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Estudo dos Gases Gás e Vapor - A diferença entre gás e vapor é dada a partir da temperatura crítica.

O vapor é a matéria no estado gasoso, estado esse que pode ser liquefeito com o aumento da pressão. Com o gás não ocorre o mesmo. Ele é um fluido impossível de ser liquefeito com um simples aumento de pressão. sso fa! com o gás se"a diferente do vapor. Comportamento dos Gases - #ma determinada su$st%ncia no estado gasoso é um gás se a sua temperatura for superior & temperatura crítica, se a temperatura for igual ou inferior & temperatura crítica a su$st%ncia é vapor. Os gases reais que normalmente con'ecemos como, por e(emplo, o 'élio, o nitrog)nio e o o(ig)nio, apresentam características moleculares diferentes e particulares de cada um. Contudo, se colocarmos todos eles a altas temperaturas e $ai(as press*es eles passam a apresentar comportamentos muito semel'antes. +o estudo dos gases adota-se um modelo te,rico, simples e que na prática não e(iste, com comportamento apro(imado ao dos gases reais. Essa apro(imação é cada ve! mel'or quanto menor for a pressão e maior a temperatura. Esse modelo de gás é denominado de gás perfeito. -or volta do século ./ e . ., tr)s cientistas 01acques C'arles, 2ouis 1. 3a4-2ussac e -aul E. Cla4peron5, ap,s estudarem o comportamento dos gases, ela$ora$oraram leis que regem o comportamento dos gases perfeitos, tam$ém c'amados de gases ideais. As leis por eles determinadas esta$elecem as regras do comportamento 6e(terno7 do gás perfeito, levando em conta apenas as grande!as físicas que estão associadas a eles, grande!as essas que são8 volume, temperatura e pressão. Lei geral dos gases perfeitos - A e(pressão que determina a lei geral para os gases perfeitos pode ser vista da seguinte forma8 Onde po, /o e 9o são respectivamente a pressão inicial, volume inicial e temperatura inicial. Essa é uma e(pressão que é utili!ada para quando as variáveis de um gás apresentar variaç*es. Lei de Boyle - :o$ert ;o4le, físico e químico, foi quem determinou a lei que rege as transformaç*es sofridas por um gás, quando sua temperatura é mantida constante. <ua lei di! que quando um gás sofre uma transformação isotérmica, a pressão dele é inversamente proporcional ao volume ocupado. =essa lei o$temos que comoTo = T temos que8 poVo = pV Lei de Charles - A lei de C'arles é a lei que rege as transformaç*es de um gás perfeito a volume constante. Essas transformaç*es são c'amadas de transformaç*es isoc,ricas ou isométricas. <egundo essa lei, quando uma massa de gás perfeito sofre transformação isoc,rica, a sua pressão é diretamente proporcional & sua temperatura a$soluta. >atematicamente essa lei pode ser e(pressa da seguinte forma8 Onde po e 9o são respectivamente a pressão inicial e a temperatura inicial. Lei de Gay-Lussac - A lei de 3a4-2ussac é a lei que rege as transformaç*es de um gás perfeito & pressão constante. Essa lei, apesar de levar o nome de 3a4-2ussac, "á 'avia sido desco$erta pelo físico e químico A.C. C'arles. <egundo a lei, quando um gás sofre uma transformação iso$árica o volume do gás é diretamente proporcional & sua temperatura a$soluta. >atematicamente essa lei pode ser e(pressa da seguinte forma8

Onde /o e 9o correspondem respectivamente ao volume inicial e & temperatura inicial.
Estudo dos Gases. http: !!!."rasilescola.com fisica estudo-dos-gases.htm

??????????????????? Estudo dos 3ases Com e(ceção dos gases no$res, que são formados por átomos isolados a maioria dos gases são compostos moleculares. @isicamente, os gases possuem grande capacidade de compressão e e(pansão, não possuindo nem forma nem volume definidos, pois ocupam o volume a forma do

As unidades de medida para a pressão atmosférica medida ao nível do mar são8 Volume ocupado por um gás . +essas condiç*es I mol de gás ocupa FF. Transforma+. E1ua+)o de estado dos gases perfeitos .>esmo que 'a"a transformaç*es pode-se usar a equação geral dos gases a qualquer momento8 .trica 0volume constante5B ao se aumentar a temperatura a pressão tam$ém aumenta E1ua+)o geral dos gases ideais 8 se as tr)s propriedades 0volume. Aá uma diferença entre gás e vapor8 o vapor é capa! de e(istir em equilí$rio com a su$st%ncia em estado líquido e até mesmo s.recipiente que os contém.rmica 0temperatura constante5B caso se diminua o volume do gás 0diminuindo o volume do recipiente que o contém5. +os estudos dos gases utili!a-se a escala Delvin 0D5.es gasosas -sot. +o caso dos gases a pressão é resultante do movimento das partículas em c'oque com as paredes do recipiente que contém o gás. a pressão aumenta8 -so"árica 0pressão constante5B caso se aumente a temperatura o volume tam$ém aumenta8 -soc/rica ou -so0olum. é um estado fluido impossível de se liquefa!er. +a maioria das ve!es os gases não se comportam como gases ideais.condiç*es normais de temperatura e pressão 0FGH D e I atm5. #sam-se as equaç*es acima.gual ao volume do recipiente que o contém.C a força por unidade de área.C a medida da agitação das partículas.J 2 0volume molar de gases5. Temperatura . fa!endo a adaptação para os casos de gases reais. a equação será8 C c'amado de gás ideal a todo gás que se comporta conforme as equaç*es acima descritas. pressão e temperatura5 variarem. As unidades são8 *ol Euantidade de uma su$st%ncia8 C+9. e são c'amados de gases reais.lidoB o gás.rmula de conversão em relação & temperatura em graus Celsius 0C5 é8 # = C$%&' (ress)o . cu"a f. por sua ve!..

A equação acima relaciona o nKmero de mols de um gás com a temperatura.T= . é possível calcular quantos mols de gás estão presentes nesse volume. por e(emplo. As moléculas não apresentam volume pr.9oda mistura de gases é um sistema 'omog)neo.(V T --: (V = n. usa-se um modelo que é denominado 3ás deal ou -erfeito. A pressão final alcançada será a soma de todas as press*es parciais dos gases misturados. F e H atm a pressão final será L atm. -or e(emplo.(=V= T= --: (=V= = n.prio e não 'á a e(ist)ncia de forças coesivas entre elas.prios. o volume e a temperatura de um gás. igual para todos os gases 0: NP.T <<< (V (=V= = T T= --: (V T = (=V= T= Estado % .PQF atm. caso misturemos H gases com press*es parciais de I. ou se"a8 -/M9 N :n -O -/ Nn:9 onde : é uma constante de proporcionalidade. *istura de gases .Os gases não t)m volume nem forma pr.A pressão de um gás é devida aos c'oques das moléculas contra as paredes do recipiente. http: guiadoestudante."r estudar 1uimica estudo-gases-3&34%'. D5. C5 Temperatura 095 . Esse gás é 'ipotético. dados. -odem relacionar-se dois estados quaisquer de uma dada massa de um gás pela equação de Clape4ron8 Estado l .a"ril.com. +o estudo dos gases usa-se muito a temperatura a$soluta em Delvin 0D5. .5 (ress)o 0-5 . a pressão.shtml ?????????????????????????? E5T678 785 G95E5 -ara se estudar os gases. Estudo dos 3ases. As variáveis que caracteri!am o estado de um gás são8 A5 Volume 0/5 . o volume de um gás é o volume do recipiente que o contém. Essas variáveis estão relacionadas com a quantidade de gás. -ara mistura de n gases a equação será8 -or generali!ação8 2ra+)o molar de cada um dos gases da mistura é a ra!ão entre o nKmero de mols desse gás e o nKmero total de mols. dmHM mol. -or definição.C o estado de agitação das partículas do gás. pressão e volumeB ou se"a. Clape4ron 0físico franc)s5 esta$eleceu que o quociente -/M9 é diretamente proporcional ao nKmero n de moles de um gás.

>atematicamente essa lei pode ser escrita da seguinte forma8 B6 = C D T Onde8 • E é a quantidade de calor rece$ida ou cedidaB • 9 é o tra$al'o reali!ado pelo sistema ou que é reali!ado so$re o mesmoB • T# é a variação da energia interna do sistema. pois a energia interna inicial é igual & energia interna final.trica . Essa transformação pode ser perce$ida nos spra4s de desodorante em geral. como o pr. um gás real apresenta comportamento que se apro(ima do previsto para o gás ideal.+essa transformação o gás não troca calor com o meio e(terno. ou se"a. 2em$rando que um gás perfeito ou ideal é um modelo ideali!ado para o comportamento de um gás. são inversamente proporcionais >Lei de Boyle?. • As moléculas t)m dimens*es despre!áveis em comparação com os espaços va!ios entre elas. regido pelos princípio fundamentais da >ec%nica +eRtoniana. o qual o$edece &s leis de 3a4 2ussac. que envolve uma massa de gás e o meio e(terno. dessa forma temos que a equação que descreve a primeira lei da termodin%mica fica do seguinte modo8 B6 = C . o motor de uma geladeira ou um .Transforma+)o 9dia"ática . <endo o volume constante podemos concluir que o tra$al'o é igual a !ero.prio nome indica. ou se"a8 (V = (=V= ?????????????????? (rinc@pios da TermodinAmica .S A pressão e o volume de um gás. fica que a quantidade de calor do sistema é igual ao tra$al'o reali!ado pelo mesmo.pio para o gás ideal58 • As moléculas encontram-se em movimento desordenado. prop*e-se a 9eoria Cinética dos 3ases 0modelo microsc. e(cepto quando colidem. a pressão e a temperatura aumentam. lei de . (rimeira Lei da TermodinAmica . para que ocorra conversão contínua de calor em tra$al'o. T# N P. <a$endo disso podemos enunciar essa primeira lei da seguinte maneira8 a variação da energia interna entre dois sistemas pode ser determinada pela diferença entre a quantidade de calor e o tra$al'o trocado com o meio am$iente. • As moléculas não e(ercem força umas so$re as outras. 5egunda Lei da TermodinAmica .Essa transformação ocorre. As muitas máquinas que vemos diariamente como. ou se"a. e esta$elece restriç*es para a conversão de calor em tra$al'o. • As colis*es das moléculas entre si e contra as paredes do recipiente que as contém são perfeitamente elásticas e de duração despre!ável. essa lei é con'ecida como o -rincípio da Conservação da Energia.9am$ém c'amado de primeiro princípio da termodin%mica. uma máquina térmica deve reali!ar ciclos contínuos entre a fonte quente e a fonte fria. se"a porque ele está termicamente isolado ou porque o processo ocorre suficientemente rápido de forma que o calor trocado possa ser considerado despre!ível. reali!adas pelas máquinas térmicas. Em uma e(pansão adia$ática o volume do gás aumenta. <egundo Carnot. 1á na compressão adia$ática ocorre que o volume diminui. de modo que a variação da energia interna do gás é igual a !ero.A termodin%mica estuda as relaç*es entre o calor trocado e o tra$al'o reali!ado num processo físico. a pressão diminui e a temperatura diminui. SEm determinadas condiç*es. . & temperatura constante. por e(emplo.Essa é um tipo de transformação de um gás perfeito que ocorre a um volume constante.A partir de uma noção de movimento molecular.Transforma+)o -so0olum. . C = T. =essa forma. Essa lei tem aplicação prática em tr)s transformaç*es particulares de um gás perfeito. parte desse calor é convertida em tra$al'o e a outra parte é re"eitada para a fonte fria.Transforma+)o -sot.Essa lei foi enunciada pelo físico franc)s <adi Carnot.o4le >ariotte e a lei de C'arles. A cada ciclo reali!ado é retirada uma quantidade de calor da fonte quente.rmica . mantido em temperatura constante. ou se"a. o meio am$iente. o volume do gás permanece o mesmo durante todo processo termodin%mico. ou se"a. as quais permanecem em temperaturas constantes. que é con'ecida como energia interna. -ara todo e qualquer sistema termodin%mico 'á uma função característica. C = E.

a isentálpica e a isentr.nas quais se o$serva a const%ncia de outras propriedades termodin%micas.lida. e(perimentalmente. 9 a temperatura. v5 N P. se"a ele capa! ou não de trocar energia e matéria com o am$iente. estando todas as demais fi(as. para ser utili!ada pelo 'omem. A transformação isotérmica é a que se processa so$ temperatura constante.com fisica principio-termodinamica. mas. http: !!!. A termodin%mica nasceu "ustamente dessa necessidade. -ara gases a $ai(a densidade. tenderá a atingir um estado de equilí$rio. respectivamente a entalpia 0soma da energia interna com o produto da pressão pelo volume do sistema5 e a entropia 0função associada & organi!ação espacial e energética das partículas de um sistema5. então essas propriedades se modificam. 9ermodin%mica é o ramo da física que estuda as relaç*es entre calor. a temperatura 0t5. Entre elas citam-se o volume de um líquido. a transformação é dita reversível."rasilescola. temperatura ou composição química. A caracteri!ação de um estado do sistema é feita por recon'ecimento de suas propriedades termodin%micas. essas funç*es são $astante complicadas. para ser descrito. como pressão. / o volume por ele ocupado. a densidade 0s5 e o volume 0v5. que pode ser descrito pela especificação de suas propriedades. Em princípio.mol. operando sempre em ciclos como o descrito por Carnot. +os casos mais gerais.é a pressão do gás.HIJU 1MVg. a resist)ncia elétrica de um fio e o volume de um gás mantido a pressão constante. deve ser transformada em tra$al'o mec%nico por meio de máquinas.(imas dele. Con'ecem-se ainda mais dois tipos de transformação -. é necessário definir com precisão alguns conceitos $ásicos. +esse caso. s. =enomina-se transformação toda e qualquer mudança de estado. C'ama-se fase qualquer porção 'omog)nea de um sistema. -ara gases de densidades mais elevadas. como sistema. O estado depende da nature!a do sistema e. líquida ou gasosa é uma relação entre grande!as como a pressão 0p5. que é e(presso pela relação8 (V = n.T em que . E(istem muitas grande!as físicas mensuráveis que variam quando a temperatura do corpo se altera. A termodin%mica tenta descrever matematicamente essas mudanças e prever as condiç*es de equilí$rio do sistema. fase. e(ceto no caso da energia 'idráulica e dos ventos. o . temperatura. pois elas reali!am o processo de conversão de calor em tra$al'o. essas grande!as podem ser utili!adas como indicadoras de temperatura dos corpos. o$servase um comportamento geral. consideram-se alguns tipos particulares de transformaç*es. A equação de estado de uma su$st%ncia s.motor de um veículo automotivo. são máquinas térmicas. tudo o que não pertence ao sistema é denominado e(terior e é dele separado por suas fronteiras. e foi o estudo de máquinas térmicas que desenvolveu seus princípios $ásicos. é possível o$ter uma função do tipo f 0p. Eualquer sistema físico. <e as limitaç*es e(ternas são alteradas 0por e(emplo. (rinc@pios da TermodinAmica. podem-se o$ter equaç*es de estado simples. Em contraposição. t. que e(istem relaç*es entre essas grande!as8 em princípio. enquanto a iso$árica é aquela durante a qual não 'á variação de pressão do sistema. #ma forma de estudar as su$st%ncias é representar graficamente a variação de uma grande!a com outra escol'ida. A$range o comportamento geral dos sistemas físicos em condiç*es de equilí$rio ou pr. a adia$ática pela aus)ncia de trocas térmicas com o e(terior e a politr.D. tra$al'o e energia. se o sistema passa a poder se e(pandir5. Conceitos "ásicos da TermodinAmica +o estudo da termodin%mica. estado e transformação. A energia pode se apresentar na nature!a so$ diversas formas. Euando formada por uma sucessão de estados de equilí$rio.htm ?????????????? TermodinAmica A desco$erta de meios para utili!ação de fontes de energia diferentes da que os animais forneciam foi o que determinou a possi$ilidade da revolução industrial. A transformação isométrica se caracteri!a pela const%ncia do volume do sistema. <a$e-se.pica -. +o estudo da termodin%mica. necessita de grande!as que o representem o mais completamente possível. <istema é qualquer parte limitada do universo passível de o$servação e manipulação.pica pela const%ncia do quociente entre a quantidade de calor trocado com o meio e(terno e a variação de temperatura. n o nKmero de moles do gás e : uma constante igual a Q.

em que # é a energia interna. assim postulou-se a lei !ero8 se A e .Em$ora a noção de quente e frio pelo contato com a pele se"a de uso corrente. (rimeira lei .pria definição de caloria 0I cal N J. A variação da energia interna =# é medida pela diferença entre a quantidade de calor 0E5. C comum no estudo das transformaç*es o uso da função termodin%mica da entalpia 0A5.IQLQ15. E(istem então outras equaç*es de estado. durante essa transformação. Assim. a desigual distri$uição de . a menos que e(teriormente comandado. +um processo em que s. na fusão so$ pressão e temperatura constante5. ela pode levar a avaliaç*es erradas de temperatura. é enunciada pela segunda lei da termodin%mica.W . ou se"a. que permitiria converter a energia do meio aquecido para a e(ecução de um movimento 0por e(emplo. tra$al'o mec%nico e energia interna5 é a do princípio da conservação da energiaB a segunda lei define entropia e fornece regras para conversão de energia térmica em tra$al'o mec%nico e a terceira lei aponta limitaç*es para a o$tenção do !ero a$soluto de temperatura. as quantidades de calor 0E5 e tra$al'o 0W5 trocadas são iguais. por e(emplo. trocado pelo sistema com seu e(terior. =e qualquer forma. definida pela relação A N # X p/. se o sistema está inicialmente num estado de $ai(a entropia 0organi!ado5. e nunca no sentido oposto. 5egunda lei A tend)ncia do calor a passar de um corpo mais quente para um mais frio. a temperatura desses sistemas é a mesma. e(iste tra$al'o de e(pansão 0como. A relação entre a variação =E e o aumento correspondente de temperatura =t . é da o$servação cotidiana dos corpos quentes e frios que se c'ega ao conceito de temperatura.t 0G em que a e $ são constantes a serem a"ustadas para cada gás e v o volume específico molar v N /Mn. c'ega-se & e(pressão W N 1E. =e acordo com essa lei da termodin%mica. em que 1 é uma constante que corresponde ao a"uste entre as unidades de calor 0usada na medida de E5 e 1oule 0usada na medida de W5. são dois corpos em equilí$rio térmico com um terceiro corpo C. sso significa que. e o tra$al'o reali!ado 0W5 e é dada pela e(pressão =# N D . -or e(emplo. então A e . Essa lei nega a e(ist)ncia do fenYmeno espont%neo de transformação de energia térmica em energia cinética. empíricas ou dedu!idas de princípios mais fundamentais. é c'amada capacidade calorífica do sistema8 C = 7C 7t O calor específico é igual & capacidade calorífica dividida pela massa do sistema8 C=I7C m7t 9anto o calor específico quanto a capacidade calorífica do sistema dependem das condiç*es pelas quais foi a$sorvido ou retirado calor do sistema. estão em equilí$rio térmico um com o outro. p é a pressão e / é o volume do sistema. como a de van der Waals8 p$ FaF >0 D "? = . que corresponde ao enunciado da lei da termodin%mica. a entalpia é a medida do calor trocado entre o sistema e seu e(terior. no limite. Essa constante é empregada na pr. A primeira lei da termodin%mica pode ser enunciada tam$ém a partir do conceito de energia interna. que o sistema como um todo apresenta em suas relaç*es com o e(terior. a entropia nunca diminui.modelo do gás ideal 0ou perfeito5 não é válido. 2eis da termodin%mica As principais definiç*es de grande!as termodin%micas constam de suas leis8 a lei !ero é a que define a temperaturaB a primeira lei 0calor. Essa energia não envolve outras energias cinéticas e potenciais. se dois $locos de metal a diferentes temperaturas são postos em contato térmico. Lei Hero . 2evando em conta essas o$servaç*es. Ela dá a equival)ncia entre calor e tra$al'o e pode enunciar-se da seguinte maneira8 Sem todo sistema quimicamente isolado em que 'á troca de tra$al'o e calor com o meio e(terno e em que. reali!a-se um ciclo 0o estado inicial do sistema é igual a seu estado final5. quando =t tende a !ero.A lei de conservação de energia aplicada aos processos térmicos é con'ecida como primeira lei da termodin%mica. mover um $arco com a energia resultante da conversão da água em gelo5. num sistema fec'ado. tenderá espontaneamente a um estado de entropia má(ima 0desordem5. entendida como a energia associada aos átomos e moléculas em seus movimentos e interaç*es internas ao sistema.

e reescrever os princípios da termodin%mica em termos das leis gerais que as afetam. Os fundamentos da termodin%mica estatística foram esta$elecidos a partir de meados do século . con'ecida como equipartição da energia8 o valor médio da energia de um sistema cu"o movimento microsc. A aplicação do segundo princípio a sistemas de e(tens*es universais es$arra em dificuldades conceituais relativas & condição de seu isolamento. >a(Rell demonstrou que a temperatura 9 de um gás ideal em equilí$rio está relacionada com a energia cinética média de suas moléculas 0E5 por E N HMF V. o sistema está em equilí$rio.olt!mann.9. por :udolf 1ulius Emanuel Clausius. Terceira lei O conceito de temperatura entra na termodin%mica como uma quantidade matemática precisa que relaciona calor e entropia.rica da equipartição da energia de .picos. energia interna e pressão. A interpretação mec%nica da temperatura deve muito aos tra$al'os dos dois primeiros cientistas so$re o comportamento dos gases. A fal'a na previsão do valor correto para o calor específico a volume constante de gases diatYmicos 0e tam$ém de s. tam$ém con'ecido como teorema de +ernst. por e(emplo. Essa e outras contradiç*es com a formulação te. =e acordo com esse princípio. nas interpretaç*es mec%nicas da temperatura e da entropia. Ao atingir esse estado. por meio da mec%nica estatística. a entropia de todos os corpos tende a !ero quando a temperatura tende ao !ero a$soluto. mas do ponto de vista estatístico apresentam. <eus tra$al'os foram posteriormente desenvolvidos por . das mais elementares &s superiores.9. -ara gases diatYmicos. A análise se concentra. A variação da função entropia pode ser determinada pela relação entre a quantidade de calor trocada e a temperatura a$soluta do sistema. vi$ração e rotação de uma molécula5.olt!mann.E N sMF V. desenvolvida so$retudo por 1osia' Willard 3i$$s e 2udRig . ou se atingirá essa condição um dia. para s graus de li$erdade.olt!mann. A energia interna. o movimento de cada molécula tem apenas tr)s graus de li$erdade de translação. por e(emplo. A interação entre essas tr)s quantidades é descrita pela terceira lei da termodin%mica. é definida por meio de processos estatísticos relacionados com a pro$a$ilidade de as partículas terem determinadas características ao constituírem um sistema num dado estado. ocupando uniformemente os estados possíveis da energia. Entretanto. portanto. em que V é a constante de . características que definem a possi$ilidade da e(ist)ncia da pedra de gelo nesse estado. #.pico tem s graus de li$erdade 0nKmeros de coordenadas de posição e de impulso que determinam as energias de translação. 'averá vi$raç*es e rotaç*es. de tal modo que cada um contri$ui com V. em FUH1MD. em termos das grande!as din%micas. distri$ui-se igualmente entre os diferentes graus de li$erdade. como temperatura. Assim. Assim. A situação de má(ima entropia corresponde & c'amada morte térmica do universo8 toda a matéria estaria distri$uída na vastidão espacial. em equilí$rio termodin%mico & temperatura 9. pode-se cogitar de regi*es do universo tão grandes quanto se queira. -ara elas 0e para as regi*es complementares5 valeria a lei do crescimento da entropia. -ara gases monoatYmicos.picas.sito fundamental da termodin%mica estatística é o de interpretar grande!as macrosc. é por si uma grande!a mec%nica e dispensa interpretaç*es adicionais. devido & fusão. as moléculas e átomos que comp*em IVg de gelo. TermodinAmica estat@stica As leis da termodin%mica são o$tidas e(perimentalmente. apresentam características individuais distintas. isoladas das restantes.temperatura rapidamente dá lugar a um estado de temperatura uniforme & medida que a energia flui do $loco mais quente para o mais frio. o que representa um aumento de entropia do sistema. utili!a QP. -ode-se então perguntar por que motivo o universo não atingiu ainda a situação de má(ima entropia. seria possível. além da translação. 1ames ClerV >a(Rell e 2udRig . no con"unto. Assim.olt!mann e levaram a uma generali!ação importante desse resultado.9MF para a energia total.rico da inadequação dos conceitos e métodos da mec%nica clássica para o tratamento dos movimentos microsc. a Po C e Iatm.lidos cristalinos monoatYmicos5 foi o primeiro e(emplo 'ist. . nas condiç*es de FGHD e Iatm. que pode ser entendida como decorrente da desordem interna do sistema.PPPcal. a fusão de IVg de gelo. mas podem ser dedu!idas a partir de princípios mais fundamentais. A entropia. O prop. num total de seis graus de li$erdade. segundo a qual é impossível redu!ir qualquer sistema & temperatura do !ero a$soluto mediante um nKmero finito de operaç*es. A temperatura seria constante em toda parte e nen'uma forma de organi!ação.

Clausius definiu a função da entropia.acon. O o$"etivo desses instrumentos era medir uma quantidade até então indefinida. segundo a qual. <omente em IGGP. considerado o$soleto. e Constantin Carat'éodor4 apresentou uma estrutura l. 2ord Delvin 0William 9'omson5. o cal. 1ames -rescott 1oule assentou as $ases da primeira lei da termodin%mica ao mostrar que a quantidade de tra$al'o necessária para promover uma determinada mudança de estado é independente do tipo de tra$al'o 0mec%nico. Alguns anos depois. alguns anos depois. operando entre duas fontes de temperaturas diferentes. #m o$"eto se aquecia quando rece$ia cal.. Em IUIQ. que levou & enunciação da teoria segundo a qual o calor é um fluido invisível c'amado cal. A primeira evid)ncia de que essa su$st%ncia não e(istia foi dada. +a época. energia tam$ém con'ecida como térmica. Em IQJU. Aenri -oincaré ela$orou as equaç*es matemáticas das leis de Clausius.rico. Apesar de fundamentar suas teorias na noção de que o calor é um fluido imponderável. e a Academia @lorentina. um engen'eiro militar franc)s. =emonstrou-se. +o ano seguinte. 1ulius :o$ert von >a4er dedu!iu a lei de equival)ncia do calor e do tra$al'o. 1oule concluiu que o tra$al'o pode ser convertido em calor e vice-versa.rico e se esfriava quando o perdia.com fisica termologia termodinamica . em$ora te. :udolf 1ulius Emanuel Clausius solucionou o pro$lema ao enunciar a primeira e a segunda leis da termodin%mica. que coincide essencialmente com a terceira lei da termodin%mica. ao qual se seguiram outros inventos com a mesma finalidade. mostrou o conflito e(istente entre a $ase cal. pelo conde :umford 0. tornou-se o primeiro pesquisador a preocupar-se com as características $ásicas das máquinas térmicas e a estudar o pro$lema de seu rendimento. . A pu$licação dos estudos de Clausius em IQZP marca o nascimento da ci)ncia termodin%mica.rica dos argumentos de Carnot e as conclus*es o$tidas por 1oule. que o que se troca entre corpos de temperaturas diferentes é a energia cinética de seus átomos e moléculas.gica alternativa das teorias termodin%micas que evitava o termo calor./ . em ILFP. Carnot encontrou a e(pressão correta do rendimento má(imo que se pode o$ter com uma máquina térmica qualquer. o -r)mio +o$el Walt'er +ernst.en"amin 9'ompson5. da #niversidade de 3lasgloR. do ritmo e do método empregado.rica.pio.colada!e". começaram a fa!er a distinção entre essa emanação e a temperatura. Jist/ria A temperatura é provavelmente o primeiro conceito termodin%mico. +a década de IQJP. ele mostrou que a variação de temperatura em cada uma das su$st%ncias misturadas não é igual em termos quantitativos. porém. +o final do século . & lu! dos argumentos da mec%nica qu%ntica.5 reali!ado. @rancis . =e IQGH a IQGQ. >isturando massas iguais de líquidos a diferentes temperaturas. Em IQJJ. TermodinAmica.lacV fundou a ci)ncia da calorimetria. >as não se sa$ia e(plicar ainda o que era transmitido entre os corpos. foi de import%ncia fundamental. ou se"a8 0I5 que a máquina rece$e de uma fonte qualquer certa quantidade de calor a temperatura elevadaB 0F5 que ela e(ecuta um tra$al'o e(ternoB e 0H5 que re"eita calor a temperatura mais $ai(a do que a correspondente ao calor rece$ido. +o início do século .olt!mann vieram a ser elucidadas posteriormente. A contri$uição de Carnot & solução do pro$lema. engen'eiro de 3lasgoR. pois demonstrou as características realmente significativas do funcionamento das máquinas térmicas. Em IQFJ. no final do século . diferenciou-as de maneira clara.gicas de calor e frio. mais o$"etiva na nature!a do que as sensaç*es fisiol. o calor introdu!ido deve e(ceder o calor re"eitado em uma quantidade proporcional ao tra$al'o e calculou o valor da constante de proporcionalidade. <adi Carnot. enunciou o princípio de +ernst.rico. posteriormente. o químico 1osep' .>a(Rell-. http: !!!. magnético etc.lacV. acreditava-se que a temperatura fosse uma pot)ncia motri! que provoca a transmissão de um certo eflKvio de um corpo quente para outro mais frio. 3alileu 3alilei inventou um termYmetro rudimentar. o termosc. 1osia' 3i$$s criou um método matemático que serviu como $ase para a fundação da termodin%mica química e para diversas aplicaç*es da termodin%mica clássica. elétrico./ . num ciclo produtor de tra$al'o. e dedu!iu da segunda lei da termodin%mica o princípio do aumento da entropia. que se conserva em todas as transformaç*es reversíveis..