CENTRC DE ESTUDCS DE S¦NE¦DCLCC¦A LTDA.

Fozendo Moi|-Buz, Rodovio BR 0ó0, |m 5 ÷ Sonro Anrðnio do Desco6erro - CC
Tel.: (ó1) 8128 1º03 Adðnis | (ó1) 8128 17º4 Dolron B. Simão www.rlco.com.6r / rlco@rlco.com.6r
Todo o conteúdo © Copyríght 2010 -Todos os díreítos reservados. TPCA - Tecnlca Pislca para a Conqulsta da Autoconsclencla. Caíxa lostaì 08, Aìexanía - GO, CEl.72.º20-º70.
Curso da TFCA
Fágino 2
AFRESENTAÇAC DA TFCA
FREFAC¦C
¦NTRCDUÇAC
EXERC¦C¦C RESF¦RATÒR¦C
.......... Forre Frárico
.......... Ouesrionário
EXERC¦C¦C DE ENERC¦ZAÇAC CLANDULAR
.......... Forre Frárico
.......... Ouesrionário
EXERC¦C¦C DE CCNTATC ENERCET¦CC
ENTRE AS CLANDULAS
.......... Forre Frárico
.......... Ouesrionário
EXERC¦C¦C DE CCNSTRUÇAC
DAS FCRMAS NUMER¦CAS
.......... Forre Frárico
.......... Ouesrionário
EXERC¦C¦C DE CCNSTRUÇAC DC CANAL DE SA¦DA
.......... Forre Frárico
.......... Ouesrionário
AvAL¦AÇAC F¦NAL
CCNTATC
CRED¦TCS
03
0?
11
13
14
18
1?
20
22
23
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27
2?
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5umario
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Curso da TFCA
Fágino 3
Apresentação da TFCA
Òrigem da TFCA:
O príneíro contato de terceíro grau entre Bíanca e Karran aconteceu en 12
de janeíro de 1º7o. Nessa ocasíåo, Bíanca ooteve de Karran ín|ornaç6es
até entåo desconhecídas no pìaneta Terra soore o acídente que ocorreu
en nosso sístena soìar ha níìhares de anos, soore a ínexístèncía da norte
e cono conquístar a autoconscíèncía através de una séríe de exercícíos
|ísícos sínpìes.
A porrir desse dio, iniciou-se ÷ pelo curiosidode e dedicoção de Bionco, e
so6 o orienroção de Korron ÷ o Técnico Flsico poro o Conquisro do Aurocons-
cièncio - TFCA. Nos polovros de Korron, os exerclcios que compoem o TFCA
"|á lorom ensinodos ourros vezes" em nosso plonero. Ele rom6ém diz que
seus o6|erivos lorom olrerodos oo longo do rempo em lunção dos inrerpre-
roçoes dos loros que ocorrem loro do corpo llsico.
Arrovés dos exerclcios do TFCA o proriconre pode melhoror e oumenror o
seu compo energérico cere6rol, o que possi6iliro o suo soldo conscienre do
corpo llsico. A soldo conscienre do corpo llsico é um momenro de li6erroção
e losclnio, que rroz oo ser humono o conscièncio do imorrolidode e de suos
porenciolidodes.
Mopo de roros de novegoção no espoço
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Curso da TFCA
Fágino 4
Desdo|ramenros da TFCA:
A conquisro do ouroconscièncio, porém, não se limiro à soldo conscienre do
oo olconce dos proriconres do TFCA.
Arrovés do prárico dos exerclcios llsicos, dos experièncios (oulos minisrrodos
no mundo exrrollsico) rrozidos em memorio vivo poro o morério (corpo llsico),
dos oulos minisrrodos no mundo llsico e rom6ém dos rro6olhos denrro do
grupo, os porriciponres esrão golgondo degrous imporronres no 6usco pelo
ouroconscièncio.
A inconscièncio, os sisremos pollrico e econðmico, o morre, o violèncio, o
guerro, o desiguoldode, o preconceiro, o pecodo, o prisão e o doenço não
lozem porre de um mundo humono conscienre.
C primeiro posso no reconsrrução de um sisremo de vido no quol o plonero
Terro poderá ser um lor de conscièncio e plenirude do vivèncio humono, em
morério e sem elo, é o rro6olho de 6usco do ouroconscièncio.
C Espoço
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Curso da TFCA
Fágino 5
-
-
nero ronro preciso: A AUTOCONSC|LNC|A.
Em 12 de |oneiro de 1º7ó, oo ser indogodo por Bionco, Korron lolou:
Karran: Não remos necessidode de religião!
ßianca: E como conhecem o Deus?
Karran: Ele não é conhecido orrovés de livros ou religioes, e sim pelo que
ele lez, pelo vido que deu o vocè e o mim, pelo or que vocè respiro e eu
rom6ém, pelo águo que vocè 6e6e e eu rom6ém, pelo rerro que vocè piso
e eu rom6ém.
"E peìa grandeza de sua críaçåo que eìe se |az conhecer, en todo ìugar.
Tudo o que vocè e eu |azenos. adnírar, conhecer, víver, aìínentar-se, vestír-
se, tudo é deìe e sendo deìe, eìe se |az presente en todo ìugar. lor ísso
dígo a vocè que o conhecenos.¨
(AS FCSS¦B¦L¦DADES DC ¦NF¦N¦TC, FAC. 22, SAC FAULC, 1º87 ÷ ¦SBN 85-85128-1-1)
Korron Bionco
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Curso da TFCA
Fágino ó
visiranres de Òurros Flaneras:
(poro o cièncio) o exisrèncio de ourros ploneros, em lugores remoros do Uni-
verso. Forém, em 1º7ó, Bionco |á lolovo so6re o exisrèncio de muiros ourros
ploneros e rom6ém civilizoçoes no Universo.
Muiros se pergunrom: se os exrrorerresrres são rão ovonçodos, evoluldos,
rèm ronro compreensão e 6oos inrençoes, e podem o|udor ronro oo nosso
Esro quesrão rom6ém esrá respondido no primeiro livro de Bionco:
¨Tentanos ajuda-ìos, cedendo novanente nuítos dos nossos recursos e ín-
|uríosos e se negavan a aceítar que nåo éranos críadores ou deuses, e sín
pessoas íguaís a todos. lor ísso, nåo havendo condíç6es para que pudésse-
nos corrígír este de|eíto, nós receoenos ínstruç6es para nos a|astarnos do
honen da sua terra."
(AS FCSS¦B¦L¦DADES DC ¦NF¦N¦TC, FAC.41, SAC FAULC, 1º87 ÷ ¦SBN 85-85128-01-1)
Há inumeros conroros e conrorodos no Terro. Há rom6ém inumeros ovisro-
menros diários. Forém, não lhes é dodo o devido crédiro, não há inreresse
do pu6lico em gerol e, rompouco, divulgoção, devido o:
Conrroinlormoção (explicoçoes so6re 6oloes mereorologicos,
lenðmenos ormosléricos, erc.),
Esrigmorizoção dos vio|onres de ourros ploneros (reloros de
Esrigmorizoção dos conrorodos (como loucos, incrédulos no cièncio,
lonáricos, erc.),
Ação dos ulologos guiodo pelo sensocionolismo, misricismo ou
reorios de conspiroção.
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Curso da TFCA
Fágino 7
Ouonro à exisrèncio de ourros civilizoçoes no Universo, ve|omos rom6ém
os reloros do osrroorqueologio, que demonsrrom civilizoçoes onrigos com
ovonço recnologico inquesrionável em reloção à nosso ero. E evidèncio do
conroro com vio|onres do espoço.
São evidèncios rom6ém, poro os quois o cièncio não rem explicoção, pe-
godos de seres humonos do mesmo époco que os de dinossouros. Bionco
oprendeu com Korron que umo dos conrri6uiçoes deles, vio|onres de ourros
ploneros, loi o exrinção dos dinossouros. Muiros losseis são enconrrodos
com um "luro" no resro. São evidèncio do o6ore com ormos muiro ovonço-
dos poro o époco do morre do onimol.
Segundo elo, esres erom onimois que hoviom solrido muroçoes devido oo
ocidenre solor, e esrovom pondo em risco o so6revivèncio humono no plone-
ro. Não são, porronro, onimois que viverom "há milhoes de onos orrás", mos
sim conremporôneos dos humonos.
Aindo segundo elo, o doroção orqueologico de nossos dios, urilizondo o
récnico do cor6ono 14, esrá equivocodo. Elo oumenro em numeros muiro
superlorivos os doroçoes dos ochodos.
Bionco diz que não lolrorom ocosioes em que eles renrorom rornor pu6lico
recnologio perdido em loce do ocidenre solor. Forém, não openos o recno-
logio hovio sido perdido. Hovlomos perdido rom6ém o conscièncio do vido
exrrollsico, o ligoção de conscièncio proprio dos seres humonos. Com isso,
hovlomos nos rornodo prisioneiros do rempo e do espoço no Terro, isolodos
de nossos irmãos seres humonos de ourros ploneros.
Forronro, no TFCA, não chomomos os seres humonos de ourros ploneros de
"exrrorerresrres", mos de "visironres de ourros ploneros".
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Curso da TFCA
Fágino 8
Bionco rom6ém diz que o rocioclnio de dominoção e poder, rão comum no
Terro, não loz porre do regisrro (ou do rocioclnio) dos povos de ourros plo-
neros. Sendo ossim, suo oporição em pu6lico, ho|e, ocosionorio umo rede de
inrrigos e |ogos de poder que não lhes loz senrido porricipor. Elo diz oindo
que eles so6erão o momenro cerro de chegor à Terro.
Fara os Novos ¦nreressados:
A TFCA esrá o6erro o rodos que se inreressorem e conro com esrrururo de
ensino do curso de oprendizodo dos exerclcios em suo sede, no Fozendo
Moi|-Buz (nosso coso), ossim como rom6ém em seu esrodo ou pols, medion-
re o lormoção de um grupo mlnimo de olunos.
-
de umo visiro poro conhecer o rro6olho que Bionco rem consrruldo oo longo
dos ulrimos onos.
Fara os FecémC|egados:
Se vocè é um doqueles que lez recenremenre o Curso de Aprendizado dos
Exercícios da TFCA, soi6o que esromos, o codo dio, rro6olhondo no conso-
lidoção e no oprimoromenro do rro6olho. A TFCA é um rro6olho dinômico
e, ossim como o conscièncio humono, necessiro de renovoção e exerclcio.
Esromos de porros o6erros poro rece6è-los como mem6ros oruonres.
Denrro do TFCA há degrous o serem golgodos, orrovés do porricipoção nos
suos diversos orividodes, ossim como rom6ém no rendimenro o6rido com
os exerclcios llsicos.
Conromos com suo porricipoção, e coso more em um locol disronre, não
hesire em enrror em conroro poro oruolizor seu codosrro, se inreiror so6re
novidodes e ogendor visiros.
CRED¦TCS DAS ¦MACENS E FAC¦NAS RELEvANTES SCBRE ESTE ASSUNTC NA ¦NTERNET:
Sire so6re o "Trilho Toylor", locol de coexisrèncio de pegodos humonos e de dinossouros:
http://www.blble.ca/tracks/taylor-trall.htm
http://www.tpwd.state.tx.us/park/dlnosaur/
Fágino de Erich von Doni|en, ouror pioneiro nos reorios de poleoosrronomio, e orqueoosrrologio:
http://www.danlken.com/
NASA ÷ Esrodos unidos ÷ Blue mor6le releose pro|ecr:
http://earthobservatory.nasa.gov/Newsroom/8lueMarble/
http://www.tfca.com.br
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Curso da TFCA
Fágino º
Prefacio
A demonsrroção prárico do mundo espiriruol, não su6ordinodo o nenhumo
e originois, é o o6|erivo o que se propoe o Tecnlca Pislca para a Conqulsta
da Autoconsclencla - TPCA. Esre rro6olho é unico em nosso rerro, e esrá oo
olconce de rodos oqueles que dese|om porricipor do mundo espiriruol.
A volro à origem do conscièncio humono, o proposição de volores humonos
loro do conrexro rrodicionol e récnicos direros e o6|erivos poro o soldo cons-
cienre do corpo llsico são corocrerlsricos do TFCA.
Elo se enrolzo no porrimðnio comum do norurezo humono que é o possi6ili-
dode de conviver conscienremenre nos mundos llsico e exrrollsico. A TFCA
quoisquer desros correnres, desde que decidom oceiror os normos inrernos
de porricipoção no TFCA e no curso de oprendizodo.
Mois do que umo inlormoção reorico, o TFCA é composro por exerclcios llsi-
cos que são o condição lundomenrol poro o sucesso nesre rro6olho. A TFCA
possi6iliro que codo indivlduo renho condiçoes de 6uscor e solucionor os
duvidos que porvenruro esre|om perrur6ondo suo rronquilidode no mundo
llsico.
Esro 6usco pode se dor orrovés dos soldos conscienres do corpo llsico (expe-
rièncios), orrovés do esrudo dos rexros possodos o Bionco pelos seus orien-
rodores no mundo exrrollsico, ou oindo pelo orivoção de copocidodes humo-
nos oré enrão odormecidos denrro de codo um de nos.
A TFCA é o unico lormo de oprendizodo dos exerclcios ensinodos por Korron
o Bionco, loi lundodo e é liderodo por elo. A TFCA reve origem em 1º7ó,
e Bionco possou o ensinor os exerclcios que o compoem em 1º77, quondo
esre rro6olho rom6ém possou o rer esro denominoção, por orienroção de
Korron.
Ho|e, o TFCA é gerido por Bionco orrovés do CESS¦NE (Cenrro de Esrudos
de Sineidologio*), enridode que reve esro denominoção em 1º88 pelo pri-
meiro vez.
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Curso da TFCA
Fágino 10
Não há ourro lormo de se rornor Aluno do TFCA que não se|o reolizondo o
Curso de Aprendizodo dos Exerclcios minisrrodo pelo CESS¦NE. C oluno
do TFCA pode comporrilhor suos experièncios em pu6lico, rer suos experi-
-
munirário, rer suo prárico de exerclcios monirorodo, olém de vários ourros
vorionres e desdo6romenros do rro6olho.
* Sineidologio é o cièncio que esrudo o conscièncio humono,
do grego síneídesís = conscièncio. síneídesís
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Curso da TFCA
Fágino 11
Introdução
FÒF B¦ANCA
Não é lácil o inlcio de quolquer orividode, principolmenre quondo o ori-
vidode em quesrão esrá relocionodo com o nosso ouroconscièncio, pois o
simples ideio de que o ser humono pode se rornor ouroconscienre surgiu re-
cenremenre, quondo eu rive o meu primeiro conroro com Korron, em 1º7ó.
Nesso époco, ele (Korron) me inlormou do exisrèncio de um mundo espiri-
ruol 6em dilerenre doquele que eu imoginovo exisrir, pois ele me lolovo de
um mundo espiriruol onde nos, seres humonos, conrinuávomos o viver opos
o morre do nosso corpo llsico.
Cuvir Korron dizer que exisrio o mundo espiriruol não loi surpreso poro mim,
pois eu |á ocredirovo no exisrèncio desse mundo invislvel oos nossos olhos,
mos poro mim, esre ero um mundo que não esrovo openos loro do olconce
visuol. Denrro do minho crenço, nunco nenhum ser humono nele penerrorio,
pois ele loro criodo por Deus poro o6rigor os seus exérciros de on|os e de-
mðnios depois do re6elião de um de seus on|os predileros, Luciler.
Tom6ém eu |á rinho ouvido lolor que exisriom grupos religiosos que ocredi-
rovom nesso possi6ilidode, mos eu não oceirovo esse loro como verdodeiro,
ossim como rom6ém não oceirovo oqueles grupos religiosos que culruovom
o vido opos o morre do corpo llsico.
Forém, Korron oli esrovo, me lolondo desse "mundo" e do chonce que nos,
seres humonos desre plonero, rlnhomos de conhecer e porricipor dele, sem
que poro isso rivéssemos que morrer. Esso inlormoção loi poro mim umo
surpreso rão gronde, que eu me senri como se esrivesse penerrondo nos
domlnios divinos.
Acomponhondo esso emoção veio o senrimenro de responso6ilidode que
me dizio:
"Será que eu sou merecedoro de ouvir essos reveloçoes?"
A curiosidode e o dese|o de oprender e conhecer esse mundo rom6ém se
opoderou de mim. ¦sro me levou o pedir que Korron me ensinosse o que lo-
zer poro que eu rivesse o chonce de soir do meu corpo llsico, e ossim poder
conhecer e porricipor desse morovilhoso "lodo secrero" do ser humono: o
mundo espiriruol.
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Curso da TFCA
Fágino 12
Tornor-se ouroconscienre deverio ser, poro rodo e quolquer ser humono
oqui, em nosso rerro, o primeiro o6|erivo o ser olconçodo, pois o ourocons-
cièncio é o lonre do conhecimenro, o li6erroção dos medos, o visão omplo e
cloro do nosso mundo e de rudo que o rodeio, e é rom6ém o compreensão
universol.
A récnico ensinodo o mim por Korron rem por o6|erivo primeiro mosrror oo
ser humono que ele so6revive à morre do corpo llsico, e que ele é um ser
ererno, independenremenre de ocrediror nisro ou não. Como diz o meu pro-
lessor exrrollsico: "Umo soldo conscienre do nosso corpo 6osro poro so6er
que so6revivemos à morre, mos umo so soldo conscienre não 6osro poro nos
rornormos ouroconscienres".
Korron diz que rodos os seres humonos são perleiros, porronro, nos rom6ém
o somos. Forém, um ocidenre nos prendeu oo corpo llsico que usomos.
Enrreronro, é evidenre que |á esromos copocirodos poro nos li6error e por- Enrreronro, é evidenre que |á esromos copocirodos poro nos li6error e por Enrreronro, é evidenre que |á esromos copocirodos poro nos li6error e por
ricipor do mundo espiriruol e do conscièncio universol. Korron diz que "os
rempos são ourros e o enrendimenro rom6ém".
C rempo presenre vem me mosrrondo que ele, Korron, rem rodo o rozão,
pois os resulrodos do TFCA o6ridos com seus porriciponres vèm oconrecen-
do de moneiro surpreendenre poro oqueles que são osslduos no prárico dos
exerclcios.
Forronro, espero que os 6ons resulrodos que o6rive orrovés do prárico dos
exerclcios do TFCA rom6ém se|om olconçodos por vocès.
B¦ANCA, 21 DE SETEMBRC DE 2005.
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Curso da TFCA
Fágino 13
Exercício Pespiratório
Esre rro6olho rem por o6|erivo o limpezo do 6ose pulmonor (melhoro do
venriloção e do rroco gososo) e o energizoção do corpo.
Fespiramos para alçancar nossos o||erivos
Todos os grupos que rèm por o6|erivo umo melhor inreroção do homem
com o mundo espiriruol e o universo que os cerco, rèm como 6ose, nesse
o6|erivo, o rro6olho respirororio.
Não é de se esrronhor, se levormos em conro que rodos os grondes mesrres
do possodo, que derom origem o esses grupos de ho|e, deixorom regisrrodo
poro seus seguidores o gronde imporrôncio que exisre nesse oro, poro que o
homem orin|o rudo oquilo que olme|o e esrá lurondo poro conseguir.
De ocordo com o hisrorio 6l6lico, Deus, quondo criou o homem, primeiro o
lez de 6orro, dondo-lhe o lormo llsico que remos ho|e. Aindo ossim, esso lor- lez de 6orro, dondo-lhe o lormo llsico que remos ho|e. Aindo ossim, esso lor lez de 6orro, dondo-lhe o lormo llsico que remos ho|e. Aindo ossim, esso lor
mo llsico conrinuou sem vido, sendo, porronro, um o6|ero inonimodo. Mos,
poro que o vido surgisse no homem, ele, Deus, soprou em suos norinos, e
deu oo homem o lðlego do vido.
No momenro oruol não é dilerenre, pois Korron colocou como 6ose poro
oringirmos conscienremenre o mundo espiriruol e olconçormos o domlnio
do nosso corpo poro nos conhecermos melhor, o rro6olho respirororio. Foro
ele, Korron, esre oro "sendo proricodo de moneiro conscienre e con|ugon-
do-o com ourros movimenros llsicos vomos conseguir como resulrodo umo
moior energizoção do nosso corpo e umo 6oo limpezo do nosso 6ose pul-
respirororio e energérico 6osronre pre|udicodo."
Foro que o corpo llsico nos li6erre do seu domlnio, remos que, de monei-
ro conscienre, preporá-lo poro esse oro. Umo 6oo oruoção do ser humono
oro de respiror correromenre, denrro desre rro6olho, é lundomenrol poro
que olconcemos o o6|erivo que o TFCA propoe. Forronro, duronre o prárico
desre exerclcio, os olunos devem esror rorolmenre concenrrodos no oro de
respiror.
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Fágino 14
Duronre o prárico do rro6olho respirororio procure o6servor com clorezo suos
reoçoes. Ao responder os quesrionários so6re os exerclcios e suos reoçoes,
coloque o que reolmenre pðde perce6er, não renre "crior sensoçoes". Coso
o loço, esrorá orropolhondo, e muiro, suo cominhodo em 6usco do ourocons-
cièncio. Tom6ém não deixe de escrever, coso renho ocorrido olgumo reoção
que não esre|o relocionodo nessos pergunros. Somenre o inlormoção correro
nos dorá o chonce de o|udá-lo.
Exercicio Fespirarorio
1° MOVIMENTO: IN5PIPAÇÃO
Em pé, e com os pés olosrodos (o disrôncio de olosromenro enrre os pés não
deve ulrropossor o lorguro dos om6ros), inicio-se o inspiroção pelo noriz e,
groduolmenre, erguem-se os 6roços |unromenre com o movimenro inspiro-
-
re cheios. Umo vez esrendidos, os 6roços não devem ulrropossor o olruro
dos om6ros.
Foro esre movimenro, inicio-se com o rempo mlnimo de 10 segundos.
Plg. l Plg. 2
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Fágino 15
2° MOVIMENTO: E5TENDEP O5 ßPAÇO5
E VIPAP A5 PALMA5 DA5 MÃO5 PAPA CIMA
Umo vez com os pulmoes expondidos, deve-se prender o respiroção, olosror
os 6roços do corpo (olongomenro lorerol) e viror os polmos dos mãos poro
cimo em movimenro conrlnuo e groduol.
Plg. 3 Plg. 4
3° MOVIMENTO: INCLINAP A CAßEÇA PAPA TPA5
E PPE55IONAP O5 PULMÕE5
Em seguido, inclinomos o co6eço poro rrás, levondo-se rom6ém os 6roços,
o que voi produzir umo leve pressão nos pulmoes. E enrão iniciodo o conro-
gem do rempo poro rerer o or. C rempo de rerenção duronre os sere reperi-
çoes do exerclcio deve ser groduolmenre oumenrodo.
: dois movimenros com o
rempo de 10 segundos de rerenção
do or, dois movimenros com 15 se
gundos de rerenção, dois movimen
ros com 20 segundos de rerenção e
o ulrimo movimenro com 25 segun
dos de rerenção.
Plg. 6 Plg. 5
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Fágino 1ó
4.° MOVIMENTO: PETOPNO DO5 ßPAÇO5, DA5 MÃO5 E DA CAßEÇA
Apos o conrogem do perlodo de rerenção do or, rerorno-se groduolmenre à
posição onrerior do exerclcio.
5° MOVIMENTO: EXPIPAÇÃO
Já olhondo poro lrenre, o proriconre deve inicior o expiroção. Esro deve ser
leiro pelo 6oco, so6 pressão, de lormo lenro e groduol, e em sincronio com
o rerorno dos mãos poro |unro oo corpo.
Plg. 7 Plg. 9
Plg. l0
Plg. 8
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Fágino 17
DETALHES ¦MFÒFTANTES:
C exerclcio deve ser reolizodo, prelerenciolmenre, com os olhos lechodos.
C movimenro complero deve ser execurodo sere vezes.
C rempo de rerenção do or recomendodo poro inicionre é:
1.° MOVIMENTO: 10 segundos
2.° MOVIMENTO: 10 segundos
3.° MOVIMENTO: 15 segundos
PAU5A PAPA DE5CONTPAÇÃO MU5CULAP
E DE5COMPPE55ÃO PULMONAP.
4.° MOVIMENTO: 15 segundos
5.° MOVIMENTO: 20 segundos
ó.° MOVIMENTO: 20 segundos
7.° MOVIMENTO: 25 segundos
DE5CONTPAÇÃO MU5CULAP E DE5COMPPE55ÃO PULMONAP.
A desconrroção musculor e o descompressão pulmonor devem ser leiros
erguendo-se ropidomenre os 6roços e inspirondo-se pelo noriz. Enrão, o
rronco é solro e, |unro com esre, os 6roços descem em pèndulo, enquonro
o or é expirodo de lormo o6rupro pelo 6oco.
C movimenro é enrão reperido o mesmo numero de vezes que loi reolizodo
o rro6olho respirororio. C movimenro é reolizodo com o o6|erivo de promo-
ver o desconrroção musculor e o descompressão pulmonor.
Korron ensinou que rodos os exerclcios devem ser reperidos sere vezes
codo, que suo execução é diário, e que devem ser leiros com concenrroção
poro o6rer os resulrodos dese|odos.
Coso o rempo de rerenção do or se|o muiro longo poro o rolerôncio do pro-
riconre, deve ser diminuldo poro o rempo que esre posso suporror.
Croduolmenre, o duroção do rerenção do or poderá ser oumenrodo de ocor- Croduolmenre, o duroção do rerenção do or poderá ser oumenrodo de ocor Croduolmenre, o duroção do rerenção do or poderá ser oumenrodo de ocor
do com o odoproção do proriconre oos exerclcios.
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Fágino 18
Exercício Pespiratório
vocè senriu dores no coluno? .........................................................................
vocè senriu ronruro? .......................................................................................
................................................................................
......................................................................................
vocè senriu lormigomenro nos mãos? ...........................................................
vocè senriu seu corpo pesodo? .....................................................................
vocè senriu sensoção de ologomenro?...........................................................
vocè senriu o corpo leve?...............................................................................
vocè senriu prozer duronre o prárico desse exerclcio? ...................................
vocè senriu o corpo 6olonçor?.........................................................................
vocè senriu medo duronre o exerclcio? .........................................................
vocè reve o impressão de que o om6ienre
esrovo mois cloro opos o exerclcio? ...............................................................
Descrevo oqui ourros reoçoes ou derolhe melhor os sensoçoes ocimo:
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
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Fágino 1º
Exercício de
Energização GIanduIar
Muiro se ouve lolor so6re o poder que os glôndulos exercem so6re o nosso
corpo. Forém, quose nunco so6emos reolmenre como urilizor esses "poderes".
As escolos rrodicionois so nos ensinom os lunçoes llsicos de codo umo delos.
pelo nosso lormoção sexuol, pois é elo que, denrro do nosso orgonismo,
produz rodos os hormðnios responsáveis pelo mulriplicoção celulor. Forron-
ro, se noscemos com umo 6oo lormoção cere6rol e glondulor, é quose cerro
que vomos rer umo soude llsico perleiro.
-
sor grodorivomenre suos lunçoes hormonois. Esso diminuição do produção
de hormðnios é que nos levo oo envelhecimenro, pois sem o o6osrecimenro
hormonol regulor em nosso orgonismo, grupos inreiros de célulos vão en-
lroquecendo e perdendo o copocidode de se renovor. Como os célulos rèm
vido limirodo, oco6om por morrer, deixondo em nosso corpo os morcos de
suos ousèncios, que é o envelhecimenro.
-
çoes llsicos o elo orri6uldos. Korron diz que "Todo nosso sisremo glondulor
rom6ém é responsável pelo sisremo energérico que compoe o nosso corpo
llsico. Se remos um 6om luncionomenro energérico, podemos resgoror mui-
ros dos copocidodes humonos que lorom perdidos, oqui em nosso rerro, em
rozão do ocidenre que solremos".
Ele (Korron) disse oindo que, onres do ocidenre, nos porricipávomos dos lre-
quèncios llsico e exrrollsico norurolmenre. Disse rom6ém que dominávomos
rodos os copocidodes inerenres oo ser humono: releporio, vidèncio, clorivi-
dèncio, clorioudièncio, relecinese, relerronsporre, rronsmuroção, percepção
exrro-sensoriol, e muiros ourros coisos que lozem porre do conhecimenro e
dos copocidodes humonos.
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Fágino 20
No enronro, de ocordo com Korron, esse ocidenre não so nos prendeu oo
corpo llsico, como rom6ém limirou, e muiro, o copocidode que o nosso sis-
remo glondulor possulo de copror, ormozenor e disrri6uir pelo nosso corpo o
energio que precisomos poro umo 6oo oruoção no morério que usomos. Esre
exerclcio é chomodo de energizoção glondulor por ser ele responsável pelo
Foro o6rermos resulrodos posirivos desre rro6olho, remos que esror com o
nosso orenção volrodo poro o ponro que usomos como relerèncio energérico
(no coso desre exerclcio, o ponro do dedo indicodor). Denrro do TFCA, o
concenrroção é ponro lundomenrol poro que se o6renho èxiro com o rro6o-
lho em prárico, coso conrrário, o resulrodo esperodo com o prárico pode ser
6osronre lenro peronre os necessidodes de codo um.
E 6om lem6ror que esromos rro6olhondo no recuperoção do nosso corpo
poro que esre posso nos li6error do seu domlnio. So orrovés desso li6erro-
ção é que reremos em nosso poder o rão sonhodo recuperoção humono e o
ouroconscièncio.
Exercicio de Energizaçao Glandular
1° MOVIMENTO:
TPAZEP O DEDO INDICADOP ATÉ O CENTPO DA TE5TA
Deve-se procuror senror em posição conlorrável, pois o exerclcio duro em médio 23 minuros.
POS|ÇÃO |N|C|AL
Plxar o olhar na ponta do dedo 1
o visão so6re o ponro do dedo indicodor. Troz-se, lenromenre, o dedo oré o cenrro
-
ximoção do dedo indicodor deve ser lenro e em movimenro consronre oré rocor o
cenrro do resro. Esre movimenro duro cerco º0 segundos.
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Fágino 21
2° MOVIMENTO:
MA55AGEAP O CENTPO DA TE5TA COM A PONTA DO DEDO
mossogem com movimenros circulores, por cinco segundos.
3° MOVIMENTO: PETOPNAP O DEDO ATÉ A PO5IÇÃO OPIGINAL
Cessondo o movimenro de mossogem, rerorno-se o 6roço à posição origi-
nol, de lormo lenro e groduol, reperindo, em lormo e em duroção, o movi-
menro que rrouxe o dedo oré o resro.
DETALHES ¦MFÒFTANTES:
C movimenro complero deve ser reperido sere vezes.
C rempo médio poro rrozer o dedo oré o resro é de º0 segundos.
E o mesmo rempo poro levor o dedo de volro à posição originol.
|nlclar a elevaçao lenta e continua do dedo sem desfocar ate tocar a testa,
massageando o local com movlmentos clrculares, mantendo os olhos
convergldos e voltados para clma.
2
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Fágino 22
Exercício de
Energização GIanduIar
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
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( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
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vocè perce6eu olgum clorão ou choque pelo corpo? ...................................
vocè senriu lormigomenro no resro? ..............................................................
vocè senriu oquecimenro no mão? ................................................................
vocè senriu olgum sinromo de vidèncio? .......................................................
vocè senriu olgum sinromo de clorividèncio? .................................................
vocè senriu dor no glo6o oculor? ...................................................................
vocè perdeu o noção de rempo? ...................................................................
vocè senriu perdo do concenrroção? ..............................................................
vocè perce6eu um oumenro no copocidode oudirivo? ...................................
vocè perce6eu olgum oumenro ou melhoro no rocioclnio? ...........................
vocè perce6eu o onuloção do compo visuol so6re o ponro do dedo? ..........
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Fágino 23
Exercício de Contato
Energético Entre as GIânduIas
-
neol. No enronro, om6os lozem porre do con|unro glondulor responsável
pelo desenvolvimenro do ser humono quondo esre se enconrro no morério
llsico. A imporrôncio desse con|unro odvém do copocidode que codo umo
delos rem em ormozenor e disrri6uir correromenre, orrovés do nosso sisremo
glondulor, o energio que copromos.
A ousèncio de ponros de ligoção llsico enrre umo glôndulo e ourro, mui-
por olgumo rozão, de rer lunçoes llsicos em nosso corpo. Mos, o pineol, oo
conrrário do que penso o cièncio, possui lunçoes llsicos de imporrôncio rão
-
river luncionondo 6em, com cerrezo, vomos rer sérios pro6lemos com o nos-
so sisremo glondulor. E o primeiro sinromo de que o nosso pineol não esrá
disrri6uindo 6em o qulmico cere6rol é perce6ido orrovés do nosso rireoide.
Esro é o primeiro glôndulo o solrer com o desequill6rio qulmico do nosso
corpo. Mos, poro o ser humono que ho6iro um corpo llsico, o luncionomenro
do pineol, em suo rorolidode, é que lhe dá ocesso oos seus dons norurois, e
olgumos dos copocidodes humonos mois conhecidos que rèm ligoção direro
com o pineol são o vidèncio e o clorividèncio.
Denrro desre rro6olho, remos que esrimulor o pineol poro que esro nos de-
volvo os copocidodes que perdemos. Como não exisrem cominhos llsicos
-
como rom6ém disrri6ui esso energio por rodo nosso sisremo glondulor. E
6om lem6ror que esromos rro6olhondo no recuperoção do corpo llsico que
usomos. Forronro, remos que, no momenro do prárico, esror conscienres do
imporrôncio de codo movimenro. Somenre o concenrroção nos dorá o chon-
ce que esromos 6uscondo, que é o soldo conscienre do nosso corpo llsico
poro que possomos, um dio, olconçor o ouroconscièncio.
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Fágino 24
Exercício de Contato
Energético Entre as GIânduIas
CONVEPGÈNCIA DO5 OLHO5 EM DIPEÇÃO AO CENTPO DA TE5TA
C Exerclcio de Conroro Energérico enrre os Clôndulos deve ser reolizodo no
cimo). As polmos dos mãos rom6ém devem esror volrodos poro cimo, os pés
devem esror |unros, e os olhos lechodos.
C exerclcio consisre em convergir os olhos em direção oo cenrro do resro,
como loi leiro no exerclcio onrerior (energizoção glondulor). Cs olhos devem
olhos devem "olhor" poro o cenrro do resro (locol onde loi leiro o mossogem
os olhos (sempre lechodos) por mois 15 segundos, e repere-se o movimenro
de convergèncio por ourros cinco segundos.
o6oixo demonsrro (de lormo ilusrrorivo) o eleiro do conroro energérico enrre
l 2 Converglr e Llevar os Olhos
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Fágino 25
LPL|TO DO LXLPC|C|O SO8PL A P|NLAL
A - Glândula
AT|vAÇÃO DA P|NLAL ATPAvLS DL DLSCAPGAS LLLTP|CAS PPOvLN|LNTLS
DA H|PÓP|SL QUL L LXC|TADA PLLA v|8PAÇÃO DO NLPvO ÓPT|CO.
ß - Glândula
Plneal
C - Descarga
Lletrlca
S|TUAÇÃO DO COPTL
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Fágino 2ó
vocè senriu perdo do orienroção do posição llsico do corpo (enrorpecimenro)?
vocè perce6eu umo sensoção de movimenro inverso do glo6o oculor? .....
vocè visuolizou olgum ripo de luz/luminosidode inrerior? ...........................
vocè perce6eu olgum esrolo no nervo oprico? ............................................
vocè senriu olgum ripo de desligomenro com sonolèncio? .........................
Descrevo oqui ourros reoçoes ou derolhe melhor os sensoçoes ocimo:
Exercício de Contato
Energético Entre as GIânduIas
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
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Curso da TFCA
Fágino 27
Exercício de Construção
das Formas Numéricas
Desde os rempos mois onrigos, o ser humono 6usco porricipor do mun-
do espiriruol. ¦sro porque, mesmo sendo dominodo pelo inconscièncio, ele
sempre perce6eu que enrre ele e os ourros seres que possulom esrrururo
llsico semelhonre exisrio umo gronde dilerenço, que ero o rocioclnio, o copo-
cidode e o vonrode de oprender codo vez mois. Tom6ém ele, homem, com
o rempo desco6riu que o polovro não ero openos um som que quolquer
onimol emirio, pois esro poderio ser rronslormodo em slm6olos, e que orro-
vés desses slm6olos, os ideios poderiom ser preservodos e possodos poro os
geroçoes lururos.
A porrir desse momenro, o ser humono desco6riu que ele poderio ir codo
vez mois longe em 6usco do lonre que lhe deu essos copocidodes. Forém, o
6usco conrinuo oindo ho|e, e com cerrezo conrinuorá poro sempre, se pen-
sormos que o conhecimenro humono não possui limires.
Tom6ém é cerro que o ser humono sempre perce6eu o exisrèncio de umo
lorço superior, que mesmo sem ele querer, esrovo permonenremenre em
suo vido. E loi orrovés do senrido do percepção que ele desco6riu que hovio
chonce de o homem não morrer |unromenre com o corpo que usovo. Esso
6usco sempre loi perce6ido orrovés do gronde numero de religioes e culros
criodos pelo homem no esperonço de enconrror o seu criodor e, com isso,
porricipor do rão sonhodo vido ererno. Aindo ho|e remos provos do inconsá-
|á rinhom cerrezo de que o ser humono ero copoz de so6reviver à morre do
corpo llsico, por isso, 6uscovom com ronro lorço o preservoção do corpo,
mesmo depois que esre |á esrovo sem vido.
Mos, de lá poro cá, so6emos que o ser humono odquiriu muiros conheci-
menros recnologicos e, é cloro, rom6ém possou o conhecer melhor o corpo
llsico que esrá usondo. Mos o incerrezo de um renoscer conrinuo lozendo
com que ele oindo renre o preservoção do corpo orrovés do congelomenro.
com o corpo que uso, lolro-nos sim, meios poro que esso conscièncio, esso
cerrezo, se|o preservodo.
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Curso da TFCA
Fágino 28
A TFCA nos chegou no século possodo (em 1º7ó) orrovés de um prolundo
conhecedor do morério llsico e do ser humono que o ho6iro ÷ Korron. Ele diz
que o nosso lolro de ocesso oo mundo espiriruol e à ouroconscièncio esrá re-
locionodo com um ocidenre solor que ocorreu em nosso sisremo plonerário.
Esse ocidenre rompeu muiros ligoçoes llsicos exisrenres em nosso cére6ro
cousondo, com isso, o inrerrupção do conscièncio que o ser humono possui
dos mundos llsico e exrrollsico. De ocordo com ele, Korron, o 6oixo numero
de impulsos energéricos em nosso cére6ro não limirou openos o conscièncio
do erernidode do ser, limirou rom6ém o percepção do mundo em que vive-
mos, |á que rodos os nossos senridos esrão de ocordo com o nosso luncio-
nomenro cere6rol, e que o normolidode do ser llsico e exrrollsico somenre
ocorre com o resro6elecimenro do energio cere6rol e orrovés do numero de
impulsos por minuros.
A moneiro que Korron nos ensinou poro rro6olhor os impulsos cere6rois é o
Exerclcio de Consrrução dos Formos Numéricos.
FÒSTÜFA E TEMFÒ:
C exerclcio deve ser leiro no mesmo posição em que o pessoo se enconrro
opos o Exerclcio de Conroro Energérico enrre os Clôndulos (ou se|o, com o
6orrigo poro cimo, o rempo rodo de olhos lechodos e com os polmos dos
mãos volrodos poro cimo).
C rempo podrão poro o "consrrução" de codo numero (inclusive o numero
10) é de ó0 segundos.
O OUE 5IGNIFICA "CON5TPUIP O5 NUMEPO5":
o movimenro que é leiro quondo se renro "escrever" os numeros no relo es-
curo que se lormo oo lechor os olhos. Não se deve, rompouco, movimenror
os olhos duronre esre exerclcio.
COMO PPOCEDEP NO EXEPCICIO:
1) visuolizor o relo escuro à suo lrenre, de olhos lechodos,
2) -
querdo e direiro,
3) Começor consrruindo os numeros do 10 oo 0, de lormo decrescenre, de
codo lodo do relo, conlorme o ro6elo o seguir:
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Curso da TFCA
Fágino 2º
NUMEPO 10: Divide-se nos olgorismos 1 e 0.
C olgorismo 1 deve ser consrruldo openos do lodo
esquerdo, e o olgorismo 0 deve ser consrruldo openos
do lodo direiro do relo,
NUMEPO ?: Consrruir openos do lodo direiro do relo,
NUMEPO 8: Consrruir o numero gronde e deirodo
ocupondo os dois lodos do relo,
NUMEPO 7: Consrruir openos do lodo direiro do relo,
NUMEPO ó: Consrruir openos do lodo direiro do relo,
NUMEPO 5: Consrruir gronde, no cenrro do relo,
NUMEPO 4: Consrruir openos do lodo esquerdo do relo,
NUMEPO 3: Consrruir openos do lodo esquerdo do relo,
NUMEPO 2: Consrruir openos do lodo esquerdo do relo,
NUMEPO 1: Consrruir gronde, no cenrro do relo,
NUMEPO 0: Consrruir gronde, no cenrro do relo.
LADO PAPA CONSTPUÇÃO
DOS NUMLPOS
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Curso da TFCA
Fágino 30
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
01
02
03
04
05

07
08
0?
vocè seporou o numero 10, consrruindo o olgorismo 1 do lodo
esquerdo, e o olgorismo 0 do lodo direiro do cére6ro? ................................
vocè dormiu duronre o prárico do exerclcio? .................................................
Ouondo ocordou, vocè senriu umo espécie de choque no coluno? ...............
vocè ocordou normolmenre? .........................................................................
vocè senriu que os movimenros de consrrução dos numeros rèm lorço? ......
vocè senriu o corpo 6olonçor duronre o consrrução do numero 8? ...............
...........................................................
vocè perce6eu umo sensoção de levezo duronre o exerclcio? ......................
Descrevo oqui ourros reoçoes ou derolhe melhor os sensoçoes ocimo:
Exercício de Construção
das Formas Numéricas
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Curso da TFCA
Fágino 31
Exercício de Construção
do CanaI de 5aída
Denrro desre rro6olho, o lormoção do elo de ligoção com o lrequèncio ex-
rrollsico é ponro lundomenrol poro que se o6renho èxiro no reolizoção dos
o6|erivos. For esso rozão, Korron disse que de nodo, ou quose nodo, odionro-
rio o rro6olho de consrrução de lormos numéricos se não losse oproveirodo
o movimenroção energérico dessos lormos poro o lormoção do elo enrre
umo lrequèncio e ourro. A lorço energérico de codo numero rem duroção de
rrinro minuros, porronro o consrrução do conol de soldo rom6ém rem esso
duroção de rempo.
Ouondo movimenromos os lormos numéricos em nosso cére6ro, esromos
orivondo os áreos que lorom oringidos com o ocidenre que Korron men-
cionou. Nesse momenro, remos que oproveiror o elevoção do numero de
impulsos provocodos pelos exerclcios, poro consrruir o ligoção energérico
que perdemos com o mundo exrrollsico.
diário desre rro6olho, pois monrer o elevoção do luncionomenro cere6rol
poro rermos o conscièncio que dese|omos não depende somenre do rro-
6olho de consrrução de lormos numéricos, mos sim de rodo o con|unro de
exerclcios que esromos proricondo. Forronro, não podemos esquecer de
monrer o prárico diário desre rro6olho, poro que possomos porricipor um
pouco dos morovilhosos possi6ilidodes do ser humono.
PO5TUPA E TEMPO:
C exerclcio deve ser leiro no mesmo posição em que o pessoo se enconrro
opos o Exerclcio de Conroro Energérico enrre os Clôndulos e o Exerclcio de
Consrrução dos Formos Numéricos (ou se|o, com o 6orrigo poro cimo, o rem-
po rodo de olhos lechodos e com os polmos dos mãos volrodos poro cimo).
C rempo podrão poro o consrrução do conol de soldo é de 30 minuros.
COMO CON5TPUIP O CANAL DE 5AIDA:
A seguir à consrrução do numero 0, ulrimo numero do série do exerclcio on-
rerior, oproveiro-se o mesmo movimenro (de consrrução do numero 0) poro
consrruir o conol de soldo.
C conol de soldo deve, porronro, ser consrruldo com movimenros circulo-
res. Como podrão, deve-se consrruir rrès vezes o numero 0 e, enrão, lonçor
o "onel" consrruldo em direção à relo escuro que se lormo à nosso lrenre
quondo esromos de olhos lechodos. A codo rrès volros com o numero 0,
lonço-se o "clrculo/onel" poro lrenre. Esses onéis compoem o conol de soldo.
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Curso da TFCA
Fágino 32
vocè senriu seu corpo eslrior? ........................................................................
vocè perce6eu umo sensoção de que esrovo ousenre de seu corpo llsico? ..............
vocè senriu o lormoção do conol? .....................................................................
vocè perdeu o conrrole do conol? ...................................................................
vocè senriu que esrovo preso oo corpo llsico? ..................................................
....................................
vocè senriu o corpo pulsor enquonro rro6olhovo o conol de soldo? .....................
.....................
vocè perce6eu umo sensoção de que esrovo coindo duronre o exerclcio? ...............
vocè perce6eu umo sensoção de exponsão duronre o exerclcio? ........................
vocè perce6eu umo duplicidode do corpo duronre o exerclcio? .........................
vocè perce6eu umo sensi6ilidode oudirivo duronre o exerclcio? .........................
Descrevo oqui ourros reoçoes ou derolhe melhor os sensoçoes ocimo:
Exercício de Construção
do CanaI de 5aída
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
( ) Sim ( ) Não
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( ) Sim ( ) Não
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Curso da TFCA
Fágino 33
AvaIiação FinaI do
Curso de Aprendizado
A TFCA gosrorio de rece6er suos crlricos ou sugesroes o respeiro do Curso
de Aprendizodo dos Exerclcios. Use esre espoço poro comenror so6re o oli-
menroção, o recepção, os oulos, os ocomodoçoes, os exerclcios, os moniro-
res, o rronsporre, e o que mois |ulgor necessário.
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Curso da TFCA
Fágino 35

CAFA virgilio Nero
CÒNTEÙDÒ Maria da Aparecida de Òliveira (Bianca)
ED¦ÇAÒ Fa|io Almeida de Òliveira (Adonis)
E D¦AGFAMAÇAÒ virgilio Nero
FEv¦SAÒ Dalron Bic|ara Simao
ÙLT¦MA FEv¦SAÒ Fa|io Almeida de Òliveira (Adonis)
SÜFÒFTE TECN¦CÒ Marcelo F. C. Ximenes
ÙLT¦MA ATÜAL¦ZAÇAÒ Agosro de 2010
Direiros Aurorois: o nome TFCA ÷ Técnico Flsico poro o Conquisro do Auroconscièncio
é propriedode do CESS¦NE ÷ Cenrro de Esrudos de Sineidologio
Lrdo. Todo o conreudo desro oposrilo é propriedode inrelecruol, e suo copio/
reprodução e disrri6uição não ourorizodos são lroude à legisloção 6rosileiro
de propriedode inrelecruol/direiros ourorois (Lei n° º.ó10 de 1º/02/1º88 e
Lei n° º.27º de 14/05/1ººó).
odquirido por Bionco no mundo exrrollsico e rom6ém em inlormoçoes
rronsmiridos por Korron. Esre rexro rem por o6|erivo divulgor os
inlormoçoes rece6idos do lormo como lorom repossodos, e demonsrror o
voriedode norurol de conhecimenros do TFCA. A TFCA não rem inrenção de
seus modos de vido, em decorrèncio de inlormoçoes conridos nesre rexro,
são de suo inreiro responso6ilidode.
Crédiros das imagens e paginas
hrrp://www.rlco.com.6r


OBSERVAÇÕES:
Ressalva Expressa

Termos e condições para a
prática dos exercícios da
TFCA – TÉCNICA FÍSICA PARA A
CONQUISTA DA AUTOCONSCIÊNCIA



 Os exercícios da TFCA apresentam-se em número de repetições e duração de
tempo de prática de cada série com tempo previamente definidos, que devem
ser praticados à risca pelo aluno. Como a opção do interessado pelo
aprendizado a prática pela apostila ocorrerá num ambiente fora da escola da
TFCA/CESSINE, cabe somente a ele à responsabilidade de um
automonitoramento dentro do que é indicado;

 Os exercícios da TFCA não podem ser praticados mais de uma vez ao dia para
que não seja sobrecarregado o circuito cerebral;

 Os exercícios podem ser praticados separadamente em caso de restrição de
tempo por parte do praticante, exemplo: praticar o exercício respiratório e o de
energização glandular pela manhã e o restante à noite;

 Menores de 14 anos não devem praticar os exercícios, pois ainda não
completaram a ligação energética com o corpo físico, portanto não obteriam
resultados com a prática dos exercícios antes disso;

 Os menores de idade (14 a 17 anos) precisam de autorização dos pais ou
responsáveis para praticar o trabalho;

 Os exercícios da TFCA não devem ser praticados sob o efeito de bebidas
alcoólicas, ou sob o uso de quaisquer tipos de drogas ou alucinógenos;

 Quaisquer tratamentos médicos não devem ser interrompidos. Se você se
encontra em uma situação que exija cuidados, peça autorização ao seu médico;

 Aos portadores de síndromes ou com problemas na área neurológica, não
orientamos a prática dos exercícios da TFCA;

 Não nos responsabilizamos por quaisquer danos ou dificuldades enfrentados
em decorrência da não observância das ressalvas e recomendações abaixo
definidas.

RECOMENDAÇÕES
 Devem ser observadas as condições favoráveis para a boa prática: estar com a
matéria (corpo físico) alimentada, estar descansado, usar roupas leves (não
apertadas) e praticar em ambiente calmo, com o mínimo de ruídos para que a
percepção esteja voltada para a prática dos exercícios e para que se perceba e
observe os efeitos da prática sob o corpo físico;

 Técnica significa domínio do corpo físico, portanto deve ser praticada com
máxima atenção voltada para si, suas sensações, ruídos internos, vibração do
corpo, entre outros;

 Orientamos que a prática, os efeitos da prática e os resultados de experiências
fora do corpo sejam sempre anotados em um caderno;

 Aos que obtiverem seus primeiros resultados, pedimos encaminhar mensagem
para a TFCA para possíveis necessidades de orientação: tfca@tfca.com.br ou
www.tfca.com.br ou www.facebook.com/tfcabianca

Propósito:
A TFCA disponibilizou os exercícios para a saída
consciente do corpo físico por entender que é um direito
de todo e qualquer ser humano conhecer a si mesmo.
http://www.youtube.com/tfca1976
http://www.twitter.com/tfca1976

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=11
758389851546600945

http://www.facebook.com/tfca1976



http://www.myspace.com/tfca1976


Localização: Fazenda Maik-Buz, Rodovia BR 060, km 05 – Lado Esquerdo - Zona
Rural - Santo Antônio do Descoberto – GO

Como chegar (Google Maps): www.tfca.com.br/contate-nos.html

Endereço Correspondência: Caixa Postal nº 08 – Centro - Alexânia – GO
CEP: 72.920-000

Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br

Direitos Autorais:

O nome TFCA – Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência é
propriedade do CESSINE – Centro de Estudos de Sineidologia Ltda.

Todo o conteúdo desta apostila é propriedade intelectual, e sua
cópia/reprodução e distribuição são permitidas.

Observações:

As afirmações contidas neste texto são baseadas no conhecimento adquirido
por Bianca no mundo extrafísico, e também em informações repassadas por Karran.
Estas informações têm por objetivo divulgar as informações recebidas assim como
foram repassadas, e demonstrar a variedade de conhecimentos natural da TFCA.

A TFCA não tem a intenção de modificar ou incentivar a modificação de
quaisquer tratamentos clínicos ou cirúrgicos. Quaisquer modificações que os
leitores venham a praticar em seus modos de vida em decorrência de informações
contidas neste texto são de sua inteira responsabilidade.

www.tfca.com.br

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