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1
Marcos 7.(24-30)31-37

Jarbas Hoffimann

1. Traduções (na ordem em grego, RC e NTLH)

24
`Es.t).| e. a|ac·a: a:nì).| .t: ·a ecta Tuceu. Kat .tc.ì)a| .t: etsta|
eue.|a n).ì.| v|a|at, sat eu s neu|n)n ìa).t|·
24
E, levantando-se dali, foi para os territórios de Tiro e de Sidom. E, entrando numa casa, queria que ninguém o
soubesse, mas não pôde esconder-se,
24
Jesus saiu dali e foi para a região que fica perto da cidade de Tiro. Ele entrou numa casa e não queria que
soubessem que estava ali, mas não pôde se esconder.

25
aìì` .u)u: a seucaca vu|n :.ct au ·eu, n: .t¿.| ·e )uva·cte| au·n: :|.u+a
asa)ac·e|, .ì)euca :cec.:.c.| :ce: ·eu: :eea: au·eu·
25
porque uma mulher cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés.
25
Certa mulher, que tinha uma filha que estava dominada por um espírito mau, ouviu falar a respeito de Jesus. Ela
veio e se ajoelhou aos pés dele.

26
n e. vu|n n| 'Eììn|t:, Luce|et|tstcca ·a v.|.t· sat nca·a au·e| t|a ·e
eat+e|te| .s!aìn .s ·n: )uva·ce: au·n:.
26
E a mulher era grega, siro-fenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio.
26
Era estrangeira, de nacionalidade siro-fenícia, e pediu que Jesus expulsasse da sua filha o demônio.

27
sat .ì.v.| au·n· a|.: :ca·e| ¿ec·ac)n|at ·a ·. s|a, eu vac .c·t| saìe|
ìa!.t| ·e | ac·e| ·a| ·.s|a| sat ·et: su|actet: !aì.t |.
27
Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos, porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos
cachorrinhos.
27
Mas Jesus lhe disse:
– Deixe que os filhos comam primeiro. Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo para os cachorros.

28
n e. a:.sct)n sat ì.v.t au·a· suct.· sat ·a su|acta u:esa ·a ·n: ·ca:.,n:
.c)teuct| a:e ·a| ot¿ta| ·a| :ateta|.
28
Ela, porém, respondeu e disse-lhe: Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as
migalhas dos filhos.
28
– Mas, senhor, – respondeu a mulher – até mesmo os cachorrinhos que ficam debaixo da mesa comem as
migalhas de pão que as crianças deixam cair.

29
sat .t:.| au ·n· eta ·eu ·e| ·e| ìeve| u :av., .:.ìnìu).| . s ·n: )uva·ce: ceu ·e
eat+e|te|.
29
Então, ele disse-lhe: Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha.
29
Jesus disse:
– Por causa dessa resposta você pode voltar para casa; o demônio já saiu da sua filha.

30
sat a:.ì)euca .t: ·e| etse| au ·n: .uc.| ·e :atete| !.!ìn+.|e| .:t ·n| sìt |n|
sat ·e eat+e|te| .:.ìnìu)e:.
30
E, indo ela para sua casa, achou a filha deitada sobre a cama, pois o demônio já tinha saído.
30
Quando a mulher voltou para casa, encontrou a criança deitada na cama; de fato, o demônio tinha saído dela.


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2
31
Kat :aìt| .:.ì)a| .s ·a| ecta| Tuceu nì).| eta Ltea|e: .t: ·n| )aìacca|
·n: laìtìata: a|a +.ce| ·a| ecta| ^.sa:eì.a:.
31
E ele, tornando a sair dos territórios de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galiléia, pelos confins de Decápolis.
31
Jesus saiu da região que fica perto da cidade de Tiro, passou por Sidom e pela região das Dez Cidades e chegou
ao lago da Galiléia.

32
Kat |.ceuct| au ·a sa|e| sat +evtìaìe| sat :acasaìeuct| au ·e | t|a .:t)n
au ·a ·n| ¿.tca.
32
E trouxeram-lhe um surdo, que falava dificilmente, e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre ele.
32
Algumas pessoas trouxeram um homem que era surdo e quase não podia falar e pediram a Jesus que pusesse a
mão sobre ele.

33
sat a:eìa!e+.|e: au·e| a:e ·eu e ¿ìeu sa·` teta| .!aì.| ·eu: eas·uìeu: au·eu
.t: ·a a·a au·eu sat :·uca: noa·e ·n: vìaccn: au·eu,
33
E, tirando-o à parte de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e, cuspindo, tocou-lhe na língua.
33
Jesus o tirou do meio da multidão e pôs os dedos nos ouvidos dele. Em seguida cuspiu e colocou um pouco da
saliva na língua do homem.

34
sat a|a!ì.oa: .t: ·e| euca|e | .c·.|a:.| sat ì.v.t au ·a · E||a)a, e .c·t|
eta|et¿)n·t.
34
E, levantando os olhos ao céu, suspirou e disse: Efatá, isto é, abre-te.
34
Depois olhou para o céu, deu um suspiro profundo e disse ao homem:
– “Efatá!” (Isto quer dizer: “Abra-se!”)

35
sat [.u).a:] n|etvnca| au·eu at a seat, sat .ìu)n e e.c+e: ·n: vìaccn: au·eu
sat .ìaì.t ec)a:.
35
E logo se lhe abriram os ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente.
35
E naquele momento os ouvidos do homem se abriram, a sua língua se soltou, e ele começou a falar sem
dificuldade.

36
sat et.c·.tìa·e au·et: t|a +ne.|t ì.vact|· ece| e. au ·et: et.c·.ìì.·e, au·et
+aììe| :.ctcce·.ce| .sncucce|.
36
E ordenou-lhes que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lho proibia, tanto mais o divulgavam.
36
Jesus ordenou a todos que não contassem para ninguém o que tinha acontecido; porém, quanto mais ele
ordenava, mais eles falavam do que havia acontecido.

37
sat u:.c:.ctcca: .:.:ìncce|·e ì.ve|·.:· saìa: :a|·a :.:etns.|, sat ·eu:
sa|eu: :et.t aseu.t| sat [·eu:] aìaìeu: ìaì.t|.
37
E, admirando-se sobremaneira, diziam: Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.
37
E todas as pessoas que o ouviam ficavam muito admiradas e diziam:
– Tudo o que faz ele faz bem; ele até mesmo faz com que os surdos ouçam e os mudos falem!

2. Formas mais significativas
v. 24
a|ac·a: – levantar
a:nì).| – partir, sair
.tc.ì)a| – sair
n).ì.| – desejar, querer

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3
v|a|at – saber
neu|n)n – poder
ìa).t| – estar oculto, escondido

v. 25
aseu caca – ouvir
)uva·cte| – filha, forma dimin. usada para expressar carinho.
asa)ac·e| – imundo
.ì)euca – ir, vir
:cec.:.c.| – cair por terra

v. 26
nca·a – pedir, rogar
.s!a ìn - jogar fora, expulsar

v. 27
.ì.v.| – dizer, falar
a|.: – permitir
:ca·e| – primeiro
¿ec·ac)n|at – alimentar, passivo: estar farto, estar satisfeito
ìa!.t| – tomar
su|actet: – cachorro, dim. cachorrinho (Mt 15.26. Um cachorro doméstico, de estimação em contraste com um
cachorro da rua ou da fazenda.). O dimin. sugere que a referência é aos cachorrinhos que eram guardados como
animais de estimação.
!aì.t| – jogar

v. 28
a:.sct)n – responder
u:esa·a – debaixo
ot¿ta| – migalha, palavra na forma diminutiva

v. 29
u:av. – ir embora, ir (imperativo)
.:.ìnìu).| – sair.

v. 30
a:.ì)euca - ir
.uc.| – achar
!.!ìn+.|e| – jogar, passivo: estar jogado
.:.ìnìu)e: – sair, ir embora

v. 31
.:.ì)a| – sair
nì).| – ir, vir
^.sa:e ì.a: - Um grupo de dez cidades helenísticas, situando-se quase todas (com exceção de uma) na
Transjordânia. A exceção é Citópolis (VT, Bete-Seã), que ficava na extremidade oriental da Planície de Esdraelom, num
importante cruzamento a oeste do Jordão. Uma vez que estas cidades eram compostas principalmente por populações

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helenísticas, Pompeu, em 63 a.C., tornou-as cidades livres, subordinadas ao emissário da Síria. Ele provavelmente quis
promover o processo de helenização destas cidades e, por isso, impediu que elas fossem tomadas pelos judeus. As
cidades administravam os seus próprios negócios e cunhavam as suas próprias moedas, que datavam de acordo com
tempo por elas estabelecido. Foram registradas por Plínio (História Natural, v. 18) como sendo: Damasco, Filadélfia (AT,
Rabate-Amom), Rafana, Citópolis (AT, Bete-Seã), Gadara, Hipos, Diom, Pela, Gerasa e Quanata. De tempos a tempos,
algumas das cidades saíam da lista de cidades helenísticas consideradas como pertencendo a este grupo, enquanto
que outras eram acrescentadas. Na lista de Ptolomeu (v. 15, 22), do século II, Rafana não aparece, mas foram
acrescentadas nove outras cidades (Abila, Abila Lisânia, Capitólia, Saana, Ina, Samulis, Heliópolis, Adra e Gadora),
sendo dezoito ao todo. No tempo de Herodes, o Grande, Hipos e Gadara faziam parte do seu reino, tendo-lhe sido
dadas por Augusto. Nero, mais tarde, deu Abila a Agripa II. A independência destas cidades terminou no século III d.C.,
quando foram incorporadas na província da Arábia. Os Evangelhos mencionam Decápolis várias vezes. Muitas pessoas
de Decápolis seguiram Jesus (Mt 4.25); o homem que foi libertado dos demônios contou a sua história em Decápolis
(Mc 5.20) e Cristo passou uma vez por esta área.

Decápolis no primeiro século Região de Decápolis em amarelo



v. 32
|.ceuct| – presente histórico, carregar, trazer
sa|e| – embotado, mudo, surdo.
+evtìaìe| – falando com dificuldade, com impedimento na fala (Cranfield). A recuperação da audição pelos surdos
era um sinal da era messiânica (Swete)
:acasaìeuct| – rogar, implorar
.:t)n – colocar sobre

v. 33
a:eìa!e+.|e: – tirar de, levar uma pessoa para o lado em particular
.!aì.| – atirar, lançar, jogar – aqui no sentido de pôr, colocar

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5
eas·u ìeu: – dedo
a·a – orelha, ouvido
:·uca: – cuspir
noa·e – tocar

v. 34
a|a!ì.oa: – olhar para cima
.c·.|a:.| – gemer, suspirar
E||a)a – (aramaico) “ser aberto”, “ser libertado”. A ideia não é da parte específica da pess. sendo aberta, mas da
pessoa inteira ser aberta ou libertada. É a ordem que despedaça os grilhões com que Satanás tinha mantido presa a
sua vítima (Cranfield)
eta|et¿)n·t – abrir

v. 35
n|etvnca| – abrir
.ìu)n – soltar
.ìa ì.t – falar, impf. ingressivo: “começou a falar”
ec)a: – adv. reto, corretamente

v. 36
et.c·.tìa·e – ordenar, obrigar
ì.vact| – dizer, falar
et.c·.ìì.·e – ordenar, obrigar
:.ctcce·.ce| – além da medida, excessivamente
.sncucce| – proclamar, anunciar. O imperf. expressa ação repetida.

v. 37
u:.c:.ctcca: – adv. além de todas as medidas, excessivamente
.:.:ìncce|·e – ficar atônito
ì.ve|·.: – dizer, falar
:.:etns.| – fazer
aìaìeu: – mudo


3. Estilo literário

Evangelho.

4. Contextos

I. O Ministério de Jesus na Galileia 1.14-9.50
Princípio: Sucesso e conflito iniciais 1.14-3.6
Etapas posteriores: Aumento de popularidade e oposição 3.7-6.13
Ministério fora da Galileia 6.14-8.26
A morte de João Batista 6.14-29
Jesus alimenta uma multidão 6.30-44
Jesus anda em cima da água 6.45-52
Jesus em Genesaré 6.53-56

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6
Jesus e a tradição dos judeus 7.1-13
Jesus fala sobre a impureza 7.14-23
A mulher estrangeira 7.24-30
Jesus e o surdo-mudo 7.31-37
Jesus alimenta outra multidão 8.1-10
Os fariseus pedem um milagre 8.11-13
O fermento dos fariseus e o fermento de Herodes 8.14-21
Jesus e o cego de Betsaida 8.22-26
Ministério no caminho para a Judeia 8.27-9.50

4.1. Contexto Anterior
Jesus, depois de falar com os chefes dos judeus, sai e encontra-se com uma mulher estrangeira, na cidade de
Tiro. Essa estrangeira foi referência de fé. Ainda por aquela região Jesus cura um surdo-mudo. E era cada vez mais
admirado. Alimenta outra multidão com sete pães. E aparecem fariseus pedindo milagres. Mas o interessante é que
Jesus tinha feito vários milagres, mas os fariseus pedem provas ainda. Não para crer que Jesus era o Messias, mas
procurando uma prova contra ele.

4.2. Nosso Contexto
Jesus está ensinando e há muitos mestres da lei e suas tradições. Ele parte daí para ensinar o que realmente faz
mau às pessoas. O que pode tirar a vida eterna. Usando as tradições sobre comidas e lavagens de mãos e outras
cosias, Jesus diz que o que realmente pode tornar uma pessoa impura (diante de Deus, obviamente) é a maldade
alojada no seu coração e que sei em suas ações e palavras. Comparada a isto, nenhuma comida é impura.

4.3. Contexto Posterior
Jesus fica com pena da multidão que o está seguindo a três dias. Então ele alimenta novamente a multidão com
a multiplicação de 7 pães para cerca de 4 mil pessoas. Mesmo assim, logo a seguir, os fariseus lhe pedem milagres.
Mas Jesus não cede às pressões para “mostrar poder” e vai embora sem fazer milagres.

5. Reflexão exegética

v. 25
A palavra usada para filha ()uva ·cte|) tem o caráter carinhoso de uma mãe preocupada com sua “filhinha”.
Isso por si só, para quem é pai e mãe e ama seus filhos, mostra que a mulher estaria disposta a tudo para salvar sua
filha. Talvez se possa comparar com Jairo (Mc 5.22ss), que abriu mão de orgulho (como chefe de sinagoga) e do que os
outros pudessem pensar, para buscar em Jesus a cura para sua filha.

v. 27
Apesar de Jesus falar dos gentios como cachorros, ainda assim é um tratamento carinhoso. Como a um aninal
doméstico, a quem a família toda se apega e faria tudo para que ele fique sempre bem. Não é um cachorro de rua.

v. 28
Algumas igrejas neo-pentecostais têm a seguinte interpretação:
—nós não somos cachorrinhos, somos filhos. Como filhos, temos o DIREITO de exigir que Deus nos dê o que
MERECEMOS, as migalhas são para os outros.
Esquecem que:
A pessoa que vai a Jesus (infelizmente a NTLH perdeu algo importante entre os versículos 24 e 25, que é o
“porque” que dá a ideia de “porque” Jesus não conseguiu esconder-se: por causa da mulher que o achou) enfrentou
várias dificuldades:
- mulher.
- sozinha.
- Jesus tinha sumido.
- filha doente (devia estar muito preocupada).

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- ao encontrar Jesus ele diz que não pode fazer nada por ela.
Mesmo assim a mulher insiste (diriam algumas pseudo-igrejas: “luta”).
Submete-se às migalhas, sem exigir nada.
E ouve de Jesus: “Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha.”
Os judeus, segundo as teologias “modernosas” parecem esquecer, não deram atenção a Jesus.
Mesmo sendo filhos, não quiseram o banquete, que acabou sendo lançado aos cachorrinhos.
Aliás, mesmo a palavra cachorro, neste contexto, significa aquele animalzinho querido, que vive com a família,
não é um cão de rua, mas aquele com o qual os filhos brincam, o fiel companheiro. Nota-se assim, também o amor de
Jesus a todos, até mesmo àqueles que não foram o “primeiro alvo”. Pois o filho de Deus veio às ovelhas perdidas de
Israel. Sem contudo esquecer do centurião romano, que veio a ele com fé e foi atendido (Mt 8.5ss)

v. 32
Os surdos ouvirem era uma confirmação de que Jesus era o Messias. Foi isso que ele mandou dizer quando
João Batista pergunta se ele era o Messias ou se ainda tinham que esperar outro (Mt 11.5). Ainda no AT eram previstas
estas coisas (Is 29.18; 35.5).

v. 35
Logo que foi curado o surdo e gago voltou a falar normalmente. Hoje a diversos tratamentos para os surdos e
alguns podem voltar a ouvir normalmente. Mas nenhum deles sai falando corretamente. Mesmo que pudéssemos
equiparar a ciência ao que Jesus fez, ainda há este detalhe. Aquele homem que não ouvia e que não falava direito, saiu
ouvindo e falando normalmente.
v. 36
Jesus ordena a todos para não contarem o milagre. Isso porque ele nunca quis ser conhecido como um
milagreiro. Assim como em Nazaré ele não “pôde fazer muitos milagres”. Assim como no texto a seguir (Mc 8.11-13) ele
se nega a fazer o milagres que os chefes dos fariseus pediam. Mesmo tendo já multiplicado mais uma vez os pães.
A missão de Jesus era muito maior do que ser mais um milagreiro. Comparando Jesus aos atuais “mestres”
(pastores, bispos, evangelistas, apóstolos, etc...) vemos que eles querem apenas aparecer cada um mais que os outros.
Chega a ser ridícula sua briga desenfreada por audiência.

6. Sistematização do conteúdo

6.1. Mc 7.24-30 — A fé é o que importa

6.1.1. Aspectos de Lei
a) Nosso pecado nos distancia de Deus, nos torna “extrangeiros” (7.26)
b) O tentador está ao nosso redor para nos fazer cair (7.26)

6.1.2. Aspectos de Evangelho
a) Jesus pode ser encontrado, ele está ao nosso alcance, não é como um deus distante, como se vivesse num
olimpo. (7.25)
b) Até mesmo as migalhas de Deus serviriam para nossa salvação. Quanto mais o fato de termos sido
transformados em filhos (7.28)
c) Jesus vei para todos e não leva em conta se somos extrangeiros, ou estranhos. Não vai perguntar por onde
andamos, mas olhará para nós com amor (7.29)
d) Jesus têm poder sobre o maligno, não precisamos temer. (7.29)
e) Deus coloca nossa vida no caminho certo novamente, acabando com os problemas. (7.30)

6.2. Mc 7.31-37 — Jesus não é mais um milagreiro

6.2.1. Aspectos de Lei
a) Em nossa vida existem muitas dificuldades (7.32)

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8
b) As pessoas querem apenas mais um milagreiro de multidões (7.36)

6.2.2. Aspectos de Evangelho
a) Jesus pode nos ajudar em nossas dificuldades (7.32,35)
b) Jesus nos olha com atenção individual, não como mais um na multidão (7.33)
c) Jesus tem toda a autoridade no céu e na terra e tudo lhe obedece (7.34)
d) As curas que Jesus operou, provam que ele é o Messias (7.37)

6.3. Objetivo
Cognitivo: Que meus ouvintes reconheçam
Afetivo: Que meus ouvintes confiem
Psicomotor: Que meus ouvintes levem

7.1. Analogia da Escritura

v. 24
Mt 15.21 Partindo Jesus dali, retirou-se para os
lados de Tiro e Sidom.

Mc 3.8 de Jerusalém, da Iduméia, dalém do Jordão
e dos arredores de Tiro e de Sidom uma grande
multidão, sabendo quantas coisas Jesus fazia, veio
ter com ele.
Gn 10:15 Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e
a Hete,
Gn 10:19 E o limite dos cananeus foi desde Sidom,
indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma,
Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa.
Gn 49.13 Zebulom habitará na praia dos mares e
servirá de porto de navios, e o seu limite se
estenderá até Sidom.
Js 19.28 Ebrom, Reobe, Hamom e Caná, até à
grande Sidom.
29
Voltava o limite a Ramá e até à
forte cidade de Tiro; então, tornava a Hosa, para
terminar no mar, na região de Aczibe;
Is 23.1 Sentença contra Tiro. Uivai, navios de
Társis, porque está assolada, a ponto de não haver
nela casa nenhuma, nem ancoradouro. Da terra de
Chipre lhes foi isto revelado.
2
Calai-vos, moradores
do litoral, vós a quem os mercadores de Sidom
enriqueceram, navegando pelo mar.
3
Através das
vastas águas, vinha o cereal dos canais do Egito e
a ceifa do Nilo, como a tua renda, Tiro, que vieste a
ser a feira das nações.
4
Envergonha-te, ó Sidom,
porque o mar, a fortaleza do mar, fala, dizendo:
Não tive dores de parto, não dei à luz, não criei
rapazes, nem eduquei donzelas.
Is 23.12 E disse: Nunca mais exultarás, ó oprimida
virgem filha de Sidom; levanta-te, passa a Chipre,
mas ainda ali não terás descanso.
Ez 28.2 Filho do homem, dize ao príncipe de Tiro:
Assim diz o SENHOR Deus: Visto que se eleva o
teu coração, e dizes: Eu sou Deus, sobre a cadeira
de Deus me assento no coração dos mares, e não
passas de homem e não és Deus, ainda que
estimas o teu coração como se fora o coração de
Deus --
Ez 28.21 Filho do homem, volve o rosto contra
Sidom, profetiza contra ela
22
e dize: Assim diz o
SENHOR Deus: Eis-me contra ti, ó Sidom, e serei
glorificado no meio de ti; saberão que eu sou o
SENHOR, quando nela executar juízos e nela me
santificar.

Mc 2.1 Dias depois, entrou Jesus de novo em
Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa.
Mc 3.7 Retirou-se Jesus com os seus discípulos
para os lados do mar. Seguia-o da Galiléia uma
grande multidão. Também da Judéia,
Mc 6.31 E ele lhes disse: Vinde repousar um
pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não
tinham tempo nem para comer, visto serem
numerosos os que iam e vinham.
32
Então, foram
sós no barco para um lugar solitário.
Is 42.2 Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a
sua voz na praça.
Mt 9.28 Tendo ele entrado em casa, aproximaram-
se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que
eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim,
Senhor!
1Tm 5.25 Da mesma sorte também as boas obras,
antecipadamente, se evidenciam e, quando assim
não seja, não podem ocultar-se.

v. 25
Mt 15.22 E eis que uma mulher cananéia, que viera
daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi,
tem compaixão de mim! Minha filha está
horrivelmente endemoninhada

Mc 9.17 E um, dentre a multidão, respondeu:
Mestre, trouxe-te o meu filho, possesso de um
espírito mudo;
18
e este, onde quer que o apanha,
lança-o por terra, e ele espuma, rilha os dentes e
vai definhando. Roguei a teus discípulos que o
expelissem, e eles não puderam.
19
Então, Jesus
lhes disse: Ó geração incrédula, até quando estarei
convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo.
20
E
trouxeram-lho; quando ele viu a Jesus, o espírito
imediatamente o agitou com violência, e, caindo ele
por terra, revolvia-se espumando.
21
Perguntou
Jesus ao pai do menino: Há quanto tempo isto lhe
sucede? Desde a infância, respondeu;
22
e muitas
vezes o tem lançado no fogo e na água, para o
matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem
compaixão de nós e ajuda-nos.
23
Ao que lhe
respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao
que crê.

Mc 1.40 Aproximou-se dele um leproso rogando-
lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me.
Mc 5.22 Eis que se chegou a ele um dos principais
da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-
se a seus pés
23
e insistentemente lhe suplicou:
Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos
sobre ela, para que seja salva, e viverá.
Mc 5.33 Então, a mulher, atemorizada e tremendo,
cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se
diante dele e declarou-lhe toda a verdade.
Lc 17.16 e prostrou-se com o rosto em terra aos
pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era
samaritano.
At 10:25 Aconteceu que, indo Pedro a entrar, lhe
saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos
pés, o adorou.
26
Mas Pedro o levantou, dizendo:
Ergue-te, que eu também sou homem.
Ap 22.8 Eu, João, sou quem ouviu e viu estas
coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os
pés do anjo que me mostrou essas coisas, para
adorá-lo.
9
Então, ele me disse: Vê, não faças isso;
eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas,
e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a
Deus.

v. 26
Is 49.12 Eis que estes virão de longe, e eis que
aqueles, do Norte e do Ocidente, e aqueles outros,
da terra de Sinim.
Gl 3.28 Dessarte, não pode haver judeu nem grego;
nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher;
porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
Cl 3.11 no qual não pode haver grego nem judeu,
circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita,
escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.

Mt 15.22 E eis que uma mulher cananéia, que viera
daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi,
tem compaixão de mim! Minha filha está
horrivelmente endemoninhada.

v. 27
Mt 7.6 Não deis aos cães o que é santo, nem
lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que
não as pisem com os pés e, voltando-se, vos
dilacerem.
Mt 10:5 A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as
seguintes instruções: Não tomeis rumo aos gentios,
nem entreis em cidade de samaritanos;
Mt 15.23 Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E
os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe:
Despede-a, pois vem clamando atrás de nós.
24
Mas
Jesus respondeu: Não fui enviado senão às
ovelhas perdidas da casa de Israel.
25
Ela, porém,
veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!
26
Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o
pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
27
Ela,
contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os
cachorrinhos comem das migalhas que caem da

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9
mesa dos seus donos.
28
Então, lhe disse Jesus: Ó
mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como
queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou
sã.
At 22.21 Mas ele me disse: Vai, porque eu te
enviarei para longe, aos gentios.
Rm 15.8 Digo, pois, que Cristo foi constituído
ministro da circuncisão, em prol da verdade de
Deus, para confirmar as promessas feitas aos
nossos pais;
Ef 2.12 naquele tempo, estáveis sem Cristo,
separados da comunidade de Israel e estranhos às
alianças da promessa, não tendo esperança e sem
Deus no mundo.

v. 28
Sl 145.16 Abres a mão e satisfazes de
benevolência a todo vivente.
Is 45.22 Olhai para mim e sede salvos, vós, todos
os limites da terra; porque eu sou Deus, e não há
outro.
Is 49.6 Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo,
para restaurares as tribos de Jacó e tornares a
trazer os remanescentes de Israel; também te dei
como luz para os gentios, para seres a minha
salvação até à extremidade da terra.
Mt 5.45 para que vos torneis filhos do vosso Pai
celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus
e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.
Lc 7.6 Então, Jesus foi com eles. E, já perto da
casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer:
Senhor, não te incomodes, porque não sou digno
de que entres em minha casa.
7
Por isso, eu mesmo
não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda
com uma palavra, e o meu rapaz será curado.
8
Porque também eu sou homem sujeito à
autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e
digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem;
e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.
Lc 15.30 vindo, porém, esse teu filho, que
desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu
mandaste matar para ele o novilho cevado.
31
Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre
estás comigo; tudo o que é meu é teu.
32
Entretanto,
era preciso que nos regozijássemos e nos
alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto
e reviveu, estava perdido e foi achado.
At 11.17 Pois, se Deus lhes concedeu o mesmo
dom que a nós nos outorgou quando cremos no
Senhor Jesus, quem era eu para que pudesse
resistir a Deus?
18
E, ouvindo eles estas coisas,
apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo:
Logo, também aos gentios foi por Deus concedido o
arrependimento para vida.
Rm 3.29 É, porventura, Deus somente dos judeus?
Não o é também dos gentios? Sim, também dos
gentios,
Rm 10:12 Pois não há distinção entre judeu e
grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos,
rico para com todos os que o invocam.
Rm 15.8 Digo, pois, que Cristo foi constituído
ministro da circuncisão, em prol da verdade de
Deus, para confirmar as promessas feitas aos
nossos pais;
9
e para que os gentios glorifiquem a
Deus por causa da sua misericórdia, como está
escrito: Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e
cantarei louvores ao teu nome. Ef 2.12 naquele
tempo, estáveis sem Cristo, separados da
comunidade de Israel e estranhos às alianças da
promessa, não tendo esperança e sem Deus no
mundo.
13
Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que
antes estáveis longe, fostes aproximados pelo
sangue de Cristo.
14
Porque ele é a nossa paz, o
qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede
da separação que estava no meio, a inimizade,
Ef 3.8 A mim, o menor de todos os santos, me foi
dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho
das insondáveis riquezas de Cristo

v. 29
Is 57.15 Porque assim diz o Alto, o Sublime, que
habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo:
Habito no alto e santo lugar, mas habito também
com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o
espírito dos abatidos e vivificar o coração dos
contritos.
16
Pois não contenderei para sempre, nem
me indignarei continuamente; porque, do contrário,
o espírito definharia diante de mim, e o fôlego da
vida, que eu criei.
Is 66.2 Porque a minha mão fez todas estas coisas,
e todas vieram a existir, diz o SENHOR, mas o
homem para quem olharei é este: o aflito e abatido
de espírito e que treme da minha palavra.
Mt 5.3 Bem-aventurados os humildes de espírito,
porque deles é o reino dos céus.
Mt 8.9 Pois também eu sou homem sujeito à
autoridade, tenho soldados às minhas ordens e
digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem;
e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.
10
Ouvindo
isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam:
Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel
achei fé como esta.
11
Digo-vos que muitos virão do
Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa
com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.
12
Ao
passo que os filhos do reino serão lançados para
fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de
dentes.
13
Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e
seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma
hora, o servo foi curado.
1Jo 3.8 Aquele que pratica o pecado procede do
diabo, porque o diabo vive pecando desde o
princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus:
para destruir as obras do diabo.

v. 30
Jo 4.50 Vai, disse-lhe Jesus; teu filho vive. O
homem creu na palavra de Jesus e partiu.
51
Já ele
descia, quando os seus servos lhe vieram ao
encontro, anunciando-lhe que o seu filho vivia.
52
Então, indagou deles a que hora o seu filho se
sentira melhor. Informaram: Ontem, à hora sétima a
febre o deixou.

1Jo 3.8 Aquele que pratica o pecado procede do
diabo, porque o diabo vive pecando desde o
princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus:
para destruir as obras do diabo.

v. 31
Mc 7.24 Levantando-se, partiu dali para as terras
de Tiro e Sidom. Tendo entrado numa casa, queria
que ninguém o soubesse; no entanto, não pôde
ocultar-se,
Mt 15.29 Partindo Jesus dali, foi para junto do mar
da Galiléia; e, subindo ao monte, assentou-se ali.

Mc 5.20 Então, ele foi e começou a proclamar em
Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera; e todos se
admiravam.
Mt 4.25 E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia
e dalém do Jordão numerosas multidões o
seguiam.

v. 32
Mt 9.32 Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um
mudo endemoninhado.
33
E, expelido o demônio,
falou o mudo; e as multidões se admiravam,
dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel!
Lc 11.14 De outra feita, estava Jesus expelindo um
demônio que era mudo. E aconteceu que, ao sair o
demônio, o mudo passou a falar; e as multidões se
admiravam.

v. 33
Mc 5.40 E riam-se dele. Tendo ele, porém,
mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da
criança e os que vieram com ele e entrou onde ela
estava.
Mc 8.23 Jesus, tomando o cego pela mão, levou-o
para fora da aldeia e, aplicando-lhe saliva aos olhos
e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe: Vês alguma
coisa?
1Rs 17.19 Ele lhe disse: Dá-me o teu filho; tomou-o
dos braços dela, e o levou para cima, ao quarto,
onde ele mesmo se hospedava, e o deitou em sua
cama;
20
então, clamou ao SENHOR e disse: Ó
SENHOR, meu Deus, também até a esta viúva,
com quem me hospedo, afligiste, matando-lhe o
filho?
21
E, estendendo-se três vezes sobre o
menino, clamou ao SENHOR e disse: Ó SENHOR,
meu Deus, rogo-te que faças a alma deste menino
tornar a entrar nele.
22
O SENHOR atendeu à voz
de Elias; e a alma do menino tornou a entrar nele, e
reviveu.
2Rs 4.4 Então, entra, e fecha a porta sobre ti e
sobre teus filhos, e deita o teu azeite em todas
aquelas vasilhas; põe à parte a que estiver cheia.
5
Partiu, pois, dele e fechou a porta sobre si e sobre
seus filhos; estes lhe chegavam as vasilhas, e ela
as enchia.
6
Cheias as vasilhas, disse ela a um dos
filhos: Chega-me, aqui, mais uma vasilha. Mas ele
respondeu: Não há mais vasilha nenhuma. E o
azeite parou.
2Rs 4.33 Então, entrou, fechou a porta sobre eles
ambos e orou ao SENHOR.
34
Subiu à cama,
deitou-se sobre o menino e, pondo a sua boca
sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos
dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se
estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu.
Jo 9.6 Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo
com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego,
7
dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que
quer dizer Enviado). Ele foi, lavou-se e voltou
vendo.

v. 34
Mc 6.41 Tomando ele os cinco pães e os dois
peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e,
partindo os pães, deu-os aos discípulos para que
os distribuíssem; e por todos repartiu também os
dois peixes.
Jo 11.41 Tiraram, então, a pedra. E Jesus,
levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças
te dou porque me ouviste.
Jo 17.1 Tendo Jesus falado estas coisas, levantou
os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora;
glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a
ti,

Mc 8.12 Jesus, porém, arrancou do íntimo do seu
espírito um gemido e disse: Por que pede esta
geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta
geração não se lhe dará sinal algum.
Is 53.3 Era desprezado e o mais rejeitado entre os
homens; homem de dores e que sabe o que é
padecer; e, como um de quem os homens
escondem o rosto, era desprezado, e dele não
fizemos caso.
Ez 21.6 Tu, porém, ó filho do homem, suspira; à
vista deles, suspira de coração quebrantado e com

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10
amargura.
7
Quando te perguntarem: Por que
suspiras tu? Então, dirás: Por causa das novas.
Quando elas vêm, todo coração desmaia, todas as
mãos se afrouxam, todo espírito se angustia, e
todos os joelhos se desfazem em água; eis que
elas vêm e se cumprirão, diz o SENHOR Deus.
Lc 19.41 Quando ia chegando, vendo a cidade,
chorou
Jo 11.33 Jesus, vendo-a chorar, e bem assim os
judeus que a acompanhavam, agitou-se no espírito
e comoveu-se.
Jo 11.35 Jesus chorou.
Jo 11.38 Jesus, agitando-se novamente em si
mesmo, encaminhou-se para o túmulo; era este
uma gruta a cuja entrada tinham posto uma pedra.
Hb 4.15 Porque não temos sumo sacerdote que
não possa compadecer-se das nossas fraquezas;
antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa
semelhança, mas sem pecado.

Mc 5.41 Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!,
que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te!
Mc 15.34 À hora nona, clamou Jesus em alta voz:
Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus
meu, Deus meu, por que me desamparaste?

Mc 1.41 Jesus, profundamente compadecido,
estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica
limpo!
Lc 7.14 Chegando-se, tocou o esquife e, parando
os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando:
levanta-te!
Lc 18.42 Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua
vista; a tua fé te salvou.
Jo 11.43 E, tendo dito isto, clamou em alta voz:
Lázaro, vem para fora!
At 9.34 Disse-lhe Pedro: Enéias, Jesus Cristo te
cura! Levanta-te e arruma o teu leito. Ele,
imediatamente, se levantou.
At 9.40 Mas Pedro, tendo feito sair a todos, pondo-
se de joelhos, orou; e, voltando-se para o corpo,
disse: Tabita, levanta-te! Ela abriu os olhos e,
vendo a Pedro, sentou-se.

v. 35
Sl 33.9 Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e
tudo passou a existir.
Is 32.3 Os olhos dos que vêem não se ofuscarão, e
os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4
O
coração dos temerários saberá compreender, e a
língua dos gagos falará pronta e distintamente.
Is 35.5 Então, se abrirão os olhos dos cegos, e se
desimpedirão os ouvidos dos surdos;
6
os coxos
saltarão como cervos, e a língua dos mudos
cantará; pois águas arrebentarão no deserto, e
ribeiros, no ermo.
Mt 11.5 os cegos vêem, os coxos andam, os
leprosos são purificados, os surdos ouvem, os
mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo
pregado o evangelho.

v. 36
Mc 1.44 e lhe disse: Olha, não digas nada a
ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece
pela tua purificação o que Moisés determinou, para
servir de testemunho ao povo.
Mc 1.45 Mas, tendo ele saído, entrou a propalar
muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não
mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer
cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e
de toda parte vinham ter com ele.
Mc 3.12 Mas Jesus lhes advertia severamente que
o não expusessem à publicidade.
Mc 5.43 Mas Jesus ordenou-lhes expressamente
que ninguém o soubesse; e mandou que dessem
de comer à menina.
Mc 8.26 E mandou-o Jesus embora para casa,
recomendando-lhe: Não entres na aldeia.

v. 37
Mc 1.27 Todos se admiraram, a ponto de
perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma
nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos
espíritos imundos, e eles lhe obedecem!
Mc 2.12 Então, ele se levantou e, no mesmo
instante, tomando o leito, retirou-se à vista de
todos, a ponto de se admirarem todos e darem
glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!
Mc 4.41 E eles, possuídos de grande temor, diziam
uns aos outros: Quem é este que até o vento e o
mar lhe obedecem?
Mc 5.42 Imediatamente, a menina se levantou e
pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então,
ficaram todos sobremaneira admirados.

Mc 6.51 E subiu para o barco para estar com eles,
e o vento cessou. Ficaram entre si atônitos, Sl
139.14 Graças te dou, visto que por modo
assombrosamente maravilhoso me formaste; as
tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe
muito bem;
At 2.7 Estavam, pois, atônitos e se admiravam,
dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos
esses que aí estão falando?
8
E como os ouvimos
falar, cada um em nossa própria língua materna?
9
Somos partos, medos, elamitas e os naturais da
Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia,
10
da Frígia, da Panfília, do Egito e das regiões da
Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que
aqui residem,
11
tanto judeus como prosélitos,
cretenses e arábios. Como os ouvimos falar em
nossas próprias línguas as grandezas de Deus?
12
Todos, atônitos e perplexos, interpelavam uns aos
outros: Que quer isto dizer?
At 3.10 e reconheceram ser ele o mesmo que
esmolava, assentado à Porta Formosa do templo; e
se encheram de admiração e assombro por isso
que lhe acontecera.
11
Apegando-se ele a Pedro e a
João, todo o povo correu atônito para junto deles no
pórtico chamado de Salomão.
12
À vista disto, Pedro
se dirigiu ao povo, dizendo: Israelitas, por que vos
maravilhais disto ou por que fitais os olhos em nós
como se pelo nosso próprio poder ou piedade o
tivéssemos feito andar?
13
O Deus de Abraão, de
Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou
a seu Servo Jesus, a quem vós traístes e negastes
perante Pilatos, quando este havia decidido soltá-
lo.
At 14.11 Quando as multidões viram o que Paulo
fizera, gritaram em língua licaônica, dizendo: Os
deuses, em forma de homens, baixaram até nós.

Gn 1.31 Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era
muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
Lc 23.41 Nós, na verdade, com justiça, porque
recebemos o castigo que os nossos atos merecem;
mas este nenhum mal fez.

Êx 4.10 Então, disse Moisés ao SENHOR: Ah!
Senhor! Eu nunca fui eloqüente, nem outrora, nem
depois que falaste a teu servo; pois sou pesado de
boca e pesado de língua.
11
Respondeu-lhe o
SENHOR: Quem fez a boca do homem? Ou quem
faz o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego?
Não sou eu, o SENHOR?


8. Esboço

Tema: Dor de barriga eterna

1. O
1.1. Je
1.1.1. “
18
J
1.2. T
1.2.1. “P

2. P
2.1. I
2.1.1. “M
2.2. S
2.3. À
2.3.1. Ilustração: A

pastorjarbas@gmail.com
11
2.4. M
2.4.1. “
21
—F
2.5. A
2.5.1. “S
2.5.2. “m

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