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MINISTÉRIO DA FAZENDA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA EDITAL ESAF Nº 24 , DE 06 DE JULHO DE 2012 (*) CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE AUDITOR

-FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL O DIRETOR-GERAL DA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA, no uso de suas atribuições e considerando a subdelegação de competência outorgada à ESAF pela Portaria n. 1.182, de 26/06/2012, do Secretário da Receita Federal do Brasil, publicada na Seção 2 do Diário Oficial da União de 27/06/2012, divulga e estabelece normas específicas para abertura das inscrições e a realização de concurso público destinado a selecionar candidatos para o provimento de cargos de AUDITOR-FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no Padrão e Classe iniciais da Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil, do Quadro de Pessoal do Ministério da Fazenda, autorizado pela Portaria n. 228, do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, publicada na Seção 1 do Diário Oficial da União de 25/05/2012, observadas as disposições constitucionais referentes ao assunto e, ainda, os termos da Lei n. 8.112, de 11/12/1990, da Lei n. 10.593, de 6/12/2002 (DOU de 9/12/2002), da Lei n. 11.457, de 16/3/2007 (DOU de 19/3/2007), da Lei n. 11.890, de 24/12/2008 (DOU de 26/12/2008), do Decreto n. 6.641, de 10/11/2008 (DOU de 11/11/2008), do Decreto n. 6.944, de 21/8/2009 (DOU de 24/8/2009) e, em particular, as normas contidas neste Edital. 1 - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 - O concurso público, com classificação em âmbito nacional, visa ao provimento do número de vagas estabelecido no subitem 1.2, ressalvada a possibilidade de acréscimo prevista no art. 11 do Decreto n. 6.944, de 21/8/2009, e será assim constituído: 1.1.1 - Primeira Etapa: a) Prova 1 - Objetiva de Conhecimentos Gerais: de caráter seletivo, eliminatório e classificatório, valendo, no máximo, 120 pontos ponderados; b) Prova 2 - Objetiva de Conhecimentos Específicos I, de caráter seletivo, eliminatório e classificatório, valendo, no máximo, 120 pontos ponderados; c) Prova 3 - Objetiva de Conhecimentos Específicos II, de caráter seletivo, eliminatório e classificatório, valendo, no máximo, 120 pontos ponderados; d) Prova Discursiva: de caráter seletivo, eliminatório e classificatório, valendo, no máximo, 120 pontos. 1.1.2 - Segunda Etapa: SINDICÂNCIA DE VIDA PREGRESSA - de caráter unicamente eliminatório, a ser realizada pela ESAF, segundo regras estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, mediante o exame da documentação exigida do candidato, indicada no subitem 13.1, em conformidade com o disposto no § 3º do art. 3º da Lei n. 10.593, de 6/12/2002, alterado pelo art. 9º da Lei n. 11.457/2007; 1.2 - A escolaridade, a taxa de inscrição e o número de vagas são os estabelecidos no quadro a seguir: Escolaridade: Curso superior concluído, em nível de graduação. Taxa de inscrição: R$ 130,00 Cargo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Ampla concorrência 190 Número de vagas Candidatos com deficiência 10

Total 200

2 – DA REMUNERAÇÃO INICIAL DO CARGO: subsídio mensal no valor de R$ 13.600,00. 3 - DAS ATRIBUIÇÕES DO CARGO As atribuições do cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil correspondem às previstas no Art. 6º da Lei n. 10.593, de 6/12/2002, alterada pela Lei n. 11.457, de 16/3/2007 e no Decreto n. 6.641, de 10/11/2008. 4 - DOS REQUISITOS PARA INVESTIDURA NO CARGO 4.1 - O candidato aprovado no concurso público de que trata este Edital será investido no cargo, se atendidas as seguintes exigências: a) ter sido aprovado e classificado no concurso, na forma estabelecida neste Edital; b) ter nacionalidade brasileira; no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, na forma do disposto no art. 13 do Decreto n. 70.436, de 18/04/1972; c) gozar dos direitos políticos;

gov.A ESAF não se responsabilizará por pedidos de inscrição que deixarem de ser concretizados por motivos de ordem técnica dos computadores.Para efetivação da inscrição via Internet o candidato poderá. j) apresentar declaração a que se refere o subitem 13. 5. também.1 . no período compreendido entre 10 horas do dia 16 de julho de 2012 e 23h59min do dia 29 de julho de 2012.3 .DA INSCRIÇÃO 5. utilizar. para os candidatos do sexo masculino. e durante o horário de funcionamento do respectivo Órgão. mediante o pagamento da taxa a ela pertinente.Estará impedido de tomar posse o candidato: a) que deixar de comprovar qualquer um dos requisitos especificados no subitem 4. 4. detectado por meio dos documentos referentes à sindicância de vida pregressa de que tratam as letras “a” a “d” do subitem 13. 5.gov. nos endereços indicados no Anexo II.A inscrição será efetuada.fazenda. 5. em nível de graduação. DA ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO 6.br. que os mesmos são inverídicos. c) que tenha praticado qualquer ato desabonador de sua conduta. em relação às quais não poderá alegar desconhecimento.As informações prestadas no Formulário de Inscrição são de inteira responsabilidade do candidato. exclusivamente via Internet. à época da posse. devidamente registrado no Ministério da Educação (MEC).esaf. k) apresentar outros documentos que se fizerem necessários.esaf@fazenda. no horário bancário.br e deverá ser impresso imediatamente após a conclusão do preenchimento do formulário de inscrição.A impressão do boleto e o respectivo pagamento da taxa. via Internet. I – DA PRIMEIRA ETAPA 5 .2. correspondente exclusivamente a Formulário de Inscrição já preenchido.1 e daqueles que vierem a ser estabelecidos na letra “k”. disciplina à qual se submeterá. congestionamento das linhas de comunicação ou outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados. e) estar quite com as obrigações do Serviço Militar.fazenda.1 . por meio de boleto eletrônico.1.d) estar quite com as obrigações eleitorais. 5. 8. salvo em caso de cancelamento do concurso por conveniência ou interesse da Administração. até o dia 30 de julho 2012.O valor da taxa de inscrição não será devolvido em hipótese alguma. sendo considerada sem efeito a inscrição se o cheque for devolvido por qualquer motivo.Qualquer pedido de alteração somente poderá ocorrer mediante requerimento dirigido à ESAF. h) possuir diploma de curso superior concluído em qualquer área.4 . exceto para o candidato que.O boleto para recolhimento da taxa de inscrição (GRU – COBRANÇA) estará disponível no endereço www.fazenda. instruído com a respectiva justificativa e apresentado dentro do prazo estabelecido para inscrição. b) a localidade na qual deseja prestar as provas.1 . o candidato indicará: a) o idioma de sua preferência (espanhol ou inglês).No caso de pagamento com cheque. 6. 137 da Lei n.1 ou por diligência realizada.7 . posteriores a esse prazo. g) ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo. durante o período e horário estabelecidos no subitem 5. 5. via fax.4 .2. 5. 5. cumulativamente: 2 . condicional ou extemporâneo.4 deste Edital.2 . b) demitido do serviço público.br.Não será aceito pedido de inscrição por via postal.A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital. posteriormente. este somente será aceito se do próprio candidato.2. poderão ser efetuados. falhas de comunicação. i) apresentar declaração de bens com dados até a data da posse.Ao preencher o Formulário de Inscrição.gov. 5.2 . entre as indicadas no Anexo II deste Edital.8 . 5. via correio eletrônico.df.3 . 5.br ou nos endereços indicados no Anexo II deste Edital.1 .gov. 5.2. sendo desconsideradas quaisquer solicitações. no valor de R$ 130. 5.9 . dispondo a ESAF do direito de excluir do concurso público aquele que o preencher com dados incorretos ou incompletos. considerado o horário de Brasília-DF. bem como se constatado.00 (cento e trinta reais). via email concursos. no endereço eletrônico www.112/90. f) ter idade mínima de 18 anos. vedada qualquer alteração posterior.Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição.O candidato poderá retirar o Edital regulador do concurso no endereço eletrônico www. nos dias úteis. nesse sentido. pagável em toda a rede bancária.6 .2. comprovadas por junta médica oficial.5 . de acordo com o art.esaf. computadores disponibilizados nos Órgãos do Ministério da Fazenda.esaf.

fazendo sua opção no ato da inscrição no concurso.fazenda. simultaneamente. 6.a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). 6.esaf. na Internet.df. 6. 6. considerando que o processamento das informações na base nacional do CadÚnico poderá ocorrer no prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias para concretização da inscrição no referido Programa do Governo Federal. para efetivar sua inscrição no concurso.7 .1 . no endereço www.esaf@fazenda.Para a realização da inscrição com isenção do pagamento da taxa de inscrição. em Brasília-DF. de 02/12/2004.2 . 3.esaf.fazenda.br.16. 10 do Decreto n.Será desconsiderado o pedido de isenção do pagamento da taxa de inscrição de candidato que.936.br. ainda. Seção 1. via Internet. 6.2 .1.16 . via Internet. até o dia 19/07/2012. acessar o endereço eletrônico www. 6. publicado no DOU de 21/12/1999.135. contendo os respectivos motivos do indeferimento será divulgada.gov. 6. o candidato deverá preencher o Formulário de Inscrição.A relação dos candidatos com pedidos de isenção deferidos será disponibilizada na Internet.298.17 .2. deverão ser exatamente iguais aos que foram declarados ao Órgão Gestor do CadÚnico.Os dados informados pelo candidato.8 . 7. no endereço concursos. o disposto no parágrafo único do art.5 . de 06/9/1979.12 .10 . ainda. 83. no ato da inscrição.15 .3 .Não serão aceitos pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição via fax. aplicando-se. no site da ESAF. 6. simultaneamente à divulgação dos pedidos de isenção deferidos. 6. 7 .Os candidatos cujos pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição forem indeferidos deverão. 6.Os candidatos com pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição indeferidos que não efetuarem o pagamento da taxa de inscrição. 6. 6. 6. 6.É da inteira responsabilidade do candidato procurar o órgão gestor do CadÚnico do seu município para a atualização do seu cadastro na base da dados.O candidato com deficiência deverá: 3 .4 . 6.O resultado da análise de eventuais recursos apresentados será dado a conhecer.1.135.1. 6.1. tenha efetuado o pagamento da taxa de inscrição.9 . 6.6 .Serão desconsiderados os pedidos de isenção de pagamento de taxa de inscrição a candidato que omitir ou prestar informações inverídicas.1 . de 26/6/2007. de que trata o Decreto n.br.esaf. referentes à isenção do pagamento da taxa de inscrição.13 .A inscrição com o pedido de isenção poderá ser efetuada no período compreendido entre 10 horas do dia 16 e 23h59min do dia 17/07/2012. aqueles que não contenham informações suficientes para a correta identificação do candidato na base de dados do Órgão Gestor do CadÚnico. serão de inteira responsabilidade do candidato.1 .Não serão acatados pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição para candidatos que não preencham as condições para sua concessão. na forma do disposto no subitem 6.DOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA 7. alterado pelo Decreto n. serão automaticamente excluídos do concurso. poderá concorrer às vagas reservadas a pessoas com deficiência.As informações prestadas no Formulário de Inscrição. dirigido à Diretoria de Recrutamento e Seleção da ESAF.13. no qual indicará o NIS atribuído pelo CadÚnico do Governo Federal e firmará declaração de que atende à condição estabelecida na letra “b” do subitem 6.Não será concedida a isenção do pagamento da taxa de inscrição a candidato que não possua o Número de Identificação Social (NIS) já identificado e confirmado na base de dados do CadÚnico.11 . correio eletrônico ou extemporâneo. 6.fazenda. postal. de 2007. imprimir o respectivo boleto e efetuar o pagamento da taxa de inscrição dentro do prazo indicado no subitem 5.Não serão analisados os pedidos de isenção sem indicação do número do NIS e.2 . publicado na Seção 1 do DOU do dia 03/12/2004. e b) for membro de família de baixa renda.2. via e-mail.br.O candidato poderá apresentar recurso contra o indeferimento do seu pedido de isenção somente no primeiro dia útil posterior à divulgação de que trata o subitem 6.gov.gov. 5. 6. nos termos do Decreto n.14 .3 .A declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em lei. 6. 6.A ESAF consultará o Órgão gestor do CadÚnico para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato. 6.A relação dos candidatos com pedidos de isenção indeferidos. seja qual for o motivo alegado.gov.296. na data da sua inscrição.O candidato que se julgar amparado pelo Decreto n. de 20/12/1999.Para estar inscrito no Cadastro Único é necessário que o candidato tenha efetuado o cadastramento junto ao órgão gestor do Cadastro Único do município em que reside. no endereço www.

7.PRDF/PRDC.a) enviar. nos termos do art. definidas no item 3 deste Edital. 7.15 .2.Km 27. 7. Brasília-DF.296/2004.Os deficientes visuais que requererem prova em braile deverão levar. expedido nos últimos 12 (doze) meses. ao horário.1.3 . do Ministério Público Federal. reglete e punção.O candidato com deficiência participará do concurso em igualdade de condições com os demais candidatos. 3. decidirá sobre a qualificação do candidato como pessoa com deficiência e sobre a compatibilidade da deficiência. via SEDEX ou via carta registrada com Aviso de Recebimento (AR). em atendimento à Recomendação n. no que se refere ao conteúdo. para que suas respostas sejam dadas. referida no subitem 7. 5. 7.7. em conformidade com as orientações contidas na Ata da Câmara Técnica da Coordenadoria Nacional da Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – CORDE.5 . pela Equipe Multiprofissional. 7.Caso o candidato não tenha sido qualificado pela Equipe Multiprofissional como pessoa com deficiência. com base no parecer da Equipe Multiprofissional. 3. atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência.686-900. 018/2005 . da qual é portador.16 .Os candidatos com deficiência. no seu pedido de inscrição via eletrônica.10. também. observada a ordem classificatória.O não comparecimento à avaliação de que trata o subitem 7. será submetido à avaliação de Equipe Multiprofissional. Orçamento e Administração do Ministério da Fazenda. 43 do Decreto n. em braile.CID. eliminado do concurso.9 .O candidato considerado não deficiente ou cuja deficiência tenha sido julgada incompatível com as atribuições do cargo poderá apresentar pedido de reexame da decisão à Coordenação-Geral de Gestão Pessoas da Subsecretaria de Planejamento. ainda. do local onde este irá prestar as provas. bem como a provável causa da deficiência e indicará. ao local de aplicação das provas e à nota mínima exigida para todos os demais candidatos. 7.Rodovia DF 001 . se habilitado e classificado na forma do subitem 12. indicando as condições diferenciadas de que necessita para a realização das provas.298/99.A Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento. o candidato será convocado uma única vez.1.Para os efeitos da proporcionalidade de que trata o subitem anterior e.298/99. laudo médico.Caso o candidato tenha sido qualificado pela Equipe Multiprofissional como pessoa com deficiência. o número do registro da postagem. aprovados no concurso em conformidade com o subitem 12. 4 .296/2004. apresentando justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência. na forma do disposto no art.18 .8 .7 .12 . se habilitados e classificados. serão classificados considerando-se a proporcionalidade entre o quantitativo de vagas destinado à ampla concorrência e o destinado a candidatos com deficiência.10 . na forma estabelecida no § 2º do art. consequentemente. alterado pelo Decreto n. 3. com as atribuições do cargo.Para os efeitos do subitem 7. referido nas letras “b” e “c” do subitem 7. 7. este perderá o direito de concorrer às vagas reservadas a candidatos em tal condição e passará a concorrer juntamente com os candidatos de ampla concorrência. na forma do subitem 8. 7. incompatível para o exercício das atribuições do cargo. implicará ser o candidato considerado desistente do processo seletivo.3. não podendo ser devolvido ou dele ser fornecida cópia. além de figurarem na lista geral de classificação terão seus nomes publicados em separado.2 será atendido obedecendo a critérios de viabilidade e de razoabilidade e será dado a conhecer ao candidato quando da informação.1.6 .As vagas reservadas a candidatos com deficiência não preenchidas reverterão aos demais candidatos aprovados e classificados de ampla concorrência. com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença .CEP 71. c) se necessário.Os candidatos considerados deficientes. de 18 de dezembro de 2002.13 . 7. 7. independentemente do quantitativo de candidatos com deficiência aprovados. mas a sua deficiência seja considerada.4 . 4º do Decreto n. será considerado o quantitativo de vagas originariamente reservado a candidatos com deficiência estabelecido no subitem 1.11 . 43 do Decreto n.O candidato de que trata o subitem 7. 7. b) se necessário. 5. à avaliação e aos critérios de aprovação. de 10/10/2005. para: Escola de Administração Fazendária – ESAF/DIRES/Concurso Público para AFRFB-2012 . contado da notificação da respectiva decisão. 7. 7.4 – Setor de Habitações Individuais Sul – Lago Sul . alterado pelo Decreto n. este será considerado INAPTO e. 7. Orçamento e Administração do Ministério da Fazenda. via Internet. será avaliada. requerer tempo adicional para a realização das provas. durante o estágio probatório. 7. obrigatoriamente. 7. para todos os efeitos.A compatibilidade entre as atribuições do cargo e a deficiência apresentada pelo candidato.14 .298/99.17 . 7. requerer tratamento diferenciado para os dias do concurso. nos dias de aplicação das provas.O atendimento diferenciado. no prazo a ser estabelecido em Edital de convocação. no prazo de 2 (dois) dias úteis.O atestado médico (original ou cópia autenticada) valerá somente para este concurso.

De posse do laudo médico. no estabelecimento.Os candidatos amblíopes que requererem provas em tamanho diferenciado terão estas ampliadas somente em corpo tamanho 20. a ESAF analisará a viabilidade de uso do aparelho auditivo e o resultado será dado a conhecer ao candidato quando da informação.gov. laudo médico específico. do local onde este irá prestar as provas.Caso o nome do candidato não conste do cadastro disponibilizado para consulta na Internet. 8. pelas Secretarias de Segurança Pública. valham como identidade.7 . 8. munido de seu documento de identificação e de caneta esferográfica (tinta azul ou preta) fabricada em material transparente. para Escola de Administração Fazendária – ESAF/DIRES/Concurso Público para Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil . 8. para confirmar sua inscrição e inteirar-se do local de aplicação de suas provas. ficando com a criança em sala reservada para essa finalidade.8 .Somente será admitido à sala de provas o candidato que estiver previamente cadastrado e munido do original de seu Documento Oficial de Identidade.A ESAF não disponibilizará acompanhante para guarda de criança. 8. títulos eleitorais. onde será devidamente identificado. carteiras funcionais do Ministério Público e da Magistratura. pelo Diário Oficial da União e/ou por meio da Internet.9.fazenda. após o fechamento dos portões.2012 .fazenda.9.4 . 8. 8.gov.1 .O acompanhante somente terá acesso ao local das provas até o horário estabelecido para fechamento dos portões.Não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento ou casamento. 8. 8. conselhos.7.6 .Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares. de acordo com aquela constante do seu documento de identidade. em hipótese alguma. 8. 8.2 . enviar. além de solicitar atendimento especial para tal fim. por meio de Edital a ser publicado no Diário Oficial da União e divulgado no endereço eletrônico www. via SEDEX ou via carta registrada com Aviso de Recebimento (AR). carteiras funcionais expedidas por órgão público que. Brasília-DF. obedecido o período de validade).O candidato que não se manifestar na forma do contido no subitem 8. indicada no Anexo II.A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização das provas. passaporte brasileiro (válido). CPF.A candidata que não levar acompanhante não realizará as provas.14 .É da inteira responsabilidade do candidato acompanhar. na forma do subitem 8.12 . 8. é de sua inteira responsabilidade comparecer ao Órgão do Ministério da Fazenda. Não será permitido o uso de lápis.Km 27. deverá levar um acompanhante. ainda que autenticadas. 8.esaf. carteira de trabalho.esaf.9 .3. não-identificáveis e/ou danificados.Não será permitido o ingresso de candidatos.686900.CEP 71.DAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS 8.Em hipótese alguma o candidato poderá prestar provas sem que esteja previamente cadastrado.13 . nem documentos vencidos. considerado o horário de Brasília-DF.4 . não sendo aceitas cópias.4 – Setor de Habitações Individuais Sul – Lago Sul . 8. carteiras de motorista (modelo sem foto ou com o período de validade vencido há mais de 30 (trinta) dias).3 .Rodovia DF 001 .1 . via Internet.5 . que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será responsável pela guarda da criança. 8. carteira nacional de habilitação (somente o modelo com foto. pelos Institutos de Identificação e pelos Corpos de Bombeiros Militares.10 . no site da ESAF. a publicação de todos os atos e editais referentes a este concurso público.O candidato deverá apor sua assinatura na lista de presença. 8. 8.11 . para consulta pelo próprio candidato.7. etc). carteiras de estudante.O candidato deverá comparecer ao local das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos do horário fixado para o fechamento dos portões de acesso aos locais de aplicação das provas. 8. certificado de reservista.7.1 e os horários de aplicação das provas serão oportunamente confirmados. no endereço www. lapiseira e/ou borracha durante a realização das provas.3 .2 .7.br. 8.br. no qual conste ser indispensável o uso do referido aparelho durante a realização das provas. previamente.O candidato que no ato da inscrição tenha indicado que faz uso de aparelho auditivo deverá.8 . durante os 3 (três) dias que antecederem à realização das provas.2 . ilegíveis.1 . carteiras funcionais sem valor de identidade. 8.9 não poderá prestar provas fazendo uso de aparelho auditivo. carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens.Os locais de aplicação das provas serão dados a conhecer somente via Internet. 5 . sediado na cidade onde optou por prestar as provas. por lei federal.As datas prováveis indicadas no subitem 9.Não haverá compensação do tempo despendido com a amamentação em relação ao tempo de duração da prova. boletins de ocorrência emitidos por órgãos policiais.

máquinas calculadoras (também em relógios). chapéu. para identificação dos pertences pessoais de que trata o subitem 8.20 . pen drive. se for o caso.24 . boné. ipod.17. lacrado e colocado embaixo da carteira onde o candidato irá sentar-se. deverão ser entregues aos fiscais de sala e ficarão à vista durante todo o período de permanência dos candidatos em sala. 8.O aparelho celular permanecerá desligado desde sua guarda no saco plástico até a saída do candidato do recinto de provas.Fechados os portões.Os candidatos somente poderão ausentar-se do recinto de provas. nem por danos neles causados. smartphones. mp3. ao término da sua prova.22 .Não haverá segunda chamada para as provas.14.Os candidatos com cabelos longos deverão mantê-los presos desde a sua identificação até a sua retirada do recinto de aplicação de provas. 8. a identificação do candidato e deverão conter.É vedado o ingresso de candidato em local de prova portando arma.Não será permitido. não se responsabilizando a ESAF por perdas ou extravios ocorridos durante a realização das provas. recolher e conferir os pertences pessoais e o seu documento de identidade apresentados quando do seu ingresso na sala de provas. e na presença de.18 . 8. notebook.26. inclusive aparelho celular (desligado) ou outros aparelhos eletrônicos serão guardados em saco plástico fornecido pela ESAF. telefone celular. manuais. 8. 8. agendas eletrônicas ou similares.19.23 .Após identificado e instalado em sala de provas. 8.21 . que deverá ser identificado. 8. 8.A inviolabilidade das provas será comprovada somente no Posto de Execução. palmtop. impressos ou anotações. em local visível da respectiva sala de prova.1 .É de responsabilidade do candidato.8.16. boina.Os documentos deverão estar em perfeitas condições. com clareza. em nenhuma hipótese. iniciam-se os procedimentos operacionais relativos ao processo seletivo no qual será observado o contido no subitem 17. fotografia e data de nascimento. quando de sua saída definitiva da sala de aplicação da prova. gravador ou qualquer outro receptor ou transmissor de mensagens.6. devendo ser restituído ao candidato no momento da devolução do seu Caderno de Prova e do seu Cartão de Respostas. tablets. para melhor identificação do candidato durante a realização da prova e. 8. 8.23. do horário estabelecido para fechamento dos portões.Em nenhuma hipótese o candidato poderá prestar provas fora da data. bip.1 . 8. observado o tempo de duração estabelecido em Edital de convocação para as provas. no momento do rompimento do lacre dos malotes. do local e do espaço físico predeterminados.O documento de identidade do candidato permanecerá junto à fiscalização. Demais pertences.Durante as provas não será admitido.27 . lenço ou qualquer outro acessório que impeça a visão total das mãos e das orelhas do candidato. 2 (dois) candidatos.1 . se houver. gorro.16 . nem a utilização de livros. 8. mediante Termo Formal. o ingresso ou a permanência de pessoas estranhas ao processo seletivo no estabelecimento de aplicação das provas. da cidade. após decorrida 1 (uma) hora do início das mesmas.Os pertences pessoais. de forma a permitirem. pager.28 . controle de alarme de carro. b) o uso de luvas. walkman. o candidato não poderá consultar ou manusear qualquer material de estudo ou de leitura enquanto aguardar o horário de início das provas. 6 . obrigatoriamente. sob pena de exclusão do concurso: a) qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos. máquina fotográfica.O horário de início das provas será definido dentro de cada sala de aplicação. 8. 8. no mínimo. 8. filiação.15 .23.25 .Nenhum outro documento poderá ser aceito em substituição ao documento de identidade. 8.

6 .5 .Somente serão permitidos assinalamentos nos Cartões de Respostas feitos pelo próprio candidato. 8.30 .Raciocínio LógicoQuantitativo D4.2.Poderá haver revista pessoal por meio da utilização de detector de metais. conforme discriminado a seguir: N.2 . poderão os candidatos copiar seus assinalamentos feitos no Cartão de Respostas.29 .10 . é de inteira responsabilidade do candidato verificar.1 .4.1 . o candidato entregará obrigatoriamente ao Fiscal de Sala o seu Cartão de Respostas e o seu Caderno de Prova. respeitado o contido na letra “b” do subitem 7. 9. antes de iniciada a prova.Legislação Tributária D12 .9 .Não será permitido ao candidato fumar em sala de provas.Legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste Edital não será objeto de avaliação nas provas do concurso. para posterior exame grafológico e confirmação de sua identificação. dobrar.Da mesma forma. 9. fornecido pela ESAF. rasgar ou. 9.Direito Tributário D9 . 2 e 3 16 4 16 120 1 1 2 2 2 2 2 2 2 8 4 8 8 24 8 24 12 12 120 216 120 Provas Disciplinas Pesos 1 Conhecimentos Gerais 2 Conhecimentos Específicos I 3 Conhecimentos Específicos II D1. relativas às disciplinas cujos programas constam do Anexo I deste Edital.Na correção do Cartão de Respostas. com caneta esferográfica de tinta azul ou preta. em letra legível.Em nenhuma hipótese haverá substituição do Cartão de Respostas por erro do candidato. 9. de Conhecimentos Específicos I e de Conhecimentos Específicos II.Contabilidade Geral e Avançada D11 . o candidato deverá sentar-se em carteira com a mesma numeração de gabarito constante do seu Cartão de Respostas.8. danificar o seu Cartão de Respostas.3 . à mão.12 .As provas serão aplicadas nas cidades constantes do Anexo II. todas de caráter seletivo. 9. molhar. de ques tões 20 10 20 20 10 10 10 30 10 30 15 15 Pontuação ponderada Mínima do Mínima Máxima conjunto por por das provas disciplina prova 1. 7 .11 .Serão aplicadas 3 (três) provas objetivas: de Conhecimentos Gerais. 9.Espanhol ou Inglês D3. para todos os efeitos.1. Penal e Comercial D5.O resultado final das provas objetivas será publicado no Diário Oficial da União e conterá a relação dos candidatos aprovados nas provas objetivas até o limite estabelecido no subitem 10. como medida de segurança.Direito Administrativo D8.Língua Portuguesa D2.7 .12 serão considerados reprovados.O candidato não poderá amassar.4 . se o caderno de provas que lhe for entregue tem a mesma numeração constante do seu Cartão de Respostas. fabricada em material transparente.2 e 10. 9.Comércio Internacional e Legislação Aduaneira 2 1 2 9. sem opção assinalada ou com rasura.Somente durante os 30 (trinta) minutos que antecederem o término das provas.Durante a realização das provas.Direito Constitucional D7. o candidato deverá transcrever. observado o contido nos subitens 10. um texto apresentado.DAS PROVAS OBJETIVAS 9. será atribuída nota zero à questão com mais de uma opção assinalada.Se as provas forem aplicadas com gabaritos diferentes. 9 .Direito: Civil. 9. vedada qualquer colaboração ou participação de terceiros.3. 9.Auditoria D10 .1 . sob pena de arcar com os prejuízos advindos da impossibilidade de realização da leitura óptica. não sendo permitida a interferência e/ou a participação de outras pessoas. 9.Os demais candidatos não constantes da relação a que se refere o subitem 9. na data provável de 15 e 16 de setembro de 2012. de qualquer modo.Ao terminar a prova. em papel próprio. 9. 9.12.8 .Administração Geral e Pública D6. eliminatório e classificatório.

coerência.O tema e as questões da prova poderão versar sobre as disciplinas D5 – Administração Geral e Pública e/ou D6 – Direito Constitucional e/ou D7 – Direito Administrativo e/ou D8 – Direito Tributário e/ou D9 – Auditoria e/ou D11 – Legislação Tributária e/ou D12 – Comércio Internacional e Legislação Aduaneira.4) b) quanto ao uso do idioma no tema e em cada questão: a utilização correta do vocabulário e das normas gramaticais.gov.11 ) (até . até o limite fixado no quadro a seguir serão convocados.80) 8 . concisão. 10. eliminatório e classificatório.1 .66) (-0. 120 (cento e vinte) pontos. unidade temática/estilo. valendo.Os candidatos aprovados nas provas objetivas na forma estabelecida nas letras “a” e “b” do subitem 12. 10. observados os roteiros estabelecidos. de caráter seletivo. valerá.2 .75 cada erro) Cada linha excedente ao máximo exigido (-0. o alinhamento ao assunto abordado e a cobertura dos tópicos apresentados. o desenvolvimento e a adequação da argumentação. clareza. e de 3 (três) questões. por Edital.9) (até .5. no máximo. o tema. a conexão e a pertinência.3) Cobertura dos tópicos apresentados (até . 8 (oito) pontos cada questão. que serão aferidos pelo examinador com base nos critérios a seguir indicados: Pontos a deduzir Tipos de erro Tema Cada questão Aspectos formais: Erros de forma em geral e erros de ortografia (-0. valendo. no máximo. no máximo. no máximo. propriedade vocabular. 10. 40 (quarenta) pontos o tema e 12 (doze) pontos cada questão. sendo 60 (sessenta) pontos o tema e 20 (vinte) pontos cada questão. em letra legível.11) (até .25 cada erro) Aspectos Gramaticais: Morfologia. 10. para realização da prova discursiva: Quantitativo de candidatos a serem convocados para prestar a prova discursiva Cargo Candidatos com Ampla concorrência Total deficiência Auditor-Fiscal da Receita 570 30 600 Federal do Brasil 10.2 .50 cada erro) regência e pontuação Aspectos Textuais: Sintaxe de construção (coesão prejudicada).1.00) (-0.3 .A prova discursiva será aplicada em data e horário a serem oportunamente publicados no Diário Oficial da União e disponibilizados no endereço eletrônico www. a ser publicado no Diário Oficial da União.Ao total de candidatos estabelecido no subitem anterior. serão acrescidos aqueles cujas notas empatarem com o último candidato de ampla concorrência e com o último candidato com deficiência.1 – A prova discursiva versará sobre o desenvolvimento.A prova discursiva. em um mínimo de 40 (quarenta) e em um máximo de 60 (sessenta) linhas. com caneta esferográfica (tinta azul ou preta).00 cada erro) (-0. 10.fazenda.3) Sequência lógica do pensamento (até .40) Cada linha não escrita.A avaliação da prova discursiva abrangerá: a) quanto à capacidade de desenvolvimento do tema e de cada questão: a compreensão. sintaxe de (-1.6 . sintaxe de emprego e colocação.br.DA PROVA DISCURSIVA 10.50 cada erro) (-0.1. 20 (vinte) pontos e valendo. em um mínimo de 15 (quinze) e em um máximo de 30 (trinta) linhas cada.5 . paralelismo semântico e sintático. que serão aferidos pelo examinador com base nos critérios a seguir indicados: Pontos a deduzir Conteúdo da resposta Tema Cada questão Capacidade de argumentação (até .Caso o número de candidatos com deficiência aprovados nas provas objetivas não corresponda ao quantitativo estabelecido no quadro constante do subitem 10. a objetividade e a sequência lógica do pensamento.2) Alinhamento ao assunto abordado (até .10 . paragrafação (-1.9) (até . considerando o mínimo exigido (.50 cada erro) (-0. a diferença entre este número e o quantitativo de candidatos deficientes a serem convocados não será revertida aos candidatos de ampla concorrência. fabricada em material transparente.1. o conhecimento. concordância. 10. de 1 (um) tema.esaf.5.4 .

esaf. 9 .fazenda. por meio de Edital a ser publicado no Diário Oficial da União. coletivamente. observado o §3º do art. seguindo as orientações ali contidas. cumulativamente: a) tenha obtido. até 2 (dois) dias úteis. o fornecimento da respectiva cópia. a partir do quinto dia subsequente à respectiva publicação no Diário Oficial da União. c) a vista e o recebimento da respectiva cópia de que trata a letra "a" deste subitem poderão ser promovidos e efetivados pelo candidato ou por procurador devidamente constituído.1 .br. estarão disponíveis nos endereços indicados no Anexo II deste Edital e no endereço eletrônico www.O conteúdo dos pareceres referentes ao indeferimento ou não dos recursos apresentados quanto às provas objetivas e discursiva e quanto à sindicância de vida pregressa estará à disposição dos candidatos no endereço www. somente nessa oportunidade. sendo-lhe facultado. no Órgão do Ministério da Fazenda. d) tenha sido classificado. no mínimo. b) admitir-se-á um único recurso.Serão desconsiderados os recursos remetidos via fax. 11. nos 2 (dois) dias úteis subsequentes à sua publicação. para fins de recursos. via Internet. b) o recurso deverá ser remetido. por cópia. por questão. referente ao resultado da avaliação do conteúdo ou do uso do idioma.br a partir do primeiro dia útil após a aplicação das provas e durante o período previsto para recurso.O conteúdo dos pareceres será disponibilizado para consulta pelos candidatos durante os 2 (dois) dias úteis seguintes ao período indicado no subitem 11.DA HABILITAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO NA PRIMEIRA ETAPA 12. 10. no endereço www.1 .6. no prazo recursal. 11.A decisão dos recursos quanto às provas objetivas e discursivas e à sindicância de vida pregressa será dada a conhecer.3 .esaf.esaf. 2 e 3.1. via postal ou extemporâneos. via Internet. para efeito de avaliação. os pontos a ela correspondentes serão atribuídos a todos os candidatos presentes.4 . 11. 12 . b) tenha obtido.O resultado provisório da prova discursiva será publicado no Diário Oficial da União e conterá a relação dos candidatos habilitados e classificados. e) o recurso deverá ser formulado e enviado. d) se. para o endereço eletrônico indicado na letra “e” do subitem 11. 11.br. independentemente da formulação de recurso. 10.5 . para cada candidato. b) admitir-se-á um único recurso por tema/questão.6 . 60% (sessenta por cento) dos pontos totais correspondentes à prova discursiva. 10.Será desconsiderado. de não haver texto e/ou de identificação em local indevido. constante do Anexo II deste Edital.6. c) se do exame dos recursos resultar anulação de questão. relativamente ao gabarito ou ao conteúdo das questões. 11 . qualquer fragmento de texto que for escrito fora do local apropriado.10 .9 . 11.2 .Quanto à prova discursiva: a) o resultado provisório da prova discursiva poderá ser objeto de recurso nos 2 (dois) dias úteis subsequentes à sua publicação no Diário Oficial da União.Quanto às provas objetivas: a) os gabaritos e as questões das provas aplicadas.fazenda. houver modificação do gabarito divulgado antes dos recursos. correspondente à localidade onde prestou a prova.gov. 40% (quarenta por cento) dos pontos ponderados em cada uma das disciplinas que integram as provas objetivas 1. desde que devidamente fundamentado e remetido. contados a partir do dia seguinte ao da divulgação dos gabaritos. no mínimo. 60% (sessenta por cento) do somatório dos pontos ponderados do conjunto das provas objetivas 1.DOS RECURSOS 11.Quanto à sindicância de vida pregressa: a) o candidato considerado INAPTO poderá recorrer da decisão.Os cadernos de provas discursivas serão incinerados 1(um) ano após a homologação do concurso.8 .1. em decorrência do somatório dos pontos ponderados obtidos nas provas objetivas e discursiva até o número máximo estabelecido no Anexo II do Decreto nº 6.Em caso de fuga ao assunto abordado no tema ou nas questões. 11. podendo o candidato ter vista de sua prova. as provas serão corrigidas de acordo com o gabarito definitivo.gov. 2 e 3. via Internet. desde que devidamente fundamentado. 16 do mesmo Decreto.1 . no prazo recursal. no mínimo.Somente será considerado habilitado a prosseguir no concurso o candidato classificado na Primeira Etapa que.gov.944/2009.fazenda. o candidato receberá nota zero. por força de decisão favorável a impugnações. para o endereço eletrônico indicado na letra “e” do subitem 11. c) tenha obtido.10.7 . não se admitindo recurso dessa modificação decorrente das impugnações.

13.1 .3 . 27 da Lei n.4 – CEP 71. 3. 12.7 .Analisados os documentos e situações a que se referem as letras “a” a “d” do subitem 13.2 .6.1.O resultado da Primeira Etapa do concurso. o empate. a tramitação reservada de suas atividades.DA HOMOLOGAÇÃO FINAL 15. 42 do Decreto n.A publicação de que trata o subitem anterior contemplará. para os efeitos do disposto no subitem 13.No curso da sindicância de vida pregressa será facultada à Administração a realização de diligências para obter elementos informativos outros perante quem os possa fornecer. na forma do disposto no parágrafo único do art. c) declaração do órgão público.1. via SEDEX ou via carta registrada com Aviso de Recebimento (AR).2. os documentos a seguir relacionados. não se admitindo recurso desse resultado. compete à ESAF a adoção das medidas relativas à exclusão do candidato do certame. indispensáveis à sindicância de vida pregressa de que trata o subitem 1. na forma do subitem 12.1. 13. ainda.457/2007. 3º . II – DA SEGUNDA ETAPA 13 . alterado pelo art. a que se refere o subitem 12. ouvida a Secretaria da Receita Federal do Brasil. 12. 12.Em hipótese alguma haverá classificação de candidatos considerados reprovados no concurso.3. remeterem. assegurando. 16 . obedecida a classificação na Primeira Etapa do concurso. de 1º/10/2003 (Estatuto do Idoso).tenha obtido o maior número de pontos ponderados na prova 3 (Conhecimentos Específicos II).5. separadamente.Persistindo. será publicado no Diário Oficial da União. 3º da Lei n. declaração comprobatória do atendimento. respeitado o disposto no art. D9 e D5. 2º . 13. terá preferência o candidato com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. o desempate beneficiará o candidato que: 1º . 15 .2 .6 . D10.4 .1 . 14 – DA APROVAÇÃO 14.Ocorrendo empate quanto ao número de pontos ponderados obtidos. que não tenha sofrido punição em processo disciplinar por ato de improbidade administrativa mediante decisão de que não caiba recurso hierárquico. dos requisitos estabelecidos no § 3º do art. 10. b) declaração firmada pelo candidato. no exercício de cargo ou de destituição de função pública. deste Edital: a) certidão dos setores de distribuição dos foros criminais da Justiça Federal.1.1 . Rodovia DF 001 – Km 27. tenham sido: a) habilitados e classificados na Primeira Etapa. caso a caso. os candidatos classificados em conformidade com a letra “d” do subitem 12. será expedida. expedida. 12. se convenientes ou necessárias.Em caso de desatendimento dos requisitos a que se refere o subitem anterior. b) considerados APTOS na Sindicância de Vida Pregressa. mediante publicação no Diário Oficial da União. 12.5 .5 .686-900 – Lago Sul – Brasília-DF. d) folha de antecedentes expedida pela Polícia do Distrito Federal ou dos Estados onde residiu o candidato.tenha obtido o maior número de pontos na prova discursiva. 12.tenha obtido o maior número de pontos. para ingresso em cargo da Carreira de Auditoria da Receita Federal do Brasil. não cabendo recurso da decisão proferida. no máximo.1 e realizadas. as diligências previstas no subitem 13.DA NOMEAÇÃO E LOCALIZAÇÃO 16.741.12. cumulativamente.593/2002. todos indispensáveis à sindicância de vida pregressa. Estadual e Eleitoral dos lugares em que tenha residido o candidato nos últimos 5 (cinco) anos.1 . 11. 10. por parte do candidato. da qual conste não haver sofrido condenação definitiva por crime ou contravenção. os demais candidatos que não satisfizerem todos os requisitos fixados no subitem 12. pela ESAF.Somente poderão ser convocados para nomeação os candidatos aprovados e classificados na forma do item 14. o desempate beneficiará o candidato de maior idade. se necessário. não se admitindo recurso desse resultado. 13.1.298/99. 10 . nas Disciplinas D8.3 .Serão considerados reprovados.1 deste Edital.4 . nem penalidade disciplinar de demissão.A entrega dos documentos previstos no subitem 13. os candidatos aprovados concorrentes às vagas reservadas a candidatos com deficiência. para a Escola de Administração Fazendária – ESAF/DIRES/Concurso Público para Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil-2012.Persistindo o empate. indeferido o recurso de que trata o subitem 11.Serão considerados aprovados no concurso apenas os candidatos que. há 6 (seis ) meses. serão convocados para. 9º da Lei n. o próprio candidato para ser ouvido ou entrevistado.O resultado final será homologado pela Direção-Geral da ESAF.1 – No ato de publicação do resultado da Primeira Etapa. no prazo de 5 (cinco) dias úteis. para todos os efeitos. ouvida a Secretaria da Receita Federal do Brasil.3. inclusive convocando.Da Sindicância de Vida Pregressa 13. sucessivamente. nos últimos 5 (cinco) anos. far-se-á sob pena de ser excluído do concurso o candidato que deixar de atender a essa exigência. ao qual esteja vinculado o candidato à data da convocação para a Segunda Etapa.

mediante ato da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda.gov. em qualquer documento. a critério da Administração.4 .A aprovação no concurso assegurará apenas a expectativa de direito à nomeação. ainda. visual. a distribuição das novas vagas autorizadas far-se-á. 17 . certificados ou certidões relativos à classificação ou notas de candidatos. Por razões de ordem técnica permanecerá na Internet apenas 1 (um) exemplar de cada prova aplicada. por meio daqueles indicados no Anexo II e.3.6 .Durante o prazo estabelecido para recurso das Provas Objetivas e Discursiva. 17. d) for responsável por falsa identificação pessoal. prorrogável por igual período. Orçamento e Gestão. estatístico. levando em consideração as necessidades de provimento da Secretaria da Receita Federal do Brasil. do concurso. f) recusar-se a transcrever o texto apresentado durante a aplicação das Provas Objetivas. no endereço eletrônico www.br. os candidatos manifestarão. na Unidade da Secretaria da Receita Federal do Brasil para a qual foi nomeado.gov.2.br. j) não atender às determinações regulamentares da ESAF. o material recebido.9 . ocorrer acréscimo do número de vagas oferecido neste Edital.7 – Os candidatos nomeados e empossados não terão sua lotação alterada por um período mínimo de 3 (três) anos.esaf. 11 do Decreto n. a ordem de classificação na Primeira Etapa do concurso.gov. por telefone.O candidato nomeado apresentar-se-á para posse e exercício.1 . c) for surpreendido. for constatado. pelos telefones (61) 3412-6238 ou 6288 ou pelo endereço eletrônico concursos. para com qualquer membro da equipe encarregada da aplicação das provas. 17.df. junto à Central de Atendimento da ESAF.fazenda. durante o prazo de validade do concurso. declaração falsa ou inexata. por ato do Diretor-Geral da ESAF.8 . 16. 16. contado a partir da homologação do resultado final do concurso. assegurando-se. desse modo.Em nenhuma hipótese será efetuado aproveitamento de candidato em localidade diferente daquela para a qual tenha sido classificado. em conformidade com o art. 16.3. por meio de Edital a ser publicado no Diário Oficial da União e divulgado no endereço eletrônico www. por ato do Diretor-Geral da ESAF. ao término do tempo destinado à realização das provas.Será excluído. a observância dos princípios da publicidade e da isonomia. 17.16.4. salvo por concurso de remoção ou por interesse da Administração. eliminado do concurso.2 .Se. mediante autorização do Ministério do Planejamento. g) não devolver. ficando a concretização desse ato condicionada à observância das disposições legais pertinentes.br. a qualquer tempo. i) não tenha atendido as condições previstas no subitem 13. suas provas serão anuladas e o candidato será. 17. no prazo fixado pela ESAF.Após conhecerem a distribuição das vagas.fazenda. da rigorosa ordem de classificação e do prazo de validade do concurso.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 17.5 . independentemente daquela de que trata o subitem 16. pertinentes ao processo seletivo. na forma do subitem 16. em qualquer etapa do processo seletivo.Se. ter o candidato se utilizado de processo ilícito para obter aprovação própria ou de terceiros. por meio eletrônico.6 . cópia de documentos. grafológico ou por investigação policial. h) efetuar o pedido de inscrição fora do prazo estabelecido neste Edital. o candidato que: a) fizer. um exemplar dos cadernos das provas aplicadas será afixado nos locais indicados no Anexo II deste Edital e disponibilizado na Internet para todos os interessados.Qualquer informação a respeito do processo seletivo poderá ser obtida.Será excluído do concurso. b) agir com incorreção ou descortesia. rigorosamente.Os candidatos aprovados no concurso serão nomeados e terão lotação e exercício nas Unidades Centrais da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 16. o candidato que utilizou ou tentou utilizar meios fraudulentos para obter a aprovação própria ou de terceiros em qualquer etapa de processo seletivo já realizado pela ESAF. 17.Não serão fornecidos atestados.17. 17.esaf@fazenda.3 . 6.Não serão fornecidos atestados.O prazo de validade do concurso será de 6 (seis) meses. do exclusivo interesse e conveniência da Administração. utilizando-se de um ou mais meios previstos no subitem 8. 11 . 17. em Brasília-DF.5 .3. probabilístico. certificados ou certidões relativos a notas de candidatos reprovados. as opções pelo seu preenchimento.944/2009. valendo para tal fim os resultados publicados no Diário Oficial da União. para posterior exame grafológico. integralmente. e) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos para obter aprovação própria ou de terceiros. às suas expensas. ainda.7 . 16. automaticamente.4 .esaf. ou nas Unidades descentralizadas da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 17. que observará.

O candidato deverá manter atualizado o seu endereço na ESAF. 17. Alexandre Ribeiro Motta (*) Publicado na Seção 3 do Diário Oficial da União. de 9 de julho de 2012. 12 .Serão de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos decorrentes da não atualização de seu endereço.17. enquanto estiver participando do processo seletivo.11 .10 .Os casos omissos serão resolvidos pela Direção-Geral da ESAF. sob pena de. quando nomeado. assumir o risco de perder o prazo para tomar posse no cargo.10.12 . ouvida a Secretaria da Receita Federal do Brasil. e na Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Secretaria da Receita Federal do Brasil. após a homologação do resultado final do concurso. 17. caso não seja localizado. na forma do subitem 17. no que couber.

DIREITO: Civil: 1. 10. problemas envolvendo as quatro operações nas formas fracionária e decimal. RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO: 1.799/98. Sintaxe. 4. classificação. Lei dos Juizados Especiais (Lei n. 13 . direitos da personalidade. 34 da Lei n. Lei penal no tempo e no espaço. de 26/12/1951. Ortografia.176. Morfologia. Lei n. Lei Complementar n. Anuidades e Sistemas de Amortização. 330/98. 4. 6. 9. 11. Geometria Básica. Do Crime. 2. 14. transmissão. divisão proporcional. de 16/10/02. Crime consumado. elementos essenciais gerais e particulares. Decreto n. 337-A do Código Penal). 3. Lei n. defeitos. de 11/6/1994). Álgebra. art. Imputabilidade penal. de 26/9/1962. Pessoa Natural: conceito. 7. Lei n.º 8. Crimes contra a Administração Pública. Obrigações: modalidades das obrigações. conjuntos numéricos complexos. 9. 4. Princípios da legalidade e anterioridade. Crimes contra a Previdência Social (Lei de Apropriação Indébita Previdenciária) (art. 8. extinção e inadimplemento.137. Juros Simples e Compostos. Legislação sobre Prisão Especial para os Dirigentes de Entidades Sindicais e para o Empregado do Exercício de Representação Profissional ou no Cargo de Administração Sindical (Lei n. 7. de 31/08/56).3. Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (Lei n.860. 8. orientação espacial e temporal. Variáveis Aleatórias. tentado e impossível. 4. classificação.CONHECIMENTOS GERAIS LÍNGUA PORTUGUESA: 1. de 8/2/1991. capacidade e incapacidade. Erro de tipo e erro de proibição. 10. 8. números e grandezas proporcionais. 9. Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). direitos e valores (Lei n. Efeitos da condenação e da reabilitação. Dos Crimes contra a Organização do Trabalho (arts. 6. elementos acidentais. Pontuação. 5. 9. Pessoa Jurídica: conceito. Arrependimento posterior. 1. 13. Crimes contra a fé pública.884.078. 168-A do Código Penal) e sonegação de contribuição previdenciária (art. adimplemento. Lei de Introdução ao Código Civil: vigência e revogação da norma. 10. Portaria n. 5. do Ministro de Estado da Fazenda). discriminação de elementos. 6. 12. Compreensão e elaboração da lógica das situações por meio de: raciocínio matemático (que envolvam. propriedades. 10. começo e fim de sua existência legal. A Comissão de Valores Mobiliários (Instrução CVM n.º 4. 6.521. Exclusão de ilicitude. Lei n. de 27/12/1990. formação de conceitos. 15. Trigonometria. Matrizes. Equivalência de Capitais. Crimes contra a ordem econômica.099. de 26/12/1995. Portaria n. 8. Fatos Jurídicos. Estruturas Lógicas. 2. porcentagem). Taxas de Juros. 8. entre outros. Da aplicação da lei penal. 11. Crime doloso. 2. invalidade.492. 10. Compreensão Textual. Desconto. razão e proporção. 2.613/98.898. Lei n. Relação de causalidade.467/02. Tipicidade (tipo legal do crime).701/03. Lei n. Ato ilícito. Acordos e Instrumentos Internacionais de Cooperação. desconsideração.ANEXO I – PROGRAMAS AUDITOR-FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL PROVA 1 . ESPANHOL ou INGLÊS: Interpretação de Textos. começo e fim. Diagramas Lógicos. Determinantes e Solução de Sistemas Lineares. 2. Estatística Descritiva. Desistência voluntária e arrependimento eficaz. 9. Superveniência de causa independente. Coação irresistível e obediência hierárquica. 3. 105/01. Responsabilidade Civil: reflexos no direito do trabalho. 2. 5. de 16/12/98. Ato Jurídico lícito. Direito Penal: 1.249. Teste de Hipóteses e Análise de Regressão. conjuntos numéricos racionais e reais operações. Conceito. de 1995 e Lei n. as relações de consumo e a economia popular (Lei Delegada n. culposo e preterdoloso. de 9/12/1965). 350. Semântica.256/2001). Negócio Jurídico: conceito. do Ministro de Estado da Fazenda. Prescrição e Decadência. preenchimento de lacuna jurídica. Bens: das diferentes classes de bens. Crimes de abuso de autoridade (Lei n. raciocínio sequencial. de 16/06/1986). Amostragem. Principais Distribuições de Probabilidade.º 4. Probabilidade. 197 a 207 do CP). Lei n. 3. Relevância da omissão. de 11/9/1990. 5. Lógica de Argumentação. Combate à lavagem ou ocultação de bens. Arranjos e Permutação. nulidade absoluta e relativa. 7. conflito de normas no tempo e no espaço. regra de três simples e composta. 7. 301/99). a ordem tributária. Combinações.

Licitações públicas e contratos administrativos. Sociedade simples. 3. PROVA 2 . Recuperação judicial e extrajudicial. Terceiro Setor. 7. 5. Atos administrativos. 19. Governabilidade. 3. Subsidiárias. Empregados públicos. motivação. 12. Classificações. Comunicação organizacional: habilidades e elementos da comunicação. 7. Consórcios públicos. Concessão. Autarquias e fundações públicas. estatutos e regimentos. Normas constitucionais e inconstitucionais. 11. Cheque. Escrituração. Planejamento: planejamento estratégico. 4. Modelo de gestão do PPA – Decreto nº 5. 18. Estabelecimento. DIREITO ADMINISTRATIVO: 1. Da ordem social. planejamento baseado em cenários. 9. lei formal. Interpretação da Constituição e Controle de Constitucionalidade. Fatos administrativos. Conceito de sociedades. 507/2011. 10. ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA: Administração Geral: 1. Empresário. Atos privados praticados pela administração pública. Experiências de reformas administrativas. Sociedade limitada. 5. 17. Conceito de administração pública sob os aspectos orgânico. 2. trabalho em equipe. 8. Convênios. Fontes do Direito Administrativo: doutrina e jurisprudência. 20. Das finanças públicas. 7. 8. Organização do Estado e da Administração Pública. Classificação creditória. Do orçamento. Princípios constitucionais. Serviços públicos. de 06/10/04. Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores. Contratos de repasse. Sistema Tributário Nacional. 5. Gestão Pública empreendedora. 18. 11. 8. Organização dos Poderes. Microempresa e empresa de pequeno porte (Lei Complementar nº 123/2006).Direito Comercial: 1. Administração Pública. Tipos de Constituição. 13. 9. Requisitos de validade. Gerenciamento de processos. Princípios da administração pública. Operações societárias. O processo de modernização da Administração Pública. O Ministério Público. Os poderes do Estado e as respectivas funções. Gestão da informação e do conhecimento. Sociedade cooperativa. reforma e revisão constitucional. 14. de 2008. em sentido amplo. Servidores públicos federais estatutários. Da ordem econômica e financeira. Gestão: Gerenciamento de projetos. Das disposições gerais e das disposições constitucionais transitórias. governança e accountability. Administração pública direta e indireta. 11. 16. Empresas públicas e sociedades de economia mista. Orçamento público e os parâmetros da política fiscal. Portaria Interministerial CGU/MF/MP n. gestão por competências. 4. Sistema de Registro de Preços. 9. 15. Orçamento e gestão das organizações do setor público. Termos de cooperação. 16. O Controle Externo e os Sistemas de Controle Interno. 2. 4. Atributos. 6. 14 . características básicas de sistemas orçamentários modernos: estrutura programática. Ética no exercício da função pública. 14. Gestão e Avaliação Anual do PPA. Extinção. Centralização e descentralização da atividade administrativa do Estado. O Poder Executivo e o Poder Judiciário. 3. 3. Poderes administrativos. Gestão de pessoas: estilos de liderança. 7. Disciplina constitucional dos agentes públicos. 4. Improbidade administrativa. Controle administrativo: indicadores de desempenho. Sociedades por ações. Sociedades não personificadas e personificadas. Elaboração. Novas tecnologias gerenciais e organizacionais e sua aplicação na Administração Pública. econômica e organizacional para alocação de recursos (classificações orçamentárias). instruções. 5. permissão e autorização de serviços públicos. O Poder Legislativo. estrutura e classificação. 12. 2. 13. Participação do Estado no capital de empresas privadas. Supremacia da Constituição. Da tributação e do orçamento. 10. Legislação federal aplicável aos agentes públicos. Gestão da Mudança. Duplicata. Nota promissória. 6. Evolução dos modelos/paradigmas de gestão: a nova gestão pública. Ciclo orçamentário. Emenda. 5. Acordos. 17.233. 6. Falência. eficácia e efetividade 6. mensuração de desempenho e controle orçamentário. formal e material. Órgãos e entidades. O processo administrativo em âmbito federal. A defesa do Estado e das instituições democráticas. Servidores públicos temporários. A fiscalização contábil. 10. celebrados pela administração pública federal com órgãos ou entidades públicas ou privadas. 3. Servidores públicos em sentido amplo e em sentido restrito. Administração Pública: 1. Modelos teóricos de Administração Pública: patrimonialista. Teoria geral do Estado. regulamentos administrativos. Prepostos. Pregão presencial e eletrônico e demais modalidades de licitação. Dissolução e liquidação de sociedades. 2. Agentes públicos.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS I DIREITO CONSTITUCIONAL 1. origens. 4. Processo decisório: técnicas de análise e solução de problemas. burocrático e gerencial. Controle da Administração Pública. costumes. 6. Convalidação. Qualidade na Administração Pública. Ciclo de Gestão do Governo Federal. Direitos e garantias fundamentais. conceitos de eficiência. Organização do Estado políticoadministrativo. Análise do princípio hierárquico das normas. Instrução Normativa SLTI/MP nº 02. financeira e orçamentária. conteúdo. Poder constituinte. 15. 2. tipos de decisões. Princípios fundamentais da CF/88. Teoria geral da Constituição: conceito. empoderamento. Empresa. Governo eletrônico e transparência. tratados internacionais. fatores que afetam a decisão.

17.1. 25. Uso privativo dos bens públicos. 20. Decretos. do empregador doméstico. Independência nos trabalhos de auditoria.5. 26. Modalidades.6. 29. 24. Conflito de Interesses no Serviço Público. Contribuições por lei devidas a terceiros (art. 17.2.3. Responsabilidade de Terceiros.3. 12. Imposto sobre a Exportação. Constituição 9. 26. Decretos Legislativos 9. DIREITO TRIBUTÁRIO: 1. 29. 16.4.3. 2. Obrigações da empresa e demais contribuintes. do clube de futebol profissional. Todas as normas brasileiras de contabilidade vigentes relativas à auditoria interna. Utilização de trabalhos da auditoria interna. Legislação Tributária. Solidariedade. Normas e Procedimentos de Auditoria do IBRACON – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil. 21.2. AUDITORIA: 1. Controle de qualidade da auditoria de Demonstrações Contábeis.2. Imunidades.4. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins. 5.4. Fiscalização. Imposto sobre Produtos Industrializados. das empresas. Responsabilidade Tributária.CFC. 25. natureza jurídica e características. 7. Tributos de Competência da União. 27. Modalidades.4. 2. Fraudes e a Responsabilidade do Auditor.1. § 1º.10.3. 7. 5. Arrecadação e recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social.457.1. Regime jurídico. 19.6. 19. Amostragem. Crédito Tributário. abrangência de atuação. 4.2.3. 15. 13. multa e atualização monetária.2. 16.2. 13. 29.1. 3. Segurados obrigatórios. Medidas Provisórias. Conceito.8. 23. Pagamento Indevido. 6. Sistemas administrativos.7. e as instituídas a título de substituição. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. Certidões Negativas. 19.1. receitas de outras fontes. Garantias e Privilégios do Crédito Tributário. Conceito. Obrigações acessórias. contribuinte individual. Retenção e Responsabilidade solidária: conceitos. Exclusão do Crédito Tributário. 16.4. Eventos subsequentes. Bens públicos. 29. Conceitos de auditoria e da pessoa do auditor.2. 25. Execução dos trabalhos de auditoria. Dívida Ativa. Tributos de Competência dos Municípios.9.2. Ética Profissional do Servidor Público. Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário. formas e tipos. da Lei n. 26.4. 17. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. 29. Segurado facultativo: conceito. 6.Parcerias público-privadas. 8. Tratados Internacionais. Lançamento. Princípios Constitucionais Tributários. 2.1. segurado especial. Seguridade social.3º. Responsabilidade dos Sucessores. 9. 29.1. Sujeição Ativa e Passiva. 20. características. Leis Delegadas. 29.2. Classificações.4. 5. 15. Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico. Conceito. 9.12. Receitas das contribuições sociais: dos segurados. Acesso à Informação em âmbito federal. 5. Avaliação das distorções Identificadas. Relatórios de Auditoria. 27. Domicílio Tributário. 9. externa e pública emanadas pelo Conselho Federal de Contabilidade . Responsabilidade por Infrações. 29. 27. Organização e princípios constitucionais. Controle da administração pública. 9.6. 18.5. Recolhimento fora do prazo: juros. Conceituação.2. 22.1. 14. 9. Constituição do Crédito Tributário. 4. Modalidades de Lançamento. Responsabilidade legal. Testes. Extinção do Crédito Tributário.11 da Lei n. 4. "b" e "c" do parágrafo único do art. 15 . 17. Hipóteses de alteração do lançamento. do produtor rural. 9.1. Convênios 9.5.11. de 16 de março de 2007). 25. 13. 8. Imposto sobre Operações Financeiras. 5. 4. Imposto sobre a Importação. 11. Ética profissional. Receitas da União.4. 18. Evidenciação. Uso de trabalhos técnicos de especialistas.3. 4. Administração Tributária. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. empregado doméstico. Uso de bens públicos por particulares. Planejamento da Auditoria. Responsabilidade civil do Estado. 5.1. Interpretação e Integração da Legislação Tributária. 9. Financiamento da seguridade social. Documentação de auditoria.1. 5. Resoluções 9. Vigência da Legislação Tributária. 29. Prazo de recolhimento. Limitações Constitucionais do Poder de Tributar. 4. 4. normas relativas à execução dos trabalhos. trabalhador avulso.1. Conceito. 19. Normas Complementares. Modalidades. Obrigação Tributária Principal e Acessória. Leis Complementares. Leis Ordinárias. 18. 17. Fato Gerador da Obrigação Tributária. sobre a receita de concursos de prognósticos. 11. Auditoria no setor público federal. 10. 2. Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal. 9. 12. finalidades e objetivos da auditoria governamental. Aplicação da Legislação Tributária. Conceito e Classificação dos Tributos. Simples.3.3. 3. 29. 21. Parcelas integrantes e parcelas não-integrantes. 14. Salário-decontribuição. 5. 11. 10. características e abrangência: empregado. Contribuições sociais previstas nas alíneas "a".2. Auditoria de estimativas Contábeis. Materialidade e Relevância no planejamento e na execução dos trabalhos de auditoria.3. Contribuição para o Pis/Pasep. 17. 14. 23. Regime Geral de Previdência Social. Objetivos gerais do auditor independente.212.2. 28. 9. Intervenção do Estado na propriedade privada. Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário. 15. 9. 22. Emendas à Constituição.3. Competência Tributária. de 24 de julho de 1991. 27. 8. Tributos de Competência dos Estados. Contribuições Sociais. 29. Política de Segurança da Informação no âmbito da Receita Federal do Brasil.4. Capacidade Tributária. 12. Concordância com os termos do trabalho de auditoria independente. 4.

1. Operação Descontinuada e Propriedade para Investimento.3.1. lançamento contábil – rotina. 12. Base de cálculo. recebimento de lucros ou dividendos de coligadas e controladas. Patrimônio líquido: capital social. 18. Critérios orientadores. 1. constituição. 16. Renda e Proventos. prejuízos acumulados. 1. depósitos judiciais. Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido. Rendimentos isentos ou não tributáveis. Tratamento das partes beneficiárias. estrutura e classificação. Mudança de Estimativa e Retificação de Erro.7.2. passivo e situação líquida. Sistema de bases correntes.2. 39. adiantamentos para aumento de capital. tratamento dos lucros não realizados. conceito. Políticas Contábeis.10. incorporação e distribuição do resultado. do goodwill e do deságio: cálculos. 13. apropriação. Tratamentos de Reparo e conservação de bens do ativo. reservas de capital e de lucros. antes e depois da provisão para o Imposto sobre Renda. características e elaboração.3.2. Redução ao valor recuperável. Recolhimento Complementar. fatores que alteram valores de compra e venda. forma de apresentação e elaboração. contribuição social e participações. definição de influência significativa. Cálculo do tributo. finalidade. 1.3. do lucro bruto e do resultado do exercício. 12.3. processos de escrituração. 26. 21. 1. fórmulas.5. Análise das Demonstrações.PROVA 3 .4. 1. forma de cálculo e registros. 1. 38.15.404/76 e suas alterações e as Normas Brasileiras de Contabilidade atualizadas. conteúdo das contas.3. 8.2. compensação de prejuízos.12. 33. 23. 7. 1. amortizações e forma de evidenciação. apuração do resultado de equivalência patrimonial. rendimentos e ganhos de capital obtidos no exterior. Conceito. elaboração. 1. 24. 9. 1. Tratamento das Participações Societárias. Apuração do Resultado. 6.2. registros contábeis e formas de evidenciação 11. estrutura. 25. transferência do lucro líquido para reservas. Rendimento. forma de apresentação e conteúdo. Responsáveis. 28. 14.2. ajustes de avaliação patrimonial. reversão. Contribuintes. Preço de 16 . utilização e reversão de Reservas. ativo. tratamento das Contingências Ativas e Passivas. 1.16. 5. Recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão). Domicílio Fiscal. Tratamento das Depreciação. determinação da vida útil. Patrimônio: componentes patrimoniais. 1.3. amortização e exaustão.2. 17. 15. cálculo e forma de contabilização. 1. definições. Operações com mercadorias.13. conteúdo e forma de apresentação. métodos de elaboração e forma de apresentação. Sistema de contas. ações em tesouraria. Remuneração de administradores. 19.2. 2. Incidência. Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais.Lucro real. processos de avaliação.6. Contribuintes.15. cálculos e registros contábeis. Passivo atuarial. Tributação das pessoas físicas.17.3. Ativo Não Circulante Mantido para Venda. evidenciação. conceitos.7. métodos de avaliação. 1. Ativos: estrutura.2.4. Demonstração do Fluxo de Caixa: obrigatoriedade de apresentação.1. 30. 1. 1. Balanço Patrimonial: obrigatoriedade. 36. Alíquotas. 1. Demonstrações Contábeis. forma de avaliação e registros contábeis. contabilização. Período de apuração. contas patrimoniais e de resultado. 1. 6. empréstimos e financiamentos: apropriação de principal.2. Demonstração do Valor Adicionado – DVA: conceito.14. Balancete de verificação: conceito. Ganhos de capital.3.13. Acréscimo patrimonial. Escrituração: conceito e métodos. 22.2.2. registros contábeis e evidenciações.3.3.3. 1. Despesas antecipadas. gastos de capital versus gastos do período. apresentação.3. Deduções. grupamentos e classificações. Índices e quocientes financeiros de estrutura e econômicos.8. 32. 1.2.2. Lançamento.3.1. receitas antecipadas.1.3. 1. Tratamento dos saldos existentes do ativo diferido e das Reservas de Reavaliação. 34. Base de cálculo.2. conceito. conceitos. Análise horizontal e indicadores de evolução. registro contábil. apresentação.1.5. mensuração. 1. Ativos Intangíveis. Passivos: conceitos. Tributação das pessoas jurídicas. 1. 1. Tratamento de operações de arrendamento mercantil. 1.3. 1. avaliação e tratamento contábil.6. Operações financeiras ativas e passivas. forma de registro e apuração do custo das mercadorias ou dos serviços vendidos.18. 1.11. 1. Despesas dedutíveis e indedutíveis.3. conceito.2. 1. 1. Folha de pagamentos: elaboração e contabilização. 31. Lucro presumido. registros contábeis e evidenciações. das receitas e despesas financeiras. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Tributação Definitiva. 1. cálculos. conteúdo dos grupos e subgrupos. Debêntures.1. forma. 37. Apuração e tratamento contábil da mais valia. utilização. Tributação exclusiva. Responsáveis. 10. 1. 1. reversão.2. Rendimento Tributável. Domicilio Fiscal. Lucro arbitrado. Operações de Duplicatas descontadas. 1. Receitas e rendimentos. 4.8.2. 35. Ganhos ou perdas de capital: alienação e baixa de itens do ativo.9. tratamento dos dividendos e juros sobre capital próprio. Demonstração do Resultado do Exercício.CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS II CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA: 1.2. 1. juros transcorridos e a transcorrer. 1. tratamento contábil e cálculo das variações monetárias. 29. cálculos. 3. 1.3.11. Incidência.2.10.2. partidas dobradas. processos de avaliação. Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro aprovado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).3. conceitos e tratamento contábil. Provisões Ativas e Passivas.3. Apuração da receita líquida.12. 1. Disponibilidade Econômica ou jurídica. Equação fundamental do patrimônio. Demonstração do Resultado Abrangente.1. forma de cálculo.9.Omissão de receita. Lucros.14. LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA: 1. Plano de contas. conceito de coligadas e controladas. 27. 20. obrigatoriedade de apresentação e elaboração de acordo com a Lei n.

Rotulagem e marcação de produtos. 4. Regimes fiscais. 6. Importações.3. 6. 7.3. Sujeitos Ativo e Passivo. Isenções. 6. 2. Apuração do imposto. 7.6. área de livre comércio. 4.5. Sistema administrativo e instituições intervenientes no comércio exterior no Brasil. 2. O Sistema Geral de Preferências (SGP). 7. Sistemas preferenciais. Regime de Tributação Especial. O Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX).6. Objetivos e estágio atual de integração. 11.9. Pagamento. 10. 7. 5. funcionamento.26. 1. Recintos Alfandegados. Produtos. 2.3. 1.3.3. A Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias. Lançamento. Pagamento do Imposto.2. 5. Planejamento tributário. 4.2. adquirentes e depositários de produtos.1.30. 2. 4. 8. medidas compensatórias e salvaguardas comerciais. MERCOSUL. Produtos industrializados por encomenda. Formas de protecionismo não tarifário. Base de Cálculo. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico. Imunidades do Imposto de Importação e Controle exercido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Comunidade Andina de Nações. Reorganizações societárias.12. 2.26. Base de Cálculo.25. 8. Imunidades. 4. 7.2.27.3. 4. Não Tributados.3. 1. 7. Fato Gerador.5. a Cláusula de Habilitação. 2.1.2. Atividade rural. Sociedades cooperativas. Imposto de Exportação.3. 2.6. Base de Cálculo. 1. 1. 4. Tributos Incidentes sobre o Comércio Exterior. Responsáveis. 2. Gratificações e participações nos lucros.6. 4.22. 6. Livros Fiscais.13. 1.7. Características e modalidades de industrialização. Reimportação. 2. Incidência e Fato Gerador. 8. 5. 4. 6. 2.2. Integração comercial: zona de preferências tarifárias.Período de apuração. 1. 2.20.1.1. Classificação aduaneira.4. ALADI. 4. Exclusões. Contribuição para o PIS/PASEP Importação e COFINS Importação. Aeroportos e Pontos de Fronteira Alfandegados.1. Regime de caixa e regime de competência. 2. Lançamento. 2. Suspensão do Pagamento do Imposto. 2. Combustíveis: fato gerador. Incidência. 2. 2. 2.1. Bens e Mercadorias. 5. Classificação de produtos. Alíquotas e adicional.21. estrutura. união aduaneira. 4.16. Regras de origem. 8. principais exceções. 1. Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias (SH). 7.3 Secretaria de Comércio Exterior (SECEX).6. Redução e majoração do imposto. O Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio (GATT-1994). incidência e base de cálculo.17.1 Incentivos fiscais às exportações. Similaridade.4. MERCOSUL.3. 8. Barreiras tarifárias.19.3.8.2. COMÉRCIO INTERNACIONAL E LEGISLAÇÃO ADUANEIRA COMÉRCIO INTERNACIONAL: 1.4. 1. Crédito presumido.18.1.1. Incidência e Fato Gerador. Práticas desleais de comércio. Imunidades. Medidas Antidumping. Comércio internacional e desenvolvimento econômico. 5.23.5. 7. Políticas comerciais estratégicas. Suspensão.1. 13. Créditos. 2.22.25. 10. 2. Produtos Nacionais. 2. 3. Industrialização.5.2. 7. 4.16. Receita Federal do Brasil. 5. Isenções. princípios básicos e objetivos. Políticas comerciais. 2. 5. Imposto de Importação.8.3. 1. 7. 2.17. Tarifa externa comum: aplicação. Regimes aduaneiros. Ministério das Relações Exteriores (MRE). Território Aduaneiro. CARICOM. 1.1.3. 7.31. Sujeitos Ativo e Passivo.transferência. o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Alfandegamento. 2. 2.18. 1.1 Acordos regionais de comércio e a Organização Mundial de Comércio (OMC): o Artigo 24º do GATT. Portos.3. 7. Selos de controle.24. 1. 2. 9.5. 6.3. Suspensão do Pagamento. Sujeitos Ativo e Passivo. 17 . 2. Registro Especial.10.1.1. 6.2. Regramento Constitucional e Legislação Específica.29. Incidência. Estrutura institucional e sistema decisório. Sujeitos Ativo e Passivo. Valor tributável.3. 1.2. 2. 5. 2. 4. 1.3.1. Fato Gerador. 4. Produtos Estrangeiros. Imposto sobre Produtos Industrializados.1. A Organização Mundial do Comércio (OMC): textos legais. Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM).11. Regime de Tributação Unificada.28. 2.3.23. 1. 2. Princípios básicos. Incidência. 5. 2.20. Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação vinculado à Importação.3. 9. Base de Cálculo. 1. 1.3. Protecionismo e livre cambismo. Administração Aduaneira. Recolhimento. 2. 6.6. Isenções e reduções. Alíquotas.2. 1. Investimentos em sociedades coligadas e controladas avaliados pelo método do patrimônio líquido. Nacionalizados e Desnacionalizados. 7. Bebidas. Cigarros.3. 1. Defesa comercial. Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010). Imposto Sobre Produtos Industrializados vinculado à Importação. 3.14. 1.9.1. Fato Gerador.28.7. A Câmara de Comércio Exterior (CAMEX). Alíquotas.2. Período de apuração. 7. objetivos e alcance.3. Exportações. Regime de Tributação Simplificada.19. Isenções e Reduções do Imposto de Importação.5. Estabelecimentos Industriais e equiparados. 6.2. 2.24. O Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (GATS). 3.1 Modalidades de Tarifas.11.1.3. Redução de Alíquotas (Programas Específicos e seu Regramento).2.14. 11. Controle Aduaneiro de Veículos.4. 3.3. Obrigações dos transportadores.2. 1. Contribuintes.2. 12. Isenção.30. Base de cálculo.2.4.12. 3. 5. Integração comercial nas Américas: ALALC. 2. Sujeitos Ativo e Passivo. 4.13.4.27. 5. Banco Central do Brasil (BACEN). 1. Contratos de Comércio Internacional. 4.1. Bens de capital.1.15. 1. 3. 4. 3.10. 2. Jurisdição Aduaneira. Tributação de Mercadorias não Identificadas. O Sistema Global de Preferências Comerciais (SGPC) 4.29. IPI na importação. Conceito. 2.2. Tributação na fonte.4. Tributação das operações financeiras. Domicílio.3. 8. LEGISLAÇÃO ADUANEIRA: 1.21.

7. Atividades Relacionadas aos Serviços Aduaneiros. Contrabando. 8. 11. e Legislação Infralegal). 24. 9. Pena de Perdimento. Vistoria Aduaneira. 13. 9. 9. Termo de Responsabilidade. Procedimentos Especiais de Controle Aduaneiro. Despacho Aduaneiro de Importação e Despacho Aduaneiro de Exportação. 9. Internalização da Legislação Aduaneira Aplicável ao MERCOSUL.2. Lançamento dos Impostos Incidentes sobre a Importação.2. 18 . Documentos que os Instruem. 20. 19.2. Casos Especiais de Importação e de Exportação Previstos na Legislação.5. 13. 16. Espécies de Declaração de Importação e de Declaração de Exportação. 9. 9. Legislação Aduaneira aplicável ao MERCOSUL. Hipóteses de Aplicação. SISCOSERV (Lei nº 12. Representação Fiscal para Fins Penais. Conferência e Desembaraço na Importação e na Exportação.3. 10.4. Descaminho e Princípio da Insignificância. Disposições Gerais. Mercadoria Abandonada. Valoração Aduaneira. Modalidades.2.2.4. Disposições Constitucionais Relativas à Administração e Controle sobre Comércio Exterior. 27.5.8. 18.3. 21.2. Subfaturamento e Retenção de Mercadorias.4. 23. Cancelamento da Declaração de Importação e da Declaração de Exportação. 13. Destinação de Mercadorias.5. 16. 9. Procedimentos Gerais de Importação e de Exportação. 9.4.1. Isenções e Imunidades. 16. 26. Declaração de Importação. 15. 16. 16. 10.6.546. Intervenientes nas Operações de Comércio Exterior.2. Processo/Procedimento de Perdimento. 28. Mercadoria Avariada e Extraviada. 9. 25. 9. Limites.1. 8.2.1. Infrações e Penalidades previstas na Legislação Aduaneira. 14. Natureza Jurídica. 17. 12. Processo de Aplicação de Penalidades pelo Transporte Rodoviário de Mercadoria Sujeita a Pena de Perdimento. 22. Disposições Gerais e Específicas de cada Regime e de cada Área.1. Aplicação de Multas na Importação e na Exportação. 9.3 Alíquotas. de 14 de dezembro de 2011. Pagamento do Imposto e Controle pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.3. 16. Bagagem e Regime Aduaneiro de Bagagem no MERCOSUL. Sanções Administrativas a que estão sujeitos os Intervenientes nas Operações de Comércio Exterior e o Processo de sua Aplicação. Definição. Regimes Aduaneiros Especiais e Regimes Aduaneiros aplicados em Áreas Especiais.1. 9.

Centro Regional de Treinamento da ESAF .705 .Av.Praça Getúlio Vargas n° 138 .Telefone: (62) 3901-4300 / 4305 João Pessoa-PB . Q. Calama n° 3775 Bairro Embratel .Pólo de Treinamento da ESAF .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .SAS.Rua João Negrão n° 246 .Delegacia da Receita Federal .Rua Benjamin Constant.Avenida Frederico Pontes nº 03 .Telefone: (81) 3236-8313 / 8314 / 8661 Rio Branco-AC .Avenida Vereador Juliano da Costa Marques nº 99 .Ed.Centro .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Telefones: (61) 3412-5813/5887/5800 Campo Grande-MS .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda – Av.Centro .Sala 01 .Conjunto dos Mercedários – Centro . INSS .21º andar – Bairro da Luz .11° Andar Telefones: (51) 3455-2054 Porto Velho-RO .Avenida Engenheiro Abdias de Carvalho nº 1111 1º andar .Centro Regional de Treinamento da ESAF . esquina com Rua Amazonas nº 1. Pedro II nº 16 Centro .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .1º andar .Rua da Liberdade nº 623 .Rua Gaspar Viana nº 125 .Centro Regional de Treinamento da ESAF .Bloco “O” .Telefones: (79) 2104-6401/6448/6424 Belém-PA .088 .Rua Esplanada Silva Jardim nº 109 .7° Andar – Centro Telefone: (41) 3259-5800 Florianópolis-SC .Centro Regional de Treinamento da ESAF .Centro Regional de Treinamento da ESAF .Avenida Prestes Maia nº 733 .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda – Rua 6 – Quadra F-04 – Lotes 38/40. nº 483 – Setor Oeste .Praça Marechal Deodoro S/Nº Centro .202 Norte .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Telefones: (71) 3254-5107 / 5112 São Luís-MA .Rua Barão de Aracati nº 909 .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda – Praça D.Av.Centro Regional de Treinamento da ESAF .Centro Regional de Treinamento da ESAF .Telefones: (82) 3311-2720 /2610 Manaus-AM .Telefone: (48) 3216-8732 / 8743 Fortaleza-CE .Centro Regional de Treinamento da ESAF .Rua Epitácio Pessoa 1.Delegacia da Receita Federal -Rua Eliezer Levy nº 1.Ribeira .: (96) 3198 2261 Maceió-AL .Telefones: (86) 3215-8016 / 3215-8012 / 3215-8002 Vitória-ES .Praça Fausto Cardoso nº 372 Centro .Brasília-DF .Telefone: (67) 3345-4190 / 4102 Cuiabá-MT .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Telefone: (63) 3901-1144 Porto Alegre-RS .ANEXO II Cidade/Endereço Aracaju-SE – Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Avenida Celso Porfírio Machado. NO 04 .Bairro dos Estados Telefones: (83) 3216-4596 / 3216-4496 Macapá-AP . Loureiro da Silva n° 445 .Av.Centro Regional de Treinamento da ESAF . Presidente Antonio Carlos nº 375 12º andar .Av.Telefones: (21) 3805-4022/4023 Salvador-BA . Ed.Edifício Dona Angelina .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda . 280 – 6° andar.Telefones: (91) 3321-3423/3424 Belo Horizonte-MG .618 Setor “D” – 6º andar . 06 .211 .Conjunto 3 .Sala 1.Rua Pietrângelo de Biase nº 56 – Centro Telefones: (27) 3211-5101 / 5102 19 .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda . 1.Telefones: (11) 3376-1500/1509 Teresina-PI .Lote 5/6 .100 Bairro Belvedere .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Rua Agnelo Bittencourt nº 106 .Centro Regional de Treinamento da ESAF .350 – Tel.Delegacia da Receita Federal .Telefone: (69) 3217-5616 Recife-PE . 1. MF Galeria NESAF .Bosque da Saúde . 7 de setembro.Telefone: (65) 3615-2206 Curitiba-PR .Térreo .Telefones: (68) 3202-3144 e 3224-4712 Rio de Janeiro-RJ .Bairro Aldeota .Bairro Cadeia Velha .Bairro Prado .Rua Osvaldo Cruz.Telefones: (98) 3218-7190 /7128 /7129 São Paulo-SP .Centro Telefone: (95) 3198-3600 Brasília-DF .8ª andar – Edifício Órgãos Centrais do MF .Telefone: (84) 3220-2222 Palmas-TO .Telefones: (92) 3622-4870 / 4880 Natal-RN .Castelo .Telefones: (85) 3878-3102 / 3103 / 3104 Goiânia-GO .Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda .Telefones: (31) 3254 7400 / 7371 / 7303 / 7337 Boa Vista-RR .