-il-tahi : vinio-nos. eolucaiido ejitn^ o radical d<>s mesmos e o proprinome pessoal concordante unia das partículas kn.ii-ii-t(td!di : visto. r-(i-knf(ilu vias-to. I n-ii-tddidi : tenio-nos visto. Por kiiemln t'oiijug. (J-a-ii-t(idiilt : ÍAL-a-H-tadidJ : tinlieis-vos visto. t(Midcs-vos : ^'— ti— íí/í/iV/i tens-to visto. : Tn-kn-tala vemo-nos. em todos os que [)erderam Osso : cm A j)reHxo. \\íim-^G. : J-a-/. em todos os tempos (mu (juc o verbo kuenda conservou o antigo preHxo verbal kn : il. y'/í-íí-/<-í(í7/f/i. nu» verei m)u ti' ) ver. vêdes-vos. vistes-vos. C-kn-tala vGs-te. Assim KC-TAT. vêeni-se.vos. o\\ pronomiohteiii-se ti fumid ri'J1 Posto isto.i-se o V(}rho (vir). lia-ii-ttididl tem-so visto. meira. tíniiainonos vis- to. ['-(i-ii-fíila viste-te. Pretérito mais-que-perfeito I-a-ii-tadidl : tiidia-me visto. viram-se. víeis. Ln-kn-tala He-kn-fala Pretérito imperfeito : ()-/^„-t((la: vê-se. J-<i-ii-(iil(t : vi-nie. -kii-fidd : tu verás luu) ver-te hás.•»/-(/. ].me hei. Futuro !. ()-(i-t(ididl: tem-so visto. Pretérito perfeito indefinido l-il-tadidl : tenlio-iiK! visto.•' KoUMA I-kii-t(dt( i : ei. l'—'i-ii—f(ididi: tiidias-te visto. tinham me visto. Lu-a-kn-tala /{''i-kn-fala Pretérito perfeito definido : : 0-a-katala: via-so. Lu-a-u-tald li'<i-il-fula : : (J-a-li-t(i/a : AÍu-se.66 verbo irregular.

Conjuntivo presente I-ii-tala : eu me veja. Ole (ela) : se verá (ou ) ver- Sa-tu-ku-tala (ouj ninga tu-ku-tala -nos hemos. Tu-ii-tala: nó^. Glo (ela) se visso. eles (elas) se verão (Ou) ver-se hão. : vós vos vereis (ou) ver- Sa-he-kií-tala (ou) ninga be-ku-tala: eles (elas) se verão ou ver-se hão.te hás. : nós nos veremos (ou) ver- Sa-lu-ku-tala (ou) ninga lu-kii-tala -vos heis. vêde-vos. 0-a-ii-íaía. : eu me verei (^ouj ver-mtj Sa—u—ku—tala (ou) ning'u-kii-tala Sa-o-ku-tala (ouj ninrf o-hi-tala -se há. eles (elas) se verão (ou) ver-se hão. Lu~ku-tala Be-ku-tala : vós vos vereis (ouj vor-vos heis. eles se vis- sem. . Tu-kii-tala: nós nos veremos (ou) ver-nos liemos. Tu-ii-tala : Lu— ii— tala: vejamo-nos. (ela) se lala o-ku-tala: êlo Tala tii-kii-tala : verá (ou) ver-se há. U-ii—tala: tu te vejas. tu te verás (ou) ver-te hás. B\i-ii-tala: eles (elas) se vejam. 3. Imperfeito do conjuntivo FORMA POSITIVA I-a-ii-tala: eu me visse. Tu-a-ii-tala : nós nos víssemos. nós nos veremos (ou) ver-nos hemos.67 0-ku-tala êlc (ela) se : verá (ou) ver-se há. 0-ii-tala : Lu-ii—tala: vós vos vejais. : Sa—i-ku-tqla (ou) ninga í—ku-tala hei.vos heis. Lu-a-ii-tala B'a-ii-tala: : vos (elas) vísseis. Imperativo Tala lu-kiL-tala Tala be-ka-tala : : U—ii-tala: vê-te. : tu to verás (ou) ver. vós vos vereis (ou) ver. Ole (ela) se veja. vós U-a-ii-tala: tu te visses.* FOKMA Tala i—ku-tala: eu Tala u-ku-tala : me verei (ou) vor-me hei. nos vejamos.

8o.(j^ KOKMA NKGATIVA K'i-(i-hn-tala ko : cu nuo : mo visse. então o pro/ioiin. então é êle incorj)orado no ver)>o. Assim Tii-n-tadkU nós vimo-lo." pessoa 3. u-kn-fxt-foiída C-le. Os pronomes pessoais (complementos) da i)rimoira classe sio : — .>ÍMta."" 2. esto acompanha o verbo.'"' i. vós nào vos víss(Ms. : pessoa pessoa ]»essoa u \iii] l.nnas 37. fòr de outra classe que não piiniciía.i coiiju^'avuo.i. — — os seguintes : SiNfn 1.-' pessoa ta hi. ko : óles (elas) nào se vissem. . nós vimo-la. H a esta forma da coiiiu.</o o a designativo do protórito soguo-so imediatamente ao sujcMto. sujeito a empregar &or:i a partícula cuucorilante do iionie a que nos refi rimos. que se segue imediatamente ao pronome sujeito (nos tempos em (pie ôlo foi conserlu<íar O vado). Infinitivo presente Kiit<ila : ver-se. Ka-kn—tala ko : êle (ela) afio so visse. t-» . riosta ft)rma il. Ke Ui-a-kn-tala ko : Ke In-a-ka—tala ko Kl' hn-kii-t(d(t : nós não nos víssemos.aoà(j (|iio nós chamamos cotiiple. (o leopanlo mata-08 (os liomcns) —o — nijo i-lii-bii-coiida . Assim: o boi ama-iios o nrinmhc 'la i-ku-nu-lomla ete. ([uando o complemento directo um prjnome pessoal. sem todavia lho sor ligado por um hífen.ni ( ')." — í)a fornoa complexa Tor íorma comj)lexa dos verbos entende-se a(|uola forma que eles tomam quando em si encerram o complemento directo. o pronome complemento é da primeira classe. Nos tempos du j/kss . Como se viu a pá|.'' nn 3. Veja-se a . porôm. ela ama-os. como o é em j)ortuguôs.'' \iii) pessoa ha (') . ií 3.\e acêrea (lêst( pronome. K' u-a-ku-tala ko tu nuo to visses. jeito (nos do proiiOHK^ coni])l(Miionto é (loj)ois do pronome sutempos em (jue no verbo kuenda desapareceu o antigo prefixo verbal kii) e depois deste ])refixo.Sc n -iijcitu. de ([ualijuor das classes que nuo seja é a primeira. ama-as n-((-tu-t<tdidl tu tinhas-nos visto. n {-) // 2.AU : Pi-iKAi.

: eu vejo-o. tu vê-la. Tu—a—ka—n-tala víamo-la. viram-na. é isso desnecessário. Be-ku-u-fala : eles. — — Forma complexa do verbo TALA — ver KU-X-TALA — vê-lo. eu vi-a. : nós vimo-lo. viste-lo. 0-a-l:u-n-f(d(t via-a."' pessoa do singular) só difere de n da B. B'a-ku-n-taJa : elos. via-a.* classe como. viam-na. elas vêem-no. eu vetu vê-lo.69 Xota.' pessoa nào forma sílal)a com a vogal ante- cedente. Ta-ku-n-tala vêmo-la. : êle.* do plural {tu nosj. a) e o da 1. elas viram-no. cltivC. Pretérito perfeito definido l—a—)i—f(ila : ou vi-o. : nós víamo-lo. tu Lu—a—n—taln: vós viste-la." pessoa do singular (n o." pessoa do singular é sompre /. () pronome n (da 1. : vós vêde-lo. Nesta forma comploxa o pronomo sujoito 1. etc. — da ( Potloriamos apresentar tantos paradigmas da forma complexa quantos são os pronomes complementos da 1. ela viu-o. (') O pron(jmr> n (m) «la 3. vós víeis-lo. vós 0-a—n—tala: viu-a. vê-la Indicativo presente I-kn-n-tala jo-a. U-a-ku-n-tala -la. Tu— a— n— fala vimo-la. vêem-na. ela via-o. Pretérito imperfeito I-a-ka—yi-tala : eu via-o. res])ectivamente. . : tu via-lo. gmas em que entram como complementos directos. a. nós í7-/».if(-. porCnu. Lu-kn-ii-tala vêde-la. : nós vêmo-lo. nós U-:i—n—f-ih(: viste-a. B'a-n—ta1a : eles. via- Lu—a—ku—n—tala: víeis-la./-í«/a. seguem apenas dois paradi. tu visto o. vós O-ku-n-tala: 01q\c-o. êle.'"* pessoa) por Osto sor mais f )rtemente acentuado na pronúncia do que aquele (*). o pronome da B. elas NÍam- -no.

I)'(i-jt-fadidi : ('los. 'fu-7i-fa</ /'<//' nós ttMuo-lo visto. a vorá. Ii('-/:u—ii-f(d(t: eles. ôlos. otc. nós vimo lo. tu ('lo. vi- ram-no. tinha-la visto. tom-a visto. otc. vó-la há. Futuro 1. I-ku-n-t(da -lo. : ou o voroi. olas tinham-no visto. tínhoi-la visto. tu toni-la visto. toin-lo U-n-tadidi: tu visto-a. : nós o voromos. 0-ku-n-f(da : vô lo. vô-lo vê-la lioi. ji'a-n-f(i(h'dl : visto. ou vi-o. 2. tinlinm-na visto. (j^n-t<ull." KOKMA iioi. a verão. liAs-do vó-la. a veroi. vê-lo hão. etc. há-do v("'-la. viram-iia. a vorás. vira-a. ou tciiha-a visto. tomo-la visto. víramo-la. elas o verão. viramo-lo. vimo-lo. tu visto-o. vê-lo hás. ha- veis de vê-lo. liás-do vr-lo. vê-la heis. hão-do vê-lo. tiMide-la Lu-H-tadidi : vós tondo-lo nós vimo-la. tinha-a visto. : eu o voroi.li : visto. ela o verá.70 Pretérito perfeito indefinido j-ii-fadifli : ou tonlio-o visto. há-d(» Tti-kn-u-ttdd rlc. vimo-la* visto. hoi-do vô- h('i-(lo vt'-la. vira-o. viram-no. : ola toni-o visto. olas tom-no visto. vira-la. vê-lo Iumuos. vírois-lo. vi- ro is-1 a. Tn-a-ii-fdd/d/' nós tínham<j-lo visto. ola tiuha-o visto. Pretérito mais-que-perfeito T-a-n-tadidi : ou tinlia-o visto. viu-o. Tit-sd-Jcn-u-iida : nós o voro- mos. : U-(. vó-lo há. havemos do vê-lo. vó-la hús. .-ji-tadidí tu tinha-lo visto. vê-la hilo. vê-la Lii-kii-ii-f(d<i : vós o vereis. vira-a. J^ii-ci-n-tadldi : vós tínhei-lo visto. vira-o. tinha: a visto." FORMA l-sit-ku-n-tidd <'tc. 0-a-)i-fadidi : ólo. vê (^tc. lo heis. viram-na. a hemos. ou vi-a. tom-na visto. tínluuno-la visto. a vorois. v(>rom()s. viu a. vira-lo. : U-ku-n-tala tu o vorás.

Xiiufa tu-ka-n-tala : nós o vevós o ve- remos. elas 3. : rle. vêde-a. ela o Tala he-ku-n-tala verão. a Be— n— tala : eles. a vejas. ela o veja. : Lu—a—n-tala vísseis. : êle. o víssemos. a visse. a veja. etc. etc. : elos. a L—n—tala: O—n—tala: veja. Tu-n-tala: vejamos. U—a-n-tala ses. eu O visse. Tu-n-tala : : vejamo-lo. Lu— n— tala jais. etc. Xinga Ju-ku-n-taJa reis. : nós o vere- Tala ii-ki(-n-taJ a etc. ela o Xinga be-ki.i-n-tala o verào. a 0-a-n-tala a visse. ôle. elas o King í-ku-n-f cão etc. Ln-. etc. : vós o vereis. B'a-n-tala : a vissem. o]a o lh>-sa-ku-n-tala verão. vejamo-la. Imperfeito do conjuntivo KORMA POSITIVA /— O— ??-fa/'^í . elas o vissem.: 7r U-sa-ku-n-tala etc. : ou o verei. : tu o verás. : eles.-'Oieíi. Tala tv-ku-n-tala mos. : vós o vísseis. : cu o verei. . elas o Imperativo JJ-n-tala : vê-o. eles. etc.'' FORMA Tala i-ki(-n-tala etc. : êle. a vis- Tu-a-n-tala : nós nós a víssemos. : Xinffu-lu-n-tala etc. nós o v(>jamos. etc.sa-ku-n-tala ete. Conjuntivo presente I-n-tala : eu o veja. ela o visse. elas o A"ejam. : vós o vejais. tu o verás. tu o visses. Xinf/'o-ku-n-ta(a verá. vê-a. lala lu-kii-n-tala reis. 0-sa-ku-u-faIa vorá. etc. : etc. tu o vejas. . a vejam. : vós o ve- Tala o-ku~n-tala verá. Lu-n-tala vêde-o. etc. etc. : Xn o verás. a ve- rle.

Ln-a-tu-falo B' a-t u-tala -nos. olas viram- . : tu viras-nos.v-fti-f(i((i tu vós-nos.. V-a-tu-tolo 0-a-ti(-f(i!a tu vistos-nos. (toiílio- íu-il-tadidi : nós vimo-nos i. (to- -nos visto l -tii-tti(li(l! mo-nos tu visto : vistos nos I. U-ku-tii-f(il<i 0-!. : Olos não KT-Tr-TALA I-ku-fii-t(tl(i : — vor-nos nós Indicativo presente vn : \-oj(j-iios. : ôlo.. otc. nós víramo-nos. : (>-(i-tn-tadldi -no^. vós vírois-nos. Pretérito perfeito definido I— a— tu— fofa : ou vi-nos. (^la viu-nos Ii'a-tu-t(ídidi (tcm-nos visto). \ós vistos-nos.. : ('lo não o Ke b\i-ku-u-taJa ko o vissem. : ôlos. 7)i-(t-kn-tii-fola -nos.. Lu-a-tn-tadidi . «''lo. «'te-. C-a-tn-todidi otc. ola vira- Ifo-tu-tadidi -nos. olas viam-nos. : ólos. olas vôom- Pretérito imperfeito J-a-kii-fii-t<il(t : on \\íi-nos. ola via- Lu—a-kii—tu—tala: vós víeis-nos.. : nós víamo- U—a-ku—tu—tahi: 0-a-kit-fn-tala nos. : tu A'ias-nos. : nós não vós Ku-a-ku-u-tala ko visses. ôlo.72 FORMA KKQATIVA K"t-(i-ku-n-f(il<i ko visso. vistos-nos ôlo. otc. : vós : ela vô-nos. ctc. rio. : Jx-o-tu-fala : nós vimo nos. Tii-l^ii-tii-tnln: vomo-nos. n'-a-k n-t ii-tala :C'\(}s. das viram- Pretérito perfeito Indefinido J-tu-t<n/{fl/ : ou vi-nos I. Pretérito maia-qae-perfelto I-a-tu-todidi otc. ela viu-nos. : OU não o Ke tn-a-ku-u-tala ko o víssemos. vôdos-vos.t(. : ou viras-nos. olas viram-nos (tom-nos visto. : : : t"'l('s. Lu-kn-fu-tala Be-ku-tn-tala -nos. ote. etc.ii-tii-tadidi (tons nos visto). 7'/í-a-//-/rtf//f//. : ólos. otc. : tu nào o Ke lu-a-ku-n-taUí ko o vísseis. ()-tii-tadidi : : vós (tondos-nos visto). : nfio hCo-a-ku-n-tdla ko visso. ctc.tc-.

Etc. : : yòs nos visseÀs. : êle. Tala u-ku-tu-tala. ela Lu-tu-tala: vós nos vejais. elas nos vejam. Lu-kii-tiL-tala etc. exprimo que a acqão enunciada 2)elo verbo continua ou continuava a exercer-se.se com os verbos simples como com os derivados. etc. etc. : eles. : ou nos verei. ela nos Be-sa-ku-tu-tala verão. etc. etc." Lu-a-tu-tala B'a-tu-tala sem. etc. nos vis- Ole. etc. Imperfeito do conjuntivo I-a-tu-tala: eu nos visse. nós nos víssemos. vós nos vereis. tu nos verás. : Lu-sa-ku-tu-tala reis. : etc. 0-tu-tala: êle. : eu nos votu nos ve- Tu—sa—ku—fu—tala remos. : nós nos vevós nos venos U-sa-ku-tu-tala rás. eles. r<í-a-íu-ía/a .° Ninga FORMV t u-ku-tu-tala. etc. Tu-ii-tala : : vojamo-nos. elas Ninf/'{-ku-tu-tahí. ou : eles. 3. Lu-tu-tala vGde-nos.nos. O-ku-tu-tala verá. Tii-kii-tu-tala : nós nos vere- mos. U-tu-tala : vê. U-a-tu-tala: tu nos visses. etc. § 4. elas — ba forma continuativa forma continuativa. Imperativo Tala o-ku-tu-tala. 0-a-tu-tala: se. ela nos vis- eles. etc. : Ole. etc. elas nos 2.* FORMA Isa—ku— tu— tala rei. Tuia i-ku-tu-tala. : U-ku-tu-tala etc. : O-sa-ku-tu-tala verá.73 Futuro 1." FORMA I-ku—tu-tala etc. que tanto pode usar. Tu-ii-tala: nós nos vejamos. Be-tu-tala : nos veja. U-tu-tala: tu nos vejas. Conjuntivo presente J-tu-tala: eu nos veja. ela nos Be-ku-tu-tala verão. A .

. o ainda várias circunstâncias. tarli fita ^Nki a oasumba o muanaku. Miifllnnfja : tenho sido pago (até o i)resentej. Vuate kinkutu ki-aku ki-ampa. ^Rielu kia nzo kiazikama kale? Kiazikamene kuandi. entre outros. tukoke nsusu. kinkutu kiakina kinasumba mono kim'o Kinzau e? Imuene kio kia-biza kuandi.^o (actual- mente). ^ Mau kuevi mene? tAntu a-kua umonang'e ? Mono mona antu a-tatu. como ainda e. Os seguintes exemplos hastarà(j para : bem se com])r(>onder o que soja a forma continuativa Voz activa (continuativa) Voz passiva (continuativa) Mfitanf/a : <ni \rã'^o (actual- Mp'fuanf/a : sou pa. E ki-ame imanini e? Umuene — - . . Ilemene kala." — Dos verbos derivados A classe dos verbos derivados ])ertenc(Mn.se enuncia e atribui. ngo iminini e nsunu i-ame i O ia-mvimba kiizaidi ko e? . Desta espécie do verbos se tratará na Sintaxe. l^) e de NGIC (aos terminados /. pois (|ue essas vozes não silo senílo modalidades de verbos primitivos. Ne lumbu tukuenda kun'e via dia -Mono ne mvutuka kune vata. — kio ezono. AVo?ír/c/í^/i//í?. O nkazame kena kuandi io lumuene ko.— : 74 O|jtom-so osta íbrnia pela simples posposiçílo do XG^l (aos tenniiiados ])or A. Tualo mavunga mame io mandi. O. os verbos nas vozes passiva e média. ilenu ke huumbe nguala ko e? . tonij)os por A'i. .Taf ame kuandi. uma acção. um estado. bo?i tukuenda. Pois em kllconfjo. ^ 5.. ^E nki luine ? Mpasi zingi tumonanga. dizemos nós em português. Verbo. «e a palavtri com que . Uenda a landi o lumuenu lua nkazaku.Kazaia kuame ko. a ninapenísoa ou a uma coisa. Ntoni i O kuevi ine? Mono tomba iandi i e iandi langa o tomb'o mono. os verbos a (|ue chamamos derivados vão mais além não somente enunciam o atribuem. tenho agradecido Xtondelonqa : tenho sido agrade- (até o presente). . Ulem'o tubia. ou uma qualidade». Kinkutu ki-ame ki-ampa kisidi kune vata di-aku. o presente). eido (até o presente). EXERCÍCIO — U-m-fita mbak'e tat'aku ^ kuame mfita e nibele eiina io.Eunu i-sa-mana e saiu ki-ame. Mfitidiíif/e: (Hl mento tenho pago (até ).rprimem a pessoa ou a coisa em jiroreito ou em jyrejuizo da qual a acção è praticada.Ke tusumba kuetu ngala ko vinu kaka tuaimbanga. ^Andion'otungang'e nzo nani e ? -.

j. — — — — — — — — ^. (j — — — — — ^. daí. acolá.i ^. ovana. Ncão sabia. mue. aíiui. pnaevt? . etc.^ do Oa. omue.kukuna. — . (bdi. A minha muliíer não tem espelho (não está com A minha camisa nova o espelho). ( etc. ovave okuakae. mana. \ | iOnde?. Kuna. kaaku-l 7ia. oiid(\ onlè et' lá. Traze os meus cobertores e os dele. ma. maamue. va. va. A porta da casa já Já o aticei.1 • . omaa-l ( ]\ ^^ aí. % \. de onde. iiiaama.para ^^jj^ " on. daciu'. í kuakae. onde. não sabias? Atiça o fogo. . mamãe. i. o!:aaua. ^.le?. mumu7ia. ora. Veste a tua camisa nova. K mu. omu-i Além. Ok-ue. ^vevt?. — (D Versão Paga-mo (a mim) a faca que comprou o teu filho. Os i)rincipais são : Cu. Que dia vamos nós à horta do teu pai? Quando — — (í eu voltar ao povo. Vai buscar o espelho da tua mulher. onde. aonde? ^: <le onde? ^. etc. O meu acabei-o ontem. . ficou no teu povo. oka. Quando tiver dinlieiro pagá-la hei (quando eu apanhar o dinheiro). Viste a camisa (jue comprei no Quinzau? Via-a é boa. — i^ — — — — — — — — CAPITI LO VII bo advérbio Os advérbios em kikougo dividem-se de temido. mana. vana. oka)ia.° em arlvérbíos rle lugar.{ / onde. . i^. Eles Eu aonde estão ? Quantas pessoas estás vendo ? l vejo três pessoas. — — ^j ^. — O António aonde está? Eu ando a procurá-lo e ele talvez mo procure a mim. vana. vamos assar a galinha. ^. ovava ' vava. ove. ku/ca. era..^ mama.c. maamuiia. I I ] ' ) j^ ^Knevif. ka. Já ficou fechada. . omuamu..vavana. Eu hoje hei-de acal)ar o meu tral)alho.9 ••. kaaka. . só compraremos vinho. onde. — Dos advérbios de lugar Os advôrh'OS de hujar o as locações adverbiais de lugar são derivados dos locativos lauia. está fechada? Vós Ucão comprais aguardente? Não compramos aguardente. kukue. oknakuna. de modo e de designaçã. vare. para na. O leopardo enguliu a minha galinha inteira. omu. ^. A([uele que está construindo a casa quem é? E meu pai. depois iremos.0 que tendes ? Estamos sofrendo muito (sofrimentos grandes estamos a ver).

unu diadi. muna—kiana. em haixo.: — — . — . Ku—zidu. kn— Além das locuefies apresentadas mu—kUina. — — boje. —o § 2. . . rmi-hafl. va-hxe. mu—nima. . iim—zulu. muna. va—zuiu. . va—ntnala frente. : — -kati. Exemplos / : ohia está o Pedro?. muna— —kati.) -i ?•} Arrib:i. mu-b-ukiiii Atrás. 7ia. nda kuaku vai-te daíiui uiz'oku vem cá. quem está fora? . va—ndantbu. . i. va-katl | Dentro. adiante. orai/iidi kuandi omuamuna Mj)ételo O kuandi vava — — — Olc está . /. kuna—ndambu. Ku-J:iana. ietu tuxala ku—nima vocês vào avante. va—ndambu. aonde za kuku. mu—kiaua. iit((-taiid((. nós ficamos atrás l Xan' ovuidt e nzo ai» na ikalanga kn—ntandu a monrjo el quem ó o dono «laqueia casa íí|uein possui aquela casai ([ue ^. . de trás. muna—ndambn. va—ntandu. vana. . landionokal infja kuna ianda nani ef (|uem ó aíjude que está em baixo?. .si. lumbu kaki Mbazi nmanhU. Kv-nima. — ^.sakasaka. va—n.st Abaixo. tievi keln'e? aíiui .. ienu luenda ku. na iiiu—ntuala. i\i—i)id(i. Ietu tuina knna—kiana — — — nós nmii oina va-kiand ? . Assim knna—kati. va—Lituia J\n—ntaii(1v. vem aqui. kiuma kisidi ku-nsi a htkafa ficou uma coisa debaixo da mala e i-ata di—ame nseke d'itia meu povo está lon^-^e. katuka kuakne tira-te daí. • em alto. Fora. Kii-lose. | mu—ntanclu. está em cima do monte?. . vaik'omuamue -sai ásxi: ovaikiiii k'(andi iiiuamue êle saiu daí. ainda podem formar se outras com os locativos kuna. ('' — r\o saiu do acolá . . / estamos fora Jmuene kiuma kuna— —ndambu a nzo aku vi uma coisa ao lado da tua casa tuenda nvi—ianda vamos abaixo. va—sukinina <. etc.-i adrer- Sào os seguintes us principais adrrrbios biaix de tempo Unu. — — — — — — — — (i. ku—ina-i ku-sukinina. etc. .—ntuala. . . \'a—niiita. ( Ku—ndumbu. Kn-icnichi. vana—lose. ku—iisiA l / mii—n. . Xota. mu-lose. Icii—londiS j f em • cmia. êle saiu dela.\ Avante. rana—\ Ao —ndambu ( lado. \ em fnmte.i kuna—ndambu. mu—ndambu. za kuaku vem cá. ^e nzo iin'okuna ia nani c? do ([uem aquela casa (pie além está?. di^pois. ku-ntu(da.° — Dos advérbios de temt>o o /orurne.. 16 Kii-kati. knna—kiana.

português. — agora. tlia. Mnhii.então. ngeia ku—sukinina tu depois quando tu luXe kuend'o ngei mono inpe nkuenda res tam])êm eu vou Iovo tudiata muna—muini mpasi zinrji tuntonan(/a quando andamos de dia sofremos muito Tudidi kala kuenda ku já comemos ^ Lunuini kal'e ? ^ já bebestes ? Xe vata di—ame uau mfulumuna kuame quando íor para minha k't? ^ — ^quando . a qualidade da acção ou dito. A partícula /." § — Dos advérbios de modo advéra afirmação. Ò. Muini—una — ante ontem. . . Kala — quando (a que — quando (em que Muna masika — de tarde. j? — . Kati k'ezi ko veio Mono nsalancja kaka lumbu—i—a—lumbu eu trabalho sempre eu vou antes e Mono nkuenda ntete. dia. Uaka muiiii tuvutuka voltaremos depois de amanhã Muini—una muna mene—mene kuahumina ante ontem de manhã trovejou (^): / O Mpételu oizidi kal'e ? Pedro já veio?. Nsiísu—a—ntete — de madrugada. uauuau — noite. — depois. )ikuenda kaii'e vata di-aka -hoje hei-de ir ao teu povo. a tua casa.'( c a i/uacurdantc 'le kuiua (tempo). -^i-o.. laúu ainda não ainda não. iovo — quando. Uau. Masika nkuenda irei de tarde. — — — — — . modo propriamente a ordem. Fuku. dia). Como em a negação. •. Ku-sukinina — depois. — horas). voltamos?. Nki-a-ntmifjiia Uau já. também em kikongo há alguns modo para se exprimir : bios e locuções adverbiais de a dúvida ou possibilidade. muna—fuka — do noite. Uaka—miuni — depois de àiiiauhã. — — — — — . — . — Ntete — antes. Luinbu—i~a—hunbu laúu ainda. — — sempre. — . rauna—nnnni — do !. Mene-mene — de manhã.-hoííi oatcm. — . — casa então descansarei. Nkí—a—lumbu Exemplos : . — — : . Kasi ainda. . iXki a ntaiujua? Fuku n kuenda irei de noite iXki a himbu? l quando ? quando? Mhazi nkiienda irei amanhã ^ Nki a lumhu tiivutn- Unu — . a quantidade ou intensidade (^) Kiiabuiiiina (ku-abuiuiiia). Xe.77 Zo7io Bosi.

as que se formam pospondo às partículas ke. etc.. Kaka — somente. possibilidade . te o demonstrativo da classe o número da pessoa ou coisa a (|ue nos referimos. tndleiíibe—ttialenibe. — em vão. elo. correspondem em kikongo. a função dos advérbios é desempenhada ])or certos verbos auxiliares." — Dos advérbios de designação locuções adverbiais portuguesas eis atjiti. a maior parto das vozes. pede. Diaka — mais. * Kete—kete MaUiiibe. te kiake e kiitgtiadi eis aí. certamente.re. pedede. éé. Todavia. Langa nga f u — tal voz : d) Qualidade de acção A— tonta Ke . ali a pertliz. 78 (do acção). — do vagar. eis — — . kluina ko c) — nada. como há-do vcr-se na Sinta. Ingi u i to A-kete íttinit' § 4. ve. além de outras. te Itialu o liintuenn eii> aipii o espOlbo. ei^ aí. dúvida. — assas. . eis ali. elo kuandi b) — sem — sim. etc. : fj Quantidade ou intensidade — mui. al<'ni. . é Eiifja kuandi. ItieUi-liielu Xzaki. Assim: ke kiaki e kingtiadi —eis aqui a i)ordiz . Kkatu. te liialuna o Ituniienti —ais além o espelho. . nana. debalde. Latina — assim. vede. nstialu e) — depressa. Itudii. Os principais advérbios o lociujòes adverbiais de modo são os seguintes : a) Afirmação : Inga. : áá — não. Ordem : Ku-mosi — j untamente. —^a pouco e pouco.Vrt»rt — bem. Negação : Pe. . Dúvida. ivfjefa. m — pouco. a— toma ko — mal. eis As acolá. etc. enga. Xktitu — inteiramente.

em cima de. detrás de. de. não ó verdade?. após. As ^4 preposições simples são (do. inuini ii—ingi ukaianga deita mais água. — — — — CAPÍTULO VIII Da preposição wSão muito poucas as preposições simples em kikongo. ^o mjuiini a vata. etc. é sim. ke tiisalanga kuetti kiuma ko não estamos fazendo nada izidi kuame nana vim debalde. não é assim V kii Solo tiikuenda. muna-ntandu. liienda nialembe—malemhe assim. por cima de. vim em vão. — — — . — — — — — — — — . Mu-ntandu. da. l:H>ia-iitu a. — — . — — <. Va. sobro. infje mpe nzolele ukuend'ef tu também queres ir?. ku-iitu. kniia-ntmda. fno. das). kamVe ? ^ amanhã vamos a Santo António (Santo António do Zaire). kiina — com. está muito sol. kuna-ntandu. áá não. . etc. le zina di-aku Ntoiíí. ku-nfiinla etc. ku-ntandu cima. nos. porém. a. ku-nima «. : Usoueve kala o nkaiuVe? (íjá oscrovestc a carta'?. podemt)s. as locuções prepositivas. Ku-niiiia. abundam. etc. etc. a. mu. do trás de. e kiakina kia-toma ko aquele está mal. saiu kiaki kia-toma kuandi este serviço está bem. .79 Exemplos ^ . etc. etc. em baixo de. kuna-ntandu a — em em acima de. por Ku-ntandu. etc. — —-de. muna-ntandu a. etc.. Ku-mamkaka. : — de le. acima de. — abaixo de. kuna-nsuka. ngatu ienda i o ngei talvez vá contigo. As principais locuções prepositivas são a. ku-nsi a a. ke uau ko e'í éé não ^ hazi ^ tu és o soba do povo. va (ou os seus derivados) e um nome. to. nge kuaku. na. ka/nb'e? o teu nome é António. tuenda nsiiaht ide de vagar. — antes. ku-masakaka ma. dos. de trás. ^j — — . eiiga kiiandi certamente. iianna não vamos depressa ke tidendi ko. Aquelas são supridas pelo infinitivo de certos verbos auxiliares e estas formam-se com os locativos ku. le nkl nusalanf/ e? ^o que estais fazendo?. sa diaka o nlangu é assas. ve não i ujididi kaVe zinkuni e? enrja já levaste a lenha ? sim. por Ku-ntuala. lisa kete-kete deita pouco a pouco i-fuene kiiandi — — . vau a em. para. kuna-nsi baixo de. atrás de. não é verdade?. nas). em frente de. à fronte. kuna-nsi. —-atrás. — . : Ku-nsi. cima. por em. ia Ku. kuna-nsuka a — — após de. por cima de.

i. va-kiana. atraKu—kati. kuna—kati. otc. va—kati.- Exemplos iií]}iL ame cima da mesa : a meza o meu cha])éu está em kinkuta ki—aku ki. — — . va (do. ia — também. CAPÍTULO IX ba conjunção As })riucipais conjunvbes e locuções conjuntivas são : a) Copulativas e. A prej)Osiçào a (de) contrai-so com as partículas concordantes íi. venho do ])ovo movo nkuenda io Mpételu— eu vou com o Peku—ntandu a nwuf/o tukuenda dro vamos acima do monte. uenda ngei kuna-ntu vai tu . budi kiina kuna-nina a nzo está um gato detrás da casa. mais. da. eva-nduiiihu. o. .i -ndamhii. As preposições ie. também. u. n(/o)ub(' i. (^stá alguom ao lado da casa. io. etc. das). por detrás da casa. . kua. quando elas se sigam íi locução propositiva. — — — — . ao lado do. a par de. muitas outras se podem formar com vos acima. ia. muntu uina kuna-ndambu a nzo está uma ])essoa. vana—kiana. runa-ndamhu a. ])or fora de. — — vés <1e. E — — — . os locati- Nota. ia. di. — fora do.sidi vana kiana ficou fora um boi vaika kuakn kuna-ntuala —sai da fronte. kii-ndambu a. e os. vamos ao cimo do monto nuni inosi Una kii-ntandu a nludi a iizo está uma ave em cima do telhado (da cobertura) da casa. otc. — — . imi—kati. lu. kia. e a. io. mu—kiana. — mais. dia. ki. dando tia. otc. Ku—kiana. e as). ca. dos. — frente. kuna-ndambu a. dentro de. lua. ku. — AICmu das locuções propositivas apresen- tadas. lado. são contracções da conjunção coj)ulativa i (e) o os artigos e. kinia-iiddmbu. mono nkuenda i aku eu vou comtigo kinma kiina mu-kati a lukata está uma coisa dentro da mala. va— par. : / — Mpe Icy io.sidi ka—kati a bikata a tua camisa Hcou dentro da mala ku vata ntuka venho de casa.\ iina ku—)itiindu e . vamos ao alto do monte. ia (com =o o. Inmbii tatu tulele muna nzila dormimos três dias no caminho (na viagem). como íacilmonte se depreenderá. a.80 Kn-itihuithu. dando ie. . ao . otc. iia.

mono k'i-savova ko se falas tu não falarei eu. a fim Concessivas ^ : louvo — ainda Ne — quando. i vai procurar o o nkazandi ana nipe heza que venham também os uenda a tela vai mais o António meninos uenda io Xtoni vo ukaenda e se vo nguakn — vai cliamar teu pai ou tua mãe ou vás tu ou vá eu é a ncjei vo idcuenda 77iono dede kuandi tu não sabes mesma coisa kete tanga kete sona k'uzeia ko nem ler nem escrever ngei kana vova kana u-m—bika vova nem tu falas nem me deixas falar a mim nge uvovanga kansi mono k"iuanga ko — tu estás a falar mas eu não ou(. — . nem. Kete . 81 h) Disjuntivas : Vo. ou. etc. iovo — ou — nem .. . todavia. . de. . : Condicionais Vo. . Adversativas Kansi. — . kansi nau d) Conclusivas : — mas. hansi. . logo tenho eu razão vo uvova o nge. ne mvova mono ngei k'uvovava ko se lalo eu não falas tu tuizidi kuetu mu lungisa anta kumi viemos para que o número de dez homens íosse comple- Exemplos Venda a landa o nJuduntu e — — — . mu ou muna (seguidos por que. — — — . pois. //) dum infinitivoj — enfim. âiau g) Finais : — porque. Ezevo. portanto. Ii-ete Kaiia. iovo Vo. . Ú . . — . . etc. ima — : emquauto. ne — se. nem . — - . . /) Causais: Elcuma. porem. kana — nem : .'0 ngei uitu dizes que cheguei kanga mono mvitidi. Ezevo é) — - logo. . visto que. kansi lungidi kuame eu primeiro. : j) temporais Uau. — ou. . . ekansi. para que. . . chefe e sua esposa. senão. Consecutivas : % Una — como. c) . i) que.

— ^ CAPÍTULO X t>a ipterleíção interjeições Sao as seguintes as principais •Akaláf j Ekuá! / do kikongo : Ó/— — — itxhl jali I ! . vfje una uzolele tado . Tanil)Om se emprefi:am. diebi um nome que (••') (que ])odenios traduzir por Doui Tediinlio) é entra em muitas fábulas c apólo^'os <io Congro. adjectivos. o dinviniknl E dinvinda vo — K'u-m-j)ondi ko.r intcrioivòes. etc. oelc a luazi {^). Mnnsnni/u a malaru é a j»es>oa que se iledica à colheita do vinho de palma. munsongo a malavu (-). tatá. nki diambu kii-ii-katuluil'e? O mua'andi a Dom ^Ipótelu-. akuenda kuandi a leka. Kuma kuki(^lí\ oizidi mu ianda. Oelc l»ulaiigaiia dinviíida (^i. Akuenda baka o diuvinda.Alpétclu : — Ngeia. — .Mpctelu Oi\uidi: — E uvovangaV ^. kiuma kia mfutu..: ^82 nós viemos ietu tuizidi ekttma tiiauiVo tafakv oielanga uiqnga Dorque ouvimos dizer que o teu pai estava doente faze como quiseres. valendo certos substantivos. p(. (como acontece em português). (•) Dom Mjiclelii-Mjit^telu . [*) Dinvinda: espécie de rato <lo mato. oh /7^/-. Mene luaza malavu. o dinvinda auivulanga: ( o maia — |l\Ivunda i-ku-m-vonda. (*) Luazi e mata: preparar as palmeiras para lhes colher o vinho. Dom ^Ipêtelu a oluc^ko. No Cun-ío I'ortu^ur'S traduz-se por jmiiinulor e nós serviíno-nos dl» tt-rnio por nTto haver outro qui' melhor traduza esta frase. EXERCÍCIOS Apólogos (Indicar a espécie de cada palavra dos exercícios) I Dom|Mpételii-Alpétulu *). ver- — bos.eii! Observação. : — . <. Ataniba e ntarabu.N'ki a kuma u-ku-m-bakilangeV Kua Dom Mpótolu — . oele a laia e ntambu. kua ku-u-katuire diambu.

a vana.. kua kii-u-katuire diambu». Dom Mpételu-Mpótelu oivuidi — — Ekuma O Ne Ngo: — Vonda i-ku-mvonda.si {a. Ne Nsa. é personificado e <lão-liie por isso o título respei(ij Adi . — Munsongo unuik'e malavu. Versão Dom Pedrinho.' classe. odidi. asikidisa diambu di-mosi kua Mpételu-Mpételu: — Ne Dom mona dinvinda obongele muna ntambu. tafaudi akueiid'a katuFe dinviuda. O Ngo uau otekuini. k'uvondi ko. Babambanene.: : : : 83 — DinviuJa adi O muana O Muana Oku vo: (\) mvonda kansi . dinvinda. ^Ipétolu-Mpételu dine manzi. que podemos traduzir por o .. N'atekuna.senhor. etc. unuik'e malavu. l ? o unu diadi. . Meno luazi e malavu. Bakucnda. Dinvinda atoada. a fazer parte da 1. s(!nhora seixa). o Ne Xgo olueka -Munsongo. ku Soio kuame inkuenda. deitar-se.. etc. . Dinvinda akuenda kuaudi. : osauidi kuma kiebi okatuluidi e dinviuda. O Ne Ngo (^) maugini — kuandi K'inuanga kuamo malavu ko. e se osidi. palmador. Sintaxe. Mpételu-Mpételu oatonda. kansi ngo diaka imvonda lungisa e di-nana. o dinvinda ovovele vo — (? — Munsongo adi Vo u-a-m-ponda. Dom Mpételu-Mpételu — Nki a kuenda a sadi oku Soio? oivuidi O Nsongo O dinviuda olueka Ntu mia Ngo nkuenda a teki. — Vonda a Dom dinviíida. k'avondele dio ko. e foi-se foi preparar as palmeiras. Muana oele kuandi. — Kansi tuenda ku vata uenda a tanibula kiuma. Armou uma armadilha embora a Quando amanheceu estar a ponto «le . Ntu sambuadi. Munsongo abong'e malavu. iio. e diaviuda iandi ovovanga : «ku-m-poudi ko. fua! o : : : ufuidi. para os efeitos da concordância.s. lungisa nana dia antu. {•) Ne Xt/o: o senlior leopar<lo. <>s nomes nestas condições passam. nge mpeenga Dom Mpételu-Mpételu — Lungidi kuaku. Dinvinda vo — Tondele. tonando o leopar.s toso lie Xe. Assim: Ne Nkai (o senhor veado). Ntu nsambuadi mia antu mpondele nge mpo o unu fua ufua. Veja-se: significa estar prestes a ccrbos nii:r/'litire.lo ou qualquer outro animal fig-ura na tabula. Dom Mjjételu-Mpételu abonga ugulu tatu avana dinvinda.

Foi encontrar um rato. que tem gordura. O palmador chorou. . — — : : . Já hoje matei sete cabeças de gente. (jue vou para^Santo António. Foi apanhar o rato e o rato prefruntou-lhe (?Por que culpa tu me apanliasV Dali Dom Pedrinho Vou matar-to. e foi revistar a armadilha. Chega o rato O ])almador. O filho zangou-so. (juo atrapalhação me ])ode tirar? Pedrinho ciiegou. vamos ao povo. : — — — — O : ft. Acabou de rocclhor o vinho o preparar novamente as palmeiras. O palmador tomou vinho para dar. ! hiclio (*). também tu O Dom — Teus rato: Pedriniio razão. tu também hoje morrerás para acertar oito homens. O Dom Pedrinho preguntou-lhe — O Dom Pedrinho: — ^. O Dom Pedrinho preguntou: O que vais fazer a Santo António ? — Vou vender cabeças de leopardo. ó rato O rato disse Nilo mo matos. porque soltou o rato. O filho do Dom Pedrinho Mata o rato. O Dom vai receber alguma coisa. o rato disse: ia morrendo! So me tens morto. Acabou do recolher o vinho. para te tirar uma atrapalhação. mas hei-de matar mais um leopardo ]>ara acertar oito. dá-me vinho a beber. ~ Mas Pioram. ó rato.VocO. o que estás tu dizendo? Daqui assim disse Estive para matar um rato porOm o rato disse-me «níío me mates para to tirar uma atrapalhação». Pro<^untou ^ O pai. — jO O Quando rio fugiu. da-mo a beber vinho de palma. Então o h^opardo fugiu. Tenho sete cabeças. chegou o senhor leopardo O palmador. |)almador terias morrido. Pedrinho ai)anhou três porcos. ficou o pai. O pai dele foi soltar o rato. não o matou.te. O filho foi-se embora. — — — ^. Porque? senhor leopardo Vou matar. um n4es O — filho do Dom — : .: : : : : : : 84 veio ao valo. deu ao (') Uma coisa do mato. O senhor leopardo não ([uis Eu não bebo vinho de palmeira. : — Obrigado.

mene kuandi —E — : tatá. O muan'a nkombo alombele muan*a ngo : ( — Tusakana kuetu. O rato cuisa ao Pedrinho O foi-se embora. kambang'o muan'í — andi — Vezidi — — muntu sumb"e nsamba (^).'te As expressões té i-ara. : umuene : ku-n-dia. Entre os indígenas do corre como moeda. ne bekuiza diaka ninga fua. ]\Iuan'a : nkombo bcleka. a peça de fazenda (riscado. Akuend'okuna.: : : : 85 rato. Matata m'au m'ezidi. io zinzala té uau (^). ! ie zimpoka. Apartaram-se. significam até aqui. de Mpemba. — Quando O Dom rato agradeceu. Oku basidi e ana. Okun'asidi. U muan'a ngo mpe onanguinang'o koko vana lose lua muan'a nkombo. {^) Xe. Bamene sumbana. Versão Dom Pedrinho arranjou fazendas e mandou o calirito vai ao leopardo comprar vinho de palma. o ngo mpe io muan'andi. esamuinanga o tat"andi'ne ngo diata : . Ki-aka lumbu v'izidi. Ne b'aua dio iana a dia— ole letu mpe tukuenda a tala. O Ne Ngo z'a Mpemba ^) oele a luazi. O nkombo mpe oele a iungi.mé! . II Dom Mpételu-Mpételu oabaka e zimbongo Matumaonkombo kua ngo uend'a sumb'o malavo. que ficou (3) Te ii.' mfjon. e zimpoka te kuaku (-). Muan'a nkombo odidi nn' mé! mé B'abikidi o sakana. b'ele kuau. andiona. Veja-se o dito àcêrca dos advérbios de designação. O narrador (-) indica com as mãos até onde chegam esses chifres e essas barbas./o : Congo.Luaku. beleka. Bamene sumbana. k'ena kuandi ie zingoloko.mé! O ne ngo vo Buis'o moio una. ) : . Oele luaka oabulangan'e ne ngo e zinzala va-kiana. . ovunini e zinzala. landi ne ngo mpe otala ne nkombo e zimpoka van'e zulu e zinzevu te vava (-).mél . Ngo z'a Mpemba quer dizer: o senhor leopardo filho (') Ziinbomjo. B'ele kuau. beleka. Ku izo ne ngo ovondole.omuan"andibokeleodila .Nesimbidikaka. oele muan'a ngo. uma tes.au: até assim (eram deste comprimento). Tendo lá cliegado encontrou : fazendas. B'ezidi iandi nkombo io muan'andi. o muan'a ngo. chita. «. sakananga. tf. uào o ma- Pedrinho agradeceu. o recomendou Dom vires um rato caído numa armadilha. Mbazi tukuiza diaka sumbana. iandi no ngo. plural il(. ! . e zinzevu te vava Okuua mpe o nkombo o samunuini mpe o muan'andi lele sumba e nsamba kua ne ngo.

Acal)aram de faz(>r negócio.lo (iii. — Ng(M. n nka/aiidi iitiiii niuana Mfumbianken^-ele ('i nliieke M|)ét(du-Mpét(du. O que além ficou. O ! — : . kansi tuenda : a vata e míiiida. ! .liz «pi'' H'va . : j ! (ístá com as forças). que tinha umas unhas até assim. Tendo ido i)ara além. <. Os ]tais deles ch(>g. Kle leopardo também viu o cabrito com os cornos para o céu o as barbas até aqui. . otanihulnidi.Mpéíelii-.ir-di-mosi o eiakala. s<. cabrito também foi tomar banho.i^rciii faJuilo^d. élo.fc(e . o as barl)as até aqui. j)isou o filho do le()par(h) (foi andar o filiio do leopardo). Vindo lá. o senhor leoo leopardo — — : pardo. esgadanhou-o com as unhas. os filhos <!(> anihos disseram : — : — Nós : também vamos éh^ (•a))rit() ver.i viila rrraiiili) pelos miiro. É uma jialavra composta lie Mfiuiibi (assassino I.iram. Acolá. iim iirr-.ii sr . no entanto: outro dia v(mo de comv-Io. o ]\rj)eni})a foi O senhor loo])ardo do leopardo com o sou filho. se poijc.dii. e a X/.86 com us unhas do fora. o leopardo matou e acabou III Dom M|)ét(du-'M[)ét(du . Tendo ouvido isto. Acabaram de fazer a transacção e disseram Amanhíl voltanimos a fazer negócio. (jiic. O filho do cabrito chorou .izcr. a|)aiilia as pessoas para llies ndiier a carne.lilho «Ic Xkaujdc). IVele a vali e niiinda. o hllio do leopardo.s.mé! . aos pinotes. do cabrito aos pinotes (salta).Mpételu vata. Iiá-de morrer.. O nkai kui- (') \f/Hiiihianheniielr. disse ao seu filho Veio aqui uma pessoa comprar vinho do palma (|uo tinha os chifres até a(|ui.ciiyele {ilc X/rcii. mé O — Espera. . também o cal)rito disse ao seu filho Fui comprar viniio de j)alnia ao senhor leopardo. foram-se emliora. aos pinotes.mé! mé Deixaram a brincadeira. O filho do leopardo também. o filiio dele começou a cho- rar mé mé : ! . Foram-sc embora. Aqui ficaram os filho O filho do cabrito pro|)ôs ao — Vamos filho do leopardo : l)rincar. No ali. líamene kuntj zanga kaka dianga o dia. leopardo (jiiamh» \i(!rtMn outra \'(V. . Mal lhe ! toquei. contou a seu pai.Mfum!)iankenirele : Bamene dia. Dom Dom osompejc. voinlcr a alma. tratar do vinho de palma. id<undi ame. O filhos.iii iiail* ('. v. i. levantando a mão para o focinho (rosto) do filho do cabrito. Vieram c o seu filho. . zimvula zibuidi. o leopardo O pai aquele que viste com cornos nào tem lòrea ('não : .

ne Mfumbiankengele. (5) corrupção de bom. bem. tuduk'o diulu. Mfuml)iankengele okulukidi mun'e ulu. Ouividi o tatá: -— ^Uevi díebi luvovelanga? Dom Mpótelu-Mpételu O ngu'aku evonda o Mfumbiankengele. ngei. . Dom Mpételu-Mpételu — Utomboluel' ekulu o nkaz'ame. i-ame mono ^Ifumbiankengele. O Mfuinbiankengele K'idianga kuame ko nkai a-mbakala ko kiua (*). o nkontu oele fua niun'eulu !! Batalang'ankentu. Bo ('^). O Mfumbiankengele mpe mangini kuandi — Dom Bamene duk'e — : : : — : — — Vond'i-ku-m-vonda. mbizi aku a-nkentu o vonda. O Míumbiankengele vo -^ I-ame mbizi a-nkentu i-n-dia. : Kuna — Ngei — — o muana tatá. Dom Mpétulu-Mpétulu. o mbizi a-mbakala. ke bemonanga ko. oielele . o ^Ifumbiankengele (•) {-} : quizila. Dom Mpótulu-Mpétulu otumini o nkentu uendaabakio mindi.Kinga ua vondessa mono Mfumbiankengele kun'o tat'aku ? O muana mpe ovovele Kansi"? Edi o (^i fuila. Ne mu tua nkai a-mbakala..Diau kuame nlungisidi ? ^. : : Mfumbiankengele atombele mpe otombokele mun'e ulu. : _J7 Mpótehi-Mpételu. O muana E tatá. O Mfuml)iankengele vo : — : ^. iandi eikanga ovonda uau. : . okuluka : mun'e ulu a vonda mbizi i-aku. nkaz"amo andioie. Kina o nkaz'andi. Bo. di) Bo A. O Mfumbiankengele ovovele ^. Dom Mpételu-Mpételu Ke a o di'aku. ordem directa seria: o vonda mbizi aku a-nkentu edi (diainbu : o fuila. — — Nki a kuma evondeloa? Dom Mpételu-Mpételu ovovele vo — K'adí nkai a-mbakala ko. o tatá mpe vonda ku-m-vonda. kansi ngei. b'ez'a bulangana o nkentu mun'e ulu.Uluak'oku. B'atelamene e Mfumbiankengelo ie Dom Mpótelu. — Nkaz'aku k'i-ku-m-vonda ko. Ofuidi e nkai a-mbakala. ugci udia io mono ne mu fua nkai a-nkentu. O muan'a Dom Mpétulu-Mpétulu olueke. ngeie mpe. .: . e nkai a-nkentu no kuiza a fua mu ulu. diulu. iandi Míumbiangele Udia o nkai a-mbakala. vonda e mbizi aku a-mbakala. i-ame mono. O muana andi mpe oivuidi: : o mono nkaz'ame obuidi mu ulu. Uau .

Foram cortar o mato. Chegando ali a mulher foi cair no buraco!! Procuraram a mulher.. comc-o eu. amadnreeer. propriamente. fiear ma. é meu de mim Fumbianquénguele. Fuml>ianquêngele disse A minha carne feminina coniê-in hei. Interrogou o pai: (|ue custais aí a dizer? . Bem. j)ara nelas tavões. O filho do Dom Pedrinho chf-uii.se o Fumi)ian(|uênguele e Dom Pedrinho e ve:\i encontrar a mulher no i)uraco. tar Pedrinho casou o a sua mulher dou à luz . . essa é minha mulher. (*) caírem os ani- A palavra /?ni significa. Kle.^ cohrimlo-as com al. U abatomboka muaiia oivuidi : luakala iomi a dia-ole ? O vovau o MvumhJankongole otekuini. tu. O Dom Pedrinho concordou. Acal)aram de cortar.: — Kenani oluugidi vava Oku vo — E tat'aku olungidi. O Dom Pedrinho Não é do teu comer.lnro. () O Dom Pedrinho Fuml)ian(|uêngele matará a tua màe. O filho dela mais interrogou Qual a razAo por (|ue vai ser morta V <. caíram as chuvas. O Fuml)ian(juènguolo disso : — Dom Pedrinlio cavemos um buraco Acabaram de cavar o l)uraco. morrer. O Fumbianquêngele também discordou liei de matá-la. Caiu um voado macho. não a viram. — . — : — — — : : — — (') : : Vala ' inliiidii : cítitar mafu. {^) Os naturais Conf^^o eostnmam abrir grandes eovas nas suas planpaus e fôilias. : disse caii- — Come tu o veado macho. um veado fêmea quando : vier a no buraco é meu. Versão O Dom masculino. O Dom Pedrinho mandou a mulher Vai aj)anhar o milhu. O Fumbianquênguelo disse — Eu nJlo como voado macho é quizila.^uns mais. «lo propriamente. o senhor FunihianíiuOnguole. Acabaram do semear a comida. .Miifiea |iii'|). (^) A palavra IVít. ó Dom Pedrinho. E isso uma armailiilia. és meu amigo portanto vamos cormato (*). rjurr di/iT íi<. Dom Pedrinho. A comida criou-se (^). : : (*) cair um veado macho. ^. Bem. Levantaram. O veado vinha sempre a comô-la.uar iitn fcnriio para sementeira. um filho O Fuinl)iaiií|ur'nguele chegou o disse: — Tu. Quando aíiui cair (^). quando aqui um veado fêmea.

o filho pre(lue guntou -/. (jue Quando tinham dele e o Fumbianquênsaído.Quem é Dali assim — tem razão de vós dois aqui estais? —O : teu pai tem razão. Dizendo. O FumbianquOngele desceu à cova. desce ao buraco para matar a tua carne. isso (|uc nina tu também. maclio. Fumbianquênguele. — Não — O Dom Pedrinho disse que : come veado : — O Fumbianquêngele disse — (íPor que me isso é : : foi dada razão? ^sim. : Fumbianquênguele : O guele Fumbianquênguele subiu a mulher também : saiu do buraco. Dali o filho Tu. o pai carne).: 89 Agora eu a minlia mulher caiu na cova. não tens razão. O filho O pai. pai. O Dom Pedrinho — Sobe primeiramente a minha mulher. êle diz agora que a matará. ^. ]^ota. para eu ser mandado matar pelo teu pai? O filho também disse Então? Morrerás por — . — . carne masculina. feitas As versões acima furam o mais possível ao pé da letra. então o Fumbianquênguele fugiu. ÍJ matas a tua carne femitambém a matará (essa — A tua mulher não a matarei. portanto tu. mata a tua carne masculina.

.

por isso. e as oraçõus no discurso». esta parte dela como que uma recapitulação dos assuntos tratados na Morfolonia. do artigo. trataremos da fonolorjia. m. l. são 18 as letras de (jue se compõe o alfabeto kilcongo. i. d. o consoantes fj. Dessas letras são vogais: a. e." I fonologia letras e seu valor — í)as Como já ficou dito. e. c. do pronome. Seguiremos.soiongo.SEGUNDA PARTE Sintaí^e É a Sintaxe aquela aparte da gramática qac ensina a juntar e a compor as palavras na oração. a mesma ordem até aqui seguida isto é. na Morfologia entrámos nos domínios dessa parto da gramática. como na Sintaxe teremos de entrar em outras particularidades ([uo não são assunto dela. na Sintaxe^. apenas. nela o que na Morfologia não pôde sO-lo. o. z. /i". mas que se torna mister ox[)licar. n. u . Já. i. da partícula concordante. o. etc. pois. Já se viu qual o som o valor dessas letras no diah^cto /. portanto./. n tem em todos os dialectos do kikongo os sons aborto e fechado que tem na língua portuguesa. dada a natureza especial destas línguas e o carácter prático da presente gramática. desenvolvendo e explicando o que ali não podia desenvolver-se ou explicar-se sem prejuízo da clareza que intentamos dar a este trabalho. : nem convinha que o fôsse. t. Com efeito A. g. Esse mesmo sr>m e valor tem elas. CAPÍTULO I)a § 1. f. : — : . Será. s. do nome (substantivo e adjectivo). anotando. falando duma maneira geral o exceptuando o (pu* já so observou. p. cm todos os dialectos do kikongo.

divifu. vn-tu-ka. Se a palavra é comjiosfa. na sílaba que se segue a esse proHxo. bá-ra-ru. j. ntpangi. As palavras primitivas. G. que não das compostas o derivadas. z — tem u som o valor já referidos nos Alto Congo tom um som pude h fortemente aspirado). Nessas regiões o Tc quási sempre substituído por G. regra geral. n. ({ual([uer (juo seja o número de sílabas do que se componha. Ininda. lu-ká—ta. e se nào observa a presente regra. d. as de que se formaram ou de que são flexão lún-gai-ija (lúnga). Assim: muana. porém. regra geral. nhi-zn-na. regra geral. como ali se observou. então. iiinelu. derivada. mf. . (|ue visto Todas as j)alavras do kikongo são terminadas por vogal. sílal)as Isto se deve entender somente a resppito das palavras primitivas ou simples. kin-guá-di.* do páginas 11 (e outras (jue estejam nos casos daciuelas) se devem pronunciar com acento na primeira sílaba: cuá. genda por venda (^lamber). III. Se. kt(. ('l X') kliii'iifvl't . em certas regiões do j)alatal (quási o : 5 2. v. ser essa a sílaba que se segue ao j)refixo verbal noutro tempo tiveram. gana por vana (dar). Assim go()a por vova (falar). kingnadi. kuna-ntú [kiina ntn).fo também geral ú aceiítuir a |n'iiriltima . Assim: nanguiia (kunangunai. nm-àn-ji. (j. etc. lukata. bá-la-ma (ba-la). tem acento j)redominante na sílaba radical isto é. mv. vntuka (kuvutukai. L. p.-frra inuitob dialectos do kihuii. : : iiiuanzi. Por idêntica razão se deve acentuar a primeira sílaba dos |M)is. tem acento predominante onde o tiidiam as palavras do (jue dorivaram.i r. soam mn-ã- -na-pâii-gui.r-òes. som agudo mas |)alavras monosilábicasi som grave nas polosiláhicas. etc. verbos. ou simples. s. balama (derivado do bala). vuii-nua (kuvunzuna)." — Da acentuação Disse-se a páginas 4 que. em que entre qual(|U(Mdos prefixos. ou sofreu alteração por motivo de fi/exâo. em . kdna-nfii í^composto do locativo knna e do nome ntn]. mu-é-Ui.92 B. o acento predominante na mesma sílaba cm que o teria como palavra primitiva ou simples (*). ramente — S»'i Pr eliminar es. a estas últi(> mas S(» seguir um vocábubj coiiK^rado por mb. soam nâu-gu~na. di-vi-tu. etc. essas palavras já tiveram ki como prefixo do singular e fazem parte dos nomes da classe 3. t. Assim lungisa (derivado de lunga). ou das que são susceptíveis de ffe. m/i . hi-in-da. Essa vogal tem. iid.*. etc. j"2tc. /:. Vj por este motivo que as palavras constantes da nota 1.sílal)a. as palavras do duas tinham acento predominanto na primeira delas e as de mais de duas sílabas o tinham na [)enúltina. conserva.

kiau. uu. (este. morreu uma vaca etc. depois do nome. o unu. empregaremos. kiá—u. nz. sílabas. elaj. e-ú—)iu. ngombe i-mosi iafua um boi. Exemplos : U-aii. aa. se forem seguidos de uma consoante. não só com os nomes a que já se fez referência Em . Os mesmos ditongos ou grupos. diau. miau. ai) ou por qualquer dos grupos ev. iau. Todavia. aa (estes. precedido da partícula concordante do nome a que se refere. kiiau. á—a. § l. tem acento tónico na primeira das vogais. vá-u. se quisermos insistir nos indefinidos um. nl. soam qué—u—ca. Muntu uenda soa . má—v. tuala kiandu ki-mo-si sumba luandu lu-mosi compra um loando vonda ngombe i-moni morreu mata um boi. estas.al íinal tem então o som que ficou indicado a páginas 2. tuala kiandu traze uma cadeira etc. ama. . hi—qué—u—hi. vai traze uma cadeira: chamar uma pessoa. São os prefixos dos nomes que desempenham as funções dos artigos indefinidos. — Em klkoníjo pronuneia-se quanto CAPÍTULO Do âHigo Como II já se disse. nt. iá—u. luá—u. tem acento agudo na primeira das vogais. Observação. no meio dos vocábulos. uma pessoa kiandu muntu vai chamar um homem. — . não há em kikongu senão artigos definidos. se escreve. — . iá—v. Keuh\t. miá—u. 7<Aa o inabitu — — fecha as portas. mata uma vaca. êle. suknla o inilenibu o mulembu — fecha — a porta. mau. o—ú-nu. iau. quando se tratou das letras m o n. Assim sitktda os dedos /<^-a o ribitu : kimbwulo há apenas o artigo o para Oá dois géneros e oâ dois lava lava o dodo. ou. tuau. lukeulu. vau. valendo esses ditongos ou grupos por duas nçj. números. essa vojj. kuá-u. : — — — — — . vai chamar uma pes: — . ns.93 nic. eles. hiau. As palavras terminadas pelos ditongos decrescentes iau. Assim Uenda a tela muntu u-mosi vai chamar um homem. esta. : tuá-u. zau."* — í)o emprego dos artigos definidos Os -se. em (ij artigos definidos (constantes de páginas 7) (*) empregamkikongo. zá—u. . elas) soam uá—u. — um tela Assim uma cadeira homem. o numeral mosi. e unu. diá—u.

a ua).) O Assim liindl : Ne Nkosi ovadidi e zingoma. 11. as elas). mas sim icadldi e zingoma. nkenene (galinha do mato. ngidu (porco) não fossem tomados como seres personificados. — lhor sabor (pie a galiidia doméstica (do povo): a lulala z'a c ia ziriokele a nsungo z'a manga iiiuna uefe o ramo da palmeira é mais bonito do ([ue o ramo da mangueira. não poderia dizer-se como se disse. liadidi. pois ([ue entfio esses nomes como que fazem parte da i)rimeira classe. mais ainda com os pronomes possoais o com os advérbios do tempo (M. olu.ua do Congo considera cada uma destas espécies de ])alavras como tu). a ela). nua.* ciasse (pessoas.Morfologia a pá-íiiias 9. os ])orcos vieram dançar. o hi.iii(l(» empregar o mesmo artigo ke/e a nsusn z'a V((t<( tomado colectivainenti^ se devo Assim: a nsusn z'a mfinda ziiioniuno zenza a galinha do mato tem meuni ('> nome a. o zono^ e zono (o ontem). aa. o iau. Do facto. (|uand() j>ersonificados. (|ue tais nomes tenham no seu começo mais de uma consoante (-).i:<t. e die. o ietn. mesmo para efeitos de concordância. Se os nomes Xkosi (leão). para o emprego do referido artigo </. etc.'^ seres. ("oní Ales so t<iriiiaiii. fonsidcruilas as coisas. (e. As galinhas vieram ali. e zitdcenene Taiiiliriii. (-') Vrja-se a . Com(M'am. vulgarmente chamada galinha da Índia ou pintada). etc. zlzidi. Tocou nuvament(. Acabaram (h. Baitiene vonda ("*): êle o senhor leão fez os batu(|ues.Vssiin vhn.ri(» de várias csprcios de palavras. ema. olv. zingidu zizidi. e ra). oiini.94 na Morfologia. (o lai. — Observação Como se viu. t. vcrifica-si' que >ãii aiii<la os artif. e ma. Nem obsta. o iiiii. verdadeiro. Bamene vonda e zinkevcne. Pareço diz-se (jue o p:énio da lín<. e iau (os eles. os adv«''rl)ios di? Iiif^ar c os jiroiiomcs il('iiioii>trativos. Oaikididi diaka e zinf/ama. a a. os Cídectivos em kikongo são empregados no número plural. oní. . (') Bom fíniilos qui' : ( ') De uma tal)ula ouvida mo Coiiifo. o ienu. Ii<isiki<li c ziugoína. e ienu (os vós). e tinu (o hoje). E nkenene r'ezidt. os hatu([ues. e ietu (os nós). empregar com os nomes da tamL>êm pode ser empregado com o plural dos nomes de ([ualquer das outras classes. o hi. zaslkidl e zingoma. que dissemos só se 1. a ngidu liezidi a kini. cm kili07if/o: O mono (o ou). o luje (o o iandi. Tocaram os batuíjues. artigo «. u ra. o unu. . matar as galinhas. (|ii.'Os dcfiltram na com|iosi(. eiitrr otitrasi. ehi. etc. edlc. e iandi (o êle.

por derivação. pagadora hala conversador. isto é. (3) Ás vezes o a final nio muda. vendedor. juntos ao nome primitivo. em kikongo. em geral. ainda se podem formar outros substituindo Csscs prt-fixos por nin. — — .— 95 CAPÍTULO bâ derivação III e composição dos nomes e do seu lugar e funções na oração Como acontece em portugOs. : — : § 1. 60. e i^or Justaposição. Mas. capinadora etc. se o verbo começar por b. Obtém. A composição das palavras (com excepção da dos verbos derivados) opera. são quási sempre formadas por composição. mudando em / o a final dos mesmos. por aglutinação.-•^'unda classe. Assim: Ivfua — morrer. Assim pagar. As restantes palavras nomes. pronomes. conconversar. simples ou compostas. estado^ acção. portanto formam o seu plural mudando em a o prefixo singular ?i (ou m) {-). capinar. etc . somente certos verbos se formam de outros. ou a um radical. hmua — bebedoiro. 2." Nomes do acções significadas pelo verbo de que são derivados.se os nomes de acções antepondo o prefixo lu ao infinitivo do verl)0 e mudando em « o a final do mesmo (^). moki (uimoki) contadora. De dois modos se formam as palavras por derivação o por composição. etc. moka — : — . //íraf/ dora. Alôm dos lu/enten veròai. p. admirador. também om ki/tongo há palavras primitivas ou derivadas. 'le rma — morn-. mhadi (*) mfiti-— pagador. — — — — — — — . origem. v) ao infinitivo dos verbos.se por trOs modos por preii.se pela anteposição de ?í (ou m. pokama capinador. admiraadmirar. d. desde que se atente em que estas línguas são prefixadas e não possuem sufixos que. nomes significando o agente da acção enunciada pelo verbo de que derivam. Assim ()J (^) : Vpja-se o que ficou dito na nota do pag. vendedora Jita Teka vender.° — Nomes derivados prefixação : A) Nomes derivados por De 1 . vata Estes nomes fazem parto da primeira classe. contrariamente ao que se dá em português. nipokami versadora.s com o ])rcfixo ?/ (ou m). nteki contador. E compreende-se que assim seja. contar. m.Tivado de/«(í — beber. Estes nomes obtém.f. lhes modifiquem a significação com alguma idea acessória de quantidade. etc.ração." muitos verbos primitivos se formam por prefixação Nomes de agentes verbais. Os nomes formados com este últinio jirefixc jKírtencein à .

) % mandar. Estes nomes pertencem à sexta classe. >^ — 2.-/. etc. do.. marinha) formado de a (de. êxodo. C) Nomes formados por justaposição comconservando a própria ortografia e as suas sílabas predominantes. ma-" português. mnhua^Hiiizv — forte etc. . nkiia-iuma — — — — rico. matador. jiiiuuitu pessoazinha fíkoko mãozinha (ítc. Estes nomes formam o seu plural pela nmdanea em /// do prefixo — — III. hábil. lukaihi mentir. A&sim: ki/nuana-iniiami úWnnho ..-5 emprep^a-se o nome redobrado sem o prefixo tras faz-se apenas preceder deste prefixo sem o redobrar. a-mu (marinho. mnhia-lilari rico. luliojl — leõezinlios. Nota Dos nomes que se obtém dos verbos derivados só falaremos depois do haver tratado destes. etc. pesada. entre outros.. Assim: invf. /íTí/íf/í^/e (povoação formado de ki (povo de) Ndele (nome de uma pessoa).. nkiia-ngangu esperto. vinia mentira././?' ao nome. dono de . uma grande parte dóles. Assim: nkua-hizitu pesado. Assim: Luimango (povoação da Capitania-mor de Santo António do Zaire) formado de linm (bel>edoiro) a {áo) ngo (leopardo). etc. da) e mu (mar).. . esmola. Como em também em j)onentes destes nomes se ligam (com ou sem — — — — — — tadora). ete. muntn pessoa. a-mbofe (bom. (-) Km kiinbumlo é formado o diininutivo pela anteposivno ao nome ilo prefixo ha. os nomes começados ])clo prefixo iikua (abreviatura do antigo nomo niukna (*) possuidor do . — — — . a-nqjondi (mortal) derivado de a (de) e mpoitdi (que mata. nem todos os dialectos do se — — . hiturnu mandado. kikoufjo os elementos hífen). mandamento. lurunu dádiva. Muitas veze. vaika luvalku saída. e ou- . Tuma — sair. rica.ki nioka-n ioka cobrazinha. esperta. rica. Assim: mhele faca. Mas. formam o diminutivo dos nomes antepondo a estes o prefixo ki e repetindo o nome (^). São vários os nomos formados por justaposição. Efectivamente. boa) formado de a (de) mbote (l)onda(le). nnunnha (molho de dendem) formado do mua (de) mha (dendem). iimbele faeaziíiha." — Nomes diminutivos Ficou dito a páginas 21 que oní alguns tlialoctos do kikongo tormava o diminutivo dos nomes pela antej»osição de. como também já se disse. /. — — (•) Em kimbnmlo aimla sul)sist(' ii palavra mvhui i' com ela se formam muitos nomes compostos. klkongo assim forniam o diminutivo dos nomos (-). se não a maior.\s3Ím (3) : kahoii — leãoziídio.iKi-noma co\dVi]*'.).Yí//rt dar a alguém. — — — — — — li) Nomes formados por aglutinação Formam-se por aglutinação.elc.

Assim Lnta-iana rapazinhos. 7 . (lue se repete no redo])ramonto do nomo. — . este / muda se em lutazinha 2. — — . etc. malu depressa pernazinhas fmnda-tvinda luzt^zinhas zimbelelacaziuhas -mhele ioko—ioko (em vez de inoko— —moko. kínduntianu-luuuami pregunta kinduividu-liiividu . Todavia. como reforço. Êsle /. Assim kutii kinkutu-kntu — orelhinha : — ." . filhinhas. — — que procedem. tomam em vez do respectivo prefixo. ou r. rapazinho. — — . rapariguinha nkenta-nkentu mulherzinha mjmku-mpiiku ratinho mjni-mjm chapeuzinho etc. — . kíndamhi-nlamhi nd. preguntazinha etc.'-' minutivos nd. hikidu-nkntn camizinhas mavitu-vitii portazinhas ialn-iahi (em vez de malu-nudn. etc. etc: iitinti-minti arvorezinhas. Os nomes de mais de duas sílabas perdem o pre- — . — — sitiozinhos . na repetiçcão.) 97 Nota. . Se o nome começa por nl. luivulii . Assim: idambi — cozinheirinho 3. do sing-ular. pauzinhos. Os nomes começados por qualquer consoante." . pertencem à mesma classe de — espelhinho. — . etc. . nos nomes que começam por consoante. outros dialectos do kikongo dâo-se as seguintes particularidades com a derivação dos nomes di- Em 1. Assim Muana-viuana filliinho. filhinha. deorelha pois do prefixo ki. — — — . que não seja /. x\ssim : Se o nome começa por : lunuann - — luta. netinha (porque o prefixo 11 forma sílaba tónica e predominante com as letras te)\ mas: divitu-vitu portazinha. etc. m. tomam. quando possam ser confundidos com })alavras ou dicções homógrafas ou homófonas. a letra n. l. este nl muda-se om cozinheiro. filhinhos. para efeitos de concordância e formação de plural. no plural. para se não confundir com inoku—íiiokn conversazinha) mãozinhas muma-muma lugarzinhos. rapariguinhas. tivo dos — No : dialecto kifioloiifjo íbrma-se o diminu- nomes pela simples repetição dos mesmos^ não havendo n(^cessidnde de lhes antepor o prefixo ki. /" : — — — . — — . é seguido de um n. para não se confundir com a expressão inidu. n. lumuenu— fixo : — -mnenu hikata-kata caixinha. Estes diminutivos. se esse prefixo não formar sílaba pi'edominante com a letra ou letras que se lhe sigam Ntekidu-ntekalu netinho.

dos Nau há cm (iniiiniis. : : : . ainbi-antbi. A—mbi a—mhi muito mau. K kilcongo ])or nomos moio de uma ." — í)os aurnentativos Em kikon(/o não há nomos aumentativos. ])reíixo Assim nliinha diii/ionde — na lorniação do dimiiuitivo. — Deve dum nomo nem — — — : . )5n para a formação do grau superlativo . Assim / /nalu I malií ! depressa depressa !. — muana a lujomhe (literal — — filho do boi) — vi- otc. não vemos razão que justifique tal modo d(. em muitos casos. tacto da repetioão Observação. mas sim dejire. l (Malu pernas. e nem por isso nós ligamos com liít'(!n as palavras rej)etidas. óptimo: otc. a-mbi. abiza-abiza. a-nit)i. ! . ob- ter-se a o(|uivalôncia dos aumentativos jxirtuguosos empregando a primoira das lormas (|uo (h'ixani()s indicadas a pág. j)ois. tlejires-sa.João que venha^á-/».sxa. empregado interjecti vãmente significa depressa). kinkonde—konde — . todavia. Não dizemos vai (/ejiresna-depressa. § 3.iiar os filltoít perífraso (|uo se traduzem om : iiinana a invfdit (liteLikoiKjo ossos nonn^s portugueses. escrcíver. repetindo depois do nome o qualificativo (jue exprimir o engrandecimento quo queremos atribuir ao nome. banabanana. ainda obsorvar-se ([ue o semj)re significa o diminutivo do mesmo. Em iiortuguT-s (e noutras línguas euJtas) tamljêm a ititeii. como temos visto. especiais i)ara desi<. i/ntíu. assim ligadas.Jú. Além desta tbrma de escrita estabelecer no esjiírito de quem lê a dúvida sôlire s(í tai> palavras. a-biza. Torna-se necessário atender díIo só à significação da palavra. Não dizemos. porco) telo — leitão. péssimo a-hiza a-biza muito bom. Podo. — .sidaelc cia acção se exprime muitas vezes p(da repetição da palavra. § 4. etc. ligadas por um hífeu inalti-inalu. (veja pág 3U)." di) Os nomes da ("'sso : (luiirta classe (prelixo singular ])ordoin etc. a-biza (e outras semelliantes) se não devem escrever.98 4. a re/)etirãu representa apenas a intensidade da acção enunciada ou significada pela palavra simples. serão ou não diminutivos. mas ainda ao modo como está repetida (*j. isto é." — t)o lugar e funções do nome substantivo A) Do lugar dos nomes Era kikongo os substantivos (como de rosto todas as palavras) não tem lugar determinado na oração. O nome. com efeito o . Assim filho do potro tinunia a nr/idu (literal filho do cavalo) ral — . como os demais (') Eiiti-iidcinos que as expressões / inala ! jindbt! (o>i) lun/ii. mas ^imjà. muito depressa.

montes. restritivo de munsongo. de })ág. ex<. Assim: Dom Ãípételu-M])ételu (^). a maluvu. também em kihmgo o nome substantivo pode desempenhar as funções de ou continuado. Impurta pois darmos acerca delas mais algumas explicações. porque mameme óa palavra que mais importância tem na referida frase. nome próprio. CAPÍTULO IV § 1. De facto. tanto no singular como no ])lural. — — : : . 48. mata o carneiro aquele). depende da maior ou menor importância (jue êle tem na orac^ão o ocupar ou não. aposto ções. determinados por si mesmos. kua Mpételu-Mpételu.. . aposto ou continuado de Dom Mpételu-Mpételu e tatá (ó pai).iíiptnando os notnes de rios. podemos agora. Assim. complemento directe de luazi. rocativo. pois é ela que completa o sentido de a su/nbi ícomprar). 7nu ianda. são elas como (jue o poderoso alicerce sobre (jue assenta toda a grande construção das línguas bântu.o primoiro lugar da mesma. mas pela ordem lógica. regiões. Como regra geral o iiome segue imediatamente o seu artigo (se é tomado num sentido determinado. Se na Morfologia se tornava necessário indicar ([ual a i)artícula concordante de ca(hi uma das classes. compAemento directo. isto é. vocativo. indirecto e circunstancial. mento terminativo de asikidisa. sumba mameme m'ole (lit. u^ yow^ o einpregar-sc depois do |)roiiorn(j iiidrfiiiido . compra carneiros dois).i pú. servindo de sujeito. etc. lugar aonde.i(\ject!VO. dado que seja acompanhado (his i)artículas designativas dessa§ funsujeito. coloca-se na frase não pela ordem gramatical. : B) Das funções dos nomes Como em português. e nunca se coloca depois dos seus qualiji cativos ou determinativos. isto é.: 99 vocábulos. e maia. De algumas dessas funções do substantivo temos exemplo» no apólogo 1. diremos mamemi izidi a sumbi. ronda mameme ma-nionsono (literal: mata os carneiros todos) ('). munsongo. etc. comple. ^ .lo:. etc. 82. para traduzirmos com propriedade e de harmonia com o génio da língua a frase portuguesa vim comprar carneiros.'." — Da concordância dos nomes ' Já na Morfologia aludimos à importância que tem o estudo das partículas concordantes dos nomes. que só temos em vista mostrar nome pode (') (orno se viu nos (xciiii)los ihi. nas mesmas condições ein qufe se (Anite em porfugur-s. Assim tuaVe meme diame dia—biza (literal trazo o carneiro meu bom) vond'e meme. por seTiHn (-) Em llkoniio omitc-se o artigo aiit-es dos notne-s pròjírios. edina (lit.

i. zi. Id. ku.'' classe (cujo emprego é mais restrito). lu. mu~í mu Liitu: mel sobre a língua. tu. podemos resumir as das outras classes na seguinte frase iii/ii va hulimi.: 100 como se faz a coucordáucia dos nomes com as diferentes i)alavras que entram no discurso. que são as concordantes dos nomes. abstraindo das partículas concordantes dos nomes da 1. E assim. va. reduzi-las ao número estritamente indispensável. Desdobrando esta frase. azeite na oreliia (*). ma. ntl. de harmonia com o quadro seguinte • : : 1'urtfrulaN ronriir(lUIltCN . vem u. Isto no sentido de tornar mais sim])les e fácil a roteuçilo das mesmas partículas. di. mu.

101 .

cika. (.ão enunciada pelo veri>o a (pie se junta. e ainda lucxróes ai/rerl/iaiu para exprimir os diversos modos da sua significa(. kaiubua. — signiDôste verbo só se omj)rega o j)(M'feito indefinido (jue a acyão enunciada pelo verbo ao (|ual se junta esteve prestes a realizar-se mas não (dK^. rar. A) Al. A adi. como D] auxiliai'. — comeíjaram C) hste verbo. niava. § 1. mas j)or(iue. alinha. a trabalhar de noite. das vozes activa.* — Dos do verbos auxiliares kilcoiKju iiào ( )s vorl)os auxiliares são assiui chamados ter |ior desempenharem as tunroes dos auxiliai-es portugueses na tbrmaeão dos tempos i-umpostos.Miifica(. natika. ti-m a nn^snin si. . leinha. acabada.80 a chorar.ão VV:V\ auxiliar. e das formas da conjugpçrio.iala. só se Fr KT cmpn^ga no pretérito per- Kst«' feito verbo. passiva o média. os aju<lam a formar locuções verbais ([uc eles íie »i ní» tem. Asind(>finido.O V Do verbo Tratámos na Morfulogia dos verbos primitivos ou simples. . ou saber melhor dèsempeiiliar a aci. -BOXGA i\ohaka.sc seíjii. Assim: adi /"/(a/zía -estivemos (piási a morrtM'. continuada ou e haver.. Tem . co- mera r a . verbos irregulares e verl)os derivados. estivemos a morrer.A — 102 CAPITUI.?lO. agttvrur. comcyada. Kesta-nos agora ver o iiuc sejam verltos auxiliares. conjugados com (Hitros. Os principais são: ala... teka. (OU. feta (ou fneta). — licando i?) - BAKA - A significarão própria dcst(> verbo ó apanhar. tnka. Assim tnahaka o sala mntia mfnkn - comêramos a ch(jrar.'omo verbo auxiliar significa : a .^ou a sè b). ganhar. toma. /jor-. honga. haka. como a signitícaeão de poder.. vlta. São vários os verbos auxiliares do klkovgo. hahakidi u dila 'puseram. . etc. lenda.

não se ocupa senão de arrumar a casa. kambua a nkuta destemido (falto de mêdo). significa não se ocupar senão Assim basidi não se entregar senão a .103 sim: o tatundi a—ku—vovesa vo: o ngei. i E) — KAMBUA (ter falta dej : Serve este verbo para formar certos qualificativos. Assiiu: bamene siimbana (pág. nata io (o níjomhe): podem levá-lo (o boi).. (Não — SALA — SIDI confundir com Sala — Sadidi (trabalhar). ngei. Assim: tidenda rangi: podemos fazer. . Jicar cima das tái)oas. ^. lose liiame lumene vimba — talmente inchada. Assim kambiia a nsoni -desvergonhado (falto de vergonha). O — . i o mono a taV {^) laku. terminar. e ou. como auxiliar. dormir em a mabaia ficaram a va-ntandu leka de . É As palavras nmana por isso que tem o artigo o tatá são aqui tomadas em seiítiilo colectivo. halembele rane tadi: não deram o dinheiro.. G) -LENDA Esto verbo. iio Congo. para significar-se que a acção enunciada pelo verbo a que êle se junta foi omitida ou não foi rcíilizada. como auxiliar. — (i) {-) De uma tabula oiiviíla a. sala zonzeka twufe nzo nzo kaka — você. — — F] — LEMBA Este verbo junta-se a outro. nani ofete suama k'amonekenoa ko? (-): tu. que significa acabar. /ii — MANA in- Este verbo. 85): tinham (já) acabado de transaccionar (quando combinaram voltar a fazer negócio no a minlia cara ficou todia seguinte). junto a outro dica a anterioridade ou a totalidade da acção enunciada por essoutro. que és criança. deixaram de dar o dinheiro. deixaram de comer. etc. . : basidi e ficaram a* construir a casa. que sou teu pai. indica a possibilidade ou a faculdade do fazer a acção enunciada pelo verbo que auxilia. a a muaiia (*). Assim: halembele o dia: não comeram. somos capazes de fazev balenda '. como auxiliar...quem é que melhor sabe (ou pode) esconder-se para não ser encontrado?. . só se entrega à arrumação da casa. . /) (ficar) verbo sala.

S 2. : — K)-TEK\ Kste verl)0. Assim letu tutekele o sala nós fomos os primturos a tral)alhar. Assim fii/. caidaf/oftdiiiciifc.iri(. ir buscar ('((jua. Como auxiliar tom quási a mesma significação que o v<'il)o hah-a. : — /. — VIKA VITA a lu Tem a niesiiia signilicaçào e em|ii-ég(i de tclcu. regular. emj)rega-S(' também como adverbio. se</firar. um outi-u irregu- Há ."/?írír?í naquele ano em que tu começaste a ter barba. Por esse lacto substitui ele os advérbios he/n." — Dos verbos irregulares L/7. mas com diforonça que o verbo simòa dá ao verl)0 auxiliado a Iflea de coiit'inu)da<1e da ar(-ão por Osto significada. Como a conjugação de tais verbos nada (|U(^ um modo irregid. a significação áe fazer primeiro (em primeiro lugar) a acção enunciada pelo verbo que êle auxilia.-upudes (|ue formam ou os lar.104 7)— 81 MB A Este verbo significa (if/amn-.<jiit/o Por rcrixtfi irrcf/idíiirs du <'iiteiideMi se . principalmento (Mitre veritos derivados. como auxiliar. significa (|ue uma coisa ou u". : A'» — lATiCA mesmo (>) (conieean Como auxiliar tem o enipi-égo do bidcn. tem "sma sigp. tom.de chegar de.» que Vika.-íi Kimpoasa tê ka Laiinaníjo -desde o (^iiinipoaça até ao Lunuango.aeà.ia acçào se íaz com todo o cuidado ou perfeição. P\ - Kmpregadu como auxiliar. M) — TUKA Este verbo (|ue tem a significação de vir de.ir. trocar. acabai.) — TOMA lOste verbo. além du pretérito bastantes verbos nestas condiçòr-s. o seu pretérito perleito indetíni(b) de os aihnitem. Assiin ntuna mvn oinoia usiinhidi o ngei ba/ca e . ctc. (|uo siginfica conipnir.

pes- laii bekala : eles. e a indicar certas particularidades de outros ([ue. elas estão (pes- soas). por igual.105 tem de singuLar. pois ((uo apenas há diferonça iia íormaoão do pretérito. ela está : vós estais. por ser muito m^cessário o seu conlieci- mento. htu tnkala: nós estamos. convêm saber. lenu nukala {lukahi) ( tu estás. limitamos nos a dar a conjugação completa dos verbos kala (estar) e ina (ser). Coi>as . : estou. Conjugação do vorbo KALA Indicativo presente Mono nkaia: eu Ngei ukala: landi okaía soas). ele.

lau hakedi. eles. takele. iikezi: tu estiveste (tens estado). liud. okezl : Olc. elas estiveiam. Pretérito mais-que perfeito Mono \'J('' iaktdi." classe pelas das classes respecti- acima). ela tinha es- Pai-a as terciMras pessoas das classes. oakc/e. substituir a concordante <la 1." KURMA verbo e a concordante» a partícula. IciiK lii<d. tnakezi: nós estivemos. letu tiikedí. tendes liikedL liikeJe. bake:ã: ôlos. elas estiveram. lenii temos estado. êle. 0(tkesi : tado. o/cedi.106 Pretérito perfeito Indefinido Mono landi i/cedi. nnkodí. cu tiiilia estado. iiakezi: tu estiv(n"as. U(tkí'/i>. ikele. ela estivera. tnakedi. ela esteve (tem estado).'^ KOKM4 > (('orno O indicatiro /ire.rh' Imdiezi {imakedi etc. eles. ukele.) : estado. iakcfc.'"' classi» ptdas das clnsses resj)e('tivas (como acima). Para as terceiras pessoas das classes. Fntnro 1. lakezi: eu estivera. elas tinham Para as tiTceirus pessoas <ia'^ classí^s. tnakide.'" classe pelas das classes respectivas (como acima). entr. tr'm estado. snl)stituij" a concordante da vas letn (('(jino l. bakele.* classe pelas das classes respectivas (como acima 1. Xrjei ukedi. bakezi: estado.>'dl.sa ou ninfja). okele. nós tínliiimos "s- t/ido. ikezi: eu estive (tonlio estado). ou antepondo à mesma «-oncordante uma das partículns .i as terceiras pessoas das classes. I*ar. vós tínheis estado.> o (Intercalando .sentcj 2. substituir a concordante da 1. substituir a coiu^ordante da l. hikezi (nukedi otc. estado. ) : vós estivéreis. Gle.sí/. tu tilll)a^i landi oakedi. laii hakedl. tukezi: nós estivemos. vós estivestes. bakíde.

' FORMA I AutopoQdo ao indicativo o iiitioitivo presonto) Imperativo Kala: está tu. etc.107 3. ser. io. Jenu luina. estar Indicativo presente iitia (noutros dialectos ndina. mau hiatna Os verbos — Assim: Stão vau vava —é este (lugar). ona: êle. INA Mono —ser. ic <ou. mikala: estai vós. Conjuntivo presente (Igual ao indicativo presente) Pretérito imperfeito (Igual ao iiuporteito do indicativo) Infinitivo presente Kala: estar. f>iu>t ie : . — Este verbo não tem outros tempos ou mo- A }3artícula vei-bal L substitui ([ualquer das pessoas / do. )iuna: landi oina. ina. kala e ina nunca são auxiliares. ngina): eu sou. elas sào. Do verbo TER O vei bo t^^r (português) traduz. seguidos das preposições ie. luia: tu és. /. Indicativo presente Xkala nlio. indicativo. bena: eles. i estes (cíirneiros). Nota. Xgei ulna. su!)stituir a concordante da !. Uma. laii naiiia. Assim. ie. Una Ie : eu te- Tukala (ou) tuina nós temos. dos. ela é. ctc. ina ie. tukala: estojainos nós. leta taiiia. Para as t(n'ceiras pessoas das class(^s.se em k/kanf/o pelos verl>os kala. liikala. kinkufu testar com a ca- a camisa. tuna: nós somos.fy/fí ie nihele (estar misa) — com t(M' a faca)— ter a laca.•'• classe i)elas das classes respectivas (como acima). vós sois. ia.

'"'. ic (ou) nhui. iiaila mais >ri(i il<> qiK: dos artijjns e.xs ovcdhas estão balindo.*.'" e A (ou) fuia io iname § 3." - tens o chapéu?.'omo em português." — Dos verbos derivados \ erbos derivados o\i são os qui> se lurmam de certos verbos sim|)les (e ainda de outros já por sua vez derivaílos).^a-se o A preposieão io emprega-se com o singular dos 1. liuia tondos. a. etc.Vssim 1)uniina (on kiihninina) troveja: nokít (ou kuiioka) chove. j»ela |)osj)osieã(» d(> (h^termiuados sufixos. elas tem. enr/a. (ou) beua ie : elos. mpu e? — : — í)os . ina. iu. cjuando o (|ue temos ou possuímos tem um certo carácter de permanência." classe e com o singular e plural de todas elas. au. ])OÍs (|ue o verbo ino indica (|iial(pu'r coisa de mais passageiro (^ menos durável.'.i.'''. Assim ^ Liua o plural dos da 6.(//a. Assim: e nieme dimekaixja -a ovelha está balindo: o inaiuerufí iiieitiek(n)f/(( . o noiíif. 8. Devo notar-se que. h por is>o que à copulativa / se junta o artigo íí (artif. Xáo raro. aku. nnn íe : tu Liikcda ie (ou) luina. etu. Também — § 4. tempos em- I)re.'o dos colectivos e do plmal de muitos tiomes da primeira classe).''\ 0. também não tem — — : — amanhecem. o chapéu está comigo).'"'^.si-rvailu.* e 9. \ preposição /(/ com o plural dos nomes da l.''. kukiele (.1) verbos iiDt>essoaís e defectivos Verbos impessoais (m\ kikoiif/o os verbos impessoais senão a terceira ])essoa do singular. — Para verbo a lbriua(. quando a írase é negativa (*). tem.108 Ukala tens. dos possessivos ame. li) — Verbos defectivos íM^iras estes verbos í-ào igualmente empregados só nas terpessoas. deve enipregar-se o verbo kaia. enu.''\ 10. 5. o com preposição ie com o singular (^ plural dos nomes das outras classes (exc('|)to o i)lural dos da l. sem ilfix ir de pertencer à classe própria. o. Be/cala ie ie : xóa okdla olíi te (OU) oníd i)ii'i ie : Ole. Xota. ^. o nqm sim. nomos das classes 2. é considcraiio um colectivo. . andi. s('^'ui<la a i'()|nilativa . nas t'rasc> in-^afivas. io. a sjgniHcaçao do verbo ter obtem-se pela sim[)les posposieão aos verbos /cala. primitivos (') CoMiu iHiiifru liij^ar / deixámos (ilt. teidio (sim. ífí. Ov.rio dos outros /.

. diremos uencla a. Minini. na. Minini. Esta forma dos verbos (a que podemos chamar relativa ou butiva) substitui as preposições /. os advérbios ekidu (primeiramente). sumba kua ynpanfji ame zinkombo (ou) uenda . Nota. etc. Vondele. introduzindo.ser das acções significadas pelos verl)Os de que eles derivam. e outras. lugar. podemos empregar um verbo simples (com a pre|)opara). meio. por assim dizer. idea Exemplifiquemos Se quisermos traduzir para kikongo: vai comprar cabra para meu irmão. sição kua Assim. Forma simples dos ])retéri- Assim : Forma relativa Bakidi. nas). nni ieiu. entre outros. exposto podemos concluir que a forma relativa torna directos os complementos que na forma simples eram indirectos ou circunstanciais. etc. com a única silalja particularidade de ser acentuada a penúltima tos nos verbos relativos." 8ul>stituindo por ina a terminação ini dos pretéritos feitos indefinidos dos verl)Os simples. fim para que. no. Vondéle. ou um verbo relativo (sem essa preposição). eu vim) etc." Substituindo por ena a terminação ene dos pretéritos feitos indefinidos dos verbos simples. se quisermos dizer vim para comprar ovelhas. Bakidi. no verbo unia de atribuição.aa (parai. Koméne. 4. diau (porque). 3. uau (endiau diizídi (eis porque tão)." wSuhstituiudo : per[x-r- peratri- nos.sumbila mpcmgi ame e zinkombo. hJ/ dos pretéritos ])er- por ela a terminação ele dos ])retéritns dos verbos simples." feitos indefinidos feitos indefinidos Sul)Stituindo j)or ila a terminação dos verl)os simples.109 Estes ver])Os sorvem para exprimir re/açòes e modos (/í. Do O tico aos pretérito imperfeito indefinido dos verbos relativos é idêndos verbos simples de que eles derivam. Da mesma maneira. exi- — Deve advertir-se que certos advérbios : gem sempre o emprego da forma relativa do verl)o. O infinitivo de tais verbos ol)tem-se das seíruiutes maneiras : 1. com a significação de verl)0 simples. diremos kuna o uaugila mune via lou) kuíí — : nina e divia o nangila . 2. diremos izidi mu sumba mameme (ou) izidi sumbila mameme: E se quisermos dizer semeia o gergelim na horta. Tais são. Komene. . Assim .

_^1 10

A forma relativa é, muitas vezos, dobríida e redobrada, do hariiioiiia com as idoas aecossórias (|ue se queiram iutrodu/ir iia sigiiilicaoílo do verbo. Assim: do verbo sumba (comprar), ])or exemplo, ])odem obter-se as seguintes formas relativas: .sionòila (comprar para alguém), simíbldila (comprar para alguém, por moio de), su/nbidilila (comprar para alguém, por moio do, com o fim do]. Todavia, nem sempre ôste
redobramento dá ao verbo
(|uo,

tais

significações, senílo

muitas vezes, lhas dá novas ou diferentes.

B
Substituindo por akana o a final do infinito dos verbos, obtem-se verbos derivados significando a ponsiòllidadc da í/cmo indicada polo verbo simj)les. Assim: teka (vender), tekakuna (vondávcl, suscejitivel ou capaz de vender) hiaka (chegar), Jnakakana (abonlávol, susceptível de lá se chegar).
;

So o verbo é monossilábico toma akakona Nota. em vez de akaiio. Assim ita ouvir), uakakana (que se pode ouvir, capaz do se ouvir). Como se depreenderá facilmente, é esta uma forma do so obterem os derivados a (jue fizemos referência a pág. 9G. Os verbos cujo infinito termino om ula. u/a, u)ia, ona, mudam o / ou // finais om k. Assim: kulula, kidukakana; sokola, sokokakana baknna, bakukakanaa; somona., Hoinokakana ; etc.

:

i

;

c
Mudando o a final do infinitivo em ida nos verbos (|uo tem o perfeito indefinido «mi Idl; una nos verbos (\no tom o j)erfeito om iiii ; ola nos v(^rhos (|U0 tem o j)erfeit(> indotinido om eh'; ona nos verbos ([ue tem o i)orf<'ito indefinido em ene, obtem-se a fornia reversiva, dos verbos, ou a forma pela qual se indica o contráriíj da acção signijicada \)elo verbo simples. Assim kanga (amarrar), kangula (desamarrar); kniia (j)lantar), kuntuia (desplantar); sdka (carregar), sokola descarregar) suma (enfiar), somuna (desenfiar); etc.
:

:

í

;

i)':^ Xota. verbos polissilábicos terminados em eka, ika, formiim o reversivo jtola sulistituirilo dessas termiiuioões em ula, ola. nua. ona, do harmonia com as regras dadas ])ara a formaoilo dos domais isto ó,
;

consoante a terminação do seu pretérito perfeito
definido.

in-

:

111

D
Mudando
o a flual do infinitivo
perfeito indefinido é

em

idi

;

olola,

em uUda, nos vprl)Os eujo nos verbos cujo perfeito indefi:

nido é em ele ; unnna, nos verbos cujo perfeito indefinido éem ini', onona, nos verbos cujo perfeito indefinido é em ene, obtem-se a forma repetitiva dos mesmos. Assim .sala (trabalhar salidula (trabalhar de novo); boha (chamar), hokolola chamar de novo i; tmna (mandar), tumununa (mandar de novo); sona (escrever), sononona (tornar a escrever) etc.
:

i,

i

;

ida, ola, una, ona, tendo o

forma simples é já terminada por verbo mais de duas sílabas, então fazem-se as mudanças acima não com o
Nota.
a

— Se

a infinitivo, mas com essas terminações ida. ola, una. ona. Certos verbos, como sejam os que tem muitas sílabas, não tem a forma repetitiva, devendo, se quisermos indicar-lhes essa forma, empregar depois deles diaka foutra vez).

E
Ainda queremos
se
significar

obtém uma outra forma repetitiva dos verbos (quando que o agente nada mais faz do que praticar
:

a acção enunciada pelo verbo simples), substituindo o a (terminação do infinito) por uziola, nos verí)OS cujo perfeito indefinido é em idi; oziola, nos verbos cujo perfeito indefinido é em ele uzioiía, nos verbos cujo perfeito indefinido é em ////; oziona, nos verbos cujo perfeito indefinido é em ene. Assim tunga (edificar), tunguziola (não fazer senão edificar, Boka (chamar), òoko). ocupar-se apenas na edificação de ziola (estar constantemente a chamar, não fazer senão chamar). Kima (plantar), kunuziona (não fazer senão plantar). ^Jona (olhar), monoziona (não fazer senão olhar).
:
. . .

F
Substituindo por ana o mesmo a do infinitivo, obtem-se a forma que designa a reciprocidade da acção enunciada pelo verbo primitivo ou simples. Assim sumha (comprar), sumbana (comprar recíproca ou mutuamente). i\jbazi tukuiza diaka stinJjana (pág. 85). Mo7ia (ver. cumprimentar), monana (vor-so reciprocamente, cumprimentar- se) etc.
:

;

verbos fazem o sou pretérito perene o a final do infinitivo da forma derivada. Assim: sitntbanene, monanene, etc.
Nota.
feito indefinido

— Estes

mudando em

.

;

112

l'('la

oka),
pá<í.

suhstituivno (lu <i liiial do infinitivo (Mu obtem-se a(|uolu íonna dos verbos {\o (|U('

(I/iki.

nka (ou tratámos a

02 So um vorbo nilo tom soiiílo um soiitido Xotd. ou si^iiiHcarào, pode, om gorai, omj) regar se cjual(juer dos suíixos ama, uka (ou oka) para a formação do verl)0 médio. So, porém, tem mais de um sentido ou significação, emprega-se para cada significaçílo

um

sufixo

diíereiíte.

Assim

:

halca

(ai)anhar),

hakaina (estar apanhado); baka (rasgar), hakvka (estar roto), etc.

Polo que respeita o seguinte
:

à

derivação destes verl>os. deve notar-se

1."

Os verbos

ulo, mia,

polissilábicos terminados na forma sim|)les em tom a forma média mudantlo estas t(M"minaçòos (>m vka.
(baixai*,

Assim: kuhila
cido)
;

descerj, kuJitka (estai' baixo, estar des-

hanf/Hiiiuiia (virar, voltar), h(nii/iii//nka (estar \"irad»i. estar
;

voltado)
2."

etc.
oAí, una,

Os verbos terminados em

dia substituindo est;is terminações por oka.
tir),

formam a sua voz méAssim: folola (pari

toloka (estar [)artido); kesona i(|uel>rari, kcsoka
i)."

estar (|ue-

brado, (|uebrada); etc.

verbos terminados em eka, ika formam a vo/ média esses sufixos em ama. Assim teleka (levantar), iclama (estar de pé, estar levantado): fnnullka (dobi"ar). Jmiidaniii (estar
C)s

mudando

:

dobrado)
4."
n,

;

etc.
infinito

Os verbos terminados no

em ua tomam mais um
:

antes do sufixo designativo da forma média. Assim va (ouvir, entender I, uuuka (estar <>u\ ido. estar entendido); »í/r/( beber), nuiinka (estar bebida a águ;i etc. ;')." Os verbos torminatlos Idlka, elek(i, formam o médio i)ela mudança desses sufixos em olaia. Assim fokhllka (cansar), tokaUtla (estar cansado, fatigado); iioujidíka (alegrar), iaiiíjalala (estar alegre); ienffe/eka (suspender), ?>7í7r//í//o (estar suspenso)

i

;

:

etc.

Substituindo j)or isa o a final <lo infinitivo, ou por (\'<a nos verbos em cujo radical haja um r ou um o, obtom-se a forma cansativa dos verbos. Assim .'<a/a (trabalhar sadisa (*) (mandar ou faz(^r tralialhar); kola (cresce;-), ko/rsa activar, fazer crescer ou aumentar) (^tc.
:

i.

i

:

(')

Veja-se a nofa dr

pág-. GO.

vi um boi fugindo. imuene ngovibe ia—tekunanga () parliciplo passado é substituído pelos adjectivos.Ic verbos. . ou por um qualificativo formado com Assim: esse mesmo tempo. tanto que. todavia. . B) — Do condicional Para obter-se a equivalência ào presente do condicional. . que se obtêm ou do presente do indicativo ou do perfeito indefinido dos verbos na voz passiva. crer) simda (pasvioka (passar. emprega-se. ova.° ^ — Dos partící|>ios e do condicional dos vçrboç Não incluímos na conjugação dos verbos os jiarticipios (presente e ])assado) nem o modo condicional. kiia kia-kangilv batata frita Assim kua kia-kangva iiimene — — : — . enga iabaka — um condicional com a força de oração temporal. as suas equivalências. basta antepor a mesma partícula ao perfeito . (i) É ê.siui que. . etc. § 6. de facto. oro. (^).113 5. Assim: E)iga mhaka eu teria apanhado etc. este modo e aqueles tempos não existem. com um certo número de verbos.ste um outro inuJo ilo . nati. porque. etc. definido. — batata frita . ngombe itekunanga vi um boi fugindo. com os mesmos tempos. etc. Entre estes mencionaremos os seguintes fauka agradecer j kuika (acreditar. (saberj . exceder : ( . — eu apanharia. se tratar de logo que. tanto simples como «Iprivados. tem por fim evitar qualquer confusão com o indicativo futurai. — Do emprego do pretérito pelo indicativo presente Deixámos observado a pág. Isso acontece. em kikoiKjo. porém. A) — Dos participios O partlcipio presente é suljstituido pelo presente do indicativo dos verbos na voz cuntinuativa. que passamos a indicar. zola (querer. O emprego deste tempo. qualquer das conjunções temporais vo. basta antepor ao indicativo presente a partícula enga (^i e para a do condicional j^assado. . . em vez do indicativo presente. ne. (-') Em alguns dialectos llloivjo esta partícula é ivja. 29 quu às vezes se emprega o pretérito pelo presente do indicativo. as. pois que então a condição (se) corresponde apenas às locuções temporais Se. etc. ) amar) etc. exceder) zaia tonda (agradecer sar.ic formar nomes . Há. ) . etc.

mencionadas a pág. 75) parece terem procedido das palavras kuma (tempo. desempenham o papel de quási todas as preposições portuguesas e. /. que és filho. a (juo uns chamam o indicativo presente do verbo < e a que outros dílo o nome de pronomes relativos. tem a equivalência dos relativos que. etc. lit devemos ainda acrescentar que as partículas i. que ora palmador). a um tempo. mun. ienu. iau a mfumu z' a nsi eles Silo os senhores da terra. ic. exprimir os complementos de . u a muana. enu nu ndoki vocês sáo feiticeiros.. São elos que. A'//. ocasião. ietu tu mfumu a Lunuango nós somos os senhores (os príncipes) do Lunuango. e cu que sou teu pai. fi(|uem uenda a landi o lumuenu lusidi mu n~o ame vai buscar o espelho ([ue ficou em minha casa Dom Mpételn-Mpételu. (juem és tu. miima (lugar. Mono i mfuiiiu a vata eu sou o soba do povo.* e Estas partículas. )'a e das preposições ia. luaala kuenu vocês. Assim o ngei. mentos que em português se exprimem pelas várias preposições. tu. — CAPÍTULO VI Do çniprêgo dos locativos c?. Assim: iXgei ti nani? tu ([uem és. o. — Muitas vezes as referidas concordantes (bem como as de todas as classes) tem. quais e ainda a das referidas pessoas do verbo iua. com palavras que signifiquem movimento. separadas de quabjuer verbo. quem. parecem-nos apenas as concordantes dos pronomes. o valor do relativo e o do verbo ina. palmador (ou. % I. — — — — — — Nota. i a taVaku. mu. que. (pág." — Dos locativos como t>ref>osições Os locativos ku e o seu derivado kuna servem para. ii. be (OU a) substituem também. lugar) o vuma. respectivamentej a 3. 103).* pessoas do singular o do plural do verbo ina. (ou 2." — f^ais algumas observações sobre o verbo iiui Al»!^m do que ficou observado a pág. nu andoki. 107. qual. é por meio deles que se formam todas as locuções prepositivas e adverbiais e se introduzem na frase os comple. l. andiona o kuizanga i mpange ame aquele que está a vir é meu irmão. causa. nu). — : — — . ia.''.songo a malavu Dom Pedrinho. que silo feiticeiros. io. lugares). etc.///. ie. conse({uentemente. tu. 114 ^ 7. 3õ. ia Os locativos /cu. com as preposições a. etc. etc. sobre o verbo ina. va (já mencionados a pág. i o mono.

kuna-ki tafame nkuenda vou a casa ou ao povo de meu pai. uaikidi kuandi mu nzo êle êle (ou ela) saiu de casa. Assim. e o lugar donde. . — (? — — — — — . mu vata. vana. quando êle é um pronome pessoal. van'e vata. de causa eficiente ou agente da passiva. ku iSoio ntuka venho venho do 8oio kuna-ki tat'ame ntuka de casa ou do povo de meu pai iananigamha hasldi kuna nlangu os carregadores ficaram junto . • circunstanciais A) — Do complemento directo Complemento directo ou objectivo é toda a palavra ou expressão que representa a pessoa ou a coisa que recebe directamente a acção do sujeito. : — — — . va. mu. Se o . e seu derivado vana servem para designar o lugar sobre o qual a pessoa ou a coisa está. o modo como se introduz na oração o complemento directo. coisas ou pessoas não afastadas de quem fala. e kuna. devido certamente a exigências de eufonia e para se evitarem hiatos. aquele que acolá está. isto não é rigorosamente observado ku e vata.hi água. trativos) a partícula na indica qualquer coisa de mais afastado da pessoa que fala. ou a acção se a faca está sobre a meza passa. 68. Ficou já dito. Assim: ^tata kuevi oinaf nzo aonde está o pai? está dentro da casa. okotele kuandi mu nzo namiau entrou agora para casa etc. ou a acção se passa. muna. . Assim e mbele Una va meza o pau está sobre a cobertura (o teo nti una va nluAi a nzo lhado) da casa etc. mas ku vata. Parece pois que deveriam empregar-se os locativos ku. atributivo. a pág. — — Os locativos mu e seu derivado muna servem para indicar o lugar dentro do qual a. o lugar onde ou Junto do qual se está ou uma acção so ])assa. quando a referência fosse feita a lugares. va e vata. — - — : : % 2. mun'e vata. etc. De facto. : — — . no caso contrário. mu pelo indígena.lugar aonde ou até onde alguém vai. Mas." — Dos complementos directo. Os locativos va. par? voltar. êle nunca diz e vata. Assim ku So(o nkuenda vou à região do Soio (Santo António do Zaire). ou kune vata. a minha camisa (ou a minha kinkutu kiame kiina mu lukata blusa) está na mala (dentro da malai. está em casa. cofli palavras que signifiquem estado ou quietação. e ainda o lugar de dentro do qual se vem ou para denina kuandi mu tro do qual se vai. indirecto. pessoa ou a coisa se encontra. ao pé do rio. Como já se deve ter notado (nos demonsXota. aiuliona nada mais significa do que aquele além.

('mj)rega-se dos locativos ku ikuua). 1° — Complemento circunstancial de luqar o que Hcou dito a pág. pelos. Assim a Tempo desde que ou desde quando : O tempo desde que ou desde quando é introduzido na fraso ) — : .siva. Xteka . etc. como se introduz este complemento. Todavia. Assim o iikunda afididi o ru/ei. em lugar dos ()ronomes comple mentos. — : — (^) Do complemeiato atributivo Ficou já U) dito. ou até (jue. ao. para introduzir na oração os complementos circunstanciais do lugar. iiào raro.zau ou -nii vteka (por vendo os.s. Por exemplo: ^ute/iavf/a nipinhe zizi ef tu vendes estes bois?." — Complemento circunstancial de tempo Consoante a circunstância do tempo seja desde (pie. zo) — — (j /. enij)re(. O indígena. a jiág. — Do complemento de causa eficiente (ou) agente da passiva O aíjente da pa. nem sempre ela é empregada. senão que muitas vezes é o complemento desacompanhado de qualíjuer preposição. às) t^ue se introduz este complemento na oração. de tempo. va tnnia). em que. mu (muna). plemento directo. pelo. jjelan. 36. De harmonia com um 2. 116 coniplomeuto directo l'5r outra espécie do palavra ou ([ualquor expressão. iataiujua kua tafaiiie a carta que você mandou foi lida por meu pai — : etc. à.. Os complementos circunstanciais podem de modo. 11) - Dos complementos circunstanciais ser de lugar.a como comNota. os pronomes sujeitos constantes do quadro de pág. Exemplos lata o nkauda kua leva a tat'aku leva a carta a teu i)ai: rata tat'akii o vkaiuhi carta a teu ])ai: etc. 101. proeede-se de forma idêntica à ([uo se usa c-iu português. para introduzir na oração os complementos circunstanciais de tempo. introduz-se em kikonfjo por kua (invariável). aos. de causa e delfim.) — Do complemento indirecto K por meio da preposição kua (a. que em português é aconipaniiado das preposições por. pela. assim se enn)regará uma ou outra das preposições. 114 e 115.

para resolver uma questão etc. — — : — — — : etc. — 4.117 por meio dos auxiliares tuka tnkila. — — 5. tuizidi mu sala viemos trabaliiar tuizidi muna funda mamb u \iemos para tratar uma questão. muna. — . muna kuma kia-aku tuauandua fomos castigados por tua culpa. expressas traduzem se por expressões equivalentes às empregadas em português. muna. Assim tiddla íou lii/ca) o zono te nuuie unu desde ontem até hoje. ia." Complemento circunstancial de modo Este complemento é introduzido na oração por meio das preposições ie. etc. . etc. Assim: hezidi aonsono io tose tua—nvindu vieram todos com as caras sujas etc.' — Complemento circunstancial de causa : E introduzido pelos locativos mu. Assim mu ou muna mulni de ília.se os locativos mu. 3. Outras circunstâncias que aqui não vem Xota. — . muna e ainda o advérbio de tempo ne. empregam." — Complemento circunstancial de fim para que Assim Este complemento é introduzido pelos locativos mu. Assim mu diambu di—aku tuizidi viemos por causa de ti. io. : — . h) O tempo em que: Para introduzir na oração o tempo em que. muna mfuku tuizidi viemos de noite.

.

2.° Porque entendemos ser essa a verdadeira ortografia. não as escrevemos assim. que não terão outra forma de figurar certos sons.s. Empregadas por estrangeiros. Ora titi. Pelo que deixámos dito nos jírelhninare." Banimos do kikongo as letras // e v: (já eliminadas do alfabeto português). mais correctamente. e porque nada de assente há ainda sobre a ortografia destas línguas. envolvem ainda muitos mistérios e não estão assazmente conhecidas sob o ponto de vista da ortografia. ty. não andaremos muito longe da verdadeira ortografia do kíkongo. por desnecessárias. Por isso vemos que. por exemplo. e não figurar essa pronúncia. em resumo. e porque o uso já o convez de c ou de q. átonas. sagrou. no kisolouíjo e noutros dialectos áo kikoiujo nós em português. É por idêntica razão que entendemos que se deve empregar o t Por uma razão de conveniência. supomos. tcJi. empregamos o t antes de i. e não. e cuja razão a seguir damos. . aliás verdadeiro. p ainda outras começadas pelo grupo cJi soarem nas Beiras e em Trás-os-Montes quási como trJiapén. por exemplo. porque assim é. pelo facto de a palavra chapéu. antes de outra vo: gal. 3. empregamos o k em — — antes de i. nenhuma falta nos fazem a nós portugueses. de que as letras i. amoldando-a aos modos de pronunciar de cada região. julgamos errónea qualquer outra forma de escrita. Nesta suposição e ordem de ideas 1. nós adoptamos a ortografia constante do apenso ao presente trabalho. como muitos fazem. E convicção nossa que. a pesar de largos estudos feitos. A palavra titi. tendo harmonizado as coisas o mais possível com o génio da língua portuguesa. porventura os mais acomodados ao génio da sua língua. etc. cada autor usa de caracteres diferentes. com o valor de tx ou tch . desde que assentemos no princípio. Ora. Evitam-se assim muitas letras desnecessárias e esereve-se.TERCEIRA PARTE Algumas observações sobre a ortografia As línguas bântu. sôa em Cabinda tal ([ual se escreve tchitchi. u. para exprimir os mesmos sons.'' em geral. são.

ena. ao ver. na dos diminutivos. senão (jue imediatamente reconhecerá ([uo são (jualificativos. D mesmo acontecerá com os diminutivos o com os verbos na conjugação complexa./. reconhecerá que se trata de um qualifii." Entendemos que. cativo. kana. etu. taa-biza. nas locuções propositivas ou adverbiais. nem o de ./*. fazer uso do liifeu. sendo como é certo que os qualificativos tem de ser regidos da partícula concordante do nome que (pialificam. Demais. va. Pelo contrário. ." . para assim se evitarem con- fusões com os mesmos locativos (|uando desempenham o j)apel de simples preposições. kiia—abiza. tii-n-tatidi. vê-se (jue é grande a vantagíMU ([ue há neste modo de os escrever. Evidentemente. à simples vista. etc. au. anio-oa. mimtumuntu. vana. não achamos necessário ligar por meio do hífen as j)articula8 concordantes com os possessivos ame. na formação dos qualificativos. etc. separamos por um hífen os locativos kii. : vende-lhoK. dia—biza.Vinda por nos parecer ser isso conveniente. muna. aparentemente. õ. se devt. o ([ue não poderá reconhecer com a mesma facilidade se escrevermos abiza. obstando-se assim a confusões que serão quási inevitáveis proco<lendo-se de outra forma. andi. dou-to. lua— —hiza. que acentuadamente tem em certas regiões. mu. ma—biza. o leitor. de um diminutivo c de um verbo conjugado complexamente. na de certas palavras compostas o ainda na forma complexa da conjugação. akn. mia—biza. miaitu-iaiuitu.'' Por análogas razões. não há o perigo de o estudante ou quem pouco conheça da língua do Congo supor que se trata de nomes pertencentes às classes de (jue tem. procede-se de forma idêntica em português. tnntadidi. como já deixámos notado. etc. 5.120 4. por ser difícil ])odereni (^stas palavras confundir-se com outras quaisquer. Se nós escrevermos a-hiza. kia-hiza va-bíza.f antes de i por .se: ua-biza. não figuramos o som do z antes do pelo de. Pelo ([ue respeita à forma complexa da conjugação. ou eh. Tem essa forma de escrita a conveniência de dar a conhecer imediatamente a espécie das palavras. ia-biza. Em ])ortuguês separamos por um hífen o com])lemento do V(?rbo (juero-o. os prefixos.

APEXSO Frases graduadas— Adivinhas— Contos .

.

etc. etc. o. vamos julgar uma causa.Oo} i>ala(1) A tradução literal lU' /. grande noviíiade. . iiuo (há ou íliv. /. empregados com os nomes da l. Assim obsccnidailc.s. iandi .s'o. grande negócio. o ntekulu ame. questão. acção maldosa ou má) grande acontecimento. por causa disto. A gente do Soio é a que melhor rema. amanhã vai ptrocu- Mboma. langa nleke aku. quási diambv clia-nsoni (palavra. /Xão! Os Quissangas talvez sai^ mene o zaia. unta pessoa que está a vir. Ke ko nkentu on'asidi e zono kuna-ki tat'ame. e o meu neto.lade. são p?'ec/. afronta cliambu dia-mbi dialavra. mhazi uenda a tomlja mvuidi o-ku-tu-nata kuna O Quenfjue. KlKUNCiU I ORTUGIÊS Imonanga muntu o kuizanga. vamos tratar uma gócio. TVíí ver. atatu vo aia bekaml)uanga.três ou quatro. questão. talvez seja o teu irniao J^ejo mais novo (ou a tua irmà mais 77 ova). etc. admite a concordante dos nomes dessa classe (lí). — — — — : . afção acção vergonhosa) crime.o >eria vra. Meu irmão mais velho também pode remar. ê aquela muIher que ontem ficou no povo do meu pai. E verdade. IMvuidi mosikaka ke ufuene ko.frasps on dicções a qiio cm português.— Fi^ases graduadas — 1/ classe Observação.õo^ pelar. acção. Mpangi ame mpe olenda i vuila. etc. A terceira pessoa do singular dos verbos. E Nkenge. quentão. Hn remador só não chega . grande grande) não há novi. acção importante. e). Está hem. Esi (*). dhuitbv d/a-nij»iena (palavra.'"^ classe. maldade. O vocáluilo cliainiit tem no kikomjo várias acel)(. sempre.r diumbn ko vim por causa liêste nemxi diambu diadi izidi é indiferente. etc.e dlauiUi l. Soio babiokele o zaia o vuila. Ke diambu ko Enga. Não ^ é ele (ou ela). corresponde uma só palavra. . ou as concordantes do pronome kindi (o. — — — . etc: mambu tuhienda afvuda questão. \ Aá akua Kisanga i langa bato- rar um remador que nos transporte a Boma. está bem. Uenda a tala. ham melhor. Com êle se formam muita?.

niosi kaka tuina o ntiiua Temos só uma cabeça . Você é curioso (*). ' 124 Xki a luiiibu tiiku(Mi(la kuna-ki nkak'otuy Mbazi iovo uaka-inuiiii tuku^. i io um peito. Então chama o branco. O . Os cozinheiros foram todos to- iiivan.]\ iiki laiiaii^aiiil)a i Ijckuiza io que lhe havemos nós de le^ var ? Tcdvez os carregadores tragam coisas boas. seus netos. filhas) tam- ^. Mvii kua iniiiraku? tatu Makuiiiatatii iniiiiaiiio. mjeia.s. lotu classe Xôs temos cinco dedos na mão: dedo polegar. aiirlar e mínimo. mia mvu Quantos anos tens? Tenho trinta e três.'i tem? Tenho vinte e dois anos.iua-iisuka. i ua-landirua-kati. você quantos ano. nije. núo lhe leva. indicador. Diz ao cozinheiro que venha. ko tu-kii-in-H(iila -Vó. iiu>.-i a casa do nosso Iremos àmanlià ou depois de ània- f. IxMia nui inrin- mar banho. é Aquele í"!JO"> antropófago? Xa nossa terra nào há antropó- k I » N|^'o u nzodi-a-mambu. ^I o n<:oi Makumolo ialeka. 2. onda. lairotu 111 po l)<'kuon(lay Os nossos filhos {ou bém vào ? I-Jles ^.. e tuina minloinbu niintanu miin'o koko: n!oinl)u ua-poto. Jetu.i:i-a-inabaia. Samuna o nlambi oza. iou elas] Ji carão.médio.. lau sala Ijosasala. Xdiona ndi-a-antu o? Mu nsi otu ko IjoiTadi-a-antu nsi Ota barbeiro ainda vão veiof nossa terra não há barbeiros. Kc ^. ttMii franoT-s. tulondi vingila ut(. U Mu kasi k'ezidi ^0 Xa ^ fi ko ben'atcbi ko. Alanihi aonsono bolo a Ezovo toro da.i tquivalriicia «• o ciiiinr-go ilo . iii|)0 O iiiund('l(> kiMia voku. Ntu ^. vamo. o carpinteiro. i Qae dia avô? nhà. nijei. nivu kua ualoka V nia iiivu ia luvu miolo ^E (') roíiíí proiioiin. O 11 111 a ia-ljiza. ua— kati. iia-lanilirua-pt»to. Avangi-a-inabaia Kansi toKo carpinteiros estão para a niuiidolo. atfkulu.^ kiuma ko o? ku-tu-m-lii!ilay laiiga mos nada f.<<d também nij)o uniosi kaka.bi ianangamba ko oV Xão podemos dores. esperar os carre- ko. O branco também cá não está.gi. Então chama Os mata.

lO nge k"usuml)ang'e mintudi ko e? (JE mintudi miamina kuevi miatuka? ' Katuralmenie sào canas de avúl lO car que lá estão. A onde compra. acções. . Estes nào tem ou não se usam no plural.ão vende as cabaças ? Não. ^A nki e minsu emio? Miau mia nti. a landi o muangu ua nzo. i pai. minsu kaka ntekanga o mono. nua e miombo. nge k'utekang'e mintumbu ko e? Ve. 11. ^ landi kuevi uin'e? Uiua kuandi A'a-atandu a mongo. se É com o auxílio do prefixo que formam muitos nomes abstractos (significando as /. eu apenas vendo pilões.1-5 E l tatá. 3/ classe Observação.•/ — propriedades.^queles que oritem fizenios (apa- nhámos). a pág. há muitos nomes desta classe que perderam o prefixo ki. Miukele kuevi miin'e ? E nki kiina mun'o nseuge ou- l ^: -me doendo os rins. e minzuza hatpkuini. São de pau. As espingardas aonde estão f O que há naquela areia ? una? Miusenga langa miina muna. l De que são estes pilões.^te esse fole ? ouue? Kafik'e minua mia zimbuata bosi uenda a tala e mingu i mia mavia metu. i i. Uenda cabo está aqui. Você 7.Uevi asumb"o nge o mvudi Na ^ casa holandesa há linhas boas. (íE iniinva mia luazi kuevi misidi e ? Qye 2)rision€Íro>i ? . a land'o nkele u uonge- Uenda l ^. Aonde está ? alto Está no do monte. Todavia a concor- nomes. Nki a minzuza ? Mi tuabakidi o zoiío. buscar a e-^pinf/arda para atirar aos porubos bravos. Vai buscar o pau de fileira. Os prisioneiros (os capti VOS) farjirum. estãoJ^ai miongo mitantanga. 1 Aonde chado ficarcun os cabos ? do ma- mosi uiua kuandi vava. Como se disse .. Mono go. Você não compra sanfjuessugas? Aquelas . em geral. estados e circunstâncias). Ta))a as bocas das garrafas (rolha as garrafas) e depois vai ver as divisórias das no-^:s-as hortas. k'ilenda tomboka o mon- iCo posso subir ao morro.sangues-nigas donde vie- ram f Muna-ki landazi minsibua mia-biza miina. Mva Um (.

sinto fresco. Nki a kinkutu? Kiina va-utandu a meza.^o kiakina. para Kiozi kiina. Coloca a tampa sõhre a panela. nki kiakiy Kiula kuandi. Samuna di. Eu não . sinsu kisidi kia-vangamua. kivan<. Sa e bukikilu vaua sia. O muntu. sujo. Kintinti kiakie kia-nkulu kuan- Conta uma história. você está a suar (tem suor). sielo kiina criado está sajjo. saco). em cima. E verdade. uma dessas partículas concordantes. Uenâa a tomba tini kia kioto. Que bln. E to kia niuntu kiuma kia-va. kia-biza tubakidi mu Apanhámos um bom marcha. Os diminutivos que lei prefixo Ndiona kisina kiin'andi. takana. ^. que está suja. Efttá fresco.sa ? Aquela que está em cima da mesa. o (luim- Leva essas coisas para poaça.O corpo do homem é palpável. Lava a minha blusa 1 {o meu ca- -mvindu. sielo. na concordância e respectivamente.126 dâneia i"az-se como se r-les aiiuia possuíssem o refe- rido prefixo. se formarem com o auxílio do (OU da partícula^') tomarão.'ua kiina moio i O homem alma e é uma criatura com dia e niitu. ^E saiu kiaku kivuidi kareV l Já acabaste o teu serviço ? E saiu kiame kisidi mana kio. para tua. é velha. Lumbu diata. Muno k'imonan<5a kuame kiozi ko. sinal está feito. corpo. Kinkutu kiame kibakukini. kintiuti kimosi. kimbun<. Ainda não acabei o meu serviço. E ^. o w^o uin"ie kizuila. Nata isangala iaie kuna Kimpoasa. E lu kiaki fu kia-mbi kuandi. A(juele é rico {tem rigueza). Essa história é antiga. Mata aquele lobo. ilekua iaic kuiTe vata diaku. Põe U/n sinal na tua bandeira para a conliecermos. Vanjj^a sinsu mu dimbu kiaku Vonda mu E tuzaia kio. casa. Vai procurar um bocado de cinza. o criado. Entrou uma má doença no nosso povo. Nata Leva essas panelas para o teu povo. Sukula e kinkutu kiame. En^ra. . meu casaco está roto. Kimbevu kia-mbi kikotele mu vata dietu. kiai E iP E um Este (jue é isto f co-stuine é mau costume. O O TeKe Chama ku-ntandu.

S'e dilonga kuna-ntandu a mabaia. Mu diambu diaku mezidi o maki barba. Sukula mpe o malonga-longa.. O maki mpe ke me fuana ko. Tuala maza ma-kiozi. mama. dileza Xão ^ vi ninguém com navalha de Andiona u in'e dimpa. ie As nossas hortas estão semeadas. E Os pratos não chegam. mas a sua significação é sinííular. Sa malonga muna meza. lusumba maleza. os nossos cobertores são curtos. . Lava todos os pratos. via diame diadie i e diaku diadina. malonga-longa masidi mamonsono kuu'o via dia tatá. em geral. das E E E longa baia. Matoko. Os ovos também não chegam. Foi por tua culpa que vieram estes ovos. 127 4/ classe Observação. Tais nomes tem. longa diame disidi va-ntandu a meza. Da quarta classe fazem parte quási todos os nomes de substâncias líquidas. disidi ku-ntandu a di- O prato ficou sobre a táboa. 5 O maduki mezidi kareV O mampa ke malungidi ko. aquele que tem o pão. comprem navalhas de barba. Põe pratos na mesa. (Jomprai também vinho. Traze água fresca. ^Já vieram os velhos? Os pães não estão certos. Mavunga metu ma-kufi. K'imuene muntu ko ko. Malavu ma-biza. O meu A Mavia metu ma-kunua. SukuFo malonga mamonsouo. Tuala maza ma-zizi Tuala maza ma-tubia mu sukuFo menga. Traze água quente para lavar o sangue. Coloca o pinto em cima táboas. Chama o velho que tem a navalha de barba. Lava também os pratos pequenos. Rapazes. 7 vaze água fresca. como único preíixo o prefixo ma do plural. Uenda a baka maiembe mu mavia. O malonga ke mefuana ko. O Todos os pratos pequenos ficaram na horta do pai. Este é tua bom prato. E bom vinho. Vai apanhar pombas cm hortas. prato ficou em cima da mesa minha horta é esta e a tua é aquela. Nusumba mpe malavu. — Dilonga dia-biza diadi. Malonga ma-biza mama. TeFe diduki diiiia ie dileza. As nossas cobertas são curtas. Estes são uns bons pratos.

asseada. 5/ classe Koko kua-kufi. Ndo tejnos comida. Kubiko malu ma nsasi. ela sabe muito {tem muito saber). Você tem os braços curtos. Há níivens no céu. iandazí]. koko kuamo kuatoloka. Kuzaia ku-ingi kua'audi. Fj furúiicidos. í^les. Matoko. ^O O kua-toloka. Tuele a tombi o dia kuetu. tua comida é boa. Uesloquei um braço. ma Mputu tuzolele. que tens nos ombros 2 ku eV Mavuml)U. zina diamo. Xão queremos vinho. Corta a ptcrna do veado. Nge una moko ma-kufi. Mancehoíi. Tuala madia motu i'o mau. Viemoíi vender azeite de palma. as O màos curtas (*). Eu chaiiio-nie António. porAm. Tonseka o koko vaua meza. Ide comprar comida para os meninos. Èle. O meu nome é Pedro. K'usiml)a kuamo ko o koko Braço curto. então cmprcga-sc a palavra kiandazi (pi. I'omos procurar a nossa comida. a comida está pronta. por isso. Kuzaia ku-ingi kun'au. Lueiida a suml)ila iaua o Cozinha a jyetma para teu pai. trazei azeite de palma. Matuti mena mu zulu. ]\Iauzi ma mha tuizidi a teki. vento depressa dissii)arà as O mpcmo ngatii ikula c matuti. Quamlo. Lambila tat'aku c» kulu. (') . Sim senhor. Ntoni. Emjtn-ga-se. elas . Ke tuiiia o dia ko. às vezes com a significação lie mão.sdfo muito asseados. o dia kuvidi. dia.if^iiifica braço (iiicluimlo a mão). 1'alavra moko . Rle. senhor. asseadas. queremos azeite de Por^tugal. SC quer indicar só a mão (separada ilo braço).«. A Traze a nossa comida e a deles.128 Ke tu/olelc kuotu malavu ko. ela é muito asseado. maiizi ^ E uki LiiiiKi mu mavembua mamazina 1 O nuvens {correrá as nuvens). dia kuaku kua-l)iza kuaudi. São o Nukamba aonsono meuu. dia kuvidi kalo? ^A comida Já está cozinhada? Ingota. as pe7-nas da seixa. Zeugo kulu kua nkai. Zaia kuiiigi kun'aiidi. ^l o ngo y Dizina diame éJ^tu? i Mpétolu. Lamh'o kulu kua ngulu. nutuala manzi ma maia. Encosta o braço à mesa. Dizei todos os vossos nomes. Xào me toques no braço deslocado. Guarda Cozinha o presunto (a j^ema do porco). e iitiuu.

em Santo António. Amanhã Zono tuatikidi o luntuku lua talvez comecemos a apanha da Jinguba. ^Naui ovuidi o luzimbu luolo e? Zeng'o lu^imhu muno luziolo. dê. Conta tu a mandioca (faz tu a contagem da). Mo. . Zim'o tuinda. Escuta os ordens do chefe do poro. Kuik'o luinda. mfumu. ietu tuaviFo lukanda lua mpimpa. Vina o tuturau tua mfumu a vata. lungoso lua mpinda luvuidi. negócio dajinguba acabou. Apaga O E O O tuiuda tuazimiia. ela é curioso. Está a vir negócio de azeite de Lufiatu lu-iugi lun"aku solongo muna- Tu palma. curio. landi matu ma-nkudidi. O jacaré não tem língua. Dikila muan'o dia. Meu pai. Tuala lufuta lua-mpuena. Guarda as oi'dens do chefe do povo. dê-nos arcos das pipas. para o filho. perdemos o arco da pipa. A comida eí<tá boa. O kutu kua muan*ame kidi kala. VaQg'o nge o lubalu lua fuadi. Patrão. Ele. tens muita confiança nos musso^'ongos. KuFo tufuta otue. Faz a leitura no livro. 6. J'^le. Sumbila As comidas estão boas. gosta de saber novidades (tem curiosidade).sa. tem orelhas grandes. oiiia kuielii- .me um espelho oku Soio. E ntinu. 1 E mpimpa. As luzes estão apagadas. Começámos ontem a colheita do mindi. Compra comida para a criança. Patrão.Hfra a língua ao doutor.^te colar f luzolu-lua-mambu. landi ina io Quem é o dono (quem possui) deste cordão. Lund"o tutumu tua mfumu a vata. u-tu-kaiila tukanda tua Corre com essas formigas. dá de comer ao filho. Corta o cordão com a tesoura.^ classe Acende a luz. Madia matomene. Dá muano dia. Traze uma formiga grande. de comer à criança. compre. sumbila mono lumuonu as luzes. 9 Kamb'o O ludimi kua nganga. lungoso lua nzeta lukuizanga. Vang'o lutangu muno lívulu.4 orelha do ela meu filho já sarou. ngaudu k'ena ia ludimi ko. Mbazi langa tuatika luntuku lua m])inda. tatá.129 O dia kutomeiíe. milho.

E mfurau. Muana. Perdoa aos teus inimigos. Ponde os bonés na cabeça. Hoje apanhámos uma andorinha. . Aonde ficou o teu loando ? A morte é um castigo. E O luvemba. Fomos ao mato caçar javalis. lumingQ lumbu kia fulumnna. mussoi'0)i(jos . nós não tivemos bolachas. Em casa de meu sogro (minha sogra. tu- 7/ classe Vuat'e zinsampata. gcdi- Tu estás a dizer u/na mentira. Mnna-ki ko amo ko muna tuiuda ko. O domingo é dia de descanso. Jacaré não tem língua (tem falta de). venda-nos botões. Tuonda loza o zimjiakasa. Vi)n comprar semente de feijão. Calça os sapatos.u-tu-tokaozimbutau. Mbougo za nkasa izidi a sumbi. uma garrafa de aguarbúfalos. Ao pé do Uonde há gesso. Ku-iidambu a Uondo kuuu'o Sobre a mesa não há colheres. vuna j»0 luandu liiakii kuovi lusidi? lufua lutumbu kuaudi. kuevi zisidi? iauda kuuiia o zimboma. Eu descanso todos os domingos. Vonda zinioka zinina mu divia diaku. com os teus inimigos. Vana ineza ke vena totó ko. Kula mboni zaku. Trazei dente. Ngei uvovanga luvunu. traga (dê) loandoa. Mono fulumunanga muna miugu tua-t-onsono. genro. Mata as cobras que estão na tua horta.'iabem bem fa- zer loamlos. iotu ko tubakidi zimbolo ko. Porque ouvi cacarejos de nha. ^Z imbele Kune dos nossos inimigos {corre-nos os nossos inimigos). Kuna mfinda Senhor. g Porque é que estás a fazer 1 si- kouulu '? nais ? E kuniaiauidi tiikioku tuansiisu. zetu. l Aonde estão os garrafões Toquem os apitos. Nutuala nibuata a nguala.130 O Qgandu kambu'a ludimi. (As Asolongo batomeiíe vangatiian<iu. tuainlu. Livra-nos Patrão. Coldre ? Zimbangi zizidi. ^Zimbamba kuovi zinina? Nusik'e zimbambi. l Aonde ficaram as facas? Aít baixa há gibóias. tuele a saki e siu- Vamos atirar aos Eml'umu. U-ku-tu-kuTe ziukitu Vieram as testemunhas. gulu-za-nseke. 1 Ekuina vaagang'o ngo o tu- Menino. Luvuat'o ziml)uao. cunhado ou cunhada) não há luzes. nora. Loluka ziinl)eQÍ zaku. unu tubakidi luiigindungindu.

com os elefan- Os seus cabelos tem piolhos. Vi um porco. Katula zinselele mu nzo ame. vata dietu. Tira o salalé (a formiga branca) da minha casa. Os seus cabelos tem cabelos brancos ' tem câs). Imuene nsekele mu divia diame. As zi- aves cornem o salalé. Você vai para indicar-nos os caminhos. Zimpumpa zizidi mu ribeira há muito peixe. Os pretos acreditam que ros). minhas sobrancelhas estão a cair-me por causa da impi- E zindauzamezikesuangakiin'o As gem E zinsa eve kanga ulolu. zin- Os porcos {domésticos) foram romper. Lukuik'e zintodia. Olha os veados na horta.me a casa. J'amos apanhar lenha.espinho na minha horta. Vieram as viiivas para o nosso Ke ina kuame ie zingolo Xão Tale zinguvu. Uend"a landi e zinkunza mu sila zo va— ntandu a nzo ame. Xo pântano há nos). muitos vúdis {espécie de antílope dos pônta- Zimbizi mu muila. Zinsuki zandi zin'e zimvu. Acendei os cachimbos. Luvonda e zimbu. Zinsuki zandi zin'e zina. E zimbonde zame zizaidi ta. 131 E ziusasi infinda. Os meus cães sabem caçar. tenho força. tua horta há muito põrco-es- Mune via djaku zinsekele zingi Xa zina muna. e Xa Asolongo bedianga zimpuku. (/alinhas do mato comem co- bras. Zimvudi luii tava ulolo. zingulu -mbure Nge ukuenda mu tukamb'e zila. Arranja setas para matarmos os passarinhos.r-as nas matas. Tuenda a tiam"e zinkuni. mpampa /. Xo campo há muitas corças. os al- binos são doutores {curandei- . povo.iina mu Há As muitas sei. Os mussoronçjos comem ratos. Matai e os mosquitos. E zinkomfo zidiang'e nioka. Vede os mabecos a correrem os veados. Mhalangene e zinkosi zinuauanga ie zinzau. Zinuni zidianga e zinselele. lota. Olha cavalos marinhos. TaFe mebua mokudilauga zinkai. TaFe zinkai mun'e via. Zindombe bekuikinang'e zindundu zinina e zinganga. pinho. Fomos muitas vezes à caça. ko. 17 os leões lutando tes. Vanga zinsoke za voudele nuni. ulolo.. Vai buscar palhas para colocar sobre o telhado da minha casa. Mpamp'a nkumbu tuele mu ta. E z'e vata zele kunzo.

E ziiiela E zimpanga gi za tatá ke zi bou- estão os cães para irmos caçá-lo? Os meus anéis perderam se (perdi os meus anéis). zinsamjiatu imuont» omu lozia za-kitoko. z'('ie hortas. 17 lindos sapatos na loja. mu 17 boas máquinas na loja. E E E E ziiigulu-za-usoko ziiueiio dia e fuadi Os javalis comeranftoda a mandioca lias mu ma vi a. ' Os As minhas rasas foram cheias -vauga zo. noras. ^. tuenda utambu. E zimákina za-hiza inueue lozia. zinsongu basumbidi za-l)iza. no povo do Poaça.ozinkadi-a-mperabazansi. rauntu ukuonda a tombi o- E E si)iox de Santo António não tem bom som mão falam bem). muitos carreiros dos ratos.. zingandu o antu zimiuanga. Os feiticeiros foram enfeitiçar. 132 Zimfika vata. 8/ classe Makó mame asa (*). Os jacarés comem as pessoas Í7 E za uipukii imiiene mpampa. vou procurar alguém que as conserte. i arejas L\: que há em Loanda uma é maior qr. E ziakasa za diuua kun'e zinieae raiu em casa.) estào (sogros. zinzo-za-Nzambi ziiiia mu Luanda imosi iviokele o tola.rimas umas das outras. zíqzo zame zimone nokua. Ficou dito na Gramática que certos nomes de povos e regiõe» são . zu raaiula zisidi ku A. Os feijoeiros de minha mãe foram totalmente comidos pelo veado. a tambi e {engolem as pessoas).-< fica- ^Nki Mu a nzila tuhonga? vata diame e zinzo zivalaiieiigua iikai. Os meus irtnãos joram a Santo Iau. zimpaugi zame ku Soio. Eles são os demónios da terra. ziiidila António. E zimboiído kiievi zina tucMida f^ io sakW zamo zivididi. va m os fazer a rmad ilhas E E E zii. que nin- Aonde muutu ko. de água por causa da chuva (foram chovidas) (*). em casa do Poaça. kanauga.s traveKfieiras (its tipôla. zindoki z'ele a vandi. Eles (ou elas) compraram boas enchadas. guém as tire.g"nira z'e Soio ke zivo- vanga l)oni ko. (') {^) Em hikongo oss verbos intransitivos são susceptíveis de voz passiva. caminho tomámos ? Que l No meu povo ns casas estão muito inó.e as outrcot. meiía mu-ki Mpo- Os meus genros etc. As correntes de meu pai.

— abstractos significando as qualidades. abelhas também fazem mel. Como. Como o prefixo ki. etc. ^ As tipóias já foram para diante. po'-C'm. Vamos à na mata." e 10. Todavia. kuna-ki. lo povo ou a casa Luna-li Afpoi-^n Kimjioasa o povo do Poaça em casaou no povo do Poaça. vana-ki. vamos caçar. Malungu langa ma nt(?kuhi ame. Malunga mamana ma ulu. então separamos esse ki do nome de pessoa. para comer. respeitamos esse uso e esoreveremos também nam só vocábulo os nomes de regiões e de povos. Chama os que tem maliingas. os (pie tem arrjolas. Tela akua iiialiin<:ça. 9. Imuene mata mpampa mu mlinda. As argolas do meti Hlho são de As marfim. kiuma kía-mbi. ). O O O mel é uma coisa doce. Em nossa opinião esses nomes' deveriam escrever-se separando cada um dos elementos componentes dos mesmos.K são do meu filho (da \. '? Malunga-lunga mama ma mua- Estes anei. etc. . da lín- — — . é o Nani ovuidi o malunga-lunga l Quem dono dèòte-'^ anéis f mama n'amo. formados por meio do jirefixo pronominal ki e de um nome de pessoa. Assim . zimbulubulu mpe zivangauga uiki. E mbele zetu ziina mazu. São naturalmente as canoas do meu lhas) neto. Há canoas na praia. — gua francesa. de que já se Observação. e ainda advérbios de modo. também o prefixo u serve para formar nomes . tem aço). .^ classes falou. Estas argolas de jjrata. Estas locuções do Poaça muna-ki Mpoasa inuna-ki. roubar (o roubo) é coisa má.são Malunga ma paíata mama. minha filha Malungu mena mu lukueku. E E O O ziniosi zivangaug"o uiki. caça./. uiki uiia O kiuma kia-zenza. Como se viu na Gramática. a décima classe compõe-se apenas do nome vuma (por vauma). As As abelhas fazem o mel. o uso é contrário ao nosso modo de ver. ma niquelas argolas são de ouro.: 133 O Diauda inavitidi kala. nossas facas tem gume (cort'im bem. uangila kiuma kia dia. gergelim é uma coisa de comer. Malunga ma muan'ame mpungi kuau. Vi muitos arcos {muitas armadi- Mu ta tukuonda. correspondi-m inteiramente ao chez. dado que tais nomes sejam precedidos de qualquer locução adverbial em que entre o referido /. acções.

Aiidioua uoiiga uu'aiifli. desfeito. aon- casa de vespas) ipie precisa ser escangalhado.ma pessoa. todos se calaram. Veio aqnl n. i resgatou-nos pela sua bondade. . uaiidu do nascimento do meu Jilho. ^l mavia menu. a rareza e a preijuirji sào coisas más. triste Uibua v'e kanga uunMiaiiga. \'eio Ku E mfind'atuka suinba kia nkn- da niafa este molho de le- ni kiaki. tirado. Diversas E mamvu molunzang'(» antu. () macliado do António tem a CO. todos fizeram silêncio. O Ke uimi i o uolo iuiiia ia— uihi. Ivididi e lumhu kia utilii ua ^ iimanauie. landi u-a-tu-vuluza muna uote Ele. eis. cmltora africana.l. lukala io uiisoki ko. Te aii nzo-a-niamvu ifuaiiikina . (') Por extensão.Xo Soio vêem-se. mu liivia za .ail» 011 com costumes europeus.1/ está. Xas hortas dos mussoroníjos há lentil lias eia grande quantidade. encontram-se -mamvu te muna zinzozetu za vespeiros até nos nossos (jiiarleka. todos ficaram silenriusos. aqael((.il(ju.. crescem) no campo.a. tos de cama. a jiilavra nuniiJele r^i^j-mliri . Muna mavia masoloiigo ulolo. uazi ml>evu ia-mhi kuandi. iau. O uandi.s- /fi-gailas que estdo na horta sào do António.134 misuml)aii. i O luazi lua Ntóui luiia o uazu. Y'ezidi iimutu vava. a gente. Semeai bastante fferr/elim na/f vossa-s hortas. Oku Soio bonionanga zinzo-za. No tuakota mu nzo sono ba])itamene. (guando entrámos na casa deles. liukuna mpampa a uau^^ila mu Mindele (Jff europens :^ i rouipratu u fjerrje- mu limpara jazpvein azeite {óleo). Esqueci. está Item tristeza).me do dia {jjerdi o dia) Af/nele.í civili/. Ilha. zintambi zinina Xtóni kuandi. Êle foi encontrar um sítio {foi encontrar lá) aonde bebem os elefantes. um vesjjeiro iuma ivondua. y'ào tenhais inveja.jii. ela. As vespas mordem tj)icani.'"o unngila Viuiga nzota. tem medo. r |h\s>u. landi akuenda bulangana ovana v'onuiuanga o zinzau. Cs cogumelos dâo-se {criamse. lepra é unia A má doeni.

jZimvula zinokanga. Vivendo nas matas. letu tuatelamene ntangua a-biza. Nki a nkota i akot'o tubia ? (Provér. e nkundi ame. le- vantam o-nos cedo. koko ? Tut'o koko muna nlangu na nsingu. nos caminho» que as atravessam. cantando sempre. meu amigo. que só deixa quanilo se convence de que não se importam com o seu significativo canto. Descansai agora. mu- Mete a mão na água até luseke lu-ku-tu-kamba iuna ku mfinda. 1 g O O mbuata ? ^E ia nki uina ngei muna nsingu te ^ que tens no pescoço ? que está no gargalo da garrafa f O que tens no pulso ? o pulso. os que passam para ir levá-los até junto de enxames de abelhas ou de animais venenosos ou perigosos. Levantámo-nos a boa hora. A cinza é resto de fogo (aonde há fumo há fogo). O Ke diambu ko. Lufulumuna kuenu uauu. Foi a primeira pancada a que matou a cobra. A nós aconteceu-nos. i Por que abertura entrou o fogo ? [não há nada tam oculto que não venha a saber-se). para saberem onde há enxames. verificar por mais de esta interessante scena. O langu nseke uina. Os indivíduos que se entregam :i apanha do mel. Não. Não importa. procura. muna-ndambu a nlangu kaka tufulumunauga. . luceque mostra-nos coisas nos matos ('). (Provérbio). os vai guiando até junto de qualquer enxame. a espinha dentro está queimada. A água está longe. (Provérbio).^ bio). E ngola i a-moio o lusonde vaaa-kati lua-zina. que tocam dentro das matas aonde vão procurar o mel. uma vez . Acompaidia até grandes distâncias o passageiro ou passageiros. Imediatamente surge o luceque que. Nti a-ntt?te u avonda e nioka.135 Zintambi za nkai zinina mun'e via. munem-se duma espécie de apito. Camarada. O ngonde ne ivika makaia posi tudiata. (1) O luceque é uma interessante avezinha. te Não está a chover ! zangues. Na horta há pegadas de veado. cujo instinto é verdadeira- mente extraordinário. (íNki a ntangua tutelama kuetu e? Ntangua ne ilunga. ^ A que Iioras partimos ? Quando fôr vieio-dia. . O Ve.Quando a lua aparecer no hori- sonte (quando a lua queimar as folhas das árvores) então marcharemos. nós só descansámos junto de água. e nkaledil Bik'e dikasi. ^E nki uina ngei muna nsiiiguV (lE nki kiina muna nsingu ia bagre está vivo . nas nossas viagens. Kioto e zumbua dia tubia.

Ludia kuenu. Divnla chamam os naturais a casa construida à europeia. (M Certos verbos ailmitem na segunda pessoa singular do imperativo o p ronomo o. maluvu kaka tunuanga. que dia vão Vocês l à mi)iha povoação f ()s do Lulombe vieram ontem nat'e kálogo. X(( missão (em casa do padre) há muita laranja laranjas em quantidade). Lusamuna esi Kiíuma beza a em que dia saíram (lo Samba / Saímos ante-ontem. nibizi-a-in(m. Muna-ki nganga-a-Xzambi lalanza ulolu. zilezi- Muna-íuku inan<'a e ziml)Ota De noite as estrelas scintilam oku zulu. X'i Companhia do Congo I^ortuguês» há bíjits riscados. A (luenje foi mordida por urna gibóia. (lo Lulombe. Muna-udambn kada ki- kia-nil)ot<' kiina mo. . bebemos vinho de palmeira. Xão bebemos vinho da Europa. kuko (aí. ali. Kstú em higar Aa o miei (tu.:ra kaka tudianga. carne. Xão comemo-^ pei. Oku Lunuango kiina siina kia-mboto Xo Lu)iua)igo há uma bela fonte. ianana. no céu. Xão bebemos aguardente. só) remédio na ferida. Xa casa «Aguiar» há bom zuarte. (5) (*) Abreviatura de kitoko. Kt' tunuanga kuetu vinu ko. lá). só comemos za ko. a inavula i^i Para irmos a Santo António do Zaire temos necessidade de atravessar água. Xa casa uRamalJieten há bom paninho. Lusaiuun'osi Kiíuma ni e l)ez'a ina- mambu. Ao pé da povoação dos europeus (ao pé das casas dos brancos) há uma boa jtonte.ve. Muiiii-una tuatolamone kuotu. a tua pessoa). ^ Você. (2) Alircviatura de inumo Isii. Dizei aos Quifumas que venham acabar a (juestào. O Nkenge alunzua kua nibonia. ali. Comam. Dizei aoi Quifnmas que venham funda o mainl>u. iiki a Imnlxi katuka kuno SuinhaV liia- ^. lá). meninox. ko ( ^). só be- bemos vinho." (lo jjovo. Ke tunuanga kuetu nguala ko. Ke tu(b'anga kuetu niltizi-a-nia trazer cargas. Muna-ki Maieta nibinza za-biza zina mo (-). esi tratar a questão. Muna-ki Xiimpa nzuadi za-biza zina mo. Mu tukuen<la kuna Santa Ntoni tufuanikina sauuka inaza. << ^luua-ki Ngiadi nuibundi nia-biza mena mo. nki a lumbu lukuenda kun'e vata diame V Akua Lulombe bezidi e zono ^I(?nu. vinu kaka tu nuanga.136 lenu esi vata. Lulombe. i O sa ( ') kaka e nlongo kuna vunia- Voe depressa (phe raa.

estás nú. o teu machadinhof l Aonde ficou sidi ? Vana-ndambu a zanela kisidi. g (iuem está ai ? i quem está lá ? 1 amoi^ j)nr(i o Sou eu. Deita alguma farinha na água. mandioca verde. jMiia a fundação {^). grita mais. ivisi Tela muntu eza a katula omu. ma— biza. temos apenas mandioca crua. Sauuka kuaku o muila. . umbisu uina. E O O silua ivisi mu-ndambu a vata. Chama uma pessoa que venha tirar daqui os ossos. . água Traz a farinha para fazermos infundi. Fala mais alto. Ke tuauilua kuetu ko. maku Zingalavua makundi Tela ngadielo eza. deita sal na comida. O sa muiiííua mun'o dia. por estar já consagrado. Nda mu nzo ame. . Esta mandioca é amarga. pro\bido. senhor. Fuenka ntoto a zimsampatu. Põe mais sal.. Atravessámos o rio. Xós não ouvimos. mfumíu muna nlan- TuaFe mfumfu tuavang'e mfundi. ^ E luazi-luazi kiaku kuevi ki- Atravessa o rio. Estes feijões extão verdes. chama o pastor. Tira-te dacpii. o Ke tuina kuetu mfumfu ko fuadi kia— mbisu kaka tuina. e mfumu. Soio e zimba zibosama. iua mo Nani ^ Mono kuame. 137 Kuna bazi-a-iikanu tiikuenda. "? povoação. Ficou ao lado da janela. O sa diaka mungua. Sacode o pó dos sapatos. O sa ma kia gu. Kolesa ndinga. nki kia-kandamenua ^. (i) Empregámos o termo fundação para designar o julgamento duma causa ou questão. Diz ao pastor que venha. E buudu dia visi imueue mundambu'e vata. é que é proibido ? que l Deitarem-fte ossos ao pé da povoação. Katuka kuaku. X<> Soio abundam os mosquitos. Zinkasa zazi za— mbisu. deita um pouco de farinha na Isso I' Diadi dia-kandamenua. Kota kuaku. As goiabas sào boas frutas. Saímos do baile (do lugar aonde se fazem as danças). Vi o monte dos ossos ao pé da Entra Põe sal na canada. Vai a minha casa buscar mandioca seca. a landi Não temos farinha. uenda fuadi kia-oma. Kuna bazi-a-kinina tuatuka. Fuadi kiaki kia-lula. deita mais sal. audiência (para lugar aonde st' Julgam as causas). Tusauuk'o nkoko. '? Oku n. estão crus.

pode atirar aos pássaros. Oku Soio maianga menge lucna Xàn ti- zanr/urs. Eu nào c(i(. keu- aofbar com os maus i-i. Tuenda j a vingila iau ku-iisi a Vamos esperá-los jvi-iro. X'> Sni.stumes no vosso povo. lutungulula zinzo zonu. Wtmos. dê-nos de beber. (jNgei. Oku Soio mataba menge mona Em Santo lá António há muitos tis mo. Os mudos fidam por nuào de siuais. Lutoma kubika ^^luilu'eV e saugala iame: st. Avante. amif/n. pântanos.! . Vieuujs êstc ra- líu ia-mbi tuizidi a vuza nsi enu. camarada. E mababa mevovanga mu ulo. trás.' /)enfeia n rahe/o.. Mostra coisas (pie com- prast. jEkue! ululu o usana o zin- . esi vata. Guardei bem as minhas coisas.me um ^. i Vocês sào estra)i(/eiros. ietu esi nsi. . e nkundi. Esperemos os (pie Jicaram para Ndoko kuetu. ntonfuka-a-disu. o ukundi. . debalj^o do ca- nkaziauua. não é Ve . pouco de rim mbo para passarinhos. \'ocès do povo (darrpu-m minho. luvutlisa n/ila Está aplainando tábuas.1 minha muUnr nào podr marchar porcpn' i-stá f/rávida. verdadei nós somos Indifienos. nieii amifjo. louvistes^ .^ A^ào faças troça {nào tr rias das pessoas Vocês do povo. kambeV E. Ai . Você. e nkale<li. leuu 'iii- i O (pie e.stá n carjnnteiro a fa- zer í esi vata. Bik'o sauula. Ndoku ! i ]'amos Tuvingila o iaka basidi ku-masakasaka. 138 C-ku-tu-vaua ma kia dia mu ku-tu-kulumun'o utima. podemos continuar. mos da terra. . Tuugama matadi ! ^lenu lu anzeiíza.' . ) ^Nki a ma esalang'o mvangi-a-mabaia ? landi vempanga mabaia. zarolho.'difi(po-m as suas casas. mu Dá. mo. U-ku-tu-k aturo difuila.-< </ua/<jue)' coifia de comer para d es enjoar /nos (para matarmos o bicho). ri'. há muitas larjoas.. . tpie feio. Soccijo. ekuma una mu vuma. podemos continuar. suki saku Mono ke ina ia sauu ku. A/ate-nos a sede. Ndoko. ulonda loza e zinuni? Bika o seba lenu o antu. U-n-kaiila ma kia nsiata loza nuni zame. Nâo. muna uzila. omu O nkaz'ame kc lenda diata ko. lJê-no.((r tenho pente. Ukamba vele e sangala uasumb'o ngei.^pera ! há pedras no caminho. Dingama kuaku.

Não ^ estão aqui. Caminhámos desde o primeiro cantar do galo até o meio dia. Eis o caminho. vamos. Do Lunuango ao Quinzau é só um dia de marcha. Havemos jjelas de passar no Cluifuma duas horas da tarde. Pois hem. te ku-ki Fuma dede mosi ie tuka Kinzau te kuna Nkula. Do Lunuango ao Ambrisete são dois ou três dias. lanana.! . Ke iai e nzila. (Ah! pião ngulu ^Kinga? ^. Os rios da Quissanga dão voltas e mais voltas [são em zig-zag). lanana. Saímos do nosso povo de madrugada.za ngulu zazi e? são de veado! / são de porcos! ^Sinú ^são de porco estas . kuna Noki. Tuenda. Uenda kuaku ekuma ugei uzolele dio. Chegámos ao Quintamhi de tarde. Ukaml)a vele o zintaml)i za nkai. Miila mia Kinsanga ioko ioko i (façam sair o milho para o sol). Muna-ki Fuma tusabioka muna ntangua-a-ndembe. ^Ekansi kuevi zininaV Muii'e via dia tata'ame zinina. vão a minha cas((. dietu. mpiandondo. em Koqiii. Tuka nsusu-a-nteto te kuna Nzau. Os rios da Quissanga vão para aqui e mikuendanga. Tuenda a tala zo kuna. visto (pie assim o queres. 139 ^Kuevi zâtuka e zipulete zazi? Kiiua-ki Maieta ia sumba zo. Masika tualuaka kuna-ki Ntambi. ntangua eluuga tudiatidi kuetu. Chegaremos ao Soio ao pôr do sol Ntangua ne ivaikídituatelamene kuetu. I^osemo-nos em marcha ao nascer do sol. Os jKissarinhoa estão fazendo ninJios. Tuka Lunuango to kuua Nzetu lumbu iole iovo tatu.. Então aonde estão f Estão na horta do meu Vamos lá a vê-las. Vai-te. luvaikis'e mindi muiiii. pai. Tuka Kimpoasa Do Quimpoaça mesma (Jistânci<t ao Quifuma é a que do Quin- zau à Mucula. ^De onda vienon estas espoletas? Comprei-as na casa « Ramalhete o Em Santo António ? l Não. Muaa Tuka guvu miila mia ulolu. para ali (são aos zig- -zags). os muna Meninos ponham o milho ao sol Miila mia Kiusanga mpiaudoudo. ^Oku Soio? Ve. luenda kuna-ki moiio. Mene-mene tuatuka kuu'e vata rios do SuDibfi há muito cavalo-marinho. ke diambu ko. Zinuni zinvangauga e ziiiziala. f . Mostra lá as pegadas do veado. Ke zina ko ko. Ntangua ne ikuluka tusaluaka oku Soio. Sumba e zim- Nos Lunuaugo te kuna-ki lumbu kimosi kaka. jAkala! ke za nkai ko jza Meninos.

não é longe. kii muito Javali na bai. eu fui o primeiro </ue cheguei ao Ngoi ku-sukinina ulueke. Mono ikidi kala kc siili mona 7. Lukatuka km-nu vava! l .ra do (iuimpoaça. Katuka kuaku vava Gongu'amc.vos daqui Gongu"ctu. Bika uanda o muana o ziml)alamató(h'a. à criamja? Aquele é mussorongo puro. jO ngoi kuzaidi zo ko oV .o za nkai e? Xzoia zo kuaiiK?. Xão dês palmatoadas à criança. Nzoia zo beni. I Ndoko ! / queremos. no vale do (luim- Vana tompu nuango. za iikai.. Ks cegu. )iaturalme)ite. / f(ssim uiesmo. Ekuma uandaiiga o muana e ^Porque estás a fiar bofetadas zimbata? Andiona nsolongo ua-vcla. kc nsoke ko.Kambo? jA! ^E ! verdade'? ^não ê assim? Sim senhor.' Tirai. Como SC terá notado no decorrer das Iraapresentadas.. Tuka ku ^íboma a ku Noki. de. __ Enga kuandi. Vocfi não conJiêCc as veado'? Conheço. Ezaugulu— a-nseko impila zazi. may nào veparei bem para das. em comigo à caca. 140 'Sim st^nhor. havia elefantes no Lunuango. Tira-te daqui. K exactamente o ([ue se dá no latim. liem conheço as do Javali. s(>s — .' Kão . Vanio-nos cuibora ! Nota. quero. Nfjei a-fua mosu. omu kumbi. N<^ulu za mfinda zinina iilolti Mono mbangisi Eu ^. estar (e às vezes as do verbo haver). Você foi o último que cJiegou. Mono ntokole kuame ku Eu clieguei primeiro ao povo. kansi k'isi(li iiioiia zo bciii ko. langa. Jlá mune ian<ia c dia Kimpoasa. . Eu Já disse (jue não olhei bem para elas. za ngulu-a-nsoko. Uiza io mono I Não mu saka. i povo.0 boni ko. ^. que se subentendem. As do javali são como estas. em vapor. poaca Noutro tempo. antigamente. ^. De lioma a Xoqui. o. zinzaii Luvata. crani de veado. em kikongo suprimem-sc as cíjuívalências dos verbos ser. Julguei qur.

- doii . emprega esta^ expressões. . mesmo com a tradução literal. modo como a frase é construída em kikongo.nw zo. ndvinini {ou tunuinini). sendo aquelas e o último destes acompanhados da tradução literal. re io? liza. que significam. pensei ou pensá(2) As expressões iitiini zo ou tunua zo querem dizer mos. vamos beber água. se este sabe dar a resposta.. para dizer que vai pensar para dar uma resposta. damos a seguir uma série de adivinhas e alguns contos. seé mais de um assistente) (^).Adivinhas (Ingunga) Para melhor se compreender o Observação. e saírem mvitas da — P. Tanto as adiv^iuhas como os contos que apresentámos são reproduzidos tais t[uais os ouvimos na nossa antiga missão do Lunuango. Os peitos da mulher. muita-i semeada chega É II. admirarei .>J ::':. O indígena do Congo. Salvador do Congo os terioos são. f-apinov uma horta aonde nà tnonte. . Os peitos. mpampa.s de R. respectivamente: ^ ////«ti(1) Era S. E por isso que. não é raro serem empregadas por muitos portugueses residentes no Congo. Proposta por aquele a adivinha. — Pregunta : (^ Dia-kimpanga 'í i Admirniel T ^ Uma cúi^ii adiu/rúrel ? Resposta : Mpinda ikunuanga Jingiibu imosi. caso contrário.semear apenas uma jlnijuba ferra.. dá-a imediatamente e.• ió :' Minha mãe <:a[>lm. Zintulu. As adivinhas propõe-se da seguinte maneira O proponente diz i mezomu Responde o interrogado: mahkama (*). E divia diavata horta nengua mafuku mole kaka? :'<-la fA capin-J: tnâe monte'. diz nuini zo (ou tn. bebi água. : — : ?- : I. literalmente. luaka uma só muna ò nsi teirj.

que sempre anda ao tiosso lado. VII.Aonde fomos fazer (/uerra toda rie<. para a (juerra. tuenda a que íamos taai. vamos l Lá aonde fomos fazer ijuerra. Morros de salali. ^. somos todos atinijídos antes de R. orvalho c/ue nos molha os pés. E A divia diavat'a horta nengua ntome tn/ie ia e ntome kaka? doce tó t 4 capinada pela doce . VI. nossa sombra. Makuku. telele ekiilu? f . . — P. . Quando as sarnas.Kimatiioiida a i taiii e nkele tuiasala kuoaV f Aondi- fomos a fazer guerra as espingardas ^ficaram lã dei. ^. A IV.142 III. R.a. Pilão. f^loUi aoiisono . . ^. que me anda sempre acom- /lanhanrlo.0 inuai iasumba kunn na / o encraio qnc comprei Mbamba kueuda Bamba vai a lundanga a acompanhar kaka? sempre Coiiijirei T um escravo lui Baiuij i.Kuu'atueada a tani ietu aonsono mpukutn? . Kiui. Deixa-. - P. que. O V. (h morros de salalé {de nome makttku). R.lómenfe sente snti.V<Ví todos h guerra fomon feridos primeiramente (Juando vamos lá clieijar.^arna.P. ^. Kime. Sombra. as espinfjardas Y R. Lubele.Rfarrío. todos são terminados em forma de chapéu.te Na horta que a mãe plantou . a ijente tinha chapéu na ca- H. — P. o sarnento sente um certo prazer. — P. guando xe roça>n se coça. Xsu. a'okuanga.se o pilão no Ittf/ar aonde se vai pisar a mandioca. Orvalho.

— P. O forfo. Donsi va-utandu a nlangu Gota sobre a ? i água t Uma R. langa dia Simbi vo ko ianga o iungina-mu-ndambu ? Lagoa f da sereia se í« tomares banho toma banho ao lado i A s^reta tem unta logoa aonde apoias se podt tomar banho nas hordas. Fogo. X. A IX.P. ^. Um XIII. O fogo. jiugulia. que i-em para o chão primeiro do que quem o corta. Mono kuna Ku lá iandi ntete kala ? ele ( primeiro jáf Eu fiquei lá e éle já cá chegou. — P- (. Tubia.Á casa que pai as paredes duas O /l^ pai fez uma casa cota duas paredes apenas.143 VIII. Kiazi kia luba. f_ E nzo i avaaga fez tatá e iaka iole o kaka •só?' ? . O XII. Tubia. Maiungu.Vó-v 'liegò. R. ç. Sadador. R. — P. Cacho de dendem. jiots fjue não podemos aquecer-nos no meio dele. que é composta de duas metades.mo-nos para éle e éle repele-nos. casca de JiiH/uba. — P-i Vedinginge i kia vedingiage ? Redondinha Redondinha Uma coisa muito redonda. nadador. Fogo. f^ letu tu-a-n-zola o iandi k'a-tu-zola iimàmo-lo c ko ! '? / -V(/4 ele não nos amou . — P. cacho de dendem. Titi kia Casca de mpinda. XI. R. gota em cima da água. -. .

Diaki dia Ovo de nsusii.s a bandeira ficou. . uma bala. o ele/ante. — P.'ierto.. Pau de fileira.144 H. Kiolo kia nzo. Uma rhnrtida c remrd/o jiara ma seca. — P.fa fiet/tiena mais forte que uma e iizau. t ^Mundele Branco (> uaíu'e morreu dimbu kiasala? bandeira ficou f hraneo já morreu. e tara í"u R.1 molho de lenha em cima ilum de. Um OVO. — P. rilolo. ma. Muango a n/u. XIV. XVIII. . asperge remédio. ckuma vouda kuaudi porque Bala mata ela Um (fruo de chumbo. ^. XVII. — P. Kuiz'oku kuend'okucV ]'eiii aqin vai atém. — /*. cai na grande. quando o Ferida curada dei. XVI. que fira nas casas depois d'' tiradas as paredes ('). R. roi. ^. i/ue mata um elefante. Sumba kia nkuai va-ntandu a nzanza? Um R. K vuml)i alua morto kuua Mbaniba o nu iitu va nkadilu na Iraiesseira o morreu Dam ha a cabeça kaka ? sempre f Morreu um individuo na Bamba. E . XV. \'uiua vaii-luka Ferida kiasala. galinha.ra o . í') As casas dos inussorongos são compostas de umas paredes de bordão ae papiros e são facilmente transportáveis. doiisi dia iiivula gota de chio a omuanga 11 longo.sinal. sinal fica. / ^. Kia kete-kete kivondc agaud'a-pidiuua? Coina pequenina ipie i mala vm saco grande ' Uma 11.* Porta da casa. R. mau a caberá eslti dele ainda recostada. (f iHW de fileira..

porém.na-nsamuna (históriazinha. ide tomar algum alimento. cozinhada e foi colocada dentro de casa. Um dia o pai disse ao sen filho Jinga Meu filho. : respondeu: Pois sim meu pai. ma ti kia /lia. Dos verbos konka c kutakaiia lo om ordem 10 . tu-kaiisi ! (-j. ('i Dia-konka. Correspondem às expresM'>es portuguesas . A Quemjue deu a luz Jinga de Dom Pedrinho. dia-kuta(i). bcle luaka vanV. ireúiiir. Batelameno kuau kuenda. vata. Conversaram. tuend'a kangala oku-ki ko kiamiiKuirb muana vo E tatá.! : : : Contos Os coutos tem o nome genérico Observação. seja bem aparecido! benditos os olhos que o vêem. . Ide para dentro da casa. 1^) O ribissi ú uma espécie do roedor. Bamokanga kuau ^ — Começaram a marchar para o povo. com a sigfiiticação de saudar. e enquanto conversaram a comida ficou. airuniiir): pô^to povo). Bakuenda kota muna nzo. O jHii respondeu-lhe Iremos iimanhã. Bakalaiiga kuau. avuvesa o muaii'aniU Nzinga vo E muari'ame. luenda dia .yew sogro (e disseram ao longe/ l Aão hti quem o veja! iSêde bem aparecidos! Acabara m de faser os costumados cumpri men tos ç/ Como passas? Eu bem e você como passa ? — Eu também bom. Lueiida muna nzo. kaí^emos de ir jmsscar Dom — — O até a casa de filho meu sogro. vana-ki ko kiandi. Foi -lhes dito: — — — — — ^. : E. io aku ? kenenge c kcte bamoiuma ividi. Foraii. Bavovosua vo. de intinti (plural de kintinti). dia-kiUakana 'diiata).tata.' lora vira! . etc. (-) Xiiiiua nos possível encontrar iiuem nos dosso a derivadas do varl)o kaiila (dar) e da forma causativa do mesmo kaiixa (mandar ou fazer dar). para dentro da caso. fui tradução literal destas expressões. bcnda bulangana muna malonga ntu a ntini o ntu a Uftizi.'s'o de codornis e.uma cabeça de xibis. ^.^i O pai disse a seu filho: {^). iremos passear.o/n. Dia-konka. Tu-kaiisi. cumprimentar. contozinlio). — Kuu'o muana diaka ^. muito p:irccido com o chamado /Jorco da índia. a seguir : qve dia iremos a casa : kuetu. iakuonda siuua muna iizo. O Nkeiige auta Nzinga a Dom Mpci PoUTLtílKS Dom telu-mpételu. tukuoiuia a kangala — — : Pedrinho construiu unia povoação. E preyuntou-lhe oku-ki ko kiaku? Kun'o tafandi a-ku-m-vovéáa vo — Mbazi — — j tu<liata. de seu aôgro. Se. Depois de toda ela estar pronta. Ko AUo Congo há os verbos kaiia e kaiisa. desposou Quenyue e Grundo. — KlKONGO Mpétclu-mpétclu turjp''iJi e vata iliaiuli. kana akuela Nkciige o Ngiindu. chegaram lá e à casa do . o conto é pequeno pode tomar o nome de kinsamv. nki a lumbu tudiata : — Meu pai. muan'aniii vo . i U-n-kaiila : Bamene monaaa i ? — Ukolerc — Ikolela langa — Ikolela. e/oram encontrar nos pratos uma cabeça () tafandi avov.

de leopardo» . iisizi tafaniii O o ntu a ntinti iniiaria rnpe abonga o ntu a abonga e comeu. — : ^. despojou Quengue e Gundo.sua casa e a tartaruga também fez a sua. ulungidi kuaku. — Heiípondeu o — O pai. Mutonien'e mbambi ijLélé.. ngei. (kuma ngei i ntete abonga. A tartaruga tocava no . i-a- ^Porque estão vocês a questionar? Então o filho disse Escutai: quando a comida veio. inotio [ (li I Kun'o inuana vo b'o : i utekele o a muana. mvindi a ngo. akufda Nkenge o Ngundu. foste o primeiro a ser- vir-te.scomposto pela tartaruga». Kuna o inuana vo E tatá. culèH» muni ietu: ngei olokeluanga kua ne-nkuvu O kuebo. qne prato ? O ailia. akuenda kua ne-kuvu aVova vo: — Utola vele e mbembo uaku velo . O mono mpe iabonga o ntu a nhizi. o sa o ntu a nsizi (mu longa tu a dia. kulé!! (l).: : : : : 146 — Ntolo a — ^E tatá. (') O 08 aous ouvintes. O nkuvu asikang'e zimbambi: i Pedrinho edificou a sua povoação. tiraste a cabeça da codorniz. então O pai pegou tta filho r eu. i E kete batantamene e ndonga iakueniJa muna badilariífa bauivula vo: — Diebi lutantaraenangV? tufôsle o primeiro que comida do prato. — Ngei. põe a cabeça do xíno prato para nós comermos. dia-k\itakana. Deiiois de concluida e de toda a Dom arrumada. menino. ? — Meu (i/ filho. O iandi abong'o ntu ua ntinti. n'auihi'uau. — — -ku-m-vovesa vo utekcla bonga kuaku. Eu também tirei a cabeça do . O Dom pondeu : — tu. a multidão fm-se chegando para onde eles estavam a comer. uabonga kuaku o ntu a ntinti. ngci ntete abonga e iuma inun'e longa. O kuebu avanga e divata o nkuvu avdng'e divata. tafandi.'! »ljE muito boa para apitos!!» «IlLclc. Agora dizes -me:: pòe no prato a cabeça do xíbissi para^ comermos ?! E enquanto estavam questionando. Ele tirou a cabeça da codorniz. a qual interrogou : jiai.seu apito : <iA canela O . pai Tu. Kiuia tat'an(li avovesa vo para bissi xíbissi e o filho cabeça da codorniz pegou na cabeça do estava a comê-la. O leopardo fez a . o mono iabonga o ntu ua nsizi. tens razão. — Então ^0 filho disse-lhe: Ó tiraste ^ — I^uvina O muana avova : vo : : o dia ne kuizidi.se-lhe : «Ora canta lá a cantiga que estavas a cantar».víbissi. ó nosso marido: tu estás sendu de. kuebo i o nkuvu O gente leopardo e a tartaraj^a Mpételu-rapételu otungidi e i vata diandi.i &ste trecho Irís o mais vezes. eis pelo qne estamos questionando. foi a casa da tartaruga e dis. . Ekuma mbongele o ntu a nsizi diaii tiitantamonanga. adianga. O leopardo. porque dele. Akaz'iandi bavovanga vo e ! As mulheres do leopardo diziam-lhe «Escuta. narrador oant. O grupo dos que tinham vindo res- E muana.víbissi. sendo acompanhado oo canto por todos O mesmo se repete em casog idõnticos. utolanera. Dia-konka. porque eu tirei a cabeça do . tendo ouvido isto. O uau : u-n-sa o ntu a nsizi oinu longa tu a iliN. E ndonga iavova vo : eu disse-lhe : tira tu primeiro. — Vina vele. mono koko oinu long o ? é sou teu filho ^ que primeiro hei-de meter a mão no (7 — Toca a comer. eu tirei a cabeça do xíbissi. Disse o pai O filho E nman^ame.

«II Lélé. A tartaruga apjanhou imediatamente um bocado de cérae atirou-lhe com êle. kulé!! ^. O ne-ngo avovesa ne-nkuvu vo O sika vele e zimbambi zaku. O leopardo disse : «! Vejam! // vocês mulheres. u-m-pana vePe zimpara eu tamlém tocar». çaneln. mal em vão que a tartaruga gritou por êle! foi para a sua casa.. O leopardo. . kulé!! «liE muito boa para apitos!! Akaz'a ne-ngo bavova vo: nuni ietu. ga. !I «A «11 canela do leopardo Lélé.. logo que amanheceu. Mutomen'e mbambi Lélé. ç7 boa para apitos!! ctdéUo. culéU». O leopardo disse: Ne-ngo avova vo a Tartaruga. 1 j mvindi a ngua. o ne-ngo akuenda ku vata diandi Ne-nkuvu akuenda kua lubutabuta vo E lubutabuta. fugiu. kulé !I da mãe boa para apitos!! 1 «11 É muito . oakolela. O ne-ngo obokele vo: iMfuidi! jjifuidi!! apitos para eu também — jjKezazie a fugir. O ne-nkuvu. Toma lã os teus apitos! tartaruga veio receber os seus apitos e tirou também a cera. eu estava cantando esta cantiga canela da a ngua. tendo recebido os apitos. Eitolanga O mvindi — mono e mbeinbo — o Ó meu «A tio. culéU». — . akatula mpe e dimbu. : : A tartaruga tocou w J. O iie-ngo n'atambuidi e zimbambi ozcmuini kuandi. dá-me os Ne-nkuvu. o kuma ne kuakiele. c^É . A tartaruga. os teus tocar». não lhe bate!!». n'atambuidi kaka e zimbambi azemuna kuandi. bater-nos-ia ..muito «II Lélé. ngei utoluangakua ne-nkuvu. O ne-nkuvu oboka nana. O ne-ngo avova vo: jAmona! . j}Matomen'e mbambi Lélé. O leopardo disse à tartaruga: «Ora toca lá os. teus apitos». o uau o ne-nkuvu o-ku-lokelanga k'o-ku-n-kolela ko !! O ne-ngo akuenda kuna-ku akala ne-nkuvu.Vo ietu. / ai ! .! : : 1 . deitou-se — aÕ A meu sobrinho. O leopardo A «O tartaruga foi ter com o noitibó noitibó. O ue-nkuvu asika vo —E — «O nosso marido. O ne-nkuvu abonga kaka e dimbu-a-uiki a-ku-m-veta. assim são a causa da morte dos setis maridos!!». : : ! 147 E ngo'nkazi. : ttus apitos O ne-ngo atambula e zimbambi O leopardo recebeu os apitos. você está sendo cantado pela tartaruga». uvana ve- cantando. dá-me zimbambi zaku mono mpe ia sika. O ne-nk«vu avana e zimbambi. meu que eu estava ianga kuarae !'€ — E muan'ame-a-r)kazi. e — : disse: arranja-me umfeitiro». As mídheres disseram : As rnulheres do leopardo disseram — - — nós. leopjardo gritou : que morro !. u-n-landila man- os recebeu. tio ? isto é A mo na. q'J£ morro «l Ai ! i 1 zimbambi zaku !! O ne-nkuvu akuenda tambula e zimbambi zandi. e ng'o'nkazi? ! jouu ntole- Viu. iFoi e.ienu akentu una luvondeselanga e maiakalall Akentii bavova . bambi zaku mono mpe i a sika. ' mãe ijMutomen^e mbambi! iiLélé. como é a tartaruga que o está — : descompondo. otolanga diaka vo . tartaruga deu os apitos. "ii ^^ fôramos agora. O leopardo foi aonde estava a tar^ taruga. começou novamente a cantar : A O mvindi jj a ngo.

ô jniii' ^jis lalniças Y «Os apitos».xjiigo.duiku — zimbainlíi — A ii? — K ziml)ambi! E za in'-nknvu — A tatá? kiituV — E zimbaml>i za no-nkuvull — A e tatá? Iiiazi? — E zinibambi za n"-nkuvii (• O muana . : : 148 o rncrji' lubiitaljuta ulainri. <• Vem auivula vo ^. O O n. ! c <•? preijiintou f/O que é. !• iik( . u unu ufui- di! — ) iio-iigo () avova vn bika ii-nda a landi e ziiuliambi .x-kc.o macho. pai com as mãos /'idas pnrfidits Kucbo O kiirbd iit'-nsa>i i o Nsasi O leopardo e a seixa vata .se : «Chama o teu filho. < . "lOra viste. baiubi. Tendo-a metido.va também era jialmadòr (i) eferrei ro. foi-o seifuindOy foi encontrar mel numa árvore i/rande.i.'.1. . manga avovcsa uuiikihi rui-a-iliiniuli-. u«-ii<la l>ulaiigaiia iiiki II muna nfi. is. ua-riibaka- Ja.0 que . trazer os apitos alheios. II ». avaiiga kimpanga. iiuni iuV nkumbu liikainbang'o iiiki. N'alu''k. — m.i Oramillca sobro o género dos nomos. Acabaram de bebé-lòs.. buiiina nua. akueinía a latilu. digne para a lartamija : «Toma dois feitiço. meu tio. . que noa mostra aonde há mel!! (J Inceque foi cantar aonde estaca o leojiardo. a seixa também 'fez uma povoação'. ngangula mpe. a mão ficou 2>rêsa.Jiandi. tartaruija dis. fez lima maravilha : Do feitiço /taiii aquele passarinho que tem o nome de iuceque. O e-iigo. ku kakamene A larlarvya foi para o seu povo. Quando o filho veio trazer os apitos..l)i? ^. ilivova u uki^i a- finando aaaboii de lho arranjar. oiza Imlangana i» tat'andi c nlrmliii mi inn>cirin mivuidi biitukal veio encontrar seu !. o ino.o fêmea.Muna likisi mu avaika v. que venha trazer Os meus aiiitos». k'iuiu"ki).i. O leopardo. Taiiiljiila O iiio-.sa>i akuenda kangala kuna ngo -andi-a-nkazi. uauiTo lu^ekt. ua-iikL-iitu. «(/(> que é? apitos !! ^_as esjiintfardast' ! . -mliakala. . ili. nti a-pijfu. O luseke luakuciitla vovela vatia-va kala uv-iigu. a sei. n<'lii.i rtfl'11 inuana akii cza a fuadi tio-iig(» A O i. ^0 que é.seu filho Nzinga — liza lí tuadi n zimbandii za : ligana. Atiita (liaka ku inosi. Ariidirc iigo'-iikazi. > muana a kuiza a tuadi r zim. ii». tataV . A seixa i nterroijou : ('» Recorde-se o que so Jis.so t. ( ^. . (liaii Eiliiia uiiii. (juando tirava o mel.N'aru- o kuko ku kakarnciM-. A seixa foi passear a casa de seu tio leopardo. — <• () nt— nkuvu avova V(.ser ofeiti(. Quando ela cheqou o leojiardo tirou de casa dois qairafies de bebida.'-nsasi auivula vo: O leopardo fez uma poroarno.Tebi. za nc-nkuvu. Meteti lá a outra e também lá ficou jiré. meteu a mão no buraco da árvore. Aquilo que te dis. << O filho ^. não o escntes»..: : . que hoje vais morrer!».si..'. O leojiardo.ase : «Deixa que cu rou bnsio. o que te disser ofeiti(..Oti apitos da tartaruija! . koko mun't' dia . vii bulaiig'o iiiki. .so n.-. zinilj tnil)i zanif aboktib: a I) niiiaMd'andi leojiardo i/ritou ao ..s : um fêiiita. disse-lhe então : iliaka U in'-nknvu a-ku-m-vovor>a A tartarufja vo — ( . atut'() tiili. -II k II vil — vo t. inun. O avang". O leopardo di. o mpe avang'r vata diandi.sa. outro macho.' kuebo.r os teus apitos. . tendo ouvido o liicetjuc. zaku. (Uvov'o i'iliiia iikini a-nkeiitu.4 nuitibó ai raiijoií-lhc um fciliqo. . N'alaiiila <. kuelx». o kii(d)o avaikisa mbaml)a zob. . mpe mun^ongo.. os apitos da tartaruf/a».scuta-o. O (ii'-iikuvu akiKMida kuaruli kiiii'i' vata iliainli. O leopardo era palmador e ferreiro. luaiiga. .'. ó pai? ^o machado? f. ó pai? ^a bolsa? n!!Os apitos da tartaruf/aH». ziinlianil>i "/ (>> Os apitos da tarta- II ruya» ^^ uel)i. ^ é. o n«'-naaái inp. ngangula no-n.

s. venha sentar-se (Teva mtulu. um jicuco». O kuma ne kuakiele. iiTa ^Mono ia — Kua jj . c muan'ame-a-nkazi. «çj bêm enda van'e vata dia ne-usasi. O kuebo avovo vo l r. Tu-kàii-i. foi ao povo da seixa. «^ O meu que motivo hei-de ratuila? E kete mfua.'» ! ne-nsasi akuiza uaml»ula mbamvana v'akala kuebo vo E ngo'-ukazi. aku- Meu tio. O kuebo vo : O kuebo akuemla vata dianili. aqui tem uma pinga pura beber.seixa armando os seus covos na varanda da ca. dizendo : «Meu tio. e rauana a nkue! — A — : (^l Felizes os olhos que o rõeial». e iigo"-nkazi U-n-kaiila. ttiras.fo verdadt. ke kiaki e bungua o nua. meu sobrirJin. ounu ofuidi! — E ngo-nkazi. Kuna o kaz"a ue-nsasi vo . akuenda luazi f mankonde maonsono. Prey untou <'^Aonde foi a scíjm y».i< do que as^ palmeiras».nt'-nsasi Ma-kete. logo que amanheceu. que tenho cinco plantações de bananeiras. foi ver todas as suas cabaças que estavam com as bocas tapadas com rezina ! O leopardo fões ao dis. — ^0 uau? ngo'-nkazi? — Vo.azi.: : 149 ^ E ngo'-nk. jio. O leopardo regressou ao seu povo. Apenas amanheceu. morra ou não morra. No dia seguiu rt.'' cinquenta garrafões ?n Disse a seixa: nj Isso pelo menos!». kansi uau mevaninanga e maia nkutu ma-kete. Foi encontrar a . e kumi dia mbara^. nki a kuma f^e . . meu tio ?» que há é que hoje vais mortio. foi preparar todas as suas bananeiras. foi tirada das minhas bana. Já recolheu dez (jarrafoesa. : Besponde a mulher da seixa : kuaiidi ngatu a tomoníu ianda. visto que as bananeiras. iindher da -seixa disse : "Foi colocar as cabaças do vinho nas suas bananeiras . 110 E lumbu kiafuanaiiene. A seilu. auivula vo: «jHoje a seixa morrerá. que dia uai pa-snear taiuaté minha casa?» O leojHirdo reKpondeu à seixa : «Eu cá tenho Já o dia que em hei-de ir a tua casa-. Auine-usasi kuevi iele ? avova vo Gele a turabula lualavu muna mankonde mandi. «(^.se : — . Mal o — «O rer». pois que me enganou só para eu dar cabo de todas as minhas bananeiras!».f-jeií então. çj em que dia é que elas deram vivho?v. ^ «(/ Então avistou preguntou a sei. ngatu uamona mo. nkutu II kuandi kun'e ne kuakiele.so recolher os meu. — — O : O iikaz'a ne-nsasi : A ba esanganga.É is. O kuma seixa veio colocar cinco garrapé do leopardo. Chegado o dia. jtor ^.sa. uiza vuan- morrer ? Mas. meu sobrinho . uki a ukudiiila u-kàijgalelâ? — lumbu inpe : — Mono vata vula vo O kuebo avuvesa iii'e ne-nsasi vo lumlju nkuenda van'tí "liaku. p)0rque agora dão muito ma. Vana-v'au mpe Xeste mesmo tempo a seixa apareceu — keze — . <ilO niestiio digo eu. o ne-nsasi ovaiki- <-E verdade j êle está a chegar do vale e depressa vais ver como isto as- sim (?».anga vuna kuaku. O kuebo akuenda vuandavanamfuO ieopardo foi para a esteira. lavu ? — Kicdeka boka di. N'amuene kaka. luazua muna mankonde mame . e kuma o mankonde uki a lumbu avaiika ema- — : O leopardo disse: Xaluraliitente estás a enijaiiar-mt. ke Iend'isanga e makumatanu ma mbamba ko e ? e — ^^Kieleka. oemla a tadi e zinsava zaonsono zakuenda a kavamanga e madimbu. O ba — e tanu : muairame-a-nkaziV mavia mamatanu ma mankonde. O ne-nsasi ateia o nkaz'andi vo: xa chamou a sua mídher dizendo-lhe : .va: o que há. e kuma u-m-pungumuini ia vonda kaka e makonde mame II Oenda bulangan'o ne-nsasi sekele iandi etambanga omuna-ndambu a nzo.j Ne-nsasi otuidi o onu.

!

:

.

: :

lõO
Uenila a boiiga sekele iole muna-iiJambu a iizo kana kutu ii-bakiiU
e

o

Víii lá

para
coisa

buscar doía covos ti varanda ver/nos se lá haverá qualquer
tio

ma kia dia kitVte «lia o ngo'-nkazi. O nkeiitu uiz'akainlja e sekele iaiadakama kuamli
e ziinbizi.

para meu

comer».

(liole

E i muan'a-nkazi, nki a diambii diadi? U-n-tambuisa o nkisi uau.

mulher veio mostrar os dois covos, ambos estavam abarrotados de peixe. Mal isto viu o leopardo disse: «ff Meu sobrinho, que vem a ser isto?
ensina-)ne este feitiço».

A

—E

ko;

ngo'-iikazi, ke nkisi kiiandi ziiigaiigu kuaiidi.

— nMeu
O

tio, isto

não

é feitiço, é es-

2>ertezai).

Kuebo akuenda kuandi, akueiida
nipe tamb'e sekele rnuiia-ndambu a nzo, N'enda a tala, iakuenda dakamanga e liti Akaiiiii'o nkentii vo E luriibu kiaki o ne-nasi ofuidi.
;

leopardo foi-se embora, foi tam-

bhn armar os covos na varanda. Quando foi vé-los, encontrou-os cheios de paIhiço. De.Hpediu-se da mulher, dizendo:


j

!

:

«A

seixa hoje vai morrer».

dia ne-nsa^i, oenda bulanga o ne-nsasi fulefulaiiga van'e vunm kia nkazi,
andi, uakala
!

Akuenda diaka kun'e vata

muna vumu

!

;

Kuebo

Foi novamente ao povo da ,seixa. j Foi encontrá-la a malhar ferro em cima da barriga da mulher, que estava grávida !. / O leopardo estava pas-

adingalala ^ E muau'a-nkazi, nki a diambu

— diadio ? — E ngo'-nkazi,
kuame
fna ko.

mado!
»<({

O meu
?».

sobrinho, o que vem isso
tio,

a ser

o fudila uuu,
i

mono iasekuila ekuma nau, e

— «Ó
O

meu

mudei para aqui a

nzaki iingi

e zin&engo ke zilendi

forja, porque assim vai rnais dejiressa e as enocadas não podem estragar-se».

Kuebo oavova vo
i

:

leopardo disse
.
.

E muan'amo

a-nkazi, uadi fua

!

kansi k'ut"ua diaka ko. O kuebo avutnka diaka kun'e vata. Akuenda mpe vovesa akentu vo
:

— Utamb'e vuinu ia fudila
Kun'(» nkentu

e

zinsen-

— l K'i-m-fua ko c V Kuire diakala — K'ufua kuaku ko.
:

:

sobrinho, estiveste prestes a morto^ mas já te não mato». O leopardo voltou novamente para sua casa. Foi dizer também às suas mulheres : aPòe a barriga para cima para eu malhar as enxadas». Diz-lhe a mulher eu não morrerei ? ^
.ver

«Meu

F

Responde o homem

:

O nkentu atamb'e vumu a uand'e nzundu. O nkentu ofuirli, o mosi mpe uau una.
i

•Vdiaole bafuiili.

O kuebo
kiaki
o

osauuidi

morrerás». A mulher jiôs a barriga para cima, pai-a o malho bater. A mulher morreu, a outra, igualmente morreu, j Morreram as duas !. O leopardo ficou zan-

«Não

vo

:

gado
ij

E
!!

lumbu

nc-nsasi
ne-nsasi,

e disse : tiHoje é que a seixa morre».

ofuidi

Akuenda kun'e vata dia
:

auuivuro ne-nsasi kuevi enena. lia-ku-in-vovesa o ne-nsasi oeie kuanili a kangala. Ba-ku-m-adila e mfuiu a vuanda. Otala ii nduraba auuivula

Foi ao povo da seixa e preguntou aonde estava a seixa. Disseram-lhe : «a seixa foi pa-tsear». Estenderam-lhe uma esteira para senlar-sc. Viu essa rajiariga que lhe estendeu a esteira e
j)reguntoii

— ^E

Vo
i :

ndumba
:

iai

kuevi itukidi?

"^

De

onde veio esta rapariga ?».
:

Havova vo - Utu kietu.

Disseram

uF família
Ele:
«l

nossa».
!».

Kuna
(.

I-n-zolele o ndumba vo:
^^g'''i

Gosto dela

Então a donzela
matona
i

disse

:

>»na

uau

zinzala okula ?

? i

e

«/^

Tu
e

gado

maneira : lodo pintalcom as unhas tão grandes ?.
? des-sa

:

::

:

:

:

:

:

: :

IM
o kuebo
Azenga.
j

— Uzenga.

vo

:

O leopardo nCorta».
Cortaram.

:

— O mesu maku — O dokola.

i

mamo!

«çí

Com

esses teus olhos ?».

nArrunca-os->.

N'a-ra-dokueIe e mesu, a-ku-vovesa vo Mono uadidiug'e zinkani, o uau ngei ntete afua Mono ne-nsasi kaviangaia, k'ikungua mika ko. Ona un-kungidi e mika, o ngirandi-a-nka-zi i ndoki
! ;
!

Quando-lhe arrancou os olhos disse-Ihe
:

desesperado comigo, agora morres primeiro do que eu. Eu sou a seixa esperta, a quem ninguém bole com um dedo. / Aquele que me
tti

» Andavas

bulir, será sobrinho de feiticeiro

!.

Kinsamuna-nsaxuuna

Historiazinha

Dom
Dom
divata
povo

Mpétiilu-rapétulu otungide e
Pedrinho
dianili. seu
fez
o

Dom

Pedrinho edificou a sua

jio-

Dia-konka, dia-kutareunido
junto
i

voação. Depois de toda ela em

orde;i:,

kana, akuel' akaz, iandi Nkenge
casou mulheres suas

o
a

desposou as suas mtdheres Qnengxn

Quengue
Jinga

e

Ngundu O Nkenge auta Nzinga
Gundo

a
do

Gundo.

A

Quengue deu à luz a Jinga de

A Quengue
Pedrinho
tat' andi, pai dôfe
foi

pariu

Dom
Dom
kuau.
êles

Mpételu-mpétulu. Bakalanga
Estavam

Dom

Pedrinho. Continuavam no poço.
deste,

O
O
ta,

nkongo, akuenda
caçador
foi

O pai

que era caçador, foi à
os

muna
à

akuenda bulangana evana

caça, foi
elefantes

dar com um lugar aonde

encontrar lá v"enuinauga zinzau. e :ionde bebem (habitualmenta) os elefantes Akuiza kuandi oku vata, avovesa o Veio ele para povo falou a o

caça

costumam

ir beber.

Tendo

re:

gressado ao povo, disse ao seu filho

muan' andi vo
filho

:

seu
vi

que

«

lamona

evana

v'enuinanga

e

« Vi

um sítio aonde o

s

elefantes costu-

aonde bebem os
e

zinzau.
elefantes.

Tuvanga
Façamos

lumbu tuendaloza
dia que iremos atirar

mam

ir beber.

Marquemos um dia para

o

e zinzau.
os elefantes.

irmos dar-lhes caça».

Bakuenda kuau. O muana avovesa
Foram O tat' andi
o pai
êles.

Foram. O

filho disse

ao pjai

:

O

filho

disse a

«E
O

dele tatá, tut' ke insuaminina«. pai joguemos o jogo das escondidas.

«Meu
das».

pai,

vamos jogar as escondi-

O
o

tat' pai

andi a-ku-m-vovesa vo
dele
disso-lhe

Respondeu-lhe o pai
:

que

«E rauan'ame, ke
;

tulendi ta kin-

«Mtzí

filho,

nós não podemos jogar

filho meu nâo podemos jogar O as suaminina ko e kuma mono i a tat'-

as escondidas ; a razão está

em que

eu

eseondidas

a

razão

eu

sou o

pai

aku ke tulendi ta e kisuaminina ko». teu não podemos jogar as escondidas.

sou teu pai ; não podemos pois joga r
as escondidas»

Kuna
o

o

muana
filho

:

Então
k'ulendi

o filho

Então o «E tatá,
pai

mono ne suama,
ko-».

«Meu
não
é

pai, se eu me esconder, o pai

eu quando escondernão podes

ku-m-mona
vêr-me.

capaz de me encontrar».

O
O

tafandi a-ku-m-vovesa vo
pai dêlo
disse-lhe

:

O

pai respondeu-lhe

que

:

152
o mono i a o^J o rigei II a imiana eu que seu e o tu <|ue és tilho K o k'H nioneMiaina f.at'akii, naiii ofete
i

«Ora, de nón

(foi-s,

tu rjun rs filho e

eu que sov jxii, / fjval é que tnel/ior sa-

pai

teu

ijuem melhor saliorú esconder para

k(Mioa ko?».
ii&o ser visto

berá etcouder-ne
ser encontrado
?*»

rle

/'oruia a uãojiocler

i'E

Ó

tatá, k'u-iii-inoni ko, pai não lu mo vc-s so

tu;

risuaescon-

— «Meu pai, não me encontra,

.ve

eu

me

ma»
der.

me esconder».
a-kum-vovt'sa vo
lhe disso
:

nll tat'aii'li o pai seu
n<
>

— «Pois esconde-te
O
tat' pai

fá".

que
fiHio foi eaconder-ne no capim, o

suania vfhj».

iá lu escondo Akiiiri(ia siiaii>a esconder Foi

muna

tiii,

o

l>al foi encontrá-lo

mima

louça de ca-

an-li seu

cm c-apiíu o akuíMiila ku-m-biilangana vana om o encontrar foi
:

niço

:

sina ( tutu
uin.i toui>a

— "^ Erilào jnl;/uras que
contrara f»

te

não en-

do caniço

«;.

Banza
Então

k'imoni ko it?» Dão to encontraria?

Confinvaram

o caminho, foram

dar

riakutMiilanga kiiau, Ixiiiia bulanenconÊli/s foram Foram gana <• /inzau nu'zinuanga. O tatanIrar
<1i

co:n os elefantes que

estavam

liclicndo.

O

pai foi dar

fo/jo a

um

elefante e o
:

os olelantos estavam boLioiídn

akuenda loza
foi

e

O pai nzau, o nzau ia:

elefante morreu. iJisse então ao filho

di* le

atirar

os elefantes o elefante

fua. Avovesa o rnuana vo morreu I)isso ao (ilhn que «rf-nda a landi e mloiiga

«Wii ao poro buscar
kuii'(j

f/enft,

que ve-

nham

j)>ej>arar n elefante».

ao Vai a procurar a ponto vai i, i»oza a ii'ta o nzau»^. povo quo venham a preparar o elefante

O
;

Jilho

foi

lio

poro; ifoi encontrar

c

O muana
fui

akui-nda

kuire
ao

vata

o seii

pai morto

no poro

!

'.i

filho
:

o lilho foi jormla biilangana
encontrar
filho

povo o tafamli ofuidi! o pai seu morreu
:

ficou

ml mirado

dizia

comsii/o
i/ente,

O
H

inuana oiindamona vo
admirou-se

tatá o-npai

«meu pai mandov-me buscar
ai/ora venho

e

que

mo

-tumini vo icnda a lamU v ndoiiga, mandou que fÔHsc a procurar a gente II u:tu tatá ku iza iiulangana oku
agora
pai
!

dar com
iulo

éle

morto no i>o-

vo!»

(/>/.:/((

no seu íntimo).

O fi-

venho
falava
foi

encontrar

no

vata ofuidi
povo
<•

ovovelanga vana moio.
no coraçAo

lho foi

novamente aonde tinha deixado
pai jireijuntov-lhe
:

morreu
filho

O muana akuonda

diaka kun'abika
:

o seu pai, e o

outra vez onde deixou o tat'andi, o tat'anili auiviila vo '> pai seu o pai seu proguiitou qu'>
:

«l

Aonde
filho
reze-^i

está a (jente f»

»^,

Ndfjnga oviV» A gente est;'i aonde?
i

jO
!

estava

confundido! Por
e

i

O muana
o
Hlhii

oiiiidamonc
!

Akuruila
Foi

mu
por

três

foi ao povo

voltou,

dan-

admirou-se id;uml)u tatu, o tafandi vezes o ])ai trOs seu v«'sa
:

a-ku-m-volho dis-

do-se sempre a
disse-lhô o
<i.Já

mesma

scena.

Por fim

pai

so.
"

.\morr c muana'amf>, 1-a-ku-vuvLVi»lo ó
tllho

riste,

meu

filho, o

que

eii

te ti-

meu, que

te

disso

sa vo: k'ulendi k'u-n-Ionga ngangu que: nAo podias cnsinar-me ospertczu k(i, i-kiima mono iavanga? E muan'
por«|uo

nha dito

:

«f,

que não me podias ensite fiz

nar a mim que

Meu

filho,

não

eu
tornes

to fiz?

(')

filho

ami',

k'usokanga diaka ko.
nTio

mru

O

uau
A^'ora

tornes mais. Aijora vai buscar a rjente;

mais

bakuenda a teti geote forauí a arranjar a Falou e acontecerá ovtra vezo. tnaonãono vai a buscar tu(h o que te vinha acontecendo não te a gontB todas as coisas uarauenenge k'umona mo diaka ko. Chamou elefante. foram preparar o nzau. a gente. .153 vienda a landi e ndenga. o elótanie. Avovesa e ndonga. qu» esúvoato vendo nSo us verás elas mais.

.

S Hú pá' glna .TA.Bi^I^A.

.

Do Dos verbos derivados adcérbio Dos advérbios de lugar Dos advérbios de tempo Dos advérbios de modo Dos advérbios de designação jireposii^ão 74 75 "^5 '••^ • 77 Da Da Da conjunção Í7iterieição 78 79 80 28 .. • 28 29 29 30 30 33 33 34 34 38 41 44 44 47 48 49 50 52 59 62 62 63 68 73 .. ! . Duas palavras Preliminares ] )o alfabeto V I iJa lítala Da arentuação 4 4 Morfologia Ijo artigo 7 e adjectivo) Do nome (substantivo Do número Do género Do nome próprio Das Do partícidas cojrcordaiites adjectivo (qualificativo) 8 8 24 25 26 27 Da forma Do número Graus dos adjectivos Dos determinativos Dos numerais cardinais Dos numerais ordinais Dos distributivos Do jironotne ~ Dos Dos Dos Dos Dos Dos verbo pronomes pessoais possessivos . índice Pag.. demonstrativos relativos interrogativos indefinidos Do Da conjugação Da formação dos tempos Da voz activa — forma simples (paradigmas) Da voz passiva Da voz média Da forma negativa Da forma reflexa ou pronominal Da forma complexa Da forma continuativa...

indirecto.158 p*g. nomes Do cerijo ' Dos verbos J>o auxiliares I)os verbos irregulares .(e lias letras e xen ralar J)a acenluarno 1)0 arUijo I)u «'iiiitrt-^o dos arti<.'os defiiiiilos ba dtriia'. Sinta. 115 118 Rpenso Frases ijnuluadas Adirinhas Contos 1 :>3 141 145 . atriòutioo. de e 114 causa eficiente ou agente da /nissica Alffumas oOservaçòcs sô/irr circunstanciais a orfoifratia .ão e composição dos nomes e seu Iwjar na oração Nomes derivailos Nomes iliminutivos 91 92 93 93 95 95 96 98 98 99 101 102 102 104 107 108 108 lio 113 1 Nomes aumentativos funções tio nome substantivo iJo lugar JJa concordo ni.afiros como ronijílciicnlos /ireposiçòes directo.ia dos nomes Do adjunto restritivo ou ijenitico dos. • verbo ter Dos verbos impessoais v defectivos Dos verbos derivados Dos partii ípius e do condieional dos verbos Do emprego ilo pretérito pelo indicativo presente Algumas observações sobre o verbo INA 14 Do emi>ri'(fo dos lovatiros 114 Dos Dos lor.

.

.

.

.

.

.

'w« otu I . APR 1 8 19B8 PL â^O^ Z9K57 Tavares José Lourengo Gramática da língua do Congo (kikongo) j^ PLEASE DO NOT REMOVE FROM THIS CARDS OR SLIPS POCKET UNIVERSITY OF TORONTO LIBRARY .