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N-1892

REV. D

FEV / 2008

CONTEC SC-05
Instalações e Operações Marítimas

ESTRUTURAS OCEÂNICAS - IÇAMENTO

2a Emenda Esta é a 2a Emenda da Norma PETROBRAS N-1892 REV. D e se destina a modificar o seu texto na(s) parte(s) indicada(s) a seguir:

- Capítulo 2: Substituir as seguintes referências: BSI BS 5996 pela norma BSI BS 10160; FBTS N-001 pela norma ABNT NBR 14842; ABNT NBR 6327 pela norma ABNT NBR/ISO 2408.

- Item 4.4.5.4: Substituir a citação da norma ABNT NBR 6327 pela norma ABNT NBR/ISO 2408.

- Item 5.4.1: Substituir a citação da norma FBTS N-001 pela norma ABNT NBR 14842.

- Item 5.4.2: Substituir a citação da norma BSI BS 5996 pela norma BSI BS EN 10160.

Nota:

As novas páginas das alterações efetuadas estão localizadas nas páginas originais correspondentes.

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PROPRIEDADE DA PETROBRAS

1 página

N-1892

REV. D

JAN / 2006

ESTRUTURAS OCEÂNICAS IÇAMENTO
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

CONTEC
Comissão de Normalização Técnica

SC - 05
Instalações e Operações Marítimas

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

13 páginas e Índice de Revisões

não tendo sido alterado o seu conteúdo.Cabos de Aço .Visual. Ensaio Não-Destrutivo . Cabos de Aço para Uso Geral . inclusive no caso de utilização de guindaste sobre embarcação. Movimentação de Carga .Fabricação e Montagem Unidades Fixas. Estruturas Oceânicas .Olhal de Içamento Dimensionamento.Requisitos Mínimos. Estruturas Oceânicas . 1. Care and Use of Wire Rope for Oil-Field Service.Partículas Magnéticas.N-1892 PREFÁCIO REV. Ensaio Não-Destrutivo . 1 OBJETIVO 1.Aço. Ensaio Não-Destrutivo . Estruturas Oceânicas . C DEZ/2000.1 Esta Norma estabelece um procedimento para o içamento e movimentação de estruturas oceânicas.Laços de Cabo de Aço Utilização e Inspeção.Critérios de Inspeção e Descarte.Ultra-Som. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3. Ultrasonic Testing of Steel Flat Product of Thickness Equal or Greater than 6 mm (Reflection Method). Ensaio Não-Destrutivo . 3. 2 .Qualificação de Pessoal. D JAN/2006 é a Revalidação da norma PETROBRAS N-1892 REV. Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem. Aplication.17. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.AI Distância vertical do gancho do bloco ao nível em que o guindaste pode trabalhar. Guindastes .1 a 3. 1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos efetuados a partir da data de sua edição. D JAN / 2006 Esta Norma PETROBRAS N-1892 REV. Ensaio Não-Destrutivo . PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1594 PETROBRAS N-1596 PETROBRAS N-1597 PETROBRAS N-1598 PETROBRAS N-1678 PETROBRAS N-1852 PETROBRAS N-2683 ABNT NBR 13543 ABNT NBR 14842 ABNT NBR/ISO 2408 ABNT NBR/ISO 4309 API RP 9B BSI BS EN 10160 Soldagem.1 Altura de Içamento .3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.Líquido Penetrante. para um determinado raio (R).

3. 3.CAP Carga máxima que um guindaste pode içar. 3.PAI Peso total dos equipamentos a serem colocados entre a estrutura a ser içada e o bloco (gancho) do guindaste. 3.11 Peso dos Acessórios de Içamento . forças de vento e forças hidrostáticas. 3.FAD Fator numérico que leva em conta os efeitos dinâmicos globais normalmente experimentados durante um içamento.CE Cargas atuantes tais como as forças dos cabos dos guinchos de orientação (“cat lines”).CRM Limite inferior para ruptura do cabo de aço.4 Carga de Trabalho .N-1892 3. 3.CI Carga a ser considerada no momento do içamento.7 Capacidade do Guindaste .10 Laço sem Fim (“Grommet”) Laço de cabo de aço com suas extremidades trançadas. lingas e placas de ligação.9 Fator de Amplificação Dinâmica .5 Carga de Içamento .3 Cabeço Ver orelha.8 Carga Especial .6 Carga de Ruptura Mínima . 3. 3. D JAN / 2006 Viga com arranjo apropriado de olhais ou orelhas usada como acessório em operações de içamento.2 Balancim (“Spreader-Bar”) REV. 3 . para um determinado raio (R). 3. tais como manilhas.CT Capacidade nominal de carga dos acessórios de içamento.

e de forma que a força da linga atue no mesmo plano que a chapa principal do olhal. 4 . 3. permitindo o seu posicionamento e a sua fixação após a determinação do centro de gravidade da estrutura. servindo para orientar e distribuir as cargas de içamento.Pp Peso calculado com base no detalhamento da estrutura.14 Orelha Elemento de forma saliente da estrutura utilizado em substituição aos olhais.2.N-1892 3.2. 4.1 Os olhais de içamento devem ser posicionados de forma a evitar interferência entre as lingas e a estrutura ou os equipamentos. 3.2 Olhais de Içamento 4. 3. D JAN / 2006 Peça formada por cabo de aço com mão em. pelo menos. no mínimo. igual a soma da maior dimensão do pino com a espessura da manilha. tal que.12 Linga de Cabo de Aço REV. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4. seja.13 Lingada Conjunto formado pelas lingas e a carga que está sendo içada.15 Quadro (“Spreader-Frame”) Equipamento auxiliar para o içamento que consiste em um quadro rígido. 3. 4. Para tanto. nos quais são conectados os cabos de içamento.16 Raio de Trabalho ou de Operação do Guindaste .1 Resistência da Estrutura A estrutura deve ser projetada de forma a resistir ao processo de içamento estabelecido. a distância “d” definida na FIGURA 1. uma das extremidades. 3.2 O local de fixação do olhal na estrutura deve ser.R Distância horizontal entre as verticais que passam pelo centro de giro do guindaste e pelo bloco em uso.17 Peso de Projeto . o projeto deve prever a possibilidade de modificação do ângulo de alinhamento do plano principal do olhal.

5 .2. deve ser efetuada por pesagem direta.4 Critérios para Projeto de Içamento 4.3 Balancins e Quadros Os balancins e quadros devem ser dimensionados conforme os critérios do “American Institute of Steel Construction” e obedecer os itens 4. utilizando procedimentos de soldagem qualificados. 4.2. 4. 4.4.4.3 Os olhais de içamento devem ser dimensionados conforme a norma PETROBRAS N-2683 e fabricados com aço classe A ou B da norma PETROBRAS N-1678. não sendo permitido aço classe C.N-1892 REV.4 A soldagem dos olhais e cabeços de içamento deve obedecer ao seguinte: a) os procedimentos de soldagem devem ser qualificados atendendo aos requisitos das normas PETROBRAS N-133 e N-1852.2.2. c) todos os reparos devem ser realizados por soldadores qualificados. b) os soldadores devem ser qualificados de acordo com os requisitos das normas PETROBRAS N-133 e N-1852. D JAN / 2006 d FIGURA 1 .4.1 Determinação do Peso e do Centro de Gravidade da Estrutura A determinação do peso da estrutura e correspondente centro de gravidade quando do içamento. 4.3 e 4.FIXAÇÃO DO OLHAL NA ESTRUTURA 4.2 Determinação do Peso de Projeto (Pp) e do Centro de Gravidade da Estrutura A determinação do Pp da estrutura e correspondente centro de gravidade deve ser baseada no detalhamento dos componentes.

1 Desde que sejam obedecidas as condições constantes dos itens de 4.05 ≥ 2 500 t 1.4. os seguintes fatores de desvio de carga devem ser aplicados.4. conforme TABELA 2.4.3 Escolha do Fator de Amplificação Dinâmica (FAD) O fator de amplificação dinâmica a ser empregado deve ser considerado como o mínimo a ser adotado nos casos em que operações de içamento não sejam efetuadas em condições de mar adversas.4. D JAN / 2006 4.4. 4. deve ser utilizada a CI calculada como indicado no item 4.15 1.1 A carga de içamento pode ser calculada com o uso da fórmula abaixo: CI = FAD (P + PAI) + CE Onde: P = peso da altura.FAD FAD Em mar aberto Em águas abrigadas Em terra ≤ 100 t 1. para compensar o efeito da falta de precisão do comprimento da lingada e outras incertezas com respeito a distribuição das forças no arranjo da lingada.4. incluindo os valores das cargas hidrodinâmicas como Carga Especial (CE) segundo as regras para o planejamento e execução de operações marítimas da Sociedade “Classificadora Det Norske Veritas”.15 1.3 a 4.20 1. no mínimo. 3 pontos ou 4 pontos.5.4.30 1.05 1.05 4.4. Para lingas dentro dos limites de tolerância de comprimento desta Norma. 6 .4.5.N-1892 REV.05 1. conforme indicado na TABELA 1.3 Para içamento de estruturas submersas ou parcialmente submersas.8. deve ser utilizado o valor de Pp multiplicado por um fator à critério do projetista.4.2 Quando o peso da estrutura não puder ser determinado conforme o item 4.10.5 Distribuição de Forças na Lingada 4. 4.4.10 Peso da Estrutura a ser Içada 100 t a 1 000 t 1 000 t a 2 500 t 1.FATOR DE AMPLIFICAÇÃO DINÂMICA . TABELA 1 .05 1. igual a 1. 4.1. a força máxima em cada linga para içamento por 1 ponto.10 1. 2 pontos.4. pode ser calculada usando as equações gerais que descrevem um corpo parado ou em movimento retilíneo uniforme.4.4.10 1.4.5.4 Carga de Içamento (CI) 4.5. 4.1.4.2 A força da linga deve ser multiplicada por um fator de desvio da carga.

N-1892 REV.25 Nota: Em caso de içamentos com tolerância de fabricação excessiva ou particularmente sensíveis à distribuição de forças na lingada.3 A CI deve ser aplicada na posição do bloco do guindaste e então calculadas as reações em cada olhal de içamento.4. 4.5.4.5. nesse último caso. a critério do projetista.6. deve ser observado o seguinte: a) a carga de ruptura mínima dos cabos de aço usados na confecção das lingas e laços sem fim deve ser determinada através de teste de ruptura do cabo original ou testes de frações do cabo. 4.4.25 % dos seus respectivos comprimentos nominais.7 Para o cálculo das lingas.8 No caso de içamento por 3 pontos ou mais.6 Carga de Ruptura Mínima (CRM) e Carga de Trabalho (CT) 4. esses pontos não devem estar alinhados.4.6 O processo de medição do comprimento das lingas deve ser o mesmo.5. 4.5. 7 . 4.5 Os comprimentos das lingas devem estar dentro de uma tolerância de ± 0. D JAN / 2006 TABELA 2 . 2 pontos ou 3 pontos Estaticamente determinado por 4 pontos com distribuição de cargas através de balancim Estaticamente indeterminado por 4 pontos Fator de Desvio da Carga 1.10 1. com 3 ou mais pontos no mesmo plano vertical e com 2 ou mais guindastes. medida que deve ser feita com a linga completamente suportada e tensionada com 3 % a 5 % da carga mínima de ruptura da linga.5.4.25. devendo ser aplicados fatores empíricos de encablamento adequado. com o cuidado de usar igual tensão em todas as lingas. o bloco do guindaste deve ser considerado na posição da vertical que passa pelo centro de gravidade da carga a ser içada. a força da linga deve ser multiplicada por um fator de desvio de carga maior do que 1.4.5.4 Os cabos de aço devem ser fabricados de acordo com o prescrito na norma ABNT NBR/ISO 2408.4.FATOR DE DESVIO DA CARGA Içamento Estaticamente determinado por 1 ponto. 4. 4.00 1.4. tais como içamentos com mais de 4 pontos. 4.1 No caso de lingas e laços sem fim.

Nota: No caso dessa eficiência ser menor do que 75 %. j) no intervalo de relação de diâmetros compreendido entre 1 e 6 (diâmetro nominal da linga dividido pelo diâmetro do contorno).4. f) deve ser evitado que qualquer outra parte da linga seja submetida a flexões em torno de diâmetros menores do que 4 vezes o seu diâmetro nominal. deve ser considerado o seguinte: a) a referência é a CT. f) e g). ainda.6. D JAN / 2006 b) para laços sem fim ou emenda de cabo em que a alma não é continua.3 para cargas iguais ou maiores que 50 toneladas métricas e não inferior a 4. K = relação de diâmetros (diâmetro nominal da linga dividido pelo diâmetro do contorno ao qual a linga deve ser fletida). 4. o uso de sapatilhos. b) somente manilhas com carga de ruptura mínima igual a 4 vezes a carga de trabalho devem ser usadas para içamento. não deve ser incluída a resistência da alma quando se calcular a carga de ruptura mínima. a CT das lingas deve ser reduzida proporcionalmente. devem possuir uma eficiência nunca menor do que 75 % e seguir o prescrito na norma API RP 9B. h) não são permitidas flexões nas regiões das emendas. g) deve ser evitado que qualquer parte de um laço sem fim seja submetido a flexões em torno de diâmetros menores do que 6 vezes o seu diâmetro nominal. porcentagem da carga mínima de ruptura a ser considerada com a linga dobrada.0 para cargas abaixo de 50 toneladas métricas. e) a mão da linga (laço de extremidade) não deve ser submetida a flexões em torno de diâmetros menores do que o seu diâmetro nominal. a seguinte fórmula pode ser aplicada: e (%) = 1 000 − Onde: 50 K e (%) = eficiência da linga dobrada ou seja. porém para manter a linga em boas condições é recomendado evitar flexões em torno de diâmetros nunca menores do que 2 vezes o seu diâmetro nominal ou. 8 . d) os métodos usados para confecção das extremidades da linga tais como soquetagem e trançamento. c) a carga de trabalho para lingas e laços sem fim deve ser igual a carga de ruptura mínima da linga dividida por um fator de segurança não inferior a 3. esticadores e demais acessórios de içamento.N-1892 REV. Nota: Esses fatores de segurança contêm uma tolerância para reduções de resistência devido ao método de confecção dos laços ou possíveis flexões do cabo de aço. i) uma redução na carga de ruptura mínima deve ser considerada quando a linga ou o laço sem fim forem submetidos a flexões em torno de diâmetros inferiores aos recomendados nas alíneas e).2 No caso de manilhas.

quando necessário. portanto outras condições de carregamento devem ser evitadas. o raio mínimo de flexão de lingas ou laços sem fim deve ser levado em consideração. d) as manilhas e acessórios são projetados e especificados para suportar carregamentos em sua linha de centro. respeitando-se sempre a folga mínima de 3 m. considerando as suas dimensões.5 Seleção da Embarcação e do Guindaste 4. os obstáculos sobre os quais a carga porventura deva passar. durante a operação.4 Folgas Nominais A folga entre a peça içada e a estrutura da lança do guindaste não deve ser inferior a 3 m. 4. com movimentos dentro dos limites operacionais do guindaste. as dimensões das lingas e as folgas. deve ser suficiente para compensar os movimentos da carga devido aos movimentos da embarcação e do próprio guindaste. 4.5 Comportamento Dinâmico da Embarcação A embarcação deve ter características hidrodinâmicas. 4.5. 4.5.2 Altura de Içamento do Guindaste (AI) A máxima altura de içamento do guindaste deve atender à necessidade de se colocar a CI na posição especificada.3 Velocidade de Operação do Guindaste A velocidade de operação compreendendo as velocidades dos blocos. Sempre que esta folga for igual ou inferior a 5 m. permitam a operação no local em que se encontrar.6 Sistema de Lastro da Embarcação O sistema de lastro da embarcação deve ser suficiente para contrabalançar a CI em um determinado raio (R). bem como a rapidez da resposta do sistema à atuação do operador do guindaste. D JAN / 2006 c) em um procedimento de içamento. velocidade da carga e velocidade de giro.1 Capacidade do Guindaste O guindaste deve ter a capacidade (CAP) igual ou superior à CI. 4.5.5.N-1892 REV. 4.4.5. e) na escolha da manilha. conforme o item 4. no maior raio de operação (R) especificado. as cargas que uma manilha deve suportar nunca devem ser maiores do que a sua CT. uma análise detalhada da operação deve ser efetuada. tais que. 9 . bem como os movimentos de translação da carga.5.5. grandes manilhas (CT > 500 t) podem ser selecionadas com base em critérios de resistência à ruptura.

4. dimensões. especificação ou norma de referência. incluindo posições de espera por mau tempo. nome do fabricante. método de fabricação/informação do material. data de fabricação. 4.6. carga admissível de trabalho. 4.6 Documentação REV.5. 4.1 a 4. condições ambienteis. tipo de construção. resistência mínima estimada.N-1892 4.4.6. 10 . 4. 4. relação dos acessórios de içamento. plano alternativo para situações de emergência nas operações de maior risco.6. data de fabricação.6. memórias de cálculos.6.4 Certificado de Lingas e Manilhas 4. relatórios de acompanhamento de fabricação e de pesagem antes do içamento. carga admissível de trabalho da linga. carga de rutura mínima efetiva do cabo de aço.6. certificado de teste do cabo de aço. carga de teste. seja na superfície ou no solo marinho. certificados. D JAN / 2006 Para uma dada operação de içamento devem ser elaborados os documentos citados nos itens 4.1 Projeto e Fabricação da Estrutura Parâmetros de projeto.6.6. cadeia de comando e responsabilidades.2 O certificado da manilha deve conter os seguintes itens: a) b) c) d) e) f) g) h) i) código de identificação da manilha. limites para operação da embarcação.2 Ancoragem e Posicionamento para o Içamento Plano de ancoragem para as diversas posições de trabalho. Estes planos devem considerar todos os obstáculos que existem no local. diâmetro e comprimento.3 Procedimento de Içamento A operação de içamento deve ser descrita em um procedimento que deve conter. no mínimo.1 O certificado das lingas deve conter os seguintes itens: a) b) c) d) e) f) g) h) código de identificação da linga. nome do fabricante. a descrição da operação.

1 Do flutuante da embarcação: a) b) c) d) e) f) g) certificado de registro. certificado da Sociedade Classificadora. dados do sistema de ancoragem.5 Documentação do Guindaste Flutuante REV. h) dados do sistema de comunicação do meio flutuante.5.4 Os cabos devem ser inspecionados internamente para detetar sinais de falta de lubrificação e/ou corrosão. dados de estabilidade (sistema de lastro). fatores limitantes da utilização do guindaste tais como velocidade do vento. conforme a norma ABNT NBR/ISO 4309. certificado dos equipamentos de segurança.5.6. certificado de vistoria. 11 .1.3 Todas as peças e/ou componentes em contato com os cabos e/ou lingas devem sofrer inspeção visual para detetar ocorrências que possam vir a danificá-los. certificado de borda livre.número. tipo e tamanho (peso) das âncoras. deve estar disponível a bordo: 4.1 Todos os cabos de controle devem sofrer inspeção visual antes das operações conforme a norma PETROBRAS N-1597 e. de preferência por sistema de inspeção eletromagnética. periodicamente.1. 5. 5. diâmetro e comprimento dos cabos e amarras.1 Cabos e Lingas 5. informações sobre os içamentos efetuados tais como carga e posição.1.6.N-1892 4. certificado de teste do guindaste e prazo de validade.2 As lingas devem ser inspecionadas conforme a norma ABNT NBR 13543. D JAN / 2006 A documentação indicada a seguir.1. curva de raio de operação estática e dinâmica.2 Do guindaste: a) b) c) d) e) f) certificado da Sociedade Classificadora. g) registro da manutenção prevista nos planos do fabricante.6. 5. ângulos de balanço (“roll”) e caturro (“pitch”). compreendendo: . 5 INSPEÇÕES E ENSAIOS 5. última vistoria anual. 4.

2 Antes do içamento. 5.4.4.1 e 5. sendo que nos locais de difícil acesso pode ser substituído pelo ensaio de líquido penetrante.4. respectivamente. de acordo com as normas PETROBRAS N-1598 e N-1594.2.2 As chapas de olhais devem ser inspecionadas por meio de ultra-som. e ensaios de partículas magnéticas ou líquido penetrante. 5.2 As soldas em ângulo devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaio de partículas magnéticas.3 Não são permitidas descontinuidades superficiais nos bordos dos olhais.4 Olhais e Cabeços de Içamento 5. estado geral dos guinchos. 5.4. conforme a norma PETROBRAS N-1596. D JAN / 2006 5.1 As soldas de penetração total devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaios de partículas magnéticas e ultra-som. conforme a norma PETROBRAS N-1598. o que for aplicável.4. 5. Além da inspeção visual.N-1892 5.4. 5. existência dos planos de manutenção e o seu cumprimento. de acordo com a norma BSI BS EN 10160.4 Todas as soldas devem ser inspecionadas visualmente a 100 % de acordo com a norma PETROBRAS N-1597.4. estado geral e funcionamento dos sistemas de freio e segurança. 5. 5. 12 .4.2 Manilhas REV.2.1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. e a soldagem deve ser acompanhada por inspetores de soldagem qualificados de acordo com a norma ABNT NBR 14842. N-1594 e N-1596.1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. as soldas devem ser inspecionadas de acordo com os itens 5.2. N-1596.4. as manilhas devem ser inspecionadas para garantir o perfeito desempenho durante a operação. N-1597 e N-1598. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590. 5.4.3 Equipamentos Antes do içamento deve ser realizada inspeção visual dos seguintes itens: a) b) c) d) estado geral de cabos e moitões. por meio de inspeção visual para detetar falhas devidas a corrosão e eventuais deformações. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590.

6.4. d) existirem quaisquer sinais de corrosão.4. 6.3 Qualquer defeito detetado na inspeção visual citada no item 5.4. REV.4 Os critérios de aceitação de descontinuidades constatadas nas inspeções e ensaios descritos no item 5.2 Qualquer defeito detetado pelos métodos previstos no item 5. os laços apresentarem desvios permanentes de mais de 10° em relação a qualquer plano que contenha o cabo. sem carga.4 são os constantes da norma PETROBRAS N-1852.1 Os cabos ou lingas devem ser imediatamente rejeitados se não atenderem às exigências das normas PETROBRAS N-1597. a menor. ainda: a) existirem evidências de esmagamento. torção excessiva.N-1892 5. gaiola de pássaro ou quaisquer danos nos laços ou na ligação entre cabos. ABNT NBR/ISO 4309 e ABNT NBR 13543 e. b) existirem evidências do cabo ter sido submetido a calor excessivo.2 deve conduzir à rejeição das manilhas e à sua substituição. e) existirem variações nos diâmetros nominais dos cabos e/ou lingas.3 deve conduzir à rejeição dos equipamentos e à sua substituição. _____________ 13 . c) nas lingas.5 Antes de cada operação de reinspecionados. conforme o item 5. D içamento os olhais devem JAN / 2006 ser totalmente 6 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO 6. 6.

D JAN / 2006 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A. REV. B e C Não existe índice de revisões. D Partes Atingidas Revalidação Descrição da Alteração _____________ IR 1/1 .N-1892 REV.

1.17. Estruturas Oceânicas .Partículas Magnéticas.1 a 3. para um determinado raio (R). D JAN / 2006 Esta Norma PETROBRAS N-1892 REV.Olhal de Içamento Dimensionamento. Ultrasonic Testing of Steel Flat Product of Thickness Equal or Greater than 6 mm (Reflection Method).Laços de Cabo de Aço Utilização e Inspeção.Aço. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma.2 Esta Norma se aplica a procedimentos efetuados a partir da data de sua edição. 2 . Aplication.1 Altura de Içamento .Ultra-Som. Guindastes . 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3. PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1594 PETROBRAS N-1596 PETROBRAS N-1597 PETROBRAS N-1598 PETROBRAS N-1678 PETROBRAS N-1852 PETROBRAS N-2683 ABNT NBR 6327 ABNT NBR 13543 ABNT NBR 14842 ABNT NBR/ISO 4309 API RP 9B BSI BS EN 10160 Soldagem. Estruturas Oceânicas . Movimentação de Carga . Ensaio Não-Destrutivo .1 Esta Norma estabelece um procedimento para o içamento e movimentação de estruturas oceânicas.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.AI Distância vertical do gancho do bloco ao nível em que o guindaste pode trabalhar. 1 OBJETIVO 1. D JAN/2006 é a Revalidação da norma PETROBRAS N-1892 REV. Care and Use of Wire Rope for Oil-Field Service. Cabo de Aço para Uso Geral.Qualificação de Pessoal. Estruturas Oceânicas . não tendo sido alterado o seu conteúdo. Ensaio Não-Destrutivo .Fabricação e Montagem Unidades Fixas. Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem. 1. inclusive no caso de utilização de guindaste sobre embarcação.Cabos de Aço .Visual. Ensaio Não-Destrutivo .Líquido Penetrante. C DEZ/2000.Critérios de Inspeção e Descarte. Ensaio Não-Destrutivo .N-1892 PREFÁCIO REV. 3. Ensaio Não-Destrutivo .

4 Os cabos de aço devem ser fabricados de acordo com o prescrito na norma ABNT NBR 6327.5. com 3 ou mais pontos no mesmo plano vertical e com 2 ou mais guindastes. o bloco do guindaste deve ser considerado na posição da vertical que passa pelo centro de gravidade da carga a ser içada.5. a força da linga deve ser multiplicada por um fator de desvio de carga maior do que 1. 4.5.10 1.6 Carga de Ruptura Mínima (CRM) e Carga de Trabalho (CT) 4.25 % dos seus respectivos comprimentos nominais.3 A CI deve ser aplicada na posição do bloco do guindaste e então calculadas as reações em cada olhal de içamento. devendo ser aplicados fatores empíricos de encablamento adequado.4.25.00 1. esses pontos não devem estar alinhados. deve ser observado o seguinte: a) a carga de ruptura mínima dos cabos de aço usados na confecção das lingas e laços sem fim deve ser determinada através de teste de ruptura do cabo original ou testes de frações do cabo.4.6.5. 2 pontos ou 3 pontos Estaticamente determinado por 4 pontos com distribuição de cargas através de balancim Estaticamente indeterminado por 4 pontos Fator de Desvio da Carga 1.5.25 Nota: Em caso de içamentos com tolerância de fabricação excessiva ou particularmente sensíveis à distribuição de forças na lingada. tais como içamentos com mais de 4 pontos.4.6 O processo de medição do comprimento das lingas deve ser o mesmo. nesse último caso. medida que deve ser feita com a linga completamente suportada e tensionada com 3 % a 5 % da carga mínima de ruptura da linga.7 Para o cálculo das lingas.4.4. 4.FATOR DE DESVIO DA CARGA Içamento Estaticamente determinado por 1 ponto. com o cuidado de usar igual tensão em todas as lingas.N-1892 REV.5. 7 . 4.5 Os comprimentos das lingas devem estar dentro de uma tolerância de ± 0. 4.4.8 No caso de içamento por 3 pontos ou mais.4. 4. a critério do projetista. D JAN / 2006 TABELA 2 .1 No caso de lingas e laços sem fim.4. 4. 4.

4. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590. e ensaios de partículas magnéticas ou líquido penetrante.2 Antes do içamento.4. 12 .1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. as manilhas devem ser inspecionadas para garantir o perfeito desempenho durante a operação. N-1596. 5.2.2 As chapas de olhais devem ser inspecionadas por meio de ultra-som.4 Todas as soldas devem ser inspecionadas visualmente a 100 % de acordo com a norma PETROBRAS N-1597. D JAN / 2006 5.3 Não são permitidas descontinuidades superficiais nos bordos dos olhais.4. e a soldagem deve ser acompanhada por inspetores de soldagem qualificados de acordo com a norma ABNT NBR 14842. N-1594 e N-1596. 5. estado geral e funcionamento dos sistemas de freio e segurança.1 As soldas de penetração total devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaios de partículas magnéticas e ultra-som.4 Olhais e Cabeços de Içamento 5. sendo que nos locais de difícil acesso pode ser substituído pelo ensaio de líquido penetrante. conforme a norma PETROBRAS N-1596.3 Equipamentos Antes do içamento deve ser realizada inspeção visual dos seguintes itens: a) b) c) d) estado geral de cabos e moitões. respectivamente.4. conforme a norma PETROBRAS N-1598.2.4. de acordo com a norma BSI BS EN 10160.N-1892 5. 5. Além da inspeção visual. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590. 5. por meio de inspeção visual para detetar falhas devidas a corrosão e eventuais deformações. 5.2.1 e 5.2 Manilhas REV.1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. 5. N-1597 e N-1598.4. estado geral dos guinchos.4.4.4. existência dos planos de manutenção e o seu cumprimento.2 As soldas em ângulo devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaio de partículas magnéticas. de acordo com as normas PETROBRAS N-1598 e N-1594. o que for aplicável. as soldas devem ser inspecionadas de acordo com os itens 5. 5.4. 5.

Ensaio Não-Destrutivo . Ensaio Não-Destrutivo .Olhal de Içamento Dimensionamento. Guindastes . Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem.Critérios de Inspeção e Descarte. inclusive no caso de utilização de guindaste sobre embarcação.AI Distância vertical do gancho do bloco ao nível em que o guindaste pode trabalhar.1 a 3. 1. PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1594 PETROBRAS N-1596 PETROBRAS N-1597 PETROBRAS N-1598 PETROBRAS N-1678 PETROBRAS N-1852 PETROBRAS N-2683 ABNT NBR 6327 ABNT NBR 13543 ABNT NBR/ISO 4309 FBTS N-001 API RP 9B BSI BS 5996 Soldagem. Estruturas Oceânicas . Ensaio Não-Destrutivo . Cabo de Aço para Uso Geral.Laços de Cabo de Aço Utilização e Inspeção.Aço. D JAN / 2006 Esta Norma PETROBRAS N-1892 REV. para um determinado raio (R).Partículas Magnéticas. 1.1 Altura de Içamento .3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.17. Aplication. 2 . Estruturas Oceânicas . Movimentação de Carga . Ensaio Não-Destrutivo .2 Esta Norma se aplica a procedimentos efetuados a partir da data de sua edição. 3.Líquido Penetrante. 1 OBJETIVO 1. Ensaio Não-Destrutivo .Visual.1 Esta Norma estabelece um procedimento para o içamento e movimentação de estruturas oceânicas.Ultra-Som.Fabricação e Montagem Unidades Fixas.Qualificação de Pessoal. D JAN/2006 é a Revalidação da norma PETROBRAS N-1892 REV. Ultrasonic Testing and Specitying Quality Grades of Ferritic Steel Plate. não tendo sido alterado o seu conteúdo. Estruturas Oceânicas . C DEZ/2000. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma. Care and Use of Wire Rope for Oil-Field Service.Cabos de Aço .N-1892 PREFÁCIO REV. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.

5. 5. 5. estado geral e funcionamento dos sistemas de freio e segurança. 5.4. e ensaios de partículas magnéticas ou líquido penetrante.2 As soldas em ângulo devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaio de partículas magnéticas.4.4.4 Olhais e Cabeços de Içamento 5.3 Não são permitidas descontinuidades superficiais nos bordos dos olhais. estado geral dos guinchos. N-1597 e N-1598. as manilhas devem ser inspecionadas para garantir o perfeito desempenho durante a operação. 12 .2 Manilhas REV.1 As soldas de penetração total devem ser inspecionadas a 100 % por meio de ensaios de partículas magnéticas e ultra-som. existência dos planos de manutenção e o seu cumprimento. Gr.2 As chapas de olhais devem ser inspecionadas por meio de ultra-som. 5. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590.4. sendo que nos locais de difícil acesso pode ser substituído pelo ensaio de líquido penetrante. D JAN / 2006 5.2. N-1594 e N-1596.4. 5. inspetores e operadores qualificados de acordo com as normas PETROBRAS N-1590.1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. LC3E. Além da inspeção visual. as soldas devem ser inspecionadas de acordo com os itens 5.2.N-1892 5. 5. por meio de inspeção visual para detetar falhas devidas a corrosão e eventuais deformações. conforme a norma PETROBRAS N-1596. de acordo com a norma BSI BS 5996.1 e 5.2.4. de acordo com as normas PETROBRAS N-1598 e N-1594. N-1596. conforme a norma PETROBRAS N-1598.4.4.4. o que for aplicável.4.4 Todas as soldas devem ser inspecionadas visualmente a 100 % de acordo com a norma PETROBRAS N-1597.3 Equipamentos Antes do içamento deve ser realizada inspeção visual dos seguintes itens: a) b) c) d) estado geral de cabos e moitões. e a soldagem deve ser acompanhada por inspetores de soldagem qualificados de acordo com a norma FBTS N-001.2 Antes do içamento.1 Os ensaios não-destrutivos devem ser realizados através de procedimentos. respectivamente. 5.