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{x : x é um número inteiro tal que 0<x<4} Os três exemplos acima são maneiras diferentes de representar o mesmo conjunto.

Conjuntos: linguagem básica, pertinência; inclusão; igualdade; reunião e interseção. Números naturais, inteiros, racionais e reais: adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação. Múltiplos e divisores, fatoração, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum. Medidas: comprimento, área, volume, ângulo, tempo e massa. Proporções e Matemática Comercial: grandezas diretamente e inversamente proporcionais. Regra de três simples e composta. Porcentagem, juros e descontos simples. Cálculo Algébrico: identidades algébricas notáveis. Operações com expressões algébricas. Operações com polinômios. Equações e Inequações: equações do 1º e 2º graus. Interpretação de gráficos. Sistemas de equações de 1º e 2º graus. Análise Combinatória e Probabilidade: arranjos, combinações e permutações simples. Probabilidade de um evento. Progressões: progressões aritmética e geométrica. Geometrias Plana e Sólida: geometria plana: elementos primitivos. Retas perpendiculares e planas. Teorema de Tales. Relações métricas e trigonométricas em triângulos retângulos. Áreas de triângulos, paralelogramos, trapézios e discos. Áreas e volumes de prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas. Funções: operações com funções de 1º e 2º graus. Gráficos de funções de 1º e 2º graus. Máximo e mínimo da função de 2º grau. Funções logaritmo e exponencial. Trigonometria: funções trigonométricas. Identidades fundamentais. Aplicação da trigonometria ao cálculo de elementos de um triângulo. Raciocínio lógico. Raciocínio sequencial. Orientações espacial e temporal. Formação de conceitos. Discriminação de elementos. Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas. Obs.: Em todas as questões será avaliada a capacidade do candidato de analisar e interpretar situações que envolvem conceitos matemáticos fundamentais para o exercício do cargo postulado.

É possível descrever o mesmo conjunto de diferentes maneiras: listando os seus elementos (ideal para conjuntos pequenos e finitos) ou definindo uma propriedade de seus elementos. Dizemos que dois conjuntos são iguais se e somente se cada elemento de um é também elemento do outro, não importando a quantidade e nem a ordem das ocorrências dos elementos. Conceitos essenciais Conjunto: representa uma coleção de objetos, geralmente representado por letras maiúsculas; Elemento: qualquer um dos componentes de um conjunto, geralmente representado por letras minúsculas; Pertinência: é a característica associada a um elemento que faz parte de um conjunto; Pertence ou não pertence
Se é um elemento de . Se , nós podemos dizer que o e podemos escrever , nós podemos e

elemento

pertence ao conjunto

não é um elemento de

dizer que o elemento podemos escrever

não pertence ao conjunto .

1. Conceitos primitivos Antes de mais nada devemos saber que conceitos primitivos são noções que adotamos sem definição. Adotaremos aqui três conceitos primitivos: o de conjunto, o de elemento e o de pertinência de um elemento a um conjunto. Assim, devemos entender perfeitamente a frase: determinado elemento pertence a um conjunto, sem que tenhamos definido o que é conjunto, o que é elemento e o que significa dizer que um elemento pertence ou não a um conjunto. 2 Notação Normalmente adotamos, na teoria dos conjuntos, a seguinte notação: • os conjuntos são indicados por letras maiúsculas: A, B, C, ... ; • os elementos são indicados por letras minúsculas: a, b, c, x, y, ... ; • o fato de um elemento x pertencer a um conjunto C é indicado com x ∈ C; • o fato de um elemento y não pertencer a um conjunto C é indicado y ∉ C.

TEORIA DOS CONJUNTOS
CONJUNTO Em matemática, um conjunto é uma coleção de elementos. Não interessa a ordem e quantas vezes os elementos estão listados na coleção. Em contraste, uma coleção de elementos na qual a multiplicidade, mas não a ordem, é relevante, é chamada multiconjunto. Conjuntos são um dos conceitos básicos da matemática. Um conjunto é apenas uma coleção de entidades, chamadas de elementos. A notação padrão lista os elementos separados por vírgulas entre chaves (o uso de "parênteses" ou "colchetes" é incomum) como os seguintes exemplos: {1, 2, 3} {1, 2, 2, 1, 3, 2}

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3. Representação dos conjuntos Um conjunto pode ser representado de três maneiras: • por enumeração de seus elementos; • por descrição de uma propriedade característica do conjunto; • através de uma representação gráfica. Um conjunto é representado por enumeração quando todos os seus elementos são indicados e colocados dentro de um par de chaves. Exemplo: a) A = ( 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 ) indica o conjunto formado pelos algarismos do nosso sistema de numeração. b) B = ( a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, x, z ) indica o conjunto formado pelas letras do nosso alfabeto. c) Quando um conjunto possui número elevado de elementos, porém apresenta lei de formação bem clara, podemos representa-lo, por enumeração, indicando os primeiros e os últimos elementos, intercalados por reticências. Assim: C = ( 2; 4; 6;... ; 98 ) indica o conjunto dos números pares positivos, menores do que100. d) Ainda usando reticências, podemos representar, por enumeração, conjuntos com infinitas elementos que tenham uma lei de formação bem clara, como os seguintes: D = ( 0; 1; 2; 3; .. . ) indica o conjunto dos números inteiros não negativos; E = ( ... ; -2; -1; 0; 1; 2; . .. ) indica o conjunto dos números inteiros; F = ( 1; 3; 5; 7; . . . ) indica o conjunto dos números ímpares positivos. A representação de um conjunto por meio da descrição de uma propriedade característica é mais sintética que sua representação por enumeração. Neste caso, um conjunto C, de elementos x, será representado da seguinte maneira: C = { x | x possui uma determinada propriedade } que se lê: C é o conjunto dos elementos x tal que possui uma determinada propriedade: Exemplos O conjunto A = { 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 } pode ser representado por descrição da seguinte maneira: A = { x | x é algarismo do nosso sistema de numeração } O conjunto G = { a; e; i; o, u } pode ser representado por descrição da seguinte maneira G = { x | x é vogal do nosso alfabeto } O conjunto H = { 2; 4; 6; 8; . . . } pode ser representado por descrição da seguinte maneira: H = { x | x é par positivo }

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A representação gráfica de um conjunto é bastante cômoda. Através dela, os elementos de um conjunto são representados por pontos interiores a uma linha fechada que não se entrelaça. Os pontos exteriores a esta linha representam os elementos que não pertencem ao conjunto. Exemplo

Por esse tipo de representação gráfica, chamada diagrama de Euler-Venn, percebemos que x ∈ C, y ∈ C, z ∈ C; e que a ∉ C, b ∉ C, c ∉ C, d ∉ C. 4 Número de elementos de um conjunto Consideremos um conjunto C. Chamamos de número de elementos deste conjunto, e indicamos com n(C), ao número de elementos diferentes entre si, que pertencem ao conjunto. Exemplos a) O conjunto A = { a; e; i; o; u } é tal que n(A) = 5. b) O conjunto B = { 0; 1; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 } é tal que n(B) = 10. c) O conjunto C = ( 1; 2; 3; 4;... ; 99 ) é tal que n (C) = 99. 5 Conjunto unitário e conjunto vazio Chamamos de conjunto unitário a todo conjunto C, tal que n (C) = 1. Exemplo: C = ( 3 ) E chamamos de conjunto vazio a todo conjunto c, tal que n(C) = 0. Exemplo: M = { x | x = -25} O conjunto vazio é representado por { } ou por
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∅.
Exercício resolvido Determine o número de elementos dos seguintes com juntos : a) b) c) 2 A = { x | x é letra da palavra amor } B = { x | x é letra da palavra alegria } c é o conjunto esquematizado a seguir

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d) D = ( 2; 4; 6; . . . ; 98 ) e) E é o conjunto dos pontos comuns às relas r e s, esquematizadas a seguir :

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Indicamos que A é um subconjunto de B de duas maneiras: a) A ⊂ B; que deve ser lido : A é subconjunto de B ou A está contido em B ou A é parte de B; b) B ⊃ A; que deve ser lido: B contém A ou B inclui A. Exemplo

Resolução a) n(A) = 4 b) n(B) = 6,'pois a palavra alegria, apesar de possuir dote letras, possui apenas seis letras distintas entre si. c) n(C) = 2, pois há dois elementos que pertencem a C: c e C e d e C d) observe que: 2 = 2 . 1 é o 1º par positivo 4 = 2 . 2 é o 2° par positivo 6 = 2 . 3 é o 3º par positivo 8 = 2 . 4 é o 4º par positivo . . . . . . 98 = 2 . 49 é o 49º par positivo logo: n(D) = 49 e) As duas retas, esquematizadas na figura, possuem apenas um ponto comum. Logo, n( E ) = 1, e o conjunto E é, portanto, unitário. 6 igualdade de conjuntos Vamos dizer que dois conjuntos A e 8 são iguais, e indicaremos com A = 8, se ambos possuírem os mesmos elementos. Quando isto não ocorrer, diremos que os conjuntos são diferentes e indicaremos com A ≠ B. Exemplos . a) {a;e;i;o;u} = {a;e;i;o;u} b) {a;e;i;o,u} = {i;u;o,e;a} c) {a;e;i;o;u} = {a;a;e;i;i;i;o;u;u} d) {a;e;i;o;u} ≠ {a;e;i;o} 2 e) { x | x = 100} = {10; -10} 2 f) { x | x = 400} ≠ {20} 7 Subconjuntos de um conjunto Dizemos que um conjunto A é um subconjunto de um conjunto B se todo elemento, que pertencer a A, também pertencer a B. Neste caso, usando os diagramas de Euler-Venn, o conjunto A estará "totalmente dentro" do conjunto B :

Sejam os conjuntos A = {x | x é mineiro} e B = { x | x é brasileiro} ; temos então que A ⊂ B e que B ⊃ A. Observações: • Quando A não é subconjunto de B, indicamos com A ⊄ B ou B A. • Admitiremos que o conjunto vazio está contido em qualquer conjunto. 8 Número de subconjuntos de um conjunto dado Pode-se mostrar que, se um conjunto possui n n elementos, então este conjunto terá 2 subconjuntos. Exemplo O conjunto C = {1; 2 } possui dois elementos; logo, 2 ele terá 2 = 4 subconjuntos. Exercício resolvido: 1. Determine o número de subconjuntos do conjunto C = (a; e; i; o; u ) . Resolução: Como o conjunto C possui cinco 5 elementos, o número dos seus subconjuntos será 2 = 32. Exercícios propostas: 2. Determine o número de subconjuntos do conjunto C = { 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 } Resposta: 1024 3. Determine o número de subconjuntos do conjunto C=  ;

1 1 1 2 3 3 ; ; ; ;  2 3 4 4 4 5 

Resposta: 32 B) OPERAÇÕES COM CONJUNTOS 1 União de conjuntos Dados dois conjuntos A e B, chamamos união ou reunião de A com B, e indicamos com A ∩ B, ao conjunto constituído por todos os elementos que pertencem a A ou a B. Usando os diagramas de representando com hachuras a conjuntos, temos: Euler-Venn, e interseção dos

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a) A ∩ B ∩ C b) (A ∩ B) ∪ (A ∩ C)

Exemplos a) {a;b;c} U {d;e}= {a;b;c;d;e} b) {a;b;c} U {b;c;d}={a;b;c;d} c) {a;b;c} U {a;c}={a;b;c} 2 Intersecção de conjuntos Dados dois conjuntos A e B, chamamos de interseção de A com B, e indicamos com A ∩ B, ao conjunto constituído por todos os elementos que pertencem a A e a B. Usando os diagramas de representando com hachuras a conjuntos, temos: Euler-Venn, e intersecção dos .Resolução

Exemplos a) {a;b;c} ∩ {d;e} = ∅ b) {a;b;c} ∩ {b;c,d} = {b;c} c) {a;b;c} ∩ {a;c} = {a;c} Quando a intersecção de dois conjuntos é vazia, como no exemplo a, dizemos que os conjuntos são disjuntos. Exercícios resolvidos 1. Sendo A = ( x; y; z ); B = ( x; w; v ) e C = ( y; u; t ), determinar os seguintes conjuntos: a) A ∪ B f) B ∩ C b) A ∩ B g) A ∪ B ∪ C c) A ∪ C h) A ∩ B ∩ C d) A ∩ C i) (A ∩ B) U (A ∩ C) e) B ∪ C Resolução a) b) c) d) e) f) g) h) i) A ∪ B = {x; y; z; w; v } A ∩ B = {x } A ∪ C = {x; y;z; u; t } A ∩ C = {y } B ∪ C={x;w;v;y;u;t} B ∩ C= ∅ A ∪ B ∪ C= {x;y;z;w;v;u;t} A ∩ B ∩ C= ∅ (A ∩ B) ∪ u (A ∩ C)={x} ∪ {y}={x;y} 3. No diagrama seguinte temos: n(A) = 20 n(B) = 30 n(A ∩ B) = 5 Determine n(A ∪ B). Resolução

Se juntarmos, aos 20 elementos de A, os 30 elementos de B, estaremos considerando os 5 elementos de A n B duas vezes; o que, evidentemente, é incorreto; e, para corrigir este erro, devemos subtrair uma vez os 5 elementos de A n B; teremos então: n(A ∪ B) = n(A) + n(B) - n(A ∩ B) ou seja: n(A ∪ B) = 20 + 30 – 5 e então: n(A ∪ B) = 45. 4 Conjunto complementar 4

2. Dado o diagrama seguinte, represente com hachuras os conjuntos: :

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Dados dois conjuntos A e B, com B ⊂ A, chamamos de conjunto complementar de B em relação a A, e indicamos com CA B, ao conjunto A - B. Observação: O complementar é um caso particular de diferença em que o segundo conjunto é subconjunto do primeiro. Usando os diagramas de Euler-Venn, e representando com hachuras o complementar de B em relação a A, temos:

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4. Números algébricos aparecem como soluções de equações polinomiais (com coeficientes inteiros) e envolvem raízes e alguns outros números irracionais. O símbolo conjunto. ou usualmente representa este

5. Números reais incluem os números algébricos e os números transcendentais. O símbolo usualmente representa este conjunto. 6. Números imaginários aparecem como soluções 2 de equações como x + r = 0 onde r > 0. O símbolo usualmente representa este conjunto. 7. Números complexos é a soma dos números reais e dos imaginários: . Aqui tanto r quanto s podem ser iguais a zero; então os conjuntos dos números reais e o dos imaginários são subconjuntos do conjunto dos números complexos. O símbolo usualmente representa este conjunto.

Exemplo: {a;b;c;d;e;f} - {b;d;e}= {a;c;f} Observação: O conjunto complementar de B em relação a A é formado pelos elementos que faltam para "B chegar a A"; isto é, para B se igualar a A. Exercícios resolvidos: 4. Sendo A = { x; y; z } , B = { x; w; v } e C = { y; u; t }, determinar os seguintes conjuntos: A–B B–A A–C Resolução a) b) c) d) e) f) A - B = { y; z } B - A= {w;v} A - C= {x;z} C – A = {u;t} B – C = {x;w;v} C – B = {y;u;t} C-A B–C C–B

NÚMEROS NATURAIS, INTEIROS, RACIONAIS, IRRACIONAIS E REAIS.
Conjuntos numéricos podem ser representados de diversas formas. A forma mais simples é dar um nome ao conjunto e expor todos os seus elementos, um ao lado do outro, entre os sinais de chaves. Veja o exemplo abaixo: A = {51, 27, -3} Esse conjunto se chama "A" e possui três termos, que estão listados entre chaves. Os nomes dos conjuntos são sempre letras maiúsculas. Quando criamos um conjunto, podemos utilizar qualquer letra. Vamos começar nos primórdios da matemática. - Se eu pedisse para você contar até 10, o que você me diria? - Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove e dez. Pois é, estes números que saem naturalmente de sua boca quando solicitado, são chamados de números NATURAIS, o qual é representado pela letra . Foi o primeiro conjunto inventado pelos homens, e tinha como intenção mostrar quantidades. *Obs.: Originalmente, o zero não estava incluído neste conjunto, mas pela necessidade de representar uma quantia nula, definiu-se este número como sendo pertencente ao conjunto dos Naturais. Portanto: N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...} Obs.2: Como o zero originou-se depois dos outros números e possui algumas propriedades próprias, algumas vezes teremos a necessidade de representar o conjunto dos números naturais sem incluir o zero. Para isso foi definido que o símbolo * (asterisco) empregado 5

Exemplos de conjuntos compostos por números Nota: Nesta seção, a, b e c são números naturais, enquanto r e s são números reais. 1. Números naturais são usados para contar. O símbolo usualmente representa este conjunto. 2. Números inteiros aparecem como soluções de equações como x + a = b. O símbolo usualmente representa este conjunto (do termo alemão Zahlen que significa números). 3. Números racionais aparecem como soluções

de equações como a + bx = c. O símbolo usualmente representa este conjunto (da palavra quociente).

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ao lado do símbolo do conjunto, iria representar a ausência do zero. Veja o exemplo abaixo: N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, ...} Estes números foram suficientes para a sociedade durante algum tempo. Com o passar dos anos, e o aumento das "trocas" de mercadorias entre os homens, foi necessário criar uma representação numérica para as dívidas. Com isso inventou-se os chamados "números negativos", e junto com estes números, um novo conjunto: o conjunto dos números inteiros, representado pela letra . O conjunto dos números inteiros é formado por todos os números NATURAIS mais todos os seus representantes negativos. Note que este conjunto não possui início nem fim (ao contrário dos naturais, que possui um início e não possui fim). Assim como no conjunto dos naturais, podemos representar todos os inteiros sem o ZERO com a mesma notação usada para os NATURAIS. Z* = {..., -2, -1, 1, 2, ...} Em algumas situações, teremos a necessidade de representar o conjunto dos números inteiros que NÃO SÃO NEGATIVOS. Para isso emprega-se o sinal "+" ao lado do símbolo do conjunto (vale a pena lembrar que esta simbologia representa os números NÃO NEGATIVOS, e não os números POSITIVOS, como muita gente diz). Veja o exemplo abaixo: Z+ = {0,1, 2, 3, 4, 5, ...} Obs.1: Note que agora sim este conjunto possui um início. E você pode estar pensando "mas o zero não é positivo". O zero não é positivo nem negativo, zero é NULO. Ele está contido neste conjunto, pois a simbologia do sinalzinho positivo representa todos os números NÃO NEGATIVOS, e o zero se enquadra nisto. Se quisermos representar somente os positivos (ou seja, os não negativos sem o zero), escrevemos: Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, ...} Pois assim teremos apenas os positivos, já que o zero não é positivo. Ou também podemos representar somente os inteiros NÃO POSITIVOS com: Z - ={...,- 4, - 3, - 2, -1 , 0} Obs.: Este conjunto possui final, mas não possui início. E também os inteiros negativos (ou seja, os não positivos sem o zero):

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Z*- ={...,- 4, - 3, - 2, -1} Assim: Conjunto dos Números Naturais São todos os números inteiros positivos, incluindo o zero. É representado pela letra maiúscula N. Caso queira representar o conjunto dos números naturais não-nulos (excluindo o zero), deve-se colocar um * ao lado do N:

N = {0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10, ...} N* = {1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11, ...}

Conjunto dos Números Inteiros São todos os números que pertencem ao conjunto dos Naturais mais os seus respectivos opostos (negativos). São representados pela letra Z: Z = {... -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4, ...} O conjunto dos inteiros possui alguns subconjuntos, eles são: - Inteiros não negativos São todos os números inteiros que não são negativos. Logo percebemos que este conjunto é igual ao conjunto dos números naturais. É representado por Z+: Z+ = {0,1,2,3,4,5,6, ...} - Inteiros não positivos São todos os números inteiros que não são positivos. É representado por Z-: Z- = {..., -5, -4, -3, -2, -1, 0} - Inteiros não negativos e não-nulos É o conjunto Z+ excluindo o zero. Representa-se esse subconjunto por Z*+: Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...} Z*+ = N* - Inteiros não positivos e não nulos São todos os números do conjunto Z- excluindo o zero. Representa-se por Z*-. Z*- = {... -4, -3, -2, -1} Conjunto dos Números Racionais Os números racionais é um conjunto que engloba os números inteiros (Z), números decimais finitos (por exemplo, 743,8432) e os números decimais infinitos periódicos (que repete uma sequência de algarismos da parte decimal infinitamente), como "12,050505...", são também conhecidas como dízimas periódicas. Os racionais são representados pela letra Q. Conjunto dos Números Irracionais É formado pelos números decimais infinitos nãoperiódicos. Um bom exemplo de número irracional é o número PI (resultado da divisão do perímetro de uma circunferência pelo seu diâmetro), que vale 3,14159265 .... Atualmente, supercomputadores já conseguiram 6

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calcular bilhões de casas decimais para o PI. Também são irracionais todas as raízes não exatas, como a raiz quadrada de 2 (1,4142135 ...) Conjunto dos Números Reais É formado por todos os conjuntos citados anteriormente (união do conjunto dos racionais com os irracionais). Representado pela letra R. Representação geométrica de A cada ponto de uma reta podemos associar um único número real, e a cada número real podemos associar um único ponto na reta. Dizemos que o conjunto é denso, pois entre dois números reais existem infinitos números reais (ou seja, na reta, entre dois pontos associados a dois números reais, existem infinitos pontos). Veja a representação na reta de :

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que sobra. Somando a diferença com o subtraendo obtemos o minuendo. Dessa forma tiramos a prova da subtração.

4+3=7

EXPRESSÕES NUMÉRICAS Para calcular o valor de uma expressão numérica envolvendo adição e subtração, efetuamos essas operações na ordem em que elas aparecem na expressão. Exemplos: 35 – 18 + 13 = 17 + 13 = 30 Veja outro exemplo: 47 + 35 – 42 – 15 = 82 – 42 – 15= 40 – 15 = 25 Quando uma expressão numérica contiver os sinais de parênteses ( ), colchetes [ ] e chaves { }, procederemos do seguinte modo: 1º Efetuamos as operações indicadas dentro dos parênteses; 2º efetuamos as operações indicadas dentro dos colchetes; 3º efetuamos as operações indicadas dentro das chaves. 1) 35 +[ 80 – (42 + 11) ] = = 35 + [ 80 – 53] = = 35 + 27 = 62 18 + { 72 – [ 43 + (35 – 28 + 13) ] } = = 18 + { 72 – [ 43 + 20 ] } = = 18 + { 72 – 63} = = 18 + 9 = 27 CÁLCULO DO VALOR DESCONHECIDO Quando pretendemos determinar um número natural em certos tipos de problemas, procedemos do seguinte modo: - chamamos o número (desconhecido) de x ou qualquer outra incógnita ( letra ) - escrevemos a igualdade correspondente - calculamos o seu valor Exemplos: 1) Qual o número que, adicionado a 15, é igual a 31? Solução: Seja x o número desconhecido. A igualdade correspondente será: x + 15 = 31 Calculando o valor de x temos: x + 15 = 31 x + 15 – 15 = 31 – 15 x = 31 – 15 x = 16 Na prática , quando um número passa de um lado para outro da igualdade ele muda de sinal.

Fonte: http://www.infoescola.com/matematica/conjuntosnumericos/

CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS (N)
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO Veja a operação: 2 + 3 = 5 . A operação efetuada chama-se adição e é indicada escrevendo-se o sinal + (lê-se: “mais") entre os números. Os números 2 e 3 são chamados parcelas. 0 número 5, resultado da operação, é chamado soma.

2)

2 → parcela + 3 → parcela 5 → soma

A adição de três ou mais parcelas pode ser efetuada adicionando-se o terceiro número à soma dos dois primeiros ; o quarto número à soma dos três primeiros e assim por diante.

3+2+6 = 5 + 6 = 11

Veja agora outra operação: 7 – 3 = 4 Quando tiramos um subconjunto de um conjunto, realizamos a operação de subtração, que indicamos pelo sinal - . 7 → minuendo –3 → subtraendo 4 → resto ou diferença 0 minuendo é o conjunto maior, o subtraendo o subconjunto que se tira e o resto ou diferença o conjunto

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2) Subtraindo 25 de um certo número obtemos 11. Qual é esse número? Solução: Seja x o número desconhecido. A igualdade correspondente será: x – 25 = 11 x = 11 + 25 x = 36 Passamos o número 25 para o outro lado da igualdade e com isso ele mudou de sinal. 3) Qual o número natural que, adicionado a 8, é igual a 20? Solução: x + 8 = 20 x = 20 – 8 x = 12 4) Determine o número natural do qual, subtraindo 62, obtemos 43. Solução: x – 62 = 43 x = 43 + 62 x = 105 Para sabermos se o problema está correto é simples, basta substituir o x pelo valor encontrado e realizarmos a operação. No último exemplo temos: x = 105 105 – 62 = 43 MULTIPLICAÇÃO Observe: 4 X 3 =12 A operação efetuada chama-se multiplicação e é indicada escrevendo-se um ponto ou o sinal x entre os números. Os números 3 e 4 são chamados fatores. O número 12, resultado da operação, é chamado produto.

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Sinais de associação O valor das expressões numéricas envolvendo as operações de adição, subtração e multiplicação é obtido do seguinte modo: - efetuamos as multiplicações - efetuamos as adições e subtrações, na ordem em que aparecem. 1) 3.4 + 5.8– 2.9= =12 + 40 – 18 = 34 9 . 6 – 4 . 12 + 7 . 2 = = 54 – 48 + 14 = = 20

2)

Não se esqueça: Se na expressão ocorrem sinais de parênteses colchetes e chaves, efetuamos as operações na ordem em que aparecem: 1º) as que estão dentro dos parênteses 2º) as que estão dentro dos colchetes 3º) as que estão dentro das chaves. Exemplo: 22 + {12 +[ ( 6 . 8 + 4 . 9 ) – 3 . 7] – 8 . 9 } = 22 + { 12 + [ ( 48 + 36 ) – 21] – 72 } = = 22 + { 12 + [ 84 – 21] – 72 } = = 22 + { 12 + 63 – 72 } = = 22 + 3 = = 25 DIVISÃO Observe a operação: 30 : 6 = 5 Também podemos representar a divisão das seguintes maneiras: 30 0 6 5 ou

30 =5 6

3 X 4 = 12

3 X 4 12

fatores produto

O dividendo (D) é o número de elementos do conjunto que dividimos o divisor (d) é o número de elementos do subconjunto pelo qual dividimos o dividendo e o quociente (c) é o número de subconjuntos obtidos com a divisão. Essa divisão é exata e é considerada a operação inversa da multiplicação. SE 30 : 6 = 5, ENTÃO 5 x 6 = 30 observe agora esta outra divisão: 32 6 2 5 32 = dividendo 6 = divisor 5 = quociente 2 = resto Essa divisão não é exata e é chamada divisão aproximada. 8

Por convenção, dizemos que a multiplicação de qualquer número por 1 é igual ao próprio número. A multiplicação de qualquer número por 0 é igual a 0. A multiplicação de três ou mais fatores pode ser efetuada multiplicando-se o terceiro número pelo produto dos dois primeiros; o quarto numero pelo produto dos três primeiros; e assim por diante.

3 x 4 x 2 x 5 = 12 x 2 x 5 24 x 5 = 120

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ATENÇÃO: 1) Na divisão de números naturais, o quociente é sempre menor ou igual ao dividendo. 2) O resto é sempre menor que o divisor. 3) O resto não pode ser igual ou maior que o divisor. 4) O resto é sempre da mesma espécie do dividendo. Exemplo: dividindo-se laranjas por certo número, o resto será laranjas. 5) É impossível dividir um número por 0 (zero), porque não existe um número que multiplicado por 0 dê o quociente da divisão. PROBLEMAS 1) Determine um número natural que, multiplicado por 17, resulte 238. X . 17 = 238 X = 238 : 17 X = 14 Prova: 14 . 17 = 238 Determine um número natural que, dividido por 62, resulte 49. x : 62 = 49 x = 49 . 62 x = 3038 Determine um número natural que, adicionado a 15, dê como resultado 32 x + 15 = 32 x = 32 – 15 x =17 Quanto devemos adicionar a 112, a fim de obtermos 186? x + 112 = 186 x = 186 – 112 x = 74 Quanto devemos subtrair de 134 para obtermos 81? 134 – x = 81 – x = 81 – 134 – x = – 53 (multiplicando por –1) x = 53 Prova: 134 – 53 = 81 Ricardo pensou em um número natural, adicionou-lhe 35, subtraiu 18 e obteve 40 no resultado. Qual o número pensado? x + 35 – 18 = 40 x= 40 – 35 + 18 x = 23 Prova: 23 + 35 – 18 = 40 Adicionando 1 ao dobro de certo número obtemos 7. Qual é esse numero? 2 . x +1 = 7 2x = 7 – 1 2x = 6 x =6:2 x =3 O número procurado é 3. Prova: 2. 3 +1 = 7

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8) Subtraindo 12 do triplo de certo número obtemos 18. Determinar esse número. 3 . x -12 = 18 3 x = 18 + 12 3 x = 30 x = 30 : 3 x = 10 Dividindo 1736 por um número natural, encontramos 56. Qual o valor deste numero natural? 1736 : x = 56 1736 = 56 . x 56 . x = 1736 x. 56 = 1736 x = 1736 : 56 x = 31 O dobro de um número é igual a 30. Qual é o número? 2 . x = 30 2x = 30 x = 30 : 2 x = 15 O dobro de um número mais 4 é igual a 20. Qual é o número ? 2 . x + 4 = 20 2 x = 20 – 4 2 x = 16 x = 16 : 2 x=8 Paulo e José têm juntos 12 lápis. Paulo tem o dobro dos lápis de José. Quantos lápis tem cada menino? José: x Paulo: 2x Paulo e José: x + x + x = 12 3x = 12 x = 12 : 3 x=4 José: 4 - Paulo: 8 A soma de dois números é 28. Um é o triplo do outro. Quais são esses números? um número: x o outro número: 3x x + x + x + x = 28 (os dois números) 4 x = 28 x = 28 : 4 x = 7 (um número) 3x = 3 . 7 = 21 (o outro número). Resposta: 7 e 21 14) Pedro e Marcelo possuem juntos 30 bolinhas. Marcelo tem 6 bolinhas a mais que Pedro. Quantas bolinhas tem cada um? Pedro: x Marcelo: x + 6 x + x + 6 = 30 ( Marcelo e Pedro) 2 x + 6 = 30 2 x = 30 – 6 2 x = 24

9)

10)

2)

11)

3)

4)

12)

5)

13)

6)

7)

Matemática

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APOSTILAS OPÇÃO
x = 24 : 2 x = 12 (Pedro) Marcelo: x + 6 =12 + 6 =18 EXPRESSÕES NUMÉRICAS ENVOLVENDO AS QUATRO OPERAÇÕES Sinais de associação: O valor das expressões numéricas envolvendo as quatro operações é obtido do seguinte modo: - efetuamos as multiplicações e as divisões, na ordem em que aparecem; - efetuamos as adições e as subtrações, na ordem em que aparecem; Exemplo 1) 3 .15 + 36 : 9 = = 45 + 4 = 49 Exemplo 2) 18 : 3 . 2 + 8 – 6 . 5 : 10 = = 6 . 2 + 8 – 30 : 10 = = 12 + 8 – 3 = = 20 – 3 = 17 POTENCIAÇÃO Considere a multiplicação: fatores são todos iguais a 2.
3

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1ª) para multiplicar potências de mesma base, conserva-se a base e adicionam-se os expoentes.

am . an = a m + n
2 8 6 1+6

2ª) para dividir potências de mesma base, conserva-se a base e subtraem-se os expoentes.

5.5 = 5

Exemplos: 3 . 3 = 3

2+8

=5

7

= 310

am : an = am - n
Exemplos:

3ª) para elevar uma potência a um outro expoente, conserva-se base e multiplicam-se os expoentes. 2 4 2.4 = 38 Exemplo: (3 ) = 3 4ª) para elevar um produto a um expoente, elevase cada fator a esse expoente.

37 : 33 = 3 7 – 3 = 34 510 : 58 = 5 10 – 8 = 52

(a. b)m = am . bm
3

Exemplos: (4 . 7) = 4 . 7 ; RADICIAÇÃO

3

3

(3. 5)2 = 32 . 52

2 . 2 . 2 em que os três

Suponha que desejemos determinar um número que, elevado ao quadrado, seja igual a 9. Sendo x esse 2 número, escrevemos: X = 9 De acordo com a potenciação, temos que x = 3, ou 2 seja: 3 = 9 A operação que se realiza para determinar esse número 3 é chamada radiciação, que é a operação inversa da potenciação. Indica-se por:
2

Esse produto pode ser escrito ou indicado na forma 2 (lê-se: dois elevado à terceira potência), em que o 2 é o fator que se repete e o 3 corresponde à quantidade desses fatores. Assim, escrevemos: 2 = 2 . 2 . 2 = 8 (3 fatores) A operação realizada chama-se potenciação. O número que se repete chama-se base. O número que indica a quantidade de fatores iguais a base chama-se expoente. O resultado da operação chama-se potência. 3 2 = 8 3 expoente base potência
3

9 =3

(lê-se: raiz quadrada de 9 é igual a 3)

Daí , escrevemos:
2

9 = 3 ⇔ 32 = 9

Observações: 1) os expoentes 2 e 3 recebem os nomes especiais de quadrado e cubo, respectivamente. 2) As potências de base 0 são iguais a zero. 02 = 3) As potências de base um são iguais a um. 3 Exemplos: 1 = 1 . 1 . 1 = 1 4) Por convenção, tem-se que: 0 - a potência de expoente zero é igual a 1 (a = 1, a ≠ 0) a potência de expoente um é igual à base (a = a)

Na expressão acima, temos que: - o símbolo chama-se sinal da raiz - o número 2 chama-se índice - o número 9 chama-se radicando - o número 3 chama-se raiz, - o símbolo
2

9 chama-se radical

0.0=0

As raízes recebem denominações de acordo com o índice. Por exemplo:
2 3 4 5
1

15 = 1 . 1 . 1 . 1 . 1 = 1

36

raiz quadrada de 36

125 raiz cúbica de 125 81 raiz quarta de 81 32
raiz quinta de 32 e assim por diante

30 = 1 ; 50 = 1 ; 120 = 1 21 = 2 ; 71 = 7 ;

1001 =100

PROPRIEDADES DAS POTÊNCIAS

No caso da raiz quadrada, convencionou-se não escrever o índice 2. Exemplo : 2 49 = 49 = 7, pois 72 = 49

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APOSTILAS OPÇÃO
EXERCÍCIOS 01) Calcule: a) 10 – 10 : 5 = c) 20 + 40 : 10 = e) 30 : 5 + 5 = g) 63 : 9 . 2 – 2 = i) 3 . 15 : 9 + 54 :18 = Respostas: a) 8 c) 24 e) 11 g) 12 i) 8 02) a) b) c) d) e) f) b) 45 : 9 + 6 = d) 9. 7 – 3 = f) 6 . 15 – 56 : 4 = h) 56 – 34 : 17 . 19 = j) 24 –12 : 4+1. 0 = b) 11 d) 60 f) 76 h) 18 j) 21

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39. Qual é o número? (18) 13) Distribuo 50 balas, em iguais quantidades, a 3 amigos. No final sobraram 2. Quantas balas coube a cada um? (16) 14) A diferença entre dois números naturais é zero e a sua soma é 30. Quais são esses números? (15) 15) Um aluno ganha 5 pontos por exercício que acerta e perde 3 pontos por exercício que erra. Ao final de 50 exercícios tinha 130 pontos. Quantos exercícios acertou? (35) 16) Um edifício tem 15 andares; cada andar, 30 salas; cada sala, 3 mesas; cada mesa, 2 gavetas; cada gaveta, 1 chave. Quantas chaves diferentes serão necessárias para abrir todas as gavetas? (2700). 17) Se eu tivesse 3 dúzias de balas a mais do que tenho, daria 5 e ficaria com 100. Quantas balas tenho realmente? (69) 18) A soma de dois números é 428 e a diferença entre eles é 34. Qual é o número maior? (231) 19) Pensei num número e juntei a ele 5, obtendo 31. Qual é o número? (26) 20) Qual o número que multiplicado por 7 resulta 56? (8) 21) O dobro das balas que possuo mais 10 é 36. Quantas balas possuo? (13). 22) Raul e Luís pescaram 18 peixinhos. Raul pescou o dobro de Luís. Quanto pescou cada um? (Raul-12 e Luís-6) PROBLEMAS Vamos calcular o valor de x nos mais diversos casos: 1) x + 4 = 10 Obtêm-se o valor de x, aplicando a operação inversa da adição: x = 10 – 4 x=6 2) 5x = 20 Aplicando a operação inversa da multiplicação, temos: x = 20 : 5 x=4 3) x – 5 = 10 Obtêm-se o valor de x, aplicando a operação inversa da subtração: x = 10 + 5 x =15

Calcule o valor das expressões: 3 2 2 +3 = 2 2 3.5 –7 = 3 3 2 . 3 – 4. 2 = 3 2 2 5 –3 .6 +2 –1= 2 4 2 (2 + 3) + 2 . 3 – 15 : 5 = 2 4 2 1 + 7 – 3 . 2 + (12 : 4) = b) 26 d) 20 f) 11

Respostas: a) 17 c) 22 e) 142

03) Uma indústria de automóveis produz, por dia, 1270 unidades. Se cada veículo comporta 5 pneus, quantos pneus serão utilizados ao final de 30 dias? (Resposta: 190.500) 04) Numa divisão, o divisor é 9,o quociente é 12 e o resto é 5. Qual é o dividendo? (113) 05) Numa divisão, o dividendo é 227, o divisor é 15 e o resto é 2. Qual é o quociente? (15) 06) Numa divisão, o dividendo é 320, o quociente é 45 e o resto é 5. Qual é o divisor? (7) 07) Num divisão, o dividendo é 625, o divisor é 25 e o quociente é 25. Qual ê o resto? (0) 08) Numa chácara havia galinhas e cabras em igual quantidade. Sabendo-se que o total de pés desses animais era 90, qual o número de galinhas? Resposta: 15 ( 2 pés + 4 pés = 6 pés ; 90 : 6 = 15). 09) O dobro de um número adicionado a 3 é igual a 13. Calcule o número.(5) 10) Subtraindo 12 do quádruplo de um número obtemos 60. Qual é esse número (Resp: 18) 11) Num joguinho de "pega-varetas", André e Renato fizeram 235 pontos no total. Renato fez 51 pontos a mais que André. Quantos pontos fez cada um? ( André-92 e Renato-143) 12) Subtraindo 15 do triplo de um número obtemos

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APOSTILAS OPÇÃO
4) x : 2 = 4 Aplicando a operação inversa da divisão, temos: x=4.2 x=8 COMO ACHAR O VALOR DESCONHECIDO EM UM PROBLEMA Usando a letra x para representar um número, podemos expressar, em linguagem matemática, fatos e sentenças da linguagem corrente referentes a esse número, observe: - duas vezes o número 2.x - o número mais 2 - a metade do número x+2

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um? Solução: x + 2x + 4x = 2100 7x = 2100 x = 2100 : 7 x = 300 300 . 2 = 600 300 . 4 =1200 Resposta: R$ 300,00; R$ 600,00; R$ 1200,00 PROBLEMA 5 A soma das idades de duas pessoas é 40 anos. A idade de uma é o triplo da idade da outra. Qual a idade de cada uma? Solução: 3x + x = 40 4x = 40 x = 40 : 4 x = 10 3 . 10 = 30 Resposta: 10 e 30 anos. PROBLEMA 6 A soma das nossas idades é 45 anos. Eu sou 5 anos mais velho que você. Quantos anos eu tenho? x + x + 5 = 45 x + x= 45 – 5 2x = 40 x = 20 20 + 5 = 25 Resposta: 25 anos PROBLEMA 7 Sua bola custou R$ 10,00 menos que a minha. Quanto pagamos por elas, se ambas custaram R$ 150,00? Solução: x + x – 10= 150 2x = 150 + 10 2x = 160 x = 160 : 2 x = 80 80 – 10 = 70 Resposta: R$ 70,00 e R$ 80,00 PROBLEMA 8 José tem o dobro do que tem Sérgio, e Paulo tanto quanto os dois anteriores juntos. Quanto tem cada um, se os três juntos possuem R$ 624,00? Solução: x + 2x + x + 2x = 624 6x = 624 x = 624 : 6 x = 104 Resposta:S-R$ 104,00; J-R$ 208,00; P- R$ 312,00 PROBLEMA 9 Se eu tivesse 4 rosas a mais do que tenho, poderia dar a você 7 rosas e ainda ficaria com 2. Quantas rosas tenho? Solução: x+4–7 = 2 x+4 =7+2 x+4 =9 x =9–4 x =5 Resposta: 5 12

- a soma do dobro com a metade do número

x 2

2⋅ x +

x 2 x 4

- a quarta parte do número

PROBLEMA 1 Vera e Paula têm juntas R$ 1.080,00. Vera tem o triplo do que tem Paula. Quanto tem cada uma? Solução: x + 3x = 1080 4x= 1080 x =1080 : 4 x= 270 3 . 270 = 810 Resposta: Vera – R$ 810,00 e Paula – R$ 270,00 PROBLEMA 2 Paulo foi comprar um computador e uma bicicleta. Pagou por tudo R$ 5.600,00. Quanto custou cada um, sabendo-se que a computador é seis vezes mais caro que a bicicleta? Solução: x + 6x = 5600 7x = 5600 x = 5600 : 7 x = 800 6 . 800= 4800 R: computador – R$ 4.800,00 e bicicleta R$ 800,00 PROBLEMA 3 Repartir 21 cadernos entre José e suas duas irmãs, de modo que cada menina receba o triplo do que recebe José. Quantos cadernos receberá José? Solução: x + 3x + 3x = 21 7x = 21 x = 21 : 7 x =3 Resposta: 3 cadernos PROBLEMA 4 Repartir R$ 2.100,00 entre três irmãos de modo que o 2º receba o dobro do que recebe o 1º , e o 3º o dobro do que recebe o 2º. Quanto receberá cada

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APOSTILAS OPÇÃO
CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS (Z)
Conhecemos o conjunto N dos números naturais: N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, .....,} Assim, os números precedidos do sinal + chamamse positivos, e os precedidos de - são negativos. Exemplos: Números inteiros positivos: {+1, +2, +3, +4, ....} Números inteiros negativos: {-1, -2, -3, -4, ....} O conjunto dos números inteiros relativos é formado pelos números inteiros positivos, pelo zero e pelos números inteiros negativos. Também o chamamos de CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS e o representamos pela letra Z, isto é: Z = {..., -3, -2, -1, 0, +1, +2, +3, ... } O zero não é um número positivo nem negativo. Todo número positivo é escrito sem o seu sinal positivo. Exemplo: + 3 = 3 ; +10 = 10 Então, podemos escrever: Z = {..., -3, -2, -1, 0 , 1, 2, 3, ...} N é um subconjunto de Z. REPRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA Cada número inteiro pode ser representado por um ponto sobre uma reta. Por exemplo: ... -3 ... C’ -2 B’ -1 A’ 0 +1 +2 0 A B +3 C +4 ... D ...

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o da parcela de maior módulo: (-800) + (+300) = -500 ADIÇÃO DE TRÊS OU MAIS NÚMEROS INTEIROS A soma de três ou mais números inteiros é efetuada adicionando-se todos os números positivos e todos os negativos e, em seguida, efetuando-se a soma do número negativo. Exemplos: 1) (+6) + (+3) + (-6) + (-5) + (+8) = (+17) + (-11) = +6 2) (+3) + (-4) + (+2) + (-8) = (+5) + (-12) = -7

PROPRIEDADES DA ADIÇÃO A adição de números inteiros possui as seguintes propriedades: 1ª) FECHAMENTO A soma de dois números inteiros é sempre um número inteiro: (-3) + (+6) = + 3 ∈ Z 2ª) ASSOCIATIVA Se a, b, c são números inteiros quaisquer, então: a + (b + c) = (a + b) + c Exemplo:(+3) +[(-4) + (+2)] = [(+3) + (-4)] + (+2) (+3) + (-2) = (-1) + (+2) +1 = +1 3ª) ELEMENTO NEUTRO Se a é um número inteiro qualquer, temos: a+ 0 = a e0+a=a Isto significa que o zero é elemento neutro para a adição. Exemplo: (+2) + 0 = +2 e 0 + (+2) = +2 4ª) OPOSTO OU SIMÉTRICO Se a é um número inteiro qualquer, existe um único número oposto ou simétrico representado por (-a), tal que: (+a) + (-a) = 0 = (-a) + (+a) Exemplos: (+5) + ( -5) = 0 ( -5) + (+5) = 0

Ao ponto zero, chamamos origem, corresponde o número zero. Nas representações geométricas, temos à direita do zero os números inteiros positivos, e à esquerda do zero, os números inteiros negativos. Observando a figura anterior, vemos que cada ponto é a representação geométrica de um número inteiro. Exemplos: ponto C é a representação geométrica do número +3 ponto B' é a representação geométrica do número -2 ADIÇÃO DE DOIS NÚMEROS INTEIROS 1) A soma de zero com um número inteiro é o próprio número inteiro: 0 + (-2) = -2 2) A soma de dois números inteiros positivos é um número inteiro positivo igual à soma dos módulos dos números dados: (+700) + (+200) = +900 3) A soma de dois números inteiros negativos é um número inteiro negativo igual à soma dos módulos dos números dados: (-2) + (-4) = -6 4) A soma de dois números inteiros de sinais contrários é igual à diferença dos módulos, e o sinal é

5ª) COMUTATIVA Se a e b são números inteiros, então: a+b=b+a Exemplo: (+4) + (-6) = (-6) + (+4) -2 = -2

SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS Em certo local, a temperatura passou de -3ºC para 5ºC, sofrendo, portanto, um aumento de 8ºC, aumento esse que pode ser representado por: (+5) - (-3) = (+5) + (+3) = +8 Portanto: A diferença entre dois números dados numa certa ordem é a soma do primeiro com o oposto do segundo. Exemplos: 1) (+6) - (+2) = (+6) + (-2 ) = +4 13

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2) (-8 ) - (-1 ) = (-8 ) + (+1) = -7 3) (-5 ) - (+2) = (-5 ) + (-2 ) = -7 Na prática, efetuamos diretamente a subtração, eliminando os parênteses - (+4 ) = -4 - ( -4 ) = +4 Observação: Permitindo a eliminação dos parênteses, os sinais podem ser resumidos do seguinte modo: (+)=+ +(-)=- (+)=- (- )=+ Exemplos: - ( -2) = +2 - (+3) = -3 +(-6 ) = -6 +(+1) = +1

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(+).(+)=+ (- ).( -)=+ (+).(-)=(-).(+)=-

Quando um dos fatores é o 0 (zero), o produto é igual a 0: (+5) . 0 = 0 PRODUTO DE TRÊS OU MAIS NÚMEROS INTEIROS Exemplos: 1) (+5 ) . ( -4 ) . (-2 ) . (+3 ) = (-20) . (-2 ) . (+3 ) = (+40) . (+3 ) = +120 2) (-2 ) . ( -1 ) . (+3 ) . (-2 ) = (+2 ) . (+3 ) . (-2 ) = (+6 ) . (-2 ) = -12 Podemos concluir que: - Quando o número de fatores negativos é par, o produto sempre é positivo. - Quando o número de fatores negativos é ímpar, o produto sempre é negativo. PROPRIEDADES DA MULTIPLICAÇÃO No conjunto Z dos números inteiros são válidas as seguintes propriedades: 1ª) FECHAMENTO Exemplo: (+4 ) . (-2 ) = - 8 ∈ Z Então o produto de dois números inteiros é inteiro. 2ª) ASSOCIATIVA Exemplo: (+2 ) . (-3 ) . (+4 ) Este cálculo pode ser feito diretamente, mas também podemos fazê-lo, agrupando os fatores de duas maneiras: (+2 ) . [(-3 ) . (+4 )] = [(+2 ) . ( -3 )]. (+4 ) (+2 ) . (-12) = (-6 ) . (+4 ) -24 = -24 De modo geral, temos o seguinte: Se a, b, c representam números inteiros quaisquer, então: a . (b . c) = (a . b) . c 3ª) ELEMENTO NEUTRO Observe que: (+4 ) . (+1 ) = +4 e (+1 ) . (+4 ) = +4 Qualquer que seja o número inteiro a, temos: a . (+1 ) = a e (+1 ) . a = a O número inteiro +1 chama-se neutro para a multiplicação. 4ª) COMUTATIVA Observemos que: (+2). (-4 ) = - 8 e (-4 ) . (+2 ) = - 8 Portanto: (+2 ) . (-4 ) = (-4 ) . (+2 ) Se a e b são números inteiros quaisquer, então: a . b = b . a, isto é, a ordem dos fatores não altera o produto. 5ª) DISTRIBUTIVA EM RELAÇÃO À ADIÇÃO E À SUBTRAÇÃO Observe os exemplos: (+3 ) . [( -5 ) + (+2 )] = (+3 ) . ( -5 ) + (+3 ) . (+2 ) 14

PROPRIEDADE DA SUBTRAÇÃO A subtração possui uma propriedade. FECHAMENTO: A diferença de dois números inteiros é sempre um número inteiro. MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS 1º CASO: OS DOIS FATORES SÃO NÚMEROS INTEIROS POSITIVOS Lembremos que: 3 . 2 = 2 + 2 + 2 = 6 Exemplo: (+3) . (+2) = 3 . (+2) = (+2) + (+2) + (+2) = +6 Logo: (+3) . (+2) = +6 Observando essa igualdade, concluímos: na multiplicação de números inteiros, temos: (+) . (+) =+ 2º CASO: UM FATOR É POSITIVO E O OUTRO É NEGATIVO Exemplos: 1) (+3) . (-4) = 3 . (-4) = (-4) + (-4) + (-4) = -12 ou seja: (+3) . (-4) = -12 2) Lembremos que: -(+2) = -2 (-3) . (+5) = - (+3) . (+5) = -(+15) = - 15 ou seja: (-3) . (+5) = -15 Conclusão: na multiplicação de números inteiros, temos: ( + ) . ( - ) = (-).(+)=Exemplos : (+5) . (-10) = -50 (+1) . (-8) = -8 (-2 ) . (+6 ) = -12 (-7) . (+1) = -7 3º CASO: OS DOIS FATORES SÃO NÚMEROS INTEIROS NEGATIVOS Exemplo: (-3) . (-6) = -(+3) . (-6) = -(-18) = +18 isto é: (-3) . (-6) = +18 Conclusão: na multiplicação de números inteiros, temos: ( - ) . ( - ) = + Exemplos: (-4) . (-2) = +8 (-5) . (-4) = +20 As regras dos sinais anteriormente vistas podem ser resumidas na seguinte:

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(+4 ) . [( -2 ) - (+8 )] = (+4 ) . ( -2 ) - (+4 ) . (+8 ) Conclusão: Se a, b, c representam números inteiros quaisquer, temos: a) a . [b + c] = a . b + a . c A igualdade acima é conhecida como propriedade distributiva da multiplicação em relação à adição. b) a . [b – c] = a . b - a . c A igualdade acima é conhecida como propriedade distributiva da multiplicação em relação à subtração. DIVISÃO DE NÚMEROS INTEIROS CONCEITO Dividir (+16) por 2 é achar um número que, multiplicado por 2, dê 16. 16 : 2 = ? ⇔ 2 . ( ? ) = 16 O número procurado é 8. Analogamente, temos: 1) (+12) : (+3 ) = +4 porque (+4 ) . (+3 ) = +12 2) (+12) : ( -3 ) = - 4 porque (- 4 ) . ( -3 ) = +12 3) ( -12) : (+3 ) = - 4 porque (- 4 ) . (+3 ) = -12 4) ( -12) : ( -3 ) = +4 porque (+4 ) . ( -3 ) = -12 A divisão de números inteiros só pode ser realizada quando o quociente é um número inteiro, ou seja, quando o dividendo é múltiplo do divisor. Portanto, o quociente deve ser um número inteiro. Exemplos: ( -8 ) : (+2 ) = -4 ( -4 ) : (+3 ) = não é um número inteiro Lembramos que a regra dos sinais para a divisão é a mesma que vimos para a multiplicação: (+):(+)=+ (+):( -)=(- ):( -)=+ ( -):(+)=Exemplos: ( +8 ) : ( -2 ) = -4 (+1 ) : ( -1 ) = -1 (-10) : ( -5 ) = +2 (-12) : (+3 ) = -4

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( -2 ) = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) é um produto de quatro fatores iguais Portanto potência é um produto de fatores iguais. Na potência (+5 ) = +25, temos: +5 ---------- base 2 ---------- expoente +25 ---------- potência Observacões : 1 1 (+2 ) significa +2, isto é, (+2 ) = +2 1 1 ( -3 ) significa -3, isto é, ( -3 ) = -3 CÁLCULOS O EXPOENTE É PAR Calcular as potências 4 1) (+2 ) = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +16 4 (+2) = +16 4 2) ( -2 ) = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = +16 4 (-2 ) = +16 Observamos que: (+2) = +16 e (-2) = +16 Então, de modo geral, temos a regra: Quando o expoente é par, a potência é sempre um número positivo. Outros exemplos: (-1) = +1
6 4 4 2 4

isto é, isto é,

(+3) = +9

2

O EXPOENTE É ÍMPAR Calcular as potências: 3 1) (+2 ) = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +8 3 isto é, (+2) = + 8 3 2) ( -2 ) = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = -8 3 ou seja, (-2) = -8 Observamos que: (+2 ) = +8 e ( -2 ) = -8 Daí, a regra: Quando o expoente é ímpar, a potência tem o mesmo sinal da base. Outros exemplos: (- 3) = - 27 PROPRIEDADES PRODUTO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE 3 2 3 2 5 Exemplos: (+2 ) . (+2 ) = (+2 ) +2 = (+2 )
3 3 3

PROPRIEDADE Como vimos: (+4 ) : (+3 ) ∉ Z Portanto, não vale em Z a propriedade do fechamento para a divisão. Alem disso, também não são válidas as proposições associativa, comutativa e do elemento neutro. POTENCIAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS CONCEITO A notação 3 (+2 ) = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) é um produto de três fatores iguais Analogamente:

(+2) = +16

4

( -2 )2 . ( -2 )3 . ( -2 )5 = ( -2 ) 2 + 3 + 5 = ( -2 )10

Para multiplicar potências de mesma base, mantemos a base e somamos os expoentes. QUOCIENTE DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE

Para dividir potências de mesma base em que o expoente do dividendo é maior que o expoente do divisor, mantemos a base e subtraímos os expoentes. 15

(+2 ) 5 : (+2 )2 = (+2 )5-2 = (+2 )3 ( -2 )7 : ( -2 )3 = ( -2 )7-3 = ( -2 )4

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POTÊNCIA DE POTÊNCIA

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( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = ( -2 )
2 3 5 2+3+5

= ( -2 )

10

Para calcular uma potência de potência, conservamos a base da primeira potência e multiplicamos os expoentes . POTÊNCIA DE UM PRODUTO 4 4 4 4 [( -2 ) . (+3 ) . ( -5 )] = ( -2 ) . (+3 ) . ( -5 ) Para calcular a potência de um produto, sendo n o expoente, elevamos cada fator ao expoente n.

[( -4 )3]5 = ( -4 )3 . 5 = ( -4 )15

Para multiplicar potências de mesma base, mantemos a base e somamos os expoentes. QUOCIENTE DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE 5 2 5-2 3 (+2 ) : (+2 ) = (+2 ) = (+2 ) 7 3 7-3 4 ( -2 ) : ( -2 ) = ( -2 ) = ( -2 ) Para dividir potências de mesma base em que o expoente do dividendo é maior que o expoente do divisor, mantemos a base e subtraímos os expoentes. POTÊNCIA DE POTÊNCIA 3 5 3.5 15 [( -4 ) ] = ( -4 ) = ( -4 ) Para calcular uma potência de potência, conservamos a base da primeira potência e multiplicamos os expoentes . POTÊNCIA DE UM PRODUTO 4 4 4 4 [( -2 ) . (+3 ) . ( -5 )] = ( -2 ) . (+3 ) . ( -5 ) Para calcular a potência de um produto, sendo n o expoente, elevamos cada fator ao expoente n. POTÊNCIA DE EXPOENTE ZERO 5 5 5-5 0 (+2 ) : (+2 ) = (+2 ) = (+2 ) 5 5 e (+2 ) : (+2 ) = 1 0 0 Consequentemente: (+2 ) = 1 ( -4 ) = 1 Qualquer potência de expoente zero é igual a 1. Observação: Não confundir-3 com (-3) , porque -3 2 2 2 significa -( 3 ) e portanto: -3 = -( 3 ) = -9 2 enquanto que: ( -3 ) = ( -3 ) . ( -3 ) = +9 2 Logo: -3 ≠ ( -3 )2 NÚMEROS PARES E ÍMPARES Os pitagóricos estudavam à natureza dos números, e baseado nesta natureza criaram sua filosofia e modo de vida. Vamos definir números pares e ímpares de acordo com a concepção pitagórica: • par é o número que pode ser dividido em duas partes iguais, sem que uma unidade fique no meio, e ímpar é aquele que não pode ser dividido em duas partes iguais, porque sempre há uma unidade no meio Uma outra caracterização, nos mostra a preocupação com à natureza dos números: • número par é aquele que tanto pode ser dividido em duas partes iguais como em partes desiguais, mas de forma tal que em nenhuma destas divisões haja uma mistura da natureza par com a natureza ímpar, nem da ímpar com a par. Isto tem uma única exceção, que é o princípio do par, o número 2, que não admite a divisão em partes desiguais, porque ele é formado por duas unidades e, se isto pode ser dito, do primeiro número par, 2. Para exemplificar o texto acima, considere o número 10, que é par, pode ser dividido como a soma de 5 e 5, mas também como a soma de 7 e 3 (que são ambos ímpares) ou como a soma de 6 e 4 (ambos são pares); mas nunca como a soma de um número par e outro ímpar. Já o número 11, que é ímpar pode ser escrito como soma de 8 e 3, um par e um ímpar. Atualmente, definimos 16
2 2 2

(+2 )5 : (+2 )5 = (+2 )5-5 = (+2 )0
e (+2 ) : (+2 ) = 1
5 5

POTÊNCIA DE EXPOENTE ZERO

Consequentemente: (+2 ) = 1

0

( -4 ) = 1

0

Qualquer potência de expoente zero é igual a 1. Observação: 2 2 2 Não confundir -3 com ( -3 ) , porque -3 significa 2 -( 3 ) e portanto

-3 = -( 3 ) = -9

2

2

enquanto que: ( -3 ) = ( -3 ) . ( -3 ) = +9 2 Logo: -3 ≠ ( -3 )2 CÁLCULOS O EXPOENTE É PAR Calcular as potências 4 4 (+2 ) = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +16 isto é, (+2) = +16 4 4 ( -2 ) = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = +16 isto é, (-2 ) = +16 Observamos que: (+2) = +16 e (-2) = +16 Então, de modo geral, temos a regra: Quando o expoente é par, a potência é sempre um número positivo. Outros exemplos: (-1) = +1
6 4 4

2

(+3) = +9

2

O EXPOENTE É ÍMPAR Exemplos: Calcular as potências: 3 1) (+2 ) = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +8 3 isto é, (+2) = + 8 3 2) ( -2 ) = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = -8 3 ou seja, (-2) = -8 Observamos que: (+2 ) = +8 e ( -2 ) = -8 Daí, a regra: Quando o expoente é ímpar, a potência tem o mesmo sinal da base. Outros exemplos: (- 3) = - 27 (+2) = +16 PROPRIEDADES PRODUTO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE 3 2 3 2 5 Exemplos: (+2 ) . (+2 ) = (+2 ) +2 = (+2 )
3 4 3 3

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números pares como sendo o número que ao ser dividido por dois têm resto zero e números ímpares aqueles que ao serem divididos por dois têm resto diferente de zero. Por exemplo, 12 dividido por 2 têm resto zero, portanto 12 é par. Já o número 13 ao ser dividido por 2 deixa resto 1, portanto 13 é ímpar. MÚLTIPLOS E DIVISORES DIVISIBILIDADE Um número é divisível por 2 quando termina em 0, 2, 4, 6 ou 8. Ex.: O número 74 é divisível por 2, pois termina em 4. Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos dos seus algarismos é um número divisível por 3. Ex.: 123 é divisível por 3, pois 1+2+3 = 6 e 6 é divisível por 3 Um número é divisível por 5 quando o algarismo das unidades é 0 ou 5 (ou quando termina em o ou 5). Ex.: O número 320 é divisível por 5, pois termina em 0. Um número é divisível por 10 quando o algarismo das unidades é 0 (ou quando termina em 0). Ex.: O número 500 é divisível por 10, pois termina em 0. NÚMEROS PRIMOS Um número natural é primo quando é divisível apenas por dois números distintos: ele próprio e o 1. Exemplos: • O número 2 é primo, pois é divisível apenas por dois números diferentes: ele próprio e o 1. • O número 5 é primo, pois é divisível apenas por dois números distintos: ele próprio e o 1. • O número natural que é divisível por mais de dois números diferentes é chamado composto. • O número 4 é composto, pois é divisível por 1, 2, 4. • O número 1 não é primo nem composto, pois é divisível apenas por um número (ele mesmo). • O número 2 é o único número par primo. DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS (FATORAÇÃO) Um número composto pode ser escrito sob a forma de um produto de fatores primos. Por exemplo, o número 60 pode ser escrito na forma: 2 60 = 2 . 2 . 3 . 5 = 2 . 3 . 5 que é chamada de forma fatorada. Para escrever um número na forma fatorada, devemos decompor esse número em fatores primos, procedendo do seguinte modo: Dividimos o número considerado pelo menor número primo possível de modo que a divisão seja exata. Dividimos o quociente obtido pelo menor número primo possível. Dividimos, sucessivamente, cada novo quociente pelo

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menor número primo possível, até que se obtenha o quociente 1. Exemplo: 60 2 0 30 0 2 15 5 3 0 5 1

Portanto:

60 = 2 . 2 . 3 . 5

Na prática, costuma-se traçar uma barra vertical à direita do número e, à direita dessa barra, escrever os divisores primos; abaixo do número escrevem-se os quocientes obtidos. A decomposição em fatores primos estará terminada quando o último quociente for igual a 1. Exemplo: 60 2 30 2 15 3 5 5 1 Logo: 60 = 2 . 2 . 3 . 5 DIVISORES DE UM NÚMERO Consideremos o número 12 e vamos determinar todos os seus divisores Uma maneira de obter esse resultado é escrever os números naturais de 1 a 12 e verificar se cada um é ou não divisor de 12, assinalando os divisores. 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 = = = = = == Indicando por D(12) (lê-se: "D de 12”) o conjunto dos divisores do número 12, temos: D (12) = { 1, 2, 3, 4, 6, 12} Na prática, a maneira mais usada é a seguinte: 1º) Decompomos em fatores primos o número considerado. 12 2 6 2 3 3 1 2º) Colocamos um traço vertical ao lado os fatores primos e, à sua direita e acima, escrevemos o numero 1 que é divisor de todos os números. 1 12 2 6 2 3 3 1 3º) Multiplicamos o fator primo 2 pelo divisor 1 e escrevemos o produto obtido na linha correspondente. x1 12 2 2 6 2 3 3 1 17

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4º) Multiplicamos, a seguir, cada fator primo pelos divisores já obtidos, escrevendo os produtos nas linhas correspondentes, sem repeti-los. x1 12 2 2 4 6 2 3 3 1 12 2 6 2 3 3 1 x1 2 4 3, 6, 12

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MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Recebe o nome de mínimo múltiplo comum de dois ou mais números o menor dos múltiplos (diferente de zero) comuns a esses números. O processo prático para o cálculo do M.M.C de dois ou mais números, chamado de decomposição em fatores primos, consiste das seguintes etapas: 1º) Decompõem-se em fatores primos os números apresentados. 2º) Determina-se o produto entre os fatores primos comuns e não-comuns com seus maiores expoentes. Esse produto é o M.M.C procurado. Exemplos: Calcular o M.M.C (12, 18) Decompondo em fatores primos esses números, temos: 12 2 18 2 6 2 9 3 3 3 3 3 1 1 18 = 2 . 3 12 = 2 . 3 2 2 Resposta: M.M.C (12, 18) = 2 . 3 = 36 Observação: Esse processo prático costuma ser simplificado fazendo-se uma decomposição simultânea dos números. Para isso, escrevem-se os números, um ao lado do outro, separando-os por vírgula, e, à direita da barra vertical, colocada após o último número, escrevemse os fatores primos comuns e não-comuns. 0 calculo estará terminado quando a última linha do dispositivo for composta somente pelo número 1. O M.M.C dos números apresentados será o produto dos fatores. Exemplo: Calcular o M.M.C (36, 48, 60) 36, 48, 60 2 18, 24, 30 2 9, 12, 15 2 9, 6, 15 2 9, 3, 15 3 3, 1, 5 3 1, 1 5 5 1, 1, 1 Resposta: M.M.C (36, 48, 60) = 2 . 3 . 5 = 720 RAÍZ QUADRADA EXATA DE NÚMEROS INTEIROS CONCEITO Consideremos o seguinte problema: Descobrir os números inteiros cujo quadrado é +25. 2 2 Solução: (+5 ) = +25 e ( -5 ) =+25 Resposta: +5 e -5 Os números +5 e -5 chamam-se raízes quadradas de +25. Outros exemplos: Número +9 18 Raízes quadradas + 3 e -3
4 2 2 2

Os números obtidos à direita dos fatores primos são os divisores do número considerado. Portanto: D(12) = { 1, 2, 4, 3, 6, 12} Exemplos: 1) 18 2 9 3 3 3 1 2) 30 2 15 3 5 5 1

1 2 3, 6 9, 18

D(18) = {1, 2 , 3, 6, 9, 18}

1 2 3, 6 5, 10, 15, 30

D(30) = { 1, 2, 3, 5, 6, 10, 15, 30} MÁXIMO DIVISOR COMUM Recebe o nome de máximo divisor comum de dois ou mais números o maior dos divisores comuns a esses números. Um método prático para o cálculo do M.D.C. de dois números é o chamado método das divisões sucessivas (ou algoritmo de Euclides), que consiste das etapas seguintes: 1ª) Divide-se o maior dos números pelo menor. Se a divisão for exata, o M.D.C. entre esses números é o menor deles. 2ª) Se a divisão não for exata, divide-se o divisor (o menor dos dois números) pelo resto obtido na divisão anterior, e, assim, sucessivamente, até se obter resto zero. 0 ultimo divisor, assim determinado, será o M.D.C. dos números considerados. Exemplo: Calcular o M.D.C. (24, 32) 32 8 24 1 24 0 8 3

Resposta: M.D.C. (24, 32) = 8

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+16 +1 +64 +81 +49 +36 O símbolo é +4 +1 +8 +9 +7 +6 e e e e e e -4 -1 -8 -9 -7 -6

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b) eliminamos os parênteses 2ª ETAPA: a) efetuamos o que está entre colchetes b) eliminamos os colchetes [ ]

25 significa a raiz quadrada de 25, isto

25 = +5 Como 25 = +5 , então: − 25 = −5
Agora, consideremos este problema.

3º ETAPA: a) efetuamos o que está entre chaves { } b) eliminamos as chaves Em cada etapa, as operações devem ser efetuadas na seguinte ordem: 1ª) Potenciação e radiciação na ordem em que aparecem. 2ª) Multiplicação e divisão na ordem em que aparecem. 3ª) Adição e subtração na ordem em que aparecem. Exemplos: 1) 2 + 7 . (-3 + 4) = 2 + 7 . (+1) = 2 + 7 = 9 2) (-1 ) + (-2 ) : (+2 ) = -1+ (+4) : (+2 ) = -1 + (+2 ) = -1 + 2 = +1 -(-4 +1) – [-(3 +1)] = -(-3) - [-4 ] = +3 + 4 = 7 –2( -3 –1) +3 . ( -1 – 3) + 4 2 3 -2 . ( -4 ) + 3 . ( - 4 ) + 4 = -2 . (+16) + 3 . (- 64) + 4 -32 – 192 + 4 = -212 + 4 = - 208 (-288) : (-12) - (-125) : ( -5 ) = (-288) : (+144) - (-125) : (+25) = (-2 ) - (- 5 ) = -2 + 5 = +3 (-10 - 8) : (+6 ) - (-25) : (-2 + 7 ) = (-18) : (+6 ) - (-25) : (+5 ) = -3 - (- 5) = - 3 + 5 = +2 –5 : (+25) - (-4 ) : 2 - 1 = -25 : (+25) - (+16) : 16 - 1 = -1 - (+1) –1 = -1 -1 –1 = -3 2 . ( -3 ) + (-40) : (+2) - 2 = 2 . (+9 ) + (-40) : (+8 ) - 4 = +18 + (-5) - 4 = + 18 - 9 = +9
2 3 2 2 2 4 2 2 2 2 3 3 2

Qual ou quais os números inteiros cujo quadrado é 25? 2 2 Solução: (+5 ) = +25 e (-5 ) = +25 Resposta: não existe número inteiro cujo quadrado seja -25, isto é, números inteiros.

− 25 não existe no conjunto Z dos

Conclusão: os números inteiros positivos têm, como raiz quadrada, um número positivo, os números inteiros negativos não têm raiz quadrada no conjunto Z dos números inteiros. RADICIAÇÃO A raiz n-ésima de um número b é um número a tal que a = b.
n

3)

n

b = a ⇒ an = b

4)

5

32 = 2
índice radicando raiz radical
3

=

5 32 2

pois 2 = 32

5

5)

Outros exemplos :
3

8 = 2 pois 2 3 = 8

6)

− 8 = - 2 pois ( -2 )3 = -8
m: p

PROPRIEDADES (para a ≥ 0, b ≥ 0) 1ª) 2ª) 3ª) 4ª) 5ª)
m
n

a n = a n: p a⋅b = n a ⋅n b
a:b = n a :n b
n

15

310 = 3 3 2 6 = 2⋅ 3
4 5 5 = 16 4 16
5

7)

n

4

8)

( a)
m m n

= m an

( x)
3 6

= 3 x5

a = m⋅n a

3 = 12 3

CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS (Q)
Os números racionais são representados por um numeral em forma de fração ou razão,

EXPRESSÕES NUMÉRICAS COM NÚMEROS INTEIROS ENVOLVENDO AS QUATRO OPERAÇÕES Para calcular o valor de uma expressão numérica com números inteiros, procedemos por etapas. 1ª ETAPA: a) efetuamos o que está entre parênteses ( )

números naturais, com a condição de b ser diferente de zero. 1. NÚMERO FRACIONARIO. A todo par ordenado (a, b) de números naturais, sendo b ≠ 0, corresponde 19

a , sendo a e b b

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um número fracionário

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menores do que 1.

a .O termo a chama-se numeb

rador e o termo b denominador. 2. TODO NÚMERO NATURAL pode ser representado por uma fração de denominador 1. Logo, é possível reunir tanto os números naturais como os fracionários num único conjunto, denominado conjunto dos números racionais absolutos, ou simplesmente conjunto dos números racionais Q. Qual seria a definição de um número racional absoluto ou simplesmente racional? A definição depende das seguintes considerações: a) O número representado por uma fração não muda de valor quando multiplicamos ou dividimos tanto o numerador como o denominador por um mesmo número natural, diferente de zero. Exemplos: usando um novo símbolo: ≈ ≈ é o símbolo de equivalência para frações

1 3 2 , , ,⋅ ⋅ ⋅ etc. 2 4 7
c) impróprias: as que indicam quantidades iguais ou maiores que 1.

5 8 9 , , ,⋅ ⋅ ⋅ etc. 5 1 5
d) aparentes: todas as que simbolizam um número natural.

20 = 5, 4

8 = 4 , etc. 2

e) ordinárias: é o nome geral dado a todas as frações, com exceção daquelas que possuem como de2 3 nominador 10, 10 , 10 ... f) frações iguais: são as que possuem os termos iguais

b) Classe de equivalência. É o conjunto de todas as frações equivalentes a uma fração dada.

2 2 × 5 10 10 × 2 20 ≈ ≈ ≈ ≈ ≈ ⋅⋅⋅ 3 3 × 5 15 15 × 2 30

3 3 = , 4 4

8 8 = , etc. 5 5

3 6 9 12 , , , ,⋅ ⋅ ⋅ (classe de equivalência da fra1 2 3 4 3 ção: ) 1
Agora já podemos definir número racional : número racional é aquele definido por uma classe de equivalência da qual cada fração é um representante. NÚMERO RACIONAL NATURAL ou NÚMERO NATURAL:

g) forma mista de uma fração: é o nome dado ao numeral formado por uma parte natural e uma parte fracionária; nária

 4  2  A parte natural é 2 e a parte fracio 7

4 . 7

h) irredutível: é aquela que não pode ser mais simplificada, por ter seus termos primos entre si.

3 , 4

5 3 , , etc. 12 7

0=

0 0 = = ⋅⋅⋅ 1 2

(definido pela classe de equivalência que representa o mesmo número racional 0) (definido pela classe de equiva-

4. PARA SIMPLIFICAR UMA FRAÇÃO, desde que não possua termos primos entre si, basta dividir os dois ternos pelo seu divisor comum.

1 2 1 = = = ⋅⋅⋅ 1 2

8 8:4 2 = = 12 12 : 4 3
5. COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES. Para comparar duas ou mais frações quaisquer primeiramente convertemos em frações equivalentes de mesmo denominador. De duas frações que têm o mesmo denominador, a maior é a que tem maior numerador. Logo:

lência que representa o mesmo número racional 1) e assim por diante.

NÚMERO RACIONAL FRACIONÁRIO ou NÚMERO FRACIONÁRIO:

1 2 3 = = = ⋅ ⋅ ⋅ (definido pela classe de equivalên2 4 6
cia que representa o número racional 1/2).

mesmo

(ordem crescente)

6 8 9 1 2 3 < < ⇔ < < 12 12 12 2 3 4

NOMES DADOS ÀS FRAÇÕES DIVERSAS Decimais: quando têm como denominador 10 ou uma potência de 10

De duas frações que têm o mesmo numerador, a maior é a que tem menor denominador. Exemplo:

5 7 , ,⋅ ⋅ ⋅ etc. 10 100
b) próprias: aquelas que representam quantidades

7 7 > 2 5

OPERAÇÕES COM FRAÇÕES ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 20

Matemática

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A soma ou a diferença de duas frações é uma outra fração, cujo calculo recai em um dos dois casos seguintes: 1º CASO: Frações com mesmo denominador. Observemos as figuras seguintes:

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caso anterior. • Simplificamos o resultado (quando possível). Exemplos:

3 6 5 6
Indicamos por:

2 6

1 2 1) + = 3 4 4 6 = + = 12 12 4+6 = = 12 10 5 = = 12 6

5 3 + = 8 6 15 12 = + = 24 24 15 + 12 = = 24 27 9 = = 24 8 2)

3 2 5 + = 6 6 6

Observações: Para adicionar mais de duas frações, reduzimos todas ao mesmo denominador e, em seguida, efetuamos a operação. Exemplos. 2 7 3 a) + + = 15 15 15 2+7+3 = = 15 12 4 = = 15 5

2 6

5 6 3 6
Indicamos por:

5 2 3 − = 6 6 6

3 5 1 1 b) + + + = 4 6 8 2 18 20 3 12 = + + + = 24 24 24 24 18+ 20+ 3 +12 = = 24 53 = 24 Havendo número misto, devemos transformá-lo em fração imprópria:
Exemplo:
2 1 5 1 + +3 = 3 12 6 7 5 19 + + = 3 12 6 28 5 38 + + = 12 12 12 28 + 5 + 38 71 = 12 12

Assim, para adicionar ou subtrair frações de mesmo denominador, procedemos do seguinte modo: adicionamos ou subtraímos os numeradores e mantemos o denominador comum. simplificamos o resultado, sempre que possível. Exemplos:

3 1 3 +1 4 + = = 5 5 5 5 4 8 4 + 8 12 4 + = = = 9 9 9 9 3 7 3 7−3 4 2 − = = = 6 6 6 6 3 2 2 2−2 0 − = = =0 7 7 7 7
Observação: A subtração só pode ser efetuada quando o minuendo é maior que o subtraendo, ou igual a ele. 2º CASO: Frações com denominadores diferentes: Neste caso, para adicionar ou subtrair frações com denominadores diferentes, procedemos do seguinte modo: • Reduzimos as frações ao mesmo denominador. • Efetuamos a operação indicada, de acordo com o

Se a expressão apresenta os sinais de parênteses ( ), colchetes [ ] e chaves { }, observamos a mesma ordem : 1º) efetuamos as operações no interior dos parênteses; 2º) as operações no interior dos colchetes; 3º) as operações no interior das chaves. Exemplos:

Matemática

21

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
2 3 5 4 1) +  −  −  = 3 4 2 2 9  1  8 = + − =  12 12  2 17 1 = − = 12 2 17 6 = − = 12 12 11 = 12
  3 1   2 3  2)5 −  −  − 1 +  =   2 3   3 4    9 2   5 3  = 5 −  −  −  +  =   6 6   3 4   7   20 9  = 5 −  −  +  =  6   12 12   30 7  29 = − − =  6 6  12 23 29 − = 6 12 46 29 = − = 12 12 17 = 12 =
NÚMEROS RACIONAIS

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

Quando o numerador é maior que o denominador temos uma fração imprópria.

FRAÇÕES EQUIVALENTES
Duas ou mais frações são equivalentes, quando representam a mesma quantidade.

Dizemos que:

1 2 3 = = 2 4 6

- Para obter frações equivalentes, devemos multiplicar ou dividir o numerador por mesmo número diferente de zero. 1 2 2 1 3 3 ⋅ = ou . = Ex: 2 2 4 2 3 6 Para simplificar frações devemos dividir o numerador e o denominador, por um mesmo número diferente de zero.

Um círculo foi dividido em duas partes iguais. Dizemos que uma unidade dividida em duas partes iguais e indicamos 1/2. onde: 1 = numerador e 2 = denominador

Quando não for mais possível efetuar as divisões dizemos que a fração é irredutível.

Exemplo: 18 2 9 3 : = = ⇒ Fração Irredutível ou Sim12 2 6 6 plificada
Exemplo:

1 3 e 3 4

Um círculo dividido em 3 partes iguais indicamos (das três partes hachuramos 2). Quando o numerador é menor que o denominador temos uma fração própria. Observe:

Calcular o M.M.C. (3,4): M.M.C.(3,4) = 12 1 3 (12 : 3 ) ⋅ 1 (12 : 4 ) ⋅ 3 temos: 4 e 9 e = e 12 12 3 4 12 12 A fração

4 1 é equivalente a . 12 3 3 9 equivalente . 4 12

Observe:
A fração

Matemática

22

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Exercícios: 1) Achar três frações equivalentes às seguintes frações: 1 2 1) 2) 4 3 2 3 4 4 6 8 2) Respostas: 1) , , , , 8 12 16 6 9 12 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES a) Frações de denominadores iguais. Se duas frações tem denominadores iguais a maior será aquela: que tiver maior numerador. 3 1 1 3 Ex.: > ou < 4 4 4 4 b) Frações com numeradores iguais Se duas frações tiverem numeradores iguais, a menor será aquela que tiver maior denominador. 7 7 7 7 Ex.: > ou < 4 5 5 4 c) Frações com numeradores e denominadores receptivamente diferentes. Reduzimos ao mesmo denominador e depois comparamos. Exemplos: 2 1 > denominadores iguais (ordem decrescente) 3 3 4 4 > numeradores iguais (ordem crescente) 5 3 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES
Para simplificar frações devemos dividir o numerador e o denominador por um número diferente de zero. Quando não for mais possível efetuar as divisões, dizemos que a fração é irredutível. Exemplo: 18 : 2 9 : 3 3 = = 12 : 2 6 : 3 2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
A fração lente

4 3 1 é equivalente a . A fração equiva12 4 3

9 . 12

Exemplo: 2 4 ? ⇒ numeradores diferentes e denomina3 5 dores diferentes m.m.c.(3, 5) = 15

(15 : 3).2 (15.5).4 ? 15 15 crescente)

=

10 12 < (ordem 15 15

Exercícios: Colocar em ordem crescente: 2 2 5 4 5 2 4 1) 2) 3) , e e e 5 3 3 3 6 3 5 Respostas: 1) 3)

2 2 < 5 3

2)

4 5 < 3 3

4 5 3 < < 3 6 2
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES

1) Adição e Subtração a) Com denominadores iguais somam-se ou subtraem-se os numeradores e conserva-se o denominador comum. 2 5 1 2 + 5 +1 8 Ex: + + = = 3 3 3 3 3 4 3 4−3 1 − = = 5 5 5 5 b) Com denominadores diferentes reduz ao mesmo denominador depois soma ou subtrai. Ex: 1 3 2 1) + + = M.M.C.. (2, 4, 3) = 12 2 4 3

Fração irredutível ou simplificada. 9 36 Exercícios: Simplificar 1) 2) 12 45 3 4 Respostas: 1) 2) 4 5 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MENOR DENOMINADOR COMUM
Ex.:

(12 : 2).1 + (12 : 4).3 + (12.3).2 6 + 9 + 8 23 = = 12 12 12 4 2 2) − = M.M.C.. (3,9) = 9 3 9 (9 : 3).4 - (9 : 9).2 12 - 2 10 = = 9 9 9
Exercícios. Calcular: 2 5 1 5 1 2 1 1 1) + + 2) − 3) + − 7 7 7 6 6 3 4 3 8 7 4 2 Respostas: 1) 2) = 3) 7 12 6 3

1 3 e 3 4

Calcular o M.M.C. (3,4) = 12 (12 : 3 ) ⋅ 1 e (12 : 4 ) ⋅ 3 temos: 1 3 = e 12 12 3 4 4 9 e 12 12

MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES
Para multiplicar duas ou mais frações devemos multiplicar os numeradores das frações entre si, assim como os seus denominadores. 23

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Exemplo: 2 3 2 3 6 3 = . = x = 5 4 5 4 20 10
Exercícios: Calcular: 2 5 2 3 4 1) ⋅ 2) ⋅ ⋅ 5 4 5 2 3 Respostas: 1)

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Ex:

3 4 7 , , , etc 10 100 100

10 5 = 12 6

 1 3  2 1 3)  +  ⋅  −  5 5 3 3 24 4 4 2) = 3) 30 5 15

Escrevendo estas frações na forma decimal temos: 3 = três décimos, 10 4 = quatro centésimos 100 7 = sete milésimos 1000 Escrevendo estas frações na forma decimal temos: 3 4 7 =0,3 = 0,04 = 0,007 10 100 1000 Outros exemplos: 34 635 2187 1) = 3,4 2) = 6,35 3) =218,7 10 100 10 Note que a vírgula “caminha” da direita para a esquerda, a quantidade de casas deslocadas é a mesma quantidade de zeros do denominador. Exercícios. Representar em números decimais: 35 473 430 1) 2) 3) 10 100 1000 Respostas: 1) 3,5 2) 4,73 3) 0,430

DIVISÃO DE FRAÇÕES
Para dividir duas frações conserva-se a primeira e multiplica-se pelo inverso da Segunda. 4 2 4 3 12 6 Exemplo: : = . = = 5 3 5 2 10 5 Exercícios. Calcular: 4 2 8 6 1) : 2) : 3 9 15 25 Respostas: 1) 6

 2 3  4 1 3)  +  :  −  5 5 3 3
2)

20 9

3) 1

POTENCIAÇÃO DE FRAÇÕES
Eleva o numerador e o denominador ao expoente dado. Exemplo:

23 8 2   = 3 = 27 3 3
Exercícios. Efetuar:

3

LEITURA DE UM NÚMERO DECIMAL
Ex.:
4

3 1)   4

2

 1 2)   2
9 16

 4   1 3)   −   3 2
2)

2

3

Respostas: 1)

1 16

3)

119 72

RADICIAÇÃO DE FRAÇÕES
Extrai raiz do numerador e do denominador. 4 4 2 Exemplo: = = 9 9 3 Exercícios. Efetuar: 1)

1 9

2)

16 25 1 3
2)

3)

9  1 +  16  2 

2

OPERAÇÕES COM NÚMEROS DECIMAIS
Adição e Subtração Coloca-se vírgula sob virgula e somam-se ou subtraem-se unidades de mesma ordem. Exemplo 1:
10 + 0,453 + 2,832 10,000 + 0,453 2,832 _______ 13,285 Exemplo 2:

Respostas: 1)

4 5

3) 1

NÚMEROS DECIMAIS
Toda fração com denominador 10, 100, 1000,...etc, chama-se fração decimal.

Matemática

24

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
47,3 - 9,35 47,30 9,35 ______ 37,95 Exercícios. Efetuar as operações: 1) 0,357 + 4,321 + 31,45 2) 114,37 - 93,4 3) 83,7 + 0,53 - 15, 3 Respostas: 1) 36,128 2) 20,97 3) 68,93

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
1) 1,6 : 0,4 3) 45,6 : 1,23 5) 235,6 : 1,2 + 5 . 3/4 2) 25,8 : 0,2 4) 178 : 4,5-3,4.1/2

Respostas: 1) 4 2) 129 3) 35,07 4) 37,855 5) 200,0833....

Multiplicação de um número decimal por 10, 100, 1000
Para tornar um número decimal 10, 100, 1000..... vezes maior, desloca-se a vírgula para a direita, respectivamente, uma, duas, três, . . . casas decimais. 2,75 x 10 = 27,5 6,50 x 100 = 650 0,125 x 100 = 12,5 2,780 x 1.000 = 2.780 0,060 x 1.000 = 60 0,825 x 1.000 = 825

MULTIPLICAÇÃO COM NÚMEROS DECIMAIS
Multiplicam-se dois números decimais como se fossem inteiros e separam-se os resultados a partir da direita, tantas casas decimais quantos forem os algarismos decimais dos números dados. Exemplo: 5,32 x 3,8 5,32 → 2 casas, x 3,8→ 1 casa após a virgula ______ 4256 1596 + ______ 20,216 → 3 casas após a vírgula Exercícios. Efetuar as operações: 1) 2,41 . 6,3 2) 173,4 . 3,5 + 5 . 4,6 3) 31,2 . 0,753 Respostas: 1) 15,183 3) 23,4936 2) 629,9

DIVISÃO Para dividir os números decimais, procede-se assim: 1) iguala-se o número de casas decimais; 2) suprimem-se as vírgulas; 3) efetua-se a divisão como se fossem números inteiros. Exemplos: ♦ 6 : 0,15 =
6,00 0,15

000 40 Igualam – se as casas decimais. Cortam-se as vírgulas. 7,85 : 5 = 7,85 : 5,00 785 : 500 = 1,57 Dividindo 785 por 500 obtém-se quociente 1 e resto 285 Como 285 é menor que 500, acrescenta-se uma vírgula ao quociente e zeros ao resto ♦ 2 : 4 0,5 Como 2 não é divisível por 4, coloca-se zero e vírgula no quociente e zero no dividendo ♦ 0,35 : 7 = 0,350 7,00 350 : 700 = 0,05 Como 35 não divisível por 700, coloca-se zero e vírgula no quociente e um zero no dividendo. Como 350 não é divisível por 700, acrescenta-se outro zero ao quociente e outro ao dividendo

DIVISÃO DE NÚMEROS DECIMAIS
Igualamos as casas decimais entre o dividendo e o divisor e quando o dividendo for menor que o divisor acrescentamos um zero antes da vírgula no quociente.

46 | 20 60 2,3 0 Obs.: Para transformar qualquer fração em número decimal basta dividir o numerador pelo denominador. Ex.: 2/5 = 2 |5 , então 2/5=0,4 20 0,4

Ex.: a) 3:4 3 |_4_ 30 0,75 20 0 b) 4,6:2 4,6 |2,0

=

Divisão de um número decimal por 10, 100, 1000
Para tornar um número decimal 10, 100, 1000, .... vezes menor, desloca-se a vírgula para a esquerda, respectivamente, uma, duas, três, ... casas decimais. Exemplos: 25,6 : 10 = 2,56 04 : 10 = 0,4 315,2 : 100 = 3,152 018 : 100 = 0,18 0042,5 : 1.000 = 0,0425 0015 : 1.000 = 0,015 25

Exercícios 1) Transformar as frações em números decimais. 1 1 4 1) 2) 3) 4 5 5 Respostas: 1) 0,2 2) 0,8 3) 0,25
2) Efetuar as operações:

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
milhar centena dezena Unidade simples décimo centésimo milésimo

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Estes números não são racionais: π ∈ Q,

1 000

100

10

1

0,1

0,01

0,001

2

∈ Q, 3 ∈ Q, 5 ∈ Q; e, por isso mesmo, são chamados de irracionais.
Podemos então definir os irracionais como sendo aqueles números que possuem uma representação decimal infinita e não periódico. Chamamos então de conjunto dos números reais, e indicamos com R, o seguinte conjunto:

LEITURA DE UM NÚMERO DECIMAL Procedemos do seguinte modo: 1º) Lemos a parte inteira (como um número natural). 2º) Lemos a parte decimal (como um número natural), acompanhada de uma das palavras: - décimos, se houver uma ordem (ou casa) decimal - centésimos, se houver duas ordens decimais; - milésimos, se houver três ordens decimais. Exemplos: 1) 1,2
2) 12,75 Lê-se: "um inteiro e dois décimos". Lê-se: "doze inteiros e setenta e cinco centésimos". Lê-se: "oito inteiros e trezentos e nove milésimos''.

R= { x | x é racional ou x é irracional}
Como vemos, o conjunto R é a união do conjunto dos números racionais com o conjunto dos números irracionais. Usaremos o símbolo estrela (*) quando quisermos indicar que o número zero foi excluído de um conjunto. N. Exemplo: N* = { 1; 2; 3; 4; ... }; o zero foi excluído de

3) 8,309

Observações: 1) Quando a parte inteira é zero, apenas a parte decimal é lida. Exemplos:
a) 0,5 b) 0,38 c) 0,421 - Lê-se: "cinco décimos". - Lê-se: "trinta e oito centésimos". - Lê-se: "quatrocentos e vinte e um milésimos".

Usaremos o símbolo mais (+) quando quisermos indicar que os números negativos foram excluídos de um conjunto. Exemplo: Z+ = { 0; 1; 2; ... } ; os negativos foram excluídos de Z. Usaremos o símbolo menos (-) quando quisermos indicar que os números positivos foram excluídos de um conjunto. Exemplo: Z − = { . .. ; - 2; - 1; 0 } ; os positivos foram excluídos de Z. Algumas vezes combinamos o símbolo (*) com o símbolo (+) ou com o símbolo (-). Exemplos a) Z * − = ( 1; 2; 3; ... ) ; o zero e os negativos foram excluídos de Z. b) Z * + = { ... ; - 3; - 2; - 1 } ; o zero e os positivos foram excluídos de Z.

2) Um número decimal não muda o seu valor se acrescentarmos ou suprimirmos zeros â direita do último algarismo. Exemplo: 0,5 = 0,50 = 0,500 = 0,5000 " ....... 3) Todo número natural pode ser escrito na forma de número decimal, colocando-se a vírgula após o último algarismo e zero (ou zeros) a sua direita. Exemplos: 34 = 34,00... 176 = 176,00...

CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS (R)
CORRESPONDÊNCIA ENTRE NÚMEROS E PONTOS DA RETA, ORDEM, VALOR ABSOLUTO Há números que não admitem representação decimal finita nem representação decimal infinita e periódico, como, por exemplo: π = 3,14159265...

Exercícios resolvidos 1. Completar com ∈ ou ∉ : a) 5 Z g) * b) 5 Z− h) * c) 3,2 Z+ i)
d) e)

3 4

Q* Q QR R-

2 = 1,4142135... 3 = 1,7320508... 5 = 2,2360679...

f) Resolução 26

1 4 4 1 2

( − 2)2
2 4

Z Z Q

j) k)

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
a) b)

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
c)

∈ , pois 5 é positivo. ∉ , pois 5 é positivo e os positivos foram

R+

Q

* excluídos de Z − c) ∉ 3,2 não é inteiro.
d)

1 não é inteiro. 4 4 e) ∈ , pois = 4 é inteiro. 1 f) ∉ , pois 2 não é racional.

∉ , pois

4. Usando diagramas de Euler-Venn, represente os conjuntos N, Z, Q e R . Respostas: 1. a) ∈ e) ∈ i) ∈ f) ∈ b) ∉ j) ∈ g) ∈ c) ∈ h) ∉ d) ∉ 2. a) ∈ b) ∈ 3. a) ⊂ b) ⊄ 4. c) ∈ d) ∉ c) ⊄ d) ⊂ e) ∈

g) h) i)

∉ , pois ∈ , pois ∉ , pois ∈ , pois ∉ , pois

3 não é racional 4 = 2 é racional

( − 2)2
2 é real.

=

4 = 2 é positivo, e os

positivos foram excluídos de Q− . j) k)

e) ⊄

4 = 2 é positivo, e os positivos foram excluídos de R−

2. Completar com ⊂ ou ⊄ : Z* d) Q a) N b) N c) N

Z
* R+

Z+ Q

* e) Q +

Resolução: a) b) c) d)

racional. ⊄ , pois há números racionais que não são inteiros como por exemplo,

⊄ , pois 0 ∈ N e 0 ∉ Z * . ⊂, pois N = Z + ⊂ , pois todo número natural é também
2 . 3

Reta numérica Uma maneira prática de representar os números reais é através da reta real. Para construí-la, desenhamos uma reta e, sobre ela, escolhemos, a nosso gosto, um ponto origem que representará o número zero; a seguir escolhemos, também a nosso gosto, porém à direita da origem, um ponto para representar a unidade, ou seja, o número um. Então, a distância entre os pontos mencionados será a unidade de medida e, com base nela, marcamos, ordenadamente, os números positivos à direita da origem e os números negativos à sua esquerda.

e)

⊂ , pois todo racional positivo é também real positivo.
EXERCÍCIOS Dos conjuntos a seguir, o único cujos elementos são todos números racionais é:  1  a)  , 2, 3, 5, 4 2   2  1) c) b) d) 2) a) b)

Exercícios propostos: 1. Completar com ∈ ou ∉ a) 0 N
b) 0 c) 7 d) - 7 e) – 7

Z Z+ Q− Q

N*

g) h)

7 1 7

* Q+

Q Q R*

i) 7 2 j) 7

1 f) 7

{ {

2  , 0,  − 1, 7  0, 9,

2,

− 3, − 2, − 2, 0

} 4 , 5, 7 }

 3  

2. Completar com ∈ ou ∉ a) 3 Q d) π Q b) 3,1 Q e) 3,141414... Q c) 3,14 Q 3. Completar com ⊂ ou ⊄ : * * a) Z + N* d) Z − b) Z − N e) Z −

Se

5 é irracional, então: m 5 escreve-se na forma , com n ≠0 e m, n ∈ N. n 5 pode ser racional 5 jamais se escreve sob a forma m , com n ≠0 e n

R R+

c)

m, n ∈ N. 27

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APOSTILAS OPÇÃO
d) 3) a) b) 4) a) b) c) d) e) 5) a) b) c) d) 6) a) b) c) d) 7) a) b) c) d) 8) a) 2 5 é racional Sendo N, Z, Q e R, respectivamente, os conjuntos dos naturais, inteiros, racionais e reais, podemos escrever: ∀x ∈ N⇒x∈R c) Z ⊃ Q d) R ⊂ Z ∀x ∈Q⇒x∈Z Dado o conjunto A = { 1, 2, 3, 4, 5, 6 }, podemos afirmar que: ∀ x ∈ A ⇒ x é primo ∃ x ∈ A | x é maior que 7 ∀ x ∈ A ⇒ x é múltiplo de 3 ∃ x ∈ A | x é par nenhuma das anteriores Assinale a alternativa correta: Os números decimais periódicos são irracionais Existe uma correspondência biunívoca entre os pontos da reta numerada, e o conjunto Q. Entre dois números racional existem infinitos números racionais. O conjunto dos números irracionais é finito Podemos afirmar que: todo real é racional. todo real é irracional. nenhum irracional é racional. algum racional é irracional. Podemos afirmar que: entre dois inteiros existe um inteiro. entre dois racionais existe sempre um racional. entre dois inteiros existe um único inteiro. entre dois racionais existe apenas um racional. Podemos afirmar que:

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c) d) apenas III é falsa. todas são verdadeiras.

11) Assinale a alternativa correta: a) R ⊂ N c) Q ⊃ N b) Z ⊃ R d) N ⊂ { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6 } 12) Assinale a alternativa correto: a) O quociente de dois número, racionais é sempre um número inteiro. b) Existem números Inteiros que não são números reais. c) A soma de dois números naturais é sempre um número inteiro. d) A diferença entre dois números naturais é sempre um número natural. 13) O seguinte subconjunto dos números reais

a) b) 14) a) b) c)

escrito em linguagem simbólica é: { x ∈ R | 3< x < 15 } c) { x ∈ R | 3 ≤ x ≤ 15 } { x ∈ R | 3 ≤ x < 15 } d) { x ∈ R | 3< x ≤ 15 } Assinale a alternativa falsa: R* = { x ∈ R | x < 0 ou x >0} 3∈ Q Existem números inteiros que não são números naturais. é a representação de { x ∈ R | x ≥ 7 }

d) 15) O número irracional é: a) b) 0,3333... 345,777... e) d)

b) c) d)
9) I) II)

∀a, ∀b ∀a, ∀b ∀a, ∀b ∀a, ∀b

∈ ∈ ∈ ∈

N⇒a-b∈N N⇒a:b∈N R⇒a+b∈R Z⇒a:b∈Z

4 5 7

Considere as seguintes sentenças:

7 é irracional. 0,777... é irracional.

16) O símbolo R − representa o conjunto dos números: a) reais não positivos c) irracional. b) reais negativos d) reais positivos. 17) Os possíveis valores de a e de b para que a número a + b 5 seja irracional, são: a) c) a = 0 e b=0 a=1eb= c) a = 0 e b =

III) 2 2 é racional. Podemos afirmar que: a) l é falsa e II e III são verdadeiros. b) I é verdadeiro e II e III são falsas. c) I e II são verdadeiras e III é falsa. d) I e II são falsas e III é verdadeira. 10) Considere as seguintes sentenças: I) A soma de dois números naturais é sempre um número natural. II) O produto de dois números inteiros é sempre um número inteiro. III) O quociente de dois números inteiros é sempre um número inteiro. Podemos afirmar que: a) apenas I é verdadeiro. b) apenas II é verdadeira.

2

5

d) a =

16 e b = 0 5 é:

18) Uma representação decimal do número a) 0,326... c) 1.236... b) 2.236... d) 3,1415... 19) Assinale o número irracional: a) 3,01001000100001... e) 3,464646... b) 0,4000... d) 3,45

20) O conjunto dos números reais negativos é representado por: a) R* c) R 28

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b) R_ d) R*

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Múltiplos e sub-múltiplos do sistema métrico: Para escrevermos os múltiplos e sub-múltiplos do sistema métrico decimal, utilizamos os seguintes prefixos gregos: KILO significa 1.000 vezes HECTA DECA DECI CENTI MILI significa 100 vezes significa 10 vezes significa décima parte significa centésima parte significa milésima parte. e 1 m = 10 dm 1 m = 100 cm 1 m = 1000 mm

21) Assinale a alternativo falso: a) 5 ∈ Z b) 5,1961... ∈ Q 5 c) − ∈Q 3 22) Um número racional compreendido entre

3 e

6 é:
a) b) 3,6 c) d)

6 3

3. 6 2 3+ 6 2

1km = 1.000m 1hm = 100m 1dam = 10m

23) Qual dos seguintes números é irracional? a) b)
3
4

125 1

c) d)

27 169
Transformações de unidades: Cada unidade de comprimento é dez (10) vezes maior que a unidade imediatamente. inferior. Na prática cada mudança de vírgula para a direita (ou multiplicação por dez) transforma uma unidade imediatamente inferior a unidade dada; e cada mudança de vírgula para a esquerda (ou divisão por dez) transforma uma unidade na imediatamente superior. Ex.: 45 Km ⇒ 45 . 1.000 = 45.000 m 500 cm ⇒ 500 ÷ 100 = 5 m 8 Km e 25 m ⇒ 8.000m + 25m = 8.025 m ou 8,025 Km. Resumo

24) a) c)

é a representação gráfica de: { x ∈ R | x ≥ 15 } b) { x ∈ R | -2≤ x < 4 } { x ∈ R | x < -2 } d) { x ∈ R | -2< x ≤ 4 } 1) d 2) c 3) a 4) e 5) b 6) c 7) b 8) c

RESPOSTAS 9) b 13) b 10) c 14) d 11) b 15) d 12) c 16) b

17) c 18) b 19) a 20) b

21) b 22) b 23) c 24) d

SISTEMA DE MEDIDAS LEGAIS
A) Unidades de Comprimento B) Unidades de ÁREA C) Áreas Planas D) Unidades de Volume e de Capacidade E) Volumes dos principais sólidos geométricos F) Unidades de Massa A) UNIDADES DE COMPRIMENTO Medidas de comprimento: Medir significa comparar. Quando se mede um determinado comprimento, estamos comparando este comprimento com outro tomado como unidade de medida. Portanto, notamos que existe um número seguido de um nome: 4 metros — o número será a medida e o nome será a unidade de medida. Podemos medir a página deste livro utilizando um lápis; nesse caso o lápis foi tomado como unidade de medida ou seja, ao utilizarmos o lápis para medirmos o comprimento do livro, estamos verificando quantas vezes o lápis (tomado como medida padrão) caberá nesta página. Para haver uma uniformidade nas relações humanas estabeleceu-se o metro como unidade fundamental de medida de comprimento; que deu origem ao sistema métrico decimal, adotado oficialmente no Brasil.

Permitido de um polígono: o perímetro de um polígono é a soma do comprimento de seus lados.

Perímetro de uma circunferência: Como a abertura do compasso não se modifica durante o traçado vê-se logo que os pontos da circunferência distam igualmente do ponto zero (0).

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hectare (ha) — é o hm (10000 m ). C) ÁREAS PLANAS Retângulo: a área do retângulo é dada pelo produto da medida de comprimento pela medida da largura, ou, medida da base pela medida da altura.
2 2

Elementos de uma circunferência:

Perímetro: a + a + b + b Quadrado: a área do quadrado é dada pelo produto “lado por lado, pois sendo um retângulo de lados iguais, base = altura = lado. O perímetro da circunferência é calculado multiplicando-se 3,14 pela medida do diâmetro. 3,14 . medida do diâmetro = perímetro. B) UNIDADES DE ÁREA: a ideia de superfície já é nossa conhecida, é uma noção intuitiva. Ex.: superfície da mesa, do assoalho que são exemplos de superfícies planas enquanto que a superfície de uma bola de futebol, é uma superfície esférica. Damos o nome de área ao número que mede uma superfície numa determinada unidade. Metro quadrado: é a unidade fundamental de medida de superfície (superfície de um quadrado que tem 1 m de lado). Perímetro – é a soma dos três lados. Propriedade: Toda unidade de medida de superfície é 100 vezes maior do que a imediatamente inferior. Múltiplos e submúltiplos do metro quadrado: Múltiplos 2 2 2 km : 1.000.000 m m 2 2 hm : 10.000 m 2 2 dam : 100 m
2

Perímetro: é a soma dos quatro lados. Triângulo: a área do triângulo é dada pelo produto da base pela altura dividido por dois.

Trapézio: a área do trapézio é igual ao produto da semi-soma das bases, pela altura.

Submúltiplos 2 2 cm : 0,0001 m 2 2 dm : 0,01 m 2 2 mm : 0,000001m
2

1km = 1000000 (= 1000 x 1000)m 2 2 1 hm = 10000 (= 100 x 100)m 2 2 1dam =100 (=10x10) m Regras Práticas:

Perímetro – é a soma dos quatro lados. Losango: a área do losango é igual ao semi-produto das suas diagonais.

• para se converter um número medido numa unidade para a unidade imediatamente superior deve-se dividi-lo por 100. • para se converter um número medido numa unidade, para uma unidade imediatamente inferior, deve-se multiplicá-lo por 100. Medidas Agrárias: 2 centiare (ca) — é o m are (a) —é o dam (100 m )
2 2

Perímetro – á a soma dos quatro lados. Área de polígono regular: a área do polígono regular é igual ao produto da medida do perímetro (p) pela medida do apotema (a) sobre 2.

Matemática

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VOLUMES GEOMÉTRICOS

DOS

PRINCIPAIS

SÓLIDOS

Perímetro – soma de seus lados. DUNIDADES DE VOLUME E CAPACIDADE Unidades de volume: volume de um sólido é a medida deste sólido. Chama-se metro cúbico ao volume de um cubo cuja aresta mede 1 m.

Volume do paralelepípedo retângulo: é o mais comum dos sólidos geométricos. Seu volume é dado pelo produto de suas três dimensões.

Volume do cubo: o cubo é um paralelepipedo retângulo de faces quadradas. Um exemplo comum de cubo, é o dado. Propriedade: cada unidade de volume é 1.000 vezes maior que a unidade imediatamente inferior. Múltiplos e sub-múltiplos do metro cúbico: MÚLTIPIOS
3 3 3

SUB-MÚLTIPLOS
3

km ( 1 000 000 000m ) dm (0,001 m ) 3 3 3 3 hm ( 1 000 000 m ) cm (0,000001m ) 3 3 3 3 mm (0,000 000 001m ) dam (1 000 m ) Como se vê: 3 1 km3 = 1 000 000 000 (1000x1000x1000)m 3 3 1 hm = 1000000 (100 x 100 x 100) m 3 3 1dam = 1000 (10x10x10)m 1m =1000 (= 10 x 10 x 10) dm 3 3 1m =1000 000 (=100 x 100 x 100) cm 3 3 1m = 1000000000 ( 1000x 1000x 1000) mm
3 3

O volume do cubo é dado pelo produto das medidas de suas três arestas que são iguais. V = a. a . a = a cubo Volume do prisma reto: o volume do prisma reto é dado pelo produto da área da base pela medida da altura.
3

Unidades de capacidade: litro é a fundamental de capacidade. Abrevia-se o litro por l.

unidade

O litro é o volume equivalente a um decímetro cúbico. Múltiplos hl ( 100 l) dal ( 10 l) Como se vê: 1 hl = 100 l 1 dal = 10 l 1 l = 10 dl 1 l = 100 cl 1 l = 1000 ml litro l Submúltiplos dl (0,1 l) cl (0,01 l) ml (0,001 l) Volume do cilindro: o volume do cilindro é dado pelo produto da área da base pela altura.

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64 =8
4.º proporcional: é o nome dado ao quarto termo de uma proporção não continua. Ex.:

4 12 , 4 . x = 8 . 12 = 8 F 96 x= =24. 4
F) UNIDADES DE MASSA — A unidade fundamental para se medir massa de um corpo (ou a quantidade de matéria que esse corpo possui), é o kilograma (kg). 3 — o kg é a massa aproximada de 1 dm de água a 4 graus de temperatura. — Múltiplos e sub-múltiplos do kilograma: Múltiplos Submúltiplos kg (1000g) dg (0,1 g) hg ( 100g) cg (0,01 g) dag ( 10 g) mg (0,001 g) Como se vê: 1kg = 1000g 1 hg = 100 g e 1 dag = 10g 1g = 10 dg 1g= 100 cg 1g = 1000 mg Nota: Esse cálculo é idêntico ao cálculo do elemento desconhecido de uma proporção). Média Aritmética Simples: (ma) A média aritmética simples de dois números é dada pelo quociente da soma de seus valores e pela quantidade das parcelas consideradas. Ex.: determinar a ma de: 4, 8, 12, 20

ma =

4 + 8 + 12 + 20 44 = = 11 4 4

Média Aritmética Ponderada (mv): A média aritmética ponderada de vários números aos quais são atribuídos pesos (que indicam o número de vezes que tais números figuraram) consiste no quociente da soma dos produtos — que se obtém multiplicando cada número pelo peso correspondente, pela soma dos pesos. Ex.: No cálculo da média final obtida por um aluno durante o ano letivo, usamos a média aritmética ponderada. A resolução é a seguinte: Matéria Português Matemática História Notas 60,0 40,0 70,0 Peso 5 3 2

Para a água destilada, 1.º acima de zero. volume capacidade massa 2 1dm 1l 1kg Medidas de tempo: Não esquecer: 1dia = 24 horas 1 hora = sessenta minutos 1 minuto = sessenta segundos 1 ano = 365 dias 1 mês = 30 dias Média geométrica Numa proporção contínua, o meio comum é denominado média proporcional ou média geométrica dos extremos. Portanto no exemplo acima 8 é a média proporcional entre 4 e 16. O quarto termo de uma proporção contínua é chamado terceira proporcional. Assim, no nosso exemplo, 16 é a terceira proporcional depois de 4 e 8. Para se calcular a média proporcional ou geométrica de dois números, teremos que calcular o valor do meio comum de uma proporção continua. Ex.:

mp = =

60 . 5 + 40 3 + 70 . 2 5+3+2 300 + 120 + 140 = 56 10

RAZÕES E PROPORÇÕES
1. INTRODUÇÃO Se a sua mensalidade escolar sofresse hoje um reajuste de R$ 80,00, como você reagiria? Acharia caro, normal, ou abaixo da expectativa? Esse mesmo valor, que pode parecer caro no reajuste da mensalidade, seria considerado insignificante, se tratasse de um acréscimo no seu salário.
Naturalmente, você já percebeu que os R$ 80,00 nada representam, se não forem comparados com um valor base e se não forem avaliados de acordo com a natureza da comparação. Por exemplo, se a mensalidade escolar fosse de R$ 90,00, o reajuste poderia ser considerado alto; afinal, o valor da mensalidade teria quase dobrado. Já no caso do salário, mesmo considerando o salário mínimo, R$ 80,00 seriam uma parte mínima. .

4 X = X 16
4 . 16 x . x x = 64
2

x

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A fim de esclarecer melhor este tipo de problema, vamos estabelecer regras para comparação entre grandezas.

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deverão gostar de Matemática. Na verdade, estamos afirmando que 10 estão representando em 40 o mesmo que 20 em 80. Escrevemos:

2. RAZÃO Você já deve ter ouvido expressões como: "De cada 20 habitantes, 5 são analfabetos", "De cada 10 alunos, 2 gostam de Matemática", "Um dia de sol, para cada dois de chuva".
Em cada uma dessas. frases está sempre clara uma comparação entre dois números. Assim, no primeiro caso, destacamos 5 entre 20; no segundo, 2 entre 10, e no terceiro, 1 para cada 2. Todas as comparações serão matematicamente expressas por um quociente chamado razão. Teremos, pois: De cada 20 habitantes, 5 são analfabetos. Razão =

10 40

=

20 80

A esse tipo de igualdade entre duas razões dá-se o nome de proporção.

Dadas duas razões

c , com b e d ≠ 0, d a c teremos uma proporção se = . b d

a e b

Na expressão acima, a e c são chamados de antecedentes e b e d de consequentes. . A proporção também pode ser representada como a : b = c : d. Qualquer uma dessas expressões é lida assim: a está para b assim como c está para d. E importante notar que b e c são denominados meios e a e d, extremos.

5 20

De cada 10 alunos, 2 gostam de Matemática.

2 Razão = 10
c. Um dia de sol, para cada dois de chuva. Razão =

Exemplo:
A proporção

1 2 a , ou a : b. b

A razão entre dois números a e b, com b ≠ 0, é o quociente

lida da seguinte forma: 3 está para 7 assim como 9 está para 21. Temos ainda: 3 e 9 como antecedentes, 7 e 21 como consequentes, 7 e 9 como meios e 3 e 21 como extremos.

3 = 7

9 , ou 3 : 7 : : 9 : 21, é 21

Nessa expressão, a chama-se antecedente e b, consequente. Outros exemplos de razão: Em cada 10 terrenos vendidos, um é do corretor. Razão =

3.1 PROPRIEDADE FUNDAMENTAL O produto dos extremos é igual ao produto dos meios:

1 10

a c = ⇔ ad = bc ; b, d ≠ 0 b d
Exemplo: Se 6
24 = 24 , então 6 96

Os times A e B jogaram 6 vezes e o time A ganhou todas. Razão =

. 96

= 24 . 24 = 576.

6 6

3. Uma liga de metal é feita de 2 partes de ferro e 3 partes de zinco. Razão =

2 3 (ferro) Razão = 5 5

(zinco).

3.2 ADIÇÃO (OU SUBTRAÇÃO) DOS ANTECEDENTES E CONSEQUENTES Em toda proporção, a soma (ou diferença) dos antecedentes está para a soma (ou diferença) dos consequentes assim como cada antecedente está para seu consequente. Ou seja:
a c = , entao b d a - c a ou = = b - d b Se a + c b + d c d = a b = c , d

3. PROPORÇÃO Há situações em que as grandezas que estão sendo comparadas podem ser expressas por razões de antecedentes e consequentes diferentes, porém com o mesmo quociente. Dessa maneira, quando uma pesquisa escolar nos revelar que, de 40 alunos entrevistados, 10 gostam de Matemática, poderemos supor que, se forem entrevistados 80 alunos da mesma escola, 20

Essa propriedade é válida desde que nenhum denominador seja nulo. Exemplo: 33

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21 + 7 28 7 = = 12 + 4 16 4 21 7 = 12 4 21 - 7 14 7 = = 12 - 4 8 4
GRANDEZAS PROPORCIONAIS E DIVISÃO PROPORCIONAL
1. INTRODUÇÃO: No dia-a-dia, você lida com situações que envolvem números, tais como: preço, peso, salário, dias de trabalho, índice de inflação, velocidade, tempo, idade e outros. Passaremos a nos referir a cada uma dessas situações mensuráveis como uma grandeza. Você sabe que cada grandeza não é independente, mas vinculada a outra conveniente. O salário, por exemplo, está relacionado a dias de trabalho. Há pesos que dependem de idade, velocidade, tempo etc. Vamos analisar dois tipos básicos de dependência entre grandezas proporcionais. 2. PROPORÇÃO DIRETA Grandezas como trabalho produzido e remuneração obtida são, quase sempre, diretamente proporcionais. De fato, se você receber R$ 2,00 para cada folha que datilografar, sabe que deverá receber R$ 40,00 por 20 folhas datilografadas.
Podemos destacar outros exemplos de grandezas diretamente proporcionais: Velocidade média e distância percorrida, pois, se você dobrar a velocidade com que anda, deverá, num mesmo tempo, dobrar a distância percorrida. Área e preço de terrenos. Altura de um objeto e comprimento da sombra projetada por ele. Assim:

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so pela metade. Número de torneiras de mesma vazão e tempo para encher um tanque, pois, quanto mais torneiras estiverem abertas, menor o tempo para completar o tanque. Podemos concluir que : Duas grandezas são inversamente proporcionais quando, aumentando (ou diminuindo) uma delas numa determinada razão, a outra diminui (ou aumenta) na mesma razão. Vamos analisar outro exemplo, com o objetivo de reconhecer a natureza da proporção, e destacar a razão. Considere a situação de um grupo de pessoas que, em férias, se instale num acampamento que cobra R$100,00 a diária individual. Observe na tabela a relação entre o número de pessoas e a despesa diária:
Número de pessoas Despesa diária (R$ )

1 100

2 200

4 400

5 500

10 1.000

Você pode perceber na tabela que a razão de aumento do número de pessoas é a mesma para o aumento da despesa. Assim, se dobrarmos o número de pessoas, dobraremos ao mesmo tempo a despesa. Esta é portanto, uma proporção direta, ou melhor, as grandezas número de pessoas e despesa diária são diretamente proporcionais. Suponha também que, nesse mesmo exemplo, a quantia a ser gasta pelo grupo seja sempre de R$2.000,00. Perceba, então, que o tempo de permanência do grupo dependerá do número de pessoas. Analise agora a tabela abaixo :
Número de pessoas Tempo de permanência (dias)

1

2

4

5

10

Duas grandezas São diretamente proporcionais quando, aumentando (ou diminuindo) uma delas numa determinada razão, a outra diminui (ou aumenta) nessa mesma razão.

20

10

5

4

2

3. PROPORÇÃO INVERSA
Grandezas como tempo de trabalho e número de operários para a mesma tarefa são, em geral, inversamente proporcionais. Veja: Para uma tarefa que 10 operários executam em 20 dias, devemos esperar que 5 operários a realizem em 40 dias. Podemos destacar outros exemplos de grandezas inversamente proporcionais: Velocidade média e tempo de viagem, pois, se você dobrar a velocidade com que anda, mantendo fixa a distância a ser percorrida, reduzirá o tempo do percur-

Note que, se dobrarmos o número de pessoas, o tempo de permanência se reduzirá à metade. Esta é, portanto, uma proporção inversa, ou melhor, as grandezas número de pessoas e número de dias são inversamente proporcionais.

4. DIVISÃO EM PARTES PROPORCIONAIS 4. 1 Diretamente proporcional Duas pessoas, A e B, trabalharam na fabricação de um mesmo objeto, sendo que A o fez durante 6 horas e B durante 5 horas. Como, agora, elas deverão dividir com justiça os R$ 660,00 apurados com sua venda? Na verdade, o que cada um tem a receber deve ser
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diretamente proporcional ao tempo gasto na confecção Dividir um número em partes diretamente proporcionais a outros números dados é encontrar partes desse número que sejam diretamente proporcionais aos números dados e cuja soma reproduza o próprio número. do objeto. No nosso problema, temos de dividir 660 em partes diretamente proporcionais a 6 e 5, que são as horas que A e B trabalharam. Vamos formalizar a divisão, chamando de x o que A tem a receber, e de y o que B tem a receber. Teremos então:

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x x + y ⇒ = 1 8 3 15 Mas, como x + y = 160, então 160 x 160 1 = ⇒ x = ⋅ 8 1 8 3 15 3 15 = ⇒ x = 160 ⋅ x + y 1 1 + 3 5 x 1 3

15 1 ⋅ ⇒ x = 100 8 3

X + Y = 660 X 6 = Y 5

Como x + y = 160, então y = 60. Concluindo, A deve receber R$ 100,00 e B, R$ 60,00.

Esse sistema pode ser resolvido, usando as propriedades de proporção. Assim:

X + Y 6 + 5
vem

= Substituindo
X 6 ⇒ X = 6

X + Y por

660,

Como X + Y = 660, então Y = 300 Concluindo, A deve receber R$ 360,00 enquanto B, R$ 300,00.

660 11

=

660 11

= 360

4.3 DIVISÃO PROPORCIONAL COMPOSTA Vamos analisar a seguinte situação: Uma empreiteira foi contratada para pavimentar uma rua. Ela dividiu o trabalho em duas turmas, prometendo pagá-las proporcionalmente. A tarefa foi realizada da seguinte maneira: na primeira turma, 10 homens trabalharam durante 5 dias; na segunda turma, 12 homens trabalharam durante 4 dias. Estamos considerando que os homens tinham a mesma capacidade de trabalho. A empreiteira tinha R$ 29.400,00 para dividir com justiça entre as duas turmas de trabalho. Como fazê-lo?
Essa divisão não é de mesma natureza das anteriores. Trata-se aqui de uma divisão composta em partes proporcionais, já que os números obtidos deverão ser proporcionais a dois números e também a dois outros. Na primeira turma, 10 homens trabalharam 5 dias, produzindo o mesmo resultado de 50 homens, trabalhando por um dia. Do mesmo modo, na segunda turma, 12 homens trabalharam 4 dias, o que seria equivalente a 48 homens trabalhando um dia. Para a empreiteira, o problema passaria a ser, portanto, de divisão diretamente proporcional a 50 (que é 10 . 5), e 48 (que é 12 . 4). Para dividir um número em partes de tal forma que uma delas seja proporcional a m e n e a outra a p e q, basta divida esse número em partes proporcionais a m . n e p . q. Convém lembrar que efetuar uma divisão em partes inversamente proporcionais a certos números é o mesmo que fazer a divisão em partes diretamente proporcionais ao inverso dos números dados. Resolvendo nosso problema, temos: Chamamos de x: a quantia que deve receber a primeira turma; y: a quantia que deve receber a segunda turma. Assim:

4.2 INVERSAMENTE PROPORCIONAL E se nosso problema não fosse efetuar divisão em partes diretamente proporcionais, mas sim inversamente? Por exemplo: suponha que as duas pessoas, A e B, trabalharam durante um mesmo período para fabricar e vender por R$ 160,00 um certo artigo. Se A chegou atrasado ao trabalho 3 dias e B, 5 dias, como efetuar com justiça a divisão? O problema agora é dividir R$ 160,00 em partes inversamente proporcionais a 3 e a 5, pois deve ser levado em consideração que aquele que se atrasa mais deve receber menos.

Dividir um número em partes inversamente proporcionais a outros números dados é encontrar partes desse número que sejam diretamente proporcionais aos inversos dos números dados e cuja soma reproduza o próprio número. No nosso problema, temos de dividir 160 em partes inversamente proporcionais a 3 e a 5, que são os números de atraso de A e B. Vamos formalizar a divisão, chamando de x o que A tem a receber e de y o que B tem a receber.

x + y = 160 x 1 3 = y 1 5

Teremos:

Resolvendo o sistema, temos:

x y x y = ou = 10 ⋅ 5 12 ⋅ 4 50 48 x + y x = ⇒ 50 + 48 50
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Como x + y = 29400, então ⇒x= 29400 ⋅ 50 ⇒ 15.000 98 29400 x = 98 50

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Concluindo, o automóvel percorrerá 1 200 km em 8 horas. Vamos analisar outra situação em que usamos a regra de três. Um automóvel, com velocidade média de 90 km/h, percorre um certo espaço durante 8 horas. Qual será o tempo necessário para percorrer o mesmo espaço com uma velocidade de 60 km/h?

Portanto y = 14 400. Concluindo, a primeira turma deve receber R$ 15.000,00 da empreiteira, e a segunda, R$ 14.400,00.

Observação: Firmas de projetos costumam cobrar cada trabalho usando como unidade o homem-hora. O nosso problema é um exemplo em que esse critério poderia ser usado, ou seja, a unidade nesse caso seria homem-dia. Seria obtido o valor de R$ 300,00 que é o resultado de 15 000 : 50, ou de 14 400 : 48.

Grandeza 1: tempo (horas)

Grandeza 2: velocidade (km/h)

8 x

90 60

REGRA DE TRÊS SIMPLES
REGRA DE TRÊS SIMPLES Retomando o problema do automóvel, vamos resolvê-lo com o uso da regra de três de maneira prática.
Devemos dispor as grandezas, bem como os valores envolvidos, de modo que possamos reconhecer a natureza da proporção e escrevê-la. Assim:

A resposta à pergunta "Mantendo o mesmo espaço percorrido, se aumentarmos a velocidade, o tempo aumentará?" é negativa. Vemos, então, que as grandezas envolvidas são inversamente proporcionais. Como a proporção é inversa, será necessário invertermos a ordem dos termos de uma das colunas, tornando a proporção direta. Assim: 8 60

x

90

Grandeza 1: tempo (horas)

Grandeza 2: distância percorrida (km) 900 x

Escrevendo a proporção, temos:

8 60 8 ⋅ 90 = ⇒ x= = 12 x 90 60
Concluindo, o automóvel percorrerá a mesma distância em 12 horas.
Regra de três simples é um processo prático utilizado para resolver problemas que envolvam pares de grandezas direta ou inversamente proporcionais. Essas grandezas formam uma proporção em que se conhece três termos e o quarto termo é procurado.

6 8

Observe que colocamos na mesma linha valores que se correspondem: 6 horas e 900 km; 8 horas e o valor desconhecido. Vamos usar setas indicativas, como fizemos antes, para indicar a natureza da proporção. Se elas estiverem no mesmo sentido, as grandezas são diretamente proporcionais; se em sentidos contrários, são inversamente proporcionais. Nesse problema, para estabelecer se as setas têm o mesmo sentido, foi necessário responder à pergunta: "Considerando a mesma velocidade, se aumentarmos o tempo, aumentará a distância percorrida?" Como a resposta a essa questão é afirmativa, as grandezas são diretamente proporcionais. Já que a proporção é direta, podemos escrever:

REGRA DE TRÊS COMPOSTA Vamos agora utilizar a regra de três para resolver problemas em que estão envolvidas mais de duas grandezas proporcionais. Como exemplo, vamos analisar o seguinte problema.
Numa fábrica, 10 máquinas trabalhando 20 dias produzem 2 000 peças. Quantas máquinas serão necessárias para se produzir 1 680 peças em 6 dias? Como nos problemas anteriores, você deve verificar a natureza da proporção entre as grandezas e escrever essa proporção. Vamos usar o mesmo modo de dispor as grandezas e os valores envolvidos.

6 900 = 8 x
7200 Então: 6 . x = 8 . 900 ⇒ x = 6 = 1 200

Grandeza 1: número de máquinas

Grandeza 2: dias

Grandeza 3: número de peças

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10 x 20 6 2000 1680

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porcentagem, uma vez que o seu conhecimento é ferramenta indispensável para a maioria dos problemas relativos à Matemática Comercial. 2. PORCENTAGEM O estudo da porcentagem é ainda um modo de comparar números usando a proporção direta. Só que uma das razões da proporção é um fração de denominador 100. Vamos deixar isso mais claro: numa situação em que você tiver de calcular 40% de R$ 300,00, o seu trabalho será determinar um valor que represente, em 300, o mesmo que 40 em 100. Isso pode ser resumido na proporção:

Natureza da proporção: para estabelecer o sentido das setas é necessário fixar uma das grandezas e relacioná-la com as outras. Supondo fixo o número de dias, responda à questão: "Aumentando o número de máquinas, aumentará o número de peças fabricadas?" A resposta a essa questão é afirmativa. Logo, as grandezas 1 e 3 são diretamente proporcionais. Agora, supondo fixo o número de peças, responda à questão: "Aumentando o número de máquinas, aumentará o número de dias necessários para o trabalho?" Nesse caso, a resposta é negativa. Logo, as grandezas 1 e 2 são inversamente proporcionais. Para se escrever corretamente a proporção, devemos fazer com que as setas fiquem no mesmo sentido, invertendo os termos das colunas convenientes. Naturalmente, no nosso exemplo, fica mais fácil inverter a coluna da grandeza 2. 10 x 6 20 2000 1680

40 x = 100 300
Então, o valor de x será de R$ 120,00. Sabendo que em cálculos de porcentagem será necessário utilizar sempre proporções diretas, fica claro, então, que qualquer problema dessa natureza poderá ser resolvido com regra de três simples.

3. TAXA PORCENTUAL O uso de regra de três simples no cálculo de porcentagens é um recurso que torna fácil o entendimento do assunto, mas não é o único caminho possível e nem sequer o mais prático.
Para simplificar os cálculos numéricos, é necessário, inicialmente, dar nomes a alguns termos. Veremos isso a partir de um exemplo.

Agora, vamos escrever a proporção:

10 6 2000 = ⋅ 1680 x 20
(Lembre-se de que uma grandeza proporcional a duas outras é proporcional ao produto delas.)

Exemplo: Calcular 20% de 800.

10 12000 10 ⋅ 33600 = ⇒ x= = 28 x 33600 12000
Concluindo, serão necessárias 28 máquinas.

20 de 800 é dividir 800 em 100 100 partes e tomar 20 dessas partes. Como a centésima parte de 800 é 8, então 20 dessas partes será 160.
Calcular

20%, ou

Chamamos: 20% de taxa porcentual; principal; 160 de porcentagem.

800 de

PORCENTAGEM
1. INTRODUÇÃO Quando você abre o jornal, liga a televisão ou olha vitrinas, frequentemente se vê às voltas com expressões do tipo: "O índice de reajuste salarial de março é de 16,19%." "O rendimento da caderneta de poupança em fevereiro foi de 18,55%." "A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 381,1351%. "Os preços foram reduzidos em até 0,5%."
Mesmo supondo que essas expressões não sejam completamente desconhecidas para uma pessoa, é importante fazermos um estudo organizado do assunto

Temos, portanto: Principal: número sobre o qual se vai calcular a porcentagem. Taxa: valor fixo, tomado a partir de cada 100 partes do principal. Porcentagem: número que se obtém somando cada uma das 100 partes do principal até conseguir a taxa. A partir dessas definições, deve ficar claro que, ao calcularmos uma porcentagem de um principal conhecido, não é necessário utilizar a montagem de uma regra de três. Basta dividir o principal por 100 e tomarmos tantas destas partes quanto for a taxa. Vejamos outro exemplo.

Exemplo: Calcular 32% de 4.000. Primeiro dividimos 4 000 por 100 e obtemos 40, que é a centésima parte de 4 000. Agora, somando 32 par37

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APOSTILAS OPÇÃO
tes iguais a 40, obtemos 32 . 40 ou 1 280 que é a resposta para o problema. Observe que dividir o principal por 100 e multiplicar o resultado dessa divisão por 32 é o mesmo que multi32 plicar o principal por ou 0,32. Vamos usar esse 100 raciocínio de agora em diante: Porcentagem = taxa X principal

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De acordo com os dados do problema, temos: 25% em 1ano ⇒ 125% (25 . 5) em 5 anos 125 125% = = 1,25 100 Nessas condições, devemos resolver o seguinte problema: Calcular 125% de R$ 720 000,00. Dai: x = 125% de 720 000 = 1,25 . 720 000 = 900 000. 900.000 – 720.000 = 180.000 Resposta: Os juros produzidos são de R$ 180.000,00

JUROS SIMPLES
Consideremos os seguintes fatos: • Emprestei R$ 100 000,00 para um amigo pelo prazo de 6 meses e recebi, ao fim desse tempo, R$ 24 000,00 de juros. • O preço de uma televisão, a vista, é R$ 4.000,00. Se eu comprar essa mesma televisão em 10 prestações, vou pagar por ela R$ 4.750,00. Portanto, vou pagar R$750,00 de juros. No 1.° fato, R$ 24 000,00 é uma compensação em dinheiro que se recebe por emprestar uma quantia por determinado tempo. No 2.° fato, R$ 750,00 é uma compensação em dinheiro que se paga quando se compra uma mercadoria a prazo.

2.° exemplo: Apliquei um capital de R$ 10.000,00 a uma taxa de 1,8% ao mês, durante 6 meses. Quanto esse capital me renderá de juros? 1,8% em 1 mês ⇒ 6 . 1,8% = 10,8% em 6 meses 10,8 10,8% = = 0,108 100 Dai: x = 0,108 . 10 000 = 1080 Resposta: Renderá juros de R$ 1 080,00. 3.° exemplo: Tomei emprestada certa quantia durante 6 meses, a uma taxa de 1,2% ao mês, e devo pagar R$ 3 600,00 de juros. Qual foi a quantia emprestada? De acordo com os dados do problema: 1,2% em 1 mês ⇒ 6 . 1,2% = 7,2% em 6 meses 7,2 7,2% = = 0,072 100 Nessas condições, devemos resolver o seguinte problema: 3 600 representam 7,2% de uma quantia x. Calcule x.
Dai: 3600 = 0,072 . x ⇒ 0,072x = 3 600 ⇒ 3600 x= 0,072 x = 50 000 Resposta: A quantia emprestada foi 50.000,00.

Assim: Quando depositamos ou emprestamos certa quantia por determinado tempo, recebemos uma compensação em dinheiro. Quando pedimos emprestada certa quantia por determinado tempo, pagamos uma compensação em dinheiro. Quando compramos uma mercadoria a prazo, pagamos uma compensação em dinheiro.
Pelas considerações feitas na introdução, podemos dizer que : Juro é uma compensação em dinheiro que se recebe ou que se paga. Nos problemas de juros simples, usaremos a seguinte nomenclatura: dinheiro depositado ou emprestado denomina-se capital. O porcentual denomina-se taxa e representa o juro recebido ou pago a cada R$100,00, em 1 ano. O período de depósito ou de empréstimo denominase tempo. A compensação em dinheiro denomina-se juro.

de

R$

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE JUROS SIMPLES
Vejamos alguns exemplos:

1.° exemplo: Calcular os juros produzidos por um capital de R$ 720 000,00, empregado a 25% ao ano, durante 5 anos.

4.° exemplo: Um capital de R$ 80 000,00, aplicado durante 6 meses, rendeu juros de R$ 4 800,00. Qual foi a taxa (em %) ao mês? De acordo com os dados do problema: x% em 1 mês ⇒ (6x)% em 6 meses Devemos, então, resolver o seguinte problema: 4 800 representam quantos % de 80 000? Dai: 4 800 = 6x . 80 000 ⇒ 480 000 x = 4 800 4 800 48 x= ⇒ x= ⇒ x = 0,01 480 000 4 800 1 0,01 = =1% 100 Resposta: A taxa foi de 1% ao mês. Resolva os problemas: - Emprestando R$ 50 000,00 à taxa de 1,1% ao
38

Matemática

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mês, durante 8 meses, quanto deverei receber de juros? Uma pessoa aplica certa quantia durante 2 anos, à taxa de 15% ao ano, e recebe R$ 21 000,00 de juros. Qual foi a quantia aplicada? Um capital de R$ 200 000,00 foi aplicado durante 1 ano e 4 meses à taxa de 18% ao ano. No final desse tempo, quanto receberei de juros e qual o capital acumulado (capital aplicado + juros)? Um aparelho de televisão custa R$ 4 500,00. Como vou comprá-lo no prazo de 10 meses, a loja cobrará juros simples de 1,6% ao mês. Quanto vou pagar por esse aparelho. A quantia de R$ 500 000,00, aplicada durante 6 meses, rendeu juros de R$ 33 000,00. Qual foi a taxa (%) mensal da aplicação Uma geladeira custa R$ 1 000,00. Como vou compra-la no prazo de 5 meses, a loja vendedora cobrara juros simples de 1,5% ao mês. Quanto pagarei por essa geladeira e qual o valor de cada prestação mensal, se todas elas são iguais. Comprei um aparelho de som no prazo de 8 meses. O preço original do aparelho era de R$ 800,00 e os juros simples cobrados pela firma foram de R$ 160,00. Qual foi a taxa (%) mensal dos juros cobrados?

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está na presença compostos. de uma operação de juros

-

Nestas operações, o capital não é constante através do tempo; pois aumenta ao final de cada período pela adição dos juros ganhos de acordo com a taxa acordada. Esta diferença pode ser observada através do seguinte exemplo:

-

-

Exemplo 1: Suponha um capital inicial de R$ 1.000,00 aplicado à taxa de 30.0 % a.a. por um período de 3 anos a juros simples e compostos. Qual será o total de juros ao final dos 3 anos sob cada um dos rearmes de juros?
Pelo regime de juros simples: J = c . i . t = R$ 1.000,00 (0,3) (3) = R$ 900,00 Pelo regime de juros compostos: n J = Co  1 + i − 1 =

-

(  

)

J = R$1.000,00 (1,3) − 1 = R$1.197,00
3

[

 

]

Respostas R$ 4 400,00 R$ 70 000,00 R$ 48 000,00 e R$ 248 000,00 R$ 5 220,00 1,1% R$ 1 075,00 e R$ 215,00 2,5%

Demonstrando agora, em detalhes, o que se passou com os cálculos, temos:

Ano Juros simples

1 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 2 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 3 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 R$ 900,00

Juros Compostos

R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 R$ 1.300,00(0,3) = R$ 390,00 R$ 1.690,00(0,3) = R$ 507,00 R$ 1.197,00

Vamos dar outro exemplo de juros compostos: Suponhamos que você coloque na poupança R$ 100,00 e os juros são de 10% ao mês. Decorrido o primeiro mês você terá em sua poupança: 100,00 + 10,00 = 110,00 No segundo mês você terá:110,00 + 11,00 =111,00 No terceiro mês você terá: 111,00 + 11,10 = 111,10 E assim por diante. Para se fazer o cálculo é fácil: basta calcular os juros de cada mês e adicionar ao montante do mês anterior.

JUROS COMPOSTOS
1. Introdução O dinheiro e o tempo são dois fatores que se encontram estreitamente ligados com a vida das pessoas e dos negócios. Quando são gerados excedentes de fundos, as pessoas ou as empresas, aplicam-no a fim de ganhar juros que aumentem o capital original disponível; em outras ocasiões, pelo contrário, tem-se a necessidade de recursos financeiros durante um período de tempo e deve-se pagar juros pelo seu uso.
Em período de curto-prazo utiliza-se, geralmente, como já se viu, os juros simples. Já em períodos de longo-prazo, utiliza-se, quase que exclusivamente, os juros compostos.

DESCONTO SIMPLES
Desconto é uma operação de crédito que se realiza, principalmente, em instituições financeiras bancárias ou monetárias, e consiste em que estas instituições aceitem títulos de crédito, tais como notas promissórias e duplicatas mercantis, entre outros antes da data de seus vencimentos, e descontem de seus valores nominais, o equivalente aos juros do mercado mais comissões de serviço, além do IOF - Imposto sobre Operações Financeiras. Este imposto é da União e a instituição de crédito apenas recolhe-o do cliente financiado, creditando o erário público. Dependendo da política de crédito do governo e do momento econômico, os bancos costumam exigir dos financiados uma manutenção de saldo médio, deixando parte do empréstimo vinculado à conta corren-

2. Conceitos Básicos No regime dos juros simples, o capital inicial sobre o qual calculam-se os juros, permanece sem variação alguma durante todo o tempo que dura a operação. No regime dos juros compostos, por sua vez, os juros que vão sendo gerados, vão sendo acrescentados ao capital inicial, em períodos determinados e, que por sua vez, irão gerar um novo juro adicional para o período seguinte.
Diz-se, então, que os juros capitalizam-se e que se

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te. Esta operação é chamada de reciprocidade bancária. Depois de todos estes descontos sobre o valor nominal do título, ao financiado resta o valor líquido recebido. Esta modalidade de desconto, é a que denominamos de desconto comercial, ou bancário, ou por fora. Desconto Comercial, Bancário ou Por Fora Esta modalidade de desconto é a mais utilizada, a curto prazo, no Brasil. As fórmulas utilizadas são as seguintes: e

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recebe $87.912,00. A taxa contratada é de 55% a.a. e o valor nominal do titulo é de $100.000,00 . Calcular quanto tempo falta para o vencimento do título. Resolução: VF = $100.000 d = 0,55 a.a. Df = 100.000 - 87.912 = 12.088 VP = $ 87.912

Usando a fórmula Df = VF. d . n, temos: 12.088 = 100.000(0,55)n

VP = VF(1 – d . n)
onde: Df = valor do desconto efetuado. VF = valor nominal do título, ou seja, o valor futuro. n = prazo da operação ou prazo de vencimento do título. d = taxa de juros utilizada no desconto do título. VP = valor presente ou valor líquido recebido pelo título descontado.

∴ n=

12.088 = 55.000

n = 0,21978 anos (12 meses) = 2,64 meses, n = 0,64 meses = 19,2 dias ≅ 19 dias o prazo é de 2 meses e 19 dias. 2. Desconto Racional ou por Dentro Esta modalidade de desconto simples, praticamente, não é utilizada no Brasil, em operações de desconto e, vamos ver porque, mais adiante. Este tipo de desconto representa, precisamente, o conceito de juros, já que é mensurado a partir do capital reaImente utilizado na operação. As fórmulas utilizadas são: Dd = VP . i . n ou

Exemplo 1 - A Cia. Descontada descontou um título no Banco Recíproco com o valor nominal de $2.000,00 vencível dentro de 4 meses, à taxa contratada de 5% a.a. Calcular o desconto comercial e o valor liquido recebido pela empresa. Resolução: Para calcular o desconto comercial, vamos utilizar a fórmula: Df = VF. d . n. = 2.000 (0,05) (4) = 400 A seguir, vamos calcular o valor liquido recebido, usando a fórmula: VP = VF(1 – d . n) = 2.000(1 - 0,20) = VP = 1.600 Exemplo 2 - Uma empresa descontou em um banco uma duplicata. Recebeu $166.667,00. Se este tipo de desconto é de 60% a.a., e o vencimento da duplicata era de 4 meses depois de seu desconto, qual era o valor nominal do título na data de seu vencimento? Resolução: Vamos utilizar a fórmula do desconto:

Dd =

VF ⋅ i ⋅ n 1+ i ⋅n

Exemplo 4 - Se um banco realiza operações de desconto à taxa de juros de 50% a.a. e uma empresa deseja descontar um título, com data de vencimento de 15 de agosto, em 15 de junho, de valor nominal de $185.000,00 qual será o valor líquido a receber? Resolução: VF = $185.000,00 n = 2/12 = 1/6 = 0,50 VP = valor Líquido Recebido Como neste caso temos o VF, vamos utilizar a fórmula do VP = Dd

Dd =

185.000(0,5 )(1 6) 1 + (0,5 )(1 6)

=

15.417 = $14.231 1083333 ,

VL = $185.000 - $14.231 = $170.769, (valor líquido recebido)

Df =
VP a.a. = n = 4/12 =1/3

VP ⋅ d ⋅ n 1− d⋅n
$166.667 d = 0,6

Sabendo-se que Df = VP . d . n e que VF = VP + Df vem:

D f = ( VF + D f )d ⋅ n = VP ⋅ d ⋅ n + D ⋅ d ⋅ n D − D ⋅ d ⋅ n = VP ⋅ d ⋅ n
VP ⋅ d ⋅ n D(1 − d ⋅ n) = VP ⋅ d ⋅ n ∴ Df = (1 − d ⋅ n)

Podemos observar que, no regime de juros simples, o desconto racional aplicado ao valor nominal é igual dos juros devidos sobre o capital inicial (VP), que é o valor descontado (VF – Dd), desde que ambos sejam calculados à mesma taxa (taxa de juros da operação = taxa). Exemplo 5 - Uma empresa descontou em um banco uma duplicata. Recebeu $166.677,00. Se a taxa de desconto é de 60% a.a. e o vencimento do título era quatro meses depois de seu desconto, qual era o valor nominal do título na data de seu vencimento? Resolução: VP = 166.677, i = 0,60 n = 1/3 Fórmula: VF = VP(1 + i . n) VF = 166.677(1 +(0,6) (1/3) = $200.000 Comparando este exemplo com o exemplo 1.9.2., observamos a diferença, no valor dos juros, entre a modalidade de desconto comercial e o desconto racional: Juros pelo desconto racional: $200.000 - $166.667 = $ 33.333 $208.333 - $166.667 = $ 41.667

Df =

166.667(0,6 )(1 3) 1 − ( 0,6)(1 3)

=

33.333 = 0,8

Df =$41.667,00 Utilizando a fórmula VF = VP + D, temos: VF = 166.667, + 41.667, = $208.334,00 Exemplo 3 - Uma empresa desconta um titulo, pelo qual

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Esta é uma das principais razões que justificam a escolha, pelos bancos, pela utilização do desconto bancário, ao invés do desconto racional: maior taxa de desconto sobre o mesmo valor descontado. 3. Desconto Comercial e a Taxa de IOF O Imposto sobre Operações Financeiras é defini do pelo Banco Central do Brasil e, na data que elaborávamos este trabalho, as alíquotas vigentes em relação aos tipos de operações eram as seguintes: TIPO _______________________________I O F Operações até 364 dias ...........................................0,0041% ao dia Operações com prazo 360 dias ....................................1,5% no ato Crédito Direto ao Consumidor (CDC)..........0,3% a.m. e máx. 3,6% Desconto de Duplicatas...........................................0,0041% ao dia Repasses governamentais............................................1,5% no ato Exemplo 1 - Considerando uma situação de desconto de duplicata com as seguintes condições: valor nominal do título = 100.000 Prazo = 60 dias; IOF = 0,0041% ao dia; Taxa mensal = 5%. Calcular a taxa de custo efetivo e o desconto no ato. Resolução: Temos: D1=C . i . n/100 =10.000
D2 =

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(iem ) =
i em =

i em

13 Valor nominal) ( =

(10.000,00)1 3
8.163,10

Valor do desconto

−1=

− 1 = 0,07 ou 7% ao mes
12

iea = 1 + iem

(

)

12

− 1 = (107 , )

− 1 = 12522 , ou 125,22% a. a.

b) com reciprocidade de 30% O saldo médio de 30% sobre $10.000 é de $3.000, que deverá ficar sem movimentação pela companhia, na sua conta bancária, durante o prazo da operação. Assim, temos: valor líquido recebido, na data zero: 8,163,10 - 3,000 = $5.163,10 valor de resgate, daqui a 3 meses: 10.000 - 3.000 = $7.000
iem = (7000 5163,10)
13

− 1 = 0,1068 ou 10,68% a.m.

iea = (11068 , )

12

− 1 = 2,3783 ou 237,83% a. a.

EXPRESSÕES LITERAIS OU ALGÉBRICAS
IGUALDADES E PROPRIEDADES São expressões constituídas por números e letras, unidos por sinais de operações.
+ 2 , é o mesmo 3 que 3.a ; –2.a.x.y + 4.x ; x.y.z; x : 3 + 2, as letras a, x, y e z representam um número qualquer.
2 2 2 2 Exemplo: 3a ; –2axy + 4x ; xyz; x

EQUAÇÕES

C ⋅ IOF ⋅ n 100.000( 0,0041)( 60 ) D = 246,00 = = 2 100 100

Onde: D1 = desconto de juros, D2 = desconto de IOF O desconto total será: D1 + D2 =10.000 + 246 =10.246 O valor descontado do título = Valor nominal - desconto total =100.000 - 10.246 = 89.754 Custo efetivo = (100.000/89.754)1/2 - 1 = 0,055 ou 5,5% ao mês. 4. Saldo Médio para Reciprocidade O saldo médio, eventualmente, solicitado pela instituição financeira, como reciprocidade, influi no custo total da operação de desconto de títulos. Exemplo 1 - A Cia Emperrada descontou no Banco Desconta Tudo, uma duplicata. A operação teve os seguintes parâmetros: Valor nominal do título = $10.000. Prazo de vencimento do título = 3 meses (90 dias) IOF = 0,0041% ao dia, Taxa de desconto = 6% ao mês Determinar o fluxo de caixa da empresa e o custo efetivo anual, nas hipóteses de: - não haver exigência de saldo médio (reciprocidade); e - exigência de um saldo médio de 30% Resolução: a) não haver existência de reciprocidade Valor do IOF, em $: IOF = 10.000(0,0041/100) (90) = $36,90 Valor do Desconto: D = 10.000 / 6 / 3000) (90) = $1.800 Valor Líquido, na data zero: 10.000 - IOF - D =10.000 - 36,90 - 1.800 = 58,163,10 Valor a desembolsar, dentro de 90 dias =10.000 Primeiramente, calculamos o custo mensal efetivo

Chama-se valor numérico de uma expressão algébrica quando substituímos as letras pelos respectivos valores dados: Exemplo: 3x + 2y para x = –1 e y = 2, substituindo 2 os respectivos valores temos, 3.(–1) + 2.2 → 3 . 1+ 4 → 3 + 4 = 7 é o valor numérico da expressão. Exercícios Calcular os valores numéricos das expressões: 1) 3x – 3y para x = 1 e y =3 2) x + 2a para x =–2 e a = 0 2 3) 5x – 2y + a para x =1, y =2 e a =3 Respostas: 1) –6 2) –2 3) 4
2

Termo algébrico ou monômio: é qualquer número real, ou produto de números, ou ainda uma expressão na qual figuram multiplicações de fatores numéricos e literais.
Exemplo: 5x , –2y,
4

3 x , –4a ,

3,–x

Partes do termo algébrico ou monômio.

Exemplo: sinal (–) 5 –3x ybz 3 coeficiente numérico ou parte numérica 5 x ybz parte literal Obs.: 1) As letras x, y, z (final do alfabeto) são usadas como variáveis (valor variável) 2) quando o termo algébrico não vier expresso o coeficiente ou parte numérica fica subentendido que
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este coeficiente é igual a 1.
3 4 3 4

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3x + 2x – 1 + 3a + x – 2x + 2 – 4a = 2 2 3x + 1.x + 2x – 2x + 3a – 4a – 1 + 2 = 2 (3+1)x + (2–2)x + (3–4)a – 1+2 = 2 4x + 0x – 1.a + 1 = 2 4x – a + 1 Obs.: As regras de eliminação de parênteses são as mesmas usadas para expressões numéricas no conjunto Z. Exercícios. Efetuar as operações: 1) 4x + (5a) + (a –3x) + ( x –3a) 2 2 2 2) 4x – 7x + 6x + 2 + 4x – x + 1 Respostas: 1) 2x +3a 2) 9x – 3x + 3
2 2 2

Exemplo: 1) a bx = 1.a bx 2) –abc = –1.a.b.c Termos semelhantes: Dois ou mais termos são semelhantes se possuem as mesmas letras elevadas aos mesmos expoentes e sujeitas às mesmas operações. Exemplos: 3 3 3 1) a bx, –4a bx e 2a bx são termos semelhantes. 3 3 3 2) –x y, +3x y e 8x y são termos semelhantes. Grau de um monômio ou termo algébrico: E a soma dos expoentes da parte literal. Exemplos: 4 3 4 3 1 1) 2 x y z = 2.x .y .z (somando os expoentes da parte literal temos, 4 + 3 + 1 = 8) grau 8. Expressão polinômio: É toda expressão literal constituída por uma soma algébrica de termos ou monômios. Exemplos: 1)2a b – 5x
2

MULTIPLICAÇÃO DE EXPRESSÕES ALGÉBRICAS Multiplicação de dois monômios: Multiplicam-se os coeficientes e após o produto dos coeficientes escrevem-se as letras em ordem alfabética, dando a cada letra o novo expoente igual à soma de todos os expoentes dessa letra e repetem-se em forma de produto as letras que não são comuns aos dois monômios. Exemplos: 4 3 2 3 4+1 3+2 1+3 1) 2x y z . 3xy z ab = 2.3 .x . y . z .a.b = 5 5 4 6abx y z 2 2+1 1 +1 3 2 2) –3a bx . 5ab= –3.5. a .b . x = –15a b x
Exercícios: Efetuar as multiplicações. 2 3 3 1) 2x yz . 4x y z = 3 2 2 2 2) –5abx . 2a b x = Respostas: 1) 8x y z
5 4 2

2)3x + 2b+ 1

2

Polinômios na variável x são expressões polinomiais com uma só variável x, sem termos semelhantes.

Exemplo: 2 5x + 2x – 3 denominada polinômio na variável x cuja 2 3 n forma geral é a0 + a1x + a2x + a3x + ... + anx , onde a0, a1, a2, a3, ..., an são os coeficientes.
Grau de um polinômio não nulo, é o grau do monômio de maior grau.

2) –10a b x

3

3 5

Exemplo: 5a x – 3a x y + 2xy
Grau 2+1 = 3, grau 4+2+1= 7, grau 1+1= 2, 7 é o maior grau, logo o grau do polinômio é 7.

2

4 2

EQUAÇÕES DO 1.º GRAU Equação: É o nome dado a toda sentença algébrica que exprime uma relação de igualdade.
Ou ainda: É uma igualdade algébrica que se verifica somente para determinado valor numérico atribuído à variável. Logo, equação é uma igualdade condicional. Exemplo: 5 + x = 11 ↓ ↓ 0 0 1 .membro 2 .membro onde x é a incógnita, variável ou oculta.

Exercícios 1) Dar os graus e os coeficientes dos monômios: 2 a)–3x y z grau coefciente__________ 7 2 2 b)–a x z grau coeficiente__________ c) xyz grau coeficiente__________
2) Dar o grau dos polinômios: 4 2 a) 2x y – 3xy + 2x grau __________ 5 2 b) –2+xyz+2x y grau __________ Respostas: 1) a) grau 4, coeficiente –3 b) grau 11, coeficiente –1 c) grau 3, coeficiente 1 2) a) grau 5 b) grau 7

Resolução de equações
Para resolver uma equação (achar a raiz) seguiremos os princípios gerais que podem ser aplicados numa igualdade. Ao transportar um termo de um membro de uma igualdade para outro, sua operação deverá ser invertida. Exemplo: 2x + 3 = 8 + x fica assim: 2x – x = 8 – 3 = 5 ⇒ x = 5 Note que o x foi para o 1.º membro e o 3 foi para o 2.º membro com as operações invertidas. Dizemos que 5 é a solução ou a raiz da equação, dizemos ainda que é o conjunto verdade (V). 42

CÁLCULO COM EXPRESSÕES LITERAIS
Adição e Subtração de monômios e expressões polinômios: eliminam-se os sinais de associações, e reduzem os termos semelhantes.

Exemplo: 2 2 3x + (2x – 1) – (–3a) + (x – 2x + 2) – (4a)

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Exercícios Resolva as equações : 1) 3x + 7 = 19 2) 4x +20=0 3) 7x – 26 = 3x – 6
Respostas: 1) x = 4 ou V = {4} 2) x = –5 ou V = {–5} 3) x = 5 ou V = {5}

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
soma-se membro a membro: 5x + 2y = 18 6x – 2y = 4 11x+ 0=22 ⇒ 11x = 22 ⇒ x = Substituindo x = 2 na equação I: 5x + 2y = 18 5 . 2 + 2y = 18 10 + 2y = 18 2y = 18 – 10 2y = 8 8 y= 2 y =4 então V = {(2,4)}

22 ⇒x=2 11

EQUAÇÕES DO 1.º GRAU COM DUAS VARIÁVEIS OU SISTEMA DE EQUAÇÕES LINEARES
Resolução por adição.  x+ y=7 -I Exemplo 1:   x − y = 1 - II Soma-se membro a membro. 2x +0 =8 2x = 8 8 x= 2 x=4 Sabendo que o valor de x é igual 4 substitua este valor em qualquer uma das equações ( I ou II ), Substitui em I fica: 4+y=7 ⇒ y=7–4 ⇒ y=3 Se quisermos verificar se está correto, devemos substituir os valores encontrados x e y nas equações x+y=7 x–y=1 4 +3 = 7 4–3=1 Dizemos que o conjunto verdade: V = {(4, 3)} 2x + y = 11 - I Exemplo 2 :   x + y = 8 - II Note que temos apenas a operação +, portanto devemos multiplicar qualquer uma ( I ou II) por –1, escolhendo a II, temos: 2x + y = 11 2x + y = 11 →   x + y = 8 . ( - 1) - x − y = − 8 soma-se membro a membro 2x + y = 11 +   - x- y =-8

Exercícios. Resolver os sistemas de Equação Linear: 7 x − y = 20 5 x + y = 7 8 x − 4 y = 28 1)  2)  3)  5 x + y = 16 8 x − 3 y = 2 2x − 2y = 10 Respostas: 1) V = {(3,1)} 2) V = {(1,2)} 3) V {(–3,2 )}

INEQUAÇÕES DO 1.º GRAU
Distinguimos as equações das inequações pelo sinal, na equação temos sinal de igualdade (=) nas inequações são sinais de desigualdade. > maior que, ≥ maior ou igual, < menor que , ≤ menor ou igual

Exemplo 1: Determine os números naturais de modo que 4 + 2x > 12. 4 + 2x > 12 2x > 12 – 4 8 2x > 8 ⇒ x > ⇒ x>4 2 Exemplo 2: Determine os números inteiros de modo que 4 + 2x ≤ 5x + 13 4+2x ≤ 5x + 13 2x – 5x ≤ 13 – 4 –3x ≤ 9 . (–1) ⇒ 3x ≥ – 9, quando multiplicamos por (-1), invertemos o sinal dê desigualdade ≤ para ≥, fica: −9 3x ≥ – 9, onde x ≥ ou x ≥ – 3 3 Exercícios. Resolva: 1) x – 3 ≥ 1 – x, 2) 2x + 1 ≤ 6 x –2 3) 3 – x ≤ –1 + x Respostas: 1) x ≥ 2 2) x ≥ 3/4 3) x ≥ 2 PRODUTOS NOTÁVEIS 1.º Caso: Quadrado da Soma 2 2 2 (a + b) = (a+b). (a+b)= a + ab + ab + b ↓ ↓ 2 2 1.º 2.º ⇒ a + 2ab +b Resumindo: “O quadrado da soma é igual ao quadrado do primeiro mais duas vezes o 1.º pelo 2.º mais o quadrado do 2.º.
43

x+0 = 3 x=3
Agora, substituindo x = 3 na equação II: x + y = 8, fica 3 + y = 8, portanto y = 5 Exemplo 3: -Ι 5x + 2y = 18  - ΙΙ 3x - y = 2 neste exemplo, devemos multiplicar a equação II por 2 (para “desaparecer” a variável y). 5x + 2y = 18 5 x + 2 y = 18 ⇒  3x y = 2 .(2)  6 x − 2 y = 4

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Exercícios. Resolver os produtos notáveis 2 2 2 2 1)(a+2) 2) (3+2a) 3) (x +3a)
Respostas: 1.º caso 2 1) a + 4a + 4 4 2 2 3) x + 6x a + 9a 2) 9 + 12a + 4a
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
3a : 3a = a e 6 a : 3 a = 2, fica: 3a. (a + 2). Exercícios. Fatorar: 2 2 1) 4a + 2a 2) 3ax + 6a y Respostas: 1.º caso 2) 3a .(x + 2ay) 3) 4a + 2a
3 2 2

1) 2a .(2a + 1) 2 3) 2a (2a + 1)

2.º Caso : Quadrado da diferença 2 2 2 (a – b) = (a – b). (a – b) = a – ab – ab - b ↓ ↓ 2 2 1.º 2.º ⇒ a – 2ab + b Resumindo: “O quadrado da diferença é igual ao quadrado do 1.º menos duas vezes o 1.º pelo 2.º mais o quadrado do 2.º. Exercícios. Resolver os produtos notáveis: 2 2 2 2 1) (a – 2) 2) (4 – 3a) 3) (y – 2b)
Respostas: 2.º caso 2 1) a – 4a +4 4 2 2 3) y – 4y b + 4b 2) 16 – 24a + 9a
2

2.º Caso: Trinômio quadrado perfeito (É a “operação inversa” dos produtos notáveis caso 1) Exemplo 1 2 2 a + 2ab + b ⇒ extrair as raízes quadradas do extremo a2 + 2ab + b2 ⇒ a 2 = a e b2 = b e o 2 2 2 termo do meio é 2.a.b, então a + 2ab + b = (a + b) (quadrado da soma).

Exemplo 2: 2 4a + 4a + 1

⇒ extrair as raízes dos extremos

4a2 + 4a + 1 ⇒ 4a2 = 2a , 1 = 1 e o termo cen2 2 tral é 2.2a.1 = 4a, então 4a + 4a + 1 = (2a + 1)
Exercícios Fatorar os trinômios (soma) 2 2 2 2) 9a + 6a + 1 1) x + 2xy + y 2 3) 16 + 8a + a
Respostas: 2.º caso 2 2) (3a + 1) 1) (x + y) 2 3) (4 + a)
2

3.º Caso: Produto da soma pela diferença 2 2 2 2 (a – b) (a + b) = a – ab + ab +b = a – b ↓ ↓ ↓ ↓ 1.º 2.º 1.º 2.º Resumindo: “O produto da soma pela diferença é igual ao quadrado do 1.º menos o quadrado do 2.º.
Exercícios. Efetuar os produtos da soma pela diferença: 1) (a – 2) (a + 2) 2) (2a – 3) (2a + 3) 2 2 3) (a – 1) (a + 1) Respostas: 3.º caso 2 2 1) a – 4 2) 4a – 9 4 3) a – 1

Fazendo com trinômio (quadrado da diferença) 2 2 x – 2xy + y , extrair as raízes dos extremos

x2 = x e
2 2

y 2 = y, o termo central é –2.x.y, então:
2

x – 2xy + y = (x – y)

Exemplo 3: 2 16 – 8a + a , extrair as raízes dos extremos

FATORAÇÃO ALGÉBRICA 1.º Caso: Fator Comum Exemplo 1: 2a + 2b: fator comum é o coeficiente 2, fica: 2 .(a+b). Note que se fizermos a distributiva voltamos no início (Fator comum e distributiva são “operações inversas”) Exercícios. Fatorar: 1) 5 a + 5 b 2) ab + ax
Respostas: 1.º caso 1) 5 .(a +b ) 3) 4a. (c + b) 3) 4ac + 4ab

16 = 4 e a2 = a, termo central –2.4.a = –8a, 2 2 então: 16 – 8a + a = (4 – a)
Exercícios Fatorar: 2 2 1) x – 2xy + y
Respostas: 2.º caso 2 2) (2 – a)

2) 4 – 4a + a

2

3) 4a – 8a + 4
2

2

1) (x – y) 2 3) (2a – 2)

3.º Caso: (Diferença de dois quadrados) (note que é um binômio) Exemplo 1

2) a. (b + x)

a – b , extrair as raízes dos extremos

2

2

a2 = a e

b2 = b, então fica: a – b = (a + b) . (a – b)
2 2

Exemplo 2: 2 3a + 6a: Fator comum dos coeficientes (3, 6) é 3, porque MDC (3, 6) = 3.
O m.d.c. entre: “a e a é “a” (menor expoente), então 2 o fator comum da expressão 3a + 6a é 3a. Dividindo
2

Exemplo 2: 4 – a , extrair as raízes dos extremos 2 = a, fica: (4 – a ) = (2 – a). (2+ a) Exercícios. Fatorar: 44
2

4 = 2,

a2

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
1) x – y
2 2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
2

2) 9 – b

3) 16x – 1

2

Respostas: 3.º caso 2) (3 + b) (3 – b)

1) (x + y) (x – y) 3) (4x + 1) (4x – 1)

Operações: Adição e Subtração Só podemos adicionar e subtrair radicais semelhantes. Exemplos:
1) 3 2 − 2 2 + 5 2 = (3 − 2 + 5 ) 2 = 6 2 2) 53 6 − 33 6 + 73 6 = (5 − 3 + 7 )3 6 = 93 6

EQUAÇÕES FRACIONÁRIAS
São Equações cujas variáveis estão no denominador Ex:

4 1 3 = 2, + = 8, note que nos dois exemx x 2x

plos x ≠ 0, pois o denominador deverá ser sempre diferente de zero. Para resolver uma equação fracionária, devemos achar o m.m.c. dos denominadores e multiplicamos os dois membros por este m.m.c. e simplificamos, temos então uma equação do 1.º grau. 1 7 Ex: + 3 = , x ≠ 0, m.m.c. = 2x x 2 1 7 2x . +3 = . 2x x 2 2x 14 x + 6x = , simplificando x 2 2 + 6x = 7x ⇒ equação do 1.º grau. Resolvendo temos: 2 = 7x – 6x 2 = x ou x = 2 ou V = { 2 }

Multiplicação e Divisão de Radicais Só podemos multiplicar radicais com mesmo índice e
usamos a propriedade: n a ⋅ n b = n ab

Exemplos
1) 2) 3) 4) 5)
3 3

2 ⋅ 2 = 2.2 = 4 = 2 3 ⋅ 4 = 3 . 4 = 12 3 ⋅ 3 9 = 3 3 . 9 = 3 27 = 3 5 ⋅ 3 4 = 3 5 . 4 = 3 20 3 ⋅ 5 ⋅ 6 = 3 . 5 . 6 = 90

Exercícios Efetuar as multiplicações
1) 3) 3 6 ⋅ 3 4 ⋅ 3 5 2) 5 3) 3 120

3⋅ 8

2)

5⋅ 5 24

Respostas: 1)

Exercícios Resolver as equações fracionárias: 3 1 3 1) + = x≠0 x 2 2x 1 5 2) + 1 = x≠0 x 2x Respostas: Equações: RADICAIS
1) V = {–3} 2) V = { 3

Para a divisão de radicais usamos a propriedade a também com índices iguais = a : b = a:b b Exemplos: 1) 2) 3)
3

18 2

2

}

= 18 : 2 = 18 : 2 = 9 = 3 = 20 : 10 = 20 : 10 = 2

20 10 15 5
3

4 = 2, 1 = 1, 9 = 3, 16 = 4 , etc., são raízes exatas são números inteiros, portanto são racionais:

= 3 15 : 3 5 = 3 15 : 5 = 3 3

2=

1,41421356..., 3 = 1,73205807..., 5 = 2,2360679775..., etc. não são raízes exatas, não são números inteiros. São números irracionais. Do mesmo modo 3 1 = 1, 3 8 = 2 , 3 27 = 3 , 3 64 = 4 ,etc., são racionais, já 3 9 = 2,080083823052.., 2,714417616595... são irracionais. Nomes: n a = b : n = índice; a = radicando
3

Exercícios. Efetuar as divisões 1)

6 3

2)

3

16 2

3

3) 2) 2 3) 2

24 6

20

=

Respostas: 1)

2

Simplificação de Radicais
= sinal Podemos simplificar radicais, extraindo parte de raízes exatas usando a propriedade com expoente do radicando. Exemplos:
n n

da raiz e b = raiz. Dois radicais são semelhantes se o índice e o radicando forem iguais.

a

simplificar índice

Exemplos:
1)

2, 3 2 , - 2 são semelhantes observe o n = 2

“raiz quadrada” pode omitir o índice, ou seja, 2 5 = 5 2) 53 7 , 3 7 , 23 7 são semelhantes

1)Simplificar 12 decompor 12 em fatores primos: 12 2 6 3 45 2 3

12 = 22 ⋅ 3 = 22 ⋅ 3 = 2 3

2

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
1 2) Simplificar 32 2 16 2 8 2 4 2 2 2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Respostas: 1)
3

32 , decompondo 32 fica:

16 4

2)

33 2 2

3)

3

18 3

EQUAÇÕES DO 2.º GRAU Definição: Denomina-se equação de 2.º grau com variável toda equação de forma: 2 ax + bx + c = 0 onde : x é variável e a,b, c ∈ R, com a ≠ 0.
Exemplos: 2 3x - 6x + 8 = 0 2 2x + 8x + 1 = 0 2 x + 0x – 16 = 0 2 - 3y - 9y+0 = 0

32 = 22 ⋅ 22 ⋅ 2 = 2 2 2 ⋅ 2 22 ⋅ 2 = 2 ⋅ 2 ⋅ 2 = 4 2
3) Simplificar 3 128 , decompondo fica: 128 2 64 2 32 2 16 2 8 2 4 2 2 2 1 fica
3 3 3 3 128 = 23 ⋅ 23 ⋅ 2 = 23 ⋅ 23 ⋅ 3 2 = 2 ⋅ 2 ⋅ 3 2 = 43 2

y -y+9 =0 2 5x + 7x - 9 = 0

2

Exercícios Simplificar os radicais:
1)

COEFICIENTE DA EQUAÇÃO DO 2.º GRAU Os números a, b, c são chamados de coeficientes da equação do 2.º grau, sendo que: 2 • a representa sempre o coeficiente do termo x . • b representa sempre o coeficiente do termo x. • c é chamado de termo independente ou termo constante.
Exemplos: 2 a)3x + 4x + 1= 0 a =3,b = 4,c = 1 2 c) – 2x –3x +1 = 0 a = –2, b = –3, c = 1 b) y + 0y + 3 = 0 a = 1,b = 0, c = 3 2 d) 7y + 3y + 0 = 0 a = 7, b = 3, c = 0
2

20

2)

50

3) 3 40 2) 5 2 3) 2. 5
3

Respostas: 1) 2 5

Racionalização de Radiciação Em uma fração quando o denominador for um radical 2 devemos racionalizá-lo. Exemplo: devemos multipli3 car o numerador e o denominador pelo mesmo radical do denominador. 2 3 2 3 2 3 2 3 ⋅ = = = 3 3 3 3⋅3 9

Exercícios Destaque os coeficientes: 2 2 1)3y + 5y + 0 = 0 2)2x – 2x + 1 = 0 2 2 3)5y –2y + 3 = 0 4) 6x + 0x +3 = 0
Respostas: 1) a =3, b = 5 e c = 0 2)a = 2, b = –2 e c = 1 3) a = 5, b = –2 e c =3 4) a = 6, b = 0 e c =3

2 3

e

2 3 são frações equivalentes. Dizemos que 3

3 é o fator racionalizante.
Exercícios Racionalizar: 1 1) 5

EQUAÇÕES COMPLETAS E INCOMPLETAS Temos uma equação completa quando coeficientes a , b e c são diferentes de zero. Exemplos:

os

2)

2 2

3)

3 2

5 Respostas: 1) 2) 2 5
2
3

6 3) 2

3x – 2x – 1= 0 2 y – 2y – 3 = 0 2 y + 2y + 5 = 0

2

São equações completas.

Outros exemplos:

2

devemos fazer:

Quando uma equação é incompleta, b = 0 ou c = 0, costuma-se escrever a equação sem termos de coeficiente nulo.

2
3

3

21

22 22

3

=

2 ⋅ 3 22
3

21 ⋅ 22

=

23 4
3

23

=

23 4 3 = 4 2

Exercícios. Racionalizar:
1)

Exemplos: 2 x – 16 = 0, b = 0 (Não está escrito o termo x) 2 x + 4x = 0, c = 0 (Não está escrito o termo independente ou termo constante) 2 x = 0, b = 0, c = 0 (Não estão escritos o termo x e termo independente)
3 3

1
3

4

2)

3
3

2

2

3)

2 3
46

FORMA NORMAL DA EQUAÇÃO DO 2.º GRAU 2 ax + bx + c = 0

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
EXERCÍCIOS Escreva as equações na forma normal: 2 2 2 2 1) 7x + 9x = 3x – 1 2) 5x – 2x = 2x + 2 2 2 Respostas: 1) 4x + 9x + 1= 0 2) 3x – 2x –2 = 0 Resolução de Equações Completas Para resolver a equação do 2.º Grau, vamos utilizar a fórmula resolutiva ou fórmula de Báscara. 2 A expressão b - 4ac, chamado discriminante de equação, é representada pela letra grega ∆ (lê-se deita).
∆ = b - 4ac logo se ∆ > 0 podemos escrever:
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
2) 2x + x – 3 = 0 2 3) 2x – 7x – 15 = 0 2 4) x +3x + 2 = 0 2 5) x – 4x +4 = 0 Respostas 1) V = { 4 , 5) −3 2) V = { 1, } 2 −3 3) V = { 5 , } 2 4) V = { –1 , –2 } 5) V = {2}
2

x=

−b± ∆ 2a

RESUMO NA RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DO 2.º GRAU COMPLETA PODEMOS USAR AS DUAS FORMAS: 2 ou ∆ = b - 4ac 2

EQUAÇÃO DO 2.º GRAU INCOMPLETA Estudaremos a resolução das equações incompletas 2 do 2.º grau no conjunto R. Equação da forma: ax + bx = 0 onde c = 0
Exemplo: 2 2x – 7x = 0 Colocando-se o fator x em evidência (menor expoente) x . (2x – 7) = 0 x=0 2x – 7 = 0

x=

−b ± b − 4 a c 2a

x=

−b± ∆ 2a

Exemplos: 2 a) 2x + 7x + 3 = 0

ou

⇒ x=

a = 2, b =7, c = 3 2 − (+ 7 ) ± (7 ) − 4 ⋅ 2 ⋅ 3 − b ± b2 − 4 a c x= ⇒ x= 2⋅2 2a

7 2

Os números reais 0 e S={0;

7 são as raízes da equação 2

− (+ 7 ) ± 49 − 24 − (+ 7 ) ± 25 ⇒x = 4 4 − (+ 7 ) ± 5 −7 + 5 -2 -1 x= ⇒x'= = = 4 4 4 2 −7 − 5 -12 x"= = =-3 4 4 −1  S =  , - 3 2 
x=
ou 2 b) 2x +7x + 3 = 0 a = 2, b = 7, c = 3 2 ∆ = b – 4.a. c 2 ∆ =7 – 4 . 2 . 3 ∆ = 49 – 24 ∆ = 25 − (+ 7 ) ± 25 − (+ 7 ) ± 5 x= ⇒x = 4 4 −7 + 5 -2 -1 ⇒ ‘x'= = = 4 4 2 −7 − 5 -12 x"= = =-3 4 4 −1  S =  , - 3 2  

7 ) 2 2 Equação da forma: ax + c = 0, onde b = 0
Exemplos 2 a) x – 81 = 0 2 x = 81→transportando-se o termo independente para o 2.º termo.
x = ± 81 →pela relação fundamental. x=±9 S = { 9; – 9 } b) x +25 = 0 2 x = –25 x = ±
2

− 25 ,

− 25 não representa número real,

isto é − 25 ∉ R a equação dada não tem raízes em IR. S=φ ou S = { } c) e 9x – 81= 0 2 9x = 81 81 2 x = 9 2 x = 9
2

x= ± 9 x=±3 S = { ±3} Equação da forma: ax = 0 onde b = 0, c = 0 A equação incompleta ax = 0 admite uma única solução x = 0. Exemplo: 2 3x = 0

Observação: fica ao SEU CRITÉRIO A ESCOLHA DA FORMULA.

EXERCÍCIOS Resolva as equações do 2.º grau completa: 2 1) x – 9x +20 = 0

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APOSTILAS OPÇÃO
x x
2

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S=x'+x"= − b a P = x '⋅x " = c a

2 2

0 3 =0
=

x = + 0 S={0} Exercícios 2 1) 4x – 16 = 0 2 2) 5x – 125 = 0 2 3) 3x + 75x = 0

• Representamos o Produto pôr P Respostas: 1) V = { –2, + 2} 2) V = { –5, +5} 3) V = { 0, –25}

Relações entre coeficiente e raízes
Seja a equação ax + bx + c = 0 ( a ≠ 0), sejam x’ e x” as raízes dessa equação existem x’ e x” reais dos coeficientes a, b, c. −b+ ∆ −b− ∆ x'= e x"= 2a 2a
2

Exemplos: 2 1) 9x – 72x +45 = 0 a = 9, b = –72, c = 45. (-72) = 72 = 8 b S=x'+x"= − =a 9 9 c 45 P = x '⋅ x " = = =5 a 9 2) 3x +21x – 24= 0 a = 3, b = 21,c = –24 (21) = - 21 = −7 b S=x'+x"= − =a 3 3 c + (- 24 ) − 24 P = x '⋅x " = = = = −8 a 3 3 a = 4, b = 0, (equação incompleta) 3) 4x – 16 = 0 c = –16 b 0 S = x ' + x "= − = = 0 a 4 c + (- 16 ) − 16 P = x '⋅ x " = = = = −4 a 4 4 a = a+1 2 4) ( a+1) x – ( a + 1) x + 2a+ 2 = 0 b = – (a+ 1) c = 2a+2 [- (a + 1)] = a + 1 = 1 b S=x'+x"= − =a a +1 a +1 c 2a + 2 2(a + 1) P = x'⋅x " = = = =2 a a +1 a +1 Se a = 1 essas relações podem ser escritas: b x'+x"= − x ' + x " = −b 1 c x'⋅x "= x '⋅ x "=c 1 a = 1, b =–7, c = 2 (- 7) = 7 b S=x'+x"= − =a 1 c 2 P = x'⋅x " = = = 2 a 1 EXERCÍCIOS Calcule a Soma e Produto 2 1) 2x – 12x + 6 = 0 2 2) x – (a + b)x + ab = 0 2 3) ax + 3ax–- 1 = 0 2 4) x + 3x – 2 = 0
2 2

RELAÇÃO: SOMA DAS RAÍZES

−b+ ∆ −b − ∆ x'+ x"= + ⇒ 2a 2a
x'+x"=

−b+ ∆ −b− ∆ 2a −2b b x'+x"= ⇒ x'+ x"= − 2a a

Daí a soma das raízes é igual a -b/a ou seja, x’+ x” = -b/a b Relação da soma: x ' + x " = − a

RELAÇÃO: PRODUTO DAS RAÍZES

x'⋅ x "= x'⋅x "=

(− b + ∆ )⋅ (− b − ∆ )
4a2

−b+ ∆ −b− ∆ ⋅ ⇒ 2a 2a

 − b2  − ∆ 2    x'⋅x "=  ⇒ ∆ = b2 − 4 ⋅ a ⋅ c ⇒ 2 4a 2  b2 −   b − 4ac    x '⋅ x " = 4a2 ⇒

( )

Exemplo: 2 x –7x+2 = 0

x'⋅x "= x'⋅x "=

b2 − b2 + 4ac 4a2 4ac 4a2

⇒ c a c ou seja: a

⇒ x '⋅x " =

Daí o produto das raízes é igual a

c x '⋅ x " = ( Relação de produto) a
Sua Representação: • Representamos a Soma por S

Respostas: 1) S = 6 e P = 3 2) S = (a + b) e P = ab −1 3) S = –3 e P = a 4) S = –3 e P = –2

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APOSTILAS OPÇÃO
APLICAÇÕES DAS RELAÇÕES 2 Se considerarmos a = 1, a expressão procurada é x + bx + c: pelas relações entre coeficientes e raízes temos: x’ + x”= –b b = – ( x’ + x”) x’ . x” = c c = x’ . x”
Daí temos: x + bx + c = 0
2

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RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
Um problema de 2.º grau pode ser resolvido por meio de uma equação ou de um sistema de equações do 2.º grau. Para resolver um problema do segundo grau deve-se seguir três etapas: • Estabelecer a equação ou sistema de equações correspondente ao problema (traduzir matematicamente), o enunciado do problema para linguagem simbólica. • Resolver a equação ou sistema • Interpretar as raízes ou solução encontradas

REPRESENTAÇÃO Representando a soma x’ + x” = S Representando o produto x’ . x” = P 2 E TEMOS A EQUAÇÃO: x – Sx + P = 0 Exemplos: a) raízes 3 e – 4 S = x’+ x” = 3 + (-4) =3 – 4 = –1 P = x’ .x” = 3 . (–4) = –12 x – Sx + P = 0 2 x + x – 12 = 0
b) 0,2 e 0,3 S = x’+ x” =0,2 + 0,3 = 0,5 P = x . x =0,2 . 0,3 = 0,06 2 x – Sx + P = 0 2 x – 0,5x + 0,06 = 0 c)

Exemplo: Qual é o número cuja soma de seu quadrado com seu dobro é igual a 15? número procurado : x 2 equação: x + 2x = 15
Resolução: 2 x + 2x –15 = 0 2 2 ∆ =b – 4ac ∆ = (2) – 4 .1.(–15) ∆ = 64 − 2 ± 64 −2 ± 8 x= x= 2 ⋅1 2 −2 + 8 6 x'= = =3 2 2 −2 − 8 −10 x"= = = −5 2 2 Os números são 3 e – 5.

∆ = 4 + 60

5 e 2

3 4

5 3 10 + 3 13 + = = 2 4 4 4 5 3 15 . = P=x.x= 2 4 8 2 x – Sx + P = 0 13 15 2 x – x+ =0 4 8
S = x’+ x” = d) 4 e – 4 S = x’ +x” = 4 + (–4) = 4 – 4 = 0 P = x’ . x” = 4 . (–4) = –16 2 x – Sx + P = 0 2 x –16 = 0

Verificação: 2 x + 2x –15 = 0 2 (3) + 2 (3) – 15 = 0 9 + 6 – 15 = 0 0=0 (V) S = { 3 , –5 }

x + 2x –15 = 0 2 (–5) + 2 (–5) – 15 = 0 25 – 10 – 15 = 0 0=0 (V)

2

RESOLVA OS PROBLEMAS DO 2.º GRAU:
1) O quadrado de um número adicionado com o quádruplo do mesmo número é igual a 32. 2) A soma entre o quadrado e o triplo de um mesmo número é igual a 10. Determine esse número. 3) O triplo do quadrado de um número mais o próprio número é igual a 30. Determine esse numero. 4) A soma do quadrado de um número com seu quíntuplo é igual a 8 vezes esse número, determine-o.

Exercícios Componha a equação do 2.º grau cujas raízes são: −4 1) 3 e 2 2) 6 e –5 3) 2 e 5
4) 3 +

5e3–

5

5) 6 e 0

Respostas: 2 2 1) x – 5x+6= 0 2) x – x – 30 = 0 −6 x 8 2 3)x – – =0 5 5 2 2 4) x – 6x + 4 = 0 5) x – 6x = 0

Respostas: 1) 4 e – 8 3) −10 3 e 3

2) – 5 e 2 4) 0 e 3

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SISTEMA DE EQUAÇÕES DO 2° GRAU Como resolver Para resolver sistemas de equações do 2º grau, é importante dominar as técnicas de resolução de sistema de 1º grau: método da adição e método da substituição.
Imagine o seguinte problema: dois irmãos possuem idades cuja soma é 10 e a multiplicação 16. Qual a idade de cada irmão? Equacionando:

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Substituindo em I:

As idades dos dois irmãos são, respectivamente, de 2 e 8 anos. Testando: a multiplicação de 2 X 8 = 16 e a soma 2 + 8 = 10.

Outro exemplo Encontre dois números cuja diferença seja 5 e a soma dos quadrados seja 13.
Pela primeira equação, que vamos chamar de I:

Substituindo na segunda:

Da primeira, que vamos chamar de II:

Logo:

Aplicando na segunda:

Usando a fórmula:

De Produtos notáveis: Logo

Dividindo por 2:

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x² + y² = 20 (6 – y)² + y² = 20 (6)² – 2 * 6 * y + (y)² + y² = 20 36 – 12y + y² + y² – 20 = 0 16 – 12y + 2y² = 0 2y² – 12y + 16 = 0 (dividir todos os membros da equação por 2) y² – 6y + 8 = 0

Logo:

∆ = b² – 4ac ∆ = (–6)² – 4 * 1 * 8 ∆ = 36 – 32 ∆=4
a = 1, b = –6 e c = 8

Substituindo em II:

Substituindo em II:

Determinando os valores de x em relação aos valores de y obtidos: Para y = 4, temos: x=6–y x=6–4 x=2

Par ordenado (2; 4)
Os números são 3 e - 2 ou 2 e - 3. Para y = 2, temos: x=6–y x=6–2 x=4

Os sistemas a seguir envolverão equações do 1º e do 2º grau, lembrando de que suas representações gráficas constituem uma reta e uma parábola, respectivamente. Resolver um sistema envolvendo equações desse modelo requer conhecimentos do método da substituição de termos. Observe as resoluções comentadas a seguir:

Par ordenado (4; 2) S = {(2: 4) e (4; 2)} Exemplo 2

Exemplo 1

Isolando x ou y na 2ª equação do sistema: x+y=6 x=6–y Substituindo o valor de x na 1ª equação:

Isolando x ou y na 2ª equação: x – y = –3 x=y–3 Substituindo o valor de x na 1ª equação: x² + 2y² = 18 51

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(y – 3)² + 2y² = 18 y² – 6y + 9 + 2y² – 18 = 0 3y² – 6y – 9 = 0 (dividir todos os membros da equação por 3) y² – 2y – 3 = 0

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funções: a)

∆ = b² – 4ac ∆ = (–2)² – 4 * 1 * (–3) ∆ = 4 + 12 ∆ = 16
a = 1, b = –2 e c = –3

Esta relação é uma função de A em B, pois associa a todo elemento de A um único elemento de B. b)

Esta relação não é uma função de A em B, pois associa a x1 Є A dois elementos de B : y1 e y2. c)

Determinando os valores de x em relação aos valores de y obtidos: Para y = 3, temos: x=y–3 x=3–3 x=0 Esta relação é uma função de A em B, pois associa todo elemento de A um único elemento de B. d)

Par ordenado (0; 3)
Para y = –1, temos: x=y–3 x = –1 –3 x = –4

Par ordenado (–4; –1) S = {(0; 3) e (–4; –1)}

Esta relação não é uma função de A em B, pois não associa a x2 Є A nenhum elemento de B. e)

FUNÇÕES E EQUAÇÕES LINEARES, QUADRÁTICAS, EXPONENCIAIS, LOGARÍTMICAS E TRIGONOMÉTRICAS; POLINÔMIOS E EQUAÇÕES.
DEFINICÂO Consideremos uma relação de um conjunto A em um conjunto B. Esta relação será chamada de função ou aplicação quando associar a todo elemento de A um único elemento de B.
Exemplos: Consideremos algumas relações, esquematizadas com diagramas de Euler-Venn, e vejamos quais são

Esta relação é uma função de A em B, pois associa todo elemento de A um único elemento de B. f)

Esta relação é uma função de A em B, pois associa todo elemento de A um único elemento de B. 52

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APOSTILAS OPÇÃO
Observações: a) Notemos que a definição de função não permite que fique nenhum elemento "solitário" no domínio (é o caso de x2, no exemplo d); permite, no entanto, que fiquem elementos "solitários" no contradomínio (são os casos de y2, no exemplo e, e de y3, no exemplo f ) . b) Notemos ainda que a definição de função não permite que nenhum elemento do domínio "lance mais do que uma flecha" (é o caso de x1, no exemplo b); permite, no entanto, que elementos do contradomínio "levem mais do que uma flechada" (são os casos dos elementos y1, nos exemplos c e f ). NOTAÇÃO Considere a função seguinte, dada pelo diagrama Euler-Venn:

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indicado com a notação D ( f ). O conjunto B denomina-se CONTRADOMINIO de f e pode ser indicado com a notação CD ( f ). O conjunto de todos os elementos de B que são imagem de algum elemento de A denomina-se conjuntoimagem de f e indica-se Im ( f ). No nosso exemplo acima temos: ⇒ D ( f ) = { 2, 3, 4 } D(f)=A CD ( f ) = B ⇒ CD ( f ) = { 4, 5, 6, 7, 8 } Im ( f ) = { 4, 5, 6 }.

TIPOS FUNDAMENTAIS DE FUNÇÕES FUNCÀO INJETORA Uma função f definida de A em B é injetora quando cada elemento de B , é imagem de um único elemento de A.
Exemplo:

Esta função será denotada com f e as associações que nela ocorrem serão denotadas da seguinte forma: y2 = f ( x 1): indica que y2 é a imagem de x1 pela f y2 = f ( x 2): indica que y2 é a imagem de x2 pela f y3 = f ( x 3): indica que y3 é a imagem de x3 pela f O conjunto formado pelos elementos de B, que são imagens dos elementos de A, pela f, é denominado conjunto imagem de A pela f, e é indicado por Im (f) . No exemplo deste item, temos: A = {x1, x2, x3 } é o domínio de função f. B = {y1, y2, y3 } é o contradomínio de função f. Im ( f ) = { y2, y3 } é o conjunto imagem de A pela f.

FUNÇÃO SOBREJETORA Uma função f definida de A em B é sobrejetora se todas os elementos de B são imagens, ou seja: Im ( f ) = B
Exemplo:

DOMÍNIO, CONTRADOMINIO E IMAGEM DE UMA FUNCÃO Consideremos os conjuntos: A = { 2, 3, 4 } B = { 4, 5, 6, 7, 8 } e f(x) = x+2
f(2)=2+2=4 f(3)=3+2=5 f(4)=4+2=6 Graficamente teremos: A = D( f ) Domínio B = CD( f ) contradomínio

Im ( f ) = { 3, 5 } = B

FUNCÃO BIJETORA Uma função f definida de A em B, quando injetora e sobrejetora ao mesmo tempo, recebe o nome de função bijetora.
Exemplo: é sobrejetora ⇒ Im(f) = B é injetora - cada elemento da imagem em B tem um único correspondente em A.

Como essa função é injetora e sobrejetora, dizemos que é bijetora. O conjunto A denomina-se DOMINIO de f e pode ser

FUNÇÃO INVERSA Seja f uma função bijetora definida de A em B, com
53

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x Є A e y Є B, sendo (x, y) Є f. Chamaremos de fun-1 ção inversa de f, e indicaremos por f , o conjunto dos pa-1 res ordenados (y, x) Є f com y Є B e x Є A. Exemplo: Achar a função inversa de y = 2x

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f ( –1 ) = 2 . ( –1 ) –1 = –3 f ( 0 ) = 2 . 0 – 1 = –1 f(1)=2. 1 –1=1 f(2)=2. 2 –1=3 f(3)=2. 3 –1=5 x –1 0 1 2 3 y –3 –1 1 3 5 ponto ( –1, –3) ( 0, –1) ( 1, 1) ( 2, 3) ( 3, 5)

Solução: a) Troquemos x por y e y por x ; teremos: x = 2y
b) Expressemos o novo y em função do novo x ; x x teremos y = e então: f −1( x ) = 2 2

GRÁFICOS SISTEMA CARTESIANO ORTOGONAL Como já vimos, o sistema cartesiano ortogonal é composto por dois eixos perpendiculares com origem comum e uma unidade de medida.
Os pontos A, B, C, D e E formam o gráfico da função.

OBSERVAÇÃO Se tivermos para o domínio o intervalo [–1,3], teremos para gráfico de f(x) = 2x – 1 um segmento de reta com infinitos pontos).

-

-

No eixo horizontal, chamado eixo das abscissas, representamos os primeiros elementos do par ordenado de números reais. No eixo vertical, chamado eixo das ordenadas, representamos os segundos elementos do par ordenado de números reais.

Vale observar que: A todo par ordenado de números reais corresponde um e um só ponto do plano, e a cada ponto corresponde um e um só par ordenado de números reais.
Vamos construir gráficos de funções definidas por leis y = f (x) com x Є IR . Para isso: 1º) Construímos uma tabela onde aparecem os valores de x e os correspondentes valores de y, do seguindo modo: a) atribuímos a x uma série de valores do domínio, b) calculamos para cada valor de x o correspondente valor de y através da lei de formação y = f ( x ); 2º) Cada par ordenado (x,y), onde o 1º elemento é a variável independente e o 2º elemento é a variável dependente, obtido na tabela, determina um ponto do plano no sistema de eixos. 3º) 0 conjunto de todos os pontos (x,y), com x Є D(f) formam o gráfico da função f (x). Exemplo: Construa o gráfico de f( x ) = 2x – 1 onde D = { –1, 0, 1, 2 , 3 }

Se tivermos como domínio o conjunto IR, teremos para o gráfico de f(x) = 2x – 1 uma reta.

ANÁLISE DE GRÁFICOS Através do gráfico de uma função podemos obter informações importantes o respeito do seu comportamento, tais como: crescimento, decrescimento, domínio, imagem, valores máximos e mínimos, e, ainda, quando a função é positiva ou negativa etc. 3x 1 Assim, dada a função real f(x) = + e o seu gráfi5 5 co, podemos analisar o seu comportamento do seguinte modo:

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interceptado num único ponto, o que não acontece com b) e c ).

FUNÇÂO CRESCENTE Consideremos a função y = 2x definida de IR em IR. Atribuindo-se valores para x, obtemos valores correspondentes para y e os representamos no plano cartesiano:

ZERO DA FUNÇÃO: 3x 1 1 f(x)= 0 ⇒ + =0 ⇒ x = − 5 5 3 • Graficamente, o zero da função é a abscissa do ponto de intersecção do gráfico com o eixo x. • • DOMÍNIO: projetando o gráfico sobre o eixo x : D ( f ) = [ –2, 3 ] IMAGEM: projetando o gráfico sobre o eixo y : Im ( f ) = [ –1, 2 ] Observe que a medida que os valores de x aumentam, os valores de y também aumentam; neste caso dizemos que a função é crescente.

observe, por exemplo, que para: – 2 < 3 temos f (–2) < f ( 3 ) –1 2 portanto dizemos que f é crescente. • SINAIS:

FUNÇÃO DECRESCENTE Consideremos a função y = –2x definida de IR em IR.
Atribuindo-se valores para x, obteremos valores correspondentes para y e os representamos no plano cartesiano.

x Є [ –2, – xЄ ]– • •

1 [ ⇒ f(x)<0 3

1 ,3] ⇒ f(x)>0 3 VALOR MÍNIMO: –1 é o menor valor assumido por y = f ( x ) , Ymín = – 1 VALOR MÁXIMO: 2 é o maior valor assumido por y = f ( x ) , Ymáx = 2

TÉCNICA PARA RECONHECER SE UM GRÁFICO REPRESENTA OU NÃO UMA FUNÇAO Para reconhecermos se o gráfico de uma relação representa ou não uma função, aplicamos a seguinte técnica:
Traçamos várias retas paralelas ao eixo y ; se o gráfico da relação for interceptado em um único ponto, então o gráfico representa uma função. Caso contrário não representa uma função. Exemplos:

Note que a medida que as valores de x aumentam, os valores de y diminuem; neste caso dizemos que a função é decrescente.

FUNÇÃO CONSTANTE É toda função de IR em IR definida por f(x)= c (c = constante)
Exemplos: a) f(x) = 5 c) f(x) = b) f(x) = –2

3

d) f(x) = ½

Seu gráfico é uma reta paralela ao eixo x , passando pelo ponto (0, c).

O gráfico a) representa uma função, pois qualquer que seja a reta traçada paralelamente a y, o gráfico é

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Exemplos: 2 a) f(x) = 3x + 5x + 2 2 b) f(x) = x – 2x 2 c) f(x) = –2x + 3 2 d) f(x) = x

FUNÇÃO IDENTIDADE É a função de lR em lR definida por f(x) = x x y=f(x)=x –2 –2 –1 –1 0 0 1 1 2 2
Observe que seu gráfico é uma reta que contém as bissetrizes do 1º e 3º quadrantes. D = IR CD = IR lm = IR

Seu gráfico e uma parábola que terá concavidade voltada "para cima" se a > 0 ou voltada "para baixo" se a < 0. Exemplos: 2 f ( x ) = x – 6x + 8 (a = 1 > 0) concavidade p/ cima

FUNÇÃO AFIM É toda função f de IR em IR definida por f (x) = ax + b (a, b reais e a ≠ 0)
Exemplos: a) f(x) = 2x –1 c) f(x) = 5x b) f(x) = 2 – x f ( x ) = – x + 6x – 8 (a = –1 < 0) concavidade p/ baixo
2

Observações 1) quando b = 0 a função recebe o nome de função linear. 2) o domínio de uma função afim é IR: D(f) = IR 3) seu conjunto imagem é IR: lm(f) = IR 4) seu gráfico é uma reta do plano cartesiano.

FUNÇÃO COMPOSTA Dadas as funções f e g de IR em IR definidas por 2 f ( x ) = 3x e g(x)=x temos que: f(1)=3.1=3 f(2)=3.2=6 f ( a ) = 3 . a = 3 a (a Є lR) f ( g ) = 3 . g = 3 g (g Є lR)

FUNÇÃO MODULAR Consideremos uma função f de IR em IR tal que, para todo x Є lR, tenhamos f ( x ) = | x | onde o símbolo | x | que se lê módulo de x, significa:

f [ g( x ) ] = 3.g( x ) g( x )= x
2

x =

x, se - x, se

x ≥0 x<0

⇒ f [ g ( x ) ] = 3x 2

esta função será chamada de função modular. Gráfico da função modular:

função composta de f e g Esquematicamente:

Símbolo: f o g lê-se

"f composto g" - (f o g) ( x ) = f [ g ( x)]

FUNÇÃO QUADRÁTICA É toda função f de IR em IR definida por 2 f(x) = ax + bx + c (a, b ,c reais e a ≠ 0 )

FUNÇÃO PAR E FUNÇÃO ÍMPAR Uma função f de A em B diz-se função par se, para todo x Є A, tivermos f (x ) = f ( –x ).
Uma função f de A em B diz-se uma função ímpar se, para todo x Є R, tivermos f( –x ) = – f (x). 56

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Decorre das definições dadas que o gráfico de uma função par é simétrico em relação ao eixo y e o gráfico de uma função ímpar é simétrico em relação ao ponto origem.

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função par: f( x ) = f ( – x )

unção ímpar: f( –x ) = – f (x)

EXERCICIOS 01) Das funções de A em B seguintes, esquematizadas com diagramas de Euler-Venn, dizer se elas são ou não sobrejetoras, injetoras, bijetoras. a) b)
Respostas: 1) D ( f ) = 2) D ( f ) = 3) D ( f ) = 4) D ( f ) = 5) D ( f ) = 6) D ( f ) = ] –3, 3 ] e lm ( f ) = ] –1, 2 ] [ –4, 3 [ e lm ( f ) = [ –2, 3 [ ] –3, 3 [ e lm ( f ) = ] 1, 3 [ [ –5, 5 [ e lm ( f ) = [ –3, 4 [ [ –4, 5 ] e lm ( f ) = [ –2, 3 ] [ 0, 6 [ e lm ( f ) = [ 0, 4[

c)

d)

03) Observar os gráficos abaixo, e dizer se as funções são crescentes ou decrescentes e escrever os intervalos correspondentes:

RESPOSTAS a) Não é sobrejetora, pois y1, y3, y4 Є B não estão associados a elemento algum do domínio: não é injetora, pois y2 Є B é imagem de x1, x2, x3, x4 Є A: logo, por dupla razão, não é bijetora. b) É sobrejetora, pois todos os elementos de B (no caso há apenas y1) são imagens de elementos de A; não é injetora, pois y1 Є B é imagem de x1, x2, x3, x4 Є A, logo, por não ser injetora, embora seja sobrejetora, não é bijetora. c) Não é sobrejetora, pois y1, y2, y4 Є B não estão associados a elemento algum do domínio; é injetora, pois nenhum elemento de B é imagem do que mais de um elemento de A; logo, por não ser sobrejetora, embora seja injetora, não é bijetora. d) É sobrejetora, pois todos os elementos de B (no caso há apenas y1) são imagens de elementos de A; é injetora, pois o único elemento de B é imagem de um único elemento de A; logo, por ser simultaneamente sobrejetora e injetora, é bijetora.
2) Dê o domínio e a imagem dos seguintes gráficos: RESPOSTAS 1) crescente: [ –3, 2] decrescente: [ 2, 5 ] crescente: [ 5, 8 ] 2) crescente: [ 0, 3] decrescente: [ 3, 5 ] crescente: [5, 8 ] 3) decrescente

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4) 5) 6) 7) 8) crescente decrescente: ] – ∞ , 1] crescente: [ 1, + ∞ [ crescente: ] – ∞ , 1] decrescente: [ 1, + ∞ [ crescente decrescente seguintes

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• • • • f ( x ) é decrescente em ] –

2 3 2 3 , [ 3 3

04) Determine a função inversa das funções: a) y = 3x b) y = x – 2 x −5 3 c) y = x d) y = 3 RESPOSTAS x b) y = x + 2 a) y = 3 c) y = 3 x d) y = 3x + 5
2

Domínio → D(f) = lR Imagem → Im(f) = lR Sinais: x Є ] – ∞ , –2 [ ⇒ f ( x ) < 0 x Є ] – 2, 0 [ ⇒ f ( x ) > 0 x Є ] 0, 2 [ ⇒ f ( x ) < 0 x Є ] 2, + ∞ [ ⇒ f ( x ) > 0

FUNÇÃO DO 1º GRAU
FUNCÃO LINEAR Uma função f de lR em lR chama-se linear quando é definida pela equação do 1º grau com duas variáveis y = ax , com a Є lR e a ≠ 0.
2

05) Analise a função f ( x ) = x – 2x – 3 ou y = x –2x – 3 cujo gráfico é dado por:

Exemplos: f definida pela equação y = 2x onde f : x → 2x f definida pela equação y = –3x onde f : x → –3x

GRÁFICO Num sistema de coordenadas cartesianas podemos construir o gráfico de uma função linear.
Para isso, vamos atribuir valores arbitrários para x (que pertençam ao domínio da função) e obteremos valores correspondentes para y (que são as imagens dos valores de x pela função). A seguir, representamos num sistema de coordenadas cartesianas os pontos (x, y) onde x é a abscissa e y é a ordenada. Vejamos alguns exemplos: Construir, num sistema cartesiano de coordenadas cartesianas, o gráfico da função linear definida pela equação: y = 2x. x=1 →y=2.(1)=2 x = –1 → y = 2 . ( –1 ) = –2 x=2 → y=2.(2)=4 x = – 3 → y = 2 . ( –3 ) = – 6 x 1 –1 2 –3 y 2 –2 4 –6

• • • • • • •

Zero da função: x = –1 e x = 3 f ( x ) é crescente em ] 1, + ∞ [ f ( x ) e decrescente em ] – ∞ , 1[ Domínio → D(f) = IR Imagem → Im(f) = [ –4, + ∞ [ Valor mínimo → ymín = – 4 Sinais: x Є ] – ∞ , –1[ ⇒ f ( x ) > 0 x Є ] 3, + ∞ [ ⇒ f ( x ) > 0 x Є [ – 1, 3 [ ⇒ f ( x ) < 0 3 06) Analise a função y = x – 4x cujo gráfico é dado por:

→ → → →

A ( 1, 2) B (–1, –2) C ( 2, 4) D ( –3, –6)

• •

RESPOSTAS Zero da função: x = – 2; x = 0; x = 2 f (x) é crescente em ]– ∞ ,–

2 3 2 3 [ e em ] , +∞ [ 3 3

O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D, ..:... chamase gráfico da função linear y = 2x.

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Outro exemplo: Construir, num sistema de coordenadas cartesianas, o gráfico da função linear definida pela equação y = –3x. x = 1 → y = – 3 . (1) = – 3 x = –1 → y = –3 . (–1) = 3 x = 2 → y = –3 . ( 2) = – 6 x = –2 → y = –3 . (–2) = 6 x 1 –1 2 –2 y –3 3 –6 6

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Solução: x=0 x=1 x = –1 x=2 x = –3 x 0 1 –1 2 –3 → → → → → y –1 0 –2 1 –4 y=0 –1=–1 y=1–1 =0 y = –1 – 1 = –2 y=2 –1=1 y = –3 – 1 = –4 → pontos ( x , y) → A ( 0, –1) → B ( 1, 0 ) → C ( –1, –2) → D ( 2, 1 ) → E ( –3, –4)

→ A ( 1,– 3) → B ( –1, 3) → C ( 2, – 6) → D ( –2, 6)

O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D, E,... chamase gráfico da função afim y = x – 1. O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D , ...... chama-se gráfico da função linear y = –3x. Outro exemplo: Construir o gráfico da função y = –2x + 1. Solução: x=0 → x=1 → x = –1 → x=2 → x = –2 → x 0 1 –1 2 –2 Gráfico y = –2. (0) + 1 = 0 + 1 = 1 y = –2. (1) + 1 = –2 + 1 = –1 y = –2. (–1) +1 = 2 + 1 = 3 y = –2. (2) + 1 = –4 + 1 = –3 y = –2. (–2)+ 1 = 4 + 1 = 5 y 1 –1 3 –3 5 → pontos ( x , y) → A ( 0, 1) → B ( 1, –1) → C ( –1, 3) → D ( 2, –3) → E ( –2, 5)

Conclusão: O gráfico de uma função linear é a reta suporte dos infinitos pontos A, B, C, D, .... e que passa pelo ponto origem O. Observação Como uma reta é sempre determinada por dois pontos, basta representarmos dois pontos A e B para obtermos o gráfico de uma função linear num sistema de coordenadas cartesianas. FUNÇÃO AFIM Uma função f de lR em lR chama-se afim quando é definida pela equação do 1º grau com duas variáveis y = ax + b com a,b Є IR e a ≠ 0.
Exemplos: f definida pela equação y = x +2 onde f : x → x + 2 f definida pela equação y = 3x –1onde f : x → 3x – 1 A função linear é caso particular da função afim, quando b = 0.

GRÁFICO Para construirmos o gráfico de uma função afim, num sistema de coordenadas cartesianas, vamos proceder do mesmo modo como fizemos na função linear.
Assim, vejamos alguns exemplos, com b ≠ 0. Construir o gráfico da função y = x – 1

FUNÇÃO DO 1º GRAU As funções linear e afim são chamadas, de modo geral, funções do 1º grau.
59

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Assim são funções do primeiro grau: f definida pela equação y = 3x f definida pela equação y = x + 4 f definida pela equação y = – x f definida pela equação y = – 4x + 1

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do gráfico dessa função. ⇒ y = 1; logo (1, 1) é um ponto x = 1 ⇒ f ( 1) = 1 do gráfico dessa função. x = –1 ⇒ f (–1) = – 1 ⇒ y = –1; logo (–1,–1) é um ponto gráfico dessa função. Usando estes pontos, como apoio, concluímos que o gráfico da função identidade é uma reta, que é a bissetriz dos primeiro e terceiro quadrantes.

FUNÇÃO CONSTANTE Consideremos uma função f de IR em IR tal que, para todo x Є lR, tenhamos f(x) = c, onde c Є lR; esta função será chamada de função constante.
O gráfico da função constante é uma reta paralela ou coincidente com o eixo x ; podemos ter três casos: a) c > 0 b) c = 0 c) c < 0

Observações: Na função constante, f ( x ) = c ; o conjunto imagem é unitário. A função constante não é sobrejetora, não é injetora e não é bijetora; e, em consequência disto, ela não admite inversa. Exemplo: Consideremos a função y = 3, na qual a = 0 e b = 3 Atribuindo valores para x Є lR determinamos y Є lR xЄR y=0.X+3 y Є lR (x, y) –3 y = 0 .(–3)+ 3 y = 3 (–3, 3) –2 y = 0. (–2) + 3 y = 3 (–2, 3) –1 y = 0. (–1) + 3 y = 3 (–1, 3) 0 y = 0. 0 + 3 y=3 ( 0, 3) 1 y = 0. 1 + 3 y=3 (1 , 3) 2 y = 0. 2 + 3 y=3 ( 2, 3) Você deve ter percebido que qualquer que seja o valor atribuído a x, y será sempre igual a 3. Representação gráfica:

VARIAÇÃO DO SINAL DA FUNÇÃO LINEAR A variação do sinal da função linear y = ax + b é fornecida pelo sinal dos valores que y adquire, quando atribuímos valores para x. 1º CASO: a > 0 Consideremos a função y = 2x – 4, onde a = 2 e b= – 4.
Observando o gráfico podemos afirmar:

a) para x = 2 obtém-se y = 0 b) para x > 2 obtém-se para y valores positivos, isto é, y > 0. c) para x < 2 obtém-se para y valores negativos, isto é, y < 0. Resumindo:

∀ x ∈ lR | x > 2 ∀ x ∈ lR | x < 2 ∀ x ∈ lR | x = 2
Esquematizando: Toda função linear, onde a = 0, recebe o nome de função constante.

⇒ y>0 ⇒ y<0 ⇒ y=0

FUNÇÃO IDENTIDADE Consideremos a função f de IR em IR tal que, para todo x Є R, tenhamos f(x) = x; esta função será chamada função identidade.
Observemos algumas determinações de imagens na função identidade. x = 0 ⇒ f ( 0 ) = 0 ⇒ y = 0; logo, (0, 0) é um ponto

2º CASO: a < 0 Consideremos a função y = –2x + 6, onde a = – 2 e b = 6.

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02) Verificar quais dos gráficos abaixo representam funções:

Observando o gráfico podemos afirmar: a) para x = 3 obtém-se y = 0 b) para x > 3 obtêm-se para y valores negativos, isto é, y < 0. c) para x < 3 obtêm-se para y valores positivos, isto é, y > 0. Resumindo:

Resposta: Somente o gráfico 3 não é função, porque existe x com mais de uma imagem y, ou seja, traçando-se uma reta paralela ao eixo y, ela pode Interceptar a curva em mais de um ponto. Ou seja: Os pontos P e Q têm a mesma abscissa, o que não satisfaz a definição de função.

∀ x ∈ lR | x > 3 ∀ x ∈ lR | x < 3 ∃ x ∈ lR | x = 3
Esquematizando:

⇒ y<0 ⇒ y>0 ⇒ y=0

De um modo geral podemos utilizar a seguinte técnica para o estudo da variação do sinal da função linear:

3) Estudar o sinal da função y = 2x – 6 Solução a = +2 (sinal de a) b=–6 y tem o mesmo sinal de a quando x assume valores maiores que a raiz. y tem sinal contrário ao de a quando x assume valores menores que a raiz. a) Determinação da raiz: y = 2x – 6 = 0 ⇒ 2x = 6 ⇒ x = 3 Portanto, y = 0 para x = 3. b) Determinação do sinal de y: Se x > 3 , então y > 0 (mesmo sinal de a) Se x < 3 , então y < 0 (sinal contrário de a)

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01) Determine o domínio das funções definidas por: 2 a) f ( x ) = x + 1

x3 + 1 x−4 x −1 c) f ( x ) = x−2
b) f ( x ) = Solução: a) Para todo x real as operações indicadas na fórmula são possíveis e geram como resultado um número real dai: D ( f ) = IR b) Para que as operações indicadas na fórmula sejam possíveis, deve-se ter: x – 4 ≠ 0, isto é, x ≠ 4. D ( f ) = { x Є lR | x ≠ 4} c) Devemos ter: x –1 ≥ 0 e x–2 ≠0 x ≥ 1 x ≠2 e daí: D ( f ) = { x Є lR | x ≥ 1 e x ≠ 2 }

04) Estudar o sinal da fundão y = –3x + 5 Solução: a = –3 (sinal de a) b=+5 a) Determinação da raiz: y = –3x + 5 = 0

⇒ –3x = – 5

⇒ x=

5 3

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Portanto, y = 0 para x =

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5 3
e) y = – x

b) Determinação do sinal de y: 5 se x > , então y < 0 (mesmo sinal de a) 3 5 se x < , então y > 0 (sinal contrário de a) 3

Solução: 05) Dentre os diagramas seguintes, assinale os que representam função e dê D ( f ) e Im( f ) 07) Uma função f, definida por f ( x ) = 2x – 1, tem domínio D(f ) = { x Є lR | –1 ≤ x ≤ 2} Determine o conjunto-imagem Solução: Desenhamos o gráfico de f e o projetamos sobre o eixo 0x x –1 2 y –3 3 O segmento AB é o gráfico de f; sua projeção sobre o eixo 0y nos dá: Im ( f ) = [ – 3 , 3 ]

Respostas: 1) È função ; D(f) = {a.b,c,d} e Im(f) = {e,f } 2) Não é função 3) È função ; D(f) = {1, 2, 3} e Im(f) = { 4, 5, 6 } 4) È função ; D(f) = {1, 2, 3 } e Im(f) = { 3, 4, 5} 5) Não é função 6) È função ; D(f) = {5, 6, 7, 8, 9} e Im(f) = {3} 7) É função ; D(f) = { 2 } e Im(f) = { 3 } 06) Construa o gráfico das funções: 1 a) f(x) = 3x b) g ( x ) = – x 2 2 5 c) h ( x ) = 5x + 2 d) i ( x ) = x + 3 2

08) Classifique as seguintes funções lineares em crescentes ou decrescentes: a) y = f ( x ) = – 2x – 1 b) y = g ( x ) = – 3 + x 1 c) y = h ( x ) = x–5 2 d) y = t ( x ) = – x Respostas: a) decrescente c) crescente b) crescente d) decrescente

09) Fazer o estudo da variação do sinal das funções: 1) y = 3x + 6 6) y = 5x – 25 2) y = 2x + 8 7) y = –9x –12 3) y = –4x + 8 8) y = –3x –15 4) y = –2x + 6 9) y = 2x + 10 5) y = 4x – 8 Respostas: 62

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1) x > –2 ⇒ y > 0; x = –2 ⇒ y = 0; x < –2 ⇒ y < 0 2) x > –4 ⇒ y > 0; x = –4 ⇒ y = 0; x < –4 ⇒ y < 0 3) x > 2 ⇒ y < 0; x = 2 ⇒ y = 0; x < 2 ⇒ y > 0 4) x > 3 ⇒ y < 0; x = 3 ⇒ y = 0; x < 3 ⇒ y > 0 5) x > 2 ⇒ y > 0; x = 2 ⇒ y = 0; x < 2 ⇒ y < 0 6) x > 5 ⇒ y > 0; x = 5 ⇒ y = 0; x < 5 ⇒ y < 0 4 4 4 7) x > – ⇒ y < 0; x = – ⇒ y = 0; x < – ⇒ y>0 3 3 3 8) x > –5 ⇒ y < 0; x = –5 ⇒ y = 0; x < –5 ⇒ y > 0 9) x > –5 ⇒ y > 0; x = –5 ⇒ y = 0; x < –5 ⇒ y < 0

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∆ = - 68 e - 68 ∉ lR não existem raízes reais V = { }

FUNÇÃO QUADRÁTICA
Toda lei de formação que pode ser reduzida a forma: 2 2 f ( x ) = ax + bx + c ou y = ax + bx + c Onde a, b e c são números reais e a ≠ 0, define uma função quadrática ou função do 2º grau para todo x real.

FUNÇÃO QUADRÁTICA
EQUACÃO DO SEGUNDO GRAU Toda equação que pode ser reduzida à equação do 2 tipo: ax + bx + c = 0 onde a, b e c são números reais e a ≠ 0, é uma equação do 2º grau em x.
Exemplos: São equações do 2º grau: x – 7x + 10 = 0 2 3x +5 x + 2 = 0 2 x – 3x + 1 = 0 2 x – 2x = 0 2 –x +3=0 2 x =0
2

GRÁFICO Façamos o gráfico de f : IR → IR definida por 2 f ( x ) = x – 4x + 3
A tabela nos mostra alguns pontos do gráfico, que é uma curva aberta denominada parábola. Basta marcar estes pontos e traçar a curva. x y = x - 4x + 3
2

ponto (-1, 8) ( 0, 3) ( 1, 0) ( 2,-1) ( 3, 0) ( 4, 3) ( 5, 8)

( a = 1, b = –7, c = 10) ( a = 3, b = 5, c = 2) ( a = 1, b = –3, c = 1) ( a = 1, b = –2, c = 0) ( a = –1, b = 0, c = 3) ( a = 1, b = 0, c = 0)

-1 0 1 2 3 4 5

y y y y y y y

= ( -1 ) - 4 ( -1 ) + 3 = 8 2 =0 -4.0+3=3 2 =1 -4 .1+3=0 2 = 2 - 4 . 2 + 3 = -1 2 =3 -4. 3+3=0 2 =4 -4. 4+3=3 2 =5 -4. 5+3=8

2

Resolução: Calculamos as raízes ou soluções de uma equação do 2º grau usando a fórmula: x = onde ∆ = b – 4a c Chamamos ∆ de discriminante da equação ax + bx + c=0 Podemos indicar as raízes por x1 e x2, assim:
2 2

De maneira geral, o gráfico de uma função quadrática é uma parábola. Gráfico:

−b± ∆ 2a

x1 =

−b + ∆ 2a

e

x2 =

−b − ∆ 2a

A existência de raízes de uma equação do 2º grau depende do sinal do seu discriminante. Vale dizer que: ∆ >0 → existem duas raízes reais e distintas (x1 ≠ x2) ∆ = 0 → existem duas raízes reais e iguais (x1 =x2) ∆ < 0 → não existem raízes reais Exercícios: 1) Determine o conjunto verdade da equação 2 x – 7x + 10 = 0, em IR temos: a = 1, b = –7 e c = 10 2 ∆ = (–7) – 4 . 1 . 10 = 9 x1 = 5 −(-7)± 9 7±3 x= = ⇒ x2 = 2 2 ⋅1 2 As raízes são 2 e 5. V = { 2, 5 } 2) Determine x real, tal que 3x – 2x + 6 = 0 temos: a = 3, b = –2 e c = 6 2 ∆ = (–2 ) – 4 . 3 . 6 = –68
2

Eis o gráfico da função f(x) = –x + 4x x y = - x + 4x -1 0 1 2 3 4 5 y y y y y y y = - ( -1 ) + 4 ( -1 ) = -5 2 =-0 +4.0=0 2 = -( 1 ) + 4 .1 = 3 2 =-(2) + 4.2=4 2 =-(3) + 4.3=3 2 =-(4) + 4.4=0 2 = - ( 5 ) + 4 . 5 = -5
2 2

2

ponto (-1, -5) ( 0, 0 ) ( 1, 3 ) ( 2, 4 ) ( 3, 3 ) ( 4, 0 ) ( 5, -5)

Gráfico:

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Observe os seguintes esboços de gráficos de funções do 2º grau:

VÉRTICE E CONCAVIDADE O ponto V indicado nos gráficos seguintes é denominado vértice da parábola. Em ( I ) temos uma parábola de concavidade voltada para cima (côncava para cima), enquanto que em (II) temos uma parábola de concavidade voltada para baixo (côncava para baixo)
I) gráfico de f(x) = x – 4x + 3
2

Note que a abscissa do vértice é obtida pela semisoma dos zeros da função. No esboço ( a ) temos: x + x2 2 + 4 6 xv = 1 = = =3 2 2 2 No esboço (b) temos: x + x 2 −1 + 3 2 = = =1 xv = 1 2 2 2 Como a soma das raízes de uma equação do 2º grau −b é obtida pela fórmula S = , podemos concluir que: a −b −b x1 + x 2 S xv = = = a = 2 2 2 2a

Parábola côncava para cima II) gráfico de f(x) = – x + 4x
2

ou seja, a abscissa do vértice da parábola é obtida −b pela fórmula: x v = 2a Exemplos de determinação de coordenadas do vértice da parábola das funções quadráticas: a) y = x – 8x + 15 Solução: −b −( −8 ) 8 xv = = = =4 2a 2(1) 2 2 y v = (4) – 8. (4) + 15 = 16 – 32 + 15 = – 1 Portanto: V = (4, –1) b) y = 2x – 3x +2
2 2

parábola côncava para baixo Note que a parábola côncava para cima é o gráfico de 2 f(x) = x – 4x + 3 onde temos a = 1 (portanto a > 0) enquanto que a côncava para baixo é o gráfico de f(x) = 2 – x + 4x onde temos a = –1 (portanto a > 0). De maneira geral, quando a > 0 o gráfico da função 2 f(x) = ax + bx + c é uma parábola côncava para cima. E quando a < 0 a parábola é côncava para baixo.

Solução:

xv =

− b − (− 3) 3 = = 2a 2 (2 ) 4
2

3 3 y v = 2  − 3  + 2 = 4 4

18 9 18 − 36 + 32 9 9 = 2.  − + 2 = − + 2 = = 16 4 16  16  4

COORDENADA DO VÉRTICE

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= 14 7 = 16 8 3 7 , ) 4 8

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Vamos determinar os zeros e esboçar o gráfico das funções: 2 a) y = x – 4x + 3 Solução: 2 x – 4x + 3 = 0 2 ∆ = b – 4ac 2 ∆ = (–4) – 4. ( 1 ) . ( 3 )

Portanto: V = (

EXERCICIOS Determine as coordenadas do vértice da parábola definida pelas funções quadráticas: 2 a) y = x – 6x + 5 2 b) y = –x – 8x +16 2 c) y = 2x + 6x 2 d ) y = –2x + 4x – 8 2 e) y = –x + 6x – 9 2 f) y = x – 16
Respostas: a) V = {3, –4} c) V = {–3/2, –9/2} e) V = { 3, 0} b) V = {–4, 32} d) V = { 1, –6} f) V = {0, –16}

∆ = 16 – 12 = 4 ⇒ x= −b± ∆ 2a

∆=2

x=

− ( −4 ) ± 2 4 ± 2 ⇒ = 2 ( 1) 2

6 =3 2 2 =1 2

Como a = 1 > 0, a concavidade está voltada para cima.

RAÍZES OU ZEROS DA FUNÇAO DO 2º GRAU 2 Os valores de x que anulam a função y = ax + bx + c são denominados zeros da função.
Na função y = x – 2x – 3 : • o número –1 é zero da função, pois para x = –1, temos y = 0. • o número 3 é também zero da função, pois para x = 3, temos y = 0. Para determinar os zeros da função y = ax + bx + c 2 devemos resolver a equação ax + bx + c = 0. Exemplos: Determinar os zeros da função 2 y = x – 2x – 3 Solução: x – 2x – 3 = 0 2 ∆ = b – 4ac 2 ∆ = ( – 2) – 4. ( 1 ). ( –3)
2 2 2

b)

y = –2x + 5x – 2

2

Solução: 2 ∆ = b – 4ac 2 ∆ = ( 5 ) – 4. ( –2 ) . ( –2 )

∆ = 25 – 16 = 9 ⇒ x= −b± ∆ 2a

∆=3

−2 1 = − (5) ± 3 − 5 ± 3 −4 2 x= = ⇒ −8 2(−2) −4 =2 −4
Como a = –2 < 0, a parábola tem a concavidade voltada para baixo.

∆ = 4 + 12 = 16 ⇒

∆=4

6 =3 − ( −2) ± 4 2 ± 4 2 x= = ⇒ −2 2(1) 2 = −1 2
Portanto: – 1 e 3 são os zeros da função: 2 y = x – 2x – 3 Como no plano cartesiano os zeros da função são as abscissas dos pontos de intersecção da parábola com o eixo x, podemos fazer o seguinte esboço do gráfico da 2 função y = x – 2x – 3. Lembre-se que, como a > 0, a parábola tem a concavidade voltada para cima.

c)

y = 4x – 4x + 1

2

Solução: 2 4x – 4x +1= 0 2 ∆ = b – 4ac 2 ∆ = ( –4 ) – 4. ( 4 ) . ( 1 ) ∆ = 16 – 16 = 0 −b -(-4) 4 1 x= ⇒ x= = = 2a 2(4) 8 2 Como a = 4 > 0, a parábola tem a concavidade voltada para cima.

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3 Gráfico: y=3 –2. 3+2=5
2

( 3, 5)

d) y = –3x + 2x – 1 Solução: 2 –3x + 2x – 1= 0 2 ∆ = b – 4ac 2 ∆ = ( 2 ) – 4( –3 ) ( –1 ) ∆ = 4 – 12 = – 8 A função não tem raízes reais. Como a = –3 < 0, a parábola tem a concavidade voltada para baixo.

2

ESTUDO DO SINAL DA FUNÇÃO DO 2º GRAU Estudar o sinal de uma função quadrática é determinar os valores de x que tornam a função positiva, negativa ou nula.
Já sabemos determinar os zeros (as raízes) de uma função quadrática, isto é, os valores de x que anulam a função, e esboçar o gráfico de uma função quadrática. Sinais da função f ( x ) = ax + bx + c Vamos agora esboçar o gráfico de 2 f ( x ) = x – 4x + 3 As raízes de f, que são 1 e 3, são as abscissas dos pontos onde a parábola corta o eixo x.
2

Em resumo, eis alguns gráficos de função quadrática:

CONSTRUÇÃO DO GRÁFICO Para construir uma parábola começamos fazendo uma tabela de pontos da curva. O vértice é um ponto importante e por isso é conveniente que ele esteja na tabela.
Eis como procedemos: a) b) c) d) e)

−b determinemos xv, aplicando a fórmula xV = 2a atribuímos a x o valor xv e mais alguns valores, menores e maiores que xv . Calculamos os valores de y marcamos os pontos no gráfico traçamos a curva

Vamos percorrer o eixo dos x da esquerda para a direita. Antes de chegar em x = 1, todos os pontos da parábola estão acima do eixo x, tendo ordenada y positiva. Isto significa que para todos os valores de x menores que 1 temos f ( x ) > 0. Para x = 1 temos f ( x ) = 0 (1 é uma das raízes de f ) Depois de x = 1 e antes de x = 3, os pontos da parábola estão abaixo do eixo x, tendo ordenada y negativa. Isto significa que para os valores de x compreendidos entre 1 e 3 temos f ( x ) < 0.

Exemplo: 2 Construir o gráfico de f(x) = x – 2x + 2 Solução: temos: a = 1, b = –2 e c = 2 −b −( −2) xv = = =1 2a 2 ⋅ 1 Fazemos a tabela dando a x os valores -1, 0, 2 e 3. x -1 0 1 2 y = x² – 2x + 2 2 y = ( -1 ) – 2( -1) + 2 = 5 2 y=0 –2. 0+2=2 2 y= 1 –2. 1+2=1 2 y=2 –2. 2+2=2 ponto ( -1, 5) ( 0, 2) ( 1, 1) ( 2, 2)

Matemática

66

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Para x = 3 temos f ( x ) = 0 (3 é raiz de f ). Depois de x = 3, todos os pontos da parábola estão acima do eixo x, tendo ordenada y positiva. Isto significa que para todos os valores de x maiores do que 3 temos f(x) > 0.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
–3 < x < 0 x=0 x>0

⇒ ⇒ ⇒
2

f(x)>0 f(x)=0 f(x)<0

2) f ( x ) = 2x – 8x +8 Solução: Raízes: 2x – 8x + 8 = 0 ⇒
2

x=

8 ± 64 − 4 ⋅ 2 ⋅ 8 4

Este estudo de sinais pode ser sintetizado num esquema gráfico como o da figura abaixo, onde representamos apenas o eixo x e a parábola.

=

8± 0 =2 4

A parábola tangência o eixo x no ponto de abscissa 2. concavidade: a = 2 ⇒ a > 0 ⇒ para cima Esquema gráfico

Marcamos no esquema as raízes 1 e 3, e os sinais da função em cada trecho. Estes são os sinais das ordenadas y dos pontos da curva (deixamos o eixo y fora da jogada mas devemos ter em mente que os pontos que estão acima do eixo x têm ordenada y positiva e os que estão abaixo do eixo x têm ordenada negativa). Fica claro que percorrendo o eixo x da esquerda para a direita tiramos as seguintes conclusões: x<1 ⇒ f(x)>0 x=1 ⇒ f(x)=0 1<x<3 ⇒ f(x)<0 ⇒ f(x)=0 x=3 x >3 ⇒ f(x)>0 De maneira geral, para dar os sinais da função poli2 nomial do 2º grau f ( x ) = ax + bx + c cumprimos as seguintes etapas: a) calculamos as raízes reais de f (se existirem) b) verificamos qual é a concavidade da parábola c) esquematizamos o gráfico com o eixo x e a parábola d) escrevemos as conclusões tiradas do esquema Exemplos: Vamos estudar os sinais de algumas funções quadráticas: 1) f ( x ) = –x – 3x Solução: 2 Raízes: – x – 3x = 0 ⇒ –x ( x + 3) = 0 ⇒ ( - x = 0 ou x + 3 = 0 ) ⇒ x = 0 ou x = – 3 concavidade: a = – 1 ⇒ a < 0 para baixo Esquema gráfico
2

Conclusões: x< 2 x= 2 x> 2
2

⇒ ⇒ ⇒

f(x)>0 f(x)=0 f(x)>0

3) f ( x ) = x + 7x +13 Solução: Raízes: − 7 ± 49 − 4 ⋅ 1 ⋅ 13 − 7 ± − 3 x= = ∉ lR 2 2 Esquema gráfico

Conclusão:

∀ x ∈ lR, f ( x ) > 0
2

4) f ( x ) = x –6x + 8 Solução: 2 Raízes: ∆ = ( – 6) – 4 . 1 . 8

∆ = 36 –32 = 4 ⇒ ∆ = 2 6+2 8 = =4 6±2 2 2 x= ⇒ 6−2 4 2 = =2 2 2 x1 = 2 e x2 = 4
Esboço gráfico:

Conclusões: x < –3 ⇒ x = –3 ⇒

f(x)<o f(x)=0 67

Estudo do sinal: para x < 2 ou x > 4

⇒ y>0

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
para x = 2 ou x = 4 para 2 < x < 4
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Estudo do sinal: para x ≠ –3 ⇒ y < 0 para x = –3 ⇒ y = 0

⇒ y=0 ⇒ y<0

5) f ( x ) = –2x + 5x – 2 Solução: 2 Zeros da função: ∆ = ( 5 ) – 4 . ( –2) .( –2)

Observe que não existe valor de x que torne a função positiva. 8) f ( x ) = x – 3x + 3 Solução: 2 Zeros da função ∆ = (–3) – 4 . 1 . 3 ∆ = 9 –12 = –3 A função não tem zeros reais Esboço do gráfico:
2

∆ = 25 – 16 = 9 ⇒ -5+3 −2 1 = = −5±3 -4 −4 2 ⇒ x= -5-3 −8 2( −2) = =2 -4 −4 1 x1 = e x2 = 2 2
Esboço do gráfico:

∆ =3

Estudo do sinal: Estudo do sinal 1 Para x < ou x > 2 ⇒ y < 0 2 1 Para x = ou x = 2 ⇒ y = 0 2 1 Para < x <2 ⇒ y > 0 2 6) f ( x ) = x – 10x + 25 2 Solução: ∆ = ( –10 ) – 4 . 1 . 25 ∆ = 100 – 100 = 0 −( −10 ) 10 x= = =5 2(1 ) 2 Esboço gráfico:
2

∀ x ∈ lR ⇒ y > 0

9) Determine os valores de m, reais, para que a função 2 2 f ( x ) = (m – 4)x + 2x seja uma função quadrática. Solução: A função é quadrática ⇔ a ≠ 0 2 2 Assim: m – 4 ≠ 0 ⇒ m ≠ 4 ⇒ m ≠ ± 2 Temos: m Є lR, com m ≠ ± 2 10) Determine m de modo que a parábola 2 y = ( 2m – 5 ) x – x tenha concavidade voltada para cima. Solução: Condição: concavidade para cima ⇔ a > 0 5 2m – 5 > 0 ⇒ m > 2 11) Determinar m para que o gráfico da função qua2 drática y = (m – 3)x + 5x – 2 tenha concavidade volta para cima. solução: condição: a > 0 ⇒ m – 3 > 0 ⇒ m > 3

Estudo do sinal: para x ≠ 5 ⇒ y > 0 para x = 5 ⇒ y = 0 Observe que não existe valor que torne a função negativa. 7) f ( x ) = – x – 6x – 9 Solução: 2 Zeros da função: ∆ = (–6) – 4(–1)(–9 ) ∆ = 36 – 36 = 0 −( −6) 6 x= = = −3 2( −1 ) − 2 Esboço gráfico:
2

12) Para que valores de m função f ( x ) = x – 3 x + m – 2 admite duas raízes reais iguais? Solução: condição: ∆ > 0 ∆ = ( –3)² – 4 ( 1 ) ( m – 2) = 9 – 4m +8 ⇒ −17 17 ⇒ –4 m + 17 > 0 ⇒ m => ⇒m> −4 4 13) Para que valores de x a função f(x) = x –5x + 6 assume valores que acarretam f(x) > 0 e f(x) < 0? Solução: 2 f ( x ) = x – 5x + 6 2 f ( x ) = 0 ⇒ x – 5x + 6 = 0 ⇒ x1 = 2 e x2 = 3 Portanto: f(x)>0 f(x)<0 para [ x Є R / x < 2 ou x > 3 ] para [ x Є R / 2 < x < 3 ]
2

2

EXERCÍCIOS

Matemática

68

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
01) Determine as raízes, o vértice, D( f ) e Im( f ) das seguintes funções: 2 a) y = x + x +1 2 b) y = x – 9 2 c) y = – x + 4x – 4 2 d) y = – x – 8x Respostas:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
par se e somente se: f ( x ) = f (– x ), ∀ x , x ∈ D isto é, a valores simétricos da variável x correspondem a mesma imagem pela função. Exemplo: 2 f ( x ) = x é uma função par, pois temos, por exemplo:

3 a) não tem; (-1/2, 3/4); IR; { y Є lR | y ≥ } 4 b) 3, -3; (0, 0); lR; { y Є lR | y ≥ 0} c) 2; (2,0); lR; { y Є R | y ≤ 0} d) 0, -8; (-4, 16); lR; { y Є lR | y ≤ 16}
02) Determine os zeros (se existirem) das funções quadráticas: 2 a) y = x – 6x + 8 2 b) y = –x + 4x – 3 2 c ) y = –x + 4x 2 d) y = x – 6x + 9 2 e) y = –9x + 12x – 4 2 f) y = 2x – 2x +1 2 g) y = x + 2x – 3 2 h) y = 3x + 6x 2 i) y = x Respostas: a) 2 e 4 c) 4 e 0 e) 2/3 g) –3 e 1 i) 0 b) 1 e 3 d) 3 f) φ h) – 2 e 0

f ( - 2) = ( - 2)2 = 4 f ( 2 ) = 22 = 4
Observe o seu gráfico:

f ( - 2) = f ( 2 )

Vale observar que: o gráfico de uma função par é simétrico em relação ao eixo dos y.

FUNÇÃO ÍMPAR Dizemos que uma função D em A é uma função impar se e somente se f ( – x ) = – f ( x ), ∀ x , x ∈ D , isto é, os valores simétricos da variável x correspondem as imagens simétricas pela função.
Exemplo: f ( x ) = 2x é uma função ímpar, pois temos, por exemplo: f ( - 1) = 2( - 1) = - 2 f ( - 1) = − f ( 1 ) f ( 1) = 2 ⋅ 1 = 2 Observe o seu gráfico:

03) Determine os valores reais de m, para os quais: 2 a) x – 6x – m – 4 = 0 admita duas raízes reais diferentes 2 b) mx – (2m – 2)x + m – 3 = 0 admita duas raízes reais e iguais 2 c) x – (m + 4)x + 4m + 1 = 0 não admita raízes reais 2 d) x – 2mx – 3m + 4 = 0 admita duas raízes reais diferentes. Respostas: a) m ∈ lR | m > − 13

{ } b) { m ∈ lR | m = - 1 } c) { m ∈ lR | 2 < m < 6 } d) { m ∈ lR | m < - 4 e m > 1 }
2

04) Dada a função y = x – x – 6, determine os valores de x para que se tenha y > 0. Resposta : S = x ∈ lR | x < - 2 ou x > 3

{ {

}

05) Dada a função y = x – 8x + 12, determine os valores de x para que se tenha y < 0. Resposta : S = x ∈ lR | 2 < x < 6

2

}

FUNÇÃO PAR FUNÇÃO ÍMPAR
FUNÇAO PAR Dizemos que uma função de D em A é uma função

O gráfico de uma função impar é simétrico em relação a origem do sistema cartesiano. EXERCÍCIOS 01) Dizer se as funções seguintes são pares, ímpares ou nenhuma das duas. a) f(x) = x 2 b) f(x) = x 3 c) f(x) = x d) f(x) = | x | e) f(x) = x +1 69

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Respostas a) f(-x) = -x = -f(x); é função ímpar 2 2 b) f(-x) = (-x) = x = f(x); é função par 3 3 c) f(-x) = (-x) = -x = -f ( x ); é função ímpar d) f(-x) = | -x | = | x | = f ( x ); é função par e) f(-x) = -x + 1 ≠x+1=f(x) ≠ - ( x + 1)= - f ( x ) não é função par nem função ímpar 02) Dizer se as funções seguintes, dados seus gráficos cartesianos são pares, ímpares ou nenhuma das duas.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

D(f)=R

Im ( f ) = { y Є lR | y ≥ 1}

b) Calcular | x – 5 | = 3 Solução: | x – 5 | = 3 ⇔ x – 5 = 3 ou x – 5 = –3 Resolvendo as equações obtidas, temos: x – 5=3 x – 5=–3 x=8 x=2 S = {2, 8} c) Resolver a equação | x | + 2 | x | – 15 = 0 Solução: Fazemos | x | = y, com y ≥ 0, e teremos 2 y + 2y – 15 = 0 ∆ = 64 y’ = 3 ou y " = – 5 (esse valor não convêm pois y ≥ 0) Como | x | = y e y = 3, temos | x | = 3 ⇔ x =3 ou x = –3 S = { –3, 3} d) Resolver a equação | x – x – 1| = 1 Solução: 2 2 | x – x – 1| = 1 x – x – 1 = 1 ou 2 x –x–1 =–1 2 2 x –x–1 =1 x –x–1 =–1 2 2 x –x–2 =0 x –x =0 ∆ =9 x ( x – 1) = 0 x’ = 2 ou x ” = –1 x’ = 0 ou x “ = 1 S = { –1, 0, 1, 2 } e) Resolver a equação | x | – 2 | x | – 3 = 0 Solução: Fazendo | x | = y, obtemos 2 y – 2y – 3 = 0 ⇒ y = –1 ou y = 3 Como y = | x |, vem: | x | = 3 ⇒ x = –3 ou x = 3 | x | = –1 não tem solução pois | x | ≥ 0 Assim, o conjunto-solução da equação é S = { –3, 3}
2 2 2

Resposta a) é uma função par, pois seu gráfico é simétrico em relação ao eixo x. b) é uma função ímpar, pois seu gráfico é simétrico em relação ao ponto origem, c) é uma função par, pois seu gráfico é simétrico em relação ao eixo y. d) Não é nem função par nem função impar, pois seu gráfico não é simétrico nem em relação ao eixo y e nem em relação ao ponto origem.

FUNÇÃO MODULO Chamamos de função modular a toda função do tipo y = | x | definida por:

f (x)=

x, se x ≥ 0 - x, se x < 0, para todo x real

Representação gráfica:

D(f)=R Im ( f ) = R+ Exemplos: a) y = | x | + 1  x + 1, se x ≥ 0 y= - x + 1, se x < 0

EXERCÍCIOS Represente graficamente modulares e dê D ( f ) e lm ( f ) : 1) y = | x | + 2 2) y = | x | – 1 3) y = | x + 2|

as

seguintes

funções

4) y = –| x – 3 | 5) y = –| x + 1 | 6) y = | x – 1 | – 1

Matemática

70

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
y=f(x) z = g( y ) z =h( x )

⇒ z = g[ f ( x ) ]

z = g [f(x)]

⇒ h( x ) = g[h( x )]

A função h ( x ), composta de g com f, pode ser indicada por: g[f(x)] ou (g o f ) ( x )

EXERCICIOS
01) Sendo f ( x ) = 2x e g (x ) = calcule g [ f ( –2) ].

x3 funções reais, 2

FUNÇÃO COMPOSTA Consideremos a seguinte função:
Um terreno foi dividido em 20 lotes, todos de forma quadrada e de mesma área. Nestas condições, vamos mostrar que a área do terreno é uma função da medida do lado de cada lote, representando uma composição de funções. Para isto, indicaremos por: x = medida do lado de cada lote y = área de cada terreno z = área da terreno 1) Área de cada lote = (medida do lado) 2 ⇒ y =x
2

Temos : f ( x ) = 2x ⇒ f ( –2) = 2 ( –2) = ⇒ f ( –2)= –4 g(x)=

x3 e g [ f ( –2) ] = g ( –4 ) = 2 ( −4)3 = –32 ⇒ g [ f ( –2) ] = –32 2 x3 funções reais, 2

g [ f ( –2) ] =

02) Sendo f ( x ) = 2x e g ( x ) = calcule f [ g ( –2 ) ]. Temos :

Então, a área de cada lote é uma função da medida do 2 lado, ou seja, y = f ( x ) = x 2) Área do terreno = 20. (área de cada lote) ⇒ z = 20y Então, a área do terreno é uma função da área de cada lote, ou seja: z = g(y) = 20y 3) Comparando (1) e (2), temos: 2 Área do terreno = 20 . (medida do lado) , ou seja: z = 2 2 20x pois y = x e z = 20y então, a área do terreno é uma função da medida de 2 cada lote, ou seja, z = h ( x ) = 20x

(− 2)3 ⇒ g ( –2) = –4 x3 ⇒ g ( –2 ) = 2 2 f ( x ) = 2x e f [ g (–2)] = f (–4) f [ g(–2)] = 2 . (–4) = – 8 ⇒ f [ g (–2)] = – 8
g(x)= 03) Sendo f(x) = 2x – 1 e g ( x ) = x + 2 funções reais, calcule: a) ( g o f ) ou g [ f ( x ) ] b) ( f o g ) ( x ) a) Para obter g[ f ( x ) ] substituímos x de g( x ) por (2x – 1) que é a expressão de f ( x ). g ( x ) = x + 2 ⇒ g [ f ( x )] = (2x – 1) + 2 ⇒ ⇒ g [ f ( x ) ] = 2x + 1 f(x) 2x – 1

b) Para obter f [ g ( x ) ] substituímos o x de f ( x ) por ( x + 1 ) que é a expressão de g ( x ). f ( x ) = 2x – 2 ⇒ f [ g ( x )] = 2 (x + 2) –1 ⇒ ⇒ f [ g ( x ) ] = 2x + 3 g(x) A função h, assim obtida, denomina-se função composta de g com f. Observe agora: x+2

04) Dados f ( x ) = 2x – 1 e f [ g ( x ) ] = 6x + 11, calcular g ( x ). Solução 71

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Neste caso, vamos substituir x por g ( x ) na função f (x)e teremos 2 [ g ( x ) ] – 1 = 6x + 11. 2 g ( x ) – 1 = 6x + 11 ⇒ 2 g ( x ) = 6x + 12 6x + 12 ⇒ g ( x ) = 3x + 6 g ( x) = 2 05) Considere as funções: f de lR em lR, cuja lei é f ( x ) = x + 1 g de lR em lR, cuja lei é x
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
a) (32)
0,1

b) (81)
5 1/10 5 5/10

2/5

Resolvendo: a) (32)
0,1

= (2 )
2/5

=
5

2

=2

1/2

=

2

b) (81)

=

81 2 = 38 = 35 27

2. Calcule e Simplifique:

2 a)   3

−2

+ (− 2)

−3

b)

 1 243 :   3

−1 2

2 ⋅  3

0

a) calcular (f o g) ( x ) d) calcular (f o f ) ( x ) b) calcular (g o f) ( x ) e) calcular (g o g ) ( x ) e) dizer se (f o g) ( x ) = (g o f ) ( x ) Respostas: 2 a) ( f o g) ( x ) = x + 1 2 b) (g o f) ( x) = x +2x +1 c) Observando os resultados dos itens anteriores, constatamos que, para x ≠ 0, (f o q) ( x) ≠ ( g o f) (x) d) ( f o f )(x) = x + 2 4 e) ( g o g)( x ) = x

Resolvendo:
a) b)

2   3

−2

+ (− 2 )

−3

=

32 2
2 0

+

1

(− 2)

3

=

9 1 17 − = 4 8 8

 1 2 243 :   ⋅  3   3 5/2 1/2 5/2 – 1/2 2 =3 : 3 . 1= 3 =3 =9 3r +1 ⋅ 9r −1 27
r +1

−1 2

3. Simplifique: a) b) 5
n+3

+5

n+2

FUNÇÃO EXPONENCIAL
Propriedades das potências Considerando a, r e s reais, temos como PROPRIEDADES DAS POTÊNCIAS: Vamos admitir que : 1 a =a
a . a =a
r s r s r +s r -s

Resolvendo: r+1 2r – 2 3r +3 r + 1 + 2r – 2 – 3r –3 a) 3 .3 :3 = 3 = 1 1 –4 3 = 4 = 81 3 n 3 n 2 n 3 2 n b) 5 . 5 + 5 . 5 = 5 (5 + 5 ) = 5 . 150
Exercícios: 4. Calcule: 2/3 a) (8) d) (125)
-0,25 1/3 0,25

a : a =a
0

( a ≠ 0)

b) (0,027) e) ( 2 )
2

c) (16)
−4

a = 1 ( a ≠ 0) (a ) = a
s r s r.s s s

–3

 1   f)  −  3 
b) (64)

5. Efetue: a) ( a ≠ 0) c)

(a . b) = a . b a a
r/s -r

3 (0,75)−1 ⋅    4

0,08

. (64)

0,17

=

1
ar

(0,01) ⋅ (0,001)2 ⋅  

=

s

ar

(s ∈ lN, s > 2)
3 4

1   10 

−9

6. Efetue e simplifique: 1) (-2 ) .( -2 ) .(-2) = (-2) 2) 3 : 3 = 3
2
5 3 5–3

Exemplos:
3

2

3+2+1

= (-2) = 64

6

a) c)

8⋅ 2: 4 5n ⋅ 52 + 5n ⋅ 5 −1 5n ⋅ 5 − 2

(3 ) b)
d)

1 2 −3

⋅ 31 2

3 − 4 ⋅ 32 3 2n + 3

=3 =9

2

2n −1 − 2n − 2

3)

6  1 3  1  1    =   = 2 2 64       
2 2 2

4) 2 . 5 = ( 2 . 5) = 10 = 100 1 1 5) 3 − 4 = 4 = 81 3 6)

2

7. Copie apenas as verdadeiras n-2 n -2 b 3 a) 2 = 2 . 2 b) 2 = 2 ⇔ b = 4 b+1 5 b+1 5 c) 3 =3 ⇔ b =5 d) 3 = 3 ⇔ b=4

53 2 = 53 = 5 5
RESOLVENDO EXERCÍCIOS: 1. Determine o valor de:

Gráfico Definição: Uma lei de formação do tipo:

Matemática

72

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
x

f(x) = a ou y = a

x

 1 f ( 0 )=   = 1 3 1  1 f ( 1 )=   = 3 3 1  1 f ( 2 )=   = 9 3
2 1

0

0

1

( 0 , 1)

onde a é um número real positivo e diferente de 1, define uma função exponencial de base a para todo x real. Exemplos: São funções exponenciais:

1

1 3 1 9

1   − 1,  3   1   − 2,  9 

2

 1 1) f ( x ) =   2
2) f ( x ) =

x

 1 ou y =   , 2
ou y =

x

onde a = onde a =

1 2 3

( 3 )x

( 3 )x ,

Gráfico Numa função exponencial, sendo a um numero real positivo e diferente de 1, podemos ter a > 1 ou 0 < a < 1 e obtemos um tipo de curva para cada caso. Vamos, então construir dois gráficos, um com a = 3 e outro com 1 a= . 3 a>1 x x f ( x ) = 3 ou y = 3 onde a = 3 ⇒ a>1 x y ponto -2 1 1 1  f ( -2 )= (3)-2 =  − 2,  9 9 9  -1 1 1 1  f ( -1 )= (3)-1 =  − 1,  3 3 3  0 f ( 0 )= (3) = 1 0 1 ( 0 , 1) f ( 1 )= (3) 1 = 3 1 3 (1,3) f ( 2 )= (3) 2 = 9 2 9 (2,9)

Podemos observar que: • • D = lR e Im = lR * + • a curva intercepta o eixo dos y em 1. a função é decrescente.
x

Para qualquer função exponencial y = a , 0 e a ≠ 1, vale observar:

com a >

1 2 3

a > 1 ⇒ função crescente x1 < x2 ⇔ a x1 < a x 2 0 <a < 1 ⇒ função decrescente x 1 < x 2 ⇔ a x1 > a x 2 Domínio: D = lR Imagem: Im = lR * +

Podemos observar que: • • • D = IR e Im = lR * + a curva intercepta o eixo dos y em 1. a função é crescente. 0<a<1
x

 1 f(x)=   3 1 onde a = ⇒ 3  1 f ( -2 )=   3  1 f ( -1 )=   3
−2

 1 ou y =   , 3

x

0<a<1
x y 9 3 (1,3) ponto (2,9)

4

5 6

a curva está acima do eixo dos x. x a > 0 ⇒ a >0 ∀ x, x ∈ lR a curva intercepta o eixo dos y em y = 1 0 x = 0 ⇒ y = a ⇒ y =1

=9
−1

-2 -1

a x1 = a x 2 ⇔ x1 = x2
RESOLVENDO EXERCÍCIOS -2x 8. Sendo f ( x ) = (2) , calcule f (-1), f (0) e

=3

f

Matemática

73

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
(1). -2 (-1) 2 f (-1) = ( 2 ) = 2 =4 1 -2 . 1 -2 f ( 1) = ( 2 ) =2 = 4 -2 . 0 0 f(0)= 2 =2 =1 9. Determine m ∈ IR de modo que f ( x ) =(m - 2) seja decrescente: f ( x ) é decrescente quando a base (m- 2) estiver entre 0 e 1. Portanto: 0 < m - 2 ⇒ m > 2  0 < m - 2 < 1 ⇔ e m - 2 < 1 ⇒ m < 3  Devemos Ter: 2 < m < 3 10. Determine o valor de x, em lR.
2x −1 3 x 5 x

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
 1  1 d)   >   2   2
x 3

EQUAÇÕES EXPONENCIAIS
Vamos resolver equações exponenciais, isto é, equações onde a variável pode aparecer no expoente. São equações exponenciais: 1] 2 = 32
X
2 2] 5 X − X = 25

3] 3

2X

– 3 –6=0 equação

X

Resolução: Para resolver exponencial, devemos lembrar que:

uma

a x1 = a x 2 ⇔ x1 = x 2

(a > 0 e a ≠1 )

 1 a)   3
b)

 1 =  3
3

2 2 c)   >   3 3

RESOLVENDO EXERCÍCIOS: 15. Resolva a equação (11 )

5 5   >  4   4

x

Resolvendo:
a)

 1 =   ⇔ 2x − 1 = 3 ⇒ x = 2 3 5 b) Como é maior que 1, conservamos a 4 desigualdade para os expoentes:
x 3

 1   3

2 x −1

3

1 121 3( x –2) –2 11 = 11 ⇒ 3(x – 2)= -2 ⇒ 4 ⇒ 3 x – 6 = - 2⇒ x = 3 4 V=  3 
3 x-2

=

16. Determine x tal que

2  1 2x =   2

−3 x

1 4

5 5 S = {x ∈ lR | x > 3}   >  ⇒x>3 4 4 2 c) Como está entre 0 e 1, invertemos a 3 desigualdade para os expoentes: 2 2   >  ⇒x<5 3   3
x 5

2 2 ⇒ x = 3x – 2 ⇒ x – 3x + 2 = 0 ⇒ x = 1 ou x = 2 V = {1, 2}
2

2 x = 23 x ⋅

2

1
2

⇒ 23 x ⋅ 2− 2 ⇒ 2 x = 23 x − 2 ⇒

2

17. Resolva a equação 8 ⋅ 22x +5 = 8 x −1 = [2 ] ⇒2 = ⇒ 3x − 3 ⇒ 2x + 8 = ⇒ 8x + 32 = 3x - 3 ⇒ x = -7 4 V = {-7} 2 .2
3 2x +5 3(x –1 ) 1/4 2x + 8
3x −3 2 4

4

S = {x ∈ lR | x < 5}

Exercícios: 10. Esboce o gráfico das funções dadas por:
a) y = 2
x

 1 b) y =   2

x

18. Resolva a equação:

33 ⋅ 3 X =

X

243 2 ( x ∈ lN, x ≥ 2)
2

2 11. Sendo f ( x ) = (3 )x −2 , calcule: a) f ( -1) b) f(0) c) f (2)

d)f (

2)
x

Sendo 243 = 3 , temos 243 = (3 ) = 3 ; então: 10 x 33 + x = 310 ⇒ 33 + x = 310 x ⇒ 3 + x = ⇒ x

5

5 2

10

12. Determine me IR de modo que f ( x ) = (2m - 3) seja: a) crescente b) decrescente 13. Determine o valor de x, em lR: a) 3 = 3
x 4

⇒ x 2 + 3 x − 10 = 0 ⇒ x1 = 2 ou x 2 = −5 Como x é índice de raiz, a solução é x = 2 V = { 2}
19. Determine x em: 3 –3 = 18 2x x x 2 x 3 . 3 – 3 . 3 = 18 ⇒ (3 ) . 3 – 3 . 3 - 18 = 0 x e fazendo 3 = y , temos: 2 3y – 3y - 18 = 0 ⇒ y = -2 ou y = 3 x x 3 = -2 ∃ solução, pois 3 > 0 x 3 –y ∀ x real 74
2x+1 x+1

2 e)   3
2

x −1

2 <  3 4 >  3

−2

 1  1 b)   =  3   3 x 5 c) 2 < 2

3 x −1

4 f)   3

x +1

3

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
3x = 3 ⇒ x = 1 V = { 1}
Exercícios: 20. Resolva a equação: a) 3 x = 3 81 b) 10 = 0,001 21. Determine x em : x -2 a) 3 . 3 = 27 2 x b) ( 7 ) = 343 22. Resolva a equação: a) 2 x ⋅ 22 x = 215
2  1 b) 5 x ⋅   5

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
 1 27. Determine x tal que:   4  1       22 
1 81 2 1 d) 2 x +1 = 2
c) 27 2 + x = c) (0,001)
x-2 x2 −4 x 2 −4

 1 <  2

6x

 1 ⇒  2

2 x2 −4

(

)

 1 <  2

6x

 1 <  2
1,

6x

x

1 está entre 0 e 2 desigualdade para os expoentes.
como
2x+1

invertemos

a

=10

 1   2

2 x2 −4

(

)

 1 <  2
2

6x

⇒ 2 x2 − 4 > 6x

(

)

2

c) [3

(x-1) (2 –x)

]

=1

Resolvendo 2x - 6x - 8 > 0, temos: x < -1 ou x> 4 , S = ]−∞,−1[ ∪ ]4,+∞[
28. Resolva a inequação: 2
2x 2 x 2x + 2 x 2

4x

=

1 125

Obs: 1 = 3

0

-5.2

x

≤ -1

23. Determine x tal que: a) 253 x +1 = 1254 x −2 b) 81 . 3
x-2 6 x

=

94

(x ∈ lN | x ≥ 2)
x x

2 . 2 - 5 . 2 ≤ -1 ⇒ 4 . (2 ) - 5 . 2 + 1 ≤ 0 x Fazendo 2 = y, Vem: 1 4 y2 − 5y + 1 ≤ 0 ⇒ ≤ y ≤ 1⇒ 3 4 12 x
2

x

24. Resolva a equação: x+3 x-2 a) 2 + 2 = 33 2x x c) 3 + 2 . 3 = 0 25. Resolva a equação; x +2 x+3 a) 4 –2 + 1= 0

b) 25 –2 . 5 = -1 2x + 3 x d) 2 - 6 . 2 +1 = 0
6x 3x

⇒ 2−2 ≤ 2 x ≤ 20 ⇒ −2 ≤ x ≤ 0 S = [ -2, 0]
29. Resolva a inequação:

b) 2

–9.2

+8=0

1  1 <  <3 9 3 Devemos ter, simultaneamente:

x

INEQUAÇÕES EXPONENCIAIS
Vamos resolver inequações exponenciais, isto é, inequações onde podemos ter a variável no expoente. Exemplos: 1] 2
x –1

<8

2 2]   3

x 2 −6x

2 ⋅  ≥ 1 3

9

Resolução: Para resolver uma inequação exponencial, vamos lembrar que:
a>1 0< a < 1
x1 x2

a

< a ⇔ x1 < x 2 “conservamos” a desigualdade

a < a x 2 ⇔ x1 > x 2 “invertemos” a desigualdade
2

x1

S = ] - 1, 2 [ Exercícios: 30. Resolva a inequação: a) 3 ≤ 81 b) (0,2)x < (0,2)5 31. Resolva a inequação:
x

RESOLVENDO EXERCÍCIOS 26. Resolva a inequação: 2 x ⋅ 2 x < 410 .

 1 c) 52 x −3 ≤   5
d)

x −1

2 x + x < 220 e como 2 é maior que 1, conservamos a desigualdade para os expoentes: 2 x + x < 220 ⇒ x 2 + x < 20 2 2 x + x < 20 ⇒ x + x – 20 < 0
Resolvendo essa inequação, temos: - 5 < x < 4. S= ] -5, 4[
2

2

( 2 ) 3 x > ( 2 ) 2x −5
 1 ⋅  2
x −4

8 a)   5

x2

8 <  5

3x +4

 1 c)   2

(x −1)2

<

1 8

Matemática

75

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
 1 b)   5
x 2 −6x +9

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
d) 2
3x

≥1

 1 ⋅  2

2x 2

≥ 32

−1

39. Determine x tal que: a) b)

91− 2 x = 27 x −1
4

6

32. Determine x tal que: a) b) c) d) e)

3x

2

−7x +8

5 x +1 − 3 ⋅ 5 x + 5 x −1 ≤ 55 52 x +1 − 5 x > 5 x + 2 − 5

 1  = 6   27 

x −1

40. Determine x tal que: a) b) c) d)

−2 > 2 −1 10 32 x + 2 − ⋅ 3 x + 2 < −1 9
7
2 x +1

2

2 x −1

x −1

x

3 x +1 + 3 x + 3 x −1 = 39 52 x − 30 ⋅ 5 x + 125 = 0
− 16 ⋅ 2 x + 4 x = −64

+1≤ 8 ⋅ 7

x

32 x +1 − 10 ⋅ 3 x = −3
b) 0,3 c) 2 f) 9 c) 10 c) 630 d)

EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO:
33. Calcule:
2

Respostas: 4. a) 4 d) 5. a)
5

a) (27 )

3

d) (216 )
−2

−2 3

4 5

2 e) 4
b) 2 2 b) 93 3

b) (8 )−0,25

e) 80,333...

 5 c)  4   3  

 1 2 f)  7 4   

( )

13

3 4

6. a)

43 2

1 32

34. Determine o valor de: a) b) c)

(81)0,21 ⋅ (81)0,09 : (81)0,05
1 (0,04 )1 4 ⋅    5
−1 2

7. são verdadeiras: a e d 1 1 b) 11. a) 3 9 12. a) m >2

c) 9 b)

d) 1

125

13. a) 4

(3 )
m +1 n+1

13 12

⋅ 3-1 2

32 ⋅ 3 -3 2
2n +1 n

{ } f) {x ∈ lR | x > 2}
d) x ∈ lR | x < 3

b)1

3 <m<2 2 c) {x ∈ lR | x < 5}

e) {x ∈ lR | x > - 1}

35. Efetue: a) 3

. 3m+3 : 9m –1
+2
2n –1

b)

5

− 25

4 20. a)   3 
21. a) {5} 22. a) {−5, 3} b)

b) {−3}

 − 10  c)    3 

d)

φ

c) (4

):4

n

5

2n

{

3  b)   c) { 1 } 2 1 , 3} c) { 1, 2}

36. Calcule: -1 -1 -1 a) (a + b ) , com a ≠ 0, b ≠ 0 e a ≠ -b. 1 -2 -2 b) (a - b ) . , com a ≠ 0, b ≠ 0 e a ≠ b. b−a 37. Copie apenas as afirmações verdadeiras: a) b) c) d)

− 3 23. a)   b) { 2}  4 
24. a) { 2 } 25. a) { -2 } 30. a) ]−∞,4] b) {0 } b) { 0,1 } b) ] 5, + ∞[ c)

φ

d) { -2, -1}

22 x − 3 = 4 ⇔ x = 2  1   2
x −1 3

=
3

1 10 ⇔x= 8 3
x

d) ]−5, + ∞[ 31. a) ]−1, 4[ b)

4  c)  − ∞,  3 
+ ∞[

{ 3 } c) ]−∞, - 2[ ∪ ]3,

 1  1   <  ⇔x<3 2 2 2 2 <8⇔x>4
x

5  d)  − 1 ,  2  32. a) ]−∞, 2] c) ]−∞, 0[ ∪ ]1, + ∞[ e) ]−1, 0[
33. a) 9b) 34. a) 3
4

b) ]−∞, - 1[ ∪ ]1, + ∞[ d) ]−2, 0[
3

38. Resolva as equações: 1 a) 22 x ⋅ = 16 c) (0,01)2 x −1 = 1003 x + 2 4 b) 25 ⋅ 5 x = 125
4

2 c) 2

15 1 d) e) 2 f) 5 36
6

49

 1  d)    32 

x 2 −1

= 26(x −1)

b) 5 5 c)

3 3

Matemática

76

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
35. a) 729 36. a) b) 4 b)
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
9 2
Obs.: De modo geral, para um número a qualquer positivo e diferente de 1, temos: loga 1 = 0

c)

ab a+b

b+a a
⋅ b2

37. São verdadeiras b e c 38. a) { 3 }

 − 1 b) { 4 } c)   5 
b) {2, 3} b) { 1, 2}

 − 11 d)  ,  5

 1 

5  39. a)   9  40. a) { 2 } d) {1, 1}

c) { 3 }

FUNÇÃO LOGARÍTMICA Definição: 3 Podemos dizer que em : 5 = 125 3 é o logaritmo de 125 na base 5. isso pode ser escrito da seguinte forma: log5 = 125 = 3
Veja outros casos: 5 2 = 32 ⇔ log232 = 5 4 3 = 81 ⇔ log381 = 4 0.3010 10 = 2 ⇔ log10 2 = 0,3010 De um modo geral, dados dois números reais a e b, positivos, com b ≠ 1, chama-se logaritmo de a na base C b, ao número c, tal que b = a. Ou seja: C logb a = c ⇔ b = a O número a recebe o nome de logaritimando e b é a base. Alguns logaritmos são fáceis de serem encontrados. Outros são achados nas tabelas. Vamos, agora, achar alguns logaritmos fáceis. 1. Calcular: a) log416 Solução: Se log416 = x, 2 Como 16 = 4 , temos : x 2 4 =4 Comparando, vem que: x = 2 Resposta: log416 = 2 b) log25 5 x Solução: Se log25 5 = x, então 25 Como 25 = 5 , temos: (5 ) = 5 5
2x 2 2 x

d) log9 27 x Solução: Se log9 27 = x, então 9 = 27. 2 3 Como 9 = 3 e 27 = 3 , temos : 2 x 3 (3 ) = 3 3 2x 3 3 = 3 ou 2x = 3 e x = 2 3 Resposta: log927 = 2 1 e) log8 2 1 1 x Solução: Se log8 = x, então 8 = . 2 2 1 3 –1 Como 8 = 2 e = 2 temos: 2 3 x –1 (2 ) =2 −1 3x –1 2 =2 ou 3x = -1 e x = 3 1 −1 Resposta: log8 = 2 3 f) log100,1 x Solução: log100,1= x, então 10 = 0,1 1 –1 Como 0,1 = = 10 , temos: 10 x –1 10 = 10 ou x = -1 Resposta: log100,1= -1 g) log2 3 2

x Solução: Se log2 3 2 =x, então 2 = 3 2

Como então 4 = 16.
x

3

2=

1 3 2 ,

temos: 2 =

x

1 3 2

ou x =

1 3

Resposta: log2 3 2 = h) log125 3 25

1 3

x Solução: Se log125 3 25 =x, então 125 = 3 25

Como 125 = 5 e

3

3

25 = 5 =

3 2

2 53

, temos:

=5

(5 ) = 5
3x

3 x

3 2

5

=5

ou 2x = 1

ex=

1 2

Resposta: log25 5 =

1 2

2 2 ex= 3 9 2 Resposta: log125 3 25 = 9
= ou 3x= 2. O logaritmo de 243 numa certa base é 5. Qual é a base? Solução 5 Se logx243 = 5, então x = 243. 5 5 Como 243 =3 x =3 ou x =3 Resposta: A base é 3. 77

2 53

c) log3 1 x Solução: Se log3 1 = x, então 3 = 1. 0 Como 3 = 1, temos: x 0 3 = 3 ou x = 0 Resposta: log3 1 = 0

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
3. Qual é o logaritmo de - 9 na base 3? Solução x log3(-9) = x, então 3 = - 9 Não há um número x que satisfaça essas condições. Lembre-se de que em logb a, a deve ser positivo. Resposta: Não existem logaritmo de - 9 na base 3. 4. Encontrar um número x tal que logx36 = 2 Solução 2 Se logx36= 2, então x = 36. ou x = ± 36 ou x = ± 6 Como não tem sentido log-636, ficaremos somente com x = 6. Resposta: x = 6

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
De um modo geral: logC (a . b) = logC a + logC b onde a, b e c são tais que tornam possível a existência da expressão.

2. Logaritmo de um quociente Já sabemos que log216 = 4 e log28 = 3 Podemos  16   16  achar log2   da seguinte maneira: log2   = x, 8    8 
então 2 =

16 8 4 3 Mas 16 = 2 e 8 = 2 . Podemos escrever então:
x

Exercícios Propostos 1. Calcular:
a) log232 b) log1664 c) log100,01 d) log16 32 e) log6464

2x = 1 8 1 j) log8 16 l) log10010 000
i) log2 m) log6255 n) log 3 3 o) log981

24 23

⇒ 2 x = 24 −3 ou x = 4 - 3

Assim :  16  log2   = 4 – 3 ou ainda:  8 

 16  log2   = log216 - log2 8  8 
De um modo geral, temos:

f) logxx, x > 0 e x ≠ 1 1 3 g) log4 p) loga a 2 , a > 0 e a ≠ 1 4 h) log4 3 4 2. Achar o valor de x tal que: a) logx4 = 1 f) log(x+1)4 = 2 b) log2 x = -1 g) log x 18 = 2 c) log2(4+x ) = 3 d) log2 x = 4 e) logx169 = 2 h) logx0,00001 = - 5 i) log2x2 = 2 j) log749 = 1 + x

a log c   = log c a − log c b b
3. Logaritmo da potência 5 Sabendo que log2 8 = 3, podemos achar log2 8 da seguinte maneira: 5 x 5 Se log2 8 = x, então 2 = 8 . 3 Mas como 8 = 2 , podemos escrever: x 3 5 x 3.5 2 = (2 ) ⇒ 2 = 2 x = 3 . 5 ou x = 5 . log28
Desta maneira: log28 = 5 . log2 8 De um modo geral, temos:
5

3. Qual é a base na qual o logaritmo de 4 dá o mesmo resultado que o logaritmo de 10 na base 100?

PROPRIEDADES DOS LOGARITMOS Quatro propriedades serão de importância fundamental nos cálculos com logaritmos daqui para frente. Vamos estudá-las. 1. Logaritmo de um produto Já sabemos que log2 16 = 4 e log28 = 3. Podemos achar o log2( 16 . 8) da seguinte maneira: x Se log2 (16 . 8) = x, então 2 = 16 . 8
Como 2 = 16 e 2 = 8, então : x 4 3 2 = 2 . 2 ou x = 4 + 3 Assim: log2(16 . 8) = 4 + 3 ou ainda: log2(16 . 8) = log2 16 + log2 8
4 3

logban = n logba
4. Mudança de base Sabendo que log28 = 3 e log216 = 4, podemos calcular Iog168 da seguinte forma: x log28 = x ⇒ 16 = 8
Mas como 16 = 2 e 8 = 2 , temos: (2 ) = 2 3 4x 3 2 = 2 ou 4x = 3 ⇒ x= 4 3 Portanto: log168 = ou ainda 4 log 28 log 16 8 = log 216 78
4 3
4

x

3

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
De um modo geral, temos:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
log ca log ba = log cb
= logx(a b ) – logxc = logxa + logxb – logxc = = 2logxa + 3logxb – 4logxc
2 3 4 2 3 4

Nessa expressão, c é a base em que pretendemos trabalhar.

c) log x

(a b) =
2 1 2 c 1 3 2

1 3

Exercícios Resolvidos 1. Sabendo que log2 5 = 2,289 e log26 = 2,585, calcular: a) log230 Solução Como 30 = 5 . 6, então log230 = log2 (5 . 6). Aplicando a propriedade do logaritmo do produto, vem: log2 30 = log2 (5 . 6) = log2 5 + log2 6 log2 30 = 2,289 + 2,585 Resposta: log2 30 = 4,874

Solução:

log

x

(a b) =
1 2 c

= log x a b
1

( )
2

1 3

− log x

1 2 c

=

=

1 log x a2b − log x c 2 = 3

( )

5 b) log2   6 Solução: Aplicando a propriedade do logaritmo do quociente, vem : 5 log2   = log25 - log26 = 2,289 - 2,585 6 5 Resposta: log2   = - 0,296 6
c) log2625 4 Solução Como 625 = 5 , temos : 4 log2 625 = log2 5 Usando a propriedade do logaritmo de potência, temos: 4 log2 625 = log2 5 = 4 log25 = 4 . 2,289 Resposta: log2 625 = 9,156 d) log65 Solução: Usando a propriedade da mudança de base, temos: log 25 2,289 log 65 = = = 0,885 log 26 2,585
Resposta: log65 = 0,885 2. Desenvolver as expressões abaixo usando as propriedades dos logaritmos:  ab  a) log x    c 

1 = log x a2 + log xb − log x c 2 = 3 1 1 = ( 2 log x a + log x b ) − log x c = 3 2
 a   d) log x     bc   a   Solução: log x    = log x a − log x bc =  bc 

(

)

1

= log x a − log x (bc ) = 1 = log xa − log x (bc ) = 2 1 = log x a − (log xb + log x c ) 2
3. Dados log102 = 0,301 e log103 = 0,477, calcular log10162. Solução: Decompondo 162 em fatores primos, encontramos 4 4 162 = 2 . 3 . Então: log10 162 = log10 ( 2 . 3 ) Aplicando as propriedades, vem : log10162 = log102 + 4log103 log10162 = 0,301 + 4 . 0,477 log10162 = 2,209 4. Encontrar um número x > 0 tal que: log5 x + log5 2 = 2 Solução: Utilizando ao contrário a propriedade do logaritmo do produto, teremos: log5 x + log5 2 = 2 25 2 log5(x . 2) = 2 ou x . 2 = 5 e x = 2 5. Resolva a equação: 2 log2(x + 2x + 7) – log2 ( x - 1) = 2 Solução: Antes de começar a resolver esta equação, devemos nos lembrar de que não podemos encontrar logaritmos de números negativos. Por isso, o valor de x 2 que encontraremos não poderá tornar x + 2x + 7 ou x 1 negativos. 79

1 2

 ab  Solução: log x   =logX(ab)-logXc=logXa+logXb– logXc  c   a2b3   b) log x   c4   
Solução:  a2b3  = log x   c4   

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Aplicando a propriedade do logaritmo do quociente no sentido inverso, teremos: 2 log2(x + 2x - 7) – log2 ( x - 1) = 2  x 2 + 2x − 7   = 2 ou log 2    x -1  

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
calcular: a) b) c) d) e)

log 106 log 10 27  1 log 10   16  3 log 10  2 log 1054

f) log 10 8 g) log 32 h) log 23

x 2 + 2x − 7 x 2 + 2x − 7 = 22 ⇒ =4 x -1 x -1 x 2 + 2x − 7 = 4( x − 1) ⇒ x 2 + 2x − 7 = 4 x − 4 x 2 − 2x − 3 = 0
Aplicando a fórmula de Báskara para resolução de

10   i) log 105  sugestão : 5 =  2   j) log 10 45

− b ± b2 − 4ac , na 2a 2 qual a é o coeficiente de x , b é o coeficiente de x e c, o termo independente de x, vem : x1 = 3 2 ± (− 2)2 − 4 ⋅ 1 ⋅ (− 3 ) 2 ± 4 x= = 2 ⋅1 2 x2 = − 1
equações do segundo grau,

x=

6. Encontrar o valor de x tal que : a) log3x + log34 = 2 b) log32 – log3x = 4 c) log3x - 1 = log32 d) log4(x + 1) = log45 e) log10 3 + log10(2x +1) = log10(2 - x)

FUNÇÃO LOGARITMICA Chamamos de função logarítmica a junção que a cada número real e positivo x associa o seu logaritmo a certa base positiva e diferente de 1. Assim = y = logax, x > 0, a > 0, a ≠ 1
Vamos construir o gráfico de algumas funções logarítmicas. Gráfico 1 y = log2x x 8 4 2 1 1 2 1 4

Observe que x2 = -1 torna as expressões x - 1 e x 2 2x - 7, em log2(x - 1)e Iog2(x + 2x - 7), negativas. Por isso, deveremos desprezar esse valor e considerar apenas x1 = 3. Resposta: x = 3. 6. Resolver a equação : log4x = log2 3 Solução: Primeiramente vamos igualar as bases desses logaritmos, passando-os para base 2. log 2 x log 2 x = log 23 ⇒ = log 23 log 2 4 2

2

log2x 3 2 1 0 -1 -2

log 2 x = 2 log 23 ⇒ log 2 x = log 232 log2 x = log2 9
Comparando os dois concluímos que x = 9. Resposta: x = 9. termos da igualdade,

Exercícios Propostos 4. Aplicar as propriedades dos logaritmos para desenvolver as expressões:  ab   a) log c a2b f) log c   d   
b) c) d) e)

log c

( ) (a b )
3 4

Gráfico 2

y = log 1 x
2

x 8 4 2 1 1 2 1 4

g) log c abn

( )

log 1 x
2

 a  log c   2  b 

log c a  a    log c    b2d3 

 3  a  h) log c   3 b2      1  i) log c    abc 

-3 -2 1 0 -1 -2

5. Sendo dado log102 = 0,301 e log103 = 0,477,

Matemática

80

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
a) 2logc a + logc b c) e) f) g) b) 3logc a + 4 logc b 1 logc a - logc b d) logc a 2 logc a - 2 logc b –3logc d 1 1 logc a + logc b – logc d 2 2 3 2 logc a + n logc b h) logc a logc b 2 3 - logc a - logc b –1 f) g) h) i) j) 0,451 0,631 1,585 0,699 1,653

Perceba que y = log2x é crescente. Então, podemos dizer que se b > c então log2b > log2c. Isso de fato acontece sempre que a base do logaritmo é um número maior que 1. Em contrapartida, y = log 1 x é decrescente.
2

i) a) b) c) d) e)

Então, podemos dizer que se b > c, então log 1 b < log 1 c Isso acontece sempre que a base é um
2 2

5) 0,778 1,431 –1,204 0,176 1.732

número entre 0 e 1.

6) 9 a) 4 16) a)

b)

2 81

c) 6

d) 4

e)

−1 7

Exercícios Propostos 16. Construir os gráficos das funções ; b) y = log 1 x a) y = log3x
3

b)

17. Verifique se as afirmações abaixo verdadeiras ou falsas: b) log 1 5 > log 1 3 a) log25 > log23
2 2

são

c) log0,40,31 > log0,40,32 e) log41,4> log51,4

d)Iog403100>Iog403000 f) log0,40,5 < log0,40,6
x

18. Construir num mesmo sistema de eixos os

17) a) V b) F 18) (0, 1)

c) V

d) V

e) V

f) F

 1 x gráficos das funções f1(x) = 2 e f2(x) =   . 2 Encontrar o ponto (x , y) em que f1(x) = f2(x).
Respostas dos exercícios 1) i) a) 5 b) 1,5 j) c) –2 d) 0,625 l) e) 1 f) 1 m) g) –1 n) 1 h) o) 3 p)
2) a) 4 1 b) 2 c) 4 d) 256 e) 13 3) 16 4) f) 1 g) 18 h) 10 2 i) 2 j) 1

EQUAÇÕES POLINOMIAIS
Definição:

–3 −4 3 2 1 4 2 2 2 3

Equação polinomial é toda equação de forma P ( x ) = 0, onde P(x) é um polinômio. Raiz de uma equação polinomial P(x) = 0 é todo número α , tal que P( α ) =0.

Teorema da decomposição
Todo polinômio P(x) = a0x + a1 x + . . . + a , de grau n ≥ 1, pode ser escrito na forma faturada: P(x) = a0 . (x – x1) (x – x2) . . . (x - xn), onde x1, x2, . . . xn são as raízes de P( x ).
n

n -1

n

OBSERVAÇÃO: Toda equação polinomial de grau n(n ∈ lN* ) apresenta n e somente n raízes. Aplicação:
1) Faturar o polinômio P(x) = 3x - 21x + 30. 81
2

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Solução
As raízes de 3x - 21x + 30 = 0 são :
2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
7) Escreva o polinômio do 4º grau cujas raízes são 1, 2, i, -i.

x=
2

21 ± 441 - 360 21 ± 9 = 6 6

5 2
3 2

3x - 21x + 30 = 3 ( x - 5) (x - 2) 2) Faturar o polinômio P(x) = 5x +15x -5x -15, sabendo-se que suas raízes são 1, -1 e –3.

8) Escreva o polinômio P(x) = x + 2x - x - 2 na forma fatorada, sabendo que uma raiz é igual a 1. 9)

3

2

Solução: 3 2 5x + 15x - 5x –15 = 5 ( x -1) ( x + 1) ( x + 3)
3) As raízes de um polinômio P(x) do 3º grau são 1, -1 e 2. Obter P( x ), sabendo-se que P ( 0) = 6.

1 e - 2 são raízes do polinômio P(x) = 2 3 2 2x + ax + bx - 2. Os valores de a e b são, respectivamente: 1 a) 5 e 1 c) e –2 e) 3 e –2 2 1 b) 3 e 2 d) –2 e 2
10) Um polinômio de grau 3 tem como raízes os números 1, -2 e 3. Sabendo que P(- 1) = -2, o valor de P(2) será: a) 1 c) –4 e) n.d.a. 3 b) d) 3 4 11) Seja f(x) um polinômio de grau 3, tal que f(0)= 2, f(1)= 3, f(2)= 1, e f(3)= 6. Então: a) f (4) < 0 b) 0 < f(4) < 6 c) 3 < f(4) < 6 d) f(4) > 6 e) n.d.a. 12) Um polinômio do 3º grau anula-se para x = 1 e para x = -3. Assume os valores -12 e 30 para x = 0 e x = 2, respectivamente. Esse polinômio é: a) b) c) d) e) P( x) = (x – 1)(x + 3)(x –4) P( x) = (x – 1)(x + 3)(x +4) P( x) = (x + 1)(x + 3)(x –4) P( x) = (x + 1)(x - 3)(x +4) n.d.a.

Solução: Temos: P(x) = a(x – x1) (x – x2)(x – x3) = a(x - 1)(x + 1)(x -2)
Como : P(0) = 6, vem : 6 = a(0 -1)(0 + 1)(0 - 2) ⇒ 6=a.2 ∴ a=3 Logo: P( x ) = 3 (x -1) ( x +1) (x - 2)
3 2

4) Escrever o polinômio P(x) = x - 5x + 7x - 3 na forma fatorada, sabendo-se que uma raiz é 3.

Solução: Se 3 é raiz, usando o Briot-Ruffini, vem :
3 1 -5 1 -2 7 1 -3 0

x = 1  x − 2 x + 1 = 0 ∴ ou x = 1 
2

Assim: 2 P(x) = 1 . ( x - 1) (x - 1 ) (x - 3) = ( x -1) (x - 3)

Exercícios 1) Fatore: 3 a) P(x) = x - x

b) P(x)=x - 5x + 6
3 2

2

13) A equação do 3º grau cujas raízes são 2 é: 3 2 a) x - 2x – x + 2 = 0 3 2 b) 2x - 5x + x + 2 = 0 3 2 c) 2x - 5x – x – 2 = 0 3 2 d) 2x +7x + 7x + 2 = 0 3 2 ei 2x - 7x + 7x – 2 = 0
3 2

1 ,1e 2

2) Fatore o polinômio P(x) = x - x - 14x + 24, sabendo que suas raízes são 2, 3 e -4. 3) Determine o polinômio do 2º grau P(x) cujas raízes são 2 e 3, sabendo que P(1) = 5. 4) Determine o polinômio P(x) do 3º grau cujas  1 3 raízes são 0, 1e 2, sabendo que P  = . 2 2 5) Obtenha o polinômio do 2º grau P(x), sabendo que P(1) = 0, P(2) = 0 eP(3) =1. 6) Obtenha o polinômio do 3º grau P(x), sabendo que P(-1) = 0, P(1) = 0, P(3) = 0 e P(4) = 2.

14) Se-4 é a raiz de 2x + 6x + 7x + a = 0,a vale: a) 40 c) 0 e) 10 b) –60 d) 60

Multiplicidade de uma raiz n -1 n n Dada a equação a0x +a1 x + . . . + a = 0(a0 ≠ 0), diz-se que α é raiz de multiplicidade m(m ∈ lN* e m ≤ n) se, e somente se, das n raízes, apenas m forem iguais a α .
82

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Aplicações 1) Classificar as raízes das equações, quanto à sua multiplicidade: 3 2 5 a) (x + 2)(x – 1) (x – 3) ( x + 4) = 0 2 4 3 2 b) x(x + x) . (x + 2x + x) = 0 2 6 3 2 c) (x - 5x + 5) . (x - 2) . (x + 3x) = 0 Solução: a) -2 é raiz de multiplicidade 1 (ou raiz simples) 1 é raiz de multiplicidade 3 (ou raiz tripla) 3 é raiz de multiplicidade 2 (ou raiz dupla) -4 é raiz de multiplicidade 5 b) Fatoremos o polinômio em binômios do 1º grau: x(x + x) . (x + 2x + x) = 0 ⇒ 4 2 ⇒ x .[ x ( x+1)] . [x(x +2x+1)]=0 ∴ 4 4 2 ∴ x . x . ( x + 1) . x . (x+1) =0 ∴ 6 6 x . ( x +1 ) =0 Assim, temos que: -1 é raiz de multiplicidade 6 0 é raiz de multiplicidade 6 c) Fatoremos o polinômio em binômios do 1º grau : 2 5 3 2 ( x - 5x + 6) ( x - 2) ( x + 3x) = 0 ⇒ 5 3 ⇒ [ ( x - 2) ( x -3) ] ( x -2) x ( x +3 ) = 0 ∴ 5 5 3 ∴ ( x –2 ) ( x -3) ( x -2) x ( x + 3) = 0 ∴ 8 5 ∴ ( x - 2) ( x -3) x ( x + 3) = 0 Assim, temos que: 2 é raiz de multiplicidade 8 3 é raiz de multiplicidade 5 0 é raiz de multiplicidade 1 -3 é raiz de multiplicidade 1 2) Achar a multiplicidade da raiz 1 na equação x 3x + 2 = 0.
3 2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Solução : 3 é raiz, logo P(x) é divisível por x - 3. Pelo dispositivo de Briot-Ruffini, temos:
3 1 1
4

0 3

0 9
3

1 28
2

-84 0

x + x - 84 = (x - 3) (x + 3x + 9x + 28) = 0 Usando novamente o dispositivo de Briot-Ruffini: 3 1 3 9 28 1 6 27 82
3 2

4

3

2

Como R ≠ 0, 3 não é raiz de x +3x +9x+28 = 0. Assim, 3 é raiz de multiplicidade 1.

Exercícios
1) classifique as raízes das equações a seguir, quanto à sua multiplicidade : a) (x - 7x + 10) (x – 2) = 0 2 2 2 b) (x - 1) (x - 5x + 6) (x - 3x) = 0 7 2 4 c) (x – 1) (x – 1) = 0 4 2 d) (x - 1) (x - i) (x + i) = 0 2) Ache a multiplicidade da raiz 1 na equação x + 2 2x - x - 2 = 0. 3) Ache a multiplicidade da raiz 2 na equação x 2 6x + 12x - 8 = 0. 4) Ache a multiplicidade da raiz 1 nas equações: 4 4 3 2 a) x + x - 2 = 0 b) x – x - 3x + 5x - 2 = 0 5) Componha uma equação de grau 3, sabendo que 3 é raiz simples e 2 é raiz dupla. 6) Admite uma raiz de multiplicidade dois a seguinte equação: 2 a) x - 4 = 0 6 4 2 b) x – x + 3x = 0 c) x – 2 = 0 4 d) ( x – 1) = 0 3 e) ( x - 1) = 0 7) Assinale, entre as equações a seguir, a que apresenta raiz de multiplicidade três: 3 a) x - 1 = 0 4 b) (x - 2) =0 4 2 c) x -4x = 0 3 d) ( x - 1) . (x + 1 ) = 0 5 e) x – x = 0
4 3 3 2 2

Solução: 3 Se 1 é raiz, então P(x) = x - 3x + 2 é divisível por x - 1, Pelo dispositivo prático de Briot-Ruffini, temos:

1

1

0

-3

2 0

1 144 2 14 4 2 3

Q (x)
2

x - 3x + 2 = (x + x - 2) (x - 1) = 0. 2 As raízes de x + x - 2 = 0 são 1 e -2. Portanto: 3 2 x - 3x + 2 = (x + 2) (x – 1)(x -1) = (x + 2)(x - 1) Logo, 1 é raiz de multiplicidade 2. 3) Achar a multiplicidade da raiz 3 na equação x + x - 84 = 0.

3

8) Da equação x - 11x + 45x - 81x + 54 = 0, podemos afirmar que : a) 2 é raiz de multiplicidade dois; b) 3 é raiz de multiplicidade quatro; 83

4

3

2

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
c) 3 é raiz de multiplicidade três; d) 2 é raiz de multiplicidade três; e) 2 e 1 são raízes de multiplicidade dois.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
= 5 2 − 2 ⋅ 6 = 25 - 12 = 13
d)
2

Relações de Girard
Em toda equação do 2º grau ax + bx + c = 0, de raízes x1 e x2, temos:

1 1 x + x1 5 + = 2 = x1 x 2 x1 ⋅ x 2 6

3 2 2 e) x1 + x3 2 = (x1 + x 2 ) x1 − x1x 2 + x 2 =

(

)

b  x1 + x2 = −   a  c x ⋅ x = 1 2  a 

5 ( 13 – 6) = 35 2) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da equação 2 4x + 6x + 8 = 0, calcular: 1 1 1 a) x1 + x2 + x3 d) + + x1 x 2 x 3 b) x1x2 + x1x3 + x2x3 c) x1 . x2 . x3
2 2 e) x1 + x2 2 + x3

2x -

3

Em toda equação do 3º grau ax + bx + cx + d = 0, de raízes x1, x2 e x3, temos:

3

2

b   x1 + x2 + x3 = − a  c   x 1x 2 + x 1x 3 + x 2 x 3 = a   d  x1 ⋅ x2 ⋅ x3 = − a 
Em toda equação do 4º grau ax + bx + cx + + dx + e = 0, de raízes x1, x2, x3 e x4, temos:
4 3 2

Solução:

b   x1 + x2 + x3 + x4 = − a   x x +x x +x x +x x +x x +x x = c   1 2 1 3 1 4 2 3 2 4 3 4 a  x x x + x x x + x x x + x x x = − d  1 2 3 1 2 4 1 3 4 2 3 4 a  e  x1 ⋅ x2 ⋅ x3 ⋅ x4 =  a 
OBSERVAÇÃO: Estas relações podem generalizadas para equações de grau n, n > 4. APLICAÇÕES
1) Sendo x1 e x2 as raízes da equação x - 5x + 6 = 0, calcular: a) x1 + x2 b) x1 . x2 c) d)
2 x1 2

b 4 = = 2 a 2 c 6 b) x1x2 + x1x3 + x2x3 = = = 3 a 2 d 8 c) x1 . x2 . x3 = − = − = −4 a 2 1 1 1 x x + x1x 3 + x1x 2 d) + + = 2 3 = x1 x 2 x 3 x1x 2 x3
a) x1 + x2 + x3 = −

=
e)

3 3 =− −4 4 2 2 x1 + x2 + x 2 3=
2

= (x1 + x 2 + x3 )2 − 2(x1x 2 + x1x 3 + x 2 x3 ) =
=2 –2.3=-2 3) Dada a equação x + x - 7 = 0, calcular: a) a soma das raízes b) o produto das raízes
4 2

ser

Solução:
a) x1 + x2 + x3 + x4 = -

b =0 a

+

x2 2

e)

3 x1

+

x3 2

b) x1 x2 x3 x4 =

e =-7 a

1 1 + x1 x 2

Solução:
a) x1 + x 2 = − b) x1 ⋅ x 2 =

4) Determinar m e n, sabendo-se que 2 é raiz 3 dupla da equação mx + nx + 16 = 0.

b =5 a

Solução:
Pelas relações de Girard :

c =6 a

2 2 c) x1 + x2 2 = (x1 + x 2 ) − 2 x1x 2 =

Matemática

84

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
        

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Substituindo x1 = x2 + x3 em (1), vem : x1 + x1 = 4 ⇒ 2x1 = 4 ∴ x1 = 2 Substituindo x1 = 2 em (3), vem : 2x2 x3 = -6 ⇒ x2 x3 = - 3 x 2 + x 3 = 2 Resolvendo o sistema  , vem :  x 2 ⋅ x 3 = −3 x2 = 3 ⇒ x3 = -1 ou x2 = -1 ⇒ x3 = 3 ∴ S = { 2, 3, -1)

x1 + x 2 + x 3 = 0 x 1x 2 + x 1 x 3 + x 2 x 3 = x1 ⋅ x 2 ⋅ x 3 = − 16 m n m

Como x1 = x2 = 2, vem :

   2 + 2 + x3 = 0 x 3 = −4   n n   ⇒ 4 + 4 x 3 = ∴  2 ⋅ 2 + 2x 3 + 2x 3 = m m    16  4  2 ⋅ 2 ⋅ x3 = − m x 3 = − m  
n  n 4 + 4(− 4 ) =   n = -12  m ∴ - 12 = ∴ m ∴  4 m = 1 − 4 = − m = 1   m 
5) Determinar k, de modo que o produto de duas 3 2 raízes da equação x + kx + 2 = 0 seja 1.

Exercícios
1) Calcule a soma e o produto das raízes da 3 2 equação 3x - 6x + 7x - 3 = 0. 2) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da 1 2 x + 17x + 10 = 0, calcule + x1 equação 1 1 + . x2 x3 2x –
3

3) Sendo x 1 e x2 as raízes da equação x + 1 = 0, calcule : a) x1 +x2 b) x1 x2
2 c) x1 + x2 2 3 e) x1 + x3 2

x +

2

solução: Sejam x1, x2 e x3 as raízes da equação 2 kx + 0x + 2 = 0 :

d)

x +

3

1 1 + x1 x 2
3x +
3

 x 1 + x 2 + x 3 = −k   x 1x 2 + x 1x 3 + x 2 x 3 = 0  x ⋅ x ⋅ x = −2 2 3  1

(1) (2) (3 )

O produto de duas raízes é 1. Portanto, x1 x2 = 1 Substituindo x1 x2 = 1 em (3), vem : x3 = -2 Substituindo x1 x2 = 1 e x3 = -2 em (2), vem : 1 - 2x1 - 2x2 = 0 ⇒ 2x1 + 2x2 = 1 ∴ x1 +x2 = Substituindo x1 +x2 =

4) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da equação 6x + 9 = 0, calcule: a) x1 + x2 + x3 b) x1 x2 + x1 x3 + x2 x3 c) x1 x2 x3 1 1 1 d) + + x1 x 2 x 3
2 2 e) x1 + x2 2 + x3

1 2

1 e x3 = -2 em (1) vem: 2 1 1 3 + ( -2) = -k ⇒ k = 2 ∴ k= 2 2 2
3 2

5) Sendo x1, x2 , x3 e x4 as raízes da equação x + 2 3x + 7x + 8 = 0, calcule: a) x1 + x2 + x3 + x4 b) x1 x2 + x1 x3 + x1 x4 + x2 x3 + x2 x4 + x3x4 c) x1 x2 x3 x4 6) Uma das raízes do polinômio x + 2 2x - 9x - 18 é -2. A soma das outras raízes é: a) –2 b) –1 c) 0 d) 1 e) 2 7) Resolva a equação x + 5x - 12x - 36 = 0, sabendo-se que uma raiz é o produto das outras duas. 8) Determine k, de modo que a equação x 28x + k = 0 tenha uma raiz igual ao dobro de uma outra. 9) Determine k, de modo que o produto das raízes 3 2 da equação x - 7x + 8x + k - 1 = 0 seja -2. 85
3 3 2 3

4

6) Resolver a equação x - 4x + x + 6 = 0, sabendo que uma das raízes é a soma das outras duas.

Solução:

 x1 + x 2 + x 3 = 4   x 1x 2 + x 1x 3 + x 2 x 3 = +1  x ⋅ x ⋅ x = −6 2 3  1

(1) (2) (3 )

Uma das raízes é a soma das outras duas: x1 = x2 + x3

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
10) Determine k, de modo que a equação x + kx + 2 = 0 admita como raiz dupla o número 1. 11) Resolva a equação x -3x - 4x + 12 = 0, sabendo que duas raízes são simétricas, isto é, x 1 = - x2 12) Resolva a equação x - 5x + 2x + 8 = 0, sabendo que uma das raízes é o quádruplo da soma das outras duas. 13) As raízes da equação x - 6x + kx + 64 = 0 estão em progressão geométrica. O valor de k é : a) –10 c) –24 e) 12 b) –18 d) 16 14) Sendo a, b e c as raízes da equação 2x 2 2 2 3x + 5x + 1 = 0, o valor da expressão a b + 2 2 2 2 b c + c a é: a) 19 c) 19/4 e) n.d.a. b) 31 d) 31/4 15) Se x1, x2 e x3 são as três soluções distintas da x 1 0 equação então : a) S = 0 b) S = 2
3 3 2 3 2 3 2 3

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
21) Se as raízes da equação x - 6x + ax + b = 0 constituem uma PA de razão 3, então o valor de a+bé: a) 13 c) 5 e) -13 b) 10 d) –10
3 2

Respostas definição
1) .a) P (x) = x (x + 1) ( x –1) b) P (x) = ( x –2) (x –3) 2) P(x) = ( x -2) (x –3) (x +4) 5 3) P(x) = ( x − 2)( x − 3) 2 4) P(x) = 4x (x-2)(x –1) 1 5) P(x) = ( x − 1)( x − 2) 2 2 ( x + 1)( x − 1)( x − 3) 6) P(x) = 15 7) P(x) = a ( x –1)(x –2)(x +i)(x -i) com a ε lR 8) P(x) =(x -1)(x+1)(x+2) 9) a 10) a 11) d 12) b 13) b 14) d multiplicidade de uma raíz 1) a) 2 é raiz de multiplicidade 3 5 é raiz de multiplicidade 2 b) 0 é raiz de multiplicidade 1 1 é raiz de multiplicidade 2 2 é raiz de multiplicidade 1 3 é raiz de multiplicidade 2 c) 1 é raiz de multiplicidade 11 -1 é raiz de multiplicidade 4 d) 1 é raiz de multiplicidade 2 1 é raiz de multiplicidade 2 -1 é raiz de multiplicidade 2 i é raiz de multiplicidade 3 -i é raiz de multiplicidade 3 2) 1 é raiz de multiplicidade 1 3) 2 é raiz de multiplicidade 3 4) a) 1 é raiz de multiplicidade 1 b) 1 é raiz de multiplicidade 3 5) 6) 7) 8) x –7x +16x –12 = 0 b d c
3 2

− 2 x 2 = 0 e S = x1, + x2 + x3, 0 3 x
c) S = 4 d) S = 8
3

e) n.d.a.
2

16) Se duas raízes da equação x + x - qx - q = 0 têm soma nula, a terceira raiz será: a) 1 c) 4 e) n.d.a. b) –1 d) –4 17) O número a é a raiz tripla da equação 2 3ax + 6ax - 8 = 0. O valor de x é; a) –2 c) 0 e) 2 b) –1 d) 1
3 2

x -

3

18) As raízes da equação 2x - 7x + 7x - 2 = o estão em progressão geométrica. O produto de duas das maiores raízes será : a) 2 c) 1 e) n.d.a. b) ½ d) 7/2 19) As raízes da equação x - 5x + 8x - 4 = 0 são as idades de três crianças. Sabendo que duas crianças são gêmeas, podemos afirmar que as idades são: a) 1, 1, 2 c) 1, 3, 3 e) 1, 1, 4 b) 1, 2, 2 d) 1, 1, 3 20) As raízes da equação x – 15x + 71x - 105 = 0 formam uma PA. Estas raízes são: a) -1, 1, 3 c) 3, 7, 11 e) 3, 5, 7 b)1,5,9 d) 5, 7, 9
3 2
3 2

Relações de Girard 1) S = 2; P = 1.

Matemática

86

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
−17 10 3) a) –1
2) 4) a) 0

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
ocorre somente se r > 0. (0, 5, 10, 15, 20, 25, 30 ) (2, 4, 6, 8, 10, 12, 14 ) 2.º) DECRESCENTES são as PA em que cada termo é menor que o anterior. Isto ocorre se r < 0. ( 0, - 2, - 4, - 6, - 8, - 10, - 12) ( 13, 11, 9, 7, 5, 3, 1 ) 3.º) CONSTATES são as PA em que cada termo é igual ao anterior. É fácil ver que isto só ocorre quando r = 0. ( 4, 4 , 4, 4, 4, 4 ) ( 6, 6, 6, 6, 6, 6, 6 ) As PA também podem ser classificadas em: a) FINITAS: ( 1, 3, 5, 7, 9, 11) b) INFINITAS: ( 6, 10 , 14 , 18 , ...)

b) 1 b) 2

c) –1 c) –3

d) –1 e) 2 −2 d) e)-4 3

5) a) 0 b) 3 c) 8 6) c 7) S = { -6, -2, 3 } 8) K = ± 48 9) k = 3 10) K = -3 11) S = { -2, 2, 3 } 12) S = { -1, 2, 4 } 13) c 14) d 15) a 16) b 17) e 18) a 19) b 20) e 21)a

PROGRESSÕES
Observe a seguinte sequência: (5; 9; 13; 17; 21; 25; 29) Cada termo, a partir do segundo, é obtido somandose 4 ao termo anterior, ou seja: an = an – 1 + 4 onde 2 ≤ n ≤ 7 Podemos notar que a diferença entre dois termos sucessivos não muda, sendo uma constante. a2 – a1 = 4 a3 – a2 = 4 .......... a7 – a6 = 4 Este tipo de sequência tem propriedades interessantes e são muito utilizadas, são chamadas de PROGRESSÕES ARITMÉTICAS.

lV - TERMO GERAL Podemos obter uma relação entre o primeiro termo e um termo qualquer, assim: a2 = a1 + r a3 = a2 + r = ( a1 + r ) + r = a1 + 2r a4 = a3 + r = ( a1 + 2r ) + r = a1 + 3r a5 = a4 + r = ( a1 + 3r ) + r = a1 + 4r . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a10 = a9 + r = ( a1 + 8r ) + r = a1 + 9r logo AN = A 1 + ( N – 1) . R
que recebe o nome de fórmula do Termo Geral de uma Progressão Aritmética.

V - TERMOS EQUIDISTANTES Em uma PA finita, dois termos são chamados equidistantes dos extremos, quando o número de termos que precede um deles é igual ao número de termos que sucede o outro.
Por exemplo: Dada a PA ( a1, a2, a3, a4, a5, a6, a7, a8 )

Definição: Progressão Aritmética ( P.A.) é toda sequência onde, a partir do segundo, a diferença entre um termo e seu antecessor é uma constante que recebe o nome de razão. AN – AN -1 = R ou AN = AN – 1 + R
Exemplos: a) ( 2, 5, 8, 11, 14, . . . . ) 1 1 3 1 b) ( , , , ,. . . . ) 16 8 16 4 c) ( -3, -3, -3, -3, ......) d) ( 1, 3, 5, 7, 9, . . . . ) a1 = 2 e r = 3 1 1 a1 = e r= 16 16 a1 = –3 e r = 0 a1 = 1 e r = 2

a2 e a7 são equidistantes dos extremos a3 e a6 são equidistantes dos extremos E temos a seguinte propriedade para os termos equidistantes: A soma de dois termos equidistantes dos extremos é uma constante igual à soma dos extremos. Exemplo: ( –3, 1, 5, 9, 13, 17, 21, 25, 29 ) – 3 e 29 são extremos e sua soma é 26 1 e 25 são equidistantes e sua soma é 26 5 e 21 são equidistantes e sua soma é 26 Dessa propriedade podemos escrever também que: Se uma PA finita tem número ímpar de termos então o termo central é a média aritmética dos extremos.

Classificação As Progressões Aritméticas podem ser classificadas em três categorias: 1.º) CRESCENTES são as PA em que cada termo é maior que o anterior. É imediato que isto

VI - INTERPOLACÃO ARITMÉTICA
87

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Dados dois termos A e B inserir ou interpolar k meios aritméticos entre A e B é obter uma PA cujo primeiro termo é A, o último termo é B e a razão é calculada através da relação:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
a7 = a6 + r = 27 + 5 = 32 Logo, a PA solicitada no problema é: (2, 7, 12, 17, 22, 27, 32). 3) Obter a razão da PA em que o primeiro termo é – 8 e o vigésimo é 30. Solução: a20 = a1 + 19 r = ⇒ 30 = – 8 + 19r ⇒ ⇒ 30 + 8 = 19r ⇒ 38 = 19r ⇒ r = 38 = 2 19 4) Calcular r e a5 na PA (8, 13, 18, 23, ....) Solução: r = 23 – 18 = 13 – 8 = 5 a5 = a4 + r a5 = 23 + 5 a5 = 28 5) Achar o primeiro termo de uma PA tal que r = – 2 e a10 = 83. Solução: Aplicando a fórmula do termo geral, teremos que o décimo termo é: a10 = a1 + ( 10 – 1 ) r ou seja: 83 = a1 + 9 . (–2) ⇒ – a1 = – 18 – 83 ⇒ ⇒ – a1 = – 101 ⇒ a1 = 101 6) Determinar a razão (r) da PA, cujo 1º termo (a1) é – 5 e o 34º termo (a34) é 45. Solução: a1 = –5 a34 = – 5 + (34 – 1) .r a34 = 45 45 = – 5 + 33 . r n = 34 33 r = 50 50 R=? r= 33

Exemplo: Interpolar (inserir) 3 meios aritméticos entre 2 e 10 de modo a formar uma Progressão Aritmética. Solução:

B−A K +1

B−A Aplicando a fórmula: K +1

1º termo A = 2 último termo B = 10 k meios = 3 Substituindo na forma acima vem: B−A 10 − 2 8 ⇒ = = 2 K +1 3 +1 4 portanto a razão da PA é 2
A Progressão Aritmética procurada será: 2, 4, 6, 8,

10.

VII –SOMA DOS N PRIMEIROS TERMOS DE UMA
Podemos determinar a fórmula da soma dos n primeiros termos de uma PA Sn da seguinte forma: Sn = a1 + a2 + a3 +....+ an -2 + an -1 + an ( + ) Sn = an -2 + an -1 + an +....+ a1 + a2 + a3 2Sn = (a1+ an) + (a1+ an)+ (a1 + an)+....+ (a1+ an) Observe que aqui usamos a propriedade dos termos equidistantes, assim: 2Sn = n (a1+ an) ( A + AN ) ⋅ N logo: SN = 1 2

PA

EXERCICIOS Não esquecer as denominações: an → termo de ordem n a1 → 1º termo n → número de termos r → razão
1) Determinar o 20º termo (a20) da PA (2, 5, 8, ...) Resolução: a1 = 2 an = a1 + (n – 1) . r r=5–2=8–5=3 a20 = 2 + (20 – 1) . 3 n = 20 a20 = 2 + 19 . 3 a20 = ? a20 = 2 + 57 a20 = 59 2) Escrever a termos. Solução: a2 a3 a4 a5 a6 PA tal que a1 = 2 e r = 5, com sete = a1 + r = = a2 + r = = a3 + r = = a4 + r = = a5 + r = 2 + 5= 7 7 + 5 = 12 12 + 5 = 17 17 + 5 = 22 22 + 5 = 27

PROGRESSÕES GEOMÉTRICAS
1 - DEFINIÇÃO Vejamos a sequência 2, 6, 18, 54, 162 Onde cada termo, a partir do 2.º, é obtido multiplicando-se o termo anterior por 3, ou seja: an = an – 1 . 3 n = 2, 3, . . . , 5 Observe que o quociente entre dois termos sucessivos não muda, sendo uma constante. a2 6 = = 3 a1 2

a3 18 = = 3 a2 6 a4 54 = = 3 a3 18 a5 162 = = 3 a4 54
Sequências onde o quociente entre dois termos 88

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
consecutivos é uma constante também possuem propriedades interessantes. São também úteis para a Matemática recebem um nome próprio: PROGRESSÕES GEOMÉTRICAS.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
a9 = 1 . 256

∴ a9 = 256

PROGRESSÕES GEOMÉTRICAS é toda sequência em que cada termo, a partir do segundo, é igual ao produto do seu termo precedente por uma constante. Esta constante é chamada razão da progressão geométrica.
Em símbolos: ou seja:

AN = A N - 1 . Q

N = 1, 2, 3, . . . a 2 a3 a 4 = = =. . .= q a1 a2 a3

2) Determinar a1 (1º termo) da PG cuja a8 (8º termo) é 729, sabendo-se que a razão é 3. Solução: a1 = ? q=3 n=8 a8 = 729 8 –1 a8 = a1 . 3 7 729 = a1 . 3 6 7 3 = a1 . 3 6 7 a1 = 3 : 3 1 –1 a1 = 3 ⇒ a1 = 3 3) Determinar a razão de uma PG com 4 termos cujos extremos são 1 e 64. 4 –1 Solução: a4 = a1 . q 4 –1 64 = 1 . q 3 3 4 =1 .q 3 3 4 =q q =4

CLASSIFICAÇÃO E TERMO GERAL Quanto ao número de termos, podemos classificar a Progressão Geométrica em: - FINITA: quando o nº de termo for finito: 2, 4, 8, 16, 32, 64 ( 6 termos) - INFINITA: quando o número de termos for infinito: 2, 4, 8, 16, 32, 64, . . .
Quanto à razão, podemos classificar a PG em: - CRESCENTE: quando cada termo é maior que o anterior: 2, 4, 8, 16, 32 - DECRESCENTE: quando cada termo é menor que o anterior: 16, 8, 4, 2, 1, 1/2, 1/4, .., - CONSTANTE: quando cada termo é igual ao anterior: 3, 3, 3, 3, 3, . . . (q = 1) - OSCILANTE OU ALTERNANTE: quando cada termo, a partir do segundo tem sinal contrário ao do termo anterior. Em alguns problemas, seria útil existir uma relação entre o primeiro termo e um termo qualquer. Vejamos como obtê-la. a2 = a1 . q 2 a3 = a2 . q = ( a1 . q ) . q = a1 . q 2 3 a4 = a3 . q = ( a1 . q ) . q = a1 . q 3 4 a5 = a4 . q = ( a1 . q ) . q = a1 . q . . . . . . . . . . . . . n -2 n -1 an = an -1 . q = ( a1 . q ) . q = a1 . q

TERMOS EQUIDISTANTES Em toda PG finita, o produto de dois termos equidistantes dos extremos é igual ao produto dos extremos.
Exemplo: ( 1, 3, 9, 27, 81, 1 e 243 extremos 3 e 81 equidistantes 9 e 27 equidistantes 243 ) → produto = 243 → produto = 3 . 81 = 243 → produto = 9 . 27 = 243

Desta propriedade temos que: Em toda Progressão Geométrica finita com número ímpar de termos, o termo médio é a média geométrica dos extremos. Exemplo: ( 3, 6, 12, 24, 48, 96, 192) 2 24 = 3 . 192

AN = A1 . Q N -1

Esta última expressão é chamada termo geral de uma Progressão Geométrica.

IV - PRODUTO DOS N PRIMEIROS TERMOS DE UMA PG Sendo a1, a2, a3, ..., an uma PG de razão q, indicamos o produto dos seus n primeiros termos por: Pn = a1 . a2 . a3 . ... . an
0bserve que: 2 3 n –1 Pn = a1. ( a1 . q ) . (a1 . q ) . (a1 . q ) ... (a1 . q ) 1 2 3 n –1 Pn = ( a1. a1 . a1 . . . . a1 ) . ( q . q . q . . . q )
n Pn = a1 . q1+ 2 + 3 + . . . +(n -1)

EXERCÍCIOS 1) Determinar o 9.º termo (a9) da P.G. (1, 2, 4, 8;....). Solução: an → termo de ordem n a1 → 1º termo n → número de termos q → razão
FÓRMULA DO TERMO GERAL: an = a1 . q a1 = 1 q=4=2=2 n=9 2 1 9 –1 8 a9 = 1 . 2 ⇒ a9 = 1 . 2 ⇒
n –1

Mas 1 + 2 + 3 + .... + (n –1) é uma PA de (n –1) termos e razão 1. Considerando a fórmula da soma dos termos de uma PA, temos: S= (a1 + an )n [ 1+ ( n - 1) ] ⋅ n - 1 ⇒ S = n (n − 1) ⇒S= 2 2 2

a9 = ?

Assim, podemos afirmar que:

Matemática

89

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

PN = A N 1

n ( n -1) Q 2

3 S = 3 +1 +

1 3

+

1 9 S

+

1 +... 27
3 2

V - INTERPOLAÇÃO GEOMÉTRICA. Inserir ou interpolar k meios geométricos entre os números A e B, significa obter uma PG de k+2 termos, onde A é o primeiro termo e B é o último e a razão é B dada por: QK +1 = A VI - SOMA DOS N PRIMEIROS TERMOS DE UMA PG Seja uma PG de n termos a1 , a2, a3, ...., an
A soma dos n primeiros termos será indicada por: Sn = a1 + a2 + a3 + .... + an Observe que, se q = 1, temos S = n . a1. Suponhamos agora que, na progressão dada, tenhamos q ≠ 1. Multipliquemos ambos os membros por q. Sn . q = a1 . q + a2 . q + a3 . q +....+ an –1 . q + an . q Como a1 . q = a2 , a2 . q = a3 , ... an –1 . q = an temos: Sn . q = a2 + a3 + a4 +....+ an + an . q E sendo a2 + a3 + a4 +....+ an = Sn – a1 , vem: Sn . q = Sn – a1 + an . q Sn - Sn . q = a1 - an . q a -a . q Sn = 1 n ( q ≠ 1) 1- q

3S = 3 + S ⇒ 2S = 3 ⇒ S =

Vamos obter uma fórmula para calcular a soma dos termos de uma PG infinita com -1 < q < 1, Neste caso a soma converge para um valor que será indicado por S S = a1 + a2 + a3 +....+ an + . . . 2 n –1 S = a1 + a1 . q + a1 . q +....+ a1 . q +... multiplicando por q ambos os membros, temos: 2 3 n Sq = a1q+ a1 q + a1 q +....+ a1 q + . . . ⇒ ⇒ Sq = S – a1 ⇒ S – Sq = a1 a ⇒ S(1 – q) = a1 ⇒ S = 1 1− q Resumindo: se - 1 < q < 1, temos:

S = a1 + a2 + a3 + .... + an + . . . =
EXERCÍCIOS 1) Determinar a soma 1 1 1 ( 1, , , . . . . , ) 2 4 64
Solução: a1 = 1

a1 1− q

dos

termos

da

PG

q=

1 2

Sn = Sn =

a1 - a1 . q 1- q

n -1

⋅ q

Sn =

a1 - a1 . qn 1- q

Sn = a1 ⋅

1 - qn 1- q

( q ≠ 1)

VII - SOMA DOS TERMOS DE UMA PG INFINITA COM - 1 < Q < 1 Vejamos como calcular S = 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + . . .
2 4 8 16

a1 - an . q 1- q 1 1 1 1. 164 2 ⇒ S = 128 Sn = n 1 1 12 2 127 127 127 Sn = 128 = ⋅ 2 ⇒ Sn = ou 1 128 64 2 Sn = 1,984375

Neste caso, temos a soma dos termos de uma PG 1 infinita com q = . 2 Multiplicando por 2 ambos os membros, temos:

2) Determinar a soma dos oito primeiros termos da 2 3 PG (2, 2 , 2 , . . .). Solução: a1 = 2 q = 2 n=8

Sn = S8 =

a1 ⋅ ( 1 - qn ) 1- q

2S = 2 + 1 +

1 1 + 2 4

+

1 8

+

1 16

+ . ..

S

2 ⋅ ( 1 - 28 ) 2 ⋅ ( 1 - 256) = = 1- 2 -1 2 ⋅ ( - 255) = = 510 ∴ S8 = 510 −1

2S=2+S ⇒ S=2

1 1 1 Calculemos agora S = 1 + + + + ... 3 9 27 Multiplicando por 3 ambos os membros, temos:

3) Determinar a razão da PG ( 2 ; 1;

1 1 1 ; ; ; ... ) 2 4 8 Solução: De a2 = a1. q tiramos que:

Matemática

90

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
q= a2 1 1 = ⇒ q= a1 2 2 1 ; 1 ; 2 ; . . .) 2

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Esquema: Percurso AB Percurso BC

4) Achar o sétimo termo da PG ( Solução:

1 A PG é tal que a1 = e q=2 2 Aplicando então a fórmula do termo geral, teremos que o sétimo termo é: 1 1 a7 = a1 ⋅ q(7 - 1) = ⋅ 26 = ⋅ 64 2 2 portanto ( ∴ ) a7 = 32

4

.

5

= 20

3) Quantos números de três algarismos podemos escrever com os algarismos ímpares?

Solução: Os números devem ser formados com os algarismos: 1, 3, 5, 7, 9. Existem 5 possibilidades para a escolha do algarismo das centenas, 5 possibilidades para o das dezenas e 5 para o das unidades.
Assim, temos, para a escolha do número, 5 . 5 . 5 = 125. algarismos algarismos algarismos da centena da dezena da unidade 5

ANÁLISE COMBINATÓRIA Princípio fundamental da contagem (PFC) Se um primeiro evento pode ocorrer de m maneiras diferentes e um segundo evento, de k maneiras diferentes, então, para ocorrerem os dois sucessivamente, existem m . k maneiras diferentes. Aplicações 1) Uma moça dispõe de 4 blusas e 3 saias. De quantos modos distintos ela pode se vestir? Solução: A escolha de uma blusa pode ser feita de 4 maneiras diferentes e a de uma saia, de 3 maneiras diferentes.
Pelo PFC, temos: 4 . 3 = 12 possibilidades para a escolha da blusa e saia. Podemos resumir a resolução no seguinte esquema; Blusa saia

.

5 .

5

= 125

4) Quantas placas poderão ser confeccionadas se forem utilizados três letras e três algarismos para a identificação de um veículo? (Considerar 26 letras, supondo que não há nenhuma restrição.)

Solução: Como dispomos de 26 letras, temos 26 possibilidades para cada posição a ser preenchida por letras. Por outro lado, como dispomos de dez algarismos (0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9), temos 10 possibilidades para cada posição a ser preenchida por algarismos. Portanto, pelo PFC o número total de placas é dado por:

4 .

3

= 12 modos diferentes

5) Quantos números de 2 algarismos distintos podemos formar com os algarismos 1, 2, 3 e 4?

2) Existem 4 caminhos ligando os pontos A e B, e 5 caminhos ligando os pontos B e C. Para ir de A a C, passando pelo ponto B, qual o número de trajetos diferentes que podem ser realizados?

Solução: Observe que temos 4 possibilidades para o primeiro algarismo e, para cada uma delas, 3 possibilidades para o segundo, visto que não é permitida a repetição. Assim, o número total de possibilidades é: 4 . 3 =12
Esquema:

Solução: Escolher um trajeto de A a C significa escolher um caminho de A a B e depois outro, de B a C.

Como para cada percurso escolhido de A a B temos ainda 5 possibilidades para ir de B a C, o número de trajetos pedido é dado por: 4 . 5 = 20.

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6) Quantos números de 3 algarismos distintos podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9?

Solução: Existem 9 possibilidades para o primeiro algarismo, apenas 8 para o segundo e apenas 7 para o terceiro. Assim, o número total de possibilidades é: 9 . 8 . 7 = 504 Esquema:

7) Quantos são os números de 3 algarismos distintos?

Solução: Existem 10 algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Temos 9 possibilidades para a escolha do primeiro algarismo, pois ele não pode ser igual a zero. Para o segundo algarismo, temos também 9 possibilidades, pois um deles foi usado anteriormente.
Para o terceiro algarismo existem, então, 8 possibilidades, pois dois deles já foram usados. O numero total de possibilidades é: 9 . 9 . 8 = 648 Esquema:

8) Quantos números entre 2000 e 5000 podemos formar com os algarismos pares, sem os repetir?

Solução: Os candidatos a formar os números são : 0, 2, 4, 6 e 8. Como os números devem estar compreendidos entre 2000 e 5000, o primeiro algarismo só pode ser 2 ou 4. Assim, temos apenas duas possibilidades para o primeiro algarismo e 4 para o segundo, três para o terceiro e duas paia o quarto.
O número total de possibilidades é: 2 . 4 . 3 . 2 = 48 Esquema:

Exercícios 1) Uma indústria automobilística oferece um determinado veículo em três padrões quanto ao luxo, três tipos de motores e sete tonalidades de cor. Quantas são as opções para um comprador desse carro? 2) Sabendo-se que num prédio existem 3 entradas diferentes, que o prédio é dotado de 4 elevadores e que cada apartamento possui uma única porta de entrada, de quantos modos diferentes um morador pode chegar à rua? 3) Se um quarto tem 5 portas, qual o número de maneiras distintas de se entrar nele e sair do mesmo por uma porta diferente da que se utilizou para entrar? 4) Existem 3 linhas de ônibus ligando a cidade A à cidade B, e 4 outras ligando B à cidade C. Uma pessoa deseja viajar de A a C, passando por B. Quantas linhas de ônibus diferentes poderá utilizar na viagem de ida e volta, sem utilizar duas vezes a mesma linha? 5) Quantas placas poderão ser confeccionadas para a identificação de um veículo se forem utilizados duas letras e quatro algarismos? (Observação: dispomos de 26 letras e supomos que não haverá nenhuma restrição) 6) No exercício anterior, quantas placas poderão ser confeccionadas se forem utilizados 4 letras e 2 algarismos? 7) Quantos números de 3 algarismos podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6? 8) Quantos números de três algarismos podemos formar com os algarismos 0, 1, 2, 3, 4 e 5? 9) Quantos números de 4 algarismos distintos podemos escrever com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6? 10) Quantos números de 5 algarismos não repetidos podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7? 11) Quantos números, com 4 algarismos distintos, podemos formar com os algarismos ímpares? 12) Quantos números, com 4 algarismos distintos, podemos formar com o nosso sistema de numeração? 13) Quantos números ímpares com 3 algarismos distintos podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6? 14) Quantos números múltiplos de 5 e com 4 algarismos podemos formar com os algarismos 1, 2, 4, 5 e 7, sem os repetir? 15) Quantos números pares, de 3 algarismos distintos, podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7? E quantos ímpares? 16) Obtenha o total de números de 3 algarismos distintos, escolhidos entre os elementos do conjunto (1, 2, 4, 5, 9), que contêm 1 e não contêm 9. 17) Quantos números compreendidos entre 2000 e 7000 podemos escrever com os algarismos ímpares, sem os repetir? 18) Quantos números de 3 algarismos distintos possuem o zero como algarismo de dezena?
92

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19) Quantos números de 5 algarismos distintos possuem o zero como algarismo das dezenas e começam por um algarismo ímpar? 20) Quantos números de 4 algarismos diferentes tem o algarismo da unidade de milhar igual a 2? 21) Quantos números se podem escrever com os algarismos ímpares, sem os repetir, que estejam compreendidos entre 700 e 1 500? 22) Em um ônibus há cinco lugares vagos. Duas pessoas tomam o ônibus. De quantas maneiras diferentes elas podem ocupar os lugares? 23) Dez times participam de um campeonato de futebol. De quantas formas se podem obter os três primeiros colocados? 24) A placa de um automóvel é formada por duas letras seguidas e um número de quatro algarismos. Com as letras A e R e os algarismos pares, quantas placas diferentes podem ser confeccionadas, de modo que o número não tenha nenhum algarismo repetido? 25) Calcular quantos números múltiplos de 3 de quatro algarismos distintos podem ser formados com 2, 3, 4, 6 e 9. 26) Obtenha o total de números múltiplos de 4 com quatro algarismos distintos que podem ser formados com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6.

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2) Resolver a equação Ax,3 = 3 . Ax,2.

Solução: x . ( x - 1) . ( x – 2 ) = 3 . x . ( x - 1) ⇒ ⇒ x ( x – 1) (x –2) - 3x ( x – 1) =0 ∴ x( x – 1)[ x – 2 – 3 ] = 0
x = 0 (não convém) ou x = 1 ( não convém) ou x = 5 (convém) S = {5} 3) Quantos números de 3 algarismos distintos podemos escrever com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9?

Solução: Essa mesma aplicação já foi feita, usando-se o principio fundamental da contagem. Utilizando-se a fórmula, o número de arranjos simples é: A9, 3 =9 . 8 . 7 = 504 números
Observação: Podemos resolver os problemas sobre arranjos simples usando apenas o principio fundamental da contagem.

ARRANJOS SIMPLES Introdução: Na aplicação An,p, calculamos quantos números de 2 algarismos distintos podemos formar com 1, 2, 3 e 4. Os números são : 12 13 14 21 23 24 31 32 34 41 42 43
Observe que os números em questão diferem ou pela ordem dentro do agrupamento (12 ≠ 21) ou pelos elementos componentes (13 ≠ 24). Cada número se comporta como uma sequência, isto é : (1,2) ≠ (2,1) e (1,3) ≠ (3,4) A esse tipo de agrupamento chamamos arranjo simples.

Exercícios 1) Calcule: a) A8,1
2) Efetue:

b) A8,2 c ) A8,3

d) A8,4

a) A7,1 + 7A5,2 – 2A4,3 – A 10,2

b)

A 8,2 + A 7,4 A 5,2 − A10,1

3) Resolva as equações: a) Ax,2 = Ax,3 b) Ax,2 = 12 c) Ax,3 = 3x(x – 1)

FATORIAL Definição: • Chama-se fatorial de um número natural n, n ≥ 2, ao produto de todos os números naturais de 1 até n. Assim : • n ! = n( n - 1) (n - 2) . . . 2 . 1, n ≥ 2 (lê-se: n fatorial) • 1! = 1 • 0! = 1
Fórmula de arranjos simples com o auxílio de fatorial: n! A N,P = , p ≤ n e { p, n} ⊂ lN ( n − p) !

Definição: Seja l um conjunto com n elementos. Chama-se arranjo simples dos n elementos de /, tomados p a p, a toda sequência de p elementos distintos, escolhidos entre os elementos de l ( P ≤ n).
O número de arranjos simples dos n elementos, tomados p a p, é indicado por An,p Fórmula: A n ,p = n . (n -1) . (n –2) . . . (n – (p – 1)),

p ≤ n e {p, n} ⊂ IN

Aplicações 1) Calcular: a) A7,1 b) A7,2 c) A7,3 d) A7,4 Solução: a) A7,1 = 7 c) A7,3 = 7 . 6 . 5 = 210 b) A7,2 = 7 . 6 = 42 d) A7,4 = 7 . 6 . 5 . 4 = 840

Aplicações 1) Calcular:
a) 5! c)

8! 6!

e)

n! (n - 2)!

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b)

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b) n! = n(n - 1) (n - 2)! e) (n - 1)! = n(n -1) c) n! = n(n – 1) (n - 2) (n - 3)! 3) Calcule: 12 ! a) 10 ! 7! + 5! b) 5! 4) Simplifique: n! a) ( n - 1) ! b) c)

5! 4!

d)

11! + 10 ! 10 !

Solução: a) 5 ! = 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 120 5! 5 ⋅ 4! b) = =5 4! 4! 8! 8 ⋅7 ⋅ 6! c) = = 56 6! 6! 11! + 10 ! 11 ⋅ 10 ! + 10 ! 10 ! (11 + 1) d) = = = 12 10 ! 10! 10 !
e)

c)

7! 3! 4! 8! - 6! d) 5! n! n ( n - 1) ! 5M ! - 2 ( M - 1 ) ! M!

n ⋅ ( n - 1)( n - 2 )! n! = = n2 − n ( n - 2 )! (n - 2)!

d)

2) Obter n, de modo que An,2 = 30.

( n + 2 )! n ! [( n + 1 ) ! ]2
n ! + ( n + 1)! n!

e)

Solução: Utilizando a fórmula, vem : n! n ( n - 1) ( n - 2) ! = 30 ⇒ = 30 ∴ (n - 2)! (n - 2)! n=6 2 ou n – n – 30 = 0 n = –5 ( não convém)
3) Obter n, tal que: 4 . An-1,3 = 3 . An,3.

5) Obtenha n, em: (n + 1)! a) = 10 b) n!+( n - 1)! = 6 ( n - 1)! n! n (n - 1)! c) =6 d) (n - 1)! = 120 (n - 2)! 6) Efetuando a) b)

Solução: 4 ⋅ ( n - 1 )! n! 4 ⋅ ( n - 3 )! n! = 3⋅ ⇒ = 3⋅ ∴ ( n - 4) ! ( n - 3)! ( n - 4) ! ( n - 1) !

1 n − , obtém-se: n ! (n + 1)!
d)

1 (n + 1) !

2n + 1 (n + 1) !

4 ⋅ ( n - 3 )( n - 4 ) ! n ( n - 1) ! = 3⋅ ( n - 4)! ( n - 1) ! ∴ 4n − 12 = 3n ∴ n = 12
4) Obter n, tal que :

1 n! n ! ( n + 1) ! c) n -1
7) Resolva as equações: a) Ax,3 = 8Ax,2

e) 0

( n + 2 )! - ( n + 1) ! =4 n!

b) Ax,3 = 3 . ( x - 1)

Solução:

( n + 2 ) ( n +1) ⋅ n !- ( n + 1 ) ⋅ n ! = 4∴ n!

8) Obtenha n, que verifique 8n! =

(n + 2) ! + (n + 1) ! n +1

n ! ( n + 1 ) ⋅ [n + 2 - 1] =4 n!
n + 1 = 2 ∴ n =1 n + 1 = –2 ∴ n = –3 (não convém )

9) O número n está para o número de seus arranjos 3 a 3 como 1 está para 240, obtenha n.

PERMUTAÇÕES SIMPLES Introdução: Consideremos os números de três algarismos distintos formados com os algarismos 1, 2 e 3. Esses números são : 123 132 213 231 312 321
A quantidade desses números é dada por A3,3= 6. Esses números diferem entre si somente pela posição de seus elementos. Cada número é chamado de permutação simples, obtida com os algarismos 1, 2 e 3. Definição: Seja I um conjunto com n elementos. Chama-se permutação simples dos n elementos de l a toda a sequência dos n elementos. 94

∴ (n + 1 ) = 4

2

Exercícios 1) Assinale a alternativa correta: 10 ! a) 10 ! = 5! + 5 ! d) =5 2! b) 10 ! = 2! . 5 ! e) 10 ! =10. 9. 8. 7! c) 10 ! = 11! -1!
2) Assinale a alternativa falsa; a) n! = n ( n-1)! d) ( n –1)! = (n- 1)(n-2)!

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O número de permutações simples de n elementos é indicado por Pn.

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OBSERVA ÇÃO: Pn = An,n . Fórmula: Aplicações 1) Considere a palavra ATREVIDO. a) quantos anagramas (permutações simples) podemos formar? b) quantos anagramas começam por A? c) quantos anagramas começam pela sílaba TRE? d) quantos anagramas possuem a sílaba TR E? e) quantos anagramas possuem as letras T, R e E juntas? f) quantos anagramas começam por vogal e terminam em consoante? Solução: a) Devemos distribuir as 8 letras em 8 posições disponíveis. Assim:
Para cada agrupamento formado, as letras T, R, E podem ser dispostas de P3 maneiras. Assim, para P6 agrupamentos, temos P6 . P3 anagramas. Então: P6 . P3 = 6! . 3! = 720 . 6 = 4 320 anagramas f) A palavra ATREVIDO possui 4 vogais e 4 consoantes. Assim:

Ou então, P8 = 8 ! = 40.320 anagramas b) A primeira posição deve ser ocupada pela letra A; assim, devemos distribuir as 7 letras restantes em 7 posições, Então:

c) Como as 3 primeiras posições ficam ocupadas pela sílaba TRE, devemos distribuir as 5 letras restantes em 5 posições. Então:

Exercícios 1) Considere a palavra CAPITULO: a) quantos anagramas podemos formar? b) quantos anagramas começam por C? c) quantos anagramas começam pelas letras C, A e P juntas e nesta ordem? d) quantos anagramas possuem as letras C, A e P juntas e nesta ordem? e) quantos anagramas possuem as letras C, A e P juntas? f) quantos anagramas começam por vogal e terminam em consoante? 2) Quantos anagramas da palavra MOLEZA começam e terminam por vogal? 3) Quantos anagramas da palavra ESCOLA possuem as vogais e consoantes alternadas? 4) De quantos modos diferentes podemos dispor as letras da palavra ESPANTO, de modo que as vogais e consoantes apareçam juntas, em qualquer ordem? 5) obtenha o número de anagramas formados com as letras da palavra REPÚBLICA nas quais as vogais se mantenham nas respectivas posições. PERMUTAÇÕES SIMPLES, COM ELEMENTOS REPETIDOS
Dados n elementos, dos quais : α1 são iguais a a1 → a1 , a1 , . . ., a1

d) considerando a sílaba TRE como um único elemento, devemos permutar entre si 6 elementos,

α 2 são iguais a

a2 → a2, a2 , . . . , a2
α2

α1

. . . . . . . . . . . . . . . . . e) Devemos permutar entre si 6 elementos, tendo considerado as letras T, R, E como um único elemento:

αr são iguais a

ar →

ar , ar , . . . , ar
αr

sendo ainda que: α1 + α 2 + . . . + αr = n, e indicandose por pn (α1, α 2 , . . . α r ) o número das permutações simples dos n elementos, tem-se que: Devemos também permutar as letras T, R, E, pois não foi especificada a ordem :

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Aplicações 1) Obter a quantidade de números de 4 algarismos formados pelos algarismos 2 e 3 de maneira que cada um apareça duas vezes na formação do número. Solução:

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apresentadas? a) 120 c) 20 e) 6 b) 24 d) 12

5) Quantos anagramas da palavra MATEMÁTICA terminam pela sílaba MA? a) 10 800 c) 5 040 e) 40 320 b) 10 080 d) 5 400

2233 2323 2332 os números são  3322 3232 3223
A quantidade desses números pode ser obtida por: (2,2 ) = 4 ! = 4 ⋅ 3 ⋅ 2 ! = 6 números P4 2! 2! 2! ⋅ 2 ⋅ 1 2) Quantos anagramas podemos formar com as letras da palavra AMADA? solução: Temos:

COMBINAÇÕES SIMPLES Introdução: Consideremos as retas determinadas pelos quatro pontos, conforme a figura.

A, A, A M D
3 1 1

Assim:
(3,1,1) = p5

temos

6

retas

distintas

( AB, BC, CD,
represen-

5! 5 ⋅ 4 ⋅ 3! = = 20 anagramas 3 ! 1! 1! 3!

AC, BD e AD) porque AB e BA, . . . , CD e DC tam retas coincidentes.

3) Quantos anagramas da palavra GARRAFA começam pela sílaba RA? Solução: Usando R e A nas duas primeiras posições, restam 5 letras para serem permutadas, sendo que:

Os agrupamentos {A, B}, {A, C} etc. constituem subconjuntos do conjunto formado por A, B, C e D.
Seja l um conjunto com n elementos. Chama-se combinação simples dos n elementos de /, tomados p a p, a qualquer subconjunto de p elementos do conjunto l.

{

1 temos: 1 1 2 Assim, (2,1,1) = 5 ⋅ 4 ⋅ 3 ⋅ 2 ! = 60 anagramas p5 2!

{ {

G A, A R F

Diferem entre si apenas pelos elementos componentes, e são chamados combinações simples dos 4 elementos tomados 2 a 2. O número de combinações simples dos n elementos n tomados p a p é indicado por Cn,p ou  p .  

Exercícios 1) O número de anagramas que podemos formar com as letras da palavra ARARA é: a) 120 c) 20 e) 30 b) 60 d) 10
2) O número de permutações distintas possíveis com as oito letras da palavra PARALELA, começando todas com a letra P, será de ; a) 120 c) 420 e) 360 b) 720 d) 24

OBSERVAÇÃO: Cn,p . p! = An,p.
Fórmula:

C n ,p =

n! , p≤n p! ( n - p )!

e { p, n } ⊂ lN

pn (α1, α 2 , . . . αr ) =

n! α1 ! α ! . . . αr !

Aplicações 1) calcular: a) C7,1 b) C7,2 Solução:

c) C7,3

d) C7,4

3) Quantos números de 5 algarismos podemos formar com os algarismos 3 e 4 de maneira que o 3 apareça três vezes em todos os números? a) 10 c) 120 e) 6 b) 20 d) 24 4) Quantos números pares de cinco algarismos podemos escrever apenas com os dígitos 1, 1, 2, 2 e 3, respeitadas as repetições

7! 7 ⋅ 6! = =7 1! 6 ! 6! 7! 7 ⋅ 6 ⋅ 5 ! b) C7,2 = = = 21 2! 5! 2 ⋅ 1 ⋅ 5 !
a) C7,1 = c) C7,3 = d) C7,4= 96

7! 7 ⋅ 6 ⋅ 5 ⋅ 4! = = 35 3!4! 3 ⋅ 2 ⋅ 1 ⋅ 4 !
7! 7 ⋅ 6 ⋅ 5 ⋅ 4! = = 35 4!3! 4! ⋅ 3 ⋅ 2 ⋅ 1

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2) Quantos subconjuntos de 3 elementos tem um conjunto de 5 elementos? 5! 5 ⋅ 4 ⋅ 3! C5,3 = = = 10 subconjunt os 3! 2! 3! ⋅ 2 ⋅ 1 3) obter n, tal que

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• escolher 2 moças: C5,2=

5! = 10 modos 2! 3!

Como para cada uma das 20 triplas de rapazes temos 10 pares de moças para compor cada comissão, então, o total de comissões é C6,3 . C5,2 = 200. 7) Sobre uma reta são marcados 6 pontos, e sobre uma outra reta, paralela á primeira, 4 pontos. a) Quantas retas esses pontos determinam? b) Quantos triângulos existem com vértices em três desses pontos?

Cn,3 Cn,2

=

4 3

Solução: n! n! 2!( n - 2 )! 4 3! ( n - 3 )! 4 = ⇒ ⋅ = ∴ n! 3 3!( n - 3 ) n! 3 2! ( n - 2 )!

2 ⋅ ( n - 2 ) ( n - 3 )! 4 = ∴n - 2 = 4 3 ⋅ 2 ⋅ ( n - 3 )! 3
n=6 convém

Solução: a) C10,2 – C6,2 – C4,2 + 2 = 26 retas onde
C6,2 é o maior número de retas possíveis de serem determinadas por seis pontos C4,2 é o maior número de retas possíveis de serem determinadas por quatro pontos .

4) Obter n, tal que Cn,2 = 28.

Solução:

b) C10,3 – C6,3 – C4,3 = 96 triângulos onde C6,3 é o total de combinações determinadas por três pontos alinhados em uma das retas, pois pontos colineares não determinam triângulo. C4,3 é o total de combinações determinadas por três pontos alinhados da outra reta.

n ( n -1 ) ( n - 2 ) ! n! = 28 ⇒ = 56 ∴ 2 ! ( n - 2 )! (n − 2) !
n – n – 56 = 0
2

n=8

n = -7 (não convém) 5) Numa circunferência marcam-se 8 pontos, 2 a 2 distintos. Obter o número de triângulos que podemos formar com vértice nos pontos indicados: 8) Uma urna contém 10 bolas brancas e 6 pretas. De quantos modos é possível tirar 7 bolas das quais pelo menos 4 sejam pretas?

Solução: As retiradas podem ser efetuadas da seguinte forma: 4 pretas e 3 brancas ⇒ C6,4 . C10,3 = 1 800 ou 5 pretas e 2 brancas ⇒ C6,5 . C10,2 = 270 ou 6 pretas e1 branca ⇒ C6,6 . C10,1 = 10 Solução: Um triângulo fica identificado quando escolhemos 3 desses pontos, não importando a ordem. Assim, o número de triângulos é dado por:
Logo. 1 800 + 270 + 10 = 2 080 modos

C 8,3 =

8! 8 ⋅ 7 ⋅ 6 . 5! = = 56 3!5 ! 3 ⋅ 2 . 5!

Exercícios 1) Calcule: a) C8,1 + C9,2 – C7,7 + C10,0 b) C5,2 +P2 – C5,3 c) An,p . Pp
2) a) b) c) Obtenha n, tal que : Cn,2 = 21 Cn-1,2 = 36 5 . Cn,n - 1 + Cn,n -3 = An,3

6) Em uma reunião estão presentes 6 rapazes e 5 moças. Quantas comissões de 5 pessoas, 3 rapazes e 2 moças, podem ser formadas?

Solução: Na escolha de elementos para formar uma comissão, não importa a ordem. Sendo assim : 6! • escolher 3 rapazes: C6,3 = = 20 modos 3!3!

3) Resolva a equação Cx,2 = x. 4) Quantos subconjuntos de 4 elementos possui um conjunto de 8 elementos? 5) Numa reunião de 7 pessoas, quantas

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comissões de 3 pessoas podemos formar? 6) Um conjunto A tem 45 subconjuntos de 2 elementos. Obtenha o número de elementos de A 7) Obtenha o valor de p na equação:

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números de 1 a 8 em dois conjuntos de 4 elementos? 19) De quantos modos podemos separar os números de 1 a 8 em dois conjuntos de 4 elementos, de modo que o 2 e o 6 não estejam no mesmo conjunto? 20) Dentre 5 números positivos e 5 números negativos, de quantos modos podemos escolher quatro números cujo produto seja positivo? 21) Em um piano marcam-se vinte pontos, não alinhados 3 a 3, exceto cinco que estão sobre uma reta. O número de retas determinadas por estes pontos é: a) 180 b) 1140 c) 380 d) 190 e) 181 22) Quantos paralelogramos são determinados por um conjunto de sete retas paralelas, interceptando um outro conjunto de quatro retas paralelas? a) 162 b) 126 c) 106 d) 84 e) 33 23) Uma lanchonete que vende cachorro quente oferece ao freguês: pimenta, cebola, mostarda e molho de tomate, como tempero adicional. Quantos tipos de cachorros quentes diferentes (Pela adição ou não de algum tempero) podem ser vendidos? a) 12 b) 24 c) 16 d) 4 e) 10 24) O número de triângulos que podem ser traçados utilizando-se 12 pontos de um plano, não havendo 3 pontos em linha reta, é: a) 4368 b) 220 c) 48 d) 144 e) 180 25) O time de futebol é formado por 1 goleiro, 4 defensores, 3 jogadores de meio de campo e 3 atacantes. Um técnico dispõe de 21 jogadores, sendo 3 goleiros, 7 defensores, 6 jogadores de meio campo e 5 atacantes. De quantas maneiras poderá escalar sua equipe? a) 630 b) 7 000 9 c) 2,26 . 10 d) 21000 e) n.d.a. 26) Sendo 5 . Cn, n - 1 + Cn, n - 3, calcular n. 98

A p,3 Cp,4

= 12 .

8) Obtenha x na equação Cx,3 = 3 . Ax , 2. 9) Numa circunferência marcam-se 7 pontos distintos. Obtenha: a) o número de retas distintas que esses pontos determinam; b) o número de triângulos com vértices nesses pontos; c) o número de quadriláteros com vértices nesses pontos; d) o número de hexágonos com vértices nesses pontos. 10) A diretoria de uma firma é constituída por 7 diretores brasileiros e 4 japoneses. Quantas comissões de 3 brasileiros e 3 japoneses podem ser formadas? 11) Uma urna contém 10 bolas brancas e 4 bolas pretas. De quantos modos é possível tirar 5 bolas, das quais duas sejam brancas e 3 sejam pretas? 12) Em uma prova existem 10 questões para que os alunos escolham 5 delas. De quantos modos isto pode ser feito? 13) De quantas maneiras distintas um grupo de 10 pessoas pode ser dividido em 3 grupos contendo, respectivamente, 5, 3 e duas pessoas? 14) Quantas diagonais possui um polígono de n lados? 15) São dadas duas retas distintas e paralelas. Sobre a primeira marcam-se 8 pontos e sobre a segunda marcam-se 4 pontos. Obter: a) o número de triângulos com vértices nos pontos marcados; b) o número de quadriláteros convexos com vértices nos pontos marcados. 16) São dados 12 pontos em um plano, dos quais 5, e somente 5, estão alinhados. Quantos triângulos distintos podem ser formados com vértices em três quaisquer dos 12 pontos? 17) Uma urna contém 5 bolas brancas, 3 bolas pretas e 4 azuis. De quantos modos podemos tirar 6 bolas das quais: a) nenhuma seja azul b) três bolas sejam azuis c) pelo menos três sejam azuis 18) De quantos modos podemos separar os

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27) Um conjunto A possui n elementos, sendo n ≥ 4. O número de subconjuntos de A com 4 elementos é: [n !] a) c) ( n – 4 ) ! e) 4 ! 24( n - 4 ) n! b) d) n ! (n-4) 28) No cardápio de uma festa constam 10 diferentes tipos de salgadinhos, dos quais apenas 4 serão servidos quentes. O garçom encarregado de arrumar a travessa e servi-la foi instruído para que a mesma contenha sempre só dois tipos diferentes de salgadinhos frios e dois diferentes dos quentes. De quantos modos diversos pode o garçom, respeitando as instruções, selecionar os salgadinhos para compor a travessa? a) 90 d) 38 b) 21 e) n.d.a. c) 240 29) Em uma sacola há 20 bolas de mesma dimensão: 4 são azuis e as restantes, vermelhas. De quantas maneiras distintas podemos extrair um conjunto de 4 bolas desta sacola, de modo que haja pelo menos uma azul entre elas? 1  20 ! 16 !  20 ! 16 ! − d) ⋅  − a)  4 !  16 ! 12 !  16 ! 12 !

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11) 120 12) 4 536 13) 60 Arranjos simples 1) a) 8 b) 56 2) a) 9 3) a) s = {3} Fatorial 1) e 3) a) 132 4) a) n 5) n = 9 6) a 7) a) S = {10} 8) n = 5 9) n = 17 Permutações simples 1) a) 40 320 d) 720 b) 5 040 e) 4 320 c) 120 f) 11 520 2) 144 3) 72 4) 288 5) 120 b) S = {3} b) S = {4} 23) 24) 25) 26) 720 48 72 96 c) 336 d) 1680 b) 89,6 c) S = {5}

2) e b) 43 c) 35 d) 330 n+2 5M − 2 b) c) n + 2 d) 1 e) n +1 M b) n = 5 c) n = 3 d) n = 6

20 ! 4 ! 16 ! 20 ! c) 16 !
b)

e)n.d.a.

Permutações simples com elementos repetidos 1) d 2) c 3) a 4) d 5) b Combinações simples n! p! 1) a) 44 c) (n − p)! b) 2 2) a) n = 7 b) n = 10 c) n = 4 3) S = {3} 4) 70 5) 35 6) 10 7) p=5 8) S={20} 9) a) 21 c) 35 b) 35 d) 7 10) 140 11) 180 12) 252 13) 2 520 n(n − 3) 14) 2 15) 16) 17) b) 224 18) 19) 20) 21) 22) 23) 24) 25) 26) 27) 28) 29) 30) 31) a) 160 210 a) 28 70 55 105 e b c b d n =4 a a d d b b) 168 c) 252

30) Uma classe tem 10 meninos e 9 meninas. Quantas comissões diferentes podemos formar com 4 meninos e 3 meninas, incluindo obrigatoriamente o melhor aluno dentre os meninos e a melhor aluna dentre as meninas? a) A10,4 . A9,3 c) A9,2 – A8,3 e) C19,7 b) C10,4 - C9, 3 d) C9,3 - C8,2 31) Numa classe de 10 estudantes, um grupo de 4 será selecionado para uma excursão, De quantas maneiras distintas o grupo pode ser formado, sabendo que dos dez estudantes dois são marido e mulher e apenas irão se juntos? a) 126 b) 98 c) 115 d)165 e) 122

RESPOSTAS Principio fundamental da contagem 1) 63 14) 24 2) 12 15) 90 pares e 120 ím3) 20 pares 4) 72 16) 18 5) 6 760 000 17) 48 6) 45 697 600 18) 72 7) 216 19) 1 680 8) 180 20) 504 9) 360 21) 30 10) 2 520 22) 20

PROBABILIDADE ESPAÇO AMOSTRAL E EVENTO Suponha que em uma urna existam cinco bolas vermelhas e uma bola branca. Extraindo-se, ao acaso, uma
99

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das bolas, é mais provável que esta seja vermelha. Isto irão significa que não saia a bola branca, mas que é mais fácil a extração de uma vermelha. Os casos possíveis seu seis:

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Se A ∩ B = Cinco são favoráveis á extração da bola vermelha. Dizemos que a probabilidade da extração de uma bola 5 1 e a da bola branca, . vermelha é 6 6 Se as bolas da urna fossem todas vermelhas, a extração de uma vermelha seria certa e de probabilidade igual a 1. Consequentemente, a extração de uma bola branca seria impossível e de probabilidade igual a zero.

φ , dizemos que os eventos A e B são mu-

tuamente exclusivos, isto é, a ocorrência de um deles elimina a possibilidade de ocorrência do outro.

Espaço amostral: Dado um fenômeno aleatório, isto é, sujeito ás leis do acaso, chamamos espaço amostral ao conjunto de todos os resultados possíveis de ocorrerem. Vamos indica-lo pela letra E. EXEMPLOS: Lançamento de um dado e observação da face voltada para cima: E = {1, 2, 3, 4, 5, 6}
Lançamento de uma moeda e observação da face voltada para cima : E = {C, R}, onde C indica cara e R coroa. Lançamento de duas moedas diferentes observação das faces voltadas para cima: E = { (C, C), (C, R), (R, C), (R, R) } e

Evento complementar – Chama-se evento complementar do evento A àquele formado pelos resultados que não são de A. indica-se por A .

Aplicações 1) Considerar o experimento "registrar as faces voltadas para cima", em três lançamentos de uma moeda. a) Quantos elementos tem o espaço amostral? b) Escreva o espaço amostral. Solução: a) o espaço amostral tem 8 elementos, pois para cada lançamento temos duas possibilidades e, assim: 2 . 2 . 2 = 8. b) E = { (C, C, C), (C, C, R), (C, R, C), (R, C, C), (R, R,C), (R, C, R), (C, R, R), (R, R, R) }
2) Descrever o evento "obter pelo menos uma cara no lançamento de duas moedas".

Evento: Chama-se evento a qualquer subconjunto do espaço amostral. Tomemos, por exemplo, o lançamento de um dado : • ocorrência do resultado 3: {3} • ocorrência do resultado par: {2, 4, 6} • ocorrência de resultado 1 até 6: E (evento certo) • ocorrência de resultado maior que 6 : φ (evento impossível)
Como evento é um conjunto, podemos aplicar-lhe as operações entre conjuntos apresentadas a seguir. • União de dois eventos - Dados os eventos A e B, chama-se união de A e B ao evento formado pelos resultados de A ou de B, indica-se por A ∪ B.

Solução: Cada elemento do evento será representado por um par ordenado. Indicando o evento pela letra A, temos: A = {(C,R), (R,C), (C,C)} 3) Obter o número de elementos do evento "soma de pontos maior que 9 no lançamento de dois dados". Solução: O evento pode ser tomado por pares ordenados com soma 10, soma 11 ou soma 12. Indicando o evento pela letra S, temos: S = { (4,6), (5, 5), (6, 4), (5, 6), (6, 5), (6, 6)} ⇒ ⇒ n(S) = 6 elementos
4) Lançando-se um dado duas vezes, obter o número de elementos do evento "número par no primeiro lançamento e soma dos pontos igual a 7".

Intersecção de dois eventos - Dados os eventos A e B, chama-se intersecção de A e B ao evento formado pelos resultados de A e de B. Indica-se por A ∩ B.

Solução:

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100

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Indicando o evento pela letra B, temos: B = { (2, 5), (4, 3), (6, 1)} ⇒ n(B) = 3 elementos

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5) Jogando-se uma moeda três vezes, qual a probabilidade de se obter cara pelo menos uma vez?

Exercícios 1) Dois dados são lançados. O número de elementos do evento "produto ímpar dos pontos obtidos nas faces voltadas para cima" é: a) 6 b) 9 c) 18 d) 27 e) 30
2) Num grupo de 10 pessoas, seja o evento ''escolher 3 pessoas sendo que uma determinada esteja sempre presente na comissão". Qual o número de elementos desse evento? a) 120 b) 90 c) 45 d) 36 e) 28 3) Lançando três dados, considere o evento "obter pontos distintos". O número de elementos desse evento é: a) 216 b) 210 c) 6 d) 30 e) 36 4) Uma urna contém 7 bolas brancas, 5 vermelhas e 2 azuis. De quantas maneiras podemos retirar 4 bolas dessa urna, não importando a ordem em que são retiradas, sem recoloca-las? a) 1 001 d) 6 006 14 ! b) 24 024 e) 7! 5! 2! c) 14!

Solução: E = {(C, C, C), (C, C, R), (C, R, C), (R, C, C), (R, R, C), (R, C, R), (C, R, R), (R. R, R)} ⇒ n(E)= 8 A = {(C, C, C), (C, C, R), (C, R, C), (R, C, C), (R, R, C), (R, C, R), (C, R, R) ⇒ n(A) = 7 n( A ) 7 P( A )= ⇒ P(A) = n(E ) 8
6) (Cesgranrio) Um prédio de três andares, com dois apartamentos por andar, tem apenas três apartamentos ocupados. A probabilidade de que cada um dos três andares tenha exatamente um apartamento ocupado é : a) 2/5 c) 1/2 e) 2/3 b) 3/5 d) 1/3

Solução: O número de elementos do espaço amostral é dado 6! = 20 por : n(E) = C6,3 = 3!3!
O número de casos favoráveis é dado por n (A) = 2 . 2 . 2 = 8, pois em cada andar temos duas possibilidades para ocupa-lo. Portanto, a probabilidade pedida é: n( A ) 8 2 P( A )= = = (alternativa a) n ( E ) 20 5 7) Numa experiência, existem somente duas possibilidades para o resultado. Se a 1 , calcular a probabilidade de um resultado é 3 probabilidade do outro, sabendo que eles são complementares.

PROBABILIDADE Sendo n(A) o número de elementos do evento A, e n(E) o número de elementos do espaço amostral E ( A ⊂ E), a probabilidade de ocorrência do evento A, que se indica por P(A), é o número real:

P( A )=

n( A ) n(E )

OBSERVAÇÕES: 1) Dizemos que n(A) é o número de casos favoráveis ao evento A e n(E) o número de casos possíveis. 2) Esta definição só vale se todos os elementos do espaço amostral tiverem a mesma probabilidade.
3)

Solução:
Indicando por A o evento que tem probabilidade

1 , 3

A é o complementar do evento A.
Propriedades:

vamos indicar por A o outro evento. Se eles são complementares, devemos ter: 1 + P( A ) = 1 ∴ P(A) + P( A ) = 1 ⇒ 3

P( A ) =
Aplicações 4) No lançamento de duas moedas, qual a probabilidade de obtermos cara em ambas? Solução: Espaço amostral: E = {(C, C), (C, R), (R, C), (R,R)} ⇒ n(E).= 4
Evento A : A = {(C, C)} ⇒ n(A) =1 n( A ) 1 Assim: P ( A ) = = n(E ) 4

2 3

8) No lançamento de um dado, qual a probabilidade de obtermos na face voltada para cima um número primo?

Solução: Espaço amostral : E = {1, 2, 3, 4, 5, 6} ⇒ n(E) = 6 Evento A : A = {2, 3, 5} ⇒ n(A) = 3 n( A ) 3 1 Assim: P ( A ) = = ⇒ P( A ) = n(E ) 6 2
9) No lançamento de dois dados, qual a

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101

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APOSTILAS OPÇÃO
probabilidade de se obter soma dos pontos igual a 10?

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Se A e B são eventos mutuamente exclusivos, isto é: A ∩ B=

φ , então, P(A ∪ B) = P(A) + P(B).

Solução: Considere a tabela, a seguir, indicando a soma dos pontos: A B 1 2 3 4 5 6 1 2 3 4 5 6 7 2 3 4 5 6 7 8 3 4 5 6 7 8 9 4 5 6 7 8 9 10 5 6 7 8 9 10 11 6 7 8 9 10 11 12
Da tabela: n(E) = 36 e n(A) = 3 n( A ) 3 1 Assim: P ( A ) = = = n ( E ) 36 12

Aplicações 1) Uma urna contém 2 bolas brancas, 3 verdes e 4 azuis. Retirando-se uma bola da urna, qual a probabilidade de que ela seja branca ou verde? Solução: Número de bolas brancas : n(B) = 2 Número de bolas verdes: n(V) = 3 Número de bolas azuis: n(A) = 4
A probabilidade de obtermos uma bola branca ou uma bola verde é dada por: P( B ∪ V) = P(B) + P(V) - P(B ∩ V) Porém, P(B ∩ V) = 0, pois o evento bola branca e o evento bola verde são mutuamente exclusivos. Logo: P(B ∪ V) = P(B) + P(V), ou seja: 2 3 5 P(B ∪ V) = + ⇒ P(B ∪ V ) = 9 9 9 2) Jogando-se um dado, qual a probabilidade de se obter o número 4 ou um número par?

Exercícios 1) Jogamos dois dados. A probabilidade de obtermos pontos iguais nos dois é: 1 1 7 a) c) e) 3 36 6 5 1 b) d) 36 36
2) A probabilidade de se obter pelo menos duas caras num lançamento de três moedas é; 1 3 1 a) c) e) 4 8 5 1 1 b) d) 2 3

1.

Solução: O número de elementos do evento número 4 é n(A) =

O número de elementos do evento número par é n(B) = 3. Observando que n(A ∩ B) = 1, temos: P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) ⇒

ADIÇÃO DE PROBABILIDADES Sendo A e B eventos do mesmo espaço amostral E, tem-se que:
P(A ∪ B) = P (A) + P(B) – P(A ∩ B) "A probabilidade da união de dois eventos A e B é igual á soma das probabilidades de A e B, menos a probabilidade da intersecção de A com B."

⇒ P(A ∪ B) =

1 3 1 3 1 + − = ∴ P( A ∪ B) = 6 6 6 6 2

3) A probabilidade de que a população atual de um pais seja de 110 milhões ou mais é de 95%. A probabilidade de ser 110 milhões ou menos é 8%. Calcular a probabilidade de ser 110 milhões.

Solução: Temos P(A) = 95% e P(B) = 8%.
A probabilidade de ser 110 milhões é P(A ∩ B). Observando que P(A ∪ B) = 100%, temos: P(A U B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) ⇒ ⇒ 100% = 95% + 8% - P(A ∩ B) ∴ (A ∩ B) = 3%

Justificativa: Sendo n (A ∪ B) e n (A ∩ B) o número de elementos dos eventos A ∪ B e A ∩ B, temos que: n( A ∪ B) = n(A) +n(B) – n(A ∩ B) ⇒

n( A ∪ B) n( A ) n(B) n( A ∩ B) = + − ∴ n(E) n(E) n(E) n(E) ∴ P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)

OBSERVA ÇÃO:

Exercícios 1) (Cescem) Uma urna contém 20 bolas numeradas de 1 a 20. Seja o experimento "retirada de uma bola" e considere os eventos; A = a bola retirada possui um número múltiplo de 2 B = a bola retirada possui um número múltiplo de 5 Então a probabilidade do evento A ∪ B é:
102

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APOSTILAS OPÇÃO
13 20 4 b) 5
a) c)

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e)

7 10 3 d) 5

11 20

evento. Indicaremos por P(B/A) a probabilidade do evento B, tendo ocorrido o evento A (probabilidade condicional de B em relação a A). Podemos escrever:

P(B / A ) =

2) (Santa casa) Num grupo de 60 pessoas, 10 são torcedoras do São Paulo, 5 são torcedoras do Palmeiras e as demais são torcedoras do Corinthians. Escolhido ao acaso um elemento do grupo, a probabilidade de ele ser torcedor do São Paulo ou do Palmeiras é: a) 0,40 c) 0,50 e) n.d.a. b) 0,25 d) 0,30 3) (São Carlos) S é um espaço amostral, A e B eventos quaisquer em S e P(C) denota a probabilidade associada a um evento genérico C em S. Assinale a alternativa correta. a) P(A ∩ C) = P(A) desde que C contenha A P(A ∩ B) = P(A) . P(B/A) b) P(A ∪ B) ≠ P(A) + P(B) – P(A ∩ B) c) P(A ∩ B) < P(B) d) P(A) + P(B) ≤ 1 e) Se P(A) = P(B) então A = B 4) (Cescem) Num espaço amostral (A; B), as probabilidades P(A) e P(B) valem 1 2 respectivamente e Assinale qual das 3 3 alternativas seguintes não é verdadeira. a) A ∪ B = S b) A ∪ B =

n ( A ∩ B) n (A)

Multiplicação de probabilidades: A probabilidade da intersecção de dois eventos A e B é igual ao produto da probabilidade de um deles pela probabilidade do outro em relação ao primeiro.
Em símbolos:

Justificativa:

n ( A ∩ B) P(B / A ) = ⇒ P(B / A ) = n (A)
∴ P(B / A ) =

n ( A ∩ B) n(E) ∴ n (A) n(E)

P ( A ∩ B) P (A)

P(A ∩ B) = P(A) . P(B/A)
Analogamente: P(A ∩ B) = P(B) . P(A/B)

Eventos independentes: Dois eventos A e B são independentes se, e somente se: P(A/B) = P(A) ou P(B/A) = P(B)
Da relação P(A ∩ B) = P(A) . P(B/A), e se A e B forem independentes, temos: P(A ∩ B) = P(A) . P(B)

φ

d) A ∪ B = B e) (A ∩ B) ∪ (A ∪ B) = S

c) A ∩ B = A ∩ B 5) (PUC) Num grupo, 50 pessoas pertencem a um clube A, 70 a um clube B, 30 a um clube C, 20 pertencem aos clubes A e B, 22 aos clubes A e C, 18 aos clubes B e C e 10 pertencem aos três clubes. Escolhida ao acaso uma das pessoas presentes, a probabilidade de ela: 3 a) Pertencer aos três Clubes é ; 5 b) pertencer somente ao clube C é zero; c) Pertencer a dois clubes, pelo menos, é 60%; d) não pertencer ao clube B é 40%; e) n.d.a. 6) (Maringá) Um número é escolhido ao acaso entre os 20 inteiros, de 1 a 20. A probabilidade de o número escolhido ser primo ou quadrado perfeito é: 1 4 3 a) c) e) 5 25 5 2 2 b) d) 25 5

Aplicações: 1) Escolhida uma carta de baralho de 52 cartas e sabendo-se que esta carta é de ouros, qual a probabilidade de ser dama? Solução: Um baralho com 52 cartas tem 13 cartas de ouro, 13 de copas, 13 de paus e 13 de espadas, tendo uma dama de cada naipe.
Observe que queremos a probabilidade de a carta ser uma dama de ouros num novo espaço amostral modificado, que é o das cartas de ouros. Chamando de: • evento A: cartas de ouros • evento B: dama • evento A ∩ B : dama de ouros Temos:
P(B / A ) = n ( A ∩ B) 1 = n (A) 13

PROBABILIDADE CONDICIONAL Muitas vezes, o fato de sabermos que certo evento ocorreu modifica a probabilidade que atribuímos a outro

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103

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APOSTILAS OPÇÃO

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c) Dois pontos distintos determinam uma única reta (AB).

2. SEMI-RETA Um ponto O sobre uma reta divide-a em dois subconjuntos, denominando-se cada um deles semireta.

2) Jogam-se um dado e uma moeda. Dê a probabilidade de obtermos cara na moeda e o número 5 no dado.

Solução: Evento A : A = {C} ⇒ n(A) = 1 Evento B : B = { 5 } ⇒ n ( B ) = 1
Sendo A e B eventos independentes, temos: 1 1 P(A ∩ B) = P(A) . P(B) ⇒ P(A ∩ B) = ⋅ ∴ 2 6 1 P(A ∩ B) = 12 3) (Cesgranrio) Um juiz de futebol possui três cartões no bolso. Um é todo amarelo, outro é todo vermelho, e o terceiro é vermelho de um lado e amarelo do outro. Num determinado lance, o juiz retira, ao acaso, um cartão do bolso e mostra a um jogador. A probabilidade de a face que o juiz vê ser vermelha e de a outra face, mostrada ao jogador, ser amarela é: 1 2 1 2 1 a) b) c) d) e) 2 5 5 3 6

3. SEGMENTO
Sejam A e B dois pontos distintos sobre a reta AB . Ficam determinadas as semi-retas: AB e BA .

AB ∩ BA = AB
A intersecção das duas semi-retas define o segmento

AB .

4. ÂNGULO A união de duas semi-retas de mesma origem é um ângulo.

Solução: Evento A : cartão com as duas cores Evento B: face para o juiz vermelha e face para o jogador amarela, tendo saído o cartão de duas cores
Temos: P(A ∩ B) = P(A) . P(B/A), isto é, P(A ∩ B) =

1 1 ⋅ 3 2

1 P(A ∩ B) = (alternativa e) 6 Respostas:
Espaço amostral e evento 1) b 2) d Probabilidade 1) c 2) b Adição de probabilidades 1) d 2) b 3) a 4) b 5) b 6) e 3) b 4) a

5. ANGULO RASO É formado por semi-retas opostas.

6. ANGULOS SUPLEMENTARES São ângulos que determinam por soma um ângulo raso.

GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO. PERÍMETRO.
1.POSTULADOS a) A reta é ilimitada; não tem origem nem extremidades. b) Na reta existem infinitos pontos. 7. CONGRUÊNCIA DE ÂNGULOS O conceito de congruência é primitivo. Não há definição. lntuitivamente, quando imaginamos dois ângulos coincidindo ponto a ponto, dizemos que possuem a mesma medida ou são congruentes (sinal
104

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de congruência:

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≅ ).

13. ANGULOS OPOSTOS PELO VÉRTICE São ângulos formados com as semi-retas apostas duas a duas. 8. ÂNGULO RETO Considerando ângulos suplementares e congruentes entre si, diremos que se trata de ângulos retos.
Ângulos apostos pelo vértice são congruentes (Teorema).

9. MEDIDAS 1 reto ↔ 90° (noventa graus) 1 raso ↔ 2 retos ↔ 180°
1° ↔ 60' (um grau - sessenta minutos) 1' ↔ 60" (um minuto - sessenta segundos) As subdivisões centésimos etc. do segundo são: décimos,

14. TEOREMA FUNDAMENTAL SOBRE RETAS PARALELAS Se uma reta transversal forma com duas retas de um plano ângulos correspondentes congruentes, então as retas são paralelas.

90o = 89o 59’ 60” 10. ÂNGULOS COMPLEMENTARES São ângulos cuja soma é igual a um ângulo reto.

) ) a ≅ m ) ) b ≅n ) )  ângulos correspondentes congruentes c ≅ p ) ) d ≅ q 
Consequências: a) ângulos alternos congruentes:

) ) d ≅ n = 180 0 (alternos ) ) c ≅ m = 180 0 internos)

) ) a ≅ p (alternos ) ) b ≅ q externos)

b) ângulos colaterais suplementares:

11. REPRESENTAÇÃO x é o ângulo; (90° – x) seu complemento e (180° – x) seu suplemento. 12. BISSETRIZ É a semi-reta que tem origem no vértice do ângulo e o divide em dois ângulos congruentes.

) ) a + q = 180 o   (colaterais externos) ) ) o b + p = 180   ) ) d + m = 180 o   (colaterais internos) ) ) o  c + n = 180  

15. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Determine o complemento de 34° 15'34". Resolução: 89° 59' 60" - 34° 15' 34" 55° 44' 26" Resp.: 55° 44' 26"
105

Matemática

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
2) As medidas 2x + 20° e 5x – 70° são de ângulos opostos pelo vértice. Determine-as. Resolução: 2x + 20° = 5x – 70° ⇔ ⇔ + 70° + 20° = 5x – 2x ⇔ ⇔ 90° = 3x ⇔

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

∆ ABC = AB ∪ BC ∪ CA AB; BC; CA são os lados ) ) ) A; B; C são ângulos internos ) ) ) A ex ; B ex ; C ex são angulos externos

x = 30°
Resp. : os ângulos medem 80º 3) As medidas de dois ângulos complementares estão entre si como 2 está para 7. Calcule-as. Resolução: Sejam x e y as medidas de 2 ângulos complementares. Então:

x + y = 90 o x + y = 90 o   ⇔ x 2 ⇔ x 2  = + 1 = + 1  y y 7 7  
x + y = 90  x + y 9  y =7 
o

LEI ANGULAR DE THALES:

x + y = 90  ⇔  90o 9 =  7  y

o

) ) ) A + B + C = 180°

⇒ x = 20° e y = 70° Resp.: As medidas são 20° e 70° .
4) Duas retas paralelas cortadas por uma transversal formam 8 ângulos. Sendo 320° a soma dos ângulos obtusos internos, calcule os demais ângulos.

Consequências:

) ) ) ) ) A + A ex = 180°   ) ) )  ⇒ Aex = B + C A + B + C = 180° 

Analogamente:

) ) B ex = A + ) ) C ex = B +
Resolução: De acordo com a figura seguinte, teremos pelo enunciado: â + â = 320° ⇔ 2â = 320° ⇔

) C ) A

Soma dos ângulos externos: ) ) ) A ex + B ex + Cex = 360°

â = 160°

Sendo b a medida dos ângulos agudos, vem: ) ) ) ) a + b = 180° ou 160° + b = 180° ⇒ b = 20° Resp.: Os ângulos obtusos medem 160° e os agudos 20° . 5) Na figura, determine x.

Resolução: Pelos ângulos alternos internos: x + 30° = 50° ⇒ 16. TRIÂNGULOS 16.1 – Ângulos x = 20°

Matemática

106

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
16.2 – Classificação

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

G é o baricentro Propriedade: AG = 2GM BG = 2GN CG = 2GP b) A perpendicular baixada do vértice ao lado oposto é denominada ALTURA. O encontro das alturas é denominado ORTOCENTRO.

Obs. : Se o triângulo possui os 3 ângulos menores que 90° , é acutângulo; e se possui um dos seus ângulos maior do que 90° , é obtusângulo.

16.3 - Congruência de triângulos Dizemos que dois triângulos são congruentes quando os seis elementos de um forem congruentes com os seis elementos correspondentes do outro.

c) INCENTRO é o encontro das bissetrizes internas do triângulo. (É centro da circunferência inscrita.) d) CIRCUNCENTRO é o encontro das mediatrizes dos lados do triângulo, lÉ centro da circunferência circunscrita.)

) )  A ≅ A'  ) ) B ≅ B' ) ) C ≅ C '  

e

⇔ ∆ABC ≅ ∆A' B' C'

AB ≅ A' B'   BC ≅ B' C'  AC ≅ A' C'  

16.6 – Desigualdades Teorema: Em todo triângulo ao maior lado se opõe o maior ângulo e vice-Versa.
Em qualquer triângulo cada lado é menor do que a soma dos outros dois.

16.4 - Critérios de congruência LAL: Dois triângulos serão congruentes se possuírem dois lados e o ângulo entre eles congruentes. LLL: Dois triângulos serão congruentes se possuírem os três lados respectivamente congruentes. ALA : Dois triângulos serão congruentes se possuírem dois ângulos e o lado entre eles congruentes. LAAO : Dois triângulos serão congruentes se possuírem dois ângulos e o lado oposto a um deles congruentes. 16.5 - Pontos notáveis do triângulo a) O segmento que une o vértice ao ponto médio do lado oposto é denominado MEDIANA. O encontro das medianas é denominado BARICENTRO.

16.7 - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Sendo 8cm e 6cm as medidas de dois lados de um triângulo, determine o maior número inteiro possível para ser medida do terceiro lado em cm. Resolução:

x < 6 + 8 6 < x + 8 8 < x + 6

⇒ x < 14 ⇒ x > –2 ⇒ x > 2

⇒ 2 < x < 14

Matemática

107

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Assim, o maior numero inteiro possível para medir o terceiro lado é 13. 2) O perímetro de um triângulo é 13 cm. Um dos lados é o dobro do outro e a soma destes dois lados é 9 cm. Calcule as medidas dos lados. Resolução:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
b)

Resolução: a) 80° + x = 120° ⇒ x = 40° b) x + 150° + 130° = 360° ⇒ x = 80° 5) Determine x no triângulo: Resolução: a + b + c = 13 a = 2b a + b = 9 3b = 9 e

b =3
Portanto:

a = 6

c = 4

As medidas são : 3 cm; 4 cm; 6 cm 3) Num triângulo isósceles um dos ângulos da base mede 47° 32'. Calcule o ângulo do vértice.

Sendo ∆ABC isósceles, vem:

) ) B ≅ C e portanto: ) ) ) ) ) B ≅ C = 50° , pois A + B + C = 180° .

Resolução:

Assim, x = 80° + 50° ⇒ x = 130°

17. POLIGONOS O triângulo é um polígono com o menor número de lados possível (n = 3), De um modo geral dizemos; polígono de n lados.
17.1 - Número de diagonais

x + 47° 32' + 47° 32' = 180° ⇔ x + 94° 64' = 180° ⇔ x + 95° 04' = 180° ⇔ x = 180° – 95° 04' ⇔ x = 84° 56' rascunho: 179° 60' – 95° 04' 84° 56'

d =

n ( n - 3) 2

( n = número de lados ) De 1 vértice saem (n – 3) diagonais. De n vértices saem n . (n – 3) diagonais; mas, cada uma é considerada duas vezes. Logo ;

Resp. : O ângulo do vértice é 84° 56'.
4) Determine x nas figuras: a)

d =

n ( n - 3) 2

17.2 - Soma dos ângulos internos

Si = 180° ( n – 2 )
17.3 - Soma dos ângulos externos Se = 360°

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APOSTILAS OPÇÃO
17.4 – Quadriláteros a) Trapézio: "Dois lados paralelos".

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AB // DC

Obs: um polígono é regular quando é equiângulo e equilátero.

b) Paralelogramo: “Lados opostos paralelos dois a dois”.

AB // DC

e AD // BC

SEMELHANÇAS 1. TEOREMA DE THALES Um feixe de retas paralelas determina sobre um feixe de retas concorrentes segmentos correspondentes proporcionais.

Propriedades: 1) Lados opostos congruentes. 2) Ângulos apostos congruentes. 3) Diagonais se encontram no ponto médio

c) Retângulo: "Paralelogramo com um ângulo reto".

AB EF MN = = = ... CD PQ GH AC EG MP = = = ... BC FG NP etc...
2. SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS Dada a correspondência entre dois triângulos, dizemos que são semelhantes quando os ângulos correspondentes forem congruentes e os lados correspondentes proporcionais.

Propriedades: 1) Todas as do paralelogramo. 2) Diagonais congruentes. d) Losango: "Paralelogramo com os quatro lados congruentes".

3. CRITÉRIOS DE SEMELHANÇA a) (AAL) Dois triângulos possuindo dois ângulos correspondentes congruentes são semelhantes. b) (LAL) Dois triângulos, possuindo dois lados proporcionais e os ângulos entre eles formados congruentes, são semelhantes. c) (LLL) Dois triângulos, possuindo os três lados proporcionais, são semelhantes. Representação:

Propriedades: 1) Todas as do paralelogramo. 2) Diagonais são perpendiculares. 3) Diagonais são bissetrizes internas. e) Quadrado: "Retângulo e losango ao mesmo tempo".

) )  A ≅ A' ) ) ∆ABC ~ ∆A' B' C' ⇔ B ≅ B' ) ) C ≅ C ' 

e

AB BC AC = = = k A' B' B' C' A' C'
razão de semelhança

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109

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APOSTILAS OPÇÃO
Exemplo: calcule x

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Consequências:
(I) + (II) vem:

c 2 + b 2 = am + an ⇔ ⇔ c 2 + b 2 = a (m + n ) ⇔
a

⇔ c DE + bPITÁGORAS =a 4.2 - TEOREMA
2 2 2

Resolução :

a +b =c

2

2

2

∆ABC ~ ∆MNC ⇔ AB AC x 9 = ⇒ = ∴x = 6 MN MC 4 6
NO

Exemplo:

4. RELAÇÕES MÉTRICAS RETÂNGULO
Na figura:

TRIÂNGULO

BC , Â = 90° ˆ e M = 90°. Sendo AB = 5 e AC = 2, calcule Al.

Na figura, M é ponto médio de

Resolução:

a) Teorema de Pitágoras:

BC2 = AB2 + AC2 ⇒ BC2 = 52 + 2 2 ⇒
A é vértice do ângulo reto (Â = 90° )

⇒ BC = 29 ≅ 5,38

e

) ) B + C = 90°

MB =

29 2

m = projeção do cateto c sobre a hipotenusa a n = projeção do cateto b sobre a hipotenusa a H é o pé da altura AH = h. 4.1 – Relações

b) ∆ABC ~ ∆MBI ⇔

AB BC = MB BI

ou

5 29 2

AB HB ∆AHB ~ ∆CAB ⇔ ⇔ ⇔ a) CB AB ⇔ AB 2 = CB ⋅ HB
ou
c =a.m
2

=

29 29 ⇔ BI = = 2,9 BI 10
AI = 2,1

(I)

Logo, sendo AI = AB - BI, teremos: AI = 5 - 2,9

AC HC ∆AHC ~ ∆BAC ⇔ = ⇔ BC AC ⇔ AC 2 = BC ⋅ HC
ou
b =a.n
2

5. RELAÇÕES MÉTRICAS NO CÍRCULO

(II)

Cada cateto é média proporcional entre a hipotenusa e a sua projeção sobre a mesma.

b)

∆AHB ~ ∆CHA ⇔ ⇔ AH 2 = CH ⋅ HB
ou

AH HB = ⇔ CH HA
(III)
Nas figuras valem as seguintes relações:

h2 = m . n

δ 2 =PA . PB=PM . PN

A altura é média proporcional entre os segmentos que determina sobre a hipotenusa

Matemática

110

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APOSTILAS OPÇÃO

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l3 = R 3
• o número δ é denominado Potência do ponto P em relação à circunferência.
2

(lado em função do raio)

• Área:

S=

l2 3 3 4

δ 2=

d2 − R 2

(área do triângulo equilátero em função do lado)

6. POLÍGONOS REGULARES a) Quadrado:
O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos.

c) Hexágono regular:

AB =

l 6 (lado do hexágono)

OA = OB = R (raio do círculo) OM = a (apótema) Relações: ∆ OAB é equilátero • AB = lado do quadrado ( l 4) OM = apótema do quadrado (a4) OA = OB = R = raio do círculo • OM é altura • Área:

∆ OAB ⇒

a=

R 3 2

Relações:
• • •

AB 2 = R 2 + R 2 ⇒ AB ⇒ OM = 2
Área do quadrado: b) Triângulo equilátero:

S = 6 ⋅ S ∆ABC ⇒
a4 = l4 2

3R 2 3 S= 2

S4 = l2 4

7. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Num triângulo retângulo os catetos medem 9 cm e 12 cm. Calcule as suas projeções sobre a hipotenusa. Resolução:

a) Pitágoras: a = b + c AC =

2

2

2

l 3 (lado do triângulo)
(raio do círculo) (apótema do triângulo)
2

OA = R OH = a Relações: •

⇒ a2 =122 + 92 ⇒ a = 15 cm
b) C = a . m c) b = a . n
2

⇒ 92 = 15 . m ⇒ ⇒ 122 = 15 . n ⇒

m = 5,4 cm

AC = AH + HC

2

2

2

h=

l3 3 2

(altura em função do lado) • AO = 2 OH

n = 9,6 cm 2) As diagonais de um losango medem 6m e 8m. Calcule o seu perímetro: Resolução:

R = 2a

(o raio é o dobro do apótema)

Matemática

111

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APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Teorema de Pitágoras Enunciado: Num triângulo retângulo, o quadrado da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das medidas dos catetos.
Exemplo:

l 2 = 4 2 + 32 ⇒

l = 5m
Exemplo numérico:

O perímetro é: P = 4 X 5 m = 20 m 3) Calcule x na figura:

Exercícios: 1) Num triângulo retângulo os catetos medem 8 cm e 6 cm; a hipotenusa mede:
a) 5 cm b) 14 cm c) 100 cm d) 10 cm

Resolução: PA . PB = PM . PN

⇔ ⇔

⇒ 2. ( 2 + x ) = 4 X 10

4 + 2 x = 40 x=18

⇔ 2 x = 36 ⇔
2) Num triângulo retângulo os catetos medem 5 cm e 12 cm. A hipotenusa mede: a) 13cm b) 17 cm c) 169 cm d) 7 cm 3) O valor de x na figura abaixo é:

4) Calcule a altura de um triângulo equilátero cuja área é 9 3 m : Resolução:
2

l2 3 l2 3 S= ⇒9 3= ∴ l = 6m 4 4 l 3 6 3 h= ⇒h= ∴ h=3 3 m 2 2 A l = 2πR ⋅ 2R = 4πR 2

Respostas: 1) d

2) a

3) x = 3

A T = 2 ⋅ πR + 4πR = 6πR
2 2

2

V = πR 2 ⋅ 2R = 2πR 3
TEOREMA DE PITÁGORAS Relembrando: Triângulo retângulo é todo triângulo que possui um ângulo interno reto. ( = 90º)

RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TRIÂNGULO RETÂNGULO Vamos observar o triângulo retângulo ABC (reto em A).

Nos estudos que faremos nesta unidade, se faz necessário diferenciar os dois catetos do triângulo. Usamos para isso a figura que acabamos de ver. Obs: Num triângulo retângulo o lado oposto ao ângulo reto é chamado hipotenusa e os lados adjacentes ao ângulo reto são chamados catetos. Tomando como referência o ângulo E. dizemos que:

• AC é o cateto oposto de B:
112

Matemática

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APOSTILAS OPÇÃO
• AB é o cateto adjacente ao ângulo B.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
No triângulo da figura destacamos: • h1 : medida de altura relativa ao lado BC: • h2 : medida da altura relativa ao lado AB, no ∆ retângulo ABH1 ( H1 é reto):

sen B =

h1 ⇒ h1 = c ⋅ sen B c

Tomando como referência o ângulo C, dizemos que:

• AC o cateto adjacente ao ângulo C; • AB é o cateto oposto ao ângulo C. Razões trigonométricas Num triângulo retângulo, chama-se seno de um ângulo agudo o número que expressa a razão entre a medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da hipotenusa.

No ∆ retângulo ACH1 ( H1 é reto):

sen C =

h1 ⇒ h1 = b ⋅ sen C b
c b = sen C sen B

Comparando 1 e 2. temos: c . sen B = b . sen C ⇒

O seno de um ângulo o indica-se por sen α.
sen B = medida do cateto oposto a B b ⇒ sen B = medida da hipotenusa a

No ∆ retângulo BCH2 ( H é reto): h sen B = 2 ⇒ h2 = a . sen B a No ∆ retângulo ACH2 (H é reto): h sen A = 2 ⇒ h2 = b . sen A b Comparando 4 e 5, temos: a . sen B = b . sen A ⇒

sen C =

medida do cateto oposto a C c ⇒ sen C = medida da hipotenusa a

Num triângulo retângulo, chama-se cosseno de um ângulo agudo o número que expressa a razão entre a medida do cateto adjacente ao ângulo e a medida da hipotenusa. O cosseno de um ângulo a indica-se por cos α.
cos B = medida do cateto adjacente a B c ⇒ cos B = medida da hipotenusa a
medida do cateto adjacente a C b ⇒ cos C = medida da hipotenusa a

a b = sen A sen B

Comparando 3 e 5. temos: a b c = = sen A sen B sen C Observação: A expressão encontrada foi desenvolvida a partir de um triângulo acutângulo. No entanto, chegaríamos à mesma expressão se tivéssemos partido de qualquer triângulo. Daí temos a lei dos senos: a b c = = sen A sen B sen C

cos C =

Num triângulo retângulo chama-se tangente de um ângulo agudo o número que expressa a razão entre a medida do cateto oposto e a medida do cateto adjacente a esse ângulo. A tangente de um ângulo a indica-se por tg α

tg C =

cateto oposto a C c ⇒ tg C = . cateto adjacente a C b

Exemplo: No triângulo da figura calcular a medida x:

RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NUM TRIÂNGULO QUALQUER

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113

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APOSTILAS OPÇÃO

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Substituindo 2 em 1, temos: 2 2 2 b = a + c + 2 . a .( –c . cos B ) b = a + c – 2 a c . cos B Dai a lei dos cosenos:
2 2 2

Resolução: Pela lei dos senos: 8 x 8 x = ⇒ = sen 45° sen 60° 2 3 2 2


8 3 x 2 8 3 2 = ⇒x= . 2 2 2 2
`x = 8 6 ⇒ 2 x=4 6

a = b + c – 2 b . c . cos A 2 2 2 b = a + c – 2 a . c . cos B 2 2 2 c = a + b – 2 a . b . cos C

2

2

2

LEI DOS COSENOS 1. No triângulo acutângulo ABC, 2 c - 2am

Exemplo: No triângulo abaixo calcular a medida de b
temos b = a +
2 2

Resolução: Aplicando ao triângulo dado a lei dos cosenos: 2 2 2 º b = 10 + 6 – 2 . 10 . 6 . cos 60 1 2 b = 100 + 36 – 120 . 2
No triângulo retângulo ABH. temos: cos B = m = C . cos b Substituindo 2 em 1: b = a + c - 2ac . cos B A expressão foi mostrada para um triângulo acutângulo. Vejamos, agora, como ela é válida, também. para os triângulos obtusângulos: No triângulo obtusângulo ABC, temos: b = a + c + 2am
2 2 2 2 2 2

m c

b = 76 ⇒ b =

2

76 ⇒ b = 2 19

Exercícios Resolva os seguintes problemas:

ˆ = 30º, 1) Num triângulo ABC, calcule b e c, sendo A ˆ = 45º e a = 2cm B ˆ , sendo B ˆ e C ˆ= 2) Num triângulo ABC, calcule A
105 , b =
º

2 cm e c = 2

6− 2 cm. 2

3) Calcule o perímetro do triângulo abaixo:

No triângulo retângulo AHB. temos: cos ( 180 – B) m = c Como cos (180 – B) = – cos B, por uma propriedade não provada aqui, temos que: m – cos B = ⇒ m = – c . cos B c
º

º

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114

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APOSTILAS OPÇÃO
4) Calcule x na figura:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Qual a área de um retângulo cuja altura é 2 cm e seu perímetro 12 cm? Solução: A = b. h h 2 +b+2+b 2b+4 2b 2b b b A=4 .2 A = 8 cm
2

ˆ num triângulo ABC onde b = 1, c ˆ e C 5) Calcule A º ˆ = 15 . = 3 +1 e B 6) Calcule a num triângulo ABC, onde b = 4 cm, c = ˆ = 30º. 3 cm e A
7) Calcule as diagonais de um paralelogramo cujos lados medem 6cm e 2 cm e formam um ângulo de º 45 . 8) Calcule a área de um triângulo ABC, sabendo que o lado AB mede 2cm, o lado BC mede 5cm e que º esses lados formam entre si um ângulo de 30 . 9) Calcule a medida da diagonal maior do losango da figura abaixo:

= 2 cm = 12 = 12 = 12 - 4 =8 = 8 ÷ 2=4 =4cm

QUADRADO
PERÍMETRO: L + L + L + L = 4L Área do quadrado:

A = l ⋅ l = l2

Respostas
1) b = 2 2 cm, c = 6 + ˆ = 45º ˆ = 30º ; C 2) A 3) ( 2 3 +

2 cm

Exemplo 2 Qual a área do quadrado de 5 cm de lado? Solução: A = l2

6 –

2 ) cm

l = 5 cm
A=5
2

4) x = 100 2 cm ˆ = 45º; A ˆ = 120º 5) C 6) a =

A = 25 cm

2

7 cm

7) d1 = 26 ; d2 = 2 8) 2,5 cm 9)

PARALELOGRAMO

50
A = área do paralelogramo:

108 cm

A=B.H

ÁREA DAS FIGURAS PLANAS
RETÂNGULO A=b.h
A = área b = base h = altura Perímetro: 2b + 2h

Perímetro: 2b + 2h Exemplo 1

Exemplo 3 A altura de um paralelogramo é 4 cm e é a metade de sua base. Qual é suá área ? Solução: A = b .h h = 4cm b =2.h b = 2 . 4 = 8cm
A =8.4 A = 32 m

2

TRIÂNGULO
Perímetro: é a soma dos três lados.

Matemática

115

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Área do triângulo:

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Exemplo 6: Calcular a área do losango de diagonais 6 cm e 5 cm.
Solução:

A =

b ⋅ h 2

Exemplo 4: A altura de um triângulo é 8 cm e a sua base é a metade da altura. Calcular sua área.
Solução:

A =

h = 8cm

b ⋅ h 2
CIRCULO

D ⋅ d 2 6 ⋅ 5 A = 2 A =
A = 15 cm
2

h 8 b = = = 4 cm 2 2

Área do círculo:

A=

8⋅4 2

A = π R2
2

A = 16 m

TRAPÉZIO
Perímetro: B + b + a soma dos dois lados. Área do trapézio: B = base maior b = base menor h = altura

A = área do círculo R = raio π = 3,14

Exemplo 7 O raio de uma circunferência é 3 cm. Calcular a sua área. A = π R2
A = 3,14 . 3 A = 3,14 . 9
2

Exemplo 5: Calcular a área do trapézio de base maior de 6 cm, base menor de 4 cm. e altura de 3 cm. Solução:

A = 28,26 cm

2

Geometria no Espaço
1. PRISMAS São sólidos que possuem duas faces apostas paralelas e congruentes denominadas bases.

A=

(B + b ) ⋅ h
2

B = 6 cm b = 4 cm h = 3 cm

A =
A

( 6 + 4) ⋅ 3
2
2

a l = arestas laterais
h = altura (distância entre as bases)

= 15 cm

LOSANGO

D= diagonal maior d = diagonal menor Perímetro = é a soma dos quatro lados. Área do losango:

Cálculos: A b = área do polígono da base.

A l = soma das áreas laterais. A T = A l + 2A b
V = Ab . h (área total).

A =

D ⋅ d 2

(volume)

Matemática

116

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APOSTILAS OPÇÃO
1.1 – Cubo O cubo é um prisma onde todas as faces são quadradas. AT = 6 . a V=a
3 2

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1 V = Ab ⋅ h 3
2.1 - Tetraedro regular É a pirâmide onde todas as faces são triângulos equiláteros. (volume)

(área total) (volume)

a = aresta

Para o cálculo das diagonais teremos:

Tetraedro de aresta a :

d=a 2
D=a 3

(diagonal de uma face) (diagonal do cubo)

h=

a 6 3

( altura )

1.2 - Paralelepípedo reto retângulo

AT = a2 3 V= a3 2 12

(área total) ( volume )

3. CILINDRO CIRCULAR RETO dimensões a, b, c AT = 2 ( ab + ac + bc ) V = abc (volume) (diagonal) (área total) As bases são paralelas e circulares; possui uma superfície lateral.

D = a2 + b2 + c 2

2. PIRÂMIDES São sólidos com uma base plana e um vértice fora do plano dessa base.

A b = πR 2 A l = 2πR ⋅ h
Para a pirâmide temos: A b = área da base

( área da base)

( área lateral ) ( área total ) ( volume )

A l = álea dos triângulos faces laterais AT = Al + Ab
( (área total) 117

A T = 2A b + A l V = Ab ⋅h

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APOSTILAS OPÇÃO

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3.1 - Cilindro equilátero Quando a secção meridiana quadrada, este será equilátero. do cilindro for

Logo:

A l = 2πR ⋅ 2R = 4πR
2 2

2 2

h=R 3 A b = πR 2
2

(altura) (base)

A T = 2 ⋅ πR + 4πR = 6πR V = πR 2 ⋅ 2R = 2πR 3
4. CONE CIRCULAR RETO g é geratriz.

A l = πR ⋅ 2R = 2πR (área lateral) A T = 3πR 2
1 V = πR 3 3 3
5. ESFERA (área total) (volume)

∆ ABC é secção meridiana.

Perímetro do círculo maior: 2 π R Área da superfície: 4 π R Volume:
2

4 πR 3 3

Área da secção meridiana:

π R2.

g =h +R

2

2

2

A l = πRg A b = πR
2

(área lateral) (área da base) (área total)

AT = Al + Ab v=
1 ⋅ Ab ⋅ h 3

(volume)

4.1 - Cone equilátero

Se o ∆ ABC for equilátero, o cone será denominado equilátero.

EXERCICIOS PROPOSTOS 1
1) Os 3/4 do valor do suplemento de um angulo de 60° são: a) 30° b) 70º c) 60º d) 90º e) 100º

Matemática

118

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APOSTILAS OPÇÃO
2) A medida de um ângulo igual ao dobro do seu complemento é: a) 60° b) 20º c) 35º d) 40º e) 50° O suplemento de 36°12'28" é: a) 140º 27’12” b) 143°47'32" c) 143°57'42" d) 134°03'03" e) n.d.a. número de diagonais de um polígono convexo de 7 lados é: a) 6 b) 8 c) 14 d) 11 e) 7 O polígono que tem o número de lados igual ao número de diagonais é o: a) quadrado b) pentágono c) hexágono d) de15 lados e) não existe O número de diagonais de um polígono convexo é o dobro do número de vértices do mesmo. Então o número de lados desse polígono é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 6 e) 7 A soma dos ângulos internos de um pentágono é igual a: a) 180° b) 90° c) 360° d) 540° e) 720° Um polígono regular tem 8 lados; a medida de um dos seus ângulos internos é: a) 135° b) 45° c) 20° d) 90° e) 120° O encontro das bissetrizes internas de um triângulo é o: a) bicentro b) baricentro c) incentro d) metacentro e) n.d.a.

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2) a 3) b 4) c 5) b 7) d 8) a 9) c 10) b 12) a 13) a

3)

EXERCÍCIOS PROPOSTOS 2

4)

5)

1)

6)

Na figura AB = 4 cm BC = 6 cm MN = 8 cm Então, NP vale: a) 10 cm b) 8 cm c) 1 2 cm d) 6 cm e) 9 cm Com as retas suportes dos lados (AD e BC) não paralelos do trapézio ABCD, construímos o ∆ ABE. Sendo AE = 12 cm; AD = 5 cm; BC = 3 cm. O valor de BE é: a) 6,4cm b) 7,2 cm c) 3,8 cm d) 5,2 cm e) 8,2cm O lado AB de um ∆ ABC mede 16 cm. Pelo ponto D pertencente ao lado AB, distante 5 cm de A, constróise paralela ao lado BC que encontra o lado AC em E a 8 cm de A. A medida de AC é: a) 15,8 cm b) 13,9 cm c) 22,6 cm d) 25,6 cm e) 14 cm A paralela a um dos lados de um triângulo divide os outros dois na razão 3/4. Sendo 21cm e 42 cm as medidas desses dois lados. O maior dos segmentos determinado pela paralela mede: a) 9cm b) 12cm c) 18 cm d) 25 cm e) 24 cm Num trapézio os lados não paralelos prolongados determinam um triângulo de lados 24 dm e 36 dm. O menor dos lados não paralelos do trapézio mede 10 dm. O outro lado do trapézio mede: a) 6 dm b) 9 dm c) 10 dm d) 13 dm e) 15 dm Num triângulo os lados medem 8 cm; 10 cm e 15 cm. O lado correspondente ao menor deles, num segundo triângulo semelhante ao primeiro, mede 16cm. O perímetro deste último triângulo é: a) 60 cm b) 62 cm c) 66 cm d) 70 cm e) 80 cm Dois triângulos semelhantes possuem os seguintes perímetros: 36 cm e 108 cm. Sendo 12 cm a medida de um dos lados do primeiro, a medida do lado correspondente do segundo será: a) 36 cm b) 48 cm c) 27 cm d) 11 cm e) 25 cm A base e a altura de um retângulo estão na razão . Se a diagonal mede 26cm, a base medida será: a) 12 cm b) 24 cm c) 16 cm

2)

7)

8)

3)

9)

4)

10) As medianas de um triângulo se cruzam num ponto, dividindo-se em dois segmentos tais que um deles é: a) o triplo do outro b) a metade do outro c) um quinto do outro d) os

5)

2 do outro 3

e) n.d.a. 11) Entre os.critérios abaixo, aquele que não garante a congruência de triângulos é: a) LLL b) ALA c) LAAO d) AAA e) LAL 12) O menor valor inteiro para o terceiro lado de um triângulo, cujos outros dois medem 6 e 9, será: a) 4 b) 10 c) 6 d) 7 e) 1 13) Num paralelogramo de perímetro 32cm e um dos lados10cm, a medida para um dos outros lados é: a) 6 cm b) 12 cm c) 20 cm d) 22 cm e) 5 cm RESPOSTAS AOS EXERCICIOS PROPOSTOS 1) d 6) e 11) d

6)

7)

8)

12 5

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
d) 8 cm 9) e) 5 cm A altura relativa à hipotenusa de um triângulo mede 14,4 dm e a projeção de um dos catetos sobre a mesma 10,8 dm. O perímetro do triângulo é: a) 15 dm b) 32 dm c) 60 dm d) 72 dm e) 81 dm

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Quando escolhemos um dos sentidos de percurso, o arco é denominado arco orientado e simplesmente pode ser denotado por AB se o sentido de percurso for de A para B e BA quando o sentido de percurso for de B para A. Quando não consideramos a orientação dos arcos formados por dois pontos A e B sobre uma circunferência, temos dois arcos não orientados sendo A e B as suas extremidades.

10) A altura relativa à hipotenusa de um triângulo retângulo de catetos 5 cm e 12 cm, mede: a) 4,61cm b) 3,12 cm c) 8,1 cm d) 13,2 cm e) 4 cm 11) Duas cordas se cruzam num círculo. Os segmentos de uma delas medem 3 cm e 6 cm; um dos segmentos da outra mede 2 cm. Então o outro segmento medirá: a) 7 cm b) 9 cm c) 10 cm d) 11 cm e) 5 cm RESPOSTAS AOS EXERCICIOS PROPOSTOS 1) c 5) e 9) d 2) b 6) c 10) a 3) d 7) a 11) b 4) e 8) b

Medida de um arco
A medida de um arco de circunferência é feita por comparação com um outro arco da mesma circunferência tomado como a unidade de arco. Se u for um arco de comprimento unitário (igual a 1), a medida do arco AB, é o número de vezes que o arco u cabe no arco AB. Na figura em anexo, a medida do arco AB é 5 vezes a medida do arco u. Denotando a medida do arco AB por m(AB) e a medida do arco u por m(u), temos m(AB)=5 m(u). A medida de um arco de circunferência é a mesma em qualquer um dos sentidos. A medida algébrica de um arco AB desta circunferência, é o comprimento deste arco, associado a um sinal positivo se o sentido de A para B for anti-horário, e negativo se o sentido for horário.

TRIGONOMETRIA
O papel da Trigonometria
A palavra Trigonometria é formada por três radicais gregos: tri (três), gonos (ângulos) e metron (medir). Daí vem seu significado mais amplo: Medida dos Triângulos, assim através do estudo da Trigonometria podemos calcular as medidas dos elementos do triângulo (lados e ângulos). Com o uso de triângulos semelhantes podemos calcular distâncias inacessíveis, como a altura de uma torre, a altura de uma pirâmide, distância entre duas ilhas, o raio da terra, largura de um rio, entre outras. A Trigonometria é um instrumento potente de cálculo, que além de seu uso na Matemática, também é usado no estudo de fenômenos físicos, Eletricidade, Mecânica, Música, Topografia, Engenharia entre outros.

O número pi
Para toda circunferência, a razão entre o perímetro e o diâmetro é constante. Esta constante é denotada pela letra grega π, que é um número irracional, isto é, não pode ser expresso como a divisão de dois números inteiros. Uma aproximação para o número πé dada por: π = 3,1415926535897932384626433832795...

PONTO MÓVEL SOBRE UMA CURVA
Consideremos uma curva no plano cartesiano. Se um ponto P está localizado sobre esta curva, simplesmente dizemos P pertence à curva e que P é um ponto fixo na mesma. Se assumirmos que este ponto possa ser deslocado sobre a curva, este ponto receberá o nome de ponto móvel. Um ponto móvel localizado sobre uma circunferência, partindo de um ponto A pode percorrer esta circunferência em dois sentidos opostos. Por convenção, o sentido antihorário (contrário aos ponteiros de um relógio) é adotado como sentido positivo.

Unidades de medida de arcos
A unidade de medida de arco do Sistema Internacional (SI) é o radiano, mas existem outras medidas utilizadas pelos técnicos que são o grau e o grado. Este último não é muito comum.

Radiano: Medida de um arco que tem o mesmo comprimento que o raio da circunferência na qual estamos medindo o arco. Assim o arco tomado como unidade tem comprimento igual ao comprimento do raio ou 1 radiano, que denotaremos por 1 rad.

Arcos da circunferência
Se um ponto móvel em uma circunferência partir de A e parar em M, ele descreve um arco AM. O ponto A é a origem do arco e M é a extremidade do arco.

Matemática

120

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

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Para determinar a medida em radianos de um arco de medida 60 graus, fazemos R = π 60 180

Assim R=π/3 ou 60 graus=π/3 rad Para determinar a medida em graus de um arco de medida 1 radiano, fazemos: Grau: Medida de um arco que corresponde a 1/360 do arco completo da circunferência na qual estamos medindo o arco. Grado: É a medida de um arco igual a 1/400 do arco completo da circunferência na qual estamos medindo o arco. Exemplo: Para determinar a medida em radianos de um arco de comprimento igual a 12 cm, em uma circunferência de raio medindo 8 cm, fazemos, m(AB)= comprimento do arco(AB) comprimento do raio = 12 8 Asim 1 rad=180/π graus. 1 = π G 180

TRIGONOMETRIA: EXERCÍCIOS SOBRE ELEMENTOS GERAIS
Um arco AB de uma circunferência tem comprimento L. Se o raio da circunferência mede 4 cm, qual a medida em radianos do arco AB, se: (a) L=6cm (b) L=16cm (c) L=22cm (d) L=30cm

Portanto m(AB)=1,5 radianos

Resposta: A medida em radianos de um arco AB é dada por
m(AB)= comprimento do arco(AB) comprimento do raio

Arcos de uma volta
Se AB é o arco correspondente à volta completa de uma circunferência, a medida do arco é igual a C=2πr, então: m(AB)= comprimento do arco(AB) comprimento do raio = 2πr r = 2π

(a) m(AB) = ( 6cm)/( 4cm) = 1,5 rad (b) m(AB) = (16cm)/(4cm) = 4 rad (c) m(AB) = (22cm)/(4cm) = 5,5 rad (d) m(AB) = (28cm)/(4cm) = 7 rad
Em uma circunferência de raio R, calcule a medida de um arco em radianos, que tem o triplo do comprimento do raio. Resposta:

Assim a medida em radianos de um arco de uma volta é 2π rad, isto é, 2π rad=360 graus Podemos estabelecer os resultados seguintes

Desenho Grau Grado Radiano 90 100 π/2 180 200 π 270 300 3π/2 360 400 2π

m(AB)=

comprimento do arco(AB) comprimento do raio

0 graus = 0 grado = 0 radianos

Assim, como o comprimento do arco é o triplo do comprimento do raio m(AB) = 3R/R = 3rad
Um atleta percorre 1/3 de uma pista circular, correndo sobre uma única raia. Qual é a medida do arco percorrido em graus? E em radianos?

MUDANÇA DE UNIDADES
Consideremos um arco AB de medida R em radianos, esta medida corresponde a G graus. A relação entre estas medidas é obtida pela seguinte proporção, 2 πrad …………… 360 graus R rad …………… G graus Assim, temos a igualdade R/2π=G/360, ou ainda, R = G 180

Resposta: Uma volta inteira na pista equivale a 360 graus, assim 1/3 de 360 graus é 120 graus. Uma volta inteira na pista equivale a 2π radianos, então o atleta percorreu (2/3) π.

Exemplos

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Em uma pista de atletismo circular com quatro raias, a medida do raio da circunferência até o meio da primeira raia (onde o atleta corre) é 100 metros e a distância entre cada raia é de 2 metros. Se todos os atletas corressem até completar uma volta inteira, quantos metros cada um dos atletas correria?

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m(a)=5 graus m(b)=9 graus m(c)=3 graus
Qual é a medida do ângulo que o ponteiro das horas de um relógio descreve em um minuto? Calcule o ângulo em graus e em radianos.

Resposta: O ponteiro das horas percorre em cada hora um ângulo de 30 graus, que corresponde a 360/12 graus. Como 1 hora possui 60 minutos, então o ângulo percorido é igual a a=0,5 graus, que é obtido pela regra de três: 60 min ………………… 30 graus Resposta: Para simplificar os resultados supomos pi=3,1415 e enumeramos as raias de dentro para fora como C1, C2, C3, C4 e C5. A primeira raia C1 tem raio de medida 10 m, então: m(C1)=2π100=200π=200 x 3,1415=628,3 metros A raia C2 tem raio de medida 12 m, então: m(C2)=2π102=204π=204 x 3,1415=640,87 metros Resposta: A raia C3 tem raio de medida 14 m, então: m(C3)=2π104=208π=208 x 3,1415=653,43 metros A raia C4 tem raio de medida 16 m, então: m(C4)=2π106=212π=212 x 3,1415=665,99 metros
Qual é a medida (em graus) de três ângulos, sendo que a soma das medidas do primeiro com o segundo é 14 graus, a do segundo com o terceiro é 12 graus e a soma das medidas do primeiro com o terceiro é 8 graus.

1 min ………………… a graus Convertemos agora a medida do ângulo para radianos, para obter a=π/360 rad, através da regra de três: 180graus ………………… πrad 0,5 graus ………………… a rad
Os dois ponteiros de um relógio se sobrepoem à 0 horas. Em que momento os dois ponteiros coincidem pela primeira vez novamente?

O ponteiro dos minutos percorre 360° enquanto o ponteiro das horas percorre 360° /12=30º. Até 1:00h os ponteiros não se encontraram, o que ocorrerá entre 1:00h e 2:00h.

Consideraremos a situação original à 1:00h, deste instante até o momento do encontro o ponteiro dos minutos deslocou aº e o ponteiro das horas deslocou (a-30)º, como está na figura, assim:
Ponteiro dos minutos ponteiro das horas 360º aº 30º (a-30)º

Resposta: Sejam a, b e c os três ângulos, assim m(a)+m(b)=14 graus m(b)+m(c)=12 graus m(a)+m(c)= 8 graus resolvendo o sistema de equações, obtemos:

Pela tabela, tem-se que: 360(a-30)=30.a, de onde segue que 330a=10800e assim podemos concluir que a=32,7272º O ponteiro dos minutos deslocou 32,7272º após 1:00h, mas ainda precisamos verificar quantos minutos corresponde este ângulo. 5 min ………………… 30 graus x min …………… 32,7272 graus

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APOSTILAS OPÇÃO
A regra de três fornece x=5,4545'=5'27,27''. Assim, os ponteiros coincidem novamente após às 12:00h à 1 hora,5 minutos e 27,27 segundos
Calcular o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio que marca 12h e 20minutos.

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Como 1 grau corresponde a 60', então: 1 grau ……………60 minutos x graus ……………12,967 minutos x=12,967/60=0,2161° e 36° 12'58''=(36+0,2161)° =36,2161° A medida M do ângulo em radianos, é M=36,2161° .π/180=0,6321 rad, que foi obtida como solução da regra de três: 180° ……………π rad 36,2161° ……………M rad
Dados os ângulos x=0,47623rad e y=0.25412rad, escreva-os em graus, minutos e segundos.

Resposta: O ponteiro das horas percorre em cada hora um ângulo de 360/12 graus = 30 graus. Em vinte minutos ele percorre o ângulo a 60 min ……… 30 graus 20 min ……… a graus A regra de três fornece a=10 graus, logo o ângulo formado entre os números 12 e 4 é de 120 graus, então o ângulo entre os ponteiros é 120-10=110 graus.
Em um polígono regular um ângulo externo mede pi/14 rad. Quantos lados tem esse polígono? 28 lados Escreva o ângulo a=12° 28' em radianos.

Resposta: (a)Considere a seguinte regra de três, 180° …………………π rad x……………0,47623 rad Assim: x=0,47623 . 180/π =27,2911° =27° 17,466'=27° 17'27'' (b) Analogamente obtemos: =14° 33,6'=14° 33'36'' y=0.25412×180/π=14,56°
Em uma circunferência de raio r, calcular a medida do arco subtendido pelo ângulo A em cada caso:

Resposta: Usando o fato de que 1 grau possui 60 minutos, temos 1 grau …………… 60 minutos x graus …………… 28 minutos A regra de três garante que x=28/60=0,4666 grause desse modo segue que 12° 28'=(12+28/60)° =12+0,4666=12,4666° Representando por M a medida do ângulo em radianos, temos 180° ……………π rad 12,4666° ……………M rad e da regra de três segue que: M=12,4666. π/180=0,2211 rad
Escreva o ângulo a=36° 12'58" em radianos.

a. A=0° 17'48"

r = 6,2935cm

b. A=121° 6'18" r = 0,2163cm

Resposta: (a) Primeiro convertemos o ângulo para radianos para obter: a=0° 17'48''=0° (17+48/60)'=(0+17,8)'=(0+17,8/60)° =0,296 7° Com a regra de três: 180° ……………π rad 0,2967° ………… a rad obtemos a=0,2967. π/180=0,0051778 rad e como a medida do arco é dada pela medida do ângulo(rad) x medida do raio, temos que medida do arco=0,0051778×6,2935 = 0,03286cm

Resposta: Usando o fato de que 1 minuto possui 60 segundos, temos 1 min ……………60 segundos x min ……………58 segundos x=58/60=0,967 min, logo 36° 12'58''=36° (12+0,967)'=36° 12,967'

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APOSTILAS OPÇÃO
(b) Analogamente, a = 121° 6' 18'' =121,105° . Em radianos, a medida do ângulo se torna a=121,105 π/180=2,1137rad Assim, a medida do arco= 2,1137×0,2163=0,4572cm
Em uma circunferência de centro O e raio r, calcule a medida do ângulo AÔB subtendido pelo arco AB nos seguintes casos. a. AB = 0,16296 cm r = 12,587cm. b. AB = 1,3672cm r = 1,2978cm.

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cia e todos os seus pontos interiores, é denominada círculo trigonométrico

. Nos livros de língua inglesa, a palavra círculo se refere à curva envolvente da região circular enquanto circunferência de círculo é a medida desta curva. No Brasil, a circunferência é a curva que envolve a região circular. Os eixos OX e OY decompõem o círculo trigonométrico em quatro quadrantes que são enumerados como segue: 2º. quadrante abscissa: negativa ordenada: positiva 90º<ângulo<180º 3º. quadrante abscissa: negativa ordenada: negativa 180º<ângulo<270º 1º. quadrante abscissa: positiva ordenada: positiva 0º<ângulo<90º 4º. quadrante abscissa: positiva ordenada: negativa 270º<ângulo<360º

Resposta: (a) A medida do ângulo AÔB é dada pelo comprimento de AB dividido pelo comprimento do raio, assim m(AÔB)=0,16296/12,587=0,012947 rad = 0° 44' 30'' (b) Analogamente: m(AÔB)=1,3672/1,2978=1,0535rad=60,360° =60° 21,6'=6 0° 21'35''
Em uma circunferência, dado o comprimento do arco AB e o ângulo AÔB subtendido a este arco, calcule a medida do raio. AÔB=0° 44'30" AB=0,032592cm AÔB=60° 21'6" AB=0,4572cm

Os quadrantes são usados para localizar pontos e a caracterização de ângulos trigonométricos. Por convenção, os pontos situados sobre os eixos não pertencem a qualquer um dos quadrantes.

Arcos com mais de uma volta
Em Trigonometria, algumas vezes precisamos considerar arcos cujas medidas sejam maiores do que 360º. Por exemplo, se um ponto móvel parte de um ponto A sobre uma circunferência no sentido anti-horário e para em um ponto M, ele descreve um arco AM. A medida deste arco (em graus) poderá ser menor ou igual a 360º ou ser maior do que 360º. Se esta medida for menor ou igual a 360º, dizemos que este arco está em sua primeira determinação.

Resposta: a. Primeiramente devemos exprimir o ângulo em radianos. AÔB = 0° 44' 30''=0,7417° = 0,7417 x π/180 = 0,01294 rad A medida do raio é dada pelo comprimento de AB dividido por m(AÔB), logo: comprimento do raio = 0,032592/0,01294 = 2,518 cm b. Analogamente, AÔB=60° 21'6''=60,3517° =60,3517× comprimento do raio = 0,4572/1,0533=0,4340cm Círculo Trigonométrico
Considere uma circunferência de raio unitário com centro na origem de um sistema cartesiano ortogonal e o ponto A=(1,0). O ponto A será tomado como a origem dos arcos orientados nesta circunferência e o sentido positivo considerado será o anti-horário. A região contendo esta circunferên-

/180=1,0533rad
Acontece que o ponto móvel poderá percorrer a circunferência uma ou mais vezes em um determinado sentido, antes de parar no ponto M, determinando arcos maiores do que 360º ou arcos com mais de uma volta. Existe uma infinidade de arcos mas com medidas diferentes, cuja origem é o ponto A e cuja extremidade é o ponto M. Seja o arco AM cuja primeira determinação tenha medida igual a m. Um ponto móvel que parte de A e pare em M, pode ter várias medidas algébricas, dependendo do percurso.

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Como no caso dos arcos, podemos considerar dois ângulos orientados um positivo (sentido anti-horário) com medida algébrica a correspondente ao arco AM e outro negativo (sentido horário) com medida b=a-2π correspondente ao arco AM. Existem também ângulos com mais de uma volta e as mesmas noções apresentadas para arcos se aplicam para ângulos.

Se o sentido for o anti-horário, o ponto M da circunferência trigonométrica será extremidade de uma infinidade de arcos positivos de medidas m, m+2π, m+4π, m+6π, ... Se o sentido for o horário, o ponto M será extremidade de uma infinidade de arcos negativos de medidas algébricas m-2π, m-4π, m-6π, ... e temos assim uma coleção infinita de arcos com extremidade no ponto M. Generalizando este conceito, se m é a medida da primeira determinação positiva do arco AM, podemos representar as medidas destes arcos por: µ(AM) = m + 2kπ onde k é um número inteiro, isto é, k pertence ao conjunto Z={...,-2,-3,-1,0,1,2,3,...}. Família de arcos: Uma família de arcos {AM} é o conjunto de todos os arcos com ponto inicial em A e extremidade em M. Exemplo: Se um arco de circunferência tem origem em A e extremidade em M, com a primeira determinação positiva medindo 2π/3, então os arcos desta família {AM}, medem: Determinações positivas (sentido anti-horário) k=0 µ(AM)=2π/3 k=1 µ(AM)=2π/3+2π=8π/3 k=2 µ(AM)=2π/3+4π=14π/3 k=3 µ(AM)=2π/3+6π=20π/3 ... ... k=n µ(AM)=2π/3+2nπ=(2+6n) π/3 Determinações negativas (sentido horário) k=-1 µ(AM)=2π/3-2π=-4π/3 k=-2 µ(AM)=2π/3-4π=-6π/3 k=-3 µ(AM)=2π/3-6π=-16π/3 k=-4 µ(AM)=2π/3-8π=-22π/3 ... ... k=-n µ(AM)=2π/3-2nπ=(2-6n) π/3

Arcos de mesma origem, simétricos em relação ao eixo OX
Sejam os arcos AM e AM' na circunferência trigonométrica, com A=(1,0) e os pontos M e M' simétricos em relação ao eixo horizontal OX. Se a medida do arco AM é igual a m, então a medida do arco AM' é dada por: µ(AM')=2π-m. Os arcos da família {AM}, aqueles que têm origem em A e extremidades em M, têm medidas iguais a 2kπ+m, onde k é um número inteiro e os arcos da família {AM'} têm medidas iguais a 2kπ-m, onde k é um número inteiro.

Arcos de mesma origem, simétricos em relação ao eixo OY
Sejam os arcos AM e AM' na circunferência trigonométrica com A=(1,0) e os pontos M e M' simétricos em relação ao eixo vertical OY. Se a medida do arco AM for igual a m, então a medida do arco AM' será dada pela expressão µ(AM')= π-m. Os arcos da família {AM'}, isto é, aqueles com origem em A e extremidade em M', medem 2kπ+π-m=(2k+1) π-m onde k é um número inteiro.

Arcos com a mesma origem e extremidades simétricas em relação à origem
Sejam os arcos AM e AM' na circunferência trigonométrica com A=(1,0) e os pontos M e M' simétricos em relação a origem (0,0). Se a medida do arco AM é igual a m, então a medida do arco AM' é dada por: µ(AM')= π+m. Arcos genéricos com origem em A e extremidade em M' medem:

Arcos côngruos e Ângulos
Arcos côngruos: Dois arcos são côngruos se a diferença de suas medidas é um múltiplo de 2π. Exemplo: Arcos de uma mesma família são côngruos. Ângulos: As noções de orientação e medida algébrica de arcos podem ser estendidas para ângulos, uma vez que a cada arco AM da circunferência trigonométrica corresponde a um ângulo central determinado pelas semi-retas OA e OM.

µ(AM') = 2k π+ π+ m = (2k+1) π + m

Trigonometria: Exercícios sobre o círculo trigonométrico

Matemática

125

A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco A de medida: A= 810 graus. Resposta: Para o arco de 810° devemos obter quantas voltas completas este arco tem pois 810° >360° . Dividindo 810 por 360, obteremos: 810 360 90 2 Este resultado significa que precisaremos dar duas voltas completas e mais 90° para completarmos o arco de 810° . Assim a primeira determinação positiva será 90° . Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco A de medida A=2000 graus. Resposta: Para o arco de medida -2000° devemos obter quantas voltas completas este arco tem pois 2000° >360° . Dividindo 2000° por 360° teremos.

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Unindo as extremidades dos arcos da forma (3n+2) π/6, para n=0,1,2,..., obtém-se qual dos polígonos regulares? (a) Quadrado (b) Hexágono (c) Octógono Respota: O correto é o ítem a: Quadrado, pois tomando An como os arcos para n=0,1,2,..., teremos: A0= 5π/6, A1= 8π/6, A2=11π/6, A3=14π/6, A4=17π/6=5π/6+2π. Isto quer dizer que para n=4 temos a segunda determinação do arco 5π/6 e para n>4 os arcos coincidem com os arcos determinados anteriomente. Além disso, estes 4 pontos dividem a circunferência em 4 partes iguais pois eles estão 3π/6=π/2 (rad) distantes um do outro. Assim as extremidades dos arcos determinam um quadrado. Verifique se os arcos de medidas 7π/3 e 19π/3 são arcos côngruos? Respota:

2000 20

360 5 é: Como a diferença entre as medidas de dois arcos dados

Como a orientação é negativa, o ponto móvel se desloca no sentido horário. O resultado da divisão significa que o ponto móvel percorre a circunferência 5 vezes mais um arco de 20° no sentido horário, como pode ser observado na figura ao lado. A 1a. determinação positiva é dada por 360° -20° =340° . Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco de medida 38π/3 Respota: Como 2π=6π/3=6.( π/3) e 38π/3=38.( π/3), então dividindo 38 por 6, obtemos 6 voltas inteiras mais o resto que é 2 Multiplicando o resto 2 por π/3, dá a medida do ângulo procurado A=2π/3 Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco de medida: (a) A=1620° (b) A=-37π/3 (c)A=-600° (d) A=125π/11 Respota: a) 180 graus b) 5π/3rad c) 336 graus d) 14π/11rad

d=19π/3-7π/3=4π que é um múltiplo de 2π, então os arcos são côngruos. Marcar no círculo trigonométrico as extremidades dos arcos de medidas x=2kπ/3, onde k é um número inteiro. Respota: Para para cada k: x0, x1, x2, ... são as medidas dos arcos, logo: x0 =0 x1 =2π/3 x2 =4π/3 x3 =6π/3=2π

Marcar no círculo trigonométrico as extremidades dos arcos de medidas x=π/4+2kπ/3, onde k é um número inteiro. Respota:

Para para cada k: x0, x1, x2, ... são as medidas dos arcos, logo:

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
x0=π/4 x1=π/4+2π/3=11π/12 x3=π/4+4π/3=19π/12 x4=π/4+6π/3=π/4+2π

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tan(AM) = tan(a) = tan(a+kπ) = µ(AT) = t' Podemos escrever M=(cos(a),sen(a)) e T=(1,tan(a)), para cada ângulo a do primeiro quadrante. O seno, o cosseno e a tangente de ângulos do primeiro quadrante são todos positivos. Um caso particular importante é quando o ponto M está sobre o eixo horizontal OX. Neste caso: cos(0)=1, sen(0)=0 e tan(0)=0

Seno e cosseno
Dada uma circunferência trigonométrica contendo o ponto A=(1,0) e um número real x, existe sempre um arco orientado AM sobre esta circunferência, cuja medida algébrica corresponde a x radianos. Seno: No plano cartesiano, consideremos uma circunferência trigonométrica, de centro em (0,0) e raio unitário. Seja M=(x',y') um ponto desta circunferência, localizado no primeiro quadrante, este ponto determina um arco AM que corresponde ao ângulo central a. A projeção ortogonal do ponto M sobre o eixo OX determina um ponto C=(x',0) e a projeção ortogonal do ponto M sobre o eixo OY determina outro ponto B=(0,y'). A medida do segmento OB coincide com a ordenada y' do ponto M e é definida como o seno do arco AM que corresponde ao ângulo a, denotado por sen(AM) ou sen(a).

Ampliaremos estas noções para ângulos nos outros quadrantes

Ângulos no segundo quadrante
Se na circunferência trigonométrica, tomamos o ponto M no segundo quadrante, então o ângulo a entre o eixo OX e o segmento OM pertence ao intervalo π/2<a<π. Do mesmo modo que no primeiro quadrante, o cosseno está relacionado com a abscissa do ponto M e o seno com a ordenada deste ponto. Como o ponto M=(x,y) possui abscissa negativa e ordenada positiva, o sinal do seno do ângulo a no segundo quadrante é positivo, o cosseno do ângulo a é negativo e a tangente do ângulo a é negativa.

Como temos várias determinações para o mesmo ângulo, escreveremos sen(AM)=sen(a)=sen(a+2kπ)=y' Para simplificar os enunciados e definições seguintes, escreveremos sen(x) para denotar o seno do arco de medida x radianos. Cosseno: O cosseno do arco AM correspondente ao ângulo a, denotado por cos(AM) ou cos(a), é a medida do segmento 0C, que coincide com a abscissa x' do ponto M. Como antes, existem várias determinações para este ângulo, razão pela qual, escrevemos cos(AM) = cos(a) = cos(a+2kπ) = x'

Outro caso particular importante é quando o ponto M está sobre o eixo vertical OY e neste caso: cos(π/2)=0 e sen(π/2)=1

A tangente não está definida, pois a reta OM não intercepta a reta t, pois elas são paralelas.

Ângulos no terceiro quadrante
O ponto M=(x,y) está localizado no terceiro quadrante, o que significa que o ângulo pertence ao intervalo: π<a<3π/2. Este ponto M=(x,y) é simétrico ao ponto M'=(-x,-y) do primeiro quadrante, em relação à origem do sistema, indicando que tanto a sua abscissa como a sua ordenada são negativos. O seno e o cosseno de um ângulo no terceiro quadrante são negativos e a tangente é positiva.

Tangente
Seja a reta t tangente à circunferência trigonométrica no ponto A=(1,0). Tal reta é perpendicular ao eixo OX. A reta que passa pelo ponto M e pelo centro da circunferência intersecta a reta tangente t no ponto T=(1,t'). A ordenada deste ponto T, é definida como a tangente do arco AM correspondente ao ângulo a. Assim a tangente do ângulo a é dada pelas suas várias determinações:

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

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sen(a) = sen(b) cos(a) = -cos(b) tan(a) = -tan(b)

Simetria em relação à origem
Em particular, se a=π radianos, temos que cos(π)=-1, sen(π)=0 e tan(π)=0 Seja M um ponto da circunferência trigonométrica localizado no primeiro quadrante, e seja M' simétrico de M em relação a origem, estes pontos M e M' possuem ordenadas e abscissas simétricas. Sejam A=(1,0) um ponto da circunferência, a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM'. Desse modo: sen(a) = -sen(b) cos(a) = -cos(b) tan(a) = tan(b)

Ângulos no quarto quadrante
O ponto M está no quarto quadrante, 3π/2<a< 2π. O seno de ângulos no quarto quadrante é negativo, o cosseno é positivo e a tangente é negativa. Quando o ângulo mede 3π/2, a tangente não está definida pois a reta OP não intercepta a reta t, estas são paralelas. Quando a=3π/2, temos: cos(3π/2)=0, sin(3π/2)=-1

Senos e cossenos de alguns ângulos notáveis
Uma maneira de obter o valor do seno e cosseno de alguns ângulos que aparecem com muita frequência em exercícios e aplicações, sem necessidade de memorização, é através de simples observação no círculo trigonométrico.

Simetria em relação ao eixo OX

Em uma circunferência trigonométrica, se M é um ponto no primeiro quadrante e M' o simétrico de M em relação ao eixo OX, estes pontos M e M' possuem a mesma abscissa e as ordenadas possuem sinais opostos. Sejam A=(1,0) um ponto da circunferência, a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM', obtemos: sen(a) = -sen(b) cos(a) = cos(b) tan(a) = -tan(b)

Simetria em relação ao eixo OU
Seja M um ponto da circunferência trigonométrica localizado no primeiro quadrante, e seja M' simétrico a M em relação ao eixo OY, estes pontos M e M' possuem a mesma ordenada e as abscissa são simétricas.

Primeira relação fundamental
Uma identidade fundamental na trigonometria, que realiza um papel muito importante em todas as áreas da Matemática e também das aplicações é: sin²(a) + cos²(a) = 1 que é verdadeira para todo ângulo a.

Sejam A=(1,0) um ponto da circunferência, a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM'. Desse modo:

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Necessitaremos do conceito de distância entre dois pontos no plano cartesiano, que nada mais é do que a relação de Pitágoras. Sejam dois pontos, A=(x',y') e B=(x",y").

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
cos(a)

Forma polar dos números complexos
Um número complexo não nulo z=x+yi, pode ser representado pela sua forma polar: z = r [cos(c) + i sen(c)] onde r=|z|=R[x²+y²], i²=-1 e c é o argumento (ângulo formado entre o segmento Oz e o eixo OX) do número complexo z.

Definimos a distância entre A e B, denotando-a por d(A,B), como: D(A, B) =

(x

"

− x' + y " − y'

) (
2

)

2

Se M é um ponto da circunferência trigonométrica, cujas coordenadas são indicadas por (cos(a),sen(a)) e a distância deste ponto até a origem (0,0) é igual a 1. Utilizando a fórmula da distância, aplicada a estes pontos, d(M,0) = [(cos(a)1/2 de 0)²+(sen(a)-0)²] , onde segue que 1=cos²(a)+sin²(a).

lar:

A multiplicação de dois números complexos na forma po-

A = |A| [cos(a)+isen(a)] B = |B| [cos(b)+isen(b)] é dada pela Fórmula de De Moivre: AB = |A||B| [cos(a+b)+isen(a+b)] Isto é, para multiplicar dois números complexos em suas formas trigonométricas, devemos multiplicar os seus módulos e somar os seus argumentos. Se os números complexos A e B são unitários então |A|=1 e |B|=1, e nesse caso A = cos(a) + i sen(a) B = cos(b) + i sen(b) Multiplicando A e B, obtemos AB = cos(a+b) + i sen(a+b) Existe uma importantíssima relação matemática, atribuída a Euler (lê-se "óiler"), garantindo que para todo número complexo z e também para todo número real z: e = cos(z) + i sen(z) Tal relação, normalmente é demonstrada em um curso de Cálculo Diferencial, e, ela permite uma outra forma para representar números complexos unitários A e B, como: A = e = cos(a) + i sen(a) B = e = cos(b) + i sen(b) onde a é o argumento de A e b é o argumento de B. Assim, e
i(a+b) ib ia iz

Segunda relação fundamental
Outra relação fundamental na trigonometria, muitas vezes tomada como a definição da função tangente, é dada por: tan(a) = sen(a) cos(a)

Deve ficar claro, que este quociente somente fará sentido quando o denominador não se anular. Se a=0, a=π ou a=2π, temos que sen(a)=0, implicando que tan(a)=0, mas se a=π/2 ou a=3π/2, segue que cos(a)=0 e a divisão acima não tem sentido, assim a relação tan(a)=sen(a)/cos(a) não é verdadeira para estes últimos valores de a. Para a ≠ 0, a ≠ π, a ≠ 2π, a ≠ π/2 e a ≠ 3π/2, considere novamente a circunferência trigonométrica na figura seguinte. Os triângulos OMN e OTA são semelhantes, logo: AT MN = OA ON

Como AT=|tan(a)|, MN=|sen(a)|, OA=1 e ON=|cos(a)|, para todo ângulo a, 0<a<2π com a ≠ π/2 e a ≠ 3π/2 temos tan(a) = sen(a)

= cos(a+b)+isen(a+b)

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Por outro lado e
i(a+b)

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Solução: Dividindo 4290 por 360, obtemos: 4290 360 690 11 330 Assim, 4290=11.360+330, isto é, os arcos de medidas 4290° e 330° são côngruos. Então: sen(4290° )=sen(330° )=1/2.

= e . e = [cos(a)+isen(a)] [cos(b)+isen(b)]

ia

ib

e desse modo e
i(a+b)

= cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b)

+ i [cos(a)sen(b) + cos(b)sen(a)] Para que dois números complexos sejam iguais, suas partes reais e imaginárias devem ser iguais, logo cos(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b) sen(a+b) = cos(a)sen(b) + cos(b)sen(a) Para a diferença de arcos, substituímos b por -b nas fórmulas da soma cos(a+(-b)) = cos(a)cos(-b) - sen(a)sen(-b) sen(a+(-b)) = cos(a)sen(-b) + cos(-b)sen(a) para obter cos(a-b) = cos(a)cos(b) + sen(a)sen(b) sen(a-b) = cos(b)sen(a) - cos(a)sen(b)

Determine os valores de cos(3555° ) e de sen(3555° ). Solução: Dividindo 3555 por 360, obtemos 3555 360 315 9 Assim, 3555=9.360+315 e isto quer dizer que os arcos de medidas 3555° e 315° são côngruos, logo: cos(3555° )=cos(315° )= 2 /2 sen(3555° )=sen(315° )=- 2 /2 Determine o valor de sen(-17π/6). Solução: Como sen(-17π/6)=sen(-17π/6+4π)=sen(7π/6) Então sen(-17π/6)=-1/2 Determine o valor de cos(9π/4). Solução: Como cos(9π/4)=cos(9π/4-2π)=cos(π/4) Então cos(9π/4)= 2 /2 Determine o valor de tan(510° ). Solução: Como tan(510° )=tan(510° -360° )=tan(150° ) Então tan(510° ) = - 3 /3

Seno, cosseno e tangente da soma e da diferença
Na circunferência trigonométrica, sejam os ângulos a e b com 0a2π e 0b2π, a>b, então; sen(a+b) = sen(a)cos(b) + cos(a)sen(b) cos(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b) Dividindo a expressão de cima pela de baixo, obtemos: tan(a+b)= sen(a)cos(b)+cos(a)sen(b) cos(a)cos(b)-sen(a)sen(b)

Dividindo todos os quatro termos da fração por cos(a)cos(b), segue a fórmula: tan(a+b)= Como sen(a-b) = sen(a)cos(b) - cos(a)sen(b) cos(a-b) = cos(a)cos(b) + sen(a)sen(b) podemos dividir a expressão de cima pela de baixo, para obter: tan(a-b)= tan(a)-tan(b) 1+tan(a)tan(b) tan(a)+tan(b) 1-tan(a)tan(b)

Trigonometria: Exercícios sobre seno, cosseno e tangente
Determine o valor de sen(4290° ).

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Determine o valor de tan(-35π/4). Solução: Como tan(-35π/4)=tan(-35π/4+5.2π)=tan(5π/4) Portanto tan(-35π/4)=1 Se x está no segundo quadrante e cos(x)=-12/13, qual é o valor de sen(x)? Solução: Como sen²(x)+cos²(x)=1, então: sen²(x)+(-12/13)²=1 sen²(x)=1-(144/169) sen²(x)=25/169 Como o ângulo x pertence ao segundo quadrante, o sen(x) deve ser positivo, logo: sen(x)=5/13 Quais são os valores de y que satisfazem a ambas as igualdades: sen(x)=(y+2)/y e cos(x)=(y+1)/y Solução: Como sen²(x)+cos²(x)=1, segue que: [(y+2)/y]²+[(y+1)/y]²=1 (y²+4y+4)/y²+(y²+2y+1)/y²=1 y²+6y+5=0 y=3 e y=-1 Quais são os valores de m que satisfazem à igualdade cos(x)=2m-1? Solução: Para que a igualdade cos(x)=2m-1 seja satisfeita, devemos ter -1 < 2m-1 < 1 0 < 2m < 2 0<m<1 Quais são os valores de m que satisfazem à igualdade sen(x)=2m-5? Solução:

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Para que a igualdade sen(x)=2m-5 seja satisfeita, devemos ter -1 < 2m-5 < 1 4 < 2m < 6 2<m<3 Mostre que a função definida por f(x)=cos(x) é par, isto é, cos(-a)=cos(a), para qualquer a real. Solução: cos(-a) = cos(2π-a) = cos(2π).cos(a) + sen(2π).sen(a) = 1.cos(a) + 0.sen(a) = cos(a) Mostre que a função definida por f(x)=sen(x) é ímpar, isto é, sen(-a)=-sen(a), para qualquer a real. Solução: sen(-a) = sen(2π-a) = sen(2π).cos(a) - cos(2π).sen(a) = 0 . cos(a) - 1 . sen(a) = -sen(a) Mostre que a função definida por f(x)=tan(x) é ímpar, isto é, tan(-a)=-tan(a), para qualquer a real, tal que cos(a) 0. Solução: tan(-a)=sen(-a)/cos(-a)=-sen(a)/cos(a)=-tan(a) Se x está no terceiro quadrante e tan(x)=3/4, calcular o valor de cos(x). Solução: Se tan(x)=3/4, então sen(x)/cos(x)=3/4, logo: sen(x)=(3/4)cos(x) Substituindo este último resultado na relação fundamental da trigonometria: sen²(x)+cos²(x)=1, obtemos: (9/16)cos²(x)+cos²(x)=1 Como x pertence ao terceiro quadrante, cos(x) é negativo e resolvendo esta equação do segundo grau, segue que: cos(x)=-4/5. Se x pertence ao segundo quadrante e sen(x)=1/ 26 , calcular o valor de tan(x). Solução: Seja sen(x)=1/ 26 . Substituindo este dado na relação fundamental da trigonometria: sen²(x)+cos²(x)=1, obtemos: (1/ 26 )²+cos²(x)=1

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
Como x pertence ao segundo quadrante, cos(x) é negativo e resolvendo a equação do segundo grau, segue que: cos(x)=-5/ 26 tan(x)=(1/ 26 )/(-5/ 26 )=-1/5

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Se o ponto M está no terceiro quadrante, o ângulo está no intervalo π<a<3π/2 e nesse caso, a cotangente é positiva. Quando a=π, a cotangente não existe, as retas que passam por OM e BS são paralelas.

Cotangente
Seja a reta s tangente à circunferência trigonométrica no ponto B=(0,1). Esta reta é perpendicular ao eixo OY. A reta que passa pelo ponto M e pelo centro da circunferência intersecta a reta tangente s no ponto S=(s',1). A abscissa s' deste ponto, é definida como a cotangente do arco AM correspondente ao ângulo a. Assim a cotangente do ângulo a é dada pelas suas várias determinações cot(AM) = cot(a) = cot(a+2kπ) = µ(BS) = s' Os triângulos OBS e ONM são semelhantes, logo: BS OB = ON MN

Ângulos no quarto quadrante
Se o ponto M está no quarto quadrante, o ângulo a pertence ao intervalo 3π/2<a<2π, assim a cotangente de a é negativa. Se a=3π/2, cot(3π/2)=0.

Como a circunferência é unitária |OB|=1 cot(a)= que é equivalente a cot(a)= 1 tan(a) Seja a reta r tangente à circunferência trigonométrica no ponto M=(x',y'). Esta reta é perpendicular à reta que contém o segmento OM. A interseção da reta r com o eixo OX determina o ponto V=(v,0). A abscissa do ponto V, é definida como a secante do arco AM correspondente ao ângulo a. cos(a) sen(a)

Secante e cossecante

A cotangente de ângulos do primeiro quadrante é positiva. Quando a=0, a cotangente não existe, pois as retas s e OM são paralelas.

Ângulos no segundo quadrante
Se o ponto M está no segundo quadrante, de modo que o ângulo pertence ao intervalo π/2<a<π, então a cotangente de a é negativa. Quando a=π/2, tem-se que cot(π/2)=0.

Assim a secante do ângulo a é dada pelas suas várias determinações: sec(AM) = sec(a) = sec(a+2kπ) = µ(OV) = v A interseção da reta r com o eixo OY é o ponto U=(0,u). A ordenada do ponto U, é definida como a cossecante do arco AM correspondente ao ângulo a. Então a cossecante do ângulo a é dada pelas suas várias determinações csc(AM) = csc(a) = csc(a+2kπ) = µ(OU) = u Os triângulos OMV e Ox'M são semelhantes, deste modo, OV = OM

Ângulos no terceiro quadrante

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
OM que pode ser escrito como sec(a)= 1 cos(a) Ox'

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1+cot²(a)=1+ cos²(a) sen²(a) = 1 sen²(a) =csc²(a)

Trigonometria: Exercícios sobre cotangente, secante e cossecante Calcular: (a) sec(405° ) (b) csc(-150° ) (c) cot(19π/3) Solução: a) sec(405° )= sec(405° -360° )=

se cos(a) é diferente de zero. Os triângulos OMU e Ox'M são semelhantes, logo: OU OM que pode ser escrito como csc(a)= 1 sen(a) = OM x'M

sec(45° )=2/ 2 = 2 b) csc(-150° )= csc(-150° +360° )= 1/sen(210° )=1/-sen(30° )=-2 c) cot(19π/3)=cot(π/3)= cos(π/3)/sen(π/3)=(1/2)/( 3 /2)=1/ 3 Mostre que: sen²(x)+2 cos²(x) sen(x)cos(x) = tan(x)+2cot(x)

desde que sen(a) seja diferente de zero.

Algumas propriedades da secante e da cossecante
Observando as representações geométricas da secante e da cossecante, podemos constatar as seguintes propriedades. Como os pontos U e V sempre estão no exterior da circunferência trigonométrica, as suas distâncias até o centro da circunferência é sempre maior ou igual à medida do raio unitário. Daí segue que: sec(a)<-1 csc(a)<-1 ou ou sec(a)>1 csc(a)>1

O sinal da secante varia nos quadrantes como o sinal do cosseno, positivo no 1o. e no 4o. quadrantes e negativo no 2o. e no 3o. quadrantes. O sinal da cossecante varia nos quadrantes como o sinal do seno, positivo no 1o. e no 2o. quadrantes e negativo no 3o. e no 4o. quadrantes. Não existe a secante de ângulos da forma a=π/2+kπ, onde k é um número inteiro, pois nesses ângulos o cosseno é zero. Não existe a cossecante de ângulos da forma a=kπ, onde k é um número inteiro, pois são ângulos cujo seno é zero.

Solução: sen²(x)+2cos²(x) sen(x)cos(x) = sen²(x) sen(x)cos(x) sen(x) cos(x) + 2cos²(x) sen(x)cos(x) 2cos(x) sen(x)

=

+

Relações trigonométricas com secante e cossecante
Valem as seguintes relações trigonométricas sec²(a) = 1 + tan²(a) csc²(a) = 1 + cot²(a) Estas fórmulas são justificadas como segue 1+tan²(a)=1+ sen²(a) cos²(a) = 1 cos²(a) =sec²(a)

= tan(x)+2cot(x) Mostre que: tan(x)+cot(x) = csc(x) cos(x)

Solução:
tan(x)+cot(x) = sen(x) cos(x) + cos(x) sen(x)

= =

sen²(x)+cos²(x) sen(x)cos(x) 1

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133

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APOSTILAS OPÇÃO
sen(x)cos(x) = Verifique que sen4(x)-cos4(x) = sen²(x) - cos²(x) Solução: Sen4(x)-cos4(x) = [sen²(x)-cos²(x)].[sen²(x)+cos²(x)] = [sen²(x)-cos²(x)].1 = sen²(x)-cos²(x) Fazendo a substituição x=5 cos(t), com t no primeiro quadrante, demonstre que (25-x²)1/2 = 5 sen(t) Solução: [25-x²]1/2 = [25-(5cos(t))²]1/2 = [25-25cos²(t)]1/2 = [25(1-cos²(t))]1/2 = [25sen²(t)]1/2 = 5|sen(t)| Como t é um ângulo do primeiro quadrante sen(t)>0 então 5|sen(t)|=5sen(t). Fazendo a substituição x=2 tan(t), com t no quarto quadrante, demonstre que 1/(4+x²)1/2 = cos(t)/2 Solução: [4+x²]1/2 = [4-(2tan t)²]1/2 = [4-4tan²(t)]1/2 = [4(1+tan²(t))]1/2 = [4sec²(t)]1/2 = 2|sec(t)| Como t é um ângulo do quarto quadrante, então cos(t)>0, logo: 2|sec(t)|=2|1/cos(t)|=2/cos(t). Assim: 1/(4+x²) =cos(t)/2
1/2

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dividindo a primeira expressão pela segunda, obtemos: tan(a+b) = sen(a)cos(b)+cos(a)sen(b) cos(a)cos(b)-sen(a)sen(b)

csc(x) cos(x)

Dividindo todos os 4 termos da fração por cos(a)cos(b), segue a fórmula: tan(a+b) = tan(a)+tan(b) 1-tan(a)tan(b)

Tomando b=a, obtemos algumas fórmulas do arco duplo: sen(2a)= sen(a)cos(a)+cos(a)sen(a)= 2sen(a)cos(a) cos(2a)= cos(a)cos(a)-sen(a)sen(a)= cos²(a)-sin²(a) de onde segue que tan(2a)= tan(a)+tan(a) 1-tan(a)tan(a) = 2tan(a) 1-tan²(a)

Substituindo sin²(a)=1-cos²(a) nas relações acima, obtemos uma relação entre o cosseno do arco duplo com o cosseno do arco:

cos(2a) = cos²(a) - sin²(a) = cos²(a) - (1-cos²(a) = 2 cos²(a) - 1
Substituindo cos²(a)=1-sin²(a) nas relações acima, obtemos uma relação entre o seno do arco duplo com o seno do arco:

cos(2a) = cos²(a) - sin²(a) = 1 - sin²(a) - sin²(a)) = 1 - 2sin²(a)
Fórmulas de arco triplo Se b=2a em sen(a+b)=sen(a)cos(b)+cos(a)sen(b), então

Fórmulas de arco duplo, arco triplo e arco metade
Conhecendo-se as relações trigonométricas de um arco de medida a, podemos obter estas relações trigonométriuca para arcos de medidas 2a, 3a e a/2, que são consequências imediatas das fórmulas de soma de arcos.

sen(3a)= sen(a+2a) = sen(a)cos(2a) + cos(a)sen(2a) = sen(a)[1-2sin²(a)]+[2sen(a)cos(a)]cos(a) = sen(a)[1-2sin²(a)]+2sen(a)cos²(a))

Fórmulas de arco duplo = sen(a)[1-2sin²(a)]+2sen(a)[1-sin²(a)]
Como:

= sen(a)-2sin³(a))+2sen(a)-2sin²(a))
sen(a+b) = sen(a)cos(b) + cos(a)sen(b)

= 3 sen(a) - 4 sin³(a)
cos(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b)

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Se b=2a em cos(a+b)=cos(a)cos(b)-sen(a)sen(b), então

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b) sen(a-b) c) csc(a+b) d) csc(a-b) Solução: Sabemos que sen(a±b)=sen(a)cos(b)±sen(b)cos(a) e que vale a relação fundamental cos²(x)+sen²(x)=1, para todo x real, assim: sen²(a)=1-(3/5)²=4/5 e cos²(b)=1-(1/3)²=8/9

cos(3a)= cos(a+2a) = cos(a)cos(2a) - sen(a)sen(2a) = cos(a)[2cos²(a)-1]-sen(a)[2sen(a)cos(a)] = cos(a)[2cos²(a)-1]-2sen²(a)cos(a) = cos(a)[2cos²(a)-1-2(1-cos²(a))] = cos(a)[2cos²(a)-3+2cos²(a)]

Com a notação R[x], para a raiz quadrada de x>0, segue:

= cos(a)[4cos²(a)-3]
sen(a)=-2/R[5] (a pertence ao 3º quadrante)

= 4 cos³(a) - 3 cos(a)
cos(b)=-2R[2]/3 (b pertence ao 2º quadrante) As fórmulas do arco triplo são sen(3a) = 3sen(a)-4sin³(a) cos(3a) = 4cos³(3a)-3cos(a) Assim: sen(a+b)=(-2/R[5])(-2R[2]/3)+(1/3)(3/5)= 4R[10]/15+1/5sen(a-b) = (-2/R[5])(-2R[2]/3)-(1/3)(3/5)= 4R[10]/15-1/5 csc(a+b) = 1/sen(a+b) = 15/(4R[10]+3)csc(a-b) = 1/sen(a-b) = 15/(4R[10]-3) Se sen(a)=2/3 e cos(b)=3/4, com a pertencente ao 2o. quadrante e b pertencente ao 1o. quadrante, calcular: a) sen(a+b) b) sen(a-b) c) cos(a+b) sen²(c/2) = 1-cos(c) 2 1+cos(c) 2 sen(a±b)=sen(a)cos(b)±sen(b)cos(a), que vale a relação fundamental cos²(x)+sen²(x)=1, para todo x real e: cos(a+b)=cos(a)cos(b)-sen(a)sen(b) cos(a-b)=cos(a)cos(b)+sen(a)sen(b) Calcularemos agora os valores de sen(b) e de cos(a). sen²(b)=1-(2/3)²=5/9 e cos²(a)=1-(3/4)²=7/16 Usando a notação R[x] para a raiz quadrada de x>0, obteremos: sen(b)=R[5]/3 (a pertence ao 2º quadrante) cos(a)=R[7]/4 (b pertence ao 1º quadrante) d) cos(a-b) Solução: Temos que cos²(c/2) =

Fórmulas de arco metade
Partindo das fórmulas do arco duplo cos(2a) = 2cos²(a) – 1 cos(2a) = 1 - 2sin²(a) e substituindo 2a=c, obtemos: cos(c) = 2cos²(c/2) – 1 cos(c) = 1 - 2sin²(c/2) Assim

Dividindo a expressão de cima pela de baixo, obtemos a tangente da metade do arco, dada por: tan²(c/2)= 1-cos(c) 1+cos(c)

Extraindo a raiz quadrada de ambos os membros, obtemos uma fórmula que expressa a tangente da metade do arco em função do cosseno do arco.

Trigonometria: Exercícios sobre adição e subtração de arcos
Se cos(a)=3/5 e sen(b)=1/3, com a pertencente ao 3o. quadrante e b pertencente ao 2o. quadrante, calcular: a) sen(a+b)

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Assim, sen(a+b)= (2/3)(3/4)+(R[5]/3)(R[7]/4)= R[35]/12+1/2sen(a-b)= (2/3)(3/4)-(R[5]/3)(R[7]/4)= 1/2-R[35]/12 cos(a+b)= (R[7]/4)(3/4)-(2/3)(R[5]/3)= 3R[7]/16-2R[5]/9cos(a-b)= (R[7]/4)(3/4)+(2/3)(R[5]/3)= 3R[7]/16+2R[5]/9 Dado o ângulo de medida a=π/12 radianos, determinar: sen(a) (b) cos(a) (c) tan(a) Solução: Como π/3 e π/4 são arcos notáveis, escreva π/12=π/3-π/4, basta utilizar as fórmulas do seno e do cosseno da diferença de dois ângulos: sen(π/12)= sen(π/3-π/4)= sen(π/3)cos(π/4)-sen(π/4)cos(π/3)= cos(π/12)=cos(π/3-π/4)= cos(π/3)cos(π/4)-sen(π/4)sen(π/3)=... tan(π/12)=sen(π/12)/cos(π/12)=... Dado o ângulo de medida a=15 graus, determinar: a) sen(a) b) cos(a) c) tan(a) Solução: Como 45º e 30º são ângulos notáveis, escreva 15º=45º-30º e utilize as fórmulas: sen(15° )=sen(45° -30° )= sen(45° )cos(30° )-sen(30° )cos(45° )= cos(15° )=cos(45° -30° )= cos(45° )cos(30° )-sen(30° )sen(45° )= tan(15° )=sen(15° )/cos(15° )=... Fonte: http://pessoal.sercomtel.com.br

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Raciocínio Lógico
Ao procurarmos a solução de um problema quando dispomos de dados como um ponto de partida e temos um objetivo a estimularmos, mas não sabemos como chegar a esse objetivo temos um problema. Se soubéssemos não haveria problema. É necessário, portanto, que comece por explorar as possibilidades, por experimentar hipóteses, voltar atrás num caminho e tentar outro. É preciso buscar idéias que se conformem à natureza do problema, rejeitar aqueles que não se ajustam a estrutura total da questão e organizar-se. Mesmo assim, é impossível ter certeza de que escolheu o melhor caminho. O pensamento tende a ir e vir quando se trata de resolver problemas difíceis. Mas se depois de examinarmos os dados chegamos a uma conclusão que aceitamos como certa concluímos que estivemos raciocinando. Se a conclusão decorre dos dados, o raciocínio é dito lógico.

Nova teoria científica
A ciência é bàsicamente a combinação do raciocínio lógico bom com o conhecimento prático bom de fenômenos naturais reais. Todos os seres humanos fazem algum raciocínio lógico e têm algum conhecimento prático de alguns fenômenos naturais reais, mas na maior parte têm que combinar ciência com sobrevivência. Alguns povos puderam devotar muito de seu tempo ao raciocínio e/ou a ganhar o conhecimento melhor da natureza e com isso nos legaram contribuições pequenas ou grandes ao desenvolvimento da ciência. http://wwwracimate.blogspot.com.br/ Em lógica, pode-se distinguir três tipos de raciocínio lógico: dedução, indução e abdução. Dada uma premissa, uma conclusão, e uma regra segundo a qual apremissa implica a conclusão, eles podem ser explicados da seguinte forma:

Dedução corresponde a determinar a conclusão. Utilizase da regra e sua premissa para chegar a uma conclusão. Exemplo: "Quando chove, a grama fica molhada. Choveu hoje. Portanto, a grama está molhada." É comum associar os matemáticos com este tipo de raciocínio. Indução é determinar a regra. É aprender a regra a partir de diversos exemplos de como a conclusão segue da premissa. Exemplo: "A grama ficou molhada todas as vezes em que choveu. Então, se chover amanhã, a grama ficará molhada." É comum associar os cientistas com este estilo de raciocínio. Abdução significa determinar a premissa. Usa-se a conclusão e a regra para defender que a premissa poderia explicar a conclusão. Exemplo: "Quando chove, a grama fica molhada. A grama está molhada, então pode ter chovido." Associa-se este tipo de raciocínio aos diagnosticistas e detetives.

Lógica Matemática
Imagine que você foi convocado a participar de um júri em um processo criminal e o advogado de defesa apresenta os seguintes argumentos:

RACIOCÍNIO LÓGICO
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“Se meu cliente fosse culpado, a faca estaria na gaveta. Ou a faca não estava na gaveta ou José da Silva viu a faca. Se a faca não estava lá no dia 10 de outubro, segue que José da Silva não viu a faca. Além disso, se a faca estava lá no dia 10 de outubro, então a faca estava na gaveta e o martelo estava no celeiro. Mas todos sabemos que o martelo não estava no celeiro. Portanto, senhoras e senhores do júri, meu cliente é inocente. Pergunta: O argumento do advogado esta correto? Como você deveria votar o destino do réu?
E mais fácil responder a essa pergunta reescrevendo o argumento com a notação de lógica formal, que retira todo o palavrório que causa confusão e permite que nos concentremos na argumentação subjacente. A lógica formal fornece as bases para o método de pensar organizado e cuidadoso que caracteriza qualquer atividade racional. "Lógica: Coerência de raciocínio, de ideias. Modo de raciocinar peculiar a alguém, ou a um grupo. Sequencia coerente, regular e necessária de acontecimentos, de coisas." (dicionário Aurélio), portanto podemos dizer que a Lógica e a ciência do raciocínio.

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A lua é um satélite da Terra Recife é capital de Pernambuco Exemplos de não proposições: Como vai você? Como isso pode acontecer! 1.3 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:
A Lógica Matemática constitui um sistema científico regido por três leis principais, consideradas princípios fundamentais:

 Princípio da não-contradição: uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.  Princípio do terceiro excluído: toda preposição ou é verdadeira ou é falsa, isto é, verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro.
Neste sistema de raciocínio tem-se estabelecido tão somente dois “estados de verdade”, isto é, a “verdade” e a “não verdade”. Portanto a Lógica Matemática é um sistema bivalente ou dicotômico, onde os dois estados de verdade servem para caracterizar todas as situações possíveis sendo mutuamente excludentes (isto é, a ocorrência da primeira exclui a existência da segunda). Portanto de uma forma geral pode-se dizer que qualquer entidade (proposição ou enunciado) em Lógica Matemática apresenta apenas dois “estados de verdade” ou será correspondente a “verdade” ou correspondente a “falsidade” não admitindo quaisquer outras hipóteses e nem tão pouco a ocorrência dos dois estados de verdade simultaneamente.

1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS EM LÓGICA MATEMÁTICA 1.1 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Partindo-se do contexto histórico, a lógica enquanto ciência do raciocínio pode ser subdividida em duas grandes correntes, quais sejam: Lógica Clássica e Lógica Formal. Enquanto Lógica Clássica esta fundamentada em processos não matemáticos, processos não analíticos, sendo que suas verdades advêm de entidades filosóficas. Pode-se dizer que a Lógica Clássica tem um caráter intuitivo. Enquanto Lógica Formal, a qual encerra dentre outras tendências a Lógica Matemática, esta baseada em métodos e técnicas matemáticas. A Lógica matemática, ou a Lógica Simbólica ou Lógica Algorítmica é caracterizada pela axiomatização, pelo simbolismo e pelo formalismo. Tem seu desenvolvimento na instância dos símbolos e passam a analisar o raciocínio segundo operações e ralações de cálculo específico.

2. PROPOSIÇÕES OU ENUNCIADOS - FUNDAMENTAÇÃO DO CÁLCULO PROPOSICIONAL 2.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA DICOTÔMICO OU BIVALENTE:
A Lógica Matemática constitui em termos gerais um sistema científico de raciocínio, que se baseia em estados bivalentes, ou seja, é um sistema dicotômico onde a quaisquer de suas entidades pode-se predicar a “verdade” ou a “falsidade”, sendo estados mutuamente excludentes. Desta forma a partir de seus axiomas fundamentais e do sistema bivalente estabelecido desenvolver-se-á um método analítico de raciocínio que objetiva analisar a validade do processo informal a partir das denominadas primeiras verdades, “primícias”.

1.2 CÁLCULO PROPOSICIONAL E CÁLCULO DOS PREDICADOS:
A Lógica Matemática é fundamentada pelo cálculo proposicional (ou cálculo dos enunciados, ou cálculo sentencial) e pelo cálculo dos predicados. No cálculo sentencial têm-se as entidades mínimas de análise (proposições ou enunciados) como elementos geradores. No cálculo dos predicados os elementos de análise correspondem às chamadas funções proposicionais. No primeiro caso não se analisa a relação íntima entre o nome e o predicado da estrutura em análise. Sendo oposto no segundo caso. Os símbolos têm significado e usos específicos no cálculo proposicional.

2.2 DEFINIÇÃO E NOTAÇÃO DE PROPOSIÇÕES NO CÁLCULO PROPOSICIONAL:
Na linguagem falada ou escrita quatro são os tipos fundamentais de sentenças; quais sejam as imperativas, as exclamativas, interrogativas e as declarativas (afirmativas ou negativas); tendo em vista que em lógica matemática tem-se apenas dois estados de verdade, esta tem por objeto de análise as denominadas sentenças declarativas, afirmativas, de sentido completo e não elípticas (não ambíguas). Desta forma toda sentença declarativa, afirmativa de sentido completo que expressão um determinado pensamento são denominado predicados ou enunciados, as quais de acordo com o universo relacional onde se encontram é sempre possível predicar-se “verdade” ou a “falsidade”. São exemplos de proposições em lógica: “A filosofia é a lógica dos contrários” “Bananas solitárias são aves volares se e somente se, um logaritmo vermelho é um abacate feliz”. “Se todo homem inteligente é uma flor, então flores racionais são homens solitários”.

1.2.1 PROPOSIÇÃO, DECLARAÇÃO
É todo o conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo para a qual se associa apenas um dos dois atributos verdadeiro ou falso.

São exemplos de proposições: Quatro e maior que cinco. Ana e inteligente. São Paulo e uma cidade da região sudeste. Existe vida humana em Marte.

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No cálculo proposicional o que dever ser considerado é a forma do enunciado e não o significado que esta alcança no mundo real. Portanto os exemplos acima permitem afirmar que o número de nomes e/ou predicados que constituem as sentenças declarativas, afirmativas de sentido completo dão origem às denominadas proposições simples ou proposições compostas.

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condiciona a matemática e/ou a dialética fundamente o pensamento ambíguo. De forma simbólica tem-se que;

P (p, q): p mas q Q (p, q): p e/ou q S (P, Q):Se p mas q, então p e/ou q
Observe que: S (P, Q) é análoga a S (p, q).

2.3 CARACTERIZAÇÃO, DEFINIÇÃO E NOTAÇÃO DAS PROPOSIÇÕES SIMPLES:
Uma proposição simples ou um átomo ou ainda uma proposição atômica, constituem a unidade mínima de análise do cálculo sentencial e corresponde a uma estrutura tal em que não existe nenhuma outra proposição como parte integrante de si próprio. Tais estruturas serão designadas pelas letras latinas minúsculas tais como:

2.5 VERDADE E VALIDADE:
(Valor lógico ou valor verdade das proposições) Partindo-se do fato de que a lógica matemática é um sistema científico de raciocínios, bivalentes e dicotômicos, em que existem apenas dois “estados de verdade” capazes de gerar todos os resultados possíveis, a “verdade” corresponde a afirmações do fato enquanto tal, sendo a “falsidade” a contradição ou a negação do fato enquanto tal. Assim a verdade ou a falsidade, corresponde respectivamente ao “verdadeiro” ou “falso”, segundo o referencial teórico que institui as determinadas entidades “proposições” ou “enunciados”, de um dado universo relacional. Em resumo, a verdade é a afirmação do fato e a falsidade é a negação do fato estabelecido. Dada uma proposição simples qualquer, designar, por exemplo, pela letra proposicional p, tem-se pelos princípios fundamentais que tal proposição será a verdade (V) ou a falsidade (F) não se admitindo outra hipótese, e, nem tão pouco a ocorrência dos dois estados simultaneamente, portanto, para denotar tais situações, adotar-se-á a simbolização:

p, q, r, s, u, v, w, p1, p2. . . ¸pn...
As quais são denominadas letras proposicionais ou variáveis enunciativas. Desta forma, pra se indicar que a letra proposicional p designa a sentença: “A Matemática é atributo da lógica”, adota-se a seguinte notação:

p: A matemática é atributo da lógica.
Observe que a estrutura: “A matemática não é atributo da lógica” não corresponde a uma proposição simples, pois possui como parte integrante de si outra proposição.

2.4 CARACTERIZAÇÃO, DEFINIÇÃO E NOTAÇÃO DE PROPOSIÇÒES COMPOSTAS:
Uma proposição composta, ou uma fórmula proposicional ou uma molécula ou ainda uma proposição molecular é uma sentença declarativa, afirmativa, de sentido completo constituída de pelo menos um nome ou pelo menos um predicado ou ainda negativa, isto é, são todas as sentenças que possuem como parte integrante de si própria pelo menos uma outra proposição. As proposições compostas serão designadas pelas letras latinas maiúsculas tais como:

V ( p ) = V (valor lógico de p é igual à verdade) ou V ( p ) =F.
Considere uma proposição composta P, constituída das proposições simples p, q, r,...., p1,...., pn componentes. Para indicar o valor lógico ou valor verdadeiro desta fórmula proposicional adotar-se-á as notações:

P, Q, R, S, U, V, W, P1, P2. . . Pn...
Considere as proposições simples:

V [ P ( p, q, r,..., p1,..., pn)] = V ou V [ P ( p, q, r,..., p1,..., pn)] = F
É oportuno salientar-se que a lógica matemática não cabe a obrigação de decidir se uma dada proposição é verdade ou falsidade, isto é, compete aos respectivos especialistas das correspondentes áreas de conhecimento. Contudo a lógica tem por obrigação estruturar métodos ou procedimentos de decisão que permita, num tempo finito, a decisão sobre os valores lógicos de fórmulas proposicionais constituídas de n proposições e m raciocínios (sobre o ponto de vista da analiticidade de tais processos). A de se observar também, que validade em lógica matemática corresponde, tão somente a avaliação de argumentos dedutivos ou de inferência de argumentos, não tendo sentido associar validade ou legitimidade a proposições ou enunciados. De forma resumida, a validade esta associada à coerência ou a consistência do raciocínio analítico.

p: A filosofia é arte q: A dialética é ciência.
Seja, portanto, a proposição composta “A filosofia é arte embora a dialética é a ciência”. Para se indicar que a dada sentença é designada pela letra proposicional P, sendo constituída de p e q componentes adota-se a notação P (p, q): A filosofia é arte embora a dialética é a ciência. Observe que uma fórmula proposicional pode ser constituída de outras fórmulas proposicionais. Além do mais uma letra proposicional pode designar uma única proposição, quer seja simples ou composta, contudo uma dada proposição pode ser qualificada por quaisquer das letras proposicionais num dado universo. Sejam as proposições:

p: A lógica condiciona a Matemática q: A dialética fundamenta o pensamento ambíguo. P (p, q): A lógica condiciona a Matemática, mas a dialética fundamenta o pensamento ambíguo. Q (p, q): A lógica condiciona a Matemática e/ou a dialética fundamenta o pensamento ambíguo.
Sejam ainda proposições compostas:

2.6 CARACTERIZAÇÃO, DEFINIÇÃO, NOTAÇÃO DE CONECTIVOS LÓGICOS:
(ou conectivos proposicionais) Vejam os exemplos: “A matemática é a juventude da lógica e a lógica é a maturidade da matemática” “A matemática é a juventude da lógica ou a lógica é a maturidade da matemática” “A matemática é a juventude da lógica ou a lógica é a maturidade da matemática e não ambos”

S (P, Q): Se a lógica condiciona a Matemática mas a dialética fundamente o pensamento ambíguo, então a Lógica

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“Se a matemática é a juventude da lógica, então a lógica é a maturidade da matemática”. “A matemática é a juventude da lógica se, e somente se, a lógica é a maturidade da matemática”. “Não é fato que a matemática é a juventude da lógica” Designamos as proposições simples:

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Disjunção Condicional Bicondicional
ou se...então, implica, logo, somente se ...se, e somente se...; ...é condição necessária que ...

p: A matemática é a juventude da lógica q: A lógica é a maturidade da matemática
Tem-se que: P (p, q): p e q. Q (p, q): p ou q. R (p, q): p ou q, e não ambos. S (p, q): Se p, então q. W (p, q): p se, e somente se q. P1 (p): não p Observe que as fórmulas proposicionais ou proposições compostas anteriormente apresentadas foram obtidas a partir de duas proposições simples quaisquer, unidas pelo conjunto de palavras, quando utilizadas para estabelecer a conexão entre duas ou mais proposições (simples ou compostas), são denominadas conectivos lógicos ou conectivos proposicionais, os quais definem classes de fórmulas proposicionais específicas. Prof.a Paula Francis Benevides

ALGUMAS NOÇÕES DE LÓGICA António Aníbal Padrão Introdução
Todas as disciplinas têm um objecto de estudo. O objeto de estudo de uma disciplina é aquilo que essa disciplina estuda. Então, qual é o objecto de estudo da lógica? O que é que a lógica estuda? A lógica estuda e sistematiza a validade ou invalidade da argumentação. Também se diz que estuda inferências ou raciocínios. Podes considerar que argumentos, inferências e raciocínios são termos equivalentes. Muito bem, a lógica estuda argumentos. Mas qual é o interesse disso para a filosofia? Bem, tenho de te lembrar que a argumentação é o coração da filosofia. Em filosofia temos a liberdade de defender as nossas ideias, mas temos de sustentar o que defendemos com bons argumentos e, é claro, também temos de aceitar discutir os nossos argumentos. Os argumentos constituem um dos três elementos centrais da filosofia. Os outros dois são os problemas e as teorias. Com efeito, ao longo dos séculos, os filósofos têm procurado resolver problemas, criando teorias que se apoiam em argumentos. Estás a ver por que é que o estudo dos argumentos é importante, isto é, por que é que a lógica é importante. É importante, porque nos ajuda a distinguir os argumentos válidos dos inválidos, permite-nos compreender por que razão uns são válidos e outros não e ensina-nos a argumentar correctamente. E isto é fundamental para a filosofia.

Símbolos

∼ ∧ ∨ → ↔ |

não e ou se ... então se e somente se tal que implica equivalente existe existe um e somente um qualquer que seja
Expressão
não, é falso, não é verdade que e, mas , também, além disso

O que é um argumento?
Um argumento é um conjunto de proposições que utilizamos para justificar (provar, dar razão, suportar) algo. A proposição que queremos justificar tem o nome de conclusão; as proposições que pretendem apoiar a conclusão ou a justificam têm o nome de premissas. Supõe que queres pedir aos teus pais um aumento da "mesada". Como justificas este aumento? Recorrendo a razões, não é? Dirás qualquer coisa como: Os preços no bar da escola subiram; como eu lancho no bar da escola, o lanche fica me mais caro. Portanto, preciso de um aumento da "mesada". Temos aqui um argumento, cuja conclusão é: "preciso de um aumento da 'mesada'". E como justificas esta conclusão? Com a subida dos preços no bar da escola e com o facto de lanchares no bar. Então, estas são as premissas do teu argumento, são as razões que utilizas para defender a conclusão. Este exemplo permite-nos esclarecer outro aspecto dos argumentos, que é o seguinte: embora um argumento seja um conjunto de proposições, nem todos os conjuntos de proposições são argumentos. Por exemplo, o seguinte conjunto de proposições não é um argumento:


⇔ ∃ ∃| ∀

Valor lógiSímbolo co Negação Conjunção
,¬,~ ou '

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Eu lancho no bar da escola, mas o João não. A Joana come pipocas no cinema. O Rui foi ao museu. Neste caso, não temos um argumento, porque não há nenhuma pretensão de justificar uma proposição com base nas outras. Nem há nenhuma pretensão de apresentar um conjunto de proposições com alguma relação entre si. Há apenas uma sequência de afirmações. E um argumento é, como já vimos, um conjunto de proposições em que se pretende que uma delas seja sustentada ou justificada pelas outras — o que não acontece no exemplo anterior. Um argumento pode ter uma ou mais premissas, mas só pode ter uma conclusão. Exemplos de argumentos com uma só premissa:

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saber que o que se segue a esta expressão é uma premissa do argumento. Também há indicadores de conclusão: dois dos mais utilizados são "logo" e "portanto". Um indicador é um articulador do discurso, é uma palavra ou expressão que utilizamos para introduzir uma razão (uma premissa) ou uma conclusão. O quadro seguinte apresenta alguns indicadores de premissa e de conclusão: Indicadores de premissa Indicadores de conclusão

Exemplo 1
Premissa: Todos os portugueses são europeus. Conclusão: Logo, alguns europeus são portugueses.

Exemplo 2
Premissa: O João e o José são alunos do 11.º ano. Conclusão: Logo, o João é aluno do 11.º ano. Exemplos de argumentos com duas premissas:

pois porque dado que como foi dito visto que devido a a razão é que admitindo que sabendo-se que assumindo que

por isso por conseguinte implica que logo portanto então daí que segue-se que pode-se inferir que consequentemente

É claro que nem sempre as premissas e a conclusão são precedidas por indicadores. Por exemplo, no argumento: O Mourinho é treinador de futebol e ganha mais de 100000 euros por mês. Portanto, há treinadores de futebol que ganham mais de 100000 euros por mês. A conclusão é precedida do indicador "Portanto", mas as premissas não têm nenhum indicador. Por outro lado, aqueles indicadores (palavras e expressões) podem aparecer em frases sem que essas frases sejam premissas ou conclusões de argumentos. Por exemplo, se eu disser: Depois de se separar do dono, o cão nunca mais foi o mesmo. Então, um dia ele partiu e nunca mais foi visto. Admitindo que não morreu, onde estará? O que se segue à palavra "Então" não é conclusão de nenhum argumento, e o que segue a "Admitindo que" não é premissa, pois nem sequer tenho aqui um argumento. Por isso, embora seja útil, deves usar a informação do quadro de indicadores de premissa e de conclusão criticamente e não de forma automática.

Exemplo 1
Premissa 1: Se o João é um aluno do 11.º ano, então estuda filosofia. Premissa 2: O João é um aluno do 11.º ano. Conclusão: Logo, o João estuda filosofia.

Exemplo 2
Premissa 1: Se não houvesse vida para além da morte, então a vida não faria sentido. Premissa 2: Mas a vida faz sentido. Conclusão: Logo, há vida para além da morte.

Exemplo 3:
Premissa 1: Todos os minhotos são portugueses. Premissa 2: Todos os portugueses são europeus. Conclusão: Todos os minhotos são europeus. É claro que a maior parte das vezes os argumentos não se apresentam nesta forma. Repara, por exemplo, no argumento de Kant a favor do valor objectivo da felicidade, tal como é apresentado por Aires Almeida et al. (2003b) no site de apoio ao manual A Arte de Pensar: "De um ponto de vista imparcial, cada pessoa é um fim em si. Mas se cada pessoa é um fim em si, a felicidade de cada pessoa tem valor de um ponto de vista imparcial e não apenas do ponto de vista de cada pessoa. Dado que cada pessoa é realmente um fim em si, podemos concluir que a felicidade tem valor de um ponto de vista imparcial." Neste argumento, a conclusão está claramente identificada ("podemos concluir que..."), mas nem sempre isto acontece. Contudo, há certas expressões que nos ajudam a perceber qual é a conclusão do argumento e quais são as premissas. Repara, no argumento anterior, na expressão "dado que". Esta expressão é um indicador de premissa: ficamos a

Proposições e frases
Um argumento é um conjunto de proposições. Quer as premissas quer a conclusão de um argumento são proposições. Mas o que é uma proposição? Uma proposição é o pensamento que uma frase declarativa exprime literalmente. Não deves confundir proposições com frases. Uma frase é uma entidade linguística, é a unidade gramatical mínima de sentido. Por exemplo, o conjunto de palavras "Braga é uma" não é uma frase. Mas o conjunto de palavras "Braga é uma cidade" é uma frase, pois já se apresenta com sentido gramatical. Há vários tipos de frases: declarativas, interrogativas, imperativas e exclamativas. Mas só as frases declarativas ex-

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primem proposições. Uma frase só exprime uma proposição quando o que ela afirma tem valor de verdade. Por exemplo, as seguintes frases não exprimem proposições, porque não têm valor de verdade, isto é, não são verdadeiras nem falsas: 1. Que horas são? 2. Traz o livro. 3. Prometo ir contigo ao cinema. 4. Quem me dera gostar de Matemática. Mas as frases seguintes exprimem proposições, porque têm valor de verdade, isto é, são verdadeiras ou falsas, ainda que, acerca de algumas, não saibamos, neste momento, se são verdadeiras ou falsas: 1. Braga é a capital de Portugal. 2. Braga é uma cidade minhota. 3. A neve é branca. 4. Há seres extraterrestres inteligentes. A frase 1 é falsa, a 2 e a 3 são verdadeiras. E a 4? Bem, não sabemos qual é o seu valor de verdade, não sabemos se é verdadeira ou falsa, mas sabemos que tem de ser verdadeira ou falsa. Por isso, também exprime uma proposição. Uma proposição é uma entidade abstracta, é o pensamento que uma frase declarativa exprime literalmente. Ora, um mesmo pensamento pode ser expresso por diferentes frases. Por isso, a mesma proposição pode ser expressa por diferentes frases. Por exemplo, as frases "O governo demitiu o presidente da TAP" e "O presidente da TAP foi demitido pelo governo" exprimem a mesma proposição. As frases seguintes também exprimem a mesma proposição: "A neve é branca" e "Snow is white".

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deiros nem falsos. Os argumentos dizem-se válidos ou inválidos. Quando é que um argumento é válido? Por agora, referirei apenas a validade dedutiva. Diz-se que um argumento dedutivo é válido quando é impossível que as suas premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa. Repara que, para um argumento ser válido, não basta que as premissas e a conclusão sejam verdadeiras. É preciso que seja impossível que sendo as premissas verdadeiras, a conclusão seja falsa. Considera o seguinte argumento: Premissa 1: Alguns treinadores de futebol ganham mais de 100000 euros por mês. Premissa 2: O Mourinho é um treinador de futebol. Conclusão: Logo, o Mourinho ganha mais de 100000 euros por mês. Neste momento (Julho de 2004), em que o Mourinho é treinador do Chelsea e os jornais nos informam que ganha muito acima de 100000 euros por mês, este argumento tem premissas verdadeiras e conclusão verdadeira e, contudo, não é válido. Não é válido, porque não é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa. Podemos perfeitamente imaginar uma circunstância em que o Mourinho ganhasse menos de 100000 euros por mês (por exemplo, o Mourinho como treinador de um clube do campeonato regional de futebol, a ganhar 1000 euros por mês), e, neste caso, a conclusão já seria falsa, apesar de as premissas serem verdadeiras. Portanto, o argumento é inválido. Considera, agora, o seguinte argumento, anteriormente apresentado: Premissa: O João e o José são alunos do 11.º ano. Conclusão: Logo, o João é aluno do 11.º ano. Este argumento é válido, pois é impossível que a premissa seja verdadeira e a conclusão falsa. Ao contrário do argumento que envolve o Mourinho, neste não podemos imaginar nenhuma circunstância em que a premissa seja verdadeira e a conclusão falsa. Podes imaginar o caso em que o João não é aluno do 11.º ano. Bem, isto significa que a conclusão é falsa, mas a premissa também é falsa. Repara, agora, no seguinte argumento: Premissa 1: Todos os números primos são pares. Premissa 2: Nove é um número primo. Conclusão: Logo, nove é um número par. Este argumento é válido, apesar de quer as premissas quer a conclusão serem falsas. Continua a aplicar-se a noção de validade dedutiva anteriormente apresentada: é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa. A validade de um argumento dedutivo depende da conexão lógica entre as premissas e a conclusão do argumento e não do valor de verdade das proposições que constituem o argumento. Como vês, a validade é uma propriedade diferente da verdade. A verdade é uma propriedade das proposições que constituem os argumentos (mas não dos argumentos) e a validade é uma propriedade dos argumentos (mas não das proposições). Então, repara que podemos ter: Argumentos válidos, com premissas verdadeiras e conclusão verdadeira;

Ambiguidade e vagueza
Para além de podermos ter a mesma proposição expressa por diferentes frases, também pode acontecer que a mesma frase exprima mais do que uma proposição. Neste caso dizemos que a frase é ambígua. A frase "Em cada dez minutos, um homem português pega numa mulher ao colo" é ambígua, porque exprime mais do que uma proposição: tanto pode querer dizer que existe um homem português (sempre o mesmo) que, em cada dez minutos, pega numa mulher ao colo, como pode querer dizer que, em cada dez minutos, um homem português (diferente) pega numa mulher ao colo (a sua). Por vezes, deparamo-nos com frases que não sabemos com exactidão o que significam. São as frases vagas. Uma frase vaga é uma frase que dá origem a casos de fronteira indecidíveis. Por exemplo, "O professor de Filosofia é calvo" é uma frase vaga, porque não sabemos a partir de quantos cabelos é que podemos considerar que alguém é calvo. Quinhentos? Cem? Dez? Outro exemplo de frase vaga é o seguinte: "Muitos alunos tiveram negativa no teste de Filosofia". Muitos, mas quantos? Dez? Vinte? Em filosofia devemos evitar as frases vagas, pois, se não comunicarmos com exactidão o nosso pensamento, como é que podemos esperar que os outros nos compreendam?

Validade e verdade
A verdade é uma propriedade das proposições. A validade é uma propriedade dos argumentos. É incorrecto falar em proposições válidas. As proposições não são válidas nem inválidas. As proposições só podem ser verdadeiras ou falsas. Também é incorrecto dizer que os argumentos são verdadeiros ou que são falsos. Os argumentos não são verda-

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sa; Argumentos válidos, com premissas falsas e conclusão fal-

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Também podemos ter argumentos sólidos deste tipo: Sócrates era grego. Logo, Sócrates era grego. (É claro que me estou a referir ao Sócrates, filósofo grego e mestre de Platão, e não ao Sócrates, candidato a secretário geral do Partido Socialista. Por isso, a premissa e a conclusão são verdadeiras.) Este argumento é sólido, porque tem premissa verdadeira e é impossível que, sendo a premissa verdadeira, a conclusão seja falsa. É sólido, mas não é um bom argumento, porque a conclusão se limita a repetir a premissa. Um argumento bom (ou forte) é um argumento válido persuasivo (persuasivo, do ponto de vista racional). Fica agora claro por que é que o argumento "Sócrates era grego; logo, Sócrates era grego", apesar de sólido, não é um bom argumento: a razão que apresentamos a favor da conclusão não é mais plausível do que a conclusão e, por isso, o argumento não é persuasivo. Talvez recorras a argumentos deste tipo, isto é, argumentos que não são bons (apesar de sólidos), mais vezes do que imaginas. Com certeza, já viveste situações semelhantes a esta: — Pai, preciso de um aumento da "mesada". — Porquê? — Porque sim. O que temos aqui? O seguinte argumento: Preciso de um aumento da "mesada". Logo, preciso de um aumento da "mesada". Afinal, querias justificar o aumento da "mesada" (conclusão) e não conseguiste dar nenhuma razão plausível para esse aumento. Limitaste-te a dizer "Porque sim", ou seja, "Preciso de um aumento da 'mesada', porque preciso de um aumento da 'mesada'". Como vês, trata-se de um argumento muito mau, pois com um argumento deste tipo não consegues persuadir ninguém. Mas não penses que só os argumentos em que a conclusão repete a premissa é que são maus. Um argumento é mau (ou fraco) se as premissas não forem mais plausíveis do que a conclusão. É o que acontece com o seguinte argumento: Se a vida não faz sentido, então Deus não existe. Mas Deus existe. Logo, a vida faz sentido. Este argumento é válido, mas não é um bom argumento, porque as premissas não são menos discutíveis do que a conclusão. Para que um argumento seja bom (ou forte), as premissas têm de ser mais plausíveis do que a conclusão, como acontece no seguinte exemplo: Se não se aumentarem os níveis de exigência de estudo e de trabalho dos alunos no ensino básico, então os alunos continuarão a enfrentar dificuldades quando chegarem ao ensino secundário.

Argumentos válidos, com premissas falsas e conclusão verdadeira; Argumentos inválidos, com premissas verdadeiras e conclusão verdadeira; Argumentos inválidos, com premissas verdadeiras e conclusão falsa; Argumentos inválidos, com premissas falsas e conclusão falsa; e Argumentos inválidos, com premissas falsas e conclusão verdadeira. Mas não podemos ter: Argumentos válidos, com premissas verdadeiras e conclusão falsa. Como podes determinar se um argumento dedutivo é válido? Podes seguir esta regra: Mesmo que as premissas do argumento não sejam verdadeiras, imagina que são verdadeiras. Consegues imaginar alguma circunstância em que, considerando as premissas verdadeiras, a conclusão é falsa? Se sim, então o argumento não é válido. Se não, então o argumento é válido. Lembra-te: num argumento válido, se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa.

Argumentos sólidos e argumentos bons
Em filosofia não é suficiente termos argumentos válidos, pois, como viste, podemos ter argumentos válidos com conclusão falsa (se pelo menos uma das premissas for falsa). Em filosofia pretendemos chegar a conclusões verdadeiras. Por isso, precisamos de argumentos sólidos. Um argumento sólido é um argumento válido com premissas verdadeiras. Um argumento sólido não pode ter conclusão falsa, pois, por definição, é válido e tem premissas verdadeiras; ora, a validade exclui a possibilidade de se ter premissas verdadeiras e conclusão falsa. O seguinte argumento é válido, mas não é sólido: Todos os minhotos são alentejanos. Todos os bracarenses são minhotos. Logo, todos os bracarenses são alentejanos. Este argumento não é sólido, porque a primeira premissa é falsa (os minhotos não são alentejanos). E é porque tem uma premissa falsa que a conclusão é falsa, apesar de o argumento ser válido. O seguinte argumento é sólido (é válido e tem premissas verdadeiras): Todos os minhotos são portugueses. Todos os bracarenses são minhotos. Logo, todos os bracarenses são portugueses.

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Ora, não se aumentaram os níveis de exigência de estudo e de trabalho dos alunos no ensino básico. Logo, os alunos continuarão a enfrentar dificuldades quando chegarem ao ensino secundário. Este argumento pode ser considerado bom (ou forte), porque, além de ser válido, tem premissas menos discutíveis do que a conclusão. As noções de lógica que acabei de apresentar são elementares, é certo, mas, se as dominares, ajudar-te-ão a fazer um melhor trabalho na disciplina de Filosofia e, porventura, noutras.

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A compreensão do conceito homem refere-se ao conjunto de qualidades que um indivíduo deve possuir para ser designado pelo termo homem: animal, vertebrado, mamífero, bípede, racional. Esta última qualidade é aquela que efetivamente distingue o homem dentre os demais seres vivos (2).

3. JUÍZO E O RACIOCÍNIO
Entende-se por juízo qualquer tipo de afirmação ou negação entre duas idéias ou dois conceitos. Ao afirmarmos, por exemplo, que “este livro é de filosofia”, acabamos de formular um juízo. O enunciado verbal de do proposição ou premissa. um juízo é denomina-

Proposições simples e compostas
As proposições simples ou atômicas são assim caracterizadas por apresentarem apenas uma idéia. São indicadas pelas letras minúsculas: p, q, r, s, t... As proposições compostas ou moleculares são assim caracterizadas por apresentarem mais de uma proposição conectadas pelos conectivos lógicos. São indicadas pelas letras maiúsculas: P, Q, R, S, T... Obs: A notação Q(r, s, t), por exemplo, está indicando que a proposição composta Q é formada pelas proposições simples r, s e t.

Raciocínio - é o processo mental que consiste em coordenar dois ou mais juízos antecedentes, em busca de um juízo novo, denominado conclusão ou inferência.
Vejamos um exemplo típico de raciocínio: 1ª) premissa - o ser humano é racional; 2ª) premissa - você é um ser humano; conclusão - logo, você é racional. O enunciado de um raciocínio através da linguagem falada ou escrita é chamado de argumento. Argumentar significa, portanto, expressar verbalmente um raciocínio (2).

Exemplo: Proposições simples: p: O número 24 é múltiplo de 3. q: Brasília é a capital do Brasil. r: 8 + 1 = 3 . 3 s: O número 7 é ímpar t: O número 17 é primo Proposições compostas P: O número 24 é divisível por 3 e 12 é o dobro de 24. Q: A raiz quadrada de 16 é 4 e 24 é múltiplo de 3. R(s, t): O número 7 é ímpar e o número 17 é primo. Noções de Lógica Sérgio Biagi Gregório 1. CONCEITO DE LÓGICA Lógica é a ciência das leis ideais do pensamento e a arte de aplicá-los à pesquisa e à demonstração da verdade.
Diz-se que a lógica é uma ciência porque constitui um sistema de conhecimentos certos, baseados em princípios universais. Formulando as leis ideais do bem pensar, a lógica se apresenta como ciência normativa, uma vez que seu objeto não é definir o que é, mas o que deve ser, isto é, as normas do pensamento correto. A lógica é também uma arte porque, ao mesmo tempo que define os princípios universais do pensamento, estabelece as regras práticas para o conhecimento da verdade (1).

4. SILOGISMO Silogismo é o raciocínio composto de três proposições, dispostas de tal maneira que a terceira, chamada conclusão, deriva logicamente das duas primeiras, chamadas premissas.
Todo silogismo regular contém, portanto, três proposições nas quais três termos são comparados, dois a dois. Exemplo: toda a virtude é louvável; ora, a caridade é uma virtude; logo, a caridade é louvável (1).

5. SOFISMA Sofisma é um raciocínio falso que se apresenta com aparência de verdadeiro. Todo erro provém de um raciocínio ilegítimo, portanto, de um sofisma.
O erro pode derivar de duas espécies de causas: das palavras que o exprimem ou das idéias que o constituem. No primeiro, os sofismas de palavras ou verbais; no segundo, os sofismas de idéias ou intelectuais. Exemplo de sofisma verbal: usar mesma palavra com duplo sentido; tomar a figura pela realidade. Exemplo de sofisma intelectual: tomar por essencial o que é apenas acidental; tomar por causa um simples antecedente ou mera circunstância acidental (3).

2. EXTENSÃO E COMPREENSÃO DOS CONCEITOS
Ao examinarmos um conceito, em termos lógicos, devemos considerar a sua extensão e a sua compreensão. Vejamos, por exemplo, o conceito homem. A extensão desse conceito refere-se a todo o conjunto de indivíduos aos quais se possa aplicar a designação homem.

LÓGICA Lógica - do grego logos significa “palavra”, “expressão”, “pensamento”, “conceito”, “discurso”, “razão”. Para Aristóteles, a lógica é a “ciência da demonstração”; Maritain a define como a “arte que nos faz proceder, com ordem, facilmente e sem erro, no ato próprio da razão”; para Liard é “a ciência das formas do pensamento”. Poderíamos ainda acrescentar: “É a ciência das leis do pensamento e a arte de aplicá-las corretamente na procura e demonstração da verdade.

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A filosofia, no correr dos séculos, sempre se preocupou com o conhecimento, formulando a esse respeito várias questões: Qual a origem do conhecimento? Qual a sua essência? Quais os tipos de conhecimentos? Qual o critério da verdade? É possível o conhecimento? À lógica não interessa nenhuma dessas perguntas, mas apenas dar as regrasdo pensamento correto. A lógica é, portanto, uma disciplina propedêutica. Aristóteles é considerado, com razão, o fundador da lógica. Foi ele, realmente, o primeiro a investigar, cientificamente, as leis do pensamento. Suas pesquisas lógicas foram reunidas, sob o nome de Organon, por Diógenes Laércio. As leis do pensamento formuladas por Aristóteles se caracterizam pelo rigor e pela exatidão. Por isso, foram adotadas pelos pensadores antigos e medievais e, ainda hoje, são admitidas por muitos filósofos. O objetivo primacial da lógica é, portanto, o estudo da inteligência sob o ponto de vista de seu uso no conhecimento. É ela que fornece ao filósofo o instrumento e a técnica necessária para a investigação segura da verdade. Mas, para atingir a verdade, precisamos partir de dados exatos e raciocinar corretamente, a fim de que o espírito não caia em contradição consigo mesmo ou com os objetos, afirmando-os diferentes do que, na realidade, são. Daí as várias divisões da lógica. Assim sendo, a extensão e compreensão do conceito, o juízo e o raciocínio, o argumento, o silogismo e o sofisma são estudados dentro do tema lógica. O silogismo, que é um raciocínio composto de três proposições, dispostos de tal maneira que a terceira, chamada conclusão, deriva logicamente das duas primeiras chamadas premissas, tem lugar de destaque. É que todos os argumentos começam com uma afirmação caminhando depois por etapas até chegar à conclusão. Sérgio Biagi Gregório

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Essas não são proposições categóricas, e somos deixados na dúvida sobre quando o produto realmente será entregue. Um argumento categórico (formado por proposições categóricas) é, então, o mais efetivo dos argumentos porque nos fornece certo conhecimento.

- PROPOSIÇÃO HIPOTÉTICA. A Hipótese (do gr. Hypóthesis) é uma proposição que se admite de modo provisório como verdadeira e como ponto de partida a partir do qual se pode deduzir, pelas regras da lógica, um conjunto secundário de proposições, que têm por objetivo elucidar o mecanismo associado às evidências e dados experimentais a se explicar.
Literalmente pode ser compreendida como uma suposição ou proposição na forma de pergunta, uma conjetura que orienta uma investigação por antecipar características prováveis do objeto investigado e que vale quer pela concordância com os fatos conhecidos quer pela confirmação através de deduções lógicas dessas características, quer pelo confronto com os resultados obtidos via novos caminhos de investigação (novas hipóteses e novos experimentos). Não é possível provar ou refutar uma hipótese, mas confirmá-la ou invalidá-la: provar e confirmar são coisas diferentes embora divisadas por uma linha tênue. Entretanto, para as questões mais complexas, lembre-se, podem existir muitas explicações possíveis, uma ou duas experiências talvez não provem ou refutar uma hipótese.

- TAUTOLOGIA
A origem do termo vem de do grego tautó, que significa "o mesmo", mais logos, que significa "assunto".Portanto, tautologia é dizer sempre a mesma coisa em termos diferentes. Em filosofia diz-se que um argumento é tautológico quando se explica por ele próprio, às vezes redundante ou falaciosamente. Por exemplo, dizer que "o mar é azul porque reflete a cor do céu e o céu é azul por causa do mar" é uma afirmativa tautológica. Um exemplo de dito popular tautológico é "tudo o que é demais sobra". Ela é uma palavra usada na terminologia própria da Lógica e da Retórica. Tautologia é uma proposição dada como explicação ou como prova, mas que, na realidade, apenas repete o que foi dito. Exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo' (dizem que devemos evitar uso das repetições desnecessárias).

PROPOSIÇÃO
Denomina-se proposição a toda frase declarativa, expressa em palavras ou símbolos, que exprima um juízo ao qual se possa atribuir, dentro de certo contexto, somente um de dois valores lógicos possíveis: verdadeiro ou falso. São exemplos de proposições as seguintes sentenças declarativas: A capital do Brasil é Brasília. 23 > 10 Existe um número ímpar menor que dois. João foi ao cinema ou ao teatro.

Não são proposições: 1) frases interrogativas: “Qual é o seu nome?” 2) frases exclamativas: “Que linda é essa mulher!” 3) frases imperativas: “Estude mais.” 4) frases optativas: “Deus te acompanhe.” 5) frases sem verbo: “O caderno de Maria.” 6) sentenças abertas (o valor lógico da sentença depende do valor (do nome) atribuído a variável): “x é maior que 2”; “x+y = 10”; “Z é a capital do Chile”. PROPOSIÇÃO CATEGÓRICA
Proposição categórica faz uma afirmação da qual não ficaremos com duvidas. Por exemplo: “O produto será entregue hoje”. Temos certeza de que o produto será entregue hoje. Mas, se a frase fosse: “Talvez o produto seja entregue hoje” ou “O produto poderá ser entregue hoje”, toda a certeza se esvai.

ARGUMENTO
Um argumento pode ser definido como uma afirmação acompanhada de justificativa (argumento retórico) ou como uma justaposição de duas afirmações opostas, argumento e contra-argumento (argumento dialógico)1 . Na lógica, um argumento é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas, também conhecidas como proposições, ou ainda, premissas, acompanhadas de uma outra frase declarativa conhecida comoconclusão.

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Um argumento dedutivo afirma que a verdade de uma conclusão é uma consequência lógica daspremissas que a antecedem. Um argumento indutivo afirma que a verdade da conclusão é apenas apoiada pelas premissas. Toda premissa, assim como toda conclusão, pode ser apenas verdadeira ou falsa; nunca pode ser ambígua. Em funçao disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas. Alguns autores referem-se à conclusão das premissas usando os termos declaração, frase, afirmação ou proposição. A razão para a preocupação com a verdade é ontológica quanto ao significado dos termos (proposições) em particular. Seja qual termo for utilizado, toda premissa, bem como a conclusão, deve ser capaz de ser apenas verdadeira ou falsa e nada mais: elas devem ser truthbearers ("portadores de verdade", em português).

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Logo, a planta é um ser vivo.

3) O som não se propaga no vácuo. Na lua tem vácuo. Logo, não há som na lua. 4) Só há fogo se houver oxigênio Na lua não há oxigênio. Logo, na lua não pode haver fogo. 5) P=Q Q=R Logo, P=R

Validade
Argumentos tanto podem ser válidos ou inválidos. Se um argumento é válido, e a sua premissa é verdadeira, a conclusão deve ser verdadeira: um argumento válido não pode ter premissa verdadeira e uma conclusão falsa. A validade de um argumento depende, porém, da real veracidade ou falsidade das suas premissas e e de sua conclusões. No entanto, apenas o argumento possui uma forma lógica. A validade de um argumento não é uma garantia da verdade da sua conclusão. Um argumento válido pode ter premissas falsas e uma conclusão falsa. A Lógica visa descobrir as formas válidas, ou seja, as formas que fazer argumentos válidos. Uma Forma de Argumento é válida se e somente se todos os seus argumentos são válidos. Uma vez que a validade de um argumento depende da sua forma, um argumento pode ser demonstrado como inválido, mostrando que a sua forma é inválida, e isso pode ser feito, dando um outro argumento da mesma forma que tenha premissas verdadeiras mas uma falsa conclusão. Na lógica informal este argumento é chamado de contador. A forma de argumento pode ser demonstrada através da utilização de símbolos. Para cada forma de argumento, existe um forma de declaração correspondente, chamado de Correspondente Condicional. Uma forma de argumento é válida Se e somente se o seu correspondente condicional é uma verdade lógica. A declaração é uma forma lógica de verdade, se é verdade sob todas as interpretações. Uma forma de declaração pode ser mostrada como sendo uma lógica de verdade por um ou outro argumento, que mostra se tratar de uma tautologia por meio de uma prova. O correspondente condicional de um argumento válido é necessariamente uma verdade (verdadeiro em todos os mundos possíveis) e, por isso, se poderia dizer que a conclusão decorre necessariamente das premissas, ou resulta de uma necessidade lógica. A conclusão de um argumento válido não precisa ser verdadeira, pois depende de saber se suas premissas são verdadeiras.Tal conclusão não precisa ser uma verdade: se fosse assim, seria independente das premissas. Exemplo: Todos os gregos são humanos e todos os seres humanos são mortais, portanto, todos os gregos são mortais. Argumento válido, pois se as premissas são verdadeiras a conclusão deve ser verdadeira.

Argumentos formais e argumentos informais
Argumentos informais são estudados na lógica informal. São apresentados em linguagem comum e se destinam a ser o nosso discurso diário. Argumentos Formais são estudados na lógica formal (historicamente chamada lógica simbólica, mais comumente referida como lógica matemática) e são expressos em uma linguagem formal. Lógica informal pode chamar a atenção para o estudo da argumentação, que enfatiza implicação, lógica formal e de inferência.

Argumentos dedutivos
O argumento dedutivo é uma forma de raciocínio que geralmente parte de uma verdade universal e chega a uma verdade menos universal ou singular. Esta forma de raciocínio é válida quando suas premissas, sendo verdadeiras, fornecem provas evidentes para sua conclusão. Sua característica principal é a necessidade, uma vez que nós admitimos como verdadeira as premissas teremos que admitir a conclusão como verdadeira, pois a conclusão decorre necessariamente das premissas. Dessa forma, o argumento deve ser considerado válido. “Um raciocínio dedutivo é válido quando suas premissas, se verdadeiras, fornecem provas convincentes para sua conclusão, isto é, quando as premissas e a conclusão estão de tal modo relacionados que é absolutamente impossível as premissas serem verdadeiras se a conclusão tampouco for verdadeira” (COPI, 1978, p.35). Geralmente os argumentos dedutivos são estéreis, uma vez que eles não apresentam nenhum conhecimento novo. Como dissemos, a conclusão já está contida nas premissas. A conclusão nunca vai além das premissas. Mesmo que a ciência não faça tanto uso da dedução em suas descobertas, exceto a matemática, ela continua sendo o modelo de rigor dentro da lógica. Note que em todos os argumentos dedutivos a conclusão já está contida nas premissas. 1) Só há movimento no carro se houver combustível. O carro está em movimento. Logo, há combustível no carro. 2) Tudo que respira é um ser vivo. A planta respira.

Exemplos
Alguns gregos são lógicos e alguns lógicos são chatos, por isso, alguns gregos são chatos. Este argumento é

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inválido porque todos os chatos lógicos poderiam ser romanos! Ou estamos todos condenados ou todos nós somos salvos, não somos todos salvos por isso estamos todos condenados. Argumento válido,pois as premissas implicam a conclusão. (Lembre-se que não significa que a conclusão tem de ser verdadeira, apenas se as premissas são verdadeiras e, talvez, eles não são, talvez algumas pessoas são salvas e algumas pessoas são condenadas, e talvez alguns nem salvos nem condenados!) Argumentos podem ser invalidados por uma variedade de razões. Existem padrões bem estabelecidos de raciocínio que tornam argumentos que os seguem inválidos; esses padrões são conhecidos como falácias lógicas.

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necessariamente assim. Exemplo: “Sócrates é um homem e todos os homens são mortais, logo, Sócrates é mortal”. Isso é claramente um argumento, já que é evidente que a afirmação de que Sócrates é mortal decorre das declarações anteriores. No entanto: “eu estava com sede e, por isso, eu bebi” não é um argumento, apesar de sua aparência. Ele não está reivindicando que eu bebi por causa da sede, eu poderia ter bebido por algum outro motivo.

Argumentos elípticos
Muitas vezes um argumento não é válido, porque existe uma premissa que necessita de algo mais para torná-lo válido. Alguns escritores, muitas vezes, deixam de fora uma premissa estritamente necessária no seu conjunto de premissas se ela é amplamente aceita e o escritor não pretende indicar o óbvio. Exemplo: Ferro é um metal, por isso, ele irá expandir quando aquecido. (premissa descartada: todos os metais se expandem quando aquecidos). Por outro lado, um argumento aparentemente válido pode ser encontrado pela falta de uma premissa - um "pressuposto oculto" - o que se descartou pode mostrar uma falha no raciocínio. Exemplo: Uma testemunha fundamentada diz “Ninguém saiu pela porta da frente, exceto o pastor, por isso, o assassino deve ter saído pela porta dos fundos”. (hipótese que o pastor não era o assassino).

Solidez de um argumento
Um argumento sólido é um argumento válido com as premissas verdadeiras. Um argumento sólido pode ser válido e, tendo ambas as premissas verdadeiras, deve seguir uma conclusão verdadeira.

Argumentos indutivos
Lógica indutiva é o processo de raciocínio em que as premissas de um argumento se baseiam na conclusão, mas não implicam nela. Indução é uma forma de raciocínio que faz generalizações baseadas em casos individuais. Indução matemática não deve ser incorretamente interpretada como uma forma de raciocínio indutivo, que é considerado não-rigoroso em matemática. Apesar do nome, a indução matemática é uma forma de raciocínio dedutivo e é totalmente rigorosa. Nos argumentos indutivos as premissas dão alguma evidência para a conclusão. Um bom argumento indutivo terá uma conclusão altamente provável. Neste caso, é bem provável que a conclusão realizar-se-á ou será válida. Diz-se então que as premissas poderão ser falsas ou verdadeiras e as conclusões poderão ser válidas ou não válidas. Segundo John Stuart Mill, existem algumas regras que se aplicam aos argumentos indutivos, que são: O método da concordância, o método da diferença, e o método das variações concomitantes.

Retórica, dialética e diálogos argumentativos
Considerando que os argumentos são formais (como se encontram em um livro ou em um artigo de investigação), os diálogos argumentativos são dinâmicos. Servem como um registro publicado de justificação para uma afirmação. Argumentos podem também ser interativos tendo como interlocutor a relação simétrica. As premissas são discutidas, bem como a validade das inferências intermediárias. A retórica é a técnica de convencer o interlocutor através da oratória, ou outros meios de comunicação. Classicamente, o discurso no qual se aplica a retórica é verbal, mas há também — e com muita relevância — o discurso escrito e o discurso visual. Dialética significa controvérsia, ou seja, a troca de argumentos e contra-argumentos defendendo proposições. O resultado do exercício poderá não ser pura e simplesmente a refutação de um dos tópicos relevantes do ponto de vista, mas uma síntese ou combinação das afirmações opostas ou, pelo menos, uma transformação qualitativa na direção do diálogo.

Argumentação convincente
Um argumento é convincente se e somente se a veracidade das premissas tornar verdade a provável conclusão (isto é, o argumento é forte), e as premissas do argumento são, de fato, verdadeiras. Exemplo:

Argumentos em várias disciplinas
As declarações são apresentadas como argumentos em todas as disciplinas e em todas as esferas da vida. A Lógica está preocupada com o que consititui um argumento e quais são as formas de argumentos válidos em todas as interpretações e, portanto, em todas as disciplinas. Não existem diferentes formas válidas de argumento, em disciplinas diferentes.

Nada Saberei se nada tentar.

Falácias e não argumentos Argumentos matemáticos
Uma falácia é um argumento inválido que parece válido, ou um argumento válido com premissas "disfarçadas". Em primeiro Lugar, as conclusões devem ser declarações, capazes de serem verdadeiras ou falsas. Em segundo lugar não é necessário afirmar que a conclusão resulta das premissas. As palavras, “por isso”, “porque”, “normalmente” e “consequentemente” separam as premissas a partir da conclusão de um argumento, mas isto não é A base de verdade matemática tem sido objeto de um longo debate. Frege procurou demonstrar, em particular, que as verdades aritméticas podem ser obtidas a partir de lógicas puramente axiomáticas e, por conseguinte, são, no final, lógicas de verdades. Se um argumento pode ser expresso sob a forma de frases em Lógica Simbólica, então ele pode ser testado através da aplicação de provas. Este tem sido

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realizado usando Axioma de Peano. Seja como for, um argumento em Matemática, como em qualquer outra disciplina, pode ser considerado válido apenas no caso de poder ser demonstrado que é de uma forma tal que não possa ter verdadeiras premissas e uma falsa conclusão.

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poderia ser aplicado a outra espécie do mesmo género. Tornou-se posteriormente um tipo de raciocínio aplicável a outros campos do conhecimento em que a oposição existente numa hipótese se reencontra também como oposição nas consequências dessa hipótese.3 Muito utilizado em Direito, o argumento "a contrario" tem de ser fundamentado nas leis lógicas de oposição por contrários, para que não se caia num argumentofalacioso.4 Assim, se duas proposições contrárias não podem ser simultaneamente verdadeiras, podem ser simultaneamente falsas, já que podem admitir a particular intermédia. Por exemplo, à proposição verdadeira "todos os portugueses têm direito à segurança social" opõe-se a proposição falsa "nenhum português tem direito à segurança social"; contudo, o contrário da proposição falsa "todos os portugueses têm direito de voto" continua a ser falsa a proposição "nenhum português tem direito de voto", já que existe um meio termo verdadeiro: "alguns portugueses têm direito de voto". Da mesma forma, ao estar consignado na Constituição Portuguesa que "a lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias", pode-se inferir que "A lei poderá não estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias".

Argumentos políticos
Um argumento político é um exemplo de uma argumentação lógica aplicada a política. Argumentos Políticos são utilizados por acadêmicos, meios de comunicação social, candidatos a cargos políticos e funcionários públicos. Argumentos políticos também são utilizados por cidadãos comuns em interações de comentar e compreender sobre os acontecimentos políticos.

FORMA DE UM ARGUMENTO
Os argumentos lógicos, em geral, possuem uma certa forma (estrutura). Uma estrutura pode ser criada a partir da substituição de palavras diferentes ou sentenças, que geram uma substituição de letras (variáveis lógicas) ao logo das linhas da álgebra. Um exemplo de um argumento: (1) Todos os humanos são mentirosos. João é humano. Logo, João é mentiroso. Podemos reescrever o argumento separando cada sentença em sua determinada linha: (2) Todo humano é mentiroso. (3) João é humano. (4) Logo, João é mentiroso. Substituimos os termos similares de (2-4) por letras, para mostrar a importância da noção de forma de argumento a seguir: (5) Todo H é M.

Inferência
Inferência, em Lógica, é o ato ou processo de derivar conclusões lógicas de premissas conhecida ou decididamente verdadeiras. A conclusão também é chamada de idiomática. Definição
O processo pelo qual uma conclusão é inferida a partir de múltiplas observações é chamado processo dedutivo ou indutivo, dependendo do contexto. A conclusão pode ser correta , incorreta, correta dentro de um certo grau de precisão, ou correta em certas situações. Conclusões inferidas a partir de observações múltiplas podem ser testadas por observações adicionais.

Exemplos de Inferência
(6) J é H. (7) Logo, J é M. O que fizemos em C foi substituir "humano" por "H", "João" por "J" e "mentiroso" por "M", como resultado dessas alterações temos que (5-7) é uma forma do argumento original (1), ou seja (5-7) é a forma de argumento de (1). Além disso, cada sentença individual de (5-7) é a forma de sentença de uma respectiva sentença em (1). Vale enfatizar que quando dois ou mais argumentos têm a mesma forma, se um deles é válido, todos os outros também são, e se um deles é inválido, todos os outros também são. Filósofos gregos definiram uma série de silogismos, corrigir três inferências de peças, que podem ser usados como blocos de construção para o raciocínio mais complexo. Começamos com o mais famoso de todos eles: Todos os homens são mortais Sócrates é um homem Portanto, Sócrates é mortal. Processo acima é chamado de dedutivo. O leitor pode verificar que as premissas e a conclusão são verdadeiras, mas a lógica segue junto com inferência: a verdade da conclusão segue da verdade das premissas? A validade de uma inferência depende da forma da inferência. Isto é, a palavra "válido" não se refere à verdade das premissas ou a conclusão, mas sim a forma da inferência. Uma inferência pode ser válida, mesmo se as partes são falsos, e pode ser nulo, mesmo se as peças são verdadeiras. Mas uma forma válida e com premissas verdadeiras sempre terá uma conclusão verdadeira.

A CONTRARIO A contrario (ou a contrario sensu1 ) é uma locução latina que qualifica um processo de argumentação em que a forma é idêntica a outro processo de argumentação, mas em que a hipótese e, por consequência, a conclusão são as inversas deste último.2 Tal como na locução "a pari", usavase originalmente, em linguagem jurídica, para se referir a um argumento que, usado a respeito de uma dada espécie,

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considere o seguinte exemplo: Todos os frutos são doces. A banana é uma fruta. Portanto, a banana é doce. Para a conclusão ser necessariamente verdadeira, as premissas precisam ser verdadeiras. Agora nos voltamos para um forma inválida. Todo A é B. C é um B. Portanto, C é um A. Para mostrar que esta forma é inválida, buscamos demonstrar como ela pode levar a partir de premissas verdadeiras para uma conclusão falsa. Todas as maçãs são frutas. (Correto) Bananas são frutas. (Correto) Portanto, as bananas são maçãs. (Errado) Um argumento válido com premissas falsas podem levar a uma falsa conclusão: Todas as pessoas gordas são gregas. John Lennon era gordo. Portanto, John Lennon era grego. Quando um argumento válido é usado para derivar uma conclusão falsa de premissas falsas, a inferência é válida, pois segue a forma de uma inferência correta. Um argumento válido pode também ser usado para derivar uma conclusão verdadeira a partir de premissas falsas: Todas as pessoas gordas são músicos John Lennon era gordo Portanto, John Lennon era um músico Neste caso, temos duas falsas premissas que implicam uma conclusão verdadeira.

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Foi pelo processo do raciocínio que ocorreu o desenvolvimento do método matemático, este considerado instrumento puramente teórico e dedutivo, que prescinde de dados empíricos. Através da aplicação do raciocínio, as ciências como um todo evoluíram para uma crescente capacidade do intelecto em alavancar o conhecimento. Este é utilizado para isolar questões e desenvolver métodos e resoluções nas mais diversas questões relacionadas à existência e sobrevivência humana. O raciocínio, um mecanismo da inteligência, gerou a convicção nos humanos de que a razão unida à imaginação constituem os instrumentos fundamentais para a compreensão do universo, cuja ordem interna, aliás, tem um caráter racional, portanto, segundo alguns, este processo é a base do racionalismo. Logo, resumidamente, o raciocínio pode ser considerado também um dos integrantes dos mecanismos dos processos cognitivos superiores da formação de conceitos e da solução de problemas, sendo parte do pensamento.

Lógica De Predicados
Gottlob Frege, em sua Conceitografia (Begriffsschrift), descobriu uma maneira de reordenar várias sentenças para tornar sua forma lógica clara, com a intenção de mostrar como as sentenças se relacionam em certos aspectos. Antes de Frege, a lógica formal não obteve sucesso além do nível da lógica de sentenças: ela podia representar a estrutura de sentenças compostas de outras sentenças, usando palavras como "e", "ou" e "não", mas não podia quebrar sentenças em partes menores. Não era possível mostrar como "Vacas são animais" leva a concluir que "Partes de vacas são partes de animais". A lógica sentencial explica como funcionam palavras como "e", "mas", "ou", "não", "se-então", "se e somente se", e "nem-ou". Frege expandiu a lógica para incluir palavras como "todos", "alguns", e "nenhum". Ele mostrou como podemos introduzir variáveis e quantificadores para reorganizar sentenças. "Todos os humanos são mortais" se torna "Para todo x, se x é humano, então x é mortal.".

Inferência incorreta
Uma inferência incorreta é conhecida como uma falácia. Os filósofos que estudam lógica informal compilaram grandes listas deles, e os psicólogos cognitivos têm documentado muitas vieses de raciocínio humano que favorecem o raciocínio incorreto.

Inferência logica automática
Os sistemas de IA primeiro providenciaram "inferência logica automática". Uma vez que estes já foram temas de investigação extremamente popular, levaram a aplicações industriais sob a forma de sistemas especialistas e depois "business rule engines". O trabalho de um sistema de inferência é a de estender uma base de conhecimento automaticamente. A base de conhecimento (KB) é um conjunto de proposições que representam o que o sistema sabe sobre o mundo. Várias técnicas podem ser utilizadas pelo sistema para estender KB por meio de inferências válidas.

"Alguns humanos são vegetarianos" se torna "Existe algum (ao menos um) x tal que x é humano e x é vegetariano".

Frege trata sentenças simples sem substantivos como predicados e aplica a eles to "dummy objects" (x). A estrutura lógica na discussão sobre objetos pode ser operada de acordo com as regras da lógica sentencial, com alguns detalhes adicionais para adicionar e remover quantificadores. O trabalho de Frege foi um dos que deu início à lógica formal contemporânea. Frege adiciona à lógica sentencial: o vocabulário de quantificadores (o A de pontacabeça, e o E invertido) e variáveis; e uma semântica que explica que as variáveis denotam objetos individuais e que os quantificadores têm algo como a força de "todos" ou "alguns" em relação a esse objetos; métodos para usá-los numa linguagem.

RACIOCÍNIO
O Raciocínio (ou raciocinar) é uma operação lógica discursiva e mental. Neste, o intelecto humano utiliza uma ou mais proposições, para concluir, através de mecanismos de comparações e abstrações, quais são os dados que levam às respostas verdadeiras, falsas ou prováveis. Das premissas chegamos a conclusões.

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Para introduzir um quantificador "todos", você assume uma variável arbitrária, prova algo que deva ser verdadeira, e então prova que não importa que variável você escolha, que aquilo deve ser sempre verdade. Um quantificador "todos" pode ser removido aplicando-se a sentença para um objeto em particular. Um quantificador "algum" (existe) pode ser adicionado a uma sentença verdadeira de qualquer objeto; pode ser removida em favor de um temo sobre o qual você ainda não esteja pressupondo qualquer informação. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Considere as sentenças: "Sócrates é homem" "Todo aluno do departamento de Ciência da Computação estuda lógica" A primeira frase fala de uma propriedade (ser homem) de um indivíduo distinguido ("Sócrates") de um domínio de discurso. A segunda frase fala sobre objetos distiguidos "departamento de Ciência da Computação" e "lógica". Tais objetos poderão ser representados usando os símbolos , soc para "Sócrates", cc para "departamento de Ciência da Computação", lg para "lógica".Tais símbolos são chamados de símbolos de constantes. As propriedades "ser aluno de ", "estuda" relacionam objetos do universo de discurso considerado, isto é, "ser aluno de " relaciona os indivíduos de uma universidade com os seus departamentos, "estuda" relaciona os indivíduos de uma universidade com as matérias. Para representar tais relações serão usados símbolos de predicados (ou relações). Nos exemplos citados podemos usar Estuda e Aluno que são símbolos de relação binária. As relações unárias expressam propriedades dos indivíduos do universo (por exemplo "ser par","ser homem"). A relação "ser igual a" é tratata de forma especial, sendo representada pelo símbolo de igualdade ≈. Desta forma podemos simbolizar as sentenças consideradas nos exemplos da seguinte forma: - "Todo mundo é igual a si mesmo " por ∀x x≈x; - "Existem números naturais que são pares" por ∃xPar(x); - "Sócrates é homem" por Homem(soc); - "Todo aluno do departamento de Ciência da Computação estuda lógica" por∀x(Aluno(x,cc) →Estuda (x,lg)). Já vimos como representar objetos do domínio através de constantes.Uma outra maneira de representá-los é atravez do uso de símbolos de função. Por exemplo podemos representar os números naturais "1", "2", "3", etc através do uso de símbolo de função, digamos, suc, que vai gerar nomes para os números naturais "1", "2", "3", etc. a partir da constante 0, e. g., "1" vai ser denotado por suc(0), "3" vai ser denotado por suc(suc(suc(0))), etc. Seqüências de símbolos tais como suc(0) e suc(suc(suc(0))) são chamadas termos. Assim, a frase "Todo número natural diferente de zero é sucessor de um número natural" pode ser simbolizada por ∀x(¬x≈0 →∃ysuc(y)≈x). Fonte: UFRJ

Lógica De Primeira Ordem
A linguagem da lógica proposicional não é adequada para representar relações entre objetos. Por exemplo, se fôssemos usar uma linguagem proposicional para representar "João é pai de Maria e José é pai de João" usaríamos duas letras sentenciais diferentes para expressar idéias semelhantes (por exemplo, P para simbolizar "João é pai de Maria "e Q para simbolizar "José é pai de João" ) e não estaríamos captando com esta representação o fato de que as duas frases falam sobre a mesma relação de parentesco entre João e Maria e entre José e João. Outro exemplo do limite do poder de expressão da linguagem proposicional, é sua incapacidade de representar instâncias de um propriedade geral. Por exemplo, se quiséssemos representar em linguagem proposicional "Qualquer objeto é igual a si mesmo " e "3 é igual a 3", usaríamos letras sentenciais distintas para representar cada uma das frases, sem captar que a segunda frase é uma instância particular da primeira. Da mesma forma, se por algum processo de dedução chegássemos à conclusão que um indivíduo arbitrário de um universo tem uma certa propriedade, seria razoável querermos concluir que esta propriedade vale para qualquer indivíduo do universo. Porém, usando uma linguagem proposicional para expressar "um indivíduo arbitrário de um universo tem uma certa propriedade " e "esta propriedade vale para qualquer indivíduo do universo" usaríamos dois símbolos proposicionais distintos e não teríamos como concluir o segundo do primeiro. A linguagem de primeira ordem vai captar relações entre indivíduos de um mesmo universo de discurso e a lógica de primeira ordem vai permitir concluir particularizações de uma propriedade geral dos indivíduos de um universo de discurso, assim como derivar generalizações a partir de fatos que valem para um indivíduo arbitrário do universo de discurso. Para ter tal poder de expressão, a linguagem de primeira ordem vai usar um arsenal de símbolos mais sofisticado do que o da linguagem proposicional. Considere a sentença "Todo objeto é igual a si mesmo". Esta sentença fala de uma propriedade (a de ser igual a si mesmo) que vale para todos os indivíduos de um universo de discurso, sem identificar os objetos deste universo. Considere agora a sentença "Existem números naturais que são pares". Esta sentença fala de um propriedade (a de ser par) que vale para alguns (pelo menos um dos) indivíduos do universo dos números naturais, sem, no entanto, falar no número" 0" ou "2" ou "4",etc em particular. Para expressar propriedades gerais (que valem para todos os indivíduos) ou existenciais (que valem para alguns indivíduos) de um universo são utilizados os quantificadores ∀ (universal) e ∃ (existencial), respectivamente. Estes quantificadores virão sempre seguidos de um símbolo de variável, captando, desta forma, a idéia de estarem simbolizando as palavras "para qualquer" e "para algum".

Lógica De Vários Valores
Sistemas que vão além dessas duas distinções (verdadeiro e falso) são conhecidos como lógicas nãoaristotélicas, ou lógica de vários valores (ou então lógicas polivaluadas, ou ainda polivalentes). No início do século 20, Jan Łukasiewicz investigou a extensão dos tradicionais valores verdadeiro/falso para incluir um terceiro valor, "possível". Lógicas como a lógica difusa foram então desenvolvidas com um número infinito de "graus de verdade", representados, por exemplo, por um número real entre 0 e 1. Probabilidade bayesiana pode ser interpretada como um sistema de lógica onde probabilidade é o valor verdade subjetivo. O principal objetivo será a investigação da validade de

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ARGUMENTOS: conjunto de enunciados dos quais um é a CONCLUSÃO e os demais PREMISSAS. Os argumentos estão tradicionalmente divididos em DEDUTIVOS e INDUTIVOS. ARGUMENTO DEDUTIVO: é válido quando suas premissas, se verdadeiras, a conclusão é também verdadeira. Premissa : "Todo homem é mortal." Premissa : "João é homem." Conclusão : "João é mortal." ARGUMENTO INDUTIVO: a verdade das premissas não basta para assegurar a verdade da conclusão. Premissa : "É comum após a chuva ficar nublado." Premissa : "Está chovendo." Conclusão: "Ficará nublado."
As premissas e a conclusão de um argumento, formuladas em uma linguagem estruturada, permitem que o argumento possa ter uma análise lógica apropriada para a verificação de sua validade. Tais técnicas de análise serão tratadas no decorrer deste roteiro.

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existem. Um paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou a uma situação que contradiz a intuição comum. Em termos simples, um paradoxo é "o oposto do que alguém pensa ser a verdade". A identificação de um paradoxo baseado em conceitos aparentemente simples e racionais tem, por vezes, auxiliado significativamente o progresso da ciência, filosofia e matemática. A etimologia da palavra paradoxo pode ser traçada a textos que remontam à aurora da Renascença, um período de acelerado pensamento científico na Europa e Ásia que começou por volta do ano de 1500. As primeiras formas da palavra tiveram por base a palavra latina paradoxum, mas também são encontradas em textos em grego como paradoxon (entretanto, o Latim é fortemente derivado do alfabeto grego e, além do mais, o Português é também derivado do Latim romano, com a adição das letras "J" e "U"). A palavra é composta do prefixo para-, que quer dizer "contrário a", "alterado" ou "oposto de", conjungada com o sufixo nominal doxa, que quer dizer "opinião". Compare com ortodoxia e heterodoxo. Na filosofia moral, o paradoxo tem um papel central nos debates sobre ética. Por exemplo, a admoestação ética para "amar o seu próximo" não apenas contrasta, mas está em contradição com um "próximo" armado tentando ativamente matar você: se ele é bem sucedido, você não será capaz de amá-lo. Mas atacá-lo preemptivamente ou restringi-lo não é usualmente entendido como algo amoroso. Isso pode ser considerado um dilema ético. Outro exemplo é o conflito entre a injunção contra roubar e o cuidado para com a família que depende do roubo para sobreviver. Deve ser notado que muitos paradoxos dependem de uma suposição essencial: que a linguagem (falada, visual ou matemática) modela de forma acurada a realidade que descreve. Em física quântica, muitos comportamentos paradoxais podem ser observados (o princípio da incerteza de Heisenberg, por exemplo) e alguns já foram atribuídos ocasionalmente às limitações inerentes da linguagem e dos modelos científicos. Alfred Korzybski, que fundou o estudo da Semântica Geral, resume o conceito simplesmente declarando que, "O mapa não é o território". Um exemplo comum das limitações da linguagem são algumas formas do verbo "ser". "Ser" não é definido claramente (a área de estudos filosóficos chamada ontologia ainda não produziu um significado concreto) e assim se uma declaração incluir "ser" com um elemento essencial, ela pode estar sujeita a paradoxos.

OS SÍMBOLOS DA LINGUAGEM DO CÁLCULO PROPOSICIONAL • VARIÁVEIS PROPOSICIONAIS: letras latinas minúsculas p,q,r,s,.... para indicar as proposições (fórmulas atômicas) . Exemplos:
• A lua é quadrada: p A neve é branca : q

CONECTIVOS LÓGICOS: As fórmulas atômicas podem ser combinadas entre si e, para representar tais combinações usaremos os conectivos lógicos: ∧: e , ∨: ou , → : se...então , ↔ : se e somente se , ∼: não

Exemplos: • A lua é quadrada e a neve é branca. : p ∧ q (p e q são chamados conjuntos) • A lua é quadrada ou a neve é branca. : p ∨ q ( p e q são chamados disjuntos) • Se a lua é quadrada então a neve é branca. : p → q (p é o antecedente e q o conseqüente) • A lua é quadrada se e somente se a neve é branca. : p ↔ q • A lua não é quadrada. : ∼p

SÍMBOLOS AUXILIARES: ( ), parênteses que servem para denotar o "alcance" dos conectivos;

Exemplos: • Se a lua é quadrada e a neve é branca então a lua não é quadrada.: ((p ∧ q) → ∼ p) • A lua não é quadrada se e somente se a neve é branca.: ((∼ p) ↔q))
• DEFINIÇÃO DE FÓRMULA : 1. Toda fórmula atômica é uma fórmula. 2. Se A e B são fórmulas então (A ∨ B), (A ∧ B), (A → B), (A ↔ B) e (∼ A) também são fórmulas. 3. São fórmulas apenas as obtidas por 1. e 2. . Com o mesmo conectivo adotaremos a convenção pela direita.

Tipos de paradoxos Temas comuns em paradoxos incluem auto-referências diretas e indiretas, infinitudes, definições circulares e confusão nos níveis de raciocínio.
W. V. Quine (1962) distingüe três classes de paradoxos: Os paradoxos verídicos produzem um resultado que parece absurdo embora seja demonstravelmente verdadeiro. Assim, o paradoxo do aniversário de Frederic na opereta The Pirates of Penzance estabelece o fato surpreendente de que uma pessoa pode ter mais do que N anos em seu N-ésimo aniversário. Da mesma forma, o teorema da impossibilidade de Arrow envolve o comportamento de sistemas de votação que é surpreendente mas, ainda assim, verdadeiro. Os paradoxos falsídicos estabelecem um resultado que não somente parece falso como também o é demonstravelmente – há uma falácia da demonstração

Exemplo: a fórmula p ∨ q ∧ ∼ r → p → ∼ q deve ser entendida como (((p ∨ q) ∧ (∼ r)) → ( p → (∼ q)))

Paradoxo
O frasco com auto-fluxo de Robert Boyle preenche a si próprio neste diagrama, mas máquinas de moto contínuo não

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pretendida. As várias provas inválidas (e.g., que 1 = 2) são exemplos clássicos, geralmente dependendo de uma divisão por zero despercebida. Outro exemplo é o paradoxo do cavalo. Um paradoxo que não pertence a nenhuma das classes acima pode ser uma antinomia, uma declaração que chega a um resultado auto-contraditório aplicando apropriadamente meios aceitáveis de raciocínio. Por exemplo, o paradoxo de Grelling-Nelson aponta problemas genuínos na nossa compreensão das idéias de verdade e descrição.

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simultaneamente, V e F. O valor lógico (V ou F) de uma proposição composta é unicaLei da Funcionalidade mente determinada pelos valores lógicos de suas proposições constituintes. PROPOSIÇÕES E CONECTIVOS Proposição - é todo o conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo, isto é, afirmam fatos ou exprimem juízos que formamos a respeito de determinados entes.
Exemplo: a) a lua é um satélite da Terra; b) O sol é amarelo; c) Brasília é a capital do Brasil.

Proposição
Segundo Quine, toda proposição é uma frase mas nem toda frase é uma proposição; uma frase é uma proposição apenas quando admite um dos dois valores lógicos: Falso (F)ou Verdadeiro (V). Exemplos: Frases que não são proposições Pare! Quer uma xícara de café? Eu não estou bem certo se esta cor me agrada Frases que são proposições A lua é o único satélite do planeta terra (V) A cidade de Salvador é a capital do estado do Amazonas (F) O numero 712 é ímpar (F) Raiz quadrada de dois é um número irracional (V)

Princípios Adotados como Regras Fundamentais do Pensamento, na Lógica Matemática • Princípio da não contradição - uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo. • Princípio do terceiro excluído - toda proposição ou é verdadeira ou é falsa, isto é, verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro. Valores Lógicos das Proposições Chama-se valor lógico de uma proposição a verdade se a proposição é verdadeira e a falsidade se a proposição é falsa. Valor Lógico Símbolo de Designação Verdade Falsidade V F

Composição de Proposições É possível construir proposições a partir de proposições já existentes. Este processo é conhecido por Composição de Proposições. Suponha que tenhamos duas proposições, A = "Maria tem 23 anos" B = "Maria é menor"
Pela legislação corrente de um país fictício, uma pessoa é considerada de menor idade caso tenha menos que 18 anos, o que faz com que a proposição B seja F, na interpretação da proposição A ser V. Vamos a alguns exemplos: "Maria não tem 23 anos" (nãoA) "Maria não é menor"(não(B)) "Maria tem 23 anos" e "Maria é menor" (A e B) "Maria tem 23 anos" ou "Maria é menor" (A ou B) "Maria não tem 23 anos" e "Maria é menor" (não(A) e B) "Maria não tem 23 anos" ou "Maria é menor" (não(A) ou B) "Maria tem 23 anos" ou "Maria não é menor" (A ou não(B)) "Maria tem 23 anos" e "Maria não é menor" (A e não(B)) Se "Maria tem 23 anos" então "Maria é menor" (A => B) Se "Maria não tem 23 anos" então "Maria é menor" (não(A) => B) "Maria não tem 23 anos" e "Maria é menor" (não(A) e B) "Maria tem 18 anos" é equivalente a "Maria não é menor" (C <=> não(B)) Note que, para compor proposições usou-se os símbolos não (negação), e (conjunção), ou (disjunção), => (implicação) e, finalmente, <=> (equivalência). São os chamados conectivos lógicos. Note, também, que usou-se um símbolo para representar uma proposição: C representa a proposição Maria tem 18 anos. Assim, não(B) representa Maria não é menor, uma vez que B representa Maria é menor.

Toda proposição tem um e um só dos valores V, F (de acordo os dois princípios supracitados). Exemplo: a) o mercúrio é mais pesado que a água; valor lógico da proposição: verdade (V) b) o sol gira em torno da Terra; valor lógico da proposição: falsidade (F)

TIPOS DE PROPOSIÇÃO Simples ou Atômicas - é a proposição que não contém nenhuma outra proposição como parte integrante de si mesma. As proposições simples são geralmente designadas por letras minúsculas p, q, r, s ..., chamadas letras proposicionais.
Observação: Pode ser usada qualquer letra do alfabeto minúsculo para representar uma proposição simples. Exemplo: p: Oscar é prudente; q: Mário é engenheiro; r: Maria é morena.

Composta ou Molecular - é a proposição formada pela combinação de duas ou mais proposições. São habitualmente designadas por letras maiúsculas P, Q, R, S ..., também denominadas letras proposicionais.
Exemplo: p : Walter é engenheiro E Pedro é estudante; q : Mauro é dedicado OU Pedro é trabalhador; r : SE Flávio é estudioso ENTÃO será aprovado. Observação: As proposições compostas são também denominadas fórmulas proposicionais ou apenas fórmulas. Quando interessa destacar que uma proposição composta P

Algumas Leis Fundamentais Lei do Meio Excluido Lei da Contradição Um proposição é falsa (F) ou verdadeira (V): não há meio termo. Uma proposição não pode ser,

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é formada pela combinação de proposições simples, escrevese: P ( p, q, r ...);

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Façamos como no item anterior. Hipótese 1: Marcos é o mentiroso. Se Marcos é o mentiroso, então um dos dois entrou sem pagar. Mas como Manuel deve dizer a verdade (só um mente), Mara entrou sem pagar. Assim, seriam dois a entrar sem pagar Mara e Marcos ou Mara e Manuel. Conclusão Marcos fala a verdade. Hipótese 2: Mário é o mentiroso. Nesse caso, nem Maria e nem Manuel teria entrado sem pagar. Pois quando se usa o ou, será verdade desde que um deles seja verdadeiro. Estão eliminados Marcos, Manuel e Maria, de acordo com a verdade de Marcos. Seria então Mara pois Manuel não seria mentiroso. Mara teria dito a verdade pois, de acordo com a hipótese somente Mário é o mentiroso. Como Maria também não seria a mentirosa, nem Mara nem Marcos teria entrado sem pagar. Portanto: Marcos, Manuel, Mario e Maria são os que pagaram a entrada e Mara a que não pagou. Mas e se houver outra possibilidade? Devemos então tentar outras hipóteses. Hipótese 3: Manuel é o mentiroso. Como Marcos fala a verdade, não foi ele (Marcos) e nem o Manuel. Como Mário também fala a verdade, um dos dois Manuel ou Maria entrou sem pagar. Mas Marcos pagou. Então Maria entrou sem pagar. Maria também diz a verdade, Não teria pago a entrada, Marcos ou Mara. Mas, outra vez, Marcos pagou. Então Mara não pagou a entrada. Temos duas pessoas que entraram sem pagar: Maria e Mara. Isto é falso, pois somente uma pessoa não pagou a entrada. Hipótese 4: Mara é a mentirosa. Não foi Marcos e nem Manuel, segundo a afirmação de Marcos que é verdadeiro. Como não pode ter sido o Manuel, pela fala de Mário, teria sido Maria. Mas segundo Manuel, teria sido Mara. Novamente dois mentirosos. Hipótese que não pode ser aceita pois teriam duas pessoas entrado sem pagar. Hipótese 5: Maria é a mentirosa. Se Maria é mentirosa, Mário não poderia estar mentido. Então Mara estaria falando mentira. Seriam então, pelo menos, duas mentirosas. Maria e Mara. A única hipótese que satisfaz as condições do problema é a de número dois, da qual se conclui que Mara é a pessoa que não pagou a entrada. Assim, a resposta é: letra (c).

Conectivos - são palavras que se usam para formar novas proposições a partir de outras.
Exemplo: P: 6 é par E 8 é cubo perfeito; Q: NÃO vai chover; R: SE Mauro é médico, ENTÃO sabe biologia; S: o triângulo ABC é isósceles OU equilátero; T: o triângulo ABC é equilátero SE E SOMENTE SE é equilátero. São conectivos usuais em lógica Matemática as palavras que estão grifadas, isto é "e", "ou", "não", "se ... então", "... se e somente se ..."

VERDADES E MENTIRAS
Este item trata de questões em que algumas personagens mentem e outras falam a verdade. Trata-se de descobrir qual é o fato correto a partir das afirmações que forem feitas por eles, evidentemente, sem conhecer quem fala verdade ou quem fala mentira. Também não há uma teoria a respeito. A aprendizagem das soluções de questões desse tipo depende apenas de treinamento. Um dos métodos para resolver questões desse tipo consiste em considerar uma das afirmações verdadeira e, em seguida, verificar se as demais são ou não consistentes com ela. Isto significa verificar se há ou não contradição nas demais afirmações.

Exemplo 1 - (Fiscal Trabalho 98 ESAF) - Um crime foi cometido por uma e apenas uma pessoa de um grupo de cinco suspeitos: Armando, Celso, Edu, Juarez e Tarso. Perguntados sobre quem era o culpado, cada um deles respondeu: Armando: "Sou inocente" Celso: "Edu é o culpado" Edu: "Tarso é o culpado" Juarez: "Armando disse a verdade" Tarso: "Celso mentiu" Sabendo-se que apenas um dos suspeitos mentiu e que todos os outros disseram a verdade, pode-se concluir que o culpado é: a) Armando b) Celso c) Edu d) Juarez e) Tarso
Vamos considerar que Armando foi quem mentiu. Neste caso ele é o culpado. Isto contradiz às palavras de Celso, pois se Armando mente, Celso teria dito uma verdade. Teríamos então dois culpados: Armando e Tarso. Portanto, Armando não mente. Passemos agora a considerar Celso o mentiroso. Isto é consistente. Pois, como já foi dito, Armando diz a verdade . Edu é inocente (Celso mente). Edu diz a verdade. Juarez também disse uma verdade. Tarso também foi verdadeiro. Portanto, o culpado é Tarso. Resposta: letra (e)

Exemplo 2 - (CVM 2000 ESAF) - Cinco colegas foram a um parque de diversões e um deles entrou sem pagar. Apanhados por um funcionário do parque, que queria saber qual deles entrou sem pagar, ao serem interpelados: – “Não fui eu, nem o Manuel”, disse Marcos. – “Foi o Manuel ou a Maria”, disse Mário. – “Foi a Mara”, disse Manuel. – “O Mário está mentindo”, disse Mara. – “Foi a Mara ou o Marcos”, disse Maria. Sabendo-se que um e somente um dos cinco colegas mentiu, conclui-se logicamente que quem entrou sem pagar foi: a) Mário b) Marcos c) Mara d) Manuel e) Maria

Exemplo 3 - (Fiscal Trabalho 98) Três amigos – Luís, Marcos e Nestor – são casados com Teresa, Regina e Sandra (não necessariamente nesta ordem). Perguntados sobre os nomes das respectivas esposas, os três fizeram as seguintes declarações: Nestor: "Marcos é casado com Teresa" Luís: "Nestor está mentindo, pois a esposa de Marcos é Regina" Marcos: "Nestor e Luís mentiram, pois a minha esposa é Sandra" Sabendo-se que o marido de Sandra mentiu e que o marido de Teresa disse a verdade, segue-se que as esposas de Luís, Marcos e Nestor são, respectivamente: a) Sandra, Teresa, Regina. b) Sandra, Regina, Teresa. c) Regina, Sandra, Teresa. d) Teresa, Regina, Sandra. e) Teresa, Sandra, Regina. Solução: Temos dois fatos a considerar: 1 – O marido de Teresa disse a verdade. 2 – O marido de Sandra mentiu.
Todos os três fazem afirmações sobre a esposa de Marcos. Ora, somente um estará dizendo a verdade. Temos então:

1ª hipótese: Nestor fala a verdade. A esposa de Marcos é

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Teresa. Mas como o único a falar a verdade é Nestor, sua esposa deveria ser Tereza. Portanto, Nestor não fala a verdade.

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proposições necessariamente verdadeiras ou Tautologias, que devem ser verdadeiras, não importa quais são ou poderiam ser as circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 4; Nenhum solteiro é casado).Geralmente o que se entende por "proposição necessária" é a proposição necessariamente verdadeira.

2ª hipótese: Luís fala a verdade. A esposa dele seria a Teresa, pois o marido de Teresa fala a verdade. Marcos estando mentindo, a esposa de Marcos, não é Sandra e nem Teresa. É Regina. O que confirma a veracidade da afirmação de Luís. A esposa de Nestor será então Sandra. A esposa de Luís é Teresa. A esposa de Marcos é Regina. A esposa de Nestor é Sandra. Isto permite afirmar que a opção (d) está correta.
Mas, vejamos se existe outra possibilidade, tentando a terceira hipótese. 3ª hipótese: Marcos fala a verdade. Isto é impossível, pois, se ele estivesse falando a verdade, sua esposa seria Teresa e não Sandra. A única hipótese possível é a segunda. O que confirma a resposta. Letra (d).

falsas ou Contradições, proposições necessariamente que devem ser falsas, não importa quais são ou poderiam ser as circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 5; Ana é mais alta e é mais baixa que Beto).
proposições contingentes, que não são necessariamente verdadeiras nem necessariamente falsas (exemplos: Há apenas três planetas; Há mais que três planetas). proposições possíveis, que são verdadeiras ou poderiam ter sido verdadeiras sob certas circunstâncias (exemplos: 2 + 2 = 4; Há apenas três planetas; Há mais que três planetas). Todas as proposições necessariamente verdadeiras e todas as proposições contingentes também são proposições possíveis.

Exemplo 4 - (MPU 2004/ESAF) Uma empresa produz andróides de dois tipos: os de tipo V, que sempre dizem a verdade, e os de tipo M, que sempre mentem. Dr. Turing, um especialista em Inteligência Artificial, está examinando um grupo de cinco andróides – rotulados de Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon –, fabricados por essa empresa, para determinar quantos entre os cinco são do tipo V. Ele pergunta a Alfa: “Você é do tipo M?” Alfa responde, mas Dr. Turing, distraído, não ouve a resposta. Os andróides restantes fazem, então, as seguintes declarações: Beta: “Alfa respondeu que sim”. Gama: “Beta está mentindo”. Delta: “Gama está mentindo”. Épsilon: “Alfa é do tipo M”. Mesmo sem ter prestado atenção à resposta de Alfa, Dr. Turing pôde, então, concluir corretamente que o número de andróides do tipo V, naquele grupo, era igual a a) 1. b) 2. c) 3. d) 4. e) 5. Solução: Vejamos as informações: (1) Os andróides do tipo M sempre mentem. (2) Os andróides do tipo V sempre falam a verdade. Sendo feita a pergunta, “você mente”, a resposta só poderia ser uma: NÃO. Pois, o mentiroso iria negar dizendo NÃO e o verdadeiro também iria negar dizendo NÃO. Como a resposta tinha que ser NÃO e Beta disse que alfa respondeu SIM, Beta está mentindo. Como Gama disse Beta está mentindo, então Gama disse a verdade. Como Delta disse que Gama está mentindo, Delta é um mentiroso. Restam agora Alfa e Épsilon. Épsilon disse que Alfa é do tipo M. Isto é Alfa é mentiroso. Das duas uma: (1) se Épsilon fala a verdade, ele é do tipo V e Alfa é do tipo M; (2) se Épsilon é do tipo M ele mente. Então Alfa é do tipo V. Assim, um dos dois é do tipo V. Portanto, além do andróide Gama tem mais um andróide do tipo V. São então, dois andróides do tipo V. Resposta: letra (b) Aula 8 - internet CONTINGÊNCIA
Em filosofia e lógica, contingência é o status de proposições que não são necessariamente verdadeiras nem necessariamente falsas. Há quatro classes de proposições, algumas das quais se sobrepõem:

LÓGICA MODAL Lógica modal se refere a qualquer sistema de lógica formal que procure lidar com modalidades (tratar de modos quanto a tempo, possibilidade, probabilidade, etc.). Tradicionalmente, as modalidades mais comuns são possibilidade e necessidade. Lógicas para lidar com outros termos relacionados, como probabilidade,eventualidade, padronização, poder, pod eria, deve, são por extensão também chamadas de lógicas modais, já que elas podem ser tratadas de maneira similar.
Uma lógica modal formal representa modalidades usando operadores modais. Por exemplo, "Era possível o assassinato de Arnaldo" e "Arnaldo foi possivelmente assassinado" são exemplos que contêm a noção de possibilidade. Formalmente, essa noção é tratada como o operador modal Possível, aplicado à sentença "Arnaldo foi assassinado". Normalmente os operadores modais básicos unários são escritos como (ou L) para Necessário e (ou M) para Possível. Nas lógicas modais clássicas, cada um pode ser expresso em função do outro e da negação:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

SENTENÇAS ABERTAS Sentenças Abertas
No capítulo um, comentamos sobre as sentenças abertas, que são sentenças do tipo: a) x + 3 = 10 b) x > 5 c) (x+1)2 – 5 = x2 d) x – y = 20 e) Em 2004 foram registradas 800+z acidentes de trânsito em São Paulo. f) Ele é o juiz do TRT da 5ª Região.

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Tais sentenças não são consideradas proposições porque seu valor lógico (V ou F) depende do valor atribuído à variável (x, y, z,...). O pronome ele que aparece na última sentença acima, funciona como uma variável, a qual se pode atribuir nomes de pessoas. Há, entretanto, duas maneiras de transformar sentenças abertas em proposições: 1ª) atribuir valor às variáveis; 2ª) utilizar quantificadores. A primeira maneira foi mostrada no capítulo um, mas vejamos outros exemplos: Ao atribuir a x o valor 5 na sentença aberta x + 3 = 10, esta transforma-se na proposição 5 + 3 = 10, cujo valor lógico é F. Ao atribuir a x o valor 2 na sentença aberta (x+1)2 – 5 = x2, esta transforma-se na proposição (2+1)2 – 5 = 22, que resulta em 4 = 4, tendo, portanto, valor lógico V. A seguir, veremos a transformação de uma sentença aberta numa proposição por meio de quantificadores.

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LÓGICA DE ARGUMENTAÇÃO
1. Introdução
Desde suas origens na Grécia Antiga, especialmente de Aristóteles (384-322 a.C.) em diante, a lógica tornou-se um dos campos mais férteis do pensamento humano, particularmente da filosofia. Em sua longa história e nas múltiplas modalidades em que se desenvolveu, sempre foi bem claro seu objetivo: fornecer subsídios para a produção de um bom raciocínio. Por raciocínio, entende-se tanto uma atividade mental quanto o produto dessa atividade. Esse, por sua vez, pode ser analisado sob muitos ângulos: o psicólogo poderá estudar o papel das emoções sobre um determinado raciocínio; o sociólogo considerará as influências do meio; o criminólogo levará em conta as circunstâncias que o favoreceram na prática de um ato criminoso etc. Apesar de todas estas possibilidades, o raciocínio é estudado de modo muito especial no âmbito da lógica. Para ela, pouco importam os contextos psicológico, econômico, político, religioso, ideológico, jurídico ou de qualquer outra esfera que constituam o “ambiente do raciocínio”. Ao lógico, não interessa se o raciocínio teve esta ou aquela motivação, se respeita ou não a moral social, se teve influências das emoções ou não, se está de acordo com uma doutrina religiosa ou não, se foi produzido por uma pessoa embriagada ou sóbria. Ele considera a sua forma. Ao considerar a forma, ele investiga a coerência do raciocínio, as relações entre as premissas e a conclusão, em suma, sua obediência a algumas regras apropriadas ao modo como foi formulado etc. Apenas a título de ilustração, seguem-se algumas definições e outras referências à lógica:

Quantificadores
Consideremos as afirmações: a) Todo sangue é vermelho. b) Cada um dos alunos participará da excursão. c) Algum animal é selvagem. d) Pelo menos um professor não é rico. e) Existe uma pessoa que é poliglota. f) Nenhum crime é perfeito. Expressões como “todo”, “cada um”, "algum", "pelo menos um", “existe”, “nenhum” são quantificadores. Há fundamentalmente dois tipos de quantificadores: Universal e Existencial. São quantificadores:

“A arte que dirige o próprio ato da razão, ou seja, nos permite chegar com ordem, facilmente e sem erro, ao próprio ato da razão – o raciocínio” (Jacques Maritain). “A lógica é o estudo dos métodos e princípios usados para distinguir o raciocínio correto do incorreto” (Irving Copi). “A lógica investiga o pensamento não como ele é, mas como deve ser” (Edmundo D. Nascimento). “A princípio, a lógica não tem compromissos. No entanto, sua história demonstra o poder que a mesma possui quando bem dominada e dirigida a um propósito determinado, como o fizeram os sofistas, a escolástica, o pensamento científico ocidental e, mais recentemente, a informática” (Bastos; Keller). 1.1. Lógica formal e Lógica material
Desde Aristóteles, seu primeiro grande organizador, os estudos da lógica orientaram-se em duas direções principais: a da lógica formal, também chamada de “lógica menor” e a da lógica material, também conhecida como “lógica maior”. A lógica formal preocupa-se com a correção formal do pensamento. Para esse campo de estudos da lógica, o conteúdo ou a matéria do raciocínio tem uma importância relativa. A preocupação sempre será com a sua forma. A forma é respeitada quando se preenchem as exigências de coerência interna, mesmo que as conclusões possam ser absurdas do ponto de vista material (conteúdo). Nem sempre um raciocí-

outro(s) pouco(s) quantos tanto(s) qualquer / quaisquer certo(s) todo(s) ambos algum / alguns vário(s) / vária(s)
Na lógica de predicados, a quantificação universal é uma formalização da noção de que algumas coisas são verdadeiras para todas as coisas, ou para todas as coisas relevantes. O resultado é uma afirmação universalmente quantificada. Em símbolos lógicos, o quantificador universal (usualmente ∀ ) é o símbolo usado para denotar o universo de quantificação, informalmente lido como "para todo". Na lógica de predicados, um quantificador existencial é a predicação de uma propriedade ou relação para, pelo menos, umel emento do domínio.

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nio formalmente correto corresponde àquilo que chamamos de realidade dos fatos. No entanto, o erro não está no seu aspecto formal e, sim, na sua matéria. Por exemplo, partindo das premissas que

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údos da consciência. No raciocínio, parte-se de premissas para se chegar a conclusões que devem ser adequadas. Procedendo dessa forma, adquirem-se conhecimentos novos e defende-se ou aprofunda-se o que já se conhece. Para tanto, a cada passo, é preciso preencher os requisitos da coerência e do rigor. Por exemplo: “Se os três arcanjos estão sobre a mesa da sala, não estão sobre a mesa da varanda” Quando os raciocínios são organizados com técnica e arte e expostos de forma tal a convencer a platéia, o leitor ou qualquer interlocutor tem-se a argumentação. Assim, a atividade argumentativa envolve o interesse da persuasão. Argumentar é o núcleo principal da retórica, considerada a arte de convencer mediante o discurso. Partindo do pressuposto de que as pessoas pensam aquilo que querem, de acordo com as circunstâncias da vida e as decisões pessoais (subjetividade), um argumento conseguirá atingir mais facilmente a meta da persuasão caso as idéias propostas se assentem em boas razões, capazes de mexer com as convicções daquele a quem se tenta convencer. Muitas vezes, julga-se que estão sendo usadas como bom argumento opiniões que, na verdade, não passam de preconceitos pessoais, de modismos, de egoísmo ou de outras formas de desconhecimento. Mesmo assim, a habilidade no argumentar, associada à desatenção ou à ignorância de quem ouve, acaba, muitas vezes, por lograr a persuasão. Pode-se, então, falar de dois tipos de argumentação: boa ou má, consistente/sólida ou inconsistente/frágil, lógica ou ilógica, coerente ou incoerente, válida ou não-válida, fraca ou forte etc. De qualquer modo, argumentar não implica, necessariamente, manter-se num plano distante da existência humana, desprezando sentimentos e motivações pessoais. Pode-se argumentar bem sem, necessariamente, descartar as emoções, como no caso de convencer o aluno a se esforçar nos estudos diante da perspectiva de férias mais tranqüilas. Enfim, argumentar corretamente (sem armar ciladas para o interlocutor) é apresentar boas razões para o debate, sustentar adequadamente um diálogo, promovendo a dinamização do pensamento. Tudo isso pressupõe um clima democrático.

(1) todos os brasileiros são europeus e que (2) Pedro é brasileiro, formalmente, chegar-se-á à conclusão lógica que (3) Pedro é europeu.
Materialmente, este é um raciocínio falso porque a experiência nos diz que a premissa é falsa. No entanto, formalmente, é um raciocínio válido, porque a conclusão é adequada às premissas. É nesse sentido que se costuma dizer que o computador é falho, já que, na maioria dos casos, processaformalmente informações nele previamente inseridas, mas não tem a capacidade de verificar o valor empírico de tais informações. Já, a lógica material preocupa-se com a aplicação das operações do pensamento à realidade, de acordo com a natureza ou matéria do objeto em questão. Nesse caso, interessa que o raciocínio não só seja formalmente correto, mas que também respeite a matéria, ou seja, que o seu conteúdocorresponda à natureza do objeto a que se refere. Neste caso, trata-se da correspondência entrepensamento e realidade. Assim sendo, do ponto de vista lógico, costuma-se falar de dois tipos de verdade: a verdade formal e a verdade material. A verdade formal diz respeito, somente e tão-somente, à forma do discurso; já a verdade material tem a ver com a forma do discurso e as suas relações com a matéria ou o conteúdo do próprio discurso. Se houver coerência, no primeiro caso, e coerência e correspondência, no segundo, temse a verdade. Em seu conjunto, a lógica investiga as regras adequadas à produção de um raciocínio válido, por meio do qual visa-se à consecução da verdade, seja ela formal ou material. Relacionando a lógica com a prática, pode-se dizer que é importante que se obtenha não somente uma verdade formal, mas, também, uma verdade que corresponda à experiência. Que seja, portanto, materialmente válida. A conexão entre os princípios formais da lógica e o conteúdo de seus raciocínios pode ser denominada de “lógica informal”. Trata-se de uma lógica aplicada ao plano existencial, à vida quotidiana.

1.3. Inferência Lógica
Cabe à lógica a tarefa de indicar os caminhos para um raciocínio válido, visando à verdade. Contudo, só faz sentido falar de verdade ou falsidade quando entram em jogo asserções nas quais se declara algo, emitindo-se um juízo de realidade. Existem, então, dois tipos de frases: as assertivas e as não assertivas, que também podem ser chamadas de proposições ou juízos. Nas frases assertivas afirma-se algo, como nos exemplos: “a raiz quadrada de 9 é 3” ou “o sol brilha à noite”. Já, nas frases não assertivas, não entram em jogo o falso e o verdadeiro, e, por isso, elas não têm “valor de verdade”. É o caso das interrogações ou das frases que expressam estados emocionais difusos, valores vivenciados subjetivamente ou ordens. A frase “toque a bola”, por exemplo, não é falsa nem verdadeira, por não se tratar de uma asserção (juízo). As frases declaratórias ou assertivas podem ser combinadas de modo a levarem a conclusões conseqüentes, constituindo raciocínios válidos. Veja-se o exemplo: (1) Não há crime sem uma lei que o defina;

1.2. Raciocínio e Argumentação
Três são as principais operações do intelecto humano: a simples apreensão, os juízos e o raciocínio. A simples apreensão consiste na captação direta (através dos sentidos, da intuição racional, da imaginação etc) de uma realidade sobre a qual forma-se uma idéia ou conceito (p. ex., de um objeto material, ideal, sobrenatural etc) que, por sua vez, recebe uma denominação (as palavras ou termos, p. ex.: “mesa”, “três” e “arcanjo”). O juízo é ato pelo qual os conceitos ou idéias são ligadas ou separadas dando origem à emissão de um “julgamento” (falso ou verdadeiro) sobre a realidade, mediante proposições orais ou escritas. Por exemplo: “Há três arcanjos sobre a mesa da sala” O raciocínio, por fim, consiste no “arranjo” intelectual dos juízos ou proposições, ordenando adequadamente os conte-

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(2) não há uma lei que defina matar ET’s como crime; (3) logo, não é crime matar ET’s. Ao serem ligadas estas assertivas, na mente do interlocutor, vão sendo criadas as condições lógicas adequadas à conclusão do raciocínio. Esse processo, que muitas vezes permite que a conclusão seja antecipada sem que ainda sejam emitidas todas as proposições do raciocínio, chamase inferência. O ponto de partida de um raciocínio (as premissas) deve levar a conclusões óbvias.

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não está são, ainda que, daqui a pouco possa vir a curar-se, embora, enquanto João, ele seja brasileiro, doente ou são; c) Princípio da exclusão do terceiro termo. Entre o falso e o verdadeiro não há meio termo, ou é falso ou é verdadeiro. Ou está chovendo ou não está, não é possível um terceiro termo: está meio chovendo ou coisa parecida. A lógica clássica e a lógica matemática aceitam os três princípios como suas pedras angulares, no entanto, mais recentemente, Lukasiewicz e outros pensadores desenvolveram sistemas lógicos sem o princípio do terceiro excluído, admitindo valor lógico não somente ao falso e ao verdadeiro, como também ao indeterminado.

1.4. Termo e Conceito
Para que a validade de um raciocínio seja preservada, é fundamental que se respeite uma exigência básica: as palavras empregadas na sua construção não podem sofrer modificações de significado. Observe-se o exemplo:

2. Argumentação e Tipos de Raciocínio
Conforme vimos, a argumentação é o modo como é exposto um raciocínio, na tentativa de convencer alguém de alguma coisa. Quem argumenta, por sua vez, pode fazer uso de diversos tipos de raciocínio. Às vezes, são empregados raciocínios aceitáveis do ponto de vista lógico, já, em outras ocasiões, pode-se apelar para raciocínios fracos ou inválidos sob o mesmo ponto de vista. É bastante comum que raciocínios desse tipo sejam usados para convencer e logrem o efeito desejado, explorando a incapacidade momentânea ou persistente de quem está sendo persuadido de avaliar o valor lógico do raciocínio empregado na argumentação. Um bom raciocínio, capaz de resistir a críticas, precisa ser dotado de duas características fundamentais: ter premissas aceitáveis e ser desenvolvido conforme as normas apropriadas. Dos raciocínios mais empregados na argumentação, merecem ser citados a analogia, a indução e a dedução. Dos três, o primeiro é o menos preciso, ainda que um meio bastante poderoso de convencimento, sendo bastante usado pela filosofia, pelo senso comum e, particularmente, nos discursos jurídico e religioso; o segundo é amplamente empregado pela ciência e, também, pelo senso comum e, por fim, a dedução é tida por alguns como o único raciocínio autenticamente lógico, por isso, o verdadeiro objeto da lógica formal. A maior ou menor valorização de um ou de outro tipo de raciocínio dependerá do objeto a que se aplica, do modo como é desenvolvido ou, ainda, da perspectiva adotada na abordagem da natureza e do alcance do conhecimento. Às vezes, um determinado tipo de raciocínio não é adequadamente empregado. Vejam-se os seguintes exemplos: o médico alemão Ludwig Büchner (1824-1899) apresentou como argumento contra a existência da alma o fato de esta nunca ter sido encontrada nas diversas dissecações do corpo humano; o astronauta russo Gagarin (1934-1968) afirmou que Deus não existe pois “esteve lá em cima” e não o encontrou. Nesses exemplos fica bem claro que o raciocínio indutivo, baseado na observação empírica, não é o mais adequado para os objetos em questão, já que a alma e Deus são de ordem metafísica, não física.

Os jaguares são quadrúpedes; Meu carro é um Jaguar logo, meu carro é um quadrúpede.
O termo “jaguar” sofreu uma alteração de significado ao longo do raciocínio, por isso, não tem validade. Quando pensamos e comunicamos os nossos pensamentos aos outros, empregamos palavras tais como “animal”, “lei”, “mulher rica”, “crime”, “cadeira”, “furto” etc. Do ponto de vista da lógica, tais palavras são classificadas como termos, que são palavras acompanhadas de conceitos. Assim sendo, o termo é o signo lingüístico, falado ou escrito, referido a um conceito, que é o ato mental correspondente ao signo. Desse modo, quando se emprega, por exemplo, o termo “mulher rica”, tende-se a pensar no conjunto das mulheres às quais se aplica esse conceito, procurando apreender uma nota característica comum a todos os elementos do conjunto, de acordo com a ‘intencionalidade’ presente no ato mental. Como resultado, a expressão “mulher rica” pode ser tratada como dois termos: pode ser uma pessoa do sexo feminino cujos bens materiais ou financeiros estão acima da média ou aquela cuja trajetória existencial destaca-se pela bondade, virtude, afetividade e equilíbrio. Para que não se obstrua a coerência do raciocínio, é preciso que fique bem claro, em função do contexto ou de uma manifestação de quem emite o juízo, o significado dos termos empregados no discurso.

1.5. Princípios lógicos
Existem alguns princípios tidos como conditio sine qua non para que a coerência do raciocínio, em absoluto, possa ocorrer. Podem ser entendidos como princípios que se referem tanto à realidade das coisas (plano ontológico), quanto ao pensamento (plano lógico), ou seja, se as coisas em geral devem respeitar tais princípios, assim também o pensamento deve respeitá-los. São eles:

a) Princípio da identidade, pelo qual se delimita a realidade de um ser. Trata-se de conceituar logicamente qual é a identidade de algo a que se está fazendo referência. Uma vez conceituada uma certa coisa, seu conceito deve manter-se ao longo do raciocínio. Por exemplo, se estou falando de um homem chamado Pedro, não posso estar me referindo a Antônio. b) Princípio da não-contradição. Se algo é aquilo que é, não pode ser outra coisa, sob o mesmo aspecto e ao mesmo tempo. Por exemplo, se o brasileiro João está doente agora,

2.1. Raciocínio analógico
Se raciocinar é passar do desconhecido ao conhecido, é partir do que se sabe em direção àquilo que não se sabe, a analogia (aná = segundo, de acordo + lógon = razão) é um dos caminhos mais comuns para que isso aconteça. No raciocínio analógico, compara-se uma situação já conhecida com uma situação desconhecida ou parcialmente conhecida, aplicando a elas as informações previamente obtidas quando da vivência direta ou indireta da situação-referência.

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Normalmente, aquilo que é familiar é usado como ponto de apoio na formação do conhecimento, por isso, a analogia é um dos meios mais comuns de inferência. Se, por um lado, é fonte de conhecimentos do dia-a-dia, por outro, também tem servido de inspiração para muitos gênios das ciências e das artes, como nos casos de Arquimedes na banheira (lei do empuxo), de Galileu na catedral de Pisa (lei do pêndulo) ou de Newton sob a macieira (lei da gravitação universal). No entanto, também é uma forma de raciocínio em que se cometem muitos erros. Tal acontece porque é difícil estabelecerlhe regras rígidas. A distância entre a genialidade e a falha grosseira é muito pequena. No caso dos raciocínios analógicos, não se trata propriamente de considerá-los válidos ou não-válidos, mas de verificar se são fracos ou fortes. Segundo Copi, deles somente se exige “que tenham alguma probabilidade” (Introdução à lógica, p. 314). A força de uma analogia depende, basicamente, de três aspectos: a) os elementos comparados devem ser verdadeiros e importantes; b) o número de elementos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo; c) não devem existir divergências marcantes na comparação. No raciocínio analógico, comparam-se duas situações, casos, objetos etc. semelhantes e tiram-se as conclusões adequadas. Na ilustração, tal como a carroça, o carro a motor é um meio de transporte que necessita de um condutor. Este, tanto num caso quanto no outro, precisa ser dotado de bom senso e de boa técnica para desempenhar adequadamente seu papel.

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Analogia forte - A pescaria em rios não é proveitosa por ocasião de tormentas e tempestades;
a pescaria marinha não está tendo sucesso porque troveja muito.

Analogia fraca - Os operários suíços que recebem o salário mínimo vivem bem; a maioria dos operários brasileiros, tal como os operários suíços, também recebe um salário mínimo; logo, a maioria dos operários brasileiros também vive bem, como os suíços.
Pode-se notar que, no caso da analogia, não basta considerar a forma de raciocínio, é muito importante que se avalie o seu conteúdo. Por isso, esse tipo de raciocínio não é admitido pela lógica formal. Se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não o será necessariamente, mas possivelmente, isto caso cumpram-se as exigências acima. Tal ocorre porque, apesar de existir uma estrutura geral do raciocínio analógico, não existem regras claras e precisas que, uma vez observadas, levariam a uma conclusão necessariamente válida. O esquema básico do raciocínio analógico é:

A é N, L, Y, X; B, tal como A, é N, L, Y, X; A é, também, Z logo, B, tal como A, é também Z.
Se, do ponto de vista da lógica formal, o raciocínio analógico é precário, ele é muito importante na formulação de hipóteses científicas e de teses jurídicas ou filosóficas. Contudo, as hipóteses científicas oriundas de um raciocínio analógico necessitam de uma avaliação posterior, mediante procedimentos indutivos ou dedutivos. Observe-se o seguinte exemplo: John Holland, físico e professor de ciência da computação da Universidade de Michigan, lançou a hipótese (1995) de se verificar, no campo da computação, uma situação semelhante à que ocorre no da genética. Assim como na natureza espécies diferentes podem ser cruzadas para obter o chamado melhoramento genético - um indivíduo mais adaptado ao ambiente -, na informática, também o cruzamento de programas pode contribuir para montar um programa mais adequado para resolver um determinado problema. “Se quisermos obter uma rosa mais bonita e perfumada, teremos que cruzar duas espécies: uma com forte perfume e outra que seja bela” diz Holland. “Para resolver um problema, fazemos o mesmo. Pegamos um programa que dê conta de uma parte do problema e cruzamos com outro programa que solucione outra parte. Entre as várias soluções possíveis, selecionam-se aquelas que parecem mais adequadas. Esse processo se repete por várias gerações - sempre selecionando o melhor programa - até obter o descendente que mais se adapta à questão. É, portanto, semelhante ao processo de seleção natural, em que só sobrevivem os mais aptos”. (Entrevista ao JB, 19/10/95, 1º cad., p. 12). Nesse exemplo, fica bem clara a necessidade da averiguação indutiva das conclusões extraídas desse tipo de raciocínio para, só depois, serem confirmadas ou não.

Aplicação das regras acima a exemplos:
a) Os elementos comparados devem ser verdadeiros e relevantes, não imaginários ou insignificantes.tc "a) Os elementos comparados devem ser verdadeiros e relevantes, não imaginários ou insignificantes."

Analogia forte - Ana Maria sempre teve bom gosto ao comprar suas roupas, logo, terá bom gosto ao comprar as roupas de sua filha. Analogia fraca - João usa terno, sapato de cromo e perfume francês e é um bom advogado;
Antônio usa terno, sapato de cromo e perfume francês; logo, deve ser um bom advogado. b) O número de aspectos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo.tc "b) O número de aspectos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo."

Analogia forte - A Terra é um planeta com atmosfera, com clima ameno e tem água; em Marte, tal como na Terra, houve atmosfera, clima ameno e água; na Terra existe vida, logo, tal como na Terra, em Marte deve ter havido algum tipo de vida. Analogia fraca - T. Edison dormia entre 3 e 4 horas por noite e foi um gênio inventor; eu dormirei durante 3 1/2 horas por noite e, por isso, também serei um gênio inventor.
c) Não devem existir divergências marcantes na comparação.tc "c) Não devem existir divergências marcantes na comparação.."

2.2. Raciocínio Indutivo - do particular ao geral
Ainda que alguns autores considerem a analogia como uma variação do raciocínio indutivo, esse último tem uma base mais ampla de sustentação. A indução consiste em partir de uma série de casos particulares e chegar a uma

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conclusão de cunho geral. Nele, está pressuposta a possibilidade da coleta de dados ou da observação de muitos fatos e, na maioria dos casos, também da verificação experimental. Como dificilmente são investigados todos os casos possíveis, acaba-se aplicando o princípio das probabilidades. Assim sendo, as verdades do raciocínio indutivo dependem das probabilidades sugeridas pelo número de casos observados e pelas evidências fornecidas por estes. A enumeração de casos deve ser realizada com rigor e a conexão entre estes deve ser feita com critérios rigorosos para que sejam indicadores da validade das generalizações contidas nas conclusões. O esquema principal do raciocínio indutivo é o seguinte:

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da Austrália, onde foram encontrados cisnes pretos, acreditava-se que todos os cisnes fossem brancos porque todos os até então observados eram brancos. Ao ser visto o primeiro cisne preto, uma certeza de séculos caiu por terra.

2.2.1. Procedimentos indutivos
Apesar das muitas críticas de que é passível o raciocínio indutivo, este é um dos recursos mais empregados pelas ciências para tirar as suas conclusões. Há dois procedimentos principais de desenvolvimento e aplicação desse tipo de raciocínio: o da indução por enumeração incompleta suficiente e o da indução por enumeração completa. a. Indução por enumeração incompleta suficiente Nesse procedimento, os elementos enumerados são tidos como suficientes para serem tiradas determinadas conclusões. É o caso do exemplo das cobras, no qual, apesar de não poderem ser conferidos todos os elementos (cobras) em particular, os que foram enumerados são representativos do todo e suficientes para a generalização (“todas as cobras...”) b. Indução por enumeração completa Costuma-se também classificar como indutivo o raciocínio baseado na enumeração completa. Ainda que alguns a classifiquem como tautologia, ela ocorre quando: b.a. todos os casos são verificados e contabilizados; b.b. todas as partes de um conjunto são enumeradas. Exemplos correspondentes às duas formas de indução por enumeração completa: b.a. todas as ocorrências de dengue foram investigadas e em cada uma delas foi constatada uma característica própria desse estado de morbidez: fortes dores de cabeça; obtevese, por conseguinte, a conclusão segura de que a dor de cabeça é um dos sintomas da dengue. b.b. contam-se ou conferem-se todos as peças do jogo de xadrez: ao final da contagem, constata-se que são 32 peças. Nesses raciocínios, tem-se uma conclusão segura, podendo-se classificá-los como formas de indução forte, mesmo que se revelem pouco criativos em termos de pesquisa científica. O raciocínio indutivo nem sempre aparece estruturado nos moldes acima citados. Às vezes, percebe-se o seu uso pela maneira como o conteúdo (a matéria) fica exposta ou ordenada. Observem-se os exemplos:

B é A e é X; C é A e também é X; D é A e também é X; E é A e também é X; logo, todos os A são X No raciocínio indutivo, da observação de muitos casos particulares, chega-se a uma conclusão de cunho geral. Aplicando o modelo: A jararaca é uma cobra e não voa; A caninana é uma cobra e também não voa; A urutu é uma cobra e também não voa; A cascavel é uma cobra e também não voa; logo, as cobras não voam.
Contudo,

Ao sair de casa, João viu um gato preto e, logo a seguir, caiu e quebrou o braço. Maria viu o mesmo gato e, alguns minutos depois, foi assaltada. Antonio também viu o mesmo gato e, ao sair do estacionamento, bateu com o carro. Logo, ver um gato preto traz azar.
Os exemplos acima sugerem, sob o ponto de vista do valor lógico, dois tipos de indução: a indução fraca e a indução forte. É forte quando não há boas probabilidades de que um caso particular discorde da generalização obtida das premissas: a conclusão “nenhuma cobra voa” tem grande probalidade de ser válida. Já, no caso do “gato preto”, não parece haver sustentabilidade da conclusão, por se tratar de mera coincidência, tratando-se de uma indução fraca. Além disso, há casos em que uma simples análise das premissas é suficiente para detectar a sua fraqueza. Vejam-se os exemplos das conclusões que pretendem ser aplicadas ao comportamento da totalidade dos membros de um grupo ou de uma classe tendo como modelo o comportamento de alguns de seus componentes:

1. Adriana é mulher e dirige mal; Ana Maria é mulher e dirige mal; Mônica é mulher e dirige mal; Carla é mulher e dirige mal; logo, todas as mulheres dirigem mal. 2. Antônio Carlos é político e é corrupto; Fernando é político e é corrupto; Paulo é político e é corrupto; Estevão é político e é corrupto; logo, todos os políticos são corruptos.
A avaliação da suficiência ou não dos elementos não é tarefa simples, havendo muitos exemplos na história do conhecimento indicadores dos riscos das conclusões por indução. Basta que um caso contrarie os exemplos até então colhidos para que caia por terra uma “verdade” por ela sustentada. Um exemplo famoso é o da cor dos cisnes. Antes da descoberta

- Não parece haver grandes esperanças em se erradicar a corrupção do cenário político brasileiro. Depois da série de protestos realizados pela população, depois das provas apresentadas nas CPI’s, depois do vexame sofrido por alguns políticos denunciados pela imprensa, depois do escárnio popular em festividades como o carnaval e depois de tanta insistência de muitos sobre necessidade de moralizar o nosso país, a corrupção parece recrudescer, apresenta novos tentáculos, se disfarça de modos sempre novos, encontrando-se maneiras inusitadas de ludibriar a nação.

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- Sentia-me totalmente tranqüilo quanto ao meu amigo, pois, até então, os seus atos sempre foram pautados pelo respeito às leis e à dignidade de seus pares. Assim, enquanto alguns insinuavam a suaculpa, eu continuava seguro de sua inocência.
Tanto no primeiro quanto no segundo exemplos está sendo empregando o método indutivo porque o argumento principal está sustentado pela observação de muitos casos ou fatos particulares que, por sua vez, fundamentam a conclusão. No primeiro caso, a constatação de que diversas tentativas de erradicar a corrupção mostraram-se infrutíferas conduzem à conclusão da impossibilidade de sua superação, enquanto que, no segundo exemplo, da observação do comportamento do amigo infere-se sua inocência.

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missa. O silogismo é o melhor exemplo desse tipo de raciocínio:

Premissa maior: Todos os homens são mamíferos. universal Premissa menor: Pedro é homem. Conclusão: Logo, Pedro é mamífero. Particular No raciocínio dedutivo, de uma premissa de cunho geral podem-se tirar conclusões de cunho particular.
Aristóteles refere-se à dedução como “a inferência na qual, colocadas certas coisas, outra diferente se lhe segue necessariamente, somente pelo fato de terem sido postas”. Uma vez posto que todos os homens são mamíferos e que Pedro é homem, há de se inferir, necessariamente, que Pedro é um mamífero. De certo modo, a conclusão já está presente nas premissas, basta observar algumas regras e inferir a conclusão.

Analogia, indução e probabilidade
Nos raciocínios analógico e indutivo, apesar de boas chances do contrário, há sempre a possibilidade do erro. Isso ocorre porque se está lidando com probabilidades e estas não são sinônimas de certezas. Há três tipos principais de probabilidades: a matemática, a moral e a natural. a) A probabilidade matemática é aquela na qual, partindo-se dos casos numerados, é possível calcular, sob forma de fração, a possibilidade de algo ocorrer – na fração, o denominador representa os casos possíveis e o numerador o número de casos favoráveis. Por exemplo, no caso de um sorteio usando uma moeda, a probabilidade de dar cara é de 50% e a de dar coroa também é de 50%. b) A probabilidade moral é a relativa a fatos humanos destituídos de caráter matemático. É o caso da possibilidade de um comportamento criminoso ou virtuoso, de uma reação alegre ou triste etc. Exemplos: considerando seu comportamento pregresso, é provável que Pedro não tenha cometido o crime, contudo... Conhecendo-se a meiguice de Maria, é provável que ela o receba bem, mas... c) A probabilidade natural é a relativa a fenômenos naturais dos quais nem todas as possibilidades são conhecidas. A previsão meteorológica é um exemplo particular de probalidade natural. A teoria do caos assenta-se na tese da imprevisibilidade relativa e da descrição apenas parcial de alguns eventos naturais. Por lidarem com probabilidades, a indução e a analogia são passíveis de conclusões inexatas. Assim sendo, deve-se ter um relativo cuidado com as suas conclusões. Elas expressam muito bem a necessidade humana de explicar e prever os acontecimentos e as coisas, contudo, também revelam as limitações humanas no que diz respeito à construção do conhecimento.

2.3.1. Construção do Silogismo
A estrutura básica do silogismo (sýn/com + lógos/razão) consiste na determinação de uma premissa maior (ponto de partida), de uma premissa menor (termo médio) e de uma conclusão, inferida a partir da premissa menor. Em outras palavras, o silogismo sai de uma premissa maior, progride através da premissa menor e infere, necessariamente, uma conclusão adequada. Eis um exemplo de silogismo: Todos os atos que ferem a lei são puníveis Premissa Maior A concussão é um ato que fere a lei Premissa Menor Logo, a concussão é punível Conclusão O silogismo estrutura-se por premissas. No âmbito da lógica, as premissas são chamadas de proposições que, por sua vez, são a expressão oral ou gráfica de frases assertivas ou juízos. O termo é uma palavra ou um conjunto de palavras que exprime um conceito. Os termos de um silogismo são necessariamente três: maior, médio e menor. O termo maior é aquele cuja extensão é maior (normalmente, é o predicado da conclusão); o termo médio é o que serve de intermediário ou de conexão entre os outros dois termos (não figura na conclusão) e o termo menor é o de menor extensão (normalmente, é o sujeito da conclusão). No exemplo acima, punível é o termo maior, ato que fere a lei é o termo médio e concussão é o menor.

2.3.1.1. As Regras do Silogismo
Oito são as regras que fazem do silogismo um raciocínio perfeitamente lógico. As quatro primeiras dizem respeito às relações entre os termos e as demais dizem respeito às relações entre as premissas. São elas:

2.3.1.1.1. Regras dos Termos 1) Qualquer silogismo possui somente três termos: maior, médio e menor. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os gatos são mamíferos. Termo Médio: Mimi é um gato. Termo Menor: Mimi é um mamífero. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Toda gata(1) é quadrúpede. Termo Médio: Maria é uma gata(2). Termo Menor: Maria é quadrúpede. O termo “gata” tem dois significados, portanto, há quatro termos ao invés de três. 2) Os termos da conclusão nunca podem ser mais extensos que os termos das premissas.

2.3. Raciocínio dedutivo - do geral ao particular
O raciocínio dedutivo, conforme a convicção de muitos estudiosos da lógica, é aquele no qual são superadas as deficiências da analogia e da indução. No raciocínio dedutivo, inversamente ao indutivo, parte-se do geral e vai-se ao particular. As inferências ocorrem a partir do progressivo avanço de uma premissa de cunho geral, para se chegar a uma conclusão tão ou menos ampla que a pre-

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Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todas as onças são ferozes. Termo Médio: Nikita é uma onça. Termo Menor: Nikita é feroz. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Antônio e José são poetas. Termo Médio: Antônio e José são surfistas. Termo Menor: Todos os surfistas são poetas. “Antonio e José” é um termo menos extenso que “todos os surfistas”.

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1) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) De seu salário de R$ 408,00 você gastou 2/6 com alimentação, 1/6 com a farmácia e 1/6 com material escolar dos filhos. Nesse mês sobraram __________ para as demais despesas. a) R$ 166,00 b) R$ 146,00 c) R$ 156,00 d) R$ 136,00 2) Há três suspeitos de um crime: o cozinheiro, a governanta e o mordomo. Sabe-se que o crime foi efetivamente cometido por um ou por mais de um deles, já que podem ter agido individualmente ou não. Sabe-se, ainda, que: A) se o cozinheiro é inocente, então a governanta é culpada; B) ou o mordomo é culpado ou a governanta é culpada, mas não os dois; C) o mordomo não é inocente. Logo: a) o cozinheiro e o mordomo são os culpados b) somente o cozinheiro é inocente c) somente a governanta é culpada d) somente o mordomo é culpado 3) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Um professor de lógica encontra-se em viajem em um país distante, habitado pelos verdamanos e pelos mentimanos. O que os distingue é que os verdamanos sempre dizem a verdade, enquanto os mentimanos sempre mentem. Certo dia, o professor deparase com um grupo de cinco habitantes locais. Chamemo-los de Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon. O professor sabe que um e apenas um no grupo é verdamano, mas não sabe qual deles o é. Pergunta, então, a cada um do grupo quem entre eles é verdamano e obtém as seguintes respostas: Alfa: "Beta é mentimano" Beta: "Gama é mentimano" Gama: "Delta é verdamano" Delta: "Épsilon é verdamano" Épsilon, afônico, fala tão baixo que o professor não consegue ouvir sua resposta. Mesmo assim, o professor de lógica conclui corretamente que o verdamano é: a) Delta b) Alfa c) Gama d) Beta 4) Três amigos têm o hábito de almoçar em um certo restaurante no período de segunda à sexta-feira e, em cada um destes dias, pelo menos um deles almoça nesse local. Consultados sobre tal hábito, eles fizeram as seguintes afirmações: - Antônio: "Não é verdade que vou às terças, quartas ou quintas-feiras." - Bento: "Não é verdade que vou às quartas ou sextas-feiras." - Carlos: "Não é verdade que vou às segundas ou terçasfeiras." Se somente um deles está mentindo, então o dia da semana em que os três costumam almoçar nesse restaurante é: a) sexta-feira. b) quinta-feira. c) quarta-feira. d) terça-feira. 5) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Há cinco objetos alinhados numa estante: um violino, um grampeador, um vaso, um relógio e um tinteiro. Conhecemos as seguintes informações quanto à ordem dos objetos: - O grampeador está entre o tinteiro e o relógio. - O violino não é o primeiro objeto e o relógio não é o último. - O vaso está separado do relógio por dois outros objetos. Qual é a posição do violino? a) Segunda posição. b) Terceira posição.

3) O predicado do termo médio não pode entrar na conclusão. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os homens podem infringir a lei. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro pode infringir a lei. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Todos os homens podem infringir a lei. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro ou é homem (?) ou pode infringir a lei. A ocorrência do termo médio “homem” na conclusão é inoportuna. 4) O termo médio deve ser tomado ao menos uma vez em sua extensão universal. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os homens são dotados de habilidades. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro é dotado de habilidades. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Alguns homens são sábios. Termo Médio: Ora os ignorantes são homens Termo Menor: Logo, os ignorantes são sábios O predicado “homens” do termo médio não é universal, mas particular. 2.3.1.1.2. Regras das Premissas 5) De duas premissas negativas, nada se conclui. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Nenhum gato é mamífero Premissa Menor: Lulu não é um gato. Conclusão: (?). 6) De duas premissas afirmativas, não se tira uma conclusão negativa. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Todos os bens morais devem ser desejados. Premissa Menor: Ajudar ao próximo é um bem moral. Conclusão: Ajudar ao próximo não (?) deve ser desejado. 7) A conclusão segue sempre a premissa mais fraca. A premissa mais fraca é sempre a de caráter negativo. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: As aves são animais que voam. Premissa Menor: Alguns animais não são aves. Conclusão: Alguns animais não voam. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: As aves são animais que voam. Premissa Menor: Alguns animais não são aves. Conclusão: Alguns animais voam. 8) De duas premissas particulares nada se conclui. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Mimi é um gato. Premissa Menor: Um gato foi covarde. Conclusão: (?) http://www.guiadoconcursopublico.com.br/apostilas/24_12 0.pdf

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c) Quarta posição. d) Quinta posição. 6) Dizer que não é verdade que Pedro é pobre e Alberto é alto, é logicamente equivalente a dizer que é verdade que: a) Pedro não é pobre ou Alberto não é alto. b) Pedro não é pobre e Alberto não é alto. c) Pedro é pobre ou Alberto não é alto. d) se Pedro não é pobre, então Alberto é alto. 7) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Considere verdadeira a declaração: “Se x é par, então y é ímpar”. Com base na declaração, é correto concluir que, se: a) x é ímpar, então y é par. b) x é ímpar, então y é ímpar. c) y é ímpar, então x é par. d) y é par, então x é ímpar. 8) Se de um ponto P qualquer forem traçados dois segmentos tangentes a uma circunferência, então as medidas dos segmentos determinados pelo ponto P e os respectivos pontos de tangência serão iguais. Sabe-se que o raio de um círculo inscrito em um triângulo retângulo mede 1 cm. Se a hipotenusa desse triângulo for igual a 20 cm, então seu perímetro será igual a: a) 40 cm b) 35 cm c) 23 cm d) 42 cm 9) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Para cada pessoa x, sejam f(x) o pai de x e g(x) a mãe de x. A esse respeito, assinale a afirmativa FALSA. a) f[f(x)] = avô paterno de x b) g[g(x)] = avó materna de x c) f[g(x)] = avô materno de x d) f[g(x)] = g[f(x)] 10) Numa avenida reta há cinco pontos comerciais, todos do mesmo lado da rua. A farmácia fica entre a padaria e o restaurante, a padaria fica entre o supermercado e a lotérica e o supermercado fica entre o restaurante e a farmácia. Nessas condições, qual das proposições abaixo é verdadeira? a) O supermercado fica entre a padaria e a lotérica. b) A lotérica fica entre a padaria e o supermercado. c) Para ir do supermercado à lotérica, passa-se em frente ao restaurante. d) A farmácia fica entre o supermercado e a padaria. 11) André é inocente ou Beto é inocente. Se Beto é inocente, então Caio é culpado. Caio é inocente se e somente se Dênis é culpado. Ora, Dênis é culpado. Logo: a) Caio e Beto são inocentes b) André e Caio são inocentes c) André e Beto são inocentes d) Caio e Dênis são culpados 12) Qual das alternativas a seguir melhor representa a afirmação: “Para todo fato é necessário um ato gerador”? a) É possível que algum fato não tenha ato gerador. b) Não é possível que algum fato não tenha ato gerador. c) É necessário que algum fato não tenha ato gerador. d) Não é necessário que todo fato tenha um ato gerador. 13) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Marcos que pesar três maçãs numa balança de dois pratos, mas ele dispões apenas de um bloco de 200 gramas. Observando o equilíbrio na balança, ele percebe que a maçã maior tem o mesmo peso que as outras duas maçãs; o bloco e a maçã menor pesam tanto quanto as outras duas maçãs; a maçã maior junto com a menor pesam tanto quanto o bloco. Qual é o peso total das três maçãs?

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a) 300 gramas. b) 150 gramas. c) 100 gramas. d) 50 gramas. 14) Se João toca piano, então Lucas acorda cedo e Cristina não consegue estudar. Mas Cristina consegue estudar. Segue-se logicamente que: a) Lucas acorda cedo. b) Lucas não acorda cedo. c) João toca piano. d) João não toca piano. 15) Alice entra em uma sala onde há apenas duas saídas, uma que fica a Leste e outra a Oeste. Uma das saídas leva ao Paraíso, a outra ao Inferno. Na sala, também há dois homens, um alto e outro baixo. Um dos homens apenas fala a verdade, o outro apenas diz o falso. Então, Alice mantém o seguinte diálogo com um deles: - O homem baixo diria que é a saída do Leste que leva ao Paraíso? - questiona Alice. - Sim, o homem baixo diria que é a saída do Leste que levaria ao Paraíso - diz o homem alto. Considerando essa situação, pode-se afirmar que: a) o homem alto necessariamente disse algo falso, mas a porta Leste leva ao Paraíso. b) o homem alto necessariamente disse a verdade e a porta Leste leva ao Inferno. c) a porta Leste necessariamente leva ao Paraíso, mas não se pode dizer se o homem alto disse a verdade ou não. d) a porta Leste necessariamente leva ao Inferno, mas não se pode dizer se o homem alto disse a verdade ou não. 16) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) As irmãs Ilda, Ilma, Isabela e Isadora iriam ser fotografadas juntas por Flávio. O fotógrafo pediu para que elas se posicionassem lado a lado da seguinte maneira: - do ponto de vista do fotógrafo, Ilda deveria estar mais à direita do que Isabela; - Isadora não deveria ficar entre duas irmãs; - Ilda não deveria ficar imediatamente ao lado de Isabela, isto é, pelo menos uma irmã deveria estar entre Ilda e Isabela; - Isabela não deveria ficar imediatamente ao lado de Isadora, isto é, pelo menos uma irmã deveria estar entre Isabela e Isadora. As irmãs se posicionaram conforme as orientações de Flávio, a fotografia foi batida e revelada com sucesso. Assim, na foto, é possível ver que: a) Isabela está entre duas irmãs. b) Ilda não está entre duas irmãs. c) Ilma não está entre duas irmãs. d) Ilma está imediatamente ao lado de Ilda. 17) Se 0,036³ , 0 m de óleo tem a massa de 28,8 Kg, podemos concluir que 1 litro desse mesmo óleo tem a massa no valor de: a) 4,0 Kg b) 9,0 Kg c) 8,0 Kg d) 1,1 Kg 18) A negação de "Se A é par e B é ímpar, então A + B é ímpar" é: a) Se A é ímpar e B é par, então A + B é par. b) Se A é par e B é ímpar, então A + B é par. c) Se A + B é par, então A é ímpar ou B é par. d) A é par, B é ímpar e A + B é par. 19) Hoje, a diferença entre as idades de Roberto Carlos e Carlos Roberto é de 15 anos. Qual será a diferença entre as idades quando Roberto Carlos tiver o dobro da idade de Carlos Roberto?

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a) 15 anos; b) 30 anos; c) 45 anos; d) 20 anos; 20) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Cinco moças, Ana, Beatriz, Carolina, Denise e Eduarda, estão vestindo blusas vermelhas ou amarelas. Sabe-se que as moças que vestem blusas vermelhas sempre contam a verdade e as que vestem blusas amarelas sempre mentem. Ana diz que Beatriz veste blusa vermelha. Beatriz diz que Carolina veste blusa amarela. Carolina, por sua vez, diz que Denise veste blusa amarela. Por fim, Denise diz que Beatriz e Eduarda vestem blusas de cores diferentes. Por fim, Eduarda diz que Ana veste blusa vermelha. Desse modo, as cores das blusas de Ana, Beatriz, Carolina, Denise e Eduarda são, respectivamente: a) amarela, amarela, vermelha, vermelha e amarela. b) vermelha, vermelha, vermelha, amarela e amarela. c) vermelha, amarela, amarela, amarela e amarela. d) amarela, amarela, vermelha, amarela e amarela. 21) Dizer que "Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista" é, do ponto de vista lógico, o mesmo que dizer que: a) se Pedro é pedreiro, então Paulo é paulista b) se Paulo é paulista, então Pedro é pedreiro c) se Pedro não é pedreiro, então Paulo é paulista d) se Pedro é pedreiro, então Paulo não é paulista 22) A negação lógica da proposição "O pai de Marcos é pernambucano, e a mãe de Marcos é gaúcha" é: a) "O pai de Marcos não é pernambucano, e a mãe de Marcos não é gaúcha". b) "O pai de Marcos não é pernambucano, ou a mãe de Marcos não é gaúcha". c) "O pai de Marcos não é pernambucano, ou a mãe de Marcos é gaúcha". d) "O pai de Marcos é pernambucano, e a mãe de Marcos não é gaúcha". 23) Em um orçamento foram acrescidos juros no valor de R$ 73,80 a fim de que o mesmo pudesse ser financiado em 5 prestações de R$ 278,50. O valor real (inicial) do serviço é de: a) R$ 1.318,70 b) R$ 1.329,70 c) R$ 976,70 d) R$ 1.087,70 24) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) De uma chapa que mede 2 m por 1,5 m o serralheiro separou 2/6 dela para cortar quadrados que medem 0,25 m de lado. Com esse pedaço de chapa ele cortou exatamente: a) 12 quadrados b) 10 quadrados c) 20 quadrados d) 16 quadrados 25) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Esta sequência de palavras segue uma lógica: - Pá - Xale - Japeri Uma quarta palavra que daria continuidade lógica à sequência poderia ser: a) Casa. b) Anseio. c) Urubu. d) Café.

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26) A negação da sentença “Todas as mulheres são elegantes” está na alternativa: a) Nenhuma mulher é elegante. b) Todas as mulheres são deselegantes. c) Algumas mulheres são deselegantes. d) Nenhuma mulher é deselegante. 27) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Pedro e Paulo estão em uma sala que possui 10 cadeiras dispostas em uma fila. O número de diferentes formas pelas quais Pedro e Paulo podem escolher seus lugares para sentar, de modo que fique ao menos uma cadeira vazia entre eles, é igual a: a) 80 b) 72 c) 90 d) 18 28) MMMNVVNM está para 936 assim como MMNNVMNV está para: a) 369 b) 693 c) 963 d) 639 29) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Uma colher de sopa corresponde a três colheres de chá. Uma pessoa que está doente tem que tomar três colheres de sopa de um remédio por dia. No final de uma semana, a quantidade de colheres de chá desse remédio que ela terá tomado é de: a) 63; b) 56; c) 28; d) 21; 30) (QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO) Para cada pessoa x, sejam f(x) o pai de x e g(x) a mãe de x. A esse respeito, assinale a afirmativa FALSA. a) f[f(x)] = avô paterno de x b) g[g(x)] = avó materna de x c) f[g(x)] = avô materno de x d) f[g(x)] = g[f(x)] Gabarito 1.D 2.A 3.D 4.B 5.B 6.A 7.D 8.D 9.D 10.D 11.B 12.B 13.A 14.D 15.D 16.D 17.C 18.B 19.D 20.D 21.A 22.B 23.A 24.D 25.B 26.C 27.B 28.D 29.A 30.D Postado por cleiton silva

LÓGICA SENTENCIAL E DE PRIMEIRA ORDEM
Elementos de Lógica sentencial 1. A diferença entre a lógica sentencial e a lógica de predicados
A lógica divide-se em lógica sentencial e lógica de predicados. A lógica sentencial estuda argumentos que não dependem da estrutura interna das sentenças. Por exemplo: (1) Se Deus existe, então a felicidade eterna é possível. Deus existe. Logo, a felicidade eterna é possível. A validade do argumento (1) depende do modo pelo qual as sentenças são conectadas, mas não depende da estrutura interna das sentenças. A forma lógica de (1) deixa isso claro: (1a) Se A, então B. A. Logo, B.

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Diferentemente, a lógica de predicados estuda argumentos cuja validade depende da estrutura interna das sentenças. Por exemplo: (2) Todos os cariocas são brasileiros. Alguns cariocas são flamenguistas. Logo, alguns brasileiros são flamenguistas. A forma lógica de (2) é a seguinte: (2a) Todo A é B. Algum A é C. Logo, algum B é A. A primeira premissa do argumento (2) diz que o conjunto dos indivíduos que são cariocas está contido no conjunto dos brasileiros. A segunda, diz que ‘dentro’ do conjunto dos cariocas, há alguns indivíduos que são flamenguistas. É fácil concluir então que existem alguns brasileiros que são flamenguistas, pois esses flamenguistas que são cariocas serão também brasileiros. Essa conclusão se segue das premissas. Note, entretanto, que as sentenças ‘todos os cariocas são brasileiros’ e ‘alguns cariocas são flamenguistas’ têm uma estrutura diferente da sentença ‘se Deus existe, a felicidade eterna é possível’. Esta última é formada a partir de duas outras sentenças ‘Deus existe’ e ‘a felicidade eterna é possível’, conectadas pelo operador lógico se...então. Já para analisar o argumento (2) precisamos analisar a estrutura interna das sentenças, e não apenas o modo pelo qual sentenças são conectadas umas às outras. O que caracteriza a lógica de predicados é o uso dos quantificadores todo, algum e nenhum. É por esse motivo que a validade de um argumento como o (2) depende da estrutura interna das sentenças. A diferença entre a lógica sentencial e a lógica de predicados ficará mais clara no decorrer desta e da próxima unidade. Usualmente o estudo da lógica começa pela lógica sentencial, e seguiremos esse caminho aqui. Nesta unidade vamos estudar alguns elementos da lógica sentencial. Na próxima unidade, estudaremos elementos da lógica de predicados. 2. Sentenças atômicas e moleculares Considere-se a sentença (1) Lula é brasileiro. A sentença (1) é composta por um nome próprio, ‘Lula’, e um predicado, ‘... é brasileiro’. Em lógica, para evitar o uso de ‘...’, usamos uma variável para marcar o(s) lugar(es) em que podemos completar um predicado. Aqui, expressões do tipo x é brasileiro designam predicados. Considere agora a sentença (2) Xuxa é mãe de Sasha. A sentença (2) pode ser analisada de três maneiras diferentes, que correspondem a três predicados diferentes que podem ser formados a partir de (2): (2a) x é mãe de Sasha; (2b) Xuxa é mãe de x; (2c) x é mãe de y. Do ponto de vista lógico, em (2c) temos o que é chamado de um predicado binário, isto é, um predicado que, diferentemente de x é brasileiro, deve completado por dois nomes próprios para formar uma sentença. As sentenças (1) e (2) acima são denominadas sentenças atômicas. Uma sentença atômica é uma sentença formada por um predicado com um ou mais espaços vazios, sendo todos os espaços vazios completados por nomes próprios. Sentenças atômicas não contêm nenhum dos operadores lógicos e, ou, se...então etc., nem os quantificadores todo, nenhum, algum etc.

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Sentenças moleculares são sentenças formadas com o auxílio dos operadores sentenciais. Exemplos de sentenças moleculares são (3) Lula é brasileiro e Zidane é francês, (4) Se você beber, não dirija, (5) João vai à praia ou vai ao clube. 3. A interpretação vero-funcional dos operadores sentenciais Os operadores sentenciais que estudaremos aqui são as partículas do português não, ou, e, se...então, se, e somente se. A lógica sentencial interpreta esses operadores como funções de verdade ou vero-funcionalmente. Isso significa que eles operam apenas com os valores de verdade dos seus operandos, ou em outras palavras, o valor de verdade de uma sentença formada com um dos operadores é determinado somente pelos valores de verdade das sentenças que a constituem. Os operadores sentenciais se comportam de uma maneira análoga às funções matemáticas. Estas recebem números como argumentos e produzem números como valores. Os operadores sentenciais são funções porque recebem valores de verdade como argumentos e produzem valores de verdade. Considere-se a seguinte função matemática: (4) y =x + 1. Dizemos que y =f(x), isto é, ‘y é função de x’, o que significa que o valor de y depende do valor atribuído a x. Quando x =1, y =2; x =2, y =3; x = 3, y =4, e assim por diante. Analogamente a uma função matemática, uma função de verdade recebe valores de verdade como argumentos e produz valores de verdade como valores. As chamadas tabelas de verdade mostram como os operadores da lógica sentencial funcionam. No lado esquerdo da tabela de verdade temos as sentenças a partir das quais a sentença composta foi formada – no caso da negação, uma única sentença. O valor produzido pela função de verdade está na coluna da direita. As letras V e F representam os valores de verdade verdadeiro e falso. 4. A negação Comecemos pelo operador sentencial mais simples, a negação. A tabela de verdade da negação de uma sentença A é A não A VF FV A negação simplesmente troca o valor de verdade da sentença. Uma sentença verdadeira, quando negada, produz uma sentença falsa, e vice-versa. Há diferentes maneiras de negar uma sentença atômica em português. Considere a sentença verdadeira (5) Lula é brasileiro. As sentenças (6) Não é o caso que Lula é brasileiro, (7) Não é verdade que Lula é brasileiro e (8) É falso que Lula é brasileiro são diferentes maneiras de negar (5). Como (5) é uma sentença atômica, podemos também negar (5) por meio da sentença (9) Lula não é brasileiro. A negação em (9) é denominada negação predicativa,

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pois nega o predicado, ao passo que em (6) há uma negação sentencial porque toda a sentença é negada. No caso de sentenças atômicas, a negação predicativa é equivalente à negação sentencial, mas veremos que isso não ocorre com sentenças moleculares e sentenças com quantificadores. Note que negar duas vezes uma sentença equivale a afirmar a própria sentença. A negação de (5) Lula é brasileiro é (9) Lula não é brasileiro, e a negação de (9), (10) Não é o caso que Lula não é brasileiro, é a negação da negação de (5), que é equivalente à própria sentença (5). 5. A conjunção Uma sentença do tipo A e B é denominada uma conjunção. Considere-se a sentença (11) João foi à praia e Pedro foi ao futebol. A sentença (1) é composta por duas sentenças, (12) João foi à praia e (13) Pedro foi ao futebol conectadas pelo operador lógico e. Na interpretação verofuncional do operador e, o valor de verdade de (11) depende apenas dos valores de verdade das sentenças (12) e (13). É fácil perceber que (11) é verdadeira somente em uma situação: quando (12) e (13) são ambas verdadeiras. A tabela de verdade de uma conjunção A e B é a seguinte: ABAeB VVV VFF FVF FFF Note que, na interpretação vero-funcional da conjunção, A e B é equivalente a B e A. Não faz diferença alguma afirmarmos (11) ou (14) Pedro foi ao futebol e João foi à praia. É importante observar que a interpretação vero-funcional da conjunção não expressa todos os usos da partícula e em português. A sentença (15) Maria e Pedro tiveram um filho e casaram não é equivalente a (16) Maria e Pedro casaram e tiveram um filho. Em outras palavras, o e que ocorre em (15) e (16) não é uma função de verdade. 6. A disjunção Uma sentença do tipo A ou B é denominada uma disjunção. Há dois tipos de disjunção, a inclusiva e a exclusiva. Ambas tomam dois valores de verdade como argumentos e produzem um valor de verdade como resultado. Começarei pela disjunção inclusiva. Considere-se a sentença (17) Ou João vai à praia ou João vai ao clube, que é formada pela sentenças (18) João vai à praia e (19) João vai ao clube combinadas pelo operador ou. A sentença (17) é verdadeira em três situações: (i) João vai à praia e também vai ao clube; (ii) João vai à praia mas não vai ao clube e (iii) João não vai à praia mas vai ao clube. A tabela de verdade da disjunção inclusiva é a seguinte: A B A ou B VVV VFV FVV FFF No sentido inclusivo do ou, uma sentença A ou B é verda-

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deira quando uma das sentenças A e B é verdadeira ou quando são ambas verdadeiras, isto é, a disjunção inclusiva admite a possibilidade de A e B serem simultaneamente verdadeiras. No sentido exclusivo do ou, uma sentença A ou B é verdadeira apenas em duas situações: (i) A é verdadeira e B é falsa; (ii) B é verdadeira e A e falsa. Não há, na disjunção exclusiva, a possibilidade de serem ambas as sentenças verdadeiras. A tabela de verdade da disjunção exclusiva é A B A ou B VVF VFV FVV FFF Um exemplo de disjunção exnclusiva é (20) Ou o PMDB ou o PP receberá o ministério da saúde, que é formada a partir das sentenças: (21) o PMDB receberá o ministério da saúde; (22) o PP receberá o ministério da saúde. Quando se diz que um determinado partido receberá um ministério, isso significa que um membro de tal partido será nomeado ministro. Posto que há somente um ministro da saúde, não é possível que (21) e (22) sejam simultaneamente verdadeiras. O ou da sentença (20), portanto, é exclusivo. Na lógica simbólica, são usados símbolos diferentes para designar o ou inclusivo e o exclusivo. No latim, há duas palavras diferentes, vel para a disjunção inclusiva e aut para a exclusiva. No português isso não ocorre. Na maioria das vezes é apenas o contexto que deixa claro se se trata de uma disjunção inclusiva ou exclusiva. Assim como ocorre com a conjunção, sentenças A ou B e B ou A são equivalentes. Isso vale tanto para o ou inclusivo quanto para o exclusivo. 7. A condicional Uma condicional é uma sentença da forma se A, então B. A é denominado o antecedente e B o conseqüente da condicional. Em primeiro lugar, é importante deixar clara a diferença entre um argumento (23) A, logo B e uma condicional (24) se A, então B. Em (23) a verdade tanto de A quanto de B é afirmada. Note que o que vem depois do ‘logo’ é afirmado como verdadeiro e é a conclusão do argumento. Já em (24), nada se diz acerca da verdade de A, nem de B. (24) diz apenas que se A é verdadeira, B também será verdadeira. Note que apesar de uma condicional e um argumento serem coisas diferentes usamos uma terminologia similar para falar de ambos. Em (23) dizemos que A é o antecedente do argumento, e B é o conseqüente do argumento. Em (24), dizemos que A é o antecedente da condicional, e B é o conseqüente da condicional. Da mesma forma que analisamos o e e o ou como funções de verdade, faremos o mesmo com a condicional. Analisada vero-funcionalmente, a condicional é denominada condicional material. Quando analisamos a conjunção, vimos que a interpretação vero-funcional do operador sentencial e não corresponde exatamente ao uso que dela fazemos na linguagem natural. Isso ocorre de modo até mais acentuado com o operador

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se...então. Na linguagem natural, geralmente usamos se...então para expressar uma relação entre os conteúdos de A e B, isto é, queremos dizer que A é uma causa ou uma explicação de B. Isso não ocorre na interpretação do se...então como uma função de verdade. A tabela de verdade da condicional material é a seguinte: A B se A, então B VVV VFF FVV FFV
Uma condicional material é falsa apenas em um caso: quando o antecedente é verdadeiro e o conseqüente falso. A terceira e a quarta linhas da tabela de verdade da condicional material costumam causar problemas para estudantes iniciantes de lógica. Parece estranho que uma condicional seja verdadeira sempre que o antecedente é falso, mas veremos que isso é menos estranho do que parece. Suponha que você não conhece Victor, mas sabe que Victor é um parente do seu vizinho que acabou de chegar da França. Você não sabe mais nada sobre Victor. Agora considere a sentença: (25) Se Victor é carioca, então Victor é brasileiro. O antecedente de (25) é (26) Victor é carioca e o conseqüente é (27) Victor é brasileiro. A sentença (25) é verdadeira, pois sabemos que todo carioca é brasileiro. Em outras palavras, é impossível que alguém simultaneamente seja carioca e não seja brasileiro. Por esse motivo, a terceira linha da tabela de verdade, que tornaria a condicional falsa, nunca ocorre. Descartada a terceira linha, ainda há três possibilidades, que correspondem às seguintes situações: (a) Victor é carioca. (b) Victor é paulista. (c) Victor é francês. Suponha que Victor é carioca. Nesse caso, o antecedente e o conseqüente da condicional são verdadeiros. Temos a primeira linha da tabela de verdade. Até aqui não há problema algum. Suponha agora que Victor é paulista. Nesse caso, o antecedente da condicional (26) Victor é carioca é falso, mas o conseqüente (27) Victor é brasileiro é verdadeiro. Temos nesse caso a terceira linha da tabela de verdade da condicional. Note que a condicional (25) continua sendo verdadeira mesmo que Victor seja paulista, isto é, quando o antecedente é falso. Por fim, suponha que Victor é francês. Nesse caso, tanto (26) Victor é carioca quanto (27) Victor é brasileiro são falsas. Temos aqui a quarta linha da tabela de verdade da condicional material. Mas, ainda assim, a sentença (25) é verdadeira. Vejamos outro exemplo. Considere a condicional (28) Se Pedro não jogar na loteria, não ganhará o prêmio. Essa é uma condicional verdadeira. Por quê? Porque é impossível (em uma situação normal) o antecedente ser verdadeiro e o conseqüente falso. Isto é, não é possível Pedro não jogar e ganhar na loteria. Fica como exercício para o leitor a construção da tabela de verdade de (28). Não é difícil perceber, em casos como (25) e (28) acima,

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por que uma condicional é verdadeira quando o antecedente é falso. O problema é que, sendo a condicional material uma função de verdade, coisas como (29) se 2 + 2 = 5, então a Lua é de queijo são verdadeiras. Sem dúvida, esse é um resultado contra-intuitivo. Note que toda condicional material com antecedente falso será verdadeira. Mas no uso corrente da linguagem normalmente não formulamos condicionais com o antecedente falso. Mas cabe perguntar: se a condicional material de fato não expressa todos os usos do se...então em português e, além disso, produz resultados contra-intuitivos como a sentença (29), por que ela é útil para o estudo de argumentos construídos com a linguagem natural? A resposta é muito simples. O caso em que a condicional material é falsa, a segunda linha da tabela de verdade, corresponde exatamente ao caso em que, no uso corrente da linguagem, uma sentença se A, então B é falsa. Considere-se a sentença (30) Se Lula conseguir o apoio do PMDB, então fará um bom governo. Em (30), o ponto é que Lula fará um bom governo porque tem o apoio do PMDB. Há um suposto nexo explicativo e causal entre o antecedente e o conseqüente. Suponha, entretanto, que Lula obtém o apoio do PMDB durante todo o seu mandato, mas ainda assim faz um mau governo. Nesse caso, em que o antecedente é verdadeiro e o conseqüente falso, (30) é falsa. Abaixo, você encontra diferentes maneiras de expressar, na linguagem natural, uma condicional se A, então B, todas equivalentes. Se A, B B, se A Caso A, B B, caso A As expressões abaixo também são equivalentes a se A, então B: A, somente se B Somente se B, A A é condição suficiente para B B é condição necessária para A,mas elas serão vistas com mais atenção na seção sobre condições necessárias e suficientes. 8. Variantes da condicional material Partindo de uma condicional (31) Se A, então B podemos construir sua conversa, (32) Se B, então A sua inversa (33) Se não A, então não B e sua contrapositiva (34) Se não B, então não A. Há dois pontos importantes sobre as sentenças acima que precisam ser observados. Vimos que A e B e B e A, assim como A ou B e B ou A são equivalentes. Entretanto, se A, então B e se B então A NÃO SÃO EQUIVALENTES!!! Isso pode ser constatado facilmente pela construção das respectivas tabelas de verdade, que fica como exercício para o leitor. Mas pode ser também intuitivamente percebido. Considere as sentenças: (35) Se João é carioca, João é brasileiro e (36) Se João é brasileiro, João é carioca. Enquanto a sentença (35) é verdadeira, é evidente que (36) pode ser falsa, pois João pode perfeitamente ser brasileiro sem ser carioca. Uma condicional se A, então B e sua contrapositiva se não B, então não A são equivalentes. Isso pode ser constata-

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do pela construção da tabela de verdade, que fica como um exercício para o leitor. Mas note que a contrapositiva de (35), (37) Se João não é brasileiro, não é carioca, é verdadeira nas mesmas circunstâncias em que (35) é verdadeira. A diferença entre (35) e (37) é que (35) enfatiza que ser carioca é condição suficiente para ser brasileiro, enquanto (37) enfatiza que ser brasileiro é condição necessária para ser carioca. Isso ficará mais claro na seção sobre condições necessárias e suficientes. 9. Negações Agora nós vamos aprender a negar sentenças construídas com os operadores sentenciais. Negar uma sentença é o mesmo afirmar que a sentença é falsa. Por esse motivo, para negar uma sentença construída com os operadores sentenciais e, ou e se...então, basta afirmar a(s) linha(s) da tabela de verdade em que a sentença é falsa. 9a. Negação da disjunção Comecemos pelos caso mais simples, a disjunção (inclusiva). Como vimos, uma disjunção A ou B é falsa no caso em que tanto A quanto B são falsas. Logo, para negar uma disjunção, nós precisamos dizer que A é falsa e também que B é falsa, isto é, não A e não B. Fica como exercício para o leitor a construção das tabelas de verdade de A ou B e não A e não B para constatar que são idênticas. (1) João comprou um carro ou uma moto. A negação de (1) é: (2) João não comprou um carro e não comprou uma moto, ou (3) João nem comprou um carro, nem comprou uma moto. Na linguagem natural, freqüentemente formulamos a negação de uma disjunção com a expressão nem...nem. Nem A, nem B significa o mesmo que não A e não B. (4) O PMDB receberá o ministério da saúde ou o PP receberá o ministério da cultura. A negação de (4) é: (5) Nem o PMDB receberá o ministério da saúde, nem o PP receberá o ministério da cultura. Exercício: complete a coluna da direita da tabela abaixo com a negação das sentenças do lado esquerdo. DISJUNÇÃO NEGAÇÃO A ou B não A e não B A ou não B não A ou B não A ou não B 9b. Negação da conjunção Por um raciocínio análogo ao utilizado na negação da disjunção, para negar uma conjunção precisamos afirmar os casos em que a conjunção é falsa. Esses casos são a segunda, a terceira e a quarta linhas da tabela de verdade. Isto é, A e B é falsa quando: (i) A é falsa, (ii) B é falsa ou (iii) A e B são ambas falsas. É fácil perceber que basta uma das sentenças ligadas pelo e ser falsa para a conjunção ser falsa. A negação de A e B, portanto, é não A ou não B. Fica como exercício para o leitor a construção das tabelas de verdade de A e B e não A ou não B para constatar que são idênticas. Exemplos de negações de conjunções: (6) O PMDB receberá o ministério da saúde e o ministério da cultura. A negação de (6) é

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(6a) Ou PMDB não receberá o ministério da saúde, ou não receberá o ministério da cultura. (7) Beba e dirija. A negação de (7) é (7a) não beba ou não dirija.

Fonte: http://abilioazambuja.sites.uol.com.br/1d.pdf
01. Sendo p a proposição Paulo é paulista e q a proposição Ronaldo é carioca, traduzir para a linguagem corrente as seguintes proposições: a) ~q b) p ^ q c) p v q d) p " q e) p " (~q)

QUESTÕES I

02. Sendo p a proposição Roberto fala inglês e q a proposição Ricardo fala italiano traduzir para a linguagem simbólica as seguintes proposições: a) Roberto fala inglês e Ricardo fala italiano. b) Ou Roberto não fala inglês ou Ricardo fala italiano. c) Se Ricardo fala italiano então Roberto fala inglês. d) Roberto não fala inglês e Ricardo não fala italiano. 03. (UFB) Se p é uma proposição verdadeira, então: a) p ^ q é verdadeira, qualquer que seja q; b) p v q é verdadeira, qualquer que seja q; c) p ^ q é verdadeira só se q for falsa; d) p =>q é falsa, qualquer que seja q e) n.d.a. 04. (MACK) Duas grandezas x e y são tais que "se x = 3 então y = 7". Pode-se concluir que: a) se x 3 antão y 7 b) se y = 7 então x = 3 c) se y 7 então x 3 d) se x = 5 então y = 5 e) se x = 7 então y = 3 05. (ABC) Assinale a proposição composta logicamente verdadeira: a) (2 = 3) => (2 . 3 = 5) b) (2 = 2) => (2 . 3 = 5) c) (2 = 3) e (2 . 3 = 5) d) (2 = 3) ou (2 . 3 = 5) e) (2 = 3) e (~ ( 2= 2)) 06. (UGF) A negação de x > -2 é: a) x > 2 b) x #-2 c) x < -2 d) x < 2 e) x #2 07. (ABC) A negação de todos os gatos são pardos é: a) nenhum gato é pardo; b) existe gato pardo; c) existe gato não pardo; d) existe um e um só gato pardo; e) nenhum gato não é pardo. 08. (ABC) Se A negação de o gato mia e o rato chia é: a) o gato não mia e o rato não chia; b) o gato mia ou o rato chia; c) o gato não mia ou o rato não chia; d) o gato e o rato não chiam nem miam; e) o gato chia e o rato mia. 09. Duas grandezas A e B são tais que "se A = 2 então B = 5". Pode-se concluir que: a) se A 2 antão B 5 b) se A = 5 então B = 2

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c) se B 5 então A 2 d) se A = 2 então B = 2 e) se A = 5 então B 2

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3. Agente Fiscal de Rendas – Nível I / SP 2006 – FCC Considere as seguintes frases: I – Ele foi o melhor jogador do mundo em 2005. II – (x + y) / 5 é um número inteiro III – João da Silva foi o Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo em 2000. É verdade que APENAS a) I e II são sentenças abertas b) I e III são sentenças abertas c) II e III são sentenças abertas d) I é uma sentença aberta e) II é uma sentença aberta 4. Das cinco frases abaixo, quatro delas têm uma mesma característica lógica em comum, enquanto uma delas não tem essa característica. I – Que belo dia! II – Um excelente livro de raciocínio lógico. III – O jogo terminou empatado? IV – Existe vida em outros planetas do universo. V – Escreva uma poesia. A frase que não possui essa característica comum é a a) I b) II c) III d) IV e) V 5. CESPE (Adaptado) – JULGUE COM CERTO OU ERRADO: Das cinco (5) afirmações abaixo, três delas são proposições. I – Mariana mora em Piúma. II – Em Vila Velha, visite o Convento da Penha. III – A expressão algébrica x + y é positiva. IV – Se Joana é economista, então ela não entende de políticas públicas. V – A SEGER oferece 220 vagas em concurso público. GABARITO 1. certa 2. errada 3.A 4.D 5. certa

10. (VUNESP) Um jantar reúne 13 pessoas de uma mesma família. Das afirmações a seguir, referentes às pessoas reunidas, a única necessariamente verdadeira é: a) pelo menos uma delas tem altura superior a 1,90m; b) pelo menos duas delas são do sexo feminino; c) pelo menos duas delas fazem aniversário no mesmo mês; d) pelo menos uma delas nasceu num dia par; e) pelo menos uma delas nasceu em janeiro ou fevereiro. Resolução: 01. a) Paulo não é paulista. b) Paulo é paulista e Ronaldo é carioca. c) Paulo é paulista ou Ronaldo é carioca. d) Se Paulo é paulista então Ronaldo é carioca. e) Se Paulo é paulista então Ronaldo não é carioca. 02. a) p ^ q
b) (~p) v p c) q " p d) (~p) ^ (~q)

03. B 07. C

04. C 08. C

05. A 09. C

06. C 10. C

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JULGUE SE É PROPOSIÇÃO E JUSTIFIQUE: 1. Paulo é alto. 2. Ele foi o melhor jogador da copa. 3. x > y 4. Rossana é mais velha que Marcela? 5. Mário é pintor 6. x + 2 = 5 7. 3 + 4 = 9 8. É um péssimo livro de geografia 9. Se x é um número primo então x é um número real 10. x é um número primo. GABARITO 1.proposição 2. vaga ou sentença aberta 3.sentença aberta 4. interrogativa 5. proposição 6. sentença aberta 7. proposição 8. proposição 9. proposição ( variável não livre ) 10. sentença aberta ou imperativa 1. Julgue se a afirmação a seguir é CERTA ou ERRADA. Há duas proposições no seguinte conjunto de sentenças: I – O BB foi criado em 1980. II – Faça seu trabalho corretamente. III – Manuela tem mais de 40 anos de idade. 2. Julgue com CERTO ou ERRADO: Na lista de frases apresentadas a seguir, há exatamente três proposições. “a frase dentro destas aspas é uma mentira” A expressão x + y é positiva O valor de + 3 = 7 Pelé marcou dez gols para a seleção brasileira. O que é isto?

ESTRUTURAS LÓGICAS
As questões de Raciocínio Lógico sempre vão ser compostas por proposições que provam, dão suporte, dão razão a algo, ou seja, são afirmações que expressam um pensamento de sentindo completo. Essas proposições podem ter um sentindo positivo ou negativo. Exemplo 1: João anda de bicicleta. Exemplo 2: Maria não gosta de banana. Tanto o exemplo 1 quanto o 2 caracterizam uma afirmação/proposição.

TESTES

A base das estruturas lógicas é saber o que é verdade ou mentira (verdadeiro/falso). Os resultados das proposições SEMPRE tem que dar verdadeiro.

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Há alguns princípios básicos: Contradição: Nenhuma proposição pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo. Terceiro Excluído: Dadas duas proposições lógicas contraditórias somente uma delas é verdadeira. Uma proposição ou é verdadeira ou é falsa, não há um terceiro valor lógico (“mais ou menos”, meio verdade ou meio mentira). Ex. Estudar é fácil. (o contrário seria: “Estudar é difícil”. Não existe meio termo, ou estudar é fácil ou estudar é difícil). Para facilitar a resolução das questões de lógica usam-se os Conectivos Lógicos, que são símbolos que comprovam a veracidade das informações e unem as proposições uma a outra ou as transformam numa terceira proposição. Veja abaixo: (~) “não”: negação (Λ) “e”: conjunção (V) “ou”: disjunção (→) “se...então”: condicional (↔) “se e somente se”: bicondicional Agora, vejamos na prática como funcionam estes conectivos: Temos as seguintes proposições: O Pão é barato. O Queijo não é bom. A letra P, representa a primeira proposição e a letra Q, a segunda. Assim, temos: P: O Pão é barato. Q: O Queijo não é bom. NEGAÇÃO (símbolo ~):

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F DISJUNÇÃO (símbolo V): Este conectivo também serve para unir duas proposições. O resultado será verdadeiro se pelo menos uma das proposições for verdadeira. Ex3.: P V Q. (Ou o Pão é barato ou o Queijo não é bom.) V = “ou” Regrinha para o conectivo de disjunção (V): P V V F F Q V F V F PVQ V V V F F F

CONDICIONAL (símbolo →) Este conectivo dá a ideia de condição para que a outra proposição exista. “P” será condição suficiente para “Q” e “Q” é condição necessária para “P”. Ex4.: P → Q. (Se o Pão é barato então o Queijo não é bom.) → = “se...então” Regrinha para o conectivo condicional (→): P V V F F Q V F V F P→ Q V F V V

Quando usamos a negação de uma proposição invertemos a afirmação que está sendo dada. Veja os exemplos: Ex1. : ~P (não P): O Pão não é barato. (É a negação lógica de P) ~Q (não Q): O Queijo é bom. (É a negação lógica de Q) Se uma proposição é verdadeira, quando usamos a negação vira falsa. Se uma proposição é falsa, quando usamos a negação vira verdadeira. Regrinha para o conectivo de negação (~): P V F CONJUNÇÃO (símbolo Λ): Este conectivo é utilizado para unir duas proposições formando uma terceira. O resultado dessa união somente será verdadeiro se as duas proposições (P e Q) forem verdadeiras, ou seja, sendo pelo menos uma falsa, o resultado será FALSO. Ex.2: P Λ Q. (O Pão é barato e o Queijo não é bom.) Λ = “e”. Regrinha para o conectivo de conjunção (Λ): P V V F Q V F V PΛQ V F F ~P F V

BICONDICIONAL (símbolo ↔) O resultado dessas proposições será verdadeiro se e somente se as duas forem iguais (as duas verdadeiras ou as duas falsas). “P” será condição suficiente e necessária para “Q” Ex5.: P ↔ Q. (O Pão é barato se e somente se o Queijo não é bom.) ↔ = “se e somente se” Regrinha para o conectivo bicondicional (↔): P V V F F Q V F V F P↔ Q V F F V

Fonte: http://www.concursospublicosonline.com/

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TABELA VERDADE
Tabela-verdade, tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege, Charles Peirce e outros da década de 1880, e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. A publicação do Tractatus LogicoPhilosophicus, de Wittgenstein, utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. A vasta influência de seu trabalho levou, então, à difusão do uso de tabelas-verdade. Como construir uma Tabela Verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. Por exemplo, a fórmula ¬((A∧ B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∋B)→C) , (A∧ B)→C , A∧ B , A , B , C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. O número destas linhas é l = nt , sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. Assim, se uma fórmula contém 2 termos, o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V), dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F , F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). Se a fórmula contiver 3 termos, o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V), três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F , V F V , F V V), três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F , F V F , F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Dei Negação A V F ~A F V

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Disjunção (OU) A disjunção é falsa se, e somente se ambos os operandos forem falsos

A V V F F

B V F V F

AvB V V V F

Condicional (Se... Então) [Implicação] A conjunção é falsa se, e somente se, o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A V V F F B V F V F A→B V F V V

Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se, e somente se, ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A V V F F B V F V F A↔B V F F V

DISJUNÇÃO EXCLUSIVA (OU... OU XOR) A conjunção é verdadeira se, e somente se, apenas um dos operandos for verdadeiro A V V F F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A V V F F B V F V F A(B V V V F A↓B F F F V B V F V F A(B F V V F

A negação da proposição "A" é a proposição "~A", de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa, e viceversa. Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros A V V F F B V F V F A^B V F F F

Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros. Em caso positivo, o argumento é válido. Em caso negativo, é inválido.

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Alguns argumentos válidos Modus ponens

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A V V F F B V F V F A→B V F V V B→A V V F V

A V V F F Modus tollens

B V F V F

A→B V F V V

Fonte: Wikipédia DIAGRAMAS LÓGICOS História Para entender os diagramas lógicos vamos dar uma rápida passada em sua origem. O suíço Leonhard Euler (1707 – 1783) por volta de 1770, ao escrever cartas a uma princesa da Alemanha, usou os diagramas ao explicar o significado das quatro proposições categóricas: Todo A é B. Algum A é B. Nenhum A é B. Algum A não é B. Mais de 100 anos depois de Euler, o logicista inglês John Venn (1834 – 1923) aperfeiçoou o emprego dos diagramas, utilizando sempre círculos. Desta forma, hoje conhecemos como diagramas de Euler/Venn. Tipos

A V V F F

B V F V F

¬A F F V V

¬B F V F V

A→B V F V V

Silogismo Hipotético

Existem três possíveis tipos de relacionamento entre dois diferentes conjuntos: B→C V F V V V F V V A→C V F V F V V V V Indica que um conjunto está ompletamente contido no outro, mas o inverso não é verdadeiro.

A V V V V F F F F

B V V F F V V F F

C V F V F V F V F

A→B V V F F V V V V

Indica que os dois conjuntos tem alguns elementos em comum, mas não todos.

Algumas falácias Afirmação do conseqüente Se A, então B. (A→B) B. Logo, A. A V V F F B V F V F A→B V F V V OBS: CONSIDERE QUE O TAMANHO DOS CÍRCULOS NÃO INDICA O TAMANHO RELATIVO DOS CONJUNTOS. Indica que não existem elementos comuns entre os conjuntos.

LÓGICA DE ARGUMENTAÇÃO: ANALOGIAS, INFERÊNCIAS, DEDUÇÕES E CONCLUSÕES.
1. Introdução Desde suas origens na Grécia Antiga, especialmente de Aristóteles (384-322 a.C.) em diante, a lógica tornou-se um dos campos mais férteis do pensamento humano, particularmente da filosofia. Em sua longa história e nas múltiplas modalidades em que se desenvolveu, sempre foi bem claro seu objetivo: fornecer subsídios para a produção de um bom raciocínio.

Comutação dos Condicionais A implica B. (A→B) Logo, B implica A. (B→A)

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Por raciocínio, entende-se tanto uma atividade mental quanto o produto dessa atividade. Esse, por sua vez, pode ser analisado sob muitos ângulos: o psicólogo poderá estudar o papel das emoções sobre um determinado raciocínio; o sociólogo considerará as influências do meio; o criminólogo levará em conta as circunstâncias que o favoreceram na prática de um ato criminoso etc. Apesar de todas estas possibilidades, o raciocínio é estudado de modo muito especial no âmbito da lógica. Para ela, pouco importam os contextos psicológico, econômico, político, religioso, ideológico, jurídico ou de qualquer outra esfera que constituam o “ambiente do raciocínio”. Ao lógico, não interessa se o raciocínio teve esta ou aquela motivação, se respeita ou não a moral social, se teve influências das emoções ou não, se está de acordo com uma doutrina religiosa ou não, se foi produzido por uma pessoa embriagada ou sóbria. Ele considera a sua forma. Ao considerar a forma, ele investiga a coerência do raciocínio, as relações entre as premissas e a conclusão, em suma, sua obediência a algumas regras apropriadas ao modo como foi formulado etc. Apenas a título de ilustração, seguem-se algumas definições e outras referências à lógica: “A arte que dirige o próprio ato da razão, ou seja, nos permite chegar com ordem, facilmente e sem erro, ao próprio ato da razão – o raciocínio” (Jacques Maritain). “A lógica é o estudo dos métodos e princípios usados para distinguir o raciocínio correto do incorreto” (Irving Copi). “A lógica investiga o pensamento não como ele é, mas como deve ser” (Edmundo D. Nascimento). “A princípio, a lógica não tem compromissos. No entanto, sua história demonstra o poder que a mesma possui quando bem dominada e dirigida a um propósito determinado, como o fizeram os sofistas, a escolástica, o pensamento científico ocidental e, mais recentemente, a informática” (Bastos; Keller). 1.1. Lógica formal e Lógica material Desde Aristóteles, seu primeiro grande organizador, os estudos da lógica orientaram-se em duas direções principais: a da lógica formal, também chamada de “lógica menor” e a da lógica material, também conhecida como “lógica maior”. A lógica formal preocupa-se com a correção formal do pensamento. Para esse campo de estudos da lógica, o conteúdo ou a matéria do raciocínio tem uma importância relativa. A preocupação sempre será com a sua forma. A forma é respeitada quando se preenchem as exigências de coerência interna, mesmo que as conclusões possam ser absurdas do ponto de vista material (conteúdo). Nem sempre um raciocínio formalmente correto corresponde àquilo que chamamos de realidade dos fatos. No entanto, o erro não está no seu aspecto formal e, sim, na sua matéria. Por exemplo, partindo das premissas que (1) todos os brasileiros são europeus e que (2) Pedro é brasileiro, formalmente, chegar-se-á à conclusão lógica que (3) Pedro é europeu. Materialmente, este é um raciocínio falso porque a experiência nos diz que a premissa é falsa.

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No entanto, formalmente, é um raciocínio válido, porque a conclusão é adequada às premissas. É nesse sentido que se costuma dizer que o computador é falho, já que, na maioria dos casos, processa formalmente informações nele previamente inseridas, mas não tem a capacidade de verificar o valor empírico de tais informações. Já, a lógica material preocupa-se com a aplicação das operações do pensamento à realidade, de acordo com a natureza ou matéria do objeto em questão. Nesse caso, interessa que o raciocínio não só seja formalmente correto, mas que também respeite a matéria, ou seja, que o seu conteúdo corresponda à natureza do objeto a que se refere. Neste caso, trata-se da correspondência entre pensamento e realidade. Assim sendo, do ponto de vista lógico, costuma-se falar de dois tipos de verdade: a verdade formal e a verdade material. A verdade formal diz respeito, somente e tão-somente, à forma do discurso; já a verdade material tem a ver com a forma do discurso e as suas relações com a matéria ou o conteúdo do próprio discurso. Se houver coerência, no primeiro caso, e coerência e correspondência, no segundo, temse a verdade. Em seu conjunto, a lógica investiga as regras adequadas à produção de um raciocínio válido, por meio do qual visa-se à consecução da verdade, seja ela formal ou material. Relacionando a lógica com a prática, pode-se dizer que é importante que se obtenha não somente uma verdade formal, mas, também, uma verdade que corresponda à experiência. Que seja, portanto, materialmente válida. A conexão entre os princípios formais da lógica e o conteúdo de seus raciocínios pode ser denominada de “lógica informal”. Trata-se de uma lógica aplicada ao plano existencial, à vida quotidiana. 1.2. Raciocínio e Argumentação Três são as principais operações do intelecto humano: a simples apreensão, os juízos e o raciocínio. A simples apreensão consiste na captação direta (através dos sentidos, da intuição racional, da imaginação etc) de uma realidade sobre a qual forma-se uma idéia ou conceito (p. ex., de um objeto material, ideal, sobrenatural etc) que, por sua vez, recebe uma denominação (as palavras ou termos, p. ex.: “mesa”, “três” e “arcanjo”). O juízo é ato pelo qual os conceitos ou idéias são ligadas ou separadas dando origem à emissão de um “julgamento” (falso ou verdadeiro) sobre a realidade, mediante proposições orais ou escritas. Por exemplo: “Há três arcanjos sobre a mesa da sala” O raciocínio, por fim, consiste no “arranjo” intelectual dos juízos ou proposições, ordenando adequadamente os conteúdos da consciência. No raciocínio, parte-se de premissas para se chegar a conclusões que devem ser adequadas. Procedendo dessa forma, adquirem-se conhecimentos novos e defende-se ou aprofunda-se o que já se conhece. Para tanto, a cada passo, é preciso preencher os requisitos da coerência e do rigor. Por exemplo: “Se os três arcanjos estão sobre a mesa da sala, não estão sobre a mesa da varanda” Quando os raciocínios são organizados com técnica e arte e expostos de forma tal a convencer a platéia, o leitor ou qualquer interlocutor tem-se a argumentação. Assim, a atividade argumentativa envolve o interesse da persuasão. Argumentar é o núcleo principal da retórica, considerada a arte de convencer mediante o discurso.

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Partindo do pressuposto de que as pessoas pensam aquilo que querem, de acordo com as circunstâncias da vida e as decisões pessoais (subjetividade), um argumento conseguirá atingir mais facilmente a meta da persuasão caso as idéias propostas se assentem em boas razões, capazes de mexer com as convicções daquele a quem se tenta convencer. Muitas vezes, julga-se que estão sendo usadas como bom argumento opiniões que, na verdade, não passam de preconceitos pessoais, de modismos, de egoísmo ou de outras formas de desconhecimento. Mesmo assim, a habilidade no argumentar, associada à desatenção ou à ignorância de quem ouve, acaba, muitas vezes, por lograr a persuasão. Pode-se, então, falar de dois tipos de argumentação: boa ou má, consistente/sólida ou inconsistente/frágil, lógica ou ilógica, coerente ou incoerente, válida ou não-válida, fraca ou forte etc. De qualquer modo, argumentar não implica, necessariamente, manter-se num plano distante da existência humana, desprezando sentimentos e motivações pessoais. Pode-se argumentar bem sem, necessariamente, descartar as emoções, como no caso de convencer o aluno a se esforçar nos estudos diante da perspectiva de férias mais tranqüilas. Enfim, argumentar corretamente (sem armar ciladas para o interlocutor) é apresentar boas razões para o debate, sustentar adequadamente um diálogo, promovendo a dinamização do pensamento. Tudo isso pressupõe um clima democrático. 1.3. Inferência Lógica Cabe à lógica a tarefa de indicar os caminhos para um raciocínio válido, visando à verdade. Contudo, só faz sentido falar de verdade ou falsidade quando entram em jogo asserções nas quais se declara algo, emitindo-se um juízo de realidade. Existem, então, dois tipos de frases: as assertivas e as não assertivas, que também podem ser chamadas de proposições ou juízos. Nas frases assertivas afirma-se algo, como nos exemplos: “a raiz quadrada de 9 é 3” ou “o sol brilha à noite”. Já, nas frases não assertivas, não entram em jogo o falso e o verdadeiro, e, por isso, elas não têm “valor de verdade”. É o caso das interrogações ou das frases que expressam estados emocionais difusos, valores vivenciados subjetivamente ou ordens. A frase “toque a bola”, por exemplo, não é falsa nem verdadeira, por não se tratar de uma asserção (juízo). As frases declaratórias ou assertivas podem ser combinadas de modo a levarem a conclusões conseqüentes, constituindo raciocínios válidos. Veja-se o exemplo: (1) Não há crime sem uma lei que o defina; (2) não há uma lei que defina matar ET’s como crime; (3) logo, não é crime matar ET’s. Ao serem ligadas estas assertivas, na mente do interlocutor, vão sendo criadas as condições lógicas adequadas à conclusão do raciocínio. Esse processo, que muitas vezes permite que a conclusão seja antecipada sem que ainda sejam emitidas todas as proposições do raciocínio, chamase inferência. O ponto de partida de um raciocínio (as premissas) deve levar a conclusões óbvias. 1.4. Termo e Conceito

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Para que a validade de um raciocínio seja preservada, é fundamental que se respeite uma exigência básica: as palavras empregadas na sua construção não podem sofrer modificações de significado. Observe-se o exemplo: Os jaguares são quadrúpedes; Meu carro é um Jaguar logo, meu carro é um quadrúpede. O termo “jaguar” sofreu uma alteração de significado ao longo do raciocínio, por isso, não tem validade. Quando pensamos e comunicamos os nossos pensamentos aos outros, empregamos palavras tais como “animal”, “lei”, “mulher rica”, “crime”, “cadeira”, “furto” etc. Do ponto de vista da lógica, tais palavras são classificadas como termos, que são palavras acompanhadas de conceitos. Assim sendo, o termo é o signo lingüístico, falado ou escrito, referido a um conceito, que é o ato mental correspondente ao signo. Desse modo, quando se emprega, por exemplo, o termo “mulher rica”, tende-se a pensar no conjunto das mulheres às quais se aplica esse conceito, procurando apreender uma nota característica comum a todos os elementos do conjunto, de acordo com a ‘intencionalidade’ presente no ato mental. Como resultado, a expressão “mulher rica” pode ser tratada como dois termos: pode ser uma pessoa do sexo feminino cujos bens materiais ou financeiros estão acima da média ou aquela cuja trajetóriaexistencial destaca-se pela bondade, virtude, afetividade e equilíbrio. Para que não se obstrua a coerência do raciocínio, é preciso que fique bem claro, em função do contexto ou de uma manifestação de quem emite o juízo, o significado dos termos empregados no discurso. 1.5. Princípios lógicos Existem alguns princípios tidos como conditio sine qua non para que a coerência do raciocínio, em absoluto, possa ocorrer. Podem ser entendidos como princípios que se referem tanto à realidade das coisas (plano ontológico), quanto ao pensamento (plano lógico), ou seja, se as coisas em geral devem respeitar tais princípios, assim também o pensamento deve respeitá-los. São eles: a) Princípio da identidade, pelo qual se delimita a realidade de um ser. Trata-se de conceituar logicamente qual é a identidade de algo a que se está fazendo referência. Uma vez conceituada uma certa coisa, seu conceito deve manter-se ao longo do raciocínio. Por exemplo, se estou falando de um homem chamado Pedro, não posso estar me referindo a Antônio. b) Princípio da não-contradição. Se algo é aquilo que é, não pode ser outra coisa, sob o mesmo aspecto e ao mesmo tempo. Por exemplo, se o brasileiro João está doente agora, não está são, ainda que, daqui a pouco possa vir a curar-se, embora, enquanto João, ele seja brasileiro, doente ou são; c) Princípio da exclusão do terceiro termo. Entre o falso e o verdadeiro não há meio termo, ou é falso ou é verdadeiro. Ou está chovendo ou não está, não é possível um terceiro termo: está meio chovendo ou coisa parecida. A lógica clássica e a lógica matemática aceitam os três princípios como suas pedras angulares, no entanto, mais recentemente, Lukasiewicz e outros pensadores desenvolveram sistemas lógicos sem o princípio do terceiro excluído, admitindo valor lógico não somente ao falso e ao verdadeiro, como também ao indeterminado.

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2. Argumentação e Tipos de Raciocínio Conforme vimos, a argumentação é o modo como é exposto um raciocínio, na tentativa de convencer alguém de alguma coisa. Quem argumenta, por sua vez, pode fazer uso de diversos tipos de raciocínio. Às vezes, são empregados raciocínios aceitáveis do ponto de vista lógico, já, em outras ocasiões, pode-se apelar para raciocínios fracos ou inválidos sob o mesmo ponto de vista. É bastante comum que raciocínios desse tipo sejam usados para convencer e logrem o efeito desejado, explorando a incapacidade momentânea ou persistente de quem está sendo persuadido de avaliar o valor lógico do raciocínio empregado na argumentação. Um bom raciocínio, capaz de resistir a críticas, precisa ser dotado de duas características fundamentais: ter premissas aceitáveis e ser desenvolvido conforme as normas apropriadas. Dos raciocínios mais empregados na argumentação, merecem ser citados a analogia, a indução e a dedução. Dos três, o primeiro é o menos preciso, ainda que um meio bastante poderoso de convencimento, sendo bastante usado pela filosofia, pelo senso comum e, particularmente, nos discursos jurídico e religioso; o segundo é amplamente empregado pela ciência e, também, pelo senso comum e, por fim, a dedução é tida por alguns como o único raciocínio autenticamente lógico, por isso, o verdadeiro objeto da lógica formal. A maior ou menor valorização de um ou de outro tipo de raciocínio dependerá do objeto a que se aplica, do modo como é desenvolvido ou, ainda, da perspectiva adotada na abordagem da natureza e do alcance do conhecimento. Às vezes, um determinado tipo de raciocínio não é adequadamente empregado. Vejam-se os seguintes exemplos: o médico alemão Ludwig Büchner (1824-1899) apresentou como argumento contra a existência da alma o fato de esta nunca ter sido encontrada nas diversas dissecações do corpo humano; o astronauta russo Gagarin (1934-1968) afirmou que Deus não existe pois “esteve lá em cima” e não o encontrou. Nesses exemplos fica bem claro que o raciocínio indutivo, baseado na observação empírica, não é o mais adequado para os objetos em questão, já que a alma e Deus são de ordem metafísica, não física. 2.1. Raciocínio analógico Se raciocinar é passar do desconhecido ao conhecido, é partir do que se sabe em direção àquilo que não se sabe, a analogia (aná = segundo, de acordo + lógon = razão) é um dos caminhos mais comuns para que isso aconteça. No raciocínio analógico, compara-se uma situação já conhecida com uma situação desconhecida ou parcialmente conhecida, aplicando a elas as informações previamente obtidas quando da vivência direta ou indireta da situação-referência. Normalmente, aquilo que é familiar é usado como ponto de apoio na formação do conhecimento, por isso, a analogia é um dos meios mais comuns de inferência. Se, por um lado, é fonte de conhecimentos do dia-a-dia, por outro, também tem servido de inspiração para muitos gênios das ciências e das artes, como nos casos de Arquimedes na banheira (lei do empuxo), de Galileu na catedral de Pisa (lei do pêndulo) ou de Newton sob a macieira (lei da gravitação universal). No entanto, também é uma forma de raciocínio em que se cometem muitos erros. Tal acontece porque é difícil estabelecerlhe regras rígidas. A distância entre a genialidade e a falha grosseira é muito pequena. No caso dos raciocínios analógicos, não se trata propriamente de considerá-los válidos ou

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não-válidos, mas de verificar se são fracos ou fortes. Segundo Copi, deles somente se exige “que tenham alguma probabilidade” (Introdução à lógica, p. 314). A força de uma analogia depende, basicamente, de três aspectos: a) os elementos comparados devem ser verdadeiros e importantes; b) o número de elementos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo; c) não devem existir divergências marcantes na comparação. No raciocínio analógico, comparam-se duas situações, casos, objetos etc. semelhantes e tiram-se as conclusões adequadas. Na ilustração, tal como a carroça, o carro a motor é um meio de transporte que necessita de um condutor. Este, tanto num caso quanto no outro, precisa ser dotado de bom senso e de boa técnica para desempenhar adequadamente seu papel. Aplicação das regras acima a exemplos: a) Os elementos comparados devem ser verdadeiros e relevantes, não imaginários ou insignificantes.tc "a) Os elementos comparados devem ser verdadeiros e relevantes, não imaginários ou insignificantes." Analogia forte - Ana Maria sempre teve bom gosto ao comprar suas roupas, logo, terá bom gosto ao comprar as roupas de sua filha. Analogia fraca - João usa terno, sapato de cromo e perfume francês e é um bom advogado; Antônio usa terno, sapato de cromo e perfume francês; logo, deve ser um bom advogado. b) O número de aspectos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo.tc "b) O número de aspectos semelhantes entre uma situação e outra deve ser significativo." Analogia forte - A Terra é um planeta com atmosfera, com clima ameno e tem água; em Marte, tal como na Terra, houve atmosfera, clima ameno e água; na Terra existe vida, logo, tal como na Terra, em Marte deve ter havido algum tipo de vida. Analogia fraca - T. Edison dormia entre 3 e 4 horas por noite e foi um gênio inventor; eu dormirei durante 3 1/2 horas por noite e, por isso, também serei um gênio inventor. c) Não devem existir divergências marcantes na comparação.tc "c) Não devem existir divergências marcantes na comparação.." Analogia forte - A pescaria em rios não é proveitosa por ocasião de tormentas e tempestades; a pescaria marinha não está tendo sucesso porque troveja muito. Analogia fraca - Os operários suíços que recebem o salário mínimo vivem bem; a maioria dos operários brasileiros, tal como os operários suíços, também recebe um salário mínimo; logo, a maioria dos operários brasileiros também vive bem, como os suíços. Pode-se notar que, no caso da analogia, não basta considerar a forma de raciocínio, é muito importante que se avalie

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o seu conteúdo. Por isso, esse tipo de raciocínio não é admitido pela lógica formal. Se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não o será necessariamente, mas possivelmente, isto caso cumpram-se as exigências acima. Tal ocorre porque, apesar de existir uma estrutura geral do raciocínio analógico, não existem regras claras e precisas que, uma vez observadas, levariam a uma conclusão necessariamente válida. O esquema básico do raciocínio analógico é: A é N, L, Y, X; B, tal como A, é N, L, Y, X; A é, também, Z logo, B, tal como A, é também Z. Se, do ponto de vista da lógica formal, o raciocínio analógico é precário, ele é muito importante na formulação de hipóteses científicas e de teses jurídicas ou filosóficas. Contudo, as hipóteses científicas oriundas de um raciocínio analógico necessitam de uma avaliação posterior, mediante procedimentos indutivos ou dedutivos. Observe-se o seguinte exemplo: John Holland, físico e professor de ciência da computação da Universidade de Michigan, lançou a hipótese (1995) de se verificar, no campo da computação, uma situação semelhante à que ocorre no da genética. Assim como na natureza espécies diferentes podem ser cruzadas para obter o chamado melhoramento genético - um indivíduo mais adaptado ao ambiente -, na informática, também o cruzamento de programas pode contribuir para montar um programa mais adequado para resolver um determinado problema. “Se quisermos obter uma rosa mais bonita e perfumada, teremos que cruzar duas espécies: uma com forte perfume e outra que seja bela” diz Holland. “Para resolver um problema, fazemos o mesmo. Pegamos um programa que dê conta de uma parte do problema e cruzamos com outro programa que solucione outra parte. Entre as várias soluções possíveis, selecionam-se aquelas que parecem mais adequadas. Esse processo se repete por várias gerações - sempre selecionando o melhor programa - até obter o descendente que mais se adapta à questão. É, portanto, semelhante ao processo de seleção natural, em que só sobrevivem os mais aptos”. (Entrevista ao JB, 19/10/95, 1º cad., p. 12). Nesse exemplo, fica bem clara a necessidade da averiguação indutiva das conclusões extraídas desse tipo de raciocínio para, só depois, serem confirmadas ou não. 2.2. Raciocínio Indutivo - do particular ao geral Ainda que alguns autores considerem a analogia como uma variação do raciocínio indutivo, esse último tem uma base mais ampla de sustentação. A indução consiste em partir de uma série de casos particulares e chegar a uma conclusão de cunho geral. Nele, está pressuposta a possibilidade da coleta de dados ou da observação de muitos fatos e, na maioria dos casos, também da verificação experimental. Como dificilmente são investigados todos os casos possíveis, acaba-se aplicando o princípio das probabilidades. Assim sendo, as verdades do raciocínio indutivo dependem das probabilidades sugeridas pelo número de casos observados e pelas evidências fornecidas por estes. A enumeração de casos deve ser realizada com rigor e a conexão entre estes deve ser feita com critérios rigorosos para que sejam indicadores da validade das generalizações contidas nas conclusões. O esquema principal do raciocínio indutivo é o seguinte:

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B é A e é X; C é A e também é X; D é A e também é X; E é A e também é X; logo, todos os A são X No raciocínio indutivo, da observação de muitos casos particulares, chega-se a uma conclusão de cunho geral. Aplicando o modelo: A jararaca é uma cobra e não voa; A caninana é uma cobra e também não voa; A urutu é uma cobra e também não voa; A cascavel é uma cobra e também não voa; logo, as cobras não voam. Contudo, Ao sair de casa, João viu um gato preto e, logo a seguir, caiu e quebrou o braço. Maria viu o mesmo gato e, alguns minutos depois, foi assaltada. Antonio também viu o mesmo gato e, ao sair do estacionamento, bateu com o carro. Logo, ver um gato preto traz azar. Os exemplos acima sugerem, sob o ponto de vista do valor lógico, dois tipos de indução: a indução fraca e a indução forte. É forte quando não há boas probabilidades de que um caso particular discorde da generalização obtida das premissas: a conclusão “nenhuma cobra voa” tem grande probalidade de ser válida. Já, no caso do “gato preto”, não parece haver sustentabilidade da conclusão, por se tratar de mera coincidência, tratando-se de uma indução fraca. Além disso, há casos em que uma simples análise das premissas é suficiente para detectar a sua fraqueza. Vejam-se os exemplos das conclusões que pretendem ser aplicadas ao comportamento da totalidade dos membros de um grupo ou de uma classe tendo como modelo o comportamento de alguns de seus componentes: 1. Adriana é mulher e dirige mal; Ana Maria é mulher e dirige mal; Mônica é mulher e dirige mal; Carla é mulher e dirige mal; logo, todas as mulheres dirigem mal. 2. Antônio Carlos é político e é corrupto; Fernando é político e é corrupto; Paulo é político e é corrupto; Estevão é político e é corrupto; logo, todos os políticos são corruptos. A avaliação da suficiência ou não dos elementos não é tarefa simples, havendo muitos exemplos na história do conhecimento indicadores dos riscos das conclusões por indução. Basta que um caso contrarie os exemplos até então colhidos para que caia por terra uma “verdade” por ela sustentada. Um exemplo famoso é o da cor dos cisnes. Antes da descoberta da Austrália, onde foram encontrados cisnes pretos, acreditava-se que todos os cisnes fossem brancos porque todos os até então observados eram brancos. Ao ser visto o primeiro cisne preto, uma certeza de séculos caiu por terra. 2.2.1. Procedimentos indutivos Apesar das muitas críticas de que é passível o raciocínio indutivo, este é um dos recursos mais empregados pelas ciências para tirar as suas conclusões. Há dois procedimentos principais de desenvolvimento e aplicação desse tipo de raciocínio: o da indução por enumeração incompleta suficiente e o da indução por enumeração completa. a. Indução por enumeração incompleta suficiente

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Nesse procedimento, os elementos enumerados são tidos como suficientes para serem tiradas determinadas conclusões. É o caso do exemplo das cobras, no qual, apesar de não poderem ser conferidos todos os elementos (cobras) em particular, os que foram enumerados são representativos do todo e suficientes para a generalização (“todas as cobras...”) b. Indução por enumeração completa Costuma-se também classificar como indutivo o raciocínio baseado na enumeração completa. Ainda que alguns a classifiquem como tautologia, ela ocorre quando: b.a. todos os casos são verificados e contabilizados; b.b. todas as partes de um conjunto são enumeradas. Exemplos correspondentes às duas formas de indução por enumeração completa: b.a. todas as ocorrências de dengue foram investigadas e em cada uma delas foi constatada uma característica própria desse estado de morbidez: fortes dores de cabeça; obtevese, por conseguinte, a conclusão segura de que a dor de cabeça é um dos sintomas da dengue. b.b. contam-se ou conferem-se todos as peças do jogo de xadrez: ao final da contagem, constata-se que são 32 peças. Nesses raciocínios, tem-se uma conclusão segura, podendo-se classificá-los como formas de indução forte, mesmo que se revelem pouco criativos em termos de pesquisa científica. O raciocínio indutivo nem sempre aparece estruturado nos moldes acima citados. Às vezes, percebe-se o seu uso pela maneira como o conteúdo (a matéria) fica exposta ou ordenada. Observem-se os exemplos: - Não parece haver grandes esperanças em se erradicar a corrupção do cenário político brasileiro. Depois da série de protestos realizados pela população, depois das provas apresentadas nas CPI’s, depois do vexame sofrido por alguns políticos denunciados pela imprensa, depois do escárnio popular em festividades como o carnaval e depois de tanta insistência de muitos sobre necessidade de moralizar o nosso país, a corrupção parece recrudescer, apresenta novos tentáculos, se disfarça de modos sempre novos, encontrando-se maneiras inusitadas de ludibriar a nação. - Sentia-me totalmente tranqüilo quanto ao meu amigo, pois, até então, os seus atos sempre foram pautados pelo respeito às leis e à dignidade de seus pares. Assim, enquanto alguns insinuavam a sua culpa, eu continuava seguro de sua inocência. Tanto no primeiro quanto no segundo exemplos está sendo empregando o método indutivo porque o argumento principal está sustentado pela observação de muitos casos ou fatos particulares que, por sua vez, fundamentam a conclusão. No primeiro caso, a constatação de que diversas tentativas de erradicar a corrupção mostraram-se infrutíferas conduzem à conclusão da impossibilidade de sua superação, enquanto que, no segundo exemplo, da observação do comportamento do amigo infere-se sua inocência.

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Analogia, indução e probabilidade Nos raciocínios analógico e indutivo, apesar de boas chances do contrário, há sempre a possibilidade do erro. Isso ocorre porque se está lidando com probabilidades e estas não são sinônimas de certezas. Há três tipos principais de probabilidades: a matemática, a moral e a natural. a) A probabilidade matemática é aquela na qual, partindo-se dos casos numerados, é possível calcular, sob forma de fração, a possibilidade de algo ocorrer – na fração, o denominador representa os casos possíveis e o numerador o número de casos favoráveis. Por exemplo, no caso de um sorteio usando uma moeda, a probabilidade de dar cara é de 50% e a de dar coroa também é de 50%. b) A probabilidade moral é a relativa a fatos humanos destituídos de caráter matemático. É o caso da possibilidade de um comportamento criminoso ou virtuoso, de uma reação alegre ou triste etc. Exemplos: considerando seu comportamento pregresso, é provável que Pedro não tenha cometido o crime, contudo... Conhecendo-se a meiguice de Maria, é provável que ela o receba bem, mas... c) A probabilidade natural é a relativa a fenômenos naturais dos quais nem todas as possibilidades são conhecidas. A previsão meteorológica é um exemplo particular de probalidade natural. A teoria do caos assenta-se na tese da imprevisibilidade relativa e da descrição apenas parcial de alguns eventos naturais. Por lidarem com probabilidades, a indução e a analogia são passíveis de conclusões inexatas. Assim sendo, deve-se ter um relativo cuidado com as suas conclusões. Elas expressam muito bem a necessidade humana de explicar e prever os acontecimentos e as coisas, contudo, também revelam as limitações humanas no que diz respeito à construção do conhecimento. 2.3. Raciocínio dedutivo - do geral ao particular O raciocínio dedutivo, conforme a convicção de muitos estudiosos da lógica, é aquele no qual são superadas as deficiências da analogia e da indução. No raciocínio dedutivo, inversamente ao indutivo, parte-se do geral e vai-se ao particular. As inferências ocorrem a partir do progressivo avanço de uma premissa de cunho geral, para se chegar a uma conclusão tão ou menos ampla que a premissa. O silogismo é o melhor exemplo desse tipo de raciocínio: Premissa maior: Todos os homens são mamíferos. universal Premissa menor: Pedro é homem. Conclusão: Logo, Pedro é mamífero. Particular No raciocínio dedutivo, de uma premissa de cunho geral podem-se tirar conclusões de cunho particular. Aristóteles refere-se à dedução como “a inferência na qual, colocadas certas coisas, outra diferente se lhe segue necessariamente, somente pelo fato de terem sido postas”. Uma vez posto que todos os homens são mamíferos e que Pedro é homem, há de se inferir, necessariamente, que Pedro é um mamífero. De certo modo, a conclusão já está pre-

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sente nas premissas, basta observar algumas regras e inferir a conclusão. 2.3.1. Construção do Silogismo A estrutura básica do silogismo (sýn/com + lógos/razão) consiste na determinação de uma premissa maior (ponto de partida), de uma premissa menor (termo médio) e de uma conclusão, inferida a partir da premissa menor. Em outras palavras, o silogismo sai de uma premissa maior, progride através da premissa menor e infere, necessariamente, uma conclusão adequada. Eis um exemplo de silogismo: Todos os atos que ferem a lei são puníveis Premissa Maior A concussão é um ato que fere a lei Premissa Menor Logo, a concussão é punível Conclusão O silogismo estrutura-se por premissas. No âmbito da lógica, as premissas são chamadas de proposições que, por sua vez, são a expressão oral ou gráfica de frases assertivas ou juízos. O termo é uma palavra ou um conjunto de palavras que exprime um conceito. Os termos de um silogismo são necessariamente três: maior, médio e menor. O termo maior é aquele cuja extensão é maior (normalmente, é o predicado da conclusão); o termo médio é o que serve de intermediário ou de conexão entre os outros dois termos (não figura na conclusão) e o termo menor é o de menor extensão (normalmente, é o sujeito da conclusão). No exemplo acima, punível é o termo maior, ato que fere a lei é o termo médio e concussão é o menor. 2.3.1.1. As Regras do Silogismo Oito são as regras que fazem do silogismo um raciocínio perfeitamente lógico. As quatro primeiras dizem respeito às relações entre os termos e as demais dizem respeito às relações entre as premissas. São elas: 2.3.1.1.1. Regras dos Termos 1) Qualquer silogismo possui somente três termos: maior, médio e menor. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os gatos são mamíferos. Termo Médio: Mimi é um gato. Termo Menor: Mimi é um mamífero. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Toda gata(1) é quadrúpede. Termo Médio: Maria é uma gata(2). Termo Menor: Maria é quadrúpede. O termo “gata” tem dois significados, portanto, há quatro termos ao invés de três. 2) Os termos da conclusão nunca podem ser mais extensos que os termos das premissas. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todas as onças são ferozes. Termo Médio: Nikita é uma onça. Termo Menor: Nikita é feroz. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Antônio e José são poetas. Termo Médio: Antônio e José são surfistas. Termo Menor: Todos os surfistas são poetas. “Antonio e José” é um termo menos extenso que “todos os surfistas”. 3) O predicado do termo médio não pode entrar na conclusão.

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Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os homens podem infringir a lei. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro pode infringir a lei. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Todos os homens podem infringir a lei. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro ou é homem (?) ou pode infringir a

A ocorrência do termo médio “homem” na conclusão é inoportuna. 4) O termo médio deve ser tomado ao menos uma vez em sua extensão universal. Exemplo de formulação correta: Termo Maior: Todos os homens são dotados de habilidades. Termo Médio: Pedro é homem. Termo Menor: Pedro é dotado de habilidades. Exemplo de formulação incorreta: Termo Maior: Alguns homens são sábios. Termo Médio: Ora os ignorantes são homens Termo Menor: Logo, os ignorantes são sábios O predicado “homens” do termo médio não é universal, mas particular. 2.3.1.1.2. Regras das Premissas 5) De duas premissas negativas, nada se conclui. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Nenhum gato é mamífero Premissa Menor: Lulu não é um gato. Conclusão: (?). 6) De duas premissas afirmativas, não se tira uma conclusão negativa. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Todos os bens morais devem ser desejados. Premissa Menor: Ajudar ao próximo é um bem moral. Conclusão: Ajudar ao próximo não (?) deve ser desejado. 7) A conclusão segue sempre a premissa mais fraca. A premissa mais fraca é sempre a de caráter negativo. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: As aves são animais que voam. Premissa Menor: Alguns animais não são aves. Conclusão: Alguns animais não voam. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: As aves são animais que voam. Premissa Menor: Alguns animais não são aves. Conclusão: Alguns animais voam. 8) De duas premissas particulares nada se conclui. Exemplo de formulação incorreta: Premissa Maior: Mimi é um gato. Premissa Menor: Um gato foi covarde. Conclusão: (?) Fonte: estudaki.files.wordpress.com/2009/03/logicaargumentacao.pdf

lei.

DIAGRAMAS LÓGICOS
Prof Msc SANDRO FABIAN FRANCILIO DORNELLES Introdução Os diagramas lógicos são usados na resolução de vários problemas. Uma situação que esses diagramas poderão ser usados, é na determinação da quantidade de elementos que apresentam uma determinada característica.

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Assim, se num grupo de pessoas há 43 que dirigem carro, 18 que dirigem moto e 10 que dirigem carro e moto. Baseandose nesses dados, e nos diagramas lógicos poderemos saber: Quantas pessoas têm no grupo ou quantas dirigem somente carro ou ainda quantas dirigem somente motos. Vamos inicialmente montar os diagramas dos conjuntos que representam os motoristas de motos e motoristas de carros. Começaremos marcando quantos elementos tem a intersecção e depois completaremos os outros espaços.

Para termos os valores reais da pesquisa, vamos inicialmente montar os diagramas que representam cada conjunto. A colocação dos valores começará pela intersecção dos três conjuntos e depois para as intersecções duas a duas e por último às regiões que representam cada conjunto individualmente. Representaremos esses conjuntos dentro de um retângulo que indicará o conjunto universo da pesquisa.

Marcando o valor da intersecção, então iremos subtraindo esse valor da quantidade de elementos dos conjuntos A e B. A partir dos valores reais, é que poderemos responder as perguntas feitas.

a) Temos no grupo: 8 + 10 + 33 = 51 motoristas. b) Dirigem somente carros 33 motoristas. c) Dirigem somente motos 8 motoristas. No caso de uma pesquisa de opinião sobre a preferência quanto à leitura de três jornais. A, B e C, foi apresentada a seguinte tabela:

Fora dos diagramas teremos 150 elementos que não são leitores de nenhum dos três jornais. Na região I, teremos: 70 - 40 = 30 elementos. Na região II, teremos: 65 - 40 = 25 elementos. Na região III, teremos: 105 - 40 = 65 elementos. Na região IV, teremos: 300 - 40 - 30 - 25 = 205 elementos. Na região V, teremos: 250 - 40 -30 - 65 = 115 elementos. Na região VI, teremos: 200 - 40 - 25 - 65 = 70 elementos. Dessa forma, o diagrama figura preenchido com os seguintes elementos:

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5. Em uma pesquisa, foram entrevistados 100 telespectadores. 60 assistiam à televisão à noite e 50 assistiam à televisão de dia. Quantos assistiam à televisão de dia e de noite? a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25 6. Em uma pesquisa, foram entrevistadas 200 pessoas. 100 delas iam regularmente ao cinema, 60 iam regularmente ao teatro e 50 não iam regularmente nem ao cinema nem ao teatro. Quantas dessas pessoas iam regularmente a ambos? a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50

Com essa distribuição, poderemos notar que 205 pessoas lêem apenas o jornal A. Prof Msc SANDRO FABIAN FRANCILIO DORNELLES Verificamos que 500 pessoas não lêem o jornal C, pois é a soma 205 + 30 + 115 + 150. Notamos ainda que 700 pessoas foram entrevistadas, que é a soma 205 + 30 + 25 + 40 + 115 + 65 + 70 + 150. EXERCÍCIOS DE CONCURSOS Diagramas Lógicos 1. De um total de 30 agentes administrativos sabe-se que: I. 18 gostam de cinema II. 14 gostam de teatro III. 2 não gostam de cinema, nem de teatro O número de agentes que gostam de cinema e de teatro corresponde a: a) 2 b) 4 c) 6 d) 8 2. De um grupo de N auxiliares técnicos de produção, 44 lêem jornal A, 42 o jornal B e 18 lêem ambos os jornais. sabendo que todo auxiliar deste grupo é leitor de pelo menos um dos jornais, o número N de auxiliares é: 3. Em uma turma, 45% dos alunos falam inglês e 33% falam francês. Se 25% dos alunos não falam nenhuma duas línguas, a porcentagem de alunos que falam francês, mas não falam inglês é de: a) 3% b) 15% c) 27% d) 30% e) 33% 4. Realizou-se uma pesquisa e verificou-se que, das pessoas consultadas, 200 ouviam a rádio A, 300 ouviam a rádio B, 20 ouviam as duas rádios (A e B) e 220 não ouviam nenhuma das duas rádios. Quantas pessoas foram consultadas? a) 520 b) 560 c) 640 d) 680 e) 700

7. (NCNB_02) Uma professora levou alguns alunos ao parque de diversões chamado Sonho. Desses alunos: 16 já haviam ido ao parque Sonho, mas nunca andaram de montanha russa. 6 já andaram de montanha russa, mas nunca haviam ido ao parque Sonho. Ao todo, 20 já andaram de montanha russa. Ao todo, 18 nunca haviam ido ao parque Sonho. Pode-se afirmar que a professora levou ao parque Sonho: a) 60 alunos b) 48 alunos c) 42 alunos d) 366alunos e) 32 alunos 8. (ICMS_97_VUNESP) Em uma classe, há 20 alunos que praticam futebol mas não praticam vôlei e há 8 alunos que praticam vôlei mas não praticam futebol. O total dos que praticam vôlei é 15. Ao todo, existem 17 alunos que não praticam futebol. O número de alunos da classe é: a) 30 b) 35 c) 37 d) 42 e) 44 9. Suponhamos que numa equipe de 10 estudantes, 6 usam óculos e 8 usam relógio. O numero de estudantes que usa ao mesmo tempo, óculos e relógio é: a) exatamente 6 b) exatamente 2 c) no mínimo 6 d) no máximo 5 e) no mínimo 4 10. Numa pesquisa de mercado, foram entrevistadas várias pessoas acerca de suas preferências em relação a 3 produtos: A, B e C. Os resultados da pesquisa indicaram que: 210 pessoas compram o produto A. 210 pessoas compram o produto N. 250 pessoas compram o produto C. 20 pessoas compram os três produtos. 100 pessoas não compram nenhum dos 3 produtos. 60 pessoas compram o produto A e B. 70 pessoas compram os produtos A eC. 50 pessoas compram os produtos B e C. Quantas pessoas foram entrevistadas: a) 670 b) 970 c) 870 d) 610

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e) 510 11. No problema anterior, calcular quantas pessoas compram apenas o produto A; apenas o produto B; apenas o produto C. a) 210;210;250 b) 150;150;180 c) 100;120;150 d) 120;140;170 e) n.d.a. 12. (A_MPU_ESAF_04) Um colégio oferece a seus alunos à prática de um ou mais de um dos seguintes esportes: futebol, basquete e vôlei. Sabe-se que, no atual semestre, 20 alunos praticam vôlei e basquete; 60 alunos praticam futebol e 65 praticam basquete; 21 alunos não praticam nem futebol nem vôlei; o número de alunos que praticam só futebol é idêntico ao número dos alunos que praticam só vôlei; 17 alunos praticam futebol e vôlei; 45 alunos praticam futebol e basquete; 30, entre os 45, não praticam vôlei; O número total de alunos do colégio, no atual semestre, é igual a: a) 93 b) 114 c) 103 d) 110 e) 99 13. (ESAF_97) Uma pesquisa entre 800 consumidores sendo 400 homens e 400 mulheres- mostrou os seguintes resultados: Do total de pessoas entrevistadas: 500 assinam o jornal X 350 têm curso superior 250 assinam o jornal X e têm nível superior Do total de mulheres entrevistadas: 200 assinam o jornal X 150 têm curso superior 50 assinam o jornal X e têm nível superior O número de homens entrevistados que não assinam o jornal X e não têm curso superior é, portanto, igual a: a) 100 b) 200 c) 0 d) 50 e) 25 14. No diagrama abaixo, considere os conjuntos A, B, C e U ( universo ).

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a) A ∪ B ∪ C b) (A ∪ B) ∩ C c) A ∩ B∩ C d) (A ∩ B) ∪ C QUESTÕES CERTO / ERRADO (CESPE / UNB) 15. (UNB) Numa entrevista realizada pelo Departamento de Ciências Econômicas da UCG com 50 pessoas, da classe média de Goiânia, acerca de suas preferências por aplicações de seus excedentes financeiros, obteve-se o seguinte resultado: 21 pessoas disseram que aplicam em fundos de renda fixa; 34 em cadernetas de poupança e 50 não aplicam em nenhuma dasmodalidades. Deste modo, 10 pessoas aplicam nas duas modalidades (obs.: uma mesma pessoa pode aplicar em mais de uma modalidade). 16. (MPU_99UNB) Em exames de sangue realizados em 500 moradores de uma região com péssimas condições sanitárias foi constatada a presença de três tipos de vírus: A, B, C . O resultado dos exames revelou que o vírus A estava presente em 210 moradores; o vírus B, em 230; os vírus A e B, em 80; os vírus A e C, em 90; e os vírus B e C, em 70. Além disso, em 5 moradores não foi detectado nenhum dos três vírus e o numero de moradores infectados pelo vírus C era igual ao dobro dos infectados apenas pelo vírus B. Com base nessa situação, julgues os itens abaixo: I. O número de pessoas contaminadas pelo três vírus simultaneamente representa 9% do total de pessoas examinadas. II. O número de moradores que apresentam o vírus C é igual a 230. III. 345 moradores apresentam somente um dos vírus. IV. Mais de 140 moradores apresentaram pelo menos, dois vírus. V. O número de moradores que não foram contaminados pelos vírus B e C representa menos de 16% do total de pessoas examinadas. 17. Pedro, candidato ao cargo de Escrivão de Polícia Federal, necessitando adquirir livros para se preparar para o concurso, utilizou um site de busca da Internet e pesquisou em uma livraria virtual, especializada nas áreas de direito, administração e economia, que vende livros nacionais e importados. Nessa livraria, alguns livros de direito e todos os de administração fazem parte dos produtos nacionais. Alem disso, não há livro nacional disponível de capa dura. Com base nas informações acima é possível que Pedro, em sua pesquisa, tenha: I. Encontrado um livro de administração de capa dura. II. Adquirido dessa livraria um livro de economia de capa flexível. III. Selecionado para compra um livro nacional de direito de capa dura. IV. Comprado um livro importado de direito de capa flexível. Respostas exercícios: 1-C 2-A 3-A 4-B 5-B RESPOSTAS 1.B 2.C 3.D 4.E 5.B 6.A 7.B 8.E 9.E 10.D 11.C 12.E 13.A 14.C 15.C (certo) 16.C,E,C,C,E 17.E,C,E,C

A região sombreada corresponde à seguinte operação:  

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EQUIVALÊNCIA LÓGICA
Na lógica, as asserções p e q são ditas logicamente equivalentes ou simplesmente equivalentes, se p = q e q = p. Em termos intuitivos, duas sentenças são logicamente equivalentes se possuem o mesmo "conteúdo lógico". Do ponto de vista da teoria da demonstração, p e q são equivalentes se cada uma delas pode ser derivada a partir da outra. Semanticamente, p e q são equivalentes se elas têm os mesmos valores para qualquer interpretação. EQUIVALÊNCIAS LÓGICAS NOTÁVEIS Negação da Negação (Dupla Negação) ~(~p) ⇔ p p F V ~q V F V ~(p) F

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02. (TRF 2ª Região 2007 FCC) Sabe-se que sentenças são orações com sujeito (o termo a respeito do qual se declara algo) e predicado (o que se declara sobre o sujeito). Na relação seguinte há expressões e sentenças: 1. A terça parte de um número. 2. Jasão é elegante. 3. Mente sã em corpo são. 4. Dois mais dois são 5. 5. Evite o fumo. 6. Trinta e dois centésimos. É correto afirmar que, na relação dada, são sentenças APENAS os itens de números (A) 1, 4 e 6. (D) 3 e 5. (B) 2, 4 e 5. (E) 2 e 4. (C) 2, 3 e 5. 03. (PM-Bahia 2009 FCC) Define-se sentença como qualquer oração que tem sujeito (o termo a respeito do qual se declara alguma coisa) e predicado (o que se declara sobre o sujeito). Na relação que segue há expressões e sentenças : 1. Tomara que chova. 2. Que horas são? 3. Três vezes dois são cinco. 4. Quarenta e dois detentos. 5. Policiais são confiáveis. 6. Exercícios físicos são saudáveis. De acordo com a definição dada, é correto afirmar que, dos itens da relação acima, são sentenças APENAS os de números A) 1, 3 e 5. D) 4 e 6. B) 2, 3 e 5. E) 5 e 6. C) 3, 5 e 6. 04. (ICMS/SP 2006 FCC) Das cinco frases abaixo, quatro delas têm uma mesma característica lógica em comum, enquanto uma delas não tem essa característica. I. Que belo dia! II. Um excelente livro de raciocínio lógico. III. O jogo terminou empatado? IV. Existe vida em outros planetas do universo. V. Escreva uma poesia. A frase que não possui essa característica comum é a (A) I. (C) III. (E) V. (B) II. (D) IV. 05. (ICMS/SP 2006 FCC) Considere as seguintes frases: I. Ele foi o melhor jogador do mundo em 2005. II. (x + y)/5 é um número inteiro. III. João da Silva foi o Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo em 2000. É verdade que APENAS (A) I e II são sentenças abertas. (B) I e III são sentenças abertas. (C) II e III são sentenças abertas. (D) I é uma sentença aberta. (E) II é uma sentença aberta. 06. (MRE 2008 CESPE) Julgue os itens a seguir. 1. Considere a seguinte lista de sentenças: I. Qual é o nome pelo qual é conhecido o Ministério das Relações Exteriores? II. O Palácio Itamaraty em Brasília é uma bela construção do século XIX. III. As quantidades de embaixadas e consulados gerais que o Itamaraty possui são, respectivamente, x e y. IV. O barão do Rio Branco foi um diplomata notável. V. Indivíduo com 50 anos de idade ou mais não poderá se inscrever no concurso do TRT/ES. Nessa situação, é correto afirmar que entre as sentenças acima, apenas uma delas não é uma proposição.

Como as tabelas-verdade são idênticas podemos dizer que ~(~p) ⇔ p. Exemplo: "Não é verdade que Mario não é estudioso" é logicamente equivalente a "Mario é estudioso". Exemplos: a) p: Não tem ninguém aqui. ~p: Tem ninguém aqui. ~(~p): Tem alguém aqui. Logicamente falando, "Não tem ninguém aqui" é equivalente à "Tem alguém aqui". b) p: Não dá para não ler. ~p: Dá para não ler. ~(~p): Dá para ler. Logicamente falando, "Não dá para não ler" é equivalente à "Dá para ler".

PROVA SIMULADA I
EXERCÍCIOS PROPOSIÇÕES E CONECTIVOS

Prof. Weber Campos
01. (TCE/PB 2006 FCC) Sabe-se que sentenças são orações com sujeito (o termo a respeito do qual se declara algo) e predicado (o que se declara sobre o sujeito). Na relação seguinte há expressões e sentenças: 1. Três mais nove é igual a doze. 2. Pelé é brasileiro. 3. O jogador de futebol. 4. A idade de Maria. 5. A metade de um número. 6. O triplo de 15 é maior do que 10. É correto afirmar que, na relação dada, são sentenças apenas os itens de números (A) 1, 2 e 6. (D) 1, 2, 5 e 6. (B) 2, 3 e 4. (E) 2, 3, 4 e 5. (C) 3, 4 e 5.

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APOSTILAS OPÇÃO
07. (SEBRAE-2008/CESPE) Uma proposição é uma sentença afirmativa ou negativa que pode ser julgada como verdadeira (V) ou falsa (F), mas não como ambas. Nesse sentido, considere o seguinte diálogo: (1) Você sabe dividir? — perguntou Ana. (2) Claro que sei! — respondeu Mauro. (3) Então, qual é o resto da divisão de onze milhares, onze centenas e onze por três? — perguntou Ana. (4) O resto é dois. — respondeu Mauro, após fazer a conta. A partir das informações e do diálogo acima, julgue os itens que se seguem. 1. A frase indicada por (3) não é uma proposição. 2. A frase (2) é uma proposição. 08. (ICMS/SP 2006 FCC) Considere a proposição “Paula estuda, mas não passa no concurso”. Nessa proposição, o conectivo lógico é (A) disjunção inclusiva. (B) conjunção. (C) disjunção exclusiva. (D) condicional. (E) bicondicional. 09. (TRT 9ª Região 2004 FCC) Leia atentamente as proposições simples P e Q: P: João foi aprovado no concurso do Tribunal. Q: João foi aprovado em um concurso. Do ponto de vista lógico, uma proposição condicional correta em relação a P e Q é: (A) Se não Q, então P. (B) Se não P, então não Q. (C) Se P, então Q. (D) Se Q, então P. (E) Se P, então não Q. 10. (BACEN 2006 FCC) Sejam as proposições: p: atuação compradora de dólares por parte do Banco Central; q: fazer frente ao fluxo positivo. Se p implica em q, então (A) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central é condição necessária para fazer frente ao fluxo positivo. (B) fazer frente ao fluxo positivo é condição suficiente para a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central. (C) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central é condição suficiente para fazer frente ao fluxo positivo. (D) fazer frente ao fluxo positivo é condição necessária e suficiente para a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central. (E) a atuação compradora de dólares por parte do Banco Central não é condição suficiente e nem necessária para fazer frente ao fluxo positivo. 11. (TRT-SP Anal Jud 2008 FCC) São dadas as seguintes proposições: - p: Computadores são capazes de processar quaisquer tipos de dados. - q: É possível provar que ∞ + 1 = ∞. Se p implica em q, então o fato de (A) ser possível provar que ∞ + 1 = ∞ é uma condição necessária e suficiente para que os computadores sejam capazes de processar quaisquer tipos de dados. (B) computadores serem capazes de processar quaisquer tipos de dados não é condição necessária e nem suficiente para que seja possível provar que ∞ + 1 = ∞. (C) ser possível provar que ∞ + 1 = ∞ é uma condição suficiente para que os computadores sejam capazes de processar quaisquer tipos de dados.

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(D) computadores serem capazes de processar quaisquer tipos de dados é condição necessária para que seja possível provar que ∞ + 1 = ∞. (E) ser possível provar que ∞ + 1 = ∞ é condição necessária para que os computadores sejam capazes de processar quaisquer tipos de dados. 12. (MRE 2008 CESPE) Julgue o seguinte item: Item 1. Considerando que A e B simbolizem, respectivamente, as proposições “A publicação usa e cita documentos do Itamaraty” e “O autor envia duas cópias de sua publicação de pesquisa para a Biblioteca do Itamaraty”, então a proposição BA é uma simbolização correta para a proposição “Uma condição necessária para que o autor envie duas cópias de sua publicação de pesquisa para a Biblioteca do Itamaraty é que a publicação use e cite documentos do Itamaraty”. 13. (PETROBRAS 2007 CESPE) Julgue o seguinte item: Item 1. A proposição “O piloto vencerá a corrida somente se o carro estiver bem preparado” pode ser corretamente lida como “O carro estar bem preparado é condição necessária para que o piloto vença a corrida”. 14. (TRF 1ª Região Técnico Jud 2006 FCC) Se todos os nossos atos têm causa, então não há atos livres. Se não há atos livres, então todos os nossos atos têm causa. Logo: a) alguns atos não têm causa se não há atos livres. b) Todos os nossos atos têm causa se e somente se há atos livres. c) Todos os nossos atos têm causa se e somente se não há atos livres. d) Todos os nossos atos não têm causa se e somente se não há atos livres. e) Alguns atos são livres se e somente se todos os nossos atos têm causa 15. (TRT-SP Anal Jud 2008 FCC) Considere as seguintes premissas: "Se todos os homens são sábios, então não há justiça para todos." "Se não há justiça para todos, então todos os homens são sábios." Para que se tenha um argumento válido, é correto concluir que: (A) Todos os homens são sábios se, e somente se, há justiça para todos. (B) Todos os homens são sábios se, e somente se, não há justiça para todos. (C) Todos os homens são sábios e há justiça para todos. (D) Todos os homens são sábios e não há justiça para todos. (E) Todos os homens são sábios se há justiça para todos. 16. (TRT-SP Téc. Jud. Área Administrativa 2008 FCC) Dadas as proposições simples p e q, tais que p é verdadeira e q é falsa, considere as seguintes proposições compostas:

Quantas dessas proposições compostas são verdadeiras? (A) Nenhuma. (D) Apenas três. (B) Apenas uma. (E) Quatro. (C) Apenas duas. 17. (TRT 9ª Região 2004 FCC) Leia atentamente as proposições P e Q: P: o computador é uma máquina. Q: compete ao cargo de técnico judiciário a construção de computadores. Em relação às duas proposições, é correto afirmar que

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APOSTILAS OPÇÃO
(A) a proposição composta “P ou Q" é verdadeira. (B) a proposição composta “P e Q” é verdadeira. (C) a negação de P é equivalente à negação de Q. (D) P é equivalente a Q. (E) P implica Q 18. (Petrobrás 2006 Cesgranrio) Sabendo que as proposições p e q são verdadeiras e que as proposições r e s são falsas, assinale a opção que apresenta valor lógico falso nas proposições abaixo.

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“Se o professor adiar a prova, Lulu irá ao cinema.” “Se o professor não adiar a prova, Lenine irá à Biblioteca.” Considerando que, com certeza, o professor adiará a prova, é correto afirmar que a) Lulu e Lenine não irão à Biblioteca b) Lulu e Lenine não irão ao cinema. c) Lulu irá ao cinema. d) Lenine irá à Biblioteca. e) Lulu irá ao cinema e Lenine não irá à Biblioteca. 23. (TCE-SP 2010 FCC) Certo dia, cinco Agentes de um mesmo setor do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo − Amarilis, Benivaldo, Corifeu, Divino e Esmeralda − foram convocados para uma reunião em que se discutiria a implantação de um novo serviço de telefonia. Após a reunião, alguns funcionários fizeram os seguintes comentários: – “Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”; – “Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”; – “Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarilis não participou”; – “Esmeralda não participou da reunião”. Considerando que as afirmações contidas nos quatro comentários eram verdadeiras, pode-se concluir com certeza que, além de Esmeralda, não participaram de tal reunião (A) Amarilis e Benivaldo. (B) Amarilis e Divino. (C) Benivaldo e Corifeu. (D) Benivaldo e Divino. (E) Corifeu e Divino. 24. (Metrô-SP 2009 FCC) Entre outros, três enfermeiros − Abigail, Benício e Clóvis − foram incumbidos de acompanhar um Programa de Vacinação contra o vírus da dengue, a ser executado em uma mesma estação de trens metropolitanos da cidade de São Paulo. Sabedor de que, no dia estipulado para a execução do programa, pelo menos um desses três enfermeiros não havia comparecido ao local designado, o Coordenador do Programa convocou-os a prestar esclarecimentos, ouvindo deles as seguintes declarações: Abigail: Benício faltou e Clóvis faltou. Benício: Clóvis compareceu ou Abigail faltou. Clóvis: Se Benício compareceu, então Abigail faltou. Considerando que as três declarações são falsas, é correto afirmar que, apenas, (A) Abigail faltou. (B) Benício faltou. (C) Clóvis faltou. (D) Abigail e Benício faltaram. (E) Benício e Clóvis faltaram. 25. (Analista BACEN 2005 FCC) Aldo, Benê e Caio receberam uma proposta para executar um projeto. A seguir são registradas as declarações dadas pelos três, após a conclusão do projeto: - Aldo: Não é verdade que Benê e Caio executaram o projeto. - Benê: Se Aldo não executou o projeto, então Caio o executou. - Caio: Eu não executei o projeto, mas Aldo ou Benê o executaram. Se somente a afirmação de Benê é falsa, então o projeto foi executado APENAS por (A) Aldo. (C) Caio. (E) Aldo e Caio. (B) Benê. (D) Aldo e Benê. 26. (Câmara dos deputados 2007 FCC) Relativamente a uma mesma prova de um concurso a que se submeteram, três amigos fizeram as seguintes declarações: Ariovaldo: Benício foi reprovado no concurso e Corifeu foi aprovado.

19. (Téc Controle Interno RJ 99 ESAF) Dadas as proposições

A que tem valor lógico FALSO é a (A) IV (B) V (C) III (D) II (E) I 20. (ICMS/SP 2006 FCC) Na tabela-verdade abaixo, p e q são proposições

A proposição composta que substitui corretamente o ponto de interrogação é

21. (Tec da Fazenda Estadual de SP 2010 FCC) Considere as seguintes premissas: p: Estudar é fundamental para crescer profissionalmente. q: O trabalho enobrece. A afirmação “Se o trabalho não enobrece, então estudar não é fundamental para crescer profissionalmente” é, com certeza, FALSA quando: (A) p é falsa e q é verdadeira. (D) p é falsa e q é falsa. (B) p é verdadeira e q é falsa. (E) p é verdadeira e q é verdadeira. (C) p é falsa ou q é falsa. 22. (TRT-SP Tec Jud 2008 FCC) Considere que são verdadeiras as seguintes premissas:

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APOSTILAS OPÇÃO
Benício: Se Ariovaldo foi reprovado no concurso, então Corifeu também o foi. Corifeu: Eu fui aprovado no concurso, mas pelo menos um dos outros dois não o foi. Admitindo-se que as três declarações são verdadeiras, então (A) Ariovaldo foi o único dos três que foi aprovado no concurso. (B) Benício foi o único dos três que foi aprovado no concurso. (C) Corifeu foi o único dos três que foi aprovado no concurso. (D) Benício foi o único dos três que foi reprovado no concurso. (E) Ariovaldo foi o único dos três que foi reprovado no concurso. NEGAÇÃO DE PROPOSIÇÕES 27. Dê a negação de cada uma das proposições abaixo. a) Todos os corvos não são negros. Algum corvo é negro. b) Nenhum gato não sabe pular. Algum gato não sabe pular. c) Algum sapo é príncipe. Nenhum sapo é príncipe. d) Alguma planta não é venenosa. Toda planta é venenosa. 28. (TRT 9ª Região 2004 FCC) A correta negação da proposição "todos os cargos deste concurso são de analista judiciário” é: (A) alguns cargos deste concurso são de analista judiciário. (B) existem cargos deste concurso que não são de analista judiciário. (C) existem cargos deste concurso que são de analista judiciário. (D) nenhum dos cargos deste concurso não é de analista judiciário. (E) os cargos deste concurso são ou de analista, ou no judiciário. 29. (Escriturário Banco do Brasil 2011 FCC) Um jornal publicou a seguinte manchete: “Toda Agência do Banco do Brasil tem déficit de funcionários.” Diante de tal inverdade, o jornal se viu obrigado a retratar-se, publicando uma negação de tal manchete. Das sentenças seguintes, aquela que expressaria de maneira correta a negação da manchete publicada é: (A) Qualquer Agência do Banco do Brasil não têm déficit de funcionários. (B) Nenhuma Agência do Banco do Brasil tem déficit de funcionários. (C) Alguma Agência do Banco do Brasil não tem déficit de funcionários. (D) Existem Agências com deficit de funcionários que não pertencem ao Banco do Brasil. (E) O quadro de funcionários do Banco do Brasil está completo. 30. (Prominp 2009 Cesgranrio) A negação de “Todos os filhos de Maria gostam de quiabo” é (A) nenhum dos filhos de Maria gosta de quiabo. (B) nenhum dos filhos de Maria desgosta de quiabo. (C) pelo menos um dos filhos de Maria gosta de quiabo. (D) pelo menos um dos filhos de Maria desgosta de quiabo. (E) alguns filhos de Maria não gostam de quiabo. 31. (Metrô-SP 2010 FCC) A negação da proposição “Existem Linhas do Metrô de São Paulo que são ociosas.” é: (A) Nenhuma Linha do Metrô de São Paulo é ociosa. (B) Nenhuma Linha ociosa é do Metrô de São Paulo. (C) Nem toda Linha do Metrô de São Paulo é ociosa. (D) Algumas Linhas do Metrô de São Paulo não são ociosas. (E) Toda Linha do Metrô de São Paulo é não ociosa. 32. (Oficial de Justiça TJ-PE 2006 FCC) Considere a afirmação abaixo. Existem funcionários públicos que não são eficientes.

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Se essa afirmação é FALSA, então é verdade que: (A) nenhum funcionário público é eficiente. (B) nenhuma pessoa eficiente é funcionário público. (C) todo funcionário público é eficiente. (D) nem todos os funcionários públicos são eficientes. (E) todas as pessoas eficientes são funcionários públicos. 33. (TRT 9ª Região 2004 FCC) Em uma declaração ao tribunal, o acusado de um crime diz: "No dia do crime, não fui a lugar nenhum. Quando ouvi a campainha e percebi que era o vendedor, eu disse a ele: - hoje não compro nada. Isso posto, não tenho nada a declarar sobre o crime.” Embora a dupla negação seja utilizada com certa freqüência na língua portuguesa como um reforço da negação, do ponto de vista puramente lógico, ela equivale a uma afirmação. Então, do ponto de vista lógico, o acusado afirmou, em relação ao dia do crime, que (A) não foi a lugar algum, não comprou coisa alguma do vendedor e não tem coisas a declarar sobre o crime. (B) não foi a lugar algum, comprou alguma coisa do vendedor e tem coisas a declarar sobre o crime. (C) foi a algum lugar, comprou alguma coisa do vendedor e tem coisas a declarar sobre o crime. (D) foi a algum lugar, não comprou coisa alguma do vendedor e não tem coisas a declarar sobre o crime. (E) foi a algum lugar, comprou alguma coisa do vendedor e não tem coisas a declarar sobre o crime. 34. (Fiscal Recife 2003 ESAF) Pedro, após visitar uma aldeia distante, afirmou: “Não é verdade que todos os aldeões daquela aldeia não dormem a sesta”. A condição necessária e suficiente para que a afirmação de Pedro seja verdadeira é que seja verdadeira a seguinte proposição: a) No máximo um aldeão daquela aldeia não dorme a sesta. b) Todos os aldeões daquela aldeia dormem a sesta. c) Pelo menos um aldeão daquela aldeia dorme a sesta. d) Nenhum aldeão daquela aldeia não dorme a sesta. e) Nenhum aldeão daquela aldeia dorme a sesta. 35. (Especialista em Políticas Públicas SP 2009 FCC) A sentença a seguir foi dita pelo chefe da manutenção de determinada indústria durante uma reunião: “Não é verdade que todos os funcionários do meu setor deixaram de cumprir a meta de atender a 100% das chamadas dentro do prazo recomendado.” Mais tarde, na mesma reunião, os dados apresentados pelos outros setores da indústria mostraram que o chefe da manutenção se equivocara, sendo falsa sua sentença. Nessas condições, é necessário concluir que (A) nenhum funcionário da manutenção conseguiu atende a qualquer chamada dentro do prazo recomendado. (B) pelo menos um funcionário da manutenção não conseguiu atender nenhuma chamada dentro do prazo recomendado. (C) todos os funcionários da manutenção tiveram pelo menos uma chamada que não foi atendida dentro do prazo recomendado. (D) apenas um funcionário da manutenção teve pelo menos uma chamada que não foi atendida dentro do prazo recomendado. (E) 100% das chamadas feitas a funcionários da manutenção deixaram de ser atendidas dentro do prazo recomendado. 36. Dê uma negação para cada uma das proposições abaixo. a) X > Y e Z = W. b) X ≤ Y ou Z < W. c) Se o tempo está chuvoso, então não faz calor. d) João é bom médico se e só se estudou muito. 37. (Metrô-SP 2010 FCC) Considere as proposições simples:

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p: Maly é usuária do Metrô e q: Maly gosta de dirigir automóvel A negação da proposição composta p ∧ ~q é: (A) Maly não é usuária do Metrô ou gosta de dirigir automóvel. (B) Maly não é usuária do Metrô e não gosta de dirigir automóvel. (C) Não é verdade que Maly não é usuária do Metrô e não gosta de dirigir automóvel. (D) Não é verdade que, se Maly não é usuária do Metrô, então ela gosta de dirigir automóvel. (E) Se Maly não é usuária do Metrô, então ela não gosta de dirigir automóvel. 38. (ANEEL Analista 2006 ESAF) A negação da afirmação condicional “se Ana viajar, Paulo vai viajar” é: a) Ana não está viajando e Paulo vai viajar. b) se Ana não viajar, Paulo vai viajar. c) Ana está viajando e Paulo não vai viajar. d) Ana não está viajando e Paulo não vai viajar. e) se Ana estiver viajando, Paulo não vai viajar. 39. (Prominp 2008 Cesgranrio) Sejam p, q e r proposições simples e ~p, ~q e ~r as suas respectivas negações. A negação de é

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(1) Se Jaime trabalha no Tribunal de Contas, então ele é eficiente. (2) Se Jaime não trabalha no Tribunal de Contas, então ele não é eficiente. (3) Não é verdade que, Jaime trabalha no Tribunal de Contas e não é eficiente. (4) Jaime é eficiente ou não trabalha no Tribunal de Contas. É correto afirmar que são logicamente equivalentes apenas as proposições de números (A) 2 e 4 (B) 2 e 3 (C) 2, 3 e 4 (D) 1, 2 e 3 (E) 1, 3 e 4 44. (ISS São Paulo 2007 FCC) Considere a seguinte proposição: “Se um Auditor-Fiscal Tributário não participa de projetos de aperfeiçoamento, então ele não progride na carreira.” Essa proposição é tautologicamente equivalente à proposição: (A) Não é verdade que, ou um Auditor-Fiscal Tributário não progride na carreira ou ele participa de projetos de aperfeiçoamento. (B) Se um Auditor-Fiscal Tributário participa de projetos de aperfeiçoamento, então ele progride na carreira. (C) Não é verdade que, um Auditor-Fiscal Tributário não participa de projetos de aperfeiçoamento e não progride na carreira. (D) Ou um Auditor-Fiscal Tributário não progride na carreira ou ele participa de projetos de aperfeiçoamento. (E) Um Auditor-Fiscal Tributário participa de projetos de aperfeiçoamento e progride na carreira. 45. (TRE-PI – Téc Jud 2009 FCC) Um dos novos funcionários de um cartório, responsável por orientar o público, recebeu a seguinte instrução: “Se uma pessoa precisar autenticar documentos, encaminhea ao setor verde.” Considerando que essa instrução é sempre cumprida corretamente, pode-se concluir que, necessariamente, (A) uma pessoa que não precise autenticar documentos nunca é encaminhada ao setor verde. (B) toda pessoa encaminhada ao setor verde precisa autenticar documentos. (C) somente as pessoas que precisam autenticar documentos são encaminhadas ao setor verde. (D) a única função das pessoas que trabalham no setor verde é autenticar documentos. (E) toda pessoa que não é encaminhada ao setor verde não precisa autenticar documentos. 46. (TRF 3ª Região Analista Judiciário 2007 FCC) Considere que as sentenças abaixo são verdadeiras. Se a temperatura está abaixo de 5° C, há nevoeiro. Se há nevoeiro, os aviões não decolam. Assim sendo, também é verdadeira a sentença: (A) Se não há nevoeiro, os aviões decolam. (B) Se não há nevoeiro, a temperatura está igual a ou acima de 5° C. (C) Se os aviões não decolam, então há nevoeiro. (D) Se há nevoeiro, então a temperatura está abaixo de 5° C. (E) Se a temperatura está igual a ou acima de 5° C os aviões decolam. 47. (ICMS/SP 2006 FCC) Se p e q são proposições, então a proposição p ∧ (~q) é equivalente a

EQUIVALÊNCIA ENTRE PROPOSIÇÕES 40. (ICMS/SP 2006 FCC) Das proposições abaixo, a única que é logicamente equivalente a p → q é

41. (TRF 3ª Região 2007 FCC) Se Lucia é pintora, então ela é feliz. Portanto: (A) Se Lucia não é feliz, então ela não é pintora. (B) Se Lucia é feliz, então ela é pintora. (C) Se Lucia é feliz, então ela não é pintora. (D) Se Lucia não é pintora, então ela é feliz. (E) Se Lucia é pintora, então ela não é feliz. 42. (Assembléia Legislativa/SP 2010 FCC) Durante uma sessão no plenário da Assembléia Legislativa, o presidente da mesa fez a seguinte declaração, dirigindo- se às galerias da casa: “Se as manifestações desrespeitosas não forem interrompidas, então eu não darei início à votação”. Esta declaração é logicamente equivalente à afirmação (A) se as manifestações desrespeitosas continuarem, então o presidente da mesa começará a votação. (B) se as manifestações desrespeitosas não continuarem, então o presidente da mesa não começará a votação. (C) se o presidente da mesa deu início à votação, então as manifestações desrespeitosas foram interrompidas. (D) se o presidente da mesa não deu início à votação, então as manifestações desrespeitosas não foram interrompidas. (E) se as manifestações desrespeitosas forem interrompidas, então o presidente da mesa dará início à votação. 43. (TCE MG 2007 FCC) São dadas as seguintes proposições:

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APOSTILAS OPÇÃO

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b) X > Y e Z ≥ W. c) O tempo está chuvoso e não faz calor. d) Ou João é bom médico ou estudou muito, mas não ambos.

QUESTÕES RESOLVIDAS
Questão 1: FUNIVERSA/2012 - Concurso PC-DF Perito Criminal – Odontologia Pergunta: Cinco amigos encontraram-se em um bar e, depois de algumas horas de muita conversa, dividiram igualmente a conta, a qual fora de, exatos, R$ 200,00, já com a gorjeta incluída. Como se encontravam ligeiramente alterados pelo álcool ingerido, ocorreu uma dificuldade no fechamento da conta. Depois que todos julgaram ter contribuído com sua parte na despesa, o total colocado sobre a mesa era de R$ 160,00, apenas, formados por uma nota de R$ 100,00, uma de R$ 20,00 e quatro de R$ 10,00. Seguiram-se, então, as seguintes declarações, todas verdadeiras: Antônio: — Basílio pagou. Eu vi quando ele pagou. Danton: — Carlos também pagou, mas do Basílio não sei dizer. Eduardo: — Só sei que alguém pagou com quatro notas de R$ 10,00. Basílio: — Aquela nota de R$ 100,00 ali foi o Antônio quem colocou, eu vi quando ele pegou seus R$ 60,00 de troco. Carlos: — Sim, e nos R$ 60,00 que ele retirou, estava a nota de R$ 50,00 que o Eduardo colocou na mesa. Imediatamente após essas falas, o garçom, que ouvira atentamente o que fora dito e conhecia todos do grupo, dirigiu-se exatamente àquele que ainda não havia contribuído para a despesa e disse: O senhor pretende usar seu cartão e ficar com o troco em espécie? Com base nas informações do texto, o garçom fez a pergunta a: a) Antônio b) Basílio c) Carlos d) Danton e) Eduardo Questão 2: ESAF/2012 - Concurso Auditor Fiscal da Receita Federal Pergunta: Caso ou compro uma bicicleta. Viajo ou não caso. Vou morar em Pasárgada ou não compro uma bicicleta. Ora, não vou morar em Pasárgada. Assim, a) não viajo e caso. b) viajo e caso. c) não vou morar em Pasárgada e não viajo. d) compro uma bicicleta e não viajo. e) compro uma bicicleta e viajo. Questão 3: Vunesp 2012 - Concurso TJM-SP Analista de Sistemas Pergunta: Se afino as cordas, então o instrumento soa bem. Se o instrumento soa bem, então toco muito bem. Ou não toco muito bem ou sonho acordado. Afirmo ser verdadeira a frase: não sonho acordado. Dessa forma, conclui-se que a) sonho dormindo. b) o instrumento afinado não soa bem. c) as cordas não foram afinadas. d) mesmo afinado o instrumento não soa bem. e) toco bem acordado e dormindo. Questão 4: Cesgranrio/2012 - Concurso Petrobrás – Técnico de Exploração de Petróleo Júnior – Informática Pergunta: O turista perdeu o voo ou a agência de viagens se enganou. Se o turista perdeu o voo, então a agência de viagens não se enganou. Se a agência de viagens não se enganou, então o turista não foi para o hotel. Se o turista não foi para o hotel, então o avião atrasou. Se o turista não perdeu o voo, então foi para o hotel. O avião não atrasou. Logo, a) o turista foi para o hotel e a agência de viagens se enganou. b) o turista perdeu o voo e a agência de viagens se enganou.

48. (ICMS/SP 2006 FCC) Dentre as alternativas abaixo, assinale a correta. (A) As proposições ~(p ∧ q) e (~p ∨ ~q) não são logicamente equivalentes. (B) A negação da proposição “Ele faz caminhada se, e somente se, o tempo está bom”, é a proposição “Ele não faz caminhada se, e somente se, o tempo não está bom”. (C) A proposição ~[ p ∨ ~(p ∧ q)] é logicamente falsa. (D) A proposição “Se está quente, ele usa camiseta”, é logicamente equivalente à proposição “Não está quente e ele usa camiseta”. (E) A proposição “Se a Terra é quadrada, então a Lua é triangular” é falsa. 49. (Especialista em Políticas Públicas SP 2009 FCC) Um fornecedor do governo apresentou, no mês de abril, um contrato para realização de um serviço que seria pago somente em maio. O contrato trazia a seguinte cláusula: “Se o IPCA de abril for menor do que 2%, então os valores constantes no contrato não sofrerão qualquer correção.” De acordo com essa cláusula, é correto concluir que, necessariamente, se (A) os valores constantes no contrato sofreram uma correção de 2%, então o IPCA de abril foi, no mínimo, 2%. (B) os valores constantes no contrato sofreram uma correção de 1%, então o IPCA de abril ficou entre 1% e 2%. (C) o IPCA de abril foi 3%, então os valores do contrato sofreram algum tipo de correção. (D) o IPCA de abril foi 1%, então os valores do contrato sofreram correção de, no mínimo, 1%. (E) os valores constantes no contrato não sofreram qualquer correção, então o IPCA de abril foi, no máximo, 1% TAUTOLOGIA, CONTRADIÇÃO E CONTINGÊNCIA 50. (TRT9 2004 FCC) Considere a seguinte proposição: "na eleição para a prefeitura, o candidato A será eleito ou não será eleito”. Do ponto de vista lógico, a afirmação da proposição caracteriza: (A) um silogismo. (D) uma contingência. (B) uma tautologia. (E) uma contradição. (C) uma equivalência. RESPOSTAS 01. A 11. 02. E 12. 03. C 13. 04. D 14. 05. A 15. 06. E 16. 07. CC 17. 08. B 18. 09. C 19. 10. C 20. E C C C B C A D B C 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. B C B C B D B C D 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. C C C C A C A A 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. A C E D E B B C A B

27. a) Algum corvo é negro. b) Algum gato não sabe pular. c) Nenhum sapo é príncipe. (Todo sapo não é príncipe.) d) Toda planta é venenosa. (Nenhuma planta não é venenosa.) 36. a) X ≤ Y ou Z ≠ W.

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c) o turista perdeu o voo e a agência de viagens não se enganou. d) o turista não foi para o hotel e não perdeu o voo. e) o turista não foi para o hotel e perdeu o voo. Questão 5: FCC/2012 - Concurso TJ/RJ para Analista Judiciário/Análise de Sistemas Pergunta: Considere a seguinte análise, feita por um comentarista esportivo durante um torneio de futebol. Se o Brasil vencer ou empatar o jogo contra o Equador, então estará classificado para a semifinal, independentemente de outros resultados. Classificando-se para a semifinal, a equipe brasileira vai enfrentar o Uruguai. De acordo com essa análise, conclui-se que se o Brasil a) não enfrentar o Uruguai, necessariamente terá perdido o jogo para o Equador. b) não se classificar para a semifinal, terá necessariamente empatado o jogo com o Equador. c) enfrentar o Uruguai, necessariamente terá vencido ou empatado seu jogo contra o Equador. d) perder seu jogo contra o Equador, necessariamente não se classificará para a semifinal. e) se classificar para a semifinal, então necessariamente não terá sido derrotado pelo Equador. Questão 6: FCC/2012 - TCE – SP Agente de Fiscalização Financeira – Administração Pergunta: Se a tinta é de boa qualidade então a pintura melhora a aparência do ambiente. Se o pintor é um bom pintor até usando tinta ruim a aparência do ambiente melhora. O ambiente foi pintado. A aparência do ambiente melhorou. Então, a partir dessas afirmações, é verdade que: a) O pintor era um bom pintor ou a tinta era de boa qualidade. b) O pintor era um bom pintor e a tinta era ruim. c) A tinta não era de boa qualidade. d) A tinta era de boa qualidade e o pintor não era bom pintor. e) Bons pintores não usam tinta ruim. Questão 7: FCC/2012 - Concurso TCE- AP Técnico de Controle Externo Pergunta: O responsável por um ambulatório médico afirmou: “Todo paciente é atendido com certeza, a menos que tenha chegado atrasado.” De acordo com essa afirmação, concluise que, necessariamente, a) nenhum paciente terá chegado atrasado se todos tiverem sido atendidos. b) nenhum paciente será atendido se todos tiverem chegado atrasados. c) se um paciente não for atendido, então ele terá chegado atrasado. d) se um paciente chegar atrasado, então ele não será atendido. e) se um paciente for atendido, então ele não terá chegado atrasado.

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Conclusão: -Viajo, Caso e Não compro a bicicleta. Questão 3 Afirmação: Não sonho acordado. Isso nos leva a pensar na frase: "Ou não toco muito bem ou sonho acordado". Porque se ele não sonha acordado também não toca muito bem. Se o instrumento soa bem, então toco muito bem. Se afino as cordas, então o instrumento soa bem. Ou seja, como já se sabe que ele não toca bem, consequentemente o instrumento não soa bem e as cordas não estão afinadas. Questão 4 A: o turista perdeu o voo B: a agência de viagens se enganou C: o turista foi para o hotel D: o avião atrasou Afirmação: O avião não atrasou. Proposições: A (Falsa) v B (Verdadeira) A (Falsa) -->> ~B (Falsa) ~B (Falsa) -->> ~C (Falsa) ~C (Falsa) -->> D (Falsa) ~A (Verdadeira) -->> C (Verdadeira) ~D (Verdadeira) O avião não se atrasou, portanto o turista foi para o hotel. A agência de viagens se enganou, ou seja o turista foi para o hotel. Resposta certa: O turista foi para o hotel e a agência de viagens se enganou. Questão 5 A: Vencer o jogo contra o Equador B: Empatar o jogo C: Ir para a semifinal D: Enfrentar o Uruguai Não se fala na questão que se o Brasil perder ele não vai para a semifinal; A letra B está incorreta porque o fato de empatar o Equador classifica o Brasil. A letra C está errada porque o termo necessariamente generaliza a informação; A questão D também está incorreta porque o Brasil pode perder o jogo e mesmo assim se classificar; A classificação pode acontecer de 3 formas: ganhando, perdendo ou empatando fazendo com a questão e fique incorreta. Questão 6 Premissas: Tinta boa: pintura melhora a aparência; Pintor bom: pintura melhora a aparência; Sabendo que o ambiente foi pintado e aparência melhorou. Mas, o ambiente pode ter sido melhorado por outros motivos; A pintura só pode melhorar a aparência se usar tinta boa ou se for um pintor bom. Questão 7 Com a afirmação dada no exercício pode-se concluir que: -Se você chegar na hora será sempre atendido; -Se chegar atrasado talvez possa ser atendido, ou seja, chegar atrasado não é sinônimo de chegar atrasado. Gabarito das Questões Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 Resposta Certa Letra D Letra B Letra C Letra A Letra A

Respostas
Questão 1 O enunciado informa que todas as informações dadas são verdadeiras, portanto: Basílio pagou; Carlos pagou; Antônio pagou com R$ 100,00 reais e retirou da mesa o troco de R$ 60,00 reais. Incluíndo a nota de R$ 50,00 que havia sido dada por Eduardo. Eduardo pagou, portanto sobra danton. Questão 2 Afirmação: Não vou morar em Parságada. Para ser verdadeiro deve ter pelo menos uma proposição verdadeira. Caso (V) v Compro a Bicicleta (F) Viajo (V) v Não caso (F) Morar em Parságada (F) v Não compro bicicleta (V)

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Questão 6 Questão 7 Letra A Letra C

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(A) Sua equipe venceu os últimos seis jogos, em vez de apenas quatro. (B) Choveu nos últimos quatro jogos e há previsão de que não choverá no próximo jogo. (C) Cada um dos últimos quatro jogos foi ganho por uma diferença de mais de um gol. (D) O artilheiro de sua equipe recuperou-se do estiramento muscular. (E) Dois dos últimos quatro jogos foram realizados em seu campo e os outros dois, em campo adversário. 7. Marta corre tanto quanto Rita e menos do que Juliana. Fátima corre tanto quanto Juliana. Logo, (A) Fátima corre menos do que Rita. (B) Fátima corre mais do que Marta. (C) Juliana corre menos do que Rita. (D) Marta corre mais do que Juliana. (E) Juliana corre menos do que Marta. 8. Há 4 caminhos para se ir de X a Y e 6 caminhos para se ir de Y a Z. O número de caminhos de X a Z que passam por Y é (A) 10. (B) 12. (C) 18. (D) 24. (E) 32. 9. Todas as plantas verdes têm clorofila. Algumas plantas que tem clorofila são comestíveis. Logo, (A) algumas plantas verdes são comestíveis. (B) algumas plantas verdes não são comestíveis. (C) algumas plantas comestíveis têm clorofila. (D) todas as plantas que têm clorofila são comestíveis. (E) todas as plantas vendes são comestíveis. 10. A proposição 'É necessário que todo acontecimento tenha causa' é equivalente a (A) É possível que algum acontecimento não tenha causa. (B) Não é possível que algum acontecimento não tenha causa. (C) É necessário que algum acontecimento não tenha causa. (D) Não é necessário que todo acontecimento tenha causa. (E) É impossível que algum acontecimento tenha causa. 11. Continuando a seqüência 47, 42, 37, 33, 29, 26, ... , temos (A) 21. (B) 22. (C) 23. (D) 24. (E) 25. 12. ...ó pensador crítico precisa ter uma tolerância e até predileção por estados cognitivos de conflito, em que o problema ainda não é totalmente compreendido. Se ele ficar aflito quando não sabe 'a resposta correta', essa ansiedade pode impedir a exploração mais completa do problema.' (David Canaher, Senso Crítico). O autor quer dizer que o pensador crítico

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PROVA SIMULADA II
1. Todos os marinheiros são republicanos. Assim sendo, (A) o conjunto dos marinheiros contém o conjunto dos republicanos. (B) o conjunto dos republicanos contém o conjunto dos marinheiros. (C) todos os republicanos são marinheiros. (D) algum marinheiro não é republicano. (E) nenhum marinheiro é republicano. 2. Assinale a alternativa que apresenta uma contradição. (A) Todo espião não é vegetariano e algum vegetariano é espião. (B) Todo espião é vegetariano e algum vegetariano não é espião. (C) Nenhum espião é vegetariano e algum es pião não é vegetariano. (D) Algum espião é vegetariano e algum es pião não é vegetariano. (E) Todo vegetariano é espião e algum espião não é vegetariano. 3. Todos os que conhecem João e Maria admiram Maria. Alguns que conhecem Maria não a admiram. Logo, (A) todos os que conhecem Maria a admiram. (B) ninguém admira Maria. (C) alguns que conhecem Maria não conhecem João. (D) quem conhece João admira Maria. (E) só quem conhece João e Maria conhece Maria. 4. Válter tem inveja de quem é mais rico do que ele. Geraldo não é mais rico do que quem o inveja. Logo, (A) quem não é mais rico do que Válter é mais pobre do que Válter. (B) Geraldo é mais rico do que Válter. (C) Válter não tem inveja de quem não é mais rico do que ele. (D) Válter inveja só quem é mais rico do que ele. (E) Geraldo não é mais rico do que Válter. 5. Em uma avenida reta, a padaria fica entre o posto de gasolina e a banca de jornal, e o posto de gasolina fica entre a banca de jornal e a sapataria. Logo, (A) a sapataria fica entre a banca de jornal e a padaria. (B) a banca de jornal fica entre o posto de gasolina e a padaria. (C) o posto de gasolina fica entre a padaria e a banca de jornal. (D) a padaria fica entre a sapataria e o posto de gasolina. (E) o posto de gasolina fica entre a sapataria e a padaria. 6. Um técnica de futebol, animado com as vitórias obtidas pela sua equipe nos últimos quatro jogos, decide apostar que essa equipe também vencerá o próximo jogo. Indique a Informação adicional que tornaria menos provável a vitória esperada.

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(A) precisa tolerar respostas corretas. (B) nunca sabe a resposta correta. (C) precisa gostar dos estados em que não sabe a resposta correta. (D) que não fica aflito explora com mais dificuldades os problemas. (E) não deve tolerar estados cognitivos de conflito. 13. As rosas são mais baratas do que os lírios. Não tenho dinheiro suficiente para comprar duas dúzias de rosas. Logo, (A) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de rosas. (B) não tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de rosas. (C) não tenho dinheiro. suficiente para comprar meia dúzia de lírios. (D) não tenho dinheiro suficiente para comprar duas dúzias de lírios. (E) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de lírios. 14. Se você se esforçar, então irá vencer. Assim sendo, (A) seu esforço é condição suficiente para vencer. (B) seu esforço é condição necessária para vencer. (C) se você não se esforçar, então não irá vencer. (D) você vencerá só se se esforçar. (E) mesmo que se esforce, você não vencerá. 15. Se os tios de músicos sempre são músicos, então (A) os sobrinhos de não músicos nunca são músicos. (B) os sobrinhos de não músicos sempre são músicos. (C) os sobrinhos de músicos sempre são músicos. (D) os sobrinhos de músicos nunca são músicos. (E) os sobrinhos de músicos quase sempre são músicos. 16. O paciente não pode estar bem e ainda ter febre. O paciente está bem. Logo, o paciente (A) TEM FEBRE E NÃO ESTÁ BEM. (B) TEM FEBRE OU NÃO ESTÁ BEM. (C) TEM FEBRE. (D) NÃO TEM FEBRE. (E) NÃO ESTÁ BEM.

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dantes, maior o apelo do computador para eles e maior o seu sucesso na sua orientação e instrução. Historicamente, a escola de primeiro grau tem sido totalmente intensiva de mão-de-obra. A escola de primeiro grau de amanhã será fortemente intensiva de capital. Contudo, apesar da tecnologia disponível, a educação universal apresenta tremendos desafios. Os conceitos tradicionais de educação não são mais suficientes. Ler, escrever e aritmética continuarão a ser necessários como hoje, mas a educação precisará ir muito além desses itens básicos. Ela irá exigir familiaridade com números e cálculos; uma compreensão básica de ciência e da dinâmica da tecnologia; conhecimento de línguas estrangeiras. Também será necessário aprender a ser eficaz como membro de uma organização, como empregado." (Peter Drucker, A sociedade póscapitalista). 17. Para Peter Drucker, o ensino de matérias como aritmética, ortografia, história e biologia (A) Deve Ocorrer Apenas No Primeiro Grau. (B) deve ser diferente do ensino de matérias como neurocirurgia e diagnóstico médico. (C) será afetado pelo desenvolvimento da informática. (D) não deverá se modificar, nas próximas décadas. (E) deve se dar através de meras repetições e exercícios. 18. Para o autor, neste novo cenário, o computador (A) terá maior eficácia educacional quanto mais jovem for o estudante. (B) tende a substituir totalmente o professor em sala de aula. (C) será a ferramenta de aprendizado para os professores. (D) tende a ser mais utilizado por médicos. (E) será uma ferramenta acessória na educação. 19. Assinale a alternativa em que se chega a uma conclusão por um processo de dedução. (A) Vejo um cisne branco, outro cisne branco, outro cisne branco ... então todos os cisnes são brancos. (B) Vi um cisne, então ele é branco. (C) Vi dois cisnes brancos, então outros cisnes devem ser brancos. (D) Todos os cisnes são brancos, então este cisne é branco. (E) Todos os cisnes são brancos, então este cisne pode ser branco. 20. Cátia é mais gorda do que Bruna. Vera é menos gorda do que Bruna. Logo, (A) Vera é mais gorda do que Bruna. (B) Cátia é menos gorda do que Bruna. (C) Bruna é mais gorda do que Cátia. (D) Vera é menos gorda do que Cátia. (E) Bruna é menos gorda do que Vera. 21. Todo cavalo é um animal. Logo, (A) toda cabeça de animal é cabeça de cavalo. (B) toda cabeça de cavalo é cabeça de animal. (C) todo animal é cavalo. (D) nem todo cavalo é animal. (E) nenhum animal é cavalo.

INSTRUÇÃO: Utilize o texto a seguir para responder às questões de nº 17 e 18. "O primeiro impacto da nova tecnologia de aprendizado será sobre a educação universal. Através dos tempos, as escolas, em sua maioria, gastaram horas intermináveis tentando ensinar coisas que eram melhor aprendidas do que ensinadas, isto é, coisas que são aprendidas de forma comportamental e através de exercícios, repetição e feedback. Pertencem a esta categoria todas as matérias ensinadas no primeiro grau, mas também muitas daquelas ensinadas em estágios posteriores do processo educacional. Essas matérias - seja ler e escrever, aritmética, ortografia, história, biologia, ou mesmo matérias avançadas como neurocirurgia, diagnóstico médico e a maior parte da engenharia - são melhor aprendidas através de programas de computador. O professor motiva, dirige, incentiva. Na verdade, ele passa a ser um líder e um recurso. Na escola de amanhã os estudantes serão seus próprios instrutores, com programas de computador como ferramentas. Na verdade, quanto mais jovens forem os estu-

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22. Em uma classe, há 20 alunos que praticam futebol mas não praticam vôlei e há 8 alunos que praticam vôlei mas não praticam futebol. O total dos que praticam vôlei é 15. Ao todo, existem 17 alunos que não praticam futebol. O número de alunos da classe é (A) 30. (B) 35. (C) 37. (D) 42. (E) 44. INSTRUÇÃO: Utilize o texto a seguir para responder às questões de nº 23 e 24. “Os homens atribuem autoridade a comunicações de posições superiores, com a condição de que estas comunicações sejam razoavelmente consistentes com as vantagens de escopo e perspectiva que são creditadas a estas posições. Esta autoridade é, até um grau considerável, independente da habilidade pessoal do sujeito que ocupa a posição. E muitas vezes reconhecido que, embora este sujeito possa ter habilidade pessoal limitada, sua recomendação deve ser superior pela simples razão da vantagem de posição. Esta é a autoridade de posição”. Mas é óbvio que alguns homens têm habilidade superior. O seu conhecimento e a sua compreensão, independentemente da posição, geram respeito. Os homens atribuem autoridade ao que eles dizem, em uma organização, apenas por esta razão. Esta é a autoridade de liderança.' (Chester Barnard, The Functions of the Executive). 23. Para o autor, (A) autoridade de posição e autoridade de liderança são sinônimos. (B) autoridade de posição é uma autoridade superior à autoridade de liderança. (C) a autoridade de liderança se estabelece por características individuais de alguns homens. (D) a autoridade de posição se estabelece por habilidades pessoais superiores de alguns líderes. (E) tanto a autoridade de posição quanto a autoridade de liderança são ineficazes. 24. Durante o texto, o autor procura mostrar que as pessoas (A) não costumam respeitar a autoridade de posição. (B) também respeitam autoridade que não esteja ligada a posições hierárquicas superiores. (C) respeitam mais a autoridade de liderança do que de posição. (D) acham incompatíveis os dois tipos de autoridade. (E) confundem autoridade de posição e liderança. 25. Utilizando-se de um conjunto de hipóteses, um cientista deduz uma predição sobre a ocorrência de um certo eclipse solar. Todavia, sua predição mostra-se falsa. O cientista deve logicamente concluir que (A) todas as hipóteses desse conjunto são falsas. (B) a maioria das hipóteses desse conjunto é falsa. (C) pelo menos uma hipótese desse conjunto é falsa. (D) pelo menos uma hipótese desse conjunto é verdadeira. (E) a maioria das hipóteses desse conjunto é verdadeira.

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26. Se Francisco desviou dinheiro da campanha assistencial, então ele cometeu um grave delito. Mas Francisco não desviou dinheiro da campanha assistencial. Logo, (A) Francisco desviou dinheiro da campanha assistencial. (B) Francisco não cometeu um grave delito. (C) Francisco cometeu um grave delito. (D) alguém desviou dinheiro da campanha assistencial. (E) alguém não desviou dinheiro da campanha assistencial. 27. Se Rodrigo mentiu, então ele é culpado. Logo, (A) se Rodrigo não é culpado, então ele não mentiu. (B) Rodrigo é culpado. (C) se Rodrigo não mentiu. então ele não é culpado. (D) Rodrigo mentiu. (E) se Rodrigo é culpado, então ele mentiu. 28. Continuando a seqüência de letras F, N, G, M, H . . ..., ..., temos, respectivamente, (A) O, P. (B) I, O. (C) E, P. (D) L, I. (E) D, L. 29. Continuando a seqüência 4, 10, 28, 82, ..., temos (A) 236. (B) 244. (C) 246. (D) 254. (E) 256. 30. Assinale a alternativa em que ocorre uma conclusão verdadeira (que corresponde à realidade) e o argumento inválido (do ponto de vista lógico). (A) Sócrates é homem, e todo homem é mortal, portanto Sócrates é mortal. (B) Toda pedra é um homem, pois alguma pedra é um ser, e todo ser é homem. (C) Todo cachorro mia, e nenhum gato mia, portanto cachorros não são gatos. (D) Todo pensamento é um raciocínio, portanto, todo pensamento é um movimento, visto que todos os raciocínios são movimentos. (E) Toda cadeira é um objeto, e todo objeto tem cinco pés, portanto algumas cadeiras tem quatro pés. 31 - Sabe-se que existe pelo menos um A que é B. Sabe-se, também, que todo B é C. Segue-se, portanto, necessariamente que a) todo C é B b) todo C é A c) algum A é C d) nada que não seja C é A e) algum A não é C 32- Considere as seguintes premissas (onde X, Y, Z e P são conjuntos não vazios): Premissa 1: "X está contido em Y e em Z, ou X está contido em P" Premissa 2: "X não está contido em P" Pode-se, então, concluir que, necessariamente a) Y está contido em Z b) X está contido em Z

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c) Y está contido em Z ou em P d) X não está contido nem em P nem em Y e) X não está contido nem em Y e nem em Z 33- A operação Å x é definida como o dobro do quadrado de x. Assim, o valor da expressão Å 21/2 - Å [ 1Å 2 ] é igual a a) 0 b) 1 c) 2 d) 4 e) 6 34- Um crime foi cometido por uma e apenas uma pessoa de um grupo de cinco suspeitos: Armando, Celso, Edu, Juarez e Tarso. Perguntados sobre quem era o culpado, cada um deles respondeu: Armando: "Sou inocente" Celso: "Edu é o culpado" Edu: "Tarso é o culpado" Juarez: "Armando disse a verdade" Tarso: "Celso mentiu" Sabendo-se que apenas um dos suspeitos mentiu e que todos os outros disseram a verdade, pode-se concluir que o culpado é: a) Armando b) Celso c) Edu d) Juarez e) Tarso 35- Três rapazes e duas moças vão ao cinema e desejam sentar-se, os cinco, lado a lado, na mesma fila. O número de maneiras pelas quais eles podem distribuir-se nos assentos de modo que as duas moças fiquem juntas, uma ao lado da outra, é igual a a) 2 b) 4 c) 24 d) 48 e) 120 36- De um grupo de 200 estudantes, 80 estão matriculados em Francês, 110 em Inglês e 40 não estão matriculados nem em Inglês nem em Francês. Seleciona-se, ao acaso, um dos 200 estudantes. A probabilidade de que o estudante selecionado esteja matriculado em pelo menos uma dessas disciplinas (isto é, em Inglês ou em Francês) é igual a a) 30/200 b) 130/200 c) 150/200 d) 160/200 e) 190/200 37- Uma herança constituída de barras de ouro foi totalmente dividida entre três irmãs: Ana, Beatriz e Camile. Ana, por ser a mais velha, recebeu a metade das barras de ouro, e mais meia barra. Após Ana ter recebido sua parte, Beatriz recebeu a metade do que sobrou, e mais meia barra. Coube a Camile o restante da herança, igual a uma barra e meia. Assim, o número de barras de ouro que Ana recebeu foi: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 38- Chama-se tautologia a toda proposição que é sempre verdadeira, independentemente da verdade dos termos que a compõem. Um exemplo de tautologia é: a) se João é alto, então João é alto ou Guilherme é gordo b) se João é alto, então João é alto e Guilherme é gordo

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c) se João é alto ou Guilherme é gordo, então Guilherme é gordo d) se João é alto ou Guilherme é gordo, então João é alto e Guilherme é gordo e) se João é alto ou não é alto, então Guilherme é gordo 39- Sabe-se que a ocorrência de B é condição necessária para a ocorrência de C e condição suficiente para a ocorrência de D. Sabe-se, também, que a ocorrência de D é condição necessária e suficiente para a ocorrência de A. Assim, quando C ocorre, a) D ocorre e B não ocorre b) D não ocorre ou A não ocorre c) B e A ocorrem d) nem B nem D ocorrem e) B não ocorre ou A não ocorre 40- Ou A=B, ou B=C, mas não ambos. Se B=D, então A=D. Ora, B=D. Logo: a) B ¹ C b) B ¹ A c) C = A d) C = D e) D ¹ A 41- De três irmãos – José, Adriano e Caio –, sabe-se que ou José é o mais velho, ou Adriano é o mais moço. Sabe-se, também, que ou Adriano é o mais velho, ou Caio é o mais velho. Então, o mais velho e o mais moço dos três irmãos são, respectivamente: a) Caio e José b) Caio e Adriano c) Adriano e Caio d) Adriano e José e) José e Adriano 42- Se o jardim não é florido, então o gato mia. Se o jardim é florido, então o passarinho não canta. Ora, o passarinho canta. Logo: a) o jardim é florido e o gato mia b) o jardim é florido e o gato não mia c) o jardim não é florido e o gato mia d) o jardim não é florido e o gato não mia e) se o passarinho canta, então o gato não mia 43- Três amigos – Luís, Marcos e Nestor – são casados com Teresa, Regina e Sandra (não necessariamente nesta ordem). Perguntados sobre os nomes das respectivas esposas, os três fizeram as seguintes declarações: Nestor: "Marcos é casado com Teresa" Luís: "Nestor está mentindo, pois a esposa de Marcos é Regina" Marcos: "Nestor e Luís mentiram, pois a minha esposa é Sandra" Sabendo-se que o marido de Sandra mentiu e que o marido de Teresa disse a verdade, segue-se que as esposas de Luís, Marcos e Nestor são, respectivamente: a) Sandra, Teresa, Regina b) Sandra, Regina, Teresa c) Regina, Sandra, Teresa d) Teresa, Regina, Sandra e) Teresa, Sandra, Regina 44- A negação da afirmação condicional "se estiver chovendo, eu levo o guarda-chuva" é: a) se não estiver chovendo, eu levo o guarda-chuva b) não está chovendo e eu levo o guarda-chuva c) não está chovendo e eu não levo o guarda-chuva d) se estiver chovendo, eu não levo o guarda-chuva e) está chovendo e eu não levo o guarda-chuva

Matemática

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APOSTILAS OPÇÃO
45- Dizer que "Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista" é, do ponto de vista lógico, o mesmo que dizer que: a) se Pedro é pedreiro, então Paulo é paulista b) se Paulo é paulista, então Pedro é pedreiro c) se Pedro não é pedreiro, então Paulo é paulista d) se Pedro é pedreiro, então Paulo não é paulista e) se Pedro não é pedreiro, então Paulo não é paulista 46- Se Frederico é francês, então Alberto não é alemão. Ou Alberto é alemão, ou Egídio é espanhol. Se Pedro não é português, então Frederico é francês. Ora, nem Egídio é espanhol nem Isaura é italiana. Logo: a) Pedro é português e Frederico é francês b) Pedro é português e Alberto é alemão c) Pedro não é português e Alberto é alemão d) Egídio é espanhol ou Frederico é francês e) Se Alberto é alemão, Frederico é francês 47- Se Luís estuda História, então Pedro estuda Matemática. Se Helena estuda Filosofia, então Jorge estuda Medicina. Ora, Luís estuda História ou Helena estuda Filosofia. Logo, segue-se necessariamente que: a) Pedro estuda Matemática ou Jorge estuda Medicina b) Pedro estuda Matemática e Jorge estuda Medicina c) Se Luís não estuda História, então Jorge não estuda Medicina d) Helena estuda Filosofia e Pedro estuda Matemática e) Pedro estuda Matemática ou Helena não estuda Filosofia 48- Se Pedro é inocente, então Lauro é inocente. Se Roberto é inocente, então Sônia é inocente. Ora, Pedro é culpado ou Sônia é culpada. Segue-se logicamente, portanto, que: a) Lauro é culpado e Sônia é culpada b) Sônia é culpada e Roberto é inocente c) Pedro é culpado ou Roberto é culpado d) Se Roberto é culpado, então Lauro é culpado e) Roberto é inocente se e somente se Lauro é inocente 49- Maria tem três carros: um Gol, um Corsa e um Fiesta. Um dos carros é branco, o outro é preto, e o outro é azul. Sabese que: 1) ou o Gol é branco, ou o Fiesta é branco, 2) ou o Gol é preto, ou o Corsa é azul, 3) ou o Fiesta é azul, ou o Corsa é azul, 4) ou o Corsa é preto, ou o Fiesta é preto. Portanto, as cores do Gol, do Corsa e do Fiesta são, respectivamente, a) branco, preto, azul b) preto, azul, branco c) azul, branco, preto d) preto, branco, azul e) branco, azul, preto 50- Um rei diz a um jovem sábio: "dizei-me uma frase e se ela for verdadeira prometo que vos darei ou um cavalo veloz, ou uma linda espada, ou a mão da princesa; se ela for falsa, não vos darei nada". O jovem sábio disse, então: "Vossa Majestade não me dará nem o cavalo veloz, nem a linda espada". Para manter a promessa feita, o rei: a) deve dar o cavalo veloz e a linda espada b) deve dar a mão da princesa, mas não o cavalo veloz nem a linda espada c) deve dar a mão da princesa e o cavalo veloz ou a linda espada d) deve dar o cavalo veloz ou a linda espada, mas não a mão da princesa e) não deve dar nem o cavalo veloz, nem a linda espada, nem a mão da princesa 01. 02. 03. 04. B A C E 11. 12. 13. 14. C C D A RESPOSTAS 21. B 31. 22. E 32. 23. C 33. 24. B 34. C B C E 41. 42. 43. 44. B C D E

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
05. 06. 07. 08. 09. 10. E B B D C B 15. 16. 17. 18. 19. 20. A D C A D D 25. 26. 27. 28. 29. 30. C E A D B E 35. 36. 37. 38. 39. 40. D D E A C A 45. 46. 47. 48. 49. 50. A B A C E B

TESTE DE HABILIDADE NUMÉRICA
1. 2. Escreva o número que falta. 18 20 24 32 Escreva o número que falta. ?

3. 4.

Escreva o número que falta. 212 179 146 113 Escreva o número que falta.

?

5.

Escreva o número que falta. 6 8 10 11 ?

14

14

6.

Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 17 (112) 39 28 ( . . . ) 49 Escreva o número que falta. 7 13 24 45 Escreva o número que falta. 3 9 3 5 7 1 7 1 ? Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 234 (333) 567 345 (. . .) 678 Escreva o número que falta. ?

7 8.

9.

10

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
22 Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 341 (250) 466 282 (. . .) 398 Escreva o número que falta.

23

1112. 13.

Escreva o número que falta. 4 5 7 11 Escreva o número que falta. 6 7 9 13 Escreva o número que falta. 4 8 6 6 2 4 8 6 ? Escreva o número que falta. 64 48 40 36

19 21

? ?

24

14. 15

Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 12 (336) 14 15 (. . .) 16 Escreva o número que falta. 4 7 6 8 4 8 6 5 ?

34

?

25

Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 718 (26) 582 474 (. . .) 226 Escreva o número que falta. 1 2 3

16.

RESPOSTAS - TESTE DE HABILIDADE NUMËRICA
48. (Some 2, 4, 8 e, finalmente 16). 24. (No sentido contrário aos ponteiros do relógio, os números aumentam em 2, 3, 4, 5 e 6). 80. (Subtraia 33 de cada número). 5. (Os braços para cima se somam e os para baixo se subtraem, para obter o número da cabeça). 18. (Existem duas séries alternadas, uma que aumenta de 4 em 4 e a outra de 3 em 3). 154. (Some os números de fora do parêntese e multiplique por 2). 86. (Multiplique o número por dois e subtraia 1, 2, 3 e 4). 3. (Subtraia os números das duas primeiras colunas e divida por 2). 333. (Subtraia o número da esquerda do número da direita para obter o número inserto no parêntese). 5. (O número da cabeça é igual a semi--soma dos números dos pés). 35. (A série aumenta em 1, 2, 4, 8 e 16 unidades sucessivamente). 37. (Multiplique cada termo por 2 e subtraia 5 para obter o seguinte). 7. (Os números da terceira coluna são a semi-soma dos números das outras duas colunas). 33. (A série diminui em 16, 8, 4, 2 e 1 sucessivamente).

17

Escreva o número que falta. 15 13 12 11 ? Escreva o número que falta. 9 4 1 6 6 2 1 9 ? Escreva o número que falta. 11 12 14 ? Escreva o número que falta. 8 5 2 4 2 0 9 6 ? Escreva o número que falta.

4 9 9 5 6 7 26 42 8 9 10 11 12 13 14

18.

19 20.

21

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 14. (Some os números de fora do parêntese e divida por 50 para obter o número inserto no mesmo). 3. (No sentido dos ponteiros do relógio, multiplique por 3). 6. (Existem duas séries alternadas: uma diminui de 3 em 3; a outra de 2 em 2). 4. (Cada fileira soma 14). 18. (Dobre cada termo e subtraia 10 para obter o seguinte). 3. (Os números diminuem em saltos iguais, 3 na primeira fileira, 2 na segunda e 3 na terceira). 18. (Os números são o dobro de seus opostos diametralmente). 232. (Subtraia a parte esquerda da parte direita e multiplique o resultado por dois). 21. (Os números aumentam em intervalos de 2, 4, 6 e 8).

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
4 Escolha, dentre as numeradas, a figura que corresponde à incógnita.

5 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

480. (O número inserto no parêntese é o dobro do produto dos números de fora do mesmo). 25. 2. (A terceira coluna é o dobro da diferença entre a primeira e a segunda).

6 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

TESTE DE HABILIDADE VÍSUO-ESPACIAL
1 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de7 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

2 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

8 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

3 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

9 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

* Não ter relação no sentido de não conservar as mesmas relações com as demais, por questão de detalhe, posição etc.

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
10 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
15 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

16 mais. 11 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

Assinale a figura que não tem relação com as de-

17 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

12 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

18 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

13 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de19. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

14 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

20 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

Matemática

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APOSTILAS OPÇÃO
21 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
26 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

22 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

27 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

28 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

23 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de-

24 mais.

Assinale a figura que não tem relação com as de29 mais. Assinale a figura que não tem relação com as de-

25 mais.

Assinale afigura que não tem relação com es de-

30

Escolha, dentre as figuras numeradas, a que corresponde à incógnita.

Matemática

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A Opção Certa Para a Sua Realização

APOSTILAS OPÇÃO
RESPOSTAS TESTE DE HABILIDADE VÍSUO - ESPACIAL 1 2 3 4 5 4. (Todas as outras figuras podem inverterem-se sem qualquer diferença). 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 4 . (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 1. (A figura principal gira 180° e o círculo pequeno passa para o outro lado). 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).

A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
22 4. (Os setores preto, branco ou hachur giram em sentido contrario aos ponteiros do relógio; na figura 4 os setores branco e hachur estão em posição diferente). 23 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 24 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 25 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 26 3. (1 e 4 formam urna dupla e o mesmo ocorre com 2 e 5. Em cada dupla os retângulos preto e hachur alternam sua posição; a figura 3 tem o sombreado em posição diferente). 27 5. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 28 6. (As outras figuras podem girar até se sobreporem). 29 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 30. (A figura principal gira no sentido dos ponteiros do relógio; a seta, no sentido contrario). BIBLIOGRAFIA Os testes acima foram extraídos da coleção “FAÇA SEU TESTE”, da EDITORA MESTRE JOU – SÃO PAULO – SP.

6. 4. (A figura gira 90° cada vez, em sentido contrario aos ponteiros do relógio, exceto a 4 que gira no sentido dos mencionados ponteiros). 7 8 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 4. (A figura gira 90° cada vez em sentido contrario aos ponteiros do relógio, exceto o 4 que gira no mesmo sentido dos mencionados ponteiros). 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem no plano do papel).

9

10 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 11 3. (As outras três figuras são esquemas de urna mão esquerda; a de n.° 3 é o esquema de urna mão direita). 12 3. (A figura gira 45° cada vez em sentido contrario aos ponteiros do relógio, porém o sombreado preto avança urna posição a mais, exceto em 3, que é, portanto, a figura que não corresponde as demais). 13 5. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 14 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 15 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 16 5. (O conjunto completo de 4 círculos gira num ângulo de 90° cada vez. Em 5 os círculos com + e o com x trocaram suas posições. Em todas as demais figuras o + está na mesma fileira que o círculo preto). 17 6. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 18 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 19 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 20 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem). 21 5. (1 e 3, e 2 e 4 são duplas que podem se sobreporem girando 45° . A figura 5 não pode sobrepor-se porque a cruz e o circulo interiores ficariam em posição diferente).

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