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Fl.

nº 3157

COMANDO DA AERONÁUTICA
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E HISTÓRICO DA AERONÁUTICA

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2009.

BOLETIM DO COMANDO DA AERONÁUTICA Nº 094

Para conhecimento do Pessoal da Aeronáutica, publico o seguinte: PRIMEIRA PARTE ATOS DOS PODERES LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO

SEÇÃO I - PODER LEGISLATIVO (Sem alteração)

SEÇÃO II - PODER EXECUTIVO (Sem alteração)

SEÇÃO III - PODER JUDICIÁRIO (Sem alteração)

SEGUNDA PARTE MINISTÉRIO DA DEFESA 1 - AFASTAMENTO DO PAÍS - AUTORIZA PORTARIA Nº 652/MD DE 19 DE MAIO DE 2009. O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso de suas atribuições legais e conforme o disposto no parágrafo único do art. 1º do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, resolve: Autorizar, o afastamento do País do Major-Aviador MARCIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA, Assistente Militar, a fim de compor comitiva para viagem oficial às Repúblicas de Cabo Verde, de Angola, à República Democrática do Congo e à República da Namíbia, no período de 25 de maio a 3 de junho de 2009, incluindo o trânsito, com ônus para o Ministério da Defesa.

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094, de 25 MAIO 2009)

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A presente missão é considerada eventual e de natureza militar, estando enquadrada na alínea “c” do inciso I e na alínea “b” do inciso II, do art. 3º, combinado com o art. 11 da Lei nº 5.809, de 10 de outubro de 1972, regulamentada pelo Decreto nº 71.733, de 18 de janeiro de 1973, modificado pelo Decreto nº 3.643, de 26 de outubro de 2000, e pelo Decreto nº 3.790, de 18 de abril de 2001. NELSON A. JOBIM (DOU nº 94, de 20 MAI 2009) 2 - RCONT - APROVA PORTARIA NORMATIVA Nº 660/MD, DE 19 DE MAIO DE 2009. Aprova o Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas. O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e considerando a competência delegada pelo Decreto nº 6.806, de 25 de março de 2009, resolve: Art. 1º Aprovar o Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas, na forma dos Anexos I e II a esta Portaria Normativa. Art. 2º Esta Portaria Normativa entra em vigor no dia 25 de maio de 2009. NELSON A. JOBIM (DOU nº 95 S-1, de 21 MAIO 2009) ANEXO I REGULAMENTO DE CONTINÊNCIAS, HONRAS, SINAIS DE RESPEITO E CERIMONIAL MILITAR DAS FORÇAS ARMADAS TÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º Este Regulamento tem por finalidade: I - estabelecer as honras, as continências e os sinais de respeito que os militares prestam a determinados símbolos nacionais e às autoridades civis e militares; II - regular as normas de apresentação e de procedimento dos militares, bem como as formas de tratamento e a precedência; III - fixar as honras que constituem o Cerimonial Militar no que for comum às Forças Armadas.

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094, de 25 MAIO 2009)

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Parágrafo único. As prescrições deste Regulamento aplicamse às situações diárias da vida castrense, estando o militar de serviço ou não, em área militar ou em sociedade, nas cerimônias e solenidades de natureza militar ou cívica. TÍTULO II DOS SINAIS DE RESPEITO E DA CONTINÊNCIA CAPITULO I GENERALIDADES Art. 2º Todo militar, em decorrência de sua condição, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas, estabelecidos em toda a legislação militar, deve tratar sempre: I - com respeito e consideração os seus superiores hierárquicos, como tributo à autoridade de que se acham investidos por lei; II - com afeição e camaradagem os seus pares; III - com bondade, dignidade e urbanidade os seus subordinados. § 1º Todas as formas de saudação militar, os sinais de respeito e a correção de atitudes caracterizam, em todas as circunstâncias de tempo e lugar, o espírito de disciplina e de apreço existentes entre os integrantes das Forças Armadas. § 2º As demonstrações de respeito, cordialidade e consideração, devidas entre os membros das Forças Armadas, também o são aos integrantes das Polícias Militares, dos Corpos de Bombeiros Militares e aos Militares das Nações Estrangeiras. Art. 3º O militar manifesta respeito e apreço aos seus superiores, pares e subordinados: I - pela continência; II - dirigindo-se a eles ou atendendo-os, de modo disciplinado; III - observando a precedência hierárquica; e IV - por outras demonstrações de deferência. § 1º Os sinais regulamentares de respeito e de apreço entre os militares constituem reflexos adquiridos mediante cuidadosa instrução e continuada exigência. § 2º A espontaneidade e a correção dos sinais de respeito são índices seguros do grau de disciplina das corporações militares e da educação moral e profissional dos seus componentes. § 3º Os sinais de respeito e apreço são obrigatórios em todas as situações, inclusive nos exercícios no terreno e em campanha.

formalmente. Parágrafo único. o militar emprega sempre o tratamento "Senhor" ou "Senhora". § 1º Para falar. de 25 MAIO 2009) CAPÍTULO II DOS SINAIS DE RESPEITO 3160 Art. conforme o caso. ao Comandante. 4º Quando dois militares se deslocam juntos. § 2º Na entrada de uma porta. é admitido o tratamento de "Almirante". abre-a. formalmente. o mais antigo fica no centro. poderá ser empregado o tratamento "você". é admitido o tratamento de "Comandante". Havendo dificuldade para aproximar-se dos superiores hierárquicos. no entanto. § 3º Para falar. Art. "Senhor General" ou "Senhor Brigadeiro". o de menor antigüidade dá a direita ao superior. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. "General" ou "Brigadeiro". 6º Quando encontrar um superior num local de circulação. ao Ministro de Estado da Defesa. "Senhor Diretor". o cumprimento deve ser feito mediante um movimento de cabeça. conforme o caso. Art. no entanto. alternadamente à direita e à esquerda do mais antigo. franqueia a passagem ao superior. Art. o tratamento é "Senhor Comandante". formalmente. tão logo lhe seja possível. ou ainda. o militar saúda-o e cede-lhe o melhor lugar. 5º Quando os militares se deslocam em grupo. segundo suas precedências. § 1º Se o local de circulação for estreito e o militar for praça. nas relações correntes de serviço. o tratamento é "Vossa Excelência" ou "Senhor Ministro". faz alto e permanece de frente para ele. . o tratamento é "Vossa Excelência". 7º Em local público onde não estiver sendo realizada solenidade cívico-militar. 8º Para falar a um superior. § 4º No mesmo posto ou graduação. o militar cumprimenta. Art. respeitadas as tradições e peculiaridades de cada Força Armada. nas relações correntes de serviço. se estiver fechada. seus superiores hierárquicos. é admitido o tratamento de "Ministro" ou "Senhor". Diretor ou Chefe de Organização Militar. dando passagem ao superior e torna a fechá-la depois. o de menor antigüidade dá o lado interno ao superior. distribuindo-se os demais. "Senhor Almirante". Se o deslocamento se fizer em via que tenha lado interno e lado externo.Fl. de "Senhor". o militar franqueia-a ao superior. "Senhor Chefe". Parágrafo único. a um oficial-general. nas relações correntes de serviço. conforme o caso. bem como em reuniões sociais. "Diretor" ou "Chefe". § 2º Para falar.

cada oficial levanta-se e pede permissão ao mais antigo para retirar-se do recinto. sem se levantarem e sem interromperem a refeição. Nos refeitórios. Diretor ou Chefe. apressando o passo quando em deslocamento. § 1º A continência é impessoal. e V . quando for chamado por um superior. deve atendê-lo o mais rápido possível. 9º Para falar a um mais moderno. 10. Art. Nos ranchos de praças. esta é iniciada sem a sua presença. de 25 MAIO 2009) Art. as seguintes prescrições: I . II . à sua chegada. suspendem toda a conversação. o superior emprega o tratamento "você". Sempre que um militar precisar sentar-se ao lado de um superior.caso a referida autoridade não possa comparecer à hora marcada para o início da refeição. a praça de serviço. Art. IV . § 2º A continência parte sempre do militar de menor precedência hierárquica. A continência é a saudação prestada pelo militar e pode ser individual ou da tropa. § 2º Nos refeitórios de suboficiais.ao terminar a refeição. em princípio. em igualdade de posto ou graduação. 3161 Art. 12. ou da mais alta autoridade prevista para a refeição. Art. podendo ser delegada ao mais antigo de cada mesa a autorização para concedêla. os oficiais observam. levantando-se apenas os oficiais que tenham assento à mesa daquela autoridade. apenas se levantam os que tenham assento à sua mesa. quando ocorrer dúvida sobre qual seja o de menor precedência. para se sentarem à mesa. as praças. Diretor ou Chefe da Organização Militar ou outra autoridade superior. o militar mais antigo presente ou o que primeiro avistar aquela autoridade comanda: "Rancho. 14. Todo militar. deve ser executada simultaneamente. a refeição não é interrompida.caso a maior autoridade presente se retire antes que os demais oficiais tenham terminado a refeição. § 1º Os refeitórios de grande freqüência e os utilizados por oficiais de diversas Organizações Militares podem ser regidos por disposições específicas. .Fl. Atenção!" e anuncia a função de quem chega. até que seja dado o comando de "À vontade".aguardam. 11. a chegada do Comandante. visa à autoridade e não à pessoa. subtenentes e sargentos deve ser observado procedimento análogo ao dos oficiais. CAPÍTULO III DA CONTINÊNCIA Art. 13. ao neles entrar o Comandante.o oficial que se atrasar para a refeição deve apresentarse à maior autoridade presente e pedir permissão para sentar-se. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. III . deve solicitar-lhe a permissão.

desfile ou cortejo. não pode se recusar ao cumprimento.Fl. ou. quando reconhecidos ou identificados. para os demais militares. neste último caso. retribuir a continência que lhe é prestada. quando em visita de caráter oficial. de Territórios Federais e do Distrito Federal. nas formaturas. quando reconhecidos ou identificados.o Presidente da República. XV . Corporações consideradas forças auxiliares e reserva do Exército. em cerimônia militar ou cívica. se em trajes civis. Têm direito à continência: I .a Bandeira Nacional: a) ao ser hasteada ou arriada diariamente.o Ministro de Estado da Defesa. VII . se uniformizado. Art. XIV . caso esteja de chapéu. da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal.os demais Ministros de Estado. b) por ocasião da cerimônia de incorporação ou desincorporarão. 16. nos casos dos incisos I e II deste artigo. quando reconhecidos ou identificados.as autoridades civis estrangeiras. V . fizer uma saudação verbal. no período compreendido entre oito horas e o pôr-do-sol. este.o Ministro-Presidente e os Ministros Militares do Superior Tribunal Militar. em cerimônia cívica. . quando reconhecidos ou identificados. Art. O militar deve responder com saudação análoga quando.os Presidentes do Senado Federal. III . mesmo em traje civil. avista-a ao entrar a bordo pela primeira vez. e) quando.os militares da ativa das Forças Armadas. 17. responde-a com um movimento de cabeça. quando executado em solenidade militar ou cívica. um militar entra a bordo de um navio de guerra ou dele sai. 15. com um cumprimento verbal ou descobrindo-se. quando for obrigatório o seu reconhecimento em função do cargo que exerce ou.os militares da reserva ou reformados. XII . XVI . XI . quando em visita de caráter oficial. de 25 MAIO 2009) 3162 § 3º Todo militar deve. em qualquer parte do País em visita de caráter oficial.o Hino Nacional. X . acompanhada por guarda ou por organização civil. O aperto de mão é uma forma de cumprimento que o superior pode conceder ao mais moderno. Art. se em trajes civis. mas. d) quando conduzida em marcha. quando uniformizados e. IV . XIII . ou.os integrantes das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares.o Vice-Presidente da República. nos respectivos territórios. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.a tropa quando formada. VI . c) quando conduzida por tropa ou por contingente de Organização Militar. VIII .os Governadores de Estado. ou ao sair pela última vez. Parágrafo único. quando na situação de "embarcado". obrigatoriamente. além de retribuir a continência. II .os militares das Forças Armadas estrangeiras. correspondentes às constantes dos incisos III a VIII deste artigo. IX . quando reconhecidos ou identificados. presta a continência individual. O militar não deve tomar a iniciativa de estender a mão para cumprimentar o superior.as Bandeiras e os Hinos das Nações Estrangeiras. ao cumprimentar o superior. se este o fizer.

no que couber. baixa a mão em movimento enérgico.Fl. Art. e . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. olhar franco e naturalmente voltado para o superior e. o gesto e a duração são elementos essenciais da continência individual. A continência individual é a forma de saudação que o militar isolado. frente voltada para a direção perpendicular à do deslocamento do superior. ou armado de revólver ou pistola. a forma pela qual os militares se saúdam mutuamente. Art. procedendo similarmente ao descrito na alínea "b" deste inciso. II . assim como durante a execução do Hino Nacional. o subordinado faz a saudação com um cumprimento verbal. ainda.atitude: postura marcial e comportamento respeitoso e adequado às circunstâncias e ao ambiente. e III . com a cabeça descoberta. b) com cobertura: em movimento enérgico. 15 deste Regulamento. II . variáveis conforme a situação dos executantes: I . nas ocasiões em que esta se apresentar em marcha ou cortejo. leva a mão direita ao lado da cobertura. § 3º Quando em trajes civis. um pouco adiante do botão da jugular. voltando à posição de sentido. § 2º A continência individual é devida a qualquer hora do dia ou da noite. quando uniformizado. 19. tocando com a falangeta do indicador a borda da pala. se estiver de cobertura. o braço sensivelmente horizontal. formando um ângulo de 45º com a linha dos ombros. faz a continência individual de acordo com as seguintes regras: I .gesto: conjunto de movimento do corpo. de pé e em silêncio. 20. A atitude.mais moderno parado e superior deslocando-se: a) posição de sentido. O militar. c) sem cobertura: em movimento enérgico.duração: o tempo durante o qual o militar assume a atitude e executa o gesto referido no inciso II deste artigo.nas demais situações. com ou sem armas. a mão no prolongamento do antebraço. 18. de 25 MAIO 2009) Seção I Do Procedimento Normal 3163 Art. com a palma voltada para o rosto e com os dedos unidos e distendidos. só podendo ser dispensada nas situações especiais conforme regulamento de cada Força Armada. ou lugar correspondente. deve aos símbolos. de acordo com as convenções sociais. e III .nas cerimônias de hasteamento ou arriação da Bandeira. às autoridades e à tropa formada. o militar assume as seguintes atitudes: I . o militar deve tomar atitude de respeito. com ou sem cobertura. se a cobertura não tiver pala ou jugular. desarmado. conforme estabelecido no art. leva a mão direita ao lado direito da fronte. para desfazer a continência. § 1º A continência individual é. ou pela qual o superior responde à saudação de um mais moderno.ao encontrar um superior fora de Organização Militar. descobrese e assume atitude respeitosa. braços e mãos. de sabre-baioneta ou espada embainhada.

mais moderno deslocando-se.Fl. volta-se para a tropa e leva a arma à posição de "Ombro Arma". IV . se em acelerado ou correndo. § 1º Quando apenas uma das mãos estiver ocupada. volta a olhar em frente e desfaz a continência. O militar armado de espada desembainhada faz a continência individual tomando a posição de sentido e. quando tiver as duas mãos ocupadas. encarando-o com movimento vivo de cabeça. alcança e ultrapassa o superior que se desloca no mesmo sentido: a) o mais moderno. toma o passo normal. O militar. após três passos. frente voltada para a direção perpendicular à do deslocamento do superior. quando não puder prestar continência por estar com as mãos ocupadas. e o encara com vivo movimento de cabeça. de 25 MAIO 2009) 3164 d) a continência: é feita quando o superior atinge a distância de três passos do mais moderno e desfeita quando o superior ultrapassa o mais moderno de um passo. b) à passagem de tropa formada. III . perfilando a espada. ao chegar ao lado do superior. faz-lhe a continência. o mais moderno mantém o passo e a direção do deslocamento.mais moderno e superior deslocando-se em direções convergentes: a) o mais moderno dá precedência de passagem ao superior e faz a continência como descrito nas alíneas "b" e "c" do inciso I deste artigo.em igualdade de posto ou graduação. 21. Parágrafo único. ou deslocando-se em sentido contrário: a) se está se deslocando em passo normal. 23. Na continência aos símbolos e às autoridades mencionadas nos incisos I a VIII e XII do art.mais moderno. § 2º O militar em deslocamento.quando estiver se deslocando: a) leva a arma à posição de "Ombro Arma". como nas alíneas "b" e "c" do inciso I deste artigo. a continência é feita a três passos do superior. o mais moderno volta a olhar em frente e desfaz a continência.mais moderno deslocando-se e superior parado. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Art. como descrito nas alíneas "b" e "c" do inciso I deste artigo. sem tomar a posição de sentido. faz-lhe a continência como descrito nas alíneas "b" e "c" do inciso I deste artigo. a mão direita deve estar livre para executar a continência. II . e . isolado. abate a espada. a continência é feita no momento em que os militares passam um pelo outro ou se defrontam. faz alto. O militar. deslocando-se. 15 deste Regulamento e a oficiais-generais. ao ser alcançado pelo superior. é alcançado e ultrapassado por superior que se desloca no mesmo sentido: a) o mais moderno. faz a continência individual tomando a posição de sentido. Art. armado de metralhadora de mão. não cessa o movimento normal do braço esquerdo. à passagem do superior hierárquico. em seguida. V . faz vivo movimento de cabeça. fuzil ou arma semelhante faz continência da seguinte forma: I . desfazendo-a depois que o superior tiver se afastado um passo. VI . 22. ao passar por este. Art.

retomando. na primeira vez que for encontrado pelas suas praças subordinadas. todo militar que se desloca. Ao fazer a continência ao Hino Nacional. c) à passagem da tropa formada. inclusive. § 1º Quando o Hino Nacional for tocado em cerimônia à Bandeira ou ao Presidente da República. a tropa ou militar presente não faz a continência. a autoridade passando em revista à tropa observa o mesmo procedimento. faz alto. Ao fazer a continência para a Bandeira Nacional integrante de tropa formada e parada. 29. o militar volta-se para a Bandeira ou para o Presidente da República. o militar volta-se para a direção de onde vem a música. Chefe ou Diretor de Organização Militar tem. do art. 25. Art. b) para os demais militares. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Art. o militar volta-se para o principal local da cerimônia e faz a continência como estipulado no inciso I do art. direito à continência prevista no art.Fl. 24. o militar participante da cerimônia não faz a continência individual. toma apenas a posição de sentido. conforme o caso. conservando-se nessa atitude enquanto durar sua execução. a praça faz alto para a continência às autoridades enumeradas nos incisos III a IX. Todo militar faz alto para a continência à Bandeira Nacional. Art. II . toma a posição de sentido. Art. ao Hino Nacional e ao Presidente da República. 27 deste Regulamento. permanecendo em atitude de respeito. no interior de sua organização. 15 deste Regulamento e a oficiaisgenerais. § 2º Quando o Hino Nacional for cantado. permanecendo na posição de "Sentido" até o final de sua execução. vira-se para ela e faz a continência individual. faz "Ombro Arma". o seu deslocamento. Art. leva a arma à posição de "Ombro Arma". nem durante a sua introdução.quando estiver parado: a) na continência aos símbolos e às autoridades mencionadas nos incisos I a VIII do art. O Comandante. e d) com a arma a tiracolo ou em bandoleira. 21. § 2º Quando o Hino Nacional for tocado em cerimônia militar ou cívica. realizada em ambiente fechado. faz "Apresentar Arma". 15 deste Regulamento e a oficial-general. § 1º Quando o Hino Nacional for tocado em cerimônia religiosa. 26. em seguida. Os militares em serviço policial ou de segurança poderão ser dispensados dos procedimentos sobre continência individual constantes deste Regulamento. Na sede do MINISTÉRIO DA DEFESA e nas Organizações Militares. . de 25 MAIO 2009) 3165 c) com a arma a tiracolo ou em bandoleira. Art. 28. diariamente. 27. 20 ou nos arts. com sua frente voltada para a direção perpendicular à do deslocamento do superior. 22 ou 23 desta deste Regulamento.

exceto bicicleta. § 2º Nos deslocamentos de elementos transportados por viaturas. Art. procedem do mesmo modo.tropa em forma e parada. fazendo a continência individual para a Bandeira Nacional e. antes de se retirar. Art. se no interior de uma Organização Militar. despedir-se daquela autoridade. à autoridade militar da Organização para isso designada. só o Comandante e o Chefe de cada viatura fazem a continência individual.tropa em deslocamento e militar em movimento. conforme as peculiaridades e os procedimentos específicos de cada Força Armada. . ou. se for mais antigo do que o Comandante da tropa. faz a continência individual ao Comandante da tropa e a todos os militares em comando de frações constituídas que lhe sejam hierarquicamente iguais ou superiores. caso contrário. deve ser conduzido ao seu Comandante. volta-se para aquela e faz a continência individual ao Comandante da tropa e a todos os militares em comando de frações constituídas que lhe sejam hierarquicamente iguais ou superiores. 31 deste Regulamento. a fim de participar os motivos de sua ida àquele estabelecimento e. tanto o condutor como o passageiro fazem a continência individual sem se levantarem.tropa em deslocamento e militar parado: a) militar a pé: qualquer que seja seu posto ou graduação. volta-se para a tropa. 31. em princípio. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. volta-se para esta e responde à continência que lhe é prestada. toma posição de "Sentido" e permanece nessa atitude durante a passagem da tropa. o militar a pé para e faz a continência individual. para o cumprimento à Bandeira Nacional. deve. se no interior de veículo.com o veículo parado. para. e II . e militar em movimento: a) procede como descrito no inciso II deste artigo. 32. o oficial. para. O militar isolado presta continência à tropa da seguinte forma: I . parando apenas para a cumprimento à Bandeira Nacional. caso contrário. Chefe ou Diretor. III . 30. O militar em um veículo. tanto o condutor como o passageiro saltam do veículo e fazem a continência individual. faz a continência individual sem desembarcar. de 25 MAIO 2009) Seção II Do Procedimento em Outras Situações 3166 Art. e b) militar em viatura estacionada: desembarca e procede de acordo com o estipulado na alínea "a" do inciso I do art. terminada a missão ou o fim que ali o levou.Fl. sempre que viável. Ao entrar em uma Organização Militar.com o veículo em movimento. corresponde à continência que lhe é prestada. se em via pública. Os militares transportados tomam postura correta e imóvel enquanto durar a continência do Chefe da viatura. motocicleta ou similar. somente o passageiro faz a continência individual. II . a pé ou em veículo: a) o militar. procede da seguinte forma: I . § 1º Por ocasião da cerimônia da Bandeira ou da execução do Hino Nacional. sendo superior hierárquico ao Comandante da tropa.

o militar faz-lhe a continência. encontram-se com outros militares. obrigatoriamente.quando dois ou mais militares. 22 deste Regulamento. percorre com o olhar o local para verificar se há algum superior presente. em todos os casos. . de 25 MAIO 2009) 3167 § 1º Nos estabelecimentos ou repartições militares onde essa apresentação não seja possível.o portador de uma mensagem. § 2º Quando o visitante for do mesmo posto ou de posto superior ao do Comandante. festas militares. todos fazem a continência individual como se estivessem isolados. 34. competições desportivas ou em viagens.se o militar está em bicicleta ou motocicleta. o Ministro de Estado da Defesa. ultrapassa o superior depois de lhe pedir autorização. II . em situação idêntica. que o recebe e o ouve sobre o motivo de sua presença. V . VIII . se ambos estiverem a cavalo. marchando no mesmo sentido. os Chefes ou os Diretores da cadeia de comando e os oficiais de sua Organização Militar. deve passar pelo superior em marcha moderada.a pé.seja qual for o caráter . VI . qualquer que seja o meio de transporte empregado. exceto se o militar estiver em visita de serviço. IX . partindo essa apresentação daquele de menor hierarquia. Todo militar é obrigado a reconhecer o Presidente e o Vice-Presidente da República. § 3º A praça. é conduzido ao Gabinete ou Câmara deste. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. picadeiro. ou a quem lhe corresponder. os militares mais modernos que aí estão levantam-se ao avistá-lo e fazem-lhe a continência. o militar faz a continência como descrito no art. não modifica a sua velocidade de marcha ao cruzar ou passar por um superior e informa em voz alta: "serviço urgente". deve o militar apresentar-se ou dirigirse ao de maior posto ou graduação presente. Art.quando militares se encontrarem em reuniões sociais. III . em grupo. tanto na chegada quanto na saída.quando um militar entra em um recinto público. 20 deste Regulamento. não pode cruzar com aquele em andadura superior. VII . os Comandantes. do lugar em que está. ao qual participará o motivo de sua presença. se houver.oficial ou particular da solenidade ou reunião. quando a cavalo.o mais moderno. 33.quando um militar entra em um recinto público. Procedimento do militar em outras situações: I . declinando posto e nome. deve o militar. e ao de maior posto entre os oficiais presentes de sua Organização Militar. devem apresentar se mutuamente. deve passar por este ao passo. concentrando a atenção na condução do veículo. ou similar) ou ordem em contrário. salvo se este estiver em nível mais elevado (palanque.Fl. apresentar-se ao superior de maior hierarquia presente. IV . o Comandante da sua Força. Art. se o superior estiver a pé. § 4º O disposto neste artigo e seus parágrafos não se aplica às organizações médicomilitares. e X . conduzindo ou segurando cavalo. a continência é feita como descrito no inciso II do art. Diretor ou Chefe.o militar a cavalo apeia para falar com o superior a pé. apresenta-se ao Oficial de Dia ou de Serviço. arquibancada.

se estiver desarmado e de luvas. pelo aperto de mão ou com aceno de cabeça. segundo esquema que lhes é previamente dado a conhecer. durante solenidade militar. nos funerais. § 2º Todo militar deve saber identificar as insígnias dos postos e graduações das Forças Armadas. do lado maior da mesa principal. Em embarcação. no centro. o militar fardado não se descobre. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. § 3º Em banquetes onde haja mesa plena. Art. o mais antigo é o último a embarcar e o primeiro a desembarcar. O militar fardado descobre-se ao entrar em um recinto coberto. § 2º O estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos militares armados de metralhadora de mão. o lugar de honra situa-se. sendo-lhe dispensada. Art. descalça a luva da mão direita e aguarda que a senhora lhe estenda a mão. o homenageante deve sentar-se em frente ao homenageado. O militar armado de espada. de 25 MAIO 2009) 3168 § 1º Os oficiais são obrigados a reconhecer também os Comandantes das demais Forças. Art. Nos refeitórios das Organizações Militares. Estando fardado. 36. a maior autoridade presente ocupa o lugar de honra. assim como o Chefe do Estado-Maior de sua respectiva Força. Parágrafo único. viatura ou aeronave militar. nas reuniões sociais. Art. 39. § 1º A ocupação dos lugares nos banquetes é feita de acordo com a Ordem Geral de Precedência. não descalça as luvas. colocando a cobertura sob o braço esquerdo. ainda.Fl. a obrigatoriedade da prestação da continência. os outros lugares são ocupados pelos demais participantes. 38. fuzil ou arma semelhante ou aos militares em serviço de policiamento. Nos banquetes. cumprimentando-os pela continência. 35. . descobre-se. § 2º A autoridade que oferece banquete deve sentar-se na posição de maior precedência depois do lugar ocupado pelo homenageado. Art. o militar do sexo masculino que se dirigir a uma senhora para cumprimentá-la. a licença para início do deslocamento é prerrogativa do mais antigo presente. § 1º Em se tratando de transporte de pessoal. Art. 40. 37. geralmente. § 1º O militar fardado descobre-se. escolta ou guarda. nos cultos religiosos e ao entrar em templos ou participar de atos em que este procedimento seja pertinente. nestes casos. Para saudar os civis de suas relações. salvo ordem em contrário.

de 25 MAIO 2009) 3169 § 2º Tais disposições não se aplicam a situações operacionais. faz a continência individual como descrita neste Regulamento e diz. o militar sem arma ou armado de revólver. CAPÍTULO IV DA APRESENTAÇÃO Art. O militar. 43. depois de fazer "Meia Volta". permanecendo na posição de "Sentido" até que lhe seja autorizado tomar a posição de "Descansar" ou de "À Vontade". quando devem ser obedecidos os Planos e Ordens a elas ligados. se o superior for oficial-general ou autoridade superior. se de boina ou gorro com pala. o militar faz alto à distância de dois passos do superior e executa o "Perfilar Espada" ou "Ombro Arma". Para se retirar da presença de um superior. § 3º Em locais cobertos. concedida a permissão. § 1º Os oficiais da reserva ou reformados e os militares estrangeiros só têm direito à continência da tropa quando uniformizados. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. o militar armado nas condições previstas no § 2º deste artigo. conforme o caso. o militar faz-lhe a continência individual. 15 deste Regulamento. Têm direito à continência da tropa os símbolos e as autoridades relacionadas nos incisos I a X e XII a XVI do art. para se apresentar ao superior. ou função que exerce. rompe a marcha com o pé esquerdo. . coloca-o debaixo do braço esquerdo com o interior voltado para o corpo e a jugular para a frente. permanecendo nessa posição mesmo depois de correspondida a saudação. nome de guerra e Organização Militar a que pertence. apenas toma a posição de "Sentido". Art. passando.Fl. idêntica à da apresentação. em se tratando de boné ou capacete. 42. § 2º Caso esteja armado de espada desembainhada. em voz claramente audível. CAPITULO V DA CONTINÊNCIA DA TROPA Seção I Generalidades Art. à posição de "Perfilar Espada" ou "Ombro Arma". em seguida. desfaz a continência e diz o motivo da apresentação. e pede permissão para se retirar. logo depois de correspondida a saudação. toma a posição de "Sentido". o militar executa o manejo de "Apresentar Arma". em seguida. fuzil ou metralhadora de mão. pistola ou espada embainhada tira a cobertura com a mão direita. o oficial retira-se normalmente. faz a continência individual e procede à apresentação. de tal modo que sua copa fique para fora e a sua parte anterior voltada para a frente e. 41. conforme o caso. aproxima-se deste até a distância do aperto de mão. § 1º Se o superior estiver em seu Gabinete de trabalho ou outro local coberto. seu grau hierárquico. para se apresentar a um superior. e a praça. se estiver no interior da sua Organização Militar. empunha-o com a mão esquerda.

49. § 2º Os militares que não integrem a formatura fazem a continência individual. Art. Art. General-de-Exército ou Tenente-Brigadeiro. nos exercícios de estacionamento. ao Hino Nacional. são prestadas as continências previstas para Almirante-de-Esquadra. caso a tropa não conduza Bandeira. a Ordem Geral de Precedência. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. ao regressar ao Quartel. do Exército e da Aeronáutica ocupam lugar de destaque nas solenidades cívico-militares. para início da saudação. 47. no que couber. . a Bandeira Nacional ou a testa da formatura. Art. observada. General-de-Brigada ou Brigadeiro. Art. Art. às bandeiras e hinos de outras nações e a outra tropa. Art. civis e militares. 51. a tropa e os militares presentes que não integrem a formatura prestam a "Continência ao Terreno". inclusive. aos Governadores de Estado e do Distrito Federal. Aos Governadores de Territórios Federais são prestadas as continências previstas para Contra-Almirante. 48. O Ministro de Estado da Defesa e os Comandantes da Marinha. inclusive nos altos. § 1º A voz de comando para essa continência é "Em continência ao terreno Apresentar Arma!". § 4º Estas disposições poderão ser ajustadas às peculiaridades de cada Força Armada. A partir do escalão subunidade. toda tropa armada que não conduzir Bandeira. Parágrafo único. O Oficial que exerce função do posto superior ao seu tem direito à continência desse posto apenas na Organização Militar onde a exerce e nas que lhe são subordinadas. A continência de uma tropa para outra está relacionada à situação de conduzirem ou não a Bandeira Nacional ou ao grau hierárquico dos respectivos Comandantes. de 25 MAIO 2009) 3170 § 2º Às autoridades estrangeiras. Para efeito de continência. 44. presta continência ao terreno antes de sair de forma. Nos exercícios de marcha. 50. de volta de exercício externo de duração igual ou superior a 8 (oito) horas e após as marchas. Na continência. procede de acordo com o estipulado nas Seções II e III deste Capítulo. são prestadas as continências conferidas às autoridades brasileiras equivalentes. Parágrafo único. 45. Art. toma-se como ponto de referência. na forma estipulada pelos §§ 1º e 2º deste artigo. Aos Ministros de Estado. a tropa apenas presta continência à Bandeira Nacional. a tropa não presta continência. ao Presidente da República. ao Ministro-Presidente e aos Ministros militares do Superior Tribunal Militar. No período compreendido entre o arriar da Bandeira e o toque de alvorada no dia seguinte. Art. considera-se tropa a reunião de dois ou mais militares devidamente comandados. § 3º Por ocasião da Parada Diária. 46.Fl.

15 deste Regulamento. 53. § 5º Os comandos são dados de forma a serem executados quando a autoridade ou a Bandeira atingir a distância de dez passos da tropa que presta a continência. . 52. Parágrafo único. os comandos a toque de corneta ou clarim são dados sem a nota de execução. a Oficiais Generais ou autoridades equivalentes: "Sentido! Ombro Arma! Apresentar Arma! Olhar à Direita (Esquerda)!". Art. não são dados comandos nos escalões inferiores a unidade. pelo oficial mais antigo. os comandantes de pelotão (seção) ou de elementos inferiores só comandam a continência quando sua tropa não estiver enquadrada em subunidades. a Guarda-Bandeira. § 3º Os Comandos são dados a toque de corneta ou clarim nos escalões unidade e superiores. § 2º No caso de tropa desarmada. Se a tropa que passa conduz a Bandeira Nacional. Seção II Da Continência da Tropa a Pé Firme Art. Uma tropa a pé firme presta continência aos símbolos. apenas os Comandantes fazem a continência.na continência a oficial subalterno e intermediário: a) "Sentido!". a tropa em forma e parada volta-se para ela e toma a posição de sentido.na continência a oficial-superior: a) "Sentido! Ombro Arma!". no escalão subunidades. III . quando os Comandantes forem do mesmo posto ou graduação e se a tropa que passa não conduz Bandeira Nacional. e à viva voz. só é prestada a continência em caso de visita oficial. sendo desde logo executados pelo Comandante e pelo porta-símbolo da Unidade.Fl. de 25 MAIO 2009) 3171 Parágrafo único. § 4º Em formação não emassada. a banda é comandada à viva voz pelo respectivo mestre. às autoridades e a outra tropa formada. executando os seguintes comandos: I . nas formações emassadas. o estadomaior. pelo oficial Porta-Bandeira. II . § 1º Para oficial-general estrangeiro. Excetuam-se as guardas de honra. ou se seu Comandante for de posto ou graduação superior ao do Comandante da tropa em forma e parada. À passagem de outra tropa. que prestam continência à autoridade a que a homenagem se destina. ao comando de "Apresentar Arma!" todos os seus integrantes fazem continência individual e a desfazem ao Comando de "Descansar Arma!". 53 deste Regulamento. 15 deste Regulamento. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. esta lhe presta a continência indicada no art. nas condições mencionadas no art.na continência aos símbolos e às autoridades mencionadas nos incisos I a VIII do art.

dão a voz de: "Companhia Sentido! Em Continência à Direita (Esquerda)!". Quando o pessoal estiver embarcado e os motores das viaturas desligados. repetido por todas as unidades. seu Comandante.Olhar à Direita (Esquerda)!". motorizada ou blindada presta continência da seguinte forma: I . que passar revista à tropa postada em sua honra. 55.estando o pessoal desembarcado. só é dado o comando de execução da continência . a continência individual. . A tropa em deslocamento faz continência à Bandeira Nacional. II . os demais militares procedem como no inciso I deste artigo.os comandantes de subunidades. ou de cerimônia militar de que a tropa participe. a menos que se trate de honras militares. fazem a continência na posição em que se encontram. independente de ordem superior. executando os seguintes comandos: I . § 1º Nas formações emassadas de batalhão e de companhia."Batalhão (Companhia) Sentido! .prestadas pela tropa. Art.estando o pessoal embarcado. Seção III Da Continência da Tropa em deslocamento Art. sem prestar continência. procede da mesma maneira como na tropa a pé firme. conforme o caso. § 7º As Bandas de Música ou de Corneteiros ou Clarins e Tambores permanecem em silêncio. e II . e III . são prestados esclarecimentos relativos ao modo de proceder. logo que a testa do pelotão (seção) tenha ultrapassado de dez passos a autoridade ou a Bandeira. o comandante e os oficiais que exercem comando até o escalão pelotão. 54. Parágrafo único. civil ou militar. de 25 MAIO 2009) 3172 § 6º A continência é desfeita aos comandos de "Olhar em Frente!". inclusive. "Ombro Arma!" e "Descansar!". formando à frente das viaturas. o comandante desembarca para prestar a continência. dão a voz de: "Pelotão (Seção) Sentido! Olhar à Direita (Esquerda)!". e as praças conservam-se sentadas. por toque de corneta ou à viva voz dos respectivos comandantes.Fl. os demais oficiais fazem. 56. e a outra tropa formada. sentados."Sentido! . comanda "Pelotão (seção) Olhar em Frente!".Em Continência à Direita (Esquerda)!". ao atingirem a distância de vinte passos da autoridade ou da Bandeira. levantam-se e fazem a continência. à distância de dez passos da autoridade ou da Bandeira. A tropa mecanizada. nos escalões batalhão e superiores. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. olhando à frente. Art. dados pelos mesmos militares que comandaram sua execução e logo que a autoridade ou a Bandeira tenha ultrapassado de cinco passos a tropa que presta a continência.os Comandantes de pelotão (seção). se não for possível tomarem a posição em pé no veículo. às Bandeiras das Nações Estrangeiras. 15 deste Regulamento. às autoridades relacionadas nos incisos III a IX e XIII a XV do art. À autoridade estrangeira.

se as duas tropas não conduzem a Bandeira Nacional. III . quando executados em solenidade militar ou cívica. e a Guarda permanece sentada. o Hino Nacional ou o Presidente da República. e a outra tropa formada. no comando de pelotão (seção). de 25 MAIO 2009) 3173 § 2º Durante a execução da continência. e III . 15 deste Regulamento. exceto para outra Bandeira. Para a continência à Bandeira Nacional e às Bandeiras das Nações Estrangeiras. A tropa em deslocamento no passo acelerado ou sem cadência faz continência às autoridades relacionadas nos incisos III a IX e XIII a XV do art. a continência é prestada à Bandeira.o Porta-Bandeira. e VII . condutores. os homens da coluna da direita (esquerda) e os da fileira da frente. 55 deste Regulamento.os oficiais de espada desembainhada. fazem a continência sentados sem olhar para a direita (esquerda). 61.os músicos. são observadas as seguintes determinações: I . caso sejam de igual hierarquia.os oficiais em viaturas. a continência deverá ser feita por ambas as tropas. independente da hierarquia de seus comandantes. II . Art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Art.se apenas uma tropa conduz a Bandeira Nacional. quando em viatura. a tropa em deslocamento no passo acelerado ou sem cadência retoma o passo ordinário e procede como descrito no art. se sentados não se levantam. Na continência a outra tropa. dado pelos respectivos comandantes. Seção IV Da Continência da Tropa em Desfile Art. Art. VI . exceto o Comandante da fração. 57.o estandarte não é abatido.a Bandeira não é desfraldada. 60. 59. não olham para a direita (esquerda). IV . a continência é prestada por ambas. Art. a Guarda-Bandeira não olha para a direita (esquerda). levanta-se. e. perfilam espada e não olham para a direita (esquerda). exceto para a Bandeira Nacional. ao comando de "Batalhão (Companhia. independente da hierarquia dos Comandantes das tropas. obedecendo às seguintes determinações: . 58. II .os oficiais sem espada ou com ela embainhada fazem a continência individual sem olhar para a direita (esquerda). procede-se da seguinte forma: I . porta símbolos e porta-flâmulas. V . A tropa em deslocamento faz alto para a continência ao Hino Nacional e aos Hinos das Nações Estrangeiras.Fl.se as duas tropas conduzem a Bandeira Nacional. corneteiros e tamboreiros. Seção) Atenção!". inclusive comandantes de unidades e subunidades. Pelotão. Parágrafo único. A tropa em desfile faz continência à Bandeira ou à maior autoridade presente à cerimônia. a continência é iniciada pela tropa cujo Comandante for de menor hierarquia. Desfile é a passagem da tropa diante da Bandeira Nacional ou da maior autoridade presente a uma cerimônia a fim de lhe prestar homenagem.

sentam-se. com ela embainhada ou portando outra arma. depois do homenageado: a) os mesmos militares que comandaram "Olhar à Direita (Esquerda)!" comandam: "Pelotão (seção) . b) a Bandeira e o estandarte voltam à posição de "Ombro Arma".Em Continência à Direita (Esquerda)!". c) os comandantes de unidade e subunidade.a dez passos. independente de qualquer comando: a) os comandantes de unidade e subunidade. d) os comandantes de unidade e subunidade perfilam espada. § 1º Os comandos mencionados nos incisos II.a trinta passos. com espada desembainhada. d) os comandantes de unidade e subunidade abatem espada e olham para a Bandeira ou encaram a autoridade. e e) os oficiais sem espada. levantam-se. ou formação emassada de batalhão. trazem a espada à posição de marcha. III . e b) os oficiais a pé. desfazem a continência individual.a quinze passos depois do homenageado.Em Continência à Direita (Esquerda)!". inclusive (esse toque serve apenas para alertar a tropa). o comando de "Olhar à Direita (Esquerda)!" é dado pelo comandante de subunidade dez passos aquém do homenageado. V . e o comando de "Olhar à Direita (Esquerda)!" pelo comandante de batalhão. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.Olhar à Direita (Esquerda)!". II . a dez passos aquém do homenageado.olhar em Frente!". músicos. b) a Bandeira é desfraldada e o estandarte é abatido. em viaturas. condutores e porta-símbolos não fazem continência nem olham para o lado. corneteiros e tamboreiros. e c) os oficiais com espada desembainhada perfilam espada. é dado o toque de "Sentido! . § 3º Quando a tropa desfilar em linha de pelotões ou formação emassada de companhia.a vinte passos. b) os comandantes de subunidades comandam à viva voz: . em viaturas. em viaturas. . III e IV deste artigo são dados à viva voz ou por apito.Fl. sendo repetido até o escalão batalhão.Sentido! . § 2º Quando a tropa desfilar em linha de companhia.a dez passos. c) os comandantes de unidade e subunidade. em viatura. IV . e) os oficiais sem espada ou com ela embainhada ou portando outra arma fazem a continência individual e não encaram a autoridade. quando estiverem sem espada ou com ela embainhada. fazem a continência individual e olham a Bandeira ou encaram a autoridade.Sentido! . de 25 MAIO 2009) 3174 I . o primeiro comando de "Sentido! Em Continência à Direita (Esquerda)!" é dado vinte passos aquém do homenageado pelo comandante superior. e f) os componentes da Guarda-Bandeira. aquém do homenageado. aquém do homenageado: a) os comandantes de unidade e subunidade. aquém do homenageado: a) os Comandantes de pelotão (seção) comandam: "Pelotão (seção) . fazem a continência individual e olham para a Bandeira ou encaram a autoridade. sem olhar para a direita (esquerda). os demais oficiais com espada desembainhada perfilam espada."Companhia . desfazem a continência.

desembarcar. Art. conferência. os alunos de quaisquer postos ou graduações aguardam nas salas de aula. embarcar. com a arma cruzada ou em bandoleira. 64. Se uma tropa em marcha alcançar outra que se desloca no mesmo sentido. 63. Art. a que for comandada pelo mais antigo passa em primeiro lugar. Nenhuma tropa deve iniciar marcha. Quando uma tropa estiver reunida para instrução. etc. Quando uma tropa não estiver em formatura e se encontrar em instrução. Art. Turma. dando-lhe as informações que se fizerem necessárias. nos dois primeiros casos. apear.) . 65. em minúcias. anfiteatros ou laboratórios a chegada dos respectivos professores ou instrutores e as instruções internas estabelecem. 66. ao seu comandante. montar. Art. 62. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.)!" e "À vontade!". . No caso do superior dirigir-se pessoalmente a um dos integrantes dessa tropa. quando a cauda de sua tropa ultrapassar de dez passos o homenageado.) . 67. A autoridade em homenagem à qual é realizado o desfile responde às continências prestadas pelos oficiais da tropa que desfila. General. ao comando de "Companhia (Escola. o procedimento é idêntico quando se retirar o comandante ou a autoridade em causa.. pode passar-lhe à frente. volta a tropa à posição anterior. o comando de "Olhar em Frente!" é dado pelos mesmos comandantes que comandaram "Olhar à Direita (Esquerda)!". o procedimento é o mesmo.À vontade!".Fl. Brigadeiro Comandante de . usando-se os comandos: "Atenção! Comandante de Batalhão (ou Exmo. § 2º Nas Organizações Militares de ensino. instrutor ou encarregado. dados pelos instrutor ou oficial mais antigo presente. preleção ou atividade semelhante. entretanto. tomar a posição à vontade ou sair de forma sem licença do mais antigo presente. de 25 MAIO 2009) 3175 § 4º Nas formações emassadas de batalhão ou companhia. este comanda "Companhia (Escola. a esse Comando. Art. A tropa a pé desfila em "Ombro Arma". Turma. Se uma tropa em marcha cruzar com outra. cabendo. este lhe presta a continência regulamentar. em princípio pela esquerda. e chegar o seu comandante ou outra autoridade de posto superior ao mais antigo presente. os demais oficiais que assistem ao desfile fazem continência apenas à passagem da Bandeira. levantam-se todos energicamente e tomam a posição ordenada. as continências de tropa são dispensáveis. etc. mediante licença ou aviso do mais antigo que a comanda. serviço de faxina ou faina. Parágrafo único..Sentido! Comandante da Companhia (ou função de quem chega)!" e. § 1º Nas reuniões de oficiais. Almirante. Sr. Art. o procedimento a ser seguido. prestar a continência a todo o superior que se dirija ao local onde se encontra essa tropa. de baioneta armada. Seção V Do Procedimento da Tropa em Situações Diversas Art. 68. correspondido o sinal de respeito pelo superior.

Para a continência à Bandeira Nacional e ao Presidente da República. 71. nas condições estabelecidas nos incisos I a IV deste artigo. serão reguladas pelo Cerimonial de cada Força. e o Comandante da guarda procede como estabelecido no inciso III do art. Seção VI Da Continência da Guarda Art. III . A guarda forma para prestar continência a tropa de efetivo igual ou superior a subunidade. 73. os acompanhantes fazem a continência individual. e VI . respectivamente.aos Almirantes-de-Esquadra.à guarda que venha rendê-la. 15 deste Regulamento. voltados para aquela autoridade. de 25 MAIO 2009) 3176 Art. Chefia ou Direção privativos dos postos de oficial-general. .aos oficiais-generais. que saia ou regresse ao quartel. do Exército e da Aeronáutica. 70. A guarda formada presta continência: I .aos símbolos. a oficiais de qualquer posto. chefe ou diretor. Generais-de-Exército e Tenentes-Brigadeiros. IV . se de posto igual ou superior ao dos que o acompanham. qualquer que seja o seu posto. sem interromperem suas atividades. acompanhado de oficiais. Art. nas sedes de Comando. Art. Quando em uma Organização Militar entra ou sai seu comandante. II . suspendem toda a conversação e assim se conservam até ser comandado "À vontade!". 72. ou ao comandante. sem Bandeira. caso o local permita. referidos nos incisos I a X. às autoridades e à tropa formada. Quando um oficial entra em um alojamento ou vestiário ocupado por tropa. no mesmo local em que se encontram.aos oficiais-generais e aos oficiais superiores das Forças Armadas das Nações Estrangeiras. § 2º A continência é prestada por ocasião da entrada e saída da autoridade. aos oficiais superiores e ao comandante. chefe ou diretor. XII e XIII do art. o militar de serviço ou o que primeiro avistar aquela autoridade comanda "Alojamento (Vestiário) Atenção! Comandante da Companhia (ou função de quem chega)!" e as praças. 53 deste Regulamento. Art. nas Organizações Militares. a continência da guarda formada é prestada apenas ao oficial de maior posto. Parágrafo único. A autoridade a quem é prestada a continência destaca-se das demais para corresponder à continência da guarda. quando uniformizados. a guarda forma na parte externa do edifício. à esquerda da sentinela do portão das armas (sentinela da entrada principal). o corneteiro da guarda ou de serviço dá o sinal correspondente ("Bandeira" ou "Presidente da República"). V . § 1º As normas para a prestação de continência. pela guarda formada. 69. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. nas sedes dos Comandos da Marinha.Fl.aos oficiais-generais.

II . ao Hino Nacional. . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Seção VII Da Continência da Sentinela Art. § 2º A sentinela móvel presta continência aos símbolos. Parágrafo único. executando o "Apresentar Arma" quando a testa da tropa estiver a dez passos. à tropa não comandada por oficial. 78. e III . Uma vez presente. quando comandada por oficial. de 25 MAIO 2009) 3177 Art. No mesmo período. 74. a sentinela toma a posição de "Sentido" à passagem de um superior pelo seu posto ou para corresponder à saudação militar de marinheiros e soldados. 15 deste Regulamento. autoridades e militares constantes do art. ao Presidente da República. Art. a seguir faz "Ombro Arma" até o escoamento completo da tropa. Art. quando volta às posições de "Descansar Arma" e "Descansar".Fl. quando passarem por uma sentinela. 76. às bandeiras e hinos de outras nações e a tropa formada. apenas o comandante. Os marinheiros e soldados. 75. em seguida. 77. tomando apenas a posição de "Sentido". § 1º O militar que recebe uma continência de uma sentinela faz a continência individual para respondê-la.tomando a posição de sentido. A sentinela de posto fixo. a sentinela só apresenta armas à Bandeira Nacional. Art.apresentando arma. aos símbolos e autoridades referidos no art. Quando a continência da guarda é acompanhada do Hino Nacional ou da marcha batida. 15 deste Regulamento. autoridade cuja insígnia esteja hasteada no mastro principal.tomando a posição de sentido e. 79. em uma Organização Militar. fazendo a continência individual no início do Hino Nacional ou marcha batida e desfazendo-a ao término. assim permanecendo até a passagem do Comandante e da Bandeira. fazendo "Ombro Arma". os militares presentes voltam à frente para a autoridade. Para prestar continência a uma tropa comandada por oficial. a sentinela toma a posição de "Sentido". ou à Bandeira. armada. No período compreendido entre o arriar da Bandeira Nacional e o toque de alvorada do dia seguinte. presta continência: I . aos graduados e praças especiais das Forças Armadas nacionais e estrangeiras. Art. a que se presta a continência. à qual a sentinela responde tomando a posição de "Sentido". diretor ou chefe da organização e os que forem hierarquicamente superiores à referida autoridade têm direito à continência da guarda formada. fazem a continência individual.

Marchas e Hinos das Forças Armadas" . chefes ou diretores de Organizações Militares. do Exército e da Aeronáutica. As Bandas de Música. o toque corresponderá ao de maior precedência hierárquica.os Governadores de Estados e Territórios Federais e do Distrito Federal. a saída ou a presença de uma autoridade. III . 81. quando incorporado.os oficiais-generais.os oficiais superiores. para o Ministro de Estado da Defesa e para os Comandantes da Marinha. Só é dado toque para anunciar a chegada ou saída de autoridade superior à mais alta presente. Os toques para anunciar a presença dos símbolos e das autoridades abaixo estão previstos no "Manual de Toques. Parágrafo único. 80. e . na continência prestada pela tropa. II . Clarim e Apito 3178 Art. não só em uma Organização Militar.a Bandeira Nacional.os comandantes.os Comandantes da Marinha. Art.o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. Art. executam: I . quando esta entrar ou sair de quartel ou estabelecimento cujo comandante for de posto inferior ao seu. para o VicePresidente da República. III . O toque mencionado neste artigo será executado nos períodos estabelecidos pelos cerimoniais de cada Força Armada. de 25 MAIO 2009) Seção VIII Dos Toques de Corneta. O toque de corneta. e XII .o Hino Nacional. Quando. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. seguido do exórdio de uma marcha grave. de Corneteiros ou Clarins e Tambores Art.Fl. em um mesmo quartel. X . VI .o Presidente da República. Seção IX Das Bandas de Músicas.o Vice-Presidente da República. XI . do Exército e da Aeronáutica.os demais Ministros de Estado. VIII . para a Bandeira ou para autoridade dessa nação. tiverem sede duas ou mais Organizações Militares e seus comandantes.o Ministro de Estado da Defesa. IV . para o Presidente da República e. 83. 82. estabelecimento ou fortificação. VII .o Hino de Nação Estrangeira seguido do Hino Nacional. para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. como também por ocasião de sua aproximação de uma tropa. quando em visita oficial. quando incorporados. quando incorporados.o Superior Tribunal Militar. V . para a Bandeira Nacional. IV . chefes ou diretores entrarem ou saírem juntos do quartel. Parágrafo único. IX . II .o exórdio de uma marcha grave.o toque correspondente. clarim ou apito é o meio usado para anunciar a chegada.FA-M-13: I .

III . de 25 MAIO 2009) V . O Hino Nacional é executado por banda de música militar nas seguintes ocasiões: I .nos dias que o Governo considerar de Festa Nacional. A execução do Hino Nacional ou da marcha batida só tem início depois que a autoridade que preside a cerimônia houver ocupado o lugar que lhe for reservado para a continência. . Quando na continência prestada pela tropa houver banda de corneteiros ou clarins e tambores. esta procede segundo o previsto no "Manual de toques. de acordo com partitura específica. sempre que cabível. Marchas e Hinos das Forças Armadas" . 85. As bandas de música. executam-se apenas a introdução e os acordes finais do Hino Nacional. IV . 87. Marchas e Hinos das Forças Armadas" . Art. quando reunidas às bandas de música. acompanham-nas nesse cerimonial.FA-M-13. quando incorporados. executam marchas ou dobrados.FA-M-13. II . Marchas e Hinos das Forças Armadas" . CAPÍTULO VI DOS HINOS Art. de acordo com o previsto no "Manual de Toques. para os oficiais-generais. § 3º Na continência prestada ao Presidente da República na qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas.nas cerimônias em que se tenha de executar Hino de Nação Estrangeira. quando for dispensada a Guarda de Honra. executam o correspondente. devendo este.nas solenidades. ou nas honras de chegada ou saída em viagem oficial ou de serviço. quando isolados. 3179 § 1º As bandas de corneteiros ou clarins e tambores. nas revistas passadas por autoridades. 84. 86. Marchas e Hinos das Forças Armadas" .FA-M-13. como previsto no "Manual de Toques. como previsto no "Manual de Toques.nas continências à Bandeira Nacional e ao Presidente da República. anteceder o Hino Nacional.nas continências ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal. Art. § 1º É vedado substituir a partitura do Hino Nacional por qualquer arranjo instrumental.FA-M-13.o exórdio de uma marcha grave. por cortesia. Art. § 2º A execução do Hino Nacional não pode ser interrompida. de acordo com o cerimonial de cada Força Armada. e V . § 2º Os corneteiros. por ocasião de visita a Organização Militar. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.Fl.

§ 3º Nas solenidades em que seja previsto o canto do Hino Nacional após o hasteamento da Bandeira Nacional. esta poderá ser hasteada ao toque de Marcha Batida. sendo que a banda de música deverá repetir a introdução do Hino após o canto da primeira parte.Fl. Por ocasião das solenidades de culto à Bandeira. A bandeira-insígnia ou distintivo é hasteado quando a autoridade entra na Organização Militar. § 1º Neste caso. cabe a execução do Hino Nacional à que estiver mais próxima do local onde chega a autoridade. § 3º Nas Organizações Militares que possuem estandarte. A presença de determinadas autoridades civis e militares em uma Organização Militar é indicada por suas bandeirasinsígnias ou seus distintivos hasteados em mastro próprio. na área da organização. 88. no dia 15 de novembro. 90. o Hino à Bandeira. de acordo com o cerimonial específico de cada Força Armada. de 25 MAIO 2009) 3180 Art. DISTINTIVOS A ESTANDARTES Art. § 2º As bandeiras-insígnias ou distintivos de Comandante da Marinha. por ocasião da alvorada e nas retretas. CAPÍTULO VII DAS BANDEIRAS-INSÍGNIAS. exceto o de Alberto Nepomuceno. Art. 92. sempre a sua esquerda. cantam-se sempre as duas partes do poema. O Hino Nacional pode ser cantado em solenidades oficiais. 89. Art. canta-se o Hino à Bandeira. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. o Hino da Proclamação da República e no dia 19 de novembro. Quando em uma solenidade houver mais de uma banda. do Exército. as bandas de música militares executam o Hino da Independência. 91. mesmo que esteja presente outra de maior conjunto. de VicePresidente da República e de Ministro de Estado da Defesa são instituídas em atos do Presidente da República. Havendo Guarda de Honra no recinto onde se procede uma solenidade. Art. 93. § 2º É vedado substituir a partitura para canto do Hino Nacional por qualquer arranjo vocal. . Parágrafo único. No dia 7 de setembro. e arriado logo após a sua saída. Art. este é conduzido nas condições estabelecidas para a Bandeira Nacional. § 1º As bandeiras-insígnias ou distintivos de Presidente da República. da Aeronáutica e do Chefe do Estado-Maior de Defesa são instituídos em atos do Ministro de Estado da Defesa. a execução do Hino Nacional cabe à banda de música dessa guarda.

Art. II . 98. 99. cujo penol. a bandeira-insígnia ou distintivo deve ser arriado. nenhuma bandeirainsígnia ou distintivo deve ser posicionado acima dela. Parágrafo único.Honras de Recepção e Despedida.Fl. Excetuam-se do disposto neste artigo os navios e os estabelecimentos da Marinha do Brasil que possuem mastro com carangueja. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. presa em haste apropriada fixada no pára-lama dianteiro direito. no mastro desse edifício só é hasteada a bandeira. Se várias Organizações Militares tiverem sede em um mesmo edifício.Preito da Tropa. 97. do Vice-Presidente da República. na viatura oficial que os transporta. de 25 MAIO 2009) 3181 § 1º O ato de hastear ou arriar a bandeira-insígnia ou o distintivo é executado sem cerimônia militar por militar para isso designado. Todas as Organizações Militares devem ter. 95. Honras Militares são homenagens coletivas que se tributam aos militares das Forças Armadas. TÍTULO III DAS HONRAS MILITARES CAPÍTULO I GENERALIDADES Art. podem fazer uso. de acordo com sua hierarquia. e III . do Ministro de Estado da Defesa. 94. . 96. O Ministro de Estado da Defesa e o oficial com direito a bandeira-insígnia ou distintivo. Art. insígnia ou distintivo da mais alta autoridade presente. segundo o estabelecido neste Regulamento e traduzidas por meio de: I . por ser local de destaque e de honra.Comissão de Cumprimentos e de Pêsames. Art. No mastro em que estiver hasteada a Bandeira Nacional. Art. do Comandante da respectiva Força e das autoridades da cadeia de comando a que estiverem subordinadas. este quando uniformizado e nos termos da regulamentação específica de cada Força Armada. as bandeiras-insígnias do Presidente da República. Art. e às altas autoridades civis. devendo ser hasteado novamente após o término daquelas solenidades. A disposição das bandeiras-insígnias ou distintivos referentes a autoridades presentes a uma Organização Militar será regulamentada em cerimonial específico do MINISTÉRIO DA DEFESA e de cada Força Armada. mesmo que nas adriças da verga de sinais. disponíveis para uso. de uma miniatura da respectiva bandeira-insígnia ou distintivo. é privativo da Bandeira Nacional. § 2º Por ocasião da solenidade de hasteamento ou de arriação da Bandeira Nacional.

o local e a hora de sua inspeção ou visita. e do Distrito Federal. chefe ou diretor vai ao seu encontro. As visitas ou inspeções. à Organização Militar. especificando. CAPÍTULO II DAS HONRAS DE RECEPÇÃO E DESPEDIDA Art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. quando incorporado.Fl.o Presidente da República. ao ser informado da presença da autoridade na Organização. Art. do Exército ou da Aeronáutica serão prestadas Honras Militares a outras autoridades não especificadas neste artigo. chefe ou diretor e pelos oficiais integrantes da equipe visitante. ao chegarem ou saírem de navio ou outra organização militar. sem aviso prévio da autoridade. a autoridade é acompanhada até a saída pelo comandante. II . Têm direito a honras militares: 3182 I . Parágrafo único. 100 deste Regulamento. sendo-lhe prestadas as continências devidas. o competente responsável apresenta-se à autoridade e transmite-lhe as informações ou esclarecimentos que lhe forem solicitados referentes às suas funções. do Ministro de Estado da Defesa ou do Comandante da Marinha.os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. neste caso.o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.os Governadores dos Estados. § 1º Em cada local de serviço ou instrução. Art. diretor ou chefe. 102. São denominadas Honras de Recepção e Despedida as honras prestadas às autoridades definidas no art. quando incorporados.o Superior Tribunal Militar. e por ocasião de visitas e inspeções. ao comandante. . e VIII .os Chefes de Missão Diplomática. se for o caso. VI . dentro da cadeia de comando. Excepcionalmente. chefe ou diretor da Organização Militar ou pelo próprio visitante e. VII .os Militares das Forças Armadas. IV . não implicam a alteração da sua rotina de trabalho. apresenta-se e a acompanha durante a sua permanência. III . V . Nas visitas ou inspeções programadas. do Exército e da Aeronáutica. 103. 101. § 2º Terminada a visita. o comandante. de 25 MAIO 2009) Art. a autoridade visitante ou inspecionadora indica à autoridade interessada a finalidade. § 2º Há Guarda de Honra sempre que for determinado por autoridade superior. as disposições a serem tomadas. por determinação do Presidente da República. somente quando se tratar da primeira visita ou inspeção feita a Organização Militar que lhe for subordinada. § 1º A autoridade é recebida pelo comandante. 100.o Vice-Presidente da República.

Na posse do Presidente da República a oficialidade da Marinha. ficando a apresentação a cargo dos Comandantes de cada Força. § 1º Cumprimentos são apresentações nos dias da Pátria. 106. § 2º Excepcionalmente. do Marinheiro. Art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. até a altura da autoridade. Nos cumprimentos ao Presidente da República ou a outras autoridades. . Seção II Das Comissões de Pêsames Art. Art. § 2º Essas visitas são realizadas em idênticas condições. 105. do Exército e da Aeronáutica é representada por comissões de cumprimentos compostas pelos oficiaisgenerais de cada Força Armada que servem na Capital Federal. defrontando-se a esta. 100 deste Regulamento. onde fazem alto. pela oficialidade do Exército e. acompanhando o Ministro de Estado da Defesa e sob a direção dos Comandantes das respectivas Forças. de 25 MAIO 2009) 3183 § 3º Há apresentação de todos os oficiais à autoridade presente. do Exército e da Aeronáutica. na posse do Ministro de Estado da Defesa pela oficialidade da Marinha. As Comissões de Cumprimentos são constituídas por Oficiais de uma Organização Militar com o objetivo de testemunhar pública deferência às autoridades mencionadas no art. de Distrito Naval. as quais fazem a visita de apresentação àquela autoridade. na posse do Comandante da Marinha pela oficialidade da Marinha. em coluna por um. nos dias de Festa Nacional ou em qualquer outra solenidade. ficando a apresentação a cargo dos Chefes de Estado-Maior de cada Força. § 1º Essas visitas são realizadas em idênticas condições. pelo Ministro de Estado da Defesa. os oficiais que comparecerem incorporados deslocam-se.Fl. na posse do Comandante da Aeronáutica. ou pelo Comandante Militar de Área. cumprimentos a autoridades em dias não especificados no § 1º deste artigo. CAPÍTULO III DAS COMISSÕES DE CUMPRIMENTOS E DE PÊSAMES Seção I Das Comissões de Cumprimentos Art. de acordo com a precedência. podem ser determinados. do Exército ou da Aeronáutica. pela oficialidade da Aeronáutica. seguindo-se a apresentação individual dos demais. da reserva ou reformados e demonstrar publicamente o sentimento de pesar que a todos envolve. na posse do Comandante do Exército. de Comando Naval ou de Comando Aéreo Regional. como também na posse de autoridades civis e militares. pelo Comandante da Marinha. 104. cabendo ao Comandante da Organização Militar realizar a apresentação do oficial seu subordinado de maior hierarquia. As Comissões de Pêsames são constituídas para acompanhar os restos mortais de militares da ativa. 107. do Soldado e do Aviador.

Honras de Gala. VII .Honras Fúnebres. 103 deste Regulamento. quando da entrega de suas credenciais.os Ministros de Estado. Generais-de-Exército e Tenentes-Brigadeiros. prestadas diretamente pela tropa.os Almirantes-de-Esquadra. a uma alta autoridade civil ou militar. de grande realce. nos casos previstos no § 2º do art. na cerimônia oficial de chegada à Capital Federal. VIII . 103 deste Regulamento.Escolta de Honra. Seção I Das Honras de Gala Art. Art. somente nos casos previstos no § 2º do art. 108. os Comandantes da Marinha. II . do Exército e da Aeronáutica e. de acordo com a sua hierarquia e consistem de: I . desembarcarem em uma Guarnição Militar e forem hierarquicamente superiores ao comandante desta. a formatura de uma Guarda de Honra é ordenada pela mais alta autoridade militar local. V .o Chefe de Estado Estrangeiro. II . 109. o Superior Tribunal Militar. IX .o Vice-Presidente de República.os Governadores de Estado. prestadas diretamente pela tropa e exteriorizadas por meio de: I . IV . quando incorporado. por motivo de serviço. e X . para as demais autoridades. quando em visita de caráter oficial a uma Organização Militar.os demais oficiais-generais. 110. Preito da Tropa são Honras Militares.os Ministros Plenipotenciários de Nações Estrangeiras e os Enviados Especiais. a Guarda de Honra tem o efetivo de um batalhão ou equivalente. VI .os Embaixadores estrangeiros.Fl. dos Territórios Federais e do Distrito Federal.Guarda de Honra. 103 deste Regulamento. § 2º Ressalvados os casos previstas no § 2º do art. Honras de Gala são homenagens. e II . § 1º Para as autoridades mencionadas nos incisos I a V do caput deste artigo. ou quando.Salvas de Gala. Têm direito a Guarda e a Escolta de Honra: I . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. e III . . III .o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal nas sessões de abertura e encerramento de seus trabalhos. de 25 MAIO 2009) CAPÍTULO IV DO PREITO DA TROPA 3184 Art. de uma Companhia ou equivalente.o Presidente da República.

o embarque ou desembarque é guarnecido por uma ala de tropa armada. o Chefe do Estado Estrangeiro quando de sua chegada à Capital Federal e. por tropa da Aeronáutica. IX e X do caput deste artigo. ou outro local previamente escolhido. VI.para os oficiais-generais.FA-M-13. poderão ser recepcionadas por ala de Polícia da Aeronáutica. estando presente autoridade de maior precedência. tripulantes ou pilotos de aeronaves militares ou civis. Marchas e Hinos das Forças Armadas" . onde o comandante da Organização ou o oficial especialmente designado recebe a autoridade. caso solicitado com prévia antecedência. Têm direito a salvas de gala: I . do Exército e da Aeronáutica. são recebidos à porta da aeronave pelo comandante da Organização Militar ou oficial especialmente designado e. III . II . os Adidos militares seguirão o mesmo procedimento dos diplomatas lotados na Missão. em trânsito como passageiros. por ocasião do embarque e desembarque em viagens na mesma situação prevista no § 3º deste artigo. § 7º Nas Organizações Militares da Aeronáutica. o comandante da Organização Militar ou o oficial designado a acompanha na recepção à porta da aeronave. caso solicitado com prévia antecedência. e somente quando as referidas autoridades estiverem sendo conduzidas em aeronave militar. § 4º Para as autoridades indicadas nos incisos II. para os Ministros de Estado. quando em visita oficial. é observado o seguinte procedimento: I . . e IV . são prestadas somente ao Presidente e ao Vice-Presidente da República. quando incorporados. postada à entrada do prédio do Comando. Marchas e Hinos das Forças Armadas" . as Honras Militares. § 5º Nos Aeroportos civis.Fl. de acordo com o cerimonial estabelecido pela Presidência da República. quando de suas viagens oficiais e de serviço. 111. é executado o toque de continência previsto no "Manual de Toques. caso existente na localidade. é prestada homenagem por Guarda de Honra constituída do valor de um pelotão e corneteiro. e. de acordo com o previsto pelo Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores Art. as autoridades mencionadas nos incisos VIII. VIII e X do caput deste artigo.o Presidente da República. na área do aeroporto. o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal vinte e um tiros. bem como os oficiais-generais. as autoridades mencionadas nos incisos I a IX do caput deste artigo. em aeródromo militar. se existente na localidade.para o Vice-Presidente da República. o embarque ou desembarque é guarnecido por uma ala de tropa armada. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.para os demais Ministros de Estado é executado o toque de continência previsto no "Manual de Toques. é constituída do valor de um pelotão e banda de música.para o Ministro de Estado da Defesa e para os Comandantes da Marinha. a Guarda de Honra destinada a prestar-lhe homenagem por ocasião do seu embarque ou desembarque. o embarque ou o desembarque é guarnecido por uma ala de Polícia da Aeronáutica. § 6º Nas Organizações Militares da Aeronáutica.FA-M-13. de 25 MAIO 2009) 3185 § 3º Salvo determinação contrária do Presidente da República. § 8º Por ocasião de embarque ou desembarque do Presidente da República em aeroportos civis ou militares no exterior.

Parágrafo único. os Governadores dos Estados e o do Distrito Federal (estes somente quando em visita de caráter oficial à Organizações Militares. Brigadeiros. Art.os Contra-Almirantes. e V .Fl. é realizada somente a salva que corresponde à autoridade de maior precedência. A autoridade que é recebida por Guarda de Honra. os Almirantes. os Embaixadores de Nações Estrangeiras. para as autoridades de posto superior ao do seu comandante ou à passagem de tropa com efetivo igual ou superior a um pelotão. forma em linha. 115. Subseção I Das Guardas de Honra Art. neste caso. § 1º A autoridade anfitriã ou seu representante poderá acompanhar a autoridade homenageada. os Enviados Especiais. os Comandantes da Marinha. os Ministros de Estado. No caso de comparecimento de várias autoridades a ato público ou visita oficial. e. o Comandante da Guarda de Honra ficará à esquerda e à retaguarda da autoridade homenageada.o Vice-Presidente da República.treze tiros. 113. os Ministros Residentes de Nações Estrangeiras . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. especialmente postada para prestar homenagem às autoridades referidas no art.dezessete tiros. 112. os Generais-de-Divisão. A Guarda de Honra só faz continência à Bandeira Nacional. respectivamente. os Brigadeiros-do-Ar e os Encarregados de Negócios de Nações Estrangeiras . após lhe ser prestada a continência. . os Marechais e os Marechais-do-Ar .dezenove tiros. ao Hino Nacional e às autoridades hierarquicamente superiores ao homenageado. do Exército e da Aeronáutica.os Vice-Almirantes. toma a posição de "Sentido". § 3º A autoridade homenageada pode dispensar o desfile da Guarda de Honra. 110 deste Regulamento. de 25 MAIO 2009) 3186 II . A Guarda de Honra pode formar a qualquer hora do dia ou da noite. os Generais-de-Brigada. no seu Estado e no Distrito Federal). Guarda de Honra é a tropa armada. os Generais-de-Exército.quinze tiros.o Chefe do Estado-Maior de Defesa. III . passa revista à tropa formada. dando a direita para o lado de onde vem a autoridade que se homenageia. os Almirantes-de-Esquadra. As Guardas de Honra podem ser integradas por militares de mais de uma Força Armada ou Auxiliar. IV . os Ministros Plenipotenciários de Nações Estrangeiras. acompanhada do Comandante da Guarda de Honra. os Tenentes-Brigadeiros. colocando-se à sua direita e à retaguarda e. corneteiros ou clarins e tambores. banda de música. quando incorporado. Art. desde que haja conveniência e assentimento entre os comandantes. os Chefes dos Estados-Maiores de cada Força Armada. A Guarda de Honra conduz Bandeira Nacional. os Majores. Art. Parágrafo único. § 2º Os acompanhantes da autoridade homenageada deslocam-se diretamente para o local de onde é assistido o desfile da Guarda de Honra. Parágrafo único. 114. o Superior Tribunal Militar .

caberá àquela comandada por oficial de maior precedência hierárquica ocupar a ala direita. sempre que cabível. em princípio constituída de um esquadrão (companhia).as aeronaves integrantes da escolta se distribuem. Parágrafo único. em quantidades iguais. para as autoridades nomeadas no art. 111 deste Regulamento. executadas por peças de artilharia. Art. e no mínimo de um pelotão. Escolta de Honra é a tropa a cavalo ou motorizada. Subseção II Das Escoltas de Honra Art. § 3º A Escolta de Honra. 118. e II . 116. Subseção III Das Salvas de Gala Art. com cinco cavaleiros cada. . por motivo de Festa Nacional ou estrangeira. § 2º No caso de Escolta motorizada. enquadrada lateralmente por duas filas.Fl. § 5º Salvo determinação em contrário. A Organização Militar em que se achar o Presidente da República ou que estiver com embandeiramento de gala. Salvas de Gala são descargas. 122 deste Regulamento. se houver motocicletas. 110 deste Regulamento. que é precedida por dois batedores. destinada a acompanhar as autoridades referidas no art. não responde às salvas. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. exceto nos casos dispostos nos § 1º e 2º do art. poderá ser executada também por aeronaves. mediante a interceptação. e seguida do restante da tropa em coluna por três ou por dois. 117. As salvas de gala são executadas no período compreendido entre as oito horas e a hora da arriação da Bandeira Nacional. indo o comandante da escolta na primeira delas. de 25 MAIO 2009) 3187 § 4º A Guarda de Honra destinada a homenagear autoridade estrangeira pode ter o desfile dispensado pela autoridade que determinou a homenagem. As salvas de gala são dadas com intervalos de cinco segundos. sendo seguido das demais. uma de cada lado da viatura. a intervalos regulares. obedecendo ao seguinte: I . da aeronave que transporta qualquer das autoridades referidas no art. destinadas a complementar. 110 deste Regulamento. as Honras de Gala previstas neste Capítulo. em voo. o comandante da Escolta a Cavalo se coloca junto à porta direita da viatura. a Guarda de Honra não forma na retirada do homenageado. Art. três viaturas leves antecedem o carro. a formação é semelhante à da escolta a cavalo. § 1º No acompanhamento.caso a escolta seja efetuada por mais de uma unidade aérea. 119. nas alas direita e esquerda da aeronave escoltada.

nas grandes datas nacionais e no Dia da Bandeira Nacional. têm a duração correspondente ao tempo de execução da primeira parte do Hino Nacional. neste caso.Fl.na Cerimônia Oficial de Chegada de Chefe de Estado Estrangeiro à Capital Federal. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.em retribuição de salvas. com o disposto no presente Regulamento. a duração das salvas corresponde ao tempo de execução dos Hinos Nacionais dos dois países. II . e V . visitarem uma guarnição federal. conforme o disposto no § 2º deste artigo. e III . conforme o disposto no § 1º deste artigo. de notável expressão. com aviso prévio.quando essas autoridades. Art. III . combinado. 122. por qualquer motivo. para salvas. não possa responder à salva.no embarque ou desembarque do Presidente da República. 120. IV . se for o caso.na chegada e saída de autoridade que tenha direito às salvas. e III . Art. quando em visita oficial anunciada a uma Organização Militar. de autoridades que tenham direito a essas salvas. As salvas. quando tiverem de ser respondidas. II . o serão por outras de igual número de tiros. . 121. Art.Salvas Fúnebres. sede de unidades de artilharia e somente por ocasião da chegada. São dadas Salvas de Gala: I . II . Na Marinha é observado. 123. 124.Escolta Fúnebre. de acordo com a posição hierárquica que ocupava e consistem de: I . § 1º Por ocasião de homenagens prestadas ao Presidente da República. Seção II Das Honras Fúnebres Art.no comparecimento a atos públicos. as salvas são executadas exclusivamente quando formar Guarda de Honra. e. Parágrafo único. deve comunicar à autoridade competente e com a maior brevidade as razões que o levaram a tomar tal atitude.Guarda Fúnebre. O comandante de uma Organização Militar que. quando houver algum convite para acompanhar uma salva que é dada por navio de guerra do país considerado.nas datas festivas de países estrangeiros. Honras Fúnebres são homenagens póstumas prestadas diretamente pela tropa aos despojos mortais de uma alta autoridade ou de um militar da ativa. o que dispõe o Cerimonial da Marinha. Podem ser ainda dadas Salvas de Gala: I . § 2º No caso do disposto no inciso V deste artigo. de 25 MAIO 2009) 3188 Art.

acompanhada por tropa. § 2º O féretro de comandante de Estabelecimento de Ensino é acompanhado por tropa armada constituída por alunos desse estabelecimento. do Ministro de Estado da Defesa ou do Comandante da Marinha. acompanhada por tropa.Fl. Art. . As Honras Fúnebres a militares da ativa são. Presidente do Supremo Tribunal Federal. em viatura especial. 126. do Comandante da Marinha. com corneteiro ou clarim postado junto ao túmulo. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. ou de outra autoridade militar. do Exército ou da Aeronáutica. § 1º Para tal procedimento. Ministro de Estado ou Secretário Especial da Presidência da República equiparado a Ministro de Estado. ou de insigne personalidade. por determinação do Presidente da República. § 3º Excepcionalmente. são prestadas Honras Fúnebres aos despojos mortais de Presidente do Congresso Nacional. as Honras Fúnebres podem ser prestadas por tropa de outra Força. Art. na forma do Anexo II a esta Portaria Normativa. prestadas por tropa da Força Armada a que pertencia o extinto.do Ministro de Estado da Defesa. será coberto com a Bandeira Nacional. 125. e IV . até o início do ato de inumação. Art. são prestadas Honras Fúnebres aos despojos mortais de Chefes de Missão Diplomática estrangeira falecidos no Brasil.dos Comandantes da Marinha. é dado o toque de silêncio. § 1º Quando na localidade em que se efetuar a cerimônia não houver tropa dessa Força. Ao descer o corpo à sepultura. § 4º As Honras Fúnebres prestadas a Chefes de Missão Diplomática estrangeira ou às autoridades mencionadas no § 1º deste artigo seguem as mesmas determinação estabelecidas para os Comandantes da Marinha.dos Militares das Forças Armadas. sob comando. em princípio. assim como o seu transporte. II . em viatura especial. do Exército e da Aeronáutica.do Presidente da República. deverá a Bandeira Nacional ser dobrada. por determinação do Presidente da República. do Exército ou da Aeronáutica. depois de fechado. quando necessário. de 25 MAIO 2009) § 1º As Honras Fúnebres são prestadas aos restos mortais: I . 127. § 2º Antes do sepultamento. do Exército e da Aeronáutica. do Ministro de Estado da Defesa. assim como o seu transporte. III . ficando a tralha no lado da cabeceira do ataúde e a estrela isolada (ESPIGA) à direita. após entendimentos entre seus Comandantes. Presidente da Câmara dos Deputados. deverá a Bandeira Nacional ser fixada ao ataúde para evitar que esvoace durante os deslocamentos do cortejo. O ataúde. 3189 § 2º Excepcionalmente.

e . de preferência na vizinhança da casa mortuária ou da necrópole. exceto a destinada a fazer as descargas fúnebres. Art. os corneteiros ou clarins e tambores tocam uma composição grave ou. as descargas de fuzil são dadas somente pela subunidade da direita.para o Presidente de República: a) por toda a tropa disponível das Forças Armadas. não interrompa o trânsito público. 128. durante a continência. § 2º Se o efetivo da Guarda Fúnebre for igual ou superior a uma companhia ou equivalente. § 1º Se o efetivo da Guarda Fúnebre for de um batalhão ou equivalente.quando o extinto com direito às homenagens as houver dispensado em vida ou quando essa dispensa parte da própria família. quando tiver a sua direita alcançada pelo féretro.no caso de perturbação da ordem pública. os quais constituem. conduz Bandeira Nacional e tem banda de música ou clarins. A Guarda Fúnebre posta-se no trajeto a ser percorrido pelo féretro.para o Ministro de Estado da Defesa: a) por um destacamento composto de um ou mais batalhões ou equivalentes de cada Força Armada. III . A Guarda Fúnebre toma apenas a posição de "Sentido" para a continência às autoridades de posto superior ao do seu comandante. II . dá três descargas. Art. para isso designada. e b) a Guarda da Câmara Ardente é formada por Aspirantes da Marinha e Cadetes do Exército e da Aeronáutica. As Honras Fúnebres a militares da reserva ou reformados constam de comissões previamente designadas por autoridade competente. Guarda Fúnebre é a tropa armada especialmente postada para render honras aos despojos mortais de militares da ativa e de altas autoridades civis. 129. com a sua direita voltada para o lado de onde virá o cortejo e em local que. 133.nos dias de Festa Nacional.quando a comunicação do falecimento chegar tardiamente. II . IV .quando a tropa estiver de prontidão. As Honras Fúnebres não são prestadas: I . esta executa uma marcha fúnebre. executando em seguida "Apresentar Arma". de 25 MAIO 2009) 3190 Art. 130. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Art. Subseção I Das Guardas Fúnebres Art. cabendo o comando à Força a que pertence o Chefe do Estado-Maior de Defesa. 132. Parágrafo único.Fl. para cada Escola. A Guarda Fúnebre é assim constituída: I . Art. que forma em alas. A Guarda Fúnebre. e V . se houver banda de música. um posto de sentinela dupla junto à urna funerária. 131. prestando-se à formatura e à execução das salvas.

III . VII . ou quando a premência de tempo não permitir um planejamento e execução compatíveis. 134. e X . Escolta Fúnebre é a tropa destinada ao acompanhamento dos despojos mortais do Presidente da República. de altas autoridades militares e de oficiais das Forças Armadas falecidos quando no serviço ativo. ou equivalente. Cadetes e alunos do Colégio Naval e Escolas Preparatórias ou equivalentes: por tropa com o efetivo de dois grupos de combate. 132 deste Regulamento. tal seja o comando da unidade ou navio a que pertencia o extinto. a Guarda Fúnebre vier causar grandes transtornos à vida da comunidade. VI . Suboficiais e Sargentos: por tropa com o efetivo de um grupo de combate. caberá à autoridade que determinar as Honras Fúnebres definir que Força Armada as comandará e formará a Guarda da Câmara Ardente. ou equivalente. de Comando Naval.Fl. IX . de sua Força. . Subseção II Das Escoltas Fúnebres Art. de sua Força. pelo Comandante da Marinha. de 25 MAIO 2009) 3191 b) a Guarda da Câmara Ardente é formada por Aspirantes da Marinha e Cadetes do Exército e da Aeronáutica. ou equivalente. do Exército e da Aeronáutica: a) por um destacamento composto de um ou mais batalhões ou equivalentes de cada Força Armada.para oficiais subalternos: por tropa com o efetivo de um pelotão de fuzileiros. V . Marinheiros e Soldados: por tropa com o efetivo de uma esquadra de fuzileiros de grupo de combate. pelo Comandante de Distrito Naval.para Subtenentes. pela localização da necrópole. da respectiva Força. que realiza as descargas de fuzil previstas no art. da respectiva Força. 124 deste Regulamento. ela pode ser substituída por tropa postada em alas. de Comando Militar de Área. de sua Força. de sua Força.para os oficiais superiores: por tropa com o efetivo de duas companhias de infantaria. de Guarnição ou de Corpo de Tropa. § 2º Quando. § 4º Nos casos previstos nos §§ 2º e 3º do art.para os oficiais intermediários: por tropa com o efetivo de companhia de infantaria. de Navio.para os Comandantes da Marinha. pelo Ministro de Estado da Defesa. ficando de um mesmo lado face a face. ou equivalente.para os oficiais-generais: por tropa com o efetivo de um batalhão de infantaria. § 1º As sentinelas de câmaras ardentes. ou equivalente. da respectiva Força. ou equivalente. de Comando Aéreo Regional. ou por determinação superior. de valor não superior a uma companhia.para Aspirantes. a critério de comandante militar da área. e b) a Guarda da Câmara Ardente é formada por Aspirantes ou Cadetes pertencentes à Força Singular da qual fazia parte o extinto. § 3º As Honras Fúnebres são determinadas pelo Presidente da República.para Cabos. cabendo o comando à Força a que pertencia o falecido. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. IV . ou equivalente. enquanto ali estiverem. do Exército ou da Aeronáutica. no interior da necrópole e por grupo de combate nas proximidades da sepultura. mantêm o fuzil na posição de "Em Funeral Arma" e ladeiam o ataúde. VIII .

de efetivo equivalente a dois grupos de combate.Fl. a Bateria de Salva. a Organização Militar designada executa uma salva de vinte e um tiros. VII . III . Parágrafo único. e VIII . nos casos específicos. A Escolta Fúnebre é constituída: I .para oficiais subalternos. A Escolta Fúnebre procede. 136. Salvas Fúnebres são executadas por peças de artilharia. em regra. Cadetes e Alunos. VI . 137. durante o acompanhamento. composta de Aspirantes. Subseção III Das Salvas Fúnebres Art. As Salvas Fúnebres são executadas: I . de efetivo equivalente a um grupo de combate. seguida de um tiro de dez em dez minutos até a inumação. . só toma posição de "Sentido" para prestar continência às autoridades de posto superior ao de seu comandante. as Honras Fúnebres previstas neste Capítulo. A Escolta Fúnebre destinada a acompanhar os despojos mortais de oficiais superiores. Se o militar falecido exercia funções de comando em Organização Militar.para os Comandantes da Marinha. destinadas a complementar. estacionada nas proximidades do cemitério. formada a pé. Parágrafo único. a intervalos regulares de trinta segundos.para oficiais superiores: por tropa. a escolta é composta por militares dessa organização.para oficiais intermediários: por tropa. Art. subalternos e praças especiais forma a pé.para Aspirantes. Cadetes e alunos do Colégio Naval e Escolas Preparatórias: por tropa. como a Escolta de Honra.por ocasião do falecimento do Presidente da República: a) logo que recebida a comunicação oficial. 138. dá uma salva de vinte e um tiros. com a Bateria de Salva postada próxima ao local da Câmara Ardente. Art. intermediários. IV . II .para o Ministro de Estado da Defesa: por tropa a cavalo ou motorizada do efetivo equivalente a duas companhias. V . do Exército e da Aeronáutica: por tropa a cavalo ou motorizada do efetivo equivalente a uma companhia. formada a pé. formada a pé. correspondentes ao efetivo de um grupo de combate. de 25 MAIO 2009) 3192 Parágrafo único. As praças não têm direito a Escolta Fúnebre. 135. formada a pé.para o Presidente da República: por tropa a cavalo ou motorizada do efetivo equivalente a um batalhão.para oficiais-generais: por tropa a cavalo ou motorizada de efetivo equivalente a um pelotão. Art. armada de sabre e ladeia o féretro do portão do cemitério ao túmulo. de efetivo equivalente a um pelotão. quando parada. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. descoberta. guardas-marinha e aspirante a oficial: por tropa. e b) ao baixar o ataúde à sepultura.

utilizando armamento o mais padronizado possível. 111 deste Regulamento: a) ao baixar o ataúde à sepultura. A precedência atribuída a uma autoridade em razão de seu cargo ou função é normalmente traduzida por seu posicionamento destacado em solenidade. nessas cerimônias. reuniões e outros eventos. Parágrafo único. As cerimônias realizadas em Organizações Militares são presididas pela autoridade . Nessas cerimônias. 142. 140. a camaradagem e a confiança.de maior grau hierárquico presente ou pela autoridade indicada em conformidade com o cerimonial específico de cada Força Armada. entre superiores e subordinados. cerimônias. A execução do Cerimonial Militar. a tropa apresenta-se com o uniforme de parada. TÍTULO IV DO CERIMONIAL MILITAR CAPÍTULO I GENERALIDADES Art. As cerimônias militares contribuem para desenvolver.por ocasião do falecimento das demais autoridades mencionadas no art. cuja alta significação convém ser ressaltada. estacionada nas proximidades do cemitério.Fl. § 2º Na sede do MINISTÉRIO DA DEFESA e nas Organizações Militares. de 25 MAIO 2009) 3193 II . . 111 deste Regulamento. 143. Art.da cadeia de comando . virtudes castrenses que constituem apanágio dos membros das Forças Armadas. o Ministro de Estado da Defesa presidirá toda cerimônia a que comparecer. 139. inclusive sua preparação. Art. não deve acarretar perturbação sensível à marcha regular da instrução. Parágrafo único. com as ressalvas dos Artigos 145 e 146 deste Regulamento. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. chefe ou diretor da Organização Militar e se desenvolverá de acordo com a programação por ele estabelecida com a devida antecedência. § 1º A cerimônia será dirigida pelo comandante. 141. a Bateria de Salva. dá as salvas correspondentes à autoridade falecida conforme estabelecido no art. Salvo ordem em contrário. a tropa não conduz viaturas. o espírito de corpo. CAPÍTULO II DA PRECEDÊNCIA NAS CERIMÔNIAS Art. O Cerimonial Militar tem por objetivo dar a maior solenidade possível a determinados atos na vida militar ou nacional. Art.

no que couber. Art. acompanha a maior autoridade presente. o Vice-Presidente da República presidirá a solenidade militar a que estiver presente. 145. as Normas de Cerimonial do Ministério da Defesa. cada uma tem a precedência dentro de sua respectiva hierarquia e. sendo o Ministério da Defesa responsável pela organização do evento. mas não passa à frente do Presidente da República. Parágrafo único. Não comparecendo o Presidente da República. Art. que as representações estrangeiras tenham posição de destaque nos aludidos eventos. o Governador do Estado. Quando o Presidente da República comparecer a qualquer solenidade militar. Art.Fl. de Território Federal ou do Distrito Federal onde ocorre a solenidade. previamente. pode a autoridade que preside o evento determinar. A leitura da Ordem do Dia. 151. Art. Art. Quando diversas organizações civis e militares concorrerem em serviço. seu representante tem lugar compatível com sua própria precedência. do Ministro de Estado da Defesa. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. cumprimentos. § 4º Nas cerimônias militares. Art. O comandante. a Ordem Geral de Precedência. é procedida diante da tropa formada. organizadas pelo MINISTÉRIO DA DEFESA e pelas Forças Armadas. do Vice-Presidente da República. no que couber. dos Comandantes da Marinha. se houver. a fim de prestar-lhe as informações necessárias. o chefe ou o diretor da Organização Militar. 144. os Adidos Militares que forem OficiaisGenerais passarão logo depois do Ministro-Conselheiro que for o substituto do Chefe da Missão. ocupa lugar de honra. por especial deferência. onde comparecerem simultaneamente representantes de Organizações Militares Nacionais e Estrangeiras. o chefe ou o diretor da Organização Militar visitada deve permanecer próximo à maior autoridade presente. 147. Art. observada. 148. Nas Missões Diplomáticas. serão observadas as Normas do Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência e. recepções. Nas cerimônias militares por ocasião de visitas. 146. Art. compete-lhe sempre presidi-la. é regulada pelas Normas do Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência. recepções e cumprimentos. se comparecer. etc. de 25 MAIO 2009) 3194 § 3º A colocação de autoridades e personalidades nas solenidades oficiais. § 5º A precedência entre os Adidos Militares estrangeiros do mesmo posto é estabelecida pela ordem de antigüidade da Representação Diplomática do seu país de origem no Brasil. . ou dos superiores da sua carreira de comando. o comandante. Nas formaturas. Quando uma autoridade se faz representar em solenidade ou cerimônia. do Exército e da Aeronáutica e de autoridades civis de precedência superior à destes. nas visitas. visitas.todavia. 149. não a precedência correspondente à autoridade que representa. 150. enquanto os que forem Capitães-de-Mar-e-Guerra ou equivalentes passarão depois do Conselheiro ou do Primeiro-Secretário que for o substituto do Chefe da Missão. inclusive cerimônias militares.

§ 4º Quando permanecer hasteada durante a noite. de 25 MAIO 2009) 3195 Parágrafo único. a Bandeira é mantida a meio mastro. por ocasião da arriação. a Bandeira vai até o topo do mastro. a Bandeira Nacional será hasteada em ato solene às doze horas. Nos dias de Luto Nacional e no dia de Finados. faz-se o hasteamento no mastro principal às oito horas e a arriação às dezoito horas ou ao pôr-do-sol. conforme o caso. sendo em seguida arriada. O sinal de luto das Bandeiras transportadas por tropa consiste em um laço de crepe negro colocado na lança. ocupa o lugar de honra à direita da autoridade que a preside. a Bandeira Nacional será arriada conforme o estabelecido no § 1º deste artigo. como parte dos eventos comemorativos do Dia da Bandeira. . § 3º Nas Organizações Militares que não mantenham serviço ininterrupto. § 1º Normalmente. Art. a Bandeira sobe ao topo do mastro. CAPÍTULO III DA BANDEIRA NACIONAL Seção I Generalidades Art. O representante do Presidente da República. conforme o caso. em Organização Militar. 155. Nos dias de Luto Nacional e no dia de Finados.Fl. 156. no âmbito de seus Comandos. os símbolos e insígnias de Comando permanecem também a meio mastro. 154. § 1º Por ocasião do hasteamento. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. 153. § 2º Nesses dias. § 2º No dia 19 de novembro. Art. descendo em seguida até a posição a meio mastro. a Bandeira Nacional deve ser iluminada. se não presidir a solenidade. as bandas de música permanecem em silêncio. Art. as cerimônias diárias de hasteamento e arriação da Bandeira Nacional. As Forças Armadas devem regular. de acordo com o cerimonial do Ministério da Defesa ou com os cerimoniais específicos de cada Força Armada. 152. ou ao se encerrar o expediente. o que primeiro ocorrer. Art. de acordo com o cerimonial do MINISTÉRIO DA DEFESA ou com o cerimonial específico de cada Força Armada. A Bandeira Nacional pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite.

data consagrada à Bandeira Nacional. II . com as adaptações necessárias a cada local: I . ou equivalentes nas demais. a Bandeira Nacional é a primeira a atingir o topo e a última a dele descer.dois grupamentos de tropa: um à direita e outro à esquerda da "Guarda de Honra". conforme disposto no art. em frente ao mastro em que é realizada a solenidade.dois grupamentos constituídos do restante da tropa disponível. 159. Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente. no dia 19 de novembro.hasteamento da Bandeira Nacional.a Guarda da Organização Militar.uma "Guarda de Honra" a pé. Além dessas cerimônias. no dia 19 de novembro. § 3º A tropa deve apresentar o dispositivo a seguir mencionado. § 1º Para essa solenidade.Fl. colocados três passos à frente do comandante da Guarda de Honra.desfile em continência à Bandeira Nacional. deve ser postada em local de destaque. II . a Bandeira Nacional da Organização Militar. Art. deve haver sessão cívica em comemoração à data. Parágrafo único. sempre que possível. § 2º. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. as Organizações Militares prestam o "Culto à Bandeira". sem guarda. sem Bandeira Nacional (constituída por uma subunidade nas unidades de valor regimento. de 25 MAIO 2009) 3196 Art. 160. batalhão ou grupo). em Organizações Militares nível batalhão/grupo ou linha de pelotões. cujo cerimonial consta de: I . obedece às seguintes determinações: . incineração de Bandeiras. No dia 19 de novembro. II . em frente ao mastro. O cerimonial para hasteamento da Bandeira. A formatura para o hasteamento da Bandeira. deste Regulamento. sendo posicionada na parte central do dispositivo. Seção II Do Culto à Bandeira em Solenidades Art.canto do Hino à Bandeira e. com a formação idêntica à desta. é efetuada com: I . e III . e III . Art. 151. com a banda de música e/ou corneteiros ou clarins e tambores. e III . 158. se for o caso. § 2º A Guarda de Honra ocupa a posição central do dispositivo da tropa.oficiais: em uma ou mais fileiras.Guarda de Honra: linha de companhias ou equivalentes. 157. a pé e sem armas. comandados por oficiais.

terminada a leitura. a alta significação das festividades a que se está procedendo. é posicionada em local de destaque. II .a Bandeira da Organização Militar. e IV . finda a qual é cantado o Hino à Bandeira. é procedida. e IV . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. à cerimônia de incineração de Bandeiras. por qualquer daquelas autoridades. Após o canto do Hino à Bandeira.o Comandante faz ler a Ordem do Dia alusiva à data e na qual é ressaltada. III . no dia 19 de novembro. Art. Art. § 2º As Bandeiras Nacionais das Organizações civis que forem recolhidas como inservíveis às Organizações Militares são também incineradas nessa data. constituindo a sua "Guarda de Honra". uma praça antecipadamente escolhida da Organização Militar. O desfile em continência à Bandeira é.o Comandante da Organização Militar toma posição à esquerda da Bandeira e na mesma linha desta. 165. retira-se a Bandeira Nacional. é executado o Hino Nacional ou a marcha batida. As Bandeiras Nacionais de Organizações Militares que forem julgadas inservíveis devem ser guardadas para proceder-se. colocado nas proximidades do mastro onde se realiza a cerimônia de hasteamento da Bandeira. II . prossegue o cerimonial com o canto do Hino à Bandeira. As cinzas são depositadas em caixa e enterradas em local apropriado. Após o hasteamento. no interior das respectivas Organizações Militares ou lançadas ao mar. perante a tropa. em correspondência com a que foi hasteada. III .os oficiais que não desfilam com a tropa formam à retaguarda da Bandeira. até a entrada do edifício onde ela é guardada.numa pira ou receptáculo de metal. a cerimônia será presidida pelo Comandante da Organização Militar ou da área. Art. se for o caso. 161. são depositadas as Bandeiras a serem incineradas. diante da qual desfila a tropa. acompanhada do Comandante da Organização Militar e de sua "Guarda de Honra". O cerimonial da incineração de Bandeiras é realizado da seguinte forma: I .em se tratando de unidades agrupadas em um único local. 162. podendo a bandeira ser hasteada. 164. é procedido ao desfile da tropa em "Continência à Bandeira". . realizado da seguinte forma: I . ateia fogo às Bandeiras previamente embebidas em álcool.terminado o desfile. então. Parágrafo único. regido pelo mestre da Banda de Música. § 1º A Bandeira que invoque especialmente um fato notável da história de uma Organização Militar não é incinerada. e II . de 25 MAIO 2009) 3197 I . com fé e patriotismo. Art. com a tropa na posição de "Sentido". Art. à cerimônia cívica de sua incineração. em princípio a mais antiga e de ótimo comportamento. conforme o caso.estando presente banda de música ou de corneteiros ou clarins e tambores.incineradas as Bandeiras. 163.Fl.

b) 21 de abril: Inconfidência Mineira. c) 1º de maio: Dia do Trabalhador. o Porta-Bandeira. obedecendo às seguintes normas: I . j) 16 de dezembro: Dia do Reservista.datas festivas: a) 21 de fevereiro: Comemoração da Tomada de Monte Castelo."Apresentar Armas". posicionando-se a uma distância aproximada de trinta passos do lugar que vai ocupar na formatura. Parágrafo único. e e) 25 de dezembro: Dia de Natal.grandes datas: a) 7 de setembro: Dia da Independência do Brasil. vai buscá-la no local em que esta estiver guardada. quando. de 25 MAIO 2009) Seção III Do Hasteamento em Datas Comemorativas 3198 Art. podem ser fixadas datas comemorativas para ressaltar as efemérides relativas às suas tradições peculiares. "Ombro Arma".a Guarda-Bandeira desloca-se para a frente da tropa. então. será dado o comando de "Em Continência à Bandeira" .a tropa recebe a Bandeira Nacional em qualquer formação. h) 19 de novembro: Dia da Bandeira Nacional. e b) 15 de novembro: Dia da Proclamação da República. A Bandeira Nacional é hasteada nas Organizações Militares. II . g) 23 de outubro: Dia do Aviador. i) 13 de dezembro: Dia do Marinheiro. comanda "Sentido". com maior gala. c) 22 de abril: Dia da Aviação de Caça.feriados: a) 1º de janeiro: Dia da Fraternidade Universal. d) 08 de maio: Dia da Vitória na 2a Guerra Mundial. e . 166. acompanhado de sua Guarda.Fl. e) 11 de junho: Aniversário da Batalha Naval do Riachuelo Data Magna da Marinha. II . de acordo com o cerimonial específico de cada Força Armada. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.o Comandante da tropa. verificando que a Guarda-Bandeira está pronta. Seção IV Da Incorporação e Desincorporação da Bandeira Art. III . III . b) 19 de abril: Dia do Exército Brasileiro. nos seguintes dias: I . Incorporação é o ato solene do recebimento da Bandeira Nacional pela tropa. d) 12 de outubro: Dia da Padroeira do Brasil. k) Dia do Aniversário da Organização Militar. por ato do respectivo Comandante. No âmbito de cada Força Armada. f) 25 de agosto: Dia do Soldado. 167. e "Bandeira Avançar".

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094, de 25 MAIO 2009)

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IV - nessa posição, a Bandeira Nacional desfraldada recebe a continência prevista e se incorpora à tropa, que permanece em "Apresentar Arma" até que a Bandeira ocupe seu lugar na formatura. Parágrafo único. Cada Força Armada deve regular as continências previstas para a incorporação da Bandeira Nacional à tropa. Art. 168. Desincorporação é o ato solene da retirada da Bandeira da formatura, obedecendo às seguintes normas: I - com a tropa na posição de "Ombro Arma" o Comandante comanda "Bandeira fora de forma"; II - a Bandeira Nacional, acompanhada de sua Guarda, desloca-se, posicionando-se a trinta passos da tropa e de frente para esta, quando, então, serão executados os toques de "Em Continência à Bandeira" - "Apresentar Arma"; III - nessa posição a Bandeira Nacional, desfraldada, recebe a continência prevista; e IV - terminada a continência, será dado o toque de "Ombro Arma", após o que a Bandeira retira-se com sua Guarda. Parágrafo único. Cada Força Armada deve regular as continências previstas para a desincorporação da Bandeira Nacional da tropa. Art. 169. A tropa motorizada ou mecanizada desembarca para receber ou retirar da formatura a Bandeira. Seção V Da Apresentação da Bandeira Nacional aos Recrutas Art. 170. Logo que os recrutas ficarem em condições de tomar parte, em uma formatura, o Comandante da Organização Militar apresenta-lhes a Bandeira Nacional, com toda solenidade. Art. 171. A solenidade de Apresentação da Bandeira Nacional aos seus recrutas deve observar as seguintes determinações: I - a tropa forma, armada, sem Bandeira, sob o comando do Comandante da Organização Militar; II - a Bandeira, conduzida desfraldada, com sua Guarda, aproxima-se e ocupa lugar de destaque defronte da tropa; III - o Comandante da Organização Militar, ou quem for por ele designado, deixa a formatura, cumprimenta a Bandeira Nacional perante a tropa, procede a seguir a uma alocução aos recrutas, apresentando-lhes a Bandeira Nacional; IV - nessa alocução devem ser abordados os seguintes pontos: a) o que representa a Bandeira Nacional; b) os deveres do soldado para com ela; c) o valor dos militares brasileiros no passado, que nunca a deixaram cair em poder do inimigo;

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094, de 25 MAIO 2009)

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d) a unidade da Pátria; e e) o espírito de sacrifício; V - após a alocução, a tropa presta a continência à Bandeira Nacional; e VI - a cerimônia termina com o desfile da tropa em continência à Bandeira Nacional. Seção VI Da Apresentação do Estandarte Histórico aos Recrutas Art. 172. Em data anterior a da apresentação da Bandeira Nacional, deverá ser apresentado aos recrutas, se possível na data do aniversário da Organização Militar, o Estandarte Histórico. Art. 173. A cerimônia de apresentação do Estandarte Histórico aos recrutas deve obedecer às seguintes determinações: I - a tropa forma desarmada; II - o Estandarte Histórico, conduzido sem guarda, aproximase e ocupa um lugar de destaque defronte à tropa; III - o Comandante da Organização Militar faz uma alocução de apresentação do Estandarte Histórico, abordando: a) o que representa o Estandarte da Organização Militar; b) o motivo histórico da concessão, inclusive os feitos da Organização Militar de origem e sua atuação em campanha, se for o caso; e c) a identificação das peças heráldicas que compõe o Estandarte Histórico; IV - após a alocução do Comandante, a Organização Militar cantará a canção da Unidade; e V - neste dia, o Estandarte Histórico deverá permanecer em local apropriado para ser visto por toda a tropa, por tempo a ser determinado pelo Comandante da Organização Militar. CAPÍTULO IV DOS COMPROMISSOS Seção I Do Compromisso dos Recrutas Art. 174. A cerimônia do Compromisso dos Recrutas é realizada com grande solenidade, no final do período de formação. Art. 175. Essa cerimônia pode ser realizada no âmbito das Organizações Militares ou fora delas. Parágrafo único. Quando várias Organizações Militares das Forças Armadas tiverem sede na mesma localidade, a cerimônia pode ser realizada em conjunto. Art. 176. O cerimonial deve obedecer às seguintes determinações:

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094, de 25 MAIO 2009)

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I - a tropa forma armada; II - a Bandeira Nacional, sem a guarda, deixando o dispositivo da formatura, toma posição de destaque em frente da tropa; III - para a realização do compromisso, o contingente dos recrutas, desarmados, toma dispositivo de frente para a Bandeira Nacional, entre esta e a tropa; IV - disposta a tropa, o Comandante manda tocar "Sentido" e, em seguida, "Em Continência à Bandeira - Apresentar Arma", com uma nota de execução para cada toque e o porta-bandeira desfralda a Bandeira Nacional; V - o compromisso é realizado pelos recrutas, perante a Bandeira Nacional desfraldada, com o braço direito estendido horizontalmente à frente do corpo, mão aberta, dedos unidos, palma para baixo, repetindo, em voz alta e pausada, as seguintes palavras: "INCORPORANDO-ME À MARINHA DO BRASIL (OU AO EXÉRCITO BRASILEIRO OU À AERONÁUTICA BRASILEIRA) - PROMETO CUMPRIR RIGOROSAMENTE - AS ORDENS DAS AUTORIDADES - A QUE ESTIVER SUBORDINADO - RESPEITAR OS SUPERIORES HIERÁRQUICOS - TRATAR COM AFEIÇÃO OS IRMÃOS DE ARMAS - E COM BONDADE OS SUBORDINADOS - E DEDICAR-ME INTEIRAMENTE AO SERVIÇO DA PÁTRIA - CUJA HONRA INTEGRIDADE - E INSTITUIÇÕES - DEFENDEREI - COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA"; VI - em seguida, o Comandante manda tocar "Descansar Arma"; os recrutas baixam energicamente o braço, permanecendo, porém, na posição de "Sentido"; VII - em prosseguimento, é cantado o Hino Nacional, ao qual se segue a leitura da Ordem do Dia alusiva à data ou, na falta desta, do Boletim alusivo à solenidade; VIII - os recrutas desfilam em frente à Bandeira Nacional, prestando-lhe a continência individual; IX - terminada a cerimônia, e após a Bandeira Nacional ter ocupado o seu lugar no dispositivo, a tropa desfila em continência à maior autoridade presente; e X - nas unidades motorizadas, onde a Bandeira Nacional e respectiva guarda são transportadas em viatura especial, o Porta-Bandeira conserva-se, durante o desfile, em pé, mantendo-se a guarda sentada. Parágrafo único. Nas sedes de Grandes Unidades ou Guarnições: I - a direção de todo o cerimonial compete, neste caso, ao comandante da Grande Unidade ou Guarnição; e II - a cerimonial obedece, de maneira geral, as determinações estabelecidas neste artigo. Seção II Do Compromisso dos Reservistas Art. 177. O cerimonial do Compromisso dos Reservistas, quando realizado nas sedes das Repartições do Serviço Militar, obedece, tanto quanto possível, as determinações estabelecidas para o Compromisso dos Recrutas, na Seção I deste Capítulo. Parágrafo único. A cerimônia de entrega de certificados de dispensa de incorporação e de isenção do Serviço Militar consta de formatura e juramento à Bandeira pelos dispensados da incorporação.

em linha de pelotões ou equivalentes. V . Parágrafo único. que deve ser prestado na primeira oportunidade após a nomeação do oficial. prestarem compromisso mais de dez oficiais recém-promovidos. III . colocam-nas na bainha e fazem a continência. 181. 182. e o comandante faz a continência individual. os compromitentes perfilam espadas. A cerimônia é presidida pelo Comandante da Organização Militar ou pela mais alta autoridade militar presente.a tropa. a comando. com a frente para a tropa e para a Bandeira Nacional. a comando. os compromitentes desembainham as suas espadas e perfilam-nas. 178. o compromisso se realiza coletivamente. O compromisso de declaração a Guarda-Marinha e Aspirante-a-Oficial é prestado nas Escolas de Formação. o comandante e os compromitentes volvem-se de maneira a se defrontarem. Observadas as peculiaridades de cada Força Armada. IV . a vinte passos do centro da tropa.os demais oficiais da Organização Militar. toma a posição de "Sentido". Art. a tropa forma armada e equipada. . a cinco passos desta. Se o oficial promovido servir em Estabelecimento ou Repartição. 179. depois de abaterem espadas. este compromisso é prestado no gabinete do diretor ou chefe e assistido por todos os oficiais que ali servem. Art. a tropa apresenta arma.em seguida. com a frente voltada para a Bandeira Nacional. de 25 MAIO 2009) 3202 Seção III Do Compromisso dos Militares Nomeados ao Primeiro Posto e do Compromisso por Ocasião da Declaração a Guardas-Marinhas e Aspirantes-a-Oficial Art. colocam-se a cinco passos desta. e VI . Todo militar nomeado ao primeiro posto prestará o compromisso de oficial. em duas fileiras. a dois passos. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. espadas perfiladas. Art. de acordo com o determinado no regulamento de cada Força Armada. o comandante posta-se diante de todo o dispositivo. à ordem do comandante.os oficiais que vão prestar o compromisso. revestindo-se a solenidade das mesmas formalidades previstas no art. o cerimonial do compromisso obedecerá às seguintes determinações: I . II . em uma mesma Organização Militar.para o compromisso. o seguinte compromisso: "PERANTE A BANDEIRA DO BRASIL E PELA MINHA HONRA.findo o compromisso. prestam. Art. a tropa executa "Descansar Arma".Fl. atrás da Bandeira Nacional. 178 deste Regulamento. a Bandeira Nacional à frente. os compromitentes. Se. 180. sendo o cerimonial realizado de acordo com os regulamentos daqueles órgãos de ensino. assistem ao compromisso. PROMETO CUMPRIR OS DEVERES DE OFICIAL DA MARINHA DO BRASIL (EXÉRCITO BRASILEIRO OU AERONÁUTICA BRASILEIRA) E DEDICAR-ME INTEIRAMENTE AO SERVIÇO DA PÁTRIA". em voz alta e pausada. olhos fitos na Bandeira Nacional. à esquerda e a dois passos do comandante. em princípio.

nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. com as adaptações necessárias. proferem as seguintes palavras: a) o substituído: "Entrego o Comando (Chefia ou Direção) da (Organização Militar) ao Exmo.leitura dos documentos oficiais de nomeação e de exoneração. segundo suas conveniências e peculiaridades. § 4º Em qualquer caso. CHEFIA OU DIREÇÃO 3203 Art. deve estabelecer os detalhes das cerimônias de passagem de Comando. substituto e substituído. ao som de uma marcha militar executada pela banda de música.os comandantes. a sequência dos eventos constantes neste artigo. § 1º Nas passagens de Comando de Organizações Militares. . § 3º O uso da palavra pelo novo comandante. nessa ocasião. Art. chefe ou diretor. Art.após a transmissão do cargo. tanto quanto possível. 184. e VI . quando é seguida. os oficiais. no que couber. substituto e substituído. estão armados de espada. A data da transmissão do cargo de Comando. Chefia ou Direção são recebidos de acordo com as formalidades especificadas no presente Capítulo. Cada Força Armada. referências elogiosas individuais acaso concedidas aos subordinados ou outros assuntos relativos a campos que não constituam os especificamente atribuídos a sua área. chefe ou diretor. frente à tropa e perante a autoridade que preside a cerimônia. de 25 MAIO 2009) CAPÍTULO V DAS PASSAGENS DE COMANDO. obedecidas as regras gerais deste Regulamento. 185. o comandante exonerado acompanha o novo comandante na revista passada por este à tropa. às determinações abaixo: I . postados lado a lado. II . V . atendendo. Sr. não devendo conter qualquer referência à demonstração de valores a cargo da Organização Militar. 183. leitura do "Curriculum Vitae" e das palavras de despedida. III .Fl. Os oficiais designados para o exercício de qualquer Comando. IV . o uso da palavra é feito de modo sucinto e conciso. chefes ou diretores.transmissão de cargo. Chefia ou Direção. chefe ou diretor.desfile da tropa em continência ao novo comandante. (Posto e nome)". à autoridade que preside a solenidade. e b) o substituto: "Assumo o Comando (Chefia ou Direção) da (Organização Militar)". II . nomeado e exonerado. podendo acrescentar as normas que o uso e a tradição já consagraram.apresentação dos comandantes. Chefia ou Direção é determinada pelo Comando imediatamente superior. § 2º Em caso de mau tempo. deve ser regulado pelo Comandante de cada Força Armada. a solenidade desenvolve-se em salão ou gabinete. são também observadas as seguintes normas: I .palavras de despedida do oficial substituído.leitura do "Curriculum Vitae" do novo comandante.

190. ao deixarem o serviço ativo.Fl. sendo realizada na presença de tropa armada. Art. 192. não sendo nunca inferior a um pelotão de fuzileiros ou equivalente. em princípio. quando a unidade dispuser. ou a oficial da reserva. 186. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Nas Organizações Militares que não disponham de tropa. observando as determinações aplicáveis dos artigos 189 a 192 deste Regulamento. banda de música. chefe ou diretor da Organização Militar considerada. devem ser reguladas pelo Comandante de cada Força Armada. 191. Art. As homenagens de despedida de oficiais e praças com mais de trinta anos de serviço. Art. 187. O efetivo da tropa a formar na solenidade de entrega de condecorações deve corresponder ao escalão de comando do militar de maior hierarquia. de 25 MAIO 2009) 3204 § 5º Faz-se a apresentação dos oficiais ao novo comandante no Salão de Honra. em ato restrito. de patente superior à do agraciado. na presença de tropa armada. chefe ou diretor da Organização Militar onde serve o militar agraciado. a entrega de condecorações é presidida pelo Comandante ou pelo Chefe do Estado-Maior da Força a que couber a iniciativa da solenidade. Art. No caso de ser agraciado o próprio comandante. e em local para isso designado. Quando entre os agraciados há oficial-general e a cerimônia tem lugar na Capital Federal. a presidência da solenidade cabe à autoridade superior a quem está imediatamente subordinado. salvo caso de urgência. podendo ser realizada antes mesmo da passagem do comando ou após a retirada dos convidados. As despedidas dos oficiais que se desligam das Organizações Militares são feitas sempre. 193. na presença do comandante. 189. Art. Todo oficial incluído numa Organização Militar é. antes de assumir as funções. A cerimônia para entrega de condecorações é realizada numa data festiva. Parágrafo único. CAPÍTULO VII DAS CONDECORAÇÕES Art. . A solenidade para entrega de condecorações. é sempre presidida pelo comandante. Art. quando realizada em cerimônia interna. chefe ou diretor. reunidos para isso em local adequado. por este escolhido. num feriado nacional ou em dia previamente designado pelo Comandante e. a entrega é feita na presença de todo o pessoal que ali serve. CAPÍTULO VI DAS RECEPÇÕES A DESPEDIDAS DE MILITARES Art. apresentado a todos os outros oficiais em serviço nessa organização. tem sempre presente a Bandeira Nacional e banda de corneteiros ou clarins e tambores e. 188.

colocam-se. em uma fileira. quando oficiais. II . Quando somente praças tiverem que receber medalhas ou condecorações. d) as bandas de música ou de corneteiros ou clarins e tambores tocam. grupados por círculos. os agraciados. e. e) terminada esta continência paraninfos e agraciados. quando pertencerem a mais de uma subunidade. o paraninfo é o comandante da subunidade a que elas pertencerem ou o comandante da Organização Militar. ou executando a continência individual. c) terminada a entrega de medalhas ou condecorações. Art. Apresentar Arma". o que encerra a solenidade. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. manda que o Comandante da tropa dê a voz de "Sentido". que tinham saído de forma para se postarem à direita da Bandeira. colocada a dez passos diante da Bandeira Nacional e de frente para esta. servindo de paraninfo o Presidente da República. os agraciados. sem sua guarda. sai de forma a Bandeira Nacional. a fim de ser realizado o desfile em honra da autoridade que presidiu a cerimônia e dos agraciados. um para cada fileira. f) a Bandeira Nacional volta ao seu lugar na tropa.os oficiais presentes à cerimônia formam em ordem hierárquica. à direita da Bandeira Nacional. permanecem na posição de sentido. procedendo-se agraciados da seguinte forma: a) paraninfos previamente designados. à retaguarda.posta a tropa em uma das formações em linha. em uma ou mais fileiras.a autoridade que preside a solenidade. e coloca-se a trinta passos defronte do centro da tropa. abatem as espadas. ou fazem a continência individual. em relação a cada uma das fileiras de solenidade. com espadas embainhadas. colocam-se à direita dos agraciados.Fl. exceto as praças. os compassos de um dobrado. o cerimonial da entrega pode ser realizado em Palácio da Presidência da República. III . e g) os paraninfos. à ordem da autoridade que preside a cerimônia. e os possuidores de medalhas ou condecorações. b) o paraninfo.entre a tropa e a Bandeira Nacional. conforme o posto mais elevado entre os agraciados. dada a ordem para o início da entrega. armados. 196. ao defrontarem os paraninfos. de 25 MAIO 2009) 3205 Art. quando retornam à posição de "Perfilar-Espada" ou desfazem a continência individual. às seguintes regras: I . 194. e obedece às instruções especiais elaboradas pelo Cerimonial da Presidência da República. frente para esta. os agraciados permanecem com a espada abatida. no que couber. os agraciados. depois de responder àquela saudação com a continência individual. assistem ao desfile da tropa. tendo a cinco passos à esquerda. Quando o agraciado for o Ministro de Estado da Defesa ou o Comandante de uma das Forças Armadas. e sem portar suas medalhas e condecorações. quando oficiais. quando praças. retornam aos seus lugares. paraninfos e agraciados abatem espadas ou fazem a continência individual. os demais oficiais presentes. voltam também para seus lugares. por ordem hierárquica e agrupados por círculos. . Art. 195. até que o paraninfo tenha terminado de colocála em seu peito.com a tropa nesta posição a autoridade dá início à solenidade. e V . O cerimonial de entrega de medalha obedece. se praças. ao comando de "Em Continência à Bandeira. e no mesmo alinhamento. desembainham e perfilam espada e. coloca a medalha ou condecoração no peito dos agraciados de sua fileira. os oficiais e praças a serem agraciados. IV .

de acordo com o art. o Comandante da Guarda que sai corresponde à saudação. ou no seu impedimento o Chanceler da Ordem. é convidado a agraciar a Bandeira e. e IV . feito o manejo de armas correspondente. Apresentar Arma". são obedecidas.logo que a Sentinela das Armas der o sinal de aproximação da Guarda que vem substituir a que está de serviço.o Grão-Mestre. em seguida comanda: "Em Continência. esta entra em forma e. recebe a condecoração em solenidade. fazem alto. e. comandando "Apresentar Arma" e. "Descansar Arma". na posição de "Sentido". coloca-se à esquerda da Bandeira Nacional incorporada. II . e o corneteiro executa "Sentido" e "Ombro Arma" e. II . realiza-se a transmissão de ordens e instruções relativas ao serviço. os Comandantes da Guarda que entra e da que sai dirigemse um ao encontro do outro. e o comandante da Organização Militar perfila espada.a seguir. 197.finda esta parte do cerimonial. é determinado por toque de corneta para a Bandeira avançar. Parágrafo único. 198. e seu Comandante comanda: "Sem Intervalos. quando aquela autoridade estiver a cinco passos da Bandeira.a Guarda que chega coloca-se à esquerda. 194 deste Regulamento. conduzida pelo seu Porta-Bandeira e acompanhada pelo comandante da Organização Militar a que pertence. A Bandeira Nacional. além do que estabelecem os Regulamentos ou Normas específicas de cada Força Armada. as determinações deste artigo. o Comandante da Organização Militar e a Bandeira voltam à posição de "Ombro Arma". ou em frente. a seguir. arma na posição correspondente à de "Ombro Arma". conforme o dispositivo. no que couber. e o Porta-Bandeira dá ao pavilhão uma inclinação que permita a colocação da insígnia e. Na substituição das guardas. no que é seguido pelo outro Comandante.a Bandeira. se o local permitir. ao toque de "Ombro Arma". ao ser agraciada com a Ordem do Mérito. CAPÍTULO VIII DAS GUARDAS DOS QUARTÉIS E ESTABELECIMENTOS MILITARES Seção I Da Substituição das Guardas Art. é observado o seguinte: I . sem descansar a arma. depois "Firme". à distância de dois passos.Fl.quando o dispositivo estiver pronto. apresentam-se sucessivamente. o Comandante da Organização Militar abate espada.ao ser anunciado o início da entrega da condecoração. da que vai substituir. nos dias estabelecidos pelas respectivas Forças Singulares e o cerimonial obedece ao seguinte procedimento: I . III . . e IV . aguarda a chegada daquela. Na condecoração de estandarte. de 25 MAIO 2009) 3206 Art. o Porta-Bandeira desfralda a Bandeira Nacional. Pela Direita (Esquerda) Perfilar" e. após a aposição da insígnia. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. III . retiram-se do dispositivo e tem prosseguimento a solenidade. o comandante desembainha a espada e fica na posição de descansar.

Sinais de Respeito e do Cerimonial Militar podem ser reguladas em cerimonial específico de cada Força Armada. esta coloca-se à retaguarda do último homem da coluna. ao mesmo tempo que a nova sentinela toma posição no seu posto. sob a fiscalização do Cabo. 201. permanecendo em "Ombro Arma" até que a Guarda se afaste. as peculiaridades das Continências.cumprida esta determinação. Os casos omissos serão solucionados pelo Ministro de Estado da Defesa. São as seguintes as determinações a serem observadas quando da rendição das sentinelas: I . à ordem do Cabo.ao se aproximar a tropa. e à voz de "Passar-Ordens!". IV . o Cabo da Guarda conduz os seus homens até a altura do primeiro posto a ser substituído.o Cabo da Guarda forma de baioneta armada. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. então. de 25 MAIO 2009) Seção II Da Substituição das Sentinelas 3207 Art. os soldados que entram de sentinela formam em "coluna por um" ou "por dois". no "passo ordinário". . a sentinela a ser substituída toma a posição de "Sentido" e faz "Ombro Arma". III . ficando nessa posição.a sentinela chamada avança no passo ordinário. de maneira que a Sentinela das Armas seja a última a ser substituída. faz "Alto!" a dois passos da sentinela a ser substituída. V . o Cabo da Guarda comanda "Alto!" e dá a ordem: "Avance Sentinela Número Tal!".à distância de dez passos do posto. a transmissão das ordens e instruções particulares relativas ao posto. o Cabo dá o comando de "Ombro Arma!" e ordena à sentinela substituída: "Entre em Forma!". fazendose. assessorado pelo Chefe do Estado-Maior de Defesa. 199. que se conserva em "Ombro Arma". o Cabo comanda "Cruzar Arma!" o que é executado pelas duas sentinelas. 200. na ordem de rendição. II .Fl.a seguir. Art. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. e VI . Para eventos a que não esteja presente o Ministro de Estado da Defesa ou que não impliquem participação de mais de uma Força. Honras. arma na posição de "Ombro Arma" e.

Fl. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. de 25 MAIO 2009) ANEXO II DOBRADURAS DA BANDEIRA NACIONAL (art. 126 § 2º deste Regulamento) 3208 .

e Considerando. Comandante-Geral do Pessoal.Fl. Comandante-Geral de Tecnologia Aeroespacial. seja efetuado o recadastramento de todos os beneficiários do FUNSA. Considerando que a Assistência Médico-Hospitalar do pessoal da Aeronáutica vem demonstrando necessidade de aprimoramento. a necessidade de padronizar os procedimentos administrativos para o cadastramento dos usuários do FUNSA sob encargo das Organizações Militares. Srs. a fim de prevenir a degradação da qualidade dos serviços. em face das questões relacionadas à disponibilidade orçamentária destinada ao Comando da Aeronáutica. bem assim no tocante ao recadastramento daqueles ora identificados como tal. de 25 MAIO 2009) TERCEIRA PARTE ATOS DO COMANDANTE DA AERONÁUTICA 3209 1 . 2 Seja obrigatória a exigência da documentação constante do Mapa de Documentação Comprobatória de Dependência. Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo. Comandante-Geral de Apoio. Comandante-Geral de Operações Aéreas. a contar da data da publicação deste Aviso. Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. 3 O recadastramento dos usuários do FUNSA seja realizado a cada ciclo de 5 anos. Aos Exmos. .CADASTRAMENTO E RECADASTRAMENTO DOS BENEFICIÁRIOS DO FUNDO DE SAÚDE DA AERONÁUTICA (FUNSA) AVISO No 1/GC1/11 Cadastramento e recadastramento dos beneficiários do Fundo de Saúde da Aeronáutica (FUNSA). com início na OM de vinculação do militar e encaminhamento da documentação à SARAM. e Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica. informo a Vossa Excelência que resolvi determinar que: 1 No prazo de cento e oitenta dias. anexo a este Aviso. agregando-se o aumento expressivo dos custos da medicina assistencial e o forte incremento do número de usuários do serviço de saúde pela abrangência facultada em Lei. Diretor-Geral do Departamento de Ensino da Aeronáutica. Secretário de Economia e Finanças da Aeronáutica. Considerando a pertinência de garantir controle rigoroso do contingente de usuários em proveito da coletividade. finalmente. para o cadastramento de novos usuários do FUNSA.

naquele Estado.006330/2008-45.834. 1o Autorizar a Recepção. Art. 2o Delegar competência ao Maj Brig Ar ROBSON FERREIRA IGREJA. em Belém/PA. Ten Brig Ar JUNITI SAITO Comandante da Aeronáutica Obs. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA. junto à Gerência Regional de Patrimônio da União no Estado do Pará (GRPU-PA).67m2. DE 18 DE MAIO DE 2009.AUTORIZA A RECEPÇÃO PORTARIA No 409-T/GC4. aprovada pelo Decreto no 6. de 19 de maio de 2001. da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica. pelo então Ministério da Aeronáutica. para que seja cedida ao Estado do Pará.PARCELA DE ÁREA AEROPORTUÁRIA . pertencente ao Tombo nº PA.Fl.760. para representar o Comando da Aeronáutica na assinatura do Termo de Devolução e Recebimento. 20 de maio de 2009. com a finalidade de ser construído um elevado e vias de tráfego urbano no Município de Belém. de acordo com o interesse mútuo entre o Comando da Aeronáutica (COMAER) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (INFRAERO). 3o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Ten Brig Ar JUNITI SAITO (DOU2 No 94. de 5 de setembro de 1946. mediante devolução da INFRAERO.001-000. Autoriza a Recepção pelo Comando da Aeronáutica de parcela de área aeroportuária sob a responsabilidade da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária. 5 Revogar o Aviso n° 1/GC1/1. onde se assenta o Aeroporto Júlio César (SBJC). Art. medindo 135.67m2. e reverter à União a citada parcela. 2 . de 30 de abril de 2009. Brasília. e dá outras providências. 23. com 1. 77 do Decreto-Lei nº 9. e considerando o que consta do Processo nº 67000. de 20 MAIO 2009) . de 25 MAIO 2009) 3210 4 Este Aviso deve ser difundido no âmbito de todas as Organizações do Comando da Aeronáutica.066.: O Mapa de Documentação Comprobatória de Dependência de que trata o presente Aviso encontra-se anexado a este Boletim. resolve: Art. o qual fora jurisdicionado àquela Empresa. e a sua Reversão à Secretaria do Patrimônio da União.994. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.017. Comandante do Primeiro Comando Aéreo Regional. junto à Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária. de conformidade com o previsto no art. e do Termo de Reversão. e praticar os atos necessários à reversão do imóvel supramencionado. da parcela de área aeroportuária. tendo em vista o disposto § 1º do art.

834. no Estado de Pará. 8 de maio de 2009. para representar o Comando da Aeronáutica na assinatura do Termo de Reversão.REVERSÃO DE IMÓVEL PERTENCENTE À UNIÃO . por prazo indeterminado ou ao menos enquanto durar o tratamento de sua saúde.3 da ICA 19-5 “Instrução para Administração de Próprios Nacionais Residenciais da Aeronáutica”. tendo em vista o disposto no § 1o do art.760.” Brasília.96 m2. medindo 75. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA. e dá outras providências.12. à Secretaria do Patrimônio da União. junto à Gerência Regional de Patrimônio da União no Estado do Pará (GRPU-PA). e considerando o que consta do Processo no 67210. 1o Autorizar a Reversão de imóvel pertencente à União. 2o Delegar competência ao Maj Brig Ar ROBSON FERREIRA IGREJA. Ten Brig Ar JUNITI SAITO (DOU2 No 88.502. por meio de seu Advogado. Comandante do Primeiro Comando Aéreo Regional.12. DE 12 DE MAIO DE 2009. .REQUERIMENTO . a Título Excepcional e Precário. de conformidade com o previsto no art. e praticar os atos necessários à reversão do imóvel supramencionado. aprovada pelo Decreto no 6. 77 do Decreto-Lei no 9.001930/2009-22. aprovada pela Portaria nº 416/GC6. à Secretaria do Patrimônio da União. de responsabilidade patrimonial do Primeiro Comando Aéreo Regional e sob a jurisdição do Comando da Aeronáutica. solicita reconsideração de decisão para julgamento do pleito de permanência como ocupante de Próprio Nacional Residencial – PNR. de 25 MAIO 2009) 3 .100-001. Art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. de 30 de abril de 2009. em Belém/PA.Fl. situado no Município de Belém. 23 da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica. com efeito suspensivo: “INDEFERIDO. de 29 de abril de 2003 e modificada pela Portaria nº 1. o Senhor AURÉLIO ALEXANDRE STEIMBER PEREIRA OKADA. Autoriza a Reversão de imóvel sob responsabilidade do Comando da Aeronáutica. resolve: Art.003515/2008-95 – Requerimento em que a Senhora VALDECI MARQUES DOS SANTOS NISHIBE. sob Tombo no PA.DESPACHO Em 8 de maio de 2009 Nº 1/GC6/2009 3211 Processo nº 67400. por contrariar os Itens nº 5.1 e 5. de 12 MAIO 2009) 4 .AUTORIZA PORTARIA No 388-T/GC4.331/GC6. de 14 de novembro de 2005. de 5 de setembro de 1946.

com a finalidade de superintender.planejar e elaborar as propostas visando à inclusão no orçamento do Comando da Aeronáutica dos recursos necessários ao desempenho das atividades do Sistema. como nas solenidades militares. DE 19 DE MAIO DE 2009. normatização. 3o Ao Órgão Central do Sistema compete: I . individuais e coletivos. no âmbito do Comando da Aeronáutica (COMAER). Parágrafo único. V .Fl. controlar e supervisionar tecnicamente as atividades do sistema. O COMANDANTE DA AERONÁUTICA. IV .509/GM3. coordenar e controlar as atividades de Cerimonial.planejar.fiscalizar a aplicação das NSCA pertinentes.000008/2009-71. as atividades inerentes ao SISCE são as relacionadas com a organização.834.4. que tem sua constituição e suas atribuições definidas em Regulamento e Regimento Interno próprios. II .suprir e manter os elos. 3o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Para os fins desta Portaria. resolve: Art. e . cívicas. coordenar. publicação e divulgação das formalidades e procedimentos.SISTEMA DE REFORMULA CERIMONIAL DO COMANDO DA AERONÁUTICA - o PORTARIA N 441/GC3. adotados pela tropa e pelo pessoal do Comando da Aeronáutica. tendo em vista o disposto no item 2. III . aprovada pela Portaria no 839/GC3. 23 da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica. 1o Reformular o Sistema de Cerimonial do Comando da Aeronáutica (SISCE). 3212 Ten Brig Ar JUNITI SAITO (DOU2 No 90. de 29 de agosto de 2006. relativos à etiqueta militar. órgão da estrutura organizacional do Comando da Aeronáutica. instituído pela Portaria no 1. de 5 de dezembro de 1979. Art. Reformula o Sistema de Cerimonial do Comando da Aeronáutica. de 14 MAIO 2009) 5 . de conformidade com o previsto no inciso XIV do art.7 da ICA 700-1 “Implantação e Gerenciamento de Sistemas no Comando da Aeronáutica”. de 25 MAIO 2009) Art. tanto nos atos de rotina. no que se refere às necessidades para o funcionamento do Sistema. e considerando o que consta do Processo no 67401. Art. de 30 de abril de 2009. orientar. aprovada pelo Decreto no 6. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.disciplinar a atividade-meio por intermédio de Normas de Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA). 2o O Órgão Central do SISCE é o Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica (CENDOC). sociais e religiosas.

à apreciação do Órgão Central.DESPACHO O Exmo Sr Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica exarou o seguinte despacho no requerimento em que o Cel Av FABIO ROGÉRIO DUTRA SUCENA (Proc.executar as atividades de Cerimonial. à coordenação. segundo as normas vigentes. III .fornecer ao Órgão Central do Sistema os elementos informativos necessários ao planejamento e à elaboração das propostas orçamentárias. Art. Art. estranhas ao Comando da Aeronáutica. de 20 MAIO 2009) QUARTA PARTE ATOS DO CHEFE DO ESTADO-MAIOR DA AERONÁUTICA. DOS COMANDANTESGERAIS. 6o Os elos do Sistema ficam sujeitos à orientação normativa.submeter. de 5 de dezembro de 1979. a fim de promover o acompanhamento da evolução e a atualização da matéria relativa às atividades do Sistema. sugestões que visem ao aperfeiçoamento do Sistema. nº . Ten Brig Ar JUNITI SAITO (DOU1 No 94. II . ao controle. de 25 MAIO 2009) 3213 VI .Fl. elaboradas pelo Órgão Central do Sistema.ESTADO-MAIOR DA AERONÁUTICA 1 . bem como dos diversos textos legais pertinentes às atividades de Cerimonial. DOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS E DO SECRETÁRIO DE ECONOMIA E FINANÇAS DA AERONÁUTICA SEÇÃO I . à supervisão técnica e à fiscalização das atividades pelo Órgão Central do Sistema. 7o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.manter atualizada a coletânea das normas elaboradas pelo Órgão Central. Art. 4o Os elos do SISCE estão localizados na estrutura organizacional do Comando da Aeronáutica. e IV . respeitada a subordinação hierárquica às organizações em cuja estrutura organizacional estejam integrados. no que concerne às atividades de Cerimonial.interagir com as organizações congêneres das demais Forças Armadas e entidades similares. Art. Art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. e têm suas constituições e competências definidas em Regulamentos e Regimentos Internos próprios ou das organizações a que pertencem. 8o Revoga-se a Portaria no 1.509/GM3. de acordo com a realização da atividade-meio correspondente. publicada no Diário Oficial da União de 6 de dezembro de 1979. 5o Aos elos do SISCE compete: I .REQUERIMENTO .

solicita dispensa do cumprimento da condição peculiar para promoção referente às provas aéreas relativas ao ano de 2008. 9º da Portaria nº 496/GM1. de 23 jul.004738/2008-58.COMANDO-GERAL DO PESSOAL 1 .COMANDO-GERAL DE OPERAÇÕES AÉREAS (Sem alteração) SEÇÃO IV . a contar de 15 maio 2008. 1º. O COMANDANTE-GERAL DO PESSOAL. (Item 32//O-EMAER/2009) SEÇÃO II . à graduação de Segundo-Tenente. 2º e inciso I do art. usando da atribuição que lhe confere o inciso III do art.COMANDO-GERAL DE APOIO (Sem alteração) SEÇÃO III .005271/2009-83). inciso VII do art. de 25 MAIO 2009) 3214 67050. Ten Brig Ar PAULO ROBERTO CARDOSO VILARINHO Cmt do COMGEP . de 11 JUL 1995”.PROMOÇÃO o PORTARIA COMGEP N 67/2GAB. 12 da Portaria nº 671/GM3. 32 do Regulamento de Promoções de Graduados da Aeronáutica (REPROGAER). 1996. combinado com o inciso III do art. o ex-SO QSS BCO ANANIAS DE JESUS COSTA (Nr Ordem 0439541). resolve: Promover. 1993. 7º da Portaria supracitada.Fl. “post mortem”. DE 21 DE MAIO DE 2009. aprovado pelo Decreto nº 881. de acordo com o art. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. e considerando o que consta do Processo nº 67224. do efetivo do Estado-Maior da Aeronáutica. por ter deixado de exercer de forma continuada a atividade de vôo: “Deferido. data do seu falecimento. de 18 jul. nos termos do art.

SEÇÃO VI . de 7 de julho de 2005. de 30 de novembro de 2004. resolve: Art. DE 29 DE ABRIL DE 2009. 3215 Aprova a reedição do Plano Estratégico de Recursos Humanos do DECEA. 1o Aprovar a reedição do PCA 30-2 “Plano Estratégico de Recursos Humanos do DECEA”. de conformidade com o previsto no inciso IV do art. aprovado pela Portaria no 1.DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO 1 . 191 do Regimento Interno do Comando da Aeronáutica.Fl.DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL (Sem alteração) . que com esta baixa. Ten Brig Ar RAMON BORGES CARDOSO Diretor-Geral do DECEA Obs. 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. de 8 de agosto de 2005.SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS DA AERONÁUTICA (Sem alteração) SEÇÃO IX . Art. 3o Revoga-se a Portaria DECEA nº 92/DGCEA. de 25 MAIO 2009) SEÇÃO V . publicado no BCA nº 146.APROVA REEDIÇÃO PORTARIA DECEA No 120/DGCEA.220/GC3.DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA (Sem alteração) SEÇÃO VII . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Art.COMANDO-GERAL DE TECNOLOGIA AEROESPACIAL (Sem alteração) SEÇÃO VIII .: O Plano de que trata a presente Portaria encontra-se anexado a este Boletim e será disponibilizado no BLAER.PCA 30-2 . O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO.

533/GAB.A. 6º da Portaria DIRAP nº 3. de 1º de agosto de 2006. por ter sido nomeado para o cargo de Chefe da Assessoria de Controle Interno da Comissão Aeronáutica Brasileira na Europa. 3216 O CHEFE DA DIVISÃO DO PESSOAL MILITAR.Fl. ficando vinculado à DIRINT.ADIÇÃO PORTARIA DIRAP Nº 2. resolve: Adir à DIRAP. de 1º de agosto de 2006. ficando vinculado à DIRINT. em Londres .560/1PM. conforme Portaria GABAER nº R-407/GC1. PORTARIA DIRAP Nº 2. Adição de militar do QOAV. de 8 de abril de 2009. 2º da Portaria GABAER nº 944/GC1. do CELOG. para fins de percepção de retribuição no exterior. (GAC-CASA)”. Adição de militar do QOINT. de 25 MAIO 2009) QUINTA PARTE ATOS DOS TITULARES DE DIRETORIAS SEÇÃO I . para fins administrativos. de justiça e de disciplina. do PAMA GL. a contar da data de desligamento de sua OM. resolve: Adir à DIRAP. de 12 de dezembro de 2001. possibilitando assim sua apresentação na DIRAP. o setor responsável do CELOG tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento do referido militar. O CHEFE DA DIVISÃO DO PESSOAL MILITAR.Inglaterra. o Maj Av MAURO DA MOTTA LOMONACO (Nr Ord 1857991). conforme Portaria GABAER nº 84/GC1. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. 6º da Portaria DIRAP nº 3. DE 21 DE MAIO DE 2009. de acordo com a alínea “a” do inciso IV do art. de 12 de dezembro de 2001.533/GAB. . em Madri .DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL MILITAR 1 . Em conseqüência. por delegação de competência estabelecida no inciso VII do art. DE 21 DE MAIO DE 2009. de 16 de fevereiro de 2009. de acordo com a alínea “a” do inciso IV do art. de justiça e de disciplina. a contar da data de desligamento de sua OM. 2º da Portaria GABAER nº 944/GC1. por delegação de competência estabelecida no inciso VII do art.561/1PM. por ter sido designado para constituir o Grupo de Acompanhamento e Controle junto à Empresa “EADS-CASA Construcciones Aeronáuticas S. o Ten Cel Int ALEXANDRE FALCONIERE DE TORRES (Nr Ord 0357014).Espanha. para fins administrativos. na função de Adjunto da Seção de Logística do GAC-CASA. para fins de percepção de retribuição no exterior.

de 12 de dezembro de 2001. em virtude de ter. resolve: Conceder ao Capitão Reformado VOIZEN ELIZA DO VALLE (Nr Ord 0556785) os benefícios previstos no § 1º do art.533/GAB.CONCESSÃO PORTARIA DIRAP Nº 2.880. exercer o cargo de Assessor da Subsecretaria para Serviços de Assessoramento (SSA) e. no uso da competência subdelegada pelo inciso VI do art. Em conseqüência.Fl. possibilitando assim sua apresentação na DIRAP.580. de 8 de abril de 2009. de 25 MAIO 2009) 3217 Em conseqüência. a contar de 26 JUN 2008. 2º da Portaria GABAER nº 944/GC1.DC. em Washington . no segundo ano. 107 do mesmo diploma legal.369/3RC. JOSÉ DE REZENDE QUEIRÓZ Cel Refm Ch Interino da DPM 2 . resolve: Adir à DIRAP. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. Adição de militar do QOAV. para fins de percepção de retribuição no exterior. 5º da Portaria COMGEP nº 73/5EM. o Cel Av GILSON DE BARROS CAPUTO JUNIOR (Nr Ord 0658430). impossibilitado total e permanentemente para qualquer trabalho. combinado com o inciso V do art. de acordo com a alínea “a” do inciso IV do art. alterado pela Lei nº 7. de 20 MAIO 2009) . por ter sido nomeado para integrar a Representação do Brasil na Junta Interamericana de Defesa. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI (DOU nº 94. o setor responsável do PAMA GL tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento do referido militar. de 15 ABR 2009. conforme parecer da Junta Superior de Saúde do Comando da Aeronáutica.000791/2009-18. por dois anos. 108 e de acordo com o parágrafo único do art.562/1PM. de 14 AGO 2008. por delegação de competência estabelecida no inciso VII do art. Estados Unidos da América. ficando vinculado à DIRINT. de justiça e de disciplina. sido julgado incapaz definitivamente para o serviço militar. devendo no primeiro ano. para fins administrativos. Sessão nº 0014. no Conselho de Delegados daquela Junta. possibilitando assim sua apresentação na DIRAP. conforme Portaria MDEFESA nº 485/MD. exercer o cargo de Delegado. de 23 DEZ 1986. DE 13 DE MAIO DE 2009. o setor responsável da BASC tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento do referido militar. O CHEFE DA DIVISÃO DO PESSOAL MILITAR. da BASC. nessa data. a contar da data de desligamento de sua OM. 6º da Portaria DIRAP nº 3. DE 21 DE MAIO DE 2009. de 09 DEZ 1980. PORTARIA DIRAP Nº 2. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.BENEFÍCIO . 110 da Lei nº 6. de 1º de agosto de 2006. e considerando o que consta no Processo nº 67113.

o 1º Ten Int ROBSON TELES PEIXOTO (Nr Ord 3127168). DE 21 DE MAIO DE 2009. de acordo com a competência estabelecida na letra "b" do inciso III do art.BENEFÍCIOS . a contar de 17 de abril de 2009. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL.DISPENSA MILITAR PORTARIA DIRAP Nº 2.555/1PM.Fl.533/GAB. de 9 de dezembro de 1987.CONSIDERA PORTARIA DIRAP Nº 2. de 01 AGO 2006. DE 21 DE MAIO DE 2009. Brig Ar OSMAR ANTONIO GADDO Vice-Diretor da DIRAP 4 . e considerando o que consta no Processo nº 67430. assegurando a seus beneficiários a pensão militar a que fizerem jus. combinado com o inciso V do art. sido julgado incapaz definitivamente para o serviço militar. 3218 O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. 110 da Lei nº 6. de 23 DEZ 1986. conforme Parecer da Junta Superior de Saúde do Comando da Aeronáutica. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP 5 . a contar de 09 DEZ 2004. de 09 DEZ 1980. em virtude de ter.FUNÇÃO DE AJUDANTE-DE-ORDENS .147/GM1. 108 e de acordo com o parágrafo único do art. de 25 MAIO 2009) 3 .MOVIMENTAÇÃO PORTARIA DIRAP Nº 2.003626/2009-25. datado de 27 DEZ 2007. da SDAB. da função de Ajudante-de-Ordens do Exmo Sr Brig Int PAULO SILVEIRA. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. alterado pela Lei nº 7. por subdelegação de competência estabelecida no Art. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. de 14 de agosto de 2008.553/1PM. no uso da competência delegada pela letra “d” do inciso I do art. 107 do mesmo diploma legal.580.880.000104/2009-79. a contar de 09 DEZ 2004. resolve: Dispensar. de acordo com a Portaria GABAER nº 1. DE 21 DE MAIO DE 2009. resolve: Considerar para o Primeiro-Sargento Reformado AIRTON KALINOWSKI (Nr Ord 0453811) os benefícios previstos na letra “b” do § 2º e § 1º do art. nessa data. 178 do RISAER e o que consta do Processo nº 67244. resolve: . impossibilitado total e permanentemente para qualquer trabalho. 4º da Portaria COMGEP nº 73/5EM. Movimenta militar do QOEA. Dispensa militar do QOINT da função de Ajudante-de-Ordens. data de seu falecimento. 1º da Portaria DIRAP nº 3.552/3RC.

O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. de acordo com o item 2.5 da ICA COMGEP 30-4. aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM. 177 do RISAER. de acordo com o inciso VIII do art. de 29 de abril de 2009.3. por interesse próprio e sem ônus para a Fazenda Nacional. aos militares abaixo relacionados. o setor responsável do BINFAE AF tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento do referido militar.RJ).5 da ICA COMGEP 30-4. por ter sido dispensado de ficar à disposição do Ministério da Defesa. combinado com o item 2. aprovada pela Portaria COMGEP nº 055/2EM. DE 20 DE MAIO DE 2009. de 18 JUL 2002 e o item 2. 177 do RISAER. o setor responsável da DIRAP tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento do referido militar.Fl. aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM. de acordo com o inciso VIII do art.3. de acordo com a letra “b“ do inciso III do art. 57 do Decreto nº 4. Movimenta militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos. de 31 de março de 2009.1. por interesse próprio e sem ônus para a Fazenda Nacional. possibilitando assim sua apresentação no BINFAE GL. combinado com o art. PORTARIA DIRAP Nº 2. Em conseqüência.RJ). resolve: Conceder transferência.RJ) ao 1º Ten QOEA GDS JOSÉ LUIZ GONDIN SANTOS (Nr Ord 1756940). no PAME RJ (Rio de Janeiro . possibilitando assim sua apresentação no PAME RJ. por delegação de competência estabelecida na Portaria DIRAP nº 3533/GAB. conforme Portaria MDEFESA nº 409/ SEORI/MD. resolve: Classificar. do efetivo de suas OM ao lado declaradas para as seguintes OM.543/1PM. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP PORTARIA DIRAP Nº 2. da ICA COMGEP 30-4.001785/2009-96. de 29 ABR 2009: . do BINFAE AF (Rio de Janeiro . de acordo com a competência estabelecida na letra "a" do inciso III do art. de 29 de abril de 2009. 178 do RISAER e o que consta do Processo nº 67600. por necessidade do serviço. para o BINFAE GL (Rio de Janeiro . Movimenta militar do QOINT.3. de 25 MAIO 2009) 3219 Conceder transferência.554/1PM.307. o Maj Int MARCIO ROCHA MICHELE (Nr Ord 2506394). Em conseqüência. DE 21 DE MAIO DE 2009. de 01 AGO 2006 e o que consta dos processos listados. 178 do RISAER. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. “ex officio”.

O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. de acordo com a letra “b“ do inciso III do art.000864/200950. por delegação de competência estabelecida na Portaria DIRAP nº 3533/GAB. possibilitando assim a apresentação dos referidos graduados nas OM de destino.3.004801/2009-33). PORTARIA DIRAP Nº 2. para o IFISAL (Rio de Janeiro-RJ).000628/200947. de acordo com a letra “b” do inciso III do art. o Setor responsável do HFAG tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento dos militares. os seguintes militares do efetivo do HFAG (Rio de Janeiro-RJ): 3S SEF (QSS) DEFSON FERNANDES MARQUES (Nr Ord 6015921) 3S SEF (QSS) MICHELLE LIMA SOARES (Nr Ord 6040306) Em consequência. do DTCEA BE (Belém-PA) (Processo nº 67615. O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. BASE AÉREA DO GALEÃO (Rio de Janeiro-RJ): 3S SAD (QSS) LUCIANA ALVES DO NASCIMENTO (Nr Ord 4229231). por delegação de competência estabelecida na Portaria DIRAP nº 3533/GAB. por necessidade do serviço. BASE AÉREA DE SANTA CRUZ (Rio de Janeiro-RJ): 3S BET (QSS) GISELE DOS SANTOS NOGUEIRA (Nr Ord 3963004). de acordo com o item 2. resolve: . de 01 AGO 2006 e o que consta do Processo nº 67441. 178 do RISAER. aprovada pela Portaria COMGEP nº 055/2EM. 178 do RISAER.6 da ICA COMGEP 30-4. PORTARIA DIRAP Nº 2. possibilitando assim a apresentação dos referidos graduados no IFISAL. resolve: Transferir “ex officio”. DE 21 DE MAIO DE 2009 Movimenta militar do Quadro de Suboficiais e Sargentos.558/1PM. Movimenta militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos.Fl. Em consequência. de 29 ABR 2009. de 01 AGO 2006 e o que consta do Processo nº 67211. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. do GAP BR (Brasília-DF) (Processo nº 67284. DE 21 DE MAIO DE 2009. de 25 MAIO 2009) 3220 PRIMEIRO COMANDO AÉREO REGIONAL (Belém-PA): 1S BCO (QSS) EDSON DO NASCIMENTO BEZERRA (Nr Ord 2351714). os Setores responsáveis das OM de origem tomem conhecimento e atualizem o SIGPES na tela 355 com o desligamento dos militares.001445/2009-95).559/1PM. da BANT (Natal-RN) (Processo nº 67222.001258/2009-36).

de 30 de novembro de 2000. de acordo com o inciso VIII do art. o Setor responsável da BABE tome conhecimento e atualize o SIGPES na tela 355 com o desligamento da militar. de 23 de julho de 1993 e considerando a decisão judicial. 1º Anular a Portaria DIRAP nº 3. possibilitando assim a apresentação da referida graduada no DIRSA. no uso da atribuição que lhe confere o inciso I do art. de 29 ABR 2009. a aluna ROSSELIA DOS SANTOS RODRIGUES DE FARIA do Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS 2000) da Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).ANULA PORTARIA DIRAP Nº 2548/SECPG. que promoveu provisoriamente a Aluna ROSSELIA DOS SANTOS RODRIGUES DE FARIA à graduação de Terceiro-Sargento. publicado no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 054. Em consequência. aprovado pelo Decreto nº 881.7 da ICA COMGEP 30-4.3. Art. Art.18. a Portaria nº 3. de 30 de novembro de 2000. DE 20 DE MAIO DE 2009. 177 do RISAER. de 30 de novembro de 2000. de 23 de março de 2009. 3º Posicionar a militar hierarquicamente entre os Terceiros-Sargentos promovidos pela Portaria DIRAP nº 3.Fl. de 30 de novembro de 2000.PORTARIA . de 25 MAIO 2009) 3221 Conceder transferência. à contar de 30 de novembro de 2000.61. nos autos do Mandado de Segurança nº 1999. 2º Promover à graduação de Terceiro-Sargento e incluir no Grupamento de Serviços do Quadro de Suboficiais e Sargentos (QSS). proferida pelo Juízo da 1º Vara Federal de Guaratinguetá/SP. combinado com o art.3. aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM.526/SECPG. como abaixo discriminado: .526/SECPG.5.256/SECPG.5 e 2. por interesse próprio e sem ônus para a Fazenda Nacional. à 3S SAD (QSS) GEISIANE VAZ DA COSTA (Nr Ord 4410777). e o Item nº 58/DE-2/2009. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. em virtude de decisão judicial. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. Anula. da BABE (Belém-PA) para a DIRSA (Rio de Janeiro-RJ).307.002155-8. publicada no Aditamento ao Boletim Externo nº 137. pelo critério de Merecimento. resolve: Art. 23 do Regulamento de Promoções de Graduados da Aeronáutica (REPROGAER). Brig Ar OSMAR ANTONIO GADDO Vice-Diretor da DIRAP 6 . de 18 JUL 2002 e o item 2. e promove militar por conclusão do Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS 2000). 57 do Decreto nº 4.

Fl. em ressarcimento de preterição.784. 4º. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP 7 . de 25 MAIO 2009) 3222 Nr Ord ESP NOME 3447448 SAD ANELEH PEREIRA MARTINS PECANHA 3448061 SEF ROSSELIA DOS SANTOS RODRIGUES DE FARIA 3446891 BET MARCELO BARRETO GONCALVES Art. 29. o disposto no art. 30 e art. Promove militar à graduação de TerceiroSargento em ressarcimento de preterição. inciso III do art.690. 10. 9º. resolve: Art. 34. 12 e § 2º do art. 1º Promover. de 23 de julho de 1993. proposta perante o Juízo da 21ª Vara Federal/RJ. 24.2007. e de acordo com o previsto no art. todos do Regulamento de Promoções de Graduados da Aeronáutica (REPROGAER). 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.0062755-4. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. no uso da atribuição que lhe confere o inciso I do art. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. de 29 de janeiro de 1999.08. 3º. 2º. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP . à graduação de Terceiro-Sargento e incluir no Grupamento Básico do Quadro Especial de Sargentos (QESA). proferida nos autos da Ação de Procedimento Ordinário nº 93. de 19 de dezembro de 2000. 11 da Lei nº 9. transitada em julgado em 16 de junho de 2008. aprovado pelo Decreto nº 881. aprovado pelo Decreto nº 3. e considerando a decisão judicial. 12. 3º.PROMOÇÃO PORTARIA DIRAP Nº 2549/SECPG. 26. 23 e observando o constante dos art. 28. todos do Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica (RCPGAER). § 2º do art. DE 20 DE MAIO DE 2009. 16. a contar de 01. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. o seguinte Cabo: POR MERECIMENTO NR ORD T 2806673 R ESP NOME UNIDADE BEI SERGIO LUIZ DOS SANTOS PAMA AF Art.

na posição hierárquica que possuía antes da matrícula no Curso de Formação de Cabos (CFC/2003) da Escola de Especialista de Aeronáutica (EEAR).880. DE 20 DE MAIO DE 2009. solicita movimentação por interesse particular e sem ônus para a Fazenda Nacional (Proc. 25 do mesmo diploma legal.ANULA PORTARIA DIRAP Nº 2550/SECPG. e considerando o teor do Item nº 31/DE-2. efetivada por meio da Portaria DIRAP nº 2. constante do Item nº 160/DE-2/2008. de 9 de dezembro de 1980 (Estatuto dos Militares). publicada no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 118.PROMOÇÃO . 23 do Regulamento de Promoções de Graduados da Aeronáutica (REPROGAER). limite máximo de tempo de permanência no serviço ativo. nº 67002. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP 9 . Art. em conseqüência. de 19 de dezembro de 2000. de militar e dá 3223 outras O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL .Licenciar o militar. de 2 de fevereiro de 2009. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. que a Base Aérea de Anápolis (BAAN) adote as medidas administrativas a seguir enumeradas: I .Excluir e desligar o militar a contar da data da publicação desta Portaria. do Aluno WELLINGTON MARIANO DE OLIVEIRA. publicado no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 136. à época do efetivo do CIAER. 53 e 54 da Lei nº 9. e III . de 23 de julho de 1993. de 25 de junho de 2003. na graduação de Soldado-de-Primeira-Classe (S1). aprovado pelo Decreto nº 3.Reincluir o militar no Quadro de Soldados (QSD) na graduação de Soldado-dePrimeira-Classe (S1). consoante prevê o § 5º do art. na forma do previsto no art. 95 da Lei nº 6.690. foi exarado o seguinte despacho. de 25 MAIO 2009) 8 . 11. 2º Determinar.Fl. a contar de 25 de junho de 2003. II .784. publicado no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 22.807SECPG. Art. de 3 de fevereiro de 2009. na forma do disposto no art. que tornou sem efeito a Ordem de Matrícula do CB QCB SMU WELLINGTON MARIANO DE OLIVEIRA no Curso de Formação de Cabos (CFC/2003). de 29 de janeiro de 1999. de 25 de junho de 2003.DESPACHO No requerimento em que o 2S BFT (QSS) VALTER DANIEL GUIMARÃES (Nr Ord 3647803). nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.000732/2008-16). resolve: Art. 32 do Regulamento do Corpo do Pessoal Graduado da Aeronáutica (RCPGAER). a contar da data de praça. no uso da atribuição que lhe confere o inciso I do art.REQUERIMENTO . combinado com o disposto nos art. Anula promoção providências. . no dia seguinte à data em que completou seis anos de tempo de efetivo serviço. aprovado pelo Decreto nº 881. de 20 de dezembro de 2002. 1º Anular a promoção à graduação de Cabo.

4 da ICA COMGEP 30-4. solicitou movimentação por interesse particular e sem ônus para a Fazenda Nacional (Processo nº 67113. por não ser de interesse da Administração com base nos seguintes fundamentos: 1. (Item 135/1PM/2009) No requerimento em que o 2º Ten QOCON DENT (RDE) ALEXANDRE OLIVEIRA E SILVA (Nr Ord 4357361). Por ter recebido parecer desfavorável do COMGAP. por delegação de competência estabelecida na letra “a”. de 24 de março de 2009).000176/2009-99. ODGSA ao qual sua OM está subordinada (item 2. ODGSA ao qual sua OM está subordinada (item 2.3. de 9 de fevereiro de 2009). de 18 NOV 2008.001611/2009-62.5 da ICA COMGEP 30-4. da Portaria DIRAP nº 3533/GAB. 2009)”. foi exarado o seguinte despacho pelo Exmo Sr Diretor de Administração do Pessoal: “INDEFERIDO. Por ter recebido parecer desfavorável do COMGEP. Por não possuir o tempo mínimo de efetivo serviço na sua atual localidade para ser movimentado (item 2. de 29 de abril de 2009).3. Inciso I.6. de 29 de abril de 2009).” (Item 133/1PM/2009) No requerimento em que o Cap Med (CGE) DALTON MUNIZ SANTOS (Nr Ord 3264351). e 2. do PAMA LS. art. foi exarado o seguinte despacho pelo Exmo Sr Diretor de Administração do Pessoal: “INDEFERIDO. foi exarado o seguinte despacho pelo Exmo Sr Diretor de Administração do Pessoal: “INDEFERIDO. de 18 NOV 2008.4 da ICA COMGEP 30-4. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.5. por não ser de interesse da Administração com base no seguinte fundamento: . 2009)”.1 da ICA COMGEP 30-4.001041/2009-63. solicitou movimentação por interesse particular e sem ônus para a Fazenda Nacional (Processo nº 67437.5 da ICA COMGEP 30-4. solicitou movimentação por interesse particular e sem ônus para a Fazenda Nacional (Processo nº 67433. por não ser de interesse da Administração com base nos seguintes fundamentos: 1. de 01 AGO 2006: “ARQUIVE-SE.Fl. (Item 134/1PM/2009) No requerimento em que o 2º Ten QOCON MED (URO) ONASSIS BOILEAU GORGÔNIO GOUVEIA NÓBREGA (Nr Ord 6011004).1. de 6 de março de 2009). do HARF. 1°. publicada no Aditamento ao Boletim do Comando da Aeronáutica nº 218.3. do HAAF. e 3. Por não haver vaga nas OM pleiteadas pelo militar no referido Processo (item 2. 2009). aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM.1. de 25 MAIO 2009) 3224 pelo Exmo Sr Vice-Diretor de Administração do Pessoal. aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM. 2. Por não haver vaga na localidade pleiteada pelo militar no referido Processo (item 2. tendo em vista já ter sido movimentado de acordo com a Portaria DIRAP 5953/1PM.

nessa data. sido julgado incapaz definitivamente para o serviço militar. alterada pela Lei nº 7. a contar de 09 SET 2008. no uso da competência delegada pela letra “d” do inciso I do art. nos termos do inciso II do art. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. PORTARIA DIRAP Nº 2. 1º da Lei nº 7. O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. aprovada pela Portaria COMGEP nº 55/2EM. de 25 MAIO 2009) 3225 1. de 01 AGO 2006. 1º. DE 21 DE MAIO DE 2009. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.” (Item 136/1PM/2009) 10 .02.580.880.4 da ICA COMGEP 30-4. 110 da Lei nº 6. no uso da competência delegada pela letra “d” do inciso I do art. considerando o que consta no processo nº 67010. combinado com a letra “b” do § 2º e § 1º do art. nos autos da Ação de Procedimento Ordinário nº 2000. de 09 de dezembro de 1980.533/GAB. inciso I. em face da delegação de competência estabelecida no art. 106.Fl. de 23 DEZ 1986. alínea “d”. resolve: Reformar o Soldado de Primeira-Classe FRANKLIM ALENCAR BARBOSA (Nr Ord 3061434). de 30 ABR 2009. Por não haver vaga na OM pleiteada pelo militar no referido Processo (item 2.51. e tendo em vista o art. de 09 DEZ 1980.880.568/3RC.569/3RC. de 01 AGO 2006.533/GAB. Brig do Ar OSMAR ANTONIO GADDO Vice-Diretor da DIRAP 11 . com os proventos da graduação de Terceiro-Sargento.533/GAB. de 29 de abril de 2009). inciso V do art. em virtude de ter.000332/2009-92 e em cumprimento à decisão judicial proferida pelo Juízo da 4ª Vara Federal de Niterói/RJ. 1º da Portaria DIRAP nº 3. Sessão nº 0017. 98. conforme parecer da Junta Superior de Saúde do Comando da Aeronáutica.TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA O VICE-DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL.666. de acordo com o inciso II do artigo 104. inciso V do artigo 108. impossibilitado total e permanentemente para qualquer trabalho. inciso II do artigo 106. alterado pelo art. de 01 AGO 2006. DE 21 DE MAIO DE 2009.000627/2009-79.880. artigo 109 e § 1º e alínea “c” do § 2º do artigo 110.005200-3. de 09 DEZ 1980. resolve: . todos da Lei nº 6. de 22 AGO 1988. da Lei nº 6. inciso I.1. 108. e considerando o que consta no processo nº 67281. 1º da Portaria DIRAP nº 3. data de seu licenciamento. letra “c”. resolve: Reformar o Terceiro-Sargento da Reserva Remunerada DALCY PEREIRA DA SILVA (Nr Ord 0143243).REFORMA PORTARIA DIRAP Nº 2. a contar de 07 de agosto de 2000. da Portaria DIRAP nº 3.

28 da Medida Provisória nº 2. de 18 JUL 2002. 1º. (COMAR 6) Brig Ar OSMAR ANTONIO GADDO Vice-Dir da DIRAP CIVIL 1 . código FGR . por haver atingido em 21 MAIO 2009. 3226 Transferir para a reserva remunerada o 3S SGS (QESA) HAROLDO CRISÓSTOMO RAMOS (Nr Ord 1012134). a idade limite de permanência no serviço ativo. de acordo com o art.215-10. da servidora SONIA MARIA COVA DA SILVA. 28 da Medida Provisória nº 2.880. 1º. da Lei nº 6.Fl. regulamentada pelo Decreto nº 4. classe “S”. Transferir para a reserva remunerada o 3S SAD (QESA) ALMIR JOSÉ BATISTA (Nr Ord 0129712). de 19 de junho de 2008. de 18 de junho de 2008. alterado pelo art.SUSPENDE A CONCESSÃO PORTARIA DIRAP Nº 2571/1PC. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.307. de 31 AGO 2001.880. de acordo com o art. DE 21 DE MAIO DE 2009. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. e o que consta na Instrução Normativa MARE nº 4. código 481004. resolve: . resolve: Suspender a concessão e o pagamento da Função Gratificada. inciso II. da Lei nº 6. Art.001863/2009-DV).880.º 32/SPC/13. de 09 DEZ 1980. com a remuneração a que fizer jus. alterado pelo art. NI. de 09 DEZ 1980. inciso II. da Lei nº 6. e o que consta na Instrução Normativa MARE nº 4. de 18 de junho de 2008. DE 21DE MAIO DE 2009. Agente Administrativo.880. no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria COMGEP nº 434/GC3. 96. DE 21 DE MAIO DE 2009. Art. (BASC) PORTARIA DIRAP Nº 2.FUNÇÃO GRATIFICADA . 50. inciso X. regulamentada pelo Decreto nº 4.GABAP/DPC – Prot. inciso II. de 19 de junho de 2008. inciso X. observando o art.3. de 03 de maio de 1994. padrão III. de 03 de maio de 1994. observando o art. COMAER 67246. da Lei nº 6. de 25 MAIO 2009) PORTARIA DIRAP Nº 2. no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria COMGEP nº 434/GC3. 96.556/1RC. por haver atingido em 21 MAIO 2009. inciso II. publicada em DOU nº 116. n. em virtude de Licença – Prêmio por Assiduidade (MD. 50.307.215-10. SIAPE nº 0194250. no período de 04 de maio a 03 de junho de 2009. PORTARIA DIRAP Nº 2572/1PC. de 18 JUL 2002.05. DE 21 DE MAIO DE 2009. de 09 DEZ 1980. O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL. de 09 DEZ 1980.09. com a remuneração a que fizer jus. a idade limite de permanência no serviço ativo. de 31 AGO 2001.557/1RC. publicada em DOU nº 116.

esta deverá providenciar a alteração sistêmica cadastral do servidor. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP 2 . padrão III. de 25 MAIO 2009) 3227 Suspender a concessão e o pagamento da Função Gratificada. Diretores. SIAPE nº 0194448. Sa. em virtude de Licença – Prêmio por Assiduidade (MD./V. b) na existência de beneficiários a serem habilitados. os procedimentos sistêmicos necessários a serem efetuados no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos – SIAPE. Exa.3. via 1º Despacho. c) após a publicação do Ato de Concessão da Pensão pela DIRAP e a confecção do respectivo Título de Pensão pela SDIP. em caso de falecimento de servidores em atividade.16 e subitem 14. no SIAPE. que o envia a OM de origem. no SIAPE. determinar aos setores responsáveis a observância da sequência de procedimentos descritos abaixo: a) no falecimento do servidor ativo.º 19/SPC/18. a OM de origem deverá observar que o cadastro tem que estar na condição de “SUSPENSO DE PAGAMENTO”. classe “S”. deverá efetuar a vacância do cargo por meio da transação CAVAEXCEP ( a própria transação solicita os dados do óbito). solicito a V. por meio da transação CDATSITFUN. de 21 de maio de 2009 Assunto: Procedimentos no SIAPE referentes a servidores civis que falecem em atividade. n. da servidora DJANIRA DE ARAUJO CARVALHO. a OM de origem encaminhará requerimento para concessão da pensão civil.Fl. Comunico aos Senhores Comandantes. tendo em vista o estabelecido na ICA 47-3. de 18 JUN 2003. código FGR .16. ao Diretor de Administração do Pessoal. a fim de evitar transtornos financeiros. 2.05. Secretário e Chefes de Organizações Militares do Comando da Aeronáutica .09. NS. de posse da certidão de óbito. código 480061. Assistente Social.COMAER. de Ativo Permanente (EST-01) para a situação de Instituidor de Pensão (EST-15).1 da ICA 47-3.001947/2009-DV). 1. Habilitação à Pensão Civil. e) dados solicitados pelo SIAPE: UORG DE CONTROLE DE BENEFICIÁRIO TIPO DE INSTITUIDOR MATRÍCULA DO SERVIDOR ou NOME DO SERVIDOR ou CPF DO SERVIDOR ou UF IDENTIFICAÇÃO ÚNICA MATRÍCULA DO INSTITUIDOR NOME DO BENEFICIÁRIO NOME DA MÃE NÚMERO SERPRO APSIS CEP . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.GAP RJ– Prot. Visando melhorar a eficiência na gerência dos servidores civis. principalmente. a OM de origem. d) ao incluir o beneficiário por meio da transação CDINPSBENE. no período de 04 de maio de 2009 a 27 de fevereiro de 2010. COMAER 67246. após cumprimento do item 14.PROCEDIMENTOS NO SIAPE COMUNICADO DIRAP Nº 3/6PC.

de se proceder à conferência dos nomes dos servidores incluídos.16. a O. orientar aos setores de recursos humanos da importância da captação correta dos dados relativos ao óbito. Destaco a obrigatoriedade dos setores de Recursos Humanos competentes. no SIAPE. Exa/V. no batimento de dados do Cadastro Nacional de Óbitos (SCO). Sa. por meio de Comunica SIAPE /Mensagem Direta /Ofício ou Fax. com o seu cadastro completo e na condição de “PAGAMENTO SUSPENSO”. com vistas à correção de pendências sistêmicas. previstos nos subitens 14. e i) a liberação do pagamento da pensão.14 e 14.Fl. não devem ser lançados. 5. difundidos aos elos do sistema SIAPE. responsáveis pela correção do cadastro do servidor. deverá ser pelo mnemônico FPSRPSPAGTO. É importante lembrar a . pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. junto aos cartórios e/ou familiares. mensalmente.. Cabe ressaltar. h) a nova Unidade Pagadora de Inativos deverá acessar o SIAPE.1 da ICA 47-3. ocasionadas principalmente por erros cadastrais. no SIAPE. 4. Orçamento e Gestão (SRH/MPOG). e Benef. 3. de parte da pensão ao proposto beneficiário. g) a nova Unidade Pagadora de Inativos deverá ser notificada da liberação do instituidor e beneficiário pela OM de origem. dando atenção à conferência de todos os dados cadastrados para posterior liberação do pagamento da pensão que se encontra suspenso. se for o caso. de origem deverá fazer a mudança de UPAG. de 25 MAIO 2009) MATRÍCULA OUTRAS MATRÍCULA AIPEFAZ MATRÍCULA SIAPE (NES84) DATA DE NASCIMENTO SEXO CPF NÚMERO DE PROCESSO QUANTIDADE DE DEPENDENTES PARA IMPOSTO DE RENDA (IR) ESTADO CIVIL DADOS DA IDENTIDADE NÚMERO DE REGISTRO ÓRGÃO DE EXPEDIÇÃO UF DADOS DO ENDEREÇO LOGRADOURO BAIRRO MUNICÍPIO UF TELEFONE REPRESENTANTE LEGAL TIPO DE REPRESENTANTE LEGAL DADOS DA CONTA CORRENTE (BENEFICIÁRIO) NÚMERO DO BANCO NÚMERO DA AGÊNCIA NÚMERO DA CONTA CORRENTE UORG DE LOCALIZAÇÃO DADOS DO BENEFÍCIO TIPO DE PENSÃO NATUREZA DA PENSÃO DATA DE INÍCIO DO BENEFÍCIO DATA TÉRMINO BENEFÍCIO INDICADOR DE ÓRGÃO DE PAGAMENTO 3228 f) após providenciar a inclusão do beneficiário de pensão. ainda. pela nova Unidade Pagadora de Inativos.14. que adiantamentos mensais. por meio da transação CDLIPSUPAG (Libera instituidor e beneficiário /Mudança de UPAG). providenciando o “ACEITE” do instituidor de pensão e beneficiário. solicito a V. nova UPAG). M. mediante cobrança da documentação necessária. uma vez que o pagamento do servidor estará suspenso. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. na oportunidade. no SIAPE. Assim sendo.16. por meio da transação CDACPSUPAG (Entrada Inst. para a Organização Pagadora de Inativos.

no uso das atribuições que lhe confere o artigo 10. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. de 16 de março de 2005. posteriormente.DIRETORIA DE ENGENHARIA DA AERONÁUTICA (Sem alteração) SEÇÃO III . em conformidade com a Lei nº 3. aprovado pela Portaria nº 317/GC3. mediante a concessão da habilitação de pensão. e em face do contido na Portaria nº 37/DIRINT. ficando vinculados às Organizações que antecedem os respectivos nomes: SEGUNDO COMANDO AÉREO REGIONAL . de 24 de novembro de 2005. de 31 de agosto de 2001.II COMAR Beneficiário: DAISY DE CALAZANS SACRAMENTO Título: 0685/09 Matr: 505302-1 Instituidor de Pensão: SO DEVAL FRANCISCO SACRAMENTO BASE AÉREA DE SALVADOR . aos beneficiários abaixo. e tendo em vista os processos correspondentes.BASV Beneficiário: MAURO PINTO SERGIO JUNIOR Instituidor de Pensão: 2S MAURO PINTO SÉRGIO Título: 0705/09 Matr: 505309-9 PAGADORIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA AERONÁUTICA – PIPAR Beneficiário: REGINA HERCULANO SEBASTIÃO Título: 0370/09 Matr: 505194-0 Instituidor de Pensão: 1º TEN ALBERTO MARTINS ALFAYA Beneficiário: ALCIDEA SANTOS DA ROCHA Título: 0688/09 Beneficiário: ANTONIA BIANCA ROSA DA SILVA SANTOS Título: 0691/09 Beneficiário: CRISTIANE ROSA DA SILVA SANTOS Título: 0689/09 Beneficiário: MARIA CRISTINA SANTOS DE SOUZA Título: 0690/09 Instituidor de Pensão: T1 ALOIZIO PEREIRA DOS SANTOS Matr: 505303-0 Matr: 505306-4 Matr: 505304-8 Matr: 505305-6 .765. Maj Brig Ar LUIZ CARLOS TERCIOTTI Dir da DIRAP SEÇÃO II .Fl. RESOLVE: Conceder Pensão Militar. que será realizado.PENSÃO MILITAR – CONCESSÃO E VINCULAÇÃO DE PENSIONISTA O SUBDIRETOR DE INATIVOS E PENSIONISTAS. do Regulamento da Diretoria de Intendência. de 25 MAIO 2009) 3229 necessidade do acerto financeiro. de 4 de maio de 1960 e ou Medida Provisória nº 2215-10.DIRETORIA DE INTENDÊNCIA 1 .

BAFL Beneficiário: LUZIA OLIVEIRA DA SILVA Título: 0733/09 Matr: 505315-3 Instituidor de Pensão: SO PLÁCIDO JOSÉ DA SILVA FILHO (Item 37/SDIP/2009) .Fl.AFA Beneficiário: ANA LUCIA TOMAZ Título: 0575/09 Matr: 505268-8 Instituidor de Pensão: SO CARMELIO SABINO DE ANDRADE BASE AÉREA DE FLORIANÓPOLIS . de 25 MAIO 2009) 3230 Beneficiário: EDY PEREIRA DO NASCIMENTO Título: 0510/09 Matr: 505256-4 Instituidor de Pensão: 1º TEN ANTONIO JACINTHO PEREIRA Beneficiário: MARIA LIBIAN CARDOSO ALVES Título: 0695/09 Matr: 505308-0 Instituidor de Pensão: CB CLARIBALTE DOS ANJOS CARDOSO Beneficiário: VERA LUCIA DO CARMO BOTELHO Título: 0426/09 Matr: 505232-7 Instituidor de Pensão: 3S FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA BOTELHO Beneficiário: EUNICE CORREA DE SOUZA Instituidor de Pensão: SO JAIME ARNALDO DE MELO Beneficiário: AINA MARIA MONTEIRO RAMOS Instituidor de Pensão: CAP JULIO DA SILVA MONTEIRO Título: 0792/09 Matr: 852618-4 Título: 0721/09 Matr: 852587-0 Beneficiário: MARIA MADALENA RODRIGUES Título: 0728/09 Matr: 505314-5 Instituidor de Pensão: 2S LUIZ CLAUDIO VICTOR PAULINO Beneficiário: LENY DE MATTOS CASTELLO BRANCO Título: 0664/09 Matr: 505301-3 Instituidor de Pensão: TEN CEL RINALDO LYRA CASTELLO BRANCO QUARTO COMANDO AÉREO REGIONAL .IV COMAR Beneficiário: HILDA MARTINS SASSO Instituidor de Pensão: SO DOMINGOS SASSO Título: 0746/09 Matr: 505318-8 Beneficiário: ISABELLA ELISIA COSTA ANDRADE Título: 0660/09 Matr: 505300-5 Instituidor de Pensão: 2S EDILSON FRED ASSUNÇÃO DE ANDRADE Beneficiário: KATIA DA SILVA OLIVEIRA Título: 0725/09 Matr: 505313-7 Instituidor de Pensão: TM OSVALDO ALVES DE OLIVEIRA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.

ficando vinculados às Organizações que antecedem aos respectivos nomes: PST/GRD NOME TÍTULO 0512/09 0522/09 0470/09 0473/09 0475/09 0541/09 0500/09 0519/09 0560/09 0471/09 0550/09 0497/09 0516/09 0527/09 0559/09 MATRÍCULA 051138 2 160541 0 044842 044946 156966 080221 107159 119778 7 6 0 2 9 9 PRIMEIRO COMANDO AÉREO REGIONAL – I COMAR CAPR/1 PAULO DA CONCEIÇÃO OLIVEIRA SORR ANTONIO CARLOS FERREIRA DA SILVA SEGUNDO COMANDO AÉREO REGIONAL – II COMAR CELR/1 DILSON MARIO BEZERRA DE SOUZA CELR/1 JORGE LUIZ DA SILVA PEREIRA TEN CELR/1 ULISSES CORTES OLIVEIRA CAPR/1 JOSÉ CARLOS FLORENCIO DA SILVA SORR DAVI ANDRADE DE CARVALHO SORR LUIZ CLAUDIO DE SALES BASE AÉREA DE FORTALEZA – BAFZ 3SRR JOÃO ALBERTO VIEIRA PAIVA BASE AÉREA DE NATAL – BANT TEN CELR/1 EDUARDO WOHLERS BACHOLSKY CAPR/1 GOTARDO BEZERRA MARTINS JUNIOR SORR PAULO ROBERTO CAMERA ANSEL 3SRR JOÃO BENJAMIN CAVALCANTE FILHO BASE AÉREA DE SALVADOR .215-10. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 10.Fl. de 24 de novembro de 2005. e Medida Provisória nº 2. RESOLVE: Emitir os Títulos de Proventos relativos aos militares abaixo relacionados. do Regulamento da Diretoria de Intendência. transferidos para a inatividade de acordo com a Lei nº 6.BASV SORR MELCHIZEDEC SOARES DOS REIS 3SRR GIOVÃ MACIEL DAS NEVES 330460 4 196116 012719 080353 101488 0 1 7 9 161870 9 109885 3 095070 094619 137421 271482 268910 199952 118760 114908 0 2 4 5 3 4 0 3 PAGADORIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA AERONÁUTICA – PIPAR CELR/1 MIGUEL FERNANDES FREIRE 0468/09 CELR/1 NELSON HITOSHI KAMINO 0467/09 TEN CELR/1 MARIA MADALENA TOMOKO KAWASAKI CAVALCANTI 0540/09 TEN CELR/1 NADIA REGINA OLIVEIRA QUEIROZ DE SOUZA 0469/09 TEN CELR/1 SANDRA HELENA MARQUES DE SANTANA 0503/09 MAJR/1 MARTIM ROBERTO MATSCHINSKE 0542/09 CAPR/1 ADEMILSON DOS SANTOS 0556/09 SORR LUIZ FERNANDO MAESTRI 0488/09 . de 31 de agosto de 2001. e tendo em vista os processos correspondentes.PROVENTOS NA INATIVIDADE DE MILITAR . em face do contido na Portaria nº 37/DIRINT. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. de 25 MAIO 2009) 2 .880.EMISSÃO DE TÍTULOS 3231 O SUBDIRETOR DE INATIVOS E PENSIONISTAS. de 09 de dezembro de 1980.

BACG CAPR/1 CARLOS GONÇALVES LOPES SORR OSCAR FERNANDES COIADO JUNIOR 3SRR NARDELI LOPES BARBOSA 1142/08 0507/09 0451/09 0438/09 0508/09 0539/09 0564/09 0495/09 0494/09 0506/09 0565/09 0552/09 0496/09 0498/09 121287 118654 159087 011265 125680 116524 099236 045889 128757 122922 099880 7 0 1 8 7 0 4 9 5 2 0 095583 3 127633 6 097979 1 104717 5 127346 9 ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA – EEAR CELR/1 DOMINGOS JORGE DE CARVALHO GONÇALVES 0472/09 SORR SOLINEI DE CASTRO BASTOS 0485/09 GRUPAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA E APOIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS .EPCAR SORR JOSÉ EDUARDO BALBINO DE SÁ 3SRR CARLOS DIAS PEIXOTO FILHO .CIAAR 0511/09 0486/09 0509/09 0533/09 0492/09 3232 002188 1 050367 3 055533 9 100916 8 100877 3 PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DE LAGOA SANTA . de 25 MAIO 2009) CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CAPR/1 MARCOS JUNGLAS MIRANDA TEÓFILO 2SRR NELSON ASSUNÇÃO DE MORAES 2SRR WLADIMIR JOSE FERREIRA ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO AR .PAMA-LS 2SRR ANTONIO BERNARDO DA COSTA 0521/09 097092 1 QUARTO COMANDO AÉREO REGIONAL – IV COMAR TEN CELR/1 JOSE DE SOUZA JUNIOR SORR JOSE RICARDO DE MORAES SANTIAGO SORF MARCO AURELIO GARCIA SORR VANDERLAN APARECIDO ALEXANDRE 2SRR ESEM DUTRA DA TRINDADE 3SRR MOISES CUSTÓDIO BESERRA 3SRR SERGIO ALVES DE SOUZA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA – AFA SORR RONALDSON DA SILVA LOUREIRO 2SRR JAYME DELLA COLLETA 3SRR JORGE LUIZ AZEVEDO DIAS 3SRR JOSE MARCOS THEODORO BASE AÉREA DE CAMPO GRANDE . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.BAFL CAPR/1 JOEL ELOI BELO 0481/09 0348/09 0563/09 127543 7 411651 8 004539 0 .GIA – SJ SORR CESAR HENRIQUE CHAVES DE CARVALHO 0491/09 080535 1 QUINTO COMANDO AÉREO REGIONAL – V COMAR SORR AUGUSTINHO MAI S2RF EDUARDO SOARES VALENÇA BASE AÉREA DE FLORIANÓPOLIS .Fl.

N. da ICA 10-1/2005. O DIRETOR DA DIRSA. no período de 15/04 à 14/05/09. de 25 MAIO 2009) 3233 SEGUNDO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AÉREA E CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. de 6 de junho de 2007. DE 13 DE ABRIL DE 2009. Ordem 413073-1. em São Paulo-SP. do efetivo do HCA.2. para prestar serviços médicos hospitalares. na especialidade de Psiquiatria. Ordem 387913-5. e o disposto no Aviso nº 04/GC6/9.VII COMAR 3SRR RONALDO NELSON DA FONSECA LIMA 0531/09 2352/05 0513/09 087984 3 058543 2 114077 9 (Item 36/SDIP/2009) SEÇÃO IV . no Hospital de Aeronáutica de São Paulo.5. 2º Designar o 1T Méd SIDNEY FERNANDO MERINO ARCE. e de acordo com o disposto no item 6. no uso das atribuições que lhe confere o Regulamento da DIRSA.DESIGNAÇÃO PORTARIA DIRSA Nº 009-T/DA. para prestar serviços médicos hospitalares. em São Paulo-SP. conforme previsto no § 2º do artigo 1º da Portaria nº 1. Designa militares para prestarem serviços médicos hospitalares. no Hospital de Aeronáutica de São Paulo a realizar-se no período de 15 de abril a 13 de julho de 2009.CINDACTA2 CELR/1 CARLOS MAGNO GONÇALVES 0474/09 045174 6 TEN CELR/1 EDUARDO TEMPORIM 2277/06 041574 0 SEXTO COMANDO AÉREO REGIONAL – VI COMAR SORR JOSÉ MAURÍCIO CAMISÃO DE CASTRO 3SRR EDUARDO SOUZA SILVA SÉTIMO COMANDO AÉREO REGIONAL .005/GC6. de 16 de março de 2005. no Hospital de Aeronáutica de São Paulo. 1º Designar o 1T Méd JAIRO ALVES DA SILVA. de 31 de agosto de 2005. no período de 15/05 à 13/06/09. aprovado pela Portaria nº 313/GC3.DIRETORIA DE MATERIAL AERONÁUTICO E BÉLICO (Sem alteração) SEÇÃO V . de 26 de março de 2009. .1.Fl. resolve: Art.DIRETORIA DE SAÚDE 1 . do efetivo do HCA. N. na especialidade de Psiquiatria. Art. na especialidade de Psiquiatria. e consoante a aprovação do COMGEP constante do Fax nº 43/3EM/446. republicado no BCA nº 108.

Nível Intermediário. de 25 MAIO 2009) 3234 Art. Art. do efetivo do HCA.003381/2008-62 ARI MATOS CARDOSO (DOU nº 47. de 11 MAIO 2009) . de 14 de abril de 2000. 37 da Lei n° 8. em São Paulo-SP. no período de 14/06 à 13/07/09.870 Cargo : Datilografo.Fl. para prestar serviços médicos hospitalares. Classe “S”.112.660.DEMAIS MINISTÉRIOS 1 . 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. deverá ser utilizado o motivo do COMGEP para a dedução dos custos. com a redação dada pela Lei n° 9. de 10 de dezembro de 1997. e o disposto no art. Art. no Hospital de Aeronáutica de São Paulo. Ordem 381162-0. de 11 de dezembro de 1990. Padrão III Código da vaga : 412635 Do : Ministério da Defesa Para : Comando da Aeronáutica – Hospital de Aeronáutica dos Afonsos Contrapartida Servidor : ( Cargo Vago) Cargo : Agente Administrativo. Classe “S”. Maj Brig Méd JOSÉ ANTONIO MONTEIRO Diretor de Saúde SEXTA PARTE ATOS DAS DEMAIS AUTORIDADES SEÇÃO I . Orçamento e Gestão Processo n° 60583. 4º Para pagamento do direito remuneratório de ajuda de custo. Padrão III Código de vaga : 085212 Do : Comando da Aeronáutica Para : Ministério do Planejamento. N. resolve redistribuir: PORTARIA SEORI N° 316/MD DE 10 DE MARÇO DE 2009 Servidora : MARIA CRISTINA SILVA CUNHA Matricula SIAPE n° : 0. na especialidade de Psiquiatria. de 20 de maio de 2008. de conformidade com a delegação de competência outorgada pela Portaria n° 808/MD.REDISTRIBUIÇÃO O SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA.527. 3º Designar o 1T Méd SERGIO MENEZES ANDRAUS GASSANI. nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094. e considerando a Portaria MP n° 57.

SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (Sem alteração) SEÇÃO V .COMANDOS DA MARINHA E DO EXÉRCITO (Sem alteração) SEÇÃO VII . de 25 MAIO 2009) SEÇÃO II .CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (Sem alteração) SEÇÃO IV .GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (Sem alteração) SEÇÃO VI .TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (Sem alteração) GERSON CHERUBIM DOS SANTOS CASTRO Cel Int Ch do CENDOC .Fl.SECRETARIAS DE ESTADO (Sem alteração) 3235 SEÇÃO III . nº (Continuação do Boletim do Comando da Aeronáutica nº 094.

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PESSOAL PCA 30-2 PLANO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HUMANOS DO DECEA 2009 .

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PESSOAL PCA 30-2 PLANO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HUMANOS DO DECEA 2009 .

) . 2o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. de conformidade com o previsto no inciso IV do art. Art. 191 do Regimento Interno do Comando da Aeronáutica. de 7 de julho de 2005. DE 29 DE ABRIL DE 2009.220/GC3. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO. Ten Brig Ar RAMON BORGES CARDOSO Diretor-Geral do DECEA (Publicada no BCA nº 094. de 25 de maio de 2009. 1o Aprovar a reedição do PCA 30-2 “Plano Estratégico de Recursos Humanos do DECEA”. resolve: Art. 3o Revoga-se a Portaria DECEA nº 92/DGCEA. Art. que com esta baixa. de 30 de novembro de 2004. Aprova a reedição do Plano Estratégico de Recursos Humanos do DECEA.MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 120/DGCEA. aprovado pela Portaria no 1. publicado no BCA nº 146. de 8 de agosto de 2005.

.................................................................................................2 PRINCÍPIOS GERAIS......... 16 5 DETERMINAÇÃO DAS NECESSIDADES .............................................. 10 2................................................................................................Resumo de oficiais por habilitação ...... 21 Anexo B ..................................Redimensionamento de SO/Sgt nos Destacamentos ............. 9 2 FUNDAMENTOS DO PLANO............................................................................. 19 REFERÊNCIAS .................................PCA 30-2/2009 SUMÁRIO PREFÁCIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ........................................... 10 2....................... 18 6 DISPOSIÇÕES FINAIS ................................................................................................ 13 3.................... 9 1................................................................... MODIFICAÇÃO E EXTINÇÃO DE ÓRGÃOS .............1 CRIAÇÃO................................................................... 13 3............................................................................. 11 3 MODELO DE GESTÃO .................................................................................. 9 1......................................Redimensionamento de Oficiais nas OM-Sede .................................................................................................................................................................................................................3 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RH PARA O DECEA...........................................Redimensionamento de Oficiais nos Destacamentos ..................................... 14 4 CRITÉRIOS ESTABELECIDOS .......1 FINALIDADE.......2 ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO ....................................................................................................................1 GERENCIAMENTO GLOBAL ....4 ÁREA ADMINISTRATIVA ....................................2 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL ..... 15 4.........................................................................................1 ASPECTOS GERAIS ............ 13 3.......................................................................................................................................................................1 PRINCÍPIOS BÁSICOS ........................... 22 Anexo C ...................... 24 Anexo D .............................. 15 4................................3 CENÁRIO DESEJADO....................................................................2 COMPETÊNCIA .................... 27 Anexo F ..................................................Resumo de Graduados por habilitação .......... 25 Anexo E .................................................... 9 1......................................................... 10 2.........................................................................3 ÁREA TÉCNICA........ 20 Anexo A .......... 16 4.....................................Redimensionamento de SO/Sgt nas OM-Sede............................................... 28 ............................................................................................. 18 5...........................................2 ÁREA OPERACIONAL..............3 ÂMBITO .................................................... 15 4................................................. 18 5............................................

Os efeitos da aplicação dessa metodologia elidem os planejamentos ocasionais. inconsistentes. Uma vez que as causas dos desajustes na distribuição de pessoal têm suas raízes nas diversas áreas de atividade do DECEA. a determinação das necessidades. regidas por considerações sobre os critérios a serem levados em conta quando da criação. por meio do qual todas as ações relativas ao gerenciamento dos recursos humanos serão pautadas. e que. normalmente. Em seguida. possibilitando. tornando-se evidentes os benefícios operacionais. os seus fundamentos. em um único documento. consoante com a Política de Pessoal do Comando da Aeronáutica (COMAER). para que as atividades atinjam a máxima eficiência. considerando as variáveis relevantes que regulam e limitam a sistemática adotada na Aeronáutica. técnicos e administrativos. ainda. a racionalização e a transparência no planejamento estratégico dos recursos humanos do DECEA. A seguir. não se firmam como soluções coerentes. com o PERH é aglutinar. . a procedência dos recursos humanos a serem empregados. inicialmente. todos os dados de planejamento voltados para a área de pessoal. transcendendo o âmbito do Subdepartamento de Administração (SDAD). Este Plano aborda. o presente Plano foi concebido de forma a propiciar e a estimular a participação de todas as Organizações Militares (OM) do DECEA no processo de implementação de tal metodologia. ensejando uma consolidação crescente e sustentada das ações a serem adotadas. modificação e extinção de qualquer órgão/OM e. finalmente. é apresentado o modelo de gestão.PCA 30-2/2009 PREFÁCIO O Plano Estratégico de Recursos Humanos (PERH) do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) tem por objetivo principal o estabelecimento de uma metodologia de alocação. adequação e capacitação dos recursos humanos dos órgãos/OM subordinadas ao DECEA que atendam aos diversos Sistemas. alinhavam-se os critérios estabelecidos para a quantificação de pessoal necessária ao fiel cumprimento da missão de cada órgão/OM e. a integração. levando-se em conta os princípios gerais consagrados universalmente e o cenário almejado pelo DECEA. sem olvidar as normas vigentes na administração atual. portanto. O que se busca. Essa metodologia consiste em adotar soluções plausíveis e coerentes com os ditames de um moderno gerenciamento de pessoal. assim.

de forma a atender à demanda com a máxima eficiência possível. sendo seu conteúdo baseado nas informações obtidas dos diversos setores que o compõem. 1. de observância obrigatória. em conjunto com a Vice-Direção e os demais Subdepartamentos do DECEA. destina-se a todos os órgãos/OM do DECEA. .2 COMPETÊNCIA Compete ao SDAD elaborar e manter atualizado o PERH.1 FINALIDADE O presente Plano tem por finalidade orientar as ações necessárias à adequação dos recursos humanos de cada órgão/OM.PCA 30-2/2009 9 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.3 ÂMBITO O presente Plano. 1. tanto nos aspectos quantitativos quanto qualitativos.

de modo a obter o seu aval quanto à prioridade no remanejamento dos recursos humanos disponíveis e ao direcionamento da política de pessoal a ser adotada. 2. é necessário que a D-PRH avalie. soluções integradas com a política geral do DECEA devem ser submetidas a uma perfeita coordenação sistêmica.1. 2. b) dimensionar o efetivo adequado para a concepção. todas as ações resvalam em erros inequívocos.2 PRINCÍPIOS GERAIS 2. 2.2 O levantamento de Recursos Humanos (RH). todas as propostas e solicitações de aumento de efetivo são submetidas à Vice-Direção ou aos Subdepartamentos que detenham o conhecimento técnico da atividade. definindo quadros/especialidades. os .2.1. com o objetivo de assegurar que a programação e a execução das ações adotadas logrem êxito. concluído em 2003 e revisado no biênio 2007/2008. demonstrou que não haveria condições de atendimento a todas as solicitações propostas e que somente o trabalho integrado da Vice-Direção e dos Subdepartamentos poderia minimizar os óbices existentes no processo.1.1.1 A concepção de redimensionamento em vigor está baseada no estreito relacionamento do SDAD com a Vice-Direção e com os demais Subdepartamentos do DECEA. consubstanciados em prol da garantia da soberania nacional. é necessário que haja uma análise criteriosa da necessidade de pessoal pela Divisão de Planejamento de Recursos Humanos (D-PRH). a aplicabilidade da proposta.5 Para que possa haver tal planejamento.1. junto ao Subdepartamento responsável pela atividade em questão.2.1. quantitativo e cronograma de distribuição.6 Uma vez confirmadas as necessidades. d) confrontar com as demais concepções em andamento. 2. a D-PRH deve estar estruturada para interpretar o envolvimento dos recursos humanos na concepção proposta. atividade aglutinadora de diversas funções afins. com parâmetros emanados da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). 2. de coordenação e de controle. vital para a obtenção de resultados profícuos. 2.1 O Controle do Espaço Aéreo. em particular os de planejamento.3 Baseado nesse consenso.1 PRINCÍPIOS BÁSICOS 2.3 Para que tais situações indesejadas deixem de obstruir a continuidade das atividades organizacionais.4 Para todas as implantações ou substituições de órgãos e/ou equipamentos. de modo a: a) analisar o efetivo atual. 2.10 PCA 30-2/2009 2 FUNDAMENTOS DO PLANO 2. c) levantar os impactos causados pela implementação da proposta. 2. é regido por princípios fundamentais da Administração Federal. Como conseqüência.2. e e) obter o aval do Subdepartamento envolvido. sem um planejamento adequado. desperdícios de toda natureza prenunciam as adversidades encontradas por todos os setores.2 A adoção de medidas que ensejem melhor desempenho em todo ambiente organizacional pressupõe a realização de um diagnóstico das áreas a serem corrigidas.

o efetivo militar existente entre as organizações.4 Por fim. acarretando.1 Na nova economia.3.3. como critério crítico.5 Para que as medidas a serem implementadas estejam em consonância com o objetivo final. obrigatoriamente. o da execução dos programas e projetos e da observância das normas que regulam a atividade específica do processo controlado.2 Para fazer frente a esses infortúnios. 2. em decorrência da escassez de recursos de toda ordem.3. regulamentados por uma norma adequada. 2.3 Historicamente. tanto as da iniciativa privada quanto as das públicas. com isso. proporcionando um preparo capaz de atender. as estruturas devem buscar características que permitam seu funcionamento eficiente. ao máximo.6 O presente Plano representa o instrumento do DECEA para distribuir. visando a otimizá-los.3. adequadamente.4 O gerenciamento global desses recursos humanos carece de uma metodologia que o torne proficiente. as organizações devem estar preparadas para combatêlos. todas as modificações organizacionais têm que considerar. todas as atividades e processos que envolverem o Controle do Espaço Aéreo devem ser suscetíveis de aprimoramentos. 2. uma das formas mais eficazes para atingir tal objetivo. de forma a manter em foco as soluções propostas. as necessidades de pessoal para o cumprimento das respectivas missões. 2.3.3 CENÁRIO DESEJADO 2. os recursos humanos. sejam em nível nacional ou internacional. elementos fundamentais para o pleno cumprimento da missão do DECEA.2. particularmente aqueles relacionados à utilização adequada dos recursos humanos. cuja ineficácia é transparente. sem a necessidade de grandes alterações em seu efetivo. o trabalho administrativo deve ser racionalizado. sendo o fortalecimento de suas capacidades mais produtivas. com a adoção de medidas pertinentes ao alcance de um cenário desejado. a operacionalidade dos Sistemas de interesse do DECEA. Chefe ou Diretor deverá se comprometer na busca de uma profunda análise de todos os processos existentes em suas organizações. a adoção dos seguintes parâmetros: a) a implantação de equipamentos e de sistemas que envolvam a utilização de recursos humanos deverá ser precedida de uma rigorosa avaliação sobre sua real necessidade. 2. com isso. emitir o parecer quanto à distribuição desses recursos. almejando-se. 2. de forma bastante singular. priorizando a distribuição em função da importância de suas missões.2. devendo o SDAD. mediante a simplificação de processos e a supressão de controles que se evidenciarem como puramente formais. o DECEA investe sistematicamente no aperfeiçoamento do seu pessoal e na modernização tecnológica. b) cada Comandante.5 Obedecidos os princípios supracitados. .PCA 30-2/2009 11 2. vislumbra-se um leque de incertezas capaz de abalar a estrutura das organizações. particularmente. a ocupação de posição de referência perante a comunidade internacional vinculada à OACI.3. aos compromissos assumidos. portanto. a fim de racionalizar. Por conseguinte. evitando adotar medidas obsoletas e disformes. compreendendo. bem como aqueles que possam vir a ser admitidos. o controle das atividades e das ações deverá ser exercido em todos os níveis e por todos os órgãos. 2. na sua forma de distribuí-los adequadamente pelos diversos Órgãos/OM subordinadas. tornando-as vulneráveis a todo e a qualquer tipo de ameaça.

e f) o DECEA. a satisfação pessoal e a motivação. por intermédio do SDAD. Chefe ou Diretor deverá cultivar e manter a valorização dos atributos pessoais do seu efetivo. deverá estabelecer. os quais estão intimamente ligados ao emprego eficaz dos recursos humanos.12 PCA 30-2/2009 c) é de vital importância que os gestores de pessoal conheçam a fundo a missão e as atividades de suas organizações. com intuito de compatibilizar os Planos de Unidades Didáticas empregados nos cursos relativos aos especialistas destinados ao DECEA. d) cada Comandante. o moral. proporcionando aos órgãos/OM subordinadas parâmetros para o fiel cumprimento das orientações a serem seguidas. o intercâmbio com as escolas de formação do COMAER. por intermédio de seus Subdepartamentos. normalizará todas as suas atividades. sistematicamente. revendo as normas em vigor que se encontrem desatualizadas. . a fim de propor soluções que atendam às necessidades institucionais e permaneçam na função o tempo suficiente para a apresentação de resultados favoráveis aos órgãos/OM. de acordo com a evolução dos sistemas e equipamentos empregados nos Sistemas de interesse do Departamento. e) o DECEA.

bem como o prazo para que o profissional adquira a habilitação necessária ao seu emprego. Com isso. 3. E e F. 3. propondo mudanças que afetem diretamente as necessidades de recursos humanos. nos limites de sua área de atuação. por organização e habilitação.2 Os Programas acima aludidos têm por finalidade proporcionar aos integrantes do SISCEAB uma complementação na sua formação técnica.1. deverá ser estabelecido o quantitativo de recursos humanos necessário ao atendimento do projeto ou programa. sempre em conjunto com os demais Subdepartamentos.2. de forma . cabendo ao SDAD a atualização das informações.1. 3.4 Incumbe a cada Comandante. etc. no SISCEAB.1.1 A adoção de uma metodologia eficaz para o gerenciamento das atividades organizacionais é fator preponderante para o alcance dos resultados almejados. são adotados os Programas de Atividades de Ensino e Atualização Técnica (PAEAT) e Anual de Cursos Especiais (PACESP). uma vez que suas características intrínsecas influem diretamente nos resultados das ações adotadas. aplicáveis às suas necessidades. principalmente as relacionadas com escalas de serviço. o número mínimo e ideal de profissionais necessários para que cada OM possa desenvolver suas atividades de forma eficiente e segura. analisando o impacto global de recursos humanos nos Sistemas de interesse do DECEA.6 O atendimento das necessidades de recursos humanos dos órgãos estará condicionado ao quantitativo estabelecido nas tabelas constantes dos Anexos A. e vislumbrar. faz-se mister uma atenção mais acentuada. 3.3 O SDAD deverá participar de todo o processo de planejamento de todos os projetos e programas a serem implementados.1. Chefe ou Diretor buscar e analisar outras fontes de capacitação técnica. torna-se inexorável a adoção de uma metodologia para a obtenção. D. 3.2 No que tange aos recursos humanos. eficientemente. na medida em que houver modificações nos serviços prestados e nos tipos de equipamentos de interesse dos usuários dos Sistemas de interesse do DECEA. B. 3. estabelecendo. de forma a atender. 3. horários de trabalho.1. aplicação e capacitação de tais recursos. de forma a dotar aos órgãos/OM de profissionais cuja habilitação seja condizente com o exercício das atividades a desempenhar. antecipadamente.1 Para que as organizações possam desempenhar eficientemente suas competências. junto aos Subdepartamentos e Órgãos Regionais. definida a relação das especialidades dos técnicos a serem empregados.2.2 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL 3.1 GERENCIAMENTO GLOBAL 3.3 Compete ao SDAD gerenciar. à missão de cada órgãos/OM. eventuais óbices que porventura possam comprometer o alcance das metas almejadas. 3. bem como revisar as normas em vigor.2.2. 3.1. coordenar e controlar as atividades de ensino que envolvam recursos financeiros alocados em metas do Programa de Trabalho do DECEA.PCA 30-2/2009 13 3 MODELO DE GESTÃO 3. faz-se mister a adoção de um programa de atualização de seus integrantes. C.5 Os Subdepartamentos do DECEA deverão normalizar as atividades concernentes às suas áreas de atuação.4 Ainda na fase inicial dos projetos.

1 Coordenação Geral: Subdepartamento de Administração do DECEA. e b) Divisão de Capacitação e Treinamento Profissional (D-CTP). 3.3.3.2 Coordenação Executiva: Subdepartamentos de Operações. de forma a possibilitar uma completa absorção dos conhecimentos a serem ministrados. 3.3 Coordenação Setorial: Organizações Militares subordinadas ao DECEA. do DECEA. Técnico e de Tecnologia da Informação.2. constituída pela: a) Divisão de Planejamento de Recursos Humanos (D-PRH).3. 3.3 ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RH PARA O DECEA 3. . 3. Chefes ou Diretores de órgãos/OM indiquem especialistas que satisfaçam a pré-qualificação mínima requerida para os diversos cursos de treinamento.14 PCA 30-2/2009 que o nível de instrução do seu efetivo seja sempre complementado com recursos provenientes do PACESP.5 É de fundamental importância que os Comandantes.

c) horário de funcionamento de cada sala. 4.2.1 Controle de Tráfego Aéreo: a) definição dos órgãos existentes. c) horário de funcionamento.1.1.1 ASPECTOS GERAIS O quantitativo de RH para o exercício das atividades do DECEA obedece a critérios que variam em função da área de interesse do Departamento e da legislação pertinente. e e) número de equipes. b) divisão em categorias de acordo com o número de mensagens ATS e CONFAC veiculadas. e) turno de trabalho. e f) número de equipes. 4.3 Informações Aeronáuticas: a) divisão das salas AIS em civil e militar.2. 4.4 Comunicações: a) definição dos órgãos existentes. c) divisão de cada órgão pelo número de setores ativados.2.2 Meteorologia: a) definição dos órgãos existentes. d) turno de trabalho.1. b) divisão de cada órgão pela quantidade de posições ativadas.1.2. b) divisão de cada órgão pela quantidade de posições ativadas.2 ÁREA OPERACIONAL Devem observados os critérios específicos de cada área operacional para a prestação de serviços. . c) turno de trabalho. e e) número de equipes. 4. b) horário de funcionamento de cada órgão.PCA 30-2/2009 15 4 CRITÉRIOS ESTABELECIDOS 4. d) turno de trabalho. e d) número de equipes. d) carga horária de trabalho. 4.

3 Os dados referentes aos Sargentos do Quadro Especial de Sargentos (QESA). de acordo com as necessidades apresentadas pelo CINDACTA II.3.2 O redimensionamento dos Quadros de Oficiais Médicos e de Infantaria. cujos quantitativos constam nas tabelas dos anexos A.4.3 Tecnologia da Informação. 4.4. o DECEA implementa o quantitativo de recursos humanos tomando como referência a demanda de serviços da área operacional e técnica.3. a área administrativa compatibilizou as necessidades da área operacional e técnica.1 Manutenção de equipamentos elétricos e eletrônicos: a) nível Orgânico (Destacamentos e Órgãos Regionais). 4. 4.3. expedição.3. e o Órgão Regional deverá estar apto a atender prontamente aos serviços mais complexos. 4.4. controle de estoque e administrativas. No entanto. com a orientação e a prescrição de Cadernos de Manutenção Preventiva.3.C e D. c) atendimento ao cliente “help desk” do COMAER.1 O quantitativo de recursos humanos para a área técnica foi estabelecido de forma que a disponibilidade e a segurança da manutenção permitam o máximo de operacionalidade para as atividades dos Sistemas de interesse do DECEA. Cabos (QCB). e c) nível Parque (Órgãos Regionais e PAME-RJ).3 Devem ser observados os critérios específicos de cada área técnica para a prestação de serviços. 4. 4. da Aeronáutica.4 ÁREA ADMINISTRATIVA 4.3.16 4.4. 4. com o propósito de delinear um fluxo de carreira para o militar dentro do SISCEAB. 4.2 Na elaboração do redimensionamento. armazenagem.2 Suprimento Técnico: a) divisão das atividades logísticas em Controle e Sistemas. e d) infra-estrutura de sistemas corporativos em produção.3.2 A manutenção preventiva deverá ser praticada nos três níveis. e b) esforço necessário tendo como base a quantificação das atividades de recebimento. Soldados (QSD) e Taifeiros (QTA) foram estabelecidos em conjunto com o Comando- .1 Em relação à prestação de serviços na área administrativa. além dos encargos administrativos estabelecidos pelo COMAER e OACI. b) desenvolvimento de sistemas estratégicos de interesse corporativo.3 ÁREA TÉCNICA PCA 30-2/2009 4. e das instalações e equipamentos de apoio. 4.B. propondo uma distribuição de pessoal por posto e especialidade. b) nível Base (Órgãos Regionais). foi elaborado.. ficará a cargo da Diretoria de Saúde da DIRSA e do Centro de Operações Terrestres (COTAR) do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) a tarefa de consolidar o redimensionamento desses dois Quadros.3. reparáveis.3. nos Centros de Computação e Órgãos Regionais: a) infra-estrutura de rede do COMAER.

4. . com base nas projeções de efetivo para o COMAER e na formação militar especificado no Plano Plurianual de Pessoal do COMAER (PCA 30-1). não tendo o Órgão Central ingerência em tais processos. Porém.4.PCA 30-2/2009 17 Geral de Pessoal. o seu emprego para o exercício das atividades do SISCEAB foi considerado nas especialidades definidas no redimensionamento. por serem recrutados em nível regional. em complemento às carências encontradas no efetivo.4 Os Oficiais do Quadro de Oficiais Complementar da Aeronáutica (QCOA) e Convocados (QOCON) não estão contemplados neste Plano.

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5 DETERMINAÇÃO DAS NECESSIDADES 5.1 CRIAÇÃO, MODIFICAÇÃO E EXTINÇÃO DE ÓRGÃOS 5.1.1 O tempo médio para que o profissional adquira uma habilitação adequada para o exercício de suas funções em determinada organização é fator limitador para atingir suas metas. Dessa forma, os gestores de pessoal devem elaborar um planejamento mínimo para uma correta adequação de seus recursos humanos. 5.1.2 É fator preponderante que o DECEA, quando da elaboração dos projetos para a criação, modificação ou extinção de seus Órgãos e equipamentos, defina claramente as necessidades de pessoal, bem como as fontes desses recursos. 5.2 ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO 5.2.1 A origem e a distribuição de recursos humanos contemplam as ações que visam a garantir a existência de militares e civis em todos os setores, em quantidade que atenda à demanda exigida. Essas ações relacionam-se diretamente com o efetivo existente, as movimentações de militares e o planejamento de ingresso na Força. 5.2.2 Tal quantitativo, na impossibilidade de preenchimento por militares de carreira, deverá ser complementado com o ingresso de oficiais do Quadro Complementar de Oficiais da Aeronáutica (QCOA), de civis oriundos de concurso público, de militares da reserva remunerada mediante a prestação de Tarefa por Tempo Certo (TTC) e, ainda, com o aproveitamento de praças especializados.

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6 DISPOSIÇÕES FINAIS 6.1 Este Plano constitui a base para o planejamento de recursos humanos no âmbito do DECEA, apresentado ao COMGEP em reuniões com a 1ª Subchefia do Estado-Maior, no mês de novembro dos anos de 2007 e 2008, com vistas a subsidiar estudos para a revisão da TLP e da Lei de Fixação do Efetivo da Aeronáutica, em tempo de paz. 6.2 Por se tratar de temporalidade plurianual, necessitará, ainda, de ajustes, adaptando-se à política de pessoal estabelecida pelo Conselho de Planejamento de Pessoal do COMAER (CONPLAP), a fim de que sejam atingidos os resultados que reflitam, de forma racional e comedida, as reais necessidades sistêmicas. 6.3 O SDAD, em conjunto com a Vice-Direção e os demais Subdepartamentos e aos órgãos/OM subordinadas, deverá realizar, anualmente, a reavaliação do presente Plano e, de acordo com a evolução dos resultados, propor a incorporação das mudanças, quando verificada a ativação ou desativação de órgãos e/ou sistemas. 6.4 Os casos não previstos neste Plano serão submetidos à apreciação do Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, por intermédio do SDAD.

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REFERÊNCIAS BRASIL. Lei no 11.320, de 6 de julho de 2006. Fixa os efetivos do Comando da Aeronáutica em tempo de paz e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, [Brasília, DF], 07 jul 2006. BRASIL. Comando da Aeronáutica. Comando-Geral do Pessoal. Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica. Confecção, Controle e Numeração de Publicações: ICA 5-1. [Rio de Janeiro], 2004. _______. Norma do Sistema de Pessoal da Aeronáutica: NSCA 30-1. [Brasília, DF], 09 out. 2003. _______. Estado-Maior da Aeronáutica. Glossário da Aeronáutica: MCA 10-4. [Brasília, DF], 30 jan. 2001. _______. Departamento de Controle do Espaço Aéreo. Procedimentos para Homologação, Efetivação e Atividade de Sistemas e Órgãos Operacionais no Âmbito do DECEA: MCA 63-4. [Rio de Janeiro], 2006. ______. Comando-Geral do Pessoal. Portaria no R-886/GC1, de 6 de setembro de 2006. Aprova a Tabela de Lotação de Pessoal das Organizações do Comando da Aeronáutica. Boletim Reservado do Comando da Aeronáutica, [Brasília, DF], 15 set 2006. _______. . Plano Plurianual de Pessoal.: PCA 30-1. [Brasília, DF], 30 jun 2008.

Redimensionamento de Oficiais nas OM-Sede CINDACTA III CINDACTA IV CINDACTA II CINDACTA I 1°/1° GCC 2°/1° GCC 3°/1° GCC 4°/1° GCC 21 5°/1° GCC 4 1 1 1 1 8 PAME-RJ SRPV-SP CCA-BR CISCEA CCA-RJ CCA-SJ DECEA 1° GCC CGNA PACT GEIV ICEA Aviador Intendente Infantaria Administração de Empresas Análise de O&M Análise de Sistemas Arquivologia Assistência Social Biblioteconomia Capelão Ciências Contábeis Odontologia Ciências Econômicas Enfermagem Engenharia Cartográfico Engenharia Civil Engenharia Computação Engenharia Elétrico Engenharia Eletrônico Engenharia Infra-Estrutura Engenharia Mecânico Engenharia Telecomunicações Estatística Farmácia Fisioterapia Fonoaudiólogia Jornalismo Médicina Nutrição Pedagogia Psicólogia QOEA ANV QOEA ARM QOEA COM QOEA CTA QOEA GDS QOEA MET QOEA MUS QOEA SIA QOEA SUP QOEA SVA QOEA SVE QOEA SVH QOEA SVM QOEARM QOEAV QOECOM QOECTA QOEFOT QOEMET QOESUP Relações Públicas Serviço Jurídicos Total 30 19 6 7 5 13 9 13 11 4 13 9 13 9 9 10 5 4 5 4 5 4 28 3 1 6 5 2 5 8 7 4 5 4 4 187 102 4 4 1 7 4 2 2 2 2 2 1 15 1 4 1 4 1 1 1 1 4 1 1 1 4 1 1 1 4 1 1 1 7 7 7 2 3 3 60 5 2 1 1 1 1 1 1 1 8 9 1 3 2 2 15 2 2 1 2 1 1 2 15 18 13 5 3 2 2 5 2 2 2 1 2 12 1 2 1 2 1 1 1 1 9 40 21 49 2 1 6 3 5 4 2 4 4 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 10 10 10 2 3 5 3 5 3 5 3 7 3 5 1 1 8 2 4 1 2 4 1 4 2 1 2 4 1 2 4 1 2 4 1 1 1 1 3 3 1 1 19 30 12 4 2 1 1 1 24 1 1 2 1 2 1 3 1 1 2 4 1 2 1 2 4 20 2 2 4 16 2 1 1 2 1 4 1 1 3 1 3 1 2 1 3 1 1 1 1 1 9 16 2 8 5 37 5 21 5 28 5 21 4 8 1 5 3 1 3 152 23 29 2 156 2 188 2 130 2 128 2 81 30 32 30 37 2 5 1 47 5 1 61 18 12 12 9 8 3 21 1 9 1 10 1 11 1 1 1 1 5 3 1 1 1 1 1 4 6 3 1 2 1 2 1 1 1 1 2 1 3 1 2 1 3 1 2 1 3 1 1 1 1 1 2 2 1 1 1 2 2 2 1 1 1 1 1 1 4 16 2 1 4 16 2 1 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 4 1 3 3 3 2 1 1 1 1 1 1 1 2 1 2 1 2 3 2 1 1 1 2 1 28 2 8 14 4 1 41 87 12 8 1 16 12 31 9 1 1 1 2 53 150 1 65 12 1 15 1221 Total ICA .PCA 30-2/2009 Anexo A .

22 Anexo B .Redimensionamento de Oficiais nos Destacamentos Eng Telecomunicações QOEA COM QOEA MET PCA 30-2/2009 QOEA CTA Engenharia Elétrica QOEA SIA Eng Eletrônica QOECOM QOEMET 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 QOECTA Dentista Aviador DTCEA-AA DTCEA-AF DTCEA-AN DTCEA-AR DTCEA-BE DTCEA-BI DTCEA-BQ DTCEA-BR DTCEA-BV DTCEA-BW DTCEA-CC DTCEA-CF DTCEA-CG DTCEA-CGU DTCEA-CO DTCEA-CR DTCEA-CT DTCEA-CTD DTCEA-CY DTCEA-CZ DTCEA-EG DTCEA-EI DTCEA-EK DTCEA-EP DTCEA-FA DTCEA-FI DTCEA-FL DTCEA-FN DTCEA-FX DTCEA-FZ DTCEA-GA DTCEA-GI DTCEA-GL DTCEA-GM DTCEA-GW DTCEA-IZ DTCEA-JGI DTCEA-LP DTCEA-LS DTCEA-MDI DTCEA-MN DTCEA-MO DTCEA-MQ DTCEA-MT DTCEA-MY DTCEA-NT 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 10 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 7 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 5 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 4 1 1 1 TOTAL 1 5 7 5 9 2 11 5 1 8 7 1 4 2 6 1 8 1 13 1 7 6 3 8 1 1 19 1 1 1 1 1 1 6 8 1 3 9 Médico .

PCA 30-2/2009 Continuação do Anexo B .Redimensionamento de Oficiais nos Destacamentos Eng Telecomunicações QOEA COM QOEA MET 23 QOEA CTA Engenharia Elétrica QOEA SIA Eng Eletrônica QOECOM QOEMET 7 1 1 1 1 1 1 25 QOECTA Dentista Aviador DTCEA-OI DTCEA-PA DTCEA-PCO DTCEA-PIE DTCEA-PL DTCEA-PS DTCEA-PV DTCEA-RB DTCEA-RF DTCEA-SC DTCEA-SI DTCEA-SJ DTCEA-SL DTCEA-SM DTCEA-SN DTCEA-SP DTCEA-SRO DTCEA-ST DTCEA-STA DTCEA-STI DTCEA-SV DTCEA-TF DTCEATM-RJ DTCEA-TNB DTCEA-TRM DTCEA-TS DTCEA-TT DTCEA-UA DTCEA-UG DTCEA-VH DTCEA-YS DTS TOTAL 22 1 1 4 1 2 9 9 27 66 25 22 63 35 1 2 1 1 1 1 1 8 2 309 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 7 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 3 7 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 7 1 1 1 1 1 5 5 6 6 7 1 3 5 5 1 19 2 1 3 1 16 1 6 2 3 1 1 1 1 1 1 2 1 1 2 1 1 17 4 TOTAL Médico .

Redimensionamento de Graduados nas OM-Sede PCA 30-2/2009 BMA DECEA CISCEA CGNA CINDACTA I CINDACTA II CINDACTA III CINDACTA IV SRVP-SP CCA-BR CCA-RJ CCA-SJ GEIV ICA ICEA PACT PAME-RJ 1°GCC 1°/1° GCC 2°/1° GCC 3°/1° GCC 4°/1° GCC 5°/1° GCC Total 18 30 15 1 14 7 83 15 2 3 5 3 3 10 2 211 0 8 52 45 52 45 15 28 474 318 364 235 6 5 70 60 57 136 46 3 3 3 5 6 4 4 3 3 3 3 3 3 1 6 1 2 1 1 1 1 5 1 2 8 51 36 28 40 6 10 13 11 26 8 1 1 1 12 5 3 50 11 1 25 1 1 3 5 34 40 32 44 24 10 10 10 6 7 20 4 27 6 1 1 1 1 1 367 16 35 18 17 17 12 1 1 1 1 1 1 1 22 1 22 22 21 31 18 2 2 2 1 14 15 14 21 10 1 1 1 2 2 2 1 4 16 4 4 4 4 8 8 8 8 8 26 28 18 1 2 5 1 3 17 2 4 4 3 3 3 122 41 140 4 17 36 17 4 2 14 5 4 2 5 1 1 14 4 2 2 2 3 2 36 2 2 2 2 2 4 2 75 789 687 622 624 169 44 45 35 140 132 96 12 281 28 48 47 36 32 33 4186 30 4 8 14 26 2 10 20 5 65 4 1 1 1 2 3 2 25 1 7 3 3 3 3 2 8 18 3 3 3 3 313 18 13 12 13 1534 5 140 2 15 15 10 8 8 634 7 6 1 2 2 2 30 1 3 3 3 2 2 2 2 41 27 4 56 21 11 210 127 155 70 16 25 178 Total BMB BMT SMU SEM BCO SML BCT BEV BET SOB STO SAD SRD BEP BFT SDE SEL SLB SCF SGS BSP SEF STP BEI SIN SAI .24 Anexo C .

Redimensionamento de Graduados nos Destacamentos 25 BMA DTCEA-AA DTCEA-AF DTCEA-AN DTCEA-AR DTCEA-BE DTCEA-BI DTCEA-BQ DTCEA-BR DTCEA-BV DTCEA-BW DTCEA-CC DTCEA-CF DTCEA-CG DTCEA-CGU DTCEA-CO DTCEA-CR DTCEA-CT DTCEA-CTD DTCEA-CY DTCEA-CZ DTCEA-EG DTCEA-EI DTCEA-EK DTCEA-EP DTCEA-FA DTCEA-FI DTCEA-FL DTCEA-FN DTCEA-FX DTCEA-FZ DTCEA-GA DTCEA-GI DTCEA-GL DTCEA-GM DTCEA-GW DTCEA-IZ DTCEA-JGI DTCEA-LP DTCEA-LS DTCEA-MDI DTCEA-MN DTCEA-MO DTCEA-MQ DTCEA-MT DTCEA-MY DTCEA-NT DTCEA-OI DTCEA-PA DTCEA-PCO DTCEA-PIE DTCEA-PL DTCEA-PS DTCEA-PV DTCEA-RB DTCEA-RF DTCEA-SC DTCEA-SI DTCEA-SJ DTCEA-SL DTCEA-SM DTCEA-SN DTCEA-SP DTCEA-SRO DTCEA-ST 20 1 6 14 258 8 9 11 30 24 58 7 9 9 16 13 31 24 24 32 52 20 63 14 65 7 22 7 8 24 45 8 27 5 5 6 152 11 63 9 9 5 43 56 12 56 14 47 10 6 9 32 11 75 13 15 97 45 7 15 8 18 7 7 19 7 67 24 19 65 19 52 14 2 5 6 4 17 2 9 6 4 8 14 6 8 2 13 5 8 3 4 15 3 12 1 11 8 15 1 1 1 15 17 12 12 6 19 10 4 18 11 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 1 1 2 1 1 2 1 1 1 1 1 1 2 1 1 8 8 1 4 4 8 6 12 5 5 6 13 12 3 15 6 1 1 3 2 2 11 1 2 1 3 2 3 2 2 2 3 3 3 1 2 1 1 1 1 3 1 54 108 1 51 136 45 19 1 1 1 1 2 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 132 60 10 147 109 11 70 34 126 13 102 10 97 2 10 12 4 14 5 5 17 3 3 3 6 3 1 6 2 9 3 2 11 9 10 3 4 5 8 2 7 3 4 8 10 3 12 10 1 4 6 9 13 3 12 1 1 1 1 6 11 9 16 12 1 11 6 3 8 21 22 1 1 1 1 1 1 1 1 8 1 1 1 5 15 15 17 7 16 1 1 1 1 1 1 1 2 2 1 2 1 1 3 6 3 3 1 1 1 1 1 1 2 1 13 2 2 2 1 2 1 1 1 2 1 1 2 1 1 3 2 3 18 5 6 4 6 6 6 13 5 1 1 10 8 1 5 6 1 4 6 9 3 13 1 3 3 2 4 2 2 3 2 1 1 2 2 1 2 1 3 2 1 3 5 2 2 3 3 4 3 4 1 2 3 3 1 3 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 1 1 1 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 91 110 23 126 11 12 227 15 24 7 12 10 23 13 52 85 12 53 2 1 2 2 1 1 2 1 1 1 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 129 131 19 10 64 61 65 84 97 6 57 65 102 10 328 19 30 Total 6 5 BMB BMT SMU SEM BCO SML BEV BCT SOB BET STO SAD SRD BFT BEP SDE SCF SGS SEL SLB BSP SEF STP BEI SIN SAI .PCA 30-2/2009 Anexo D .

26 PCA 30-2/2009 Continuação do Anexo D .Redimensionamento de Graduados nos Destacamentos BMA DTCEA-STA DTCEA-STI DTCEA-SV DTCEA-TF DTCEATM DTCEA-TNB DTCEA-TRM DTCEA-TS DTCEA-TT DTCEA-UA DTCEA-UG DTCEA-VH DTCEA-YS DTS Total 478 1887 7 73 4 5 35 16 105 6 6 13 3 11 5 5 4 3 2 3 9 3 419 486 10 7 3 7 16 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 1 3 3 7 303 14 1 2 2 3 1 3 2 2 2 2 1 1 2 2 1 1 1 1 1 87 1 14 12 172 6 52 11 14 22 10 19 7 111 6 1 3 1 1 1 1 2 2 1 1 1 45 1 1 1 2 87 8 156 24 4 3984 Total BMB BMT SMU SEM BCO SML BEV BCT SOB BET STO SAD SRD BFT BEP SDE SCF SGS SEL SLB BSP SEF STP BEI SIN SAI .

Foto-inteligência QOEMET .Comunicações QOEA CTA .Música QOEA SAI .Guarda e Segurança QOEA MET .Meteorologia Aeronáutica QOESUP .Aeronaves QOECOM .Meteorologia Aeronáutica QOEA MUS .PCA 30-2/2009 Anexo E .Controle de Tráfego Aéreo QOEFOT .Suprimento Técnico Relações Públicas Serviço Jurídicos Total 187 102 4 15 1 60 5 8 9 1 15 18 13 5 12 9 40 21 49 2 19 30 12 4 2 1 1 28 2 8 14 4 1 41 87 12 8 1 16 12 31 9 1 1 1 2 53 150 1 65 12 1 15 1221 Subtotal Destacamentos 22 Total Geral 209 102 4 15 1 60 5 8 9 1 15 27 13 5 12 9 40 21 53 2 19 32 12 4 2 1 1 37 2 8 14 4 1 68 153 12 33 1 38 12 31 9 1 1 1 2 116 185 1 90 12 1 15 1530 9 4 2 9 27 66 25 22 63 35 25 309 .Armamento QOEAV .Controle de Tráfego Aéreo QOEA GDS .Suprimento Técnico QOEA SVA .Armamento QOEA COM .Informações Aeronáuticas QOEA SUP .Serviço de Manutenção QOEARM .Quadro de oficiais por habilitação 27 Subtotal OM Aviador Intendente Infantaria Administração de Empresas Análise de O&M Análise de Sistemas Arquivologia Assistência Social Biblioteconomia Capelão Ciências Contábeis Odontologia Ciências Econômicas Enfermagem Engenharia Cartográfico Engenharia Civil Engenharia Computação Engenharia Elétrico Engenharia Eletrônico Engenharia Infra-Estrutura Engenharia Mecânico Engenharia Telecomunicações Estatística Farmácia Fisioterapia Fonoaudiólogia Jornalismo Médicina Nutrição Pedagogia Psicólogia QOEA ANV .Seviços Administrativos QOEA SVE .Serviços de Engenharia QOEA SVH .Comunicações QOECTA .Sérvios Hospitalares QOEA SVM .Aeronaves QOEA ARM .

Meteorologia Aeronáutica BSP .Material Bélico BMT .Odontologia STP .Informática SLB .Topografia Total 313 1534 634 41 27 4 56 21 11 210 127 367 155 70 16 25 178 122 41 140 4 17 36 17 4 2 14 4186 PCA 30-2/2009 Subtotal Destacamentos 478 1887 419 Total Geral 791 3421 1053 41 27 4 56 21 11 696 172 454 458 70 16 33 334 209 65 140 4 17 36 17 4 6 14 8170 486 45 87 303 8 156 87 24 4 3984 .Foto-Inteligência BMB .Eletrônica BEI .Estrutura e Pintura BEV .Equipamento de Vôo BMA .Informações Aeronáuticas SCF .Desenho SEF .Laborátorio SML .Suprimento SAD .Comunicações BCT .Eletricidade e Instrumento BEP .Obras SRD .Música SOB .Radiologia STO .Administração SAI .Resumo de graduados por habilitação Subtotal OM BCO .Eletromecânica SGS .Mecânica de Aeronaves BFT .Controle de Tráfego Aéreo BET .Enfermagem SEL .Guarda e Segurança SIN .Eletricidade SEM .Metalurgia SMU .28 Anexo F .Cartografia SDE .

Termo de diligência (vida sob o mesmo teto . sem remuneração e sem assistência previdenciária Filho estudante menor de 24 anos. sem remuneração e sem assistência previdenciária Irmã. Termo Judicial de Guarda e Responsabilidade. Certidão de Nascimento ou Casamento. Médio ou Superior ou Declaração de Curso Pré-Vestibular ou Técnico Profissional reconhecidos pelo MEC. Declaração do Militar Esposa(o) Companheira(o) Ex-esposa(o) divorciada/separada com pensão alimentícia Ex-companheiro(a) com direito à pensão alimentícia Filho(a) menor de 21 anos Filha solteira. conforme art. sem remuneração e sem assistência previdenciária Filha viúva. sobrinha. sem remuneração e sem assistência previdenciária Mãe viúva. com documento fixando Pensão Alimentícia. divorciadas ou separadas. solteiras. sem remuneração e sem assistência previdenciária Mãe divorciada/separada. estes sem remuneração e sem assistência previdenciária Irmã.a cargo do Setor de Pessoal) (1)Escritura Pública Declaratória de União Estável Certidão de Nascimento ou Casamento averbada com a separação ou divórcio da companheira do militar. sobrinha. 28 “caput”do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8. ambos sem remuneração e sem assistência previdenciária Avós e pais inválidos ou interditos e respectivos cônjuges. DE 20 DE MAIO DE 2009. com documento fixando Pensão Alimentícia (2)Termo judicial de Curatela no caso de interdição ou Ata de Inspeção de Saúde homologada pela Junta Superior de Saúde em caso de invalidez Certidão de Casamento do dependente averbado com separação ou divórcio. sem remuneração Filho inválido ou interdito Mãe solteira.ANEXO AO AVISO Nº 1/GC1/11. Exigência para todo dependente menor de dezoito anos que tenha sido colocado em família substituta. sem remuneração e sem assistência previdenciária Pai maior de sessenta anos e seu respectivo cônjuge. averbada com a separação ou divórcio do dependente. sobrinha. Certidão de Óbito dos pais do dependente ou (2) Certidão de Óbito do cônjuge da dependente Certidão de Nascimento da(o) dependente Certidão de Casamento da(o) dependente Certidão de casamento do militar ou (1) Termo Judicial de Tutela . cunhada. averbada com a separação ou divórcio do dependente. sem remuneração e sem assistência previdenciária Madrasta viúva. sem remuneração e sem assistência previdenciária X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Certidão de dependente Nascimento VÍNCULOS/MOTIVOS ou Casamento . viúvas. COMANDO DA AERONÁUTICA DIRETORIA DE SAÚDE SUBDIRETORIA DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS PARA ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR MAPA DE DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DE DEPENDÊNCIA Certidão de Nascimento ou Casamento. cunhada. sem remuneração e sem assistência previdenciária Filha separada/divorciada. sem remuneração e sem assistência previdenciária Irmã. cunhada.069/90) do Certidão de Nascimento ou Casamento do Militar ou (1) Certidão de Casamento da dependente averbada com separação ou divórcio Declaração Escolar em Nível Fundamental.

sem remuneração e sem assistência previdenciária Sogra separada ou divorciada.CONTINUAÇÃO DO ANEXO AO AVISO Nº 1/GC1/11. DE 20 DE MAIO DE 2009. Irmão. órfão. sustento e responsabilidade do militar Pessoa que viva sob a dependência econômica do militar há mais de cinco anos X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X . sem remuneração e sem assistência previdenciária Enteado estudante até 24 anos sem remuneração Enteado inválido ou interdito Menor sob guarda. cunhado e sobrinho quando inválidos ou interditos e sem outro arrimo Neto(a). sem remuneração e sem assistência previdenciária Tutelado(a) menor de 21 anos Tutelado inválido ou interdito Enteado(a) menor de 21 anos Enteada solteira. sem remuneração e sem assistência previdenciária Sogra viúva. menor de 21 anos inválido ou interdito Sogra solteira.