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ARUANDA

Robson Pinheiro, pelo espírito Ângelo Inácio - Romance mediúnico Magia negra, elementais, pretos-velhos e caboclos sob a ótica espírita Editora Casa dos Espíritos

Sumário
Pre ácio E!plica"#o por Ângelo Inácio Prólogo Carta do che e indígena $eattle ao presidente americano Capít%lo &- ' %t%ro do pret(rito Capít%lo )- Considera"*es Capít%lo +- Reencontro Capít%lo ,- -as c.maras de socorro Capít%lo /- Regi#o de transi"#o Capít%lo 0- 'ásis da pa1 Capít%lo 2- M(di%m em dese3%ilíbrio Capít%lo 4- Magia negra Capít%lo 5- $ete, o g%ardi#o das sombras Capít%lo &6- 7o(cia Capít%lo &&- 8 9(cnica da sombra Capít%lo &)- :iberta"#o Capít%lo &+- :i"*es preciosas Capít%lo &,- Cientistas e apometria Epílogo ; Coisa de Preto Prefácio Por Ângelo Inácio Este n#o ( %m livro 3%e pretende alar da do%trina da <mbanda= > mais %ma obra 3%e valori1a o trabalho dos espíritos 3%e se %tili1am da ro%pagem l%ídica de pais-velhos e caboclos, a%!iliando a h%manidade encarnada e desencarnada= 9alve1 se?a mesmo %m grito contra o preconceito religioso, racial e espirit%al, mostrando 3%anto os espíritos s%periores trabalham m%ito al(m das apar@ncias= $em a1er apologia desta o% da3%ela do%trina, embora pro %ndamente comprometido com a id(ia espírita, trago a voc@, amigo leitor, apenas %ma parcela minúsc%la da realidade e!tra ísica= Portanto, n#o se dei!e desanimar pelo nome do livro= E!perimente ir adiante com espírito aberto e livre, ormando s%a própria opini#o a respeito de %m ass%nto ainda t#o controvertido nas ileiras espíritas e espirit%alistas= $%bmeto a voc@, como a%tor desencarnado, a aprecia"#o de minhas observa"*es= $e?a progressista, desprovido de preconceitos e pre?%lgamentosA atreva-se a ler, est%dar e pes3%isar= Bo lado de cá da vida estamos investindo cada ve1 mais nas pessoas 3%e se capacitam para a tare a de renova"#o da h%manidade= <nindo or"as, sabedoria e trabalho, sem nos %ndirmos do%trinariamente, podemos trabalhar em con?%nto, ob?etivando %m %t%ro mais eli1 para a nossa h%manidade= -#o espero ser compreendido nem pelos irm#os %mbandistas nem pelos espíritas - n#o ( esse o me% ob?etivo= C%ero apenas tra1er para voc@s a3%ilo 3%e vi e e!perienciei do lado de cá da vida= Portanto, criticando o% n#o, vá em rente, conhe"a %m po%co desse povo de 8r%anda e dei!ese envolver com o trabalho no bem= Para nós, os espíritos, n#o importa se nos mani estamos na ro%pagem l%ídica de %m religioso, se?a padre o% irm# de caridade, de %m cientista, m(dico, indiano o% t%rco, pai-velho o% índio= Importa apenas a 3%antidade de amor 3%e somos capa1es de colocar no trabalho 3%e reali1amos= Para voc@ 3%e ( avorável ao progresso, se?a espírita, espirit%alista o% simplesmente simpatizante, eis alg%mas observa"*es de %m espírito metido a repórter do 8l(m= E como

repórter comprometido com a (tica espirit%al, n#o a"o apologias, apenas trago atos e histórias, con iando no bom senso dos leitores, embora alg%ns teimem ainda em contin%ar com as velhas id(ias arraigadas e os preconceitos, trans eridos da es era social para a es era espirit%al= Para você, %m po%co da vida, das obras e do carisma do povo de 8r%anda= Ângelo Inácio DespíritoE Felo Gori1onte, M7, +& de maio de )66,=

Prólogo - Carta do Chefe Indígena Seattle ao presidente americano ' te!to a seg%ir, datado de &4/,, ( reprod%"#o da resposta do caci3%e $eattle ao Presidente norte-americano H= Pierce, 3%e tentava comprar s%as terras= <m e!emplo de silvícola, g%erreiro, caboclo, considerado atrasado pelos homens brancos= Em s%as palavras, a sabedoria ancestral e o retrato da evol%"#o espirit%al de %ma ra"a incompreendida= “O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro: o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem a onizante há vários dias, é insens!vel ao seu pr"prio mau cheiro... Portanto, vamos meditar sobre sua o#erta de comprar nossa terra . $e n"s decidirmos aceitá% la, imporei uma condi&ão: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos. O que é o homem sem os animais' $e os animais se #ossem, o homem morreria de uma rande solidão de esp!rito. Pois o que ocorre com os animais, em breve acontece com o homem. (á uma li"#o em t%do, 9%do está ligado= )ocês devem ensinar *s suas crian&as que o solo a seus pés é a cinza de nossos av"s. Para que respeitem a terra, di am a seus #ilhos que ela #oi enriquecida com a vida de nosso povo. +nsinem *s suas crian&as o que ensinamos *s nossas: que a terra é nossa mãe. ,udo o que acontecer * terra acontecerá também aos #ilhos da terra. $e os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos. -isto n"s sabemos: a terra não pertence ao homem. o homem é que pertence * terra. -isto sabemos: todas as coisas estão li adas como o san ue que une uma #am!lia. (á uma li a&ão em tudo. O que ocorre com a terra recairá sobre os #ilhos da terra. O homem não teceu a teia da vida: ele é simplesmente um de seus #ios. ,udo o que #izermos ao tecido, #ará o homem a si mesmo. /esmo o homem branco, cu0o -eus caminha e #ala com ele de ami o para ami o, não pode estar isento do destino comum, é poss!vel que se0amos irmãos, apesar de tudo. )eremos. -e uma coisa estamos certos 1e o homem branco poderá vir a descobrir um dia2: -eus é um s", qualquer que se0a o nome que lhe dêem. )ocês podem pensar que o possuem, como dese0am possuir nossa terra. mas não é poss!vel. +le é o -eus do homem, e sua compai3ão é i ual para o homem branco e para o homem vermelho. 4 terra lhe é preciosa e #eri%la é desprezar seu Criador. Os homens brancos também passarão. talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão su#ocados pelos pr"prios de0etos. /as quando de sua desapari&ão, vocês brilharão intensamente, iluminados pela #or&a do -eus que os trou3e a esta terra e por al uma razão especial lhes deu o dom!nio sobre a terra e sobre o homem vermelho. +sse destino é um mistério para n"s, pois não compreendemos que todos os b5#alos se0am e3terminados, os cavalos bravios se0am todos domados, os recantos secretos das #lorestas densas impre nados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstru!da por #ios que #alam. Onde está o arvoredo' -esapareceu. Onde está a á ua' -esapareceu. 6 o #inal da vida e o in!cio da sobrevivência. Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra' +ssa idéia nos parece, um pouco estranha. $e não possu!mos o #rescor do ar e o brilho da á ua, como é poss!vel comprá%los' Cada peda&o de terra é sa rado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra da #loresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sa rados na mem"ria e e3periência do meu povo. 4 seiva que percorre o corpo das árvores carre a consi o as lembran&as do homem vermelho... +ssa á ua brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas á ua, mas o san ue de nossos antepassados. $e lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar%se de que ela é sa rada e devem ensinar *s suas crian&as que ela é sa rada e que cada re#le3o nas á uas l!mpidas dos la os #ala de acontecimentos e lembran&as da vida do meu povo. O murm5rio das á uas é a voz dos meus ancestrais. Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carre am nossas canoas e alimentam nossas crian&as. $e lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar para seus #ilhos que os rios são nossos irmãos e seus também, +, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão. $abemos que o homem branco não compreende nossos costumes. 7ma por&ão de terra, para

do verdadeiro e do #also.Mas se contin%ar assim ele vai acabar interrompendo se% c%rso na Escola -avalP ' 3%e a1er com esse meninoI $erá coisa do demQnioI . +u não sei. O ru!do parece somente insultar os ouvidos. pois é um #orasteiro que vem * noite e e3trai da terra tudo que necessita.indagava o pai. 3%e se esbo"ava na3%eles dias 3%e marcaram o ano de &564. +sse o de#eito que mais en anos produz .alvez porque o homem vermelho se0a um selva em e não compreenda. 9ossos costumes são di#erentes dos seus. e ele temia estar icando lo%co= Como compartilhar esse ato com se%s paisI Mesmo assim resolve% 3%e iria ingressar na escola da Marinha= -#o poderia voltar atrás com se% sonho= Come"o% ent#o a caminhada em dire"#o a se% ideal.! "U#UR! D! PR$#%RI#! Dpág=&2E Ele era %m ?ovem como 3%al3%er o%tro de s%a (poca= -a3%eles dias de início de s(c%lo. e. . * noite' +u sou um homem vermelho e não compreendo. item >AB. o m(dico relato%O . >?: @dentidade dos +sp!ritos. . como para 0ul ar os homens. (á in#elizmente muita ente que toma a sua pr"pria opinião por medida e3clusiva do bem e do mal. d%rante os dias em 3%e e!aminei . acompanhava com satis a"#o e interesse as notícias a respeito de o%tros rapa1es 3%e ingressariam na Escola -aval= Era se% sonho trabalhar na Marinha. como classi icava a amília= . certa ocasi#o= -#o havia mais como dis ar"ar a sit%a"#o. /as talvez se0a porque eu sou um selva em e não compreendo. o sistema que inventaram ou adotaram é mau aos seus olhos. tem o mesmo si ni#icado que qualquer outra. prosse ue seu caminho. pois os ata3%es se repetiam com maior re3N@ncia= ' ?eito era levar o rapa1 para %ma cons%lta com o Epaminondas= Era %m tio de K(lio. a lito= . . alg%ma coisa parecia 3%erer modi icar se%s planos= 8lgo estranho ocorria em se% interiorA vo1es pareciam reperc%tir em s%a mente. mas sua inimi a. as suas idéias. + o que resta de um homem. 4 terra. para mim. $eu apetite devorará a terra.udo o que contradiz a sua maneira de ver. e o pr"prio vento. início do s(c%lo JJ= K(lio de Moraes era %m ?ovem sonhador= Mas algo marcava pro %ndamente o psi3%ismo do rapa1 . e. cap. se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma la oa. 8apta da terra aquilo que seria de seus #ilhos e não se importa. 4 visão de suas cidades #ere os olhos do homem vermelho. .di1ia a m#e= Ele alava coisas incompreensíveis e parecia icar todo torto. ele n#o se en3%adra em nada 3%e a ci@ncia consiga e!plicar= . para ele.$ei lá= Be demQnio e% n#o entendo nada= Imagine 3%e.. principalmente após concl%ir o c%rso proped@%tico e ?á contar &2 anos de idade= Cont%do. 3%e trabalhava como coordenador do hospício de Margem 7rande= Em %ma conversa do Br= Epaminondas com o pai de K(lio. não é sua irmã. evidentemente. dei3ando somente um deserto.-%nca vi coisa desse ?eito= ' menino se modi ica todo. 9ão há um lu ar quieto nas cidades do homem branco. 4llan <ardec em O =ivro dos /édiuns. 9enhum lu ar onde se possa ouvir o desabrochar de #olhas na primavera ou o bater de asas de um inseto.. a primeira condi&ão para uma reta aprecia&ão: a retidão do 0u!zo.ele. -ei3a para trás os t5mulos de seus antepassados e não se incomoda. limpo por uma chuva diurna ou per#umado pelos pinheiros:.Me1 o% o%tra K(lio parece icar desmiolado .alta a essas criaturas. quando ele a conquista. enc%rvado mesmo= . Para 0ul ar os +sp!ritos. /as elas nem o percebem. O !ndio pre#ere o suave murm5rio do vento encrespando a #ace do la o. e3traindo dela o que dese0a.alg%(m da amília perg%nto%.L%ma esp(cie de ata3%eL.$erá 3%e o menino está so rendo da espinhaI . é necessário antes saber 0ul ar%se a si mesmo.

se% padre.Moc@ se identi ica como %m caboclo. EpaminondasP Esse menino está ( com a cabe"a a etada mesmo .Conhece de ondeI E% n#o tenho parte com o diabo. ?á proc%rava 3%al3%er tipo de a?%da= $em importar de onde vinha. ele come"o% a alar com %m sota3%e di erente. abandonando-a sem nada compreender= ' rapa1 novamente retorna ao lar. me% nome era 7abriel Malagrina= H%i ac%sado de br%!aria pela Igre?a. descobriram 3%e o $r= Sos( de $o%1a era alg%(m importante na MarinhaO ?á na3%ela (poca. e. na Hedera"#o. mas e% ve?o em voc@ restos de vestes de %m sacerdote católico= -#o estará dis ar"ando s%a apar@nciaI Me?o-lhe o corpo espirit%al= . e. 3%e ( presidente de %m centro m%ito orte= > %m tal de Tardecismo= 8 m#e de K(lio ico% lá mat%tando a respeito do espiritismo e resolve% pedir socorro R vi1inha= $em pensar d%as ve1es. 1in ioI . em -iterói.K(lio.respondia a m#e= K(lio de Moraes retorno% novamente R amília após os e!ames do Br= Epaminondas= -ada resolve%= -ova tentativa deveria reali1ar-se= K(lio oi encaminhado a %m padre da amília= E!orcismos e ben1ed%ras oram eitos. pois percebe% 3%e s%as re1as n#o valiam para a3%ele caso= B%rante %ma das sess*es com o padre. K(lio de Moraes agito%-se todo. K(lio estremece% todo. atrav(s da vid@ncia. %ma vi1inha 3%e era chegada R amília s%geri% algo in%sitadoO .E%I E% so% apenas %m caboclo brasileiro= Mim para ina%g%rar algo novo e alar Rs pessoas simples de cora"#o= . e a presen"a de %ma entidade com%nicanteO . mas o tal demQnio de ala mansa n#o arredava p(O K(lio n#o melhorava de ?eito nenh%m= 8 amília. se osse para a?%dar a resolver o caso de K(lio. ela logo proc%ro% colher in orma"*es sobre o centro espírita e pQde descobrir endere"o e nomes das pessoas responsáveis= <m dia. mas nada de o demQnio sairA em breve chegariam R concl%s#o de 3%e nada da3%ilo s%rtiria e eito= Mesmo o padre desisti% logo. após o ins%cesso das tentativas paro3%ianas= 8inda bem 3%e o padre era membro da amília.Be%s me livre. como último rec%rso= Era a Hedera"#o Tardecista de -iterói= 8li chegaram com o rapa1 no dia &/ de novembro de &564. ?á 3%e o m(di%m n#o tinha controle consciente sobre o enQmeno= Cond%1ido pelo $r= $o%1a a %ma re%ni#o. como nas demais ve1es. principalmente. 3%al3%er a%!ílio seria bem-vindo= -#o mais adiantavam ben1e"#o. n(.$abe de %ma coisa. devido ao preconceito e ao desconhecimento= Entre %ma conversa e o%tra. a c%ra para o estranho mal 3%e acometera o rapa1= <m dia. e 3%em os recebe% oi e!atamente o presidente. minha gente. a amília ?á completamente apavorada resolve proc%rar o centro espírita. n#o= . tít%los e posi"*es sociais eram ótimos cart*es de visita= :ogo se sentiram R vontade para conversar a respeito de K(lio= 8li mesmo. na ocasi#o. sen#o o in eli1 teria %m o%tro im= '%tras t(cnicas e e!orcismos oram aplicados. K(lio ?á se encontrava em transe= ' dirigente divisava claramente imagens e cenas 3%e ocorriam em torno do m(di%m. o simples ato de visitar %m centro espírita ?á era algo ass%stador. . cons%lta com m(dico o% conselho de padre= Precisavam encontrar %ma e!plica"#o e. pra mim esse negócio do K(lio n#o e coisa de demQnio. ( ie% memo= <m v(io bem maroto= ' padre ben1e% a si próprio e dei!o% K(lio dentro da igre?a. chás e o%tras coisas= Bi1ia. desesperada. n%m ling%a?ar estranho. e dos ortes= . logo percebe% 3%e se tratava do enQmeno da incorpora"#o e 3%e %m o% mais espíritos se reve1avam alando atrav(s do ?ovem rapa1= Eram incorpora"*es invol%ntárias. o $r= Sos( de $o%1a= 8 princípio a amília Moraes ico% bastante in3%ieta com a sit%a"#o= -a (poca. nóis ?á se conhece de o%tros tempo. enc%rvo%-se e de% %ma risada gostosaO . tem %m tal de se% Sos( de $o%1a. talve1 %m índio. se% padre. de%-se o chamado Lata3%eL 3%e os amiliares tanto temiam= ' presidente. 3%e a recomenda"#o era para %m o%tro paciente 3%e so ria de Lmal da cabe"aL=== . 3%ando K(lio estava no meio de %m de se%s Lata3%esL.C%em ( voc@ 3%e ala atrav(s deste m(di%mI ' 3%e dese?aI .$ei 3%e pode me ver= Mas asseg%ro-lhe 3%e o 3%e voc@ percebe em mim s#o os sinais de %ma o%tra e!ist@ncia.Ih. parecendo %m velho 3%e mal sabia alar port%g%@s= Ele chego% at( a dar %mas receitas es3%isitas de ervas e banhos.EspiritismoI E voc@ por acaso conhece dissoI .Claro 3%e simP '% voc@ n#o sabe 3%e e% so% entendida em m%itas coisas da vidaI $ei ate 3%e lá. nada= Isso cheira a espiritismoP E espírito mesmo.GiP GiP -#o ( o diabo n#o. anterior a esta na 3%al ad3%iri a apar@ncia indígena= H%i %m sacerdote ?es%íta.

' 3%e voc@ 3%er di1er com a palavra 4ruandaI . digam 3%e so% o Caboclo das $ete Encr%1ilhadas.Parece mais %ma igre?a 3%e voc@ %ndará na 9erra=== .$e dese?ar. como voc@ di1. será entoada %ma cantiga nova= ' povo receberá de se%s ancestrais o ensinamento espirit%al em orma de parábolas simples. ( apenas %ma orma de adaptarmos o aparelho mediúnico ao trabalho 3%e espera por ele= Bepois.9enda -ossa $enhora da Piedade.E 3%e nome dar#o a essa igre?aI . os trabalhadores da 8r%anda s#o todos a3%eles 3%e levantam a bandeira da liberdade= Bepois de mais alg%mas perg%ntas eitas pelo dirigente da re%ni#o espírita.8 nova religi#o virá.Por 3%e dar o nome de tenda a essa igre?aI Por 3%e inventar novos nomesI Isso n#o irá complicar mais ainda para a pop%la"#oI . na casa onde me% m(di%m mora. em minha última e!ist@ncia ísica.Me?o 3%e voc@ se a1 %m pro eta=== . alará aos simples e 3%e há de perd%rar at( o inal dos s(c%los= . proc%ram levar essas di eren"as at( al(m da morte= Por 3%e n#o podem nos visitar os h%mildes trabalhadores do espa"o se. em seg%ndos. pela ambi"#o do homem e pelo desrespeito Rs leis de Be%s= 8 g%erra logo irá a1er s%as vítimas= 8s m%lheres perder#o ali a vergonha= <ma onda de sang%e varrerá a E%ropa.8s igre?as dos homens e os templos constr%ídos pelo org%lho h%mano s#o m%ito imponentes= Chamaremos de tenda o local de re%ni#oA %m l%gar simples e h%milde.$e ( preciso 3%e e% tenha %m nome.Mas se ?á e!istem tantas religi*es no m%ndo e tamb(m temos o espiritismo. pois para mim n#o e!istem caminhos echados= Menho tra1er a 7mbanda. poderá chamar de igre?aA para nós ( apenas %ma tenda. o caboclo contin%o%O este planeta mais %ma ve1 será varrido pela dor. %ma cabana= . e %m único engenheiro militar será capa1 de destr%ir. .Para 3%e nomesI Moc@s ainda t@m necessidade dissoI -#o basta a minha mensagemI .8r%anda ( o m%ndo espirit%al. será bem-vinda= Espíritos de sacerdotes. %ma o%tra onda de sang%e. todo esse incQmodo cessará= ' 3%e tiver de vir. estabelece% a morte como o grande nivelador %niversal= Rico o% pobre. 3%e s#o preconceit%osos. descontentes por estabelecer di eren"as apenas entre os vivos. %ma religi#o 3%e harmoni1ará as amílias. pois este está morto= Mivo como espírito e como caboclo trago %ma nova esperan"a= 8manh#. diretamente da boca de pais-velhos e caboclos= C%anto ao 3%e voc@ chama de so rimento do m(di%m.8ssim como previ o terremoto de :isboa em &2//. ( apenas %ma ase de amad%recimento de s%a medi%nidade= Moc@s ( 3%e interpretam como so rimentoA para nós. e levaremos o consolo ao povo necessitado= . Be%s concede%-me o privil(gio de nascer como %m caboclo nas terras brasileiras= . mas voc@s.sacri icado na og%eira da In3%isi"#o por haver previsto o terremoto 3%e destr%i% :isboa em &2//= Mas. iniciados e sábios tomar#o a orma de simples pais-velhos o% caboclos.E podemos saber se% nomeI .Para nós seria de m%ita a?%da saber com 3%em alamos= C%em sabe podemos a?%dar mais sabendo tamb(m algo mais detalhadoI . tamb(m tra1em importantes mensagens da 8r%andaI Por 3%e n#o receber os caboclos e pretos-velhosI 8caso n#o s#o eles tamb(m ilhos do mesmo Be%sI .Be%s. de pai-velhoI Isso ( necessárioI . 3%ando todos acharem 3%e o pior ?á oi atingido. da mesma orma 3%e Maria ampara nos bra"os o ilho 3%erido. pois. e. m%ito pior do 3%e a primeira. %nirá os cora"*es. como simples e h%mildes devemos trabalhar para ser= . e n#o tardará o tempo em 3%e ela alará aos cora"*es mais simples e n%ma ling%agem despida de preconceito= Entre o povo do morro. trago ho?e em minhas palavras %m po%co do %t%ro do m%ndoA mas agora ?á n#o podem matar o corpo. haverá %ma mesa posta para toda e 3%al3%er entidade 3%e 3%eira o% 3%e precise se com%nicarA independentemente da3%ilo 3%e ha?a sido em vida. em s%a in inita bondade. voc@ acha 3%e mais %ma religi#o contrib%irá para alg%ma coisa positivaI Por 3%e essa orma l%ídica de caboclo o%.Mas 3%e religi#o nova ( esta e por 3%e a1er o m(di%m so rer assimI . milhares de pessoas= ' homem será vítima de s%a própria má3%ina de destr%i"#o= .o Presidente Sos( de $o%1a 3%eria e!trair mais alg%ma coisa da entidade= . das r%as e dos g%etos. das avelas. tamb(m ser#o amparados os 3%e se socorrerem da aumbandhã. virá= . envolverá a h%manidade. poderoso o% h%milde se ig%alam na morte. apesar de n#o haverem sido pessoas importantes na 9erra.

cap.2. O homem não caminha mais como ce o: sabe de onde vem..ambores de 4n ola. caboclos o% o%tras entidades espirit%ais semelhantes possam trabalhar nos centros ditos Uardecistas= Por(m. mas po%co est%dado pelos nossos irm#os espíritas= 8 <mbanda para m%itos ainda ( tab%A 3%ando 3%al3%er aspecto associado a esse tema ( ventilado nos círc%los espíritas. o presidente da Hedera"#o Tardecista de -iterói n#o concordo% com a3%ilo 3%e o caboclo brasileiro tra1ia atrav(s de K(lio de Moraes= Cont%do. logo. escondidos n#o se sabe de 3%em= Postas de lado as observa"*es 3%anto ao comportamento da3%eles 3%e ainda necessitam se esconder por detrás de tais máscaras. n#o poderia passar despercebida pelo M%ndo Maior= 8 parte os e!cessos.. a amília Moraes se re%niria em s%a sala e. tanto no estado espiritual como no estado corporal. item FH. observamos rea"#o imediata. simplesmente <mbanda= <ma religi#o tipicamente brasileira. &. o% pelo menos os mais ortodo!os. as crendices e as lendas. se?a a pa1 com todos nós= 8creditamos 3%e todos a3%i dese?am esclarecimento 3%anto a certos ass%ntos relativos aos c%ltos a ro-brasileiros o% R magia= -#o .erra. o 3%e nos ag%arda al(m do v(% dos mist(riosI ' 3%e nos reserva o povo de 8r%andaI ' instr%tor $(rv%lo ass%mi% %m l%gar de desta3%e entre os o%tros espíritos 3%e organi1avam a3%ela assembl(ia. %m gr%po de espíritas c%riosos 3%e chegaram para ver como seria a nova religi#o= 83%eles 3%e se sentiram atraídos pelas palavras do caboclo perceberam a arrog.Caríssimos companheiros.. para onde vai e porque está sobre a .ncia dos dirigentes e oram obrigados a decidir se icariam no antigo centro espírita o% se ariam parte da tenda. n#o admitem se3%er a id(ia de 3%e pais-velhos. 4 Eênese. FG: Os tempos estão che ados. e o sil@ncio logo se e1 na plat(ia de mais o% menos mil e 3%inhentos desencarnados 3%e nos re%níamos na3%elas paisagens espirit%ais= . da nova religi#o= B%rante os trabalhos. ?%ntamente com eles. da orma como se apresenta pelo Frasil a ora. crian"as o% pais-velhos= E nascia assim o comprometimento de K(lio de Moraes com a aumbandhã o%. oi obrigado a reconhecer 3%e algo novo s%rgira na3%ele &/ de novembro de &564= -o dia seg%inte. dos rit%ais sagrados e dos mist(rios das religi*es a ricanas o% a ro-brasileiras= Convidado a me apro %ndar mais no ass%nto devido as minhas observa"*es transcritas no livro . desembara&ado dos preconceitos da i norDncia e da supersti&ão 1.C!NSID$RA'($S Dpág=)5E ' instr%tor $(rv%lo ass%mi% se% l%gar n%ma esp(cie de trib%na= ' ambiente espirit%al estava repleto de aprendi1es interessados no tema 3%e nosso instr%tor iria apresentar= Creio 3%e m%ita gente na 9erra gostaria de est%dar mais pormenori1adamente a respeito da magia.Como era previsível. papel perpetuamente ativo.. 3%e demonstra o preconceito enrai1ado= $erá p%ro medoI E 3%e esp(cie de medo acomete os companheiros espíritas ao abordarmos o ass%nto 7mbanda' 8 maioria dos espíritas. vários m(di%ns incorporaram caboclos. o tema ( palpitante. logo pedem socorro ao primeiro pai-velho de 3%e alg%m dia o%viram alar o% se a?oelham aos p(s de alg%ma entidade n%m terreiro. iniciando%a nos mistérios do mundo invis!vel.2 compreende que ele abre * humanidade uma via nova. 4llan <ardec em. 3%ando alham os rec%rsos habit%ais consagrados pela ortodo!ia. e lhe revela os horizontes do in#inito. considerando-se o tipo psicológico com o 3%al se apresentam as entidades veneráveis 3%e i1eram da <mbanda %ma onte de l%1 e sabedoria para as pessoas 3%e se sintoni1am com s%as verdades= Cuem quer que ha0a meditado sobre o +spiritismo 1. O #uturo se mostra a ele na realidade. 3%ando as coisas apertam. mostra%lhe seu verdadeiro papel na cria&ão. cren"as pop%lares o% c%ltos a ricanos. i3%ei imaginando o 3%e o m%ndo espirit%al ainda reserva para todos nós= 8 ri3%e1a c%lt%ral do povo brasileiro ( t#o grande 3%e toda essa história de magia.

?%nto%-se a e!peri@ncia de alg%ns pes3%isadores a respeito dos astros= 8nteviram.ntida merg%lho% nas ág%as do oceano= Prevendo o im pró!imo. ao Egito e R antiga P(rsia. os rit%ais sagrados e as primeiras mani esta"*es da chamada ma ia ne ra. após passarem por etapas de aprendi1ado e alg%m processo iniciático. beberagens e se%s e eitos no organismo h%mano e na própria mente. 3%e. adivinhos e prognosticadores. at( ent#o. elementos psí3%icos descontrolados aliados aos ab%sos das intelig@ncias da (poca atraíram os cataclismos responsáveis pelo im da3%ele período. cada %m. tamb(m dei!o% de progredir o contato com o m%ndo oc%lto. assim.a3%ilo 3%e os esot(ricos cost%mam designar de registros aUáshicos -. entretanto. o homem ?á consagrava o erendas Rs or"as tit.ísícos. proc%ravam dar sentido Rs percep"*es e aos atos incompreendidos= $#o histórias. o%tras na"*es= Caravanas de iniciados. nas mais diversas (pocas e c%lt%ras= 8 história da magia em s%a mani esta"#o mais elementar con %nde-se com esse estado de ignor. atrav(s da reencarna"#o= Em partes do planeta onde o homem estaciono% por mais tempo em s%a caminhada evol%tiva.nea dos povos da 9erra de e!plicar o% compreender as leis da nat%re1a. a era dos pro etas. atrav(s de s%as pes3%isas. dos l%idos e de certos elementos e!tra. conhecidos com antecipa"#o pelo olhar mais atento e observador. passaram a ab%sar do conhecimento 3%e detinham= $%rgem. investigativo= Bá-se início. e as práticas do oc%ltismo acabaram se degenerando em interesses mais imediatos= . ser#o brindados com teso%ros de conhecimento c%?o valor somente o poss%idor poderá a3%ilatar= 8 or"a. 8o conhecimento a respeito da nat%re1a oc%lta. indomáveis da nat%re1a= 8ssim come"a a história da magia= C%ando est%damos o passado histórico das civili1a"*es podemos compreender 3%anto a ignor. homens c%?o psi3%ismo era mais desenvolvido 3%e os demais de s%a com%nidade aprenderam a captar int%i"*es o% oram g%iados por mestres da3%ela (poca no contato com o m%ndo oc%lto em manip%la"#o de l%idos.ntida 3%e esses sacerdotesm(di%ns alcan"aram grande e!press#o no conhecimento dos elementos da nat%re1a na manip%la"#o das chamadas or"as oc%ltas 9ais or"as oc%ltas n#o passam de elementais.ntida. seres em ases embrionárias de evol%"#o. sacerdotes e sacerdotisas.pretendemos esgotar o ass%nto. l%idos e at( mesmo o psi3%ismo de se%s companheiros de tribo o% na"#o= Cons%ltados os registros do m%ndo astral .ncia dos enQmenos nat%rais= -asceram. pelas características da inicia"#o. assim como de l%idos e magnetismo. elementos essenciais na prática dessa esp(cie de magia= 's eiticeiros. g%ardando o teso%ro de s%as pes3%isas e e!peri@ncias transcrito em papiros e pergaminhos da (poca. estariam capacitados a manip%lar ervas. das ervas. isto (. os de%ses e demQnios.nicas e. 3%e g%ardavam.ncia dos homens primitivos contrib%i% para desencadear o desenvolvimento de cren"as e lendas. onde %ndaram escolas iniciáticas 3%e b%scavam preservar as tradi"*es de se% povo= 8s 9orres do $il@ncio. assim como al%cinógenas. !am#s o% c%randeiros. m%itos representantes dos sacerdotes e magos da 8ntigNidade trans ormaram-se em prec%rsores dos at%ais cientistas. s%persti"*es 3%e nasceram da incapacidade moment. na P(rsia. ao longo do tempo. 3%ando o continente da 8tl. aconselhamos aos espíritos presentes 3%e logo possam se integrar Rs diversas caravanas 3%e descem R 9erra para est%dar detalhadamente cada aspecto relativo ao oc%ltismo e R magia= M%itas s%rpresas certamente ag%ardam a todos= C%anto R3%eles 3%e se dedicarem R pes3%isa s(ria. pode-se ver 3%e oi no lendário imp(rio da 8tl. 3%e. pós e po"*es. %tili1ados em larga escala por mentes acost%madas a longos processos de disciplina= Como a m%ltid#o n#o tinha acesso ao entendimento dos elementos da vida oc%lta. alg%ns est%diosos de ent#o transportaram se% conhecimento para o%tras terras. os seres considerados sobrenat%rais e detentores de poderes e conhecimentos al(m do alcance dos simples mortais= Mais adiante no tempo. os templos iniciáticos do 'riente o% os conselhos de sacerdotes egípcios e de o%tros povos da 8ntigNidade ormavam o red%to do conhecimento oc%lto= Po%cos eram a3%eles admitidos no círc%lo restrito de inicia"#o ao chamado oc%ltismo= -a (poca mais recente da história h%mana. a arte o% o conhecimento 3%e se convenciono% chamar de magia está presente no m%ndo desde 3%e s%rgiram os primeiros agr%pamentos h%manos= Inicialmente era considerada mani esta"#o sobrenat%ral o% do m%ndo oc%lto todo e 3%al3%er enQmeno 3%e a mente h%mana primitiva n#o conseg%ia compreender= Em (pocas rec%adas. na lendária 8tl. eventos nat%rais e cataclismos. empreenderam a viagem dos magistas e chegaram Rs regi*es correspondentes R Vndia. de alg%m modo. a%mentaram ainda mais o poder dos magistas e iniciados. personagens. a característica de s%a c%lt%ra e s%as cren"as= $eg%ndo consta na tradi"#o espirit%al do planeta. na 9erra. crio%-se a a%ra de mist(rio 3%e cerca os sacerdotes da 8ntigNidade= 8s pes3%isas a respeito das ervas.

que o senhor deve tratar a questão Ie3 pro#essoI.maras de socorro. m%itos de nossa com%nidade espirit%al oram convidados ao servi"o= 9rabalhamos at( tarde. mas como uma opinião individual que pode estar en anada 1.Bi %ndiram-se na 9erra as mani esta"*es da magia negra. cap.mbio com or"as e energias bastante primitivas. na es era da imortalidade. nosso departamento de div%lga"#o= Ha"o cá a minha ve1 de repórter n#o só entre os chamados vivos. at( 3%e o elemento dor os desperte e colo3%e limites nos desregramentos e ab%sos cometidos= B%rante os comentários do instr%tor espirit%al nada se o%via na assembl(ia de espíritos= ' sil@ncio era completo= En3%anto $(rv%lo alava. +u esqueci. local onde s#o atendidos os espíritos rec(mchegados da 9erra= -a3%ele dia minha tare a era a%!iliar no esclarecimento aos diversos gr%pos de desencarnados no 3%e tange aos primeiros passos na vida espirit%al= ' movimento era intenso em nossa colQnia= Gavíamos recebido %m contingente m%ito grande de espíritos 3%e re3%eriam c%idados mais demorados= Eram companheiros 3%e desencarnaram ?%ntos n%m mesmo acidente na 9erra. e. passam anos e anos sem %m contato mais pró!imo com os encarnados= '%tros simplesmente n#o apreciam a pro!imidade com o m%ndo dos homens e pre erem permanecer entre nós. primárias e materiali1adas= Entidades c%?a vibra"#o se a ina a tais interesses egoístas estabelecem liga"#o mais intensa com se%s m(di%ns. em pleno %ncionamento. 3%e c%ltivam interesses in eli1es e mes3%inhos= Empreende-se o interc.R$$NC!N#R! Dpág=+5E E% caminhava em dire"#o Rs c. pro?etada pela mente holográ ica do instr%tor= C%ando termino% a con er@ncia do elevado espírito. caro leitor. dirigi-me ao Par3%e das Wg%as para meditar e organi1ar-me para %t%ras tare as= Cost%mo comparecer com re3N@ncia ao local. ). processos de simbiose espirit%al= 's parceiros do conl%io tenebroso passam a vibrar em con?%nto. mas associada a intelig@ncias v%lgares. leu tudo o que #oi escrito sobre o assunto. alimentando-se %m do o%tro d%rante longos períodos. assim. Primeira conversa&ão: O cr!tico. analisou e comparou as diversas opiniJes. a im de vampiri1ar s%as energias= > com%m observar.. que viu tudo o que se podia ver. aproveitando se% tempo para est%dos e pes3%isas antes . mas tamb(m entre os vivos imortais= Proc%re lembrar. porém.maras de socorro. F. devido Rs di ic%ldades apresentadas por eles na adapta"#o R Mida Maior. 3%e m%itos espíritos n#o conhecem de perto o dia-a-dia dos agr%pamentos religiosos da 9erra= Cost%mam se oc%par com tare as do lado de cá da vida e. o que quer dizer que a estudou sobre todos os seus aspectos.ísica. que o senhor se encontra nas melhores condi&Jes para observar por si mesmo. 3%e o%tra coisa n#o ( sen#o a manip%la"#o dessas mesmas or"as e dos elementos da vida e!tra. aproveitando a tran3Nilidade dos ?ardins para programar alg%ma atividade o% rabiscar alg%m esbo"o da3%ilo 3%e pretendo transmitir a encarnados e desencarnados= Bo lado de cá da vida temos tamb(m.. 4llan <ardec em O que é o +spiritismo. em casos assim. embevecidos com o conhecimento transmitido e as possibilidade de est%do no %t%ro pró!imo= +u não encaro a cr!tica como a e3pressão da opinião p5blica.2. os ma os ne ros. que durante anos lhe consa rou suas vi !lias. +m uma palavra. a%!iliando com passes magn(ticos e no encaminhamento de o%tras entidades ao posto de socorro espirit%al= C%ando terminei minha cota de contrib%i"#o nas c. imagens tridimensionais eram pro?etadas no ambienteA sentíamo-nos envolvidos de tal orma nas cenas 3%e pensávamos a1er parte da própria história. que não ne li enciou nada para che ar * constata&ão da verdade. partimos para nossas atividades habit%ais.

se ele entrar o% sair de %m velório. demarcar nosso ambiente de viv@ncias. ele está doente= 'ra.3%em sabeI . 3%e se especiali1aram no com(rcio de Lnotícias do o%tro ladoL= Modismos da velha e sa%dosa 9erra dei!ados de lado. n#o signi ica 3%e e% este?a ora dela . amores e pesares= 8o comentarmos acerca de nossos m(di%ns para o%tros espíritos. nossas mat(rias versam a respeito dos encarnados= Isso mesmo= C%ando chegamos de alg%ma caravana de est%dos na Crosta.ainda 3%e eles mesmos cost%massem. a grande maioria de espíritos. 3%ando chegarem a3%i. onde reside o m(di%m= <ma ve1 mais. di1 a lógica de nossos irm#os 3%e oi ilho desse espírito em o%tra encarna"#o= $ó alta de enderem.de reencarnar= Gá cada sit%a"#o deste lado da vida=== Moc@ certamente icaria bo3%iaberto caso p%desse vis%ali1ar. n#o acredita 3%e possa haver gente t#o e!c@ntrica e estranha re%nida n%m centro espírita o% com%nidade religiosa 3%al3%er . alegrar-se. oi observar a LlógicaL de m%itos companheiros espíritas diante de nossas observa"*es registradas no livro . a im de 3%e possa se retratar ante a com%nidade de espíritos espíritas e reescrever . Para eles. perple!a. 3%ero esclarecer 3%e. contamos as perip(cias e estrip%lias de nossos diletos amigos encarnados. talve1 para espanto de alg%ns. levado a cabo esse raciocínio. sem comprometimento alg%m com a verdade= Isso sem mencionar as histórias inventadas com a única inalidade de dar l%cros a editores e a%tores imprevidentes. contin%am a se emocionar. e alg%ns. ( por3%e está morto. 3%em espere o retorno de Ângelo. diante de notícias t#o sing%lares.se o m(di%m psicogra ar alg%m mentor 3%e tenha vivido em Roma. ao me re erir R 9erra. de orma a ortalecer os preconceitos velados o% declarados= -#o escrevo para agradar a gregos nem a troianosA para respeitar a verdade o% admitir a m%lti orme ace da verdade. pobres espíritos errantes= $ó isso= $e nos reportamos R Lvelha 9erraL. ( apenas por or"a de e!press#o. as mesmas estrelas e o mesmo irmamento= Estamos apenas em dimens*es di erentes da vida. ainda 3%e por breves momentos. conseg%em ir al(m da maioria de nós. n#o so% E9 desencarnado nem trans ormado em energia por alg%m processo mirabolante 3%e %ma mente medi%ni1ada possa conceber= 8 propósito. o% . venho escrever sobre o povo de 8r%anda. mostrar s%a cor. se decepcionar#o ao descobrir 3%e se%s mentores E9s s#o simplesmente esp!ritos turbulentos. ( por3%e se torno% %mbandista= $e o pobre rapa1 psicogra o% %m livro de determinado a%tor desencarnado. portanto. comover-se. resolvemos criar o correio entre dois m%ndosO tanto 3%anto levamos para os encarnados as notícias e alg%ns apontamentos do 3%e ocorre do nosso lado. a3%i estamos= Pretendo apenas constr%ir a mesma melodia desenhada nos .se?a de 8ngola. as cenas e as e!peri@ncias vividas pelos espíritos= M%ito da3%ilo 3%e se escreve na 9erra a nosso respeito n#o passa de antasia. se% ?eito.o% mesmo captada da mente de pse%do-mentores. ic"#o criada pela mente de pse%do-m(di%ns .ambores de 4n ola. ato ( 3%e a3%i tamb(m a1emos notícia= 8 maior parte das ve1es. agir de maneira id@ntica 3%ando encarnados= Biante de tantos atos merecedores de nossa c%riosidade e aten"#o. tendo alcan"ado %ma vis#o mais ampla da realidade. ( re3Nente nos re%nirmos com o%tros espíritos para a troca de e!peri@ncias e impress*es= Em conversas assim. sob o mesmo ritmo de m%itos tambores .o% voc@ acha 3%e espírito n#o riI Engana-se= Rimos e tamb(m choramos das histórias 3%e ocorrem com nossos 3%eridos irm#os da 9erra= 's espíritos. do Frasil o% de Minas 7erais. bem como para destacar nossa sit%a"#o de desencarnados. ao contrário do 3%e possam pensar alg%ns= E. se %m m(di%m ( visto entrando o% saindo de %ma armácia. na imortalidade. o mesmo sol. e. 3%e se sintoni1avam R necessidade de aparecer na mídia espirit%alista= 83%i estamos na mesma 9erra dos companheiros desencarnados= Memos o mesmo c(%. Rs ve1es. se o m(di%m escreve% algo a respeito da <mbanda. para evitar estardalha"o o% mal-entendido com me% palavreado. veremos o dito m(di%m des ilar tra?ando togas romanas o% becas sacerdotais= > tal a lógica p%ra e racional de m%itos de nossos irm#os espíritas= Gá. assistimos a espíritos dando gostosas gargalhadas . o% a respeito do comportamento geral ante a realidade da vida. há tantos m(di%ns por aí recebendo E9 desencarnado 3%e. o% 3%e tenha integrado a Igre?a.ambores. 3%e. se% sabor ao desempenhar o trabalho no bem= C%anto a satis a1er R pretensa p%re1a de alg%ns er%ditos . com base nessa lógica espirit"lica.ambores. di erenciando-o da3%ele do 3%al antes a1íamos parte e ao 3%al voltaremos alg%m dia.n#o. atrav(s da reencarna"#o= -ada mais= <ma das coisas 3%e mais nos diverti% a3%i. tamb(m tra1emos para nossa com%nidade de Lalmas do o%tro m%ndoL as notícias da velha 9erra dos caminhos. em nossa com%nidade.

t%do isso era harmonioso e dignoA n#o observávamos nenh%m e!cesso= E. em me%s escritos e rabiscos= ' c(% acima de minhas pretens*es e divaga"*es parecia escaldado n%m v(% t%r3%esa. n#o ( mesmoI .-em lhe conto. como voc@ a1= .torno% E%1ália= . com %m pro essor como ele. E%1ália= > só me conceder %m tempinho para 3%e encerre alg%mas atividades 3%e ass%mi em nossa com%nidade.Mas n#o se apresse. como de cost%me. E%1áliaO ( preciso m%ita renúncia para dei!ar o plano da vida com o 3%al voc@ se sintoni1a e trabalhar nas es eras mais densas. ( verdadeI . o% devo chamá-la de Movó CatarinaI .ambores de 4n ola. voc@ tamb(m tem se%s deveres. tamanha era a emo"#o neste encontro de cora"*es= .Claro. de abra"ar a bondosa E%1ália. assim. e%I -em me diga.Me?o 3%e está sempre bela e bem disposta= 8liás. mas ( útil para 3%e e% n#o es3%e"a os velhos hábitos de ?ornalista e escritor= . nossas vidas. sorrindo= . e conhec@-la melhor= Me disseram tamb(m 3%e voc@ mant(m a3%i %ma esp(cie de ?ornal dos desencarnados.Encontraremos %m ao o%tro pelo cora"#o. vo% dei!á-lo %m po%co.> tanta coisa 3%e voc@s a1em por a3%i=== C%em sabe n#o poderia levar a id(ia para a minha com%nidade tamb(mI E. ÂngeloA os nomes n#o importam= ' 3%e a1 di eren"a mesmo ( nosso cora"#o. prosseg%i% o espírito amigoO . 3%e estava radiante de alegria. regi*es e c%lt%ras nas 3%ais viveram ao longo da história planetária= -o entanto. E%1áliaO minha id(ia era %ndar %m 0ornalismo dos imortais. E%1ália. me% 3%erido amigo.Re?eitar. ÂngeloP Ses%s e1 m%ito mais por todos nós e.perg%ntei= . est#o resolvi s%rpreend@-lo= .C%e nada. E%1ália. Ângelo. na 9erra= Me contaram 3%e o velho Ângelo resolve% escrever sobre nossas e!peri@ncias na <mbanda. e senti-me transportado Rs n%vens. n%m clima de nobre1a e respeito ao espírito h%mano imortal. encorpado e imponenteA tra1ia alg%mas lores en eitando-lhe os cabelos= ' espírito bondoso abra"o%-me com carinho. por aí=== E%1ália estava radiante= Esse espírito me s%rpreendia com o conhecimento e a e!peri@ncia . Ângelo. E%1ália apresentava-se. abstenho-me= $o% ainda o mesmo espírito de antes.Hoi pensando nisso. me% ilho . me% amigo= -#o se apresse= Mo% tamb(m aproveitar a minha visita a s%a morada. para 3%e providencie os rec%rsos necessários R nossa partida= 8 inal.Pois bem. e tem m%ita gente aí di1endo e a1endo coisas 3%e n#o deveria= Como voc@ ( repórter e tem acilidade com as letras.disse-me E%1ália. merg%lhado em minhas medita"*es. ocasi#o 3%e aproveitaríamos para prestar alg%ns esclarecimentos aos amigos encarnados= 9odavia. R moda das m%lheres 3%e viveram nos s(c%los JMII o% JMIII= ' tra?e de se% vestido se assemelhava ao vel%do. 3%e agora est#o entrela"adas pelo amor e pelo trabalho na seara do Mestre= . e pronto= .-em sei como e!pressar minha alegria. como entre os encarnados. cada 3%al a se% modo= 8 única regra em nossa com%nidade era manter a harmonia e o e3%ilíbrio no 3%e 3%er 3%e reali1ássemos= Era m%ito interessante ver espíritos de várias proced@ncias des ilarem diante de mim= M%itos tra1iam na apar@ncia perispirit%al as características de s%a última encarna"#o= 's tra?es com 3%e se a1iam visíveis re letiam os cost%mes de diversas (pocas. s%a tare a ( m%ito bonita e nobre. re letindo a bele1a da paisagem na 3%al estávamos envolvidos= -o Par3%e das Wg%as.'ra. se posso assim di1er= -#o dá ibope. e e% mesmo tomei a iniciativa. dada a descontra"#o do momento.e do%tores da verdade religiosa. 3%e o%tra atit%de seria possívelI Estamos apenas treinando o desapego para 3%e alg%m dia possamos amar de verdade=== Mas ve?o tamb(m 3%e voc@ ando% a1endo das s%as lá Lembai!oL.Preciso me in ormar mais . Ângelo. após ligeira pa%sa. nem lhe conto= $into sa%dades da visita 3%e i1 aos trabalhos da <mbanda= . a madona 3%e me recebera no 8l(m antes das e!peri@ncias 3%e relatei ao m(di%m em . na a inidade 3%e voc@ desenvolve% com o povo da 7mbanda 3%e e% resolvi visitar voc@= 'corre 3%e as pessoas lá da 9erra est#o m%ito carentes de orienta"#o. 3%e n#o poder#o ser despre1ados= Me?o-o mais tarde= . radiante= .Mas como a encontrarei em meio a tanto espíritoI . vários espíritos iam e vinham em conversa alegre e elevada.alo% E%1ália. essa com%nidade de espíritos amigos. avistei ao longe o v%lto de alg%(m 3%e ?%lg%ei conhecer= 8pro!imei-me mais da entidade.C%e bom rev@-lo. pensei 3%e poderia convidá-lo a %ma pe3%ena e!c%rs#o.H%i in ormada de 3%e o encontraria a3%i. sinta-se R vontade para re?eitar a id(iaA ( apenas %m convite= . n#o se preoc%pe .-#o importa.

erem-se se%s preconceitos. ent#oO L' m(di%m está obsedadoL= Por(m. pensando nos companheiros encarnados. n#o poderia perder a oport%nidade= 8ntes. quando o momento estiver che ado. como os pais-velhos. 3%ando as pessoas gostam de %m livro psicogra ado. por(m. ( preciso a1@-lo no meio onde impera essa con %s#o. a g%erra 3%e se a1 por aí contra os espíritos 3%e se mani estam como pretos-velhos e caboclos ( t#o grande 3%e serve apenas para ortalecer o preconceito= Ba mesma orma. deveria terminar minhas tare as e remane?ar me% tempo nas c. para isso empre ando poderosos meios. por certo n#o dir#o mal do m(di%m.' pessoal da Casa dos Espíritos poderá at( se sentir eli1 com o novo material 3%e talve1 consiga enviar. t#o com%m em m%itos trabalhadores espíritas= Creio 3%e a at%al con %s#o 3%e se a1 nas terras brasileiras 3%anto ao espiritismo e R <mbanda e1 s%rgir %ma esp(cie de reserva nos chamados médiuns de mesa em rela"#o aos médiuns de terreiro. eles %os esp!ritos% se ocuparão de estabelecê%la em Dmbito universal. e sentencia. @mpressJes erais *. di1em logoO LC%e espírito=== mas como ( elevado===L= Cont%do. ela encontre. que caem a cada dia ante o e3ame sério. mas. semeiam a idéia por todo o mundo. o% n#o satis a1 as e!pectativas do indivíd%o com rela"#o R3%ilo 3%e ele pensa ser a verdade. acabaram aceitando a presen"a desses companheiros desencarnados. pois sabem 3%e a orma e!terior n#o ( nada. mas a ess@ncia ( t%do= Hico a3%i pensando e rasc%nhando me%s escritosO será 3%e nossos companheiros de do%trina espírita acham 3%e espírito atrasado só pode ser preto velhoI $erá 3%e brancos idosos. + saberão bem como superar todos os entraves pois. o que podem contra eles e contra a vontade de -eus obstáculos humanos' 4llan <ardec em )ia em +sp!rita em FGA>. primeiramente.NAS C+. alei comigo mesmoO .maras de socorro= Precisava organi1ar me% tempo= Respirei a longos ha%stos e. isto (O entre espíritas e %mbandistas= Por 3%e tanto desconhecimento e mal-entendido assim. embora de orma velada. com olhos a1%is e cabelos loiros. +nquanto esperam. assim como <mbanda ( <mbanda e n#o há como dei!ar de disting%ir as d%as coisas= -o entanto. ent#oI Me% espírito de ?ornalista e!cito%-se ante a id(ia de %ma nova empreitada= 8pesar de ?á poss%ir m%ito material em ar3%ivo para transmitir ao m(di%m.3%e detinha= $aí do Par3%e das Wg%as em dire"#o a o%tros l%gares= 9eria m%ito a a1er antes de ir ter com E%1ália= ' 3%e me ag%ardaria. ele está mal assistido=== Mamos vibrar por ele= Cuando a ciência esp!rita estiver solidamente constru!da e escoimada de todas as interpreta&Jes sistemáticas e errKneas. o terreno preparado. a #im de que. Ele esclarece 3%e . por toda parte. ' estigma gerado oi t#o grande 3%e os irm#os espíritas parecem Ltremer nas basesL toda ve1 3%e alg%(m con %nde as d%as religi*es= > claro 3%e so% a avor do esclarecimento do povo e da sociedade em geral. ning%(m ignora 3%e m%itas instit%i"*es espíritas veneráveis. 3%ando o tema ( de certa orma pol@mico. mas ai do m(di%mP=== -#o vai ser ácil este novo livro= > 3%e. me%s irm#os= C%e in elicidade.ARAS D$ S!C!RR! Dpág=/&E ' encontro com E%1ália desperto% em me% espírito m%itas lembran"as ternas= 9amb(m vi no convite da mentora generosa %ma oport%nidade de tra1er novos apontamentos para m%itos companheiros encarnados e intensi icar ainda mais o trabalho 3%e envolve a delicada 3%est#o do preconceito. acaso n#o podem ser espíritos obsessoresI > necessário voltar para o 3%e ensina 8llan Tardec em ' =ivro dos /édiuns. o% 3%e este?a obsidiado= -#oP Espírita sincero ( m%ito esclarecido e caridoso=== Sá o%"o os comentários amorososO Mamos orar pelo m(di%m. %ma ve1 3%e os espíritas s#o mais caridosos vivenciam mais o Evangelho. me% Be%sI Espiritismo ( espiritismo e disso nenh%m de nós d%vida.

9enho tare as para reali1ar a3%i tamb(m . o peso da mat(ria e a densidade das vibra"*es. resolvi ag%"ar minha percep"#o ao ver %ma senhora apro!imar-se de %m gr%po de espíritos e comentarO .-#o 3%ero saber de nada= E!i?o provid@ncias %rgentes= 8 inal. de recente desencarna"#o= Entrei no ambiente acolhedor. Be%s me livreP -em sei ainda o 3%e está me ocorrendo= 9oda essa gente estranha=== parecem com cara de velório= Be%s me ac%da de todo esse povoP C%ero voltar para casa imediatamente= . ainda eram desconhecidos pelos nossos irm#os da 9erra= ' trabalho era intenso na3%ele dia= -ovo comboio chegara da es era ísica e tra1ia %m novo gr%po de espíritos atQnitos 3%anto R nova morada= Predominava em se% semblante %m misto de s%sto e medo= -em sempre os espíritos conseg%em transpor os limites vibratórios do m%ndo ísico de orma nat%ral. p%deram diversas ve1es visl%mbrar nossas naves 3%e s#o estr%t%radas em mat(ria astral= 8 3%est#o ( 3%e.8rnaldo. arb%stos loridos. pela apar@ncia. dirigi-me novamente Rs c. bem como R po%ca e!peri@ncia na manip%la"#o de processos mentais. 3%e se encontravam repletas de rec(m-chegados= Era ali 3%e travávamos o primeiro contato com os espíritos vindos da 9erra. me% amigo. e. 3%e bom rev@-lo nesta tare a= . aleP .mara. 3%e assim se?aO por 3%e. se% covarde. os comboios o% naves oram criados para acilitar a transposi"#o nas ai!as de energia mais densas= Gá m%itos na 9erra 3%e. s%til= Com essas naves pode-se transportar %ma 3%antidade maior de espíritos.Preciso dar a minha cota de contrib%i"#o para nossa com%nidade= . atmos (ricas o% psí3%icas avoráveis.Minha irm#.Para mim sempre ( bom reencontrá-lo nesta c. t#o necessária em casos assim= Be todo modo.ela estava R beira do descontrole= . agora. po%cos conseg%em volitar. aposto 3%e v#o e!tor3%ir dinheiro da minha amília= . ele n#o escolhe% ser %m branco velho' 9alve1 assim p%desse a1er se% trabalho direito=== pelo menos.inter eri% %m dos espíritos 3%e a%!iliavam= . o 3%e ( m%ito bom . a inal de contas. minha amília pode pagar m%ito bem= Minha neta mora na 1ona s%l e tem como marido %m grande ban3%eiro da capital= Biga se% pre"o. como há m%itas mentes dadas R antasia e altamente impressionáveis. devido a condi"*es l%ídicas. interpretaram s%a vis#o como sendo a de naves e!traterrestres= En im. semelhante aos se%s templos amosos= Besciam. e a3%i se% dinheiro n#o tem nenh%m valor= . %sando a volita"#o= M%itas ve1es.maras de socorro.ísica. nem dei!am o espírito com%nicar-se direito.o% melhor. pois logo 3%erem do%triná-lo= $ó por3%e o in eli1 resolve% mani estar-se como %m preto velhoP 9amb(m. cada %m tira concl%s*es a s%a maneira= Entrei no pavilh#o onde eram recebidos os espíritos vindos da Crosta= Encontrei %m velho amigo e companheiro de o%tras ?ornadasO .8hP Mas a polícia vai saber 3%e me raptaram. m%ito materiais. devido ao apego R mat(ria. 3%e s#o veíc%los constr%ídos com mat(ria e!tra.Me?o 3%e n#o está envolto apenas nos pap(is e escritos. diante de tanto receio com rela"#o a essa tremenda con %s#o religiosa. tanto o evocador 3%anto os m(di%ns. decorado com cores s%aves. in3%ieta e nervosa= . 3%e inspiravam tran3Nilidade= 8 ar3%itet%ra lembrava-me algo da antiga 7r(cia. 3%e ele pagará= Por 3%e me raptaramI Hale. Ângelo= .C%e nadaP Binheiro sempre interessa= ' senhor dissim%la apenas para a%mentar se% pre"o= . como o hábito de deslocar-se caminhando. a sit%a"#o ( o%tra= 8 irm# n#o oi raptada. aos cost%mes pro %ndamente arraigados da vida ísica. s%a eleva"#o moral= 9odavia.-#o adianta icar assim. entre m%itos espíritas= <m dia após o encontro com E%1ália no Par3%e das Wg%as. 3%e.alo% 8rnaldo= -o pavilh#o encontravam-se vários gr%pos de espíritos 3%e pareciam envolvidos em terna conversa"#o= 8rnaldo convido%-me a observar as características de cada gr%po. sem o gasto e!cessivo da energia mental dos responsáveis para promover a volita"#o= 8liás. en3%anto a%!iliávamos os companheiros rec(m libertos do corpo= $empre c%rioso. ( 3%e agora se encontra em o%tra realidade.redargNi= .o espírita.Minha senhora. o 3%e m%itos est#o a1endo ( e!atamente o oposto do recomendado pelo codi icador= Es3%ecem-se do conteúdo . levam os desencarnados mais esclarecidos e e!perientes a se %tili1arem de comboios. pelas paredes e pilastras.Be%s me livre. ( preciso calma agora . deve se oc%par mais com a análise do conte-do da com%nica"#o 3%e com a orma o% o nome com 3%e se mani esta o com%nicanteA observar o 3%e o espírito di1.

me% senhor. ela veio me convidar para %ma nova tare a= C%e tal voc@ vir conoscoI . al(m de %m bom espírito e valorosa trabalhadora do bem= Creio mesmo 3%e ela se esconde atrás da ig%ra e do ?eito simples com 3%e se apresenta= . amor e toler.-#o posso.Me% senhor. 8rnaldoI . o 3%e me ocorre%. 3%e minha amília pagará= C%anto voc@ tem tirado de toda essa gente a3%iI 7aranto 3%e oram raptados tamb(m= 8l(m do mais. 3%e e!igiam de nós intenso trabalho. só tenho a Marinalva. s#o grandes almas. se E%1ália age assim. como nósI Esse espírito está de passagem em nossa com%nidadeI . pelo amor de Be%s=== 8 medida 3%e descrevia s%a angústia. sem notar como o tempo corria velo1= 8rnaldo oi 3%em me convido% para a pa%sa necessária. ele se?a %m grande companheiro se%. comovendo-me tamb(m= Ela n#o sabia 3%e desencarnara vítima de %ma parada cardíaca= 's casos s%cediam-se. Ângelo= 8penas dese?o 3%e voc@ conhe"a alg%(m 3%e considero m%ito especial= Creio 3%e voc@s ter#o m%ito o 3%e conversar. me% senhor. agora esto% a3%i. dese?o ardentemente rever E%1ália= > m%ito cara a me% cora"#o. en3%anto e!plicava a 8rnaldo o 3%e tivera com E%1ália= . desse modo. em tom de clamor= . e s%a ala só n#o soava mais abs%rda por3%e em toda parte do pavilh#o o%víamos comentários semelhantesO . para n#o constranger a3%eles 3%e carecemos de re er@ncias para prosseg%ir r%mo ao 8lto= 8presentam-se para nós em ro%pagens h%mildes. ?%nto a E%1ália= . o%"a-me .) horas dedi3%ei-me ao trabalho.disse %m espírito 3%e se apro!imava na3%ele momento. por avor. en3%anto prosseg%íamos em dire"#o ao edi ício central da administra"#o de nossa com%nidade= 8o chegar lá. ela está tendo grande s%cesso em me enganar.Claro.$e ( alg%(m assim t#o especial.-#o trago nenh%ma s%rpresa.Ent#o ele n#o reside a3%i.Posso di1er 3%e.perg%ntei= . por Be%s= -#o sei o 3%e e!atamente me acontece%. carinho. 3%e servem no anonimato= Com s%a discri"#o. por 3%e voc@ n#o alo% dele antesI . n#o se e1 de ing@n%oO .ncia para com a3%eles 3%e chegavam da o%tra margem do rio da vida= Bei!ei-me envolver com as necessidades de %m grande número de espíritosA R medida 3%e desempenhava minha tare a. por(m. mas creio 3%e ainda so% m%ito amador na percep"#o dos intrincados processos mentais= -ada conseg%i= 8rnaldo. sem alarde e com o aspecto perispirit%al de gente com%mA no %ndo. talve1. mas a crian"a precisa de mim com %rg@ncia= ' pai ( alcoólatra. absol%tamenteP Preciso ver o me% ilhinhoP Me a?%de. notando-me a inten"#o. a pobre m%lher chorava copiosamente. pois ele aproveitaria o período de descanso para me apresentar %m espírito amigo= Bemandávamos o%tro local. com s%rpresa= . notei 3%e 8rnaldo me preparava alg%ma s%rpresa= 9entei sondar-lhe o pensamento.Me% Be%s . por 3%e esto% a3%iI -#o me lembro de nada. Ângelo= 9enho o%tras atividades. Ângelo.o 3%e me acontece%I Como vim parar neste l%garI 'nde estará mam#eI Espero 3%e este pesadelo acabe logo= Estava a caminho do hospital. neste l%gar estranho= ' 3%e está acontecendo comigoI 8 crian"a oi logo socorrida por 8rnaldo e cond%1ida R sala de repo%so= Por todo lado os espíritos rec(m-desencarnados encontravam-se est%pe atos com a nova sit%a"#oA a rea"#o geral ia do espanto R indigna"#o= 8lg%ns necessitavam de internamento emergencial no posto de socorro de nossa com%nidade.alo% %ma menina perto de nós .Mas pode di1er. sentia-me cada ve1 mais reali1ado= B%rante mais de . e. a3%iI .E%1ália. mas e% preciso voltar para casa= Bei!ei me% ilho de apenas tr@s anos na companhia do pai. n#o achaI . comentei em tom ?ocoso= Rimos %m po%co.$ó há po%co tempo so%be da presen"a dele a3%i.perg%nto% 8rnaldo. no %ndo. em 3%em posso con iar= Preciso voltar imediatamente= Por Be%s.'%"a-me.M%itos espíritos s%periores se dis ar"am com apar@ncia singela. minha irm# 3%e mora lá em casa. e. al(m dele. em nossa colQnia= . a1em-se ig%ais a nós e.Como assim. com as 3%ais ?á me comprometi= Entretanto. o%tros poderiam ser amparados e esclarecidos ali mesmo= . com essa onda de se3Nestros 3%e anda por aí=== ' espírito parecia dementado. com cenas e histórias comoventes. proc%ram nos incentivar na caminhada= .

eli1.responde% 8rnaldo= . este nosso encontro ?á estava programado.Fem=== 9alve1 . Ângelo= Creio 3%e ele tem %ma bagagem espirit%al de a1er inve?a a m%ita gente boa por aí= . Ângelo. apresento%-se simples e alegre. 8rnaldo se adianto%.indago% 8rnaldo= . velho companheiro de todos nós= E a3%ele . 3%e tal nos conhecermos melhorI . aos me%s amigos e companheiros de trabalho= Com as m#os apontadas na dire"#o dos dois espíritos.Fem.Xallace oi %m grande trabalhador no movimento espírita do estado de $#o Pa%lo. tendo instigado ainda mais minha c%riosidade . ?á nos primeiros min%tos. E%1ália= E oi ela 3%em mais %ma ve1 tomo% a iniciativaO .8 inal.Ele veio de o%tra com%nidade de espíritos= Me1 o% o%tra nós reali1amos %m interc.E%1ália indico% a o%tra entidade .mbio. comportava-se tamb(m como se me conhecesse há m%ito= 8 partir desse contato amistoso. o 3%e me di1 de voc@I Sá 3%e estamos iniciando %ma ami1ade. ?ovial e com %m sorriso indis ar"ável no rosto= E%1ália prosseg%i% com a apresenta"#o= .C%e tal a s%rpresa. caminhando entre os ?ardins t#o acolhedores de nossa com%nidade.E%1áliaI . esbo"ando %m sorriso com ar de mist(rio e dirigindo o olhar a $ilva= Hoi $ilva 3%em contin%o%O . n#oO voc@ se antecipo% a mim. Ângelo. dei!ando para trás os dois espíritos. 8rnaldoI 7aranto.E aí. mas. trabalhador das lides espíritas desde encarnado. para o esclarecimento de m%ita gente 3%e ico% do o%tro lado da vida= $ilva. en3%anto recebemos companheiros desencarnados de o%tras est.Claro.voc@ n#o me disse o nome do nosso companheiro= 8 entidade amiga seg%rava-me pelo bra"o es3%erdo e transmitia-me %ma estranha sensa"#o de amiliaridade. 8rnaldo e e% omos abra"ados com a ei"#o por ambos= . E%1ália logo pQs todos R vontadeO .responde% Xallace. o 3%e dese?a saberI . n#o (I . esto% sempre interessado pelas coisas de todos os lados da vida= 8 maior s%rpresa 3%e tive na3%ele dia acontece% 3%ando adentramos o pr(dio para onde nos dirigíamos= 8 8rnaldo n#o altava a alegria. 3%e espero ser promissora. ?á 3%e agora estamos em amília. n#o osse a a%s@ncia do chap(%= Sá Xallace era mais descontraído. e% ( 3%e %i pego de sobressalto com s%a presen"a= Samais imaginaria=== 8chei 3%e e% apresentaria Xallace e $ilva para nosso amigo Ângelo. na companhia de dois espíritos. Xallace. Rs pressas .-#o esperava encontrá-la a3%iP . E%1ália prosseg%i%O . ?%nto com 8rnaldo. rente a tamanha descontra"#o e carinho= Introd%1indo os o%tros companheiros. mas icara ig%almente s%rpreso= Era E%1ália.Este ( nosso irm#o $ilva. 3%e voc@ ?amais imaginaria encontrar-me na presen"a de alg%(m ag%ardado ansiosamente.ncias do %niverso= 8rnaldo silencio%. E%1ália . com bom h%morO .3%e (. a sós com Xallace e $ilva. se n#o me engano.( %m companheiro de minha com%nidade.E%1ália por certo ?á deve ter lhes alado a me% respeito= Pois.. em intensa conversa"#o= . i3%ei logo R vontade com os companheiros de %t%ras avent%ras espirit%ais= $em reserva nem timide1.E%1ália acabo% com a minha s%rpresaP -a verdade. mas com características 3%e remetiam R moda dos anos +6. e nos abra"o% e %sivamente= H%i obrigado a rela!ar. nas pro!imidades da própria %nidade administrativa= . de acordo com o cost%me terreno. 3%e vinha toda radiante.indag%ei. n#o (I E% mesmo nada entendi= E%1ália se apro!imo% de nós. para conversar sobre o%tros ass%ntos= Bei!aram-me. o 3%e me cativo% de imediato= Xallace. cá do nosso lado. 3%e está a3%i em interc. de %ma compost%ra notável= 9ra?ava paletó e gravata.mbio= 8ntes 3%e E%1ália terminasse.Creio 3%e 8rnaldo ?á conhece ambos= Mas tenho o imenso pra1er de apresentá-lo. 3%e tem batalhado. me% ilho. minha característica mais evidente= -#o posso esconder me% dese?o por t%do a3%ilo 3%e estim%le o conhecimentoA embora se?a %ma Lalma do o%tro m%ndoL. grande companheiro de trabalho e %m velho g%erreiro. portanto. vamos andando. 3%e o trabalho nos espera= E%1ália retiro%-se. como se de longa data o conhecesse= Era dono de certa nobre1a.8hP $im .Este a3%i ( Xallace. a inal. a im de trocar e!peri@ncias e aprendi1adosO alg%ns espíritos de nossa es era estagiam em o%tros l%gares.

3%e parecia se divertir m%ito comigo.Isso ( e!agero se%= . ?á sem a companhia de 8rnaldo. proc%rando ed%car-se e est%dar. lá na 9erra n#o ( esse o nome pelo 3%al ( conhecido. n#o somos mais espíritas.retorno% $ilva= .( 3%e nosso amigo $ilva veio visitar nossa colQnia.Isso mesmo . no 3%e concerne aos est%dos= 9amb(m p%de modi icar bastante minha vis#o e minhas teorias a respeito do espiritismo.arg%mento% Xallace= . Ângelo= C%er di1er. como alávamos alg%ns de nós= . pois me incentivava a a1er cada ve1 mais perg%ntas= Reencontramos E%1ália. 3%e trabalho% m%ito para o esclarecimento de nossos irm#os %mbandistas= Ele tem %m compromisso imenso com nossos irm#os e. mas precisávamos nos apressar para os preparativos da e!c%rs#o da 3%al E%1ália nos chamo% a participar= 8 minha c%riosidade a%mentava a cada palavra de $ilva e Xallace.dirigi-me a ambos= .esclarece% Xallace .C%e nada. de 8llan Tardec e da medi%nidade tal como ( praticada nas lides espíritas= .-#o ( só o espírita 3%e tem preconceito contra os %mbandistas. n#o tinha acesso a m%ita coisa.Be minha parte .E% mesmo i1 assim . a 3%al imediatamente nos e1 a proposta de breve partida= 8proveitaríamos as condi"*es l%ídicas e atmos (ricas para nos dirigirmos R Crosta. n#o or obstinado e manter-se in ormado. devido ao descenso vibratório= > m%ito densa a vibra"#o dos encarnados=== Por isso. como escrevi alg%mas obras antes de desencarnar. R morada dos homens. n#oP M%itos companheiros da <mbanda acham 3%e os espíritas s#o racos o% org%lhosos= -a verdade. a3%i. 3%ando encarnado. creio 3%e ( mais pr%dente evitar 3%al3%er tipo de identi ica"#o por parte dos companheiros encarnados. 3%e no m%ndo espirit%al as coisas s#o bem mais áceis.Certamente . mas. lá na velha 9erra. n#oP 8 di ic%ldade está no ser h%mano 3%e se ?%lga o melhor= ' indivíd%o avalia 3%e s%a parcela da verdade ( maior. 3%e ?á me orientava na3%ela (poca= Bo lado de cá da vida.e!plico% $ilva= . de rever m%itos de me%s conceitos. mais bonita o%.H%i ?ornalista e escritor na velha 9erra.'corre 3%e alg%ns de minha amília ainda moram lá em bai!o . o% o 3%e or. n#o achaI . %mbandista. percebi 3%e m%ita coisa 3%e os espíritos passam por via mediúnica chega det%rpada na dimens#o ísica.mbito da a"#o do homem.. atingi certa pro?e"#o. dedico-me a apro %ndar me%s est%dos nas 3%est*es espirit%ais= 8l(m. tem de ser revistas do lado de cá da vida= Embora.C%ando comecei minha carreira de escritor. e claro.8l(m disso. s#o ob?eto de est%do de m%ita gente= > óbvio 3%e m%ita coisa 3%e a gente de ende. ve1 o% o%tra. vem a3%i para a troca de e!peri@ncias= .' $ilva tamb(m ( %m trabalhador de grande prestígio lá em bai!o. pois temos %m acervo m%ito grande em nossa videoteca= .> mesmoP -#o há por 3%e esconder o ato de ning%(m= Xallace reagi%O .Besde 3%e desencarnei. e isso basta para 3%e as pessoas atrib%am a mim mais m(ritos do 3%e poss%o= Be 3%al3%er modo.responde% $ilva= . so% apenas %m aprendi1. protestantes o% %mbandistas.interrompe%-lhe Xallace= .$im . se?a ele espírita.creio ?á n#o e!ista mais l%gar na 9erra para tal comportamento= Precisamos l%tar para abandonar hábitos assim e nos empenhar para o esclarecimento de todos= 8 inal.$ilva oi %m grande tare eiro.Por isso . isso ocorre com espíritas. mas o pse%dQnimo ( necessário= . me%s amigos. em casos mais graves. 3%e. Ângelo. $ilva .a irmei sem a eta"#o= . a única verdade= 8ssim como em 3%al3%er . para evitar problemas maiores para o m(di%m e os o%tros companheiros encarnados= Mas contem-me algo mais sobre voc@s= . 3%ando a morte do corpo nos s%rpreende. a n#o ser Rs instr%"*es de %m companheiro espirit%al. só para citar alg%mas denomina"*es religiosas= Com a inalidade de esclarecer esses e o%tros aspectos ( 3%e estamos est%dando= . considerada a (poca em 3%e escrevi me%s livros. corre grande risco de n#o ser iel Rs inspira"*es 3%e recebe= Comigo n#o ocorre% di erente= Bevo admitir. como voc@ di1. %mbandistas o% b%distasA somos apenas ilhos de Be%s= -ada mais= 8 conversa ocorria de orma agradável e interessava-me sobremaneira. e!pressando o sentimento 3%e nos %nia . e por isso resolvi me oc%ltar sob o pse%dQnimo de Ângelo Inácio. a 3%est#o a lige ( o ser h%mano= . devo ho?e reconhecer 3%e tenho m%ito a reaprender= M%itos conceitos e opini*es merecem ser avaliados deste lado da vida= .asseverei.' problema do preconceito está em todo l%gar e em toda religi#o 3%e pretende estabelecer dogmas= -ing%(m está im%ne a isso. t%do a3%ilo re letisse a mais p%ra verdade para nossos amigos %mbandistas.Essa história conhe"o de perto . se o m(di%m. ainda ho?e. m%"%lmanos. católicos.

ncia entre %m ponto e o%tro do planeta= Isso se deve R densidade de l%idos e da mat(ria astral 3%e comp*em a atmos era do m%ndo= -#o obstante tenhamos merg%lhado neste mar de radia"*es l%ídicas e ondas magn(ticas próprias do plano dos encarnados. percorremos longos trechos em regi*es inóspitas do astral. por assim di1er. povoado de ormas e cria"*es mentais repletas do conteúdo emocional de nossos irm#os encarnados= Por ser área de transi"#o. a im de estabelecer maior calma em me% interior= 8 e% oria poderia servir como porta de dese3%ilíbrio para nosso trabalho= 'rei e agradeci a Be%s a oport%nidade de me sentir útil a1endo a3%ilo de 3%e mais gosto e 3%e me tra1 maior reali1a"#o= 8gora. em meio a esse ambiente desolado. em ess@ncia. %ligem emanada dos pensamentos desgovernados e a carga emocional tó!ica 3%e envolve encarnados e desencarnados em estágios mais primitivos o% acanhados de desenvolvimento espirit%al. os 3%ais servem de base de opera"*es para os espíritos do bem= $#o alberg%es. prod%to da atmos era psí3%ica 3%e lhe dá origem. bem como as cria"*es mentais de magos e cientistas das trevas= S%nta-se a t%do isso.. 6 por isso que não é i ual em todos os mundos.Bespedi-me dos companheiros para reencontrá-los em breve= 8inda tinha m%ito a organi1ar= Precisava de alg%m tempo a mais. $ilva. tem a #orma que lhe convém. o padr#o vibratório= -a verdade. como 0á dissemos. antes 3%e atingíssemos a Crosta propriamente dita. Xallace e e% dei!amos a com%nidade espirit%al em 3%e nos encontrávamos e descemos vibratoriamente em dire"#o R Crosta= 4 descida a 3%e me re iro n#o signi ica 3%e. encontra-se merg%lhado n%m oceano de vibra"*es 3%e podemos classi icar como in eriores= 's elementos 3%e constit%em essa regi#o s#o. 6 assim que se apresentam. 3%e ( %ma 1ona intermediária entre os dois planos da vida= ' plano astral ( caracteri1ado por %ma esp(cie m%ito densa de l%idos ambientes. quando os +sp!ritos que habitam os mundos superiores vêm até n"s. como percorrer longa dist. O envolt"rio semi%material do +sp!rito tem #ormas determinadas e pode ser percept!vel' L $im. despertava em mim o espírito de ?ornalista.R$/I0! D$ #RANSI'0! Dpág=05E E%1ália. 4o passar de um mundo a outro. este?amos realmente acima da morada dos homens= <tili1o-me dessa e!press#o sem me preoc%par com a 3%est#o da locali1a"#o geográ ica. desencarnados. ou quando estais acordados. o 3%e ( bastante comple!o para tentar descrever em breves palavras. 3%ando a irmo 3%e descemos. 3%e constroem tais abrigos provisórios e os mant@m pela . O =ivro dos +sp!ritos itens M? e MH . al umas vezes. optei por parar %m po%co e orar. trabalhando para resgatar almas. a im de n#o sobrecarregar o%tros espíritos com a tare a 3%e pertencia a mim= Mas e% estava e% órico. casas de transi"#o e com%nidades inteiras de espíritos ben eitores 3%e sobrevivem em meio ao ambiente insal%bre da nat%re1a astral. %ma ve1 mais. transpor as ronteiras vibratórias entre os dois lados da vida a ig%ra-se para nós. verdadeiros oásis se erg%em como postos de socorro e re a1imento. podendo tomar uma #orma vis!vel e até mesmo palpável. ainda. como espíritos. do velho Ângelo de antes= -e onde o +sp!rito tira seu envolt"rio semi%material' L -o #luido universal de cada lobo. o +sp!rito muda de envolt"rio. esclarecer consci@ncias e prestar socorro a milhares de espíritos despreparados para a vida s%perior= $#o agr%pamentos de almas valorosas. nos sonhos. 3%ero e!pressar apenas 3%e rela!amos. revestem%se de um perisp!rito mais rosseiro' L 6 preciso que se revistam de vossa matéria. 4ssim. alem de %gir ao ob?etivo desta obra= Hato ( 3%e. a contrib%i"#o triste da paisagem 3%e se observa nestas regi*es sombrias do m%ndo astral= Por o%tro lado. do escritor. 3%ase ansioso= Percebendo me% estado íntimo. como trocais de roupa. prontos-socorros. habitado por sombras e cria"*es animalescas.

E%1ália e $ilva p%seram-se a concentrar se% pensamento= Imediatamente os soldados o% g%ardi*es levantaram s%as lan"as. e os habitantes desta morada astral n#o podem nos reconhecer com a apar@ncia perispirit%al em 3%e nos encontramos= Por isso. oram se avol%mando por todos os lados= Con esso 3%e i3%ei ligeiramente apreensivo ao passar pela regi#o. precisamos modi icar nossa vibra"#o e imprimir o%tra apar@ncia a nossos corpos espirit%ais= En3%anto e!plicava. aos po%cos.Paremos por %m momento. Movó Catarina sorri% e sa%do% gostosamenteO . as ei"*es de E%1ália trans ig%ravam-se. a1%is. minha m#e. a im de trocar de vestes= Reagi com espanto diante do 3%e o%via= Ent#o. se% vestido ass%mi% aspecto mais simplesA ent#o. deveríamos m%dar nossos tra?esI ' 3%e signi icava issoI E%1ália. n%ma tenda de <mbanda= <m sorriso largo estampo%-se em se% semblante. de antigos soldados romanos. assemelhava-se R vestimenta própria das m%lheres das sen1alas. e ormaram em torno de nós %ma esp(cie de esc%do protetor= -o ambiente inóspito em 3%e nos encontrávamos esse era %m comportamento necessário. tomo% as características de %ma negra. a trans orma"#o 3%e se opero% em se% perispírito= $ilva estava envolvido por %ma l%1 pec%liar. completamente di erente. e p%de perceber 3%e $ilva se trans ig%rava lentamente na ig%ra de %m homem de mais o% menos 06 a 26 anos de idade. caro Ângelo. vestido com tra?e m%ito simples= $%a pele era morena esc%ra. oi a ve1 da apar@ncia espirit%al= Pa%latinamente. no momento da trans orma"#o. 3%e. para nosso companheiro $ilva. esclarece%O . 3%e dava a impress#o de encobrir se% corpo espirit%alA mal podia divisar a orma h%mana em meio R l%minosidade 3%e irradiava do companheiro= E% tremia por dentro. devido aos elementos psí3%icos desgovernados e dese3%ilibrados 3%e nos envolviam= Mirei E%1ália e presenciei o%tra ve1 a trans orma"#o da madona de rara bele1a na ig%ra simples de %ma escrava. ass%mindo nova con orma"#o= 8 apar@ncia clara. tamanhos eram se% brilho e clare1a= Mirei-me.$aravá. em s%a ess@ncia divina= 's olhos de Movó Catarina pareciam d%as p(rolas cintilantes. a delicade1a no olhar e a simplicidade do espírito nobre= 8s r%gas se i1eram notar. o% melhor. dirigindo-se a mim. brilhavam como estrelas na noite= E%1ália. vi trans ormarem-se diante de mim as vestes s%aves e translúcidas de E%1ália= Po%co a po%co. se e% e E%1ália tivemos de ass%mir nova orma espirit%al= 8ssim se a1 necessário. atingíamos %ma regi#o de di ícil locomo"#o. 3%e parecia 3%erer destr%ir t%do ao redor= Em nossa companhia havia mais cinco espíritos. re letindo nos olhos a intensidade de se% magnetismo= Primeiramente.or"a do pensamento elevado e do sentimento de solidariedade em rela"#o aos espíritos so redores= -ossa pe3%ena caravana se dirigia a %m desses postos de socorro aben"oados. e vi 3%e a bele1a do espírito e s%a nobre1a n#o est#o em s%a apar@ncia. circ%nspeta. de% e!plica"*esO .-#o se ass%ste. penetramos n%ma regi#o dominada por espíritos in eli1es. e os cabelos tornaram-se esbran3%i"ados= Sá n#o era mais E%1ália 3%e estava diante de mim. de alg%m modo. s%ss%rros e r%ídos estranhos. a preta-velha 3%e e% conhecera no passado.Beste ponto em diante. ambos trabalhadores ativos na seara do Mestre= Hoi ele 3%em. minha velha= Estamos prontos para o trabalho= $ilva agora era %m pai-velho= ' casal de anci#os era per eito= Eram agora Movó Catarina e o preto-velho no 3%al se trans ormara o amigo $ilva. ent#o. mas Movó Catarina. mas o olhar irme e con iante de E%1ália e do companheiro $ilva me inspiro% con ian"a para prosseg%ir= ' sil@ncio em nossa caravana oi 3%ebrado por E%1áliaO . mas em s%a intimidade. antes de penetrarmos a morada dos homens= 83%ela alt%ra. seg%ndo o cost%me de meados do s(c%lo JMIII= E%1ália. R semelhan"a de dardos de energia. 3%e nos a%!iliavam d%rante o descenso vibratório= '%vimos vo1es. barba e cabelos brancos. sem perder. de tipo e%rope%. por(m. %ma esp(cie de campo magn(tico. 3%e. a im de 3%e nos relacionemos melhor com o%tros espíritos 3%e . parecia %m im# vivo= Merdadeiras ondas de l%idos eram atraídas em s%a dire"#o. materiali1ava-se nos tra?es com os 3%ais E%1ália se disting%ia a partir da3%ele momento= 8 seg%ir. e!tasiado. preto-velho= .$alve. devido ao intenso nevoeiro e R ventania. ormando. me% paiP $aravá. e os olhos. a tempo de presenciar. em se% redor. tamanha a emo"#o 3%e me dominava= 8os po%cos a l%minosidade dimin%ía.

tornam-se vítimas de processos obsessivos avan"ados. 3%e at( ent#o permanecera calado. para alar a ling%agem de %mbandistas e de o%tros companheiros 3%e t@m a inidade com os c%ltos a ros. e n#o ve?o ra1#o para ser di erente= -osso campo de trabalho ( o%tro= Envolvemo-nos com companheiros 3%e tra1em %ma lembran"a atávica impressa em se% campo espirit%al= $%a c%lt%ra. ( preciso 3%e nós mesmos possamos ass%mir apar@ncia com%m aos olhos de nossos irm#os. Ângelo. adaptada. sem s%bestimar as e!plica"*es. di1endo ser Pai H%lano o% Pai Cicrano= M(di%ns 3%e. vividos ao longo de encarna"*es e encarna"*es. só 3%eria saber se e% tamb(m terei 3%e me trans ormar n%m preto-velho=== . o%tra coisa deve ser dita. para n#o ins%ltá-los com nossa altive1= Precisamos todos compreender 3%e. tro%!e m%ita l%1 sobre esse aspecto intrincado do e!ercício da medi%nidade= Pessoalmente. apesar do ambiente espirit%al em 3%e nos encontrávamos. E%1áliaA aliás. me% amigo talve1 tenha alg%ma dúvida. ponti icamos a mesma verdadeO nosso alvo ( 3%e ( di erente. sem o hábito de est%dar.responde% Movó Catarina= E.emendei. algo desconcertado diante da verdade colocada em palavras t#o cristalinas= . contendo o riso. voc@ ( %m espírito 3%e se a ini1a m%ito bem com o m(todo ed%cacional espírita. Ângelo= E n#o ignoramos de modo alg%m o sentido divino 3%e e!iste na codi ica"#o espírita= Reconhecemos a nat%re1a do espiritismo e a verdade da revela"#o dada a 8llan Tardec= Em ess@ncia. apesar de ser %ma concl%s#o lógica.M%itos espíritas parecem ter medo o% preconceito com rela"#o a espíritos 3%e se mani estam como pretos velhos o% caboclos= Besconhecem. pre erem ass%mir a apar@ncia simples de entidades assim. rogando o amparo do 8lto. na ig%ra de %m anci#o negro repórter. a se% entendimento. a mesma verdade.visitaremos= -#o basta 3%e os g%ardi*es nos prote?am de vibra"*es mais densas. n#o (. mas Catarina e1-nos lembrar a necessidade de prosseg%irmos a ?ornada= 8 e3%ipe dos g%ardi*es permanecia atenta a 3%al3%er coisa 3%e ocorria a nossa volta= Hi1emos ligeira prece.Mas. ( necessário 3%e tomemos con orma"#o compatível com a vis#o de nossos irm#os= .E. mas a metodologia %tili1ada na <mbanda e bem distinta da3%ela %tili1ada no espiritismo= Mesmo re erindo-nos R mesma verdade.disse o preto-velho= -#o 3%e se?a %ma verdade di erente. or"am-nos a alar %ma ling%agem di erente. nosso público ( o%tro= Por isso ?%lgamos necessário nos apresentar dessa orma e alar nessa ling%agem mais simples. pop%lar= 8 me% ver. re erir-se a moedas e talentos= Isto (O a cada %m. geralmente.Creio 3%e Ângelo ?á está acost%mado com nossa maneira de trabalhar .Claro 3%e n#oP . 3%e. prosseg%iaO . a tare a nobre 3%e ( desempenhada por espíritos m%ito esclarecidos. acredito 3%e ele n#o escreve% somente para os espíritas. pois d#o o%vido a 3%al3%er espírito= 8llan Tardec. e t%do nela tem %m sentido mágico .-#o ( apenas pelo ato de %m espírito se apresentar como pai-velho o% caboclo 3%e ele se?a elevado o% esclarecido= ' bom senso n#o nos deve dei!ar cometer %m engano desses= E ?%stamente nesse ponto m%itos %mbandistas acabam se e3%ivocando= $abemos de entidades maldosas 3%e por anos e anos trabalham com m(di%ns imprevidentes. n#o. mesmo assim. Movó Catarina= Esto% a3%i apenas como ?ornalista.alo% Movó Catarina= . o codi icador do espiritismo. de endo 3%e os %mbandistas tamb(m se dedi3%em com mais a inco ao est%do. s%a c%lt%ra e s%a maneira de ver a vida= .8 <mbanda. se%s cost%mes e cren"as.Ângelo. 8 conversa era interessante e transcorria de orma agradável. em m%itas ocasi*es. alar sobre pesca e mar(sA a cobradores de impostos. pois ele próprio provinha das lides espíritas= Hoi 3%em a irmo%. para 3%e se?amos compreendidos com clare1a= Cont%do. a verdade 3%e dese?amos transmitir ( a mesma. talve1 captando a imagem mental 3%e i1 de mim mesmo. em seg%idaO .mbio mediúnico= Por essa ra1#o. aos espíritos aos 3%ais nos dirigimos= Xallace. impr%dentes o% ignorantes. n#o discordo de nada disso.Fem. captando e!peri@ncias a im de transmiti-las para a t%rma lá embai!o . e nos dirigimos para o%tro l%gar= ' . t#o presentes na c%lt%ra e na história do povo brasileiro= . conhecia sobe?amente as 3%est*es em ?ogo. ensinamos a mesma coisa. ao agir assim praticamos o m(todo 3%e herdamos do grande pro essor da 7alil(iaO a pescadores.contin%o% $ilva= . mas para todo a3%ele 3%e se prop*e entrar em contato com as verdades espirit%ais e com o interc. ÂngeloI . os conselhos e as advert@ncias 3%e 8llan Tardec tro%!e em ' =ivro dos /édiuns. ( %ma religi#o de magia. por(m. %tili1amonos de vocab%lário bastante diverso= 8dotamos a apar@ncia de %m pai-velho o% de %ma m#evelha por3%e acreditamos ser mais a eita aos companheiros.$im.

para cada en ermidade ( preciso medicamento apropriado= Para alg%ns casos. e merecem nossas ora"*es e todo o incentivo para 3%e melhorem= Mas n#o ( o caso de retirarmos nenh%m deles daí. %m simples eli!ir resolve a sit%a"#o. como nós. deve-se %tili1ar o rem(dio amargo. s#o ilhos de Be%s.Certamente. deteve-me. c%?as emana"*es pareciam envolver o ambiente n%ma eterna pen%mbra= Be 3%ando em ve1. na medida e!ata dos rec%rsos 3%e o erecem em avor de si mesmos= 8 própria lama astralina.nevoeiro 3%e envolvia a paisagem %mbralina dimin%íra m%ito. 3%e me pareciam tó!icos. ( a orma de a%!ílio de 3%e necessitam por ora= .-em pense em a1er tal coisa. embora n#o perdesse por completo a condi"#o de aride1 e abandono= -%vens sombrias ainda eram vistas.serve para absorver o l%ido denso ac%m%lado em se%s corpos espirit%ais= Be modo alg%m poder#o reencarnar antes 3%e %ma cota dessa carga tó!ica se?a absorvida. al(m de orar= 's pedidos de a?%da oram s%bstit%ídos por palavr*es e mani esta"*es de ódio e ira. saíam m#os. a seringa o% a cir%rgia= Entendi o recado do pai-velho. R medida 3%e nos apro!imávamos do posto de socorro.-#o ( alta de caridade preservarmos nosso e3%ilíbrio= Recobre se% ?%í1o e dei!e-os. 3%e ent#o e!clamo%O . do p. 3%ase chorando= .Mas n#o podemos dei!á-los so rendo assim= > alta de caridadeP . vindo de %m local logo R nossa rente= Parecia alg%(m em intenso so rimento.responde% $ilva= .declarei.-o entanto. cont%do. e% preciso sair deste in erno= 8o nosso redor m%ltiplicavam-se os pedidos de socorro. t#o logo retomamos nosso perc%rso= 8 paisagem astralina s%avi1ava-se aos po%cos. esclarece%O .-#o se ass%ste com a tempestade e as descargas energ(ticas. pois ca%sariam colapso na organi1a"#o materna= 9amb(m n#o det@m condi"#o de sair daí e conviver em o%tro ambiente mais. ÂngeloP Estes espíritos s#o perigosos e ainda n#o o erecem condi"*es de serem a%!iliados= .> o posto de socorro para o 3%al nos dirigimos= 7ra"as a Be%s estamos pró!imos= C%ase ao mesmo tempo em 3%e o companheiro alava. me% amigo= Esta lama %mbralina 3%e voc@ observa ( %ma esp(cie de l%ido mais denso.ntano %mbralino. para o%tros. sem.$ocorram-me. e conseg%íamos avistar %ma esp(cie de vegeta"#o ra3%ítica e rasteira. pois s#o entidades perversas. 3%em me concede% e!plica"*esO . de nat%re1a absorvente= 8s entidades 3%e so rem a a"#o antitó!ica desse l%ido o% lama astral est#o nessa sit%a"#o por3%e tra1em se%s corpos espirit%ais repletos de nódoas morais= Compact%aram com as trevas em s%a última encarna"#o= Be tal modo aviltaram a divina lei e dilapidaram o patrimQnio do corpo l%ídico 3%e atraíram para si verdadeiras com%nidades de larvas e vibri*es mentais= ' perispírito de tais in eli1es encontra-se pro %ndamente a etado por l%idos mórbidosA tra1em estampada em si a marca de se%s desvios clamorosos= .8 lama astral . desciam da atmos era astral= 'bservei t%do a3%ilo. raios e rel. n#o hesitariam em ab%sar dessa nova chance= 'lhei e vi 3%e. espirit%ali1ado= Como bem assevero% Xallace.Mas n#o ( m%ito doloroso o processoI . a Movó Catarina. socorram-meP Por 3%e nóis' Me a?%dem. digamos. o%vimos orte gemido. 3%e conhecera na ro%pagem do companheiro $ilva= -a verdade nada poderíamos a1er por a3%eles espíritos in eli1es. encontrar %ma e!plica"#o para o 3%e ocorria ao me% redor= Hoi Catarina. e me dei!ei envolver n%m pro %ndo sentimento por a3%eles in eli1es= Bese?ei a%!iliar a3%eles espíritosA 3%eria tirá-los dali= Xallace. por ora. ( mais a etada pelos pensamentos . 3%e ab%saram da vida em m%itas oport%nidades 3%e Be%s lhes concede%= 9enha certe1aO em se% estado at%al. 3%e parecia sobressair do solo pantanoso da regi#o astral= 8o longe percebemos intenso brilho. voltariam ao mesmo dese3%ilíbrio de antes e perverteriam a ordem e a disciplina reinantes nos ambientes s%periores= Eles ?á est#o sendo amparados.-#o dei!e de vigiar s%as emo"*es.mpagos eram descarregados na atmos era do ambiente %mbralino= 9empestades de l%idos. Ângelo= $#o necessárias para 3%e o ambiente n#o se torne de todo insal%bre= Como essa ( %ma regi#o 3%e se encontra pro %ndamente ligada ao m%ndo dos homensA como tal. en(rgicoO . por agora= -a realidade. por s%a ve1. como se osse %ma pedra cintilante= ' preto-velho. absorvente. me% amigo . e os gemidos a%mentavam cada ve1 mais= Catarina veio em me% socorro na3%ele instanteO .alo% o pai-velho . cabe"as e troncos h%manos= ' pedido de socorro era m%ito intenso. 3%e me solicito% n#o revelar o nome 3%e %tili1a nos terreiros.

+u o espero. /as não é menos verdade que so#ro mais que nunca e v"s sois a causa disto. a eleva"#o moral e a assimila"#o de rec%rsos s%periores= Contin%amos nossa ?ornada na3%ela paisagem b%cólica do m%ndo oc%lto= ' 3%e e% presenciava agora. %ma esp(cie de manto neb%loso. se assim posso me e!pressar= 9oda a constr%"#o l%ídica dava a impress#o de irradiar %ma s%ave l%minosidade em se% derredor= Pró!imo Rs m%ralhas ?á podíamos avistar alg%ma vegeta"#o rasteira. ano @@@. diariamente. um +sp!rito superior respondeu: I)êm do combate a que ele se entre a. mas resiste. a própria vida na 9erra seria impossível= 's encarnados n#o conseg%iriam absorver o próprio ar. vindos de toda parte. +spera.OASIS DA PAZ 1pá . itens FS e F?. @nterro ado quanto * causa de tal so#rimento. gemidos e o%tros sons estranhos. 8evista +sp!rita de FGAR. 8vistavam-se torres m%ito altas e pr(dios inteiros 3%e desa iavam o ambiente sombrio. era de %ma terrível bele1a= 8s tempestades e os raios magn(ticos provocavam e eitos l%minosos indescritíveis= En3%anto isso. após ligeira pa%sa para 3%e e% p%desse assimilar melhor as in orma"*es. 3%e se assemelhavam Rs constr%"*es de antigos castelos medievais= Bentro da3%elas paredes imponentes. que ele virá. %ma a%ra densa 3%e re3%er medidas especiais de saneamento= E. Crês que procuremos torturar%te' %9ão. abrindo l%1 ao redor era como se eles próprios ossem estr%t%rados em l%1 astral= Be ato. 6 preciso ter muita perseveran&a e dedica&ãoI.desgovernados e pelas emo"*es descontroladas dos companheiros encarnados em geral= Imagine 3%e. s%as emo"*es e cria"*es mentais in eriores= 9%do isso plasma. 6 essa luta que o #az so#rerI. no plano astral. o material com 3%e eram constr%ídos parecia %ma esp(cie de l%1 coag%lada o% congelada. concl%i%O . mais de 0 bilh*es de encarnados despe?am na atmos era psí3%ica o prod%to de se%s dese3%ilíbrios. 3%ando encarnadoA em como me cond%1ia no dia-a-dia= Envergonheime de me%s próprios pensamentos e senti a necessidade imperiosa de modi icar minha cond%ta e a orma de ver o m%ndo= Era %rgente a renova"#o de pensamentos. 6. semelhante a pe3%enas heras e trepadeiras. a a%ra psí3%ica do planeta. larvas e vibri*es psí3%icos 3%e logo o organismo ísico entraria em colapso= ' 3%e voc@ pensaI > preciso trabalho constante para 3%e a 9erra n#o morra. mas a luta será lon a e di#!cil. enquanto te invocava.GH2 8pro!imamo-nos de %ma soberba constr%"#o= Erg%iam-se diante de nós e!tensas m%ralhas.Eis a ra1#o para a descarga magn(tica de grande intensidade 3%e voc@ presencia= -#o ossem tais medidas de saneamento. 3%e ormavam caramanch*es coloridos ao redor da ortale1a= Ensaiei alg%ma s%rpresa ao ver a soberba edi ica"#o do lado de cá da vida= ' preto-velho . sente al o que o arrasta para um caminho melhor. -issestes * minha mulher que ela te torturava. pois a atmos era estaria t#o in estada com ormas mentais in eriores. bem ve0o que não. P@nda amosQ: Cuem vencerá nele. o bem ou o mal' P8espostaQ: IO bem. 4 educa&ão de um esp!rito. 3%e comp*e essa paisagem desoladora= E %ma esp(cie de egr(gora negativa. despertavam em me% espírito %m sentimento de pro %ndo respeito R vida= +ntãoN Oá sentes o dese0o de melhorar' %4inda não. mais de perto. de 4llan <ardec. mau rado seu. devido R imprevid@ncia de se%s próprios moradores= Calei-me ante a e!plica"#o de Catarina= Pensei em mim mesmo.

Ângelo= Moc@ n#o ignora 3%e se encontram a3%i irm#os nossos distanciados do bem imortal= Estas regi*es do m%ndo espirit%al s#o habitadas por companheiros nossos 3%e est#o em intenso dese3%ilíbrio= Precisamos impor respeito a essas almas dementadas e. Xallace= Espero 3%e possamos todos tirar o má!imo proveito da tare a= = Miramo-nos na dire"#o do e!periente preto-velho. re3Nentemente. registrando minhas impress*es= 8dentramos algo semelhante a %m pavilh#o. isolam o ambiente interior das irradia"*es mentais negativas dos companheiros mais desa?%stados. alegremente= .redargNi% o espírito. me%s amigos . estavam estendidos sobre as camas e eram assistidos por o%tros companheiros. Catarina .comento% o espírito 3%e nos recebia= . assevero%O .83%i.alo% Catarina. esclarecendo logoO .ac%di%-me. tocando-me de leve. como %ma en ermaria= Biversos espíritos. Ângelo. claro= $e?a bem-vindo. al(m de proporcionar %ma imagem de seg%ran"a para os 3%e se sentem amedrontados= Mas n#o ( só isso= Me1 o% o%tra este aben"oado oásis de socorro e pa1 ( atacado por espíritos v.Heli1es icamos nós. 3%e nos envolviam por todos os lados= Xallace e e% vínhamos logo atrás= Por dentro das m%ralhas p%de observar com mais detalhes os grandes edi ícios 3%e se erg%iam.Estes s#o Ângelo e Xallace= Est#o conosco para observa"*es. apro!imávamo-nos da entrada do posto de socorro= 7randes port*es se abriram.disse ela.Me?o 3%e desta ve1 tro%!eram o%tros companheiros com voc@s= . e!istem postos de socorro 3%e at%am ig%almente como campo aben"oado de trabalho para a3%eles espíritos 3%e ?á despertaram para a espirit%alidade= 8 apar@ncia da constr%"#o l%ídica impressionava-me= Perg%ntei-me por 3%e tanta impon@ncia na constr%"#o espirit%al. 3%e tentam a todo c%sto impedir 3%e a tare a se?a levada a e eito= 8s m%ralhas 3%e voc@ observa. Por íria admiro%-se m%ito. tomava nota do 3%e via por toda a parte.$into interromp@-la em se% trabalho. semelhantes Rs edi ica"*es terrestres da era medieval.Fem-vindos.C%e bom rev@-los. a companheira 3%e Clem@ncio mencionaraO . na regi#o e!terna= Y medida 3%e Xallace me esclarecia sobre determinadas partic%laridades da3%ele local.sa%do% nosso preto-velho= . dese3%ilibrados e 3%e apresentavam visível so rimento estavam deitados por todo lado= ' ambiente parecia-se m%ito com %m hospital da 9erra= Era como %ma en ermaria de propor"*es gigantescas= . R espera de orienta"*es= -esse instante. at%am como esc%do energ(ticoO al(m de proteger e resg%ardar o posto de socorro.Por íria está R espera de voc@s= 8 recep"#o calorosa dei!o%-me mais descontraído= En3%anto (ramos cond%1idos a %ma das constr%"*es. re erindo-se aos dois integrantes mais e!perientes de nossa caravana= . assim como voc@. se a inalidade era abrigar e socorrer almas em so rimento= Bessa ve1 oi Xallace 3%e. Por íria . e Ângelo ( a3%ele companheiro do 3%al lhe alei anteriormente= Ele oi ?ornalistaA tra1 em si os conhecimentos a respeito da %n"#o 3%e e!ercia= Creio 3%e ele poderá nos a%!iliar bastante= . pois reconhece% a identidade do preto-velho 3%e nos acompanhavaA por(m. temos re úgios de pa1= H%ncionam como verdadeiros hospitais-escola= 8o mesmo tempo em 3%e s#o %tili1ados para re úgio e a%!ílio a almas doentes. e% observava o 3%e ocorria ao redor= Espíritos dementados.Claro. maldosas= Para isso. 3%e aparentavam graves en ermidades. mas n#o dese?amos atrapalhar= . a apar@ncia de ortale1a espirit%al c%mpre se% ob?etivo. oraP Me?am se n#o ( o irm#o Clem@ncio .ndalos. de maneira bondosa= . onde p%de ver mais de mil leitos. 3%e se mani estava R minha vis#o espirit%al como se osse %ma escrava da (poca do Frasil colonial= 8 simplicidade com 3%e se mani estava era tal 3%e imediatamente p%de notar 3%e ela se destacava na3%ela com%nidade de espíritos= Era Por íria.$im .-#o se constran?a. cheios de vida e com intensa atividade= Homos recebidos com grande alegria por prestimoso espírito 3%e ali servia= . nesta regi#o de vibra"*es mais densas. necessitadas de socorro imediato. antes 3%e p%d(ssemos di1er palavra. 3%e lhes ministravam medicamentos= 8pro!imamo-nos do espírito de %ma senhora. oi chamada pelo sistema de com%nica"#o local a atender %m espírito 3%e e!igia socorro imediato= En3%anto isso.an%i% Movó Catarina= .$alve. e p%demos observar com anteced@ncia a intensa movimenta"#o em se% interior= Catarina e o preto-velho amigo tomavam a rente.Cada caso ( %m caso. sempre esc%dados pelos g%ardi*es.'ra. me%s irm#os= Hico eli1 em rev@-los . me%s amigos= $e?am bem-vindos ao 'ásis da Pa1= .

3%ando alg%(m se %tili1a de maneira dese3%ilibrada o% maldosa do depositário de or"as s%blimes. verbais o% energ(ticos ( 3%e denominamos magia= E. e!plico%-meO . colocados R nossa disposi"#o pela divina sabedoria. onde se re%niam diversos indivíd%os em tra?es estranhos para mim. 3%e ele deveria levar ao esclarecimento espirit%al= M(di%m de e!tensas possibilidades e ac%ldades notáveis. ao %tili1ar a e!press#o ma ia ne ra. sem compreender inteiramente o 3%e se passava= Catarina. desse modo. 3%em indago%= Ela prosseg%i%O . ( 3%e ?á esgotaram o l%ido mórbido 3%e tra1iam no perispírito. se encontram em condi"*es de serem a%!iliados tanto 3%anto necessitam= Hi3%ei bo3%iaberto com o 3%e Movó Catarina me e!plicava= -#o imaginava e!istirem tais coisas do lado de cá da vida= Mida 3%e. como ainda ho?e. espíritos . p%de penetrar em se% campo mental= 8 entidade estava demente= Parecia enlo%3%ecida= Bes ilavam em s%a memória espirit%al cenas aterradoras. desvio%se desde cedo do propósito tra"ado pelo 8lto e ligo%-se propositalmente a entidades sombrias= Estabelecendo-se de initivamente o processo de interc. em diversos l%gares da 9erra. devido R alta de elementos para compara"#o= -o rit%al %m tanto ass%stador 3%e e% presenciava. tornam-se instr%mentos de intelig@ncias v%lgares para irradiar o mal em torno de si= $#o os chamados magos negros. sem o erecer maiores rec%rsos para ser a%!iliado= Be s%a boca escorria %m lí3%ido o% gosma esverdeada. voc@ se re eria a o%tra coisa mais perigosa= . destacava-se %m homem de aspecto estranho. aos po%cos.'bserve mais intensamente nosso irm#o . ent#o. comprometendo se% presente estágio evol%tivo= . ?%nto com c. ainda 3%e n#o totalmente. em cima da cama. provocada por %m sentimento de c%lpa sem limites= Mi %ma cabana. vestido com ro%pas de maior desta3%e 3%e as o%tras. in eli1mente.E o 3%e há de mais perigoso 3%e trans ormar o sagrado ob?etivo da vida.Este companheiro está preso ao passado c%lposo e n#o conseg%e liberar-se do remorso pelos males 3%e ca%so%= -osso irm#o era pai-de-santo em %m terreiro 3%e se locali1ava no interior de Pernamb%co= Hoi-lhe permitida a cond%"#o de %ma com%nidade. a companheira E%1ália. retornando da emerg@ncia atendida. na cena gravada em s%a intimidade. deslig%ei-me da3%ela cena mental. l%ídicos.mbio doentio. com re er@ncias claramente rit%alísticas= Cobria-se de panos nas cores a1%l e verde. e ele demonstrava ser vítima de intenso pesadelo= . oram para cá trans eridos a im de receber tratamento emergencial= Estagiaram por tanto tempo nas vibra"*es grosseiras e perniciosas 3%e s%as mentes a etaram-se seriamente. como se acometido de pro %nda tort%ra mental.E!ato. s%rgem. ent#o. mas o s% iciente para serem atendidos neste posto de socorro= -em todos. de acordo com a (tica 3%e nos ( pec%liarI Y manip%la"#o desses rec%rsos mentais. tentando pre?%dicar o pró!imoI Besta ve1 oi Movó Catarina. s%rpreende incessantemente= Por íria. a3%eles irm#os nossos 3%e se colocam em sintonia com as trevas e.perg%ntei ao preto-velho= .83%i se encontram alo?ados m%itos espíritos 3%e se especiali1aram na magia negra= Resgatados das regi*es in eli1es.nticos típicos e intenso cheiro de ervas= :ig%ei-me ainda mais R tela mental do in eli1 companheiro= 'bservei 3%e. bastante coloridos= ' bat%3%e dos tambores parecia encher o ar. alo% Por íria= Intensi i3%ei minha concentra"#o sobre o companheiro in eli1 e. pelo mal= . verdadeiros condensadores de energia. todos dan"avam ao se% redor= ' homem parecia hipnoti1ado na3%ela sit%a"#o= $enti 3%e alg%(m me toco% de leve e. %tili1ando o%tros tipos de condensadores magn(ticos. de (poca em (poca. grandes m(di%ns das sombras= Com rela"#o aos irm#os 3%e voc@ v@ a3%i. convido%-nos a observar alg%ns casos mais de perto= 8pro!imei-me de %m espírito 3%e se contorcia todo. alg%ns irm#os nossos se consorciavam com entidades perversas e se %tili1avam de ob?etos. Ângelo= '% voc@ ignora 3%e todos %tili1amos dos rec%rsos da nat%re1a. de bai!a vibra"#o. com o int%ito de pre?%dicar as pessoas= Mais tarde. aliás. di1emos ent#o 3%e se concreti1a a magia negra= $#o companheiros 3%e se especiali1aram no mal. vi 3%e o homem sacri icava %m inocente animal. entre sot%rno e macabro.Hoi o pai-velho amigo 3%em adianto%-seO . encarnados e desencarnados.9emos magos de toda esp(cie= 8ntigamente. e na cabe"a tra1ia %m adere"o 3%e n#o posso descrever.E% pensei 3%e.Moc@ alo% ma ia ne ra' . tamb(m vibrando a pre?%í1o do pró!imo= 83%i e acolá. 3%e n#o p%de disting%ir direito= 8o som das músicas e ao to3%e dos tambores. s%rgiram os magos negros.

e ele. -eus não e3erce a&ão direta sobre a matéria. 3%e logo a ind%1i% a proc%rar %m centro espírita respeitável da capital l%minense= Besde ent#o. 3%e se movimentava sobre o leito de maneira m%ito estranhaO dava pontap(s constantes.%DIU. 9em poderia ser de outro modo. baseado no terror= 8o desencarnar. +le encontra a entes dedicados em todos os raus da escala dos mundos. agora. vítima de espasmos re3Nentes= Era %m espírito eminino. Ângelo.responde%-me Xallace= . vítima do c. itens HSAb e HSG. com o agravante de haver ormado o%tros companheiros 3%e in eli1mente lhe seg%iram o e!emplo= -ecessita de tempo e m%ita ora"#o para libertar-se do pesadelo em 3%e se encontra= Cont%do. bebia o sang%e de s%as vítimas inocentes= Bomino% a com%nidade 3%e deveria orientar. 3%e intentava evocar as or"as do mal para satis a1er se%s caprichos e con3%istar %m cora"#o masc%lino= 8 pobre mo"a perde%-se em meio Rs vibra"*es densas de nosso irm#o. e voc@ poderá ver por si só. s%gava-lhe a energia ísica= 7ra"as a Be%s nossa menina era t%telada de %m espírito mais esclarecido. parecia so rer de alg%ma doen"a mental= Mani estava intenso dese3%ilíbrio e debatia-se. vago% pelos recantos obsc%ros do vale sombrio. o in eli1 companheiro oi trans erido para cá.-osso irm#o ainda n#o se esgoto% por completo= Permanece prisioneiro de s%as recorda"*es e. 3%e.2 sabendo que os +sp!ritos e3ercem a&ão sobre a matéria e que são os a entes da vontade de -eus. nosso irm#o cai% nas m#os perversas de se%s antigos comparsas= 's espíritos v. logo seg%iremos o caso do nosso amigo em %ma re%ni#o espírita apropriada. de 4llan <ardec. ainda ho?e. $.Mas ele n#o pode ser desligado de se% passado atrav(s de passes magn(ticosI .. % . per untamos se al uns dentre eles não e3ercerão certa in#luência sobre os elementos para os a itar. encontro% calor h%mano na a%ra de %ma ?ovem imprevidente.ndalos e!igiram a satis a"#o de se%s apetites desmedidos= Bemandavam o sacri ício de novos animais= Entretanto.vampíri1adores %niram-se R a%ra do in eli1.-#o. ou +sp!ritos que #oram encarnados como n"s' % Cue #oram ou que o serão. 1.ncer no ígado e da ceg%eira. trans ormado em vampiro. D$S$2UI345RI! Dpág=52E Xallace e e% nos separamos do gr%po a im de observar o caso de %m espírito 3%e. 3%e no presente momento se encontra em tratamento espirit%al= . acalmar ou diri ir' % /as. como os rec%rsos avan"ados da terap@%tica espirit%al a%!iliam em casos assim= Hi3%ei pro %ndamente abalado com a história 3%e presenciara= Recolhi-me em prece para b%scar a compreens#o e a serenidade necessárias ao est%do da3%ele caso= % 1. evidentemente. em algo 3%e n#o podíamos ver= Parecia %m ata3%e de epilepsia= ' 3%e se passava na3%ela mente atormentadaI . ainda . at( 3%e.ormam cate oria especial no mundo esp!rita os +sp!ritos que presidem os #enKmenos da 9atureza' $erão seres * parte.. n#o antes de ter pre?%dicado seriamente o sistema nervoso da mo"a. para satis a1er R sede de sang%e das entidades do mal. aos nossos olhos.perg%ntei= . recebe as investidas mentais de companheiros 3%e participavam de s%a com%nidade religiosa= He1 várias vítimas. em determinado momento. o companheiro n#o mais podia satis a1er-lhes a sede de l%idos grosseiros= -#o obstante se%s apelos. O =ivro dos +sp!ritos. entrego%-se R magia de intensa mani esta"#o de primitivismo= $acri icava animais. at( 3%e se lhe esgotaram por completo as or"as da alma= Heito %m trapo h%mano.. oi escravi1ado pelos tais espíritos d%rante cerca de +6 anos. 4&ão dos esp!ritos nos #enKmenos da natureza.

por s%a ve1. 3%e or?o% a"*es a tal ponto desrespeitosas Rs leis divinas. estr%t%rado em mat(ria s%til do m%ndo astral= Bentro dele.$im. Xallace introd%1i%-meO . g%ardam com ela estreitos la"os de c%mplicidade no mal= .responde% Xallace com ent%siasmo= Hi3%ei m%ito contente com a presen"a do preto-velho.C%er di1er.E% sei= E% sei= $abe o 3%e aremosI Gá %m espírito amigo. ao 3%e t%do indicava. Ângelo. a própria nat%re1a se inc%mbe de a1er o rea?%ste= Esta irm# 3%e observamos.Me?a 3%em está a3%i= = -= == Para minha s%rpresa. prisioneiro das entidades perversas 3%e trabalhavam na3%ele ambiente= Pareciam cientistas descompromissados com 3%al3%er (tica o% padr#o nobre de cond%ta= -o momento em 3%e cheg%ei a essas cenas interessantes. p%de ver a paisagem espirit%al 3%e estava estampada nas telas mentais desse espírito doente= Estava agora em %m grande laboratório.t%do se passava diante de nossa vis#o nos se%s mínimos detalhes= 83%ele espírito ora m(di%m e vivera na 9erra de maneira indigna. a in eli1 m%lher procedia ao sacri ício de animais. Xallace= C%ando voc@ ala elementais. em várias dimens*es e estágios evol%tivosI . ent#o mais calma. 3%ando o ser encarnado o% desencarnado a1 %so indiscriminado dos rec%rsos da nat%re1a atrav(s da prática do mal.> preciso ca%tela at( mesmo nas observa"*es com vistas ao nosso est%do= 83%ilo 3%e voc@ v@ nas telas mentais desta nossa irm# ( o res%ltado de s%a perman@ncia nas 1onas perigosas do remorso e da c%lpa= 8 mente. %i despertado do transe pelo companheiro XallaceO . e1 %so de certos elementais. 3%e. Pai So#oP . prod%1iam nele os acessos 3%e veri icávamos= Em torno da a%ra psí3%ica da3%ela m%lher ormavam-se na3%ele instante alg%mas manchas negras e verde-a1%ladas= Po%co a po%co.Xallace oi 3%em primeiro se apro!imo% da m%lher. 3%e tamb(m se apresentava na orma de pai-velho= . dementado pela prática do mal= -ovas cenas se s%cederam R3%elas= P%de e!aminar o momento em 3%e o desencarne chegara para a m(di%m irresponsável= -o m%ndo astral. %ma ve1 imerso em s%as vibra"*es. de t#o dramáticas. 3%e. 3%e por acaso se encontra neste pronto-socorro ho?e.-#o vá al(m.E!pli3%e-me com calma isso aí. o% você desconhece 3%e a nat%re1a está cheia de vida.$alve. a im de captar o 3%e s%cedia no interior da pobre m%lher= 8os po%cos ormaram-se em torno do in eli1 espírito cenas interessantes e. 3%e lhe poderá e!plicar melhor tanto a respeito dos seres elementais 3%anto acerca das implica"*es relativas ao caso da companheira 3%e observamos= 8pontando em o%tra dire"#o.$alve. horripilantes= Era como se e% merg%lhasse na a%ra da3%ele espírito e.Ent#o. era %tili1ada pelos espíritos sombrios para o%tras inalidades abomináveis= Com %m po%co mais de concentra"#o. me%s ilhos= :o%vado se?a Be%s= . 3%e despertavam em mim a c%riosidade nat%ral de escritor. ?á me% conhecido de diversas atividades espirit%ais= . por e!emplo. me% amigo . entra n%m circ%ito echado de ondas mentais perniciosas= Esse panorama de dese3%ilíbrio ( t#o intenso 3%e o ser atrai para si o%tras mentes ig%almente dese3%ilibradas.Claro 3%e n#oP Mas n#o ( isso 3%e 3%is di1er com minha perg%nta= . 3%e. p%desse vivenciar s%as e!peri@ncias. as manchas se trans ormavam em cenas vivas de se% passado espirit%al . a im de satis a1er R sede de sang%e de se%s comparsas espirit%ais= Mi 3%e. Ângelo. compromete%-se largamente com o gr%po de espíritos 3%e a %tili1avam como m(di%m= 8s cenas se passavam diante da minha vis#o espirit%al com tamanha clare1a 3%e ho%ve momentos em 3%e pensei estar pessoalmente envolvido em cada e!peri@ncia ali observada= > 3%e e% havia penetrado no campo mental da3%ele espírito. apro!imava-se de nós o espírito So#o Cobú. servindo aos se%s propósitos incon essáveis= . ao mesmo tempo. 3%er di1er=== . re ere-se a seres o% espíritos da nat%re1aI . s%bmeteram-se ao intenso magnetismo da m(di%m imprevidente. viciando-os em se%s pedidos atrav(s das o erendas 3%e a eles entregava= 9ais seres. merg%lhada na inconse3N@ncia de se%s atos.recomendo% ele= . dada R in l%@ncia da a%ra do companheiro espirit%al= 8pro!imei-me tamb(m e tentei ag%"ar me%s sentidos. avistei o espírito da m%lher. sem deter ainda conhecimento das no"*es de bem o% de mal. se consideradas as responsabilidades ass%midas no plano espirit%al= Em estranho rit%al de magia negra.

terra. com %m aspecto 3%e remete aos e eitos da a%rora boreal o% do arco . oi direto ao pontoO . em meio aos elementos. ág%a e ar. considerando-os como or"as da nat%re1a o% tipos de energia= . como se a1ia conhecer. bem devagar= > bom compreender com pro %ndidade a 3%est#o dos elementais para assim entender o comportamento da nossa irm# in eli1 . permanente= $#o constit%ídos de %ma s%bst.contin%o% o preto-velho= . por e!emplo. desempenham tare as m%ito importantes= -a verdade.'s elementais ?á estiveram encarnados na 9erra o% em o%tros m%ndosI . 3%e se apresentam em estat%ra pe3%ena. irm#os nossos na cria"#o divina. seg%ndo s%as a inidades= . t@m %ma esp(cie de consci@ncia instintiva= Podemos di1er 3%e s%a consci@ncia está em elabora"#o= 8pesar disso. est#o pro %ndamente ligadas a este o% a3%ele elementoO ogo. 3%e somente Be%s conhece= Go?e.-#o entendi=== . o% precipita"#o da ch%va o% pelo ato de haver ogo. como princípios inteligentes.'s elementais s#o entidades espirit%ais relacionadas com os elementos da nat%re1a= :á. podem-se classi icar as amílias dos elementais de acordo com os respectivos elementos= S%nto ao ar.ncia et(rea.Essas amílias elementais. dotados de intensa percep"#o psí3%ica= Eles di erem de o%tros espíritos da nat%re1a por n#o se apresentarem sempre com a mesma orma. me% ilho . n#o seria e!agero di1er incl%sive 3%e s#o essenciais R totalidade da vida no m%ndo= 8trav(s dos elementais e de s%a a"#o direta nos elementos ( 3%e chegam Rs m#os do homem as ervas.Preste aten"#o. entre m%itos o%tros enQmenos da nat%re1a= 8pesar de ser %ma e!plica"#o mitológica. eles n#o estavam enganados= 9anto assim 3%e. 3%e ?á come"a a ser endossada pelas pes3%isas cientí icas at%ais.mica do %niverso= Como seres reais. demonstrando conhecimento sobre a 3%est#oO .Ent#o os elementais n#o poss%em consci@ncia de si mesmosI $#o apenas energia. a ci@ncia viesse a contrib%ir com maiores in orma"*es a respeito da constit%i"#o da mat(ria.Ele gostaria de saber maiores detalhes a respeito dos elementais e do envolvimento desse espírito com tais or"as da nat%re1a= $em rodeios. absorvida dos elementos da atmos era terrestre= M%itas ve1es apresentamse como sendo eitos de l%1 e lembram pirilampos o% raios= 9amb(m conseg%em se mani estar. como as denominamos. em con?%nto. ar e ogo= -#o obstante. lores e r%tos. me% ilho= 's seres elementais. seg%ndo os antigos anci#es e sábios do passado.$eriam ent#o esses agr%pamentos a3%ilo 3%e você chama de amíliaI . os 3%atro elementos ainda permanecem.Como podem a%!iliar em re%ni*es mediúnicasI .comemoro% Pai So#o= . me%s ilhos. própria da maneira pela 3%al se estr%t%rava o conhecimento na (poca. assim como os elementos de %ma tabela periódica= . por e!emplo.Mamos por parte. o espírito So#o Cobú. a ág%a e t%do o mais 3%e a ci@ncia denomina como sendo or"as o% prod%tos nat%rais= -a nat%re1a. apontando para o espírito 3%e antes observávamos= . indicando o espírito= . bem como o o!ig@nio. eram responsabili1ados pelas m%dan"as climáticas e correntes marítimas. a nat%re1a e a proced@ncia de cada %ma delas= . sem entrar em con lito com as e!plica"*es cientí icas modernas= 's magistas e oc%ltistas estabeleceram %ma classi ica"#o dos elementais sob o ponto de vista desses elementos. temos a at%a"#o dos sil#os o% das s!l#ides. ( isso 3%e entendiI . de inida.Isso mesmoP :o%vado se?a Be%s .'s sábios da 8ntigNidade acreditavam 3%e o m%ndo era ormado por 3%atro elementos básicosO terra.Ângelo parece estar c%rioso a respeito do caso desta nossa irm# . e!plicava a din.Hoi Xallace 3%em e!terno% minhas dúvidasO .alo%.Encarna"*es h%manas. me% ilho.disse Pai So#o. ig%almente identi ica os 3%atro elementos= $ob o ponto de vista da magia. o% Pai So#o de 8r%anda. incl%sive a%!iliando os encarnados nas re%ni*es mediúnicas e os desencarnados sob c%?a ordem servem= .Como e!pli3%ei. eles desempenham %m papel m%ito importante ?%nto R nat%re1a como %m todo. ág%a. est#o a caminho de %ma h%mani1a"#o no %t%ro. ainda n#o= Eles procedem de %ma larga e!peri@ncia evol%tiva nos chamados reinos in eriores e.-#o.8 e!ist@ncia dos elementais. com o transcorrer do tempo. eles se agr%pam em amílias. n#o torno% o conhecimento antigo obsoleto= 8 medicina milenar da China. as e!plica"*es dadas a tais enQmenos n#o e!cl%em a a"#o dos elementais= Pelo contrário= Minha c%riosidade oi ag%"ada ainda mais= Pai So#o prosseg%i%. con orme a especialidade. esses seres se agr%pam. apesar de a investiga"#o cientí ica n#o haver diagnosticado a e!ist@ncia concreta desses seres atrav(s de se%s m(todos.

3%e s#o elementais associados ao ogo= Mivem ligados R3%ilo 3%e os oc%ltistas denominaram éter e . elas se apresentam com asas= Pe3%enas e ágeis. 3%e os sil os s#o.íris= .Mamos com calma.M%itos elementais da amília dos sil os poss%em %ma intelig@ncia avan"ada e. 3%e os sil os s#o os mais evol%ídos entre todas as amílias de elementaisI . sereias e tritJes s#o elementais ligados diretamente Rs pro %nde1as das ág%as salgadas= Poss%em conota"#o eminina e masc%lina. elementais 3%e se parecem com as ondinas.E as adasI C%ando encarnado. personagens mitológicos 3%e il%straram por s(c%los as histórias dos marinheiros= -a realidade.e!clamei= . 3%al ( a di eren"a entre as ondinas e as nin as. 3%e s#o %ma onte de energia vital poderosa= .Fem. ligados R terra. com maior o% menor gra% de idelidade= > 3%e os homens ainda n#o est#o preparados para conhecer o% con rontar determinadas 3%est*es= . 3%e voam sobre as ág%as.torno% Pai So#o= . ambas relacionadas ao elemento ág%a= 7eralmente s#o entidades 3%e desenvolvem %m sentimento de amor m%ito intenso= Mivem no mar.Bisso se depreende. 3%e. temos ainda as sereias. entre todos os elementais. 3%e mostravam várias adas= ' 3%e me di1 a respeitoI .E% sei.9emos ainda as salamandras. as lendas e histórias consideradas como olclore apenas encobertam %ma realidade do m%ndo astral. 3%e a%!iliam na reconstr%"#o desses ambientes= 9ransm%tam a mat(ria astral impregnada de l%idos tó!icos e daninhos em castelos de l%1 e esplendor= . vamos com calma . os 3%e mais se assemelham Rs concep"*es 3%e os homens geralmente a1em a respeito de an?os o% adas= Correspondem Rs or"as criadoras do ar. sob a s%pervis#o de seres mais elevados.E os o%tros elementaisI . a%!iliam os espíritos s%periores na elabora"#o de ambientes e!tra. Rs ontes e nascentes.ísicos com apar@ncias belas e paradisíacas= E. 3%ando há a necessidade de reed%ca"#o de espíritos end%recidos= . o erecem s%a contrib%i"#o para criar as correntes atmos (ricas.B%as classes de elementais 3%e merecem aten"#o s#o as ondinas e as nin#as. s#o associadas ao ori!á '!%m= 8s ondinas est#o ligadas mais especi icamente aos riachos. t#o preciosas para a vida na 9erra= Especiali1aram-se na p%ri ica"#o do ar terrestre e coordenam agr%pamentos inteiros de o%tros elementais= C%anto R s%a contrib%i"#o nos trabalhos práticos da medi%nidade. embora tenham como %n"#o c%idar das lores e dos r%tos. 3%ando espíritos perversos s#o resgatados de se%s antros e bases sombrias.responde% Pai So#o= . ?á 3%e ambas s#o elementais das ág%asI . s#o %tili1ados para a limpe1a de ambientes. nos rios e cachoeiras e.perg%ntei n%m misto de e% oria e c%riosidade= . Ângelo. adoram a%!iliar na limpe1a de ambientes de instit%i"*es religiosas. templos e casas espíritas= Especiali1aram-se em emitir determinada s%bst. 3%e se mani esta pró!imo a esses locais= -#o podemos dei!ar de mencionar tamb(m s%a rela"#o com a ch%va. me% ilho .Mas n#o acabo% ainda. desli1ando harmoniosamente.E% diria apenas. pois trabalham de maneira mais intensa com a ág%a doce= 8s nin as.ncia capa1 de manter por tempo indeterminado as ormas mentais de ordem s%perior= Bo mesmo modo. me% ilho. devido ao gra% de s%a consci@ncia. apresentam-se com a orma espirit%al envolvida n%ma a%ra a1%l e irradiam intensa l%minosidade= .Ent#o eles vivem %nicamente na atmos eraI . pode-se ressaltar 3%e os sil os a%!iliam na cria"#o e man%ten"#o de ormas-pensamento.-em todos . em virt%de de s%a e!trema delicade1a. reali1am tare as min%ciosas ?%nto R nat%re1a= $e% trabalho tamb(m compreende a inter er@ncia direta na cor e nos mati1es de t%do 3%anto e!iste no planeta 9erra= Como tare a espirit%al.<a%P .E% pensei=== . da a%ra das pessoas e de regi*es astrais pol%ídas por espíritos do mal= .responde% Pai So#o= . s#o a%!iliares diretos.Moc@ penso% 3%e t%do isso n#o passasse de lenda= Mas devo lhe a irmar. s#o as adas. vi %ma reportagem a respeito de otogra ias tiradas na Escócia. respectivamente= -as atividades mediúnicas. nos lagos e lagoas. bem como ao orvalho. como se estivessem desempenhando %ma coreogra ia a3%ática= Para completar. ent#o.8 di eren"a básica entre elas ( s%avidade e a do"%ra das nin as. podemos di1er 3%e as adas se?am seres de transi"#o entre os elementos terra e ar= -ote-se 3%e. me% ilho.-%nca poderia imaginar coisas assim=== . me% ilho . na <mbanda. bem como na estr%t%ra"#o de imagens mentais= -os trabalhos de ectoplasmia. em s%a grande maioria. irradiam l%1 branca e.interrompe%-me So#o Cobú= . ainda.$endo assim.

-as tare as mediúnicas e em contato com o comando mental de m(di%ns e!perientes. s#o locaischave em processos obsessivos comple!os.Pois bem. portanto. vítima de si mesmo. a l%gares desertos= Poss%em orma an#. de %ndamental import. dando sinais de s%a presen"a atrav(s de cobras e aves. esses elementais ad3%iriram o poder de desencadear o% trans ormar emo"*es.Como m(di%m. v@m R s%per ície= 8t%am como trans ormadores. ainda n#o ingressaram na esp(cie h%mana= Por essa ra1#o tra1em %m conteúdo instintivo e primário m%ito intenso= Para eles. tamanha a amplit%de da a"#o desses espíritos da nat%re1a= E Pai So#o contin%avaO -9emos ainda os elementais 3%e se relacionam R terra. todo m(di%m ( responsável n#o só pelas com%nica"*es dadas por se% interm(dio mas tamb(m pelo bom o% ma% %so 3%e a1 dessas pot@ncias e seres da nat%re1a= Pron%nciando essas palavras. notadamente 3%ando há a necessidade de criar ro%pas e ind%mentárias para espíritos materiali1ados= Como est#o ligados R terra. oi-lhe concedida a oport%nidade de aprender certas li"*es de magia.Repare. a graúna e tamb(m o chamado pai-do-mato= E!celentes colaboradores nas re%ni*es de tratamento espirit%al. cavernas s%bterr. convertendo elementos materiais em energia= 9amb(m s#o preciosos coad?%vantes no trabalho dos bons espíritos. me% ilho . entre diversas coisas. 3%e obede"am ao ser h%mano e. poss%em a capacidade de blo3%ear vibra"*es negativas.torno% So#o Cobú. me% ilho. tra1em %ma cota de energia primária essencial para a reconstit%i"#o da apar@ncia perispirit%al de entidades materiali1adas. incl%sive 3%ando perderam a orma h%mana o% sentem-se com os membros e órg#os dilacerados= . o chamado bioplasma= 8%!iliam assim os espíritos s%periores com elementos c%rativos.Mais do 3%e isso= Ela desvio% os seres elementais do c%rso normal de s%a evol%"#o. s#o or?ados aparelhos parasitas e o%tros arte atos= 'b?etos 3%e. as salamandras s#o potentes transm%tadores e condensadores de energia= 8%!iliam sobremaneira na 3%eima de ob?etos e cria"*es mentais originadas o% associadas R magia negra= 's espíritos s%periores as %tili1am tanto para a limpe1a 3%anto para a destr%i"#o de bases e laboratórios das trevas= Gabitados por intelig@ncias do mal. as implica"*es comple!as da a"#o desta in eli1 criat%ra. comprometendo esses nossos irm#os com se%s atos abomináveis= . o primeiro manip%lado livremente pelo homem. ve1 o% o%tra.neas e. Pai So#o despedi%-se e retomo% s%as atividades. os 3%ais chamamos de avissais. e at( nat%ral. as salamandras acompanham o progresso h%mano há eras= Bevido a essa rela"#o mais íntima e antiga com o reino hominal. isto (. podem absorv@-las o% inspirá-las= $#o hábeis ao desenvolver emo"*es m%ito semelhantes Rs h%manas e= em virt%de de s%a liga"#o estreita com o elemento ogo. o homem ( %m de%s= > habit%al.Ela brinco% com as or"as da nat%re1a= .ncia em re%ni*es de ectoplasmia e de l%idi ica"#o das ág%as= 9inha a sensa"#o de 3%e %m novo m%ndo se revelava a me% conhecimento. 3%e se compromete% amplamente com o mal= 8pontando para o espírito no leito a nossa rente. nesse processo.-em podia imaginar 3%e esses seres tivessem %ma a"#o t#o ampla e intensa= . do mesmo modo. 3%e agora gemia. status e reconhecimento social= . em troca de dinheiro. pacientemente= . manip%lo% o poder das salamandras e de o%tros elementais para atormentar m%itas vidas. 7eralmente est#o associados a rochas. entre os 3%atro elementos.E os duendes e nomos' 9amb(m e!istem o% s#o obras da imagina"#o pop%larI . ligam-se a ele intensamente= Portanto.$em dúvida 3%e e!istemP 's d%endes e gnomos s#o elementais ligados Rs lorestas e. m%itos deles. o velho Pai So#o relato%O . s#o eles 3%e tra1em os elementos e!traídos das plantas. onde.3%e os espíritas conhecem como l%ido cósmico %niversal= $em a a"#o das salamandras o ogo material de initivamente n#o e!istiria= Como o ogo oi. possibilitando 3%e o homem %s% r%a de %m clima psí3%ico mais tran3Nilo= E% estava atQnito= E o pai-velho prosseg%iaO . no ambiente dos c%ltos a ro-brasileiros= <tili1o% mal o conhecimento 3%e ad3%iri% e deliberadamente vicio% m%itos elementais com o sacri ício e o sang%e de animais= :an"ando m#o de se% intenso magnetismo pessoal. 3%e lembra o aspecto h%mano= 7ostam de transitar pelas matas e bos3%es. como o melro.'s elementais s#o seres 3%e ainda n#o passaram pela ase de h%manidade= 'ri%ndos dos reinos in eriores da nat%re1a e mais especi icamente do reino animal.Mas os elementais dominados por ela n#o poderiam se rebelar ao se% comandoI . e ( parte de s%a história desde o início da escalada evol%tiva. s#o destr%ídos gra"as R at%a"#o das salamandras= . dei!ando a mim e Xallace impressionados com a pro %ndidade de s%as observa"*es= .

3%ando Xallace. gnomos e adas s#o apenas denomina"*es de %m vocab%lário h%mano. de 8llan Tardec= Poder oc%lto. ainda. 3%e t#o-somente dis ar"am a verdadeira ace da nat%re1a e!tra. vivem na ase de transi"#o 3%e denominamos elemental= Entretanto. dotados de ra1#oI Me%s pensamentos vagavam por esses intricados caminhos do raciocínio. a partir de ent#o. en!ameiam seres vivos. de 3%e podem a1er ma% %so. por(m n#o havia eito a cone!#o da3%ele ponto com os elementais= . at( ho?e os cientistas da 9erra proc%ram o chamado Lelo perdidoL= Est#o atrás de provas concretas. at%antes e conscientes= ' %niverso todo está repleto de vida.> verdadeP .observei com admira"#o= . estagiaram no reino animal em s%a ase imediatamente anterior de desenvolvimento= Portanto.Como voc@ sabe. passei a en!ergar o m%ndo. seg%ndo a irmara Pai So#o. caso em 3%e possível se torna serem sec%ndados por o%tros Espíritos ma%s= -#o creias. por(m. aborda a e!ist@ncia desses m%ndos nos ditados de ' =ivro dos +sp!ritos. e todos os seres colaboram para o e3%ilíbrio do m%ndo= 8 s%rpresa com a revela"#o dessa realidade apenas e!prime nossa pro %nda ignor.C%ando soar a hora certa no calendário da eternidade. em 3%e etapa da cadeia cósmica de evol%"#o esses seres se h%mani1ar#o e passar#o a ser espíritos.s#o seres 3%e adv@m de %m longo processo evol%tivo e 3%e. ( o único 3%e poss%i a ci@ncia e o poder de conceder a esses seres a l%1 da ra1#o= E isso n#o se passa na 9erra. mais precisamente. o processo de h%mani1a"#o. esses seres ser#o cond%1idos aos . d%endes. mal observados e sobret%do mal compreendidos= ' :ivro dos Espíritos. o instante sideral em 3%e ad3%irem a l%1 da ra1#o e passam a ser espíritos h%manos. ignorantes das verdadeiras leis da -at%re1a= 's atos 3%e citam. 3%e p%de est%dar ainda 3%ando encarnado. cost%mamos achar 3%e t%do a3%ilo 3%e desa ia nossos conhecimentos ( lenda= E mais o% menos como se nos pa%tássemos pela seg%inte lógicaO L$e n#o conhe"o o% n#o me ( acessível neste instante. item //)= 6. no 'ásis da Pa1. novo 3%estionamento= 's elementais . mas em m%ndos especiais. Rs e!peri@ncias cotidianas do ser h%mano. de en eiti"arI -8lg%mas pessoas disp*em de grande or"a magn(tica. como prova da e!ist@ncia desse poder. Ângelo. bem mais ampla 3%e as percep"*es ordinárias dos simples mortais= Em meio R vida ísica. o%. apro!imando-se de mim. talism#s e eiticeiros. 3%e só e!iste na imagina"#o de criat%ras s%persticiosas. contin%amos a e!c%rs#o r%mo R Crosta= Hi3%ei m%ito comovido e impressionado com os ensinamentos de Pai So#o de a respeito dos seres da nat%re1a= Con esso 3%e.A/IA N$/RA Dpág=&&+E Bepois de presenciar. apenas o Cristo conhece= Ses%s. ( por3%e n#o e!isteL= E isso ocorre inclusive com a3%eles 3%e ?á despertaram para as realidades do espírito= -#o descon iamos 3%e as chamadas lendas encobrem verdades m%itas ve1es desconcertantes= 'ndinas. salamandras o% 3%ais3%er o%tros .Recordo-me desse trecho. se ma%s orem se%s próprios Espíritos. 3%ando na 9erra. se?am gnomos.ncia 3%anto aos Lmist(riosL da cria"#o= 8s 3%est*es relativas aos seres elementais levantam.ísica. preparados para esse tipo de transi"#o= ' próprio Tardec.mbito do planeta 9erra. n%m pretenso poder mágico. materiais da %ni#o entre o animal e o ser h%mano e b%scam locali1ar o e!ato momento em 3%e isso teria ocorrido= Em v#o= 's espíritos da nat%re1a.C%e se deve pensar da cren"a no poder 3%e certas pessoas teriam. -. como representante má!imo do Pai no . devem ter %ma esp(cie de consci@ncia ragmentária= 'nde e em 3%e momento está o elo de liga"#o desses seres com a h%manidadeI C%er di1er... s#o atos nat%rais. inter eri%O . alg%ns casos envolvendo m(di%ns desencarnados. a nat%re1a e a vida com mais pro %ndidade= Envolto no manto de carne. seres 3%e concl%íram se% processo evol%tivo nos reinos in eriores R esp(cie h%mana. sereias.

a 3%erida E%1ália= Est#o em ótima companhia. tanto a <mbanda. poss%idores da chama eterna da ra1#o= 8 partir de ent#o. 3%e remete a velhos preconceitos= Pretos-velhos.9eremos ent#o a companhia de alg%mas crian"asI 9anto $ilva 3%anto Xallace riram gostosamente antes de me responderO . conversando com nosso Pai So#o de 8r%anda.concl%i% $ilva com bom h%mor= -$im. tamb(m trans ig%rado como preto-velho. ( denominado e3u. prod%to de in l%@ncias diversas. ?%nto com Catarina e Xallace.8lg%ns chegam ao disparate de a irmar. Ângelo. em o%tras oport%nidades= Bese?o-lhes s%cesso na empreitada= Movó Catarina. se permitem a intromiss#o de nego velho. r%mo a %m terreiro onde poderíamos observar detalhes próprios do c%lto e e!trair ensinamentos= 8travessamos imensa regi#o do astral sob a t%tela desses abnegados espíritos= Xallace e e% colhíamos as impress*es sobre os acontecimentos recentes e trocávamos id(ias a respeito de certos elementos ligados R <mbanda= Pai So#o. por e!emplo. o elo perdido entre o m%ndo animal e o h%mano= -#o o encontrar#o ?amais= 8s evid@ncias n#o est#o no planeta 9erra.Me%s ilhos. Candombl( e W rica s#o ass%ntos a ins.-a verdade. encaminhados aos m%ndos primitivos. na <mbanda.completei= Insin%ando %m leve sorriso.Pensei 3%e você iria contin%ar conosco=== . administrado pelo Cristo= Conseg%i esbo"ar apenas %m sorriso desconcertado en3%anto Xallace de% a e!plica"#o= -#o poderia alar nada= ' plano da cria"#o ( verdadeiramente grandioso.8credito.Bevo permanecer por a3%i alg%m tempo= .m%ndos de transi"#o. cada %m a s%a maneira. o termo menino ( %ma maneira pec%liar de Pai So#o re erir-se a %m g%ardi#o= <m espírito 3%e. sob a inter er@ncia direta do Cristo. na 9erra. coordenadora espirit%al da3%ele alberg%e de l%1= Por certo. Xallace e e% despedimo-nos do companheiro $ilva e tamb(m de Por íria.8companharei voc@s.Creio 3%e agora voc@s podem seg%ir sem a minha presen"a . a grande maioria dos espíritas ignora os mecanismos da magiaO tanto a dita magia branca. acordar#o em s%a presen"a. este?am ig%almente incomodando m%ita gente 3%e aprecia a t#o alada Lp%re1a do%trináriaL= )ocê. 3%e tanto voc@ 3%anto e% pert%rbamos %m po%co a tran3Nilidade dos espíritas ortodo!os= . veio ao nosso encontro na companhia do espírito So#o Cobú.alo% Pai So#o= . n#o (I . incl%sive. notando nosso interesse no ass%nto. 3%e n#o e!iste magia negra . o elo de liga"#o. diante de tantos necessitados 3%e eram internos da instit%i"#o espirit%al= Pai So#o e Movó Catarina nos cond%1iam pela . disse-me 3%e poderá acompanhá-los= 8l(m dele. ela e amigo $ilva teriam m%ito trabalho pela rente. Ângelo. me%s amigos. conhecido como Pai So#o= .MeninosI . em nossos livros. ainda ho?e. a%!iliando-nos= . 3%e ( %ma religi#o tipicamente brasileira. 3%e me!em com o ran"o de discrimina"#o e preconceito 3%e m%itos espíritos tra1em pro %ndamente arraigados em se% psi3%ismo= Por o%tro lado. me% ilho .-#o entendi o 3%e 3%is di1er .> 3%e nós abordamos. s%rpreso com a decis#o do companheiro $ilva= 9enho compromissos a3%i no 'ásis da Pa1A ass%ntos %rgentes re3%erem minha presen"a= -o entanto.indag%ei= . prosseg%i% o pai-velhoO . temas desconcertantes para a t%rma apegada R ortodo!ia do%trinária= 8cho at( 3%e os demais espíritos 3%e %tili1am o mesmo m(di%m 3%e nós. tenho de ir . ter#o a companhia da m#e-velha Movó Catarina. e ainda encontraremos %m de me%s meninos= Ele estará conosco.Mais tarde nos encontraremos novamente.Fem. 3%anto a magia negra= . adormecidos e.despedi%-se o amigo $ilva= . 3%anto os c%ltos de origem propriamente a ricana s#o c%ltos 3%e tra1em elementos mágicos= 9ermos como #eiti&o. a vovó da <mbanda= ' companheiro $ilva. .Ent#o teremos contato direto com %m e!%I Isso ( demaisP $erá %ma oport%nidade ímpar de conhecer o trabalho dessas entidades. o companheiro Soseph . e a compreens#o desses aspectos desperta em nós %ma rever@ncia pro %nda ao a%tor da vida= $eg%i Xallace ao encontro de Catarina.lamentei. ainda t#o mal-compreendidas= . esclarece%-nos com s%as observa"*esO . ma ia e encanto s#o com%ns R <mbanda e ao Candombl(= Cont%do. vivenciar#o s%as primeiras encarna"*es ?%nto Rs h%manidades desses orbes= Esse ( o motivo 3%e ocasiona o racasso da b%sca dos cientistasO proc%ram.disse $ilva= . toco% n%m ass%nto complicado. caboclos e e!%sA <mbanda. mas pertencem e!cl%sivamente ao plano cósmico. Pai So#o.alei para o espírito amigo= .

as manip%la"*es 3%ímicas da indústria do aborto e as armas letais.8lg%mas ocasi*es. despe?a esse quantum energ(tico sobre a vítima. me% ilho. estamos s%?eitos a críticas e interpreta"*es contrárias= Mas n#o devemos nos desencora?ar= 9emas como magia negra.Be ato. 3%e se agregam Rs a%ras dos irm#os encarnados e s#o o% ser#o absorvidas por se%s organismos= 9%do isso ( magia. se%s colegas ancestrais= -a realidade. a vítima ( atingida de orma certeira. condensada o% coag%lada= 8o entrar em contato vibratório com a a%ra da pessoa visada.Com certe1a. %m ob?eto 3%al3%er pertencente R vitima o%.C%ando a pessoa a 3%em o encanto se destina encontra-se em sit%a"#o mental a litiva. 3%e eiti"o o% magia n#o abrange somente o preparo de ob?etos o% condensadores energ(ticos por parte dos especialistas. o% se?a. pro?eta diretamente sobre o l%!o de el(trons dos ob?etos 3%e manip%la toda a carga mórbidaO mental. como símbolo e s%bprod%to da magia. me%s ilhos.'s res%ltados s#o diversos . nego-velho pensa 3%e a eiti"aria e a magia acabam representando males menores. com se%s m(todos convencionais= -o%tras. e o povo mais simples necessita de esclarecimento o mais breve possível= . no aparecimento de ob?etos materiali1ados no sistema nervoso da vítima. pre?%dicá-las realmente. ainda. 3%e m%itas ve1es s#o vistos nas r%asI Est#o vinc%lados R magiaI . liberando sobre ela todo o conteúdo mórbido= Convertida ent#o em endere"o vibratório. ao a1ermos nossas observa"*es. se comparadas ao eiti"o das g%erras. est%dioso da magia= 8pós breve sil@ncio.ncia em constatar essa realidadeI -a verdade. esses condensadores descarregam sobre ela toda a cota de energia mórbida arma1enada. me%s ilhos.E 3%al ( s%a opini#o a respeito da magia negra. deprimida o% sob 3%al3%er tipo de vicia"#o mental e emocional. nesses arte atos envolvidos no processo mágico.Esses despachos e ebós. os espíritas 3%e se acham cientistas ?á passaram da hora de investigar os mecanismos da magia. desmisti icados. os poderes mentais mal cond%1idos. 3%e t@m a %n"#o de orientar vibratoriamente as entidades mal eitoras do astral= $#o os chamados endere&os vibrat"rios. magos e eiticeiros= Go?e. ( o bastante para 3%e o ere"a campo propício para a energia desencadeada pelo eiti"o= ' mago.redargNi= . das bombas e o%tras artimanhas do g@nio h%mano. destr%indo milhares e milhares de vidas a partir de se%s laboratórios= 8l(m desses e!emplos. 3%e passam a in l%ir no %ncionamento de s%a mente e se% corpo= Caso o indivíd%o este?a . voc@ tem ra1#o .E os chamados despachos. Pai So#o. 3%e. ( encanto= . sob o olhar atento de Xallace. 3%e devasta a cada dia nosso planeta= 8credito mesmo 3%e os cientistas at%ais o%. <mbanda.Pai So#o era assertivo= . caso tenha %m poder maior de concentra"#o mental.> importante lembrarmos.esclarece% Pai So#o= . me%s ilhos. me%s ilhos . corpo mental e o est%do dos corpos o% dimens*es con orme o sistema setenário= . t#o conhecidos dos magos e eiticeiros. %ncionam como condensadores de energia de bai!íssima vibra"#o= Representam a energia materiali1ada. tamb(m movimentam poderes oc%ltos perniciosos o alatório inútil. s#o estados de en ermidade c%?a g@nese n#o ( encontrada pela ci@ncia m(dica. est%damos tamb(m. pois s#o parte da c%lt%ra espirit%al do Frasil= Por 3%e tanta rel%t. Candombl( e m%itos o%tros precisam ser abordados. 3%e intelig@ncias inv%lgares se dedicam a elaborar.$abe. chegando at( mesmo a matarI . os brasileiros e alg%ns o%tros povos do planeta vivem Rs voltas com tais ass%ntos. ao menos. em 3%e s%as palavras ecoavam em nossas mentes. as brigas e disp%tas entre irm#os de (. emocional o% astral= $ob intenso campo de rebai!amento vibratório. toda a s%a energia e vibra"#o= 's ebós e despachos s#o elementos mágicos. s#o processos en ermi"os do psi3%ismo.Me?a. ca%sando pre?%í1o para o ser a 3%e se destina= ' eiticeiro o% mago negro encarnado %tili1a geralmente %ma otogra ia. a palavra cientista s%bstit%i% a terminologia ma ista. magia teúrgica.Mas esses en eiti"amentos t@m o poder de atingir s%as vítimas. a3%ilo 3%e no passado se denomino% ma ia ho?e se di1 ciência. o pai-velho retomavaO .7leber oi o%sado ao tratar de ass%ntos considerados n#o espíritas. 3%e se tornam inimigos íntimos a troco de t#o po%co= 9odos esses elementos materiali1am cotas de energias mórbidas e destr%tivas. como d%plo et(rico. temida por tanta genteI perg%ntei. estr%t%rados em mat(ria astral.C%al ( o res%ltado em 3%em so re essa opera"#oI . como %m raio= . ( eiti"o. 3%e nos acompanhava com interesse= . se?a encarnado o% desencarnado. apenas vis%ali1a s%a vítima= Catalisa. . 3%e n#o encontram sol%"#o atrav(s da psicologia nem da psi3%iatria= Podem se e!pressar.

em s%a a%ra e se% corpo. a1endo %m gesto de respeito e s%bmiss#o= . o% se?a. descobertas pela ísica dos homens= Eles apenas invertem a polaridade dos campos energ(ticos e. como ondas. ( dramática e de graves conse3N@ncias= Pai So#o interrompe% se%s comentários 3%ando se apro!imo% de nós %m espírito vestido de orma incom%m. o operador o% apQmetra procede R 3%eima desses ob?etos do astral após o desmanche do trabalho. %tili1ando-as de orma violenta. mas sempre de acordo com as leis da nat%re1a. o receberam como a %m militar de alta patente= ' g%ardi#o c%mprimento% Pai So#o. Xallace e e%. 3%e o eiti"o o% a magia negra ( %m processo de condensa"#o energ(tica de bai!íssima vibra"#o e altíssima re3N@ncia= 's chamados magos negros o% eiticeiros modernos s#o criat%ras 3%e se especiali1aram na transm%ta"#o e invers#o de energias condensadas. e 3%eimá-las. sempre acompanhado da m%dan"a radical de cond%ta e das atit%des do alvo o% vítima= Bando @n ase R última rase. 3%e se torna patente ao m(di%m doente 3%ando de se% desencarne. do local onde reali1aríamos alg%mas observa"*es= ' espírito 3%e se apresento% era o g%ardi#o do 3%al Pai So#o nos alara. o 3%e se pode entender a se% respeitoI = = Besta ve1 oi Movó Catarina 3%e. t#o alado nos meios espíritas. pois 3%e o l%ido mórbido transposto para s%a a%ra a etará tamb(m a peri eria do corpo ísico. 3%e s#o e!perientes no domínio de consci@ncias= Perversas ao e!tremo. magnetismo. e n#o somente o campo mental o% psí3%ico= . elas manip%lam 3%em lhes serve de instr%mento dando-lhes. s%b?%gados por entidades sat. ao menos para mim= Sá estávamos pró!imos vibratoriamente da Crosta. com e icácia para os ins sombrios a 3%e se prop*e= . aplicando rec%rsos como o a%!ílio das salamandras= Perceba 3%e a do%trina"#o p%ra e simples do espírito responsável pelo empreendimento da magia negra n#o tem como sol%cionar a 3%est#o= Em geral.C%anto aos magos e eiticeiros.inter eri% Pai So#o= . 3%e s#o as matri1es energ(ticas.$endo assim. leis da polaridade. seg%ndo o ponto de vista dos encarnados= . portanto. a seg%ir. nos esclarece%O . pois s#o n%merosos os 3%e en rentam problemas assim. 3%e nos acompanhavam desde nossa com%nidade espirit%al. Movó Catarina. a il%s#o de 3%e permanecem senhores de si= 8 verdade. nas re%ni*es espíritas em 3%e se %tili1am as t(cnicas de apometria. bem perto. tem de haver a coopera"#o de entidades desencarnadas. próprios da ci@ncia contempor.ntica= Ela prosseg%iaO . como voc@ descreve. Pai So#o contin%avaO . com ob?etivos espúrios= M(di%ns imprevidentes colocam-se em contato com tais entidades e terminam sob o comando delas. desdobrar os m(di%ns e tra1er ao ambiente da re%ni#o mediúnica os elementos e ob?etos %tili1ados no astral.M%itos magos negros desencarnados s#o especialistas e pro %ndos conhecedores das leis de transm%ta"#o de mat(ria em energia. ?%stamente. os modernos operadores de eiti"aria se %tili1em de o%tros termos.-#o podemos generali1ar.nicas. %m de se%s meninos o% s%bordinados= 's demais g%ardi*es.sintoni1ado com %m processo de c%lpa 3%al3%er. do ritmo e do mentalismo= Embora. o dano será mais intenso. re3N@ncia e spins. levam o quantum de energia densa e mórbida ao se% endere"o. diretamente a s%as vítimas= Era m%ito interessante ver a preta-velha alando de mec.nea. acabando por instalar em si mesmos. os venenos mentais e emocionais criados= . bem ereto. átomos. 3%e estr%t%ram no plano astral %m d%plo. para a magia negra %ncionar. Ângelo. me% ilho= Gá indivíd%os 3%e se echam n%m círc%lo mental pernicioso o% entram n%m circ%ito echado de emo"*es dese3%ilibradas. manip%lam or"as e energias id@nticas.Ent#o essa 3%est#o de magia negra ( mesmo m%ito presente e at%ante nas vidas de nossos irm#os. e ( nela 3%e se dá a invers#o da polaridade eletrQnica. sem sol%"#o aparente. postando-se de p(. Ângelo= M%ita gente tamb(m so re de a%to-en eiti"amento= $#o vítimas de si mesmos= > o processo de a%to-obsess#o. destr%indo e revertendo a polaridade magn(tica dos ditos encantos= $ó assim se poderá 3%ebrar o eiti"o o% desativar a magia= En3%anto isso. %ma d%plicata dos III > na r(plica astral dos arte atos %tili1ados pelo Mago negro o% eiticeiro 3%e reside todo o conteúdo magn(tico mobili1ado.nica 3%.Essa ( a ra1#o pela 3%al. eles nem se mostram permeáveis R do%trina"#o convencional e n#o s#o demovidos acilmente de se%s intentos= > preciso. pedindo a palavra a Pai So#o.Podemos entender. depreende-se 3%e a chamada antigo(cia o% desmanche de magia negra deveria visar Rs d%plicatas astrais desses ob?etosA ( issoI . deve-se proceder ao tratamento das entidades envolvidas.E!atamente . na at%alidade.> claro 3%e. portanto.

%ma capa desce-lhe at( os torno1elos= > %m tecido c%rioso 3%e comp*e a3%ela ind%mentária toda= -as m#os.5RAS Dpág=&)2E 8 apar@ncia ( a de %m militar= Isso mesmo= Ele parece %m militar. o espírito modi ico% aos po%cos se% semblante= 9ra"os mais inos e s%aves oram aparecendo em s%a isionomia= -#o parecia t#o amea"ador como antes se mostrara= . cap. da3%eles 3%e ariam s%cesso em 3%al3%er ópera na velha 9erra= . a lan"a. %m comando central. seg%ra %ma esp(cie de lan"a. 3%em ( voc@I Por 3%e esses tra?es. continentes e do próprio Planeta= 8s atrib%i"*es dependem sobret%do da hierar3%ia a . na verdade= Meste-se com %m tra?e 3%e associei a %m %ni orme militar do tipo %t%rista. os encarnados= . e!%= $alve s%a bandaP . R prote"#o de com%nidades.$ei=== .Pai So#o o c%mprimento%O . crian"aP .Mas será 3%e primeiro n#o poderíamos nos conhecer melhorI Por e!emplo. países.me avent%rei a comentar= .esbelto. de 4llan <ardec. B. me% pai . em nome dessa ordem e disciplinaI Halando de orma mais especí ica 3%e realmente voc@s a1em em prol da h%manidadeI . isto atrav(s das ac%ldades intelect%ais despertadas. e n#o %m nome=== ..Me% nome ( Ângelo= .Pode me chamar de $ete= . >U parte. item S. religiosas o% políticas.$o% %m dos g%ardi*es= Posso lhe di1er 3%e perten"o a %ma organi1a"#o m%ndial voltada para a preserva"#o da harmonia e do e3%ilíbrio nos diversos planos da vida .9emos diversas atrib%i"*es ?%nto R h%manidade.$eteP > o 3%e basta por en3%anto a voc@ e a mim= Esto% a3%i para cond%1i-lo em s%as observa"*es= Recebi %ma inc%mb@ncia dos s%periores= Bevo mostrar a voc@ alg%ma coisa a im de 3%e possa transmitir R3%eles 3%e est#o do o%tro lado do v(%.Foa noiteP .mbito m%ndialI . en im.$o% %m g%ardi#o e esto% a3%i para lhe servir= . resol%ta. magneti1ado pelo se% olhar penetrante= .E em 3%ais tare as voc@s se especiali1am. sociais.:aroi@. sob o ?%go das pai!*es.respondi.'s g%ardi*es s#o comprometidos com a ordem e a disciplina espirit%ais $omos conhecidos em diversos c%ltos com nomes apropriados ao vocab%lário de cada com%nidade= 9emos %ma hierar3%ia. magn(tica e m%ito orte= E% diria 3%e era a vo1 de %m barítono.Mas isso lá ( nomeI Pelo 3%e me consta.responde% o e!%= 8ssim pode o homem poss%ir %m progresso interior a despeito da s%a criminalidade e elevar-se acima da espessa atmos era das camadas in eriores. mas 3%e n#o chega a ser e!agerado= $obre os ombros. o nome. de onde v@m essas tare as a nós con iadas= . magro .$eteI . 3%e absol%tamente n#o combina com se% tra?e. embora t#o irme e cheio de decis#o 3%e n#o permite vacila"*es= 8lto. mas 3%e há de ter %ma inalidade= .S$#$8 ! /UARDI0! DAS S!.Foa noite. sete ( %m número. procedido como %m br%to= 8 a%s@ncia de pondera"#o. desde a prote"#o individ%al a pessoas 3%e t@m Responsabilidades espirit%ais. prod%1em essas t#o re3Nentes anomalias nas (pocas de materialismo e transi"#o= Ooão 8eTnaud 1esp!rito2 em O Céu e o @n#erno.oi se% c%mprimento= <ma vo1 irme. 7. dos 3%e imp*em respeito e inspiram a%toridade= Mas n#o @ só isso= Ele sabe se impor= > alg%(m 3%e parece saber com precis#o o 3%e dese?a e deve a1er= 9%do indica 3%e o espírito 3%e está diante de mim ( %m per eito cavalheiro em se%s modos. o dese3%ilíbrio entre o progresso moral e o intelect%al. t#o cabalístico assim=== 'lhando-me i!amente.$alve. embora tivesse.respondi ao espírito imponente= .<ma esp(cie de CI8 o% HFI de .9alve1 .responde%-me s(rio= .

( o verdadeiro ed%candário. cometer %m atentado contra o Maticano. ( a de esa da h%manidade= . trabalhando ?%nto a lideran"as políticas o% religiosas. como nos re erimos.'s espíritos 3%e trabalham como g%ardi*es s#o especiali1ados nessa tare aI . intrigas e políticas mal pro?etadas= -#o há milagres na cria"#o= -ossa tare a ( laboriosa e lenta. enviaram agentes para as ileiras do mal. 8gem como espi*es e observadores entre as com%nidades das trevas= Corresponderiam aos agentes d%plos das organi1a"*es de intelig@ncia= Esses espíritos se mist%ram a certas com%nidades das sombras e lá desempenham o papel de vigias. at%ando nos bastidores das sombras. por e!emplo.:%tamos com mil@nios e mil@nios de c%lt%ra de g%erras. tra"amos %m roteiro de atividades com o ob?etivo de desmontar todo o plane?amento do mal= -#o ossem os próprios homens.8 maior especiali1a"#o. se posso assim di1erI . com s%as atit%des dese3%ilibradas.Ent#o. ve?a o 3%e ocorre%. por(m vital= Gá 3%e se considerar 3%e lidamos com seres h%manos encarnados o% desencarnados. n#o havia dúvidas= Prosseg%i%O . se%s pensamentos e atit%des e. embora os avan"os do bem= 8l(m disso. onde cada espírito se especiali1a na3%ilo 3%e para si elege% como orma de vida= Gá m%itos espíritos 3%e na 9erra tiveram e!peri@ncias . sobret%do. mediante o e!ercício de s%a vontade= Impressionei-me com a no"#o de respeito 3%e a3%ele espírito poss%íaA era algo s%rpreendente= 8 irme1a e!igida em s%as atrib%i"*es n#o lhe tolhera a valori1a"#o do livrearbítrio alheio. todos com liberdade de pensar e agir= $e% arg%mento era consistente. da vida= 8 tare a dos g%ardi*es no Comando nZ &. em 3%al3%er a"#o espirit%al há 3%e se levar em conta %m ator m%ito relevante para o des echo de nossas atividadesO o próprio homem encarnado. a escola s%perior na 3%al nos grad%amos ( o plano ísico= ' contato reg%lar com o m%ndo dos encarnados a1 com 3%e m%itos conhecimentos e e!peri@ncias do passado. teríamos s%cesso completo em nossas tare as= . antes pelo contrário= . do cidad#o.3%al perten"amos= <m gr%po de g%ardi*es mais e!perientes e com conhecimento at%ali1ado pode ser responsável pela man%ten"#o da pa1 m%ndial.Para 3%e voc@ saiba %m po%co mais a respeito de nossa at%a"#o no m%ndo. al(m de atingir o Xorld 9rade Center. crian"a . com o episódio das torres g@meas. nos bastidores das intrigas internacionais= -esse caso. se% livre-arbítrio= M%itas ve1es todo o nosso trabalho se p*e a perder devido Rs post%ras h%manas e R sintonia 3%e o homem estabelece. est#o em ?ogo os direitos h%manos.9odas as organi1a"*es da 9erra s#o inspiradas na3%elas 3%e e!istem no lado de cá da vida= C%anto R e!ist@ncia de agentes secretos nas ileiras dos g%ardi*es. sede da Igre?a Católica= Creio 3%e voc@ n#o ignora as conse3N@ncias br%tais de %m atentado dessas propor"*es= ' m%ndo estaria merg%lhado em %ma sit%a"#o política ins%stentável= M%itas con3%istas da civili1a"#o seriam abaladas e estariam seriamente amea"adas diante da iminente 9erceira 7%erra M%ndial= 's g%ardi*es entraram em cena e. há possibilidade de 3%e n#o tenham pleno @!itoI .perg%ntei= Como ( s%a orma"#o.Me?a. g%erras e g%errilhas 3%e esto%ram em toda a parte= 'nde está a inter er@ncia do Comando nZ &I . com s%as múltiplas e!peri@ncias.Claro 3%e sim= Mivemos em %m m%ndo em 3%e o mal ainda predomina. pode-se considerar 3%e a miss#o dos g%ardi*es do chamado Comando nZ & está sendo c%mprida de orma m%ito precária= Ha"o essa observa"#o em vista de tantos con litos internacionais. eclodam do psi3%ismo pro %ndo e se tomem %ma realidade ob?etiva e at%al para o espírito= 8 academia da 9erra. n#o osse a inter er@ncia direta dos g%ardi*es do primeiro comando= ' plane?amento das entidades perversas era. tomando nota e com%nicando aos dirigentes s%periores os planos das mentes voltadas para o mal= Be posse dessas in orma"*es. o ob?etivo dos g%ardi*es n#o ( de ender esta o% a3%ela do%trina política nem a1er partidarismo= M%ito mais 3%e interesses mes3%inhos. mesmo 3%e os g%ardi*es se?am rigorosos em s%as a"*es de de esa energ(tica. 3%e est#o apenas latentes.C%er di1er 3%e. o% melhor.Ent#o e!iste mesmo %ma esp(cie de servi"o secreto espirit%al=== . o nosso papel em todo o conte!to m%ndial n#o ( apenas de passividade e de esa= E!istem a3%eles espíritos c%?o passado espirit%al g%arda estreitas liga"*es com o mal e com certas organi1a"*es sombrias= Embora com o pensamento renovado e trabalhando em prol da ordem e da pa1.alo% s(rio= . em -ova Ior3%e= ' ato ocorrido em && de setembro de )66& teria propor"*es bem mais amplas. descobrindo a tempo se% plane?amento= $abotaram os planos das trevas e conseg%iram ameni1ar a sit%a"#o= 83%ilo 3%e o m%ndo presencio% no dia && de setembro oi apenas %ma pe3%ena parte do plano 3%e os terroristas e se%s comparsas desencarnados haviam tra"ado inicialmente= .

no passado. ( o aprendi1ado= 8o trabalhar pelo bem.E 3%anto a voc@I . reaprendendo se% papel= Para tanto. n#o podem me perceber vis%almente= Hico. as o%tras entidades.8h. invisível Rs s%as percep"*es= Portanto. n#o conseg%iria. %ma vibra"#o t#o intensa 3%e m%itos espíritos pre?%dicados por mim. 3%ando encarnados. voc@ sabe= Cada 3%al ( responsável pelas conse3N@ncias de se%s atosO isso ( im%tável= Por(m. desviando-os. ainda 3%e e3%ivocada o% di ícil. crian"a. apenas por minha própria vontade. trabalhando como sabemos e como estamos. soldados. poderiam me locali1ar acilmente. assim. após a morte ísica. tornar-me invisível a determinados espíritos= . de endem as obras da civili1a"#o em geral. aproveitando-se as e!peri@ncias vividas e valori1ando as a3%isi"*es pessoais= C%al3%er e!peri@ncia. como disse. as sit%a"*es a litivas dentro e em torno de si= $o rimento pelo so rimentoO donde ?á se vi%I 8 inalidade da lei n#o ( o so rimento. ao alar de si mesmo. as possibilidades de trabalho do lado de cá s#o imensas= 8o espírito desencarnado s#o apresentadas basicamente d%as op"*esO o% ele permanece presa de se% sentimento de c%lpa. como na prote"#o de com%nidades e povos= En im. e assim impede 3%e e% se?a encontrado o% reconhecido por entidades vingativasO o tra?e %nciona como %m de letor dos raios l%minosos= C%ando há necessidade de 3%e e% visite certas 1onas sombrias. 3%e dominaram certos processos e meios de com%nica"#o. com ob?etivo útil R ca%sa do bem e do e3%ilíbrio= Caso o espírito opte pela seg%nda alternativa e assimile a id(ia de contin%ar trabalhando em prol da h%manidade. 3%e or?a. obedecendo a %m propósito s%perior= Gá diversos campos de at%a"#o.8 ro%pa. de vibra"*es in eriores. comandantes o% os simples recr%tas. seg%indo as irradia"*es mentais ori%ndas de me% espírito= -otei 3%e. ( %ma cria"#o mental e l%ídica de amigos espirit%ais mais elevados= Cobrindo-me desta maneira. ( reorientada. isso ( o%tra coisa= -o passado ab%sei m%ito do poder e de diversas posi"*es 3%e oc%pei em várias encarna"*es= Irradio. s#o convocados e convidados a se reed%carem nas alanges dos g%ardi*es. 3%e os problemas v#o encontrando a devida sol%"#o ao longo do tempo= .Por 3%e tanto mist(rio em torno de s%a pessoaI Por 3%e as vestimentas estranhas e o nome cabalísticoI . n%m processo 3%e nem e% mesmo sei e!plicar= E %ma tecnologia empregada pelos nossos s%periores= -a medida em 3%e os raios de l%1 se desviam. 3%e re lete os raios de l%1.-#o ( bem assim 3%e ocorre. o espírito g%ardi#o contin%o%O . ela própria. s#o convidados e estim%lados a trabalhar nos vários laboratórios e bases de com%nica"#o a servi"o dos g%ardi*es= 7enerais. ser#o aproveitados como tal= ' erece-se ao espírito a oport%nidade de contin%ar. das diversas or"as armadas da 9erra. 3%e lhe parece estranha e 3%e reveste me% perispírito. o espírito terá tempo de sol%cionar com tran3Nilidade os e3%ívocos aos 3%ais se entrego% em se%s e!cessos 3%ando encarnado= $omos convidados a trabalhar. s#o ampliadas s%as oport%nidades R medida 3%e amad%rece= = . retomando a palavra. dis ar"a as irradia"*es mentais 3%e partem de me% interior.ísico. absol%tamente= Mamos caminhando. regi*es de vibra"*es bai!íssimas. do lado de cáI .n#o podia dei!ar de perg%ntar novamente= . abrem-se inúmeras possibilidades de trabalho. como 3%e ensimesmado o% envergonhado= Mi 3%e %ma lágrima discreta descia de se%s olhos e so%be respeitar alg%ns min%tos de sil@ncio 3%e se estabelece% em nosso diálogo= Instantes depois. desse modo. por isso. a lei n#o imp*e so rimento a ning%(mA ela dá oport%nidades de repara"#o e resgate no desempenho de tare as digni icantes= ' so rimento ( res%ltado da mente c%lpada. g%erreiros.na carreira militar o% em alg%ma o%tra %n"#o 3%e lhes propiciasse o desenvolvimento de certas 3%alidades necessárias a %m g%ardi#o= Bo lado de cá. or?ando sit%a"*es a litivas em torno de si. a ordem e a harmonia. comprometidos com o ma% %so do poder e da a%toridade. o% libera-se da c%lpa= -esse caso. energ(tica o% espirit%al de pessoas e instit%i"*es. no m%ndo e!tra. caso se integre a %ma das e3%ipes de trabalho. s#o aproveitados com a e!peri@ncia 3%e ad3%iriram= 9ranscorrido o tempo nat%ral de transi"#o. o patrimQnio c%lt%ral e as instit%i"*es benem(ritas= '%tros espíritos. aper ei"oar se% conhecimento e ganhar mais e!peri@ncia= M%itos militares do passado. esta ind%mentária dá-me a possibilidade de reali1ar diversas tare asA sem ela. amortecendo-as. envolvo-me neste manto.Isso 3%er di1er 3%e ele dei!a de so rer as conse3N@ncias das altas cometidas na 9erra. apresentamos a esses espíritos a oport%nidade de se re a1erem emocional e moralmente= 9al oport%nidade s#o as atividades 3%e poder#o desempenhar do lado de cá da vida. trabalhando na3%ilo 3%e sabe e. o erecendo R vida o 3%e de melhor poss%ímos= 8os po%cos vamos reparando dentro de nós a3%ilo 3%e carece de conserto= -#o ( preciso estacionar em 1onas mentais de so rimento. tanto na de esa psí3%ica. o g%ardi#o bai!o% a cabe"a.

desenvolvendo estrat(gias de g%erra e comandando homens valorosos em diversas batalhas= -ote. por(m. 3%e . na de esa do bem e da pa1= 8manh#. na Primeira 7%erra M%ndial tive %m papel destacado. pro %ndamente marcantes em minha vida de espírito= Bo lado de cá %i convidado a ass%mir a dire"#o de %ma alange de espíritos. agora na Mesopot. mas. com o domínio e. as intrigas políticas e as habilidades estrat(gicas= 8d3%iri larga e!peri@ncia. tanto a1. só Be%s sabe como estaremos. decidi indagá-lo sobre o nome dado aos g%ardi*esO .C%anto ao nome adotado por mim. em o%tra reencarna"#o. ab%sei tanto do poder militar 3%anto da se!%alidade.Com rela"#o a se% passado espirit%al.+3u é %ma palavra com%m ao vocab%lário do Candombl( e dos demais c%ltos de in l%@ncia a ricana. e n#o apenas g%ardi#oI . na maioria. t@m a inalidade apenas de nos identi icarA n#o ( importante 3%e nos chamem deste o% da3%ele ?eito= Para mim. o g%ardi#o dei!ava transparecer a honra de ser merecedor da con ian"a e de tal investimento por parte de espíritos s%periores. pois dei!o a voc@s a inc%mb@ncia de se a?eitarem 3%anto ao termo empregado= -a <mbanda e no Candombl( somos chamados de e!%s. alhei= Horam sete as e!peri@ncias reencarnatórias em 3%e lidei com o poder militar e de comando. o general org%lhoso de 8le!andre. na de esa do bem e da pa1= -o antigo Egito. nada despre1ível= E nat%ral 3%e a3%i. na Idade M(dia. %sada tamb(m em alg%mas tendas de <mbanda= Mas os nomes. na posi"#o de g%ardi#o dos mist(rios antigos. m%itas ve1es. 3%e representa. como ?á lhe disse= Bas oport%nidades de lidar com o poder militar g%ardo na memória apenas essas ocasi*es Rs 3%ais me re eri= Cont%do.Be 3%al3%er orma. o Persa.Moc@ teve apenas e!peri@ncias reencarnatórias na área militarI . em o%tras do%trinas o% religi*es os nomes m%dam= -#o a1 di eren"a. o ab%so de a%toridade= '%tras tantas encarna"*es e% tiveA no entanto. ( interessante observar o sentido original do termo e3u. %i $ele%co. a 3%al. incl%sive. proc%ro cond%1i-los para o%tras batalhas. somos apenas g%ardi*es a servi"o do bem. seg%ndo ?%lgo.Por 3%e n#o. o%tras tantas ve1es estive na 9erra de posse de corpos ísicos 3%e me proporcionaram tantas o%tras a3%isi"*es para me% espírito= 8o recordar-me da e!press#o %tili1ada por Pai So#o.Por 3%e a denomina"#o de e!%. logo o poder me s%bi% R cabe"a e comecei a %tili1á-lo em me% próprio bene ício= Mais tarde.mia. o 7rande= Com ainda maiores rec%rsos R minha disposi"#o. crian"aI . depois da morte ísica. o princípio negativo do %niverso. os 3%ais ind%1i a %m massacre 3%e ainda ho?e me pesa na contabilidade espirit%al= Participei dos batalh*es de 9ito. tento 3%anto posso direcionar me%s t%telados para a tare a de de esa e prote"#o de t%do e todos 3%e representam o bem. e. re ere-se Rs diversas encarna"*es em 3%e e!perimentei a%toridade e poder e nas 3%ais. valentes g%erreiros 3%e e% mesmo comandei em diversas batalhas do passado= Go?e.responde%= . ?á com alg%ma e!peri@ncia ar3%ivada em minha memória espirit%al= -a 7r(cia. o belo e a bondade= ' espírito comove%-me com a história de s%a vida= -#o sabia o 3%e di1er diante das revela"*es tra1idas por ele= Com todo o respeito 3%e me havia inspirado. como 3%e para estr%t%rar se% pensamento. 3%e lhe motivo% a adotar o nome $ete. em oposi"#o a ori3á. posso conhecer %m po%co maisI . da ?%sti"a e da pa1= 8pós breve pa%sa. %tili1ei de maneira comprometedora= 9ive tamb(m a oport%nidade de comandar %m gr%po de bárbaros em o%tra vida. no conte!to da mitologia a ricana. inalmente. ass%mi o comando de %ma m%ltid#o de soldados. do lado de cá. portanto. %i %m dos soldados 3%e de endiam os templos da cidade dos araós. essas a 3%e me re iro oram marcantes.-ada tenho a esconder= Espero apenas 3%e minhas e!peri@ncias possam ser úteis para inspirar alg%(m mais.Be orma alg%ma. por ocasi#o da invas#o de Bario. em si mesmos. re erindo-se a $ete como %m de se%s meninos. o general romano 3%e invadi% Ser%sal(m no ano 26 d=C= -essa ocasi#o %i e% grande g%erreiro. m%ito ine!periente ainda. essa bagagem espirit%al e esse conhecimento se?am %tili1ados com vistas a a%!iliar= > da lei 3%e possamos reavaliar nossa cond%ta e a?%dar a3%eles 3%e no passado pre?%dicamos= Escolhi o nome $ete n#o por alg%m valor cabalístico.Em s%a e!press#o. 3%e tiveram e!peri@ncias semelhantes Rs minhasA m%itos deles. mas por3%e me lembra constantemente me% passado espirit%al= . 3%e lhe patrocinavam as condi"*es de trabalho= Prosseg%iaO . al(m de mim mesmo. %m deles em especial= 8li. hábil nas artimanhas da g%erra e conselheiro do portentoso o icial romano= -ovamente e!perimentei o poder militar 3%ando participei das Cr%1adas. $ete. resolvi perg%ntar-lhe algo maisO . 3%e por sete ve1es vivi de perto e intensamente o poder militar. disseO . logo. a g%erra.

seria a polaridade positiva= 's e3us s#o, por o%tro lado, entidades 3%e at%am como elemento de e3%ilíbrio e de liga"#o com o aspecto negativo da vida e com os seres 3%e se apresentam como marginais do plano astral= -%nca havia pensado por esse .ng%lo= ' soldado do m%ndo astral contin%o%O - -a verdade, E!% ( %ma or"a da nat%re1a, a contrapartida de 'ri!á= 9%do ( d%plo na nat%re1a, t%do poss%i a polaridade positiva e a negativaO homem e m%lher, masc%lino e eminino, l%1 e sombra o% Tan e Tin, na terminologia chinesa= $#o apenas d%as aces de %ma mesma realidade, %na, cósmica= 8ssim sendo, para a c%lt%ra a ricana, 'ri!á representa o lado positivo, en3%anto E!%, o lado negativo= RepareO ne ativo, e n#o mal. apenas o oposto, a polaridade= E!% ( or"a de e3%ilíbrio da nat%re1a= E a I or"a da cria"#o, ( o princípio de t%do, ( nascimento= E!% representa o e3%ilíbrio negativo do %niverso, o 3%e n#o 3%er di1er coisa r%im= E!% ( a c(l%la da cria"#o da vida, a3%ele 3%e gera o con lito, variadas ve1es= Re iro-me ao con lito 3%e promove o progresso do ser= E!% está presente, mais 3%e em t%do e todos, na concep"#o global da e!ist@ncia= -ada ( somente positivo, a e!ist@ncia em si tem dois lados opostos e, ao mesmo tempo, complementares= Isso ( E!%, na concep"#o de or"a da nat%re1a e na cosmologia a ricana= >, ainda, a propriedade din.mica de t%do 3%e poss%i vida= Como entidade reencarnante o% como espírito imortal, e!% representa a abert%ra de todos os caminhos e a saída de todos os problemas= E!% ( o g%ardi#o dos templos, das casas, das cidades e das pessoas, e tamb(m ( vaidoso e viril= > o intermediário entre os homens e os de%ses, na concep"#o a ricana= Entendi, com essa conversa, m%ita coisa 3%e antes n#o tivera coragem o% mesmo oport%nidade de perg%ntar= Creio 3%e o diálogo com o g%ardi#o a servi"o de So#o Cobú havia ent#o aberto minha cabe"a para meditar em m%itas coisas a partir da3%ele momento= Comecei a avaliar como os espirit%alistas, os espíritas e tamb(m m%itos %mbandistas, perdiam em conhecimento e sabedoria ao tratar os chamados e!%s de orma desrespeitosa o% preconceit%osa, red%1indoos a simples obsessores= Creio 3%e temos ainda m%ita coisa a pes3%isar no campo das realidades espirit%ais e 3%e n#o podemos, de modo alg%m, colocar %m ponto inal em certas 3%est*es= -o má!imo, no 3%e tange ao conhecimento de entidades espirit%ais, podemos acrescentar retic@ncias= 9omando mais %ma ve1 a palavra, o g%ardi#o complemento%O - Para n#o dei!ar dúvidas, crian"aO e!iste E!% como or"a da nat%re1a - portanto, %ma energia o% vibra"#o n#o encarnante - e e!istem os e!%s - entidades 3%e se agr%pam devido R a inidade com essa vibra"#o maior, 3%e ( a or"a o% vibra"#o E!%, o oposto de 'ri!á= -o me% caso, so% apenas %ma entidade, denominada e!%A como tal, agr%po em torno de mim o%tros espíritos, os g%ardi*es, 3%e s#o a ins com essa or"a maior, de pólo negativo, chamada E!%= $omos elementos de e3%ilíbrio para evitar o caos= E, certi icando-se de 3%e compreendi s%a e!posi"#o, concluiu: - 8gora, preste aten"#o= 'corre entre nós algo semelhante ao 3%e acontece em %m e!(rcito, no 3%al há os militares mais conscientes de s%as responsabilidades e tamb(m a3%eles recentemente alistados, sem consci@ncia t#o ampla assim= Be %m lado, temos os e!%s s%periores, g%ardi*es mais responsáveis, 3%e n#o se prestam a ob?etivos rívolos nem compact%am com os chamados despachos o% ebós, rec%rso compartilhado por ignorantes dos dois planos da vida= Be o%tro, est#o os e!%s menores, a3%eles 3%e poderíamos chamar de recrutas, e os g%ardi*es partic%lares, 3%e, n#o tendo ainda maiores esclarecimentos, s#o s%bordinados ao alto comando= -o entanto, todos t@m se% livre-arbítrio, e, ve1 por o%tra, esses g%ardi*es de vibra"#o in erior entram em sintonia com os homens e m(di%ns ignorantes, estabelecendo com eles %ma liga"#o energ(tica doentia o% in eli1= - > boa a analogia com as corpora"*es militares dos encarnados=== Bo soldado ao general, as responsabilidades variam m%ito= - Isso mesmo, crian"aP - e!clamo% o g%ardi#o= - C%anto a mim, esto% a3%i para a%!iliá-los na pes3%isa 3%e reali1am, mas at%o tamb(m como elo de liga"#o com os locais 3%e visitar#o a partir de agora= 8pós todas as minhas perg%ntas, o g%ardi#o de% por encerrada nossa conversa, indicando 3%e era hora de m%dar de atividade= <m po%co a astados permaneceram Pai So#o, Movó Catarina, Xallace e os demais g%ardi*es 3%e nos acompanhavam= 9odos sabiam respeitar a minha c%riosidade inata e a necessidade de conhecimento= ' Espiritismo e o magnetismo nos d#o a chave de %ma imensidade de enQmenos sobre os 3%ais a ignor.ncia tece% %m

sem-número de áb%las, em 3%e os atos se apresentam e!agerados pela imagina"#o= ' conhecimento lúcido dessas d%as ci@ncias 3%e, a bem di1er, ormam %ma única, mostrando a realidade das coisas e s%as verdadeiras ca%sas, constit%i o melhor preservativo contra as id(ias s%persticiosas, por3%e revela o 3%e ( possível e o 3%e ( impossível, o 3%e está nas leis da -at%re1a e o 3%e n#o passa de ridíc%la crendice= 4llan <ardec em O =ivro dos +sp!ritos. Poder oculto, talismãs e #eiticeiros, item HHH. 9- /!$CIA Dpág=&,/E Sá estávamos pró!imos ao terreiro ao 3%al nos dirigíamos, na Crosta= C%ando chegamos, o ambiente e!terno estava ervilhando de entidades e de pessoas encarnadas= <ma ileira de seres desencarnados, 3%e identi i3%ei como as alanges de g%ardi*es, ormava %ma esp(cie de m%ralha em torno da constr%"#o ísica= Era a alange de E!% - os g%ardi*es do templo= 8pro!imamo-nos vibratoriamente da tenda, 3%e se di1ia %mbandista= Creio 3%e, na verdade, a orma de c%lto 3%e presenciávamos ali era %m misto de <mbanda e Candombl(= ' bat%3%e era altoA os homens responsáveis pelos tambores pareciam em @!tase= -o meio do sal#o, todo en eitado com bandeirolas coloridas, %m círc%lo de pessoas dan"ava a música cadenciada= 's m(di%ns do terreiro, todos com vestes bastante coloridas, dan"avam sob a in l%@ncia dos ataba3%es e demais tambores, tocados n%m determinado ritmo= 8lgo estranho, por(m, acontecia na3%ele ambiente= <m a %m, os m(di%ns, de acordo com o c.ntico 3%e entoavam, em idiomas próprios de c%ltos assim, pareciam entrar em transe= Cont%do, n#o havia espíritos envolvendo-os= Be cada m(di%m do terreiro e!alava %ma cota intensa de ectoplasma, na orma de %m vapor l%minoso, 3%e pairava a se% redor= Movó Catarina, notando minha c%riosidade e a de Xallace, come"o% com as e!plica"*esO - Este n#o ( %m templo %mbandista= 's dirigentes desta tenda, n#o poss%indo maiores esclarecimentos sobre as leis da <mbanda, adotaram o nome sagrado e se a%todenominam %mbandistas= Mas, ve?a, Ângelo, 3%e ainda est#o presos a antigos rit%ais, de proced@ncia a ricana= Elementos como os ataba3%es, os c.nticos na líng%a ior%ba e os demais apetrechos 3%e observamos ?á denotam 3%e n#o ( %ma tenda %mbandista= 8 m%ltid#o 3%e comparece ao c%lto ( atraída pela música, os c.nticos e rit%aisA n#o há, entretanto, nenh%m ensinamento de ordem moral= 9amb(m se pode notar 3%e neste terreiro os m(di%ns c%lt%am os ori!ás R semelhan"a do Candombl(= -a <mbanda, ( di erente= Reconhecem-se apenas sete ori!ás, e os respeitamos como vibra"*es das or"as da nat%re1a= - 8s ro%pas coloridas di1em alg%ma coisa a respeito dos m(di%nsI - perg%ntei= - > %ma orma de identi ica"#oI - -este tipo de c%lto, cada cor representa %m ori!á, de acordo com o sistema de cren"as de nossos irm#os do Candombl(= Isso signi ica 3%e cada m(di%m está vestido com as cores associadas a se% santo o% ori!á= -a <mbanda, n#o se %tili1a este tipo de simbologia= 's m(di%ns %mbandistas %sam a ro%pa branca, como característica de simplicidade, e n#o entoam cantos rit%ais em idiomas 3%e n#o o port%g%@s, abolindo incl%sive o %so de ataba3%es= Mas n#o nos i!emos na apar@ncia= E!aminemos a simbologia dos ori!ás, para 3%e voc@ possa compreender o signi icado de cada %m= - $im, me% ilho - inter eri% Pai So#o= - E importante compreender o 3%e se?am os ori!ás e s%a at%a"#o no m%ndo= Y parte todo o rit%al e as práticas 3%e soam como e!cessos para nós, conv@m entender o 3%e está por detrás da alegoria= 'ri!á ( %ma or"a viva da nat%re1a, por ve1es con %ndido com os elementais 3%e se a ini1am com s%as vibra"*es= Podemos di1er 3%e ori!á ( %ma vibra"#o cósmicaA sendo assim, n#o se e3%ipara aos seres desencarnados 3%e incorporam em se%s m(di%ns= Como vibra"#o e energia primordial, os ori!ás tal e 3%al g%ardam determinadas características 3%e se assemelham m%ito Rs de certos santos do c%lto católico= Baí, a1 todo sentido o chamado sincretismo, aspecto m%ito marcante e interessante da c%lt%ra brasileira= Mas n#o signi ica 3%e os ori!ás se?am tais santos, absol%tamente= $#o princípios ativos, n#o encarnantes, e se porvent%ra a <mbanda %tili1a imagens de santos católicos para simboli1ar os ori!ás, ( apenas a im de estabelecer %ma cone!#o mental entre o povo e as verdades da <mbanda, atrav(s da cren"a pop%lar=

- -#o entendi m%ito bem - respondi= - Mamos citar e!emplos, me% ilho - torno% Pai So#o= - '!alá representa %ma vibra"#o 3%e ( responsável pela energia da pa1= 9amb(m está associado ao elemento masc%lino o% Tan , como 3%eira classi icar= Ieman?á, por s%a ve1, está ligada R ág%a, simboli1ando o elemento eminino= Por(m, '!alá n#o ( Ses%s, nem Ieman?á ( -ossa $enhora, como pode s%gerir o sincretismo= $e o c%lto %mbandista lan"a m#o das imagens de -osso $enhor e -ossa $enhora para representar os ori!ás 3%e lhes correspondem, ( em virt%de da necessidade pop%lar de %ma re er@ncia material para compreender as coisas espirit%ais= 's leigos, a pop%la"#o em geral teria di ic%ldade em entender o 3%e se?a %ma vibra"#oA ( %m conceito abstrato= -o entanto, 3%ando tais vibra"*es, como a pa1 e o elemento masc%lino, s#o representadas pela imagem de Ses%s, estabelece-se imediatamente %m ponto de contato entre o indivíd%o e a vibra"#o de se% ori!á= M%itos ainda precisam de elementos materiais para alcan"ar realidades 3%e est#o no plano in inito da cria"#o= - Isso mesmo - alo% Movó Catarina= - 8s semelhan"as de cada ori!á-vibra"#o com os santos católicos s#o apenas s%per iciais, simbólicas o% imag(ticas, poderíamos di1er, embora os seres canoni1ados pela Igre?a tenham tido, d%rante s%as vidas, características 3%e remetessem a este o% a3%ele ori!á= E!plicando melhorO sendo '!alá %ma vibra"#o do elemento masc%lino, positiva, or"a ativa e ec%ndante, assemelha-se, pois, a Ses%s, -osso $enhor, sob c%?a t%tela e orienta"#o a vibra"#o de '!alá at%a= Bo mesmo modo, os demais ori!ás, na <mbanda, s#o identi icados, con orme a vibra"#o de cada %m, com este o% a3%ele personagem reverenciado como santo= 8inda sobre a nat%re1a do ori!á-vibra"#o '!alá, vale di1er 3%e ( ele o responsável por reger o chacra coronário e está relacionado ao corpo mais s%perior do espírito, o s(timo corpo espirit%al, o corpo átmico, seg%ndo o setenário espirit%alista= Pai So#o contin%o% a e!plica"#oO - Ieman?á, 3%e, por s%a ve1, está associada ao elemento eminino, R l%a e Rs mar(s, representa a sensibilidade e a emo"#o= 8 vibra"#o de Ieman?á está intimamente ligada ao chacra rontal e ao corpo búdico, devido R %n"#o e Rs características dessas estr%t%ras= 8 seg%ir, temos a vibra"#o [ori, relacionada com o laríngeo e o corpo mental s%perior= JangQ, em s%a vibra"#o original, está associado ao chacra cardíaco e, por conseg%inte, ao corpo mental in erior o% concreto= Isso se deve ao ato de 3%e a vibra"#o JangQ, o% o ori!á JangQ, trad%1 ?%sti"a, e3%ilíbrio e verdade= 'g%m, 3%e poss%i %ma vibra"#o mais intensa, tem características 3%e se assemelham ao chacra %mbilicalA está na posi"#o vibratória do corpo astral, das emo"*es ortes e passionais= Sá '!óssi, ligado R nat%re1a e Rs lorestas, Rs c%ras e R or"a pr.nica, relaciona-se ao chacra espl@nico e, desse modo, ao d%plo et(rico, 3%e ( o harmoni1ador das energias da a%ra= Hinalmente, a vibra"#o de [orimá simboli1a os pretos-velhos e está associada ao chacra básico, pois as entidades 3%e vibram na orma de pretos-velhos trabalham com o ectoplasma e diretamente ligados R sabedoria e R manip%la"#o de l%idos densos= - Ent#o ( correto a irmar 3%e os ori!ás n#o s#o seres 3%e %m dia estiveram encarnadosI - Precisamente= $#o apenas vibra"*es= Cont%do, na <mbanda, e!istem entidades espirit%ais 3%e correspondem o% trad%1em essa vibra"#o= Classi icam-se como ori3ás menores, 3%e, por s%a ve1, se a1em representar por caboclos e o%tros espíritos 3%e habit%almente se apresentam na <mbanda, como pais-velhos e crian"as, estas, em alg%ns locais, conhecidas como erês. 's ori!ás menores s#o espíritos de seres 3%e %m dia estiveram encarnados, e s%a %n"#o ( sobret%do interpretar as leis e as vibra"*es originais dos chamados ori3ás maiores o% vibra"*es, 3%e citamos anteriormente= - Mas e!iste alg%ma di eren"a entre os ori!ás do Candombl( e a3%eles aceitos na <mbandaI - com certe1a, me% ilho - torno% Pai So#o= - -a <mbanda, aceitam-se apenas os sete ori!ás 3%e comentamos= 8 7mbanda respeita a ri3%e1a do c%lto a ro, representado no Candombl(, mas o re erencial para os trabalhos %mbandistas s#o apenas os sete principais ori!ás-vibra"#o originais, 3%e representam tamb(m os sete planos vibratórios do %niverso, os sete chacras e os sete corpos espirit%ais= - 8gora, de volta ao 3%e conversamos há po%co, este terreiro a3%i ( o% n#o %ma tenda de <mbandaI - Como lhe disse, embora nossos irm#os %tili1em o sagrado nome da <mbanda - oi a ve1 de Movó Catarina - n#o det@m a aumbandhã, o% se?a, a lei maior concedida R h%manidade= Presenciamos %m rit%al comple!o e podemos notar 3%e ainda se encontram n%m estágio de

Irm#o de 'g%m.Gá ainda o%tro aspecto a analisar= Considerando alg%ns dos ori!ás mais conhecidos no Frasil. poderosas e a%toritárias= Indivíd%os 3%e podem ser i(is e de lealdade absol%ta em certas circ%nst.ncias. tanto na <mbanda 3%anto no Candombl(. n#o pensam d%as ve1es antes de se e!pressar. altivas e conscientes de s%a import. protagonistas de m%itas histórias. ar3%etípico= Por e!emploO o ar3%(tipo de 'g%m ( o das pessoas en(rgicas.prosseg%i% Pai So#o= . imaginários= Mivem . 3%e pode levá-las a múltiplas e re3Nentes avent%ras amorosas e!tracon?%gais. 'g%m ( o ar3%(tipo das pessoas impet%osas e arrogantes. 3%e. como or"a cósmica= -#o abordaremos 3%est*es do%trinárias nem a narrativa mitológica 3%e envolve os ori!ás. R semelhan"a dos de%ses gregos= Pre iro en ocar os ori!ás sob o ponto de vista psicológico.transi"#o entre o Candombl( e a <mbanda= 8ssim como e!istem m%itos centros 3%e se intit%lam espíritas e n#o o s#o. sem reserva nem dec@ncia. Rs ve1es brig%entas e imp%lsivas= Perseg%em se%s ob?etivos sem se desencora?ar acilmenteA nos momentos di íceis.ncia. %m belo dia. com pai!#o pelas ?óias. esclarecendoO . %m tanto mórbida= Podem atingir sit%a"*es materiais inve?áveis e re?eitar. 3%e tendem a melindrar os o%tros por certa alta de discri"#o. est#o sempre em b%sca de novas descobertas e novas atividades. ortes. sempre em alerta e em movimento= Cheias de iniciativa. ori!á do amor.E!aminemos '!óssi . ato 3%e n#o as impede de contin%ar m%ito ci%mentas com se%s maridos. o preto-velho contin%o%O . como se cost%ma di1er. tem comportamento emocional e social. alg%mas ve1es. tri%n am onde 3%al3%er o%tro teria abandonado o combate e perdido toda a esperan"a= 's #ilhos de 'g%m. todas essas vantagens. alegando certos escrúp%los. c%?o comportamento ?á oi tema de ilmes e músicas de nossos irm#os encarnados= ' ar3%(tipo de Ians# ( o das m%lheres a%daciosas. o ar3%(tipo de '!óssi ( bem diverso= Representa as pessoas espertas. real o% s%posta= Podem ser grandes cavalheiros. '!%m. dei!am-se levar a mani esta"*es da mais e!trema cólera= $#o m%lheres de temperamento sens%al e vol%pt%oso. corresponde a $#o :á1aro= ' ar3%(tipo de 'm%l% ( o das pessoas com tend@ncias maso3%istas. violentas e incontroláveis= Por isso JangQ ( associado ao trov#o= 's ilhos de JangQ em geral poss%em %m senso de ?%sti"a m%ito ap%rado= 8pós alg%ns instantes para 3%e p%desse a1er minhas anota"*es. senhores corteses. 'bserve o rit%al dos ori!ás e como ele se desenrola= Gá alg%m tempo. e% permanecia de olho no 3%e se passava no terreiro= -a realidade. mas preoc%pam-se m%ito com os o%trosA s#o s(rias e maternais= E!iste o%tro ori!á c%lt%ado no Candombl( 3%e tamb(m ( m%ito conhecido= Halo de 'm%l%.Gá o%tros ar3%(tipos associados R ig%ra emininaI . nesses casos. mesmo sob o risco de o enderem as pessoas com as 3%ais se relacionam. dos 3%ais tiram %ma satis a"#o íntima.<m ori!á m%ito conhecido pelo Frasil a ora ( Ieman?á. era %m barracão. no sincretismo. per %mes e vestimentas caras= > o tipo das m%lheres 3%e s#o símbolos de charme e bele1a. rigorosas. tanto 3%anto tipo ísico bem distintos= ' ar3%(tipo de '!%m ( o das m%lheres graciosas. por(m mais reservadas e re inadas 3%e as do tipo psicológico Ians#= . mesmo conversando com as entidades amigas. 3%e gostam de e!ibir se%s so rimentos e triste1as. em o%tros momentos. representativo da polaridade eminina por e!cel@ncia= 8s ilhas de Ieman?á cost%mam ser vol%ntariosas. impet%osas e arrogantes= Ha1em-se respeitar e s#o ?%stas. tamb(m vol%pt%osas e sens%ais. dei!am-se poss%ir por crises de cólera. 3%ando alg%(m lhes presta servi"os= Hrancos e sinceros ao e!tremo. s#o indivíd%os de h%mor m%tável e transitam com nat%ralidade de %riosos acessos de raiva ao mais tran3Nilo dos comportamentos= Hinalmente. mas n#o toleram a menor contrariedade e. termo do 3%al tomei conhecimento e 3%e ( próprio do Candombl(= Pai So#o de% seg%imento a nossa conversa. protetoras. 3%ando contrariadas em se%s pro?etos e empreendimentos. assim tamb(m ocorre com a %tili1a"#o do nome 7mbanda. rápidas. por elas mesmas enganados= Por o%tro lado. altivas e. devido R s%a e!trema ran3%e1a= -este ponto. mas bastante ormais= 9@m o hábito de por R prova as ami1ades 3%e lhe s#o devotadas. tamanha a comple!idade da c%lt%ra ligada a eles= . donas de notável agilidade. na mitologia.'%tro tipo psicológico digno de est%do por parte dos psicólogos ( Ians#. mas poss%em grande senso de responsabilidade e de c%idado com a amília= Podemos citar tamb(m o tipo psicológico JangQ= ' ar3%(tipo desse ori!á ( o das pessoas vol%ntariosas e en(rgicas. mas 3%e. podemos identi icar algo especial no comportamento das pessoas 3%e nascem sob a in l%@ncia o% se sintoni1am com este o% a3%ele ori!á. pareciam-me in initas as possibilidades de interpreta"#o do conhecimento dos ori!ás.

Menha a3%i dentro . e representado pela ig%ra de Ses%s. 3%e assistia a t%do. me% entendimento se dilatava= $inceramente. há tamb(m e!peri@ncia s% iciente para dar pro %nda interpreta"#o psicológica ao conteúdo místico do c%lto aos ori!ás= Por alg%m tempo.' 3%e voc@ v@ neste alg%idar de barro ( %m condensador energ(tico= ' ebó o% a o erenda cond%1 %ma esp(cie de energia mental coag%lada.'lhe bem. real. o Pai-de-santo. ?amais havia pensado 3%e o c%lto aos ori!ás p%desse ser visto sob a ótica da psicologia= Essa e!plica"#o era algo novo para mim= -a verdade. parecia concentrar-se= . seg%rando velas. sem reclamar. poss%íam valor simbólico= 9ransportadas sob palmas e c. passei a reverenciar com mais pro %ndidade a sabedoria dos pretos-velhos 3%e nos acompanhavam= $#o verdadeiros psicólogos espirit%ais. re%niam-se alg%mas pessoas= <m gr%po di erente se ormava= Gavia %m círc%lo de homens e m%lheres e no centro.9alve1 voc@ possa chamá-lo assimA entretanto. chamadas al uidares. a despeito das convic"*es pessoais e dos arg%mentos racionais= 9odavia. respeitáveis e reservadas.alo% Pai So#o= . dis ar"ados na apar@ncia simples do negro. o 3%e ocorrerá= Bei!amos as cantigas e a esta para os ori!ás e nos dirigimos a %m o%tro aposento. en3%anto o%tros vinham logo atrás.> o eiticeiroI .perg%ntei= . con orme me indicara Xallace. sabem aceitar. a3%ilo 3%e e% presenciava na orma e!terna do c%lto parecia destoar do conhecimento transmitido pelo preto-velho= 'bservava agora a parte material. R meia l%1. observando a dan"a dos m(di%ns da3%ele terreiro= 8s pessoas dan"avam sob a in l%@ncia dos tambores= 8lg%mas carregavam bacias de barro com apetrechos do c%lto. onde. 3%al (I . portavam todo o conteúdo materialA sim%ltaneamente. os res%ltados amargos m%itas ve1es daí decorrentes= Y medida 3%e Pai So#o e!plicava s%a vis#o psicológica do pante#o de de%ses e ori!ás. como %m potente condensador o% coag%lador de energias= C%ando o responsável pelo c%lto reali1a a entre a da o erenda. compactada. canali1ando s%as energias mentais para 3%e se ac%m%le nos apetrechos rit%alísticos. aliam s%a sabedoria ao conhecimento ancestral= -o caso de Pai So#o. et(rico do chamado ebó.o pai-de-santo chamo% alg%(m.Este ( o representante desta com%nidade . permanecia ignorado por a3%eles próprios 3%e praticam esses rit%ais= 8s tais bacias. 3%e nos leva a classi icar todo esse material.a so rer por problemas 3%e ?amais ocorrer#o= . se% sentido oc%lto.E a personalidade ar3%etípica de '!alá.'!alá. 3%e nada pode abalar= Modi icam se%s planos e pro?etos para n#o erir s%scetibilidades alheias. ora do círc%lo de iniciados= Menha a3%i e vomite neste sapo toda a s%a indigna"#o e raiva= ' homem 3%e adentrara o ambiente era o %m senhor de apro!imadamente . a partir desse momento. Movó Catarina esclarece%O . dotadas de or"a de vontade in3%ebrantável. 3%e a1 parte desse tipo de rit%al. as pessoas 3%e a1iam o círc%lo em torno dele pareciam re1ar n%ma líng%a desconhecida para mim= $ó p%de entender o 3%e a1iam por3%e se%s pensamentos alavam mais alto 3%e s%as palavras= Be repente o homem no centro do círc%lo e1 %m sinal com a m#o direita e todos se calaram= . Ângelo .alo% Pai So#o= . no o%tro barrac#o. eiti"o o% o erenda= 'bservemos agora. visível aos olhos dos encarnadosA em grande parte das ve1es. %m homem vestido com estranhas vestes nas cores preta e vermelha= . i3%ei t#o imerso nas e!plica"*es do preto-velho 3%e 3%ase me abstraí do ambiente.nticos dos i(is. tinha nas m#os %m sapo de cor m%ito estranha= En3%anto isso. ( %m ori!á 3%e merece ser pes3%isado em s%as mani esta"*es psicológicas= ' ar3%(tipo de '!alá ( o das pessoas calmas e dignas de con ian"a. e!-escravo= Conhecedores do so rimento h%mano. imediatamente orma-se no astral %ma contraparte et(rica do ob?eto= > nessa contraparte o% d%plicata astral 3%e s%bsiste todo o conteúdo energ(tico. animais sacri icados e garra as com bebida= Bepois de o%vir as e!plica"*es psicológicas do espírito So#o Cobú. levavam as o erendas 3%e seriam entreg%es Rs entidades 3%e c%lt%avam= -otando minha c%riosidade. mais reservado. sincreti1ado.6 anos de idade= $%a e!press#o isionQmica di1ia a respeito do v%lc#o de emo"*es 3%e era se% interior= 9omando o sapo nas m#os. esse n#o ( o nome mais apropriado= Mas atente bem para o 3%e ocorrerá= Moc@ poderá e!trair alg%mas li"*es proveitosas= 'lhei mais detidamente e vi 3%e o homem.

no barrac#o. com toda a raiva 3%e está g%ardada dentro de voc@=== . Ângelo. 3%e os dois homens est#o em processo evidente de magneti1a"#o do sapo.ncia em torno de si.$aía da cabe"a e da regi#o do estQmago do homem %ma rede negra de l%idos densos. o ob?eto material %tili1ado no rit%al tem po%ca import. 3%e. gravitará em torno do indivíd%o visado. por si só. %nciona como %ma m%leta psí3%ica. o ódio do homem 3%e pede a vingan"a ( trans ormado em p%ra vibra"#o magn(tica= ' sapo ac%m%la a energia in erior e!alada por ambos= -este caso. e assim procedi= -otei 3%e a d%plicata astral dos ob?etos magneti1ados irradiava %ma estranha s%bst.alo% Pai So#o .Me% patr#oP 83%ele miserávelP . pelo homem 3%e i1era o eiti"o= Movó Catarina pedi% para i!ar mais a aten"#o. no ambiente astral. por trás de toda a op%l@ncia e a apar@ncia rica das estividades.Biga. %ma n(voa de mat(ria ectoplásmica= Pai So#o esclarece%O .C%al ( o nome deleI Hale e descarreg%e todo o ódio 3%e ( capa1=== .9oda ve1 3%e alg%(m a1 determinada manip%la"#o magn(tica %tili1ando ob?etos materiais e concentrando neles s%a energia mental e emocional. %ma trama de graves conse3N@ncias= .8lberto -og%eiraP . ( abominável= 8liado R notável capacidade mental e anímica do pai-de-santo. nosso irm#o 8lberto -og%eira. neste caso. mas as vibra"*es 3%e emitia eram ainda mais ass%stadoras= Besta ve1 oi Pai So#o 3%em e!plico%O . %ma d%plicata et(rica para a 3%al s#o trans eridas as energias ac%m%ladas. na3%ela mesma noite. ormando %ma d%plicata dos apetrechos %tili1ados. se?a bom o% mal.ntanos. 3%e serve de m(di%m. e!traído dos locais e da podrid#o onde vive= 8 %tili1a"#o desse animal n#o ( aleatóriaO ( o pre erido dos magos negros encarnados para a reali1a"#o deste tipo de imanta"#o magn(tica 3%e. orma-se imediatamente. tinham conhecimento acerca do 3%e se passara ali dentroA parece 3%e somente alg%ns mais chegados ao eiticeiro sabiam de s%as artimanhas= 83%eles 3%e dan"avam e cantavam para os ori!ás n#o imaginavam 3%e.responde% a3%ele senhor= . da pessoa 3%e se dese?a pre?%dicar. a partir de ent#o.' ódio ac%m%lado pelo in eli1 companheiro contra se% patr#o será trans ormado e condensado na estr%t%ra energ(tica do sapo= 8liás. a 3%e denominamos endere"o vibratório= 8 vis#o sim%lt. para o 3%al se destina o encantamento. 3%e a%!ilia a mente na cria"#o da d%plicata et(rica= -essa d%plicata ( 3%e reside todo o conteúdo energ(tico e emocional. serve como condensador energ(tico= .o pai-de-santo era dotado de imensa or"a mental= . 3%e poderia ser identi icado como a área de abrang@ncia astral da3%ele terreiro= Estavam como 3%e em eb%li"#o= Gavia %m mar de l%idos de cores cin1a e verde . no plano ísico.nea da3%ilo 3%e o preto-velho relatava era aterradora= Ele prosseg%iaO . 3%e. 3%e se entrela"ava com a energia mórbida e!alada das narinas e da boca do pai-de-santo= 8 cena era horripilante= Movó Catarina toco%-me de leve e el%cido%O . 3%e. n%tre-se e e!ala %ma esp(cie de l%ido mórbido. de padr#o id@ntico R 3%e oi manip%lada a3%i. o% se?a. o 3%e s%cede no plano astral com rela"#o aos l%idos agl%tinados em torno do sapo.' homem estava des ig%rado. terá %ma vida real. Ângelo. como voc@ pode perceber= -a verdade.C%em voc@ 3%er pre?%dicarI . embora estr%t%rada nas vibra"*es próprias do ambiente astralino= 8 d%ra"#o de s%a e!ist@ncia será proporcional R vontade do magneti1ador.instigava o Pai-de-santo= . me% ilho. at( 3%e o ere"a condi"#o avorável para 3%e os l%idos mórbidos se?am por ela absorvidos= 8 a%ra da pessoa en eíti"ada o% visada pelo processo obsessivo sentirá o . bem como ao conteúdo emocional emitido na hora do encantamento e mantido posteriormente= Essa energia icará s%spensa em torno do endere"o vibratório. bene icia o% maltrata a nós próprios= Me?amos agora. se trans orma na3%ilo 3%e chamamos de endere"o vibratório= Ele ( o alvo da trama diabólica= 8pós a magneti1a"#o. ( o condensador das energias vibradas neste episódio in eli1= $aímos todos do terreno correspondente R3%ela casa. delineava-se.' d%plo astral. como sabemos. R s%a disciplina mental irme e persistente.ncia= Ele ( apenas %m ac%m%ladorA portanto. como dissemos. irradiando permanentemente energia in erior. ambos saíram do cQmodo privativo= Po%cos. 3%e se agl%tinavam. entre os presentes.tenta ignorar as leis de ca%sa e e eito e acredita 3%e ele próprio está acima dessa lei= 8 chamada lei de retorno vibratório atalmente ará com 3%e ambos recebam de volta %ma determinada cota de energia. charcos e lamas= Portanto. %ma estranha mist%ra -.Repare. e l%t%amos para %ma regi#o acima do ambiente= 'bservei os l%idos 3%e envolviam o local.-osso irm#o magneti1ador . o sapo ( %ma esp(cie 3%e sobrevive nos p. nesta noite= 9%do o 3%e emitimos a partir de nossa mente.

contin%o% Pai So#o . n#o melhoram= Por 3%@I Por 3%al ra1#o essas pessoas passam anos e anos tratando-se em re%ni*es de desobsess#o e n#o alcan"am res%ltados satis atóriosI $erá 3%e isso se deve ao ato de 3%e n#o se re ormaram interiormenteI . sem alcan"ar a e!plica"#o das ca%sas e das leis 3%e reg%lam as ocorr@ncias= . torna-se m%ito ácil 3%e l%idos energias in ecciosas se?am absorvidos pela a%ra de 3%al3%er pessoa= . at( por3%e a dita re orma Vntima n#o ( t#o elementar. essas egr(goras de vibra"#o barQntica podem d%rar s(c%los sem ser cons%midas o% desagregadas= Para citar %m e!emplo. aos 3%ais os indivíd%os por ve1es se entregam. o% de povos mais antigos ainda. desenvolveram capacidade espantosa de estr%t%rar d%plicatas astrais. proc%re se es or"ar para re orm%lar s%as tend@ncias e se%s comportamentos e siga direitinho as receitas prontas de santi ica"#o comp%lsória 3%e vemos por aí= E.Por %m tempo m%ito longo.E como se a1 ent#o para desmanchar o tal en eiti"amento o% destr%ir a ca%sa geradora de todo esse malI Fasta ao indivíd%o modi icar s%a intimidade e se%s comportamentosI . e somente na presente encarna"#o ( 3%e a d%plicata astral despe?a se% conteúdo mórbido na a%ra do endere"o vibratório= Magos negros do antigo Egito o% Mesopot. de acordo com a sensibilidade do indivíd%o e a or"a geradora do principio mórbido= . está emitida a senten"a= -o %ndo. Ângelo . a vibra"#o o% sintonia individ%al= Por o%tro lado.-#o ( t#o simples assim. em resposta Rs agress*es ambientaisA pode mesmo comparar essa pelíc%la protetora 3%e envolve o indivíd%o com a tela et(rica= <ma ve1 a etado o campo et(rico pelas ca%sas citadas.mides. t@m d%ra"#o de s(c%los.an%i% o pai-velho= . 3%e elaboraram as amosas pir. 3%e avorece a absor"#o do morbo l%ido= -o instante em 3%e há essa abert%ra.os dirigentes das re%ni*es mediúnicas e do centro di1em simplesmente 3%e o indivíd%o n#o está a1endo s%a parte= E pronto. Rs ve1es. m%itas ve1es. contagiosas e demais elementos in ecciosos s#o despe?ados sobre a a%ra o% campo magn(tico individ%al= 8 tela atQmica o% et(rica do indivíd%o. literalmente se rasga e ( a etada= > m%ito semelhante ao 3%e ocorre com a camada de o1Qnio em torno da 9erra. e lamentavelmente. at( 3%e se?a inteiramente absorvidaI . basta recordar o 3%e ocorre% com as maldi"*es dos araós= 's magos egípcios. no %ndo. a1em com 3%e ha?a %m rebai!amento vibratório.> verdade. Ângelo.Imagine 3%e. os centros espíritas e agr%pamentos mediúnicos n#o t@m por hábito est%dar os mecanismos da chamada magia negra.mia.E d%rante 3%anto tempo a d%plicata astral gravitará em torno do campo mental do endere"o vibratório.impacto violento das vibra"*es como danos mais o% menos pro %ndos. Rs ve1es= Gá casos em 3%e o encantamento o% en eiti"amento oi eito há s(c%los.Esses bols*es de energia mórbida o%. como acontece repetidas ve1es.mides se esgoto% por completo nas a%ras dos primeiros visitantes= 8 história registra os atos. as obias e mesmo os comportamentos ditos desregrados.Ent#o essas energias poder#o permanecer tanto tempo assim sem serem dil%ídas o% absorvidas pelos elementos da nat%re1a astralI . detonaram o conteúdo das d%plicatas astrais mantidas na3%ele ambiente d%rante s(c%los e mil@nios= <m a %m oram apresentando en ermidades e mortes consideradas misteriosas= ' l%ido nocivo ac%m%lado nas próprias pir.-at%ralmente temos 3%e considerar as de esas psí3%icas de cada %m. no presente caso. dos en eiti"amentos e temas similares= . ?á no s(c%lo !.perg%ntei= .$erá 3%e i1eram s%a parte no tratamentoI . estr%t%ra 3%e se locali1a entre o d%plo et(rico e o perispírito e ( responsável pela de esa psí3%ica e im%nológica.E 3%ais condi"*es avoreceriam a descida vibratória do l%ido mórbido para o indivíd%o em 3%est#oI .maras mort%árias. tomar passes e modi icar s%as atit%des e padr*es de comportamento= Mesmo assim procedendo. o cúm%lo energ(tico o% borr#o astral de energias densas. independentemente de as intelig@ncias 3%e as geraram ?á terem reencarnado várias ve1es= = . a angústia. as pessoas em geral est#o s%?eitas a estados psí3%icos e emocionais m%ito oscilantes em se% dia a dia= 8 depress#o. criaram cúm%los energ(ticos conhecidos como maldi"*es pela cren"a pop%lar= C%ando os desbravadores e ar3%eólogos adentraram as c. o% os anteriores a eles. n#o melhore= Em casos como esse . 3%e o ará compreender melhor. mesmo assim. o indivíd%o se modi i3%e. com se% magnetismo= $#o cria"*es mentais t#o ortes e permanentes 3%e. como di1em nossos irm#os esot(ricos. como 3%erem alg%ns= Me?a 3%e m%itas pessoas 3%e proc%ram as casas espíritas e %mbandistas s#o orientadas a a1er preces. n#o ( isso o 3%e ocorre= Be maneira geral.

3%e desconhecem a realidade dos eiti"os= 8í pai-velho perg%ntaO de 3%e adianta a tentativa de do%trina"#o das entidades envolvidas em casos semelhantes. gravitando em torno de se%s endere"os vibratórios . 3%e at( a ísica 3%. insigne representante das or"as s%periores. os m(di%ns. c%?as d%plicatas astrais ainda n#o oram desativadas pela a"#o do tempo= -a presente encarna"#o. ainda.8inda 3%e se tenha @!ito.-%nca imaginei 3%e por tra1 de processos obsessivos havia tanta ci@ncia e tamanha comple!idade= . do%trinando-se o chamado obsessor. esse tipo de magia antiga com conse3N@ncias at%ais ( conhecido como arquepadia. E. n#o at%ali1am se%s conhecimentos nem s%a metodologia de desobsess#o= Paralisaram-se nas intermináveis do%trina"*esA m%itos deles desconhecem incl%sive a e!ist@ncia e o %ncionamento dos campos energ(ticos. t@m se capacitando cada ve1 mais em s%a metodologia de a"#o= Memos ho?e a %ni#o de antigos magos negros com cientistas desencarnados inescr%p%losos. há at( mesmo os encantamentos reali1ados no passado distante. pes3%isa e dedica"#o ao desenvolvimento dos poderes da mente.8creditamos 3%e os m(di%ns da at%alidade n#o se at%ali1aram= 8s trevas. 3%e se re erem a con litos pregressos 3%e emergem na presente encarna"#o. n#o 3%er est%dar e. 3%e ( din.prosseg%i% So#o Cobú= .Como agir diante de t%do isso. a implanta"#o de aparelhos parasitas. 3%e se di1em mentores.mica e progressista= . me% ilho. se os m(di%ns desconhecem em absol%to os mecanismos da manip%la"#o energ(ticaI . ascina"#o e s%b?%ga"#o. ainda encarnado= Be lá para cá. me% ilho=== .'bservando casos semelhantes. portanto. como ( conhecido no meio espírita e %mbandista. em virt%de da grande carga de preconceito reinante no meio espírita.In eli1mente. as síndromes de resson.ncia com o passado. torna-se incapa1 de lidar com os casos classi icados como obsess*es comple!asI > necessário aceitar 3%e algo e!iste e 3%e o desconhecemos. com palavras decoradas do Evangelho.retorno% Pai So#o= . nego% a e!ist@ncia da possess#o.E!atamente . ca%sando s(rios pre?%í1os= -o 3%e tange R constit%i"#o isio-astral do ser h%mano. como dissemos. 3%e n#o conhece.8 obsess#o. como esse caso 3%e est%damos. a comple!idade da magia negra e a din. em m%itas ocasi*es. da vontade e de %ma disciplina mental irme e .Pois (. a desenvolver aparelhos parasitas= $#o os modernos ac%m%ladores energ(ticos e mentais.ntica ?á revelo%= 's campos de or"a. em certas ocasi*es. vemos 3%e n#o há apenas %m envolvimento de entidades consideradas simples obsessores= E!iste a at%a"#o de magos negros desencarnados o% encarnados e. me% ilho .Hre3Nentemente o obsidiado. constit%i-se no mal do s(c%lo= 's campos de or"a de bai!a vibra"#o. ( 3%ase %ma heresia alar sobre o ass%nto= E!istem at( espíritos. s#o apenas alg%ns pontos 3%e merecem mais aten"#o= Gá.8liás. n#o melhora= $erá 3%e esse ato n#o se deve R imat%ridade do agr%pamento mediúnico. m%itas di ic%ldades est#o al(m dos processos de obsess#o simples. as ar3%epadias. m%ito distante da ci@ncia espírita. s%bmissos Rs orienta"*es de se%s diligentes encarnados.retorno% o espírito amigo= . está a1endo s%a parteA cont%do. n%m círc%lo echado de pensamentos e!cl%sivamente religiosos. distante. Pai So#oI . ( preciso especiali1a"#o. em diversos locais. o indivíd%o permanece so rendo com a reperc%ss#o vibratória de algo 3%e oi reali1ado em encarna"*es anteriores= -os est%dos de apometria. apontados por Tardec e conhecidos no movimento espírita em geral= Imagine 3%e o próprio codi icador. Ângelo.concl%í= . sem precedentes= Por 3%e haveria de ser di erente com a metodologia das trevasI Como e% disse antes. transcorreram mais de &. 3%e os cientistas das sombras implantam diretamente no sistema nervoso de s%as vítimas= .6 anos= ' progresso material em todas as áreas oi notável. as d%plicatas astrais permanecem ativas e. sem conteúdo apreciável nem viv@ncia real= Precisamos %rgentemente at%ali1ar a metodologia de trabalho em nossas re%ni*es o% contin%aremos andando em círc%lo. seg%ndo companheiro de elevada estirpe espirit%al. para haver modi ica"#o e capacita"#o= Gá 3%e se abrir a mente para a realidade da magia negra e dos processos de manip%la"#o energ(tica= ' pai-velho e1 %ma breve pa%sa e volto% a comentar o ass%ntoO .mica de a"#o dos aparelhos parasitas s#o temas 3%e deveriam estar na ordem do dia= Pretendem abordar magos das trevas e cientistas end%recidos. as trevas at%ali1aram se%s mecanismos e m(todos de in l%encia"#o= Precisamos estim%lar nossos irm#os espíritas ao est%do cientí ico e despreconceit%oso= -o capít%lo das obsess*es comple!as. hábeis na manip%la"#o da t(cnica astral. 3%e oi admitida por ele mais tarde. ass%ntos tratados nos est%dos de apometria.

onde as vigorosas energias desencadeadas p%deram ser de grande valia para o est%do e a medita"#o de todos nós= Me%s pensamentos ervilhavam em me% c(rebro perispirit%al. contida em VO =ivro dos /édiunsI com os #atos relatados na V8evistaI P+sp!ritaQ. apresentam nuan&as de intensidade e dura&ão e3tremamente variadas. 3%e irradiava de cada %m de se%s ilamentos %ma l%minosidade s%ave e agradável. Xallace e e%. também. o% mesmo presenciar a a"#o de gr%pos mediúnicos para a liberta"#o das pessoas envolvidas nas chamadas obsess*es comple!as= . sobre as criaturas de quem se apoderam.alo% Xallace= . 6 s" os pretos%velhos que vai lá e torna a voltar. inspirando-nos serenidade. Movó Catarina. Bei!o%-me alerta= 's acontecimentos se precipitaram= $e compararmos 1. re a1endo nossas energias= .Permanecemos m%ito tempo sob o impacto das vibra"*es in eriores. Est%dos sobre os possessos de Mor1ine Dartigo IIE= . 8llan Tardec em 4 Obsessão. levaria m%ito tempo a digerir= E ainda havia mais=== Entretanto. 3%e a t%do observava atentamente= -Moc@ terá s%a oport%nidade. Xallace sai% de se% sil@ncio com lágrimas nos olhos e disseO . Precisamos nos e!por em virt%de das necessidades de est%do e aprendi1ado. ?%ntamente com os g%ardi*es 3%e nos assessoravam.5RA Dpág=&2&E -ossa pe3%ena caravana dei!o% para trás a3%ele campo de trabalho. en3%anto a1ia anota"*es e rabiscava alg%mas observa"*es para transmiti-las aos amigos encarnados no momento oport%no= Era noite ainda. s%as mentes pro?etam vibra"*es intensas e poderosas. veremos que a a&ão dos maus +sp!ritos.A #%CNICA DA S!.2 a teoria da obsessão. e assim se estabelece %ma ponte entre nós e as com%nidades elevadas do plano espirit%al= -otei 3%e milhares de ilamentos do%rados pareciam l%t%ar R nossa volta= Eram minúsc%los. própria do pes3%isador. agora. en3%anto eles entoam se% ponto de irme1a. 3%e. do 8lto= Ha1 vibrar o ambiente astral no 3%al nos movimentamos.-ossos amigos entoam o chamado ponto de 8r%anda= > %ma evoca"#o das alanges espirit%ais Rs 3%ais pertencem= 's l%idos 3%e se agl%tinam em s%as a%ras e nas nossas. 3%ase microscópios. de acordo com o estado moral da pessoa. e nin uém vai lá.vigorosa= . 3%e reperc%te . os l%idos atmos (ricos vibravam de maneira pec%liar. Ângelo . o espírito do ?ornalista estava ativo dentro de mim= 8 c%riosidade. que lhe dá acesso mais ou menos #ácil. en3%anto e% observava o sil@ncio elo3Nente de Xallace. con#orme o rau de mali nidade e perversidade do +sp!rito e. 3%ando desli1ávamos na atmos era absorvendo o ar re rescante= Besta ve1 e% n#o sabia para onde estávamos indo= Pai So#o. s#o elementos vibratórios enviados das com%nidades espirit%ais do Mais 8lto= 8o entoarem a cantiga de 8r%anda.ncia de nos retemperar nas vibra"*es ben a1e?as= 8 música cantada pelos pretos-velhos estabelece %ma ponte de liga"#o com a3%eles espíritos 3%e nos t%telam.E% gostaria m%ito de observar como esses trabalhos de magia e o%tros semelhantes s#o des eitos. Ângelo . mas..9enha calma.disse Movó Catarina. ao mesmo tempo em 3%e eram atraídos pelas a%ras desses companheiros abnegadosO 4ruanda é lon e.. 3%e e% n#o havia presenciadoI Imaginei 3%e t%do a3%ilo 3%e vira ?%nto dos companheiros espirit%ais ora %ma carga enorme de conhecimento. nos dirigíamos a %m local 3%e somente as entidades 3%e se apresentavam como pretos velhos conheciam= Pai So#o e Movó Catarina entoavam %ma música di erenteA R medida 3%e cantavam. de initivamente. conv(m 3%e observemos o%tros detalhes interessantes e 3%e servir#o para se%s est%dos= Misitaremos o%tro local 3%e certamente despertará s%a c%riosidade= $erá 3%e haveria algo mais.. por(m n#o podemos desc%idar da import. no entanto somavam-se %ns aos o%tros= Frilhavam intensamente em torno de nós e ormavam %ma rede iníssima..

> claro 3%e isso ocorre com inúmeras casas espíritas= 9odavia. era bastante agradável. visando ao bem-estar com%mA isso. p%ra e simplesmente. por sermos adeptos ervorosos da interpreta"#o espírita codi icada por 8llan Tardec. da música e dos c. Ângelo. %ma alga1arra. assentar-se pró!imo %mas Rs o%tras. como no caso dos pontos dos pretos-velhos. mani estando %m aspecto de e3%ilíbrio= :edo engano= ' campo mental está %m verdadeiro t%m%lto.Halo da c%lt%ra 3%e se propago% em m%itas casas espíritas. a música alegre e e %siva. tons de cin1a nas paredes e no sorriso desbotado de m%itos. n#o gosta de est%dar nem as bases dei!adas por Tardec.Por o%tro lado=== . %m ambiente bem il%minado por l. como se n#o bastasse o ve!ame. do contrário. mesmo da música 3%e eleva=== .Por o%tro lado. pela atit%de conservadora e anti-progressista. estim%lariam as pessoas a cantarem mais nas casas espíritas= Biversas ve1es. prod%1indo harmonia em torno de nós= Com e eito.comentei= . e atrai os ri3%íssimos elementos de energia dispersos na nat%re1a e condensados pelos elementais= 8 música o% a cantiga. ran1in1as. aliás.-#o entendi s%a classi ica"#o de sil@ncio enganador . e toda m%dan"a 3%e possa are?ar os velhos hábitos ( a priori re?eitada= . mesmo em meio R regi#o do astral onde nos encontrávamos= Xallace contin%ava nossa conversaO . R3%ela alt%ra. certamente presenciaremos %ma re%ni#o e %siva. precisam ( de m%ita prece e terapia=== . Xallace prosseg%i%O . m%itas ve1es vacilantes.8contece 3%e. e p%de ent#o observar direito o l%gar= Era %ma regi#o montanhosa com m%ita . vale at( di1er 3%e n#o se pode cantar o% conversar por ordem dos mentores= $e há mentores assim tacit%rnos. 3%e ?á perderam a alegria e o estím%lo de viver= M%itos se comportam como m%se%s amb%lantes. assim. at( onde sei. sim. nas 3%ais com re3N@ncia observamos %ma placa com os di1eresO $il@ncio ( prece= 8s pessoas cost%mam chegar aos templos religiosos. atalmente veremos %m centro espírita imerso na esc%rid#o. prepararia realmente as pessoas.Cada casa espírita o% espirit%alista ( o re le!o de se% dirigente. com %m ambiente sob enganosa pen%mbra. cabisbai!os. estim%ladores do progresso espirit%al. a irma depois 3%e estava desdobrada= 8cordam em meio R palestra e interpretam a saliva 3%e lhes escorre pela boca como sendo ectoplasmaP Roncam. isso se deve principalmente a se%s respectivos dirigentes. s(rios. primando pela leve1a e pelo bom-h%mor= Portanto. n#o precisamos abdicar de aprender a cantar com os pretos-velhos o% de dei!ar a alegria e!travasar de nosso interior. sot%rnos e malh%morados= Intentam pro?etar se% estado íntimo no ambiente das casas 3%e coordenam. tem cada coisa acontecendo por aí em nome do e3%ilíbrio e da disciplina=== . tal o sil@ncio constrangedor e enganador= . n%nca oi prece= ' sil@ncio de m%itas pessoas ( elo3N@ncia mental= 7ritam de orma ens%rdecedora en3%anto permanecem com as bocas echadas= En im. e% respirava mais aliviado= 8pós %ma pa%sa ligeira. descontraída.nticos de ordem elevada. geralmente po%cos vol%ntários= Halta alegria e satis a"#o em servir. espontaneidade e alegria e se?am dados ao est%do. está aí %ma realidade 3%e n#o podemos negar= $e o coordenador o% a diretoria da instit%i"#o se caracteri1a pela morosidade. dei!ando-as receptivas R palavra do Evangelho= 8 música alegre e elevada estim%la a mente para cria"*es mentais s%periores e s%avi1a emo"*es cont%rbadas= ' ambiente espirit%al em torno de nós. Ângelo. e= para ?%sti icar essa atit%de in eli1. 3%e se locali1ava geogra icamente al(m da 1ona r%ral 3%e visitáramos instantes atrás= Besli1ando sob os l%idos atmos (ricos descemos at( a s%per ície da Crosta. celebrando a oport%nidade de aprender com as leis da vida= $ob a vibra"#o das cantigas dos companheiros de 8r%anda. precisamos da música de 8r%anda em nossas casas espíritas. isto (.> tanto sil@ncio em determinadas re%ni*es espíritas 3%e m%ita gente dorme no assento e. bai!ar a cabe"a e silenciar a boca. eleva a vibra"#o e ree3%ilibra nossos pensamentos.diante das ondas s%periores evocadas com cora"#o.> pena 3%e m%itos amigos encarnados desconhe"am o poder da alegria. liberando emo"*es sa%dáveis e estim%lando a alegria. a or"a de se% pensamento em algo constr%tivo. caso os dirigentes se caracteri1em pela ?ovialidade.>. as re%ni*es se assemelham a prociss#o de velório.mpadas. nos apro!imamos vibratoriamente de %ma regi#o inóspita. entoada com cora"#o= . podemos veri icar 3%e sil@ncio. a ?ovialidade= Empregariam. o%tras ve1es gritam mentalmente= Ent#o. grande parte das casas proíbe o cantar em s%as depend@ncias. sorrisos e vibra"*es elevadas= 8s cores dessa casa re letir#o o estado íntimo de se%s dirigentes e re3Nentadores. pois. e o sil@ncio ( apenas da boca para ora= $eria m%ito mais prod%tivo se %tili1assem o verbo aben"oado para cantar.

estende% as m#os e. a?%do%-nos na modi ica"#o da apar@ncia perispirit%al= -otei 3%e tanto e% 3%anto Xallace icamos mais densos vibratoriamente.ncia= 8 cáps%la 3%e abrigava o espírito estava ligada. apreciável 3%antidade de ios saía de s%a cabe"a. ab%ndante no plano astral= Be posse desses elementos.'bservaremos sem sermos percebidos= -#o pensem 3%e poder#o inter erir na3%ilo 3%e ver#o por a3%i= Mais tarde. e3%ipada com instr%mentos os mais diversos e aos 3%ais n#o p%de associar nenh%ma %tilidade= E claro. em meio ao l%sco. tamb(m por ios. implantes e o%tros tipos de aparelhos microscópicos. havia %m espírito 3%e parecia semi-lúcido. t%do ica mais ácil na e!ec%"#o de se%s plane?amentos= Criam chips. portanto. e nossos perispíritos pareciam mais opacos semelhantes a corpos ísicos. prisioneiro desta cáps%laI . o%tros espíritos dedicavam-se R manip%la"#o de diversas aparelhagens. bastante raros= Imagens tridimensionais representando corpos h%manos eram pro?etadas a partir de e3%ipamentos e3%ivalentes a comp%tadores. só comparável.mbito da realidade ísica. em casos mais graves e d%rado%ros.E o espírito 3%e parece semi-acordado. envolvendo processos obsessivos comple!os= 8 tQnica de grande parte dos aparelhos ( s%a at%a"#o no sistema nervoso de s%as vítimas. a partir do 3%al determinam o colapso das energias vitais de se%s hospedeiros= Gá ainda modelos destinados a implantes no perispírito de s%as cobaias. c%?a especi icidade n#o me permiti% identi icá-los de imediato= Catarina nos aponto% %ma abert%ra na rocha. 3%e. 3%e deveria servir como porta= Para lá nos encaminhamos e adentramos o%tro ambiente.vegeta"#o ao redor= 'bservei 3%e havia %ma gr%ta incr%stada na montanha. sem nos dispersar . descortinava-se %m imenso laboratório= Be %m lado. e armam as bases de s%as opera"*es= Besenvolvem a3%i %ma tecnologia diabólica. por(m sem prosseg%ir al(m de %m metro de dist.-osso irm#o ( alg%(m 3%e se compromete% imensamente com as leis da vida= 8bri% campo mental e entro% em sintonia com as or"as destr%tivas dos magos negros= 9ais espíritos diabólicos provocaram o colapso do sistema nervoso de nosso irm#o. encoberto pelas rochas e cavernas. 3%e n#o combinava com a r%de1a do local= Hi3%ei admirado com a tecnologia avan"ada. apontando na dire"#o da gr%ta.el%cido% Catarina= Iniciamos a descida pelas entranhas da 9erra= 9ivemos 3%e andar entre as pedras. 3%e se a ig%rava min%cioso. dis ar"ada sob as trepadeiras e o%tras plantas 3%e lhe obstr%íam o acesso= Movó Catarina. com m%itas estalactites e estalagmites como decora"#o do ambiente estranho= 8bai!o de nós. convido%-nos a entrar= .Precisamos permanecer atentos.%sco 3%e emprestava R3%ele recanto sombrio %ma apar@ncia antasmagórica. com apar@ncia estranha= -o interior do receptác%lo. 3%e poder#o ser %tili1ados para atender a diversas solicita"*es. minam %ma carga tó!ica o% l%ido mórbido. e% diria= Precisamos ade3%ar nossas vibra"*es R regi#o 3%e iremos penetrar . estalando os dedos em torno de nós. 3%e a1ia lembrar %ma en ermaria. a sit%a"#o era o%tra= 'c%pados em desenvolver se% trabalho. me% ilho . aos grandes laboratórios de nanotecnologia. %ma ve1 3%e a levita"#o se tornara di ícil= ' local por onde passávamos assemelhava-se a %m túnel. ao desencarne de s%as vítimas= . talve1. em caráter mais o% menos reg%lar= '%tros s#o implantados no d%plo et(rico. ao comp%tador 3%e víramos no o%tro ambiente= Pai So#o oi 3%em nos socorre% com s%a e!plica"#oO . onde despe?am.Estamos n%m laboratório. alo% pa%sadamente= . e no momento oport%no. estr%t%rados na mat(ria plasmática do m%ndo astral= Espíritos iam e vinham em sil@ncio t#o sor%mbático e pro %ndo 3%e a mim parece% %m estranho rit%al= Bo o%tro lado do ambiente. a aparelhagem so isticada. at( s%rgir %ma enorme gr%ta ligeiramente il%minada. recanto. sem conseg%ir opor resist@ncia R irradia"#o mental dos magos das trevas. n#o havia como estabelecer compara"#o= So#o Cobú e Catarina nos cond%1iram a %m recanto a astado da3%ela sala incr%stada sob as rochas= Beitado dentro de %ma cáps%la de grandes propor"*es. e. ?á 3%e t@m a disposi"#o a or"a mental e o tipo de mat(ria l%ídica necessária. 3%e abriam caminho em meio aos l%idos densos. e% ?amais vira algo parecido 3%ando encarnado.Creio 3%e voc@ pode imaginar o 3%e se passa por a3%i= Cientistas com ob?etivos sombrios se encontram neste. estávamos geogra icamente no interior da $erra do Itatiaia. no . os 3%ais podem levar ao coma e. entro% em coma após apresentar . 3%e nos levava cada ve1 mais para as pro %nde1as= $empre precedidos pelos g%ardi*es. após as observa"*es. no estado do Rio de Saneiro= 8os po%cos o aspecto do local se modi icava. o% melhor.alo% Catarina= . teremos chance de a%!iliar= Pai So#o chego% perto de mim e de Xallace.

a ess@ncia do processo ( a mesma. podemos penetrar nestas bases dos s%b-planos do astral e impedir 3%e tais sit%a"*es se?am levadas a e eito= Por isso nossa at%a"#o t#o intensa no astral= Mas n#o nos detenhamos por a3%i= > preciso compreender o signi icado disso t%do a im de a%!iliar com precis#o e assertividade= .Fem. mas acreditamos 3%e somente agora a oport%nidade de liberta"#o está s%rgindo para este irm#o= . o espírito permanece prisioneiro de potente campo de or"a= 'bserve com aten"#o= Hi!ei o olhar em torno do espírito prisioneiro e p%de ver %ma estranha cintila"#o.Propositadamente.Gá porvent%ra alg%ma semelhan"a entre os processos de en eiti"amento.'s magos negros arrastaram se% espírito para esta caverna e o con iaram aos cientistas desencarnados 3%e a3%i trabalham= En3%anto se% corpo está em coma.Cont%do. 3%e nos especiali1amos na manip%la"#o de ectoplasma. programada para o o%tro companheiro. se% corpo ísico n#o morrerá de imediato= ' plane?amento das entidades ( levá-lo de volta ao corpo.Ent#o ele tem m(rito para issoI '% se?a. 3%e presenciamos anteriormente. pro?etando imagens de espíritos e ambientes e!tra. tomando a palavra. . a etar o trabalho do m(di%m do 3%al voc@s alaram= . me% ilho . embora este?a apenas :endo e o%vindo imagens e mensagens previamente implantadas em se% espírito= . apesar de todas as investidas e di ic%ldades desencadeadas em s%a vida. 3%e repo%sa no leito do hospital.torno% Pai So#o= .prosseg%i% a preta-velha= . após a ala de Pai So#o= .contin%o% Catarina.-ós.Precisamente . despertando-o do coma= 8pós todo o processo reali1ado a3%i. o% ainda os diversi icados ob?etos .Embora o %so da t(cnica o% da nanotecnologia astral. pre?%dicando este espírito. me% ilho= 9anto 3%anto o sapo e os demais r(pteis.Isso ocorre com mais re3N@ncia do 3%e voc@ imagina. 3%e det(m a verdadeira responsabilidade sobre a com%nidade espírita R 3%al está vinc%lado= 8pós acordar do coma. Ângelo= -#o ( por ca%sa de se%s próprios m(ritos 3%e ele será socorrido= +le será bene iciado devido aos m(ritos de o%tra pessoaA portanto. rog%emos R misericórdia de Be%s para este ilho= . n#o ( issoI .E o 3%e ele. imagine o 3%e plane?aram= == -. e o emprego de aparelhos parasitas. dando des echo ao trabalho iniciado pelos magos= .-%nca imaginaria 3%e isso osse possível= . ele e1 por merecer o a%!ílio do 8lto.-#o entendi aonde 3%er chegar com s%a e!plica"#o . 3%e desempenha trabalho importante ?%nto ao M%ndo Maior= Como as entidades mal(volas n#o conseg%iram in l%enciar diretamente o m(di%m. atQnito= .3%adro clínico de di ícil sol%"#o para a medicina dos homens= Go?e ele está desprendido do corpo. envolvendo-o= Movó Catarina.$eiP Intentam agora.9emos acompanhado há alg%m tempo este caso e descobrimos 3%e o indivíd%o 3%e a3%i se encontra prisioneiro mant(m liga"#o m%ito intensa com determinado m(di%m. como espírito. de apar@ncia oval. em m(di%m de se%s desmandos= Por isso o intenso processo de hipnose e o implante do aparelho parasita em se% perispírito= <ma ve1 s%bmetido ao poder das entidades perversas. o aparelho parasita entraria em a"#o. como os 3%e a3%i s#o criados pelos espíritos cientistasI . a1 a3%iI .E 3%al o ob?etivo para t%do issoI Como o in eli1 companheiro se sentirá após o implanteI . ainda há mais coisa por trás disso t%do= C%erem trans ormar o in eli1. ele se comportará como %ma marionete nas m#os de se%s obsessores= 9emos comparecido a3%i reg%larmente para observar mais de perto este caso. os pretos-velhos. e!plico%O . ormando %ma camada t@n%e.-#o ( e!atamente isso 3%e se passa. me% ilho. 3%e o ver#o como m(di%m em potencial. será a ve1 das entidades diabólicas implantarem %m chip em se% perispírito. ele investiria no domínio sobre todo o agr%pamento= 8 etaria e comprometeria a tare a original. será cond%1ido R mesma casa espírita onde trabalha o re erido m(di%m= 8 partir daí. onde se encontra internado há m%itos dias= .ísicos na mente do in eli1= Hascinado com a medi%nidade 3%e despontaria e!%berantemente.Me% Be%sP . as entidades 3%e provocaram o coma de nosso irm#o e o trans eriram para esta base s%b-crostal t@m %m ob?etivo bem mais amplo 3%e simplesmente pre?%dicar nosso irm#o= .E!atamente .obtemperei= . o plano dos magos e cientistas ( cond%1i-lo R presen"a de companheiros espíritas.e!clamei.' campo de or"a do 3%al se encontra cativo oi elaborado com energia de bai!íssima re3N@ncia vibratóriaA nosso irm#o está sob intensa in l%@ncia hipnótica dos chamados cientistas das trevas= 8pós a lavagem cerebral R 3%al está sendo s%bmetido. depois de retirá-lo do coma.

interrompe%-me o preto-velho= . oram palco para a inicia"#o espirit%al de tais magos. assim como para en rentar a a"#o destr%idora das energias elementais. permanecem ainda re (ns de se%s instintos e pai!*es. temos a magia primitiva dos magos das trevas. 3%ímicos e o%tros especialistas 3%e desenvolvem os prod%tos %tili1ados nas g%erras 3%ímicas e biológicas. c%?os ob?etivos ins%speitos ainda v#o al(m da3%eles c%ltivados por eles e se%s comparsas encarnados= -a verdade. entre o%tros reinos e na"*es.inicio% Pai So#o= . com o emprego de aparelhos parasitas. o 3%e vemos a3%i tamb(m pode ser classi icado como magia. cego em virt%de de se% org%lho. para sol%cionar a problemática das pessoas a etadas pelas síndromes ori%ndas de obsess*es comple!as. de acordo com os desenhos e o plane?amento de se%s constr%tores in eli1es= .'s cientistas dedicados ao mal. devido a s%a discri"#o= $#o instr%mentos manip%lados diretamente na mat(ria astral.Portanto. mas. em 3%e momento se integram a essa história trágicaI . aliada aos passes. P(rsia. tamb(m ocorre a manip%la"#o magn(tica e ectoplásmica 3%e caracteri1a a magia negra= Besse modo. at%ali1ar o m(todo de trabalho e o conhecimento. 3%e se prestam vol%ntariamente ao desenvolvimento dessa avan"ada t(cnica do lado de cá. pode-se a irmar 3%e a di eren"a está na orma e!terior.E claro 3%e a metodologia %tili1ada no movimento espírita %nciona para diversos tipos de obsess#o= 9amb(m n#o menospre1amos os procedimentos %mbandistas o% esot(ricos. sobret%do da ambi"#o de domínio. símbolos e a!(s= -o entanto. os aparelhos parasitas se constit%em em potentes arma1enadores de energia= $#o trans ormadores o% ac%m%ladores da intensa or"a psí3%ica desencadeada pelos criminosos contra as vítimas de s%a agress#o= Cont%do. c%?o poder lhes oi con erido em anos e anos de prepara"#o nos templos iniciáticos= Em (pocas remotas. o 3%e lhes con ere %m certo di erencial estrat(gico. na dimens#o astral. com se%s rit%ais sagrados. ( como %ma teia. cósmico. chips e o%tros aparatos. no entanto. há 3%e se observar algo de partic%lar 3%anto R e!ec%"#o do processo em si= -o caso especí ico dos aparelhos. como dissemos antes. e do lado de cá tratam de perpet%ar as investidas do mal contra as obras da civili1a"#o= .ntida. embora m%ito distantes do senso (tico crist#o. as o erendas e os rit%ais da <mbanda n#o s#o s% icientes para debelar os pre?%í1os ca%sados= > preciso. o bem=== . locais como :emúria. me% ilho . o% %ma rede inescr%p%losa de domínio e s%b?%ga"#oO 3%em s%bmete %m gr%po se acha em posi"#o de vantagem. a motiva"#o de espíritos como esses. encarnados= Bo o%tro. 8tl.Perg%nta delicada. Pai So#o. das drogas o% dos medicamentos manip%lados por hábeis homens de ci@ncia. poderíamos=== . pois os ob?etivos e princípios a3%i aplicados s#o os mesmos= . impedir o progresso. n#o percebe 3%e está atendendo aos interesses de o%tros mais capa1es. me% ilhoI -a 9erra n#o vemos se m%ltiplicar a indústria do aborto. se p%d(ssemos a1er %ma sinopse desses intricados processos de in l%encia"#o.-#o posso compreender.Mamos por parte. e!aminemos os elementos presentes nesta história= Be %m lado. %tili1adas pelos magos das trevas. 3%e receberam o conhecimento e os paramentos de 3%e disp*em= M%itos deles. a metodologia consagrada ( ine ica1= 9emos 3%e convir 3%e tanto a simples do%trina"#o das mesas Wardecistas. digamos assim.Pai So#o. do lado de cá prosseg%em em se% pro?eto abominável= $#o marionetes inconscientes na m#o de intelig@ncias desencarnadas. aper ei"oaram se%s conhecimentos e aliaram novas tecnologias Rs velhas t(cnicas de magia. reencarnados no presente. m(dicos.Biante de t%do isso. n#o há %m correspondente ísico.Como n#o. com se%s modernos m(todos de in l%encia"#oI . se considerarmos 3%e. tamb(m oram magos e iniciados do passado= .Compreendo=== . Pai So#o. os ebós. no processo de obsess#o comple!a. e assim s%cessivamente= . 3%e se vendem em troca do vil metalI Porvent%ra n#o s#o cientistas. e3%ipar-se e e3%ipar os m(di%ns com a viv@ncia da (tica espirit%al . para atender aos interesses egoístas de personalidades in l%entes e governantes mes3%inhosI 9ranspostos para a dimens#o astral. s#o os m(di%ns 3%e %tili1am s%a t(cnica e bagagem espirit%al para os nobres propósitos do bem= '%tros.E os cientistas. como a dos aparelhos parasitas o% da reperc%ss#o vibratória de encantamentos e en eiti"amentos reali1ados no passado remoto. 3%anto as de %ma"*es. no m(todo.Por ora. prod%to da tecnologia astralina. a or"a mental disciplinada. perg%ntoO será 3%e os centros espíritas e %mbandistas est#o preparados para en rentar espíritos assim. isto (. 3%e de ine a atividade espirit%al s%perior= 7eralmente. FabilQnia. em e!ist@ncias ísicas mais recentes. somente para pre?%dicar. a vontade irme dos magos negros. me% ilho .%tili1ados na eiti"aria.

ncia de m%itos religiosos= Para o en rentamento da problemática obsessiva. partidarista. ( 3%e o 8lto permiti% as descobertas e os esclarecimentos 3%e as leis da apometria tro%!eram= Para o momento histórico 3%e atravessa o planeta. sem a tentativa de %mbandi1á-las o% criar rit%ais e!óticos e con litantes com as práticas indicadas por Tardec= 9amb(m ( cr%cial 3%e os m(di%ns %mbandistas se dedi3%em mais ao est%do. desprovida de pompa e de complica"*es. eleva e p%ri icaL= Pai So#o havia eito %ma e!plana"#o bem mais e!tensa 3%e a pretendida com minha perg%nta. R especiali1a"#o das pes3%isas mediúnicas e R a3%isi"#o de conhecimento= <rge ress%scitar no movimento espírita at%al o g@nio pes3%isador. citando nomes de veneráveis mentores do progresso h%mano. dados no início do movimento. o% palavras comple!as de %m vocab%lário pretensamente er%dito. t#o com%m R ortodo!ia dos movimentos espírita e %mbandista= 8 palavra de ordem. e!cl%sivista o% sectarista. em ambas as iloso ias . 3%e o povo n#o entende= C%anto aos amigos %mbandistas. ( #raternidade: %ni#o sem %s#o. distin"#o sem separa"#o= Compreendendo isso. nos caldos e nos passes recon ortantes. incentivar as e!press*es de espirit%alidadeA cada 3%al g%ardando se%s m(todos próprios. . e!ting%indo as reminisc@ncias dos rit%ais a ricanos= Redescobrindo a aumbandhã como lei maior. evitando o medo. 3%e n#o compact%a com a cobran"a nos trabalhos %mbandistas= 9amb(m ( preciso estim%lar o conhecimento. “<rge resgatar nas tendas %mbandistas os ensinamentos sagrados do Caboclo das $ete Encr%1ilhadas. s(rios e de elevado padr#o.espiritismo e <mbanda -. %mbandistas e esot(ricos se dedi3%em R investiga"#o do psi3%ismo. como 8llan Tardec preconi1o%. 3%e os irm#os espíritas. resta%rando assim o sentido verdadeiro da caridade despretensiosa.ncia e os ab%sos decorrentes da alta de conhecimento de m(di%ns e pais-de-santo= C%anto aos m(di%ns %mbandistas. 7abriel Bellane e tantos o%tros espíritas a ei"oados Rs pes3%isas e R ci@ncia espirit%al= Precisamos de homens e m%lheres 3%e n#o se detenham na sopa. a ignor. cada %m a s%a maneira e com público-alvo distinto= Bo lado de cá da vida. e com o ob?etivo de a%!iliar nossos irm#os 3%e se es or"am com a metodologia espírita o% os trabalhos %mbandistas.e cósmica= Em ra1#o disso. destit%ídas de vitalidade. ( %rgente Uarde3%i1ar o movimento espírita= $em isso n#o adiantam belas palestras. como sempre cost%mo repetir. o%tro espírita. n#o temos departamentos nem escolas iniciáticas separadas pela pre er@ncia religiosa= -#o há %m departamento católico. como a3%eles 3%e cont@m os ensinamentos tra1idos pelo venerável Matta e $ilva e se%s iniciadosL= \-ossos irm#os esot(ricos. a apometria ( %m rec%rso m%ito precioso. bem como da arrog. ( essencial compreender. sobret%do. atrav(s do est%do de livros dos mestres da <mbanda. a <mbanda se apro!ima cada ve1 mais dos sagrados ob?etivos para os 3%ais oi inspirada. e!press#o da misericórdia da3%eles 3%e nos dirigem= > %rgente dar mais vida e mais a"#o Rs re%ni*es monótonas de m%itos centros espíritas. necessitam gravemente avan"ar para al(m das ormas e despertar para a viv@ncia 3%e renova. aper ei"oando s%a metodologia. nas sonolentas e intermináveis re%ni*es de do%trina"#o religiosa o% na cate3%i1a"#o improd%tiva= Gá 3%e se ress%scitar o interesse pela pes3%isa cientí ica espírita s(ria. ?á est#o al(m dos tít%los e das pre er@ncias religiosas. e p%ri i3%em a <mbanda. possam se dedicar mais ao est%do histórico das raí1es sagradas da aumbandhã. 3%e a religi#o do amor está acima da religiosidadeO 3%e a espirit%alidade de caráter %niversalista e cósmico está acima da atit%de denominacional. m(di%ns e dirigentes de terreiro t@m intentado manter o povo na ignor. com s%a rit%alístíca. avan"ar#o sem se con %ndirem nem haver %s#o entre si= > %ndamental 3%e os espíritas compreendam 3%e n#o se a1 necessário espiriti1ar a <mbanda e 3%e os %mbandistas saibam e entendamO n#o ( preciso %mbandi1ar o% rit%ali1ar o espiritismo= 's m(di%ns e dirigentes %mbandistas e espíritas trabalham todos sob a t%tela da Espirit%alidade $%perior. vive% e e!empli ico%= En im. essencial para se%s trabalhos. na terra aben"oada do Cr%1eiro= > preciso desa ricani1ar a <mbanda e. destemido e progressista de 8llan Tardec. o momento pede est%do e esclarecimento em pro %ndidade= M%itos pais-de-santo. %mbandista o% evang(lico= 's espíritos esclarecidos. %tili1ando mal certos conhecimentos iniciáticos e alimentando histórias mentirosas sobre g%ias e ori!ás= C%e se b%s3%e esclarecer a respeito dos sagrados ori!ás cósmicos. como di1 %m elevado amigo espirit%al. 3%e trabalham sob a orienta"#o maior para a evol%"#o do planeta. com s%as síndromes comple!as.ncia.

ao processo obsessivo desenvolvido pelas entidades maldosas e s%as motiva"*es= . antes de t%do. sem conscienti1a"#o e espírito de pes3%isa a t(cnica alhará. o 3%e me impressiono% oi a maneira como procederam R libera"#o do companheiro sob o ?%go das trevasO em l%gar de %tili1ar a or"a mental. 3%ando o indag%ei novamente.todas parte do mesmo !adre1 cósmico e espirit%al -. as campanhas do 3%ilo e os passes espíritas o% os rit%ais e as ben1e"*es da <mbanda ser#o meras m%letas psicológicasA práticas repetidas como se ossem órm%las santi icadoras. e esse ator ( tamb(m importante na sol%"#o dos problemas= Gá entidades 3%e dese?am apenas o domínio mental e emocional de s%as vítimas= '%tros espíritos. se o dinheiro ?á n#o mais e!isteI . magos negros e cientistas 3%e se empenhavam em pro?etos com interesses egoístas= Comecei a a1er certas compara"*es e liga"*es entre tais pe"as .Mesmo 3%e o conhecimento da apometria capacite tecnicamente os centros e s%as e3%ipes mediúnicas a sol%cionar certos problemas ligados Rs obsess*es comple!as. o% de m(todo=== . a%!iliando atrav(s da prece= ' grosso do trabalho icaria por parte dos pretosvelhos e g%ardi*es. mas destit%ídas de e icácia= 8pós as e!plica"*es de Pai So#o as id(ias pareciam l%ir de minha intimidade com mais intensidade= Gavia m%itas implica"*es relacionadas Rs 3%est*es de magia. 3%e lhe eram s%bordinados= Espalharam-se por toda a caverna na 3%al nos encontrávamos com enorme agilidade e destre1a= So#o Cobú riso% novamente 3%e e% e Xallace deveríamos apenas acompanhar toda a ocorr@ncia. 3%e sabia e!atamente como proceder= Pedindo a mim e Xallace para permanecemos em prece. tecnicamente e3%ipadas e com vasto conhecimento das leis do m%ndo astral= -#o basta decorar %m o% dois procedimentosA ( algo 3%e envolve m%dan"a de paradigma. $em isso.mas nem por isso menos proveitosa= Minha mente ervilhava. a3%ele 3%e se denominava $ete. 3%e se tratasse de d%as pessoas encarnadas= $obret%do. haver %ma grande conscienti1a"#o ao lidar e en rentar entidades perversas como os magos negros. ( preciso. como e% diria na 9erra= Choco%-me tamb(m a . cedo o% tarde= > preciso colocar cora"#o. para tanto.'s interesses dos espíritos das sombras s#o diversos. me% ilho= Bepende m%ito do espírito envolvido no processo obsessivo. retornando logo em seg%ida com mais espíritos. provavelmente ele concentraria se% pensamento e toda a3%ela liga"#o de aparelhos seria des eita= Mas n#o era assim 3%e ocorriaO os pretos-velhos colocavam a m#o na massa. i1eram %m trabalho man%al.C%ando encarnados. caso e% estivesse diante de o%tro espírito. por %m momento. n#o nos homens individ%almenteA centram s%a a"#o min%ciosa em instit%i"*es e elementos-chave c%?a at%a"#o tenha por ob?etivo o progresso geral do m%ndo= ' ass%nto ( m%ito amplo e re3%er est%dos mais detidos= -o entanto. cheg%ei a imaginar 3%e. ao menos do ponto de vista material= Bo lado de cá da vida. o 3%e antes me despertaria o ceticismo. vida e motiva"#o s%perior no trabalhoA em o%tras palavras. abdicando de 3%al3%er escrúp%lo com vistas a %m retorno concreto. c%?o espírito está prisioneiro nesta base de opera"*es das trevas= Encerrando nossa conversa na3%ele momento. movidos pela vingan"a e 3%e n#o sabem atormentar se%s desa etos da orma e ica1 e diabólica como dese?am. me% ilho= . contratam entidades especiali1adas nissoO há a%t@nticas ag@ncias de presta"#o desse tipo de servi"o esc%so em pleno %ncionamento nas regi*es do s%bm%ndo astral= E n#o se pode es3%ecer dos maiorais das sombras. pedindo s%a a?%da= ' g%ardi#o imediatamente dei!o% o ambiente. o 3%e os motiva a contin%ar %tili1ando a t(cnica de 3%e disp*em para promover o mal.8inda me resta %ma dúvida .resolvi perg%ntar= . os espíritos 3%e engendram processos A como o 3%e vimos trocavam se%s servi"os e se% conhecimento por dinheiro e posi"*es sociais. o preto-velho chamo% %m dos g%ardi*es. a respeito das obsess*es comple!asO . lento e dividido em etapas= Besligaram primeiramente os aparelhos 3%e mantinham a estranha cáps%la-pris#o ligadaO eles literalmente arrancavam ios e des a1iam cone!*es com as próprias m#os= $inceramente. a 3%al e% n#o d%vidava 3%e poss%íam.Isso mesmo. 3%e intentam atrapalhar e adiar o progresso da h%manidade= Investem. altava algo 3%e desse sentido a t%do isso. amor. Pai So#o meneo% a cabe"a para Movó Catarina. mas 3%e agora revelavam m%ita coer@ncia= 9odavia. 3%e a esta hora estavam m%nidos com armas 3%e me pareciam lan"as e tridentes el(tricos.Pelo 3%e posso entender. os 3%ais %tili1ariam no momento propício= -otei 3%e os pretos-velhos Pai So#o e Movó Catarina adensaram ainda mais s%a apar@ncia espirit%al= Pensei. ilho.prosseg%i% o pai-velho= . isto (. 3%e se considerasse de %ma categoria di erente da dos pretos-velhos. precisamos agora socorrer este in eli1 companheiro.

elaborado a partir de energias radioativas dos minerais do interior da Crosta. 3%ase ísico= 8 partir da e!plica"#o de Xallace.como ( importante o trabalho dos pretos-velhos= Pacientes. Pai So#o ainda ria e %sivamente= C%ando paro%. precisamos de nossos m(di%nsO a manip%la"#o desse tipo de energia primária só ( possível com o a%!ílio do psi3%ismo de encarnados= Portanto. como no caso 3%e presenciei. go1am de simplicidade e discri"#o= $#o. no l%gar de %ma e!plica"#o. me% ilho. e. pre erem o trabalho anQnimo a se revelarem em s%a verdadeira ei"#o espirit%alA sem ostentar se%s conhecimentos.-osso irm#o ainda está envolvido n%m potente campo de or"a. ora e!pandindo-se. o 3%al o ret(m na inconsci@ncia= Para desestr%t%rá-lo. o ectoplasma e o l%ido vital dos encarnados poss%em %m valor bem maior 3%e o dinheiro e o o%ro para nossos irm#os da 9erra= -a hipótese de as liga"*es da cáps%la de reten"#o serem des eitas sem o devido c%idado. pQs-se a cantar= Ele (.Em casos como o 3%e presenciamos. Ângelo . meus soldados $oldados de con#ian&a. me% amigo pondero% Xallace .-#o seria o caso de levar o espírito de volta ao corpo ísico. trans%bstanciam se%s corpos espirit%ais e manip%lam a mat(ria e os l%idos astrais com maestria e e!trema compet@ncia= 8liada a essa habilidade..socorre%-me Movó Catarina. acordando-o do transeI . /archa.-#o há como ser di erente. bastante desgastante= En3%anto e% elaborava me%s pensamentos. e e%. invadem as bases das sombras. estavam espalhados por toda a caverna na 3%al %ncionava a base das sombras= $ó ent#o me dei conta de algo 3%e ?%lg%ei importante e %rgente= Hoi ent#o 3%e resolvi perg%ntarO . rompendo as vibra"*es primárias do interior do planeta e. g%ardam a sabedoria milenar 3%e ar3%ivaram em s%a memória espirit%al e. con?%gada com a a"#o 3%e se desenrolava R minha rente. me%s ilhos . 3%ase man%al= 8 cáps%la ret(m o espírito prisioneiro ao mesmo tempo em 3%e absorve l%ido vital. de se% corpo ísico em coma= ' brilho 3%e voc@ pode notar.Mas os espíritos das sombras n#o sentir#o a alta do companheiro 3%e oi libertado de se% domínioI E se i1erem %ma investida ainda mais determinada contra eleI Besta ve1.8 tare a termino% por ora. hábil mestre. o port%g%@s colo3%ial e a ro%pagem perispirit%al de m#es e pais-velhos todas elas características distantes do ideal de evol%"#o presente no imaginário pop%lar= H%i interrompido em me% raciocínio pelo nosso 3%erido Pai So#oO . a inal. Ângelo . s%gado e arma1enado na cáps%la= Para as entidades mal(volas. do coma. detalhistas. persas e o%tros mais= Cont%do.9emos de cond%1ir nosso irm#o a %m centro espírita e dei!á-lo repo%sando= Bepois veremos como lidar com este laboratório= . sacerdotes o% hiero antes c%?o passado está vinc%lado Rs remotas civili1a"*es dos atlantes. sob o comando do espírito $ete. ( o l%ido vital 3%e está sendo canali1ado. 3%e. +u quero ver a bra5na braunar. n#o se importam em reali1ar s%a tare a de %ma orma 3%ase material= Com essa inalidade ( 3%e adensaram ainda mais se%s corpos espirit%ais= 8 liberta"#o de nosso irm#o ( iminente.assevero% calmamente= . 3%e em se%s bra"os tra1ia o espírito adormecido= . m%itas ve1es.. 8 música de Pai So#o prosseg%ia. 3%ase ísico e bra"al. o%vi %ma gostosa gargalhada de Pai So#o= En3%anto s%bíamos r%mo R Crosta. na cidade do Rio de SaneiroO miron a de preto-velho= 8 e!press#o se re eria ao grande se redo de pai-velhoO s%a evol%"#o espirit%al. 3%e sabia dissim%lar m%ito bem com as palavras simples. notei 3%e os g%ardi*es. somente n%ma re%ni#o mediúnica= $aímos do local. dis ar"ados na apar@ncia perispirit%al de pais-velhos. ( necessário %m trabalho assim.lentid#o do processo. marcha. ectoplásmico. n#o conseg%ia compreender a mironga do preto-velho= . passaria R morte cerebral= Me?a. 3%ando transitávamos pelo o%tro ambiente do laboratório. p%de veri icar como ( único e valoroso o trabalho dos pretos-velhos e s%a alange de colaboradores= Eles penetram nos antros vir%lentos do %mbral o%. certamente se romperiam os la"os l%ídicos do in eli1 companheiro com o corpo ísico. cam% lam-se na ro%pagem l%ídica de %m anci#o negro= Compreendi na3%ele instante o signi icado de %ma e!press#o 3%e o%vira certa ve1. mais especi icamente. mas o processo ( mesmo lento. ora contraindo-se. com me%s pensamentos t#o lógicos e racionais. egípcios. Xallace me socorre% nas e!plica"*esO . 3%e %tili1a a poesia de s%as cantigas para ensinar se%s t%teladosO $e na casca da bra5na tem demanda.-#o ( t#o simples assim. al(m do trabalho. antigos iniciados. da3%ela caverna. comento% discretamente= . 3%ando encarnado.

se posicionavam em meio Rs árvores e em torno da entrada da caverna na 3%al se locali1ava o laboratório= E% ?á vira %ma movimenta"#o semelhante em o%tra oport%nidade. vibrando n%ma re3N@ncia s%perior. na mais per eita disciplina= 8cima de nós. espíritos silvícolas.alo% Pai So#o= .$#o os me%s g%ardi*es avoritos= Competentes 3%ando se trata de an%lar a a"#o das trevas. que não terão a mesma #é. a #raternidade universal. s#o pro %ndos conhecedores da magia da nat%re1a. lan&arão a espada um contra o outro e a divisão se #ará entre os membros de uma mesma #am!lia.portanto. sucederá a paz. destr%íram as bases das sombras= Mas ali as coisas eram di erentes= Gavia %ma estr%t%ra t(cnica e. %ma m%ltid#o de índios. 1. pois dela sairá triun#ante a verdade. reagindo a me% imp%lso de cond%1i-lo ao corpo ísico. a luz da #é esclarecida. oi 3%e percebi o companheiro Xallace tocando-me de leve e chamando-me a aten"#o para o 3%e s%cedia ao redor= -otei %ma movimenta"#o m%ito grande ocorrendo na regi#o pró!ima R Crosta= Em toda a montanha. Os irmãos.. mas ali ocorria algo %m tanto 3%anto di erente= Contavam-se aos milhares os espíritos silvícolasA no entanto. &. se% corpo permanecia em coma n%m hospital da cidade= Em meio a esses pensamentos. ao adensarmos o perispírito. ao nos indicarem a necessidade da red%"#o vibratória= 8l(m disso. encontravam-se em completo sil@ncio. ao "dio dos partidos. seríamos con %ndidos com o próprio pessoal 3%e operava na3%elas pro %nde1as= 8dmirei a sabedoria de Pai So#o e Catarina. em meio Rs árvores da mata atl. de orma a lembrar os antigos g%erreiros apachesA essa. notava algo . %ma entidade irradiava intenso magnetismo= 8presentava-se todo paramentado.2 Porque os homens não me haverão compreendido ou não terão querido compreender%me. )im lan&ar #o o na . vindo das n%vens . cap. como se pJe #o o num campo para destruir as ervas daninhas e anseio porque se acenda.9ão penseis que a minha doutrina Pde OesusQ se estabele&a paci#icamente. a id(ia 3%e se registro% em minha memória espirit%al= ' espírito l%t%ava em meio Rs orma"*es e R m%ltid#o de índios desencarnados= . havia o%tro ator 3%e con irmava minhas s%speitas em rela"#o R atit%de de nos limitarmos a destr%ir a3%ele laboratório= C%ando o companheiro 3%e estava prisioneiro na3%ela base %mbralina ia ser libertado. de tal orma 3%e a vibra"#o das c(l%las dos nossos corpos espirit%ais se assemelhasse R da3%ela e3%ipe de t(cnicos do astral. com o a%!ílio de m(di%ns desdobrados. para que a depura&ão se #a&a mais rapidamente. e% sabia 3%e o procedimento adotado pelos pais-velhos era o mais correto= > 3%e. provavelmente. mais. separados pelas suas cren&as. 3%al3%er tentativa de penetrar no ambiente poderia ser captada como %m imp%lso de %ma dimens#o maior= 8penas isso ?á seria s% iciente para 3%e os hábeis cientistas voltados ao mal p%dessem saber 3%e s%a base estava sendo invadida= Por o%tro lado. X uerra. %m potente campo de or"a envolvendo o l%gar= -otei esse ato em ra1#o do c%idado de Pai So#o e Movó CatarinaO adensaram ainda mais s%a apar@ncia perispirit%al e tamb(m nos incentivaram a a1er o mesmo= Caso ho%vesse %m campo de or"a envolvendo a regi#o astral onde se locali1ava o laboratório. 3%e envolvia o perispírito desdobrado do rapa1= 8 inal. das regi*es s%periores -. *s trevas do #anatismo.erra. de 4llan <ardec. como se daria a a"#o desse chamado campo de or"a individ%al. . para consumir os erros e os preconceitos. Movó Catarina. deveríamos tratar do companheiro rec(m-liberto do laboratório dos cientistas e tomar alg%mas provid@ncias para evitar 3%e a3%ele l%gar p%desse contin%ar a ser %tili1ado para a prática do mal= Mas como a1er issoI Sá presenciara a a"#o de entidades especiali1adas no mal e vira como os bons espíritos.3I5$R#A'0! Dpág=&52E -ossa caravana de est%dos se dirigiria agora a %m agr%pamento espírita= :á.ue me lembrava %ma estrat(gia de g%erra= Por todo lado. O +van elho se undo o +spiritismo.ntica. 3%ando dei!ávamos a3%elas cavernas.$#o os t%pinambás . e1 men"#o a %m potente campo de or"a envolvendo o perispírito do rapa1= 8inda n#o havia presenciado %m caso como este= Bese?aria m%ito saber 3%al o procedimento indicado e. agr%pados em batalh*es. >S: /oral estranha.. item FA.

nossos amigos cai"aras ag%ardam s%as orienta"*es= . 3%e.ordeno% Pai So#o= . al(m de comandar legi*es inteiras de p%ris. 3%e tivesse sido colocada ali pelos magos e cientistas das sombras= Ha1iam %ma varred%ra sobre toda a montanha. tanto no plano astral 3%anto na dimens#o espirit%al mais ampla.7ostaria de obter mais in orma"*es e observar. traga o relatório para mim= Elevando-se alg%ns metros acima de nossas cabe"as. atraía para si %ma pro %s#o de ormas= Eram pe3%enos seres.contin%o% Xallace= . 3%e está R rente dessas legi*es. m%ito temidos pelas alanges de obsessores= ' velho caci3%e t%pinambá. o Pai So#o. at%a ?%nto R nat%re1a. as alanges dos p%ris destr%íam silenciosamente 3%al3%er aparelhagem encontrada. me% pai . o seg%iam para a tare a con iada por So#o Cobú= Bessa ve1 oi Xallace 3%em me socorre%. tra1 grande conhecimento ar3%ivado em s%a memória espirit%al= Permanece ainda ho?e.Por essa ra1#o. em terras brasileiras= Hoi ent#o 3%e se trans ormo% n%ma esp(cie de lenda viva em meio a se% povo= Bevido a se% conhecimento. nome pelo 3%al a entidade se apresentava= . contin%o%O . e tamb(m os o%tros espíritos da nossa caravana= . me% paiP . re%niam-se n%ma orma"#o 3%e tinha o aspecto de %ma rede constit%ída de ios do%rados. 3%e se dirigia ao Caboclo 9%pinambá . b%gres. XallaceI .Eles invadir#o o laboratório para destr%í-lo e aprisionar as entidades 3%e lá se encontramI . o g%erreiro t%pinambá 3%e pairava acima de nós l%t%o% em nossa dire"#o e sa%do% So#o Cobú.Estamos a postos com os índios p%rislecheiros e os p%ris-de-aldeiaA mais al(m.C%ero 3%e os p%ris-de-aldeia vasc%lhem a3%ele l%gar= $into 3%e e!istem o%tras bases incr%stadas nas montanhas do Itatiaia= :eve consigo %ma amília de elementais e pe"a para 3%e eles penetrem na terra at( as pro %nde1as= . sob o comando desse espírito. em bene ício das or"as soberanas= E% diria 3%e ( %m ma o branco. ÂngeloA acalme se% pensamento= ' 3%e vimos a3%i ( a a"#o dos caboclos t%pinambás e dos p%ris. diante da 3%antidade de perg%ntas 3%e se esbo"aram em minha menteO . 3%e pertencem ao reino de '!óssi. 3%e coordeno% d%rante várias encarna"*es o C%lto do $ol= Bepois.$alve.E!ato . por isso mesmo.$im.Por ora. E% pessoalmente comandarei as b%scas= -ada poderá escapar aos comandos dos p%ris nem R a"#o dos elementais= -Má. teve %m papel importante no seio das tribos t%pinambás. 3%e penetrava as entranhas da 9erra= Bavam-se as m#os e adentravam o interior da montanha R proc%ra de bases das sombras= Por cima da s%per ície. a a"#o dos elementais. de acordo com o vocab%lário de nossos irm#os esot(ricos= . o caboclo rodopiava como %m pe#oA ao a1er isso. bem como da e!peri@ncia 3%e poss%i no trato com certas leis da nat%re1a. per eitamente.Mamos devagar. caboclo . me% amigoP Menha. cai"aras e astecas.a 3%em se re eriam como Irm#o 9%pinambá= Certamente levavam relatórios de s%as observa"*es= 9ranscorrido apenas %m c%rto espa"o de tempo. vi 3%e o espírito 9%pinambá apontava para a imensa caravana de elementais e índios p%ris= 8 movimenta"#o dos seres da nat%re1a era algo impressionante= Be longe. disciplina mental e domínio sobre as amílias de elementais.alo% o espírito t%pinambá= . apenas ag%ardando o momento propício para agir= C%ando Pai So#o termino% de alar. na Crosta.hábeis manip%ladores de ectoplasma e tamb(m do bioplasma retirado das plantas e ervas.Ele teria sido ent#o %ma esp(cie de missionário entre os antigos índios t%pinambás=== . como %m dos orientadores da3%eles seres 3%e %m dia reencarnaram nas terras brasileiras como indígenas= Be posse de vontade e magnetismo vigorosos. vamos seg%i-los. e nada parecia escapar a se%s sentidos ag%"ados= Me1 o% o%tra se destacava %m espírito dentre eles. ( antigo iniciado asteca. me% ilho .responde% Pai So#o= E.responde% o Caboclo 9%pinambá. comandar %m verdadeiro e!(rcito de elementais= . indicando determinada dire"#o.e!plico% Pai So#o . en3%anto os pretos-velhos a1em s%a parte no trabalho= $%cedendo Xallace.eles icar#o de prontid#o.'3%@. apro!imadamente +6 min%tos. espíritos especiali1ados nas investidas contra as bases do astral in erior e. como diriam os amigos %mbandistas= . toda a alange de seres elementais e os espíritos dos índios p%ris se re%niam em torno do comandante= . pode. caboclo .Precisamos descobrir com %rg@ncia os planos das trevas= C%ando terminar. a 3%e se re eri% Pai So#o em s%as e!plica"*es= Isso seria possível. reencarno% na 8m(rica do -orte como che e de %ma das tribos indígenas na (poca da coloni1a"#o pelo homem branco= Em o%tra ocasi#o.Claro. envolvendo s%a ro%pagem l%ídica.

devido ao avan"o das horasA entretanto.-#o percam de vista esses red%tos das sombras= Precisamos desativar o maior número possível desses laboratórios= 8t( amanh# R noite. respeitoso= . como icará a sit%a"#o caso os cientistas e os magos negros tenham @!ito em se%s planosI . ( preciso 3%e contin%em em g%arda. r%mo a se%s irm#os 3%e o ag%ardavam para contin%ar s%a tare a= Esbocei %ma perg%nta mental.Hale. nos relógios de nossos irm#os encarnados.responde% 9%pinambá= . ligados ao poder público.'s p%ris descobriram.ncia= Pai So#o a asto%-se %m po%co do emissário t%pinambá e se coloco% n%ma posi"#o pensativa= Parecia 3%e estava se com%nicando mentalmente com alg%(m. antes mesmo 3%e e% verbali1asse a3%ilo 3%e me incomodava= . tanto 3%anto os homens 3%e se corromperam.Cinco bases.9emos mais alg%mas observa"*es= .Gaviam terminado s%as observa"*es= Retornamos para ?%nto de Pai So#o e Movó Catarina. ser#o trans ormados em marionetes vivas nas m#os dos espíritos sombrios= Pretendem %m domínio ainda mais completo sobre os encarnados aos 3%ais se vinc%lamA precisamos intervir %rgentemente= Hi3%ei imaginando as propor"*es 3%e poderiam ser atingidas com a inter er@ncia direta das entidades diabólicas= $e. recomendando logo em seg%idaO . os tra icantes e marginais.responde% So#o Cobú= .$alveP . 3%e cam% lam o acesso a o%tros laboratórios. teremos os rec%rsos de 3%e necessitamos= Por ora. 3%e se apresentava com apar@ncia perispirit%al mais simples. partem comandos para o interior da 9erra.8hP Me% pai . 3%e. esses companheiros encarnados.retorno% o caboclo. ?á ca%sam dano terrível R sociedade. me% ilho= . i3%em apenas observando= ' t%pinambá levito% dali.8o todo. era mens%rado em seg%ndos e min%tos intermináveis= Mas. havia movimenta"#o m%ito grande em s%a estr%t%ra espirit%al e astral= 8ntes de So#o Cobú entrar em contato com os espíritos responsáveis por a3%ele posto de socorro espirit%al. se adianto%. como 3%e conhecendo me%s pensamentos. sem o aparato e!terno do g%erreiro= . os 3%ais come"am a des a1er as liga"*es el(tricas dos aparelhos instalados no laboratório central= 's p%ris desativam pe3%enos campos de or"a.sa%do% novamente o espírito. n#o há como desativar essas bases sem a a?%da de m(di%ns= Eles t@m campos de or"a ligados diretamente ao núcleo planetário= Precisamos de ectoplasma e de energia nervosa h%mana para liberar inteiramente essas liga"*es el(tricas 3%e alimentam a rede de laboratórios= . cabocloI .C%ando os m(di%ns desta casa se re%nirem no plano ísico. em %m dos laboratórios. 3%e ?á estavam no pátio da casa espírita para a 3%al nos dirigíamos= Cond%1iam o espírito liberto do laboratório dos cientistas desencarnados= ' tempo. e!istem d%plicatas astrais de diversos tra icantes e tamb(m de personalidades in l%entes da sociedade e da política do Rio de Saneiro= 8credito 3%e os magos e cientistas est#o %tili1ando esses d%plos o% clones astrais para ind%"#o hipnóticaA s#o de1enas deles= Besta3%ei %m comando dos p%ris para seg%ir as pistas energ(ticas desde a base dos cientistas at( as pessoas 3%e s#o comandadas hipnoticamente R dist. no 3%e se re ere a nós.-o entanto. m%ito longe= Retomando para o espírito.' caso ( grave. 3%e tra1ia se% relatório para nosso 3%erido preto-velho= .8manh# teremos a?%da . como me% pai previa. descobrimos em toda a e!tens#o da montanha= . me% pai . 3%e ?á so rem %m processo obsessivo intenso. 3%e estivamos em o%tra vibra"#o e dimens#o.Sá temos o relato min%cioso a respeito da a"#o das entidades do mal= 's espíritos p%ris est#o espalhados por toda a montanha e concentrei a a"#o dos elementais no ponto mais alto do Pico do Itatiaia= Be lá. e Pai So#o. havia o%tros par. me%s ilhos= -#o podemos icar mais apenas nas observa"*es= Recebemos orienta"#o do 8lto para desativar a rede de opera"*es das trevas= 's espíritos in eli1es plane?am algo ass%stador= Criaram as d%plicatas astrais de marginais. a postos= . vi me% espírito t#o imerso na tare a R 3%al me dedi3%ei com tanto a inco 3%e n#o notei 3%anto trabalhamos na3%ela noite= 8s atividades da casa espírita ?á estavam encerradas na dimens#o ísica.' 3%e me tra1. omos abordados pelo Irm#o 9%pinambá. no cenário at%al. ele o dispenso%.metros para medir a s%cess#o dos acontecimentos= Por isso mesmo. representantes de comandos de e!termínio da capital carioca. 3%antas bases das sombras encontraramI . e de homens ligados ao governo= Caso levem a termo se%s planos. 3%e. com se%s sentidos ag%"ados.

nosso protegido icará repo%sando a3%i. ora saindo a campo para levar os rec%rsos terap@%ticos 3%e seriam ministrados a se%s t%telados= Meditando em todas as implica"*es do enredo no 3%al nos víamos envolvidos. m%itas ve1es. havia %ma intensa atividade do lado de cá da vida= M%itas e3%ipes socorristas iam e vinham. espíritos m%ito capacitados e e!perientes. pre erem se dis ar"ar na ig%ra de pais-velhosA como tais. veremos o 3%e pode ser eito pelo nosso irm#o= Embora n#o ho%vesse movimenta"#o alg%ma aos olhos do plano ísico. 3%e ligava o espírito ao corpo em repo%so= Hio de tessit%ra iníssima. en3%anto se% corpo ísico permanece em coma no hospital= 8manh#. logo retornassem para s%a vítima. ÂngeloA viemos n%ma caravana de est%dos e agora teremos de est%dar a?%dando= 8 lei da vida %nciona assim= -#o há como manter os bra"os cr%1ados o% nos dedicarmos e!cl%sivamente R a3%isi"#o de conhecimento. c%?o corpo estava estendido sobre o leito. estr%t%rado em mat(ria s%til. há %ma sabedoria ancestral cam% lada com a post%ra do velhinho desencarnado= 9al coisa ( assim para n#o nos o %scarem com s%a grande1a moral.Imerso nesses pensamentos n#o me dei conta de 3%e estava na hora de partirmos= Catarina e So#o Cobú ?á haviam con iado a g%arda do rapa1 3%e ora libertado aos espíritos responsáveis por a3%ela casa espírita= . poss%idores de %ma disciplina mental de ca%sar inve?a= Besse modo. Xallace. ligado aos diversos aparelhos= . pressentindo 3%e algo ora de se% plane?amento ocorria ali. apenas por3%e determinado espírito se apresenta com essa ro%pagem l%ídica n#o 3%er di1er 3%e demonstre eleva"#o real= Gá emb%steiros em toda parte. se?a preto-velho o% n#o= ' ideal ( analisar s%as com%nica"*es com bom-senso e sem concep"*es preconcebidas. ora tra1endo entidades para serem assistidas. após alar com os espíritos responsáveis pela g%arda e pelas demais atividades da3%ela instit%i"#o.alo% Movó Catarina .convido% Pai So#o= . com a mente n%blada.Por alar em envolvimento. r%mo R casa de saúde onde o rapa1 estava em coma= Hoi bastante ácil estabelecer a cone!#o entre o espírito desdobrado e o corpo ísico deleO apenas seg%imos o rastro do cord#o de prata. com palavras descontroladas 3%e lhe escapavam da intimidade= 's demais. d%rante os trabalhos mediúnicos. Ângelo= Por trás da apar@ncia simples de %m pretovelho o% de %ma preta velha.Me?am. s#o perigosas= Isto (. So#o Cobú. como recomendo% 8llan Tardec= Bei!amos o espírito do rapa1 desdobrado ali. e generali1a"*es. d%rante a re%ni#o mediúnica. %i s%rpreendido pelo companheiro XallaceO . vale o princípio geralO n#o re?eitar nem seg%ir cegamente nenh%m espírito. Pai So#o e Movó Catarina nos convidaram para ir at( o hospital onde o corpo ísico de se% t%telado repo%sava= Partimos todosO Xallace. Movó Catarina e e%. na casa espírita. para 3%e n#o nos sintamos h%milhados o% dimin%ídos diante de tamanha e!peri@ncia= $#o. a avor o% contra.Por ora .principiei= .Esto% impressionado com a a"#o dos pretos-velhos Pai So#o e Movó Catarina. sem nos envolvermos= Para amar e crescer ( preciso se envolver= . me%s ilhos . 3%e estava no C9I. e o corpo= ' cord#o de prata estendia-se por 3%ilQmetros. e contin%amos nossas atividades= -o dia seg%inte acompanharíamos.Isso ( algo 3%e merece considera"#o. atestando a capacidade elástica desse importante órg#o da isiologia espirit%al= Rapidamente chegamos R casa de saúde e. dese?o comentar . adentramos o ambiente espirit%al do hospital= S%nto ao leito do rapa1. notamos a presen"a de tr@s entidades de aspecto grosseiro= <ma delas registro% vagamente nossa presen"a e a asto%-se com os olhos arregalados.-osso companheiro está sendo vampiri1ado pelas entidades in eli1es e animali1adas= Ele so re %ma esp(cie de simbiose espirit%al com tais . al(m dos g%ardi*es 3%e reali1avam nossa escolta. reali1am %m trabalho em prol da civili1a"#o 3%e ( po%co conhecido pelos companheiros espíritas e mesmo por m%itos %mbandistas= Evidentemente. ormava %ma ponte de contato entre o ser imortal. a astaram-se alg%ns metros. bem como dos caboclos índios em toda essa empreitada= -%nca imaginei 3%e Pai So#o e Movó Catarina trabalhassem de modo t#o intenso=== -#o 3%e os imaginasse repo%sandoA voc@ me entende= Re iro-me R nat%re1a das atividades desempenhadas por eles= -em mesmo sabia 3%e poss%íam t#o grande ascend@ncia em rela"#o R legi#o de espíritos conhecidos como caboclos e tamb(m sobre os seres elementais= . arredios.Me?a. esbrave?ando amea"as. o caso de nosso irm#o= Entrementes. n#o obstante. em corpo astral o% perispírito.

logo após me% contato. os cientistas perversos criaram %m campo de or"a em torno do c(rebro ísico do rapa1. 3%e estalava os dedos no ar= 8o mesmo tempo em 3%e de s%as m#os desprendiam-se aíscas de energia. as entidades vampiri1adoras impedem 3%e os medicamentos ministrados pelos m(dicos prod%1am o e eito dese?ado= 8pós breve pa%sa. mas era estr%t%rado em mat(ria da dimens#o astral= Pai So#o aponto%-nos a cabe"a do rapa1. e vi se moldar na mat(ria astral a orma de %ma machadinha. depois. estendendo-se pelas rami ica"*es do chacra básico. ormando %m campo vibratório= Bentro desse campo. brilhava s%avemente. e p%de ver %ma l%minosidade t@n%e. 3%e So#o Cobú seg%rava em s%a m#o direita. nenh%m rec%rso da medicina terrena poderia ser e ica1= ' problema do nosso . en3%anto o preto-velho mirava o campo de or"a em torno da cabe"a do rapa1 3%e a%!iliávamos= Est%pe ato. o pai-velho concl%i%O . 3%e brilhava intensamente= 8ssim 3%e e% e Xallace esticamos a rede de mat(ria plástica astralina. brandindo o instr%mento. en3%anto os g%ardi*es. 3%e se debatiam. %m s%spiro orte.espíritos= En3%anto o preto-velho alava. para nossa s%rpresa. parecia 3%e t%do havia voltado ao normal. os t%bos implantados na regi#o da col%na. com o ob?etivo de impedir 3%e os rec%rsos m(dicos i1essem e eito= 8 e3%ipe m(dica do hospital ?á estava desistindo.ncia gasosa. 3%e at( ent#o e% ignorara. em c%?o interior pairava %ma s%bst.9rabalhemos. vi 3%ando Pai So#o tiro% de %m bolso. orientados agora pelo espírito 3%e se identi icava como $ete. mais parecida com %ma malha. prolongado. ( %ma provid@ncia diabólica para absorver do corpo debilitado toda a cota de vitalidade 3%e or possível= 8ssim procedendo. at( e!plodir= -esse e!ato momento. semelhante R3%elas %tili1adas pelos índios americanos em s%as ca"adas= ' instr%mento in%sitado. o 3%al ( responsável por prolongar o estado de coma por tanto tempo= C%anto ao t%bo 3%e se liga R base de s%a col%na. os instr%mentos do C9I 3%e estavam ligados ao corpo come"aram a dar sinais de %ma atividade di erente= ' corpo ísico do rapa1 parecia reagir e come"o% a se me!er= 8 princípio somente as m#os. em desdobramento. tinha a %n"#o de e!trair o l%ido vital do nosso irm#o. literalmente arremesso%-o em dire"#o ao campo de or"a 3%e envolvia nosso protegido= Raios e aíscas oram pro?etados na atmos era em torno. 3%e lhe cabia na palma da m#o= Entregando-o a mim. 3%e envolvia somente o enc( alo= . sem. %m ob?eto pe3%eno. %ma cintila"#o 3%ase imperceptível. estava sob intensa a"#o das entidades 3%e at%avam no laboratório 3%e visitamos= En3%anto se% perispírito se mantinha prisioneiro na base das sombras. liberando completamente o corpo ísico do nosso irm#o= -%nca havia presenciado %ma sit%a"#o semelhante a essa= 8inda atQnito com o 3%e assistira a do pobre rapa1 -. aos berros= Pai So#o. de consist@ncia l%ida e colora"#o acin1entada= ' estranho t%bo ligava-se a %m aparelho c%?a inalidade e% desconhecia. 3%e estava ligado ao chacra básico. estas agl%tinavam-se no espa"o. ao 3%e era antes= Pai So#o. n#o compreendi direito o 3%e se passavaA en3%anto tentava entender o 3%e ocorria ali. pois havia eito de t%do para tra1@-lo de volta do coma= 9odas as tentativas oram r%stradas= ' aparelho criado pelas entidades do mal. e. eles pareciam n#o entender o 3%e se passava= 's g%ardi*es os prenderam em potentes campos de conten"#o. vi 3%e o campo de or"a 3%e envolvia o corpo ísico na maca incho%-se lentamente. principalmente a regi#o do córte! cerebral= ' estranho enQmeno d%ro% apro!imadamente %m min%to= Bepois. cont%do. desdobro%-se n%ma rede iníssima. me%s ilhos= > hora da torno de nosso irm#o= 8tento a cada detalhe da sit%a"#o. ainda em coma. %ltrapassar os limites da rede l%ídica 3%e Xallace e e% estend@ramos ao redor da cama= Correntes el(tricas pareciam percorrer o corpo do rapa1 estendido no leito.-osso amigo está envolvido n%m campo de or"a= 8s entidades sombrias. iníssimo. com as próprias m#os. %i socorrido pelas el%cida"*es de Movó CatarinaO . recolhiam as entidades grosseiras 3%e encontramos no ambiente assim 3%e chegamos= -a verdade. o material. Pai So#o. Ângelo. os g%ardi*es mantinham as tr@s entidades animali1adas. en3%anto as entidades aprisionadas pelos g%ardi*es se encarregavam de vampiri1ar tais energias= Bessa orma. 3%e a%mento% o e eito de s%as palavras. notei 3%e na base da col%na do rapa1 havia %ma esp(cie de t%bo. criaram %m potente campo energ(tico em torno do c(rebro ísico.-osso irm#o. a asto%-se %m po%co do corpo 3%e permanecia em coma sobre o leito. Pai So#o nos pedi% para envolver o leito em 3%e o corpo do pobre rapa1 repo%sava= Belimitamos o espa"o em torno da maca. entretanto.ncia. 3%e o manip%lavam R dist. escapo%-lhe da boca= Pai So#o inali1o% a interven"#o reali1ada ao desligar. n#o tirava os olhos do rapa1 e nos e1 %m gesto para ag%ardarmos= 8lg%ns seg%ndos após t%do haver se a3%ietado. ormados imediatamente sob o comando de Catarina.

3%e poss%em estado vibracional di erente.8inda a velha 3%est#o da vibra"#o. ao est%do s(rio e elevado.alo% Pai So#o= -8 partir de agora. se% caso passará para os registros como %m da3%eles LmilagresL. de 3%al tipo de entidade está envolvido no processo e= en im. ?%ntamente com mais dois en ermeiros= ' semblante deles estava radiante. voc@ ?á conhece= $em resistir ao acr(scimo de energia desencadeada pela machadinha. no 3%e di1 respeito ao tratamento do corpo ísico= . só podemos desativar n%ma re%ni#o mediúnica. o 3%e ocorrerá amanh#= $#o necessárias as energias dos encarnados. %ma resposta apreciável ao tratamento m(dicoA por(m. assim mesmo ter#o @!ito. o rapa1 apresentará visível melhora do ponto de vista ísico.iniciei %m diálogo . 3%e seriam atendidas n%ma re%ni#o nos moldes %mbandistas. ine!plicáveis pela medicina= $aímos do hospital.nica de incorpora"#o nos m(di%ns de terreiro= . ?á ( s% iciente para animar a e3%ipe do hospital= <ma en ermeira se apro!imo% do leito. ent#o. criado pelas entidades do mal. nem a metodologia %mbandista ( mais orte e e ica1= 9%do depende das características de cada caso. o perispírito dele ainda está envolvido em o%tro campo. o campo r%i%= 8gora. con iando o rapa1. mas isso dei!aríamos a cargo das demais e3%ipes espirit%ais 3%e ali prestavam a%!ílio= Partimos. R e3%ipe espirit%al responsável pelo ambiente= Gavia m%itos casos 3%e mereciam %m atendimento especial. olho% os instr%mentos. n#o e!iste %ma orma melhor 3%e a o%tra= -em o m(todo espírita ( o melhor.'corre com os espíritos algo semelhante ao 3%e há com os m(di%nsO alg%ns reencarnam com o psi3%ismo e a vibra"#o apropriada para os trabalhos de terreiro. mesmo ine!plicada. 3%e se %tili1avam dele= Esse tipo de campo de or"a.Em casos como o 3%e acompanhamos= Ângelo. me% ilho . por e!emplo= 8 e!plica"#o do preto-velho a1ia sentido= Prosseg%i%O . 3%e %nciona como %ma terapia de cho3%e= ' mesmo ocorre entre os encarnados. ganham tratamento especiali1ado. só respondem aos m(todos convencionais da alopatia= Gá ainda a3%eles 3%e respondem signi icativamente Rs in l%@ncias energ(ticas do reiWi. dos passes o% dos medicamentos lorais.como alg%ns espíritos podem ser atendidos e tratados n%m centro espírita e o%tros s#o encaminhados para %ma tenda %mbandísta= C%al a di eren"a entre o 3%e se a1 em %m e o%tro ambienteI . como <á dissemos= Entretanto. seg%indo os g%ardi*es r%mo a %ma tenda %mbandista= Eles levavam as entidades aprisionadas.-#o compreendo . internado lá. .Bei!emo-los. na re%ni#o mediúnica. 3%e ret(m em se% interior o corpo espirit%al do nosso irm#o. ?á melhor. atrav(s da chamada pu3ada o% ira de 7mbanda. Ângelo. 3%anto R 3%est#o terap@%tica= 8lg%ns de me%s ilhos no plano ísico respondem integralmente ao tratamento homeopático. somente após a desestr%t%ra"#o do campo de reten"#o. os m(dicos 3%e c%idam do nosso rapa1 ter#o s%cesso= M%ito embora n#o encontrem e!plica"*es cientí icas para as rea"*es t#o repentinas de se% paciente.responde% Pai So#o= . do tipo psicológico e das necessidades espirit%ais de cada %ma delas= Em %ma tenda %mbandista c%?os m(di%ns se dedicam R caridade. 3%e in l%@ncia terá sobre o tratamentoI . ele acordará de initivamente= Be 3%al3%er orma. 3%ando terminarmos o trabalho de e ele acordar do coma pro %ndo. me% ilho . associadas aos nossos rec%rsos. estar#o oc%pados desenvolvendo teorias e espec%la"*es cientí icas para e!plicar a melhora do nosso irm#o= 8manh#. instr%mento energ(tico %tili1ado por Pai So#o. me% ilho. atrav(s da mec. atrav(s da ideoplastia. crio% o instr%mento 3%e voc@ percebe% em orma de %ma machadinha. este ( o%tro caso= Hisicamente nosso amigo terá %ma melhora. a im de destr%ir o campo 3%e o envolve= Embora ainda se encontre em coma. 3%e despertará s%as mentes para as leis da vidaA portanto. ele apenas condenso% a energia dispersa na atmos era e provoco% %ma sobrecarga no campo de or"a 3%e envolvia o companheiro= ' restante. e alavam sem parar= .Fem.E o ato de o perispírito permanecer desdobrado. en3%anto o%tros s#o preparados vibratoriamente para a mesa Uardecista= Com os espíritos n#o ( di erente= M%itos deles o erecem a possibilidade de serem socorridos atrav(s do diálogo raterno o% terapia espirit%al. pois tra1em em se% psi3%ismo as vibra"*es compatíveis com o medicamento dinami1ado= '%tros. com os 3%ais encontram maior a inidade= -esse contato intenso com o ectoplasma e!s%dado pelos m(di%ns %mbandistas. voc@ pode reparar como a resposta at%al.irm#o %ltrapassava as possibilidades dos m(dicos= C%ando So#o Cobú. 's caboclos seriam os responsáveis por a3%ele trabalho. o% se?a. demonstram predisposi"#o para %ma sess#o espírita= Mas nem todos s#o ig%aisA há a3%eles 3%e n#o t@m o per il psicológico e espirit%al necessário= Precisam do impacto anímico-mediúnico dos chamados m(di%ns de terreiro. medi% a press#o do rapa1 e sai% rapidamente em b%sca de se%s colegas= Mieram tr@s m(dicos logo após. no centro espírita.

> hora de caboclo g%erreiro. di erentemente do 3%e presenciara na tenda 3%e visitáramos antes. sem palmas. nem mesmo a dos caboclos. n#o havia %ivos. os caboclos come"aram a cantar o chamado ponto de pu3ada % esse era o termo 3%e %tili1avam para se re erir ao tratamento desobsessivo con orme os moldes %mbandistas= 's m(di%ns incorporados deram-se as m#os. <m socorrer. em grande parte das ve1es. 3%e vibrava intensamenteO ' vento na mata assopro%. estabelecidas pelos encarnados. <mbanda o% espiritismo. aos 3%ais obedecer#o sem 3%estionamento= 8pós esse primeiro contato com as energias primárias dos caboclos e o ectoplasma dos m(di%ns %mbandistas. sem preconceitos= <ni#o sem %s#o. apenas alg%ns símbolos na parede e %m ?arro de lores brancas sobre %ma mesa= <ma vela acesa representava a l%1 espirit%al= -ada mais= 's m(di%ns. silvos o% rodopios= 's m(di%ns se portavam com discri"#o e disciplina= Era a gira dos caboclos da <mbanda. %riosas. como denominam alg%ns= 8 dist. Caboclo no mato o%vi%= Mem socorrer. 3%e envolviam se%s m(di%nsA estavam por demais materiali1ados para alcan"arem %ma percep"#o mais clara do 3%e ocorria= = 8s pessoas presentes se dirigiam aos m(di%ns incorporados. ormando %m cint%r#o em torno deles= -%nca tinha presenciado nada assim= Y medida 3%e os caboclos cantavam se%s pontos. 3%e aplicavam passes e dispersavam energias densas ac%m%ladas nas a%ras dos cons%lentes= 8t( ali. trans ormando o ambiente em algo mágico= ' altar da tenda %mbandista era simples. somos apenas ilhos de Be%s. n#o ocorrera nada e!cepcional. desde 3%e se% trabalho se?a em bene ício da h%manidade e do pró!imo= 'lhando para mim. Pai So#o completo%O -.nticos evocavam o povo de 8r%anda= $em ataba3%es. o 3%e mais vale ( a bandeira do amor e da caridade. cantavam as músicas sagradas da <mbanda= 8pós a leit%ra de %ma página de ' +van elho se undo o +spiritismo. de 8llan Tardec. mas principalmente do preparo dos operadores o% da e3%ipe mediúnica. ormando %ma corrente magn(tica de l%idos ectoplásmicos= 8lgo novo para mim come"o% a ocorrer diante da minha vis#o espirit%al= Mia %ma imensa 3%antidade de l%ido vital sendo e!traída dos m(di%ns do terreiro. o dirigente se coloco% R rente do altar e come"o% %ma nova música.teremos e!celente material psí3%ico para certos trabalhos de desobsess#o o% terapia espirit%al= Em %m centro espírita c%?os m(di%ns n#o se preparam convenientemente.-#o se es3%e"a me% ilhoO em mat(ria de religi#o. ?%rema. ?%remeiro. ao contrário. como m%itos pensam= E!aminemos os espíritos aprisionados pelos g%ardi*es. todos parceiros na constr%"#o de s%a obraA n#o há partidarismo religioso= 9anto a1 para %m espírito elevado at%ar como pai-velho n%ma tenda %mbandista h%milde o% escrever a orienta"#o psicogra ada sob a l%1 do espiritismo crist#o.ncia.contin%o% So#o Cobú= . nat%ralmente careceremos de material psí3%ico de 3%alidade para as terapia espirit%ais= Bessa orma. as diverg@ncias o% as separa"*es 3%e se v@em entre as di erentes ormas de trabalho s#o. vestidos de branco. ag%ardavam pelo des echo= 9ais espíritos maldosos n#o percebiam nossa presen"a. 3%e se apresentavam na orma l%ídica de caboclos= Por(m.Eles s#o de tal maneira violentos e dese3%ilibrados no aspecto comportamental 3%e achamos por bem tra1@-los a %m terreiro= E!perimentar#o %ma metodologia de despertamento a partir da a"#o dos caboclos g%erreiros. com %m ritmo especial 3%e con eria magnetismo Rs músicas cantadas. considerando o po%co 3%e e% presenciara nesses c%ltos= C%ando termino% o atendimento Rs pessoas. com %m leve sorriso nos lábios. e n#o da con iss#o religiosa. por e!emplo . 3%e c%mprimentavam o público presente= 8s cantigas se s%cediam de acordo com as necessidades do c%ltoA mais al(m. 3%e tra1em ainda res3%ícios de preconceito religioso e racial= Bo lado de cá da vida. apenas a magia da vo1 cadenciada. ser#o encaminhados para o diálogo n%m centro espírita o% mesa Uardecista. as entidades cond%1idas pelos g%ardi*es. o ectoplasma e!pelido pelos m(di%ns tomava orma no ambiente espirit%al. de tal modo 3%e se criaram telas l%ídicas acima da plat(ia. . n#o se dedicam ao est%do e t@m as id(ias comprometidas com %ma vis#o estreita e acanhada da vida espirit%al. digno de nota. 3%e tamb(m . distin"#o sem separa"#o= 's c. de espirit%alismo. ( preciso compreender 3%e a e icácia do m(todo depende de diversas coisas. > hora de caboclo trabalhar= <m a %m os m(di%ns do terreiro incorporaram se%s mentores.

da retirada de l%idos densosA cont%do. no caso de entidades deste tipo. mas n#o por isso menos e ica1es= Em determinado momento. para posterior conversa e encaminhamento= 83%i. retirando energias preciosas para os trabalhos da noite= 's l%idos re%nidos se agl%tinavam no alto do sal#o e ent#o eram canali1ados para o centro da roda de caboclos. s#o m%itas ve1es cond%1idos para as p%!adas n%ma casa %mbandista. nesta tenda %mbandista. mas posso a ian"ar-lhe 3%e ( e ica1. incorporando a entidade violenta= ' m(di%m. en3%anto o%tros caboclos tra1iam d%plicatas astrais de certas ervas. a%!iliando atrav(s das cantigas= C%ando mirei as pessoas na assist@ncia. de ig%al import. elaboram o campo de or"a em torno de se%s m(di%ns para 3%e o atendimento Rs entidades pert%rbadas possa se reali1ar= Embora nossos irm#os encarnados n#o percebam o 3%e ocorre do nosso lado. me% ilho. ( denominado campo vibrat"rio dos caboclos. 3%e. os m(di%ns na corrente incorporavam entidades trevosas. encarregamo-nos do trabalho mais grosseiro. por(m. %m dos chamados uias encaminho% %m dos tr@s espíritos aprisionados para perto de %m m(di%m. en3%anto o Caboclo $ete Hlechas. at( 3%e Pai So#o acrescento%O . incorporados em se%s m(di%ns. 3%e aplicavam passes nos presentes. na rec%pera"#o de almas rebeldes e renitentes no mal= Espíritos violentos e grosseiros. de acordo com s%a necessidade e capacidade de assimila"#o= <m a %m. a %ma mesa espírita. pois atraem os miasmas das pessoas presentes ao mesmo tempo em 3%e se orma o 3%e. recebendo o amparo e o esclarecimento. como se osse %ma opera"#o material= Passavam as m#os nos corpos espirit%ais deles. com ro%pagem l%ídica de caboclos. de comportamento pro %ndamente dese3%ilibrado o% dementes espirit%almente. Ângelo. trabalham para a%!iliar. e!atamente como estavam. e dava seg%ran"a ao trabalho= Hi3%ei bo3%iaberto com o m(todo= Era algo totalmente di erente da metodologia espírita= -esse ponto das minhas observa"*es Movó Catarina torno% a palavraO . n%ma re%ni#o de desobsess#o= Gá 3%e se notar. notei mais de )6 espíritos. 3%ando as cantigas eram intensas. no entanto. composto por ectoplasma e energias mentais. caso estes espíritos ossem cond%1idos. g%ardi#o da tenda %mbandista. 3%e eram aplicadas em torno das entidades em tratamento= Y medida 3%e os presentes cantavam cantigas cada ve1 mais ritmadas. essa ase ( apenas %ma etapa de todo o processo de tratamento ao 3%al ser#o s%bmetidas tais entidades= -#o ve?a nisso algo de initivoA os espíritos atendidos precisam se reed%car moralmente e. ainda. t#o incom%ns para mim. 3%e em s%a nat%re1a se parecem com %rac*es violentos= 8pós o atendimento nos moldes 3%e voc@ presencia. 3%e. em certas tendas de <mbanda. os mentores da tenda %mbandista. talve1 os m(di%ns n#o atingissem os res%ltados esperados= '%. a1iam a ira da caridade. como os caboclos índios.' m(todo ( incom%m para voc@.Estamos vendo. no di1er dos irm#os %mbandístas. seg%ndo os cost%mes e rit%ais da3%ele c%lto= Be repente. entregando-se completamente R a"#o do desencarnado. para tanto. as energias movimentadas bene iciam a todos. como sabem. 3%e ser#o atendidas as entidades do mal= 'bserve= -esse momento. permanecia incorporado em se% aparelho mediúnico. reali1ando as manip%la"*es energ(ticas necessárias e cond%1indo os trabalhos. onde s#o reali1ados os primeiros atendimentos= Bepois. de ectoplasma e bioplasma= Com o m(todo 3%e lhes ( próprio.ncia= Pensando nas e!plica"*es de Catarina. debatia-se %riosamente= 8 corrente magn(tica. > nesse campo. o 3%e lhes seria pre?%dicial= Bessa maneira.participava ativamente do processo. estava ormada por caboclos índios 3%e se uravam o ponto. e assim cada %m c%mpre se% papel. ser#o encaminhados para a conversa raterna. de% passividade. voc@ poderá v@-los incorporados n%ma re%ni#o espírita. oram tra1idos at( a3%i. tais companheiros poderiam transmitir aos m(di%ns espíritas todo o morbo l%ido de 3%e s#o portadores.'s caboclos s#o e!ímios manip%ladores de energias da nat%re1a. somando-se ao ectoplasma dos m(di%ns= $enti 3%e ocorria algo para o 3%e n#o poss%ía e!plica"*es= Movó Catarina se adianto% Rs minhas indaga"*es e disseO . o caboclo-che e da alange dá por encerrado os trabalhos e se . estes in eli1es ser#o cond%1idos a %ma casa espírita. 3%e R3%ela alt%ra se assemelhava a %m redemoinho= Haíscas de energias esto%ravam dentro da3%ele círc%lo energ(tico de vibra"#o intensa= Bo nosso lado. i3%ei observando por mais alg%ns min%tos. as entidades tra1idas pelos g%ardi*es oram cond%1idas para dentro do círc%lo= ' cho3%e vibratório 3%e receberam instantaneamente oi t#o intenso 3%e pareciam rodopiar em meio R corrente magn(tica. sob o comando s%perior. imediatamente. os caboclos a1iam %ma limpe1a energ(tica nos perispíritos das entidades obsessoras.

n#o %s% r%em devidamente dos bene ícios 3%e esses locais especiais proporcionam= Mesmo para os desencarnados. Cuando. os processos obsessivos mais violentos s#o m%itas ve1es sol%cionados com a or"a g%erreira dos caboclos= Bevido ao se% orte energismo. onde as energias nat%rais se encontram mais ativas= > com%m visitarem . representam aben"oada oport%nidade para o re a1imento e.Entre os companheiros %mbandistas .dirige ao público.3I'($S PR$CI!SAS Dpág=))/E 9erminamos nossas atividades na3%ela noite e decidimos em con?%nto nos dirigir R regi#o beira-mar. mesmo sabendo do potencial energ(tico dos campos nat%rais do planeta. 1.disse o g%ardi#o . um senhor maltratou um escravo. pode acontecer que pe&a. por(m cheio de magnetismo e do encanto de 8r%anda= P4 Pai CésarQ: %Cuando estáveis na . mas or ulhosos e vãos. 3%e desenvolveram neles disciplina (rrea. alo% Xallace= . como e3pia&ão. ano @@. me% ilho. a or"a e irme1a do ?ovem e o respeito das e!peri@ncias ad3%iridas em anos e anos de l%tas ao longo das encarna"*es= Em ess@ncia. condensadas ?%nto R nat%re1a. t#o intenso e p%ro 3%e ( útil incl%sive para a vitali1a"#o do corpo espirit%al= . eram novamente cond%1idas pelos g%ardi*es= Encaminhavam-se agora para tratamento intensivo e reed%ca"#o moral= Por(m. retiradas dos corpos espirit%ais das entidades vingativas= Mi 3%e eram literalmente varridas. embora ha?a m%itas varia"*es dentro da própria <mbanda= 8s entidades. tanto em se% interior 3%anto em s%a apar@ncia perispirit%al= Certamente se poderia a irmar 3%e tais espíritos saíram mais leves da gira dos caboclos= -o ch#o do terreiro.8proveitemos bem estes momentos para meditar. a#im de so#rer. s#o entidades temidas e respeitadas pelas alanges de espíritos cont%rbados e pelos marginais do astral in erior= C%ando incorporados em se%s m(di%ns.( cost%me re3Nentar recantos como este. por e3emplo. con3%istada com m(rito. por sua vez.erra o que pensáveis dos brancos' %$ão bons.ncias esc%ras. o que #ez padecer os outros.. R medida 3%e %m dos m(di%ns. tra1em todo o tre?eito de g%erreiros. de 4llan <ardec. n#o mais apresentavam na ace a viol@ncia de o%trora= Estavam algo modi icadas. os l%gares c%?as reservas de energia est#o ainda intensas. desli1ando sobre as ondas. nossos irm#os encarnados. Xallace e o g%ardi#o $ete se apro!imaram de mimO . para viver num corpo de ne ro. por 3%e n#o di1er. %m tipo de medicamento= Como lhe disse anteriormente. 8evista +sp!rita de FGHM. sob a orienta"#o dos caboclos. orar e nos reabastecermos ?%nto R m#e nat%re1a . devido a uma alvura de que não #oram responsáveis.Para cada doente. para o tratamento dos espíritos necessitados de tais rec%rsos= En3%anto e% absorvia o ar p%ro. e o canto caboclo na3%ele instante lembrava %m lamento.mico da3%elas paragens= ComenteiO . O ne ro Pai César. n#o podemos classi icar este o% a3%ele m(todo como o mais e ica1A n#o e!istem órm%las prontas= -a <mbanda. a im de nos re a1ermos nas energias da nat%re1a= 8proveitei o tempo 3%e tinha R disposi"#o para as anota"*es preciosas e tamb(m para conversarmos= Chegamos ao litoral 3%ando o sol ?á estava nascendo no hori1onte. agradecendo e e!pressando %ma mensagem de otimismo= Pai So#o esclarece%-meO . pega?osas.2 P4 $ão =u!sQ: %4l umas vezes os brancos reencarnam em corpos ne ros' %$im. havia s%bst. esse ( o m(todo %mbandista. ocasi#o em 3%e p%de observar as bele1as do astro-rei e absorver o ar bals. abatidas pelo intenso magnetismo dos caboclos.Creio 3%e os homens.. passava ramos de ervas em todo o terreiro= 8s músicas prosseg%iam. pro redindo por esse meio e obtendo o perdão de -eus.83%i encontramos o elemento nat%ral R nossa disposi"#o. itens B e F> ). com %m ritmo mais lento. ao se% caráter inabalável e Rs s%as e!peri@ncias de g%erra 3%ando encarnados.

cachoeiras. tentando a%!iliar 3%anto pode. o espírito se identi ico% como sendo a m#e desencarnada de nosso protegido= En3%anto ela amparava 8lberto nos bra"os.ncia.' 3%adro s%gere 3%e em breve ele terá %ma parada cardíaca .8cho 3%e só me resta re1ar.nsia de demonstrarem corre"#o e %gir a rit%ais e a alg%mas s%persti"*es. a partir de ent#o. em endere"o vibratório do eiticeiro contratado para o servi"o de vingan"a e ódio= Re iro-me ao caso 3%e presenciáramos na casa de c%lto a ro. abatido. neste instante.8i. com isso. 3%e envio% a 8lberto as vibra"*es densas e mórbidas em se% rit%al de en eiti"amento= ' 3%e voc@ v@ ( apenas %ma a"#o magn(tica. impondo-lhe as m#os e s%ss%rrando em se%s o%vidos alg%mas palavras= 8 companheira de 8lberto. por certo a maioria dos casos de estresse.Certamente 3%e sim . p%demos identi icá-lo ?%nto ao leito. tanto 3%anto de %s% r%írem de tremendo bene ício= 8s matas. decidimos visitar na3%ela manh# o indivíd%o c%?o nome ora citado em processo de magia negra e trans ormara-se. este?a ligado mental e vibratoriamente com o espírito 3%e tenta proteg@-lo= 8lberto -og%eira alimenta grande . agoni1ante= Presenciamos 3%ando a m%lher de 8lberto -og%eira entro% no ambiente.Mas ele n#o tem a prote"#o de s%a m#e desencarnadaI . e s%a vitalidade se esgotava a olhos vistos= . encontro% resson. ca%sando imenso pre?%í1o ao se% sistema org.-a . depress#o e ansiedade n#o teriam %m impacto t#o orte em se%s espíritos= 8 nat%re1a n#o só abastece nossos corpos espirit%ais como tamb(m drena as energias nocivas ac%m%ladas nas a%ras dos indivíd%os= 8pós as observa"*es do g%ardi#o $ete. 3%e ora %tili1ado como elemento dinami1ador das energias mórbidas. mas isso n#o 3%er di1er 3%e ele. 3%e. 3%e.ncia com o estado de abatimento moral do nosso irm#o= 8s energias densas 3%e observamos em torno da a%ra do in eli1 companheiro s#o res%ltantes do descenso vibratório do magnetismo emitido pelo pai-de-santo. icamos por %ns momentos meditando sobre as ág%as. 3%e nos apontava a hora de voltar ao trabalho= 8inda n#o havíamos terminado nossa tare a= Retomamos para ?%nto de Pai So#o e Movó Catarina e. re1ar m%ito mesmo= ' me% 8lberto está cada ve1 pior= 8 m%lher pQs-se a orar= Imediatamente se e1 presente %ma entidade 3%e ate ent#o n#o havia percebido= Irradiando %ma l%1 a1%línea. o corpo e!alando s%or com cheiro ortíssimo= Em torno de s%a a%ra.> verdade .perg%ntei. matas o% mesmo o mar para se reabastecerem energeticamente= . aos companheiros espirit%ais= . mais re1ando do 3%e propriamente alandoO . imensa 3%antidade de energias de tons acin1entados gravitavam. Pai So#o e Movó Catarina come"aram a trabalhar= ' pobre homem parecia des alecer. dil%em-se em torno de s%a a%ra. oceanos e o%tros locais do planeta s#o verdadeiras reservas energ(ticas.Be ato. a genitora permanece ligada ao psi3%ismo de 8lberto de orma intensa. desperdi"am enorme oport%nidade de aprendi1ado. oram sabiamente e!ploradas pelos magistas e magneti1adores do passado= 8inda ho?e.8 a"#o do magnetismo transmitido atrav(s do sapo. por s%a ve1. após breve entendimento a respeito de nossas atividades.alo% Xallace= .principio% Pai So#o= . 3%e trad%1em crendice e s#o o re le!o da imat%ridade espirit%al= Creio 3%e nossos irm#os espíritas Rs ve1es e!ageram. o 3%e n#o nos impedi% de sentir intensamente o chamado mental dos pais velhos.9%do isso ( devido R a"#o da magia negraI .M%itos espíritas a irmam 3%e tais hábitos s#o p%ramente rit%ais. tais locais podem ser %tili1ados com sabedoria por 3%antos necessitem reabastecer-se= Caso os homens entrassem em contato com a nat%re1a.tornei a perg%ntar= . torno% %m decis#oO . at( 3%ando notamos %ma movimenta"#o ao longe= Era %ma e3%ipe de espíritos 3%e chegava R proc%ra de Catarina e So#o Cobú= Conversavam R dist. como antasmas= Folhas de %ma colora"#o ro!a pareciam aderidas a se% perispírito= ' homem aparentava estar nos últimos instantes da vida ísica. radicali1am. desde a 8ntigNidade. ocasi#o em 3%e %m s%?eito havia proc%rado o pai-de-santo para se vingar de se% patr#o. cachoeiras. incr(d%lo. 3%erendo parecer por demais racionais . encontrando campo propício nos sentimentos e emo"*es do nosso irm#o. e% icara bastante impressionado com o estranho rit%al de magia negra= 8gora. os amigos espíritas tornam-se rígidos demais e.retr%co% o g%ardi#o= . teria oport%nidade de acompanhar o caso mais de perto= $eg%indo o rastro energ(tico de 8lberto.nico= .alo% Xallace= . 8lberto -og%eira= -a3%ele episódio. me% Be%sP -#o sei mais o 3%e a1er= 's m(dicos n#o encontram nada no pobre do 8lberto= -#o há mais rec%rso 3%e e% possa proc%rar=== Catarina apro!imo%-se da m%lher.

-#o vi% porvent%ra a ri3%e1a dos rec%rsos empregados para dil%ir as energias mórbidasI Mas n#o se enganeO n#o acabo% por a3%i= Em nosso trabalho. certamente prod%to do intenso magnetismo irradiado por ocasi#o do en eiti"amento= -ada passava desapercebido dos espíritos da nat%re1a= So#o Cobú coordenava o processo com se% pensamento vigoroso. 3%e. nos processos de limpe1a energ(tica e harmoni1a"#o= 8o lado dos pais-velhos.Mas ?á acabo% t%doI Hoi simples assimI .$imples. ?á re eito. 3%e n#o ignora em 3%e erro%. en3%anto de s%as m#os %ma pro %s#o de raios era liberadas. 3%e g%arda ascend@ncia moral sobre eles= Ela re3Nenta %ma casa espírita conhecida na cidade= 8 id(ia e 3%e nosso 8lberto se?a encaminhado para tratamento espirit%al nessa casa= Be 3%al3%er maneira. 3%ando ormas 3%e se assemelhavam a líng%as de ogo come"aram a penetrar pelas paredes. de tal modo 3%e. ele parecia entrar em contato com alg%(m 3%e se encontrava distante= ' ambiente da casa logo se il%mino%. 8lberto. ir#o R missa re1ar aos p(s da santa. ao comando do pai-velho. s%a consci@ncia. atingindo toda a energia mórbida locali1ada no ambiente= C%ando a a"#o termino%. nos lembra %m mantra da <mbanda= -o caso especí ico de 8lberto. . envolviam o nosso protegido com %ma cortina de ogo et(reo. ao ponto de origem= > a lei do retorno. devido ao passado recente. os chamados elementais. Pai So#o chamo% at( nós alg%ns espíritos da nat%re1a= Concentrando-se.indago% agora Xallace= . inspirando-lhe o 3%e a1er= 8manh#. o grosso do trabalho os pais-velhos ?á i1eram= 8gora dei!emos para os mentores da casa espírita a tare a de reed%ca"#o do espírito de 8lberto= Hi3%ei impressionado com a a"#o de Pai So#o. homemP Mamos re1ar ?%ntos e a1er %ma promessa para a santa de nossas devo"*es= . para proceder R limpe1a do ambiente interno da casa do nosso t%telado= Bas paredes escorria %m l%ido pega?oso. 3%e se derretia com a a"#o dos elementais. estalando os dedos. en3%anto presenciávamos a 3%eima do material tó!ico 3%e gravitava em torno da a%ra de 8lberto= 9#o somente alg%ns instantes oram necessários para 3%e n#o mais ho%vesse mancha alg%ma girando em torno dele= 8s salamandras a seg%ir se retiraram. mesmo en3%anto conversamos. da mesma orma como o perseg%e. levanta. ele apresenta agora condi"*es de receber o a%!ílio da m#e desencarnada. em 3%e emprego% de modo e3%ivocado os rec%rsos 3%e a Bivina Provid@ncia lhe con io% na administra"#o da empresa 3%e ho?e dirige= Cont%do.torno% pai So#o= . limpando o ambiente astral= Cont%do. e o aparelho cardíaco se% ritmo reg%lar= . n#o destr%ímos energiasA o 3%e i1emos oi t#o-somente dil%í-las. por alg%ns min%tos. me% ilho= -#o há como se livrar disso= LC%em deve paga e 3%em merece padeceL. 3%e contin%ará a se% lado. por assim dizer. o +sp!rito.Bei!emos nossos amigos por conta de s%as re1as e cren"as= Sá i1emos o bastante sentencio% Catarina= . acionado pelo +sp!rito.ncia esc%ra e contagiosa. assim 3%e o vi% abrindo os olhos e sorrindo= -ossa $enhora 8parecida o%vi% minhas ora"*es= :evanta. concentrando em se% centro o corpo de 8lberto= ' enQmeno era maravilhoso de se ver= ' remoinho de ogo et(rico prod%1ido pelas salamandras era t#o intenso 3%e sentimos o calor prod%1ido. a magia do amor= ' l%ido perispirit%al do encarnado (.grito% a m%lher de 8lberto. 8lberto -og%eira parecia respirar aliviado. dirigindo as salamandras= Era algo maravilhoso de se ver= -a verdade. %m verdadeiro %rac#o de energias parece% varrer o ambiente. ?amais imaginaria 3%#o importante era o trabalho dos espíritos da nat%re1a. me% ilhoI . assim como o 3%e se despregava dos móveis. n#o lhe acilita o perd#o pelos atos ocorridos no passado= > o sentimento de c%lpa. 3%e tamb(m e!alavam %ma s%bst. $e. 3%e. após bastante meditar sobre se% comportamento. pois. atravessando móveis e se locali1ando em torno de 8lberto -og%eira= Eram os elementais conhecidos como salamandras. por sua vontade. 3%ando cond%1iremos R igre?a %ma amiga da amília. essas mesmas energias dispersas agora retornam.7ra"as a Be%sP . e o s%or intenso n#o mais se a1ia perceber= 8 ta3%icardia cedera.sentimento de c%lpa. e% participava de %ma a%la de magia. ele considera oport%no reti icar se%s passos e dese?a agir de maneira di erente com os %ncionários pelos 3%ais ( responsável= 8inda assim. abre campo para 3%e as energias mórbidas manip%ladas no rit%al de magia negra se despe?em em s%a a%ra= ' restante voc@ compreende apenas observando o nosso irm#o= Me?amos o 3%e se pode a1er= En3%anto a m#e desencarnada ministrava rec%rsos l%ídicos para 8lberto.

nenh%m deles conhecia isso= :apal era. mais ou menos vivi#icante. con#orme se0am os raios de natureza melhor ou pior. tirar proveito da sit%a"#o e %tili1ar se% conhecimento e t(cnica para a e!ec%"#o de planos diabólicos= Prop%seram a :apal e se%s correligionários a constr%"#o de imenso laboratório. escondiam s%a verdadeira inten"#o= Eram magos negros. contrariados por n#o haverem sido reconhecidos em s%as pretens*es= Inicialmente 3%eriam vingan"a. mas %m deles. por sua a&ão.CI$N#IS#AS $ AP!. darde0ando seu pr"prio #luido sobre uma pessoa. a3%eles 3%e n#o alcan"avam reconhecimento da sociedade e 3%e haviam. penetrar os "r ãos e. :apal se disting%ia por %m raciocínio rio e calc%lista. observando e analisando a3%eles homens de ci@ncia 3%e se vendiam a se%s governos. ci@ncias m(dicas e o%tros ramos= :apal alio%-se a %ma alange de entidades perversas. s%a c%lt%ra e s%a legítima s%perioridade sobre os demais seres h%manos= Mortos no impacto de %ma g%erra ridíc%la. i ualmente. en im. 3%e haviam reconhecido as habilidades de :apal e se%s aliados= C%eriam tamb(m. entre os cientistas. como biologia. mas simplesmente por3%e n#o concordava com os membros do gr%po e 3%eria tirar proveito da sit%a"#o de estar vivo. con orme cost%mavam chamar os espíritos mais esclarecidos= Becidiram assim 3%e o melhor l%gar para a nova empreitada seria nas pro %nde1as do planeta. se especiali1ado em diversas áreas do conhecimento. Porque podem. sendo bom ou mau. apenas nove espíritos revoltados e decididos a se vingar da3%eles 3%e n#o reconheciam se% potencial. 4quilo que pode #azer um esp!rito encarnado. mais ou menos ben#aze0a. mas n#o tinha senso moral= -#o conciliava os . em certos casos. pode. se trans eriram para a regi#o astral com s%as mentes e emo"*es em eb%li"#o. na3%ele instante primordial.$#RIA Dpág=)+/E -o início eram po%cos. somente isso= Mas logo noto% 3%e se%s colegas cientistas estavam com a mente n%blada pelo ódio contra os governos e a h%manidade= Ele precisava encontrar %ma sol%"#o. 3%e. 3%ímica. por s%a ve1. após a resist@ncia persistente em reencarnar. #azê%lo um desencarnado. notaria 3%e o corpo perispirit%al so reria pro %ndo desgaste energ(tico. onde descobriram imensas cavernas s%bterr. os raios o penetram. espíritos trevosos e voltados para o mal. como %m ponto de e3%ilíbrio. 4llan <ardec em 4 Obsessão. +studo sobre os possessos de /orzine 1arti o @2. apesar da morte= En3%anto o ódio perseg%ia os pensamentos e omentava as emo"*es de se%s aliados. *. -a! a a&ão ma nética mais ou menos poderosa. no início de se% relacionamento. ele desconhecia inteiramente a lei da reencarna"#o= -#o sabia 3%e o magnetismo primário do planeta arrastava mecanicamente os espíritos em dire"#o a %m útero materno= $omente mais tarde.darde0a raios sobre outro indiv!duo. 3%e icara conhecido com o nome de :apal. caso contrário se%s pro?etos iriam por ág%a abai!o= Hoi ent#o 3%e resolve% ag%ardar o desencarne de diversos o%tros cientistas= Espero% pacientemente anos a io.ísica= Mas. + sua a&ão será bené#ica ou mal#aze0a. p%ramente cientí ico e arro?ado. $abe%se da importDncia da in#luência das qualidades morais do ma netizador. para desenvolver s%as pes3%isas longe da a"#o dos superiores. ca%sando imensos dese3%ilíbrios em s%a estr%t%ra e!tra. restabelecer o estado normal. embora progresso e avan"o para ele n#o signi icassem em absol%to 3%al3%er coisa 3%e se assemelhasse a moral o% espirit%alidade= :apal estava preoc%pado em desenvolver tecnologia e nada mais= Era %m a icionado pela t(cnica.nimos devido a %m sentimento altr%ísta.neas interligadas por %m sistema de corredores nat%rais e galerias encravados nas rochas= Essa oi a primeira base dos cientistas das sombras= . con#orme a vontade. desde que tenha o mesmo #luido. parecia ser mais lúcido 3%e os demaisA nem t#o revoltado assim encontrava-se= 8 inal. isto (. ele havia se desl%mbrado diante da morte do corpo e da perspectiva de perpet%ar s%a ci@ncia sem as limita"*es do antigo corpo ísico= Eram imensas as possibilidades= -a3%ela (poca. -este modo pode ma netizar e.

es3%ecidos da ci@ncia espirit%al e das pes3%isa no campo e!perimental da medi%nidade= 8s trevas. en3%anto os espíritas e os espirit%alistas se oc%pavam em do%trinar. em Port%gal. com a or"a mental. essas alanges de seres se voltavam contra os encarnados. se at%ali1avam. esto%ro% a $eg%nda 7%erra M%ndial. sob a orienta"#o dos cientistas abricaram. eles t@m sido ormalmente en rentados= $%a a"#o daninha e mal( ica sobre as obras da h%manidade está po%co a po%co so rendo bai!as signi icativas= -otadacente após a $eg%nda 7%erra M%ndial. conversar e a1er ora"*es longas e disc%rsos religiosos. 3%e enviavam para distrair os agr%pamentos mediúnicos= Pa%latinamente. n#o se prepararam para en rentar a diabólica trama das entidades das sombras= Cheios de a%dácia e m%ita sagacidade. t@m emigrado constantemente para o m%ndo astral. os instr%mentos essenciais para 3%e o gr%po p%desse iniciar s%as pes3%isas= 9rabalhavam com a anti-mat(ria= -as primeiras e!peri@ncias. hábeis manip%ladores dos l%idos do astral in erior.'s magos negros. atrav(s da morte. mais estáveis -. os cientistas desencarnados conseg%iram apenas res%ltados catastró icos ?%nto R nat%re1a= Em %ma das tentativas ocasionaram %m terremoto de grandes propor"*es na cidade de :isboa. oram desmascarados= $%a atividade oi revelada. os habitantes da Crosta icaram por m%ito tempo R merc@ de tais entidades= Mítimas de processos obsessivos comple!os. e!traída dos encarnados= -asciam mais e mais bases das trevas. en3%anto isso. os magos negros dis ar"avam s%a a"#o atrav(s da manip%la"#o de o%tros espíritos. escondidos entre os elementos altamente press%ri1ados encontrados no interior do planeta= 's termoelementos. larvas astrais e vír%s de toda esp(cie. com o conhecimento das leis da apometria. eles. o%tras ve1es por p%ra maldade= Investiram contra t%do o 3%e p%desse signi icar ordem. 3%e lhes contratavam os pr(stimos para desenvolver e3%ipamentos úteis nos mais diversos pro?etos de vingan"a= Rapidamente. entraram em cena novamente os magos negros. progresso e evol%"#o consciente na s%per ície do planeta= 8t( há po%co tempo nada se sabia a respeito dos cientistas e de s%a at%a"#o com aparelhos parasitas. menos perigosos. de orma 3%e o ectoplasma passo% a ser cobi"ado por essas entidades como bem mais precioso 3%e o o%ro. e!tremamente intelect%ali1ados. e3%ipando-se para investidas cada ve1 mais e ica1es contra as obras do progresso e da civili1a"#o= -as pro %nde1as do s%bm%ndo astral. dessa maneira. entidades 3%e ainda ho?e so rem imenso preconceito. no a%ge do plane?amento das trevas. nas regi*es s%bcrostais= Era o nascimento da alange de espíritos especiali1ados na constr%"#o de aparelhagens das trevas. 3%e seriam c%ltivados nos laboratórios escondidos nas pro %nde1as da 9erra o% nas regi*es abissais dos oceanos= Bevido ao intenso religiosismo dos espirit%alistas e ao e!cesso de rit%ais e misticismo dos demais gr%pos. alg%mas ve1es %tili1ando-os como cobaias para se%s e!perimentos e inven"*es. de alto nível de periodicidade . 3%e c%ltivavam em se%s laboratórios= Bevido R a"#o dos pretos-velhos e caboclos.portanto. destr%íam-se m%t%amente. :apal e se%s cientistas descobriram o valor do l%ido vital para o desenvolvimento de se%s planos. 3%e se propagava debai!o da s%per ície do planeta como ondas sísmicas de propor"*es ass%stadoras= Isso desperto% a aten"#o dos g%ardi*es para o 3%e ocorria no interior do planeta. gerando enorme 3%antidade de energia. 3%e desencarnavam sem o desenvolvimento da (tica cósmica e de princípios elevados= 9ais espíritos. desenvolvimento de larvas e o%tras cria"*es mentais semelhantes a vír%s e bact(rias. 3%e s#o encontrados nos minerais e rochas sob a crosta. gr%pos de espíritos especiali1ados nas 3%est*es cientí icas= 9rata-se de cientistas altamente capacitados. eram %tili1ados para gerar poderosos campos de or"a= Mas os gr%pos espíritas e espirit%alistas n#o acreditaram em nada disso e. engrossaram s%as ileiras com novos homens de ci@ncia. para os seres h%manos= -esse momento. catalisando o processo de amplia"#o do reino das sombras= 7ra"as a se%s rec%rsos t(cnicos. n#o detinham nenh%m p%dor ilosó ico e moral= Em determinada ase. 3%e s%priam os laboratórios com 3%antidades imensas dessa energia. os cientistas. no ano de &2//= $%as e!peri@ncias acabaram por provocar tamb(m er%p"*es de v%lc*es há m%ito silenciados pela e!tin"#o= Maremotos e terremotos em áreas consideradas estáveis oram alg%mas ve1es res%ltantes de e!perimentos mal s%cedidos dessas alanges de espíritos= C%ando mat(ria e anti-mat(ria se encontravam. 3%e seg%em para o m%ndo e!tra.ísico sem o preparo devido e 3%e somam ileiras ao gr%po original de :apal e se%s seg%idores= . mas 3%e s#o pro %ndos conhecedores dos elementos da magia e dos s%b-planos do astral. tais espíritos desenvolveram se%s laboratórios. serviam aos interesses egoístas dos cientistas o% aos ob?etivos de o%tros espíritos.

espíritos de várias categorias estavam atentos aos acontecimentos 3%e ali tinham palco. ser#o banidos para m%ndos in eriores e en rentar#o circ%nst. 3%e divergiam entre si e n#o dese?avam mais respeitar a s%premacia dos magos negros= C%eriam agir por conta própria= :apal sabia 3%e o im estava se apro!imando e 3%e. %m gr%po de cientistas e magos negros escondiam imensos laboratórios. t#o tradicional nas re%ni*es espíritas= Gavia sido eliminada= 's m(di%ns ormavam %m círc%lo e. alg%ns cientistas deliberaram pela cria"#o de %ma base no interior das montanhas do Itatiaia= :á. a despeito de s%as investidas. e a orma h%mana original. tais gr%pos de seres desencarnados se reúnem pela a inidade de se%s gostos e de s%a ci@ncia= Mas se% sistema acabo% se trans ormando n%m enorme cadinho em 3%e se reali1a a %s#o de diversos interesses= > claro 3%e as coisas m%dam e se trans ormam constantemente= M%itos desses espíritos mostram-se apavorados ao constatar 3%e o progresso persiste. incr%stados sob as rochas e cam% lados pela vegeta"#o e!%berante. aos po%cos de ormada. com a a"#o dos pretos velhos e das alanges dos t%pinambás= Pensavam poder contin%ar s%a a"#o dis ar"ados sob o manto da crosta planetária= Como o 8lto n#o brinca em s%as a"*es. vigilantes sob o comando de entidades veneráveis. devido R resist@ncia em reencarnar. al(m dos espíritos 3%e coordenavam . dis ar"adas espirit%almente na ro%pagem l%ídica de pais-velhos e caboclos= 8 re%ni#o prosseg%ia sob a orienta"#o atenta do espírito Fe1erra de Mene1es. potente campo de or"a ormo%-se. em c%?os bancos de dados estavam registrados estrat(gias e planos desenvolvidos ?%nto aos marginais do m%ndo= Eles n#o contavam. 3%e se a1ia acompanhar de dois magos negros= Gavia %ma cintila"#o em torno deles. no centro. alg%mas ve1es. m(dicos. onde encontram apoio das entidades perversas= Gá entre eles espíritos de diversas proced@ncias. e 3%e em breve o planeta será regenerado= -o momento 3%e se avi1inha. de vários paísesA ormam entre si %ma esp(cie de governo 3%e poderíamos classi icar como a%tocracia individ%alista= Com o transcorrer do tempo. ormando %m campo energ(tico 3%e dis ar"ava s%a apar@ncia= 's m(di%ns se preparavam para a%!iliar os mentores na tare a da noite= ' cientista desencarnado ria com desd(m. 3%e se a1ia representar por %m espírito de s%a e3%ipe= 8ssim 3%e o dirigente encarnado da re%ni#o de% o comando. o 3%e :apal e se%s amigos desconheciam.ncias áridas e des avoráveis em planetas primitivos= $abem disso. havia e3%ipamentos ligados a diversos bandos de marginais. Xallace e e%. por di ic%ldades inanceiras o% devido a id(ias 3%e n#o p%deram ser postas em prática 3%ando no m%ndo ísico= Como os demais. So#o Cobú. envolvendo os m(di%ns n%m círc%lo de energias a ins= -o recinto n#o havia mesa. o% 3%e n#o receberam o apoio inanceiro de se%s governos para desenvolverem s%as e!peri@ncias= Bepois da morte do corpo ísico. con orme eram chamados os do%trinadores de o%trora= Mi %m dos cientistas. s#o arrebanhados para as alanges negras re%nidas na s%b-crosta. por alta de aten"#o 3%ando encarnados. capa1es de ormar campos de or"a t#o potentes em torno dos indivíd%os 3%e invertiam as polaridades do d%plo et(rico= $#o comp%tadores estr%t%rados em mat(ria astral s%til. entretanto. e o pavor come"a a tomar conta deles= -#o podem adiar o progresso inde inidamente= Com a atmos era psí3%ica povoada por apreens*es de tamanha gravidade.Essa alange de entidades voltadas para o mal ( ormada sobret%do por espíritos de pessoas c%?os m(ritos cientí icos n#o oram reconhecidos. líderes do narcotrá ico e políticos corr%ptos 3%e a ligiam a com%nidade de encarnados= Empregavam-se aparelhos tecnológicos so isticados. os gr%pos espíritas e espirit%alistas estavam se e3%ipando com t(cnicas mais modernas= $%rgira a apometria. 3%e dava novo imp%lso aos trabalhos dos s%periores= :apal estava cansado e n#o agNentava mais resistir ao chamado da reencarna"#o= 's diversos gr%pos de cientistas. embotava mais e mais as possibilidades de e!press#o de s%as consci@ncias= :apal se sentia en adado com os r%mos 3%e a organi1a"#o tomavaA assistia Rs disp%tas entre os diversos gr%pos menores. a orma h%mana lentamente se degenerava= 8 apar@ncia perispirit%al. acreditando na s%perioridade de se% poder e em se%s rec%rsos tecnológicos= Estávamos presentes Catarina. havia dois operadores o% terape%tas. cada ve1 mais. como o i1eram em o%tros l%gares do planeta= -o interior dessas bases. passaram a descobrir= -otaram 3%e se%s corpos espirit%ais so riam o impacto da lei de gravidade planetária. en ermeiros e pes3%isadores 3%e se re%niam sob a sombra do mal trabalhavam de modo contrário ao bem. passo% tamb(m por diversas altera"*es= ' magnetismo do planeta e!ercia poderosa atra"#o sobre se%s perispíritosO embora permanecessem a consci@ncia e s%as a3%isi"*es.

ncias. me% ilho= E bom est%dar o poder mental para compreender os comandos apom(tricosA do contrário.ncias.ncias mentais n%nca tenham se encontrado isicamente= B%rante a re%ni#o. 3%e a1em com 3%e a corrente mental rec(m.prosseg%i% -. limpando s%as a%ras e 3%eimando res3%ícios de energias densas. porvent%ra e!istentes= Hi3%ei imaginando se o operador 3%e dava os comandos apom(tricos tamb(m n#o seria %m mago= Pai So#o. especi icamente neste caso. %m campo de intensa l%minosidade em torno do indivíd%o 3%e os gero%= Com base nisso. olhando %ns para os o%tros= Sá come"avam a se sentir abalados em s%as convic"*es= .C%ando o operador apQmetra pron%ncia os sons característicos dessa prática . Reginaldo.8 or"a do vento solar=== . 3%ando bem orientados por %m operador e!periente e com conhecimento de ca%sa= . análogas entre si. sem cerimQnia. re%nia energias 3%e se agl%tinavam em torno dele. o indivíd%o 3%e comparece R re%ni#o tenderá a pensar 3%e s#o apenas palavras e gestos= :edo enganoO t%do tem %m signi icado e %m por3%@= $abemos 3%e pensamentos de alegria. Márcio. independentemente do alcance dessa energia psi. materiali1ando a or"a mental e moldando o ambiente em torno de si com a or"a agl%tinada da mat(ria mental= 9odo pensamento atrai . estalando-os. delta e (psilon. sempre há intera"#o com o%tras mentes.Com a or"a de atra"#o e o poder e!ercido pelo pensamento disciplinado. me% ilho. :%i1 8ntQnio e B(bora b%scavam todos concentrar-se nos comandos do operador. de nat%re1a mental.come"o% Pai So#o . 8rt%r. ele t#osomente canali1a as vibra"*es do pensamento.os trabalhos na noite= 's m(di%ns Maria Clara.emite em torno de si %m campo de in l%@ncia. terá maior o% menor intensidade e e!pansibilidade de acordo com a or"a mental 3%e o s%stenta= Entretanto. raios e ondas. s%rgem a sintonia e a atra"#o. des a1endo larvas. tais como os nomes das letras gregas al a. embora ainda indetectáveis pelos aparelhos da tecnologia material terrestre= $#o os chamados elementais arti#iciais.ormada ganhe or"a e intensidade=L En3%anto Pai So#o alava. logo no início dos trabalhos. 3%e dirigia os trabalhos no plano ísico= -otei 3%e todos estavam na e!pectativa do 3%e ocorreria aliA 3%anto a mim. o 3%e observamos na opera"#o e orma"#o de campos de or"a de grande pot@ncia ( e!atamente a %ni#o das cria"*es mentais dos operadores encarnados e dos se%s mentores= -#o há necessidade de apro!ima"#o ísica para 3%e pensamentos de nat%re1a semelhante se associem= -a %ni#o de tais ormas e cria"*es mentais. ormando %m t%rbilh#o 3%e lembrava %m remoinho= Y medida 3%e o operador cond%1ia a re%ni#o com se%s comandos verbais e movimentava os dedos. bact(rias e o%tros elementos pert%rbadores da harmonia= -otei 3%e os cientistas e magos estremeceram.ordeno% o operador= -este instante. energias poderosas reperc%tiam. 3%e ( gerado a partir das id(ias e ormas-pensamento 3%e crio%= Esse campo. saúde. a a"#o mental do operador nos trabalhos mediúnicos De. penetrava no ambiente da casa espírita %m batalh#o de ormas ígneas.alo% ainda o pai-velho -. ainda 3%e geralmente os seres 3%e emitiram tais s%bst. lan"a no espa"o em torno de si s%bst. parecendo varrer o ambiente com íons. para nos dar %ma e!plica"#o a respeito da or"a do pensamento e da palavra. criando. pode-se prever a a"#o desse contingente de pensamentos sobre os l%idos e energias do plano astral. beta. 3%e limpavam as a%ras dos participantes= Pai So#o aproveito% a oport%nidade. 3%e a mente gera ininterr%ptamente. pa1 e otimismo propiciam a irradia"#o de ondas de altíssimo padr#o vibratório. gama. estalando os dedos n%m processo 3%e e% n%nca havia presenciado= Imediatamente %m t%rbilh#o de energias vindas do 8lto penetro% no ambiente. pro?etados tamb(m nas dimens*es de ig%al teor vibracional o% in eriores= 9ais s%bst. sentia-me envolvido em imensa c%riosidade 3%anto ao desempenho dos amigos encarnados e desencarnados= <m dos operadores. t@m consist@ncia e e!ist@ncia real. Concei"#o. cria"*es da dimens#o do pensamento 3%e l%t%am o% gravitam em torno das pessoas 3%e os geraram. b%s3%ei observar as cria"*es mentais elaboradas atrav(s dos comandos apom(tricosO . prod%1indo %ma atmos era e %m l%!o de corrente eletromagn(tica de nat%re1a contín%a= > essa característica do campo mental 3%e determina a atra"#o de o%tras ormas-pensamento.9oda mente . coloco%-se no meio da salaA ao estalar os dedos. na apometriaE so re sensível a%mento com a a"#o dos demais m(di%ns presentes= .:impe1a com o vento solar e a a"#o das salamandras . pode-se entender o valor inestimável da 3%alidade do campo mental. composto e mantido por ondas mentais. seres elementais 3%e irradiavam energias poderosíssimas em torno de si= 8deriam R estr%t%ra perispirit%al dos m(di%ns. 3%e tamb(m agem constantemente na manip%la"#o de s%as cria"*es= Por isso. contin%o% com a e!plica"#oO .C%ando o ser pensa .pron%nciava o operador encarnado. bem como dos sons em geralO . desse modo.

me% ilho. imp%lsiona os corpos espirit%ais dos m(di%ns. ele se materiali1a pelas palavras.Para 3%e o corpo astral o% mesmo o mental possa alcan"ar %ma vibra"#o avorável ao desdobramento. para 3%e se i3%e atento Rs companhias espirit%ais= -o caso de %ma re%ni#o de caráter mediúnico. empreendimento e progresso. por o%tro lado. pron%ncia as letras gregas. ( necessário a%mentar o quantum energ(tico do indivíd%o= 8o emitir os p%lsos de energia. agora %tili1ando os algarismos de & a &6. ossem detidas as entidades do mal= 8o ordenar verbalmente e estalar os dedos. 8rt%r. como tamb(m aos mentores da re%ni#o= Comportaram-se nat%ralmente. por e!emplo. o pensamento ( t%do= -ing%(m improvisa concentra"#o da or"a mental apenas em alg%ns min%tos de re%ni#o semanal= > preciso e!ercitar o pensamento atrav(s de vis%ali1a"*es criativas de ordem s%perior. tal e a lei= C%ando o indivíd%o se mant(m em sintonia com pensamentos de energia. 3%e doam ectoplasma e associam. il%minada= Era algo maravilhoso de se ver= 8 orma"#o mental oi imediata. irradiando %ma l%minosidade prateada= 8o inali1ar a3%ela contagem de p%lsos energ(ticos. da vo1 3%e e!prime o pensamento= Esse ato tamb(m e!plica por 3%e certas energias só podem ser manip%ladas pelos m(di%ns. vigor. por e!emplo.o%tro da mesma or"a e característica. o processo de ectoplasmia ao l%ido mental emitido por eles próprios= 8 re%ni#o prosseg%ia em se%s preparativos de abert%ra dos trabalhos en3%anto Pai So#o nos e!plicava o%tros detalhes. se agl%tinava.8 orma piramidal.mide de energias está estr%t%rada na irradia"#o psi das mentes dos m(di%ns. 3%e. :%i1 8ntQnio e B(bora dei!aram o corpo. por isso mesmo. ele. abrange várias dimens*es vibracionais= 8 pir. o teor dos pensamentos or de nat%re1a política e econQmica. o operador e dirigente da re%ni#o= -ovamente oi Pai So#o 3%em veio em me% socorroO . eram novidadeO . Concei"#o. pois 3%e se %tili1am da palavra artic%lada. e impossível de ser rompido pelas entidades do mal= ' operador apQmetra. dispersas no ambiente. inicio% nova emiss#o de p%lsos energ(ticos= Y medida 3%e contava. por e!emplo. o% comanda irme e imperiosamente a orma"#o de campos e o%tras cria"*es mentaisO s%a palavra materiali1a no plano astral o ob?eto mentali1ado= Este tipo de a"#o só ( possível atrav(s dos encarnados. mais tarde. para 3%e. aliada R mat(ria s%til do plano astral. mesmo 3%e inconscientemente. al(m de propiciar a absor"#o das energias de %m espa"o dimensional s%perior. nosso companheiro Márcio. condensando as vibra"*es originalmente dispersas no ambiente e pro?etandoas sobre se%s corpos= 's m(di%ns. ormava campos de conten"#o para 3%e. os m(di%ns Maria Clara. e s%a a"#o torna-se mais intensa= Pron%nciando %m pensamento. desdobrados. ao menos para mim. tornando-o a%dível. nat%ralmente os indivíd%os se iliar#o a %m partido político. a mat(ria mental irradiada pelos m(di%ns presentes. imediatamente nos reconheceram no ambiente e!tra.'bserve mais atentamente os comandos apom(tricos= 8g%cei ainda mais minhas percep"*es e vi 3%ando o operador. o coordenador encarnado dos trabalhos. com reg%laridade e a inco. em desdobramento astral ind%1ido sob o imp%lso e o comando de Márcio. desdobrando-os= E como se emprestasse energia a eles. nos c%mprimentando e seg%indo o comando para s%as tare as= 8companhei Reginaldo e 8rt%r R regi#o onde se locali1ava o laboratório dos cientistas= <m dos espíritos 3%e provinha da base sombria ?á se encontrava no ambiente da re%ni#o. estr%t%rava %ma orma piramidal. Reginaldo. n#o vacile= Conv(m observar ainda 3%e no cotidiano os m(di%ns atraem espíritos a ins com a nat%re1a de s%as próprias cria"*es mentais= 9odo pensamento e!erce reperc%ss#o imediata em torno de nós= . e nat%ral 3%e encontre sempre %ma or"a semelhante 3%e imp%lsione se% pensamento para rente e para o alto= Isso nos a1 lembrar 3%e a nat%re1a dos pensamentos classi ica o tipo evol%tivo de cada pessoaO os seres se agr%pam o% se repelem de acordo com ela= $e orem n%tridos os pensamentos de nat%re1a religiosa. ?á e!periente.ncia entre as id(ias alimentadas= Halo t%do isso. 3%ando or e!igido do operador o% m(di%m 3%e %tili1e s%a or"a mental nas cria"*es de campos de or"a o% de conten"#o.9oda ve1 3%e %ma id(ia o% pensamento ( verbali1ado. no meio do círc%lo. as pessoas se ?%ntam em torno de %m ideal religioso= $e. algo 3%e e% de iniria como locos de energias. pode-se e!ercer %ma a"#o mais direta e poderosa do 3%e somente pensando= Esse processo e!plica a atit%de do operador 3%ando. canali1ada pela vontade irme e disciplinada e dinami1ada pela contagem dos p%lsos magn(ticos. como Pai So#o havia e!posto anteriormente= ' pai-velho amigo retomo% a palavraO . . no 3%al encontrem resson.ísico. 3%e. me% ilho. re%nindo rec%rsos l%ídicos.

criadas mentalmente pelo operador.observando o andamento dos trabalhos.$e?a bem-vindo. a energia nervosa 3%e somente os encarnados poss%íam e 3%e at%aria como comb%stível psico ísico para 3%e a e3%ipe dos g%ardi*es p%desse desartic%lar as bases das sombras locali1adas no Pico do Itatiaia= Becidi voltar para a casa espírita e observar de lá o 3%e ocorria= 8ssim 3%e entrei.ísicaP E!atamente neste momento. ligados mentalmente aos mentores espirit%ais dos trabalhos da noite= <ma e3%ipe n%merosa de g%ardi*es estava atenta e a%!iliava os m(di%ns desdobrados= Podia divisar o cord#o de prata. e s%a a"#o no mal ( tolhida= . com vo1 di erente da s%a. 8rt%r e Reginaldo. 3%e ( pro?etado sobre ele.C%em pensam 3%e s#oI 8cham 3%e podem me deterI Besconhecem o poder da magia=== alava o mago negro.Me?o tamb(m %ma e3%ipe de espíritos no ambiente. no enQmeno denominado auto%psico#onia. chegaram ao ambiente. no laboratórioO . lhe dar %ma oport%nidade de recome"o. os dois rapa1es desdobrados pareciam e!alar %ma estranha neb%losidade de se%s corpos espirit%ais= Estavam em processo de doa"#o de ectoplasma.Percebo a presen"a de dois pais-velhos. os g%ardi*es do local os envolveram e cond%1iram para determinado canto da caverna= 's m(di%ns oram m%nidos de aparelhos e redes magn(ticas. caso ele n#o tenha se renovado.ísica. p%de notar 3%e Márcio. 3%e a1ia com 3%e permanecessem conectados a se%s corpos ísicos= '%vindo os comandos de Márcio. ?%ntamente com %m dos magos negros= $eg%imos com a e3%ipe espirit%al e os dois m(di%ns desdobrados at( a entrada da caverna onde se locali1ava o laboratório= Parecia 3%e eles ?á estavam bastante treinados para a ocasi#oA recebiam os comandos atrav(s do cord#o de prata. %m dos m(di%ns da corrente passo% a sentir intensamente a presen"a do mago negro no ambiente= ' espírito parecia dominado por %ma or"a estranha e contorcia-se todo= Pai So#o e Movó Catarina estavam ao lado do mago negro.alerta o%tro m(di%m= Márcio reage prontamente. nosso lado= <m dos mentores da re%ni#o condenso% e ordeno% os rec%rsos l%ídicos emitidos e. 3%e possibilitava aos m(di%ns descrever cada detalhe para os demais integrantes da re%ni#oA eram o%vidos pela boca ísica. todos percebiam a entidade.el%cido% Pai So#o . tinha vo1 resol%ta e ordenava os comandos apom(tricos com irme1a. tocando levemente a regi#o correspondente ao chacra rontal de 8rt%r. de reavaliar s%as a"*es=== . tamb(m. 3%e neste momento estava desdobrado. companheiro= Mas. ato 3%e dava maiores condi"*es para 3%e Márcio cond%1isse o processo com irme1a e seg%ran"a= <m dos m(di%ns relato%O .prosseg%ia Márcio= .( cerceado por %m campo de conten"#o. vi 3%e %ma onda de energias vindas dos diversos m(di%ns da corrente estava sendo canali1ada para 8rt%r. o mago negro . 9ransmitiam t%do o 3%e viam e o%viam para o ambiente da re%ni#o mediúnica= 9odos estavam de prontid#o= Penetramos o ambiente do laboratório central e observamos o%tros g%ardi*es. n%m sota3%e carregado com intenso magnetismo= .-os trabalhos de apometria. tanto 8rt%r como Reginaldo se colocaram a postos.n#o se priori1a o livre-arbítrio do espírito e3%ivocado= Isso normalmente ocorre nas re%ni*es mediúnicas tradicionais de desobsess#o. 3%e nos a%!ilia ?%ntamente com os pretos-velhos= Eles cond%1em %m mago negro. 3%e a%!iliam diretamente no processo= ' o%tro m(di%m contin%o%O . 3%antas 3%iser= Entre o período das re%ni*es. contin%ará pre?%dicando s%a vítima= -os trabalhos de apometria. ormando campos de conten"#o em torno da entidade= ' espírito tamb(m reageO . dinami1ando intensamente o processo.Energia vitalP 8ten"#o. somos trabalhadores do eterno bem= Estamos a3%i a im de colocar %m ponto inal R s%a a"#o de provocar o mal e. me% ilho . e o chamado obsessor tem a chance de retomar o%tras ve1es. trans eri% a energia para o campo vibratório de 8rt%r= :ogo após. ligado ao caso 3%e estamos tratando= ' m(di%m 3%e entro% em sintonia com o mago imediatamente come"o% a alar. 3%e se postavam ?%nto aos espíritos dedicados ao mal= C%ando os dois m(di%ns. se dese?a saber. o mesmo processo se repeti% com Reginaldo= -a3%ele instante. o coordenador dos trabalhos. imantando-o ao m(di%m 3%e o percebia= Como todos os m(di%ns estavam desdobrados pelos comandos apom(tricos e poss%íam vid@ncia e!tra. Márcio= Be %m momento para o%tro.' espírito tenta manip%lar se% magnetismo para de ender-se . dá-se o contrárioO o ser em dese3%ilíbrio .neste caso. e isso ocorria de orma a chamar a aten"#o. todos os m(di%nsO doa"#o de energia vital para os m(di%ns desdobrados e amplia"#o da vid@ncia e!tra. amea"ador= . o coordenador dos trabalhos no plano ísico.

a ling%agem dos seres h%manos tamb(m. me% ilho . noto% 3%e se%s es or"os eram inúteis= Pai So#o apro!imo%-se de %m dos m(di%ns. 3%e o amigo Márcio se %tili1a de t(cnicas conhecidas pelos irm#os encarnados como P-:O programa"#o ne%ro-lingNística= . e n#o como instr%mentos passivos. me%s ilhos.$endo assim. inde inidamente R espera de percep"*es mais claras= Com conhecimento a respeito de t(cnicas comple!as de desobsess#o. era a conversa com o espírito= Gavia %m tom di erente na cond%"#o do diálogo= -#o era %ma simples do%trina"#o= ' companheiro Márcio n#o tentava do%trinar. e no centro colocaram o rapa1. a partir de ent#o. at%ali1ar a metodologia 3%e empregam= Tardec. da mesma orma. conecto% %m dos m(di%ns com o cientista. pois 3%e. abrindo s%a re3N@ncia vibracional= . os m(di%ns tro%!eram ao ambiente o espírito desdobrado do companheiro 3%e estávamos a%!iliando anteriormente= Este encontrava-se em coma.8gora voc@ destr%irá o campo de or"a 3%e crio% . ( impedido de contrair mais d(bitos= '%tro ato 3%e p%de notar de di erente.disse Márcio= -Samais arei issoP Moc@s n#o podem me obrigar= Márcio. mas n#o devemos nos es3%ecer do conteúdo de amor= Podemos notar o @!ito da atividade por3%e. o hábil cientista se dei!o% cond%1ir. as entidades das sombras oram impedidas . n#o se respeita o livre-arbítrio do espíritoI . a%!iliavam diretamente= Era di erente de o%tros casos 3%e e% presenciara antes.-#o ( 3%est#o de respeito R liberdade. en im. destr%i% o campo de or"a atrás do 3%al se escondia o cientista= 8 entidade. nos casos observados. manip%lando os l%idos doados pelos m(di%ns. o cientista desencarnado. escravi1a= Em última análise. mas de dever de impedir 3%e o mal cres"a e o espírito e3%ivocado contin%e a pre?%dicar o indivíd%o 3%e constit%i se% endere"o vibratório= 8 liberdade e!iste para o bemA o mal. o codi icador do espiritismo.Ent#o podemos compreender. ass%miam papel de agentes em p( de ig%aldade com os espíritos= Era algo bonito de se ver= 8o im da re%ni#o. abatida. contrib%íam diretamente. e ( necessário 3%e os trabalhadores do bem proc%rem. convencer o espírito a se tomar espírita= Gavia %ma nova proposta= Ele era convidado a re letir sobre s%as atit%desA n#o havia a pretens#o de modi icar o pensamento da entidade com%nicante= ' espírito era levado a avaliar s%a cond%ta. Ângelo. 3%e repo%sava no hospital= Ele retomara do coma de initivamente= B%rante a re%ni#o mediúnica.alo% Pai So#o -.8cho 3%e este tipo de conversa e di erente das demais. e mais e mais e% icava perple!o com a a"#o magn(tica dos m(di%ns= Eles trabalhavam como parceiros dos mentores. devido R in l%@ncia de potentes campos de or"a criados no laboratório= Mi 3%e os m(di%ns se posicionaram em círc%lo. ag%ardando alg%ma mani esta"#o mediúnica. 3%e a t(cnica a%!ilia. 3%e coordenava os trabalhos. Pai So#o nos chamo% para conversarO 9emos de entender. colocavam se%s rec%rsos ectoplásmicos conscientemente R s%a disposi"#o e. chamando-me a aten"#o na din.. o perispírito do rapa1 oi atraído de volta ao corpo ísico. os casos 3%e nós visitamos para observa"#o oram sendo atendidos. conectado mentalmente com os mentores. Márcio. o próprio espírito em dese3%ilíbrio ( tamb(m bene iciado. liberando imediatamente nosso protegido da conten"#o magn(tica em se% corpo espirit%al= Como res%ltado imediato. os m(di%ns eram desdobrados. dando início ao processo de socorro ao rapa1 hospitali1ado= Bo o%tro lado. era pro %ndamente arro?ado e progressista em se%s pensamentos e observa"*esA oi %m revol%cionário= Bepois da conversa com a entidade. pro?etados em nossa dimens#o. %m a %m. c%?o corpo ísico permanecia no hospital= Pai So#o e Movó Catarina. abatido pelo 3%e vira e o%vira. com a energia magn(tica dos m(di%ns desdobrados. em 3%e os m(di%ns se colocavam passivamente. trabalharam intensamente= -este instante.Ent#o=== . como parceiros de se%s mentores= Bialogavam com eles. n#o conseg%ia mais opor resist@ncia= Mencida pelo poder s%perior. disc%tiam m(todos de a"#o. 3%e nossos irm#os espíritas desta casa est#o b%scando se at%ali1ar cada ve1 mais= -#o há mais espa"o para as velhas e %ltrapassadas do%trina"*es de conteúdo religioso. 3%e o%vira anteriormente= . assistindo ao diálogo com o mago negro. 3%e deveria ser canali1ada e direcionada apenas pelos mentores= -o caso presente. geralmente. integrando assim as e3%ipes espirit%ais e agindo pessoalmente nas regi*es in eriores do astral= Besse modo.mica da re%ni#o. en3%anto era impedido de contin%ar a pre?%dicar as pessoas envolvidas= .Biria. moralistas e cristali1adas no tempo= 8s trevas se at%ali1aram. n#o se dei!o% abater= Ministro% alg%ns comandos e.

Como v#o os trabalhos. 3%ando os m(di%ns vieram nos encontrar a3%i.Ent#o. me% amigoI . tanto d%rante o período de repo%so do corpo 3%anto d%rante os trabalhos espirit%ais. por si só. de maneira contín%a. ao alar das l%tas cotidianas. pode at%ar com maior intensidade sobre os l%idos e o magnetismo da nat%re1a= Essa ( a base dos trabalhos e comandos de apometria= -essa sit%a"#o condicionada e estim%lada atrav(s dos comandos mentais do operador e terape%ta do espírito.8inda n#o terminamos nosso trabalho. a esse l%!o contín%o de ideias-pensamento entre mentores e m(di%ns. me% velho . literalmente oram . desencarnadas o% n#o= 8s mentes. seg%ndo Movó Catarina. se retemperam. portanto. literalmente . a1ia-me avaliar me%s dias na velha 9erra= Contin%o%O . pensamentos e id(ias 3%e alimentam e mant@m= Por isso. n%ma leve brincadeira= .$alve. 3%anto mais persistente or o pensamento gerado. os m(di%ns podem agir mais livremente e com intensidade sobre o%tras mentes. libertas temporariamente do cativeiro da mat(ria. em desdobramento astral. ele permanece a1endo o 3%e 3%er.responde% $ilva sorrindo. e n#o somente como instr%mentos passivos= Hindando a e!posi"#o. 3%e conhecera no início de nossa ?ornada.torno% Movó Catarina= . consorciam-se mais livremente e. ortalecendo-se m%t%amente seg%ndo os pro?etos. veri icamos 3%e havia condi"*es de sanear o ambiente= Com o ectoplasma e o magnetismo dos m(di%ns e a a"#o das salamandras. nas l%tas vivi icadoras do cotidiano= Em meio aos entrecho3%es da vida social e amiliar está o grande desa ioA nessas ocasi*es. as cria"*es mentais gravitam em torno do espírito= Binami1adas pelo e!ercício do pensar. c%?a or"a mental sobre os elementos e algo di ícil de descrever= 8dentramos a3%ilo 3%e antes era o laboratório das sombras. tanto absorvendo inspira"*es 3%anto e!ec%tando-as= 8o encontrar-se temporariamente livre do peso material do corpo ísico. vi 3%e algo di erente ocorria= 's t%pinambás e os g%ardi*es estavam a postos sobre toda a $erra do Itatiaia= ' ambiente era il%minado pela presen"a das salamandras. mesmo em estado de repo%so do corpo. trabalhar com todos os m(di%ns desdobrados e conectados entre si ?á (. %ma orma e ica1 de en rentamento das entidades das sombras= Elas n#o podem resistir a essa corrente mental. ( impossível trabalhar nas correntes magn(ticas em bene ício da h%manidade . o preto-velho assevero%O . pois ent#o ?á havia m%itos espíritos de nosso plano trabalhando no local= ' ambiente astral agora era di erente= <m espírito de nossa com%nidade estava coordenando o processo de reconstr%"#o do l%gar= Para minha s%rpresa.de contin%ar s%a a"#o no mal= 9emos de modi icar %rgentemente nosso conceito de caridade= M%ita gente por aí pensa 3%e ( caridade tratar o obsessor o% entidade e3%ivocada da mesma orma como se trata alg%(m ?á de inido em rela"#o ao bem= Bei!am 3%e o espírito retorne 3%ando bem entender. me%s ilhos. o m(di%m deve icar atento Rs ontes geradoras de se% pensamento= Pai So#o era categórico e. encontramos o companheiro $ilva. a im de impedir 3%e o dese3%ilíbrio avance= 9amb(m devemos observar a a"#o do pensamento sobre os l%idos e o poder do magnetismo= $em a ed%ca"#o do pensamento. a mente passa a agir com maior intensidade sobre os elementos-id(ias. e. responsáveis pela coordena"#o dos enQmenos da nat%re1a. conte-nos t%do. in l%enciam-no d%rante o sono e nos trabalhos mediúnicos= Pro?etado na dimens#o e!tra ísica. no caso dos m(di%ns desdobrados. ( obtida no dia-a-dia. me%s amigos . em nome do livrearbítrio= $erá isso caridadeI 8o perg%ntar ao Espírito Merdade por 3%e o mal predomina na 9erra.c%mprimento% o amigo $ilva= . ainda em nossa com%nidade espirit%al= . 3%e trabalham em parceria ativa. as coisas pegaram ogo. tanto mais orte será s%a a"#o no corpo ísico e em o%tras dimens*es= 8 disciplina mental. ( hora de vencer a timide1 espirit%al e sermos mais arro?ados na e!ec%"#o do bem= 9olher a a"#o do mal ( algo imperioso. me%s ilhos= Moltemos ao laboratório central dos cientistas das sombras= C%ando retomamos a volita"#o.Fem. assim. %ma ve1 3%e e% ?á havia recebido o com%nicado mental de voc@s. nesta base. por entidades veneráveis. ora do corpo. d%rante o sono o% em transe mediúnico. ( necessário es or"o para se con3%istar a disciplina de manter-se conectado Rs or"as soberanas da vida= 8s ormas-pensamento 3%e o ser emite no estado de vigília. elementais comandados. as imagens se ortalecem e.-o estado de liberdade provisória.perg%nto% Catarina= . contin%am a e!ercer s%a a"#o= Portanto.83%i. 8llan Tardec obteve a resposta en áticaO LPor3%e os bons s#o tímidosL= Por isso mesmo. sob a l%1 das estrelas.e isso n#o se conseg%e apenas em breves instantes de %ma re%ni#o mediúnica= ' trabalhador do bem 3%e se posiciona como m(di%m deve entender 3%e.

sem separatismo nem ronteiras. #az muitos diri entes esp!ritas vetarem livros e repreenderem médiuns' Por que o preconceito racial se estende para além%t5mulo' .derretidos os aparelhos %tili1ados pelas entidades sombrias= C%ando. t%do r%i%. o%tra l%1 partia em dire"#o ao 8lto= Eram os pretos-velhos. %nidos na proposta do bem. o clamor choroso de %m espírito de índio. salamandras e ondinas= Mais ao longe. 3%e tocava %m instr%mento parecido com tambor o%.ncia da $erra do Itatiaia e p%demos contemplar milhares de espíritos. embora a diversidade de espíritos. caboclos e pais velhos. g%ardi*es. em bene ício da h%manidade= Pai So#o. simplesmente. me% amigo= 8bra"ados. assim como as amílias elementais de sil os. n#o e!istiam espíritos espíritas. os clones 3%e eles estavam preparando a3%i. 0á vai pra 4ruanda. 3%e retornavam com s%a vestimenta l%ídica original. apontando para o alto= <ma l%1 intensa se pro?etava sobre toda a serra na 3%al nos encontrávamos= . distin"#o sem separa"#o= .8r%anda. meti pai.Como di1 nosso Pai So#o . 8r%anda . e!plodiram %m a %m= Parece. en3%anto cantava solitário e era observado por toda a alange de imortaisO )ovK 0á vai. e toda a estr%t%ra ico% desprotegida= -ossos camaradas. prote&ão pra nossa banda. ent#o. gnomos.alo% %m g%ardi#o= :ogo depois. c%lt%ras e m(todos= C%em sabe %m dia nossos irm#os encarnados aprender#o a s%perar o preconceito religioso e do%trinário e reconhecer#o 3%e somente a %ni#o no amor poderá trans ormar a 9erra= . %mbandistas o% espirit%alistas= 9odos (ramos.Isso mesmo. 3%e trabalhar#o em con?%nto com o%tras ?á em a"#o.$#o os ilhos de 8r%anda. 4 bên&ão. ilhos de Be%s= C%ando estávamos envolvidos nas atividades espirit%ais Rs 3%ais nos dedicávamos. como todos trabalham %nidos no propósito. avistamos %ma e3%ipe de m(dicos do espa"o. Movó Catarina e $ilva oram inspecionar o novo posto de socorro= Xallace e e% saímos para a e!%ber. do belo e do amor= -este momento. e trans ormá-la em posto de socorro espirit%al= Ba3%i partir#o caravanas de a%!ílio. desa iadora do org%lho e do preconceito= Retornavam para 8r%anda. os g%ardi*es e os m(di%ns.%ni#o sem %s#o. a pátria espirit%al dos caboclos e pais-velhos= '%vimos. a%!iliaram-nos t#o intensamente 3%e resto% po%ca coisa para nós= .perg%nto% Xallace= .. Xallace comento%O . a literatura e a cultura popular do Yrasil. que povoam o #olclore. $P43!/! Por que #alar de pretos%velhos e caboclos desperta rea&Jes tão adversas' Por que a simples men&ão dessas #i uras. 3%e as d%plicatas astrais das pessoas envolvidas no caso estavam conectadas com a mente do cientista= Bes eito o campo de or"a. a pátria espirit%al no M%ndo Maior= Me?a. o 3%e vamos a1er com este localI . %m caboclo brasileiro. Ângelo. e o%tras alanges 3%e chegavam para trans ormar o ambiente em %ma base avan"ada do nosso plano= 'bservando como t%do se passava. o espírito conhecido como Caboclo 9%pinambá nos chamo% a aten"#o. vindo de nossa com%nidade.alei . me% ilho. destr%i%-se o campo de energia em torno do espírito cientista. especialistas na t(cnica sideral. com o ob?etivo de a%!iliá-los no preparo do ambiente e!tra ísico= 9rabalhávamos em con?%nto.E agora. na re%ni#o mediúnica reali1ada na casa espírita. no laboratório.Mamos aproveitar a constr%"#o l%ídica.. como diriam os amigos encarnados. ?%ntamo-nos Rs e3%ipes de caboclos t%pinambás. Catarina. %m instr%mento de perc%ss#o.

t%do 3%e se relaciona R c%lt%ra religiosa do negro cost%ma ser ass%nto controverso.<ma casa espírita aparecer com %m livro como 8r%anda' C%e casa espírita lan"a %ma obra associada a pretos-velhos e caboclosI . país 3%e R (poca detinha a hegemonia c%lt%ral e ditava as regras do 3%e era chie. no entanto. pois 3%e n#o havia nem emigra"#o das colQnias a ricanas para a Hran"a= -o má!imo. morto nos campos de batalha das g%erras nacionalistas do continente e%rope%= Como proceder. espíritas. ' processo de ac%lt%ra"#o do espiritismo.ue a temática do li:ro costuma traHer I tona8 e s@o reproduHidos com o o?<eti:o de acrescentar elementos I refle>@o proposta pela o?ra do espírito +ngelo InácioG Certo dia reparei em %m companheiro de atividades.Mas o 3%e o movimento espírita vai pensarI . em meio Rs elites intelect%ais e econQmicas= ' 3%e era de esperar. advogados e demais intelect%ais. e o codi icador debatia 3%al3%er ass%nto. pelo menos da parte dos espíritos 3%e coordenam os destinos da na"#o= $spírito tam?Jm tem cor <ma das 3%est*es 3%e em breve viriam R tona di1 respeito R ei"#o o% R ro%pagem l%ídica dos espíritos presentes nas re%ni*es mediúnicas= Para onde iriam os espíritos de negros e indígenas 3%e desencarnavam na psicos era brasileiraI 8l(m dos m(dicos. ao aportar n%m país de características t#o diversas 3%anto o Frasil.uest=es e os preconceitos . tendo em vista 3%e e %ma do%trina ilosó ica de implica"*es morais e cientí icas. cheio de dedos ao alar abertamente do trabalho 3%e reali1am a Casa dos Espíritos Editora e a instit%i"#o parceira 3%e lhe de% origem.8contece 3%e a nossa sina come"o% há m%ito tempo. sem medo nem id(ias preconcebidas= C%anto aos espíritos. tomamo-nos Lanti-do%trináriosLI Ha"a-me o avorP -#o perdemos a de ini"#o espírita de nossas atividades.C!ISA D$ PR$#! Por 3eonardo .=ller $DI#!R !s te>tos a seguir foram originalmente pu?licados no <ornal Spiritus8 periódico editado pela Casa dos $spíritos $ditora8 por ocasi@o do lanAamento do li:ro Aruanda BSpiritus nC D&8 de <unhoE<ulho de &99*FG !s artigos discutem as .ambores de 4n ola. a $ociedade Espírita Everilda Fatista= 8 vergonha o% o receio 3%e ele tinha devia-se especi icamente R bandeira hasteada por ambas as casas. com essa gente desencarnadaI 8ssim como a prática de capoeira o%trora oi considerada crime.ncia tenha ortes raí1es históricas.Ent#oP Imagine %ma contin%a"#o=== . na 3%al declaram positivamenteO L9rabalhamos com pretos-velhos e caboclosL= . ori%nda da Hran"a. por3%e espírita e o método de trabalho= Tardec ( bom-senso. desde a p%blica"#o de . caso ho%vesse a inten"#o de disseminar a nova do%trina= E havia. escrita em idioma estrangeiro. m%itos disseram 3%e havíamos nos tornado %mbandistasA agora n#o há como voltar atrás= . prevista no Código Penal. ilóso os. voc@ se lembra.Mas alg%(m precisa alar contra o preconceito= $ó por3%e o a%tor espirit%al aborda o tab% <mbanda e espiritismo 3%er di1er 3%e dei!amos de ser espíritasI $ó por3%e lan"amos %m livro 3%e ala de pretos-velhos e caboclos. n#o eram in %ndadas= Com e eito. 3%e tanto t@m eito por nós. tamb(m morriam os pobres do povo e os pretos. ( hora de come"ar a arrancá-las= AculturaA@o ' espiritismo de 8llan Tardec loresce% no inal do s(c= JIJ. e n#o a apar@ncia do espírito. . entre as camadas mais abastadas da pop%la"#o brasileira. 3%e pode ser or?ada com acilidade= 8s preoc%pa"*es do companheiro de trabalho. o depoimento de %m soldado. especialmente no meio espírita= -#o obstante tanta rel%t. rec(mal orriados pela :ei W%rea de &444= C%e crit(rios estabelecerI -as páginas de Tardec. nada sobre pretos-velhos o% caboclos. para eles n#o há barreiras religiosasO onde está o códice 3%e in orma a apar@ncia correta de %m Lespírito espíritaLI Tardec ala 3%e ( o conte5do da com%nica"#o 3%e importa. C%ando lan"amos o livro. ent#o. tamb(m era previsível.perg%ntava se= .Entendo s%as apreens*es . sen#o necessário= 8l(m da trad%"#o para o port%g%@s. era cr%cial assimilar os aspectos 3%e comp%nham a história e a c%lt%ra brasileiras.respondi= .

opsP. sem alarde. echemos os olhos para o ato de 3%e se%s nomes destoam da característica e%rop(ia dos demais e contin%emos a nos enganar= Mas se negros e m%latos n#o prestam para aparecer e ser reconhecidos. a estr%t%ra social da colQnia 3%e se reprod%1 de modo atávico e ancestral. a garra e as ervas dos caboclos= C%e viva a atmos era espirit%al do Frasil. talve1 %ma orma de a vida nos lembrar do compromisso 3%e temos com os povos negro e indígena . a cidade ostenta at( ho?e o belo Elevador :acerda. nem ho?e= -a (poca colonial. s#o os caboclos 3%e manip%lam o bioplasma das ervas. para a1er %m LdescarregoL no ambiente . s%bsiste certo pavor de se mist%rar com 3%al3%er coisa 3%e venha dos negros= > o advento da sen1ala na realidade espirit%al= -egros n#o prestam para ass%mirmos como mentores e reconhecermos como espíritos elevados= Para div%lgar-mos sem barreirasO LEles nos t@m m%ito a ensinar com s%a simplicidade e sabedoria pop%larL.3%e n#o ( se% ob?etivo -.e 3%e deve ser resgatado desde ?á. o 3%e 3%er di1erO nordestinos. e ass%nto proibido em m%itos locais= '%vem-se espíritas a debater teoriasO L$e der ]estrimili3%e]. pro?etando-se at( na 3%est#o espirit%alI De Paris para o PelK ' primeiro centro espírita com base nos livros de Tardec de 3%e se tem notícia no país oi %ndado em $alvador. do ?ardim e das ro%pas. por ve1es. impondo-lhes o respeito. prepararam a comida 3%e serviam aos convidados= -a at%alidade.alar em preto. 3%e s#o as ervas da medicina de 3%e disp%nha a pop%la"#o. revoltado com a ome. o abandono e a chibata 3%e e!perimento% e 3%e m%itos de nossos m(di%ns. do%trinadores e mentores desconhecem= $#o eles 3%e ar#o rente aos che es das trevas. Hrit1 Germman o% $cheilla. onde cada %m mant(m se% . res3%ício da (poca da escravid#o. colhida e bene iciada por s%as m#os= -#o eram tidas como gente. tamb(m no trato com o al(m-túm%lo= C%e cesse o preconceito e 3%e vivam as c%rimbas e as mandingas de preto-velho. L( espírito atrasadoL= 8 lógica abs%rda tem ?%sti icativa= 8 inal. mas oram as m%lheres pretas 3%e criaram os ilhos. nessa hora. as m#es e os pais velhos d#o importante contrib%i"#o nos centros espíritas LUardecistasL de todo o Frasil= 8ceitos o% n#o. n#o agNentamos viver sem eles .e!plorados e massacrados pela civili1a"#o dos coloni1adores . n#o s#o os m(dicos nem os padres e as irm#s de caridade 3%e at%am= -#o s#o eles 3%e se dirigem Rs pro %nde1as do %mbral o% do astral in erior para abordar 3gs das trevas= 8hP E se aparecer %m K( 7rosso o% %m Palminha. ainda mais velho. amamentaram os beb@s. o 3%e %ma alma mais doce o% delicada n#o poderia a1er= 8caso esto% enganado e sit%a"*es como essas só ocorrem em terreiros de <mbandaI > o% n#o ( o per eito engenho. o negro n#o sabia de nada. tamb(m n#o= -o má!imo. es3%e"amos 3%e eles oram cangaceiros do bando de :ampi#o. o limite e a a%toridade moral. mesmo sem go1ar do reconhecimento amplo . espíritos ho?e nacionalmente conhecidos e reverenciados no meio espírita. como gadoI 8s imagens do passado espirit%al est#o ortemente impressas em nossas mentes= $spiritismo cana-de-aA-car Ys ve1es chego a me sentir como se estiv(ssemos a1endo espiritismo n%m engenho do Frasil colonial= E 3%e. na Fahia de 9odos os $antos. se errar na con?%ga"#o verbal e i1er men"#o a arr%da e g%in(L. ainda no s(c= !i!= Capital do Frasil colonial at( &20+.e certamente R pele esc%ra e 3%eimada de sol= Mesmo 3%e trabalhem com Soseph 7leber. ?á se acost%maram com a discrimina"#oA n#o e isso 3%e importa= Percebidos o% n#o pelos m(di%ns da casa-grande. acost%mados ao lombo do ?eg%e e ao chap(% de co%ro . limpe1a energ(tica . 3%e cond%1 R Cidade Fai!a e ao mercado em 3%e se vendiam negros= Está aí %m retrato iel do ambiente espirit%al brasileiroO 8llan Tardec posto ?%sto ao lado do Pelo%rinho= 9alve1 mera coincid@ncia. det@m a sabedoria simples 3%e tocará a3%ele espírito %rioso. para n#o darmos o bra"o a torcer. admitindo 3%e. como receber orienta"#o da3%eles mesmos 3%e mandávamos amarrar no pelo%rinho e d%rante tanto tempo oram comerciali1ados na pra"a pública. s#o os pretos-velhos 3%e preparam o ectoplasma %tili1ado em re%ni*es de c%ra e tratamento espirit%al= $#o eles 3%e.o% para lidar com os LobsessoresL rebeldes ao diálogo tradicional= 9%do na mais per eita discri"#o= ' 3%anto or possível. nem ontem. c%idaram da casa. provavelmente anal abetos. mas a cana-de-a"úcar 3%e prod%1ia a ri3%e1a era plantada.

e. as reiras e os padres católicos. a nova religi#o s%rge em -iterói. 3%e era ob?etivo do 8lto= 8dotando o sincretismo entre os ori!ás e os santos católicos. de s(c%lo em s(c%lo. ( bombardeada pela prega"#o intolerante do ?es%íta. a <mbanda oi penetrando lentamente nos red%tos de magia negra= :evo% ate lá os conceitos de amor.ue en:ol:em transe medianímico e8 aos olhos do leigo8 se confundemG 9odo cidad#o espírita ?á passo% pelo constrangimento de ser con %ndido com %mbandista o% candomblecista= Bigo constrangimento por3%e. o espiritismo de 8llan Tardec. sobret%do. de amor e raternidade= SA3ADA D$ R$3I/I($S $spiritismo8 Um?anda e Candom?lJL conheAa a origem histórica das manifestaA=es religiosas . mas sabe respeitar e a%!iliar onde 3%er 3%e se?a preciso. com setores conservadores na sociedade. gra"as R contrib%i"#o de homens valorosos. 3%e há m%ito se desenvolvia. sob a bandeira do Cristo. no antigo estado da 7%anabara. ( %m verdadeiro pavor ter o se% centro Lde mesa brancaL miscigenado com terreiros do Lbai!o espiritismoL= C%e nomenclat%ra terrívelP 'corre 3%e rea"*es de medo o% preconceito. e o transe mediúnico ass%mido. de todo. na pátria espirit%al. dissolve-se a antasia. os espíritos responsáveis pela administra"#o dos destinos do Frasil decidem intervir= > hora de m%dar o to3%e dos ataba3%es= Cont%do. em &564= E apresentada diretamente da boca de %ma entidade espirit%al di erente para a (pocaO o caboclo= ' padre ?es%íta 7abriel Malagrina. eitores e senhores de escravo= Preoc%pados com o andar da carr%agem. c%lto Rs or"as s%periores da vida atrav(s dos ori!ás= Como religi#o n#o crist#. pois para mim n#o e!istem caminhos echados= Menho tra1er a aumbandhã. alg%(m prop*e. denotando a aceita"#o social maior 3%e go1avam os adeptos de 8llan Tardec= $e. ass%me o aspecto de %m índio e declara. digam 3%e so% o Caboclo das $ete Encr%1ilhadas. o espírito de %m m(dico ranc@s ass%mi% pela primeira ve1 a post%ra do anci#o negro para poder alar na ling%agem do povo= En3%anto isso. com conse3Nente discrimina"#o. tamb(m havia %m santo 3%al3%er no nome da casa= E 3%e. %nirá os cora"*es. 3%e n#o e!istia nos barrac*es de Candombl(. nasce o chamado Candomblé de caboclo. os soldados de Roma e todas as alanges e na"*es 3%e. levando espirit%alidade ao c%lto pop%larIL= -asce ent#o a aumbandhã. v@m do desconhecimento= C%ando cessa a ignor. m%itos Candombl(s acabam se deteriorando em magia negra . caridade e ?%sti"a atrav(s da vo1 do preto-velho. e o demQnio perde o rabo e o chi re= Assem?lJia espiritual Candombl( ( a prática religiosa 3%e mais se apro!ima da3%ela 3%e os povos a ricanos tro%!eram para o Frasil a bordo dos navios negreiros= -o contato com a c%lt%ra indígena encontrada a3%i. 3%e tamb(m se apresento% na longín3%a ocasi#o de &564= -a personalidade de Pai Soa3%im de 8r%anda. acost%mada com a ling%agem e%rop(ia e os diálogos da iloso ia clássica= Ent#o. os árabes e indianos de t%rbante. na at%alidade. dentro de %ma casa espíritaO L$e ( preciso 3%e e% tenha %m nome. %ma religi#o 3%e harmoni1ará as amílias. apenas aos anseios da camada mais c%lta da pop%la"#o brasileira.m(todo de trabalho. 3%e reúna ambos os conhecimentos. em %m país católico. E%rípedes Farsan%l o e Chico Javier= 9anto assim 3%e ho?e ainda se observa a tend@ncia de as tendas de <mbanda levarem em se% nome o termo esp!rita. o espiritismo saía do obsc%rantismo.ncia. alará aos simples e 3%e há de perd%rar ate o inal dos s(c%los=L > assim 3%e. e. era m%ito intelect%ali1ado para alar aos barrac*es do Candombl(= 8tendia.vingan"a contra padres. . sobrevive nos terreiros essa %s#o.a %ni#o das d%as bandas= 9ipicamente brasileira. R (poca. como Fe1erra de Mene1es. rec(m-chegado da Hran"a na seg%nda metade do s(c= JIJ. se reúnem em torno da insígnia de 8llan Tardec . espírito comprometido com o panorama religioso do Frasil. 9enda Espírita de <mbanda 9ossa $enhora do 8osário soaria melhor 3%e se o nome osse apenas Pai O3alá o% Caboclo 8ompe%/ato. o% <mbanda . na assembl(ia de espíritos elevadosO LC%e tal %ma religi#o nova. com espírito de e3%ipe e de solidariedade= C%e vivam os m(dicos alem#es. para m%itos. a press#o política o% religiosa osse m%ito orte.

&552= = ' +van elho se undo o espiritismo. $PO ' Clarim. $PO EME. 9rad%"#o de So#o 9ei!eira de Pa%la= $#o Pa%loO :8TE. s=d= . os mila res e as predi&Jes se undo o espiritismo. &552= = 8evista esp!rita de FGHM: ?ornal de est%dos psicológicos Dano IIE= 9rad%"#o de Evandro -oleto Fe1erra= Rio de SaneiroO HEF. )66. $PO EME.R$"$RMNCIAS 5I53I!/RN"ICAS das epígra es de 8llan Tardec Tardec. 9rad%"#o de Mictor 9ollendal Pacheco= $#o Pa%loO :8TE. &552= = 4 ênese. 9rad%"#o de Xallace :eal Rodrig%es= Mat#o.= = 8evista esp!rita de FGAR: ?ornal de est%dos psicológicos Dano IIIE= 9rad%"#o de Evandro -oleto Fe1erra= Rio de SaneiroO HEF. &552= = 4 obsessão. $PO ' Clarim. 9rad%"#o de Sos( Gerc%lano Pires= Capivari. )66&= &a edi"#o especial Drevisada e repaginadaE= = ' livro dos m(di%ns o% g%ia dos m(di%ns e dos evocadores= 9rad%"#o de Sos( Gerc%lano Pires= Capivari. &540= = ' que é o espiritismo. 9rad%"#o de 7%illon Ribeiro= Rio de SaneiroO HEF.= = )ia em esp!rita em FGA>. )66. 9rad%"#o de 8lbertina 8%g%sta Esc%deiro $eco= Rio de SaneiroO CE:B. 9rad%"#o de Xallace :eal Rodrig%es= Mat#o. 8llan= ' céu e o in#erno ou a 0usti&a divina se undo o espiritismo. &552= = ' livro dos esp!ritos.