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Aula 00

Curso: Direito Tributário p/ ICMS-MS - Ambos os cargos
Professor: Aluisio Neto
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AULA 00: Aula Demonstrativa


SUMÁRIO PÁGINA
Apresentação Inicial 01
Conteúdo do Curso 06
Cronograma do Curso e Informações Adicionais 09
Informações sobre o concurso e os cargos 14
Competência Tributária 1∀
Definição 1∀
Caracter∃sticas 22
Competência Legislati∋a 32
Classificação da Competência tributária 43
Bitributação e Bis in idem ∗3
Questões Propostas 6−
Gabarito 10∀
Bibliografia 109


Olá, amigo concurseiro e futuro ser∋idor da SEFAZ/MS!

Mais um grande concurso fiscal para 2013 foi lançado pela Secretaria da
Fazenda do Estado do Mato Grosso do Sul (SEFAZ/MS)! E para dois cargos! O
concurso será destinado ao preenchimento de ∋agas para os cargos de Fiscal
de Rendas Estaduais (FRE) e de Agente Tributário Estadual (ATE). Serão
oferecidas 20 va∀as para o car∀o de ∃RE e 40 para o car∀o de A∋E.
E ai, preparado para enfrentar a banca, ser apro∋ado e ir morar no Estado do
Mato Grosso do Sul (claro, para os que já não moram nele)≅ O melhor de
tudo Α que os candidatos poderão fazer as duas pro∋as, aumentando ainda
mais as chances de serem apro∋ados no certame, seja como FTE, seja como
ATE!
E Α com muito prazer e satisfação que ministro mais este curso onΒline no
site EstratΑgia, ∋oltado para o concurso da Secretaria da ∃azenda do
Estado do Mato Grosso do Sul, e para os seus dois car∀os. O curso ∋isa
trazer atΑ ∋ocê o conhecimento necessário para fazer uma boa pro∋a quanto
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Χ disciplina Direito Tributário, que engloba um conteúdo bastante e∆tenso e
de e∆trema importΕncia para a sua pro∋a e apro∋ação. Φamos in∋adir Campo
Grande, pessoal! Sem pena da banca!
Γosso curso Α destinado, indistintamente, a ajudar ∋ocê a enfrentar o direito
tributário, e∆igido na apro∋ação em ambos os cargos, sendo o curso ∋oltado
para qualquer um deles. Ou seja, nosso curso servir∗ tanto para aqueles
que estão se preparando para o car∀o de ∃iscal de Rendas Estaduais
(∃RE− quanto para o de A∀ente ∋ribut∗rio Estadual (A∋E−. Faremos um
sΗ curso!
A banca escolhida para realizar o concurso não Α nada popular. Ela será
composta pela Secretaria de Estado de Administração em conjunto com a
Secretaria de Estado de Fazenda. Logo, questões de pro∋as passadas não
e∆istem.
Como ∋eremos logo adiante, o conteúdo, alΑm de grande, trata de assuntos
os mais ∋ariados poss∃∋eisΙ desde a competência tributária, que ∋eremos na
aula de hoje e que todo candidato ao cargo de fiscal já está acostumado, atΑ
temas como a suspensão da e∆igibilidade do crΑdito tributário.
Assim, começar ϑpra ∋alerΚ os estudos, ou aprofundar o que já foi estudado, Α
de fundamental importΕncia para lograr ê∆ito em um concurso da Λrea Fiscal,
ainda mais tão dif∃cil, concorrido e disputado quanto o do SEFAZ/MS. Gente
de todo canto do Brasil irá in∋adir Campo Grande atrás da sua tão sonhada
∋aga!
Certamente a concorrência será da melhor qualidade poss∃∋el. E ∋ocê, amigo
concurseiro, tem que estar preparado para enfrentar um certame que e∆igirá
bastante conhecimento, e de disciplinas as mais ∋ariadas poss∃∋eis.
Para ambos os car∀os, serão cobradas as disciplinas Direito Tributário I e
Direito Tributário II. Logo a seguir ∋eremos a distribuição das questões no
total daquelas que estarão presentes em sua pro∋a, caro aluno,
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principalmente o número de questões que abordarão a disciplina objeto do
nosso curso e o peso em relação Χs demais questões.
Γo edital regulador do concurso, o Edital nΜ 1/2013 Ν SAD/SEFAZ, de 31 de
outubro de 2013, a ementa da disciplina Α igual em ambos os cargos,
possuindo os seguintes temas a serem abordados em pro∋aΙ
DIREI∋O ∋RIBU∋ÁRIO
• TributoΙ conceito e classificação (impostos, ta∆as, contribuições de
melhoria, emprΑstimos compulsΗrios e contribuições di∋ersas).
• Γormas gerais de direito tributárioΙ legislação tributária (Constituição,
emendas Χ Constituição, leis complementares, leis ordinárias, medidas
pro∋isΗrias, leis delegadas, decretos legislati∋os, resoluções do Senado
Federal, decretos e normas complementares)Ο
• Φigência e aplicação da legislação tributáriaΟ interpretação e integração da
legislação tributária.
• Obrigação tributária principal e acessΗriaΟ hipΗtese de incidência e fato
gerador da obrigação tributáriaΟ
• Sujeição ati∋a e passi∋aΟ
• SolidariedadeΟ
• Capacidade tributáriaΟ
• Domic∃lio tributário.
• Responsabilidade tributáriaΙ conceitoΟ responsabilidades dos sucessoresΟ
responsabilidade de terceirosΟ substituição tributáriaΟ responsabilidades
por infrações.
• CrΑdito tributárioΙ conceitoΟ constituiçãoΟ lançamento (modalidades de
lançamentoΟ hipΗtese de alteração do lançamento)Ο
• Suspensão da e∆igibilidade do crΑdito tributárioΟ
• E∆tinção do crΑdito tributárioΟ
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• E∆clusão do crΑdito tributárioΟ
• Garantias e pri∋ilΑgios do crΑdito tributário.
• Administração tributáriaΙ caracter∃sticas, prerrogati∋as, fiscalizaçãoΟ d∃∋ida
ati∋aΟ certidões negati∋as.
• Sistema Tributário ΓacionalΙ princ∃pios geraisΟ
• Regime especial de tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno
Porte (Lei Complementar Federal 123/2006)Ο
• Limitações ao poder de tributarΟ
• Tributos de competência da Πnião (impostos, ta∆as, contribuições de
melhoria, emprΑstimos compulsΗrios e contribuições di∋ersas)Ο
• Tributos de competência dos Estados e do Distrito Federal (impostos,
ta∆as, contribuições de melhoria, contribuições para custeio do regime
pre∋idenciário)Ο
• Tributos de competência dos Munic∃pios e do Distrito Federal (impostos,
ta∆as, contribuições de melhoria, contribuições para custeio do regime
pre∋idenciário e contribuição para custeio do ser∋iço de iluminação
pública)Ο
• Repartição das receitas tributárias.
• ICMS nas operações interestaduais e nas e∆portações e importações (Lei
Complementar Federal ∀−/96 com alterações).
Em ambos os casos, como comentei, os programas são quase iguaizinhos. Ou
seja, estudando para um se está estudando para os dois.
E qual a quantidade de questões de cada disciplina≅ E os seus pesos≅
Quantas pro∋as serão≅ Φeremos isso no prΗ∆imo item da aula, onde iremos
apresentar o quadro de questões, pesos respecti∋os e total de pontos por
pro∋a e no conjunto de pro∋as.
Das 160 questões presentes no concurso, 1∗ ∋ersão sobre Direito Tributário,
em ambos os cargos (FTE e ATE). Ou seja, 9,37% das questões virão
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dessa única matéria a ser ∋ista no nosso curso. Sabe uma coisa bem
interessante quanto a essa matΑria≅ Γossa matΑria terá peso 04, ou seja, 60
dos ∗−0 pontos do total da pro∋a ∋irão de direito tributário (10,∗0Θ)!
Acho que já deu para sentir um pouco da importΕncia dessa matΑria, não Α,
caro aluno≅ Diante do grande conteúdo e de sua grande importΕncia para a
sua apro∋ação, Α indispensá∋el a objetividade no trato da matéria a ser
estudada. E a isso Α o que se propõe o curso. Espero trazer a matΑria
abordada da forma mais objeti∋a e clara poss∃∋el, na esperança de poder
ajudáΒlo na sua preparação para esse certame, que Α bastante atrati∋o, tanto
em termos profissionais quanto em termos remuneratΗrios.
Φamos ao conteúdo do nosso curso, muito embora ele já tenha sido
apresentado anteriormente. Em frente!

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Conteúdo do curso

O conteúdo a ser ∋isto no nosso curso será o e∆pressamente pre∋isto no
edital regulador do concurso, e conterá os seguintes temas e normati∋osΙ
• TributoΙ conceito e classificação (impostos, ta∆as, contribuições de
melhoria, emprΑstimos compulsΗrios e contribuições di∋ersas).
• Γormas gerais de direito tributárioΙ legislação tributária (Constituição,
emendas Χ Constituição, leis complementares, leis ordinárias, medidas
pro∋isΗrias, leis delegadas, decretos legislati∋os, resoluções do Senado
Federal, decretos e normas complementares)Ο
• Φigência e aplicação da legislação tributáriaΟ interpretação e integração da
legislação tributária.
• Obrigação tributária principal e acessΗriaΟ hipΗtese de incidência e fato
gerador da obrigação tributáriaΟ
• Sujeição ati∋a e passi∋aΟ
• SolidariedadeΟ
• Capacidade tributáriaΟ
• Domic∃lio tributário.
• Responsabilidade tributáriaΙ conceitoΟ responsabilidades dos sucessoresΟ
responsabilidade de terceirosΟ substituição tributáriaΟ responsabilidades
por infrações.
• CrΑdito tributárioΙ conceitoΟ constituiçãoΟ lançamento (modalidades de
lançamentoΟ hipΗtese de alteração do lançamento)Ο
• Suspensão da e∆igibilidade do crΑdito tributárioΟ
• E∆tinção do crΑdito tributárioΟ
• E∆clusão do crΑdito tributárioΟ
• Garantias e pri∋ilΑgios do crΑdito tributário.
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• Administração tributáriaΙ caracter∃sticas, prerrogati∋as, fiscalizaçãoΟ d∃∋ida
ati∋aΟ certidões negati∋as.
• Sistema Tributário ΓacionalΙ princ∃pios geraisΟ
• Regime especial de tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno
Porte (Lei Complementar Federal 123/2006)Ο
• Limitações ao poder de tributarΟ
• Tributos de competência da Πnião (impostos, ta∆as, contribuições de
melhoria, emprΑstimos compulsΗrios e contribuições di∋ersas)Ο
• Tributos de competência dos Estados e do Distrito Federal (impostos,
ta∆as, contribuições de melhoria, contribuições para custeio do regime
pre∋idenciário)Ο
• Tributos de competência dos Munic∃pios e do Distrito Federal (impostos,
ta∆as, contribuições de melhoria, contribuições para custeio do regime
pre∋idenciário e contribuição para custeio do ser∋iço de iluminação
pública)Ο
• Repartição das receitas tributárias.
• ICMS nas operações interestaduais e nas e∆portações e importações (Lei
Complementar Federal ∀−/96 com alterações).
Γosso curso apenas não abrangerá o item relati∋o Χ lei complementar nΜ ∀−,
de 1996, uma ∋ez que esse tema será melhor ∋isto na disciplina legislação
tributária. Caso queiram ∋isualizar o nosso curso de legislação tributária
espec∃fica para o Estado do Mato Grosso do Sul, tambΑm suficiente para as
disciplinas de Legislação tributária cobrada no concurso em ambos os cargos,
cobrindo todo o edital regulador do concurso, basta acessar o linΡ abai∆o e
conferir a nossa aula demonstrati∋aΙ
httpΙ//ΣΣΣ.estrategiaconcursos.com.br/curso/legislacaoΒtributariaΒestadualΒ
pΒicmsΒmsΒambosΒosΒcargosΒ34∀9/

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Outra importante matΑria presente no edital Α a relati∋a ao Processo
Administrati∋o Tributário, que será responsá∋el, em ambos os cargos, por 10
questões das pro∋as, tendo ainda peso 0∗, ou seja, ∗0 pontos. Caso queiram
∋ir estudar conosco essa outra importante matΑria na sua apro∋ação, segue o
linΡ do nosso curso, que já está bombando tambΑm, juntamente com
Legislação Tributária EstadualΙ
httpΙ//ΣΣΣ.estrategiaconcursos.com.br/curso/processoΒadministrati∋oΒ
tributarioΒpΒicmsΒmsΒambosΒosΒcargosΒ3∗1−/
Será um prazer têΒlo como aluno nas três turmas, contribuindo para a sua
apro∋ação com um pouco do nosso conhecimento. Faremos o melhor poss∃∋el
para sermos objeti∋os e trazer somente aquilo que tem potencial de ser
cobrado em sua pro∋a nos dias 16 e 23 de fe∋ereiro de 2014! Espartanos,
beijem suas mulheres!
Γo prΗ∆imo item, ∋eremos o nosso cronograma de aulas e algumas outras
informações! Φamos em frente!
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Crono∀rama do Curso e Informações Adicionais

Feitas as apresentações iniciais, ∋amos ao que interessaΙ como será o nosso
curso onΒline, carga horária, assuntos a serem abordados, entre outros.
Entretanto, fico aberto a sugestões para que possamos melhorar e adequar
o curso para o melhor aprendizado poss∃∋el.
Γosso curso será organizado em 14 aulas, já contando essa aula
demonstrati∋a, di∋ididas da seguinte formaΙ
Aula 00 Competência Tributária Β
Aula 01
TributoΙ definição e espΑcies Β impostos,
ta∆as, contribuição de melhoria, emprΑstimos
compulsΗrios, contribuições especiais
12/11/2013
Aula 02 Princ∃pios Constitucionais Tributários 20/11/2013
Aula 03 Imunidades Tributárias 2∀/11/2013
Aula 04
Legislação tributária (Constituição, emendas Χ
Constituição, leis complementares, leis
ordinárias, medidas pro∋isΗrias, leis
delegadas, decretos legislati∋os, resoluções do
Senado Federal, decretos e normas
complementares)
03/12/2013
Aula 0∗
MΑtodos de interpretação. Φigência, aplicação,
interpretação e integração da legislação
tributária. Interpretação sistemática,
teleolΗgica e outras.
0∀/12/2013
Aula 06
Obrigação Tributária Principal e AcessΗria /
Fato Gerador da Obrigação Tributária /
Sujeição Ati∋a e Passi∋a. Solidariedade.
Capacidade Tributária / Domic∃lio Tributário
1∗/12/2013
Aula 0−
Responsabilidade solidária, responsabilidade
de terceiros, responsabilidade por infrações.
22/12/2013
Aula 0∀
CrΑdito Tributário. Conceito / Constituição do
CrΑdito Tributário / Lançamento. Modalidades
de Lançamento / ΤipΗteses de alteração do
lançamento
29/12/2013
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Aula 09 Suspensão e e∆clusão do crΑdito tributário. 0−/01/2014
Aula 10
E∆tinção do CrΑdito tributário

1∗/01/2014
Aula 11
Administração TributáriaΙ Fiscalização, D∃∋ida
Ati∋a, Certidões Γegati∋as / Garantias e
Pri∋ilΑgios do CrΑdito tributário
22/01/2014
Aula 12
Impostos dos Estados / SIMPLES Γacional (LC
nΜ 123/06)
29/01/2014
Aula 13
Impostos da Πnião / Impostos dos Munic∃pios
/ Repartição das Receitas Tributárias
0−/02/2014

Cada aula será disponibilizada no site conforme cronograma acima. Cada
aula será composta pelo conteúdo proposto acima e por uma lista de
questões acompanhada do respecti∋o gabarito, que au∆iliarão na
memorização e fi∆ação dos pontos mais importantes e que de∋em ser
le∋ados para a pro∋a. Para tanto, trarei questões de pro∋as de concursos
anteriores.
Ao final das nossas prΗ∆imas doze aulas, espero preparáΒlo para fazer uma
boa pro∋a de direito tributário, abordando os temas e assuntos mais
importantes e que estarão presentes na sua pro∋a, caro aluno. Fico na
esperança de poder contribuir com o pouco do meu conhecimento para a
sua apro∋ação nesse concorrido certame estadual.
Antes de iniciarmos essa aula demonstrati∋a, peço um pequeno espaço para
fazer uma rápida apresentação pessoal e contar um pouco da minha histΗria
como concurseiro.
Meu nome Α Aluisio de Andrade Lima Γeto, sou pernambucano ϑda gemaΚ,
apai∆onado por meu Estado e por tudo que nasce nele ou dele pro∋Αm. Falo
o∆ênte, mainha, Ricifi e cumpadre, como todo bom e autêntico
pernambucano. Tenho muito orgulho de dizer que pertencem Χ minha terra
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o Galo da Madrugada, a praia de Porto de Galinhas, o fre∋o que sΗ Α
cantado lá, Olinda, Petrolina, Capiba, Lampião, Luiz Gonzaga e tantos outros
∃cones que identificam Pernambuco em qualquer lugar do nosso imenso
ϑBrazilzãoΚ. Conto 31 anos de idade e sou Engenheiro ElΑtrico de
Telecomunicações, formado pela Escola PolitΑcnica da Πni∋ersidade de
Pernambuco, tendo conclu∃do o curso no fim do ano de 2006.
Apesar de ser formado em Engenharia, nunca cheguei a e∆ercer a profissão,
nem mesmo como estagiário. O moti∋o Α simplesΙ ∋irei concurseiro ainda no
6Μ per∃odo da faculdade, em 2004. Esta∋a muito longe para desistir e
começar um curso menor e ϑmenos dif∃cilΚ, então, a solução foi acabar o
que eu já fazia e conseguir meu diploma. Desde então, ∋i∋i quase que
apenas para os concursos. E não me arrependi um sΗ segundo disso.
Felizmente tomei a decisão e o rumo certo para a minha ∋ida. Sempre digo
que engenharia Α muito bonita, desafiadora, mas nunca seria feliz como
engenheiro. ParabΑns aos que a adotaram como profissão!
Como ha∋ia dito, comecei minha ϑcarreiraΚ de concurseiro em 2004, com o
concurso do MPΠ. Desde então fiz concurso para os mais ∋ariados cargos e
Ηrgãos, como, por e∆emplo, IΓCRA, AΓTT, ΠFPE, AΓTAQ, AFTMΒΓatal,
AFTMΒTeresina, DΓIT, SERPRO, MPΒPE, TΥΒPE, TREΒPB, IBGE, MPΠ
(no∋amente), Petrobras, STΓ, CGΠ, MDIC, MTE e finalmente para a RFB. Sei
que essa lista poderia ter mais Ηrgãos, mas não consegui lembrar todos
eles. E certamente ainda e∆istem muitos outros.
Consegui ser apro∋ado pela primeira ∋ez e e∆ercer o cargo apenas em
2006, como TΑcnico em Redes, do SERPRO. Ainda em 2006, fui apro∋ado
para o cargo de TΑcnico Ministerial Ν Administrati∋o, do MinistΑrio Público de
Pernambuco, ficando no ςrgão atΑ o inicio de 2009, quando fui no∋amente
apro∋ado em outro concurso público. Dessa ∋ez, para o cargo de Analista de
ComΑrcio E∆terior (ACE), do MinistΑrio do Desen∋ol∋imento, Indústria e
ComΑrcio E∆terior (MDIC), dei∆ando minha querida e bela Recife e indo
morar em Bras∃lia, a capital de todos os brasileiros. Fui apro∋ado tambΑm
para os cargos de TΑcnico em InfraΒestrutura de Transportes Terrestres, da
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AΓTTΟ Analista, da PetrobrasΟ e Auditor Fiscal de Tributos Municipais, da
Prefeitura de Γatal, mas não cheguei a assumir em nenhum deles.
Atualmente e∆erço o cargo de Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil
(AFRFB), tendo sido apro∋ado no último concurso realizado em 2009, na
posição 24∗Μ. Estou lotado atualmente na Delegacia da Receita Federal em
Feira de Santana, no bel∃ssimo Estado da Bahia.
Posso dizer, sem receio, que hoje sou realizado profissionalmente e
bastante satisfeito com meu trabalho e por ser ser∋idor público, ainda mais
de um Ηrgão tão ∋ital para o meu pa∃s e para os brasileiros. Sei que esse
será o sentimento a ser percebido por todos ∋ocês, amigos e alunos, ao se
tornarem ser∋idores da Fazenda do Estado do Mato Grosso do Sul, em
breve.
Ao passar para AFRFB, consegui, em três anos, alcançar meu objeti∋o
traçado em janeiro de 200−, quando acabei a faculdade definiti∋amente e
decidi estudar e∆clusi∋amente para a Receita Federal. Dei∆ei de lado a
ϑtática fazer todos que abriremΚ. Quando resol∋i estudar apenas para um
concurso, estabelecendo foco e disciplina, comecei a ser apro∋ado, trocando
o ϑquaseΚ pelo ϑatΑ que enfimΚ. Com isso, ganhei tranquilidade e
estabilidade para seguir o caminho que le∋aria atΑ a tão sonhada ∋aga no
cargo de AFRFB.
Assim, dei∆o minha e∆periência como concurseiro de longas datas,
aconselhando a todos estabelecer um foco, acreditarem que ∋ai dá certo e
estudar. Estudar muito! Grandes conquistas exi∀em ∀randes preços. E
tenho certeza que ao final da empreitada, tudo ∋alerá a pena! Assim como
∋aleu para mim. Todo centa∋o ou minuto in∋estido retornará. E com a
diferença de ter uma bela quantia no contracheque todo mês.
Terminada essa con∋ersa inicial, ∋amos Χ nossa aula demonstrati∋a. Γesta,
trarei a competência tributária, uma tema bastante solicitado e muito
importante para o entendimento de outros temas dentro do direito
tributário. Γessa nossa aula demonstrati∋a ∋eremos um pouco do que será
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o nosso curso. Antes, queria falar sobre as questões de concursos
anteriores or∀anizados pela banca or∀anizadora.
Como muito de∋em saber, nossa banca não está entre as mais tradicionais
bancas organizadoras de concurso do nosso pa∃s. Confesso que, atΑ a
publicação desse edital, eu nem sabia que a mesma e∆istia.
Desse modo, teremos que ϑadotarΚ uma banca como bancaΒmodelo para as
questões, escolhendo aquela que mais pode se adequar ao estilo da banca.
Γa minha opinião, seguir as questões da FCC já está de bom tamanho para
a banca que organizará o concurso do Estado do Mato Grosso do Sul.
Entretanto, nossa aula será recheada com muitas outras questões de outras
bancas, para aprofundar ainda mais o seu conhecimento e assimilação do
conteúdo apresentado. Mas, repito, adotarei a FCC como nossa madrinha no
quesito estilo de questões, oΡ≅ em regra, teremos questões dessa banca.


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Informações sobre o concurso e os car∀os

Γesse item da aula trarei algumas informações importantes e básicas sobre
o concurso que teremos pela frente. São elasΙ
• BancaΙ será formada pela Secretaria de Estado de Administração em
conjunto com a Secretaria de Estado de FazendaΟ
• Quantidade de ∋agasΙ 20 para o cargo de Fiscal de Rendas Estaduais
e 40 para o cargo de Agente Tributário EstadualΟ
• O Concurso Público de Pro∋as Β SAD/SEFAZ/2013 será realizado em
Campo Grande/MSΟ
• Entre outros requisitos para in∋estidura n cargo, temos a formação
superior em qualquer curso de graduaçãoΟ
• Aos candidatos com deficiência, apro∋ados em todas as fases do
Concurso Público, será reser∋ado o percentual de ∗Θ das ∋agas
oferecidas, desde que a deficiência seja compat∃∋el com o e∆erc∃cio
das atribuições do cargoΟ
• As inscrições serão realizadas, e∆clusi∋amente, ∋ia ϑInternetΚ, no
per∃odo de 4 de no∋embro a 14 de no∋embro de 2013, e no endereço
EletrΩnico do ConcursoΙ ΣΣΣ.concurso.ms.go∋.brΟ
• Ta∆a de InscriçãoΙ RΞ 14∗,92Ο
• A relação dos candidatos inscritos será di∋ulgada no Diário Oficial do
Estado Β DOE, no endereço ΣΣΣ.imprensaoficial.ms.go∋.br e
disponibilizada, ∋ia Internet, no site ΣΣΣ.concurso.ms.go∋.br.
• O Concurso Público de Pro∋asΒ SAD/SEFAZ/2013 constará das
seguintes fasesΙ
a) 1ª ∃ase - Prova Escrita Objetiva, de caráter eliminatΗrio e
classificatΗrio, realizada em duas etapasΙ
Etapa I Β Pro∋a Escrita Objeti∋a Β Conhecimento BásicoΟ
Etapa II Β Pro∋a Escrita Objeti∋a Β Conhecimento Espec∃fico.
b) 2ª ∃ase - Investi∀ação Social, de caráter eliminatΗrio.

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• Quadro Demonstrati∋o da pro∋a objeti∋a para os dois cargosΙ


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• Data das pro∋as objeti∋asΙ
• Para o car∀o de ∃∋E: ambas as provas serão realizadas em 16
de fevereiro de 2014, sendo a prova da Etapa I no período
matutino e a da Etapa II no período ≅espertinoΑ
• Para o car∀o de A∋E: ambas as provas serão realizadas em 23
de fevereiro de 2014, sendo a prova da Etapa I no período
matutino e a da Etapa II no período ≅espertinoΟ
• Será considerado apro∋ado na Pro∋a Escrita Objeti∋a o candidato que
obti∋er na Etapa I, no m∃nimo, 40Θ (quarenta por cento) e, na Etapa
II, no m∃nimo 60Θ (sessenta por cento) do total de pontos
ponderados estabelecidos para todas as matΑrias, sendo que, em
cada uma das matΑrias que compõem as pro∋as, o candidato não
poderá obter ϑ0Κ (zero)Ο
• O candidato será repro∋ado na Pro∋a Escrita Objeti∋a se obti∋er
pontuação inferior a 40Θ (quarenta por cento) na Etapa I e inferior a
60Θ (sessenta por cento) na Etapa II, do total de pontos ponderados
obtidos nas matΑrias, e ainda se obti∋er ϑ0Κ (zero) em qualquer das
matΑrias da Pro∋a, ainda que o somatΗrio em cada etapa seja igual ou
superior a 40Θ (quarenta por cento) ou 60Θ (sessenta por cento),
respecti∋amenteΟ
• Carga ΤoráriaΙ 40 horas semanaisΟ
• ≅encimento-base do ∃∋E: RΒ 10Χ∆∆3,32Α
• Descrição sumárias das ati∋idades desen∋ol∋idas por uma FTEΙ
E∆ecutar, pri∋ati∋amente, ati∋idades en∋ol∋endo o planejamento,
organização, coordenação, a∋aliação, controle e e∆ecução das ações
relacionadas Χ fi∆ação, arrecadação e fiscalização de tributos (Lei n.
2.∗99/02)Ο e, em relação ao ICMS, e∆ecutar pri∋ati∋amente auditorias
fiscais e demais procedimentos de fiscalização em estabelecimentos, e
concorrentemente, quando se tratar de mercadorias em trΕnsito (Lei
n. 1.∀10/9−)Ο

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• ≅encimento-base do A∋E: RΒ 6Χ661,Ε7Α
• Descrição sumárias das ati∋idades desen∋ol∋idas por uma ATEΙ
E∆ecutar, pri∋ati∋amente, ati∋idades en∋ol∋endo o planejamento,
organização, coordenação, a∋aliação, controle e e∆ecução das ações
relacionadas Χ fi∆ação, arrecadação e fiscalização de tributos (Lei n.
2.∗99/02)Ο e, em relação ao ICMS, e∆ecutar a fiscalização de
mercadorias em trΕnsito (Lei n. 1.∀10/9−).
Feitos os esclarecimentos, ∋amos Χ aula! Bons estudos!
Grande abraço e tudo de bom!

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CompetΦncia ∋ribut∗ria

Γessa aula demonstrati∋a estudaremos os seguintes tΗpicos relati∋os Χ
competência tributária dos Entes Federati∋os pre∋istos na Constituição
Federal de 19∀∀Ι
DefiniçãoΟ
Caracter∃sticasΟ
Competência Legislati∋aΟ
Classificação da Competência TributáriaΟ
Bitributação e ϑBis in idemΚ.

Definição

A competência tributária pode ser definida como o poder conferido pela
Constituição Federal de 19∀∀ (CF/∀∀) Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito
Federal e aos Munic∃pios (e somente estes entes federati∋os) para que
instituam os tributos nela pre∋istos, atendendo ao processo legislati∋o contido
no te∆to constitucional.
Cada Ente Federati∋o, em razão da competência tributária a ele conferida,
poderá instituir os tributos e∆pressamente outorgados no te∆to constitucional,
possuindo cada um deles poderes privativos, não podendo, e∆ceto nos
casos e∆pressamente pre∋istos na CF/∀∀, serem in∋adidos pela competência
tributária atribu∃da a outro Ente.
Ao definir a competência tributária, a CF/∀∀ delimitou o campo de incidência
de cada tributo a ser criado pelos entes federati∋os, impedindo a in∋asão da
competência de um ente pelos demais.
Πm ponto muito importante que costuma pegar candidatos menos desatentos
de∋e ser repetidoΙ a CF/∀∀ NΓO CRIA NENΗUM ∋RIBU∋O, APEΓAS
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OΠTORGA COMPETΨΓCIA PARA QΠE CADA EΓTE, POR MEIO DE SΠAS
PROPRIAS LEIS IΓTERΓAS, CRIEM OS TRIBΠTOS PREΦISTOS
EΖCLΠSIΦAMEΓTE EM SΠA COMPETΨΓCIA TRIBΠTΛRIA COΓSTITΠCIOΓAL.
A competΦncia tribut∗ria Α, assim, a aptidão pri∋ati∋a constitucionalmente
conferida para criar tributos, decorrendo diretamente do princ∃pio do
federalismo, em que cada ente possui competências que lhes são prΗprias.
Somente o ente competente para criar ou instituir determinado tributo por
meio de sua legislação interna Α tambΑm competente para editar normati∋os
regulando o tributo, ressal∋ados os casos pre∋istos na prΗpria CF/∀∀, como,
por e∆emplo, o de normas gerais, a serem editadas pela Πnião. Essa pre∋isão
será ∋ista mais adiante no curso.
Φeja agora uma questão cobrada pela ΦΠΓESP.


(FCC - 1997 - SEFAZ-SP - Agente Fiscal de Rendas - ICMS)
Competência tributária é
a) a aptidão constitucional outorgada à União Federal, aos Estados, ao
Distrito Federal e aos Municípios para instituírem tributos.
b) o direito, previsto na Constitui∀ão, da União, dos Estados, dos Municípios e
dos Territ∃rios instituírem tributos.
c) a faculdade conferida às sociedades de economia mista para recolher
tributos dos particulares.
d) o direito ∋ue os Bancos têm para recolher tributos dos particulares.
e) a capacidade financeira do poder público.
Como acabamos de ∋er, a competência tributária Α a aptidão constitucional
conferida apenas aos Entes pol∃ticos da nossa federação (Πnião, Estados, DF e
Munic∃pios) para a instituição dos tributos pre∋istos na carta federal de 19∀∀.
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Essa atribuição, assim, não foi conferida aos TerritΗrios, uma ∋ez que os
mesmos não detêm competência tributária, o mesmo acontecendo com as
sociedades de economia mista e os bancos.
Assim, resta como correta a alternati∋a "a", gabarito da questão.


Φeja agora tambΑm uma pequena asserti∋a de pro∋a quanto ao que acabei de
falar.


(ESAF/RFB/AFRFB/2005) ∗ pessoa política ∋ue detém a competência
tributária para instituir o imposto também é competente para aumentá-lo,
diminuí-lo ou mesmo conceder isen∀ões, observados os limites constitucionais
e legais.
Como ∋imos acima, apenas o ente competente para instituir o tributo poderá
dispor sobre assuntos a ele relati∋os, e∆ceto em relação Χqueles
e∆pressamente pre∋istos na CF/∀∀. Entretanto, o aumento e a diminuição do
tributo, bem como a isenção, são temas espec∃ficos relati∋os a um tributo,
de∋endo ser concedido por lei do prΗprio ente competente para a instituição.
Assim, resta correta a asserti∋a apresentada.


Por sua ∋ez, a competência tributária está DIRE∋AMEN∋E RELACIONADA Ι
COMPE∋ϑNCIA LEGISLA∋I≅A, ΚUAL SEΛA, O PODER DE EDI∋AR LEIS.
Todo e qualquer tributo de∋e ser criado por meio de lei ou instrumento
normati∋o que faça as ∋ezes de lei, tendo a mesma força normati∋a desta.
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Assim, a competência está relacionada a uma caracter∃stica de natureza
política, uma ∋ez que e∆iste o poder de editar leis definidoras do tributo.
Por fim, temos que a destinação le∀al a ser dada ao produto da
arrecadação tribut∗ria não altera, em nenΜuma ΜipΝtese, a
competΦncia tribut∗ria atribuída a um ente político. E∆pliquemos
melhor.
A CF/∀∀, em seus artigos 1∗− a 1∗9, definiu a repartição das competências
tributárias, dispondo que o produto da arrecadação dos entes maiores seja
distribu∃do com os entes menores. Assim, por e∆emplo, temos que o produto
total da arrecadação do imposto sobre a renda (IR) pago pelos ser∋idores
públicos estaduais e municipais será destinado aos cofres estaduais ou
municipais, respecti∋amente, não cabendo nenhum centa∋o sequer Χ Πnião,
ainda que sendo este um imposto pre∋isto em sua competência tributária.
Ainda que diante dessa situação, toda e qualquer regulação legal de matΑria
relati∋a ao IR será de competência tributária e∆clusi∋a da Πnião, nada sendo
ϑtomadoΚ pelos demais entes.
Assim, a competência tributária independe da forma como se dará a
repartição da respecti∋a receita do tributo.
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Características

A competência tributária possui caracter∃sticas muito importantes e que
de∋em ser bem memorizadas por ∋ocê, caro aluno. Φamos a cada uma delasΙ
⊗ Indele∀∗vel a competência atribu∃da pela CF/∀∀, e somente por
esta, não pode ser transferida a nenhum outro Ente federati∋o, seja por
qual for o meio ou acordo. Πma ∋ez atribu∃da a competência tributária
aos Munic∃pios para a instituição, por e∆emplo, do Imposto sobre
Operações de Qualquer Γatureza Β ISS (Artigo 1∗6, III, da CF/∀∀),
somente o Munic∃pio poderá institu∃Βlo (ou não, caso não queira), não
podendo a Πnião e os Estados e o DF ϑfurtarΚ a competência municipal,
muito embora o DF tambΑm possua a competência para a instituição do
ISS.
Por sua ∋ez, a caracter∃stica da indele∀abilidade nada tem a ver
com a possibilidade de atribuição das funções de arrecadar ou
fiscalizar tributos, ou de executar leis, serviços, atos ou decisões
administrativas em matéria tribut∗ria, do ente competente para a
instituição do tributo para outra pessoa jur∃dica de direito público.
As funções de arrecadar e fiscalizar tributos estão compreendidos na
chamada capacidade tribut∗ria ati∋a, a qual Α oriunda da competência
tributária. A capacidade tributária será estudada com mais detalhes em aula
posterior.
Determinado ente federati∋o municipal (o Munic∃pio de São Paulo, por
e∆emplo) poderá instituir o imposto sobre a propriedade predial e territorial
urbana (IPTΠ), definir os elementos que definem e caracterizam o tributo,
proceder Χ sua fiscalização e, por consequência, Χ sua arrecadação. Se ele
institui, ele tambΑm possui a competência tributária para arrecadar e
fiscalizar, bem como de e∆ecutar leis, atos, ser∋iços ou decisões
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administrati∋as em matΑria tributária relati∋a a esse tributo. O mesmo ∋ale
para os demais tributos pre∋istos na sua competência tributária.
PorΑm, nada impede que o determinado ente atribua, a outra pessoa jur∃dica
de direito público, as funções descritas acima, EΟCE∋O A DE INS∋I∋UIR
O ∋RIBU∋O, que, como ∋imos, Α indelegá∋el.
−Poxa, professor. Mas o senhor acabou de dizer ∋ue um ente não pode
instituir tributo pertencente à competência tributária de outro ente, mas pode
fazer tudo mais relativo ao tributo. ∗ssim fica difícil entender.¨
∴, caro aluno. Mas Α isso mesmo. E∆ceto quanto Χ função de instituir tributos,
todas as demais funções podem ser delegadas a OΠTRO EΓTE DE DIREITO
PÚBLICO. Atente bem. Tudo isso não foi eu que in∋entei, está tudo no CTΓ.
ΦejaΙ
−∗rt. 7º ∗ competência tributária é indelegável, salvo
atribui∀ão das fun∀ões de arrecadar ou fiscalizar tributos, ou
de executar leis, servi∀os, atos ou decisões administrativas
em matéria tributária, conferida por uma pessoa jurídica de
direito público a outra, nos termos do § 3º do artigo 18 da
Constitui∀ão.¨
A competência tributária permaneceu intoc∗vel, como determina a CF/∀∀.
Tudo o mais pertence Χ capacidade tributária ati∋a, essa, sim, DELEGΛΦEL.
Mais uma ∋ez repitoΙ a capacidade tributária se refere, como falamos
anteriormente, ao poder de arrecadar, fiscalizar e cobrar tributos, bem como
ao de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou decisões administrati∋as em relação Χ
e∆ação tributária, podendo ser e∆ercida pelo ente que institui o tributo ou por
outras pessoas jur∃dicas de direito público, desde que por delegação. ∴ o que
chamamos de capacidade tributária ati∋a, estando relacionada Χ natureza
administrativa.
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Φeja essas duas asserti∋as sobre o tema que acabamos de ∋er. Elas falam
sobre a possibilidade de delegação de competência a outros entes.


(ESAF/RFB/AFRFB/2005) A c∀m∃etência tri∋utária ∗ indelegável,
salv∀ atri∋ui−ã∀ das fun−ões de arrecadar ∀u fiscalizar tri∋ut∀s, ∀u de
executar leis, servi−∀s, at∀s ∀u decisões administrativas em mat∗ria
tri∋utária, c∀nferida ∃∀r uma ∃ess∀a jurídica de direit∀ ∃ú∋lic∀ a
∀utra.
Conforme ∋imos, a delegação Α relati∋a Χ CAPACIDADE TRIBΠTΛRIA, E Γ⊥O À
COMPETΨΓCIA TRIBΠTΛRIA, ESSA, IΓDELEGΛΦEL. Ainda que o item ti∋esse
tratado da capacidade tributária, essa pode compreender outros assuntos, e
não apenas a função de arrecadação de tributos, conforme o artigo −Μ do
CTΓ.
Assim, resta correta a asserti∋a apresentada.



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(CESPE/2011/EBC/Analista - Adv∀cacia) S∀mente ∗ lícita a
delega−ã∀ de c∀m∃etência tri∋utária a ∃ess∀a jurídica de direit∀
∃rivad∀ se a fun−ã∀ ∀u encarg∀ referir-se a arrecada−ã∀ de tri∋ut∀s.
Φale a mesma e∆plicação dada acima, uma ∋ez que Α poss∃∋el a delegação da
função ou encargo de arrecadar os tributos, mas não da competência
tributária. Por sua ∋ez, foi bem o legislador ao definir que a competência
tributária Α indelegá∋el. Assim, resta incorreta a asserti∋a apresentada.


Atente bem para um ponto importanteΙ todo ente que possui competΦncia
tribut∗ria possui também a capacidade tribut∗ria, mas o inverso nem
sempre é verdadeiro, apenas se estivermos falando da prΝpria pessoa
jurídica que instituiu o tributo (aquela que Α a titular da competência
tributária).

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A atribuição da capacidade tributária, por sua ∋ez, Α sempre feita por meio de
lei, razão pelo qual não pode ser feita por outro ato normati∋o diferente desse
ou que não faça Χs ∋ezes deste. Essa atribuição encontra ∋ários e∆emplos no
te∆to constitucional, os quais ∋eremos quando esti∋ermos estudando a
capacidade tributária ati∋a.
Para ilustração, segue o que consta no artigo 1∗3, §4Μ, III, da CF/∀∀, relati∋o
ao Imposto Territorial Rural (ITR), de competência da Πnião, mas que pode
∋ir a ser cobrado e fiscalizado pelos Munic∃pios que assim optaremΙ
−§ 4º O imposto previsto no inciso VI do caput (ITR):
(...)
III - será fiscalizado e cobrado pelos Municípios ∋ue assim
optarem, na forma da lei, desde ∋ue não impli∋ue redu∀ão do
imposto ou ∋ual∋uer outra forma de renúncia fiscal.¨
A Πnião Α o ente que sempre editará as leis e normati∋os relati∋os ao
imposto, não conferindo ao Munic∃pio nenhuma competência legislati∋a
quanto a esse tributo federal. E∋entuais questionamentos quanto Χ cobrança
ou não do ITR, por e∆emplo, continuarão sob a competência da Πnião. Aos
Munic∃pios cabe apenas fiscalizar e cobrar, apenas isso. Φamos ∋er outra
caracter∃stica da competência tributáriaΙ a imprescritibilidade.
⊗ Imprescritível ϑE caso determinado ente municipal não se utilize do
seu poder de instituir um tributo, professor? ∗ sociedade não poderá
ficar sem os recursos oriundos da arrecada∀ão do I≅≅, por exemplo.
Outro ente poderá fazer isso?¨. Certamente não. Infelizmente a
sociedade em questão irá ficar sem um ϑtrocadinhoΚ a mais no
orçamento. O não e∆erc∃cio da competência tributária não permite que
outro ente, di∋erso daquele a quem a CF/∀∀ atribuiu a competência
tributária, ∋enha a se utilizar de tal prerrogati∋a. Cabe ao Ente
escolhido pela CF/∀∀ utilizar ou não a competência tributária a ele
atribu∃da e∆pressamente em seu te∆to, PODEΓDO EΖERCER ϑΑ∗ ΒOΧ∗
∆UE O DEΧ Α∗ TEΕΒ∗Κ.
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−E de onde o senhor tirou isso, professor? Doutrina?¨
Quem nos diz isso Α o pai do direito tributário (a CF/∀∀ Α a mãe Β
pais, sempre em segundo plano...)Ι nosso querido CTΓ (CΗdigo
Tributário Γacional). Seu artigo ∀Μ nos diz o seguinteΙ
−∗rt. 8º O nã∀-exercíci∀ da c∀m∃etência tri∋utária nã∀ a
defere a ∃ess∀a jurídica de direito público diversa da∋uela
a ∋ue a C∀nstitui−ã∀ a tenha atri∋uíd∀.¨ (Φrifos nosso)
O CTΓ ∋eremos mais adiante em nosso curso. Por enquanto, ficaremos sΗ
com o que nos diz a CF/∀∀. Φeja duas asserti∋as sobre a caracter∃stica que
acabamos de ∋er, caro aluno.


(ESAF/SEFAZ-CE/Audit∀r Fiscal/2007) Nã∀ vi∀la as regras d∀ CTN e
da C∀nstitui−ã∀ Federal a ∃∀ssi∋ilidade de a Uniã∀ c∀∋rar tri∋ut∀ da
c∀m∃etência estadual, na hi∃ótese de Estad∀ que nã∀ tenha
exercitad∀ ainda essa c∀m∃etência.
(CESPE/2011/IFB/Pr∀fess∀r - Direit∀) Cas∀ cert∀ municí∃i∀ ∃aulista
nã∀ exer−a sua c∀m∃etência tri∋utária, ca∋erá a∀ municí∃i∀ limítr∀fe
∀ exercíci∀ dessa c∀m∃etência.
O não e∆erc∃cio da competência tributária não a defere, em nenhuma
hipΗtese, a outro ente que não a detenha. Por sua ∋ez, cabe apenas ao ente
competente definir o momento de e∆erc∃cio (ou não) da competência a ele
atribu∃da, caracter∃stica relacionada Χ facultati∋idade, a ser ∋isto agora. A
Πnião não poderá cobrar nenhum tributo de competência dos Estados, ainda
que estes não tenham e∆ercido a sua competência tributária conferida pela
CF/∀∀.
Assim, restam incorretas as asserti∋as apresentadas. Φamos a mais uma
caracter∃stica muito importante da competência tributária≅ Em frente!
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⊗ ∃acultativa decorre diretamente da caracter∃stica anteriorΙ cabe ao
Ente munido da competência tributária atribu∃da pela CF/∀∀ definir dia,
hora, lugar e prazo para instituir o tributo a ele conferido. Ou escolher
não e∆ercêΒla. ∴ o que acontece, por e∆emplo, para o imposto sobre
grandes fortunas (IFG), atribu∃do pela CF/∀∀ Χ Πnião, mas que jamais
chegou a ser institu∃do. Por quê≅ Bem...∋amos continuar a aula.
Essa faculdade atualmente, no entanto, pode ter algumas
consequências se olharmos sobre a Ηtica da responsabilidade na gestão
fiscal, conforme nos diz o artigo 11 da Lei Complementar nΜ 101, de
2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), e relati∋amente aos impostosΙ
−∗rt. 11. C∀nstituem requisit∀s essenciais da
res∃∀nsa∋ilidade na gestã∀ fiscal a institui−ã∀, previsão
e efetiva arrecada∀ão de t∀d∀s ∀s tri∋ut∀s da
c∀m∃etência constitucional do ente da Federa∀ão.
Parágrafo único. É vedada a realiza−ã∀ de transferências
v∀luntárias ∃ara ∀ ente que nã∀ ∀∋serve ∀ dis∃∀st∀ n∀
ca∃ut, n∀ que se refere a∀s im∃∀st∀s.¨ (Φrifos nosso)
⊗ Irrenunci∗vel Πma ∋ez que nenhum outro ente pode ϑusufruirΚ da
competência a outro ente atribu∃da, nenhum ente pode renunciar do
seu poder de instituir um tributo constitucionalmente pre∋isto para a
sua competência tributária. Por e∆emplo, Pernambuco não pode um dia
dizer −Ei, sabe de uma coisa: não ∋uero instituir o IPV∗, nem tenho
interesse em instituir um dia. Isso dá um trabalho danado e ainda tenho
∋ue chamar ∗uditores para fiscalizar, fazer concursos peri∃dicos de ΓΗ
em ΓΗ anos... ≅abe do ∋ue mais: ∋uem ∋uiser, pode instituir ele e
cobrar a∋ui no meu territ∃rio. Fi∋uem à vontade.¨ Calma, Querido
Estado, isso não Α poss∃∋el. O jeito Α fazer concurso mesmo.
Por sua ∋ez, a caracter∃stica da irrenunciabilidade está diretamente
relacionada ao princ∃pio da indisponibilidade do interesse público.
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⊗ Inalter∗vel Πma ∋ez atribu∃da a competência tributária, esta não
poderá ser alterada por ∋ontade de um Ente pol∃tico, por leis por ele
mesmo editadas. E o ∋ocábulo ϑalteradaΚ abrange tanto a diminuição
(que seria a renúncia, ∋ista acima) quanto o aumento do campo da
competência. Somente por reforma constitucional, repito, poderá a
competência tributária ser alterada, e desde que não prejudique a
autonomia financeira do ente.
−Entendi, professor. ≅omente outra ordem constitucional então poderia
alterar a competência tributária atual. Ι isso?¨
Calma, caro aluno. TambΑm não seja tão radical, muito menos ir para
as ruas e pedir uma no∋a constituição sΗ para poder ∋er se a
competência tributária pode ser mesmo alterada.
A competência tributária atual pode ser alterada sim, desde que pelo
poder constituinte deri∋ado, aquele ∋isto em direito constitucional e que
possui o poder de criar emendas Χ CF/∀∀. Caso ∋ocê tenha um li∋rinho
com a CF/∀∀ antes de 1− de março de 1993, ano da publicação da
Emenda Constitucional nΜ 03/93, ∋erá que a competência tributária dos
Estados e do DF, alΑm dos impostos pre∋istos atualmente, pre∋ia ainda
mais umΙ o Adicional ao Imposto sobre a Renda (AIR)Ο enquanto que
para os Munic∃pios, era pre∋isto ainda o Imposto sobre Φendas a Φarejo
de Combust∃∋eis L∃quidos e Gasosos (IΦΦC).
Entendeu≅ Poder, pode. O que não poder Α a decisão de aumentar a
competência tributária atribu∃da pela CF/∀∀ ser realizada
unilateralmente por qualquer dos Entes. Tem que está bonitinha na
CF/∀∀, do jeito que o legislador constituinte determinar.
Outro ponto muito importante, e que de∋e ser atentadoΙ as
competências tributárias estão estabelecidas no te∆to da Carta Magna
de forma bastante r∃gida, não podendo ser modificadas li∋remente pelo
constituinte deri∋ado. Υamais a alteração na competência tributária
pode se dar em detrimento da autonomia financeira de um ente em
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benef∃cio dos demais. Seria o caso, por e∆emplo, de uma reforma na
Constituição Federal ∋ir a suprimir o ISS do campo de incidência dos
Munic∃pios e do Distrito Federal, seja pela abolição do tributo, seja pela
transferência deste, por e∆emplo, aos Estados (O DF não seria
prejudicado, uma ∋ez que, em tese, passaria o ISS dele para ele
mesmo. ).
Segue um quadro resumo para melhor memorizaçãoΙ

Em relação Χ capacidade tributária, temos ainda o que dispõem os §§1Μ a 3Μ
do artigo −Μ do CTΓ, que possuem a seguinte redaçãoΙ
−§ 1º ∗ atribui∀ão compreende as garantias e os privilégios
processuais ∋ue competem à pessoa jurídica de direito
público ∋ue a conferir.
§ Γº ∗ atribui∀ão pode ser revogada, a ∋ual∋uer tempo, por
ato unilateral da pessoa jurídica de direito público ∋ue a
tenha conferido.
§ 3º Αão constitui delega∀ão de competência o cometimento,
a pessoas de direito privado, do encargo ou da fun∀ão de
arrecadar tributos.¨
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Quanto ao §1Μ, a atribuição da capacidade tributária le∋a consigo todas as
garantias e pri∋ilΑgios processuais que competem Χ pessoa jur∃dica de direito
público que a conferir.
Por e∆emplo, ao conferir a capacidade tributária ati∋a aos Munic∃pios para
arrecadar e fiscalizar o imposto sobre a propriedade territorial rural, regra
geral, todas as garantias e os pri∋ilΑgios processuais que pertencem Χ Πnião
são conferidos aos Munic∃pios.
Por sua ∋ez, o §2Μ nos diz que toda atribuição de capacidade tributária
poderá ser re∋ogada, e a QΠALQΠER TEMPO pela pessoa jur∃dica que a tenha
conferido. Esse ato Α unilateral, e independe da ∋ontade ou aceitação da
pessoa que tenha recebido a capacidade tributária.
Por fim, a simples função de arrecadar tributos não se configura como uma
delegação da capacidade tributária. Por e∆emplo, a função atribu∃da aos
bancos de arrecadar os tributos dos entes pol∃ticos não constitui delegação.
Τá apenas a simples função ou encargo de arrecadar tributos. Tanto Α assim
que, qualquer restituição ou compensação por pagamento a maior será feita,
SEMPRE, junto ao ente competente para instituir e cobrar o tributo. Obser∋e
ainda que, fora desses casos, não pode ha∋er delegação a pessoa de direito
pri∋ado de nenhuma outra atribuição relacionada Χ competência tributária,
como, por e∆emplo, da função de fiscalizar os tributos.


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CompetΦncia Le∀islativa

A competência tributária está diretamente relacionada Χ competência
legislati∋a do Ente ao qual a CF/∀∀ outorgou poderes para instituir os tributos
nela pre∋istos.
A competência legislati∋a abrange, entre outras competências, a competência
tributária, uma ∋ez que somente por meio de lei em sentido estrito Α que
poderão ser CRIADOS os tributos, tendo em ∋ista o princ∃pio da legalidade, a
ser ∋isto em aula posterior do nosso curso. Esse princ∃pio, quanto Χ criação
ou e∆tinção de tributos, não comporta e∆ceções.
Φeja o que nos diz o artigo 6Μ do CTΓ, caro alunoΙ
−∗rt. ϑº A atri∋ui−ã∀ c∀nstituci∀nal de c∀m∃etência
tri∋utária c∀m∃reende a c∀m∃etência legislativa ∃lena,
ressalvadas as limita−ões c∀ntidas na C∀nstitui−ã∀
Federal, nas Constitui∀ões dos Estados e nas Εeis OrgΚnicas
do Distrito Federal e dos Municípios, e observado o disposto
nesta Εei.
Parágrafo único. Os tributos cuja receita seja distribuída, no
todo ou em parte, a outras pessoas jurídicas de direito público
pertencerá à competência legislativa da∋uela a ∋ue tenham
sido atribuídos.¨ (Φrifos nosso)
Antes de prosseguirmos, ∋amos ∋er o que dispõe o parágrafo único do artigo
6Μ, transcrito acima. Esse parágrafo nos diz que, mesmo que determinada
receita tributária obtida por meio da arrecadação de determinado tributo seja
repartida com outro ente pol∃tico, em nada será alterada a competência
tributária.
Por e∆emplo, o artigo 1∗−, III, da CF/∀∀ nos diz que pertencem aos
munic∃pios cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto do
Estado sobre a propriedade de ∋e∃culos automotores licenciados em seus
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territΗrios. Embora essa receita seja repartida com os Munic∃pios, a
competência tributária para a instituição e cobrança do IPΦA sempre
pertencerá os Estados e ao Distrito Federal. Γada Α transferido ao Munic∃pio
que receber parcela da arrecadação do IPΦA.
Φisto isso, ∋amos em frente com o nosso assunto!
Obser∋ação importante relati∋a Χ competência legislati∋a, contudo, de∋e ser
feita. A competência legislati∋a Α bem mais ampla do que a competência
tributária, uma ∋ez que esta está relacionada ao poder de instituir tributos,
enquanto aquela, ao de editar leis em todas as matΑrias em que o ente
detΑm o poder de legislar, inclusi∋e o relati∋o ao direito tributário.
A competΦncia para le∀islar sobre direito tribut∗rio é ∀enérica, sendo
pre∋ista no artigo 24 da CF/∀∀, podendo dispor sobre a instituição de
tributos, obrigações acessΗrias, isenções tributárias, regimes diferenciados de
tributação, entre outros. Enquanto isso, a competΦncia tribut∗ria para
instituir tributos é específica, relacionada apenas a esse poder.
O artigo 24 da CF/∀∀ nos diz o seguinteΙ
−∗rt. Γ4. C∀m∃ete à União, aos Estados e ao Distrito Federal
legislar c∀nc∀rrentemente sobre:
I - direit∀ tri∋utári∀, financeiro, penitenciário, econΛmico e
urbanísticoΜ¨ (Φrifos nosso)
Φeja que a competência legislati∋a Α concorrente, sendo (ou podendo ser)
e∆ercida por todos os Entes pol∃ticos, inclusi∋e os Munic∃pios, que não são
citados e∆pressamente no te∆to do artigo 24. Os Munic∃pios, quanto ao poder
de legislar sobre assuntos tributários, tem sua competência legislati∋a
tributária pre∋ista no artigo 30, III, da CF/∀∀.
−∗rt. 3Η. Compete aos Municípios:
(...)

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III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência,
bem como aplicar suas rendas, sem prejuízo da
obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos
prazos fixados em leį
Por sua ∋ez, cada ente irá legislação sobre os tributos presentes em sua
competência tributária. Por sua ∋ez, a competência tributária somente pode
ser e∆ercida por aquele e∆pressamente determinado na CF/∀∀.
Antes de prosseguirmos com os parágrafos do artigo 24, temos que estudar,
sucintamente, as classificações da competência legislati∋a, que poderá ser
EΖCLΠSIΦA, PRIΦATIΦA, COΓCORREΓTE, SΠPLEMEΓTAR, RESIDΠAL OΠ
LOCAL.


(ESAF/SEFAZ-MG/Audit∀r Fiscal da Receita Estadual/2005) ≅obre a
competência para legislar sobre Direito Tributário, assinale a op∀ão correta.
a) ≅omente a União pode legislar a respeito.
b) O Estado pode legislar a respeito, mas estará sujeito às regras gerais ∋ue
a União expedir sobre a matéria em lei federal.
c) Αessa matéria, o Estado goza de competência legislativa exclusiva.
d) Tanto o Estado como a União podem legislar livremente a respeito, mas,
em caso de conflito entre as disposi∀ões normativas, prevalecerá
invariavelmente a legisla∀ão federal.
e) ∗ competência para legislar, no caso, é concorrente, sendo ∋ue somente a
União pode legislar sobre normas gerais, estando vedada a legisla∀ão
suplementar por parte do Estado.
Alternativa a− IncorretaΧ A competência legislati∋a para legislar sobre
direito tributário Α concorrente, dispondo que todos os entes pol∃ticos,
respeitando os limites impostos na CF/∀∀, podem legislar sobre a matΑria. À
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Πnião cabe apenas a definição de normas gerais, as quais poderão ∋ir a ser
institu∃das pelos Estados e pelo DF caso esta não e∆erça a sua competência
constitucionalmente pre∋ista.
Alternativa b− Correta. A edição de normas gerais pela Πnião de∋e ser
realizada por meio de lei complementar e∆pedida por esse ente pol∃tico,
conforme nos diz o artigo 146, III, da CF/∀∀, a ser ∋isto em aula posterior.
PorΑm, um erro que poderia ter sido ϑsentidoΚ pelo candidato Α o de que nem
sempre os Estados estão sujeitos ao que determinam as leis de normas
gerais da Πnião, uma ∋ez que esta, em alguns casos, pode não chegar a
editar a referida lei, o que não impedirá o Estado ou o DF de editar leis
prΗprias para regular o tema no Εmbito do seu territΗrio, conforme nos diz o
artigo 24, §3Μ. Entretanto, a questão, sob certo ponto de ∋ista, Α correto.
−∗rt. Γ4. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal
legislar concorrentemente sobre:
(...)
§ 1º - N∀ ≅m∋it∀ da legisla−ã∀ c∀nc∀rrente, a
c∀m∃etência da Uniã∀ limitar-se-á a esta∋elecer
n∀rmas gerais.
§ Γº - ∗ competência da União para legislar sobre normas
gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.
§ 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados
exercerão a competência legislativa plena, para atender a
suas peculiaridades.
§ 4º - ∗ superveniência de lei federal sobre normas gerais
suspende a eficácia da lei estadual, no ∋ue lhe for contrário.¨
Alternativa c− Incorreta. Γenhum ente goza de competência legislati∋a
e∆clusi∋a em matΑria de direito tributário. Entretanto, quanto a alguns temas
desse ramo do direito, como a instituição de emprΑstimos compulsΗrios pela
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Πnião, há sim competências legislati∋as e∆clusi∋as, diferente da competência
e∆clusi∋a em matΑria de direito tributário.
Alternativa d− Incorreta. Γão e∆iste hierarquia entre leis federais,
estaduais e municipais, sendo cada uma autΩnoma na matΑria ao qual estão
afetas. A hierarquia não se ∋erificada nem mesmo entre leis ordinárias e
complementares, que se diferenciam apenas em razão da matΑria que
regulam (aspecto material) e no quorum de apro∋ação (aspecto formal).
Logo, e∋entual conflito de competência, caso não sanado, de∋erá ser le∋ado
Χ apreciação do STΥ, guardião das leis do nosso ordenamento jur∃dico.
Alternativa e− Incorreta. Ainda que e∆istindo lei de normas gerais, os
Estados poderão li∋remente editar leis para suplementar a legislação federal
e atender Χs suas peculiaridades, conforme o artigo 24, §2Μ.


Φamos ∋er agora as classificações da competência legislati∋a, que inclui,
como falamos, a competência tributária.
A competΦncia exclusiva Α aquela que somente pode ser e∆ercida por um
ente especifico determinado na CF/∀∀, impossibilitando qualquer tipo de
delegação por outro ente, bem como legislação suplementar. Esses casos
estão pre∋istos, por e∆emplo, no artigo 21 da Carta Federal, que confere Χ
Πnião o poder, dentre outros, de emitir moeda e administrar as reser∋as
cambiais do pa∃s.
A competΦncia privativa Α aquela conferida apenas a um Ente pol∃tico, mas
que pode ∋ir a ser delegada ou suplementada pelos demais, sendo uma
amenização da competência e∆clusi∋a. Como e∆emplo, temos o artigo 22 da
CF/∀∀, dispondo que compete Χ Πnião legislar sobre seguridade social,
podendo lei complementar federal autorizar os Estados e o Distrito federal (e
apenas estes) a legislar sobre questões espec∃ficas quanto Χs matΑrias
relati∋as Χ seguridade social.
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A competΦncia concorrente se refere Χ possibilidade de mais de um Ente
legislar sobre o mesmo assunto, podendo a edição de leis a ele relati∋a ser
realizado ao mesmo tempo e com a mesma força. Πm e∆emplo dessa
competência Α a relati∋a ao direito tributário, contida no artigo 24, I, da
CF/∀∀.
PorΑm, como ∋eremos adiante aos estudarmos os §§1Μ a 4Μ do artigo 24, a
competência da Πnião, em matΑria de legislação concorrente, ficará limitada a
edição de normais gerais, não e∆cluindo a competência suplementar dos
Estados. Φeremos essa competência agora.
A competΦncia suplementar Α relati∋a Χ possibilidade dos Estados e do DF
editarem normas que detalhem as normas gerais editadas pela Πnião,
inclusi∋e preenchendo as ausências normati∋as desta, conforme pre∋eem os
§§ 2Μ e 3Μ do artigo 24 da CF/∀∀.
AlΑm da competência suplementar dos Estados e do DF, temos ainda o que
consta no artigo 30 da CF/∀∀, mais especificamente em seu inciso II,
atribuindo aos Munic∃pios o poder de suplementar a legislação federal e a dos
Estados na matΑria que especificaΙ
−∗rt. 3Η. Compete aos Municípios:
I - legislar sobre assuntos de interesse localΜ
II - suplementar a legisla∀ão federal e a estadual no ∋ue
couberΜ
III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem
como aplicar suas rendas, sem prejuízo da obrigatoriedade de
prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em
leiΜ¨ (Φrifos nosso)
A competΦncia local Α a pre∋ista no inciso I do artigo 30 acima, pre∋ista
para os Munic∃pios e para o Distrito Federal (no e∆erc∃cio de sua competência
municipal). Cabe apenas a esses entes dispor sobre os assuntos de interesse
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local, como abertura e fechamento do comΑrcio, leis de postura municipal,
entre outras. Como e∆emplo, ∋eja o que nos diz a Súmula 64∗ do STFΙ
−Ι competente o município para fixar o horário de
funcionamento de estabelecimento comercial.¨
Por fim, temas a competΦncia residual ou implícita, conferida aos Estados
e ao Distrito Federal (no e∆erc∃cio de sua competência estadual), pre∋ista no
artigo 2∗, §1Μ, da CF/∀∀Ι
−∗rt. ΓΝ. (...)
§ 1º - ≅ão reservadas aos Estados as competências ∋ue não
lhes sejam vedadas por esta Constitui∀ão.¨
Assim, tudo o que não for e∆pressamente pre∋isto como da competência da
Πnião ou dos Munic∃pios, será dos Estados, podendo ser li∋remente e∆ercidas
por esses entes pol∃ticos.
Quanto ao artigo 24, temos o que nos dizem seus §§1Μ a 4ΜΙ
−§ 1º - Αo Κmbito da legisla∀ão concorrente, a competência da
União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.
§ Γº - ∗ competência da União para legislar sobre normas
gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.
§ 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados
exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas
peculiaridades.
§ 4º - ∗ superveniência de lei federal sobre normas gerais
suspende a eficácia da lei estadual, no ∋ue lhe for contrário.¨
O §1Μ já foi estudado por nΗs, pre∋endo a competência da Πnião quanto Χ
competência concorrente, que será limitada a apenas estabelecer normas
gerais. Essa competência Α a que ocorre quanto ao ISS, quando a Πnião
editou a lei complementar nΜ 116, de 2003, dispondo sobre as normas gerais
relati∋as ao imposto e de obser∋Εncia obrigatΗria por todos os Munic∃pios e
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pelo DF ao editarem suas leis internas relati∋as ao imposto. Cabe Χ lei de
normas gerais tributárias, a ser editada pela Πnião, entre outros temas, e
relati∋amente aos impostos, definir a base de cálculo, os contribuintes e os
fatos geradores. Assim, atente bemΙ não será a lei de normais gerais que
fi∆ará as al∃quotas do(s) imposto(s) nela regulado(s), mas sim as leis internas
de cada ente.
Como tambΑm ∋imos, a competência suplementar dos Estados não pode ser
afastada pela competência da Πnião para legislar sobre normas gerais.
Quanto ao ISS, no∋amente, o DF Α li∋re para estabelecer regras
suplementares Χs pre∋istas na LC nΜ 116/03, inclusi∋e suprindo e∋entuais
lacunas dei∆adas pela lei federal. O que não pode Α ino∋ar ou criar
disposições diferentes das pre∋istas na lei de normas gerais.
A pre∋isão do §3Μ, por sua ∋ez, Α muito importante, uma ∋ez que confere
atribuições maiores aos Estados e ao Distrito Federal. Caso determinado
assunto que de∋eria ser regulamentado por lei de normas gerais da Πnião não
∋enha a ser tratado, a competência dos Estados e do DF, antes suplementar,
passa a ser plena, uma ∋ez que ine∆istirão normas gerais nacionais.
Φeja o que decidiu o STF em seu RE 60−∗46 AgR/PR, de 23 de agosto de
2011Ι
−∗nte a omissão do legislador federal em estabelecer as
normas gerais pertinentes ao imposto sobre a doa∀ão de bens
m∃veis, os Estados-membros podem fazer uso de sua
competência legislativa plena com fulcro no art. Γ4, § 3º, da
Constitui∀ão e art. 34, § 3º, do ∗DCT.¨
Obser∋e ainda o AI 16−.−−− AgR/SP, de 04 de março de 199−Ο e a ADI
2.3∗∗/PR, de 19 de junho de 2002, respecti∋amenteΙ



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−Mostra-se constitucional a disciplina do Imposto sobre
Propriedade de Veículos ∗utomotores mediante norma local.
Deixando a União de editar normas gerais, exerce a unidade
da federa∀ão a competência legislativa plena - § 3º do artigo
Γ4, do corpo permanente da Carta de 1Ο88 -, sendo ∋ue, com
a entrada em vigor do sistema tributário nacional, abriu-se à
União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a via
da edi∀ão de leis necessárias à respectiva aplica∀ão - § 3º do
artigo 34 do ∗to das Disposi∀ões Constitucionais Transit∃rias
da Carta de 1Ο88.¨
−Εei estadual ∋ue determina ∋ue os municípios deverão
aplicar, diretamente, nas áreas indígenas localizadas em seus
respectivos territ∃rios, parcela (ΝΗΠ) do ICM≅ a eles
distribuída - transgressão à cláusula constitucional da não-
afeta∀ão da receita oriunda de impostos (cf, art. 1ϑ7, iv) e ao
postulado da autonomia municipal (cf, art. 3Η, iii) - veda∀ão
constitucional ∋ue impede, ressalvadas as exce∀ões previstas
na pr∃pria constitui∀ão, a vincula∀ão, a ∃rgão, fundo ou
despesa, do produto da arrecada∀ão de impostos -
inviabilidade de o estado-membro impor, ao município, a
destina∀ão de recursos e rendas ∋ue a este pertencem por
direito pr∃prio - ingerência estadual indevida em tema de
exclusivo interesse do município.¨
Por sua ∋ez, a Súmula STF 69 nos diz queΙ
−∗ constitui∀ão estadual não pode estabelecer limite para o
aumento de tributos municipais.¨



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Obser∋e, por fim, que a edição de normas pelos Estados e pelo Distrito
Federal, na falta de normas gerais da Πnião, será apenas para atender Χs
suas peculiaridades, e não para impor algo aos demais Entes. A lei do IPΦA de
Pernambuco, por e∆emplo, será ∋álida apenas para o territΗrio do Estado,
ainda que dispondo sobre todos os elementos do tributo, já que, atΑ o
momento, não há lei de normais gerais editada pela Πnião. Essa lei, contudo,
não pode ser aplicada, regra geral, no Estado da Para∃ba, por e∆emplo.
Por fim, temos a super∋eniência de lei federal quando já e∆istente lei estadual
ou distrital. A lei federal, ao sobre∋ir, irá SUSPENDER A E∃ICÁCIA da lei
estadual ou distrital no que lhe for contrária. Os dispositi∋os não conflitantes
com a lei federal permanecerão em ∋igor, paralelamente Χ esta. Sendo
re∋ogada a lei federal, a lei estadual ou distrital ∋olta a ter força normati∋a
no∋amente.
Φeja uma questão para fi∆ar bem o tema que acabamos de ∋isualizar.


(FCC/Audit∀r Fiscal/2001) Em matéria de competência para a institui∀ão
de impostos, é correto afirmar-se ∋ue:
a) os Municípios dos Territ∃rios Federais são competentes para instituir seus
pr∃prios impostos, tal como nos Estados.
b) nos Territ∃rios Federais compete aos Estados dos ∋uais foram
desmembrados a institui∀ão dos impostos estaduais.
c) compete aos Territ∃rios Federais a institui∀ão de seus impostos, tanto
estaduais ∋uanto municipais.
d) os Estados podem instituir impostos extraordinários e temporários, com
arrecada∀ão vinculada a fins específicos.
e) os Municípios podem instituir novos impostos, além da∋ueles
expressamente previstos na Constitui∀ão Federal.
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Alternativa a− CorretaΧ Os territΗrios federais não possuem autonomia
pol∃tica nem financeira, não sendo um dos entes pol∃ticos presentes na
constituição da nossa federação. Assim, não podem instituir tributos,
cabendo esse papel Χ Πnião, e desde que o territΗrio não seja di∋idido em
munic∃pios, diante do qual resta afastada a competência tributária da mesma
quanto Χ instituição desses tributos. Por sua ∋ez, os munic∃pios presentes
nos territΗrios federais possuem total autonomia, assim como os demais
munic∃pios presentes nos Estados, quanto Χ instituição e Χ cobrança dos
impostos de competência municipal.
Alternativa b− Incorreta. Γos territΗrios federais, esse papel cabe Χ Πnião,
uma ∋ez que o territΗrio não possui competência para a instituição de
tributos estaduais nem municipais.
Alternativa c− IncorretaΧ Em nenhum caso será competência dos
territΗrios federais a instituição de tributos. Esse papel caberá
e∆clusi∋amente Χ Πnião, caso o territΗrio não seja di∋idido em munic∃pios.
Caso sim, caberá a cada munic∃pio a instituição dos tributos municipais e Χ
Πnião apenas os estaduais.
Alternativa d− Incorreta. Cabe apenas Χ Πnião a instituição de impostos
e∆traordinários, e mesmo assim apenas em casos de guerra e∆terna,
iminente ou declarada, conforme o artigo 1∗4, II, da CF/∀∀. Γão há a
pre∋isão de impostos temporários no nosso atual ordenamento jur∃dico.
Alternativa e− Incorreta. Somente a Πnião possui competência residual
quanto a criação de impostos e contribuições. Esse tema será ∋isto mais
adiante em nosso curso.


Φamos agora ao último item relati∋o Χ competência tributária, que Α a
classificação dessa nas suas di∋ersas modalidades.

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Classificação da CompetΦncia tribut∗ria

Φejamos agora a classificação da competência tributária, a qual pode serΙ
COMUM, CUMULA∋I≅A, EΟCLUSI≅A, EΟ∋RAORDINÁRIA E RESIDUAL.
A competΦncia comum Α aquela que pode ser e∆ercida por todos os
Entes, indiferentemente, tambΑm chamada de competência concorrente, já
que os ∋ários entes podem e∆ercêΒla ao mesmo tempo, sem que haja
in∋asão da competência de um pelos demais. Essa competência está
intimamente relacionada Χ instituição de tributos denominados de
∋inculados, em que há a uma contraprestação do Estado junto ao sujeito
passi∋o para a arrecadação desses.
Essa competência está presente quanto Χ instituição das ta∆as (tanto de
pol∃cia quanto de ser∋iços), das contribuições de melhoria e das
contribuições pre∋idenciárias (esta cobrada dos ser∋idores de cada Esfera
de Federação, dentro do que pre∋ê a sua autonomia pol∃ticoΒadministrati∋a)

Γão significa, porΑm, que, por e∆emplo, a Πnião e o Munic∃pio poderão
instituir uma ta∆a sobre a prestação do mesmo ser∋iço público. Cada um,
dentro de sua respecti∋a área de atuação, instituirá o tributo, obedecendo
aos limites impostos pela CF/∀∀.
Φeja o que diz o seguinte enunciado.
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(ESAF/SEFAZ-CE/Audit∀r Fiscal/2007) C∀m∃ete Α Uniã∀ e a∀
Estad∀s a institui−ã∀ de c∀ntri∋ui−ões de interven−ã∀ n∀ d∀míni∀
ec∀nΒmic∀.
Conforme podemos ∋er na figura relati∋a Χ competência comum, mostrada
anteriormente, a instituição de contribuição de inter∋enção no dom∃nio
econΩmico não faz parte das hipΗteses pre∋istas. Ademais, conforme
∋eremos mais adiante, esse tributo pertence Χ competência tributária
e∆clusi∋a da Πnião.
Assim, a alternati∋a Α incorreta.


Por sua ∋ez, a competΦncia cumulativa se refere Χquela conferida Χ
Πnião, quanto aos territΗrios federais (hoje ine∆istentes na atual di∋isão
pol∃ticoΒadministrati∋a do nosso pa∃s), e ao Distrito Federal, diante da sua
natureza anΩmala.
Quanto determinado territΝrio federal for dividido em Munic∃pios, cada
um desses, no e∆erc∃cio da competência municipal, institu∃ra os tributos a
eles pre∋istos, cabendo Χ Πnião a instituição dos tributos de natureza
estadual. Caso o territΝrio não seja dividido em Munic∃pios, caberá Χ
Πnião, alΑm dos tributos estaduais, a instituição, tambΑm, dos tributos
pre∋istos na competência municipal. As duas situações estão reguladas no
artigo 14− da CF/∀∀. Γesse último caso, a Πnião terá a competência
tributária plena, uma ∋ez que, alΑm da capacidade de instituir os impostos
federais, instituirá tambΑm os impostos estaduais e municipais.
Obser∋e a figura para poder ∋isualizar melhor o que falamos, caro aluno.
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Por sua ∋ez, diante de sua natureza anΩmala, ao Distrito Federal cabe, alΑm
dos tributos estaduais, a instituição e cobrança dos tributos de natureza
municipal, uma ∋ez que o Ente acumula as duas funções federati∋as. Desse
modo, o Distrito Federal possui competência para a instituição de seis
impostos, que ∋eremos quais são mais adiante. Esta pre∋isão tambΑm está
contida no artigo 14− da CF/∀∀Ι
−∗rt. 147. Competem à União, em Territ∃rio Federal, os
impostos estaduais e, se o Territ∃rio não for dividido em
Municípios, cumulativamente, os impostos municipaisΜ ao
Distrito Federal cabem os impostos municipais.¨
A mesma pre∋isão consta no artigo 1∀ do CTΓΙ
−∗rt. 18. Compete:
I - à União, instituir, nos Territ∃rios Federais, os impostos
atribuídos aos Estados e, se a∋ueles não forem divididos em
Municípios, cumulativamente, os atribuídos a estesΜ
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II - ao Distrito Federal e aos Estados não divididos em
Municípios, instituir, cumulativamente, os impostos
atribuídos aos Estados e aos Municípios.¨
Embora o te∆to faça menção apenas aos impostos, Α plenamente aceitá∋el a
e∆tensão Χs demais espΑcies tributáriasΙ ta∆as e contribuições de melhoria.
Se assim não fosse, não e∆istiria ente competente para institu∃Βlos nos
territΗrios federais.
−E se tivermos diante de um territ∃rio estadual, como acontece com o
territ∃rio pernambucano de Fernando de Αoronha?¨ Se o territΗrio Α
estadual, cabe ao Estado de Pernambuco, por e∆emplo, instituir
normalmente os impostos estaduais a serem cobrados dentro do territΗrio.
Os municipais, aos respecti∋os Munic∃pios presentes dentro do territΗrio,
assim como os demais Munic∃pios pernambucanos, para o nosso e∆emplo
espec∃fico de Fernando de Γoronha. Bateu agora aquela ∋ontade de estudar
forte para passar mais rápido e poder fazer uma ∋iagem a Fernando de
Γoronha, caro aluno≅ Muita ΤBC então! Φamos em frente.
Para complementar, o poder de instituir tributo, no e∆erc∃cio da
competência cumulati∋a, está intimamente relacionada ao poder, tambΑm,
de isentar ou dispensar os tributos, bem como da aplicação dos demais
institutos tributários presentes na nossa legislação (moratΗrio,
parcelamento, remissão, entre outros). Assim, por e∆emplo, a Πnião poderá
conceder isenções, num mesmo espaço territorial, a tributos federais,
estaduais e municipais.
A competΦncia exclusiva Α aquela que somente pode ser e∆ercida por
um, e apenas um, dos entes da Federação, conforme disciplinado no te∆to
constitucional, sendo relati∋a Χ instituição de tributo a eles e∆pressamente
pre∋isto. Para cada um dos Entes (Πnião, Estados, Distrito Federal e
Munic∃pios), teremos tributos que somente podem ser criados por um deles.
Para a Πnião, temos os seguintesΙ
Imposto de Importação Ν II (artigo 1∗3, I)Ο
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Imposto sobre a E∆portação de produtos nacionais ou nacionalizados
para o e∆terior Ν IE (artigo 1∗3, II)Ο
Imposto sobre e renda e pro∋entos de qualquer natureza Ν IR (artigo
1∗3, III)
Imposto sobre produtos Industrializados Ν IPI (artigo 1∗3, IΦ)Ο
Imposto sobre operações de crΑdito, cΕmbio e seguro, ou relati∋as a
t∃tulos e ∋alores mobiliários Ν IOF (artigo 1∗3, Φ)
Imposto sobre a propriedade territorial rural Ν ITR (artigo 1∗3, ΦI)Ο
Imposto sobre grandes fortunas Ν IGF ((artigo 1∗3, ΦII)Ο
EmprΑstimos CompulsΗrios, seja em razão de calamidade pública,
guerra e∆terna ou sua iminência, ou ainda no caso de in∋estimento
público de caráter urgente e de rele∋ante interesse nacional Ν EC
(artigo 14∀, I e II)Ο
Contribuições de Inter∋enção no dom∃nio econΩmico Ν CIDE (artigo
149 e 1−−, §4Μ)Ο
Contribuições para a seguridade social (artigo 19∗ e 239Ο artigo −4,
−∗, ∀4 e 90, da ADCT)Ο
Contribuições sociais (artigo 212, §∗Μ, e 240)Ο
Contribuições corporati∋as Ν categorias profissionais ou econΩmicas
(artigo 149).
Para os Estados e o Distrito Federal (competência estadual), temosΙ
Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens
ou direitos Ν ITCMD (artigo 1∗∗, I)Ο
Imposto sobre operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e
sobre a de ser∋iços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicações Ν ICMS (artigo 1∗∗, II)Ο
Imposto sobre a propriedade de ∋e∃culos automotores Ν IPΦA (artigo
1∗∗, III).
Para os Munic∃pios e o Distrito Federal (competência municipal), temosΙ
⊗ Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana Ν IPTΠ (artigo
1∗6, I)Ο
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⊗ Imposto sobre a transmissão inter ∋i∋os, por ato oneroso, de bens
imΗ∋eis e de direitos reais sobre imΗ∋eis, e∆ceto os de garantia, bem
como cessão de direitos Χ sua aquisição Ν ITBI (artigo 1∗6, II)Ο
⊗ Imposto sobre ser∋iços de qualquer natureza, definidos em lei
complementar Ν ISS (artigo 1∗6, III)Ο
⊗ Contribuição para o Custeio do Ser∋iço de Iluminação Pública Ν COSIP
(artigo 149ΒA).


(FCC - 200Χ - ∆AB) ∗ssinale a alternativa ∋ue traduz corretamente dois
impostos ∋ue podem ser exigidos pelo Distrito Federal.
a) Imposto sobre a circula∀ão de mercadorias e servi∀os de transporte
interestadual e intermunicipal e de comunica∀ão e imposto sobre servi∀os
de ∋ual∋uer natureza.
b) Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana e imposto sobre
a propriedade territorial rural.
c) Imposto sobre a transmissão de bens im∃veis por ato oneroso e imposto
sobre produtos industrializados.
d) Imposto sobre a propriedade de veículos automotores e imposto
territorial rural.
Conforme acabamos de ∋er na lista acima, apenas o imposto pre∋isto na
alternati∋a ϑaΚ, uma ∋ez que o ICMS e o ISS estão pre∋istos no campo de
tributação do Distrito Federal, tendo em ∋ista sua natureza anΩmala,
acumulando a competência tributária dos Estados e dos Munic∃pios. Γa
alternati∋a ϑbΚ, temos um imposto municipal (IPTΠ) e outro da Πnião (ITR).
Γa ϑcΚ, o ITBI, municipal, e o IPI, federal. Γa ϑdΚ, um estadual (IPΦA) e
outro federal (ITR).

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(FCC - 2002 - TΕ-SP - ∆rt∀gante) Compete aos Municípios instituir
impostos sobre
I. propriedade predial e territorial urbanaΜ
II. transmissão inter vivos, a ∋ual∋uer título, por ato oneroso, de bens
im∃veis e de direitos reais de garantia, bem como cessão de direitos à sua
a∋uisi∀ãoΜ
III. servi∀os de ∋ual∋uer naturezaΜ
IV. transmissão causa mortis e doa∀ão de ∋uais∋uer bens ou direitos.
Está correto apenas o indicado em
a) I e II.
b) I, II e III.
c) I e IV.
d) I.
Mais uma questão fácil, que cobrou apenas os tributos presentes na
competência tributária dos Munic∃pios. Quais são≅ ITBI, ISS e IPTΠ. O
ITCMD, presente no item IΦ, Α de competência dos Estados e do Distrito
Federal no e∆erc∃cio de sua competência estadual.
Assim, resta como correta a alternati∋a "b", gabarito da questão.


(CESPE/2011/EBC/Analista de Administra−ã∀) Θulgue os itens ∋ue se
seguem, relativos a aspectos tributários.
Compete à União instituir impostos sobre importa∀ãoΜ exporta∀ãoΜ rendas e
proventosΜ produtos industrializadosΜ opera∀ões de crédito, cΚmbio e
seguro, ou relativas a títulos e valores mobiliáriosΜ propriedade territorial
rural e grandes fortunas.
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Conforme apresentamos acima e diante do que consta no artigo 1∗3, I a
ΦII, da CF/∀∀, resta correta a asserti∋a apresentada.


(ESAF/Pr∀curad∀r d∀ Distrit∀ Federal/PGDF/2007-2) O Distrito
Federal, com o advento da Constitui∀ão Federal de 1Ο88, assumiu
titularidade de pessoa jurídica pública com capacidade política e gozo de
ampla autonomia e governabilidade. Deixou, portanto, de ser, apenas, sede
administrativa da União. Em conse∋Ρência dessa nova estrutura
constitucional ∋ue lhe foi atribuída, assinale a op∀ão correta.
a) ∗ CΚmara Εegislativa do Distrito Federal tem ampla competência, em
concreto, para instituir s∃ os impostos ∋ue a Constitui∀ão autoriza os
Estados a cobrá-los.
b) O exercício da competência tributária do Distrito Federal pode ser
limitado por Εei Complementar Αacional.
c) O Distrito Federal, por meio de sua CΚmara Εegislativa, tem competência
para editar lei sobre o pagamento de IPV∗, ∋uando ausente Εei
Complementar da União estabelecendo normas gerais.
d) O Distrito Federal não tem competência concorrente para instituir a
cobran∀a de custas dos servi∀os forenses prestados pelo Poder Θudiciário
local, mesmo ∋uando a União permane∀a omissa em estabelecer, por Εei
Complementar, normas gerais a respeito.
e) ∗ inércia da União em regulamentar a matéria tributária prevista no art.
Γ4 da Constitui∀ão Federal, reda∀ão atual, impedirá o Distrito Federal de,
exercendo competência concorrente, legislar, de modo específico, sobre
atualiza∀ão do valor do ICM≅.


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Alternativa a− IncorretaΧ O Distrito Federal detΑm a competência
legislati∋a cumulati∋a, a qual abrange a competência atribu∃da aos Estados
e aos munic∃pios. Assim, compete a este ente pol∃tico a competência
tributária atribu∃da aos Estados e aos munic∃pios, podendo instituir seis
impostos pre∋istos na CF/∀∀ (IPΦA, IPTΠ, ITCMD, ITBI e ISS).
Alternativa b− IncorretaΧ Somente o prΗprio te∆to da CF/∀∀ poderá
limitar ou e∆cluir a competência tributária, não podendo nenhum outro
normati∋o fazer isso. As delimitações da competência tributária estão
pre∋istas na seção do Sistema Tributário Γacional intitulado ϑDas limitações
ao poder de tributarΚ, no qual estão contidos os princ∃pios e as imunidades
tributárias principais, possuindo ainda a CF/∀∀ outros ao longo do seu te∆to.
Estudaremos esse tema em aula posterior do nosso curso.
Alternativa c− CorretaΧ Ine∆istindo lei de normas gerais da Πnião sobre o
assunto, o DF, assim como os Estados, está autorizado a editar suas
prΗprias leis regulando o tema, conforme dispõe o artigo 24, §3Μ, da CF/∀∀.
Alternativa d− IncorretaΧ Mais uma ∋ez, ine∆istindo lei federal sobre
normas gerais, os Estados e o Distrito Federal e∆ercerão a competência
legislati∋a plena, para atender a suas peculiaridades, conforme o artigo 24,
§3Μ, da CF/∀∀. As custas dos ser∋iços forenses prestados pelo Poder
Υudiciário, por sua ∋ez, são espΑcies de ta∆as, presentes tambΑm na
competência tributária do Distrito Federal.
Alternativa e− IncorretaΧ Idem Χ alternati∋a anterior.


Por sua ∋ez, a competΦncia extraordin∗ria se refere Χquela conferida Χ
Πnião para a instituição do imposto e∆traordinário de guerra (IEG), desde
que na iminência ou no caso de guerra e∆terna, podendo ou não estar
compreendidos na sua competência tributária. Esse imposto de∋erá, por sua
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∋ez, ser suprimido gradati∋amente ao cessarem as causas que lhe deram
∋ida, ou seja, a guerra e∆terna ou a sua iminência..
Como o prΗprio nome nos fala, o imposto somente poderá será institu∃do
caso sejam obser∋adas a iminência ou a prΗpria declaração de guerra
externa, podendo a Πnião utilizar sua competência para a instituição do
imposto ainda que isto implique, caso não fosse obser∋ada a situação
e∆traordinária, a in∋asão de competência dos demais entes.
Seria o caso de instituição de um IEG que ti∋esse, por e∆emplo, como
hipΗtese de incidência a propriedade predial urbana, base de incidência de
imposto pre∋isto na competência municipal.
Πma ∋ez que decorre de e∆pressa pre∋isão e autorização constitucional, não
ha∋eria in∋asão de competência do ente municipal pela Πnião. Sem pre∋isão
constitucional, jamais poderá ha∋er a in∋asão da competência tributária de
um ente por outro.
O IEG está pre∋isto no inciso II do artigo 1∗4 da CF/∀∀Ι
−∗rt. 1Ν4. ∗ União poderá instituir:
(...)
II - na iminência ou no caso de guerra externa, impostos
extraordinários, compreendidos ou não em sua competência
tributária, os ∋uais serão suprimidos, gradativamente,
cessadas as causas de sua cria∀ão.¨
E caso ocorra no Brasil um gra∋e guerra ci∋il que e∆ija da Πnião a utilização
de grandes somas de recursos públicos, com se∋eras consequências para as
finanças públicas federais≅ Os go∋ernantes terão que se ∋irar. Somente o
que autoriza a instituição do IEG Α uma guerra e∆terna ou a sua iminência,
jamais uma guerra ci∋il, que Α de ordem interna, tenha os consequências
que ti∋er. OΡ≅
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Por fim, temos a competΦncia residual ou remanescente, a qual Α
conferida apenas Χ Πnião. Essa competência está pre∋ista no artigo 1∗4, I,
da CF/∀∀, cujo te∆to Α o seguinteΙ
−∗rt. 1Ν4. ∗ União poderá instituir:
I - mediante lei complementar, impostos não previstos no
artigo anterior, desde ∋ue sejam não-cumulativos e não
tenham fato gerador ou base de cálculo pr∃prios dos
discriminados nesta Constitui∀ãoΜ
(...).¨
Ou seja, a pre∋isão conferida Χ Πnião Α quase que uma carta branca Χ
criação de no∋os impostos não pre∋istos na sua prΗpria competência
tributária nem na dos demais entes pol∃ticos, bastando apenas que sejam
atendidos os seguintes requisitosΙ
1− Sejam instituídos por meio de lei complementar federalΑ
2− Devem ser não-cumulativos (falaremos dessa característica em
outra aula do nosso curso−Α
3− Não podem ter fato ∀erador ou base de c∗lculo prΝprios dos
impostos j∗ previstos no texto da C∃Π∆∆, seja em relação Θ
prΝpria União, seja em relação aos Estados, Distrito ∃ederal ou
MunicípiosΧ
Guarde bem as caracter∃sticas acima, caro aluno. Elas são muito solicitadas
em pro∋a. Γão as perca de ∋ista!
Obser∋e que a instituição de um no∋o imposto não pre∋isto e∆pressamente
na outorga do te∆to constitucional (impostos presentes nos artigos 1∗3, 1∗∗
e 1∗6 da Carta Federal) de∋e ser feito por meio de lei complementar, ou
seja, pelo le∀islador ordin∗rio, ainda que utilizando lei complementar, a
qual possui um rito solene bem mais r∃gido do que as leis ordinárias. Esse
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legislador, alΑm da LC, de∋e cumprir ainda os dois outros itens pre∋istos no
artigo 1∗4, I, da CF/∀∀.
Desse modo, o poder de reforma constitucional, e∆ercido pelo legislador
constituinte deri∋ado, não estará jamais limitado ao que diz o artigo,
limitando apenas o legislador ordinário. Assim, nada impede que aquele, o
legislador deri∋ado (o qual tem poder de alterar a CF/∀∀ dentro dos limites
por ela mesma impostos), edite uma emenda ao te∆to constitucional criando
no∋o imposto com a mesma base de cálculo ou fato gerador já pre∋isto para
outro imposto. O mesmo ocorre para o fato gerador e para a obser∋Εncia ou
não do requisito da nãoΒcumulati∋idade.
Complementado a competência residual da Πnião, dessa ∋ez quanto Χs
contribuições para a seguridade social, temos o que determina o artigo 19∗,
§4Μ, da CF/∀∀, que assim nos dizΙ
−§ 4º - ∗ lei poderá instituir outras fontes destinadas a
garantir a manuten∀ão ou expansão da seguridade social,
obedecido o disposto no art. 1Ν4, I.¨
Assim, ∋alem as mesmas condições pre∋istas para os impostos, e∆ceto
quanto ao paralelismo que de∋e ser obser∋ado para cada espΑcie, uma ∋ez
que as no∋as contribuições não poderão ter base de cálculo e fato gerador
prΗprios de OΠTRAS COΓTRIBΠIαOES, E Γ⊥O DE OΠTROS IMPOSTOS. Ou
seja, podemos ter um contribuição social e um imposto com a mesma base
de cálculo, ou com o mesmo fato gerador, já que a limitação Α apenas para
espΑcies tributárias de mesma natureza (cada um no seu quadrado, caro
aluno).
Embora a CF/∀∀ e∆pressamente afirme que a competência residual se
mostra apenas quanto Χ Πnião, fato curioso se mostrou em questão de
pro∋a aplicada pela ESAF para o cargo de Fiscal de Tributos Estaduais do
Estado do Pará, em 2002, cujo enunciado possui o seguinte te∆toΙ

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A Constituição Federal atribui a denominada competência residual ou
remanescente, quanto aos impostos ββββββββββχββββββββββ, e, no que
se refere Χs ta∆as e Χs contribuições de melhoria,
ββββββββββδββββββββββ.
a) χ aos EstadosΒmembros, δ Χ Πnião
b) χ Χ Πnião, δ aos Munic∃pios
c) χ ao Distrito Federal, δ aos EstadosΒmembros
d) χ Χ Πnião, δ aos EstadosΒmembros
e) χ aos EstadosΒmembros, δ aos Munic∃pios
O gabarito foi dado como sendo a alternati∋a ϑdΚ, seguindo o que determina
a doutrina minorit∗ria, pre∋endo que as taxas e as contribuições de
melΜoria que não estejam pre∋istas na competência tributária da Πnião e
dos Munic∃pios sejam institu∃das pelos Estados e pelo Distrito Federal
(competência estadual), por meio de sua competência RESIDΠAL.
Sendo assim, muito cuidado com esse tipo de questão de pro∋a. Γunca se
sabe onde o elaborador irá buscar inspiração para fazer uma questão. Φeja
algumas questões para treinar o que foi ∋isto anteriormente.


(FCC- 2007 - ∆AB - SP) Por competência tributária residual entende-se
a) a faculdade de os Estados, o Distrito Federal e os Municípios também
instituírem taxas e contribui∀ões de melhoria.
b) a faculdade da União de instituir, mediante lei complementar,
empréstimos compuls∃rios e, mediante lei ordinária, impostos
extraordinários.
c) a faculdade de os Estados, o Distrito Federal e os Municípios também
instituírem taxas e contribui∀ões sociais, cobradas de seus servidores para o
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custeio, em benefício destes, de sistema de previdência e de assistência
social.
d) a faculdade da União de instituir, mediante lei complementar, impostos
não expressamente previstos em sua competência tributária, desde ∋ue
não-cumulativos e ∋ue tenham base de cálculo e fatos geradores diversos
da∋ueles já discriminados pela Constitui∀ão Federal.
Como ∋imos, apenas a Πnião possui competência tributária residual, muito
embora, como ∋imos, alguns autores, e a banca ESAF, entenda que os
Estados possuem competência tributária residual quanto Χ instituição de
ta∆as e contribuições de melhoria. Sal∋o esse caso relati∋o aos Estados,
apenas a Πnião poderá criar impostos e contribuições sociais residuais.
Alternativa a− IncorretaΧ Essa competência não se estende aos
Munic∃pios.
Alternativa b− IncorretaΧ Os emprΑstimos compulsΗrios estão presentes
na competência tributária e∆clusi∋a, e não na residual. Por sua ∋ez, o IEG
está presente na competência tributária e∆traordinária da Πnião.
Alternativa c− IncorretaΧ Essa pre∋isão está presente na competência
tributária comum, e não na residual.
Alternativa d− CorretaΧ Essa Α a transcrição do que determina o artigo
1∗4, I, da CF/∀∀, que regula a competência tributária residual da Πnião em
matΑria de impostos.






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(ESAF/Audit∀r Fiscal da Receita Federal d∀ Brasil/2005) Competência
tributária é o poder ∋ue a Constitui∀ão Federal atribui a determinado ente
político para ∋ue este institua um tributo, descrevendo-lhe a hip∃tese de
incidência, o sujeito ativo, o sujeito passivo, a base de cálculo e a alí∋uota.
≅obre a competência tributária, avalie o asserto das afirma∀ões adiante e
mar∋ue com (V) as verdadeiras e com (F) as falsasΜ em seguida, mar∋ue a
op∀ão correta.
( ) ∗ competência tributária é indelegável, salvo atribui∀ão das fun∀ões de
arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de executar leis, servi∀os, atos ou
decisões administrativas em matéria tributária, conferida por uma pessoa
jurídica de direito público a outra.
( ) O não-exercício da competência tributária por determinada pessoa
política autoriza a União a exercitar tal competência, com base no princípio
da isonomia.
( ) ∗ pessoa política ∋ue detém a competência tributária para instituir o
imposto também é competente para aumentá-lo, diminuí-lo ou mesmo
conceder isen∀ões, observados os limites constitucionais e legais.
a) F, V, F.
b) F, F, V.
c) F, V, V.
d) V, F, V.
e) V, V, V.
Item I− ≅erdadeiroΧ ∴ o teor literal do que dispõe o artigo −Μ do CTΓ,
relati∋amente Χ competência tributária e Χ capacidade tributária.
Item II− ∃alsoΧ A competência tributária Α indelegá∋el e imprescrit∃∋el,
sendo ainda facultati∋a.
Item III− ≅erdadeiroΧ A competência tributária abrange todas as
prerrogati∋as relacionadas ao tributo institu∃do, as quais incluem, entre
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outras, o poder de instituir, e∆tinguir, aumentar e diminuir o tributo,
conceder e re∋ogar isenções, entre outros temas.
Assim, resta como correta a alternati∋a "d", gabarito da questão.


(ESAF/Audit∀r Fiscal d∀ Tes∀ur∀ Naci∀nal/SRF/199Χ) ∗ Constitui∀ão
da Χepública prevê ∋ue, inexistindo lei federal sobre normas gerais, os
Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas
peculiaridades (art. Γ4, § 3º). Tendo em vista isto e, ∋uando for o caso, o
disposto no C∃digo Tributário Αacional, é razoável dizer ∋ue:
a) o não-exercício, pela União, da competência para legislar sobre normas
gerais de direito tributário, a defere aos Estados, para atender a suas
peculiaridades.
b) o não-exercício da competência para instituir tributos a defere a pessoa
jurídica de direito público diversa da∋uela a ∋ue tal competência cabia
originalmente.
c) a competência da União para legislar sobre normas de direito tributário
exclui a competência suplementar dos Estados.
d) em matéria de direito tributário a competência da União, além de legislar
sobre seus pr∃prios tributos e sobre normas gerais, poderá fazê-lo em
rela∀ão à competência não exercida pelos Estados e Municípios
e) faltando norma geral sobre o encargo ou a fun∀ão de arrecadar tributo
municipal, o Estado poderá supletivamente cometer um e outro a pessoas
de direito privado.
Alternativa a− CorretaΧ ∴ e∆atamente o que pre∋ê o artigo 24, §3Μ,
conferindo aos Estados o poder de legislar sobre normas gerais tributárias
para atender Χs suas peculiaridades, sendo, assim, de eficácia apenas no
seu territΗrio.
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Alternativa b− IncorretaΧ Como ∋imos, a competência tributária Α
indelegá∋el e intransfer∃∋el, sendo ainda facultati∋a, não podendo ser
deferida a outra pessoas jur∃dica de direito público em razão do não
e∆erc∃cio pelo ente pol∃tico a quem a CF/∀∀ a tenha atribu∃do
e∆pressamente.
Alternativa c− IncorretaΧ ∴ e∆atamente o contrário do que afirma o artigo
24, §2Μ, o qual afirma que a competência suplementar dos Estados não Α
e∆clu∃da em razão da competência da Πnião para estabelecer normas gerais
tributárias.
Alternativa d− IncorretaΧ Φale a mesma e∆plicação dada na alternati∋a
ϑbΚ, não podendo a competência tributária ser e∆ercida por um ente pol∃tico
di∋erso em razão do não e∆erc∃cio pelo ente titular constitucional.
Alternativa e− IncorretaΧ E∆ceto no caso da Πnião, a quem compete a
edição de lei complementar contendo normas gerais, em razão do que
dispõe o artigo 146, III, da CF/∀∀, um ente pol∃tico não pode legislar, ainda
que por meio de uma lei de normas gerais, sobre o encargo ou a função de
arrecadar tributos pertencentes a outro ente pol∃tico.


Φamos fechar a aula de hoje com uma questão quentinha cobrada no último
concurso para o cargo de ACE do MDIC, muito embora elaborada pela
ESAF≅ A questão foi muito boa, e ser∋e para ∋ermos com mais detalhes o
tema competência tributária que estamos estudando nessa aula de hoje.
Φamos em frente!




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(ESAF/MDIC/ACE/2012) Competência Tributária é a parcela de poder
fiscal ∋ue as pessoas políticas ∋ue compõem a Federa∀ão recebem
diretamente da Constitui∀ão para instituir, cobrar e administrar os tributos a
ela atribuídos. ≅obre a Competência Tributária, julgue os itens abaixo, e em
seguida assinale a op∀ão correspondente.
I. Embora tal competência seja indelegável, a lei permite a delega∀ão das
fun∀ões de arrecadar ou fiscalizar tributos a outras pessoas jurídicas de
direito público.
II. O produto da arrecada∀ão do Imposto de Χenda retido na fonte dos
servidores estaduais e municipais, embora perten∀a aos respectivos Estados
e Municípios, não retira da União sua competência legislativa e
regulamentadora em rela∀ão a este tributo, tampouco as fun∀ões de
fiscalizar e exigir o pagamento ∋uando não tenha havido reten∀ão.
III. ∗ mesma pessoa política detentora da competência de instituir,
arrecadar e administrar determinado tributo é também a∋uela competente
para conceder isen∀ões dele, sem exce∀ões.
IV. O não exercício da competência tributária por determinada pessoa
política autoriza a União a exercitar tal competência.
a) Βá apenas um item correto.
b) Βá apenas dois itens corretos.
c) Βá apenas três itens corretos.
d) Todos os itens estão corretos.
e) Todos os itens estão incorretos.
Item I− CorretoΧ Conforme nos diz o artigo −Μ, caput, do CTΓ, "a
competência tributária é indelegável, salvo atribui∀ão das fun∀ões de
arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de executar leis, servi∀os, atos ou
decisões administrativas em matéria tributária, conferida por uma pessoa
jurídica de direito público a outra".
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Item II− CorretoΧ A competência legislati∋a está completamente
dissociada do destino a ser dado Χ arrecadação do respecti∋o tributo,
inclusi∋e em relação ao Imposto sobre a Renda (IR). O fato de parcela, ou
atΑ mesmo a totalidade, do produto da arrecadação de um tributo ser
destinado a outro ente pol∃tico não altera em nada a competência tributária
atribu∃da pela CF/∀∀. Γo caso em questão, a Πnião permanece com sua
competência legislati∋a e regulamentadora em relação a este tributo,
inclusi∋e quanto Χs funções de εscalizar e e∆igir o pagamento quando não
tenha ha∋ido retenção.
Item III− Incorreto. Em regra, apenas a pessoa pol∃tica detentora da
competência de instituir, arrecadar e administrar determinado tributo Α
tambΑm aquela competente para conceder isenções relati∋as ao mesmo.
Entretanto, a Πnião, ao celebrar tratados e con∋enções internacionais,
agindo em nome da República Federati∋a do Brasil, poderá conceder
isenções de tributos estaduais, municipais e distritais, as chamadas isenções
heterΩnomas. Assim, a aplicação do artigo 1∗1, III, da CF/∀∀, Α restrita
apenas Χ ordem interna.
Item I≅− IncorretoΧ A competência tributária Α indelegá∋el e
imprescrit∃∋el, não podendo ser e∆ercida por outro ente caso o ente
competente não e∆erça o poder a ele atribu∃do pela CF/∀∀. Assim, caso o
ente pol∃tico competente decida instituir o tributo a ele constitucionalmente
pre∋isto no dia seguinte ao da publicação da CF/∀∀ ou apenas em 2030,
cabe apenas a ele decidir sobre isso.
Assim, resta como correta a alternati∋a "b", gabarito da questão.


Para fechar, uma questão da FCC!


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(FCC - 2002) ∗ competência do Distrito Federal para instituir impostos é
a) exclusiva, relativamente aos impostos municipais.
b) concorrente, relativamente aos impostos estaduais.
c) cumulativa, relativamente aos impostos estaduais e municipais.
d) concorrente, relativamente aos impostos estaduais e federais.
Γo tocante a impostos, cabe ao Distrito Federal instituir somente aqueles
pre∋istos na sua competência tributária e∆clusi∋a, quais sejamΙ ITCMD,
ICMS, IPΦA, ISS, ITBI e IPTΠ. Essa atribuição somente Α poss∃∋el uma ∋ez
que esse Ente possui, cumulati∋amente, as competências tributárias
conferidas aos Estados e aos Munic∃pios. Logo, estamos diante da
competência cumulati∋a, o que nos fornece a alternati∋a ϑcΚ como gabarito
da nossa questão.



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Bitributação e ΡBis in idemΣ

Γesse item da aula estudaremos dois temas freqφentemente confundidos
pelos candidatos menos atentos, e diretamente relacionado ao tema
ϑcompetência tributáriaΚ. E candidato desatento ou sem conhecimento
afiado Α presa fácil para uma banca maldosa.
Embora os dois itens possam ser, inde∋idamente, utilizado como sinΩnimos,
são termos diferentes, como passaremos a ∋er agora.
A bitributação ocorre quando DOIS EN∋ES ∃EDERA∋I≅OS DIS∋IN∋OS
(ou mais de dois) tributam o mesmo fato gerador ou a mesma base de
cálculo. Πma ∋ez que a competência tributária para a criação de um
determinado tributo Α conferida e∆pressamente pela CF/∀∀ para
determinado Ente Federati∋o, Α e∆clusi∋a, estaremos diante de uma
invasão da competΦncia tribut∗ria.Em regra, como ∋eremos mais
adiante.
Por e∆emplo, imagine que a Πnião edite lei complementar definindo que o
no∋o imposto sobre a comercialização de produtos radioati∋os (criado,
ϑinocentementeΚ, em razão da sua competência tributária residual) será
tributado em razão da circulação desse tipo de mercadoria pelas estradas
federais. Ora! A circulação de mercadorias, seja ela qual for, será tributada
com o ICMS, imposto de competência estadual e distrital, pre∋isto
e∆pressamente na CF/∀∀ em seu artigo 1∗∗, II. Esse imposto tem como fato
gerador as operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e a prestação de
ser∋iços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
−Entendi então, professor. ≅e está previsto na CFΣ88, nenhum outro ente
poderá utilizar a mesma base de calculo ou fato gerador já previsto
constitucionalmente como pertencente à competência tributária de outro
ente federativo. ∗té ∋ue enfim outra regra ∋ue não tem exce∀ão¨.
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Lá se foi sua alegria, caro aluno. Essa regra tem e∆ceções sim. Mas, para
isso, tem que estar presente expressamente no corpo da C∃Π∆∆, não
podendo jamais ser disciplinada originariamente em normati∋os
infraconstitucionais, como Α o caso da lei complementar que criou o imposto
radioati∋o.
Os emprΑstimos compulsΗrios e os impostos e∆traordinários de guerra (IEG)
podem ser institu∃dos e terem a mesma base de cálculo ou fato gerador já
pre∋isto para outro tributo pertencente Χ competência tributária de outro
Ente federati∋o, ou da prΗpria Πnião, já que ela detΑm a competência
tributária quanto Χ instituição desses dois tributos.
Γada impediria, por e∆emplo, que, numa poss∃∋el guerra contra o Suriname,
a Πnião institu∃sse o IEG tendo como fato gerador a propriedade predial e
territorial urbana de imΗ∋eis localizados nos Munic∃pios dos Estados do Pará
e do Amapá. Como sabemos, a propriedade predial e territorial urbana Α
fato gerador do IPTΠ, imposto de competência dos Munic∃pios, portanto,
ϑin∋adindoΚ a competência tributária dos Munic∃pios. Claro que não seria
uma in∋asão, pois, como dissemos, o IEG sobre esse fato gerador possui
respaldo na prΗpria CF/∀∀, sendo, assim, leg∃timo.
Quanto aos moradores desses Munic∃pios, estes seriam obrigados a pagar
imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana duas ∋ezesΙ uma
quanto ao IPTΠ e outra quanto ao IEG.
Quanto Χ bitributação, ∋eja o que diz o STF sobre o assuntoΙ
−∗ jurisprudência desta Corte é pacífica no sentido da
ausência de bitributa∀ão ∋uando da incidência da
contribui∀ão previdenciária sobre o 13º salário. (ΧE Γ1Γ84Ν
∗rgΣ≅P, de 31ΣΗΝΣΓΗ11)¨
−1. Χecurso extraordinário em ∋ue se argumenta a não
incidência do II e do IPI sobre opera∀ão de importa∀ão de
sistema de tomografia computadorizada, amparada por
contrato de arrendamento mercantil. Γ. ∗legada
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insubmissão do arrendamento mercantil, ∋ue seria um
servi∀o, ao fato gerador do imposto de importa∀ão (art.
1Ν3, I da Constitui∀ão). Inconsistência. Por se tratar de
tributos diferentes, com hip∃teses de incidência específicas
(presta∀ão de servi∀os e importa∀ão, entendida como a
entrada de bem em territ∃rio nacional Τ art. 1Ο do CTΑ), a
incidência concomitante do II e do I≅≅ não implica
bitributa∀ão ou de viola∀ão de pretensa exclusividade e
preferência de cobran∀a do I≅≅. (ΧE 4ΓΟ3ΗϑΣPΧ, de
ΗΓΣΗ1ΣΓΗ11).¨
Por sua ∋ez, o ϑ∋is in idemΚ Α definido com a tributação de um único fato
gerador por mais de uma ∋ez, e desde que PELO MESMO EN∋E
COMPE∋EN∋E para instituir tributo relati∋o a esse fato gerador. ∴ o caso
em que um ente federado, dentro da sua competência tributária, institui
no∋o tributo com fato gerador ou base de calculo já pre∋ista para outro
tributo anteriormente institu∃do.
Seria o caso, por e∆emplo, relati∋o Χ importação de produtos estrangeiros
industrializados, sobre os quais incide, sobre o mesmo fato gerador, o
imposto de importação (II) e o imposto sobre produtos industrializados
(IPI). Outro caso, tambΑm quanto a tributos da Πnião, seria o pre∋isto para
o imposto sobre a renda (IR) e para a contribuição social sobre o lucro
l∃quido (CSSL), ambos tributando o lucro das empresas.
O bis in idem, portanto, Α perfeitamente admitido no nosso ordenamento,
diferentemente da bitributação, que Α permitida apenas nos casos
e∆pressamente pre∋isto na CF/∀∀.
Segue um resuminhoΙ


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BI∋RIBU∋AΤΓO EΓTES FEDERATIΦOS DIFEREΓTES Ν PERMITIDA
APEΓAS ΓOS CASOS EΖPRESSAMEΓTE PREΦISTOS ΓA CF/∀∀
BIS IN IDEM MESMO EΓTE FEDERATIΦO Ν PERMITIDA, obser∋ados os
requisitos da CF/∀∀.


Por hoje Α sΗ, pessoal. Espero re∋êΒlos em bre∋e no nosso curso!
Bons estudos e forte abraço! Di∋irtamΒse com as questões, futuros APOFP!


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Κuestões Propostas

1Χ (∃CC - 2013 - SE∃AΥ - SP - A∀ente ∃iscal de Rendas - P2− Possuem
competência para instituir o Imposto Sobre Doações e Transmissão causa
mortis, Imposto Territorial Rural, Impostos sobre Importações e Impostos
sobre Ser∋iços de Qualquer Γatureza, respecti∋amente,
a) EstadosΟ Munic∃piosΟ ΠniãoΟ Estados e Distrito Federal.
b) Munic∃piosΟ Estados e Distrito FederalΟ ΠniãoΟ Munic∃pios.
c) Estados e Distrito FederalΟ ΠniãoΟ ΠniãoΟ Distrito Federal.
d) EstadosΟ ΠniãoΟ Estados e Distrito FederalΟ Munic∃pios.
e) EstadosΟ Munic∃piosΟ ΠniãoΟ Munic∃pios e Distrito Federal.
2Χ (∃CC - - 2013 - ∋Λ - PE - Serviços Notariais e de Re∀istros ς
Provimento− A competência tributáriaΙ
a) Α delegá∋el por lei, como no caso do Imposto Territorial Rural Β ITR, em
que a Πnião pode delegar a competência para os Munic∃pios que assim
optarem.
b) não pode dei∆ar de ser e∆ercida, razão pela qual, a Πnião tem obrigação
constitucional de instituir todos os impostos de sua competência.
c) Α renunciá∋el nos casos e∆pressamente autorizados pela Constituição
Federal, como no caso do Imposto sobre Grandes Fortunas, que era de
competência da Πnião.
d) Α e∆clusi∋a em relação a todos os tributos, de∋endo cada ente se limitar
a instituir os tributos e∆pressamente pre∋istos na Constituição Federal ou
em lei.
e) Α indelegá∋el em qualquer situação, não podendo o ente renunciáΒla ou
transferiΒla a outro ainda que por lei.
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3Χ (∃CC - 2013 ς ∋CE - SP ς Auditor− Πma coisa Α poder de legislar,
desenhando o perfil jur∃dico de um gra∋ame ou regulando os e∆pedientes
necessários Χ sua funcionalidadeΟ outra Α reunir credenciais para integrar a
relação jur∃dica, no tΗpico do sujeito ati∋o. (CARΦALΤO, Paulo de Barros.
Curso de Direito Tributário. 23 ed. São PauloΙ Sarai∋a, 2011, p. 2−1).
O trecho transcrito faz alusão, respecti∋amente, aΙ
a) capacidade tributária passi∋a e competência tributária.
b) capacidade tributária passi∋a e capacidade tributária ati∋a.
c) competência tributária e obrigação tributária.
d) capacidade tributária ati∋a e obrigação tributária.
e) competência tributária e capacidade tributária ati∋a.
4Χ (∃CC - 2012 - PM SΓO PAULO - Auditor ∃iscal ∋ribut∗rio Municipal
- Gestão ∋ribut∗ria− Munic∃pio Dei∆a pra Lá, não conseguindo,
hipoteticamente, e∆ercer sua competência constitucional tributária para
instituir o ITBI no seu territΗrio, celebrou acordo com o Estado federado em
que se localiza, para que esse Estado passasse a e∆ercer, em seu lugar, a
competência constitucional para instituir o referido imposto em seu territΗrio
municipal e, ainda, para que e∆ercesse as funções de fiscalizar e arrecadar
esse tributo, recebendo, em contrapartida, um pagamento fi∆o anual, a
t∃tulo de "retribuição compensatΗria". Relati∋amente a essa situação, o
Munic∃pio Dei∆a pra Lá
a) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de
arrecadar e de fiscalizar tributos de sua competência tributária a qualquer
outra pessoa jur∃dica de direito público, mas pode delegar as funções de
arrecadação Χs instituições bancárias públicas e pri∋adas.
b) pode delegar sua competência tributária e suas funções de arrecadar e
de fiscalizar tributos a outra pessoa jur∃dica de direito público.
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c) não pode delegar sua competência tributária a qualquer outra pessoa
jur∃dica de direito público, embora possa delegar as funções de arrecadar e
de fiscalizar tributos de sua competência tributária.
d) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de
fiscalizar tributos a qualquer outra pessoa jur∃dica de direito público,
embora possa delegar suas funções de arrecadar tributos de sua
competência tributária.
e) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de
arrecadar e de fiscalizar tributos de sua competência tributária a qualquer
outra pessoa jur∃dica de direito público.
ΕΧ (∃CC - 2011 - PGE - M∋ - Procurador de Estado− Sobre competência
tributária e capacidade tributária ati∋a, Α correto afirmarΙ
a) A competência tributária Α delegá∋el por lei.
b) A capacidade tributária ati∋a indica o sujeito ati∋o da obrigação tributária
principal.
c) O CΗdigo Tributário Γacional fi∆a as competências tributárias.
d) A capacidade tributária ati∋a Α e∆clusi∋a do ente pol∃tico definido na
Constituição Federal.
e) Somente o ente pol∃tico competente para instituir o tributo pode ser
titular da capacidade tributária ati∋a.
6Χ (∃CC - 2010 - Pref- ∋eresina - Procurador Municipal− Γ⊥O Α
competência municipal a instituição deΙ
a) imposto sobre a transmissão de bens imΗ∋eis por ato inter ∋i∋os a t∃tulo
oneroso.
b) imposto sobre a propriedade territorial urbana.
c) contribuição social dos ser∋idores municipais para custeio de regime
pre∋idenciário prΗprio.
d) contribuição de melhoria.
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e) contribuição de interesse de categorias profissionais ou econΩmicas.
7Χ (∃CC - 2010 - ∋R∃ 4ª Re∀ião - ∋écnico Λudici∗rio ς Administrativa−
À Πnião Γ⊥O Α ∋edada competência para
a) instituir imposto sobre a importação de produtos estrangeiros, tendo
como fato gerador a entrada destes no territΗrio nacional.
b) cobrar imposto sobre o patrimΩnio e a renda com base em lei posterior Χ
data inicial do e∆erc∃cio financeiro a que corresponda.
c) estabelecer limitações ao tráfego, no territΗrio nacional, de mercadorias,
por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais.
d) cobrar imposto, alΑm de outros, sobre o patrimΩnio, a renda ou os
ser∋iços dos Estados e Munic∃pios.
∆Χ (∃CC - 2010 - SE∃AΥ - SP - Analista em Planejamento Orçamento
e ∃inanças Públicas - P2− A competência tributária
a) pode ser conferida apenas aos entes federados.
b) pode ser delegada por lei complementar a outro ente federado.
c) não autoriza que o ente dei∆e de e∆ercêΒla, não instituindo um tributo de
sua competência.
d) pode ser renunciada pelo ente, quando este dei∆a de instituir um tributo
de sua competência.
e) trataΒse de competência administrati∋a.
9Χ (∃CC - 2010 - Assembleia Le∀islativa - SP - A∀ente ∋éc-
Le∀islativo - Direito 2− ∴ da competência constitucional legislati∋a dos
Estados a instituição deΙ
a) impostos não discriminados e∆pressamente na Constituição Federal,
dentro da competência residual.
b) ta∆as, pelo e∆erc∃cio regular de poder de pol∃cia de competência
estadual.
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c) contribuição de inter∋enção no dom∃nio econΩmico.
d) imposto sobre a transmissão inter ∋i∋os de bens imΗ∋eis a t∃tulo oneroso.
e) emprΑstimo compulsΗrio para cobrir despesas e∆traordinárias
decorrentes de calamidade pública.
10Χ (∃CC - 2009 - ∋CE - GO - Analista de Controle Externo ς Λurídica−
A competência tributária
a) Α competência constitucional administrati∋a.
b) Α conferida sempre em caráter e∆clusi∋o ou pri∋ati∋o a cada um dos
entes federados.
c) Α delegá∋el, mediante lei complementar do ente detentor da competência
constitucional.
d) não pode dei∆ar de ser e∆ercida pelo ente competente, sob pena de
caracterizar renúncia de receita.
e) Α indelegá∋el e pri∋ati∋a dos entes pol∃ticos tributantes.
11Χ (∃CC - 2009 - PGE - SP - Procurador do Estado Nível I−
Competência tributária.
I. ∴ ∋edado Χ Πnião instituir tributo que não seja uniforme em todo o
territΗrio nacional, ou que implique distinção ou preferência em relação a
Estado, ao Distrito Federal ou a Munic∃pio, em detrimento de outro,
admitida a concessão de incenti∋os fiscais a contribuintes
hipossuficientes.
II. A competência legislati∋a dos Estados, em matΑria tributária, Α residual,
podendo instituir outros impostos, alΑm dos já pre∋istos na Constituição
Federal, desde que sejam nãoΒcumulati∋os e não tenham fato gerador ou
base de cálculo prΗprios dos nela discriminados.
III. Ine∆istindo lei federal sobre normas gerais, os Estados e∆ercerão sua
competência legislati∋a plena, para atender a suas peculiaridades.
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IΦ. E∆istindo norma geral da Πnião, Α facultado aos Estados legislar
supleti∋amente em matΑria tributária.
Φ. A competência legislati∋a dos Estados para instituir o IPΦA depende da
prΑ∋ia edição de lei complementar, conforme já decidiu o Supremo Tribunal
Federal.
Está correto o que se afirma em
a) II e Φ, apenas.
b) III e IΦ, apenas.
c) I, II e IΦ, apenas.
d) I, III e Φ, apenas.
e) I, II, III, IΦ e Φ.
12Χ (∃CC - 2009 - SE∃AΥ - SP - A∀ente ∃iscal de Renda - Gestão
∋ribut∗ria P3− A respeito da competência tributária, considereΙ
I. A competência tributária Α o poder, conferido a determinado ente pol∃tico,
por lei complementar espec∃fica, para aumentar tributos.
II. A competência tributária Α indelegá∋el. PorΑm, as funções de arrecadar
ou fiscalizar os tributos ou de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou decisões
administrati∋as em matΑria tributária podem ser delegadas por uma pessoa
jur∃dica de Direito Público a outra.
III. A competência tributária, que compreende a competência legislati∋a e a
capacidade tributária, Α delegá∋el.
Está correto o que se afirma APEΓAS em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) I e III.
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13Χ (∃CC 2009 - SE∃AΥ - SP - A∀ente ∃iscal de Renda - Gestão
∋ribut∗ria P3− Em relação Χ competência tributária, cabe
a) Χ Πnião instituir impostos sobreΙ I) importação de produtos estrangeirosΟ
II) propriedade territorial ruralΟ III) doação de quaisquer bens e direitos.
b) aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobreΙ I) transmissão
causa mortisΟ II) operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e sobre
prestações de ser∋iços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicaçãoΟ III) propriedade de ∋e∃culos de qualquer natureza.
c) aos Munic∃pios instituir impostos sobreΙ I) propriedade territorial urbana e
ruralΟ II) ser∋iços de qualquer natureza não compreendidos na competência
tributária dos Estados, definidos em lei complementarΟ III) doação de
quaisquer bens e direitos.
d) aos Estados instituir impostos sobreΙ I) propriedade predial territorial e
urbanaΟ II) transmissão inter ∋i∋os a qualquer t∃tulo, por ato oneroso ou
gratuito de quaisquer bens e direitosΟ III) ser∋iços de qualquer natureza.
e) Χ Πnião instituir impostos sobreΙ I) importação de produtos estrangeirosΟ
II) propriedade territorial ruralΟ III) os impostos estaduais em territΗrio
Federal e, se o TerritΗrio não for di∋idido em Munic∃pios, cumulati∋amente,
os impostos municipais.
14Χ (∃CC - 2009 - IN∃RAERO ς Advo∀ado− A respeito da competência
tributária, Α correto afirmarΙ
a) ∴ ∋edado Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic∃pios
cobrar imposto sobre papel destinado e∆clusi∋amente Χ impressão de
jornais, periΗdicos e li∋ros, sal∋o se, no caso de importação, o pa∃s de
origem não der reciprocidade sobre o mesmo ato.
b) A Πnião pode instituir tributo que não seja uniforme em todo o territΗrio
nacional.
c) Constitui delegação de competência o cometimento, a pessoas de direito
pri∋ado, do encargo ou da função de arrecadar tributos.
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d) A Πnião pode instituir emprΑstimo compulsΗrio para atender a despesas
e∆traordinárias decorrentes de calamidade pública que e∆ija au∆∃lio federal
imposs∃∋el de se atender com os recursos orçamentários dispon∃∋eis,
de∋endo a lei fi∆ar o prazo do emprΑstimo e as condições do seu resgate.
e) Γão Α ∋edado Χ Πnião estabelecer limitações ao tráfego, no territΗrio
nacional, de pessoas ou mercadorias, por meio de tributos interestaduais ou
intermunicipais.
1ΕΧ (∃CC - 2009 - DPE - PA - Defensor Público - 1ª EntrΩncia− Sobre
competência constitucional em matΑria tributária, Α correto afirmar, EΖCETO
a) a competência tributária Α indelegá∋el, inaliená∋el, imprescrit∃∋el,
irrenunciá∋el e inalterá∋el.
b) a competência para instituição do ITR Α da Πnião, mas a capacidade
poderá ser transferida aos Munic∃pios que optarem pela arrecadação e
fiscalização deste tributo, nos termos da lei.
c) a isenção equi∋ale a incompetência tributária para instituir tributos sobre
determinados fatos geradores, estando regulada na Constituição Federal.
d) a competência para instituição do ISS Α municipal e do ICMS Α estadual.
e) as competências para instituição de impostos são classificadas como
legislati∋as e∆clusi∋as e não podem ter seu rol ampliado.
16Χ (∃CC - 200∆ - ∋CE-AL ς Procurador− São tributos de competência da
Πnião, EΖCETO a contribuiçãoΙ
a) de melhoria.
b) social para a seguridade social.
c) para o custeio do ser∋iço de energia elΑtrica.
d) de inter∋enção no dom∃nio econΩmico.
e) de interesse de categorias profissionais.
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17Χ (∃CC - 2007 - CΩmara dos Deputados - Analista Le∀islativo ς
Contador− O Distrito Federal tem competência para instituir, dentre outros,
impostos sobre
a) transmissão "causa mortis" e doação de quaisquer bens ou direitos,
propriedade de ∋e∃culos automotores, operações relati∋as Χ circulação de
mercadorias e ser∋iços, propriedade predial e territorial urbana e ser∋iços
de qualquer natureza.
b) operações de crΑdito, cΕmbio e seguro e relati∋as a t∃tulos ou ∋alores
mobiliários, propriedade predial e territorial urbana, ser∋iços de qualquer
natureza, operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e ser∋iços,
propriedade predial e territorial urbana e propriedade de ∋e∃culos
automotores.
c) operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e ser∋iços, propriedade
territorial urbana, produtos industrializados, ser∋iços de qualquer natureza e
propriedade predial e territorial urbana.
d) transmissão "causa mortis" e doação de quaisquer bens ou direitos,
propriedade de ∋e∃culos automotores, ser∋iços de qualquer natureza,
operações de crΑdito, cΕmbio e seguro e relati∋as a t∃tulos ou ∋alores
mobiliários e propriedade predial e territorial urbana.
e) operações relati∋as Χ circulação de mercadorias e ser∋iços, propriedade
predial e territorial urbana, ser∋iços de qualquer natureza, operações de
crΑdito, cΕmbio e seguro e relati∋as a t∃tulos ou ∋alores mobiliários e
propriedade predial e territorial urbana.
1∆Χ (∃CC - 2007 - ∋R∃ 2ª - Analista Λudici∗rio ς Λudici∗ria− Γo que diz
respeito Χ competência legislati∋a, o CΗdigo Tributário Γacional, dentre
outras situações, dispõe que,
a) a competência tributária Α sempre indelegá∋el, abrangendo a atribuição
das funções de fiscalizar tributos ou de e∆ecutar leis ou ser∋iços de natureza
tributária.
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b) a atribuição da função de arrecadar tributos implica que sua re∋ogação
seja feita com prΑ∋io a∋iso, e por ato bilateral entre as partes.
c) a atribuição da função de fiscalizar tributos não compreende as garantias
e os pri∋ilΑgios processuais que competem Χ pessoa jur∃dica de direito
público que a conferir.
d) o nãoΒe∆erc∃cio da competência tributária a defere Χ pessoa jur∃dica de
direito público di∋ersa daquela a que a Constituição a tenha atribu∃do.
e) não constitui delegação de competência o cometimento, a pessoas de
direito pri∋ado, do encargo ou da função de arrecadar tributos.
19Χ (∃CC - 2007 - PM São Paulo - Auditor ∃iscal ∋ribut∗rio Municipal−
São tributos de competência municipalΙ
a) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imΗ∋eis, imposto
sobre a prestação de ser∋iço de comunicação e imposto sobre a propriedade
territorial rural.
b) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imΗ∋eis, imposto
sobre a transmissão onerosa, inter ∋i∋os, de bens imΗ∋eis e imposto sobre a
propriedade predial urbana.
c) imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, imposto sobre a
transmissão onerosa, inter ∋i∋os, de bens imΗ∋eis e imposto sobre a
propriedade territorial rural.
d) imposto sobre a propriedade territorial urbana, imposto sobre a
transmissão onerosa, inter ∋i∋os, de bens imΗ∋eis e imposto sobre a
prestação de ser∋iço de comunicação.
e) imposto sobre a propriedade territorial urbana, imposto sobre ser∋iços de
qualquer natureza, definidos em lei complementar e nãoΒcompreendidos na
tributação do ICMS, e imposto sobre a transmissão onerosa, inter ∋i∋os, de
bens imΗ∋eis.
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20Χ (∃CC - 2007 - PM São Paulo - Auditor ∃iscal ∋ribut∗rio Municipal−
Relati∋amente Χ competência tributária e Χs funções de arrecadação e
fiscalização, Α correto afirmar que
a) ambas sempre são delegá∋eis, dependendo de lei complementar federal.
b) a competência Α delegá∋el de uma pessoa jur∃dica de direito público para
outra, mas a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização Α
indelegá∋el.
c) a competência Α indelegá∋el de uma pessoa jur∃dica de direito público
para outra, mas a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização Α
delegá∋el.
d) tanto a competência como a atribuição das funções de arrecadação e de
fiscalização são indelegá∋eis de uma pessoa jur∃dica de direito público para
outra.
e) tanto a competência como a atribuição das funções de arrecadação e de
fiscalização são delegá∋eis de uma pessoa jur∃dica de direito público para
outra.
21Χ (∃CC - 2006 - ∋CE-CE - Procurador de Contas− O Estado do Ceará
tem competência tributária para instituição de
a) IPTΠ, ICMS e IPΦA.
b) ITCMD, ICMS e contribuição de melhoria.
c) ITBI, ITCMD e ISS.
d) ta∆as, contribuição de melhoria e imposto residual.
e) emprΑstimo compulsΗrio, IPΦA e ta∆as.
22Χ (∃CC - 2006 - ∋CE-PB - Auditor de Contas Públicas - Direito−
A competência residual tributária Α e∆ercidaΙ
a) pela Πnião e Estados, que podem instituir impostos e ta∆as, que não
sejam cumulati∋os e não tenham fato gerador ou base de cálculo prΗprios
dos discriminados na Constituição Federal.
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b) pelos Munic∃pios, que podem criar tributos de seu peculiar interesse,
obser∋ando os princ∃pios constitucionais da anterioridade e da
irretroati∋idade.
c) pelos Estados, que podem instituir contribuições que não tenham fato
gerador e base de cálculo prΗprios dos discriminados na Constituição
Federal.
d) pela Πnião, que, atra∋Αs de lei complementar, pode instituir impostos
que não sejam cumulati∋os e não tenham fato gerador ou base de cálculo
prΗprios dos discriminados na Constituição Federal.
e) pelos Estados e Distrito Federal, que podem instituir impostos e
contribuições sociais, que não sejam cumulati∋os e não tenham fato gerador
ou base de cálculo prΗprios dos discriminados na Constituição Federal.
23Χ (∃CC - 2006 - Estado-PB - Auditor ∃iscal da Receita Estadual−
Γ⊥O Α competência da Πnião instituir contribuição
a) social.
b) de inter∋enção no dom∃nio econΩmico.
c) de interesse das categorias profissionais ou econΩmicas.
d) para o custeio do ser∋iço de iluminação pública.
e) de melhoria.
24Χ (∃CC - 2006 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas− A Constituição
Federal atribui Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic∃pios
competências tributárias pri∋ati∋as, ∋edando que um ente pol∃tico in∋ada a
competência do outro, e∆ceto, em relação
a) Χ Πnião que, no e∆erc∃cio de sua competência residual, poderá in∋adir as
competências tributárias dos entes pol∃ticos, para instituir impostos
cumulati∋os, com fato gerador e base de cálculo já relacionados na
Constituição Federal.
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b) aos EstadosΒmembros, que podem conceder moratΗria de caráter geral,
em relação aos tributos municipais.
c) Χ Πnião que, na iminência ou no caso de guerra e∆terna, poderá instituir
impostos e∆traordinários, compreendidos ou não em sua competência
tributária.
d) Χ Πnião, que pode instituir isenções de tributos da competência dos
Estados, do Distrito Federal e dos Munic∃pios.
e) aos EstadosΒmembros, que podem conceder parcelamento, isenções e
anistia de tributos municipais.
2ΕΧ (≅UNESP - 2007 - OAB - SP - 133Ξ Exame de Ordem− Por
competência tributária residual entendeΒse
a) a faculdade de os Estados, o Distrito Federal e os Munic∃pios tambΑm
institu∃rem ta∆as e contribuições de melhoria.
b) a faculdade da Πnião de instituir, mediante lei complementar,
emprΑstimos compulsΗrios e, mediante lei ordinária, impostos
e∆traordinários.
c) a faculdade de os Estados, o Distrito Federal e os Munic∃pios tambΑm
institu∃rem ta∆as e contribuições sociais, cobradas de seus ser∋idores para o
custeio, em benef∃cio destes, de sistema de pre∋idência e de assistência
social.
d) a faculdade da Πnião de instituir, mediante lei complementar, impostos
não e∆pressamente pre∋istos em sua competência tributária, desde que
nãoΒcumulati∋os e que tenham base de cálculo e fatos geradores di∋ersos
daqueles já discriminados pela Constituição Federal.



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26Χ (≅UNESP - 2007 - OAB - SP - 132Ξ Exame de Ordem− Assinale a
alternati∋a correta.
a) Em casos e∆cepcionais, os Estados, mediante lei ordinária, poderão
instituir tributos, desde que ainda não pre∋istos na Constituição Federal.
b) Somente a Πnião, mediante lei complementar, poderá instituir impostos
não pre∋istos na Constituição Federal, desde que sejam nãoΒcumulati∋os e
não tenham fato gerador ou base de cálculo prΗprios dos discriminados na
Constituição Federal.
c) A Πnião, mediante lei complementar, poderá determinar que parcela do
ICMS (de competência constitucional dos Estados) seja recolhida a ela, para
fazer frente a programas de erradicação da fome no pa∃s.
d) Os Munic∃pios, mediante lei ordinária, poderão dispor que, do ∋alor do
I.T.R. Ν Imposto Federal sobre a Propriedade Territorial Rural Β de∋ido sobre
imΗ∋eis rurais e∆istentes nos respecti∋os munic∃pios, ∀0Θ (oitenta por
cento) sejam a eles recolhidos.
27Χ (≅UNESP - 2007 - OAB - SP - 131Ξ Exame de Ordem− Sobre a
competência tributária da Πnião, assinale a alternati∋a CORRETA.
a) Competem Χ Πnião, em TerritΗrio Federal, os impostos estaduais e, se o
TerritΗrio não for di∋idido em Munic∃pios, cumulati∋amente, os impostos
municipais.
b) Compete Χ Πnião instituir impostos sobre importação de produtos
estrangeirosΟ e∆portação, para o e∆terior, de produtos nacionais ou
nacionalizadosΟ renda e pro∋entos de qualquer naturezaΟ produtos
industrializadosΟ e transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens
ou direitos.
c) Compete primeiramente aos Estados e, subsidiariamente, Χ Πnião,
instituir contribuições sociais, de inter∋enção no dom∃nio econΩmico e de
interesse das categorias profissionais ou econΩmicas, como instrumento de
sua atuação nas respecti∋as áreas.
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d) Compete Χ Πnião instituir impostos sobre importação de produtos
estrangeirosΟ e∆portação, para o e∆terior, de produtos nacionais ou
nacionalizadosΟ renda e pro∋entos de qualquer naturezaΟ propriedade de
∋e∃culos automotoresΟ e ser∋iços de qualquer natureza.
2∆Χ (≅UNESP - 2007 - OAB - SP - 131Ξ Exame de Ordem− A
Constituição Federal estabelece que
a) compete e∆clusi∋amente Χ Πnião legislar sobre direito tributário.
b) os Estados podem legislar sobre direito tributário, desde que autorizados
pelo Senado Federal.
c) compete Χ Πnião, aos Estados e ao Distrito Federal legislar
concorrentemente sobre direito tributário.
d) os Munic∃pios não têm competência para legislar sobre direito tributário.
29Χ (≅UNESP - 2006 - OAB-SP - OAB 130Ξ− Compete aos Munic∃pios
instituir impostos sobre
a) propriedade predial e territorial urbanaΟ transmissão inter ∋i∋os, a
qualquer t∃tulo, por ato oneroso, de bens imΗ∋eis, por natureza ou acessão
f∃sica, e de direitos reais sobre imΗ∋eis, e∆ceto os de garantia, bem como
cessão de direitos a sua aquisiçãoΟ ser∋iços de qualquer natureza, não
compreendidos na competência dos Estados e do Distrito Federal, definidos
em lei complementar.
b) operações de crΑdito, cΕmbio e seguro, ou relati∋as a t∃tulos ou ∋alores
mobiliáriosΟ transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou
direitosΟ ser∋iços de qualquer natureza, não compreendidos na competência
dos Estados e do Distrito Federal, definidos em lei complementar.
c) propriedade predial e territorial urbanaΟ transmissão causa mortis e
doação, de quaisquer bens ou direitosΟ ser∋iços de qualquer natureza, não
compreendidos na competência dos Estados e do Distrito Federal, definidos
em lei complementar.
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d) propriedade de ∋e∃culos automotoresΟ transmissão inter ∋i∋os, a qualquer
t∃tulo, por ato oneroso, de bens imΗ∋eis, por natureza ou acessão f∃sica, e
de direitos reais sobre imΗ∋eis, e∆ceto os de garantia, bem como cessão de
direitos a sua aquisiçãoΟ prestações de ser∋iços de transporte interestadual
e intermunicipal e de comunicação.
30Χ (≅UNESP - 2006 - OAB-SP - OAB 129Ξ− Em relação Χ edição de
medidas pro∋isΗrias sobre matΑria tributária, Α correto afirmar que
a) o aumento da al∃quota do imposto sobre a renda por meio de medida
pro∋isΗria produz efeitos no prΗprio e∆erc∃cio em que for editada a medida
pro∋isΗria.
b) medida pro∋isΗria que implique instituição ou majoração de impostos sΗ
produz efeitos, em qualquer hipΗtese, no e∆erc∃cio financeiro seguinte se
hou∋er sido con∋ertida em lei atΑ o último dia daquele em que foi editada.
c) em caso de rele∋Εncia e urgência, o Presidente da República pode adotar
medida pro∋isΗria para instituir ou aumentar impostos.
d) Α ∋edado tratar de matΑria tributária por meio de medida pro∋isΗria.
31Χ (≅UNESP - 2006 - OAB-SP - OAB 129Ξ− Assinale a alternati∋a
correta.
a) Compete, e∆clusi∋amente, Χ Πnião legislar sobre direito tributário.
b) ∴ ∋edado Χ Πnião instituir isenção de tributos de sua competência.
c) Compete aos Munic∃pios instituir e arrecadar os tributos de sua
competência.
d) ∴ de competência da Πnião a instituição de imposto sobre propriedade de
∋e∃culos automotores.


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32Χ (≅UNESP - 2004 - PM Ribeirão Preto-SP ς Procurador−
Determinado munic∃pio resol∋e não mais arrecadar o ISS γimposto sobre
ser∋iços de qualquer naturezaη. Γesse sentido, Α correto afirmar que
a) poderá fazêΒlo li∋remente, ∋isto que o e∆erc∃cio da competência tributária
Α facultati∋o.
b) somente poderá fazêΒlo apΗs prestar contas, ao Estado onde se localiza,
de qual será a fonte alternati∋a de receita que substituirá o imposto.
c) somente poderá fazêΒlo mediante autorização da Πnião, ∋isto que a
competência para instituir e arrecadar o referido imposto foi por ela
atribu∃da ao munic∃pio.
d) poderá fazêΒlo, desde que haja modificação da Constituição Federal por
meio de Emenda, ∋isto ter sido o Poder Constituinte que criou referido
imposto e, assim, o munic∃pio está obrigado a arrecadáΒlo.
e) de∋erá delegar sua arrecadação ao Estado onde está localizado, ∋isto
que, ao contrário, a ausência da arrecadação prejudicará todos os
munic∃pios que se encontram naquele territΗrio.
33Χ (≅UNESP - 2004 - OAB-PE ς OAB− Assinale a alternati∋a que traduz
corretamente dois impostos que podem ser e∆igidos pelo Distrito Federal.
a) Imposto sobre a circulação de mercadorias e ser∋iços de transporte
interestadual e intermunicipal e de comunicação e imposto sobre ser∋iços
de qualquer natureza.
b) Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana e imposto sobre
a propriedade territorial rural.
c) Imposto sobre a transmissão de bens imΗ∋eis por ato oneroso e imposto
sobre produtos industrializados.
d) Imposto sobre a propriedade de ∋e∃culos automotores e imposto
territorial rural.
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34Χ (≅UNESP - 2002 - ∋Λ-SP ς Orto∀ante− Compete aos Munic∃pios
instituir impostos sobre
I. propriedade predial e territorial urbanaΟ
II. transmissão inter vivos, a qualquer t∃tulo, por ato oneroso, de bens
imΗ∋eis e de direitos reais de garantia, bem como cessão de direitos Χ sua
aquisiçãoΟ
III. ser∋iços de qualquer naturezaΟ
IΦ. transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos. Está
correto apenas o indicado em
a) I e II.
b) I, II e III.
c) I e IΦ.
d) I.
3ΕΧ (≅UNESP - 2002 - OAB-SP ς OAB− A competência para a instituição
de ta∆as Α comum Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito Federal e aos
Munic∃pios, não podendo estes, entretanto,
a) cobráΒlas uns aos outros.
b) lançáΒlas contra pessoas jur∃dicas.
c) cobráΒlas com base de cálculo idêntica Χ que corresponda aos impostos.
d) cobráΒlas em função dos fatores constantes das letras A e C.
36Χ (≅UNESP - 2002 - OAB-SP ς OAB− Construtora com sede no
Munic∃pio de São Paulo constrΗi edif∃cio sob regime de empreitada na cidade
de Santos, onde não possui estabelecimento. A competência para a
imposição do Imposto Municipal Sobre Ser∋iços (ISS) Α da Prefeitura de
a) São Paulo, porque Α o munic∃pio onde a construtora tem a sua sede
social.
b) São Paulo, porque a construtora não tem estabelecimento em Santos.
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c) São Paulo, porque construção ci∋il não Α prestação de ser∋iços.
d) Santos, porque Α o local onde foi constru∃do o edif∃cio.
37Χ (≅UNESP - 2002 - OAB-AM ς OAB− A competência do Distrito Federal
para instituir impostos Α
a) e∆clusi∋a, relati∋amente aos impostos municipais.
b) concorrente, relati∋amente aos impostos estaduais.
c) cumulati∋a, relati∋amente aos impostos estaduais e municipais.
d) concorrente, relati∋amente aos impostos estaduais e federais.
3∆Χ (≅UNESP - 2002 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas - ICMS−
(contencioso− A competência tributária, representando delimitação do
poder de tributar, Α matΑria de ∃ndole constitucional, sendo, por tal moti∋o,
fi∆ada pela Constituição Federal. Quando Χ referida competência, Α correto
afirmar queΙ
a) São titulares do poder de tributar, no BrasilΙ a Πnião, os Estados, o
Distrito Federal, os Munic∃pios e suas respecti∋as autarquias.
b) A competência tributária não admite renúncia nem delegação, por parte
do titular do poder de tributar que a recebeu da Constituição Federal,
porΑm, seu e∆erc∃cio será facultati∋o, podendo o titular dei∆ar de arrecadar
os tributos que lhe competem.
c) Os Munic∃pios não detêm competência tributária, uma ∋ez que são os
Estados onde os mesmos se localizam que legislam sobre os tributos
municipais.
d) Os Estados não detêm competência tributária, uma ∋ez que Α a Πnião
que por eles legisla, em termos de tributos estaduais, tendo os Estados
apenas a função de arrecadáΒlos.
e) A Πnião, os Estados e os Munic∃pios possuem competência legislati∋a e,
conseqφentemente, a competência tributária, porΑm o Distrito Federal não
possui competência tributária, pois não possui poder legislati∋o prΗprio.
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39Χ (≅UNESP - 2002 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas -
ICMS−(contencioso− A lei complementar Α e∆igida na seguinte situaçãoΙ
a)instituição do imposto e∆traordinário de guerra.
b)alteração das al∃quotas sobre produtos industrializados.
c)instituição de tributos destinados a estabelecer limitações ao tráfego de
pessoas ou bens.
d)atualização do ∋alor monetário da respecti∋a base de cálculo de um
tributo.
e)instituição de emprΑstimos compulsΗrios.
40Χ (≅UNESP - 2002 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS− O
sistema de repartição de competências entre Πnião, EstadosΒmembros e
Munic∃pios adotado na Constituição Federal brasileira pre∋ê que
a) Os entes da Federação, alΑm de terem competências concorrentes entre
si, têm tambΑm um rol de competências prΗprias e e∆clusi∋as.
b) Os entes da Federação têm competências concorrentes entre si e, em
caso de conflito entre a lei federal, estadual e municipal, pre∋alece a
legislação posterior sobre a anterior.
c) A legislação federal pode tratar de todas as matΑrias, re∋ogando a
legislação estadual e municipal naquilo que for contrária.
d) Os Munic∃pios e EstadosΒmembros somente podem legislar sobre
determinada matΑria na falta de legislação federal a respeito do assunto.
e) Os Munic∃pios e Estados somente têm competência para regulamentar a
legislação federal, não podendo ino∋ar na disciplina de determinada
matΑria.



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41Χ (≅UNESP - 2002 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS−
A Constituição Federal, no Cap∃tulo reser∋ado ao Sistema Tributário
Γacional, discrimina as competências tributárias da Πnião, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Munic∃pios, distingue as espΑcies de tributos e
estabelece as limitações ao poder de tributar, determinando que
a) Os tributos institu∃dos pela Πnião, pelos Estados, e pelos Munic∃pios, não
obrigam os referidos entes entre si.
b) Os impostos e as ta∆as são especialmente diferenciados na competência
da Πnião, dos Estados e dos Munic∃pios, e as contribuições cabem a todos
eles, cumulati∋amente.
c) A cobrança do imposto e∆ige a publicação da lei que o instituiu no
e∆erc∃cio financeiro anterior, aplicandoΒse a mesma aos fatos geradores
ocorridos apΗs sua ∋igência.
d) ∴ obrigatΗria a instituição do tributo por lei e permitido o aumento,
daqueles já institu∃dos, por decreto.
e) ∴ permitido Χ Πnião conceder isenção de impostos estaduais e
municipais, com a finalidade de promo∋er o desen∋ol∋imento
socioeconΩmico entre as diferentes regiões do Pa∃s.
42Χ (≅UNESP - 2002 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS−
Os benef∃cios e os incenti∋os fiscais, assim considerado o subs∃dio, a
isenção, a redução de base de cálculo, o crΑdito presumido, a anistia ou
remissão, de∋erão ser concedidos
a) Mediante lei complementar federal, se relati∋o a crΑdito presumido do
ICMS, nas operações interestaduais.
b) Com autorização de lei complementar nacional, referendada por lei
ordinária federal, estadual ou municipal, que disponha e∆clusi∋amente sobre
a desoneração tributária.
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c) Com autorização de leia ordinário nacional, mediante lei ou decreto
federal, estadual ou municipal, que disponha e∆clusi∋amente sobre a
desoneração tributária.
d) Mediante lei espec∃fica federal, estadual ou municipal, que regule
e∆clusi∋amente a matΑria ou o tributo a que se refere e, quanto ao ICMS,
autorizadas por deliberação dos Estado e do Distrito Federal, na forma
regulada por lei complementar nacional.
e) Mediante decreto federal, estadual ou municipal que disponha
e∆clusi∋amente sobre a desoneração tributária, respeitadas as condições
estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
43Χ (≅UNESP - 2002 - PM São Paulo-SP - Procurador Municipal−
Aponte a alternati∋a cujas siglas indicam impostos de competência do
Distrito Federal.
a) IPTΠΟ IPΦAΟ ITBI.
b) ICMSΟ IPΦAΟ IR.
c) ICMSΟ IPIΟ IOF.
d) ITBIΟ IPIΟ IR.
e) IPΦAΟ IPIΟ IR.
44Χ (≅UNESP - 1997 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS−
Competência tributária Α
a) a aptidão constitucional outorgada Χ Πnião Federal, aos Estados, ao
Distrito Federal e aos Munic∃pios para institu∃rem tributos.
b) o direito, pre∋isto na Constituição, da Πnião, dos Estados, dos Munic∃pios
e dos TerritΗrios institu∃rem tributos.
c) a faculdade conferida Χs sociedades de economia mista para recolher
tributos dos particulares.
d) o direito que os Bancos têm para recolher tributos dos particulares.
e) a capacidade financeira do poder público.
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4ΕΧ (≅UNESP - 1997 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS− A
competência tributária conferida aos Estados e não e∆ercida
a) pode ser e∆ercida pelos Munic∃pios do Estado, no limite de seus
territΗrios.
b) pode ser e∆ercida pela Πnião Federal, atΑ que o Estado a e∆erça.
c) não pode ser e∆ercida por nenhuma outra pessoa jur∃dica de direito
público.
d) pode ser e∆ercida pela Πnião Federal, se os Munic∃pios não a e∆ercerem.
e) pode ser e∆ercida pelos Munic∃pios, atΑ que o Estado a e∆erça.
46Χ (≅UNESP - 1997 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS−
Compete aos Estados
a) instituir imposto sobre a transmissão causa mortis e doação de bens
imΗ∋eis, e∆clusi∋amente.
b) instituir imposto na importação de bens, sal∋o os destinados a pessoas
f∃sicas.
c) instituir imposto sobre a transmissão causa mortis e doação de quaisquer
bens ou direitos.
d) instituir imposto sobre a propriedade de ∋e∃culos de qualquer natureza.
e) e∆igir imposto em ∋endas de bens particulares.
47Χ (≅UNESP - 1997 - SE∃AΥ-SP - A∀ente ∃iscal de Rendas ς ICMS−
Os con∋ênios interestaduais Β COΓFAZ
a) podem dispor sobre isenções que sejam limitadas a um ou alguns
Estados e ao Distrito Federal.
b) sΗ podem dispor sobre isenções que sejam aplicá∋eis a todos os Estados
e ao Distrito Federal.
c) não podem dispor sobre isenções não pre∋istas em Lei Complementar.
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d) podem fi∆ar as al∃quotas aplicá∋eis Χs operações e prestações
interestaduais e de e∆portação.
e) de∋erão ser ratificados apenas pelos Estados ou Distrito Federal onde
∋igorarem suas cláusulas.
4∆Χ (≅UNESPΠPrefeitura de CubatãoΠ∋écnico de Nível Médio ς ∃iscal
de ∋ributosΠ2012− Compete ao Munic∃pio instituirΙ
(A) Imposto Territorial Rural.
(B) Imposto de transmissão causa mortis, a qualquer t∃tulo, por ato
oneroso, de bens mΗ∋eis e imΗ∋eis, por natureza ou acessão f∃sica e de
direitos reais sobre imΗ∋eis, e∆ceto os de garantia, bem como cessão de
direito a sua aquisição.
(C) Imposto Sobre Φendas a Φarejo de Combust∃∋eis l∃quidos e gasosos,
Ηleo diesel e gás de cozinha.
(D) Imposto Sobre Ser∋iços de Qualquer Γatureza não inclu∃dos na
competência estadual, face ao disposto na Constituição da República.
(E) Ta∆as pela utilização efeti∋a ou potencial de ser∋iços públicos genΑricos
e indi∋is∃∋eis prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição.
49Χ (≅UNESPΠPrefeitura de LouveiraΠA∀ente de ∃iscalizaçãoΠ2007−
Assinale a alternati∋a que corretamente contΑm uma afirmação acerca da
competência tributária.
(A) Constitui delegação de competência tributária o cometimento, a pessoas
de direito pri∋ado, do encargo ou função de arrecadar tributos.
(B) O nãoΒe∆erc∃cio da competência tributária a defere a pessoa jur∃dica de
direito público, ainda que di∋ersa daquela que a Constituição a tenha
atribu∃do.
(C) A Πnião Α competente para estabelecer limitações ao tráfego, no
territΗrio nacional, de pessoas ou mercadorias, por meio de tributos
interestaduais ou intermunicipais.
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(D) O e∆erc∃cio da competência tributária, uma ∋ez atribu∃da a determinado
ente da federação, não Α sujeita a qualquer tipo de limitação.
(E) A competência tributária Α indelegá∋el, ressal∋ada a atribuição das
funções de arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de e∆ecutar leis, ser∋iços,
atos ou decisões administrati∋as em matΑria tributária, conferida por uma
pessoa jur∃dica de direito público a outra, nos termos da Constituição
Ε0Χ (≅UNESPΠPrefeitura de LucéliaΠ∃iscal ∋ribut∗rioΠ2009− Acerca da
competência tributária, Α correto afirmar que
(A) a atribuição constitucional da competência tributária não compreende,
em regra, a competência legislati∋a plena.
(B) a competência tributária Α delegá∋el e renunciá∋el.
(C) Α poss∃∋el a atribuição das funções de arrecadar e fiscalizar tributos,
conferida por uma pessoa jur∃dica de direito público a outra.
(D) o não e∆erc∃cio da competência tributária a defere a outras pessoas
jur∃dicas de direito público di∋ersas daquela a que a Constituição a tenha
atribu∃do, a fim de que não haja preju∃zo para a arrecadação.
(E) os tributos cuja receita seja distribu∃da, no todo ou em parte, a outras
pessoas jur∃dicas de direito público, passam a pertencer Χ competência
legislati∋a da pessoa jur∃dica a quem tenham sido distribu∃dos.
Ε1Χ (≅UNESPΠPrefeitura de São Λosé do Rio PretoΠProcurador do
MunicípioΠ2011− A competência para a instituição, na forma das
respecti∋as leis, de contribuição para custeio dos ser∋iços de iluminação
pública pertence
(A) Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic∃pios.
(B) aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic∃pios, apenas.
(C) Χ Πnião, aos Estados e aos Munic∃pios, apenas.
(D) Χ Πnião e aos Estados, apenas.
(E) ao Distrito Federal e aos Munic∃pios, apenas.
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Ε2Χ (ESA∃ΠAuditor ∃iscal do ∋esouro NacionalΠSR∃Π1996− Πnião,
Estados, Munic∃pios e Distrito FederalΙ
a) podem delegar capacidade para instituir, arrecadar e fiscalizar um
tributo.
b) podem delegar capacidade para arrecadar e fiscalizar um tributo.
c) podem delegar capacidade para instituir e arrecadar um tributo.
d) podem delegar capacidade para instituir e fiscalizar um tributo.
e) não podem delegar capacidade tributária ati∋a.
Ε3Χ (ESA∃ΠA∋R∃BΠ2010− O art. 1∗4, inciso I, da Constituição Federal,
outorga Χ Πnião o que se costuma chamar de competência tributária
residual, permitindo que institua outros impostos que não os pre∋istos no
art. 1∗3. Sobre estes impostos, Α incorreto afirmar queΙ
a) Estados e Munic∃pios não possuem competência tributária residual.
b) Terão de ser, necessariamente, nãoΒcumulati∋os.
c) Γão poderão ter base de cálculo ou fato gerador prΗprios dos impostos já
discriminados na Constituição Federal.
d) Caso sejam institu∃dos por meio de medida pro∋isΗria, esta de∋erá ser
con∋ertida em lei atΑ o último dia útil do e∆erc∃cio financeiro anterior ao de
in∃cio de sua cobrança.
e) Para a instituição de tais impostos, há que se respeitar o princ∃pio da
anterioridade.




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Ε4Χ (∃MPΠ200∆ΠAuditor do ∋ribunal de Contas do Estado do Mato
Grosso - adaptada− Quanto Χ competência tributária, Α correto afirmar
queΙ
a) todos os entes pol∃ticos têm competência para instituir as di∋ersas
espΑcies tributárias, mas sΗ a Πnião e os Estados podem criar impostos
no∋os no e∆erc∃cio da sua competência residual.
b) a competência para a instituição de contribuições pre∋idenciárias para o
regime geral de pre∋idência não Α e∆clusi∋a da Πnião.
c) os Estados e Munic∃pios podem instituir contribuições a serem pagas
pelos seus ser∋idores para a manutenção, em benef∃cio destes, de
programas de assistência Χ saúde.
d) a competência da Πnião para instituir contribuições pre∋idenciárias para
o regime geral de pre∋idência Α condicionadas constitucionalmente tanto
pela finalidade como pelas bases econΩmicas pass∃∋eis de serem
tributadas, sΗ podendo recair sobre outras manifestações de riqueza se
institu∃das por lei complementar.
e) a competência para a instituição de contribuições de melhoria, conforme
pre∋isão constitucional, Α e∆clusi∋a dos Munic∃pios, pois estes Α que
realizam obras que pro∋ocam ∋alorização imobiliária.
ΕΕΧ (ESA∃ΠPrefeitura de NatalΠ Auditor ∃iscalΠ2001− Em matΑria de
competência para a instituição de impostos, Α correto afirmarΒse queΙ
a) os Munic∃pios dos TerritΗrios Federais são competentes para instituir
seus prΗprios impostos, tal como nos Estados.
b) nos TerritΗrios Federais compete aos Estados dos quais foram
desmembrados a instituição dos impostos estaduais.
c) compete aos TerritΗrios Federais a instituição de seus impostos, tanto
estaduais quanto municipais.
d) os Estados podem instituir impostos e∆traordinários e temporários, com
arrecadação ∋inculada a fins espec∃ficos.
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e) os Munic∃pios podem instituir no∋os impostos, alΑm daqueles
e∆pressamente pre∋istos na Constituição Federal.
Ε62Χ (ESA∃ΠPGD∃ΠProcuradorΠ2007− O Distrito Federal, entidade
integrante da República Federati∋a do Brasil, pode instituirΙ
a) imposto sobre propriedade territorial ruralΟ imposto sobre transmissão
causa mortis de quaisquer bens ou direitos, contribuição de melhoria e
contribuições sociais de quaisquer espΑcies.
b) impostos e∆traordinários, ta∆as e emprΑstimos compulsΗrios.
c) imposto sobre doação de quaisquer bens ou direitosΟ ta∆as pela
utilização, efeti∋a ou potencial, de ser∋iços públicos espec∃ficos e
di∋is∃∋eisΟ contribuições de interesse de categorias econΩmicas.
d) contribuição para o custeio de sistemas de pre∋idência e assistência
social de seus ser∋idoresΟ imposto sobre ser∋iços de qualquer naturezaΟ
ta∆as, em razão do e∆erc∃cio do poder de pol∃cia.
e) imposto sobre propriedade predial e territorial urbanaΟ contribuição de
melhoriaΟ contribuições sociais e contribuição de inter∋enção no dom∃nio
econΩmico.
Ε7Χ (ESA∃ΠSE∃AΥ-MGΠAuditor ∃iscal da Receita EstadualΠ200Ε−
Sobre a competência para legislar sobre Direito Tributário, assinale a opção
correta.
a) Somente a Πnião pode legislar a respeito.
b) O Estado pode legislar a respeito, mas estará sujeito Χs regras gerais
que a Πnião e∆pedir sobre a matΑria em lei federal.
c) Γessa matΑria, o Estado goza de competência legislati∋a e∆clusi∋a.
d) Tanto o Estado como a Πnião podem legislar li∋remente a respeito, mas,
em caso de conflito entre as disposições normati∋as, pre∋alecerá
in∋aria∋elmente a legislação federal.
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e) A competência para legislar, no caso, Α concorrente, sendo que somente
a Πnião pode legislar sobre normas gerais, estando ∋edada a legislação
suplementar por parte do Estado.
∗∀. (CESPEΠ200∆ΠSEMAD-ARACAΛUΠProcurador Municipal− Υulgue os
itens que se seguem, de acordo com as normas do direito tributário.
A Πnião pode instituir isenções de tributos da competência municipal, desde
que haja anuência do respecti∋o munic∃pio.
Ε9Χ (CESPEΠ2011ΠEBCΠAnalista de Administração− Υulgue os itens
que se seguem, relati∋os a aspectos tributários.
Compete Χ Πnião instituir impostos sobre importaçãoΟ e∆portaçãoΟ rendas e
pro∋entosΟ produtos industrializadosΟ operações de crΑdito, cΕmbio e
seguro, ou relati∋as a t∃tulos e ∋alores mobiliáriosΟ propriedade territorial
rural e grandes fortunas.
60Χ (CESPEΠ2011ΠEBCΠAnalista - Advocacia− Com referência ao direito
tributário, julgue os itens subsecuti∋os.
A competência tributária independe da forma como se dará a repartição da
respecti∋a receita.
61Χ (CESPEΠ2011ΠEBCΠAnalista - Advocacia− Somente Α l∃cita a
delegação de competência tributária a pessoa jur∃dica de direito pri∋ado se
a função ou encargo referirΒse a arrecadação de tributos.
62Χ (ESA∃ΠProcurador da ∃azenda NacionalΠPG∃NΠ2004−
Considerados os temas competência tributária e capacidade tributária ati∋a,
marque com Φ a asserti∋a ∋erdadeira e com F a falsa, assinalando ao final a
opção correspondente.
( )A competência tributária Α delegá∋el.
( )A capacidade tributária ati∋a Α indelegá∋el.
( )A Πnião Α quem detΑm a competência tributária no que toca Χs
contribuições sociais para o financiamento da Seguridade Social.
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( )Lei complementar pode delegar a qualquer pessoa jur∃dica de direito
público a competência tributária.
a) Φ, F, Φ, Φ.
b) F, Φ, F, Φ.
c) F, F, Φ, F.
d) Φ, Φ, Φ, F.
e) F, Φ, F, F.
63Χ (CESPEΠ2009ΠOABΠExame de Ordem Unificado - 2ΠPrimeira
∃ase− Assinale a opção correta acerca da competência tributária.
a) ∴ l∃cita a delegação da competência tributária de uma pessoa jur∃dica de
direito público interno a outra.
b) A Πnião, os estados e o DF têm competência para instituir impostos não
pre∋istos e∆pressamente na CF, desde que sejam não cumulati∋os e não
tenham fato gerador ou base de cálculo prΗprios dos já discriminados no
te∆to constitucional.
c) O ente pol∃tico poderá transferir a terceiros as atribuições de arrecadação
e fiscalização de tributos.
d) Os estados, na forma das respecti∋as leis, têm competência para instituir
contribuição para o custeio do ser∋iço de iluminação pública.
64Χ (CESPEΠ2009ΠOABΠExame de Ordem Unificado ς 1ΠPrimeira
∃ase− ∴ de competência e∆clusi∋a da Πnião instituirΙ
a) contribuições sociais, de inter∋enção no dom∃nio econΩmico e de
interesse das categorias profissionais ou econΩmicas.
b) contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.


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c) contribuição para o custeio do regime pre∋idenciário prΗprio dos
ser∋idores estaduais.
d) contribuição de melhoria, no caso de in∋estimento público de caráter
urgente e de rele∋ante interesse nacional.
6ΕΧ (CESPEΠ2011ΠCorreiosΠAnalista de Correios - Advo∀ado− Se
determinado estado da Federação não ti∋er institu∃do o imposto sobre a
propriedade de ∋e∃culos automotores (IP≅A−, essa ausência de e∆erc∃cio
da competência tributária não a deferirá a pessoa jur∃dica de direito público
di∋ersa daquela a que a Constituição Federal de 19∆∆ tenha atribu∃do tal
competência.
66Χ (ESA∃ΠAuditor do ∋esouro MunicipalΠPrefeitura do RecifeΠ2003−
A∋alie as formulações seguintes, obser∋adas as disposições pertinentes ao
tema "competência tributária", constantes do CΗdigo Tributário Γacional, e,
ao final, assinale a opção que corresponde Χ resposta correta.
I Β ∴ ∋edado Χ Πnião, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic∃pios o
cometimento, a pessoas de direito pri∋ado, do encargo ou da função de
arrecadar tributos.
II Β Os tributos cuja receita seja distribu∃da, no todo ou em parte, a outras
pessoas jur∃dicas de direito público pertencem Χ competência legislati∋a
daquela a que tenham sido atribu∃dos.
III Β A atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos, conferida
por uma pessoa jur∃dica de direito público a outra, pode ser re∋ogada, a
qualquer tempo, por ato unilateral da pessoa jur∃dica de direito público que
a tenha conferido.
IΦ Β A atribuição das funções de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou decisões
administrati∋as em matΑria tributária, conferida por uma pessoa jur∃dica de
direito público a outra, compreende as garantias e os pri∋ilΑgios processuais
que competem Χ pessoa jur∃dica de direito público que a conferir.
a) Apenas as formulações I, II e III são corretas.
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b) Apenas as formulações II, III e IΦ são corretas.
c) Apenas as formulações I, III e IΦ são corretas.
d) Apenas as formulações II e IΦ são corretas.
e) Todas as formulações são corretas.
67Χ (CESPEΠ2011ΠI∃BΠProfessor - Direito− Υulgue os itens seguintes,
que dizem respeito Χ competência tributária.
Caso certo munic∃pio paulista não e∆erça sua competência tributária, caberá
ao munic∃pio lim∃trofe o e∆erc∃cio dessa competência.
6∆Χ (CESPEΠ2011ΠI∃BΠProfessor - Direito− À luz da competência
pri∋ati∋a, cabe aos estados, ao DF e aos munic∃pios instituir contribuições
sociais para custeio do sistema de pre∋idência e assistência social de seus
prΗprios ser∋idores.
69. (ESA∃ΠAuditor de ∋ributos EstaduaisΠSE∃AΥ-MSΠ2001− Em tema
de competência legislati∋a sobre matΑria de Direito Tributário, Α correta a
afirmação de queΙ
a) Os Estados têm competência para legislar suplementarmente sobre
normas gerais de Direito Tributário.
b) Mesmo na ausência de lei federal sobre normas gerais de Direito
Tributário, Α ∋edado aos Estados e∆ercer essa competência legislati∋a.
c) A eficácia de lei estadual sobre normas gerais de Direito Tributário fica
mantida ante a super∋eniência de lei federal da mesma natureza, mesmo no
que lhe for contrário.
d) Γo Εmbito da competência concorrente para legislar sobre Direito
Tributário os Estados sΗ podem legislar sobre normas gerais.
e) A legislação tributária dos Estados Α aplicada nos respecti∋os Munic∃pios,
em ∋irtude de estes não terem competência para legislar sobre Direito
Tributário.

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70. (ESA∃ΠAuditor ∃iscal do ∋esouro NacionalΠSR∃Π1994− A
Constituição da República pre∋ê que, ine∆istindo lei federal sobre normas
gerais, os Estados e∆ercerão a competência legislati∋a plena, para atender a
suas peculiaridades (art. 24, § 3Μ). Tendo em ∋ista isto e, quando for o
caso, o disposto no CΗdigo Tributário Γacional, Α razoá∋el dizer queΙ
a) o nãoΒe∆erc∃cio, pela Πnião, da competência para legislar sobre normas
gerais de direito tributário, a defere aos Estados, para atender a suas
peculiaridades.
b) o nãoΒe∆erc∃cio da competência para instituir tributos a defere a pessoa
jur∃dica de direito público di∋ersa daquela a que tal competência cabia
originalmente.
c) a competência da Πnião para legislar sobre normas de direito tributário
e∆clui a competência suplementar dos Estados.
d) em matΑria de direito tributário a competência da Πnião, alΑm de legislar
sobre seus prΗprios tributos e sobre normas gerais, poderá fazêΒlo em
relação Χ competência não e∆ercida pelos Estados e Munic∃pios
e) faltando norma geral sobre o encargo ou a função de arrecadar tributo
municipal, o Estado poderá supleti∋amente cometer um e outro a pessoas
de direito pri∋ado.
71Χ (CESPE - 2011 - I∃B - Professor - Direito− A competência tributária
Α indelegá∋el, não sendo admiss∃∋el atribuir a outra pessoa jur∃dica as
funções de arrecadar ou fiscalizar tributos, bem como e∆ecutar leis,
ser∋iços, atos ou decisões administrati∋as em matΑria tributária.
72Χ (CESPEΠ2009ΠDE∋RAN-D∃ΠAnalista - Advocacia− A Πnião efetuou
a cobrança do imposto sobre a propriedade territorial rural (ITR) sobre
imΗ∋el localizado nas adjacências do DF que, por sua ∋ez, efetuou a
cobrança do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTΠ),
por entender que o imΗ∋el está localizado na zona urbana do DF. Γesse
caso, essa Α uma hipΗtese da ocorrência do bis in idem.
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73Χ (CESPEΠ200∆ΠMPE-ROΠPromotor de Λustiça− A lei estadual
estabelece os critΑrios para cobrança de tributos em conformidade com as
diretrizes constitucionais. Γo que se refere a esse assunto, assinale a opção
correta.
a) A criação do tributo se dá pela capacidade tributária ati∋a do ente da
Federação que por lei estabelece a cobrança do tributo.
b) A instituição do tributo ocorre em função da competência tributária do
ente da Federação.
c) O nascimento da obrigação tributária para o contribuinte ocorre com a
distribuição da competência tributária disciplinada na CF.
d) O Poder Legislati∋o local Α que possui a capacidade tributária.
e) O Poder E∆ecuti∋o local Α que possui a competência tributária.
−4. (∃CCΠΛuiz de DireitoΠALΠ2007− Γos termos do art. 1∗3, § 4o, III, da
Constituição Federal, o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural poderá
ser fiscalizado e cobrado pelo Munic∃pio. Se o Munic∃pio, em caráter
e∆cepcional, resol∋er fazer uso dessa faculdade, passará a e∆ercer
(A) a competência tributária plena.
(B) juntamente com a Πnião a competência tributária.
(C) a competência e a capacidade tributária ati∋a.
(D) juntamente com a Πnião a capacidade tributária ati∋a.
(E) a capacidade tributária ati∋a, ficando reser∋ada Χ Πnião a competência
tributária.
7ΕΧ (∃CCΠAuditorΠ∋CEΠALΠ200∆− O ITR Ν Imposto Sobre a Propriedade
Territorial Rural Α de competência da Πnião. Contudo, os Munic∃pios, nos
termos da lei, poderão optar em arrecadar e fiscalizar este imposto,
conforme autoriza a Constituição Federal. Γeste caso o Munic∃pio que assim
optar será titular da
(A) competência tributária ati∋a.
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(B) competência e da capacidade tributária ati∋a.
(C) capacidade tributária ati∋a.
(D) competência tributária delegada.
(E) capacidade tributária delegante.
76Χ (CESPEΠ200∆ΠMPE-RRΠPromotor de Λustiça− Considere que o
estado de Roraima tenha atribu∃do Χ Πnião as funções de arrecadar ou
fiscalizar tributos, ou de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou decisões
administrati∋as em matΑria tributária. Γessa situação, tal atribuição não
compreenderá as garantias e os pri∋ilΑgios processuais que competem
Χquele estado.
77Χ (∃G≅ΠAuditor ∃iscalΠICMS-RΛΠ2009− Em relação Χ competência
tributária, assinale a afirmati∋a incorreta.
(A) Corresponde Χ aptidão de que são dotados os entes pol∃ticos para
editarem leis instituidoras de tributos.
(B) ∴ indelegá∋el, sal∋o a atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar
tributos.
(C) De acordo com os ditames da Lei de Responsabilidade Fiscal, constituem
requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição,
pre∋isão e efeti∋a arrecadação de todos os tributos da competência
constitucional do ente da Federação.
(D) Seu nãoΒe∆erc∃cio no tempo, pelo prazo de cinco anos contados da
promulgação da Constituição, implica sua transferência para outro ente
federati∋o, nos termos de Resolução a ser editada pelo Senado Federal.
(E) A outorga de competências tributárias aos entes federati∋os afiguraΒse
como pedra angular da forma federati∋a de Estado, caracterizado por entes
pol∃ticos dotados de autonomia financeira.

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7∆Χ (CESPE - 2009 - BACEN - Procurador− Πma empresa detΑm a
propriedade sobre terras agriculturá∋eis em di∋ersos estados do Brasil, no
ambiente rural, e, em di∋ersos munic∃pios de seu estado de origem, Α
proprietária de terras urbanas. Γessa situação, em razão das propriedades
que detΑm, a empresa tornaΒse contribuinte deΙ
a) dois impostos federais e um estadual.
b) dois impostos estaduais e um municipal.
c) um imposto municipal e um federal.
d) um imposto municipal, um estadual e um federal.
e) um imposto municipal e um estadual.
79Χ (CESPE - 2010 - AGU - Procurador− Υulgue os itens seguintes, que
∋ersam sobre as competências dos entes federati∋os no Estado brasileiro.
A CF atribui Χ Πnião a competência tributária residual, permitindoΒlhe
instituir, mediante lei ordinária espec∃fica, outros impostos alΑm dos
arrolados em sua esfera de competência, desde que esses impostos não
tenham fato gerador ou base de cálculo prΗprios dos arrolados na CF e
sejam não cumulati∋os.
∆09Χ (CESPE - 2009 - AGU - Advo∀ado− Com base no Direito Tributário,
julgue os itens que se seguem.
Suponha que determinado tributo criado pela Πnião, com base em sua
competência tributária residual, tenha o produto de sua arrecadação
destinado Χ formação de reser∋as cambiais. Γesse caso, o referido tributo
somente poderá ser uma contribuição.
∆1Χ (CESPE - 2010 - BRB - Advo∀ado− Quanto ao Sistema Tributário
Γacional, julgue os itens a seguir.
Para que a Πnião tenha competência para instituir impostos residuais por lei
ordinária federal, Α suficiente que estes obedeçam ao requisito de não
cumulati∋idade.
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∆2Χ (CESPE Π200∆ ΠMPE-RR ΠPromotor de Λustiça− Considere que o
estado de Roraima tenha atribu∃do Χ Πnião as funções de arrecadar ou
fiscalizar tributos, ou de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou decisões
administrati∋as em matΑria tributária. Γessa situação, tal atribuição não
compreenderá as garantias e os pri∋ilΑgios processuais que competem
Χquele estado.
∆3Χ (∃CCΠProcurador EstadualΠSão PauloΠ2009 - adaptada−
Competência tributária.
I. A bitributação Α definida com a tributação de um único fato gerador por
mais de uma ∋ez, e desde que pelo mesmo ente competente para instituir
tributo relati∋o a esse fato gerador.
II. A competência legislati∋a dos Estados, em matΑria tributária, Α residual,
podendo instituir outros impostos, alΑm dos já pre∋istos na Constituição
Federal, desde que sejam nãoΒcumulati∋os e não tenham fato gerador ou
base de cálculo prΗprios dos nela discriminados.
III. Ine∆istindo lei federal sobre normas gerais, os Estados e∆ercerão sua
competência legislati∋a plena, para atender a suas peculiaridades.
IΦ. E∆istindo norma geral da Πnião, Α facultado aos Estados legislar
supleti∋amente em matΑria tributária.
Φ. A competência legislati∋a dos Estados para instituir o IPΦA depende da
prΑ∋ia edição de lei complementar, conforme já decidiu o Supremo Tribunal
Federal.
Está correto o que se afirma em
a) II e Φ, apenas.
b) III e IΦ, apenas.
c) I, II e IΦ, apenas.
d) I, III e Φ, apenas.
e) I, II, III, IΦ e Φ.
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∆4Χ (ESA∃ΠAuditor ∃iscal da Receita ∃ederal do BrasilΠ200Ε−
Competência tributária Α o poder que a Constituição Federal atribui a
determinado ente pol∃tico para que este institua um tributo, descre∋endoΒ
lhe a hipΗtese de incidência, o sujeito ati∋o, o sujeito passi∋o, a base de
cálculo e a al∃quota.
Sobre a competência tributária, a∋alie o asserto das afirmações adiante e
marque com (Φ) as ∋erdadeiras e com (F) as falsasΟ em seguida, marque a
opção correta.
( ) A competência tributária Α indelegá∋el, sal∋o atribuição das funções de
arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de e∆ecutar leis, ser∋iços, atos ou
decisões administrati∋as em matΑria tributária, conferida por uma pessoa
jur∃dica de direito público a outra.
( ) O nãoΒe∆erc∃cio da competência tributária por determinada pessoa
pol∃tica autoriza a Πnião a e∆ercitar tal competência, com base no princ∃pio
da isonomia.
( ) A pessoa pol∃tica que detΑm a competência tributária para instituir o
imposto tambΑm Α competente para aumentáΒlo, diminu∃Βlo ou mesmo
conceder isenções, obser∋ados os limites constitucionais e legais.
a) F, Φ, F.
b) F, F, Φ.
c) F, Φ, Φ.
d) Φ, F, Φ.
e) Φ, Φ, Φ.




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∆ΕΧ (ESA∃ΠProcurador do Distrito ∃ederalΠPGD∃Π2007-2− O Distrito
Federal, com o ad∋ento da Constituição Federal de 19∀∀, assumiu
titularidade de pessoa jur∃dica pública com capacidade pol∃tica e gozo de
ampla autonomia e go∋ernabilidade. Dei∆ou, portanto, de ser, apenas, sede
administrati∋a da Πnião. Em consequência dessa no∋a estrutura
constitucional que lhe foi atribu∃da, assinale a opção correta.
a) A CΕmara Legislati∋a do Distrito Federal tem ampla competência, em
concreto, para instituir sΗ os impostos que a Constituição autoriza os
Estados a cobráΒlos.
b) O e∆erc∃cio da competência tributária do Distrito Federal pode ser
limitado por Lei Complementar Γacional.
c) O Distrito Federal, por meio de sua CΕmara Legislati∋a, tem competência
para editar lei sobre o pagamento de IPΦA, quando ausente Lei
Complementar da Πnião estabelecendo normas gerais.
d) O Distrito Federal não tem competência concorrente para instituir a
cobrança de custas dos ser∋iços forenses prestados pelo Poder Υudiciário
local, mesmo quando a Πnião permaneça omissa em estabelecer, por Lei
Complementar, normas gerais a respeito.
e) A inΑrcia da Πnião em regulamentar a matΑria tributária pre∋ista no art.
24 da Constituição Federal, redação atual, impedirá o Distrito Federal de,
e∆ercendo competência concorrente, legislar, de modo espec∃fico, sobre
atualização do ∋alor do ICMS.
∆6Χ (ESA∃ΠAuditor do ∋esouro MunicipalΠPrefeitura do RecifeΠ2003)
A respeito do tema competência para instituir impostos, Α correto afirmarΙ
a) aos Estados e ao Distrito Federal compete instituir, entre outros impostos
que a Constituição Federal lhes atribui, o imposto sobre propriedade de
∋e∃culos automotores e o imposto sobre transmissão inter ∋i∋os de bens
imΗ∋eis situados em seus territΗrios.
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b) o imposto sobre ser∋iços de transportes intermunicipais Α de
competência do Munic∃pio em que se iniciarem as prestações dos ser∋iços.
c) os impostos sobre propriedade predial e territorial urbana e sobre ∋endas
a ∋arejo de combust∃∋eis l∃quidos e gasosos são de competência dos
Munic∃pios.
d) compete ao Distrito Federal instituir os impostos que cabem aos
Munic∃pios, sem preju∃zo da competência que a Constituição Federal lhe
assegura para instituir outros impostos e∆pressamente indicados.
e) por força de emenda constitucional promulgada recentemente, a
competência para instituir o imposto sobre propriedade territorial rural foi
transferida da Πnião para os Estados e o Distrito Federal.
∆7Χ (ESA∃ΠAuditor ∃iscal da PrevidΦncia SocialΠSRPΠ2002ΠESA∃− Em
relação ao tema competência tributária, Α correto afirmar queΙ
a) a Constituição atribui Χ Πnião competência residual para instituir
impostos, contribuições para a seguridade social e ta∆as.
b) a instituição de emprΑstimos compulsΗrios requer lei complementar da
Πnião, dos Estados ou do Distrito Federal, conforme competência que a
Constituição confere a cada um desses entes da Federação.
c) para instituir impostos com fundamento na competência residual, Α
imprescind∃∋el, alΑm da competência tributária, ∋eiculação da matΑria por
lei complementar e obser∋Εncia dos princ∃pios constitucionais da nãoΒ
cumulati∋idade e da identidade plena com outros impostos discriminados na
Constituição, no que se refere a fato gerador e base de cálculo.
d) somente a Πnião tem competência residual para instituir impostos.
e) os Estados, o Distrito Federal e os Munic∃pios têm competência para
instituir impostos, ta∆as, contribuição de melhoria e contribuição de
inter∋enção no dom∃nio econΩmico, que a Constituição lhes reser∋a.

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∆∆Χ (∃CCΠDefensoria Pública EstadualΠPar∗Π2009− Sobre competência
constitucional em matΑria tributária, Α correto afirmar, EΖCETO
(A) a competência tributária Α indelegá∋el, imprescrit∃∋el, irrenunciá∋el e
inalterá∋el.
(B) a competência para instituição do ITR Α da Πnião, mas a capacidade
poderá ser transferida aos Munic∃pios que optarem pela arrecadação e
fiscalização deste tributo, nos termos da lei.
(C) a isenção equi∋ale a incompetência tributária para instituir tributos
sobre determinados fatos geradores, estando regulada na Constituição
Federal.
(D) a competência para instituição do ISS Α municipal e do ICMS Α estadual.
(E) as competências para instituição de impostos são classificadas como
legislati∋as e∆clusi∋as e não podem ter seu rol ampliado.



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Gabarito


1 C 23 D 4∗ C 6− E
2 E 24 C 46 C 6∀ E
3 E 2∗ D 4− A 69 A
4 C 26 B 4∀ D −0 A
∗ B 2− A 49 E −1 E
6 E 2∀ C ∗0 C −2 E
− A 29 A ∗1 E −3 B
∀ A 30 C ∗2 B −4 E
9 B 31 C ∗3 D −∗ C
10 E 32 A ∗4 D −6 E
11 B 33 A ∗∗ A −− D
12 B 34 D ∗6 D −∀ C
13 E 3∗ C ∗− B −9 E
14 D 36 D ∗∀ E ∀0 E
1∗ C 3− C ∗9 C ∀1 E
16 C 3∀ B 60 C ∀2 E
1− A 39 E 61 E ∀3 B
1∀ E 40 A 62 C ∀4 D
19 E 41 C 63 C ∀∗ C
20 C 42 D 64 A ∀6 D
21 B 43 A 6∗ C ∀− D
22 D 44 A 66 B ∀∀ C


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BIBLIOGRA∃IA

Constituição da República Federati∋a do Brasil, de 0∗ de outubro de 19∀∀.
Presidência da República, acessado em 0∗ de no∋embro de 2013,
dispon∃∋el emΙ httpΙ//ΣΣΣ.planalto.go∋.br .
Lei Federal ∗.1−2, de 2∗ de outubro de 1966 Β CΗdigo Tributário Γacional.
Presidência da República, acessado em 0∗ de no∋embro de 2013,
dispon∃∋el emΙ httpΙ//ΣΣΣ.planalto.go∋.br .






Aluisio de Andrade Lima Γeto
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