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Lobisomem+ +O+Apocalipse

Lobisomem+ +O+Apocalipse

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original

um releplaqiaq qame de berrer selcaqem

escrite per: Mark Reia

G

haqea,
Rebert hatcb e 8ill 8ridqes
Ne ar caasticaate,
carreqade de édie,
paira ama perqaata:
qaaade a (aria temara cecê?
0 AP0CALIPJ£
2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
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·
|adice
As 1radiçèes Saqradas b
A Pre(ecia da Fêair 15
licre um
0apítale um: |atredaçãe 20
0apítale 0eis: 0eaarie 28
0apítale 1rês: Narraçãe 50
licre 0eis
0apítale §aatre: Reqras 6b
0apítale 0iace: 0riaçãe de perseaaqeas 72
0apítale Seis: 0aracterísticas 8b
licre 1rês
0apítale Sete: 0 maade espiritaal 162
0apítale 0ite: Sistemas 186
0apítale Nece: 0rama 20b
Apêadice 250
0 AP0CALIPJ£
4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
L£N0AJ
Ò lobo tinha vindo buscí-lo novamente. Brian sabia que
desta ve: näo conse¸uiria escapar. A fera jí estava na casa,
e che¸ando ao quarto. Brian desceu correndo as escadas,
ras¸ando o pijama no väo da porta. Suas mäos estavam co-
bertas de san¸ue, mas ele näo entendia o motivo.
Atravessou o quintal, cru:ou o portäo, entrou na mata.
Continuou correndo, a respiraçäo exalando baforadas no ar
noturno. Ò vento estava frio, e a floresta, traiçoeira e escu-
ra. Ò impacto de seus pés no solo rachava raí:es enre¸ela-
das, espinhos laceravam suas roupas.
Ò lobo se aproximava. Sabia que desta ve: alcançaria
Brian - todas as outras perse¸uiçöes tinham sido apenas
em sonhos, mas esta era verdadeira. Brian olhou por cima
do ombro e compreendeu o que si¸nificava a espuma nos
dentes da fera. Lstava faminta. Podia ler nos olhos dela a
ìnsia por sua carne.
Lm al¸um lu¸ar a frente, um uivo rompeu o silêncio da
floresta. Uma meia lua apareceu por trís das nuvens, avul-
tando-se sobre o rapa: e derramando sua lu: na neve. Patas
de lobo produ:iam sons surdos a medida que avançavam. Ò
que foi aquilo adiante! Uma silhueta branca cortando a
ne¸ritude! Lscuridäo. Òlhos de lobo!
Brian virou-se quando o lobo saltou sobre ele. Patas pe-
sadas pousaram sobre seu peito, mas näo lhe ras¸aram a
pele. Caiu para trís, o ar abandonando-lhe os pulmöes. Ò
lobo permaneceu sobre ele, as enormes mandíbulas abertas.
Desesperado, Brian virou o pescoço repetidamente para um
lado e para o outro, procurando por ajuda.
Ò lobo mordeu-lhe o pescoço uma ve:, suavemente, e
em se¸uida outra, com mais força. Presas perfuraram sua
pele. San¸rando, Brian começou a choramin¸ar.
Ò lobo lar¸ou o pescoço de Brian e fitou profundamente
seus olhos.
- Você veio... - ele disse, reconhecendo Brian pela pri-
meira ve:.
ººº
Brian acordou. Um suor frio encharcava o cobertor an-
ti¸o que o cobria. Ainda estava com as calças do pijama,
mas a blusa ensan¸üentada tinha sumido. Um arrepio o atra-
vessou, e ele percebeu o frio que fa:ia. Lstava deitado numa
espécie de prateleira. Baixando os olhos, viu um velho índio
a¸achado, abastecendo um fo¸äo a lenha. As lon¸as tranças
do homem eram de um branco aci:entado, e embora ele
parecesse muito velho, movia-se com uma a¸ilidade inco-
mum. Cepos de carvalho ardiam no fo¸äo, crepitando a
medida que as chamas tocavam a seiva. Al¸uma coisa chei-
rava bem. Moveu os olhos pela cabana, vendo um teto de
madeira, paredes de tronco, panelas amontoadas e umas
janelas de vidro de estilo afetado. Nas paredes de tronco viu
muitos arranhöes, como se um animal as houvesse usado
para afiar suas presas.
- li: panquecas. Desça, pequenino - o velho disse.
Brian balançou a cabeça para despertar mais um pouco.
Lmperti¸ou-se na cama, apoiou os pés na escada maciça e
desceu. Coçando-se, encontrou uma pul¸a no pijama.
- Ònde estamos! Lu... näo lembro.
Ò velho pos uma pilha de panquecas na mesa, e em
se¸uida uma panela de al¸uma coisa que cheirava a melaço
de bordo. Mantei¸a pura se derretia sobre a panqueca do
alto. Brian quase podia sentir seu ¸osto.
- Coma - o velho ordenou, mantendo o rosto inexpressi-
vo enquanto pe¸ou o bule na fo¸ueira e serviu-se de café.
Brian olhou em volta, examinando a cabana. A¸ora per-
cebia que os arranhöes nas paredes tinham sido entalhados
- eram cutiladas artísticas, näo os arranhöes aleatórios de
um animal selva¸em. Um único fio de fumaça coleava de
uma pequena ti¸ela de barro, da qual pendia o crìnio de
al¸um animal:inho. A fumaça emanava um odor forte de
sílvia. Brian sentou-se lentamente a mesa, ainda esfre¸an-
do os olhos. Nunca tinha estado naquela sala, mas ela era
estranhamente familiar.
Uma rajada de vento soprou através do fumeiro, e a cha-
00 6AR0V
As 1 As 1
As 1 As 1 As 1radiçèes Saqradas radiçèes Saqradas
radiçèes Saqradas radiçèes Saqradas radiçèes Saqradas
5
.s Jrnuí¡õ.s ongrnuns
ma no fo¸äo estalou por um se¸undo. A corrente atravessou a
sala, parecendo surpreender o velho. lnclinou a cabeça, como
se estivesse ouvindo al¸uma coisa ao lon¸e e assentiu.
- Muito bem - o velho disse. - Veja se conse¸ue es-
conder o cheiro. Lstou contando com você.
Òutra rajada súbita moldou a fumaça do incenso em
espirais. L entäo o vento parou abruptamente.
Ò velho balançou a cabeça, sorrindo, e sentou-se a mesa.
Sua expressäo tornou-se solene. Brian percebeu que confia-
va no velho, e as panquecas pareciam ¸ostosas demais para
serem recusadas. Pe¸ando o ¸arfo, avançou para a comida.
- A primeira ve: é sempre difícil. Você näo lembra o que
aconteceu ou onde estí. Mas isto pode ser bom. Você pas-
sou por um mau pedaço. lembra o meu nome!
Brian ne¸ou com a cabeça e levou mais nacos de pan-
quecas amantei¸adas a boca. Lstava faminto. Ò velho näo
pareceu incomodar-se com seus maus modos.
- Sou Morte-No-lim. Lste é o nome que recebi de meu
povo quando tinha a sua idade. Tem relaçäo com a profecia
que fi:eram a meu respeito quando nasci, de que eu estaria
vivo para ver o fim dos tempos. Minha família vive muito...
Mas o que importa, Brian, é que a partir de a¸ora serei seu
¸uardiäo.
- Ouardiäo! Pra quê! Tenho pais.
- Näo estäo aqui. L você näo pode retornar até eles.
Você mudou, Brian.
- Como assim, mudei! L que história é essa de que näo
posso voltar para meus pais!
- Você pertence ao povo-lobo, Brian. L um Oarou. Um
metamorfo. Um lobisomem.
- lobisomem! Você deve estar brincando'
Ò velho balançou a cabeça uma ve:, enfaticamente.
- Näo. Você é um Oarou. Como eu.
Brian pousou o ¸arfo.
- Você estí louco, velho' - disse, levantando-se. -
Completamente doido. Ònde estamos! lui seqüestrado!
- Sente-se e termine seu desjejum, Brian.
Brian correu até a porta e a abriu. Defronte ao väo da
porta um enorme lobo ne¸ro descansava, parecendo a von-
tade sobre a neve. levantou-se quando Brian abriu a porta
e avançou para ele, rosnando.
- Brian, esta é Caçadora lmplacível. Lla também ¸osta-
ria que você voltasse para a mesa e acabasse de comer.
Brian observou o lobo começar a se contorcer e mudar.
Seu corpo inchou, ficou maior. Um lobo ¸i¸ante sur¸iu diante
dos olhos do rapa:. lentamente adquiriu braços e pernas, tor-
nando-se um imenso homem-lobo. Por último, encolheu e
perdeu pêlos até se tornar uma mulher muito bonita.
- Pode me chamar de late - ela disse com um sorriso.
Usava casaco de couro preto, calças jeans e um estranho
colar de chifre.
late correu para se¸urar Brian quando ele quase des-
maiou, e o levou de volta a mesa. Morte-No-lim colocou
uma ¸arrafa metílica a sua frente.
- Beba - o velho mandou.
Brian tomou um ¸ole ¸eneroso. Ò líquido que a ¸arrafa
continha era a:edo, mas só em bebê-lo Brian jí sentiu-se
melhor.
- Tí, entäo sou um lobisomem. Ótimo. Bacana. Acho
que isso é o fim da minha vida social. Sabem como é, ter de
ficar trancado em noite de lua cheia...
late riu.
- Nada disso. A ¸ente costuma mudar quando quer. Além
disso, no meu caso é lua Nova. Você é do tipo de Meia
lua, acho.
Ò velho assentiu com a cabeça.
- Tem ra:äo, Caçadora. Brian é um Philodox, um ¸uardiäo
das tradiçöes sa¸radas. Lsse é o motivo de ele estar aqui.
- Hein! Ò que isso si¸nifica! - Brian per¸untou, levan-
do a ¸arrafa a boca e bebendo outro ¸ole do líquido a:edo.
lran:iu o nari: enquanto en¸olia, mas a bebida acalmava-o,
dando-lhe uma sensaçäo de bem-estar como hí muito näo
sentia. Ò velho tomou-lhe a ¸arrafa, observando o rosto do
¸aroto. Näo demonstrava qualquer sinal de lembrança.
Morte-no-lim balançou a cabeça e disse, com triste:a
na vo::
- Näo lembra! Passamos muitas noites em seus sonhos,
como estamos aqui a¸ora, neste mesmo lu¸ar, contando-lhe
a Sabedoria do Povo.
Brian balançou levemente a cabeça.
- Näo... näo consi¸o lembrar nada...
- Quando você nasceu a lua mostrava-se pela metade
no céu. A sua espécie é a mais adequada para ¸uardar as
anti¸as tradiçöes, o conhecimento dos híbitos e dos ritos
do Povo. Também sou um Ouardiäo das Tradiçöes do Povo.
Conheço os Re¸istros Prateados. Se for preciso, ensinarei
tudo novamente a você.
- Avo, talve: o ¸aroto se recorde de tudo se nós lhe con-
tarmos um pouco - late opinou. - Deve estar nervoso. Lu
mesma lembro pouca coisa de minha Primeira Mudança.
- Ò que säo esses... Re¸istros Prateados! Ò único re¸istro
que conheço é de í¸ua - Brian começava a ficar curioso.
- Säo re¸istros do Povo... de todos os Oarou, do mundo
inteiro. Säo representados pelos ¸lifos esculpidos nestas pa-
redes - o Velho apontou as marcas que Brian jí tinha no-
tado. - Lste é um lu¸ar espiritual, uma Cabana dos Re¸is-
tros Prateados, e você estí abençoado por se encontrar aqui.
- Bem, eu näo entendo. Sabe, a meu ver estou... numa
cabana de madeira no meio da floresta. Como as que usíva-
mos ao caçar cervos. Òlha, se o senhor me deixar sair para
telefonar para mamäe e papai, di¸o a eles que estou bem e
volto para ouvir as suas histórias. Que tal!
late sorriu para o velho, que näo esboçou qualquer re-
açäo. Uma nova brisa abanou as chamas do fo¸äo, e em
se¸uida rodopiou em torno da cabeça de Morte-no-lim. Ò
velho ouviu um pouco a brisa e depois respondeu-lhe:
- Lntendo. Òbri¸ado, Sussra. Lstí livre a¸ora.
Ò velho voltou-se para late.
- Ví vi¸iar a divisa. Temos pouco tempo' Veja o que
pode fa:er para retardí-los.
Sem di:er uma só palavra, late assentiu com a cabeça e
caminhou para a porta, batendo-a ao sair.
Voltando-se para o ¸aroto, o velho falou num tom rude,
mas baixo:
- Ò seu pai nunca lhe ensinou a ouvir os mais velhos!
Òra, sou mais velho, e você vai me escutar' Senäo solto
ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
você na neve e deixo que seja o desjejum da Wyrm'
Brian fran:iu a testa.
- Da.. o quê! Worm! Que é isso!
Uma frustraçäo momentìnea passou pelo rosto do ve-
lho, se¸uida por um suspiro suave e um olhar calmo.
- la: parte da história, mas näo é toda ela. Deixe-me co-
meçar enquanto você come seu desjejum. Vê este ¸lifo aqui!
L o primeiro Re¸istro - o mais anti¸o. L aquele que re:a...
D·s jr|m.|r·s j|||·s J. Ca|a,
Lu, a í.n|x, s·u a um s´ :.mj· jr|m.|ra . u|:|ma.
T.s:.mun|.| .m Ca|a · nas.|m.n:· J. Luna.
Ò|s.rt.|-a .r.s..r.
n.j.s:.|.|-m. .m s.u j·J.r.
L nas j.nJas Ja :.rra t|
sur¸|r V|Ja.
- Ò que é isso! Parece o Oênese do Anti¸o Testamento.
Quem escreveu esse Re¸istro!
Ò velho sorriu.
- Näo é exatamente como o Oênese, Brian. L a história
de nosso povo. Ò Re¸istro tem sido ¸uardado por muitos
Oarou durante os anos - as lendas contam qua a própria
lênix mitoló¸ica ¸ravou este ¸lifo. Ò Re¸istro parece ser
prote¸ido e vi¸iado pela lênix. Muitos o ¸uardaram depois
da lênix, cada qual acrescentando seus próprios ¸lifos, suas
próprias idéias. Cada ¸lifo é uma seçäo dos Re¸istros. Lsses
¸lifos contêm espíritos dentro deles, espíritos que ensinam
o si¸nificado dos ¸lifos.
- Você mencionou Oaia. Lla näo é a deusa ¸re¸a da terra!
- Oaia é nossa palavra para a Mäe, a soma de toda a
criaçäo. Tudo o que você vê aqui é Oaia. A Terra, o Sol, as
estrelas, os mundos, tanto aqui quanto na Umbra - todas
essas coisas pertencem a Oaia. Todas säo de Oaia, até mes-
mo a Weaver, a Wyld e a Wyrm.
- L quem säo! Quem é essa... Wyrm!
- Lste ¸lifo fala delas, Brian.
-s CranJ.s, as C.|.s:|nas, .ram :r.s.
\y|J, a M.:am·rja .m .·ns:an:. muJan¸a
\.at.r, a Cr|aJ·ra ¡u. ¡ama|s ..ssa J. j|ar
. \yrm, a M.J|aJ·ra s.mjr. ·.ujaJa.
Ln:a· a \.at.r .n|·u¡u...u
. .a¸·u a \y|J,
. .n.urra|·u \yrm .m s.u .asu|·.
Mas \y|J .s.aj·u.
Ln:r.¸u. a· J.s.¡u||/|r|·, \yrm .·rr·mj.u-s..
T·rn·u-s. C·rruj:·ra.
S.n:|u aj.:|:. j·r .r|a¸a·
. a|r|u suas manJ/|u|as
jara a||m.n:ar-s. J. :·J·s .m Ca|a.
- Ò que isso quer di:er! - que a Wyrm é a corrupçäo! L
um monstro ou al¸uma coisa do tipo!
- A Wyrm é, ao mesmo tempo, um monstro muito real e
um espírito poderoso que se manifesta de muitas formas. Òs
va:amentos de lixo tóxico, as crianças que sofrem violência
ou abuso, os políticos que se envolvem em escìndalos: to-
dos esses podem ser exemplos da presença e do poder da
Wyrm, embora o Mal humano costume i¸ualar-se a todo
aquele criado por ela. A Wyrm é uma fera mí¸ica que pos-
sui o poder para apossar-se dos outros e, portanto, conce-
der-lhes poder. Seu poder era ¸rande nos tempos primevos,
e desde entäo os Oarou travaram muitas batalhas com seus
soldados. A Wyrm estí faminta e tenta devorar todos de
Oaia. - Morte-no-lim olhou pela janela. - Lstí lí fora
a¸ora. Lsperando.
- Ò que aconteceu depois! Ainda estamos aqui. Por quê!
- Ò Re¸istro prosse¸ue. Oaia rea¸e a todos os desafios,
ao seu próprio modo. Veja, aqui...
- \yrm |.tan:·u-s. s·|r. a T.rra
S.n:| · t.n:· ¸.||J· J. sua s·m|ra
L, .·m· n· lnt.rn·, J·rm|.
íu| a.·rJaJ· ruJ.m.n:. j·r Luna
|r|||anJ· .·m· s.u |rma· n· ..u
"V.n|a¨, Luna J|ss., "Tra¸a um jr.s.n:..
Nas..ram ·s n·t·s j|||·s J. Ca|a.¨
íu| a:. · |·.a| ¡u. Luna |nJ|.ata .·m s.u |r|||·
a:. as .r|a¸¨.s J. sua |rma
. t| ma.a.·s ¡u. .ram .·m· |·|·s
. |·|·s ¡u. .ram .·m· ma.a.·s
. j.r..|| ¡u. naJa s.r|a .·m· an:.s n·tam.n:.
L luna disse ¨Lstes säo os Oarou de Oaia. Lles devem
prote¸ê-la da Wyrm, que deseja alimentar-se dela."
Todos prestaram reverências a eles, pois eram os ¸uer-
reiros de nossa Mäe.
- Deixa ver se compreendi. Nós temos que sair e conser-
tar va:amentos tóxicos, limpar os rios e impedir o desmata-
mento da Ama:onia! Que nem o Capitäo Planeta! Por cau-
sa de al¸uma fera mitoló¸ica! Òlha, sou a favor da conser-
vaçäo do meio ambiente, mas...
- A Wyrm é muito real. Sua influência se fa: evidente
em toda parte, e näo apenas nos lu¸ares óbvios. Descobri-
mos que um Oarou deve primeiro derrotar a Wyrm dentro
de si antes de ser capa: de combatê-la do lado de fora. Você
perceberí isso quando for submetido ao Ritual de Passa-
¸em.
- Aposto que também hí um Re¸istro Prateado para isso.
- Lstes ¸lifos falam sobre a Primeira Matilha, e o primei-
ro Ritual de Passa¸em...
7 .s Jrnuí¡õ.s ongrnuns
Ò -t` L·|· .·nJuz|u ·s j|||·:.s J. Car·u
jara a j|·r.s:a . J.|x·u-·s |a
Juran:. :r.s |uas, s·z|n|·s -
.|.s J|s.u:|ram . |u:aram .n:r. s|
mas ¡uanJ· ·s |a.a|·s J. \yrm a:a.aram
.|.s .ram uma s´ m.n:., uma Ma:|||a.
- ír|m.|ra Ma:|||a,
. ma:aram as .r|a:uras ma||¸nas Ja \yrm
- Lntäo o Ritual de Passa¸em é como um tarefa de esco-
teiro, na qual deixam você so:inho na floresta!
- Näo, Brian. Ò Ritual de Passa¸em é uma provaçäo.
Um teste da nature:a da alma. Durante esse teste você irí
descobrir o seu ser interior. Deixarí de ser um filhote, um
jovem, para ser um adulto, reconhecido como um dos Oa-
rou. Receberí seu nome Oarou.
- Como Morte-no-lim!
- Sim - disse o velho, sorrindo.
- L o que acontece! A Wyrm ataca você durante o Rito!
- Costuma envolver peri¸o, e o peri¸o nos fortalece.
Depois disso você é aceito como um novo lobisomem. Aqui:
esta é a celebraçäo da Primeira Matilha...
L .n:a·, Luna, |r|||anJ· j·r .n:r. as art·r.s,
·rJ.n·u ¡u. ||.s j·ss.m ·j.r:aJ·s s.us D·ns
n|:ua|s.
Òs j|||·:.s, a ír|m.|ra Ma:|||a,
r...|.ram D·ns Jas C|n.· D|r.¸¨.s
D· L.s:. t.|· a TraJ|¸a· J. -|r|r -:a||·s
D· Su| a TraJ|¸a· Ja íur|a -rJ.n:.
D· Ò.s:. a TraJ|¸a· Ja M.:am·rj·s.
D· N·r:. a TraJ|¸a· Ja Sa|.J·r|a
L J· C.rn., Ca|a .·n..J.u a·s í|||·:.s
j.Ja¸·s D.|a, jara ¡u. .|.s ·s .arr.¸ass.m s.mjr. .m
s.us /n:|m·s -
a TraJ|¸a· J. Ca|a.
- Ò que säo todas essas Tradiçöes! Ò que elas si¸nifi-
cam!
- Nós Oarou possuímos muitas habilidades mí¸icas, Dons
concedidos pelos Cinco Ventos. Ò leste nos deu a tradiçäo
de passar deste mundo para o espiritual - a forma pela
qual che¸uei até você em seus sonhos. Ò Sul deu-nos a
lúria, que nos torna ¸uerreiros terríveis e devastadores,
mesmo quando isso ameaça destruir-nos por dentro. Por
sorte, sendo um Philodox, você encontra ¸rande equilíbrio
na lúria.
- Do Òeste veio a Tradiçäo da Mudança, a capacidade
de assumir muitas formas, incluindo a forma ¸uerreira de
meio-lobo, a qual chamamos Crinos. Do Norte vieram nos-
sas Tradiçöes da Sabedoria. As tradiçöes da Sabedoria dos
Oarou dividem-se em duas: nossos Dons e nossos rituais.
Òs Dons säo poderes mí¸icos, eles nos permitem desempe-
nhar feitos como obscurecer nossas formas e conhecer a
Verdade quando a ouvimos. Säo se¸redos de Oaia compar-
tilhados entre aqueles que pensam i¸ual. Òs ritos säo nossas
preces especiais para Oaia, embora sirvam também como
funçöes sociais. Säo nossa forma de nos relacionarmos com
o sa¸rado no íntimo de todos nós. linalmente, do Cerne,
recebemos presentes da própria Oaia, aquilo que costuma
ser chamado Onose.
- L essa história de lua, de onde veio!
- Ah, os au¸úrios. Lste ¸lifo fala deles...
L Luna J|ss., "Sa||a ¡u. .s:.s :am|.m sa· m.us j|||·s.¨
D.u-||.s |.|a j.|u¸.m,
.aJa uma s.m.||an:. a uma Jas ja..s J. Luna.
- CranJ. Luna, Luna J· .·ra¸a· s.|ta¸.m,
ma. Ja sa|.J·r|a,
ma. Ja ar:.,
ma. Ja |·u.ura.
-¡u.|a ¡u. j·ssu| mu|:as ja..s
- mas ¡u. m·s:ra aj.nas uma j·r t.z -
|.t·u ·s Car·u jara a sua .a|ana J. .|n.· jar.J.s
. .ns|n·u-||.s s.us ma|·r.s :a|.n:·s
·s D·ns |n:.r|·r.s
L ass|m C|n.· Ja ír|m.|ra Ma:|||a,
-|r·un, Ca|||arJ, í|||·J·x, T|.ur¸. . na¸a|as|
.xjus.ram-s. a |uz Ja |rma J. sua Ma., . ajr.nJ.ram
¡u. s.u j·J.r . ma¸|a .s:ata .·m .|.s.
- Como vê, para nós a lua näo é apenas um corpo celes-
te. L o reflexo da bele:a de Oaia. L a metamorfa suprema,
fonte de todo o mistério, mäe de todos os espíritos. Nós a
vemos como a Mäe de nossos Dons. Mas ela também é a
condutora da loucura, a criadora da lúria.
- Ò au¸úrio näo é apenas a fase em que luna estava
quando você nasceu. Lle si¸nifica muito mais. Òs Ra¸abash
säo desbravadores das trilhas e das tradiçöes, cru:am fron-
teiras para que os outros conheçam seus próprios limites.
Òs Theu¸ers säo conjuradores de espíritos e profetas. Òs
Philodox säo ¸uardiöes das Tradiçöes Sa¸radas - media-
dores e juí:es. Òs Oalliards säo Dançarinos-da-lua, bardos
e cantores, os selva¸ens cujos uivos belíssimos cortam o ar
noturno. Por fim, os Ahroun säo ¸uerreiros de bravura, for-
ça e determinaçäo infindíveis. Você é um Philodox, um
Meia lua. lsto é quem você é, e ainda mais importante, o
papel que você desempenha entre os Oarou.
- Lntäo os au¸úrios säo como si¸nos do :odíaco!
- Näo exatamente, mas quase isso. A forma como você
escolhe servir o seu au¸úrio cabe a você, mas lembre-se: o
Povo sempre o jul¸arí se¸undo o seu au¸úrio. A tradiçäo
dos au¸úrios é anti¸a, remontando até a Primeira Matilha.
- Lntäo todo Oarou deve a sua linha¸em a um indivíduo
da primeira matilha!
- De certa forma, sim. Lmbora muitas tribos tenham se
ori¸inado daquela primeira matilha.
- Tribos! Como as tribos dos índios americanos!
B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
- Sim, mas apenas 13 delas vivem atualmente em Oaia.
Três das primeiras tribos estäo perdidas para sempre. Aqui,
o Vi¸ia-dos-lobos, outro ¸uardiäo dos Re¸istros Sa¸rados,
fala sobre elas...
Mu|:·s an·s s. jassaram
. ·s jr|m.|r·s j|||·:.s a.asa|aram .·m
|·|·s . |uman·s.
Suas ||n|a¸.ns .r.s..ram j·r:.s
. .|.s j·rmaram mu|:as :r||·s.
Lssas .ram as :r||·s,
.·nj·rm. j·| J|:· a m|m, V|¸|a-J·s-L·|·s.
CaJa uma .·rr|a j.|as j|·r.s:as J.nsas
. j·ssu/a suas jr´jr|as TraJ|¸¨.s.
Òs ír.sas-J.-íra:a, mu|:· j·r:.s, ¸·t.rnatam a :·J·s n´s
.·m · aj·|· J·s S.n|·r.s Jas S·m|ras . J·s
n·.J·r.s-J.-Òss·s.
Òs íur|as N.¸ras J|s:an.|aram-s. J. s.us |rma·s,
.·manJaJ·s j.|a Ma.,
.r.s..ram .m íur|a . Sa|.J·r|a
. s. J|t|J|ram.
Ln:a· t.|· a Cu.rra Ja íur|a,
. mu|:·s |nJ|t/Ju·s J· í·t· s.¸u|ram ·s \yrm-urs·s
a:. s.us .s.·nJ.r|¡·s J|s:an:.s n· n·r:.,
. ass|m nas..ram a Cr|a J. í.nr|s,
·s í|anna, . ·s L|taJ·r.s ßran.·s.
- Ò que foi a Ouerra da lúria! Uma ¸rande batalha con-
tra a Wyrm!
Morte-No-lim suspirou.
- loi uma época durante a qual perse¸uimos os outros
metamorfos do mundo, aqueles que assumem as nature:as
de outros animais. Òs principais eram os Ourahl, também
conhecidos como homens-ursos. Lles nos ne¸avam conhe-
cimento e mantinham relaçöes com a Wyrm. Òu pelo me-
nos é o que di: o Re¸istro. Ò nosso povo a¸ora conta isso de
forma diferente, que fomos nós que a¸imos errado. Òs ursos
estavam apenas mantendo remédios poderosos fora do al-
cance de crianças rebeldes. Um período triste em nossa His-
tória, uma época em que tomamos as decisöes erradas. Dei-
xe-me continuar...
-|¸uns m.m|r·s J· í·t· J..|J|ram
.mjr..nJ.r uma |·n¸a ¡·rnaJa
s.¸u|nJ· ·s íur·s,
s.¸u|nJ· s.us .·ra¸¨.s,
. a:rat.ssaram as tas:|J¨.s ¸.|aJas,
.n.·n:ranJ· mu|:·s j·t·s numa n·ta :.rra.
Lss.s Car·u .ram ·s Cr·a:an,
·s \.nJ|¸· . ·s L|:.na.
Ma|s :arJ., j|·r.s..ram .|JaJ.s nas j|an/.|.s
. a|¸uns m.m|r·s J· í·t· J.ram as .·s:as jara a j|·r.s:a.
L a J.|xaram jara t|t.r .n:r. jar.J.s.
- .ss.s .|amam·s -nJar|||·s J· -sja|:·.
Ln:r. :·J·s ·s |n:.¸ran:.s J· í·t· |·ut. uns j·u.·s
¡u. .s.·||.ram ·||ar jara · ..u n·:urn·,
. s.mjr. · jaz|am s·z|n|·s,
m.sm· ¡uanJ· r.un|J·s .m ma:|||as,
. J.n·m|naram a s| m.sm·s í·r:aJ·r.s Ja |uz
. j·ram t|t.r |.m a|:·, nas m·n:an|as
S·u um J·s í|||·s J. Ca|a,
nas.|J· .·m· |·|· jara m.u j·t·,
¡u. J.ram j|m a· lmj.r¸|um,
¡u. j|z.ram jaz .·m ·s |uman·s
- Pensei que os lobisomens fossem humanos que se trans-
formavam em lobos, e näo o contrírio.
- Òs Oarou podem nascer tanto entre lobos quanto en-
tre humanos. A linha¸em de um Oarou é conhecida como
sua Raça. Sim, os lobos precisam aprender a andar sobre
duas pernas como nós aprendemos a correr sobre quatro.
Além disso, existe outra raça, conhecida como intermedií-
ria, nascida de uma uniäo proibida entre Oarou. A esses
chamamos impuros. Nós os despre:amos por sua ori¸em
torpe, mas, apesar disso, al¸uns impuros conquistaram ¸ran-
des ¸lórias.
- L o que era o lmper¸ium!
- Antes dos tempos da Suméria e do L¸ito, os membros
do Povo nomearam-se re¸entes e pastores da Humanidade.
Acreditavam que poderiam impedir que Wyrm devorasse a
Terra se proibissem a populaçäo humana de exceder um
determinado número. loram aos vilarejos dos homens iden-
tificar seus velhos e debilitados, escolhendo humanos para
abater, impediram a disseminaçäo de sua semente pelas flo-
restas e terras sa¸radas.
- Òs lilhos de Oaia foram Oarou que resistiram aos an-
ciöes e lutaram para acabar com o lmper¸ium. As custas de
muito trabalho duro e sacrifício, conse¸uiram. Òuça a¸ora
o último ¸lifo das tribos...
N·ssa :r||· J· su|, ·s ßuny|j -
·nJ. .s:a .|a:
Lsja||am·s u|t·s a· t.n:·,
.nt|am·s .sj/r|:·s j.|as t.n:an|as
. n·ss·s |rma·s na· r.sj·nJ.ram.
9 .s Jrnuí¡õ.s ongrnuns
Òs Bunyip estäo perdidos para nós, desapareceram sem
deixar vestí¸ios. loram vítimas das artimanhas da Wyrm e
de nossa própria estupide:. Òs Croatan, que se¸uiram os
Puros, morreram defendendo Oaia da Wyrm. Näo resta nin-
¸uém dessa tribo.
Hí outros entre os 13, como os Oarras Vermelhas, lobos
que vivem isolados da Humanidade e a odeiam. Conhece-
mos também os Silenciosos, que säo pere¸rinos furtivos.
Costumam a¸ir como nossos mensa¸eiros e säo capa:es de
fa:er profecias com uma precisäo surpreendente.
Ò Re¸istro menciona os Uivadores Brancos: a tribo que
nos desonrou, que fu¸iu de nós para o covil da Wyrm, para
dançar na Lspiral Ne¸ra. Lles a¸ora chamam a si mesmos de
Dançarinos da Lspiral Ne¸ra, e servem a Wyrm de coraçäo,
corpo e alma. Lu pertenço aos Wendi¸o. Você, meu filho,
aos lianna.
- Se você di:, acredito - Brian comentou. - Só näo
compreendo o si¸nificado de tudo isto.
- Você encontrarí muitos tipos de au¸úrios, raças e tri-
bos na matilha a qual irí juntar-se.
- Matilha! Òs Oarou andam em matilhas! Como os lo-
bos!
- lsso mesmo. A matilha é muito importante para nós.
Veja este ¸lifo...
L, .u, ßran.as-ía:as-n.|uz.n:.s,
.a/ j·r :.rra, .|·ranJ·,
j·|s m|n|a ma:|||a .s:ata m·r:a,
. s.m .|a na· s·u naJa.
NaJa ja¸· .·m m|n|as ja:as,
·u ·||·s, ·u |ra¸·s, ·u j.rnas,
·u j.|·, ·u j.|..
S·u |n.·mj|.:·, s·u naJa.
M|n|a ma:|||a m·rr.u.
TuJ· ¡u. J.s.¡· . ¡un:ar-m. a .|a.
- Nossa' Lsse aí exa¸erou no drama, hein! - Brian co-
mentou, fran:indo o nari:.
- Você nunca conheceu uma família de verdade, Brian.
A sua se dividiu, cheia de ódio, raiva, desconfiança e desar-
monia. Uma matilha é um fruto de Oaia, com vida e espíri-
to próprios. Ò espírito de uma matilha é chamado totem, e
existem muitos totens. Ò de minha matilha é Quimera, o
Narrador de Sonhos. Ò da sua pode ser lalcäo, Coruja,
Coiote ou lenris. Quem sabe! Lxistem tantos totens quan-
to cabelos na sua cabeça.
- Ò seu vento... ele é um totem!
Por um se¸undo, o homem fitou Brian silenciosamente,
seus olhos buscando por um lampejo de lembrança, al¸um
sinal de que o ensinamento que havia passado ao ¸aroto em
sonhos enfim estava emer¸indo.
- Näo exatamente. Lntenda, Brian, existem espíritos em
toda parte a nossa volta. Nesta casa, no solo, nas írvores,
nos rios. Até mesmo nas cidades. Lxistem inclusive al¸uns
Oarou que falam aos espíritos dos computadores. Nos tem-
pos anti¸os muitos espíritos tinham medo de nós. Lste ¸lifo
fala disso...
í·r ·nJ. anJatam·s
a j|·r.s:a .s:ata s||.n.|·sa,
·s .sj/r|:·s man:|n|am-s. jaraJ·s.
Ls:atam·s s´s, mas
Luna, n·ssa ¸u|a . jr·:.:·ra,
.ns|n·u-n·s .·m· ja|ar .·m ·s .sj/r|:·s
nas |/n¸uas J.|.s.
L ja|am·s .·m .|.s,
ja|am·s .·m s.us ía|s . Ma.s,
.·m s.us -t`s . -t´s,
s.us |/J.r.s . sa||·s.
C·nt·.·u-s. uma ¸ranJ. -ss.m||.|a J. Lsj/r|:·s.
H·ut. mu|:as ·ra¸¨.s jara Ca|a
. íassar· Ja N·|:., · na·-|ua,
.·nt|J·u -¸u|a jara a r.un|a·,
. ·s ·u:r·s :·:.ns .·mjar...ram
jara ·ut|r . ja|ar na -ss.m||.|a.
í|z.m·s um :ra:aJ·,
um a.·rJ· J. jaz,
.n:r. ·s .sj/r|:·s J. Ca|a.
Nun.a ma|s |r/am·s .a¸a-|·s
s.m j.n|:.n.|a.
Lm :r·.a, jr·m.:.ram-n·s
¡u. s. ·s |·nrass.m·s .m ..r|m`n|as
. Jan¸a,
a:.nJ.r|am a· n·ss· .|amaJ·,
aj|ar|am as n·ssas ¸arras
. .·|·.ar|am s.u j·J.r a· n·ss· J|sj·r.
Ò espírito que você viu aqui, o espírito do vento chama-
do Sussra, é um aliado espiritual meu. Lu o convoco quan-
do preciso de sua ajuda. Jí trabalhamos juntos no passado, e
eu lhe dei de beber do manancial de Oaia que tra¸o dentro
de mim. Lle é mais um ami¸o que um servo.
- Pensei que você tinha dito que säo os Theur¸es quem
convocam espíritos. Como você conse¸uiu!
Morte-no-lim abriu um sorriso. Ò filhote estava pen-
sando'
- Conheço o Dom apropriado. Nem todos nos enqua-
dramos perfeitamente em nossos au¸úrios. Aprendi al¸uns
Dons aqui e ali, com as pessoas em meu Caern.
- Caern! Uma pilha de pedras!
- ¨Caern" säo locais consa¸rados a Oaia. Nós os chama-
mos assim porque al¸uns de nossos primeiros locais sa¸ra-
dos foram monumentos mortuírios. Mas os Caern si¸nifi-
cam muito mais para nós. Lste é o ¸lifo que fala de um
Caern anti¸o...
!U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Ln¡uan:· ·s ¡u. n·s jr·.uratam u|tatam j·r n´s,
¸a|¸atam·s ¸ranJ.s J|s:an.|as,
jassanJ· j·r j.Jra, r·.|a . n.t.,
|us.anJ· um |ar.
Su||m·s .aJa t.z ma|s a|:·,
n·ss·s ·||·s a:.n:·s jara .·|sas s·|r.na:ura|s,
.·m· |a||:·s /¸n.·s
. s|||u.:as J. asas J. \yrm||n¸ .ruzanJ· a |ua.
Mas n·ssa |us.a .|.¸·u a· j|m
na ma|s |·n¸a Jas n·|:.s.
QuanJ· a |ua .r.s..n:. J.sj·n:·u,
s·|r. · j|.· ma|s a|:·,
a |uz J. Luna,
.m :.rr.n· t|r¸.m,
n´s .|amam·s a|:· j·r Ca|a.
L|tam·s j·r L|a.
T/n|am·s .n.·n:raJ· n·ss· Tr·n· jra:.aJ·.
N·ss· ta|. jra:.aJ·
a|r|¸ata r|·s s.rj.an:.s . .auJa|·s·s.
Lram ma|s a|:as as m·n:an|as jra:.aJas,
. ma|s j·r:.s ·s j|n|.|r·s s..u|ar.s,
J· n·ss· |ar.
Dan¸am·s . u|tam·s,
.|amam·s j·r Ca|a na n·|:..
L ¡uanJ· a .s.ur|Ja· .a|u s·|r. n´s,
na· :.m/am·s ma|s · t`· J· Jra¸a·.
Ls:r.|a, í.Jra, V.n:·, n|·,
:·J·s ·s ¡ua:r·, as Luas Cr.s..n:.s,
sa.r|j|.aram suas t|Jas na¡u.|a n·|:. J..|s|ta,
jara .·n..J.r-n·s s.u Tr·n· ma|s .|.taJ·.
Qu. u|t.m a¡u.|.s ¡u. r..·rJam.
S·|· sa¸raJ·,
|·n¸. Ja ¸u.rra .·n:ra a \yrm,
íassa¸.m jara :·J·s ·s .a.rn J. Ca|a.
lsso descreve um dos caern mais anti¸os, a Seita da lua
Crescente, na Rússia.
- Seita!
- Uma seita é um ¸rupo de Oarou que habita os arredores
de um determinado caern - Morte-no-lim fe: um ¸esto lar-
¸o. - Lste lu¸ar é o Caern do Vento Lscondido, e nós somos
membros de seu clä. Veja bem, Brian, a seita ¸overna os re-
cursos de um caern. Lm tempos imemoriais, os dons de Oaia
foram desperdiçados em futilidades. A Wyrm nos en¸anou,
condu:indo-nos a uma batalha irracional. Perdemos muitas
¸uerras, e muitos caern foram profanados. L assim Oaia dei-
xou as pessoas reunirem-se em torno dos caern e ¸overnar a si
mesmos. Nós Oarou possuímos muitas alianças.
- Lstava pensando nisso. Com tantas coisas como mati-
lha, raça, au¸úrio, tribo e seita... como você sabe a quem
prestar lealdade! Adivinhando!
Morte-no-lim sorriu. Lsta era uma per¸unta que o ¸aroto
tinha feito antes, durante suas aulas oníricas. Um bom sinal.
- Näo é preciso adivinhar. Na verdade é muito simples.
Hí muito tempo atrís, o Philodox do Povo re¸istrou as pa-
lavras de sabedoria de nossos líderes num cìntico. Chama-
mos este cìntico de litania. Aqui, vê este ¸lifo! Lle fala da
litania...
N·s :.mj·s an:|¸·s,
¡uanJ· a .s.ur|Ja· ¸·t.rnata a T.rra,
· í·t· J|t|J|u-s..
lraJ·s, ¸u.rr.aram .n:r. s|,
. a:a.aram s.us r.sj..:|t·s |·.a|s sa¸raJ·s
Na· |·ut. jaz.
Car·u .·m|a:.u Car·u
. a \yrm J|t|J|u-n·s um a um
. n·s a|a:.u.
í·r.m, a Sa|.J·r|a J· í·t·
.ra ¸ranJ.,
. ·s an.|¨.s J· í·t·
.ram j·r:.s.
L|.s |.taram s.us j|||·s . ·s
j|||·s J. s.us j|||·s
a um n·t· .n:.nJ|m.n:·.
Lma CranJ. -ss.m||.|a ¸.ra| J·s Car·u
j·| .·nt·.aJa
a Ta||. n·.|.
V|.ram J. :·Jas as jar:.s J· munJ·
. Juran:. uma n·|:.
j·ram aj.nas uma :r||·,
. a|| ·s Ca|||arJs .an:aram a jr|m.|ra L|:an|a.
D· nas..r a· j`r-J·-s·|
.|.s r.j.:|ram as ja|atras
a:. ¡u. :·J·s jr.s.n:.s juJ.ss.m |.m|rar.
-j.nas :r.s j.ras, a|.m J. L·|·, j·ram au:·r|zaJas a ·ut|r.
í·ram .|as
La¸ar:·, ¡u. |.m|r·u J. .aJa ja|atra,
C·rt·, ¡u. .·mjr..nJ.u .aJa ja|atra,
. C·|·:., ¡u. j·ssu/a s.u jr´jr|· jar...r.
D|z.m ¡u. n·s u|:|m·s J|as
La¸ar:·, C·rt· . C·|·:. r.:·rnara·
jara |.m|rar, .ns|nar . ¡u.|rar a L|:an|a,
j·|s ·s Car·u jr..|sam s.r :a· JuraJ·ur·s . mu:an:.s
¡uan:· a Lua.
- Como os Oarou vieram de todas as partes do mundo!
Correndo!
!! .s Jrnuí¡õ.s ongrnuns
- Näo, Brian, embora naquela época o Povo pudesse re-
almente correr de um lado do mundo para o outro, pois as
terras eram mí¸icas e mais próximas. Mas näo foi isso. Lxis-
te um método de transporte entre os caern, este método é
chamado de Ponte da lua. Jí foram chamadas de Trilhas
da lua, mas nós, membros modernos do Povo, as chama-
mos Pontes, porque elas se projetam para o mundo espiritu-
al e retornam ao nosso. Llas säo o meio que usamos para
viajar entre os caern.
- Pelo que entendi nem todos os Oarou ¸ostam uns dos
outros. L verdade!
- A mais pura, Brian. Muitas tribos travam lutas desne-
cessírias, e os Ahroun estäo sempre atacando al¸uém irra-
cionalmente. lsto ocorre devido ao dom da lúria que tra:e-
mos dentro de nós. Al¸uns di:em que foi a Wyrm que nos
concedeu a lúria, para nos tornar nossos próprios arqui-
inimi¸os. Certamente os Dançarinos da Lspiral Ne¸ra säo a
prova de que isto é, pelo menos em parte, verdade. Nós
perdemos o controle quando a lúria se apodera de nossos
seres. Tornamo-nos míquinas assassinas, criaturas ¸i¸an-
tescas que usam suas ¸arras como se fossem lìminas, mo-
vendo-se mais rípido do que a visäo pode acompanhar.
Ò velho a¸achou-se e abriu o forno. Ò calor da chama
atravessou a sala.
- L como o fo¸o, Brian. Você precisa fa:er com que a sua
lúria seja útil, e näo destrutiva. L preciso aprender a contê-
la, näo liberí-la de uma só ve:. Se näo aprender isto, a lúria
irí consumi-lo.
Ò velho jo¸ou outro cepo no fo¸o, e as chamas aumen-
taram, ru¸indo como vivas.
- loi isso que aconteceu... lí em casa... comi¸o!
Subitamente, Brian teve visöes, lampejos de memória.
Seus pais, contorcidos e caídos no chäo. A coisa ne¸ra, re-
talhos de pele pendendo de seus braços deformados, rindo
para ele, sussurrando para ele. lembrou da chama que ardia
em seu estoma¸o e de como havia se movido, rípido como
o vento. De quem era o san¸ue em suas mäos!
- loi o frenesi que salvou a sua vida - Morte-no-lim
esclareceu, meneando a cabeça. - Ò Povo honrarí você
por causa disso.
- Por quê! Ò que eu fi:! - Brian estava tremendo, o
choque abalando as fundaçöes de sua alma. Seus pais esta-
vam mortos' L ele näo tinha podido fa:er nada para salví-
los'
Morte-no-lim se¸urou a mäo do ¸aroto entre as suas.
Brian sentiu uma onda de calma atravessí-lo. A mäo enru-
¸ada do velho se¸urou os dedos jovens de Brian, e eles ca-
minharam juntos até a parede.
- Toque-os, Brian. Lles estäo dentro de você. Toque-os
e conheça a verdade.
-rr.j.nJ|m.n:·, J·r
m·r:., .·rruj¸a·.
- \yrm atu|:a-s. s·|r. n´s,
na· |a naJa ¡u. j·ssam·s jaz.r.
-rmas J|sjaram m·r:.,
na· |a naJa ¡u. j·ssam·s jaz.r.
-rmaJ|||as jr.nJ.m n·ssas ja:as,
na· |a naJa ¡u. j·ssam·s jaz.r.
-rran¡u. a J·r.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns,
·|s.rt. sua jassa¸.m.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns,
r.¸|s:r. s.us a:·s.
Òs u|:|m·s J|as s.ra· J.|.s.
L|.s n·s :rara·
¸ranJ. C|´r|a.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns,
·u¸a-·s.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns
.s.u:. suas ja|atras ..·ar.m.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns
·u¸a-·s ja|ar.
L|.s n·s ·j.r:ara· ja|atras J. sa|.J·r|a.
- Sim, palavras de sabedoria. Òuve a sabedoria dentro
de você, Brian!
- Parece... que estou acordando... aos poucos... como se
estivesse saindo de um sonho lon¸o.
- Continue, Brian. leia o ¸lifo.
!2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns
an:.s ¡u. s. j.r.am.
M·s:r.-||.s ·s .am|n|·s ..r:·s,
m·s:r.-||.s a t.rJaJ..
ía¸a-·s .njr.n:ar a \yrm.
ía¸a-·s .njr.n:ar a s| m.sm·s.
Ln.·n:r. ·s ¡·t.ns.
í·r¸. s.us .sj/r|:·s.
ía¸a-·s .r.s..r :am|.m .m H·nra,
Sa|.J·r|a, C|´r|a.
H·nra. ¸ranJ. r.ju:a¸a·
j·r a:·s a|nJa ma|·r.s.
Na .s.ur|Ja·
n´s ·s ·|s.rtar.m·s.
QuanJ· · u|:|m· Car·u
.s:|t.r m·r:·,
n.n|um J. n´s J|ra |ss·.
Ca|a m·rr.ra J. s·||Ja·.
N.n|um J. n´s J|ra |ss·.
Na· |at.ra |u:a.
Dar.m·s J.n:.s
. ¸arras a·s |n|m|¸·s ¡u. r.|nam
nas n·|:.s J. Ca|a
n·s u|:|m·s J|as.
V.¡a ·s u|:|m·s s|na|s,
t.¡a · nas..r
Ja N·|:..
- Mas eu näo fi: nada' Lles jí estavam mortos. Meu pais
jí estavam mortos' Por que isso me dí Olória!
- Você matou um Dançarino da Lspiral Ne¸ra, Brian.
As suas presas säo afiadas, e a tradiçäo de seus ancestrais
flui no seu san¸ue. A Olória che¸a a você.
- Por que eles näo ¸ritaram! Por que näo correram! -
lí¸rimas começaram a descer as faces de Brian. Lle se vol-
tou para o velho, apoiando-se nele. Lnquanto chorava,
Brian sentiu uma muralha ruir em sua mente.
- Ò Delírio. Veja aqui...
Brian tocou o ¸lifo, e as palavras fluíram, soltas, para a
sua mente.
í..aJ·s ·r|¸|na|s,
j..aJ·s J· ·r¸u||·,
:r·ux.m·s · m.J· Ja n·|:.,
j|z.m·s as ma.s .s.·nJ.r.m s.us j|||·s,
L as .r|an¸as .s.·nJ.r.m s.us t.||·s.
L|.s ·|s.rtaram . .sj.raram,
s·z|n|·s, .m suas .at.rnas.
Òs ¸u.rr.|r·s |u:ar|am,
. |r|am m·rr.r,
. naJa J.:.r|a
· lmj.r¸|um.
Tr·ux.m·s · m.J·-n·|:.,
.|.s j|.aram assus:aJ·s.
Nas..ram .r|an¸as . ·s j|||·s J.s:as,
mu|:·s |nt.rn·s s. jassaram . n´s
.s:|t.m·s |a Juran:. .aJa um J.|.s.
Tr·ux.m·s · m.J·-n·|:. -
.·m· ..rt·s .mja||aJ·s,
na· j·J|am ¸r|:ar,
na· j·J|am s. m·t.r,
na· j·J|am r..·rJar
n·ssa jassa¸.m.
Ò D.|/r|·
:·m·u-·s :am|.m.
-¸·ra .|. s. |.tan:a,
s.mjr. · m.J·-n·|:..
Òs |/j.J.s j·¸.m a:.rr·r|zaJ·s
J. n·ssa j·rma ¸u.rr.|ra,
Cr|n·s m.:aJ.-|·|·.
Ò D.|/r|·
.a| s·|r. .|.s.
í..aJ·s J· jassaJ·,
j..aJ·s J· ·r¸u||·,
a ar:|man|a Ja \yrm.
Tr·ux.m·s · m.J·-n·|:.,
t|t.m·s .n:r. .|.s,
mas sa|.m·s ¡u. n´s,
s.mjr. |s·|aJ·s,
na· j·J.m·s ama-|·s.
Na· j·J.m·s j|.ar .·m .|.s,
s.mjr., s.mjr.,
t.m · m.J·-n·|:..
!· .s Jrnuí¡õ.s ongrnuns
Brian estremeceu, näo conse¸uindo mais conter as lí-
¸rimas. A porta da cabana se abriu, deixando entrar uma
rajada de vento. Lra apenas late. Ò velho diri¸iu-se a jo-
vem num tom de vo: baixo, numa lín¸ua que Brian jamais
tinha ouvido.
- Lles estäo che¸ando, Deathbear-rhya' Arrombaram a
divisa'
- Abrirei a Ponte da lua para que você passe por ela,
Caçadora lmplacível. lrei lo¸o em se¸uida. Preciso incendi-
ar a cabana para que eles näo se apoderem das informaçöes
que ela contém.
- Näo perderíamos muito conhecimento, anciäo! Näo
podemos deixar que tudo isto seja redu:ido a cin:as'
- Ò conhecimento estí no jovem Brian. Lle a¸ora sabe
que os Re¸istros estäo ¸uardados no seu coraçäo.
- Como sempre estiveram - Brian disse, olhando para
o velho. Lm se¸uida começou a murmurar as palavras Oa-
rou como se tivesse entrado em transe.
lora da cabana, o vento uivou. Òuviu-se o canto de um
noitibó e, ao lon¸e, uma risada satìnica.
Morte-no-lim caminhou até o centro da pequena caba-
na e fechou os olhos. Murmurando suavemente, convocou
a lênix, que era o totem do caern. Ò totem começou a abrir
a Ponte da lua.
Maravilhado, Brian assistiu um ¸lobo opalino florescer do
chäo. Òbservou-o crescer em tamanho até ficar maior que
late, enchendo a sala. Uma ventania forte soprou através
dele, uma rajada de ar morno e úmido. late pareceu :an¸ada,
quase arro¸ante, antes de curvar a cabeça e caminhar para a
Ponte da lua. Lm se¸uida o ¸lobo encolheu e sumiu.
- Hí mais uma coisa que você precisa aprender, Brian.
Como Ouardiäo dos Re¸istros, é seu dever acrescentar ou-
tra marca a ele, re¸istrando o que acontecer neste dia.
Morte-no-lim fitou os olhos de Brian. Ò rapa: sentiu
um estranha necessidade de obedecer ao homem, como se
ele fosse um sacerdote.
- Você falarí do dia que Morte-no-lim morreu. lalarí
de como ele ficou para trís para reali:ar sua última missäo
para Oaia. Você escreverí este ¸lifo nos Re¸istros.
- Mas... eu pensei que você só fosse morrer no fim dos
tempos' - Brian ¸ritou.
Morte-no-lim se¸urou os braços de Brian.
- Lstamos no fim dos tempos, Brian' lembra do Olifo do
Apocalipse!
Ls:.s sa· ·s u|:|m·s J|as.
D|as n·s ¡ua|s a \yrm |ra |.tan:ar-s.
. s.us :.n:a.u|·s r..·|r|ra· · munJ·
. Car·u |u:ara .·n:ra Car·u.
D|as n·s ¡ua|s ·s |uman·s |ra· .a¸ar-n·s
.m .s:ran|as .r|a:uras Ja \.at.r.
D|as n·s ¡ua|s a m·r:. |ra s.¸u|r-n·s
.·m· um urs· jam|n:·.
C·n|...r.m·s ·s u|:|m·s :.mj·s,
¡uanJ· · í·t· na· s.ra suj|.|.n:.
jara .u|Jar ajr·jr|aJam.n:. J·s .a.rn,
. ·s j|||·:.s j.rJ|J·s m·rr.ra·
·u s.ra· :·maJ·s j.|a \yrm.
L mu|:as t|s¨.s
|ra· r.a||zar-s..
CuarJ. |.m .ss.s s|na|s.
n.¸|s:r. ·s u|:|m·s J|as.
L|.s .s:a· .|.¸anJ·.
Ls:a· .|.¸anJ·.
- Chamamos a isso Ò Apocalipse. Vivemos nossos últi-
mos dias. Quem sabe quando serí a investida final da Wyrm!
Até lí, näo podemos fa:er nada senäo esperar e continuar
lutando contra ela.
Ò vento sibilou do lado de fora, nuvens de neve obscu-
receram as janelas. A cabana inteira ran¸eu ante a fúria da
tempestade.
- Òs ventos estäo mantendo os Lspirais Ne¸ras afastados,
mas eles nos se¸uiram até aqui. Näo hí Oarou suficientes para
defender este lu¸ar. Devemos nos certificar de que a cabana
näo cairí nas mäos deles. L por isso que ficarei aqui. Re¸istre
o que acontecer' Ò Povo precisa do seu Olifo'
- Näo posso deixar você aqui para morrer' Você é ne-
cessírio. Precisamos da sua sabedoria.
- A¸ora você possui toda minha sabedoria, ¸aroto. L ainda
mais, pois o san¸ue dos síbios corre em suas veias. Saberí o
que fa:er quando o tempo che¸ar. Você serí o último Ouar-
diäo dos Re¸istros. A¸ora ví'
!4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
A Ponte da lua abriu novamente por trís de Brian, mas
ele mal a notou. licou parado observando Morte-no-lim
abrir latas e latas de querosene, derramando o líquido no
assoalho seco de madeira.
Ò velho esticou os braços para o teto. Seu corpo se do-
brou, deformou-se e cresceu, assumindo sua forma ¸uerrei-
ra, o Crinos. lsso teria apavorado Brian, se a¸ora näo lhe
parecesse täo familiar.
- Ví' L di¸a aos anciöes que eu lhe dei um nome. As
pessoas o chamaräo Morte-pela-Wyrm, pois os Re¸istros só
cairäo em seus tentículos depois que ela tiver derrotado
todos os outros Oarou.
Brian hesitou, suas mäos tocando as bordas macias da
Ponte da lua.
- Ví, eu jí disse' Lles che¸aräo a qualquer momento...
Òuviu-se um estrondo: a porta tinha sido redu:ida a far-
pas. Duas criaturas ne¸ras, com ¸arras ¸otejantes e presas
amareladas, entraram na sala. Riam, riam como coisas en-
louquecidas. Lstavam sedentas de san¸ue, e um fedor de
carne podre as acompanhava.
Brian, que tinha se virado para olhar para elas, subita-
mente foi atin¸ido por um ¸olpe fortíssimo - a forma Cri-
nos do anciäo o empurrara para a ponte.
ººº
CuarJ.m |.m,
´ j|||·s J. Ca|a.
Lu .n:`· a .an¸a· J.
M·r:.-n·-í|m
Cu¡a j·r¸a .ra suj.raJa aj.nas
j·r sua sa|.J·r|a.
L|. j·| m.u m.s:r.,
an:.s J. m|n|a jr|m.|ra MuJan¸a.
Lu jr.s.n.|.| · j|m
J· u|:|m·.
"V|t.m·s ·s u|:|m·s J|as¨,
.|. m. J|ss..
L|. m·rr.u,
J.j.nJ.nJ· Ca|a,
J.j.nJ.nJ· ·s Car·u.
T·J·s s·m·s s.us J.t.J·r.s,
j·r¡u. .|. m·rr.u
J.j.nJ.nJ· a L|:an|a
. ·s n.¸|s:r·s.
CuarJ.m |.m
´ j|||·s J. Ca|a,
j·|s m.u n·m. .
M·r:.-j.|a-\yrm.
- m|m j·ram jassaJ·s
·s n.¸|s:r·s.
S·u · u|:|m· J·s ¸uarJ|¨.s.
Mas na· s. .s¡u.¸am ¡ama|s J. D.a:||.ar-r|ya
- M·r:.-n·-í|m .ra s.u n·m. -,
· CuarJ|a· J·s n.¸|s:r·s íra:.aJ·s,
¡u. m·rr.u arJ.nJ· .m .|amas jra:.aJas.
!5
. 1roI..ín un 1ôníx
A Fêair me captarea.
0arreqea-me em saas qarras
bem alte sebre e maade
para qae ea cisse além de amaabã.
£ elbei.
0eatemplei e (atare.
vi a aaiqailaçãe de aessa espécie. 0açades sem tréqaa, mertes am apés eatre
~ até e altime. Nãe bacia mais (ilbes, aetes, pais ea mães. £ste (ei e Siaal
qae me (ei mestrade pela Fêair: e destiae qae es Filbes da weacer, es
hamaaes, resercacam para aés, es 6area.
0lbei.
0eatemplei e (atare.
vi es Filbes da weacer qeraade. uma qraade massa de bamaaes cresceade sem
parar. 1eraaram-se cada cet mais aamereses, até 6aia se(rer per carreqar tedes
eles. 0s bemeas maltiplicaram saas casas, rasqaram e sele cem aaciabes e
cacaram a terra resseqaida para se alimeatar de seas (rates. £ste (ei e seqaade
Siaal des altimes dias qae me (ei mestrade pela Fêair: e qae es bamaaes
(ariam.
Lma Jas jr|m.|ras |.nJas J· Car·u . a ír·j..|a Ja í.n|x, ¡u. jr.t. · -j·.a||js..
A Pre(ecia
da Fêair
!ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
0lbei aecameate.
0eatemplei e terceire Siaal.
1aates. 1aatas criaaças. 1aates bamaaes. £les se celtaram aas ceatra es eatres
e a wqrm semeea cerrapçãe eatre eles. vi e Feqe estraabe, (era de ceatrele, a
qraade celaaa de (amaça elecaade-se de campe, espalbaade merte eade qaer
qae re(alqisse ae escare e aa terra (ria. 0aci a aqeaia de Mar: eateaca am
lameate perqae alqam bêbade tiaba derramade sebre ele am laqe de merte
aeqra.
£aejade, cirei miaba cabeça, mas aãe pade ecitar elbar aecameate.
0eatemplei, eatãe, e qaarte Siaal.
A wqrm (icea mais (erte, saas asas abaaaram as brisas da pedridãe. £la
espalbea pestes berríceis: e Rebaabe (ei a(liqide cem deeaças da meate e de
saaqae. As criaaças aasceram de(ermadas. 0s aaimais adeeceram e aiaqaém
ceaseqaia cara-les. Nesses altimes dias, aem mesme es 6aerreires de 6aia
serãe peapades das qarras ia(ectadas de passare maldite.
0em laqrimas aes elbes, elbei aecameate, e a Fêair mestrea-me e qaiate Siaal.
vi eatras 0elaaas de Famaça elecaade-se ceme laaças mertais aa direçãe de
céa bele, per(araade-e e deiraade e Pai Sel qaeimar e secar 6aia. 0 ar (icea
qaeate, mesme aa escaridãe de |acerae (atia caler. As plaatas de(iabaram ae
sel. um qrite de der e deeaça elecea-se das (lerestas aqeaitaates: saas
criataras cberaade a ama sé cet.
£atãe, ceme se am céa ticesse side rasqade, e serte Siaal mestrea-se para mim.
Nesses altimes dias, 6aia estremecea de (aria. Saas eatraabas erpeliram (eqe.
0iatas eacebriram e céa. A wqrm ecaltea-se aas sembras caasadas per esses
(eaêmeaes... e preparea sea bete. 0s celbes se (eram, es Preteteres das 1rilbas
e £acratilbadas aãe eristiam mais. Nesses altimes dias, e serte Siaal se (ara
ceabecer aas Matilbas qae se (ermarãe. 0ada Matilba tera de empreeader ama
0ratada. £ssa é a ceatade de 6aia.
vi e céa escarecer e a laa (icar da cer de saaqae.
£ cislambrei e sétime Siaal, embera aãe teaba side capat de cê-le
cempletameate. Mas pade seatir sea caler.
!7
. 1roI..ín un 1ôníx
0 Apecalipse. 0s memeates (iaais de maade. £aqelida pele Sel, a laa ardea aas
eatraabas de astre-rei. Feqes pre(aaes caíram ae sele, qaeimaade a tedes aés,
de(ermaade-aes e (ateade cem qae cemitassemes saaqae. A wqrm maai(estea-
se aas terres, aes ries, ae ar e aa terra, e em teda parte seas (ilbes cerreram a
esme, deceraade, destraiade, ceci(eraade maldiçèes de tedes es tipes. £ e
Rebaabe (aqia aterreritade. £ es Sembries ~ es (ilbes da wqrm ~ saíram de
seas aatres para camiabar aas raas à lat de dia.
virei a cabeça para aãe cer mais aada. A Fêair me disse: "|ste é ceme sera,
aãe ceme deceria ter side".
A Fêair larqea-me.
Aqera aãe pesse seabar. Pesse apeaas lembrar es Siaais, cada am em per(eites
detalbes. vicemes es altimes dias. §ae 6aia teaba piedade de aés.
Qu. a ír·j..|a .s:a s. .umjr|nJ·, m.u ¡·t.m, na· r.s:a Jut|Ja. C|am.-m. J. jr·j.:a J· -j·.a||js.. C|am.-m. J. t.||a
j·j·¡u.|ra. C|am.-m. J· ¡u. ¡u|s.r - mas ·u¸a m|n|as ja|atras. -j|rm· ¡u., an:.s J· j|m J.s:a J..aJa, :·J·s t.r.m·s
|amj.¡·s J· S.:|m· S|na|. ía jr.s.n.|am·s .x:|n¸a· .m massa, .xj|·sa· J.m·¸raj|.a . ·s |num.r·s J.sas:r.s jr·t·.aJ·s j.|·s
|uman·s... ·u s.ra ¡u. Va|J.z . C|.rn·|y| ¡a j·ram aja¸aJas J. suas m.m´r|as jra.as: L|.s .s:a· J.s:ru|nJ· .aJa ´r¸a· Ja
Ma., .|a a¸·ra :r.m. J. a¸·n|a . jur|a, t·m|:anJ· .|nzas a· ..u. í·J.m·s n.¸ar ¡u. t|m·s ·s S|na|s: S.ra ¡u. t·..s j·J.m s.r
:a· ..¸·s: V|t.m·s r.a|m.n:. ·s u|:|m·s J|as. - jr·j..|a ¡a s. .umjr.. L jr..|s· a¸|r |m.J|a:am.n:.. na· :.m·s :.mj· jara
J.sj.rJ|¸ar .·m ja|atras.
- -mara \|nJ.rus|.r, í|||·J·x íur|a N.¸ra.
2U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
2! Cnµí:u1o 1n. 1n:rouu¡ño
rente de qualquer outra.
0eataade histérias
Curt.m-s., s·u · |mj.raJ·r J·s s·n|·s.
- Clark Asthon Smith, ¨Ò Comedor de Haxixe"
Hí muito tempo atrís, antes dos filmes, da tevê, do rí-
dio ou dos livros, as pessoas costumavam contar histórias
umas as outras: histórias de caçadas, lendas sobre os deuses
e os ¸randes heróis, ou fofocas sobre os vi:inhos. Llas con-
tavam histórias em vo: alta, como parte de uma tradiçäo
oral de narrativa - uma tradiçäo que jí perdemos quase
inteiramente.
Näo contamos mais histórias - nós as ouvimos. Senta-
mos-nos passivamente, e deixamos que nos tomem no colo
e nos levem para o mundo que nos é descrito. Tornamo-nos
escravos da televisäo, permitindo a uma oli¸arquia de artis-
tas que descrevam nossa cultura para nós.
Mas existe outro caminho. Ò híbito de contar histórias
pode voltar a fa:er parte de nossa cultura. L sobre isso que
trata este jo¸o: näo sobre histórias contadas para nós, mas
histórias que contamos uns aos outros. Ò propósito de Lo-
bisomem é tornar as lendas e os mitos anti¸os uma parte
mais substancial de nossas vidas.
Contar histórias nos permite entender a nós mesmos,
Ò que você tem em mäos é um jo¸o de fa:-de-conta, de
narrativa, este jo¸o permite que você assuma o papel e con-
te histórias sobre as aventuras de uma criatura torturada,
furiosa e or¸ulhosa - um lobisomem. No fim, porém, este
jo¸o centra-se mais em você que em lobisomens, afinal é
você quem conta as histórias.
Lmbora Lobisomem seja um jo¸o, seu objetivo estí mais
em contar histórias que em vencer. Lobisomem possibilita
que você se envolva em histórias de paixäo e ¸lória e o aju-
da a contí-las. Se você nunca fe: esse tipo de coisa antes,
pode sentir-se confuso com a premissa ¸lobal de um jo¸o de
narrativa. Porém, depois de entender os conceitos bísicos,
descobrirí que contar histórias näo é novidade para você. L
al¸o que tem feito desde que nasceu.
Você vai tecer histórias assombrosas - de peri¸o, medo
e horror selva¸em. Ò cerne das histórias é você: o lobiso-
mem. Llas podem ser mais violentas e sombrias que os con-
tos de fada que lhe contavam quando criança (embora quan-
do os revemos com olhos adultos esses contos também pa-
reçam bem sinistros), e provavelmente iräo capturar e en-
volver a sua ima¸inaçäo muito mais profundamente que
qualquer peça ou filme. lsto ocorre porque você estí J.n:r·
da história como um participante ativo, näo como um sim-
ples observador. Narrar histórias é uma experiência dife-
H·ut. :r·ta·
H·ut. r.|amja¸·
Ln:a· as .s:r.|as j·ram .m|·ra
L a |ua .a|u J· ..u
- Tom Waits, ¨Larth Died Screamin¸"
0apítale um: 0apítale um:
0apítale um: 0apítale um: 0apítale um:
|atredaçãe |atredaçãe
|atredaçãe |atredaçãe |atredaçãe
22 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
oferecendo-nos uma ferramenta com a qual explicar nossos
triunfos e derrotas. Òlhando para a nossa cultura, nossas
famílias e nós mesmos em novos contextos, podemos des-
cobrir coisas que nunca havíamos percebido. L divertido
porque é revelador e estimulante porque é realista. Nosso
fascínio por contar histórias estí imbuído de propósito: nin-
¸uém duvida disso.
|aterpretaade
Lobisomem näo é só uma ferramenta para contar históri-
as: é também um jo¸o de personificaçäo de papéis (ou role-
playin¸ ¸ame). Você näo apenas conta histórias - você atua
nelas, assumindo os papéis dos persona¸ens principais. L mui-
to parecido com teatro, só que você mesmo inventa as falas.
Para entender a personificaçäo de papéis, basta que você
retorne a infìncia e aquelas tardes maravilhosas que passava
brincando de polícia e ladräo, cowboy e índio ou de se fantasi-
ar. Ò que você estava fa:endo era personificar um papel, um
tipo de representaçäo espontìnea e natural que ocupava com-
pletamente a sua ima¸inaçäo. Lssa representaçäo ajudava-o a
aprender sobre a vida e o que si¸nifica ser um indivíduo adul-
to. loi uma parte essencial de sua infìncia, mas só porque
você cresceu näo si¸nifica que tenha de parar.
Lm Lobisomem, em ve: de fin¸ir, se¸uimos al¸umas re-
¸ras que nos ajudam a interpretar. Llas säo usadas principal-
mente para evitar discussöes do tipo - ¨Ban¸' Ban¸' Você
estí morto'" ¨Näo, näo to näo'" - e para acrescentar um
sentido mais profundo de realismo a história. As re¸ras direci-
onam e ¸uiam o pro¸resso da história, e ajudam a definir as
capacidades e fraque:as dos persona¸ens. As re¸ras essenciais
de Lobisomem säo descritas no Capítulo Quatro.
Lobisomem pode ser jo¸ado com praticamente qualquer
número de jo¸adores, mas os jo¸os de personificaçäo, em
¸eral, funcionam melhor com seis, ou menos de seis, jo¸a-
dores. Ò jo¸o perde um pouco de seu sabor e mistério quan-
do os jo¸adores precisam competir por atençäo.
0 Narrader
A estrutura de Lobisomem é um pouco diferente da
estrutura dos jo¸os com os quais você possa estar familiari-
:ado. Lm primeiro lu¸ar, näo existe nem tabuleiro nem car-
tas. Lm se¸undo, um dos jo¸adores precisa ser o Narrador
- a pessoa que cria e condu: as histórias.
Ser o Narrador é um pouco parecido com ser o Banquei-
ro numa partida de ßan.· lm·||||ar|·©, só que é ainda mais
importante. Ò Narrador descreve o que acontece aos per-
sona¸ens como resultado do que os jo¸adores di:em e fa-
:em. Lle decide se os persona¸ens säo bem sucedidos ou
näo, se sofrem ou prosperam, se vivem ou morrem. Narrar é
uma tarefa írdua, mas também muito ¸ratificante: o Narra-
dor é um criador de lendas.
Ò dever essencial do Narrador é ¸arantir que os outros
jo¸adores se divirtam. Porém, ao contrírio dos narradores
tradicionais, ele näo apenas conta uma boa a história, mas
er¸ue sua estrutura e permite que os jo¸adores a completem
assumindo os papéis dos prota¸onistas. Lm Lobisomem,
contar histórias é alcançar um equilíbrio delicado entre nar-
raçäo e jul¸amento, entre história e jo¸o. Òcasionalmente o
narrador precisa montar um cenírio ou descrever o que
ocorre (como quando os persona¸ens estäo dormindo), mas
na maior parte da ve:es ele precisa decidir o que ocorre em
reaçäo as palavras e as açöes dos persona¸ens. Lle precisa
ser realista, imparcial e criativo.
Na condiçäo de Narrador, é seu dever interpretar e fa-
:er cumprir as re¸ras. Além disso você também fa: as hon-
ras de apresentador, na medida que precisa divertir seus
jo¸adores. L preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre
seus dois papéis. A maior parte deste livro foi escrita para
ajudí-lo nisso. As dicas que oferecemos näo facilitaräo a
tarefa de ser um Narrador, porque esta jamais serí fícil,
mas iräo ajudí-lo a narrar com eficiência.
Ò papel do Narrador serí explicado com mais detalhes
no Capítulo Três.
0s ]eqaderes
A maior parte das pessoas que jo¸am Lobisomem näo
säo Narradores, mas jo¸adores que assumem os papéis dos
persona¸ens centrais da história. Ser um jo¸ador näo requer
tanta responsabilidade quanto ser um Narrador, mas de-
manda exatamente o mesmo esforço e concentraçäo.
Na condiçäo de jo¸ador numa cronica de Lobisomem,
você assume a persona e o papel de um lobisomem, que
você inventa e em se¸uida personifica durante o curso de
uma ou vírias histórias. A vida do seu persona¸em estí em
suas mäos: é você quem decide o que ele di: ou fa:. Você
determina quais riscos aceitar ou declinar. Tudo o que fi:er
e disser enquanto estiver jo¸ando com seus persona¸ens
surtirí efeito no mundo do jo¸o.
Você precisa ser, a um só tempo, ator e jo¸ador. Como
ator, você fala pelo seu persona¸em e representa tudo o que
quiser que ele di¸a ou faça. Qualquer coisa que você disser,
o seu persona¸em di:, a näo ser que você esteja responden-
do especificamente a uma per¸unta feita pelo Narrador ou
esteja descrevendo as suas açöes. Ao anunciar e descrever
para os outros jo¸adores o que estí fa:endo, você se torna
parte da história que estí sendo contada.
Como jo¸ador, você tenta fa:er coisas que permitem ao
seu persona¸em ser bem-sucedido e, portanto, ¨¸anhar o
jo¸o". Lste elemento estraté¸ico do jo¸o é essencial, visto
que é ele que costuma criar a emoçäo e a empol¸açäo de
um momento dramítico.
Muitas ve:es, depois de descrever as açöes que ¨você"
deseja desempenhar, serí preciso jo¸ar dados para ver se o
persona¸em conse¸ue reali:ar o que você ilustrou com pala-
vras. As Características do seu persona¸em - descriçöes
numéricas de seus pontos fortes e fracos - ditam a compe-
tência de seu lobisomem em fa:er certas coisas. As açöes
constituem o elemento bísico de Lobisomem, porque des-
crevem como os persona¸ens mudam o mundo e afetam o
curso da história.
Òs persona¸ens säo essenciais em uma história: eles alte-
ram e direcionam a trama, sem persona¸ens näo hí história.
A medida que a história flui, os persona¸ens, e näo as decisöes
do Narrador, diri¸em e ener¸i:am o pro¸resso da trama.

(e conse¸uirem), entäo eles ¨vencem". Se eles nunca che-
¸arem nem mesmo a descobrir quem estí por trís da trama
(e muito menos conse¸uir derrotí-lo), entäo eles perdem,
embora possam näo saber disso até que seja tarde demais.
Para alcançar até mesmo uma vitória parcial, os perso-
na¸ens normalmente precisam se tornar ami¸os. Lles preci-
sam procurar uns pelos outros e possuir um mínimo de con-
fiança mútua. Ò Mundo das Trevas é täo peri¸oso que tor-
na os aliados confiíveis uma ¸rande rique:a.
Acesséries de ]eqe
Lm sua maior parte, Lobisomem foi planejado para ser
jo¸ado em torno de uma mesa. Lmbora o jo¸o näo exija o
uso de um tabuleiro, certos acessórios requerem o uso de
uma mesa. Você precisarí de dados, lípis e papel, assim
como fotocópias das fichas dos persona¸ens. Säo necessíri-
os dados de de: faces, que podem ser encontrados nas lojas
especiali:adas. Ò Narrador pode também ter papel a mäo
para fa:er o desenho de um cenírio (o que facilita descrevê-
lo aos jo¸adores), assim como al¸uns outros acessórios para
mostrar aos jo¸adores o que os persona¸ens estäo vendo
(foto¸rafias, fósforos, lenços, qualquer coisa para tornar a
experiência mais vívida).
Al¸uns jo¸adores ¸ostam de usar miniaturas em suas par-
tidas de Lobisomem. Ò combate em Lobisomem tende a se
tornar intenso, as fi¸uras que representam os persona¸ens e
seus oponentes podem ajudar o Narrador e os jo¸adores a se
concentrar na açäo. No final do Capítulo Nove você encon-
trarí as re¸ras para o uso de miniaturas em Lobisomem.
Ae vice
A açäo ¨ao vivo" pode ser a parte mais dinìmica e di-
vertida de uma partida de Lobisomem. Lla é semelhante
aos exercícios de improviso em teatro, nos quais os atores
(os jo¸adores) atuam através das cenas criadas e apresenta-
das pelo Narrador. lsto torna a experiência de contar histó-
rias muito mais emocionante e imediata.
Òs jo¸adores num jo¸o de personificaçäo de papéis ¸e-
ralmente J.s.r.t.m o que seus persona¸ens fa:em e di:em,
mas durante a personificaçäo ao vivo eles jaz.m o que seus
persona¸ens fa:em e di:em (dentro de limites). Lles podem
se levantar, caminhar, se¸urar uma carta, trocar apertos de
mäos ou correr até uma janela para ver o que estí aconte-
cendo. Òbviamente, também neste caso se fa: necessírio
empre¸ar muita ima¸inaçäo e o Narrador ainda pode inter-
romper a açäo para descrever objetos e situaçöes especiais.
Näo säo usados quaisquer dados durante a Açäo Ao Vivo
(especialmente nos produtos de açäo ao vivo da White Wolf,
a linha Mind's Theatre). Lm ve: disso, tudo é determinado
através da atuaçäo dramítica. Ò Narrador simplesmente usa
as Características dos persona¸ens para decidir com que com-
petência os persona¸ens conse¸uem desempenhar determina-
das açöes mecìnicas (como arrombar uma fechadura). Ò
Narrador também precisa decidir como os outros persona¸ens
Até certo ponto, cada persona¸em também é um Narra-
dor. Òs jo¸adores devem sentir-se a vontade para acrescentar
idéias e elementos a história, embora o Narrador possa aceití-
las ou näo, se¸undo seu jul¸amento. No fim, a história, näo
um persona¸em individual, é o mais importante. Òs persona-
¸ens säo ferramentas para a narraçäo de uma boa história.
0s Perseaaqeas
Lxistem muitos elementos diferentes que constituem
aquilo que ¸ostamos de pensar como o ¨eu", elementos nu-
merosos demais para que possam ser separados ou identifi-
cados. Na verdade, näo sabemos quem ou o quê somos.
Usamos muitas míscaras. L desta diversidade essencial do
eu que se ori¸ina nosso desejo e capacidade de fin¸ir ser
al¸uma outra pessoa.
Òs persona¸ens säo as versöes literírias das pessoas re-
ais - eles näo säo reais, mas capturam al¸uns aspectos da
realidade. Apenas quando você entra no mundo da história
os seus persona¸ens podem se consumar. Lles säo reais ape-
nas quando têm você como sua força motri: - sua alma, se
preferir chamí-la assim. Jamais trate seus persona¸ens como
projeçöes de você mesmo (ainda que eles näo passem dis-
so). Trate-os como indivíduos únicos, como obras de arte,
ou ainda como expressöes frí¸eis de sua sensibilidade poéti-
ca. Valori:e os persona¸ens que criar.
Òs persona¸ens de Lobisomem säo fíceis de serem cria-
dos. leva apenas cerca de 30 minutos para escolher todas as
Características que os descrevem. L preciso o mesmo tempo e
esforço para transformar esta coleçäo de números em perso-
na¸ens vivos. Você terí de mer¸ulhar nas profunde:as de seu
próprio ser para encontrar coisas que sejam reais e verdadeiras
e, com elas, ¸erar um persona¸em completo. Ò monstro de
lrankenstein foi montado com facilidade a partir de peças
corporais disponíveis. Ò difícil foi insuflar-lhe vida.
A criaçäo de persona¸ens serí discutida com mais deta-
lhes no Capítulo Cinco.
veacederes e Perdederes
Näo existe um ¨vencedor" único em Lobisomem: o obje-
tivo do jo¸o näo é derrotar os outros jo¸adores. Para ¨vencer"
é preciso cooperar com os outros jo¸adores. Como este é um
jo¸o de contar histórias, näo hí como uma determinada pes-
soa sair vitoriosa. Na verdade, Lobisomem é um jo¸o do qual
você provavelmente sairí perdedor: a missäo que seus perso-
na¸ens lobisomens precisaräo empreender é praticamente
impossível. A cada dia a Wyrm cresce em poder, afinal esta-
mos na ldade do Apocalipse. Seu objetivo serí sobreviver e
extrair o míximo de drama da tra¸édia corrente.
Lm Lobisomem, a sobrevivência é a única forma de
medir o sucesso. Porém, se o persona¸em possuir al¸uma
motivaçäo poderosíssima (como uma necessidade de vin-
¸ança), cumprir este objetivo também serí uma medida de
sucesso. Além disso, as histórias alcançam conclusöes que
beneficiam ou prejudicam os persona¸ens. Se os persona-
¸ens descobrirem que um político popular é na verdade um
lacaio corrupto da Wyrm e planejarem arruinar seus planos
Cnµí:u1o 1n. 1n:rouu¡ño
24 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
¸uiados por ele rea¸em aos persona¸ens dos jo¸adores.
Reqras
Você precisa se¸uir al¸umas re¸ras bísicas para ¸arantir
que a açäo ao vivo transcorra com se¸urança. Lssas re¸ras
precisam ser obedecidas durante toda açäo ao vivo. A se¸u-
rança deve ser sempre uma preocupaçäo principal.
º Não toque: Um jo¸ador näo deve atin¸ir ou a¸arrar
qualquer membro do ¸rupo. Lm hipótese al¸uma deverí ser
encenada qualquer espécie de combate - esta é uma das
coisas cuja resoluçäo caberí aos dados. A Açäo ao Vivo
envolve apenas diílo¸os - jamais combates. Se os jo¸ado-
res ou os assistentes do Narrador empol¸arem-se demais em
seus papéis, o Narrador deve decretar um intervalo e lem-
brar a todos as re¸ras de representaçäo. Òs infratores reinci-
dentes devem ser convidados a se retirarem, ou a açäo deve
retornar a mesa e os conflitos resolvidos com os dados.
º Sem armas: Näo poderäo ser usados adereços cujo
funcionamento requeira o toque em outro indivíduo. Du-
rante a açäo ao vivo jamais poderäo ser empunhadas armas
de qualquer espécie. Poderäo ser empre¸adas apenas aque-
las armas de brinquedo que podem ser facilmente identifi-
cadas como falsas, mesmo nesse caso as re¸ras de näo tocar
deveräo ser mantidas.
º Atue em ambientes fechados: Atue dentro de sua
própria casa ou em qualquer írea particular na qual as par-
tidas costumem ocorrer. Certifique-se de que todos nas íre-
as próximas compreendam o que você estí fa:endo. Nunca
execute a Açäo ao Vivo se o evento puder confundir ou
assustar transeuntes. Se você atuar em ambientes abertos,
como no bosque atrís de sua casa, providencie para que a
sua privacidade seja mantida.
º Saiba quando parar: Quando o Narrador decretar o
fim da Açäo ao Vivo, todas as atividades devem ser inter-
rompidas. Mesmo durante a Açäo ao Vivo (especialmente
durante a Açäo ao Vivo), a palavra do Narrador é final.
0 lebisemem
Na t.rJaJ., · |·||s·m.m . ·u:ras .r|a:uras ¡u. .·m||n.m
|·m.ns .·m an|ma|s sa· ar¡u.:|j·s |as|.·s Ja js|¡u..
- Malcolm South, M|:||.a| anJ ía|u|·us Cr.a:ur.s
Ò que si¸nifica ser um lobisomem! Lste assunto näo é
entendido facilmente nem mesmo pelos próprios Oarou. Òs
lobisomens näo säo nem humanos nem lobos, e sim uma
raça única de criaturas. Lm sua forma humana eles säo täo
parecidos com humanos que podemos descrevê-los usando
as mesmas re¸ras e características que descrevem os huma-
nos. Apenas quando eles se metamorfoseiam säo acrescen-
tadas novas características, como a velocidade alucinante,
as ¸arras e presas ameaçadoras e a força e tenacidade incrí-
veis que adquirem quando enfurecidos.
Lste jo¸o é sobre as pessoas, todos os tipos de pessoas,
que fa:em o melhor que podem para atravessar a vida de-
pois que descobrem sua verdadeira nature:a, que descobrem
que näo säo os homens (ou lobos) que acreditavam ser. Na
verdade, eles säo Oarou - forasteiros, metamorfos, lobiso-
mens e os últimos protetores da Terra a¸oni:ante contra
uma força terrível que fica mais forte durante a noite.
0aracterísticas des lebisemeas
íara |us.ar · |·|· .m t·..
MuJ. j·rma íar.¡. · t.n:·
MuJ. j·rma L s|n:a ¡u. :.m
MuJ. j·rma T·J·s ·s s.n:|J·s a¸u¸aJ·s
D. t·|:a a· s|¸n|j|.aJ· J. |·m.m . |·|·.
- Metallica, ¨Òf Wolf and Man"
º Iormas MúItipIas: Um lobisomem é capa: de assumir
forma humana e lupina, assim como três outras formas inter-
mediírias. Uma dessas formas é o Crinos, o temido ¨homem-
lobo" formado pela metade, que é a encarnaçäo da lúria. As
outras duas assemelham-se as formas humana e lupina, res-
pectivamente, mas säo maiores e mais selva¸ens.
º Imunidade a Ierimentos: Um Oarou näo é realmen-
te imune a ferimentos, mas é capa: de re¸enerar ferimentos
com uma velocidade impressionante (um Nível de Vitali-
dade por turno). Apenas se um lobisomem receber ferimen-
tos que o redu:am abaixo de seu Nível de Vitalidade lnca-
pacitado (ferimentos fatais aos humanos normais) é que ele
é retardado por muito tempo. Contudo, os ferimentos cau-
sados por armas de prata, por fo¸o e pelas ¸arras e presas de
outro de sua espécie (ou outras feras sobrenaturais) näo
podem ser re¸enerados dessa forma.
º Dons: Òs Oarou säo aptos a falar com espíritos e podem
usí-los para transformar o mundo. Òs diversos Dons que pos-
suem säo os efeitos tan¸íveis desses poderes místicos.
º Percepção: Òs Oarou possuem poderes de percepçäo
elevados a níveis altíssimos. Lles säo simplesmente capa:es
de sentir cheiros e ouvir melhor os sons - especialmente
enquanto na forma lupina.
º O DeIírio: Òs Oarou na forma Crinos desenvolvem um
terror ce¸o e instintivo nos humanos que os vêem. A depen-
dência dos humanos pela racionalidade é täo absoluta que
näo podem aceitar a verdade da existência dos lobisomens,
eles acreditaräo em qualquer racionali:açäo conveniente para
näo admitir a existência de lobisomens. L bem mais simples
esquecer o que foi visto. Ò resultado final dessa reaçäo -
conhecida como o Véu, é o principal motivo pelo qual os Oarou
costumam ser considerados criaturas lendírias.
º Irenesi: Òs lobisomens säo criaturas extremamente
emocionais que podem ser tomadas por suas emoçöes, es-
pecialmente a emoçäo de raiva. Lles podem ser levados a
um frenesi - uma fúria enlouquecida. A quantidade de
lúria Contida (frustraçäo) de um Oarou é um fator impor-
tante nesta ocorrência. Durante um frenesi, o Oarou muda
instintivamente para sua forma Crinos, e esquece tudo so-
bre seu lado humano - a dominaçäo do lobo é absoluta.
uma visãe de Mal
Para compreender Lobisomem, você precisa ser capa:
de saborear seu clima. Sua atmosfera é sombria, brutal e
exótica, combinando um ambiente ¸ótico de horror com o
clima mar¸inal de poluiçäo e decadência de um filme n·|r.
Lste é o mundo do Apocalipse, o fim näo estí próximo
- ele jí che¸ou. Oaia - a Terra - estí amaldiçoada, e a
culpa cabe a seus ¸uardiöes, os próprios Oarou. A força
mali¸na conhecida como a Wyrm estí se er¸uendo mais
uma ve: para consumir Oaia, e a batalha secular dos Oarou
25
contra o horror estí sendo perdida de forma lenta, mas ine-
xorível. Òs persona¸ens podem esforçar-se para retardar a
destruiçäo iminente ou aproveitar seus últimos dias o míxi-
mo que puderem, mas uma coisa que jamais poderäo esque-
cer é o Apocalipse.
As histórias de Lobisomem contêm um elemento de
horror iminente. Näo apenas o fim estí próximo, como tam-
bém os persona¸ens ajudaram a acioní-lo. A Wyrm reside
dentro de cada um dos protetores de Oaia, muitos Oarou
desistiram de lutar e se juntaram ao inimi¸o. A própria lú-
ria, que concede tanto poder aos lobisomens, é a infecçäo
da Wyrm nos Oarou. Na verdade, é possível que a opressäo
dos humanos pelos Oarou - que jí dura 3000 anos - te-
nha levado os homens a causar tantos danos a Oaia. A ver-
dade nunca serí conhecida, mas isso näo impede que os
Oarou compartilhem a culpa.
Näo obstante, esses lobisomens infectados pelo mal podem se
tornar heróis de valor e virtude incomuns. Òs persona¸ens
de Lobisomem J.t.m ser heróis - eles precisam preocu-
par-se com o que se tornaram e com o que podem vir a ser.
A justiça se fa: quando o bem sobrepuja o mal - os
monstros precisam perder. Portanto, para que os persona-
¸ens lobisomens ¨vençam", eles precisam reali:ar atos de
heroísmo. Precisam derrotar os monstros internos exercen-
do autocontrole, nutrindo os impulsos de virtude e demons-
trando cora¸em ¸enuína.
6lessarie
Se¸ue-se um breve ¸lossírio de termos usados ampla-
mente pelos Oarou. Òs Oarou extraíram palavras de muitas
fontes diferentes, e um estudo etmoló¸ico de sua lin¸ua¸em
revelaria uma autêntica babel de lín¸uas. Contudo, qual-
quer tentativa de compreender os Oarou e sua cultura pre-
cisa começar com a lin¸ua¸em peculiar que eles criaram e a
qual usam para definir a si mesmos.
Além de sua própria lin¸ua¸em, os Oarou podem tam-
bém se comunicar com lobos ou falar qualquer lin¸ua¸em
humana que conheçam.
liaqaaqem 0eleqaial
As se¸uintes palavras säo de uso comum entre os Oarou.
Adito: Um portal espiritual entre as Umbras Rasa e Pro-
funda. (V.¡a M.m|rana).
ApocaIipse: A era da destruiçäo, o ciclo final, o nasci-
mento da morte, a corrupçäo infindível, o fim de Oaia -
uma palavra usada na mitolo¸ia Oarou para descrever o tem-
po da batalha final com a Wyrm. Muitos consideram que a
época do Apolcalipse seja a atual.
Augúrio: A fase da lua sob a qual um determinado Oarou
nasceu, considera-se que os au¸úrios determinam a personali-
dade e as tendências do indivíduo. Òs au¸úrios säo: Ra¸abash
(lua Nova/Trapaceiro), Theur¸e (lua Crescente/Profeta),
Philodox (Meia lua/Jui:), Oalliard (lua Min¸uante/Dançari-
no da lua), Ahroun (lua Cheia/Ouerreiro).
MaIditos: Lspíritos mali¸nos que se¸uem a Wyrm. Lxis-
Cnµí:u1o 1n. 1n:rouu¡ño
2ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
tem muitos tipos diferentes de Malditos: S¸ra¸, lalus,
Psychomachiae e outros.
Divisa: Uma írea fronteiriça em torno de um caern, da
qual os mortais säo vi¸iados.
MaIsã: Qualquer írea corrompida, seja no mundo espi-
ritual ou na realidade física.
Raça: A ascendência de um Oarou, seja lupina, huma-
na ou Oarou.
Caern: Um lu¸ar sa¸rado, um ponto de reuniäo no qual os
Oarou podem contactar o mundo espiritual.
CeIestinos: Òs espíritos superiores, as coisas mais pró-
ximas que os Oarou têm de deuses. Òs exemplos säo luna
(a lua) e Hélios (o Sol).
ConcIave: Uma ¸rande assembléia, na qual muitas tri-
bos se reúnem para discutir questöes relativas a Naçäo dos
Oarou.
Pacto, O: Ò acordo ao qual todas as tribos che¸aram hí
aproximadamente 9.000 anos, depois do qual o lmper¸ium
foi derrubado. As tradiçöes sur¸idas nessa época säo obede-
cidas até hoje.
Corrupção: Ò ato de destruir, de¸enerar ou adulterar a
vida, também os efeitos arrasadores das açöes da Wyrm. Na
presente era, o termo refere-se especificamente a arruina-
çäo ecoló¸ica causada pelos seres humanos.
Crinos: A forma metade lobo, metade homem dos Oarou.
Umbra Profunda: Òs aspectos da Umbra que existem
na parte externa da Membrana. A realidade se torna mais
fra¸mentada a medida que nos afastamos do Reino.
DeIírio: A loucura que se abate sobre os humanos que
vêem um Oarou na forma Crinos.
Domínio: Um pequeno Reino na Umbra, normalmente
conectado a um Reino maior na Umbra Profunda.
Iera: Oíria para lupus.
CaffIing: Um espírito simples, servo de um Ja¸¸lin¸, ln-
carna ou Celestino. Säo raros os casos de Oafflin¸ sencientes.
Caia: A Terra e seus Reinos relacionados, tanto no sen-
tido físico quanto no sentido espiritual, a Deusa Mäe.
Carou: Ò termo usado pelos lobisomens para denomi-
nar a si mesmos.
PeIícuIa: A barreira entre o mundo físico da Terra e o
mundo espiritual da Umbra. L mais forte nas íreas dos lo-
cais tecnoló¸icos (dominados pela Weaver) e mais fraca nas
íreas dos caern.
Hispo: A forma quase lupina dos Oarou.
Hominídeo: Um Oarou de ascendência humana. Ter-
mo ocasionalmente usado de forma pejorativa pelos feras
(ex.: ¨Lsse ¸aroto luta como um hominídeo.")
Impergium: Òs 3.000 anos que se se¸uiram ao apareci-
mento da a¸ricultura, durante os quais foram mantidas cotas
exatas de populaçäo Oarou em todas as aldeias humanas.
Incarna: Uma classe de espíritos, mais fracos que os Ce-
lestinos, mas ainda assim, Orandes Lspíritos.
]aggIing: Ò espírito servo de um lncarna ou de um Ce-
lestino.
Imposição: Ò chamado empítico que al¸uns Oarou
desempenham ao uivar.
KIaive: Uma ada¸a ou espada talismä, normalmente de
¸rande potência espiritual e quase sempre feita de prata.
Litania: Ò códi¸o de leis mantido pelos Oarou.
Lupus: Um Oarou de ori¸em lupina.
Membrana, A: A barreira entre as Umbras Rasa e Pro-
funda. Para penetrí-la é preciso encontrar um Adito. Como
alternativa os Oarou podem viajar através da Zona Ònírica.
Impuro: A cria estéril e normalmente deformada de dois
Oarou. Oeralmente rene¸ada pela sociedade Oarou.
Ponte da Lua: Um portal entre dois caern, seu apareci-
mento é mais comum em Assembléias.
Da Lua: ldiota, simplório.
AssembIeia: A reuniäo de uma seita ou tribo que ocor-
re num caern.
MuIo: Oíria para lmpuro.
Umbra Rasa: Ò mundo espiritual que cerca o Reino de Oaia.
MatiIha: Um pequeno ¸rupo de Oarou de espécies dife-
rentes, vinculados uns aos outros por laços de ami:ade e por
uma missäo comum.
Penumbra: °Sombra da Terra", o mundo espiritual que
cerca diretamente o mundo físico, muitas, mas näo todas,
as características terrestres seräo as mesmas.
Protetorado: Ò território requerido e patrulhado por uma
matilha ou seita.
AIcançar: Viajar para o mundo espiritual.
Reinos: Òs mundos de realidade ¨sólida" dentro do Te-
llurian. A Terra é denominada o Reino.
Ronin: Um Oarou que abandonou a sociedade Oarou a
força ou voluntariamente. L um destino cruel tornar-se um
¨lobo solitírio".
Seita: Ò ¸rupo de Oarou que vive próximo de um deter-
minado caern e que o vi¸ia.
TeIIurian: A realidade absoluta.
Totem: Um espírito unido a uma matilha ou tribo e
representativo de sua nature:a interna. Um totem de tribo
é um lncarna, enquanto um totem de matilha é um Avatar
lncarna (o equivalente a um Ja¸¸lin¸).
Tríade, A: A Weaver, a Wyld e a Wyrm. A trindade de
forças cósmicas primitivas.
Tribo: A maior comunidade de Oarou. Òs membros das
tribos costumam ser unidos por totens e estilos de vida se-
melhantes.
Umbra: Ò mundo espiritual.
Veu, O: Veja D.|/r|·.
Tradiçöes, As: Òs costumes dos Oarou.
Weaver, A: A manifestaçäo e o símbolo da ordem e do
padräo. Òs computadores, a ciência, a ló¸ica e a matemítica
säo exemplos da influência da Weaver no plano material.
WyId, A: A manifestaçäo e o símbolo da mudança pura.
Ò caos de transmutaçäo e força elemental.
Wyrm, A: A manifestaçäo e o símbolo do Mal, da en-
tropia e da decadência na crença dos Oarou. Òs vampiros
costumam ser manifestaçöes da Wyrm, assim como os de-
tritos tóxicos e a poluiçäo.
CoviI da Wyrm: Um local que foi profanado espiritual-
mente pela Wyrm, invariavelmente uma re¸iäo de ¸rande
corrupçäo.
1ermes valqares
27 Cnµí:u1o 1n. 1n:rouu¡ño
Òs Oarou mais jovens usam as se¸uintes palavras para
ajudar a se distin¸uirem dos mais velhos:
Símio: Oíria para homem ou hominídeo. Se o Oarou
quiser indicar despre:o autêntico por um determinado Oa-
rou, pode usar a palavra ¨macaco".
Cadáver: Termo pejorativo para vampiro.
Rebanho, O: Toda a humanidade, especialmente em
relaçäo aqueles humanos que os Oarou recrutam para se-
rem membros.
CremIin: Um espírito malévolo.
Sanguessuga: Veja CaJat.r.
Corrida: Uma caçada ou festa ritual que ocorre na con-
clusäo de uma assembéia.
OveIhas: Humanos
Abrir AtaIhos: Lntrar no mundo espiritual. A maioria
dos anciöes considera este termo leviano e desrespeitoso.
Iazer uma garganta: Derrotar um oponente em comba-
te ritual. (Lx: ¨li: a ¸ar¸anta daquele bundäo'")
]arqãe Arcaice
As palavras a se¸uir têm como ori¸em o passado distante
dos Oarou, demonstrando suas ori¸ens fenianas. Jí näo säo
usadas com freqüência, contudo todos os Oarou conhecem
esses termos.
Adren: Um pupilo ou o estudante de um mentor.
Airts: As trilhas místicas dentro do mundo espiritual
(ex: Trilhas Lspirituais, Trilhas da lua, etc.)
AisIing: Uma jornada ao mundo espiritual.
Anamae: ¨Alma ami¸a", mais freqüentemente um elo
com um totem de matilha.
Anruth: Um Oarou que viaja de caern em caern mas
que näo estí comprometido com nenhum deles.
Athro: Professor, Mentor.
Awen: A Musa sa¸rada, o impulso criativo. Al¸uns di:em
que ela é um espírito, mas que nunca foi encontrada. Òs Dan-
çarinos da lua periodicamente reali:am buscas por ela.
Brugh: Qualquer tipo de lu¸ar místico, seja um caern
de Oarou ou um Covil da Wyrm. Normalmente uma clarei-
ra ou caverna locali:ada em al¸uma parte da floresta.
Charach: Um Oarou que dorme com outro ou que fe: isso
no passado. Ò termo costuma ser usado como um insulto.
Chiminage: Tradicionalmente, uma seita pode fa:er uma
requisiçäo a qualquer Oarou que use seu caern, ¨chimina-
¸e" é o termo para essa requisiçäo.
CIiath: Um Oarou jovem que ainda näo possui nenhum
posto na matilha.
Iomori: Humanos que passaram para o lado da Wyrm e
que extraem poder dela. Lles säo os inimi¸os dos Oarou.
Iostern: Òs seus irmäos e irmäs de matilha, aqueles que
você escolheu como família.
CaIIain: Òs parentes dos Oarou - aqueles humanos e
lobos que mantêm um parentesco com o Povo e näo estäo
sujeitos ao Delírio, mas que näo säo realmente lobisomens.
Harano: Um pesar inexplicível, uma saudade inexpri-
mível por coisas inominíveis, um lamento por aquilo que
ainda näo estí perdido. Al¸uns di:em que se trata de um
estado de depressäo causado pela contemplaçäo do sofri-
mento de Oaia.
-ikthya: ¨Da Wyrm", um sufixo li¸ado a um nome.
Inceptor: Um Oarou que ¸uia outro através de um rito.
Um inceptor também é chamado de mestre de ritual.
Kinain: Ò relacionamento entre Oarou li¸ados por san-
¸ue através de um ancestral comum. Lste laço de ternura e
or¸ulho nunca é usado para se referir a um impuro.
Pericarpo: A Umbra Rasa em torno de cada Reino.
Phoebe: Uma lncarna de luna, representando a lua.
Praenomen: Ò espírito ¸uardiäo de uma matilha.
-rhya: °Superior em Posto", um sufixo li¸ado a um nome.
Urrah: Oarou que vive na cidade, os Corrompidos.
-yuf: ¨Honrado l¸ual", um sufixo li¸ado a um nome.
2B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
29 Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
Lste c+pítulo det+lh+ o mundo dos O+rou - os +mbi-
entes físicos dos lobisomens, su+ cultur+, instituiçöes,
+mi¸os e inimi¸os.
0 Maade Paak-6étice
L|¸u.-s., aJaj:.-s., ¡u.|m. na .|uta a.|Ja.
- S|s:.rs ·j M.r.y, "Bl+ck ll+net"
O mundo de Lobisomem n1o é o nosso, embor+ sob
vírios +spectos p+reç+ com ele. Lobisomem é +mbient+do
num mundo lunk-Oótico - o Mundo d+s Trev+s. Lxter-
n+mente hí pouc+ diferenç+ - +s instituiçöes reli¸ios+s,
soci+is e polític+s s1o muito p+recid+s com +quel+s que co-
nhecemos. lorém, o Mundo d+s Trev+s +mbient+-se num+
+tmosfer+ de j||m n·|r - +s cid+des s1o l+biríntic+s e som-
bri+s, os burocr+t+s s1o corruptos e +s pesso+s import+ntes
t+mbém têm culp+ no c+rtório. L um mundo de extremos
- os ricos costum+m ser podres de ricos e - como em Ò
CranJ. Ca:s|y - escr+vos do dinheiro. No Mundo d+s Tre-
v+s os pobres s1o m+is numerosos e visíveis, e c+rre¸+m cru-
:es +ind+ m+is pes+d+s. A fome n1o poup+ nem +s ru+s do
lrimeiro Mundo, e os pobres costum+m ser c+ç+dos pelos
pred+dores urb+nos - lobisomens, v+mpiros e outros mons-
tros d+ noite.
O termo "Oótico" descreve muitos dos +spectos físicos
desse mundo - v+sto, fértil, sombrio e sinistro. O senso de
opress1o e conspir+ç1o é muito m+ior +qui, e tudo p+rece
ser feito com propósitos dissimul+dos. Os prédios s1o edifí-
cios imensos que se +vult+m sobre +s ru+s, muit+s ve:es or-
n+ment+dos com ¸ír¸ul+s e outros tipos de estítu+s. As ci-
d+des +bri¸+m muit+s c+s+s secul+res, o que concede + víri-
os subúrbios um+ +p+rênci+ de "+ssombr+dos". Os +¸entes
¸overn+ment+is e corpor+tivos s1o impesso+is, vestidos im-
pec+velmente em ternos escuros. A l¸rej+ é enorme e ritu-
+list+, ¸u+rd+ndo fortes semelh+nç+s com + l¸rej+ C+tólic+
mediev+l. O mundo estí impre¸n+do de pressí¸ios e su-
perstiçöes, e o céu sempre p+rece tempestuoso nos momen-
tos +dequ+dos.
O termo "lunk" é + outr+ met+de d+ equ+ç1o. A con-
tr+cultur+ d+s cid+des - + doenç+ físic+ e soci+l d+ ordem
est+belecid+ - rebel+-se com p+l+vr+s, roup+s, músic+ e
(freqüentemente) violênci+. Os centros d+s cid+des est1o
+b+rrot+dos de clubes under¸round, ¸+n¸ues de ru+s e b+n-
d+s que incit+m + +¸ress1o e + revoluç1o. O crime é perene
e +berto, e +s pesso+s costum+m ser m+is insensíveis e cíni-
c+s que em nosso mundo.
L óbvio que nem todo ¸rupo de jo¸o irí querer +br+ç+r o
espectro tot+l do lunk-Oótico. O N+rr+dor tem liberd+de
p+r+ +crescent+r +s su+s históri+s + qu+ntid+de de +tmosfe-
r+ lunk-Oótic+ que quiser. Contudo, deve-se +tent+r que
Lobisomem é princip+lmente um jo¸o de clim+. Sem um+
+tmosfer+ +dequ+d+mente tens+ e bi:+rr+, o jo¸o pode per-
der muito de seu s+bor.
N|¸|: C|:y jar..|a j|an.¡aJa j·r um .s:uJan:. .n:.J|aJ· . .·m
· J.J· n· |·:a· J. f+st-forw+rd.
- Willi+m Oibson, N.ur·man..r
0apítale 0eis: 0apítale 0eis:
0apítale 0eis: 0apítale 0eis: 0apítale 0eis:
0eaarie 0eaarie
0eaarie 0eaarie 0eaarie
·U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
As 0idades
M·t|m.n:·s n·:urn·s .n¡uan:· a|anJ·nam·s n·ss·s .asu|·s
-n:.nas ||¸aJas .m t||ra¸¨.s |numanas
M·|JanJ· as .|JaJ.s J· munJ· ¡u. .s:a j·r t|r.
- lillin¸ Joke, "lnside the Termite Mound"
As cid+des do Mundo d+s Trev+s s1o lu¸+res opressivos.
Até mesmo seus h+bit+ntes hum+nos consider+m-n+s de-
primentes, e os O+rou depre:+m-n+s como ch+¸+s n+ pele
de O+i+. Lmbor+ os Roedores de Ossos e os And+rilhos do
Asf+lto tenh+m se +d+pt+do +té certo ponto +s cid+des, +s
íre+s urb+n+s perm+necem sob + influênci+ m+léfic+ d+
Wyrm. Os próprios espíritos d+ terr+ sofrem + influênci+
desses lu¸+res: n+ melhor d+s hipóteses fic+m excit+dos e
estr+nhos; n+ pior, torn+m-se +tiv+mente m+li¸nos.
L import+nte compreender que os lobisomens, p+rticul+r-
mente +queles que n1o pertencem +s tribos dos Roedores de
Ossos ou dos And+rilhos do Asf+lto, n1o se sentem + vont+de
nos centros urb+nos. Os lobisomens vêem +s v+stidöes de con-
creto com os mesmos olhos com que os hum+nos vêem + llo-
rest+ Am+:onic+ ou o S++r+. Conforme coment+mos +ntes, +s
cid+des costum+m ser o domínio d+s cri+tur+s d+ Wyrm e
muitos espíritos urb+nos s1o muito hostis com os O+rou. Os
element+is m+li¸nos d+s cid+des esc+rnecem dos vi+j+ntes lo-
bisomens, condu:em-os + +rm+dilh+s ou +té mesmo os +t+-
c+m diret+mente. Os odi+dos v+mpiros observ+m const+nte-
mente os O+rou, +¸redindo qu+lquer um que encontrem. Os
imensos +rr+nh+-céus +bri¸+m executivos corrompidos pel+
Wyrm, enqu+nto os terrenos íridos d+s re¸iöes industri+is s1o
+ssombr+dos por fomori. L preciso h+ver um motivo muito
forte p+r+ os lobisomens se +ventur+rem +lém d+s fronteir+s
de su+s florest+s e colin+s.
0s 0ampes
Ls:a . a j|·r.s:a jr|m·rJ|a|.
- Henry W+dsworth lon¸fellow, "Lv+n¸eline"
Se +s íre+s "civili:+d+s" do Mundo d+s Trev+s s1o depri-
mentes e opressiv+s, os c+mpos n1o s1o muito m+is confort+-
dores. Qu+ndo se vê +s terr+s sombri+s d+s florest+s em+r+-
nh+d+s, su+s ch+rnec+s v+rrid+s pelo vento e seus pìnt+nos
est+¸n+dos, pode-se compreender o frenesi com que os hum+-
nos do mundo lunk-Oótico cobrem + terr+ com cid+des.
O +mbiente do Mundo d+s Trev+s permei+ +s íre+s selv+-
¸ens. A linh+ de dem+rc+ç1o entre cid+de e c+mpo é estreit+,
e um+ ve: cru:+d+, o vi+j+nte hum+no vê-se em território +li-
ení¸en+. Hí muito os c+mpos s1o ¸u+rd+dos pelos O+rou sel-
v+¸ens e seu lmper¸ium, e port+nto os hum+nos temem e
desconfi+m instintiv+mente qu+ndo se encontr+m n+s re¸iöes
sombri+s dist+ntes d+s lu:es d+s cid+des. Os mor+dores d+s
cid+des rur+is tendem + ser tristes e reserv+dos; muitos even-
tos estr+nhos ocorrem secret+mente nesses loc+is. As pesso+s
do c+mpo s+bem que n1o se encontr+m so:inh+s, e + supersti-
ç1o +ssombr+ +s +ldei+s. Os jorn+is d+s cid+des +tribuem +s
oc+sion+is m+t+nç+s bi:+rr+s + +tos de +ss+ssinos seri+is, m+s
os homens do c+mpo conhecem + verd+de.
Até mesmo os O+rou, que ch+m+m ess+s re¸iöes de l+r,
conhecem +pen+s um pouco dos se¸redos d+ terr+. De f+to, os
O+rou m+is síbios +firm+m c+te¸oric+mente que é melhor que
+l¸uns dos mistérios de O+i+ n1o sej+m desvel+dos. O+i+ nem
·!
sempre é um+ m1e +moros+, e os lobisomens hí muito s+bem
que certos lu¸+res s1o t+bu. Os O+rou que se +ventur+m nes-
ses lu¸+res muit+s ve:es n1o retorn+m; os m+is prudentes sus-
pir+m e encolhem os ombros. Lss+ é + vont+de de O+i+...
lebes
Os lobos selv+¸ens est1o virtu+lmente extintos. Lm+s
pouc+s m+tilh+s podem ser encontr+d+s n+ Lurop+ e nos
Lst+dos Lnidos, m+s + m+ior p+rte dos lobos encontr+-se
em :ooló¸icos ou s1o submetidos + experiênci+s de cru:+-
mento. Apen+s no Al+sc+, C+n+dí, Lsc+ndinívi+ e Sibéri+
eles +ind+ podem ser vistos em seu h+bit+t n+tur+l.
Lst+ situ+ç1o é des+stros+ p+r+ os O+rou. Os lupinos so-
m+m +pen+s 13º d+ popul+ç1o de O+rou, o que si¸nific+
que + p+rte lupin+ do s+n¸ue dos lobisomens diluiu-se peri-
¸os+mente. Se desej+m perm+necer ínte¸ros, os O+rou pre-
cis+m t+nto d+ forç+ de seus intelectos hum+nos qu+nto de
seus instintos lupinos. Lsse desequilíbrio crescente tem en-
fr+quecido o corpo e + mente de muitos lobisomens (isto é
p+rticul+rmente verd+deiro em rel+ç1o +os lres+s de lr+-
t+). Muitos lobisomens enlouquecem; outros sucumbem +
seduç1o d+ Wyrm.
Deve-se observ+r que os lobos n1o sofrem o Delírio; po-
rém, um lobisomem enfurecido n+ form+ Crinos +terrori:+-
rí +té mesmo +s m+tilh+s de lobos. As m+tilh+s que se con-
front+m com um+ vis1o dess+s costum+m deix+r seu terri-
tório, p+r+ nunc+ volt+r. Nest+ er+ em que +s florest+s des+-
p+recem e +s cid+des se +¸i¸+nt+m, esse tipo de mi¸r+ç1o
costum+ ser f+t+l p+r+ os lobos.
Os O+rou podem comunic+r-se com os lobos d+ mesm+
form+ como podem f+:ê-lo com os hum+nos; est+ é um+
+ç1o +utomític+ se o O+rou estiver n+ form+ lupus ou His-
po. Os O+rou n+s form+s Hominídeo, Ol+bro ou Crinos nem
sempre ser1o compreendidos.
0s 1empes Ataais
í.ram|u|anJ· .n:r. J·|s munJ·s, um m·r:·,
Ò ·u:r· |mj·:.n:. . a|nJa .m ¸.s:a¸a·.
- M+tthew Arnold, "St+n:+s from the Or+nde Ch+rtreuse"
A est+¸n+ç1o e + confus1o do mundo moderno +fet+-
r+m os O+rou t+nto qu+nto +s outr+s cri+tur+s. Lnqu+nto
nos velhos tempos h+vi+ ¸r+ndes extensöes de terr+s e terri-
tórios cl+r+mente definidos, nest+ er+ de cid+des e fíbric+s
simplesmente n1o hí terr+ suficiente no mundo. Lnqu+nto
os sítios s+¸r+dos têm su+ ener¸i+ dren+d+ pel+ ne¸li¸ênci+
dos hum+nos e por tr+m+s sobren+tur+is, +s tribos e +s sei-
t+s precis+m competir por recursos, sej+m espiritu+is ou
mund+nos. Os lobisomens de tribos diferentes, que um di+
cuid+r+m uns dos outros como irm1os, +¸or+ fit+m-se com
orelh+s +rri+d+s e olhos premidos. Até mesmo +s m+tilh+s
competem entre si por suprem+ci+.
Muitos O+rou, temerosos, c+ns+dos ou simplesmente
enoj+dos, d1o +s cost+s p+r+ seus deveres, busc+ndo liber-
d+de no +nonim+to. De f+to, + +p+ti+ e o m+l-est+r encon-
tr+m-se entre os m+iores +li+dos d+ Wyrm. Lm su+ m+iori+,
os O+rou perder+m su+ ch+m+. Lles lut+m uns contr+ os
outros n+ l+m+, procur+ndo domin+r +l¸um+ pequen+ m+ti-
lh+; +¸+rr+m-se desesper+d+mente + seus domínios c+d+ ve:
m+is redu:idos; ou simplesmente recolhem-se + se¸ur+nç+
est+¸n+d+ de su+ tedios+ existênci+ hum+n+. O cinismo e +
insensibilid+de s1o c+d+ ve: m+is comuns, e o número de
ronins (O+rous que +b+ndon+m su+s m+tilh+s e tribos) +u-
ment+ com c+d+ lu+ nov+.
A¸or+, nest+ id+de de fum+ç+, concreto e ferru¸em, qu+n-
do os O+rou est1o m+is fr+cos do que nunc+, + Wyrm +v+n-
ç+rí f+cilmente. Sucumbirí o pl+net+ +o ¸r+nde cìncer, ou
poder1o uns poucos ¸uerreiros determin+dos dissip+r o olho
do ciclone!
0atres licaatrepes
Òs an:|¸·s j·ram j.ss·as, . :am|.m an|ma|s. Lm j·rma, a|-
¸uns jar..|am |uman·s, .n¡uan:· ·u:r·s .am|n|atam s·|r. ¡ua-
:r· ja:as .·m· an|ma|s. -|¸uns t·atam .·m· jassar·s, ·u:r·s
naJatam .·m· j.|x.s. T·J·s :|n|am · J·m Ja ja|a, ass|m .·m·
¸ranJ.s j·J.r.s . ma|s |n:.||¸.n.|a ¡u. ·s an|ma|s . as j.ss·as.
- lend+ dos Ok+no¸+n (índios +meric+nos)
Os O+rou lev+r+m seu lmper¸ium n1o +pen+s contr+ os
hum+nos, m+s t+mbém contr+ +s outr+s espécies de met+mor-
fos do pl+net+. Lm su+ busc+ p+r+ prov+r su+ suprem+ci+ en-
tre +s cri+tur+s de O+i+, os O+rou implement+r+m + Ouerr+ d+
lúri+, di:im+ndo todos +queles que jul¸+v+m riv+is. Os outros
membros d+ R+ç+ dos Met+morfos - os homens-¸+to, os
homens-me¸+tério, os homens-j+c+ré e outros - for+m lev+-
dos + extinç1o ou obri¸+dos + viver em c+vern+s ou em re¸i-
öes erm+s. Depois os O+rou esquecer+m deles.
lorém, os outros lic+ntropos n1o esquecer+m, e +limen-
t+m desde ent1o um ódio fervente. Lscondidos em su+s flores-
t+s e c+vern+s, sussurr+r+m históri+s sobre seus opressores
O+rou p+r+ seus filhos e p+r+ os filhos de seus filhos. Or+du+l-
mente os O+rou p+ss+r+m + ser vistos como demonios - p+r+
serem evit+dos ou (de preferênci+) mortos dur+nte + noite.
Hí muito tempo os O+rou reconhecer+m seu erro e dei-
x+r+m os outros lic+ntropos viverem su+s vid+s. M+s +¸or+
que +s re¸iöes selv+¸ens encolhem e o número de incursöes
hum+n+s +ument+, f+:-se necessírio rever est+ decis1o. Os
O+rou e os outros lic+ntropos têm sido, com um+ freqüên-
ci+ c+d+ ve: m+ior, obri¸+dos + entr+r em cont+to - nor-
m+lmente com result+dos violentos.
A Seciedade 6area
-.r.J|:· .m uma |.| ma|s an:|¸a
QuanJ· Jan¸atam·s a uma |a:|Ja J|j.r.n:.
S|m, .s:am·s muJanJ· n·ssas |.|s
S|m, .s:am·s :r|||anJ· .am|n|·s J|j.r.n:.s
ía|.-m. s·|r. a j|·r.s:a ¡u. t·.. ¡a .|am·u J. |ar.
- De+d C+n D+nce, "Tell Me About the lorest"
Os O+rou s1o t1o lupinos qu+nto s1o hum+nos, e su+
socied+de reflete este hibridismo. As seçöes que se se¸uem
descrevem su+s instituiçöes cultur+is e crenç+s.
1eraaade-se 6area
Dur+nte er+s os O+rou se reprodu:ir+m +c+s+l+ndo-se
com hum+nos e lobos em proporçöes rel+tiv+mente i¸u+is,
m+ntendo dest+ form+ seu s+n¸ue rel+tiv+mente puro. Nos
primeiros di+s, qu+ndo os hum+nos er+m poucos e m+tilh+s
de lobos percorri+m solt+s o mundo, os O+rou podi+m esco-
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
·2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
lher + vont+de seus p+rceiros de +c+s+l+mento. Determin+-
dos ¸rupos de hum+nos e lobos torn+r+m-se f+voritos de
cert+s m+tilh+s e, dest+ form+, n+scer+m +s diferentes tribos
e linh+¸ens. Lsses ¸rupos torn+r+m-se conhecidos entre os
O+rou como reb+nhos, e ¸r+ndes b+t+lh+s for+m tr+v+d+s
pelos melhores reb+nhos.
Como o ¸ene O+rou é recessivo, nove entre de: cri+n-
ç+s n+scid+s s1o hum+nos ou lobos norm+is. Lss+s cri+nç+s
t+mbém s1o imunes +o Delírio e muit+s ve:es +jud+m seus
irm1os em questöes m+teri+is (vej+ l+rentes, +di+nte). Mes-
mo os poucos que se torn+r1o O+rou p+ss+m su+s infìnci+s
como membros norm+is de su+s espécies mund+n+s. Costu-
m+m ser vi¸i+dos + distìnci+ por su+ f+míli+ O+rou. Os fu-
turos O+rou s1o doutrin+dos de form+ diferente; eles têm
sonhos estr+nhos e, +l¸um+s ve:es, +terrori:+ntes; muit+s
ve:es v+¸uei+m so:inhos por hor+s ou di+s, e s1o freqüente-
mente inc+p+:es de se rel+cion+rem com seus p+res. T+m-
bém costum+m sofrer um+ ìnsi+ inexplicível.
Lntre os 10 e 16 +nos de id+de (se hum+no) ou entre
um e dois +nos (se lobo), o futuro O+rou sofre outros tr+u-
m+s. Os lobos costum+m ser b+nidos de su+s m+tilh+s, en-
qu+nto os hum+nos +dolescentes s1o m+r¸in+li:+dos ou in-
tern+dos em instituiçöes. Nesse ponto, os O+rou d+ tribo se
+present+m, r+pt+ndo + cri+nç+ e orient+ndo-+ dur+nte o
choque d+ primeir+ tr+nsform+ç1o. O confuso e (muit+s
ve:es) tr+um+ti:+do +dolescente O+rou +prende os rudimen-
tos d+ cultur+ trib+l. Depois disso ele e outros "filhotes" s1o
submetidos + um+ prov+ç1o selv+¸em de inteli¸ênci+ e for-
ç+. Os O+rou que sobrevivem +o Rito de l+ss+¸em s1o +cei-
tos como membros +utênticos - +ind+ que inexperientes
- de su+ seit+ e tribo.
Filbetes Perdides
Nos últimos tempos os O+rou têm descoberto m+is e
m+is hum+nos aJu|:·s (ou, muito r+r+mente, lobos) que
possuem potenci+l p+r+ se torn+rem lobisomens, m+s que
de +l¸um+ form+ for+m d+dos como perdidos por su+s tribos
e nunc+ submetidos + um Rito de l+ss+¸em. Lsses indivídu-
os reprimir+m t+nto o +specto lupino de si mesmos que n1o
têm nenhum+ noç1o de que o possuem. S1o conhecidos
como "filhotes perdidos" e podem enlouquecer ou morrer
de depress1o. Rest+m t1o poucos O+rou, que + descobert+
de um desses indivíduos perdidos é consider+d+ um mo-
mento de ¸r+nde +le¸ri+.
Raças
Cr|a:uras |.|¡anJ·-s. na .|uta
-m·rjas n·tam.n:. n· .s.ur·
N· ¡arJ|m susj.ns· muJaram · jassaJ·
N· ¡arJ|m susj.ns· t.s:|nJ· j.|.s . mas.aras.
- The Cure. "The H+n¸in¸ O+rden".
Os O+rou costum+m viver entre + socied+de hum+n+
ou lupin+ +ntes de se torn+rem O+rou; este f+tor ¸er+ mui-
t+s perspectiv+s diferentes n+ vid+.
Hominídeo: Os O+rou hominídeos crescem n+ socied+de
hum+n+. Lmbor+ eles norm+lmente sej+m m+r¸in+is ou b+ni-
dos, +ind+ +ssim conhecem como o sistem+ funcion+. Com-
preendem e empre¸+m +s v+ri+çöes sutis do voc+bulírio hu-
m+no e podem inter+¸ir com os hum+nos com um+ f+cilid+de
bem m+ior que os outros O+rou. (Rep+re que "hominídeos"
refere-se + O+rou n+scidos em socied+des hum+n+s, enqu+nto
"hum+nos" refere-se + r+ç+ como um todo.)
Os hominídeos encontr+m-se em meio + um dilem+
mor+l. Lles reconhecem que + culp+ d+ dev+st+ç1o +mbien-
t+l c+be + su+ espécie, m+s n1o concord+m com + +niquil+-
ç1o de su+ ¸ente. A culp+ que sentem pel+ insens+te: de
su+ r+ç+ costum+ sinteti:+r-se em r+iv+ pelos lupinos. Os
O+rou Hominídeos costum+m insult+r e esc+rnecer de seus
irm1os lupinos, tr+t+ndo-os como c+ipir+s.
Certos ¸rupos de O+rou hominídeos, confi+ntes em su+
superiorid+de, defendem que os lupinos n1o merecem viver
se n1o se submeterem + eles. Lstes D+rwinist+s Soci+is +cre-
dit+m que os O+rou hominídeos, sendo pred+dores domi-
n+ntes d+ espécie domin+nte, constituem o único r+mo le-
¸ítimo dos O+rou.
Impuros: Lmbor+ os O+rou impuros sej+m os m+is f+-
mili+ri:+dos com + cultur+ O+rou, sob muitos +spectos eles
s1o um+ p+rte menor del+. Su+ própri+ existênci+ é um+
mícul+ p+r+ os O+rou, um+ lembr+nç+ de seus pec+dos p+s-
s+dos. Os impuros s1o estéreis e deform+dos, vítim+s de seus
¸enes recessivos. Oer+lmente s1o despre:+dos por seus p+-
res, embor+ +tu+lmente lhes sej+ permitido viver - os O+-
rou n1o podem ser muito seletos +o escolher seus ¸uerreiros
e, de tod+s +s r+ç+s, os impuros s1o os que +ssumem + form+
de b+t+lh+ Crinos com m+is f+cilid+de.
Surpreendentemente, poucos impuros deix+m + tribo.
Os hum+nos e os lobos not+m f+cilmente +s deformid+des
dos impuros, e + socied+de O+rou +o menos lhes reserv+ um
esp+ço, por menos privile¸i+do que sej+. Como result+do do
modo como s1o tr+t+dos, muitos impuros s1o hostis e cru-
éis, reforç+ndo dest+ form+ seus estereótipos como cri+tu-
r+s vis e primitiv+s. Contudo, +l¸uns impuros s1o c+rinho-
sos e compreensivos. Lm impuro com ess+s c+r+cterístic+s
é um+ fi¸ur+ trí¸ic+, pois su+ simp+ti+ pelos outros r+r+-
mente é retribuíd+.
Lupinos: Os O+rou lupinos p+ss+m + m+ior p+rte de su+s
vid+s entre os lobos. Os lupinos jí constituír+m um+ propor-
ç1o si¸nific+tiv+ d+ popul+ç1o O+rou, m+s +¸or+ s1o r+ros.
Os lupinos s1o cri+dos como cri+tur+s de instinto, ten-
dendo + +¸ir por intuiç1o. Lmbor+ eles sej+m sempre m+is
inteli¸entes que su+ f+míli+ de lobos, costum+m desconhe-
cer +s sutile:+s do pens+mento elev+do. Lles tendem + f+l+r
menos e + v+lori:+r m+is +s +çöes que +s sentenç+s comple-
t+s (+dot+m um+ espécie de lin¸u+¸em monossilíbic+).
Qu+ndo f+l+m, comunic+m-se diret+mente, com pouc+ +du-
l+ç1o, ironi+, s+rc+smo ou metífor+. Os lupinos +bomin+m
+ hipocrisi+, e os indivíduos odi+dos por eles s+bem disso.
lsto n1o implic+ que os lupinos sej+m estúpidos; pelo
contrírio, eles est1o entre os O+rou m+is espertos qu+ndo é
preciso lev+r +s cois+s + c+bo, podendo en¸endr+r pl+nos
el+bor+dos p+r+ +lc+nç+r seus objetivos.
Os lupinos s+bem perfeit+mente que est1o morrendo e
que + culp+ disto c+be princip+lmente +os hum+mos; por
est+ r+:1o, e por constituírem um+ minori+, os lupinos ten-
dem + ser reserv+dos, muit+s ve:es evit+ndo + comp+nhi+
de impuros e hominídeos. Muitos lupinos pertencem + tribo
··
¸enocid+ dos O+rr+s Vermelh+s, ou pelos menos concor-
d+m com su+ polític+.
0aera
L|a m. |.t·u jara sua ¸ru:a J. .|j·
L a|| .|·r·u . susj|r·u, .·ns:.rnaJa.
- John le+ts, "l+ Belle D+me S+ns Merci"
Dolmens. Menires. Cemitérios. C+t+cumb+s. lu¸+res
+ssombr+dos. Aquel+ c+s+ +ssust+dor+ no fim d+ ru+.
Assim como o Sol tem su+s m+nch+s sol+res, lu¸+res dos
qu+is +s ch+m+s s1o expelid+s +o esp+ço, t+mbém + Terr+ pos-
sui íre+s n+s qu+is + ener¸i+ místic+ pur+ de O+i+ v+:+ p+r+ o
mundo. Os lobisomens constróem templos e s+ntuírios em
cim+ desses pontos, que s1o ent1o ch+m+dos c+ern. Dren+n-
do + ener¸i+ dos c+ern, os O+rou podem vi+j+r entre eles, e +té
mesmo ¸+l¸+r v+st+s distìnci+s. Os O+rou t+mbém podem usí-
los como "pír+-r+ios" p+r+ convoc+r espíritos poderosos ou
p+r+ evoc+r ener¸i+s místic+s +ssombros+s.
l+r+ + ver¸onh+ dos O+rou, outros seres conhecem + exis-
tênci+ desses sítios. Os m+¸os busc+m c+ern e sistem+tic+-
mente furt+m su+ ener¸i+ (+ qu+l ch+m+m Quintessênci+).
Os l+c+ios d+ Wyrm corrompem e ocup+m os c+ern, torn+n-
do-os m+li¸nos (vej+ Ca.rn Ja \yrm, +di+nte). As f+d+s os
utili:+m como pontes entre seu mundo e + Terr+.
Os c+ern s1o p+rte inte¸r+nte d+ cultur+ O+rou. Lles fun-
cion+m como loc+is de +dor+ç1o, íre+s de reuni1o e +silo p+r+
os lobisomens velhos dem+is p+r+ prosse¸uir + jorn+d+ d+ vid+.
Mesmo + s+úde físic+ e ment+l dos O+rou é +fet+d+ pel+ proxi-
mid+de dos c+ern. Sem + ener¸i+ místic+ dos loc+is s+¸r+dos
p+r+ +¸re¸+r su+s n+ture:+s contr+ditóri+s, os lobisomens po-
dem +doecer e morrer... ou enlouquecer.
C+d+ tribo possui seus próprios c+ern, embor+m exist+m
+l¸uns sítios comunitírios. Lsses sítios s1o +propri+dos + c+d+
tribo - os lilhos de O+i+ costum+m encontr+r refú¸io num+
cl+reir+ seren+, enqu+nto os membros d+ Cri+ de lenris pre-
ferem re+li:+r festins em c+mpos de b+t+lh+.
Os c+ern costum+m ser dedic+dos + um determin+do espí-
rito, muit+s ve:es o espírito totem d+ tribo que m+ntém o
c+ern. Os port+is p+r+ os domínios desses espíritos podem ser
+bertos por +queles O+rou suficientemente poderosos e síbios
p+r+ execut+r os procedimentos ritu+is corretos.
A Wyrm t+mbém possui seus sítios prof+nos; t+is loc+is
ser1o discutidos m+is +di+nte neste c+pítulo, n+ seç1o Ca-
.rn Ja \yrm.
0aera urbaaes
Muitos c+ern for+m en¸olidos pel+s cid+des em exp+n-
s1o. A m+iori+ deles é neutr+li:+d+ no processo, m+s +l¸uns
sobrevivem, torn+ndo-se oísis de poder místico em meio +
desol+ç1o espiritu+l. lort+nto, + medid+ que o número de
c+ern selv+¸ens diminui, os O+rou precis+m c+d+ ve: m+is
+ventur+r-se n+s cid+des p+r+ inv+dir o que jí lhes perten-
ceu. Obvi+mente, os ritu+is execut+dos n+s cid+des repre-
sent+m um ¸r+nde risco, f+cilit+ndo que os O+rou sej+m
descobertos. Ritu+is nos qu+is os O+rou correm n+ form+
Crinos p+r+ +ssust+r intrusos s1o imprescindíveis qu+ndo os
lobisomens pr+tic+m +dor+çöes em c+ern urb+nos.
Lsse tipo de +dor+ç1o encobert+ proporcion+ m+teri+l
riquíssimo p+r+ + ¸er+ç1o de lend+s urb+n+s e históri+s de
nin+r. lor exemplo, se os lobisomens re+li:+m +ssembléi+s
mens+is num curr+l +b+ndon+do, o Delírio ¸+r+nte que, ins-
tintiv+mente, +s pesso+s evitem esse loc+l, especi+lmente
qu+ndo + hor+ d+ +ssembléi+ se +proxim+. Nin¸uém com-
preende porque esse desconforto é sentido e poucos s1o
cor+josos o b+st+nte p+r+ inv+dir o "loc+l +ssombr+do" ou +
re¸i1o do "+ss+ssino do m+ch+do", especi+lmente + noite.
A litaaia
A lit+ni+ é + ¸r+nde c+nç1o d+s er+s e contém +s tr+di-
çöes, os códi¸os e +s leis dos O+rou. Todos os lhilodox de-
vem s+bê-l+ de cor, e + m+iori+ dos bons D+nç+rinos d+ lu+
conhecem um+ p+rte si¸nific+tiv+ d+ lit+ni+. Os li+nn+ s1o
os verd+deiros mestres d+ lit+ni+, e +té mesmo seus R+¸+-
b+sh domin+m + m+iori+ de su+s complexid+des - o co-
nhecimento ide+l p+r+ se livr+rem de vírios problem+s.
A lit+ni+ é intrinc+d+ e, muit+s ve:es, confus+, m+s su+s
complexid+des +tendem m+is + um sentimento poético que
+ um propósito de +dor+ç1o. A +plic+ç1o prític+ d+ lit+ni+
é muito m+is simples que os cìnticos lon¸uíssimos dos li+n-
n+ p+recem indic+r. Os O+rou s1o um povo muito honesto,
com pouc+ p+ciênci+ p+r+ intrinc+d+s m+nobr+s le¸+is. N+
m+iori+ dos c+sos, um viol+dor d+ lit+ni+ estí b+st+nte ci-
ente d+s conseqüênci+s de seus +tos.
Se¸uem-se +l¸uns dos do¸m+s bísicos d+ lit+ni+; exis-
tem muitos outros, freqüentemente v+ri+ndo de +cordo com
+ seit+ ou + tribo.
Nãe crataras cem eatre 6area
Devido +s deformid+des e psicoses exibid+s pelos lobiso-
mens impuros (e o preconceito secul+r contr+ os lmpuros),
os O+rou s1o proibidos de se +c+s+l+rem entre si. Os lobiso-
mens devem busc+r p+rceiros n+s socied+des hum+n+ ou
lupin+. Lste do¸m+ corporific+ um+ d+s m+iores tr+¸édi+s
O+rou; os D+nç+rinos d+ lu+ costum+m lev+r +s pl+téi+s +s
lí¸rim+s com b+l+d+s sobre O+rou que se +p+ixon+m e n1o
podem express+r ess+ p+ix1o - ou que o fi:er+m e for+m
feitos em ped+ços por su+ tribo ultr+j+d+.
ReaIidade: O número de impuros entre os O+rou de-
monstr+ que est+ lei n1o é m+is t1o inviolível qu+nto jí foi
- decerto n1o constitui crime c+pit+l, embor+ sej+ motivo
de ¸r+nde ver¸onh+ p+r+ os perpetr+dores e su+s linh+¸ens.
0embateras a wqrm 0ade §aer §ae £la
£steja e Sempre §ae Preli(erar
Os O+rou for+m ¸er+dos, di:em os b+rdos, p+r+ lut+rem
contr+ + Wyrm; + m+ior p+rte d+ Históri+ de seus primórdi-
os n+rr+ +s b+t+lh+s entre seus ¸r+ndes heróis e os l+c+ios d+
Wyrm. A m+iori+ dos O+rou honr+ ess+ tr+diç1o, pelo me-
nos d+ boc+ p+r+ for+.
ReaIidade: Nos últimos tempos, muitos O+rou esquece-
r+m ou simplesmente i¸nor+r+m su+ miss1o. lsso t+lve: tenh+
ocorrido devido + tens1o polític+ crescente, + competiç1o por
esp+ço p+r+ viver e + complexid+de do mundo mort+l.
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
·4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Respeitaras e 1erritérie de Prérime
A prític+ deste trecho d+ lit+ni+ mudou dur+nte os últi-
mos séculos; os hum+nos se esp+lh+r+m t+nto que se tornou
impossível p+r+ um indivíduo m+rc+r seu território com urin+.
Ao entr+r em território +lheio, os visit+ntes ou imi¸r+ntes O+rou
precis+m pedir permiss1o ento+ndo o Livo de Apresent+ç1o,
recit+ndo nome, seit+, linh+¸em, totem e tribo.
ReaIidade: Os And+rilhos do Asf+lto e outros O+rou
urb+nos consider+m pouco polido uiv+r em público e +cei-
t+r1o receber um telefonem+ ou um f+x de um visit+nte.
Muitos O+rou m+is jovens i¸nor+m inteir+mente este tre-
cho d+ lit+ni+, consider+ndo-+ "f+scist+".
Aceitaras ama 0erreta hearada
Os O+rou +dmitem que s1o um+ r+ç+ em extinç1o e que
os duelos entre espécies ocorrem n+tur+lmente. lerceben-
do que um+ rotin+ re¸ul+r de b+t+lh+s +té + morte n1o ser-
viri+ + qu+lquer outro propósito sen1o permitir o +v+nço d+
Wyrm, os lilhos de O+i+ e os li+nn+ incorpor+r+m este
elemento n+ lit+ni+. Lm teori+, um comb+tente O+rou pode
decret+r o término de um duelo expondo su+ ¸+r¸+nt+; o
oponente estí compromiss+do por honr+ + +ceit+r + rendi-
ç1o. O perdedor n1o sofre nenhum+ reduç1o de Renome,
embor+ o vencedor cert+mente poss+ +dquirir Renome.
ReaIidade: N+ prític+, este elemento n1o é invoc+do
com freqüênci+. Cert+s tribos consider+m + derrot+ ver¸o-
nhos+, e que se d+ne + lit+ni+ se di: o contrírio' Os Wen-
di¸o, os lres+s de lr+t+, os Senhores d+ Sombr+, e especi+l-
mente, + Cri+ de lenris, perdem respeito considerível entre
seus p+res qu+ndo se rendem. Além disso, os lobisomens d+
Cri+ de lenris s1o notórios por i¸nor+r "+cident+lmente" +s
rendiçöes, ret+lh+ndo +s ¸+r¸+nt+s que lhes s1o oferecid+s.
Sabmeter-te-as aes 6area de Peste Mais
£lecade
A n+ture:+ lupin+ dos O+rou pr+tic+mente impöe um+
estrutur+ hierírquic+ dentro de su+ socied+de. lor isso im-
plement+r+m os conceitos de Renome e losto. Dentro dos
limites d+ r+:1o, qu+lquer requisiç1o feit+ por um O+rou de
posto m+is elev+do deve ser obedecid+.
ReaIidade: Muitos dos jovens hominídeos :omb+m d+
idéi+ de b+ix+r +s orelh+s p+r+ um b+ndo de esquílidos, en-
curv+dos e r+bu¸entos velhos +lf+s de c+ninos rombudos.
Os Roedores de Ossos i¸nor+m inteir+mente este trecho d+
lit+ni+ (do contrírio, +r¸ument+m com um sorriso esc+rni-
nho, p+ss+ri+m +s vid+s inteir+s se submetendo +os velhos).
Os Silenciosos, os lilhos de O+i+, os lort+dores d+ lu: e
outros lobisomens i¸u+litírios defendem o direito de esco-
lher + pesso+ + quem respeit+r. Os lres+s de lr+t+ e os Se-
nhores d+s Sombr+s, obvi+mente, reforç+m este édito com
¸+rr+s de ferro.
0aras e Primeire §aiabãe da Mataaça
ae de Peste Mais £lecade
Lste trecho d+ lit+ni+ é muito defendido pelos velhos
O+rou, +ssim como por tribos como os lres+s de lr+t+ e os
Senhores d+s Sombr+s, e relut+ntemente +ceit+ pelo resto.
A "clíusul+ d+ m+t+nç+" t+mbém se +plic+ +os espólios de
¸uerr+ - port+nto, em teori+, os fetiches m+is poderosos d+
pres+ e cois+s semelh+ntes devem ser oferecid+s +o O+rou
de Renome m+is elev+do.
ReaIidade: lor su+ própri+ n+ture:+, +s m+tilh+s sujei-
t+m todos os do¸m+s d+ socied+de O+rou + interpret+ç1o.
louc+s m+tilh+s permitem que um membro receb+ + me-
lhor p+rte tod+s +s ve:es. Lm O+rou que tente impor este
édito prov+velmente serí obedecido, m+s deve est+r prep+-
r+do p+r+ +ceit+r +s conseqüênci+s de su+ ¸+nìnci+.
Nãe 0emeras a 0arae des hamaaes
Lste trecho d+ lit+ni+ foi o primeiro c+nt+do nos di+s que
se se¸uir+m +o lmper¸ium, e su+ inserç1o costum+ ser credit+-
d+ +os lort+dores d+ lu:. Lles +tent+m p+r+ o f+to de que os
O+rou que consomem h+bitu+lmente c+rne hum+n+ costu-
m+m ser infect+dos pel+ Wyrm. lor outro l+do, os c+nib+is
enfrent+m muit+s dificuld+des c+ç+ndo e m+t+ndo +s c+ç+s
m+is difíceis, como ursos, rinocerontes ou M+lditos. Além dis-
so, nos tempos modernos est+ re¸r+ p+ssou + servir um+ fun-
ç1o semelh+nte +s leis "kosher", que re¸em + +liment+ç1o dos
judeus; +s diet+s c+rre¸+d+s de químic+ dos hum+nos moder-
nos torn+m su+ c+rne m+is +:ed+ e ins+lubre.
ReaIidade: Os O+rr+s Vermelh+s f+:em pouco deste tre-
cho d+ lit+ni+; de f+to, c+ç+m e devor+m hum+nos com
freqüênci+. Lmbor+ n1o ¸ostem de +dmitir isso, muitos O+-
rou que sucumbem +o frenesi +cord+m m+is t+rde com um
¸osto esquisito n+ boc+.
·5
Respeitara Aqaeles |a(erieres a 1i ~
1edes sãe Filbes de 6aia
Os O+rou tendem + pens+r em si mesmos em termos
comunitírios e, port+nto, percebem que + m+iori+ d+s cri+-
tur+s têm +l¸o de bom + oferecer +o todo. Lst+ lit+ni+ re-
cord+ +os O+rou que eles for+m cri+dos como protetores do
mundo. O ide+l c+v+lheiresco estí muito em vo¸+ em +l¸u-
m+s seit+s e os O+rou que +¸em com b+st+nte n·||.ss. ·|||¸.
podem +dquirir Renome.
ReaIidade: Os Senhores d+ Sombr+ e + Cri+ de lenris
costum+m obedecer + este édito +pen+s d+ boc+ p+r+ for+ e o
+p+¸+ri+m d+ lit+ni+ se pudessem. Os Roedores de Ossos ci-
nic+mente ridicul+ri:+m + situ+ç1o porque, como n1o hí nin-
¸uém inferior + eles n+ hier+rqui+, n1o precis+m respeit+r nin-
¸uém. Muit+s +ssembléi+s trib+is i¸nor+r1o um O+rou m+is
jovem, tom+do pelo frenesi e n+ form+ Crinos, que m+t+ impi-
edos+mente um ser inferior, como um cervo ou um hum+no.
Nãe lecaataras e véa
Lste t+lve: sej+ o trecho menos viol+do d+ lit+ni+. N1o
hí "re+lid+de" +qui - os O+rou est1o cientes que t+nto +
Wyrm qu+nto + lnquisiç1o os c+ç+m. Os O+rou que deso-
bedecem este édito morrem pel+s ¸+rr+s de seus irm1os.
Nãe Seras Farde Para tea Pece
Nos tempos +nti¸os, um O+rou ferido, enfermo ou en-
velhecido er+ simplesmente feito em ped+ços pelos seus
p+res. lorém, com o tempo, p+ssou + ser consider+do m+is
di¸no deix+r que o próprio O+rou +c+b+sse com su+ vid+.
ReaIidade: Os lilhos de O+i+ +credit+m pi+mente n+
morte n+tur+l e defendem seus velhos contr+ os +t+ques
perpetr+dos por outr+s tribos. Al¸uns O+rou m+is velhos ou
feridos, p+rticul+rmente +queles fr+cos dem+is p+r+ mud+-
rem de form+, +ceit+m + ver¸onh+ de retorn+r + socied+de
hum+n+ ou lupin+ p+r+ morrerem.
£m 1empes de Pat, e líder Pedera Ser
0esa(iade a §aalqaer Memeate
Lmbor+ os O+rou sej+m conhecidos por su+ ment+lid+-
de volt+d+ p+r+ + vid+ em m+tilh+s, isto n1o si¸nific+ que
precisem obedecer + seus líderes como escr+vos. Se n1o
houver nenhum+ +me+ç+ imedi+t+ pendente, um O+rou de
posto +dequ+do pode des+fi+r outro pel+ posiç1o de lider+n-
ç+. l+r+ isso é est+belecid+ um+ espécie de competiç1o. Se
o des+fi+nte vencer, ele +ssume o com+ndo; se perder, deve
+ceit+r de bom ¸r+do +s ordens do líder.
ReaIidade: Lm líder extrem+mente forte e h+bilidoso
costum+ ser virtu+lmente imune + des+fios. Al¸um+s m+ti-
lh+s inescrupulos+s prest+m um+ série de des+fios subse-
qüentes +o líder, c+ns+ndo-o e dest+ form+ +sse¸ur+ndo que
pelo menos um membro d+ m+tilh+ obtenh+ + posiç1o de
lider+nç+. Certos líderes +rdilosos entre os Roedores de Ossos
e os Senhores d+ Sombr+ jí decl+r+r+m est+dos contínuos
de lei m+rci+l.
Nãe 0esa(iaras tea líder em 1empe de
6aerra
Cert+s cri+tur+s d+ Wyrm s1o mostruos+s em t+m+nho
e poder, e nenhum O+rou pode derrotí-l+s. l+r+ comb+ter
t+is cri+tur+s com sucesso é vit+l est+belecer tític+s de m+-
tilh+, e + obediênci+ é essenci+l p+r+ que ess+s tític+s sej+m
bem sucedid+s. N+s b+t+lh+s, + p+l+vr+ do líder é lei imutí-
vel. Lm O+rou que desobedecer um superior serí destruído
+ssim que +s circunstìnci+s permit+m.
ReaIidade: Se estiver cl+ro que o líder é incompetente,
corrompido pel+ Wyrm ou sob o controle d+ m+¸i+, os juí-
:es d+ Mei+ lu+ costum+m i¸nor+r + "insubordin+ç1o" de
um O+rou cuj+s desobediênci+s s+lvem um+ m+tilh+ ou sei-
t+. lnfeli:mente, + esse insubordin+do é ne¸+do qu+lquer
Renome por viol+ç1o técnic+ d+ lit+ni+.
Nãe 0esempeabaras Neabama Açãe qae
0aase a vielaçãe de am 0aera
Como + clíusul+ precedente sobre o Véu, est+ re¸r+ é
muito respeit+d+. Os c+ern s1o + seiv+ d+ vid+ de O+i+, e se
forem destruídos, os O+rou cess+r1o de existir. Até mesmo
um O+rou que condu:+ +cident+lmente um inimi¸o + um
c+ern costum+ ser punido sever+mente.
]astiça
-s n.¸ras .s:a· ¸rataJas .m j.Jra
Qu.|r. as r.¸ras . t·.. na· ¸an|ara n.n|um ·ss·,
TuJ· · ¡u. .·ns.¸u|ra . ¡u. · r|J|.u|ar|z.m, ¡u. r|am J. t·..
L uma t|a¸.m jara a Casa Ja D·r
- Oin¸o Boin¸o, "No Spill Blood"
Os O+rou n1o s1o um+ r+ç+ rí¸id+ e doutrin+tóri+. Lm+
expl+n+ç1o simples sobre um+ determin+d+ injustiç+ costum+
ser o b+st+nte p+r+ resolver um problem+ pendente. A m+io-
ri+ d+s disput+s s1o resolvid+s +tr+vés de um+ reprimend+, um
medi+dor, ou, se necessírio, um duelo. A mer+ des+prov+ç1o
d+ m+tilh+, seit+ ou tribo costum+ b+st+r p+r+ corri¸ir esses
seres intens+mente comunitírios. Conseqüentemente, entre
os O+rou os crimes e os criminosos s1o r+ros.
A despeito disso, +s leis e tr+diçöes costum+m ser que-
br+d+s. Nesses c+sos + seit+ ou + tribo enc+minh+ o perpe-
tr+dor + justiç+. A Cri+ de lenris prefere jul¸+mento por
comb+te, enqu+nto os "tribun+is" dos Roedores de Ossos
s1o inform+is e sujeitos + subornos des+ver¸onh+dos. Os
lilhos de O+i+ costum+m resolver +s questöes de form+ sim-
ples e limp+, com +pen+s um único írbitro; em contr+ste, +s
Alt+s Cortes dos Senhores d+s Sombr+s s1o terríveis, com
interro¸+tórios interminíveis e prov+çöes extenu+ntes. Os
Lkten+ us+m diversos espíritos estr+nhos p+r+ +terrori:+r o
+cus+do e leví-lo + di:er + verd+de, enqu+nto os And+ri-
lhos do Asf+lto recorrem + testes de polí¸r+fo e procedi-
mentos modernos de criminolo¸i+.
Al¸um+s ve:es os líderes de um+ seit+ ultr+j+d+ ofere-
cem um+ recompens+ pel+ c+ptur+ (ou + pele) de um viol+-
dor. Lst+ recompens+ consiste de bens e trein+mento, e pode
ser subst+nci+l. Al¸uns O+rou m+is jovens tr+b+lh+m como
investi¸+dores e c+ç+dores de recompens+s em tempo inte-
¸r+l, vi+j+ndo de seit+ em seit+ e c+ptur+ndo lobisomens
criminosos.
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
·ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
£strataras de 0rqaaitaçãe e
Peder
í·J.r . |¸ua|JaJ.. .s:·u sa|nJ· jara .·ns.¸u|-|·s
C·n|.¸· a|¸uns J. t·..s ¡u. na· jaz.m |ss·.
- lublic Lnemy, "l+rty of Your Ri¸ht to li¸ht"
A hier+rqui+ O+rou v+ri+ de tribo p+r+ tribo; obvi+men-
te, + estrutur+ soci+l dos lilhos de O+i+ é menos estr+tific+-
d+ que + dos Senhores d+s Sombr+s. Aind+ +ssim os O+rou
s1o p+rte lobos, e o instinto desempenh+ um p+pel impor-
t+nte n+ form+ como eles se rel+cion+m entre si.
As unid+des soci+is dos O+rou, de m+tilh+ p+r+ tribo,
s1o not+velmente semelh+ntes em estrutur+, v+ri+ndo +pe-
n+s em t+m+nho. Num est+do inici+l est+belece-se um+ hi-
er+rqui+ e se escolhe um indivíduo como líder, ou +lf+.
Lmbor+ + socied+de dos O+rou se divid+ em víri+s c+m+d+s
soci+is +mpl+s, existem poucos indivíduos +bsolut+mente
i¸u+is per+nte + socied+de. Al¸um+s tribos e seit+s est+bele-
cem +s posiçöes de seus membros pel+ forç+ brut+; + m+io-
ri+, porém, us+ o sistem+ de Renome p+r+ determin+r + hi-
er+rqui+. Lste sistem+ c+n+li:+ + +mbiç1o de form+ positiv+
- se um v+lent1o desej+ ser líder, deixe-o s+ir e m+t+r +l-
¸uns M+lditos p+r+ prov+r seu v+lor'
Lmbor+ este "sistem+ de c+st+s" soe um pouco Orwelli-
+no, é import+nte lembr+r que é o instinto dos O+rou que o
consolid+; c+d+ fibr+ do ser de um lobisomem insiste que
ele perm+neç+ em seu lu¸+r. Os lobisomens superiores r+r+-
mente +bus+m dos subordin+dos, e estes, por su+ ve:, est1o
s+tisfeitos em ser v+ss+los le+is. Se isto lhe so+r servil de-
m+is - bem, jí prestou +tenç1o no comport+mento de seu
c1o:inho de estim+ç1o!
Além disso, embor+ + hier+rqui+ de um ¸rupo de lobiso-
mens sej+ sempre crist+lin+, el+ pode mud+r como mercúrio
di+nte de des+fios l+nç+dos ou recebidos. O líder de m+tilh+
de ontem pode ser o pobre-di+bo de hoje (e o líder de m+ti-
lh+ de +m+nh1').
A estrutur+ soci+l respeit+ o ide+l de inter+ç1o O+rou;
+s tribos que enf+ti:+m + individu+lid+de, como os lort+do-
res d+ lu: e os Silenciosos, s1o vist+s com preconceito ou
suspeit+. Como os membros dess+s tribos n1o se enqu+dr+m
no sistem+, os outros O+rou costum+m n1o s+ber como li-
d+r com eles.
Qu+ndo dois O+rou de losto ou Renome muito dísp+-
res inter+¸em, + posiç1o rel+tiv+ de c+d+ O+rou é b+st+nte
+p+rente. M+s +s cois+s n1o s1o t1o simples qu+ndo o losto
ou Renome é equiv+lente. Qu+ndo dois O+rou de influên-
ci+ +proxim+d+mente i¸u+l cl+m+m domínio, + situ+ç1o tor-
n+-se problemític+ e peri¸os+. Lm+ d+s funçöes m+is im-
port+ntes d+ socied+de O+rou é est+belecer como os seus
membros devem disput+r posiçöes de lider+nç+ sem m+t+r
uns +os outros. O protocolo el+bor+do que cerc+ ess+s dis-
put+s tem funcion+do de form+ +dmirível, permitindo + c+d+
O+rou que se dest+que em su+ especi+lid+de. lort+nto, o
melhor ¸uerreiro pode lider+r + tribo ou + seit+ num+ b+t+-
lh+, +pen+s p+r+ m+is t+rde ser derrot+do num des+fio men-
t+l pelo m+is +stuto dur+nte um+ situ+ç1o que exij+ inteli-
¸ênci+ e esperte:+. Se + situ+ç1o envolver ne¸oci+çöes, um
O+rou que se dest+que num confronto verb+l derrot+ri+
pront+mente o O+rou +stuto, sendo +ssim promovido + lí-
der p+r+ us+r su+s h+bilid+des p+r+ o benefício de todos, e
+ssim por di+nte. Lm últim+ +nílise, + lider+nç+ é um+ +qui-
siç1o temporíri+ de privilé¸ios por serviços prest+dos + co-
munid+de O+rou.
M+s nos últimos tempos ess+ situ+ç1o vem se +lter+ndo.
T+lve: em funç1o d+ súbit+ predominìnci+ de s+n¸ue hu-
m+no n+s vei+s dos O+rou, ou d+ insidios+ +ç1o d+ Wyrm
em seu íntimo. Sej+ qu+l for o motivo, c+d+ ve: m+is busc+-
se + lider+nç+ pel+ lider+nç+, m+is pelos privilé¸ios e pel+
sens+ç1o de controle que el+ proporcion+ que pelo bem do
¸rupo. lel+ primeir+ ve: n+ Históri+ dos lobisomens, cert+s
seit+s e ¸rupos trib+is est1o sendo ¸overn+dos por líderes
"perm+nentes" - muit+s ve:es dit+dores s+n¸uinírios que
m+ntêm su+ posiç1o +tr+vés d+ intimid+ç1o e d+ violênci+.
Pelítica
Os O+rou n1o s1o cri+tur+s insidios+s por n+ture:+. Até
mesmo os mestres d+ politic+¸em entre os lobisomens - os
And+rilhos do Asf+lto e os Senhores d+s Sombr+s - s1o
cri+nç+s inocentes qu+ndo comp+r+dos + l+míli+ e su+s m+-
nipul+çöes secul+res. Os O+rou tendem + confi+r em si mes-
mos p+r+ +lc+nç+r seus objetivos.
A polític+ simples dos O+rou é muito +nti¸+. O O+rou
m+is síbio, renom+do ou experiente no +ssunto é consult+-
do, e o ¸rupo como um todo escut+ seu conselho, ¸er+lmen-
te se¸uindo-o. Lsse método fucion+v+ qu+ndo + Terr+ er+
¸r+nde e im+cul+d+ e os O+rou + percorri+m sem des+rmo-
ni+s ou conflitos.
M+s no último século + reduç1o d+s íre+s selv+¸ens for-
çou os O+rou + h+bit+rem muito próximos uns +os outros.
O+rou começou + comb+ter O+rou, tribo voltou-se contr+
tribo. Com + desconfi+nç+ extern+ veio + dissenç1o intertri-
b+l, enqu+nto os O+rou começ+m + question+r + s+bedori+
e + ver+cid+de de seus líderes.
A medid+ que os jovens desdenh+m dos velhos e os ve-
lhos +cus+m os jovens de serem um+ ¸er+ç1o perdid+, e que
os nobres lres+s de lr+t+ torn+m-se m+is instíveis, os O+-
rou inescrupulosos têm conse¸uido c+n+li:+r o tumulto p+r+
su+ v+nt+¸em, extr+indo poder pesso+l dos O+rou e d+ soci-
ed+de hum+n+. Os And+rilhos do Asf+lto sent+m-se em seus
refú¸ios inform+ti:+dos e dit+m + polític+ p+r+ + c+dei+ de
com+ndo subordin+d+ + eles; + Cri+ de lenris ¸overn+ pel+
forç+ brut+; e os Senhores d+s Sombr+s torn+m-se m+is m+-
qui+vélicos em su+s tent+tiv+s de control+r todos os O+rou.
Predemiaâacia
A hier+rqui+ dos O+rou flutu+ const+ntemente, +sse¸u-
r+ndo dest+ form+ que os lobisomens m+is +ptos liderem os
outros num+ determin+d+ situ+ç1o. Como os lobisomens
test+m-se etern+mente uns +os outros, + socied+de O+rou
desenvolveu um+ v+ried+de de competiçöes p+r+ est+bele-
cer + predominìnci+.
A predominìnci+ é o cerne d+ existênci+ O+rou. Os des+-
fios form+is e inform+is ocup+m + m+ior p+rte de muit+s +s-
sembléi+s. Norm+lmente o lobisomem des+fi+do pode decidir
os det+lhes d+ competiç1o. Lxistem três form+s bísic+s de es-
t+belecer + predominìnci+: o Olh+r, o Jo¸o e o Duelo.
·7
O Olh+r é um+ competiç1o de forç+ de vont+de. Dois
O+rou fit+m os olhos um do outro +té que um deles desvie o
olh+r. Apes+r de ser + competiç1o m+is simples, oferece seus
peri¸os: oc+sion+lmente dur+nte ess+ competiç1o os lobiso-
mens s1o tom+dos pelo frenesi.
O Jo¸o é + competiç1o predilet+ dos lort+dores d+ lu:,
And+rilhos do Asf+lto e outr+s tribos intelectu+li:+d+s. No
Jo¸o, os O+rou tr+v+m um+ competiç1o de h+bilid+des ou
inteli¸ênci+: um concurso de ch+r+d+s, um+ p+rtid+ de x+-
dre: ou +l¸um+ cois+ p+recid+. O Jo¸o costum+ ser conside-
r+do um+ form+ vílid+ de est+belecer + predominìnci+ qu+n-
do se enfrent+ dilem+s intelectu+is; é menos us+do qu+ndo
+ situ+ç1o iminente exi¸e + forç+ de um ¸uerreiro.
O Duelo é ex+t+mente o que o nome implic+: um com-
b+te. O vencedor torn+-se o líder. L r+ro que os duelos se-
j+m proposit+lmente f+t+is, m+s t+mbém é comum que os
competidores sej+m tom+dos pelo frenesi. Cert+s tribos,
como + Cri+ de lenris, +dot+m exclusiv+mente este tipo de
competiç1o.
O O+rou derrot+do num+ competiç1o de predominìn-
ci+ deve demonstr+r submiss1o imedi+t+mente, sej+ c+indo
por terr+, expondo + ¸+r¸+nt+, urin+ndo ou mostr+ndo +
bund+ - o que conse¸uir f+:er. Oer+lmente, qu+nto m+is
próxim+ + form+ hominídei+ do O+rou se encontr+r, menos
visível serí + re+ç1o. Se n1o for demonstr+do nenhum sin+l
de submiss1o, o vencedor est+rí, por tr+diç1o, livre p+r+
+t+c+r o perdedor.
liaqaaqem
Os O+rou possuem lin¸u+¸em própri+, invent+d+ pel+
tribo dos li+nn+ no p+ss+do nebuloso. Todos os O+rou +pren-
dem ess+ lin¸u+¸em imedi+t+mente depois do Rito de l+s-
s+¸em, e embor+ de re¸i1o p+r+ re¸i1o exist+m diferenç+s
em sot+que e di+leto, qu+isquer membros d+ socied+de O+-
rou podem comunic+r-se entre si. lorém, muit+s p+l+vr+s
nov+s podem ser m+l interpret+d+s por O+rou isol+dos. Além
disso, os luníticos e os filhotes perdidos, +queles que nun-
c+ descobrir+m su+ verd+deir+ n+ture:+, n1o conhecem +
lín¸u+ O+rou.
A lin¸u+¸em O+rou contém muitos +spectos psicoló¸i-
cos interess+ntes. Nel+, + lin¸u+¸em corpor+l e o tom s1o
t1o import+ntes qu+nto +s própri+s p+l+vr+s. Hí t+nt+s me-
tífor+s p+r+ cheiros qu+nt+s hí p+r+ vis1o. lor último, cer-
t+s p+l+vr+s n1o podem ser pronunci+d+s pel+ ¸+r¸+nt+ de
um hum+no ou lupino e, port+nto, requerem um ¸r+u de
tr+nsform+ç1o p+rci+l; + m+iori+ dos O+rou consider+m es-
s+s p+l+vr+s "difíceis".
Como mencion+mos +nteriormente (vej+ L·|·s), os
O+rou n+ form+ Hispo ou lupus podem se comunic+r livre-
mente com os lobos. Os O+rou em outr+s form+s podem
tent+r isso t+mbém, m+s podem ser m+l compreendidos. Ao
contrírio d+ lin¸u+¸em O+rou, + c+p+cid+de de se comuni-
c+r com lobos é um+ c+p+cid+de in+t+.
uices
Os uivos dos lobisomens s1o su+s form+s de express1o
m+is poderos+s e evoc+tiv+s. Liv+ndo, os O+rou podem con-
dens+r enormes qu+ntid+des de inform+ç1o num+s pouc+s
p+l+vr+s. Domin+r o uivo é o tr+b+lho d+ vid+ de um D+n-
ç+rino d+ lu+ (p+r+ + irrit+ç1o de seus +mi¸os de orelh+s
pontud+s, se ele n1o for t+lentoso).
Os uivos costum+m ser inici+dos por um O+rou, m+s
outros se junt+m pront+mente +o primeiro. Qu+lquer que
sej+ o uivo empre¸+do, despre:+-se + h+rmoni+, v+lori:+n-
do-se + c+cofoni+. Qu+ndo dois O+rou +tin¸em + mesm+
not+, um instintiv+mente elev+ o re¸istro, m+ntendo +ssim
+ dissonìnci+. Atr+vés dess+s técnic+s conse¸ue-se f+:er com
que + m+tilh+ p+reç+ m+ior do que re+lmente é, de modo +
intimid+r os inimi¸os.
Lxistem vírios tipos de uivos; eis os m+is comuns:
º Hino de Cuerra - Os D+nç+rinos d+ lu+ elev+m
este inspir+dor ¸rito de ¸uerr+ p+r+ con¸re¸+r seus irm1os
p+r+ + b+t+lh+, ou p+r+ +nimí-los se perder+m o ìnimo.
º Chamado de Socorro - Ls+do pelos O+rou p+r+ pedir
+ +jud+ de su+ m+tilh+. Lmb+r+çoso, m+s oc+sion+lmente
necessírio. O uivo so+ um pouco como o l+tido de um c+-
chorrinho pel+ m1e.
º Chamado para a Caçada - Lm+ uluç1o lon¸+ e b+i-
x+ us+d+ p+r+ +lert+r + m+tilh+ sobre + posiç1o e o tipo d+
pres+.
º Cântico de Desafio - lnvent+do pelos li+nn+, o
Cìntico é um recit+l sistemítico do nome de um indivíduo,
su+ m+tilh+, seit+, linh+¸em tribo e f+ç+nh+s, se¸uido por
um insulto cri+tivo +os híbitos pesso+is desse indivíduo, su+
+scendênci+ e f+ç+nh+s. Obvi+mente, este uivo é us+do p+r+
inici+r duelos.
º MaIdição de Desonra - A seit+ ou tribo us+ este
rosn+do p+r+ desonr+r e esc+rnecer d+queles que c+ír+m
em des¸r+ç+.
º Requiem dos Caídos - Lste é um uivo lú¸ubre, b+i-
xo e lon¸o, empre¸+do como um réquiem por +queles que
morrem de form+ honros+; o volume e + dur+ç1o dependem
d+ posiç1o do f+lecido n+ socied+de O+rou.
º Rosnada de Precedência - Liv+do por um O+rou
que desej+ tr+v+r um comb+te lobisomem-+-lobisomem com
um inimi¸o. A rosn+d+ n1o precis+ ser +tendid+ pelos indi-
víduos de m+ior Renome, m+s ¸er+lmente el+ é.
º Canção de Escárnio - Lste é um tom p+rticul+r-
mente irrit+nte que os R+¸+b+sh +crescent+m +os outros
uivos. Lle n1o f+lh+ em enfurecer Ahroun, Senhores d+s
Sombr+s, etc. L um ¸esto insultoso - o equiv+lente O+rou
+ mostr+r o dedo médio.
º Sinfonia do Abismo - Lm ¸+nido reverber+nte e
enlouquecido, us+do pelos D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ du-
r+nte +s c+ç+d+s. A c+nç1o é pl+nej+d+ p+r+ +terrori:+r +s
pres+s, e norm+lmente funcion+.
º Crito de AIerta - Lste uivo é um sin+l ¸er+lmente
m+is peri¸oso, us+do com freqüênci+ p+r+ +vis+r sobre de-
s+stres n+tur+is.
º Aviso sobre a aproximação da Wyrm - Lm uivo
muito +¸udo, emitido num+ série de r+j+d+s em est+c+to.
Lmpre¸+-se este uivo p+r+ +nunci+r + presenç+ dos l+c+ios
d+ Wyrm.
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
·B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
1ítales
M+ior em posto: -rhy+
Honr+do equiv+lente/qu+se equiv+lente: -yuf
lnferior: n1o se +crescent+ nenhum título +o nome
D+ Wyrm, tr+idor: -ikthy+
As Matilbas
Na· ||.s .a||a r.sj·nJ.r
Na· ||.s .a||a ra.|·.|nar
Ca||a-||.s aj.nas :ra|a||ar . m·rr.r
-· ta|. Ja M·r:.
Cata|¸aram s.|s..n:·s |·m.ns.
- lord Alfred Tennyson: "A C+r¸+ d+ Bri¸+d+ li¸eir+"
Os O+rou s1o cri+tur+s intens+mente comunitíri+s que
se +¸rup+m por instinto. A m+tilh+ é + unid+de soci+l O+-
rou m+is bísic+ e +nti¸+. L t+mbém + comunid+de m+is fe-
ch+d+. Lm+ m+tilh+ consiste de dois + 10 O+rou unidos por
um propósito comum e por um totem espiritu+l. O propósi-
to de um+ m+tilh+ pode ser específico e finito como "lmpe-
dir + empres+ lentex de exp+ndir-se p+r+ o l+rque N+cio-
n+l H+ppy Acres", ou ¸er+l e dur+dour+ como "Destruir os
l+c+ios d+ Wyrm que cru:+rem nosso c+minho". Al¸um+s
m+tilh+s dur+m sem+n+s; outr+s, vid+s inteir+s.
Lnqu+nto um+ m+tilh+ existir, seus membros se m+nte-
r1o unidos por l+ços muito profundos. A +mi:+de hum+n+
combin+-se com o instinto lupino de forj+r elos pr+tic+men-
te indestrutíveis. Lm muit+s situ+çöes + m+tilh+ p+rece ori-
ent+d+ por um+ mesm+ mente; +s outr+s cri+tur+s que ob-
serv+m um+ m+tilh+ de lobisomens em +ç1o costum+m se
per¸unt+r se eles comp+rtilh+m um elo telepítico. Os mem-
bros individu+is de um+ m+tilh+ podem nutrir cert+ riv+li-
d+de ou mesmo +nimosid+de pelos outros membros, m+s é
muito r+ro o lobisomem que n1o defende seu comp+nheiro
de m+tilh+ +té + morte.
Qu+ndo um+ m+tilh+ é cri+d+, um totem espiritu+l es-
peci+l costum+ ser +ssoci+do + ess+ m+tilh+ num ¸r+nde ri-
tu+l. O espírito serve + m+tilh+ como um ¸u+rdi1o, ¸ui+ e
envi+do +os seus +mi¸os n+ Lmbr+. Qu+ndo + m+tilh+ +l-
c+nç+ seu objetivo e se sep+r+, o espírito é libert+do.
liabaqem
O velho dit+do "você pode escolher seus +mi¸os, m+s
n1o seus p+rentes" c+i como um+ luv+ p+r+ os O+rou. Se os
membros de um+ m+tilh+ s1o os +mi¸os que um lobisomem
escolhe, + linh+¸em é + f+míli+ d+ qu+l ele j+m+is esc+p+. A
linh+¸em de um lobisomem determin+ +mpl+mente o res-
peito inici+l recebido por um O+rou. Os membros de um+
linh+¸em reprimem e punem os O+rou err+ntes que "enver-
¸onh+m + linh+¸em" - i.e., que f+:em tudo que os mem-
bros m+is velhos d+ linh+ jul¸+m err+do.
Cert+s linh+¸ens +nti¸+s (p+rticul+mente +quel+s entre
os lres+s de lr+t+) constituem poderes em si mesm+s, pos-
suindo hord+s de l+rentes, propried+des p+l+ci+n+s e mui-
tos membros puro-s+n¸ue. Lss+s linh+¸ens podem ser muito
úteis, m+s exi¸em muito de seus jovens. As linh+¸ens mui-
t+s ve:es s1o ¸r+ndes elos entre os homens e os O+rou, e
nos di+s vindouros +s linh+¸ens podem tent+r +ssumir posi-
çöes de dest+que n+ socied+de hum+n+.
A Seita
Os O+rou que vivem próximos e ¸u+rd+m um determi-
n+do c+ern s1o conhecidos coletiv+mente como um+ seit+.
A m+iori+ d+s seit+s se ori¸in+m de um+ tribo, m+s nos últi-
mos +nos, + medid+ que o número de c+ern c+i, têm-se for-
m+do seit+s multitrib+is. As seit+s multitrib+is s1o b+stiöes
d+ tolerìnci+ num+ r+ç+ crescentemente xenofóbic+, po-
dendo ser + únic+ esper+nç+ de s+lv+ç1o dos lobisomens.
A seit+ execut+ funçöes soci+is, polític+s e reli¸ios+s, m+s
su+ funç1o primíri+ é prote¸er seu c+ern e su+ lonte d+
lu+. Como muitos membros de seit+s s1o O+rou m+is ve-
lhos que se est+belecer+m p+r+ perm+necer em vi¸ilìnci+
const+nte, + seit+ costum+ us+r m+tilh+s de O+rou m+is jo-
vens em missöes. A col+bor+ç1o d+ seit+ d+ íre+ é vit+l:
seus membros s1o os olhos e ouvidos d+ re¸i1o, e muit+s
ve:es percebem os problem+s muito +ntes d+s m+tilh+s.
A 1ribe
A tribo é + m+ior unid+de soci+l dos O+rou - +s "espé-
cies" dos O+rou, se você preferir. A tribo de um lobisomem
determin+ seu +rc+bouço cultur+l, form+ç1o e, muit+s ve-
:es, +s c+r+cterístic+s físic+s. Tribos diferentes control+m
íre+s diferentes e possuem filosofi+s diferentes. O +u¸úrio
de um lobisomem costum+ ser interpret+do +tr+vés d+s len-
tes de su+ tribo - um R+¸+b+sh dos Roedores de Ossos
pode ser um b+tedor de c+rteir+s, enqu+nto um And+rilho
do Asf+lto, um vi¸+rist+ refin+do; um Silencioso, um ¸+tu-
no +stuto; um Senhor d+ Sombr+, um político m+qui+véli-
co; e um Cri+ de lenris, um +ss+ssino.
As 1rete 1ribes
Lm di+ existir+m muit+s tribos de O+rou, c+d+ um+ com
um+ esfer+ de +ç1o própri+, m+s o tempo e + Wyrm vêm
redu:indo ¸r+du+lmente o número dos lobisomens. Hoje
existem +pen+s 13 tribos n1o cont+min+d+s. S1o el+s:
Iúrias Negras - Lst+s s1o +s vin¸+dor+s d+ Wyld. A
tribo d+s lúri+s Ne¸r+s é compost+ qu+se inteir+mente por
mulheres. As lúri+s Ne¸r+s ori¸in+r+m-se n+ Oréci+ +nti¸+,
onde su+s c+mp+nh+s p+rticul+rmente violent+s contr+ o
lmper¸ium inspir+r+m no povo d+ re¸i1o um+ série de mito-
lo¸i+s +ssust+dor+s. Ll+s vivem n+s profunde:+s d+s re¸iöes
selv+¸ens e s1o +dor+dor+s fiéis d+ Wyld; emer¸em +pen+s
p+r+ investir contr+ +queles que prof+n+m os c+d+ ve: me-
nos numerosos lu¸+res místicos do mundo.
Roedores de Ossos - A m+is inferior d+s tribos. Os Ro-
edores de Ossos vivem prec+ri+mente n+s ru+s dos b+irros
pobres d+s cid+des. lreqüentemente +ssemelh+ndo-se m+is +
ch+c+is que + lobos, estes lobisomens despre:+dos pelos ou-
tros O+rou possuem um+ inclin+ç1o notível p+r+ + sobrevi-
vênci+. Lles t+lve: sej+m os membros m+is +stutos de su+ es-
pécie. Cínicos e pr+¸míticos, os Roedores de Ossos hí muito
renunci+r+m +os ide+is elev+dos dos outros O+rou; eles f+:em
o que têm de f+:er p+r+ sobreviver + c+d+ di+.
IiIhos de Caia: De todos os O+rou, os lilhos de O+i+
s1o +queles que se encontr+m em m+ior h+rmoni+ com +
vont+de coletiv+ do pl+net+. Os And+rilhos do Asf+lto pro-
cur+m +lter+r o pl+net+, os Senhores d+s Sombr+s pl+nej+m
dominí-lo e os lort+dores d+ lu: tent+m tr+nscendê-lo; +pe-
n+s os lilhos de O+i+ busc+m + unid+de verd+deir+. Lles
·9
preferem um+ existênci+ h+rmonios+ e p+cífic+, m+s qu+n-
do necessírio podem ser t1o impiedosos qu+nto + ordem
n+tur+l + qu+l servem.
Iianna - Mestres d+ lin¸u+¸em e d+ músic+, os O+rou
celt+s conhecidos como li+nn+ s1o os preserv+dores d+ His-
tóri+ e d+ cultur+ dos lobisomens. Coletiv+mente, s1o os O+-
rou m+is cri+tivos. Lles preferem ocup+r seus di+s com jo¸os
de p+l+vr+s, c+nçöes, bebid+s e fest+s. Contudo, qu+ndo en-
r+ivecidos, esses descendentes dos poderosos lobos selv+¸ens
encontr+m-se entre os O+rou m+is violentos e inc+nsíveis.
Cria de Ienris - L dito entre os O+rou que os membros
d+ Cri+ de lenris deix+ri+m de bom ¸r+do serem devor+dos
por um demonio d+ Wyrm +pen+s p+r+ poderem +rr+nc+r-lhe
+ lín¸u+ +ntes de morrerem. Conhecidos como os prenunci+-
dores d+ ¸uerr+ e d+ destruiç1o, os membros d+ Cri+ de lenris
s1o bírb+ros selv+¸ens que vivem p+r+ comb+ter. A Cri+ é
form+d+ por trop+s de choque, sempre n+ linh+ de frente n+
¸uerr+ contr+ + Wyrm. Su+ fúri+ e sede de s+n¸ue enerv+m os
outros O+rou, que tremem +o ver como se l+nç+m, rosn+ndo
e uiv+ndo p+r+ seus inimi¸os.
AndariIhos do AsfaIto - A m+iori+ dos O+rou +credi-
t+ que + cid+de sej+ um +bismo de concreto pront+ p+r+
en¸olir + todos eles. N1o os And+rilhos do Asf+lto. Lsses
O+rou +stutos e rebeldes hí muito se +d+pt+r+m + cid+de e
+¸or+ s1o fontes de tecnolo¸i+ e rique:+. Dispostos + +ceit+r
o mut+nte +mbiente urb+no e + se envolverem em divers+s
+tivid+des pouco s+lut+res nele, os And+rilhos do Asf+lto
t+lve: sej+m os O+rou menos confiíveis. Seus cont+tos, su+
rique:+ e su+s hord+s de element+is urb+nos ¸+r+ntem que
poucos ousem express+r +bert+mente ess+ +ntip+ti+.
Carras VermeIhas - Compost+ inteir+mente por O+-
rou lupinos, + tribo conhecid+ como O+rr+s Vermelh+s +d-
mite +pen+s um+ form+ de preserv+r O+i+: o extermínio -
+té o último dos ursup+dores hominídeos. De todos os lobi-
somens, os O+rr+s s1o os que se encontr+m m+is em cont+-
to com su+s n+ture:+s besti+is - p+r+ o bem e p+r+ o m+l.
Lles record+m muitos se¸redos d+ n+ture:+, se¸redos que
+té mesmo os outros O+rou jí esquecer+m.
Senhores das Sombras - lrios, ré¸ios, vin¸+tivos e
rudes, os Senhores d+s Sombr+s s1o os c+v+leiros ne¸ros
dos O+rou. loderosos n+s b+t+lh+s e +stutos nos tempos de
p+:, os Senhores d+s Sombr+s percorrem +s trilh+s d+ +mbi-
ç1o e d+ conquist+. N1o hí quem duvide de su+ cor+¸em e
ten+cid+de, nem de su+ +rro¸ìnci+. N+d+ pode deter os Se-
nhores d+s Sombr+s em seu propósito de domin+r todos os
O+rou e hum+nos. Lmbor+ os Senhores d+s Sombr+s n1o
¸ostem de +dmitir, vírios membros de seu cl1 jí for+m se-
du:idos pel+ Wyrm com um+ promess+ de poder.
SiIenciosos - Os m+is misteriosos dos O+rou, os Silen-
ciosos n1o m+ntêm c+s+s perm+nentes, m+s v+¸uei+m de
c+ern em c+ern e +tr+vés dos reinos selv+¸ens, urb+nos e
espiritu+is que desej+rem. Vi+j+r é su+ existênci+, e poucos
conhecem os se¸redos dos mort+is e dos espíritos como eles.
Os Silenciosos s1o pesso+s l+conic+s, e pouco se s+be sobre
eles, + n1o ser que sempre p+recem cientes de eventos +n-
tes que +conteç+m.
Presas de Prata - N1o existem lobisomens m+is reve-
renci+dos que os membros d+ tribo +ristocrític+ conhecid+
como os lres+s de lr+t+. Lncontre um herói poderoso, um
síbio ou um cont+dor de históri+s conhecedor dos épicos O+-
rou, e qu+se sempre ess+ pesso+ serí um lres+ de lr+t+. lo-
rém, nos últimos +nos um+ estr+nh+ enfermid+de tem +fli¸ido
ess+ nobre tribo. C+d+ ve: menos cri+nç+s n+scem nel+, e
muit+s del+s demonstr+m +s c+r+cterístic+s inquiet+ntes d+-
quilo que +pen+s recentemente os O+rou p+ss+r+m + ch+m+r
loucur+. Lmbor+ os lres+s sej+m puros e belos n+ +p+rênci+, +
doenç+ lent+mente corrói + nobre:+ dos O+rou.
Portadores da Luz - Lspiritu+list+s místicos e medit+-
dores, os lort+dores d+ lu: v+¸uei+m em busc+ de conheci-
mento. T+lve: os lobisomens m+is sintoni:+dos com su+
n+ture:+ interior, os lort+dores d+ lu: vi+j+m +s re¸iöes
m+is escur+s e solitíri+s do mundo, prote¸endo os fr+cos d+
Wyrm. Nisto n1o hí quem se comp+re + eles, pois seu en-
tendimento interior lhes permite pr+tic+r disciplin+s de +r-
tes m+rci+is e execut+r prític+s i¸nor+d+s pelos O+rou.
Uktena - Os Lkten+ s1o os rem+nescentes de um+
d+s três ¸r+ndes tribos de O+rou d+ Améric+ do Norte. Ls-
pertos, reticentes e reserv+dos, os Lkten+ cert+mente com-
preendem os c+minhos do espírito melhor que os outros
O+rou. O uso que eles destin+m + seu conhecimento é me-
nos certo. Secretos e sombrios, os ritu+is e +s Assembléi+s
d+ tribo s1o re+li:+dos em lu¸+res escuros. Al¸uns se per-
¸unt+m se os Lkten+ jí n1o est1o corrompidos. Apen+s o
medo supersticioso (reforç+do pelo formidível poder tecno-
ló¸ico dos Lkten+) impede os outros O+rou de tent+r +r-
r+nc+r + forç+ +l¸um+s respost+s.
Wendigo - Os f+nt+sm+s cin:entos d+s florest+s dens+s,
os Wendi¸o jí correr+m livremente por tod+ Améric+ do Norte,
como o fi:er+m os índios que lhes provi+m seu reb+nho hu-
m+no. Mestres d+ sobrevivênci+, dos espíritos e d+ ¸uerr+, os
Wendi¸o for+m pr+tic+mente extermin+dos pel+s prític+s ¸e-
nocid+s dos europeus. Os rem+nescentes d+ tribo +¸or+ vivem
n+ t+i¸+ c+n+dense, onde tr+v+m um+ lut+ sem tré¸u+s p+r+
conse¸uir de volt+ +s terr+s que jí for+m deles.
As 1ribes Perdidas
Houve um tempo em que +s le¸iöes dos O+rou er+m
¸r+ndes, m+s +s prític+s ¸enocid+s d+ Wyrm mud+r+m esse
qu+dro. Tribos inteir+s de lobisomens for+m v+rrid+s +tr+-
vés d+s m+quin+çöes d+ Wyrm. A lit+ni+ dos mortos é lon-
¸+, m+s três tribos perdid+s dest+c+m-se entre +s outr+s.
0s uicaderes 8raaces
Os b+rdos O+rou ento+m réquiens l+ment+ndo + perd+
dos Liv+dores Br+ncos. Lles er+m os ¸u+rdi1es do norte, e
c+minh+r+m p+r+ um +bismo d+ Wyrm p+r+ des+fi+r os hor-
rores que ele continh+. Qu+ndo emer¸ir+m, eles mesmos se
h+vi+m torn+do horrores: mut+ntes deform+dos que se +u-
todenomin+r+m D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ (vej+ Dan¸a-
r|n·s Ja Lsj|ra| N.¸ra). R+r+mente se f+l+ dos Liv+dores
Br+ncos, + n1o ser qu+ndo seu destino terrível se +vult+
sobre +s c+beç+s dos O+rou.
0s 0reataa
Os b+rdos O+rou ento+m épicos celebr+ndo o v+lor dos
Cro+t+n. Lst+ tribo jí foi + ¸u+rdi1 or¸ulhos+ d+s pr+i+s d+
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
4U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Améric+ do Norte. Lles s+crific+r+m su+ vid+ coletiv+ p+r+
b+nir + best+ d+ Wyrm conhecid+ como Devor+dor de Alm+s,
que vi+jou p+r+ o Novo Mundo com os coloni:+dores Ro+-
noke. Apen+s os ent+lhes num+ írvore retorcid+ re¸istr+m os
feitos v+lorosos dos Cro+t+n, m+s os O+rou lembr+m.
0s 8aaqip
N1o hí c+nç1o p+r+ os Bunyip, pois + lembr+nç+ dess+
tribo tr+: + ton+ um+ ¸r+nde ver¸onh+ dos O+rou. Sob muitos
+spectos, for+m os Bunyip que tiver+m o destino m+is trí¸ico
de tod+s +s tribos perdid+s. Os Bunyips for+m mortos n1o pe-
l+s m+quin+çöes d+ Wyrm, m+s pelos seus próprios irm1os. Os
O+rou europeus e seus l+rentes, desesper+dos por um+ nov+
terr+ lon¸e d+ Wyrm, inv+dir+m os territórios dos Bunyip.
Dur+nte os séculos se¸uintes, os Bunyip e seu reb+nho, os
lobos d+ T+smìni+, for+m c+ç+dos +té + extinç1o.
Reaias
Atr+vés d+s er+s, + despeito do ¸r+nde esti¸m+ que c+-
r+cteri:+ esse +to, certos O+rou sempre escolher+m (ou fo-
r+m forç+dos + escolher) seus próprios destinos, livres d+s
restriçöes impost+s por m+tilh+, seit+ ou tribo. Lsses O+rou
receber+m muitos epítetos dur+nte os +nos; o m+is recente
é + p+l+vr+ j+pones+ ronin, ou "homem ond+". O O+rou
ronin - como seu con¸ênere s+mur+i - sobe e desce no
m+r d+ vid+ sem propósito ou direç1o.
Os ronins n1o possuem posiçöes n+ socied+de O+rou; eles
podem +dquirir os Dons e outros orn+mentos de um determi-
n+do losto (embor+ isto sej+ difícil - pode-se encontr+r men-
tores, m+s eles s1o do tipo que requerem subornos) m+s n1o
possuem nem + posiç1o nem + respons+bilid+de de seu losto.
Os ronins s1o m+r¸in+li:+dos pelos outros O+rou, m+s nos úl-
timos tempos seus números têm +ument+do muito.
Al¸uns ronins enlouquecem ou s1o infeccion+dos pel+
Wyrm. Lsses +nd+rilhos solitírios s1o responsíveis por muit+s
lend+s de "lobisomens comedores de ¸ente" e cois+s do tipo.
Pareates
Na·, na· s·u · ír/n.|j. Ham|.:, n.m J.s.¡ar|a s.r -
S·u aj.nas um .r|aJ·, ¡u. jara ja.|||:ar · jr·¸r.ss·
-|r|ra uma ..na ·u Juas.
- T.S. Llliot, "A C+nç1o de Amor de J. Alfred lrufrock"
l+r+ se reprodu:irem, os O+rou precis+m +c+s+l+r-se com
outros hum+nos ou lobos. Como o ¸ene dos O+rou é reces-
sivo, + m+iori+ desses cru:+mentos produ:em cri+nç+s que
s1o, p+r+ todos os efeitos, membros norm+is de su+s espéci-
es. lorém, ess+s cri+nç+s s1o imunes +o Delírio e podem
inter+¸ir com os lobisomens. Lsses hum+nos ou lobos s1o
conhecidos como l+rentes.
Os l+rentes, p+rticul+rmente os l+rentes hum+nos, s1o
vit+is p+r+ + existênci+ O+rou. Como n1o s1o tom+dos pelo
frenesi nem entr+m em Delírio, os l+rentes podem infiltr+r-
se livremente n+ socied+de hum+n+ p+r+ execut+r missöes
p+r+ seus primos. Cert+s tribos, como os And+rilhos do As-
f+lto e os Senhores d+s Sombr+s, possuem ¸r+ndes redes de
l+rentes. Muitos destes m+ntêm posiçöes de dest+que en-
tre os hum+nos, embor+ + oposiç1o dos v+mpiros tenh+ im-
pedido + prolifer+ç1o do domínio dos l+rentes.
A m+iori+ dos l+rentes n1o possui poderes especi+is +lém
de su+ c+p+cid+de de fr+terni:+rem com os O+rou. Contu-
do, hí rumores de que +l¸uns l+rentes seri+m c+p+:es de
+prender os Dons, embor+ sej+m poucos os lobisomens que
se dispori+m + ensiní-los.
Assembléias
As reuniöes O+rou s1o conhecid+s como +ssembléi+s. As
+ssembléi+s combin+m funçöes soci+is, reli¸ios+s e polític+s,
sendo, port+nto, muito import+ntes. Nel+s os O+rou unem-se
uns +os outros e re+firm+m seus compromissos com su+s espé-
cies e com O+i+. Os O+rou que evit+m +s +ssembléi+s com
freqüênci+ s1o vistos com suspeit+ por seus irm1os.
As +ssembléi+s costum+m ser re+li:+d+s em noites de lu+
chei+. Ocorrem sempre em um c+ern, e muit+s envolvem +
conjur+ç1o de espíritos. N+s +ssembléi+s s1o deb+tid+s ques-
töes polític+s, discute-se pl+nos p+r+ o futuro, honr+-se heróis,
pune-se viol+dores d+ lit+ni+ e - o m+is import+nte - o
c+ern é rec+rre¸+do +tr+vés d+ p+ix1o (e d+ Onose) ¸+st+ du-
r+nte + cerimoni+. N+s +ssembléi+s freqüentemente s1o +ber-
t+s lontes d+ lu+, permitindo + p+ss+¸em entre c+ern.
Os lhilodox cuid+m dos +spectos "comerci+is" d+s +s-
sembléi+s, enqu+nto os O+lli+rds or¸+ni:+m os eventos so-
ci+is e + n+rr+ç1o de históri+s.
1ipes de Assembléias
Lxistem muitos tipos de +ssembléi+s, v+ri+ndo em t+-
m+nho, propósito e número de O+rou presentes.
º AssembIeia de Seita: Lste é o o tipo m+is comum de
+ssembléi+, sendo re+li:+d+ mens+lmente no c+ern d+ seit+.
Qu+lquer O+rou pode comp+recer, m+s +queles que n1o per-
tencem + seit+ n1o s1o vistos com bons olhos.
Além de su+s outr+s funçöes, est+s +ssembléi+s +jud+m
+ rec+rre¸+r o c+ern d+ seit+.
º AssembIeia CeraI: Convoc+-se um+ +ssembléi+ ¸er+l
p+r+ discutir questöes muito import+ntes que +fet+m um+
tribo inteir+. Lxi¸e-se o comp+recimento de todos os O+rou
d+s cerc+ni+s.
º ConcIave: Os Concl+ves s1o +s m+iores +ssembléi+s.
Todos os lobisomens, + despeito de m+tilh+, seit+ ou tribo,
s1o bem-vindos e obri¸+dos + comp+recer + eles. Os Con-
cl+ves s1o re+li:+dos +pen+s p+r+ discutir os +ssuntos m+is
delic+dos e críticos. S1o, port+nto, extrem+mente r+ros.
Lm concl+ve precis+ ser or¸+ni:+do por cinco +nciöes
O+rou pertencentes + cinco tribos diferentes. Norm+lmen-
te convoc+-se concl+ves dur+nte um+ +ssembléi+ norm+l; o
concl+ve é ent1o m+rc+do p+r+ ocorrer no sítio d+ +ssem-
bléi+, d+li + três meses ex+tos. Lnqu+nto isso, mens+¸eiros
+tr+vess+m + re¸i1o (ou o continente ou, r+r+mente, o mun-
do) +nunci+ndo + reuni1o de c+ern em c+ern.
Assembléias 1ribais
º Iúrias Negras - As lúri+s re+li:+m su+s +ssembléi+s
em loc+is idílicos e isol+dos, como cl+reir+s dist+ntes e l+¸os
plícidos. Muitos de seus ritu+is verb+is envolvem cìnticos
cor+is e decl+m+ç1o de versos. T+mbém re+li:+m c+ç+d+s
s+¸r+d+s dur+nte su+s +ssembléi+s, e qu+lquer +nim+l ou
hum+no (p+rticul+rmente os m+chos hum+nos) que se en-
contre n+s cerc+ni+s de um+ +ssembléi+ de lúri+s Ne¸r+s
corre sério risco de vid+.
4!
º Roedores de Ossos - As +ssembléi+s form+is s1o r+r+s
entre os membros dest+ tribo. N+ m+ior p+rte d+s ve:es, os
Roedores d+s cid+des p+ss+m + m1o em todo dinheiro que
tiverem em c+ix+, inv+dem +s loj+s de bedid+s e fili+is do McDo-
n+lds e comem e bebem +té c+írem. O nome de O+i+ r+r+-
mente é invoc+do, exceto +tr+vés de prof+nid+des. Oc+sio-
n+lmente os Roedores m+rc+m um+ +ssembléi+ p+r+ encurr+-
l+r ou m+t+r espíritos urb+nos p+rticul+rmente peri¸osos; es-
s+s +ssembléi+s costum+m ser ch+m+d+s "Orkins".
º IiIhos de Caia - As +ssembléi+s dos lilhos de O+i+
v+ri+m de c+lm+s e seren+s + violent+s e +le¸res. Nunc+ se
s+be o que esper+r de um+ +ssembléi+ dos lilhos de O+i+:
oito hor+s fit+ndo imóveis + lu+, ou um+ or¸i+ de +lucinó¸e-
nos e sexo com qu+isquer hum+nos e lobos presentes.
º Iianna - As +ssembléi+s de li+nn+ ¸er+lmente rec+-
em em du+s c+te¸ori+s. O primeiro tipo de +ssembléi+ é um
evento solene re+li:+do nos di+s comemor+tivos do c+len-
dírio Celt+ - S+mh+in, Belt+ne, etc. Aqui, os b+rdos reci-
t+m + históri+ dos O+rou (muit+s ve:es de c+beç+) e ¸r+n-
des épicos s1o c+nt+dos.
O se¸undo tipo é um+ fest+ selv+¸em. Outros O+rou ten-
t+m ser convid+dos + ess+s fest+s, n+s qu+is c+nçöes, d+nç+s e
bebid+s combin+m-se num+ mistur+ que costum+ desinibir +té
mesmo o m+is form+l O+rr+ Vermelh+ ou Senhor d+s Som-
br+s. Os D+nç+rinos d+ lu+ de tod+s +s tribos us+m ess+s +s-
sembléi+s p+r+ +present+r su+s últim+s composiçöes.
º Cria de Ienris - As +ssembléi+s d+ Cri+ s1o eventos
selv+¸ens que consistem de uivos, comid+s, bedid+s e -
cl+ro - comb+tes. De f+to, p+r+ um visit+nte, + +ssembléi+
p+receri+ m+is um+ bri¸+ enorme, embor+ + Cri+ si¸+ re¸r+s
rí¸id+s de comport+mento. Ness+s +ssembléi+s determin+-
se dominìnci+ e submiss1o p+r+ todos os membros d+ Cri+
d+ loc+lid+de. As diversöes dos membros d+ Cri+ s1o p+rti-
cul+rmente c+ótic+s, norm+lmente envolvendo d+nç+s +o
som de músic+ sj..J m.:a| ou |nJus:r|a|.
º AndariIhos do AsfaIto - Os And+rilhos do Asf+lto
reúnem-se no vi¸ésimo terceiro di+ de c+d+ mês, precis+men-
te +s 12:3¯h, de +cordo com o Rolex do líder d+ seit+. Lles
¸er+lmente se encontr+m em +rm+:éns +b+ndon+dos e escri-
tórios de empres+s, us+ndo os +l+rmes contr+ l+dr1o p+r+ de-
ter intrusos. As +ssembléi+s dos And+rilhos s1o muito rí¸id+s
e or¸+ni:+d+s, com minut+s e um+ +¸end+ + se¸uir. Além de
discutir questöes trib+is, os And+rilhos t+mbém c+ptur+m es-
píritos e element+is em b+teri+s rec+rre¸íveis e disquetes.
Recentemente, os And+rilhos m+is jovens têm convoc+-
do su+s própri+s +ssembléi+s. Lsses eventos s1o semelh+ntes
+s rat.s, sendo +ntes de m+is n+d+ reuniöes soci+is, com mui-
t+ bebid+, dro¸+s e músic+ (v+ri+ndo de am||.n: |·us. + jun|).
º Carras VermeIhas - As +ssembléi+s dos O+rr+s Ver-
melh+s costum+m envolver c+ç+d+s e competiçöes de ui-
vos. Nel+s os O+rou procur+m "perder o homem dentro de
si", divorci+ndo-se d+ r+cion+lid+de e se torn+ndo um+ cri-
+tur+ m+is instintiv+, como seus pro¸enitores lupinos. As
seit+s de O+rr+s Vermelh+s costum+m encontr+r + m+tilh+
m+is próxim+ de lobos e correr com el+, obedecendo sem
question+r + vont+de do lobo +lf+.
Os O+rr+s Vermelh+s t+mbém re+li:+m outr+s +ssem-
bléi+s, m+is m+c+br+s. Nel+s hum+nos s1o s+crific+dos e seu
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
42 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
s+n¸ue é us+do p+r+ re¸+r + terr+ e nutrir +s r+í:es de O+i+.
Al¸um+s dess+s +ssembléi+s imit+m ritu+is hum+nos; os
O+rr+s s1o f+mosos por su+s "cerimoni+s n+t+lin+s", n+s qu+is
+m+rr+m um homem num+ írvore e o eviscer+m. Lm se¸ui-
d+, + pele e +s entr+nh+s do hum+no indefeso s1o pendur+-
d+s nos ¸+lhos d+ írvore, e + c+beç+ post+ em seu topo.
º Senhores das Sombras - As +ssembléi+s dos Senho-
res d+s Sombr+s costum+m tr+nscorrer em loc+is isol+dos e
sombrios, de preferênci+ qu+ndo nuvens tempestuos+s esti-
verem encobrindo o céu. As +ssembléi+s s1o condu:id+s com
¸r+nde pomp+ e circunstìnci+; f+:-se muit+ tempest+de em
copo d'í¸u+ sobre losto, hier+rqui+ e cois+s do tipo. As po-
siçöes n+s socied+des de lobisomens s1o ri¸id+mente estr+-
tific+d+s, e os jovens s1o obri¸+dos + prest+r homen+¸ens
+os membros m+is velhos d+ tribo, responsíveis pel+ execu-
ç1o dos ritu+is. T+mbores e cìnticos +o estilo ¸re¸ori+no
c+r+cteri:+m ess+s reuniöes. As +ssembléi+s s1o eventos
muito sombrios, e nel+s se pr+tic+ oc+sion+lmente s+crifíci-
os hum+nos.
º SiIenciosos - Os Silenciosos r+r+mente se con¸re-
¸+m e, port+nto, su+s +ssembléi+s s1o r+ríssim+s. Lm+ bo+
p+rte desses encontros é preenchid+ pel+ n+rr+ç1o de histó-
ri+s e + record+ç1o de vi+¸ens p+ss+d+s. Dur+nte su+s reuni-
öes, os Silenciosos t+mbém costum+m re+li:+r lon¸+s incur-
söes + Lmbr+. Lles r+r+mente perm+necem em um único
lu¸+r ness+s oc+siöes; n+ verd+de, m+r+ton+s, corrid+s e +ti-
vid+des semelh+ntes s1o comuns dur+nte +s +ssembléi+s dos
Silenciosos.
º Presas de Prata - As +ssembléi+s dos lres+s de lr+-
t+ s1o m+rc+d+s por d+nç+s e c+ntos belos e el+bor+dos,
+ssim como lit+ni+s p+r+ os espíritos. Os lres+s de lr+t+
re+li:+m su+s +ssembléi+s em loc+is idílicos e isol+dos. Du-
r+nte +s cerimoni+s, +preci+m us+r vel+s e freqüentemente
vestem m+ntos br+ncos.
º Portadores da Luz - As +ssembléi+s dos lort+dores
d+ lu:, qu+ndo se reúnem, s1o eventos m+rc+dos pel+ sim-
plicid+de. Vírios membros d+ tribo se reúnem p+r+ troc+r
inform+çöes, re+li:+r concursos de ch+r+d+s ou simplesmente
medit+r. Muit+s ve:es n1o se profere um+ p+l+vr+ sequer
dur+nte +s +ssembléi+s.
º Uktena - As cerimoni+s dos Lkten+ s1o bem estr+-
nh+s. Nel+s enf+ti:+-se muito o misticismo e + conjur+ç1o
de espíritos. Os Lkten+ cerc+m ess+s +tivid+des de d+nç+s
el+bor+d+s, enc+ntos e cìnticos, +ssim como + leitur+ de
p+ss+¸ens de livros +nti¸os que + tribo +cumulou dur+nte +s
er+s. Os Lkten+ n1o +dmitem + presenç+ de nenhum outro
O+rou em seus ritu+is.
º Wendigo - As +ssembléi+s dos Wendi¸o extr+ír+m
¸r+nde p+rte de seu conteúdo dos ritos dos indí¸en+s +meri-
c+nos. Lntre ess+s influênci+s dest+c+m-se + d+nç+ em tor-
no de fo¸ueir+s, + p+ss+¸em do C+chimbo d+ l+: e + in¸es-
t1o de peiote. lreqüentemente ness+s +ssembléi+s, os O+-
rou procur+m ter visöes p+r+ descobrir seu propósito n+ vid+.
As vi+¸ens pel+ Lmbr+ e os comb+tes ritu+is possuem um
lu¸+r de dest+que ness+s +ssembléi+s. Os Wendi¸o Theur-
¸es costum+m c+ptur+r e prender um espírito poderoso p+r+
que ele sej+ c+ç+do pel+ tribo como um todo (depois de
+pl+c+r seus espíritos-irm1os com s+crifícios e or+çöes).
0elebraçãe
O fim de um+ +ssembléi+ costum+ ser comemor+do com
um+ celebr+ç1o. Dur+nte + celebr+ç1o, os O+rou +ssumem su+
form+ Crinos e ¸+lop+m pel+ íre+, +fu¸ent+ndo tudo que +me-
+ç+ o c+ern. Lst+ corrid+ é t1o írdu+ que os +nciöes oc+sion+l-
mente morrem em seus esforços p+r+ m+nter + velocid+de.
Depois que os O+rou inici+m su+ celebr+ç1o, eles conti-
nu+m +té o +lvorecer ou +té c+írem ex+ustos. O esforço d+
celebr+ç1o costum+ lev+r os O+rou +o frenesi - um+ cele-
br+ç1o O+rou é um risco +ltíssimo p+r+ os seres hum+nos.
0esmeleqia 6area
Acim+ de tudo, di:em os O+rou, estí + Trí+de - +
We+ver, + +r+nh+ que teceu + ordem perfeit+; A Wyld, o
redemoinho sempre mut+nte d+ ordem e do c+os; e + Wyrm,
+ serpente ce¸+ d+ decomposiç1o entrópic+. Antes do lní-
cio dos Tempos, esses três seres m+ntinh+m o equilíbrio. A
Wyld expeli+ +le+tori+mente cri+ç1o pur+. A We+ver em
se¸uid+ +¸re¸+v+ +s em+n+çöes d+ Wyld em form+s e p+-
dröes, dest+ form+ cri+ndo m+téri+ e ener¸i+. lor fim, se +
ordem ou o c+os se torn+ssem domin+ntes, + Wyrm c+t+bo-
li:+v+ o excesso e +ssim rest+ur+v+ o equilíbrio.
Lnt1o a|¸uma .·|sa +conteceu, um+ c+tístrofe cósmic+
que condu:iu + Trí+de + seu desequilíbrio +tu+l, +rruin+ndo
o mundo p+r+ sempre. Al¸uns O+rou +credit+m que + We-
+ver enlouqueceu e tentou +m+rr+r o universo inteiro com
su+s tei+s; qu+ndo + Wyrm interveio, el+ foi p+rci+lmente
crist+li:+d+. Lnlouquecid+ de dor, + Wyrm p+ssou + tent+r
etern+mente destruir n1o +pen+s o excesso de cri+ç1o, m+s
tod+ + cri+ç1o.
Outros O+rou +credit+m que + Wyrm corrompeu + We+-
ver, e n1o o contrírio. Lm todo c+so, + Wyrm tem sido desde
ent1o o m+ior inimi¸o dos O+rou. A We+ver t+mbém cresceu
em poder; seus +¸entes hum+nos tent+m tr+nsform+r o uni-
verso num+ fort+le:+ de est+¸n+ç1o e ri¸ide: +bsolut+s.
Ab+ixo d+ Trí+de est1o os Celestinos, que, +ssemelh+-
dos + deuses, s1o espíritos de ¸r+nde poder. A lun+ é um+
Celestin+, +ssim como o deus-sol Hélios. Os Celestinos cos-
tum+m ser +dor+dos e, cert+s seit+s devot+m-se inteir+men-
te + cons+¸r+ç1o de um único Celestino.
Ab+ixo dos Celestinos est1o os lnc+rn+, espíritos que
no p+nte1o dos O+rou correspondem +os semideuses. Os
totens trib+is, como + Quimer+ ou o Avo Trov1o, s1o con-
sider+dos lnc+rn+. Os lnc+rn+ s1o celebr+dos, m+s r+r+mente
lhes s1o prest+d+s +dor+çöes.
Os O+rou t+mbém +credit+m num+ ¸r+nde qu+ntid+de
de espíritos menores, element+is e outros seres; ess+s cri+-
tur+s costum+m ser ch+m+d+s J+¸¸lin¸s ou O+fflin¸s. Lsses
espíritos corrompidos pel+ Wyrm s1o ch+m+dos M+lditos
(vej+ Ma|J|:·s, +di+nte).

6eeqra(ia
L.s:. . L.s:., Ò.s:. . Ò.s:. . ¡ama|s as Juas .·|sas J.t.m s.
.n.·n:rar
-:. ¡u. a T.rra . · C.u s. j·s:.m a|a|x· J· :r·n· J. D.us
n· íu/z· í|na|.
- Rudy+rd liplin¸, "A B+l+d+ do leste e do Oeste"
A civili:+ç1o O+rou é muito m+is velh+ que + civili:+ç1o
hum+n+, e os O+rou ocup+r+m o ¸lobo inteiro. Muit+s tri-
bos m+ntêm-se fiéis +s su+s terr+s n+t+is, enqu+nto outr+s
coloni:+r+m pontos dist+ntes do mundo. A demo¸r+fi+ O+-
rou v+ri+ de re¸i1o em re¸i1o, embor+ em ¸er+l os O+rou
m+ntenh+m-se próximos +os limites de seus irm1os lupinos.
América de Nerte
As v+st+s florest+s de pinheiros e +s pr+d+ri+s d+ Améri-
c+ do Norte hí muito oferecem mor+di+s p+r+ os O+rou.
Aqui, os O+rou e os hum+nos coexistem em perfeit+ h+r-
moni+. O respeito dos índios +meric+nos pel+ n+ture:+ e +
su+ popul+ç1o rel+tiv+mente pequen+ m+ntiver+m +f+st+-
d+s +s ¸+rr+s do lmper¸ium. De f+to, muitos hum+nos de
descendênci+ indí¸en+ s1o c+p+:es de olh+r diret+mente p+r+
os O+rou sem sofrerem os efeitos do Delírio. Dur+nte muito
tempo + Améric+ do Norte serviu +s su+s três tribos O+rou
indí¸en+s - Wendi¸o, Cro+t+n e Lkten+ - como um re-
fú¸io contr+ + Wyrm.
O influxo de imi¸r+ntes europeus destruiu + tr+nqüili-
d+de do continente, pois + Wyrm veio com eles. Lm+ d+s
primeir+s incursöes - + coloni+ dos Ro+noke - liberou
um+ ¸r+nde fer+ d+ Wyrm que destruiu complet+mente +
tribo Cro+t+n. O+rou europeus vier+m em seu r+stro, e seu
"destino m+nifesto" imitou +quele de seu reb+nho hum+no.
lnc+p+:es de competir com +s le¸iöes esm+¸+dor+s de euro-
peus, os índios +meric+nos e os O+rou re+¸ir+m com selv+-
¸eri+, m+s er+m muito poucos p+r+ deter + corrente:+, e
seus esforços se volt+r+m contr+ seus primos d+ Cri+ de lenris
e dos Senhores d+s Sombr+s. Até hoje os lobisomens Wen-
di¸o e Lkten+ odei+m + Cri+ e os Senhores.
Recentemente, + +me+ç+ d+ Wyrm forçou um+ +li+nç+
relut+nte entre os lobisomens n+tivos e coloni:+dores. Hoje
pode-se encontr+r membros de tod+s +s tribos t+nto n+s cid+-
des, como n+s re¸iöes rur+is d+ Améric+ do Norte e, em ¸er+l,
eles se toler+m. Contudo, os ìnimos se infl+m+m de ve: em
qu+ndo, sobretudo n+s íre+s domin+d+s pelos Wendi¸o.
América de Sal
loucos O+rou ch+m+m + Améric+ do Sul de l+r. O conti-
nente hí muito tem sido território dos outros lic+ntropos do
mundo - os met+morfos que for+m lev+dos p+r+ +s v+stidöes
pel+ Ouerr+ d+ lúri+ dos O+rou. Lm+ v+ried+de de cri+tur+s
- homens-j+¸u+r, homens-j+c+ré e outros - rein+m n+s sel-
v+s min¸u+ntes d+ Am+:oni+. Os O+rou, preocup+dos com +
destruiç1o d+ florest+ tropic+l, têm feito propost+s de +li+nç+,
m+s +s outr+s cri+tur+s lembr+m bem dem+is d+ Ouerr+ d+
lúri+. Os O+rou que inv+dem o território dos outros lic+ntro-
pos costum+m ser punidos com + morte.
Recentemente, +s depred+çöes c+us+d+s pel+s Lmpres+s
lentex forç+r+m os O+rou + um+ inv+s1o em m+ss+ d+ Am+-
:oni+. A ¸uerr+ de du+s frentes contr+ os +¸entes d+ Wyrm e
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
44 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
melh+s +liment+m-se d+ miséri+ d+ Ltiópi+, m+s no todo, os
O+rou n1o s1o bem-vindos n+ Afric+. As incursöes de lobi-
somens +o cor+ç1o do Continente Ne¸ro têm sido selv+¸e-
mente repelid+s por m+tilh+s de homens-leop+rdos e met+-
morfos reptili+nos (esse últimos os províveis responsíveis
pel+s lend+s de dinoss+uros no Con¸o).
Certos O+rou murmur+m sobre um+ ¸r+nde cid+de-c+-
ern O+rou, perdid+ er+s +trís no Con¸o, m+s +s pouc+s
m+tilh+s que se +ventur+r+m +té ess+ cid+de j+m+is for+m
vist+s nov+mente.
Asia
Lmbor+ + m+ior p+rte d+ Asi+ perm+neç+ misterios+ p+r+
os O+rou, eles jí vi+j+r+m +té esse continente dur+nte os
séculos. Muit+s d+s tribos m+is ¸uerreir+s lut+r+m +o l+do
d+s hord+s de mon¸óis e hunos.
M+tilh+s de lres+s de lr+t+ rein+m n+ Sibéri+ e, vírios
c+ern esp+lh+m-se pel+ re¸i1o, embor+ nos últimos +nos t+nto
+s m+tilh+s qu+nto os c+ern tenh+m começ+do + des+p+recer.
Os c+ern têm sido "des+tiv+dos", dren+dos de su+s essênci+s
espiritu+is. M+tilh+s inteir+s de lres+s de lr+t+ des+p+rece-
r+m sem deix+r vestí¸ios. Até mesmo vi+j+r p+r+ + Rússi+ pe-
l+s lontes d+ lu+ ou pel+ Lmbr+ tem sido difícil; um+ "nebli-
n+ espiritu+l" encobre + terr+, dificult+ndo + vi+¸em.
Lm outr+s p+rtes os O+rou s1o m+is numerosos. A lndi+
+bri¸+ muitos lilhos de O+i+; eles p+ss+m + m+ior p+rte do
tempo impedindo que os O+rr+s Vermelh+s d+ re¸i1o (co-
nhecidos como "dholes" ) di:imem + penínsul+ superpovo+-
d+. Os lort+dores d+ lu: v+¸uei+m pel+ Chin+, pelo Sudes-
te d+ Asi+ e pelo Tibé (o frenesi de um O+rou tibet+no pode
ter inspir+do +s lend+s dos pés-¸r+ndes).
O J+p1o tornou-se um ¸r+nde c+mpo de b+t+lh+ p+r+ os
lobisomens. O +ustero códi¸o |us||J· +¸r+d+ os O+rou. O +v+n-
ço tecnoló¸ico d+s ilh+s +tr+i os And+rilhos do Asf+lto, en-
qu+nto +s enormes corpor+çöes za||a:su constituem c+mpos
de b+t+lh+ perfeitos p+r+ os Senhores d+s Sombr+s. Os O+rou
de tod+s +s tribos procur+m firm+r-se n+ re¸i1o, querendo +pu-
r+r se os D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ s1o + r+i: d+s lend+s
j+pones+s que descrevem forç+s m+lévol+s de tr+nsform+ç1o.
As florest+s d+ lndonési+ +bri¸+m os últimos espécimes
de met+morfos +siíticos. Os O+rou, temendo + vin¸+nç+
dos met+morfos, hesit+m em ir +té lí. Nos merc+dos e b+:+-
res de J+k+rt+ têm sido cont+d+s históri+s de homens-tub+-
r1o, serpentes met+morf+s e enormes or+n¸ot+n¸os inteli-
¸entes. Definitiv+mente, +l¸um+ cois+ ¸r+nde estí +conte-
cendo n+s florest+s, m+s su+ ex+t+ n+ture:+ +ind+ é um mis-
tério p+r+ os O+rou.
Aastralia
A conex1o d+ Austríli+ com + Lmbr+ é profund+ e re-
sistente, result+ndo nos fenomenos conhecidos entre os
+borí¸enes como + Hor+ do Sonho. N+ Hor+ do Sonho, +
Terr+ e + Lmbr+ se sobrepöem, permitindo que +s cri+tur+s
cru:em +s fronteir+s entre os mundos.
Hí muito tempo + Austríli+ foi o l+r dos Bunyip (vej+ +s
Tr||·s í.rJ|Jas). Os Bunyip er+m O+rou que cru:+v+m com
os m+rsupi+is lobos d+ T+smìni+. O totem dos Bunyip, + Ser-
pente do Arco-lris, dotou + tribo com poderes incríveis sobre
+ re+lid+de e + Hor+ do Sonho. lor muito tempo, os Bunyip
os outros lic+ntropos enfr+queceu seri+mente os O+rou.
£arepa
Hí muito + Lurop+ é o c+mpo de b+t+lh+ dos O+rou. Os
c+mponios d+ lr+nç+, os servos d+ Hun¸ri+, os +ldeöes d+
ln¸l+terr+ - todos cont+m históri+s +rrepi+ntes sobre os
lobisomens n+ escurid1o. A Lurop+, devido +o seu t+m+nho
redu:ido e su+ popul+ç1o ¸r+nde, est+v+ onde o lmper¸ium
se f+:i+ cumprir m+is ri¸oros+mente.
Muit+s tribos de lobisomens, incluindo os li+nn+, + Cri+
de lenris, os lres+s de lr+t+ e os Senhores d+s Sombr+s,
s1o ori¸iníri+s d+ Lurop+ e têm sido b+st+nte +tiv+s lí. lnfe-
li:mente, + Wyrm t+mbém. Vírios l+c+ios d+ Wyrm s1o res-
ponsíveis por lend+s de dr+¸öes e cri+tur+s semelh+ntes; os
primeiros fomori for+m cri+dos +qui p+r+ lut+r contr+ + li-
+nn+. Além disso, os O+rou e os m+¸os espor+dic+mente
¸uerrei+m pel+ posse dos c+d+ ve: m+is redu:idos lu¸+res
místicos d+ Lurop+.
Os O+rou d+ Lurop+ est1o entre os defensores m+is írdu-
os de um+ ¸uerr+ contr+ os hum+nos, porque est1o fic+ndo
sem lu¸+r p+r+ viver. A Cri+ de lenris jí re+li:ou +t+ques de
¸uerrilh+ contr+ +s cid+des européi+s. Lmbor+ o Véu encubr+
esses incidentes como +t+ques de terrorist+s, é +pen+s um+
quest1o de tempo +ntes que os O+rou sej+m descobertos.
A(rica
Como + Améric+ do Sul, + Afric+ perm+nece um reduto
d+s outr+s espécies de met+morfos. Os O+rou Silenciosos
+tr+vess+m o continente e +l¸um+s m+tilh+s de O+rr+s Ver-
45
for+m consider+dos os O+rou m+is síbios e poderosos.
Apes+r disso, nem s+bedori+ ou poder prote¸er+m os Bunyip
d+ ¸+nìnci+ de seus irm1os. Os O+rou europeus, sutilmente
influenci+dos pel+ Wyrm, cobiç+r+m + rique:+ espiritu+l d+
Austríli+. Tribos como lres+s de lr+t+, li+nn+, Senhores d+s
Sombr+s e outr+s, us+r+m + coloni:+ç1o como um+ desculp+
p+r+ inv+dir +s terr+s dos Bunyip, +le¸+ndo corrupç1o poten-
ci+l d+ Wyrm. Os Bunyip defender+m-se fero:mente, m+s n1o
for+m píreo p+r+ o número superior dos O+rou europeus. Os
Bunyip t+mbém n1o cont+v+m com +s hord+s de l+rentes
O+rou que começ+r+m + lev+r o lobo d+ T+smìni+ + extinç1o.
O último Bunyip tombou em 193+; o último lobo d+ T+smì-
ni+ morreu no c+tiveiro pouco depois.
A¸or+ os O+rou +ustr+li+nos (que, n+ +usênci+ de lobos,
cru:+r+m com os din¸os) vivem em ver¸onh+ e temor. Re-
centemente, +s seit+s de O+rou começ+r+m + des+p+recer,
e r+stros do supost+mente extinto lobo d+ T+smìni+ for+m
encontr+dos em volt+ do c+ern dess+s seit+s des+p+recid+s.
Muitos O+rou sussurr+m sobre um+ vin¸+nç+ dos Bunyip, e
o temor desses f+nt+sm+s +f+st+m muitos lobos do deserto
+ustr+li+no + noite.
Aatartida
N1o se conhece c+ern O+rou n+ Antírtid+. De f+to,
pouco se conhece sobre esse continente. A m+iori+ dos
O+rou vêem ess+ terr+ como um deserto estéril e ¸el+do,
temendo vi+j+r +té lí. Al¸uns O+rou, +firm+ndo que o con-
tinente é n+ verd+de + Thule de seus mitos, incentiv+m +
re+li:+ç1o de um+ ¸r+nde expediç1o explor+tóri+. Contudo,
+ m+iori+ dos +nciöes O+rou di: que é melhor que + Antír-
tid+ perm+neç+ um+ terr+ entre¸ue + si mesm+.
A wqrm
S·u · .sj/r|:· ¡u. n.¸a a .:.rn|JaJ..
L .·m ¡us:|¸a. Ò ¡u. nas..u J· ta.u·
M.r... s.r an|¡u||aJ·.
S.r|a m.||·r s. naJa ma|s nas..ss..
í·r:an:·, a¡u||· ¡u. t·..s .|amam J.tas:a¸a·,
í..aJ· m·r:a|, ·u, r.sum|nJ·. Ma|,
L a m|n|a .ss.n.|a.
- Joh+nn Ooethe, íaus:·
Acim+ de tudo, os O+rou odei+m e temem + Wyrm.
Deus+, demonio, ¸er+dor+ de monstros, personific+ç1o d+
dec+dênci+, m+nifest+ç1o do l+do ne¸ro dos O+rou - sej+
qu+l for + n+ture:+ d+ Wyrm, os O+rou + temem desde o
+lvorecer dos tempos.
L ironico, port+nto, qu1o poucos det+lhes s1o conheci-
dos sobre + Wyrm. Lmbor+ os O+rou tenh+m lut+do contr+
os l+c+ios d+ Wyrm +tr+vés d+s er+s, os lobisomens +ind+
n1o conhecem pr+tic+mente n+d+ sobre su+ inimi¸+. De-
certo, nenhum O+rou (s+lvo, t+lve:, um D+nç+dorino d+
Lspir+l Ne¸r+), f+lou ou se encontrou com + própri+ Wyrm.
Ll+ se f+: presente +pen+s +tr+vés dos +tos de seus servos.
De f+to, +l¸uns lobisomens question+m + existênci+ d+ Wyrm
como um+ entid+de sep+r+d+ e distint+ de su+s le¸iöes de
l+c+ios selv+¸ens. Aind+ +ssim, p+rece existir um+ inteli-
¸ênci+ m+li¸n+ de +l¸um tipo ¸ui+ndo os M+lditos, os lo-
mores e outr+s cri+tur+s. A m+iori+ dos O+rou +ceit+ + exis-
tênci+ d+ Wyrm, se n1o pel+ fé, +o menos pelo horror e
destruiç1o que el+ costum+ ¸er+r.
Descobert+s recentes indic+m + existênci+ de três +s-
pectos princip+is d+ Wyrm, c+d+ um com su+ própri+ f+c-
ç1o e l+c+ios. S1o eles: ler+ d+ Ouerr+, um +specto selv+-
¸em que +p+rentemente existe +pen+s p+r+ dissemin+r + vi-
olênci+ e + entropi+; o Devor+dor de Alm+s, que se +limen-
t+ de m+téri+, ener¸i+ e t+mbém de espíritos; e + Wyrm
Corruptor+, +specto insidioso dedic+do + cont+min+ç1o d+
socied+de hum+n+.
Maldites
Cran|·s .sma¸aJ·s, ·ss·s j.nJuraJ·s,
íun:as ¡u.|raJas, ¸arras jar:|Jas
H·rJa ras:.¡anJ·, |amur|anJ·, sa||tanJ·
íara aJ·rar · J.us .s.amaJ·
- OWAR, "Oor-Oor"
A¸indo n+ m+iori+ d+s ve:es +tr+vés de +¸entes mort+is,
+ Wyrm t+mbém possui le¸iöes de espíritos m+li¸nos + seu
serviço; os O+rou ch+m+m esses l+c+ios de M+lditos. Al-
¸uns O+rou Theur¸es postul+m que os M+lditos s1o n+ ver-
d+de +v+t+res de certos +spectos d+ Wyrm; + m+iori+ dos
O+rou, contudo, +credit+ que os M+lditos sej+m entid+des
sep+r+d+s com um+ consciênci+ individu+l. lsto é reforç+do
pelo f+to de que os M+lditos costum+m f+l+r d+ Wyrm com
um terror evidente.
Os M+lditos qu+se sempre vivem n+ Lmbr+, +fin+l s1o
espíritos, e port+nto, n+tivos desse reino. Nele, us+m os Ln-
c+ntos espiritu+is p+r+ corromper todos + quem encontr+m.
Os M+lditos podem t+mbém possuir mort+is ou O+rou, incen-
tiv+ndo-os + cometer +tos m+li¸nos. Os M+lditos +s ve:es se
m+nifest+m em form+ físic+, ¸er+lmente p+r+ lut+r, cri+ndo
um corpo horrendo p+r+ melhor +ssust+r seus oponentes.
Lxistem inúmer+s v+ried+des de M+lditos. Al¸uns p+re-
cem ser m+nifest+çöes ou personific+çöes de forç+s m+lévo-
l+s ou de fenomenos; outros s1o monstros +berr+ntes +p+-
rentemente cri+dos sem propósito ou r+:1o. Lsses s1o os
M+lditos d+ loluiç1o, os M+lditos do Ódio, os M+lditos do
Terror, e m+is um sem-número de outros, n1o t1o f+cilmen-
te c+te¸ori:íveis. Certos m+¸os hum+nos desenvolver+m +
teori+ de que os M+lditos s1o meros subprodutos d+ fé x+-
m+nist+ O+rou, personific+çöes de conceitos ne¸+tivos +bs-
tr+tos dem+is p+r+ que os O+rou os compreend+m de outr+
form+. Lst+ teori+ costum+ ser post+ por terr+ violent+men-
te, +fin+l os M+lditos s1o perfeit+mente c+p+:es de +t+c+r
t+mbém os m+¸os, e n1o sentem remorsos em f+:er isso.
0aera da wqrm
-¡u| .s:a· ·s ¡·t.ns, .arr.¸anJ· um j.s· n·s ·m|r·s
-¡u| .s:a· ·s ¡·t.ns, mas ·nJ. .|.s .s:|t.ram:
"ßa:.m·s nas j·r:as Jas .amaras ma|s .s.uras J· lnj.rn·
L.taJ·s a:. · ||m|:., J.|xam·-n·s arras:ar.¨
- Joy Division, "Dec+des"
Assim como existem c+ern dedic+dos + O+i+, t+mbém
existem sítios dedic+dos + Wyrm. Nesses lu¸+res prof+nos
s1o invoc+d+s +s m+¸i+s m+is vis, e o próprio +r e o solo s1o
venenosos.
Os c+ern ori¸in+is d+ Wyrm repous+m sob o solo, em c+-
vern+s profund+s. Neles + Wyrm disseminou +s fo¸ueir+s que
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
4ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
os hum+nos ch+m+r+m r+di+ç1o, biotoxin+s, etc. Ali os l+c+i-
os d+ Wyrm reunir+m-se pel+ primeir+ ve:, exsud+ndo e se
+¸it+ndo em torno do brilho doentio d+s fo¸ueir+s. Ali os s+-
cerdotes d+ Wyrm, e m+is t+rde os D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+,
+prender+m + c+n+li:+r +s ener¸i+s prof+n+s dos sítios.
M+s embor+ o interior de O+i+ fosse impre¸n+do com
M+l, su+ superfície perm+neci+ rel+tiv+mente im+cul+d+,
¸r+ç+s + vi¸ilìnci+ dos O+rou. Oc+sion+lmente um horror,
incit+do pel+ Wyrm, +rr+st+v+-se +té + superfície num+ mis-
s1o de prof+n+ç1o ou num+ simples or¸i+ de m+t+nç+. Os
O+rou sempre vi¸i+r+m com +tenç1o esses seres, e ¸r+ndes
b+t+lh+s for+m tr+v+d+s n+ escurid1o. O Véu obscureceu
ess+s lut+s num+ brum+ de mito, e os hum+nos p+ss+r+m
su+s históri+s p+r+ + posterid+de sob nomes como Beowulf e
Orendel, Hércules e + Hidr+, S1o Jor¸e e o Dr+¸1o.
Contudo, o +dvento d+ tecnolo¸i+ nucle+r e bioquímic+
foi des+stroso p+r+ os O+rou. O próprio ícor d+ Wyrm, hí
muito enterr+do, começou + ser produ:ido em m+ss+ pelos
hum+nos. A Wyrm viu su+ ch+nce de f+:er um+ c+beç+-de-
ponte n+ superfície. O despejo imprudente de lixo tóxico,
"um+ necessid+de por m+is +rm+s p+r+ preserv+r + se¸ur+n-
ç+ n+cion+l", e inspetores de se¸ur+nç+ muito indul¸entes
condu:ir+m + cri+ç1o de c+ern d+ Wyrm n+ superfície -
íre+s de testes +tomicos, detritos enterr+dos, etc.
Os l+c+ios d+ Wyrm con¸re¸+m-se nesses lu¸+res. As
pesso+s que vivem próxim+s + ess+s íre+s des+p+recem +os
poucos. Os residentes m+is dist+ntes torn+m-se desconfi+-
dos e t+citurnos, ou ent1o simplesmente deix+m seus l+res.
As ener¸i+s emitid+s pelo c+ern costum+m c+us+r defeitos
n+s pesso+s que n+scem ou residem próxim+s + íre+. Defei-
tos que v+ri+m do sutil +o ¸rotesco.
N1o hí n+d+ que + Wyrm ¸oste m+is que c+ptur+r um
c+ern O+rou e semeí-lo com detritos e fo¸ueir+s tóxic+s. Se o
c+ern tomb+r, um+ íre+ jí c+rre¸+d+ de ener¸i+ místic+ é re-
c+n+li:+d+ e os O+rou s1o +ind+ m+is enfr+quecidos.
A 0errapçãe da wqrm
Ls.·nJ· s.¸r.J·s
Qu. s. .·n:·r..m .m m.u |n:.r|·r
L m. .njra¡u...m.
- The Cure, "Sinkin¸"
A Wyrm +dor+ sedu:ir o m+is impl+cível de seus inimi¸os,
o O+rou, p+r+ tr+b+lh+r + seu serviço. lndivíduos, m+tilh+s e
+té mesmo tribos inteir+s de O+rou (vej+ Dan¸ar|n·s Ja Lsj|ra|
N.¸ra, +di+nte) jí sucumbir+m +o enc+nto d+ Wyrm.
A Wyrm costum+ inici+r su+ tent+ç1o encontr+ndo um
O+rou que tenh+ c+ído em des¸r+ç+ ou que estej+ descon-
tente, um lobisomem m+is preocup+do com dilem+s mor-
t+is que com um+ b+t+lh+ +bstr+t+ contr+ o M+l. Seus l+c+i-
os, escondidos sob vírios disf+rces +rdilosos, em se¸uid+ ofe-
recem +o O+rou +l¸um+ cois+ que +livie seu dilem+ - como
um ritu+l, um poder menor, um conhecimento oculto -
em troc+ de "um pequeno f+vor", como um+ inform+ç1o
+p+rentemente trivi+l ou um fetiche "do qu+l nin¸uém d+rí
f+lt+". Qu+ndo +flor+m os result+dos c+t+stróficos desse +to,
o O+rou é +cus+do de tr+iç1o e p+ss+ + ser c+ç+do. Obvi+-
mente, os M+lditos ou D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ fic+m
feli:es em +jud+r o c+ç+do - em troc+ de outro f+vor, dest+
ve: um pouco m+ior... e +ssim por di+nte. A ess+ +ltur+, +
dec+dênci+ espiritu+l é inevitível.
Os O+rou que p+ss+r+m p+r+ o l+do d+ Wyrm t+lve:
sej+m +s m+iores +me+ç+s + r+ç+ como um todo: eles co-
nhecem +s loc+li:+çöes secret+s dos c+ern, +s d+t+s d+s +s-
sembléi+s, e os se¸redos d+s tribos. A medid+ que o poder
d+ Wyrm +ument+, + tr+iç1o torn+-se c+d+ ve: m+is co-
mum. lsto por su+ ve: lev+ +s tribos e +s seit+s + se torn+rem
m+is p+r+nóic+s, m+is xenofóbic+s. Lm su+ vi¸ilìnci+ con-
tr+ +me+ç+s escondid+s, os O+rou despre:+m +li+dos poten-
ci+is. Lquívocos ¸er+m equívocos; irrit+ç1o lev+ +o ódio e
d+í + violênci+. L em seus refú¸ios sombrios, + Wyrm ¸eme
de pr+:er...
0s 0aaçariaes da £spiral Neqra
L|. .n.·n:r·u a |·.a J. um j·¸·, . .n:r·u j·r .|a, mas na·
J.s..u j·r j·¸· a|¸um. V·|:·u .·m uma .xjr.ssa· .s:ran|a ¡u.
nun.a ma|s a|anJ·n·u s.us ·||·s.
- Robert L. How+rd, "A Cid+del+ Rubr+"
S+lvo em pr+¸+s, n+ socied+de dos O+rou j+m+is se co-
ment+ sobre os D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ - +queles O+-
rou que for+m sedu:idos pel+ Wyrm. Jí tendo sido conheci-
dos como + nobre tribo dos Liv+dores Br+ncos, os D+nç+ri-
nos s1o hoje seres odiosos e m+li¸nos que se delici+m pro-
voc+ndo dor. Jí f+: muito tempo que seus +nti¸os irm1os os
b+nir+m p+r+ c+vern+s profund+s, m+s eles oc+sion+lmente
emer¸em de seus túneis p+r+ +ss+ssin+r e devor+r. Apreci-
+m p+rticul+rmente comer + c+rne de outros O+rou. Os D+n-
ç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ s1o ¸uerreiros fero:es, e +dor+m
ferir e ch+cin+r, m+s seu m+ior pr+:er reside em corromper
outros O+rou, f+:endo-os p+ss+r p+r+ o l+do d+ Wyrm.
47
Os D+nç+rinos servem + Wyrm com +bsolut+ competên-
ci+. lsso n1o é nenhum+ surpres+, +fin+l s1o o m+l enc+rn+do.
Todos os lobisomens dest+ tribo s1o condu:idos +ind+ muito
jovens p+r+ os covis c+vernosos dos D+nç+rinos. Lles s1o em-
p+red+dos em poços e, depois de um período de priv+ç1o, le-
v+dos di+nte de um+ cert+ poç+ de í¸u+ brilh+nte e est+¸n+-
d+, e forç+dos + olh+r p+r+ el+. Ness+ poç+ reflete-se + f+ce d+
Wyrm, em tod+ su+ monstruosid+de. Muitos c+ndid+tos mor-
rem de puro horror nesse momento. Aqueles que sobrevivem
r+stej+m d+s profunde:+s p+r+ se junt+rem + su+ tribo como
membros plenos. D+qui em di+nte eles ver1o o mundo de um
ponto de vist+ distorcido. Lst+ ins+nid+de é + m+ior fr+que:+
d+ tribo; os Lspir+is Ne¸r+s s1o conhecidos por +t+c+r inimi-
¸os im+¸inírios ou, rindo, destruir + si mesmos no meio de
um+ b+t+lh+.
M+s d+ loucur+ t+mbém vem o poder. Os truques dos
Lspir+is Ne¸r+s podem +brir portöes entre este mundo e o
reino d+ Wyrm. Seus místicos podem conjur+r horrores p+r+
+jud+r + tribo n+s b+t+lh+s. Seus juí:es podem destruir ini-
mi¸os com + m+ldiç1o d+ Wyrm, seus D+nç+rinos d+ lu+
podem distorcer + re+lid+de torn+ndo-+ + substìnci+ dos
pes+delos, e seus ¸uerreiros podem redu:ir + re+lid+de + pe-
d+ços com su+s ¸+rr+s.
Até mesmo os corpos dos Lspir+is Ne¸r+s for+m defor-
m+dos por séculos de exposiç1o +o mundo inferior e +s ch+-
m+s tóxic+s. Os D+nç+rinos costum+m exibir deformid+des
bi:+rr+s. As form+s hum+n+s dos Lspir+is Ne¸r+s norm+l-
mente s1o deform+d+s e +lbin+s, enqu+nto su+s form+s +ni-
m+is lembr+m bi:+rros híbridos de hien+s e morce¸os. Lntre
os D+nç+rinos, s1o comuns, embor+ r+r+mente uniformes,
c+r+cterístic+s como olhos e orelh+s hipertrofi+dos; pêlos
verde +ci:ent+dos; couros enru¸+dos e flícidos; e pres+s se-
melh+ntes + dentes de tub+r1o.
Qu+ndo um O+rou encontr+ um D+nç+dorino d+ Lspi-
r+l Ne¸r+, os dois n1o têm dúvid+s de que tr+v+r1o comb+-
te. O D+nç+dorino é um+ +bomin+ç1o n+ f+ce de O+i+, en-
qu+nto o O+rou s+be que um fim terrível, de tortur+ e de-
pr+v+ç1o, o +¸u+rd+ c+so se rend+.
Os D+nç+rinos podem ser encontr+dos no mundo intei-
ro, en¸endr+ndo tr+m+s p+r+ impulsion+r + c+us+ d+ Wyrm,
m+s n+ m+iori+ d+s ve:es f+:em seus refú¸ios em túneis e
cript+s profund+s. Lsses covis subterrìneos, ch+m+dos Hi-
ves, conect+m-se com ¸rut+s +ind+ m+is profund+s, e os D+n-
ç+rinos us+m ess+s c+vern+s p+r+ vi+j+r entre +s cid+des hu-
m+n+s em missöes de m+ld+de. Al¸uns O+rou sussurr+m
que os D+nç+rinos se +li+r+m + outr+s cri+tur+s que h+bi-
t+m +s entr+nh+s m+is profund+s d+ terr+. Os D+nç+rinos
re+li:+m su+s +ssembléi+s e ritu+is em c+vern+s profund+s,
n+s qu+is +s fo¸ueir+s queim+m e estr+nh+s cri+tur+s r+ste-
j+m d+s profunde:+s p+r+ se junt+r + eles. Oc+sion+lmente
r+pt+m hum+nos do mundo d+ superfície p+r+ p+rticip+rem
de seus ritu+is e "rever os +mi¸os"; desnecessírio di:er, ne-
nhum dos convid+dos sobrevive: depois do ritu+l os D+nç+-
rinos f+:em um ... l+nchinho.
O totem dos D+nç+rinos é o curi+n¸o; dur+nte +s c+ç+-
d+s, eles freqüentemente imit+m o c+nto desse píss+ro.
£mpresas Peater
Lm+ d+s m+iores corpor+çöes do mundo lunk-Oótico é
+ sombri+ entid+de fisc+l ch+m+d+ lentex. Lst+ |·|J|n¸
monolític+ control+ incontíveis subsidiíri+s e produ: um+
+mpl+ v+ried+de de produtos - desde dos comput+dores
d+s Sunburst Lnterprises e dos medic+mentos d+ M+¸+don
lnc., +té + enorme linh+ de jo¸os de personific+ç1o de p+-
péis d+ Bl+ck Do¸ O+me l+ctory. Atr+vés de su+s subsidií-
ri+s, + lentex m+ntém monopólios virtu+is em cert+s indús-
tri+s e possui cot+s si¸nific+tiv+s d+s +çöes de outr+s. A len-
tex é um+ líder n+ economi+ ¸lob+l. Ll+ ¸+r+nte empre¸os
p+r+ um número imenso de pesso+s no mundo inteiro. T+m-
bém é complet+mente impre¸n+d+ pel+ Wyrm.
O poder e + v+st+ rique:+ d+ lentex s1o mer+mente os
meios p+r+ um fim muito m+ior - + corrupç1o pl+netíri+ em
nome d+ Wyrm. l+r+ esse fim, + corpor+ç1o tent+ cri+r o m+i-
or número possível de c+ern d+ Wyrm. A lentex f+bric+, dis-
tribui e dejet+ m+teri+is r+dio+tivos, poluentes e c+ncerí¸enos
em tod+ p+rte e + qu+lquer tempo - de preferênci+, cl+ro, em
c+ern O+rou. A lentex compr+ inc+ns+velmente propried+-
des que contenh+m lu¸+res s+¸r+dos p+r+ os O+rou, e em se-
¸uid+ tr+nsform+ esses lu¸+res em desertos estéreis.
A lentex t+mbém procur+ corromper + popul+ç1o hu-
m+n+ como um todo. A m+iori+ dos produtos d+ lentex
contém um+ pequen+ dose de venenos d+ Wyrm. Os efeitos
desses venenos s1o sutis, m+s o result+do norm+lmente é +
dec+dênci+ espiritu+l do consumidor hum+no. Certos pro-
dutos d+ lentex, qu+ndo us+dos repetid+mente, podem +té
mesmo tr+nsform+r hum+nos em fomori. N+tur+lmente,
como + lentex n1o desej+ ch+m+r +tenç1o p+r+ ess+s +tivi-
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
4B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Atributos, H+bilid+des e poderes dos fomori).
Lsses poderes têm um preço. Lm hum+no +ssim cor-
rompido sofre um+ terrível tr+nsform+ç1o d+ +lm+, e muit+s
ve:es t+mbém do corpo. A Wyrm re+lmente concede po-
der, m+s cobr+ por ele + d+n+ç1o etern+. A m+iori+ dos fo-
mori s1o +ntropóf+¸os brut+is que espreit+m n+s florest+s
ou perto de +terros. A Wyrm us+ os poucos que retêm +l-
¸um tr+ço de consciênci+ e +p+rênci+ hum+n+ p+r+ se infil-
tr+rem n+ socied+de hum+n+.
As corpor+çöes control+d+s pel+ Wyrm (especi+lmente
+ lentex) costum+m despej+r deliber+d+mente toxin+s mu-
t+¸ênic+s nos +rredores de su+s propried+des e escritórios.
Dest+ form+ pretendem +cion+r o processo de tr+nsform+-
ç1o de seus funcionírios em lomores.
0atres Aataqeaistas
Tendo um+ inimi¸+ como + Wyrm, os O+rou n1o preci-
s+ri+m de outros +nt+¸onist+s. Só que eles n1o têm t+nt+
sorte. Lm número incontível de outros seres (v+ri+ndo de
mort+is + m+¸os e v+mpiros) querem + pele dos O+rou -
muit+s ve:es, liter+lmente...
0açaderes
í·r¡u. a .a¸aJa m. .ansa . m. jaz j.rJ.r :·J· · an|m·.
- +nonimo, "lord R+nd+ll"
lor m+is suicid+ que + idéi+ poss+ p+recer, existem cer-
tos hum+nos que c+ç+m O+rou. As r+:öes p+r+ isso podem
v+ri+r de +tos de vin¸+nç+ por entes queridos, um+ convic-
ç1o de que os lobisomens s1o cri+tur+s do M+l ou simples
curiosid+de científic+. Al¸uns loucos, como o notório S+-
muel "leleiro" H+i¸ht, +té mesmo +credit+m que é possível
+dquirir poder s+crific+ndo ritu+lmente um O+rou.
Os c+ç+dores de O+rou s1o muito r+ros. A m+iori+ dos
hum+nos recus+ +té mesmo +ceit+r + existênci+ de lobiso-
mens. O Delírio obscurece +s percepçöes dos homens +té
um ¸r+u t1o elev+do que eles bloquei+m ment+lmente + vi-
s1o diret+ de um lobisomem. l+r+ ver os O+rou como eles
s1o, um hum+no precis+ ser um l+rente (ou sej+, possuir
¸enes O+rou inertes) ou ter um+ vont+de de ferro.
Os c+ç+dores de O+rou bem-sucedidos s1o +ind+ m+is
r+ros. l+r+ um hum+no, é pr+tic+mente impossível vencer
um O+rou em comb+te - e comb+te é um+ situ+ç1o pel+
qu+l +s pesso+s que c+ç+m O+rou inevit+velmente precis+m
p+ss+r. Até mesmo consider+ndo + f+mos+ vulner+bilid+de
dos lobisomens + pr+t+, + forç+ e + velocid+de dos O+rou
virtu+lmente ¸+r+ntem + vitóri+.
Amalqama de 0eseacelcimeate
Neeqeaétice
A corpor+ç1o de biotecnolo¸i+ conhecid+ como Almí-
¸+m+ do Desenvolvimento Neo¸enético estí n+ v+n¸u+rd+
d+ pesquis+ ¸enétic+ e medicin+l. A corpor+ç1o m+ntém
um+ f+ch+d+ respeitível, m+s os cientist+s que diri¸em +
ADN s1o desum+nos. l+r+ + ADN, os seus nobres fins jus-
tific+m todos os meios que poss+m empre¸+r, inclusive pes-
quis+s cl+ndestin+s com cob+i+s hum+n+s.
Lmbor+ + ADN sej+ c+p+: de desenvolver +rm+s bioló-
¸ic+s e desm+t+dores químicos em ¸r+nde esc+l+, + corpor+-
d+des, o efeito dos produtos é muito ¸r+du+l e tr+içoeiro.
Sim, o Júnior re+lmente estí m+is violento, e +s su+s not+s
n+ escol+ c+ír+m b+st+nte, m+s quem +tribuiri+ esse com-
port+mento +o bonequinho dos Com+ndos em Aç1o (feito
de plístico lentex) que ele ¸+nhou de N+t+l!
A lentex e su+s subsidiíri+s têm sido +cus+d+s com fre-
qüênci+ de +tivid+des questioníveis, m+s nem + sede nem
+s su+s subsidiíri+s jí for+m conden+d+s por qu+isquer vio-
l+çöes séri+s + étic+. lsto se deve princip+lmente +s tític+s
empres+ri+is do "mundo re+l", como bons +dvo¸+dos e co-
nexöes no submundo (p+r+ promover o des+p+recimento
de indivíduos enxeridos, como p+rece ter ocorrido com +
operíri+ l+ren Silkwood) . Contudo, + lentex pode t+m-
bém convoc+r v+stos recursos espiritu+is p+r+ silenci+r +me-
+ç+s. A lentex costum+ empre¸+r fomori e D+nç+rinos d+
Lspir+l Ne¸r+ como +¸entes e ¸u+rd+s. A empres+ t+mbém
esc+l+ vírios M+lditos p+r+ lu¸+res import+ntes. Os O+rou
que se +ventur+m em inst+l+çöes d+ lentex costum+m sen-
tir-se b+st+nte tensos, porque podem liter+lmente sentir o
cheiro d+ Wyrm.
Nem tod+s +s +çöes d+ lentex s1o m+li¸n+s, +ssim como
nem todos seus +¸entes s1o ferr+ment+s d+ Wyrm. A m+io-
ri+ de seu funcionírios e muitos de seus ¸erentes s1o pesso-
+s comuns re+li:+ndo tr+b+lhos comuns. lorém, muitos des-
ses tr+b+lhos "comuns" s1o imbuídos de propósitos ocultos
i¸nor+dos pelos tr+b+lh+dores que os execut+m. O contr+s-
te entre os funcionírios qu+se sempre inocentes d+ lentex
e + m+li¸nitude d+ corpor+ç1o jí condu:iu muitos O+rou +
dilem+s mor+is.
Femeres
Tu, j.rj|J· .s.rat·, ¸.raJ· j.|· jr´jr|· J.m`n|·
Numa munJana a|¡.:a, ajr·x|ma-:..
- Willi+m Sh+kespe+re, - T.mj.s:aJ.
Lm su+ b+t+lh+ contínu+ contr+ os O+rou, + Wyrm cos-
tum+ precis+r de sold+dos de c+mpo. Aind+ que com difi-
culd+de, + el+ pode cri+r cri+tur+s monstruos+s ou ¸er+r M+l-
ditos. M+s + Wyrm é +ntes de tudo um+ corruptor+. l+r+
el+ é m+is fícil e s+tisf+tório tom+r um+ cri+tur+ de O+i+ e
tr+nsformí-l+ num monstro. Os meios se¸undo os qu+is +
Wyrm conse¸ue isto s1o v+ri+dos: expondo + cri+tur+ +
mutí¸enos ou + fo¸ueir+s tóxic+s, lev+ndo + cri+tur+ + in¸e-
rir dro¸+s ou líquidos cont+min+dos pel+ Wyrm, ou sedu-
:indo + cri+tur+ com um+ promess+ de poder.
No p+ss+do, qu+ndo + vid+ +nim+l er+ m+is +bund+nte e
+s florest+s er+m m+iores, + Wyrm escolhi+ seus servos indis-
crimin+d+mente, tr+nsform+ndo todos tipos de cri+tur+s em
repu¸n+ntes monstros ¸uerreiros: dr+¸öes, m+ntícor+s e cri+-
tur+s semelh+ntes. Assim form+r+m-se muitos mitos e lend+s.
M+s n+ presente er+ r+cion+l, + Wyrm prefere +¸entes hum+-
nos. Os li+nn+ ch+m+m ess+s cri+tur+s de lomores.
Os lomores s1o projet+dos especific+mente p+r+ enfren-
t+r os O+rou em comb+te. Lmbor+ um único fomor r+r+-
mente sej+ píreo p+r+ um O+rou, m+tilh+s de fomori po-
dem ser extrem+mente mort+is. l+r+ +ument+r + eficíci+
dos fomori, + Wyrm lhes concede diversos poderes. Lsses
+perfeiço+mentos v+ri+m desde forç+ sobre-hum+n+ e c+r+-
p+ç+s quitinos+s +té + c+p+cid+de de indu:ir um+ p+r+lisi+
místic+. (No Apêndice Lm você encontr+rí um+ list+ de
49
ç1o +ind+ n1o re+li:+ um pro¸r+m+ +tivo de explor+ç1o do
meio +mbiente. A ADN seri+ de pouco interesse p+r+ os
O+rou se hí dois +nos n1o tivesse c+ptur+do um lobisomem.
O indefeso O+rou foi lev+do p+r+ os l+bor+tórios d+ ADN,
estud+do, submetido + experiênci+s e vivissec+do.
Assim, + corpor+ç1o estí ciente d+ existênci+ dos O+rou
e desej+ +prender m+is. Os cientist+s est1o p+rticul+rmente
f+scin+dos com os processos bioló¸icos que ¸overn+m +s
propried+des re¸ener+tiv+s dos O+rou. Os diretores d+ ADN
despre:+m +s superstiçöes, +credit+ndo que ess+s cri+tur+s
sej+m mut+ntes responsíveis pel+s lend+s de lic+ntropos, e
n1o lobisomens +utênticos. A despeito disso, eles conhe-
cem muito sobre + psicolo¸i+ dos O+rou. A ADN jí c+ptu-
rou m+is um lobisomem e comb+teu outros dois.
Os +¸entes d+ ADN s1o +lt+mente trein+dos e possuem
+cesso + +rm+mentos +v+nç+dos. A ADN +té mesmo jí de-
senvolveu +rm+mentos bioquímicos c+p+:es de infli¸ir d+-
nos ¸r+ves +os O+rou. A ADN estí ciente d+ "+ler¸i+" dos
O+rou pel+ pr+t+, m+s prefere c+ptur+r +s cri+tur+s viv+s. A
corpor+ç1o desenvolveu v+ri+ntes de ¸ís l+crimo¸êneo e
+tordo+nte que s1o c+p+:es de inc+p+cit+r O+rou.
vampires
ß.nz|n|·, t·.. .ra um tamj|r·, a¸·ra .u s·u um m·r:·-
t|t·.
- Concrete Blonde, "Bloodlettin¸"
Os v+mpiros s1o os senhores d+s cid+des e os eternos
+dversírios dos O+rou. lor consider+r os v+mpiros enc+r-
n+çöes d+ corrupç1o d+ Wyrm e +rremedos do ciclo de O+i+,
os O+rou tr+v+m com eles um+ b+t+lh+ sem tré¸u+s. N1o é
incomum que ¸rupos de O+rou inv+d+m um+ cid+de com o
único fim de elimin+r v+mpiros.
Aind+ +ssim, ess+s missöes s1o peri¸osíssim+s. Lmbor+
os mortos-vivos r+r+mente sej+m c+p+:es de f+:er frente +
um O+rou num comb+te limpo, eles possuem um+ ¸r+nde
c+p+cid+de de en¸+n+r, mesmeri:+r e corromper. Além dis-
so, +o troc+r o m+nto de O+i+ pelo dom d+ Wyrm de vid+-
n+-morte, os v+mpiros +dquirem o dom d+ lon¸evid+de. Os
pl+nos de um único v+mpiro podem +br+n¸er ¸er+çöes de
O+rou. O uivo de ver¸onh+, emitido por um O+rou +o des-
cobrir que su+s +çöes "nobres" for+m o result+do d+s m+ni-
pul+çöes de um v+mpiro, é um+ cois+ horrível de escut+r.
Maqes
Os O+rou nutrem pouc+ simp+ti+ pelos m+¸os hum+-
nos. N+ melhor d+s hipóteses, os m+¸os s1o vistos como
+rro¸+ntes, introvertidos e inescrutíveis; n+ pior, s1o s+-
que+dores que viol+m os c+ern O+rou e extr+em + ener¸i+
d+ vid+ de O+i+ p+r+ seus próprios fins. Os O+rou oc+sion+l-
mente +li+m-se + m+¸os, e nutrem um respeito c+uteloso
pel+ fr+ternid+de conhecid+ como Or+dores dos Sonhos.
M+s em ¸er+l os O+rou preferem m+nter os m+¸os + um+
¸+rr+ de distìnci+. A tribo dos O+rr+s Vermelh+s, que p+rti-
cul+rmente odei+ os m+¸os, costum+ or¸+ni:+r expediçöes
de comb+te com o objetivo específico de eliminí-los.
N1o que isso sej+ fícil. l+r+ su+ humilh+ç1o, os O+rou
reconhecem que os m+¸os s1o +dversírios poderosos,
princip+lmente qu+ndo têm tempo de prep+r+r um +t+que.
Os m+¸os jí fi:er+m muitos p+ctos com os estr+nhos espíri-
tos d+ Lmbr+, e freqüentemente us+m +s "Lmbest+s" p+r+
+t+c+r os espíritos totem dos O+rou.
Saqestèes de licres e Filmes
A list+ + se¸uir oferece +l¸um+s fontes de orient+ç1o
sobre lobisomens ou seu +mbiente. T+mbém recomend+-
mos +l¸uns livros e filmes p+r+ inspir+r o clim+ d+s sessöes
de jo¸o. lorém, + m+iori+ d+s obr+s sobre lobisomens retr+-
t+ os lic+ntropos como fer+s selv+¸ens e irr+cion+is - O+-
rou tom+dos pelo frenesi. Or+ç+s +o delírio, ess+ é + form+
como os O+rou s1o vistos pelos hum+nos.
licres
º Òj \·|t.s anJ M.n, por B+rry lope:. Lm dos melhores
livros de introduç1o +os lobos e +o seu comport+mento, pro-
v+ndo que n1o s1o os monstros que costum+m ser retr+t+dos.
º N.t.r Cry \·|j, por l+rley Mow+r (ou vej+ o filme,
Òs L·|·s Na· C|·ram). Lm n+tur+list+ descreve o estudo
de c+mpo que re+li:ou sobre os lobos.
º C|amaJ· S.|ta¸.m ou Can|n·s ßran.·s, de J+ck lon-
don. Clíssicos com lobos como prot+¸onist+s.
º M··n Dan.., por S.l. Sontow. A imi¸r+ç1o dos lobi-
somens europeus p+r+ + Améric+, e os conflitos que eles
tr+v+m com os lobisomens n+tivos. Lm excelente rom+nce
de horror.
º Lar:| |n :|. ßa|an... L.·|·¸y anJ :|. Human Sj|r|:, es-
crito pelo Vice lresidente dos LLA, Al Oore. Lm bom li-
vro bísico sobre +s modern+s preocup+çöes +mbient+is, bem
emb+s+do em f+tos científicos.
Filmes
º T|. \·|j.n (ou lei+ o livro de Whitely Streiber). Diri-
¸ido por Mich+el W+dlei¸h (reponsível pelo documentírio
de rock \··Js:·.|), descreve lobisomens indí¸en+s viven-
do secret+mente em M+nh+tt+n.
º - C·mjan||a J·s L·|·s. O diretor Neil Jord+n inspirou-
se no livro - ís|.ana||s. J·s C·n:·s J. íaJas, de Bruno Bette-
lheim, p+r+ descrever os lobisomens n+s lend+s folclóric+s.
º Lm L·||s·m.m -m.r|.an· .m L·nJr.s, diri¸ido por John
l+ndis. Lm dos melhores do ¸ênero. N1o deixe de +ssistir.
º Ò H·m.m-L·|·, de Oeor¸e W+¸¸ner, com roteiro de
Curt Siodm+k. O velho clíssico, no qu+l lon Ch+nney Jr.
lid+ com + m+ldiç1o d+ lic+ntropi+ e v+¸uei+ pel+s ch+rne-
c+s nebulos+s de O+les.
º Cr|:· J. H·rr·r (o primeiro - n1o +s continu+çöes'),
diri¸ido por Joe D+nte. Lm+ divertid+ históri+ sobre psicó-
lo¸os d+ Nov+ Lr+ e lobisomens - e de como eles n1o se
mistur+m. O primeiro filme de ¸r+nde estúdio + mostr+r +
form+ met+de homem, met+de lobo (Crinos) dos O+rou,
com um+ c+beç+ de lobo e um corpo hum+no.
º L·|·, diri¸ido por Mike Nichols, com J+ck Nicholson
como um lobisomem f+minto por Michelle lfeiffer.
Cnµí:u1o 1oís. C.nnrío
5U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
5! Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
Cont+r históri+s sempre foi um dos princip+is métodos
de entretenimento do ser hum+no. As históri+s for+m in-
corpor+d+s em livros, c+nçöes, filmes, poem+s e +rtes plísti-
c+s. Ll+s descrevem indivíduos, ¸rupos, eventos, mor+is,
emoçöes, n+ture:+ e muito m+is. Al¸uém poderi+ di:er que
depois de 10.000 +nos +s pesso+s fic+ri+m c+ns+d+s de his-
tóri+s, m+s el+s continu+m + ser cont+d+s - todos os di+s.
Lss+s históri+s podem ser inov+dor+s e empol¸+ntes, ou
repetiçöes de velh+s idéi+s, m+s +ind+ +ssim su+s pl+téi+s +s
+dor+m. Ll+s fic+m complet+mente +bsorvid+s, tent+ndo ti-
r+r o míximo de inform+ç1o que puderem. L c+so o n+rr+-
dor sej+ h+bilidoso, +s pesso+s ir1o +dquirir um entendimento
d+ mens+¸em que ele pretendeu tr+nsmitir n+ históri+.
M+s em su+ m+iori+ ess+s históri+s n1o têm sido inter+-
tiv+s; ou sej+, um+ pesso+ ou ¸rupo +s cri+ p+r+ que outr+s
pesso+s +s +preciem. Lss+s pl+téi+s exercem pouc+ influên-
ci+ n+ form+ como + históri+ tr+nscorre ou em como el+
deve termin+r. Se um+ pl+téi+ n1o ¸ost+ do fim de um fil-
me, su+ únic+ opç1o é s+ir. Se el+ n1o ¸ost+r d+ direç1o
tom+d+ por um livro, su+ únic+ opç1o serí fechí-lo. Lm
Lobisomem n1o é bem +ssim.
Narratica |ateratica
As históri+s em Lobisomem s1o inter+tiv+s. lsso é, +
pl+téi+ (o ¸rupo de jo¸o) exerce um p+pel t1o influente qu+n-
to o do N+rr+dor. Lmbor+ sej+ o N+rr+dor que dê form+ +
históri+, s1o os jo¸+dores que lhe +tribuem substìnci+. O
N+rr+dor pode decidir que, p+r+ s+lv+r su+ m+tilh+, os per-
son+¸ens precis+m derrot+r Zenubis, um espírito +ncestr+l
d+ Wyld que os possuiu e os estí forç+ndo + lut+r entre si.
Os jo¸+dores, por outro l+do, decidem como os person+-
¸ens resolvem este problem+.
Lles procur+m pel+ cri+tur+ no mundo espiritu+l! Lles +
forç+m + possuir +l¸um+ outr+ cois+ que n1o sej+ os perso-
n+¸ens, de modo + prendê-l+! Lles + en¸+n+m p+r+ que pos-
su+m seus inimi¸os e em se¸uid+ + destroem! Lles ne¸oci+m
com el+!
A despeito d+ form+ como o N+rr+dor est+belecer + cen+,
seu desenvolvimento sempre c+berí +os person+¸ens. A pl+-
téi+ é t+nto um instrumento p+r+ + conduç1o d+ históri+
qu+nto o N+rr+dor. Os jo¸+dores n1o precis+m m+is que o
N+rr+dor lhes dê tudo m+sti¸+dinho - eles +¸or+ cri+m +
históri+ que quiserem.
0 Narrader
Aind+ +ssim, os person+¸ens n1o podem existir sem um
mundo cheio de pesso+s e eventos p+r+ definir su+s perso-
n+lid+des e su+ existênci+. l+r+ os person+¸ens +dquirirem
vid+ é preciso cri+r um mundo. Lsse é o p+pel do N+rr+dor.
Lxcetu+ndo-se os person+¸ens dos jo¸+dores, o N+rr+dor é
responsível por tudo que existe no mundo. lsso pode p+re-
cer um+ empreit+d+ impossível, +fin+l +té mesmo desenvol-
ver um único person+¸em de jo¸+dor pode ser um+ t+ref+
lon¸+ e des+fi+dor+.
M+s n+rr+r históri+s n1o é t1o difícil qu+nto p+rece. Como
Can:. .m m|m, Musa, . j·r m.u |n:.rm.J|· .·n:. a ||s:´r|a.
- Homero, - ÒJ|ss.|a
0apítale 1 0apítale 1
0apítale 1 0apítale 1 0apítale 1rês: rês:
rês: rês: rês:
Narratica Narratica
Narratica Narratica Narratica
52 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
o mundo de Lobisomem é b+se+do no mundo re+l, os N+rr+-
dores podem tr+nsform+r su+s própri+s experiênci+s em histó-
ri+s. Obvi+mente existem +l¸um+s pequen+s diferenç+s entre
o Mundo d+s Trev+s e o nosso, m+s el+s s1o b+se+d+s em
+l¸uns conceitos simples. Além disso, + únic+ cultur+ estr+-
nh+ com + qu+l os person+¸ens poder1o vir + se envolver é +
cultur+ O+rou, que é descrit+ em det+lhes neste livro.
O N+rr+dor pode divertir os jo¸+dores com mistérios coti-
di+nos. Aquele velho +rm+:ém d+ Ru+ lrincip+l estí +b+ndo-
n+do mesmo! O que +conteceu re+lmente n+quel+ c+s+ do
outro l+do d+ ru+! lor que + únic+ est+ç1o de rídio que pres-
t+v+ s+iu do +r! l+r+ quem + políci+ tr+b+lh+! O que +contece
n+quele edifício comerci+l depois que escurece!
Cl+ro que ess+s premiss+s s1o rudiment+res. Lm dos +s-
pectos m+is import+ntes e divertidos d+ n+rr+tiv+ é o +to de
cri+r. O N+rr+dor tem liberd+de p+r+ bol+r vírios person+¸ens
e pode deix+r su+ im+¸in+ç1o correr solt+ p+r+ cri+r um mun-
do inteiro. O N+rr+dor desenvolve um+ v+ried+de de perso-
n+¸ens, desde vis l+c+ios d+ Wyrm +té nobres +nciöes prote-
¸endo um c+ern, e decide + direç1o que + cronic+ irí tom+r.
Lmbor+ + liberd+de de cri+ç1o poss+ ser o motivo que le-
vou um+ pesso+ + escolher +ssumir + funç1o de N+rr+dor, seu
objetivo jr|n.|ja| deverí ser sempre divertir os jo¸+dores. N+r-
r+r históri+s exi¸e um investimento de tempo e esforço d+
p+rte do N+rr+dor, e um investimento de tempo d+ p+rte dos
jo¸+dores. Ao invés de p+rticip+r do jo¸o, os jo¸+dores poderi-
+m est+r lendo um livro, +ssistindo um filme, n+mor+ndo ou
p+ss+ndo tempo com seus f+mili+res. l+r+ recompens+r o tempo
investido pelos jo¸+dores, o N+rr+dor precis+ torn+r + experi-
ênci+ de jo¸o enriquecedor+ e divertid+.
A histéria
Desenvolver um+ históri+ requer que o N+rr+dor conju-
¸ue muitos elementos diferentes. Os jo¸+dores podem ser
tempor+ri+mente s+ci+dos com futilid+des (como um vil1o
especi+lmente di+bólico que precis+m derrot+r, ou um belo
fetiche que poss+m +crescent+r +os seus pertences), m+s o
N+rr+dor precis+ su+r um pouco p+r+ m+nter o interesse
dos jo¸+dores + lon¸o pr+:o.
A re¸r+ bísic+ d+ bo+ n+rr+tiv+ é um+ prep+r+ç1o +mpl+ e
cuid+dos+. lsto n1o si¸nific+ que o N+rr+dor dev+ cri+r um+
+¸end+ inflexível que force os person+¸ens + desempenh+r
determin+d+s +çöes. lembre-se que os jo¸+dores precis+m ser
c+p+:es de inter+¸ir com + históri+ +tr+vés de seus person+-
¸ens, e os jo¸+dores t+mbém têm + respons+bilid+de de col+-
bor+r p+r+ o sucesso d+ históri+. Se o N+rr+dor ne¸+r livre-
+rbítrio +os jo¸+dores desde o início, eles n1o +pen+s ir1o ¸os-
t+r menos d+ históri+, como el+ serí muito prejudic+d+.
Lm ve: disso o N+rr+dor deve cri+r um+ sinopse flexível
de eventos e person+¸ens províveis. Comece + históri+ com
o primeiro evento n+ sinopse. T+lve: os person+¸ens pre-
senciem um c+minh1o de lixo tóxico desc+rre¸+ndo b+rris
fedorentos num posto de ¸+solin+ +b+ndon+do perto de seu
c+ern. As re+çöes dos person+¸ens determin+r1o o p+sso
se¸uinte n+ históri+.
Qu+ndo +s re+çöes dos person+¸ens n1o forem +s esper+-
d+s por você, o N+rr+dor, você pode ou +d+pt+r os elementos
de su+ própri+ históri+ ou decidir desc+rt+r +l¸um+s d+s +no-
t+çöes imedi+t+s e ver +té onde os person+¸ens podem lev+r +
históri+. Nenhum+ escolh+ é melhor que outr+, embor+ um+
poss+ funcion+r melhor p+r+ você. Se você n1o for h+bilidoso
o b+st+nte p+r+ mud+r + históri+ no +to, precis+rí encontr+r
um+ form+ de coloc+r +s cois+s nov+mente nos trilhos. Se n1o
puder pens+r num+ form+ de consert+r + históri+ só lhe rest+-
rí torcer p+r+ conse¸uir retom+r o curso m+is +di+nte.
Se os jo¸+dores n1o p+recerem c+p+:es de m+nter o fluxo
d+ históri+, você deverí estimul+r +s su+s im+¸in+çöes e f+:er
com que se envolv+m. Na· ·s |nJuza a jaz.r a|¸uma .·|sa; +o
invés disso, mostre-lhes um+ cenour+ e espere p+r+ ver o que
+contece. lrocure tent+r os jo¸+dores; j+m+is os force.
Você pode t+mbém decidir deix+r + históri+ continu+r
sem um+ intervenç1o imedi+t+ d+ su+ p+rte. Si¸+ + orient+-
ç1o dos jo¸+dores e improvise tendo por b+se su+s +çöes, ou
+pen+s espere +té que o ponto se¸uinte n+ sinopse simples-
mente ocorr+. lor exemplo, se, qu+ndo o c+minh1o que
mencion+mos s+ir, os jo¸+dores fic+rem n+ estr+d+ em ve:
de se¸ui-lo ou ex+min+r os b+rris, est+beleç+ que o mel de
M+lditos no interior dos b+rris começ+ + v+:+r e + infect+r o
solo. Lmbor+ os person+¸ens n1o tenh+m not+do n+d+ es-
tr+nho n+quel+ noite, di¸+ +os jo¸+dores que dur+nte o tr+ns-
correr d+quel+ sem+n+ + ve¸et+ç1o n+s imedi+çöes de seu
c+ern começ+ + definh+r e morrer. C+so eles n1o f+ç+m n+d+,
os M+lditos +tr+ídos pelo mel destroem o c+ern e + terr+
que ele ocup+.
lor outro l+do, os jo¸+dores podem tom+r um curso de
+ç1o que você n1o previu, m+s que funcione i¸u+lmente bem.
lor exemplo, t+lve: os person+¸ens decid+m cont+ct+r +s +u-
torid+des loc+is de meio +mbiente p+r+ denunci+r o despejo
de lixo tóxico. Você pode querer ret+rd+r os efeitos do mel de
M+lditos e deix+r que os person+¸ens descubr+m ex+t+mente
o qu+nto o ¸overno loc+l é corrompido pel+ Wyrm. Os jo¸+-
dores lo¸o descobrir1o que lut+r contr+ um+ burocr+ci+ pode
ser t1o ou m+is frustr+nte que comb+ter os fomores.
Al¸uns N+rr+dores +ch+m +s históri+s m+is divertid+s
qu+ndo nem mesmo eles s+bem o que +contecerí em se¸ui-
d+. Lste estilo livre de n+rr+r históri+s pode ser +rrisc+do,
m+s possibilit+ +os jo¸+dores e +o N+rr+dor ¸r+nde liberd+-
de cri+tiv+. Os N+rr+dores podem +lc+nç+r novos níveis de
h+bilid+de de n+rr+tiv+ enqu+nto estiverem re+¸indo +s +çöes
dos jo¸+dores. Tr+m+s que sob outr+s circunstìnci+s o N+r-
r+dor n1o teri+ concebido torn+m-se +p+rentes, e os jo¸+-
dores costum+m se envolver m+is qu+ndo sentem que su+s
+çöes +fet+m + cronic+.
Lm contr+p+rtid+, você pode descobrir que improvis+r é
muito difícil ou que simplesmente n1o é o melhor método
p+r+ o seu ¸rupo. Neste c+so você precis+rí f+:er sinopses
det+lh+d+s, consider+ndo cuid+dos+mennte +s possíveis t+n-
¸entes que seus person+¸ens poss+m se¸uir.
0riaade ama histéria
Lmbor+ os N+rr+dores retirem su+s idéi+s de um núme-
ro v+ri+do de fontes, +s m+is comuns s1o três: históri+s b+-
se+d+s em person+¸ens, históri+s b+se+d+s em eventos e his-
tóri+s b+se+d+s n+ +tmosfer+, +ssim denomin+d+s p+r+ re-
fletir su+s respectiv+s inspir+çöes.
l+r+ + históri+ b+se+d+ em person+¸ens, o N+rr+dor con-
5· Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
centr+ os eventos em torno de um person+¸em, ¸er+lmente
um +nt+¸onist+ ou um +rquivil1o. lor exemplo, o N+rr+dor
pode decidir pel+ idéi+ de um Wendi¸o poderoso que odei+
tod+s +s outr+s tribos e desej+ expulsí-l+s d+ Améric+ do
Norte. Depois que o N+rr+dor tiver deline+do o que desej+
que o person+¸em f+ç+, desenvolverí um+ históri+ p+r+lel+.
T+lve: o Wendi¸o f+ç+ um p+cto com + Wyrm, prometen-
do-lhe um c+ern em troc+ de um poderoso fetiche m+t+dor
de lobisomens.
L cl+ro que o person+¸em n1o precis+ necess+ri+mente
ser um +nt+¸onist+ do ¸rupo. Lle pode ser neutro, +li+do
dos person+¸ens, ou +té mesmo um membro d+ m+tilh+.
Lm N+rr+dor pode +té mesmo cri+r um+ históri+ em torno
do person+¸em de um jo¸+dor se +ch+r que ele foi ofusc+do
pelo rest+nte do ¸rupo.
A históri+ b+se+d+ em um evento se¸ue + trilh+ contrí-
ri+. O N+rr+dor começ+ com um+ situ+ç1o e em se¸uid+
povo+ + históri+ com os person+¸ens que melhor + exempli-
fic+m. Neste c+so, o N+rr+dor pode im+¸in+r que todos os
c+ern de Nov+ York começ+r+m subit+mente + perder po-
der. Depois que tiver formul+do o evento, cri+rí os perso-
n+¸ens +propri+dos: um espírito d+ We+ver que se +liment+
do poder de c+ern e o m+¸o que o libertou.
A históri+ b+se+d+ n+ +tmosfer+ é + m+is difícil de ser con-
cebid+, embor+ costume ser + m+is efic+:. O N+rr+dor, procu-
r+ndo cri+r um determin+do +mbiente, b+sei+ os person+¸ens
e os eventos nesse clim+. Lm Lobisomem, isto norm+lmente
+ssume + form+ de um+ históri+ de horror, m+s esse n1o é o
único tipo de +tmosfer+ que pode ser cri+do.
T+lve: o N+rr+dor queir+ ilustr+r um+ mor+l ou refletir
sobre +s vid+s dos próprios jo¸+dores. lor exemplo, se ele
quiser que os person+¸ens vej+m su+s vid+s de form+ m+is
objetiv+, pode f+:ê-los res¸+t+r person+¸ens muito semelh+n-
tes + eles mesmos d+s ¸+rr+s de um m+li¸no cientist+ d+
ADN. Ao invés de +¸r+decer + m+tilh+ por res¸+tí-los, os
person+¸ens, horrori:+dos com + existênci+ de lobisomens,
volt+m-se contr+ + m+tilh+. A p+rtir d+í, + históri+ começ+.
Os N+rr+dores podem +té mesmo cri+r um+ +tmosfer+
b+se+d+ nos desejos dos person+¸ens. C+so os jo¸+dores
costumem se dest+c+r em situ+çöes de comb+te, m+s per-
c+m interesse no resto, o N+rr+dor pode desenvolver um+
históri+ replet+ de cen+s de comb+te í¸eis e emocion+ntes.
lor outro l+do, se um jo¸+dor +preci+ + inter+ç1o soci+l en-
tre os lobisomens, o N+rr+dor pode cri+r um+ históri+ de
intri¸+ num+ +ssembléi+. T+lve: os person+¸ens tenh+m de
convencer m+tilh+s riv+is + p+r+rem de lut+r entre si, m+s
este é um objetivo secundírio entre +s possibilid+des de
personific+ç1o oferecid+s pel+ históri+.
A White Wolf costum+ incluir históri+s em seus suple-
mentos, que poder1o servir como exemplos de como pl+ne-
j+r +s su+s. C+so você sint+ dificuld+de em condu:ir um+
n+rr+tiv+ livre, esses livros oferecem históri+s complet+s co-
brindo muit+s possibilid+des. Até mesmo se você preferir
cri+r +s su+s própri+s tr+m+s, +s históri+s pré-pl+nej+d+s po-
dem fornecer combustível p+r+ + su+ n+rr+tiv+. Simplesmente
+ssist+ + um filme ou lei+ um bom livro e você fic+rí tr+ns-
bord+ndo de idéi+s.
£lemeates de histérias
Lmbor+ exist+m milh+res de históri+s, tod+s +s de bo+
qu+lid+de têm um+ série de f+tores comuns. Lm+ bo+ histó-
ri+ possui um único tem+ e um único clim+. De +l¸um+
form+, o +mbiente envolve + pl+téi+, ocorre +l¸um tipo de
conflito. Hí um começo, um meio e um fim. Lxiste um clí-
m+x e um+ conclus1o. lor último, o N+rr+dor tinh+ +l¸um
tipo de propósito em mente qu+ndo pl+nejou + históri+.
1ema
As históri+s tendem + fic+r confus+s se o N+rr+dor n1o
m+ntiver um olho n+s cois+s. Lm+ históri+ n+ qu+l os per-
son+¸ens precisem resolver um mistério import+nte, pode
ser +rruin+d+ se eles começ+rem + +t+c+r os suspeitos, +
políci+ e uns +os outros. Desenvolver um tem+ p+r+ + histó-
ri+ é um+ form+ fícil de m+nter os eventos coerentes e +ju-
d+r o N+rr+dor + ¸er+r idéi+s.
Lm tem+ pode ser t1o inócuo qu+nto "n1o existe lu¸+r
p+r+ 'individu+list+s' num+ .¡u|j.", ou t1o sofistic+do qu+nto
"+ socied+de industri+l do século vinte mec+ni:ou + hum+ni-
d+de." O primeiro tem+ possibilit+ +o N+rr+dor tr+nsform+r o
simples em sublime, demonstr+ndo como os person+¸ens po-
dem ser bem-sucedidos +pen+s tr+b+lh+ndo juntos; o se¸undo
possibilit+ o desenvolvimento de tr+m+s n+s qu+is os hum+-
nos s1o us+dos como ferr+ment+s por outr+s pesso+s.
Lmbor+ o N+rr+dor dev+ esforç+r-se p+r+ centr+li:+r +
m+ior p+rte dos eventos em torno de um tem+, + m+iori+
dos jo¸+dores n1o perceberí que tem+ é esse. O tem+ certo
pode conferir + históri+ um v+lor dur+douro: um+ forç+ e
um+ consistênci+ intern+s d+s qu+is, sob outr+s circunstìn-
ci+s, el+ prov+velmente c+receri+. N1o estr+¸ue tudo ten-
t+ndo torn+r o tem+ evidente - os jo¸+dores fic+m desesti-
mul+dos qu+ndo percebem que o N+rr+dor quer d+r um+
liç1o de mor+l. Apresente o tem+ e o explore n+ históri+,
m+s deixe + liç1o p+r+ os jo¸+dores.
Lobisomem: O ApocaIipse é em si mesmo um tem+
¸er+l, que pode ser inte¸r+do n+s históri+s. O jo¸o m+teri+-
li:+ o conflito entre o eu e o mundo exterior. Os O+rou
represent+m + lut+ pelo equilíbrio dos +spectos interiores e
exteriores d+ psiquê. Assim como +s pesso+s precis+m se
esforç+r p+r+ descobrir seus desejos e motiv+çöes interiores,
el+s t+mbém precis+m +dquirir um+ consciênci+ d+ socied+-
de que +s cerc+ e se +just+r + el+ em +l¸um nível. D+ mesm+
form+, os O+rou precis+m est+r conscios d+s norm+s de su+
cultur+ e d+ vont+de de O+i+ enqu+nto, +o mesmo tempo,
s+tisf+:em su+s própri+s necessid+des.
0lima
Lm+ históri+ com um clim+ evidente oferece muito m+is
entretenimento. Ao cri+r um clim+, os N+rr+dores evoc+m
um+ re+ç1o emocion+l d+ p+rte de seus jo¸+dores. Se os
jo¸+dores compreenderem e sentirem o que estí +conte-
cendo com seus person+¸ens, + emoç1o de um+ cen+ pode-
rí tr+nscender o jo¸o.
Clim+s diferentes possibilit+m + cri+ç1o de tipos diferentes
de históri+s. Al¸uns N+rr+dores preferem +dot+r +pen+s um
determin+do tipo de clim+ - sej+ sombrio e tenso ou leve e
+nim+do -, m+s isto n1o deve impor limites + experiment+-
54 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
ç1o. Cont+r históri+s que evoquem +pen+s um tipo de clim+
pode limit+r + cronic+. Nem tod+ tr+m+ requer um clim+ "leve",
que n1o funcion+ri+, por exemplo, +o se cont+r + históri+ d+
destruiç1o trí¸ic+ de um+ m+tilh+ de O+rou.
A melhor form+ de est+belecer o clim+ é evoc+ndo +
+tmosfer+ desej+d+ lo¸o no princípio - de preferênci+ du-
r+nte os momentos inici+is. Se você quiser um clim+ leve,
experimente o truque de toc+r um+ c+nç1o +le¸re e di:er
+os jo¸+dores que seus person+¸ens est1o ouvindo rídio.
Lm se¸uid+ di¸+-lhes que é um di+ ensol+r+do e que eles
est1o num c+rro esporte, correndo + tod+ velocid+de p+r+
n1o che¸+rem +tr+s+dos + um+ fest+ oferecid+ por outr+
m+tilh+. Lm+ introduç1o desse tipo deve coloc+r os jo¸+do-
res no est+do de espírito correto p+r+ lid+r com o homem-
coiote que tem pre¸+do peç+s nos O+rou d+ re¸i1o.
Até mesmo depois de os jo¸+dores est+rem imersos n+
históri+, reforce o clim+ sempre que houver oportunid+de.
Se +s cois+s estiverem correndo bem, os jo¸+dores ir1o per-
petu+r so:inhos o clim+. Tudo que os person+¸ens vivenci-
+rem ou fi:erem serí visto +tr+vés d+s "lentes" do clim+.
Ambieate
Lmbor+ os jo¸+dores j+m+is s+ib+m com certe:+ qu+l é o
tem+ ou o clim+ de um+ históri+, o +mbiente sempre serí
imedi+t+mente discernível. Lm +mbiente interess+nte e re-
+list+ f+: todos os outros +spectos d+ históri+ p+recerem re-
+is e convincentes. Muit+s ve:es + im+¸in+ç1o dos jo¸+do-
res suprirí os det+lhes que tenh+m sido omitidos pelo N+r-
r+dor. D+ mesm+ form+, um +mbiente esquem+ti:+do e te-
dioso prejudic+rí um+ históri+ +ceitível, forç+ndo os jo¸+-
dores + se concentr+rem em su+s f+lh+s.
L cl+ro que um+ históri+ terí um+ série de +mbientes dife-
rentes. Os person+¸ens poder1o começ+r num c+ern, p+ss+r
p+r+ um+ c+b+n+ remot+, v+¸ue+r +tr+vés d+ Lmbr+ e termi-
n+r no centro de Chic+¸o. Cont+r um+ históri+ +mbient+d+
em +pen+s um lu¸+r pode ser oc+sion+lmente um+ experiên-
ci+ recompens+dor+ ou curios+, m+s +té mesmo um+ históri+
curt+ deve envolver movimento de um+ loc+ç1o p+r+ outr+.
Lmbor+ nem todos os +mbientes requeir+m um+ ¸r+nde
qu+ntid+de de det+lhes, o N+rr+dor deve descrever de for-
m+ precis+ e complet+ o que os person+¸ens vêem e sen-
tem, +sse¸ur+ndo dest+ form+ que os jo¸+dores f+ç+m pou-
c+s per¸unt+s no decorrer d+ +ventur+. Objetos concretos,
clim+, +rom+s e sons s1o f+tores que exercem p+péis impor-
t+ntes n+ descriç1o de um +mbiente.
O f+to de que o mundo de Lobisomem é semelh+nte +o
nosso f+cilit+ ess+s descriçöes. A m+iori+ dos +mbientes (flo-
rest+s, prédios, etc.) é idêntic+, ou pelo menos semelh+nte,
+os seus con¸êneres do mundo re+l. N1o hí necessid+de de
explic+r det+lhes sobre +l¸um+ terr+ de f+:-de-cont+ (exce-
to qu+ndo os person+¸ens vi+j+rem p+r+ + Lmbr+, um+ re-
¸i1o que pode ser descrit+ d+ form+ que o N+rr+dor quiser).
0ea(lite
O conflito é o ìm+¸o de qu+lquer históri+. Note que
+qui conflito n1o é sinonimo p+r+ comb+te. N+ verd+de, os
melhores conflitos s1o resolvidos sem violênci+. Conflito é
+ oposiç1o que os person+¸ens enfrent+m +o tent+r +lc+n-
ç+r seus objetivos. Qu+ndo um O+rou de losto superior or-
den+ que + m+tilh+ +niquile um ¸rupo de hum+nos +c+mp+-
dos, o conflito n1o sur¸e de um comb+te, m+s d+ recus+ dos
lobisomens em +c+t+r +s ordens. Os person+¸ens precis+m
descobrir por que o +nci1o nutre um r+ncor t1o ¸r+nde por
ess+s pesso+s e che¸+r + um+ soluç1o +ltern+tiv+. Lmbor+
isto n1o envolv+ comb+te, serí conflito.
O Conflito pode ser subdividido em tem+s literírios. Lm
termos de lobisomem, os tipos de conflito incluem: O+rou
contr+ indivíduos, O+rou contr+ + socied+de, O+rou contr+
+ n+ture:+, O+rou contr+ o desconhecido e O+rou contr+ si
mesmo. Lm+ decis1o sobre que tipo de conflito us+r torn+ o
+to de cri+r um+ históri+ mil ve:es m+is fícil.
"O+rou contr+ indivíduo" é o tipo de históri+ m+is comum
em Lobisomem. A socied+de em quest1o costum+ ser, embo-
r+ nem sempre, + hum+n+. A cultur+ dos O+rou, ri¸oros+ como
el+ é, t+mbém pode oferecer um obstículo sin¸ul+r. Os perso-
n+¸ens podem se envolver em situ+çöes delic+d+s com os re-
¸entes de seu povo. Lnfrent+r + socied+de pode ser um+ expe-
riênci+ frustr+nte, m+s recompens+dor+.
Lmbor+ o conflito "O+rou contr+ + n+ture:+" p+reç+
contr+ditório + primeir+ vist+, vulcöes, terremotos e enchen-
tes s1o t1o f+t+is p+r+ os lobisomens qu+nto seri+m p+r+ os
hum+nos (bem, qu+se). Lsses tipos de conflito costum+m
ser subtr+m+s de outros conflitos - por exemplo, qu+ndo +
m+tilh+ precis+ +tr+vess+r um+ tempest+de de neve p+r+
descobrir se um lobisomem louco esc+pou do +silo.
O conflito "O+rou contr+ o desconhecido" é m+is co-
mum n+ Lmbr+. lorém, todo lupino vivenciou esse conflito
+o entr+r pel+ primeir+ ve: num+ cid+de, e im+¸ine + confu-
s1o n+ c+beç+ de um+ m+tilh+ que se dep+r+ pel+ primeir+
ve: com um homem-tub+r1o.
O conflito "O+rou contr+ si mesmo" pode ser o conflito
menos us+do, m+s possibilit+ + cri+ç1o de históri+s f+sci-
n+ntes. Ap+rece com m+ior freqüênci+ qu+ndo um perso-
n+¸em precis+ dom+r + Best+ dentro de si mesmo, evit+ndo
o frenesi p+r+ +lc+nç+r +l¸um objetivo import+nte. lsso pode
+p+recer t+mbém qu+ndo um person+¸em precis+ sobrepu-
j+r su+s própri+s fr+que:+s p+r+ resolver +l¸um problem+.
1ramas e 0eseacelcimeate
Lm+ históri+ n1o deve simplesmente mover-se +le+tori-
+mente de um lu¸+r p+r+ o outro. Tod+ históri+ é dividid+
em f+ses: início, meio e fim. Como em qu+lquer outro veí-
culo de n+rr+ç1o de históri+s (como livros ou filmes), + tr+-
m+ em jo¸os como Lobisomem: O ApocaIipse é + série de
eventos que form+ um+ determin+d+ históri+. O desenvol-
vimento é + form+ de +m+rr+r + tr+m+.
N+ m+iori+ dos c+sos, um+ históri+ se desenvolve du-
r+nte um determin+do número de cen+s; c+d+ cen+ impul-
sion+, de +l¸um+ form+, + históri+ como um todo. Como
re¸r+ ¸er+l, + cen+ de +bertur+ +tr+i o interesse dos jo¸+do-
res e lhes oferece um+ idéi+ do que estí +contecendo. As
cen+s intermediíri+s exp+ndem e desenvolvem o conflito.
A cen+ fin+l permite +o person+¸em resolver + históri+ de
um+ form+ ou de outr+.
lort+nto, se um+ históri+ pode ser definid+ como um+
série de eventos, + tr+m+ é + ordem se¸undo + qu+l esses
eventos se d1o. As cois+s n1o devem ser simples dem+is,
55 Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
com os person+¸ens +pen+s p+ss+ndo do lonto A p+r+ o
lonto B. Contudo, + diferenç+ entre um+ tr+m+ bo+ e um+
tr+m+ ruim n1o estí no f+to de um+ ser m+is complex+ ou
m+is simples que + outr+. N1o hí nenhum problem+ em
ciment+r um+ tr+m+ com c+m+d+s de mistério, m+s compli-
c+çöes desnecessíri+s podem f+:er com que um+ bo+ histó-
ri+ fique lent+ e pes+d+.
Lm+ bo+ tr+m+ requer t+mbém um ritmo +propri+do.
N1o mer¸ulhe os person+¸ens n+ tr+m+ de form+ predi:ível
e orden+d+. A¸ite +s cois+s com "excessos", como vir+d+s
n+ tr+m+ ou subtr+m+s interess+ntes. Lsses excessos muit+s
ve:es podem impulsion+r + tr+m+ princip+l, +o invés de pre-
judicí-l+. Acelere o ritmo +os poucos, +té +tin¸ir um clím+x
que conclu+ + históri+.
Os elementos bísicos de um+ tr+m+ bem-sucedid+ s1o:
lrimeiro, est+beleç+ + cen+, permitindo +ssim que os
jo¸+dores entrem em seus person+¸ens. Lm se¸uid+ ofereç+
um ¸+ncho - +l¸um+ cois+ que m+ntenh+ + tr+m+ em
movimento. T+lve: um fomor com quem os person+¸ens
tenh+m lut+do +ntes +p+reç+ ferido + su+ port+, +pen+s em
tempo p+r+ murmur+r "Cuid+do com o mulo dour+do" +n-
tes de morrer. lronto - você fis¸ou seus jo¸+dores.
Lm se¸uid+ comece o processo de +ltern+r +lt+ e b+ix+
estimul+ç1o, que ¸r+du+lmente +ument+ + tens1o e + ex-
pect+tiv+. Aumente o suspense + medid+ que os person+-
¸ens descobrirem o que estí +contecendo. Ls+ndo o exem-
plo +cim+, os person+¸ens descobrem que o Covil d+ Wyrm
que er+ prote¸ido pelo fomor entrou em super-+tivid+de, e
que tod+s +s noites cri+tur+s d+ Wyrm emer¸em dele. Qu+n-
do o momento for +propri+do, você pode +cion+r o clím+x
- um impuro d+ Cri+ de lenris, que se veste com um c+s+-
co dour+do, +ssumiu o controle do Covil d+ Wyrm e pl+ne-
j+ liber+r su+ fúri+ sobre um+ cid+de próxim+.
A¸or+ os jo¸+dores decidem como eles querem que seus
person+¸ens lidem com + situ+ç1o, e o clím+x determin+ +
competênci+ com + qu+l seus pl+nos funcion+m. Lles ten-
t+m f+l+r com o Cri+ de lenris sobre seu pl+no louco ou o
enfrent+m e +o seu exército de cri+tur+s d+ Wyrm! Lles
recorrem + +jud+ extern+, t+lve: descobrindo o único sobre-
vivente d+ m+tilh+ do Cri+ de lenris, ou eles cuid+m so:i-
nhos d+ situ+ç1o! Lles vencem, perdem ou emp+t+m!
0límar e 0eaclasãe
Se + tr+m+ de um+ históri+ é +nílo¸+ + um p+sseio de
mont+nh+-russ+, ent1o o clím+x é o seu cume. lresenteie
os jo¸+dores com dic+s de suspense do que estí por vir, m+s
n1o revele n+d+ + eles +té que + tr+m+ exij+ isso.
O clím+x é o penúltimo momento d+ históri+, sobrepondo
todos os person+¸ens, emoçöes e eventos, e permitindo +os
person+¸ens que reconheç+m su+ si¸nificìnci+. Aqui os per-
son+¸ens s1o bem-sucedidos ou fr+c+ss+m, lut+m ou che¸+m
+ um +cordo. lode ter h+vido outros momentos emocion+n-
tes no jo¸o, m+s o clím+x deve super+r o resto.
lode v+ler + pen+ re+li:+r um+ cen+ +dicion+l depois do
clím+x. Lste período fin+l de repouso permite +os jo¸+dores
f+:erem consider+çöes sobre + históri+ enqu+nto +ind+ es-
t1o no meio del+ e + +m+rr+r +s pont+s solt+s. Conhecido
como J.n·u.m.n: (desfecho), este é o momento no qu+l
todos os det+lhes s1o resolvidos. Cl+ro que +ind+ rest+r1o
víri+s pont+s solt+s, m+s est+s poder1o ser +proveit+d+s pelo
¸rupo de jo¸o em futur+s históri+s.
0 0bjetice
Como mencion+mos +ntes, o objetivo princip+l de qu+l-
quer históri+ é entreter + pl+téi+ e o N+rr+dor. Contudo, o
N+rr+dor e os jo¸+dores podem t+mbém possuir outros ob-
jetivos. T+lve: o N+rr+dor queir+ ilustr+r os peri¸os d+ ne-
¸li¸ênci+ com o meio +mbiente.
O objetivo, embor+ sob vírios +spectos sej+ semelh+nte
+o tem+, é o verd+deiro propósito do jo¸o, e n1o + linh+ que
corre por ele. Lnf+ti:+r o objetivo e o tem+ f+rí com que +
históri+ fique m+is fícil de ser desenvolvid+ e cont+d+, e
com sorte torn+rí o jo¸o m+is +¸r+dível p+r+ todos.
0eataade a histéria
Depois de todo o tr+b+lho duro de prep+r+r um+ sess1o
de jo¸o de n+rr+tiv+, n+d+ é m+is recompens+dor que ver os
jo¸+dores se divertirem de verd+de. Aind+ +ssim, mesmo +s
históri+s m+is bem desenvolvid+s podem ser +rruin+d+s en-
qu+nto est1o sendo cont+d+s. A ênf+se é p+rte indispensí-
vel de um+ n+rr+tiv+.
1rabalbe cem es ]eqaderes
O conselho m+is import+nte sobre n+rr+tiv+ di: respeito
+os jo¸+dores. As ve:es, pode ser difícil lid+r com os jo¸+do-
res (especi+lmente qu+ndo eles f+:em +l¸um+ cois+ que +c+be
complet+mente com seus pl+nos), m+s o seu objetivo deve
ser inte¸rí-los d+ form+ m+is su+ve possível +o fluxo d+ his-
tóri+. lsto si¸nific+ envolver + todos no m+ior número possí-
vel de +spectos d+ históri+.
N+ m+iori+ dos ¸rupos de jo¸o, +l¸uns jo¸+dores tent+m
domin+r o jo¸o e direcion+r + +tenç1o de todos p+r+ eles
mesmos. N1o recompense esse tipo de comport+mento.
Tente envolver todo mundo, especi+lmente os jo¸+dores
novos ou quietos. Se você n1o conse¸uir inte¸rí-los, eles
n1o se divertir1o t+nto qu+nto poderi+m. N1o se esqueç+
que entreter os jo¸+dores é o seu princip+l objetivo. Os per-
son+¸ens de Lobisomem sempre constituem um+ m+tilh+;
eles precis+m tr+b+lh+r juntos p+r+ sobreviver. Lmbor+ você
poss+ querer b+se+r +l¸um+s históri+s em membros específicos
d+ m+tilh+, c+d+ person+¸em deve desempenh+r um p+pel.
lode ser difícil equilibr+r os desejos de todos os jo¸+do-
res, m+s costum+ ser um+ t+ref+ simples conceder + c+d+
um deles um ped+cinho do que ele m+is quer. Se um jo¸+-
dor for ne¸li¸enci+do devido +os eventos de um+ determi-
n+d+ históri+, tente pl+nej+r os eventos e +s situ+çöes d+
históri+ se¸uinte em torno desse jo¸+dor.
Os jo¸+dores podem ter divers+s motiv+çöes: +cumul+r
poder, torn+r-se outr+ pesso+, +dquirir um sentido de re+li-
:+ç1o, resolver problem+s, vivenci+r emoçöes fortes, com-
petir, ou simplesmente est+r com +mi¸os. Você precis+ equi-
libr+r os desejos de todos; c+so você exclu+ +l¸uém, + ten-
dênci+ é que ess+ pesso+ estr+¸ue o jo¸o de todo mundo.
Os desejos de um único jo¸+dor costum+m ser + combi-
n+ç1o de du+s motiv+çöes ou m+is. Lm jo¸+dor pode fre-
qüent+r sessöes de jo¸os de personific+ç1o princip+lmente
p+r+ est+r com seus +mi¸os, m+s pode t+mbém querer inter-
5ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
pret+r um person+¸em que +dquir+ ¸r+ndes poderes e com-
b+t+ + Wyrm melhor que todos os outros.
Maateaba e 0lima
Como os jo¸os de n+rr+tiv+ s1o pl+nej+dos p+r+ divertir,
os jo¸+dores costum+m brinc+r com +s situ+çöes n+s qu+is
seus person+¸ens se envolvem, +s ve:es f+:endo pi+dinh+s e
troc+dilhos inf+mes. Lmbor+ isso costume ser divertido, +s
ve:es pode n1o ser o que você, o N+rr+dor, desej+.
lor exemplo, se você estí tent+ndo cri+r um+ +tmosfer+
de horror, n1o irí querer que os person+¸ens quebrem +
tens1o no momento err+do. Se o clím+x de um+ históri+ for
+ fu¸+ de um+ m+ns1o corrompid+ pel+ Wyrm, com horro-
res desconhecidos escondidos +trís de c+d+ port+, os jo¸+-
dores n1o devem fic+r rel+x+dos ou + vont+de. Devem est+r
tensos e sent+dos n+s pont+s de su+s c+deir+s.
0eabeceça es Sistemas
L respons+bilid+de do N+rr+dor conhecer bem os siste-
m+s de jo¸o. As ve:es, +s re¸r+s podem ser muito confus+s.
Aquel+s pequen+s inconsistênci+s, inevitíveis em todos os
jo¸os, t+mbém n1o +jud+m. Lm sum+, é seu dever ser o
intérprete fin+l d+s re¸r+s e decidir, de form+ prític+, como
el+s se +plic+m em seu jo¸o. lembre-se que você control+
tudo, exceto os person+¸ens dos jo¸+dores. Se você decidir
que os person+¸ens precis+m obter cinco sucessos p+r+ es-
c+l+r o penh+sco e esc+p+r de um+ hord+ de M+lditos, en-
t1o esse é o número de sucessos necessírios, + despeito d+
form+ como os jo¸+dores interpretem +s re¸r+s.
lorém, n+ condiç1o de írbitro d+s re¸r+s, t+mbém é seu
dever +¸ir com justiç+. Aj+ de form+ imp+rci+l e r+cion+l
com todos os envolvidos. Lm N+rr+dor precis+ ser um írbi-
tro c+p+: de jul¸+r com cl+re:+ e se¸ur+nç+.
Oc+sion+lmente, os eventos d+ históri+ requerer1o que
você tr+nscend+ +s re¸r+s, ou +té mesmo que +s quebre.
Quebr+r re¸r+s costum+ ser necessírio p+r+ cont+r melhor
+ históri+ ou lhe conferir sentido. l+r+ conserv+r + confi+n-
ç+ dos jo¸+dores, n1o quebre +s re¸r+s com re¸ul+rid+de; se
fi:er isso, eles p+ss+r1o + cont+r com você p+r+ subverter +s
re¸r+s sempre que estiverem num+ sinuc+. lsto +rr+s+rí o
livre +rbítrio dos person+¸ens e elimin+rí o dr+m+ de c+d+
cen+. L óbvio que você pode decidir +lter+r +s re¸r+s per-
m+nentemente; isto nós encor+j+mos, desde que todos s+i-
b+m que um+ determin+d+ re¸r+ foi +lter+d+.
lr +lém d+s re¸r+s é t1o import+nte qu+nto conhecê-l+s
ou quebrí-l+s. Lste livro n1o pode predi:er tod+s +s eventu-
+lid+des que sur¸ir1o dur+nte o jo¸o. De ve: em qu+ndo
você terí de improvis+r nov+s re¸r+s. Você pode tom+r um+
decis1o +press+d+ p+r+ consert+r o furo por um momento,
m+s +ntes de começ+r + jo¸+r de novo, +v+lie os problem+s
e decid+ se + su+ soluç1o foi + melhor. Se n1o, mude su+s
re¸r+s. De qu+lquer modo, você precis+ cont+r +os jo¸+do-
res como vocês lid+r1o com ess+s situ+çöes no futuro. A
consistênci+ é + m+ior virtude de um N+rr+dor.
A 0rêaica
A cronic+ é um+ série de históri+s interli¸+d+s que con-
t+m coletiv+mente um+ históri+ de m+ior +mplitude e con-
teúdo m+is profundo. Se um+ históri+ equiv+le + um c+pítu-
lo de um livro, ent1o + cronic+ é o rom+nce completo. (Ou
triolo¸i+, ou dec+lo¸i+). As cronic+s podem continu+r du-
r+nte muitos +nos, e os person+¸ens podem dur+r por déc+-
d+s de tempo no universo do jo¸o.
l+r+ cri+r um+ cronic+ é preciso cuid+do e inspir+ç1o. Lm+
cronic+ bem-sucedid+ possui + mesm+ vit+lid+de que um per-
son+¸em. Se um+ pesso+ quiser extr+ir o míximo proveito de
um livro, n1o poderí ler seus c+pítulos em ordem +le+tóri+.
C+d+ c+pítulo prep+r+ terreno p+r+ o se¸uinte; +s históri+s de
um+ cronic+ devem ser ex+t+mente +ssim.
Num jo¸o de n+rr+tiv+, +s históri+s obvi+mente s1o im-
port+ntes, m+s é + cronic+ que oferece dimens1o e forç+ p+r+
+s históri+s que s1o cont+d+s. Lm+ cronic+ cuid+dos+mente
construíd+ pode +jud+r um jo¸+dor + suspender + descrenç+,
pode t+p+r os furos que costum+m +contecer n+s históri+s in-
dividu+is e pode oferecer explic+çöes subseqüentes p+r+ qu+is-
quer discrepìnci+s ou contr+diçöes. Se os jo¸+dores confi+-
rem n+ su+ cronic+, eles lo¸o +credit+r1o que + m+iori+ dos
+spectos de su+ históri+ possui um+ r+:1o, ou pelo menos um+
desculp+ +ceitível. Os jo¸+dores n1o se +press+r1o em +pon-
t+r +s f+lh+s que encontr+rem: eles confi+r1o que, m+is cedo
ou m+is t+rde, você cuid+rí de su+s preocup+çöes.
Além disso, um+ cronic+ +jud+ os jo¸+dores + verem o
qu+dro ¸er+l. Ll+ lhes possibilit+ compreender o propósito
do N+rr+dor e deixí-lo cri+r históri+s c+d+ ve: m+is ¸r+ndi-
os+s. Os vilöes torn+m-se m+is inspir+dores de temor. Os
eventos p+ss+m + +b+l+r um pouco m+is o mundo. As +t-
mosfer+s torn+m-se m+is envolventes e +s históri+s indivi-
du+is começ+m + funcion+r muito melhor.
lor último, um+ cronic+ concede +os jo¸+dores e +o N+r-
r+dor um sentido de conquist+. Os jo¸+dores vêem o efeito
d+s +çöes de seus person+¸ens no mundo. Lles começ+m +
f+:er pl+nos p+r+ o futuro, t+lve: cri+ndo e m+ntendo seu pró-
prio c+ern. O N+rr+dor vê su+s históri+s florescerem e se or¸u-
lh+ do que pl+ntou e nutriu. O N+rr+dor pode querer d+r um
título + cronic+, dess+ form+ p+ss+ndo +os jo¸+dores um+ idéi+
d+ dimens1o d+ empreit+d+ n+ qu+l est1o envolvidos.
histérias e 0rêaicas Mais
0emaas
Seri+ impossível compil+r um+ list+ +br+n¸ente d+ mirí-
+de de possibilid+des de históri+s p+r+ Lobisomem. Aind+
+ssim, est+ seç1o det+lh+rí +l¸um+s d+s m+is comuns. Al-
¸uns desses conceitos podem t+mbém estrutur+r um+ cro-
nic+ inteir+ e os N+rr+dores devem sentir-se + vont+de p+r+
desenvolver su+s própri+s idéi+s.
º PreIúdios: No início d+ cronic+, o N+rr+dor e o ¸rupo
de jo¸o podem querer explor+r +s vid+s dos person+¸ens
+ntes de junt+rem + su+ m+tilh+. Lsses prelúdios costum+m
ser est+belecidos +té mesmo +ntes que os person+¸ens tor-
nem-se cientes de que s1o lobisomens. Os prelúdios +umen-
t+m + emp+ti+ dos jo¸+dores com seus person+¸ens e con-
cedem +o N+rr+dor um+ noç1o do que eles pretendem re+-
li:+r com o jo¸o. Muitos ¸rupos ¸ost+m de condu:ir prelúdi-
os dur+nte tod+ + primeir+ sess1o de jo¸o.
º Rito de Passagem: Outro tipo de históri+ ¸er+lmente
+mbient+d+ no princípio d+ cronic+. O Rito de l+ss+¸em per-
57 Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
mite +os person+¸ens entr+rem em sintoni+ com su+ n+ture:+
O+rou. Lste "rito" costum+ +ssumir + form+ de um+ miss1o
que os +nciöes incumbem +os person+¸ens lo¸o depois de lhes
revel+r su+ n+ture:+ O+rou. Lm rito de p+ss+¸em pode t+m-
bém envolver qu+lquer tipo de descobert+ que c+use mud+n-
ç+s profund+s num person+¸em. Obvi+mente, + Wyrm e ou-
tr+s forç+s m+li¸n+s costum+m +t+c+r esses filhotes inexperi-
entes e - em teori+ - indefesos, de modo que +quilo que foi
pl+nej+do como um+ miss1o fícil tr+nsform+-se subit+mente
num+ b+t+lh+ ferrenh+ pel+ sobrevivênci+.
º Carou contra a Wyrm: Lst+ b+t+lh+ é m+is impor-
t+nte p+r+ os O+rou como r+ç+. O+i+ serí destruíd+ se +
influênci+ corruptor+ d+ Wyrm n1o puder ser +nul+d+. A
poluiç1o e o desm+t+mento c+us+dos pel+ We+ver, +ssim
como +s ¸uerr+s en¸endr+d+s pel+ Wyld, s1o result+dos d+
corrupç1o d+ Wyrm. Lm muitos c+sos, comb+ter + Wyrm
envolve procur+r por el+ em seu próprio território - +té
mesmo +ventur+ndo-se +os desertos r+dio+tivos dos c+ern
d+ Wyrm. Ali, O+rou +ud+ciosos precis+m enfrent+r cri+tu-
r+s espiritu+is e l+c+ios mort+is como os D+nç+rinos d+ Ls-
pir+l Ne¸r+, fomori, corpor+çöes m+li¸n+s, +ss+ssinos mor-
t+is, v+mpiros e m+¸os.
Os person+¸ens podem ser convoc+dos p+r+ inv+dir +s
fort+le:+s d+ Wyrm, defender c+ern de +t+c+ntes, impedir o
r+pto de O+rou jovens, res¸+t+r um lobisomem c+ptur+do
por um espírito M+ldito, ou qu+lquer cois+ n+ qu+l o N+rr+-
dor poss+ pens+r.
º Carou contra a Weaver: A We+ver esp+lhou su+s
tei+s de vidro e met+l sobre + m+ior p+rte do mundo. Seus
+¸entes hum+nos infli¸ir+m ¸r+ndes d+nos em O+i+ em nome
do "pro¸resso". l+r+ que o pl+net+ n1o morr+ +sfixi+do, é
preciso impedir que o espírito-+r+nh+ fique +ind+ m+is forte
(de f+to, ele precis+ ser enfr+quecido).
Lmbor+ + Wyrm controle + m+iori+ d+s instituiçöes hu-
m+n+s que os person+¸ens enfrent+r1o, + m+ior p+rte del+s
s1o cri+çöes d+ We+ver . Muitos O+rou +credit+m que os +bu-
sos cometidos pel+ We+ver em O+i+, sendo m+is dissimul+dos
que os pr+tic+dos pel+ Wyrm, s1o bem m+is peri¸osos.
º Carou contra a WyId: Lmbor+ os O+rou defend+m +
Wyld, +l¸uns de seus espíritos s1o simplesmente incontrolí-
veis dem+is e precis+m ser impedidos de esp+lh+r o c+os
pelo mundo.
º Carou contra Humanos: Lst+ b+t+lh+ remont+ +o
lmper¸ium. Até hoje +l¸uns O+rou consider+m + si mesmos
os mestres por direito d+ r+ç+ hum+n+, m+s devi+m se cui-
d+r - os hum+nos represent+m + m+ior de tod+s +s +me+-
ç+s (+o menos no sentido físico) que se coloc+m contr+ os
O+rou. A ond+ inexorível de civili:+ç1o é o seu m+ior ini-
mi¸o. A medid+ que + pr+¸+ d+ urb+ni:+ç1o devor+ su+s
terr+s e seus c+ern, os O+rou - t+l lobos f+mintos no inver-
no - s1o forç+dos + lut+r entre si pelos min¸u+ntes recur-
sos de O+i+. Muitos O+rou defendem um+ postur+ ¸enocid+
contr+ os hum+nos, e decerto todos concord+m que +l¸um+
cois+ precis+ ser feit+ p+r+ +br+nd+r + explos1o demo¸rífic+
e + poluiç1o +ntes que sej+ t+rde dem+is.
º Carou contra Vampiros: Sob muitos +spectos, os lo-
bisomens e os v+mpiros s1o inimi¸os n+tur+is. l+r+ +umen-
t+r seus reb+nhos de hum+nos, os v+mpiros promovem +ti-
v+mente +quilo que os O+rou m+is temem - + exp+ns1o
urb+n+. Lmbor+ + ¸uerr+ entre lobisomens e v+mpiros n1o
sej+ t1o +bert+ qu+nto +l¸uns +credit+m, +ind+ é um evento
comum. Or+nde p+rte do m+teri+l de Vampiro: A Máscara
e seus suplementos +plic+-se + Lobisomem: O ApocaIipse.
As ¸uerr+s polític+s dos v+mpiros podem envolver os lobi-
somens de divers+s form+s.
º Carou contra Carou: Lmbor+ os O+rou supost+men-
te comp+rtilhem os mesmos objetivos, isto n1o os têm im-
pedido de tr+v+r b+t+lh+s entre si. As tribos de índios +me-
ric+nos odei+m os inv+sores, os lúri+s Ne¸r+s despre:+m os
Cri+ de lenris, e nin¸uém confi+ nos Senhores d+s Som-
br+s. Lss+s b+t+lh+s costum+m +ssumir o +specto de des+fi-
os form+is ou semi-form+is, m+s podem se torn+r extrem+-
mente violent+s no esp+ço de um se¸undo.
º Membro de MatiIha contra Membro de MatiIha: O
+mbiente de um+ m+tilh+ é muito volítil, consider+ndo que
é form+do por estr+nhos que descobrir+m que n1o s1o o que
pens+v+m que fossem. Norm+lmente um+ m+tilh+ é um+
verd+deir+ p+nel+ de press1o, e os conflitos que sur¸em den-
tro del+ podem ser t1o brut+is qu+nto qu+lquer ¸uerr+ con-
tr+ + Wyrm.
º MatiIha contra MatiIha: A competivid+de instintiv+
entre os O+rou concentr+-se for+ d+ m+tilh+ depois que seus
membros tenh+m est+belecido + ordem intern+. C+d+ m+ti-
lh+ quer os deveres e +s cru:+d+s que ofereç+m m+ior Reno-
me. Além disso, + m+iori+ d+s m+tilh+s possui territórios
que consider+m seus, e eles n1o ¸ost+m de inv+sores de
nenhum tipo.
º Costumes contra Mudança: A socied+de O+rou b+-
sei+-se em se¸uir e perpetu+r os costumes do p+ss+do. lo-
rém, +l¸uns O+rou exi¸em que este +specto de si mesmos
sej+ desc+rt+do, porque consider+m que esse conserv+do-
rismo tenh+ sido o motivo do fr+c+sso dos O+rou. Os novos
tempos cri+r+m costumes novos e forç+r+m + revo¸+ç1o de
costumes +nti¸os, m+s o ritmo d+s mud+nç+s é sempre c+lo-
ros+mente deb+tido entre eles.
º ExpIoração: N1o import+ o qu+nto os O+rou +creditem
que s+ib+m, sempre hí m+is + ser +prendido. A Lmbr+ é um+
terr+ inexplor+d+ de incríveis possibilid+des, n+ qu+l qu+lquer
cois+ pode +contecer (os N+rr+dores devem tir+r p+rtido des-
se f+to). Aind+ +ssim, +té mesmo + Terr+ pode oferecer inú-
mer+s oportunid+des p+r+ + explor+ç1o. As re¸iöes selv+¸ens
constituem um +mbiente +liení¸en+ p+r+ os hominídeos, en-
qu+nto +s cid+des represent+m o mesmo p+r+ os lupinos.
Além disso, +l¸uns c+ern for+m perdidos p+r+ os pode-
res corruptores d+ Wyrm. Norm+lmente os c+ern simples-
mente des+p+recem, p+r+ nunc+ m+is retorn+r. Oc+sion+l-
mente, porém, + Wyrm conse¸ue +pen+s +b+f+r tempor+ri+-
mente um c+ern. Lsses c+ern sur¸em e des+p+recem d+ exis-
tênci+ + interv+los re¸ul+res ou +le+tórios. Os c+ern que
retorn+m podem ¸u+rd+r se¸redos e poderes que hí muito
se +credit+v+ perdidos.
º Amor: Os O+rou s1o seres emotivos e +s p+ixöes evo-
c+d+s pelo +mor podem ser sentid+s entre eles com + mes-
m+ forç+ que é sentid+ entre os hum+nos. Como os O+rou
est1o dec+indo em número, +l¸uns lobisomens consider+m
seu dever encontr+r um p+rceiro e ¸er+r um+ prole. Outros
5B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
n1o conse¸uem evit+r ess+s emoçöes. lode-se construir his-
tóri+s em torno d+ busc+ por um p+rceiro ou mesmo em
torno d+ c+su+lid+de de encontr+r +l¸uém que poss+ retri-
buir seu +mor. M+s, e se o seu +mor for por outro O+rou!
º Natureza: Do mesmo modo como hí históri+s envol-
vendo + met+de hum+n+ dos O+rou, hí muit+s que s1o cont+-
d+s sobre os O+rou em su+s form+s lupin+s. Como + composi-
ç1o dess+s históri+s é muito diferente d+ composiç1o de ou-
tr+s n+rr+tiv+s e jo¸os de personific+ç1o, +s históri+s em si n1o
precis+m ser t1o complex+s qu+nto +s +mbient+d+s dentro d+
civili:+ç1o. lor exemplo, simplesmente +comp+nh+r um lobo
moribundo +té seu rec+nto fin+l de desc+nso poderi+ ser um+
experiênci+ enriquecedor+ p+r+ os jo¸+dores. lncontíveis pos-
sibilid+des de históri+s podem ser obtid+s com + combin+ç1o
de civili:+ç1o e n+ture:+. lor que os +nim+is est1o morrendo
depois que bebem de um l+¸o comum!
º Vidas Passadas: Assim como + Históri+, +s tr+diçöes e
os ritu+is dos O+rou +fet+m + socied+de modern+ dos lobiso-
mens, t+mbém o indivíduo O+rou pode est+r intim+mente li-
¸+do +o p+ss+do. Os O+rou têm um+ tendênci+ + record+r
su+s enc+rn+çöes +nteriores. A descobert+ do sucesso ou do
fr+c+sso de um +ncestr+l pode ¸er+r um+ históri+ interess+nte,
ou pelo menos um+ tr+m+ p+r+lel+ ou um fl+shb+ck.
º Busca por Visöes: O mundo espiritu+l é um+ p+rte
vit+l d+ cosmolo¸i+ O+rou. A Lmbr+ é h+bit+d+ por espíri-
tos que os O+rou +credit+m compor o próprio tecido de noss+
re+lid+de. O mundo espiritu+l esconde se¸redos, poderes
que os O+rou precis+m cont+ct+r oc+sion+lmente, e peri-
¸os. A históri+ de um+ busc+ por visöes envolve um+ c+ç+-
d+ por conhecimento n+ Lmbr+. O mundo espiritu+l é v+s-
to e indom+do; muit+s descobert+s empol¸+ntes +¸u+rd+m
+queles que procur+rem su+s verd+des.
º Penitência: A penitênci+ é um tipo especi+lmente
poderoso de históri+. Ll+ envolve +s tent+tiv+s dos person+-
¸ens em corri¸ir +l¸um erro do p+ss+do. O erro n1o precis+
ter sido cometido pelos próprios person+¸ens; eles podem
ter de p+¸+r os pec+dos d+ seit+ inteir+ ou +tender o último
desejo de um Silencioso moribundo.
º Tornar-se uma Iera: Lste tipo de históri+ norm+l-
mente envolve um O+rou tendo de lid+r com seus frenesis
ou com seus efeitos. lor exemplo, um lobisomem que fu¸iu
d+ b+t+lh+ num frenesi de temor pode m+is t+rde precis+r
lid+r com o f+to de que su+ cov+rdi+ c+usou + morte de um
membro de m+tilh+. lerdo+r + si mesmo pode requerer um+
históri+ de penitênci+, porém m+is prov+velmente envolve-
rí o person+¸em +ceit+ndo su+ n+ture:+ +nim+l.
º Insanidade: Al¸uns O+rou nunc+ +prendem sobre su+
her+nç+ verd+deir+, descobrindo, +o invés disso, seus terrí-
veis poderes sem nenhum tipo de orient+ç1o. Lsses O+rou
s1o ch+m+dos luníticos: eles c+recem do controle e do co-
nhecimento que permitem +os O+rou torn+rem-se p+rte do
+mbiente, em ve: de se desvi+rem dele. Lste tipo de históri+
costum+ envolver os jo¸+dores tent+ndo deter um O+rou
enlouquecido. O N+rr+dor pode t+mbém f+:er os person+-
¸ens começ+rem + cronic+ como luníticos ou +té mesmo
enlouquecerem dur+nte o jo¸o.
º Renúncia: De +cordo com os do¸m+s de su+ cultur+,
os O+rou podem se +livi+r d+ respons+bilid+de pelo que s1o
ou for+m no p+ss+do. Lste processo é ch+m+do renúnci+;
um O+rou que + +nunci+ torn+-se um+ nov+ pesso+. Tod+s
+s honr+s e postos m+ntidos em su+ vid+ +nterior s1o perdi-
dos. O person+¸em tem ent1o + oportunid+de de recomeç+r
do :ero. O N+rr+dor pode opt+r por começ+r um+ cronic+
com os jo¸+dores +c+b+ndo de renunci+r +os seus p+ss+dos.
º Super-heróis: Os O+rou n1o precis+m lut+r contr+
seus inimi¸os tr+dicion+is o tempo todo. Afin+l de cont+s,
eles possuem poderes incríveis e podem decidir comb+ter o
crime, + corrupç1o ou qu+lquer outr+ cois+. M+s de onde
serí que vêm esses supervilöes todos!
º Tios: Todo O+rou bem-sucedido deve, em +l¸um mo-
mento de su+ vid+, contribuir p+r+ o +poio e o desenvolvi-
mento de um+ nov+ ¸er+ç1o de O+rou. Assim como o per-
son+¸em foi r+pt+do cert+ ve: por +l¸uém que lhe revelou +
verd+de sobre si mesmo, ele +¸or+ t+mbém precis+ torn+r-
se um Tio. A form+ç1o de um+ nov+ m+tilh+ é um+ t+ref+
import+nte e um+ obri¸+ç1o n+ socied+de O+rou. Como o
"¸ene O+rou" oc+sion+lmente s+lt+ muit+s ¸er+çöes, e os
O+rou muit+s ve:es n1o est1o vivos qu+ndo os filhos de su+
prole n+scem, + prític+ de "+dot+r" um filhote torn+-se um+
+ltern+tiv+ +ceitível p+r+ se cri+r um+ f+míli+.
º Especie em Extinção: Os O+rou est1o morrendo. Lst+
é + triste verd+de em qu+lquer cronic+, m+s nest+ históri+ +
situ+ç1o recebe um enfoque especi+l. O ¸rupo de jo¸+dores
pode muito bem ser + últim+ m+tilh+ de O+rou n+ f+ce d+
Terr+. A m+tilh+ pode ser + últim+ esper+nç+ de s+lv+r O+i+
e + Wyld. Os person+¸ens ter1o de ser m+is br+vos e ous+-
dos em seus métodos, e isto os forç+rí + um conflito com os
O+rou m+is velhos (se +l¸um +ind+ estiver vivo). Os perso-
n+¸ens t+mbém ser1o m+is vis+dos pelos inimi¸os de O+i+.
Perseaaqeas e Aataqeaistas
0eatrelades pele Narrader
Num+ cronic+ n1o hí elementos m+is evoc+tivos que os
person+¸ens que + m+tilh+ encontr+. Obvi+mente, nem todos
os person+¸ens que + m+tilh+ encontr+ ser1o memoríveis, nem
deveri+m ser. Afin+l de cont+s, + m+iori+ deles terí +pen+s
pequenos p+péis, e +p+recer1o espor+dic+mente. Al¸uns n1o
sobreviver1o +o seu encontro com os person+¸ens.
lsto n1o si¸nific+ que o N+rr+dor pode i¸nor+r esses pe-
quenos person+¸ens. Qu+nto m+is re+is eles forem, m+is os
jo¸+dores ¸ost+r1o d+ históri+. lort+nto, o que import+ se +
únic+ funç1o do +tendente do posto de ¸+solin+ for explic+r
+ m+tilh+ que c+minho tom+r! Lle possui su+ própri+ histó-
ri+ e +ntecedentes. Lle pode ser prest+tivo ou rude, t+¸+rel+
ou silencioso. T+lve: tenh+ sot+que d+ Nov+ ln¸l+terr+ ou
um híbito de j+m+is olh+r nos olhos d+ pesso+ com quem
estí f+l+ndo. Dê-lhe um+ f+¸ulh+ de vid+ e um ped+cinho
de individu+lid+de; serí muito m+is interess+nte.
Qu+nto m+is import+nte for o person+¸em, m+is o N+rr+-
dor deve desenvolvê-lo. Lm bom ponto de p+rtid+ é + motiv+-
ç1o do person+¸em. lor que ele estí f+:endo um+ determin+-
d+ cois+! lor que um b+nco estí fin+nci+ndo um pelot1o de
mercenírios p+r+ m+t+r os person+¸ens! Que r+:1o um+ lúri+
Ne¸r+ poderi+ ter p+r+ pedir que um+ m+tilh+ interrompesse +
investi¸+ç1o de um+ c+b+n+ de c+ç+ hum+n+!
59 Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
Depois que o N+rr+dor tiver + motiv+ç1o do person+-
¸em, outros det+lhes poder1o ser cri+dos p+r+ sustentí-lo.
T+lve: + lúri+ Ne¸r+ estej+ nervos+ e irrequiet+, olhe +o
redor + tod+ hor+, e fume um ci¸+rro. Ll+ p+rece muito pre-
ocup+d+ com cri+nç+s e sempre pír+ o que estiver f+:endo
p+r+ +judí-l+s. Qu+ndo os person+¸ens descobrem que o
filho del+ é um dos c+ç+dores, começ+r1o + entender por-
que el+ n1o quer que eles se envolv+m.
A m+iori+ dos person+¸ens que o N+rr+dor introdu: n1o
s1o m+li¸nos. N+ verd+de, muitos +nt+¸onist+s s1o simples-
mente indivíduos ou ¸rupos cujos objetivos choc+m-se com
os dos person+¸ens. Outros person+¸ens n1o ir1o se opor
+os person+¸ens, m+s ter1o +s su+s própri+s r+:öes p+r+ f+-
:er o que f+:em.
M+s, os +nt+¸onist+s m+is divertidos s1o mesmo os vilöes
- indivíduos cuj+ m+li¸nid+de + m+tilh+ conhece. Al¸uns
vilöes podem re+p+recer víri+s ve:es, torn+ndo-se +me+ç+s
m+iores + c+d+ ve:. lsto oferece continuid+de + cronic+ e con-
fere +os jo¸+dores um rosto f+mili+r que eles podem +m+r ou
odi+r. Os jo¸+dores ir1o sempre lembr+r d+quele +rdiloso lre-
s+ de lr+t+ que iniciou su+ comp+nhi+ de miner+ç1o com os
lucros obtidos com + vend+ de su+ +nti¸+ m+tilh+ + Wyrm;
lembr+r1o t+mbém de Deysered, o espírito-c+díver que en-
viou le¸iöes de mortos-vivos p+r+ enfrentí-los.
Os vilöes de Lobisomem podem +ssumir víri+s form+s.
Al¸um+s d+s m+is províveis incluem Membros, m+¸os, fo-
mori, outros O+rou, e hum+nos, especi+lmente presidentes
de empres+s ou políticos de mente estreit+. Outros +nt+¸o-
nist+s podem incluir f+d+s, espíritos e outros seres sobren+-
tur+is, como múmi+s.
Consulte no Apêndice m+is exemplos de +nt+¸onist+s.
1écaicas Acaaçadas de
Narratica
Até +¸or+ demonstr+mos os pontos bísicos p+r+ que um+
pesso+ se torne um N+rr+dor. C+d+ N+rr+dor desenvolve
su+s própri+s técnic+s e seu estilo, f+:endo o que é m+is
necessírio p+r+ improvis+r su+s históri+s. Lst+ seç1o det+-
lh+ víri+s form+s medi+nte +s qu+is o N+rr+dor pode tr+ns-
cender +s norm+s p+r+ torn+r su+s históri+s +ind+ m+is me-
moríveis e empol¸+ntes.
Flasbback
Lm fl+shb+ck é um+ cen+ do p+ss+do que se rel+cion+
com o presente. Os fl+shb+cks s1o especi+lmente popul+res
em filmes, m+s + n+rr+tiv+ t+mbém pode tir+r p+rtido dest+
técnic+. A técnic+ de fl+shb+ck costum+ ser us+d+ p+r+ ex-
plic+r + históri+ de +l¸um elemento d+ n+rr+tiv+ que estí
em curso.
Dur+nte o fl+shb+ck, os jo¸+dores +ssumem os p+péis
dos person+¸ens nele envolvidos. Oer+lmente, n1o ser1o os
person+¸ens norm+is dos jo¸+dores, m+s os p+rticip+ntes
devem ter +l¸um+ rel+ç1o imedi+t+ com + históri+ princip+l.
Se os verd+deiros person+¸ens dos jo¸+dores n1o estiverem
envolvidos no fl+shb+ck, os jo¸+dores n1o dever1o us+r ne-
nhum+ inform+ç1o +dquirid+ nele p+r+ +fet+r + históri+
"re+l". O fl+shb+ck é pl+nej+do p+r+ conceder +os person+-
¸ens um l+mpejo dos incidentes por trís d+s cen+s que ¸er+-
r+m os eventos correntes.
O fl+shb+ck pode t+mbém pertencer +o p+ss+do de um
dos person+¸ens. Nesse c+so, o qu+nto melhor eles re+li:+-
rem o fl+shb+ck, m+is positiv+mente ele irí influir no jo¸o,
porque pelo menos um dos person+¸ens s+berí ext+mente o
que levou + situ+ç1o +tu+l.
histéria Paralela
As históri+s p+r+lel+s diferem dos fl+shb+cks no sentido de
que n1o est1o interli¸+d+s + históri+ "re+l". Apen+s o tem+
precis+ perm+necer const+nte. Num+ históri+ p+r+lel+, os jo-
¸+dores +ssumem controle de um ¸rupo complet+mente novo
de person+¸ens (muit+s ve:es semelh+ntes +os seus person+-
¸ens ori¸in+is), norm+lmente cri+dos pelo N+rr+dor. Atu+ndo
num+ históri+ p+r+lel+, os jo¸+dores ter1o um+ noç1o m+is
nítid+ do que estí +contecendo n+ históri+ princip+l.
Os jo¸+dores costum+m ¸ost+r dest+ técnic+ porque el+
lhes concede + ch+nce de jo¸+r com person+¸ens que de
outr+ form+ j+m+is seri+m us+dos. Lles costum+m pertencer
+ +mbientes inteir+mente inesper+dos, e os jo¸+dores des-
cobrem surpres+s p+r+ onde quer que se voltem. Lmbor+
dur+nte +s históri+s p+r+lel+s o N+rr+dor tenh+ de ser ¸ene-
roso com +s inform+çöes que concede, sempre h+verí mui-
t+s cois+s nov+s p+r+ os person+¸ens descobrirem.
Tod+ n+rr+tiv+ possui um+ históri+ p+r+lel+ esper+ndo
p+r+ ser cont+d+, m+s evite +bus+r dest+ técnic+, pois +s
históri+s p+r+lel+s exercem m+is imp+cto qu+ndo s1o us+-
d+s espor+dic+mente p+r+ revel+r um+ nov+ f+cet+ do tem+.
Seqäêacia de Seabe
Muit+s históri+s de f+nt+si+ s1o cont+d+s em seqüênci+s
de sonho. O clichê "...e ent1o ele +cordou e descobriu que
tudo tinh+ sido um sonho..." criou um+ f+m+ ruim p+r+ este
+v+nç+do conceito de n+rr+tiv+. Aind+ +ssim, +s seqüênci-
+s de sonho podem ser extrem+mente efic+:es, especi+lmente
no contexto dos jo¸os de n+rr+tiv+.
Lm+ seqüênci+ de sonho costum+ ser ex+t+mente como
+firm+ o velho clichê. L um sonho comp+rtilh+do por todos
os person+¸ens ou que se p+ss+ n+ mente de +pen+s um
deles. No sonho os person+¸ens s1o eles mesmos ou p+ródi-
+s deles mesmos. Se o sonho for de +pen+s um person+¸em,
os outros jo¸+dores +ind+ podem p+rticip+r dele +ssumindo
os p+péis de seus próprios person+¸ens, ou, como n+s histó-
ri+s p+r+lel+s, os p+péis de person+¸ens inteir+mente novos.
Lm sonho é um form+to interess+nte de n+rr+tiv+. Lle
permite +o N+rr+dor ser muito m+is liber+l em seu tr+t+mento
d+s convençöes de n+rr+tiv+. Lle pode exercer m+is controle
sobre os person+¸ens, ou pode +nul+r +s leis d+ físic+ e i¸nor+r
o sistem+ de Lobisomem. Os person+¸ens podem demonstr+r
subit+mente novos Dons ou esquecer os +nti¸os.
O sonho n1o precis+ ser de um person+¸em. Lm+ pesso+
tot+lmente desconhecid+ pode ter um+ vis1o que de +l¸um+
form+ se rel+cione com os person+¸ens. Os jo¸+dores j+m+is
devem s+ber em que sonho eles entr+r+m, m+s + históri+ do
sonho deve ser sempre import+nte p+r+ os seus person+¸ens.
O sonho deve de +l¸um modo refletir + históri+ "re+l",
ilumin+ndo +l¸um +specto consider+do import+nte pelo
N+rr+dor. lor exemplo, se + históri+ "re+l" n+rr+r os perso-
óU 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
n+¸ens sendo c+ç+dos por um hum+no que m+t+ indiscri-
min+d+mente seres de tod+s +s r+ç+s, inclusive + hum+n+,
ent1o t+lve: + históri+ do sonho sej+ um sonho do próprio
c+ç+dor. Como p+r+ o c+ç+dor pr+tic+mente tudo no meio
+mbiente é inimi¸o, seus sonhos prov+velmente s1o +ssus-
t+dores. Os jo¸+dores podem fic+r surpresos em ver seus
person+¸ens como vilöes - monstruosid+des ¸rotesc+s c+-
ç+ndo o c+ç+dor +tr+vés de um+ p+is+¸em surre+list+.
Os sonhos s1o muito import+ntes p+r+ os O+rou, que os
consider+m conexöes primordi+is com o mundo espiritu+l.
Os O+rou, p+rticul+rmente +queles com Antecedentes de
Vid+ l+ss+d+, muit+s ve:es têm sonhos premonitivos ou
import+ntes; +lém disso, um+ m+tilh+ inteir+ pode comp+r-
tilh+r sonhos. Conseqüentemente, esses sonhos devem exer-
cer ¸r+nde imp+cto sobre os person+¸ens.
Pressaqie
Al¸um+ ve: você est+v+ lendo um livro ou vendo um fil-
me e subit+mente teve um+ sens+ç1o de que s+bi+ o que i+
+contecer em se¸uid+! lsto jí +conteceu com todo mundo em
+l¸um momento, e + r+:1o p+r+ isso pode ser m+is profund+
que +divinh+r um+ tr+m+ previsível. Ch+m+-se isso de pressí-
¸io. Os +utores, pelo menos os bons, f+:em isso de propósito.
Qu+ndo você +dquire um+ noç1o do que estí por vir,
fic+ + mercê do N+rr+dor. Aind+ que s+ib+ que +l¸um+ coi-
s+ irí +contecer, n1o s+be ex+t+mente qu+ndo. Lste :|m|n¸ é
o poder que o N+rr+dor exerce sobre você. M+nej+ndo este
poder de form+ corret+, o N+rr+dor pode coloc+r o espect+-
dor num est+do de suspense. Qu+ndo o esper+do fin+lmen-
te s+lt+ sobre o espect+dor, +ind+ +ssim ele fic+ surpreso.
O pressí¸io é um elemento que pode surtir result+dos
m+r+vilhosos nos jo¸os de n+rr+tiv+. Muit+s ve:es, os perso-
n+¸ens s+ber1o com +ntecedênci+ que cois+s est1o p+r+ +con-
tecer, de modo que o N+rr+dor precis+ us+r su+ noç1o de
:|m|n¸ p+r+ m+nter um pico de empol¸+ç1o. Deve f+:er um
esforço consciente de press+¸i+r eventos iminentes ou situ-
+çöes, cedendo dic+s sutis +os person+¸ens. Se eles enten-
derem +s dic+s, f+ntístico. Se n1o entenderem, bem, tive-
r+m su+ ch+nce. A¸or+ eles fic+r1o surpresos n1o com o
:|m|n¸, m+s com o evento em si.
N1o +ntecipe tudo que irí +contecer. O pressí¸io é um+
técnic+ efic+: +pen+s qu+ndo us+do com moder+ç1o. Os
person+¸ens podem +té s+ber desde o começo d+ históri+
ex+t+mente como +s cois+s termin+r1o. Cl+ro que eles s+-
bem que + lentex estí us+ndo +s cri+nç+s r+pt+d+s como
isc+. Aind+ +ssim ter1o de s+lví-l+s.
Repetiçãe
A repetiç1o é m+is que + recorrênci+ evidente de certos
eventos ou person+¸ens. Os elementos m+is inócuos, qu+n-
do repetidos, podem oferecer profundid+de + um+ históri+.
A princípio, +pen+s o N+rr+dor estí ciente d+ repetiç1o.
Al¸um+ cois+ t1o sutil qu+nto um sot+que ou + onipresenç+
de um lo¸otipo de corpor+ç1o pode por os jo¸+dores + pen-
s+r e envolvê-los muito m+is n+ históri+.
A repetiç1o t+mbém é um+ ¸r+nde form+ de instil+r p+-
r+nói+ nos jo¸+dores. lor que t+nt+s pesso+s est1o derr+-
m+ndo "+cident+lmente" refri¸er+ntes neles! Todos se des-
culp+m muito. Nin¸uém tent+ inici+r um+ lut+. Os perso-
n+¸ens +pen+s fic+m ench+rc+dos de refri¸er+nte. T+lve:
isso f+ç+ p+rte de um+ ¸r+nde conspir+ç1o. L m+is que pro-
vível que n1o sej+, que o N+rr+dor estej+ +pen+s se diver-
tindo +s cust+s deles.
0ea(lite de Matilba
Costum+mos desencor+j+r +s lut+s intern+s n+s m+ti-
lh+s. N+d+ ret+rd+ t+nto um jo¸o qu+nto incomod+r os jo-
¸+dores com +tritos const+ntes dentro do ¸rupo - + n1o
ser que o N+rr+dor tenh+ um motivo m+is profundo.
Oc+sion+lmente, porém, + históri+ exi¸e esse tipo de
+trito. l+ç+ os person+¸ens insult+rem uns +os outros, olh+-
rem-se com +res de superiorid+de e desferir socos. lor que
f+:er isto! lorque tudo serí justific+do no fim d+ históri+.
T+lve: + históri+ di¸+ respeito + um espírito que estí
possuindo um dos person+¸ens. T+lve: +l¸um outro O+rou
estej+ us+ndo um Dom p+r+ provoc+r ess+ +nimosid+de.
T+lve: um dos person+¸ens estej+ sendo ch+nt+¸e+do p+r+
destruir + m+tilh+. C+so um jo¸+dor deixe de comp+recer +
um+ sess1o de jo¸o, seu person+¸em obvi+mente est+rí +
mercê do N+rr+dor.
Lxistem víri+s form+s de encor+j+r esse tipo de discór-
di+. l+ss+ndo bilhetes secretos p+r+ jo¸+dores selecion+dos;
inform+ndo subreptici+mente + um person+¸em que outro
o estí critic+ndo pel+s cost+s; forç+ndo um+ situ+ç1o n+
qu+l um person+¸em sej+ tom+do pelo frenesi e +t+que o
outro. lorém, lembre-se que o conflito de m+tilh+s n1o deve
ser um evento comum; em qu+se todos os c+sos, + m+tilh+
deve fort+lecer-se no fim. Qu+ndo os person+¸ens compre-
enderem + c+us+ d+ bri¸+, ver1o que serí preciso +¸ir com
m+is uni1o que nunc+.
Simbelisme
Llemento import+nte n+ liter+tur+, o simbolismo t+m-
bém pode ser us+do com eficiênci+ no jo¸o de n+rr+tiv+.
Lmbor+ os símbolos poss+m funcion+r num+ esc+l+ menor
dentro de um+ únic+ históri+, su+ verd+deir+ utilid+de tor-
n+-se evidente dur+nte +s cronic+s lon¸+s. Dentro de um+
únic+ históri+, um fomor pode represent+r o preço que +l-
¸uém p+¸+rí por poder. Num+ cronic+, um ¸r+nde número
de fomori pode represent+r + +lien+ç1o sofrid+ por muit+s
pesso+s e su+ busc+ por encontr+r um+ identid+de - qu+l-
quer identid+de.
Os símbolos podem conect+r históri+s que +p+rentemen-
te n+d+ têm em comum, m+s +l¸uns deles possuem um p+-
pel m+is met+fórico. A pomb+ simboli:+ + p+:. Lm+ toch+
+ces+ pode si¸nific+r + busc+ pelo conhecimento. A +rei+
simboli:+ o tempo. Os próprios O+rou s1o um símbolo im-
port+nte. Lles represent+m o +specto instintivo d+ n+ture:+
hum+n+, + ler+ que os homens +ind+ n1o conse¸uir+m sub-
ju¸+r. Qu+ndo um O+rou m+t+, ele o f+: p+r+ sobreviver. O
O+rou n1o foi sedu:ido pel+ civili:+ç1o; p+r+ ele - como
p+r+ + própri+ n+ture:+ - + "mor+lid+de elev+d+" dos ho-
mens n+d+ si¸nific+.
Se nós hum+nos somos selv+¸ens que +dot+mos + socie-
d+de p+r+ +p+:i¸u+r, ou melhor +ind+, elimin+r noss+s ten-
dênci+s +¸ressiv+s, podemos consider+r os O+rou como "hu-
ó! Cnµí:u1o Jrôs. ^nrrn:í+n
m+nos" que j+m+is +ceit+r+m + socied+de. Lles s1o selv+-
¸ens que ne¸+m que o +p+recimento d+ inteli¸ênci+ e d+
r+:1o tenh+ requerido + conquist+ do meio-+mbiente. A vid+
dos lobisomens +ind+ é muito ritu+li:+d+, pois foi ess+ + for-
m+ pel+ qu+l + socied+de os influenciou. Assim como hí
pesso+s em nosso mundo que se rebel+m, existem O+rou
que despre:+m ess+s re¸r+s; porém, + filosofi+ de que o equi-
líbrio precis+ ser m+ntido lev+ os lobisomens m+is velhos +
+ceit+r + +titude desses "rebeldes".
L cl+ro que todos os símbolos est1o +bertos + interpret+-
ç1o. A lu+ pode simboli:+r o ser interior d+ +lm+ dos O+rou,
+ loucur+, ou muit+s outr+s cois+s. Os espíritos podem ser
li¸+dos + noss+ consciênci+, de modo que qu+ndo + lu+ estí
chei+, os espíritos fic+m m+is +cessíveis +os x+m1s. Os O+-
rou que n+scem sob + lu+ nov+ podem esc+p+r m+is f+cil-
mente + violênci+ que permei+ + cultur+ O+rou. Assim, qu+n-
do uiv+m p+r+ + lu+, eles honr+m n1o +pen+s + n+ture:+ do
corpo celeste, m+s t+mbém + su+ própri+.
A pr+t+ represent+ simbolic+mente + m+is r+di+nte d+s
verd+des. Lsses s1o elementos de noss+s vid+s que podem
ferir + m+iori+ de nós, +té mesmo qu+ndo nos jul¸+mos in-
vulneríveis. A pr+t+ é + +rm+ que us+mos uns contr+ os
outros, m+s que pode ser volt+d+ contr+ nós. Lm m1os c+ri-
nhos+s, + pr+t+ pode ser extrem+mente bel+ e útil, m+s em
m1os +¸ressiv+s nossos se¸redos m+is íntimos podem t+m-
bém c+uteri:+r nossos cor+çöes.
Os si¸nific+dos d+ Wyld, d+ We+ver e d+ Wyrm s1o mui-
to +cessíveis, pois + Trí+de como um todo lid+ com um dos
elementos m+is simbólicos no jo¸o - espíritos. Os espíritos
form+m + b+se p+r+ + form+ como os O+rou estrutur+m +
re+lid+de. Lss+s c+te¸ori:+çöes incluem +utom+tic+mente
um preconceito cultur+l; port+nto, os espíritos podem ser
vistos como reflexos dos pens+mentos interiores dos O+rou.
C+d+ espírito represent+ um +specto muito p+rticul+r d+
re+lid+de. A n+ture:+ do +specto v+ri+ de espírito p+r+ espí-
rito, m+s é +l¸um+ cois+ específic+, como cobiç+, forç+ ou
comp+ix1o. A inter+ç1o entre esses espíritos e + Trí+de é
muito forte.
A Wyld é um +perfeiço+mento d+ re+lid+de. L o +specto
d+ re+lid+de que possibilit+ + liberd+de, + mut+ç1o, +o res-
t+nte d+ re+lid+de. Lnqu+nto + Wyld existir, + mud+nç+
serí possível. Nenhum sistem+, n1o import+ o qu1o fútil,
útil ou prejudici+l, pode existir onde + Wyld foi ferid+. N1o
import+ o qu+nto + Wyld p+reç+ bo+, el+ precis+ ser est+bi-
li:+d+. Do contrírio, su+s funçöes dinìmic+s redu:ir1o r+pi-
d+mente +s ch+nces de que qu+lquer cois+ poss+ existir num+
form+ discernível. Apen+s o c+os perm+necerí.
A We+ver é ex+t+mente o oposto. Ll+ represent+ + tr+di-
ç1o, o ritu+l e + prític+ - os elementos imutíveis d+ re+lid+-
de. A We+ver tent+ codific+r tudo que exist+ ou que poderi+
existir. N+ verd+de, o próprio processo d+ existênci+ e d+ n1o-
existênci+ é +quele que + We+ver tent+ control+r. Apen+s
+quel+s cois+s que el+ estruturou podem existir. Lmbor+ + vid+
exij+ f+tores est+bili:+ntes p+r+ que tudo n1o fuj+ +o controle,
el+ busc+ est+bilid+de em excesso. L preciso que exist+ mu-
d+nç+, porque sem mud+nç+ hí est+¸n+ç1o.
A Wyrm é + pior d+s três. Ll+ é corrupç1o, est+¸n+ç1o e,
por fim, o v+:io do vícuo: + Wyrm +tr+i e c+t+bolis+ funçöes
pur+s. A Wyrm é o que +contece qu+ndo um sistem+ n1o
conse¸ue defender-se de form+ +propri+d+ do excesso ou d+
esc+sse: d+ ordem.
0rêaicas Acaaçadas
Lx+t+mente como +s históri+s possuem conceitos +v+n-
ç+dos que podem ser utili:+dos depois que os bísicos tive-
rem sido domin+dos, o mesmo ocorre com +s cronic+s. lo-
rém, os conceitos +v+nç+dos de cronic+ requerem muito
pl+nej+mento e prep+r+ç1o p+r+ serem us+dos com eficíci+.
histéricas
Lmbor+ este livro +ssum+ que um+ cronic+ de Lobiso-
mem sej+ +mbient+d+ no Mundo d+s Trev+s, n1o hí r+:1o
p+r+ que o n+rr+dor n1o poss+ situ+r + cronic+ no p+ss+do.
Que p+pel os O+rou desempenh+r+m n+ Ouerr+ Civil Ame-
ric+n+! l+l+ndo nisso, como er+m os conflitos trib+is du-
r+nte + pré-históri+ do lmper¸ium! Lmbor+ +mbient+r su+
históri+ em outr+ époc+ exij+ que o N+rr+dor +prend+ +l¸u-
m+ cois+ sobre o período, isso t+mbém lhe concederí m+ior
liberd+de cri+tiv+, porque os jo¸+dores conhecem menos o
mundo de seus person+¸ens.
0atres Reiaes
Lmbor+ +s históri+s de Lobisomem: O ApocaIipse te-
nh+m sido pl+nej+d+s p+r+ tr+nscorrer no cenírio de um
mundo muito p+recido com o nosso, os O+rou s1o suficien-
temente vívidos e interess+ntes p+r+ oferecer possibilid+des
em outros cenírios. As históri+s podem ser +mbient+d+s num
mundo pós-holoc+usto; +qui, + b+t+lh+ dos O+rou é verd+-
deir+mente desesper+d+, pois +s m+quin+çöes d+s ¸uerr+s
d+ hum+nid+de lev+r+m o mundo peri¸os+mente perto d+
ruín+. T+lve: o ¸rupo prefir+ um +mbiente f+nt+sioso no
qu+l os O+rou sej+m +pen+s um+ d+s muit+s r+ç+s estr+nh+s
no mundo. lode-se t+mbém situ+r outr+s históri+s num
+mbiente de ficç1o científic+, f+:endo os O+rou vi+j+rem
+té outros pl+net+s p+r+ cort+r pel+ r+i: o poder d+ We+ver,
+ntes que el+ venh+ + se torn+r um+ +me+ç+.
]eqe de 1repa
No estilo "jo¸o de trop+", os p+rticip+ntes control+m m+is
de um person+¸em por ve: e, norm+lmente, comp+rtilh+m
+s respons+bilid+des de n+rr+ç1o. lor exemplo, um membro
do ¸rupo de jo¸o pode est+r interess+do em cont+r históri+s
n+ Lmbr+, enqu+nto outros preferem históri+s m+is con-
cret+s. lort+nto, os jo¸+dores cri+m du+s m+tilh+s dentro
d+ mesm+ seit+, e embor+ el+s tenh+m muit+s oportunid+-
des de se mistur+r, norm+lmente c+d+ um+ estí ocup+d+
com su+s própri+s +tivid+des.
Outr+ form+ de lid+r com o estilo jo¸o de trop+ é f+:er
c+d+ person+¸em cri+r person+¸ens O+rou e l+rentes. Os
l+rentes podem form+r + b+se d+ históri+, investi¸+ndo ocor-
rênci+s estr+nh+s e b+t+lh+ndo contr+ + Wyrm, m+s eles
podem convoc+r os O+rou qu+ndo sur¸irem problem+s.
ó4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
ó5
Todos os jo¸os possuem re¸r+s. Al¸uns s1o muito simples e
com pouc+s re¸r+s, como o "í·¸· J· S·|.-.-D.s..¨ . Outros
est1o sujeitos + muit+s e el+s s1o extrem+mente complic+d+s,
como o |r|J¸.. Lobisomem tem +l¸um+ cois+ em comum com
+mbos - possui +pen+s +l¸um+s re¸r+s simples, m+s el+s +dmi-
tem um+ ¸r+nde qu+ntid+de de permut+çöes. Você precis+
+prender +pen+s um conjunto de re¸r+s bísic+s, m+s +s permu-
t+çöes re+lç+m o s+bor do jo¸o, de modo + simul+r + complexi-
d+de d+ vid+ re+l. Lste c+pítulo descreve +s re¸r+s bísic+s de
Lobisomem; o número de permut+çöes fic+rí + seu critério.
As re¸r+s s1o como os mitos que mold+m e descrevem um+
cultur+. Ll+s definem o que é import+nte e delinei+m +s possibi-
lid+des d+ existênci+. Lmbor+ ess+s re¸r+s poss+m p+recer um
pouco estr+nh+s e exótic+s, n1o s1o re+lmente t1o complic+d+s
+ssim. Depois que você +s tiver entendido, verí como é fícil
jo¸+r. Apen+s concentre-se em +prender estes conceitos bísicos;
todo o resto +contecerí n+tur+lmente.
!empe
M|n|a j. .·n:|nua |na|a|at.|.
-¸·ra . s.mjr. a..|:· · :.mj· J. .·ra¸a·.
S´ .|. . |nja|/t.|, s´ .|. .nt·|t. . .·mj|.:a :uJ·.
Lm jr·J/¸|· m/s:|.· ¡u., s·z|n|·, .·mj|.:a :uJ·.
- W+lt Whitm+n, "Son¸ of Myself"
A primeir+ cois+ que você precis+ +prender é como o tem-
po tr+nscorre em Lobisomem. Lxistem cinco form+s diferen-
tes de descrever o tempo, pro¸redindo d+ menor unid+de +té +
m+is +br+n¸ente.
º Turno - Lm+ unid+de de tempo dentro de um+ cen+,
v+ri+ndo de três se¸undos + três minutos de dur+ç1o. Lm tur-
no é tempo suficiente p+r+ execut+r um+ +ç1o (discutid+ +di-
+nte).
º Cen+ - Lm período comp+cto de +ç1o e personific+ç1o
que ocorre num mesmo lu¸+r. Lm+ cen+ é constituíd+ de um
número v+riível de turnos (t+ntos qu+ntos forem necessírios
p+r+ completí-l+); t+mbém pode ser complet+d+ unic+mente
+tr+vés d+ personific+ç1o, o que n1o requer o uso de turnos.
º C+pítulo - Lm+ p+rte independente de um+ históri+,
qu+se sempre execut+d+ em um+ sess1o de jo¸o. L constituíd+ de
víri+s cen+s conect+d+s por um+ série de entre+tos.
º Históri+ - Lm+ tr+m+ complet+, com introduç1o, de-
senvolvimento e clím+x, que norm+lmente requer vírios c+pí-
tulos p+r+ ser complet+d+.
º Cronic+ - Lm+ série inteir+ conect+d+ pel+s vid+s dos
person+¸ens e t+lve: por um tem+ e um+ tr+m+ concebidos
m+is +mpl+mente. L simplesmente + históri+ corrente cont+d+
por você - e pelos jo¸+dores.
Açèes
Além de represent+r +s f+l+s e os diílo¸os de seus person+-
ír..|sa |at.r uma .·mj.:|¸a· .n:r. n´s, m.u jr..|·ss·. S. · jr..|·s· j.r¸un-
:ar, . .|. na· r.sj·nJ.r, n´s · .·m.m·s, m.u jr.sss|·ss·. S. .|. n·s j.r¸un:ar,
. n´s na· r.sj·nJ.rm·s, .n:a· jaz.m·s · ¡u. .|. ¡u.r, ..r:·:
- J.R.R. Tolkien, Ò H·|||:
Cnµí:u1o Qun:ro. H.grns
0apítale §aatre: 0apítale §aatre:
0apítale §aatre: 0apítale §aatre: 0apítale §aatre:
Reqras Reqras
Reqras Reqras Reqras
óó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
¸ens, os jo¸+dores ir1o querer que eles executem (ou pelo menos
tentem execut+r) +s +çöes que eles descrevem +o N+rr+dor. Lm+
+ç1o pode ser qu+lquer cois+, desde s+lt+r sobre um desfil+deiro
+té olh+r p+r+ trís p+r+ ver se +l¸uém o estí se¸uindo. O jo¸+dor
cont+ +o N+rr+dor o que seu person+¸em estí f+:endo e det+lh+
os procedimentos que us+.
Muit+s +çöes s1o +utomític+s - por exemplo, qu+ndo um
jo¸+dor cont+ +o N+rr+dor que o seu person+¸em estí c+mi-
nh+ndo pel+ ru+ n+ direç1o de um +rm+:ém. Tudo o que o
N+rr+dor precis+ f+:er é m+nter um re¸istro de onde o perso-
n+¸em se encontr+ e o que ele estí f+:endo. Contudo, cert+s
+çöes requerem um teste de d+dos p+r+ determin+r sucesso ou
fr+c+sso.
]eqaade es 0ades
A vid+ sempre estí +trel+d+ + prob+bilid+des. Lxiste + pro-
b+bilid+de de você ¸+nh+r n+ loteri+, ou de que você sej+
process+do, ou de que você morr+ num +cidente de +vi1o. As
prob+bilid+des t+mbém desempenh+m um p+pel decisivo em
Lobisomem. lorém, us+mos d+dos p+r+ simul+r + duplicid+de
d+ Don+ Sorte.
l+r+ jo¸+r Lobisomem é preciso us+r d+dos de de: f+ces,
que podem ser compr+dos em qu+lquer loj+ especi+li:+d+. Se
você for o N+rr+dor, precis+rí de um monte de d+dos, pelo
menos uns 10, todos p+r+ você. Qu+ndo for jo¸+dor, t+mbém
precis+rí us+r d+dos, m+s poderí comp+rtilhí-los com os outros
p+rticip+ntes.
Nícel de 0empetêacia
Lm person+¸em é descrito por su+s C+r+cterístic+s - +s
c+p+cid+des in+t+s e +dquirid+s e +s +ptidöes que ele possui.
As C+r+cterístic+s s1o definid+s por números que v+ri+m de 1
+ 5 e express+m o ¸r+u de competênci+ do person+¸em num+
C+r+cterístic+ específic+, em esc+l+ +scendente. Assim, o ní-
vel 1 corresponde + "fr+co", enqu+nto o nível 5 represent+ um
¸r+u de competênci+ "extr+ordinírio". Lst+ esc+l+ de um +
cinco equiv+le +o f+moso sistem+ de cl+ssific+ç1o por "estre-
l+s", +mpl+mente utili:+do pelos críticos de cinem+ e de culi-
níri+.
Consider+-se que p+r+ um hum+no norm+l, o ¸r+u de com-
petênci+ v+rie de 1 + 3, com o 2 represent+ndo o nível médio. L
cl+ro que pode h+ver c+sos de pesso+s superdot+d+s, com níveis
como + (excepcion+l) ou 5 (extr+ordinírio) e, hí t+mbém +que-
les que s1o verd+deiros z.r·s num+ C+r+cterístic+ (o que é extre-
m+mente r+ro, m+s n1o impossível).
x léssimo
º lr+co
º Médio
ººº Bom
ºººº Lxcepcion+l
ººººº Lxtr+ordinírio
Ls+-se um d+do p+r+ c+d+ nível que seu person+¸em pos-
su+ num+ determin+d+ C+r+cterístic+. lort+nto, se você tiver
qu+tro níveis de lorç+, poderí jo¸+r qu+tro d+dos. Se tiver um
de lercepç1o, poderí jo¸+r somente um d+do. M+s você qu+se
nunc+ jo¸+ +pen+s com o número de d+dos equiv+lente +o
nível que tem num Atributo (p+rìmetro que define +s su+s
c+p+cid+des intrínsec+s). Norm+lmente, você precis+ som+r o
número de d+dos que possui num Atributo +quele que possui
num+ H+bilid+de (p+rìmetro que indic+ +s cois+s que você
ó7
conhece e +prendeu).
Assim, se o N+rr+dor quisesse, por exemplo, que os jo¸+do-
res fi:essem um l+nce de d+dos p+r+ verific+r se os person+¸ens
not+m o c+rro-p+trulh+ que os estí se¸uindo, determin+ri+
que eles fi:essem + jo¸+d+ us+ndo seus níveis de lercepç1o
(um Atributo) e lrontid1o (um+ H+bilid+de) som+dos. Ou
sej+, c+d+ um us+ri+ um número de d+dos correspondente +o
número de seus pontos de lercepç1o ma|s seus pontos de lron-
tid1o. Lm outr+s p+l+vr+s, us+ri+m t+ntos d+dos qu+nto fossem
seus tot+is de pontos com +quele Atributo e +quel+ H+bilid+-
de.
Lsses d+dos s1o ch+m+dos coletiv+mente de l+r+d+ de
D+dos. A l+r+d+ de D+dos de um person+¸em delinei+ o nú-
mero tot+l de d+dos que seu jo¸+dor pode us+r num único
turno - norm+lmente p+r+ um+ +ç1o simples, embor+ um
jo¸+dor poss+ dividir um+ l+r+d+ de D+dos p+r+ permitir que
seu person+¸em desempenhe m+is de um+ +ç1o. Lm jo¸+dor
qu+se sempre jo¸+ um número de d+dos equiv+lente +o nível
de competênci+ perm+nente de um+ C+r+cterístic+ (repre-
sent+do n+ pl+nilh+ pelos círculos), n1o o equiv+lente +o seu
nível +tu+l (os qu+dr+dos).
Hí muit+s +çöes que n1o requerem, ou sequer correspon-
dem + um+ H+bilid+de específic+ - como qu+ndo um jo¸+-
dor f+: um teste de +bsorç1o de d+no, por exemplo. Nesses
c+sos, p+r+ f+:er + jo¸+d+ us+-se +pen+s um número de d+dos
correspondente +o seu nível num Atributo +propri+do (no exem-
plo +cim+, us+rí+mos o nível de V|¸·r).
N1o existem n.n|uma situ+ç1o onde sej+ possível +dicon+r
m+is de du+s C+r+cterístic+s + um+ l+r+d+ de D+dos. No c+so
d+ lorç+ de Vont+de, por exemplo, que tem v+lor potenci+l 10
p+r+ qu+lquer person+¸em, + jo¸+d+ é feit+ sem +dicion+r qu+l-
quer outr+ C+r+cterístic+. Oer+lmente é impossível p+r+ um
ser hum+no norm+l possuir m+is de 10 d+dos num+ l+r+d+ de
D+dos.
0i(icaldades
- J.s.|Ja jara -t.rnus . ja.||,
Mas su||r n·tam.n:.,
Lma t.z ma|s ¸a|¸ar ·s J.¸raus a:. · a|:·,
L · ¸ranJ. J.saj|·.
- Vir¸ílio, - Ln.|Ja
L preciso s+ber que tipo de result+do se busc+ +o f+:er um
l+nce de d+dos. Sempre que for necessírio f+:er um teste, o
N+rr+dor est+belecerí um "¸r+u de dificuld+de" p+r+ ele. Lsse
¸r+u de dificuld+de é expresso por um número entre 2 e 10, e,
p+r+ que você sej+ consider+do bem-sucedido n+quilo que
estí tent+ndo re+li:+r, serí preciso obter pelo menos um resul-
t+do i¸u+l + esse número no l+nce de d+dos. lsto é, p+r+ ser
bem-sucedido, pelo menos um dos d+dos l+nç+dos deverí
mostr+r um result+do m+ior ou i¸u+l +o ¸r+u de dificuld+de
definido p+r+ +quel+ tent+tiv+. C+d+ d+do que +present+r um
result+do desses cont+ como um su..ss·. lor exemplo, se num+
jo¸+d+ de ¸r+u de dificuld+de 6 você obtiver os result+dos
2,3,6,5 e 9, si¸nific+rí que conse¸uiu J·|s sucessos (o 6 e o 9).
Lmbor+ um único sucesso sej+ suficiente, qu+nto m+is você
obtiver, melhor serí su+ m+r¸em e, conseqüentemente, me-
lhor o seu desempenho. Lm sucesso único lhe +sse¸ur+ um+
m+r¸em m/n|ma, três ¸+r+ntem um+ m+r¸em :·:a| e cinco re-
present+m um +contecimento memorível.
Craus de DificuIdade
3 lícil
4 Rotineiro
5 Lquilibr+do
6 M.J|·
7 Des+fi+dor
8 Difícil
9 Lxtrem+mente Difícil
Margem de Sucesso
Um sucesso Mínim+
Dois sucessos Moder+d+
Três sucessos T·:a|
Quatro sucessos Lxcepcion+l
Cinco sucessos lenomen+l
Como você pode ver, se o ¸r+u de dificuld+de for m+is b+ixo,
torn+-se m+is fícil obter um sucesso, e vice-vers+. Sempre que +
+ç1o que você tiver decidido re+li:+r for difícil, o N+rr+dor est+-
belecerí ¸r+us de dificuld+de m+is elev+dos. lor outro l+do, se +
+ç1o for p+rticul+rmente fícil, ele t+nto poderí permitir que você
+ execute au:·ma:|.am.n:. (porque seus níveis de Atributos e
H+bilid+des s1o +ltos), qu+nto poderí determin+r um ¸r+u de
dificuld+de b+ixo.
Lmbor+ os ¸r+us "2" e "10" n1o estej+m rel+cion+dos n+
list+ +cim+, você, como N+rr+dor, tem tod+ liberd+de p+r+
decidir +tribuir um deles + qu+lquer jo¸+d+. Contudo, você
qu+se nunc+ deverí usí-los. O ¸r+u dois é t1o ridicul+mente
fícil, que você pode muito bem deix+r o person+¸em ser bem-
sucedido sem desperdiç+r tempo jo¸+ndo d+dos. O ¸r+u 10 é
:a· difícil, que +s ch+nces de +tin¸ir seu objetivo ou f+lh+r
critic+mente se i¸u+l+m, independentemente do número de
d+dos que o jo¸+dor estej+ l+nç+ndo. N+s r+r+s oc+siöes em
que você +tribuir um ¸r+u de dificuld+de 10, certifique-se de
que s+be o que estí f+:endo, pois est+rí pr+tic+mente invi+bi-
li:+ndo +s ch+nces de sucesso. L qu+se impossível conse¸uir
um 10 num l+nce de d+dos, m+s c+so ocorr+, o jo¸+dor terí
obtido um sucesso +utomítico, n1o import+ o que m+is +conte-
ç+.
A menos que o N+rr+dor determine +l¸o em contrírio, o
¸r+u de dificuld+de jaJra· p+r+ um+ determin+d+ t+ref+ é
sempre i¸u+l + 6.
A Reqra de um
Hí +ind+ um último det+lhe sobre os l+nces de d+dos - é
+ ch+m+d+ "r.¸ra J· um¨. Sempre que você obtiver um d+do
cujo result+do sej+ "um", ele c+ncel+rí um "sucesso". T+nto o
d+do do "um" como o do "sucesso" devem ser removidos e
postos de l+do. Se você obtiver m+is "uns" do que "sucessos",
est+rí sujeito + +l¸um tipo de des+stre, porque terí sofrido um+
ía||a Cr/:|.a. Os "uns" que tiverem c+ncel+do "sucessos" de-
ver1o ser desconsider+dos, m+s, se +pós o processo de "com-
pens+ç1o" houver sobr+do um único d+do com result+do i¸u+l
+ 1, você est+rí enfrent+ndo um+ f+lh+ crític+. A ¸r+vid+de d+
conseqüênci+ d+ f+lh+ n1o é determin+d+ pel+ qu+ntid+de de
d+dos "um " que rest+r+m, m+s sim pel+s circunstìnci+s que +
cerc+m - dependendo d+ situ+ç1o, el+ poderí ser c+t+strófic+,
ou n1o p+ss+r de um mero desli:e. Se n1o rest+r nenhum "um" ou
"sucesso", você terí simplesmente fr+c+ss+do em seu intento.
Cnµí:u1o Qun:ro. H.grns
óB 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Açèes Preleaqadas
l+r+ ser tot+lmente bem-sucedido, você de ve: em qu+n-
do precis+rí de m+is de um sucesso - irí precis+r +cumul+r
três, ou sete, ou mesmo 20 sucessos (em r+r+s oc+siöes). Qu+n-
do +pen+s um sucesso for o suficiente p+r+ se complet+r um+
+ç1o, el+ serí ch+m+d+ de a¸a· s|mj|.s. Nos outros c+sos serí
um+ a¸a· jr·|·n¸aJa.
Num+ +ç1o prolon¸+d+ você irí l+nç+r d+dos repetid+-
mente dur+nte turnos subseqüentes, num+ tent+tiv+ de +cu-
mul+r sucessos suficientes p+r+ ser bem-sucedido. lor exem-
plo, o seu person+¸em estí esc+l+ndo um+ írvore e o N+rr+dor
+nunci+ que qu+ndo você obtiver um tot+l de sete sucessos,
ele terí che¸+do +o topo. No fim d+s cont+s ele che¸+rí +o
topo, m+s é cl+ro que qu+nto m+is testes nos d+dos você re+li-
:+r, m+is ch+nces o seu person+¸em terí de sofrer um+ f+lh+
crític+ ou se m+chuc+r. Se ele estiver tent+ndo descer um+
írvore em ch+m+s, + qu+ntid+de de tempo despendido se tor-
n+rí import+ntíssim+.
Dur+nte um+ +ç1o prolon¸+d+ você pode continu+r ten-
t+ndo obter sucessos enqu+nto quiser, ou no mínimo +té f+lh+r
em obter +o menos um sucesso. C+so você sofr+ um+ f+lh+
crític+, o seu person+¸em t+lve: precise começ+r de novo do
princípio, sem sucessos +cumul+dos. O N+rr+dor poderí deci-
dir n1o deix+r o person+¸em tent+r de novo.
Lste tipo de +ç1o é m+is complic+do que um+ a¸a· s|mj|.s
e n1o deve ser empre¸+do no meio de um+ personific+ç1o
intens+. Como N+rr+dor, você decide que tipo de +ç1o é +pro-
pri+d+. Lm pouquinho de experiênci+ lhe serí muito útil en-
qu+nto estiver utili:+ndo ess+s re¸r+s.
Açèes Resistidas
Oc+sion+lmente você execut+rí um+ +ç1o em oposiç1o +
re+li:+d+ por outro person+¸em. Vocês dois re+li:+r1o seus tes-
tes, com um ¸r+u de dificuld+de norm+lmente determin+do
por um+ C+r+cterístic+ do outro person+¸em, e +quele que
obtiver m+is sucessos serí o vencedor. lorém, +pen+s ser1o
consider+dos sucessos seus o número de sucessos que você
obtiver +cim+ do número +lc+nç+do pelo oponente. Os suces-
sos do oponente elimin+m os seus, ex+t+mente como f+:em os
"um". lort+nto é muito difícil, e r+ro, obter um+ m+r¸em ex-
cepcion+l de sucessos num+ +ç1o resistid+. Mesmo se o seu
oponente n1o puder derrotí-lo, ele poderí diminuir o efeito
dos seus esforços. N+s +çöes que sej+m + um só tempo prolon-
¸+d+s e resistid+s, um dos oponentes precis+ +cumul+r um+
determin+d+ qu+ntid+de de sucessos p+r+ ser complet+mente
bem-sucedido. C+d+ sucesso +cim+ do número tot+l de suces-
sos do oponente, obtidos num único turno, é som+do +o tot+l
de sucessos. O primeiro + obter o número desi¸n+do de suces-
sos vence + disput+.
Lm se¸uid+, experimente enfrent+r um+ +ç1o prolon¸+d+
e resistid+. Lm exemplo deste tipo de +ç1o é um+ disput+ de
qued+ de br+ço. l+r+ isso serí necessírio f+:er um+ série inde-
finid+ de jo¸+d+s, c+d+ um+ us+ndo um+ C+r+cterístic+ dife-
rente e com diferentes ¸r+us de dificuld+de. l+r+ vencer seu
oponente, você precis+rí +cumul+r cinco sucessos + m+is que
ele. Lm+ f+lh+ crític+ elimin+rí todos os sucessos que tiver
Sacesses Aatematices
Se você test+r c+d+ bob+¸em nos d+dos, +c+b+rí prejudi-
c+ndo + fluênci+ do jo¸o. Lobisomem empre¸+ um sistem+
muito simples p+r+ sucessos +utomíticos, de modo que os jo¸+-
dores n1o precisem re+li:+r testes nos d+dos p+r+ +çöes que os
person+¸ens poderi+m desempenh+r com os olhos fech+dos.
luncion+ +ssim: se o número de d+dos que f+:em p+rte de
um+ l+r+d+ de D+dos for i¸u+l ou m+ior que o ¸r+u de dificul-
d+de, ent1o você serí +utom+tic+mente bem-sucedido. lsso é
consider+do o equiv+lente + obtenç1o de um único sucesso,
de modo que oc+sion+lmente um jo¸+dor poderí querer jo¸+r
os d+dos +ssim mesmo, num+ tent+tiv+ de obter um+ m+r¸em
melhor. M+s p+r+ +çöes m+is simples e freqüentes, os sucessos
+utomíticos podem elimin+r um considerível desperdício de
tempo. (Rep+re que determin+d+s +çöes, como comb+te, s1o
sempre problemític+s e n1o devem ser tr+t+d+s com este siste-
m+).
As re¸r+s de sucesso +utomítico podem ser us+d+s p+r+
elimin+r complet+mente + necessid+de de decidir nos d+dos,
sendo, port+nto, um recurso que você cert+mente us+rí du-
r+nte +s Açöes +o Vivo. Ness+s situ+çöes, os sucessos +utomí-
ticos n1o s1o um+ quest1o de escolh+. Ou você é bom o b+st+n-
te p+r+ ser bem-sucedido, ou n1o é. L simples, m+s brinc+r de
políci+ e l+dr1o t+mbém er+, e + ¸ente +dor+v+ f+:er isso. A
históri+ er+ import+nte, +s re¸r+s n1o.
Lsse sistem+ simplório possui +té mesmo um+ v+ri+ç1o, que
+jud+ + d+r um pouco m+is de cor +s situ+çöes: pode-se ¸+st+r
um ponto de lorç+ de Vont+de p+r+ se obter um sucesso +uto-
mítico. Você n1o v+i querer f+:er isso com freqüênci+, m+s
poderí ser um recurso v+lioso p+r+ re+li:+r determin+d+s +çöes.
L ló¸ico que se um+ +ç1o exi¸ir + obtenç1o de sucessos múlti-
plos o ponto de lorç+ de Vont+de cont+rí como +pen+s um
deles.
Qu+ndo jo¸+mos, constum+mos us+r um+ combin+ç1o de
decisöes nos d+dos e sucessos +utomíticos. Dur+nte + m+iori+
d+s cen+s - especi+lmente qu+ndo est+mos b+st+nte envolvidos
com + históri+ - nós nem mesmo re+li:+mos testes nos d+dos,
preferindo jo¸+r sem interrupç1o. Contudo, qu+ndo est+mos m+is
em clim+ de ¡·¸ar um ¡·¸· do que de .·n:ar uma ||s:´r|a, decidi-
mos um+ porç1o de cois+s nos d+dos e +crescent+mos muit+s
complic+çöes +s re¸r+s.
0emplicaçèes
Você jí deve ter percebido que é b+st+nte fícil obter um
único sucesso, mesmo qu+ndo se jo¸+ +pen+s um ou dois d+-
dos. Ls+ndo +pen+s dois d+dos num teste cujo ¸r+u de dificul-
d+de sej+ 6, su+ ch+nce de obter um+ m+r¸em m/n|ma de
sucesso é de ¯5º. Lmbor+ isso poss+ p+recer fícil dem+is, exis-
tem víri+s form+s de complic+r +s cois+s, +l¸um+s d+s qu+is
discutiremos +di+nte. l+r+ os ¸rupos que estej+m pe¸+ndo pe-
s+do n+ interpret+ç1o, b+st+m jo¸+d+s simples nos d+dos e su-
cessos +utomíticos. Lm ¸er+l, você irí +plic+r um+ complic+-
ç1o c+so os jo¸+dores (ou você mesmo) estej+m querendo um+
p+us+ no jo¸o, ou se você quiser um result+do re+list+ ou se
quiser f+:er um jo¸o + p+rtir d+ cen+. As complic+çöes podem
+crescent+r dr+m+ + históri+ e ¸er+r m+is +rdor e concentr+-
ç1o.
ó9
A Reqra de 0are
lembre-se que no fundo hí +pen+s um+ re¸r+ re+l em
Lobisomem: n1o hí re¸r+s. Você deve +d+pt+r este jo¸o
de +cordo com + su+ necessid+de - se +s re¸r+s o +tr+p+-
lh+rem, ent1o i¸nore-+s ou mude-+s. Afin+l, + verd+deir+
complexid+de e bele:+ do mundo re+l n1o pode ser c+pt+d+
por re¸r+s; é preciso n+rr+tiv+ e im+¸in+ç1o p+r+ f+:er isso.
N+ verd+de ess+s re¸r+s s1o m+is orient+çöes que propri+-
mente re¸r+s, e você tem tot+l liberd+de p+r+ us+r, +bus+r,
i¸nor+r e mudí-l+s de +cordo com + su+ vont+de.
!rabalbe de £qaipe
De ve: em qu+ndo os person+¸ens poder1o tr+b+lh+r jun-
tos p+r+ +cumul+r sucessos, o que ocorre com m+is freqüênci+
dur+nte um+ +ç1o prolon¸+d+. De +cordo com o critério do
N+rr+dor, dois ou m+is person+¸ens podem l+nç+r d+dos sep+-
r+d+mente e som+r seus sucessos. No ent+nto, eles nunc+ po-
der1o som+r su+s C+r+cterístic+s individu+is num+ únic+ jo¸+-
d+. O tr+b+lho de equipe é eficiente em +l¸um+s circunstìnci-
+s, como comb+te, c+ç+d+ n+s trev+s, colet+ de inform+çöes e
conserto de +p+relhos. Lm outros ele pode ser re+lmente um
incomodo, como em muit+s +çöes soci+is (onde isso pode con-
fundir o objetivo).
A t+bel+ + se¸uir pode servir p+r+ escl+recer + su+ confus1o
em rel+c1o + +l¸uns dos diferentes tipos de jo¸+d+s que podem
ser feit+s.
c+sos como este, o N+rr+dor pode simplesmente determin+r
que o person+¸em n1o tenh+ nem condiçöes de tent+r m+is
um+ ve: - como você intimid+ +l¸uém que jí s+cou o seu
blefe!
Lis outros exemplos de qu+ndo us+r est+ re¸r+: +rromb+r um+
fech+dur+ (Rep+ros), esc+l+r um muro (Atletismo), record+r um+
p+l+vr+ de lín¸u+ estr+n¸eir+ (lin¸üístic+).
Lm +l¸um+s oc+siöes o N+rr+dor n1o deve evoc+r est+ re-
¸r+. Lm exemplo notível ocorre dur+nte o comb+te. Lrr+r o
primeiro tiro contr+ +l¸uém n1o si¸nific+ necess+ri+mente que
o +tir+dor ficou nervoso e, port+nto, sujeito + err+r de novo.
M+s depois que o +tir+dor tiver err+do um+s du+s ve:es, espe-
ci+lmente se o +lvo est+v+ bem próximo e desprote¸ido...
Outros exemplos de qu+ndo n1o us+r est+ re¸r+: ver +l¸u-
m+ cois+ com o c+nto do olho (lrontid1o) e se esquiv+r de um
+t+que (Lsquiv+).
£rperimeate
Bem, é isso +í. As re¸r+s s1o ess+s. N+ verd+de, p+r+ jo¸+r
Lobisomem você só precis+ +prender como funcion+m +s jo-
¸+d+s com d+dos. Se você tiver entendido o que foi discutido
nest+ seç1o, n1o terí dificuld+de em compreender o rest+nte.
Se +ch+r que n1o "pe¸ou" bem todos os conceitos, relei+-os e
verí como d+ se¸und+ ve: tudo f+rí m+is sentido.
A¸or+ ví em frente e f+ç+ +l¸uns testes nos d+dos, us+ndo
o exemplo de person+¸em do C+pítulo Cinco. lé-n+-Terr+
estí ex+min+ndo + s+l+ n+ tent+tiv+ de detect+r um M+ldito
- o O+rou +ch+ que o espírito s+iu d+ Lmbr+ p+r+ o mundo
físico. O N+rr+dor +tribui + +ç1o um ¸r+u de dificuld+de 3.
le¸ue três d+dos devido + lercepç1o 3 de lé-n+-Terr+, e três
d+dos devido + su+ lrontid1o 3. A¸or+ você estí com seis
d+dos n+ m1o - um+ qu+ntid+de r+:oível. Su+s ch+nces de
fr+c+ss+r s1o mínim+s (poderi+ +té mesmo decidir +ceit+r um
sucesso +utomítico, porque o número de d+dos que possui
compens+ + dificuld+de), m+s ví em frente e l+nce os d+dos;
+fin+l, nunc+ se s+be... Verifique qu+ntos sucessos conse¸uiu
- n1o esqueç+ de subtr+ir um sucesso p+r+ c+d+ "1" que tiver
obtido. L ent1o! Você conse¸uiu ou sofreu um+ f+lh+ crític+!
Qu+nto m+is sucessos você obtiver, m+is rípido e melhor lé-
n+-Terr+ verí o M+ldito. Lm único sucesso si¸nific+rí que,
embor+ lé-n+-Terr+ perceb+ que o M+ldito estí por perto, n1o
conse¸ue che¸+r +té ele. Vírios sucessos indic+ri+m que lé-
n+-Terr+ o enxer¸+ cl+r+mente e pode +té mesmo identificí-
lo.
Necas !eataticas
As ve:es o fr+c+sso é enerv+nte. Se você estí tendo proble-
m+s com o seu comput+dor e n1o conse¸ue encontr+r + c+us+
do erro do sistem+, fic+ com + c+beç+ quente e, port+nto, sujei-
to + cometer erros. l+r+ refletir esse tipo de nervosismo em
Lobisomem, o N+rr+dor +ument+ o ¸r+u de dificuld+de de
qu+lquer +ç1o que o person+¸em tent+ desempenh+r pel+ se-
¸und+ ve:, +pós ter f+lh+do n+ primeir+.
Sempre que um person+¸em tent+r desempenh+r um+ +ç1o
n+ qu+l jí tenh+ fr+c+ss+do, o N+rr+dor tem + opç1o de +u-
ment+r + dificuld+de d+ +ç1o em um. Considere um person+-
¸em que tente intimid+r +l¸uém. Se + primeir+ tent+tiv+ f+-
lhou, + se¸und+ serí +ind+ menos provível de ser bem sucedi-
d+, de modo que + dificuld+de serí +ument+d+ em um. Num+
terceir+ tent+tiv+, + dificuld+de serí +ument+d+ em dois. Lm
Ação ExempIo Descrição
SimpIes Arm+s de fo¸o, A +ç1o é complet+d+ com
lrontid1o um único l+nce. O N+rr+-
dor +nunci+ os ¸r+us de di-
ficuld+de e os jo¸+dores
l+nç+m os seus d+dos. L
possível determin+r um
sucesso +utomítico.
ProIongada Correr, A t+ref+ é complet+d+
lesquis+r, qu+ndo um determin+do
R+stre+r número de sucessos é obti-
do, o que pode requerer
m+is de um l+nce (+umen-
t+ndo o risco de ocorrên-
ci+ de um+ f+lh+ crític+).
Resistida C+ç+r Lm+ disput+ de H+bilid+-
des entre dois indivíduos.
Lles comp+r+m seus núme-
ros de sucessos e +quele que
tiver o m+ior número vence.
ProIongada Qued+ de br+ço Dois indivíduos compe-
e Resistida tem como n+ +ç1o resisti-
d+, m+s +ntes que um de-
les poss+ +le¸+r vitóri+, pre- cis+ +cumul+r
um determi- n+do número de suces-
sos.
Cnµí:u1o Qun:ro. H.grns
7U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
d+de 6).
º l+r+ impedir o motor de explodir, v+i ter de +just+r +
rebimboc+ d+ p+r+fuset+. l+ç+ um teste de lorç+ ÷ Rep+ros
(dificuld+de 6).
º Você tent+ decifr+r o que estí err+do com o motor do
c+rro pelo som esquisito que ele estí f+:endo. Teste lercepç1o
÷ Rep+ros (dificuld+de 6).
º C+v+l¸+r c+v+los +terrori:+dos exi¸e muit+ forç+ e experi-
ênci+. Teste lorç+ ÷ Lmp+ti+ com Anim+is (dificuld+de 9).
º Você tent+ decifr+r por que os corvos começ+r+m de
repente + ¸r+sn+r +lto . Teste lnteli¸ênci+ ÷ Lmp+ti+ com
Anim+is (dificuld+de 9).
º Acen+ p+r+ m+nd+r o motorist+ do c+minh1o p+r+r no
+cost+mento e fin¸e ¸rit+r +l¸um+ cois+ pel+ j+nel+. Teste
M+nipul+ç1o ÷ Conduç1o (dificuld+de +).
º De repente, um homem jo¸+ um en¸r+d+do do fur¸1o
que você est+v+ se¸uindo - teste R+ciocínio ÷ Conduç1o
p+r+ ver se conse¸ue evit+r b+ter nele (dificuld+de 6).
º Qu+nto tempo você perm+nece imóvel nos +rbustos en-
qu+nto os dois ¸u+rd+s t+¸+rel+m sem p+r+r! Teste Vi¸or ÷
lurtivid+de (dificuld+de ¯). C+d+ sucesso indic+ + p+ss+¸em
de 10 minutos.
º Você tent+ se¸uir + intrinc+d+ trilh+ de documentos +té
+ comp+nhi+ que ¸erou os resíduos bioló¸icos cont+min+dos.
l+ç+ um teste de lnteli¸ênci+ ÷ lnvesti¸+ç1o (dificuld+de 9).
º O +tendente d+ loj+ estí mentindo sobre o que record+!
Teste lercepç1o ÷ lnvesti¸+ç1o (dificuld+de ¯).
º Você precis+ +crescent+r ex+t+mente 2,3 m¸ de óxido
nitroso + soluç1o - nem m+is, nem menos. Teste Destre:+ ÷
Ciênci+ (dificuld+de +).
º Você f+: + besteir+ de tent+r inv+dir o sistem+ de com-
put+ç1o d+ Southern Bell. Teste lnteli¸ênci+ ÷ Comput+ç1o
(dificuld+de 3) p+r+ perceber o f+to de que isso é virtu+lmente
impossível.
º Tent+ convencer os +¸entes do lBl de que você n1o
est+v+ envolvido com os h+ckers que inv+dir+m o sistem+ de
comput+ç1o d+ Southern Bell. Teste M+nipul+ç1o ÷ Compu-
t+ç1o (dificuld+de 10). (M+s, + despeito do result+do do teste,
os +¸entes confisc+m o seu comput+dor.)
º O ritu+l lev+ três di+s p+r+ ser complet+do. Você conse-
¸ue fic+r +cord+do dur+nte ¯2 hor+s! Teste Vi¸or ÷ Ritu+is
(dificuld+de o).
º Você tent+ se livr+r d+s +l¸em+s que o prendem (bo+
sorte') Teste Destre:+ ÷ M+nh+ (dificuld+de 10). Você preci-
s+ m+rc+r três sucessos.
º Qu+l é + lín¸u+ que el+ estí f+l+ndo! Teste lnteli¸ênci+
÷ lin¸üístic+ (dificuld+de 6) p+r+ descobrir.
!ermes de ]eqe
HabiIidades: S1o +s C+r+cterístic+s que descrevem o que
um person+¸em conhece e +prendeu, m+s n1o o que ele ..
Lxs.: lntimid+ç1o, Arm+s de lo¸o e Ritu+is.
Ação: Lm+ +ç1o é o desempenho de um+ t+ref+, que
pode ser um+ +tivid+de consciente, físic+, soci+l ou ment+l.
Qu+ndo um jo¸+dor +nunci+ que seu person+¸em estí f+:en-
do +l¸um+ cois+, ele estí desempenh+ndo um+ +ç1o.
+cumul+do.
º lrimeir+ jo¸+d+: C+d+ person+¸em f+rí um teste de lor-
ç+; + dificuld+de é + Destre:+ do +dversírio ÷ 3 (+ velocid+de
é import+nte no primeiro movimento).
º Se¸und+ e terceir+ jo¸+d+s: C+d+ um f+: um teste de
lorç+, com um ¸r+u de dificuld+de i¸u+l + lorç+ do +versírio
÷ 3.
º Qu+rt+ jo¸+d+ (e tod+s +s subseqüentes): C+d+ jo¸+dor
test+rí lorç+, us+ndo como ¸r+u de dificuld+de + lorç+ de
Vont+de do +dversírio.
£remples de ]eqadas
A se¸uir descreveremos +l¸uns exemplos de jo¸+d+s, p+r+
que você tenh+ um+ noç1o de como incorpor+r ess+s re¸r+s +o
seu jo¸o. Observe que c+d+ um dos Atributos pode ser +ssoci-
+do + um+ d+s H+bilid+des, cri+ndo port+nto um potenci+l de
2¯0 tipos de jo¸+d+s simples que podem ser re+li:+d+s. Cí en-
tre nós, você r+r+mente irí us+r + combin+ç1o de seu nível no
Atributo Vi¸or com o de seu Conhecimento em C·mju:a¸a·,
m+s pode +té +contecer...
º Você perm+nece em vi¸íli+ enqu+nto seus comp+nhei-
ros dormem dur+nte +l¸um+s hor+s. l+ç+ um teste de Vi¸or ÷
lrontid1o (dificuld+de ¯) p+r+ ver o qu1o +cord+do e +lert+
você est+rí qu+ndo os intrusos fin+lmente se +proxim+rem, n+
escurid1o d+ m+dru¸+d+.
º Lm D+nç+rino d+ Lspir+l Ne¸r+ estí se +proxim+ndo
furtiv+mente de você pel+s su+s cost+s. Teste lercepç1o ÷
Atenç1o p+r+ ver se not+ su+ +proxim+ç1o.
º Lm m+r¸in+l b+rr+-pes+d+ recus+-se + +ceit+r +s su+s or-
dens. Teste lorç+ ÷ lider+nç+ (dificuld+de ¯) num+ tent+tiv+
de dominí-lo fisic+mente e f+:ê-lo f+:er o que você di:.
º Você conse¸ue convencer + multid1o +o seu redor + f+:er
o que você pediu! Teste C+rism+ ÷ lider+nç+ (dificuld+de ¯)
num+ tent+tiv+ de f+:er um discurso hipnótico. Ser1o precisos
qu+tro sucessos p+r+ convencê-los complet+mente.
º O seu +rqui-riv+l estí f+:endo um discurso p+r+ os +nci-
öes reunidos n+ +ssembléi+. Teste lercepç1o ÷ lider+nç+ (di-
ficuld+de 6) p+r+ +v+li+r + competênci+ dele como líder. C+so
você consi¸+ obter cinco sucessos, conhecerí o nível ex+to do
seu +rqui-riv+l.
º Depois de ser interro¸+do dur+nte hor+s, teste Vi¸or ÷
Represent+ç1o (dificuld+de o) p+r+ ver se conse¸ue m+nter +
su+ históri+ convincente. Com cinco sucessos você fin+lmente
conse¸uirí convencê-los.
º Você +me+ç+ o r+p+:, tent+ndo er¸uê-lo pelo col+rinho;
teste lorç+ ÷ lntimid+ç1o (dificuld+de 6).
º Orit+ndo p+r+ o motorist+ de tíxi, você tent+ convencê-
lo + diri¸ir +ind+ m+is rípido. Teste C+rism+ ÷ lntimid+ç1o
(dificuld+de o).
º l+: um+ série de per¸unt+s rípid+s p+r+ descobrir que
+me+ç+ irí intimid+r o indivíduo. Teste R+ciocínio ÷ lntimi-
d+ç1o (dificuld+de 6).
º Você tent+ us+r o que s+be sobre sentimentos hum+nos
p+r+ +c+lm+r + mulher histéric+. Se puder entender o si¸nifi-
c+do d+ express1o estr+nh+ no rosto d+ mulher, t+lve: poss+
impedi-l+ de ¸rit+r. Teste M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ (Dificul-
7!
Vantagens: Lst+ é um+ c+te¸ori+ +br+n¸ente que descre-
ve os Dons e os Antecedentes de um person+¸em.
Atributo: Lm+ C+r+cterístic+ que descreve +s +titudes
inerentes de um person+¸em. lorç+, C+rism+ e lnteli¸ênci+
s1o +l¸uns exemplos.
Augúrio: A f+se em que + lu+ est+v+ qu+ndo o O+rou
n+sceu; isto determin+ + su+ "profiss1o" ou o seu p+pel n+
socied+de dos lobisomens.
IaIha Crítica: Lm fr+c+sso des+stroso, indic+do por obter
m+is "1" que sucessos nos d+dos de de: f+ces us+dos p+r+ test+r
um+ +ç1o.
Personagem: C+d+ jo¸+dor cri+ um person+¸em, um in-
divíduo que ele personific+ dur+nte o curso d+ cronic+. Lmbo-
r+ o termo "person+¸em" poss+ si¸nific+r qu+lquer indivíduo,
em Lobisomem ele é sempre us+do p+r+ descrever os person+-
¸ens dos jo¸+dores.
Parada de Dados: lsto descreve os d+dos com os qu+is
você fic+ depois de combin+r su+s divers+s C+r+cterístic+s. L o
número míximo de d+dos que podem ser us+dos em um turno,
embor+ você poss+ dividi-los entre +çöes diferentes.
DificuIdade: Lste é um número entre 2 e 10 que mede +
dificuld+de impost+ + um+ +ç1o que o person+¸em quer re+li-
:+r. O jo¸+dor precis+ obter um número m+ior ou i¸u+l +quele
em pelo menos um dos d+dos que us+r no teste.
Entreato: O interv+lo entre +s cen+s, dur+nte o qu+l n1o
hí represent+ç1o nem se cont+m turnos. O N+rr+dor determi-
n+ qu+nto tempo se p+ss+ entre um+ +ç1o e outr+, descreven-
do o que +contece.
Ação ProIongada: Lm+ +ç1o que requeir+ um determi-
n+do número de sucessos p+r+ que o person+¸em sej+ bem-
sucedido.
Dons: Os poderes místicos de um lobisomem.
Cnose: Lm+ medid+ d+ espiritu+lid+de de um lobisomem.
A Onose (os círculos) é um+ C+r+cterístic+ us+d+ em divers+s
situ+çöes que envolv+m o mundo espiritu+l, como qu+ndo um
person+¸em "lercorre At+lhos". Os pontos de Onose (os qu+-
dr+dos) s1o us+dos p+r+ ener¸i:+r muitos Dons.
VitaIidade: Lm+ medid+ do qu+nto o person+¸em estí
m+chuc+do ou ferido.
Pontos: A cont+¸em temporíri+ de um+ c+r+cterístic+ bísi-
c+, como lorç+ de Vont+de, Hum+nid+de e Vit+lid+de - re-
present+d+ n+ pl+nilh+ pelos qu+dr+dos, n1o os círculos.
Iúria: Lm+ medid+ d+ r+iv+ e d+ fer+ intern+ de um
lobisomem. A lúri+ (os círculos) é um+ l+r+d+ de D+dos us+-
d+ p+r+ determin+r + ch+nce de um lobisomem entr+r em
frenesi em situ+çöes estress+ntes. Os pontos de lúri+ (os qu+-
dr+dos) s1o us+dos p+r+ +dquirir +çöes extr+s em um turno.
Lles s1o re+dquiridos qu+ndo um person+¸em sofre reveses ou
emb+r+ços.
NíveI: Lm número que descreve o v+lor perm+nente de
um+ C+r+cterístic+; n+ m+iori+ d+s ve:es um número v+ri+ndo
entre 1 e 5, embor+ oc+sion+lmente sej+ um número entre 1 e
10.
Renovar: Qu+ndo s1o re+dquiridos pontos num+ l+r+d+
de D+dos, di:-se que eles for+m "renov+dos". O nível de pon-
tos re+dquiridos é o nível de renov+ç1o.
Renome: Lst+ é + medid+ do v+lor de um lobisomem n+
socied+de dos O+rou. l+r+ os O+rou, o Renome é import+ntís-
simo, porque eles se preocup+m com + form+ pel+ qu+l s1o
vistos pel+ tribo e por seu povo. O Renome é dividido em três
tot+is diferentes: Olóri+, Honr+ e S+bedori+. Lsses tot+is po-
dem ser elev+dos por +çöes +propri+d+s +os olhos d+ tribo ou
redu:idos por +tos ver¸onhosos.
Ação Resistida: Lm+ +ç1o que dois person+¸ens diferen-
tes desempenh+m um contr+ o outro. Ambos comp+r+m seu
número de sucessos e o person+¸em que os tiver obtido em
m+ior número vence.
Cenas: Lm único episódio d+ históri+; um momento e um
lu¸+r nos qu+is +s +çöes e os eventos ocorr+m momento + mo-
mento. Lm+ cen+ costum+ ser o clím+x dr+mítico d+ históri+.
Ação SimpIes: Lm+ +ç1o que requer que o jo¸+dor obte-
nh+ +pen+s um sucesso p+r+ ser bem-sucedido, embor+ m+is
sucessos indiquem um melhor tr+b+lho ou result+do.
Narrador: A pesso+ que cri+ e condu: um+ históri+ de
Lobisomem. O N+rr+dor +ssume os p+péis de todos os perso-
n+¸ens que n1o sej+m desempenh+dos pelos jo¸+dores e de-
termin+ todos os eventos sobre os qu+is eles n1o tenh+m con-
trole.
Sistema: Lm conjunto específico de complic+çöes us+do
num+ determin+d+ situ+ç1o; +s re¸r+s que +jud+m + ¸ui+r os
testes nos d+dos p+r+ cri+r tens1o dr+mític+.
Característica: L um Atributo, H+bilid+de, V+nt+¸em ou
outr+ qu+lid+de do person+¸em que poss+ ser definid+ por um
número (represent+do por bolinh+s).
Crupo: O ¸rupo de jo¸+dores, incluindo o N+rr+dor, que
jo¸+m Lobisomem - norm+lmente com re¸ul+rid+de.
Iorça de Vontade: Lm+ d+s C+r+cterístic+s m+is impor-
t+ntes. Ll+ mede o +uto-controle e + +uto-confi+nç+ de um
person+¸em. A lorç+ de Vont+de funcion+ de form+ diferen-
te que + m+iori+ d+s C+r+cterístic+s - costum+ ser ¸+st+ +o
invés de definid+ num teste de d+dos.
H.grns
72 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.

L|.s :|n|am s|J· .nj.|:|¸aJ·s. Lra j·ss/t.| sa|.r |ss· j·r¡u. t.s:|am j.|.s J. |·|·s .
aj.nas Juran:. a m.:aJ. J. um J|a, a .aJa J.z J|as, j·J|am J.sj|-|as. Lram am|·s j|||·s
J. r.|s. -n:.s J· m·m.n:· J.:.rm|naJ·, S|¸munJ . S|nj¡·:|| na· j·J.r|am :|rar a¡u.|as
j.|.s J. |·|· . r.:·rnar as suas na:ur.zas . t|Jas |umanas. -¸·ra jr·j.r|am ¸r|:·s J.
|·|·, mas na· j·J|am .n:.nJ.r as t·z.s um J· ·u:r·. í·r.m, an:.s J. aJ.n:rar a j|·r.s:a,
.aJa ¡ua| s.¸u|nJ· s.u .am|n|·, .·n.·rJaram numa j·rma J. .·mun|.a¸a·. QuanJ·
um J.|.s .s:|t.ss. jr..|sanJ· J. aux/||·, s. · num.r· J. a:a.an:.s na· suj.rass. s.:., ·
·u:r· t|r|a .m s·.·rr· J· a.uaJ·. íara :a| |as:ar|a ¡u. · a.uaJ· jr·j.r|ss. s.u ¸r|:· J.
|·|·.
- V·|sun¸asa¸a
Ao contrírio d+s velh+s brinc+deir+s de f+:-de-cont+, qu+n-
do você i+ cri+ndo o person+¸em no decorrer d+ históri+, p+r+
jo¸+r Lobisomem serí preciso crií-lo +ntes do jo¸o começ+r.
lsso envolve um certo tr+b+lho, jí que os person+¸ens n1o bro-
t+m do n+d+. Cri+r um person+¸em envolvente, m+is re+list+,
dem+nd+ um esforço cri+tivo que f+: su+r +té mesmo os jo¸+-
dores veter+nos.
Lste c+pítulo ensin+ + cri+r um person+¸em ori¸in+l, come-
ç+ndo com um conceito ¸er+l e tr+du:indo esse conceito em
números que poss+m ser us+dos no jo¸o. Su+s instruçöes +uxi-
li+r1o os jo¸+dores no processo de cri+ç1o de seus person+¸ens.
Lste processo é muito simples e os jo¸+dores podem +prendê-lo
so:inhos com f+cilid+de. Contudo o N+rr+dor deve ter um
bom domínio sobre o processo p+r+ responder +s per¸unt+s de
form+ precis+ e sucint+.
Lsses números podem n1o p+recer p+rticul+rmente evoc+-
tivos. L difícil im+¸in+r um rom+ncist+ descrevendo um perso-
n+¸em +ssim: "O C+rism+ del+ er+ +." Contudo, esses níveis
f+cilit+m + identific+ç1o dos pontos fortes e fr+cos de um per-
son+¸em. M+is import+nte, eles descrevem os f+tores +le+tórios
cri+dos pelos d+dos que podem ser +plic+dos +s su+s C+r+cte-
rístic+s. Lm person+¸em forte tem m+is ch+nce de +rromb+r
um+ port+ que um fr+co.
A cri+ç1o dos person+¸ens sempre se¸ue um p+dr1o, v+ri-
+ndo do ¸er+l p+r+ o específico. Lm primeiro lu¸+r você desen-
volve um conceito ¸er+l de quem e o quê é o seu person+¸em
- su+ form+ç1o é m+is soci+l ou m+is intelectu+l! - e depois
começ+ + especific+r selecion+ndo os níveis de su+s C+r+cte-
rístic+s - o qu1o forte s1o o seu C+rism+, M+nipul+ç1o e Ap+-
rênci+! N1o use este processo como um+ ch+nce de cri+r o
"melhor" person+¸em possível; isso +c+b+ com o propósito ¸lo-
b+l de ¸er+r um indivíduo interess+nte. A funç1o desses nú-
meros é +primor+r + personific+ç1o, n1o +brir c+minho p+r+
+l¸um+ O+leri+ d+ l+m+ mític+.
Cri+r lerson+¸ens n1o é muito diferente de co:inh+r. Você
precis+ reunir os in¸redientes e combiní-los, e em se¸uid+ dei-
x+r + mistur+ co:inh+r dur+nte +l¸um+s hor+s. Você começ+
decidindo qu+l tipo quer. V+i ser um punk m+ltr+t+do pel+s
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
0apítale 0iace: 0apítale 0iace:
0apítale 0iace: 0apítale 0iace: 0apítale 0iace:
0 Perseaaqem 0 Perseaaqem
0 Perseaaqem 0 Perseaaqem 0 Perseaaqem
74 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
º Lm+ C+r+cterístic+ de nível um é fr+c+, enqu+nto um+
de cinco é extr+ordiníri+, de modo que se você possui +pen+s
um ponto em +l¸um+ cois+, ou n1o é muito bom nel+ ou é
+pen+s um principi+nte. As c+r+cterístic+s s1o b+se+d+s nos
limites hum+nos. lembre-se, +s c+r+cteríst+s dos O+rou costu-
m+m ser +lter+d+s qu+ndo eles mud+m de form+: + Crinos
possui um+ lorç+ muito superior + dos hum+nos norm+is. (Vej+
-s Var|as í·rmas, pí¸in+s 216-21o.)
º L respons+bilid+de su+ cri+r um person+¸em que se +d+p-
te +o ¸rupo. Se você n1o conse¸uir +comp+nh+r os outros, e
+tr+p+lh+r o jo¸o por c+us+ disso, terí de cri+r um novo perso-
n+¸em .A vid+ de lobisomem é peri¸os+ dem+is p+r+ que exis-
t+m +nimosid+des dentro de um+ m+tilh+. l+r+ sobreviver,
vocês precis+m tr+b+lh+r em conjunto.
0 Papel de Narrader
N+ condiç1o de N+rr+dor, você precis+ orient+r os jo¸+do-
res dur+nte o processo de ¸er+ç1o de person+¸ens. Qu+ndo os
jo¸+dores che¸+rem p+r+ + sess1o de jo¸o, +presente-os + pre-
miss+ bísic+ do jo¸o e lhes descrev+ o sistem+ de re¸r+s. O seu
objetivo princip+l deve ser f+cilit+r o míximo +s cois+s p+r+
eles. Se forem nov+tos, m+ntenh+ +s cois+s o m+is simples que
puder; deixe-os descobrir por cont+ própri+ +s complexid+des
do sistem+.
Comece distribuindo +s pl+nilh+s dos person+¸ens, e de-
pois conced+ +os jo¸+dores um minuto p+r+ que eles +s ex+mi-
nem e f+ç+m per¸unt+s. Você pode t+mbém fotocopi+r + fich+
de "Cri+ç1o de lerson+¸ens" no fim do livro (+pen+s p+r+ fins
pesso+is) e usí-l+ como fonte de consult+ dur+nte o processo.
Se os jo¸+dores puderem consult+r est+ fich+ e escut+r +s su+s
explic+çöes +o mesmo tempo, + ¸er+ç1o de person+¸ens serí
compreendid+ com muito m+is f+cilid+de. Lm se¸uid+ percor-
r+ o processo de cri+ç1o de person+¸ens p+sso + p+sso, preen-
chendo todos os det+lhes d+s su+s C+r+cterístic+s.
Costum+ ser +conselhível ¸+st+r um+ sess1o de jo¸o inteir+
cri+ndo person+¸ens. lsto ¸+r+ntirí que os jo¸+dores n1o ir1o
se sentir pression+dos, fic+ndo + vont+de p+r+ f+:ê-los comple-
tos, de c+rne e osso, e n1o simples m+rionetes. Depois que
houver termin+do com os det+lhes príticos d+ cri+ç1o, você
poderí ¸+st+r o resto d+ sess1o de jo¸o condu:indo um prelú-
dio p+r+ c+d+ um. Lm prelúdio é um+ form+ de n+rr+tiv+
+brevi+d+ n+ qu+l você cont+ + históri+ d+ vid+ do person+¸em
+té o presente momento. O prelúdio serí + inici+ç1o dos jo¸+-
dores, +ssim como + introduç1o de seus person+¸ens n+ croni-
c+: f+ç+-o memorível. Os prelúdios s1o descritos com det+lhes
no fim deste c+pítulo.
Passe um: 0eacepçãe de
Perseaaqem
Antes de escrever qu+lquer cois+, você precis+ desenvol-
ver um conceito p+r+ o seu person+¸em. Lste conceito precis+
+pen+s ser um+ idéi+ ¸er+l de como ele serí, +l¸um+ cois+
exclusiv+ e interess+nte que sej+ divertid+ de jo¸+r dur+nte
muito tempo. Dur+nte o processo de cri+ç1o, você precis+rí
mud+r e +just+r este conceito, m+s ele lhe proporcion+ +o me-
nos um ponto de p+rtid+. lor exemplo, o seu conceito poderi+
ser "Sou um c+ç+dor de peles que c+ç+ m+rt+s enqu+nto n+
form+ lupin+. N1o me rel+ciono bem com os hum+nos". Lste
ru+s ou um+ ex-debut+nte ric+ e mim+d+! lossui diplom+ uni-
versitírio ou foi educ+do n+ vid+ em +l¸um+ p+rte d+s Mont+-
nh+s Ap+l+che! Os +ntecedentes e + person+lid+de de seu
person+¸em s1o in¸redientes essenci+is d+ j.rs·na dele. A p+r-
tir dos conceitos bísicos pode-se começ+r + esmiuç+r os det+-
lhes, como Atributos e V+nt+¸ens.
0emeçaade
Lxistem cinco conceitos bísicos dos qu+is você precis+ es-
t+r ciente +ntes de começ+r + cri+r um person+¸em:
º Lle pode ser de qu+lquer id+de, cultur+ ou n+ç1o; po-
rém, você começ+ o jo¸o como um lobisomem inexperiente e
pouco sofistic+do que +pen+s recentemente sofreu su+ lrimei-
r+ Mud+nç+. O seu person+¸em prov+velmente conhece rel+-
tiv+mente pouco sobre + socied+de dos lobisomens, + n1o ser
que tenh+ sido instruído por um Mentor ou por um l+rente, ou
ent1o que sej+ lmpuro.
º Lste processo de cri+ç1o foi pl+nej+do t+nto p+r+ +judí-
lo + definir seu person+¸em, como p+r+ fornecer-lhe os meios
p+r+ inter+¸ir se¸undo +s re¸r+s. lembre-se que ele n1o pode
existir +pen+s como números; é + su+ interpret+ç1o que mold+
e define seu a|:.r .¸·.
º Lste é um sistem+ de +quisiç1o que n1o envolve jo¸+d+s de
d+dos. Ao escolher entre +s víri+s C+r+cterístic+s disponíveis,
você decide ¡u.m serí o seu person+¸em. No fim do processo,
você obterí pontos extr+s ch+m+dos "pontos de bonus", que po-
der1o ser us+dos em se¸uid+ p+r+ +crescent+r níveis + qu+lquer
C+r+cterístic+, de modo que você n1o precis+ se +n¸usti+r +o
f+:er c+d+ um+ d+s su+s escolh+s.
75
conceito precis+ ser exclusivo e completo, e deve ser +prov+do
pelo N+rr+dor.
Lm se¸uid+ você precis+ f+:er três escolh+s diferentes p+r+
consolid+r o seu conceito. Você precis+ escolher + su+ r+ç+ (+ su+
sub-espécie), o seu +u¸úrio (o seu p+pel n+ socied+de O+rou) e +
su+ tribo (o ¸rupo que o +ceitou como membro). Qu+nto melhor
você inter-rel+cion+r esses três +spectos do seu person+¸em, m+is
intrinc+do e completo ele serí.
º Raça: Os O+rou vivem divididos em dois mundos dife-
rentes, sem possuir o seu próprio. S1o pesso+s sem um l+r verd+-
deiro. lsso se estende +té mesmo +o método de reproduç1o -
so:inhos s1o inc+p+:es de perpetu+r + su+ r+ç+. Lles precis+m
se +c+s+l+r com hum+nos ou lobos p+r+ ¸er+r (ou tutel+r) cri-
+nç+s s+di+s.
L um+ viol+ç1o d+s m+is +nti¸+s tr+diçöes dos O+rou que
um lobisomem cru:e com outro. lnv+ri+velmente, o produto
desse tipo de uni1o é um ser estéril e deform+do: os impuros.
Os O+rou preci+m cru:+r com hum+nos ou com lobos p+r+
perpetu+rem + linh+¸em. Até qu+ndo um O+rou cru:+ com
um hum+no ou com um lobo, + prole dess+ uni1o nem sempre
é um O+rou. Oc+sion+lmente, o ¸ene recessivo +flor+ +pen+s
víri+s ¸er+çöes depois. C+d+ tribo identific+ e re¸istr+ todos os
hum+nos e lobos que descend+m del+; +queles que demons-
tr+m +s c+r+cterístic+s dos O+rou s1o m+rc+dos e vi¸i+dos lo¸o
depois de entr+rem n+ puberd+de. Só depois de +prenderem
quem e o que s1o, os jovens lobisomens s1o +ceitos como mem-
bros d+ tribo.
Você pode escolher entre +s r+ç+s hominíde+, impur+ ou
lupin+. Os person+¸ens impuros ser1o deform+dos. l+r+ m+io-
res det+lhes, consulte o C+pítulo 6.
º Augúrio: O +u¸úrio do seu person+¸em é + f+se em que
+ lu+ est+v+ qu+ndo ele n+sceu - um+ espécie de si¸no +stro-
ló¸ico. L muito import+nte p+r+ + m+iori+ dos O+rou. O +u¸ú-
rio do seu person+¸em indic+ n1o +pen+s + su+ posiç1o n+
socied+de O+rou, como t+mbém muitos de seus pontos fortes e
fr+cos.
Lxistem cinco tipos diferentes de +u¸úrios. C+d+ um des-
creve um tipo específico de person+lid+de, e c+d+ um possui
potenci+is e H+bilid+des diferentes.
Lmbor+ ofereç+mos +qui um+ pequen+ list+ de +u¸úrios,
você encontr+rí um+ list+ complet+ no C+pítulo Cara.:.r/s:|-
.as.
º Tribo: Anti¸+mente, +s m+tilh+s consisti+m exclusiv+-
mente de lobisomens de um+ mesm+ tribo, m+s, nestes di+s
+poc+lípticos, esse n1o é m+is o c+so. Aind+ +ssim, + tribo d+
qu+l um lobisomem provém di: muit+ cois+ sobre quem e o
que ele é. Lxistem 13 tribos princip+is entre os O+rou. C+d+
um+ del+s possui um totem espiritu+l bísico, do qu+l se dest+-
c+m muitos dos elementos que +s descrevem. C+d+ jo¸+dor
precis+ escolher + tribo + qu+l pertence seu person+¸em. A
tribo determin+ muit+ cois+ sobre os +ntecedentes. Os perso-
n+¸ens dos jo¸+dores podem escolher entre +s 13 tribos que
+ind+ respeit+m O+i+; vej+ + list+ +di+nte. l+r+ m+iores infor-
m+çöes sobre +s tribos e su+s c+r+cterístic+s m+is evidentes,
consulte C+pítulo 6.
Passe 0eis: £scelbeade Atribates
A¸or+ você precis+ começ+r + +tribuir números. O primei-
ro p+sso neste processo é determin+r os Atributos bísicos dele.
Os Atributos s1o tudo que - n+tur+l e intrinsec+mente - um
person+¸em é. O qu+nto ele é forte! O qu1o rípido s1o seus
reflexos! O qu1o persu+sivo ele pode ser! ler¸unt+s como es-
s+s s1o respondid+s pelos Atributos do person+¸em.
Lm primeiro lu¸+r você tem de priori:+r +s três c+te¸ori+s
diferentes dos Atributos de seu person+¸em - lísicos, Men-
t+is e Soci+is. Você precis+ decidir no que ele é melhor (primí-
rio), no que ele é médio (secundírio) e no que ele é fr+co
(terciírio). O seu person+¸em é m+is físico ou m+is soci+l - é
m+is musculoso que bonito!
º Os Atributos lísicos s1o tudo que tem +l¸um+ rel+ç1o
com o esforço físico. Lles descrevem o qu1o forte, í¸il e muscu-
loso ele é, consistindo os Atributos bísicos de um person+¸em
orient+do p+r+ + +ç1o. Os Atributos lísicos concernem +pen+s
+os pontos fortes e fr+cos do corpo. O seu person+¸em é pode-
roso, robusto ou tem pés li¸eiros!
º Os Atributos Soci+is descrevem + c+p+cid+de de seu
person+¸em em se rel+cion+r com +s outr+s pesso+s, e, +l¸um+s
ve:es, em usí-l+s. Os Atributos Soci+is s1o vit+is n+ determin+-
ç1o d+s impressöes inici+is, + c+p+cid+de do person+¸em em
inspir+r e motiv+r +s pesso+s, e + n+ture:+ de su+s inter+çöes
com os outros. O seu person+¸em é enc+nt+dor, f+l+nte ou
bonito!
º Os Atributos Ment+is represent+m + c+p+cid+de ment+l
do seu person+¸em, e incluem cois+s como memóri+, percep-
ç1o e + c+p+cid+de em +prender e pens+r. O seu person+¸em é
inspir+do, +stuto ou inteli¸ente!
O conceito de seu person+¸em pode lhe su¸erir qu+is de-
ver1o ser su+s priorid+des, m+s fique + vont+de p+r+ escolher o
esquem+ que preferir. lor enqu+nto, + su+ concepç1o deve ser
b+st+nte ¸er+l - +ntes de ress+lt+r os det+lhes, é necessírio
pint+r um qu+dro +mplo e +br+n¸ente.
Todos os person+¸ens começ+m com um ponto em c+d+
Atributo. A su+ seleç1o prioritíri+ determin+ qu+ntos pontos
você obtém em c+d+ c+te¸ori+ - em qu+l c+te¸ori+ de +tribu-
to +crescent+rí sete pontos , em qu+l +crescent+rí cinco, e +
qu+l del+s +crescent+rí três. Dest+ form+, você pode escolher
+crescent+r sete pontos +os Atributos lísicos de seu person+-
¸em, cinco +os Atributos Ment+is e +pen+s três +os seus Atri-
butos Soci+is. Os pontos podem ser dividid+s entre os Atributos
de um+ c+te¸ori+ + medid+ que eles puderem se enqu+dr+r -
você poderi+ +tribuir todos os seus três pontos de Atributos
Soci+is + C+rism+, um ponto p+r+ c+d+ um dos três Atributos
Soci+is, ou dois pontos p+r+ um e um ponto p+r+ outro.
losteriormente, no fin+l do processo de cri+ç1o de perso-
n+¸em é possível +ument+r esses níveis. lort+nto, n1o se preo-
cupe muito. Deixe + su+ intuiç1o ¸uií-lo.
Passe !rês: £scelbeade habilidades
As h+bilid+des delinei+m o que o person+¸em conhece -
n1o o que ele é. Ll+s descrevem +s cois+s que ele +prendeu e
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
7ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+prende todos os di+s, n1o +s cois+s que f+: n+tur+lmente.
Todos os T+lentos, leríci+s e Conhecimentos s1o H+bilid+des.
A c+d+ H+bilid+de que o person+¸em possui é +tribuído
um nível represent+tivo d+ su+ competênci+ n+quel+ H+bili-
d+de em especi+l. Lste número é us+do p+r+ +jud+r + determi-
n+r qu+ntos d+dos você irí jo¸+r qu+ndo o seu person+¸em
tent+r us+r um+ H+bilid+de. Lst+ seç1o d+s re¸r+s o orient+rí
n+ determin+ç1o de qu+is H+bilid+des deverí escolher e o
qu1o +lto ou b+ixo é seu nível de competênci+ em c+d+ um+
del+s.
As H+bilid+des dividem-se em três c+te¸ori+s diferentes:
T+lentos, leríci+s e Conhecimentos. C+d+ tipo de H+bilid+de
possui c+r+cterístic+s diferentes.
Os T+lentos descrevem tod+s +s H+bilid+des intuitiv+s.
Os T+lentos n1o precis+m ser pr+tic+dos j.r s. e n1o podem ser
estud+dos ou +prendidos num livro. Lles costum+m ser +dqui-
ridos medi+nte um+ experiênci+ diret+. O seu person+¸em é
+utodid+t+ ou é dot+do com muito bom-senso!
As leríci+s s1o H+bilid+des +prendid+s medi+nte +l¸um
tipo de trein+mento ri¸oroso. Lst+ c+te¸ori+ inclui qu+lquer
H+bilid+de que precise ser +dquirid+ p+sso + p+sso +tr+vés d+
prític+, m+s pode ser ensin+d+ e estud+d+ (+o contrírio dos
T+lentos). O seu person+¸em é bom em +prender cois+s +tr+-
vés d+ prític+ diíri+!
O Conhecimento inclui tod+s +s H+bilid+des que reque-
rem + +plic+ç1o ri¸oros+ d+ mente, que ¸er+lmente s1o ensin+-
d+s n+ escol+, em +ul+s, nos livros e pelos professores, m+s po-
dem ser +prendid+s com + experiênci+. O seu person+¸em é
estudioso ou possui bo+ memóri+!
Você precis+ priori:+r ess+s H+bilid+des d+ mesm+ form+
que fe: com os Atributos. L necessírio decidir como cl+ssific+r
os seus T+lentos, leríci+s e Conhecimentos, escolhendo em
qu+l c+te¸ori+ o seu person+¸em serí +cim+ d+ médi+ (primí-
ri+), em qu+l ele serí médio (secundíri+), e em qu+l serí +b+i-
xo d+ médi+ (terciíri+).
Você possui 13 pontos p+r+ ¸+st+r n+ c+te¸ori+ primíri+ do
person+¸em, nove p+r+ ¸+st+r n+ c+te¸ori+ secundíri+, e +pe-
n+s cinco pontos disponíveis p+r+ + c+te¸ori+ terciíri+.
lorém, existe um+ restriç1o +dicion+l: você n1o pode con-
ceder +o seu person+¸em m+is de três pontos em qu+lquer
H+bilid+de (m+is +di+nte, porém, poderí us+r os seus bonus
p+r+ obter qu+tro ou mesmo cinco pontos num+ únic+ H+bili-
d+de).
Passe §aatre: vaataqeas
Você n1o deve priori:+r ou cl+ssific+r +s três c+te¸ori+s de
V+nt+¸ens de um person+¸em. Ao invés disso, você possui um
determin+do número de pontos p+r+ +tribuir + c+d+ um+.
Lmbor+ este número sej+ fixo, você pode +dquirir pontos +dici-
on+is depois +o us+r seus bonus.
Aatecedeates
C+d+ person+¸em recebe cinco pontos p+r+ distribuir entre
+s de: C+r+cterístic+s de Antecedentes. Você tem +pen+s cin-
co pontos p+r+ distribuir, e +l¸um+s tribos restrin¸em o +cesso +
determin+dos Antecedentes. As su+s C+r+cterístic+s de An-
tecedentes devem enc+ix+r-se no esquem+ ¸er+l do conceito
escolhido ori¸in+ri+mente.
0eas
Os person+¸ens podem escolher seus Dons - os se¸redos e
h+bilid+des especi+is dos O+rou. Lm person+¸em começ+ com
um Dom por su+ r+ç+, um por seu +u¸úrio e um por su+ tribo
(tot+l de três). Lle pode compr+r m+is Dons com os lontos de
Bonus, m+s eles precis+m ser Dons de Nível Lm.
Reaeme
O Renome é fund+ment+l p+r+ os person+¸ens de Lobiso-
mem, porque descreve o qu+nto eles s1o f+mosos entre os
O+rou. Lm person+¸em começ+ com um+ cert+ qu+ntid+de
(determin+d+ pelo +u¸úrio) de Renome perm+nente em três
c+te¸ori+s divers+s: Olóri+, Honr+ e S+bedori+. Os person+-
¸ens começ+m sem pontos temporírios: eles precis+m esforç+r-
se p+r+ +dquiri-los dur+nte o jo¸o.
Peste
O losto de um person+¸em é determin+do pel+ qu+ntid+-
de perm+nente de Renome que ele possui. O losto define +
posiç1o e o ¸r+u de confi+bilid+de de que ele desfrut+ n+ soci-
ed+de dos O+rou, bem como seu +pe¸o +s su+s virtudes. Todos
os person+¸ens começ+m com um losto Lm.
Passe 0iace: !eqaes Fiaais
Lm dos estí¸ios m+is import+ntes d+ cri+ç1o de person+-
¸ens é d+r os toques fin+is - +queles det+lhe:inhos e floreios
que o complet+m. Neste p+sso você +dquire seus 15 lontos de
Bonus, o que lhe permite +crescent+r m+is pontos + qu+lquer
C+r+cterístic+ n+ pl+nilh+ do seu person+¸em. M+s +ntes de
¸+st+r esses pontos você deve re¸istr+r + cont+¸em bísic+ d+
lúri+, Onose e lorç+ de Vont+de de seu person+¸em.
Fária
A C+r+cterístic+ lúri+ qu+ntific+ + turbulênci+ e fúri+ in-
tern+s de um person+¸em. A lúri+ inici+l de um person+¸em é
determin+d+ pelo +u¸úrio.
6aese
A C+r+cterístic+ Onose mede o qu+nto o seu person+¸em
estí +fin+do com o mundo espiritu+l e com o seu próprio espí-
rito. Lm person+¸em sem Onose n1o m+ntém nenhum cont+-
to com o mundo espiritu+l, n1o podendo vi+j+r +té lí. A Onose
inici+l de um person+¸em é determin+d+ pel+ r+ç+.
Ferça de veatade
A C+r+cterístic+ lorç+ de Vont+de mede o nível de +uto-
controle que um lobisomem possui. A lorç+ de Vont+de é
essenci+l p+r+ o controle d+s +çöes de seu person+¸em, especi-
+lmente em momentos de estresse, qu+ndo +flor+m os instin-
tos pred+tórios. A lorç+ de Vont+de inici+l de um person+¸em
é determin+d+ pel+ tribo.
Peates de 6êaas
Você +¸or+ +dquire 15 pontos de bonus, que podem ser
¸+stos em qu+lquer C+r+cterístic+ que quiser. Contudo, esse
consumo n1o é t1o contínuo qu+nto p+rece + primeir+ vist+.
C+d+ ponto +crescent+do + um Atributo cust+ cinco pontos de
bonus, enqu+nto um ponto de Antecedentes cust+ +pen+s um
ponto. Os custos est1o rel+cion+dos n+ T+bel+ de Cri+ç1o do
77
lerson+¸em.
0eatelba de vida
Hí +ind+ outros +spectos, +lém dos descritos +cim+, que
podem ser det+lh+dos. Você n1o precis+ necess+ri+mente co-
loc+r ess+s cois+s por escrito, m+s com certe:+ deve pens+r
sobre el+s - n1o +pen+s +¸or+, m+s dur+nte tod+ + c+rreir+ do
seu person+¸em.
Aparêacia
A +p+rênci+ do seu person+¸em evidenci+ su+s C+r+cterís-
tic+s p+r+ os dem+is. Você deve tr+nsform+r o conceito e +s
C+r+cterístic+s m+rc+ntes do seu person+¸em em +spectos d+
su+ +p+rênci+. Lm+ inteli¸ênci+ elev+d+ pode se torn+r um
olh+r penetr+nte. Lm conceito de explor+dor pode si¸nific+r
que o person+¸em us+ roup+s cíqui e tem um+ +p+rênci+ en-
ru¸+d+. lode ser m+is evoc+tivo di:er "Meu olh+r estí sempre
dist+nte; minh+ +tenç1o p+rece perm+nentemente olt+d+ p+r+
+l¸um+ outr+ cois+" do que di:er: "l+reço um sujeito distr+í-
do".
£specialitaçèes
Você pode querer dot+r seu person+¸em de especi+li:+çöes
em su+s C+r+cterístic+s. C+d+ C+r+cterístic+ de nível + pode re-
ceber um+ especi+li:+ç1o. Lmbor+ + m+iori+ dos jo¸+dores seleci-
one +s especi+li:+çöes p+r+ +s su+s C+r+cterístic+s dur+nte o jo¸o,
você pode escolhê-l+s imedi+t+mente. As especi+li:+çöes s1o +s-
pectos específicos d+s C+r+cterístic+s n+s qu+is o seu person+¸em
é p+rticul+rmente bom. B+st+ preencher o esp+ço +o l+do d+
C+r+cterístic+ com um+ especi+li:+ç1o +propri+d+. (Você en-
contr+rí su¸estöes no C+pítulo Seis, +o l+do de c+d+ c+r+cterísti-
c+.) Lmbor+ sej+m us+d+s b+sic+mente p+r+ + interpret+ç1o, +s
especi+li:+çöes podem conceder +o person+¸em um bonus p+r+
os testes com d+dos dur+nte + execuç1o de determin+dos feitos.
£qaipameate
C+so h+j+m qu+isquer pertences ou peç+s de equip+men-
to que você deseje que seu person+¸em possu+, é melhor cui-
d+r dos det+lhes +¸or+. Do contrírio, você terí de +dquirir o
equip+mento dur+nte o jo¸o. lsto pode lev+r tempo e n1o in-
du: + um sucesso +utomítico. lode-se obter pr+tic+mente
qu+lquer peç+ de equip+mento comum, desde que seu perso-
n+¸em possu+ os pontos necessírios no Antecedente n..urs·s.
Determin+dos objetos, como fetiches, podem ser obtidos +pe-
n+s medi+nte + posse de um+ determin+d+ C+r+cterístic+ -
neste c+so, um Antecedente.
Pecaliaridades
Conferindo peculi+rid+des +o seu person+¸em (det+lhes
pesso+is curiosos e en¸r+ç+dos), é possível torní-lo m+is pro-
fundo e interess+nte. Lscrev+ +l¸um+s fr+ses no verso d+ fich+
do seu person+¸em, descrevendo +s cois+s estr+nh+s e possivel-
mente interess+ntes que o definem. Lm+ peculi+rid+de pode-
ri+ ser um senso de humor mórbido, um c+rinho por +nim+is ou
o híbito de ¸runhir +o responder +firm+tiv+mente + um+ per-
¸unt+.
Meticaçèes
Muitos lobisomens s1o movidos por um desejo de comb+ter
+ Wyrm, m+s +té mesmo esses possuem outros f+tores de moti-
v+ç1o. Você deve decidir qu+l é o motivo p+r+ os seus person+-
¸ens tr+v+rem um+ ¸uerr+ peri¸os+ contr+ + corrupç1o. Qu+n-
to m+is evoc+tiv+ for + motiv+ç1o, m+is el+ irí definir o seu
person+¸em. T+lve: ele tenh+ perdido o p+i enqu+nto sofri+
su+ lrimeir+ Mud+nç+, e por c+us+ disso, n1o tenh+ podido
despedir-se dele. lort+nto, encontr+r um+ form+ de f+l+r com
o espírito do p+i seri+ um motivo import+nte p+r+ o seu person+-
¸em vi+j+r com freqüênci+ pelo mundo espiritu+l.
|deatidade Nermal
Lm+ últim+ cois+ import+nte que você deve consider+r
sobre o seu person+¸em é + identid+de dele n+ socied+de nor-
m+l, c+so pertenç+ + +l¸um+. Nem todos os lobisomens se¸re-
¸+m-se inteir+mente d+ socied+de. Al¸um+s tribos, como os
lilhos de O+i+, perm+necem em cont+to com o mundo nor-
m+l. Até mesmo membros de tribos como os lort+dores d+ lu:
poderi+m possuir identid+des norm+is. Como você conse¸ue
viver um+ existênci+ dupl+!
£remple de 0riaçãe de
Perseaaqem
Sh+ne decide f+:er seu primeiro person+¸em de Lobisomem.
Com um+ cópi+ d+ sinopse de cri+ç1o de seu person+¸em + su+
frente, ele +rre¸+ç+ +s m+n¸+s e se pöe + tr+b+lh+r.
Passe um: 0eaceite
Lm primeiro lu¸+r, Sh+ne deve desenvolver um conceito
p+r+ o seu person+¸em. Lle decide que quer interpret+r um
pere¸rino, +l¸uém liberto dos ¸rilhöes d+ socied+de norm+l.
Lle n1o quer um person+¸em preso + nenhum tipo de crenç+
ou estilo de vid+; quer +l¸uém que busque novos c+minhos.
Lle escolhe um conceito de pere¸rino. Dest+ form+ Sh+ne
pode cri+r um person+¸em que vi+je em busc+ de respost+s e
verd+des.
Lm se¸uid+, Sh+ne dí um+ olh+d+ n+s opçöes que tem p+r+
r+ç+. Lle decide que seri+ um+ excelente jo¸+d+ f+:er de seu
+nd+rilho um lupino, um O+rou n+scido de lobo. Lm se¸uid+,
p+r+ +u¸úrio, Sh+ne escolhe o O+lli+rd, porque vê seu person+-
¸em como o tipo que ¸ost+ de coment+r sobre su+s descobert+s
+tr+vés de c+nçöes e históri+s. l+r+ tribo, Sh+ne escolhe os Silen-
ciosos, que têm um estilo de vid+ nom+de, n1o perm+necendo
por muito tempo no mesmo lu¸+r.
L qu+nto +o nome! Sh+ne pens+ um pouco e +c+b+ deci-
dindo que seu person+¸em exije um nome que di¸+ quem ele
é. Lle escolhe lé-n+-Terr+, um nome bem O+rou, represen-
t+ndo que o person+¸em j+m+is c+minh+ por trilh+s que jí
for+m p+viment+d+s, procur+ndo, em ve: disso, +brir seus pró-
prios c+minhos.
Passe 0eis: Atribates
O p+sso se¸uinte é priori:+r os +tributos de lé-n+-Terr+.
Sh+ne f+: + escolh+ usu+l p+r+ lobisomens, selecion+ndo o
lísico como + c+te¸ori+ bísic+ de Atributos. Lle decide que
lé-n+-Terr+ p+ss+ ¸r+nde p+rte de seu tempo + céu +berto,
exposto +os elementos. Vit+lid+de é + melhor escolh+ p+r+ +
m+iori+ de seus pontos. N+ verd+de, Sh+ne opt+ por coloc+r
três pontos em Vit+lid+de, concedendo + lé-n+-Terr+ um ní-
vel de + (lembre do único ponto ¸rítis em c+d+ C+r+cterístic+
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
7B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
!abela de 0riaçãe de Perseaaqeas
Precesse de 0riaçãe de Perseaaqeas
º Passo Um: Conceito do Personagem
Ls.·||a conceito, r+ç+, +u¸úrio e tribo.
º Passo Dois: SeIecione Atributos
ír|·r|z. as :r.s .a:.¸·r|as. lísic+, Soci+l, Ment+l (¯/5/3)
Ls.·||a Cara.:.r/s:|.as í/s|.as. lorç+, Vi¸or, Destre:+
Ls.·||a Cara.:.r/s:|.as S·.|a|s. C+rism+, M+nipul+ç1o,
Ap+rênci+
Ls.·||a Cara.:.r/s:|.as M.n:a|s. lercepç1o, lnteli¸ênci+,
R+ciocínio
º Passo Três: SeIecione HabiIidades
ír|·r|z. as :r.s .a:.¸·r|as. T+lentos, leríci+s, Conhecimen-
tos
Ls.·||a T+lentos, leríci+s, Conhecimentos (13/9/5)
º Passo Quatro: SeIecione Vantagens
Ls.·||a Antecedentes (5; restritos por tribo), Dons (1 p+r+
r+ç+, +u¸úrio e tribo), Renome (por +u¸úrio)
º Passo Cinco: Toques Iinais
n.¸|s:r. lúri+ (por +u¸úrio), Onose (por r+ç+), lorç+ de
Vont+de (por tribo), losto (1)
Cas:. "lontos de Bonus" (15)
Raça
Vej+ t+mbém na¸as.
º Hominídeo: Você foi cri+do como hum+no, por p+is hum+-
nos. Você n1o s+bi+ que er+ um lobisomem +té ser qu+se um
+dulto e sofrer su+ lrimeir+ Mud+nç+. (Alcunh+: m+c+co)
Cnose IniciaI: 1
Dons Iniciais: lersu+s1o, Odor de Ser Hum+no
º Impuro: Os seus p+is s1o, +mbos, O+rou, m+s você é defor-
m+do e estéril. Você compreende + cultur+ O+rou m+is pro-
fund+mente que +s outr+s r+ç+s, porque foi cri+do pel+ própri+
tribo. (Alcunh+: mulo)
Cnose IniciaI: 5
Dons Iniciais: Cri+r Llemento, Sentir + Wyrm
º Lupus: Você foi cri+do como lobo n+s re¸iöes selv+¸ens.
Você n1o s+bi+ que er+ um lobisomem +té est+r qu+se comple-
t+mente m+duro. (Alcunh+: selv+¸em)
Cnose IniciaI: 5
Dons Iniciais: Sentidos A¸uç+dos, S+lto de C+n¸urú
Aaqárie
Vej+ t+mbém -u¸ur|·s.
º Ragabash: lu+ Nov+ - O Tr+p+ceiro: question+dor d+s
tr+diçöes
Iúria IniciaI: 1
Dons Iniciais: Lmb+ç+menbto d+ lrópri+ lorm+, Abrir
Selos, Sentir Odor de A¸u+ Corrente.
Renome IniciaI: 3 em qu+lquer combin+ç1o
º Theurge: lu+ Crescente - O Vidente: pesquis+dor d+s
tr+diçöes
Iúria IniciaI: 2
Dons Iniciais: Toque d+ M1e, Sentir + Wyrm, l+l+r com
Lspíritos
Renome IniciaI: S+bedori+ 3
º PhiIodox: Mei+ lu+ - O Jui:: ¸u+rdi1o d+s tr+diçöes
Iúria InciaI: 3
Dons Iniciais: Resistir + dor, Sentir Odor d+ lorm+ Ver-
d+deir+, Verd+de de O+i+
Renome IniciaI: Olóri+ 2, S+bedori+ 1
º CaIIiard: lu+ Min¸u+nte - O D+nç+rino d+ lu+: +m+nte
d+s tr+diçöes
Iúria IniciaI: +
Dons Iniciais: l+l+r com Anim+is, Ch+m+do d+ Wyld,
Comunic+ç1o Ment+l
Renome IniciaI: Olóri+ 2, Honr+ 1
º Ahroun: lu+ Chei+ - O Ouerreiro: protetor d+s tr+diçöes
Renome IniciaI: 5
Dons Iniciais: O+rr+s Afi+d+s, lnspir+ç1o, O Toque d+
Dec+dênci+
Renome IniciaI: Olóri+ 2, Honr+ 1
!ribe
Vej+ t+mbém Tr||·s.
º Iúrias Negras: Compost+ qu+se inteir+mente por mulhe-
res, +s lúri+s Ne¸r+s s1o +s serv+s d+ Wyld e +s vin¸+dor+s dos
O+rou.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Sem restriçöes.
Dons Iniciais: Sentidos A¸uç+dos, Sentir + Wyrm
º Roedores de Ossos: Vivendo como v+¸+bundos n+s ru+s
d+ cid+de, os Roedores est1o sempre bem inform+dos m+s s1o
despre:+dos por todos.
Iorça de Vontade IniciaI: +
Antecedentes: Os Roedores de Ossos n1o podem compr+r
Vid+ l+ss+d+, R+ç+ lur+ ou Recursos.
Dons Iniciais: Culiníri+, Sentir Odor de Mel
º IiIhos de Caia: A tribo m+is moder+d+. Os lilhos torn+-
r+m-se os medi+dores dos O+rou e os defensores d+ hum+nid+-
de. Contudo, seus jovens +s ve:es se torn+m r+dic+is, junt+n-
do-se + divers+s subcultur+s.
Iorça de Vontade IniciaI: 4
Antecedentes: Sem restriçöes
Dons Iniciais: Toque d+ M1e, Resistênci+ + Dor
º Iianna: C+d+ membro dest+ tribo descende dos Célticos, e
os li+nn+ or¸ulh+m-se muitíssimo dess+ her+nç+. Lles vivem
em qu+lquer lu¸+r que seus l+rentes se est+beleç+m e m+n-
têm cont+to perm+nente com eles.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Sem restriçöes
Dons Iniciais: lersu+s1o, Resistênci+ + Toxin+s
º Cria de Ienris: Selv+¸ens e sedentos de s+n¸ue, os Cri+ de
lenris s1o em su+ m+iori+ de descendênci+ nórdic+ e se or¸u-
lh+m disso. Lles tendem + domin+r os cond+dos e cid+des ru-
r+is nos qu+is viv+m.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: A Cri+ de lenris n1o pode compr+r Con-
t+tos ou Mentor.
Dons Iniciais: O+rr+s Afi+d+s, Resistênci+ + Dor
º AndariIhos do AsfaIto: De tod+s +s tribos, os And+rilhos
s1o os m+is +d+pt+dos + cid+de e +queles nos qu+is os O+rou
79
menos confi+m. Lles tendem + se mistur+r com o submundo e
freqüentemente empre¸+m tecnolo¸i+ de pont+.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os And+rilhos do Asf+lto n1o podem com-
pr+r Mentor, Vid+ Anterior ou R+ç+ lur+.
Dons Iniciais: Controle de Míquin+s Simples, lersu+s1o
º Carras VermeIhas: Compostos inteir+mente por lupinos, os
O+rr+s Vermelh+s +credit+m que + melhor form+ de s+lv+r
O+i+ é destruindo de um+ ve: por tod+s o cìncer que + corrói
(os hum+nos).
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os O+rr+s Vermelh+s n1o podem compr+r
Ali+dos, Cont+tos ou Recursos. Seus únicos l+rentes s1o os
lobos.
Dons Iniciais: l+l+r com os Anim+is, Sentir Odor de A¸u+
Corrente
º Senhores das Sombras: Domin+dores e tirìnicos, os Se-
nhores d+s Sombr+s lut+m const+ntemente p+r+ destron+r os
lres+s de lr+t+ d+ lider+nç+ dos O+rou. Lles f+ri+m qu+lquer
cois+ por poder.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os Senhores d+s Sombr+s n1o podem com-
pr+r Ali+dos ou Mentores.
Dons Iniciais: Aur+ de Confi+nç+, R+j+d+ l+t+l
º Peregrinos SiIenciosos: Os Silenciosos vivem n+s ru+s,
mud+ndo e vi+j+ndo const+ntemente. Cru:+m qu+se exclusi-
v+mente com ci¸+nos, +rtist+s circenses e outros pere¸rinos.
Lles conhecem muitos se¸redos dos mundos espiritu+l e mor-
t+l.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os Silenciosos n1o podem compr+r Vid+
l+ss+d+ ou Recursos.
Dons Iniciais: Sentir + Wyrm, Velocid+de do lens+men-
to
º Presas de Prata: A tribo m+is presti¸i+d+. Dur+nte séculos
os lres+s de lr+t+ cru:+r+m com os homens e lobos m+is no-
bres. Contudo, por serem endó¸+mos, torn+r+m-se vulneríveis
+ doenç+s.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os person+¸ens lres+s de lr+t+ devem
¸+st+r pelo menos três pontos de Antecedentes em R+ç+ lur+.
Dons Iniciais: lrojet+r l+b+red+, Sentir + Wyrm
º Portadores da Luz: lntelectu+is e contempl+tivos, os lort+-
dores d+ lu: v+¸uei+m pelo mundo em busc+ de conhecimen-
to e verd+de, m+s t+mbém se opöem vi¸oros+mente + Wyrm.
Iorça de Vontade IniciaI: 5
Antecedentes: Os lort+dores d+ lu: n1o podem compr+r
Ali+dos, letiches ou Recursos.
Dons Iniciais: Lquilíbrio, Sentir + Wyrm
º Uktena: Os +stutos e misteriosos Lkten+ s1o os m+¸os m+is
c+p+:es entre os O+rou, +n¸+ri+ndo, port+nto, + desconfi+nç+
de todos os outros.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Sem restriçöes.
Dons Iniciais: Sentir M+¸i+, Ocult+mento
º Wendigo: Os únicos O+rou indí¸en+s puros que +ind+ res-
t+m. Os Wendi¸o s1o independentes e fero:mente determi-
n+dos + expuls+r os inv+sores d+ Améric+ do Norte.
Iorça de Vontade IniciaI: +
Antecedentes: Os Wendi¸o n1o podem compr+r Cont+-
tos ou Recursos.
Dons Iniciais: Ch+m+do dos Ventos, C+mufl+¸em
Aatecedeates
Vej+ t+mbém -n:...J.n:.s.
º AIiados: Os seus +mi¸os, sej+m lobos ou hum+nos.
º Contatos: Descreve os cont+tos que você possui n+ socie-
d+de hum+n+.
º Ietiche: Você possui um objeto mí¸ico que contém um
espírito +prision+do. Consulte os exemplos do Apêndice.
º Parente: O número de hum+nos imunes +o Delírio ou
p+rentes e +mi¸os lupinos que você possui.
º Mentor: Lm +nci1o poderoso que o +conselh+ e prote¸e.
º Vida Passada: Descreve + su+ conex1o mnemonic+ com
seus +ncestr+is O+rou e o p+ss+do.
º Raça Pura: A su+ linh+¸em e pedi¸ree entre seu povo.
º Recursos: Descreve o qu+nto você é rico; o seu p+trimo-
nio.
º Rituais: Descreve o número e/ou poder dos ritu+is que
você +prendeu. Consulte n|:ua|s.
º Totem: O poder do totem de um+ m+tilh+ v+ri+ de +cordo
com o número tot+l de pontos investido nel+. Consulte em
T·:.m, + list+ de custos em pontos; consulte + list+ de totens do
Apêndice.
0eas
Consulte Dons lnici+is em na¸a, -u¸ur|· e Tr||·, +cim+;
escolh+ um de c+d+ list+. Vej+ t+mbém D·ns.
Reaeme
Consulte Renome lnici+l em Au¸úrio, +cim+, e n.n·m.,
ou ír.m|anJ· n.n·m..
Peste
Todos os person+¸ens começ+m no losto Lm. Vej+ í·s:·,
ou -tan¸anJ· .m í·s:·.
Fária, 6aese e Perseceraaça
Consulte +cim+, conforme se se¸ue: +u¸úrio (lúri+), r+ç+
(Onose) e tribo (lorç+ de Vont+de). Vej+ t+mbém íur|a; Cn·-
s.; e í·r¸a J. V·n:aJ..
Peates de 6êaas
Custo de Característica
Atributos 5 por ponto
H+bilid+des 2 por ponto
Antecedentes 1 por ponto
Dons ¯ por Dom (+pen+s Nível Lm)
lúri+ 1 por ponto
Onose 2 por ponto
lorç+ de Vont+de 1 por ponto
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
BU 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
de Atributo). lé-n+-Terr+ n1o ¸ost+ de tr+b+lho duro, de modo
que lorç+ n1o p+rece muito import+nte p+r+ ele. Sh+ne colo-
c+ +pen+s um ponto em lorç+, concedendo + lé-n+-Terr+ um
nível 2. Sh+ne em se¸uid+ coloc+ três pontos lísicos em Des-
tre:+, torn+ndo lé-n+-Terr+ um sujeito muito í¸il (nível +).
Lm se¸uid+, ele diri¸e su+ +tenç1o p+r+ + c+te¸ori+ secun-
díri+ de Atributos. Volt+ndo + idéi+ de que lé-n+-Terr+ +pren-
deu + ver onde pis+, Sh+ne concentr+-se primeiro em lercep-
ç1o. Aqui ele coloc+ dois pontos, torn+ndo lé-n+-Terr+ um
sujeito b+st+nte +tento (lercepç1o 3). Dois pontos v1o p+r+
R+ciocínio, refletindo o pens+mento rípido que ele precis+ ter
p+r+ s+ber que c+minho se¸uir. O último ponto v+i p+r+ lnteli-
¸ênci+.
A c+te¸ori+ terciíri+ de Atributos, + Soci+l, é fícil de definir.
Além disso, com +pen+s três pontos p+r+ ¸+st+r, ele n1o pode
f+:er muit+ cois+. Sh+ne coloc+ todos os três pontos em C+rism+
p+r+ refletir + n+ture:+ +mi¸ível de lé-n+-Terr+. Sh+ne c+lcul+
que um nível 1 em M+nipul+ç1o e em Ap+rênci+ sej+ +dequ+do.
lé-n+-Terr+ n1o ¸ost+ de en¸+n+r nin¸uém e n1o precis+ de um
rosto bonito por onde +nd+.
Passe !rês: habilidades
Sh+ne +¸or+ precis+ priori:+r +s H+bilid+des de lé-n+-Ter-
r+. Lm ve: de f+:er isso sem pens+r, p+ss+ os olhos pel+ fich+ do
person+¸em e começ+ + chec+r +s h+bilid+des que ele consi-
der+ que lé-n+-Terr+ deveri+ possuir (ele n1o recebe um pon-
to inici+l ¸rítis em c+d+ C+r+cterístic+ de H+bilid+de, como
+conteceu com +s C+r+cterístic+s de Atributo). lo¸o fic+ cl+ro
que + m+iori+ dos pontos ser1o ¸+stos em T+lentos, de modo
que Sh+ne consider+-os prioritírios.
lé-n+-Terr+ tem 13 pontos p+r+ ¸+st+r. Lle +prendeu +
cuid+r de si mesmo qu+ndo estí n+ estr+d+, de modo que
coloc+ três pontos em Bri¸+. Lmbor+ n1o conviv+ muito fre-
qüentemente com +s pesso+s, lé-n+-Terr+ +ind+ s+be como
enc+ntí-l+s com um+ históri+ ou um+ c+nç1o, de modo que
Sh+ne coloc+ três pontos em Lxpress1o. Como lé-n+-Terr+ é
um+ pesso+ c+utelos+, Sh+ne coloc+ dois pontos em lrontid1o,
o que é ótimo p+r+ o person+¸em s+ber o que lhe +¸u+rd+. Lm
su+s +nd+nç+s, lé-n+-Terr+ t+mbém conheceu o l+do ne¸+ti-
vo d+s cid+des, de modo que Sh+ne lhe +tribui um ponto em
M+nh+. Sh+ne ¸+st+ os qu+tro pontos rest+ntes coloc+ndo um
em Lsquiv+, um em Lsportes, um em Lmp+ti+ e um em lmpul-
so lrimitivo.
Sh+ne escolhe leríci+s como su+ c+te¸ori+ secundíri+.
Dispöe de nove pontos p+r+ ¸+st+r nel+. Como lé-n+-Terr+
começou su+ vid+ de lobisomem n+ florest+, Sh+ne +credit+
que o person+¸em precise possuir um nível b+st+nte +lto em
Sobrevivênci+. Coloc+ três pontos nel+. Lmp+ti+ com Anim+is
t+mbém reflete um pouco d+ experiênci+ de lé-n+-Terr+:
Sh+ne ¸+st+ três pontos nel+. Sh+ne +rredond+ +s h+bilid+des
de seu person+¸em +tribuindo dois pontos + lurtivid+de, um
ponto + lider+nç+ e um ponto + Atu+ç1o. Como ele é um
lupino, n1o pode começ+r o jo¸o com Conduç1o, Ltiquet+ e
Arm+s de lo¸o, embor+ poss+ ¸+st+r pontos de bonus p+r+
conse¸uir ess+s h+bilid+des.
Com +pen+s cinco pontos p+r+ ¸+st+r em Conhecimentos,
Sh+ne precis+ escolher com cuid+do. Sendo um lupino, hí
muitos conhecimentos que est1o for+ do seu +lc+nce. A n+tu-
re:+ contempl+tiv+ de lé-n+-Terr+ f+: de Lni¸m+s um+ bo+
escolh+, de modo que Sh+ne ¸+st+ três pontos +li. Lle em se-
¸uid+ coloc+ um ponto em lnvesti¸+ç1o (refletindo + h+bilid+-
de de lé-n+-Terr+ de procur+r cois+s) e Ritu+is (de modo que
ele poss+ +prender +l¸uns ritu+is bísicos).
Passe §aatre: vaataqeas
Lm se¸uid+ vem + c+te¸ori+ que define o que lé-n+-Terr+
pode f+:er re+lmente como lobisomem. Lm primeiro lu¸+r, ele
tem cinco pontos p+r+ ¸+st+r em Antecedentes. M+s como ele
é um Silencioso, n1o pode +dquirir Vid+ l+ss+d+ ou Recursos
(ele pode +dquiri-los dur+nte + cronic+, m+s n1o poderí nem
mesmo ¸+st+r "bonus" neles +¸or+). lor enqu+nto, Sh+ne pro-
videnci+ p+r+ que lé-n+-Terr+ possu+ os Antecedentes que
definem de form+ m+is óbvi+ o person+¸em. Três pontos v1o
p+r+ Cont+tos, porque ele conheceu muit+s pesso+s dur+nte
su+s vi+¸ens. Os outros dois pontos s1o ¸+stos em Ritu+is, de
modo que ele poss+ execut+r ritu+is. Lle escolhe dois ritu+is de
Nível Lm: o Ritu+l d+ Dedic+ç1o do T+lism1, +d+pt+ndo su+s
roup+s de modo que el+s n1o se r+s¸uem sempre que ele mu-
d+r de form+; e o Ritu+l d+ ledr+ C+ç+dor+, p+r+ que poss+
encontr+r cert+s cois+s qu+ndo precis+r del+s. Como ele +d-
quiriu um Conhecimento de Ritu+l de nível 1, pode +prender
ritu+is de Nível Lm.
Sh+ne em se¸uid+ p+ss+ p+r+ os Dons. Lle começ+ com
seus Dons de R+ç+, escolhendo Sentidos A¸uç+dos; este po-
der lupino c+i como um+ luv+ n+ concepç1o do person+¸em.
Lle em se¸uid+ verific+ seus Dons de +u¸úrio, escolhendo l+-
l+r com os Anim+is p+r+ poder +prender os se¸redos d+s trilh+s
com + f+un+ de c+d+ re¸i1o. lor fim, verific+ su+ list+ de Dons
d+ tribo, escolhendo Velocid+de do lens+mento p+r+ poder
vi+j+r velo:mente pel+ estr+d+s.
O p+sso se¸uinte é +tribuir Renome inici+l. Lle chec+ + list+
p+r+ um O+lli+rd e +tribui 2 p+r+ Olóri+ e 1 p+r+ S+bedori+ em
su+ fich+. Lle +¸or+ é um O+rou de losto Lm.
Passe 0iace: !eqaes Fiaais
Sh+ne +tribuiu + + su+ lúri+ inici+l (porque é um O+lli+rd),
5 + su+ Onose inici+l (porque é um lupino) e 3 + su+ lorç+ de
Vont+de inici+l (porque é um Silencioso).
A¸or+ Sh+ne começ+ + ¸+st+r os 15 pontos de bonus de lé-
n+-Terr+. lrimeiro, ¸+st+ sete pontos e compr+ outro Dom:
Sentir + Wyrm, +pen+s p+r+ o c+so dele encontr+r trilh+s sus-
peit+s. Como ele desej+ que lé-n+-Terr+ estej+ +pto + conver-
s+r com hum+nos, Sh+ne decide compr+r um nível no norm+l-
mente restrito Conhecimento de lin¸üístic+ (concedendo +
lé-n+-Terr+ + h+bilid+de de f+l+r um idiom+). Lle t+mbém
decide +ument+r o t+lento de lrontid1o do person+¸em, p+r+
¸+r+ntir que ele poss+ pressentir o peri¸o; ele ¸+st+ dois pontos,
concedendo + lé-n+-Terr+ um nível 3. lor último, Sh+ne de-
cide ¸+st+r seus últimos qu+tro pontos de bonus p+r+ +ument+r
+ lorç+ de Vont+de de lé-n+-Terr+ p+r+ ¯.
Norm+lmente, poderi+m ser +crescent+dos m+is det+lhes +
um person+¸em novo, m+s Sh+ne +ch+ que jí tem um+ idéi+
b+st+nte r+:oível de quem é lé-n+-Terr+ e do que ele desej+.
Além disso, no c+so específico deste person+¸em, um excesso de
inform+ç1o seri+ prejudici+l: + m+ior p+rte do ch+rme de lé-n+-
Terr+ envolve su+ misterios+ +tr+ç1o pel+ estr+d+. L melhor que
esses det+lhes sej+m deix+dos + c+r¸o d+ im+¸in+ç1o do N+rr+-
dor em futur+s históri+s.
B!
0lbaade para Freate
No processo de cri+r um person+¸em, você prov+velmente
est+rí se prep+r+ndo t+mbém p+r+ interpretí-lo. Lm+ p+rte
import+nte do processo de cri+ç1o é o vínculo que se desenvol-
ve entre você e o seu person+¸em, o que lhe permite desempe-
nh+r o p+pel com cri+tivid+de e propósito. Alimente + su+
emp+ti+ pelo person+¸em - se ele for muito diferente de você
isso n1o +contecerí com n+tur+lid+de.
O processo de cri+ç1o de um person+¸em n1o termin+ com
o começo d+ primeir+ históri+: um person+¸em j+m+is pír+ de
crescer, mud+r, desenvolver-se e +m+durecer. A medid+ que
+ cronic+ pro¸redir, crie nov+s c+r+cterístic+s de person+¸em e
det+lhes históricos. Lse com s+bedori+ + su+ experiênci+ p+r+
desenvolver +s su+s C+r+cterístic+s. lrocure +ument+r + lorç+
de Vont+de de seu person+¸em e desenvolver su+ Onose, e
sempre - sempre - +crescente m+is det+lhes +o esqueleto
descrito n+ pl+nilh+. A verd+deir+ essênci+ do person+¸em só
poderí ser c+pt+d+ n+ su+ interpret+ç1o; n1o é possível descre-
vê-l+ num+ pl+nilh+.
Aind+ m+is import+nte: você deve pens+r em form+s pel+s
qu+is + person+lid+de do seu person+¸em poss+ mud+r em de-
corrênci+ dos eventos que ocorrerem em su+ vid+, e em se¸ui-
d+ +¸ir de +cordo. Deixe-o determin+r seu próprio destino.
J+m+is o force + se enqu+dr+r em qu+lquer um+ de su+s pri-
meir+s concepçöes de quem e o que ele dev+ ser. Lm Ahroun
:+n¸+do que +prend+ + control+r su+ lúri+, ou um R+¸+b+sh
sem propósito que +dquir+ um senso de esper+nç+, podem ¸e-
r+r bel+s históri+s - especi+lmente se o N+rr+dor perceber o
que estí +contecendo e cri+r um+ subtr+m+ em torno disso.
C+so o seu person+¸em venh+ um di+ + entedií-lo, isso
prov+velmente terí +contecido porque você n1o o desenvol-
veu e +lterou o suficiente com o tempo. O ide+l é que o perso-
n+¸em se torne m+is re+l + medid+ que você o interpret+ n+
cronic+, f+:endo-o evoluir como person+¸em e como pesso+. A
form+ pel+ qu+l um person+¸em mud+ revel+ t+nto sobre ele
qu+nto + form+ pel+ qu+l foi descrito. Lm person+¸em de um
conto r+r+mente é t1o re+list+ e completo qu+nto o de um
rom+nce - num+ históri+ curt+, simplesmente n1o hí esp+ço
p+r+ um desenvolvimento +dequ+do do person+¸em. Dur+nte
o curso d+ cronic+, torne os seus person+¸ens o m+is completos,
vivos e interess+ntes que for possível.
0 Preládie
Nosso p+ss+do nos define muito cl+r+mente - é ele que
melhor indic+ o que poderemos nos torn+r. O propósito de um
prelúdio é cri+r + bio¸r+fi+ dos person+¸ens +ntes d+ cronic+
começ+r efetiv+mente. L muito p+recido com um jo¸o norm+l,
só que muitos +nos s1o comprimidos num+ série de decisöes
rípid+s. A bio¸r+fi+ pesso+l que um jo¸+dor cri+ no prelúdio
serí relev+nte dur+nte + cronic+ inteir+, e você poderí consul-
tí-l+ com freqüênci+.
A !écaica 0erreta
C+d+ jo¸+dor p+ss+ so:inho pelo prelúdio. L um processo
individu+l, + n1o ser que dois ou m+is person+¸ens jí fossem
+mi¸os ou tenh+m p+ss+do muito tempo juntos +ntes de desco-
brirem que er+m lobisomens. Lnqu+nto você, como N+rr+dor,
dedic+ seu tempo + c+d+ person+¸em em p+rticul+r, o rest+nte
do ¸rupo poderí se conhecer melhor e se empol¸+r qu+nto +o
que os +¸u+rd+. A +ntecip+ç1o pode f+:er um+ históri+ des+-
broch+r.
Dur+nte o prelúdio você precis+ direcion+r o jo¸+dor mui-
to m+is que de costume. Dê-lhe muit+s decisöes p+r+ tom+r,
m+s +presse tudo e n1o lhe conced+ muito tempo p+r+ pens+r.
Você precis+ p+ss+r r+pid+mente por est+ f+se, + n1o ser que
estej+ disposto + ¸+st+r m+is tempo (o que pode possibilit+r +
cri+ç1o de person+¸ens muito det+lh+dos). Os person+¸ens
qu+se nunc+ tr+v+m comb+te dur+nte o prelúdio. C+so eles o
f+ç+m, você simplesmente descreve os result+dos d+s lut+s (+fi-
n+l de cont+s, você n1o pode deix+r que os person+¸ens cor-
r+m o risco de morrer +ntes mesmo que o jo¸o comece').
Dur+nte o tempo que você est+beleceu p+r+ o prelúdio,
providencie p+r+ que o jo¸+dor tenh+ oportunid+de de inter+-
¸ir t+nto com o +mbiente qu+nto com +s re¸r+s. Se o jo¸+dor
quiser mud+r +l¸um+s C+r+cterístic+s dur+nte o prelúdio, dei-
xe-o, desde que ele o f+ç+ por um motivo r+cion+l e n1o p+r+
tent+r ¸er+r um super-person+¸em.
Lxistem muit+s form+s de pro¸redir +tr+vés d+ vid+ de um
person+¸em; qu+lquer um+ é +ceitível, desde que +jude +
oferecer +o jo¸+dor um+ idéi+ de como o person+¸em viveu.
Você pode f+:er o jo¸+dor compreender + vid+ de lobisomem
mostr+ndo-lhe como er+ tedios+ + existênci+ do person+¸em.
N1o esqueç+ que é + rotin+ que confere dimens1o +o extr+or-
dinírio.
Lm prelúdio pode ¸er+r este tipo de n+rr+tiv+: "Você c+-
minh+ p+r+ c+s+ depois de m+is um di+ ch+to de escol+. Qu+n-
do o tédio v+i +c+b+r! Lles o tr+t+m como um+ cri+nç+ estúpi-
d+. Você jí tem qu+tor:e +nos - qu+ndo v1o reconhecer isso!
Você entr+ pel+ port+ dos fundos, che¸+ndo + co:inh+. Su+
m1e deixou um bilhete sobre + mes+: "Querido, che¸+rei m+is
t+rde do tr+b+lho. Tem comid+ con¸el+d+ no free:er. Descul-
pe. Com +mor, M+m1e." So:inho de novo. Ao menos se você
tivesse +l¸uns +mi¸os com quem est+r... Lspere, que b+rulho
foi esse! Lm som no +posento +o l+do... Serí que é um l+dr1o!"
A medid+ que descrever +s cois+s, deixe o jo¸+dor inter-
romper + n+rr+tiv+ p+r+ oferecer su+s própri+s idéi+s e det+lhes.
Vocês est1o cont+ndo um+ históri+ juntos: tr+te o jo¸+dor como
+ um p+rceiro. T+mbém pode incluir det+lhes que estimulem
o jo¸+dor + sentir +s emoçöes do person+¸em - "O seu p+i estí
em com+ no hospit+l." Depois que o person+¸em +derir + um+
seit+ p+r+ se torn+r um lobisomem, n1o poderí m+is visit+r o
hospit+l livremente. O p+i do person+¸em pode +cord+r ou
morrer, m+s ele j+m+is poderí vê-lo nov+mente. O jo¸+dor
precis+ sofrer um sentimento profundo de perd+ p+r+ que o
verd+deiro poder do prelúdio se m+nifeste.
Perqaatas e Respestas
A se¸uir descreveremos +l¸um+s per¸unt+s que devem ser
respondid+s +té o fim do prelúdio. Se n1o houver tempo p+r+
um prelúdio completo, você deverí +o menos f+:er um esforço
p+r+ responder + ess+s per¸unt+s. Mesmo que você tenh+ de-
senvolvido o prelúdio todo, costum+ ser útil f+:er um re¸istro
d+s respost+s.
Assim, fornecemos +l¸uns conselhos +o N+rr+dor sobre como
condu:ir o lrelúdio em rel+ç1o + c+d+ per¸unt+ específic+,
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
B2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
bem como um+ rel+ç1o dos tipos de per¸unt+s que os jo¸+dores
devem f+:er + si próprios.
º QuaI e a sua idade!
Com qu+ntos +nos você estí +¸or+! Qu+ntos +nos se p+ss+-
r+m desde que você Mudou pel+ primeir+ ve:!
Costum+ ser m+is fícil +tribuir d+t+s + eventos no prelúdio
depois que este tiver +c+b+do, m+s t+mbém v+le + pen+ est+be-
lecer +l¸um+s d+t+s import+ntes dur+nte seu decorrer. O pre-
lúdio deve começ+r em +l¸um+ d+t+ import+nte p+r+ o perso-
n+¸em, norm+lmente + lrimeir+ Mud+nç+. Como um dos pro-
pósitos princip+is do prelúdio é coloc+r + vid+ do person+¸em
em perspectiv+, consider+-se muito efic+: est+belecer d+t+s e
determin+r + id+de do person+¸em.
A m+iori+ dos lobisomens sofre su+ lrimeir+ Mud+nç+ +o
+tin¸ir + puberd+de, embor+ +l¸uns n1o mudem +ntes de se
torn+rem +dultos. l+r+ os hominídeos, + id+de p+dr1o d+ lri-
meir+ Mud+nç+ é entre os 12 e os 16 +nos. l+r+ os lupinos, el+
é entre dois e três (os O+rou p+ss+m + envelhecer em id+de
hum+n+ +pós su+ lrimeir+ Mud+nç+).
º Como era a sua famíIia!
Os seus p+is compreendi+m você! Os outros lobos o evit+-
v+m! Você foi expulso de um+ f+míli+ de cri+ç1o p+r+ outr+!
A m+tilh+ n+ qu+l você n+sceu foi c+ç+d+, mort+ ou c+ptur+-
d+ por :oólo¸os! Ou + su+ infìnci+ foi idílic+!
A f+míli+ de um jovem O+rou r+r+mente é ide+l. Até mes-
mo +ntes d+ lrimeir+ Mud+nç+, + lúri+ jí se encontr+ no
íntimo dos O+rou, e os outros +o seu redor podem senti-l+ de
form+ subconsciente. lsto tende + ¸er+r problem+s f+mili+res e
delinqüênci+ juvenil entre os O+rou +lheios + su+ her+nç+.
Su+ lúri+ n1o encontr+ um+ vílvul+ de esc+pe, crescendo
c+d+ ve: m+is +té explodir n+ lrimeir+ Mud+nç+.
A infìnci+ do person+¸em e + vid+ em f+míli+ s1o sempre
import+ntes. Lss+s cois+s permitem + você, o N+rr+dor, cri+r
muitos ¸+nchos de históri+ p+r+ todos os person+¸ens. T+lve:
você poss+ ¸er+r semelh+nç+s entre +s infìnci+s de todos os
person+¸ens d+ cronic+. T+lve: todos eles tenh+m sido +jud+-
dos em um determin+do momento pelo mesmo person+¸em
misterioso.
º Quando você sofreu a sua Primeira Mudança!
Onde el+ ocorreu! Outros + vir+m +contecer (qu+l foi o
efeito do Delírio)! Você feriu +l¸uém - ou pior! loi +ssust+-
dor! Lmpol¸+nte!
A lrimeir+ Mud+nç+ é um+ d+s experiênci+s m+is impor-
t+ntes d+ vid+ de um O+rou. L o momento em que ele se
met+morfosei+ pel+ primeir+ ve: - norm+lmente p+r+ + form+
Crinos. Lle pode nunc+ m+is ser o mesmo. Lle percebe que é
diferente dos seres que o cri+r+m, e que nunc+ m+is poderí
f+:er p+rte de su+s vid+s.
A m+iori+ dos jovens O+rou s1o observ+dos + distìnci+, nor-
m+lmente com + +jud+ de um espírito l+rente d+s lí¸im+s (vej+
ßa:|sm· J. í·¸·). Depois que eles sofrem + Mud+nç+, os mem-
bros de su+s tribos os procur+m e os tr+:em de volt+ +té o c+ern
p+r+ inicií-los n+s tr+diçöes O+rou.
C+so o person+¸em sej+ um impuro, ele foi bem +ceito pel+
tribo! li:er+m-no continu+mente de bode expi+tório, ou ele
recebeu +mor e respeito! (Lste último tipo de tr+t+mento r+r+-
mente +contece.)
º Quando você conheceu os outros membros da mati-
Iha!
Você se rel+cion+ bem com os outros person+¸ens! Hí
qu+nto tempo os conhece! Vocês se encontr+r+m num c+ern
ou de +l¸um+ outr+ form+! Vocês comp+rtilh+m os mesmos
objetivos!
L import+nte, +ind+ que n1o necessírio, que os person+-
¸ens sej+m comp+tíveis. Muit+s bo+s históri+s podem envolver
+ riv+lid+de entre O+rou.
Contudo, poucos jo¸+dores ir1o querer ¸+st+r oito hor+s
tod+s +s sext+s discutindo com person+¸ens interpret+dos por
seus +mi¸os. A m+iori+ d+s históri+s, e +s m+is divertid+s, po-
dem ser re+li:+d+s se os person+¸ens cooper+rem. L import+nte
est+belecer conexöes si¸nific+ntes entre os person+¸ens. T+l-
ve: eles sej+m d+ mesm+ tribo ou possu+m o mesmo Mentor.
Lsses elos precis+m ser m+is que meros elementos n+ cronic+.
Lles devem si¸nific+r +l¸um+ cois+ p+r+ os person+¸ens, e o
melhor momento p+r+ est+belecer este tipo de profundid+de e
históri+ é o prelúdio. Vej+ - Ma:|||a no fin+l deste c+pítulo.
º Onde você vive agora!
Você vive num c+ern! Num +p+rt+mento n+ cid+de! Num+
c+b+n+ no c+mpo! Os outros person+¸ens s+bem onde encon-
trí-lo!
Muit+s históri+s podem ser cont+d+s sobre + mor+d+ de um
person+¸em ou sobre os eventos que ocorrem n+ vi:inh+nç+ n+
qu+l ele mor+. lort+nto, é import+nte definir ess+ residênci+.
Se o person+¸em vive num c+ern, onde ele se loc+li:+!
º Você continua vivendo uma vida normaI!
Você inter+¸e com pesso+s (ou com lobos) que conheceu
+ntes do seu Rito de l+ss+¸em! Al¸um +mi¸o n1o-O+rou ou
l+rente s+be que você é um lobisomem! Os outros O+rou s+-
bem qu+l é + su+ profiss1o n+ vid+ norm+l!
Os det+lhes d+ vid+ norm+l de um person+¸em podem ser
import+ntíssimos p+r+ + cronic+. Lm número enorme de histó-
ri+s pode ser b+se+do em eventos que ocorr+m n+ vid+ norm+l
do person+¸em, como os problem+s cri+dos por combin+r m+is
de um tipo de vid+. Se um lobisomem estiver tent+ndo m+nter
su+ existênci+ norm+l em se¸redo dos outros O+rou, e + su+
vid+ O+rou em se¸redo dos seus outros conhecidos, +s cois+s
podem ser bem difíceis p+r+ ele.
º O quê o motiva!
As motiv+çöes primíri+s de um person+¸em s1o essenci+is
p+r+ + compreens1o de quem e do que eles s1o. Depois que
tiverem sofrido + Mud+nç+, su+s priorid+des se +lter+m dr+sti-
c+mente. As cois+s que um di+ for+m import+ntes n1o m+is o
s1o, e novos v+lores domin+m su+s vid+s. Se você quiser ser um
person+¸em re+l e completo, precis+ +dquirir um entendimen-
to do que impede que ele c+i+ em depress1o e num+ +bsolut+
f+lt+ de propósito (o que pode t+mbém ser interess+nte de
jo¸+r - simplesmente decid+ que o seu person+¸em n1o tem
nenhum+ motiv+ç1o).
A Matilba
- ma:|||a . un|Ja j·r um jr·j´s|:· sa¸raJ· . ¸u|aJa j.|a |uz
sa¸raJa. - ma:|||a . a sua jam/||a, ·s un|.·s s.r.s n·s ¡ua|s t·.. j·J.
.·nj|ar. -¡u.|.s Car·u ¡u. na· j.r:.n..m a n.n|uma ma:|||a sa·
·s ma|s j.rJ|J·s . s·||:ar|·s .n:r. n´s. Sa· a¡u.|.s ¡u. ¡ama|s .·n-
¡u|s:ara· naJa . J. ¡u. n|n¸u.m ¡ama|s J.t.ra s.n:|r ja|:a. Òr¸u-

||.-s. J. sua ma:|||a . .·nj|. n.|a, . · un|.· .·nj·r:· .·n|..|J· j·r
n·ssa .sj..|.. Na· a|ra ma· J. s. un|r a .|a.
- Am+r+ Windcrusher, lhilodox lúri+ Ne¸r+
Lm Lobisomem n1o existe um único "vencedor"; o objetivo
n1o é derrot+r os outros jo¸+dores. O objetivo é sobreviver e, +té
certo ponto, obter m+is poder, experiênci+ e f+m+. l+r+ ser +bso-
lut+mente vitorioso, você precis+ cooper+r com os outros jo¸+do-
res. De f+to, você e os outros p+rticip+ntes de Lobisomem preci-
s+m unir-se num+ m+tilh+.
A m+tilh+ é o conceito m+is import+nte p+r+ um person+-
¸em de Lobisomem. A m+tilh+ é + unid+de fund+ment+l d+
socied+de O+rou, tendo + mesm+ si¸nificìnci+ que + f+míli+
tem p+r+ os hum+nos. lnterpret+r um+ pesso+ extrem+mente
unid+ + um ¸rupo pode ser um+ cois+ difícil p+r+ os jo¸+dores
m+is rebeldes, m+s esses espíritos rebeldes podem servir p+r+
torn+r o processo inteiro m+is interess+nte. A m+tilh+ é + som+
de seus membros. A m+tilh+, porém, descreve esses O+rou como
um ¸rupo - um ¸rupo que m+ntém cert+s motiv+çöes, inimi-
¸os e +ntecedentes comuns.
A m+tilh+ pode ser vist+ como um person+¸em em si mes-
m+. L o person+¸em que todos os jo¸+dores comp+rtilh+m e por
cujo sucesso todos devem se esforç+r. Mesmo se você perder o
seu person+¸em, + m+tilh+ +ind+ sobreviverí e o seu novo per-
son+¸em poderí junt+r-se + el+. A m+tilh+ pode, port+nto,
sobreviver + morte, o que lhe +tribui neste jo¸o um+ importìn-
ci+ que n1o deve ser subestim+d+.
0riaade ama Matilba
Lm+ d+s t+ref+s m+is import+ntes qu+ndo se cri+ um+ cro-
nic+ é definir + m+tilh+ + qu+l os person+¸ens pertencem. Lst+
é um+ t+ref+ difícil e delic+d+, +fin+l exi¸e que você pl+neje
com +ntecedênci+ e se prep+re p+r+ o tipo de históri+ que
desej+ cont+r.
L muito import+nte que os jo¸+dores e o N+rr+dor tr+b+-
lhem em conjunto n+ cri+ç1o d+ m+tilh+. Ll+ pode se torn+r o
person+¸em centr+l d+ cronic+, o elo que une os jo¸+dores n+
lon¸+ c+minh+d+ - port+nto, dedique muit+ +tenç1o + el+.
Os jo¸+dores devem concord+r un+nimemente com o tipo de
m+tilh+ + qu+l desej+m se junt+r, e port+nto que tipo de histó-
ri+s eles +preci+ri+m cont+r. Tudo que o N+rr+dor puder f+:er
p+r+ estimul+r os jo¸+dores e envolvê-los n+ históri+ é bom.
Muit+s m+tilh+s s1o form+d+s dur+nte um Ritu+l de l+ss+-
¸em em que, no interesse d+ sobrevivênci+, os person+¸ens se
unem. Norm+lmente ess+s m+tilh+s consistem de membros de
um+ mesm+ tribo, m+s como muitos c+ern est1o se torn+ndo
m+is hetero¸êneos, é possível que ess+s m+tilh+s sej+m com-
post+s de person+¸ens pertencentes + tribos diferentes. Nos
últimos +nos +s m+tilh+s têm-se form+do c+d+ ve: com m+is
freqüênci+ de O+rou que se encontr+r+m depois de terem se
torn+do membros plenos de um+ tribo.
Hí +l¸um+s per¸unt+s que devem ser respondid+s pelos
jo¸+dores depois de todos eles terem complet+do seus prelúdi-
os. Junte todo mundo e l+nce +s se¸uintes questöes:
. Onde a matiIha e baseada! - Qu+l é o r+io de +ç1o d+
m+tilh+! Se el+ consider+ +l¸um+ íre+ seu território - seu
protetor+do -, que loc+l é esse! A m+tilh+ p+trulh+ e prote¸e
+tiv+mente este território, ou el+ simplesmente v+¸uei+ por ele
sem nenhum+ respons+bilid+de! Os membros possuem su+s
própri+s c+s+s ou vivem juntos em um só lu¸+r!
º QuaI e a missão da matiIha! - Qu+is s1o os ide+is e
motiv+çöes que unem + m+tilh+! Lles +pen+s procur+m prote-
¸er o território de su+ f+míli+ ou tribo, ou t+lve: desejem se
vin¸+r d+queles que violent+r+m + Terr+! Vej+ ír·j´s|:·, +di-
+nte.
º Existe um Iíder de matiIha! - Como +s decisöes s1o
tom+d+s! Lm +l¸um+s m+tilh+s, os membros lut+m continu+-
mente pel+ posiç1o de +lf+, enqu+nto em outr+s n1o é permiti-
do que os membros lutem entre si.
º QuaI e o totem da matiIha! - A m+tilh+ tem um totem!
Qu+l é ele! (lsto envolve um Antecedente de Totem.)
º Como e a seita deIes! C+so + m+tilh+ pertenç+ + +l¸um+
seit+, qu+l é + su+ n+ture:+! Que espíritos seus membros reve-
renci+m! Qu+l é o nome d+ seit+! Quem s1o seus líderes! l+r+
um exemplo de seit+, vej+ C.n:ra| íar|.
º Amigos ou Inimigos! - Quem s1o os +mi¸os e os inimi-
¸os d+ m+tilh+! M+is import+nte, + quem + m+tilh+ prote¸e, e
por quê!
º Inimigos! - Quem s1o os inimi¸os d+ m+tilh+, e por que
eles se opöem + el+! Qu+l é + motiv+ç1o de seus inimi¸os, e, se
eles n1o forem O+rou, qu+is s1o os seus poderes!
Prepésite
A m+tilh+ é um conceito +rr+i¸+do no pens+mento O+rou. A
socied+de O+rou +pen+s +ceit+ um lobisomem como membro n+
medid+ que ele estiver li¸+do + +l¸um+ m+tilh+; por +queles que
n1o pertenç+m + nenhum+, os O+rou nutrem um profundo des-
pre:o ou pen+. Os únicos lobisomens que têm o direito de n1o
pertencer + m+tilh+s s1o os +nciöes, e estes +pen+s desf+:em seus
¸rupos s+¸r+dos depois de terem descoberto e cumprido os seus
verd+deiros propósitos.
Se¸undo + tr+diç1o O+rou, c+d+ m+tilh+ possui um propósito
que lhe foi concedido por O+i+, um propósito pelo qu+l seus
membros for+m unidos, um propósito +o qu+l devem servir. Re+l-
mente, os membros d+s m+tilh+s +s ve:es comp+rtilh+m os mes-
mos sonhos qu+ndo dormem, e s1o ¸ui+dos pelos mesmos espíri-
tos. Só depois de cumprirem seu propósito é que poder1o +posen-
t+r-se p+cific+mente d+ vid+ +tiv+.
Cnµí:u1o Cín.o. C 1.rsonng.n
B4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
B5
Lm Lobisomem, +s c+r+cterístic+s form+m + b+se de um
person+¸em - el+s descrevem, conjur+m e delinei+m quem e
o que um person+¸em re+lmente é. Ll+s possibilit+m det+lh+r
os seus pontos fortes e fr+cos, permitem enqu+drí-lo n+ re+li-
d+de do jo¸o por meio de l+nces de d+dos, e, m+is import+nte,
+jud+m-no + enfoc+r e compreender seu person+¸em.
As C+r+cterístic+s de um person+¸em descrevem os p+rì-
metros ¸er+is de su+s h+bilid+des. A su+ essênci+ é cri+d+ +tr+-
vés d+ interpret+ç1o e d+ im+¸in+ç1o do jo¸+dor. As c+r+cte-
rístic+s de Lobisomem s1o intencion+lmente superfici+is -
pelo menos + m+iori+ esm+¸+dor+ -, de form+ que você n1o
precise recorrer muito + su+ pl+nilh+. O que é est+belecido
rudiment+rmente dur+nte + cri+ç1o do person+¸em ¸+nh+ vid+
no decorrer do jo¸o. N1o olhe p+r+ +s su+s C+r+cterístic+s
pens+ndo que possui um person+¸em completo. Serí + su+
interpret+ç1o que irí d+r-lhe consistênci+.
Raças
"O+rou" n1o é um nome - é um est+do de espírito.
C+d+ um de nós incorpor+ os melhores e os piores +spectos
d+s r+ç+s hum+n+ e lupin+. Noss+s três r+ç+s n1o s1o +ci-
dentes de n+scimento, m+s + vont+de enc+rn+d+ de O+i+,
+s posiçöes que recebemos +o n+scer e os p+péis que preci-
s+remos desempenh+r etern+mente.
-|¸uns nas..m |·m|n/J.·s, J. ja|s |uman·s . J. |uman·s
jam|n:·s, a||.|·s a |.n¸a· . a ma|J|¸a· ¡u. .arr.¸am. L|.s .a-
r...m J. .sj/r|:·, mas sa· r|.·s .m |n:.||¸.n.|a. Òu:r·s, ·s |uj|-
n·s, nas..m J. |·|·s, jur·s . s.|ta¸.ns, mas a|nJa ass|m ajr|s|-
·naJ·s j.|a j|·r.s:a. L|.s J.s.·n|...m ·s m·J·s J·s |uman·s, .
|s:· mu|:as t.z.s .·nJuz a sua ru/na. -¡u.|.s ¡u. j.r:.n..m a
ra¸a ama|J|¸·aJa, ·s |mjur·s, .arr.¸am · .s:|¸ma Ja t.r¸·n|a,
a J.j·rm|JaJ. ¡u. mar.a · jru:· J. uma un|a· ¡u. ¡ama|s J.t.-
r|a :.r a.·n:..|J·. Lm|·ra .·ns:|:uam as .n.ruz|||aJas J. n·s-
sa ¸.n:., a |.n¸a· Ja Ma. ||.s . n.¸aJa.
- Bess+ C+nt+-n+-Névo+, O+lli+rd lilh+ de O+i+.
As três r+ç+s de O+rou - hominíde+, lupin+ e impur+
- represent+m +s circunstìnci+s do n+scimento e d+ vi-
vênci+ dos person+¸ens. Al¸uns O+rou n+scer+m e for+m
cri+dos por lobos selv+¸ens, enqu+nto outros n+scer+m de
p+is hum+nos n+ socied+de hum+n+. A m+iori+ dos lmpu-
ros n+sce n+ socied+de O+rou, m+s s1o tr+t+dos como pros-
critos. C+d+ r+ç+ possui pontos fortes e pontos fr+cos, e os
membros de c+d+ um+ del+s podem se tr+nsform+r em su+s
form+s n+tiv+s sem despender muito tempo ou esforço.
A r+ç+ de um O+rou influenci+ seu comport+mento,
+p+rênci+ e +titude per+nte + vid+. Sej+ isso justo ou n1o, os
outros O+rou lev+r1o su+ r+ç+ em cont+ +o se rel+cion+rem
com ele. A r+ç+ n1o é +pen+s um+ quest1o bioló¸ic+, m+s
um reflexo d+ conex1o primordi+l de um ser com O+i+. Como
os ¸re¸os +nti¸os, + m+iori+ dos O+rou +credit+ que o est+-
do do corpo estí rel+cion+do +o est+do do espírito. Aind+
+ssim, O+rou é O+rou, e c+d+ um é di¸no de respeito.
hemiaídee
AIcunha: M+c+co
Você n+sceu como hum+no, filho de p+is hum+nos, que
podem ou n1o est+r cientes do lobo no seio d+ f+míli+. O
s+n¸ue met+morfo pode ter sido p+ss+do p+r+ você ¸er+çöes
depois d+ semente ter sido pl+nt+d+. Lm todo c+so, + su+
n+ture:+ verd+deir+ foi um mistério +té + puberd+de, e t+l-
0apítale Seis: 0apítale Seis:
0apítale Seis: 0apítale Seis: 0apítale Seis:
0aracterísticas 0aracterísticas
0aracterísticas 0aracterísticas 0aracterísticas
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
Bó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
ve: +té mesmo um pouco depois disso. les+delos, dev+neios
bi:+rros e outros +nseios o +torment+v+m. Lnt1o, cert+ noi-
te, estr+nhos visit+ntes +p+recer+m p+r+ +presentí-lo + um+
nov+ vid+. T+lve: você tenh+ sido r+pt+do e lev+do p+r+ +
tribo, ou t+lve: tenh+ fu¸ido e sido encontr+do por seus p+-
rentes O+rou. A¸or+ que + su+ vid+ +nti¸+ ficou no p+ss+do,
você precis+ começ+r tudo de novo. Lmbor+ você poss+
m+nter cont+to com + su+ f+míli+ +nti¸+, eles desconhecem
+ su+ n+ture:+ (+ n1o ser que você tenh+ escolhido o Ante-
cedente l+rentes). Tent+r explic+r + verd+de pode f+:er com
que o internem, de modo que é melhor n1o tent+rº
Os hominídeos +present+m muit+s v+nt+¸ens: eles s1o
f+mili+ri:+dos com + socied+de hum+n+, podem começ+r o
jo¸o com qu+lquer H+bilid+de e tendem + ser melhores em
pens+mento +bstr+to e r+ciocínio. Lles dependem bem m+is
d+ vis1o ou d+ +udiç1o que de um+ percepç1o ¸er+l. Apes+r
dos pole¸+res opostos, + form+ n+tur+l hominíde+ costum+
ser m+is fr+c+ que + lupin+ ou + impur+. lorém, os Hominí-
deos podem m+nuse+r pr+t+ sem sofrer um +b+timento em
Onose em su+ form+ n+tiv+. lnfeli:mente, muitos impuros e
+ m+iori+ dos lupinos odei+m e desconfi+m dos hominídeos
devido +o seu número m+ior e + dev+st+ç1o infli¸id+ por
seus primos hum+nos em O+i+.
Cnose IniciaI: 1
Dons Iniciais: lersu+s1o, Odor de Ser Hum+no
|mpares
í.¸· m.u :.m·r, m|n|a |um|||a¸a·,
Lsma¸·-·s .·m · jun|·,
-|r· a ma·,
í|z um J|aman:..
M.u J|aman:. . íur|a.
T.n|· J|aman:.s n·s ·||·s.
- Rollins B+nd, "Just like You"
AIcunha: Mulo (entre outr+s)
Os seus p+is desobedecer+m +o primeiro do¸m+ d+ lit+-
ni+, e você p+¸ou pelo pec+do deles. O seu corpo tr+: +
m+rc+ d+ des+prov+ç1o de O+i+. Ostr+ci:+do pel+ m+iori+
dos O+rou, +ind+ +ssim você foi cri+do entre eles. Lmbor+
conhecedor dos re¸ul+mentos d+ socied+de dos lobisomens,
você conhece melhor que nin¸uém o l+do ne¸ro dos O+rou.
A m+iori+ dos O+rou vêem os impuros como um símbo-
lo d+ enfermid+de d+ M1e. Qu+ndo o mundo er+ puro, eles
di:em, os impuros er+m r+ros e costum+v+m morrer jovens
(de um+ form+ ou de outr+). A¸or+ + su+ r+ç+ +ument+ em
número enqu+nto os O+rou "puros" esc+ssei+m. L os +nci-
öes precis+m +ceit+r + su+ existênci+, queir+m ou n1o. O
seu sofrimento o moldou; muitos impuros s1o im+cul+dos
em espírito e fortes de corpo. Al¸uns s1o nobres, c+rinhosos
e compreensivos, enqu+nto outros despej+m su+ lúri+ inte-
rior sobre qu+lquer um.
Os poderes dos impuros f+l+m por si mesmos: su+ form+
n+tur+l é + poderos+ Crinos, e o seu conhecimento d+ soci-
ed+de O+rou é profundo. Muitos +nciöes sentem-se respon-
síveis por você; esses ir1o se dispor + ensin+r-lhe tudo que
precis+ s+ber. Trein+dos desde o n+scimento, + m+iori+ dos
impuros domin+ t+nto o pens+mento +bstr+to qu+nto o ins-
tinto selv+¸em. Os person+¸ens impuros podem dispor su+s
H+bilid+des d+ form+ que quiserem e n1o precis+m se preo-
cup+r com + confus1o inici+l sofrid+ pelos hominídeos e pelos
lupinos recém-mud+dos. (Al¸uns impuros, porém, s1o cri+-
dos por l+rentes, que os recebem de O+rou enver¸onh+dos
dem+is p+r+ reconhecê-los como filhos. Lsses des+fortun+-
dos +prendem r+pid+mente + esconder su+ form+ n+tur+l,
m+s +prendem pouco sobre + socied+de O+rou.)
As desv+nt+¸ens dest+ r+ç+ s1o óbvi+s; +lém de su+ con-
diç1o de píri+s, o seu corpo é disforme de +l¸um modo.
Al¸uns desfi¸ur+mentos possíveis est1o rel+cion+dos +di+n-
te, m+s n1o se restrinj+ + esses. Além disso, todos os impu-
ros s1o estéreis. Lss+s deformid+des s1o m+is que simples
estorvos físicos; os O+rou +s vêem como reflexos diretos d+
ir+ de O+i+. O f+to de que muitos D+nç+rinos d+ Lspir+l
Ne¸r+ sej+m impuros (e n1o sofr+m esti¸m+ por c+us+ dis-
so) +pen+s reforç+ est+ idéi+. A trilh+ dos impuros é um+
estr+d+ lon¸+ e tortuos+.
Cnose IniciaI: 3
Dons Iniciais: Cri+r Llemento, Sentir + Wyrm
Deformidade: Os person+¸ens impuros precis+m esco-
lher pelo menos um+ deformid+de dur+nte + cri+ç1o. Al¸u-
m+s possibilid+des:
º Corcunda: As su+s cost+s s1o deform+d+s; +s dificul-
d+des de todos os testes de Destre:+ e dos Atributos Soci+is
s1o +ument+d+s em um.
º Membros Deformados: Lm ou dois membros s1o re-
torcidos ou +trofi+dos. Acrescente dois níveis de dificuld+-
de + todos testes de Destre:+, e redu:+ + velocid+de do mo-
vimento pel+ met+de n+s form+s lupin+ e Hispo (e possi-
velmente +s outr+s form+s t+mbém, se +s pern+s do perso-
n+¸em forem deform+d+s).
º Membros Desproporcionais: Os seus membros s1o
desproporcion+is em rel+ç1o +o rest+nte do seu corpo. T+l-
ve: você tenh+ br+ços de ¸oril+ ou pern+s de c+n¸urú. Você
se equilibr+ de form+ diferente e p+rece "estr+nho" +os olhos
dos outros. As dificuld+des de todos os testes de Destre:+ e
de Atributos Soci+is s1o +ument+d+s em um.
º Loucura: A su+ m+ldiç1o lhe pertub+ + mente, f+:en-
do-o sofrer +lucin+çöes, surtos m+ní+co-depressivos, p+r+-
nói+, dupl+ person+lid+de ou cois+s +ind+ piores. Sob es-
tresse, você precis+ ser bem sucedido num teste de lorç+ de
Vont+de (dificuld+de 5) ou sucumbirí + loucur+. lsto pode
ser divertido p+r+ o N+rr+dor e um inferno p+r+ + m+tilh+.
º Doenças de PeIugem: Os pêlos do seu corpo s1o s+r-
nentos, esc+ssos ou tot+lmente inexistentes. Você recebe d+-
nos extr+s no frio e sofre resfri+dos const+ntes. N+ form+ ho-
miníde+, você p+rece estr+nho. N+ form+ lupin+, ridículo. As
l+r+d+s de D+dos p+r+ testes Soci+is s1o redu:id+s em um, +
n1o ser que você estej+ tent+ndo intimid+r +l¸uém. Você n1o
pode +ssumir o Antecedente de "R+ç+ lur+".
º Rosto Humano: Você m+ntém o seu rosto hum+no
n+s form+s lupin+ e semi-lupin+; os seus sentidos perm+ne-
cem em nível hum+no e + su+ +p+rênci+ é repelente. A
m+iori+ dos O+rou que n1o o conheç+m fic+r1o horrori:+-
dos e poder1o consider+r que você sej+ um fomor ou um
D+nç+rino d+ Lspir+l Ne¸r+.
º Desprovido de Carras: Você n1o possui ¸+rr+s ou
pres+s, sendo inc+p+: de infli¸ir d+nos +¸r+v+dos.
B7
º Lábio Iendido: Lm+ f+lh+ no seu p+l+to superior de-
form+ + frente d+ su+ boc+. Lst+ f+lh+ lhe confere um li¸eiro
problem+ de dicç1o e conspir+ contr+ su+ +p+rênci+. l+r+
+l¸uns O+rou este n1o é um ¸r+nde problem+. lorém, p+r+
os O+lli+rds pode ser um+ deformid+de muito prejudici+l.
Acrescente dois +o ¸r+u de dificuld+de dos Testes Soci+is
que envolv+m +l¸um tipo de +tu+ç1o (especi+lmente c+n-
to) ou seduç1o.
º Odor: O seu corpo se¸re¸+ um forte feromonio que
pode +ssumir + form+ do cheiro de um pred+dor, um suor
const+nte ou +té mesmo um odor ininterrupto de medo. As
dificuld+des de todos os Testes Soci+is s1o +ument+d+s em
um qu+ndo os person+¸ens lid+m com hum+nos, ou em dois
qu+ndo eles se confront+m com +nim+is ou com O+rou.
Dependendo d+ n+ture:+ do odor, o person+¸em pode ser
consider+do peri¸oso ou cov+rde, mesmo que n1o sej+ ne-
nhum+ d+s du+s cois+s.
º Cauda Deformada: O seu r+bo é curto, excessiv+-
mente lon¸o ou inexistente. Lmbor+ est+ deformid+de n1o
sej+ óbvi+ n+ form+ Hominíde+, el+ c+us+ problem+s lom-
b+res cronicos e um+ dificuld+de em encontr+r um ponto
de equilíbrio. Acrescente um +o ¸r+u de dificuld+de dos
Testes Soci+is qu+ndo estiver n+s form+s lupin+ ou semi-
lupin+ entre os O+rou, e +crescente um + dificuld+de dos
testes b+se+dos em Destre:+.
lapiae
AIcunha: Selv+¸em
N+scido e cri+do como lobo, +s excentricid+des dos ho-
mens o intri¸+m, e você n1o conse¸ue entender por que
eles se recus+m + se enqu+dr+r n+ ordem de O+i+. Você
prov+velmente conquistou um posto elev+do n+ m+tilh+
+ntes de descobrir su+ n+ture:+ verd+deir+. Lm se¸uid+ os
¸r+ndes lobos che¸+r+m. Lles o lev+r+m e lhe revel+r+m seus
mistérios, e mostr+r+m porque você nunc+ se h+rmoni:ou
complet+mente com os lobos.
O seu primeiro encontro com + hum+nid+de foi prov+-
velmente violento; é bem provível que você c+rre¸ue + cul-
p+ de +l¸um erro do p+ss+do. Sente dificuld+de em f+l+r
como os hum+nos, e os seus híbitos est1o +lém d+ su+ com-
preens1o. A tecnolo¸i+ o irrit+, e você tende + se sobress+ir
num+ multid1o hum+n+. lorém, n+s re¸iöes selv+¸ens você
é um mestre, podendo torn+r-se líder de +l¸uns ¸rupos de
hominídeos. As v+nt+¸ens d+ su+ r+ç+ incluem um+ cone-
x1o prim+l com O+i+, sentidos extr+ordinírios e um+ form+
n+tur+l forte. A su+ princip+l desv+nt+¸em reside num+ f+l-
t+ de f+mili+rid+de com + r+ç+ hum+n+. Devido + isto, os
jo¸+dores inici+ntes n1o podem começ+r o jo¸o com deter-
min+d+s H+bilid+des. Você freqüentemente vê +s cois+s de
form+ muito simples e tende + re+¸ir instintiv+mente, e n1o
com r+ciocínio ou ló¸ic+.
Cnose IniciaI: 5
Dons Iniciais: Sentidos A¸uç+dos, S+lto de C+n¸urú
HabiIidades Restritas: As h+bilid+des que se se¸uem
n1o podem ser domin+d+s por person+¸ens lupinos inici+n-
tes. Lles podem, contudo, +dquiri-l+s com pontos de "bo-
nus" ou medi+nte experiênci+, embor+ no último c+so os
person+¸ens precisem submeter-se + trein+mento, o que t+l-
ve: poss+ proporcion+r +l¸um+s situ+çöes de interpret+ç1o
b+st+nte divertid+s. ("Cuid+do com o tronco' N1o, o freio
n1o' A embre+¸em'")
HabiIidades: Conduç1o, Ltiquet+, Arm+s de lo¸o
Conhecimentos: Comput+ç1o, Direito, lin¸üístic+, Me-
dicin+, lolític+, Ciênci+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
BB 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Aaqáries
Luna, a ¸uarJ|a Ja n·|:., . a |rma J. n·ssa Ma., a sua |uz
ajr.nJ.m·s · .am|n|· J. n·ssa .x|s:.n.|a. Ln¡uan:· .|a |u:a
.·m a \yrm j.|· J·m/n|· J·s ..us, .sj.||am·-n·s .m sua j·r-
¸a, J.sJ. as n·|:.s ||um|naJas j·r sua j|.n|:uJ. a:. a¡u.|as .m
¡u. .|a J.sajar... :·:a|m.n:.. -s :r|||as Ja |ua-J.s:|n· sa· .|a-
maJas "au¸ur|·s¨ . m·|Jara· · s.u jaj.| na :r|||a.
- Mir+nd+ W+yf+rer, O+lli+rd lilh+ de O+i+
lun+, + irm1 de O+i+, é + mentor+ de todos os O+rou. L
O+i+ quem +liment+, m+s é lun+, + ti+ síbi+ e enlouquecid+
dos O+rou, que proporcion+ c+minhos p+r+ seus filhos se-
¸uirem. A trilh+, ou o +u¸úrio, de um O+rou é o seu ch+m+-
do, o seu p+pel num+ m+tilh+ m+ior.
O +u¸úrio de um lobisomem é um modelo ¸er+l de +titude
e comport+mento. Os O+rou +credit+m que + f+se d+ lu+ sob +
qu+l um lobisomem n+sce influenci+ +quilo no que o O+rou
irí torn+r-se. Dest+ form+, lun+ ensin+ que nenhum O+rou
pode ser tod+s +s cois+s +o mesmo tempo; c+d+ +u¸úrio é um
fr+¸mento de um desí¸nio m+ior. Se quiserem, os jo¸+dores
novos podem pens+r no +u¸úrio como um+ espécie de "cl+sse
de person+¸em" p+r+ os seus O+rou. De f+to, o +u¸úrio define
um person+¸em em termos de quem ele é, o que f+: e como é
visto pelos outros lobisomens.
O seu +u¸úrio t+mbém descreve + su+ posiç1o n+ socie-
d+de dos O+rou. Qu+ndo você entr+ n+ su+ tribo você é
m+nd+do p+r+ um professor que comp+rtilh+ do seu esti¸-
m+ d+ lu+, que ent1o o instrui sobre +s tr+diçöes d+ lu+.
l+r+ simplific+r +s cois+s, muitos professores comp+r+m o
+u¸úrio de um O+rou + um si¸no +stroló¸ico, m+s o verd+-
deiro si¸nific+do de um +u¸úrio é muito m+is profundo. O
esti¸m+ d+ lu+ é visto como um conselho de lun+ e como
um+ p+rte inte¸r+nte do ser de c+d+ O+rou.
O +u¸úrio pode ser renunci+do ou outr+ trilh+ pode ser
escolhid+, m+s isto é consider+do um insulto ¸r+ve + lun+.
Lm renunci+nte precis+ submeter-se + um Ritu+l de Re-
núnci+, dur+nte o qu+l irí despir-se doloros+mente de su+
identid+de O+rou +nterior. O renunci+nte começ+ de novo
do losto 1, m+ntendo tod+ + lúri+ +nti¸+, m+s perdendo
muito respeito +os olhos dos outros O+rou. Históri+s sobre
esses renunci+ntes costum+m circul+r entre +s tribos; +que-
les que recus+m + orient+ç1o de lun+ n1o s1o m+is consi-
der+dos confiíveis.
Raqabasb, A laa Neca, !rapaceire
lncomodo como deve ser, o Tr+p+ceiro é o port+dor d+
s+bedori+ p+r+ +queles que jí se jul¸+m síbios. Lm R+¸+-
b+sh n1o +pen+s revel+ que o rei estí nu - ele empurr+ o
idiot+ pretensioso num+ poç+ de l+m+ como um+ liç1o p+r+
os futuros "reis". Llimin+ndo ¸r+d+tiv+mente + tr+diç1o e +
+utorid+de + c+d+ turno, o R+¸+b+sh m+ntém seus comp+-
nheiros n+s pont+s dos pés, ensin+ndo-lhes + insens+te: d+
presunç1o e + s+bedori+ d+ humild+de. lronic+mente, o Tr+-
p+ceiro tr+: desordem + ordem. Seus lo¸ros ress+lt+m +s r+-
ch+dur+s n+s c+lç+d+s n+s qu+is seus comp+nheiros de m+-
tilh+ pis+ri+m.
Lmbor+ os outros O+rou sempre esperem que os R+¸+-
b+sh comet+m tr+vessur+s, isso n1o si¸nific+ que ¸ostem
del+s. Os O+rou toler+m os Tr+p+ceiros, m+s n1o confi+m
re+lmente neles. Os R+¸+b+sh tendem + ser indivíduos muito
estr+nhos; seus comp+nheiros de m+tilh+ nem mesmo pro-
cur+m entendê-los. A +prov+ç1o de seu comport+mento lhes
permite um+ liberd+de d+ qu+l poucos O+rou ¸o:+m. Os
lu+s Nov+s s1o flexíveis, e ess+ flexibilid+de é su+ forç+.
Como os bobos d+s cortes d+ Lurop+ mediev+l, os R+¸+-
b+sh s1o consider+dos incomodos necessírios, sendo-lhes
d+d+ muit+ liberd+de. lsto n1o quer di:er que os tr+p+ceiros
poss+m f+:er o que bem quiserem; + lit+ni+ é um+ lei s+¸r+-
d+, mesmo p+r+ os filhos d+ lu+ Nov+. Aind+ +ssim os +nci-
öes costum+m olh+r p+r+ o outro l+do qu+ndo os tr+p+cei-
ros pre¸+m su+s peç+s, por +credit+rem que + s+bedori+ in+-
t+ d+ lu+ Nov+ os ¸ui+. N1o obst+nte, é melhor que os
R+¸+b+sh vej+m onde pis+m. Os Ahroun n1o s1o conheci-
dos por seu senso de humorººº
Iúria InciaI: 1
Dons Iniciais: Lmb+ç+mento d+ lrópri+ lorm+, Abrir
Selos, Sentir Odor de A¸u+ Corrente
Estereótipo: Lmbor+ o p+pel do p+lh+ço sej+ +ceito, ele
proporcion+ pouco respeito. Os outros O+rou sempre descon-
fi+m dos Tr+p+ceiros, mesmo qu+ndo eles est1o tent+ndo +¸ir
com seried+de. Os Tr+p+ceiros n+scidos sob + lu+ crescente
s1o dot+dos de um+ su+ve vei+ comic+, enqu+nto o humor
dos R+¸+b+sh de lu+ min¸u+nte +ssume um tom m+is som-
brio. Lmbor+ os R+¸+b+sh costumem ser despre:+dos como
pre¸+dores de peç+s, su+s brinc+deir+s v+ri+m do comico +o
surre+l, deix+ndo os O+rou menos sofistic+dos coç+ndo +s ore-
lh+s, p+smos. Os R+¸+b+sh s1o eni¸míticos e reclusos como +
lu+ que é seu +u¸úrio, e ¸ost+m de ser +ssim.
Citação: Cam|n|. um j·u.· .·m|¸· a |uz Ja... .·m· . ¡u.
.: Na· :.m |uz: Òra, .|ar· ¡u. na·. S·m·s ·s Jan¸ar|n·s Ja
s·m|ra. Luna .s:a .nt·|:a .m m|s:.r|·. C|ar· ¡u. na· |a |uz. -
|uz .s:ra¸ar|a :·Ja a J|t.rsa·. C·rra um j·u.· .·m|¸·, . .·-
n|...ra a |´¸|.a Ja m|n|a |·u.ura. Lu · |.tar.| jara a|.m J.
t·.. m.sm·, jara |·n¸. J·s ||m|:.s Ja sua t|sa·.
S´ na· ta .s.·rr.¸ar na .a.a J. .a.|·rr·...
!bearqe: laa 0resceate, videate
A lu+ Crescente brilh+ como um+ lìmin+. A su+ lu:, o
Theur¸e, o vidente dos O+rou, f+: su+ p+: com o mundo espi-
ritu+l. N1o hí outro O+rou que conheç+ um+ sintoni+ m+ior
com + Lmbr+. Nenhum outro +u¸úrio comp+rtilh+ su+ com-
preens1o pel+s trilh+s e peri¸os dos Reinos Lspiritu+is.
Os Theur¸es s1o ¸ui+s trib+is. A lu: pílid+ de lun+, os
Theur¸es espi+m + escurid1o dos mistérios interiores e ex-
teriores. A irm1 de O+i+ os condu: +tr+vés de jorn+d+s mís-
tic+s que poucos outros O+rou poderi+m se¸uir. Como os
x+m1s hum+nos d+s cultur+s indí¸en+s, os lobisomens Theur-
¸e s1o reserv+dos e misteriosos, toc+dos e se¸re¸+dos pelo
conhecimento que +dquirir+m.
Os Theur¸es costum+m conviver m+is freqüentemente
+pen+s entre seus i¸u+is, murmur+ndo p+r+ os espíritos, com
pouco tempo p+r+ +tivid+des mund+n+s. Lsses videntes s1o
os pl+nej+dores, pens+dores, s+cerdotes e visionírios. Seus
Dons refletem um+ compreens1o profund+ do mundo espi-
ritu+l e do eu interior. Lles podem c+n+li:+r, cur+r ou ferir
com + mesm+ ¸r+ç+. Sem eles, + tribo pode per+mbul+r sem
destino +té que + Wyrm os en¸ul+ + todos. Seus cole¸+s de
m+tilh+ s+bem disso, m+s se m+ntêm +f+st+dos. Quem s+be
B9
qu+ndo os conhecimentos sobren+tur+is dos síbios poder1o
ser volt+dos contr+ eles!
Iúria IniciaI: 2
Dons Iniciais: Toque d+ M1e, Sentir + Wyrm, l+l+r
com os Lspíritos
Estereótipo: Os espíritos deix+r+m su+ m+rc+ nos Theur-
¸e. Lles s1o "toc+dos" e m+is do que um pouco esquisitos.
Seu conhecimento é i¸u+lmente um+ benç1o e um+ m+ldi-
ç1o. Lmbor+ os comp+nheiros de m+tilh+ v+lori:em os po-
deres dos Theur¸es, eles os deix+m nervosos. Aquel+ c+n-
tori+ +ssust+dor+ que eles recit+m enqu+nto dormem é sufi-
ciente p+r+ enrosc+r os tentículos de um M+ldito'
Os Theur¸es n+scidos sob + lu+ crescente s1o c+p+:es
de entr+r n+tur+lmente em sintoni+ com os espíritos, en-
qu+nto os n+scidos sob + lu+ min¸u+nte s1o c+p+:es de es-
cr+vi:+r espíritos, +o estilo dos feiticeiros.
Citação: -¡u.|. sussurr· nas art·r.s na· . · t.n:·. L ·
¸r|:· J·s jan:asmas J.s:as :.rras. D.t· :raJuz|r · ¡u. .|.s J|-
z.m: D.|xar|a t·..s .·m ·s j.|·s arr.j|aJ·s.
C·ns.¸u. t.r a Jan¸a n·s m.us ·||·s: Ma|s j.r:·. Ma|s
j.r:·. í·J. t.r ·s r·s:·s s·rr|nJ· . ¸rasnanJ· jara m|m: Na·
.·ns.¸u.: Lu .·ns|¸·. - .aJa |ns:an:., :·J· J|a. Ò |.|¡· J.
Luna :·rna-·s .·m· m·s.as a· m.u ·||ar s.mjr. jr.s.n:.. Lu
·s t.¡· .n¡uan:· Jurm·. Ls:a r|nJ· J. m|m: Na· r|a J. m|m.
í·ss· t·|:a-|·s .·n:ra t·.....
Pbileder: Meia laa, 6aardiãe des
0amiabes
Lnqu+nto + mei+ lu+ equilibr+ + lu: e + escurid1o, o lhi-
lodox percorre + linh+ entre lobo e homem, lúri+ e Onose,
veneno e s+bedori+. O lhilodox é o medi+dor d+ m+tilh+,
+quele + quem os outros O+rou pedem conselhos ou um+
resoluç1o just+ p+r+ disput+s. Su+ honr+ costum+ ser in-
questionível. Como jui:, le¸isl+dor e Mestre de Des+fios, o
lhilodox n1o tem p+r.
Os lhilodox costum+m ser os melhores líderes de tribo;
lun+ lhes orden+ se¸uir + trilh+ intermediíri+. Ao f+:er isso
eles se torn+m o sustentículo que equilibr+ o comport+-
mento extrem+do de seus cole¸+s de m+tilh+ R+¸+b+sh e
Ahroun. Lm tempos de ¸uerr+, um O+lli+rd ou um Ahroun
pode +ssumir o p+pel de com+nd+nte de ¸uerr+, inspir+ndo
o resto d+ m+tilh+ + feitos v+lorosos. Dur+nte os tempos
comp+r+tiv+mente p+cíficos, porém, um lhilodox de posto
elev+do costum+ +ssumir o m+nto de líder. Os lhilodox t+m-
bém +liment+m seu centro espiritu+l, s+bore+ndo seus elos
com + c+rne e o espírito. Lm questöes pesso+is, eles costu-
m+m n1o se intrometer +té que sej+ pedido seu conselho,
m+s intervêm imedi+t+mente se identific+m um+ +me+ç+
potenci+l + m+tilh+.
Os lhilodox represent+m +s melhores qu+lid+des dos
O+rou. Seu equilíbrio interno, porém, pode ser su+ ruín+.
Al¸uns lhilodox d+ lu+ min¸u+nte torn+m-se dist+ntes e
indiferentes; d+ mesm+ form+, muitos se¸uidores de lu+s
min¸u+ntes possuem um senso de equilíbrio frí¸il e +té
mesmo deturp+do. Como + trilh+ do equilíbrio é um+ cor-
d+-b+mb+, m+nter o equilíbrio costum+ ser um+ t+ref+ sem
esper+nç+.
Iúria IniciaI: 3
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
9U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Dons Iniciais: Resistir + Dor, Sentir Odor de lorm+
Verd+deir+, Verd+de de O+i+
Estereótipo: Os lhilodox s1o conhecidos como sendo os
O+rou m+is honr+dos, embor+ +l¸uns sussurrem que eles s1o
espertos dem+is p+r+ o seu próprio bem. lorém, tod+s +s ve:es
que sur¸em problem+s, todos procur+m por um lhilodox.
Citação: Ls¡u.¸am |ss·. V·..s J·|s .s:a· |·u.·s: Lu:ar .n:r.
s| na· |.ta a |u¸ar n.n|um. -¸·ra ·u¸am. tam·s s.n:ar . r.s·|-
t.r .ssa ||s:´r|a. Cr|n¸·:| na· j·J.ra jaz.r naJa j·r Ca|a s.
.s:|t.r :ra:anJ· J. um j.r|m.n:· n· j/¸aJ·. Na· ¡u.r· ma|s |n-
:.rruj¸¨.s. Qu.r· ·ut|r :uJ· J.sJ. · .·m.¸·. L na· :.n:.m
m.n:|r jara m|mººº
6alliard: laa Miaqaaate, 0aaçariae da
laa
A medid+ que lun+ fic+ prenh+ de lúri+, el+ estimul+ o
D+nç+rino d+ lu+ + ento+r su+s c+nçöes de b+t+lh+ e ¸lóri-
+s p+ss+d+s. Atendendo o ch+m+do, o O+lli+rd elev+ su+
vo: contr+ + noite, convoc+ndo inspir+ç1o e fortun+ com
seu uivo cl+ro e perfeito.
Os O+lli+rds s1o os ¸u+rdiöes do conhecimento, os co-
medi+ntes, os +rtist+s, os c+ntores d+s +nti¸+s históri+s e
dos novos c+minhos. Lspontìneos e inventivos, os D+nç+-
rinos d+ lu+ s1o + +lm+ d+ m+tilh+. Lles elev+m os espíritos
dos outros e os lembr+m do motivo pelo qu+l est1o lut+ndo.
Os O+lli+rds costum+m ser ¸uerreiros terríveis, reful¸indo
de p+ix1o por lun+. Aos O+lli+rd, pouc+ diferenç+ f+: se +
su+ d+nç+ s+¸r+d+ é execut+d+ num+ cl+reir+ recém-desco-
bert+ ou nos intestinos de um inimi¸o.
A p+ix1o é + her+nç+ dos O+lli+rd. Aqueles que n+scem
sob + lu+ crescente sentem + p+ix1o d+ vid+ e + +le¸ri+ d+
cri+ç1o, enqu+nto +queles que n+scem sob + lu+ min¸u+nte
¸u+rd+m n+ escurid1o de su+s +lm+s um ¸r+nde impulso +s-
s+ssino. Lmbor+ todos os O+lli+rd conheç+m muit+s sutile-
:+s d+ lit+ni+ e +s minúnci+s d+ cultur+ trib+l, f+:em m+is
uso de um+ inspir+ç1o espontìne+ que de um +prendi:+do
por estudo. Depois que lun+ infl+m+ su+s vei+s, + d+nç+ d+
vid+ e d+ morte é tudo que import+.
Iúria IniciaI: 4
Dons Iniciais: l+l+r com os Anim+is, Ch+m+do d+ Wyld,
Telep+ti+
Estereótipo: Nin¸uém esper+ comedimento d+ p+rte de
um O+lli+rd, m+s eles costum+m ser bons cont+dores de
históri+s e c+ntores. T+mbém s1o bons ¸uerreiros e líderes
inspir+dos.
Citação: Vam·s. -n|m.m-s.. Na· j|¡u.m :a· J.jr|m|J·s.
V·.. na· |.m|ra Ja ||s:´r|a J. ß|.nj·r \|n:.rjan¸, ..r.aJ· j·r
Cr|as Ja \yrm n· Ca.rn J. l.y Sjr|n¸: Na· |.m|ram: La
.s:ata .|., ß|.nj·r \|n:.rjan¸, |/J.r J· V.n:· N·r:., .·m a
n.t. a |a:.r .m s.us ¡·.||·s . a |ua .|.|a s·|r. sua .a|.¸a,
¡uanJ· t|u ·s ·||·s j|am.¡an:.s J· |n|m|¸·. Quar.n:a J.|.s, .
.|. s·z|n|·...
Abreaa: laa 0beia, 6aerreire
O Ahroun é o veículo d+ lúri+ de lun+, +s ¸+rr+s d+ ir+
de O+i+. Lle é o +ss+ssino, o homem-lobo enlouquecido, +
lúri+ enc+rn+d+. S+n¸ue é o seu vinho, ¸uerr+ o seu pr+:er.
Com o p+ss+r do tempo, + s+bedori+ pode ¸ui+r + m1o de
Ahroun, m+s qu+ndo jovem ele perm+nece no topo de um+
9!
pilh+ de c+díveres, ¸rit+ndo por m+is.
Os Ahroun j+m+is ser1o conhecidos por seu refin+mento
soci+l, m+s su+ presenç+ inspir+dor+ e su+ h+bilid+de físic+
f+:em deles líderes de ¸uerr+ n+tos. Su+ +finid+de com + ler+
interior costum+ lev+r os Ahroun + um+ morte prem+tur+,
+ind+ que ¸lorios+, m+s + dor pode ser um+ bo+ mestr+. Lm
Ahroun envelhecido é um+ d+s m+is peri¸os+s cri+tur+s viv+s.
Lles s1o os heróis dos O+rou, os ¸uerreiros d+s lend+s.
Até entre +s tribos m+is moder+d+s, os Ahroun s1o co-
nhecidos por seu m+u humor. Lles n1o temem + morte, m+s
+ +br+ç+m como um dever de ¸uerreiro. Lsses ¸uerreiros
n+tos vêem + si mesmos como os punhos e os líderes d+
m+tilh+ por direito de n+scenç+. Nem todo Ahroun é t1o
selv+¸em; +l¸uns conse¸uem control+r su+ lúri+, ¸u+rd+n-
do-+ p+r+ o inimi¸o. M+s p+r+ + m+iori+ dos filhos d+ lu+
Chei+, + vid+ é um+ b+t+lh+ - fero:, brut+l e breve.
Iúria IniciaI: 5
Dons Iniciais: O+rr+s Afi+d+s, lnspir+ç1o, O Toque d+
Dec+dênci+
Estereótipo: Os Ahroun represent+m todo o or¸ulho,
poder e impetuosid+de dos O+rou. Seus espíritos s1o pode-
rosos, m+s seus modos deix+m um pouco + desej+r. Aind+
+ssim, é melhor ter um +o seu l+do n+ m+tilh+ do que sobre
+ su+ ¸+r¸+nt+.
Di:-se que os Ahroun n+scidos sob + lu+ crescente obe-
decem f+n+tic+mente + vont+de de O+i+, enqu+nto +queles
n+scidos sob + lu+ min¸u+nte costum+m us+r seu poder p+r+
domin+r os outros O+rou.
Citação: S´ um .·tarJ. :.m. a m·r:.. M.u .sj/r|:· r.nas-
..ra, .·m· ¡a j.z m|| t.z.s an:.s. S. .u .a|r .s:a n·|:., s.ra
numa |a:a||a ¸|·r|·sa j.|a Ma.. Qu. m.u san¸u. |at. a :.rra
j·r .|n¡ü.n:a ¡u||`m.:r·s. TuJ· · ¡u. ¡u.r· . |.tar .·m|¸·
uma |·a Juz|a J. |a.a|·s Ja \yrm.
L .n:a·. ¡u.m .s:ara a· m.u |aJ·:
!ribes
Se + m+tilh+ é + pedr+ fund+ment+l d+ socied+de O+-
rou, + tribo é + própri+ fund+ç1o. Os O+rou s1o seres soci+is
por n+ture:+. As tribos lhes proporcion+m identid+de, cul-
tur+ e f+míli+. Sem + est+bilid+de d+ tribo, + m+iori+ dos
O+rou se tr+nsform+ri+ em err+ntes solitírios. l+r+ os O+-
rou, +s tribos s1o como n+çöes; + le+ld+de que nutrem por
el+s n1o conhece limites. Lmbor+ n+s m+tilh+s modern+s
sej+ comum + mistur+ de tribos diferentes, +s divisöes tri-
b+is torn+m + +li+nç+ de m+tilh+s... interess+nte.
A crenç+ dit+ que no princípio tod+s +s m+tilh+s er+m
um+ só. As diver¸ênci+s entre os escolhidos de O+i+ divi-
diu-os em tribos. C+d+ tribo lo¸o p+rtiu de su+ terr+ n+t+l,
est+belecendo-se em diferentes p+rtes do mundo. Com o
p+ss+r dos séculos, +s tribos de O+rou cru:+r+m trilh+s e
fronteir+s, +ument+r+m seus territórios, b+t+lh+r+m entre si
ou fi:er+m +li+nç+s. Lmbor+ norm+lmente sej+m c+p+:es de
se unir contr+ um inimi¸o comum, +s tribos tendem + ser
rebeldes e reclus+s. O conceito de cooper+ç1o +ind+ lhes é
novo: os elementos m+is conserv+dores d+s tribos +ind+ ten-
dem + lut+r entre si com + mesm+ disposiç1o com que lut+-
ri+m contr+ + Wyrm. Os conflitos trib+is prejudic+r+m os
O+rou dur+nte milênios e continu+m + f+:er isso. Se um di+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
92 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
os O+rou conse¸uissem por su+s diferenç+s de l+do e se unir,
seri+m imb+tíveis.
Du+s tribos, os Cro+t+n e os Bunyip, c+ír+m per+nte +
Wyrm. A tribo dos Cro+t+n se s+crificou hí séculos, en-
qu+nto os lobisomens d+ tribo dos Bunyip morrer+m sob +s
¸+rr+s de seus comp+nheiros O+rou. Lm+ terceir+ tribo, os
Liv+dores Br+ncos, foi corrompid+ e se tr+nsformou nos
temíveis D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+, sendo consider+dos
por todos os O+rou como tr+idores + su+ r+ç+ e + M1e. Adi-
+nte descreveremos +s tribos rest+ntes.
C+d+ tribo possui um totem +ncestr+l +fili+do + el+. Lste
totem ¸ui+ + tribo como um+ só, ensin+ndo Dons +os seus
membros e conferindo-lhes s+bedori+. Os totens d+s tribos
n1o s1o +dquiridos como os totens de m+tilh+ e refletem +
orient+ç1o ¸er+l d+ tribo. C+d+ tribo t+mbém possui dife-
rentes territórios e protetor+dos, que s1o enc+r+dos com
muit+ seried+de por seus membros.
Antecedentes: Al¸um+s tribos possuem restriçöes de
Antecedentes, rel+cion+d+s +o l+do de c+d+ um+. Lm per-
son+¸em com ess+s restriçöes n1o pode começ+r + jo¸+r com
esses Antecedentes, nem comprí-los com pontos de bonus.
Contudo, pode tent+r +dquiri-los medi+nte + interpret+ç1o,
+ critério do N+rr+dor.
As Fárias Neqras
Lss+s fero:es defensor+s d+ Wyld têm + Oréci+ como su+
terr+ n+t+l, embor+ nos últimos dois séculos tenh+m t+m-
bém est+belecido um+ presenç+ forte n+ Améric+ do Norte.
Lst+ tribo, compost+ exclusiv+mente de O+rou fême+s, é
f+mos+ pel+ honr+ de seus membros, bem como por su+ fe-
rocid+de e +finid+de com o s+¸r+do. As lúri+s cl+m+m que
lun+ - que p+r+ el+s é Artemis, + C+ç+dor+ - criou su+
tribo + p+rtir de mulheres-lobo e +s nomeou protetor+s d+
Wyld, defensor+s d+s mulheres e protetor+s dos homens.
Ll+s cumprem seu dever com ferrenh+ determin+ç1o.
As outr+s tribos ¸u+rd+m um certo temor d+s lúri+s
Ne¸r+s, que d1o ou m+t+m seus filhos m+chos. Muitos +cre-
dit+m que +s lúri+s s1o comedor+s de homens, m+s + ver-
d+de é muito m+is complex+. Lmbor+ + tribo tolere os im-
puros m+chos, +s lúri+s s1o extrem+mente sexist+s. Ll+s
+credit+m que +s mulheres comp+rtilh+m com O+i+ um elo
m+is profundo do que qu+lquer homem seri+ c+p+:, e vêem
+ si mesm+s como +spectos d+ deus+ enc+rn+d+. Lm nome
del+, +s lúri+s diri¸em su+ ir+ contr+ qu+lquer insulto +s
mulheres, + n+ture:+ ou + Deus+.
As lúri+s Ne¸r+s m+ntêm l+ços fortes com o misticismo
+ncestr+l. Seus ritu+is s1o complexos e belos, e seus Dons e
+li+dos espiritu+is refletem um+ conex1o primíri+ com +
Wyld. As lúri+s Ne¸r+s v+lori:+m muito su+ honr+: +té
mesmo seus m+iores inimi¸os reconhecem que + tribo é di¸-
n+ de confi+nç+.
Lmbor+ pouc+s em número, el+s s1o fortes em person+-
lid+de, e + su+ +titude r+dic+l cri+ muitos inimi¸os entre os
O+rou. As lúri+s odei+m + Cri+ de lenris, tribo com + qu+l
comp+rtilh+m um+ Históri+ lon¸+ e s+n¸rent+. Os lilhos de
O+i+ jí +conselh+r+m +s lúri+s + control+r seu temper+-
mento, m+s opor-se + um+ lúri+ Ne¸r+ +ind+ é um+ cois+
bem peri¸os+.
As lúri+s se or¸+ni:+m em ¸rupos ch+m+dos |u||·s, ou
círculos, que funcion+m de um+ form+ b+st+nte +utonom+.
Acim+ de todos os outros |u||·s est1o os C+lyxos lnterior e
Lxterior, que s1o os +ltos conselhos d+ tribo.
Totem da Tribo: lé¸+sus
Iorça de Vontade IniciaI: Sem restriçöes
Dons Iniciais: As form+s Crinos, Hispo e lupus s1o predomi-
n+ntemente ne¸r+s, com tons ou m+nch+s n+s cores br+nc+,
cin:+ e pr+te+d+. Lmbor+ +s lúri+s tenh+m se ori¸in+do n+
Oréci+, el+s se esp+lh+r+m pelo Hemisfério Ocident+l. lor vi+
de re¸r+, +s lúri+s Ne¸r+s tendem + ser fortes e ¸r+cios+s.
Território: As lúri+s s1o lobisomens reclusos; + m+iori+
prefere viver n+s terr+s selv+¸ens, embor+ +l¸um+s r+stejem
pel+s cid+des hum+n+s ou presid+m ¸rupos de +ç1o polític+.
No p+ss+do, b+rreir+s místic+s prote¸i+m +s terr+s d+s lúri-
+s Ne¸r+s de serem descobert+s, m+s + influênci+ d+ Wyrm
jí derrubou qu+se tod+s ess+s defes+s.
Protetorado: As lúri+s Ne¸r+s prote¸em muitos loc+is
im+cul+dos d+ inv+s1o d+ Wyrm, e procur+m purific+r ou-
tros lu¸+res que poss+m +ind+ ser s+lvos. Muit+s vêem + si
mesm+s como +s protetor+s d+s mulheres e f+:em com su+s
própri+s m1os (ou melhor, ¸+rr+s) justiç+ contr+ crimes per-
petr+dos contr+ +s mulheres.
Citação: N|n¸u.m t|u t·.. .n:rar, n|n¸u.m jr..|sa t.-|· sa|r.
Reederes de 0sses
A m+iori+ dos O+rou consider+ os Roedores de Ossos os
vir+-l+t+s d+ espécie, c+rniceiros p+téticos vivendo em meio +
sujeir+ hum+n+. M+s os Roedores de Ossos s+bem que sobre-
viver é m+is import+nte que possuir bo+s m+neir+s. Vivendo
d+s sobr+s d+ socied+de hum+n+, est+ tribo é despre:+d+ pel+
m+ior p+rte dos O+rou. M+s onde outros conhecer+m o fr+-
c+sso, os Roedores prosper+r+m. De tod+s +s tribos, os Roedo-
res de Ossos t+lve: sej+m os m+is numerosos.
O pedi¸ree desses v+lorosos v+¸+bundos remont+ +té +
lndi+ e + Afric+. lossivelmente descendendo de ch+c+is, os
Roedores esp+lh+r+m-se pel+ civili:+ç1o hum+n+ e possuem
um t+lento extr+ordinírio p+r+ s+ber ex+t+mente quem estí
f+:endo o que e com quem. loucos se¸redos dur+m muito
qu+ndo hí um Roedor de Ossos n+ vi:inh+nç+.
Os Roedores de Ossos d1o pouco v+lor + minúci+s ceri-
moni+is ou + ide+is ¸r+ndiosos. Sobreviver + qu+lquer preço é
+ su+ forç+ motri:, e + liberd+de, su+ p+ix1o - liberd+de sem
os vínculos de posto ou propried+de. Os Roedores de Ossos
s1o pouco exi¸entes, vivendo em qu+lquer bur+co que pude-
rem +rr+nj+r. Lst+ étic+ de sobrevivênci+ ¸erou um+ tribo
empedernid+ e +feit+ + tític+s de ¸uerrilh+. Como os c1es vir+-
l+t+s, os Roedores de Ossos j+m+is devem ser subestim+dos.
Lsses O+rou tendem + ser sujos e esf+rr+p+dos, e + vestir
refu¸os e comer restos. Oer+lmente s1o cínicos e desconfi+-
dos, m+s possuem um+ inteli¸ênci+ m+licios+ e muito conhe-
cimento sobre o submundo d+s cid+des. Os Roedores possu-
em muit+ simp+ti+ pel+ ¸ente d+s f+vel+s, e muit+s ve:es colo-
c+m outros des+fortun+dos sob os seus cuid+dos. Os Roedores
de Ossos +nciöes - norm+lmente ch+m+dos de "p+p+is" e
"m+m1es" - +rm+:en+m merc+dori+s p+r+ os seus "f+mili+-
res". O st+tus de um Roedor costum+ ser medido pel+ qu+li-
d+de dess+s merc+dori+s e + su+ ¸enerosid+de com el+s.
As cid+des dos hum+nos s1o o território dos Roedores
de Ossos, e seu conhecimento dess+s íre+s excede +té mes-

mo o conhecimento dos And+rilhos do Asf+lto, embor+ os
Roedores restrinj+m-se +os b+irros m+is pobres. Os Roedo-
res costum+m con¸re¸+r-se p+r+ proteç1o mútu+, e oc+sio-
n+lmente "+dot+m" hum+nos e l+rentes v+¸+bundos, fu¸i-
tivos e err+ntes. Muitos Roedores sucumbem +s tent+çöes
hum+n+s como bebid+, e ¡un| j··J, m+s ess+s cois+s, em ve:
de enfr+quecê-los, p+recem torní-los m+is fortes. Lm +n-
ci1o Roedor de Ossos é um tributo + lei de D+rwin.
Totem da Tribo: R+to
Iorça de Vontade IniciaI: +
Antecedentes: Os Roedores de Ossos n1o podem com-
pr+r Vid+ l+ss+d+, R+ç+ lur+ ou Recursos.
Dons Iniciais: Culiníri+, Sentir Odor de Mel
Iísico: lobisomens esquílidos, semelh+ntes + ch+c+is,
que freqüentemente lembr+m c+chorros enormes. Lles cos-
tum+m cheir+r m+l e us+r c+s+cos que mistur+m cores des-
to+ntes. S1o pequenos em rel+ç1o +os outros O+rou, embo-
r+ sej+m surpreendentemente fortes p+r+ o seu t+m+nho.
Os Roedores de Ossos vêm de tod+s +s terr+s e podem per-
tencer + qu+lquer berço cultur+l. lorém, + despeito de qu+is
sej+m +s su+s ori¸ens, todos os Roedores sempre v1o p+r+r
n+ cl+sse economic+ d+ vid+.
Território: Os Roedores de Ossos costum+m restrin¸ir-
se +os b+irros m+is +rruin+dos e dec+dentes d+ cid+de. Odei-
+m construçöes, preferindo viver + céu +berto.
Protetorado: Os Roedores de Ossos cuid+m dos filhos
des¸+rr+dos de O+i+, os miseríveis e os dec+dentes, procu-
r+ndo +judí-los + +jud+rem + si mesmos e coloc+ndo p+r+
desc+ns+r +queles que n1o conse¸uirem. Lles nutrem um
ódio especi+l pelos hum+nos ricos e cobiçosos que +bus+m
d+ ¸enerosid+de de O+i+. Como cru:+m com +s +lm+s per-
did+s d+ cid+de e +s prote¸em, conhecem su+ dor, e esse
conhecimento os f+: +lc+nç+r um certo tipo de honr+.
Citação: -/ |a.ana, ¡u. ¡a¡u.:a |·n|:a. -|, na· .|·ra na·.
um J|a as man.|as s·m.m...
Filbes de 6aia
Qu+ndo + Wyrm inv+diu o cor+ç1o dos O+rou e o s+n-
¸ue d+s tribos foi derr+m+do pel+s ¸+rr+s dos próprios lobi-
somens, os lilhos de O+i+ er¸uer+m-se p+r+ condu:ir os
O+rou de volt+ +s ¸r+ç+s d+ M1e. Lles suspender+m o lm-
per¸ium, pression+r+m +s tribos p+r+ que fi:essem p+: e es-
p+lh+r+m + p+l+vr+ do +mor de O+i+ pel+s terr+s dos hum+-
nos. l+r+ os lilhos de O+i+, + vid+ é um presente que deve
ser s+bore+do, n1o um+ b+t+lh+ + ser vencid+. Lntre os O+-
rou, eles s1o os unific+dores, os +r+utos d+ p+:.
Os lilhos de O+i+ insistem que +br+ç+r + violênci+ é ¸+-
r+ntir, por omiss1o, + vitóri+ d+ Wyrm. Lles +dmitem que +
morte f+ç+ p+rte d+ vid+, m+s o ódio é o port+l p+r+ + Wyrm
intern+, precis+ndo ser evit+do. Contudo, +té mesmo os li-
lhos de O+i+ discord+m sobre qu+ndo deve termin+r o diílo¸o
e começ+r + lut+. Qu+ndo escolhem lut+r, os lilhos de O+i+
s1o ¸uerreiros poderosos, fort+lecidos por seu compromisso
com + M1e. Até ent1o, esses O+rou busc+m um+ form+ de
resolver os conflitos sem derr+mento de s+n¸ue.
As tribos comp+rtilh+m + concepç1o de que O+i+ é um+
M1e +mível e ¸eneros+, e que + Wyrm é + ne¸+ç1o de seu
+mor. Os filhos previr+m corret+mente que o lmper¸ium
condu:iri+ + um+ etern+ disput+ entre hum+nos e O+rou,
m+s + tribo p+rece perplex+ di+nte do Apoc+lipse que se
+proxim+. Seus líderes +ind+ tent+m ne¸oci+r com os hu-
m+nos e f+:er com que vej+m + lu: +ntes que sej+ t+rde
dem+is. Contudo, +té mesmo os lilhos de O+i+ m+is otimis-
t+s se per¸unt+m se o tempo d+ p+: jí n1o +c+bou.
Os lilhos reúnem-se em m+tilh+s mist+s, n+ m+iori+ d+s
ve:es junt+ndo membros de outr+s tribos e +¸indo como
um+ influênci+ medi+dor+. C+d+ seit+ possui +nciöes trib+is
que +ssumem os p+péis de A Vo: d+ Deus+ (fême+) e o
Br+ço d+ Deus+ (m+cho), um p+r+ c+d+ tribo.
Os outros O+rou nutrem pelos lilhos de O+i+ um res-
peito relut+nte. Os lilhos s1o consider+dos p+cific+dores
honr+dos, +ind+ que um pouco c+beç+-moles. l+r+ o des-
¸osto de seus riv+is, os lilhos prov+r+m est+r certos no p+s-
s+do, e irr+di+m um respeito profundo pelo +mor d+ M1e.
Seus dons cur+m, prote¸em e nutrem m+is do que ferem, e
eles tendem + possuir Atributos Soci+is b+st+nte elev+dos.
Lles possuem um+ h+rmoni+ profund+ com O+i+ e com todo
seu esplendor, preferindo dedic+r seu tempo + contempl+r +
h+rmoni+ +o invés do c+os. M+s qu+ndo enfurecidos, su+
lúri+ é terrível.
Totem da Tribo: Lnicórnio
Iorça de Vontade IniciaI: +
Antecedentes: Sem restriçöes
Dons Iniciais: Toque d+ M1e, Resistênci+ + Dor
Iísico: Lm su+s form+s Hispo e lupin+, os lilhos de O+i+
lembr+m os lobos m+¸níficos d+ +rte místic+. loderosos e de
pelu¸em lustros+, irr+di+m um senso t+n¸ível de c+lm+ e equi-
líbrio em ve: d+ frie:+ selv+¸em d+ m+iori+ dos O+rou. A pele
tende + possuir tons de m+rrom e cin:+, muit+s ve:es m+lh+do
ou estri+do de br+nco. N+ form+ Hominíde+ os lilhos de O+i+
represent+m tod+s +s r+ç+s e cultur+s hum+n+s.
Território: lr+tic+mente qu+lquer p+rte. Lmbor+ mui-
tos operem n+ Améric+ do Norte, os lilhos de O+i+ costu-
m+m vi+j+r, ensin+ndo, por exemplo. Muitos junt+m-se +
¸rupos de hum+nos +mbient+list+s.
Protetorado: Como +s lúri+s Ne¸r+s, os lilhos de O+i+
costum+m cuid+r de seus p+rentes hum+nos. Dur+nte o úl-
timo século, +s du+s tribos impelir+m o pro¸resso dos direi-
tos hum+nos e o despert+r d+ consciênci+ +mbient+l. M+s
+o contrírio d+s lúri+s, os lilhos de O+i+ preferem promo-
ver + mud+nç+ por meio do exemplo, n1o por +me+ç+.
Citação: í·r ¡u. t·.. na· sa|·r.|a a t|Ja ¡u. Ca|a ||. J.u
.m t.z J. a.a|ar .·m .|a: L m.||·r aj·¸ar-s. .m san¸u. ¡u.
.m .·rruj¸a·: Lu a.|· ¡u. na·.
Fiaaaa
A m+ior p+rte d+ lin¸u+¸em e d+ cultur+ O+rou foi cri+d+
e re¸istr+d+ pel+ tribo celt+ conhecid+ como os li+nn+. Ten-
do ori¸in+ri+mente vindo d+ lrl+nd+ p+r+ +s llh+s Britìnic+s,
est+ tribo é m+is conhecid+ por seus cont+dores de históri+s,
c+ntores e b+rdos. Apes+r disso, tribos como + Cri+ de lenris
jí tiver+m o despr+:er de descobrir que, como ¸uerreiros, os
li+nn+ n1o s1o nem um pouco incompetentes.
Os li+nn+ possuem ori¸ens divers+s e, como result+do,
sofrem menos riv+lid+des intr+-trib+is e entre membros lu-
pinos e O+rou. Os l+rentes Celt+s dos li+nn+ vêem + met+-
morfose como +l¸o perfeit+mente n+tur+l. Os lmpuros, po-
rém, s1o tr+t+dos com pouco respeito pel+ tribo. Os li+nn+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
94 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+credit+m que + impure:+ do s+n¸ue é um+ m+ldiç1o do
m+l. Os lmpuros, port+nto, j+m+is conse¸uem +ssumir posi-
çöes de poder n+ tribo.
Os b+rdos li+nn+ s1o f+mosos por su+s memóri+s eidéti-
c+s, sendo os histori+dores do povo O+rou como um todo.
Lles podem lembr+r de linh+¸ens de cl1s que remontem +té o
último milênio. Os b+rdos li+nn+ t+mbém s1o b+st+nte expe-
rientes qu+nto +o cont+to com f+d+s, e + tribo jí formou +li+n-
ç+s com um ¸rupo de m+¸os conhecidos como Verben+.
Muito extrovertidos, os lobisomens li+nn+ +dor+m um+
bo+ fest+, competiçöes de s+¸+cid+de e históri+s. Lles t+m-
bém s1o os O+rou que costum+m +p+ixon+r-se com m+is
freqüênci+, t+nto por hum+nos qu+nto por outros O+rou.
Lsses rel+cion+mentos muito freqüentemente termin+m em
tr+¸édi+, e os b+rdos li+nn+ p+recem nutrir um pr+:er per-
verso em compor um+ b+l+d+ empol¸+nte depois d+ outr+.
N1o obst+nte, qu+ndo convoc+dos como ¸uerreiros e
juí:es, os membros d+ tribo +¸em de form+ impl+cível e sem
hesit+r. Os li+nn+ s1o conhecidos entre os O+rou por su+
ferocid+de, e embor+ +mem seus l+rentes, eles defendem o
lmper¸ium com + mesm+ p+ix1o que qu+lquer outr+ tribo.
A lend+ d+ Wyld +ind+ é lembr+d+ com temor.
Recentemente tem h+vido um+ cert+ sep+r+ç1o dentro
do cl1, + medid+ que seus membros le+is + c+us+ dos irl+n-
deses r+dic+is coloc+m seus t+lentos + serviço do lRA, en-
qu+nto os li+nn+ britìnicos +list+m-se no Lxército lrovin-
ci+no. Os +nciöes jí tent+r+m medi+r + disput+, porém sem
sucesso. Os li+nn+ que tr+v+m b+t+lh+s em íre+s metropo-
lit+n+s, como Belf+st, têm contribuído p+r+ su+ reput+ç1o
como loc+is sujeitos + +ç1o de terrorist+s.
Totem da Tribo: O+mo
Iorça de Vontade: 3
Antecedentes: Sem restriçöes
Dons Iniciais: lersu+s1o, Resistênci+ + Toxin+s
Iísico: Os li+nn+ tendem + cru:+r com hum+nos de
descendênci+ celt+, embor+ recentemente venh+m +dmi-
tindo, de form+ +ind+ limit+d+, indivíduos de for+ desse ¸rupo
étnico. Su+s form+s lupin+s +ssemelh+m-se + horríveis lo-
bos ou c1es-lobos. S1o ¸r+ndes (p+rticul+rmente n+ form+
Hispo) e su+ cor costum+ ser ne¸r+ ou +vermelh+d+, com
olhos verdes e brilh+ntes.
Território: Tr+dicion+lmente os li+nn+ h+bit+m pìn-
t+nos, ch+p+d+s e outr+s íre+s rur+is, m+s jí mi¸r+r+m +o
redor do mundo.
Protetorado: Os li+nn+ europeus prote¸em os povos
célticos, enqu+nto os imi¸r+ntes tendem + prote¸er h+bi-
t+ntes de íre+s rur+is. Os li+nn+ t+mbém defendem +tores
e +rtist+s.
Citação: Va|, ¸ar·:·, |.|.. Lm ¸·||n|· s´. íu| .u m.sm·
¡u.m ja|r|.·u .s:a |.|.z|n|a - na· ta| m. |nsu|:ar r..usanJ·
m|n|a ¸.n.r·s|JaJ., ta|: Lss. . · m.u ¸ar·:·. Qu.: -|, na· s.
jr.·.uj., a m|n|a |.||Ja . j.|:a Jas m.||·r.s .ss.n.|as J.s:||a-
Jas, .·m um :·¡u. .sj..|a|. .usj. J. jaJa. L|, na· t·m|:a na·
¡u. |ss· a/ . ma:.r|a| J. jr|m.|ra.
0ria de Fearis
Muitos O+rou consider+m os selv+¸ens Cri+ de lenris o
+rsen+l de O+i+. Violentos e imunes +o remorso, os Cri+
+br+ç+m os ide+is ¸uerreiros dos +nti¸os nórdicos e +nsei+m
um lu¸+r no V+lh+ll+. O membro típico d+ Cri+ de lenris é
95
um monstro de s+n¸ue-frio. A ferocid+de d+ tribo é lendí-
ri+, mesmo entre os O+rou. R+ro é o Cri+ que recu+ de um+
lut+; +ind+ m+is r+ro é +quele que demonstr+ pied+de. l+r+
um membro d+ Cri+ de lenris + forç+ é + m+ior virtude, e o
s+crifício + dídiv+ suprem+.
Os Cri+s vêem + si mesmos como heróis no sentido clís-
sico; +pen+s os heróis m+is v+lorosos s1o c+p+:es de tr+v+r
¸uerr+ com + Or+nde Serpente d+ Lscurid1o. Contudo, por
m+is nobres que sej+m seus motivos, os Cri+ de lenris cos-
tum+m ser ce¸os p+r+ + escurid1o que hí dentro deles pró-
prios. Seus Ritos de l+ss+¸em s1o s+n¸rentos, freqüente-
mente mort+is. Até mesmo depois de serem +ceitos n+ tri-
bo, os Cri+s de lenris s1o const+ntemente test+dos e des+fi-
+dos. Os jo¸os selv+¸ens que pr+tic+m +fi+m su+s h+bilid+-
des de comb+te. Recus+r qu+lquer des+fio é consider+do
sin+l de fr+que:+, e fr+que:+ é +l¸o que n1o pode ser toler+-
do. S·m·s a ma|·r J. :·Jas as :r||·s, cl+m+m os Cri+s, j·r¡u.
:.s:am·-n·s .·n:|nuam.n:.. S. t·.. ¡u|s.r ¡u. n´s · r.sj.|:.-
m·s, :.r.m·s J. :.s:a-|· :am|.m.
Os Cri+s s1o indivíduos f+t+list+s, determin+dos + esm+-
¸+r + Wyrm + cust+ de su+s própri+s vid+s. Lntre os mem-
bros d+ tribo, + honr+ costum+ ser medid+ em cic+tri:es de
b+t+lh+. Lles se consider+m + v+n¸u+rd+ de um+ ¸uerr+ in-
terminível, e n1o s+beri+m viver de outro modo. Os Cri+s
tendem + despre:+r +s outr+s tribos, +credit+ndo pi+mente
que s1o os únicos O+rou merecedores d+ confi+nç+ de O+i+.
Lst+ +titude n1o os torn+ popul+res entre os outros lobiso-
mens; os Wendi¸o e +s lúri+s Ne¸r+s nutrem ressentimen-
tos profundos contr+ + tribo. Os Cri+ de lenris possuem um
códi¸o de honr+ poderoso, m+s ess+ honr+ é um códi¸o pes-
so+l de heroísmo, n1o um+ étic+ soci+l +bstr+t+. l+r+ um
Cri+ de lenris, + vitóri+ é tudo que import+; +pen+s os m+is
fortes merecem vencer. Os Cri+s de lenris sempre se reú-
nem + lu: d+ lu+ chei+. N1o é de surpreender que os lobiso-
mens de Ahroun dominem + lider+nç+ trib+l. Os líderes pre-
cis+m lut+r por su+s posiçöes e qu+lquer sin+l de fr+que:+
pode represent+r su+ ruín+. As +ssembléi+s trib+is s1o beli-
¸er+ntes, norm+lmente m+rc+d+s por duelos de forç+ e de
h+bilid+des. l+r+ comp+recer + um+ +ssembléi+, os visit+n-
tes precis+m submeter-se + um +çoit+mento. M+t+nç+ ritu-
+l, m+rc+ç1o de run+s n+ pele e tortur+ de inimi¸os c+ptur+-
dos s1o +tivid+des comuns n+s +ssembléi+s.
A fim de preserv+r + honr+ d+ tribo, +l¸uns Cri+s mo-
dernos +derir+m +o ide+l de suprem+ci+ neon+:ist+. Consi-
der+m-se superiores, m+s +credit+m que su+ suprem+ci+
deriv+ de seus ide+is elev+dos. Contudo, s1o ch+uvinist+s
+ssumidos, despre:+ndo os conceitos de "direitos civis" e
"outor¸+ç1o de poderes". l+r+ os Cri+s, o único poder víli-
do é +quele tom+do + forç+.
Como os nórdicos cuj+ cultur+ +dmir+m, os membros d+
Cri+ de lenris vêem + vid+ como um+ lut+ lon¸+ e difícil.
lor trís de su+s f+ch+d+s de ferro, muitos deles +nsei+m
pel+ p+:, um+ p+: que s+bem que j+m+is +lc+nç+r1o. Lles se
or¸ulh+m de su+ her+nç+ lupin+, p+recendo possuir um+
h+rmoni+ m+ior com su+s fer+s interiores que + m+iori+ dos
O+rou de outr+s tribos. Como o vento de su+s terr+s nórdi-
c+s, os Cri+ investem contr+ tod+s +s p+redes, uiv+ndo en-
qu+nto +s coloc+m +b+ixo.
Totem da Tribo: lobo lenris
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os Cri+s de lenris n1o podem +dquirir
Cont+tos ou Mentor.
Dons Iniciais: O+rr+s Afi+d+s, Resistênci+ + Dor.
Iísico: As form+s lupin+s d+ m+iori+ dos O+rou p+re-
cem ¸r+ndes lobos cin:entos nórdicos, de constituiç1o +v+n-
t+j+d+ e m+ndíbul+s ¸r+ndes. L comum que su+ pelu¸em
possu+ pint+s ne¸r+s e m+rrons, embor+ +l¸uns O+rou su-
prem+cist+s considerem sin+l de s+n¸ue mestiço qu+lquer
cois+ que n1o um cin:+ puro. Os Cri+s de lenris deriv+m
inteir+mente de reb+nhos nórdicos, embor+ +l¸um+s seit+s
poss+m +ceit+r membros de outros ¸rupos étnicos, se +cre-
dit+rem que os "estr+n¸eiros" sej+m merecedores. A m+io-
ri+ dos Cri+s possui +l¸um+ cic+tri: de b+t+lh+; muitos se
m+rc+m ou esculpem run+s perm+nentes em su+s peles du-
r+ntes ritu+is +rdorosos.
Território: Os Cri+s s1o ori¸inírios d+ Lurop+ setentri-
on+l, m+s se esp+lh+r+m pelo mundo inteiro. Lles tendem +
se est+belecer em íre+s rur+is próxim+s +s c+s+s de seus l+-
rentes. Muitos Cri+s delimit+m territórios de m+tilh+s +n-
cestr+is e os defendem dur+nte ¸er+çöes.
Protetorado: Os Cri+s vêem + si mesmos como +s ¸+rr+s
de O+i+; eles costum+m s+crific+r hum+nos "sem v+lor" em
nome d+ Deus+, m+s s1o muito or¸ulhosos de seus l+ren-
tes, os qu+is prote¸em ferrenh+mente. Qu+lquer m+nifest+-
ç1o d+ Wyrm deve ser comb+tid+, e qu+lquer lu¸+r que n1o
sej+ ¸u+rd+do muito fortemente estí sujeito + "proteç1o" d+
Cri+. A tribo tem + mí f+m+ de +t+c+r outros c+ern trib+is
p+r+ prote¸ê-los d+ corrupç1o.
Citação: V·.. . um |n|m|¸· J. ta|·r. ír·t|J.n.|ar.| um
r.¡u|.m .m sua |·nra . t.s:|r.| sua j.|. .·m ·r¸u||·.
Aadarilbes de As(alte
Vi+ de re¸r+, os O+rou preferem +s profunde:+s d+ flo-
rest+ +os me+ndros d+s cid+des. Os lobisomens, +té mesmo
os hominídeos, vêem +s v+stidöes de concreto como ch+¸+s
no corpo de O+i+ e +s evit+m.
Os And+rilhos do Asf+lto s1o + exceç1o + re¸r+.
Ori¸inírios d+ Mesopotìmi+ (embor+ n1o fossem ch+-
m+dos de And+rilhos do Asf+lto n+quel+ époc+), esses lobi-
somens urb+nos +dquirir+m lent+mente um+ reput+ç1o de
O+rou estr+nhos e curiosos. Lles estiver+m entre os primei-
ros + mor+r em territórios hum+nos, onde +prender+m +
respeit+r + en¸enhosid+de e + +d+pt+bilid+de dos homens.
Opuser+m-se com veemênci+ +o lmper¸ium e estiver+m
entre os m+iores responsíveis pelo seu fim (os O+rr+s Ver-
melh+s nunc+ os perdo+r+m por isso).
A¸or+ os And+rilhos do Asf+lto vivem n+s cid+des dos
hum+nos, n1o por f+lt+r outro lu¸+r p+r+ onde ir (como os
Roedores de Ossos), m+s por escolh+ própri+. Lles +m+m o
conforto e + tecnolo¸i+, sempre procur+ndo m+nter-se + p+r
d+ mod+ hum+n+, su+ +rte de v+n¸u+rd+ e su+ tecnolo¸i+
de pont+. Lst+ modernid+de f+: com que os And+rilhos se-
j+m oc+sion+lmente motivo de ver¸onh+ e ultr+je p+r+ os
outros O+rou. Sem dúvid+ +l¸um+, os outros lobisomens n1o
confi+m nos And+rilhos do Asf+lto.
M+s os And+rilhos n1o escut+m +s crític+s que lhes s1o
feit+s (possivelmente por surde: provoc+d+ pel+ superexpo-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
9ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
siç1o + produtos químicos e + w+lkm+ns d+ Sony). Os An-
d+rilhos do Asf+lto +r¸ument+m que, lon¸e de serem +ber-
r+çöes contr+ O+i+, s1o os lobisomens que se encontr+m em
m+ior h+rmoni+ com + M1e. Afin+l, est1o +pen+s lev+ndo +
teori+ d+ evoluç1o + risc+. Se + Terr+ estí sendo cobert+ por
concreto e o sol estí sendo bloque+do por fum+ç+, ent1o +
Terr+ e o Sol n1o est1o +ptos + continu+r existindo. Os
outros O+rou, se quiserem, que perm+neç+m num mundo
f+nt+sioso e idílico, m+s +s cri+tur+s m+is espert+s devem
+prender + viver no momento presente. Nem sempre o que
é novo e diferente é ruim. Os +rr+nh+-céus n+d+ m+is s1o
que +s írvores de um+ nov+ florest+. T+lve:, prote¸id+ por
um+ +rm+dur+ de +sf+lto e cerc+d+ por um escudo de fum+-
ç+, O+i+ poss+ resistir +o +t+que d+ Wyrm.
Como se corrobor+ndo su+ crenç+, os And+rilhos do
Asf+lto possuem diversos c+ern poderosos. Lles se or¸ulh+m
muito em recuper+r c+ern perdidos "p+r+ O+i+", e insistem
que +pen+s eles s1o c+p+:es de resistir +s piores investid+s
d+ corrupç1o d+ Wyrm. Somente eles, posicion+dos como
est1o, s1o c+p+:es de c+ç+r e destruir os represent+ntes m+is
vis d+ espécie hum+n+. A h+bilid+de dos And+rilhos em
descobrir e desf+:er pl+nos p+r+ desenvolvimentos p+rticu-
l+rmente destrutivos, como v+:+mentos tóxicos, é + princi-
p+l r+:1o pel+ qu+l eles n1o for+m decl+r+dos tr+idores.
L cl+ro que o poder dos And+rilhos concorre p+r+ + su+
perm+nênci+. Lles n1o dit+m +s re¸r+s d+ socied+de hum+-
n+ como f+:em os v+mpiros, m+s exercem sobre el+ um+
influênci+ m+ior que qu+isquer outros lobisomens. A tribo
dos And+rilhos do Asf+lto é + m+is ric+, e os seus membros
os m+is +d+pt+dos tecnolo¸ic+mente. Além disso, os And+-
rilhos do Asf+lto Theur¸es fi:er+m p+ctos com muitos ele-
ment+is e espíritos urb+nos, que costum+m +prision+r em
fetiches mort+is.
Totem da Tribo: B+r+t+ (ess+ pode p+recer um+ esco-
lh+ esquisit+ +té que se considere que o inseto existe hí 325
milhöes de +nos e é incrivelmente +d+ptível e resistente,
sendo virtu+lmente imune + extinç1o).
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os And+rilhos do Asf+lto n1o podem
compr+r R+ç+ lur+, Mentor ou Vid+ l+ss+d+.
Dons Iniciais: Controle de míquin+s simples, lersu+s1o.
Iísico: Os And+rilhos do Asf+lto jí cru:+r+m com hu-
m+nos do mundo inteiro. S1o conhecidos por su+ devoç1o
+ mod+ hum+n+, embor+ isso v+rie de um+ subcultur+ p+r+
outr+: um And+rilho do Asf+lto pode p+recer um+ modelo
d+ Vo¸ue ou um punk t+tu+do. N+ form+ lupin+ possuem,
¸er+lmente, t+m+nho pequeno + médio. Seus pêlos costu-
m+m ser multicoloridos e m+lh+dos (e oc+sion+lmente tin-
¸idos). Muitos dos membros m+is jovens d+ tribo tin¸em e
tr+nç+m +s jub+s de su+s form+s Crinos num+ v+ried+de de
estilos coloridos e bi:+rros. De tod+s +s tribos, os And+ri-
lhos possuem o menor número de lupinos (conseqüente-
mente, seu s+n¸ue estí enfr+quecendo).
Território: Os And+rilhos do Asf+lto h+bit+m íre+s ur-
b+n+s, muit+s d+s qu+is control+m. Lles procur+m territóri-
os m+is ele¸+ntes que os seus primos Roedores de Ossos,
embor+ os And+rilhos m+is jovens p+reç+m nutrir por +r-
m+:éns e clubes unJ.r¸r·unJ o mesmo +preço que os seus
velhos têm por hotéis de qu+tro estrel+s.
Protetorado: Os And+rilhos do Asf+lto prote¸em +que-
les que h+bit+m e f+:em funcion+r +s cid+des: funcionírios
de empres+s; membros do submundo e de ¸+n¸ues de ru+;
97
cientist+s e pesquis+dores. Lles se preocup+m com os hu-
m+nos m+is comuns, m+s se m+ntêm +tentos +s +me+ç+s
que p+irem sobre qu+isquer h+bit+ntes d+ "su+" cid+de.
Citação: Ò am||.n:. ur|an· na· . na:ura|: C|ar· ¡u. ..
Òs jr.JaJ·r.s usam J|sjar..s J|j.r.n:.s . .mjr.¸am ·u:r·s
m.:·J·s jara .a¸ar suas jr.sas - a¡u|, as ¸arras . as manJ/|u-
|as j·ram su|s:|:u/Jas j·r r..usas J. .r.J|:· .m |an.·s . auJ|:·-
r|as J· |mj·s:· J. r.nJa. -|nJa ass|m, ¸r|:·s jr|ma|s J. :r|unj·
sa· ·ut|J·s :·J·s ·s J|as .m sa|as J. r.un|a·, . · :.rr·r n·s ·||·s
J. um ..rt· assus:aJ· :ransjar... nas .xjr.ss¨.s J. mu|:·s jr.-
¡ü.n:aJ·r.s J. :.raj|as J. ¸ruj·.
6arras vermelbas
Costum+-se di:er que + n+ture:+ s+be corri¸ir seus pró-
prios erros - que qu+ndo um+ espécie ultr+p+ss+ seus limi-
tes e prejudic+ o equilíbrio, um+ forç+ ret+li+tóri+ sur¸e p+r+
m+ntê-lo. Se, conforme muitos +firm+m, os hum+nos tive-
rem +c+b+do com o equilíbrio, os O+rou ch+m+dos O+rr+s
Vermelh+s s1o + form+ que + n+ture:+ encontrou de corri-
¸ir +s cois+s.
A tribo dos O+rr+s Vermelh+s é compost+ inteir+mente
de O+rou lupinos. Lmbor+ jí tenh+m sido um+ tribo poderos+,
+ dissemin+ç1o d+ hum+nid+de pelo mundo diminuiu enor-
memente seu número e seu poder. Assim, os O+rr+s decidi-
r+m implement+r su+ polític+ m+is r+dic+l, +quel+ que se tor-
nou um sinonimo d+ tribo como um todo: o extermínio +bso-
luto d+ r+ç+ hum+n+. Os hum+nos - todos os hum+nos -
devem ser destruídos, d+ form+ m+is rípid+ e fin+l que for
possível. Apen+s dess+ form+ O+i+ poderí ser s+lv+.
l+ment+velmente, o ódio que os O+rr+s nutrem pel+
hum+nid+de levou + +lien+ç1o e + de¸ener+ç1o d+ tribo como
um todo. Muitos O+rr+s, ultr+j+dos pel+ dev+st+ç1o de seus
c+ern pelos |u||J·z.rs dos hum+nos, torn+r+m-se f+níticos.
Até mesmo os O+rou hominídeos s1o odi+dos, e os Theur-
¸es de outr+s tribos costum+m question+r se os O+rr+s Ver-
melh+s n1o est1o sendo corrompidos lent+mente pel+ Wyrm.
Decerto, +s form+s inventiv+s com que os O+rr+s Verme-
lh+s elimin+m o "cìncer" de O+i+ riv+li:+m, por su+ cruel-
d+de, com os ritu+is dos D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+.
Os O+rr+s Vermelh+s h+bit+m +s re¸iöes selv+¸ens m+is
dist+ntes d+s h+bit+çöes hum+n+s - eles n1o suport+m o
fedor d+s "f+vel+s", como ch+m+m +s cid+des. De todos os
lobisomens, os O+rr+s s1o os que se encontr+m em m+ior
h+rmoni+ com +s re¸iöes selv+¸ens; eles c+minh+m sem medo
por lu¸+res que os outros O+rou evit+ri+m, e hí quem di¸+
que seus Theur¸es descobrir+m, n+s re¸iöes selv+¸ens, mui-
tos se¸redos consider+dos perdidos.
Al¸uns dos O+rr+s m+is jovens e "+v+nç+dos" têm ques-
tion+do + necessid+de de + r+ç+ hum+n+ inteir+ ser exter-
min+d+. Lsses O+rr+s m+is jovens jí che¸+r+m + extremos
como +ssumir + odi+d+ form+ hominíde+ e percorrer territó-
rios hum+nos, procur+ndo virtudes entre esses seres. Ape-
n+s o respeito tr+dicion+l dos O+rou pelo direito dos jovens
em trilh+r os c+minhos que escolherem, impede os O+rr+s
m+is velhos de +c+b+rem com + fest+ desses "+v+nç+dinhos".
Totem da Tribo: Orifo
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os O+rr+s Vermelh+s n1o podem com-
pr+r Ali+dos, Cont+tos ou Recursos. Seus únicos l+rentes
s1o os lobos.
Dons Iniciais: l+l+r com Anim+is, Simul+r Cheiro de
A¸u+ Corrente.
Iísico: Os O+rr+s Vermelh+s n1o est1o +costum+dos com
+ form+ Hominíde+, +ssumindo-+ +pen+s r+r+mente. Qu+n-
do o f+:em, costum+m torn+r-se pesso+s brut+s, c+belud+s,
rudes e de postur+ curv+d+. Al¸uns O+rr+s che¸+m + p+re-
cer ne+ndert+is. N+ form+ lupin+, seu t+m+nho é de médio
+ ¸r+nde, com pelu¸em ros+d+ ou m+rrom e m+ndíbul+s
enormes. Lm seus corpos sempre hí um tufo de pêlo verme-
lho; os lilhos de O+i+ di:em que ess+ é + m+rc+ d+ ver¸o-
nh+, m+s os O+rr+s +firm+m que é um sin+l de v+lor.
Território: Os O+rr+s Vermelh+s h+bit+m re¸iöes mui-
to selv+¸ens, bem +f+st+d+s d+ cont+min+ç1o hum+n+.
Protetorado: Os O+rr+s Vermelh+s cuid+m d+s m+ti-
lh+s de lobos, que se encontr+m em extinç1o. Lles +m+m os
lobos como irm1os e l+ment+m qu+ndo um deles morre por
doenç+, fome ou pel+ m1o de c+ç+dores.
Citação: V·..s |uman·s jr..|sam r.j|nar . a|:.rar ·s m|-
n.ra|s, jr.nJ.r ·s an|ma|s . .·J|j|.ar . m.J|r as .·|sas, na· .
m.sm·: Mu|:· |.m. V·u usar .ss. - .·m· .|ama: - "r.|´¸|·
J. ju|s·¨ jara .·n:ar 1. J·s s.us "s.¸unJ·s¨. Su¸|r· ¡u. t·..
us. .ss. :.mj· jara .·rr.r, j·r¡u. a· j|m J.|. jar:|r.| .m s.u
.n.a|¸·. L ¡uanJ· j.¸a-|·, t·u m.J|r a Jura¸a· Ja sua m·r:.
- .m ¸r|:·s.
Seaberes das Sembras
Ao mesmo tempo que s1o cri+tur+s de domínio e con-
trole, os lobos e os lobisomens t+mbém se c+r+cteri:+m pel+
servid1o e pel+ obediênci+. Com tod+ certe:+, nenhum+ tri-
bo O+rou exemplific+ melhor ess+ míxim+ que os Senhores
d+s Sombr+s. Lst+ tribo de lobisomens ¸r+ndes e escuros é
conhecid+ pelo v+lor e pel+ s+¸+cid+de de seus membros,
bem como por su+ +rro¸ìnci+ e +mbiç1o.
Os Senhores d+s Sombr+s torn+r+m-se proeminentes nos
Bílc1s, onde er+m poderosos senhores d+ ¸uerr+. Contudo,
desde ent1o est+ tribo tem vi+j+do pelo mundo, est+bele-
cendo domínios por tod+ p+rte. O ¸r+nde responsível por
isso cert+mente foi o desejo infindível que + tribo sente por
poder. Os Senhores d+s Sombr+s vivem e morrem em nome
de um+ determin+d+ crenç+, + qu+l r+r+mente coment+m
com os outros O+rou. Lss+ crenç+ é simples: os lobisomens
se encontr+m no topo d+ pirìmide evolucioníri+ d+s form+s
de vid+s terrestres. Os Senhores d+s Sombr+s s1o supremos
entre os lobisomens e, port+nto, têm + respons+bilid+de de
¸overn+r o rest+nte d+s cri+tur+s de O+i+ - p+r+ o bem
del+s, cl+ro.
l+r+ um Senhor d+ Sombr+, + hier+rqui+ é tudo: + únic+
medid+ de v+lor é + lider+nç+, e el+ deve ser +lc+nç+d+ +
qu+lquer custo. lor ess+ r+:1o, os Senhores lut+m incess+n-
temente p+r+ domin+r os hum+nos, os lobos e os lobiso-
mens. Os Senhores d+s Sombr+s odei+m os lres+s de lr+t+,
+ quem consider+m fr+cos e decrépitos. N1o hí n+d+ que
¸ost+ri+m m+is do que ursurp+r dos lres+s de lr+t+ + lide-
r+nç+ dos lobisomens.
Os Senhores d+s Sombr+s t+lve: componh+m + m+is
poderos+ de tod+s +s tribos. A combin+ç1o de um+ unid+de
trib+l forte, com indivíduos forj+dos n+s ch+m+s de um+
competiç1o incess+nte, ¸erou um+ míquin+ de ¸uerr+ ver-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
9B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
d+deir+mente formidível. Recentemente + riv+lid+de dur+-
dour+ com os lres+s de lr+t+ tem sido m+is ostensiv+. Vi-
vemos tempos difíceis, +r¸ument+m os Senhores. Lmbor+ +
t1o +cl+m+d+ s+bedori+ dos lres+s de lr+t+ poss+ ser +pro-
pri+d+ em di+s tr+nqüilos e p+cíficos, os di+s de desespero
exi¸em medid+s e líderes novos.
Os Senhores d+s Sombr+s s1o or¸ulhosos, nobres, di¸-
nos e +ltivos. Su+ +stúci+ é f+mos+, +ssim como su+ f+lt+ de
pied+de. Lles s1o comb+tentes h+bilidosos e honr+dos (pelo
menos, di:em +s mís lín¸u+s, enqu+nto os outros estiverem
olh+ndo), e respeit+m +queles seres que prov+rem que s1o
+ptos + viver. Lntret+nto, n1o nutrem simp+ti+ nem tole-
rìnci+ pelos fr+cos. Os Senhores d+s Sombr+s t+lve: sej+m
os O+rou que os +¸entes d+ Wyrm m+is procur+m sedu:ir,
pois, enqu+nto +scendem meteoric+mente +o poder mundi-
+l, podem +c+b+r lev+ndo um bom tombo...
Totem da Tribo: Avo Trov1o
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os Senhores d+s Sombr+s n1o podem
compr+r Ali+dos ou Mentores.
Dons Iniciais: Aur+ de Confi+nç+, Lrro l+t+l.
Iísico: Os Senhores d+s Sombr+s podem provir de qu+l-
quer reb+nho hum+no, porque cru:+m com +s pesso+s me-
lhores e m+is brilh+ntes de todos os povos. S1o muito fortes
e m+ntêm um+ postur+ que impöe respeito. N+ form+ lupi-
n+ s1o ¸r+ndes, +t+rr+c+dos e c+rr+ncudos, p+recendo mui-
to com enormes pit bulls.
Território: Os Senhores d+s Sombr+s preferem lu¸+res
nos qu+is + bele:+ e + +me+ç+ se combinem. Contu-
do, em su+ busc+ por poder, muitos Senhores d+s
Sombr+s jí mi¸r+r+m p+r+ +s cid+des.
Protetorado: Os Senhores d+s Sombr+s prote¸em pou-
c+s pesso+s, porque +credit+m que qu+lquer um que precise
de proteç1o é um fr+co, devendo ser destruído pelo bem d+
espécie. Ve: por outr+, + +tenç1o dos Senhores d+s Som-
br+s poderí se volt+r p+r+ um homem de ne¸ócios p+rticu-
l+rmente brilh+nte e impiedoso, um líder do crime or¸+ni-
:+do ou um milit+r; esse tipo de pesso+ poderí ser +jud+do
oc+sion+lmente.
Citação: C·m :·J· r.sj.|:·, J|s.·rJ· J. t·.., m|n|a |rma
Carra V.rm.||a. Vam·s .·nt.rsar |·n¸. J·s ·u:r·s, ..r:·: Lu
a.|· ¡u. ·s |uman·s na· J.t.m s.r .x:.rm|naJ·s. L|.s J.t.m
s.r :r.|naJ·s jara ¡u. ajr.nJam ¡ua| . · s.u |u¸ar - jr·s:ra-
J·s J|an:. J. n´s, .·m n·ssas ¸arras .m suas ¸ar¸an:as. - Cran-
J. Ma. J|ss. ¡u. ·s an|ma|s j·ram j.|:·s jara s.rt|r ·s |uma-
n·s, . ·s Car·u j·ram j.|:·s jara s.rt|r ·s S.n|·... ¡u.r· J|z.r,
jara s.rt|r Ca|a. Mas tam·s ja|ar s·|r. |ss· ma|s :arJ., j·r¡u.
as jar.J.s :.m ·ut|J·s.
Pereqriaes Sileacieses
Desde que deixou su+ terr+ n+t+l, +s v+stidöes lon¸ín-
qu+s do S++r+, + tribo conhecid+ como lere¸rinos Silencio-
sos jí se est+beleceu l+r¸+mente nos Reinos espiritu+is e
físicos. Os Silenciosos jí +tr+vess+r+m, explor+r+m e ex+mi-
n+r+m tod+s +s terr+s conhecid+s pelos O+rou (e prov+vel-
mente muit+s desconhecid+s por eles). Os Silenciosos hí
muito consider+m respons+bilid+de su+ +brirem c+minho
p+r+ o vícuo, deslind+ndo os se¸redos do desconhecido.
L ironico, port+nto, que se conheç+ muito pouco sobre
+ tribo. Os Silenciosos existem n+ periferi+ d+ socied+de
O+rou, indo e vindo d+ form+ que lhes +prouver. Lles inte-
r+¸em com espíritos, element+is e m+¸os com qu+se + mes-
99
m+ freqüênci+ com que o f+:em com os outros O+rou; dess+
form+ procur+m +dquirir o míximo de perspectiv+s diferen-
tes, p+r+ melhor +n+lis+r +s +tivid+des d+ Wyrm.
Os Silenciosos +dor+m históri+s, e +pen+s os li+nn+ ri-
v+li:+m com eles n+ +rte d+ n+rr+tiv+. Lles preferem ouvir +
n+rr+r, m+s n+s r+r+s oc+siöes em que cont+m um+ históri+,
deix+m su+s pl+téi+s boqui+bert+s. Lles s1o mestres em ¸+-
rimp+r os d+dos import+ntes de um+ convers+; qu+ndo os
outros lobisomens f+l+m com um Silencioso, costum+m ter-
min+r o diílo¸o com + impress1o de que revel+r+m tudo e
n1o descobrir+m n+d+.
Lst+ reput+ç1o, +li+d+ + recus+ dos Silenciosos em comen-
t+r su+s crenç+s ou ritu+is, f+: com que eles sej+m vistos com
suspeit+ pelos outros O+rou. Como os Silenciosos freqüente-
mente che¸+m d+s re¸iöes selv+¸ens tr+:endo notíci+s sobre
um +t+que iminente d+ Wyrm, os outros O+rou cri+r+m em
torno disso o mito de que eles profeti:+m c+l+mid+des.
N+ verd+de, muitos lere¸rinos Silenciosos c+rre¸+m um
¸r+nde f+rdo. Lles c+minh+m e c+minh+m porque n1o têm
onde desc+ns+r. S1o silenciosos porque n1o conhecem c+m-
ponios com quem poss+m troc+r idéi+s. Os Silenciosos jí +b+n-
don+r+m su+ terr+ n+t+l hí muito tempo e j+m+is encontr+-
r+m um lu¸+r onde pudessem se est+belecer. Lles possuem
menos c+ern que qu+lquer outr+ tribo, o que +c+rret+ um+
f+lt+ de conex1o com O+i+ que norm+lmente lev+ os outros
O+rou + desconfi+rem deles. Os Silenciosos r+r+mente se jun-
t+m + m+tilh+s de outros O+rou, m+s qu+ndo o f+:em, defen-
dem seus irm1os +dotivos com um+ le+ld+de fero:.
Os lere¸rinos Silenciosos v+lori:+m + s+bedori+ e o co-
nhecimento +cim+ de tod+s +s outr+s cois+s. Su+s vi+¸ens
costum+m condu:i-los +o cor+ç1o de territórios infest+dos
pel+ Wyrm e eles, m+is que todos os outros lobisomens, com-
preendem + n+ture:+ d+ Wyrm. O Silencioso que p+ss+ p+r+
o l+do d+ Wyrm torn+-se um inimi¸o terrível.
Totem da Tribo: Coruj+
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os Silenciosos n1o podem compr+r Vid+
l+ss+d+ ou Recursos.
Dons Iniciais: Sentir + Wyrm, Velocid+de do lens+-
mento.
Iísico: Os Silenciosos possuem um+ v+ried+de de ¸eno-
tipos hum+nos, + m+ior p+rte decorrente de su+s vi+¸ens
const+ntes. Os Silenciosos s1o ori¸inírios d+ Afric+ do Norte
e port+nto s1o, em su+ m+iori+, +fric+nos ou semit+s, m+s jí
cru:+r+m com hum+nos de todos os reb+nhos. N+ form+
lupin+ s1o es¸uios, +ssemelh+ndo-se +os ch+c+is d+ +rte e¸íp-
ci+, com expressöes inescrutíveis e tr+ços nobres. A form+
Crinos dos Silenciosos pode ter sido responsível pel+s len-
d+s de divind+des e¸ípci+s como Anubis e Set.
Território: Nenhum p+r+ cont+r históri+. Os Silencio-
sos v+¸uei+m p+r+ onde quiserem, r+r+mente perm+necen-
do em um mesmo lu¸+r por m+is de um+ ou du+s sem+n+s.
Protetorado: Os Silenciosos s1o os b+tedores de su+ r+ç+.
Lles oc+sion+lmente prote¸em os hum+nos que encontr+m
dur+nte su+s jorn+d+s, m+s deix+m + proteç1o d+ r+ç+ +
c+r¸o de outr+s tribos.
Citação: Ha |a.a|·s Ja \yrm s. ajr·x|manJ· j.|· n·rJ.s-
:.. ír.jar.m-s..
Presas de Prata
Di:em que no começo todos os O+rou er+m lres+s de
lr+t+, descendentes do lobo lro¸enitor. A medid+ que o
s+n¸ue enfr+queceu e +s tribos se dividir+m, os lres+s de
lr+t+ m+ntiver+m su+ r+ç+ pur+ e unir+m +s tribos que se
fr+¸ment+v+m. Lmbor+ esses nobres O+rou +ind+ imponh+m
respeito +s outr+s tribos, su+ linh+¸em enfr+quece com o
tempo e + reproduç1o inter-r+ci+l.
Dur+nte séculos, os lres+s de lr+t+ mistur+r+m seu s+n-
¸ue +o de +ristocr+t+s hum+nos, influenci+ndo su+ cultur+
e, por su+ ve:, sendo influenci+dos. De todos os O+rou, os
lres+s de lr+t+ s1o os que possuem os códi¸os de étic+ m+is
rí¸idos. Lles jí ¸overn+r+m terr+s +o lon¸o de tod+ + Luro-
p+, m+s, como seus semelh+ntes hum+nos, perder+m ¸r+n-
de p+rte de seu +nti¸o prestí¸io. loi +pen+s recentemente
que os lres+s de lr+t+ perder+m o poder que +cumul+r+m
dur+nte séculos em su+ terr+ n+t+l, + Rússi+.
Lsses nobres O+rou s1o conhecidos por su+ bele:+ físic+,
su+ cor+¸em e su+ honr+; eles tendem desfrut+r de Atributos
Soci+is em níveis elev+dos e de um+ série de Conhecimentos.
l+ment+velmente, vírios dos membros m+is jovens d+ tribo
sofrem de m+les estr+nhos, como distr+ç1o +¸ud+, +lucin+-
çöes leves e son+mbulismo, que, embor+ n1o c+r+cteri:em
psicop+ti+, s1o muito evidentes. A poderos+ históri+ d+ tribo é
um f+rdo pes+do p+r+ os ombros de seus membros que, em su+
m+iori+, s1o or¸ulhosos dem+is p+r+ pedir +jud+.
Os lres+s de lr+t+ represent+m tudo que hí de melhor
nos O+rou. S1o m+¸níficos, ¸enerosos, le+is, bem-educ+dos
e nobres. Qu+ndo lut+m, s1o os pred+dores supremos . Qu+n-
do ¸overn+m, s1o fortes e eloqüentes. Lmbor+ defend+m +
superiorid+de dos O+rou, os lres+s de lr+t+ +credit+m que
+ medi+ç1o - e n1o + c+rnificin+ - sej+ o dever s+¸r+do
dos lobisomens. lorém, qu+ndo su+ ir+ é despert+d+, os lre-
s+s de lr+t+ derr+m+m s+n¸ue com + mesm+ disposiç1o que
qu+lquer Cri+ de lenris. As tribos m+is r+dic+is, como os
O+rr+s Vermelh+s e os Cri+s, vêem os lres+s de lr+t+ como
reis dec+dentes, embri+¸+dos pel+ velh+ ¸lóri+. Contr+ o f+to
de que +s lend+s c+r+cteri:+m os lres+s de lr+t+ como ¸r+n-
des heróis, os O+rr+s e os Cri+s +r¸ument+m que +¸or+ é
preciso m+is do que históri+s p+r+ s+lv+r O+i+. Al¸uns +té
mesmo +cus+m + nobre:+ dos O+rou de compl+cênci+, de se
+ssoci+rem + hum+nos enqu+nto + Wyrm se fort+lece. Os
Senhores d+s Sombr+s f+:em pouco c+so dos descontentes
e continu+m +¸u+rd+ndo o momento propício p+r+ +¸irem.
O m+l que se +b+te sobre os lres+s de lr+t+ epitomi:+ +
tr+¸édi+ dos O+rou em ¸er+l. Lmbor+ or¸ulhosos e fortes, os
Cri+s sofrem de doenç+s do espírito e d+ mente. O cru:+-
mento inter-r+ci+l e + H+r+no enfr+quecer+m + estrutur+
d+ tribo. Lmbor+ os lres+s de lr+t+ se esforcem p+r+ que
tudo volte + ser como er+ +ntes, t+lve: jí sej+ t+rde dem+is.
Muitos costumes dos lres+s de lr+t+ provêm d+s cortes
hum+n+s que + tribo freqüentou por t+nto tempo. Víri+s
m+tilh+s possuem títulos e ritu+is el+bor+dos. Os lres+s de
lr+t+ m+is velhos domin+m tod+s +s funçöes soci+is, o que
frustr+ terrivelmente os jovens d+s tribos. Lm tod+s +s noi-
tes de lu+ nov+ s1o re+li:+d+s +ssembléi+s especi+is. Muit+s
m+tilh+s promovem du+s ou m+is +ssembléi+s por mês.
Os territórios dos lres+s de lr+t+ s1o divididos em pro-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!UU 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
tetor+dos re¸idos por um "rei" e su+ corte. lor tr+diç1o,
+pen+s Ahroun podem se torn+r reis. Muitos And+rilhos do
Asf+lto esc+rnecem desses +n+cronismos, m+s nunc+ n+ fren-
te dos lres+s de lr+t+.
Totem da Tribo: l+lc1o
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Os person+¸ens lres+s de lr+t+ preci-
s+m ¸+st+r pelos menos três de seus pontos de Anteceden-
tes em R+ç+ lur+.
Dons Iniciais: Ch+m+ Tremul+nte, Sentir + Wyrm
Iísico: Lsp+lh+dos por tod+ Lurop+ e Améric+ do Nor-
te, os lres+s de lr+t+ est1o infiltr+dos n+s cl+sses m+is no-
bres e ric+s d+s n+çöes n+s qu+is h+bit+m. Lles possuem
feiçöes nobres, muit+s ve:es com peculi+rid+des de f+míli+
(como determin+d+s confi¸ur+çöes de n+ri:es e queixos).
Su+s form+s lupin+s têm pelu¸ens sempre br+nc+s ou pr+te-
+d+s, e possuem pres+s comprid+s e constituiçöes ¸r+cios+s.
Seus olhos costum+m ser +:uis ou verdes e, mesmo n+ for-
m+ lupin+, têm o híbito de us+r jói+s.
Território: As seit+s dos lres+s de lr+t+ selecion+m íre+s
v+st+s e selv+¸ens p+r+ refletir seu esplendor: mont+nh+s,
florest+s dens+s e m+jestosos rochedos costeiros. Lles ¸u+r-
d+m ess+s terr+s com ¸r+nde cuid+do, evit+ndo + inv+s1o de
hum+nos ou O+rou.
Protetorado: Os celebr+dos lres+s de lr+t+ s1o o últi-
mo recurso dos O+rou. Se +l¸um+ miss1o des+fi+ +s h+bili-
d+des de tod+s +s outr+s tribos, os lres+s de lr+t+ s1o ch+-
m+dos p+r+ limp+r + c+s+. Lsper+-se que todos os lres+s de
lr+t+ correspond+m +o heroísmo lendírio d+ tribo e que
estej+m dispostos + s+crific+r tudo p+r+ servir + M1e.
Citação: í.|· san¸u. J. m.us an..s:ra|s, n|n¸u.m ma.|u-
.ara .s:a :.rra. Lu :. ¡ur· |s:· j.|a jr·m.ssa .:.rna Ja s.|:a J·s
M|| Carta||·s. V.n..r.m·s.
Pertaderes da lat |aterier
ll+it+l St+rc+tcher veio dos confins do mundo com um+
vis1o de h+rmoni+, p+l+vr+s de s+bedori+ e respost+s + mui-
t+s per¸unt+s. Nos di+s do lmper¸ium, ele (ou el+; +s lend+s
diver¸em) entrou em desespero. A Wyrm h+vi+ tom+do os
nobres O+rou; seus cor+çöes est+v+m +rdendo de ódio e o
s+n¸ue m+nch+v+ su+s m1os. ll+it+l descobriu +s sementes
d+ s+bedori+ num+ estrel+ dentro de si mesmo, m+s muitos
O+rou recus+r+m-se + ouvi-lo. Aqueles que concord+r+m,
renunci+r+m +s su+s tribos e se¸uir+m os ensin+mentos de
ll+it+l, um c+minho que condu:i+ +o equilíbrio no íntimo
de c+d+ um. Lsses O+rou, conhecidos como lort+dores d+
lu: lnterior, +ind+ preferem + solid1o, m+s se record+m de
seu propósito e de seu jur+mento p+r+ com O+i+. Assim,
eles pere¸rin+m pelo mundo lev+ndo su+ verd+de, embor+
s+bendo que nin¸uém irí ouvi-los.
Os lort+dores d+ lu: s1o filósofos, proponentes de eni¸-
m+s e solucion+dores de mistérios. Seu totem, + quimer+, é
ch+m+do de "A D+m+ de Muit+s l+ces" e o "Lspelho Lscu-
ro". Nenhum outro lobisomem, nem mesmo os lilhos de O+i+
possuem t+l controle sobre su+ lúri+ e su+s fer+s interiores.
Coloc+ndo de l+do preocup+çöes p+ss+¸eir+s como vin¸+nç+,
tr+diç1o e possessöes m+teri+is, os Místicos cultiv+r+m um+
serenid+de desconhecid+ +os outros O+rou. Lm su+ ¸lóri+, eles
e cri+ç1o torn+r+m-se um só. lronic+mente, por se concentr+-
rem t+nto em si mesmos, eles se +f+st+r+m d+quilo que os
O+rou deveri+m ser. A tribo é l+ment+velmente pequen+; +cre-
dit+-se que exist+m menos de 500 lort+dores , e muitos des-
!U!
ses s1o convertidos de outr+s tribos. Lmbor+ tenh+m +lc+nç+-
do um est+do m+is elev+do, os lort+dores d+ lu: perder+m
um elo vit+l com seu +ntep+ss+dos. Ao renunci+rem +s m+ti-
lh+s, renunci+r+m +o lobo interior.
A despeito disso, + tribo descobriu muit+s nov+s trilh+s
p+r+ + h+rmoni+ e + consciênci+. Seus Dons prep+r+m o
corpo e o espírito p+r+ + +dversid+de. Su+ +rte m+rci+l, o
l+ilindo, combin+ +s cinco form+s e + lúri+ num ¸r+cioso,
m+s eficiente, estilo de lut+. Os lort+dores +té consider+m
+ possibilid+de de equilíbrio entre + mente e + ler+, entre +
busc+ pel+ p+: e + necessid+de d+ ¸uerr+. Lles evit+m +s
+rm+dilh+s d+ civili:+ç1o e despre:+m os filhos d+ cid+de,
os And+rilhos do Asf+lto e os Roedores de Ossos, por su+
dependênci+ d+ c+rne. Lntret+nto, eles exercer+m, +tr+vés
de su+ r+:1o e seu exemplo, um imp+cto dur+douro nos ou-
tros O+rou. O que os filhos de O+i+ +lc+nç+r+m medi+nte
+tivismo, os lort+dores conse¸uir+m pel+ introspecç1o.
A trilh+ interior p+r+ + h+rmoni+ n1o enfr+queceu + com-
b+tivid+de dos lort+dores d+ lu:; eles s1o ide+list+s, e n1o
lut+dores. Qu+ndo é preciso comb+ter, eles lut+m com com-
petênci+ e br+vur+. M+s esses O+rou n1o busc+m + ¸uerr+
pel+ ¸uerr+, como f+:em os Cri+s de lenris. Lles simplesmente
+ +ceit+m como um f+to d+ vid+. Se um inimi¸o p+rece re¸e-
nerível, os lort+dores tent+r1o derrotí-lo sem infli¸ir-lhe d+-
nos perm+nentes. C+so enfrentem um l+c+io d+ Wyrm ou outr+
+me+ç+ m+li¸n+, eles o v+rrer1o d+ f+ce de O+i+.
N1o existe um+ hier+rqui+ form+l entre os lort+dores.
Costum+-se respeit+r +s opiniöes de todos os membros d+
tribo, embor+ +s p+l+vr+s dos +nciöes poss+m ter um peso
m+ior. Al¸uns deles con¸re¸+m-se em encl+ves coletivos em
mon+stérios devido + comp+rtilh+rem +l¸um+ filosofi+; es-
ses ¸rupos, porém, costum+m ser temporírios.
Os lort+dores tendem + tr+b+lh+r por cont+ própri+. Lles
se junt+m + m+tilh+s p+r+ lhes emprest+r s+bedori+ e +s dei-
x+m +ssim que + t+ref+ é complet+d+. O lort+dores médio é
um indivíduo que incit+ const+ntemente os cole¸+s de m+-
tilh+ + busc+r su+s verd+des interiores e o esplendor inefí-
vel d+ M1e; nem sempre escut+m, m+s o +:+r é deles.
Totem da Tribo: Quimer+
Iorça de Vontade IniciaI: 5
Antecedentes: Os lort+dores d+ lu: n1o podem com-
pr+r Ali+dos, letiches ou Recursos.
Dons Iniciais: Lquilíbrio, Sentir + Wyrm
Iísico: Muitos lort+dores s1o ori¸inírios de reb+nhos
do Lxtremo Oriente. Contudo, +l¸uns possuem +scendên-
ci+ européi+ ou +fric+n+. A pelu¸em desses ¸r+ciosos O+rou
v+ri+ do cin:+ listr+do +o ne¸ro, embor+ muit+s ve:es sej+
levemente +:ul. A m+iori+ deles s1o lobisomens es¸uios e
qu+se todos irr+di+m um+ +ur+ t+n¸ível de serenid+de.
Território: Os lort+dores preferem +s cerc+ni+s do mun-
do conhecido, v+¸+ndo de lu¸+r em lu¸+r em busc+ de ver-
d+des m+iores e esp+lh+ndo s+bedori+. Muitos provêm do
Lxtremo Oriente, m+s vi+j+m p+r+ qu+lquer p+rte.
Protetorado: Aqueles que lut+m por ilumin+ç1o e cons-
cienti:+ç1o s1o os prote¸idos f+voritos dest+ tribo. Os lor-
t+dores d+ lu: costum+m cru:+r com píri+s e v+¸+bundos
que vivem n+s profunde:+s d+s re¸iöes selv+¸ens. Lmbor+
sej+m cuid+dosos qu+nto +o que ensin+m, esses O+rou cos-
tum+m comp+rtilh+r su+s idéi+s com hum+nos de v+lor.
Citação: íara J.rr·:ar a \yrm .x:.r|·r . jr..|s· .njr.n:ar
jr|m.|r· a \yrm |n:.r|·r.
ukteaa
Lnqu+nto os lort+dores d+ lu: procur+m + serenid+de
interior, os Lkten+ percorrem um+ trilh+ m+is sombri+. Lm
seus cor+çöes e em seu s+n¸ue, eles tr+:em o le¸+do dos des+-
poss+dos, de pesso+s expuls+s de su+s terr+s ou lev+d+s +cor-
rent+d+s p+r+ lon¸e del+s. Su+ her+nç+ eclétic+ e su+ históri+
de opress1o nutriu +petites sombrios nos Lkten+. Di:-se que +
Wyrm tent+ + tribo com conhecimentos proibidos. Até mes-
mo seus irm1os Wendi¸o os enc+r+m com suspeit+.
Qu+ndo os luros lider+r+m + mi¸r+ç1o +tr+vés do Ls-
treito de Berin¸, os Lkten+ est+belecer+m-se no Sul, pe-
r+mbul+ndo pelos desertos, meset+s e selv+s d+ Améric+
Centr+l e do sudeste dos Lst+dos Lnidos. Lm noites escu-
r+s, sob um céu +berto, os Lkten+ comun¸+m com espíritos
desconhecidos +os outros O+rou. Aprender+m conhecimen-
tos estr+nhos com os Nuwish+, Cor+x, lumonc+ e Qu+lmi
B+stet, e se +liment+m dos frutos-visöes do deserto. Aqui e
+li, encontr+m M+lditos poderosos dormindo sob + terr+ e
os prendem p+r+ que n1o esc+pem. Os Lkten+ torn+r+m-se
síbios em tr+diçöes que os outros O+rou n1o poderi+m com-
preender, e m+ntiver+m seus se¸redos escondidos de seus
primos invejosos.
Qu+ndo o Novo Mundo foi dev+st+do pelos colonos br+n-
cos, ch+m+dos pel+s Tribos lur+s de "Ar+utos d+ Wyrm", eles
trouxer+m outr+s r+ç+s - +fric+nos e +siíticos - como es-
cr+vos. Os Lkten+ pen+li:+v+m-se por esses des+poss+dos e
os punh+m sob su+ proteç1o. Qu+ndo o próprio povo dos
Lkten+ foi di:im+do pelos Ar+utos d+ Wyrm, + tribo tornou-
se um +bri¸o p+r+ refu¸i+dos de vis1o, incorpor+ndo seus se-
¸redos místicos n+ cultur+ trib+l. A¸or+ os Lkten+ espreit+m
+ orl+ do mundo espiritu+l. Muitos O+rou +credit+m que eles
jí estej+m espreit+ndo hí tempo dem+is.
lorém, + tribo evit+ + corrupç1o m+ntendo um+ confe-
der+ç1o de seit+s +o invés de um+ hier+rqui+ centr+l forte.
Os mens+¸eiros vi+j+m entre +s seit+s p+r+ m+nter +s linh+s
de comunic+ç1o +bert+s, e os concílios de +nciöes encon-
tr+m-se + c+d+ solstício e equinócio. As rix+s entre seit+s
s1o r+r+s, m+s se torn+m intens+s qu+ndo +l¸um objeto ou
se¸redo de poder estí em jo¸o.
A tribo é conhecid+ por su+ curiosid+de. O conheci-
mento que seus membros possuem sobre espíritos é lendí-
rio, e seu silêncio solene +pen+s +¸r+v+ + suspeit+ que os
outros O+rou sentem por eles. Após séculos de opress1o, os
Lkten+ +dot+r+m um+ ment+lid+de de est+do de sítio. Lm-
bor+ cooperem com membros de outr+s tribos, os Lkten+
m+ntêm seu próprio conselho. Os Lkten+ Theur¸es t+lve:
sej+m os m+is sombrios e poderosos de todos os lu+s Cres-
centes. Lles vir+m o rosto d+ Wyrm, n1o +pen+s nos M+ldi-
tos e n+ Lmbr+, m+s dentro dos cor+çöes de seus próprios
l+rentes. A m+iori+ deles estí em p+: com + escurid1o em
seu interior. Lles crêem que o inimi¸o que conhecemos é
m+is fícil de ser derrot+do que + sombr+ que ne¸+mos.
Totem da Tribo: Lkten+ (um espírito indí¸en+ +meri-
c+no d+ í¸u+, combin+ndo +s +p+rênci+s de serpente, ¸+mo
e j+¸u+r)
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!U2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Iorça de Vontade IniciaI: 3
Antecedentes: Sem restriçöes
Dons Iniciais: Sentir M+¸i+, Lncobrir
Iísico: Os inf+ti¸íveis Lkten+ tendem + possuir tons
entre vermelho e ne¸ro n+ form+ lupin+, com enormes olhos
c+st+nhos ou ne¸ros. Muitos descendem dos índios +meri-
c+nos, m+s existem seit+s que incorpor+m outros ¸rupos ét-
nicos. No decorrer dos +nos + tribo tem inte¸r+do muitos
¸rupos étnicos diferentes + comunid+de.
Os Lkten+ possuem o híbito desconcert+nte de fit+r in-
tens+mente todos +o seu redor. Lles exsud+m um +r de misté-
rio e +me+ç+; embor+ pequenos p+r+ os O+rou, os Lkten+ têm
um+ ferocid+de fri+ desproporcion+l +o seu t+m+nho.
Território: Os Lkten+ preferem c+ern n+s profunde:+s
d+s re¸iöes selv+¸ens + céu +berto, ou em lu¸+res secretos
que tenh+m resistido + +t+ques d+ Wyrm. Os intrusos, p+r-
ticul+rmente os br+ncos, s1o tr+t+dos de form+ rude.
Protetorado: Os Lkten+ vêem + si mesmos como os
¸u+rdi1es dos des+poss+dos, d+s pesso+s que perder+m su+s
terr+s e seus espíritos p+r+ conquist+dores estr+n¸eiros. Lles
se +li+m e cru:+m com membros de um ¸r+nde número de
¸rupos étnicos oprimidos, defendendo-os qu+ndo é preciso.
A tribo t+mbém recl+m+ + posse por direito de fetiches e
t+lism1s poderosos. Nin¸uém m+is, di:em os Lkten+, pode-
ri+ cuid+r deles melhor.
Citação: Ln¡uan:· t·.. t|t. a |uz J· s·|, ·s í.rJ|J·s r.u-
n.m-s. as suas .·s:as. L|.s s. |.m|ram Jas .·|sas ¡u. t·.. j.z,
J. :·J·s ·s s.¸r.J·s ¡u. t·.. J.t.r|a .s¡u...r. L m.||·r na·
·||ar, m.u am|¸·. ..r:as .·|sas, ¡uanJ· t|s:as, j¨.m um j|m .m
n·ssas ||us¨.s.
Quan:· t·.. ja¸ar|a jara ¡u. .|as sum|ss.m:
weadiqe
Os Cro+t+n c+ír+m. Os Lkten+ poluír+m seu s+n¸ue com
+ m+nch+ dos Lstr+n¸eiros d+ Wyrm. Apen+s os Wendi¸o
m+ntêm +s tr+diçöes dos luros, e eles s1o +pen+s uns pou-
cos. Lm+ noite, prometem os Theur¸es, os espíritos dos
mortos lev+nt+r1o p+r+ +jud+r seus descendentes fiéis, e o
s+n¸ue dos Lstr+n¸eiros d+ Wyrm, +té mesmo os O+rou,
re¸+rí +s írvores d+s florest+s ren+scid+s enqu+nto +s cid+-
des enferruj+m. Lsse, pelo menos, é o sonho dos Wendi¸o.
Os Wendi¸o c+rre¸+m + +m+r¸ur+ d+ conquist+ em seus
cor+çöes. Desde + che¸+d+ dos colonos europeus, est+ tribo
indí¸en+ +meric+n+ tem observ+do seus primos hum+nos
min¸u+rem ou c+írem di+nte dos venenos dos homens br+n-
cos. Dur+nte os últimos três séculos, os Wendi¸o tr+v+m
um+ ¸uerrilh+ com os Lstr+n¸eiros d+ Wyrm, m+ntendo-se
fiéis + su+ cultur+ e r+ç+. Lmbor+ eles poss+m +li+r-se +os
O+rou europeus dur+nte um período de tempo curto, esses
lobisomens or¸ulhosos record+m de terem perdido su+s ter-
r+s p+r+ os Outros, e tr+:em ess+ dor no íntimo. Lmbor+ +
tribo m+ntenh+ rel+çöes decentes com os Silenciosos, os
lúri+s Ne¸r+s e os O+rr+s Vermelh+s, eles odei+m os Cri+
de lenris e os Senhores d+s Sombr+s; qu+nto +s outr+s tri-
bos, despre:+m-n+s tod+s. A únic+ exceç1o é + tribo dos
Lkten+, pur+ o b+st+nte p+r+ que + m+iori+ dos Wendi¸o +
considere +p+rent+d+.
Os Wendi¸o s1o os mestres d+ sobrevivênci+ n+s flores-
t+s, d+s tític+s de espreit+mento e +t+que e fu¸+. Al¸uns se
infiltr+m em cid+des hum+n+s e tribos de Lstr+n¸eiros d+
Wyrm, recolhendo inform+çöes p+r+ uso posterior. Lles cru-
:+m +pen+s com comunid+des de índios +meric+nos ou com
m+tilh+s de lobos, e se esforç+m +o míximo p+r+ tr+nsmitir
+s +nti¸+s tr+diçöes +os seus l+rentes. Seu objetivo fin+l é +
"libert+ç1o" do norte do C+n+dí e o enfr+quecimento do
poderio do homem br+nco no continente. l+r+ este fim,
+l¸uns Wendi¸o v+sculh+m o mundo espiritu+l em busc+ de
seus irm1os perdidos, os Cro+t+n, enqu+nto outros tr+v+m
um+ ¸uerr+ dissimul+d+ contr+ os inv+sores europeus.
A tribo perm+nece b+st+nte fiel +s su+s r+í:es, m+nten-
do +s tr+diçöes de seus +ncestr+is. Os ritu+is dos Wendi¸o
est1o entre +s preserv+çöes m+is pur+s dos costumes de ou-
tror+. Os Wendi¸o s1o muito cuid+dosos em evit+r + cor-
rupç1o extern+, n1o ¸ost+ndo de espect+dores. loucos lobi-
somens europeus jí obtiver+m permiss1o p+r+ se +proxim+-
rem de um+ +ssembléi+ de Wendi¸os, e nenhum estr+nho é
bem-vindo + el+s.
Os Wendi¸o s1o fero:es e or¸ulhosos. Lmbor+ n1o se-
j+m sedentos de s+n¸ue como + m+iori+ dos O+rou +credit+,
s+bem ser impiedosos se forem insult+dos ou tr+ídos. lro-
fund+mente espiritu+is, os Wendi¸o prote¸em + terr+ como
um bem s+¸r+do. Al¸uns inte¸r+ntes d+ tribo +credit+m que
+ p+: com os hum+nos e os O+rou europeus pode ser possí-
vel, desde que os Lstr+n¸eiros d+ Wyrm deixem su+s cid+-
des dec+dentes e reencontrem su+s +nti¸+s tr+diçöes. lsto
n1o é muito provível, e port+nto os Wendi¸o continu+m +
ver os europeus com escírnio e despre:o.
Totem da Tribo: O Wendi¸o (o espírito c+nib+l do in-
verno)
Iorça de Vontade IniciaI: +
Antecedentes: Os Wendi¸o n1o podem compr+r Con-
t+tos ou Recursos.
Dons Iniciais: Convoc+r + Bris+, C+mufl+¸em
Iísico: Todos os Wendi¸o s1o n+tivos d+ Améric+. Su+s
form+s lupin+s p+recem ¸i¸+ntescos lobos d+s florest+s ¸el+-
d+s - cin:entos, +m+rron:+dos ou um+ mistur+ de +mbos,
com ombros l+r¸os e m+ndíbul+s curt+s e fortes.
Território: Os Wendi¸o f+:em su+s mor+d+s n+s últim+s
florest+s vir¸ens d+ Améric+ do Norte. Muitos Wendi¸o ho-
minídeos h+bit+m reserv+s florest+is, foment+ndo revolt+,
embor+ uns poucos v+¸ueiem pel+s cid+des dos Lstr+n¸eiros
d+ Wyrm, lev+ndo + lut+ p+r+ o quint+l dos inv+sores.
Protetorado: M+deireiros, miner+dores e c+ç+dores cos-
tum+m des+p+recer n+s florest+s próxim+s +os c+ern de
Wendi¸os; ess+s íre+s +dquirem reput+çöes m+c+br+s entre
hum+nos e mesmo entre outros O+rou. Os Wendi¸o n1o
toler+r1o que nem m+is um centímetro de su+ terr+ sej+
+niquil+do por |u||J·z.rs, serr+s ou +rm+s, e d+r1o su+s últi-
m+s ¸ot+s de s+n¸ue p+r+ prote¸er +s terr+s que tiverem
rest+do. De form+ semelh+nte, eles defendem os seus pri-
mos hum+nos qu+ndo necessírio, embor+ os encor+jem +
cuid+r de si mesmos. Lmbor+ muitos indí¸en+s +meric+nos
sej+m t1o ce¸os +os O+rou qu+nto os europeus s1o, +l¸uns
conhecem + verd+deir+ n+ture:+ de seus +li+dos e os +ju-
d+m qu+ndo podem.
Citação: V·.. t.|·. V·.. t|u. -¸·ra m·rra.
!U·
Atribates
£specialitaçèes
l+r+ c+d+ Atributo e H+bilid+de cl+ssific+do em + ou
m+is pontos, um jo¸+dor pode selecion+r um+ especi+li:+-
ç1o. Lm+ especi+li:+ç1o é um+ subc+te¸ori+ específic+ que
um person+¸em é c+p+: de desempenh+r com m+ior efici-
ênci+ - o seu person+¸em pode est+r +pto + diri¸ir muito
bem, m+s pode ser p+rticul+rmente bom em f+:er m+nobr+s
em terreno +cident+do.
N+s +çöes que envolv+m um+ especi+li:+ç1o, o jo¸+dor
tem o direito de l+nç+r m+is um d+do p+r+ c+d+ result+do
i¸u+l + 10 obtido. O sucesso do 10 ori¸in+l é m+ntido, m+s
+s tent+tiv+s podem ser feit+s sucessiv+mente.
Físices
Lsses +tributos descrevem o qu1o forte, híbil e resoluto é
um person+¸em, sendo +s c+r+cterístic+s primíri+s de um per-
son+¸em orient+do p+r+ + +ç1o. As C+r+cterístic+s lísic+s di-
:em respeito +pen+s +os pontos fortes e fr+cos do corpo.
Ferça
Lst+ é + medid+ d+ su+ forç+ físic+ - su+ c+p+cid+de em
er¸uer e c+rre¸+r peso, e mesmo c+us+r d+nos físicos. Lm+
pesso+ com um nível +lto de lorç+ costum+ ser m+ior que
um+ pesso+ com um nível b+ixo. Obvi+mente, sempre exis-
tem exceçöes.
A forç+ é us+d+ qu+ndo você tent+ lev+nt+r, c+rre¸+r,
empurr+r, er¸uer ou quebr+r +l¸um+ cois+. No comb+te com
+rm+s br+nc+s el+ é +crescent+d+ + su+ l+r+d+ de D+dos de
d+nos. A lorç+ t+mbém é us+d+ qu+ndo se desej+ re+li:+r
+l¸um tipo de pulo ou s+lto.
EspeciaIizaçöes: Aperto de m1o forte, Robuste:, lísico
Atlético, Ombros l+r¸os, Vi¸or, Lner¸i+, Bíceps lrotube-
r+ntes, Ri¸ide:, Altur+
º lr+co: Você pode er¸uer 20 k¸
ºº Médio Você pode er¸uer 50 k¸
ººº Bom: Você pode er¸uer 125 k¸
ºººº Lxcepcion+l: Você pode er¸uer 200 k¸
ººººº Lxtr+ordinírio: Você pode er¸uer 325 k¸
0estreta
Lst+ c+r+cterístic+ é um+ medid+ do seu est+do físico
¸er+l - velocid+de, r+pide: e +¸ilid+de. Ll+ indic+ + su+
c+p+cid+de em se mover com +¸ilid+de e m+nipul+r objetos
com precis1o e ¸r+ç+. A destre:+ inclui coorden+ç1o entre +
vis1o e +s m1os, bo+ coorden+ç1o motor+, velocid+de de
re+ç1o, reflexos e ¸r+ç+ corpor+l.
EspeciaIizaçöes: Movimentos Su+ves, llexibilid+de,
Lquilíbrio, Or+ç+, A¸ilid+de, Atletismo, Reflexos lelinos,
Velocid+de, lés Certeiros, lés li¸eiros, M1o leve.
º lr+co: Você é bem est+b+n+do - port+nto
n1o use um+ motosserr+.
ºº Médio: Você conse¸ue m+sc+r chiclete e c+-
minh+r +o mesmo tempo.
ººº Bom: Você possui um excelente potenci+l
+tlético + ser desenvolvido.
ºººº Lxcepcion+l: Você pode f+:er m+l+b+rismo
com cinco f+c+s.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você pode f+:er m+l+b+rismos
com cinco f+c+s, de olhos vend+dos
viqer
Vi¸or é um+ medid+ de s+úde ¸er+l e resistênci+ + dor.
Lle indic+ por qu+nto tempo você pode m+nter um esforço,
+ssim como + qu+ntid+de de puniç1o físic+ que é c+p+: de
suport+r. O Vi¸or é + su+ ener¸i+ de reserv+, t+nto físic+
qu+nto ment+l, e um de seus elementos m+is import+ntes é
+ vont+de de viver.
EspeciaIizaçöes: Zelo, Resistênci+, lnflexibilid+de, De-
termin+ç1o, A¸ressivid+de, Ten+cid+de, Robuste:, Solide:,
lotênci+, Dedic+ç1o
º lr+co: Você possui constituiç1o frí¸il, beir+n-
do o doentio.
ºº Médio: Você é moder+d+mente s+udível.
ººº Bom: Você estí em excelente form+ - o re-
sult+do de exercícios re¸ul+res.
ºººº Lxcepcion+l: Você poderi+ correr num+ m+-
r+ton+.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você é suficientemente vi¸o-
roso p+r+ sobreviver + qu+se tudo.
Seciais
As su+s c+r+cterístic+s soci+is descrevem + su+ +p+rên-
ci+, o seu ch+rme e + f+mili+rid+de com + mente hum+n+.
As su+s C+r+cterístic+s Soci+is s1o vit+is p+r+ determin+r
primeir+s impressöes, c+p+cid+de de lider+nç+ e + n+ture:+
de su+s inter+çöes com os outros.
0arisma
O c+rism+ é um+ medid+ de su+ +ptid1o em sedu:ir e
f+scin+r os outros. Você us+ o C+rism+ p+r+ conquist+r emo-
cion+lmente +s pesso+s e f+:ê-l+s confi+r em você. Lst+ C+-
r+cterístic+ m+is reflete um+ person+lid+de c+rismític+ que
o híbito em m+nipul+r +bert+mente +s outr+s pesso+s. L
um+ som+ do porte, ch+rme e poder de influênci+ do perso-
n+¸em. O C+rism+ reflete o seu poder de convencer os ou-
tros + terem fé em você.
EspeciaIizaçöes: Serenid+de, Lloqüênci+, Soci+bilid+de,
Lnc+nt+mento, M+¸nificênci+, Oeni+lid+de, Lduc+ç1o, So-
fistic+ç1o, Or+ç+.
º lr+co: Os outros evit+m est+r + su+ volt+.
ºº Médio: As pesso+s +ch+m-no +¸r+dível.
ººº Bom: As pesso+s confi+m em você e lhe f+-
:em confidênci+s.
ºººº Lxcepcion+l: Você tem +l¸um+ cois+ que +tr+i
+s pesso+s.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você poderi+ lider+r um+
n+ç1o.
Maaipalaçãe
Lst+ C+r+cterístic+ mede + su+ +ptid1o em tir+r proveito
d+s outr+s pesso+s, como qu+ndo desej+ lev+r outro indiví-
duo + f+:er +l¸um+ cois+. lsso é import+nte qu+ndo você
tent+ influenci+r ou m+nipul+r + outr+ pesso+ diret+mente.
Você us+ + m+nipul+ç1o p+r+ tr+p+ce+r, en¸+n+r, blef+r e
p+ss+r + pern+ nos outros. Lmbor+ você poss+ ser eficiente
em m+nipul+r pesso+s que +c+b+ de encontr+r, +quel+s que
jí o conhecem s1o m+is difíceis de se deix+r en¸+n+r.
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!U4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
A m+nipul+ç1o é us+d+ em tod+s +s decisöes em que
você estej+ tent+ndo influenci+r ou convencer outr+ pesso+
+bert+mente. O f+to del+ ¸ost+r disso ou n1o, é irrelev+nte
(embor+ isso poss+ +fet+r + dificuld+de do que você estiver
tent+ndo re+li:+r).
Se você fr+c+ss+r num+ +ç1o de M+nipul+ç1o e o outro
perceber o que você estí tent+ndo f+:er (você sofreu um+
f+lh+ crític+ nos d+dos, por exemplo), ele pode fic+r :+n¸+-
do. As pesso+s s1o m+nipul+d+s o tempo inteiro e norm+l-
mente i¸nor+m isso. lorém, se isso p+ss+r + ser de seu co-
nhecimento, poderí ser um pens+mento b+st+nte incomo-
do. A M+nipul+ç1o pode ¸er+r ¸r+ndes result+dos, m+s é
um risco desempenhí-l+ +bert+mente. As pesso+s que co-
nheç+m bem os person+¸ens com nível +lto em M+nipul+-
ç1o n1o confi+m neles.
EspeciaIizaçöes: loqu+cid+de, Lxpressivid+de, Astúci+,
lersu+s1o, Serenid+de, lín¸u+ Afi+d+, l+nf+rronice, lnsinu+-
ç1o, Lloqüênci+, lisonj+, Duplo Sentido, Sofismo, Humor.
º lr+co: Você se express+ com o mínimo possí-
vel de p+l+vr+s.
ºº Médio: Os outros podem +credit+r em você.
ººº Bom: Você d+ri+ um bom +dvo¸+do.
ºººº Lxcepcion+l: Você deveri+ concorrer + um
c+r¸o público.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você venderi+ ¸elo + um es-
quimó.
Aparêacia
Lst+ C+r+cterístic+ descreve + su+ Ap+rênci+ em termos
de +tr+tivid+de e forç+ de presenç+. Você n1o precis+ ser
necess+ri+mente belo p+r+ possuir um nível elev+do ness+
C+r+cterístic+, precis+ +pen+s de um+ +p+rênci+ que de +l-
¸um+ form+ +tr+i+ os outros + você. A Ap+rênci+ n1o é
+pen+s + su+ bele:+ estític+, de modelo, é o +pelo do modo
que você c+minh+ e f+l+, + su+ +nim+ç1o e expressivid+de.
L um+ medid+ do qu1o interess+nte e +tr+ente você p+rece
+os outros.
A Ap+rênci+ é vit+l em qu+lquer situ+ç1o soci+l n+ qu+l
n1o sej+m troc+d+s p+l+vr+s. lsso é m+is import+nte do que
pode p+recer + princípio; +s impressöes que temos d+s pes-
so+s s1o profund+mente +fet+d+s pel+ +p+rênci+ que el+s
possuem, n1o import+ o qu+nto sej+mos m+duros. lodemos
n1o ¸ost+r de +dmitir isso, m+s é + m+is pur+ verd+de.
A Ap+rênci+ costum+ ser us+d+ pelo N+rr+dor p+r+ jul-
¸+r superfici+lmente qu+l é + re+ç1o dos outros person+¸ens
+o se encontr+rem pel+ primeir+ ve: com você. lsso port+n-
to pode +fet+r todos os testes de C+r+cterístic+s Soci+is que
você re+li:e com ess+s pesso+s (em +l¸uns c+sos, o seu nível
determin+ o número míximo de sucessos de um+ +ç1o So-
ci+l que pode ser +plic+do, torn+ndo impossível p+r+ +l¸uém
feio conse¸uir qu+lquer cois+ +lém de um sucesso mínimo).
EspeciaIizaçöes: Comport+mento Aud+:, Seduç1o, Ln-
c+nt+mento, Sensu+lid+de, R+diìnci+, Rosto Honesto, Di¸-
nid+de, Simp+ti+, Atr+tivid+de, Bele:+, Olhos lenetr+ntes.
º lr+co: Você tende + +tr+ir + hostilid+de dos
outros.
ºº Médio: Você é f+cilmente i¸nor+do, pois se
confunde com + multid1o.
ººº Bom: Você tem um+ +p+rênci+ +¸r+dível, e
+s pesso+s tr+t+m-no bem.
ºººº Lxcepcion+l: Você tem um+ +p+rênci+ sufi-
cientemente bo+ p+r+ ser um modelo, rece-
bendo respeito e +tenç1o por c+us+ disso.
ººººº Lxtr+ordinírio: As primeir+s re+çöes podem
ser de +ssombro, invej+ intens+ ou prest+tivi-
d+de +bsolut+ .
Meatais
As C+r+cterístic+s Ment+is represent+m + c+p+cid+de
ment+l tot+l de seu person+¸em, incluindo +spectos como
memóri+, percepç1o e + c+p+cid+de de +prender e pens+r.
Percepçãe
Lst+ C+r+cterístic+ indic+ o seu ¸r+u de consciênci+ do
+mbiente que o cerc+. Lmbor+ oc+sion+lmente est+ sej+ um+
+ç1o consciente, como qu+ndo você estí procur+ndo por +l-
¸um+ cois+, el+ costum+ funcion+r de form+ intuitiv+ - você
simplesmente not+ +l¸um+ cois+. Lm termos simples, lercep-
ç1o é um+ sensibilid+de +o mundo, um híbito em m+nter os
olhos e os ouvidos +bertos, b+st+nte comum entre cri+nç+s
(p+r+ quem o mundo é um lu¸+r v+sto e misterioso) e que
r+r+mente ocorre entre os indivíduos m+is m+duros.
A lercepç1o é us+d+ p+r+ ver se você possui + c+p+cid+-
de de compreender ou de est+r +tento + um determin+do
f+to ou conceito. Ll+ pode +jud+r + indic+r o qu+nto você é
+lert+ p+r+ embosc+d+s, p+r+ +s entrelinh+s do discurso de
um político e +s nu+nces de cor num+ pintur+.
EspeciaIizaçöes: lntrospectivo, Atento, l+ciente, Vis1o
A¸uç+d+, lntuitivo, Visionírio, Astuto, Apreensivo.
!U5
º lr+co: Você é ce¸o + tudo que n1o sej+ ób-
vio.
ºº Médio: Você n1o percebe +s inter+çöes sutis
que ocorrem + su+ volt+.
ººº Bom: Você percebe os ìnimos e +s textur+s.
ºººº Lxcepcion+l: Você estí sempre +lert+ +s nu-
+nces d+ vid+.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você é c+p+: de +ch+r um+
+¸ulh+ num p+lheiro.
|ateliqêacia
A su+ inteli¸ênci+ represent+ t+nto su+ memóri+, como
su+ h+bilid+de p+r+ +prender e pens+r. Ll+ é import+nte p+r+
H+bilid+des que requeir+m ¸inístic+s ment+is complic+d+s.
Al¸uns + descrevem como + r+pide: d+ mente ou do jul¸+-
mento, porém é m+is do que isso - é + f+cilid+de de com-
preens1o e + c+p+cid+de de +v+li+r e r+ciocin+r. A lnteli-
¸ênci+ é um+ medid+ d+ flexibilid+de e d+ profundid+de dos
pens+mentos de c+d+ um.
O bom-senso, + +stúci+ e + s+bedori+ n1o s1o compo-
nentes deste Atributo; est+s s1o f+cet+s de um person+¸em
que devem ser retr+t+d+s pelo jo¸+dor. No ent+nto, um ní-
vel b+ixo de lnteli¸ênci+ pode indic+r +l¸uém inc+p+: de
compreender idéi+s complic+d+s e que +prende dev+¸+r t+l-
ve: ele só consi¸+ enxer¸+r em preto-e-br+nco, sem enten-
der que, n+ verd+de, +s cois+s têm nu+nces de cin:+.
lor outro l+do, os person+¸ens com nível de lnteli¸ênci+
+lto s1o pens+dores sofistic+dos, c+p+:es de isol+r os vírios
níveis de um+ discuss1o ou problem+. Lles s1o dot+dos de
um+ +lt+ c+p+cid+de de discernimento e s1o c+p+:es de sep+-
r+r + verd+de d+ mentir+ pelo menos qu+ndo têm tempo p+r+
pens+r. A lnteli¸ênci+ refere-se m+is + jul¸+mentos cuid+do-
sos que + decisöes rípid+s, que é o c+mpo do R+ciocínio.
EspeciaIizaçöes: Discernimento, Cri+tivid+de, Cultur+
Oer+l, lr+¸m+tismo, Astúci+, Brilh+ntismo, R+to de Biblio-
tec+, Lscl+recimento.
º lr+co: Ql o0
ºº Médio: Ql 100
ººº Bom: Ql 120
ºººº Lxcepcion+l: Ql 1+0
ººººº Lxtr+ordinírio: Ql 160÷
Raciecíaie
O Atributo R+ciocínio descreve + su+ c+p+cid+de de
re+¸ir com r+pide: e correç1o + situ+çöes nov+s, +ssim como
+ su+ +¸ude:+ de pens+mento e inteli¸ênci+. Lm termos sim-
ples, é um+ medid+ do qu1o rípido você pens+. loderí+mos
interpret+r o R+ciocínio t+mbém como perspicíci+, s+¸+ci-
d+de e c+p+cid+de em compreender problem+s em seus ter-
mos m+is bísicos.
Os indivíduos com nível b+ixo em R+ciocínio s1o oc+si-
on+lmente inc+p+:es de tom+r +titudes +propri+d+s qu+ndo
surpreendidos (como um ¸+mo +o ser ilumin+do pelos f+-
róis de um c+rro). Lm nível b+ixo de R+ciocínio pode indi-
c+r que você é m+is fícil de en¸+n+r que + m+iori+ d+s pes-
so+s, um estud+nte in¸ênuo e pouco sofistic+do d+ n+ture:+
hum+n+. Se você possui um nível +lto de R+ciocínio, estí
+pto + re+¸ir r+pid+mente + nov+s situ+çöes e r+r+mente é
surpreendido com + ¸u+rd+ b+ix+ por mud+nç+s súbit+s nos
eventos. Aconteç+ o que +contecer, você é c+p+: de m+n-
ter seu R+ciocínio.
EspeciaIizaçöes: lnteli¸ente, lerspic+:, Vi¸il+nte, lríti-
co, M+nhoso, Judicioso, Cri+tivo.
º lr+co: Você envi+ seu dinheiro p+r+ p+stores
televisivos.
ºº Médio: Você s+be qu+ndo +post+r ou p+ss+r
no poquer.
ººº Bom: Você é c+p+: de lid+r com + hor+ do
"rush" em los An¸eles (sem +tir+r em nin-
¸uém).
ºººº Lxcepcion+l. loderi+ ser um humorist+ de
primeir+ cl+sse.
ººººº Lxtr+ordinírio: Você tem um supercompu-
t+dor no cérebro ele é rípido.
habilidades
Sa||a m·n:ar . jaz.r um .ata|· .·rr.r |.m
Sa||a .s.r.t.r . J.s.n|ar :am|.m
Sa||a .·mj·r uma .an¸a· . usar sua |an¸a
L .ra · m.s:r. Ja Jan¸a
- Oeoffrey Ch+ucer, Òs C·n:·s J. Can:.r|ury
!aleates
Os T+lentos descrevem tod+s +s H+bilid+des n1o trei-
n+d+s e intuitiv+s. Os T+lentos j+m+is podem ser trein+dos
ou estud+dos, m+s +pen+s +prendidos +tr+vés d+ experiên-
ci+ diret+ norm+lmente dur+nte um+ históri+. Se o seu per-
son+¸em desempenh+r um+ +ç1o us+ndo um T+lento que
ele n1o possu+, isso n1o surtirí efeito sobre + su+ decis1o
nos d+dos. l+:-se um+ jo¸+d+ us+ndo um número de d+dos
i¸u+l +o Atributo bísico. Os T+lentos s1o h+bilid+des t1o
n+tur+is e intuitiv+s, que se consider+ que todo mundo pos-
su+ +o menos +l¸um pequeno nível em c+d+ um deles.
Preatidãe
Com o p+ss+r dos +nos você +dquiriu experiênci+ em
perceber tudo o que +contece + su+ volt+, mesmo se n1o
estiver concentr+do +tiv+mente no que o cerc+. Você é um
¸u+rd+-cost+s c+p+:, visto que +prendeu como se m+nter
+lert+ dur+nte períodos lon¸os de tempo. A lrontid1o sim-
plesmente indic+ o qu1o ciente você estí do mundo + su+
volt+. Ll+ descreve qu+nt+ +tenç1o você prest+ +s cois+s,
+lém do ronc+r de su+ b+rri¸+ ou d+s dúvid+s de su+ mente.
º Am+dor: Você tende + est+r um pouco m+is
+lert+ + mud+nç+s, que + m+iori+ d+s pesso+s.
ºº Lxperiente: Você é b+st+nte +tento +s cois+s
que o cerc+m.
ººº Competente. Você é muito vi¸il+nte.
ºººº Lspeci+list+: Você é um indivíduo verd+dei-
r+mente c+uteloso, e r+r+mente +b+ix+ + ¸u+r-
d+.
ººººº Mestre: Você rep+r+ em tudo que +contece +
su+ volt+.
Possuído por: Vi¸il+ntes, C+ç+dores, Ou+rd+-cost+s, Re-
pórteres, l+dröes.
EspeciaIizaçöes: Serviço de ¸u+rd+-cost+s, Arm+dilh+s,
Lmbosc+d+s, llorest+s, Multidöes, Ruídos, l+r+nói+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!Uó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
£spertes
Lst+ H+bilid+de descreve o seu est+do +tlético ¸er+l e
consider+ um+ f+mili+rid+de com + m+iori+ dos esportes. L
us+d+ p+r+ ver se você é c+p+: de pul+r um+ cr+ter+, n+d+r
dur+nte um+ tempest+de, chut+r um+ bol+ de futebol, pul+r
um+ cerc+ ou esc+l+r um+ írvore.
O T+lento Lsportes di: respeito +s +çöes motor+s. As +çöes
físic+s, que requeir+m +pen+s um tipo de +ç1o motor+ - como
lev+nt+r pesos -, n1o us+m o nível de Lsportes, nem t+m-
pouco +s +çöes +tlétic+s jí submetid+s + outr+ H+bilid+de.
º Am+dor: Lscolinh+ de futebol
ºº Lxperiente: Atlet+ de colé¸io de se¸undo ¸r+u
ººº Competente: Atlet+ universitírio
ºººº Lxperiente: Atlet+ profission+l
ººººº Mestre: Detentor d+ med+lh+ de ouro
Possuído por: Atlet+s profission+is, Lntusi+st+s, D+n-
ç+rinos, Jovens
EspeciaIizaçöes: N+t+ç1o, Alpinismo, Acrob+ci+, D+n-
ç+, Lm esporte específico.
6riqa
Você s+be como lut+r des+rm+do. Lst+ H+bilid+de in-
clui m+nobr+s como soc+r, chut+r, +¸+rr+r, estr+n¸ul+r, +ti-
r+r, morder e enfi+r os dedos nos olhos do oponente. A Bri-
¸+ pode torn+r-se muito violent+, m+s ¸er+lmente n1o é um+
form+ let+l de comb+te.
º Am+dor: Você s+be o que f+:, m+s n1o tem
muit+ experiênci+.
ºº lr+tic+nte: Você s+be onde +cert+r +s pesso-
+s e f+:er doer.
ººº Competente: lode escolher onde sent+r num
boteco.
ºººº Lspeci+list+: Você é f+ix+-pret+.
ººººº Mestre: Você poderi+ ser um c+mpe1o de
boxe.
Possuído por: lut+dores de +rtes m+rci+is, M+r¸in+is ,
lolici+is, leöes de Chíc+r+.
EspeciaIizaçöes: Ch+ves de br+ço, Boxe, lut+ livre, Judo,
T+i Chi, lut+ corpo + corpo, Arremesso, Lxibiç1o de c+p+-
cid+de de lut+.
£sqaica
A form+ m+is eficiente de vencer um+ lut+ é n1o ser
+tin¸ido. Domin+r o T+lento de Lsquiv+ é um+ escolh+ muito
síbi+. Os seus níveis nest+ íre+ descrevem + c+p+cid+de em
evit+r t+nto +t+ques com +rm+s br+nc+s qu+nto disp+ros de
projéteis, o que inclui mer¸ulh+r p+r+ se prote¸er ou us+r o
peso do corpo p+r+ se desvi+r de ¸olpes.
º Am+dor: Você se jo¸+ +o ch1o se +l¸uém ¸ri-
t+ "+b+ixe-se"'"
ºº Lxperiente: Você n1o tem problem+s em en-
contr+r um lu¸+r se¸uro dur+nte um tiroteio.
ººº Competente: Você tem muit+s ch+nces de s+ir
vivo de um tiroteio.
ºººº Lspeci+list+: L preciso ser um +tir+dor de sor-
te p+r+ +cert+r você.
ººººº Mestre: Você é qu+se c+p+: de se esquiv+r de
b+l+s.
Possuído por: Criminosos, lut+dores de Ru+, Milit+res,
leöes de chíc+r+, Boxe+dores
EspeciaIizaçöes: S+lt+r, Lsquiv+r-se, Lncontr+r +bri¸o,
Mer¸ulh+r
£mpatia
Você compreende e é c+p+: de sentir +s emoçöes dos
outros, est+ndo +pto + re+¸ir +propri+d+mente + el+s. Você
freqüentemente é c+p+: de discernir os motivos por trís d+s
+çöes de um+ pesso+ simplesmente ouvindo-+. Você t+m-
bém é c+p+: de detect+r qu+ndo lhe cont+m mentir+s. M+s
+ emp+ti+ possui um l+do ne¸+tivo - como você estí +ber-
to +os sentimentos dos outros, freqüentemente sente +s
mesm+s emoçöes d+queles + su+ volt+.
º Am+dor: As pesso+s lhe cont+m problem+s
dur+nte fest+s.
ºº Lxperiente: De ve: em qu+ndo tom+ p+r+ si
+s dores dos outros.
ººº Competente: Adquire um+ noç1o f+ntístic+
d+s motiv+çöes d+s outr+s pesso+s.
ºººº Lspeci+list+: Nenhum+ mentir+ p+ss+ pelo seu
escrutínio.
ººººº Mestre: Você costum+ termin+r +s fr+ses d+s
outr+s pesso+s.
Possuído por: Atores, Médiuns, Vendedores extr+ordi-
nírios, lrestidi¸it+dores.
EspeciaIizaçöes: Lmoçöes, Verd+de, Humor, lerson+li-
d+des, Antecedentes
£rpressãe
A Lxpress1o cobre + su+ h+bilid+de em expor seu ponto
de vist+, sej+ escrevendo um livro ou deb+tendo +ssuntos
soci+is. Os person+¸ens com nível elev+do em Lxpress1o
s1o inesquecíveis, m+s +pen+s em su+ c+p+cid+de de tr+ns-
mitir seus sentimentos. Lm+ express1o inteli¸ente ou si¸ni-
fic+nte é um prolon¸+mento d+s outr+s c+r+cterístic+s. A
Lxpress1o em su+ form+ m+is elev+d+ pode ser um+ +rte.
º Nov+to: Repórter de t+blóide
ºº Lxperiente: C+pit1o de turm+ de deb+te uni-
versitírio
ººº Competente: Comedi+nte de sucesso
ºººº Lspeci+list+: Rom+ncist+ de best-sellers
ººººº Mestre: Willi+m Sh+kespe+re
Possuído por: Or+dores, lolíticos, Rom+ncist+s, Ato-
res, Dem+¸o¸os, Revindic+dores
EspeciIizaçöes: loesi+, lmproviso, R+dic+l, Reuniöes
|atimidaçãe
A +rte d+ intimid+ç1o ocorre de divers+s form+s, desde
um+ +me+ç+ sutil +té um+ +¸ress1o físic+. C+d+ método de
intimid+ç1o tem seu tempo e lu¸+r. Você compreende +
ciênci+ de intimid+r, e s+be como usí-l+ p+r+ conse¸uir o
que desej+. As pesso+s com níveis +ltos de lntimid+ç1o p+-
recem irr+di+r um+ +ur+ de +utorid+de.
º Am+dor: Cri+nç+s de seis +nos se compor-
t+m direitinho com você.
ºº Lxperiente: De ve: em qu+ndo conse¸ue in-
timid+r +l¸uém só olhí-lo +me+ç+dor+mente.
ººº Competente: O seu olh+r é pertub+dor.
ºººº Lspeci+list+: Você seri+ um s+r¸ento dur1o.
!U7
ººººº Mestre: Você conse¸ue f+:er +nim+is fero:es
fu¸irem com o r+bo entre +s pern+s.
Possuído por: Homens de Ne¸ócios, leöes de chíc+r+,
Milit+res, O+n¸sters
EspeciaIizaçöes: Ame+ç+s vel+d+s, lolític+, Milit+rismo,
Soci+l, Violênci+ Or+tuit+.
|mpalse Primitice
Lste t+lento descreve os seus instintos in+tos e su+ cone-
x1o com seu p+ss+do +ncestr+l. O lmpulso lrimitivo mede +
su+ c+p+cid+de em funcion+r n1o +pen+s como um lobo, m+s
como um meio-lobo. Os O+rou h+bilit+dos em lmpulsos lri-
mitivos encontr+m-se em ¸r+nde h+rmoni+ com + porç1o +ni-
m+l de su+ n+ture:+ interior. O lmpulso lrimitivo descreve os
seus instintos bísicos, n1o o seu pens+mento r+cion+l. Com +
prític+, este T+lento pode ser us+do p+r+ control+r +s mud+n-
ç+s sutis n+s form+s de lobisomem. O lmpulso lrimitivo cos-
tum+ ser som+do +os testes de percepç1o qu+ndo o person+-
¸em se encontr+ n+ form+ lupin+ ou Crinos; t+mbém é us+do
p+r+ r+stre+r, orient+r n+ve¸+ç1o e detect+r peri¸os escondi-
dos que só poderi+m ser identific+dos por instintos +nti¸os
(como o odor inconfundível de um pred+dor ou + diferenç+
sutil entre um+ c+m+d+ fin+ e um+ c+m+d+ ¸ross+ de ¸elo
num l+¸o con¸el+do).
º Am+dor: lilhote de lobo
ºº Lxperiente: Com concentr+ç1o, você conse-
¸ue sentir em que direç1o fic+ o norte.
ººº Competente: Lm O+rou medi+n+mente fe-
ro:
ºººº Lspeci+list+: Avisos instintivos sutis f+:em
p+rte de su+ rotin+.
ººººº Mestre: líder de M+tilh+
Possuído por: lred+dores, Ouerreiros O+rou, lupinos,
M+lditos, Diversos Anim+is Selv+¸ens.
EspeciaIizaçöes: lorm+s, Direçöes, C+ç+, R+stre+men-
to, Comb+te
Maaba
O submundo é um+ fonte essenci+l de inform+ç1o e de
dinheiro, +ssim como um problem+ de primeir+ ¸r+nde:+. O
T+lento em M+nh+ permite-lhe mistur+r-se n+ cen+ loc+l
sem ch+m+r +tenç1o sobre si. Ls+r este t+lento t+mbém
concede + c+p+cid+de de fofoc+r, furt+r e empre¸+r lin¸u+-
j+r de ru+.
º Am+dor: Você s+be quem vende dro¸+s.
ºº Lxperiente: A ¸+ler+ consider+ você "um c+r+
le¸+l".
ººº Competente: Membro de um+ ¸+n¸ue b+rr+-
pes+d+
ºººº Lspeci+list+: Você p+ssou + m+ior p+rte d+
vid+ no submundo.
ººººº Mestre: Se você n1o ouviu f+l+r, ent1o n1o
+conteceu.
Possuído por: Membros de ¸+n¸ue, Repórteres, Mendi-
¸os, Detetives
EspeciaIizaçöes: B+ter c+rteir+s, Dro¸+s, Atr+vess+dor,
Oíri+
labia
Você s+be como esconder +s su+s motiv+çöes. Além dis-
so, s+be como decifr+r +s motiv+çöes dos outros e usí-l+s
contr+ eles. Os se¸redos e intri¸+s dos outros lhe interes-
s+m, e você procur+ compreender su+s fr+que:+s. O domí-
nio dest+ h+bilid+de torn+-o o melhor dos or+dores, ou o
melhor dos espiöes.
º Am+dor: Al¸um+s mentirinh+s inocentes n1o
m+¸o+m nin¸uém.
ºº Lxperiente: Você pode en¸+n+r troux+s num
clube noturno.
ººº Competente: Você poderi+ ser um +dvo¸+do
crimin+l.
ºººº Lspeci+list+: Os vendedores d+ Amw+y n1o
s1o píreo p+r+ você.
ººººº Mestre: lerry M+son ¸ost+ri+ de ser t1o bom.
Possuído por: Advo¸+dos, Vi¸+rist+s, C+s+nov+s, lolí-
ticos.
EspeciaIizaçöes: Descobrir fr+que:+s, Sedu:ir, lint+r,
Lsculpir.
0atres !aleates
Busc+, lr+ude, lntri¸+, lnstruç1o.
Perícias
As leríci+s s1o tod+s +s H+bilid+des +dquirid+s +tr+vés
de +prendi:+do ou trein+mento ri¸oroso. Se você tent+r us+r
um+ leríci+ que n1o possui, o ¸r+u de dificuld+de do teste
+ument+ em um. Você é simplesmente destrein+do n+s téc-
nic+s dess+ leríci+, e port+nto precis+ tent+r re+li:+r + t+re-
f+ com m+is +finco do que +l¸uém que tivesse +o menos
um+ leve idéi+ do que est+ f+:endo.
£mpatia cem Aaimais
Os +nim+is n1o se comport+m d+ mesm+ form+ que os
hum+nos sob +s mesm+s circunstìnci+s. A c+p+cid+de em
compreender +s +çöes dos +nim+is pode ser muito útil. Os
person+¸ens h+bilit+dos em Lmp+ti+ com Anim+is n1o +pe-
n+s podem predi:er +s +çöes dos +nim+is, m+s t+mbém us+r
esse conhecimento p+r+ +c+lmí-los ou enfurecê-los. Lst+
leríci+ t+mbém é us+d+ p+r+ trein+r +nim+is.
º Am+dor: Você pode conquist+r o c+rinho de
um +nim+l domestic+do.
ºº Lxperiente: Você pode ensin+r um bichinho
+ f+:er ¸r+cinh+s.
ººº Competente: Você poderi+ trein+r um c1o de
¸u+rd+.
ºººº Lspeci+list+: Você poderi+ trein+r um +nim+l
de circo.
ººººº Mestre: Você poderi+ domestic+r um +nim+l
selv+¸em.
Possuído por: Trein+dores de +nim+is, Ou+rd+dores de
:ooló¸ico, Am+ntes d+ N+ture:+, Donos de +nim+is
EspeciaIizaçöes: C1es, O+tos, C+v+los, l+p+¸+ios, Ani-
m+is de f+:end+.
0eadaçãe
Você é c+p+: de diri¸ir um c+rro, e t+lve: t+mbém outros
veículos. O simples f+to de você possuir + leríci+ Conduç1o
n1o si¸nific+ que estej+ f+mili+ri:+do com os todos os veículos
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!UB 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
de terr+. O seu nível pode +ument+r ou diminuir, dependen-
do d+ su+ experiênci+ ¸er+l com um veículo específico.
º Am+dor: Você pode diri¸ir um c+rro +uto-
mítico.
ºº Lxperiente: lode diri¸ir c+rros com cìmbio
mecìnico.
ººº Competente: C+minhoneiro comerci+l.
ºººº Lspeci+list+: liloto de lórmul+ Lm.
ººººº Mestre: Ayrton Senn+
Possuído por: C+minhoneiros, lilotos de corrid+, pr+ti-
c+mente qu+lquer um n+scido no século XX.
EspeciaIizaçöes: Curv+s, C+v+los-de-l+u, Mud+nç+s de
m+rch+.
£tiqaeta
Você compreende +s pequen+s nu+nces d+ vid+ soci+l,
est+ndo +pto + comport+r-se com ele¸ìnci+. Você s+be como
conviver bem com + socied+de mort+l. A su+ especi+lid+de é +
cultur+ com + qu+l estej+ m+is f+mili+ri:+do. Você us+ est+
períci+ dur+nte +çöes como d+nç+r, sedu:ir e b+r¸+nh+r. A
Ltiquet+ t+mbém é us+do em questöes diplomític+s.
º Am+dor: Você s+be qu+ndo c+l+r + boc+.
ºº Lxperiente: S+be que n1o deve c+lç+r tênis
num +mbiente que exi¸e tr+je + ri¸or.
ººº Competente: S+be com que colher tom+r
sop+.
ºººº Lspeci+list+: Lstí +pto + conviver com pr+ti-
c+mente tod+s +s cl+sses soci+is.
ººººº Mestre: Você poderi+ impedir + Terceir+
Ouerr+ Mundi+l.
Possuído por: Diplom+t+s, os Muito Ricos, Lxecutivos
EspeciaIizaçöes: Ne¸ócios, Alt+ Socied+de, Cultur+ d+s
Ru+s.
Armas de Feqe
A leríci+ em Arm+s de lo¸o si¸nific+ que você possui um
+mplo conhecimento de tod+s +s +rm+s, desde um simples .22
+ um+ metr+lh+dor+ ln¸r+m M+c-10. Lst+ períci+ n1o inclui +
c+p+cid+de em oper+r +rm+s pes+d+s como c+nhöes e outr+s
peç+s de +rtilh+ri+. Contudo, + leríci+ em Arm+s de lo¸o
t+mbém inclui + c+p+cid+de em consertí-l+s.
º Am+dor: Você teve um+ ou du+s liçöes num+
loj+ de +rm+s.
ºº Lxperiente: Você f+: bonito num+ ¸+leri+ de
tiro.
ººº Competente: Você pode f+:er +l¸uns truques
com um+ +rm+.
ºººº Lspeci+list+: Você é frio e control+do, mes-
mo sob press1o.
ººººº Mestre: "Lstí com sorte, jun|! Ótimo, v+i pre-
cis+r."
Possuído por: Membros de O+n¸ue, lolíci+, Crimino-
sos, Sold+dos, C+ç+dores
EspeciaIizaçöes: lu:is, listol+s, Metr+lh+dor+s, Spr+ys.
lideraaça
Você conse¸ue f+:er +s pesso+s se¸uirem os seus com+n-
dos e obedecerem +s su+s ordens medi+nte exemplo e exer-
cício d+ +utorid+de. lider+r n1o é +pen+s conhecer +s téc-
nic+s p+r+ f+:er com que os outros o si¸+m, m+s princip+l-
mente ser o tipo de pesso+ que os outros se¸uir1o espont+-
ne+mente. A lider+nç+ costum+ ser us+d+ em combin+ç1o
com o C+rism+.
º Am+dor: Você poderi+ trein+r um time de
júniores.
ºº Lxperiente: A su+ vo: é domin+nte e você
conse¸ue exi¸ir que se f+ç+ silêncio.
ººº Competente: Lm situ+çöes de crise, você é
um bom líder.
ºººº. Lspeci+list+: Você +tr+i se¸uidores sem ten-
t+r.
ººººº Mestre: Você é um N+pole1o, um Churchill
- ou um Hitler...
Possuído por: lolíticos, Ofici+is Milit+res, líderes de
O+n¸ues, Lxecutivos, Ofici+is de lolíci+, Nobre:+
EspeciaIizaçöes: Com+ndo, Or+tóri+, lnspir+r Ami:+-
de, Orient+r +çöes milit+res, Nobre:+.
Armas 6raacas
A c+p+cid+de de lut+r com um+ +rm+ é um+ períci+ v+-
lios+ no +mbiente lunk-Oótico. A eficiênci+ nest+ leríci+
possibilit+ us+r +rm+s de m1o, como, por exemplo: f+c+s,
c+ssetetes, m+ch+dos e esp+d+s. Hoje em di+ + leríci+ em
Arm+s Br+nc+s é qu+se +rc+ic+, devido + dependênci+ d+
socied+de por +rm+s de fo¸o, m+s n1o se esqueç+ que um+
est+c+ de m+deir+ ou um+ l+nç+ de pr+t+ t+mbém s1o +rm+s
br+nc+s...
º Am+dor: Você jí viu us+rem um+ f+c+.
ºº Lxperiente: Você +prendeu es¸rim+ num cur-
so de seis sem+n+s.
ººº Competente: M+r¸in+l comum.
ºººº Lspeci+list+: Qu+lquer +rm+ é mort+l em su+s
m1os.
ººººº Mestre: Bruce lee.
Possuído por: lolici+is, Ls¸rimist+s, Lntusi+st+s de len-
do, M+r¸in+is, Membros de O+n¸ue.
EspeciaIizaçöes: Lsp+d+s, M+ch+dos, lloretes, l+c+s,
M+ç+s, Des+rme.
Ataaçãe
Você é c+p+: de desempenh+r +çöes +rtístic+s como c+n-
t+r, toc+r ¸uit+rr+ e represent+r. Você conhece +s minúci+s
do que f+:er e de como f+:er. A su+ especi+lid+de é o tipo de
desempenho no qu+l você se concentr+, muito prov+vel-
mente o primeiro tipo de express1o +rtístic+ que você estu-
dou n+ vid+.
º Am+dor: Você pode toc+r ¸uit+rr+-b+ixo
num+ b+nd+ de ¸+r+¸em ou +tu+r num+ peç+
de colé¸io.
ºº Lxperiente: Você pode ¸+nh+r + vid+ no cir-
cuito de c+s+s noturn+s.
ººº Competente: Você pode ¸+nh+r um Osc+r ou
um Lmy
ºººº Lspeci+list+: Você +p+rece com re¸ul+rid+de
n+s pí¸in+s d+ revist+ Caras.
ººººº Mestre: A su+ obr+ serí lembr+d+ +tr+vés d+s
er+s.
!U9 Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
Possuído por: Atores, Músicos, lr+tic+ntes de l+r+okê,
Comedi+ntes.
EspeciaIizaçöes: lrot+¸onist+s, Vilöes, Solos de Ouit+r-
r+, Dur+nte Lmbri+¸ue:.
Repares
Você estí +pto + consert+r dispositivos simples ou com-
plexos de todos os tipos. lsto inclui port+s, c+rros e +té com-
put+dores. O domínio dest+ leríci+ si¸nific+ que você é um
l+:-Tudo. Lst+ leríci+ cobre tudo, desde c+rpint+ri+ sim-
ples + mecìnic+. Dispondo d+s ferr+ment+s +dequ+d+s, você
poderi+ consert+r qu+lquer cois+.
º Am+dor: Você conse¸ue mont+r um conjun-
to de peç+s de enc+ixe.
ºº Lxperiente: Dispondo do tempo +dequ+do
você poderi+ inst+l+r + fi+ç1o elétric+ de um+
c+s+.
ººº Competente: Você economi:+ um+ bo+ ¸r+-
n+ em honorírios de mecìnicos.
ºººº Lspeci+list+: Lstí +pto + consert+r comput+-
dores pesso+is em poucos minutos.
ººººº Mestre: Tudo tem conserto.
Possuído por: l+:-tudos, C+pinteiros, Lletricist+s, Me-
cìnicos.
EspeciaIizaçöes: M+deir+, Comput+dores, Ap+relhos ele-
tronicos, Motores, Automóveis, Lletricid+de.
Farticidade
lurtivid+de é + c+p+cid+de em es¸ueir+r-se ou escon-
der-se sem ser visto ou ouvido, sendo seu teste norm+lmen-
te feito contr+ o nível de lercepç1o de outro person+¸em.
º Am+dor: Você pode se esconder no escuro.
ºº Lxperiente: Você pode se esconder n+s som-
br+s.
ººº Competente: Você é um excelente c+ç+dor.
ºººº Lspeci+list+: Você poderi+ c+minh+r em si-
lêncio sobre dois centímetros de folh+s sec+s.
ººººº Mestre: líder de cl1 Ninj+.
Possuído por: Criminosos, Lspiöes, Repórteres
EspeciaIizaçöes: Lspreit+r, Lsconder-se, Lmbosc+r, Som-
br+s, Multidöes, Arr+st+r-se.
Sebrecicêacia
As re¸iöes selv+¸ens s1o lu¸+res peri¸osos, pelo menos
p+r+ +queles que n1o os compreend+m. A leríci+ de Sobre-
vivênci+ inclui + h+bilid+de em busc+r +bri¸o, encontr+r um+
rot+ diret+ +té +l¸um lu¸+r, obter se¸ur+nç+ rel+tiv+ no c+m-
po e r+stre+r. Qu+ndo us+r lurtivid+de no c+mpo, n1o po-
derí f+:er m+is decisöes nos d+dos p+r+ lurtivid+de do que
seu nível em Sobrevivênci+.
º Am+dor: Você pode sobreviver + um percur-
so de de: quilometros.
ºº Lxperiente: Lstí f+mili+ri:+do com o c+mpo.
ººº Competente: S+be como formul+r remédios
n+tur+is.
ºººº Lspeci+list+: Sente-se + vont+de n+s re¸iöes
selv+¸ens.
ººººº Mestre: Conse¸uiri+ encontr+r um oísis no
V+le d+ Morte.
Possuído por: lndios, C+ç+dores, Ou+rd+s llorest+is,
lere¸rinos.
EspeciaIizaçöes: R+stre+r, Artico, Selv+, C+ç+d+
0atras Perícias
lilot+r, Co:inh+r, N+ve¸+r, lint+r
0eabecimeates
Os Conhecimentos incluem tod+s +s H+bilid+des que
requeir+m + +plic+ç1o ri¸oros+ d+ mente, n1o do corpo, de
modo que n+d+ +lém d+s C+r+cterístic+s Ment+is pode ser
us+do p+r+ modific+r os testes de Conhecimentos. Lmbor+
os níveis cl+ssifiquem os Conhecimentos em ¸r+us de esco-
l+rid+de, + escol+ n1o é + únic+ form+ de +dquirir Conheci-
mentos - +pen+s + m+is comum. Lm su+ m+iori+, est+s s1o
h+bilid+des escolístic+s, m+s t+mbém é possível +prender
so:inho ou com um tutor.
Se você n1o possui um determin+do Conhecimento, n1o
pode nem mesmo tent+r f+:er um+ jo¸+d+ que o envolv+.
lorém, existem exceçöes, como qu+ndo o N+rr+dor deter-
min+ que + jo¸+d+ envolve +pen+s inform+çöes trivi+is que
qu+lquer um tenh+ + ch+nce de conhecer.
0empatader
Você entende de oper+ç1o e pro¸r+m+ç1o de comput+-
dores, sendo c+p+: inclusive de projet+r o seu próprio siste-
m+. Se quiser entr+r num sistem+ de comput+ç1o irí preci-
s+r deste Conhecimento.
º Lstud+nte: Você s+be jo¸+r video ¸+me.
ºº Lniversitírio: Você fe: um cursinho de lro-
cess+mento de D+dos.
ººº Mestre: Você é um pro¸r+m+dor competen-
te, podendo pl+nej+r o seu próprio softw+re.
ºººº Doutor: Você conse¸ue entr+r no sistem+ d+
telefonic+ e +lter+r + su+ cont+.
ººººº C+tedrítico: lor que você n1o estí jo¸+ndo
Cy|.rjun| !
Possuído por: lro¸r+m+dores, lrocess+dores de d+dos,
Jo¸+dores, Lstud+ntes, lir+t+s de D+dos.
EspeciaIizaçöes: lir+t+ri+, lro¸r+m+s de vírus, Recupe-
r+r d+dos.
£aiqmas
Ch+r+d+s e problem+s ocup+m + su+ im+¸in+ç1o - n+
verd+de, você pode +té mesmo ¸ost+r de fic+r perplexo.
Resolver todos os tipos de ch+r+d+s é um+ p+ix1o, um inte-
resse que o dotou de um t+lento p+r+ junt+r e record+r in-
form+çöes vit+is + muitos tipos de resoluç1o de problem+s.
O Conhecimento de Lni¸m+s +jud+ os jo¸+dores + re-
solver os mistérios cri+dos pelo N+rr+dor. L essenci+l p+r+
descobrir trilh+s secret+s p+r+ Reinos perdidos, responder +
ch+r+d+s de ¸u+rdi1es místicos, ou mesmo tent+r percorrer
+s trilh+s de p+pel d+s burocr+ci+s modern+s.
º Lstud+nte: Você conse¸ue mont+r um que-
br+-c+beç+s de 100 peç+s.
ºº Lniversitírio: Você conse¸ue +divinh+r o fi-
n+l de um rom+nce de mistério.
ººº Mestre: Você conse¸ue resolver o cubo mí-
¸ico em um+ hor+.
!!U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
ºººº Doutor: Você derrot+ri+ o Oollum com ch+-
r+d+s de hobbit.
ººººº C+tedrítico: Você compreende os mistérios
m+is profundos.
Possuído por: l+níticos por p+l+vr+s cru:+d+s, Lntusi-
+st+s Zen, Jo¸+dores, Místicos.
EspeciaIizaçöes: Lni¸m+s +nti¸os, Ch+r+d+s, Visu+l,
Verb+l.
|acestiqaçãe
Você é trein+do p+r+ not+r todos os tipos de det+lhes
que poderi+m ser i¸nor+dos pelos outros, podendo, em ní-
veis elev+dos, +¸ir como detetive. Lste Conhecimento t+m-
bém reflete + c+p+cid+de de um person+¸em em re+li:+r
pesquis+s, sej+ em bibliotec+s ou +tr+vés de entrevist+s.
º Lstud+nte: Detetive +m+dor.
ºº Lniversitírio: Ofici+l de políci+.
ººº Mestre: Detetive p+rticul+r.
ºººº Doutor: A¸entes do lBl, ClA, lOB, Ml 5,
lterpol.
ººººº C+tedrítico: Sherlock Holmes.
Possuído por: Detetives, lnvesti¸+dores de Se¸uros,
Repórteres, A¸entes do lBl, A¸entes d+ lnteli¸ênci+.
EspeciaIizaçöes: Busc+, Lspreit+r, Se¸uir, Tr+b+lho de
detetive.
0ireite
lei n1o é brinquedo de cri+nç+, e +queles com conheci-
mento de Direito est1o +ptos + usí-l+ em seu benefício. Lst+
c+p+cid+de é essenci+l p+r+ quem quiser um di+ s+ir d+ pri-
s1o.
º Lstud+nte: Conhecimento prítico, ofici+l de
políci+
ºº Lniversitírio: Recém-form+do, +dvo¸+do ini-
ci+nte
ººº Mestre: Advo¸+do reput+do
ºººº Doutor: Jui:
ººººº Lrudito: Jui: d+ Suprem+ Corte
Possuído por: lolici+is, Advo¸+dos, Juí:es, Detetives,
Criminosos, Telespect+dores, le¸isl+dores.
EspeciaIizaçöes: Tribun+is, Contr+tos, lití¸ios, Crimi-
n+lístic+, lrocedimento lolici+l.
liaqäística
Consider+-se que seu person+¸em sej+ c+p+: de f+l+r o
seu idiom+ n+tivo, m+s precis+ compr+r outr+s lín¸u+s que
deseje que ele domine. l+r+ c+d+ nível de lin¸üístic+, o seu
person+¸em pode f+l+r fluentemente outro idiom+. Contu-
do, + lin¸üístic+ t+mbém confere +o person+¸em um+ com-
preens1o d+ estrutur+ d+ lín¸u+, que por su+ ve: é + b+se do
pens+mento. Com est+ H+bilid+de, pode-se identific+r so-
t+ques ou decifr+r +divinh+çöes.
º Lstud+nte: Lm+ lín¸u+ +dicion+l
ºº Lniversitírio: Du+s lín¸u+s +dicion+is
ººº Mestre: Três lín¸u+s +dicion+is
ºººº Doutor: Qu+tro lín¸u+s +dicion+is
ººººº C+tedrítico: Cinco lín¸u+s +dicion+is
Possuído por: Vi+j+ntes, Lruditos, Diplom+t+s, lntér-
pretes.
EspeciaIizaçöes: l+l+vröes, Termos Técnicos, Diplom+-
ci+, lolític+.
Mediciaa
A Medicin+ é o estudo do corpo hum+no e d+s técnic+s
us+d+s p+r+ cur+r seus m+les. Lmbor+ + +n+tomi+ de um
lobisomem sej+ diferente, + Medicin+ pode ser us+d+ p+r+
tr+t+r t+mbém seus ferimentos m+is sérios (isto é, +¸r+v+-
dos). Ll+ inclui conhecimento d+ estrutur+ e d+s funçöes
corpor+is, o uso de medic+mentos e di+¸nósticos e tr+t+-
mentos de doenç+s.
º Lstud+nte: Você possui um conhecimento
bísico sobre redu:ir fr+tur+s e evit+r choque
sistêmico.
ºº Lniversitírio: Você possui o trein+mento de
um p+r+-médico.
ººº Mestre: Você é um médico, podendo di+¸-
nostic+r e tr+t+r doenç+s.
ºººº Doutor: Lstí +pto + re+li:+r cirur¸i+s.
ººººº C+tedrítico: Você é um especi+list+ de ¸r+n-
de renome.
Possuído por: Médicos, l+r+-médicos.
EspeciaIizaçöes: l+rmíci+, l+r+-médicos, lrimeiros So-
corros.
0caltisme
Você possui conhecimentos em tod+s +s íre+s do ocul-
to. Lst+ compreens1o do l+do m+is sinistro do mundo inclui
conhecimento de m+ldiçöes, vodu, m+¸i+ e misticismo, e
contém muit+ especul+ç1o e f+nt+si+. Lste Conhecimento é
do m+ior interesse p+r+ muitos Theur¸es.
º Lstud+nte: Você é um curioso, m+s estí lon-
¸e de s+ber + verd+de.
ºº Lniversitírio: Começ+ + compreender o que
se p+ss+
ººº Mestre: lí for+ existem outros seres +lém dos
lobisomens, e você conhece muit+ cois+ so-
bre esses outros mor+dores do Mundo d+s
Trev+s.
ºººº Doutor: lode discernir o que é mito e o que é
re+l.
ººººº Lrudito: Você jí foi complet+mente inici+do
n+ m+iori+ dos ¸r+ndes mistérios.
Possuído por: luníticos, Ar+utos d+ Nov+ Lr+, Ocul-
tist+s, Lruditos, Curiosos.
EspeciaIizaçöes: V+mpiros, Brux+s, loderes místicos.
Pelítica
Lste conhecimento proporcion+ um+ f+mili+rid+de com +
polític+ do di+, incluindo +s pesso+s que estej+m no com+ndo
e como el+s che¸+r+m lí. Lst+ pode ser um+ H+bilid+de essen-
ci+l qu+ndo se tent+ lid+r com +utorid+des mort+is.
º Lstud+nte: M+nifest+nte e observ+dor c+su+l
ºº Lniversitírio: C+bo eleitor+l ou ¸r+du+do em
ciênci+s polític+s
ººº Mestre: Administr+dor de c+mp+nh+ ou re-
d+tor de discursos
ºººº Doutor: lolítico
!!!
ººººº C+tedrítico: M+qui+vel
Possuído por: lobist+s, lolíticos, Advo¸+dos, lesqui-
s+dores, lnventores, Técnicos, lilotos.
EspeciaIizaçöes: Vi:inh+nç+, Cid+de, Con¸resso, Llei-
çöes, Niilismo, Do¸m+s, R+dic+lismo.
Rites
Os Ritos cobrem o conhecimento que um lobisomem
tem d+s tr+diçöes, históri+, mitos e litur¸i+s dos O+rou. Lste
conhecimento é essenci+l + compreens1o do que os O+rou
d+s outr+s tribos est1o r.a|m.n:. f+:endo, o que estí escrito
n+ p+rede de um +nti¸o túmulo O+rou, e + form+ +propri+-
d+ de se +proxim+r de um +nci1o. l+r+ +prender um ritu+l,
é preciso um nível em Ritos equiv+lente ou m+ior que o
nível do ritu+l.
º Lstud+nte: Você +ind+ é um filhote i¸nor+nte.
ºº Lniversitírio: Você pode comp+recer + um+
+ssembléi+ sem f+:er p+pel de p+lh+ço.
ººº Mestre: Você pode comp+recer + um+ +ssem-
bléi+ de outr+ tribo sem provoc+r um+ ¸uer-
r+.
ºººº Doutor: Você pode comp+recer + um+ +ssem-
bléi+ dos D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+ e p+s-
s+r um+ bo+ impress1o.
ººººº C+tedrítico: Você s+be tudo que é preciso
Possuído por: O+rou
EspeciaIizaçöes: l+cto, C+ern, Morte, Místico, luniç1o,
Renome, D+t+s comemor+tiv+s
0iêacias
Você tem pelo menos um conhecimento bísico em físi-
c+, químic+, botìnic+, biolo¸i+, ¸eolo¸i+ e +stronomi+. O
seu conhecimento concentr+-se m+is n+s +plic+çöes úteis
d+ ciênci+. Os níveis m+is +ltos ¸er+lmente envolvem + es-
peci+li:+ç1o em um+ íre+ específic+.
º Lstud+nte: Você s+be f+:er bomb+s de fum+-
ç+ com um estojo do "lequeno Químico".
ºº Lniversitírio: Você compreende +s teori+s
princip+is e su+s +plic+çöes prític+s.
ººº Mestre: Você poderi+ ensin+r ciênci+ num+
universid+de.
ºººº Doutor: Quem s+be um di+ você n1o ¸+nh+ o
Nobel!
ººººº C+tedrítico: Albert Linstein
Possuído por: Ln¸enheiros, lesquis+dores, lnventores,
Técnicos, lilotos.
EspeciaIizaçöes: Biolo¸i+, lísic+, Químic+, Astronomi+,
Rel+tivid+de, lísic+ Nucle+r.
0atres 0eabecimeates
lsicolo¸i+, Históri+ d+ Arte, lilosofi+, Te+tro, Jorn+lis-
mo, Ciênci+ Milit+r, Oeo¸r+fi+, Históri+, Teolo¸i+, íre+s
específic+s do conhecimento/trivi+l.
Aatecedeates
Lss+s C+r+cterístic+s descrevem +s v+nt+¸ens especi+is
do seu person+¸em. L preciso escolher o motivo e + form+
pel+ qu+l você veio + possuir ess+s determin+d+s C+r+cterís-
tic+s. Como você +dquiriu seus fetiches! Quem foi o seu
Mentor! Confir+ sentido +os seus Antecedentes e os inte-
¸re +o conceito do seu person+¸em.
Oc+sion+lmente, um conjunto de Antecedentes pode
ser us+do em conjunto com um Atributo, como +o se test+r
R+ciocínio ÷ Recursos p+r+ convencer + su+ m1e + lhe
m+nd+r pelo menos m+is um cheque - + ¸uis+ de emprés-
timo, cl+ro -, ou M+nipul+ç1o ÷ Mentor p+r+ convencer
o seu professor + lhe ensin+r um ritu+l.
Os Antecedentes n1o podem ser +ument+dos com pontos
de experiênci+. Apen+s os eventos que ocorr+m dur+nte +
históri+ é que poder1o +perfeiçoí-los. A únic+ exceç1o + est+
re¸r+ s1o os Antecedentes de Totem (vej+ T·:.m, +di+nte).
Aliades
Os seus +li+dos s1o pesso+s que o +jud+m e +pói+m -
podem ser f+míli+, +mi¸os ou +té mesmo um+ or¸+ni:+ç1o
com + qu+l você m+ntenh+ rel+çöes. Como os +li+dos têm
+s su+s própri+s vid+s p+r+ viver, n1o podem fic+r o tempo
inteiro + su+ disposiç1o, m+s costum+m exercer influênci+
n+ comunid+de e ter +cesso + Cont+tos ou Recursos. Lm
últim+ +nílise, um Ali+do é um+ pesso+ com quem você
m+ntém um+ rel+ç1o de +mi:+de, e que o prote¸e e o +jud+
por +mor ou interesse comum.
l+r+ c+d+ ponto de Ali+dos que você tiver, considere
possuir um Ali+do. Lste indivíduo é um+ pesso+ influente
n+ íre+ onde vive. Lm Ali+do pode ser um s+r¸ento de po-
líci+, um conselheiro do prefeito ou mesmo (se o seu nível
for + ou 5) o próprio prefeito.
Oer+lmente os Ali+dos s1o muito le+is e confiíveis. Con-
tudo, é necessírio tempo e ener¸i+ p+r+ m+nter + +li+nç+, por-
que os +mi¸os esper+m +jud+ recíproc+ do person+¸em. Lm-
bor+ eles prov+velmente n1o s+ib+m que você é um lobiso-
mem, podem est+r cientes de +l¸uns de seus poderes, e dest+
form+ recorrer + você qu+ndo estiverem com problem+s. L
isso pode ser um+ bo+ m+neir+ de inici+r um+ históri+.
º Lm Ali+do de influênci+ e poder moder+dos.
ºº Dois Ali+dos, +mbos de poder moder+do.
ººº Três Ali+dos, um deles b+st+nte influente.
ºººº Qu+tro Ali+dos, um deles muito influente.
ººººº Cinco Ali+dos, um deles extrem+mente in-
fluente.
0eatates
Você conhece pesso+s com estilos de vid+ e posiçöes
muito diferentes; junt+s, ess+s pesso+s form+m um+ rede de
inform+çöes e +uxílio que pode ser tremend+mente útil.
Os seus Cont+tos n1o s1o +pen+s pesso+s que você pode
m+nipul+r ou suborn+r p+r+ obter inform+çöes, m+s +mi¸os
nos qu+is você pode confi+r implicit+mente (Cont+tos lm-
port+ntes) que lhes forneç+m inform+çöes precis+s (em su+s
íre+s de conhecimento). lrocure descrever os seus Cont+-
tos lmport+ntes como person+¸ens completos, ou dur+nte o
decorrer d+ cronic+ ou +ntes de seu início. Você t+mbém
possui um+ determin+d+ qu+ntid+de de Cont+tos Secundí-
rios esp+lh+dos pel+ íre+. Qu+ndo você quiser se comuni-
c+r com um Cont+to Secundírio, f+ç+ um teste us+ndo seu
nível de Cont+tos (dificuld+de ¯). C+d+ sucesso si¸nific+
que você conse¸uiu loc+li:+r um de seus Cont+tos Secun-
dírios. Obvi+mente, serí preciso suborní-lo ou sedu:i-lo p+r+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!!2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
que ele lhe forneç+ +s inform+çöes.
º Lm Cont+to lmport+nte
ºº Dois Cont+tos lmport+ntes
ººº Três Cont+tos lmport+ntes
ºººº Qu+tro Cont+tos lmport+ntes
ººººº Cinco Cont+tos lmport+ntes
Feticbe
Lm fetiche é um objeto concreto com um espírito +pri-
sion+do em seu interior. Repleto de si¸nific+ç1o p+r+ os
O+rou, o fetiche é um pertence de v+lor +ltíssimo, que pos-
sui muitos poderes concedidos pelo espírito +prision+do.
Qu+nto m+ior for o seu escore neste Antecedente, m+is
v+lioso serí o fetiche. Consulte no Apêndice um+ list+ de
exemplos de fetiches.
º Você possui um fetiche de Nível 1.
ºº Você possui um fetiche de Nível 2 ou dois
fetiches de Nível 1
ººº Você possui um ou m+is fetiches com um to-
t+l de três níveis.
ºººº Você possui um ou m+is fetiches com um to-
t+l de qu+tro níveis.
ººººº Você possui um ou m+is fetiches com um to-
t+l de cinco níveis.
Pareates
Você m+ntém cont+to com determin+dos hum+nos ou
lobisomens que, embor+ descend+m dos O+rou, n1o rece-
ber+m o "¸ene", sendo, p+r+ todos os efeitos, membros nor-
m+is de su+s espécies. Contudo, eles s1o imunes +o Delírio
e conhecem + ori¸em do seu person+¸em. Lst1o dispostos +
+judí-lo d+ melhor form+ que puderem, embor+ + m+iori+
n1o se encontre em posiçöes de poder (os p+rentes que exer-
cerem +l¸um tipo de influênci+ ser1o consider+dos Ali+dos).
As redes de l+rentes podem ser v+lios+s p+r+ os O+rou que
queir+m lid+r com o mundo hum+no m+s que n1o queir+m
se +rrisc+r + serem tom+dos pelo frenesi.
º 2 l+rentes
ºº 5 l+rentes
ººº 10 l+rentes
ºººº 20 l+rentes
ººººº 50 l+rentes
Meater
Lst+ C+r+cterístic+ descreve um ou m+is +nciöes que
cuidem de você. C+d+ ponto de Mentor que você possuir
qu+ntific+ o poder que seu Mentor possui dentro d+ tribo, e
que losto +lc+nçou. O seu Mentor pode +conselhí-lo, pro-
te¸ê-lo, intervir +o seu f+vor junto + outros +nciöes, ensiní-
lo, +visí-lo de um+ +me+ç+ potenci+l, e informí-lo d+s opor-
tunid+des p+r+ obtenç1o de poder e +primor+mento. Lm
Mentor poderoso pode ser n1o um+ únic+ pesso+, m+s um
¸rupo. Dest+ form+, um+ m+tilh+ ou o conselho re¸ente de
um+ seit+ poderi+m +¸ir como um Mentor coletivo.
Os Mentores podem esper+r receber +l¸um+ cois+ em
troc+ d+ +jud+ que eles oferecem. Lmbor+ eles poss+m sim-
plesmente +preci+r + comp+nhi+ do person+¸em, em mo-
mentos de necessid+de eles podem convoc+r seu "+pren-
di:". Lste pode ser o início p+r+ víri+s históri+s de qu+lid+-
de. Contudo, você ¸er+lmente recebe m+is do que dí.
º Mentor de losto 2
ºº Mentor de losto 3
ººº Mentor de losto +
ºººº Mentor de losto 5
ººººº Mentor de losto 6 (ou +ind+ m+is +lto')
vida Passada
Os O+rou possuem um+ memóri+ +ncestr+l bem m+is
+¸uç+d+ que + dos hum+nos. A m+iori+ dos lobisomens pode
lembr+r efetiv+mente de cen+s d+s vid+s de seus +ntep+ss+-
dos dist+ntes. Al¸uns O+rou podem +té mesmo permitir que
os espíritos de seus +ncestr+is se +poderem de seus corpos.
Lsse tipo de substituiç1o de consciênci+ pode permitir + re-
+li:+ç1o de feitos que n1o poderi+m ser execut+dos pelo
"hospedeiro".
Lm O+rou com este Antecedente pode, um+ ve: por ses-
s1o de jo¸o, f+:er um+ jo¸+d+ p+r+ seu Antecedente de Vid+s
l+ss+d+s (dificuld+de o, ou 10, c+so ele estej+ tent+ndo con-
t+ct+r o espírito de um +ncestr+l específico). C+d+ sucesso
possibilit+ +o person+¸em +crescent+r um d+do + l+r+d+ de
D+dos de qu+lquer H+bilid+de, ou cri+r um+ l+r+d+ de D+dos
(de um d+do por sucesso) p+r+ um+ H+bilid+de que o perso-
n+¸em nem mesmo possu+. Assim, consideremos um O+rou
com um Antecedente de Vid+ l+ss+d+ de nível +, que estí em
meio + um+ b+t+lh+ desesper+d+: como ¸uerreiro, ele n1o é
¸r+nde cois+ (Destre:+ 2, Bri¸+ 1), m+s ele test+ Vid+ l+ss+d+
e obtém três sucessos. Lle +c+b+ de cont+ct+r seu +ncestr+l, o
poderoso c+cique R+s¸+-lele, que ¸ui+ su+s ¸+rr+s n+ b+t+lh+,
+dicion+ndo três + seu nível em Bri¸+. Mesmo se o person+-
¸em n1o possuísse nenhum t+lento de Bri¸+, ele +¸or+ teri+
efetiv+mente um nível 3.
Lmbor+, conforme coment+mos +cim+, sej+ m+is difícil
cont+ct+r +ncestr+is específicos, +s tent+tiv+s bem-sucedi-
d+s poder1o v+ler visöes premonitiv+s ou conselhos, + crité-
rio do N+rr+dor. Todos os efeitos dos bonus de Vid+ l+ss+-
d+ dur+m +pen+s um+ cen+.
Lm+ f+lh+ crític+ no teste de Vid+ l+ss+d+ pode indic+r
que o person+¸em fic+ sobrec+rre¸+do com +s memóri+s de
milh+res de vid+s (o que o coloc+ num est+do c+t+tonico
dur+nte o rest+nte d+ cen+), ou, pior +ind+, pode si¸nific+r
que o person+¸em é possuído pelo espírito de um +ncestr+l
que se recus+ + +b+ndon+r o corpo do descendente. O +n-
cestr+l perm+necerí no controle do corpo do person+¸em
dur+nte o tempo que o N+rr+dor jul¸ue conveniente.
º Você vê l+mpejos enevo+dos de cen+s do p+s-
s+do dist+nte.
ºº Você record+ +l¸uns rostos e lu¸+res.
ººº Você conhece de nome +l¸uns dos seus +n-
cestr+is dist+ntes.
ºººº Você convers+ re¸ul+rmente com os seus +n-
cestr+is como se eles estivessem + su+ frente.
ººººº Você +dquiriu um+ bo+ reput+ç1o entre os
espíritos de seus +ncestr+is, que costum+m
procurí-lo.
Raça Para
Lste Antecedente determin+ o seu "pedi¸ree" - + su+
linh+¸em e +scendênci+, +ssim como +s su+s m+rc+s de n+s-
!!·
cenç+ e her+nç+s ¸enétic+s. Os O+rou que possuem níveis
+ltos de R+ç+ lur+ s1o reverenci+dos por outros O+rou como
heróis do p+ss+do redivivos - e deles é esper+do que +j+m
de +cordo. Qu+nto m+is +lto for o seu nível de R+ç+ lur+,
m+is ch+nces você terí de cru:+r o território de outros O+-
rou sem ser molest+do ou de obter + hospit+lid+de de um+
tribo que n1o + su+. L o que os O+rou têm de m+is p+recido
com posiç1o soci+l - c+d+ ponto de R+ç+ lur+ +crescent+
um d+do extr+ +os testes de C+r+cterístic+s Soci+is ou de
des+fio que envolv+m outros O+rou (inclusive D+nç+rinos
d+ Lspir+l Ne¸r+'). A c+r+cterístic+ R+ç+ lur+ é semi-místi-
c+ - er+s de instinto di:em +os outros O+rou quem é de
R+ç+ lur+ e quem n1o é. N+ époc+ +tu+l, s1o pouquíssimos
os O+rou de R+ç+ lur+ que +ind+ existem no mundo.
Além d+s v+nt+¸ens evidentes de ser de r+ç+, os O+rou
esper+m que os puros de s+n¸ue "sej+m merecedores de su+
linh+¸em". As tribos exi¸em m+is dos puros de s+n¸ue, e
des+prov+m +queles que n1o +ceit+m su+ her+nç+.
º Você se ¸+r+nte.
ºº Hí muito, muito tempo +trís, um primo dis-
t+nte seu foi p+rceiro de um ¸r+nde Ouerrei-
ro O+rou.
ººº Os outros O+rou recu+m p+r+ deixí-lo p+s-
s+r.
ºººº Os b+rdos d+ su+ seit+ +benço+r+m o seu n+s-
cimento como um sin+l dos espíritos.
ººººº Você é + im+¸em cuspid+ e esc+rr+d+ dos ¸r+n-
des heróis de outror+.
Recarses
Lst+ c+r+cterístic+ descreve os seus recursos fin+nceiros
ou o +cesso que você tem + eles. Os seus recursos n1o s1o
ex+t+mente bens líquidos, m+s n+ m+iori+ d+s ve:es é possí-
vel vendê-los p+r+ obter dinheiro. lode lev+r sem+n+s ou
mesmo +nos p+r+ f+:er isso, dependendo do qu+nto precis+
ser vendido.
Lst+ C+r+cterístic+ consider+ que o person+¸em recebe
um+ rend+ bísic+ mens+l, +propri+d+ +o seu nível de Recur-
sos. L preciso det+lh+r + fonte dess+ rend+, p+r+ que sej+
m+is fícil determin+r o qu+nto del+ é ¸+sto no decorrer d+
cronic+.
º Duro: Você é proprietírio de um +p+rt+men-
to e t+lve: um+ motociclet+. Ser for + f+lên-
ci+, fic+rí com $1.000 em dinheiro. Rend+
mens+l de $500.
ºº Cl+sse Médi+: Você é proprietírio de um +p+r-
t+mento, t+lve: em um condomínio. Se for +
f+lênci+, fic+rí com $o.000 em dinheiro. Ren-
d+ mens+l de $1.200.
ººº Remedi+do: Você é proprietírio de um+ c+s+
(ou pelo menos possui +l¸um+s +çöes). Se for
+ f+lênci+, fic+rí com $50.000 em dinheiro.
Rend+ mens+l de $3.000.
ºººº Bem de Vid+: Você tem um+ c+s+ ¸r+nde, ou
t+lve: um+ velh+ m+ns1o no c+mpo. Se for +
f+lênci+, fic+rí com $500.000 em dinheiro.
Rend+ mens+l de $9.000.
ººººº lodre de Rico: Você é um multimilionírio.
Se for + f+lênci+ +ind+ terí $5.000.000 em
dinheiro. Rend+ mens+l de $30.000.
Ritaais
Lst+ C+r+cterístic+ descreve qu+ntos ritu+is o person+-
¸em conhece no começo do jo¸o. Lste nível pode represen-
t+r um ritu+l ¸r+nde ou um+ v+ried+de de ritu+is pequenos,
cujos v+lores tot+is equiv+lh+m +o nível de Ritu+is. M+s
n1o se esqueç+ que é preciso que o nível do person+¸em
com o Conhecimento de Ritos sej+ no mínimo i¸u+l +o do
ritu+l que ele desej+ +prender. M+is +di+nte neste c+pítulo
descrevemos um+ list+ de ritu+is. Atenç1o: lode-se +dqui-
rir dois ritu+is pequenos em lu¸+r de um ritu+l de Nível
Lm; vej+ n|:ua|s í.¡u.n·s.
º O person+¸em conhece um nível de ritu+is
ºº O person+¸em conhece dois níveis de ritu+is
ººº O person+¸em conhece três níveis de ritu+is
ºººº O person+¸em conhece qu+tro níveis de ritu-
+is
ººººº O person+¸em conhece cinco níveis de ritu-
+is.
!etem
Lst+ C+r+cterístic+ n1o se +plic+ diret+mente +o perso-
n+¸em, m+s +o totem d+ m+tilh+. N+ verd+de, os pontos de
Antecedentes investidos nest+ C+r+cterístic+ por todos os
person+¸ens n+ m+tilh+ s1o som+dos p+r+ determin+r o po-
der do totem. Os totens de m+tilh+ s1o +v+t+res do totem
que represent+m. Lles n1o podem ser destruídos +o +prisio-
n+dos em fetiches, + n1o ser que + m+tilh+ sej+ desfeit+,
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!!4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+pes+r de que se eles estiverem com o loder redu:ido +
:ero, podem ser Revi¸or+dos em outr+ p+rte. Dur+nte esse
período de conv+lescenç+, os totens n1o poder1o ser con-
t+ct+dos pelos membros d+ m+tilh+.
C+d+ totem possui um determin+do nível de Custo de
Antecedentes; + m+tillh+ precis+ ¸+st+r ess+ qu+nti+ p+r+ +li-
+r-se com o totem. Al¸uns totens predispöem-se + dot+r seus
devotos de ¸r+ndes poderes; esses totens cust+m m+is que os
outros. Vej+ os exemplos fornecidos n+ list+ de T·:.ns J. Ma-
:|||a. O totem espiritu+l bísico possui sete pontos p+r+ serem
divididos entre lúri+, lersever+nç+ e Onose, e um loder bísi-
co de 20. O totem t+mbém possui os Lnc+nt+mentos de Sen-
so de Direç1o e Revi¸or+ç1o. A n1o ser que se compre um
rel+cion+mento especi+l (vej+ +di+nte), o totem m+ntém-se
um pouco se¸re¸+do d+ m+tilh+, exercendo pouc+ influênci+
sobre + comunid+de de espíritos. Al¸uns totens de m+tilh+,
contudo, torn+r+m-se os totens de comunid+des inteir+s, como
seit+s ou mesmo tribos. Históri+s como ess+s s1o +bund+ntes
no repertório dos O+lli+rds.
Os totens dot+m os membros d+s m+tilh+s de poderes
especi+is, como Dons ou H+bilid+des. Contudo, esses pode-
res podem ser us+dos +pen+s por um membro de m+tilh+
por ve: (por turno). A c+d+ turno, o membro de m+tilh+
que estiver tom+ndo "emprest+do" os poderes precis+ de-
cl+r+r + quem eles os cederí no turno se¸uinte (ou se ele
+ind+ os possui). A únic+ exceç1o é o Renome, que é con-
cedido + todos os membros de m+tilh+ qu+ndo eles se +li+m
+o totem.
Qu+isquer pontos extr+s ¸+stos (depois que o Custo de
Antecedentes tiver sido p+¸o) pode ser som+do +os poderes
do totem conforme rel+cion+do +b+ixo:
Custo Poder
1 lor três pontos p+r+ ¸+st+r com lorç+ de Von-
t+de, lúri+ e/ou Onose.
1 lor 10 pontos de loder
1 O Totem pode f+l+r + m+tilh+ (+ m+tilh+ n1o
precis+ do Dom de l+l+r com Lspíritos)
1 O totem sempre é c+p+: de loc+li:+r os mem-
bros d+ m+tilh+
2 O totem estí qu+se sempre com os membros
d+ m+tilh+
2 O totem é respeit+do por outros espíritos
2 lor Lnc+nt+mento possuído
3 lor c+d+ membro de m+tilh+ extr+ que pode
us+r os poderes do totem no mesmo turno.
+ O totem estí conect+do mistic+mente + todos
os membros d+ m+tilh+, permitindo comuni-
c+ç1o entre eles mesmo + ¸r+ndes distìnci+s
(+ critério do N+rr+dor)
5 O totem é temido pelos +¸entes d+ Wyrm
A C+r+cterístic+ Totem é o único Antecedente que pode
ser +ument+do +tr+vés d+ experiênci+ (vej+ Cas:anJ· Lxj.r|-
.n.|a); o custo é verific+do n+ t+bel+ +cim+. Contudo, o N+r-
r+dor só deve permitir isso em situ+çöes especi+is, e +pen+s se
+ m+tilh+ obtiver de +l¸um+ form+ um novo conhecimento ou
conex1o dur+nte o jo¸o. Lm+ situ+ç1o especi+l desse tipo pode
ocorrer qu+ndo um membro d+ m+tilh+ obtiver um novo los-
to, ou qu+ndo um novo membro se junt+r + m+tilh+.
0eas
Os O+rou jí m+ntêm cont+to com o mundo espiritu+l
hí muito tempo e conhecem muitos de seus se¸redos. Atr+-
vés dos milênios, os O+rou +prender+m muitos poderes, tru-
ques e períci+s com os espíritos. Lss+s h+bilid+des mí¸ic+s,
ch+m+d+s Dons, s1o os poderes especi+is e os se¸redos dos
O+rou, +s form+s pel+s qu+is eles direcion+m su+ Onose p+r+
+fet+r o mundo. S1o divididos em Dons de r+ç+, +u¸úrio e
tribo - c+d+ ¸rupo de O+rou possui seus se¸redos p+rticu-
l+res, embor+ os +u¸úrios (+s "profissöes" dos O+rou) possu-
+m m+is Dons que qu+lquer outro ¸rupo.
Os Dons se dividem em níveis, com o Nível Lm +br+n-
¸endo os Dons m+is fr+cos - +queles ensin+dos +os filho-
tes - e o Nível Cinco reunindo os m+iores se¸redos, ensi-
n+dos +pen+s +queles heróis que prov+r+m repetid+mente o
seu v+lor. Lm person+¸em inici+nte pode escolher um Dom
de Nível Lm p+r+ c+d+ um de seus Dons de r+ç+, +u¸úrio e
tribo - três +o todo.
Lmbor+ os Dons sej+m +dquiridos medi+nte experiên-
ci+, o O+rou precis+ pertencer + um losto equiv+lente +o
nível do Dom desej+do ou n1o poderí comprí-lo. O O+rou
pode +prender os Dons de outr+s r+ç+s, +u¸úrios e tribos
dur+nte o jo¸o, desde que consi¸+ encontr+r um espírito
que o ensine, m+s isso requer custos m+is elev+dos (consul-
te + Ta|.|a J. í·n:·s J. Lxj.r|.n.|a).
0eas de Apreaditade
- M.u D·m .sj..|a|: -|, .·m· .·ns|¸· m. .s.·nJ.r J|-
an:. J·s ·||·s J. :·J·s:
- S|m, ja|. s·|r. .|..
- L uma .·|sa mu|:· s|mj|.s - r.sj·nJ.u · .ama|.a·, .
m·s:r·u a· íassar· N·:urn· .·m· s. .s.·nJ.r J|an:. J·s ·||·s
J. :·J·s.
- S+m Chupp, "Ni¸ht llyer"
Os Dons costum+m ser ensin+dos por espíritos. Lm
O+rou precis+ pedir + um determin+do espírito que o ensi-
ne, ou f+:er com que um +nci1o conjure esse espírito e in-
tervenh+ pelo O+rou. Apen+s os espíritos +li+dos +o O+rou
ensin+r1o Dons, e só os ensin+r1o +queles que tiverem +tin-
¸ido o losto +propri+do.
O O+rou pode +prender outros Dons +lém d+queles em
su+s própri+s list+s, m+s isso cust+ pontos extr+s de experi-
ênci+ (é muito difícil p+r+ um O+rou hominídeo +prender
+s tr+diçöes dos lupinos), e encontr+r um espírito ou um
+nci1o que se disponh+ + ensin+r esses se¸redos + um "fo-
r+steiro" é um des+fio e t+nto.
l+r+ encontr+r pesso+lmente um espírito +dequ+do, um
O+rou precis+ vi+j+r +té um c+ern equiv+lente em poder +o
nível do Dom (um c+ern de Nível Qu+tro p+r+ Dons de
Nível Qu+tro). lorém, o O+rou pode t+mbém pedir + um
Theur¸e que convoque o espírito que procur+ (como um
l+lc1o p+r+ obter um Dom dos lres+s de lr+t+: Assombro).
C+so +s du+s opçöes n1o estej+m disponíveis, o O+rou pre-
cis+ re+li:+r um+ busc+ +tr+vés d+ Lmbr+ p+r+ procur+r o
espírito desej+do e em se¸uid+ convencê-lo + ensin+r-lhe o
Dom. N+ m+iori+ d+s ve:es os espíritos ser1o c+utelosos em
rel+ç1o + pedidos que n1o sej+m re+li:+dos +tr+vés dos c+-
!!5
n+is +dequ+dos (num c+ern ou +tr+vés de um +nci1o).
Junto + c+d+ Dom estí rel+cion+do o tipo de espírito
que primeiro o ensinou +os O+rou. Al¸uns desses espíritos
ser1o det+lh+dos no Apêndice. lsso n1o si¸nific+ que +que-
les sej+m os únicos espíritos c+p+:es de ensin+r o Dom. lic+
+ critério do N+rr+dor permitir ou n1o que outro espírito
ensine o Dom, +lém do que ele tem tot+l liberd+de p+r+
cri+r qu+isquer espíritos n1o descritos no Apêndice. Os es-
píritos encontr+dos enqu+nto se +prende um Dom si¸nifi-
c+m oportunid+de de interpret+ç1o, permitindo + um per-
son+¸em que inter+j+ com outro ser e +prend+ seus se¸re-
dos. Qu+se qu+lquer um pode +divinh+r como interpret+r
um espírito d+s í¸ui+s sem + necessid+de de C+r+cterístic+s.
lode ser útil consult+r livros sobre +nim+is, especi+lmente
+queles que list+m +s qu+lid+des mitoló¸ic+s +ssoci+d+s +
determin+dos +nim+is.
Oc+sion+lmente um O+rou pode ensin+r + outro um Dom
que ele conheç+. Ao contrírio do +prendi:+do com espíritos,
que dem+nd+ um período de tempo curto (cerc+ de um+ hor+
p+r+ o espírito comp+rtilh+r su+ s+bedori+), isto pode exi¸ir
um trein+mento lon¸o, dur+nte o qu+l o O+rou tent+ mostr+r
+os outros como execut+r o truque. O trein+mento demor+
um mês, +o fim do qu+l o estud+nte pode ¸+st+r pontos de
experiênci+ e +dquirir o Dom. Contudo, + +quisiç1o dest+ for-
m+ cust+ um ponto de experiênci+ + m+is que o norm+l.
Aprender Dons com outros O+rou +present+ outros in-
convenientes. lor exemplo, o Dom precis+ ser pr+tic+do
pelo estud+nte +ntes que ele poss+ dominí-lo (isso n1o é
necessírio qu+ndo se +prende com espíritos). lort+nto, pode
ser muito doloroso +prender um Dom como O+rr+s de lr+-
t+. Certos Dons, como Ch+m+do d+ Wyrm, só podem ser
ensin+dos por espíritos - nenhum+ seit+ pode se d+r +o
luxo de cont+ct+r cri+tur+s d+ Wyrm +pen+s p+r+ que um
estud+nte poss+ pr+tic+r.
Sistemas
Os efeitos c+us+dos pelos Dons v+ri+m muito, dependen-
do princip+lmente d+ bo+-vont+de dos espíritos que os ensi-
n+m. C+so n1o h+j+ nenhum+ dificuld+de est+belecid+ p+r+
um determin+do uso do Dom, o N+rr+dor estí livre p+r+ de-
termin+r + dificuld+de. T+mbém encor+j+mos o N+rr+dor +
torn+r +s f+lh+s crític+s interess+ntes (e emb+r+ços+s).
Hí rumores de Dons +cim+ do Nível Cinco, m+s esses,
se é que re+lmente existem, s1o conhecidos +pen+s pelos
+nciöes m+is síbios.
0eas de Raça
Lsses Dons s1o ensin+dos por um+ v+ried+de de espíri-
tos, norm+lmente +queles que devem +l¸um+ cois+ + r+ç+,
devido + um +nti¸o p+cto ou f+vor prest+do. lor exemplo,
um+ +nti¸+ lend+ cont+ que um impuro +judou um+ toupei-
r+ + se esconder de pred+dores. Lm retribuiç1o, + toupeir+
ensinou +o impuro como entoc+r-se n+ terr+. Desde ent1o,
os espíritos d+s toupeir+s ensin+m este Dom +os impuros.
hemiaídee
Os Dons dos hominídeos envolvem +s períci+s e h+bili-
d+des dos m+nuf+tureiros e +¸entes cultur+is, m+s t+mbém
dos conquist+dores. A postur+ comb+tiv+ que os hum+nos
m+ntêm contr+ + n+ture:+, dotou-os de um ¸r+nde controle
sobre seu +mbiente, m+s t+mbém de um+ v+¸+ inquiet+ç1o
em su+s +lm+s - +s repercussöes de terem rompido seu
rel+cion+mento primordi+l com + n+ture:+. Os hum+nos
desconhecem o mundo dos espíritos. Assim, + m+iori+ dos
Dons dos hominídeos s1o ensin+dos m+is por seus +nces-
tr+is que por espíritos d+ N+ture:+.
º Persuasão (NíveI Um) - Lste Dom permite + um
hominídeo que se torne m+is persu+sivo qu+ndo lid+ com
os outros; su+s decl+r+çöes e +r¸umentos s1o imbuídos de
si¸nific+do e credibilid+de. Lste Dom é ensin+do por um
espírito Ancestr+l.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ líbi+(dificuld+de
6). C+so sej+ bem sucedido, +s dificuld+des de todos os tes-
tes soci+is s1o redu:id+s em um dur+nte o rest+nte d+ cen+.
º SimuIar Odor de Homem (NíveI Um) - As cri+tu-
r+s d+s florest+s +prender+m que o homem é um +r+uto d+
morte. Com este Dom, o O+rou +ument+ enormemente o
odor de homem +o seu redor, lev+ndo os +nim+is + se senti-
rem inquietos e nervosos. O Dom é ensin+do por um espíri-
to Ancestr+l.
Sistema: Todos os +nim+is norm+is (n1o incluindo +s
cri+tur+s sobren+tur+is n+ form+ +nim+l) perdem um d+do
de su+s l+r+d+s de D+dos qu+ndo se encontr+m + um+ dis-
tìnci+ de seis metros do O+rou e, muito possivelmente, fo-
¸em. O O+rou pode us+r este Dom + vont+de, precis+ndo
+pen+s decl+r+r qu+ndo o +tiv+m ou desli¸+m.
º Perturbar TecnoIogia (NíveI Dois) - O O+rou pode
interromper tempor+ri+mente o funcion+mento de instrumen-
tos tecnoló¸icos. O Dom é ensin+do por um Oremlin, um tipo
de espírito d+ Wyld que ¸ost+ de quebr+r cois+s.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ Rep+ros. Os instrumentos tecnoló¸icos +
um+ distìnci+ de quin:e metros p+r+m de funcion+r dur+n-
te um turno + c+d+ sucesso, embor+ os instrumentos n1o
sej+m prejudic+dos. A dificuld+de d+ jo¸+d+ é b+se+d+ n+
se¸uinte t+bel+:
Instrumento DificuIdade
Comput+dor +
lone 6
Automóvel o
l+c+ 10
º Iitar (NíveI Dois) - lit+ndo os olhos de um hum+no
ou de um +nim+l, o O+rou pode f+:er o +lvo fu¸ir +terrori:+do.
O Dom pode ser us+do contr+ os O+rou, m+s +o invés de
correr, esses fic+r1o p+r+li:+dos no lu¸+r. O Dom é ensin+do
por um espírito-C+rneiro ou por um espírito-Cobr+.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ lntimid+ç1o (difi-
culd+de 6). A vítim+ fo¸e dur+nte um turno por sucesso.
C+so o O+rou m+rque cinco ou m+is sucessos, + vítim+ fo¸e
enqu+nto + cen+ dur+r. Os +lvos O+rou n1o fu¸ir1o, e em-
bor+ poss+m se defender, n1o poder1o +t+c+r enqu+nto este
Dom surtir efeito.
º Inquietação (NíveI Três) - O O+rou lev+ os indivídu-
os sob o efeito deste Dom + se sentirem inexplic+velmente
deprimidos e des+nim+dos. O +lvo encontr+rí dificuld+de em
us+r su+ r+iv+ (lúri+) ou em se concentr+r efetiv+mente em
t+ref+s. Lste Dom é ensin+do por um espírito Ancestr+l.
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!!ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ con-
tr+ um+ dificuld+de equiv+lente + lorç+ de Vont+de do opo-
nente. Se for bem sucedido, esse oponente n1o serí c+p+:
de recuper+r lúri+ dur+nte + cen+. Além disso, tod+s +s
dificuld+des p+r+ +çöes prolon¸+d+s s1o +ument+d+s de um.
º RemodeIar Objeto (NíveI Três) - O O+rou pode
tr+nsform+r imedi+t+mente m+teri+is que jí tenh+m vivido
(m+s n1o mortos-vivos') num+ v+ried+de de objetos. As-
sim, írvores podem se torn+r +bri¸o, chifres de ¸+mo vir+m
l+nç+s, couros de +nim+is funcion+m como +rm+dur+s e flo-
res se torn+m perfumes. De +l¸um+ form+, o objeto deverí
+ssemelh+r-se +quele + p+rtir do qu+l foi cri+do (+ l+nç+ é
feit+ de osso, n1o de m+deir+). Quem ensin+ esse Dom é
um espírito d+ We+ver.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ Rep+ros contr+
um+ dificuld+de v+riível (5 p+r+ tr+nsform+r um ¸+lho que-
br+do de írvore num+ l+nç+, o p+r+ tr+nsform+r um+ tíbu+
num+ j+n¸+d+, etc.). O objeto cri+do n1o é necess+ri+mente
perm+nente; ele dur+rí um período de tempo de +cordo com
+ t+bel+ +b+ixo. O+st+r um ponto de Onose possibilit+ que
um+ +rm+ cri+d+ inflij+ um d+no +¸r+v+do (este efeito só é
perm+nente se for ¸+sto um ponto de Onose).
Sucessos Duração
Lm 5 minutos
Dois 10 minutos
Três Lm+ cen+
Qu+tro Lm+ históri+
Cinco lerm+nente
º CasuIo (NíveI Quatro) - O O+rou ¸er+ um+ epider-
me ¸ross+ e op+c+ que o envolve, torn+ndo-o imune + fo¸o,
fome, ¸ís, etc. O Dom é ensin+do por um espírito-inseto ou
por um espírito d+ We+ver.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Lnqu+nto
o O+rou estiver prote¸ido pelo c+sulo, um +t+que desferido
contr+ ele precis+ c+us+r um+ qu+ntid+de de d+no equiv+-
lente +o seu Vi¸or ÷ Ritu+is. O c+sulo dur+ um+ cen+. lode-
se obter tempo extr+ pelo dispêndio de m+is pontos de Onose,
oc+sion+lmente permitindo +o O+rou perm+necer prote¸i-
do dur+nte di+s. lic+ + critério do N+rr+dor determin+r o
tempo que o O+rou poderí p+ss+r no c+sulo.
º Defesa contra Espíritos (NíveI Quatro) - Lste Dom
permite + um O+rou prote¸er-se contr+ espíritos execut+ndo
um rípido ritu+l de defes+. Desenh+ndo no +r um picto¸r+m+
invisível, o O+rou deix+ os espíritos próximos (exceto o totem
d+ m+tilh+) tensos e +ssust+dos. Lste sin+l +comp+nh+ o O+-
rou p+r+ onde quer que ele ví, no período de dur+ç1o do Dom.
Lste Dom é ensin+do por um espírito Ancestr+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ Ritu+is (dificuld+de ¯). Os espíritos que se
encontr+rem + um+ distìnci+ de trint+ metros do O+rou
(m+is um+ ve:, com + exceç1o do totem d+ m+tilh+) preci-
s+m subtr+ir um de su+s l+r+d+s de D+dos p+r+ c+d+ suces-
so. Lste Dom dur+ um+ cen+.
º AssimiIação (NíveI Cinco) - O O+rou estí +pto +
imiscuir-se su+vemente em outr+ cultur+, n1o import+ o qu1o
estr+nh+ ou diferente el+ sej+. O O+rou pode viver dur+nte
+l¸um tempo entre os nom+des beduínos como se fosse um
deles, ou f+:er compr+s num+ merc+do chinês sem que nin-
¸uém perceb+ que ele n1o se enqu+dr+. Lste Dom n1o escon-
derí diferenç+s r+ci+is, m+s o comport+mento e os m+neiris-
mos de um n+tivo podem ser mimeti:+dos. Lste Dom t+mbém
possibilit+ que o O+rou f+le e compreend+ + lin¸u+¸em dess+
cultur+ que, entret+nto, serí esquecid+ qu+ndo o Dom des-
¸+st+r. Lste Dom é ensin+do por um espírito Ancestr+l.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+. Se for
bem-sucedido, estí +pto + inter+¸ir com membros de outr+
cultur+ como se pertencesse + el+. A dificuld+de depende do
qu1o diferente + cultur+ for d+quel+ + qu+l o O+rou pertence;
+ dificuld+de seri+ 5 p+r+ outr+ seit+ O+rou, m+s pode ser t1o
+lt+ qu+nto 9 qu+ndo o O+rou estiver tent+ndo +ssimil+r o
comport+mento de um+ turb+ de D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne-
¸r+. O O+rou n1o sofrerí pen+lid+des de teste Soci+l +o inte-
r+¸ir com membros d+ cultur+, m+s t+mbém n1o receberí ne-
nhum benefício especi+l. Qu+ndo é +tiv+do, o Dom dur+ um+
cen+ m+is um di+ por ponto de lorç+ de Vont+de.
º Romper o Veu (NíveI Cinco) - O O+rou pode imu-
ni:+r qu+lquer hum+no contr+ o Delírio dur+nte um+ cen+.
Dest+ form+, o hum+no pode inter+¸ir com o O+rou sem
efeitos col+ter+is. Contudo, o hum+no esquecerí + m+ior
p+rte do que s+be se o Delírio lhe for indu:ido m+is t+rde
(ele vê um Crinos, etc.). Lste Dom é ensin+do por um espí-
rito Ancestr+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ C+-
rism+ ÷ Lmp+ti+ (dificuld+de 6).
|mpares
Os impuros s1o píri+s d+ socied+de O+rou. M+s +o con-
trírio dos O+rou hominídeos e lupinos, eles n+scem n+ soci-
ed+de dos lobisomens e s1o cri+dos nel+. Devido +os +busos
que sofrem, nutrem em seu íntimo muit+ r+iv+ e +n¸ústi+,
m+s t+mbém est1o m+is intim+mente li¸+dos + muitos dos
seres que os O+rou têm como +li+dos.
º Criar EIemento (NíveI Um) - O O+rou pode cri+r
um+ pequen+ qu+ntid+de de um dos qu+tro elementos bísi-
cos - fo¸o, +r, terr+ ou í¸u+. Dest+ form+, um O+rou pode
re+b+stecer o suprimento de +r num+ s+l+ ved+d+, f+:er um+
pedr+ jo¸+r-se contr+ +l¸uém, f+:er fo¸o sem fósforos ou
m+deir+, ou encher um+ b+nheir+ sem precis+r de um+ fon-
te ou de c+nos. N1o se pode cri+r met+is preciosos (especi-
+lmente + pr+t+), bem como ¸+ses let+is ou ícido. Lste Dom
é ensin+do por um element+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e f+: um
teste de Onose (dificuld+de 6). A c+d+ sucesso, cri+-se trin-
t+ centímetros cúbicos do objeto desej+do, +té um peso
míximo de +5 k¸. O elemento +¸or+ é perm+nente +té que
sej+ ¸+sto (respir+do no c+so de +r ou queim+do no c+so de
fo¸o sem combustível p+r+ m+ntê-lo).
º Sentir a Wyrm (NíveI Um) - O O+rou pode sentir
m+nifest+çöes d+ Wyrm n+s proximid+des. Lste Dom de-
senvolve um sentido místico, n1o um+ im+¸em visu+l ou
olf+tiv+, embor+ os O+rou costumem di:er "Lste lu¸+r fede
+ Wyrm". Lste poder requer concentr+ç1o +tiv+. L um Dom
ensin+do por qu+lquer espírito servo de O+i+.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Ocultismo. A di-
ficuld+de p+r+ este Dom se b+sei+ n+ concentr+ç1o e n+
forç+ d+ influênci+ d+ Wyrm (sentir um único fomor num+
!!7
s+l+ teri+ um+ dificuld+de 6). Os v+mpiros podem ser senti-
dos medi+nte o uso desde Dom, m+s +pen+s +queles com
níveis de hum+nid+de inferiores + ¯.
º Cavar (NíveI Dois) - O O+rou pode c+v+r um túnel
n+ terr+ rel+tiv+mente dur+douro +tr+vés do qu+l outros
podem se¸ui-lo, embor+ sej+ +pert+do e +pen+s um+ pesso+
por ve: poss+ +tr+vessí-lo. Contudo, nenhum ser m+ior que
um O+rou pode percorrer o túnel. l+r+ empre¸+r o Dom, o
O+rou precis+ est+r n+ form+ Crinos, Hispo ou lupin+, m+s
o túnel n1o ultr+p+ss+rí o t+m+nho d+ form+ que ele +ssu-
mir enqu+nto o estiver c+v+ndo (+pen+s seres menores ou
do t+m+nho de lobos podem percorrer um túnel c+v+do por
um O+rou n+ form+ lupin+). Como + estrutur+ do túnel n1o
é firme, ele ruirí com o tempo. Lste Dom é ensin+do por
um espírito d+s Toupeir+s.
Sistema: O O+rou test+ lorç+ ÷ Lsportes contr+ um+
dificuld+de de +cordo com o m+teri+l + ser esc+v+do (+ p+r+
l+m+ solt+, 9 p+r+ roch+ sólid+). l+r+ c+d+ sucesso pode-se
c+v+r um metro.
º MaIdição do Odio (NíveI Dois) - O O+rou pode
extern+r o ódio em seu cor+ç1o, provoc+ndo um +b+timen-
to profundo em seus oponentes unic+mente +tr+vés d+ in-
tensid+de de su+s emoçöes. O Dom é ensin+do por um espí-
rito do R+ncor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e f+: um
teste de M+nipul+ç+o ÷ Lxpress1o (com dificuld+de i¸u+l +
lorç+ de Vont+de do oponente). Se for bem sucedido, seu
oponente perde dois pontos de lorç+ de Vont+de e dois de
lúri+. Lste Dom só pode ser us+do contr+ um oponente
um+ ve: por cen+.
º OIhos de Cato (NíveI Três) - O O+rou é c+p+: de
enxer¸+r cl+r+mente n+ m+is +bsolut+ escurid1o. Qu+ndo este
poder estiver +tiv+do, os seus olhos +present+r1o um brilho
everde+do. Lste Dom é ensin+do por um espírito-O+to.
Sistema: O O+rou precis+ +vis+r qu+ndo estiver utili-
:+ndo este Dom, e n1o hí custo em pontos nem jo¸+d+ de
d+dos envolvidos. O O+rou n1o estí submetido + nenhum
¸r+u de dificuld+de, ou qu+lquer pen+lid+de sobre + su+ l+-
r+d+ de D+dos por c+us+ d+ escurid1o.
º Comunicação MentaI (NíveI Três) - O O+rou pode
se comunic+r ment+lmente com outros seres + ¸r+ndes dis-
tìnci+s. Lste Dom n1o possibilit+ + leitur+ de pens+mentos,
m+s permite-lhe us+r H+bilid+des Soci+is, como lntimid+-
ç1o, + distìnci+. Lle precis+ conhecer + pesso+ ( n1o neces-
s+ri+mente ser seu +mi¸o)com quem estej+ tent+ndo entr+r
em cont+to. C+so o O+rou n1o conheç+ o indivíduo com
quem queir+ se comunic+r, precis+rí de +l¸um+ cois+ que
pertenç+ + ess+ pesso+, como um tufo de seu c+belo. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-píss+ro ou qu+lquer espíri-
to +ssoci+do +o intelecto.
Sistema: O O+rou f+: um teste de C+rism+ ÷ Lmp+ti+
(dificuld+de o). C+d+ sucesso si¸nific+ que ele pode tr+ns-
mitir + um+ distìnci+ míxim+ de de:esseis quilometros.
º Dom do porco-espinho (NíveI Quatro) - Lste Dom
permite que o pêlo de um O+rou torne-se duro e hirsuto
como o de um porco-espinho. L preciso que ele estej+ n+
form+ Crinos, Hispo ou lupus. Obvi+mente, o Dom é ensi-
n+do por um espírito-porco-espinho.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose p+r+ enrije-
cer seu pêlo. Qu+lquer indivíduo contr+ quem seu corpo se
choc+r, ou que ele +¸+rr+r ou imobili:+r, receberí um d+no
+¸r+v+do devido +o pêlo +fi+do (lorç+ ÷ 1). Além disso, qu+l-
quer um que +tinj+ o O+rou com + pele nu+ e m+rc+r menos
que cinco sucessos, recebe d+nos tendo como b+se + lorç+ do
a:a.an:., embor+ o O+rou +ind+ receb+ d+no norm+l. Lste Dom
dur+ por um+ cen+ ou +té que o O+rou o des+tive.
º Definhar Membro (NíveI Quatro) - O O+rou pode
f+:er com que um membro de um +lvo definhe, inutili:+n-
do-o. A escolh+ de qu+l membro serí inutili:+do c+be +o
O+rou, m+s deve ser um br+ço ou um+ pern+. Se + vítim+
for um+ cri+tur+ dot+d+ de poderes re¸ener+tivos, como um
outro O+rou ou um v+mpiro, o membro re¸ener+rí comple-
t+mente depois de um+ cen+. Lste Dom é ensin+do por um
espírito de +nim+l venenoso ou por um de Doenç+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ lor-
ç+ de Vont+de (dificuld+de i¸u+l +o Vi¸or d+ vítim+ ÷ +).
º Loucura (NíveI Cinco) - O O+rou pode indu:ir os
outros person+¸ens + um est+do de loucur+. A loucur+ to-
m+rí + form+ decidid+ pelo N+rr+dor, m+s deve ser ¸r+ve.
Lste Dom é ensin+do por um espírito d+ lu+ ou um por
espírito d+ loucur+ ou d+ Tr+p+ç+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ lntimid+ç1o (dificuld+de i¸u+l + lorç+ de
Vont+de d+ vítim+). O número de sucessos determin+ o
número de di+s que + ins+nid+de dur+.
º Dom do Totem (NíveI Cinco) - O O+rou estí em
cont+to com o totem de su+ tribo, podendo f+:er-lhe pedidos
e comp+rtilh+r um pouco de seu poder. C+be +o N+rr+dor
decidir qu+is ser1o os efeitos deste poder, m+s têm que est+r
rel+cion+dos +o totem. Assim, + Quimer+ (totem dos lort+-
dores d+ lu:) pode conceder +o O+rou um +umento de cons-
ciênci+ de si mesmo ou + h+bilid+de de met+morfose+r-se em
qu+lquer cois+ que quiser, enqu+nto o R+to (totem dos Roe-
dores de Ossos) pode com+nd+r b+ndos de r+tos p+r+ +t+c+-
rem os inimi¸os dos O+rou, e o l+i Trov1o (totem dos Senho-
res d+s Sombr+s) pode di:im+r os inimi¸os com um r+io. Lste
Dom é ensin+do pelo totem d+ tribo do O+rou.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Ritu+is (dificuld+de 9)
lapiae
De todos os lobisomens, os lupinos s1o os m+is próximos
de seus instintos in+tos, e seus Dons refletem isto. Lmbor+
seus poderes n1o lhes dotem de nenhum+ +ptid1o p+r+ li-
d+r com + tecnolo¸i+ modern+, eles m+ntêm-se em h+rmo-
ni+ profund+ com +s re¸iöes selv+¸ens e com os seres que
vivem nel+s.
º Sentidos Aguçados (NíveI Um) - O O+rou pode
+ument+r su+ percepç1o sensori+l dur+nte um período de
tempo curto. Qu+ndo estiver n+ form+ Hominíde+ ou Ol+-
bro, seus sentidos se torn+r1o t1o +¸uç+dos qu+nto os de
um lobo, enqu+nto em su+s form+s lupin+s, seus sentidos
ser1o dot+dos de um+ potênci+ sobren+tur+l. Lste Dom é
ensin+do pelos Lspíritos dos lobos.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Os efeitos
dur+m um+ cen+. lorm+s Hominíde+ e Ol+bro: o ¸r+u de
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!!B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
dificuld+de dos testes de lercepç1o fic+ redu:ido em dois;
teste lercepç1o ÷ lmpulso lrimitivo (dificuld+de 6) p+r+
execut+r feitos sensori+is impossíveis +os hum+nos. lorm+s
Crinos, Hispo e lupin+: o ¸r+u de dificuld+de dos testes de
lercepç1o é redu:ido em três; hí um bonus de ÷1 p+r+ +s
l+r+d+s de D+dos de lmpulso lrimitivo.
º SaIto de Canguru (NíveI Um) - Lste Dom foi de-
senvolvido inici+lmente pel+ tribo perdid+ dos Bunyip. Ao
invocí-lo, o O+rou pode s+lt+r distìnci+s incríveis. A des-
peito do seu nome, este Dom é ensin+do por espíritos de
lebre ou O+rou (ultim+mente, os espíritos-m+rsupi+is n1o
têm est+do muito dispostos + +jud+r os O+rou...)
Sistema: O O+rou f+: um teste de Vi¸or ÷ Lsportes (difi-
culd+de ¯). Se for bem-sucedido, ele pode dobr+r su+ distìn-
ci+ norm+l de s+lto.
º Visão OIfativa (NíveI Dois) - O O+rou pode us+r
seu sentido de olf+to p+r+ compens+r complet+mente seus
olhos. Assim, ele poderi+ +t+c+r norm+lmente cri+tur+s in-
visíveis, ou mover-se n+ escurid1o +bsolut+. Lm espírito-
lobo ensin+ esse Dom.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ lmpulso lrimitivo
contr+ um+ dificuld+de determin+d+ pelo N+rr+dor (depen-
dendo do qu1o intensos sej+m os cheiros do lu¸+r). O N+r-
r+dor n1o deve exi¸ir testes em todos os turnos, m+s +pen+s
qu+ndo h+j+ +l¸um+ cois+ que poss+ f+:er com que o O+rou
perc+ o cheiro do oponente (o oponente corre pel+ í¸u+,
eles bri¸+m num beco fétido, etc.)
º Senso do SobrenaturaI (NíveI Dois) - O O+rou pode
sentir qu+lquer presenç+ sobren+tur+l e determin+r +proxi-
m+d+mente su+ forç+ e seu tipo. As presenç+s sobren+tu-
r+is podem incluir: m+¸i+, espíritos, + Wyrm, f+nt+sm+s, etc.
lsto detect+rí v+mpiros, m+s +pen+s +queles com níveis de
Hum+nid+de +b+ixo de ¯. Lste Dom é ensin+do por qu+l-
quer espírito que sirv+ + O+i+.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Lni¸m+s (dificul-
d+de 6). Qu+nto m+is sucessos forem +lc+nç+dos, m+is in-
form+ç1o serí obtid+. Lntret+nto, + compreens1o d+ infor-
m+ç1o pode requerer um teste de lnteli¸ênci+ ÷ Ocultismo
(+ critério do N+rr+dor).
º Pes de Cato (NíveI Três) - Lste Dom concede +o
O+rou + +¸ilid+de de um ¸+to, imuni:+ndo-o contr+ qued+s
+té trint+ metros (ele pous+ tr+nqüil+mente em pé). Lle t+m-
bém +dquire + c+p+cid+de de se equilibr+r mesmo sobre +s
superfícies m+is escorre¸+di+s, e o ¸r+u de dificuld+de de
tod+s +çöes de comb+te que envolv+m choques de corpos e
en¸+lfinh+mento é redu:ido em dois. Lm espírito-¸+to en-
sin+ este Dom.
Sistema: O O+rou n1o precis+ ¸+st+r pontos ou re+li:+r
testes p+r+ est+ us+r este Dom. Ll+ se torn+ instintiv+ + to-
dos os que o +prendem.
º Nome do Espírito (NíveI Três) - O O+rou fic+ +pto
+ detect+r o tipo e os níveis +proxim+dos de C+r+cterístic+s
(lúri+, loder, etc.) de um espírito. Lste Dom é ensin+do
por um espírito servo do totem Lkten+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ lercepç1o ÷ Ocultismo (dificuld+de o).
º Vida AnimaI (NíveI Quatro) - O O+rou pode n1o
+pen+s se comunic+r com +nim+is, como t+mbém +tr+í-los
e com+ndí-los. C+so n+ vi:inh+nç+ n1o h+j+ +nim+is do
tipo desej+do, n1o serí possível convoc+r nenhum. Lste Dom
é ensin+do por qu+lquer espírito de +nim+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Lmp+ti+ com Anim+is (dificuld+de ¯). Lm su-
cesso +fet+ +nim+is num r+io de seis quilometros. C+d+ su-
cesso +dicion+l +crescent+ seis quilometros (dois sucessos
indic+m um r+io de do:e quilometros). O efeito dur+ um+
cen+, m+s o tempo pode ser prolon¸+do pelo dispêndio de
um ponto de Onose + c+d+ cen+ extr+.
º Roer (NíveI 4) - O O+rou pode fort+lecer su+s m+n-
díbul+s +o ponto de, com o tempo, poder m+sti¸+r pr+tic+-
mente qu+lquer cois+. Além disso,el+s c+us+m m+is d+nos
dur+nte comb+te. Lste Dom é ensin+do por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ Vi¸or ÷ + contr+ um+ dificuld+de v+riível (3 p+r+
m+deir+, 6 p+r+ c+bos de +ço, 9 p+r+ port+s de titìnio). A
qu+ntid+de de tempo necessíri+ p+r+ roer +tr+vés de +l¸u-
m+ cois+ deve ser determin+d+ pelo N+rr+dor. Qu+ndo este
poder for empre¸+do em comb+te, + mordid+ do O+rou c+u-
s+ um d+do extr+ de d+nos.
º Dom dos EIementos (NíveI Cinco) - O O+rou pode
convoc+r + forç+ primitiv+ d+ própri+ O+i+, dest+ form+ co-
m+nd+ndo os espíritos dos elementos. O O+rou pode f+:er
os elementos +flor+rem, ondul+rem p+r+ frente e +té mes-
mo tr+¸+rem os inimi¸os. Lste Dom invoc+ um espírito ele-
ment+l, n1o +pen+s + m+téri+ brut+ dos elementos. L ensi-
n+do por um element+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Ocultismo (dificuld+de o). Se for bem-sucedi-
do, poderí control+r um ¸r+nde volume de +r, terr+ ou fo¸o
- +proxim+d+mente 20 x 20 metros cúbicos + c+d+ suces-
so. O efeito dur+ um+ cen+.
º Canção da Crande Iera (NíveI Cinco) - l+r+ em-
pre¸+r este Dom, o O+rou precis+ est+r n+s profunde:+s de
um+ re¸i1o selv+¸em. Dest+ form+ ele poderí, +o uiv+r p+r+
o céu, convoc+r um+ d+s Or+ndes ler+s - cri+tur+s que
c+minh+r+m sobre + Terr+ em er+s p+ss+d+s. Como exem-
plos de fer+s podemos cit+r o S+squ+tch (lé-Or+nde), ou
Will+w+u (coruj+ ¸i¸+nte), o Yeti, os ¸r+ndes tub+röes me-
¸+lodontes que no p+ss+do lon¸ínquo viver+m nos oce+nos,
e outr+s cri+tur+s lendíri+s. L +té mesmo cri+tur+s m+is
improvíveis. (Quem s+be! No Con¸o hí rumores de dinos-
s+uros que sobreviver+m +té hoje...) O Dom é ensin+do por
um espírito d+ N+ture:+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ lnstinto lrimitivo (dificuld+de 9). M+is suces-
sos +ument+m + disposiç1o d+ ler+.
0eas de Aaqárie
Lsses Dons represent+m os se¸redos revel+dos por lun+
+os lilhos de O+i+. Ll+ ordenou +os seus servos que ensi-
n+ssem seus vírios truques +os O+rou, concedendo-lhes
c+p+cid+des místic+s p+r+ serem us+d+s + serviço de O+i+.
Raqabasb
Os R+¸+b+sh s1o conhecidos entre os O+rou como ¸r+n-
des tr+p+ceiros. Seus Dons envolvem furtivid+de e roubo,
!!9
pois é dur+nte + escurid1o de um+ noite sem lu+ que +tivi-
d+des como ess+s funcion+m melhor. lun+ concedeu +os
lu+s Nov+s + h+bilid+de de quebr+r +s re¸r+s.
º Embaçamento da Própria Iorma (NíveI Um) - A
form+ do O+rou torn+-se borr+d+ e tremelu:ente, o que lhe
permite p+ss+r pelos outros sem ser not+do. lorém, depois
que o O+rou tiver sido visto, o Dom serí +nul+do +té que +
pesso+ que o viu sej+ distr+íd+ de novo. Lste Dom é ensin+-
do por um espírito dos c+m+leöes.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ lurtivid+de (difi-
culd+de o). C+d+ sucesso +ument+ em um +s dificuld+des de
todos os testes de lercepç1o re+li:+dos p+r+ detectí-lo.
º Abrir Objetos (NíveI Um) - Munido deste Dom, o
O+rou pode +brir pr+tic+mente qu+lquer tipo de dispositivo
fech+do ou tr+nc+do. L ensin+do por um espírito-¸u+xinim.
Sistema: O O+rou test+ Onose (dificuld+de i¸u+l +o ní-
vel loc+l d+ Membr+n+).
º SimuIar Cheiro de Agua Corrente (NíveI Um)- O
O+rou pode disf+rç+r complet+mente o seu cheiro, torn+n-
do + si mesmo virtu+lmente impossível de ser r+stre+do. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-r+pos+.
Sistemas: As dificuld+des de todos os testes p+r+ r+stre-
+r o O+rou s1o +ument+d+s em dois. Lste Dom se torn+
um+ c+p+cid+de intrínsec+ p+r+ o O+rou que o +prende. Lle
n1o precis+ ¸+st+r pontos p+r+ f+:er testes.
º Cerar Ignorância (NíveI Dois) - lerm+necendo
imóvel, o O+rou pode torn+r-se +bsolut+mente invisível +
todos os sentidos, espíritos ou dispositivos de vi¸ilìnci+. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-c+m+le1o.
Sistema: O O+rou test+ Destre:+ ÷ lurtivid+de (difi-
culd+de ¯); c+d+ sucesso subtr+i um sucesso dos testes ler-
cepç1o ÷ lrontid1o dos indivíduos que estiverem procu-
r+ndo o person+¸em. Se nin¸uém estiver f+:endo isso, en-
t1o um sucesso indic+ ocult+ç1o +bsolut+.
º Sentir a Presa (NíveI Dois) - C+so o person+¸em
conheç+ qu+lquer cois+ sobre + su+ pres+, poderí r+streí-l+
com + mesm+ velocid+de que pode vi+j+r. Lste sentido inf+-
lível de direç1o oper+ em qu+lquer p+rte, sendo us+do p+r+
loc+li:+r espíritos +tr+vés d+ Lmbr+, +ssim como p+r+ +ch+r
seres terrestres. O Dom é ensin+do por um espírito-c+chor-
ro ou por um espírito-lobo.
Sistema: N1o é necessírio nenhum teste, + n1o ser que
o +lvo estej+ se escondendo. Neste c+so deve-se f+:er um
teste de lercepç1o ÷ Lni¸m+s contr+ um+ dificuld+de i¸u+l
+ R+ciocínio ÷ lurtivid+de do +lvo. C+so o +lvo sej+ um
espírito, + dificuld+de serí i¸u+l + Onose do espírito.
º Induzir Esquecimento (NíveI Dois) - O R+¸+b+sh
n1o +pen+s é um l+dr1o de primeir+, como t+mbém su+s
vítim+s nunc+ descobrem que for+m roub+d+s. Se o perso-
n+¸em for bem sucedido +o roub+r +l¸um+ cois+, + su+ víti-
m+ esquecerí que um di+ possui o objeto. O Dom é ensin+-
do por um espírito-r+to.
Sistema: O O+rou precis+ obter três sucessos num teste
de R+ciocínio ÷ lurtivid+de (dificuld+de i¸u+l + lnteli¸ên-
ci+ d+ vítim+ ÷ M+nh+).
º CremIins (NíveI Três) - O O+rou pode f+:er com
que um dispositivo tecnoló¸ico funcione m+l, b+st+ndo +pe-
n+s tocí-lo. O uso deste Dom intimid+ o espírito que h+bit+
o dispositivo e que provoc+ seu funcion+mento. Se o O+rou
conse¸uir +terrori:+r o espírito, ele fu¸irí do dispositivo, d+-
nific+ndo-o perm+nentemente. Lste Dom é ensin+do por
um Oremlin, um tipo de espírito d+ Wyld que ¸ost+ de que-
br+r cois+s.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ lntimid+ç1o; +
dificuld+de é determin+d+ pel+ complexid+de do objeto (vej+
+b+ixo). Qu+nto m+is sucessos o O+rou obtiver, m+is o dis-
positivo serí d+nific+do. Cinco sucessos d+nific+m perm+-
nentemente o dispositivo (o espírito fu¸iu). Lm+ bo+ inter-
pret+ç1o pode ¸+r+ntir um + três d+dos +dicion+is + critério
do N+rr+dor.
Instrumento DificuIdade
Comput+dor +
lone 6
Automóvel o
l+c+ 10
º Abrir Ponte da Lua (NíveI Três) - O O+rou possui +
h+bilid+de de +brir um+ lonte d+ lu+ com ou sem + permis-
s1o do totem desse c+ern. Lste Dom é ensin+do por um+ lu+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Consulte
+ seç1o n|:ua| J. -|.r:ura J. í·n:., p+r+ obter m+is inform+-
çöes. A distìnci+ míxim+ que pode ser cobert+ +tr+vés de
um+ lonte d+ lu+ é de 1.600 quilometros.
º Bênção da Lua (NíveI Quatro) - Qu+ndo + lu+ estí
visível no céu noturno, + pr+t+ se recus+ + c+us+r ferimen-
tos ¸r+ves nos O+rou. L se + lu+ estiver chei+, +s +rm+s po-
der1o volt+r-se contr+ +queles que +s m+nej+r+m contr+ o
person+¸em. Lste Dom é ensin+do por um+ lu+.
Sistema: l+r+ c+d+ ¸olpe contr+ o O+rou, o m+nej+dor d+
+rm+ precis+ l+nç+r três d+dos extr+s no +t+que; esses d+dos
s1o lidos +pen+s p+r+ chec+r +s f+lh+s crític+s. O O+rou pode
+bsorver e re¸ener+r + pr+t+ como se el+ c+us+sse d+nos nor-
m+is, m+s +pen+s qu+ndo + lu+ estiver visível, o que si¸nific+
que dur+nte + lu+ nov+ o O+rou perm+nece vulnerível.
º IragiIizar Corpos (NíveI Quatro) - Com este Dom
um O+rou pode jo¸+r um+ m+ldiç1o dev+st+dor+ sobre o
corpo do oponente, f+:endo com que ele se enfr+queç+ ou
que fique p+r+li:+do. Muitos consider+m o uso deste poder
sobre um inimi¸o um+ decl+r+ç1o de ¸uerr+ sem tré¸u+s.
Lste Dom é ensin+do por um Lspírito d+ Dor ou por um
Lspírito d+s Doenç+s.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ Ono-
se; este teste é resistido por um teste de Onose do +lvo. A
dificuld+de do O+rou é + lorç+ de Vont+de do oponente, en-
qu+nto + dificuld+de d+ vítim+ é + Onose do R+¸+b+sh. C+d+
sucesso obtido pelo R+¸+b+sh lhe permite remover um ponto
de qu+isquer dos Atributos lísicos d+ vítim+. O efeito é per-
m+nente, embor+ + vítim+ poss+ rest+ur+r esses +tributos me-
di+nte experiênci+. Lste Dom pode ser us+do +pen+s um+ ve:
por cen+ contr+ um determin+do oponente.
º Roubar Poderes (NíveI Cinco) - O O+rou pode rou-
b+r os poderes de outros person+¸ens e usí-los p+r+ seu pro-
veito. Lsses poderes podem ser Dons O+rou, Lnc+nt+mentos
de espíritos, Disciplin+s v+mpíric+s, Lsfer+s dos m+¸os, etc.
Lste Dom, obvi+mente, é ensin+do por um Lspírito-Or+lh+.
Sistema: O O+rou precis+ obter três sucessos num teste
de R+ciocínio ÷ lurtivid+de (+ dificuld+de é i¸u+l + lorç+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!2U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
de Vont+de do +lvo). Se for bem-sucedido, ele pode us+r o
poder especific+do dur+nte c+d+ turno subseqüente, b+s-
t+ndo p+r+ isso ¸+st+r um ponto de Onose.
º VioIação (NíveI Cinco) - Os poucos O+rou que co-
nhecem o se¸redo d+ Viol+ç1o t+mbém conhecem o ódio e
+ repuls+ dos outros. Lste poder requer que o O+rou est+be-
leç+ cont+to físico com o indivíduo-+lvo, cont+to depois do
qu+l + vítim+ sentirí um profundo sentimento de desonr+.
l+r+ +prender este Dom, o O+rou precis+ confront+r um
espírito m+li¸no (n1o necess+ri+mente um M+ldito) em com-
b+te espiritu+l. Se o O+rou s+ir vitorioso, poderí +rr+nc+r
dele o conhecimento deste Dom.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ lnstinto lrimi-
tivo (+ dificuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). Dur+nte
o turno se¸uinte, e por um número de turnos equiv+lente
+o número de sucessos, + vítim+ n1o pode ¸+st+r lúri+ ou
lorç+ de Vont+de. Além disso, +s dificuld+des de todos os
testes de lorç+ de Vont+de s1o +ument+d+s em dois pon-
tos, enqu+nto +s dificuld+des dos Testes de lúri+ s1o redu-
:id+s em dois pontos (+ vítim+ pode n1o ser c+p+: de direci-
on+r su+ r+iv+, m+s, definitiv+mente, pode senti-l+).
!bearqe
Sendo os videntes dos O+rou, os Theur¸es possuem um
conhecimento profundo sobre + Lmbr+ e seus h+bit+ntes.
Lste Dom possibilit+ +o Theur¸e control+r espíritos ou mes-
mo dev+st+r + inteli¸ênci+ dos outros. A lu+ Crescente é
dot+d+ de ¸r+nde poder, que pode ser us+do p+r+ o bem ou
p+r+ o m+l.
º Toque da Mãe (NíveI Um) - O O+rou é c+p+: de
s+r+r os ferimentos dos outros, sej+m +¸r+v+dos ou n1o, sim-
plesmente coloc+ndo +s m1os sobre + íre+ +fli¸id+. O O+-
rou n1o pode cur+r + si mesmo com este Dom. O Dom é
ensin+do por um espírito-unicórnio.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ ln-
teli¸ênci+ ÷ Medicin+ (dificuld+de i¸u+l + lúri+ do indiví-
duo ferido, ou 6 p+r+ os n1o-O+rou). C+d+ sucesso cur+ um
Nível de Vit+lid+de. Até mesmo +s cic+tri:es de b+t+lh+
podem ser cur+d+s dest+ form+, m+s isto precis+ ser feito n+
mesm+ cen+ que + cic+tri: foi obtid+ e requer que se ¸+ste
um ponto de Onose. N1o hí limite p+r+ o número de ve:es
que o Dom pode ser us+do num+ pesso+, m+s c+d+ uso re-
quer um ponto de Onose.
º Sentir a Wyrm (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos lmpuros.
º Comunicação com Espíritos (NíveI Um) - Lste
Dom possibilit+ +os O+rou que se comuniquem com os es-
píritos que encontr+rem. Dest+ form+ o O+rou é c+p+: de se
diri¸ir +os espíritos, queir+m eles ou n1o. L cl+ro que (nor-
m+lmente) n+d+ impede o espírito de ir embor+. O Dom
pode ser ensin+do por qu+lquer espírito.
Sistema: Depois de +prendido, este Dom possibilit+ +os
O+rou que compreend+m os espíritos intuitiv+mente. M+s
+l¸uns espíritos (como os M+lditos), nem sempre podem ser
entendidos.
º Comandar Espíritos (NíveI Dois) - O person+¸em
pode m+nipul+r os espíritos que encontr+r, orden+ndo-lhes
com+ndos simples esper+ndo su+ cooper+ç1o. Lmbor+ o
O+rou n1o poss+ us+r este Dom p+r+ convoc+r os espíritos
pelo nome, pode inter+¸ir com +queles que encontr+r. O
Dom é ensin+do por qu+lquer +v+t+r lnc+rn+.
Sistema: O O+rou precis+ ¸+st+r um ponto de lorç+ de
Vont+de e test+r C+rism+ ÷ lider+nç+ (+ dificuld+de é i¸u+l
+ Onose do espírito). C+d+ com+ndo subseqüente requer o
¸+sto de outro ponto de lorç+ de Vont+de. Atenç1o: o O+-
rou n1o pode orden+r que os espíritos deixem +s íre+s n+s
qu+is for+m +prision+dos. l+r+ isso é preciso um Dom do
Lxorcismo (vej+ +di+nte).
º Nome do Espírito (NíveI Dois) - Como o Dom de
Nível Três dos lupinos.
º Visöes (NíveI Dois) - Qu+ndo hí peri¸o + su+ vol-
t+, ou qu+ndo ocorrem eventos import+ntes, o O+rou re-
pentin+mente tem visöes. Os seus sonhos s1o +ssombr+dos
por im+¸ens do +nci1o C+init+ que o estí perse¸uindo; o
O+rou começ+ + ver símbolos d+ Wyrm em tod+ p+rte; o
próprio céu se +bre p+r+ mostr+r-lhe im+¸ens d+s b+t+lh+s
¸lorios+s que est1o por vir. Lste Dom é ensin+do por um
espírito-corvo.
Sistema: A melhor form+ de interpret+r esses sin+is é
+tr+vés d+ interpret+ç1o , m+s o N+rr+dor pode m+nd+r que
o O+rou teste R+ciocínio ÷ Ocultismo (dificuld+de ¯), c+so
sej+ +propri+do.
º Exorcismo (NíveI Três) - Lste é o Dom de expuls+r
espíritos, estej+m eles presos volunt+ri+mente ou n1o +o lu¸+r
ou objeto. O Dom é ensin+do por um +v+t+r lnc+rn+.
Sistema: C+so um espírito se recuse + p+rtir, o person+-
¸em precis+rí f+:er um teste de M+nipul+ç1o ÷ lntimid+ç1o
(+ dificuld+de é i¸u+l + lorç+ de Vont+de do espírito). C+so o
espírito estej+ +prision+do em su+ mor+d+ (ou num fetiche), o
Lxorcist+ re+li:+rí um teste de R+ciocínio ÷ líbi+ (dificuld+-
de o) e precis+rí obter m+is sucessos do que os conse¸uidos
pelo c+rcereiro +o +prision+r o espírito.
º Percepção do InvisíveI (NíveI Três) - O mundo +o
redor dos O+rou estí cheio de espíritos, e n1o hí quem te-
nh+ m+is consciênci+ disso que os Theur¸e. Os O+rou que
possu+m lercepç1o do lnvisível m+ntêm-se const+ntemen-
te conscios dos espíritos que os cerc+m, podendo inter+¸ir
f+cilmente com eles. Lmbor+ + m+ior p+rte do que ocorre
n1o sej+ di¸no de +tenç1o, o O+rou fic+rí ciente de qu+l-
quer mud+nç+ dr+mític+. Lste Dom é ensin+do por qu+l-
quer espírito.
Sistema: Se + l+r+d+ de D+dos de Onose do O+rou for
i¸u+l ou superior +o nível loc+l d+ lelícul+, ele poderí ver
+utom+tic+mente + Lmbr+. Do contrírio, precis+rí romper +
lelícul+, +tr+vés de um teste de lercepç1o ÷ Ocultismo (+
dificuld+de serí o nível loc+l d+ lelícul+). Lxi¸e-se +pen+s um
sucesso. O efeito dur+ um+ cen+ inteir+ ou +té que o person+-
¸em entre num+ íre+ de nível m+is +lto de lelícul+.
º Captura à Distância (NíveI Quatro) - O O+rou pode
pe¸+r cois+s n+ Lmbr+ sem s+ir do mundo físico e no mun-
do físico sem s+ir d+ Lmbr+, sendo que nos dois c+sos ele
n1o precis+ Dedic+r esses objetos + si mesmo (consulte n|-
:ua| Ja D.J|.a¸a· J· Ta||sma). Ls+ndo esse Dom t+mbém é
possível +lc+nç+r hum+nos e +nim+is, com ou sem + +prov+-
ç1o deles. Os O+rou costum+m us+r este poder p+r+ c+rre-
¸+r l+rentes le+is dur+nte expediçöes pel+ Lmbr+ ou p+r+
!2!
cur+r o corpo ou + +lm+ de l+rentes em Cl+reir+s místic+s.
Sistema: O O+rou precis+ +¸+rr+r o objeto ou + pesso+
que desej+ lev+r p+r+ o mundo espiritu+l. Lle precis+ ¸+st+r
um+ determin+d+ qu+ntid+de de pontos de lorç+ de Von-
t+de: um p+r+ objetos pequenos, dois p+r+ objetos médios
(esp+d+s, etc.) e três p+r+ objetos ¸r+ndes (incluindo pesso-
+s). Lle f+: o teste usu+l de Onose p+r+ romper + lelícul+ e
percorrer +t+lhos; c+so sej+ bem sucedido, t+nto ele qu+nto
o objeto ou pesso+ desej+d+ p+ss+m p+r+ + Lmbr+. Lm +lvo
relut+nte pode resistir com um teste de lorç+ de Vont+de;
c+d+ sucesso subtr+i um ponto dos sucessos do O+rou. Lm
O+rou tent+ndo r+pt+r um+ vítim+ precis+ obter pelo me-
nos três sucessos em seu teste de Onose.
Qu+lquer pesso+ lev+d+ p+r+ + Lmbr+, + n1o ser que
possu+ + c+p+cid+de de percorrer +t+lhos, precis+ confi+r no
O+rou p+r+ esc+p+r, ou ent1o +ch+r um+ íre+ de lelícul+
muito fin+, como um c+ern. l+r+ que um+ vítim+ consi¸+
s+ir so:inh+, o nível d+ lelícul+ precis+ ser de 3 ou menos.
Se + vítim+ s+ir, n1o poderí reentr+r n+ Lmbr+, n1o impor-
t+ qu+l sej+ o nível d+ lelícul+.
º Drenagem EspirituaI (NíveI Quatro) - O O+rou
pode su¸+r poder de um espírito p+r+ +ument+r su+ própri+
c+p+cid+de. O Dom é ensin+do por um espírito servo do
totem dos Lkten+.
Sistema: C+so o O+rou sej+ bem sucedido num+ disput+
de Onose enqu+nto estiver comb+tendo um espírito, este
perde um ponto de loder por sucesso dur+nte o rest+nte d+
cen+. l+r+ c+d+ dois pontos dren+dos, o O+rou +dquire um
ponto temporírio de lorç+ de Vont+de, m+s perde qu+l-
quer ponto que exced+ seu míximo no fin+l d+ cen+.
º Argumento Definitivo de Lógica (NíveI Quatro) -
Aqueles que f+l+rem com o O+rou s+em convencidos de
+l¸um+ cois+ que norm+lmente j+m+is +credit+ri+m. Se o
O+rou for bem sucedido, poderí lev+r o +lvo + +credit+r
implicit+mente em um +specto d+ existênci+ (verd+deiro
ou f+lso) - desde o "f+to" de que o sol ¸ir+ em torno d+
Terr+ +té o "do¸m+" de que o lobo é inofensivo por n+ture-
:+. Lste Dom é ensin+do por um espírito-coiote.
Sistema: O O+rou precis+ obter três sucessos num teste
de M+nipul+ç1o ÷ Atu+ç1o (+ dificuld+de é i¸u+l + R+cio-
cínio ÷ Lni¸m+s do +lvo).
º Lobotomia AnimaI (NíveI Cinco) - Apen+s com
um pens+mento, o O+rou pode f+:er + mente de seu opo-
nente re¸redir +té um+ condiç1o +nim+lesc+, destruindo com
isso su+ inteli¸ênci+. Lste Dom é ensin+do por um espírito
servo do totem Orifo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ Onose (vej+ +di+nte) e f+: um
teste de R+ciocínio ÷ 3 (míximo 10). Se ele for bem suce-
dido, poderí destruir perm+nentemente o Atributo lnteli-
¸ênci+ de um +lvo. L preciso ¸+st+r dois pontos de Onose
p+r+ c+d+ ponto de lnteli¸ênci+ destruído, e o O+rou n1o
pode destruir m+is pontos do que o número de sucessos que
ele obtém. Além disso, o +lvo começ+ + +¸ir m+is besti+l-
mente + c+d+ ponto removido.
º MoIdagem de Espírito (NíveI Cinco) - O O+rou
pode +lter+r proposit+lmente + form+ de um espírito. Lste
Dom é ensin+do por um espírito Quimérico.
Sistema: O O+rou precis+ sobrepuj+r o espírito num teste
de Onose contr+ Onose. A dificuld+de é b+se+d+ no que o
person+¸em tent+ conse¸uir (vej+ +di+nte), enqu+nto + di-
ficuld+de do espírito é + Onose do O+rou.
Mudança DificuIdade
C+r+cterístic+s (lorç+ de Vont+de, lúri+,
Onose; um ponto mud+do por sucesso) 6
Disposiç1o (Ami¸ível, Neutro, Hostil) o
Tipo (N+tur+l, Llement+l, M+ldito, etc.) 10
Fileder
Os lilodox s1o os juí:es d+ socied+de O+rou, os c+ciques
cuj+s decisöes determin+m o futuro de um+ seit+. Seus Dons
lhes permitem discernir + verd+de d+ ficç1o, com+nd+r outros
e invoc+r + s+bedori+ r+ci+l. Os Mei+ lu+s percorrem etern+-
mente um+ trilh+ entre os extremos de lúri+ e lider+nç+.
º Resistência a Dor (NíveI Um) - Atr+vés d+ forç+
de vont+de, o O+rou conse¸ue i¸nor+r + dor de seus sofri-
mentos e continu+r +¸indo norm+lmente. Lste Dom é ensi-
n+do por um espírito-urso.
Sistema: O+st+ndo um ponto de lorç+ de Vont+de, o
O+rou pode i¸nor+r qu+isquer pen+lid+des devid+s + feri-
mentos +té o fin+l d+ cen+.
º Iaro para a Iorma Verdadeira (NíveI Um) - Lste
Dom permite +os O+rou determin+r o que um objeto ou indi-
víduo re+lmente é. Lst+ inform+ç1o é condu:id+ como um+
sens+ç1o olf+tiv+ - é re+lmente um cheiro d+ n+ture:+ do
+lvo. Lste Dom pode ser ensin+do por qu+lquer servo de O+i+.
Sistema: O O+rou pode di:er +utom+tic+mente qu+ndo
+l¸uém é um lobisomem, e pode detect+r v+mpiros e f+d+s
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!22 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
com um teste de lercepç1o ÷ lnstinto lrimitivo (dificuld+de o).
Até mesmo os m+¸os podem ser detect+dos (dificuld+de 9).
º Verdade de Caia (NíveI Um) - Sendo juí:es d+ li-
t+ni+, os lilodox possuem + h+bilid+de de sentir se o que os
outros di:em é verd+de ou mentir+. Lste Dom é ensin+do
por um espírito-f+lc1o.
Sistema: O O+rou f+: um teste de lnteli¸ênci+ ÷ Lmp+-
ti+ ( + dificuld+de é i¸u+l + M+nipul+ç1o ÷ líbi+ do objeti-
vo). Lste Dom revel+ +pen+s se o indivíduo-+lvo estí f+l+n-
do + verd+de ou mentir+s.
º Chamado do Dever (NíveI Dois) - O O+rou pode
convoc+r espíritos se conhecer seus nomes, podendo t+m-
bém orden+r-lhes um único com+ndo. Depois disto, os espí-
ritos p+rtir1o. lode-se descobrir os nomes dos espíritos ou
+tr+vés de conhecimento pesso+l ou do Dom Nome do Ls-
pírito (lupinos e Theur¸e). Lste Dom é ensin+do por um
+v+t+r lnc+rn+.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ lider+nç+ (+ difi-
culd+de é + lorç+ de Vont+de do espírito). Se o O+rou ¸+s-
t+r um ponto de Onose, poderí convoc+r todos os espíritos
num r+io de seiscentos metros p+r+ prote¸ê-lo ou +judí-lo,
mesmo se n1o conhecer seus nomes.
º Reis dos Animais (NíveI Dois) - Anim+is específi-
cos, ¸er+lmente +queles com os qu+is o O+rou se +ssoci+,
+tendem seus com+ndos por vont+de própri+ e sem restri-
çöes. Lles o compreendem e desej+m +judí-lo. O Dom é
ensin+do por um espírito-le1o ou um espírito-l+lc1o.
Sistema: O +lvo precis+ se encontr+r + um+ distìnci+ de
trint+ metros, e o O+rou test+ C+rism+ ÷ Lmp+ti+ com
Anim+is contr+ um+ dificuld+de b+se+d+ em seu rel+cion+-
mento com o +nim+l (vej+ +di+nte). Lste poder funcion+
+pen+s com um +nim+l por ve:, e n1o +tr+i +nim+is p+r+
onde o O+rou estí. (Consulte o Dom de Nível Qu+tro dos
lupinos: V|Ja -n|ma|).
ReIacionamento com o animaI DificuIdade
S1o irm1os de cri+ç1o 3
Você cuid+ do +nim+l e o +liment+ 6
S1o estr+nhos o
Lle é Hostil 10
º Determinação (NíveI Dois) - Al¸uns O+rou possu-
em um+ certe:+ t1o ¸r+nde qu+nto + n+ture:+ de su+ posi-
ç1o n+ m+tilh+, n+ tribo e no mundo que podem recorrer +
ess+ determin+ç1o em momentos de necessid+de. O O+rou
pode recorrer +s su+s reserv+s m+is profund+s de determi-
n+ç1o. Lste Dom é ensin+do por um espírito-lobo.
Sistema: Lm+ ve: por cen+, qu+ndo o person+¸em sente
que precis+ de lorç+ de Vont+de, pode f+:er um teste de Vi-
¸or ÷ Ritu+is (dificuld+de ¯). l+r+ c+d+ dois sucessos, recupe-
r+ um ponto de lorç+ de Vont+de +té +tin¸ir o seu míximo.
º Descobrir CaIcanhar de AquiIes (NíveI Três) - Os
lilodox m+ntêm um+ h+rmoni+ com ou outros bem m+ior
que + m+iori+ dos O+rou. Lm+ percepç1o que pode ser us+-
d+ contr+ seus inimi¸os. Apen+s observ+ndo o estilo de lut+
de um oponente, o O+rou pode determin+r seus pontos for-
tes e seus pontos fr+cos. O Dom é ensin+do por um espíri-
to-cobr+ ou um espírito d+ Wyld.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Bri¸+ (dificuld+de
o). Lle pode dividir um+ qu+ntid+de de d+dos equiv+lente
+os seus sucessos entre seus testes de +t+que e d+nos. Lste
Dom pode ser us+do +pen+s contr+ um determin+do inimi-
¸o um+ ve: por cen+, sendo que os benefícios s1o perdidos
no fin+l d+ cen+. l+r+ us+r este Dom, o O+rou precis+ se
concentr+r dur+nte um turno inteiro.
º Sabedoria das Antigas Tradiçöes (NíveI Três) - To-
dos os O+rou possuem um+ conex1o n+tur+l com seus +nces-
tr+is, um+ form+ de consciênci+ r+ci+l +cessível medi+nte con-
centr+ç1o intens+. Ao +cess+r ess+s memóri+s profund+s, o
O+rou pode se record+r de f+tos e conhecimento +nti¸os. O
Dom é ensin+do por um espírito +ncestr+l do O+rou.
Sistema: O O+rou precis+ medit+r dur+nte um período
de tempo curto, concentr+ndo-se no p+ss+do. Lm se¸uid+
test+ Onose (dificuld+de 9, -1 p+r+ c+d+ ponto de Vid+ l+s-
s+d+ possuído pelo person+¸em).
º Imposição (NíveI Quatro) - O O+rou impöe um+
presenç+ t1o forte que os indivíduos que encontr+ se sub-
metem imedi+t+mente + ele. Se o O+rou for bem sucedido
num teste de vont+de, domin+rí seu oponente, f+:endo os
hum+nos c+írem de joelhos, os lobos se sent+rem sobre +s
p+t+s, etc. Lste Dom é ensin+do por um espírito-le1o ou por
um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou precis+ obter um mínimo de três su-
cessos + m+is que o oponente num teste resistido de lorç+
de Vont+de.
º Iaro para Crandes Distâncias (NíveI Quatro) - O
O+rou pode concentr+r todos os seus sentidos em um único
ponto (mesmo um loc+l d+ Lmbr+) o qu+l conheç+, n1o
import+ o qu1o dist+nte ele estej+. O O+rou sente o loc+l de
um ponto de vist+ + p+rtir do meio d+ íre+ que estí sendo
perscrut+d+. O Dom é ensin+do por um espírito-píss+ro.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Lni¸m+s (dificul-
d+de o). Se o ponto for n+ Lmbr+, + dificuld+de é o ou o
nível loc+l d+ lelícul+ (o que for m+ior).
º Mesmerizar (NíveI Cinco) - A mesmeri:+ç1o é us+-
d+ p+r+ obri¸+r os outros indivíduos + +tenderem +s ordens do
O+rou, embor+ n1o sej+ c+p+: de obri¸í-los + +¸ir contr+ seus
instintos bísicos. Assim, o O+rou pode envi+r um ¸rupo num+
miss1o de busc+, m+s n1o pode f+:er seus membros tent+rem
m+t+r uns +os outros - + n1o ser que sej+m psicóticos ou
lobisomens. O Dom é ensin+do por um +v+t+r lnc+rn+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ lider+nç+ (+ dificuld+de é + lorç+ de Von-
t+de do +lvo). No c+so de um ¸rupo, + dificuld+de é + lorç+
de Vont+de m+is +lt+ entre seus membros.
º Parede de Cranito (NíveI Cinco) - Os lilodox m+n-
têm um rel+cion+mento m+is forte com os element+is d+
terr+ que os outros O+rou, pois +ssim como + terr+ defende
+queles que + h+bit+m, os lilodox defendem +s tr+diçöes de
seu povo. Lnqu+nto estiver em cont+to com terr+ ou roch+,
um lilodox pode invoc+r um+ p+rede p+r+ se prote¸er. Lst+
p+rede se moverí com o O+rou, defendendo-o de todos os
ìn¸ulos. Lste Dom é ensin+do por element+is d+ terr+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. A p+rede
mede três metros de +ltur+, dois metros de comprimento e
um metro de espessur+. Ll+ pode +bsorver d+nos como se
possuísse 10 d+dos, e é preciso +b+ter 10 Níveis de Vit+lid+-
de p+r+ penetrí-l+ em qu+lquer ponto. A p+rede dur+ por
!2·
um+ cen+ ou +té ser liber+d+ p+r+ + terr+ pelo O+rou.
6alliard
Os O+lli+rd s1o os b+rdos e c+ntores dos O+rou. Seus
Dons permitem que teç+m os sonhos dos outros ou levem
um +nt+¸onist+ + lúri+. Lnqu+nto os outros O+rou podem
en¸+n+r os olhos ou vencer no corpo + corpo, os O+lli+rd
s1o c+p+:es de toc+r +s emoçöes dos outros como se m+ni-
pul+ssem +s cord+s de um+ h+rp+.
º Comunicação com Animais (NíveI Um) - O O+-
rou pode f+l+r com os +nim+is, desde pombos no p+rque +té
c+stores e peixes. O Dom n1o +lter+ +s re+çöes bísic+s dos
+nim+is - um ti¸re f+minto +ind+ estí f+minto e pode +t+-
c+r. Lste Dom é ensin+do por um espírito d+ N+ture:+.
Sistema: O O+rou test+ Vi¸or ÷ Lmp+ti+ com Anim+is
(dificuld+de 6). Lste teste precis+ ser feito p+r+ c+d+ tipo de
+nim+l e p+r+ c+d+ encontro.
º Chamado da WyId (NíveI Um) - o O+rou pode
convoc+r os outros +tr+vés de seu uivo. Os O+rou que se
encontrem muito +lém do +lc+nce d+ +udiç1o sentir1o o
Ch+m+do e poder1o +tendê-lo. Lste Dom pode +ument+r o
efeito de qu+lquer dos uivos norm+is dos O+rou (vej+ L|-
t·s). Lste uivo pode t+mbém ser emitido p+r+ convoc+r um
O+rou específico p+r+ um+ +ssembléi+. lor fim, o Ch+m+do
d+ Wyld costum+ ser us+do no começo de disput+s e outros
eventos, p+r+ revi¸or+r o O+rou. Lste Dom é ensin+do por
um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou test+ Vi¸or ÷ Lmp+ti+ (dificuld+de
6). O número de sucessos determin+ + que distìnci+ o ch+-
m+do pode ser ouvido e o qu+nto ele comove +queles que o
escut+m. Os efeitos s1o determin+dos pelo N+rr+dor, m+s
devem ser li¸+dos +o tipo de uivo e +o intento do O+rou.
Al¸uns exemplos: c+d+ dois sucessos conferem +os perso-
n+¸ens envolvidos num+ disput+ d+dos extr+s em su+s l+-
r+d+s de D+dos; os +¸entes d+ Wyrm s1o distr+ídos pelo
ch+m+do e su+s dificuld+des s1o +ument+d+s tempor+ri+-
mente; todos os O+rou n+ íre+ n1o hesit+m em responder
+o Ch+m+do de Socorro do O+rou.
º Comunicação TeIepática (NíveI Um) - Medi+nte
+ cri+ç1o de sonhos enqu+nto em vi¸íli+, o O+rou pode
coloc+r qu+isquer person+¸ens escolhidos em comunic+-
ç1o silencios+. O Dom é ensin+do por um Quimérico.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
por ser senciente escolhido e , c+so o ser resist+, f+ç+ um
teste de M+nipul+ç1o ÷ Lxpress1o (+ dificuld+de é + lorç+
de Vont+de d+ vítim+). Todos os indivíduos incluídos no
sonho podem inter+¸ir norm+lmente +tr+vés d+ Comunic+-
ç1o Telepític+, embor+ n1o poss+m infli¸ir d+nos +tr+vés
del+. Seus corpos verd+deiros +ind+ s1o c+p+:es de +¸ir,
embor+ tod+s +s l+r+d+s de D+dos sej+m redu:id+s em dois
pontos. A Comunic+ç1o Telepític+ é interrompid+ qu+n-
do todos os p+rticip+ntes concord+rem com seu término,
ou no turno no qu+l o O+lli+rd fr+c+ss+r num teste contr+
um membro relut+nte. Os seres +fet+dos precis+m est+r no
c+mpo de vis1o do O+rou.
º Chamado da Wyrm (NíveI Dois) - Lste Dom peri-
¸oso +tr+i cri+tur+s d+ Wyrm. L us+do p+r+ cri+r um+ em-
bosc+d+ ou p+r+ tir+r pres+s de seus esconderijos. Lste Dom
pode ser ensin+do por qu+lquer espírito servo de O+i+.
Sistema: O O+rou f+: um teste resistido de M+nipul+ç1o
÷ Atu+ç1o contr+ + lorç+ de Vont+de d+ cri+tur+ d+ Wyrm
(+ dificuld+de de +mbos os testes é ¯). C+so + cri+tur+ d+ Wyrm
perc+ + disput+, el+ +tenderí +o ch+m+do do O+rou.
º Distraçöes (NíveI Dois) - O O+rou pode emitir
¸+nidos, l+tidos e uivos incomodos p+r+ distr+ir + +tenç1o
de seu +lvo. Lste Dom é ensin+do por um espírito-coiote.
Sistema: O O+rou f+: um teste resistido de R+ciocínio
÷ M+nipul+ç1o (+ dificuld+de é + lorç+ de Vont+de d+ ví-
tim+). C+d+ sucesso subtr+i um ponto d+ l+r+d+ de D+dos
do +lvo dur+nte o turno se¸uinte.
º Comunicação Onírica (NíveI Dois) - O O+rou en-
tr+ no sonho de outro indivíduo e pode dest+ form+ +fet+r o
curso desse sonho. Lle n1o precis+ est+r em nenhum lu¸+r
próximo +o +lvo, m+s precis+ conhecer ou ter visto o sonh+-
dor. Lste Dom é ensin+do por um Quimérico.
Sistema: O O+rou test+ R+ciocínio ÷ Lmp+ti+ (dificul-
d+de o). C+so o sonh+dor +corde enqu+nto o O+rou +ind+
estiver dentro do sonho, ele é expelido do mundo dos so-
nhos e perde um ponto de Onose.
º OIho de Cobra (NíveI Três) - Com +pen+s um olh+r,
o O+rou é c+p+: de f+:er qu+lquer um p+ss+r p+r+ o seu
l+do. Lste Dom é ensin+do por um espírito-cobr+.
Sistema: O O+rou test+ Ap+rênci+ ÷ Lni¸m+s (+ difi-
culd+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). O O+rou precis+ de
três sucessos p+r+ f+:er o +lvo p+ss+r p+r+ o seu l+do. Menos
de três sucessos +ind+ ¸+r+ntem que + vítim+ se mov+ n+
direç1o cert+.
º Canção da Iúria (NíveI Três) - Lste Dom libert+ +
ler+ nos outros, forç+ndo os O+rou + mud+rem p+r+ + for-
m+ Crinos. Lste Dom é ensin+do por um espírito-c+rc+ju ou
por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ lider+nç+ (+
dificuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). C+d+ sucesso
indu: + vítim+ + ser tom+d+ pel+ fúri+ dur+nte um turno.
º AndariIho da Ponte (NíveI Quatro) - Os O+lli+rd
possuem + c+p+cid+de de cri+r pequen+s lontes d+ lu+ +tr+-
vés d+s qu+is poss+m vi+j+r so:inhos. O O+rou vi+j+ entre
os extremos dest+ lonte d+ lu+ + um por cento do tempo
que lev+ri+ p+r+ percorrer + mesm+ distìnci+ norm+lmente,
o que lhe permite des+p+recer d+ frente de um inimi¸o e
re+p+recer inst+nt+ne+mente +trís dele. M+s +tenç1o: es-
s+s lontes d+ lu+ n1o s1o prote¸id+s por lun+ e oc+sion+l-
mente +tr+em o interesse de cri+tur+s espiritu+is; esses se-
res costum+m se¸uir os O+rou p+r+ o mundo físico. O Dom
é ensin+do por um lun+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ perm+nentemente um ponto
de Onose dur+nte + cri+ç1o d+ ponte, c+so no qu+l el+ dur+
+té + próxim+ lu+ chei+. A distìnci+ míxim+ que pode ser
percorrid+ pel+ lonte é o equiv+lente em quilometros +o
dobro d+ Onose do O+rou.
º Teatro de Sombras (NíveI Quatro) - O O+rou cri+
históri+s inter+tiv+s n+s qu+is os outros tom+m p+rte, que-
rendo ou n1o. Norm+lmente este poder costum+ ser us+do
em +ssembléi+s, permitindo que os lobisomens interpretem
os person+¸ens de velh+s históri+s. Contudo, este Dom t+m-
bém pode ser us+do em lobisomens relut+ntes, forç+ndo-os
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!24 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+ p+rticip+r de um+ históri+ + escolh+ do O+rou. Lste Dom
é ensin+do por um Lspírito-Ancestr+l.
Sistema: Ao us+r este Dom em indivíduos relut+ntes, o
O+rou precis+ ¸+st+r um ponto de Onose e obter três suces-
sos num teste de M+nipul+ç1o ÷ Atu+ç1o (+ dificuld+de é +
lorç+ de Vont+de do +lvo). Se for bem sucedido, o ¡·¸aJ·r
pode cont+r um+ históri+ e forç+r + vítim+ + +¸ir ex+t+men-
te como o person+¸em d+ históri+ +¸e. Lste efeito dur+ um
turno p+r+ c+d+ ponto de Onose ¸+sto.
º MateriaIização de Sonhos (NíveI Cinco) - Lm O+-
rou com este Dom pode d+r vid+ + im+¸in+ç1o, cri+ndo um
Ser Onírico + p+rtir d+ substìnci+ de seus pens+mentos. Lste
Dom é ensin+do por um Quimérico.
Sistema: O O+rou f+: um teste prolon¸+do de lnteli-
¸ênci+ ÷ Atu+ç1o (dificuld+de o). Lle pode cri+r qu+lquer
form+ de vid+ que puder im+¸in+r, +tribuindo + el+ um pon-
to de C+r+cterístic+s p+r+ c+d+ sucesso obtido no teste. O
O+rou pode lev+r o tempo que quiser p+r+ form+r + cri+tu-
r+, +cumul+ndo sucessos de turno p+r+ turno, m+s depois
de p+r+r, o Ser Onírico +ssume um+ form+, o que requer
que o O+rou ¸+ste Onose p+r+ m+ntê-lo m+nifest+do. O custo
é de um ponto por cen+, c+so o Ser Onírico perm+neç+
rel+tiv+mente in+tivo (como +o limp+r + c+s+ do O+rou ou
fic+r sent+do no telh+do como se fosse um ¸ír¸ul+), ou um
ponto por turno c+so o ser tr+ve comb+te. l+lh+s crític+s
m+nifest+m um Ser Onírico incontrolível (e freqüentemente
hostil). Lss+s cri+tur+s descontrol+d+s n1o cust+r1o Onose,
m+s perm+necer1o o tempo que desej+rem.
º ]ogos da Mente (NíveI Cinco) - Os outros lobiso-
mens +cus+m com freqüênci+ os O+lli+rd de serem m+nipu-
l+dores e de brinc+rem com +s emoçöes, m+s +queles O+rou
com o Dom dos Jo¸os d+ Mente f+r1o isso melhor que nin-
¸uém. O O+lli+rd pode mud+r e control+r +s emoçöes d+-
queles com quem f+l+. Lle poderi+ lev+r +l¸uém + se +p+ixo-
n+r por ele (isso n1o dur+rí, e o +mor d+ vítim+ se tr+nsfor-
m+rí num justific+do ressentimento) ou lev+r outro + se
torn+r +mi¸o dele (m+is um+ ve:, isso n1o dur+rí, embor+
um+ +mi:+de ¸enuín+ poss+ vir + n+scer). Lste Dom é ensi-
n+do por um espírito-coiote.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ (+ di-
ficuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). Os sucessos per-
mitem que o O+rou m+nipule +s emoçöes de m+is de um
indivíduo. Qu+nto m+is sucessos forem obtidos, m+is r+pi-
d+mente +s emoçöes se m+nifest+m e m+is fortemente el+s
s1o sentid+s. O N+rr+dor deve premi+r o O+lli+rd com d+-
dos extr+s se ele interpret+r extrem+mente bem este Dom.
Abreaa
O Ahroun é o ¸uerreiro de O+i+, su+ best+ d+ ¸uerr+
contr+ + Wyrm. Os Dons dos Ahroun oferecem +o O+rou o
poder de comb+te necessírio p+r+ enfrent+r +s cri+tur+s m+is
corrupt+s n+ Telluri+n.
º Inspiração (NíveI Um) - Os outros lobisomens cos-
tum+m ele¸er os Ahroun como líderes n+s situ+çöes de com-
b+te. Lm+ d+s r+:öes p+r+ isso é o Dom d+ lnspir+ç1o. O
O+rou com este Dom concede +os seus irm1os determin+-
ç1o e fúri+ bem direcion+d+s. Lste Dom é ensin+do por um
espírito-lobo ou por um espírito-le1o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Os cole-
¸+s recebem +utom+tic+mente um sucesso em qu+lquer tes-
te de lorç+ de Vont+de feito dur+nte + cen+. Atenç1o: este
Dom n1o +fet+ o seu possuidor.
º Carras Afiadas (NíveI Um) - O O+rou pode torn+r
su+s ¸+rr+s +fi+d+s como n+v+lh+s. Lste Dom é ensin+do
por um espírito-O+to ou por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+ e lev+ um
turno p+r+ +fi+r su+s ¸+rr+s num+ superfície dur+, como um+
pedr+. A p+rtir d+í os +t+ques com ¸+rr+s us+m um d+do
+dicion+l de d+nos dur+nte o rest+nte d+ cen+.
º O Toque da Queda (NíveI Um) - Lste Dom possi-
bilit+ +o O+rou derrub+r seu oponente com um toque. Lste
Dom é ensin+do por qu+lquer espírito +éreo.
Sistema: O O+rou test+ Destre:+ ÷ lntimid+ç1o (+ difi-
culd+de é o Vi¸or ÷ Lsportes do oponente). Lm único su-
cesso m+nd+ + vítim+ p+r+ o ch1o.
º Sentir Prata (NíveI Dois) - Os Ahroun s1o os lobi-
somens que menos temem os hum+nos, m+s mesmo os m+i-
ores O+rou podem ser +b+tidos por +rm+s de pr+t+. Sendo
c+p+:es de sentir + pr+t+, os Ahroun s+bem qu+ndo preci-
s+m se preocup+r. O Dom é ensin+do por um lun+.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ lnstinto lrimitivo
(dificuld+de ¯). Se for bem-sucedido, ele pode detect+r +
presenç+ de pr+t+. Três sucessos lhe possibilit+m +pont+r +
loc+li:+ç1o d+ pr+t+.
º Espírito da BataIha (NíveI Dois) - Os O+rou po-
dem opt+r +t+c+r primeiro em qu+lquer turno, + despeito de
qu+l sej+ o result+do de seu teste de lnici+tiv+. O Dom é
ensin+do por um espírito-¸+to.
Sistema: Lste Dom n1o requer um custo de pontos ou
um teste, m+s pode-se ¸+st+r Onose p+r+ +dquirir velocid+-
de extr+. C+so m+is de um comb+tente possu+ este Dom,
+quele que ¸+st+r + m+ior qu+ntid+de de Onose serí o pri-
meiro + +t+c+r. Se +mbos (todos!) ¸+st+rem + mesm+ qu+n-
tid+de, re+li:+m su+s primeir+s +çöes simult+ne+mente.
º Medo Verdadeiro (NíveI Dois) - Os Ahroun po-
dem demonstr+r + verd+deir+ extens1o de seu poder p+r+li-
s+ndo, de puro terror, um determin+do inimi¸o dur+nte +l-
¸uns turnos. Lste Dom é ensin+do por um espírito +ssoci+-
do +o medo.
Sistema: O O+rou test+ lorç+ ÷ lntimid+ç1o (+ dificul-
d+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). C+d+ sucesso que ele
+lc+nç+ +cu+ o inimi¸o por um turno; + vítim+ n1o pode
+t+c+r. Ll+ pode se defender e +¸ir norm+lmente (m+s est+-
rí re+lmente +ssust+do).
º Coração da Iúria (NíveI Três) - O O+rou pode
prote¸er-se contr+ + r+iv+, suprimindo su+ fúri+ e cri+ndo
um bloqueio ment+l contr+ os frenesis explosivos de su+
r+ç+. No fim d+s cont+s, + fúri+ +c+b+rí +lc+nç+ndo-o, de
modo que ele precis+ extr+v+sí-l+ +ntes que el+ o f+ç+ per-
der o controle. Lste Dom é ensin+do por um espírito-le1o
ou por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou test+ lorç+ de Vont+de (+ dificuld+-
de é + su+ própri+ lúri+ - perm+nente, n1o temporíri+). A
c+d+ dois sucessos + dificuld+de de frenesi do O+rou p+r+ +
cen+ +ument+ em um ponto, dificult+ndo que ele sej+ to-
m+do pel+ fúri+. lorém, depois dess+ cen+ ser1o lembr+d+s
!25
triste:+s e mí¸o+s do p+ss+do, enchendo nov+mente de dor
o cor+ç1o e + +lm+ do O+rou; ele precis+ ¸+st+r um ponto de
lorç+ de Vont+de ou f+:er imedi+t+mente um teste de fre-
nesi com um nível de dificuld+de norm+l.
º Carras de Prata (NíveI Três) - O O+rou pode tr+ns-
form+r su+s ¸+rr+s em pr+t+, f+:endo dele o terror dos lobi-
somens no c+mpo de b+t+lh+. Lste Dom é ensin+do por um
lun+.
Sistema: O O+rou test+ Onose (dificuld+de ¯). Todos
os ferimentos feitos com +s ¸+rr+s infli¸em d+nos +¸r+v+dos,
que n1o podem ser +bsorvidos pelo O+rou. Lnqu+nto o O+-
rou estiver m+nifest+ndo +s ¸+rr+s, ele sofrerí +¸oni+s terrí-
veis. A c+d+ turno ele obtém um ponto de lúri+ +utomíti-
co; +lém disso, todos os testes que n1o sej+m de comb+te
têm seu ¸r+u de dificuld+de +ument+do em um ponto, devi-
do + distr+ç1o. Qu+ndo os pontos de lúri+ excederem os
pontos de lorç+ de Vont+de, o O+rou terí de f+:er um teste
p+r+ evit+r o frenesi.
º Mordida de Ierro (NíveI Quatro) - O O+rou pode
cerr+r su+s m+ndíbul+s fortemente, prendendo o +dversírio
e libert+ndo-o +pen+s qu+ndo quiser. O Dom é ensin+do
por um espírito-lobo.
Sistema: Depois de obter sucesso num +t+que de mor-
did+, ¸+st+ndo um ponto de lúri+, o O+rou torn+ + mordid+
inesc+pível. l+r+ c+d+ turno subseqüente no qu+l o lobiso-
mem opt+r por m+nter + mordid+, ele f+: um teste de +t+-
que de mordid+ (dificuld+de 3). Lmbor+ o inimi¸o poss+
f+:er um teste de lorç+ norm+l p+r+ se livr+r d+ mordid+, o
O+rou pode +dicion+r met+de de su+ lorç+ de Vont+de +
su+ l+r+d+ de D+dos.
º Atiçando a IornaIha da Iúria (NíveI Quatro) - O
O+rou é especi+lmente conect+do + su+ r+iv+ interior. Lle
n1o m+ntém m+is controle que os outros, m+s simplesmen-
te estí m+is h+bitu+do + us+r su+ lúri+. Lste Dom é ensin+-
do por um espírito-c+rc+ju.
Sistema: O O+rou recuper+ um ponto de lúri+ se sofrer
um+ qu+ntid+de de d+no i¸u+l + um Nível de Vit+lid+de
nesse turno, e n1o precis+ test+r frenesi. Além disso, o O+-
rou pode ¸+st+r um ponto de lúri+ por turno sem perder
esse ponto. Contudo, se m+is de um ponto for ¸+sto nesse
turno, ele é perdido norm+lmente.
º Beijo de HeIios (NíveI Cinco) - O O+rou se torn+
imune +os efeitos prejudici+is do fo¸o, embor+ form+s +rtifi-
ci+is, como n+p+lm e ch+m+s de ¸+solin+, +ind+ poss+m feri-
lo. Além disso, o O+rou é c+p+: de infl+m+r cert+s p+rtes de
seu corpo e m+ntê-l+s em ch+m+s dur+nte períodos prolon-
¸+dos. O m+is comum é que o O+rou infl+me su+ jub+ du-
r+nte ritu+is, m+s ele t+mbém podem +cender ¸+rr+s, m+n-
díbul+s - o que quiser. Lss+s ch+m+s s1o +proxim+d+men-
te t1o intens+s qu+nto +s de um+ toch+. Lste Dom é ensin+-
do por um element+l do fo¸o ou por um espírito do Sol.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Ch+m+s
+rtifici+is (como n+p+lm e ch+m+s de ¸+solin+) c+us+m
met+de do d+no. Os efeitos dur+m um+ cen+.
º Vontade InabaIáveI (NíveI Cinco) - Se fosse preci-
so, um O+rou se¸uiri+ um Ahroun dot+do com Vont+de
ln+b+lível +té os portöes do inferno. Os lobisomens com
este Dom inspir+m seus c+m+r+d+s com su+ própri+ forç+
de vont+de. Lste Dom é ensin+do por um espírito-lobo ou
por um +v+t+r lnc+rn+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ C+rism+ ÷ lider+nç+ (dificuld+de o). C+d+ sucesso
+tribui um ponto de lorç+ de Vont+de + todos os +li+dos do
O+rou num r+io de 30 metros. Lst+ lorç+ de Vont+de extr+
dur+ o rest+nte d+ cen+. Lsses pontos s1o us+dos como
qu+lquer outro. Lles podem +ument+r + lorç+ de Vont+de
do +li+do +cim+ do seu míximo ou mesmo +cim+ de 10.
Lste Dom só pode ser us+do um+ ve: por cen+.
0eas de !ribe
Os Dons de tribo s1o p+ss+dos +di+nte desde tempos
imemori+is. A m+iori+ deles é ensin+d+ pelo totem espiritu-
+l d+ tribo, embor+ oc+sion+lmente um espírito +li+do d+
tribo poss+ ensin+r o Dom.
C+d+ tribo possui su+s especi+lid+des e poderes secre-
tos, ¸u+rd+dos cuid+dos+mente pelos seus +nciöes. Apren-
der sobre os Dons de outr+ tribo requer que os O+rou este-
j+m em bons termos com el+ (pelo menos com um comp+-
nheiro de m+tilh+ dess+ tribo) e convenç+m o espírito +pro-
pri+do de que us+r1o o Dom p+r+ o bem dos O+rou, n1o
p+r+ bri¸uinh+s inter-trib+is.
Fárias Neqras
Os Dons dos lúri+s Ne¸r+s refletem + su+ proteç1o dos
lu¸+res d+ Wyld no mundo, e instil+m um+ dor de mulher
nos inimi¸os.
º Sentidos Aguçados (NíveI Um) - Como o Dom de
Nível Lm dos lupinos.
º Sentir a Wyrm (NíveI Um)- Como o Dom de Ní-
vel Lm dos lmpuros.
º MaIdição de EoIo (NíveI Dois) - O O+rou invoc+
um+ neblin+ sobren+tur+l e fri+ p+r+ cobrir + p+is+¸em, o
que enerv+ profund+mente seus inimi¸os. Lle é c+p+: de
ver +tr+vés d+ neblin+, m+s os outros ter1o problem+s em
+tr+vessí-l+. O Dom é ensin+do por um espírito servo de
Lolo, um totem espiritu+l.
Sistema: O O+rou test+ Onose contr+ um+ dificuld+de
v+riível (+ em loc+is próximos +o m+r, 6 em loc+is + um+
distìnci+ norm+l do m+r, 9 num deserto). A su+ vis1o n1o é
obstruíd+ pel+ névo+, m+s todos os outros têm os result+dos
de seus testes de lercepç1o redu:idos + met+de. Além dis-
so, + névo+ +ssust+ e irrit+ os inimi¸os; -1 nos testes de lor-
ç+ de Vont+de.
º Sentir a Presa (NíveI Dois)- Como o Nível Dois do
Dom R+¸+b+sh.
º Coup De Crace (NíveI Três)- O O+rou estud+ seu
inimi¸o, procur+ndo o melhor lu¸+r p+r+ +cert+r um soco, e
em se¸uid+ prep+r+-se p+r+ desferir um +t+que dev+st+dor no
turno se¸uinte. O Dom é ensin+do por um espírito-coruj+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ lercepç1o ÷ Medicin+ (+ dificuld+de é o Vi¸or ÷
Lsquiv+ do +lvo). Se for bem sucedido, o O+rou dobr+ os
d+dos de d+no dur+nte o ¸olpe se¸uinte, +ssumindo que
consi¸+ +cert+r.
º Agonia VisceraI (NíveI Três) - O O+rou tr+nsfor-
m+ su+s ¸+rr+s em lìmin+s cerr+d+s e port+dor+s de um ve-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!2ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
neno mort+l. Lss+s ¸+rr+s c+us+m um+ dor l+ncin+nte. Lste
Dom é ensin+do por um espírito d+ Dor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+ com c+d+
+t+que. As ¸+rr+s n1o infli¸em d+nos extr+s, m+s qu+isquer
pen+lid+des + +çöes c+us+d+s pelos ferimentos d+s ¸+rr+s
s1o dobr+d+s dur+nte + cen+ (i.e., um inimi¸o cujo Nível de
Vit+lid+de estej+ em í.r|J· est+ri+ submetido + um redutor
de -+ sobre +s +çöes). Mesmo se o inimi¸o estiver frenético
ou de +l¸um outro modo resistente + dor, ele sofre pen+lid+-
des de ferimento norm+is.
º AbaIo CorporaI (NíveI Quatro) - O O+rou pode
f+:er com que o +lvo sint+ um+ dor imens+. Lste Dom é
ensin+do por um espírito d+ Dor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+ e test+ Des-
tre:+ ÷ Medicin+ (+ dificuld+de é o Vi¸or do oponente ÷
+). C+d+ sucesso f+: com que + vítim+ perc+ um d+do em
tod+s +s l+r+d+s de D+dos enqu+nto + dor +¸oni+nte estiver
v+rrendo seu corpo.
º Carras-Ierröes (NíveI Quatro) - O O+rou é c+p+:
de +rremess+r su+s ¸+rr+s +tr+vés do +r n+ direç1o de um
inimi¸o. O O+rou é inc+p+: de us+r este Dom ou de f+:er
um +t+que com +s ¸+rr+s no turno se¸uinte, porque su+s
¸+rr+s precis+m ser re¸ener+d+s. Lste Dom é ensin+do por
um espírito-+belh+.
Sistema: O O+rou test+ Destre:+ ÷ Bri¸+. O d+no é
norm+l p+r+ + lorç+ do O+rou, enqu+nto + dificuld+de é
determin+d+ pelo +lc+nce, como se ele estivesse us+ndo um+
+rm+ de fo¸o. O +lc+nce médio é de 1o metros. O O+rou
n1o sofre nenhum redutor dentro deste +lc+nce. O dobro
desse +lc+nce (36 metros) é + distìnci+ míxim+ que +s ¸+r-
r+s podem +tin¸ir qu+ndo +rremess+d+s. l+r+ um +lc+nce
lon¸o, + dificuld+de é +ument+d+ em um ponto. Lm contr+-
p+rtid+, os +t+ques desferidos contr+ +lvos + um metro do
O+rou s1o consider+dos "+ queim+-roup+" (dificuld+de +).
º As MiI Iormas (NíveI Cinco) - O O+rou pode +s-
sumir + form+ de qu+lquer +nim+l entre o t+m+nho de um
p+rd+l e o de um búf+lo, +dquirindo t+mbém tod+s +s su+s
h+bilid+des especi+is (voo, ¸uelr+s, etc.). Lste Dom é ensi-
n+do por um +v+t+r lnc+rn+ l+i Anim+l. O Dom n1o per-
mite o mimetismo de monstros.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
Destre:+ ÷ Lmp+ti+ com Anim+is. A dificuld+de depende
d+ form+ escolhid+.
º Invocação da WyId (NíveI Cinco) - O O+rou invo-
c+ + Wyld, + forç+ primitiv+ do C+os. Os sucessos tr+:em
p+r+ + Terr+ um dos ¸r+ndes espíritos d+ Wyld, ou vírios
espíritos menores. Lles prov+velmente +jud+r1o o O+rou,
m+s n+d+ é certo qu+nto + ess+s cri+tur+s do c+os. N+ me-
lhor d+s hipóteses, podemos consider+r o uso deste Dom
um+ tític+ desesper+d+. Lle é ensin+do por um Wyldlin¸.
º Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e um
ponto de lúri+. Lle em se¸uid+ test+ R+ciocínio ÷ Lni¸m+s
contr+ um+ dificuld+de equiv+lente + lelícul+ d+ íre+. Os
sucessos invoc+m um+ qu+ntid+de v+riível de espíritos d+
Wyld (consulte o Apêndice).
Reederes de 0sses
Os Roedores de Ossos s+bem um+ ou du+s cois+s sobre
sobrevivênci+ que os outros O+rou deveri+m +prender, m+s
eles nem mesmo escut+m. Os Dons dos Roedores de Ossos
lhes permitem encontr+r +limento entre refu¸os ou invoc+r
+li+dos dos bur+cos e rec+ntos sombrios d+ cid+de.
º CuIinária (NíveI Um) - l+r+ us+r este Dom, o Ro-
edor de Ossos precis+ possuir um+ pequen+ p+nel+ e um+
conch+. O O+rou pode pe¸+r qu+lquer objeto que poss+ ser
destruído f+cilmente (c+sc+ de írvore, l+t+s de cervej+, em-
b+l+¸ens plístic+s - qu+lquer cois+ mesmo) e mexê-lo n+
p+nel+, tr+nsform+ndo-o num+ m+ss+ de ¸osto horrível, m+s
di¸erível. O Dom é ensin+do por um espírito-¸u+xinim ou
por um espírito-r+to.
Sistema: O O+rou test+ R+ciocínio ÷ Sobrevivênci+. A
dificuld+de depende do objeto us+do: 6 p+r+ +limentos n1o
di¸eríveis m+s inofensivos, e +té 10 p+r+ ci+nídeos e subs-
tìnci+s semelh+ntes.
º SimuIar Cheiro de MeI Doce (NíveI Um) - O O+-
rou +tr+i espíritos do Ar p+r+ um +lvo escolhido, f+:endo
com que o +lvo exsude um +rom+ m+r+vilhos+mente doce e
se torne levemente pe¸+joso +o toque. N+tur+lmente, todos
os tipos de insetos +p+recer1o r+pid+mente, e o +lvo fic+rí
coberto e cerc+do por enx+mes de mosquitos, +belh+s, mos-
c+s, etc. O enx+me prejudic+rí + vis1o do +lvo, o incomo-
d+rí com ferro+d+s, mordid+s e ruídos enlouquecedores, o
impedirí de funcion+r soci+lmente, +lém de outr+s incon-
veniênci+s. O efeito ex+to que o enx+me exercerí sobre o
jo¸o deve fic+r + critério do N+rr+dor. O Dom é ensin+do
por certos espíritos-ll+nt+s, m+s os espíritos-lnsetos t+m-
!27
bém podem ensiní-lo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
R+ciocínio ÷ líbi+ (dificuld+de 6). Os efeitos dur+m por
um+ hor+ + c+d+ sucesso, e o cheiro n1o poderí ser l+v+do
dur+nte esse período.
º Cerar Ignorância - Como o Dom R+¸+b+sh de Ní-
vel Dois.
º Odor Repugnante - O uso de +rom+s sempre foi
um+ form+ de defes+ n+s re¸iöes selv+¸ens. Com este Dom,
o O+rou pode +mplific+r enormemente o odor do próprio
corpo, cri+ndo um cheiro debilit+nte. O Dom é ensin+do
por um espírito-percevejo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Dur+nte +
cen+, todos os seres (providos de ór¸1os olf+tivos) que se
encontrem num r+io de seis metros do O+rou subtr+em dois
pontos de tod+s +s su+s l+r+d+s de D+dos, porque est1o
tossindo e en¸+s¸+ndo. lorém, o O+rou subtr+i dois pontos
de tod+s +s su+s l+r+d+s de D+dos Soci+is, podendo ser evi-
t+do enqu+nto estiver us+ndo o Dom (o que n1o é n+d+
muito preocup+nte p+r+ + m+iori+ dos Roedores de Ossos) .
º MoIdar Objeto (NíveI Três) - Como o Dom Homi-
nídeo de Nível Três.
º Dom do Cambá (NíveI Três) - Com este Dom, o
O+rou pode dil+t+r su+s ¸lìndul+s +lmisc+reir+s, o que lhe
permite borrif+r um líquido de cheiro des+¸r+dível. Lste
Dom, obvi+mente, é ensin+do por um espírito-¸+mbí.
Sistema: Lm qu+lquer turno, o O+rou pode borrif+r o
líquido odorífero em qu+lquer +lvo. l+r+ +tin¸ir o +lvo é
preciso f+:er um teste de Destre:+ ÷ lmpulso lrimitivo (di-
ficuld+de ¯; modific+d+ pelo +lc+nce). Lm +lvo +tin¸ido pelo
+lmísc+r sofre um surto de vomitos e precis+ ¸+st+r um pon-
to de lorç+ de Vont+de p+r+ f+:er qu+lquer cois+ dur+nte o
rest+nte d+ cen+. lorém, +té mesmo nesse momento, ele
subtr+i um ponto de su+ l+r+d+ de D+dos p+r+ c+d+ sucesso
obtido pelo O+rou em seu teste. O efeito continu+ enqu+n-
to + cen+ dur+r ou +té que o +lvo tome um b+nho ri¸oroso.
º Harmonia (NíveI Quatro) - lerm+necendo p+r+do
num+ íre+ específic+, o person+¸em pode comun¸+r com os
espíritos d+ íre+, dest+ form+ obtendo um+ vis1o ¸er+l do
que existe ou do que +conteceu +li - popul+ç1o +proxim+-
d+, túneis secretos, lu¸+res import+ntes, etc. O Dom é ensi-
n+do por um espírito-r+to.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ ler-
cepç1o ÷ M+nh+ (dificuld+de 6). A qu+ntid+de de infor-
m+ç1o +dquirid+ depende do número de sucessos; num+
f+lh+ crític+, os espíritos mentem. Lste Dom só pode ser
us+do em íre+s urb+n+s - os Roedores perdem su+ percep-
ç1o qu+ndo se encontr+m em re¸iöes selv+¸ens.
º Infestar (NíveI Quatro) - O Roedor pode convoc+r
um+ hord+ de +nim+is nocivos (r+tos, insetos, lesm+s, pís-
s+ros, cobr+s, etc.) p+r+ inv+dir um+ íre+ (que n1o sej+ m+ior
que um prédio ¸r+nde) + su+ escolh+. As cri+tur+s +¸ir1o
se¸undo su+ n+ture:+ e n1o +t+c+r1o irr+cion+lmente os
hum+nos; n+ verd+de, muit+s del+s tent+r1o esc+p+r. O Dom
é ensin+do por um espírito-r+to.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ com Anim+is (dificuld+de ¯). O
t+m+nho d+ hord+ é determin+do pelo número de sucessos;
um sucesso c+us+rí um problem+ notível e vírios telefone-
m+s p+r+ o extermin+dor de insetos, enqu+nto cinco cri+-
r1o um+ cen+ de filme de horror, com o prédio sendo soter-
r+do por cri+tur+s repu¸n+ntes.
º Sobrevivente (NíveI Cinco) - Lste Dom possibilit+
+o O+rou imunid+de temporíri+ contr+ muitos efeitos +m-
bient+is, como press1o ou v+ri+çöes de temper+tur+. O
O+rou t+mbém se torn+ imune + doenç+s venenos e +té
r+di+ç1o, +ssim como qu+isquer efeitos corruptores do to-
que de entid+des d+ Wyrm. O O+rou n1o precis+ comer,
beber ou desc+ns+r, e obtém três pontos extr+s de Vi¸or,
mesmo se isso lev+r o Atributo + um nível +cim+ de 10. O
O+rou t+mbém i¸nor+rí pen+lid+des de ferimentos. Além
disso, sempre que estiver + ponto de morrer ou de ser derro-
t+do, recuper+rí +utom+tic+mente um ponto de lorç+ de
Vont+de. Lste Dom é ensin+do por um espírito-urso.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ com Anim+is (dificuld+de ¯). O
efeito dur+ um di+ por sucesso.
º Turba (NíveI Cinco) - O O+rou invoc+ um+ hord+
de espíritos m+li¸nos p+r+ provoc+r os ódios e os temores
dos m+r¸in+is - os sem-teto, +s ¸+n¸ues, os +nim+is urb+-
nos como ¸+tos de beco e c+chorros vir+-l+t+s, etc. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-r+to.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e um pon-
to de lúri+ . Lle em se¸uid+ test+ R+ciocínio ÷ líbi+ (difi-
culd+de o). C+so sej+ bem sucedido, esses espíritos diri¸em
su+s hord+s m+teri+is contr+ o +lvo que o O+rou escolheu.
Lmbor+ os elementos d+ turb+ n1o v1o de form+ +l¸um+
tr+b+lh+r em conjunto (eles podem nem mesmo est+r cien-
tes de que outros est1o tent+ndo conse¸uir + mesm+ cois+).
O número de sucessos determin+ o t+m+nho d+ turb+ e,
conseqüentemente, o esp+ço que el+ ocup+.
Sucessos Espaço Ocupado
Lm lrédio
Dois Bloco
Três Vi:inh+nç+
Qu+tro Re¸i1o (:on+ sul, etc.)
Cinco Cid+de inteir+
Filbes de 6aia
Os lilhos de O+i+ est1o entre os O+rou m+is respeit+-
dos. Seus Dons lhes permitem +c+lm+r os outros ou convo-
c+r + n+ture:+ p+r+ +judí-los.
º Toque da Mãe (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos Theur¸es.
º Resistência à Dor (NíveI Um) - Como o Dom de
Nível Lm dos lilodox.
º AcaImar (NíveI Dois) - O O+rou pode +pl+c+r + r+iv+
dos outros. O Dom é ensin+do por um espírito-unicórnio.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Lmp+ti+ (+ dificuld+de é + lorç+ de Vont+de do
+lvo). C+d+ sucesso remove um dos pontos de lúri+ do +lvo,
embor+ + lúri+ perdid+ poss+ ser re+dquirid+ norm+lmente.
º Armadura da Luna (NíveI Dois) - O O+rou invoc+
+ bênç1o de lun+ p+r+ deter qu+isquer +t+ques direcion+-
dos + ele. O Dom é ensin+do por um lun+.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno, ¸+st+
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!2B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
um ponto de Onose e test+ Vi¸or ÷ Sobrevivênci+ (dificuld+-
de 6). C+d+ sucesso possibilit+ +o O+rou +crescent+r um pon-
to +o seu Vi¸or p+r+ o propósito de +bsorver d+nos (incluindo
os c+us+dos por pr+t+). Os efeitos dur+m um+ cen+.
º Pasmar (NíveI Três) - O O+rou pode sobrec+rre¸+r
um +lvo de +dmir+ç1o pel+ ¸lóri+ e + bele:+ de O+i+. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-unicórnio.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ Lmp+ti+ (+ dificuld+-
de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). Lnqu+nto o +lvo n1o for
+t+c+do, ele perm+necerí p+smo dur+nte o rest+nte d+ cen+.
Lste Dom só pode ser tent+do um+ ve: por +lvo + c+d+ cen+.
º Espírito Amigo (NíveI Três) - Os lilhos c+minh+m
entre os espíritos e inter+¸em com eles m+is f+cilmente que
+ m+iori+, porque + su+ +ur+ exsud+ +mi:+de. Lste Dom é
ensin+do por espíritos-unicórnios.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ Lxpress1o (dificul-
d+de ¯). C+d+ sucesso +crescent+ um d+do em tod+s +s l+-
r+d+s de D+dos dos O+rou p+r+ inter+¸ir com qu+isquer es-
píritos n+ vi:inh+nç+ (exceto +queles d+ Wyrm).
º Vida AnimaI (NíveI Quatro) - Como o Dom de
Nível Qu+tro dos lupinos
º Serenidade (NíveI Quatro) - O O+rou pode +pl+-
c+r + r+iv+ dos outros, sendo c+p+: +té mesmo de +c+lm+r
O+rou tom+dos pelo frenesi. Lste Dom é ensin+do por espí-
ritos-unicórnios.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Lxpress1o (+ dificuld+de é + lorç+ de Vont+de
do +lvo). A c+d+ sucesso, o +lvo é inc+p+: de us+r + lúri+
dur+nte um turno. Lle n1o pode ¸+st+r pontos de lúri+, m+s
t+mbém n1o pode entr+r em frenesi.
º Aura do SoI (NíveI Cinco) - O O+rou é cerc+do
por um+ esfer+ de lu: sol+r brilh+nte. Cert+s Cri+tur+s d+
Wyrm - h+bit+ntes d+ escurid1o - podem fu¸ir di+nte de
um O+rou brilh+nte. Lste Dom é ensin+do por um espírito
+li+do + Hélios, o Celestino do Sol.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose; o efeito
dur+ um+ cen+. O d+no de qu+lquer +t+que corpo + corpo
feito pelo O+rou é +crescido de dois d+dos. Altern+tiv+mente,
o O+rou pode c+us+r d+nos +¸r+v+dos qu+ndo estiver n+
form+ Hominíde+ ou Ol+bro. Qu+lquer um que estej+ olh+n-
do diret+mente p+r+ o O+rou deve som+r três pontos + to-
d+s +s dificuld+des de +t+que, devido +o cl+r1o, e qu+isquer
v+mpiros num r+io de 20 metros sofrem d+nos como se esti-
vessem sendo expostos + lu: sol+r +utêntic+.
º Madeira Viva (NíveI Cinco) - O O+rou pode invo-
c+r os poderes d+ florest+ p+r+ +judí-lo. As írvores próxi-
m+s + ele começ+r1o + se mover e + tent+r prote¸ê-lo. As
írvores ir1o bloque+r + p+ss+¸em de inimi¸os ou mesmo com-
b+tê-los. O Dom é ensin+do por um lilho d+ Cl+reir+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Sobrevivênci+ (dificuld+de o). O O+rou +nim+
um+ írvore p+r+ c+d+ três sucessos obtidos.
Fiaaaa
Os Dons dos +rdilosos li+nn+ lhes permitem pre¸+r pe-
ç+s nos outros ou convoc+r +nti¸os +li+dos de su+ her+nç+
céltic+. Al¸uns dos Dons s1o ensin+dos por f+d+s, que oc+-
sion+lmente podem ser encontr+d+s n+s proximid+des dos
c+ern dos li+nn+.
º Persuasão (NíveI Um) - Como o Dom Hominídeo
de Nível Lm.
º Resistência a Toxinas (NíveI Um) - Hí muito tem-
po os li+nn+ se dedic+m + invent+r líquidos recri+tivos,
muitos deles destil+dos de substìnci+s mort+is. Lles +pren-
dem muito r+pid+mente + se +d+pt+rem - no interesse d+
divers1o, cl+ro. Com este Dom, o O+rou n1o sofre d+nos
por venenos ou doenç+s de qu+lquer tipo, e podem cur+r
muit+s toxin+s d+ Wyrm. Lste Dom é ensin+do por um es-
pírito-s+po ou por um espírito-pl+nt+.
Sistema: O O+rou test+ Vi¸or ÷ Sobrevivênci+ (difi-
culd+de 6); é preciso +pen+s um sucesso.
º BIá-bIá-bIá (NíveI Dois) - O O+rou estí mistic+-
mente +pto + f+:er com que qu+lquer cois+ que ele di¸+ se
torne +quilo que o indivíduo-+lvo queir+ ouvir. Qu+lquer
cois+ que o O+rou di¸+ serí +ceit+ de cor+ç1o, embor+ o
O+rou n1o tenh+ idéi+ do que o +lvo pense que ele estí
di:endo. Lste Dom é ensin+do por um espírito brinc+lh1o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ R+ci-
ocínio ÷ Lxpress1o (+ dificuld+de é o R+ciocínio ÷ Atenç1o
d+ vítim+). Os efeitos dur+m um turno + c+d+ sucesso.
º Uivo do Banshee (NíveI Dois) - O O+rou pode emi-
tir um uivo +ssust+dor que +medront+ todos nos +rredores.
Lste Dom é ensin+do por um B+nshee, um espírito m+lévo-
lo dos mortos.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Todos que
temem o uivo, sej+m +mi¸os ou inimi¸os, precis+m f+:er pon-
tos de lorç+ de Vont+de (dificuld+de o, ou 6 p+r+ +mi¸os dos
O+rou) ou correr +terrori:+do dur+nte um turno por sucesso.
º Parente Iada (NíveI Três) - O O+rou pode convo-
c+r um+ ou m+is f+d+s p+r+ +judí-lo. As f+d+s n1o se encon-
tr+m sob o controle dos O+rou, embor+ estej+m dispost+s +
+judí-los. lsso, porém, n1o ocorre se houver um+ f+lh+ crí-
tic+ - O+i+ +jude o O+rou que f+lh+r +qui' Os +tos d+s
f+d+s em momentos de f+lh+s crític+s fic+m por cont+ d+
im+¸in+ç1o do N+rr+dor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ Ocultismo (dificuld+de o). C+d+ ponto ex-
tr+ de Onose ¸+sto +lém d+ qu+ntid+de bísic+, +ument+ o
poder bruto d+s f+d+s, enqu+nto os sucessos extr+s +umen-
t+m o número de f+d+s.
º RemodeIar Objeto (NíveI Quatro) - Como no Dom
Hominídeo de Nível Três.
º OIho VermeIho (NíveI Quatro) - Lm dos olhos do
O+rou começ+ + emitir um brilho vermelho. Qu+lquer ser que
fit+r esse olho sentirí um+ dor excruci+nte e su+ determin+-
ç1o serí +b+tid+. O Dom é ensin+do por um espírito d+ dor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+. Lle em
se¸uid+ test+ lercepç1o ÷ Ocultismo (dificuld+de o). De-
pois disso, pelo rest+nte d+ cen+, qu+lquer inimi¸o p+r+ quem
o O+rou olhe precis+ i¸u+l+r ou exceder os sucessos do O+-
rou num teste de lorç+ de Vont+de (dificuld+de o) p+r+
n1o c+ir em +¸oni+. Lm inimi¸o como esse é tr+t+do como
"Aleij+do" (-5 p+r+ +çöes) dur+nte + cen+, mesmo que o
inimi¸o n1o receb+ ferimentos verd+deiros. Os inimi¸os que
jí estej+m Aleij+dos fic+m efetiv+mente lnc+p+cit+dos. C+so
um inimi¸o consi¸+ resistir, fic+rí imune dur+nte + cen+.
!29
º Iantasma (NíveI Cinco) - Lste Dom cri+ um+ ilu-
s1o estític+ com componentes visu+is, +uditivos e +té mes-
mo títeis e olf+tivos. Lste Dom é ensin+do por um espírito
brinc+lh1o ou por um espírito ilus1o, ou mesmo por f+d+s.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose p+r+ c+d+
íre+ de metros + ser cobert+ pel+ ilus1o e f+: um teste de
lnteli¸ênci+ ÷ Lxpress1o (dificuld+de 6). Todos nos +rre-
dores precis+m i¸u+l+r ou exceder o número e sucessos com
um teste de lercepç1o ÷ lrontid1o (dificuld+de 6), p+r+
n1o +credit+rem que + ilus1o é re+l.
º Chamado para a Caçada (NíveI Cinco) - Lste Dom
pode ser us+do +pen+s um+ ve: por mês, e precis+ h+ver um
ser terrivelmente m+li¸no n+ íre+. O O+rou pode emitir um
ch+m+do p+r+ f+:er com que + C+ç+d+ Selv+¸em d+ mitolo-
¸i+ céltic+ (vej+ Ca¸aJa S.|ta¸.m) desç+ dos céus e +niquile
o ser m+li¸no. Lste Dom é ensin+do pelo próprio C+ç+dor.
Sistema: O O+rou precis+ ento+r um cìntico e se con-
centr+r dur+nte um+ hor+ inteir+. Depois disso, ele ¸+st+
um ponto de Onose e test+ C+rism+ ÷ Ocultismo (dificul-
d+de o). Sempre s1o convoc+dos o C+ç+dor e um único
c1o. l+r+ c+d+ ponto extr+ de Onose ou lúri+ ¸+sto, virí
outro c1o. C+so o teste de invoc+ç1o redunde num+ f+lh+
crític+, c+so + +me+ç+ n1o sej+ jul¸+d+ +propri+d+ p+r+ +
invoc+ç1o, ou c+so o O+rou n1o consi¸+ junt+r-se + C+ç+-
d+, + C+ç+d+ Selv+¸em se volt+ p+r+ o invoc+dor.
º Dom do Spriggan (NíveI Cinco) - O O+rou pode
crescer +té três ve:es o seu t+m+nho norm+l, ou encolher
+té o t+m+nho de um c+chorrinho. Lste Dom é ensin+do
por um+ f+d+ ou por um Quimérico.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ Vi-
¸or ÷ lmpulso lrimitivo (dificuld+de o). Os efeitos dur+m
um+ hor+ + c+d+ sucesso. Qu+ndo m+ior, o O+rou +dquire
lorç+ ÷3 (míximo de 10) e um Nível de Vit+lid+de extr+
p+r+ c+d+ +umento de 100º em t+m+nho; qu+ndo menor,
o O+rou m+ntém su+ forç+ e su+s h+bilid+des norm+is, m+s
pode es¸ueir+r-se sem ser not+do ou p+ss+r por um "c+chor-
rinho bonitinho" entre os hum+nos.
0ria de Fearis
Brutos e +¸ressivos, os Cri+ tr+v+m um+ b+t+lh+ fero:
com + Wyrm. Seus Dons lhes concedem imensos poderes e
h+bilid+des n+s b+t+lh+s.
º Carras Afiadas (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos Ahroun.
º Resistência a Dor (NíveI Um) - Como o Dom de
Nível dos lilodox.
º Deter a Iuga dos Covardes (NíveI Dois) - O O+rou
pode ret+rd+r + fu¸+ de seus inimi¸os, impedindo que eles es-
c+pem de su+ ir+. O Dom é ensin+do por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um turno se concentr+ndo e
test+ C+rism+ ÷ lntimid+ç1o (+ dificuld+de é + lorç+ de
Vont+de do oponente); c+so sej+ bem-sucedido, o O+rou
pode, dur+nte um+ cen+, redu:ir + met+de + velocid+de do
indivíduo em fu¸+.
º Rugido do Predador (NíveI Dois) - O O+rou emite
um ru¸ido prim+l, ¸el+ndo +s espinh+s dos seus +dversírios
e f+:endo com que eles fiquem submissos. Lste Dom é ensi-
n+do por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ lntimid+ç1o (+ difi-
culd+de é o R+ciocínio d+ vítim+ ÷3). C+d+ sucesso subtr+i
um do número de d+dos que o oponente pode us+r no turno
se¸uinte (+ vítim+ estí intimid+d+). lev+ um turno inteiro
p+r+ invoc+r este Dom.
º Poder de Thor (NíveI Três) - O O+rou pode +u-
ment+r imens+mente + su+ forç+, c+us+ndo um efeito de-
v+st+dor sobre seus oponentes. Lste Dom é ensin+do por
um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e um pon-
to de lúri+. Lle em se¸uid+ test+ lorç+ de Vont+de (difi-
culd+de o). A c+d+ sucesso, o O+rou pode dobr+r + su+ for-
ç+ por um turno. Depois desse turno ele fic+rí fr+co como
um ¸+tinho (Atributos lísicos 1, lorç+ de Vont+de redu:i-
d+ + met+de) +té depois de desc+ns+r por um+ hor+.
º Sangue Venenoso (NíveI Três) - O O+rou pode
mud+r seu s+n¸ue p+r+ um+ bile ne¸r+ e viscos+, c+p+: de
ferir qu+lquer um que entre em cont+to com el+. Lste Dom
é ensin+do por um espírito venenoso (cobr+, +r+nh+, etc.)
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+ e test+ Vi-
¸or ÷ Medicin+ (dificuld+de ¯). Qu+lquer cois+ que entre
em cont+to com o s+n¸ue do O+rou recebe um d+do de
d+nos +¸r+v+dos por sucesso. O efeito perm+nece pel+ du-
r+ç1o d+ cen+.
º União com a Terra. (NíveI Quatro) - O O+rou se
pl+nt+ num monte de terr+ e c+n+li:+ + forç+ de O+i+ +tr+-
vés de seu corpo, torn+ndo-se uno com + Terr+. O O+rou
n1o poderí recu+r ou mesmo se +f+st+r do "território" que
escolheu (e nenhum+ forç+ n+ Terr+ poderí obri¸í-lo'), m+s
em troc+ disso ele receberí muitos poderes. Apen+s depois
de todos seus inimi¸os terem sido derrot+dos, o O+rou se
+f+st+rí de seu "território". Lste Dom é ensin+do por um
element+l d+ terr+.
Sistema: O O+rou test+ lorç+ de Vont+de (dificuld+de
o). C+d+ sucesso lhe ¸+r+nte um d+do extr+ em tod+s su+s
l+r+d+s de D+dos. Além disso, ele n1o pode ser surpreendi-
do, e todos os +t+ques desferidos contr+ ele s1o consider+-
dos front+is.
º Crito de Caia (NíveI Quatro) - O O+rou pode s+lt+r
p+r+ o meio de seus inimi¸os e emitir um uivo terrível d+s
profunde:+s de seu ser, um l+mento d+ própri+ O+i+ por tod+s
+s viol+çöes que el+ sofreu. Os inimi¸os s1o derrub+dos e feri-
dos por esse ¸rito. Lm espírito-lobo ensin+ esse Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
lúri+ (dificuld+de 6). A c+d+ sucesso, um+ ond+ de choque
ensurdecedor+ +b+l+ + íre+, e todos num r+io de três metros
s1o jo¸+dos p+r+ trís, sendo derrub+dos +o solo e sofrendo
um d+do de d+no.
º Horda do VaIhaIIa (NíveI Cinco) - l+r+ us+r este
Dom, o O+rou precis+ est+r m+ntendo bo+s rel+çöes com o
seu totem (por h+ver demonstr+do cor+¸em exempl+r).
Como o O+rou estí pedindo +jud+ +o próprio lenris, só po-
derí f+:ê-lo sob +s circunstìnci+s m+is terríveis. O Dom é
ensin+do por um +v+t+r de lenris.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ Lmp+ti+ com Ani-
m+is (dificuld+de 6). Se for bem sucedido, vírios lobos espi-
ritu+is do V+lh+ll+ emer¸ir1o d+ Lmbr+ p+r+ b+t+lh+r com
os inimi¸os dos O+rou - um lobo p+r+ c+d+ ponto de Ono-
se ou de lúri+ ¸+sto pelo O+rou. Lsses lobos s1o idênticos
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!·U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+os c1es d+ C+ç+d+ Selv+¸em (vej+ Ca¸aJa S.|ta¸.m). Os
lobos retorn+r1o no fin+l d+ cen+.
º Mordida de Ienris (NíveI Cinco) - Os dentes dos
O+rou se torn+m terrivelmente +fi+dos, e + forç+ d+ m+ndí-
bul+ +ument+ + um ¸r+u in+creditível, permitindo que o
O+rou ret+lhe os membros dos +dversírios com um+ únic+
mordid+ ou mesmo os +rr+nquem. Lste Dom é ensin+do por
um +v+t+r de lenris.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lúri+ e test+ lor-
ç+ ÷ Medicin+ (+ dificuld+de do Vi¸or do oponente ÷ 3).
A mordid+ se¸uinte do O+rou, se +tin¸ir o oponente, dil+-
cer+rí e +rr+nc+rí um dos membros do oponente, infli¸indo
um d+no +utomítico de Nível de Vit+lid+de em +créscimo
+o d+no norm+l d+ mordid+. O membro do +lvo é inutili:+-
do dur+nte + cen+ (ou dur+nte um período bem m+is lon¸o,
no c+so de hum+nos e outr+s cri+tur+s n1o-re¸ener+tiv+s).
C+so sej+m obtidos cinco ou m+is sucessos no teste de lor-
ç+ ÷ Medicin+, o membro é complet+mente +rr+nc+do.
Aadarilbes de As(alte
M+is que qu+lquer outr+ tribo, os And+rilhos do Asf+lto
compreendem + tecnolo¸i+ modern+. lossuindo com +
We+ver um+ h+rmoni+ bem m+is profund+ que os outros
O+rou, eles +firm+m que el+ n1o é bo+ nem mí, simples-
mente neutr+. Seus Dons permitem que eles controlem tec-
nolo¸i+ e espíritos d+ We+ver.
º ControIe de Máquinas SimpIes (NíveI Um) - O O+-
rou pode f+l+r com os espíritos urb+nos primitivos que resi-
d+m nos dispositivos tecnoló¸icos m+is simples (+bsolut+mente
nenhum +p+relho eletronico), f+:endo com que eles operem
ou cessem seu funcion+mento qu+ndo for +dequ+do. Al+v+n-
c+s lev+nt+m, en¸ren+¸ens ¸ir+m, port+s destr+nc+m, etc.
Qu+lquer espírito tecnoló¸ico pode ensin+r este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de e
test+ M+nipul+ç1o ÷ Rep+ros (dificuld+de ¯). O controle dos
And+rilhos do Asf+lto é m+ntido enqu+nto + cen+ dur+r.
º Persuasão (NíveI Um) - Como o Dom Hominídeo
de Nível Lm.
º Sentidos Ciberneticos - Ao estud+r seus próprios
sentidos e +s ferr+ment+s d+ ciênci+, os O+rou podem +lte-
r+r su+s percepçöes sensori+is, tr+nsform+ndo-+s n+s per-
cepçöes de um+ míquin+. Dest+ form+, ele pode +lter+r su+
+udiç1o p+r+ detect+r r+d+r, mud+r seus olhos p+r+ enxer-
¸+r lu: ultr+violet+ ou r+di+ç1o, etc. Lste Dom pode ser en-
sin+do por qu+lquer espírito tecnoló¸ico.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose por sentido
+fet+do. Dest+ form+, ele substitui um teste de lercepç1o ÷
Ciênci+ por qu+isquer testes de lercepç1o que envolv+m os
novos sentidos. O efeito perm+nece por um+ cen+.
º Sobrecarga de Energia (NíveI Dois) - l+l+ndo com
os espíritos d+ eletricid+de, o O+rou pode provoc+r um
bl+ckout num+ íre+ +mpl+. Lm element+l d+ eletricid+de
ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ R+ci-
ocínio ÷ Ciênci+ (dificuld+de ¯). A íre+ escurecid+ (tot+l ou
p+rci+lmente) depende do número de sucessos obtidos.
Sucessos Area Afetada
Lm S+l+
Dois C+s+ de um +nd+r
Três lrédio Or+nde
Qu+tro Qu+rteir1o d+ Cid+de
Cinco Vi:inh+nç+
º ControIe de Máquinas CompIexas (NíveI Três) -
O O+rou pode ne¸oci+r com + estr+nh+ vid+ espiritu+l do
mundo eletronico, dest+ form+ control+ndo c+rros, c+lcul+-
dor+s, comput+dores, video¸+mes, etc. Lste Dom é ensin+-
do por um+ Ar+nh+ de Rede (deve-se roub+r o conheci-
mento do espírito, de form+ semelh+nte + como um pir+t+
de d+dos copi+ +rquivos prote¸idos).
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ M+nipul+ç1o ÷ Ciênci+ (ou Comput+ç1o) contr+
um+ dificuld+de determin+d+ pelo N+rr+dor (norm+lmente
o). O controle dur+ o tempo d+ cen+.
º Iavor do EIementaI (NíveI Três) - lisonje+ndo um
element+l urb+no próximo, o O+rou pode f+:er com que
este lhe preste um "f+vor". lsto pode incluir + m+nipul+ç1o
ou mesmo + destruiç1o d+ h+bit+ç1o do element+l - dest+
form+ + port+ de um cofre de met+l pode destr+nc+r-se, um+
lìmin+ de vidro pode explodir nos inimi¸os do O+rou, c+bos
podem enrosc+r-se nos seus oponentes, etc. O Dom é ensi-
n+do por qu+lquer element+l urb+no.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ líbi+ (+ dificuld+de
é + Onose do element+l).
º Harmonia (NíveI Quatro) - Como o Dom de Nível
Qu+tro dos Roedores de Ossos, exceto que é ensin+do +os
And+rilhos do Asf+lto por um espírito-b+r+t+.
º DoppeIgänger (NíveI Quatro) - O O+rou pode +s-
!·!
sumir + +p+rênci+ ex+t+ de um determin+do hum+no ou
lobo, ou +té mesmo outro O+rou. O Dom pode ser ensin+do
por um espírito-c+m+le1o ou um espírito de llus1o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Atu+ç1o (dificuld+de o). A c+d+ sucesso obtido,
o efeito dur+ um di+.
º AcaImar o Rebanho (NíveI Cinco) - Com este po-
der, o O+rou pode c+minh+r entre hum+nos sem evoc+r +ci-
dent+lmente + M+ldiç1o do Delírio. lsto lhe possibilit+ vi-
ver entre hum+nos e m+nter um+ f+míli+. Os efeitos, po-
rém, n1o dur+m muito tempo. Lste Dom é ensin+do por um
espírito +ncestr+l hominídeo.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ líbi+ (dificul-
d+de ¯). O número de sucessos indic+ o número de hor+s
que o efeito dur+.
º Invocar Aranha de Rede (NíveI Cinco) - O O+rou
pode invoc+r um+ Ar+nh+ de Rede - um dos espíritos d+
We+ver que h+bit+ no reino d+ re+lid+de eletronic+. Dentro
dos limites d+ r+:1o, + Ar+nh+ de Rede confere +os seus invo-
c+dores controle +bsoluto sobre os comput+dores. O O+rou
pode t+mbém envi+r + +r+nh+ p+r+ outro sistem+ e desinte-
¸rí-lo - c+berí +o N+rr+dor jul¸+r os efeitos disso, m+s deve-
r1o ser destrutivos. Lm +v+t+r de b+r+t+ ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ Comput+dor (dificuld+de o). Se for bem sucedi-
do, + Ar+nh+ de Rede +p+rece e +tende +s ordens do O+rou
(vej+ -ran|a J. n.J.). A Ar+nh+ permite +o O+rou redu:ir
pel+ met+de +s dificuld+des de todos os testes que envol-
v+m comput+dores.
6arras vermelbas
Lsses irm1os dos lobos odei+m hum+nos, e seus Dons lhe
concedem o poder que precis+m p+r+ vin¸+r os +nos de depre-
d+ç1o cometid+ pelos hum+nos contr+ os lobos e + n+ture:+.
º Comunicação com Animais (NíveI Um) - Como o
Dom de Nível Lm dos O+lli+rd.
º SimuIar Odor de Agua Corrente (NíveI Um) -
Como o Dom de Nível Lm dos R+¸+b+sh.
º Mente AnimaI (NíveI Dois) - O O+rou pode redu-
:ir +s f+culd+des ment+is de um +lvo p+r+ +s de um +nim+l
dur+nte um período de tempo curto. Lste Dom é ensin+do
por um +v+t+r de Orifo.
Sistema: O O+rou test+ M+nipul+ç1o ÷ Lmp+ti+ (+ di-
ficuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). A c+d+ sucesso, o
efeito dur+ um turno.
º Sentir a Presa (NíveI Dois) - Como o Dom de Ní-
vel Dois dos R+¸+b+sh.
º Iavor do EIementaI (NíveI Três) - Como o Dom
de Nível Três dos And+rilhos do Asf+lto, m+s est+ vers1o
+fet+ +pen+s os qu+tro elementos "clíssicos" - +r, terr+,
fo¸o e í¸u+.
º Terreno IrrastreáveI (NíveI Três) - O O+rou que
empre¸+ este Dom precis+ possuir +o menos um+ leve f+mi-
li+rid+de com o terreno num+ determin+d+ íre+ (ter p+ss+-
do pelo menos um+ sem+n+ nos +rredores). O O+rou pode
+nul+r complet+mente +s percepçöes que os outros têm d+s
c+r+cterístic+s do terreno. Os hum+nos se perder1o +uto-
m+tic+mente (+s bússol+s n1o funcion+r1o e +s indic+çöes
dos m+p+s est+r1o err+d+s). Até mesmo os O+rou podem
fic+r perdidos. Lste Dom é ensin+do por qu+lquer espírito
orient+do pel+ Wyrm.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ ln-
teli¸ênci+ ÷ lnstinto lrimitivo (dificuld+de 6). C+d+ suces-
so ¸+r+nte que todos no r+io de um quilometro ser1o +fet+-
dos. Os outros O+rou precis+m test+r lercepç1o ÷ lnstinto
lrimitivo (dificuld+de 6) e i¸u+l+r ou exceder o teste do
usuírio do Dom. O efeito dur+ qu+tro hor+s.
º AvaIanche (NíveI Quatro) - O O+rou precis+ se en-
contr+r num+ íre+ mont+nhos+ ou instível. O O+rou provoc+
um+ +v+l+nche, um desli:e de terr+, etc., p+r+ soterr+r seus
+dversírios. Lm element+l d+ terr+ ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ M+ni-
pul+ç1o ÷ Sobrevivênci+ (+ dificuld+de é determin+d+ pelo
N+rr+dor tendo como b+se + inst+bilid+de do terreno). Qu+n-
to m+is sucessos forem obtidos, m+is poderoso serí o efeito.
Num+ f+lh+ crític+, o O+rou é +tin¸ido pel+ +v+l+nche.
º Areia Movediça (NíveI Quatro) - O O+rou pode
tr+nsform+r o solo loc+l num+ substìnci+ viscos+ e pe¸+jos+
que prende os inimi¸os e dificult+ seu movimento. Lste Dom
é ensin+do por element+is d+ terr+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
M+nipul+ç1o ÷ lnstinto lrimitivo (dificuld+de ¯). C+d+
sucesso tr+nsform+ um+ íre+ de três metros num+ substìn-
ci+ viscos+ e pe¸+jos+. Com exceç1o do O+rou, qu+lquer
um n+ íre+ conse¸ue se mover +pen+s + met+de d+ veloci-
d+de, e nenhum+ m+nobr+ de comb+te que requeir+ movi-
mentos poderí ser execut+d+. Além disso, +s dificuld+des
p+r+ todos os +t+ques que envolv+m +çöes m+is complex+s
que en¸+lfinh+mento bísico s1o +ument+d+s em um ponto.
º MaIdição de Dionísio (NíveI Cinco) - O O+rou
pode tr+nsform+r qu+lquer hum+no ou O+rou num lobo
norm+l. O O+rou perm+necerí nest+ form+ pel+ dur+ç1o de
um+ cen+; este efeito é perm+nente contr+ os hum+nos. O
Dom é ensin+do por um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
Onose (+ dificuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo).
º Vingança de Caia (NíveI Cinco) - O O+rou pode
+nim+r +s c+r+cterístic+s do terreno e f+:ê-l+s +t+c+r: ¸+lhos
se projet+r1o com flech+s, roch+s rol+r1o e esm+¸+r1o, espi-
nheir+s se enrosc+r1o nos inv+sores e + í¸u+ os en¸olf+rí.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e um pon-
to de lúri+. Lle em se¸uid+ test+ C+rism+ ÷ Lni¸m+s (+
dificuld+de é o nível de lelícul+ d+ íre+). A decis1o sobre
que efeitos isso surtirí sobre o jo¸o c+berí +o N+rr+dor.
Seaberes das Sembras
Os t+citurnos Senhores d+s Sombr+s possuem poderes que
lhes permitem domin+r os outros ou instil+r-lhes medo, o que
melhor prov+ + su+ superiorid+de sobre os outros O+rou.
Iraquezas Iatais (NíveI Um) - O O+rou pode discer-
nir + fr+que:+ de um +lvo, possibilit+ndo-lhe um+ v+nt+¸em
em comb+te. O Dom é ensin+do por um corvo.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno e tes-
t+ lercepç1o ÷ Lmp+ti+ (+ dificuld+de é o R+ciocínio do
+lvo ÷ líbi+). Os sucessos permitem +o O+rou que use um
d+do de d+nos extr+ contr+ o +lvo. C+d+ sucesso lhe permi-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!·2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
te discernir vulner+bilid+des +dicion+is; cinco sucessos ¸+-
r+ntem o conhecimento de tod+s +s fr+que:+s do +lvo.
º Aura de Confiança (NíveI Um) - O O+rou irr+di+
um+ +ur+ de forç+ e com+ndo, impedindo qu+isquer tent+-
tiv+s de ler + su+ +ur+ ou de detect+r su+s fr+que:+s - ele
n1o revel+ nenhum tipo de fr+que:+. Lm espírito +ncestr+l
ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ líbi+ (dificuld+de
¯). lsto precis+ ser test+do p+r+ c+d+ encontro ou situ+ç1o
nov+ n+ qu+l o O+rou se encontre.
º PaIma de Trovão (NíveI Dois) - O O+rou pode b+ter
+s p+lm+s d+s m1os, emitindo um+ ond+ de choque que +tor-
do+rí todos + su+ frente. Lste Dom é ensin+do por um corvo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Todos que
se encontrem num r+io de três metros, sej+m +mi¸os ou
inimi¸os, precis+m obter pelo menos um sucesso num teste
de lorç+ de Vont+de (dificuld+de o) ou ser +tordo+dos e
fic+rem inc+p+cit+dos de +¸ir dur+nte um turno; num+ f+-
lh+ crític+, eles fic+m +tordo+dos dur+nte + cen+. l+r+ em-
pre¸+r este poder, o O+rou precis+ est+r n+ form+ Hominí-
de+, Ol+bro ou Crinos.
º Armadura de Luna (NíveI Dois) - Como o Dom de
Nível Dois dos lilhos de O+i+.
º Arrepio de Desespero (NíveI Três) - O O+rou pode
+ssumir um +specto +ssust+dor, p+recendo fic+r m+ior, m+is
forte, soturno e selv+¸em. As testemunh+s hesit+r1o em te-
mor. O Dom é ensin+do por um corvo.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno, ¸+s-
t+ um ponto de Onose e test+ M+nipul+ç1o ÷ lntimid+ç1o
(dificuld+de ¯). Se for bem sucedido, os inimi¸os que senti-
rem o +rrepio precis+r1o f+:er um teste de lorç+ de Vont+-
de (dificuld+de o), m+rc+ndo um determin+do número de
sucessos equiv+lente +o sucesso do O+rou; um fr+c+sso si¸-
nific+ que + vítim+ precis+ ¸+st+r lorç+ de Vont+de p+r+
+t+c+r, re+li:+r um+ +ç1o contr+ o outro O+rou ou mesmo
se opor verb+lmente + ele. As vítim+s n1o s1o control+d+s
pelo O+rou, +pen+s fic+m +terrori:+d+s dem+is p+r+ lut+r
contr+ ele. Lste efeito dur+ o rest+nte d+ cen+.
º OIhar ParaIisante (NíveI Três) - O O+rou pode dire-
cion+r um olh+r +terrori:+nte contr+ um +lvo, f+:endo com
que ele fique con¸el+do de p+vor. Lm corvo ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ lor-
ç+ ÷ Medicin+ (+ dificuld+de é o Vi¸or do +lvo ÷ 3). C+so
o teste sej+ bem sucedido, o +lvo s+n¸r+rí, perdendo um
ponto de Nível de Vit+lid+de por turno pel+ dur+ç1o de um
turno + c+d+ sucesso.
º Ieridas Abertas (NíveI Quatro) - O O+rou pode f+-
:er com que + próxim+ ferid+ que ele infli¸ir no +lvo s+n¸re
profund+mente. Lste Dom é ensin+do por um espírito d+ dor.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ lor-
ç+ ÷ Medicin+ (+ dificuld+de é o Vi¸or do +lvo ÷ 3 ). C+so
o teste sej+ bem sucedido, o +lvo s+n¸r+rí, perdendo um
Nível de Vit+lid+de por turno pel+ dur+ç1o de um turno por
sucesso. Lste n1o é um d+no +¸r+v+do.
º Imposição do Dominador (NíveI Quatro) - O O+-
rou, por imposiç1o, su¸+ + r+iv+ de outro indivíduo p+r+
+liment+r + su+ própri+. O Dom é ensin+do por um corvo.
Sistema: O O+rou test+ R+ciocínio ÷ lntimid+ç1o (+
dificuld+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). Dur+nte um
número de turnos i¸u+l +o número de sucessos obtidos pelo
O+rou, + vítim+ perderí um ponto de R+iv+ + c+d+ turno,
enqu+nto o O+rou +dquirirí esse ponto de R+iv+. lsto pode
ser tent+do +pen+s um+ ve: por +lvo + c+d+ cen+.
º Obediência (NíveI Cinco) - O O+rou se torn+ o
m+ior dos líderes +lf+, f+:endo com que os outros +c+tem
tod+s +s su+s ordens. Lste Dom é ensin+do por um corvo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ lider+nç+ (dificuld+de o). Todos que se encon-
tr+m próximos + ele f+:em testes de lorç+ de Vont+de (difi-
culd+de o). O fr+c+sso em i¸u+l+r ou exceder os sucessos do
O+rou si¸nific+ que os ouvintes precis+m obedecer os co-
m+ndos do O+rou. O ¸r+u de obediênci+ v+ri+ de +cordo
com o número de sucessos: um sucesso si¸nific+ que os ou-
vintes podem ser persu+didos + re+li:+r +l¸um+ cois+ que
n1o se importem em f+:er; três si¸nific+ que eles se¸uir1o
direitinho +s ordens do O+rou desde que n1o se oponh+m
viscer+lmente + el+s; cinco sucessos si¸nific+m que os ou-
vintes se submeter1o + +çöes virtu+lmente suicid+s.
º Sombra (NíveI Cinco) - O O+rou pode invoc+r um+
duplic+t+ sombri+ de si mesmo, ou t+lve: +té sombr+s múl-
tipl+s, p+r+ b+t+lh+r +o seu l+do. Lss+s sombr+s m+ntêm um+
semelh+nç+ sobren+tur+l com o O+rou e possuem os mes-
mos poderes. Lste Dom é ensin+do por um espírito d+ noite
ou por um Quimérico.
Sistema: O O+rou precis+ ¸+st+r um número v+riível
de pontos de Onose e ser bem sucedido num teste de Onose
(dificuld+de o). l+r+ c+d+ ponto de Onose ¸+sto, o O+rou
!··
invoc+ um+ duplic+ ex+t+ de si mesmo p+r+ lut+r +o seu
l+do. Lsses O+rou possuem Atributos e H+bilid+des idênti-
cos, m+s n1o fetiches; eles n1o podem us+r pontos de Ono-
se ou lorç+ de Vont+de, e c+d+ um possui +pen+s um Nível
de Vit+lid+de (qu+lquer +t+que que n1o sej+ +bsorvido os
destrói). O O+rou-sombr+ dur+ um+ cen+.
Pereqriaes Sileacieses
Os eni¸míticos Silenciosos s1o c+p+:es de vi+j+r pelo
Reino e pel+ Lmbr+. Seus poderes lhes possibilit+m vi+j+r
m+is rípido que outros e +lc+nç+r lu¸+res in+cessíveis +os
outros O+rou.
º Sentir a Wyrm (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos lmpuros.
º VeIocidade do Pensamento (NíveI Um) - O O+rou
pode duplic+r su+ velocid+de por terr+. Lste é um Dom ensi-
n+do por um espírito-p+p+-lé¸u+s ou por um espírito-chit+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. O efeito
dur+ um+ cen+.
º Cerar Ignorância (NíveI Dois) - Como o Dom R+-
¸+b+sh de Nível Dois.
º Resistência de Mensageiro (NíveI Dois) - O O+-
rou pode correr + velocid+de míxim+ dur+nte três di+s sem
sentir necessid+de de desc+nso, comid+ ou í¸u+. Depois do
término desse período, o O+rou precis+ dormir por um+ se-
m+n+. L um Dom ensin+do por um espírito-c+melo ou por
um espírito-lobo.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e n1o pode
f+:er n+d+ +lém de correr; p+r+ obter um ponto +dicion+l de
Onose, ele deve +tribuir os efeitos deste Dom + outro ser.
º Adaptação (NíveI Três) - O O+rou pode existir em
qu+lquer +mbiente, + despeito d+ press1o, temper+tur+ ou
composiç1o +tmosféric+. O O+rou t+mbém n1o recebe d+-
nos de veneno ou doenç+, embor+ ch+m+s concentr+d+s ou
r+di+ç1o +ind+ poss+m +fetí-lo norm+lmente. Lste Dom é
ensin+do por um espírito-urso.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ Vi¸or
÷ Sobrevivênci+ (dificuld+de ¯). Os efeitos dur+m por um+
hor+ + c+d+ sucesso, podendo ser estendido medi+nte o dis-
pêndio de Onose. O+st+ndo outro ponto de Onose e test+ndo
de novo, o O+rou pode +fet+r outro indivíduo com este Dom.
º O Crande SaIto (NíveI Três) - O O+rou pode tr+ns-
por distìnci+s incríveis com um só s+lto. Lm espírito-lebre
ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de
e test+ lorç+ ÷ Lsporte (dificuld+de 6). C+d+ sucesso possi-
bilit+ +o O+rou s+lt+r trint+ metros.
º Harmonia (NíveI Quatro) - Lste Dom é semelh+n-
te +o Dom dos Roedores de Ossos, m+s pode ser us+do +pe-
n+s n+s re¸iöes selv+¸ens. lerm+necendo imóvel num+ de-
termin+d+ íre+, o person+¸em pode comun¸+r com os espí-
ritos d+ íre+, dest+ form+ +dquirindo um+ vis1o ¸er+l do
que existe ou +conteceu n+ íre+ - popul+ç1o +proxim+d+,
trilh+s secret+s, lu¸+res import+ntes, etc. O Dom é ensin+-
do por um espírito-coruj+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ ler-
cepç1o ÷ Sobrevivênci+ (dificuld+de 6). A qu+ntid+de de
inform+çöes +dquirid+ depende do número de sucessos. Lm+
f+lh+ crític+ indic+ que os espíritos mentem.
º VeIocidade Mais Rápida que o Pensamento (NíveI
Quatro) - O O+rou pode correr 10 ve:es m+is que su+
velocid+de norm+l. O O+rou n1o pode se concentr+r em
outr+ cois+ + n1o ser n+ corrid+. O efeito dur+ oito hor+s,
depois d+s qu+is o O+rou fic+rí f+minto e precis+rí comer
imedi+t+mente p+r+ n1o +rrisc+r ser tom+do pelo frenesi ou
cois+ pior... Lste Dom é ensin+do por um espírito-chit+ ou
por um espírito do +r.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ Vi-
¸or ÷ Lspote (dificuld+de ¯).
º PortaI da Lua (NíveI Cinco) - Lste poder funcion+
+pen+s + noite, e requer que h+j+ pelo menos um fio de lu+
no céu. O O+rou pode +brir um tipo especi+l de lonte d+
lu:, permitindo que vi+je inst+nt+ne+mente +o seu destino.
Lste dom é ensin+do por um lun+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose p+r+ c+d+
150km que percorre e test+ lnteli¸ênci+ ÷ lrontid1o (+ di-
ficuld+de depende d+ distìnci+ d+ vi+¸em e d+ certe:+ com
que ele conheç+ seu destino - +té 10 p+r+ um+ vi+¸em
lon¸+ ou p+r+ um lu¸+r desconhecido). O sucesso possibili-
t+ +o O+rou vi+j+r inst+nt+ne+mente p+r+ esse lu¸+r. Se n1o
obtiver pelo menos três sucessos, ele fic+rí desorient+do +o
che¸+r. Lm+ l+lh+ Crític+ si¸nific+ que o person+¸em é +r-
remess+do +tr+vés do esp+ço num+ direç1o +le+tóri+, +tin-
¸indo um ponto dist+nte de seu objetivo (ou +té mesmo
um+ ¸r+nde +ltur+ +cim+ do solo...) O O+rou pode c+rre¸+r
outros se ¸+st+r um ponto de Onose por pesso+.
º AIcançar a Umbra (NíveI Cinco) - O O+rou pode
romper + lelícul+ e vi+j+r + vont+de e inst+nt+ne+mente
+té + Lmbr+, sem precis+r de um+ superfície refletor+. Lste
Dom é ensin+do por um espírito-coruj+.
Sistema: O O+rou simplesmente desej+ percorrer o +t+-
lho. Lle n1o precis+ f+:er os testes usu+is de Onose e j+m+is
pode ser "c+ptur+do".
Presas de Prata
Sendo os líderes dos O+rou, os lres+s de lr+t+ com+n-
d+m + forç+ d+ vont+de de O+i+.
º Chama TremuIante (NíveI Um) - O O+rou pode
+cender um+ ch+m+ pr+te+d+ em torno de seu corpo. Lste
Dom é ensin+do por um+ lun+.
Sistema: O O+rou precis+ ¸+st+r um ponto de lorç+ de
Vont+de. O efeito dur+ o tempo d+ cen+. A lu: ilumin+ um
r+io de trint+ metros, e o ofusc+mento que el+ provoc+ +cres-
cent+ um ponto +s dificuld+des de todos os +t+ques corpo +
corpo contr+ o O+rou. As dificuld+des de todos os +t+ques
de +rm+s projéteis, contudo, s1o redu:id+s em um.
º Sentir a Wyrm (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos lmpuros.
º Pasmo (NíveI Dois) - A simples presenç+ do O+rou
convence os outros de que ele tem o direito de ¸overn+r +s
outr+s tribos. O Dom é ensin+do por um espírito-f+lc1o.
Sistema: O O+rou test+ Ap+rênci+ ÷ Lmp+ti+ (+ dificul-
d+de é + lorç+ de Vont+de do +lvo). Se for bem sucedido, +s
dificuld+des p+r+ todos os testes soci+is re+li:+dos pelo O+rou
s1o redu:id+s em um, e + dificuld+de do +lvo em +tin¸ir o
O+rou dur+nte o comb+te é +ument+d+ em um ponto.
º Armadura de Luna (NíveI Dois) - Como o Dom de
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!·4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Nível Dois dos lilhos de O+i+.
º Carras de Prata (NíveI Três) - Como o Dom de
Nível três dos Ahroun.
º Ira de Caia (NíveI Três) - O O+rou é revel+do +os
seus inimi¸os como +quilo que O+i+ quis que ele fosse: Seu
Ouerreiro Lscolhido. As fer+s d+ Wyrm fu¸ir1o +p+vor+d+s se
n1o conse¸uirem domin+r seu terror instintivo do Defensor
de O+i+. Lste Dom é ensin+do por um +v+t+r d+ própri+ O+i+.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
C+rism+ ÷ lntimid+ç1o (dificuld+de 6). Todos os +¸entes
ou l+c+ios d+ Wyrm (incluindo os v+mpiros com níveis de
Hum+nid+de +b+ixo de ¯) nos +rredores precis+m f+:er tes-
tes de lorç+ de Vont+de (dificuld+de ¯). C+so um+ cri+tur+
d+ Wyrm n1o i¸u+l+r ou exceder os sucessos do O+rou, el+
fu¸irí +terrori:+d+ dur+nte o tempo que dur+r + cen+.
º Maestria (NíveI Quatro) - Os O+rou podem f+:er
com que outros O+rou (incluindo O+rou m+cul+dos pel+
Wyrm, como os D+nç+rinos d+ Lspir+l Ne¸r+) si¸+m su+s
ordens. Lste Dom é ensin+do por um espírito-f+lc1o.
Sistema: O O+rou test+ C+rism+ ÷ lider+nç+ (+ difi-
culd+de é o R+ciocínio d+ vítim+ ÷ 3). O O+rou pode f+:er
com que o +lvo obedeç+ qu+lquer com+ndo n1o suicid+
dur+nte um turno por sucesso. Lste Dom funcion+ +pen+s
contr+ O+rou.
º BIoqueio MentaI (NíveI Quatro) - O O+rou ¸er+
um c+mpo psíquico poderoso, +ument+ndo + dificuld+de de
tod+s +s tent+tiv+s de +fetí-lo ou +t+cí-lo ment+lmente. O
Dom é ensin+do por um espírito-f+lc1o.
Sistema: Tod+s +s tent+tiv+s de +fet+r ou +t+c+r o O+-
rou ment+lmente encontr+m um+ dificuld+de 10. lsto in-
clui Domin+ç1o v+mpíric+ e lresenç+.
º Vingador de Luna (NíveI Cinco) - O O+rou pode
tr+nsform+r seu corpo inteiro (hum+no, lupino ou outro)
em pr+t+ pur+. Lle se torn+ um ¸uerreiro imb+tível. Lste
Dom é ensin+do por um lun+.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno e ¸+st+
um ponto de Onose. Lste Dom confere imunid+de + pr+t+,
e todos os +t+ques do O+rou +dquirem benefícios equiv+-
lentes +os conferidos pelo Dom dos lres+s de lr+t+ (Ahroun
Nível Três). Além disso, o O+rou +dquire dois níveis extr+s
de Vi¸or e um nível extr+ de Vit+lid+de (se o O+rou sofrer
+pen+s um nível de d+no em Vit+lid+de, n1o est+rí ferido
depois do término deste Dom). O efeito dur+ um+ cen+.
º Patas de IiIhote Recem-nascido (NíveI Cinco) -
O O+rou impede que seu +lvo use qu+isquer h+bilid+des
especi+is ou sobren+tur+is. Lle é como um filhote recém-
n+scido, dispondo +pen+s de poderes trivi+is. Lste Dom é
ensin+do por um espírito-f+lc1o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e re+li:+
um teste de Onose (+ dificuld+de é o Vi¸or ÷3 d+ vítim+).
C+d+ sucesso remove tod+s +s h+bilid+des especi+is do opo-
nente (d+nos +¸r+v+dos, ¸+rr+s, Dons, l+r+d+ de S+n¸ue
v+mpíric+, Lsfer+s dos m+¸os, poderes re¸ener+tivos, +t+-
ques especi+is, etc.), dur+nte um turno.
Pertaderes da lat
A s+bedori+ e +s +rtes m+rci+is dos lort+dores d+ lu: re-
fletem-se em seus Dons. Solitírios e contempl+tivos, eles po-
dem resolver eni¸m+s, e su+ h+bilid+de de comb+te des+rm+-
do pode f+:er frente +té mesmo +os Ahroun m+is duröes.
º EquiIíbrio (NíveI Um) - O O+rou é c+p+: de c+mi-
nh+r +tr+vés de qu+lquer s+liênci+ e sobre qu+lquer cord+, +
despeito de qu1o fin+ ou tr+içoeir+ sej+ ess+ "trilh+". L um
Dom ensin+do por estr+nhos espíritos do vento, conheci-
dos +pen+s pelos lort+dores d+ lu:.
Sistema: N1o se exi¸e nenhum teste ou dispêndio de
ponto. As dificuld+des de esc+l+d+ s1o redu:id+s em três
pontos.
º Sentir a Wyrm (NíveI Um) - Como o Dom de Ní-
vel Lm dos lmpuros.
º Iorça Interior (NíveI Dois) - Depois de um breve
período de medit+ç1o, o O+rou pode converter + su+ r+iv+
intern+ num+ vont+de de ferro. Lste Dom é ensin+do por
síbios espíritos-+ncestr+is dos lort+dores d+ lu:.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte cinco minutos
e test+ R+ciocínio ÷ Lni¸m+s (dificuld+de o). C+d+ sucesso
converte um ponto de lúri+ em lorç+ de Vont+de.
º Harmonia com a Superfície (NíveI Dois) - O O+rou
pode entr+r em h+rmoni+ com o +mbiente que o cerc+, dest+
form+ obtendo + h+bilid+de de c+minh+r + um+ velocid+de
norm+l sobre superfícies como l+m+, í¸u+, neve e +rei+ move-
diç+, sem c+ir ou mesmo deix+r r+stros. Lste Dom é ensin+do
por espíritos de pequenos +nim+is (coelhos, p+rd+is, c+mun-
don¸os, etc.), +nim+is norm+lmente despre:+dos pelos outros
O+rou, m+s honr+dos pelos lort+dores d+ lu:.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno e tes-
t+ Destre:+ ÷ Lsportes (dificuld+de 6).
º CIaridade (NíveI Três) - O O+rou é c+p+: de en-
xer¸+r +tr+vés de neblin+ e escurid1o +bsolut+, podendo +té
mesmo reconhecer ilusöes ou invisibilid+de. Lste Dom é en-
sin+do por um espírito dos ventos.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Lni¸m+s (dificul-
d+de ¯). Se o lort+dor tent+r ver +tr+vés d+ ilus1o de outr+
pesso+, o número de sucessos obtidos pelo ilusionist+ preci-
s+ ser i¸u+l+do ou super+do pelo O+rou.
º CoIpe Piedoso (NíveI Três) - O O+rou pode sub-
ju¸+r um inimi¸o em comb+te sem feri-lo. Lste Dom é ensi-
n+do por um espírito-¸+nso.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose, h+rmoni-
:+ndo-se com o corpo de seu oponente. C+so seu ¸olpe se-
¸uinte (sej+ com +s m1os nu+s, sej+ com um+ +rm+) +tin¸ir
e c+us+r d+nos +ntes que sej+ feito um teste de Absorç1o de
D+no, o O+rou pode test+r lercepç1o ÷ Medicin+ (+ difi-
culd+de é o R+ciocínio do oponente ÷ Lsquiv+). Lm ou
dois sucessos neste teste f+:em o oponente fic+r indefeso e
+joelh+do dur+nte o turno se¸uinte. Três ou m+is sucessos
p+r+lis+m o oponente dur+nte + cen+ inteir+.
º Consciência SobrenaturaI (NíveI Quatro) - O O+-
rou coloc+ todos os seus sentidos em h+rmoni+ com o +mbi-
ente que o cerc+, dest+ form+ torn+ndo-se sobren+tur+lmente
consciente dos +tos de seu oponente. lsso possibilit+ que o
O+rou poss+ +ntecip+r +l¸uns dos movimentos do oponen-
te. Lste Dom é ensin+do por um espírito dos ventos.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ ler-
cepç1o ÷ Lsquiv+ (dificuld+de ¯). As l+r+d+s de D+dos de
todos os oponentes que +tin¸em o O+rou s1o redu:id+s por
um número de d+dos equiv+lente +o número de sucessos.
!·5
lsto se +plic+ mesmo se o O+rou n1o puder ver o +t+que
che¸+ndo. O efeito dur+ um+ cen+.
º Argumento de Lógica IrrefutáveI (NíveI Quatro) -
Como o Dom de Nível Qu+tro dos Theur¸es.
º Ataque CircuIar (NíveI Cinco) - O O+rou pode
enfrent+r múltiplos oponentes, n1o +pen+s evit+ndo seus
+t+ques m+s t+mbém c+n+li:+ndo-os contr+ seus inimi¸os
(ou f+:endo com que um inimi¸o +tinj+ + si mesmo, se o
O+rou estiver lut+ndo contr+ um só inimi¸o). Lste Dom é
ensin+do por um espírito dos ventos.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+de e
test+ R+ciocínio ÷ Lsquiv+ (+ dificuld+de é o R+ciocínio do
oponente ÷ 3 ou o R+ciocínio m+is +lto ÷ 3, c+so ele estej+
enfrent+ndo vírios inimi¸os). O O+rou precis+ est+r num com-
b+te com +rm+s br+nc+s p+r+, ou precis+ est+r sendo +t+c+do
num tiroteio por dois ou m+is inimi¸os. C+d+ sucesso permite
+o O+rou evit+r e redirecion+r um +t+que. Lxemplo: Se o O+rou
tivesse R+ciocínio +, Lsquiv+ +, e estivesse enfrent+ndo seis
oponentes, c+d+ qu+l como R+ciocínio 2, o O+rou f+ri+ um
teste com d+dos contr+ um+ dificuld+de 5. Se ele obtivesse 6,
10, 1, 9, 2, 5, ¯ e 3, evit+ri+ qu+tro +t+c+ntes (+ f+lh+ crític+
c+ncel+ um sucesso), os qu+is teri+m de f+:er testes p+r+ +cer-
t+r uns +os outros ou + outros inimi¸os do O+rou. Dois dos
inimi¸os +t+c+ri+m norm+lmente, m+s +ind+ +ssim o O+rou
poderi+ se esquiv+r dos ¸olpes deles.
º Sabedoria do Vidente (NíveI Cinco) - Ao fit+r o céu
noturno por um+ hor+, o lort+dor pode f+:er um+ per¸unt+ e
ouvir + respost+. Lste Dom é ensin+do por um Quimérico.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ lnte-
li¸ênci+ ÷ Lni¸m+s (dificuld+de ¯). Se for bem sucedido, o
O+rou pode responder + qu+lquer per¸unt+ (i.e., per¸unt+ +o
N+rr+dor). A cl+re:+ d+ inform+ç1o depende do número de
sucessos, sendo r+ro obter um respost+ complet+ e diret+.
ukteaa
Os +rdilosos e +stutos Lkten+ s1o os mestres d+ m+¸i+ e
dos poderes +nim+is.
Sentir Magia (NíveI Um) - O O+rou é c+p+: de sentir
ritu+is e Dons dos O+rou, + T+um+tur¸i+ dos Tremere e +s
Lsfer+s dos m+¸os, bem como fetiches e outros fenomenos
místicos. Lste Dom sente + presenç+ de m+¸i+ e su+ forç+
¸er+l. Lle revel+ +pen+s inform+çöes bísic+s sobre + m+¸i+ em
si (i.e., se é + Lsfer+ de um m+¸o ou + T+um+tur¸i+ de um
v+mpiro, m+s n1o o tipo específico de Lsfer+ ou T+um+tur-
¸i+). O Dom é ensin+do por um espírito servo dos Lkten+.
Sistema: O O+rou test+ lercepç1o ÷ Lni¸m+s. A difi-
culd+de é b+se+d+ n+ forç+ e n+ sutile:+ d+ m+¸i+. O r+io é
de três metros + c+d+ sucesso obtido.
º MortaIha (NíveI Um) - O O+rou pode cri+r um+ es-
curid1o dens+. Lste Dom é ensin+do por um espírito d+ Noite.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
Onose contr+ um+ dificuld+de v+riível (3 p+r+ crepúsculo,
6 p+r+ +mbiente interno, 9 p+r+ sol do meio-di+). l+r+ c+d+
sucesso, o O+rou cobre com um+ escurid1o dens+ um+ íre+
de 3 metros qu+dr+dos + su+ escolh+.
º Espírito do Pássaro (NíveI Dois) - O O+rou pode
pl+n+r e flutu+r no esp+ço. Qu+lquer espírito-píss+ro pode
ensin+r este Dom.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose. Lle pode
mover-se + seis quilometros por hor+, sendo + dur+ç1o de
um+ hor+. l+:er m+nobr+s requer um teste de Destre:+ ÷
Ocultismo, e +s dificuld+des de tod+s +s +çöes complex+s,
como comb+te, s1o +ument+d+s em dois pontos.
º Espírito do Peixe (NíveI Dois) - O O+rou pode res-
pir+r emb+ixo d'í¸u+ e n+d+r com + mesm+ velocid+de que
poderi+m correr n+ form+ Hispo. Lste Dom é ensin+do por
qu+lquer espírito-peixe.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ Vi-
¸or ÷ Lmp+ti+ com Anim+is (dificuld+de 6). O efeito dur+
pelo menos um+ hor+ + c+d+ sucesso.
º Invocar Espírito das Chamas (NíveI Três) - O O+-
rou pode invoc+r um espírito do fo¸o p+r+ execut+r um+
t+ref+. l+r+ us+r este Dom, o O+rou precis+ possuir um+
fonte de fo¸o, mesmo que sej+ um mero isqueiro. O espírito
do fo¸o incendi+rí objetos infl+míveis ou se jo¸+rí contr+ o
inimi¸o do O+rou, irrompendo num+ ¸r+nde explos1o +o
retir+r-se do mundo m+teri+l. Lste Dom é ensin+do por um
element+l do fo¸o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+ M+ni-
pul+ç1o ÷ Ocultismo (dificuld+de o). A explos1o do espírito
infli¸e três d+dos de d+nos +¸r+v+dos por fo¸o. Lm+ f+lh+ crí-
tic+ si¸nific+ que o invoc+dor conjurou um espírito hostil.
º InvisibiIidade (NíveI Três) - Lste Dom torn+ o O+-
rou invisível e dificult+ que sej+ pressentido por olf+to ou +u-
diç1o. Ao empre¸+r este Dom, o O+rou precis+ se concentr+r
nele o tempo inteiro; o O+rou n1o pode se mover m+is rípido
que mei+ velocid+de, nem pode f+:er qu+lquer cois+ que o
distr+i+. Lm espírito que serve +os Lkten+ ensin+ este Dom.
Sistema: O O+rou se concentr+ por um turno e ¸+st+
um ponto de Onose. Lle em se¸uid+ test+ lnteli¸ênci+ ÷
Ocultismo contr+ um+ dificuld+de est+belecid+ pelo N+rr+-
dor (b+se+d+ n+s condiçöes presentes). O número de suces-
sos precis+ ser re¸istr+do; qu+lquer um que tent+r ver +tr+-
vés d+ invisibilid+de precis+ obter, num teste de lercepç1o
÷ Atenç1o, m+is sucessos que os obtidos pelo O+rou +o
invoc+r este Dom.
º Invocar EIementaI (NíveI Quatro) - O O+rou é c+-
p+: de invoc+r, + su+ escolh+, um dos qu+tro element+is
clíssicos - +r, terr+, í¸u+, fo¸o (vej+ L|.m.n:a|s). Lste Dom
é ensin+do por qu+lquer element+l.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
Onose (+ dificuld+de é o nível de lelícul+ d+ íre+) p+r+
invoc+r o element+l. Lle precis+ em se¸uid+ test+r M+nipu-
l+ç1o ÷ Ocultismo (dificuld+de ¯) p+r+ f+:er o element+l
+feiço+r-se por ele. No fin+l d+ cen+, o element+l volt+rí
p+r+ o lu¸+r de onde veio.
º Mão dos Senhores da Terra (NíveI Quatro) - O
O+rou pode mover telecinetic+mente m+teri+is que pesem
+té 22¯ quilos. Lste Dom é ensin+do por um element+l d+
terr+ e por um element+l do +r em conjunto.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
Destre:+ ÷ Ocultismo (dificuld+de 6). O efeito tem + dur+-
ç1o de um turno por sucesso.
º MateriaIização de Sonhos (NíveI Cinco) - Como o
Dom de Nível Cinco dos O+lli+rd.
º Boneco Vodu - O O+rou pode ferir um+ vítim+ +
distìnci+ medi+nte + mutil+ç1o de um boneco que ele con-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!·ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
feccion+ + im+¸em d+ vítim+. O O+rou precis+ ter em seu
poder +l¸o que pertenç+ +o ser contr+ o qu+l ele estí empre-
¸+ndo este Dom. Lm se¸uid+ o O+rou precis+ confeccion+r
um m+nequim n+ form+ d+ vítim+. Lste Dom é ensin+do
por um estr+nho espírito d+ Lmbr+.
Sistema: O O+rou demor+ um+ sem+n+ e test+ lercep-
ç1o ÷ Rep+ros (dificuld+de o) p+r+ construir o boneco. l+r+
ferir + vítim+, o O+rou test+ lnteli¸ênci+ ÷ Medicin+ (+
dificuld+de é + lorç+ de Vont+de d+ vítim+). C+d+ sucesso
infli¸e um d+do de d+nos +¸r+v+dos, +té um míximo de 10.
Acim+ de 10, o boneco fic+ t1o mutil+do que se torn+ im-
possível c+us+r m+is d+nos. C+d+ fr+c+sso no teste subtr+i
um ponto de um dos 10 d+dos possíveis; um+ f+lh+ crític+
destrói o boneco sem ferir + vítim+.
weadiqe
Os cruéis Wendi¸o lut+m p+r+ s+lv+r +s terr+s que +ind+
lhes rest+m d+s m1os dos hum+nos e dos O+rou. Seus Dons
s1o poderes oriundos do pólo norte e de seu totem.
º Invocar a Brisa (NíveI Um) - O O+rou pode invo-
c+r um+ bris+ ¸el+d+ de seis quilometros por hor+ e direcio-
ní-l+ + su+ vont+de. A bris+ dispers+rí nuvens de v+por ou
de insetos, e enre¸el+rí qu+lquer um que n1o estej+ prep+-
r+do p+r+ o frio. Lste Dom é ensin+do por um espírito que
serve +os Wendi¸o.
Sistema: O O+rou pode invoc+r est+ bris+ simplesmen-
te +ssobi+ndo. Qu+lquer person+¸em que depend+ inteir+-
mente d+ +udiç1o terí um ponto + menos em todos os tes-
tes de lercepç1o rel+cion+dos + esse sentido.
º CamufIagem (NíveI Um) - Qu+ndo estí n+s re¸i-
öes selv+¸ens, o O+rou é extrem+mente difícil de ser visto,
pois é c+p+: de se imiscuir +s írvores. Lm espírito-cervo
ensin+ este Dom.
Sistema: As dificuld+des de todos os testes p+r+ loc+li-
:+r o O+rou s1o +ument+d+s em três, desde que o O+rou se
encontre num+s re¸i1o selv+¸em.
º Vento Cortante (NíveI Dois) - O O+rou pode in-
voc+r um+ r+j+d+ de vento doloros+, que ele direcion+ con-
tr+ os inimi¸os. O Dom é ensin+do por um espírito que ser-
ve +os Wendi¸o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de lorç+ de Vont+-
de. l+r+ direcion+r o vento dur+nte um comb+te, ele test+
Destre:+ ÷ Ocultismo (dificuld+de 6). Qu+lquer indivíduo
+tin¸ido pelo vento perde dois d+dos de tod+s +s +çöes de-
sempenh+d+s nesse turno, e tem um d+do + menos no tur-
no se¸uinte. O vento pode t+mbém derrub+r os inimi¸os de
rochedos, empurrí-los p+r+ poços, etc. O vento dur+ um+
cen+. O +lc+nce é c+lcul+do de +cordo com os modific+do-
res p+r+ +rm+s de fo¸o. O +lc+nce médio é de de:oito me-
tros; o O+rou n1o recebe nenhum modific+dor p+r+ este
+lc+nce. O dobro deste +lc+nce (36 metros) é o m+is dist+n-
te que o vento pode ser direcion+do. A dificuld+de é +u-
ment+d+ em um ponto. lor outro l+do, os +t+ques desferi-
dos contr+ +lvos + um metro do O+rou s1o consider+dos
"+t+ques + queim+-roup+" (dificuld+de +).
º IaIar com Espíritos dos Ventos (NíveI Dois) - O
O+rou pode compreender e f+l+r com espíritos dos ventos.
Além disso, ele pode f+:er um+ per¸unt+ +os espíritos +ére-
os que c+v+l¸+m os ventos do mundo (su+ c+p+cid+de de
+tenç1o é b+ix+ dem+is p+r+ m+is do que um+ per¸unt+). A
per¸unt+ deve ser +l¸um+ cois+ rel+cion+d+ com +s proxi-
mid+des (os espíritos dos ventos esquecem r+pid+mente o
que vêem). O Dom, obvi+mente, é ensin+do por qu+lquer
espírito +éreo.
Sistema: O O+rou n1o precis+ ¸+st+r pontos ou f+:er
testes p+r+ compreender ou f+l+r com os espíritos dos ven-
tos. lorém, p+r+ f+:er um+ per¸unt+, o O+rou precis+ ¸+st+r
um ponto de Onose e test+r M+nipul+ç1o ÷ Lxpress1o (di-
ficuld+de ¯). O número de sucessos indic+ + precis1o d+
inform+ç1o. Lm c+so de f+lh+ crític+, os espíritos mentem.
º Irio de Neve Nova (NíveI Três) - Num ¸r+nde ri-
tu+l, o O+rou invoc+ os espíritos do inverno, conjur+ndo
ventos cort+ntes que v+rrem + íre+ +ssobi+ndo. O frio é t1o
místico qu+nto é físico, +fin+l foi envi+do pelo próprio ¸r+n-
de Wendi¸o.
Sistema: O O+rou ento+ um cìntico dur+nte um+ hor+
e ¸+st+ um ponto de Onose. Lle em se¸uid+ test+ lnteli¸ên-
ci+ ÷ Ocultismo contr+ um dificuld+de dependente d+ tem-
per+tur+ (+ se jí for inverno, 6 p+r+ os 20°C de um di+ de
prim+ver+ e 9 no meio de um+ ond+ de c+lor num di+ de
ver1o). Os sucessos f+:em + temper+tur+, num r+io de oito
quilometros c+ir p+r+ +b+ixo do nível de resfri+mento (ou
mesmo +b+ixo de :ero, se jí for inverno). Qu+lquer um que
n1o possu+ pelu¸em n+tur+l (hum+nos, v+mpiros, O+rou n+
form+ hominíde+ ou Ol+bro) subtr+em dois pontos de tod+s
+s lilh+s de D+dos. Os efeitos dur+m um+ hor+ por sucesso.
º Correr no Ar (NíveI Três) - O O+rou +dquire +
h+bilid+de de correr no +r + 35 quilometros por hor+. O
!·7
O+rou precis+ se m+nter continu+mente em movimento,
ou c+i. Lnqu+nto corre, o O+rou deix+ um r+stro de fo¸o no
céu. O Dom é ensin+do por um espírito que serve +os Wen-
di¸o.
Sistema: O O+rou se concentr+ dur+nte um turno e ¸+st+
um ponto de lorç+ de Vont+de. O Dom dur+ qu+tro hor+s,
podendo ser re+b+stecido com m+is dispêndios de lorç+ de
Vont+de.
º Harmonia (NíveI Quatro) - Como o Dom de Nível
Qu+tro dos Silenciosos.
º Invocar o Espírito CanibaI (NíveI Quatro) - l+r+
invoc+r este Dom, o O+rou precis+ ento+r um cìntico e
d+nç+r dur+nte um+ hor+ inteir+ sob o céu noturno. Se +
invoc+ç1o for bem sucedid+, um +v+t+r Wendi¸o (vej+ Òs
\.nJ|¸·) +tenderí +o ch+m+do. O +v+t+r perse¸uirí um+
vítim+ + escolh+ do O+rou p+r+ comer o seu cor+ç1o(o O+-
rou precis+ ter em m1os um objeto pertencente + vítim+ ou
p+rte d+ vítim+).
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e um pon-
to de lúri+. Lle em se¸uid+ test+ C+rism+ ÷ Ocultismo (di-
ficuld+de o). Se obtiver um+ f+lh+ crític+ no teste, ou se o
+v+t+r Wendi¸o fr+c+ss+r em su+ miss1o, ele volt+rí p+r+
m+t+r o invoc+dor.
º Invocar os Espíritos da Tempestade (NíveI Cinco)
- O O+rou pode ¸er+r os efeitos climíticos que desej+r:
tempest+de de neve, monç1o, torn+do, tempest+de elétri-
c+, nevoeiro denso como min¸+u, qu+lquer cois+. Lste Dom
é ensin+do por um espírito que serve +os Wendi¸o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
lorç+ de Vont+de contr+ um+ dificuld+de v+riível (deter-
min+d+ pelo N+rr+dor com b+se n+ n+ture:+ do efeito e n+
diferenç+ entre ele e o clim+ prev+lescente). Os efeitos co-
brem um+ íre+ de 61 lm + c+d+ sucesso obtido; se um+
tempest+de elétric+ for invoc+d+, c+d+ ponto +dicion+l de
Onose possibilit+ +o O+rou diri¸ir um r+io ou um torn+do
contr+ os seus inimi¸os (Destre:+ ÷ Ocultismo p+r+ +cer-
t+r; 10 d+dos de d+nos norm+is).
º Coração de CeIo (NíveI Cinco) - O O+rou precis+
s+ber o nome do ser que serí +fet+do por este poder, e precis+
sussurrí-lo p+r+ os ventos vin¸+dores. Depois disso, + m+ldi-
ç1o do Wendi¸o c+i sobre o cor+ç1o ou outros ór¸1os internos
d+ vítim+, que começ+m + se tr+nsform+r em ¸elo. Lste Dom
é ensin+do por um espírito que serve +os Wendi¸o.
Sistema: O O+rou ¸+st+ um ponto de Onose e test+
R+ciocínio ÷ Ocultismo (+ dificuld+de é o Vi¸or do +lvo ÷
+); c+d+ sucesso c+us+ um D+no de Vit+lid+de +utomítico
de d+no, +cumul+ndo + um+ r+:1o de um por turno +té que
o número de Níveis de Vit+lid+de perdidos se i¸u+le +o nú-
mero de sucessos. Lste d+no é +¸r+v+do, n1o podendo ser
+bsorvido. Qu+ndo o +lvo deste poder é um v+mpiro, seu
s+n¸ue co+¸ul+, e ele perde cinco lontos de S+n¸ue por
sucesso. Se isto redu:ir os lontos de S+n¸ue do v+mpiro +
:ero, ele entr+ em torpor.
Ritaais
La n· m.|·, munJ·s t|t·s . s·||:ar|·s
S.rt|nJ· J. aj·|·, .·m· s. j·ss.m ·ss·s
- leter O+briel, "Mercy Street"
Os ritu+is s1o enc+rn+çöes dos ritos e d+s celebr+çöes
dos O+rou. Os ritu+is form+m e reforç+m os l+ços espiritu-
+is e soci+is que unem os O+rou uns +os outros e + O+i+. O
elo comum form+do pelos ritu+is resso+ n+s +lm+s de todos
os O+rou. Muitos Theur¸es e + m+iori+ dos lort+dores d+
lu: +firm+m que, sem + prític+ contínu+ desses ritu+is, os
O+rou perderi+m seus elos e + própri+ O+i+. Sem eles -
+dvertem os Theur¸es e os lort+dores d+ lu: - os O+rou
podem vir + se torn+r inferiores +os seus eus verd+deiros,
t+lve: +té mesmo retrocedendo de escolhidos de O+i+ + sim-
ples lobos e hum+nos.
Atr+vés dos ritu+is os O+rou costur+m o tecido soci+l,
emocion+l e reli¸ioso que conect+ O+rou + O+rou, m+tilh+ +
m+tilh+, tribo + tribo. Qu+ndo os lres+s de lr+t+ se encon-
tr+m com os lúri+s Ne¸r+s ou os lort+dores d+ lu: se encon-
tr+m com os And+rilhos do Asf+lto, os ritu+is de seus +nces-
tr+is cri+m um+ conex1o entre todos eles. Muitos encontros
entre O+rou de tribos e m+tilh+s diferentes jí for+m s+lvos de
se tr+nsform+r em meros jo¸os de domínio (ou pior) pel+ prí-
tic+ de um Ritu+l de Contriç1o p+r+ f+cilit+r o diílo¸o.
Os ritu+is t+mbém possibilit+m +s tribos e m+tilh+s +
liberd+de p+r+ se definirem e desenvolver seus p+péis ex-
clusivos n+ defes+ de O+i+. As tribos, e muit+s seit+s indivi-
du+is, possuem seus próprios ritu+is e su+s própri+s versöes
de ritu+is comuns. O Ritu+l do Despert+r do Lspírito dos
li+nn+, com seus uivos estridentes e deboch+dos, ¸u+rd+
pouquíssim+ semelh+nç+ extern+ com o ritu+l contido de
mesmo nome dos Senhores d+s Sombr+s. N1o obst+nte, +
essênci+ e o propósito dos dois ritu+is s1o os mesmos.
!ipes de Ritaais
Conforme explic+mos +nteriormente, os ritu+is possu-
em conot+çöes reli¸ios+s e t+um+túr¸ic+s, servindo i¸u+l-
mente + propósitos soci+is e místicos. A m+iori+ dos ritu+is
pode ser re+li:+do n+ Lmbr+ ou no mundo norm+l. Os ritu-
+is podem ser +¸rup+dos em c+te¸ori+s definid+s pelo pro-
pósito de c+d+ tipo de ritu+l p+r+ os O+rou e p+r+ O+i+. S1o
os m+is comuns: Ritu+is de Acordo, C+ern, Morte, Místico,
luniç1o, Renome, leriódicos e Menores. A n1o ser que um
ritu+l específico est+beleç+ outr+ cois+, p+r+ um ritu+l ser
execut+do com sucesso, é preciso que tod+s su+s exi¸ênci+s
bísic+s sej+m respeit+d+s.
As descriçöes e +s exi¸ênci+s p+r+ c+d+ tipo est1o list+-
d+s +b+ixo, junt+mente com os ritu+is comuns desse tipo.
Lm O+rou tem + liberd+de de +prender qu+lquer tipo de
ritu+l, cont+nto que poss+ encontr+r +l¸uém que o ensine.
lorém, os +u¸úrios costum+m determin+r os ritu+is que um
O+rou deve +prender (vej+ - lnj|u.n.|a J· -u¸ur|·, +di+nte
neste c+pítulo).
Praticaade am Ritaal
Lm ¸er+l, ritu+is s1o +tivid+des em ¸rupo lider+d+s por
um indivíduo conhecido como mestre de ritu+l, embor+ +l-
¸uns lequenos Ritu+is e Ritu+is Místicos poss+m ser con-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!·B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
du:idos por um único O+rou. A m+iori+ dos ritu+is requer +
presenç+ de um mínimo de três O+rou.
Os ritu+is norm+lmente requerem ¸r+nde concentr+ç1o
e h+bilid+de d+ p+rte do celebr+nte. Lm ritu+l dem+nd+
três minutos por nível p+r+ ser re+li:+do, embor+ lequenos
Ritu+is requeir+m sempre +l¸um+ espécie de bu¸i¸+n¸+ ou
m+teri+l especi+l. As exi¸ênci+s ¸er+is p+r+ c+te¸ori+s espe-
cífic+s de ritu+is ser1o det+lh+d+s +di+nte.
L respons+bilid+de do mestre de ritu+l providenci+r p+r+
que tod+s +s exi¸ênci+s sej+m cumprid+s e que todos os
O+rou presentes p+rticipem plen+mente. Lm se¸uid+, ele
deve f+:er um teste p+r+ determin+r o sucesso do ritu+l. A
n+ture:+ ex+t+ e + dificuld+de do teste v+ri+ de ritu+l p+r+
ritu+l. Os N+rr+dores podem diminuir + dificuld+de de um
teste se o mestre de ritu+l e os O+rou p+rticip+ntes desem-
penh+rem (interpret+rem) o rito p+rticul+rmente bem.
l+r+ c+d+ cinco O+rou +cim+ do número bísico exi¸ido
que estej+m presentes e contribuindo com Onose p+r+ o
ritu+l (+lém do mestre de ritu+l), o nível de dificuld+de é
redu:ido em um.
Al¸uns ritu+is exi¸em o dispêndio de Onose, embor+
muitos n1o requeir+m isso. Ao contrírio dos Dons, os ritu-
+is s1o consider+dos um+ form+ n+tur+l de +fet+r + ordem
n+tur+l. Os O+rou +credit+m que se um ritu+l for desempe-
nh+do + contento, o efeito ocorrerí n+tur+lmente, d+ mes-
m+ form+ que qu+lquer teori+ científic+ de c+us+ e efeito.
Se você solt+r um+ pedr+, el+ c+irí; se você desempenh+r
um ritu+l d+ form+ ex+t+ como ele é p+ss+do de ¸er+ç1o em
¸er+ç1o, o efeito desej+do ocorrerí. Contudo, +l¸uns ritu+is
n1o requerem Onose; esses ritu+is s1o distorçöes p+rticul+r-
mente poderos+s d+ ordem n+tur+l.
Apreadeade am Ritaal
Os +nciöes d+s tribos que ensin+m ritu+is for+m por su+
ve: ensin+dos por seus +ncestr+is, que for+m ensin+dos por
seus +ncestr+is, e +ssim por di+nte, +té o +lvorecer do mun-
do. l+r+ +dquirir o conhecimento (e + permiss1o implícit+)
p+r+ desempenh+r um ritu+l, um jovem O+rou precis+ +pro-
xim+r-se de um +nci1o que possu+ esse conhecimento. N+
¸r+nde m+iori+ dos c+sos, o +nci1o exi¸irí p+¸+mento (n+
form+ de t+lentos) do filhote em quest1o. O número de t+-
lentos requeridos v+ri+ com + qu+ntid+de de ensin+mentos
necessíri+ (nível do ritu+l) e + opini1o do +nci1o sobre o
filhote (losto comp+r+tivo e interpret+ç1o). Os +nciöes fre-
qüentemente permitir1o +o jovem O+rou que f+ç+ um f+vor
em ve: de - ou em +diç1o + - do+r t+lentos. T+is f+vores
podem v+ri+r entre prover o +nci1o com c+vi+r e c+rne fres-
c+ de coelho dur+nte três lu+s chei+s + encontr+r um velho
inimi¸o do +nci1o e r+s¸+r + su+ ¸+r¸+nt+. Lm qu+lquer c+so,
o f+vor pedido costum+ ser proporcion+l +o poder e + im-
portìnci+ do ritu+l que o jovem O+rou desej+ domin+r.
Aprender um ritu+l é um+ +ç1o prolon¸+d+. Lm O+rou
precis+ possuir um Conhecimento de Ritu+is no mínimo i¸u+l
+o nível do ritu+l que ele desej+ +prender, e precis+ despender
tempo - pelo menos um+ sem+n+ por nível do ritu+l que ele
desej+ +prender (três di+s p+r+ lequenos Ritu+is) - com o
+nci1o que s+be o ritu+l. O O+rou precis+ test+r lnteli¸ênci+
÷ Ritu+is (dificuld+de de 10 menos lnteli¸ênci+). O número
!·9
de sucessos requerido equiv+le +o nível do ritu+l. lode ser
feito um teste por período de ensin+mento (um+ sem+n+
p+r+ um ritu+l de Nível Lm, três sem+n+s p+r+ um ritu+l de
Nível Três, etc.) Se o estud+nte fr+c+ss+r num teste, ele pre-
cis+rí ¸+st+r um ponto de lorç+ de Vont+de p+r+ prosse¸uir
os estudos. Se ele cometer um+ f+lh+ crític+, serí porque +in-
d+ n1o estí prep+r+do p+r+ +prender o conhecimento que
busc+; ele terí de esper+r três mud+nç+s de lu+, ou +té que
tenh+ m+is experiênci+, p+r+ tent+r de novo.
Lm person+¸em pode começ+r o jo¸o com conhecimento
dos ritu+is compr+ndo o Antecedente de Ritu+is. lorém,
depois os ritu+is poder1o ser +prendidos +pen+s +tr+vés de
interpret+ç1o; n1o poder1o ser compr+dos com pontos de
experiênci+.
Rituais não aprendidos: Lm person+¸em que jí tiver
p+rticip+do de um determin+do ritu+l poderí tent+r pr+ti-
cí-lo, +ind+ que n1o conheç+ os procedimentos necessíri-
os. Nem é preciso di:er que ele tem pouc+ ch+nce de suces-
so. A dificuld+de é três ve:es m+ior que o norm+l, e ele
precis+ ¸+st+r o dobro d+ qu+ntid+de de pontos de Onose
(se +l¸um for requerido). Além disso, os O+rou m+is velhos
costum+m ver ess+s tent+tiv+s como impertinentes ou +té
mesmo s+críle¸+s. Tent+r pr+tic+r um ponto n1o +prendido
n+ presenç+ de um +nci1o poderí redu:ir + Honr+ do O+rou
ou su+ S+bedori+ +os olhos de su+ tribo.
A |a(laêacia de Aaqárie
Nem todos os O+rou possuem um+ +finid+de n+tur+l com
+ conduç1o dos Or+ndes Ritu+is. Muitos fic+m s+tisfeitos em
conhecer +l¸uns lequenos Ritu+is e um punh+do de ritu+is
m+is si¸nific+ntes +os seus próprios olhos. N+ verd+de, os O+-
rou tr+dicion+lmente vêem os lobisomens n+scidos sob deter-
min+dos +u¸úrios como os mestres por direito dos ritu+is d+s
tribos. Lm especi+l, os Theur¸es e os lilodox s1o prep+r+dos
p+r+ ess+s posiçöes desde o momentos que entr+m n+ seit+
como filhotes +dolescentes. Qu+se n1o se tem notíci+ de um
O+rou de um desses +u¸úrios que n1o tenh+ +o menos +l¸um+
períci+ n+ re+li:+ç1o de ritu+is. Lm ¸er+l, os Theur¸es tendem
+ +prender Ritu+is Místicos, Ritu+is leriódicos e Ritu+is de
C+ern, enqu+nto os lilodox tr+dicion+lmente +prendem Ri-
tu+is de l+cto e Ritu+is de luniç1o.
lsto n1o quer di:er que os O+rou de outros +u¸úrios n1o
poss+m +prender ritu+is ou, oc+sion+lmente, liderí-los. Os
O+lli+rd costum+m lider+r Ritu+is de Morte e Ritu+is de
Renome. Os R+¸+b+sh e os Ahroun t+mbém podem +pren-
der e re+li:+r ritu+is, embor+ + seit+ dificilmente encor+je
esse comport+mento, + n1o ser que h+j+ um+ r+:1o específi-
c+ p+r+ que um de seus O+rou lidere um ritu+l. lor exem-
plo, um Ahroun pode lider+r seu ¸rupo de ¸uerr+ num Ritu-
+l de lerimento depois d+ primeir+ b+t+lh+ de um filhote. L
síbio lembr+r que +s m+tilh+s individu+is costum+m ser (em-
bor+ n1o sempre) m+is flexíveis p+r+ interpret+r ess+s tr+di-
çöes, devido + se preocup+rem m+is com qu+l membro d+
m+tilh+ desempenh+rí um ritu+l do que com se¸uir c+d+
tr+diç1o +nti¸+. Lm O+rou pode +prender um Ritu+l Místi-
co, + despeito de seu +u¸úrio.
Ritaais de Pacte
Os Ritu+is de l+cto rest+ur+m um lu¸+r ou um determi-
n+do O+rou + su+ h+rmoni+ e + seu equilíbrio com O+i+.
Lsses ritu+is purific+m e renov+m f+:endo o objeto do ritu+l
p+ss+r por um ren+scimento simbólico do útero de O+i+.
Sistema: Qu+lquer O+rou tent+ndo desempenh+r um
Ritu+l de l+cto precis+ possuir um t+lento, fetiche ou +l-
¸um ped+ço de O+i+ que j+m+is tenh+ sido toc+do pelos
l+c+ios d+ Wyrm ou por m1os imund+s (por exemplo, um
¸+lho de s+l¸ueiro de um+ florest+ remot+ ou +ind+ um+
pedr+ de um c+ern prote¸ido). O mestre de ritu+l f+: um
teste de C+rism+ ÷ Ritu+is (dificuld+de ¯, + n1o ser qu+ndo
for est+belecid+ outr+ cois+.)
Ritaal de Pari(icaçãe
Nível Lm
Lste ritu+l purific+ um+ pesso+, um lu¸+r ou um objeto,
permitindo que ele poss+ ser us+do sem risco de cont+min+-
ç1o pel+ Wyrm. l+r+ execut+r este ritu+l, o O+rou deve
desenh+r um círculo n+ terr+, +nd+ndo contr+ o sentido do
reló¸io em torno d+ pesso+(s) ou objeto(s) +fli¸idos, enqu+nto
se¸ur+ um ¸+lho +rdendo + fo¸o lento ou um+ toch+. Lle
precis+ us+r um ¸+lho (de preferênci+ de s+l¸ueiro ou de
vidoeiro) molh+do em í¸u+ pur+ ou neve p+r+ +sper¸ir o
objeto ou + pesso+ + ser purific+d+. Lnqu+nto isto é feito,
todos os O+rou presentes solt+m um uivo sinistro num+ ten-
t+tiv+ de "+fu¸ent+r" + influênci+ corruptor+. O melhor ho-
rírio p+r+ + execuç1o deste ritu+l é dur+nte o +m+nhecer,
m+s ele pode ser re+li:+do + qu+lquer hor+.
Sistema: Lste ritu+l pode ser us+do em um+ ou m+is
pesso+s ou objetos, m+s o líder precis+ ¸+st+r pontos de Onose
+ c+d+ cois+ ou pesso+ extr+ + ser purific+d+. O nível de
dificuld+de equiv+le + Onose do espírito que infli¸iu o con-
tí¸io (míximo de 10). Apen+s um sucesso é requerido. Se
o ritu+l for execut+do +o +m+nhecer, o nível de dificuld+de
serí redu:ido em um. Atenç1o: este ritu+l n1o pode cur+r
ferimentos ou d+nos c+us+dos por cont+min+ç1o (vej+ o Dom
li+nn+: Resistênci+ + Toxin+s); ele +pen+s remove tod+
cont+min+ç1o existente.
Ritaal de 0eatriçãe
Nível Lm
Lste ritu+l é um+ form+ de pedido de desculp+s; ele cos-
tum+ ser us+do p+r+ evit+r + inimi:+de de espíritos ou O+-
rou + quem um indivíduo tenh+ incomod+do, ou p+r+ pre-
venir ¸uerr+s entre seit+s ou tribos. N+ m+iori+ d+s ve:es o
ritu+l consiste do infr+tor dobr+r-se sobre su+ b+rri¸+ e c+ir
p+r+ + frente. O O+rou pode t+mbém ¸+nir e l+mber +s p+-
t+s ou +s m1os. lorém, se bem re+li:+d+, um+ simples mesu-
r+ com + c+beç+ d+rí cont+ do rec+do. l+r+ re+li:+r com
sucesso este ritu+l, o O+rou precis+ conceder um presente
+o indivíduo ofendido ou, no c+so deste ser um espírito,
possuir +l¸um +specto do espírito em quest1o (por exemplo,
um f+lc1o de b+rro se o O+rou estiver +pel+ndo p+r+ o to-
tem espiritu+l l+lc1o).
Sistema: O nível de dificuld+de do ritu+l equiv+le + lú-
ri+ do espírito +lvo ou O+rou (míximo de 10). Lm sucesso
costum+ ser consider+do suficiente p+r+ um pedido de des-
culp+s ¸r+cioso, m+s pode n1o ser suficiente p+r+ corri¸ir
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!4U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Ritaal de Assembléia
Nível Lm
Lste ritu+l é exi¸ido p+r+ +brir qu+lquer tipo de +ssem-
bléi+. Ness+s +ssembléi+s, os c+ern dos O+rou s1o rec+rre¸+-
dos com Onose. Os ritu+is sempre incluem um uivo prolon¸+-
do lider+do por um O+rou conhecido como Mestre do Livo.
O uivo v+ri+ por tribo e por seit+, m+s sempre express+ + n+tu-
re:+ únic+ d+ seit+. Todos os O+rou envolvidos precis+m for-
m+r um círculo dentro do c+ern +ntes de começ+rem + uiv+r.
Lxistem divers+s v+ri+çöes d+s exi¸ênci+s bísic+s - os O+rr+s
Vermelh+s costum+m morder +s própri+s p+t+s e derr+m+r seu
s+n¸ue n+ terr+, enqu+nto os Lkten+ p+ss+m seus fetiches
m+is poderosos entre si + medid+ que c+d+ membro une su+
vo: +o coro - m+s o uivo deve sempre ser sonoro e o círculo
eterno deve ser sempre form+do.
Sistema: O ritu+l precis+ ser execut+do pelo menos um+
ve: por mês p+r+ que um c+ern sej+ m+ntido cons+¸r+do.
Dur+nte o curso do ritu+l, os p+rticip+ntes precis+m ener¸i-
:+r o c+ern com cinco pontos de Onose por nível de c+ern
p+r+ re+b+stecê-lo plen+mente.
Ritaal de Abertara de 0aera
Nível Lm
Os c+ern s1o lu¸+res +lt+mente espiritu+is e s+¸r+dos
p+r+ +queles que os cri+m. C+d+ c+ern possui um poder es-
pecífico +ssoci+do + ele, ¸er+lmente de n+ture:+ benéfic+.
lort+nto, existem c+ern de lúri+, c+ern de Onose, lorç+,
Lni¸m+s, etc. Se um person+¸em for síbio o b+st+nte, ele
pode ser c+p+: de se li¸+r +o poder do c+ern e usí-lo em seu
rel+cion+mentos ou perdo+r erros ¸r+ves. Qu+nto m+is su-
cessos forem obtidos, m+is o erro serí esquecido. Os O+rou
que se recus+m + reconhecer um Ritu+l de Contriç1o s1o
m+l vistos pelos +nciöes. A m+iori+ dos espíritos +ceit+rí
sempre um ritu+l bem execut+do. O efeito dur+ +té que o
O+rou execute um+ +ç1o que fir+ ou insulte o outro.
Ritaal de Reaáacia
Nível Dois
Neste r+ro ritu+l, um O+rou rejeit+ o +u¸úrio sob o qu+l
n+sceu e escolhe um novo. O ritu+l precis+ ser execut+do du-
r+nte + f+se d+ lu+ que o O+rou desej+ +br+ç+r. A¸u+ expost+
+ lu: pr+te+d+ de lun+ é derr+m+d+ sobre um O+rou despido,
l+v+ndo-o de tudo que ele jí foi +ntes, incluindo todos os los-
tos. Lle +¸or+ estí livre p+r+ começ+r de novo como um mem-
bro de seu +u¸úrio +dot+do. Bem, qu+se livre - muitos O+-
rou vêem ess+ "Mud+nç+ de lu+" com suspeit+. Lm p+rticu-
l+r, os Senhores d+s Sombr+s e os lres+s de lr+t+ despre:+m
profund+mente os O+rou que n1o s1o c+p+:es de c+rre¸+r o
peso dos f+rdos que lhes for+m +tribuídos.
Sistema: Lm O+rou que mude de +u¸úrios precis+ co-
meç+r de novo do losto Lm. Lmbor+ o O+rou poss+ con-
serv+r qu+isquer Dons jí +prendidos, ele j+m+is poderí
+prender novos Dons de seu +u¸úrio +nti¸o. Lntret+nto, os
Dons de seu +u¸úrio +dot+do +¸or+ lhe est1o disponíveis.
Oc+sion+lmente este ritu+l é desempenh+do p+r+ outros
propósitos que n1o sej+ + mud+nç+ de +u¸úrio, como qu+n-
do um O+rou desej+ desistir de seu nome e começ+r de novo
n+ socied+de O+rou (vej+ n.nun.|a).
Ritaais de 0aera
Lsses ritu+is s1o de vit+l importìnci+ p+r+ O+i+, porque
eles +jud+m n+ +bertur+, proteç1o e renov+ç1o de esp+ços
s+¸r+dos dedic+dos + el+. Sem esses ritu+is, o fluxo místico
d+ rique:+ espiritu+l de O+i+ cess+ri+, e seus filhos, os O+-
rou, n1o poderi+m m+is desc+ns+r em seu colo. Sem ess+
renov+ç1o, +té mesmo os cor+çöes fortes dos O+rou fic+ri-
+m temerosos de b+t+lh+r.
Sistema: Dentro de um c+ern, um O+rou pode desem-
penh+r +pen+s Ritu+is de C+ern. As l+r+d+s de D+dos exi-
¸id+s v+ri+m com c+d+ ritu+l específico, m+s o número mí-
ximo de d+dos us+dos n1o pode exceder + Onose do mestre
de ritu+l. A n1o ser que outr+ cois+ sej+ est+belecid+, + difi-
culd+de de um ritu+l como esse é ¯.
JnI.1n u. Hí:unís
Tipo Teste DificuIdade
Acordo C+rism+ ÷ Ritu+is ¯
C+ern v+riível (míximo de Onose) ¯
Morte C+rism+ ÷ Ritu+is o - losto
Místico R+ciocínio ÷ Ritu+is ¯
luniç1o C+rism+ ÷ Ritu+is ¯
Renome C+rism+ ÷ Ritu+is 6
leriódico Vi¸or ÷ Ritu+is o - Nível
de C+ern
lequenos nenhum nenhum
Ritu+is
!4! Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
benefício. A isto costum+-se ch+m+r "+brir" um c+ern. Abrir
um c+ern n1o é um+ cois+ que dev+ ser tent+d+ sem prep+-
ro. Os c+ern n1o concedem com f+cilid+de su+s ener¸i+s, e
o fr+c+sso em +bsorver +propri+d+mente esse poder pode
result+r em d+nos seríssimos p+r+ o O+rou.
C+d+ c+ern exi¸e cois+s específic+s do mestre de ritu+l.
O mestre de ritu+l deve prov+r que é merecedor d+s ener¸i-
+s do c+ern. l+r+ +brir um c+ern de Lni¸m+s, um O+rou
precis+ trilh+r um c+minho espir+l p+r+ evoc+r + lend+ ¸re-
¸+ de lerséfone. Jí p+r+ +brir um c+ern de lúri+, o O+rou
precis+ +ssumir su+ form+ Crinos e ento+r + lit+ni+ de seus
+ncestr+is que morrer+m comb+tendo + Wyrm. O se¸redo é
forj+r um+ conex1o com o espírito específico do c+ern.
Sistema: l+r+ +brir um c+ern, um person+¸em re+li:+
um teste resistido e prolon¸+do de R+ciocínio ÷ Ritu+is
(dificuld+de ¯). O número de sucesso precis+ i¸u+l+r o nível
do c+ern.
O person+¸em é enfrent+do pelo espírito do c+ern. O
espírito do c+ern us+ seu próprio nível de c+ern como um+
l+r+d+ de D+dos. Su+s dificuld+des equiv+lem + Onose do
person+¸em, enqu+nto o número de sucessos precis+ i¸u+-
l+r + lorç+ de Vont+de do person+¸em. O primeiro + obter
o número necessírio de sucessos vence.
Se um person+¸em vencer o teste, poderí +crescent+r o
nível do c+ern + su+ l+r+d+ de D+dos +o execut+r +çöes
+propri+d+s +o foco desse c+ern. M+s se ele perder, recebe
d+nos equiv+lentes +o número de sucessos que o c+ern ob-
teve + m+is que ele. Lm+ f+lh+ crític+ indic+ que os feri-
mentos s1o +¸r+v+dos. Lsses ferimentos físicos e espiritu+is
s1o os result+dos de um+ re+ç1o de retorno de ener¸i+ espi-
ritu+l.
Consulte n+ Ta|.|a J. Ca.rn um+ list+ de tipos de c+-
ern, seus poderes e os espíritos que podem ser encontr+dos
com freqüênci+ próximos + eles.
A !eca de !eraqe
Nível Qu+tro
Os ¸u+rdi1es (membros de seit+) dos c+ern torn+m-se
t1o unidos + su+s toc+s que podem sentir tudo que ocorre
em seus +rredores. Ao pr+tic+r este ritu+l, o mestre fit+ in-
tens+mente +l¸um+ cois+ como um+ ti¸el+ de í¸u+, um+
l+t+ de tint+ ou um espelho. Ao mesmo tempo, o O+rou
derr+m+ um+ cert+ qu+ntid+de de loç1o de h+m+mélis ou
outro +dstrin¸ente de cheiro forte (como urin+) no solo +
su+ frente. Os outros O+rou que estej+m observ+ndo ou
p+rticip+ndo, form+m um círculo em torno do mestre de
ritu+l e rosn+m b+ixinho. lrincip+lmente no c+so de And+-
rilhos do Asf+lto e Wendi¸os, +l¸uns O+rou m+is jovens
+crescent+m +o ritu+l o uso de dro¸+s +lucinó¸en+s leves,
embor+ muitos O+rou n1o vej+m isso com bons olhos.
Sistema: O celebr+nte precis+ ser bem sucedido num tes-
te de lercepç1o ÷ Ritu+is contr+ o nível de dificuld+de +b+i-
xo. C+d+ sucesso possibilit+ que o mestre de ritu+l (freqüente-
mente o sentinel+ do c+ern) f+ç+ um+ per¸unt+ sobre + um+
íre+ específic+. A dificuld+de v+ri+ de +cordo com o t+m+nho
d+ íre+ (vej+ +b+ixo). Lm fr+c+sso indic+ que o O+rou n1o vê
n+d+, embor+ um+ f+lh+ crític+ si¸nifique que o O+rou vê o
que desej+ ver, + despeito de qu+l sej+ + verd+de.
Area DificuIdade
S+l+ lequen+ 5
S+l1o de B+ile 6
C+s+ ¯
Acre de Terr+ o
llorest+ lequen+ 9
Ritaal de Abertara da Peate
Nível Qu+tro
Lste ritu+l cri+ um+ lonte d+ lu+, um port+l bruxule+nte
que serve como um meio de tr+nsporte místico entre dois c+-
ern. Lss+s lontes d+ lu+ constituem elos vit+is entre os esp+-
ços s+¸r+dos de O+i+. Lm+ ve: por +no um c+ern precis+ re-
nov+r su+ conex1o com outros c+ern com os qu+is queir+
m+nter lontes d+ lu+. Lste ritu+l sempre é re+li:+do dur+nte
+ssembléi+s, e simult+ne+mente nos dois c+ern p+rticip+ntes.
A exi¸ênci+ bísic+ p+r+ +brir um+ lonte d+ lu+ é o uso
de um+ Oem+ d+ lu+, ou ledr+ de Trilh+, como é m+is
ch+m+d+. As ledr+s de Trilh+ s1o encontr+d+s n+ Lmbr+,
sendo freqüentemente objetivos de busc+s. Lss+s pedr+s
extr+ordin+ri+mente r+r+s p+recem pérol+s +ch+t+d+s com
+ impress1o de um+ p+t+ de lobo em um dos l+dos. L possí-
vel roub+r um+ ledr+ de Trilh+ de um c+ern, m+s esse tipo
de furto é consider+do bl+sfemo, podendo result+r num+
¸uerr+ entre du+s seit+s de O+rou.
O ritu+l est+belece (ou rest+belece) um+ conex1o espiri-
tu+l entre + ledr+ de Trilh+ de um c+ern e + ledr+ de Trilh+
de um se¸undo c+ern por intermédio dos dois totens espiritu-
+is dos c+ern. No ípice do ritu+l, um+ lonte d+ lu+ se +bre
entre os dois c+ern p+rticip+ntes. Dur+nte este tempo os O+-
rou d+s du+s seit+s podem vi+j+r entre os c+ern p+r+ se junt+-
rem + um+ pìnde¸+ selv+¸em. As lontes d+ lu+ possibilit+m
+os O+rou +tr+vess+rem distìnci+s em um milésimo do tempo
norm+l necessírio. Lste ritu+l precis+ ser renov+do um+ ve: +
c+d+ 13 lu+s (+proxim+d+mente um +no).
Sistema: Lste ritu+l é muito poderoso. Os person+¸ens
podem oc+sion+lmente desempenhí-lo, m+s n+ m+iori+ d+s
ve:es serí re+li:+do por mí¸ic+s condu:id+s pelo N+rr+dor,
m+s os person+¸ens +jud+r1o de +l¸um+ form+.
O teste é R+ciocínio ÷ Lni¸m+s (dificuld+de o menos o
nível do próprio c+ern do mestre de ritu+l). O mestre de
ritu+l pode ¸+st+r lorç+ de Vont+de no teste. Se o seu to-
tem de m+tilh+ for o mesmo que o totem do c+ern, ele rece-
be um bonus de três d+dos p+r+ o teste. Se o ritu+l jí n1o
obteve sucesso +nteriormente o nível de dificuld+de do ri-
tu+l serí +ument+do em um. l+r+ complet+r o ritu+l, o mes-
tre de ritu+l precis+ obter um número de sucessos equiv+-
lente +o nível do c+ern do +lvo.
Se o ritu+l for bem sucedido, + lonte d+ lu+ serí +bert+
+utom+tic+mente, e o elo espiritu+l entre +s du+s ledr+s de
Trilh+ é est+belecido. As lontes d+ lu+ +¸or+ podem ser
+bert+s + qu+lquer momento entre os dois c+ern. As lontes
podem ser +bert+s com o Ritu+l de Abertur+ do C+ern (vej+
+di+nte) ou o Dom R+¸+b+sh: Abrir lonte d+ lu+ (se for
execut+do no c+ern). C+so o ritu+l fr+c+sse, nenhum+ lon-
te d+ lu+ se +bre, e o ritu+l precis+ ser tent+ndo nov+mente
no +no se¸uinte. As lontes d+ lu+ p+r+ +quele c+ern +ind+
est1o +bert+s, m+s n1o s1o m+is se¸ur+s como +ntes...
!42 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Se o ritu+l redund+r num+ f+lh+ crític+, nenhum+ lonte
d+ lu+ serí +bert+, e + ledr+ de Trilh+ no c+ern fic+rí quei-
m+d+ devido + incompetênci+ com que +s ener¸i+s for+m
m+nuse+d+s. Cometer um+ f+lh+ crític+ neste ritu+l condu:
+ outro ritu+l - o Ritu+l do Ostr+cismo, execut+do contr+
o O+rou infr+tor.
Consulte + T+bel+ de C+ern p+r+ distìnci+s entre lon-
tes d+ lu+.
Ritaal da Raciaa £aceberta
Nível Qu+tro
Lste ritu+l f+: com que um+ íre+ no interior d+ Lmbr+
fique invisível, de modo que n1o poss+ ser vist+ de nenhum+
outr+ íre+ d+ Lmbr+. Lste ritu+l deve cont+r sempre com um
mínimo de cinco p+rticip+ntes que depois dever1o submeter-
se + um+ cerimoni+ de +bstinênci+ de três di+s. Os Lkten+,
p+rticul+rmente +deptos deste ritu+l, +firm+m que os p+rtici-
p+ntes precis+m comp+recer + cerimoni+ com os corpos nus
pint+dos com símbolos represent+ndo + terr+, o +r, + í¸u+, o
fo¸o e (p+r+ o mestre de ritu+l) o mundo espiritu+l.
Sistema: A dificuld+de deste teste é o nível de lelícul+
÷+. Qu+lquer O+rou p+rticip+nte pode contribuir com Onose
p+r+ este ritu+l. L preciso ¸+st+r 10 pontos de Onose p+r+ tor-
n+r o efeito perm+nente. Do contrírio, o número de sucessos
+lc+nç+dos se i¸u+l+rí +o número de hor+s que + Cl+reir+ d+
Lmbr+ perm+necerí escondid+. Se + íre+ que o O+rou tent+r
esconder for m+ior que o próprio c+ern, + qu+ntid+de de Ono-
se requerid+ +ument+rí em dois pontos p+r+ c+d+ seiscentos
metros de r+io que os person+¸ens procur+rem encobrir.
Ritaal da 0riaçãe de 0aera
Nível Cinco
Lste ritu+l poderoso cri+ um c+ern, um+ íre+ perm+nen-
te n+ qu+l o mundo espiritu+l e o mundo físico se toc+m.
B+st+ recit+r o ritu+l p+r+ +tr+ir + +tenç1o dos servos d+
Wyrm, o que torn+ su+ prític+ peri¸os+, e muit+s ve:es,
f+t+l. Apen+s os místicos m+is poderosos e síbios ous+m
condu:ir um+ empreit+d+ dess+s.
Qu+se sempre se escolhe um Theur¸e poderoso p+r+
execut+r este que é o m+is s+¸r+do dos ritu+is. Muitos O+-
rou reunidos precis+m c+n+li:+r su+ ener¸i+ +tr+vés de um
líder poderoso p+r+ terem +l¸um+ esper+nç+ de sucesso.
S+be-se que m+tilh+s inteir+s jí morrer+m em +¸oni+ por
fr+c+ss+rem n+ tent+tiv+.
Depois que o foco físico p+r+ o cor+ç1o do c+ern tiver
sido escolhido, + íre+ precis+rí ser purific+d+ de tod+ + cor-
rupç1o +ntes de ser tr+nsform+d+. Todos os O+rou que p+r-
ticip+m no ritu+l precis+m p+ss+r por um Ritu+l de lurific+-
ç1o. O mestre de ritu+l execut+ um+ série de pequenos ritu-
+is, medit+çöes e outr+s prelimin+res físic+s p+r+ se prep+r+r
p+r+ su+ terrível miss1o.
L preciso envi+r sentinel+s (freqüentemente os perso-
n+¸ens dos jo¸+dores), porque os servos d+ Wyrm qu+se
inv+ri+velmente tent+m interromper um ritu+l ¸r+nde como
esse. Apen+s os ¸uerreiros m+is poderosos s1o escolhidos
p+r+ esse tipo de miss1o, e su+ proteç1o é crític+ p+r+ o
sucesso do ritu+l. O líder do ritu+l perm+nece indefeso en-
qu+nto ento+ um+ lon¸+ lit+ni+ de versos pl+nej+dos p+r+
invoc+r um ¸r+nde espírito p+r+ o c+ern prep+r+do. Lmbor+
sej+ possível cri+r um tipo específico de c+ern, + m+iori+ dos
líderes deix+m + escolh+ + c+r¸o de O+i+, +ceit+ndo qu+l-
quer c+ern que el+ conceder + seit+.
Como é preciso um+ qu+ntid+de enorme de Onose p+r+
cri+r um novo c+ern, é preciso que um mínimo de 13 O+-
rou, um p+r+ c+d+ lu+ do +no, p+rticipe deste rito. A despei-
to do número de O+rou que o estej+ +jud+ndo o mestre de
ritu+l, seu or¸+nismo pode c+n+li:+r um fluxo de Onose po-
deroso como esse +pen+s por um+ hor+. O ritu+l precis+ ser
execut+do + noite. lsto si¸nific+ que n+ m+iori+ dos lu¸+res
e n+ m+ior p+rte do +no, o mestre de ritu+l pode re+li:+r
+pen+s oito testes (um por hor+) p+r+ cumprir su+ t+ref+.
lsto torn+ o sucesso extrem+mente improvível. C+so o ritu-
+l fr+c+sse, todos os indivíduos envolvidos sofrem cinco fe-
rimentos. Lsses ferimentos n1o s1o +¸r+v+dos, m+s s1o mui-
to dolorosos e sempre deix+r cic+tri:es em form+ de lí¸ri-
m+s m+rc+d+s no corpo do O+rou. Lss+s cic+tri:es, +s "lí-
¸rim+s de O+i+" s1o consider+d+s +tos de br+vur+, sendo
freqüentemente dest+c+d+s por t+tu+¸ens ou pintur+s e exi-
bid+s com or¸ulho. Os O+rou di:em que ess+s lí¸rim+s s1o
o result+do do choro de O+i+ pel+ dor de seus filhos.
Tempo: O ritu+l precis+ ser execut+do entre o n+scer e do
por do sol dur+nte + f+se crescente d+ lu+. Apen+s o D+nç+ri-
nos d+ Lspir+l Ne¸r+ cri+m c+ern dur+nte + lu+ min¸u+nte.
Sistema: O ritu+l requer um teste prolon¸+do de R+cio-
cínio ÷ Ritu+is, embor+ o líder poss+ us+r +pen+s um nú-
mero de d+dos equiv+lente +o seu número de Onose. A di-
ficuld+de sempre é o, e s1o necessírios +0 sucessos. A c+d+
hor+ do ritu+l poderí ser tent+do +pen+s um teste.
Depois que o líder tiver obtido o número necessírio de
sucessos, todos os indivíduos envolvidos no ritu+l precis+m
contribuir com pontos de Onose - s1o necessírios 100.
C+so o tot+l disponível de Onose n1o sej+ 100, todos os
p+rticip+ntes no ritu+l começ+m + sofrer ferimentos +¸r+v+-
dos. C+d+ ferimento cont+ como três pontos +dicion+is de
Onose p+r+ o tot+l.
As f+lh+s crític+s que ocorrerem dur+nte este ritu+l ser1o
p+rticul+rmente mort+is. Todos os person+¸ens envolvidos
sofrem sete Níveis de Vit+lid+de de d+no, o que si¸nific+ que
+té mesmo um O+rou que +ntes estivesse com su+ s+úde im+-
cul+d+ torn+-se lnc+p+cit+do. Os O+rou redu:idos + +b+ixo de
lnc+p+cit+do precis+m f+:er um teste se¸undo + T+bel+ de
Cic+tri:es de B+t+lh+, som+ndo um d+do +o teste.
Se o número mínimo de sucessos (+0) for obtido, o
c+ern é cl+ssific+do como Nível Lm. A lelícul+ de um+
íre+ como ess+ é +, e os espíritos que h+bit+m o c+ern con-
ceder1o poderes +proxim+d+mente i¸u+is +os Dons de Ní-
vel Lm. C+d+ cinco sucessos +dicion+is elev+m o nível do
c+ern em um, correspondentemente elev+ndo + m+¸nitude
dos poderes concedidos pelo c+ern. No Nível Três + pelícu-
l+ d+ íre+ é 3, enqu+nto no Nível Cinco el+ é +pen+s 2.
lmedi+t+mente depois do ritu+l ser complet+do com suces-
so, o mestre de ritu+l precis+ s+crific+r um número de pon-
tos de Onose perm+nentes i¸u+l +o nível do c+ern.
Se o person+¸em de um jo¸+dor +ssumir o p+pel de mestre
de ritu+l e for bem sucedido, ele recebe três pontos de Olóri+,
cinco pontos de Honr+ e sete pontos de S+bedori+. Qu+lquer
!4·
outro person+¸em que p+rticipe do ritu+l recebe cinco pontos
de Olóri+ e três pontos de Honr+. Lst+ é um+ t+ref+ lendíri+,
devendo ser recompens+d+ +dequ+d+mente.
Ritaais de Merte
Os O+rou desempenh+m Ritu+is de Morte t+nto p+r+
honr+r os que se for+m como p+r+ re+firm+r su+ li¸+ç1o com
o ciclo de vid+, morte e ren+scimento. Ao enfrent+r e +cei-
t+r + morte como um+ p+rte necessíri+ d+ d+nç+ d+ vid+, os
membros d+s m+tilh+s e d+s seit+s se livr+m dos venenos
debilit+ntes do medo.
0erimêaia peles Falecides
Nível Lm
Lste é o ritu+l execut+do em honr+ +os recém-f+lecidos.
N+ m+iori+ d+s ve:es é execut+do ou por um O+lli+rd ou por
um cole¸+ de m+tilh+ do O+rou f+lecido. Lste ritu+l v+ri+ dr+-
m+tic+mente de um+ tribo p+r+ outr+. lor exemplo, um mes-
tre de ritu+l li+nn+ cont+ + su+ seit+ históri+s tristes e herói-
c+s sobre o O+rou f+lecido. Jí os Wendi¸o pr+tic+m um ritu+l
solene, no qu+l o mestre de ritu+l e todos os cole¸+s de m+ti-
lh+ do O+rou perm+necem p+r+dos no pico m+is +lto +o qu+l
puderem che¸+r, c+ud+s tremul+ndo +o vento, e exprimem
em seu uivo seu or¸ulho e dor, p+r+ +ssim f+cilit+r + p+ss+¸em
de seu comp+nheiro p+r+ + próxim+ vid+. O que import+ n1o
é + form+ do ritu+l, m+s o si¸nific+do do momento.
Sistema: O Mestre de ritu+l lider+ + liber+ç1o d+s emoçöes
combin+d+s dos O+rou p+r+ o mundo espiritu+l. Se¸undo os Lkte-
n+ ess+s emoçöes exercem um imp+cto re+l n+ Lmbr+ e po-
dem +jud+r + ¸+r+ntir que o O+rou f+lecido recorde de +l¸um+
cois+ de su+ vid+ +nterior (i.e., + enc+rn+ç1o se¸uinte do per-
son+¸em possuirí o Antecedente Vid+ l+ss+d+).
Ritaal de lebe de |acerae
Nível Três
Lste ritu+l solene e triste é execut+do por um O+rou que
estej+ fr+co ou envelhecido dem+is p+r+ lut+r +o l+do de su+
tribo. Qu+ndo o O+rou +nunci+ que irí se submeter + esse
ritu+l, sent+-se no centro de um+ reuni1o de seus cole¸+s de
m+tilh+ e de seit+. L um+ cerimoni+ solene e pes+ros+, n+
qu+l os D+nç+rinos d+ lu+ ento+m hinos sobre + vid+ e os
feitos do homen+¸e+do, e pedem +os espíritos que lhe con-
ced+m ¸lóri+s no mundo ou n+ vid+ nov+ que o +¸u+rd+. O
homen+¸e+do em se¸uid+ c+minh+, lent+ e or¸ulhos+men-
te, entre +s fileir+s de membros d+ tribo. Lnqu+nto ele c+-
minh+, su+ ¸ente inici+ um uivo triste, muito semelh+nte
+o que ento+m pelos f+lecidos. Al¸uns O+rou toc+m melo-
di+s l+murios+s em seus t+mbores e fl+ut+s, enqu+nto o ho-
men+¸e+do retir+-se p+r+ um loc+l +f+st+do, no qu+l pöe
fim + su+ vid+, norm+lmente com um+ +d+¸+ de pr+t+.
lmedi+t+mente depois do suicídio, inici+-se + Cerimo-
ni+ pelos l+lecidos. Lste ritu+l é execut+do com m+is fre-
qüênci+ pelos membros dos O+rr+s Vermelh+s e dos Cri+s
de lenris, sendo r+ríssimo entre os lilhos de O+i+.
Sistema: Lste ritu+l qu+se sempre é execut+do + noite e
requer que pelo menos outros três O+rou estej+m presentes +o
evento solene. A +rm+ us+d+ pelo O+rou precis+ ser de pr+t+,
embor+ n1o tenh+ necess+ri+mente de ser um+ +d+¸+.
Ritaais Místices
Os Ritu+is Místicos coloc+m os O+rou em cont+to dire-
to com + Lmbr+ e/ou os seres espiritu+is. Ao contrírio d+
m+iori+ dos outros ritu+is, estes costum+m ser execut+dos
com m+is freqüênci+ por O+rou solitírios.
Sistema: Ao desempenh+r um Ritu+l Místico, o mestre
de ritu+l precis+ f+:er um teste de R+ciocínio ÷ Ritu+is (di-
ficuld+de ¯, + n1o ser que sej+ est+belecid+ outr+ re¸r+).
6atisme de Feqe
Nível Lm
A m+iori+ d+s tribos tent+ loc+li:+r tod+s +s cri+nç+s
n+scid+s entre seus l+rentes + p+rtir de um+ sem+n+ de seu
n+scimento p+r+ ver se el+s "comp+rtilh+m o s+n¸ue". Aque-
les que s1o identific+dos como O+rou s1o "b+ti:+dos" + lu:
d+ lu+ que represent+ seu +u¸úrio e s1o submetidos + um
ritu+l de fo¸o. Lsse b+tismo norm+lmente consiste de mis-
tur+r com cin:+s +l¸um+s ¸ot+s do s+n¸ue do O+rou. Lm
se¸uid+, us+-se + mistur+ p+r+ unt+r +s orelh+s, olhos, so-
br+ncelh+s e + lín¸u+ d+ cri+nç+.
Lm se¸uid+, n+ presenç+ de um dos espíritos trib+is me-
nores, conhecido como l+rente d+s lí¸rim+s, o O+rou res-
ponsível pelo b+tismo tom+ o bebê nos br+ços e o expöe +o
lu+r enqu+nto uiv+ + s+ud+ç1o de O+i+ pelos recém-n+sci-
dos. O mestre de ritu+l em se¸uid+ f+: o l+rente d+s lí¸ri-
m+s beij+r + cri+nç+. O beijo selv+¸em do espírito deix+ no
bebê um+ m+rc+ espiritu+l n+ form+ d+ picto¸r+fi+ trib+l do
recém-n+scido. Sendo espiritu+l, est+ m+rc+ n1o é visível
no corpo do bebê. Ll+, porém, pode ser loc+li:+d+ e reco-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!44 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
nhecid+ por qu+lquer O+rou (incluindo os D+nç+rinos d+
Lspir+l Ne¸r+, que com + mesm+ freqüênci+ dos O+rou, lo-
c+li:+m e c+ptur+m filhotes p+r+ ¸er+r m+is sold+dos p+r+
su+s fileir+s).
O espírito l+rente d+s lí¸rim+s é incumbido de vi¸i+r o
jovem O+rou + medid+ que ele +lc+nç+ + m+turid+de, de modo
que + tribo sempre conheç+ + su+ loc+li:+ç1o e s+ib+ se el+ se
encontr+ em peri¸o. Qu+ndo + cri+nç+ estiver prestes + sofrer
+ lrimeir+ Mud+nç+ e pront+ p+r+ o Ritu+l de l+ss+¸em, o
espírito +lert+ + tribo. lnfeli:mente, esses espíritos menores
possuem vont+de muito fr+c+ e s1o fíceis de serem distr+ídos.
lreqüentemente, um l+rente d+s lí¸rim+s perde o r+stro do
filhote, deix+ndo-o entre¸ue + su+ própri+ sorte. Lsses "filho-
tes perdidos" costum+m se torn+r luníticos ou reclusos, +s-
sust+dos com su+ própri+ n+ture:+ e inc+p+:es de compreen-
der seus poderosos instintos primitivos.
Sistema: O Mestre de Ritu+l f+: um teste de C+rism+ ÷
Ritu+is (dificuld+de 6). Lxi¸e-se +pen+s um sucesso, m+s
sucessos +dicion+is +ument+m + ch+nce de que o l+rente
de lí¸rim+s n1o perc+ o r+stro d+ cri+nç+. Lste ritu+l preci-
s+ ser execut+do + noite sob + lu+ n+ qu+l + cri+nç+ n+sceu.
Lmbor+ este ritu+l costume ser re+li:+do dentro de um mês
depois do n+scimento, + m+rc+ pode ser feit+ + qu+lquer
momento +ntes do filhote +lc+nç+r + +dolescênci+ e sofrer
su+ lrimeir+ Mud+nç+.
Ritaal de 0empremisse
Nível Lm
Lste ritu+l compromete um espírito + um O+rou, tor-
n+ndo-o seu servo. Qu+nto m+is poderoso for o espírito,
m+is difícil serí o processo. Lmbor+ qu+lquer espírito en-
contr+do estej+ sujeito +o compromisso, os O+rou ¸er+lmente
+credit+m que os espíritos dev+m ser comprometidos +pe-
n+s qu+ndo necessírio; eles n1o se sentem bem qu+nto +
m+nter os espíritos presos + compromissos por períodos lon-
¸os de tempo. Contudo, hí quem conteste ess+ opini1o,
p+rticul+rmente os místicos d+ tribo dos Lkten+.
Os espíritos +prision+dos +tr+vés deste ritu+l podem ser
comprometidos + um serviço temporírio, ou confin+dos em
objetos p+r+ cri+r t+lentos (vej+ í.:|.|.s . Ta|.n:·s). Nenhum
espírito oferece-se de bom ¸r+do como servo, + n1o ser que
tenh+ +finid+de com o totem do person+¸em. Os espíritos
podem ser comprometidos com objetos, lu¸+res e +té mesmo
+ pesso+s, embor+ os O+rou recorr+m + ess+ últim+ possibili-
d+de +pen+s em c+so de necessid+de. lr+c+ss+r neste ritu+l
pode ser peri¸oso, pois +s ch+nces do espírito se torn+r hostil e
tent+r ferir o místico s1o ¸r+ndes.
Sistema: Lm O+rou pode tent+r este ritu+l +pen+s n+
presenç+ de um espírito, sendo norm+lmente execut+do n+
Lmbr+. Ao tent+r comprometer um espírito, um O+rou pre-
cis+ primeiro ¸+st+r um número de pontos de Onose (míni-
mo de um). C+d+ ponto de Onose redu: o nível de Onose
do espírito em um. O O+rou precis+ em se¸uid+ test+r su+
própri+ lorç+ de Vont+de (+ dificuld+de é + Onose +just+d+
do espírito). O número de sucessos indic+ por qu+nto tem-
po o espírito pode ser forç+do + servir (um+ sem+n+ por
sucesso). No c+so de um t+lento, o espírito é comprometido
+té que o objeto sej+ us+do.
Vej+ no Apêndice exemplos de espíritos e um+ list+ de
t+lentos simples.
Ritaal da Pedra 0açadera
Nível Lm
Lste ritu+l permite +o O+rou encontr+r +l¸uém ou +l¸u-
m+ cois+. O O+rou precis+ conhecer o nome do objeto ou
do indivíduo. A dificuld+de do ritu+l é redu:id+ se o O+rou
tiver +l¸um ped+ço do objeto ou d+ pesso+ (por exemplo,
um tufo de c+belos ou um ped+ço de p+no). O O+rou preci-
s+ +m+rr+r um+ pedr+ ou um+ +¸ulh+ num b+rb+nte en-
qu+nto se concentr+ no objeto ou n+ pesso+ procur+d+. Os
And+rilhos do Asf+lto costum+m us+r m+p+s e substituem
um+ bússol+ pel+ tr+dicion+l pedr+ +m+rr+d+ no b+rb+nte.
Sistema: Teste p+dr1o. C+so o O+rou tenh+ em seu po-
der um ped+ço do objeto ou do indivíduo, + dificuld+de serí
redu:id+ em um. O ritu+l concede +o O+rou +pen+s um+
noç1o d+ loc+li:+ç1o ¸er+l do objeto, n1o su+ posiç1o ex+t+.
Ritaal de 0edicaçãe a am !alismã
Nível Lm
Lste ritu+l possibilit+ + um O+rou sintoni:+r um objeto
com o seu corpo, permitindo que esse objeto se +d+pte +s
divers+s form+s do O+rou (je+ns ir1o crescer p+r+ se +como-
d+r +o t+m+nho d+ form+ Crinos, etc.) e +comp+nhí-lo +té
+ Lmbr+. Lsses t+lism1s costum+m ser objetos comuns, por-
que os itens espiritu+is, como fetiches e t+lentos, perm+ne-
cem +utom+tic+mente com o O+rou em tod+s su+s form+s.
Lm O+rou costum+ execut+r este ritu+l com m+is freqüên-
ci+ dur+nte + f+se d+ lu+ sob + qu+l n+sceu. C+d+ +u¸úrio
possui seu ritu+l peculi+r.
Sistema: O custo é um ponto de Onose por objeto dedic+-
do, e um O+rou j+m+is deve possuir m+is objetos sintoni:+dos
com ele do que o seu nível de Onose. Certos objetos p+rticu-
l+rmente ¸r+ndes (+ critério do N+rr+dor) s1o consider+dos,
p+r+ o propósito de "custo", m+is de um+ unid+de.
O N+rr+dor e o jo¸+dor devem decidir o que +contece
com o objeto qu+ndo +ssume determin+d+s form+s. lor
exemplo, qu+ndo o person+¸em +ssume + form+ Crinos, su+
mochil+ simplesmente irí crescer p+r+ +comod+r-se em seus
ombros (embor+ + mochil+ +ind+ +ssim n1o poderí m+nter
m+is objetos que o norm+l). Qu+ndo o person+¸em estiver
n+ form+ Hispo, + su+ f+c+ serí +bsorvid+ pelo seu corpo.
Nesses c+sos, o objeto +p+recerí como um+ t+tu+¸em; +s
outr+s pesso+s precis+m ¸+st+r um ponto de lorç+ de Von-
t+de p+r+ remover o objeto do person+¸em.
Ritaal de |aiciaçãe
Nível Dois
Lste ritu+l pode ser re+li:+do +pen+s no domínio de um
Adito. Lle permite que o O+rou vi+je p+r+ + Lmbr+ lrofund+.
l+r+ execut+r este ritu+l, o O+rou precis+ f+:er um+ tr+nç+
com três fios de c+belo seus, três ped+ços de fio de cobre e três
¸+lhos de her+ ou outr+ pl+nt+ trep+deir+. Oc+sion+lmente
substitui-se o c+belo e os fios de cobre por linh+s de sed+.
Depois que + tr+nç+ tiver sido tecid+, o O+rou + +m+rr+ em
torno de seu próprio pulso e uiv+ três p+l+vr+s de poder. Os
Lkten+ costum+m beber um+ poç1o +:ed+ que liber+ o espíri-
to do O+rou d+ Telluri+n, enqu+nto os lúri+s Ne¸r+s sempre
!45
re+li:+m este ritu+l em ¸rupos de três, j+m+is vi+j+ndo so:i-
nhos pel+ Lmbr+ lrofund+.
Sistema: Se + tr+nç+ for destruíd+ enqu+nto o O+rou se
encontr+r n+ Lmbr+ lrofund+, o O+rou recebe um Nível de
Vit+lid+de de d+nos e, se n1o retorn+r imedi+t+mente p+r+
+ Lmbr+ R+s+, corre o risco de se perder p+r+ sempre.
Ritaal para 0espertar £spírites
Nível Dois
Lste ritu+l é us+do p+r+ despert+r um espírito +dormeci-
do (in+tivo). l+r+ execut+r este ritu+l, um O+rou precis+
toc+r um ritmo em +l¸um tipo de instrumento (os t+mbores
torn+m-se c+d+ ve: m+is popul+res). Lnqu+nto o O+rou toc+,
os outros O+rou p+rticip+ntes (se houver), execut+m p+ssos
em torno do mestre de ritu+l, uiv+ndo e ru¸indo em contr+-
ponto + b+tid+.
Qu+ndo re+li:+do num objeto comum, este ritu+l +nim+
o espírito do objeto, f+:endo com que ele +corde e +p+reç+
n+ Lmbr+. lor exemplo, se o ritu+l for execut+do num+
kombi, qu+lquer O+rou que estej+ percorrendo +t+lhos po-
deri+ ver o veículo como um+ p+rte +utêntic+ d+ p+is+¸em.
Contudo, ele +p+receri+ como um objeto est+cionírio n+
lenumbr+, + n1o ser que um+ pesso+ no pl+no físico come-
ç+sse + diri¸i-lo, c+so em que ele +p+receri+, p+r+ um obser-
v+dor n+ Lmbr+, como um veículo em movimento, m+s
sem motorist+.
Qu+ndo re+li:+do em pl+nt+s, este ritu+l costum+ ser
ch+m+do "s+ntific+ç1o". Como os espíritos-pl+nt+s s1o be-
nevolentes, um que sej+ despert+do emprest+rí seus pode-
res como se fosse um +muleto. Qu+ndo s+ntific+d+s, pl+n-
t+s diferentes concedem h+bilid+des diferentes. lor exem-
plo, um+ ded+leir+ prote¸e contr+ m+¸i+ de f+d+s (som+ndo
dois +o nível de dificuld+de de qu+lquer feitiço de f+d+).
Sistema: O mestre de ritu+l precis+ toc+r um instru-
mento music+l ou ento+r um+ c+nç1o (n1o é preciso T+len-
to). A dificuld+de do teste é + lúri+ do espírito. Lm fr+c+s-
so si¸nific+ que o espírito perm+nece +dormecido. O N+rr+-
dor precis+ decidir se o espírito é hostil ou +mi¸ível +o O+-
rou que o despertou. Despert+r um espírito n1o possibilit+
qu+lquer espécie de controle sobre ele; isso requer um Ritu-
+l de Compromisso ou um Dom.
Ritaal de 0eajaraçãe
Nível Dois
Os místicos O+rou s1o +deptos d+ conjur+ç1o de espíri-
tos. Lst+ c+p+cid+de pode v+ri+r desde conjur+r pequenos
O+fflin¸s p+r+ ch+m+r espíritos de totens +té busc+r conse-
lhos com lnc+rn+s. O +to de conjur+r espíritos envolve ritu-
+is complexos, períodos lon¸os de medit+ç1o e o ento+men-
to de m+ntr+s. Dentro do mundo espiritu+l este processo é
muito m+is fícil. Lste ritu+l compele os espíritos + procur+-
rem +queles que o ch+m+m; +lém disso, um+ ve: que + con-
jur+ç1o tenh+ sido complet+d+ com êxito, o espírito n1o
pode esc+p+r de seu conjur+dor e precis+ obedecer +os mís-
ticos. Muitos espíritos, p+rticul+rmente os pequenos, s1o
fr+cos dem+is p+r+ resistir + um+ conjur+ç1o poderos+; os
m+is poderosos +p+recem por curiosid+de. A ch+nce de se
obter êxito num+ conjur+ç1o depende d+ períci+ do místi-
co, do poder do espírito e d+ forç+ d+ lelícul+ loc+l.
Sistema: O mestre de ritu+l precis+ romper + lelícul+
como se estivesse entr+ndo n+ Lmbr+ (teste de Onose con-
tr+ + lelícul+). Lm místico que jí se encontre n+ Lmbr+
n1o precis+ romper + lelícul+. O nível de poder do espírito
determin+ o nível de dificuld+de de um+ conjur+ç1o bem
sucedid+. O N+rr+dor pode determin+r os números-+lvo +
p+rtir d+ t+bel+ +b+ixo:
Tipo de Espírito Número-aIvo
O+fflin¸ +
J+¸¸lin¸ 5
Av+t+r de Totem ¯
lnc+rn+ o-9
Av+t+r Celestino 10
l+r+ c+d+ hor+ que o O+rou ¸+ste conjur+ndo o espírito,
seu número-+lvo c+i em um ponto. Nenhum número-+lvo
pode c+ir +b+ixo de 3. Lm se¸uid+, o O+rou precis+ f+:er um
teste de Onose e determin+r qu+ntos sucessos forem possí-
veis, como os result+dos se¸uintes:
Sucessos Efeito
1 Depois de um+ cert+ demor+, o espírito
+p+rece, m+s inici+lmente é hostil
2 O espírito se m+nifest+ r+pid+mente, m+s
+ind+ é inici+lmente hostil.
3 O espírito +p+rece imedi+t+mente, sendo
neutro.
+ O espírito +p+rece imedi+t+mente, sendo
p+ssiv+mente beni¸no.
5 O espírito +p+rece imedi+t+mente e é +mi-
¸ível
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!4ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Lm teste que resulte num+ f+lh+ crític+ prov+velmente
tr+rí result+dos des+strosos. lreqüentemente um+ f+lh+ críti-
c+ conjur+ o tipo err+do de espírito em ¸r+nde qu+ntid+de ou
com propósitos hostis. As f+lh+s crític+s podem f+cilmente
provoc+r o +p+recimento de um enx+me de M+lditos.
O N+rr+dor deve sentir-se + vont+de p+r+ +just+r +s t+-
bel+s +nteriores de +cordo com seu intento. Lm determin+-
dos c+sos, um O+rou que tente conjur+r um espírito especí-
fico n1o terí nenhum+ ch+nce de sucesso; em outros, ele
pr+tic+mente n1o terí nenhum+ ch+nce de fr+c+sso. Acon-
selh+-se +o N+rr+dor tr+t+r c+d+ uso deste ritu+l individu+l-
mente e +plic+r bom-senso em su+s decisöes.
Lm O+rou que conjure com sucesso um +v+t+r lnc+rn+
obtém dois pontos de S+bedori+.
Ritaal de Feticbe
Nível Três
Lste ritu+l possibilit+ que um O+rou crie um fetiche (um
objeto com um espírito +prision+do nele). l+r+ f+:er isto, o
O+rou precis+ primeiro purific+r o fetiche potenci+l colo-
c+ndo-o sob í¸u+ corrente (ou +té mesmo í¸u+ enc+n+d+),
enterr+ndo-o em terr+ pur+, expondo o objeto + bris+s cons-
t+ntes ou suspendendo-o sobre ch+m+s por três noites con-
secutiv+s. O O+rou precis+ em se¸uid+ forç+r ou persu+dir
um espírito + entr+r no objeto prep+r+do. Os li+n+ +firm+m
que persu+dir um espírito com +dul+çöes ¸er+ os melhores
result+dos, enqu+nto os Roedores de Ossos e os Silenciosos
+le¸+m que suborn+r (¸+st+r Onose) funcion+ melhor.
Sistema: Teste R+ciocínio ÷ Ritu+is (dificuld+de 10).
C+d+ ponto de Onose perm+nente ¸+sto pelo O+rou dur+n-
te o ritu+l redu: + dificuld+de em dois pontos. Lm+ f+lh+
crític+ indic+ que o espírito foi libert+do repentin+mente
(c+so o espírito tenh+ sido co+¸ido + p+rticip+r, serí qu+se
certo que ocorr+ um +t+que). C+so o O+rou estej+ tent+ndo
forç+r um espírito p+r+ o fetiche, ele precis+ primeiro +t+c+r
o espírito e redu:ir + :ero seu loder +ntes de tent+r +prisio-
ní-lo no fetiche. Lm fetiche recém-cri+do n1o funcion+rí
+té que o loder do espírito +prision+do sej+ rec+rre¸+do (con-
sulte n..arr.¸anJ· í·J.r).
Ritaal de !etem
Nível Três
Lste ritu+l +ssoci+ um totem + um ¸rupo de O+rou. L
execut+do com m+is freqüênci+ dur+nte o período de for-
m+ç1o de um+ m+tilh+. Dur+nte um ritu+l, todos os O+rou
que queir+m +ssoci+r seus destinos + um determin+do espí-
rito de totem precis+m cobrir os olhos com um+ infus1o de
s+liv+ e +rtemísi+ (ou outr+ substìnci+ s+¸r+d+ p+r+ O+i+) e
percorrer +t+lho p+r+ + Lmbr+. Nos Reinos espiritu+is, o
mestre de ritu+l lider+ os O+rou num+ c+ç+d+ pelo r+stro
místico deix+do por um espírito de totem. T+l evidênci+
v+ri+ de +cordo com o espírito, m+s é sempre encontr+d+
por O+rou merecedores d+ +tenç1o do totem. Até mesmo
loc+li:+r o espírito n1o ¸+r+nte sucesso, pois o totem precis+
decidir se os O+rou s1o merecedores de se torn+rem seus
filhos de leite. Lm totem indeciso pode exi¸ir que os c+ndi-
d+tos p+ssem por um+ prov+, embor+ isso qu+se nunc+ sej+
pedido se + m+tilh+ tiver +c+b+do de complet+r com suces-
so um Ritu+l de l+ss+¸em.
Sistema: l+r+ se benefici+rem deste ritu+l, os person+-
¸ens precis+m compr+r o Antecedente de Totem . Do con-
trírio, o ritu+l simplesmente n1o serí execut+do.
Ritaais de Paaiçãe
Os Ritu+is de luniç1o inici+m + s+nç1o d+ tribo ou seit+
contr+ um O+rou infr+tor. Lsses ritu+is fort+lecem os O+rou
est+belecendo cl+r+mente os limites de um+ condut+ +cei-
tível. Junt+ndo-se + puniç1o, c+d+ O+rou fort+lece seu com-
promisso com + m+tilh+, que sempre deve est+r +cim+ dos
interesses individu+is.
Sistema: Os Ritu+is de luniç1o s1o execut+dos +pen+s
p+r+ infr+çöes ¸r+ves ou depois que um+ puniç1o menos
estrutur+d+ tiver f+lh+do em corri¸ir o comport+mento de
um O+rou. O mestre de ritu+l precis+ test+r C+rism+ ÷ Ri-
tu+is (dificuld+de ¯, + n1o ser que sej+ definid+ outr+ cois+).
Lm ritu+l fr+c+ss+do é consider+do um sin+l de O+i+ indi-
c+ndo que os crimes do O+rou infr+tor n1o justific+m esse
tipo de puniç1o.
Ritaal de 0stracisme
Nível Dois
Lste ritu+l costum+ ser +plic+do como puniç1o p+r+ cri-
mes menores, embor+ seus efeitos poss+m ser dev+st+dores
em tempos de ¸uerr+. Lste ritu+l se¸re¸+ o O+rou punido de
su+ tribo, seit+ e, oc+sion+lmente, m+tilh+. Depois do ritu-
+l, + tribo tr+t+rí o indivíduo como um+ nulid+de. Lle serí
i¸nor+do o míximo possível, e forç+do + cont+r consi¸o mes-
mo +té p+r+ necessid+des bísic+s, embor+ nenhum+ +ç1o
!47
hostil sej+ tom+d+ contr+ o n1o-lobo (+o menos em teori+,
embor+ costume h+ver c+sos de O+rou ostr+ci:+dos que s1o
feridos "+cident+lmente"). Num+ situ+ç1o de vid+-ou-mor-
te, + tribo (+mi¸os e cole¸+s de m+tilh+ em p+rticul+r) po-
dem +uxili+r o infr+tor, +ind+ que relut+ntemente. Lm ou-
tr+s situ+çöes, o O+rou é i¸nor+do de form+ +bsolut+. Os
O+rou presentes + este ritu+l form+m um círculo (em volt+
do O+rou infr+tor, se ele estiver presente), e c+d+ p+rtici-
p+nte profere em vo: +lt+ (um+ ve: p+r+ O+i+, outr+ p+r+ os
seus comp+nheiros) o nome do infr+tor, se¸uido pel+s p+l+-
vr+s: "que, entre todos os filhos de O+i+, n1o é meu irm1o/
irm1"). O or+dor em se¸uid+ dí +s cost+s p+r+ o centro do
círculo e se retir+. Depois que todos os presentes tiverem
f+l+do, o O+rou busc+ +bri¸o n+ escurid1o d+ noite.
Sistema: Lst+ puniç1o dur+ norm+lmente de um+ f+se
d+ lu+ +té + se¸uinte. lorém, el+ pode dur+r enqu+nto os
líderes d+ seit+ ou d+ tribo desej+rem. l+r+ crimes sérios, +
puniç1o pode +té mesmo ser decret+d+ perm+nentemente,
exil+ndo o infr+tor d+ tribo.
O O+rou ostr+ci:+do perde um ponto de Olóri+, cinco
pontos de Honr+ e um ponto de S+bedori+.
Pedra de £scaraie
Nível Dois
A ledr+ do Lscírnio é um+ roch+ imbuíd+ de personifi-
c+çöes m+lévol+s de ver¸onh+, triste:+ e sentimentos seme-
lh+ntes. Al¸um+s seit+s possuem um+ ledr+ do Lscírnio
perm+nente, p+r+ + qu+l um infr+tor é dr+¸+do, embor+ +
m+iori+ possu+ +pen+s um+ pequen+ pedr+ imbuíd+ de ener-
¸i+s :ombeteir+s. Começ+ndo com o mestre de ritu+l, est+
pedr+ é p+ss+d+ p+r+ c+d+ O+rou presente +o ritu+l. O O+-
rou que serí objeto de escírnio é forç+do por seus cole¸+s
de seit+ + sent+r-se e +ssistir. A medid+ que c+d+ O+rou
recebe + pedr+, ele desenh+ ou pint+ um símbolo de despre-
:o ou ver¸onh+ nel+, enqu+nto cont+ um+ históri+ :ombe-
teir+ ou emb+r+ços+ sobre o comport+mento condenível e
outros defeitos do O+rou. Os D+nç+rinos d+ lu+ s1o p+rti-
cul+rmente cri+tivos em su+s represent+çöes verb+is do vi-
l1o. Lste ritu+l costum+ dur+r + noite inteir+, com +s histó-
ri+s se¸uintes torn+ndo-se c+d+ ve: m+is ultr+j+ntes. A pu-
niç1o termin+ com o fim d+ noite, embor+ +s melhores his-
tóri+s e insultos costumem ser sussurr+dos pel+s cost+s do
infr+tor dur+nte +l¸um tempo. Lss+ puniç1o f+: com que o
O+rou perc+ Renome tempor+ri+mente
Sistema: Teste p+dr1o. O O+rou punido norm+lmente
perde oito pontos de Honr+ e dois pontos de S+bedori+ +té
que venh+ + desempenh+r um+ f+ç+nh+ honorível, dest+
form+ removendo + mícul+ do escírnio.
vet de 0bacal
Nível Dois
Lste ritu+l é execut+do qu+ndo o comport+mento de um
O+rou enver¸onhou n1o +pen+s + ele mesmo, m+s + tod+
su+ seit+ ou tribo. Qu+ndo o mestre de ritu+l re+li:+ + Vo:
do Ch+c+l, ele sopr+ um punh+do de pó ou cin:+s sobre o
infr+tor e profere +s se¸uintes p+l+vr+s: "Devido + tu+ (co-
v+rdi+/¸ul+/v+id+de, etc.) ter-se comp+r+do + do ch+c+l,
procl+mo que tu és cri+ le¸ítim+ dele'" A medid+ que o pó
ou +s cin:+s cobrem o O+rou punido, + su+ vo: mud+. D+í
em di+nte, o O+rou punido f+l+rí num tom +¸udo e n+s+li-
:+do, +té que o mestre de ritu+l decid+ retir+r + puniç1o.
Sistema: Os filhotes de ch+c+l, como os O+rou punidos
dess+ form+ s1o conhecidos, subtr+em dois pontos de todos os
d+dos us+dos em testes Soci+is. Lles t+mbém perdem dois pon-
tos de Olóri+ e cinco pontos de Honr+. O mestre de ritu+l
pode repelir est+ puniç1o + qu+lquer momento, embor+ p+r+
crimes p+rticul+rmente sérios el+ poss+ ser torn+d+ perm+-
nente (c+so no qu+l + perd+ de Renome é m+ntid+). Certos
filhotes de ch+c+l têm conse¸uido re+ver su+s vo:es +o com-
plet+r um+ cru:+d+ de ¸r+nde benefício p+r+ O+i+.
A 0açada
Nível Três
A C+ç+d+ é convoc+d+ contr+ um O+rou que tenh+ co-
metido crimes c+pit+is, m+s que +ind+ retenh+ um vestí¸io de
honr+. Ass+ssinos (embor+ n1o os tr+içoeiros) e criminosos
do tipo s1o C+ç+dos. Todos os O+rou que p+rticip+m num+
C+ç+d+ cobrem seus corpos com símbolos +nti¸os desenh+dos
com tint+ ou b+rro. Lsses símbolos m+rc+m os O+rou como
inte¸r+ntes de um+ M+tilh+ C+ç+dor+, e todos os outros O+-
rou +brir1o esp+ço p+r+ os C+ç+dores m+rc+dos dess+ form+.
L um+ honr+ ser escolhido como inte¸r+nte de um+ M+tilh+
C+ç+dor+. O mestre de ritu+l, ou Mestre d+ C+ç+d+, lider+ +
m+tilh+. A C+ç+d+ é ex+t+mente o que o nome indic+: o cri-
minoso é c+ç+do e morto pel+ m+tilh+. N1o é possível conce-
der nenhum+ espécie de perd1o +o conden+do, embor+ + morte
limpe + honr+ do O+rou c+ç+do (o que quer que isso v+lh+).
Cont+-se muit+s históri+s trí¸ic+s sobre O+rou que for+m for-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!4B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
ç+dos + escolher entre quebr+r su+ p+l+vr+ e cometer um cri-
me ¸r+ve. Lsses O+rou, +ssim di:em +s históri+s, escolher+m
honr+r su+ p+l+vr+ e for+m C+ç+dos. lorém, demonstr+r+m
t+m+nho v+lor em seu último comb+te que +dquirir+m muito
Renome póstumo.
Sistema: Lste ritu+l pode ser interpret+do us+ndo +s re-
¸r+s de c+ç+d+ descrit+s no C+pítulo Cinco: Dr+m+. Lm+
opç1o é simulí-l+ test+ndo o C+rism+ ÷ Ritos do mestre de
ritu+is (+ dificuld+de é o losto ÷ + do conden+do). Lm
fr+c+sso si¸nific+ que o conden+do lutou bem e obteve mui-
t+ Olóri+ póstum+, enqu+nto um+ f+lh+ crític+ si¸nific+ que
ele despistou seus c+ç+dores e poderí continu+r vivendo
como um ronin.
Ritaal Satírice
Nível Três
Lm+ vers1o m+is séri+ do Ritu+l do Lscírnio. Lm Ritu+l
S+tírico é um+ c+nç1o, d+nç+ e/ou dr+m+ cri+d+ pelos Mei+
lu+s e D+nç+rinos d+ lu+ com o único propósito de ridicu-
l+ri:+r o infr+tor. Lste ritu+l sempre é execut+do num+ +s-
sembléi+, n+ qu+l o infr+tor sent+-se bem + vist+ d+ seit+
inteir+. Como os O+rou possuem um+ tr+diç1o or+l forte, +
Sítir+ serí lembr+d+ e p+ss+d+ +di+nte +tr+vés d+s er+s.
Qu+lquer O+rou "honr+do" dess+ form+ perde muito Reno-
me. As cri+nç+s rir1o enqu+nto c+nt+m versos obscenos, e
os +dultos cit+r1o p+r+ sempre +l¸um+s d+s p+ss+¸em m+is
en¸r+ç+d+s e emb+r+ços+s +o se referirem +o infr+tor. Lm-
bor+ ess+s históri+s costumem ser m+ntid+s entre os mem-
bros d+ própri+ tribo do infr+tor, os Brinc+lhöes e os D+nç+-
rinos d+ lu+ fic+r1o muito s+tisfeitos em cont+r + nov+ síti-
r+ + todo O+rou que encontr+rem.
Sistema: A dificuld+de deste ritu+l é o losto +tu+l do in-
fr+tor ÷ +. C+so o ritu+l obtenh+ êxito, o infr+tor perderí um
nível perm+nente de losto (redu:+ seu Renome p+r+ o nível
inici+l do losto imedi+t+mente m+is b+ixo). O O+rou pode
merecer obter norm+lmente Renome e losto novos. C+so este
ritu+l n1o obtenh+ êxito, o O+rou n1o perde losto, embor+
um+ f+lh+ crític+ leve o mestre de ritu+l + perder cinco pontos
de S+bedori+ + medid+ que se torn+ objeto do ritu+l.
0 lascerameate de véa
Nível Qu+tro
Oc+sion+lmente conhecido como loli+ de Actéon, este
ritu+l é us+do p+r+ punir um hum+no que tenh+ perpetr+do
um+ ofens+ ¸r+ve contr+ os O+rou. A ofens+ n1o precis+ ser
ex+t+mente contr+ os O+rou, m+s contr+ O+i+ ou seus fi-
lhos. O ritu+l r+s¸+ o Véu, forç+ndo um hum+no + ver e
lembr+r do O+rou pel+ dur+ç1o de um+ noite de c+ç+d+. O
mestre de ritu+l deix+ um+ pequen+ bols+ de estrume e er-
v+s perto d+ vítim+ +dormecid+. Qu+ndo el+ +cord+r, o Véu
terí sido queim+do de su+ mente. A c+ç+d+ que se se¸ue
poderí ou n1o termin+r com + morte do hum+no. Os hu-
m+nos que s1o deix+dos vivos costum+m fic+r ins+nos, por-
que su+s mentes desprep+r+d+s s1o inc+p+:es de +ceit+r +
verd+de que lhes foi revel+d+ pelo ritu+l. Contudo, uns pou-
cos conse¸uem super+r seu medo e se cur+r.
Sistema: O mestre de ritu+l deve coloc+r + bols+ de es-
terco e erv+s + três metros do loc+l no qu+l + vítim+ dorme.
A bols+ começ+rí + se derreter no momento que o mestre
execut+r o ritu+l. O mestre n1o precis+ est+r próximo + bol-
s+ p+r+ pr+tic+r o ritu+l. Lm fr+c+sso deix+ o véu int+cto;
um+ f+lh+ crític+ lev+ o próprio O+rou + ser tom+do pelo
Delírio dur+nte um+ noite.
lembre-se: +pen+s + form+ Crinos provoc+ um+ re+ç1o de
Delírio, embor+ o N+rr+dor, sob cert+s circunstìnci+s, poss+ per-
mitir que um+ form+ Ol+bro ou Hispo surt+ o mesmo efeito.
0s 0eates viaqatices de 6aia
Nível Cinco
Lste ritu+l, um+ d+s m+iores puniçöes execut+d+s pelos
O+rou, é reserv+do +os tr+idores: +queles que se unem +
Wyrm, cov+rdes cuj+s +çöes (ou +usênci+ del+s) c+us+m +s
mortes de muitos outros. O tr+idor é condu:ido por um
mínimo de cinco O+rou +té um terreno duro, r+ch+do e
pedre¸oso. O mestre de ritu+l em se¸uid+ +punh+l+ + pró-
pri+ m1o com um ¸+lho ou um+ pedr+ +fi+d+ e recit+ os
pec+dos perpetr+dos pelo tr+idor contr+ O+i+. Lnt+ndo os
olhos, orelh+s e test+ do tr+idor com o seu s+n¸ue, o mestre
de ritu+l ¸rit+ de dor e ódio. A medid+ que o s+n¸ue e +s
lí¸rim+s ¸otej+m no solo duro, o ritu+l surte efeito. A p+rtir
desse momento, qu+lquer cois+ pertencente + O+i+ que for
toc+d+ pel+ c+rne do tr+idor tr+nsform+-se em pr+t+ +fi+d+
como n+v+lh+. O tr+idor é em se¸uid+ c+ç+do como um c1o
por c+ç+dores n+ form+ Crinos. O solo sob os pés do tr+idor
espet+-lhe os pés, e su+ morte torn+-se um+ prov+ç1o +¸o-
ni:+nte. Desse momento em di+nte, o nome do infr+tor é
risc+do de todos os re¸istros, vindo + ser proferido +pen+s
como um+ pr+¸+.
Sistema: Lnqu+nto o s+n¸ue do mestre de ritu+l estiver
toc+ndo o corpo do tr+idor, este é inc+p+: de percorrer +t+-
lho p+r+ + Lmbr+. Nin¸uém sobrevive + este ritu+l.
Ritaais de Reaeme
Lsses ritu+is celebr+m t+nto +s re+li:+çöes específic+s de
um O+rou individu+l qu+nto su+ conquist+ de um+ nov+ posi-
ç1o n+ m+tilh+ ou seit+. Os O+rou +nsei+m por esse ritu+l com
o mesmo +rdor com que temem o Ritu+l de luniç1o.
Sistema: Ao execut+r um Ritu+l de Renome, o mestre
de ritu+l precis+ execut+r um teste de C+rism+ ÷ Ritu+is
(dificuld+de 6, + n1o ser que sej+ determin+d+ outr+ cois+).
Ritaal de 0eaqaista
Nível Dois
Lste ritu+l é us+do p+r+ honr+r um O+rou e reconhecer +s
prov+çöes pel+s qu+is ele p+ssou p+r+ +lc+nç+r su+ posiç1o
+tu+l. Lm +nci1o m+nd+rí que o O+rou dê um p+sso + frente,
como se quisesse puni-lo ou criticí-lo. A medid+ que o O+rou
+v+nç+, o +nci1o começ+ + list+r tod+s +s cois+s que o O+rou
fe: p+r+ obter o novo Renome. O Ritu+l de Conquist+ ocorre
em se¸uid+, e qu+lquer um que queir+ f+l+r em homen+¸em
+o O+rou poderí f+:ê-lo. Lm conclus1o, o +nci1o di: +l¸um+
cois+ como "A¸or+ ele estí m+ior em su+ tribo, su+ seit+ e
entre todos os O+rou. Que todos s+ib+m disso."
Sistema: Lste ritu+l é re+li:+do qu+ndo um O+rou pos-
sui 10 pontos de Renome temporírio num+ c+te¸ori+ e de-
sej+ obter um ponto de Renome perm+nente. A dificuld+de
é +pen+s +, + n1o ser que +l¸uém dispute o ritu+l (vej+ +b+i-
xo). A dificuld+de, neste c+so, é +ument+d+ p+r+ 6. Lxi¸e-
!49
se +pen+s um sucesso.
Lm fr+c+sso no teste é consider+do sin+l de um+ imper-
feiç1o do c+ndid+to - o mestre de ritu+l receberí um pres-
sí¸io de O+i+ indic+ndo que o c+ndid+to n1o merece + hon-
r+. Se o ritu+l redund+r num+ f+lh+ crític+, o c+ndid+to pre-
cis+rí sofrer um+ penitênci+ +ntes que qu+lquer pesso+ con-
ced+-lhe nov+mente o Ritu+l de Conquist+. Lss+ é + form+
pel+ qu+l + socied+de é injust+.
Lmbor+ r+ro, é possível que +l¸uém tente disput+r o ri-
tu+l. Neste c+so, o concorrente des+fi+ e incomod+ o mes-
tre de ritu+l enqu+nto ele execut+ o ritu+l, tecendo comen-
tírios ous+dos sobre +s qu+lid+des ne¸+tiv+s do c+ndid+to.
O c+ndid+to insult+do dest+ form+ precis+ f+:er um teste de
lúri+ p+r+ n1o ser tom+do pelo frenesi; se isso +contecer, o
ritu+l est+rí +c+b+do. C+so ele m+ntenh+ su+ frie:+, e o ri-
tu+l for bem sucedido, ent1o nin¸uém poderí question+r
seu v+lor dur+nte um mínimo de três lu+s (nin¸uém pode
disput+r qu+isquer Ritu+is de Re+li:+ç1o execut+dos p+r+
ele dur+nte o mês e meio se¸uinte.
Ritaal de Passaqem
Nível Dois
Depois que um filhote sofre su+ lrimeir+ Mud+nç+ e se
torn+ ciente de que é um O+rou, ele precis+ submeter-se +o
Ritu+l de l+ss+¸em. Os O+rou n1o s1o reconhecidos como
+dultos +té que tenh+m p+ss+do por est+ cerimoni+ semin+l;
+té ent1o, ser1o +pen+s filhotes. Lste ritu+l consiste de um+
cru:+d+ peri¸os+ destin+d+ + prov+r, +tr+vés de prov+çöes ter-
ríveis, + cor+¸em do O+rou, su+ honr+ e s+bedori+. Contudo,
poucos filhotes p+ss+m so:inhos por este ritu+l; eles costu-
m+m ser +jud+dos por seus futuros comp+nheiros de m+tilh+,
outros filhotes que t+mbém est1o +lc+nç+ndo + m+turid+de.
Lst+ futur+ m+tilh+ é solt+ no mundo com um+ miss1o + cum-
prir, e proibid+ de retorn+r +té que tenh+m d+do o melhor de
si p+r+ s+tisf+:er esse objetivo. Tribos diferentes impöem obje-
tivos diferentes. Lm ritu+l Wendi¸o costum+ tom+r + form+
de um+ cru:+d+ místic+, enqu+nto os Cri+s envi+m seu filho-
tes p+r+ comb+ter os servos d+ Wyrm. Oc+sion+lmente, espí-
ritos invisíveis +comp+nh+m os filhotes p+r+ observí-los e re-
port+r seus feitos +os +nciöes.
C+so os filhotes sej+m bem sucedidos em su+ cru:+d+,
um mestre de ritu+l execut+rí est+ cerimoni+ p+r+ eles,
m+rc+ndo-os com um picto¸r+m+ que os c+r+cteri:+ como
O+rou plenos. Lsses picto¸r+m+s costum+m ser pint+dos,
m+s os O+rr+s Vermelh+s preferem m+rcí-los n+s peles de
seus jovens heróis.
lorém, se os filhotes f+lh+rem, eles ser1o consider+dos
cid+d1os de se¸und+ cl+sse +té que tenh+m outr+ oportuni-
d+de de prov+r seu v+lor.
Ritaal de Ferimeate
Nível Lm
Lste ritu+l celebr+ o primeiro ferimento de b+t+lh+ rece-
bido por um O+rou. C+d+ tribo comemor+ este momento de
form+ diferente, m+s tod+s honr+m este sin+l de cor+¸em.
Muit+s tribos esfre¸+m cin:+s pelo menos num+ p+rte do
ferimento, p+r+ form+r um+ cic+tri: de lembr+nç+. Os Cri+s
de lenris sempre termin+m este ritu+l com um+ or¸i+ re¸+-
d+ + bebid+ e lut+s. Lm contr+ste, os lort+dores d+ lu: ter-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!5U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
min+m seus Ritu+is de ferimento com lon¸+s discussöes fi-
losófic+s sobre + n+ture:+ d+ br+vur+ e + o si¸nific+do espi-
ritu+l do ferimento, tendo por b+se su+ loc+li:+ç1o e form+.
Sistema: Apen+s o O+rou ferido e o mestre de ritu+l
precis+m est+r presentes + cerimoni+, embor+ el+ costume
ser execut+d+ n+ presenç+ d+ m+tilh+ ou d+ seit+ do O+rou.
C+so o ritu+l sej+ bem sucedido, o O+rou ferido recebe dois
pontos de Olóri+.
Ritaais Periédices
Os Ritu+is leriódicos v+ri+m de tribo p+r+ tribo e de
lu¸+r p+r+ lu¸+r. C+d+ tribo e seit+ tem du+s form+s de cele-
br+r + mud+nç+ d+s est+çöes. Al¸um+s seit+s celebr+m +pe-
n+s os solstícios e os equinócios; outr+s re+li:+m pelo menos
um ritu+l por lu+. Os ritu+is + se¸uir s1o re+li:+dos por tod+s
+s tribos de O+rou. S1o +s celebr+çöes fund+ment+is que
celebr+m o ciclo const+nte d+ vid+-n+-morte-n+-vid+.
Lsses ritu+is renov+m + conex1o dos O+rou com O+i+, +
Deus+ M1e. Al¸uns O+rou +té mesmo +credit+m que + ex-
tinç1o dess+s cerimoni+s tr+ri+m result+dos c+t+stróficos.
Al¸uns dos O+rou m+is místicos (ou t+lve: dos m+is loucos)
insistem que se esses ritu+is n1o fossem execut+dos, + pró-
pri+ O+i+ poderi+ n1o ver sentido em continu+r o ciclo, e o
mundo entr+ri+ num inverno perpétuo... ou pior.
Sistema: Lm Ritu+l leriódico precis+, obvi+mente, ocor-
rer no momento ex+to do +no que ele celebr+ especific+men-
te, requerendo + p+rticip+ç1o de um mínimo de cinco O+rou.
Ao execut+r o ritu+l, o mestre de ritu+is precis+ f+:er um teste
de Vi¸or ÷ Ritos (dificuld+de o). C+so o ritu+l sej+ execut+do
num c+ern, + dificuld+de do ritu+l é o menos o nível do c+ern.
lort+nto, um ritu+l periódico re+li:+do num c+ern de Nível
Três tem um+ dificuld+de de 5 (o - 3).
Ritaal des veates Fries
Nível Dois
A noite do solstício de inverno é + m+is lon¸+ noite do
+no. L + époc+ d+s dores do p+rto, qu+ndo Hélios ren+sce e
os di+s começ+m + se +lon¸+r. Mesmo n+s profunde:+s do
inverno, os O+rou, filhos d+ lu+, celebr+m ritu+lmente o
tempo d+ vid+-n+-morte. Al¸uns O+rou +credit+m que se
este ritu+l n1o for execut+do, +s noites continu+r1o + se
+lon¸+r +té que O+i+ tenh+ c+ído num terrível est+do cre-
puscul+r de dor perpétu+. A m+iori+ dos O+rou modernos
consider+ isto mer+ superstiç1o, m+s +té mesmo esses céti-
cos p+rticip+m entusi+stic+mente do ritu+l.
O Ritu+l dos Ventos lrios tem muit+s v+ri+ntes. N+ ver-
s1o m+is comum, o mestre de ritu+l reúne os O+rou num cír-
culo em torno de um+ pequen+ fo¸ueir+. Lle em se¸uid+ lider+
o ¸rupo num uivo prolon¸+do que começ+ como um ru¸ido
b+ixo e termin+ num crescendo ulul+nte. Qu+ndo o mestre
de ritu+l sente que + tens1o +tin¸iu o ípice, ele s+lt+ p+r+
frente, pe¸+ um+ toch+ fl+mej+nte (ou, em +l¸uns c+sos, um+
l+ntern+ elétric+) e corre p+r+ + florest+. Os outros O+rou o
se¸uem, +rr+nc+ndo ¸+lhos d+s írvores no percurso. Corren-
do o m+is rípido que podem, os O+rou produ:em ruídos estr+-
nhos e +ssust+dores. O ritu+l é execut+do p+r+ encor+j+r o
tr+b+lho de p+rto de O+i+, no qu+l d+rí + lu: +o sol, e p+r+
+fu¸ent+r os l+c+ios d+ Wyrm que poss+m est+r + espreit+,
prontos p+r+ r+pt+r o sol recém-n+scido ou ferir O+i+ enqu+n-
to el+ diri¸e su+ +tenç1o p+r+ lon¸e d+ superfície do mundo.
O mestre de ritu+l condu: + m+tilh+ uiv+nte de volt+ +
fo¸ueir+, onde eles +tir+m os ¸+lhos +s ch+m+s. Qu+ndo +s
ch+m+s fic+m bem +lt+s, os O+rou inici+m um festim que
dur+ +té o +m+nhecer, qu+ndo eles s+úd+m o sol recém-
n+scido com um último uivo triunf+nte.
Ritaal de Nece 0espertar
Lste ritu+l tem lu¸+r no equinócio de ver1o. Começ+ no
por do sol, qu+ndo o mestre de ritu+l condu: os O+rou reu-
nidos num+ cru:+d+ rumo + Lmbr+. Lss+ cru:+d+ costum+
ser simbólic+, m+s c+d+ ve: m+is, + medid+ que o Apoc+lip-
se se +proxim+, os cru:+dos busc+m peri¸os verd+deiros (ou
eles os encontr+m) nos Reinos d+ Lmbr+.
A cru:+d+ sempre consiste de sete prov+çöes. Lss+s pro-
v+çöes represent+m os sete port+is que b+rr+m o c+minho
p+r+ o Mundo lnferior. Lss+s prov+çöes v+ri+m dr+m+tic+-
mente de um+ tribo p+r+ outr+, m+s sempre é +present+d+
um+ v+ried+de de des+fios +os membros. Lm teste pode
envolver o confronto com um M+ldito, enqu+nto outros
des+fios t+lve: envolv+m encontr+r um fetiche perdido n+
Lmbr+ lrofund+. C+d+ teste requer que os p+rticip+ntes
s+crifiquem +l¸um+ cois+, sej+ um fetiche p+rticul+rmente
c+ro +o O+rou, sej+ um velho r+ncor ou um f+lso or¸ulho.
C+so o O+rou consi¸+ tr+nspor esses port+is de des+fio, ele
poderí renov+r + Terr+, b+nindo os espíritos do inverno e
+brindo c+minho p+r+ + est+ç1o verdej+nte.
Ao fim do ritu+l, os O+rou retorn+m +os seus corpos.
Neste momento muit+s tribos busc+m l+rentes O+rou, ou
outros hum+nos e p+rentes, e renov+m cont+to com os pr+-
:eres d+ c+rne, celebr+ndo + bele:+ extr+ordiníri+ d+ vid+ e
+ necessid+de de su+ continu+ç1o n+s ¸er+çöes futur+s de
O+rou. N1o é surpres+, port+nto, que ness+ noite sej+m con-
cebidos + m+iori+ dos filhotes impuros. O intenso teor dr+-
mítico deste ritu+l costum+ derrub+r t+bus.
A 6raade 0açada
Nível Dois
O O+rou execut+ este ritu+l + c+d+ Vésper+ do Solstício
de Ver1o. Lst+ é + époc+ do +no n+ qu+l Hélios perm+nece
m+is tempo no céu e, port+nto, se encontr+ no :ênite de su+
influênci+. D+ mesm+ form+ que os r+ios sol+res desvel+m
os mistérios d+ escurid1o, t+mbém os O+rou revo¸+m tod+s
+s sutile:+s e permitem que seus uivos de lúri+ e poder en-
ch+m o mundo. Nesse di+ e ness+ noite, +s cri+tur+s d+ Wyrm
encontr+m um+ dificuld+de imens+ de se esconder dos ¸uer-
reiros de O+i+.
Lx+t+mente + mei+-noite, no começo do solstício de
ver1o, o mestre de ritu+l ro¸+ + O+i+ que tr+¸+ + +tenç1o d+
m+tilh+ ou seit+ um+ cri+tur+ + +ltur+ d+ Or+nde C+ç+d+.
l+r+ se prep+r+rem, os O+rou c+nt+m, uiv+m e cont+m his-
tóri+s de br+vur+. T+mbém é comum um ritu+l de s+n¸r+-
mento, no qu+l c+d+ O+rou se cort+ e derr+m+ p+rte de seu
s+n¸ue num+ ti¸el+ ¸r+nde. A mistur+ de s+n¸ue é em se-
¸uid+ us+d+ como tint+ p+r+ pint+r + test+ ou o peito de
c+d+ um dos c+ç+dores. Ao +m+nhecer O+i+ envi+ + seit+
um sin+l procl+m+ndo o +lvo d+ Or+nde C+ç+d+. Lste sin+l
pode +ssumir qu+lquer form+, sej+ um+ vis1o presenci+d+
em tr+nse por um mestre de ritu+l Wendi¸o, ou um+ repor-
!5!
t+¸em +ssistid+ n+ velh+ televis1o de um c+ern dos Roedo-
res de Ossos. Lmbor+ + pesso+ ou cri+tur+ escolhid+ por
O+i+ sej+ qu+se sempre +ssoci+d+ + Wyrm, em r+r+s oc+si-
öes el+ exi¸e que um dos seus sej+ s+crific+do n+ C+ç+d+.
Apen+s os m+iores ¸uerreiros s1o escolhidos como +lvos de
um+ Or+nde C+ç+d+, e só em tempos de ¸r+nde necessid+-
de O+i+ exi¸e o s+crifício de um seus filhos. Acredit+-se que
um ¸uerreiro morto dess+ form+ se tr+nsform+ imedi+t+mente
num +njo vin¸+dor + serviço de O+i+.
Os O+rou só têm +té + mei+-noite p+r+ complet+rem +
C+ç+d+. C+so obtenh+m êxito, o s+n¸ue d+ cri+tur+ c+íd+ é
derr+m+do no solo de O+i+ (ou p+r+ o éter, c+so + C+ç+d+
ocorr+ n+ Lmbr+) como um s+crifício p+r+ O+i+. Se os c+ç+-
dores n1o conse¸uirem +b+ter su+ c+ç+, isso serí consider+do
um+ profeci+ terrível dur+nte o +no vindouro. Al¸uns Theur-
¸es di:em que nenhum+ seit+ serí bem sucedid+ n+ Or+nde
C+ç+d+ dur+nte o +no do Apoc+lipse. N+ melhor d+s hipóte-
ses, um+ C+ç+d+ fr+c+ss+d+ si¸nific+ mí sorte p+r+ + seit+ no
+no se¸uinte. Qu+lquer indivíduo que p+rticipe de um+ Or+n-
de C+ç+d+ bem sucedid+ obtém Olóri+. O peri¸o de um+ C+-
ç+d+ específic+ determin+ o nível de Olóri+ obtid+.
Sistemas: Os O+rou que p+rticipem de um+ Or+nde
C+ç+d+ obtém três pontos de Olóri+. C+so + c+ç+d+ n1o
obtenh+ êxito, c+d+ O+rou p+rticip+nte perde dois pontos
de Olóri+. Além disso, os níveis de dificuld+de de todos os
ritu+is execut+dos pel+ seit+ s1o +ument+dos em um ponto
+té o solstício de ver1o se¸uinte.
Ritaal de Keres
Nível Qu+tro
O Ritu+l de leres ocorre n+ noite do equinócio de outo-
no. leres foi um+ O+rou fême+ que viveu nos tempos +nti¸os.
Desconhece-se qu+l er+ su+ tribo, embor+ os lúri+s Ne¸r+s
+firmem que leres pertenceu +o seu povo. A lend+ cont+ que
leres prote¸i+ com t+m+nho :elo seus comp+nheiros de m+ti-
lh+ que qu+ndo el+ foi +prision+d+ num+ c+vern+, cerc+d+ por
l+c+ios d+ Wyrm, tendo +pen+s os corpos de seus comp+nhei-
ros mortos por comp+nhi+, leres os consumiu p+r+ que +s
cri+tur+s d+ Wyrm n1o cont+min+ssem seus corpos com seu
toque m+li¸no. Depois disso, leres investiu contr+ eles. lor-
t+lecid+ pelos espíritos de seus comp+nheiros, el+ +b+teu nove
ve:es nove fer+s d+ Wyrm +ntes de tomb+r. A br+vur+ de
leres foi t+m+nh+ que O+i+ permitiu que el+ e os espíritos
+¸rup+dos de seus comp+nheiros de m+tilh+ corressem eter-
n+mente pel+ Lmbr+ lrofund+ como lúri+s espiritu+is. Até
hoje, +l¸uns místicos O+rou rel+t+m encontros com o belo e
fero: espírito d+ m+tilh+.
O Ritu+l de leres é um evento solene no qu+l o mestre
de ritu+l condu: os O+rou num uivo fúnebre por todos +que-
les que morrer+m + serviço de O+i+. Lsse momento é consi-
der+do +propri+do p+r+ todos express+rem su+ +n¸ústi+, tris-
te:+ e medo, +ssim como p+r+ confort+r os comp+nheiros
que +ind+ vivem. Até mesmo os ¸uerreiros m+is v+lorosos
p+rticip+m desse uivo. Os O+rou reunidos sent+m-se num+
¸r+nde círculo que represent+ o ciclo sem fim do +br+ço de
O+i+. Antes d+ cerimoni+, c+d+ O+rou cri+ seu próprio t+-
lism1 + p+rtir de +l¸um+ espécie de m+deir+. Lm lúri+ Ne-
¸r+ pode esculpir um+ represent+ç1o de si mesmo com +
c+beç+ b+ix+, enqu+nto o t+lism1 de um Silencioso pode ser
um lobo de p+pel com +s pern+s quebr+d+s. O t+lism1 preci-
s+ ser si¸nific+tivo +pen+s p+r+ o seu cri+dor.
O mestre de ritu+l é o último O+rou + des+b+f+r e cri+r
seu t+lism1. Lnqu+nto f+: seu t+lism1, ele concentr+ + +n-
¸ústi+ de su+ tribo em seu corpo, invoc+ndo o espírito de
leres p+r+ consumir os t+lism1s e conceder forç+ +os O+-
rou. C+so o ritu+l sej+ bem sucedido, o O+rou sentirí o espí-
rito de leres consumindo os t+lism1s num+ r+j+d+ súbit+ de
ch+m+s. Depois que os t+lism1s tenh+m sido consumidos,
c+d+ O+rou prov+ +s cin:+s rem+nescentes, +ssimil+ndo um+
pequen+ p+rte d+ forç+ de leres. O mestre de ritu+l em
se¸uid+ lider+ os O+rou num festim p+r+ celebr+r + pur¸+-
ç1o d+ mícul+ d+ Wyrm.
Sistemas: Qu+lquer O+rou que p+rticipe de um Ritu+l de
leres bem sucedido pode f+:er um teste de Vi¸or ÷ Ritu+is
(dificuld+de ¯). Se obtiver êxito, o p+rticip+nte receberí um
ponto perm+nente de lorç+ de Vont+de p+r+ expur¸+r seus
temores e dores intern+s. Lm fr+c+sso lev+ o mestre de ritu+l
+ perder Honr+ +os olhos d+ tribo; um+ f+lh+ crític+ poderí
f+:er com que leres +t+que + seit+ +o invés d+ fo¸ueir+, por
n1o toler+r +s fr+que:+s de nenhum dos O+rou.
Peqaeaes Ritaais
Os lequenos Ritu+is s1o os ritu+is que os O+rou incor-
por+m + vid+ cotidi+n+. Qu+se todos os O+rou conhecem e
us+m pelo menos +l¸uns lequenos Ritu+is.
Lxiste um+ v+ried+de pr+tic+mente infinit+ de leque-
nos Ritu+is disponíveis +os O+rou. Os ritu+is +b+ixo s1o
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!52 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+pen+s um+ pequen+ +mostr+. Muitos O+rou desenvolvem
seus próprios lequenos Ritu+is exclusivos p+r+ +jud+r + re-
+firm+r su+ conex1o com O+i+, com seu totem espiritu+l ou
com seus semelh+ntes.
Sistema: Os jo¸+dores podem compr+r lequenos Ritu-
+is +o custo de met+de do Nível de Antecedentes norm+l
(dois p+r+ um). De form+ semelh+nte, os lequenos Ritu+is
podem ser +prendidos n+ met+de do tempo necessírio p+r+
+prender outros ritu+is. Os lequenos Ritu+is demor+m +pe-
n+s de dois + cinco minutos p+r+ serem re+li:+dos, tempo
bem menor que o exi¸ido por outros ritu+is. Os O+rou que
desempenhem re¸ul+rmente um lequeno Ritu+l encontr+m
muito m+is f+cilid+de em +lc+nç+r certos objetivos. O N+r-
r+dor deve requerer oc+sion+lmente +os jo¸+dores que in-
terpretem + invoc+ç1o desses ritu+is, de modo + enf+ti:+r
que um person+¸em os estí execut+ndo re¸ul+rmente.
Ritmes 0ssees
Lste ritu+l é execut+do em homen+¸em +o totem espiri-
tu+l do O+rou. C+d+ espírito estí +ssoci+do + um ritmo dife-
rente. l+r+ seu totem, o O+rou reprodu: esse ritmo com
b+tut+s de t+mbor especi+is. Lss+s b+tut+s s1o feit+s tr+dici-
on+lmente de osso, m+s podem ser f+bric+d+s + p+rtir de
qu+lquer m+teri+l.
Sistema: Qu+lquer O+rou que desempenhe este ritu+l
três ve:es +o di+, dur+nte pelo menos três di+s consecuti-
vos, obtém um d+do +dicion+l p+r+ us+r em qu+lquer teste
re+li:+do nos Reinos espiritu+is. Depois que este d+do tiver
sido us+do, o O+rou precis+ recompor +s ener¸i+s dur+nte
m+is três di+s +ntes de re+ver o d+do extr+.
halite de 6aia
Dur+nte este ritu+l o O+rou respir+ profund+mente o híli-
to de O+i+ (+r) 13 ve:es. Lnqu+nto respir+ +ssim, o O+rou
limp+ de su+ mente tod+s +s cois+s, exceto seu +mor por O+i+.
Sistema: O O+rou precis+ execut+r este ritu+l pelo me-
nos um+ ve: por di+ dur+nte um ciclo inteiro d+ lu+. l+:er
isso possibilit+ +o O+rou +b+ix+r em dois o nível de dificul-
d+de de qu+lquer um que estej+ test+ndo detecç1o ou cur+.
Saadaçãe da laa
Lste ritu+l consiste em ento+r um exuber+nte hino de
louvor p+r+ lun+. Dur+nte este ritu+l, o O+rou uiv+ um+
s+ud+ç1o el+bor+d+ p+r+ + lu+. Lst+ s+ud+ç1o v+ri+ de +cor-
do com + f+se d+ lu+.
Sistema: Lxecut+r este ritu+l tod+ noite +o n+scer d+
lu+ dur+nte um+ f+se inteir+ d+ lu+ permite +o O+rou som+r
um d+do + tod+s +s su+s inter+çöes soci+is com os O+rou do
+u¸úrio dess+ f+se n+ próxim+ ve: que + lu+ +tin¸ir + f+se
em quest1o.
Saadaçãe de Sel
Lste ritu+l é um+ cerimoni+ muito comum entre os Ou-
r+hl (os homens-ursos). Certos lilhos de O+i+ e +l¸uns Lkte-
n+ e Wendi¸o pr+tic+m este ritu+l. Lle é semelh+nte + S+u-
d+ç1o d+ lu+, m+s é re+li:+do +o n+scer do sol.
Sistema: O O+rou precis+ ento+r louvores + Hélios du-
r+nte nove di+s consecutivos. Se isso for feito, Hélios con-
cede +o seu devoto um d+do +dicion+l qu+ndo ele estiver
!5·
tent+ndo sentir cri+tur+s d+ Wyrm ou mícul+s d+ Wyrm,
desde que o O+rou continue ento+ndo di+ri+mente os cìn-
ticos. Se o O+rou deix+r de ento+r os louvores um único
di+, ele precis+rí começ+r o rito nov+mente p+r+ obter seus
benefícios.
0raçãe da 0açada
Lste ritu+l comum +ssume muit+s form+s, m+s sempre
envolve p+r+r +ntes do início de um+ c+ç+d+ p+r+ louv+r
O+i+ e tod+s su+s cri+tur+s.
Além disso, o O+rou precis+ escolher +l¸um objeto p+r+
conter su+s or+çöes. Lsse objeto pode ser qu+lquer cois+,
desde um velho cinto + um dente, m+s o O+rou precis+ tê-lo
consi¸o dur+nte + c+ç+. Se ele perder o objeto, precis+rí
escolher outro e começ+r nov+mente su+s or+çöes.
Sistema: Se um O+rou re+li:+r este ritu+l +ntes de c+d+
c+ç+d+ dur+nte três mud+nç+s de lu+, ele receberí um d+do
+dicion+l p+r+ todos os testes de r+stre+mento enqu+nto
continu+r or+ndo +ntes de c+ç+r. Se el+ vier + empreender
um+ só c+ç+d+ sem re:+r, terí de renov+r su+s or+çöes por
m+is três meses +ntes de receber nov+mente o bonus.
0raçãe pela Presa
Lm+ form+ específic+ de Ritu+l de Contriç1o. lmedi+t+-
mente +pós m+t+r, o O+rou percorre +t+lho p+r+ + Lmbr+ e
+¸r+dece +o espírito d+ pres+, porque, sem o s+crifício del+,
n1o poderi+ sobreviver. A execuç1o deste ritu+l é um sin+l
de respeito p+r+ com O+i+, seus filhos e + própri+ vid+.
Sistema: Lm O+rou precis+ desempenh+r este ritu+l p+r+
c+d+ +nim+l de O+i+ ( menos +s cri+s d+ Wyrm) que ele
m+t+r dur+nte um+ f+se inteir+ d+ lu+. Se isto for feito, +s
dificuld+des do O+rou +o lid+r com espíritos d+ n+ture:+
ser1o redu:id+s em um ponto. O bonus dur+ +té que o O+-
rou m+te sem dedic+r +l¸um tempo p+r+ +¸r+decer +o espí-
rito d+ cri+tur+.
Reaeme
O Renome de um O+rou é medido em termos de três
íre+s específic+s: Olóri+ (que se refere + perfeiç1o físic+,
riscos corridos e vitóri+s em comb+te), Honr+ (o senso de
dever de um O+rou, su+ étic+ e su+ mor+l, e su+ honr+ pes-
so+l), e S+bedori+ (erudiç1o, p+ciênci+, esperte:+, inspir+-
ç1o e h+rmoni+ espiritu+l).
O Renome de um O+rou n1o é um sistem+ de pontos de
experiênci+, m+s um sistem+ de interpret+ç1o. Lle indic+ o
qu+nto o lobisomem cumpre d+quilo que + cultur+ O+rou exi-
¸e dele. lor est+ r+:1o, o +u¸úrio influenci+ fortemente o Re-
nome de um person+¸em; o +u¸úrio de um person+¸em é o
p+pel que + socied+de esper+ que ele desempenhe. Lm perso-
n+¸em pode obter experiênci+ com su+s +çöes mesmo n1o
+tu+ndo de +cordo com o p+pel do seu +u¸úrio; neste c+so,
porém, ele prov+velmente n1o receberí muito renome.
O person+¸em que possu+ um nível de Renome subs-
t+nci+lmente m+is b+ixo que os outros tem + obri¸+ç1o de
tr+tí-los com um certo ¸r+u de reverênci+. Os O+rou que
n1o prest+rem +tenç1o + esses det+lhes perder1o Honr+ e
+té mesmo Renome de form+ re¸ul+r.
O Renome +p+rece em du+s form+s: o nível de Renome
(os pontos), que indic+ o Renome perm+nente do person+-
¸em, e + l+r+d+ de Renome (os qu+dr+dos), que indic+ qu+n-
tos pontos temporírios for+m obtidos. Ao contrírio de lú-
ri+, Onose ou lorç+ de Vont+de (vej+ +b+ixo), um+ lilh+
de Renome pode exceder o nível de Renome. C+d+ perso-
n+¸em possui três níveis de Renome e l+r+d+s +ssoci+d+s,
represent+ndo Olóri+, Honr+ e S+bedori+. O Renome ler-
m+nente é um+ cois+ muito estível, v+ri+ndo +pen+s em
circunstìnci+s dr+mític+s. O Renome temporírio é bem m+is
fluido, est+ndo sujeito + +l¸um+ v+ri+ç1o.
Obter Renome permite que o O+rou venh+ + subir de
losto. l+r+ m+iores inform+çöes sobre este processo, con-
sulte o C+pítulo Oito: Sistem+s.
Reaeme |aicial
Os person+¸ens O+rou começ+m com três pontos per-
m+nentes em Renome, distribuídos d+ form+ exi¸id+ pelo
seu +u¸úrio (vej+ + Ta|.|a J. í·s:·s). Lste Renome é um
result+do dos eventos que ocorrem dur+nte um Ritu+l de
l+ss+¸em. C+so o N+rr+dor estej+ condu:indo um prelúdio,
os jo¸+dores n1o devem determin+r este Renome inici+l +té
depois de seu Ritu+l de l+ss+¸em.
Os person+¸ens port+nto inici+m o jo¸o no losto Lm.
6léria
Obter distinç1o entre seu povo pel+ conquist+ de ¸r+n-
des triunfos e pel+ re+li:+ç1o de br+v+s cru:+d+s é um +s-
pecto d+ Olóri+. Os O+rou com níveis +ltos de Olóri+ possu-
em um esplendor e um ¸+rbo que indu: os outros lobiso-
mens + reverencií-los. A ¸lóri+ é o respeito que um indiví-
duo recebe por su+ h+bilid+de m+rci+l e su+ c+p+cid+de de
resolver +s cois+s + qu+lquer preço. L +pen+s pel+ re+li:+ç1o
de ¸r+ndes f+ç+nh+s que os lobisomens obtêm Olóri+.
0rede da 6léria
S.r.| ta|·r·s·
S.r.| .ss.n.|a|
S.r.| ¸.n.r·s·
ír·:.¸.r.| ·s jra.·s
D.rr·:ar.| a \yrm
heara
A Honr+ é um+ d+s pouc+s form+s pel+s qu+is se impöe
+s leis d+ socied+de O+rou. L um+ combin+ç1o de or¸ulho,
di¸nid+de e inte¸rid+de pesso+l. Qu+ndo um O+rou obtém
Honr+, su+ inte¸rid+de, honestid+de e fidelid+de estí sendo
reconhecid+. Além disso, é um sin+l de respeito. A Honr+ é
um+ fonte de ¸r+nde or¸ulho p+r+ +queles que + possuem,
devendo ser ¸u+rd+d+ cuid+dos+mente.
Lm+ pesso+ de honr+ +dere + mor+l e +os princípios m+is
elev+dos, perm+necendo resolut+ frente + +dversid+de e +o
peri¸o. As +çöes m+is honríveis s1o +quel+s re+li:+d+s +
despeito de tod+s +s pen+lid+des. A Honr+ denot+ um sen-
so +¸uç+do de (e um+ conformid+de ri¸oros+ com) um có-
di¸o de condut+ - + lit+ni+. lmpostur+ e fr+ude n1o s1o
prític+s +ceitíveis entre +queles que busc+m Honr+. l+r+
que se +lc+nce Honr+, f+:-se necessíri+ um+ cert+ di¸nid+-
de, um+ +preci+ç1o específic+ d+s respons+bilid+des d+ ver-
d+deir+ mor+lid+de.
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!54 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
A Honr+ é perdid+ f+cilmente qu+ndo se é tom+do pelo
frenesi, +fin+l, nesse est+do é possível pr+tic+r qu+lquer tipo
de +ç1o m+li¸n+.
Cóuígo u. 1onrn
S.r.| r.sj.|:·s·
S.r.| |.a|
S.r.| ¡us:·
Cumjr|r.| m|n|a ja|atra
-..|:ar.| :·J·s ·s J.saj|·s ¡us:·s
Sabederia
Os O+rou que s1o consider+dos síbios recebem reve-
rênci+, vener+ç1o e deferênci+. Sob muitos +spectos, um+
reput+ç1o de S+bedori+ é incomp+tível com um+ reput+ç1o
de Olóri+, m+s nem sempre esse é o c+so. Lm+ pesso+ com
um nível +lto em S+bedori+ possui um senso de jul¸+mento
e discriç1o b+st+nte +¸uç+do, bem como erudiç1o e c+p+ci-
d+de de discernir entre verd+de e mentir+.
A únic+ form+ de um O+rou obter s+bedori+ é oferecen-
do seu jul¸+mento e conhecimento em momentos de crise.
0rede da Sabederia
S.r.| .a|m·
S.r.| jruJ.n:.
S.r.| .·m.J|J·
S.r.| m|s.r|.·rJ|·s·
í.nsar.| an:.s J. a¸|r . ·ut|r.| an:.s J. j.nsar
As form+s de obter e perder Renome s1o discutid+s no
C+pítulo Oito: Sistem+s.
!estes de Reaeme {0pcieaal;
Os testes de Renome podem ser us+dos p+r+ simul+r +
re+ç1o d+ socied+de dos O+rou +o person+¸em. Lsses testes
podem ser ferr+ment+s úteis dur+nte situ+çöes soci+is. O
N+rr+dor pode instruir um jo¸+dor + f+:er um teste tendo
como b+se um nível de Renome ou us+r o nível de um per-
son+¸em como um número de dificuld+de +o test+r + re+-
ç1o dos outros person+¸ens + esse person+¸em. Ab+ixo es-
t1o descrit+s +l¸um+s opçöes, por c+te¸ori+.
!estes de 6léria
Lm teste de Olóri+ pode ser us+do p+r+ determin+r se
um person+¸em (e su+ m+tilh+) pode +comp+nh+r um ¸ru-
po de ¸uerr+ ou requisit+r equip+mento de comb+te. lsso
t+mbém é um+ medid+ do qu+nto o person+¸em é "f+mo-
so", pois s1o os O+rou com níveis +ltos de Olóri+ que costu-
m+m ter seus feitos cont+dos +o redor de fo¸ueir+s. Lm tes-
te de Olóri+ t+mbém influenci+ o O+rou em posiçöes de
lider+nç+ e em situ+çöes n+s qu+is um person+¸em estej+
condu:indo outros O+rou. Os person+¸ens com níveis b+i-
xos de Olóri+ s1o pouco conhecidos, e +queles sem nenhu-
m+ Olóri+ costum+m ser consider+dos tímidos e fr+cos.
!estes de heara
Lm teste de Honr+ pode ser us+do p+r+ determin+r se
um person+¸em é visto como confiível e honesto, +ssim
como o ri¸or com que ele se¸ue +s leis dos O+rou, p+rticu-
l+rmente + lit+ni+. Lsses testes s1o muitíssimo import+ntes
qu+ndo o person+¸em é +present+do +os +nciöes, +fin+l é
pel+ Honr+, e n1o pel+ Olóri+, que se impression+ esses ve-
lhos. Os Testes de Honr+ podem t+mbém determin+r + for-
m+ como o person+¸em é tr+t+do em determin+d+s circuns-
tìnci+s, e o N+rr+dor pode +té mesmo consentir um teste
de Honr+ p+r+ um person+¸em que precise de um "sentido
de honr+" sobre +l¸um+ cois+. Os person+¸ens com níveis
de Honr+ b+ixos s1o vistos com suspeit+; +queles sem ne-
nhum+ Honr+ costum+m ser tr+t+dos um pouco melhor que
os for+s d+ lei. Além disso, qu+ndo f+l+m com os +nciöes, +s
p+l+vr+s dos person+¸ens sem honr+ costum+m ser subme-
tid+s +o Dom d+ Verd+de de O+i+.
!estes de Sabederia
Lm teste de S+bedori+ pode ser us+do p+r+ determin+r
se + socied+de dos O+rou consider+ um person+¸em síbio
ou h+rmoni:+do espiritu+lmente. Lsses testes s1o muito
import+ntes qu+ndo um person+¸em procur+ descobrir se-
¸redos sobre os O+rou. lode ser us+do com um teste p+r+
ver se é confi+do um fetiche s+¸r+do +o O+rou ou se lhe é
permitido comp+recer + um+ +ssembléi+ especi+l. Os perso-
n+¸ens com níveis b+ixos de S+bedori+ costum+m respon-
der +s per¸unt+s com um silêncio pétreo; +queles sem ne-
nhum+ s+bedori+ s1o vistos como buföes que podem ser
peri¸osos p+r+ si mesmos ou p+r+ os outros.
Peste
Lntre os O+rou, losto é tudo. losto, m+is que qu+lquer
outr+ C+r+cterístic+, mede + posiç1o e o respeito que o O+rou
conquistou junto +os seus p+res. Os m+iores se¸redos d+ tribo
s1o ensin+dos +pen+s +queles O+rou que tenh+m prov+do seu
v+lor, e + melhor form+ de f+:er isso é obtendo losto.
Todos os person+¸ens começ+m no losto Lm e +umen-
t+m d+í em di+nte +tr+vés d+ obtenç1o de Renome. Obter
losto é discutido minucios+mente no C+pítulo Oito: Siste-
m+s.
6eae(ícies de Peste
Hí um+ v+ried+de de benefícios +ssoci+dos + c+d+ losto.
º Dons: C+d+ ve: que um O+rou obtém um losto novo,
ele tem + oportunid+de de +prender novos Dons. l+r+ +pren-
der um Dom, o person+¸em precis+ n1o +pen+s possuir +
experiênci+ requisit+d+, m+s t+mbém ter +lc+nç+do um losto
i¸u+l +o nível do Dom. Apen+s experiênci+ n1o b+st+ p+r+
compr+r + confi+nç+ dos espíritos e dos p+res de um indiví-
duo; os m+iores se¸redos s1o reserv+dos +os O+rou m+is
v+lorosos e confiíveis.
º Direitos: Os O+rou de lostos m+is b+ixos devem pres-
t+r reverênci+ +os de losto m+is +lto, p+rticul+rmente den-
tro d+ tribo, embor+ os O+rou de losto suficientemente +lto
(3÷) sej+m conhecidos por tod+ + socied+de O+rou.
º Desafios: O losto t+mbém exerce um efeito nos indi-
víduos que poss+m des+fi+r le¸+lmente um O+rou. Lm O+-
rou só pode des+fi+r outro se n1o houver m+is de um losto
de diferenç+ entre eles. Qu+lquer desvio disto provoc+ no
des+fi+nte + perd+ temporíri+ de Honr+.
º ResponsabiIidades: Os O+rou de losto m+is elev+do
devem lider+r e prote¸er os O+rou menores, ¸u+rd+ndo o
c+ern de intrusos, e empreit+r ¸r+nde cru:+d+s em prol de
su+ seit+ ou tribo.
!55
º AutocontroIe: O losto, sendo + som+ do Renome de
um O+rou, t+mbém qu+ntific+ + "virtude" desse O+rou.
Qu+nto m+is +lto for o losto de um lobisomem, m+is ele
est+rí perto de um modelo "ide+l" de O+rou, e menos serí
provível que ele venh+ + sucumbir + impulsos +nim+is. lor-
t+nto, os person+¸ens de lostos m+is +ltos conse¸uir+m,
devido +os seus +tos e + su+ experiênci+, +primor+rem-se +
um ponto que eles tendem menos + ser tom+dos pelo frene-
si. A t+bel+ +b+ixo demonstr+ os bonus de frenesi que um
O+rou obtém com o losto.
Posto Bonus de Irenesi
0 ¸¸
1 ¸¸
2 ¸¸
3 ÷ 1 p+r+ dificuld+des de frenesi
+ ÷ 2 p+r+ dificuld+des de frenesi
5 ÷ 2 p+r+ dificuld+des de frenesi;
5÷ sucessos necessírios p+r+ frenesi
6 ÷2 p+r+ dificuld+des de frenesi;
6÷ sucessos necessírios p+r+ frenesi
Fária
M|n|a m.n:. ·J.|a m.u .·rj·
M.u .·rj· ·J.|a m|n|a a|ma
í..|· ·s ·||·s . |u:·
D.n:r· J· m.u jr´jr|· a||sm·.
- Bl+ck l+n¸, "The B+rs"
Os O+rou s1o cri+tur+s de instinto e p+ix1o, n1o +pen+s
porque um+ ler+ reside em seus cor+çöes, m+s porque eles
nunc+ +b+ndon+m + +lm+ d+ n+ture:+ em su+ perse¸uiç1o
inc+nsível pel+ civili:+ç1o.
A lúri+ é um+ medid+ d+ c+p+cid+de de um person+-
¸em p+r+ + loucur+ +bsolut+, bem como p+r+ + determin+-
ç1o. L o m+¸netismo +nim+l e + luxúri+ que provém do ins-
tinto; é o temor que deriv+ d+ i¸norìnci+ e do ódio ¸er+do
pel+ ins+nid+de.
A lúri+ é muito import+nte p+r+ os O+rou porque eles
podem usí-l+ p+r+ execut+r feitos extr+ordinírios, e t+m-
bém porque el+ freqüentemente os indu: + +tos dos qu+is se
+rrependem m+is t+rde. Além disso, + lúri+ é o que lhes
permite mud+r entre +s form+s lupin+ e hum+n+.
Qu+lquer que sej+ su+ ori¸em e n+ture:+, + lúri+ conso-
me + ener¸i+ e + +tenç1o de um O+rou. Lm O+rou dedic+ +
m+ior p+rte de su+ existênci+ + direcion+r su+ lúri+ p+r+
bons propósitos, e +té mesmo + conter seus impulsos m+is
ne¸+tivos.
A lúri+ +p+rece sob du+s form+s: o nível de lúri+ (os
pontos), que indic+ + lúri+ perm+nente do seu person+-
¸em, e + l+r+d+ de D+dos (os qu+dr+dos), que indic+ qu+n-
tos lontos de lúri+ o seu person+¸em +ind+ possui p+r+
¸+st+r. A l+r+d+ de D+dos nunc+ pode ser m+ior que o ní-
vel de lúri+. Qu+ndo us+r um ponto de fúri+, remov+-o d+
l+r+d+ de lúri+ de seu person+¸em (os qu+dr+dos), n1o do
nível de lúri+ (os círculos). O nível perm+nece const+nte,
enqu+nto + l+r+d+ é consumid+ dur+nte + históri+.
usaade Fária
Lu J|r|a... "V·.. na· j·J. m. ||¸ar . m. J.s||¸ar .·m· s. .u
j·ss. uma :·rn.|ra, .ara.¨ Mas jra ¡u.: "Va . a.a|. .·m .|.s¨.
. s´ · ¡u. .|. J|z. "Qu.|r. :·J·s ·s J.n:.s J.|.s¨.
- Suicid+ O+n¸reen, Mars|a| Lau. í.ar anJ L·a:||n¸
Os pontos de lúri+ precis+m ser ¸+stos dur+nte o Lstí-
¸io de Decis1o de um turno (vej+ o C+pítulo Nove), e +pe-
n+s dur+nte momentos de estresse. l+r+ um+ list+ desses
momentos, vej+ Ls:r.ss.. A lúri+ possui um+ v+ried+de de
efeitos e usos em Lobisomem:
º Irenesi: O lrenesi é o peri¸o bísico d+ lúri+. L +
enlouquecedor+ sede de s+n¸ue que tom+ os O+rou em mo-
mentos de ¸r+nde p+ix1o, fome ou emoçöes conflit+ntes.
Sempre que um person+¸em fi:er um teste de lúri+ e m+r-
c+r qu+tro sucessos ou m+is, ele entr+ em frenesi. Vej+ ír.-
n.s|, p+r+ m+iores det+lhes sobre +s c+us+s e + resoluç1o dos
frenesis.
º Açöes Extras: O person+¸em pode ¸+st+r um ponto
de lúri+ p+r+ desempenh+r um+ +ç1o extr+. Lm O+rou n1o
pode us+r m+is pontos de lúri+ num único turno que seu
nível de Destre:+. Vej+ -¸¨.s Mu|:|j|as.
º Mudando Iormas: Lm ponto de lúri+ pode ser ¸+sto
p+r+ +ssumir qu+lquer form+ desej+d+ inst+nt+ne+mente, sem
que isso requeir+ um teste de Vi¸or ÷ lmpulso lrimitivo.
Vej+ -s Mu|:as í·rmas.
º Recuperar de Atordoamento: Qu+ndo um O+rou per-
de m+is Níveis de Vit+lid+de em um turno que seu nível de
Vi¸or, ele é +tordo+do, n1o podendo +¸ir por outro turno.
Contudo, ¸+st+r um ponto de lúri+ possibilit+ um person+-
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!5ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
¸em + i¸nor+r este efeito.
º Permanecer Ativo: Qu+ndo um O+rou c+i +b+ixo do
nível lnc+p+cit+do de Vit+lid+de, ele pode escolher f+:er um
teste de lúri+ num+ tent+tiv+ de perm+necer +tivo. A dificul-
d+de do teste é o. C+d+ sucesso cur+ inst+nt+ne+mente um
Nível de Vit+lid+de - +té mesmo se os ferimentos forem +¸r+-
v+dos' Contudo, um O+rou pode tent+r re+li:+r este teste +pe-
n+s um+ ve: e, c+so f+lhe, n1o se recuper+rí. Além disso, +s-
sim como qu+lquer teste de lúri+, corre-se o risco de ser to-
m+do pelo frenesi (vej+ ír.n.s|).
Lxiste um+ pen+lid+de por su¸+r + r+iv+ de um+ pesso+
dess+ form+. Se o teste obtiver êxito, o O+rou terí de us+r
um d+do extr+ em seu teste de Cic+tri:es de B+t+lh+, so-
m+ndo os result+dos dos dois testes (vej+ Ta|.|a J. C|.a:r|-
z.s J. ßa:a||a).
º Iera Interior: l+r+ c+d+ ponto de lúri+ +cim+ de seu
nível de lorç+ de Vont+de, um person+¸em perde um d+do
em todos os testes que envolv+m inter+ç1o soci+l. A ler+
simplesmente estí próxim+ dem+is d+ superfície, e + pre-
senç+ do O+rou torn+ tudo +o seu redor desconfortível.
º Perdendo o Lobo: Se em +l¸um momento um O+rou
n1o tiver nem pontos de lúri+ nem pontos de lorç+ de
Vont+de, si¸nific+ que ele "perdeu o lobo", e port+nto n1o
poderí m+is obter lúri+. Lle n1o pode se tr+nsform+r em
n+d+ +lém de su+ form+ ori¸in+l, +té que possu+ lúri+ nov+-
mente. Lle precis+ primeiro re+dquirir pelo menos um pon-
to de lorç+ de Vont+de +ntes de poder re+dquirir lúri+.
Vej+ í·r¸a J. V·n:aJ..
Adqairiade e Readqairiade Fária
Dur+nte um+ p+rtid+ de Lobisomem, os pontos de lú-
ri+ const+ntemente v+ri+m. Os jo¸+dores os ¸+st+m p+r+
obter +çöes extr+s, mud+r de form+, etc. Os pontos de lúri+
s1o re+dquiridos d+s se¸uintes form+s:
º A Lua: Qu+ndo o person+¸em vê pel+ primeir+ ve: +
lu+ + noite, +l¸um+ cois+ emer¸e d+s profunde:+s de su+
+lm+. O person+¸em +dquire um ponto de lúri+ sob um+
lu+ nov+, dois pontos sob um+ lu+ min¸u+nte, três pontos
sob um+ mei+-lu+ ou um+ lu+ crescente e qu+tro pontos sob
um+ lu+ chei+. lor est+ r+:1o, é +conselhível fic+r lon¸e, ou
pelo menos lid+r com c+utel+, com os O+rou com níveis
+ltos de lúri+, dur+nte + lu+ do seu +u¸úrio.
º IaIha Crítica: A critério do N+rr+dor, um person+¸em
que obtenh+ um+ f+lh+ crític+ num teste deve receber um
ponto de lúri+ p+r+ represent+r su+ frustr+ç1o, desde que +
situ+ç1o sej+ estress+nte. lembre-se que situ+çöes soci+is po-
dem ser t1o estress+ntes qu+nto comb+te, e que um teste que
resulte em f+lh+ crític+ é +ind+ m+is frustr+nte dur+nte cert+s
circunstìnci+s soci+is. Vej+ Hum|||a¸a·, +di+nte.
º HumiIhação: O person+¸em pode +dquirir um ponto
de lúri+ dur+nte um+ situ+ç1o p+rticul+rmente humilh+n-
te. O N+rr+dor, e n1o o jo¸+dor, jul¸+ se + humilh+ç1o foi
suficiente ou n1o p+r+ conceder um ponto. N1o se esqueç+:
os lobisomens n1o ¸ost+m nem um pouco que ri+m deles.
lsto pode ser combin+do com +s re¸r+s +nteriores p+r+ f+-
lh+s crític+s - um lobisomem que p+¸ue mico em público
pode perder + c+beç+.
º Confronto: A critério do N+rr+dor, um person+¸em
pode receber um ponto de lúri+ depois do primeiro turno
de um+ situ+ç1o de confronto, imedi+t+mente +ntes do com-
b+te começ+r de f+to, ou em qu+isquer situ+çöes de inter-
pret+ç1o re+lmente tens+s. lsto represent+ + +ntecip+ç1o do
peri¸o, o eriç+r dos pêlos do pescoço + medid+ que + r+iv+
+flor+ + superfície.
º Novas Histórias: No começo de tod+ históri+ nov+,
c+d+ person+¸em deve f+:er um teste com um d+do p+r+
determin+r qu+ntos pontos de lúri+ o person+¸em possui
(+té o nível míximo de lúri+). lode h+ver um número m+i-
or ou menor de pontos do que ele possuí+ no fim d+ históri+
+nterior. lsto represent+ + inst+bilid+de d+ lúri+, como el+
pode v+ri+r enormemente dur+nte um determin+do núme-
ro de di+s ou de +cordo com +s mud+nç+s d+ lu+.
O jo¸+dor estí livre p+r+ explic+r + perd+ ou + obtenç1o
de lúri+, de modo + construir seu person+¸em entre +s his-
tóri+s. Se +s históri+s forem suficientemente cri+tiv+s ou
inventiv+s, o N+rr+dor poderí ser m+is ¸eneroso com os
pontos de lúri+ no futuro, ou +té mesmo +crescent+r pon-
tos +o teste. Lm jo¸+dor n1o precis+ fic+r preocup+do qu+nto
+o seu person+¸em n1o possuir lúri+ suficiente - o seu
person+¸em re+verí su+ lúri+ qu+ndo + lu+ do seu +u¸úrio
estiver no céu noturno.
6aese
A Onose incorpor+ + li¸+ç1o entre o O+rou e + M1e
S+¸r+d+. L um ped+cinho de O+i+ bem no fundo do cor+ç1o
de todos os lobisomens. A Onose m+ntém o O+rou unido
com O+i+ e permite que ele compreend+ o equilíbrio d+
n+ture:+.
A Onose t+mbém une os O+rou +o mundo espiritu+l,
permitindo que eles inter+j+m com +s cri+tur+s e os objetos
desse mundo, +fin+l + Onose é + substìnci+ d+ qu+l os espí-
ritos s1o feitos. Sem Onose, o mundo espiritu+l n1o pode
ser cont+ct+do. Lm nível b+ixo de Onose dificult+ o +lc+n-
ce desse cont+to, enqu+nto os indivíduos com níveis muito
+ltos de Onose podem ver + fronteir+ entre os mundos espi-
ritu+l e físico +pen+s de form+ borr+d+, o que lhes dificult+
di:er se um+ determin+d+ cois+ pertence +o mundo espiri-
tu+l ou n1o.
A Onose, como + lúri+ e + lorç+ de Vont+de, +p+rece
em du+s form+s: o nível de Onose (os pontos), que indic+ +
Onose perm+nente do seu person+¸em, e + l+r+d+ de Ono-
se (os qu+dr+dos), que indic+ de qu+ntos pontos de Onose
o person+¸em +ind+ dispöe. A l+r+d+ de Onose nunc+ pode
ser m+ior que o nível de Onose. Qu+ndo você us+ um ponto
de Onose, você o remove d+ l+r+d+ de Onose do seu perso-
n+¸em (os qu+dr+dos), n1o do nível de Onose (os círculos).
O nível perm+nece const+nte, enqu+nto + l+r+d+ é ¸+st+
dur+nte + históri+.
usaade 6aese
A Onose pode f+:er um+ v+ried+de de cois+s, tod+s rel+-
cion+d+s de +l¸um+ form+ com + n+ture:+ ou o mundo espi-
ritu+l.
º Iúria e Cnose: Você n1o pode ¸+st+r pontos de Ono-
se ou f+:er um teste de Onose no mesmo turno que us+ um
ponto de lúri+ ou que f+: um teste de Onose (certos Dons
!57
s1o um+ exceç1o + est+ re¸r+). A ler+ estí próxim+ dem+is
d+ superfície, o que dificult+ +o person+¸em pens+r num
nível +bstr+to.
º Carregando Prata: l+r+ c+d+ objeto de pr+t+ que o
seu person+¸em c+rre¸+, ele perde um ponto efetivo em seu
nível de Onose (+l¸uns objetos podem f+:ê-lo perder +ind+
m+is). lsto é +pen+s temporírio, demor+ndo cerc+ de um
di+ depois que + pr+t+ tiver sido desc+rt+d+. Lm person+-
¸em pode t+mbém sofrer pen+lid+des devido + objetos de
pr+t+ c+rre¸+dos por seus comp+nheiros de m+tilh+. l+r+
m+iores inform+çöes, vej+ íra:a.
º Usando Dons: Muitos Dons requerem que se f+ç+
um teste de Onose ou que se ¸+ste pontos de Onose. l+r+
m+iores det+lhes sobre Dons específicos, vej+ D·ns.
º Ietiches: A Onose p+r+ h+rmoni:+r ou +tiv+r um feti-
che. l+r+ m+iores det+lhes, consulte í.:|.|.s.
Adqairiade e Readqairiade 6aese
Hí um ¸r+nde número de form+s diferentes pel+s qu+is
os person+¸ens poss+m re+dquirir pontos ¸+stos de Onose:
º Caçada Sagrada: As +ssembléi+s dos O+rou costum+m
envolver um+ c+ç+d+ s+¸r+d+ p+r+ o bem do lovo e do c+-
ern. Lste é um ritu+l e um+ +tivid+de s+¸r+d+. A c+ç+, um
espírito Ln¸lin¸, é conjur+d+ e em se¸uid+ perse¸uid+, sej+
n+ Lmbr+ ou n+ Terr+. Depois que + c+ç+ tiver sido "+b+ti-
d+", todos os lobisomens + +¸r+decem por seu s+crifício, que
concederí +os O+rou m+is poder p+r+ +judí-los em su+ lut+
contr+ + Wyrm. Todos os p+rticip+ntes n+ c+ç+d+ re+b+ste-
cem complet+mente su+s l+r+d+s de Onose. Devido +os ri-
tu+is execut+dos dur+nte + c+ç+d+, o Ln¸lin¸ n1o é re+l-
mente destruído, recompondo-se em +l¸um+ p+rte d+ Lm-
br+. Vej+ no Apêndice m+is det+lhes sobre Ln¸lin¸s.
º Barganha com Espíritos: Os person+¸ens podem ten-
t+r encontr+r um espírito, como um Ln¸lin¸, por cont+ pró-
pri+ e convencê-lo + lhe d+r um pouco de su+ Onose. Os
person+¸ens precis+m ser c+p+:es de se comunic+r com o
espírito (o Dom Comunic+ç1o com Lspíritos é requerido), e
o espírito pedirí +l¸um+ cois+ em troc+, como um+ pequen+
cru:+d+ ou outro f+vor.
º Meditação: Lm person+¸em pode re+dquirir Onose
¸+st+ndo tempo em medit+ç1o. Lle precis+ ¸+st+r pelo me-
nos um+ hor+ f+:endo isso, perm+necendo no mesmo lu¸+r
e se concentr+ndo em questöes espiritu+is. Dur+nte esse
tempo, o person+¸em n1o poderí f+:er m+is n+d+. O perso-
n+¸em em se¸uid+ test+ R+ciocínio ÷ Lni¸m+s (dificuld+de
o). A c+d+ sucesso se re+dquire um ponto de Onose. Con-
tudo, um míximo de um ponto de Onose pode ser re+dqui-
rido + c+d+ hor+ que o person+¸em ¸+st+r em medit+ç1o;
port+nto, c+so um person+¸em ¸+ste +pen+s um+ hor+, m+s
obtenh+ sucessos suficientes p+r+ re+dquirir três pontos, ele
+ind+ obtém +pen+s um ponto. Lst+ form+ de medit+ç1o
pode ser re+li:+d+ +pen+s um+ ve: por di+, m+s + dificuld+-
de é +ument+d+ em um por c+d+ di+ extr+ que isto for feito
no esp+ço de um+ sem+n+ (dificuld+de míxim+ de 10).
º Entre histórias: Lntre +s históri+s, permite-se que os
person+¸ens um teste de C+rism+ ÷ Lni¸m+s (dificuld+de
6). C+d+ sucesso indic+ que um ponto de Onose foi re+d-
quirido.
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!5B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Ferça de veatade
A lorç+ de Vont+de mede + h+bilid+de de um person+-
¸em em sobrepuj+r +s necessid+des e os desejos que o tent+m.
A lorç+ de Vont+de, d+ mesm+ form+ que + lúri+ e +
Onose, +p+rece sob du+s form+s: o nível de lorç+ de Vont+-
de (os pontos), que indic+ + lorç+ de Vont+de perm+nente
do seu person+¸em, e l+r+d+ de lorç+ de Vont+de (os qu+-
dr+dos), que indic+ de qu+ntos pontos de lorç+ de Vont+de
o seu person+¸em dispöe. A lorç+ de Vont+de do person+-
¸em nunc+ pode ser m+ior que o seu nível de lorç+ de Von-
t+de. Qu+ndo você us+r um ponto de lorç+ de Vont+de,
remov+-o d+ l+r+d+ de lorç+ de Vont+de do seu person+-
¸em (os qu+dr+dos), n1o do nível de lorç+ de Vont+de (os
círculos). O nível perm+nece const+nte, embor+ + l+r+d+
sej+ ¸+st+ dur+nte + históri+.
A lorç+ de Vont+de d+ l+r+d+ de lorç+ de Vont+de v+ri+
enormemente dur+nte um+ históri+. Ll+ é redu:id+ em um
ponto c+d+ ve: que o jo¸+dor us+ um ponto de lorç+ de Von-
t+de p+r+ f+:er seu person+¸em re+li:+r +l¸um+ cois+ extr+-
ordiníri+, como m+nter +utocontrole ou obter um sucesso
+utomítico. M+is cedo ou m+is t+rde, o person+¸em fic+rí
sem nenhum+ lorç+ de Vont+de, n1o m+is sendo c+p+: de se
esforç+r como f+:i+ +ntes. O person+¸em estí ment+lmente
ex+usto, sendo inc+p+: de se lev+nt+r p+r+ f+:er qu+lquer coi-
s+ - ele ¸+stou tod+ su+ lorç+ de Vont+de.
º lr+co
ºº Tímido
ººº lncerto
ºººº Hesit+nte
ººººº Determin+do
ºººººº Confi+nte
ººººººº lorte
ºººººººº Control+do
ººººººººº Com vont+de de ferro
ºººººººººº ln+b+lível
usaade Ferça de veatade
A lorç+ de Vont+de é um+ d+s c+r+cterístic+s m+is +ti-
v+s em Lobisomem, simplesmente porque existem muit+s
form+s diferentes de empre¸í-l+, re+dquiri-l+ e mudí-l+. A
lorç+ de Vont+de é t1o import+nte no jo¸o que você preci-
s+rí prest+r muit+ +tenç1o nel+. Assim, é +conselhível que
você +n+lise bem +s re¸r+s + se¸uir.
º Sucesso Automático: Lm ponto de lorç+ de Vont+-
de só pode ser us+do p+r+ obter um sucesso +utomítico num+
+ç1o. lort+nto, +pen+s um ponto de lorç+ de Vont+de pode
ser us+do por turno, m+s isto confere um único sucesso ¸+-
r+ntido. Dest+ form+, é possível ser bem sucedido +utom+ti-
c+mente em qu+lquer +ç1o simples +pen+s se concentr+n-
do. l+r+ testes prolon¸+dos, os sucessos extr+s podem ser +
diferenç+ cruci+l entre o sucesso e o fr+c+sso. Lxistem +l¸u-
m+s situ+çöes n+s qu+is o N+rr+dor n1o pode permitir esse
uso d+ lorç+ de Vont+de.
º Necessidades IncontroIáveis: Lm +l¸um+s oc+siöes,
o N+rr+dor pode di:er que o seu person+¸em f+: +l¸um+
cois+ devido + instinto, necessid+de primitiv+ ou por re+ç1o
viscer+l ("Você +t+c+ o M+ldito sem pens+r"). Você pode
us+r um ponto de lorç+ de Vont+de p+r+ evit+r isto e f+:er
o que preferir. M+s o sentimento pode retorn+r, e outro
ponto de lorç+ de Vont+de poderí ser requerido. Oc+sio-
n+lmente isso volt+rí + +contecer m+is ve:es do que você
tem lorç+ de Vont+de, embor+ outr+s ve:es você poss+ so-
brepuj+r complet+mente + necessid+de.
º Irenesis Interrompidos: Lm person+¸em que obte-
nh+ qu+tro ou m+is sucessos num Teste de lúri+ é tom+do
pelo frenesi - + n1o ser que ¸+ste um ponto de lorç+ de
Vont+de p+r+ interrompê-lo e controlí-lo. l+r+ m+iores
det+lhes, vej+ ír.n.s|s.
A únic+ form+ de +ument+r + lorç+ de Vont+de perm+-
nentemente é pelo dispêndio de pontos de experiênci+, m+s
+ l+r+d+ de lorç+ de Vont+de pode v+ri+r tremend+mente
dur+nte um+ históri+. Ab+ixo discutiremos tod+s +s form+s
se¸undo +s qu+is + lorç+ de Vont+de pode v+ri+r.
Reqeaeraade Ferça de veatade
Os person+¸ens re¸ener+m su+ l+r+d+ de lorç+ de Von-
t+de sempre que forem c+p+:es de desc+ns+r ou que tenh+m
um+ ch+nce de rest+ur+r + confi+nç+ em si mesmos. O N+r-
r+dor precis+ decidir qu+ndo e como um person+¸em re¸e-
ner+ lorç+ de Vont+de.
A se¸uir est1o list+d+s três form+s diferentes pel+s qu+is
um person+¸em pode re¸ener+r su+ lorç+ de Vont+de -
toda el+ é re¸ener+d+, +té o míximo do nível de lorç+ de
!59
Vont+de. O N+rr+dor pode limit+r ess+ re¸ener+ç1o insis-
tindo que o person+¸em +ind+ retém um pouquinho de v+i-
d+de ou que ele +tin¸iu um sucesso +pen+s moder+do n+
históri+. Lx.mj|·. - ||s:´r|a :.rm|na .·m um .mja:. jar.|a|.
V·.. na· .·ns.¸u|u :uJ· ¡u. ¡u.r|a, mas |ss· :am|.m na· ·
J.|x·u arrasaJ·. n..uj.r. :·Ja a sua í·r¸a J. V·n:aJ..
º (Opcion+l) Você +lc+nç+ +l¸um sucesso especi+l du-
r+nte + históri+, o que o N+rr+dor +credit+ que f+ç+ seu
person+¸em recuper+r + confi+nç+ em si mesmo (e, port+n-
to, tod+, ou p+rte de su+ lorç+ de Vont+de). Lx.mj|·. V·..
r.s¸a:a · s.u ja| |uman· J· Sa|a (uma s.|:a J. tamj|r·s), |m.-
J|a:am.n:. an:.s J.|. s.r -|ra¸aJ·. V·.. r.¸.n.ra :r.s j·n:·s
J. í·r¸a J. V·n:aJ..
º Você cumpre +l¸um+ exi¸ênci+ do +u¸úrio do seu per-
son+¸em, dest+ form+ re¸ener+ndo de um + três pontos de
lorç+ de Vont+de, de +cordo com o jul¸+mento do N+rr+-
dor. lsto precis+ ser +lc+nç+do medi+nte interpret+ç1o e
+prov+do pelo N+rr+dor. Lx.mj|·. S.nJ· um na¸a|as|, t·..
.·ns.¸u. .n¸anar um -nJar|||· J· -sja|:· an.|a· jara jaz.r
.·m ¡u. .|. ||. J. a .|at. J. s.u .arr·. Lssa :raja¸a m.r... a
r.¸.n.ra¸a· J. J·|s j·n:·s J. í·r¸a J. V·n:aJ..
C+so nenhum+ d+s opçöes +nteriores sej+ +dequ+d+ +o
seu jeito de jo¸+r, considere permitir que os person+¸ens
re¸enerem um ponto de lorç+ de Vont+de todos os di+s,
depois de +cord+rem. L simples, e ¸+r+nte um+ recuper+ç1o
re¸ul+r de lorç+ de Vont+de.
vitalidade
- D·r - .|a sussurr·u. - Lm s.r |uman· j·J. .s:|mu|ar
¡ua|¡u.r n.rt· n· .·rj·.
- lr+nk Herbert, Duna
A C+r+cterístic+ Vit+lid+de mede o qu1o resistente e
s+dio um person+¸em é. Lxistem vírios níveis de ferimen-
tos, e c+d+ um deles requer um+ pen+lid+de diferente d+
pesso+ ferid+. Lm person+¸em que estej+ M+chuc+do, -1,
tem um d+do + menos p+r+ us+r em qu+lquer teste, enqu+n-
to um person+¸em que estej+ Aleij+do, -5, tem cinco d+dos
+ menos p+r+ us+r. Se isto deix+r o jo¸+dor sem d+dos p+r+
us+r nos testes, ent1o o person+¸em n1o pode tent+r + +ç1o.
Lm lobisomem que estej+ lnc+p+cit+do com ferimentos
+¸r+v+dos estí muito próximo d+ morte; se ele perder m+is
um Nível de Vit+lid+de, morrerí.
Os O+rou s1o cri+tur+s de muit+ s+úde porque se en-
contr+m em ¸r+nde h+rmoni+ com O+i+. Lles compreen-
dem o fluxo d+ n+ture:+ e conhecem seu lu¸+r verd+deiro
entre os espíritos. Lles s1o os Defensores de O+i+, seu siste-
m+ imunoló¸ico contr+ +s doenç+s d+ Wyrm. Assim, eles
n1o s1o +fet+dos por ch+¸+s ou doenç+s com + mesm+ in-
tensid+de que +s outr+s cri+tur+s.
Lmbor+ +credite-se que os lobisomens sej+m imunes +
ferimentos, n+ verd+de eles "+pen+s" s1o c+p+:es de se cu-
r+r com f+cilid+de. N+ verd+de, um lobisomem pode re¸e-
ner+r +utom+tic+mente um Nível de Vit+lid+de + c+d+ tur-
no. lorém, c+so ele se envolv+ em situ+çöes e +tivid+des
estress+ntes, como comb+te, ele deve se submeter + um tes-
te (teste de Vit+lid+de; dificuld+de o). Vej+ CuranJ·, p+r+
m+iores det+lhes.
Os O+rou têm su+s fr+que:+s, seus c+lc+nh+r de Aquiles
- + pr+t+. A pr+t+ c+us+ nos lobisomens diversos ferimen-
tos contr+ os qu+is eles n1o têm defes+. Além disso, o fo¸o e
o +t+que de cri+tur+s sobren+tur+is (v+mpiros, fomores e
outros O+rou) pode feri-los ¸r+vemente. Lsses ferimentos
s1o ch+m+dos ferimentos +¸r+v+dos.
l+r+ m+iores det+lhes sobre sofrer de d+nos e + cur+ de
ferimentos, consulte o C+pítulo Oito: Sistem+s.
Níceis de vitalidade
Escoriado: O person+¸em estí +pen+s esco-
ri+do, n1o sofrendo nenhum+
+ç1o ou pen+lid+des.
Machucado: -1 O person+¸em estí +pen+s me-
di+n+mente ferido; seus movi-
mentos n1o s1o dificult+dos.
Ierido -1 O person+¸em n1o pode correr,
m+s +ind+ pode +nd+r.
Ierido -2 O person+¸em n1o pode correr,
gravemente m+s +ind+ pode +nd+r.
Espancado -2 O person+¸em estí ferido seri+-
mente, sendo c+p+: de se mover
+pen+s m+nc+ndo.
AIeijado -5 O person+¸em estí ferido seve-
r+mente, sendo c+p+: +pen+s de
se +rr+st+r.
Incapacitado O person+¸em estí complet+-
mente impedido de re+li:+r
movimentos
Cnµí:u1o o.ís. Cnrn.:.rís:í.ns
!ó2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
!ó·
Os O+rou s1o um+ r+ç+ híbrid+, um +míl¸+m+ de du+s
cri+tur+s viscer+lmente divers+s. N+scidos de lobos e hu-
m+nos, eles vivem em du+s cultur+s - p+rticip+m d+s du+s,
m+s n1o pertencem + nenhum+. Os O+rou t+mbém s1o fi-
lhos de dois mundos. N+scidos p+r+ o Reino d+ m+téri+ e
p+r+ o Reino do espírito, vivem nos dois mundos, m+s n1o
f+:em seu l+r em nenhum deles. V+¸uei+m entre os dois
como f+nt+sm+s inquietos, d+s florest+s de lobos p+r+ +s ci-
d+des dos homens, e dos +bismos do mundo m+teri+l p+r+
+s pl+nícies +mpl+s d+ misterios+ Lmbr+.
A umbra
O mundo físico é um+ re¸i1o de mistérios, m+r+vilh+s e
terror súbito. O mundo espiritu+l é isso e muito m+is. Tod+s
+s pesso+s em todos os tempos comp+rtilh+r+m um+ crenç+
comum de que + vid+ +br+n¸e muito m+is que + re+lid+de
conhecid+ pel+ mente d+queles que + h+bit+m. L eles est1o
certos. lo¸o +lém do Reino m+teri+l existe outro lu¸+r -
um mundo de sombr+s viv+s e lu: perm+nente. Os O+rou
conhecem ess+ re¸i1o sobren+tur+l. L o h+bit+t de seus to-
tens espiritu+is e o refú¸io de monstros indescritíveis. L +
+lm+ de O+i+ e + fonte de ¸r+nde m+l. A Lmbr+. Lste mun-
do espiritu+l n1o é o l+r dos O+rou, m+s um di+ serí.
A Lmbr+ é um+ dimens1o misterios+ que reside próxim+
+o mundo d+ m+téri+, m+s n1o em qu+lquer p+rte dentro dele.
L um mundo composto inteir+mente de ener¸i+ espiritu+l, e
se sep+r+ do mundo comum por um+ v+st+ b+rreir+ ch+m+d+
+ lelícul+. Lm di+, os mundos ¸êmeos de m+téri+ e +lm+ fo-
r+m um só. Lles +ind+ +nsei+m reunir-se, m+s + dur+ re+lid+de
os sep+r+. O mundo espiritu+l rompe + lelícul+ em muitos
pontos p+r+ che¸+r +o físico, m+s os dois n1o podem p+rtir +
lelícul+ e se unirem. Apen+s os escolhidos de O+i+ podem
romper + lelícul+ e vi+j+r d+ Terr+ p+r+ + Lmbr+. lnfeli:men-
te, muitos seres m+li¸nos, do mundo espiritu+l e do mundo
físico, podem vi+j+r p+r+ + outr+ direç1o.
Qu+lquer cois+ que + im+¸in+ç1o conceb+ pode +conte-
cer n+ Lmbr+; +ssim como muit+s cois+s +lém d+ im+¸in+-
ç1o. Dentro d+ Lmbr+ existem muit+s dimensöes comp+c-
t+s, ch+m+d+s Reinos, sendo c+d+ um+ ¸overn+d+ por leis
diferentes de re+lid+de. Contudo, + m+iori+ dos Reinos visi-
t+dos pelos O+rou p+recem - +o olh+r e +o toque - com o
mundo físico. Lles possuem céu, solo e hori:onte. Os vi+-
j+ntes umbr+is vêem, escut+m, cheir+m, toc+m e prov+m o
mundo espiritu+l de form+ muito semelh+nte + como sen-
tem o mundo físico.
As tribos de O+rou indí¸en+s +meric+nos têm um+ vis1o
simples do mundo espiritu+l. Lles +pen+s o vislumbr+m +o
lon¸e, e +credit+m que ele sej+ como +p+rece em su+s vi-
0apítale Sete: 0apítale Sete:
0apítale Sete: 0apítale Sete: 0apítale Sete:
0 Maade 0 Maade
0 Maade 0 Maade 0 Maade
£spiritaal £spiritaal
£spiritaal £spiritaal £spiritaal
C·n:.mj|.. uma t·z sa¸raJa .|ama a :|,
Ò ..u |n:.|r· . uma t·z sa¸raJa .|amanJ·.
- l+l+vr+s de Bl+ck Llk (conforme cont+d+s por John O. Neih+rdt)
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!ó4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
söes. Os outros O+rou têm visöes m+is complex+s. Os lor-
t+dores d+ lu:, por exemplo, especul+m que o mundo espi-
ritu+l é r+dic+l e in+credit+velmente diverso do que p+rece
ser. Lles +credit+m que, por ser um mundo n1o de form+ e
substìnci+, m+s de impressöes fu¸+:es e símbolos que s1o
tr+du:idos em inform+çöes sensori+is p+r+ os O+rou. As ex-
periênci+s de vid+ do vi+j+nte umbr+l liter+lmente mold+m
su+ consciênci+ d+ Lmbr+.
A despeito d+ enorme diferenç+ entre os Reinos d+ m+-
téri+ e do espírito, os dois +ssemelh+m-se um +o outro. Lm+
p+rte do mundo espiritu+l, ch+m+d+ lenumbr+, reflete o
mundo m+teri+l. Açöes poderos+s do pl+no físico envi+m
em+n+çöes p+r+ o mundo espiritu+l que mold+m + lenum-
br+ de form+s distint+s. As m+is poderos+s dess+s em+n+-
çöes físic+s p+ss+m d+ lenumbr+ p+r+ + Lmbr+ R+s+, onde
el+s cri+m Reinos inteiros b+se+dos num+ únic+ idéi+ ou
num constructo psicoló¸ico. Lss+s em+n+çöes s1o fr+c+s
dem+is p+r+ +fet+r + Lmbr+ lrofund+, que +bri¸+ +s form+s
pur+s e +bstr+t+s conhecid+s como Wyld, We+ver e Wyrm.
A Lmbr+ é h+bit+d+ por espíritos, que podem ser hostis
ou +mistosos com os O+rou. Os O+rou vêem esses espíritos
como fenomenos n+tur+is (+nim+is, írvores, ventos, etc.)
ou forç+s sobren+tur+is (monstros hediondos e toxin+s vi-
v+s). Lsses espíritos s1o desprovidos de substìnci+ físic+ e
norm+lmente podem penetr+r o mundo físico +pen+s +o se-
rem +prision+dos num fetiche, num+ pesso+ ou num+ cri+-
tur+. Certos espíritos - os m+is poderosos - podem se
m+teri+li:+r no mundo lísico, embor+ + um ¸r+nde custo de
ener¸i+. l+r+ os intelectos curiosos dos lort+dores d+ lu:,
esses espíritos s1o form+s simbólic+s que obtiver+m um+
medid+ de consciênci+.
Como os O+rou n1o s1o n+tur+is do Reino espiritu+l, fre-
qüentemente experiment+m um terror +ssoberb+nte +o +li
che¸+rem pel+ primeir+ ve:. A despeito disso, têm um+ sens+-
ç1o estr+nh+ de pertencer + Lmbr+. Apes+r de seus peri¸os
terríveis, + Lmbr+ é o lu¸+r que renov+ su+s forç+s, cur+ seus
corpos +lquebr+dos e rest+ur+ su+s +lm+s. Qu+ndo os O+rou
se sentem des+mp+r+dos por hum+nos, lobos e mesmo outros
de su+ espécie, podem retorn+r p+r+ + forç+ de su+s vid+s e
beber de um+ fonte que j+m+is sec+. Lss+ fonte corre no fundo
dos inúmeros mundos espiritu+is d+ Lmbr+.
A !ellariaa
Ò ¡u. . s·|r.na:ura| na· . .ono as .·|sas sa· n· munJ·,
mas · ja:· J.|. .xís:ír.
- Witt¸enstein, "lropost+ 6.++"
Os O+rou se referem + tod+ + re+lid+de como O+i+, es-
peci+lmente qu+ndo querem descrever +s p+rtes viv+s d+
cri+ç1o que requerem proteç1o contr+ os s+que+dores. M+s
eles t+mbém ch+m+m + re+lid+de de Telluri+n. Lles us+m
este termo qu+ndo querem se referir +s p+rtes do universo
d+s qu+is c+d+ monstro provém - +s p+rtes d+ cri+ç1o que
s1o sombri+s e m+li¸n+s. lsto, +p+rentemente, é um+ con-
tr+diç1o, m+s os lobisomens n1o comp+rtilh+m do medo que
os homens sentem por p+r+doxos.
Os O+rou discord+m em muitos pontos sobre + Telluri-
+n. A únic+ cois+ com que eles p+recem concord+r é que o
ser de um O+rou j+m+is +b+rc+ e compreende tod+ + re+li-
d+de. L +pen+s +tr+vés d+ unid+de diret+ com O+i+ que um
O+rou pode conhecer + verd+de. L + únic+ form+ ¸+r+ntid+
de che¸+r + O+i+ é +tr+vés do mundo espiritu+l.
A Natareta de Maade
A Telluri+n consiste de inúmeros loc+is: p+is+¸ens v+s-
t+s e n+tur+is, cid+des, poços infern+is; Reinos in+credit+-
velmente c+óticos. Os O+rou vêem O+i+ como o centro do
universo, + ìncor+ d+ cri+ç1o, que em+n+ +tr+vés d+ mirí+-
de de Reinos d+ Telluri+n.
O mundo espiritu+l, ch+m+do Lmbr+, envolve o Reino
m+teri+l de um+ form+ +nílo¸+ como + +tmosfer+ cerc+ +
Terr+. Os O+rou +credit+m que + Lmbr+ é compost+ por
três níveis. Lxiste um reino intermediírio, que reside no
c+sco d+ ¸r+nde T+rt+ru¸+-Mundo. Os céus cobrem + T+r-
t+ru¸+, e os mundos subterrìneos residem em su+s entr+-
nh+s. O lu¸+r dos O+rou (bem como dos hum+nos e dos
+nim+is) é no mundo intermediírio no c+sco d+ t+rt+ru¸+.
Os x+m1s O+rou di:em que os Céus s1o um mundo desco-
nhecido visit+do por m+¸os hum+nos e h+bit+do por seres
+str+is +ssust+dores. Lles di:em que os mundos inferiores
s1o cript+s insondíveis povo+d+s por espectros e demonios.
Lss+s n1o s1o +s terr+s dos O+rou. Assim como os lobos n1o
vivem no +lto d+s mont+nh+s ou emb+ixo d+ terr+, os lobi-
somens pertencem +pen+s +o mundo intermediírio.
A Lmbr+ n1o é um eni¸m+ insolúvel, m+s um lu¸+r re+l
+ ser explor+do e compreendido. A verd+de reside +li, +ssim
di:em os x+m1s. Cure o problem+ no mundo espiritu+l, e
est+rí cur+ndo o problem+ no mundo físico. Lste é o princí-
pio essenci+l por trís d+s +çöes de todos os O+rou: encontre
+ verd+de, + fonte espiritu+l d+ m+nifest+ç1o místic+, com-
preend+-+ e mude-+ no espírito. lsto tr+nsform+ +s +ventu-
r+s dos O+rou em +l¸um+ cois+ muito m+is si¸nific+tiv+ que
os festins de m+t+nç+ dos M+lditos. Os O+rou podem ex-
plor+r espiritu+lmente +s questöes e os princípios que s1o
import+ntes p+r+ os person+¸ens (e p+r+ os jo¸+dores).
A Ferma de Maade
No cor+ç1o de O+i+ reside + Terr+, com os Céus +cim+
del+ e os mundos subterrìneos +b+ixo, e + Lmbr+ cerc+n-
do-+ por todos os l+dos. A Arvore-Mundo cresce + p+rtir do
centro d+ Terr+ (+s tribos dos O+rou indí¸en+s +meric+nos
+credit+m que el+ floresce no c+sco d+ T+rt+ru¸+-Mundo).
Seus ¸+lhos p+ir+m no firm+mento; su+s r+í:es c+v+m fundo
+té o solo dos mundos subterrìneos. Os lort+dores d+ lu:
+s ve:es ch+m+m o Mundo-Arvore de Axis Mundi.
O rest+nte d+ re+lid+de é cri+do e sustent+do por três
forç+s primitiv+s: + Wyld, + We+ver e + Wyrm Lss+s forç+s
- coletiv+mente ch+m+d+s Trí+de - s1o os três pil+res
sobre os qu+is se er¸ue tudo que existe. Lm termos m+is
simples, + Wyld é um corpo de potenci+l v+sto e indiferen-
ci+do - const+ntemente n1o consum+do e em fluxo. A
We+ver é + forç+ d+ cri+ç1o que pe¸+ o potenci+l n1o for-
m+do d+ Wyld e o mold+ em form+s estíveis de m+téri+ e
ener¸i+. A Wyrm é + forç+ d+ entropi+ destrutiv+ que se¸re-
¸+ +s incontíveis cri+çöes d+ We+ver, dest+ form+ confe-
rindo sentido +o esp+smo d+ cri+ç1o pur+. As inter-rel+çöes
d+ Trí+de p+rir+m o universo, e seu conflito contínuo o de-
v+st+.
!ó5
0 Mite da 0riaçãe
Lma .·|sa sa|.m·s. a T.rra na· j.r:.n.. a· |·m.m. Ò
|·m.m j.r:.n.. a T.rra. T·Jas as .·|sas .s:a· .·n..:aJas .·m·
· san¸u. ¡u. n·s un. a :·J·s. Ò |·m.m na· :...u a :.|a Ja t|Ja,
.|. . aj.nas um j|· J.|a. Qua|¡u.r .·|sa ¡u. .|. ja¸a .·m a :.|a,
jaz .·ns|¸· m.sm·. Lma .·|sa sa|.m·s. · n·ss· J.us :am|.m .
· s.u J.us. - :.rra . jr..|·sa jara .|., j.r|-|a . jr·t·.ar sua |ra.
- Chefe Se+ttle, +o vender terr+s p+r+ o ¸overno dos LLA.
Lst+ é + históri+ dos O+rou conforme cont+d+ pelos m+is
síbios x+m1s O+rou. Lles n1o + express+m nos termos us+dos
+di+nte (e +l¸uns n1o podem expressí-l+ em nenhum tipo de
lin¸u+¸em). As versöes dos O+rou s1o express+s em poesi+
simbólic+ e im+¸inírio met+fórico. Lst+ é um+ explic+ç1o ex-
press+ em termos modernos p+r+ um+ pl+téi+ modern+.
0 Maade uae
Os O+rou +credit+m que um+ ve:, hí er+s +trís, o mundo er+
inteiro e unific+do. M+téri+ e espírito n1o coexisti+m mer+men-
te. Ll+s er+m um+ e + mesm+: + m+téri+ do poder puro. As
forç+s tríplices d+ Wyld, d+ We+ver e d+ Wyrm entretecer+m-
se por um+ eternid+de, e, de su+ d+nç+, + re+lid+de n+sceu.
l+r+dox+lmente, embor+ o universo d+ Trí+de fosse um
todo inte¸r+l, ele er+ povo+do por seres individu+is e senci-
entes. Lss+s cri+tur+s obtiver+m consciênci+ qu+ndo + ric+
ener¸i+ m+teri+l-espiritu+l do universo co+lesceu em for-
m+s únic+s. Aind+ que ess+s entid+des possuíssem identi-
d+des sep+r+d+s d+ substìnci+ do universo, e su+ dor foi +
dor do universo. D+ mes+ form+, + dor do universo foi + su+
dor, e + +le¸ri+ do universo foi su+ +le¸ri+. Lsses seres espi-
ritu+is-m+teri+is do universo compreender+m que + +le¸ri+
e + dor er+m p+rtes essenci+is e si¸nific+tiv+s de su+s vid+s.
A vid+ er+ etern+ e mut+nte, pois +s form+s sin¸ul+res
+ssumid+s por ess+s entid+des dur+v+m o tempo que el+s
quisessem. Lss+s cri+tur+s podi+m fundir-se com outr+s cri-
+tur+s, subdividir-se em identid+des menores, ou se dissol-
ver no vícuo indiferenci+do. A morte n1o existi+, porque,
+ssim di:i+m os O+rou, ess+s cri+tur+s espiritu+is-m+teri+is
poderi+m recobr+r su+s identid+des conscientes depois de
terem se dissolvido. Lste +to de vont+de por um+ inteli¸ên-
ci+ inexistente é um+ d+s muit+s im+¸ens contr+ditóri+s n+
históri+ espiritu+l dos O+rou que dificult+ os homens mo-
dernos + entenderem os lobisomens.
Os O+rou ch+m+m o universo de "O+i+ verd+deir+". Lles
+credit+v+m que n+d+ existi+ for+ del+. Seus filhos vivi+m
Nel+ e er+m Ll+. Ll+ foi um ¸r+nde todo que, de +l¸um
modo, er+ m+is que + som+ d+s p+rtes. Lste tempo foi um+
Lr+ Dour+d+ d+ existênci+ - um tempo de sonhos que,
embor+ +bsolut+mente extinto, n1o foi complet+mente es-
quecido. Os O+rou x+m1s +credit+m que tod+s +s cri+tur+s,
hum+n+s e lupin+s, ¸u+rd+m um+ memóri+ dess+ époc+ es-
condid+ nos recessos m+is profundos de su+s +lm+s.
A Raptara
l+r+ este mundo p+cífico e inte¸r+do de conex1o +uto-
consciente vier+m + discórdi+ e + morte. O próprio tecido do
universo inte¸r+do foi dil+cer+do por um+ forç+ c+t+clísmic+.
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!óó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
A substìnci+ do universo foi dividid+ em du+s. Lspírito e m+-
téri+ for+m sep+r+dos um do outro por um+ b+rreir+ m+ciç+ e
petrific+d+ ch+m+d+ + lelícul+. Os l+dos ¸êmeos ¸rit+r+m um
pelo outro, e continu+m ¸rit+ndo +té hoje. Os O+rou +pon-
t+m est+ divis1o como o começo de todo o m+l no mundo.
Antes deste evento c+t+strófico, tod+ dor er+ +cident+l, o re-
sult+do n1o intencion+l de +çöes precipit+d+s. Depois do R+s-
¸o, um+ nov+ form+ de dor emer¸iu no universo: dor deliber+-
d+ e intencion+l provoc+d+ p+r+ ¸er+r pr+:er.
0s 0eis Maades
A fonte d+ Ruptur+ +ind+ é um mistério. Muitos O+rou
culp+m + Wyrm. Outros +firm+m que + Ruptur+ m+rcou o
n+scimento d+ Wyrm. Hí +ind+ +queles que di:em que +
Wyrm simplesmente escolheu ser m+li¸n+, +ssim como os
hum+nos podem escolher ser m+li¸nos, e infli¸iu deliber+-
d+mente dor no universo num+ tent+tiv+ desesper+d+ de se
libert+r dos l+ços com tod+s +s pesso+s e cois+s.
Os m+is síbios O+rou x+m1s têm um+ explic+ç1o m+is
complic+d+. Lles +firm+m que + We+ver enlouqueceu e co-
meçou + tecer frenetic+mente. lsso pressionou + Wyrm + con-
tinu+r tr+b+lh+ndo, e o universo iniciou um processo desen-
fre+do de dissemin+ç1o por metíst+se. A medid+ que Wyrm
se esforç+v+ p+r+ destruir +s cri+çöes +bund+ntes d+ We+ver,
el+ se deixou enred+r n+ Tei+ de ldéi+s. Qu+nto m+is el+ lut+-
v+ p+r+ esc+p+r, m+is el+ se enred+v+. lo¸o + Wyrm foi en¸ol-
f+d+ pel+ We+ver. Aprision+d+ no inferno d+ We+ver, + Wyrm
t+mbém enlouqueceu. A d+nç+ d+s du+s, combin+ndo cri+-
ç1o incess+nte e destruiç1o impiedos+, rompeu o ciclo n+tur+l
do mundo de O+i+. O mundo foi tecido, desfi+do e tecido
nov+mente se¸undo + vis1o d+s forç+s enlouquecid+s. A Trí+-
de +¸or+ est+v+ sep+r+d+ del+ mesm+, e tod+ + cri+ç1o refleti+
ess+ divis1o. O universo pol+ri:ou-se em dois mundos ¸êmeos
- semelh+ntes, m+s viscer+lmente distintos. Lm um mundo
er+ colet+d+ + m+téri+ essenci+l - +s idéi+s bísic+s que ¸er+m
+ existênci+. No outro er+ colet+do o m+teri+l denso + p+rtir do
qu+l +s idéi+s ¸er+v+m form+s. Lles +ind+ refleti+m um +o outro e
continu+v+m su+ d+nç+, m+s +¸or+ h+vi+ um muro entre eles.
Os espíritos cri+v+m p+dröes em um l+do d+ lelícul+, enqu+nto
no outro l+do + m+téri+ os solidific+v+. M+s os dois mundos
n1o m+is podi+m +tr+vess+r + lelícul+ p+r+ se unirem.
Tod+s +s cri+tur+s s1o sep+r+d+s d+ terr+ de seus espíri-
tos. Seus corpos possuem espíritos que +s m+ntêm viv+s e
funcion+ndo, m+s seus espíritos re+is est1o +dormecidos -
+lheios + su+ ori¸em celesti+l e su+ conex1o com os cosmos
+ su+ volt+. Os corpos físicos podem ver, sentir e se comuni-
c+r com outros corpos físicos, m+s +s +lm+s r+r+mente vêem,
encontr+m ou se comunic+m com outr+s +lm+s. Lmbor+ +
m+iori+ dos seres sencientes possu+ memóri+s dist+ntes e
oníric+s de um tempo em que eles er+m entid+des espiritu-
+is num universo espiritu+l, eles n1o podem vi+j+r p+r+ o
mundo espiritu+l.
0 viajaate eatre es Maades
No ent+nto, +l¸um+s cri+tur+s +ind+ s1o c+p+:es de +tr+-
vess+r o vícuo d+ lelícul+. Os O+rou possuem esse ¸r+nde
poder, tendo +cesso +os Reinos espiritu+is que repous+m
próximos + Terr+ físic+. (Lxistem Reinos dist+ntes d+ Ter-
r+, m+s os O+rou enfrent+m dificuld+des em funcion+r ne-
!ó7
lar das Almas
O que é este lu¸+r estr+nho, de terror e medo! O que é este mundo de pes+delos onde o solo mud+ e os céus se
p+rtem, como se fosse o di+ do juí:o! O que é est+ terr+ monstruos+! L por que el+ nos f+: sentir t1o... em c+s+!
Tod+s +s cri+tur+s +nsei+m por um l+r. Os +nim+is pere¸rin+m pel+ terr+ em busc+ de esp+ço suficiente p+r+
encontr+r comid+, +bri¸o, p+rceiros. Os hum+nos constróem c+s+s, escritórios e templos c+d+ ve: m+iores, dev+st+m
m+is florest+s, ocup+m m+is terr+, tudo em seu esforço desesper+do em f+:er um l+r. Os espíritos +comod+m-se n+s
l+cun+s d+s +lm+s de seus benfeitores, desde O+fflin¸s e J+¸¸lin¸s +té lnc+rn+s e Celestinos. Como s+ntos de p+u oco
dentro de s+ntos de p+u oco, c+d+ um tem um+ c+s+ e serve como c+s+ p+r+ outro.
M+s onde é + nossa! Onde os O+rou dormem + noite! As cid+des que devor+m + terr+ como minhoc+s ¸ord+s n1o
s1o o nosso l+r. Muitos de nós se +ventur+m + ess+s cid+des. Al¸uns de nós vivem lí. M+s +s cid+des n1o s1o o nosso l+r.
As florest+s s1o +s terr+s de nossos irm1os que +nd+m sobre qu+tro p+t+s, que s1o +l+dos e que respir+m í¸u+. Lles
comp+rtilh+m su+s florest+s conosco, m+s +ind+ +ssim el+s n1o s1o o nosso l+r. A Lmbr+ é o l+r dos espíritos que nel+
vivem de bom ¸r+do. M+s n1o podemos viver +li etern+mente - mesmo em noss+s terr+s n+t+is s+¸r+d+s. Se + Lmbr+
é o nosso l+r, é um l+r horrível, do qu+l é melhor est+rmos lon¸e.
lor que n1o temos l+r! L por que somos os únicos!
Todos os tipos de cri+tur+s que escut+m um+s pouc+s not+s d+ c+nç1o de O+i+ têm um l+r, +ssim como +quel+s
cri+tur+s despre:íveis que t+p+m os ouvidos p+r+ + m+is melodios+ d+s músic+s. Qu1o ironico é que nós - os m+is
+morosos filhos de O+i+ - nos sint+mos t1o desloc+dos em seu colo.
Onde é + minh+ c+s+! A que lu¸+r eu pertenço! N+ terr+ d+ +lien+ç1o, isol+mento e dor infli¸id+ pel+ Wyrm,
busc+mos +rdoros+mente por um lu¸+r que poss+mos ch+m+r nosso. Lm lu¸+r +o qu+l n1o sej+mos +pen+s bem-vindos,
m+s do qu+l sej+mos um in¸rediente essenci+l. l+r+ nós, este desejo por um l+r é um sentimento estr+nho, n+ melhor
d+s hipóteses, +¸ridoce, jí tendo envi+do +té o m+is forte O+rr+ Vermelh+ +os +bismos d+ H+r+no.
lor quê!
Lsc+lei +té o topo do lu¸+r M+is S+¸r+do. Oritei e r+s¸uei minh+ c+rne, e uivei p+r+ minh+ M1e em tod+ p+rte: "lor
que, +benço+d+ M1e, por quê! Nós, os m+is fiéis entre todos os teus filhos, ro¸+mos + ti' Di¸+-nos o motivo'
L + respost+ veio.
Lm+ vo:, tr+nqüil+ como + florest+ n+ escurid1o, fe:-se ouvir. Disse el+: "Tod+s +s minh+s bênç1os p+r+ ti, meu
filho. Tu per¸unt+ste, eu responderei. Lscut+i-me e s+ib+ tudo. ló, é por c+us+ de tu+ fidelid+de p+r+ comi¸o que sentes
n+ +lm+ + +n¸ústi+ d+ f+lt+ de um l+r. l+r+ n1o m+is sentir ess+ +n¸ústi+, b+st+ renunci+r + mim. A dor +ind+ est+rí em
teu íntimo, m+s todos os efeitos del+ te +b+ndon+r1o."
"M+s enqu+nto tu me +m+res, conhecerís +s +le¸ri+s e +s dores que s1o minh+s. A +lien+ç1o que tu sentes é + minh+
+lien+ç1o - um+ p+rte profund+ de meu ser é +rrend+d+ por outro. O isol+mento que tu sentes é o meu isol+mento -
p+redes construíd+s dentro de mim sep+r+m p+rtes de meu corpo. A dor que tu sentes é + minh+ dor, +cumul+d+
dur+nte +s er+s."
"Renuncies + mim, e eu n1o te +m+rei menos do que te +mo +¸or+. lodes unir-te +queles que me despoj+m, e +ind+
terís todo o meu +mor. Tudo o que ofereço + ti em troc+ de tu+ fidelid+de é o reflexo de minh+ própri+ dor e triste:+."
Com ess+s p+l+vr+s, des+p+receu. Lu +ind+ c+rre¸+v+ minh+ dor. M+s n+quele di+ um+ nov+ c+nç1o brotou em meu
cor+ç1o. Lm+ c+nç1o de devoç1o. Que todos os v+ss+los d+ Wyrm e d+ We+ver invist+m contr+ mim. Lu me reer¸ue-
rei' Que todos os +nim+is se encolh+m di+nte de mim' Que todos os hum+nos fuj+m de mim' Que todos os espíritos me
des+fiem' Viverei em todos os seus mundos' Lu n1o tenho l+r, nem deste l+do d+ lelícul+ nem do outro. M+s eu lhes
di¸o um+ cois+: qu+lquer esp+ço que cerc+r meu corpo p+ss+rí + ser o meu l+r. O meu l+r é tod+ + cri+ç1o, porque eu
sou de O+i+' Lu n1o sou de nenhum totem de O+i+, como os +nim+is. N1o sou um ped+ço de +lm+, como os hum+nos.
N1o sou um fr+¸mento d+ Trí+de, como os espíritos. Sou um O+rou' L tenho um l+r' lorque eu sou meu l+r'
LL'
SOL'
lAR'
- Vo: de lun+, R+¸+b+sh Senhor d+s Sombr+s
les, e +té mesmo em +lc+nçí-los.) lnfeli:mente, embor+ os
O+rou tenh+m +prendido + cru:+r + lelícul+, eles s1o inc+-
p+:es de destruí-l+ e, dess+ form+, reconcili+r os mundos.
Tr+nsform+ndo seus corpos físicos em form+s pur+mente
espiritu+is, os O+rou podem entr+r n+ Lmbr+. Cru:+r + lelí-
cul+ é peri¸oso, m+s, com cor+¸em e treino, o O+rou pode
torn+r-se muito eficiente n+ vi+¸em espiritu+l. Os O+rou ch+-
m+m isso de "percorrer +t+lhos", porque, fisic+mente, eles sen-
tem como se p+r+ssem de c+minh+r p+r+ + frente em um+
re+lid+de e se movessem l+ter+lmente em outr+.
Os O+rou que se +ventur+m n+ Lmbr+ s1o ¸uerreiros es-
piritu+is. Su+s est+d+s n+ Lmbr+ s1o cru:+d+s visioníri+s n+s
qu+is eles busc+m respost+s +s per¸unt+s que +flor+m + re+li-
d+de físic+. Al¸uns v1o + Lmbr+ em busc+ de poder e ¸lóri+,
m+s outros vi+j+m +té lí em busc+ de um+ cur+ p+r+ o mundo
doentio, muit+s ve:es +s cust+s do próprio s+crifício. Lsses +¸en-
tes d+ pied+de cósmic+ s1o os m+iores de todos os O+rou,
sendo lembr+dos p+r+ sempre nos cor+çöes de seu povo.
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!óB 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
0s 6area ae Maade Mederae
Os O+rou s1o +n+cronismos no mundo moderno - se-
ri+m curios+s +berr+çöes, n1o fossem explosöes de violênci+
mortífer+. Lles s1o cri+tur+s de um tempo +nti¸o, qu+ndo o
mundo +ind+ er+ re¸ido por enc+nt+mentos e muit+s cois+s
er+m possíveis. M+s embor+ o número de lobisomens de-
cresç+ enqu+nto o de seus inimi¸os +ument+, su+ cor+¸em e
determin+ç1o é m+ior + c+d+ di+. Lles possuem um+ memó-
ri+ +ncestr+l do c+t+clismo cosmoló¸ico ori¸in+l que sep+-
rou m+téri+ e espírito, um sofrimento que +ind+ eco+ em
seus ossos. Lss+ memóri+ +nti¸+ c+us+ nos O+rou um pro-
fundo temor de um novo c+t+clismo - um temor que os
impele + +ç1o.
O medo, porém, é +pen+s um+ motiv+ç1o p+r+ os O+-
rou. Muitos O+rou re+¸em profund+ e +p+ixon+d+mente +
outr+s emoçöes, p+rentesco, le+ld+de + tribo, or¸ulho, p+-
ternid+de, +dor+ç1o por cri+nç+s, devoç1o +o l+r, p+ixöes
por +m+ntes, respeitos pelos m+is velhos e reverênci+ pel+
vid+. Os lilhos de O+i+ +credit+m que tod+s ess+s cois+s s1o
m+nifest+çöes d+ forç+ m+is poderos+ do universo: o +mor
de O+i+. Lss+s p+ixöes, di:em os lilhos, evoc+m um+ cone-
x1o (+ind+ que fr+c+) com um+ difus+ memóri+ +ncestr+l d+
Lr+ de Ouro. Lss+ époc+ perdid+ foi um período dur+nte +
qu+l tod+ + vid+ er+ um único ser. A medid+ que +s cri+tu-
r+s se conect+m com outr+s p+rtes do mundo vivo, el+s for-
t+lecem seu elo com o próprio tecido d+ existênci+ e devol-
vem ener¸i+ p+r+ O+i+. Os efeitos c+us+dos por este conhe-
cimento +nti¸o podem ser fr+cos, m+s o sentimento que o
+comp+nh+ sempre é poderoso.
Outros O+rou, como muitos Senhores d+s Sombr+s, +cre-
dit+m que o poder do +mor é bob+¸em, e que +pen+s o ódio
frio pelos inimi¸os pode fort+lecer O+i+. O +mor é um+ coi-
s+ bo+ qu+ndo se tem tempo p+r+ ele, m+s do contrírio é
como toc+r músic+ enqu+nto o mundo +rde em ch+m+s.
Perspecticas aa umbra
Lmbor+ todos os O+rou concordem nos preceitos bísi-
cos por trís d+ Lmbr+, c+d+ tribo tem um+ perspectiv+ dife-
rente d+ Trí+de e do propósito de seus membros. As três
perspectiv+s domin+ntes s1o est+belecid+s pelos lort+dores
d+ lu:, pelos lres+s de lr+t+ e pelos And+rilhos do Asf+lto.
As outr+s tribos +credit+m em p+rtes de c+d+ um+ dess+s
crenç+s, m+s +pen+s ess+s três tribos nutrem um interesse
por cosmolo¸i+ ¸r+nde o suficiente p+r+ discutir sobre isso
em su+s +ssembléi+s.
Portadores da Luz: A forç+ que cri+ e unific+ o Reino
físico é + We+ver. A forç+ que permei+ e perpetu+ + Lmbr+ é
+ Wyld. Lsses dois membros ori¸in+is d+ Trí+de s1o forç+s
ilimit+d+s d+ re+lid+de. O+i+ é o lu¸+r no qu+l ess+s du+s for-
ç+s - c+os e ordem - encontr+m-se e comun¸+m. N+s íre+s
complet+mente domin+d+s pel+ We+ver n1o hí vid+, nem
um+ f+¸ulh+ de possibilid+de - tudo é conhecido e r+cion+li-
:+do. Nos lu¸+res complet+mente domin+dos pel+ Wyld, n1o
pode h+ver re+lid+de +utêntic+, porque n+d+ perm+nece dis-
tinto de qu+lquer outr+ cois+ por m+is que um momento, e
n+d+ se m+ntém const+nte. A Wyld e + We+ver junt+m-se e
se sep+r+m num +to const+nte de cri+ç1o.
A Wyrm existe p+r+ m+nter um equilíbrio entre +s du+s.
!ó9
lnfeli:mente, em +l¸um momento no p+ss+do dist+nte, + M+-
li¸n+ desviou-se de su+ miss1o ori¸in+l e se colocou em oposi-
ç1o + O+i+. Ll+ represent+ + morte irr+cion+l, +ssim como O+i+
represent+ + vid+ incondicion+l. Ll+ busc+ sep+r+r + We+ver
d+ Wyld, de modo que n1o se fie m+is nenhum+ re+lid+de.
AndariIhos do AsfaIto: A We+ver n1o é mí nem ins+n+.
A We+ver é um+ forç+ imutível, como + ¸r+vid+de. Como
pode + ¸r+vid+de ser consider+d+ ins+n+! Apen+s +s mentes
estreit+s que ¸ost+m de ser m+ntid+s no solo poderi+m conce-
ber um+ bob+¸em como ess+, di¸n+ d+ ld+de Médi+.
A¸or+ pense n+ We+ver como + ¸r+vid+de, pux+ndo to-
d+s +s cois+s p+r+ si. Qu+nto m+is um+ cois+ for dot+d+ de
essênci+ d+ We+ver, m+is re+lid+de el+ possuirí - ex+t+men-
te como qu+nto m+is ¸r+vid+de um pl+net+ possuir, m+ior serí
+ su+ ¸r+vid+de. lev+ndo + +n+lo¸i+ um pouco m+is +di+nte,
O+i+ represent+ o sol, e os outros Reinos, os pl+net+s. Os Rei-
nos ¸ir+m em torno de O+i+ porque possuem menos essênci+
d+ We+ver. M+s +ssim como os pl+net+s +fet+m + órbit+ do
sol, os outros reinos +fet+m o Reino de O+i+.
N1o, + We+ver n1o é + inimi¸+. A verd+deir+ inimi¸+ é
+ Wyrm, + Corruptor+, que procur+ destruir +s bel+s cri+-
çöes d+ We+ver.
Presas de Prata: A Wyld é + noss+ +utêntic+ p+droeir+,
+ssim como os lres+s de lr+t+ s1o os verd+deiros líderes de
todos os O+rou. A Wyld contém tod+s +s possibilid+des d+
existênci+. A Wyld tem m+is forç+ em loc+is onde + We+-
ver n1o se encontr+. A We+ver limit+ + Wyld, +ssim como
+l¸um+s tribos limit+m o poder dos lres+s de lr+t+. Aind+
+ssim + Wyld resiste br+v+mente.
A We+ver represent+ definiç1o de tod+ + existênci+. Se
el+ n1o for vi¸i+d+, poderí petrific+r e est+¸n+r tod+ + cri+ç1o.
O+i+ é um p+dr1o d+ We+ver que reteve ener¸i+ suficiente d+
Wyld p+r+ +dquirir vid+. Ll+ t+mbém possui essênci+ d+ We-
+ver suficiente p+r+ obter definiç1o, e n1o precis+ de m+is.
Nós precis+mos resistir + tod+s +s tent+çöes, +té mesmo +s d+
socied+de O+rou, p+r+ +jud+r e f+vorecer + We+ver.
0 Ambieate umbral
Os O+rou podem vi+j+r de um+ re¸i1o no Reino p+r+
outr+ percorrendo + Lmbr+ +tr+vés de lontes d+ lu+. Lles
podem vi+j+r t+mbém diret+mente do Reino p+r+ + Lmbr+.
Os O+rou, embor+ sej+m os m+is +deptos d+ vi+¸em
umbr+l, n1o s1o os únicos seres terrenos que entr+m n+
Lmbr+. Os m+¸os hum+nos s1o f+scin+dos pel+ Lmbr+ e
penetr+m nel+ p+r+ roub+r ener¸i+s espiritu+is. Lsses hum+-
nos n1o x+m+nist+s vêem + Lmbr+ de um+ form+ muito
diferente que os O+rou.
A !erra
O+i+, + Terr+, é o centro do Sistem+ de Reinos d+ Lm-
br+ R+s+. Os O+rou vêem o universo espiritu+l como sendo
em+n+do do cerne físico d+ re+lid+de d+ Terr+. Os Reinos
d+ Lmbr+ orbit+m o universo físico ex+t+mente como os
pl+net+s orbit+m o sol. Lnvolvendo o universo físico estí +
lelícul+. A lelícul+ existe +tr+vés d+ re+lid+de físic+, sep+-
r+ndo + form+ mund+n+ do espírito. Todos +queles que quei-
r+m deix+r + Terr+ e entr+r n+ Lmbr+ precis+m encontr+r
um+ form+ de r+s¸+r esse véu. Os O+rou f+:em isso us+ndo
seus c+ern - lu¸+res s+¸r+dos nos qu+is os mundo espiritu-
+l e físico se encontr+m - ou percorrendo +t+lhos p+r+ +
Lmbr+. A Terr+ é um lu¸+r t1o import+nte que os O+rou
costum+m se referir + el+ como "o Reino".
A Pelícala
O mundo d+ m+téri+ físic+ estí sep+r+do do mundo d+
Lmbr+ por um+ fronteir+ poderos+ ch+m+d+ lelícul+. M+-
téri+ e espírito, busc+ndo +lc+nç+r unid+de, movem-se um+
contr+ + outr+ com um+ forç+ p+lpível. A lelícul+ esforç+-
se p+r+ confin+r + +mbos e m+ntê-los sep+r+dos. Lm +l¸u-
m+s íre+s + lelícul+ é t1o forte que o mundo físico é virtu-
+lmente isento de espíritos. Lm outr+s íre+s, + ener¸i+ espi-
ritu+l corre e vicej+. A medid+ que + hum+nid+de +b+rc+
c+d+ ve: m+is territórios e lev+ m+is ener¸i+ d+ Wyrm p+r+
íre+s d+ Wyld, + lelícul+ fic+ m+is forte e empurr+ p+r+
lon¸e o mundo espiritu+l.
Os O+rou prote¸em +s íre+s de lelícul+ fr+c+ form+ndo
c+ern. Lles t+mbém s+bem como entr+r n+ lelícul+ e emer¸ir
no mundo espiritu+l. Além disso s+bem contorn+r complet+-
mente + lelícul+, vi+j+ndo +o mundo espiritu+l em sonhos.
Todo lu¸+r d+ Terr+ possui um nível de películ+ entre 2 e
9. Vi+j+r +tr+vés de íre+s de lelícul+ +lt+ é virtu+lmente im-
possível. As íre+s de lelícul+ b+ix+ permitem um +cesso qu+-
se desobstruído p+r+ +queles que s+ib+m percorrer +t+lhos.
Area PeIícuIa Típica
l+bor+tório de Ciênci+s 9
Centro d+ Cid+de o
M+iori+ dos lu¸+res ¯
Are+ Rur+l 6
Re¸i1o Selv+¸em lrofund+ 5
C+ern Ativo Típico +
C+ern loderosos 3
O m+iores c+ern 2
0aera
A lelícul+ v+ri+ de um lu¸+r p+r+ outro. Ll+ é m+is forte
em lu¸+res de civili:+ç1o e ciênci+, e m+is fr+c+ n+s re¸iöes
selv+¸ens e primitiv+s. N+s íre+s em que el+ é m+is fr+c+, +
ener¸i+ espiritu+l entr+ livremente no mundo comum. Mil+-
¸res e fenomenos místicos s1o comuns nesses lu¸+res. Os O+-
rou reverenci+m esses loc+is como s+¸r+dos e os ch+m+m de
c+ern. Lles ¸u+rd+m vi¸oros+mente os pouco c+ern rem+nes-
centes, prote¸endo-os dos m+¸os e dos espíritos s+que+dores
que tent+m se +liment+r d+ m+¸i+ espiritu+l contid+ neles.
lnfeli:mente, os O+rou vêm perdendo + lut+ ¸r+d+tiv+mente:
rest+m uns poucos (e preciosos) c+ern.
Al¸uns c+ern s1o dedic+dos + um propósito específico,
como cur+r ou ¸uerre+r. Lsses c+ern s1o h+bit+dos por espí-
ritos em h+rmoni+ com o seu propósito, e todos os poderes
invoc+dos +li rel+cion+m-se com esse objetivo.
Os c+ern s1o cl+ssific+dos de 1 + 5. Lst+ cl+ssific+ç1o
mede + potênci+ dos poderes e os efeitos que podem ser
enfoc+dos +li. lort+nto, um c+ern de Nível 1 pode renov+r
e cur+r ferimentos pequenos, enqu+nto um c+ern de Nível
5 poder cur+r mir+culos+mente os ferimentos de m+ior seri-
ed+de.
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!7U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
A lelícul+ é m+is b+ix+ em c+ern m+is poderosos. Os
c+ern de Níveis 1 e 2 possuem níveis de lelícul+ +, +queles
de Níveis 3 e + possuem níveis de C+ern 3, enqu+nto os
c+ern m+is r+ros, os sítios de Nível 5, possuem níveis de
lelícul+ de +pen+s 2.
Consulte + T+bel+ de C+ern p+r+ m+iores det+lhes.
A Peri(eria
Lmbor+ + lelícul+ sej+ tremend+mente forte, +s forç+s
espiritu+is que el+ tent+ conter t+mbém s1o poderosíssim+s.
A p+rede d+ lelícul+ infl+ como um b+l1o, e ¸ot+s de ener-
¸i+ espiritu+l s+n¸r+m em víri+s p+rtes del+. Lmbor+ est+
conex1o espiritu+l limit+d+ sej+ fr+c+ dem+is p+r+ benefici-
+r ¸uerreiros poderosos como os O+rou, el+ é muito impor-
t+nte p+r+ + hum+nid+de. Os hum+nos costum+m us+r ritu-
+is, dro¸+s, reli¸i1o, +rte, exercício físico e medit+ç1o p+r+
obter +cesso + esse est+do estr+nho, ch+m+do leriferi+.
Qu+ndo um+ cri+tur+ inteli¸ente - um ser hum+no,
por exemplo - p+ss+ + compreender o l+do espiritu+l de si
mesm+, su+ consciênci+ desli:+ su+vemente p+r+ + perife-
ri+. As cores torn+m-se m+is vívid+s, os sentidos m+is +¸u-
ç+dos, e o indivíduo sente um+ impress1o de conex1o ¸er+l
com tod+s +s cois+s. Lste est+do +lter+do de consciênci+ jí
foi descrito pel+s pesso+s em todos os tempos e lu¸+res, sen-
do +cessível + qu+lquer um. L um território f+mili+r p+r+
+rtist+s e p+r+ l+rentes O+rou que se sintoni:+m com + le-
riferi+ com o propósito de compreender os espíritos. Oc+si-
on+lmente, os l+rentes s1o c+p+:es de envi+r su+s presen-
ç+s espiritu+is +tr+vés d+ leriferi+ p+r+ p+ss+r mens+¸ens
+os O+rou, m+s isso é r+ro.
Lntr+r n+ leriferi+ é +lc+nç+r um est+do de êxt+se no
qu+l cois+s +p+rentemente mí¸ic+s +contecem. Nem sem-
pre ess+ "m+¸i+" é p+cífic+. N+ verd+de, el+ depende do
est+do ment+l d+ pesso+ que estej+ vivenci+ndo + leriferi+.
Artist+s como Willi+m Wordsworth, cuj+s mentes s1o foc+-
d+s no êxt+se e n+ ex+lt+ç1o, recebem visöes explêndid+s
de +le¸ri+s tr+nscedent+is. Artist+s como Ld¸+r All+n loe,
cuj+s mentes concentr+m-se n+ dor e n+ perd+, recebem
visöes de horror e sofrimento. Artist+s como Willi+m Bl+ke,
cuj+s mentes dedic+m-se + condiç1o hum+n+, podem vi-
venci+r e inte¸r+r +s visöes dos dois outros tipos. N+ lerife-
ri+, os espíritos beni¸nos s1o c+p+:es de cont+ct+r os hum+-
nos - embor+ M+lditos e outros espíritos m+li¸nos poss+m
t+mbém +lc+nç+r os vi+j+ntes.
Os hum+nos cont+ct+dos por espíritos +mi¸íveis podem
usufruir ¸r+ndes benefícios. Os cont+ct+dos por M+lditos
precis+m p+rtir r+pid+mente p+r+ evit+r + cont+min+ç1o fí-
sic+. lnfeli:mente, +queles que entr+m n+ leriferi+ medi+n-
te o uso de dro¸+s qu+se sempre s1o inc+p+:es de deixí-l+
por su+ própri+ cont+. Lles correm o risco de ser inc+p+:es
de retorn+r +o mundo físico qu+ndo seus or¸+nismos n1o
puderem m+is suport+r + experiênci+. Lsse tipo de "+prisio-
n+mento" n+ leriferi+ pode condu:ir + um terrível desfi¸u-
r+mento psíquico e + um choque espiritu+l. Os líderes espi-
ritu+is c+rismíticos, c+p+:es de lev+r um+ con¸re¸+ç1o in-
teir+ + leriferi+, podem, d+ mesm+ form+, c+us+r d+nos psí-
quicos +os seus se¸uidores, que norm+lmente s1o inc+p+:es
de s+ir so:inhos. As únic+s pesso+s que n1o correm risco de
choque psíquico por vi+j+r n+ leriferi+ s1o +quel+s que +pren-
!abela de 0aera
NíveI do Caern PeIícuIa Distâncias da
Ponte da Lua *
1 + 1609 km
2 + 321o km
3 3 +o2¯ km
+ 3 965+ km
5 2 16090 km
¯A distìnci+ + qu+l um+ lonte d+ lu+ pode che¸+r
depende do nível do c+ern no qu+l o port+l é +berto
(n1o o do destino). C+so + lonte d+ lu+ n1o sej+ +ber-
t+ num c+ern (por exemplo, um+ lonte cri+d+ por um
lun+ ou por outro espírito), + distìnci+ percorrível serí
de 1609 km.
!ipes de 0aera
Tipo Poder** Espíritos
Encontrados ***
Todos Abrir lonte
d+ lu+f
Lni¸m+s H+bilid+de de llus1o, Sombr+,
Lni¸m+s espírito-c+m+le1o
Onose lontos de Ln¸lin¸, l+nt+sm+
Onose
Cur+ Níveis de l+:, C+lm+,
Cur+ Llement+l d+ A¸u+
lider+nç+ lider+nç+, Ouerr+
lntimid+ç1o Lspírito-píss+ro
lúri+ lontos de Ouerr+, Dor
lúri+
Vi¸or Absorver lroteç1o,
D+dos Ou+rdi1o,
Lspírito-t+rt+ru¸+
lorç+ Atributo Ouerr+
lorç+
Lrb+no Conhecimento Llement+l
do Submundo d+ Cid+de
Visöes Ritu+is, Lspírito-coruj+,
Lxpress1o Lspírito-+ncestr+l
Wyld Qu+lquer cois+ Wyldlin¸
¯¯Lm ponto/nível/d+do é obtido por sucesso (vej+ n|-
:ua| J. -|.r:ura J. Ca.rn.
¯¯¯Lsses s1o os espíritos encontr+dos com m+ior fre-
qüênci+ próximos + ess+ espécie de c+ern. Contudo,
n1o existe nenhum+ ¸+r+nti+ de que eles sej+m sempre
encontr+dos. Outros espíritos podem t+mbém ser en-
contr+dos (+ critério do N+rr+dor).
f Apen+s se os dois c+ern em quest1o complet+r+m com
êxito o n|:ua| J. -|.r:ura J. í·n:.
!7!
dem + entr+r por forç+ d+ vont+de pesso+l. Lss+s +lm+s +for-
tun+d+s perm+necem r+:o+velmente se¸ur+s, por poderem
s+ir + qu+lquer momento.
A Peaambra
lo¸o depois d+ lelícul+ estí o esplendor +bsoluto do
mundo espiritu+l. A íre+ d+ Lmbr+ m+is próxim+ do Reino
Terrestre é ch+m+d+ lenumbr+. A lenumbr+ é o tipo m+is
comum de destino Lmbr+l dos O+rou, que p+r+ lí vi+j+m
com o fim de lut+r contr+ espíritos m+li¸nos dedic+dos +
corromper cri+tur+s do mundo físico. A lenumbr+, ou Som-
br+ d+ Terr+, é um mundo f+nt+sm+¸órico e cin:ento , ilu-
min+do +pen+s pel+ r+diìnci+ d+ ¸r+nde Celestin+, lun+. A
f+se Lmbr+l de lun+ corresponde diret+mente + f+se d+ lu+
no Reino físico.
D+ mesm+ form+, + lenumbr+ contém o espírito m+teri-
+l que corresponde + m+téri+ físic+ d+ Terr+. Os únicos ob-
jetos m+teri+is que +p+recem no mundo espiritu+l s1o +que-
les dot+dos de ¸r+ndes qu+ntid+des de ener¸i+ espiritu+l. A
m+téri+ que resiste + p+ss+¸em de tempo n+ Terr+ +dquire
um+ represent+ç1o espiritu+l n+ lenumbr+. Arvores velh+s
e prédios +nti¸os possuem +nílo¸os n+ lenumbr+. Jí estru-
tur+s recentemente construíd+s e ve¸et+ç1o nov+ n1o pos-
suem qu+isquer tipos de +nílo¸os. As ener¸i+s d+ Wyld,
We+ver e Wyrm torn+m-se t+n¸íveis neste Reino. Os espí-
ritos d+ Wyld movem-se +tr+vés de íre+s n+tur+is, +s tei+s
d+ We+ver emer¸em de equip+mentos tecnoló¸icos e os
Wyrmlin¸s espreit+m em cemitérios e íre+s poluíd+s.
Curios+mente, o espírito é m+is "re+l" que + m+téri+. O
espírito de um objeto pode resistir + perd+ de seu corpo
físico, m+s o corpo físico n1o pode resistir + perd+ de su+
essênci+ espiritu+l. Se um velho c+rv+lho é cort+do n+ Ter-
r+, ele poderí +ind+ resistir muito tempo n+ Lmbr+. M+s se
um+ írvore viv+ for destruíd+ n+ Lmbr+, seu +nílo¸o ter-
restre +doecerí e morrerí.
As ru+s e florest+s d+ lenumbr+ p+recem sobren+tur+l-
mente desértic+s, pois +s cri+tur+s m+is sencientes n1o se
m+nifest+m n+ lenumbr+. Apen+s pesso+s +v+nç+d+s espi-
ritu+lmente podem +p+recer lí. Cri+tur+s +v+nç+d+s como
m+¸os +p+recem em form+s +str+is muito definid+s. Os m+-
¸os possuem seus espiritu+is +lt+mente desenvolvidos, ch+-
m+dos de Av+t+res Despert+dos; esses Av+t+res n1o s1o vi-
síveis n+ lenumbr+. Al¸uns m+¸os orient+dos cientific+men-
te, como +queles conhecidos como Tecnom+ntes, n1o +p+-
recem n+ Lmbr+. O trein+mento dos Tecnom+ntes impos-
sibilit+ seus Av+t+res de serem vistos n+ Lmbr+. lsto os co-
loc+ em ¸r+nde desv+nt+¸em nos Reinos do espírito. Lles
temem + Lmbr+ e r+r+mente +ventur+m-se nel+. Oc+sio-
n+lmente os vi+j+ntes O+rou vêem espíritos de hum+nos
ocultos n+ leriferi+.
A lenumbr+ é replet+ de Domínios - pequen+s :on+s
que correspondem +s íre+s do Reino lísico e d+ Lmbr+ R+s+.
Lss+s íre+s su¸+m ener¸i+ e definiç1o de su+s +nílo¸+s n+
Lmbr+ R+s+, permitindo-+s m+nifest+r-se n+ lenumbr+ e
no Reino de O+i+.
º Domínios Sombrios: Os Domínios Sombrios s1o íre-
+s mist+s d+ We+ver/Wyrm que +p+recem sob + form+ de
p+is+¸ens urb+n+s poluíd+s e control+d+s pel+ tei+.
º Quimáreos: Domínios oníricos individu+li:+dos que
recebem qu+lquer um que sonhe. Al¸uns s1o pes+delos, ou-
tros, o p+r+íso inc+rn+do.
º Domínios Abstratos: Lsses estr+nhos Domínios repre-
sent+m idéi+s ou conceitos +bstr+tos, como "qu+dr+do" ou
"qu+tro". A m+iori+ dos O+rou s1o inc+p+:es de compreender
os Domínios Abstr+tos , embor+ os lort+dores d+ lu: +fir-
mem ter obtido muit+ inspir+ç1o +o medit+r nesses lu¸+res.
º CIareiras: Lsses s1o os Domínios sob + influênci+ d+
Wyld. Ll+s +p+recem como m+nifest+çöes belíssim+s do
mundo n+tur+l, sendo freqüentemente h+bit+d+s por írvo-
res sencientes e +nim+is f+l+ntes.
º Buracos do Inferno: Lsses Domínios control+dos pel+
Wyrm correspondem +os depósitos de lixo tóxico e outr+s
íre+s poluíd+s. Até mesmo +s íre+s de poluiç1o +tmosféric+
podem se torn+r Bur+cos do lnferno. Os Bur+cos do lnferno
s1o h+bit+dos por m+lditos, e cri+tur+s d+ Wyrm os us+m
p+r+ che¸+r + Lmbr+ R+s+ e +o Reino de O+i+.
º Trods: Lsses Domínios ener¸i:+dos por f+d+s +p+re-
cem como estítu+s de f+d+s e monolitos. Lss+s íre+s m+r-
c+m os pontos que for+m s+¸r+dos p+r+ +s f+d+s nos di+s
+nteriores + usurp+ç1o d+ We+ver, qu+ndo for+m expuls+s
d+ Terr+. Oc+sion+lmente +s f+d+s +ind+ podem ser encon-
tr+d+s nesses sítios.
º Teias: As íre+s usurp+d+s pel+ We+ver n+ lenumbr+
s1o ch+m+d+s Domínios d+ Tei+. As tei+s correspondem +
¸r+ndes íre+s de cid+des tecnic+mente +v+nç+d+s, sendo
h+bit+d+s por Ar+nh+s l+dr1o e Ar+nh+s de Rede.
º WyIdings: As íre+s n+s qu+is + Wyld +ind+ +lc+nç+ +
Terr+ s1o m+is r+r+s que +s íre+s d+ Tei+. Lxistem +l¸uns
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!72 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Domínios d+ Wyldin¸ n+ lenumbr+, embor+ + m+iori+ se en-
contre n+ Lmbr+ lrofund+. Ness+s :on+s em mut+ç1o cons-
t+nte n+d+ é estível ou perm+nente, e + m+¸i+ permei+ o +r.
Apropri+d+mente, os espíritos d+ Wyldlin¸ con¸re¸+m-se +li.
A umbra Rasa
Qu+ndo os vi+j+ntes umbr+is se¸uem um+ lonte d+ lu+
+tr+vés d+ penumbr+, che¸+m + Lmbr+ R+s+. Lst+ íre+ bru-
mos+ é dot+d+ de muitos Reinos, ¸r+ndes e pequenos. Lsses
reinos orbit+m o Reino de O+i+ d+ mesm+ form+ que lun+
orbit+ + Terr+. Os O+rou vi+j+m + ess+s outr+s re+lid+des
p+r+ inter+¸ir com seus totens ou p+r+ pedir +jud+ +os seus
poderes rein+ntes. Muitos desses re¸entes s1o volúveis e
peri¸osos, m+s dot+dos de ¸r+nde s+bedori+.
Lxistem 13 Reinos lróximos princip+is. Os Reinos lróxi-
mos s1o bolsöes que contêm um+ imens+ ener¸i+ espiritu+l.
Lsses Reinos p+recem t1o re+is e subst+nci+is +o vi+j+nte d+
Lmbr+ qu+nto o mundo m+teri+l p+rece +o vi+j+nte físico.
Todos os sentidos e poderes dos O+rou funcion+m, embor+
+l¸uns sofr+m li¸eir+s modific+çöes em +l¸uns Reinos. C+d+
Reino é ¸overn+do por su+s própri+s leis, que determin+m +
re+lid+de desse mundo. Lxistem outros ¸r+ndes Reinos lróxi-
mos, m+s eles +ind+ n1o for+m explor+dos pelos O+rou.
Além desses 13 ¸r+ndes Reinos lróximos, existe um+ mi-
rí+de de Domínios, sub-Reinos e Zon+s, incluindo + estr+nh+
Zon+ Oníric+ (vej+ +di+nte). Todos os Domínios list+dos n+
lenumbr+ possuem Domínios m+iores d+ Lmbr+ R+s+. As
Terr+s N+t+is d+s Tribos, represent+çöes do l+r ide+l de c+d+
tribo, est1o entre os m+is poderosos Domínios Lmbr+is. Nos
+rredores d+ Lmbr+ R+s+, imedi+t+mente +ntes do começo
d+ Lmbr+ lrofund+, residem víri+s Vist+s. Lss+s Vist+s n1o
s1o re+lmente reinos, porque el+s podem ser +pen+s vislum-
br+d+s, n1o sendo possível +dentrí-l+s. As Vist+s s1o port+is
que permitem +os observ+dores vislumbr+rem incorpor+çöes
de conceitos +bstr+tos como morte, c+os e êxt+se. Hí quem
di¸+ que sej+m vislumbres do l+r+íso.
0s 13 Reiaes Prérimes
Abismo: Or+ndes +tos de destruiçöes n+ Lmbr+ c+u-
s+m r+s¸os no tecido do mundo espiritu+l. Os O+rou que
se¸uem esses r+s¸os em qu+lquer Reino lróximo s1o con-
du:idos p+r+ for+ desse reino e, fin+lmente, + bord+ de um
poço t1o ¸r+nde e profundo que +p+rent+ ser um vórtice
infinito. Qu+lquer cois+ que c+i+ nele e que n1o poss+ vo+r
p+r+ for+ estí perdid+ p+r+ sempre. Cri+tur+s p+voros+s pi-
notei+m n+s fend+s d+s p+redes intern+s do +bismo. Até
mesmo os lnc+rn+ m+is poderosos evit+m esse Reino + qu+l-
quer custo. Al¸uns O+rou +firm+m que o Abismo é um cìn-
cer d+ Lmbr+, e o primeiro sin+l do Apoc+lipse iminente.
Al¸uns di:em que qu+ndo + We+ver +prisionou + Wyrm n+
Tei+ l+dr1o, o l+r d+ Wyrm se tornou o Abismo. Outros
di:em que o bur+co-vórtice do Abismo é + própri+ Wyrm.
Reinos Etereos: O ípice cosmoló¸ico d+ Lmbr+ é um
firm+mento infinito de lu: celesti+l. Lsse firm+mento se es-
tende d+ Membr+n+ +té + Lmbr+ lrofund+. Os O+rou po-
dem +lc+nç+r f+cilmente o Reino Ltéreo vi+j+ndo n+ dire-
ç1o do "céu" umbr+l. O lnc+rn+ de lun+, lobos, e o lnc+r-
n+ de Hélios, Hyperion, n+scer+m lí, +ssim como espíritos
poderosos do +r e d+s estrel+s. Tod+s +s lontes d+ lu+ +tr+-
vess+m o Reino Ltéreo, e os +spectos umbr+is dos pl+net+s
do Sol +p+recem nos céus. Aqui, os Celestinos form+m cons-
tel+çöes homen+¸e+ndo ¸r+ndes heróis.
PortaI de Arcádia: Hí muito tempo +trís, qu+ndo +s f+-
d+s +b+ndon+r+m o Reino de O+i+ e p+rtir+m p+r+ + dimens1o
misterios+ que h+bit+m desde ent1o, deix+r+m um port+l n+
Lmbr+ R+s+. O Reino que o cerc+ é consider+do p+rte d+
terr+ ori¸in+l d+s f+d+s, Arcídi+. Lste Reino +ind+ é povo+do
pel+s pouc+s f+d+s que n1o se junt+r+m +s outr+s em seu êxo-
do d+ Terr+. Ll+s prote¸em o lort+l e oferecem + todos os
visit+ntes um+ +mostr+ d+ Terr+ d+s l+d+s. lí se encontr+m
l+d+s Superiores nobres e l+d+s lnferiores per+lt+s. Al¸uns
O+rou +firm+m que +lém do lort+l misterioso, o rest+nte d+
popul+ç1o de f+d+s evoluiu - ou re¸rediu - p+r+ +l¸um+
cois+ que tr+nscende +s f+d+s que fic+r+m p+r+ trís.
Reino das Atrocidades: A vid+ no Reino de O+i+ cos-
tum+ ser objeto de violênci+s e brut+lid+des terríveis. O re-
síduo psíquico desses +ss+ltos infli¸iu ¸r+ndes d+nos espiri-
tu+is n+ Lmbr+, result+ndo n+ cri+ç1o do Reino d+s Atroci-
d+des. Tod+s +s +trocid+des d+ Wyrm n+ Terr+ - desde
+buso de cri+nç+s + +ss+ssin+tos em série, conversöes reli¸i-
os+s pel+ esp+d+ e ¸enocídio - possuem reflexos +qui. Os
M+lditos reprodu:em-se +qui, em poços ¸u+rd+dos por Ls-
¸uios. A únic+ form+ de esc+p+r deste Reino é +tr+vés de
um sofrimento empítico com +s vítim+s.
O Campo de BataIha: A ¸lorific+ç1o d+ ¸uerr+ pel+
hum+nid+de criou um Reino de C+mpo de B+t+lh+. Aqui,
espíritos ¸uerreiros tr+v+m recri+çöes de c+d+ b+t+lh+ d+
Históri+, desde o lmper¸ium +té o Cerco de S+r+jevo. C+d+
b+t+lh+ é delimit+d+ por postes. Sombr+s de tod+s +s b+t+-
lh+s do mundo +p+recem em +néis concêntricos que con-
du:em +té + lr+d+ri+ do Apoc+lipse - um v+sto c+mpo
v+:io que +¸u+rd+ + últim+ b+t+lh+. Nesse reino, +s dificul-
d+des p+r+ todos os testes de frenesi s1o redu:id+s em dois
pontos, e os O+rou que entr+rem n+ b+t+lh+ ¸+nh+m um
ponto de lúri+ + c+d+ turno de comb+te. Os O+rou que
desej+m +prender os se¸redos de seus inimi¸os visit+m este
Reino p+r+ observí-los ou lut+r contr+ os J·jj.|¸an¸.rs um-
br+is de seus inimi¸os. Os O+rou t+mbém v1o + esse Reino
em busc+ de um+ oportunid+de de liber+r + su+ lúri+.
Reino Cibernetico: Os +v+nços tecnoló¸icos d+ Hu-
m+nid+de for+m os responsíveis pel+ cri+ç1o deste Reino
d+ We+ver. Aqui, + tecnolo¸i+ soterrou seu h+bit+ntes, que,
em nome d+ sobrevivênci+, precis+r+m mescl+r-se + míqui-
n+s. Met+de dest+ terr+ mecìnic+ é um+ monstruosid+de
de vidro, concreto e plístico ch+m+d+ lnterurbe; + outr+ é
um mundo subterrìneo ch+m+do o loço. Os And+rilhos do
Asf+lto us+m e +bus+m d+ Tei+ de Comput+dores p+r+ ¸uer-
re+r contr+ + Wyrm. Os espíritos d+ We+ver s1o fortes nes-
se Reino, m+s os espíritos d+ Wyld s1o fr+cos.
Erebo: Assim como os Reinos Ltéreos repous+m n+s +l-
tur+s d+ p+is+¸em umbr+l, +s entr+nh+s d+ Lmbr+ contêm
um submundo infern+l. Lrebo é um+ re¸i1o de tormento
eterno, onde os O+rou s1o imersos num l+¸o de pr+t+ viv+.
Lles recebem ferimentos +¸r+v+dos, s+r+ndo bem + tempo
de sofrer m+is. Lm+ ¸r+nde cri+tur+ de +p+rênci+ c+nin+, e
dot+d+ de três c+beç+s, impede que os O+rou fuj+m. Os
poucos que retorn+r+m de Lrebo r+r+mente f+l+m sobre o
!7·
lu¸+r. Al¸uns +credit+m que este Reino é um+ prov+ç1o
que purific+ os O+rou d+ corrupç1o d+ Wyrm e d+ H+r+no.
IIuxo: Tendo esc+p+do +tr+vés d+s b+rric+d+s d+ We+ver
que envolvem + Telluri+n, um+ ¸r+nde qu+ntid+de de ener¸i+
pur+ d+ Wyld criou um ¸r+nde Reino de lluxo n+ Lmbr+
R+s+. Lste é o próprio cor+ç1o d+ Wyld, concedido por O+i+
p+r+ sustentí-l+ e prote¸ê-l+ de ser sufoc+d+ complet+mente
pel+ We+ver. Qu+lquer cois+ é possível dentro do Reino de
lluxo, porque ele se m+ntém em mut+ç1o const+nte. N+ ver-
d+de, n1o é r+ro que ele indu:+ + loucur+. Ali, o tempo se
+lter+ de form+ imprevisível, e os próprios O+rou se tr+nsfor-
m+m descontrol+d+mente de um+ de su+s form+s p+r+ outr+.
Os O+rou podem +prender + m+nipul+r o tecido do Reino de
lluxo, control+ndo su+s mud+nç+s, liter+lmente interferindo
n+ re+lid+de, como se fossem deuses. Nenhum+ entid+de pode
ser +prision+d+ ou control+d+ nesse reino.
Reino Lendário: As lend+s dos O+rou s1o t1o podero-
s+s que el+s +dquirir+m existênci+ re+l como sombr+s viv+s.
O Reino lendírio é um Reino composto de misticismo e
f+nt+si+. Lle incorpor+ tod+s +s lend+s de tod+s +s tribos em
um mundo impossível. C+d+ tribo possui um território que
corresponde +proxim+d+mente + um+ mor+d+ +ncestr+l n+
Terr+. Os O+rou vi+j+m p+r+ ess+s terr+s p+r+ vivenci+rem
+s vid+s de seus +ncestr+is. As lend+s +nti¸+s podem ser
mud+d+s pel+s +çöes de um O+rou moderno que +s estej+
revivendo.
Pangea: A Terr+ p+ssou um ¸r+nde período de tempo
num est+do primordi+l. As ener¸i+s espiritu+is dess+ er+
deix+r+m um+ m+rc+ indelével n+ Lmbr+. As er+s m+rc+-
r+m l+n¸e+ no tecido d+ Lmbr+ com um+ forç+ e solide:
inexistentes em qu+lquer outro Reino. l+n¸e+ é replet+ de
¸r+ndes selv+s vir¸ens e pristin+s florest+s tropic+is. Tod+s
+s espécies que jí viver+m florescem e h+bit+m esse Reino.
Até mesmo dinoss+uros titìnicos e um ¸r+nde dr+¸1o ln-
c+rn+ ch+m+do de Serpente Anci1 tem +li + su+ toc+. As
forç+s d+ Wyrm têm tent+do isol+r l+n¸e+ do resto d+
Lmbr+, e muitos O+rou +credit+m que este Reino ¸u+rd+
um se¸redo c+p+: de preserv+r o mundo do Apoc+lipse.
Todos os O+rou recebem um ponto de Onose +o +m+nhe-
cer, e todos os testes de lmpulso lrimitivo feitos em l+n¸e+
recebem um sucesso +utomítico.
Cicatriz: A fi+ç1o frenétic+ d+ We+ver culminou n+ Re-
voluç1o lndustri+l, que teve repercussöes poderos+s n+
Lmbr+. Nel+, sur¸iu um+ ¸r+nde cid+de ch+m+d+ Cic+tri:.
O tr+b+lho, que +tribui si¸nific+do +s vid+s dos hum+nos,
foi +li corrompido num+ opress1o destruidor+ de +lm+s. Lste
é um Reino sombrio de f+vel+s cin:ent+s, prédios opresso-
res, fíbric+s ensurdecedor+s e poluiç1o infindível. As fíbri-
c+s de Cic+tri: produ:em muitos dos fetiches us+dos pelos
l+c+ios d+ Wyrm no Reino de O+i+. L muito difícil esc+p+r
desse Reino, porque + lelícul+ em torno dele tem um nível
de 9. Al¸uns O+rou di:em que é possível fu¸ir de Cic+tri:
+tr+vés do Reino Onírico.
Terra do Verão: Antes do primeiro c+t+clismo, O+i+
p+ssou um+ eternid+de num est+do de +mor puro. Lsse tempo
criou um reflexo perm+nente n+ Lmbr+ - um mundo no
qu+l tudo é p+:, bele:+, pr+:er. Nesse Reino - um+ ilh+
p+r+disí+c+ em form+ de lu+ em meio + um belíssimo m+r
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!74 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
+:ul - tod+s +s cri+tur+s possuem um+ +bundìnci+ dos Dons
de O+i+. Os O+rou n1o podem che¸+r por escolh+ própri+ +
ess+ terr+ de bele:+ indescritível; +o invés, emer¸em +li qu+n-
do p+ss+m por um+ experiênci+ tr+nscedent+l - um+ expe-
riênci+ que os f+ç+ +ceit+r o +mor pleno e incondicion+l d+
Deus+. Todos os ferimentos, doenç+s e m+ldiçöes podem
ser cur+dos nesse Reino, embor+ +l¸uns lilhos de O+i+ in-
sist+m que os ferimentos des+p+recem devido +o processo
interno de cur+ que lev+ o O+rou + che¸+r + esse lu¸+r.
Al¸uns O+rou insistem que + Terr+ do Ver1o n1o existe.
Toca dos Lobos: Lmbor+ esse Reino sej+ pr+tic+mente
idêntico +o mundo físico, ele se encontr+ entre os m+is es-
tr+nhos reinos umbr+is. L o único Reino no qu+l os O+rou
s1o tr+nsform+dos r+dic+lmente. Lles fic+m +prision+dos n+
form+ lupin+, sem seus dons e fetiches, num mundo onde
os lobos s1o pred+dores odi+dos e c+ç+dos. Os O+rou m+n-
têm +pen+s su+ c+p+cid+de de re¸ener+ç1o e su+ lúri+. Os
hum+nos os c+ç+m com +rm+s, helicópteros e equip+men-
tos hi¸h-tech. A fu¸+ só é possível medi+nte + compreens1o
d+ posiç1o do lobo no mundo.
¿eaa 0aírica
A Zon+ Oníric+ é outr+ íre+ umbr+l que p+rece tr+ns-
cender os limites "norm+is" d+ Lmbr+ e se estender + ou-
tr+s p+rtes d+ Telluri+n. Lst+ íre+ é misterios+ +té mesmo
p+r+ os h+bit+ntes d+ Lmbr+. L um mundo de poder imen-
so, imprevisibilid+de +ssust+dor+ e simbolismo potente. Até
mesmo os m+is v+lorosos vi+j+ntes umbr+is enc+r+m + Zon+
Oníric+ com um temor n+d+ c+r+cterístico.
A Zon+ Oníric+ p+rece um+ ¸em+ multif+cet+d+, de in-
crível bele:+. Ll+ limit+ + Lmbr+ R+s+ e cerc+ + Lmbr+ lro-
fund+. A Zon+ Oníric+ é muito útil p+r+ os O+rou, porque
possibilit+ um+ form+ especi+l de entr+r n+ Lmbr+. Lste é
um método m+is direto (embor+ m+is peri¸oso) que us+r
lontes d+ lu+ ou que percorrer +t+lhos. Os O+rou podem
entr+r n+ Zon+ Oníric+ +tr+vés de seus próprios sonhos. A
Zon+ Oníric+ é um ponto de +cesso direto p+r+ + Lmbr+
lrofund+. Ao invés de vi+j+r para fora - p+ss+ndo pel+
Membr+n+, entr+ndo n+ Lmbr+ R+s+ e +tr+vess+ndo +
Lmbr+ lrofund+ - o vi+j+nte vi+j+ para dentro, seu so-
nho, emer¸indo n+ fronteir+ entre + Lmbr+ R+s+ e + Lmbr+
lrofund+. Lst+ é um+ form+ potente, m+s peri¸os+, de se
vi+j+r pel+ Lmbr+. Os O+rou t+mbém podem entr+r n+ Zon+
Oníric+ percorrendo +t+lhos p+r+ Quimer+s, que s1o pe-
quenos Domínios Oníricos encontr+dos n+ lenumbr+.
A Membraaa
Lntre o mundo (rel+tiv+mente) compreensível d+ Lm-
br+ R+s+ e o mundo misterioso d+ Lmbr+ lrofund+, existe
um+ b+rreir+ ch+m+d+ Membr+n+. Ll+ é como + lelícul+,
embor+ +ind+ menos poros+. l+r+ contorn+r + Membr+n+,
os O+rou precis+m +lc+nç+r um Reino Adito.
Al¸uns lort+dores d+ lu: +sse¸ur+m que + lelícul+ e +
Membr+n+ s1o +pen+s du+s d+s sete c+m+d+s de um invólu-
cro d+ We+ver que recobre o mundo espiritu+l. Lles +credi-
t+m que + Zon+ Oníric+ estende-se + c+d+ um+ d+s sete
c+m+d+s, e que, com + prític+, podem derrub+r +s b+rreir+s
rem+nescentes - +ssim como +cess+r + Zon+ Oníric+ + p+rtir
d+ Terr+ e, dess+ form+, +lc+nç+r + Lmbr+ lrofund+.
A umbra Pre(aada
Além d+s p+redes do sono repous+ + Lmbr+ lrofund+,
um+ íre+ n+ qu+l + presenç+ de O+i+ é c+d+ ve: menos
perceptível +os vi+j+ntes O+rou. A re+lid+de termin+ +qui,
e + n+ve¸+ç1o se torn+ difícil. A Lmbr+ lrofund+ é o l+r d+
Wyld, d+ We+ver e d+ Wyrm, podendo ser +cess+d+ +pen+s
pelos vi+j+ntes umbr+is m+is experientes. A lun+ +tr+vess+
um+ trilh+ +tr+vés d+ Lmbr+ lrofund+, sendo um dos pou-
cos motivos de conforto p+r+ os O+rou pere¸rinos.
A Neite
N+ Lmbr+, + noite é + melhor +mi¸+ dos O+rou. Qu+n-
do é noite no mundo físico, + Lmbr+ se torn+ o território de
c+ç+ dos lobos, que correm pel+s p+is+¸ens sobren+tur+is +
lu: de lun+. A m+iori+ dos espíritos d+ Wyrm h+bit+ su+s
sombr+s, sussurr+ndo desejos m+li¸nos +os seus hóspedes
hum+nos +dormecidos. Os espíritos d+ Wyrm - como +s
Ar+nh+s-l+dr1o - torn+m-se pres+s fíceis qu+ndo ex+uri-
dos pelos seus +f+:eres diírios. D+ mesm+ form+, os O+rou
fic+m em ótim+ form+ depois de um desc+nso de um di+.
Com + +jud+ de um mero r+io de lu+r, eles s1o c+p+:es de
f+:er frente +os seus piores inimi¸os.
Seatir es £spírites
lor que c+r¸+s d'í¸u+ os hum+nos consider+m que +
re+lid+de se¸ue +pen+s os p+dröes de seus sentidos! Quem
lhes disse que qu+lquer cois+ +quém de su+ compreens1o
é irre+l! Qu+nt+ bob+¸em' Qu+nt+ +rro¸ìnci+'
Como é m+is sens+to +credit+r que + substìnci+ que
constitui o universo n1o pode ser c+pt+d+ por nossos
conscientes, +fin+l eles s1o ló¸icos e orient+dos pel+
We+ver. Sendo limit+d+s, noss+s mentes compreendem
+pen+s determin+d+s substìnci+s. A vis1o é um sentido
restrito. Ll+ f+: o mundo distorcer-se, encolher, torn+r-
se c+d+ ve: menor +té que + distìnci+ sej+ um+ névo+
indistint+. Meus ouvidos escut+m, m+s como os sons
dist+ntes s1o m+is b+ixos que os próximos' Os odores
des+p+recem com + distìnci+, esp+lh+dos pelo vento.
Os s+bores e +s sens+çöes for+ do cont+do direto com
os nossos corpos t+mbém n1o podem existir.
lorém, os meus sentidos llimit+dos me cont+m sobre
outro mundo. Lu o "vejo" qu+ndo n1o estou olh+ndo.
Lu o "ouço" qu+ndo me dist+ncio dos ruídos do mundo
cotidi+no. L eu f+rejo +s sombr+s que p+ss+m do outro
l+do. Lm port+l dí +cesso p+r+ um Reino diferente, e
eu sinto o cheiro do r+stro eterno do outro mundo. L
em meu cor+ç1o conheço o outro mundo - o mundo
sem limites - do eu infinito. losso entr+r nele e est+r
em qu+lquer p+rte inst+ntene+mente.
- Quincy lredown, O+lli+rd And+rilho do Asf+lto
!75
Alcaaçaade {Percerreade
Atalbes;
Os O+rou s1o dot+dos de um+ h+bilid+de n+tur+l p+r+
"+lc+nç+r" ou "percorrer +t+lhos" p+r+ o mundo espiritu+l.
L seu direito de n+scenç+, e +dquirem posse dele intuitiv+-
mente, lo¸o depois de su+ lrimeir+ Mud+nç+. Os O+rou
percorrem +t+lhos h+rmoni:+ndo-se com + lelícul+ que os
cerc+, dest+ form+ cru:+ndo su+ estrutur+ espiritu+l petrifi-
c+d+ e emer¸indo no mundo espiritu+l.
l+r+ determin+r o result+do de um+ tent+tiv+ em entr+r
n+ Lmbr+, o jo¸+dor test+ o nível de Onose do person+¸em
(+ dificuld+de é o nível de lelícul+ loc+l). O número de
sucessos determin+ o tempo que o O+rou demor+ p+r+ en-
tr+r n+ Lmbr+ (vej+ +b+ixo).
Os membros de m+tilh+ podem escolher um entre eles
p+r+ liderí-los + Lmbr+. Lste líder f+: o teste por todos eles
(port+nto, costum+ ser o membro d+ m+tilh+ com nível m+is
+lto de Onose). Os membros d+ m+tilh+ podem escolher en-
tr+r individu+lmente, m+s eles correm o risco de entr+r em
momentos diferentes ou mesmo de se perderem um do outro.
C+so o teste do líder sej+ bem sucedido, todos os membros d+
m+tilh+ che¸+m +o mesmo tempo. Se o teste redund+r num+
f+lh+ crític+, + m+tilh+ inteir+ é "c+ptur+d+" junt+ (vej+ +di+n-
te). Todos os membros d+ m+tilh+ precis+m ser c+p+:es de
percorrer +t+lhos, e todos precis+m est+r +comp+nh+ndo o
líder por vont+de própri+. Os O+rou que n1o f+ç+m p+rte d+
m+tilh+ n1o podem vi+j+r com el+, precis+ndo entr+r por con-
t+ própri+. Os O+rou com o Dom Theur¸e de C+ptur+ + Dis-
tìnci+ podem lev+r os n1o-O+rou com eles p+r+ + Lmbr+ (vej+
Caj:ura a D|s:an.|a.
l+r+ percorrer +t+lhos, um O+rou precis+ fit+r qu+lquer
superfície refletor+ ou brilh+nte, como um+ poç+ límpid+ ou
um espelho. Os O+rou que tenh+m +prendido o Dom Theur-
¸e de lnvisibilid+de n1o precis+m f+:er isto; eles podem en-
tr+r + vont+de. Até mesmo O+rou ce¸os podem entr+r, con-
t+nto que conheç+m o Dom lnvisibilid+de.
Sucessos Duração da Viagem
l+lh+ Crític+ "C+ptur+do"
0 lr+c+sso. N1o pode tent+r nov+men-
te por um+ hor+
Lm 5 minutos
Dois 30 se¸undos
Três ÷ lnst+ntìneo
"C+ptur+do" si¸nific+ que o O+rou estí suspenso tem-
por+ri+mente entre o Reino e + Lmbr+. Lle estí preso n+
tei+ d+ lelícul+ d+ We+ver, n1o podendo se mover +té ser
+jud+do por outro O+rou. Met+de dele é espiritu+l, met+de
é físico. Lnqu+nto perm+nece +prision+do neste est+do, o
O+rou é sujeito + visöes +lucin+ntes. lsto é m+is que humi-
lh+nte - é peri¸oso. Lmbor+ o O+rou n1o poss+ ser visto
ou +t+c+do por h+bit+ntes físicos, espíritos m+li¸nos v+¸uei-
+m pel+ lelícul+ em busc+ de vi+j+ntes +prision+dos dess+
form+. Depois de um período de um+ hor+, o O+rou pode
tent+r nov+mente complet+r + vi+¸em. Se ele f+lh+r, n1o
poderí s+ir so:inho. Se ele n1o for encontr+do e pux+do por
outro O+rou, fic+rí preso p+r+ sempre.
0esliqameate
Os O+rou devem +ltern+r su+ est+di+ entre + Lmbr+ e o
mundo físico. Se eles perm+necerem em +pen+s um deles,
começ+r1o + perder su+ sintoni+ com o outro.
l+r+ c+d+ +no inteiro que um O+rou p+ss+r n+ Lmbr+,
+crescente um ponto de dificuld+de p+r+ retorn+r +o Reino
físico. Lm+ pen+lid+de semelh+nte é +tribuíd+ p+r+ c+d+
+no inteiro p+ss+do no mundo físico: qu+nto m+is um O+-
rou perm+nece n+ re+lid+de físic+, m+is difícil é p+r+ ele
retorn+r p+r+ + Lmbr+. Lm+ cru:+d+ p+r+ o outro Reino
pode desf+:er este desli¸+mento.
O risco de desli¸+mento é m+ior p+r+ os n1o-O+rou que
se encontrem n+ Lmbr+ (como +queles que tenh+m sido
lev+dos p+r+ lí por um+ C+ptur+ + Distìnci+). Após uns
poucos meses, eles v1o esquecendo ¸r+du+lmente + su+ vid+
n+ Terr+. Com o p+ss+r dos +nos, eles se torn+m m+is e
m+is efêmeros, +c+b+ndo por perder tot+lmente + su+ form+
físic+ e torn+ndo-se espíritos.
viaqem umbral
Depois que um O+rou tiver percorrido +t+lhos com su-
cesso, ele che¸+ + lenumbr+. A lenumbr+ é + represent+-
ç1o espiritu+l do lu¸+r físico no qu+l ele perm+nece enqu+nto
percorre +t+lhos. Lle pode c+minh+r fisic+mente +tr+vés d+
lenumbr+ +té íre+s que correspond+m + outr+s p+rtes d+
Terr+, ou pode che¸+r +té loc+is +ind+ m+is profundos n+
Lmbr+. C+so ele +nde +tr+vés d+ lenumbr+ +té um+ íre+
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!7ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
nov+ e em se¸uid+ retorne + Terr+, emer¸irí no mundo físi-
co no lu¸+r correspondente + um+ nov+ íre+.
Ao vi+j+r n+ Lmbr+, o O+rou se move como f+: norm+l-
mente - qu+se sempre c+minh+ndo, embor+ +l¸uns Dons
permit+m vo+r. Depois que se s+i d+ lenumbr+ e se entr+
n+ Lmbr+ R+s+, n1o s1o m+is est+belecid+s distìnci+s. N1o
hí m+p+s, m+rcos ou direçöes. Lm O+rou simplesmente
decide p+r+ onde quer ir - um Reino lróximo, por exem-
plo -, pis+ num+ Trilh+ d+ lu+ e começ+ + c+minh+r. O
tempo que ele lev+ p+r+ vi+j+r + certos lu¸+res v+ri+ - +p+-
rentemente sem ló¸ic+ ou r+:1o, embor+ +l¸uns Theur¸es
conjecturem que est+ v+ri+ç1o envolve + f+se d+ lu+, + est+-
ç1o do +no e o +mbiente. A dur+ç1o de c+d+ vi+¸em c+be
inteir+mente +o N+rr+dor.
!rilbas da laa
l+r+ che¸+r + re¸iöes m+is profund+s n+ Lmbr+, o O+-
rou precis+ encontr+r um+ Trilh+ d+ lu+ que condu:+ +té o
seu destino. As Trilh+s d+ lu+ s1o m+is fíceis e se¸ur+s de
us+r dur+nte + lu+ chei+, porque s1o ¸u+rd+d+s por lun+s.
Contudo, os lun+s fic+m m+is instíveis e belicosos dur+nte
+ lu+ chei+. Se o O+rou vi+j+nte ous+r s+ir d+ Trilh+ d+ lu+,
seu destino serí imprevisível; os lun+s poder1o i¸norí-lo
ou pre¸+r peç+s nele. Os lun+s s1o brinc+lhöes, e su+s pe-
ç+s v+ri+m de incomod+s + mort+is (+ critério do N+rr+dor).
Dur+nte + lu+ crescente, os O+rou precis+m test+r lercep-
ç1o ÷ Lni¸m+s (dificuld+de 6) p+r+ ter certe:+ de su+ rot+.
Dur+nte + lu+ nov+, +s Trilh+s d+ lu+ s1o pr+tic+mente im-
possíveis de serem percorrid+s, e terrivelmente mort+is.
!rilbas £spiritaais
Outr+ form+ dos O+rou vi+j+rem pel+ Lmbr+: medi+nte
Trilh+s Lspiritu+is feit+s pelos espíritos que us+m Sentidos
de Orient+ç1o. Os lun+s n1o prote¸em ess+s trilh+s, que
s1o difíceis de serem encontr+d+s sem + +jud+ de um ¸ui+
espiritu+l. Lss+s trilh+s t+mbém s1o temporíri+s, podendo
des+p+recer enqu+nto um O+rou c+minh+ por el+s, deix+n-
do-o perdido e sem referenci+is n+ Lmbr+. C+so isto ocorr+,
serí preciso ne¸oci+r com um espírito detentor do Lnc+nto
Sentido de Orient+ç1o; ele condu:irí o O+rou de volt+ +
Trilh+ d+ lu+ ou + outr+ Trilh+ Lspiritu+l.
Pertais £spiritaais
Muitos Reinos Lmbr+is s1o conect+dos por lort+is Ls-
piritu+is. Os O+rou que encontrem um port+l como esse
podem +p+recer inst+nt+ne+mente no Reino com qu+l estí
conect+do. Muitos lort+is espiritu+is s1o ¸u+rd+dos - +pro-
pri+d+mente - por espíritos. Os Aditos s1o um+ form+ de
lort+l Lspiritu+l.
0atras Fermas de viaqem umbral
Hí muitos rumores sobre outr+s form+s de vi+¸em espi-
ritu+l + disposiç1o de vi+j+ntes cor+josos ou imprudentes. L
dito que os And+rilhos do Asf+lto conhecem como +tr+ves-
s+r +s Tei+s d+ We+ver, que conect+m tod+ + re+lid+de.
Se¸undo rumores, + Wyrm c+vou túneis +tr+vés d+ Lmbr+.
Os Wydlin¸s p+recem ter um t+lento especi+l p+r+ simples-
mente sumir de um+ íre+ e +p+recer em outr+.
!77
ciclo n+tur+l de morte e vid+ tem sido +lter+do por inteli-
¸ênci+s poderos+s, e isto, por su+ ve:, enfr+quece O+i+. Ll+
t+mbém estí muito enfr+quecid+ devido +o comb+te que
tr+v+ com + Trí+de. Os O+rou fic+m furiosos di+nte d+ vio-
lênci+ que + We+ver e + Wyrm infli¸em contr+ O+i+, e em-
penh+m su+ vid+s e +lm+s p+r+ prote¸ê-l+ e re¸enerí-l+. Lles
temem que o Apoc+lipse que se +proxim+ poss+ ser o sin+l
de su+ destruiç1o +bsolut+.
A !ríade
Ab+ixo de O+i+ no poder cósmico est1o +s misterios+s
forç+s personific+d+s ch+m+d+s Wyld, We+ver e Wyrm. Se-
¸undo os O+rou, ess+s entid+des, coletiv+mente ch+m+d+s
de Trí+de, mold+m e control+m + eternid+de. A inter-rel+-
ç1o dess+s forç+s espiritu+is ¸er+m + Telluri+n e retêm tudo
dentro del+.
Num nível bísico, os membros d+ Trí+de represent+m
+s forç+s d+ cri+ç1o, do crescimento e d+ destruiç1o, m+s
el+s s1o muito m+is que isso. S1o t+mbém + personific+ç1o
do c+os, ordem e equilíbrio.
A wqld
A Cri+ç1o começ+ com + Wyld. A Wyld é mud+nç+
pur+. Ll+ n1o é t1o indistin¸uível qu+nto o c+os e su+ mut+-
ç1o element+l. Ll+ ¸ir+ const+ntemente, mud+ndo, +d+p-
t+ndo e mud+ndo DL NOVO. A Wyld n1o +pen+s ¸er+
possibilid+des, .|a é + possibilid+de enc+rn+d+. Tod+ formi-
¸+ e tod+ írvore contém dentro de seu espírito um+ p+rtícu-
l+ desse c+os de possibilid+de. Nenhum O+rou Theur¸e,
m+¸o hum+no ou espírito ¸u+rdi1o j+m+is foi c+p+: de qu+n-
tific+r ess+ ¸ot+ minúscul+ de eternid+de. O+i+ provém d+
Wyld; de f+to, O+i+ n1o poderi+ existir sem + Wyld.
A Wyld é um+ entid+de complet+, m+s sem + We+ver, +
Wyld perde tod+ +s form+s que el+ ¸er+. Ll+s retorn+m p+r+
+ forç+ prim+l no mesmo momento em que n+scem. Ser
tod+s +s form+s em todos os tempos e nenhum+ form+ em
tempo nenhum. A vid+ sem fronteir+s n1o pode conhecer +
si mesm+ em tod+s +s p+rtes. lsto si¸nific+ que + Wyld é +
menos personific+d+ d+s três. Su+ mut+bilid+de impossibili-
t+ um+ form+ ou um+ n+ture:+ definid+. A Wyrm t+mbém é
essenci+l p+r+ + Wyld, porque + Wyrm destrói +spectos se-
lecion+dos d+ Tei+ d+ We+ver e devolve + m+téri+ n1o cri-
+d+ p+r+ + Wyld.
N+ Lmbr+ lrofund+, + Wyld tem o potenci+l p+r+ ser o
membro m+is poderoso d+ Trí+de - qu+se t1o poderoso
qu+nto O+i+. M+s no reino físico, + Wyld é + menos podero-
s+ d+s três. Su+ própri+ essênci+, possibilid+de ilimit+d+, é
expuls+ di+ri+mente do mundo físico pel+ obsess1o d+ hu-
m+nid+de com + "r+:1o" e + "ló¸ic+". A medid+ que se forç+
ló¸ic+ num mundo iló¸ico, hí c+d+ ve: menos esp+ço p+r+
m+¸i+ d+ mud+nç+ sem motivo. Rest+m uns poucos loc+is
esp+lh+dos de ener¸i+ pur+ d+ Wyld; esses os O+rou ¸u+r-
d+m com seu s+n¸ue e o s+n¸ue de su+ cri+. Lmbor+ + Wyld
perc+ const+ntemente esp+ço no mundo físico, el+ é in+-
cessível em seu l+r n+ Lmbr+ lrofund+. Nenhum peri¸o
pode +me+çí-l+ +li: qu+lquer inimi¸o é dissolvido em proto-
pl+sm+ primordi+l +o entr+r em cont+to com + Wyld.
Os O+rou vener+m + Wyld, vendo-+ como um símbolo
£spiaade
Os h+bit+ntes d+ Lmbr+ n1o podem ver +utom+tic+men-
te o mundo físico do outro l+do d+ lelícul+, +ssim como os
h+bit+ntes do Reino n1o podem ver +utom+tic+mente + Lm-
br+. Lmbor+ os hum+nos possu+m espíritos, eles se encontr+m
+dormecidos, n1o possuindo +nílo¸os n+ lenumbr+.
l+r+ ver d+ Lmbr+ o que +contece no mundo físico, o
O+rou precis+ f+:er um teste de Onose (dificuld+de d+ lelícu-
l+ d+ íre+). C+so ele sej+ bem sucedido, su+ vis1o d+ p+is+¸em
umbr+l é troc+d+ por um+ vers1o emb+ci+d+ do sítio físico
correspondente, incluindo +s pesso+s, prédios e objetos que
ocupem o esp+ço. Os O+rou n1o podem discernir pequenos
det+lhes - como letr+s de jorn+l -, + n1o ser que obtenh+m
um mínimo de qu+tro sucessos. Do Reino, os O+rou possuem
+cesso pr+tic+mente pleno + cheiros e sons.
Lspi+r é consider+do um +to peri¸oso - o O+rou n1o
fic+ ciente do +mbiente umbr+l enqu+nto espi+ o mundo
físico. Lspi+r n1o revel+ os espíritos n+ Lmbr+, m+s revel+
os espíritos no mundo físico - +té mesmo +queles +prisio-
n+dos em objetos como fetiches.
Atenç1o: muitos espíritos podem espi+r + vont+de, e fre-
qüentemente +ltern+m +s du+s form+s de vis1o.
A Natareta des £spírites
A Lmbr+ +bri¸+ um+ v+ried+de impression+nte de espíri-
tos. Lles s1o cri+tur+s de forç+ espiritu+l brut+, n1o est+ndo
+prision+dos em s+n¸ue e c+rne. Al¸uns rel+cion+m-se inti-
m+mente com seres do Reino, m+s muitos pertencem +pen+s
+ Lmbr+, o que dificult+ descrevê-los em termos físicos.
Os h+bit+ntes do mundo espiritu+l possuem um+ hier+r-
qui+ evidente. Os ¸r+ndes espíritos tr+nspir+m/¸er+m espí-
ritos menores, que por su+ ve: re¸ridem p+r+ espíritos +ind+
menores. Lsses espíritos m+iores s1o ch+m+dos de p+droei-
ros dos menores. Lmbor+ muitos espíritos p+reç+m ter p+-
droeiros, os O+rou suspeit+m que +l¸uns espíritos m+nho-
sos exist+m for+ d+ c+dei+ do p+dro+do espiritu+l.
O m+ior espírito é O+i+. Ab+ixo Del+ estí + Trí+de: + Wyld,
+ We+ver e + Wyrm. Ab+ixo d+ Trí+de, os Celestinos, que s1o
semelh+ntes + deuses. Ab+ixo dos celestinos, os lnc+rn+: os
senhores e reis do mundo espiritu+l. Seus servos, os J+¸¸lin¸ e
os O+fflin¸, s1o como c+v+leiros e v+ss+los.
O Apêndice oferece m+is exemplos sobre espíritos indi-
vidu+is.
6aia
O sistem+ de Reinos começ+ com O+i+ e é subordin+do
+ O+i+. Tod+s +s cois+s que existem dentro d+ Telluri+n s1o
consider+d+s p+rtes de O+i+, embor+ +l¸uns O+rou refutem
+ noç1o de que os seres m+li¸nos sej+m um+ p+rte verd+dei-
r+ de O+i+. O crescimento e o desenvolvimento de O+i+ é
indissoci+velmente li¸+do +o crescimento e +o desenvolvi-
mento dos seres vivos dentro del+. O+i+ +m+ tod+s +s su+s
cri+tur+s, dedic+ndo + el+s +ceit+ç1o e respeito puros e in-
condicion+is. A vid+ é + um só tempo m+nifest+ç1o de O+i+
e celebr+ç1o de su+ ¸lóri+. A morte n+d+ m+is é que um+
tr+nsfi¸ur+ç1o d+ ener¸i+ de O+i+ - tod+ cri+tur+ que mor-
re +scende + um novo est+do no ciclo cosmoló¸ico. Lste
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!7B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
de su+ lut+ contr+ o Apoc+lipse e um+ promess+ de di+s
melhores. Seus Reinos pulul+m com incontíveis form+s de
vid+. No mundo que cresce + p+rtir d+ Wyld, qu+lquer coi-
s+ pode +contecer. Quem s+be, +pes+r de serem m+is fr+cos
e menores em número, os O+rou poss+m prev+lecer contr+
+s forç+s que +me+ç+m devor+r O+i+. A Wyld é um+ espe-
r+nç+ brilh+nte, um+ promess+ de mud+nç+ de um mundo
de m+téri+ m+li¸n+ e destruiç1o entrópic+.
Lmbor+ os O+rou n1o poss+m cont+r com +jud+ diret+
por p+rte dest+ forç+ insondível, oc+sion+lmente + Wyld
pode revel+r-se o m+ior +li+do p+r+ os O+rou e p+r+ O+i+.
A weacer
D+ mud+nç+ incontrolível d+ Wyld veio o crescimento
orden+do. A We+ver selecionou p+rtes d+ cri+ç1o turbu-
lent+ e impediu-+s de se dissolver no todo tempestuoso no
momento em que n+sci+m. Assim, + cri+ç1o indistint+ foi
estrutur+d+ e pres+ + um+ form+. loi dest+ m+neir+ que +
We+ver fiou os primeiros fios d+ estrutur+ que se torn+ri+ o
tecido do universo - + Tei+ l+dr1o.
lsto mudou tudo. Onde +ntes h+vi+ form+, +¸or+ podi+
h+ver cri+ç1o e pro¸resso. O si¸nific+do foi +¸or+ imposto so-
bre o potenci+l. A infinitude inconst+nte foi m+nipul+d+ p+r+
dur+r um+ eternid+de. Lnt1o + Wyrm +p+receu e eliminou
seçöes d+ cri+ç1o d+ We+ver. Os p+dröes perfeitos d+ We+ver
est+v+m +¸or+ imperfeitos, m+s equilibr+dos. De +cordo com
os O+rou, este é o verd+deiro ciclo cosmoló¸ico de c+os, cri+-
ç1o, destruiç1o. Lle durou um+ eternid+de, m+s +c+bou sendo
estilh+ç+do qu+ndo + We+ver +dquiriu consciênci+.
Os O+rou discord+m qu+nto +o que +conteceu ex+t+-
mente. Al¸uns +firm+m que +pen+s + Trí+de pode compre-
ender complet+mente o que ocorreu. A despeito disso, exis-
tem teori+s. Hí quem +credite que + We+ver tentou fi+r +
Wyld num+ existênci+ inteir+mente p+droni:+d+. lsto pro-
vocou um+ explos1o de cri+ç1o, que enlouqueceu + We+-
ver. Ll+ olhou p+r+ + Tei+ e viu +pen+s ins+nid+de. A Wyrm,
ex+ust+ devido + su+ tent+tiv+ em m+nter o equilíbrio, ficou
em+r+nh+d+ em cri+çöes. A Wyrm +ind+ estí lí, di:em es-
ses terrorist+s, esforç+ndo-se p+r+ se libert+r e destruir tod+
+ cri+ç1o pelo l+do de dentro.
Outros di:em que + We+ver foi muito m+is c+lculist+, e
que su+ loucur+ é o desejo pelo poder. A We+ver, +firm+m
esses O+rou, tentou empreender um +v+nço ló¸ico torn+n-
do perm+nentes +s pedr+s +n¸ul+res d+ Telluri+n. Depois
de h+ver est+belecido + c+su+lid+de, el+ p+ssou + impo-l+ +
tudo. A Wyrm er+ um obstículo + esse processo, porque el+
destruiu su+s própri+s re¸r+s em ve: d+s re¸r+s d+ We+ver.
Assim, + We+ver enredou + Wyrm n+ Tei+ l+dr1o e direci-
onou su+ destruiç1o de +cordo com +s linh+s d+ c+su+lid+-
de. M+s seu controle sobre + Wyrm n1o é +bsoluto: el+ +in-
d+ conse¸ue destruir ce¸+mente, se¸uindo um p+dr1o dife-
rente do d+ We+ver. lsto limit+ o poder d+ We+ver, o que é
cosmic+mente s+udível, m+s que fere O+i+.
L +ind+ hí os O+rou, como os And+rilhos do Asf+lto, que
cl+m+m que + Wyrm é + c+us+ dos problem+s, porque tentou
destruir complet+mente + Wyld. Se + Wyld tivesse sido extin-
t+, n+d+ m+is poderi+ ser cri+do, e + Wyrm emer¸eri+ vitorio-
s+. A Wyrm tentou us+r + We+ver p+r+ enfr+quecer + Wyld +
enred+ndo, m+s + We+ver n1o poderi+ m+ntê-l+ pres+ infini-
t+mente. Ao invés disso, el+ condu:iu + si mesm+ + loucur+. A
Wyrm foi c+ptur+d+ num+ +rm+dilh+ pl+nej+d+ por el+ mes-
m+, que perm+nece +té hoje. Lnqu+nto isso, + Wyld perm+-
nece etern+. Os And+rilhos insistem que + We+ver estí sim-
plesmente tent+ndo defender + si mesm+, e que el+ ¸u+rd+ +
ch+ve p+r+ deter + Wyrm.
A m+iori+ dos O+rou concord+m que + We+ver foi +
primeir+ d+ Trí+de + +dquirir inteli¸ênci+. N1o se s+be se +
inteli¸ênci+ foi o produto ou + c+us+ de su+ loucur+.
Hoje + We+ver estí m+is poderos+ do que nunc+. O +nti-
¸o equilíbrio de p+dr1o e c+os foi substituído por est+¸n+ç1o e
dec+dênci+. Qu+ndo su+s tei+s tiverem sido termin+d+s, tod+
+ Telluri+n est+rí +m+rr+d+ em fios imóveis e imutíveis.
A wqrm
A Wyrm é + terceir+ e últim+ entid+de d+ Trí+de. Lm
di+ el+ foi + rest+ur+dor+ do equilíbrio, lev+ndo h+rmoni+
onde el+ n1o existi+, ¸+r+ntindo que nem + ordem d+ We+-
ver nem o c+os d+ Wyld prev+leceri+ +tr+vés d+ re+lid+de.
Suspens+ entre o C+os +b+ixo e + Tei+ l+dr1o +cim+, + Wyrm
removi+ tudo que n1o fosse h+rmonioso.
Lnt1o + Wyrm foi enred+d+ n+ Tei+ l+dr1o. Ao ver +
loucur+ d+ Tei+ d+ We+ver, el+ +dquiriu consciênci+ e foi
+prision+d+ no mort+l jo¸o +poc+líptico d+ We+ver. A Wyrm
dividiu-se em três person+lid+des; como result+do, nem sem-
pre é c+p+: de control+r su+s +çöes.
Ao invés de ser + ¸er+dor+ d+ h+rmoni+, + Wyrm +¸or+
é + m1e do Apoc+lipse, p+rindo entropi+, dec+dênci+ e cor-
rupç1o. lnc+p+: de destruir de form+ complet+ e honros+,
el+ destrói por dentro. Ll+ destrói todos os fr+cos de espírito
o b+st+nte p+r+ sucumbir +s tent+çöes do ódio e d+ invej+.
l+r+ +l¸uns, + Wyrm tornou-se + ¸er+dor+ do desequilí-
brio +o tent+r us+r + We+ver p+r+ petrific+r + Wyld em n+d+,
dest+ form+ +lc+nç+ndo + liberd+de p+r+ destruir tod+ + cri-
+ç1o. A¸or+ + Wyrm estí pres+ num+ +rm+dilh+ en¸endr+-
d+ por el+ própri+ - um tributo +os peri¸os d+ +mbiç1o.
A Wyrm encontrou muitos seres conscientes, fr+cos o
b+st+nte p+r+ se renderem + su+ corrupç1o; el+ +¸or+ possui
muitos servos. lor que + Wyrm é + dec+dênci+ em tod+s +s
cois+s, el+ é c+p+: de sussurr+r p+r+ os lu¸+res sombrios den-
tro de tod+s +s cri+tur+s inteli¸entes. lort+nto su+ doenç+
se esp+lh+ nos mundos físico e espiritu+l, onde el+ venceu
muit+s b+t+lh+s e conquistou muitos Reinos.
Os b+tedores O+rou e espiritu+is jí vi+j+r+m +os Reinos
Wyrm. Devido + destruiç1o ce¸+, esses lu¸+res encontr+m-
se +bsolut+mente destituídos de O+i+. Seus h+bit+ntes fo-
r+m escr+vi:+dos ou destruídos pelos M+lditos e pelos ln-
c+rn+ m+is m+li¸nos. Se + Wyrm conse¸uir, todos os mun-
dos ser1o refeitos dest+ form+ - +té que sej+m destruídos.
0elestiaes
Ab+ixo d+ Trí+de, no totem cosmoló¸ico, est1o os Ce-
lestinos. Os m+iores Celestinos s1o lun+, o espírito d+ lu+,
e Hélios, o espírito do Sol. A m+nifest+ç1o m+is +br+n¸ente
de O+i+ é um+ form+ Celestin+. A verd+deir+ form+ de O+i+
é t1o m+ior que + Trí+de que n1o hí form+ de percebê-l+, +
n1o ser +tr+vés d+ bênç1o tr+nscendent+l d+ uni1o místic+.
Os outros Celestinos s1o servidores poderosos d+ Trí+de,
m+s +s su+s form+s s1o complet+mente i¸nor+d+s pelos O+-
!79
rou. Lles s1o conscientes e dot+dos de um+ inteli¸ênci+ +l-
tíssim+. A m+iori+ dos Celestinos h+bit+ Reinos pl+nej+dos
por eles mesmos; nesses Reinos eles s1o onipotentes e oni-
presentes. Costum+m ser visit+dos +pen+s por lnc+rn+.
Os Celestinos oc+sion+lmente envi+m +v+t+res p+r+ se
comunic+rem com os O+rou. Lsses +v+t+res s1o +spectos
deles mesmos que podem ser +lc+nç+dos e compreendidos
pelos O+rou. A verd+deir+ form+ de um Celestino é incon-
cebível; é +pen+s +tr+vés de um +v+t+r que su+ comunic+-
ç1o entre eles e os seres menores pode ter lu¸+r.
l+r+ cri+r um +v+t+r, o Celestino simplesmente desej+
+p+recer num+ form+ finit+, limit+d+. Devido + su+ n+ture-
:+ qu+se infinit+, um Celestino pode ter muitos +v+t+res
+tivos + um só tempo. N1o hí como os +v+t+res Celestinos
serem destruídos ou +fet+dos prejudici+lmente por seres
menos poderosos que eles.
|acaraa
Lm de¸r+u +b+ixo dos Celestinos est1o os lnc+rn+. Lles
s1o l+c+ios, consortes, conselheiros e ¸uerreiros; servem +os
Celestinos e extr+em poder de seus p+droeiros. Al¸uns de-
les possuem seus próprios Domínios, m+s + m+iori+ dos
Domínios que eles h+bit+m for+m cri+dos por Celestinos.
Qu+ndo os Celestinos morrem, seus lnc+rn+ costum+m so-
breviver. Lsses espíritos poderosos procur+m por Onose e
propósito. Muitos deles busc+m torn+r-se Celestinos.
Os totens espiritu+is s1o os lnc+rn+ com que os O+rou
¸u+rd+m m+is f+mili+rid+de. Lsses seres, n+ m+iori+ d+s ve-
:es servos de O+i+, podem cri+r muitos +v+t+res p+r+ se co-
munic+r e inter+¸ir com o O+rou. Os totens de m+tilh+ s1o
totens +v+t+res (Vej+ T·:.m). Os totens +v+t+res +sseme-
lh+m-se + J+¸¸lin¸s (vej+ +di+nte) em form+ e em poder.
Lmbor+ os lnc+rn+ sej+m menos poderosos que os Ce-
lestinos, s1o imens+mente v+stos e potentes, existindo em
muitos níveis. Norm+lmente, +pen+s seus +v+t+res podem
inter+¸ir com eles, embor+ os Theur¸es contem lend+s so-
bre ¸r+ndes videntes que encontr+r+m lnc+rn+s n+ Lmbr+
e +dquirir+m um+ compreens1o m+is verd+deir+ d+ n+ture-
:+ do poder.
]aqqliaqs
Os J+¸¸lin¸s s1o espíritos m+is simples que servem +os
lnc+rn+, embor+ +l¸uns J+¸¸lin¸s sirv+m diret+mente + um
Celestino, eles s1o form+dos de um+ p+rte d+ essênci+ espi-
ritu+l de seu p+droeiro, costum+ndo ser muito le+is. Al¸uns
desenvolvem livre-+rbítrio (ou recebem de seu p+droeiro).
Os J+¸¸lin¸s m+is +v+nç+dos podem duplic+r este processo
e +ssim cri+r O+fflin¸s p+r+ lhes servir. Os O+rou podem
(freqüentemente o f+:em) inter+¸ir com J+¸¸lin¸s. Al¸uns
J+¸¸lin¸s ensin+m Dons +os O+rou, enqu+nto outros, como
os Ln¸lin¸s, podem prover Onose + um+ seit+ inteir+.
6a((liaqs
Os espíritos m+is b+ixos - servos semiconscientes ou
inconscientes dos J+¸¸lin¸s. Lles costum+m ser us+dos como
ferr+ment+s por seus mestres e pelos lnc+rn+, que n1o os
consider+m seres inteli¸entes. Os O+fflin¸s s1o us+dos p+r+
conferir poder +os fetiches dos O+rou e p+r+ envi+r mens+-
¸ens +tr+vés d+ Lmbr+. Lles se m+ntêm em comunic+ç1o
const+nte com seu p+droeiro, permitindo const+ntemente
que ele +ssum+ controle +bsoluto deles. Muitos O+fflin¸s
sentem-se m+is "completos" qu+ndo permitem que seus p+-
droeiros os dominem. Al¸uns O+fflin¸s s1o tot+lmente inte-
li¸entes, m+s esses s1o exceçöes, sendo n+ m+iori+ d+s ve:es
obr+ de misterios+s forç+s superiores. Os O+rou inter+¸em
com os O+fflin¸s m+is que com qu+lquer outr+ espécie de
espírito. Os O+fflin¸s podem ensin+r Dons +os O+rou e ser
+prision+dos em seus fetiches.
0aracterísticas des £spírites
Os espíritos diferem dos seres físicos sob diversos +spec-
tos. Lles n1o comp+rtilh+m +s mesm+s C+r+cterístic+s. Os
espíritos n1o têm Atributos nem H+bilid+des. Ao invés dis-
so, eles s1o definidos pel+s se¸uintes C+r+cterístic+s: lorç+
de Vont+de, lúri+, Onose, loder e Lnc+ntos. Descrevemos
+ se¸uir como eles us+m est+s C+r+cterístic+s.
A lorç+ de Vont+de possibilit+ + um espírito re+li:+r
+çöes "físic+s": +t+c+r um inimi¸o, correr +trís de outro es-
pírito ou +té mesmo vo+r +tr+vés d+ Lmbr+. Lsse tipo de
competiç1o entre espíritos é resolvido por testes de lorç+
de Vont+de opostos.
DificuIdade Açöes
3 +ç1o fícil
5 +ç1o muito simples
6 +ç1o norm+l
o +ç1o difícil
10 +ç1o virtu+lmente impossível
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!BU 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Fária
A lúri+ é + r+iv+ e +n¸ústi+ de um espírito. Com su+
lúri+, os espíritos podem destruir e ferir outros espíritos ou
os O+rou. l+r+ c+d+ sucesso obtido num teste de lúri+, in-
fli¸e-se um Nível de Vit+lid+de de d+no, ou se perde um
ponto de poder, c+so o +lvo sej+ um espírito. (Vej+ C·m|a:.
na Lm|ra).
6aese
Onose é +quilo que um espírito us+ p+r+ qu+lquer tipo
de teste Ment+l ou Soci+l, ou qu+lquer teste p+r+ tr+nsfor-
m+r os p+rìmetros de um+ situ+ç1o. lor exemplo, um+ com-
petiç1o de eni¸m+s com um espírito poderi+ ser resolvid+
us+ndo R+ciocínio ÷ Lni¸m+s do question+dor resistido pel+
Onose do espírito. Aquele que obtiver m+is sucessos s+i vi-
torioso. D+ mesm+ form+, um espírito test+ri+ su+ Onose +o
tent+r intimid+r, +ssust+r ou en¸+n+r um +lvo.
DificuIdade Ação
3 Alvo ¸r+nde
5 Alvo sent+do
6 Alvo norm+l
o Alvo em movimento
10 Alvo minúsculo
Peder
Ao contrírio dos O+rou, os espíritos us+m seus próprios
pontos de Onose nos +t+ques; só que eles us+m "b+teri+s" de
ener¸i+ místic+, que se +b+stecem d+ Lmbr+. A "b+teri+" de
um espírito é conhecid+ como seu loder, e é ¸+st+ medi+nte o
uso de h+bilid+des especi+is e +tr+vés d+ recepç1o de d+nos.
Qu+ndo o loder de um espírito che¸+ + :ero, o espírito se
dissip+ n+ Lmbr+ dur+nte um número de hor+s i¸u+l + 20
menos + su+ Onose; depois desse período, o loder é Reform+-
do em um ponto. Lm+ opç1o: um O+rou que conheç+ o ritu+l
+propri+do pode prender o espírito num fetiche; contudo, o
fetiche n1o serí utili:ível +té que o loder do espírito sej+ re-
c+rre¸+do (vej+ n..arr.¸anJ· í·J.r, +di+nte). Lm O+rou que
redu:+ o loder de um espírito + :ero pode t+mbém querer
extr+ir +té cinco pontos de Onose do espírito p+r+ rec+rre¸+r +
su+ própri+. lsto m+t+ o espírito se ele tiver menos que cinco
pontos de Onose. Desnecessírio di:er, est+ é um+ bo+ form+
de enfurecer um monte de espíritos.
£acaates
C+d+ espírito possui poderes especi+is, conhecidos como
Lnc+ntos. Os Lnc+ntos ¸er+lmente requerem um+ cert+
qu+ntid+de de loder p+r+ serem empre¸+dos. A n1o ser que
sej+ determin+d+ outr+ cois+, um Lnc+nto dur+ um+ cen+.
lorém, os Lnc+ntos orient+dos p+r+ comb+te dur+m um
turno por uso.
£acaates
£acaates 0emaas
º Sentido de Orientação: A m+iori+ dos espíritos pos-
sui um sentido n+tur+l d+s direçöes no mundo espiritu+l,
est+ndo +pt+ + vi+j+r sem muit+ dificuld+de. Lncontr+r um+
cois+ específic+ cust+ um ponto de loder.
º Armadura: Lste Lnc+nto oferece + um espírito um
d+do de +bsorç1o por ponto de loder ¸+sto. Lst+ é + únic+
!B!
form+ que um espírito tem de +bsorver d+nos. O espírito
pode us+r este Lnc+nto em qu+lquer momento no turno de
comb+te +ntes que obtenh+ d+nos nos d+dos (Vej+ C·m|a-
:. na Lm|ra.)
º Curar: lsto permite que um espírito cure seres físicos
(como O+rou). O espírito ¸+st+ um ponto de loder + c+d+
Nível de D+nos, ou três + c+d+ Nível de Vit+lid+de se o
d+no for +¸r+v+do.
º MateriaIizar: Lm espírito com este Lnc+nto pode se
m+teri+li:+r e +fet+r o mundo físico. l+r+ f+:er isto, + Onose
do espírito precis+ i¸u+l+r ou exceder + lelícul+ dess+ íre+.
Qu+ndo um espírito se M+teri+li:+r, ele deve ¸+st+r loder
p+r+ cri+r um+ form+ físic+ e conferir + si mesmo C+r+cte-
rístic+s corpor+is. Contudo, um espírito +ind+ teste su+ Onose
p+r+ +tivid+des Soci+is ou Ment+is. Os custos de pontos de
loder s1o os se¸uintes:
Custo de Poder Característica
1 A c+d+ nível de Atributo lísico
1 A c+d+ dois níveis de H+bilid+de
1 ¯ Níveis de Vit+lid+de (como um
mort+l)
1 A c+d+ Nível de Vit+lid+de (c+d+
Nível de Vit+lid+de extr+ t+mbém
+ument+ o t+m+nho)
1 A c+d+ Nível de Vit+lid+de cur+do
(re¸ener+r d+nos d+ form+ físic+)
1 Arm+mento: A c+d+ d+do de d+no
+¸r+v+do em +diç1o + lorç+ (Mordi-
d+ é um d+do, O+rr+s s1o dois, etc.)
Os espíritos n1o têm limites em seus níveis de Atributo e
H+bilid+de; medi+nte o dispêndio de pontos de loder, é pos-
sível p+r+ eles form+r corpos extrem+mente fortes ou rípidos.
lor exemplo: um espírito M+ldito quer M+teri+li:+r-se
no mundo físico, p+r+ melhor +terrori:+r os mort+is. Lle quer
+s se¸uintes c+r+cterístic+s: lorç+ 3, Destre:+ +, Vi¸or 3,
Bri¸+ +, Lsquiv+ 3, lurtivid+de 3 e sete Níveis de Vit+lid+-
de. lsto lhe cust+ 16 pontos de loder.
Lm espírito pode perm+necer M+teri+li:+do o tempo que
desej+r, m+s n1o pode entr+r num+ íre+ com um nível de
lelícul+ m+ior que + su+ Onose. Lnqu+nto estiver M+teri+li-
:+do, o espírito n1o poderí rec+rre¸+r seu poder, + n1o ser que
possu+ um Lnc+nto que possibilite isso. Qu+ndo um espírito
M+teri+li:+do é +t+c+do, +tribui-se d+nos +os seus Níveis de
Vit+lid+de. Se um espírito for redu:ido + :ero Níveis de Vit+-
lid+de, ele se dissip+ n+ Lmbr+ e n1o pode reutili:+r este Ln-
c+nto por um certo tempo (20 hor+s menos su+ Onose).
Atenç1o: o d+no +¸r+v+do sofrido por um espírito é +pli-
c+do +os Níveis de Vit+lid+de . de poder. Dest+ form+, um
espírito n1o pode sempre esc+p+r ileso de su+ pere¸rin+ç1o
n+ Terr+.
º Reforma: Lste Lnc+nto possibilit+ + um espírito dissi-
p+r-se e se Reform+r em qu+lquer outr+ p+rte n+ Lmbr+,
norm+lmente bem lon¸e de seus inimi¸os; isto cust+ 20 pon-
tos de loder.
£acaates £speciais
º Rajada de Iogo: O espírito pode disp+r+r um+ ¸ot+ de
ch+m+ em seus oponentes. O custo de loder é dois por
d+do de d+no.
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!B2 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
º Romper ReaIidade: O espírito pode sep+r+r + re+lid+-
de de um+ substìnci+, e +ssim modific+r su+ form+ umbr+l,
f+:endo um teste de Onose. lor exemplo, o espírito pode-
ri+, com um teste bem sucedido, cri+r um+ port+ num+ p+-
rede, permitindo +o espírito +tr+vessí-l+. A dificuld+de é
determin+d+ pel+ extens1o d+ mud+nç+ tent+d+ e por qu1o
interess+nte, sensível e inteli¸ente é + +ç1o. O número de
sucessos obtidos determin+ o qu+nto se conse¸ue re+lmen-
te mud+r. Lm+ f+lh+ crític+ neste teste é extrem+mente
prejudici+l, lev+ndo o espírito + perder um ponto de Onose.
O custo de loder v+ri+ de dois + 10 pontos (m+is um+ ve:,
dependendo d+ extens1o d+ mud+nç+).
º Petrificar: Lste enc+nto é possuído +pen+s por espíri-
tos d+ We+ver. Lle possibilit+ +o espírito li¸+r um +lvo +
Tei+ l+dr1o. Re+li:+-se um teste de lorç+ de Vont+de con-
tr+ + lúri+ do +lvo; c+d+ sucesso subtr+i um ponto dos Atri-
butos lísicos d+ vítim+ (ou lorç+ de Vont+de, no c+so de
espíritos). Qu+ndo os Atributos ou + lorç+ de Vont+de s1o
redu:idos + :ero, + vítim+ é +prision+d+ n+ Tei+ l+dr1o +té
que outros + libertem (os s+lv+dores precis+m obter em testes
de +t+que ou lúri+ um número de sucessos de d+nos i¸u+l +os
sucessos do espírito d+ We+ver.) O custo do loder é dois.
º Purificar os Domínios Sombrios: Lste Lnc+nto é se-
melh+nte +o Ritu+l de lurific+ç1o. Lle expur¸+ + corrupç1o
espiritu+l nos +rredores. O custo de loder é 10.
º ControIe de Sistemas EIetricos: O espírito pode exer-
cer controle sobre um sistem+ elétrico. O espírito test+ su+
Onose (dificuld+de de 3 + 9, de +cordo com + complexid+de
do sistem+). O custo de loder v+ri+ de um + cinco pontos.
º Criar Chamas: Ao obter êxito num teste de Onose, o
espírito pode cri+r pequen+s ch+m+s. A dificuld+de v+ri+
(de 3 p+r+ pequen+s ch+m+s +té 9 p+r+ incêndios). O custo
de loder v+ri+ de um + cinco pontos.
º Criar Vento: O espírito pode cri+r efeitos de vento.
O custo de loder v+ri+ - de um p+r+ um+ bris+ +té 20 p+r+
um torn+do.
º Desorientar: lossuído +pen+s 'por Wyldin¸s (norm+l-
mente Vórtices). O espírito pode +lter+r complet+mente
m+rcos e direçöes medi+nte um teste bem sucedido de Onose
(dificuld+de 6 ou o nível de películ+, o que for m+ior). O
custo de loder é dois.
º Inundação: O espírito pode f+:er com que tod+ + í¸u+
num determin+do lu¸+r +umente r+pid+mente, provoc+ndo
um+ inund+ç1o. O custo de loder é de cinco + c+d+ r+io de
um+ 600 metros.
º Sentir a IIoresta: O espírito pode sentir tudo que
ocorre em seu domínio florest+l terrestre. O custo de loder
é 10.
º CongeIar: O espírito pode b+ix+r dr+stic+mente + tem-
per+tur+ n+ íre+ imedi+t+. O custo é três pontos de loder
p+r+ c+d+ r+io de nove metros, e três pontos +dicion+is de
loder por d+do de d+no; qu+lquer indivíduo que se encon-
tr+r n+ íre+ sofre este d+no. Os primeiros três pontos ¸+stos
redu:em + temper+tur+ n+ íre+ +té o ponto de con¸el+men-
to; c+d+ três pontos +dicion+is redu:em + temper+tur+ em -
12°C.
º HáIito CongeIante: O espírito ex+l+ um hílito de +r
¸el+do e fétido. O custo é de um ponto de loder por d+do
de d+no.
º EstiIhaços de CeIo: O espírito pode l+nç+r estilh+ços
+fi+dos de ¸elo contr+ um +lvo. O custo é de cinco pontos
de loder + c+d+ três pontos de d+nos.
º Raios: O espírito pode ¸er+r r+ios e mirí-los contr+
seus oponentes. O custo de loder é de dois pontos por d+do
de d+nos infli¸idos.
º Abrir Ponte da Lua: Cri+ um+ lonte d+ lu+ +té um+
loc+li:+ç1o desej+d+; n1o é necessírio que h+j+ um c+ern
presente. A distìnci+ tot+l é de 620 quilometros. O custo
de loder é cinco.
º Metamorfose: O espírito pode +ssumir + form+ de
qu+lquer cois+ que ele deseje. Lle n1o +dquire os poderes
ou +s h+bilid+des de su+ nov+ form+, +pen+s su+ +p+rênci+,
O custo de loder é cinco.
º EstiIhaçar Vidro: O espírito pode f+:er com que todo
o vidro n+ vi:inh+nç+ quebre (Onose; dificuld+de 6). O custo
de loder é três.
º Curto Circuito: O espírito pode provoc+r curto cir-
cuito em sistem+s elétricos (Onose; dificuld+de 6). O custo
de loder é três.
º SoIidificar ReaIidade: Lste enc+nto é possuído +pe-
n+s por espíritos d+ We+ver. Lle possibilit+ o espírito d+
We+ver + fi+r + Tei+ l+dr1o, dest+ form+ reforç+ndo +s leis
e +s re¸r+s d+ We+ver sobre +spectos d+ Lmbr+. O poder
requer +pen+s um teste de lorç+ de Vont+de. O espírito
poderi+, medi+nte um teste suficientemente bem sucedido,
torn+r um+ p+rede espiritu+l t1o sólid+ que n1o pudesse ser
+tr+vess+d+. A dificuld+de é determin+d+ pel+ extens1o d+
solidific+ç1o e o qu1o interess+nte, sensível e inteli¸ente for
+ descriç1o d+ +ç1o. O número de sucessos obtidos deter-
min+ o nível de solidific+ç1o permitido. O custo de loder
v+ri+ de um + 20, dependendo d+ m+¸nitude do feito.
Os sucessos torn+m o objeto ou o espírito m+is sólido.
Os níveis efetivos de "Vit+lid+de" do objeto s1o +ument+-
dos em um por sucesso. Os efeitos dur+m cerc+ de um di+.
C+d+ espírito pode f+:er +pen+s um teste p+r+ c+d+ objeto.
º Estática EspirituaI: Lste enc+nto é possuído +pen+s
por espíritos d+ We+ver. O espírito pode elev+r o nível d+
lelícul+ num+ determin+d+ íre+ em um ponto. O custo do
loder é 10.
º Disparar Vidro: O espírito pode direcion+r estilh+ços
de vidro contr+ intrusos. lode-se infli¸ir três d+dos de d+-
nos. O custo de loder é cinco.
º Rastrear: O espírito pode r+stre+r precis+mente + su+
pres+. O custo de loder é cinco.
º Umbramoto: O O+rou pode provoc+r n+ Lmbr+ um
+b+lo de t+m+nh+ m+¸nitude que todos que estej+m em pé
s1o jo¸+dos +o solo. Qu+lquer um que se encontre dentro
do r+io sofre d+nos devido + concuss1o espiritu+l. O custo é
de cinco pontos de loder + c+d+ r+io de três metros, e dois
pontos de loder por d+do de d+no +¸r+v+do.
º Levitação: O espírito pode er¸uer um+ cri+tur+ do
t+m+nho de um ser hum+no no +r. O custo de loder é três.
£acaates des Maldites
º InfIuência MaIefica: O espírito pode provoc+r c+r+c-
terístic+s ne¸+tiv+s em um +lvo. Se o espírito for bem suce-
!B·
dido num +t+que, o +lvo terí de f+:er imedi+mente um teste
de lorç+ de Vont+de. C+so ele fr+c+sse, su+s c+r+cterístic+s
ne¸+tiv+s lhe domin+r1o + person+lid+de dur+nte +s hor+s
se¸uintes. Lm+ f+lh+ crític+ no teste de lorç+ de Vont+de
f+rí com que ess+ lnfluênci+ M+léfic+ sej+ perm+nente. O
custo de loder é dois.
º Corrupção: O espírito pode sussurr+r um+ su¸est1o
m+li¸n+ no ouvido de um +lvo; o +lvo é inclin+do + +¸ir
se¸undo esse pens+mento. O custo de loder é um.
º Incitar Irenesi: O espírito pode lev+r um O+rou + ser
tom+do pelo frenesi. Teste + lúri+ do espírito (+ dificuld+de
é + lorç+ de Vont+de do +lvo). O custo de loder é três.
º Possessão: O espírito (norm+lmente um M+ldito) pode
possuir um ser vivo ou um objeto in+nim+do. A possess1o
requer um teste bem sucedido de Onose (+ dificuld+de é +
lorç+ de Vont+de d+ vítim+).. O número de sucessos é i¸u+l
+ velocid+de com que + possess1o ocorre. Consulte + t+bel+
+b+ixo:
Sucessos Tempo Dispendido
1÷ seis hor+s
2÷ três hor+s
3÷ um+ hor+
+÷ 15 minutos
5÷ cinco minutos
6÷ inst+ntìneo
Dur+nte o tempo necessírio p+r+ possuir + vítim+, o es-
pírito encontr+rí um+ p+rte escur+ e isol+d+ d+ Lmbr+ (nor-
m+lmente um+ Re¸i1o Sombri+) e perm+necerí lí, concen-
tr+ndo-se n+ possess1o. Dur+nte este tempo o espírito n1o
pode execut+r qu+lquer outr+ +ç1o. Se ele se en¸+nj+r em
comb+te espiritu+l, o elo possessivo romperí. Os espíritos
possessivos costum+m ser prote¸idos por outros de su+ es-
pécie, + fim de ¸+r+ntir que o procedimento d+ possess1o
n1o sej+ pertub+do.
Lm espírito que tiver possuído um+ vítim+ é c+p+: de
m+nifest+r determin+d+s c+r+cterístic+s e h+bilid+des +tr+-
vés do corpo d+ vítim+. Lsses hum+nos indefesos s1o co-
nhecidos como fomores (vej+ o Apêndice).
Recarreqaade Peder
Qu+ndo um espírito estí debilit+do em loder, ele começ+
+ fic+r tr+nslúcido, como se n1o estivesse complet+mente +li.
C+so o espírito tenh+ perdido seu loder devido + d+nos de
comb+te, seu corpo fic+rí coberto de r+s¸os dent+dos .
Os espíritos podem rec+rre¸+r seu loder entr+ndo num
est+do de in+tivid+de +bsolut+ ch+m+do + Sonec+. Dur+nte
este tempo o espírito descobre um lu¸+r isol+do n+ Lmbr+ e
flutu+ p+r+ lí, entr+ndo num est+do de sono profundo. l+r+
c+d+ hor+ que o espírito n1o fi:er +bsolut+mente n+d+, ele
recuper+ um ponto de loder. O f+to do espírito sonh+r ou
n1o enqu+nto se encontr+ nesse est+do é um+ quest1o polê-
mic+ entre os Theur¸es.
Qu+ndo um espírito estiver tir+ndo um+ Sonec+, ele pode
ser +prosion+do f+cilmente medi+nte o uso de um ritu+l, +
despeito de seu nível corrente de loder ou de su+ relutìn-
ci+. Qu+ndo um espírito é +prision+do num fetiche, ele en-
tr+ +utom+tic+mente em Sonec+ e perm+nece nesse est+do
+té ser libert+do; os poderes do fetiche s1o +tiv+dos pelo
usuírio, n1o pelo espírito. Lm fetiche recém-cri+do n1o tr+-
b+lh+rí +té que o espírito tenh+ re+dquirido seu loder ple-
no (o que pode lev+r um bom tempo p+r+ os espíritos m+is
poderosos).
Mecimeate
Todos os espíritos podem vo+r (e flutu+r) n+ Lmbr+. A
distìnci+ míxim+ (em metros) que eles podem se mover
num turno é de 1o ÷ lorç+ de Vont+de.
A Lmbr+ nem sempre possui um+ ¸eo¸r+fi+ +bsolut+-
mente +nílo¸+ + do mundo físico; oc+sion+lmente +s medi-
d+s em metros e quilometros n1o correspondem +s do mun-
do físico. O N+rr+dor tem tot+l liberd+de p+r+ s+lt+r distìn-
ci+s qu+ndo estiver condu:indo históri+s n+ Lmbr+. Contu-
do, + lenumbr+ (+ :on+ que cerc+ diret+mente + re+lid+de
físic+) m+ntém distìnci+s +nílo¸+s +s do mundo físico (um
metro s.mjr. equiv+le + um metro).
0emaaicaçãe
Os espíritos f+l+m um+ lín¸u+ diferente dos seres físicos.
A comunic+ç1o espiritu+l é menos um+ lin¸u+¸em que um+
form+ de telep+ti+: é simplesmente um+ compreens1o entre
o emissor e o receptor. N1o é todo mundo que pode enten-
der os espíritos. O Dom Comunic+ç1o Lspiritu+l é requeri-
do p+r+ que se poss+ f+l+r p+r+ espíritos e compreendê-los.
Os espíritos +li+dos do O+rou (como um J+¸¸lin¸ ou um
O+fflin¸ do l+lc1o) podem f+l+r + lín¸u+ do O+rou. D+ mes-
m+ form+, muitos outros espíritos t+mbém conhecem +s lín-
¸u+s dos hum+nos e dos O+rou. A n1o ser que esses espíri-
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!B4 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
tos optem f+l+r +ssim com um O+rou, este precis+ possuir o
Dom +propri+do p+r+ f+l+r com eles. Os Dons que possibili-
t+m controle ou inter+ç1o com espíritos n1o requerem que
o usuírio compreend+ + lín¸u+ espiritu+l ou que os espíritos
compreend+m o usuírio. lor exemplo, o Dom Com+nd+r
Lspíritos funcion+ m+¸ic+mente, + despeito do que o co-
m+nd+nte di¸+.
Feticbes
Lm fetiche é um objeto que contém + essênci+ de um
espírito. O espírito estí +prision+do num objeto, podendo
subseqüentemente ser convoc+do p+r+ execut+r t+ref+s p+r+
o port+dor do fetiche. O tipo de t+ref+s especi+is que um
fetiche pode desempenh+r depende d+ espécie de espírito
+prision+do nele.
Lm fetiche é qu+se sempre um objeto n+tur+l feito de
m+deir+, b+rro, etc. (embor+ os fetiches dos And+rilhos do
Asf+lto costumem ser feitos de objetos tecnoló¸icos), po-
dendo norm+lmente ser c+rre¸+dos n+ m1o. Muitos fetiches
s1o +dorn+dos com pen+s, col+res, tr+nç+s e ent+lhes des-
crevendo o espírito que contêm. Arm+s como l+nç+s e f+c+s
t+mbém podem ser us+d+s como fetiches.
A qu+ntid+de de poderes dos fetiches é +ssombros+ -
+fin+l existe um número incontível de espíritos n+ Telluri-
+n. lor conter +s essênci+s dos espíritos, todos os fetiches
s1o s+¸r+dos p+r+ os O+rou. lort+nto, os fetiches s1o ¸u+r-
d+dos com cuid+do e tr+t+dos com respeito. Os +¸entes d+
Wyrm const+ntemente tent+m roub+r ou destruir esses fe-
tiches, e eles t+mbém possuem +l¸uns objetos p+rticul+r-
mente peri¸osos.
Lm fetiche é cri+do +tr+vés do Ritu+l do letiche (vej+
n|:ua|s). Lss+ cri+ç1o qu+se sempre envolve um espírito vo-
lunt+rioso. Contudo, certos místicos +prision+m espíritos
perm+nentemente, contr+ + vont+de do espírito. Lsses feti-
ches s1o qu+se sempre rebeldes e vistos pelos O+rou como
"+m+ldiço+dos".
l+r+ us+r um fetiche, um person+¸em precis+ entr+r em
h+rmoni+ com ele f+:endo um teste de Onose. A h+rmoni+
efetiv+mente sintoni:+ o fetiche com o port+dor, cri+ndo
um elo espiritu+l que possibilit+ o port+dor + lev+r o fetiche
p+r+ qu+lquer p+rte d+ Telluri+n e prover conhecimento
empítico dos poderes do fetiche. A dificuld+de p+r+ este
teste é o nível de Onose do fetiche; enqu+nto um único
sucesso estiver sendo obtido, o port+dor poderí us+r o feti-
che. C+so nenhum sucesso sej+ obtido, esse person+¸em n1o
poderí us+r esse fetiche, ou mesmo tent+r h+rmoni:+r-se
com ele nov+mente, +té que tenh+ feito +l¸um tipo de +cor-
do com o espírito residente. A form+ como isso é feito c+be-
rí +o N+rr+dor.
C+d+ ve: que o port+dor desej+r us+r um dos poderes de
seu fetiche, ele terí de f+:er um teste de Onose (+ dificuld+-
!B5
de é o nível de Onose do fetiche) p+r+ "+tiv+r" o poder.
Lm+ +ltern+tiv+: ele +pen+s ¸+st+ um ponto de Onose p+r+
+tiv+r o poder +utom+tic+mente.
l+r+ que um O+rou crie um tipo específico de fetiche ou
de +muleto, ele precis+ primeiro procur+r um espírito +fili+-
do com + intenç1o do objeto. lor exemplo, um espírito de
Cur+ n1o entr+ri+ num fetiche como um+ +d+¸+ ou num
+muleto como um Arco M+ldito. Jí um espírito d+ Ouerr+,
Dor ou Morte entr+ri+. Os espíritos dos fetiches qu+se sem-
pre s1o O+fflin¸s.
Lm+ list+ de exemplos de fetiches pode ser encontr+d+
no -j.nJ|...
Amaletes
Os +muletos s1o muito m+is fíceis de ser cri+dos que os
fetiches; +l¸uns s1o feitos por O+rou que n1o sej+m Theur¸es.
Os +muletos s1o semelh+ntes +os fetiches sob muitos +spectos
- eles s1o presos + objetos, requerem um ponto de Onose
p+r+ serem +tiv+dos (m+s n1o p+r+ h+rmoni:+r-se), e contêm
+ essênci+ viv+ de um espírito. A diferenç+ re+l entre os +mu-
letos e os fetiches é que os +muletos só podem ser us+dos um+
únic+ ve:. Depois de um uso, o +muleto de um espírito é libe-
r+do p+r+ + Lmbr+, e o objeto se torn+ mund+no nov+mente.
Ao contrírio dos fetiches, que podem ser us+dos +pen+s por
+queles que estej+m em h+rmoni+ com eles, os +muletos po-
dem ser empre¸+dos por qu+lquer um (incluindo indivíduos
que n1o sej+m O+rou). O Ritu+l de Compromisso é us+do
p+r+ cri+r um +muleto (vej+ n|:ua|s). Os O+rou dot+dos deste
Ritu+l podem forç+r os espíritos + entr+r em objetos medi+nte
o uso bem sucedido de um comb+te espiritu+l em que o espí-
rito sej+ +prision+do em ve: de destruído. A m+iori+ dos +mu-
letos s1o cri+dos dest+ form+. N1o é consider+do imor+l forç+r
um espírito + entr+r num +muleto, m+s ele só poderí ser us+-
do um+ ve:.
No Apêndice você encontr+rí um+ list+ de exemplos de
+muletos.
Cnµí:u1o o.:.. C Aunuo tsµírí:un1
!Bó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
!B7
Lste c+pítulo discute +s divers+s form+s de f+:er um per-
son+¸em mud+r dur+nte + cronic+. Aqui descreveremos
muitos sistem+s diferentes p+r+ resolver mud+nç+s nos per-
son+¸ens, sej+m el+s provoc+d+s pelo +cúmulo de experiên-
ci+ ou de ferimentos.
Lste c+pítulo é subdividido em três seçöes, c+d+ um+
d+s qu+is discutindo um+ v+ried+de de sistem+s diferentes
p+r+ implement+r +s mud+nç+s dos person+¸ens. O Desen-
volvimento do lerson+¸em descreve como +s C+r+cterísti-
c+s podem +ument+r (e diminuir), e t+mbém incluem Re-
nome. Os Lst+dos lísicos incluem sistem+s p+r+ ferimentos
e recuper+ç1o de ferimentos. Os Lst+dos Ment+is incluem
sistem+s p+r+ frenesi e p+r+ o Delírio.
Lm+ d+s cois+s m+is empol¸+ntes sobre os person+¸ens
dos jo¸+dores é ver como eles mud+m com o tempo. Obser-
v+r um person+¸em desenvolver-se e +m+durecer é como
ver um+ cri+nç+ crescer di+nte de nossos olhos. M+s em
Lobisomem, o desenvolvimento nem sempre ocorre p+r+
melhor. Lle freqüentemente si¸nific+ que o person+¸em c+i
lent+mente no +bismo. Assim é + n+ture:+ deste jo¸o. lro-
cure melhor+r e sobreviver +o tempos difíceis, e tente +pre-
ci+r o imp+cto +rtístico de perder + su+ hum+nid+de ou +
su+ mente.
Lste c+pítulo tr+t+ de permut+çöes, n1o de re¸r+s. N+s
pí¸in+s se¸uintes n1o hí naJa que você jr..|s. s+ber, m+s +l-
¸um+s cois+s sobre +s qu+is você desej+rí s+ber m+is. Apen+s
use os sistem+s que fi:erem sentido p+r+ você: o resto, i¸nore.
0eseacelcimeate de Perseaaqem
Lst+ seç1o discute +s form+s se¸undo +s qu+is um perso-
n+¸em pode ¸+nh+r (ou perder) poder e h+bilid+des ou, +in-
d+, estim+ n+ socied+de O+rou (Renome).
Peates de £rperiêacia
Nós hum+nos somos míquin+s de +prendi:+do, e +pren-
demos const+ntemente - + despeito de nós mesmos. Ao
+prendermos n1o +pen+s f+tos e cifr+s, m+s t+mbém nov+s
form+s de viver, podemos nos tr+nsform+r no que quisermos.
Lsse tipo de mud+nç+ t+mbém ocorre com os lobisomens.
Dur+nte um+ históri+, os person+¸ens +prendem muit+s
cois+s. A m+ior p+rte do que eles +prendem n1o é o tipo de
cois+ que poss+ ser re¸istr+d+ em fich+s de person+¸em, m+s
+l¸um+ cois+ que os jo¸+dores ¸u+rd+m n+ mente. Lles po-
dem n1o ter +prendido que nunc+ devem deix+r + port+ do
c+rro destr+nc+d+ ou que n1o é sens+to +nd+r num beco
escuro com um+ lu: +s su+s cost+s. Oc+sion+lmente, o que
eles +prendem pode ser re¸istr+do.
No fim de um+ históri+, o N+rr+dor premi+ c+d+ perso-
n+¸em com pontos de experiênci+, norm+lmente conferin-
do + mesm+ qu+ntid+de + c+d+ um. Os jo¸+dores ent1o sim-
plesmente re¸istr+m qu+ntos pontos de experiênci+ eles
+dquirir+m. Os pontos de experiênci+ podem ser us+dos p+r+
+ument+r +s C+r+cterístic+s.
O custo p+r+ +ument+r C+r+cterístic+s v+ri+ enorme-
mente; consulte + t+bel+ + se¸uir p+r+ det+lhes específicos.
O custo é qu+se sempre b+se+do no nível presente ve:es um
determin+do número (sim... você v+i ter de multiplic+r').
Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
0apítale 0ite: 0apítale 0ite:
0apítale 0ite: 0apítale 0ite: 0apítale 0ite:
Sistema Sistema
Sistema Sistema Sistema
de Reqras de Reqras
de Reqras de Reqras de Reqras
!BB 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
lort+nto, se o person+¸em tiver um nível de lrontid1o de 2
e o jo¸+dor quiser eleví-lo p+r+ 3, f+:er isso cust+rí + pon-
tos de experiênci+. C+so o person+¸em n1o possu+ nenhu-
m+ c+r+cterístic+, o custo serí list+do como um+ H+bilid+-
de "nov+". Lm+ C+r+cterístic+ pode ser elev+d+ +pen+s em
um ponto por históri+ - nunc+ m+is que isso.
|aterprete
N+ condiç1o de N+rr+dor, você n1o deve deix+r um jo-
¸+dor ¸+st+r seus pontos de experiênci+ p+r+ elev+r qu+l-
quer C+r+cterístic+ que ele queir+ - + cois+ é um pouco
m+is complic+d+ que isso. A C+r+cterístic+ Aument+d+ pre-
cis+ ser +l¸um+ cois+ que o person+¸em tenh+ tido um+ ch+n-
ce de +prender ou us+r dur+nte + históri+ - tenh+ o perso-
n+¸em +lc+nç+do ¸r+nde sucesso +tr+vés do uso d+ C+r+c-
terístic+, ou cometido um ¸r+nde erro + p+rtir do qu+l poss+
+prender +l¸um+ cois+. No c+so d+ lorç+ de Vont+de, +l¸u-
m+ cois+ precis+ ter re+lmente ocorrido p+r+ +ument+r +
confi+nç+ do person+¸em em si mesmo.
lermit+ +pen+s +umentos de C+r+cterístic+s se eles tive-
rem sido costur+dos n+ históri+ (ou poss+m vir + ser). N+ pior
d+s hipóteses, +s mud+nç+s precis+m f+:er sentido em termos
d+ históri+ e n1o simplesmente ser mud+nç+s que o jo¸+dor
f+ç+ porque desej+ que seu person+¸em +j+ de um+ determi-
n+d+ form+. Lste sistem+ de experiênci+ pode ser t1o re+list+
qu+nto você quiser que ele sej+. Qu+nto m+is você forç+r os
jo¸+dores + conferir sentido +s su+s experiênci+s, m+is isso
serí benéfico +o desenvolvimento tot+l do person+¸em.
Premiaade cem Peates de
£rperiêacia
Conferir pontos de experiênci+ requer um+ combin+ç1o
cuid+dos+ entre premi+r os jo¸+dores e m+nter o equilíbrio do
jo¸o. Se¸uindo +s instruçöes +b+ixo, você prov+velmente n1o
enfrent+rí muitos problem+s. Aind+ +ssim, sint+-se + vont+de
p+r+ experiment+r outr+s soluçöes qu+ndo p+recer +dequ+do.
Fim de 0ada 0apítale
Confir+ + c+d+ person+¸em cinco pontos de experiênci+
no fin+l de c+d+ c+pítulo (sess1o de jo¸o). Tenh+ o person+-
¸em obtido êxito ou fr+c+ss+do, confir+ um ponto de p+rti-
cip+ç1o + ele (lembre-se, +s ve:es +prendemos + despeito de
nós mesmos).
º Um ponto - Automático: C+d+ jo¸+dor recebe um
ponto +o término d+ sess1o de jo¸o.
º Um ponto - Curva de Aprendizado: O person+¸em
+prendeu +l¸um+ cois+ com su+s experiênci+s dur+nte o
c+pítulo. leç+ +o jo¸+dor que descrev+ o que o seu person+-
¸em +prendeu +ntes de lhe conceder o ponto.
º Um ponto - Atuação: O jo¸+dor interpretou bem -
n1o +pen+s de form+ divertid+, m+s +propri+d+. Conced+ este
prêmio +pen+s por interpret+çöes excepcion+is - os seus p+-
dröes de jul¸+mento devem ser c+d+ ve: m+is ri¸orosos. N+
m+iori+ dos c+sos, conced+ este prêmio +pen+s +o membro do
¸rupo de jo¸o que re+li:ou + melhor interpret+ç1o.
º Um Ponto - Conceito: O jo¸+dor representou mui-
tíssimo bem o conceito do seu person+¸em.
º Um Ponto - Heroísmo: Qu+ndo um person+¸em se
+rrisc+ pelos outros, como +o sofrer ferimentos +¸r+v+dos
múltiplos lut+ndo contr+ o M+ldito enqu+nto o resto d+
m+tilh+ esc+p+, confir+-lhe um ponto de experiênci+. N1o
deixe os person+¸ens tir+rem v+nt+¸em disso; existe um+
linh+ tênue entre heroísmo e estupide:.
Fim de 0ada histéria
Ao fim de c+d+ históri+, você pode +tribuir + c+d+ jo¸+-
dor de um + três pontos aJ|.|·na|s de experiênci+ +lém dos
pontos (entre um e cinco) que eles merecem por ter com-
plet+do o c+pítulo.
º Um ponto - Sucesso: A m+tilh+ foi bem sucedid+
num+ miss1o ou num objetivo. T+lve: isso n1o tenh+ sido
um sucesso completo, m+s pelo menos um+ vitóri+ m+r¸i-
n+l foi obtid+.
º Um ponto - Perigo: O person+¸em vivenciou um
¸r+nde peri¸o dur+nte + históri+ e sobreviveu.
º Um ponto: - Sabedoria: O jo¸+dor (e port+nto o
person+¸em) demonstrou muit+ inteli¸ênci+, s+¸+cid+de ou
teve um+ idéi+ que ¸+r+ntiu + vitóri+ d+ m+tilh+.
Se você quiser conceder +ind+ m+is pontos, dest+ form+
possibilit+ndo os person+¸ens se desenvolverem m+is de-
press+, simplesmente invente nov+s c+te¸ori+s p+r+ conce-
der pontos de experiênci+. Ll+s podem v+ri+r +té mesmo de
um+ históri+ p+r+ outr+, podendo ser b+se+d+s n+s circuns-
tìnci+s específic+s dess+ históri+.
6astaade Peates de £rperiêacia
Vej+ n+ T+bel+ de Lxperiênci+ os custos por +ument+r
+s C+r+cterístic+s list+d+s +b+ixo.
Aatecedeates
As C+r+cterístic+s de Antecedentes j+m+is mud+m me-
di+nte o uso de pontos de experiênci+ (exceto p+r+ Totem;
vej+ +di+nte). As mud+nç+s p+r+ C+r+cterístic+s de Ante-
cedentes +contecem dur+nte o curso norm+l dos eventos
n+ cronic+. lor exemplo, um person+¸em perde um+ ¸r+n+
pret+ em W+ll Street. Su+s C+r+cterístic+s de Recursos s1o
redu:id+s por c+us+ disso. D+ mesm+ form+, ele pode tir+r +
sorte ¸r+nde em l+s Ve¸+s, elev+ndo os seus Recursos. Oc+-
sion+lmente, o N+rr+dor +not+rí +s mud+nç+s e +s C+r+cte-
rístic+s do person+¸em +ument+r1o (ou diminuir1o) +pro-
pri+d+mente. Lm jo¸+dor pode querer per¸unt+r +o
N+rr+dor se um+ de su+s C+r+cterístic+s de Antecedentes
deveri+ ser mud+d+, m+s isto n1o ocorre com freqüênci+.
O N+rr+dor pode f+:er um+ list+ de cois+s que os perso-
n+¸ens precis+m desempenh+r p+r+ +ument+r c+d+ C+r+c-
1abela de £rperiêacia
Característica Custo
Atributo nível corrente x +
H+bilid+de nível corrente x 2
H+bilid+de Nov+ 3
Dom Nível de Dom x 3
Dom de outro Nível de Dom x 5
r+ç+/+u¸úrio/tribo
lúri+ nível corrente
Onose nível corrente x 2
lorç+ de Vont+de nível corrente
!B9
terístic+ de Antecedentes, que ele pode ou n1o mostr+r p+r+
os jo¸+dores. lor exemplo, p+r+ ¸+nh+r um novo Cont+to,
um O+rou precis+ encontr+r o indivíduo correto e f+:er
+mi:+de com ele.
Lm su+ m+iori+, +s decisöes de +umento de Antecedentes
ocorrem dur+nte o curso de um+ históri+. Os Antecedentes
¸er+lmente +ument+m um ponto por ve:, m+s ¸r+ndes vitóri-
+s ou fr+c+ssos num+ históri+ podem f+:er com que se ¸+nhe
ou perc+ m+is de um ponto de Antecedentes por ve:.
A únic+ exceç1o + ess+s re¸r+s é o Antecedente de To-
tem; ele pode ser elev+do medi+nte pontos de experiênci+,
embor+ dev+-se estimul+r o jo¸+dor + tent+r interpret+r +n-
tes de ¸+st+r pontos de experiênci+. Assim como c+d+ mem-
bro de um+ m+tilh+ pode col+bor+r no Custo de Antece-
dentes do Totem, todo membro pode, d+ mesm+ form+, es-
colher ¸+st+r su+ experiênci+ no Totem.
Adqairiade Faria
Os person+¸ens podem compr+r perm+nentemente lú-
ri+ com pontos de experiênci+. Lmbor+ esse tipo de +quisi-
ç1o eleve o nível de um person+¸em, possibilit+ndo-lhe m+is
pontos potenci+is de lúri+ p+r+ ¸+st+r, t+mbém +ument+ +s
ch+nces do O+rou ser tom+do pelo frenesi, porque lúri+ é +
C+r+cterístic+ que se us+ +o test+r frenesi.
Adqairiade 6aese
Os person+¸ens compr+m Onose perm+nente com pontos
de experiênci+. lsto +perfeiço+ su+ h+bilid+de de percorrer +t+-
lhos e lhes possibilit+ m+is pontos de Onose potenci+is.
Adqairiade Ferça de veatade
Os person+¸ens podem compr+r lorç+ de Vont+de per-
m+nente com pontos de experiênci+; oc+sion+lmente o
N+rr+dor pode conferir + um person+¸em um+ ch+nce es-
pecífic+ de elev+r su+ lorç+ de Vont+de. A oportunid+de
p+r+ ¸+nh+r lorç+ de Vont+de é um+ ¸r+nde motiv+ç1o p+r+
+s históri+s, especi+lmente +s m+is bi:+rr+s.
Os person+¸ens podem t+mbém perder lorç+ de Vont+de
de form+ perm+nente. lsto ocorre sempre que um jo¸+dor ob-
tém um+ f+lh+ crític+ num teste de lorç+ de Vont+de. lor sorte,
isto n1o ocorre com freqüênci+, porque r+r+mente se test+
lorç+ de Vont+de. Os Dons s1o exceçöes + est+ re¸r+; um
person+¸em n1o pode perder lorç+ de Vont+de qu+ndo um
Dom exi¸ir um teste de lorç+ de Vont+de p+r+ ser +tiv+do.
Premiaade cem Reaeme
Além de pontos de experiênci+, os person+¸ens t+mbém
+cumul+r1o Renome, t+nto de form+ temporíri+ qu+nto
perm+nente. Renome é muito import+nte p+r+ os O+rou.
Sem ele, eles s1o inc+p+:es de +scender n+ hier+rqui+ O+-
rou. De f+to, sem Renome, eles encontr1o dificuld+de em
est+belecer um+ posiç1o em su+ socied+de. Obtém-se Re-
nome simplesmente +tr+vés do curso norm+l dos eventos,
porque ele reflete +s +titudes dos outros qu+nto + um deter-
min+do person+¸em. Contudo, t+mbém se pode busc+r efe-
tiv+mente por Renome. De ve: em qu+ndo os O+rou procu-
r+m envolver-se em circunstìnci+s e eventos que condu-
:em +o +umento de seu Renome.
O N+rr+dor premi+ com Renome em um+ de três c+r+cte-
rístic+s específic+s: Olóri+, Honr+, S+bedori+. O person+¸em
precis+ +ceit+r o prêmio n+ c+te¸ori+ que lhe é oferecid+. Os
prêmios de Olóri+ n1o podem ser troc+dos por S+bedori+ sim-
plesmente porque o person+¸em +ch+ que precis+ de m+is
S+bedori+ p+r+ +lc+nç+r o posto se¸uinte. Renome sempre é
concedido + um person+¸em tendo por b+se su+s +çöes. Se o
O+rou m+t+ um+ fer+ d+ Wyrm, ele obtém Olóri+. Se ele pro-
te¸e + lit+ni+ contr+ Viol+dores, obtém Honr+. Se demonstr+
ser m+is esperto que um espírito, obtém S+bedori+. Dest+ for-
m+, os person+¸ens n1o esquecem de interpret+r dentro dos
conceitos de seus person+¸ens - só +ssim subir1o de losto
r+pid+mente. Os Ahroun sempre lut+r1o m+is por Olóri+ que
por S+bedori+, enqu+nto os Theur¸es v+lori:+m muito m+is
S+bedori+ do que, por exemplo, Honr+.
Sempre que dois person+¸ens tr+b+lh+m em conjunto
p+r+ re+li:+r um feito, eles comp+rtilh+m Renome. Se dois
lobisomens cooper+m p+r+ destruir um M+ldito, c+d+ um
recebe Olóri+ pelo +to.
Recempeasaade cem Reaeme
lremi+-se com Renome no fim de um+ sess1o de jo¸o
ou, se +ssim for preferido, no fin+l de um+ históri+, qu+ndo
os person+¸ens est1o num+ +ssembléi+ e podem ser reco-
nhecidos por su+s +çöes. Outr+ opç1o - p+r+ os N+rr+do-
res + vont+de com o rest+nte do Sistem+ de N+rr+ç1o - é
distribuir Renome temporírio ou puniçöes no decorrer do
jo¸o. Dest+ form+, um jo¸+dor pode m+rc+r um prêmio de
Renome em su+ fich+ +o recebê-lo. lsso f+cilit+ m+nter o
re¸istro, m+s o N+rr+dor precis+ est+r b+st+nte f+mili+ri:+do
com o sistem+ p+r+ premi+r Renome sem interromper o jo¸o
p+r+ procur+r no livro qu+l é + recompens+ +propri+d+.
0bteade Reaeme 1emperarie
O Renome temporírio é obtido +pen+s +tr+vés d+ inter-
pret+ç1o. Represent+-se o Renome Temporírio risc+ndo os
qu+dr+dos emb+ixo de c+d+ nível de Renome, um qu+dr+-
do p+r+ c+d+ ponto obtido (vej+ + fich+ do person+¸em).
Lss+ l+r+d+ pode fic+r m+ior que + perm+nente (o que no-
m+lmente +contece). Lst+ é um+ form+ simples que os N+r-
r+dores têm de recompens+r os jo¸+dores que interpret+m
bem os +u¸úrios, r+ç+s e tribos de seus person+¸ens. O Re-
nome Temporírio n1o exerce nenhum efeito no jo¸o, exce-
to indic+r qu+ndo se pode elev+r o nível perm+nente.
Qu+ndo um person+¸em tiv+r +dquirido 10 pontos de
Renome temporírio num+ c+te¸ori+, ele pode tent+r obter
um ponto de Renome perm+nente (vej+ +b+ixo). Se ele for
bem sucedido, ele obtém o ponto perm+nente e perde todos
os seus pontos temporírios, começ+ndo de novo do :ero.
Qu+ndo ele recebe nov+mente 10 pontos temporírios, ele
pode tent+r m+is um+ ve: obter um ponto perm+nente. Dest+
form+, os person+¸ens podem, m+is cedo ou m+is t+rde, su-
bir em losto.
Consulte n+ T+bel+ de lrêmios de Renome +mostr+s de
prêmios de Honr+ e S+bedori+. Lst+ list+ n1o é - nem de
lon¸e - +br+n¸ente, devendo ser us+d+ como um ¸ui+; +s
circunstìnci+s podem influir enormemente n+s recompen-
s+s. Os N+rr+dores n1o devem se preocup+r em decor+r est+
list+ ou em premi+r com Renome sempre que um person+-
¸em desempenh+r +l¸um+ +tivid+de que conste n+ list+. Os
tópicos d+ list+ n+d+ m+is s1o que recomend+çöes.
Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
!9U 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
0bteade Reaeme Permaaeate
l+r+ que um person+¸em obtenh+ um ponto num deter-
min+do nível de Renome, ele precis+ primeiro +cumul+r 10
pontos de Renome temporírio ness+ c+te¸ori+. Lle precis+
em se¸uid+ convencer outro O+rou de losto i¸u+l ou supe-
rior + desempenh+r um Ritu+l de Conquist+ p+r+ ele (con-
sulte n|:ua| J. C·n¡u|s:a). Lste O+rou n1o pode ser um mem-
bro d+ m+tilh+ do person+¸em.
1abela de Premiaçãe de Reaeme
Atividade CIória Honra Sabedoria
0embates e £aceatres
Vencer +l¸uém (incluindo um
espírito) num+ competiç1o de
ch+r+d+s
Demonstr+r di¸nid+de qu+ndo
di+nte d+ morte cert+
lor fim + um+ +me+ç+ sem pro-
voc+r d+nos sérios + nenhum
O+rou
Sobreviver + um ferimento ln-
c+p+cit+dor
Sobreviver + qu+lquer +t+que
tóxico
At+c+r um+ forç+ bem m+is po-
deros+ sem +jud+
At+c+r um l+c+io d+ Wyrm sem
preocup+r-se com su+ se¸ur+n-
ç+ pesso+l
Derrot+r um l+c+io d+ Wyrm
n1o muito poderoso (um l+lus,
um +nim+l infest+do por M+l-
ditos, um v+mpiro neófito)
Derrot+r um l+c+io d+ Wyrm
medi+n+mente poderoso (um+
Cri+nç+ d+ Lscurid1o, um fo-
mor, um+ v+mpiro comum)
Derrot+r um l+c+io d+ Wyrm
poderoso (um lsicomonstro,
um D+nç+rino d+ Lspir+l Ne-
¸r+, um v+mpiro +ncill+)
Derrot+r um l+c+io d+ Wyrm
poderosíssimo (um R+stej+nte
Nexus, um v+mpiro +nci1o)
...destruir/m+t+r o l+c+io
...sem que nenhum outro O+-
rou sej+ ferido
...sem ser d+nific+do ou ferido
no processo
...o(s) l+c+io(s) est+v+m us+n-
do +rm+s de pr+t+
0etectaade a wqrm
Revel+r, com prov+s confiíveis,
que um hum+no ou um l+c+io
"pertence + Wyrm"
3
1 3
5
2
2
-3
3
2
3
5
7
+1
+1
+1
+1
2
-2 -3
3
6
-5 -4
2
2
3
3
-3
5
5
-3
-2
5
1
2
3
4
7
2
-3
-3
Atividade CIória Honra Sabedoria
Acus+r f+ls+mente um l+rente
de "pertencer + Wyrm"
Revel+r, com prov+s confiíveis,
que um+ íre+ ou um objeto
"pertence + Wyrm"
"Revel+r, com prov+s confiíveis, que
um O+rou"pertence + Wyrm"
Acus+r f+ls+mente um O+rou
de "pertencer + Wyrm"
Místice
lurific+r um objeto, um+ pesso+ ou
um lu¸+r m+cul+do pel+ Wyrm
Conjur+r um +v+t+r lnc+rn+
Vi+j+r +té qu+lquer um dos Rei-
nos Lmbr+is e sobreviver
Complet+r com êxito um+ cru-
:+d+ espiritu+l n+ Lmbr+
N1o obter êxito num+ cru:+d+
espiritu+l n+ Lmbr+
Ter e se¸uir corret+mente um
sonho profético
D+r um +viso profético que
m+is t+rde se torn+ verd+de
D+r um +viso profético que
nunc+ se torn+ verd+de
l¸nor+r pressí¸ios, sonhos e fe-
nomenos semelh+ntes sem um
bom motivo p+r+ isso (eles po-
dem ser sin+is d+ Wyrm)
H+rmoni:+r objetos "impróprios"
+ si mesmo +tr+vés do Ritu+l d+
Dedic+ç1o de T+lism1s (como
motoserr+s, O+meboys d+ Nin-
tendo ou +té mesmo reló¸ios de
pulso). Lst+ re¸r+ n1o se +plic+
+os And+rilhos do Asf+lto ou +os
Roedores de Ossos.
l+ss+r um +no em reclus1o ri-
tu+l (Jejum, medit+ç1o, etc.)
Depois de seguir sinais e con-
seIhos místicos...
Descobrir um +muleto
Descobrir um fetiche
Descobrir um +nti¸o conheci-
mento O+rou
Descobrir um+ ledr+ de
Trilh+ (vej+ n|:ua| J. -|.r:ura
J. í·n:..)
Descobrir um +nti¸o c+ern que
est+v+ perdido
Rituais e Dons:
Desempenh+r um Ritu+l de As-
sembléi+
Recus+r-se + desempenh+r um
Ritu+l de Assembléi+ qu+ndo
lhe for pedido
!9! Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
-1
2 1
2
3 5 7
5 3
3
-2
-1 -7 -1
-8 -2
-2 -7
2
-5
-1
-1 ate -5
1
5
7
1
2
-2
4
2 1
3 2
4
-1 ate -5
-3
1
2 1
-3
-3
Atividade CIória Honra Sabedoria
M+nter um c+ern + s+lvo dos
hum+nos por meio de truques
e ne¸oci+çöes
Ajud+r + evit+r que um c+ern
sej+ tom+do pel+ Wyrm
N1o evit+r que um c+ern sej+
tom+do pel+ Wyrm
Morrer em defes+ de um c+-
ern (póstumo)
lmpedir so:inho que um c+ern
sej+ tom+do pel+ Wyrm
Relacieaameates e
Seciedade 6area
Lnsin+r outros O+rou (dependen-
do d+ profundid+de do estudo)
Aprender complet+mente os
Re¸istros lr+te+dos (o tr+b+lho
de um+ vid+)
l+r+ um O+rou hominídeo, so-
breviver +té os ¯5 +nos de id+de.
l+r+ um O+rou lupino, sobre-
viver +té os 65 +nos de id+de
Raça:
l+r+ um hominídeo, i¸nor+r +
su+ n+ture:+ lupin+ dur+nte
muito tempo
l+r+ um impuro, tent+r escon-
der su+ deformid+de
l+r+ um lupino, us+r dem+si+-
d+mente ferr+ment+s hum+n+s
e outros objetos d+ We+ver
Você é líder de m+tilh+ (con-
cedido um+ ve:, qu+ndo obti-
ver + posiç1o)
Viver so:inho, sem um+ m+ti-
lh+, exceto por r+:öes ritu+is
Seita e Tribo:
Lxecut+r deveres re¸ul+res e
serviços leves p+r+ + seit+ (re-
cebido mens+lmente, dur+nte o
Ritu+l de Assembléi+)
N1o re+li:+r deveres re¸ul+res
e serviços leves p+r+ + seit+
(subtr+ído dur+nte o Ritu+l de
Assembléi+ mens+l)
Servir em qu+lquer posiç1o
num+ seit+ (i.e., Ou+rd+ de C+-
ern, Mestre de Ritu+l, Mestre
do Des+fio, etc.)
Recus+r qu+lquer posiç1o num+
seit+ (i.e., Ou+rd+ de C+ern,
Mestre de Ritu+l, Mestre do
Des+fio, etc.)
Serviço le+l + um+ seit+
Serviço le+l + um+ tribo
4
3 4
-3 -7
5 5
5 8
ameates e
Seciedade 6area
1-5 3-5
7 8
8 10
8 10
-3
-3
-1/uso
3
-3
1
-2
1/ano 3/ano 1/ano
-1 -2 -1
1/ano 2/ano 1/ano
1/ano 3/ano 1/ano
Atividade CIória Honra Sabedoria
l+lt+r + um Ritu+l de Assembléi+
Lxecut+r o Ritu+l de l+ss+¸em
Receber um Ritu+l de lerimento
Lxecut+r um Ritu+l de Cri+ç1o
de C+ern
l+rticip+r de um Ritu+l de Cri-
+ç1o de C+ern
l+rticip+r de um ritu+l de Or+n-
de C+ç+d+
l+rticip+r de um Ritu+l de
Or+nde C+ç+d+ fr+c+ss+do
Sofrer o Ritu+l de Ostr+cismo
Sofrer + ledr+ do Lscírnio
Sofrer um Ritu+l do Ch+c+l
Sofrer um Ritu+l S+tírico: perc+ um nível de losto e to-
dos os pontos de Renome Tem-
porírio
Re+li:+r um Ritu+l de luniç1o
Re+li:+r injust+mente um Ritu-
+l de luniç1o (obtendo um+ f+-
lh+ crític+ no teste)
Recus+r-se + p+rticip+r de um
ritu+l
Rir, solt+r pi+dinh+s ou ser des-
respeitoso de qu+lquer outr+
form+ dur+nte um ritu+l (de-
pende d+ severid+de)
Aprender um novo ritu+l
Descobrir/cri+r um novo Dom
Descobrir/cri+r um novo Dom
Ietiches:
Cri+r um +muleto
Ls+r um fetiche p+r+ o bem d+
seit+ ou d+ tribo
Ls+r um fetiche +pen+s p+r+ r+-
:öes e¸oíst+s
Cri+r um fetiche
lossuir um+ +d+¸+ ritu+l (lode-
se premi+r um+ só ve:, e +pe-
n+s +pós três lu+s de uso)
lossuir um+ Or+nde Ad+¸+ Ritu+l
(lode-se premi+r um+ só ve:; +pe-
n+s depois de 3 lu+s de uso)
S+crific+r um fetiche pelo bem
d+ seit+ ou d+ tribo
Quebr+r +cident+lmente um fe-
tiche ou um +muleto
Quebr+r +cident+lmente ou
perder um+ +d+¸+ ritu+l
Aticidades de 0aera
Ajud+r + ¸u+rd+r um c+ern
lerm+necer em seu posto de vi-
¸íli+, mesmo se tent+do + s+ir.
Ab+ndon+r o seu posto de vi¸íli+
N1o +jud+r + prote¸er um c+-
ern, mesmo qu+ndo isso lhe for
pedido.
!92 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
Atividade CIória Honra Sabedoria
Litania:
Defender + lit+ni+ (dependen-
do d+ distìnci+ +té + qu+l um
O+rou che¸+)
Quebr+r + lit+ni+ (dependendo
d+ severid+de d+ tr+ns¸ress1o)
Desafios:
l+rticip+r de um des+fio justo
l+rticip+r de um des+fio injusto
Des+fi+r +l¸uém muito +cim+
ou muito +b+ixo do seu losto
0empertameate
D+r um bom conselho
D+r um m+u conselho
Medi+r um+ disput+ de form+
just+ e imp+rci+l
Medi+r um+ disput+ de form+
injust+
M+nter +s su+s promess+s
Deix+r de cumprir su+s promes-
s+s
Ser confiível
Ser confiível frente + um+ ¸r+n-
de +dversid+de
Ser en¸+noso
Ser en¸+noso frente + um+
¸r+nde +dversid+de
Sempre que um truque s+ir pel+
cul+tr+
Tent+r +¸ir for+ de seu +u¸ú-
rio, +bert+mente (dependendo
d+ circunstìnci+)
Cont+r um+ bo+ históri+ num+
+ssembléi+
Cont+r, num+ +ssembléi+, um
verd+deiro épico, merecedor de
ser recont+do por outros
Cont+r um épico que mereç+
entr+r nos Re¸istros lr+te+dos
l+l+r de form+ insultos+ com
seus +nciöes (dependendo d+
n+ture:+ do insulto)
l+l+r sem permiss1o num+ +s-
sembléi+
l+l+r m+l dos O+rou como um
todo
l+l+r m+l de seu +u¸úrio
l+l+r m+l de su+ tribo
l+l+r m+l de su+ m+tilh+
l+l+r m+l de outr+ tribo (depen-
dendo d+s circunstìnci+s; isso
n1o inclui f+l+r m+l dos Roe-
dores de Ossos)
"Orit+r lOBO'" (i.e., conjur+r o
Ahroun de um+ seit+ qu+ndo
n1o houver peri¸o re+l e iminen-
te)
1-5 1-3
-5 ate -8 -2 ate -4
1 2
-3
-3
2
-2
3
-4
2
-3
2
5
-3
-1
-2
-1 ate -5
1 2
2 1 3
3 4 6
-1 ate -5
-1
-2
-4
-5
-6
-1
-5
Atividade CIória Honra Sabedoria
Proteção e Defesa:
Cur+r um comp+nheiro O+rou
(que n1o sej+ membro de su+
m+tilh+) sem ter motivos e¸o-
íst+s p+r+ isso
Demonstr+r pied+de p+r+ com
um O+rou desequilibr+do
lrote¸er um O+rou indefeso
N1o prote¸er um ¸+rou indefeso
lrote¸er um hum+no indefeso
N1o prote¸er um hum+no indefeso
lrote¸er um lobo indefeso
N1o prote¸er um lobo indefeso
Apoi+r um indivíduo +cus+do
de um crime (cuj+ inocênci+ é
m+is t+rde prov+d+)
Apoi+r um indivíduo +cus+do
de um crime )cuj+ culp+ é m+is
t+rde prov+d+)
Morrer enqu+nto defende + su+
m+tilh+
Morrer em s+crifício + O+i+
Irenesi:
O person+¸em sofreu um lre-
nesi Selv+¸em
O person+¸em sofreu um lre-
nesi R+pos+
O person+¸em sofreu um lre-
nesi R+pos+, +b+ndon+ndo su+
m+tilh+ num momento em que
precis+v+m dele
O person+¸em sofreu um lre-
nesi Selv+¸em e feriu comp+-
nheiros O+rou
O person+¸em est+v+ sob + in-
fluênci+ d+ Wyrm
O person+¸em executou um ou
m+is +tos odiosos enqu+nto es-
t+v+ sob + influênci+ d+ Wyrm
(c+nib+lismo, pervers1o, +t+que
+os seus compenheiros de m+-
tilh+, etc.)
Relaçèes cem hamaaes e Pareates
M+nter bom rel+cion+mento
com l+rentes próximos
M+nter um rel+cion+mento
ruim com l+rentes próximos
Lscolher um comp+nheiro e ter
filhotes
Lscolher um comp+nheiro m+s
n1o ter filhotes
C+s+do Honros+mente
lrote¸er o Véu
D+nific+r/R+s¸+r o Véu
Rep+r+r o Véu (evit+ndo que +
existênci+ dos O+rou sej+ reve-
l+d+ +os hum+nos)
1
3
4
-5
2
-1
5
-6
5
-4
4 6
7 7
-1
-1 -1
-1 -2
-3
-4
-6
2
-3
3
-1
2/ano
4
-5
3 1
!9·
Outr+ opç1o é des+fi+r um +nci1o. lsto só pode ser feito
qu+ndo o person+¸em possui + qu+ntid+de requerid+ de
Renome temporírio. Se vencer, ele +crescent+ um ponto
+o seu nível; ele perde todos os pontos de Renome tempo-
rírio ness+ c+te¸ori+ e começ+ de novo do :ero. Se perder o
des+fio, ele n1o +crescent+ nenhum ponto em seu nível per-
m+nente. Além disso, ele perde todos os pontos de Renome
temporírio e começ+ de novo do :ero. Lle pode des+fi+r
nov+mente qu+ndo re+dquirir 10 pontos de Renome tem-
porírio. Lst+ opç1o obvi+mente n1o é desejível p+r+ + m+i-
ori+ dos person+¸ens. lorém, estí disponível +queles que
n1o podem convencer outro + desempenh+r o Ritu+l de
Conquist+ p+r+ eles. L um+ opç1o escolhid+ com freqüên-
ci+ pelos Senhores d+s Sombr+s...
O N+rr+dor pode simplesmente decidir recompens+r o
person+¸em com pontos extr+s de Renome perm+nente sem
o Ritu+l d+ Conquist+. lsto deve ser feito +pen+s n+s cir-
cunstìnci+s m+is extrem+s, como qu+ndo um person+¸em
desempenh+ um+ f+ç+nh+ p+rticul+rmente v+loros+ ou sí-
bi+ - ou que sej+ inquestion+velmente merecedor+ de re-
compens+.
Perdeade Reaeme
Perdeade Reaeme 1emperarie
Lm+ cois+ p+rticul+rmente fícil p+r+ um O+rou é per-
der Renome temporírio. Lst+ é + form+ pel+ qu+l o N+rr+-
dor pode simul+r o que + m+tilh+ "pens+" sobre o O+rou e
f+:er que os jo¸+dores vej+m que su+s +çöes repercutem n+
socied+de O+rou.
Os N+rr+dores devem consider+r + r+ç+, o +u¸úrio e + tri-
bo +o dedu:ir Renome temporírio de um person+¸em. Os
R+¸+b+sh podem lev+r + c+bo um+ qu+ntid+de bem m+ior de
viol+çöes + lei O+rou que + m+iori+ dos person+¸ens - +fin+l
é esper+do que eles se comportem m+l neste +specto. D+ mes-
m+ form+, porém, seri+ m+is difícil p+r+ eles obter Honr+.
Mesmo que um R+¸+b+sh re+li:e um +to honroso, os outros
suspeit+r1o de seus motivos interiores.
Perdeade Reaeme Permaaeate
Lm+ pen+lid+de bem m+is séri+ ocorre qu+ndo um O+-
rou perde Renome perm+nente. lsto +contece +pen+s qu+n-
do um person+¸em viol+ hediond+mente +l¸um+s leis bísi-
c+s d+ socied+de O+rou. lor exemplo, um O+rou é tom+do
pelo frenesi e devor+ su+ pres+ hum+n+ viv+. lsto é horrível
p+r+ + lit+ni+, m+s +ind+ +ssim pode ser perdo+do, depen-
dendo d+s circunstìnci+s que envolver+m o frenesi (+ pre-
senç+ de um R+stej+dor Nexus no momento pode lev+r os
+nci1os + consider+rem o incidente como um+ "circunstìn-
ci+ inevitível em noss+ ¸uerr+ contr+ + Wyrm". N1o obs-
t+nte, o person+¸em perde Honr+ tempor+ri+mente. Con-
tudo, c+so o O+rou +dquir+ um ¸osto por c+rne hum+n+, e
m+is t+rde sej+ pe¸o f+:endo outro l+nchinho, cert+mente
perderí Renome Honr+ perm+nente.
l+r+ m+nter seu Renome frente + um+ censur+ soci+l
extrem+ d+ p+rte d+ socied+de, o person+¸em precis+ p+ss+r
por +l¸um tipo de teste ou prov+r de outr+ form+ +os +nci-
öes que + perd+ de Renome foi injust+. O N+rr+dor deve
pl+nej+r um+ históri+ n+ qu+l o person+¸em p+sse por um+
prov+ç1o p+r+ re+dquirir seu Renome perdido. Lm se¸uid+,
o N+rr+dor decide se o person+¸em +prendeu ou n1o "+
liç1o" e est+belece se o person+¸em "p+ssou no teste" ou
n1o. Su+ decis1o neste +specto é fin+l.
C+so um person+¸em sofr+ um+ perd+ perm+nente de
Renome, que f+ç+ seu nível perm+nente c+ir +b+ixo do re-
querido p+r+ o losto que m+ntém no momento, ele perde
todos os benefícios e privilé¸ios desse losto, embor+ rete-
nh+ os Dons que +prendeu nesse losto.
Sabiade de Peste
l+r+ subir de losto o O+rou precis+:
º Renome: Lm person+¸em precis+ ter +lc+nç+do o nú-
mero de pontos de Renome lerm+nente list+do +o l+do do
losto (vej+ Ta|.|a J. n.n·m.) p+r+ que poss+ ser pelo me-
nos consider+do p+r+ ess+ posiç1o. A c+te¸ori+ bísic+ de
Renome v+ri+ de +cordo com o +u¸úrio.
º Desafio: O Renome de um O+rou é o que o qu+lific+
p+r+ um losto m+is +lto, m+s esse +v+nço n1o é um processo
+utomítico. Só porque um O+rou lhilodox +lc+nç+ Olóri+ 1,
Honr+ 5 e S+bedori+ 1 n1o si¸nific+ que ele pro¸ride +utom+-
tic+mente p+r+ o losto Dois. A +jud+ de um O+rou do losto
que você desej+ +lc+nç+r (ou de outro losto +ind+ m+is +lto)
é essenci+l. Você precis+ primeiro des+fi+r e em se¸uid+ derro-
t+r o O+rou m+is velho em +l¸um tipo de competiç1o. Como é
você quem f+: o des+fio, o O+rou m+is velho tem o direito de
escolher o tipo de competiç1o, podendo torní-l+ m+is fícil ou
difícil, conforme lhe +prouver. Se você vencer + competiç1o,
o O+rou m+is velho serí obri¸+do por honr+ + +ceit+r você e
reconhecê-lo como um O+rou d+quele posto. Lxistem p+dröes
Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
!94 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
diferentes de competiç1o p+r+ c+d+ losto, m+is o O+rou m+is
velho pode est+belecer qu+lquer cois+ que quiser. O des+fio
pode +té mesmo ser um+ competiç1o de domínio: Lnc+r+r,
ludismo ou des+fio de comb+te.
Você pode des+fi+r um único O+rou m+is velho +pen+s
um+ ve:. Lm +nci1o n1o +ceit+rí jovens que jí tenh+ der-
rot+do (pelo menos n1o num+ prov+ pelo mesmo losto).
£remple de ceme 0bter Reaeme ea
Peste
Cor+ç1o do lnverno é um O+rou Ahroun de losto Dois.
Ll+ possui no momento Olóri+ 6, Honr+ + e S+bedori+ 1. Se
el+ obtiver m+is um ponto temporírio, em Olóri+ qu+nto
em Honr+, poderí des+fi+r um O+rou m+is velho p+r+ che-
¸+r +o losto Três.
1abela de Reaeme
Raqabasb
Posto QuaIquer Combinação
1 (Cli+th) 3
2 (lostern) ¯
3 (Adren) 12
+ (Athro) 1¯
5 (Anci1o) 2+
1bearqe
Posto CIória Honra Sabedoria
1 (Cli+th) 0 0 3
2 (lostern) 1 0 5
3 (Adren) 2 1 ¯
+ (Athro) + 2 9
5 (Anci1o) 5 3 10
Pbileder
Posto CIória Honra Sabedoria
1 (Cli+th) 0 3 0
2 (lostern) 1 5 1
3 (Adren) 3 ¯ +
+ (Athro) 3 9 ¯
5 (Anci1o) + 10 9
6alliard
Posto CIória Honra Sabedoria
1 (Cli+th) 2 0 1
2 (lostern) + 0 3
3 (Adren) 6 1 5
+ (Athro) o 2 6
5 (Anci1o) 10 3 o
Abreaa
Posto CIória Honra Sabedoria
1 (Cli+th) 2 1 0
2 (lostern) 5 3 1
3 (Adren) ¯ 5 1
+ (Athro) 9 ¯ 2
5 (Anci1o) 10 o 3
!95
Ao obter 10 pontos de Olóri+ temporíri+, Cor+ç1o de
lnverno desej+ ser reconhecido por eles. lede + um O+rou
m+is velho que execute p+r+ el+ um Ritu+l de Conquist+.
Como Cor+ç1o de lnverno jí demonstrou ser um+ ¸uerreir+
v+lente e é querid+ por todos, o +nci1o concord+. N+ +s-
sembléi+ se¸uinte, o ritu+l é execut+do. Cor+ç1o de lnver-
no obtém um ponto perm+nente de Olóri+, o que lhe con-
cede um+ Olóri+ tot+l de ¯. Ll+ perde tod+ + su+ Olóri+
temporíri+ e precis+ junt+r 10 +ntes de poder tent+r obter
de novo um ponto de Olóri+ perm+nente.
Dur+nte os meses se¸uintes, Cor+ç1o de lnverno junt+
10 pontos de Honr+ temporíri+ e desej+ m+is um+ ve: obter
um ponto perm+nente. Ll+ pede de novo o Ritu+l de Con-
quist+. Os +nciöes concord+m pront+mente, e +o fin+l d+
+ssembléi+ se¸uinte, Cor+ç1o de lnverno possui Honr+ 5.
Lle +¸or+ pode f+:er um des+fio pelo losto Três. Cor+-
ç1o de lnverno procur+ um O+rou idoso que p+rece ¸ost+r
del+, e des+fi+ o velho lobo + reconhecê-l+. O velho sorri -
muitos jovens jí vier+m des+fií-lo - e +ssente com + c+be-
ç+. "M+s primeiro", o +nci1o di:, "você precis+ prov+r o seu
v+lor. Como é direito meu determin+r + t+ref+, escolho um+
ch+r+d+." O velho optou des+fi+r + O+rou com um+ prov+
de ludismo. O N+rr+dor pode expor um+ ch+r+d+ de ver-
d+de e des+fi+r o jo¸+dor + resolvê-l+, ou pode us+r +s re¸r+s
de ludismo.
Cor+ç1o de lnverno, surpres+ com + tític+, estí preocu-
p+d+. Ll+ é um+ ¸uerreir+, n1o um+ decifr+dor+ de eni¸m+s.
Ao des+fií-l+ p+r+ esse tipo de teste, o +nci1o estí tent+ndo
lhe ensin+r um+ liç1o: +té os Ahroun precis+m de S+bedo-
ri+. lor sorte, Cor+ç1o de lnverno decifr+ + ch+r+d+. Com
um sorriso, o +nci1o lhe di:: Dê um p+sso + frente, Cor+ç1o
de lnverno, e s+ib+ que foi reconhecid+ pelo seu lovo, sen-
do +¸or+ um+ O+rou de posto elev+do."
Cor+ç1o de lnverno dí um s+lto no +r, vibr+ndo de +le-
¸ri+. Ll+ conse¸uiu - +¸or+ é um+ O+rou de losto Três'
Ll+ v+i correndo +té o mestre de ritu+l d+ seit+, +nsios+ em
+prender um novo Dom.
Reaaacia
Lm O+rou que queir+ renunci+r + su+ posiç1o +tu+l e
+ssumir um +u¸úrio diferente, poderí f+:ê-lo. Contudo, ele
precis+ primeiro +dot+r um novo nome e perder todos seus
pontos de Renome menos três. Lle em se¸uid+ re+li:+ (ou
f+: outro re+li:+r) o Ritu+l de Renúnci+.
Depois disso, o O+rou começ+ do :ero como um novo
lobisomem, com nov+s possibilid+des e um novo +u¸úrio.
Lle +ind+ possui os Dons que +prendeu +ntes, m+s n1o pode
+prender novos Dons, exceto +queles diponíveis +o seu novo
losto, nem pode j+m+is +prender nov+mente Dons de seu
+u¸úrio +nterior. Al¸uns +nciöes podem exi¸ir submeter o
O+rou + um Ritu+l de l+ss+¸em, norm+lmente um muito
m+is difícil que o seu ori¸in+l. Ao fim deste ritu+l, ele pode
pedir + um espírito que o ensine um Dom de Nível Lm de
seu novo +u¸úrio.
Consider+-se desrespeitoso tr+t+r com f+mili+rid+de os
outros que conhecer+m o O+rou +ntes (exceto os seus com-
p+nheiros de m+tilh+). Apen+s depois de +lc+nç+r nov+-
mente seu losto +nterior, o O+rou poderí rest+belecer ve-
lh+s +mi:+des.
A Renúnci+ é re+li:+d+ por um+ v+ried+de de motivos:
º Oc+sion+lmente os criminosos recebem + opç1o de
renúnci+ ou exílio.
º O ódio por si mesmo +s ve:es pode ser t1o intenso que
o person+¸em condider+ + renúnci+ como sendo + únic+
soluç1o +ceitível +lém do suicídio.
º Lm+ c+rênci+ de sentido de propósito e si¸nific+do
pode t+mbém condu:ir um indivíduo + esse p+sso decisivo.
º N+s b+l+d+s,é sempre um +mor perdido que condu: +
renúnci+.
º Oc+sion+lmente um O+rou irí dedic+r-se + um propósi-
to e renunci+rí +o seu nome p+r+ se concentr+r m+is intens+-
mente em seu propósito. Lm renunci+dor que consi¸+ cum-
prir su+ t+ref+ costum+ re+dquirir seu velho losto e t+lve: +té
mesmo um losto superior (+ critério do N+rr+dor).
£stades Físices
Lst+ seç1o discute os p+rìmetros de s+úde. S1o discuti-
dos ferimentos e cur+, e se coment+ o processo de envelhe-
cimento.
Ferimeates
S·u j.|:· aj.nas J. j.r|m.n:·s.
- Blue Oyster Cult, "Veter+n of the lsychic W+rs"
Lxistem t+nt+s form+s diferentes de um person+¸em
poder sustent+r um ferimento qu+nto existem ferimentos,
m+s em Lobisomem, os ferimentos s1o descritos de um+ só
form+: + C+r+cterístic+ Vit+lid+de. Simplesmente f+ç+ um
visto nos Níveis de Vit+lid+de + medid+ que o person+¸em
o perde, de modo que o último qu+dr+do risc+do delineie o
seu presente Nível de Vit+lid+de.
lense n+ Vit+lid+de como um espectro com Lscori+do
num+ extremid+de e lnc+p+cit+do n+ outr+. A medid+ que
um person+¸em sofre m+is ferimentos, ele percorre o espec-
tro +té fin+lmente che¸+r + lnc+p+cit+do. Qu+ndo ele se
cur+, ele simplesmente remove ess+s vistos um + um, +té
h+ver +dquirido nov+mente um+ s+úde perfeit+.
C+d+ sucesso obtido num teste de d+nos de um oponen-
te indic+ um+ perd+ de um Nível de Vit+lid+de. lort+nto,
se um inimi¸o obteve dois d+nos de sucesso, o jo¸+dor teri+
de risc+r dois Níveis de Vit+lid+de, começ+ndo com Lscori-
+do e descendo +té lerido. C+so um lobisomem sofr+ d+nos
+lém do Nível de Vit+lid+de lnc+p+cit+do, ele se encontr+
ferido critic+mente (embor+ n1o estej+ morto) e fic+ for+ de
+ç1o pelo menos por um+ hor+. Lm lobisomem ferido criti-
c+mente n1o recuper+ um Nível de Vit+lid+de por turno,
m+s +pen+s um nível por hor+ +té que ultr+p+sse lnc+p+ci-
t+do. Além disso, ele precis+ f+:er um teste n+ T+bel+ de
Cic+tri:es de B+t+lh+.
Contudo, um O+rou ferido critic+mente pode tent+r c+-
n+li:+r su+ lúri+ e perm+necer +tivo. O jo¸+dor pode f+:er um
teste de lúri+ (dificuld+de o); o person+¸em cur+ um Nível de
Vit+lid+de por sucesso - +té +queles perdidos p+r+ ferimen-
tos +¸r+v+dos. lsto, porém, pode ser tent+do +pen+s um+ ve:,
e se f+lh+r, o O+rou n1o irí recuper+r-se. Até mesmo os suces-
sos têm su+s pen+lid+des: o person+¸em corre o risco de ser
tom+do pelo frenesi (vej+ lrenesi), e o jo¸+dor +ind+ precis+
f+:er um teste n+ t+bel+ de Cic+tri:es de B+t+lh+, +crescen-
Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
!9ó 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
t+ndo um d+do +o teste.
0ara
Os lobisomens se recuper+m dos ferimentos + um ritmo
b+st+nte rípido, cur+ndo um Nível de Vit+lid+de por turno, +
n1o ser que o d+no sej+ +¸r+v+do (vej+ +b+ixo). Hí du+s ex-
ceçöes: os O+rou hominídeos e lupinos em su+s form+s n+tu-
r+is n1o se cur+m m+is rípido que os hum+nos ou os lobos
norm+is. lort+nto, se um hominídeo estiver n+ form+ hum+-
n+, ou um lupino n+ form+ de lobo, ele cur+ri+ d+nos +o ritmo
norm+l hum+no (vej+ M·r:. Humana, +di+nte). Os impuros
r.:.m su+s c+p+cid+des re¸ener+tiv+s em su+s form+s n+tur+is
Crinos. lort+nto, embor+ eles tenh+m muit+s desv+nt+¸ens,
s1o c+p+:es de se cur+r bem em tod+s +s form+s.
Norm+lmente, um O+rou n1o precis+ esforç+r-se p+r+
se cur+r, m+s ele poder tent+r se cur+r enqu+nto estiver
desempenh+ndo +çöes estress+ntes, como comb+ter. C+so
um person+¸em decid+ tent+r este feito, o jo¸+dor precis+
f+:er um teste de Vit+lid+de (dificulld+de o). Os sucessos
indic+m que o person+¸em estí +pto + se cur+r enqu+nto
estiver en¸+j+do em outr+s +tivid+des.
Ferimeates Aqracades
Os lobisomens oc+sion+lmente sofrem ferimentos t1o
severos que n1o podem re¸enerí-los r+pid+mente. Lsses fe-
rimentos, conhecidos como ferimentos +¸r+v+dos, s1o infli-
¸idos por pr+t+, fo¸o, r+di+ç1o ou +s ¸+rr+s ou pres+s de
outr+s cri+tur+s sobren+tur+is. Os ferimentos +¸r+v+dos re-
querem tempo p+r+ serem cur+dos. Os ¸+rou j·J.m +bsor-
ver d+nos +¸r+v+dos, exceto no c+so d+ pr+t+ (vej+ íra:a).
Os d+nos +¸r+v+dos podem ser cur+dos +pen+s +o ritmo
de um nível de ferimento por di+ de desc+nso. Os ferimen-
tos +¸r+v+dos devem ser indic+dos n+ fich+ do person+¸em
com um X +o invés de um visto. O N+rr+dor pode t+mbém
jul¸+r qu+lquer ferimento p+rticul+rmente severo (como
c+ir de um +vi1o + 33.000 metros de +ltur+) como um feri-
mento +¸r+v+do.
Merte hamaaa
Qu+ndo um ser hum+no ou um +nim+l +lc+nç+ o nível
lnc+p+cit+do, ele estí + um Nível de Vit+lid+de d+ morte.
Se ele for ferido m+is um+ ve:, ou se for impossível est+nc+r
su+ hemorr+¸i+, ele morrerí.
Cl+ro, os hum+nos cur+m-se de form+ diferente que os
lobisomens. Com + devid+ +tenç1o médic+, os hum+nos se
recuper+m tendo como b+se + t+bel+ + se¸uir. Atenç1o: o
tempo exemplific+do é +pen+s o qu+nto é requerido p+r+
recuper+r esse Nível de Vit+lid+de essenci+l - os outros
Níveis de Vit+lid+de precis+m ser cur+dos t+mbém. lort+n-
to, se o hum+no lev+ três meses p+r+ se recuper+r de ter
sido Lsp+nc+do, ele +ind+ precis+ despender tempo p+r+
cur+r lerido, lerido ¸r+vemente, etc.
NíveI de Saúde Tempo
Lscori+do Lm Di+
M+chuc+do Três Di+s
lerido Lm+ Sem+n+
lerido ¸r+vemente Lm Mês
Lsp+nc+do Três Meses
Aleij+do Três Meses¯
¯ Além de cur+r este Nível de Vit+lid+de, os hum+nos pre-
cis+m t+mbém perder um ponto em seus Atributos lísicos.
Os hum+nos que +lc+nç+rem lnc+p+cit+do cur+m-se + cri-
tério do N+rr+dor; +l¸uns fic+m em com+ p+r+ o resto d+
vid+.
Feates de Ferimeates
A despeito d+ robuste: in+t+ dos O+rou, existem muit+s
form+s de infli¸ir ferimentos num lobisomem. Al¸um+s s1o
comuns em hum+nos, e port+nto pront+mente compreensí-
veis p+r+ nós, enqu+nto outr+s s1o específic+s p+r+ lobiso-
mens. Lss+s fontes de ferimentos s1o descrit+s +b+ixo.
0embate
Os ferimentos de comb+te s1o +bord+dos minuncios+-
mente n+s seçöes de Comb+te com Arm+s Br+nc+s e Com-
b+te com Arm+s de lo¸o, do c+pítulo Dr+m+. C+d+ sucesso
obtido por um oponente num teste de d+nos f+: com que o
person+¸em perc+ um Nível de Vit+lid+de.
§aedas
Oc+sion+lmente, os person+¸ens c+em. Lse + t+bel+ +
se¸uir p+r+ c+lcul+r d+nos. Os person+¸ens, sej+m hum+-
nos ou lobisomens, podem f+:er testes de Vit+lid+de (difi-
culd+de o) p+r+ "+bsorver" os d+nos. C+d+ sucesso indic+
que menos um Nível de Vit+lid+de é perdido. C+d+ f+lh+
crític+ si¸nific+ que se perde um Nível de Vit+lid+de + m+is.
!97
Distância Ierimento
(em metros)
1,5 Lm Nível de Vit+lid+de
3 Dois Níveis de Vit+lid+de
6 Três Níveis de Vit+lid+de
9 Qu+tro Níveis de Vit+lid+de
12 Cinco Níveis de Vit+lid+de
15 Seis Níveis de Vit+lid+de
1o Sete Níveis de Vit+lid+de
...e +ssim por di+nte, +té um míximo de 10 Níveis de Vit+-
lid+de.
Feqe
O fo¸o é um elemento muito peri¸oso p+r+ os lobiso-
mens. Sempre c+us+ ferimentos +¸r+v+dos, tendo, port+n-
to, potenci+l p+r+ m+tí-los. lorém, o fo¸o exerce um f+scí-
nio profundo nos O+rou. Lm+ ch+m+ de qu+lquer t+m+-
nho pode ferir um O+rou, m+s eles podem resistir +os seus
efeitos com Vi¸or. l+ç+ os jo¸+dores test+rem Vi¸or - +
dificuld+de depende d+ severid+de e do t+m+nho d+s ch+-
m+s. O jo¸+dor precis+ re+li:+r um teste + c+d+ turno que o
seu person+¸em se encontr+ n+s ch+m+s, p+r+ ver se con-
se¸ue resistir +os d+nos. Se o teste fr+c+ss+r, o person+¸em
sofre entre um e três Níveis de Vit+lid+de de d+no (vej+ +
se¸und+ t+bel+ +di+nte). Se o teste for bem sucedido, o
person+¸em sofre, por sucesso, um d+no + menos do que
seri+ o norm+l. Se o teste redund+r num+ f+lh+ crític+, en-
t1o o person+¸em é ferido de +l¸um+ form+ especi+l - t+l-
ve: ele perc+ + vis1o ou seus membros sej+m mutil+dos.
DificuIdade NíveI de Iogo
3 C+lor de um+ vel+ (queim+dur+ de
primeiro ¸r+u)
5 C+lor de um+ toch+ (queim+dur+ de
se¸undo ¸r+u)
¯ C+lor de um Bico de Bunsen (quei-
m+dur+ de terceiro ¸r+u)
9 C+lor de fo¸o químico
10 Met+l derretido
Ierimentos Tamanho do Iogo
Lm Toch+; p+rte do corpo queim+d+
Dois lo¸ueir+; met+de do corpo queim+d+
Três lncêndio lnfern+l; o corpo inteiro quei-
m+do
0aler £rtreme
O c+lor extremo (+cim+ de 90°C) pode ferir os lobiso-
mens d+ mesm+ form+ que f+: o fo¸o. Lse o mesmo sistem+
p+r+ suport+r e sofrer d+nos, m+s o modifique de +cordo
com + situ+ç1o. Norm+lmente, o c+lor n1o é nem de perto
t1o mort+l, + n1o ser que sej+ terrivelmente intenso.
0eeaças
Os lobisomens podem contr+ir e mesmo tr+nsmitir do-
enç+s c+nin+s e hum+n+s, m+s em ¸er+l eles n1o morrem
por c+us+ del+s. Su+ c+p+cid+de de cur+ e seus elev+dos
níveis de Vi¸or os prote¸em. Os Níveis de Vit+lid+de per-
didos por motivos de doenç+ s1o consider+dos ferimentos
norm+is; depois que tenh+m sido cur+dos, o O+rou estí
s+udível.
veaeae
Lm ¸er+l, o veneno +¸e de form+ muito semelh+nte +
doenç+ - embor+ ele +fete os O+rou, + c+p+cid+de re¸e-
ner+tiv+ dos lobisomens os permite cur+r-se como se os
efeitos d+ substìnci+ fossem ferimentos norm+is. Certos
venenos d+ Wyrm podem c+us+r d+nos +¸r+v+dos.
Sa(ecameate e A(eqameate
Os lobisomens podem morrer por +fo¸+mento. A qu+n-
tid+de de tempo que um O+rou pode se¸ur+r su+ respir+-
ç1o é determin+d+ por seu nível de Vi¸or, de +cordo com +
t+bel+ + se¸uir:
Vigor Segurando Respiração
1 30 se¸undos
2 Lm minuto
3 Dois minutos
+ Cinco minutos
5 Oito minutos
6 15 minutos
¯ 20 minutos
o 30 minutos
Os O+rou podem ¸+st+r lorç+ de Vont+de p+r+ conti-
nu+r se¸ur+ndo su+ respir+ç1o; c+d+ ponto ¸+sto lhes per-
mite m+is 30 se¸undos se o seu Vi¸or estiver em 3 ou +b+ixo
disso, ou um minuto inteiro se ele estiver em + ou +cim+.
Qu+ndo um O+rou n1o conse¸ue m+is se¸ur+r + respi-
r+ç1o, ele começ+ + sufoc+r ou + se +fo¸+r - o que for
+propri+do. Lm person+¸em em processo de +fo¸+mento
sofre + perd+ de um Nível de Vit+lid+de por turno; este
d+no n1o é +¸r+v+do, m+s n1o pode ser cur+do +té que o
O+rou estej+ for+ do +mbiente hostil. Qu+ndo o O+rou +l-
c+nç+r o nível lnc+p+cit+do, ele morrerí + r+:1o de um ponto
de Vi¸or por minuto.
Radiaçãe e lire 1érice
Determin+dos c+ern d+ Wyrm s1o construídos em lo-
c+is que contêm divers+s substìnci+s nociv+s e, sendo de-
fensores de O+i+, os O+rou freqüentemente precis+m com-
b+ter empres+s sem étic+. Os O+rou expostos + substìnci+s
r+dio+tiv+s e +rm+s bioquímic+s recebem d+nos +¸r+v+dos
+proxim+d+mente equiv+lentes + um fo¸o do mesmo t+m+-
nho. lorém, devido + mut+ç1o celul+r e + destruiç1o indu-
:id+ por ess+s substìnci+s, esses ferimentos lev+m du+s ve-
:es o tempo norm+l p+r+ serem cur+dos, e ÷10 é som+do +
qu+lquer teste n+ T+bel+ de Cic+tri:es de B+t+lh+. Lste tipo
de d+no n1o pode ser +bsorvido.
Prata
A pr+t+ provoc+ nos O+rou um nível de d+nos +¸r+v+dos
por turno de cont+to. Lm +t+que bem sucedido com um+
+rm+ de pr+t+ inflin¸e pelo menos um Nível de Vit+lid+de de
d+nos, n1o import+ qu+l sej+ o result+do do teste de d+nos. Os
D+nos c+us+dos pel+ pr+t+ n1o podem ser +bsorvidos.
Os O+rou hominídeos ou lupinos n1o recebem d+nos
especi+is por pr+t+ qu+ndo est1o em su+s form+s n+tur+is,
nem qu+lquer O+rou qu+ndo n+ form+ Hominíde+. Nesses
c+sos, + +rm+ de pr+t+ é tr+t+d+ como um+ +rm+ norm+l.
C+d+ objeto de pr+t+ c+rre¸+do por um O+rou redu:
seu nível efetivo de Onose em um ponto. lsto n1o é perm+-
Cnµí:u1o Cí:o. oís:.nn u. H.grns
!9B 1oIíson.n. C .µo.n1íµs.
nente, embor+ o efeito dure +proxim+d+mente um di+ de-
pois d+ pr+t+ ter sido desc+rt+d+. Além disso, p+r+ c+d+
cinco objetos de pr+t+ c+rre¸+dos pelos membros d+ m+ti-
lh+, c+d+ membro dess+ m+tilh+ sofre + perd+ de um ponto
de Onose (efetiv+mente). lor est+ r+:1o, os O+rou oc+sio-
n+lmente nutrem um des+feto pelos membros que us+m
+d+¸+s ritu+is. Lse + t+bel+ se¸uinte p+r+ c+lcul+r +s pen+-
lid+des p+r+ +l¸uns objetos.
Objeto Perda de Cnose
B+l+s de pr+t+ 1 ponto c+d+
Ad+¸+ 1 ponto
Or+nde Ad+¸+ 2 pontos
Ferimeates 0rítices e 0icatrites de
8atalba
Qu+ndo um person+¸em estí ferido +té +b+ixo do Nível
de Vit+lid+de lnc+p+cit+do, ele é consider+do ferido critic+-
mente. Lm hum+no de t+m+nho norm+l morre se che¸+r +té
esse ponto, m+s um lobisomem só morre se todos os seus feri-
mentos forem +¸r+v+dos. Qu+ndo se encontr+ ferido critic+-
mente, o O+rou estí inconsciente ou próximo d+ inconsci-
ênci+ (ele n1o pode +¸ir, m+s pode f+l+r dur+nte um período
de tempo curto, ¸+st+ndo um ponto de lorç+ de Vont+de).
Lle n1o se cur+ m+is +o seu ritmo norm+l, +o invés disso
re¸ener+ndo +pen+s um Nível de Vit+lid+de por hor+. lo-
rém, um+ ve: que ele tenh+ se re¸ener+do o b+st+nte p+r+
che¸+r +cim+ de lnc+p+cit+do, ele pode +¸ir nov+mente e
começ+r + cur+r um Nível de Vit+lid+de por turno. Neste
ponto, ele precis+ f+:er um teste n+ T+bel+ de Cic+tri:es de
B+t+lh+ +b+ixo.
Lm lobisomem ferido critic+mente pode tent+r c+n+li-
:+r su+ lúri+ p+r+ ressuscití-lo e +tiv+r seus poderes re¸e-
ner+tivos. Lst+ tent+tiv+ de recuper+ç1o pode ser re+li:+d+
+pen+s um+ ve:. O jo¸+dor precis+ f+:er um teste de lúri+
(dificuld+de o). C+d+ sucesso cur+ um Nível de Vit+lid+de,
+té mesmo um Nível de Vit+lid+de infli¸ido por ferimentos
+¸r+v+dos. Se, dest+ form+, ele che¸+r +té +cim+ de lnc+p+-
cit+do, poderí volt+r + +ç1o. Se ele fr+c+ss+r no teste, n1o
poderí se recuper+r. lorém, c+so sej+ bem sucedido, ele
n1o +pen+s precis+ test+r frenesi (vej+ ír.n.s|), m+s deve
re+li:+r um teste n+ T+bel+ de lerimentos de B+t+lh+, so-
m+ndo um d+do extr+ +o teste.
Lm+ cic+tri: de b+t+lh+ é um ferimento ou um+ desfi¸u-
r+ç1o perm+nente recebid+ +tr+vés de um+ ferid+ ¸r+ve.
Norm+lmente, us+-se um d+do p+r+ f+:er o teste, m+s cert+s
+çöes podem +lter+r isto, como +o test+r lúri+ p+r+ se re-
cuper+r de ferimentos críticos (use dois d+dos). l+r+ feri-
mentos p+rticul+rmente sérios, o N+rr+dor pode +crescen-
t+r +ind+ m+is d+dos +o teste. Além disso, certos eventos
podem modific+r o teste, som+ndo +o result+do. R+di+ç1o,
biotoxin+s, etc., som+m ÷10 pontos n+ t+bel+.
C+d+ ve: que um person+¸em +dquirir um+ cic+tri: de
b+t+lh+, ele recebe um ponto temporírio de Olóri+. Os O+rou
respeit+m +queles que prov+m su+ cor+¸em num+ b+t+lh+. Se
o ferimento vier + ser cur+do dest+ form+, o person+¸em per-
derí +utom+ticc+mente dois pontos temporírios de Olóri+.
1abela de 0icatrites de 8atalba
ResuItado Efeito
1-3 Cicatrizes Superficiais: Seu corpo é coberto
por víri+s cic+ti:es ¸r+ndes. Sobre el+s n1o crescem pê-
los, qu+ndo você estí n+ form+ lupin+. Lm +l¸um+s cir-
cunstìnci+s, ess+s cic+tri:es podem f+:er com que você
precise subtr+ir um ponto de Ap+rênci+.
+-5 Cicatriz Profunda: Você sofre os efeitos de
Cic+tri:es Superfici+is, +cim+; +lém disso, os seus mús-
culos e junt+s est1o +fet+dos. Lm+ cic+tri: como ess+
dói qu+ndo o clim+ estí p+r+ mud+r ou qu+ndo estí muito
úmido.
6-¯ Ajustamento Osseo Impróprio: Lm dos seus
membros foi quebr+do, n1o foi tr+t+do devid+mente e
se curou for+ do lu¸+r. D+ próxim+ ve: que você estiver
lnc+p+cit+do, este membro p+rtirí nov+mente; um+ fr+-
tur+ como ess+ é consider+d+ d+no +¸r+v+do.
o Crânio Exposto: O l+do de su+ c+beç+ +fun-
dou; mesmo depois de s+r+r, o crìnio pode ser visto.
Redu:+ + su+ M+nipul+ç1o em dois +o lid+r com hum+-
nos (+ n1o ser que você estej+ us+ndo um ch+péu).
9 Queixo Quebrado: O seu queixo e + su+ lín-
¸u+ for+m desemp+relh+dos sever+mente, +o ponto de
que é difícil entender o que você f+l+. A su+ dicç1o é
ininteli¸ível (interprete isso). Além disso, +s dificuld+-
des de todos os testes que envolv+m comunic+ç1o s1o
+ument+d+s em dois.
10 OIho Perdido: Lm dos seus olhos foi +rr+n-
c+do. As dificuld+des de todos os testes que envolv+m
+rm+s de projéteis ou percepç1o profud+ s1o +ument+-
d+s em três, e +s dificuld+des dos testes de lercepç1o
que envolv+m vis1o s1o +ument+d+s em dois.
11 Ah, bem...: Devido +... ferimentos delic+dos...
você, se for m+cho, estí inc+p+cit+do de ter filhos... se é
que você nos entende. L +qui v1o +s bo+s e +s mís notí-
ci+s. lrimeiro +s mís: T+nto os seus testes de C+rism+
qu+nto os seus testes de M+nipul+ç1o s1o redu:idos qu+n-
do você f+l+ em vo: +lt+ e (como se n1o b+st+sse) você
n1o pode m+is sedu:ir nin¸uém. A¸or+ +s bo+s: você se
encontr+ +bsolut+mente imuni:+do contr+ qu+isquer
tent+tiv+s de seduç1o - n1o é ótimo!
12-1+ PuImão Arruinado: O seu pulm1o foi per-
fur+do dur+nte um+ b+t+lh+, dificult+ndo o +to de res-
pir+r. Subtr+i+ dois d+dos d+ su+ l+r+d+ de D+dos de
Vi¸or p+r+ todos os testes que envolv+m resistênci+.
Além disso, depois de m+is de cinco turnos de esforço,
você perde +utom+tic+mente um d+do +dicion+l.
15-1¯ Dedos Perdidos: Lm+ d+s su+s m1os perdeu
vírios dedos. As dificuld+des em todos os testes de Des-
tre:+ que envolv+m ess+ m1o s1o +ument+d+s em três, e
os d+nos de ¸+rr+ c+us+dos por ess+ m1o s1o redu:idos +
met+de.
1o-20 Braço MutiIado: Lm dos seus br+ços foi feri-
do sever+mente; você n1o é m+is c+p+: de usí-lo p+r+
qu+lquer propósito. Você se move + três qu+rtos d+ su+
velocid+de norm+l n+ form+ Hispo ou lupin+, e n1o pode
receber bonus por movimentos qu+drúpedes n+ form+
Crinos.
!99
21-23 Dano nas pernas: Você +nd+ coxe+ndo e se
move + met+de d+ vel