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TERMO DE ABERTURA

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Certifico e dou ïé que abro este volume a partir da

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Foz do lguaçu, 6 de junho de 2011

MarìneìJ Perrud ) Matrícula 6485-8

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Coordenação-Geral de Desenvolvimento e PÍoietos

Memorando

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Brasíiia, [P

de maio de 2011.

A Diretoria de Plânejamento

e

Pesquisa/DPP/DNÌT

Assunto; InfoÌmações sobre o Projeto Básico e Executivo em desenvoÌvimento pela VETEC Engeúaria, referente ao Incluéito Civil PúbÌico n". 1.25.003.006227/2047-99
Referência: Memorando CirculaÌ n'. 51/2011/CGDESP Oficio n". 1200/201 1,PR-N'Í/FI/PR Memorando lio. 12121201 I IDG Memorando n". 4931201 1/DPP

presente de requisigão do Ministério Público Federal Procuradoria da República no Município de Foz do IguaçúPR, sobre informações quanto ao estágio do Projeto Básico e Executivo de Engeúaria em desenvolvimento pela empresa VETEC Engeúaria.

1.

Trata

o

2.

Foi encaminhado Memorando-Circular paÌa as Coordenações de Projetos de Estrutura, de Infraestrutuú e de DesenvoÌvimento e Acompaúamento paÌa o
lomecimento das informações.

3. 4.

Assim, encamìnhamos os Memorandos

no.

I225l2Al <\as Coordenações supramencionadas, co{Ìtendo soÌicitados peÌâ Proculadoria da República.

1232/201t; 1222/2011 e os dados e documentação

Sendo o que tíúamos a inforrnar, colocamo-nos à disposição para n]alores escÌarecimentos, caso necessario.

Atenciosamente.

Thâmc de Crsrro rubeiro MeÌlo -Éá;. Coordenadora-Ccral de Desenr oìr imento e Pro ietos

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Diretoria de Planejâmenio e Pesqulsa

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Memorando

no 4931201 1 |DPP

d ----> \%t \i?rord Brasília, 10 de maio de 2011.

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A coordenação ceral de Desenvoìvimento e erJ;etos.
Assunto: lnformações sobre Projeto Básico e Executivo

-

VETEC Engenharia.

ReÍerências: ('l) Memorando no 1.059/2ó1olcGDES PIDPP, de 25lO5t2O1Ol (2) OÍlcio no 120012011IPRM/F||PR, de 13/04/201 (3) Memorando no 1.272120111DG, de Ogl15l2011
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.

1.
e

De ordem do Diretor de Planejamento e Pesquisa, e objetìvando ciência

e adoção das Sirovidências pertinentes, encaminhâmos cópias dos documentos acima

referenciados que tratam de requisições de informações sobre o estágio do Projeto

Executivo de Engenharia, em desenvolvimênto pela empresa VTEC Engenharia Ltda, para execução da construção da 2a Ponte entre Foz do lguaçu Básico
(Brasil) e Puerto Presidente Franco (Paraguai).

2.

Objetivando cumprimento da solicitação do Diretor

-

Geral, pela DPP,

em tempo hábil, solicitamos as manifestaçóes requisitadas até o dia 1310512011. Atencìosamente,

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l\4emorando no 1.2721DG Em, 09 de mâio dê 2011

Ao Senhor Dìretor de Pesquisa e Planejamento
Assunto: lnformações sobre projeto Básico e Executivo

-

Vetec Engenharia

no 120A12011lPRMlFl/PR, do Procurador da RepúblÌca no l\.4unÌcípio de Foz do lguaçu/PR, que solìcita informaçôes sobre o esiágio do Projeto Básico e Ëxecutivo de Engenharia em desenvolvimento pela pessoa jurídjca Vetec Engenharia e cópia das
_ CGDESP/DPP,

1.

Encaminho a Vossa Senhoria, para conhecimenio e providencia, o ofício

atas das reuniões realizadas pelo ltamaraty, coniorme noticiado no Memo n" 1.59/2010

Luiz

Pagot
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Dirctoria de Planejamento e Pesquisa - DPP Coordenação Geral de DesenvoÌvimento e Projetos - CGDESP Memorando no 12221201 1 I CGDESP IDPP BrasÍÌia, l2 de maio de 201
1.

À Coorde[ação GerâI de Desenvolvimento de Projetos

Assunto: Resposta ao Memorando Circúar 058/2011-CCDESP/DPP

Em atenção ao Memo. CirculaÌ n" 058/201I/CGDESP IDPP de 12l05l2All com relação ao Contrato n" 00 0004112009, fimado çom a empresa VETEC Engeúa a Ltda., temos a infoÌmar:

1.

Situação do Contrato: Paralisado çm 03/0212011.

Medição
2:

esi Resumo das M Descrieão Aceitação do Proieto PreÌiminar Aceitação do Relatório Periódico

2.

-

RP-01

Data do Processamento 21t05t2010 24/05t20r0

1/CGDESP/DPP, de 05/05/201 1, encamiúado para Superintendència do Estado do Paraná. foi autorizado o processamento da 3" Mediçã0, referente ao Relatório Básico - Etapa Inicial.

3.

Por meio do Fax

no 206/201

Atenciosamente,

Má rjcja'faic ia da Silva Coordenadora de Dásen'lolvimento ç Acompanhamento CCDESP/DPP

Matr.0868/0

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Obs:

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GlccD.scntolvinaoPbjdos\CD.senvoìvimn@eÂc6tonhmènro\DoclllÌHrôs ÍesposkúoMeúoCú. 053 201Ì doc-Sôniasè.pa-Rônd 3.1ó4

Etp.did6 - 2ol l\Múo

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I Respoia ro Fa

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Diretoria de Planejâmento e Pesquisa - DPP Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos - CGDESP Memorando Circular no 058/20l VCGDESP,DPP

Brasília, 1Z

de rnaio de 2011.

Coordenação de Proj€tos de lÍúaesautum Coordenação de Projetos de Estruturas Coordeüação de Desenvolyimento e Acompaúamento

Assrnto: Informações sobre Projeto Básic0 e Executiyo Referência: Memorando no 1.0589/2010/CGDESP/DPP; Ofr cio na 1200 /2071/PRNúFL4PR; Memorando No 1272120111DG. PRAZO PARA RESPOSTA 13/05/20I1,

-

VETEC Engenharia.

Seúores Coordenadores,

De ordem da Seúora Coordenadora-Gera.l de Desenvolvimento e Pr.ojetos, encamiúamos o Memorando ÍL' 49312011/DPP, de l0 de maio de 2011, documentação atexa, que tatam de reqúsições de hformações sobre o estágío do Projeto Básico e Executivo de Engeúaria para execução da ConstÍução da 2u Porte entre Foz do Iguaçu (BÍasil) e Puerto Presidente Franco (Paraguai).
Atenciosamente,

L

Eng. Carlos Eduardo Veras Neves Analista çm htaestrutura de TraÍÌsportes - DNIT Coordenação Geral de Desenvolümento e Projetos CREA/DF-163I i,D

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Mer.4047-9

TRÁBÁlHoWqúvg d.

GìCGDd.nvolvihÒnúPÍojrlonccDsÒivolvih.iÌôPÍoj.Lodoì .COORDENAÇÁO GIIALIARQIitVOS COOFDENÀÇÂO cEM!!\RQUtvos DE T b.lh. 201 IIMIMOLANDO CIRCUIÂR 101ÌU.í!no Cn.cb' 05 3 ì I lEhção dè !.r,ço . Coôrdcr.dor*doc F.band. rlnrt tr?4

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Diretorìâ de Planejamenio e Pesquisa l\4emorando nD 493D41
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Brasília, 10 de maio de 2011.

A

À coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos.
Assunto: lnformaçóes sobrê Projeto Básico e Executivo

- VETEC EngenharÌa.

Referências: (1) MemoÍando n" 1.059/2O1Oi CGDESP/DPP, de 25lo5i2O1O; (2) Ofício n" 1200t2011lPRMtFu PR, de 13/04/201 1i (3) Memorando n" 1.27212011lDG, de Q910512011.

í.
e

De ordem do Direlor de Planejamento e Pesquisa, e objetivando ciência

e adoção das providências peÍtinentes, encaminhamos cópias dos documentos acima

referenciados que tratam de Íequisições de informações sobre o estágìo.dd ProjéÌo

Básico

Executivo

de Engenharia, em desenvoivimento pela empresa

VTEC

Engenharia Ltda, para execução da construção da 2a Ponte entre Foz do lguaçu
(Brasil) e Puerto Presidente Franco (Parâguai).

2.

Objetivando cumpÍimento da solicitação do Diretor

-

Geral, pela DPP,

em tempo hábil, solicitamos as manifestações requisitadas alé a dia 1310512A11. Atenciosamente,

ntor
Gerente de P

59,

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Memorando no 1.272lDG

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Em,09 de rnâio de 201

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Ao Senhor Diretor de Pesquisa e Planejamento
Assunto: lnformações sobre projeto Básico ê Executivo

-

Vetec Engenharia

Encaminho a Vossa Senhoria, para conhecimento e providencia, o oflcio 1200/2011/PRM.FIIPR, do Procurador da República no l,{unjcipio de Foz do lguaçu/PR, que solicita inÍormaçóes sobÍe o estágio do Projeto Básico e Executivo de Engenhaía em desenvolvimento pela pessoa jurÍdica Vetec Engenharia e cópia das atas das reuniÕes realizadas peio ltamaraty, conforme noticiado no l,4emo nõ 1.591201A _ CGDESP/DPP.

'1.

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Atenciosamente,

Luiz

:i,.i í,-.:'.::Ì i:rS L."r_

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MrxrsrBnro Pusrlco FEop
PnocrjRqloru-c o,\ REpúuc No MrÌ\rcÍtÌo

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Foz no IcuaÇu/pn

oÏício

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12oo/2ol

l/PRM/FIIPR

'Foz do rguaçu, r3 de abrir de 2or

Ao Luiz Antonio DiretoÍ Geral e Diretor de Planejamento e Djretoria de Planejamenro de Depadamento de lníra-Estrutura de Transportes
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Senhor Pagot
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Quadra 3

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7:

2 ^S/ V'J \<g.gg)/

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Setor de Autarquias Node

-

Lote A

-

DNIT

-

EdifÍcio Núcleo dos Transportes

Brasília/DF

-

70.040-902

Senhor DiÍetor,

A fim de instruir o
'1.25.003.00622712007'99, com base no artÌgo

lnquérito Cìvil PúbÌico

n.

8', ll da LC

75193, requisito a Vossa

Senhoria que inÍorme qual o estágio do Projeto Básico e Executivo de Engenharia
em desenvolvimento pela pessoa jurídica Vêtec Engenharìa, objêto do Contrato
9s). Solicito ainda,
n,

004112009, após a Análise de Projeto n. 00412010 (Processo n. 50609.00 1637/2009-

o

encamìnhamênÌo de cópia das atas

das reuniões realizadas pelo ltamaraty conforme noticiado item
1.059/2010

e

do Memo n.

-

CGDËSPi DPP (cópia anexa).

Atenciosâ

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BaÍbosa

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curador da República

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MTNISTÉRIO DOS T/.i.NSPORTES
NACIONÂL DE INFM-ESTRUTURA DE TRAN COORDENAÇÂO.CERÁL DË DESENVOLVIMENTO Ê PRO]ET COORìENAÇÃO DE ESTRUTURÁS
DEPÁ R.TAMENTO

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MEMO N.. 1,059/2010

- 9GDESP/DPP {;- 53L'* 1"" ãJ

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25 de maio de 2010

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À Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos

Assunto: Atualização de informações da construção da 2a Ponte entre Foz do

lguaçu {BR} e Puêrto Presidente Franco (PY).

ResposÍa dos ìtens

'a' e 'e' do Ofícjo de n' 74412010-PRN{.6I/PR:

a) O Projeto Básico e Executivo dè Érigenharìa paÍâ a consÍução da Segunda ponre

Intemacional FolPresidente Franco está

em

desenvoÌvimento peÌa empresa Vetec

EngenhaÌiâ, objeto do Contrato n'00.í112009, e encontÍa-se na fase de minuta em análise por
esta Coordenação (Processo n" 50609.00163'1 12009-99).

e) Os órgãos atuantes em fronteira têm paÍicìpado efetivamente nas questões referente às instalações aduaneiras. O processo decisório está sendo conduzjdo pela Comissão Mista

Brasil/Paraguai. Do lado brasilçiro o Itamaraty presjdiu todas as reunìões rcaljzadas entre o

DNIT, Vetec e OÍgãos atuanÍes em fronteira @PF, PRF, Recejta Federaì, ANVISA,
MinistéÌio da Agricuitu.a).

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Ed.uardo Calheiros de Araújo Coorde nador de Estruturas /D P PlDNIT

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Memorando no. 1225 /2011/CGDESP/DPP

A Coordenação Geral de Desenvolvimenlo e Proíetos/DPP

Assunto: Respostas ao l\rernorando Circular no.

058/201 1/CGDESP/DPP

que sollcita

iníormações sobre o Projeto Básico e Executivo de Engenharia para a construção de Ponte lnternacional sobre o Rio Paraná ligando o Brasil ao Paraguai a cargo da consultora VETEC Engenharia Ltda.

senhora

coordenadora,

67il l'g t*,^ t{c-9/
tà.

á.Ëu,q,

lnÍormamos que, conforme deterrninações da CGDESP à época, o projeio em queitáo íoi dividido em dois lotes, a saber:

. .

Lote A: Ponte ei Lote B: Ligação Viária e lnsialaçôes de Fronieìra.

Quanto ao projeto da ponte, essa Coordenação de Estrututas emitiu a análise no. 040/201002 em 23 de dezembro de 2010, que tratava do Relatório de Projeto Básico - Etapa Final informando que o mesrno ainda continha incoffeçõês e carecia de complerneniações, não sendo portanto, passível de aceitação. Sugerimos também que o projeto fosse encaminhado para a Coordenação Geral de Custos de lnfraestrutura CGCIT para a análise do orçamento. Pelo apurado, o projeto encontra-se nessa coordenação ern análise. Nesse ínterim, a consultora, por intermédlo de relatórios de acompanhamenio semanal e contaios diversos, vem maniendo contato com essa Cootdenação de Esttuturas, ern vlsias a atender às solicitaçõês da análise citada, enquanto aguarda a manifestação da CGCIT para então proceder a nova apresentação dos volumes corrlgidos.

-

Já para o Loie B iniormamos que recebemos os

vo umes

de projeto das obras-de-arte

especiais referentes à Ligação Rodoviáda para a análise, mas, em viriude das alterações e correções que esião sendo realìzados no projeto geométrico e demais itens constantes do mesmo, foi-nos solicitado pela consuliora, conforme relatório de acompanhamento semanal, que aguardasse as revisões para então proceder à anáÌÌse.

Brasília, 13 de maio de 2011.

DiÍetoda de Planejanerto e Pesquisa - DPP Coordenação Geral de Desenvolümento e Projetos - CGDESP Memorando Circular n" 058/201 1/CGDESPEPP

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Brasília, lZdemaio

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Coordenação de PÌojetos de In-&aestruhrla CooÍdenação de Projetos de EstrutuÍas Coordenação de Desenvolvimento e Acompadlamento

Assunto: Informações sobre Projeto Básico e ExecutiY0 Referência: Memorando no 1.0589/2010/CGDESP/DPP; Ofi cio no 1200/201 1/PRILiFL4PR; Memorando No 127212011nG' PRA,ZO PAÌA RESPOSTA 13/05/2011.

- \aETEC

Engenharia.

Seúores Coordenadores,

De ordem da Seúora Coordenadora-Geraì de Deselvolümento e Projetos, encamirÌramos o Mernorando u" 493/20\11DPP, de 10 de maio de 2011, documentação an€xa, que [ata,rn de requisições de informações sobre o estágio do Projeto Básico e Executivo de Engeúaria para execução da ConsÍução da 2" Ponte enhe Foz do Iguaçu (Brasil) e Puerto Presidente FrarLco (Paraguai).
Atenciosamente,

1.

Eng. Carlos Eduardo Veras Neves Aralista em Lriaeslrltura de Traasportes - DNIT Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos CREÁJDF-1631 VD Matr.4047-9
C.íd|l]aÉo dqliú$rqtDPP/DqiT

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c:\ccDdenvorvihÒiroProj.b:\ccDËê ôlvmcnroProj!'ôd0r tooFnENÁçÁo cERÁLli'Rarrvos coonDENAçÁo-ôELArúRQrtvos DE ïR.a!ÂÌ,ÈO!ArCúG de ÌDbdho 20 ì r\MEMoRÂÌ.IDO CIRCLXÁÌ 20 ì Ì\Ì!{emo. cncuhÍ 05 3. Ì I IE Dçiô d. sèn(ô - coÕÌdanldo'*.doc l.hánda hod

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Diretoria de Planêjamento e Pêsquisa Memorando
no

493/201 1/DPP

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Brasília, í 0 de maio dê 201
1 .

À Coordenação Geral de Desenvolvirnento e P,rojetos.
Assunto: lnformações sobre Projeto Básico e Executivo

-

VETEC ÊngenharÍa.

ReferêncÌas: (1) Memorando no 1.059/2010/CGDESP/DPP, de 25/A5DOIO] (2) Ofício no 120012011lPRM/FllPR, de 13104t2011: (3) Memorando n" '1 .27212011|Dc, de 09lA5l2Al.

De ordem do Diretor de Planejamento e pesquisa, e objetivando ciência e adoção das providêncjas peúinentes, encamÌnhamos cópias dos documentos acima referenciadoê que tratam de requisições de informações sÕbre o eslágio'dd.projéÌo

1.

Básico

ê

Executivo

de Engenharia, em desenvolvimento pela empresa

VTEC

Engenharia Ltda, para execução da consirução da 2a ponte entre Foz do lguaçu (BÍasil) e Puerto PÍesidente Franco (Paraguai).

2.

Objetivando cumprimento da solicitação do Diretor _ Geral, pela Dpp, em iempo hábil, solicitamos âs manjfestações requisiiadas até o dia 13|OSI2O11. Atenciosamenie,

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Niemorando no 1.272lDG Em, 09 de maio de 2011.

Ao Senhor Diretor de Pesquisa e Planejamenio
Assunto: lnformaçóes sobre projeto Básico e Executivo

- Velec Engenharia

Êncaminho a Vossa Senhoria, para conhecimento e providencia, o ofício 120U2A11|PRM/FI/PR, do Procurador da Repúbiica no MunicÍpio de Foz do lguaçLr/PR, que solìcita informações sobre o estágio do Projeto Básico e Executivo de Engenharia em desenvolvimento pela pessoa juridica Vetec Engenhada e cópia das atas das reuniões realizadas pelo ltamaraty, conforme noticiado no Memo no'1.59/2010 - CGDESP/DPP,

n'

'1.

Atenciosamente,

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MrNtsreruo Punrrco FnoB
Pnocrnloorur.
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REpúucA No Mr,Ì{cÍpro

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n.

t2OO/2Ol ì /PRM/FIIPR

'Foz do lguaçu,

l3 de abril de 201 I

SAN

Ao Senhor Luiz Antonio Pagot Diretor Geral e Diretor de Planejamênto e Pesquisa Diretoria de Planejamento de Pesqujsa Departamento de lnÍra-EstrutuÍa de Transportes - DNIT

-

Setor de Autarquias Norte

BrasÍlia/DF

-

70.040-902

-

Quadra 3

-

Lote A

-

Ëdifício Núcleo dos Transpories

Senhor Diretor,

A Ílm de instruir o

lnquérito Civil público

n.

1.25.003.00622712007-99, com base no anigo 80, Íl da LC 75193, requisito a Vossa

Senhoria que inÍorme quaÍ o estágio do Projeto Básico e Executivo dê Engenhariâ em desenvolvimento pela pessoa jurídica Vêtec Engenharia, objeto do Contrato n.
004112009, após a Análise de Projeto n. 004/2010 (Processo n. 50609.001637/2009oo\

Solicito ainda,

o

encaminhamènto de cópia das atas
n.

das reunióes realizadas pelo ltamaraty conforme noticiado item 'e' do Memo
1.059/2010

-

CGDESP/DPP (cópia anexa).

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râdor da Rêpública

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MEMO N." 1.059/2010

MINISTERIO DOS T'P.1.NSPORTES
DEPARTÁMENTO NACIONÀL DE INFRâ-ESTRUTI]RÀ DE TRÁNS COORDENAçÃO'GERAL DE DESENVOLVIMENTO E PRO]ETOS/D COORIENAÇÁO DE ESTRUTURAS

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-

CGDESP/DPP

ê+E 986
25 de maio de 2010.

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À Coordenação GeÍal de Desenvolvimento e Projetos
Assunto: Atuâlização de informaçõês da construção da 2a Ponte entre Foz do

lguaçu (BR) e Puêrto Presidente Franco (PY).

Resposta dos ìténs

'a' e 'e' do Ofício de

no 744I2010-PRtr4/FLPRT

a) O Projeto Biásico e Executivo de Engenharia para a construção da Segünda Ponte

Intemacionai Fo/Plesidente F anco está em desenvolvjmçnto pela empresa Vetec
Engenharia, objeto do Contrato no 00,1112009, e encontra-se na fâse de minuta em análise por
esta cooÍdenação (Processo n" 50609.00163'1 12009-99).

e) Os órgãos atuantes em fronteiÍa têm paÌticjpado eletjvamente nas questões Íeferente

às instalações aduaneiras. O pÍocesso decisório está sendo conduzido pela Comissão Mista Brasil,Paraguai. Do lado bÍâsileiro o ltamaraty prcsjdiu todas as leÌrniões lealizadas entÍe o

DNÌT, Vetec e Orgãos atuantes em fronteira @PF, PRF, Recejta Federal, ANVISA,
Ministaio
da Agricultura).

Eduardo Calheiros de Amúio Coorìlenaìlor de E st ru I u ras/DP P/DN IT

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Aq!inlliifÊ:

MEMO N.o 1â32

/ 2011 - CGDESP/DPP
BrasílÌa, 12 de maio de 2011.

À Coordenação Geral oe Desenvolvimenlo e Projetos - CGDESP

Assunto: lnformações sobre o Projêto Básico e Exêcutivo em desenvolvimento pela empresa VETËC Engenharia, referente ao lnquérito Civil Público no 1-25.003,0062271 2OO7 99.

Referência: Memorando No'1.0589/ 2010/ CGDESP/ DPP Ofício No '1200/ 20'Í1l PRM/ FU PR Memorãndo No 1272120'l'll DG Memorando Circular No 058/ 20'l'1l CGDESP/ DPP

Ern resposta ao lvlemorando Circulat 58l2011,lCcDESp/Dpp, a Coordenação de projetos de lnfraestrutura esclarece que cabe a esta coordenação somente a análise e aprovação do projeto Executivo de Engenharia para execuçâo da Construçào da 2â ponte ent.e Foz do lguaçu lerasil) e Puerto PresÌdente Franco (Paraguai), referente ao acesso e Edificaçôes dos Centros de Fronteira
(Aduanas).

O Projeto em pauta se enconira na Íase de Relatório Básico - Final, que foi apreseniado pea VETEC, e analisado por esta coordenação através da Analise 004/í0/02110, não estando em
condições de ser aprovado.

Após

a aprovação do Relatório Básico-Final, a empresa VETEC deverá encaminhar o detalhamento do Relatório Flnal, conforme Termo de Referencia do EDITAL No O50/2008-00, para análÌse e aprovação final do Projeto Execuiivo.
à situagáo do Conirato n" 004'1/ 200S, firmado com a empresa VETEC, cabe à Coordenação de Desenvolvimento e Acompanhamento apresentar suas considerações.
Quanto

As Atas solicitadas no OF N" 1200/ 2011/ PRI\,4/ Fll PR estão anêxades

AtencÌosamente,

IANCA ARAÚJO Coordenadora de Projetos de Infraestrutura/CGDESP/Dpp

Aí:iarrirlis
Obsl

Diretoria de Plarejamento e Pesquisa - DPP EPrà,\ Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos - CGDESP 16l.R Memorando Circular no 058/201 1/CGDESP/DPP ^âo"<4Òel

QJ í-"'

de maio de 2011.

Coordenação de Projetos de InfÌaeshìtura Coordenação de Projetos de EstrutuÍas Coordenação de Desenvolvimento e Acomparihamento

Assunto: Informações sobre Projeto Básico e Executivo Referência: Memorando no 1.0589/2010/CGDESP,/DPP; Ofi cio no 1200i201 I/PRM/FL{PR; Merhorando No 7Z7Zlz\inc, PRA.ZO PARA RESPOSTA 13/05/2011.

-

\TETEC Engenharia.

Senlores Coordenadores,

De ordem da Seúora Coorderadora-Geral de Desenvolümento e PÍojetos, encamiúamos o Memorando n" 49312011/DPP, de 10 de maio de 2011, documentação aÍÌexa, que tÍâtam de requisições de irÍormações sobre o estágio do Projeto Básico e Executivo de Engedraria para execução da Constução da 2u Ponte entre Foz do lguaçu (Brasil) e Puerto Presidente Franco (Paraguai).
Atenciosamente,

1.

é42: Eng. Carlos Eduardo Veras

Amlista em L!fraeshÏtua de Transporles - DNIT
Coordenação Geral de Desenvolúmento e Projeios CREA/DF.163 1 IID MaÍ. 404'7 -9 Ci:nii.ii :'riìiiaìl)

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Neves

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cìccDq'Nôrviú.ó1o?.ole'os\ccDcsolorvhê oProxrodoÌ -cooRDENÁçao aERALLó.RaLnvos cooRDlNÁçÁo-aERÁLtcRauvos DE
Tt ABÂrHO\ÂÍqúvc
de

Tnbilho

20Ì ì IIEMORANDO CIRCULAR ?01

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de seryrço - CoordènÀdo'è.. doc

F.ôôndô ômd 3174

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Diretoria de Planejamento e Pesquisa Memorando no 493/20'1 1/DPP

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Brasília, 10 de maio de 201 1.

À Coordenação Geral de Desenvolvimento e Prôjetos. Assunto: lnÍormaçóes sobre Projeto Básico e Executivo
Referências:
(1

-

VETEC Engenharia. de 25tO5l2O1O:

) l\ilemorando

no 1.059/201 O/CGDESP/DPP,

(2) OfícÍo no 1200/2011lPRMlFVPR, de 1310412A11 (3) Memorando no 1.2721201\|DG, de 09/05/2011.

De ordem do Diretor de Planejamento e pesquisa, e objetivando ciência e adoção das ,providênciâs pedinenies, encaminhamos cópias dos documentos acima referenciados que tratam de requisições de informações sobre Õ estágio'dd projéÌo

1.

Báslco

ê

Executivo

de Engenharia, em desenvolvimento pela empresa

VTEC

Engenharia Lida, para execução da construção da 2a ponte entre Foz do lguaçu (Brasil) e Puerto Presidente Franco (Paraguai).

2.

Geral, pela Dpp, em tempo hábil, solicitamos as manifestações requisiiadas até o dia j3lOSl2A11.
Atenciosamente,

Objetivando cumprimento da solicjtação do Diretor

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Memorando no 1.272/DG
Em, 09 de maio de 201 1.

Ao Senhor Diretor de Pesquisa e PÌanejamento
Assunto: lnformações sobre projeto Básico e Executivo

- Vetec Engenharia

Encaminho a Vossa Senhoria, para conhecimento e providencia, o ofício no 120412011/PRM/F|/PR, do Procurador da República no l\,4unlcípio de Foz do lguaçu/PR, que solìcÌta informações sobre o esiágìo do Projeto Básico e Executivo de Engenharia em desenvolvimento pela pessoa jurídica Vetec Engenharia e cópia das atas das reuniÕes realizadas pelo ltamaraty, conforme noticiado no Memo no 1.59/2010 _ CGDESP/DPP.

1.

Atenciosamente,

Luiz

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DELEGAÇAO BRáSÌLEÌRÁ

\íiúúo MARCELO A. DÊ M. JARDIM, CheÍe da üvjsão da Afiéricâ Mendional-l do MinÈtE io dâs Relações EÍenores
En€eúelío ROBERTO SlLv ACEVEDO,
-Ass€ssor Esp€oâI dâ EmpÍesa BÍasileira de

PlaÍqameÍüo de TraispoÍts (GEIPOT) dô Mirusrfro dos

TrurspoÍtes

Ê geúeiÌo ANTÓNIO tNÁcto soBRlNHo.
Êmpresa BÍasiLira

è

Plan jdrÌeíúo ds TÍôrEportes (cEIPOf) do MdsteÍio dos TnÍsportes

EngênheiÌo FRÁNCISCO AUGUSTO DÊSIDERI, D€paÍtaaento NecìonÂi dc Esbadas d! RodagÊtÍì (DNER) DoutoT CËRÁLDO JACYNTI.IO DE AI,MËIDA IJNIOR. DiJetor d4 üvisão de Poliú Marítims, Aá.â e de Flc,nteim! - Secrebtú dê

poliú

Fedsral

DouroÍ JoÃo BERJÁS, Dvisão de LogisÌica AdliftiÍê dâ S€.retsd dâ Rec€ita Fededl DoutoÍ ROBERIÌf LOBO BLÁSI, DiJetoÍ de Pbnejarnmto da SecÍekÍia de TrâÌBpoÍles do Lsiado dô pâIaná

DoutoÍ GELSON WERMMÍNGOF,
Vicé-PÍeÊito dâ cidâd! de Foz do lg!âcu

Doìnon

CAVAZZONL

Ásr€ssor",^DRIÀNÂ do ProcuradoÍ Crdal do DNER

Ensenhúo cúUDro DOMINcos LAZZáROTTO, S.6êbia Muniópsf d€ Viatão € úbaÍrbmo de Foa do lFlâcu
Eng€Íúeno ÉRIco ToMÂsssm, DÍètor de Plônejsnento Fisico TenítoriâI da Secfetads Mu.lisipâl d€ plânejirnento dê Foz do Iguacu

üúão

secrcÉúio LEoNARDO MOURÂO COELHO DE SOUZÁ, dâ ÁJn€rica Mdidional-l do MinÈütio dâs Rúçi,es ÈxtcrioÍ€s

DÊLEGACÃO PÁRAGUAIA

ffiffi

DoutoÌ oSCÁR CABELLO SARLIBBI, Vice-Ministro de Relacões Exteriores

EnScúeno HUGo ENRJQUE GoMEz, Vioe-Ministo de Obras Publícat e coÍnuíricâcôes

Doutor JUAN T ENNINGER. Vicc-Ministo dc TrúsÍ)oÍes
Economist RÂUL SILWRO S., DiÍctoÍ do Dcpôttame o dê RclÂcõcs EoonôÍdcôs B slcÍsit do MinilitrÍio de Rclaoões ExtêÍiores Efleeoheno PAIJL SÁRL'BBI, DiÉtor de Vialidad do M,íistério de Obras PublÌcas Lic€nciÂdo FEDEzuCO FERNANDEZ5 Dirctor de PÌE ìúca.ão de TÍltLíp.út€s do

Ê

ComÈtc6côes

lúniíéÍio

dc oblãs Públicss € comünic&õEs

EngeflÌÌêrÍo FELIX ZELAYA EncarÍegado de Licitaós do ÌúinisÉio dc ObIâs Públioâs e ComuÌicâcõà5 En8enheiro

LtlS CÂBAILERO,
e

Téodco ern pontes do MinistéÍio de oblrs Púbiicas
Comissário
PoüciÂ

Cornìmicacões

ÈinciFl CLEMENIE LOPEZ PINTO, Nscionrl DúetoÍ dâ Zonâ 4

Doutoi ÁMANCIO ACLILERA SuFÂdÍDinisbôdoÍ - Âduâft dÊ Ciúad dcl Este

ANEXO II ÌÍ REÌJNúo DA coMlssÀo Àlts-tA BRÁstt,ËrRo-pe-n-ncuÁo SEGUNDA PONTE INTERìÂCIONAI SOBRT O zuO PÁXANÁ

o^ao

^

coNsll.ucÃo

DE UMÂ

AGEÌ\DÂ

- LocalìzáFo riâ Ponte - NoÍmâs de

ücitaÉo

- ConÍpatibiÌzação coú a Ponte dâ Amjzâde - Nahrcz da ponte
" DefrÌjção dos acesso6
- QÌres6es

Íeblivâs à irrigrBÉo

- Qwstõ€s adìnJleÍÀs

ACTA FINAT DE

IÁ III

REÍJNION DE

COì,,ÌSION MTXTA

PARAGUAYO_BRAS] I,IìËA PARA

I,A

CONSTRUCCION

DiI I,N S]]GL}NIN

PIJ]INTFJ

TNI]ERNAC'ONAI SOBRE ET, RÌO PAMNA

BnLÌ'e lcs cÍas 3- 4 y 5 Ce rxeyo Ce !ri - r':'r'.'-r r':r. Ìì.ì/eÌìta v cÌratrã. se ceÌeb.ó el,1 la ciìÌdeC cie Asl):,- j-rn iã

!e'-ìÌÌión cìe 1a Co.ìisiin Mixle Pa.ag,rÂvo-Bre. ilÉrìi: r-e...r Constru:ció:r d.ì uÌl S-.eÌìndo Puente Internacional srirrr: r

!as, DeÌegaciones de ambos pai6es e6tu!,ie:cn ìr-ì"eir.rt.i=: !.ir e.l, Eìnba.iador Oscar Cêb,a1lo Sarubbi. Vi.-êÍi..ì.:r.. .l' Relaa:ro.es llxte.jores de la RepìjblÌca C--l Pa.aCLìF-ì,'- :'.rl )lÌ.is'-,-. ìi?..relc' A. 'le M- JêrClrì- Jefe dê la Dí.,isicn Anérici Meyral:r.ai l lel YinisrerÍ(r Ce Èelac:lones Ext,efic.es de Repittr Ì r..1 lÊ.Jer..1::..,-. del Bì^a.i.ì . feepeclrivârJlente, Asinrisn'ìô. ìa DelepF-.ti.iÌr rreÌ.iELlir\Ê.sr-,.rvo jn+,,êereda po!. el Víceninìstro de obr.ae PúbÌì:as. ineenle.-.: !rrg. Gciiez. y ?or el Vicemir]istrc Ce Tranepcr--es. ic::.--1 .:.-r..

lcs ieieÉ de ambas Delegacíonee pÌ.esenta:..):, :j Ìn:emb:os Ce Las nisrras, inlegradas confôr:Íne ê lâ ÌnÌnr!,.. iierrê colno Anexo i aÌ Freserte Actê. En l3 sêeión inaLÌgural. fÌ,e ânêlizada .,, a;: roi,.:.C,; constituye êÌ Anexo II CeÌ p:-eser,:e l\.-.,.:. vez aDÌ-obaca la nìisrle- se Cio inicio e Ìas .ìeìibi3e.i..: {ìrrn:o aìÌándo se !:ìos Sub ÚomiEtiorìes: una, encargêda de cnrìÌ:ta.Jr:" Èstììdj,ô.ie Ìôs, .,o:'mas de Iiciiaoión y -Ìa ot.rá. Ì.i.,.r"rÌìêable ',ì atâ: ias crLestiorìes aduânefas v miqaa!orias .re.+,',r:ÍÌ1'ae.
AEeÌìda Te!Ììática -4ue
Lì:':a uez í:inàÌ izacìos Ì{-,s traba,ios de lag l--È nìienbros .1e Ìa C.misión l'1ixta ar'ribâ!..D a ...clusioÌres:

L LLìs F.cyec--o-- de -Ac!ìe.dca por Caaje de Net.:-.s Ií-i,/F.:: . Ê : !'efere:1teê à Ìa coÌÍrpât-ibiÌìza.ión del SegunCo PÌre:ì.e c.r: " PjìeÌìt,ì ile Ì Arìietao y  la definicióh de 1ns ac4íi:r:5 i.:i.Ì.,.. er.:ìbadcs en lâ o!ìortur,iCâC- ?eceÌcánclose Ìâ r-or''-,erÌ:z fì.ia.:ì1a fecha próxima ?era su 3usc.iI).ión- i,os;,exr.:e rìe ,ì...:Ì:::: !rroye,:tos c.ìÌìsban pn --Ì Anexo II1 deÌ ppe3--;1e 451" ? !as n,ìarna:ì CÊ -!lcilaêión fì.reron ap!'obâdês. .r! st ?,r :r. :c._JaÌ:ciLì. âornÊrcne i- iénio ee ìa Deleqación c:asiìai'. : Ìe:,i-_.1 ìroy iÌI!ânenrê e I !Ío!ÌecÌo de Contrato de Cônces ión l' e.: Ììì.-j" l.j 1. l'lol:3 ie Ìnvitación a LâB Ar.rdi.encias PÍrbÌicae, !Ì's,r'....À :"1:fu--.ión dÊ -Loe Fliegos Ìicitatorlos 3. rlon el- fr-:: de real.iza:' l]na !.isiia a Ìas :ri.tt3 a r:r'.i-aCuaneres y aniqrat,oriaÊ existenteg en la zona oe i:-i.'nre-a o't"' Ìas crr.rclacìes de Foz Ce iguazú y Ciudad de1 Este. ds l.;.tcr:tlÌ' l?:

Ììate!.ias que 1e 3on tr]aopias â estos sect,ores 'r' {.:.nuìêr. iì}ì ?Ì.o:rectc aoncaeto concerniente a Ìa inf raeatruc'liÌÌ.a .le cont,r'ci êduanero y rnjgratorjo en la zoÌrê deÌ Puente de Ìa AnlsÌ,âd !' .:e j iìegundo Puente, que deberá incorporarse a !cE FlieEcs .le :: Ìicjtación. Ìas autôridades de 1ê3 Ínstitucione6 re:ìEon6abj€F, e. iô nateria se reunlrán en 1a ciudad de Fôz de Iguazú. en Ì.r sed* de 13 Seêretaria da Receita Federa] , durante loÊ dÍas l? f iÉ .le ìjìÂvÕ del Drêsente atio4. Lc! Sub-Comisión qì.le Ìla entendido en lag cì.reetioììee dÈ ettá inColê, enfètizó la iÌÌÌportancia de:ener en cuenta Ìes.cÌ'n+s.j..1, Aâ.re.do de Recife, suscriFto en el ámbito del Melcos'r" -' cDe ent!.ar,d èn vÍgoa en f--che próxihâ, previen.:ìô .rn ..ÈÌrt,t.f l f ronterizo i.n,têgÌ'ado, 5- En 1o qr.re concíerne a las nedidaÊ de .'reg.rri.ìê,:. _.,s rèF:.esentântes cie l-ès instituciones golicialee de ãiÍrbos r,Ã:s,"s ÌìiRnifestaron êu int,erés ên eÌ reinj-cio de las Reu!1i.,nes i,: l1:n:siros deÌ Int.erlor deì Mercosur, confo.me a l. pÌ,eviG1c, er, ìa Rerrnión de Recife. ôonsideÌ.ándoÌa coÍìo el ámbit.o a.tâcuâd: rr:.1 'a d.:ecr:crón Cê esios temds
3eì_:

La CôniBión hô de.idido qüe Ìa prórlma ReuniórL se rêeti zr:.ra Ìâ ci'.ìCâd de B.asilia. RepúbÌica Federêtiva del F.âl]:ì. .Ì!,rÌos diès 21 v 22 cle ju. j,o de 1994.
gECHO

en -Ìâ ciudacl de Asunción. a tos.Ìi|lco aiar c]€ t. ìes ì€, Ìnâyo de miÌ novecientoÈ novents y cuatro, en dôs ,,".jFJrFla::r:, o.iginales, en i.diômã i:aste.l.l.ano. sierrdo eÌnboB +-erLrì. ÍFLiè.lrr€c?" Yál idos.

POR TÁ DELEGACION NRASILÉfiA

POR

DËI,EGACTON T]ARÁ(;I]AYÂ

}IÌNISTRO

MARCETO

A,

DE M- JARDIM

ANÊXO

I

DELEGACION BRASÌ IESA

Vin:str!. MARCEI,O A. DE V- "1ARDÍM li:ector de le Div:sión de Américô VeÌ1d1cnaì-l
de Reìâcionês Extêriores,

.le

ïnÉenie.o ROÊ9RTC SILVA ACEVEDO. lìj-rector Adjunto del Depêrtamento cle Transpoate !err'o'.'jêriô:. 1.1 L iÌ1ist.e!'i c de Ìos fransporÈeE. inseniero ANTONIO INACÌO SoBRINHo.
BÌnpresã Era6il-eõa de PlaneaÌÍriento de Tran8porteF

locccr DÌRCEÌJ CESAR FACANHA Dirêcicr SustiÈuto de Ingenieria Rodoviar:ía del úe!'arl aÌpì tc
NaL.lonal de Eertrada6 de Rodagem (DNER)-

Do.to: GEFATDO JACYNTHO DE ALMÉIDA JIINIOR. DÍrectloÌ' de Ì Divi6ión de Policía MãÌ'íiime. Aê.Êa t. de:h.'nier'e" del DeFârtamênto de 1a PoÌicí Federat. loiìlor l,UI3 ÀNTONTC Dos SANToS BRAGA. ì:!'ector cìe 1a División de LogíEtica Aduanera de 1-è ?,êcI p1 at 1ã .iê 1,1 Recêi tra Fêdef al i:ec.etsrio TEONARDO I'4. COELHO DE SOUUA. !i"i.Eión dÈ ArnérícR ìleridlonal-I del 14ini6ter!r *e i:r-,;arr:,iÌ.es
!'4tea1ôÌ'ès
-

w

DELEGACIQN PARAGTIAYA D,rc+-cÌ:' {ISCAR CABELLo SARUBIII
.

ìiicemi

nistro

Ce ReÌâciones Ex:eriores.

:Ììge:liero IJ$GO ENRiQUË GCMEZ. VicÊÌninlstro de lllìrÂs PúbÌicas y Comunicôcíoì1es.
Doct.J. .IUAN WENNI NGER. \/:i er: r n:.s!!.o le Tranaportes.
g!:onoÌ'!i

sta RAUL SILI'ERO. liÌ.ectoa ,-ìe1 Departanenlc dê Negociacionee :.o.cn:j Intêrnacionâles del Mini.€ter:o de Relâcioneê Exte:i"1!-eÊ_
i]orcuni cac i oneè

:'i rector

Ingeniero

PAUL SARUBBI
,

cle Vialidad del Ministerio de ObÌ'ee

.

:,Ì:rf,.l:.:â.

loctor BLAiì NERI PLEITAS. l:recto!. de Asunto!ì .Ìu!.i<ìiôoê dÊÌ Mii sr-eri.o de Ob:"ar !útrl i ..:a: (lolnunrcac ionee. l':irli6i.erjo
A.qÌri:eâ+-ô
ale Obrâs
FÊRNAND/J CABML.

Plìblicas y Coúìunicècj ones.

: ìreeni. ê!:o FELIX ZELAYA. .]efe CeI Departamento de Planificación y proyectos del l,Íi::is-_e...r cìe Obr.as Pìibl icas y Conuniceciones.

Ccrunicac ì ones . gL]SA AOUINO LÂTERZA. Jefe de la Mesa InleÌrnâcional. ADérica VinisleaiD de RelacioneÈ Extâri êres.

ll]geÌìiero LUIS CABALÍ-ERO. Teciico en Puentês deÌ Minísterio dê ObraB i,.,iirtic:rs

.l

I {Cono g,-ìr )

AIIìIAN

DiÌ-e,:.i6n cener6Ì cÌe Acì.lanês.
IS.AR

I]..IEDA.

iireccÍón Gèneraì de
ANÂTAL]O CAR)O?O

ALVAREZ L]OLMAN.
Aciuanas
-

leEarianênio de Migì.acione6 ilÉ La PoljcÍa CLììì 3rrriô ,Ìof{GE ÊENITEZ.

Nãci.(r!ì:j

.

icía Nacior,-r1r:irb C{ìrisê.ìo RO'uANDO BENITEZ.
Pci 9r.Ì i i--ia Nacion.el
-

ANEXO

II

ACEf,DÂ

1?.

COHPATI BILI ZACÌON CON EL PUENTE DË LA Af.lI STÁ-i,",, APRCIBACION DEL PROYECTO DE ACIJERDO SOBRE I,A I4ÂTERTÀ

DEFINTCION DE LOS ACCESOS. APROBACION DEL PROYECTO DB NOTA RSVERSALNOR}íAS EE LICITACION. APROBACION DE LO6 PLIEGOS.

456-

üUEST]ONEg ADUANERAS.
CUESTIONES DE IN}íIGRACION.

vAlros.

$-

ffi
ANEXO

IÌI

PROYBCTO DE NOTÂ RBVERS.AL DBFINICION DE ACCESOS

ri.R

\c.

Aslrnni ó:!

Te!'éc .Ì êgrôCcj de dlaigirne.c Vu€ìË-_:-.i E:4.rÈ.iç.a1è er .càsión Ce hacer .efeaenci6 al. Acuerdo lir*air, e: i:6 -= Feticìnlìrê de j.992 ent.r'e eÌ Paragual' y o.1 BÍÂei I t.:., ... .ônêiy\r-cjén lteì Se€üÌìdc Pìrente fnternâci.oÌiaì s.rô):.r Êi i.:-l
lrâ!.a4á
-

A e|.r-o Ì'especto. ,lando cünplini"e.t.,.? lc::l:s..jl.--.- .r!ì êÌ ilun'Llir 10 deI Acie Ce Ìa II Rêunión de Ìê: rl.:ìri: j,iÌ- )tr: Ì -: PÂraagì:ayô-F"aÈj 1efra pÂrâ 1a Const!'uccìón cÌel EegLirì,1ô :,_iÉ.):-! :Ì'!tè:naeional !-ot'r'e êl Río Pã:aná, reêÌizada en F-.? .i--, i:':r;:.: l 1,.,|3 íìías 14 l: l-à ìe diâi--obrÊ de 1993, Ìna pe.njL., .:,i.: /ìrj:r.- .,.:Ìr'Ì-i!ae cie :ê PepÌibll icâ del Paraguay, eean detê)".ni.iì-lili.rF ::-:-, :'ìrnr. ,ì.r de Ilè€acl.1 Ê:r el lndô paraÉuayc, la .{-rer:,, iâ q.?,:".:-;1. ?e:'n:_,ÌC:nc (1ab3l-1ero. y et el la.lc braÊilefrc, ia Áve:-ri,:ia ,l:-r-.:r,r' '."l]i:'â. s j.endo, a !)arlir dê esioÊ püntos, Ìã ccaètÌ'u-a:.::-- :!i ì - .À.cp-Ê)s Lie resD.nsalìil1aìad Ce 'rôs resPect,ivo6 Írir;Í.::,.
1

5-âtâaC.' V.re6i.Ìa E;<ceIên,:iê de acÌlera:ilì. e--::.1 :l -: ìa,ie Vuestaa Excêiênci del Í'ìiÊno tenor. a:ons+-iÌuir.árr '...: v Aaìrêrdo ent:'e rì'!ìestros .lo3 Gobie:'noé, que entrRrá ea ?i I-"e:ìc:c r:1á ve" qrle fes Pêrtes se hayàn aomunicado èÌ cìm!,fiÌiq:)::. il; '.: aequiêiios legale8 vigenies en cada Ììnâ de ellas.

lJagc trlz'c?icia la opoitunidaC pã:.a rÊ:'Ìcr/.-i. : \lÌlÊstrsÌ ExcÈlenciô lâs seguÌ'idãdes Ce Ìrìi Dás aÌta t/ .liii:.jrìì:rìâ .:.1sidè.4Èión-

D.ctor ÍUIS MARIÁ RAI'íIREZ BOEITNSR M inistro de FelacÌonês Exte:"iores
A Su
Exce lenc;a ATVES DX SOUZA ElrÌbÂjadoÌ'de Ls RePúhl

C Ë-

qô^riÌ11:

tr'êÁoeâr i !râ

ice Fe.leÌ'ativa cel BÌ:aei.l

^ôl

COHPÀTIBI
)i,

tI ZACION

PROYECTO DE NOTÀ REVERSAL
CON

EL PUENTE DE LA

À}j I STAI)

A€unDííi'n.

Ce nial:r:a

ì.

1i:

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SeiìÈÌ'

M

inls*-.ô:

Tengo el hor]or de dirigirme e V'.lêei.rd E:Íc.:ie:,-_n ,cÌr o.t!:ión dë ê-crìÊar rêcibô de su N4t No. .le ir,.Ìì:, febr"et ô Cê 1994. cut'o textê èÊ el Êig!Ìiente:
''

S,-Ê.r

Mi n i Èi Ì'.o

:

Tengo,?l hono:: de dirigiÌ"me a Vìres--Ì'â i.ïcéjt.ri_ria ::ì t-eìeÌ'enc j ã al ÁcìteìaCo entre 1a República FecJerìtiva ôal tr--=r,l v è l^ RepÌ'ibl icô dÈl Faraguay pêrê 1â conBtrucc jirÌr ,lFl -:Íjdì:r--1. 9iìeÌ1ie IntêrnÂcional Fobre el Río Paraná. fir'ìadr, ê. i.-.2 -:." ig',:àziì èl il6,Je seÈicrìb.e de 1992.

A e3e reepecto- dandc. cumpliÍtento ;:l riÌ 1r..rlrina.i 6 der Ac+-ê de la IJ Reunión de 1â Comsiión MjÍt..1 trÌ'á=i.e.-,lniê-gì,ìa-\'a FaÌ'i l3 con6trìcción de un Segundo Puent,e Ì)ìl.Ê::,;.-- j::. sobrê el Rio Parâná. :'eê-Ii.zada en Fóz de Ìguazú. i,-s '11:.,5 t,; :. 15 de di.iehh.Ê de 1993, Ì.Ìevo a conocirÌìi-ant,. .ìê Í;i!i--'r:" !_rr.Èlen.je q-,le eÌ GôbieÌ'no ìrrasj"lero paopone úc{i'if r.cã,Ì. i:: Artj.'rlÒe :. IiI 1.â), c). d). ê), e) v IV del a:rj::: ^.::eÌ-.iô íner!_ioÌÌado. tenleÌìdo en vitsta la nêcesidâcl d" conFRt,bi ljrÂ.r',-L ieì nìÌer.c pLlen+-e ccn el. pueôte de Ìê AÌni6tad. ìcs cn:Ìl^.: r'?-:?.j.-.. -.. --.:e:. .r-e Stq.lLên:e r-dâaci in:
"-

ARTTCULO

I

iÂs Fa:'tes se iìoÌnpromelea a lnicíar e1 Ê:zé:.èÌr ::.- 'i= cues9-:ones referentes a ìa conee6ión dêì :r.r!.--a:.. ,iè . .csntr.ucción, de la manut,oncj.óa. de l.â opera(;í. 1, .lê .l:. .'-x!Ìorac j án .ìe u,'Ì SegunCo Puente internac j.n.1l ;- cje .-, i: oora6 c ôxìp lÊüÌenr-ar i-as entre el. Prasil y eì !aì âÃ.,rì:1 . -_,::. e1 Río Paraná. cLlnilrniamente 6.,n e.l !:,.r,.,eii. .ecuFe!ê.c: ót -inodeÌn i zac i ó:l , de.ecupe.ación-rolcÌr:-j.-_i.::.. Ce 1a fiÌanutencjérÌr. dl:! la operación y de 1â eÌ:,111..1_ j iJ_, '-:. Puenì..e de la Amsitad y de etìs obraÊ cox.! ì enetlt a-" i 1_.
.

A S.l gxcèl en.: a C" R. ATVES DIì SOUZA ilxl.a ji ador cìe ie ?eFúlììica ËedeÌ'at:va

de

l. srêsi l

ÌÌÌ l,z eÕtÌìleión lÍir:la tendrá i3s iiFnie.reFi ;ì-r -i,i:ìr1:'
ART rCI-ILO

los ant-ecedenl"es necegãrios ê fi.: cìÉ, F ã.r,c!:.i r:' referenciâ relativos À Ìos asI'4ti':'i aé:t:.:'- ? ci" te!:n'Ìinai: eccnórnicos I' f .tnancieros de la conceì9ió'1. ã Ftj .:ìr p'r: : Iicitsción 9úbLica, sin èval de Ìos (]':'!eÌ í. .: t rri. i.ánÈíto miniÌnc. obligãtor:.o. ta ccnêesió| sÉÌn :.,i" Ê .. ccnÊrJrctÒ fo.nadc, !,of ein!ìl'esaB :LnterÌìaDla,ú.!ì,E:. :rì'::.Ê c'-:a1es debe:'á lìaÌìer obligato!'iamentÉ ; a Ì t ' .: '. ! i,. ! :,--: :)ais, Pã.ag\rav y BÌasii- en e: capital l.- ) .-'',.r:."'. : podrá Ber inferlor' a vÊintjcj.nec p4Ì' ,r:È11:.
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1 I.TF:.aa r: -. ì :':nenticiór ne-esar:.ã f a... _ ^r.,r l B I icl t.â"':ón r'ü.Ìi câ t, La pÍ,ste! ioÈ adj'r,ii..:.. 'r
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ci-os ,.Ìese:iptos en e-ì Ar+i.jri1. '

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d) FroccdeÌ'à llã âdjuclic,ación de Ias ôb!r:-È .r' 3eÌvi.:-..-; eì :iÌrper:..,isaÌ Ìa Èjec!ìción y fÍscêlizaz. 4LiÌ.1Ìr: de acn.ì i: r._rìc c ión Ceì. Segundo Puen:ie :/ ì-: :e: iÌ:cìCe.Ì r:.2â.--.i;)n dÊÌ !'.iente dê ÌÂ Anietad, eL {.ìe:.:è..., ile :o:.; :: ibaj39 -\' rserv:âios .cncÊdidos: ) â.!ì:r!'ãiiây, ÊuÌ)erlri3ar y fiBcal!zaÌ. la r::,:-. ,_. o)eÌ-É{cidn v le explorai:'ión de ìa concesj -,Ì. ! e: í,:.ìo de viseÌìcìia.
g

ABTiCU"O JV

i. 4l Llostc Ce Ìos eei'Ìrdics, de lôB F:^rje. 1,. ,_ ., .:? .. nlì.âs de L:o.sÌruccÌón cÌei geÉììnd,r pir.r:t{. :ì :'{?cÌìper:?.c l,ó lÌ-!Ììod ean lzac i ón deì PÌìente Ce ja Â!Ììrcïrá'r. i-l ôcno de Ìas obrag coÍìPìrênentaai3s que fÌre1 3r_ nÌ..iÉr l conceciór:, estÂrá ê .argo dFl conÈ,orc.Ì^ ','e.:aÊiir'r!,
.

:?. Le Ì'eeFonÉabi: iCaC aiìiô1,isri ãs aie6iie Ìaê :.'a j ses hestê 4l ?ttÌ'"c deii Ìr j rìe .PorNullament-ê
EÊtânaia Vuestra ExceÌeaciã rie aaue"dc, .Jí-:<f ir'.j:, -' Ce VrreÈ.t.ra qtc,ole.oiÃ, de tCÁntico tenor v $:.Êna :.,.rr: i-naaìrt'oraÍi aÌ lnsi:l'umebÍô erY itra enei .)ì:ãrl(ì l, ..Ìl : !1r ":Ì. A( rìe.4i:r É-ì:rt,re e.L Got,ie:rnr de ia Rê!úbl irâ aPi!':'1 i '^ lraÊil 1i .-. i (-ì.i:ì:: c rncJ de la ReFú\Ìi'-a de1 !;'.r':'ê:11i.

Ap.c./'?c ho Ex.-e i.enc ia lae

Ërrmadc: 45-

.1 .r. : tr:n11: l rár- :e!'. v. seEuridâdeR de ni nás aìt,F. t_r.;r's l _;i.3.E. ÂLVES DE SOUZA, EÌnha.i a.lo. .j.r: ?Ì.::,.i : . ".'.
. êi::

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:1'cêìên.jã là ,-.':ÌformiCaC dêi Gobier:lo de mj- p:i. .:.^, =. i.-Ìa- l; Ì{of,á Ì)Ì:ecerleateroeite t-ranscriptê v por í:.).3jr:.:.!-:rr=ni6me y là pregenr-e Not,;Ì conËtit,uirén un AcrÌeÌrlÒ e:ìrrF vì-,1èr;+-r'.t: 'ioÉ Gcbieanós, que en'.rêrá en vigencia una vez .Jìre ìãs ?er,aÍ re ìrâvan êoÌnuainado eÌ cumpÌiÌriento de Ìos req'ji:ìj.,,).* leq?:*. vigen-Les en cscia ìrna dè êlÌaslJagô p"ápiciê Ìa oFortunidad pa:a aeÌ.rvâi I 'Ì ì::--.-.1 lxce'.en.j.À ìas segìrridÂCcs de Ìni. más âjts cr,nsi.Ì-rp,.jr-...
Doc"-or IüJS ú\RIA RAIíÌRBZ BOR]:rNER M1Ì: isr.ro de Relaciones EriteÌ-:o.eF

r-êhr,ê-r:

{i a55'à
ATÀ FrfiAL D^ N REUìúo DÁ coMlssÃo MIs'rA BRIsILEIRo.pÀRAGUÀIA PAIrA A coNsrRUÇÃo DE utrÍ{ stcuNDA PoNTII SOBRE O RIO PAR{NÁ.

1f"dô>à

Y"-f=F) \ q}9z

Realìzou-se nos dìas 05 e 06 dejulho de 1994, na cidadc de Foz a IV Reunião da Comissão Mista BÍasileiro-Paraguaia para a C'onstrução dc do lguaçu uma Segunda Ponte sobre o fuo Paraná

P\

Delegações de ambos os Govemos ioram presididas, Íespectivamente, pelo Doutor Jusn Wenninger, \/ice-Ministro dos Trânspo.tcs da RepúbÌìca do Paraguai, e pelo Ministro Marcelo A. de M JardirÌ\ Chefe da Divisão da Arnérica Meridionall do Ministé.io das Relações Exteriores da Rcpúb1ioa Fedcratìva do Brasìl A Deiegação do Paraguaì esteve ainda composta pelo Doutor Miguel Angeì Britos, Dúetor -Geral de Polltica Econômica do Minjstério das Relações ExteÍiores da República do PaÍagüai. A lista com os nomes dos integt&ltes das respectivas Delegações constitui o Anexo I da prescnte AÌa

As

Foram criados dois sub-grupos de tÍabalho: um para a revisào do terlo do Edhal de Lrcìtaçâo da obÍa, e outro para a rcdiscussão das questões Íelerentes a temas da irÌfÍa-estÍutura de conÍole, para a alocação das respectivas funções âos ôrgãos dos Governos dos dois paises que deveÍão paÍicipar da operação da ponte.

.

I

O grupo de trabalho que se enürÌÌegou de re\,ìsar o texto do

EditaÌ de Licitação chegou às segì.rintes conclusões. a) Ambas as Delegagões reúsaram o texto do Edilal dc Licltâção, âprovarìdo-se as propostas de modificações apresentadas pela Delcgação brnsileira. a quaÌ deverá en\iar à Seção paÍaguaia da Conìissão \,Í;sta o respecrivo lexto finaì do Edital pâra suâ âvâìiação b) A Delegação Brasileira entregou à DclegaÇáo PâÍaguaia cópia da ncìta de convocação paÍâ a Audiência Púbìica, que deverá reaÌizar-se tão Ìog(Ì êstejâ o Edital de Ljcitação finaiizado. ËmboÍa esse procedimento úo possua caráter obrigarorio na República do PaÍaguai, sua Delegação acordou em íeâlizar a referida Audìência Púbììca c) Poi apÍesentadâ pela Delegação brasileira ulÌra minuta de para a apreciaçâo da Delegação pa.raguai4 que pediu um pÍazo de l0 ContÍato de Concessão (dez) dias parâ ntanìfestâr-se sobÍe o âssunto

No que se ÍeÍère
de trabalho chegou às seguintes conclusôesl

às questões aduaneiras e de

imigração, o grupo

t

a).{nìbas as DeÌegações concoÍdaram com a idéia de se prever centÍos de contÍole lÍonteiriço mjnimos nas cabeceiras da segunda ponte, com o objelil'o de se gaÍantir a fluidez e a raprdez do t.áfego de pessoas e mercadorias. Nesse sentido. ficou acertado o estabeÌecimento de centÍos de controle alfandegário, policial e fi1ossaúitario paÍa a contèrència e o desembaraço de mercadoÍias de gtande volume foÍa da área da ponte, em u ì raio máximo de 20 kms, bem como pâJa o trabslho de outros ótgãos oficiais peÍinentes.

tt

b) Com o intuito de se buscar minjmizar as qs!rutuÍas de controle fionteìriço na nova ponle, tìram reüsados os estudos preÌìminares das áreas
necessárias paÍa

o funcionamento dos referidos centros, que haviam sido definidos duralte

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em Foz do lguaçu nos dias

I7 e ì8 de maio de 1994. Os novos estudos foranìfi[ãrporados

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rerío do Edilal de Licitâção
Ambas as Delegações concoÍdaÍam enl ÍealizaÍ plenária da Comìssão Mista em Brasília, nos dias 28 e 29 àejulho de 1994
Reuniào

Peito na cidade de
Brasil, em 06 dejulho de 1994.

loz do Ìguaçu,

República FederaÌiva dô

(}'r*^PELA DELEGAÇÃO BRASILEÍRA Midstro Ìy,r,rcelo A de M. Jardim

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ANEXO

I

Df,LE(]ÁÇÃO BR{SILEIRA

ìúinistro MARCEI-O A. DE Ì,,Í. JARDIN4 Chefe da Diüsão da América Meíidional-l do Mlnistério das Relações Exteiores

Doutor GERÁLDO IACINTHO DE AIMEIDA JÚNtOq Chefe da da Drlrsão de Policra Maritim4 Aérea e de Fronteiras do Depanamento de Poiicia Fedeml
Doutor DTRCEU CÉSAR FÁÇAì\TIA Diretor de Engeúaria Rodoüá.ia do Depa.i'LamenÌo Nacional de EstÍadas dc Rodagem (DNER) Doutor ROBERTO SILVA ACE\EDO, Diretor-Ad.junto do Depaftamenlo de 'franspones FerÍoüários do Ministéío dos lranspones
Doutor EURÍPEDES Sì\4{NIOTTO. SecreraÍia de TranspoÍtes do Eslado do paraná

Douto. ANÌôMO INÁCIO SOBRIN'ÌIO, Empresa Brasileira cte planejamenlo
TranspoÍes (GEIPOT)

de

Douto' LUZ ANTÒNÌO DOS SAì.ITOS BRÁGA. Divisão d€ Ì.ogistica Aduaneìra
SecÍelaria da Receita Federâl

da

Doutora ADRIANA GAVAZZOM, Chefe dâ Divisão de Licitações e Coorratos do Miúsrério dos Transpoítes

Douloí LIÊNRIQUE S A. À4A.RINHO, Delegacia da Reccita Federêlem Foz do lguaç!Ì
Doutor VÌCENTE VERÍSSIMO ru\TOR, Departamento Nacional d€ Estradas de Rodagern. E DR-F Secretário LEONARDO COELHO Minislério das Relações Exleriores

M

DE

SOUZA.

da Amér ìca

ìv{eridional-1.

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DELEGÁÇÁO PAÌ.J,CUAIA

DolrtoÍ JIJ.,'!N WENMNGER. Vice-Ministro dos Transpoúes

Doutor MGUEL ANGEL BRITOS, DiretoÍ-CeraÌ de Polítiça Econômica do MinisteÍio das Relações ExterioÍes

Doutor BLAS NEzu FLEITAS, Diretor de Assurtos Juridicos do ì\,linis!ério de ObÍas
PúbÌìcas e Comunicações

CABR.AL, DiÍetor da Oficina de planificación Integral TranspoÍtes (OPIT) do Minislério de Obras Públicas e Comunioações

Arquiteto FERNÁNDO

R

de

Ëconomistâ R.AUL, SILIERO, Diretor de Comércio EKerior do N4irusterio das ReLações Exteriores Engenheiro FËLÌX ZÈìLAYA Mìnìstério de Obras Púbiicas e Comunicações
Engenheìro LUIS CABALLERO, Minìstério de Obras Públicâs e Comunicações Comissárlo JORGË BEÌ\qTEZ. PoÌicia Nacional

DoutoÍ ADRIAN OJED{ Dirección General de Adüanas

SeúoÍ EDGAR GONZAIEZ, Dirección Gereral

de Aduaaas

Sênhot CESAR CARRÌLLO, Dirección Genera.Ì de Migraciones SenhoÍ PABLO

AI,IARILLA RAMIREZ, Mjnist&io

de ObÍas PúbìicaroComunicações

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ÀTA FTNAL DA V REUNúO DA COMISSÃO MISTA BRASILEIROPARAGUAL{ PÀR,{ A CONSTRUÇÃO DE UMA SEGTINDT PON'I'E INTERNACIONAI SOBRE o ntO p.tnanÁ

/íiüà

<aq (

Realizou-se nos dia 9 e t0 de agosto de 1994, no Palácio ltamaÍaty. cm

Bras0ia, DF.

aV

Reudão da Comissão Mista Brasileúo-Paraguaia para

a

constÍução de uma Segì[Ìda Ponte htemacional sobre o Rio PaÍiná.

Delegações de ambos os Govemos lorarn presididas. respectivarnente, pelo Minstro Marcelo A. de M. Jardim. Chefè da Diüsão da Âmérica MeridionaÌ-l do \y'inistédo das Relações ExtedoÌes do BrasiÌ. e peio Embaixador Oscar CabelÌo Sarubbi, Vice-Ìvlinistro das Rclações Extenoles da República do Paraguai. A Del€gação do PaÍaguar esteve úÌda composta pclo
Engenheiro Hugo Gomez, Vice-Ministro de Obras Públicas e (ìomuricações. e pelo Doutor Juan Wenninger, Vice-lvÍinistro clos TransporÍes.

As

Os Chefes de ambas as DeÌegações apresentaram os membros mesnas, rntegradas confonne a lista que constitui o Arexo I da presentc Atâ.

das

Na ocasião, o Doutor NÍaciste Granha de Meìo Filho, DiretoÍ Executivo do lJepaÌtaÌÌÌcnto Nacional de Estradas e Rodagem da Iìepública
Federativa do Brasil. fez exposição verbal sobre o meca,rismo dc .Audiôncia pública ao qual será submetido o Edital de licitação dâ obra. esclareccntio dúvidas dos membros das Delegações de ambos os países sobÍe o assunto.

Em seguida. iniciaram-se as deliberações, chegando-se às seguintes
oolìçÌusões:

L 2.

sua forma

Ambas as Dolegações aprovanm o texto do Edìtal de Liciração da obra ern final, após havcr sido o mesno pormenorizadamente Íe\.isado.

Ambas as Delegações tÍocamm opiniões sobre as qu€srões tributiifias trnculadas com as etapas de construção e operação da segu.nda ponte e estudaram fo.mas tendcntes a se compatibilizar temas de natureza tributária reladvos a esse pÍojelo. Nesse sentido, a Delegação l.:rasileira far'á chegar à Chancela:ia paraguara, no espaço de tÍês semaras, sugestões para o fatamento dessa questão.

3. 4.
'Íf

Anbas as Delegações aprovaram o texto de Contrato de Concessào da Obra.

apresentado pela Delegação brasileüa na tV ReuDião da Comissão Nlista, realizada em Foz do lguaçu nos dias 5 e 6 dejúho último.

Delegação paraguaia apresentou ìun cronogrÍuna que perrnìte cstinrar a projeto de construção da Segurda Ponte, documento que loì ostudado do duração pela Comissão e aprovado como base a ser segúcio até o final das oblas

A

\ ll

t,

.).,,
\ \

5.

Ambas as Delegações concoÍdaram a üsposição das paÍtes inteÌessadas a partiÍ do dia 23 de âgosto do corente ü10. A Audiência Pública Delegação bÍasileiÍa informou que será realizaóa correspondente tro dia 8 de setembro do mesmo aÍro.

a

Foi decidido que a M Reunião da Conrissão Mista se reaÌizará no Paraguai, no dra 22 de setembÍo do pïesent€ ano.
Feita na cidade de Brasília" aos dez dias do mês de agosto de mil novecentos e noventa e quaho, em dois exemplares origrnais, ern poúuguês c
espanhol, sendo ambos os textos válidos.

6.

PELA DELECAçÃO
j

B

RASILEIRA

PELA DELEGAçÃO PARAGU.AÌA

(,"---Ministro Marcelo A. de M. Jardim
'or

Oscar Cabello Sanbhi

-

xãiõã;r

l'.l"?ci'à
ANEXO

í'on

I

q"d

trtrË

DELEGAçAO BRÂSILEIRA
Chefe dá Delegâção

MiÍrisÍo MaÍcelo A. de M. Jardirn Chefe da Diüsão da Arnérica Meridional-I do Ministério das Relações Exteriores
(DAM-rrtvÍRÊ)
Delegados

DoutoÍ ceraldo Jâcúto de Almeida Júaior Chefe da Diüsão de PoÌiciâ MaÍítim4 AéÍea e de Frontetas do Depdtamento de Polícia Federal

Doutol RobeÍo Silva Àcevedo Diretor-Adjunto do DepaÍamento de Transportes Ferroüários do Ministério
Transportes

dos

Doutor DLceu CésaÍ Façanha Díretor de EngeúâÍia Rodoúária do Departamento de Esúadas e Rodagem (DNER) Doutor Maciste Grarúa de Melo Filho Diretor Executivo do DNER Doutor Lúz Antônio dos Santos Braga Diüsão de Logistica Aduaneira da Secretaria da Receita Federal

ljôutôr Antônio tnácio Sobriúo
Èmprcsa BÍasileirâ de Plsnejamento de Trarsportes (GEIPOT)

Doutora Addarâ Gavazzoni Chefe da Diüsão de Licitações e Contratos do Ìvíinistério dos Transportes
Secretário LeonaÍdo N{ourão Coelho de Souza

DAM.VMRE

k

DELEGAÇÃO PAR{GUAIÂ
Chefe dâ Delegâçâo

Embâúador Oscar Cabello Sarubbi Vice-MinisAo das Relações Exteriores (MRE)
Dclegados

Engeúeiro Hugo E. Gomez Vice-Ministro de Obras Públicas
DoutoÍ Juân A. WeÍìiLinger Viçe-Ministro dos Transportes Maúincz LezÇalìo Encadegado de Negócios. a.i.
José

e ComunicâÇões

(MOpC)

Juar Alfiedo Buffa ConselheÌo Econôruco da Embaixada do paraguai em Brasilia
Elisa Aquino Chefe da Mesa Intemaoionai Amériça I do MRE

Doutor Blas Nen Fleitas Dfetor de Assuntos Jlrídicos (MOpC) AÌquiteto Femando CabÍal Dúetor do Escítório de PlarejâÍnento Integral de Transportes (J!ÍOpC)

,ll
i

ÀCTÀ FINÀL DE LÀ

REUNION DE

LÀ COüISION }{IXTÀ
DE UN SEGUNDO
PÀRÀì'IÀ PUENTE

BRÀSIIEFO

-

PÀRÀGUAYÀ PARA

I]À

CONSTRÜCCION

ÌNTERNÀCTONÀL SOBRE 8IJ

RIO

EÌ dÍa vêintisietê dê setiembrê de niì novecientos noventa y cuatro, se ceÌêbró ên Ciudad del Este, paraguây, Ìa VÌ Reunión de Ia
conisión Mixta BrasiÌeãô-pâraguaya para 1a Construcción dê un Segundo Puente Internacional soble eÌ Rio PàrânáLas DeÌegacìonês de aÌnbos paÍsês êstuviêron prêsididas por el Embajador Oscar CabeÌ1o Sarubbi, Vice:ninistro de Rêlaciones Exteriores de Ìa RêpúbÌica del paraguay, y el Doctor Roberto Sj.Ìvè Àcevêdo en represêntación del Ministro MarceÌo À. de M. Jârdim, Jefe de Ìa División AÌnéÌicà MeridionaÌ deÌ Ministerio de ReÌaciones Exteriores de Iâ República Fedêrâtiva del BrâsiÌ, respectivahêntê. Asimismo, Ìa Del;gación paraguayâ estuvo integrada por êl VicenÍnistro de Obras púbÌicas, Ingeniero Hugo coÌnê2, y por eÌ VicêÌninistro dê Transportes, doctor Juan !{enningêr.
Los Jefes de aÌnbas OeÌegaciones presentâlon a los miêmbros de las ÌnisÌnas, intêgtadas conforÌne a la nómiha que f igura coÌno Ànexo Ì al presente Àcta.
En Ìê oportunidad, fue ônaÌrzada y aprobada La Àgendà Temática que constituye êÌ Ànexo ÍÌ deÌ presente Àctâ.

Unâ vez finaÌizàdas las dêliberaciônes, Ios mieìÌìbros de Ìa Coniisión Mixta arribaron â Ìas siguientes concÌusiones;

Ì-

Ànalizadas Ìas sugerencias dê Ìnodificàcionês presêntad.ìs

audiencìa públÌca rèaÌizada en BrasiÌiâ, BrasiÌ, êl sqtiêÌÌlbre dè I994, se concluyó La redacción dê Ia fornìa

en
8

Ìa
de

I

de tos pÌiegos de Ìicitación cìe Ìa obra, .X-*#*LffiU." Ìâ suqêrencia forlÌìuÌãda por Ìâ DeÌêqación brasiÌeÀa ên cuanto a la posibilidad de cobro dê peale en êI puênte de Ìa Àmistad unâ vez finalizados Ìôs trabajos de lìbdernización y recì..Ìperac_ión y antes de Ìa concÌusión de Ìa constr\.Ìcción deÌ segundo puente, Ìa cr.taÌ será objeto de consuÌtae posteriorês, por via dipÌoÌÌática. entre Ìas respectivas instituciones nacionalês rnvoÌucradas.

finaÌ

2-

ÌÌìateria. En ese sentido, concordaron iniciar negociaciorjes c:on miras a subscribir un ÀcÌjerdo destinado a reguÌâr Ìos aspectos tributaÌios del €tÌìprendìÌniento.

Con respecto a fas euestiones de Índole tributària, ambas dêfegaciones coincj.dieron en Ìa necesidad de compÌeÌÌentar lâs disposiciones existentes en los pÌiêgos con rêÌación a esta

En cuanto aÌ cronogÌaÌna prêvislo para e1 proceso I icttatorÌo y Ìa êj ecuci ón de Ìas obras cômprendidâs ên eÌ proyecto, se adoptaron Ìas siguiêntes etapas:

-

PubÌ icac ión

dêÌ aviso de licitación (11 de octubre
19951

de i994

)

Prêsentación dê Ìas ofertas (31 de Ìnayo dê

de

- ConcÌusión de Ìa evaÌuâción de 1as ofertas
1995) 1995) 1996) de I

- Àdjudicación (7 de dicierìbre de

- Presentación deÌ proyecto ejêcirtivo (30 dê narzo dê
- Período de construcción (del 2 de enero de 1996 aÌ 30 de 199 8 )

t.,,

,u

4-

Unidos dè ÀÌnerica.
HECHO

ef precio de venta dê cada ejenpÌaÌ de los pliêgos dê Ia Licitación sêrá de 1.00o (mil) dólarês de Ios Estados
Se acordó que

m, ktr/ w

válidos.

ên Ciudad dêÌ Este, a los veintj.€iete dÍas del rnes de sêtiernbre de Ìnil. novecientos noventa y cuatro, en dos êjêÌIÌpÌa!ês originales, ên idiôÌna casteÌÌãno, siendo ambos têxtos iqualnênte

POR

úÀ DELECÀCION BNÀ8ILEÍÀ

POR ÌJÀ DEÌJEGÀCION PÀRàGÚÀYÀ

C,âIEÚúO AÀRUEBI

ÀìEXO Ì

W

16--ìà

DELEGÀCÍOìT PÀRÀGUAYÀ

DOCTOR OSCAR CABELLO SÀRUADI

vi cèrÌ1ini stro de ReIâciônes Exteri"ores
INGENIERO HUGO ENRIQÚE GOT.'EZ viceninistÌo de Obras PúbÌ icas
DOCTOR JUAN WENNTNGER

viceninistro de Transportes
INGENIERO RÀXON CÀBRERÀ

OiÌector del

DepartaÌnento de Integración FÍsica deÌ Mi.nisterio
(MRE)

de Relaciones ExtêrÌores
INGENIERO PÀUL SÀRUBBI

Director dê vialidad del Ministe!io dê Obras
DOCTOR BLÀS

PúbI

icàs

(MOPC)

NERI FLETTÀS
MoPc

Àsêeor Juríd icÒ dêÌ

EÌ,ISÀ VICToRIÀ ÀOüINo IJÀTERZÀ JeÍe de Ìa Mesà Internàc.ondI Àmérlca I deì
PÀBLO ÀMÀRIúLÀ RÀHTREZ

MRL

Jefe Regionâf dê Ìa Dirêcción de Transporte Têrrestre dêÌ

MOPC,

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DOCTOR HUGO VÀLLORY

Àsesor JurÍdico de Ìa Subsecretaría de Tributación deÌ Minfsterio de Hac lendâ

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DELEGÀçÀO BRÀSILEIRÀ
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üinistro lllrêslo À. ils $. Jcrdi! chefe da Divl8ao da Ànêrica Meridional-I do Hinistério Relaçoe6 Éxtèriorês (DÀ!.{-Í/MRE)

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Doutor aoberèo sLlva Àõevsôo Dirêtor-Àdjunto do Dêpârtanento de Tran6pgrte6 Ferroviárj.os do Ministério dos Trânsportês Doutor Dircêu cégâr FÀçènbâ Dirêtor de Engenharj,a Rodoviária do DepartaÌìenlo de Eslradas
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DouÈorâ Àdlriênê cavèzagtri

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Chefe da Divisao de Licitaçoes e Contratos do l.tinistério dos Transportês

Secretãrio Éeotaralo Mourao Coelhq ile gou!ã
DÀ}I- I / I,íRE

Doutor Vl.ceDte vêrÍssino Junior DNER .j Foz do Iguaçu

ÂTIEIO

II

ÂGEUDÀ

: VI
REUNION DE IJÀ COüISION I{IXTÀ PARÀGUÀYO-BRÃSII'EÍÀ
PÀ.R,À

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COT

SÍRUCCION DE], sEGUNDO PUINTE

INTENIÍACÌONAú SOBRE EÍJ RIO PÀRÀNA

(Cíuaaô del Estè,21 il€ sôtienbrê atê 199{)

CONSIDERàCTON DE I,ÀS AUGENENCTÀS DE IíODTFICãCIOIIEô à! PLÌEGO DE ÉICTTÀCTOII PÀ-RÀ úÀ CONSTRUCCTON DEL SEGUNDO PUE}IIE.

2-

COUSTDERÀCION DEIJ PROYECTO DE ÀCUENDO PÀNÃ EVIIÀR LÀ DOBLE IüFOAICIOI{ EN LÀ ZONÀ DAL EE€UNDO PUENTE Y DEL PUBN?E DS I.À

àXIATÀD,

cRoNoGRAl.íÁ.

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ATA DA vt neullÂo oe covtssÀo tvlrsrA BRASILEIROeARAGUAIA PARA A co\srRuçÀo oe sÌ'cuNDA INTERNACIONAL' PoNTF soBRF o ruo PeneNÁ
Brâsília, 22 de novembro
Mìs1a Brasileiro-Paraguaìa pâÌa a construção da segunda ponte intcmacionai sobre o fuo Paraná reuniu-sc no dia 22 de novenÌbro. em Bra"sília. A lista de particrputc" scguc anexa à presente ata. Na ocasjâo, foram discutidos os seguintes ponlos da agenda e tomôdas a-s seguintes clecisõcs:

A Comissão

Aprovação do Acordo relatvo à construção da poÊte pelo Congrcsso bÍasileìro: a delegação brâsileirâ infÒrmou sobre o estado de Ìranitação do Acordo no Congresso brasiÌeiro- Arualmente, o.A.cordo se encontrâ agurdando exame pelo pìenáÍio da CâmaÌa dos Deputados, tendo sido aprovado por ulanimidade nâs comissões reÍnálicas dâquela câsa. 'fudo indicaia que o Acordo possa ser aprovado em ptazo relativamente curlo pela C:imara. Em seguid4 deverá ser exarninado pelo Senado. Ressâltou-se que essa trâmilação
rÌo Congrcsso não impcde o ândâmento do pÌocesso de licitação e demais preparatìr'os para a tìtlla construção da segunda ponte sobre o Rjo Paraaá.

l-

F,sÌado do proccsso de Ìicitação da segunda ponte: o Ìâdo brasilqiro pr0sloü esclarecincnlos sobrc as dificuìdades qüe levararo à necessidade de reìançar o processo de líciÌação. Prevê-se que o novo editâl para a escolÌra da empresas. encarregada do projcto executivo seia Ìançado até o dia i5 de dezembro. Será enüada à pane paraguaia cópia do projem de ediÌal com os ternÌos de referência, A seleção dâ enrpresa deve Ìevâr cerca de 90 diâs aú)s a dala de iançamento do edital. Prevê-se que o projeto complcto scja elabomdo cm I50 dia-s. o que pèrmitiria o inicio das obrâs no fiÌlai de 2008 ôÌr inÍcio de 2009 panc ^ da brÀsileira lìmcceu dàdos técnicos aceÌca do processo de do futuro projeto o desenho ponle. que deveÌá suporiar todo tipo de tráfego, inclusive de cargas considcradas excepcionais.

2.

-ì. F-studos dc iDìpacto ambiental: a delegâção paraguaìa foi iúormada sobre a escolha da ernprcsa EPÌA AmbicnÌal para a reaiização dos estudos de impacto ambiental, o quc (\lglr'ì coÌeta de iníormaçõcs. cntrevistas e atnostras de soÌô c ágüa tanto no liLdo bÍâsilejr,, quúnn' no paraguaio. A pedido da delegação pamguaia, a empresa EPIA elaboraÌá cronogralna c descição pomenorizada das atividades que pretende executaï, inclusivc no tocantc aos equipaÍnentos que utilizará, número de pessoas e demais aspççtos técnicos c'ìogistìoos. O lado paÍaguaio consulrani sua Secretaria de Meìo Ambiente sobre a possìbilidadc.le realizar Íeunião de cooÌdenação soble o iema no dia 3 de dezembro de 2007, na sede do DNIT em Foz do ÌguaçÌr. Dccidiu-se que os trabaÌhos s€rão Íealizado em eslrcita prrcÈfldem arnbos os Ìados da fionteira, de modo a adequar-se taJÌto à's cxigôücias brasileiras quanto paÌaguaiâs eÍÌ rnatéria de legisÌação smbientâI. A pedido do Parâguai t'oi fomecido o endereço cletrônico onde podem ser obtidas todas as informações e docuÌìlen1os relalivos eô processo Ìicitatório que adjudicou â empÍesa EPIA o colttmto para execular os cslrtdcrs
de impacto ambìentaÌ.

4. ConlÌole inÍegrado e oütlos temzs relàÌivo a

acessq à ponte; a delcgação paraguaia informou que, por f'orça de sua iegisÌação, a eventual construÉo de um cenüo unificado de Èonreira do lado brasiÌeira represenlaÌìa perda de Ìeceitas Ílscais, uma vez que a cobrança de impostos e tÀxas deve ser realizâda em terrÌório paraguaìo. Nesse sentjdo. ressaltou que

o centÌo podeiia se Ìocalizar no lado parag!âio ou, aÌtemativamente, realizaÌ Ôs controles de maleira separada por cada Ìado em sua cabêceiÉ da ponte O Ìado brasileiro compromateu-se de consultar a Receita Fedgïal sobre o teEa- A delegação para8,uaic informou, ademais, que deve eìnpreend€r. com financjamento do BlD, estudo de impacto ambientaÌ e de reordenação do teÌritóÌio pâra ligar a nova ponte a um novo "hub" Logístico que interiigaria as rotas 6 e 7 em um conedor de escoâmento da produção de gràos n3
região. Os represeníantes paraguaios enfatizatâm a importância de que esses estudos sejam feitos em coÌìstaite consultas com o BrasiÌ, umâ vez que o projeto ìogistico. que deve ter tamum financiam€nto japonês, dep€4derá, em parte, do projeto de locaiização exata da nova ponte e o dcsgúo de seüs acessos.

5- Conclusão: ambos os lados congratularam-se pelos resultados da reunião c decidìram registro e segúmeôto fuhüo das decisões tomadas. lavrar a presente ata

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PELA RÈPÚBLICA DO P,ARACUAI

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ATA DA \'II REUNIÁO DA CÔ]\{ISSÀO MISTÂ BIìASIL. PARAGUAI PAlr,T A CONSTRUÇÃO DA SECUNT]A PONTIì TNTEIìN.ACIONAL SOI}Rtr O IUO PÂRANA
Na cidade de BrasÍlia, República Fedemtir,a do Brasil, no dia l7 dc outubro de ?009, reaiizou-se a VII Reuniào da Conrissâo Mista Brasil-Paraguai para a Construção da Segunda Ponte lntemãcionâl sobre o Rio Paraná. A lista conrpieta dos membros des Delegações dos dois paiscs lÌgura conio ANEXO I da prcsente Atâ.

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A abertura da reurÌião cstcve a cargo do N'Íinistro João Luiz- Pereira Pinto. Diretor do Depãrtâmento da América do Sul I do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que sâudou os presentes desejando clue a ReuJlião
fosse fì'urífera em suâs conclusões e deLiberaçÕes.

do Paraguai, o Vice-Ministro de Relações Econôrnioas e Integração da Chancelaria. Oscar Rodriguez Canrpuzano, agmdeceu as boas-vindas e uranifestou desejo de c.;ue a reunião constìtuísse opoìtunidade para nìarcar ÍÌova etapa nÒ Na qualidade de Chel'e da
Dele.,eaçâo

desenvolvinlenlo de inìciativa tão cara aos Presidentes de arnbos os países. Foram os seguintes os tenlas objeto de deliberação; Locolização e Característicâs da Obra de Acordo com â Propostâ

Brasileira
Representante da empresa Vetec realizou apresentâção ern que detalhou alguns aspectos técnicos da proposta que â enìpresa esÉ lormulando Para a dos acessos do lado brasileìro. Cópia da construção da ponte Apresentâçâo, na qual consmm as coordenadas sugeridas para a construção da ponte, figura como ANEXO ll da presente Atâ.

e

Segundo análise dâ Vetec, corroborada peio Dilctor-Geral do Departamento Nacional de Ínfra-Estrurura de Transpones (DNIT), a localïzagão sugerida, próxina do lnarco das três frontsiras crìtrc Argendna,
Brasil e Paaguai, é vantajosa para ambos os lados, já quc não há muitas consttuções que necessilariam ser desapropriadas. Indicou-se ainda a existência de material rochoso na rnargem brasileira o que contèriria
resistência adequada à ponte,

Questìonado pelo lado paraguaio, rc-presentanres do DNIT e da Vet esclareceram quc a pontc está scndo concebida para nào gelar nenhum inconveniente à navegaçã0. Nesse contexlo, afinnaranÌ quc Ìra Lrma cota para ã navegação de 50rn em rÊlaçào à nìaior cÌìçia já regisrroda na rcgião.

As duas Delegações concordararlr sobre â conveniêrÌcie de nìanterent

a

orientação original so[rre o tipo de tráfego a ser realizado na ponte. Nesse contexto, recordaram que o projero seria para atender preferencialmente ao trá1ègo de veiculos de carga .

Cronograma
Ambos os lados indicaram grânde expectativa de que o en'ÌpreÈndimento seja iniciado o quanto antes. RessaltaranÌ e expecariva gerada nos dois países e a determirração política dos PresidentÈs, consubstanciada na Declaraçào Conjunta de 25 de julho passado.
etapas relacionadas aos procedimentos técnicos e dd licenciamento Àmbiental pâra

,A Delegação clo Brasil aprcscntoÌì cronogÍarla dcralhancÌo Ls

constâ como ANEXO IIÌ. Enfatizou a necessidade de se aproveitar "janela hidrológica" enÍe os meses de julho a dczembro, pam que seja Í'eita a consrrução de pilar projetado sobre a água. lndicou, ademais, que gostaria de discutir a criação
de mecanisnro adequado para obter as autorizações necessárias à realização de atividades em território paraguaio.

o início das obras. Cópia do cronogranra

Delegaçâo do Paraguai manifestou expectativa de que o trabalho seja rcalizado de maneira conjunta,,llÌì todas as suas etapas, connndo com mâioÍ periodicÌdade das reuniões da Cornissão Mista e conìunicações nrais lluidas entre as Partes, a fim de que se possa assegurar de nraneira rápida e eficiente a obtenção de todas as licenças e autorizações nos dois paises. Nesse conter:to, as DeÌegações acordulam corÌstituir "lvÍecarrisnro de Contatos" cornposto poÍ um rcpresentante tócnico e por um representante da área ambiental de cada país, o qual será coordenado pclas respectivas Chancelarias. A Delegação do Brasil indicou a Sra. Lúcia Barillo, do Ministério dos Transportes, como seu ponto focal do setor técnico. retariô Executivo de Meio Ambiente, como ponto focal para assuntos ambientais; os Seúores Andres Rivarola Casaccia, \'ice-Ministro de Obras PÍrblicas e Corlunicações Felix ZeLaya. Diretor de Pìanejanrento \riário do
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A Delegação do Paraguai indicou o Sr. Oscar' vâs. M in jstrô-S

e

Ministório de Obras PíLìrlicls e Cornunicações, ambos pala o setÒr técnicô; e o lvfinistro Raúl Sihero, Direr,lr de lntegração Fisiçâ e Trànspones Internacionais, do Ministerio das Relações Exteriorcs, cÒnto Coordenador
Ge:'al do Paraguai.

Accssos no Paraguai

A

Delegação do Paraguai reaÌizou apresentaçâo detalhardo seu anleprojeto de acesso à nova ponte. Irrdicou que, de acordo corì.ì a localiTsçào sugerida pela Delegação do Brasil. seu acesso teria aproxintadamente l7 kn de extensão a panir da Ruta 7. Lrlororou gue o projeto executivo será licitado em nrodalidade internacionai, con particiPação do Banco Interamericano de Desenvo lvimento, e que estima o inicio do estudo durante o mês dejaneiro de 2010.

As duas Delegàções acordarant que o arco zero da obra, no teritório paraguaio, seÍá a iDterscçãÕ com a Avertida Bemardino Clabirllero. em
Presidente Franco.

Próxima Reunião As partes acoLdarant convocâl a VIÌl Reunião da Comissão Mista BlasilParaguai para a Constlução da Segunda Ponte lntemacional sobre o fuo Paraná para o dia 4 de novembro próxiuro, em Plcsidente Frânco,
República do Paraguai.
Na ocasião, devcrào ser tratados, cotre ouu'os. os scguintes tenras;

o

MarLifestação da Delegação do Paraguai quanto à ProPosta de localização da Ponte segundo apresenração elaborada pela Emprese Vetec;
Sistemática de participação de reprcsentânres do Govemo paruguaio nos trêbâlhos descnvolvidos pelas empresas brasiÌeiras em território paraguaio;

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concessão de Iicenças que permita dar cumprinrento ao cÍonogramâ apresentado pelo lado brasileiro:

Metodologia para

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Possibilidade de autorizaçâo para extraçâo de nrateriaÌ e jazidas no
Paraguai;

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Indicação de coordenadas de possível área de descarte de materiais no Psraguai;
lndicação de pontos focâis para o "Mccanismo de Conratos",

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A

Delegação da República do Paraguai exprêssou seu agradecimento Delegação da República FedeÌativâ do Brasil pela calorosa acolhida e pela

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hospitâlidadedispensada.
REPÚBLICA FEDTJRAÏVA DO BRASIL

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PaÍa; AsÊunto:

Llcia Bâriilo Rlle Alves de AÍâujo
ENC: Arq!ivos salicitâdos - Problemas com a Ata

Enviado em: quartâ-íeira. 28 de outúbro de 2009 13:54

AneÍoÊ:

Í)ê: íodrigonÌoraesôbre!@grnàll.com lmaiito:rodrigomorâesôbreu@gmèil.com] Em nome de Rodrigo
Enviade emr quâÍta-feirê, 28 de outlbo dê 2009 13:22 Para: enÌo.motè-Junior@receÌta,lazenda,gov.br; andre.beÍánger@receiLa.fazenda,gov.br; plinio.boldo@dnlLgov.br; miguel.souza@dnit.gov.bÍi Lucja EaÍilto; direto.Í4.9êíal@dnlt.gov.br Assunto: Fwd: Arqulvos Solicitados - Problemas com a Ata
Moraes Abreu

Prezados,

Encamiúo en: aDexo versão eletrônica dos documentos Íimados ontem durr:rrte a Vll Reunião da SegÌrlda Ponte. Aproveito a oportunidade parâ reitersJ a importâocia da participaçÃo de todôs .ia reunião do próxiDo dia 4, em PÍesidentc FrxJìco, no Pataguai, em horário I qonlltmat.
Eu devo sair de Brasllia na terça-feir4 dia 3, no vôo das I lhsOnìin, com chegrda prevista em Ciudad dcl Estc ás l6h I 5mir. Àinda estamos averiguando com nosso Consulado indicações de hotéis.

Muito agradeccría manterem-ÍÌìe atualizrdo sobre ô paÍicipação de voc€s. l'retcúdo enviar comunicaçâo lbrmalizando o evento até amanhã.
Qualquer dúvida, estou disponívcl ro Ìel Cordiais saudações, Rodrigo

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l-8221.

28n0/2009

ACTA DÊ LA VIII RÉUNÉH DE LA COTlsIóÌ{ ÍIXTA PÁRÂGUÁY€RASIL DÉ! SEGUÌ{OO PUÊNÍE SOBRE EL RIO PARÂI{A

Paraguay.BíÊsil pâ.a ta construcción del Segundo Puente lnt€macional Sobre êl Rlã Pàraná. Lã lista complêtâ de los miembtos ds las del€gaoones de los dos palses se adjunta como AfiEXO I de la píesentê Acta.

En la ciudad dê Pr6idênte Franco. Repúbliaa dêl Pôl-âguay el dÍâ 4 de novismbre de 2009. se llevo a cabo la Vlll Reunktn dè lâ Co.nisión Mixlâ

La aoeÍluE de la Íeuniôn estwo a cãrgo d6l selior vic€ministro de Obrâs
Públicas, del M.nisFrig oe ObÍas Pübli,€s y Comunic€cbne3, lngeniero prc€entes dessándôlgs qìle los résultados de la reunión ôaan sâtisiâctorios

Ardés

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RivaÍola Casaccia, Jêfe de la D€legación del Pa.aguay. quien saludo â los

La Delegaoión del Bl-asil estuvo ptÊsidida por el Mini$tto AÍltonio Alves, del MinisleÍio do Relaciones ExteÍbrss dgl Brâsil, quien agradeció lô acogida y
manifestó su convicción que los tÍebajos 6elán íÍuç'tlferos Los siguÌenles temas fueÍon objeto de análbts durgnte la íeunlón:

lrlâniÍe3tâción de ìâ D€logsclón dol Parêgury en cuanto a la pÍopuogla d€ localErcón dol Pu6nb de acuordo â 13 paêeentación slsborâdr por l. empross VÊÌÊC.

t.

La Dêlégación dêl PaËguay expÍesó su conítmìdad con

La

localjzación del

Puente en base â la pÍopu€sta pÍesêntada poÍ lâ Delegación del Brasil.

La Delegâción del Brasil pÍeseotó Íos ctonogramas d6 los €studios básicos y êi€cutivos de la obrâ, y de impaclo ambÈntal, Se adjunta como ANF)(O ll.
Asimlsmo, s,efialaron que el Brasil incluyô d€ntío de s! Plan dê AceleÉción deÍ Crêcimíeoto PAC, los ÍêcuÍsos financieros resp€ctivo6 paÍa ìníciar la cônstrucaìón ds la obrds ên el 2010, PoÍ lo que ambas Dgl€gaciones €e compÍometieÍon sn hacêr el máximo esfuerzo pâra cumpllr con el cronograma l.èzado.

dol Gobismo Esquemâ d6 pârticipaclóÍr da 'rprgocntrnbs pânguâyo on los t'ab8i6 dos.rÌoll.do€ por las QmpÉsrs hÉsilàÉa! ên territorio panguayo

2.

Lâ DÊlêgaciôn del Parâguay rciteú lo acordado en el Acu€do Bilstêrâl del 8 de

diciembíe del 2005, para le cooslrucción del segundo puênlê intêmâcional

.

PÍeparar ia docurnentâción necasêaiâ pâra Ia del puenle y la reãlrzación dê sus oblas cornpleínentarias y accôsos. Éndose en cuenh los esp€clos técnicos. econômicos. financietos y ambi ReíÍendar el proyeclo ej€cutivo de h obra: PÍ@deí a la adjudicãción de ta obra. y Süpêrvbâr la consúucción de lâs obras hastr su mnclusiôn.

El rpÍÊ€entaíìte de la DiÍección Nacioíìâl de Aduaias del FdrÊgusy se

compFmetió en hacê. lleg6r on le brsv€dad posable êl lislado de requÈhos que deben ser llengdos poÍ las empÍesas PROC./qA y VETEC para Ìa Ìntamación en tsrritoÍio parÊguâyo dê eqrJipamientos y materiales bajo eì Íégiír,en do ãdmisidn temporana.

Po. 9u lado, la ÍepreseÍúante de la Oirecdón de Mig.ãcion€s del Pârâguay seÈalo quê sgilizãráô todos lgs tÍámites respectivo€ psra el ingreso de los técnicos brasileilo6 al Paraguay pa.a tal fin sugirió obteneí el lÈtado de requisitoG â lravés dê le página !,/eb !444.!Oiqtrg!p!Cs49yIf
Las Dehgaciorres acoÍderon aealizar leg trámit€s anteaiom€ntô menciomdos e tÍaves del Consuhdo paÍaguayo en h ciudad brasileía de Foz de lquazú,

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3.

lilètodologt para lr conceslô]l do lag liconcias quo pormitan dar cumplimiento d crúnogrrmi p!ìeoenbdo por ol ltdo brâ$lleio.
La Delogación del Paraguay manifestó que es indispensable cootar con la licencia ambiental de todo €l puêrÌt6 iffsmacioíÌâl lanlo del lado paraguayo como del lado bl-asilelo- Áclaro que en Parag!ây la entidad enc€rgâda del pÍoyeclo es la r€sponsable de soli.jtar las lacencias smbiefltales resp€ctivas
según las normâtivas legebs vhentes.

La Delegaàón del Brasil aclaó que coníorrê su normaliva interna no tendÍía posibilktad de en@rgaÍse de los hámites intemqâ en PaËguay AgÍegó además su bu€na voluntad para compartiÍ todas las infoÍmacíones obtenidãs y êstudios aeálizâdos por lãs emprêsas baâsilê6as con miras â facilibâí los témiies en Pqraguay.
La Delegâción dêl Brêsil realizó una pÍesentación sobre lÒs pasos y exioencias

para

el

obígami6nto

de las lice.ciâs

âmbieÍtalês

represenl,antes d€ lâ Secaetarle d€l Ambiëntè dêl Paraguay accedieron a una copia de la pre€entación realizada.

en el Bragil.

Lo€

Po. su pêrte los repr€sentantos de lâ Sêcctaria del Ánbiente del Paraguay, pÍesentaR n los procssos adrninistÌ'eüv€ de êvaluación de impacto ambbnl,al on el Pâlllguây.
Asìmismo. seÍ'lalaron quê la nomativa paraguayâ pÍevé la obterción de licencia

ambiental paÍa el llamôda de li:itacióo ds la construcción y opelación de la obra, la mismâ contempla ls licencia por el total ds Ia oFrâ, por un periodo de 2 eãos dê vigencia renovabie.

pa.a las próximas reunioÍÌes el análbis de

La Delegacìón del Paraguây propuso incluir on la age
la

la Comisión Mixta

licilâción de la construcción del segundo puente.

parã el llamado a

yecimi€ntoa.

4.

PosibÍidâd alê euto.izacirifi pârâ

lr

oxüacción de nìatorlibe y

5. lndlcaclôn dE lias cooidÊrsdas de pollbls árÉr para d€s€cho6 ds malÊdal6E. 7. AÊpôctos íÊlâcionados cort b€ 66brdi$ mêdioambientatss,
Lâ Dêlegación d€l Brâsil prêguntó sob.o la posibilidad y ìos pÍoc€dimìentos pãra qle autoric€n dichas éreâs tâmbién ên terÍitorio paraguayo. Lã Debgación del PaÈguey maníestó que es pcrsible Ìo ptanteâdo po. ta D€{,sgacíón dei Brasil. Los Gpres€ntêntes dê la SecretEda del Ambrente dêl Persgl'ay, seÁsleÍon que pãra elb se ne@sihísn 6rpedir tãs licêncías âmbÈntales respe{iivas paÍE la ertracdón de msbriales y la uti}ización de
yacimientos en tenitorio paraguayo co.no tambión paÍ'a las posibles áreas de depósito de des6cho6 dê metôrial€s pãrâ câde cãao en pêrticular

Ambas Delegacbfles concluleron gue se debe de conta[ coo las licenciês ambbnlâlès €fl âmbas márg€nes dêl S€guÍrdo puentê de conformidad con lâs disposicionB l€gales vigente€ en ambos peÍses

I -

lndicackin de los pu!Íto6 focsloe psle €l *ocenistno do Contãc1o3.

Lâ Delegactón d€l Pâraguay incluyo ântto lo€ puntos focãlês dê contjacto a: Mìnisto EdgÌdo Lezcrno, Dhëc1oÍ GêneËl dê CoÍrêrcio Eíerjor dd Minirlerio de Rêlactonês Erteiores - +SgS 21 44&720 hgeniero Étoy Râmond, AslstenÌe del Viceminisko de Obras publicas _ +5SS SA1 217-227 eloyÍamond@yahoo-ês Abogada Zonia Alíoozo Nuõoz, CooÍdinadoía Departâmental del MOPC - Distrito 10 - +5s5 973 ËS3-O3Z lngêniero Uti3os Lqvs.a, Dirsctot Generdl dè lÊ Direçcion Gen€raÌ de Conlro{ d6 lâ Calidad Ambiânts, y de lo€ Recursos NatuÍal€. _ +SgS 21
61 5-81 3

/ doverã@sôãm.gov.py

-

Por su lado, la oelegación del Brasil agÍego los siguienles nombres.

Arneria€ d€t SuÍ I d€ ii@mre-gov.b.

Mlnlstro Joâo Lulz Pslgirã pinto, Oirector del DeDerlâmênto cte b Canciflêria brõit€òa _ +95 61 34ì t€709 i daín-

Senorâ Rosa Hel6nã Zsgq Loe$. CoóÍdilladorâ dê Licenciafii€nto Ambieniâl dê IBAtv!.A - +55 61 331ê12912 lngenieío Viconte Vorllsimo Junior y o Rog€rio Alves, Dirêccion NacronEl dê lníÌEestructJE de T de Foz de Íguazú +55 45 35284364 lng€nieío Robson Saito. Direocion Nacio{ral lnfra€strüciura d€ TransporÍo de Curiüba - +55 41 S:f,1-7372 t nit.gov.br

s\/è
Las Debsacioô€s acoÉaron €oíìvocâr a h lX Rsuni&ì de la Coínisión Mixta ParEguoy€Iasit ps.a lâ constÍucción del Puent' lnterÍEcional sobrË êl Rlo ParaíÉ para el dis 4 dê diciembÍe p en lâ cÌudâd dê Foz dê lquâzú, Retublica Fêdelalivâ dêl Brasil.

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PLANILLA DE ASISÏENCIA DE I.A REUNION SOBRE EL 29 PUENTË INTERNACIONAL ENTRE BRASIL Y PARAGUAY FECHA: 04/NOVlEMBREl2009 LocAL: RosA PAIA,ç! H0TÉ1.
Nombíe y Apellido lnstìtución ?. g'.

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ATA DA IX REUNIÃ0 DA COMISSÃO MISTA BRASILPARAGUAI PARA A CONSTRUÇÃO DA SEGUNDA poNTE TNTERNAcToNAL soBFE o Rro rARANÁ
Na cidado de Foz do lguaçu, República Federativa do Brasil, no dia 4 de dezembro de 2009, realizou-se a IX Reunião da Comissão Mista BrasilParaguai para ã ConstÍução da Segunda Ponte Intemacional sobre o Rio Paraná. A lista completa dos membros das Delegações dos dois países frgura como ANEXO I da presente Ata.

A abertura da reunião

esteve a caÌgo do Conselheiro João Marcelo Galvão de Queiroz, Chefe da Divisão da América Meridional II do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que saudou os presentes desejando que a Reunião fosse ftutífem em suas deliberações.

Na qualidade de Chefe da Delegação do PaÍaguai, o Seúor

Andres Rivarola Casaccia, Vice-Ministro de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai, agradeceu as boas-vindas e manifestou desejo de que a reunião constituísse oportunidade paÍa registrar avanços concretos no desenvolvimento de projeto tão caro aos dois países. Foram os seguintes os temas objeto de deliberação;

Cronograma Tentativo de Atividades Desenvolvidas por Empresas Brasileiras eur Território Paraguaio pedido forrnulado pela Delegação do Paraguai durante a VIII Reunião da Comissão Mista, a Delegação do Brasii apresentou cronogmmas tentativos detalhando os pazos e as atividades ainda por realízar ero tqritório paÍaguaio pelas empresas contratadas pelo Govemo brasíleiro. Cópias dos dois cronogramas figuram como ANEXO II da presente Ata.
Atendendo
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A

Delegação do Paraguai reiterou a necessidade de que seja observada a legislação paraguaia aplicável ao Licenciamento de obras e ao ingresso de pessoas e equipamentos no Paraguaì.

Delegações ratiÍìcaÌam o entendimento de que as atividades desenvolvidas pelas empresas brasileiras om território paraguaio sejam acompanhadas por especialistas paraguaios. Se1ão mantidos contatos entle

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as empresas brasilEiras e as autoridades paraguaias por meio dos pontos focais d.o "Mecanismo de Contatos".

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As D€legações acordaram que o projeto b'ásico e o estudo de impacto
ambiental elaborados Í€spectivamente pelas empresas Vetec e Progaia serão submetidos aos Govemos dos dois países de acordo com os prazos estabelecidos no cronograna apresentado na VIIÌ Reunião da Comissão Mista,

A Delegação brasileira comprometeu-se a transmítir à parte parâgjrai4 o dìa 11 próximo, cronograma detalhando todas as etapas
empreendimento
a

até do

partìr da entrega do projeto básìco pela Vetec.

Termos de Referência da Empresa Vetec e de Progaia

A

Delegaçfo do Paraguai solicitou cópia dos termos de reíerência completos dos contratos assinados pelo Govemo brasileiro com as
empresas Vetec e Progaia.

A Delegação do Brasil comprometeu-se a traDsmitìr à parte paraguaia, por meio eÌetrônico, aÍé o dia 1l de dszçmbro corrente, cópia dos contratos e
termos de referência assinados com as duas empresas,

Licenciamento Ambiental no Paraguai

A

Delegação do Brasil comprometcu-se a disponibilizar a versão em espaúol dos estudos ela.bondos pela Progaia até o dia 30 de março de
20 10,

A

Delegação do Paraguaì atualizou informações sobre o estágio do processo de licenciamenÌo ambiental das obras da segunda ponte em seu país. Comprometeu-se a apresentar aié o dia 1ì de dezembro cronogruma detâlhaÌrdo as etapas do lícenciamento ambiental. lnformou, ademais, que a responsabilidade pelo pedido de licenciamento do empreendimento no Paraguai será do Ministério de Obras Públicas e Comunicação de seu país.

A outorga

da Ìicença ambiental no Paraguaí deverá oconer aré o dia 20 de maio próximo, uma vez recebidos os estudos elaborados pela Progaia no prazo assumido pela Delegação brasileira.

Modalidade

e

Características da Licitação

A

Delegação do Brasil recordou o processo histórico que levou à decisão de se realízar uma licitação públíca para a cônstruçào da ponte. Enfatizou que a questão da modalidade da licitação foi a principaì causa que motivou a assinatura do Acordo biiateral de 8 de dezenbro de 2005 em substÌtuição ao Acordo de 26 do setombro de 1992. Esclareceu que, para atender à disposição do Acordo qle prevp o custeio das obras pelo Govemo brasileiro, a licitação terá de ser realizada em modalidade nacior:al.

A

Delegação do Paraguai solicitou que, em at€ndimento ao espírito de cooperação e de integração do empreendimento intemacional, sejam estudâdâs formas para que empÌesas paraguaias possam consorciat-se a constnrtoras brasileiras nos processos de construção e fiscalìzação das
obras da Segunda Ponte.

A

Delegação brasileira comprometeu-se a rcalizN as consultas intemas sobre o tema, à luz de sua legislação nacionaì.

As duas Delegações acordaram manter o terna na agenda da próxima
reunião.

Financiamento dos Custos de Iluminâção da Ponte A Delegação do Brasil informou que está eÌaborando projeção de custos da iluninação da futura ponte, Comunicou, ademais, haver a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu indicado disposição de arcar com esses custos.

A Delegação do Paraguai agradeczu as informações
brasiÌeiro.

brindadas pelo lado

Assuntos Aduaneiros

A Delegação do Brasìl comunicou que, após os entendimentos havidos na

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Reunião quanto ao estabel€cirnento de iíreas de contïole em cadâ uma das cabeceiras, iniciou processo de consuhas ìnrernas junro aos órgàos intervenientes de fionreìà

A Delegação do Paraguai agradeceu

as infqrmações e comunicou que eslá em curso processo interno de avaliação sob\ o mesmo tema.

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As duas Delegações concoÌdaf,am que em seus planejamentos buscarão
identificar meios de garantïr a segurança e a fluìdez do tráfego de cargas pela futura pontê. Acordaram também que discussões técnicas sobre o tema ocoÍram no Comìtê Técnico Nr.2 do MERCOSUL.

Vários

A Delegação do Pa€guai adicionQu ao "Mecanisúo de Contâtos" o nÕme dô Oficial Consular Luis Digno Moriz (e-mail: luis.moriz@hotmail.com;
cel +595 983 246 588).

Próxima Reunião

As partes acordaram convocar a X Reunião da Comissão Mista BrasilParaguai para a Construção da Segunda Ponte Intemacionai sobre o Rio Paraná parp o dia 25 de fevereiro de 2010, em Presidente Franco, República do Paraguai.

A

Delegação da República do Paraguai expressou seu agradecimento à Delegação da República Federativa do Brasil pela calorosa acolhida e pela ho spitalidade dispensada.

ERATIVA DO BRASIL

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REPÚBLICA DO PARAGUAI

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PIE{IEí'ITE

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Én lí CÌudãd d€ PrÊridcíìte Fr.nco, Rrep{blicâ dêl PâraSuây, cl da 5 dÊ íÊjrerc de dos mtl dlêz, s€ llè{ à êbo h X ReunÌón de h Comrdón Mirt P.raauãyo BÍãdlêfi. pã.s la .onsirucdón dêl se€uÌldo puente sobr€ d río P.ráná.

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Lâ llstâ

coÌndetã de los

mLrnlrlt d! 16 Dll€Eaciomr

dê anbG prfs€s &ura .ofto Ancro

I

r @r!o del lrtãdêntÈ È h (idad d! pneCde tê FrdÌEo, qolên 5i$oí Mlgud lüedìna, dio h Uenv€rúâ e ôfibs DdeSõcion€s- po6EsiorÍnêr,ê, et Jefe d. la DcÌcga.rïn PardAuaÍâ C SêfiÕ. An&É! Rlì/ârclâ ô3a..iã, Vtc.lrünrstro dê Obr.s públicas y
Lâ apertüÍà

d€ b reunlón .ÍturD

ComunlcadoÍì€., sfudó ô h Ddet ci& hrâsdeãa y Ìnãrúfcstt .}le lãs oôils ÈndiêÍìtÊs ã lô orlmlnadón dc los Eshrdor TécnicDc .st& ã!ãnzaìdo coníorm€ â piâiô. êsrip,rbdos.

Jsi. dè la Dê1.8ã.ih dè h RËpúbìlca F€dê"árôã Á{ Brâs[, €t MinÌ5t o dê ìã Êmb4ãda dcl Brèi'l .h PârâSüãy, S€fiôt Anróol. Álvè lr. ãgrâdêcjó tâ b[ênv€nìda y êxprêsó d lnt.rés dcl Br.d d @nduL hs Esrdbs tcúìi6, âmbis{dcs y êJêorti,rEs) er lt brev€dâd.
En calidãd dé
l.rle8o dê lâ âprobeción dê la

Agsda

ss

trâtâlon to, lisu:entês tc{nã.:
(lêt

L SagdÌnl€|Ìto

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fnÍoirEdón sobtt hs lvaôaat
tã êntÍ€Sa

l'ono3?r!Ë dêl.d!r6ad!a!

lã Dclct dófl Braslêtu reâltzó
VEIEC,

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orsl€stará terminado m

d6

êxplso los pÍincipâ16 deraticr dd Èq,!dD

y tâ DêhÊadóo pâÌ€tl{rê ÌÉ!zó .l8!ìôi comênt rlos, conssltas y sutsreno'aJ.l ft.rÉda Êsto6 corr€ÍrbÌi€E eitán fuütam€rtâdc èn le ideâ dE qu€ èì d_3çfio d€t F.l.ntë tndporê ol€stl-oncí .dadonlde5 €!n la pàtsãIsl(ã y
de h .oisr a6iliradón d.l tÉff.o de ì/Gtìiarhs d€ .aÍt. y [v-.nos, !rìt@ @plËa VETEC sê drìÍrome4Jó a oíldutr d ÈD!,!ÉDo BásÌ.o tenicn.Jo en êrenta l.r consÌd€radón6 y 3r€.Ícnc'rs dè h Oetêg.dóh par?gusrà qüê súán Ernitldas pÍomoqión

firicâ dd pmFdo B*si.o, dãboÉdo po.la empÍen mciê! Ll€8o, el Í€pr€scÌIbDte d6 Ià ernprêsâ VEIEC

t!.kü.s

otiG t€ma

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Con rêsp!.to aì CcÍÌbD dèJÍontari, a €mCe.Ísê .n h mãEen bÈs!€fiâ, pÌopìr€*o €Ír êì c5tüdlq b H{8âdón dê è!ê pÊÍs elQÍesó quê è5tã InfÉâs'lrctrrà s!É lons:t Hã en d6 etapõs, ên
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lManos, ?&spoÌte d€ pâiqÌaÍ6 tá D€leaãdón pârdsuay? lnformó môÍEen pâr€tuâyâ/ .n estê

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s!

!ílüBâ

s€!Íet Ílâ

dÊl inedo ArnbbÍte y un e €stê Actâ @mo tu|ero IL lguâlÌnÈÌÌtè s€

de lo{ TdrÌDino3 dc ReíêIe'|da (rDR} dê b .cualÍzâdô pare didì6 fn, et 6!âl F .dl,nta

los estudìoc de lê enpÌ€sa pRO6ÁlÀ

b lo&dtud d! rcínÍ.r'ón dê to. rEuhãdos de b.ádleffa se ómprometió a eo

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doqlmèntâdóí dê 16 Eshdo. Soliè6conómi.D! Y rúldbt Ftdtos rèCLâdG los g.lalê ÍoÍmaí pert! d. h,r €í!d_ra' M€dlo AmbbrtâL$

hrtt! tr Í.clr.,

AÜto.id'd.! P.Í.lurye6 prc-llh-át h d.âni.iólr d€l râtâdo, tâldq roÍDfrÁna6 Y .âtsitnrlêi ên iÊÌÍltorlô pãtelq.Yo, d€l irino cornpÍ€ndó eÌlt'Ê l. âË€c.E P.Ìrt!ãY: d.l püêrÍt6 y lã Av.írld. 8êír!rÍd.b C.b3gsro, durfÉê d pÍÚdíno mcs d6 mèrro' PoÍ oìrô ledo,

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MIxË, con êl oblêtlvo rb ÍE l5ar,

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TrâbâJo côbrdÌnâÉn

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l-. cmÍr!5. VÊÌEC
Poí Èira perte,

.n oraÍìto a la oPêíiü!â

Deirg.dón P€ràal,!r.

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dl3.ãás prÌâ lã ôpêrãtõria êh lnâtlriâ .!: êônlt6l â.llÌâlErÊ. rnânêJo dê câÌgât y pêrsonâs, entrê ouos teÌnõ a

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S! r€.oÌdó â3ftnl]íno qqe h EÂlitã.tóã rlÈ r€üflionè blâlllalg 6l mãò ri! fi! á.€âs dê lonrrôl lntÊsÍldo, se U€rnn a cebo ê|l el maÍco d€l CoínnÉ Té(Íllco númeÍô 2 d€l MËRCôSUR

UGÃõF4À

À r!3pc(.o,
en Ie zona.

Ìâ Ddegadón

brëídlâ rÊddó

quê ês mcesarto gaÍ..ürãr h nddlz dcl

trfico

€:'F'"à \kgú2'

Pôr otso tado, €l ÍêpÌc!êílÈnE ds lá Müìfcip€td:d de PEsldènte Frân6 ÊânIó unã prê.êntâdóì sohÍ€ lâ plenlfrcâdóÕ lÃôâna. âgiltâdtu Y ÌÍlôÌ{iolro dc tr3fie ds \,àhídlhs psãd6 y llüso3 qüe esttu ü€y3ndo . cabo .rì È6c h ÍrtìlË coÍrrüurdón dc .5tc pu.hê.
4-

PÍôúr'. Fllnl{il.
Cinnlslón

lrr Èlêtrlon€3 aÉrdercn realÌ:âÍ lex klÍr''án d. ê*ã

lfDlh,6n L

ciudãd dê

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Yguaú êlì fêcàâ 16 ds sbrfl dd cúrieüê afio-

Ambâs Dcla8idones agradedeÍon la orÉÌlhadón

h @rt {a de

lo6 RepÌ€3€!úãÌú.s dê

d! €da Íarnlón 6t oÍrìor lã hoqÍtatidid y h ìAidcipdlid.d d. l. qudãd dê ttedd$te FÍãn o, ên lâ

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ANEXO

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.A1? DA XI ROUNúO DÂ COMISSÃO MISTA BRÂSIL PAR,{CUÁI PARA Á CONSTRUÇÃO DÀ SEGUN-DA PONTE INTERNACTONÂL SOBRD O RIO PARANÁ
Na cidade de Foz do lguaçu, I{epúbiica Fêderativa do Brssil, no dia 13 de maio de 2010, realizou-se a )Õ Rçunião da Comissão Mista BÍasil-Paraguai paÌâ a CoÌrstrução da Segunda PonÌe Intemacicnal sobÍe o Rio Paraná. À liõ1a çomlrleta dos msmbros dâs Diilegâções dos dois paisês 1Ìgura como ANEXI) I da presente Ata.

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aberura da reunião este'!'e a cargo do Secretário Jonas Guimarães lìencira, Cheli, substituto, da Divjsão da A.nìérica Meridional IÌ do
Ministericr das Relagões Extq!ìorcs do Brasil, que saudou os presontes fazendô votos de que a Reuaião constitujsse oportunidade para registrar avturços concretos no de$nvolvimenio de projeto tão carÒ aos Presidentes
e aos povos dps dois países.

Na qualidad.e de Chefe da Delegaçãe do Parâguai, o Minisiro Raúl Silverq, Diretor de ïntegração ltísica e 'ftanspodes Iftemacionais da Chancelaria do Paraguai, agradeceir as boa"s-vindag È Irrenifoslou desejo de que a reuaião
fossE

firtífera em suas deliberações

e conclusões.

Foran os seguintes

os tenras objeto de deliberação:

Crüìrogrêma dç Átividadct
real.izou apresentação destaçando as modificaçõcs pelo DN*IT à \IETËC ílurarte o processo de anáÌise técnica do solicitêdas Proj€to Básico. Registror! nesse contextq que as poucas âltemções promovidas forârn pontuais e centraram-sq sobÌetudo, nos acessos na margem brasileita, Ressahou ainda que, no que ss reíère esFeciflctunenle à Ponte, niÍo hoìÌye alt€{ações substanciais em rëlação à versõo do projeto divu.lgada durâute ê X ReEião da Comissão Mista.

A l)elegaçá: dô Brâsii

Delegaçâo do Paragrní infurmou deçisão de seu Oovemo de incluir a definição do raçado para o entroncaÌnenÍo da Ponte com a Avenida l3emardino CÌaballsro, no Paraguai, no ânbito da cooperação com o BII) para o plnnejamenlo d€ acesso no teÍrìtório paraguaio. Apresentou, a<lemais, cronogramâ rslativo ao procesgo rle planejamento de sÊus êcessos, que segue como ANEXO II.

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Aoordor.r-sg qug pa.ra fias de planejameato. que todos os es!Ìtdos ainda pendenles ffinsiderffãü ô cota qu€ coÌrsE da velsâo do hujeto lìásian apresenuda duranls a X Reuniâo e aprovarJa pelo Covemo paragrr:Lio. Acürdou-se ìambé$ que cópie da versão aluaÌizada do Pmjeto Básico será tr&smitidô ao lâdo paraguaiq para sua análise c comeDtários, até o fim do mês de maio.

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No que se reiere aos ôspectos ambienÌâis do empreendimento, a Delegaçào do Bra.gil íez e!ìtÍega de $piê dôs estudos sobre os mÈios ffsico e s$cioeçonôÍìicÕ elãboÌados peÌa PROGAIA. Ressaltou, nçsse conteKto, que seu c$nteído é :dentiço ao da versão enr.iada por via Ëletrônica às
ôuÍÕridádes pffaguaias, e,n

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de abrii pa.rsado.

Áo agradecer o enviô dô matedôì, a D€legação do paraguai infnrmou sobre o proçesso interuo de licenciô!]enló ambiental. Deciarou que a previsâo etual pãa a emissâo da licença é a úttima semana ds jutho. iópia do cÌonograïta relativo ac licenciamgnto ambientai no paroguai figru* como ANEXC 1IÌ da pïôsente Atê.

À DeÌegâção do .3râsi! relatÕu âo lado paraguaio os problemas registrarÌos no ssu píocesso intemo de liceaciamento ambíffrlsl. besïacou quel mesmo no conte\Ìo dL'grcve promoüd8 por scnidores do JBAM.{ dcsrje ,, inicio do mês ds abriÌ. logrou-sc obter no dia tle hoje autorizâção pâÍa cotetâ dÊ fauna, o que permilin4 avançer aa execuç&r das :arefas peldentes,
Âs duãs Delçgaçõcs âcorduìI?m Ììovss cronogftìÍnas pam ativiíladôs lécticas e arnbientals, quê seguem comô ANEXO Iv da presàte A&:-

C{rÀcteristi{âo dã Licitaçã0
Delegêção do Psraguai rciterou seu pleito para qtre o lado brasiieiro averiguasse ahemativx jurídicas que permiiissem a panìcipaçio dr3 Ëínprcs&i pamguajês no p.ocesso de ljcilaçào e nas ubros ãa .l,onte. I)eclarou. ncsse cotrrc\Ìo. qür'd quesuo da partìiiprção ,le .,mprcra.* ïrìâC)-dg-oLìrd pAraguaias no emprerndimcntô tema de griLnde sensibilidade no Par:rguai-

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do Brasìl ioformou que, segu:<to estimativâs olimistas do as obras, em sua fase de maior atividadg de1$ândarão continge$te enÌíe 150 a 200 trabaÌhâdcres, çonsiderando-se todas as fun"çces

(engenheilos, operários, etc.). Comunicoq ademais, que fomm realizadas várias consulta.s juúo a mültiplos órgãos envolvidos no traïâmento do tema' I{eeordou que, con{orme anuoiado duante a IX Reunião da Comissão Misi4 a ticÍÌação Íüá ds ser reâlizâdê em modaìidade na,eional, eln obediôncia às leis bmsil€lËLs, uüÌa vez que os reoÌJrsos serâo originiários ç'xçlusívamente do Tesouro Nacionâl e que o Ácordo celebradÒ em 2005 não previu nenhum regime especial para a conÍatêção dâs empresâs responsáveís pela construção da lon1e. Reitelou que, por esse motivo, as empresas parâgrraias que queiram participaÌ do ceÍârne t€Íão de sô rçgisttar no Brasil e não poderão comprovar capacidade 1écnica ou financei:a com base em documentos enitidos por urtoridades estangeiras, deúdo âs restições impostãs pela legisfuão brasileira.

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Delegação do Brâsil indicoq ademais, que foi possível identifi.car alaemativa que se soma à possibilidade de fonmção de consórcios. À.fiímou que Õ editai de obÉ$ deyerá permiú a empreea ou consórcio que vencer a liçitação a súcontratm até 30% d$ valor do empreendirnento" Êsse mec'anismo facultaÍri o vpnçedor do ceÍtame a contrâtâÌ empresas parag!âias paÉ execut8r partes ou tarefes relacionadas à consaução d obr4 obedecendo-se a législação ïrrasileira
Delegação do Paraguai entende que o projeto é bilateral e recorda os tgnnos do Artigo IlI do Âçordo celebrado em 2005. Nesse contexto, afinnou seu interesse de parlicipar do processo de elúoração rÍo Edilal pârê conÍraÌação da cmpresa responsável pela reaüzação das obras, oom vistas a promover a participaçõo de empresÍ$ p$agüaiâs na construção.

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A çsse respeito, a DelegÊção do Brasil exptessou seu snt€ndimento de que a participação paraguaia no proc€sso de elaboração do editâl t9tá de ter pÍesente :ì legisiaçâo apiicável Comprometeu-se, tãmbén1 a disponibilizar
os ternÌos que servirâo de bâse para a elaboração do edital,

Despmas de Manutetrção com a lluninação dâ Potrte

A DeÌegaçôo do Brasil comunicou que esú em aâálíse stjgestâo paÍaguaia
de que se formalize o compromìsso assumido pola Prefeilura Municipal de Foz do Iguaç de custear as despesas de mânutenção com a iÌuminação da Ponle, incluídos os gastos com coosumô d€ energia e.a mânutençâo do

sistema- {rÌfonnou, nesse çontsxlo, que está sob consultas intemas a possibilidade de celebraçâo de inslrumelrtu jutidico entre o MunicÍpio de Foz do Iguaçu c a Uniãq, no quai se registr€ a obrìgação do ente municipal

de custeaï essãs deêpes3s. A Prefeitura Municipal de Foz do lgÌuçu, so reaürmar seu compronisso de arcar com esses custos, manif€stou disposição dr esludar Õs Íennos de Ëventüsl profosta dê coÌ1vênio.

A l)elegâção d{} Pâragüâi
brasileiro sobre o tema.

âgràdeaeu âs infor]nações prestadas pelo lado

Segurança da Navegação Fhrvial As partes ãcord&âm que durante a póxirna reuqião dever6o ser convidados a participar dos trabalhos representanÍes dos Mariúas do Brasil -o do Püaguai pala tratar do teoâ.

Prórima Reunlãc
As paÍte$ acordaram convocar a XIl Reunião dâ Comissão Mista BrasilParaguai par4 a Constr:lção da Segunda Ponte IntEmacional sobrr s Rio Pârâná pa!â o dia 15 de julho de 20i0, em PresÍdente Franco, República do Paraguai.
Delegeção da Republica do Paraguai s(pressou seu ag.adecimenio À Delegagâo da República Fedslafiva do Bra.sil pelâ Ê@lhida e pela hospitalidade dispensa*a-

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REPúBLICA FËDËãATn/A Do BRASTL

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MrNrsrBruo PúerIco Fpopner
Pnocrneloru-r ne RrpútsucA No Mu\'rd?ro

nt Foz no

Icu,rÇu/ pn

Ofício

n. 12OO/2O11/PRM/F\/PR

I

Foz do lguaçu,
Ao Senhor Luiz AntonÍo Pagot Diretor Geral e Diretor de Planejamento e Pesquisa DiretorÍa de Planejamento de Pesquisâ Departamento de lnfra-Estrutura de Transporles * DNIT
SAN

l3 de abril de 201 I

Brasília/DF

-

Setor de Autarquias Norte

-

70.040-902

-

Quadra 3

-

Lote A

-

Ediiício Núcieo dos Transpotles

1La..til):.lllt) A ljt,t Senhor Diretor,

tt

' tt LtÌ

|
Bô,

'tu

1"

A)U

.

A fim de jnstruir o

lnquérito Civil público

n.

1.25.003-00622712007-99, com base no artigo

da LC 75193, requisito a Vossa

Senhoria que inÍorme qual o estágio do Projeto Básjco e ExecuÌivo de Engenharia em desenvolvimento pela pessoa jurídica Vetec Engenharia, objeto do Contrâto n.
0041/2009, após a Análise de Projeto n. 004/2010 (Processo n. 50609.001 637/2009e9). Solicilo ainda,
1.059/2010

o

encaminhamento de cópia das atas
n.

das reunióes realizadas pelo ltamaraty conÍorme noticiado item,e, do l\4emo

-

CGDESPiDPP (cópia anexa).

' {ii,lft{i{() EA nGli}Í{;';

lares Barbosa urador da Repúbtica

MINISTERTO DOS TK4NSPORTES
DÈIÂRTÂMENTO NAC1ONÁL DE INFR-{"ESTRUTLTRÁ DE TRANSPOR
COORDENACÁO,GERAL DE DESENVOLV]MENTO E PRO.]ETOS/DPP COORDENÂÇAO DE ESTRUTURAS

MEMO N.. 1.059/2010

-

CGDESP/DPP

8+6 ?86
Brasília, 25 de maio de 2010.

À Coordenação Geral de Desenvolvimento e PÍojetos Assunto: Atuâlização de informaçóes da construção da 2" Ponte entrê Foz do

Iguaçu (BR) e Puerto Presidente Franco (PY).

ResBosta dos itens

'â' e 'e' do-Ofício

de n" 74412010-PRM/FÌ,PR:

â) O Projeto Básico e Executivo de Engenharia pâra a constÌ!ção da Segunda Ponte

Intemacional Foz,Presjdente Franco eslá

em

desenvoÌvimento pela empresa Vetec

EngenhaÌia, objeto do Contrato n'0041/2009, e encontra-se na fase de minÌrta em análise por
esta Coordenação (Processo n" 50609.001ó3'7 /2009-99).

e) Os órgãos atuantes em fuonteira têm pafiicipado efetivamente nas questões referente

às ìnstaÌações aduaneiras. O processo decisório está sendo conduzido pela Comìssão Mista

BúsiÌ/Paraguai. Do lado brasilejro o ItamaÍaty presidiu todas as rcuniões rcaLizadas entre o

DNIT, Vetec e Orgãos atuantes em fronteira (DPF, PRF, Receita Federal, ANVISA,
Minjstédo da Agúcultura).

/ ,-.4*g'." \ 2:-.-. -/ -,- - /\Eduardo Calheìros de Araújo Cootdenadot de Esttutüras /DP P/DNIT
aìii-J

A

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iiijl::::p_'ij i\ì.i . !.p^5--..-, tc

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r'al,pf-,4pp,"-r-Ì_'.ltl

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I

AETA
DE

TINÂI

MIXTA

IA PRÍìIEM REUNTON DE I-{ COMISTON BìÁST LENO - PAFAGUAYA PARA T,À CONSTRUCCÌON
DEÍ, SOBRE

SEGUNDO PUENTE INTERNACÌONÂL

!L

RÍO

PARANA

ffiB
Entre los dÍês 25 a1 26 de novtenbre de 1993 se cetebró en Iâ cludad de Asunción, 1a Prl!Ìera Reuntón de Ìa ComÌstón Mlxra Braej-Ìeõo - Parasuayâ para fa construcción del SeÊundo puenre Int,ernacionaÌ sobre eÌ RÍo paraná. Las DeleAaciones de ambos Gobiernos estuvleron presididas, respect ivanente , por Ìos Sefioreai DoctoÌ Oscar Cêbe]1o Sarubbl, Viceminlstro de Relaciones Exleriores de Ìê Repóbllca del Paraguay y eÌ Ministro Marceto Jêrdin, Jefe de Ié' Dìvtsión de AÌnérica
República Federaliva deì BrêEJtl

MeridionaÌ

I deÌ Ì1lnlelerlo de Relaclonea Exteriores de
-

En e1 acto de apertura, e1 Doctor Dlocenes Ìlartinez, flinlstro de Relacione6 Exterioreê de la República del Pâregìray, dió la más f"aternal bienwenÍda, en no!ìbre de1 GoblernÒ, a lã enfatlzando ]8 lúportanclê de Ìa Delegacfón brêsileõa, 'nteArêclón ÍíBicê enrre èÌlbos pai6es.

-2En respueslta a Iâs pêÌabras de bienvenida, eÌ Doct.oÌ' Carloê p.Ìves de Souzê, Embajador de 1è Repúblíca Federêtiva del Brâsi1, expresó su complãcènci6 y Ia de Ia Conítlva brasileila Por eÌ inicio Ce Ìos trabajos, tendientes a Ìa conèt!ìrcción del Segundo Puente sobre e1 Rl.o Paraná, qu€ eBtrechârá, aún Ínás, eÌ reìêcionamiento económico-êoÈìerc iéL dentlo de un contexto intesracíônista y de mutua cotdtalÍdÉd.

F.iínera reunlón , de ls. Comlsj,ón Mixtâ Parêguâyo-Bres i leãa.
Poater ioÌ'ment
e
.

Con esia cereüìoniê ae dió por inauAììr€.da ê inetèÌada Ìa

procedieron a Ìa prege nómina se adjunta en e
A continuêcióÌr E .qP preEente Aclrà propóslto de la !.reÈenÏ se díó inici"o a las eesio 3 continuación:
I

de aua $ienbros,

anbès

Delegacioneg

cuyã

I del

cuyo rêeuÌt,ado Eie consignã

, qì.re fi8ura coÍno Anexo âda y selalândo que el iaâr Is. CorÌisión Mixta,

I

1-

se conforharon do6
Rèìrni ón

Sub_Cooislones

trabajo:

una

de l, Sì)b-cômisión Téchi.a
estudlô deÌ RegÌaíìento
de

1a CcÌnieión Mixta para€uayo- Brês i ]ef,a pâra Ìê Constr'rción deL Segundo lÌren!e Interlracional sôbÌ'e êl Rlo Pâraná, preaêntadó por eÌ Prèsidente de Ia DeÌegacÍón br'aeiÌeíè- Luego de anaÌizar v evaÌ!ìar cada uno dê ÌÕs ArtículoÉ deL nencionãdo documento. Ìag dos Delegaciones acordaron el iext,o, que coneta en eÌ Anexo lII
de1 presente Acta.

Arìbês Parte6 acordaÌon coÌìenzàL' e1

[,L

Otrô6 teÌnâs rcÌsctônâdôa ÀL próveciô LocaÌizaêión del Puente: Le ldea básica ea conetruir Ìa obrê enlr€ eÌ Departament,r de ALto ParÉln,á (Para€:uay) v eI Estãdo de Paré,bá (Bra6lL). EÍt eÊte otden, eÌ Sr. Sergio Lobato Machàdo, Delegêdo de Ia cánara de conercio Paraná/Paraguay de Foz de Íguazú, guien asigtió coEÌo obeervad.Jr, en lepresentgclón de los partidoe poÌiticog y laê iuerzas vlvae del Esta.l.J de Paraná y Ciudad Pesidente Franco, preseni,ó rÌn6 propuesta de locallzación deÌ futuao Puente entre Foz de lcuâzú y Ciudad Pre6ld6nte Franco. De 1a m1súê forma, la Coniê1ón escuchó Ì êxpô6ic1ón del 5r. Relnerlo Santacruz Mendoza. Intendente de la Fresj.dente Franco, quíén er'ì su Uunic ipãÌ idêd dê C cãÌácter de o expreaó eI interés de su cornunidêd qu a locaÌ1zado en eÌ áÌ"ea de su Jurísdlcc ar lôs estudtôs téônicos de 6va1ua. y definir Ìâ Ìocal izaci
Modelo sôbre

será estudiado por Obrae CeÌ contrapâ.!e Para La DeleeaclÒn para8uaya expresó su interóó en que eÌ Puente a ser constrÍdo sea de1 tlpo rodoferrov iaÌ'io , tenle.dô en cuentâ 1a PoaiblÌidad de Lnltegrâr 3u sistêna feFoviarÍo. con eÌ EiBtema ferrovlario
brâei 1eiio.
Además, fueron discutidos Ìos tebìes relacionados con l-a co!ìpatÍbi I izac lón oPerativa deÌ futuro Puente, con eL PüenLe dê Ìa AloiEtsd. qua ên el enlrendihìlento de 1ô

Ìeia h.lzo éntreÈè de éción para La concesión

cónieión.

deben ser encaradoe cono un

sistema

Fue, iÉiuâÌnente. âbordada la cuestfón de def:nición cìê Ìos acceeos áÌ nuevo Puente en Loa territorios de 1os doB palses, habiéndose acordàdo que cêda DeÌegsción geEtionará, junto a Ìos órganos de 5u€ respectiwos Gobierno€, la cuestión relatÍwa ãÌ provecto y Ìã cônBtrucción de las obraa.

-4La Connisión declde, q!Ìe 1ê pÌ'óxinìa Reunión 6elá reaÌizâCa êÌ1 Ia Ciudad <ie Foz de lguazíì (Brasil), los dias 14 y 15 de dicienbre de 1993" y deberá incìuir en Brr agênda e1 lrratanriento cìe I.Js tenìas de locafi,zación def nuêvo Puente y 1ô dÍscusi.óÌì de ÌoÈ !éminos del Plieeo de LicitaclóÌÌ para la construción y êxpÌoración .le1 Puente
-

F1ECHO en La cj.udad Aaunción- capital cìe la Répúbl ica del Paraguay. a Ìo6 veintlBeis dÍae dêÌ ÍDes dè novlenbre de mil novecientos noventa y lrres, en dos eJernplêres oÌiginalèe err idioììa espaí1o1, siendo ambos textos iguaÌÌnentè \ráÌidos.

POR LA ITELECACION

R

DELECiACIÔN FARAGÌ.ìAYA

l-t-r-,Minist..ô
}JARCELO J

ÔSCAR CABELLO

S

o,t lnahuo

/e

eRe/aoronet

6nltni-a

ffi
I
CONSTRUCCÍON

ANEXO

COMISION MIXTA PAMGUAYO - BRASILÉfiA PARA I,A DEL SEGUNDO PUENTE SOBAE EL RIO PARÂNA.
DELEGACION BRASIIJEf,A

Mini6.

I'ÍARCEIO .TARDIH

Chefe de Ìa Div- de Amérloa Merldlonal - I lllniE- de ReIacLoneE ExtgrloreE.
Emp"ega

Inc.
Ìng. Ine.

ROBERTO SII,VA

de tranõporte

Bra6, de Planêjaniento
-

ANToNIO

I.

SOBNINNO

Chef6 d6 Dpto. da EuÌpresa Brasilelra dê PLanéJaDiento de lransPOrte.

DEUZEIR }IÀRTI NS

DtrccÈo. de Eaenharla do Dpto. NaclonaÌ dê Eatradaa de RodageÌn.

ll-

eh;nldkc;o /c &e/a"ion t 6ohúout

COMISION I{IXTA PAMGUAYO DET, SEGT]NDO PUENTE SOBRE

- BRAS]LEfiA PANA EL RIO PARANA.

],A

CONSTRUCC]ON

DELEGACI ON PARAGUAYA

Doctor Oscôr Cabé]ìo Satubbi VlceDLniêtro de R6l"aciones Ext€f i.ôÌres. Doctor Juan A- llennlnger

Vlcenlnlgtro de Trônsporte del Ì.lInlsterlo de Obreg Públicas y
Comunlcaclonea
-

Ing.

Hugo Enrlque Gónez

VlcerÌlnlEtro de obraa Públicaa y Comun lcac loÌÌes.
MlnL6lrro Con8eJero EúbaJada deÌ Paraguêy en Brasit.

Lj.c. José Martínez

Lic. Liliane Lebron-Ídenger Direclrota de TratêdosÊcon. Raúl Silvero S. Director del Dpto. de Relaciones
Écon. Bilaüèrales
CoDuni.caciones
-

Doctor BÌag Nery Fleitae

Dj.rector de Asuntos .Iurídícos del MLnlalerio de Obraa Públlcas y
-

Ing. Paul Sarubbi
ÌnÁ. SaÌvèdor García Lic- FederLco Fernández

Dlreotor de Ia Dlrecclón de Vialldad de} Mlnl6teri.o de ObraB PúbÌicaÉ y Colounj-cacioneE.

Director de Ia Dlaección de Tranopo!'t€ de1 MlnisteÌio de Obrae Públlcèa y ConunLcaclones. Director de PlanLficacióÍr IntegraÌ del TransÌrorte -

ffi
e/íinàtíeub

ú

e9l"/ooao"t

6rt*;^a

ANANO

II

AgENDA

1) InEtalaclón de Ia
2)
Aprobaclón.. de

Coü1Élón l{í:rÈè.

Ìa

Aggnda.

3) Aprobación del. EEüêtuto dè 1è CoDiBlón Ì-ílxte, 4)
TeEèE

6obrc

aI PFoy.cto.
Duêntê.
de

-

coDpÀtibl-Ilzaclón qon el Puente cobro de peèjê, plèzo de conÉ'êcÍó'l. -

locâllzación dèl

Ia

ArnlEtêd,

5) Elaborâción de.l "Pllego" para La Licltaclón Intennêctonal-

f1ru 41
{;"

qúe
a-/tnüíetìo /e e%e/acanet Ecletiotet
REGULAMENTO DA COMISSAO MISTA BRAS] LEIEO_PAMGUATA
CONSTRUCAO

ktt'A

FAiA

A

DA SEGUNDA PONTE INTERNACIONAL .iOPIIE
Capí tu I ô

i) RlO PARCNA

I

Da FÌnal iílFde Art, 1a A CoMISSAO MISTA BRASILEIRO - PARA(iUÂIA. dórsva[tÈ í]enominads COMISSAO. criada pelo Acordg entre o Governo cla RepúbIlca Federativè dn BraelÌ e o Governo da RepÍÌblica Co Paraguôí. assinado em Foz do Iguèeu, eÌÍÌ 26 de celeobao dè 199!. e pe]a6 Not.as Revergais trol]adas entre ânbos os Governós. dagadês cie
reepect ivamente, tem por finalidade examinar Âs questôee reÌa!ivãs à conces6âo do plojelo, íla congtrucào, da congervaqáo, da Dpe!.eaáo e da exploraçâo de unìa ponle sobre o Ìio Paraná entre .J Eg!a.lo do Paraná no BrasiÌ e o Departanento de Alto PaÌìaná na Repútrli.ja .jíl

23

de

octubro de 1992 e de I

de

fevereiro

de

199:r.

Art, 20- Est,e Regulanento contém ês norÌÌìas e princiÉros !.egerâo as atividades da COMISSAO a que Be refere o Ariiec io.
cêpituÌÒ ![ Dq 1rsÀni:acÀo e Fun.: i .rnâÍlèh

lì_rÈ

Lo

I

ii i
I

Art. 30- A COMISSAO é unì orgâo dê nêtu.ez€L iìlternacjorlaì con a capacidade jurìdica neceasáría para o cumprj.merìto dÈ encâÌ,goa específicos, nos te!Ìilog B en confoÌ'midade eom c AcoÌ.oo mencionado no Artigo Io, com os principiôs tÌo DireÌto internacional e com as demaig normas jurÍdicas do8 doÍs PaÍses. Art. 40- A COMÌSSAO terá eede nae resÌreclivas ..rapiÈais cÌÈ aúbos os paises e poderá reunii'se en oultoe Ìocêis que, parê taDto. vie?em a ser designados pelas DeIegaçôes.

I

I

I

Art- 5a - A COMISSAO reunir-se-à, com a par't.icipacâo .i')t DelegacÌos do5 dois países, para deliberar 6obre assulìtos de sua
conÌpetencia
-

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e.l/ìnltlezio

&,).ít
/e
e%e/acianet 6rletiarct

Ari- 60- A COMISSAO sera presidlda coiì.iuntaÌÍìenie pêios Chefes de alobae a6 DelegacôeE, que conduzirão sèÌls tlabalhospresidirao suas sessôês e rePresentârâo ê CoMISSAO e!Ì todos og atos previstog nestê Regulamento. AE reuniôes da COMÍSSAO con"-a!â.1 com dois Secretariog, deeignaíloa pelas respectivas DeIegaÇAee. qD. assístirâo aos Presidentes no exercic!o de guas funç:ee, "a.t':t responsáveis pela eLabor;Lcao dês Ltas e por ouirás iunçì'e=' '+e lhes sejam atribuidas pela COMÍSSA0'
corìsenso entre
É.mba.g asi DeLeg,aÇõP-s.

As decisôeê da

COMISSAO

serà.J a.j.Jt.Lda9 pa:

poderâo deciqlir' Presj"dentgs, Art. 8a- Oe dois êonjuntamente, ÌAD REFERENDW dE COMISSAO, Èôbre assurìtó|3 \ìrÉericesEsga dec i6ao serâ submétidã à êI}rovaçào do Ì:ÌeÌ]ário Ìla reunìác
seguínte.

4r1,. 9a- A CoMISSAO reunir-se-á em 13éssôes ordináyias i 3e!'âo reaÌirstiá: extraordinarias. AÊ sessôe6 ordi"nárÍas peÌiodicaúente, Ag seggôes extraordinárias geÌào convo('ê,iê3 pe.Lr5 Prosidentes, coÌ1j uìl tamente , ou por solicitação de uma cas

Art. loa- A oOMISSAO fixará. ao terÌìlino ce cada reunra.,. a data e Õ locaÌ onde ae resliza!á a reuniao sêguinte. ais Secre!ários da CoMISSAO eneaminharâò ás respectivas DeLèE4aôee a convocaçào paaa cada reuniâo" acomPanhada de sua respectiva agenl.l
de brabalho.

Ar!. 11q- As reuniôès da COUISSAO 6erâo .egi5tradas èm A!Âs: numera<ìag seqÌrenc ia Lmente , que deverao ser aprovadas e assinaciss peÌos meÌôbros presentes. As Atas conlerao um resuno .ìos assuntcs
iÌ'ata(1og nag reunioès.

Art. 124- A COMÌSSAO utilizará casteÌhano eÌn !oda suâ docìinentêcao.

os idioÀÌas For!ÌìgÌìé6

e ,'.r

ri

e/íánuhab

/"

e%"/*aou'6alerìatet

r3-

Art. 13a- Sâo atríbulcóé€ da COMÌSSAO: I) reunir o€ antecedentea neceÉaárÍos a fim de elaLroraÌ os
Èermoe de refeaênc1à relativo€ aos aepe4los !écnìcos_ economicol, e tinaoceirr,e Ca obraì

II)

prepàrar ô docu$enteçeo neces8ária vlaando â ÌÍcitacào

públÍca internacional, medlantê o reÈime dè de obia pública i

c.-,ncessÂc

IIl)

soÌicitar êos Governog do Brasil e da Paraguai adoçâo de úedidas que 6e iagam nece6sariaÊi par.a
consecuçâÕ do projeto;

a a

Ív)
V)

e€tudar as opcôes e defl[ir
6euõ ace6Êoe;

â locaÌizacãú rja pon!-o e

,]e

iomar as provldencj.as cablvels ao que concerne à criacao dê u$a Sub-Coroi6eáo de Ltcité.cÀo. fesponsável pelos atos iner.êntes ao procesÊo licitatório internacionel ; proceder âo julga!ìènto dôE propostas dos Ìlcitan'Les. por i.nÌeroedlo da Sub-CoDÌÍsEão de Liciraçâo;
proceder á adjudicâçâo da obra; apróvar as obras reaLizada€, por oc6sìâo dô íermino dos trabalhos;

vr

)

VII)
VÌÌ1)
IX)

exerce! a sÌrpervisâo e a figcalizacâo do enpretÌd imenlc' . em todas as Euae etaPas;

e-/ííinrtlatìo

Ja

e%e/actonet Ealeúatet

-4-

X) deíiniÌ' as obras coopfeinentares a serem e>{ecutacias e os reBpongáveis pela sua execuçeo CâDì

tÌÌ l ô IY

DÂ-E Di-9r2a,aicêe-9

cera'is

Art. 14o- A COMÌSSAO poderá regueler ou solicitâÌ- aos diversôe organismos púbLlcos conpeÈentes, strêvés da lrelegacàô .l,r pê.is a que correspondê, a aBalstênêÌa de pe33oâl-, técì1ica, adminietrative, e inêtal"açòeõ, equipaÌÌéntos e ou!Ì1os neiós neceBsários pâra a eonsecuqeo de a€us obJetivog. Art. 15o- A COMISSAO Ee dlrlSirâ so6 .esÈectivos Govere.;s por inlernedio doe Mlnigteríos dês ReIâcoes Exteriores dè antba,s (,.1 A!'t. 160 Este Regul.amento poderá ser Bodifi.caCò mediaììte
COMISSAo

propo6ta da

ffi rrff, %c
Ye:rg,i
ATA FINAT, DA Ir REUNúo DA cotfissÃo rflsrA BRASILETRopARÁcuArA pARÀ A coNsrRuÇÃo DE t'MÁ sEcuNDÂ pot{TE

INTERNAcIoNAL sonne o mo

rnnatÁ

Realizou-se nos dias 14

cl5

do kuacu-PI! a

de dczqnbfo de 1993. na cidadc dc Foz

Sogunda

Rcuião da Comissão Mistâ

Brasileiro-Paraguaia para a

Constroção dc ÌrÍna sggunda Ponto sob'Íe o Rio Pãraná.

pelo Embaixador OsçaÍ Cabello Sarubbt, Vice-MinirtÍo das Relações Exteriores da Rcpúblioa do Paraguai e pelo Ministro Marçelo Á. d€ M. Jadim , Chefe da Divjsão da América Mcridional-I do Minist'iÍio das Rolagões Ext€rioÍes & Repúbliçs Fcderêriva do Brâsil . Á Dclcgação do Paraguai e.stew ainda cômposta pelo Vioe-ÌvíinjstÍo d€ ObrÀs Públicas, Engcnhúo Hugo Enrique Gomez, e pelo Vice"Minisrro de Transpoíes, Doutot
JuaÍÌ WeÍìning€Í.
3.
'

2.

As Delegaçõ9s dÊ ambos Govemo6 foram presididas, respectivamentc,

Os Chefes de ambas Delegações, após breves pala\Ìas de boas vindas procederarn à apresenração dos mernbros de suas oomirivas, cuja lista constitui o Allexo I à prcêeíte Âta.

do Chefc da DolegÂção Brasilcirô

,

4.
Anexo II à prÊseÌrte

[,m continuação,
atâ .

analisou-sc os tstÌLas da AgeÍÌda , que constitui o Uma vez ,çtrwada a mesma , dcu-se início Às sessões de trabaìho.

Ambas as DçlegaÉgs discutiram questões rçlativas à nahxezâ da pontê. Nesse seÍtido, â Detegação Brasileha mencionou as dilculdades estíunrÍaìs de se esteÍtder a malha fe!Íoviária ali a região da possível localização da nova ponte e mencionou e possibilidado do implomentação do um sistoma intormodal de ÍrarÌsport€s com a inregração dos tr€chos Íodoviário ê fenoüáÍio nos dois países.  Delegação Pdaguaia reiterou o intgÍesse dc que e pont€ sobÉ o Íio PaËná seja do tipo rodoferroüário, tendo em visra a imponâncü de uma evennlal inteÍcônexão das mâIhÂs feÍoúrfuias bÍasileìra e paraguaia. Ambas ás Delegações entenderam ser ìflportant€ â flec€ssidadc de cornpatitúlizrção dâ nova ponte com â Ponle da Amizade, deveido essa quesÍão vü a ser formalizada pela úa diplomática úo logo sejam definidos os parâmetros e as condições para
6.
essa

),

fin

idade.

As duas DelegâÉe,s di6çuúam exten6ametú€ esse tema, letando em 7. contâ questões ÍelevanÍes como pagarngntos dc pcdágio em ambas as portes, oÍdcD!Ínento do fÍânsito nãs iíreas urbanas, inoenúvo ao tudsmo e os contÍoìes de fronteira. Âmbas âs Dglçgaçõcs çoncoÍdarÂn que a altomativa rnais convedcnto impücatú na çüculação nos dois sentidos, em aftbas as ponl€s, rcse.vâÍldo pâra a Ponte óa funzade a ciÍculação prefcrencial de veículos lgves e de ônibus e piúa a rÌo\? ponie o háfego de todos os ripos de veíoulos. Seria ainda cobíado pe.diigio ern cada ponÍe, çm Ìrm só sefltido. Ás Delegaçôes dcfinirão, futuramente, a localizção dos refçridos postos de p€d:igio e as oondições de

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acesso e estacion:rmeíto de veiculos, alán do detalhamsnto requerido para a instalações que abrigarão os órgão naciooais de çontrole froíteiriço nos dois países.
8.

No tocante aos ooÍholes de translrortg, aduaneircs, migratórìos,

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oulros, ambas a: Delegâções ÍÌanif€staram-se favoróveisd implementação de insialaçôes de infi:dç$tÍutuÍa em :lmbas as oabçcçiras da pontt, fiçando os aspectos operativos à consideração das autoÍidados competsÍÌÍes.

Quanlo ao tÊÍn"ê da localização dô ponte, as duas Delegações que: concotdaÍam essa dçwrá ser constsuída entre a foz do rio lguacu e o Árroio MBoicy, no lado b'rasileiro, e o Marco da Três Fronlgiras e o AÍroio Saltilo, oo lado paraguaio. Foi tembÍado que o Ácordo bilaÌeÍal paÍa a oonstrução da s€gunda ponte sobre o rio PaÍÀú prevê que â definição da looali"ação da mestÌìa deverá ser foÍmal?a& polos dois covomos por rnoio dc troca de Notâs ReversâiÂ, Ámbas as Delegalõee, visitafim locú no lado brasíeiro e no lado paraguaio, onde poderá" segundo as condições topoptráficae e siictoeconômicas, vir a sÊÍ coflskuídâ a ponte.
9.
10. No íocante à definição dos acessos , a! Del€gações concordaram que indepeoderteft€nte da localização defirdtiva da ponte, dsveÍão ser delffmirados os pontos dg chegada ern arnbos os lados, sendo, a partiÍ deseôg pontor! a construção dos refsridos acassoÊ de respoÍìsalilidade dos respectivoe países. A Íepeito se definiu que, no Larlo brasileiro, o ponto de int€fsecção deve ser fuado nô Aveddâ G€neÍal Múa e no lado palaguaio, na Âvçnida General Bemardino Caballçro. I QuaÍÌto ao tema dâ3 Nonnâs de Licitação, a paÍúe parãguaja acsitou o projeto entreguo pela Delegâção b{âsilôìÍ durante a I ReuÍÌião dç6ta Comisrão, rcúzaú ern Assrmção oos diÀs 25 a 26 de novembro de 193, como documenao básico d€ kabalho. Nesse sentido, a Cornissão decidiu consÍituir ütna SÌrb-Comissão que deverá Í€alizax o estudo e a anrílise do projeto êm seus aspectos tçcdços, jurídicos e econômicos, que se,elrniÍá em Foz do Iguâçu no períoda de 23 a 25 de ff.v.ÍeíÍo de 1994. Ness] rcunião dcvcrão, t3mbém, ser hatadás questões Íelâti\ãs a todâs as ob-râs de manüt€ação a ser€m Íeâlúadas na poÍÌÌe da Amizâde e seus aoessos, algrn de ouhâs obras de inúaesfufura nos lados paraguaio e brasíeiro.

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A Comissão decidiu que a próxíma Reufão

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dol Eõto, na Repúbüca do Paraguaì, nos dias 10 e 11 de março de 1994.
Feito na çidade de Foz do lguacu-PR, Rçúbüca Federativa do Bra.sil quirve de dezembro de mí novecenÍos e noveíta c três, ern dois exempiarcs oÍigmas no idioma porhrguês, sendo ambos os textos iguâÌÍneÍÌte válidos.

PELA DELEGACAO BR-A.SILEIRA

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PELA DELEC

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ÀCTA DD LA XII REUNION DE LA COMISIÓN Ì!M(TÀ PARAGÜ' siüdi,ENA rAnA LA coNsrRuccróN DEL sEcIlNDo PUENTE

#3

nr-nÍorAReNÁ

Pafaguay' el dia 15 de juÌio de dos mil En la ciudad de Presidente Franco República del Reunion ãe la Comisiôo Mixta Paraguayo Brasileia para a cabo la Parana ìa conírucción del segundo puente sobre el rio

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países ÍiguÍa como La lista completa de los miembros de las Del€gaciones de ambos Anexo I del PteseÉte Aclâ

Le aoertura de la reunión eshrvo a ciúgo del Intendente de ia ciudad de Presidente Frrnào- Seio, Miguel Medma, quiéo dio la bienvenida a ambas Delegaciones p""".i".-.n1"- el iefe de la deìegación paraguaya Seior AndÍés fuvaroÌa Casaccia'

viceministro de obras hlblicas y Comudcaçiones, saludó a la DelegacióÍr Brasileõa y puso a consideración la Agenda de teÍrÌas a üalar'
En calidad de Jefe de la Delegación de la Republica Federativa del Brasil, el Jefe de la División de Améiica Meridioaal II del Mtuisterio de Relaciones Exteriores de1 Brasil' Seflor Joús Guimataes FeÍeirs" agradeció la bienvenida y expresó el deseo de iniçiar Ìas obras de coÍrstÍücción deì püente en el pÍesente afro.
Luego de la aprobación de la Ageoda se lrdaÍoa lo$ siguieEtes temas:

1- Seguimiento e inforüación sobre los
actividâdes-

avances

del cronograma

de

La delegâción bÍasileía comentó que a Íaíz de lo conversado en la uhirna reunìót con €Ì obj€tivo de açeleraÍ el proceso y poder dar hicio a lôs obras €tr €l present€ a.õo 2010, fueron hechas reunion€s en Brasil, con las altas esfeaas del Gobiemo, a fin de acelerar los orocedimientos admioislrativos paÍa la aprobación de la obra Dejando claro que actualmente están en tos ümites legales de plazos de estos proc€dimientos, se conoluyó que una posibilidad pudies€ seÍ, eú la paÍte ambieltâ.I, tJatat de maoera separada el Duente v los accesos Con esto, se vislumbró la posibilidad de hacer un estudio 'ambientaì simplilLcaao cotr respecto al puente, en cootraposición al estudio del impaoto ambiental. El IBAMA comerÌtó que estuvo atalizaúdo esta pÍopuestê a nivel técnico y va se cuenta con uú paÍeceÍ favoÍable Sil ernbargo, dicha propuesta está pendieffe de
un dictamen por ìa asesoria Juridica deÍ mismo organo, para ser adoptada

La delegacióú bÍasileía pÍeserÌtó uo cÍonograma actualizúò de hs actividades previas al inicio de Iss obÍas, que se adjunta como átèxo tr, coNideÍando la posibìlidad de aprobaoión del procedimiento de separación del licenciamie[tq atnbiental en dos paíes.

La deiegación paraguaya solicitó a la bÍasileia que expliquq 1a diferencia entre el Estudioãe Imúcto Arnbiental y el estudio simplificâdo de Estuqo Ambieítal' Sobre el ounto- la partÀ brasilena e&lico que en el primer caso está pr*ista la posibilidad de

Áudiencra Aiblica" de haber una soücirud en ese senÌido ED q segundo caso esta posibilidad no esrá contemplada lo que no impide la realización de\na Íeunion pubìica Én ambos casos ìos daros técDicos del ectudio soD

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La delegaçión tìÍasil9ía coosulto a la dclegación paraguaya si habría impedimeÂtos Para

ec€ptar este pÍocedimiento simplificado de Estudio Ambiental exclusivamente del puente. La pa(e paraguaya exptesó que no existeÍÌ iÍnpedimentos legales y úanifestó que también en el Paraguay se han seParado los bsttrdios aúbientales PaÍâ lâ consüucción del pueúe y los accesos. Arimismo, informó que los Estudios Ambientales de la construccióí del puente eôtáÍ concluidos y ya se qtenla coÍt la licencia ambiental çorrespondiente, expedida por La Sec.etaría del Ámbiente (SEAI!, lo que se.á rêmitidô a la delegación b.asileõa por m€dio eleclÍónico.

La delegación paraguaya solicitó que antes de 1a aprobación deÌ proyectô ejecÌrtivo, el mismo sea remitido üa electtódca al Ministerio de Obras Públicas y Comunicaciones
del Paraguay paÌa su estudio, de manera que puedan ser incluidas algunas sugerencias o comentanos técÍÌicos que puedan surgir. l,os ÍepÍesentantes de la delegación brasileia comentaroD que no eKisten impedimentos paÍa aterder esta soÌicitud dejaado a cargo de la Comisión Mixta refrerdar el mencionado Proyecto Ejec'utivo.

La empresa PROGAÌA hizo entrcga del Estudio Ambieotãl específico del pueúte y eL Estudio de Ìmpacto Arnbientâl (ElA) y su respectivo RÌMA a los repÍesentantes del
DNTT. En cumplimiento de lo acordado en ocasiôn de la última reudón de la CorÌÌisìón Mirta la delegaciôn brasilefra hizo eltrega eD úedio fisico y soporte digital de la version actusl del Proyecto Básico.

2-

Modâlidad y cârâcterísticas de la LicitâcióÍr.

EÌ Jefe de delegación paraguaya plaÍrtó que eo el pliego de licitaoión se incluya la posibilidad de participación de empÍesa8 cooshuctoras paÍaguayas debidamente
constituidas bajo la legislación de ambos países, atendieqdo que se tÍatâ de un puente iítemacional aunque sea pagada por fondos del Tesoro brasileôo.

El Jefe de delegació[ brasileía reiteró lo expresado en Ìa últiDa Íeudón en eÌ sentido que, de acuerdo a su entetrdimiento actual en la mateÍi4 las empresas paraguayas que deseen parricipal de la licitación tenúân que registrarse en el BÍasìl y no podrán comprobaÍ capacidades técnicas o financieÍas con base en documentos expedidos por
autoridad€s extranjeÍas.

En ese sentido, el Jefe de delegacióí paÍâgüa]2, se coÍnprometió a realizar una
consulta al Gobjerno brasiÌeflo sobre la posibilidad de que en el pliego de Ìicitacion se consideren Ìas capacidades y experieocias de trabajos realizados en te.ritorio paraguayo por dichas empresâs.

El Jefe de Ia Delagación brasileõa se comprometió a ÍansmitìÍ esta çonsulta a

Ìa instancia juridica competente de su país con solicitud de tnárnite uÍgente, asi como a respondea tatn pronto tenga el parecer de dicha instaDcia sobÍe la misma.

La delegaoìón paraguaya consultó a la delegaoión brasileía sobre la modaÌidad de supervisiôn de las obras, a fin de pemitk que la Comisión Nõxta ejerza Ìas funciones previstas en el inciso d) del Articulo Itr del Acuerdo.

Ambas delegaciorcs acoÍdãon que los detalles de la suPeÍvisiôn de la obra serán definidas en el áobito de la Comisión Mixti, según las rccesidades dei avarce de la
misma.

Próxima ReuDióú.
esta Comisión Mixâ, en la ciudad de Foz de Iguazü RepubÌiça Federativa del Braril, cod f€cha tentativa del 9 de septiembre del coniente aõo.

tas Delegaciones acordaÍon realizaÌ la )(Itr Reunión de

Ambas Deiegaciones destacaron el compromiso de los Gobiemos de seglir aunando esfueÍzos y seialarotr que los púes se etrcueatÌan realÈâDdo todos los ttabajos y tomaodo todos los Íecaudos necemrios para cltmplir el comprcmiso de iniciar las obras en el m€s de dicieúbre del 2010, segúÍ lo acotdado en el cronograma de trabajo

La delegación brasileía agradeció la cáÌid8 hospitslidad y codesia de la pafte paraguaya ambas Delegaciones agradecieron a la Municipalidad de la Ciudad de Presidente Friìnco, oÍg,anizadora de esta reudóÍ! en la peÍsoúâ de su Ìntetrdeúe.

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Por la República del PaÍaguay

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ATA DA XIII R,ETN'IúO PE COMISSÁO MISTA BRASTL. PARAGUAI PARA A CONSTRUÇÃO DA SEGUNDA PONTE INTERNACIONAI SOBRE O RIO PARANA
Na cidade de Foz do lguaçu, República Federativa do Brasil, no dia 22 de outubro de 2010, reaÌizou-se a XIII Reunião da Comissão Mista BrasilParaguai para a Construçãor da Segunda Ponte IntemacionaÌ sobre o Rio Paraná. A Ìista completa dos membros das Delegações dos dois paÍses figura como ANEXO I da presente Ata.

A abertura da reunião esteve a cargo do Ministro João Luiz Pereira Pinto, Diretor, do DepartanÌento da América do Sul I do Ministério das Relações Exteriores do, Brasil, que saudou os presentes e agradeceu o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNÍÌT) e o Município de Foz do
Iguaçu pela acolhida.

Na qualidade de Chefe da Delegação do Paraguai, EngenheiÌo Andres
Rivarola Casaccia, Vice-Ministro de Obras Públicas e Comunicações do
Paraguai, agradeceu as boas-vindas e a hospitalidade brasileira e ressaltou que a consüução da ponte é tema de grande hteresse no Paraguai. Foram os seguintes os temas obj eto de deliberação:

Cronograma

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Atividades

delegação brasileira informou que o cronograma de atividades para a construção da ponte sofieu aÍrasos e que até o momento não foi possível ao DepaÍamento Nacional de In&aestrutwa de Transportes (DNÌT) aprovar uma versão final defrnitiva de Projeto Básico para a ponte, em razão de a \GTEC não ter ainda concluído a estimativa orçamentária da obra. Esclareceu, ademais, que a demora na aprovação do Projeto Básico nâo permire que a licitação seja por ora Ìançada,
que o DMT \eaÌizará uma audiència pública para a discussão do projeto da ponre e das\espectivas vias de acesso. A audiência pública está agendada para o pró\imo dia 9 de novembro, na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, às (honirio local). A parte brasileira incentivou a delegação pa"raguaia enviar representarteq à \l\,

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deÌegação brasileira prontificou-se a, uma vez elaborado o edital de licitaçãó das obras da ponte, dar ciência de seu inteiro teor à Comissão Mista, poÍ via eletrônica. Além do edital de licitação, a parte brasileira transmitiú, também por via eletrônic4 o Projeto Básico definitivo das ponte, assim que este seja aprovado pelo DNIT.

A

ambientais do cronograma, a delegação brasileira comunicou que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) autorizou o desmembramento do Licenciamento ambiental do empreendimento. Destacou que, dessa forrna, os procedimentos paÍa a contratação das obras da ponte e os das obras das respectivas vias de acesso lmmitffão em separado, permiïindo que se possa agilizar à licitação da ponte. Anunciou, ainda, que o desmembramento do licenciamento ambiental viabilizou a âssinatua, pelo Presidente do IBAMA, no último dia l8 de outubro, da Licença Prévia (LP) das obras da ponte, cuja vigência inìciará nos próimos dias, com a conclusão dos tramites burocráticos. Frisou, ademais, que, do ponto de vista do licenciamento ambiental, não haverá mais óbices para o laÍìçâmento do editaÌ de licitagão da ponte assim que a respecliva LP entre em vigor.

No que se refere aos aspectos

de Instalação (LI) da ponte somente, necessáÌia para o início das obras, somente podeú ser obtida após a concessão da LP dos acessos, a qual está prevista para 30 de março de 201 1. Ìndicou, nesse contexto, que, licitadâ a obra da ponte, o DMT não poderá dar ordem de serviço à empresa vencedora antes de resolvidas as pendências do licenciamento ambiental das vias de acesso.

A pade brasileira escÌaneceu que o a Licenga

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um novo cronograma de atividades, que delegagão brasileira apresen da pre nte Ata, ressalvando que os prazos segue como ANEXO eria no mômento considerar o melhor apresentado s refletem o que se cenário.

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delegação paÉguaia agradeceu brasileiro.

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Características da Licitação
delegação btasileira entregou ao Chefe da delegação paraguaia cópia de parecer encomendado à Procuradoria Federal EspeciaÌizada do DNIT, que

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ANEXO I, sobre o tema da habilitação de empresas "o-o paraguaias regishadas no Brasil que queiram paÍticiPar da licitação das

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ãbras da ponte, A parte brasileira escÌateceu que essas empresas poderão utilizar documentos expedidos por autoridades não-brasileiras para comprovff capacidade técüca e financeira No que diz respeito à habilitação jurídica, informtiu que a comprovação se daïá com o registro dessas empresas no BrasiÌ.

delegação paraguaia agradeceu os escÌarecimentos prestados da Procuradoria do DNIT sobre esse aspecto das características da licitação, os quais responderam ao pedido formulado por ocasião da última reunião da Comissão Mista. Agradeceu, ademais, a disponibilidade do ProiuradorChefe do DMT de maÍÌter conÍatos para dirimir outras dúvidas que possam
surgir nesse tema. Segurança da Nâvegação
que fossem adotadas para o tÍecho em que a ponte será construída os mesmos procedimentos, acordos e regulamentos já aplicados na Hidrovia Parar.rá-Paraguai. Frisou, ademais, a necessidade de que as Marinhas brasiÌeira e paraguaia troquem informações sobÍe aspectos técnicos da nauegaçào sob a ponte.

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A delegagão brasileira sugeriu

delegação paraguaia informou que solicitará à autoridade competente informar seu posicionamento sobre o tema da segurança da navegação na região da ponte, Arobas as deÌegações acordaram que o intercâmbio de informações a esse respeito ocorra por via diplomática.

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Outros Assuntos
Os representant€s dos municípios de loz do Iguaçu e Presidente Franco reiteraram a iraportância de que q ponte, quando construída, possa ser imediatamente utilizada tanto para\o uaaspone de carga como para o tÌânsito de veículos leves, e não apen\ paÌa o tráfego de veÍculos pesados, como previsto hoje por órgãos fisca\zadores brasileiros. O Chefe da delegação brasileira dispôs-se a realizarlestões no sentido de sensibilizag

os órgãos brasileiros competentes dos beneficios para
fronteiriça do tr'ânsito de veículos leves sobre
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ponte.

A SecreÌada Nacional

de Turismo do Paraguai manifestou a necessidade de

que a ponte possa ser também utilizada em beneficio do fluxo de turistas entre aÍnbos os pâíses, tendo em conta a saturagão da Ponte da Amizade.
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Próxima Reunião

As pârtes acordaram convocar a XÌV Reunião da Comissão Mista BrasilParaguai para a Constnrção da Segunda Ponte Intemacional sobre o Rio Paraná para o dia 24 de novembro de 2010, em Presidente Franco,
Repúblioa do Paraguai.
Delegação, da República do Paraguai expressou seu agradecimento à Delegação da RepúbÌica Federativa do Brasil pela calorosa acolhida e pela hospitalidade dispensada.

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ANEXO II

CRONOGRAMA DE ATryIDADES SEGUNIDA PONTE SOBRE O RIO PARANA
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Assinatura da LicenÇa Prévia da Ponte Realização de Audiência Pública para as obras da Ponte e Acessos (discussão do projeto)

L8/10/2010

9/ll/2010,

às

l4h, na Câmara Municipal de
Foz do Isuacu 12/1 1/2010

Entrega do Projeto Básico (PB) Final (Ponte e Vias de Acesso) Análise e Aprovação do PB Final (Ponte) peÌo DNIT Ciência do EditaL deLicitaçáo da Ponte à Comissão

26/11/2010
201t212010 28112/201A

Mista
Publicacão do Edital de Licitação da Ponte Entrega do EIA-RItr4A das Vias de Açesso Realização da Audiência Pública Ambieatal (Vias de Acesso) Parecer Final do IBAMA (Licenciamento das Vias de Acesso). Caso favorável, emissão da LP das Vias de Acesso da Ponte e Licença de InstaÌação (LI) da Ponte Entrega do Cadastro de Desapropriações à Procuradoria Federal Espeoializada do DMT A,rálise e Apïovaçào do PB FinaÌ (Acessos) pelo DMT Início das Obras para a Construção da Ponte ì Publicacão do Edital de Licitação dos Acessos 26/U2011
l5 /3 /201t

30/3/201r t6l5 /201l

4l4lzArr t5l4/201t
r6/s 20tt 16/7 /2011,

Início das Obras dos Acessos

ANE,XO

M

ÁDVOCÀCIA.GERÂL DA

UNúO

PROCIIR{)ORIA-GERÀL FEDERÁI,
SÁN

- qo'drâ

PROCURA-DORIA FDDERrJ- BSPECIÂLIZÀDÁ

03 -lloco - F.difícto Núcl€o dos TrrBportês (61) 3319435&33194351 TeL: ' CEP 70041902

ÍÁ"

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DNIT

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AÀìâr

PÀRECEB/GF.APFE/}NTT,N" 0144812010.
?rocesso o" 50600.01180112010-90.

A$ünto: Consult& Possibiüdade

de

autoridedef Paraguaias
fiDsnceira"

uti.lizâção de docuEentos expedidos por

para cornprovâção d'e crpecidsde técDica e

Sr, ProcuradoFchefe,

ÁL
1.

Trata-se solicitação da Diretoria Executiva a respeito da possibiüdade de que

erDpresas paraguaias, registadas ao Bmsit, possarn ut'úizar docüm€otos expedidos por autoddâdes dô PaÌágÌlai pâra coraprovação de capacidade técnica e 6l1anccir4 dü.rante.processo licitaório para consftução de obra da segunda ponÍe internacional sobre o Rio Para.n á-

InçialDEDtB, cabe destacar que a viúiüdade de participação de eropresas paraguaias já foi objero de â!álise do PÁRECER/TCO/PFE/DNIT/N' 00856/2010.
3Permitida a partíoipação de eEpresas es&angeiras em ücitação Daciolal, a docu.nentação a ser apresentada, quânto À labütação juddic€, óoDsta üo artigo 28, ilciso v,
nesses

2.

temos:
.V - decr€xo dc autorização, em se &atando de empresa ou sociedade cstraugoira em irDciooamenúo'no PaÍs, c-.ato de ÌegisEo ou artorização para flncioülmënto expedido p€lo órgão comp€tenÌe, qualdo a atividade assim o exigü.

4. No que se refere à docunentação rclatira à regularidado fisoal, qualifcação técdca e qualificação econômico-finan-çsir4 a leí é\sil€nto quálto às eriìprcsas cstraryeiËs em
fr.rDciotramênlo Dô

País.

-

5,

O aÍtigo 32 do loesmo diplona leeaì

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\tabelece,

eo seu

$ 40:

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PFEiDMT
Sewigo Público Fod€rãl

quo não fimeioneo no País' talto quatrio possível, arcnderão, Das licitaF€s iltemaoionâis, às eúgêucias dos panigraios anteriores mcdiane doqrmeatos cauivalcútes- aÌrteúticadps ;elos ÌoSpeodvos contulsdos e tadÌ.Ìzidos Dor traduto! iüratrcntado. devendo t4Ì rêpresentação lcgal no Brasil com podcres eirpressos para Ìeccbe! citâção e respoader âdíhiÍistativa oÌ1 judiciahoeDte.
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Dessa fornn, nada impe.de que sejam ar€itos documeotos emiúdos por 'Yutoridades Paraguaias, dÊsdÊ qÌÌe, por óbüo, dcnrro dos moldes das odgências Ptevistls Áa tei, mâis pÍeaisamente Dos artigos 29, 30 e 31, sejam auteaticados pelos Ìespectivos consulados e trâduzidos por tradutor jrÌralleotado.
7. CoDformo sc verifica tros aúos, as eÌnpÍesas que teriao intercsse eo padicipar da licitação seria]! 'tcgistradas no B!asil",

8. .

Ën comenúrío

a esse

dispositivo, esclareae M&çal Just€l Filho, verórr:
àLs

Logo, não se aplica

(r, ColneEtálios à lei de licitações e contratos admiuistrarivos, 13. &L São Paulo:
Dialética 2009, p. 473)

ato coÃvocalório, êxistLá lln1â licitação .,iDt€ÍoacioDal".

da Iêi. Essc diçositivo regul4 exclusívameore, a siü.ução dísôciedade cstaDgcira quÊ, !ão úendo dcsejaÌ participâr de üD6. ücitatão. Se hl for p€Edtido no

sociedades estrdngçims aÈtorizadas a fulcionar

Brasil o disposto Do

arl 32, $ 4',

rc

ê)

"registo" seja equivalente à autorizÀção para ftmcionar no Brasil, exigências do disposirivo [âo se aplicari6]r a essss enprcsas. ,
Caso esse

as

10. TodEvi4 essa inte4'letação devç ser fçita com caúeÌa, ü!]a vez que, pelo que se denota dessâ pÌevisão legâI, ffia-se de referência à documentação ielativa à babilitação jurídica, nÃo se fazeado refeÉncia aos demais documedtos,

Logo, setrdo a enpÌesa ântoÌizadâ â frncionar no País, somente seÍiam as dispeDsadas exigênoias do dispositívo quaoto à coEplovação dos doouúedtôs refeíEEtes à jurídica porquaoto se súEeteriaE as normas bÌasileiras. babütação
11.

Isso porque s€ a empresa "dese\ü rccebet aulorhaçao P@'a Ílnciotlsr Ì1o Brqsil, deverá cumprir as ìegras do Códígo Civil. Cumpridas tdts regras, 4 sociedade fltjeíta-se a regìme equívaleue ao previsrc pota tocledades kacloka4 ' .'
qllâiificação Qüânto aos d€Bais docuoeatos rÊlativos à leguÌaÍidade fiscal, técuica e qualificação econôirico-fiEnceira, dwe-se obíeivar as exig€ncias do dispositivo.

12-

13.

rt4

Caso as empresas !ão íptca-se quzlto a odos os docuneDtos.'

teúan fimoioúrrrento

do Brasil' aí

sio'

Ô dispositivo

15. Ressalte-se, iaclusive, que, eüD se trataldo de empresas que oecessitom de autodzação para fmsiolam€úto do Paí+ cssa exigência d€verá vi{ pÌevisfâ como requisito par:a habititação da empresa no coúame ücitatóÌio (ârt 28' \D

' ruSTSN FILHo, M"rçgl, CoEãnúrios 2009, p.473.

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13'Ej.

são Pado: Dia.léticq

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inlemâcional' não deve Relembre-se, abda que a liciração, em Ìeudo caráter elara$aias' sob peDa de se ferir o pri-ocípio

üwe concorrência.

"-iltãl*ltlt^

Íâ 'à\íq*, 18.

à Resolução Ressaltê-se, ainda' que consta nos autos docrìmctrtação !9fe!eú& CüC 1," zelOt - a.tigo l0 Fé de FÍÌatôs - Origin8l, que se referc ao Protocolo de coDt-aÌações ?úblicas do MERCOSLIL, cuja abálise mcritória !ão nos compete' Por tal razão, a análise aqú realizada cingiu-se aos aspectos da Leì 8'666/93, molmeDtç em se colsiderando que os acordos intemacioqais depeudem de um proc€dimento específco, com Degociação e assiufura pelo Poder Executivo, envio para ratifcaFo do Cóngresso Nacioaal e poslêrior ingesso no di&ito ilrtemo, aÉs pronnlgação e pubücação.
19.
Dessa foroa, para que teúa validade a citada RosoÌuçâo, dwe passaÍ por todas âs referidas etaias, c.oDfolme previsüo tros artigos 84, lrltr e 49, L ambos da CFl88.

"-pr".u,

participação de Nesse caso, deve havü a diÌtlgação anpl4 pern:itindo a ;"iood ou ot-*g"ita qot se erquadre nos reqúsitos de habilitação'

Diante.do exposto, coaclú-se pelapòssibüdâd.e d€ utilização da doouEeDÌação Q ,A por Ymiüda autoridades esrangeiras, desde que observadas as recoúendâções desse opinativo. .$

Com essas colsideraçõ€s, submêto o Fesente paÉcer à apr+iaçâo de V. devendo o feito retornaÌ ao seior correspoadento para ciência e proüdêocias cabi\eis.

22.

Sà,

23.

À consideração superior.

BrasíIi4

16 de setembro de 2010.

GÜSTÁVO
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ÁLVES
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\1 0.1 00. 1 0.606rup0s\sh_00029_SlÍìPcONrnPwo\Ft/O20S\P1 /O0525G201 0.d0c

PFS,DNÏT
Serviço Público lederal

Èoc6*ro n1 50600.01180

De acoÌdo.

Encaminho ao Sr. Procurador Chefe Naciord do DNIT.

ffià wd
2916.

Bresítiq

!?

a" 5.,r,1*^.-),-o6"

TIÁGO COUTINEO DE OLIVEIRÁ PlocuIêdor Chcfe do Setor de Colsultoria

Aprovo

a conclusão rlo parecer ilo Setor de Consdtoria.1PtrE.
à

EucaEhho

DiÌetoÌ,ia Erecu

de 2010.

DUARÏE

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tt0 ÂLN. DECLARACION DE MPÂCTO !A LICB,'ICIÀ AMBIEN'ÁL .rl- pnOYtcrp 'CoNSTRUCCìóN DÊL SEC!ÌNDO puENTE INTERNÂCroNÁL soBRit EL RJo PARÁ.\A". cuYô PRoPoNTr.ÍE Es EL MoPc, Êr-Â-BoRÀDo PoLEL rNG, CESAR OÌú-{R AALBIINÀ (I.2Ot), A S'R DESA.R&qLLADO EN E}: ÍÌ\\T'TEBLD TINCA N'59'' EMRI LAS .cooRDENÁDÁs r;r1T!rr'D 29 !S lq8v S. Ì,O\'GITUD 54'3tt7,7A O YiÂTITÜD 25' 3t'r9d/' S' T NGITID S'r' 39',54 22,o, BÁ.Rruo TRìírRoÌ\"rERÁs, Dlsr8rlo DE PRESiDENTE ÌRÁltco, DDPARTAME "!o DE AÌ,To PABÀNÀ"

-poR LA Co^L SE

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^ru.ciu" vtSTO:ElE!q,4ìlMÀEl@If105.72ÌsohpeÌ?órúrodâ'coE[a@ió!delSesudoP!ê[taìrÌmâciooalSobÉ41ÌvoPÚuáì@vo NiMk 6 el MoPc, .llhoÁdo po. .l los; C4e Od Bârbuu G 20rì r s dcs@UÀdo 4t .l iúucllt fiía N' 59? cDt.
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rópôtuclèo.sd..lp'!'o!bEubtrDbÌr..-. -..---.....--no cunplido @! rôd6 los pro@diniaror ldbirkkdirc. pai!.d6 a h evd4'ó! drl FBeüa Prcrdo, dhblàcidÕ à' lá lJr 294 ql de Evdr&ód de ÌEpddo ÂEbier'!.I) : Dddo Rcdl@cdüio N! la23l.9ó -- -' Qúe, rr Lry N' 156Ì/00 'Q!c cd! el Sislenr N.cio!!l d€Ì Aobicllè, cl coDsejô NeioDâl dèl aúbicntÈ y lÀ Sd.t!íâ dc Aebìcnr. . y l. .orfì@ .l d&q de Aeridãd d. ÁpliceióD de b Iry N'294D3 dô "Ev.iúación dê Ì6pzb Âúbj.ú{:l' y ru Dc, E o Rcs r.obio ìa.28Ì46.'.. . ...--.. ..---Que. êl sqÈeio EjÈ r!vo. Midstó de h scqctdíâ dêl Â'biêor, hr olorgãdo ãl DÈ(or G.diràl dè Coúkol d.-lr Calid.d AdbÌerol y dr td Redros Nd@ls lor Eedio dê Ìa Resoluciô! SE-\V N- O9oÈ ra í@nrd d. firuÌ ll às.búró! o Êcbe d. la ftoluciônes mc*dia pdô li @Decució. de lo. lìna d. ëÌaSÈúir.....---- ..--...'Que, la Dnació! Gdd'l d. c.lrel d. l! C:lidâ! ADhìênrd y dc lG Req$, N|tu!14 (DCCcARÌ[jc hi]lá raultldâ ! cDt@d& cn l, ovôllaciór de Ìos 4tudios 3obre los i'jrpados @bièúrále! y óns4uedes rübri&iorèi, coúrol fiicdizúióí. úonirôEô y
Qtr , s.
Bè!üón de
lÀ CalìdÂd

CONSIDEnÀNDO. Quê. ÉÌ lroyano pres.lsdo par.l ltrg Cdc Bordó!, Jcíc U dú ÀEbiênl?l del MoPCr, ha solicirado la D4ldcióu dè ImPtlo AbbidüI, pr! lo cuaì ha lccledrdô al Cú6úoúúiô AEbleoì:l Bôicô .oft5poÊdiê!€,----'.'Qúe..1 Bru.Ito d. Imprao ADbl.Dr.l y s EP.divo RIMÀ, to€ pranr:d. .a .-I ufto d.l-ÁrL 7'd. l. Iiy N" 29Ll93, y .l AÌ1. N'5 , dunèrrì r1 del DEr.to N' 14JaÌ/96, q .Ì ÁÌtlculo 7'i '5ã !èquariú Evaluació! de Ìúprcrô Aúbie![] pda lo! riguÈíÈ! púyé6ïÌìe obd o rcüviri.de pú]rlj.ú o p.rv.dÀ: ..ü! oúoi: ô) obtu tte @úrld@ioúa. d4nod4 y acãvr.roúa. cú.udo s uda dÈ á@ sleúitcdivrq en ÉdiÈor po.@!oil.s, e! EÌúìó! .l uo údal y apüNd dè Ii ricEã .ú la zo!! ô rl.

Aúblè!È1,

po r coD rtSuielLe

r

EL DIRÊCTOR DE LA DIRXCCION GENERÂL DE COI {ROL DE LA Cô.LTDAD

À\{!IENTA!

Y DE L,OS RICI'RSOS

NÀT-L'R{I,85

DECLÁRÀ'

ArLr": Arr.2'

4rcb&ió! dèllEd,udlo dê úrp.do Atrúl@bl dêl ú@ioudo prcy4b, sio pdjui.io d. crjSlì€lè d proponèúrè una Nèva rváÌuâción ên caso dó oodifici.ìoÉ! sigdlìcrúivd d.l Àaydo, dr @r.Àciâ dc sí.do3 oo pÉeiíos. dc upLìacioler póst!Íiolos ô de poterci&loDes dc los êrecros Egúvos po! cuaÌquicÍ @usa llbsecuc Colcsd.r l, UeBi, Ánblent l @!djcioà{' po. .l ple dê dos lnos yrsoi.h @aplioidto dê lú mdids d. 'l pmtÒcción úbicllll diBluesrd.! el ú.úcìoúdo PId.-..----El cunplimi.lro d.6rá! Bedìd4 de sllìSfióô ètkÁ lljeto a poícrioÍ 3upcdkjór por lã Dilzcció! GeurÌ dc CoÃtrol d. Ir Cãlid.d Âúbi.DÚl y d. 16 R.cúôr N3úrlês d. .rd Së.eúta d. olforjd.! a lo .shbL.idÕ eo .l Âd, N. 21 ó.1
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Lâ delegación bÍasileõa comunicô las siguiêntês modifìc€cronês Ia êntrègâ de VETEC âl DNIÍ del Proyeclo Básico Final (Puêntê y Accesos) 30/1112010, Aprobación del Proyeclo Básico Finâl 17n112411, Publicación del Pliego de Bases y Condicionês 251O2nO11, y lnicio de Obras del Puente 0'1,/06/201 1. Cabè seõalaÍ, que el çumplimiento en fecha dêl cronogÍêma pÍesêntado êstá vinculado a la prosentación del Proyêcto Básico Finel âl DNIT por pârtê de lã empÍesa VETEC, en condiciones de aprob€ción.
La delegación brâsilêÉa presentó un clonogramâ tênlativo actuêlizado de las activìdades, que siê adjuntâ como Anêxo ll.

Con Íêlación a la Licencia Ambiental del lado bras;lefio dêl puente y dê los Accêsos, ìa Dêleqâción bÍasilêia hizo entsegâ ã la Delggación pãrâguaya de una copia de la Licencia Previa del Puentê (Anexo tll) y âoticipó lã enlrega del lnforme de los Estudios de lmpacto Ambiênt€l dê los Accesos al IBAMA.

La Oelegación paraguaya informó que lâ firma consultora contratada por eì Bânco lnteramêrioano de DesanoÍlo (BlD), rnrciaÍá los servtcios en el mes de diciêmbrê dê 2010 y tiene un plâzo dê ejecucjón dê tos mìsmos de 1O meses. Dicha empresa debê elaboÍar el êstudio de impacto smbiêntâ|, câtastro de las propiêdâdes aiectadas y el proyeclo êjêcutivo dèl acceso del lado
parâguãyo.

La Delegación paraguaya inÍormó que a través del MOPC se están haciendo grandes inversiones en la red vial dêl árêã de irÍluencja del Segundo puente con molivo de mejorar la capacidad y la seguridad de Ìos mismos

b)

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nforme sobre el Rèsultado de la Audiencia Pública det 09l11lZO1O

La Delegación brasileõa informó sobre el resultado positivo de ta AudiencLa Pública realizada el pasado 9 de noviembre, en la sede de la Cámara l\4unicipâl de lâ cjudad de Foz de lgueuú y âgradeció a Ìa Det€gación paraguaya por ìa activa pârticipación en dictìâ Audiencia. Hizo êntrega de una copia del Acta dê dicfìâ Audiência Pública (Anexo ÌV).

c)

Presentación del Proyecto Básico Final

Como sê seõaló més arÍiba se tienê prêvisto aprobar PÍoyêcto Básico Final tentativamente para el 17 de ene

XIV REUNIÓN DE LA COi'TISIÓN MXTA PARÂGUAY.BRASIL PARA LA CONSTRUCCIÓN DEL SEGUNDO PUENTE SOBRE EL RíO PARANÁ

ACTA

La XIV Reunión de la Comisión Mixta Paraguay-Brasil para la construcción del Sêgundo Puente sobre el rio Paraná, se llevó a cabo ên la sede de la lvlunicipalidad de la ciudad de PÍesidente Frãnco, Pâíaguay, el 24 de noviembre de 2010. La lista completâ dê ambas delegacÌones frguÍa como Anexo I del presente Acta.

La Delêgación del Paraguay estuvo prssjdida por el Íngeniero Andrés

Dirêcción Nacional de ïransporte, de Iâ Armada paraguaya, dê la Municipalidad de Presidente Franco. La Delegación del BÍasil esiuyo presididâ por el Ministro Consejero Antonìo Alves Júnior, de la Embajada de la Repúblic€ Federativa del Brasil sn êl Paraguay, y esiuvo integíada por repíesentântes del Ministerio de Relaciones Exteriores, del Minìsterio de Transportes, del Departamento Nacional de lnfraestrutuía de TÍansportes (DNlï), de la Marinâ dê Brasil, de Ia Receita Fêderal y de la
empresa Progaia. Luego de las palabras de bienvenida poí parte del lntendente de la ciudad de Prêsìdente Fíanco, Don Cíispin lbanola, el ingeniero Andrés Rivarola, Vlceministro de Obras Pública, dìo inicìo a la reunión èn la que prevìamente se aprobó la agenda propuêsta. Los temas tratados en la ocâsión fueÍon;

Rìvarola Caspccia, Vicêministro de Obrâs Públicãs y Comunicãciones del Ministerìo de Obras Públicas Comunicaciones, conformado poÍ MinisteÍio de Rêlâciones representantes del Exteriores, del Cônsulàdo pâraguayo en Ia ciudad de Êoz de lguazú, dêl Ministêrìo de Obías Públicas y Comunicâciones, de la Secíetaria Nacìonal dê TuÍismo, de la Direçción Nacional de Aduanas, de la Dirección Nacional de MigÍaciones, de la

y

y

a)

Sèguimiento al Cronograma de Actividades

La Delegación brasilêõa ini3rmó que habria modifiQciones al Cronogrâma
oê Aclividades pÍesêntado el 22 de ociubÍe pasado, por moÌivo de extgencias dêl Tribunal dê Cuentas y del DNIT, con relación a mqyor especrfic€ción de Ios costos incluidos en el pres,Jpuêsto presentado.

Asimismo, se seõaló los inconvenientes de la empresa VETEC para elaborar. precios refeÍenciales con base a informaciones de empres\s deì sedor.

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Otros têmas Con relación a la'seguridad de la NaYegación" Ia Delegación bÍasiìeõa entrego un OVD que contiene el PÍoyecto Básico del Puente al representante de la-Armada paÍaguaya, pata su análisis resPeclivo' Câbe seÊalar.guê la úãrúa orasitena yã nizo entrega a la êmpÍesa VETEC de una solicitud de datos complemeniarios para podêr emitiÍ su diclamên sobre el punto Ambas óãràòa.loÀ." acordarcn intercambiar dichss inÍormacionês a través de las
CancilleÍíes.

La Dêleoación brasilefra manifestó la necêsidad de contar con el parecer de ta Armaãa paragwìya en el más brev€ plazo posible paÍa su inclusión en êl Proyecto Básico Finâ|.
Las dêlêgaciones acordâron convocar la XV R€,/.rnión de la Comlsión Mixla squndo Puente sobÍe et rÍo Pangu;y-Bnsil paz€ la consrrucciÓn para 15 de febrero de 2011, de acuêrdo ã1 el día lenralivamente Firìal. Básico tÍámita de aprobación del Proyecto

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Las Delegación del Brasil epreso su agradecimiento PaÍ Egay por lâ recepción y la hospitalidâd recibida.

a la Delegâción

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República d€l Paraguay

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repÌèséntando o píefelto Municlpal de Foz do lguaçu; o Sr, paulo Rsberto Melãhi represént'dndo o Dlretor.geral do DER-PR. prossegulhdo e gdssão, o presidëntê da rÌiesa, 5t. José dã Silva fiago fez uma aÉrêsehtação de 30 tninutos dôs 5llde6 com âs

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Proc€5so: 60600.0 t 660íãOl 0,9üJq rì".

Dèpartrmento Nâclonal de lnfra

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Ectrutu.â dè TrãnspoÍtés

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Àudltndo Fdbllca reíerente aos sERvrços NEcESsÁRlos À REAUzÂçÃo DÂs oBRrs DA PoNTE oNAL SOBRE O RrO PARANÀ LrcANDO O BfiASTL (Fd Ob |AUaçU) E P PARAGUÂ| 14,7 l(M DE EKTENSÀo 0E
ACESSOS

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PONTE COM

750,0rt, quê Ìrãta o Proceslo

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AUDIÊNC|A PÚBUCAi
trrtar p9/U12010
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Proce6so: 50600.0í d503/2o1oi

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OêpartEmênto Nâclonal de lnfra

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gstrufuta dè TrenspoÉes

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Audlgncla Públlc. reíerenre aos SERVTçOS NEcEsSÁRlos À nfaLtzliÃo DAs OBRAS oo .o*,r-6*T$ ,. "e fiÌEhNAcro AL sosRÊ o Rto IARÁNÁ LrcANDo.o iroz Do tGU^çu] iE o emrc{lür

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(PRÊ$IDENÌË ÊiÂNCO}, NA RODgVIA 8R-277/PR, ÌRECHOI DIVISA BMSIVPAR,AGUÁI, SUBTRECHq .", Foz bo r6uAçu - pfiEsrotrun rhlltco, secMENTOr 2r ponrqsoBRÈ o nlo paalruA ErÍENsÃô:.l".,,/J..cjl

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147.KM DE ErrENsÃo DÉ nbessos
50600.016s03/2O10-96.

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PdNÌE coM 760,0m, qoe ríatâ

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AUD!ÊNCIA PÚBLICA
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F:S zr Ntup,' llo PAR PAMNIÉ ESÍADO DO REGIONÂL NO EsrADo suPERlNÍrÊ-fiSl:mçlA REGIONAL

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Departamênto Nacron"t

Processo:5g6oo.ol6uo.rroro-ruqffi ffi ,, DNlr Nact"n.lìá Ue-ffi.tura - DNrr
ïransportes tuta de ïrânsportes

púb[ca reÍerÊnÌe aos JlnlrÌvÌ44iÈ5tGl!!r\ó!v sERyrgpÉdm{flo-s f. *f1^u_ato-?5^?tlT -'--"/ AudEnçta r.uutrk AuqrcÍrçrã \ -s :l_t"^i].lt 'doúr!-' penmitï[IfrËFÜ-Ü ",.t BRAslr (Foz Do IGUAçu] E o PAnnGUAI soBRÊ o Rto gÈ-iíïrop suBÍR€cHo: tRÊctto' otvtsl lnÂslVPARÂGUÂl, 'MTERNAcToNAL ÍpREsrDÊNTÊ FRANCó), Hr nooovh pRestoÊNÌE 2r PoÍ'lï€ SoBRE o Rlo PÀRANÁ, EXÌENsÁoÌ 5Ë6MÉNÍoì FMNco, ioz oo rounçu 14,7 KM DE €xrENsÃo DE AcÉ550s E PoNTE coM 760,0m, que trata o Processo no'

ítt|s 6l)ãè

506Õ0.016503/2010-96.

l-l3TA DE

PRÊSËNCA

/2-. AUDrÊNcrAPúBtlcA e Di \{gr, Dit
Ì 0s/11l2010
ASSINAÌURA

b615â
tüo vra9ì/

,tÂç ARAtì /-!) ^' \

NOME

t',utCi

ASSINATU RÂ

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': Públlcâ referênte ao5 sÉRvlços NE:LÍsSÂRlOs À R€AtlzaçÃo DAs oBnÀs oo oo*rça,$d:" Audqnda rrre(rncror* soBÃE o Âlo pÀRA Á LrcaÉDo o Bxastt (toz Do rGUAçu) t o PARAGW\ 1À lmesioerrr rnaxco), trl RoooVÁ aR-zzzlrn, tneclo: olvts6 enastVPARÁGUAt. suBÍaect&,7Y/ 1\ Foz Do tGUAçu - PRESTDEMTE FdANco, s€GMENÍo; 2! poNTÉ SoBRF o Rro pÂRANÁ, Êx'tEYsI'p: _. ì 14,7 xM DE ÉxrENsÃo DE AcEssos È PoNTE coM 76o,Om, qoe kata o procer5o ,

,,.v'

30600.016503/2010.96.

^t:, ,,.5i.'

AUDIÊNOA PÚBUCA
!l5TA DE PRESEflCA
Dârr: os/11/2010
AssINÀÌURA

NOME

S]ln-t--

_'l

MrNrsrBnro Punuco FpoBner

ceRrroÃo
Cerilíico e dou íe que os oficios de fls.497 e 499 não íoram respondidos alé a presente daiâ, razão pela qua faço estes

autos conclusos ao Excelentísslmo Senhor Procurador da
República Alexandre CoLlares Barbosa

E para

constar avrei este temo.

Foz do lguaçu, 16 dejunho de 2011

-

lvlatricula 6485-8

MPF
(>
cio

Procurodorio

Procuradoria da República No M unicípío de Foz do lguaçu/Pr

Minislé.io Púb,ico Fêdêrol

do Repúblico no Poronó

n-'l

5'l2l201'l IPRM/Fl/PR Foz do lguaçu, '17 de junho de 20t
1

Ao Senhor Robêrto Mêssias Franco DiretoÍ de Licenciamento e Oualidade Ambiental Scen, trecho 2 - Ed. Sede, Bloco c, 1o andar 70.81 8-900 - Brasília-DF

-

IBAMA

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Senhor Direlor,

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Reitero o oÍício 1198l2O11lPRMlFllPR e a fim de insÌruir o

l-

lnquérito Civii n. 1 .25.003,000622712007 -99, solicito que envie, no prazo de trintâ dias, cópia dos autos do Processo n. 02001 .001329/2007-98, após fls. 204, pois as
peças anteriores já íorarn enviadas em oulras oportunidades e ainda informe:

t
I

f.
t-

a1)

o

licenciamento ambiental do êmpreendimento foi

desmernbramento conÍorme sinaliza o despacho n.22812010-?FEIIBAN/Á,/GABiN)?,

em caso posilivo encaminhar também cópia desse novo processo reÍerente ao
licenciamento dos acessos à ponte;

li

i)"

a2)
237197?

para o desmembramento dos estudos ambientajs
1o,

-

houve aprovaçáo pelo CONAI/ÌA nos termos do art. 12, S

da Resoluçáo Conama

I' i: :-

b) previamente aos estudos de impacto ao meio ambiente

e
.

licenciâmenìo ambiental náo

é

necessárìa

a

conclusáo do Projeto Básico e

Executivo de Engenharia?

Ministério Público Federal

.
:

Procurador a da Êepública em Foz do lguâQ!/PR Avenida das Cataratas, no 42 - [4 Eoicy Foz do lquaÇu/PR - Cep.: 85.853-000 - Telefoner 45 - 3521-4500

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Ofício

Procu rodo rio

Mnislério Públio Federol

do Repúblico no Poronó

Pnocunloonn oe Repúeucr No Mur.rrcípro oe Foz oo lcuaçu/Pn

n.

1513/2011/PRM/FUPR

Foz do lguaçu, 17 de junho de 20í í

Ao Excelentíssimo Paulo Mac Donald Ghisi Prefeito lvlunicipal PreÍeitura Municipal Foz do lguaçu"PR

Excelentíssimo Senhor PreÍeito,

Reitero o oÍício 1 199/201 1/PRM/FVPR e a fim de

inslruìr

o lnquérito Civll Público n.'1,25-003.00622712007-99, com base no artigo

129, Vl da CRFB e artigo 8o, Ìl da LC 75193, solicito a Vossa Excelência que, no ptazo de 40 (quarenta) dias, encaminhe a justiJicativa/análise Íundamentada da compatibilidade entre o Plano Diretor do Município e a construçáo da 2a Ponte entre
Brasil e Paraguai,

Cordialmege,

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,

(_--

Alexandre Collares Barbosa Procurador da Fepública

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!L-

MinistóÍio Público Fêderal
Procuradoria da Repúblìca em Foz do lguaç!/PR Avenida das Cataratas, no 42 - lvl. Bo cy Foz do lguaç!/PR - Cep.r 85.853-000 - Telefone: 45 - 3521-4500

€.N\/

- -7go /JÕ/ìt

-uruu qç rrulugdçêo ue rrazo

nLÌps :/r Ìnaì

r.

pÍpr. nìpr.s0v.

D

rl

gs / w e oac! i usc..coftcx

Pedìdo de Pìorrogâção de Pra7n

De: Parâ:
co:

Mârineia PeÍud

4cêmaÍa@pg.rìplgov.br quarta-leira-22/junho/2011 l1:33 Pedido de Prorogagão de Pra7.o

Date:

ffi

^ssunto: Por orclem do RxcelenÌíssitno Senhor PÍocurâdor da RepúbÌica Alexândre Colìares Barbosa, (!ÌprLnr(nL! ao disposto 1Ìo ârt. 4" $ lo e aú. 15 da Resolução r1.Ò 87- de 0i de agosio de 2006, do CSIvIPF, venho âsseverar a necessidade de Prorrogação da instrução do Ìnquérito Civil Público rì.. 1.25.003.006227/2007-99, cuio rerìe é â tulelâ do direlto coletÌvo ao melo ânbiente ecologica ìenic cquilibrado, conÌ foco na coDstrução da segÌìllda ponle interiacìonâì sob|e o Rio Pemná, nâ região do lvÍarco das Três Fronleiras, divisâ enrÌe o Ìúunìcipio de Foz do iguâçü/Brasil e a cidade PresidcÌ1le FrâDco/Pâraguai. Adilação de prazo cncolÌir'â funLlarrento na necessidade de nÌaior desenvolvimcnÌo dâ instrução a lun de acìarâl o cenário fático ejuridico, a permitira tomâda das medides pedinentes previstas no ar1.4" da aludidâ ResoÌução. Apesâr da constantc movinÌentâção do feito, com a realizâção das djÌjgônci:Ìs apropriêdas pelo MpF, as característlcâs própÌiâs do tema em lelà deÌÌlandan mais lenpo para il boa lutelâ do direìto coleti!o resguardâdo.

Marineia Perrud
nla1.6?+85 8

Certidão
Ceftifico e dou fé que nesta data encaminhei à 4CCR,

via

e-maÌ1, pedido

de

prorrogação

de

prazo,

conforrne comprovante acima.
Foz do lguaçu, 22 de junho de 2011

Colla

urador d

22106/10llll:i4

JUNÌADA

Oúe adi.nrê 6ê vê, PaÍ.

coístar.lsvÍêÍ ..rè rotr '

Prefeitura do Município de Foz do Igua
ESTADo Do PARANÁ

Foz do Iguaçu, 07 de junho de 2011.

Ofício n. 138/2011

-

GAB/PGM

Ilmo. Senhor Procurador da RepúblÌca,
Atendendo ao pleito foÍmulado no Oficio

n. 1513/2oll

L.25.OO3,006227 | 2OO7 -99, encaminha-se informações prestadas
N4unicipal de PlFnejamento Urbano, bem como documentos peftinentes,

-

Ref, ICP n,
Secretaria

pela

Renovamos votos de estima e consideraçào.

Souzo M

do

r üerul
í)AB i PR

unicípro

l{

11ì

.,.,-'--1
Ministério Público

Federíí

Procuradoria da República em Foz do Iguaçu

Dr. Alexandre Coìlares Barbosa Av. das Cataratas, 42, f4'Bolcy
Foz do Iguaçu/PR

/ãffi;\
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v,i-ôl vqN4/

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ÈEt{\lÊ{tm

ti{üidde
Plansi.{Í€nto Llôqm

, IL,l /'?L?, ú, 2i/9 /(.1i.7.:.1::;o Jn:iì.n ,1ft t"*t '*;t-t e;,t" /f"am,,-*r,*.suat

:

0 fq'"

Sdlüdo ìJtddd

do

PÍan€Fïìdto Uíôaio

PREFEITURA MUNICIPAL DE

FOZ DO IGUAçU
ESTADO DO PARANÁ

PROTOCOLO:Ofício no I 51 3/20í 1/PRM/FI/PR

FOLHA DE INFORMA Ã o E DESPACHOS
A AdministÌação por meio dos atos legais, possibiÌitd amesma, convefier em
MlnÌicipaÌ
as

leis urbanísticas que visanì instrumentalizar e

ações concretas as diretÌizcs estâbelecidas no Plaro

Diretor

-

PDMFOZ|2006,

iéL

defitiu

ações específ1cas relacionadas à construção da segunda ponte

de ligação Brasil-Paraguai, a seguir descrilas.

A

seguüda ponte BR-PY tem sua coNtÍução prevista no extremo sul da cidade de Foz do lguaçu,

Região do Porto Meira, mais exataÌnente onde estií situado o Marco das Três FronteiÌas, que já é um

local de grande interesse, por ser um dos nossos principais atÉtivos tuÌísticos.
Com a definiçãodo local de implantação da segunda ponte BR/PY, pelo govemo federal, a

Adrninistração municipal, por meio da Lei CompÌemenlar 162 de 9 de dezembro de 2010, ajustou a LC
124 de

2'

de

julho de 2007, que Dispõe sobre o Zoneamento

de Uso e Ocupação do SoÌo no

Município,

criando então a Zona de Interesse Estrâtégico da Area da 2u Ponte Intemacional Brasil-Paraguai, que

abralge

o local e o entomo imediato, visando atender a demanda diferenciada â ser geÌada

com a

construção, especialmente no que se refere a necessidade de espaço para instâlação de todos os órgãos Ìigados à fiscalização do tânsito de mercadorias, veículos, bens e pessoas na ftonteira dos dois países e que se constitüirá na Zona Primária aduaneira. Ver anexo I. Outro aspecto consideÌâdo e que foi tratado com a devida imporlância pela Administração, é o que se refere a inÍiaestrutura viiáÌia necessilria para fazer frente ao grande fluxo, principaimente de mercadorias que deverá ser gemdo com a conclusão da constnÌção da segunda polte BR-PY. Assim a

LC

166

de 22 de fevereiro de 201 I

que revogou a

Lei 3.385 de 29 de outublo de 2007,

que

já previa

ligações viárias impoÌtantes voÌtadâs a dax supode ao empteendimetlto, entÌetanto a LC 166/11

incorporou o tÉçado proposto pelo DNIT

-

Depadamento Nacional de lúââestrutuÌa de TÈnspofies, da

rodovia federal que consoÌidaÌá o projeto da Via PeÌimelÌal Leste.
Esta via ligará no trecho inicial a segunda ponte com a Zona de Interesse Estratégico da Área da ponG

Intemacional da Fratemidade, de ligação Brasil-Atgentin4 local onde está prevista

a impÌâÌ1tação de

toda a Ìogística de fiscalização do trânsito aduaneiro de mercadoda entre os tlês países. Ver anexo II.
Face ao exposto, informamos que o local de construção
e

toda a itÌfÌaesfutuÉ necessaria

relacionada à implanlação da segundaponte Brasil-Paraguai estão compatíveis com o PDMFOZ12006.

Obs,: Subitem 5.3 da Instrução Normativa N" 01/97: "Pede-se que não sejam apostos despachos no velso dos não dihcultar o prccesso de digitalização".

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FOZ DO IGUAÇU, 12 DE JULHO DE 2.011
.

DE

:NILSO RAFAGNIN PABA: DF ALEXANDRE COLLARES BARBOSA EXCELENTÍSSIMOS SENHOBES DA PROCUHADOtsIA GERAL DA UNIAO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

ffi

ASSUNTO: - PROT. MPF PRM/FíPR 1..25.003.006227 12007-99 neouenrveruio oe vtsrA coN/ cóPlA oo, tNQUERlro clvlL PúBLlco INCLUINDO COPIA DO EIA-RIMA PARA A LOCALIZAÇAO DA 2a. PONTE BH-PY PRETE\DIDA ENTRE FOZ DO IGUACU NO BAIRRO PORTO IV1EIRA E A CIDADE PARAGUAIA DE PUERTO PRESIDENTE FRANCO

'

Tendo em vista nosso contato telefônico, vimos junto a Vossa Exceléncia requerer cópia do inoueÍito civ,, publico eÍr paLta, pedindo gentileza seja:ncluldo no conjunto, cópia do EIA-RII\,44 oara a localizáeão da 2a. Ponte BR-PY pretendida entre Foz do lguaçu no Bairro Porto l\.4eìra e a c dade paraquãra oe Puelo Presioente Franco

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Jh 1819 - Ap
211

-

Ed frc o Solar dos Gi

bhia - 85.864-000 - Foz do Ìguaçu Cel.)

Ministério Público Federql

MPF

Procurodorio

do Repúblico no Pqronó
MuNrcÍPìo

Pnocuuoonn oa Repúerrcl No

or Foz oo lculçu/Pn

CERTIDÁO/CONCLUSÃO
Certifico e dou fé que o ofício de f\s. 7131774
não foi respondido até
a

presente data.

Faço estes autos conclusos ao Excelentíssino

Senhor Procurador da Repúb[ca Alexandre Collarcs Barbosa.

Foz do Iguaçu, 27 dc julho de 2011

Para constar, lavrei este termo.

.^/

Marin{ìr Perrudl
Matrícula 6485-8

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n9.Pgrgng /t" Y^ ---__ry{1éA"-lyfÌtÍ?-r:0.Ì'","1 Procuradoria da República No Município de Foz do lguaç u/Pr
Oficio n. l7t5 /2011/PRM/FÌ/PR

-/* \

MPFt;'.ïïïïït: T Í;oo
f[l
Repuorrco

tr3

Foz do lquacu. 1o de aqosto de 2011

À Senhora Gisêlâ Damm Forattini Diretora de Licenciamento e Qualidade Ambiental Scên, trecho 2 - Ed. Sede, Bloco C, 1o andar
70.818-900

-

ÌBAN.4A

-

Brasília (DF)

Senhora Diretora.

Reitero os ofícios

1

198/20.j

1/pRt\t/FtlpR

e

151212011lPAMlFllPR e a ÍÍm de insÌruir o tnquériio Civil n. 1 .25.OO3.AAA6227l2OA7 _ 99, solicito que envie, no prazo de trinta dias, cópia dos autos do processo n.
02001.aa132912017 -98, após Íts. 204, pois as peças anteriores

já Íoram enviadas

em outras oportunidades e alnda informe:

licenciamento âmbiental do empreendimento Íoi desmembramento conÍorme sÌnalÌza o despacho n.22Bl2}rc-pFEI)BAl\lAlGABIN)?, em caso positivo encaminhar também cópia desse novo processo referente ao
licenciamento dos acessos à ponte;

a1)

o

para o dêsmembramento dos esÌudos ambientais houve aprovação pelo CONANIA nos termos do art. 12, S lo, dâ ResoluÇáo C,onama
237197?

a2\

..''/
b) previamenre aos estJdos

.

e

licencjamento ambientat náo

é

de impactogíÁ

ambiente amt)tet
e

necessárìa

a

conclusáo

4,/eõleto násico

Executivo de Engenharia?

Ministério Púbtico Federal
Aven da das Cataratas n" 42 _ M Boict Foz do guaçu/PR-Cep.: 85.853-000 - Ìetefone 45-3521-4S00

Proc!radoria da Fepúbljca em Foz do lg!açu/pR

I

MPF
Ministério Público Federol

Procurodorio

Procuradoria da República No M unicípio de Foz do lguaçu/Pr c) a inslalaçáo de êsÍutura aduaneira está sendo
analisada em qual procedimento?

do Repúblico no Poronó

d) como compatibiiizar no tempo o E|AFll\rlA dos acessos
e o Estudo Ambiental simpliÍicado da Ponte?

ó
Atenciosament

(7 a* *"9 ?t!*l

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e;

exand6 Collares Barbosa
Procurador da República

.

Ministério Público Fedêral
Ìrrocurador a da República èm Foz do lguaç!/PR

Avenidê das Caìaratàs nd 42 - M Bolcy Foz do lguaçu/PR - Cep.i 85.853-000 - Te efone: 45 - 3521-4500

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qúô aaliânte s6 vê. Para constar, laúel este termo.

SERVICO PÚBLICO FEDFRAì, NlINÌSTERIO DO ]VEIO AN'lBIENTE - MN'IA

ÌNSTÌTUTO BRASILEIRO DO N'IEJO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVÊIS - ÌBAN,lÀ SCEN Tiecho 2. Edilìciô Sedè BlocoC.Blasitia DFCÊp:?08t8-900 Ìel.:(oxx)6'1 3316 1293, Faxr (0u) 61 3225 0564 - URLr h o/w, bama aovbr

ot]cio n'Bq Ì/20 rr /DrLrC/TBAMA
Brasllia,e? de Agosto de 2011.

A Sua Excelência o Senhor,
Alexandre CoÌlares Barbosa Procurador da Repúb1ica Ministério Público Federal
AveÌ1ìda das Cataratas,
l{Íis CttíÕa
0 ua

Íle Baíos

42

M. Boicy

80.853-000 Foz do Iguaçu - Paraná

Assurltoi Plocesso de ìicencianenlo ambìental da Ponte lnternacionaÌ

Btasil

Paraguaì

Scnhol Procurldor,

1.
I 1 98/20 I
Ì

Em resposta ao Ofìcio n. 1715/2011i?RÌ\.tFIlpR, cÌue reitera
/PRM/FÍPR, envio, ern anexo,
as

ópias solicitadas

o OÍìcio

Ì1.

dos processos.

Em atendimento aos questionamentos, infolmo que, ern relação ao destÌeúbramento do processo, o ÌnesÌno restou flndamentado no PaÌecer N.. 04ITiCOEPE/BMF. da procuradoria Federal EspeciaÌlzada junto ao Ìbalna, conì decisão da autoridade cornpetente à folha n. lgl. Necessár'io rcssalvar que à época da referìda deliberação,não loi suscitada a iplicação do Afi. 12, g l"

2.

como requisito para validade do ato decìsódo, tendo o processo de licencianìento seguido seu trâmire natural. A PFE entendeu que a apÌicação do caput do referido dispositivo nolmâtivo atendia às calactedsticas do caso em tela, conclujndo lavoravelnente ao dgsmetrlbtamento do processo. Consjderando a Resolução CONAMA n" 23711997, AÌ1. g", inciso I (.,aprova a sua localízação c concepçãa, atesí.lndo a víabírídade ambientar e esÍaberecenda os requisítàs básìcos e candícíonantes .i serem atendidas nas próximas íases de sua implementação,,), necessário escÌàrecel que, do ponto de vista técnico, a análise do esturio ambientál de viabilidade <ie locaÌização não prescindc da aplesentação do respectivo projeto básico ou fina1 de ensenharia.

3.

ó

A estÌutura aduaneira está preüsta no EÌA_/RÌMA do acesso à Segunda Ponte Inlernacional BrasìÌ (Foz do lguaçu) paraguai (presidente Frânco). Será solicitado âo DNIT que erìvie cópia do EÌAJIìÌMA, er.n meio digital, pata essa procuradoria.
Eln relação à compâtjbilização temporal elÌtrc o EIA,/RÌMA do acesso e o Bstudo Ambiental SinpliÍìcado da ponte, o parecer N,'. 041 7/COEpVBMF, em sua conclusão infoÌma sobÌ.e a "obrígação de andemento harmônÌco entre os lìcenciaueníos, especìalmente caracterizaclo pela itnp.ossÌbílidade das.obras de qualquer das pattelas _ mdterìa da liceiça de insralação, enquanta não culilí.lct, cto menos, lícença prëvia para as clemaìs obras ìntegrantes do'empreenàìmento,,.

KRMA/CFS

adicionais necessários.

AterÌciosarnente,

E

LICENCIAMENTo AN4BIENTAL

G

idiLicìCClrlA,0 l-:llPÍìOD'IDr.lli,BF277 PÍì Se9!.3n Poftc Blisii Pa.ni,;:r ,jôil€

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1lì2tilra!

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KRM,^/CFS

-'

MPF

Procurodoriq

do Repúblico
no Poronó

é"i"è

Minislériô Público Federol

Kfi/

Pnocunlooarn on Rrpúertce No MurrcÍpro or Foz oo lourçu/Pa

CERTIDAO/CONCLUSAO
Certlíco e dou que Íé que iormei o anexo n.02 com as cópias

do processo do
715.

IBA|.,4A

n.460ô/2010, cllado no oíÍc o de íls.

Faço esles autos conclusos

ao

Excelenlíss

mo

SenhoÍ

Procurador da RepúbLica Alexandre Co lares BâÍbosa.
E para consïar, lavrei esÌe leÍmo.

Foz do

lg!aç!, 20 de selembro

de 2011

p
N4arine a

v,\17u

der lúatrícula 6485'8

I ud ^

Minislério Públi€o Fedêrol Pnocuneoonte ol Repúertcl No M uNLcíPlo DE Foz oo lcueçu/PR
Pnoceott',rerto r.r. 1.25.003.006227/2007"99

MPF
2'Porre BRI/PY

Procurodorio

do Repúblico no Poronó

Assururo: CorsrnuçÃo or
ÁnEa reruÁrrcn: 4. CCR

DESPACHO

No despacho dê íls. 483/484 Íoi determinada

a

expedição de ofÍcio à Secretaria-Exêcutiva do Conselho de DeÍesa Nacional, ao IBAN,4A, ao DNIT, ao representante brasileiro da Comissão lvista BrasilParaguai para a construção da 2q Ponte lnternacìonal e à Prefeitura l\,4unicipal de Foz do lguaçu/PR.

Nas fls. 493/494 consta resposta do SecretárioExecutivo do Gabinetê de Segurança lnstitucional da Presidència da República informando que o Primeiro Acordo, entre a RepúblÌca Federativa do BrasiÌ e a Bepública do Paraguai, para a ConsÍução de uma Segunda Ponte sobre o Rio Parâná Íoi Íirmado em 26 de setembro de 1992. Ocorre que, as atividades de

concessão do ato de consentimento prévio pelo CDN, somente Íoram retomadas, após parecer da então Secretaria de Assuntos EsÍatégicos-SAE
(Parecer na 004/94-AJU/SAE/PR) publicado no DOU na 108, de 09 de junho de 1994. Desta Íorma, o Presidente da Bepública, à época, estava impossibilltado de submeter a matéria ao Conselho. Entretanto, o Conselho tem parÌicipado

das reuniões conduzidas pêlo
construÇão da reÍerida ponte.

l\,4inisÌério

das ReÌações Exterìores sobre a

Nas Íls. 516/517 consta resposta do Chefe substituto

da Divisão da América l\,4eridÌonal ll, Nlinistério das Relações Exteriores, informando que os órgãos Íederaìs com atuaçáo na fronteira foram
consultados acerca da concepção funcional de arquitetura do centro fro e acerca da quantidade de servidores que trabalhariam em tais in planejamento para concretizar o incremenio de pessoal não Íoi ser questão adsirita a esirutura interna de cada um daqueles órgãos.

'ça
,

, por

Ministério Público Federal Poronó Pnocunnoonre DA REPI'JBLrca No M uNÌcíPro DE Foz oo

MPF

Procurodorio do Repúblico

no

lcurçu/PR

Nas fls. 521 e seguintes consta resposta do DNIT endaminhando inÍormaÇões sobre o atual estágio do Projeto Básico do errb'eendinerto ídestaque pa'a as r'ormaçoes presenles a f|.533). das quais se depreende que o proieto foi cindido (Ponte / ligações viárias e instalações
de Íonteira) e ambos estão sendo revisados.

Na fl. 706 consta oÍício da PreÍeìtura I\,4unicipal infqrmando que o Plano Diretor da cidade foÌ ajustado, a fim de permÌlir a
conskucão da sequnda ponte.

,

Por fim, na

f

l.

715 consta resposta do

lBAli,4A

lnÍormando que a decisão de desmembramento da lÌcença ambiental não Íoi submetida a aoreciacão do CONAMA. Ainda esclarecêu que a análise do estudo ambientaT de viabilÌdade de localização não prescinde dâ apresentação do respectivo projeto básico ou final de engenharia. Também informa que a

instalação da estrutura aduaneìra é analisada no ElfuRlN/A do acesso à segunda ponte. Em relação a compatibilização temporal entre o EIA/Rl[,4A dos acessos ê o EA da Ponte limitou-se a repetir os termos do Parecer na 417lCOEPE/BMF que dispôs sobre o andamento harmônico entre os
licenciamentos.

Tendo em vista as respostas apresentadas acima e ainda a notcia, em anexo, extraida da rede mundial de compuiadores que relata a dernanda do Paraguai por uma ponte ferroviária, determino a expedicão de ofício ao DNIT, para que, no prazo de Ìrinta dias, iníorme se â

intênção maniÍestada pela Presidente da República em reuniáo corn o PresÌdente do Paraguai, no sentido de construir uma ponte ferroviária entre os
dois países, está sendo executada ou se o órgão permanece trabìalhando com o projeto de ponte exclusivamente rodoviária. Ainda para que esclareça o atual
estágio do empreendimento;

Corr â resoosta. acaso seja vea'icado qu
o-êrmanece

o mesrno. oTtcreDiretor-Geral da Polícia Federal e a Dìretora Geral da Polícia Rodoviária
Federal para que, no prazo de trinta dias, prestem as seguintes informações:

MPF

Pro cu ro d o rio

do Repúblico Mini5'ório Públi.o F€dêrc| I no Po ro nó
Pnocunqoonre or Repúaucn ruo MuNrcÍpLo oE Foz oo lcuaçu/PR

a) Qual é o

'eÍetivo

de servidores que atuam

diretamente na Aduana da Ponte lnternacional da Amizade.

b) Foi comunicado(a) sobre a existência de projeto
para a construção de uma segunda ponte entre BrasÌl e Paraguaj?

c) Foi consultâdo(a) acerca do modelo de Aduana
proposto? O modelo Íacilita a atuaçáo dos órgãos de repressão?
d) Qual efetivo de servidores seria necessário para o Íuncionamento da Aduana desta segunda ponte?

com as respostas, abra-se nova conclusào.

Foz do lglraÇu, 30 de

e 2012.

Procurador da Rêpública

MPF
MinisÉrio Ribltuo Fêderül

Procurodorio do Reoúblico no

(Ì,

Pnocunloonn
OÍício n'
7

DA REPúBLrca

No Munrcipro oe Foz oo lcurçu/Ptr

Poronó dtrì, D

43120 12lPRM-FOZ

.ël ". \3l#,'

Foz do lguaçu, 30 de abril dê 2012

Ao Senhor José da Silva Tiago Superintendente RegionaÌ do DNIT no Estado do Parâná Superintendência Regional do DNIT no Estado do Paraná Av. Victor Ferreira do Amaral, '1500 - Tarumá CEP 82800-000 - Curitiba - PR

Senhor Superintendente,

Inquérito Cjvil público n. 1.25.003.00622712007"99, solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de 30 (trintâ) dias, informe se a intenção manifestada pelo presidente da República em reunião

A fim de

instruir

o

com o Presidenie do Paraguai, no sentido de construir uma ponte projeto de ponte exclLs;vamente rodoviária.

oviária entre os

dois países, esiá sendo executada ou se o órgão permanece trabalhândo com o

Requeiro ainda, esclarecimentos sobre o atual estágio do empreendimento.

rtiCl3,L.'ü: PR0T0C0L0/DNIT

rn,09-i:Q!r
iJ*IRAJÀR}.

ndre
or da República

Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Foz do lguaçu/pR Avenida das Cataratas, no 42 - N4. Boicy Foz do Iguaçu/PR - Cep.: 85.853-000 - Tetefone: 45 - 3521-4500

*

'ìÊY t?ll ,y,ïli:ïït;l

OÍicio no 82912012/PRM-FOZ

do Repúblico $-'% "Ê Minlstério Ìiblico Fêdêrol no Poronó íl"zZ\ o+ (7Ê ç.t;.,ttY Pnocuuoonn ol RepúeLrcl No MurtcÍpto oe Foz oo lcunçulH
Foz do lguaçu, 28 dê maio de 20Í2

MPF

Procurodorio

Ao Senhor Carlos Alberto Freitas Barreto Secretário da Receita Federal do Brasil Ministério da Fazenda Esplanda dos Ministérios, Bloco P 7O.7 40-5034 - Brasília/DF

Senhor Secretário,

lnquérito Civil Público n. 1.25.003.00622712007-99, solicito a Vossa Senhoriâ que, no prazo de 30 (trinta) instruir
dias, preste as seguintes Ìnformações:

A fim de

o

a) Qual é o efetivo de servidores que âtuam diretamente
na Aduana da Ponte lnternacional da Amizade.

b) Foi comunicado(a) sobre a existêncja de projeto para a construção de uma segunda ponté entre Brasil e Paraguai?

c) Foi consultado(a)

acerca

do modelo de

Aduana

proposto? O modelo faciliia a atuação dos órgãos de repressão?

d) Qual eietivo de servidores seria necessárjo para
Íuncionamento da Aduana desta segunda ponte?

o

Atenciosam

CollareíBarbosa
urador da República Ministério Público Federal
Procuradoria da República êm Foz do lguaçu/PR Avenida das Câiaratas, no 42 - M. Boicy Foz do lguâçu/PR - Cep.: 85.853-000 -'fêlêÍone: 45 - 352'i-4500

/.Y

\V

MPF
MinisÉrio FÍblico Federol

Procurodorio do Repúblico

no Poronó

Pnocunloonn DA REpúBLtca No Murrcipro oe Foz oo lcurçu/Pn n" 830/2012lPRM-Foz ,Foz do lguaçu, 28 de maio de 2012
A Senhora Maria Alice Nascimênto Souza Diretora-Gerâl da Policia Rodoviária Federal Sede DPRF - SEPN 506 - Bioco C - FÌotecâo 8 70.740-503 - Brasilia/DF

Senhora Diretora,

lnquérito Civil Público n. 1.25.009.00622712907-99, solicito a Vossa Senhoria que, no prâzo de 30 (trinta)
dìas, preste as seguintes informaçÕes:

A Íim de instruir o

a) Qual é o efetivo de servidores que atuam diretamente na Aduana da Ponte lnternacional da Amizade. b) Foì comunicado(â) sobre a existêncÌa de projeto para a construção de umâ segunda ponte entre Brasil e Paraguai?

c) Foi consultado(a)

acerca do modelo de Aduana

proposto? O modeìo facilita a atuação dos órgãos de repressão?

d) Quâl efetivo de servidores seria necessário pãra
funcionamento da Aduana destã segundfuoh!e?

o

c

Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Foz do lguaçu/PR Avenida das Cataratas, n" 42 - M. Boicy Foz do lgLraçu/PR - Cep.r 85.853-000 - TêleÍone: 45 - 3521-4500

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MPF

Procurodorio do Repúblico

MinistéÌio Público Fêderol

no Poronó

Paocun-aoonn on Repúerrca No Murrclpro oe Foz oo lcurçu/Pn Ofício n' 831/201 2/PRM-FOZ Foz do lguaçu, 28 de maio de 20í2

Ao Senhor Leandro Daiello Coimbra Diretor-Geral da Policia Federal SAS - QuadÍa 6, lotes 9/10 - Edificìo SEDE/DPF 70.037-900 - Brasília/DF

Senhor Diretor,

Inquérìto Civil público n. 1.25.003.006227/2007-99, solicìto a Vossa SenhorÌa que, no prazo de 30 (trinta)
dias, prêste as seguintes informações: a) Qual é o efetivo de servidores que atuam diretamente nâ Aduana da Ponie lnternacional da Amizade. b) Foi comunicado(a) sobre a existênciâ de projeto para a construçâo de uma segundâ ponte entre Brasil e Paraguai?

,

A Íim de Ìnstruir o

.

c) Foi consultado(a)

acerca

do modelo de

Adüana

proposto? O modelo íacilita a atuação dos órgãos de repressão?

d) Qual efetivo de servidores seria necessárjo para
Íuncionamento da Aduana desta segunda ponte?

o

andre Collares Barbosa Procurador da República Ministério Público Federat
Procuradoria da Repúblicâ em Foz do lguaçu/pR Avenida das Câtaratas, nd 42 - M. Boicv Foz do lg-âçJ/PR - Cep : 85.853-000 - Teleíone: a5 -:SZtqSOO

Página

I

de I

Marineia Perrud - PEDIDO DE PRORROCAçÃO DE PRAZO . EMAtt 89 2012

De: Pâra: Data:
assunto: Anexos:

MarineÌa Perrud

acaírìaía@pgrmpÍ.gov.br 25/06/20L2 L1,29
PEDIDO DE PRORROGAçÀO DÉ PRAZO - EMAI- 89 2012

PRORROGAçÁO PRAZO ICP 1.25.003.AA6221 2001 -99.doc

PoÍ ordem do Excelentissjmo Senhor Procurador da RepúbÌica Alexandre Collares Earbosa, em cumprimento ao disposto no arÌ.4o ! 1o e art. 15 da Resolução n.o 87, de 03 de agosto de 2006, do CSN4PF, encamìnho em anexo, despacho de solìcitação de prorrogação de prazo referentes aos autos de

tcP r.2s.003.446227 /2007 -99

AtencÌosamente,

Ìúarineìa Pêrrud

mat.6485-8

Íile:///C;fuserstusuarioloçaVAppData./Local/TempDGgrpwise/4FE867ACprprcuritiba..

.

2510612012

TA DA

DPF/Fc/PRl

Eeé--t
DELEGACTA DE poLÍcrA FEDERAL EM Foz Do Avenida Paraná,3471 - Pólo centro'Fone:45 3576-5500 - cEP 85.863-720 - Fazdo la\iàcllPP,tr9

seRvrco p jgLrco reoeRal nt.l - oepnRtni,leruto DE poLicrA

FEDERAL

rcuAÇu/pp

'

Ohe io

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35q0,2012 -

DPtrFlc/pR

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l-"" ,6' à -!y af

,á-ARõ\

r'z ii t V". ^o9 \9,:19.,

Foz do Iguaçu/PR, 26 de junho de 2012.

A sua Excelência o Senhor ALEXANDRE COLLARES BARBOSA
ProcuÌador da República Procuradoria da Rcpública em Foz do Iguaçu Foz do Iguaçu/PR
llaÍcï

ll.

do

Matric.6355.0

Assunto: Inquérito Civil Público 1,25,003.00622112007-99. Resposta âo ofício
831/2012lPRM-FOZ.

Senhor Procurador,

Em rcsposta ao ofício em epígrafe e aos quesitos nele fomuÌados, inïormo a Vossa Excelêncìa o quanto segue:

a. A fim de contextuaÌizaÍ a resposta a este quesito,
daquele necessário para
atividades-meio

temos que a DPF,FIG/PR conta

hoje com 143 (cento e quarenta e três) agentes de polícia federaÌ, núInero aquém

o

desempenho

de todas as atividades (sejam
escalas

ou atividades-fim). Scj em

de plantão (Sede,

Ponte

Internacional

da Amizade, Ponte IíÌternacional Tancredo Neves,

AeroPorto

lniernacionaL das CataraÌas, Posto

de Capânema e Posto de Saniâ Helena)

ütilizamos cerca de 65 (sessenta e cinco) policiais federais. O restante é divido nos

mais diversos setores (Núcleo de Imigração, Núcleo de Repressão
FâzeÌÌdários, NúcÌco de Repressão

a

CÍimes

a Crimes Financeiros, NúcÌeo de

Capluras/

Plânejamento Operacional, Núcleo de operações, Núcleo de InteÌigência, Comissão

:

tóÉtFroi PEI

senvrço eúauco reoenar vr . oeËÃnrnìureuro DE po-ÍcrA FEDEqAL.
DELÉGAo]A DE PoLíctA FEDERAL
Avenida Paraná, 3471 ' Pólo CenÌro
E[,1

@r
tg"

16;ìn:/-,Ì r^'-\ - Fone: 45 3576'5500 - CEP 8s.863-720 - Foz do lguaçu/PB
Foz Do

^ ,,^^ IGUAçU/PR

ârJT'

õ1

de

vistoria e Controle de Produlos Químicos, fuúcleo de Administração, Núcleo

&;"Ín3"+ \iqgrs-9"-

Cüstódia, Comissão de Disciplina, Núcleo Especial de Polícia Marítima, Canil, Sinarm, entre outros). Diante deste quadro, mantemos na PIA cerca de 20 poÌiciais
federais, que se revezam em quatro equipes, com jornadas de trabalho de 24h x ?2h (05 policiais por tÌrmo);

b.

De acordo com o Sr. Superintendente Regional da Polícia FedeÌal no Estado dô ParaÌlá, Dr. José AlbeÍto de Freitas Iegas, houve a apresentaçáo do plojeto de
constÌìÌção da seg!ÌÌda ponte Ìigando o Brasil ao Paraguai, nas imediaçóes do atuâl

"Marco das Três Fronteiras". Na época, foi oportunizado à Polícia Federal e à Receita Federal que Íizessem sugestões ao pré-pÌojeto, sendo que este fora
finalizado atendendo de satisfato.damente a ambos os órgãos citados Destâ forma,
temos que a ostrutura ideaÌizada neste pré-projeto seÌia totaÌmente diveNa daquela existente hoje ÍÌa PIA, restando adequado aos tÌabalhos de fiscâlizaçáo necessários,

bem como ao atendimento aos türistas Cabe Ìessaltü que o pÌé-prcjeto é passível

de alteração quando de sua execuçáo, o que pode modificar o quadro até entáo
apresgntado;

c.
d.

Vide item anterior;

Nos lermos do rclatado no item "a", para que seja feito um trabalho de fiscalização
razoável nas duas pontes qüe ligam o Blasil ao Paraguai, serão necessálios cerca de

400 (qúatrocentos) novos policiais federais. Chegamos a este númelo com base nos dados âpresentados atualmente pela PIA, em que o fluxo diário de veícuÌos se

aproxina de 20.000 (vinte mil), além de 15.000 (quinze miÌ) transeüntes e 12.000
(doze mil) úolocicletas. Se considerarmos que os policiais federais se revezam em

lumos de 24h

x

72h, com o túmeÌo ploposto tetemos pol tumo 50 (cinqüenta)

sewidores em cada uma das

pontes.

Õ

:

SERVIçO PÚBLICO FEDEML
MJ - DEPARTA-Ìi4ENTO DE POLICIA FEDEML DELEGACIA DE POLÍCN FEDEML.EM FOZ DO IGUAçU/PR Av€nida Paraná. 3471 - Pólo ConÍo - Fon6: 45 357€-5500 - CEP 95.863-720 - Foz do lguaçúPR

Por denadeiro, é importante salie aÌ quc há em aodamento concuÌso
público para o provimetrto de 500 (quiúentas) vrg,< de agenle de polícia federal e, de
açordo con o Sr, MiaistÌo de Estsdo da Justiç4 todos os aovos servidorcs seÌáo lotados ns

faixa de Aonteira.

\,
RespeitosameÍrte,

\-

U

l-

d-:q
SERVIÇO PUBLICO FEDERAL \4J - DIPARTA\,,1f NTO DE POLiCIA FEDERAL

DIREÇÃO-CERÀL DESPACHO NO 32+37 I2O'.'2-GABIDG/DPF
..1d00YÈ)

Brasília-DF, 11 dejunho de

i012,

REFERENqÂI

oício no 831 - Prccuradoria da República no

i\4uniaípÌo

de Foz do

lguaúPv

de 2A/O5/2O72.

Protocolo no 08200,016393/2012-7 L.

ASSU NTO

I

Solicita inturmades a f,n'ì de insúuÌr 7.25,003.006227 / 2OO7 -W.

o Inquérito CÍvil Público no

INÌERESSADOI
DES PACH O I

ALEGNDRE COTLARES BARBOSA - Procurador da República.

De ordem, encaminhe-se ao GAB/SF/DPF/PR parê conhecimento e

manfesGçao drretamente ao soLlcttante.

Delegado de Polícia de cabin

F

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cí"' -

Qju,av,unlr,t-* orlXr lr:6lPa ,c.ana-. -tw! \\u d"^-u'o wvax LnlJ,o", uì-L üi,tú'c,tronru'
Çv'^

âs Joo (t
uuÉÀLòEÊÌODE

upÊ'irhrd€íte Regiooãl.SfilFFpfi

llasse Es0echl : Llatri.útâ 6{ts

I)Ì-' SI ARI RFÌ]

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uinirtgiooaFazenda

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Receita Federal--'

&,rnoç)

or"io n" 5 86 lzorz-RFB/cABTN
Brasitia.

Ocl

de

J,,.\ho

6"

,otr.

A

Sua Excelência o Senhor Alexandre Collares Barbosa Procurador da Repúbljca Ministério Público Federal Procuradoria da RepúbÌica em Foz do Iguaçu Avenida dâs Cataratas, n" 42 - M. Boicy CEP 85.853-000 - Ioz do Iguaçu (SC)

ilaÍcy l'l. dg
l1,4alric.

flanos

6355-0

Assunto: Inqué'rito Civil PúbÌico n' 1.25.003.00622712007 -99 e-Processo: 13355.722028/2012-1 5

Seúor Procurador,
Reporto-me ao Oficio n" 829/2012/PRN-FOZ, de 28 de maio de 2012, por meio do qual Vossa Excelência, a fim de lnstruiÌ procedimento preparatório em epígrafe, solicita informações sobrc: o efetivo de servidores que afuam diretamente na Aduana da Ponte InternacÌonal da Amizade; a existêncìa de projeto para a construção de uma segunda ponte entre Brasil e Paraguai; a existêncÌa do modelo de aduna proposto e se esse modelo faciiita a afuação dos órgãos de repressão; e quaÌ o efelivo de servidores seria necessário para o funcionamento da Aduana dessa segunda ponte.

Em atendimento à soÌicitação dessa ProcuradoÌia, encamiúo anexo InformaçAo DìA\A/SRRIOq n" 07. de 27de juúo de 201 2.

CARLOS ALBERTO Secretário da Receita F

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MINISTERIO DA FAZENDA SECRETAÀIA DA RICEITA IEDERÁL DO BRAS]L
Receita Federal
SUPERÌNTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEÌTA FEDERAL DO BRA,SIL NA 9' RF

DI\'ISÂO DE

A

DMÌNISTRÂÇÃO ADUANEIRA

lnloímoçõo DIANA/SRRFo9 n" 07, de 27dêjunho de 2012.

Assuníô: Iníormações
Processo I

3 3 5 5. 7 22028/20

da DRF-Foz do lguaçu pora atender o I 2-7 5

Ofcio n" 829/2012-PRM-FOZ

O MinisiéÍjo Públlco Federol no Município de

Foz

do lguoçu/PR encominhou oo

SÍ.

Secrelorlo do Recejïo Fedeíol do Brosilo expedienle êm epigroíe, corn visÌos obieÍ informoçóês perilnenies ò ollvidode oduoneiro noquele munÍcíplo, rnoh especlÍlcornenïe no fronieÌro BÍosil* PoÍoguol.

2.

Trqiondo-se de moÌéÍio que diz Íespeiio ò

RF09,

o documenlo fol ouiuodo no presenÌe

processo e encominhodo o eslo Superlnïendêncio poro que fossem preslodos os informoÇões o

seu olconce. As quesïões formulodos foÍorn íespondidas, especio menïe, Receiio FedeÍol do Brosil em toz do lguoçu, conforme dlspomos o seguiri

peo Delegociq do

l)

Quol

o

etelivo de servjdores que oluom dkelomenie nd Aduono

do

ponle

lnleÍnocionol do Amizode?

A Ponïe lniernocionol do Amizode - PIA conio oluolmente com 45 (quoÍenÌo e c:ncoJ servidores em seu quodro efeilvo. PoÍo ournenioí o fiscoilzoçôo sobíe os viojontes e
veículos que Íelornom

do Poíoguoi, recebe ojndo reforço de pessool de
BroslL,

ouiros

unldqdes do ReceiÌo FedeÍol do

no coniexlo do Operoçôo "FronïeÍo

B

indodo". A

médlo dos úliimos é lseisl rneses lem sido 13 (heze) servidoÍes. ConsÌderondo que aos sóbodos e ferlodos hó !m incíemenïo de viojontes e veículos, princlpqlrnenle em funÇõo

do ïurlsmo no cidode, o
do

DRF/FOZ

lem urno escolo de servÌdores, que oìuorn
iem sido de l2 (doze) servidores.

nos

oiivÌdodes Ìnlernos, poro reioíçor os oiividodes nesses dios. A rnédio dos coloborodoíes
DRF/FOZ nos úlÌimos ó (seis) meses

1ÌÌôrrr.nnì âss Ìadodqit:]nÈnl..o.í.

Ìr,

MP

r.

22AA 2 de 2a

aljt'lt]1 ^ss.âd.dort

^1t.i.].árrô i,) Dc.. DE SOUTA ['lACEN'^ ;Ì ÌLl. ^NEÌE e Ì,0910ì/20Í2 p.r iilr nén. da FiTcìd.

rrqihrìe.re.iì:'3/il6r20tt Fo

JANÊÌE DE SO'JZA MAaEN^

PIì CL]RÌTÌBA

SRRF09

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MÌìISTERIO DA F.{ZF,NDÀ
SECRETARIA DA RÊCEITA FEDERALDO BR-{SÌL Receita Federal

SU!ERINTENDÊNCh RXGIONAL DA RECEITAFEDERAL DO BRASIL NA
D]VISÃO DE ADMINISTR,{ÇÂO ADUANE]RA

9'RI

l.l

SeridoÌeB LólôdÒs na Ponìe nteínã.i0ìa da Ámizâdâ

- PA

a
1

3

,15

2-)Sárnddâs dè Rêíô,qo de ô útBs ! nldane e ÍFronrék6 alndsdàì ôdia dê 0í/2012 a 06/2012

l

I
12

13 .58

3)SâMdo.*

dè Rêlo,ço da

DRI/Foz Ìol,al CÉ61

5

1

Oo! dádú èpÉ!ênúdos r.'ma

sòo rêreEnrès d 2012

2l to; comunicodo sobre q exislêncio de projelo pqro o con5Íuçõo de umo segundo
ponle enkê Brolil ê Poroguqi
?

En

18/11/2414,

foi reolÌzodo umo reuflõo prepoÍoÍórlo poro
RFB (.Juliono

o XV Reunlôo

do

Co.nissõo Mlslo Brosil-Poroguoi poro o consÌruÇÕo do 2o PonÌe sobre o Rìo Poronó, que

contou corn o poíiicipoÇõo de represenïonles do
MRE,

Melro Rlcci - CORINì),

DNÌ, BAMA e MorÌnho do Brosj, quando Íoíorn deboiidos, enìre oulros, iemos referenÌes oo cÍonogTomq dos oiivldodes, projelo bósÌco de seguronÇo e lìpo de
irônsllo o ser perraiïldo, ou sejo, openos veícu os de corgos ou quolqueÍ ïlpo de veícu o

+ pedesïres, o exernplo do fluxo oïuol que ÌÍonslïo pelo Poaïe lnïernoclono do ArnÌzode - PlA. No opoÍlunldode, fol 5o lciiodo oo Íepresenlonle do DNÌT umo íêsposïo formol oo Ofício, encominhodo pelo SL.rori òquee órgõo, requerendo o
desopropÍloÇdo de !mo óreq poro o conslruÇõo de urn Porlo Seco,

1 Possivelmênlea

Co.n poderá preslaroutras níomaçõessobreo andamentcìdo prclelo

Do.!'ì-èrlo lssÍìdao
Aúrenucad.
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MINISTÉRIO DA FAZENDA

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Receita Federal

SECRETARIA DA RECEITA FEDËRAL DO BRASIL SUPERÌNTENDÊNCIA REG]ONAL DA RECEÌTA FEDERAL DO BR{SÌLNA 9"

DIV]SÃO DE ADMINISTR-{ÇÃO ADUANEÌRA

3) toiconsullodo ocêíco do modelo do Adudno píoposlo [segundo ponlel? O modelo

focllitd o oluoçõo dos órgõo3 dê rêpre$ão?
Forom Íeollzodas ogumos reunióes ocois com
DRF/FOZ, DNT, IBAMA, PF,

o pÕdicipoçòo de representontes do

poro deboïer sobÍe o ossunlo e opjnor sôbre o projeÌo

opÍeseniodo pelo empreso VEÌEC ENGENHAR A.
Em l3/04/2011, ioj reolzodo umo reunjõo nos dependêncios do Dêlegocio do Receiio

guoçu. poro opresenioÇõo do pÍojeio bóslco do coníÍuçõo do 2" Ponie, e conlou com o porilclpoÇõo de ÍepÍesenlonïes do DRF/FOZ, PF, PRF,'DNIT, N,IAPA, ANVISA, ANïT e VÍIEC ENGENHARIA. O represenïonïe do VEIEC
BrosÌL

FedeÍol do

ern

Foz

do

ENGENI'lARlA, Sr.

Cojo RoÍae VeÍnieís, fez umo opresenioçõo do pÍojeto que
eiopo, ficondo

origlnolmenie Íoi divldido em duos eiopos, o prÍaneko porq corgqs e o segundo poío
uso gerol. Nesso íeunlôo, fororn oboídodos quesiões reloïlvos ò pÍirneiÍo

os dlscussòes réfeÍenïes ò segundo eïopo poro umo reunlõo fufuro. FnÌre os vorios
ossunios deboÌidos, os repÍesenìonïes dos óígôos presenïes soliciiorom rnodificoções

no pÍojelo poro qdequor òs insïooÇões oo desempenho de suos oilvidodes. O Delegodo do DRF/FOZ. RoÍoel RodÍlgues Dolzon, reiïerou pedldo jó formolizodo em 2{doisl Ofícios encominhodos pelo RFB/SUARI oo DNIï sobÍe o necessidode de
oproxÌmodomenïe 300.000 mr, pÍóxlrfo os dependêncios do fuïuro Poniê, necessóÍio poro o conskuçôo de um novo poílo Seco, desoproprioçõo
ConÍorme foi explicodo nos Òfícios do RFB, solicÌìo-sê openos o desopíopíioçõo do óreo, sendo os obros de insloloçôo do novo Porïo Seco implemenlodos pelo RFB em um pÍocesso llclïoïórlo fuiuro. A Alo do Reuniôo (Aïo OICF 0l/20ìlJ, oro ciiodo, enconiro-se onexo òs fls,05 o 23.

de urna óreo de

do Delegocio do Receilo Federol do Brosil em Foz do tguoçu, o pedÌdo do VEÌEC ENGENI-IARtA, poro doí conïlnuiclode òs dlscussões íefeÍenies oo projeio bósico do construçõo do 2'ponÌe, coniou com o porlicÌpoçÕo de represeniontes do DRF/FOZ, pF, pRF, DNIÌ, MAPA, ANVISA e ANÍÌ. EnlÍe os vórlos ossunÌos deboïjdos, o Delegodo do DRF/FOZ, Rofoet RodÍigues Dolzqn, Tnois umo vez, reiìerou pedido jó joÍrnolizodo enr Ofícios,
qLJe

Em 03/05/201

l, foi reoÌÌzodo urno ïeleconferênclo

nos dependêncios

encominhodos pelo RFB/SUARj oo DNIT e iombém reqÌsÍodo no Âio O CF Ol/20ì

l.

lìfìrrrrÌ.

iss ìrf. d q,l:rr!: Í. c.nl.Ire N,ÌÈ | 221A 2da24tAAl2AA1 \r!rc.d..jÌ!iòÉ,n(eem:306i2ll1:p.JANEÌEDESCUZÂÌ,.IÂCENÂÂ.snâdcdgrràrmenrêL$2Ni0õ/20

2 lor jÂNFÌE iJE SOll7Á IIACENA Frì l dD cnr 09147/2012 pè o lvÍÌì st--r o

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Receita Federâl

MINISTÉR]O DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEIIA FEDERAL DO BR-{SÌL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DARECEITA FEDÊRÂL DO
DIVISÃO DE ADMÌNISTRAÇÀO ADUANEIX.A

BR-A.SIL

NA 9'RI'

sobre o nêcessidode de desoproprjoÇõo do óreq necessóÍio poío o conslruçôo de ulÌì

novo Po.lo Seco. Cópio do AÌA desso ÍeunÌõo enconka-se òs fh. 24 o 2ó. Coso

o projeïo seja impÌemenlodo corn os modlflcoçôes opresenlodos pelos órgõos o Receìïo Federol leró

que lÍôo oïuor nos novos dependênclos, e desde que hojo dlsponibllidode de recursos humonos, rnoierìoÍs e ïecnológicos necessóÍios e odequodos,

condiÇôes de reolizor o conkole oduoneiro nos dependêncios do 2" Ponle,

4) Quôl'o êlelivô de seívidores seriq necessóÍo poro o funcionomênlo dq Aduono
dêsld sêgundo ponle?

poío se esïìmor o efellvo de rnõo-de-obÍo {seryidore5 concuÊodos ê terceirizodos) necessóÍio poro o funcìonomenio do Aduono do 2" Ponie, forom
Em Dezl2009,

conslderodos os seguinïes ospecìos:
- PíevÍsõo de dols cenóÍios:

Cenóílo

l:

t uxo de VeicuÌos (quo quer veículo) + PedesÌres,

o exernplo do

fluxo

que oiuolmenie ironsiìo pelo Ponle Ìnïernocionoldo Amizode, Cenório 2: Fluxo de Veículos de corgo (somenle).

- o Dirnenslonornenlo do quonliïoïivo de seNldoÍes foi feÌio de formo o ÍoíneceÍ umo pí$enço fiscol mínimo em codo selor, evondo_se em conlo o copocidode de obsorÇdo de fluxo proporcÌonodo pelo inÍroeslruÌuro evidencÌodo no croqul do píojeio

-

do novo ponie (noouelo dolo oindo nôo hovio ura píoieïoì, e do observoÇõo (sobíeludo relolivo oo selor de corgot do nìovimenlo verificodo hoje no Ponle do
Amlzode.

o esïirnoïvo reloiivo ò mào de ôbÍo lêícehlzodo foi mensLJrodo iendo em vìsïo o premlsso de presenço fiscql rnínirno dos servldores do RFB, o fluxo de
lguolmenie,
conlrlbuÌnïes e meÍcodorios, e o eslruìuÍo opresenìodo no croqui do novo pelo Ponle lniernocionoldo Amlzode- PlA.
Poro umo melhor compreensôo, segLre o demonsïÍoiivo obolxo:

ponie

Os

corgos, forom deiinidos de ocoído co.n o necessidode de serviços, jó opresenïodo

Uocumênto àssfado

d!

à

sente conloríìè rúP

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2 210 2 õe 24lAetaQA

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AúrentcadorlìgitâLmenreem20/06/20l2poJANÉfEDESOLIZAMACENAAssiadod'!tamenteem2310612ll r2 oo, JANEÌE DE SOUZÂ NIACENA Enì tdo em 0!107/2012 pe ô M n slèria dã Fâzenda

PÌì aÌ IìtTiB^ SÌìlìlÌ)()

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Z"$ô*-ì4X
mrnntÉnIo
Receita Federal

oe.

re.zrtlle

SECRETARÌA DA RECEÌTA FEDERA.L DO BRÁSIL SUPÈRÌ'ITENDÊNCIA RICIONAL DA RECEÌTA ÈEDERA.L DO BRASILNA

DrvrsÃo

DE ADMrNtsrR-A.cÃo ADUÀNEIRA

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rio 2

dt \rÈicÌrlo,

Cdcô (emé!t )

05 dados aríê3êôtód6 n.ima são ÍeÍerentès a !m estudo reallzado em Dezr?009, quando sÍêtivÒ úm toqco môior n. PoÍ1e lnternacion.l da ArliEd e-

contiv.mos com

l{Es!ê demonllradvo !àoíora'n coBidorados c soruidorE de teíorço da FronÌ.iÍa Bllídoda neD os 3êrvldoíés d6 DÊÍ/FOZqle prêtam rêÍorço 6G 3ábadosé teíiados, DadG exúóid6do arqúÌvo 200912 20- E3túdó Lotócáo

l

PÕnte-odl

A ínïegro do esïudo

foijunïodo

òs f s. 27 o

3l

3,

Flcoanos o disposlÇõo

poro ouïíos escloTecimenïos, se necessórlos.

.lanete de Souza Ma.êna
Chefe da Divìsão de Admìnìstração Aduakeitu /SRRFAg Assinrdo Digitdmente

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q Li menre em t31061201t

ìdrl. d(ì Là rÊ,1ts fonro Ìn. t/P Í 2 200 2 rte 2a,(]Bri0L), po.JANÈ-ÌE DE sarLjTa li!4^aEN,ì '..

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D.r.rÂNFra DF aOìr:r l!1]Í]FN^ Ìrlfc| 09/07i2012 p.. M r sr.|o it! Êazcfda

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Data do oara rro

PBOCUBADORIÂ

DA REPUBUCÂ NO MIJNIOP]O OE

FOZ

DOUruá

ô: MÁRlNElÁ PERRUD

ãlralo de Do.unento AdúinislÍat vo

Documento - PRM-IGU-PR-OOO1179a/2O12
PRIì4-lGU-PR-00011798/2012

Expedido cERTÌoÃo

2512012

- PR14/FOZIACB, Extraludiciãt

Docunento:

!7107/2012

câdãsfro:

t7/07/20!2 t6tL9
Nãô

. Pêndenler
objêrivó do docunento:

CertifÌco que decorreu o prâzo para respostê ao oÍlclo n. 830/2012
27 /02/ZOOA. PRI4.FAZIGAÈPRT42.ACB - ALEXANDRE COLLARES BARBOSA

I'4ARINEIA PERRUD

- GABPRI42-ACBem 171022012 16:19

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quo âdi9ntê aê vê. Paaa coÀator, lâvtêl eslê têrmo.

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rrA r\ \'" r? Ft 'Rt*eY
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Curitiba, 10 dejulho de 2012.

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MINISTËR]O DA ruSTIÇÂ
Depnrtâmento dc Policia Rodoviáris Federal Supúinlêndència RcgioÍâl - Pamnó cabìrcrè do Supcílleldcnle

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Oficio n" 23412012-CAB/SUP

A Sua Senho a o Seúor ALEXANDRE COLLARES BARBOSA
Procurador da República Procuradoria da República em Foz do Iguaçu / PR Ministério Púb1ico Federal Av. das Cataratas, 42, M. Boicy 85.853-000 - Foz do Iguaçu/PR Assunto: Ofício n" 830/2012/PRÀ4-FOZ, Referência: Plocedimento Administrativo no 1.25.003,006227 /2001 -99
Senhor Procurador,

Em ate[ção ao exposto no Oficio em epígafe por meio do qual Vossa Seúoria faz diversos questionamentos, passo a infomaÌ:

l.

2. 3. 4.

Em reÌação ao primeiro quesito, efetivo atual da Ponte Intemacioml da Amizade e de 03 Policiais por plantão, tÌabalhando em escaÌa de 24 horas de trabalho por 72 horas de descanso.

Ëm relação ao segundo quesito, infonno que fomos comunicados da existência de um Fojeto para coústrução da segunda ponte ligando o Brasil ao Paraguai, sendo que o Cbefe da Delegacìa 7/5-Foz do Iguaçu participou de reunião acerca desse assunto.
Em relação ao terceiÌo quesito, informo que houve consulta sobrc quâl o modelo em que a PRF podeÌiâ exglcer uma ürelhor fiscalização. O modelo sugerido pgla ÌRF seria aproveitar a estruturajá existente da atual Aduana (acesso a Ponte Tancredo Neves) e adequáìa pêra nossa utilização, haja visto o projeto da Receita FedeÌal de instaÌar a esfutula de hscalização rnais próxima da Ìeferida ponte, o que facilitaria a atuação da PRF. Como a nova ponte será conshuida próxima à ponte que Ìiga o Brasil à Argentina, poderíamos fiscalizar o túfego advirldos dos dois paises em um Ìnesmo Posto, pois o acesso dâs duas pontes irá confluir para o mesmo local. No caso da constução de um novo posto seria neçessârio mais policiais para formar a equipe de serviço.

5.

Com relação ao quarto quesito, o efetivo adequado para a realização de um trabalho abrangente seria de quatro equipes de 08 PRF's consideraÍldo a escala de 24x72 horas, em razão da necessidade de ateúdimenÌo das demandas reiativas a [ânsito e criminaÌidade.
Atenciosamente,

Gilson Superin
BR 476

({tigr

BR l l ó},

londiox:

!' 31 ! 2, Atüba - Cuitib&/PR - CEP 32 590- 100 í41)1535-1999 - suo.ónadprf,qov.br

MPfl:ïËLï#:
CONCLUSAO

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Pnocualoonn on Repúaltca No Multcipto oe Foz oo lcueçu/Pn

Faço estes autos conclusos ao Excelentíssimo

Senhor Procurador da República Alexandre
Collares Barbosa.

Foz do lguaçu, 18 de julho de 2012

Para constar, lavrei este termo.

Matrícula 6485-8
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Minislério Riblico Fêderul

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do Repúblico no Poronó

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20.12

Pnocunloonre ol Repúeucr No MuNtcípto oe Foz oo lcuaçu/Pn OÍício no í 558/2012lPRM-FOZ Foz do lguaçu, í9 de setembro de À Senhora Gisela Damn Forâttini Diretora do Licenciamento e Qualidade Ambiental- IBAMA Scen, trecho 2 - Ed. Sede, Bloco C, 1o andar 70.818-900 - Braslliai DF

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Senhora Diretora,

Acuso o recebimento do oticio 84712011/DlLlC/tBAMA.

A fim de instruir o
fls.205.

Inquérito

Civil

n.

1.25.003.00622712907-99, solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de 120 (cento e vìnte) dias, encaminhe cópia dos autos do Processo n.02001.001329i2007-98, após

dre Collares Barbosa rocurador da República

Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Foz do lg!açu/PR Avenida das Cataratas, no 42 - l\4. Boicy Foz do Ìguaçu/PR - Cep.: 85.853-000 - TeLeÍoner 45 - 3521-4500

PREENCIIER

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LETRA DE SORMA

AR

DESTINATÁRIO DO OBJETO / DÉSÍINÁIÁTPE
DIIIC . OIREÌORIA DE IIC€I{CIÁMENÌO AUBIEIITAL OO IEATTA EÍ 6F OILIC. DIFETOÉIADE LICENCIAMENÌO E OUALIDADE AMBIENTÁL.

oFÍcro

Nc

70arÁ000. Bq^stltÂ- DlsÌRlTo FEoEFA!

GISELA DÁMM FOnÁÌÍINI scEN, ÌÈECHO 2 - ED- SEOÉI BLOCO G, rrÀNOÂR -

lrncrür2 l'i,è[ zol)-

Elitv/PRfl -tcttPF{ooola62/2012

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SJ.Ê.-O A vERFCÁ\Ão, O'SCç.v.!4ClOr

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6xrâto de Documenio Administrarivo

httpJ/unico.mptgov.br/unico/exrÍaroDocr.mentoAdministrativo/ger...

PR@URADORA DA REPL]BL CA NO MLJNICIPIO DE FOZ DOU!UáÍiO: MÀRINEIA PERRUO

Èxlralr de Ocurenlo Admnisìralr6

Documento - PRM-IGU-PR-O0OOO197/2O13

Etiqletar NúmeÍo:

PRr'l,ÌGu-pR,00000197/2013
Expedrdô -

cERIDÃo4/2013 - pRr4/Foz,/AcB

la/aL/2013

I

ta/at/2013 12.57

objelivo do docum è nto: CetiÍìco queo olcio 1558/2012 não foi respond do até a presente data.
27 /O2/2AOA. PF.II.FOZ/GAAPRM2

ACB, ALEXANDRÉ COLLARES BARBOSA

f4ARINEIA PERRU0 GABPRl.12'ACa em 18/01/2013 12:57

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l8/01/2011 l:l:05

MPF
Ministério Público Federul

Procurodorio do Repúblico

no Poronó

Pnocunloontn

ol Repúsrrcl

No MurtcÍpro oe Foz oo lcuaçu/Pn

CONCLUSÃO

Faço estes autos conclusos ao Excelentíssimo

Senhor Procurador da República Alexandre
Collares Barbosa.

Foz do lguaçu, 18 de janeiro de 2013

Pâra constar. lavrei este termo.

/') -d

Marineiy' Perrud J Matrícula 6485-8

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Minislério Prúbllto Federol

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do Repúblico
no Poronó

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Paocunroonra oA REpúBLtcA No Mulrciplo oe Foz oo cio no 58/2013/PRM-FOZ Foz do lguaçu, 21 de janeiro de 2013

À Senhora Gisêla Damn Forattini Diretora do Licenciamento e Qualidade Ambiental- IBAMA Scen, trecho 2 - Ed. Sede, Bloco C, 1o andar 70.818-900 -

Brasília/DF

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I

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Sênhora DiÍetoÍa,

Acuso o recebimento do ofÍcio 847/2011/DlLlC/lBAMA.

Reitero o oficÌo PRM/FI/PR

n.

155812012

e a fim de
n.

instruir o lnquéÍito Civil n. 1.25.003.00622712007-99, solicito a Vossa Senhoria que,

no prazo de 60 (sessenta) dias, encaminhe cópia dos autos do Processo
02001.00132912007 -98, após fls. 205.

Atenciosa

Alex

Collares Barbosa dor da República

Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Foz do lguaçu/PR Avenida das CataÉtas, n'42 - M. Boicy Foz do lguaçu/PR - Cep.r 85.853-000 - Telefone: 45 - 352'1-4500

AR
DESTTNATARÍO O0 OBJÊTO / DES'T ,rÁIÁrRE
DIOUA/IBAIV. DIFETOFIA DA QUA[IDADE AMBIENTAL OO INSTITUTO GtSEt.A DAMNN FORAÍÍINI

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Foz do Iguaçu, 26 de fevereiro 20
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ìguassu FUNDAÇÁO IGUASSU a: aI.EXANDR-E PORCIUNCULA PROMOTORIA PÚBLICA FEDERAL DE FOZ DO IGUAÇU-PR
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(Com cópia para Prefeitua Mrìnicipal de Foz do lguaçu, Órgãos Ambientais, Conselho de Turismo de F. do Iguaçu, ao recém criado CODEFOZ - Conselho de Desenvolvimento de Foz do Iguaçu responsável pelo Novo Plano Düetor FOZ 2030, aos Poderes Executivos e Legislativos no funbito Municipal, Estadual e Fedenl e ao Tribunal de Conlas da União).

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ASS1JNTO:

PONTE DE CARGA AMEAÇA ÁREA TUÌÍSTICA PRINCIPAL EM FOZ PEDIDO PAXA IMCIO DE AçAO CIVIL PUBLICA REQUER NTILIDADE, EMBARGO OU ADIAMENTO DO EDITAI 0889/12-00 VÍCIo DE ORIGEM NO PROCESSO DA LOCATVAÇÃO PRETENDIDA 2". PONTE BR.PY AÇÂO COMINADA COM PEDIDO PARA O DNIT NÃO INOVAR ATÉ QI,'E A COMT'NIDADE DEFINA NOVO PLANO DIRETOR FOZ 2O3O Como é de vosso conhecimento, sob protestos participaÌÌÌos no espaço de nossa Câmaxa dos Vereadores oo dia 09 de Novembro 2010 da audiência pública orgalizada pelo nosso DNIT - Depaúamento Nacional de Infra-Estutura e TmÍÌsporte, protestando contra a pretensão de se localizar uma ponte de CARGA e de CAMINHÕES nas proximidades de nosso atÉtivo turístico jÌrnto ao Marco das Três Fronteiras, um dos mais belos e emblemáticos ceüiírios de nossa Tdplice Fronteir4 ocasião em que denunciamos que a pretensão de se localizar uma obra com impacto dessas proporções não figuava no Piaro DìÌetor de oossa cidade, persisúndo agora de forma ilegítima essa mesmâ pretensão sem o município reaìizal as mais AMPT'AS consultas populares devidas para alterar de maneira substantiva o nosso PÌano DiretoÍ de 2007, mudanças essas comdas em maÌço de 2011 em descumpdmelto do Estatuto da Cidade a apenas 3 ou 4 meses após a audiêlcia pública em que realizamos o protesto, e em pleno período de recesso paÌlamentax, onde no offcio 0I2l 2013 do Conselho de Turismo de Foz do Iguaçü do dia 19 de fevereiro dç 2013 anexo, demonstra que sequer houve consulta popúar e junto ao COMTIJR - Conselho de Turismo de Foz do Iguaçu, organismo criado pela Lei Municipal No.2,442 de 24 de setembro de 2001 onde os poderes executivo e legislativo de nossa cidade lhe conferiram caráter delibeÌativo, consultivo e nomativo compiovando o documetlto a inexistência de arrpla consúta popúaÌ, sendo poúan1o ilegítima a pretensão do Edital No. 0889/12-00 insistindo o DNIT e a ad$inistração de nosso antçrior plefeito Municipal Paulo Mac Donald Ghisi em situar a referida obra no lugar já conteslâdo' Ressaltamos ainda o fato de não ter sido aplesenlado os estudos de impacto ambiental e sócio-econômico que dimensione o CUSTo DE OPORTTINIDADE, especialmente ressaltaúos a ausência de apresentação do estudo de IMPACTO VISUAI avaliarÌdo eventuais danos à IMAGEM de nosso país uma vez que se âata de iírea de idluência dircta de nossos símbolos nacionais, patrimônio históÌico cultural geográfico e

paisagístico da maior relevâ.ncia, marcos esses inaugurados em 1903 por Dionísio Cerqueira e Marechal Rondon, oÌ1ze anos ÍüÌtes mesmo da fundação do município, verdadeiro ícone da integração de nossa América Latina, marco de referência sobre a históÌia de constituição de nossas fronteiÌas assentado junto a Foz do nosso rio lguaçu, fenômeno geográfico que dá origem ao nome da cidade, e que no nosso eütendimento não podem de maneha neúuma estd âbsociados ao modeio caótico típico de nosso "comércio Èonteiriço" por carências próprias de nosso atual sistemâ de contole fisco-alfandegário e migratório, onde nem sempre é possível seja ele feito denho do rigor necessário para o cumprimento de nossas noruas legais em vigência. InformaÌnos Vossa Excelência que fizemos reçenle uso da TRIBUNA POPTILAR de nossa CârnaÌa Legislativa dia 21 de fevereiro de 2013 interpelando publicamente a CâmaÍa dos Vereadorcs para que verifique e demonshe à comunidade de como e polque a administração anterioÌ procedeu à reveiia da nossa lei municipal que instituiu o Plano Diretor, instrumento jurídico fluÌdaÍÌental para o desenvolvimento sustentível de nosso município, bem como descumpriu-se as demais normas legais de natureza geral e ambienlal e a própria constituição.

Informamos ainda que na gravação da AUDIÊNCh PÚtsLIcA do dia 10 de novembro de 2010, endereço virhral indicado no link do item 8 da relação de nossos anexos no final desse documento, o DNIT recoúeceu o fato da questão ambiental ter sido um item bastante questionado pelo público presente na refedda audiência contra a pretensão de se localizar uma ponte de calga no entomo de nosso atrativo turístico junto ao nosso marco fÍonteiriço, informaodo üa ocasião o DNIT que o tema
ambiental não era de maneiÍa nenhuma pertinente, impedindo a discussão concemente afirmando o coordenador dos tÌabalhos que a razão para não se tmtar do tema residia em que o IBAMA não exigiu o EIA-RIMA, onde apenas exigiu o Estudo Ambiental, ficardo no nosso entendimetrto completâmente comprcmetido a validade daquela audiência a partir de que se descobrimos FATO NOVO em recente pesqúsa onde verificamos na publicação junto à FICHA DEL PROYECTO da Iíiciativâ Para La IDtegración de La Infraestructurâ Regional Sur AmeÌicâÍâ (IIRSA) aÍÌexa, onde t$sso Ministério de Pla ejamehto infonna que 'En 06/09/07 foí dada otdem de setaiço à PROGAIA parc execüt.t o EIARIMA e o Pano Básíco Ambiental' ao cltsto de R$ nilhão, a catgo do t,"a.çl/". Portanto pela inverdade e pela tenlativa de manipúação dos fatos feita por aquele órgão govem.Lmental requereúos a anulação da audiênci4 da própria LP - Licença Prévia concedida pelo IBAMA ao DNIT impedindo çsse departametrto de se aprovat e licitar o projeto executivo bem como impedir que o órgão proceda a Ll - Licença de Instalação, obdgaúdo-o a não inovar, até que se coúprove plena$ente o cÌrmpdmento das noIÍtras legais

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Portanto, tendo eÍÌ vista tratar-se de patrimônio de maior envergadura nos conlextos local, rcgionâI, naciotral e até mesmo intemacional do oosso Grupo Mercado Comum em razão da Resolüção 41197 que instituiu a nossa Triplice Fronteia em um PóÌo Tuístico de nível intemacional no Mercosul, solicitamos nosso Muoicípio de Foz do Iguaçu, nosso Miíistério Público Federal e Estadual e o Tdbunal de Coirtas da União rèqueiram a núidade, com o embargo do processo ìicitatório publicado no Edital No. 0889/12-00 para a 2u. Ponte BR-PY em mzão de seus VICIOS DE OzuGEM, uma vez que pretende uma ilicitude, descumpdndo-se de forma combinada os artigos No. 37, úo. lZO, No. 174 e No. 180 da constituição, ou no mínimo o adiamento da data da validade do edital até que a comunidade igraçuense manifeste o que ef€tivamente

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pretende com o futuÍo de sua atf,ação tul'ística na região de nosso marco fionteiÍiço, e em convênio com os podetes constituídos de nosso município, estado e da união equacionar-se nossa logística Ìros contextos local, regional, estadual, nacional e

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intemacionaì, apÌoveitando-se do orgadsmo do CODEFOZ - Conselho de Desenvolvimento de Foz do lguaçu que na gênese da lei que recém o instiluiu, pressupõe a mais ampla participação popúar, e que viga estabelecer no curto plazo o PLANO DIRETOR DA CIDADE debaixo da liderança de nossos poderes EXECUTIVO e LEGÌSLATIVO municipais discutindo a FOZ 2030 que queremos, e
ão apresente os Estudos de lÍnpactos devidos asseguando a proteção de até que a nosso patrimônio histódco cultual geogÌáfico turístico e paisagístico, destacando que

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nada pode ser feito sem a previsão legal devendo, como reza nossa codstituiçào, a nossa administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecer os princípios da legaÌidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiênci4 não podendo nosso sagrado Plalo Diretor, como peça jurídica chave para o desenvolvirnento duradowo ser alterado substancialrnente pela decisão ou úero ato político de poucos, mas sim do conjulto de nossa sociedade. Evocando a mobilização de toda comunidade para o pleDo aperfeiçoamento de nosso processo democrático.

ANEXOS:
1. Cadastro Naoional da Pessoa Jurídica - Fundação Iguâssu. 2. At4 de Eleição e posse da nova dúetoria com edital de convocação. 3. Estatuto de FI-rNDAÇAO IGUASSU para o apoio à cidadania na büsca do desenvolvimento sustellúvel. 4. Matéria Jomalística sobre o CODEFOZ por um Novo Plano DiÌetor FOZ 2030. 5. Ilustração PLANOS DIRETORES - Altenção da vocação turística de nosso Marco das Tés Fronteiras em 201 I sem a devida consulta popular. Tentativa de transformar o entomo de nosso Maxco das 3 Fronteiras em árc4 paÌa o táfego de caminhões. 6. Calta do COMTUR à FLINDAçÃO IGUASSU confirmando não tel sido consultada para a úudança do destino da rírea. 7. Carla de intelpelação à Câmara dos Vereadores pala verifica o cumpdmento ou não das formalidades legais na mudança do Plano Diretor. 8. Cópia Matéria Jomal "A Gazeta do Iguaçu" Dia 21 FEV 2013 "ONG Pede informações sobre mudança do Plano Diretor sobre o MaÌco das Três Fronteúas". 9. Cópia da "FICHA DEL PROYECTO : Nuevo Puente Puerto Presidente Franco Porto Meim, çom iirea de conÍol integrado Paraguay Brasil" informarÌdo a conhatação do EIA./RIMA em contradição a informação de dispensa de apresentação por parte do IBAMA ao DNIT na audiência pública de 10 NOV 2010. : tvwìv.Vour ube.com\rârchv=smOiC\ opx-O 10. LINK vídeo Audiência Pública do

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Secretaria "ad hoc" do

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Isuâssu

Telra GüaÌani "O Movimento daslÁguas Grandes"

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Fones: (45) 3027

Ed. SolÂr dos GiÌâssóìs - Vilâ Paraguâia CEP 85 864-000 F. do Iguaçu-PR 1904 (45) 99a5 6000 (Cel.) - GRUPO ICUASSU (facebook).

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ContÍibuinte,

Contra os dados de ldentiÍcação da Pessoa Jurídica e, sê hou\eÍ qualquêr di\êígência, provdencie junto à .. RFB a sua atualização cadastral.

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
CADASTRO NAGIONAL DA PESSOA JURíDICA
04.452.4920001.07

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03/11/2005


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MOTIVO DE S]ÌUAçÃO CÂD'"sTRÁt

DAÍA O S]ÌUAçÁO ESPECTÂL

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Apro\ado pela lnstrução Normatira RFB no 1.183, de 19 de agosto dê 2011. Emitido no dja 27/02/2013 às í5:36:02 (data e hora de Brasllia). Página:

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O Copyrìght Receita Federal do Brasi' - 271022013

FUNDACAO IGUASSII
.ATA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
horas, Conselho da Diretoria, Deliberativo os Membros e Conselho reuniram-se fisca1, na

Ao primeiro dia do mês de julho do ano de dois mìl e doze, as l0

sede da entidade, à Avenida Juscelino Kubìtschek n' 1819, Setor Comelcial Edificio Solar dos Girassóis, confomre EditaÌ de Convocação de 20 de junho de 2012, estes convocados individuaimente para em Assembléia Geral ExtÌaordinária a realizar-se no dia 1' de juÌho de 2012, üatar da seguinte Ordem do Dia: lo)APROVAÇÀO DO PRESTAÇÃO DE CONTAS DA DIRETORIA ORÇAMENTO ANUAL DA FLÌ{DAÇÃO; 2)- ELÊIÇÃO E POSSE DO CONSELHO DELÌBERATIVO E DA NOVA 2012120Ì4 E DO CONSELHO FISCAL PARA O BrFNÌO 2012/20!3; 3)ASSLINTOS GEP-A.IS; LOCAL E DATA: Avenida Juscelino Kubitschek n" 18t9, Setor Comercial Edificio Solar dos Girassóis, com início às l0 horas e ténnino previsto pam as'12 horas. Abeda a sessão pela Presidente da Diretoria Rossana Oliveira de Vasconcelos, que convidou ao Senhor Jefferson Rafagnin Maran para secretariá-la, soÌicitando que verificasse se havia número suficiente de pessoas para ser abeÍa a sessão e taÌnbém que fizesse a Ìeitura do Edital de Convocação, o quaÌ faÍá parte integÍante e como lista de presenças da presente ata. Verificado quorum suficiente efetuou a leitura do Edital de Convocação anterjot tlìente descrito. A seguir Presidente da mesa de trabalhos passou ao item prineiro, apresentou o relatório de atividades do ano de 2011 e o anteprojeto do Orçamento de 2012. Deixou abeÍta sessão para discussão, o ReÌatório de Atjvidades e o Anteprojeto do Orçamento Anual, foram alì'ìplarnente discutidos, coiocados em votação foratn aprovados por uranimidade dos presentes. Passando ao item segundo do EditaÌ, que ela a Eleição e Posse do Conselho Deliberativo, da Nova Diretoria e do Conselho Fiscal, a Presidente solicitou um tempo de 15 minutos para que os interessados err fazer paÌ1e dos órgãos da Fundação colocasseur seus nomes à disposição ou sugestionassem nomes para participarem do processo de eÌeição. Após cumprido o prazo solicitado, foram apresentados os nomes das pessoas adiante relacionadas: CONSELHO DELIBER4TIVO: MEMBROS: NILSO RAFAGNIN, brasileiro, casado, arqüiteto, titulâr da CI RG n" 967.001-7, SSP PR, inscrito no CPF sob n' 320,882.309-63, residente e domiciliado à Avenida Juscelino Kubitschek n" 1819, Edificio Solar dos Girassóis, CEP 85851-210, Foz do Iguaçu, Paraná; NMLDO ANTONIO RAFAGNIN, brasileiro, solteiro, maior, empresário, titüfar da CI RG n'3.073.356-8, SSP PR, inscrito no CPF sob nó 426,391,829-

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00, resideute e domiciìiado à Rua Tiradentes n" 298, âpto.601, Edifício Panorâmico, CEP 85851-320, Foz do Iguaçu, Paraná; PHILOMENA MARIA MORELO RAFÀGNIN, brasileira, viúva, empresária, titular da CIrRG n"

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1.235.839, SSP RS, inscrita no CPF sob í\' 414.642,579-49, residente e domiciÌiada à Avenida Brasil no 371, 1" andar, Centro, CBP 85851-000, Foz do Iguâçu, Pâraná. Aprovâdos por todos os presentes, por unanimidade, os nomes acima qualilicados para compor o ConsèÌho DeliberaÍivo. Em reuniâo sumária os membros do Conselho Deliberativo, elegeram para Presiderte da FUNDAÇÃO, NILSO RAFAGNIN, já qualificado anleriormente, para Vice

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Presidente, NILVALDO ANTONIO RÀFAGIN e PHILOMENA MARIA MORELO RAFAGNIN, também já qualificada anteriormente, como membro efetivo. Colocado em discussão e votação foram aprovados por unanimidade dos presentes. Na seqüência a Presidente em exercício, propôs que fossem indicados pelo Conselho DeÌiberativo, ora eleito, os noyos membros da Nova Diretoria Executiva para administrar a FUNDAÇÃO. Por unanimidarle o Conselho Deliberâliyo indicou para, DIRETOR PRESIDENTE, JEFFERSON RAFÀGNIN MARAN, trrasileiro, solteiro, maior, empresário, titular da CI RG n"1.634.427-3, SSP PR, inscrito no CPF sob n" 019.315.309-20, residente e domiciliado à Rua do ContorDo n" 110, Vila B, CEP 85867-035, Foz do Iguaçu, Paraná, DIRETOR-A, VICE PRESIDENTE: ROSSANA OLMIRA DE VASCONCELOS, brasileira, solteira, maior, empresária, titular da CI RG n" 8.800.788-3, SSP PR, inscrita no CPF sob n" 352.755.100-04, residente e domiciliada à Rua Tiradentes no 298, apto. 601, Edificio Pânorâmico, Centro, CEP 85851'320, Foz d0 Iguaçu, Paraná e DIRETORA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA, NEUMARA MARIÂ RAFAGNIN, brasileira, solteira, maior, empresária, titulâr dâ CI RG n" 3.420.508-6, SSPP PR inscrita no CPF sob no 504.451-709-12 residente e domiciliada à Avenida Brasil n" 371, Centro, CEP 85851-000, Foz do lguaçu, Paraná. Na seqüência foram eleitos os membros do Conselho Fiscal Senhores WASHINGTON LUIZ STELLE TEIXEIRÁ, CLAUDIONOR RODRIGUES FERREIRA e MARCIO CLAUDINO FERREIRA. Em seguida a Presidente da Diretoria que deixa o

cargo, no exercício da Presidência da Mesa de Trabalhos, empossou os Membros do Conselho Deliberatìvo, da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal. O Presidente da Fundação, após Êmpossado, determinou a Nova Diretoria
Executiva, que providenciasse a documentação para Registro no Orgãos Públicos, bem como envio ao Ministério Púb1ico e contratasse contador responsável pela escrituração fiscaÌ e contábil. Nada mais havendo a tratar o Presidente, enceÌrou a Assembléia Geral Extraordinária e Eu Secretário, lavrei a

presente ata que dePois

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devidamente assinada por mim e pelos assinados no Edital de Convocação.

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FUNDAÇÃO IGUASSU
EDI?AL DE COIÏVOCAçÃO
PRESIDENTE DA FUNDAÇÀO IGUASSU, no uso das atribuições cÌue lhe são conferidas peios Estatutos Sociais, CONVOCA aos Membros da Diretoria, do Conselho Delibetativo e do Conselho Fiscal, sendo esta convoca.ção individualizada e assinada por estes, pala comparecereln à ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a realizar-se \o dia 1' DE JL|LHO DE 2012, com início às 10 h e término previsto às 12 h' para tratâr da seguinte Ordem do Dia: 1,'.)-PRESTAÇÁO DE CONTAS DA DIRETORIA E APROVAÇÃO DO ORçAMËNTO ANUAL DA FU\DAçÃO; 2o.)-ELEIÇÃo E POSSE DO CONSELHO DELIBERATÌVO E DA NOVA DIRETORIA PARA O TRIENÌO 2O12/2014 E DO CONSELHO FISCÀL PARA O BIENIO 20122013;
3o.)-Assuntos Gerais; +n.i-t"ocal: SEDE DA FUNDAçÃo IGUÀssu, À ,lvtNroe JUSCELINo KUBITSCHEK N" t 819 - Setor Comercial Edifício Solar dos Girassóis. Foz do Iguaçu, 20 de junho de 2012.

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FI]NDACÃO IGUASSU
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'Çodiicoque 056ìoooi!NaBPtl kr afxedo na úiiraaloìlì€ dn documenlo enìÍêou€ à oarn

FUNDAçÃO IGUASSU
CNPJ n' 04.452.492,/000'1-07
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As âltêÉçÕ€s cônudas no pÌesente eslatuio íorâm aprovadas t€lo ConsèLho oolìberativo e p€la Di€loia da Fondaéo louassu. conÍonne âlá lãv6da em dâiâ dê dezéêêis da oulubro de 2004

ESTATUTO SOCIAL

CAP'TULO I
OA DENOMINAçÃO, SEDÊ, DURAçÃO, NOII'IE FANTÁSIA Ê FINALIOADES

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Art. 1. - A FUNDAÇÃO IGUASSIJ pessoa jurÍdicâ de direito prìvado, sêrn fins lucÍativos, com âutonomia âdminishativa, fìnanceha e técnica, rêgendo-se pelo prêsênte Estatuto e pêlâ leoislacão que lhe íor âplicável, institulda pol. NIVALDÕ ANTaNIO RAFAGN/N, brasileiro' soltelro' c;merciante, portador da cadeiÍe de idenlidade n' 3073356-8/SSP-PR e inscrito no CPF/ÍvlF sob n'426391829-00, Íesidente e domiciliado na cìdâde de Foz do lguaçu, Estsdo do Paraná' à Rua Tiradentes, n.o 298, Apto. 60l, centro, doravanle denominada simplêsmente de FUNDAÇÃO

a Avenida Jusc€ljno FUNDAçÃO Gm sede e foro na cidade de Foz do Solar dos Gìrassóis, Eslado do Paraná, podendo Edifício 'guaçu, Kubisichek, n.o 1819, Setor Comerôialdo qualquer parte nacional ou êm território em do lerrjtório ou correspondentês estâbeleceÍ escritório
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3'- A FUNDAçÃO, é--V!!Â!siilUiçeo-!9-gp9i9 de natuÍeza educaliva' arllstic€, cultural info.mativa, de planejêmento e dê pesquìsa' leÉ @mo flnalidad8s:

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com fìns exclusivêmente educativos e cultuÍais, medìante ctncessádpermisúo, do Poder Concêdente com oríentação, educacional e cÍvica baseâda em pdncÍpios éticos, privilegiando as finâìidades artlstìcas, educativas, cultu.ais e infomaiivas; ll. A Drodução e divulgação da cdlluía nacionale regional, por todos os meios técnrcos ìeqalmeÀle pÍevistos e drsponiveis, pÍomovendo os vâlores éÜcos e sociais dê pãssoã e da família, preservando o folclore e as tradiçôes popu{a.es da região; lll. À produção e dislribuiÉo de programas de édio e te{evisão. bem como a opeÍaÉo de emissoras de rádio e televisão; lV. Divulgar os aconlecimenios esportivos profissionais e âmadores da regìão, dando âmpla coberluÍa às compelições; V. Oúlras ativi.l2des de carateÍ cultural e educativo €través oa prooução e veiculação d; informativos jornalÍsticos, revistâs e oltÍas publicaçóes, aìnda desenvolvimento de estudos, planejamento e pesquisa que atendam o Ìnieresse polílico, econômìco âin em do social, bern enlíê os oovosi

A execuÉo e exploração dos serviços de radìodiíusão sonora de sons e iÍnagens,

vt. Ã-ãõm6Éõ-elou participaÉo e/ou dìvulgaÉo em evenlos cuhura;s ÍeiÍas
aÍtÍsticos e semeìhantesì

mosiras, exposiçóes, congressos oll congênerês, festas regionâis, espetáculos

VlÌ.Produzir, vender

iornallslicos, shows videos instilucionais, deleodo a propriedade de marca e das êxoressóes ou sinais de píopãganoa e o seu uso exclusivo pâra distingulr os seÍviços de ê) cor'ìlrnic€ção, publicidade e prop€gândâl b) ensino e edlicaÇão: c)

e

distribui. documêntários, pêçâs pubtìcitádas' píogramas

\n

APROVO O PRESENTE ESTATUTO

IEGAS

OTORA DE J STIçA

ensìl serviços de a) comunicação, publicidade e propaganda; b) enshg diversão, entretenimenìo e auxiliareg; d) soateìo, iooos ê âuxiliâigg;, de feiras, exposições, congressos, espetáculos artÍsiicos, esporfi@ê oultu€iqi f) servicos de caéter ÍÌantróDico. comunitário ê benêficente; h) s!

incluiÍÌdo acesso

mêrcãdorias de: a) DaDel livÍos, revìstas, iomâis e impressos de todo3 os tid

e

hospedagem

dê websites. TamtÉm è-rÍl"llbdulq

qeiât; a) catçauos, bolsaJe sacolas em geraì: q) discos, ÕDs. DVDS evÍdeosì f) jóias e bÜuteriasi g) artesanatos em geraÌ; Vlll. Demais êlividades qèrajs ljqadas a área da educação, a áíea ârtistigar'oullural, bem
como pÍoietos de caráter filaniÍópico, comunúário ê beneficente;
Art. 4' - Na consecuçáo de suas fìnalidãdes a FundaÉo poderá atuar em todo o leritório nacional públicas ou ou €slrêngeiro, beÍn como manter acotdos e convênìos com ìnstìtuiçõôs esirângei€s

privadas.

Art. 5' - A FUNDAÇÃO podêrá desenvolver pÍojetos e prestêr servìços â terceiros na sua área de
atuação, no país ê no exterior'

'i )4\ ; i i.>P
t'q,;,""9

g

ampliaÇáo dos trabalhos da FUNDAÇAO.

1'-

Os Íesultados financeiros operacionaìs seÉo sempre aplicãdos no desenvolvimênto e na

Arì. 6" - A fìm de cumprir suas Ílnalidâdes a FUNDAÇÁO se organÌzârá em lântôs departamentos quantos se fizerem necessátios. Art. 7' - O prazo de dlíraÉo da fundâção é indêterminado-

cAPiTuLo ll
DÔ PATRIMONIO E DÂS RECEITÂS

Ad. 8" - O pâtdmônio iniciêl da FUNDAçÃo é constituído de R$ 78.198,30 (setenta e oìto mil, cenlo e noventa e oito reais e trinta centavos), os qüais foram inteqíalizâdos na forma de

equipamentos e espaço íísico que se encontram à disposição da mesma para Íase ìnicial dâs suas atividades, confoÍme escritura pública e termo de cessão de uso. Na fase das operaÇóes quando dâ obtencão da concessão para operaç.âo do cânâlde televisão e emissora de rádio, o instituidor e os membros da diÍetoria ìÍáo inleqralizar. em espécie, o capitai de R$ 30 000 00 (tÍinta mil .eais) oaÍa qarantk o capital de giro, totalizando assim um capìlâl integralizado de R$ 108,198'30 (cento e ôit; mil cento e noventa e oilo reâis e trinta cêntavos). Além da inteqralizaqão de cãpitaì o patrimônio dé FUNDACÃO será formado:

l.
ll.

Pelas doaçóes, hêranças e legados de pêssoas íísicas e jurídioas, públicas ou privadâs. n;cionais ou estÍânqeiras. Dorém com encanqos somênte seráo aceitos após
a menifestâção do Conselho Deliberaiivo e autorização do f.'linistério Público; Bens móveia e imóveig que em seu próprio nome lenha âdquiÍdo ou venhâ adquiftl

lll. Direitos a etâ

transfêddos, êm caráteÍ deiìnitjvo, por pessoês Íisicas e iurÍdicâs, públicâs ou privadas, nacionaìs ou estrênqêiras: lV. Pelos bens e dircltos que adqukÌ no exerclcio de suas aüvidades ou que resultarem de slas Íendas, subvenÇó€s. ou outros lecursos: constituição de ônus rêais sobrê imóveis, a alìenaÉo de bens e direitos e ãceitacão de doação de encarqos, só serão realizadas medìantê prévia apreciaÇáo do conselho Fiscã1. aorovação do Conselho de Curadores e ãpós ouvido o órgão do

E 1'

'

A

Ressalvêdo o disposto no S'1", os bens imóveis qìJe integram o patímônio irn.lãciÕnãl são considerados inalienávêis e coÍno taì èstarão qravados nos respectivos

6

2'-

registros.

.?ü\

Aít. 9" - Cônslituem receitâs d6 Funclacâo:
L

ll.

transmissáo de d,versas campanbãs ôlnslitdcioneis, Rec€'tês dê v€iculaÉo pÍoqíaÍras diveísos enfe outras. atÍavés de emissora de lelevisáo o ?ádffdfúsãot Receitas de patrocÍnios, cob€ÍtuÉ e lransmissóes diveÍsas âlravés da €missoÍt{

e

\

lll. Rec€itag provenientes da presiação
impl€mentação
fìna idâdes;

aádiô e de telêvisão:

dê ãtividades culiurais

de

e

serviços, elaboÍação de pÍoielos, socieís, alèm dê ou!Ías slividadès

desenvolvidâs em conformidade com âs suas finalidêdes;

IV. Receitas provenientes da realÈacão de eventos diveFos em coÍìfgrmidade qoÍn suas

V- Receitas de âtivldades de administracão de

Daaques, museus, cinêmâs, teatros e Er"

outros €quipamèntos efns a suas Ínelidades; Vl. Contribuiçôes de pessoas fisic€s ou iuíldicâs, @lâboradorcsi Vll. Dotâçóes ou subvençaies evenlueis, dir€tamente da Ljnião, dos Êslados e Municípios ou akavês de Ôreãos Públicog da AdministaÇâo d'rela e indiíeta Auxllios, contribulçóes e subvenções eventuais, dirêtêmentê dâ União, dos Eslados e Municipios ou através de Orgãos Públicos da AdministEÇâo direta e indiíetia: lX. Doaçôès e legados; X. Produtos de oDerâçóes de crédito, inlernas ou extemas, para financiamenlo de suas atividâdes; Xl. Rêndas em seu favor constituÍdas poÍ terceiros: Xll- Rendimenios dacorrentes de tÍtulos, ãções ou papéi6 financejros de sua pÍopriêdâdê; UsriÍíuto que lhe Íorem conÍeridos e rendimentos pÍóprios dos irúveis que possuir: XlV. Rendas,e iurog resulÌântes de depósilo, iuÍos bancérios e outras receitas de capìtal.

Vllt.

í".f,-)/ (2 nl \?o'0"9

Xlll.
AÍf- 10

O patrimônio e as Íendâs da FundaÉo somêntB podêrão ger utilizados para â manúlencáo de seus obietivos, nâo Dodendo ser alienados ou grEìvados sem aprovação do

-

Consêlho dê Curedores e autoúacão do Ministério Publico.

Art. 11 - A FUNDAçÁO náo remunêrará, distrìbuká lucÍos, dividèndos. bonifÌcâção ou qus6qLreí outas vantaoens. ã qualqueÍ titulo, âos seus. inslituidoíes, mantenedoíes. colaborâdoreg ou ãos
ÍÍlembros dos órgâos da Adminisiração.

CAPiTULO III
DA AOIúINISTRACÃO

Aít. 12

-

A FUNoAçÃO lem como órgãos de Administração o Conselho DelibeÍativo, a Oiretoria e

Art. 13 Ad. 14

FUNDACÃO, ainda que na condição de supleí{e.

-

É vodado o erercÍcio simultâneo de cargos nos óígãos da admirìistÉÉo

da

Os mêmbros ìntêg€ntes dos Ó.gãos de Administração exercorão suas funçóe5 qratuitâmente, ved€dâ a pêrcepção de remlneração ou vanliaqêm a qualquer thulo, e não respondeÉo, nem rnesmo subsidiarÈúente, salvo por dolo ou culpa. inclusive com relação a lerceiíos, peìas obdgaÇões assumidas pelâ FundaÇão aÌravés de ato reqllaÍ do oestáo.
ParáoÊfo único Os integrantes do Conselho DêlibeÉtìvo, da Diretoriâ deverão seÍ b.agileiros natos ou nãturalizados há mEis de '10 ídêz) anos.

-

-

e do Conselho Fiscâl

Art. 15' - são caus€s de \racânciâ ou etclusão dos membÍos dos óÍgãos da Administrâcâo:
L a mortê;

ll. a renúncia: lll. o náo comparêcimento do conseìheiío, inlegrante do Conselho Deliberativo ou Fiscal, a

L]\ ìÌ,'

3 {trés) reuniões consecutivas, ou a 5 (cinco) .euniões intêrcâìadâs,

'FÜT'DIYÍé!ÀI

J

]PÊ]

lV. a pÉtica de alos desoneslos. nocivos ou contíáÍios aos obielivoBeêrt@ddÊdes da
FUNDACÃO,

Sèção I
Do

conse!ìqDcllbetatiyq

Art. 16 - O conselho Deliberâüvo é o órgão máximo de dêcisdo da Flndação, em lqdo qlre se refere a polÍtica de âÇão e de estrutura da FUNDAÇAO, na Íormâ desle Estatllto, cabendo a ele
sugerir as modÌÍcaÇóes ou âlteraÇôes deste Estatuto.

Art. 17 - O Conselho DelibeÍêtivo será constitiJido por 3 (três) mêÍnbros inicialmente e por outros que venham a seÍ admitidos pelo instituidor' tendo o seu númerc máximo de 5 (cìnco) membros,
para um mandato de 3 {tés) anos, íacultada a reconducão

Art 18 - O

Conselho Deliberativo elegerá dentre seus membros um Presidente

e um vice

ça#

z"çnÌx
UlÚooìr'

orêsidentê. PoÍ mâioria de votos

k).Gg Y0

z\

Art. í9 - O vice-presidente gubstituirá o Presidente em todss €s suas atribuições e competências e nos seus impedimentos,

Arl.20
art
21

Conselho Oeliberativo tâmbém é o Presidente da FundaÇão

-

O presidente do Conselho DeliberstÌvo tem o voto de quêlìdâde.O Prêsidente
Bêliberâiivo rêunìr-sê-á:

do

- ô Cônselho

I

por convocação de seu Presidente; It. por convocação de no mlnimo 1/3 dos membíos do Conselho DelibeÍatìvo.

A convocaçáo dos integÍarìtes do Consolho DolibeÍativo será feìtâ Parágrafo único pessoâìmente, poÍ êscirto, com antecedència mínima de 3 (três) dias, sempre com a

-

ÌndicaÇão da respectiva oÍdem do dÌ4.

Ad

22

-

O Consêlhô Dêliberativo reunir-sê-á ôr.lina.iâmenle:

I umâ vez ao ãno, sèmpre no mês de mârço, para tomar conhecimênto e aprovar o oÍcamenlo da FundâÇão, pârâ ainda ouviÍ o Presidente do Consellìo DketoÍ rêlatórios circunstânciâdos de atividades e da situação da entidade no respectivo exercício legâl' nos termos do item 16 ô seguintes dâ Resolução n' 0563/92 da PÍocurêdoda Geral da Jusliça

-

do Parâná

Art. 23

convocêdo conforme o êslabêlecímênlo nô

-

O

ConseÌho Deliberâtivo reunÍ_sê_á ex'lËord'nariamente sempre que nece$ário'

ârt

21

Art. 24 - As decjsô* do Conseaho Deliberativo serão lomadas por maioria simples' obseÍvadas as exceções previstas nesse Estatuto.

Arl. 25

-

Compete ao Conseìho Deliberàlivo: l. traÇãr as diretíìzes fundamentâìs para congêcução dos objetÍvos dâ FundaÇão, zelando pela fiel e iôteg.al re€lizaçáo de suas fìnalidades e pelo cumprimênto do presente Estatuto;

ll. eleger, dentre sêus membros, o seu Presidenle e vice_presidente; lll. elegeÍ ou deslituir â Diretoria;

lv. eleger ou destruk o conselho Fisca';

(,-í.

V. examinar s âpÍovaí, por proposlâ dâ Diretoriê o oÍçamento e os prldÍaí,iÈô. õ projet€is
rê'ativos a atividades da FUNDACAO;

loz oo ,GJl.,

DR

Vl. autorizaÍ a Íealização de despesas extraordináíiãs, âssim
pÍevistâs no oÍÇarìerio:

não

Vlll, dellberâr, anualmente, sobre as demonstraçôês finafceiras e prestàçóes de cpntas da Fundação, ouvido peviamente o Conselho Fiscal com o parecer do auditorexter-no:
lX. deliberar sobre

\

I

extlnÇao da FUNDAÇÃO;

X. Autorizar operêçóes quê impliquem em aquisição, alienação ou oneíaÉo de bens
imóveis da FUNDAÇÂO, ouvido pÍeviâmente o M;nisté.io Público; velando pelo seu prestígio;

Xl. sugerir ao Presidente da Fundação medidas e providênciâs de interesse da Entidade, Xll. decidÌr sobre âs matérias oú casos omìssos, no inleÍesse da FundaÉo e consecuÉo
dos seus fins, nào prevlstos oeste Éstatuto;

XIll. elabo.aÍ e âoÍovaÍ reqimento inteÍno;
S

1' - O Conselho Dêlìberalivo somente poderá decidÍ sobre a extinção dâ Fundação com e presença de 23 de seus membros.

5 2" - As deliberaçôes sobre as matérias elencadas dos incisos'Ìll', "ì\f, "Vl', "Vlll" e iX" dêveaáo seÍ tomadas em rêunìóes que contem com a maiorìa absolüta dos membrcs do
Conselho DelibêÍativo.

3' - As deliberaÉes do Conselho Deliberatìvo seráo rêgishadas em âtâs e cópiâs seráo remetides ao Minìstério Públicô.
S

O Conselho DelibeÍatjvo, por deliberêÉo da mâiorja sbsolute dos seus integranles poderá determinar a perda do mandato do conselheirc que no exêrcÍcio de suas funções akre de Íorma desonestâ, contraÍia êos interesses dâ Fundação ou com de9ídia.
Art. 26

-

Parágrafo Único - Considerâ-se desÍdia pâra os íìns pÍevistos nêste êrtigo, ê falta, sem motìvo juslificedo a 3 (tÍês) sessóes consecutivas ou 5 (cinco) intercãladas, dentto do
mesmo ano.

Seção ll
De DiÍetoíie

Art. 27 - A diretoria é o órgão de administÍãção e gêrénciê da FUNDAçÃO, sendo responsável
pêla execução de suas atividades

Art. 28 - A direÌorja da Fundação é consiituída pelo Di.etoÍ Presidente, Dlrêtor Vice Presidente e
OirêÌoÍ Admìnistratìvo e Fìnanceiro, que são nomeados pelo Conselho DêliberaÌivo. S

1'- Os memb.os elêitos lerão o mandato de 3 (lrês) anos, podêndo ser reconduzidos, devendo seus nomes sêÍem submeüdos, precêdendo à posse, à ap@vâção dos órgãos governâmentais peÍtinentes, nosteÍmos de legislaçáo reguladora ds matériâ.
- Cabe ao Dìretor Presìdente, além dê seu voto integrente do Consêlho Diretor, preÍeíír volo de desempale.
S 2"

Art. 29

-

Õompete

à

Diretoria todas as atribuiçóes necessáías

à

adminìstração

e

gestão

i

Lql-

vt

financeìla da FundaÇâo, especialmente:
L zelar peÌo cumprimênto do EstatL'to garânlido

a Íealhêção das finalidadttsdaGüÍdaçãol

. resolver sob€ a âceiiação de bens e serviços que envoìvâm encargdsê81!éôijr:l! previâmente o Conselho Delibeaaüvo;

lll. elabora. os orçêmentos e balanços dâ Fundação, enclminhando-os mm pâÍecerpÉvio
do Conselho Fiscal, pêra deliberação do Conselho Delíberativo; lV. propor reÍoÍma do Estãtuto ao conseìho DeÌiberatÍvo;

V. eBtsbelecer vencimentos, honorários e remune€ção para
respeitândo o disposto Estaluto. Art. 30

-

Compete ao DiretoÍ Presidente:

L repÍesentaÍ a Fundação ativa e passivamente, em iuízo ou forê dele;

ll. convocar e presidÍ as rounìões da DiÍetorìa;

lll. convocâr as reunióês do Conselho Deliberativo;

lV. êssinâr com o Djretor FinanceÌo e, no impedimento dêste, com
Presìdente, os cheques, documentos de cédito ou Íìnênceiros:

o

Diretor Vice

V. constltuir procuÍadores com poderes 'ad-judicìa" e "ad negocia', nesta últÍma hipótese o procurador, com poder dê gestão, será precedido da aprcvação do poder concedente; Vì. onviarao Ministério Público, ânualmente até o dia 30 do exercÍcio seguinte, a prestaÉo de contas:

Vll. requerera extinção da Flndação, quando assim for decidido; Vlll. exercer a gestão administíativa e inanceÌrd em conjunto com os dêmais diretores.
Arl. 31

-

Compete ao Diretor Financeiao:

l. movimentâr conias bancáriâs, receber, emit e endossâr cheques, tltulos de crédito e oÍdens bancáriâs, em conjunto com o Pr6idente;

ll, zelar pelos recursos fÌnânceiÍos e
depaÍlâmenios;

fìscaìizâr

a gest?io ÍnânceiÍa e adminisfratìva dos

lll. substituk o presidente nos seus impedimentos eventuaìs.
Art. 32

-

Compete ao DiretorVice Presidenle: L substituk em todss as íunções o Píesidente, quando este estiver por quelquer motivo

impedido;

ll. secÍetariar todos os atos da Diretoria e ainda colaborêr com funçôes que lhe forem dosignadas;

o Diretor Presidènte em

lll. substituia o Diretor Financeiro nos sêus impedimenlos svenluaìs.
Parágrafo único O Diretor Vice Presidentê será substiÌuÍdo, sem seus impedimentos, pelo DiÊtor Financeiro.

-

f&chh&r|fu6eooMd€

Seção lll Do Consêlho Fiscal

F,úiúÕbd. sú
R636lr3rio

no

L

Arl. 33

O conselho fiscal é comDosto por três (3) membros efelivos. e,eitds'itelo Corìsêlho , Dehberâtivo com mandâro de dols t2) anos. admitida a reconduçáo porém senì db63È"o màndato-\ destes memb@s coincida com o mandato dos Ínembros do Consetho

-

só no

_

Dhetot

\vüb{

Panágrafo único

exercício

eÍÉordlnaíamente, cada vez que as cirôunstánciâs exighem_
Art. 34 - Compete ao ConceÍho Fiscall
l. veíÍìcâí a sitúação econôínico-íÌnanceira da Fundação;

e enl6s da rêunÍão oÍdináíia do mês de merço do Conselho

-

O Conselho Fisc€l reun;r-se-ri ordinâdâmente após o êncêriamsnto do
Deüb€rativo e

ll. examinar os documentos contábêis e balanços e emilir parec€Í sobre o estado geral das
conlas e aplicação do orçâmento;

ìll. examinar e dar parecer sobre o orçÉmento a ser submgtido ao Conselho Delibêrativo;
lV- e.nitiÍ paÍeceÍ ace.ca da alienação de imóveis;

d-""%\ Ë Ê€J \k:'f9/

V. Emiür parecer Sobre os relatóÍjos de dêsêmpehho flnanceiro, contábil e as opêraçóes
pataimoniais reaÌÈadas.

S€m prejuízo da competéncia do Conselho Fiscal, poderá o Conselho Detiberativo golicilar paÍecer dê auditoria externa sob€ â gestão econômíco-fìnancelro de cada 6xeÍcÍcio. Art. 35
DO CONSELHO DE pROGRAÍI A9ÃO

-

CAPíTULO IV

Art. 3ô

- A Fundêção terá um Conselho de PrcgrãmaÉo com akibuiçóes de analisar o conieúdo pedagógicó e â fo.ma dog progEmas produzidos.
,

O conselho de Programeção compor-se-á de 06 (sois) membros el€itos anuâlmente pelo Conselho DelibeÍaüvo da Fundaçáo, sendo 01 (um) eí{re estes seÍá o Diretor presidente; outro será DireloÍ Administralivo FÌnanceiro; um repÍesontante da Fundação Cultural de Foz do lguaçu; um repaesenüãntê da SecÍetéÍia Municipal de Ëducaçáo e um Íepresentaôte do lnstituto pólo do
Art. 37 lguassu e Associação Franco-Brasíleira de Cultura.

Aí.

38 - A progÍâmâção de emissora procurará píeseffar a cultura local ê âlendeÍ aos interesses comunitários.

Art. 39

- O consslho de ProgÍamação manterá à digposiçáo do Ministério da Educação â prograhação produzìda, paÍâ fins dê veicular em emissoras educativas de ouÌros Municlpioa, Estados, TerÍitório e dá União.

Art. 40 - Os membros do Consêlho de ProgÍamaçáo desempenhârão suas funçóes e âldbuiçóes sem 16muneração, CAPÍTULO V
DO EXERCICIO FINANCEIRO Art- 41

-

O exercÍcio ÍìnanceiÍo da FUNDAÇÁO coincidká com o ano civit.

O Cons€lheiro Diretor apr6senta.á ao Consêlho d€ Curãdores a ParáOrafo único proposlê orçamentária que será consubstanciada com indicaçáo dos planos de trabalho

-

(ó/u

correspondênles, tendo como órgão, pra2o orçamenláíia, não podendo majorar

despesas.
_d-e

60 (sêssentâ) dias para ?Broügr

ÊJlopo+ p;;.;;;";'.

Art. 42 - Aié o uttimo ultimo diã útit útil do rnês de ebrit ebril o prêsidente Prêsidente da Fundação êpresdfn!.$_.pglf apreséÌh$SJri Consel Frscal a prestação de contas da eniidade para exame; esle, nã íoÍma deste Ééiâtffol r( com parecer, ao Conselho D€liberativo pâra delibeÍgção. Art. 43 - A prestação de coôtâs. a ser presteda mediante Sistema lnfo.matizado da Procuradoria de Fundações, conteÍái
I

-

Carta dè rêpresentação;

ll- Recibo de êntrega; lll- Dados cádEstrêis;
iVV

lnfomaçóê6 sobr€ a Gesláo;
Demonstrâçóes Finânceirâs; Fontes de Éôursos:

-

Vl-

S 1' A cêrtê de representâÉo e o rêcibo de entrega deveráo ser assinados pêlo
Presidente e pelo Contâdoí da Fundação. $ 2' Os resultados do exercÍcio seÍão lançados no Fundo páíjmoniaì6 Fundos especiais, dè acordo com o paÍecer do Conselho de Curadores.

Art 44 - A

determinar sejaín íeitâs na lnstituição, quando, a seu critério, julgar nêcessâdo. CAPITULO VI
DA AÉ. 45

FUNDAÇAO arôârá com despesas de Auditoda Extema que

o Ministério

público

ALTEMçÂO ESTATUTÁRA

2/3 dos competentes do Conselho Deliberativo e dos membÍos da Diretorìa, em Íeuniáo extraordináÍia, convocâda para essê fim e após a previâ autoüa€o dos órgãos compelentes.
Art. 46 - O pÍesente Estatuto bem clmo seus eventuais alterêçõ€s serão pÍeviamênte submetidas è aprovaçâo do Ministério Publico, bem como ao órgâo competente do Podeí Concedente.

-

O pÍesente Estatulo somente podeaá ser allerado no que não contrarie os seus fins, poÍ

Aí.

,17

-

A votaçáo que venha alterar o Eslatuto será nominal.

Art- 48 - DeveÉ consta. em ata da rounião, êm cãso de náo unânimidade de votos, â relação conlendo os nomes e ender€ços da minoria vencida, parâ qúe se dê cumpíìmento ao art. 68 da
Lei 10.406/02-

Art. 49

âlteração do Estatuto. CAPITULO VII
DA EXTINçÃO DA FUNDAçÃO

-

Compete ao Presidênte de Fundaçáo Íequerer ao Ministério publico a âprovação da

Ad. 50

-A

Fundação poderá ser extjnta se a sua Íìnalidade se tornar inúìl:

L por decisáo de maioria absoluta do Conselho Deliberalivo;

.l^4

ll. po. impossìbilidade de mantê-ìai lll. tomaÊse ilÍcilo o seu objetivo:
lV.por decisão judicial;

à

integrêlização parcial da dotação inicial do patrimônio sooia! enì contâ bâncária remune.ada pela poupança, em um prazo de â1é 99 oiâs, a ìontar aa

data da âprovação do es{udo de viabilidade econômico

ÍinancJro;

-

-

Vl

-

lêvantamento ou movimentaçáo, lotal ou parcial, sem autori2ação pÍévia do

[4inistéíio Público ktâdual, do valor depositado êÍn conta bânúria: destrnado à integrêljzeção parcialda dotação inicial do pairimônio social da fundação. Art. 51

-

São competentes para p.opor a extinção da FUNDAÇÃO:

l. O presidente dâ Diretoria;

ll. 2/3 dos membros do Conselho DelibeÍâtivo. Ad. 52 - A êxtinção dar-se-á em reunião êxtrêordináÍia do Conselho Deliberâtivo, especialmenie convocada para esse, flm, mediante quorum de dellbeÍâção de 2-/3 (dois terços) de seus
componentes. Parégrafo único - O minÌstérjo PÚblico deveÉ ser notifìcado de todos os âtos relelivos ao procedìmento de eÍinção da fundação, sob penâ de nulidade.

Art. 53 - No cãso do Conselho Deljberativo, observsdas as disposìçôes legais e estat!Érias, deliberar pela eliinção da Fundação, o patrimônio remênescente será destinado ao seu
instiiuidor. Havendo a prévia concordâncja e autodzãção do institüidor, o patÍìmônio rema;escente poderá sêí destinado a oulra pêssoa juridicâ de direito prjvado, sem Íins lucÍâtìvos, congênere ou com es mesmâs Ínalidades, com sede no territóaio nâcional' Pa.áorâío úoìco

-

cAPITULO Vll DlsPoslçÕEs FlNAls E ÏRANSITóRIAS Art. 54 pofìssionais a Fundação Os funcionáíos que forêm admitidos paÍa prestarem sêrvÌços Trabalhistas' das Lêis seÉo regkjos pela ConsolidãÉo

-

art 55 - o ouado de pessoal cla Fundaçáo será constituído de, no mínimo 2/3 {dois terços) de iàÀii,"aoi"è oiastteirós e a responsãbitidade e ã orientação intetectuat e administratrva da
FundaÉo cabeíá táo somente a bÉsileìros nâtos'

Aft. 56 - Em qualquèÍ hipótêsê, enquanto não empossãdos os novos integrantes do Conselho permaneôer no sêlr exercício' iì".-r-" aã óii"to,à, os antigos titulâres d€sses caqos deverão dtgestâo ordiná.ìa indispensáveis ao procedinento das alMdãdês da pl-"Ënaãìp.n"" oé "tos FundaçãoArt. 57
Íeferendum" do Ministério Público.
Foz do lguۍu, 16 do outubro de 2008

-

Os casos omissos neste Éstatuto serão resolvidos pelo conselho Dêliberativo' "ad

M

(í&

ReÍerente ao Estatuto Social da FUNDAÇÃO Outubro de 2008, devidamente aprovado pela LucimaÍa Rocha Ernlund lêgas, firmam a

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RAFAGNIN Secrêtárìo

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WASHINGTON LUIZ STELLE Advogado OAB/PR 16.243

A!enida Jìrscelino Kub!Ìscheck' 200 cEPì 85851-210 ' Iel t45l3125'4422 Foz do lgLlaçu - PR

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AEÂZEIA

lliretoria üo Gol
O projeto "Foz2Q3O" pretende desel

plane

ltrelel à cidade, em médio e
Pcreira, que logo após e eleiçáo efipossou a dìretoria, chapa eleitíÌ olltem na plenziria d0 ooiìselho é ^ completada pelo secrethrio murrioipal de'lurisnro, JaiÌnc NâsciÍÌ1enn), que Íepfesentd este segmen. to econônÌico e a ltrclci tuía dc Foz do lÉuaçu. O Énrpo Lomou poss€ iá com um pÍimciro pro.ieto cn1 esboço e que em brcve dcverír scr aprcsenrado à plerúrin. Deromiuado F<rz :0.-ì0. () ìrí"icto orcrcndu
n,Lo possui lcmpo clelcr. minado dc vida. "0u scja,

I

Nelson Figueirâ RogerlveÌreles

Rolondge iorograíâs

tirr prui(trJs rniÌcí) cln di' versas árcas, o Corrselho

p'::,.tiìïl"tïfiï.T I \ro ou. visãïõ?õ!õ'

é uma fcrtamenta quc vcio e qLle vâi peìpeturr e cr'ansccncler inúÌì-Ìeìos
nrandatos de pr(rleito. D essa ó una lbrrna dc iìzer

com que os projctos,

o

de Dcsenvolvime lo de !ìrz cio If,traçu (Oodeioz) clegcu onlem sua primeirâ ÍÌìesâ direlorâ. Ìtoi aclarnada a única chopa oon.

plano dire[or, ierham
uma contiÍluidade. lìssâ é ú Aaranti3 nté ír')rque o

Nãu é

corrente, lidorodâ pl:io cmprcsírio DaÌ1ilo Vcndrúsco1o, oomo presiden_

pre$iaõtr mÌiãrdão

-,:lh" é d.:lih.r,rtiuo. !uììsulti\r,", !lissu (J
châÌnâ

r:i a iociedadc ao de

Íl/

te, e o di r etor'Écra I bÌasi iciro dâ Iláipu. .lorAe SíÌnìcÌr. oonìo vice.^solenirlàdc ìcle a pâüicipaçáo clo presìdeutc de honra <io el?)z, o p)ÉJejfo Jìcrtj

Jscer.nr.lqr-p!@''
retor
â crclâJe,

ioresenlxrá DÍoiek,s urntécrÌi. aôs c .lc vidl)rlrd:Lúc. niì rv:rlrirr!.o rlÈ Vcndrusc{rlo
bds.rLios um estuilns

e ÌoDÉo

cìn Lnúdio l)Íiìro. "li urÌÌ es-

tud,) ond,r Ì)Íocurfl rcrnos tjrlr/olveÌ todas as t',rças
riv:rs rlrr socicJade rrr, scl __tr,ld ílë rÌDrrriLrerìÌ c iL c{rnlrttJçao úc Jsscsliorl,Ìs es Dc rÌÌctrs. cr)m ust u llos

c3srs tle Lcis

lrriÍios- iiu lÌ4,, se frOrfrr
qLru uÍn

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rrara dc Vercaclorcs

tr(ÌcrlL), uÌÌì:ì r,n'

se

té,,niors s,rÌrrc n muìhor

ron-iiì*ftndii,,1,,s.

oporrlìd â um tÍ.b.rlho c}rc cornunidade uucira"

rcol:rnci,rr csLn c iLltrdr'.
LlLl( Yçln ,Ltrcs( rìlírÌdL' irl-

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rr!tìrÌìerìt0, () úr!iLo türil
nìirnÌL:r

Renli "Nos próxlÍnos drás Íef€mos uma é,rcnde rcunlão com vátlos teprcsentantes de mlnlstêtlo garc colocat em pauta a cldade de Foz'

Ibr âprcsen txr pÍojelos a rnédio c lonSo prazo, o Cocleloz tcm conro carac' tcrística.' LrâDsccnder rìandatos'. O órÁÁo, quc lere corÌÌo Aôncse o llrojeto de Lci 4.041 de norernbro tlo ano passado,

:r sr" it,rl;rLlc r)odcrii ser

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mcriìs lce tucil-s. quc tclÌ !rrmo fÌLnc:lo iustnrnurrLe
huscar.rs rlcnt:tnrl.ts tl:t s' " ,!i{alx.iu No\.rs cirrììur.rs fõìGiãã tãrnbém scr cria'

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pâra eslüdaro atendi ;nto ao anseio de cíetct ;ããasrãÉ íò-;s ,,u b,Lrr. ;. .Ìc,)êndêrì.lo di .ôns

ft7ãÉfi;mofiã.
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:xriìnde Prn isso

ssaìâl csDêÔrâ lr23alô ê

sioniljs, ll3 pirrtìÍ desestudo. trâzêr est(' asnlo à pleú?iria, parâ co.

coílrttíÌÍ

Dro-

fol aorcsenttda à PIênâ a e elelta pot aclamação
Chapa únìcs pelo prelbjto lìeni Perei" ra, qrle lembrotl que "to. dos os ag(jlltes e pïincipalÌìeÌìte â cÕmrnidrìdê teÍão condições cle ter 1'oz c \'02 n{) dcsenvolvimen!o econômico dâ cidâde". Dste desenvolr,imento. (jfi suâ opinìão, niìo liczìr?:i íestrito 1ì Foz, n1as terá ânrbito reÉionâ1. Conlbrmc Rcni, o cliíloÈ.o c e D^rceri',t Iâzetí n1ült 4tjcxí resnhádos, âté rncsmo quando não se há rÌÌüitos recursos, "Ìì cssc soanâ tório dc ÍcpÍescÌì. tantcs da sooicdade c de pcssoas clue indepcnclcntenlcnlc d() posicionxÌÌrcnto político-partidÍiÍk) tcm :r polícica do descniohiÌnenr() c(nn(ì â únicâ nrcta nós potlcmos rtos âpÌoxi ar e somal rllnlo govcrníÌi c perceber quc
â cidâde é â sonla de

atnì_Ì9lllt9__9_!!1a : lproudo. é c,rrüado (;r opos!â) à Câniârzr de
readoÍes, pois tem de vcr um uroieto de lei e ---_r:-jtì.:# fc rrulrcá , sxpLrcolr, Segundo o diretor GeL clâ Itâipu Binâcionâl rAc Sameh. o Code, r'ai oÍgxnizaÍ as derndas de sociedtde e

víÍi-

calninhâr projetos di :rÌnÌêntê áo e\ecutivo rÌrcìpxl. .'í qLrasc coúrì r socrctâriado pdralc^

c crsc

coÌì1 Ír varÌltaÉcm de tr:rhclh, r {::bi-

iìãíõiì"oa"

!ôlrLn!rrirnìêntd r)cl('s r'olvì<lns.,\ ;rdesio d" 'nostra cssc lrÌsi,'ìsmo coü
u

)nìcìrLo quc |oz cstá vi-

ndo e isso permiriízí à iacle tuzer rrm plano c1e ìAo prâzo. vìsânLlo os

óxinìos 10,20 c
os". elitrnorr.

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ao cleselvolvimcnto e âtr.rlis dastd pârcclix tcr
un1ll ccorìorììiir de teinpr, c de etapas rambórn". co-

Dêmocrátlco
ìJstâ cxÍ.oterísticéì dc-

ocr'íitica tkr Codefoz
nrhórrr

loi

desracaela

nlentou, O chefe do Baeoutil,o dcs!!ìcou âüÌda qrÌe rão se pode ter vald6de ao se

polítioos e sociais. Por isso, tbra do perí)do elcitorâ1, é preciso apÍo\eitâl il cneÍgia e cân.lizá-lâ parâ um írrioo foco: o desenvolrdmento. "lì é jsso qu(j estârnos tâzcndo", cnme'atou, Pârâ ilúsrr;lr esie LrAbâlho, oprcleìro infonn{)Ìr qrrenn lcrça-feira, 19, es" tcvc r.i'ìÌ ÌlrtÌ$íliâ, ao laclo do prcsÌdcnte e vjcc-presidcntc do Corlclbz Vendrúscolo e Samck pnrâ tÍâtnr dc projetos em nndlmenro. "Prov;rvelÌnentc nos pr(ixirì1{)s diâs torcmos nìíÌ grxrÌclc reuriít() coÌ'l vi'ü ios r{)prescntr Ììtcs Lle ruiÌrisrúÍi() pnrs colocar cm I)íntiì rÌ cidârlc dc lÌrz clo lgrraçu. Nãrr o ;rdfi inistÍâ(l(rr,\. B oü ( 1. vridndc nâo conlbin:ì conr ^ o diíilogo. () cli:-Llogo e a parceriil sempre fbrâll] c scrâo os cnnlinhos nÌâis curtos para o desenvolvirìtctto". contcrtualizotros agentcs

íco"t .ss.sso,1Ì,)

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â9 JcrIer Nilsô Rafaõnin Presidente Fundacão lquassu
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Foz do lguaÇu, 19 de fevereiro de 2013.

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Bgsla$arylqgjql glglgu

Prezado senhor, Considerando que o Conselho Municìpal de Turismo (COI,4TUR), foi criado pela

deliberativo: e oue atualmenÌe é comoosto por 34 instituicões dos mais diversos
segmentos do turismo de nosso Destino. Considerando. a relevância do assunto por ora solicitado,

Vimos por meio deste, informar queÉdE&R&l$iHB'iriãiiÉàïtiô'ìËôúÌõÍì€iálmiiâte ds
$i'ërilïüixa discussão r;elatidâiã deÍinição dos ciitérios de localizãção da 2a;Ponle

8RiPY, iËÌètendida paÍa

o

1ráfego pêsado dê caminhões, nas proximidádes dd

$[arco das Três FÍonteiras.

Vale ressaltar qu" #ftfri8é*tonvidados:Ìoficialmente paÍâÌpa(icipar'lde:timâ
É6Ë{Èiiêncí4 pré:confergrlciaoulaudiência públiqa63a qual alterou o Plano Direto(

d0fMunioÍprQ; entretanto sempre tivemos atento as discussões Íelacionadas ao rr méìo de suâ presidênbia evibé tema, e êerhBre que. ppssí. 9
,pr€sjdência rÍÌanifestoq'suatpreocupação'com o Mârco' ijdëdd'êWíüiìtêi-ia-g; que é um dos nossos atrativos turísticos.

Sendo

o que tínhamos para o

momento, nos colocamos

á

disposição parâ

maiores esclarecÌmentos.

NEWÏON PAULO DE A. ANGELI
PRESIDENTE

CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO DE FOZ DO IGUAçU
Avenida das Cataratas, 2.330

- Vila Yolanda - CEP - 85853-000 Fone -45.2105.8141 Foz do lguâçu - Paraná.

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Cãmara I\4uniclpal de Foz

do guaÇ!

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0131/2013

RoqLrorenror FUNDAÇÁO GUASSU

Darar 19/02/2013 10 00

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Foz do Iguaçu, 19 fevereiro de 2013.

turdaç6o

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DA

: FLN\IDAÇÀO IGUASSU PARA.I CÂMARA MLTÌ{ICIPAL DOS VEREADOR,ES DE FOZ DO IOUAÇU-PR

REeUERTMENTo PARA uso DA TRIBUNA popuLAR pAru. a.uoIÊNcIa DE INTERPELAÇÃO PÚBLICA À CÂMARA DE vEREADoREs DE Foz DO IGUAçU-PR
Respeitosamente vimos requerer o uso da Tribuna Popular para os dias 21 de Fevereiro de 2013 nesta 50. leìra e no dia l9 de úarço desse mesmo ano com o fim de interpelaÌ pubÌicâmente a nossa Câúara dos Vereadores de Foz do lguaçu para que veriÍique e demonstre apresentando a documentação devida de como foi que a gestão do ex-prefeito Paulo Mac Donâld çonseguiu cumprir plenamente, ou não, o Estatuto da Cidade que determina a mais ampla participação popular na alteração do nosso Plano Diretor, se está se cunp údo eventuâlmente as demais leis ambientais e gerais. apresentando provas concretas de que foram cumpridas também as fomtalidades lçgais, tais como a realização de PRE-conferências, das conferências e audìências públicas justo em período coincidente com o recesso parlamentar, entre Dezembro de 20Ì0 e Março de 2011 paÍa a alteração do Plano Dlretor, e potque e como ct admíkìstì,açdo a teríot mudou no Pl.tno Dieíor a VOCÁÇÃO TLIRiSTICA de nosso Marco dqs Tfts Frcnteircs sem uma ampla consulta papulat e junto ao COMTUR Conselho de Twismo de Foz do destín.Ìndo aquele lugot parc o tráJègo -lguaçu, pesado de CARGÁ e de CAMINHOES justo em um dos naís belos cenários de nossa Tríplìce Frollleíra e do Mercosul, que com certeza camprometerá det:ìnitíyamente de íoúha üegalira nosso atrativo. Nossa pretehsão é, senhor presidente, com a apoia da nova adminkt/ação da Câmara dos Vereadores e da Prefeitura realizar uma sé e de consultas públìcas ouvìndo qual é a vokt\de real e o intercsse maìor de nossa camunidade a esse ,l

ASSIJNTO:

,

respeilo.

Pre"idenre i FUNDAÇÂO TGÜASSU Secretaria "ad hoc" do Movimenio lguassu - TerÌa GuaÌani "O Movime[to das Aguas Grandes"

/

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- Sala 03 . Téreo - Ed. Solff dos Cirarsóis (a5) 99a5 6000(Cel.)

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CËP 85.61-000

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F. do lguaçÌr-PR

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Foz do lguaçu, 19 de fevereiro de 20'13.

: Bç9pqgÊ&!q39ao_ lggg9gu Prezado senhor,
Considerando que o Conselho Municipal de Turismo (CON,4TUR), Íoi criado pela

q9!rb9lg!iy9; e que atualmente é qomposto por 34 instituiÇões dos mais dìvêrsos segnìenlos oo Ìurismo de nosso DestÌno.
Consìderando a reÍevância do assunto por ora solicitado.

vimos por meio deste, ìnformar quedtiK@[48{R;.riã6 bàitiCipòu õficialmeÉte de *iênhúma. discussão rglati$ã:ã deÍìnição dos crÌtérìos de localização da 2"-Ponte
iBR:PY, 'ipretendida .parâ o tráfêgo pêsado de caminhões, nas proximidádês do ffVlarco das Três Fronteiras-

Vale ressâltar qr" ffiiãH6ç,'eonvidados oficialmente parâ: paÍicipar de úmã
ËdnférèncÌà, préiconferhcia:ou ?udiência públiËffra qual alterôu o Plãno DiretoÍ
$o:r,Municípiai entrelânto sernpre tivemos atento as discussões relacionadas ao iema, e Ãempre.quB possíve]lestê'oóÌegladó'Dor meio'de sua presidência e vicé ,pr€sidência manif€stqlr. suaipreocs pação'co m o um dos nossos atrativos turísticos.

,queé

Sendo

o

que tínhamos para

o

momento, nos colocamos

á disposição

para

mâìorês êsclarecimentos. AtencÌosamente,

NEWTON PAULO DE A. ANGELI PRESIDENTE

CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO DE FOZ DO IGUAçU
Avenidâ das catâratas, 2.330

-

Vila Yolanda - cEP - 85853-000 Fone-45.2105.8141 Foz do lguaçu - Paraná.

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Peteirâ, que 1oÉo íÌPós a eleição eflpossou a dire' loÍia, A châpa elei(â o1lteÌÌÌ na plentiria d<-' conselho ó cofi pletiìdâ pelo secretá_ rio llnjcipalde'fulisn1o, .trìimc Nâsoìúenlo, quc rcpì csenta esle \cÉlnen_ to ccorlòmieo c ir I'rcfui' tura cle Foz cìo l$uaçu O Érupo tomou possejícom um pÍinrciro Prqielo cìÌr csboço e quc em brevo {1cler:i scr rlÌrrescÌìlíìdo à oÌcnárii. Denoìniúâdo lroz

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ou. visíïõãGã' lo\ rÌ11ÌcÍu eìÌÌ dl_

versíÌs ár!.rn, o ClnIÌ5(lhD

.lc Dcse voLvinìcnto dc |oz clo IAurçur (Lloclcioz)
cleAeu unicnÌ su,r PÍirÌei_ r,r mcsir Jiret(tr ir' FolL.l.r Lnadâ iì rinica chaPíì oon_ oorrcnte. liclcrada Pcirr enr lìres,rriÍ' D:rniì' ' \'enJrusc,,lo, u, rnr,, presitÌen-

não possui tempo de!crrÌÌinâdo devi.ln. "Oü seja, é unÌâ lcÍÍamentâ que veio e que vai perPetuítr ê trânsceÍìdcr iníitneÍos mandatos dc prelèito. o essa é uma lbrrna de fazer coÌn que o$ pÍojctos, () pla r-r direcor, tenham uÌna continuidâdc. Ilss^ é iÌ ArrJrÌtÌ3. utL:D(ìrtlLle o üi .l h" c .dcl il:.r.,, tiu". Nn,),1 c,,Il\ultiÌo . Liiss(,) pÍrsidunLe. orÍìo o oÍáao cllâÍì?Ì

tc, e o di Íc lr)r' ÊcÍrì1

rasi lciro da IlalPu..loìÊe Sx'
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ìrÁc Samcli, o Code- !âi ()ÍÉlnizrìÌ âs derdas dl socicdadc e

ìeÉuud,,,, diletor' (ìe' dÀ Itaipo Binâcjonâl

prillcipalcr)mflnid,ìdc tc" Íáo cr)ndiçí)es dc teÍ \oz c \'02 no dcsenv()lvimen. to cconixnioo da cidadc". Dste desenvoh,imento. enÌ suâ opinìão, riÌo ficâr:i rcstrito a Foz, n'Ìâs teÌ1Ì ámbito reÊion l. (-lonlbrnlc Ììc i. o di1Ì"
dos os aAentos e

Chapa únlca fol aptesentada à Plená a e elelta pü aclamaçâo pclo pÌ cièito lÌeni lÈreiÉovcrndr e pcrccbcr cluc ra, quc lcrnbrou quc "to' a cidadc ó a sonr:r dc rári-

rÌ.'rf.r,

os age:rtcs políticos c sociâìs. Por isso, tbrâ clo pcrí)do cleìtoral. ó lrecisr) âDro\,eitaÍ a cnerÍija c câ-

nâlizá-lâ pàra um úüico
tìrcor o descnYolviorerrto. "Ìì é isso que estíimos tâ-

secrctariado paralc' ì-conì N virÌtâÉcm d0 cssu tfub.ilhi, ú fc,-

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rè,ÌÌÌinhâr pÍoictos dì"Jrúerrte aO Cxccllliv{)

loÉocopâr'ceriífazcm
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LrÌtìd icur resulLados, âié

ricipal. "Éqüase como

rlesnxr quando não se há müitos recürsos, 'Fl cssc

zcúdo", col11c11too, Pârx ilüstrrr l:sLe ü-â. brÌlho, o p.cfcil() iììÌbnÌou quc n1ì tcrçN-fcirâ, 19, cstcvc (jrÌì lÌÌrsília, no lâLlo d() pÍcsiLlcÌÌtc c üoc.prcVen.lÍúsc()lo c Snmck pÍrratrdtiìr (Ìe pÍoictos cm aldamento. "Provavel. ÌÌÌcntc nos l)ì(i-\inÌos dias tcrcrnos rr rrr gr-ancìe rcrrniiL() coÌ1r \'ários rcpÍ{rs0rìt.dntes dc nìirìÌstcÍio piìl.|r coÌocâr'el'lì p:Ìut;r r oidiìdc rlc lroz do lgrraçu. Não o l(lìlìinisüldoÍ,\.ll (nì (ì. \'rìidxrlc Dão c(xìrb;Ìri '\ c0nr o di:ilogo. () diíil(rÉo c ir parccr-ia scmprc íìrrlru c scÍâo os câminhos mais cuÍt()s par?r o dcscn!oh,iincì11(J". clontc\tüâlìzrtú. ídD' r"-se$v,ìa)

sidcnLc

!l(

) (iodcfoz

solnír!óÍio dc Ícpr'cserÌ"
tanccs da socicdade c dc
pcssoas quc inrlepcntlcrr'

,-<

-\ nJcsji,, tìe ,-.ãífõ",ras,nostra,, rsiâslno corÌl clisc
,Ìoh i.los.

'lrLdlirfl

:tn1. nt. ôdlir\

ìmer,ro qLrc IÌrz cstí vi ndo e isso pcrnìirirri ì .- dc fìzcr un plrrno dc ' 1o pr-íÌz(r, ïisand(ì os ìximos 10, 20 c .lí)

d1) posicioìlitpolítico-pârtìd.iri(ì tcnr a política clo dcscn\oh'irìrcnto cí)r1ì{) x única mcta nris porìcrnos nos iìpro-\jnÌtr c somír rll o
rÌrlJìrt{)

te len!0

iì() dcscn!ol\'ilreììto c xtÍar'ós cìestiL parccrií tcr
c0ororì1ia dc tcrÌÌprj e dc ctapas tunbónr", coO chef,:r do Dxecülivo destacou âindâ quc não se

unì

-DemocÍático
-ì,ìstr cíÍrcterísriLiâ dc- .rrlitica cl() Codcioz 'bérÌÌ t'oi dcstacad.Ì

podc ter vaidarle

lo

se

Minislérlo Publiro Federol

no Poronó

Pnocunloonrr or RepúeLrcr No Mutrcípro oe Foz oo lcunçu/Pn
Ofício
819/2013/PRM-FOZ
Foz do lguaçu,26 de abrit de 2013

no

A Senhora Gisela Damn Forattini Diretora do Licenciamento e Qualidade Ambiental- IBAMA Scen, trecho 2 - Ed. Sede, Bloco C, 1o andar 70.81 8-900 - Brasilia/DF

Senhora Diretora,

Acuso o recebimento do ofício 84712011lDlLlC/lBAMA.
Reitero os ofícios pRN4/Fl/pR n. 1SSB12O12 e 58/2013iPRM-

FOZ e a fim de instruir o lnquérito Civìt n. 1.25.003.00 6227 t2}O7_gg, solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de 1O (dez) djas, encaminhe cópia dos autos do Processo n.
02001,001329/2007-98, após fts. 20S.

Atenciosa

Barbosa República

Ministério Público Federal - procuraooÍra da Repúbl,cã em Foz do loJâcu/pR Avenioa oês Catêratas, 1" 42 _ Nl Boicy Foz do Ìguaçu/pR - Cep.: 85.8S3-OO0 _ TeleÍone: 45 _ 3S21_4500

Ë

Ievs n sEGuRÁDo / vmEUF oÉci,ARÉ
ÁSS MTURA DO FECEôEOOR / SIGNAIURE DÜ RÊCEP|EUR

l

lrnoanÁnnrraiortnlRE

NOM! L.ECIVEL Do REC€aEOOR

í

USlar.FDU
'VOA'

NI DOCUME}fIO DEìDEN'T FLEÁCÃO OO

ÊËcÈuFDôR

/

S)z - z

ôFolô uPÉDDòR

ENOEREçO PARA DEVOLUçÃO NOVERSO

DE RETOUR DANS LE

no.éL0.lC@-*
õueãiante
se

.^JUNTADA

ve

Parâ consìaí'

MINISTÉRro Do MEto AMaTENTE lNsTITUro BR{SILEIR0 Do MEIo AMBIENTE E Dos RxcüRsos NATURAIS RENovÁ\.TIs

#r\
BO3) Q"i"""g

DiÌetoda d€ Licenclamenro Arütental
SCENTrocho 2 Ed. Sede do lbamô - Cx, Posraì na 09566 Brasítta - Dr CEP: 70818-900 6 Telefoner {61) 3316-1282 - 1670

l{w.ibma.gov,br

oF 02001.00735s/2013-78 DrLrC/tBAMA
BrasiÌia, 13 de maio de 2013.
Ao(À) senhor(a) Alexandre Collares Barbosa PÍocurador(a) da República do(a) Ministério Público FedeËl/Prm/Foz do lguaçu/Pr Avenidò das Catarôtds. n" 42 - M. Boicv FOZ DO IGUACU - PARANA CEP.:85.853-000 Assunto: Resposta ao Ofício n" 819/2013/PRM-FOZ, Inquérito Ciül n" 1.25.003.006227/2007-99 no âmbito do licenciamento ambiental do Projeto de Implantaçáo da 2o Ponte Internacional entre Foz do lguaçÌr/PR/Brasil e Presidente lrranco/Paraguai (Processo n" 02001.001329/20o7-98). Senhor(a) Procurador(a) da República, Em atenção ao Ofício nq 819/2013/PRM-FOZ, encaminho, conforme solicitação, a cópia do processo n'02001.001329/2007-98 (a partir da fÌ,205), Ìelerente ao licenciamento ambiental do projeto de impìantação da 2" Ponte Internacional sobre o Rio Paraná, entre Foz d0 Iguaçu/PR e Presidente Frânco (Paraguai). Sem mais, coloco-me à disposiçàó para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente,

1.

2.

1^-\DAMM FORATTINI r(a) do(a) DILICiIBAMA

pag.1/l

fin'n013

- 15:05

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-r.t )olì

'

MPF
MinisÉrio Prtbli.o Federcl

Procurodorio

do Repúblico
no

Poronó Áti.\ q;r."9
lcuaçu/P\#S

Paocunlooara

DA REpúBltca

No M uNrciPro DE Foz oo

CONCLUSÃO

Faço estes autos conclusos ao Excelentíssimo

Senhor Procurador da República Alexandre
Collares Barbosa.

Foz do Iguaçu,28 de maio de 2013

Para colstaÍ, lavrei este termo.

Marineiafen'ud
Matrícula 6485-8

,r'6'iïà\

Éud'ì
Minislerio Público Fedêrol Pnocunloonn ol RepúerLct No lvluNlcíP ro oe Foz oo lcueçu/Pn

MPF
Despacho:

lPro curodorio

\e.!!egY

Iao Repúblico lno Poronó

Assunto: Construção da 2a Ponte BR/PY Area temática: 4" CCR

No presente momento, embora
instauraçâo do presente lnquérito Civil aponte

a

portaria de
foco

o meio ambiente como

primordial de tutela face à consirução da Segunda Ponte lnternacional enire

Brasil

e

Paraguai, dianie dos documentos careados aos autos visualiza-se

vocação conjunta para a segurança pública.

Na vertenie do objeto rneio ambiente permanece necessário o acompanhamento do licenciamento ambiental e suas condicionantes. Em relação ao objeto segurança pública, é patente a
nêcessidade do planejamento na composição de recursos humanos e materiais

parâ atender a nova demanda, com vistas ao adequado funcionamento do
futuro centro de conirole fronieiriço em Foz do lguaçu/PR.

Em 1AA5|2O11 (fls. 516/517) a Divisão da América
l\,4eridionâl

ll do

Min,stério das Relações Exieriores notìciou a soliciiação de

manifesiação dos órgãos federais com atuação na fronteira

-

DPF, FPRF, RFB,

ANVISA

e

|\,4APA

-

sobre concepção Íuncional e arquiieiura do centro de

controle fronteiriço da Íutura segunda Ponte lnternacional sobre o RÌo Paraná

em Foz do lguaçu. lnformou que o pedido de manifestação não contempJgrío
planejamento e prazos para concreiizar o aumenio dê recursos hun.la

Ministériô púbtìco Fedêrõt

MPF

Procurodorio do Repúblico

no Poronó

a nova demanda de serviço.

Nâs fls. 7251728, 7291733 e 734, vieram aos autos
informação do DPF, da RFB e da PRF, a respeito da estimativa do número ideal de servidores para atendìmento da demanda proporcionada por uma segunda ponte entre Brasil e Paraguai.

DestaÍe:

1) Oficie-se cordialmente à Divisão da

Amér'ca

l\,4erjdional ll do lVlinidiério das Relações Exteriores, com cópia das fls. 5j6/51g,

solicitando que encaminhe, no prazo de 60 dias, cópia da mânÌfestação dos

órgão consultados consoante informado no Ofício
II/CGDECAS/ASEG BRAS PARG

n. 29

DAM

\

)

2) Oficie-se cordialmente à Secretaria Executiva do

l\,4ìnistério da Justiça, com prazo de 60 dias, indagando se existe planejamento

no âmbito do Departamento de Polícia Federal e do Departamento de polícia Rodoviária Federal para o aumento dos recursos humanos e materiais

necessários

ao adequado atendimento do controle fronteiriço da

futura

sêgunda ponte internacional entre Brasil e Paraguai em Foz do lguaçu/pR.

l\,4inÌstério

\ 3) OÍicie-se cordialrnente à Secretaria Executiva do /) da Fazenda, com prazo de 60 dias, indagando se existe

planejamento no âmbito da Receita Federal do Brasil para o aumento dos

recursos humanos

e

materiais necêssários

ao adequado atendimento

do

controle fronteiriço da futura segunda ponte internacional entre Brasil e
Paraguai em Foz do lguaçu/PR.

\

o) or'.'"-"" cordiatmenie à SecretarÌa

MPF
Minislériô Públlcô Fêdêr6l

Procu ro do

rio

do Repúblico no Poronó

CONAMA, com prazo de 60 dias, encaminlar cópia das fls. 175/180 e 192/193

todas do anexo 01, indagando sobre a possibilidade do desmembramento do licenciamento, bem como

a

necessidade/desnecessidade

de aprovaçáo

do

desmembramenio do licenciamento ambiental, nos moldes do art. '12, $1", da Resolução CONAMA 237197, reÍerente ao empreendimento da Segunda Ponte lnteÍnacional entre Brasil e Paraguai.

Foz do lguaçu, 3

2013.

re CóJlárès Barbosa urador da República

MPF

Ministério Ribli.o fedêÍsl

Procurodoriq do Repúblico no Poronó

ZíiitD s' -tl?

Pnocualoonn oa REpúeLrcr No Mur.rrcípro oe Foz oo lcurçu/Pa
Ofício no 1074/201 3/PRM-FOZ

in'o t 'r> * \ lr -"6t
{rrr oortj/

Foz do lguaçu,06 dejunho de 2013

Ao Senhor João Marcelo Galvão dê Queiroz Chefe da DivÌsão da América lvleridional ll - DAM ll Palácio do ltamaraty - Esplanada dos l\4inistérios - Bloco Brasília-DF - 70.1 70.900

Senhor Chefe,

1.25.003.006227

o lnquérito Civjt públjco n. t2OO7-99, com base no arligo Bo, da LC 75193, solicito a Vossâ
insiruir

A fim de

Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dias, encaminhe cópia dâ manifestação dos
órgãos consultados consoante inÍormado no ofício n.29iDAÍM lI/CGDECAS/ASEG BRAS PARG (cópia anexa).

Atenciosa

res Barbosa Procurador da República

MinÍstério Público Federal - ProcuradoÍia da Repúb|ca em Foz do lguaçu/pR Aventda das Catâratas n0 42 - lt . Botcy
Foz do lquaÇu/PR

-

Cep.i 85.853"000

-

Tetefone: 45

-

3521-4500

MPF
ç
Oficio n' I 075/20'l 3/PRM-FOZ

Procu

rodorio

Minlsrério Prlblko Federol

do Repúblico no Poroná

Paocunloonrn oa RepúeLrca No Mulrclpro oe Foz oo lourçu/Pn

íti\
b" 'r _r ^tl Rr"1"""9

Foz do lguaçu, 06 dejunho de 20í3

À Senhora Márcia Pelegrini Secretária Executiva do lvlinisterio da Justiça Esplanada dos Mìnistérios, Bloco T, Ministério da Justiça Brasília-DF - 70.064.900

-

30

ândar, sala 300

Senhora Secretária,

A Íim de
'1.25,003.00622712007-99, com base

instruiÍ

o
ll

no ariigo 8o,

lnquérito Civit público n. da LC 75193, soicito a Vossa

Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dias , infoÍme se existe planejamenlo no âmbito do Departamento de Polícia Federal e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal
para o aumento dos recursos humanos e materiais necessários ao adequado atendimento

do controle fronteiriço da futura segunda ponte internacional entre Brasil e Paraguai em
Foz do lguaçu/PR.

,o
Atenciosame

BaÍbosa República

Mlnlstério Público Foderal . Procu.adoria dâ Repúblicâ em Foz do lguêç!/pR Avenida das Catâ€tas. n.42 - M. Boicy F^?.1^ l^"i. /pP - rìâ^ Â4 Âq?-nnn - Ìôlâf^^ê /6-1611_rÂôn

PREENCHER COM

ImÂ

DE

FORM^

AR
Tçf
I

DESTINATÁRIO DO OBJETO i DESTíNÁTÁIRE
JIJSÌIçA . .È. Ê ÉÌARIA EXECUTIVA SECREÌÀFIA EXECUÌIVÂ DO MINISTÉF'O DA JUSÌICA
SE/N,J - MINISTÉRIO DA

o

ESPLANAOA DOS MINISÌÉRIOS. BAÂsÍLtÂ,DF - 70.064.900

BLÌ'

MJ.34SL

3OO

lPÀsrPÀ,s
ENV/PRMnGU"PR"00001250/2013

DEcoNÌEUDo(suEÌoÀ vEFrFrcaç^o)/orscFrürN4cror!

I

fl
I
NOME LEGIVEL OO RÊCEBÈDÔR /

PRroRrÌÁRra/ PRloR/iÁlFE

eus
Ìsecunqoor vrrEunoÉcunÉ

Z-^1ff-,ü;*-'-.
NO'
L]S]ELÊ DU

lfu4r

13

RÈGPÈÚR

DOCUMENÌO OÊ DENÌ F CACÃO OO RÉCÉsEOORT ôRCÀO ETPED DÔR

*'(Tryffiï:f:r;:ü*

ENDEREço PARA oEvoLUçÃo No vERso / ÁDRESÌFDFh EEeuRãtHúÈ LE vERs

/8/ 9/

/-)

MPF
Miniíério Público Federcl

Procurqdorio do Repúblico no Poronó

Pnocunroonn or REpúBLrcA No Mur'rrcÍpro oe Foz oo lcunçu/Pn
Ofício no í 076/20'13/PRM"FOZ

#*q *ïk*Gg

Foz do lguaçu, 06 de junho de 2013

Ao Senhor Nelson Henrique Barbosa Filho Secretário Executivo do Ministério da Fazenda Espìanada dos l\,,lìnisterios, Bloco P, Ministério da Fazenda Brasilia-DF - 70.048.900

Senhor Secretário,

lnquerito Civil público n. 1.25.003.00622712007-99, com base no ariigo 80, II da LC 75193, soticito a Vossa

A fim de

instruir

o

Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dias, informe se existe planejâmento no âmbito

da Receita Federal do Brasil para o aumento dos recursos humanos e
intêrnacional entre Brasii e Paraguai em Foz do lguaçu/PR.

materiais

necessários ao adequado atendimento do controle fronteiriço da tutura segunda ponte

Atenciosamenie,

urador da República

Ministério Público Fedêíal - Procu€doria da República enì Foz do lg!aç!/PR
Avenida das Cataratas, Foz do lgLraçu/PR
n0

42

-

Nl. Boicy

-

Cep.i 85.853-000

-

Telefonê: 45

-

352'1-4500

REEiICHERCO T€ÌRÂ

DE FORMÀ

AR
Bloco
p

...-'....'. ...............

MìNISÌEBIO DA FAZENDA. SECFËTARIA.EXÊCUTIVA
NÊLSON HENFIOUE BARBOSA FILHO

--DqgrNATÁRro Do oBJETo I DES'nNATAIRÊ

sEcRÊTÁRto ExEcuÌrvo oo Mtr,llsrÉFto DÁ FÂZENDÁ oíclo Nt I0762013
EspLÂNÂDÀ Dos MrNÌstÉFtos.
BRÂsíLtÀJDF - 70,o4a,9oo

Eritv/PRM-rGU+F-0000r 251201

!
NAÌURE4
DO ÉNV O / /Í,4TUNE OE

orcLARAçio o!

co\ÌE-Do.sr, r'o

À vÊRt

c!çÃor.

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PRToRLÌÁRLA/ PF/oR,rÁtRE

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AEgNÀTJFAOORECESEOOR/3/6'""tr,jff'fjïi,ffi
rcME

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sEcuRADo , vÁrEUÂ EÉcr,AFÉ

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lfirolr/A
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t

Gôrvil

Do REcEsEooR /

flori ustsLE

z'
.,rr ,orro

N" DOCIJMÊNJO OE DENÍ F CAçÃO DO

ENDERÊço pÂRA DEVoLUçÃo No vEÈsd i ÁDRÈs-s

eDry!ry!!4!:!:!!E {.3.sj

MPF
Ofício
no í 077/2013/PRM-FOZ

MinistéÌio Público FedeÍul

Procurodorio do Repúblico no Poronó

Pnocunloonrn or RepúeLrcr No MurtcÍpto oe Foz oo lcuaçu/Pn

Foz do lguaçu,06 dejunho de 2013

Ì Ì
l

Ao Senhor

Francisco Gaetani Secretário Êxecutivo do CONAI\44 Esplanada dos Ministérios, Bloco B, l\4inistério do l\ileio Ambiente Brasília-DF - 70.068.900

-

60 andâr, sala 600

Senhor Secretário,

A Íim de
1.25-003.00622712007-99, com base

instruir

o

no artigo 80,

ll

lnquérito CiviÌ PúbÌico n. da LC 75193, solicito a Vossa

Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dias, inÍorme sobre a possibilidade do desmembramento do licenciamento, bem como a necessidâde/desnecessidade de
aprovação do desmembramento do licencÌamento ambÌental, nos moldes do ãrt. 12,
S1o,

da Resolução CONAÌüA

237197, re'fercnle

ão

empreendimento

da Segunda

Ponte

lnternacional entre Brasi. e ParagLai.
Em anexo: cópias das fls. 175/180 e 192/'193 dos referidos

Autos de lnquérito Civil Público.

Atenciosamen

Ale

ares Barbosa or da República

Ministério Público Fedêrâl - Procuradoria da República em Foz do lguaçu/PR
Avenrda das Cataratas, n" 42
Fô7 d^ l^',^^1,/pP

-

lvl. Bolcy

- fìÁ^

ÂÂ Rqq-nrìn

-

Talêí^ôê rÃ_?qr1-16nô

PREENCHÉR COM LETRÀ OE FOFIIÁ

AR
B.6r
A SL 600

DESTINATÁRIO OO OBJEÍO / DEST'NÁIAIRE
üINISÌÉÊIO DO MÉIOÁMBIENÌE ìECFEÌÁRIO EXECUÌIVO DO CONÂMÀ iSFLANAOÂ DOS MtNrSÌÉh'OS, BLOCO
3RÁSlLtA/DF - 70.063-900

Dcc-AtuçloD, co\ÌEroo, -.Eroa vcqFcaçÁo, Djs FJevlJoÀ

r 'ìï"';'"ïï:'ï':*:"lllYlïl
NÀRIREA

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ÂSS NÂÌUR^ DO RECEBEOOR / SI6N^fURÈ DU RÈCEPÌEUR

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LEGIVEL OO

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R!CE3:óOÈiÍOAKê@E

RÊCEPEIN

OOCUMENÌÕ OE RECEEEOOR /

È-È\ \\ Gà. .)\.\ -.\ \ â\\à^^.<ì IõÉNÌ üCÁO óR6ÃO EXPÉDDôR ã%aiâ"",H.x?:ii"**f
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ENoEREço pÀRA oEVoLUÇÃo No vERso / 4DREss

t oz aYiwr.a ll\la rE vÈFs

't

,'

t,..'''t

que âdiênto 3€ vê levÍêì. eête termô.

Màlinéia

SECRETARIA EXECUTIVA
Esplâna.lâ dos Mi.istérios, Bìoco

Ti3'ândâ.,

sâlâ 300-À

70064-900 Braília. DF Tdefones: {61) 2025-3J35 /3914
sâbinetese@mj.gov.br

ofício

n"3ôO

/2013/SEÀ,IJ

Brasília,Q.]l dejúnìo
ÍvtJ/sE

de 2013.

A

Sua Senìoria o

Seúor

-a

ALEXANDRE COLLARES BARBOSA
Procurador da Repúb1ica Procuradoria da República no Município de Foz do lguaçu Ministédo Público Federal Av. das Cataratas, no 42 - M Boicy 85.853-000 - Foz do Iguaçu./PR Assunto: Inquérito Civil Público

ttimruïrÍffiurru

n'

1.25.003.006227 12001-99.

Senhor Procurador da RepúbÌica,

De ordem, em atenção ao Oficio 1075/2013/PRM-FOZ, que soÌicila infomações acerca de aumento dos recu$os humanos e materiais necessários ao adequado atendimento do controle fronteiÌiço da futuú segunda ponte intemacional entre o Brasil e Paraguai em Foz do lguaçu./PR, retiÍico que foram encaminhados ao DepaÍamento de Polícia Federal e ao Depârtamento de Polícia Rodoviaria FedeÌaÌ, cópias,uÌexas, para atendimento da soÌicitação de Vossa Seúoria.
Atenciosamente.

l.

'(a\*

\,:-J1

ç'o^<-

.

FI AÍNE LIJSTTPORTFT-A
Chefe de Gabinete

t\4JlSE
Secretaná Executiva ilj

iiltilililiililtlilllil1ilillt]]ltIti
08004 001301/2013-55

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SDcRETARIA ExEcU VA
Esplânada dos Nlìdistérios, Bloco

T,l"

andâr, saìr 300-À

t006,1-900-Brâsílis. DF Teleïones: (61) 202s-3lis /.l9Ia
gabinetese@mj.sov.br

6-"]'à e- .4lo '
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O1ìcio

n" aI YJ

Ír"- Í-^&
\rro..tP
Brasíiia, \g
de

/2013/SE/MJ

juúo

de 2013.

A Sua Senhoria o Senhor ALEXANDRT COLLARES BARBOSI.
Procumdol da República Procuradoria da República no Munìcípio de Foz do Iguaçu Ministério PúbÌico Federâl Av. das Cataratas, no,12 - M Boicy Cep: 85.853-000 Foz do lguaçü,ryR
Assunto: Inquéiito Civil Público n" 1.25.0 03.0062271200'7 -99.

Senhor Procurador da República.

De ordem, em atenção ao Oïìcio Ì 075/201 3/PRM-FOZ, que solicita infomrações aceÌca de aumento dos recursos humanos e materiais necessarios âo âdequado atendinento do controle frolteiriço da futura segunda po1ile intemâcional entre o Brasil e Paraguai em Foz do Iguaçu-/PR, informo que foi encamiúado à SecretaÌia Nacional de Seguança Pública deste MiÌisléÌio, cópia anexa, paÌa atendimento da solicitação de Vossa Seúoria, Atenciosamente,

1.

tehmÊhida6*ïËio
Chele de Gabinete

SECRETARTA EYECUTIvA

PÌotocolo: AssunÌo:
lnteressado:

08004.001300/2013-Ì9
Ìnquérito civiln"

r

I .25 .003 .006227 12047 -99

Ministério Púb1ico FederaÌ no Município de Foz do Iguaçu/PR D ES P ACLÍ O

De ordem, encamiúe-se à Secretaia Nacional de Segurança PúbÌica Oficio
Ì

075/2013/PRM-FOZ, para resposta ao Ministédo Púb1ico Federal, devendo informar este

Gabinete quanto ao envio da informação solicitada-

Em

de

junìo

de 2013

-(,!.*

FI AINF Ì,IÌST7+ORTËT A
Chefe de Gabiììete

\.Ò-.li .-..{.

-

aosIae--Lldoe4!
quê ediante s6 vô- Pâra congtâf, ìavÍeì este termo.

. JUNTADA

Processo:

08004.001300/2013-40
lnquérito civil n'

'
ìÌi

MJ'SE
sê.rêtlria Ex6cutiva
it!ì iiriir
ii

lntelessado: Ministério Público FederaÌ no Município de Foz do Iguaçu/PR

iiil illllrfillr lNllllllll lil

Assunlo:

1.25 .003 .00622'7 120a'l-99

03064 C0r329/?013-92

DESPACHO

De ordem, encamiúe-se ao Departamento de PoÌícia Rodoviríria Federal cópia do

Oficio

1

075/201 3,?RM-FOZ, para resposta ao

Ministério Público FederaÌ, devendo informar este

Gabinete quanto ao envio da informação solicitada.

Fm

.j5

de i,rnho de 201

l

-'tïxmutÈr%ït#o
Chefe de Gabinete

sc

Processo:

08004.00i300/2013-40 r

MJ/sÉ

lnÌeressadol Ministéio Público Federal no MuoÌcipro de Foz do lguaçu,/PR

Assunro: rnquéritociviln"l.2s

.*t.*;;;;;;;-;;'
DESPACHO

llll

secrciã'È

E:*uúv'

ililllilruilrul![[li!|lüifll

De ordem, encamiúe-se ao Depafiamento de Polícia Federal cópia do Oficio
1075/20I3PRM-FOZ, paÌa resposta ao MinistéÌio Público Federal, dev€ndo informar este
Gabinete

qunto
trn

ao envio da informação solicitada,

ae

iurüro ae

ZO t

:

.

(:Ya-J< \'.+. PI-AINE Ì,I JSTT PORTFÌ,A Chefe de Gabinete

sc

quÊ acliante sê vê. Para constar, lavrei êste teafio,

PRM

IGU -PR

OficioN"67

DAMÌÌ/CGDECAS/ETRA BRAS PARG
Brasília, em

J6

ae

,áry,s/o

de 2013.

Senhor Procurador da República,

Com relerência ao Oflcio n. 29 DAM ÌI/CGDECAS/ASEG BRAS PARG, desta Divisão da América Meridional ÌI, e em resposta ao seu Oficio n.
1074/2013/PRM-FOZ, encaminho,

em anexo, cópia das manifestações

do

Departamento da Polícia Federal (DPF), Depatamento da Polícia Rodoviária FederaÌ

(DPRF), Receita Federal do Brasil (RFB), Agência Nacional de Vigilârcia Sanitária

(ANVÌSA), Ministério da Agricultura (MAPA)

e da Agência Nacional

de

Tl'anspofies Terestres (ANTT) sobre a concepção funcional de arquitetura do centro
de controle fronteiriço da futura Segunda Ponte Intemacional sobre o Rio Paraná. ente,

(ELOÌ ITTER FILHO) Chefe, substituto, da l visão da America Meridional II

Ao Senhor

Alexandre Collares Barborsa Procurador da Reoúb1ica Procuradoria da RepúbÌica no Vunicípio de Foz do lguaçu PR Anexo: 6

(ANTT) Fwd: ControÌes Frorìteiriços Segunda Ponte sobre o Rio Paraná

Página 1 de 2

(ANTT) Fwd: Controles Fronteiriços Segunda Ponte sobre o Rio Paraná
Enviâdo: quinta-felra, 6 de janeko d€ 2011 12:26

rodrigomoraesabreu@gmail.com em nome de Rodrigo Moraes Abreu Irodrigo.abreu@itamaÍaty.gov.br]

Parar

Caio Verniers lcaio@vetec com

br]i Ezequle G€rd Chamorro

Peters9n

---Mensaqên encaninhada ---Dê: RonaÌdo cab:.aÌ Magalhães <ronâldo.naqâÌhaesGantt.qov,br> Data: 14 dê dezenbÌo de 2009 13:14 Assunto: RES: ConlÌoÌes FÌontêìriços Segunda Ponte sobre Ô Rio Pêlana Para: Rôdrigo Moraes Àbr:eu <rabreu"4mÌe . gov. br>
Prezado Rodxigo MoÌaes Abreu,
ÀNTT necessita de ÌrÍìâ sala, paÌrã três sêrvidores, farão ê fiscaÌização dos transportes têrrestr:es de cargas e

Informo quê a

que

Atenciosanente,
RonaÌdo MaqaÌhães

-

De: rodrigomoraesabreucEÌìaiÌ. con tnairL.,rro.1Ìiqo oÌèe-.èbr.'rÌ,irÍ14:l.cÕÌ:l En nome de Rodriqo Moraes -Pl]reLl Enviada em: seztâ-feira, 11 de dêzenÈro de 2009 17:49 Para: Ìucie.barilÌo"ôtÌanspor!es. gov.br; plinio.boldo0dnit.gov.br; atiÌa. oÌiveira13anvisa. gov.brr davi. sianÌey@dprf . gov. br; taliana. tangerino@dnit. gov. br; siÌvia. quedesr3dnit. gov.br; fuÌquim. azf0dpf. gov.br; RonaÌdo cabÌaÌ MagaÌhães; j uliêno. riccÌ.areceita . fazenda. sov. br; andre. beranger!areceì!a. fâzenda. gov. br; giÌberlo. trâsâncin.âreceita. fazenda. qov.br; jmaÌceIo,âÌnÌe. gov. br;

--Mensasen oriq+naÌ-----

Ilto.nordndini.âaqricultura, gov. br; caiôGvêtec. coÍÌ. bri victoir"avelec. coÌÌÌ.br; pedrosin:ìoes0vetec.com.br; migueÌ . souzal-dnit . gov. br Assuntô: ControÌes Fronteiriços Segunda Ponle sobrê o Rio Paraná
ConfornLe acordado na

rêunião de hoje nesle MRE, convocada parâ tÌ.atar dos côntroles fronteiriçôs dâ futura Sêgunda Ponte IntêrnacionaÌ sobÌe o Rio Faraná con o Paraguai, seguê ên anexo pÌanta preparada pela Vetec/ para anáÌise dos óÌgãos intervenientes de fÌonteira.
RecoÌrdo

o enten.linento aÌcançado no encontro de hole, segundo o qüaÌ os óÌqãos terão prazo até o diâ 18 pró)<ino pêÌa ÌÌìanifestaÌem suas opiniõês sobre essa propos!d iniciaÌ, ben cono para apresêntaren estiiÌÌativã dâ quantidâde de servidores que, en condições de füncionânento pleno da pon!e, trabalharidn en suas instaÌações, cordiais saudações, SecretáÌio RodÌigo Moraes Ãbrêu Subchefe da Divisão da Ànérica MeridionaÌ II (DÀM-IÌ) Departanento da héÌica do SuÌ Ì (DAs-I) Minislério dds Relâções Exteriores TeÌ r +55 61 34lI-822I Fax: +55 61 34rt-8219
ConfìdenciâIidade: A informação con!ida nesta
mensagem

de e-naiÌ,

https://mail.itamaraty.gov.br/owa7?ae=ltem&t=lPM.Note&id=RgAAAACc7jHTDO1,,.

27 /0612013

(ANTT) Fwdr ContoÌes Fronteidços Segunda ponte sobre o Rio paraná

Página 2 de 2

inctuindo quaisquer anexos, é confídenciêÌ e êstá r.eservada à pessoa ou entidade pâra a quaL foi endêreçada. Se você nao éapenas ã qestr. natgri,-o ou a pêssoa responsávet poÌ encaminhar esra ÍÌensasem ao destinatário, você êstá, pôr meiô desta, norificado que nao deíera Ìever/ retransmitiÌ, inprinir, copiar, usar ou clist.ibújr êsl ê mensagem de e-Í\aiÌ ou quaisqueÌ anexos. Caso você tênha recebicto esta Ìnensagem por engano, por favor, contãte o rêmetente imediatanenie e apaque esta ÍÌensâqe!Ìì de seu computador ôu de quaÌ4uer outro bâncô de dados. Muito obrigado. ConfidentiaLity No!ice: The inforÍÌarìon contained in lhis êmaiÌ nessage, incÌuding any attâchÌnenr, is confidentiaÌ and is rn!en.ìed only for the person ôr entity !o which it is aclclxêssed. If yôu aÌe neithêr lhe intended rêcìpient nor the eÍLpÌoyeê or aqenr Ìe;ponslbte for: delivering this nessâge tô the intendêd recipient, you are hereby notified that you rÌ,ay not review, rêtransmit, convert to hard copy, copy, use or distributê this emâi] Íìêssage or âny attachments to it. If you have .eceived this enaiÌ in exror, pleasê contact the sender imediateÌy and deÌete this Íìessage fÌom any computer or other data bank. Thank you.

Deparlamento da Àméïica do suÌ I (DAs-r) Minístério das Relações E:<teriores

Secretárlo RodÌiqo Morãês ÃbÌeu subchefe da Divisão da AÍìérica MêridionaÌ II (DÃM-ïI)

Tel: Fâ::

+55 61 34ll-8227 +55 61 3411-82r9

hnps:// ail.itamarary.gov.br/owa/?ae=l1em&t=lPM.Note&id=RcAAAACc7jHTDo1...2'l/06120],3

*t5' ffi
Ministerio da razenda
Receita Federal

SÈCRËTAR]A DA RECETTA FEDER,AT DO BRASÌL SUBSECRETARIA DA ADUANÀ E RELAÇõES $JTERNACIONAIS

opicro nrslsuAnr No Â
A Su! Sê.hodâ o Senhor

I
Brasiliq

f

2

de taneiro de 2010

Mieüel de Souza
Diretor d€ Planejãnìento
e Pesqüisa

DepadâÍÌento NacionÂl de Ìnlra-EsÍutura de TÍãnsPortes SAN Quâdra 03, Lote À, Ed. Núcleo dos TrsnspoÍtes CEP: 70.040-902- Bmsilia-DF

- DNIT

Assuntor BR-2?7/PR 2'Ponte lntemacional ènlre Foz do Ìguâçu (BR) e Puerio Pr€sidente Frânco

(P\1,

Prezêdo DiÍetoí.

O presente docümento tem por escopo tsataÌ de dois assuntos íelâaionâdos à
corstrução da 2'Ponte sobre o Rio Parará (Nova Ponte), em Foz do lgilaçu: a neces$dâde de se
ÂssegurâÍ a exclusividâde do irâhsito de v€ículos de carga na rcferida porte e a dispoBibilização
de tereno paÌô a instalâção de um novo ?orto Seoo.

2.

À Novâ Ponte, que ligaiá

âs cidades de

loz do Igüaçu (3Ésil)

e

P.esidente Franco

(Pârâguãi), têm como pÌinciP8l objetivo iàcilitar o escoamerlo da prcdrÌção de ambos os países.
Nesse sentido, a Receila Federal do Brâsil (RFB) julga convenient€ q!e, pãÌa obter os resultados esp€rados, o Ìrânsilo na nova estÌìrtüÌa seja Ìestrito âos vgicuìos de caaga (câÌninhões), confo!ÍDe acordado com os deÍnais órgãos interveni€nt€s do Brasil e com as aütoídades do Paraguãi.

3.

Essa nredida solucionâria a resbição d€ hoÉrio de bânsÌto desses veícuÌos na

Ponte ìnlemacional d Amizade (pÌA). Etrl virlude do $ande fluxo de Âr[omóveis de passeio, vans e iáxis ro locâ1 e por d€ierminação das âutoddades municipais paÍaguaias, os oütomóveis
pcsados só podem cÌìrzar a fonteira após as t7:00 hoÉs, quaíìdo se enc€Í6m as âtividades do

co,!é.cio local em Ciudâd ãel Este.

4.
Vproprciaria.

A utilização
rambÉm. un'a

da nova pon:e apeÌìas para a passagem de cs.rgas, além de solucionâÍ

o problerna de hoúIio € desvisÌ o iráfego de veículos pesados laÌa fora do cenlro das cidades. E-tìrúados V'nhr;'

ìopnica operscionnì mais adequrìdr à realidrde Âruat dôs oígào5 o n.omo,"!a7t5-cÊtì10.ú8.900Fo 6..550 j4Ìaj447 Btu,,rÀ.Dr

F1,2 do

Oficio

RFB/SUARI^e

2t

,

óe 12-dejâneiÍo de 20ÌO

brÂsjleiros, eltl especisl, sob o Âqpecto de Recursos Humsnos: a Bova demanda poderia ser
supdda com a ïeaÌocâ€o dos servidores, que hoje conkolârn o tÍânsito de câÍgas nâ PIA.

5.

Com relâção à soìicitação de ürn tsreno pãra e corìstnÌçãô do novo PoÍo Seco c1n

Foz do Iguaçü, o pleiìo jüstificâ-se pelo fato de que a atuaÌ estrutura fìsica enconta-se coÍn ê s!Ìe capâcidadô opemcjonal esgolada. O Íocin:o alfandegado dispõc de 760 boxes, que

já não

são

suficientes pam alender o nllxo crescent€ do coméírio exterior Atüalmente, verificâ-se, com freqüêncía,
espera de disponibilidade de vôgas.
a

lor

esse ponto de fÍonteira.

pcrmal}enci de cômiúões nas rodovias adjacantes à

6.

A 6m

de soÌucionêr o mencionado probl€mã e coÌìside.â!Ìdo o fato de que umê

extensa,área será desãpropdadâ para s constÍução das vias de scesso, a RFB solìciia ao DNIT

que sêja adicionâdo

à essô

desegopriêção um tsIr€no de 2J0.000 m, para 6 implantação de um

novo Porto Seco, localizâdo nas proximidades da Nova Pontg que terá sua implemeniação
regulad pela Secretêria da R€ceitâ Fedeúl do Blasil.

?.

SqÌdo esses os âssuntos que pretendis aboÌdar, fico no aguardo de mânifestaçãa

frvoÍável desse DNIT e aploveito a oporhÌnidade ?aÌa colocar a RFB a disposição paff. quaisquer esclarecimentos Âdicionais qle se fÂçanÌ tece.ssários.

Esrlaíada do! MiiÈtôios, Bloo

P.

slâ 72!

CEP ?0.0a3.900

Íonè:+55

6

t 34 t2-2?20 -

Bfttlìâ-DF -

B6iÌ

(ANVISA) F$'d: Controles Fronteiliços Segunda Ponte sobre o Rio PaÌaná

Página 1 de 2

(ANVISA) Fwdi Controles Fronteiriços Segunda Ponte sobre o Rio Paraná
rodrigomoraesabreu@gmail.com em nome de Rodrigo N4oraes Abreu

Irodrigo.abreu@ìtamaraty.gov.br]

Enviado: qLrlnia-feiÍa,6 dejan€iro de 2011 12:27

Parâ:

Anexos:

Caio VernieÍs lcaio@vetec.com.br]; Ezequiel Gerd Châmorrc PeteEen Necessidadeç dè Alvisã-pos-l.doc (35 KB)

Mensagenencaninhacla---------De: ÃtiÌa Regina de OÌiveirâ <AtiÌa.Olrverra.aanvÌsa.gov.bÌ> Data: 17 de dezeÌlbÌo de 2009 16:18 Àssunto: RES: ContrôÌes Fronteiriços Segunda Pontê sobre o Rio Parana PaÌa: Rodrìgo Morâês +breu <ÌabÌeucnre . gov. br>, Ìucia. barrllo0tÌansportes. gov. br, pÌinio. boldo0dnit. qov. br, davi. stanÌeyl3dprf . qov.br, taliana. tangerinoodnil. qov. br/ siÌvia. quedes"adnit. gov. bx, furquin. azf 'dpf . gov.br, ronaldo. magaÌhaes"aantt. qov. br. juÌiano.ricciGreceita.fazenda.gov.bÌr, andre. berangeÌ8Ìecêita. Ía zenda. qov. br, gilberto. traqancÌnl!recei!a. f azenda. qov. bÌ, jmarceÌo,ênre. qov. br, IÌto.morandini"aaqricultDra. qov.br, caiol-?velec. com.br, viclox0vetec. com. br, pedrosinoes13vetêc. côn.bÌ,

|

nigueÌ . souzaCdnit . gov. br Cc: I'GEPES - cerencia de PÌojetos Especiais em Porlos, ÀeÌopoÌtos/ Fronteiras e Recinlos ÀÌfandegados'r <gepes. ggpaf !aanvisa. qov.br>, Maria HeÌena Eiqueiredo dâ Cunha <HeÌena.CunhaBanvisa.gôv.br> P-ez.do . .
r

--". .o Poo .9ô - oendis,

Conforne acorcÌado, segÌìen obsêrvações da Ànvrsa referentes ao controÌe fronlelÌiço da seqDnda ponte sobre o rio Paraná. Atenciosanenie,

ÁlÌìa Regina de oÌìveira AnaÌista Àdminislrâtivo Âgência NacionaÌ de ViqiÌância Sanitária Gerência de Protetos Especiais êÌÌÌ PAF
GGPÀF

(5s) 61

3462 5578

mlqueI . sôuzar-?dnit . qov. br Assunlo: ContÌroÌês Fronteir:iços Sequnda ponte sobre o Rio paraná

Parar Ìuciê.baÌiÌÌo!êtranspôrtes.qov.br, pÌìnio.boÌdo.adnit.qov.br, ÀtiÌa Regina de OÌiveira; davi.stanÌey8dprf .gov.brt tâtianâ. tangerino,aclnit. gov.br; siÌvia. guêdesl_ãdnit, gov. bÌ; fÌrrquim, azf Gdpf . gov. br; .onaÌclo.nâgaÌhaesGantt. qov.b4 j uliano. ricci0 receita. fazende. qôv. br; andÌe . berêngerGreceita. fazenda. gov. br; giÌbeÌ!o. trâgancinl,areceita. fazenda. gov.bÌ; jmarceÌo.Ên.e. gov.br; IÌto.morândini,6agricuÌtDra. gov.br; caioGvetec. con. b.; victoÌ14velec. coÌn. bÌ; pedÌoslnoes13vetec- con. br;

De: rodrigonìoraesabreu0qnail. con Iaai.].to:rciri.].rrìúráÊ.!ibÌ:eìri!c{:Í,aiÌ.:pn,l En none de RodÌigo Moraes ÀbreD Enviada em: sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 17:49

-- --Mensaqem originêÌ-----

Conforme acordado na reunião de hoje nestê MRE, convocada para rratar dôs conlroÌes frontêiriçôs da futurâ Segunda ponte IntêrnacionaÌ sobre

httpsi//mail.itamaÉty.gov.br/owa,/?ae=Item&ÊIPM.Note&id=RCAAAACc7jHTDO1...27l06l2013

(ANVISA) Fwd: Controles Fronteiriços Segunda ponte sobre

o Rio paraná

Págiía2 de2

o Rio Paraná com o paraguai, segue êÍÌ anexo pÌânta prêparada pêÌd v-L-c, oârd aná se dos org"os i-ì!erv.n Âa!es oê tÌon-e,-c.
Recordo o êntendinenlo aÌcançado no encontro de hoje, segunclo o quaÌ os óÌqãos teÌão prâzo aré Ò dia 1B pÌó:iÍìo para nLaniresrãrenL suas opiniões sobre essa proposta iniciaÌ, bem cono paia apresentaÌen estinativà da quantidade de servidores que, em condicões de funcionamenlo pleno da ponte/ tÌabaÌhariaÌÌl en suasl ins!aÌacÕes.

Cordiais saudações, Secretário Rodrigô Moraes Àbreu Subchefê da Divisão dâ ÀnéÌica MeridionaÌ 1I (DÀM-rÌ) Departanenro ÃrÌÌérica do SuÌ I (DAS-Ì) I.lìnistério das Relaaões Exreriores
da

TeÌ: +55 61 347L-8227
Fax: +55 61
3

411-8 219

SecretáÌ.io Rodrigo MôÌaes Àbreu Subchefe da Divisão,da êméÌica Meridional DepaÌtaÍÌento da Anérica do SuÌ I (DAS-Í) Ministério das Rêlações ErtêÌiorês TeÌ: +55 61 341I-8227 Fã!: +55 61 341I -€219

I1

(DÃM-1I)

httpsy'/mail.itamaraty.go'v.br/owa/?ae=Item&t=lPM.Note&id=RgAAAACcTjHTDol

.

.

27/06/2013

Necessidades da Anvisa para posto de fronteira na segundâ ponte sobre o rio Pâra

ll {5
'(:0,ff,

ligando o Brâsil ao Parâguai.
É imprescindível ressaltar que a Anvisa é completamente favorável à construção da

ponte e outras iniciatìvas como esta, que representalá melhorìa nâs condições de vida da população local e incÍemento do crescimento do país.

EntreÌanto, para que possamos garantir a efetividade da parÌicÌpâção da Anvisa, e cumprir na totalidade sua Ãissâa de prcteger e promover o sãúde do população garontindo a seguronça sonitá a de produtos e servÌços e partìcipondo da consttução de seu ocesso, é necessário um compromisso claro do Ministério do Planejamento MPoG em promover concurso público para provimento de vagas a serem ocupadas na concretìzaÇão deste projeto, bem como de quaÌsquer outros que venham a seÍ definidos no sentido dê promover a integração do Brasil com seus vizinhos sulamericanos.
O mesmo vale pâra o desenvolvimento e apêrfeiçoamênto das âtividades de vi8ilânciâ

sanitária em nóvos portos e incremento das atividãdes aeroportuárias, prevÌsto nos planos de crescimenlo ecoaômico de nosso país.

Para

o

íuncionamento pìeno da estrutura de controle íronteiriço, prevemos

a

permanênc:a de doìs servidores, de mãneìrâ contínue. Com relação às necessìdades para a realizâção das ativìdades, a área Ìotal destinada à

inspeção sanÌtária deverá ser de 170 m2 (cento e setenta metros quadrados) a qual
deverá dispor de:

> > > >

Espaço para centro de oriêntâção âo viajânte; Espaço para a área técnicâ.
Espaço para protocolo de documentação (área administrativa);

Espaço para avaliação técnica-documental dos processos (área técnica);

lnÍra-estrutura adequada: no mÍnimo

3

pontos de rede,

2 pontos de

teleÍonia e pontos de energia suficientes para atendimento das necessidades
básicasj

> > > > >

Espaço adequâdo (balcão) para atendimento dos usuários/setor regulado; Espaço com bancadâ/esteirâ desÌjnado à inspeção de mercadoriasj

Espaço com câmara frìgorífica/ geladeira destinada
apreendìdasj
Copa;
Espaço para repouso dos servidores;

às

mercadorias

> >

Banheiros com chuveiro para servÌdoresj Banheiro de uso coletivo;

Necessitamos ainda de área para inspeção física e dêpósito. Caso essa área seja d;sponibilizada aos órgãos que realizam inspeção de bens e mercadorias

-

Anvisa, RFB

e

Vigiagro/MAPA acreditamos que ãpenas uma compartìmentação interna nos

atendêriâ para depósito de carga âpreendidâ;

Tendo em vista a necessidade de área para a sala de orientação ao vìajante e para sala

dos técnicos, a mesma deverá dispor de, no mínimo,5 (cinco) pontos de rede

e
a

telefonia e 10 {dez) pontos de energia (considerando, também, os equipamentos
serem utilizados na copa)a previsão de equipamentos pâra o posto é:

> > > > > > > >

Televisâo;
DVD;

Computador (5)j
lmpressora; Máquìna xérox;

6eladeira; Microondas;
Cafeteira.

(MAPA) Fwd: Controles Fronteiriços Segunda Ponte sobre

o Rio Paraná

Pagìna 1 de 3

(MAPA) Fwd: Controles Fronteiriços Segunda Ponte sobre o Rio Paraná
Ênviadoi qLrintaJe ra, 6 de IaneÌo de 2011 12:28

rodrìgomoraesabreu@gmail.com em nome de Rodrigo lvloraes Abreu Irodrigo.abreu@itamaraty. gov.br]
Calo Verniers lcaio@veiec.com.bí]i Ezeq! el Gerd chamorro Petersen

Para:

---- Mensegem encaÌninhada De: Ilto Antonio Morandini <illo.norandini"aagricìittura. gov.br> Dâla: 18 de dezeÌnbro de 2049 I1t12 Assunlo: RES: Controles Frontêiriços Segunda Ponle sobre o Rio PaÍana Para: Ãodrigo Moraes ÃbreÌr <rabreul3nÌre, gov.br>, luciâ. bariÌÌo0lransportes. qov. bÌ, ptinio. boÌdor3dnit. gov. br, atiÌa. oliveira1!envisa. qov.br, davi. slanÌey8dprf . qov. bÌ, latiana. tangerinocdnit. qov. br:, silvia. quedesEdnil. qov. br, fuÌquim. azf l4dpf . qov. br, ronaldo. ndgaÌhâeseantt. gov.lir, j uliano. riccÌGreceila. fazencla. qov - br, andre. beÌanqer0recei!a . tàzenda. gov. br/ gìÌberto. tragancin!âreceira. f azenda. qov.br/ jnârceÌo"ôÌnre. qov. br, caio€velec. con. bÌ, victor"vetec. com.br, pedrosrÍìoes"Êvetec. con. br, ÌÌÌiguel . souza0dnit . gov. bÌ cc: oscar. ÌosaGagricuÌlura. gov. br, Oscar Júnior <oscar. j üniôr@ agricuÌtura.gov. br>, Roqeria oÌiveirã Conceição <Ìogeria. conceicaor3agricuÌtura. gov.bÌ>, Luiz FeÌnando Ribeiro de Barros <Ìuiz.ìrarros"aaqricuÌtuÌa.qov.br>/ Marcos EiêÌson Pinheiro cle Sá <narcos.sa0agricuÌtura.qov.br>, Tarcisio da Silva Siqueirâ <tarcisio.siquerra€âgricüÌtura.qov.bÌ>, EdiÌene CaÍLbÌaia Soares <ediÌene. caròraial-aagricultuÌa. gov. br>
Caro Secretário Rodrigo/

Á;BÉPUór'\, È" ?{^6 É
"

i"ot'u

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ConfoÌ.ne nanifestanos/ por oôasião da nossa úÌtima pairric.ipação na Reunião sobre os controÌes Eroteiriços da futuÌa Sequnda Ponte InteÌnacional sobre rio PeÌraná con o vizinho Paraquai. o posicionanÌênlo da RFB quanto a operacionaÌizâção do control€ aduaneirô Ìêfletir:ia sobre as açÕês, necessidades de infÌaestrutuÌa e nodeÌos operacionais de rodos os orqàos

Até o nonento nêo lonamos conheciÍnento dô posicionânento finaÌ da RFB. Por este ÍLotivo apresentaÌnos abaixo duas versões de es!iloativas de infraestrutura necessáÌia e êquipe pâra a atuação naqueta ponte. 1' versão: (caso os controÌes ocorÌan inlegrêlmênte na cabecêira da ponie lado brasileiro) -Equipe necessáÌia: I Fìscais Fede.ais Àgropêcuárrso ( sêndô 4 êgrónorÍ'os 4 velerinários) + 4 Agentes dê Àtividâdes Agropêcuárìas + 4 aìrxiÌiaÌes adninisirãr i vôs Espaço físico: Umâ anpÌa saÌa suficienle para a equipe con espaÇo paÌa prolocolo de docuÍnentos + banheiro + copa. ÌocaÌ pa.a descanso + cabeânento para inlernet + viabilização de I ponlos de intêrnet + aÌr condicionado + 8 ponlos de tonada de eneÌqia. -LocaÌ {sêla) adequado para aÌÍLazenaqen de anostras ou pÌodu!os âprendrdos. - RaÌnpas adequadas para inspeção de produtos/nÌercadorlas - câÌnaras fÌiqorificas para a.nazenaqenÌ dê carsas pereciveis âprendidas abertura de conlenedores refrigerados. versâo: (câso os conlr:oles selam sinpÌifìcados e a inspêção na EADT ) .
2

ou

-Equipe necessária : 4 Fiscais Federais ÀqropecuáÌios (sendo 2 agrônomos + vetêÌinários) + 2 Agentes de Àtividadês ---AqÌopecuáriãs + 2 auxiliares

https://maii.itamaraty.gov.br/owa/?ae-Ìtem&t-lPM.Note&id=RgAAAACc7jHTDO1,..27l06/2013

(MAPA) Fwd: Controles Fronteiriços Segunda ponte sobre

o Rio paÌâná

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fisico : Uma aÍìp1a sâta suficientê para a equipe com espaço para pr.olocoÌo de dôcuÍìentos + Ìranhêiro + copa + LocaÌ para descanso + cabeanento par:â internet + viabiÌizâção dê 4 pontos de intêÌnet + aÌ condicionado + 4 pontos de tomadas de enêrqia. -LocaÌ (saÌa) adequado para armazenagen de anLoslras ou pÌôdutos aprendidos.
TanbéÌn ressaÌtaÌÌÌos

adr]Ìinistratlvos.
_Espaço

a necessidâde de obtêr do MìnistéÌio do pÌânelamento a aulorizãçãó para contrâtação de contingênte maioÌ de FFAS para fazer frente a demanda adicionaÌ de inspêção naqueÌa fronteira.
Ressaltanìos a importânciê do estâbelecinênro de um ReguÌanento Operacionat Àduanelro âjDstado para as nêcesidadês daquela fronleiÌa, con visras a proÍÌÌover a faciÌitação dos despachos aduaneiros de todos os órgãos anuentes, sem contudo pêrmilir rìscos sanitários/fiiossanirários ou zoossanirários a agropêcuária nacional. Continuamos a disposiçãô.
AtencìosaÍnente
/

Ilto Antonío Môrandini

-----Mensagem originaÌ----De: Iodliqomoraes abreu13 qrai Ì . com llnaìÌtôjroíjrj.oom.ìrcesêtrreu0crrÌriìll.,,jn:l none de Rodriqo Moraes Àbrêu Enviada en: sextâ-fêiÌa, 1l de dezembrô de 2AA9 t7:49

Em

Para: lucia.bariìÌor-atransportes. gôv.br; plinio.boÌdol-adnit.qov.br; Iê.o,: - .aia". vi-à.oo..b.; d"v.. :èn_êr 4op...gov.o.: " tatiana.langerino0dnil.qov.brr siÌvia.quedes@dnit. gov.br; furquim. azf Gdpf . qov. br; ronaldo.ÌnaqaÌheesBan!!. gov.br; j uliãno. ricci€ receita. fazenda. qov. br; ãndÌe.be.ênger:cÌeceira.fazenda.gov.br; gilbertô. traqancinGrecêitâ. f azenda. gov. br; jmarceÌo"anre. gov. br; ÌÌ lo . ÌÌìorandini aqricuÌ lura . gov . b' câioGvetec.con.bri rictorr3vetêc.côm.brt pedxos inoes ve!ec. coÌÌÌ. brr nigueÌ.souza"6dnit.qov-br Assunto: ControÌes Fronteiriços Segunda Ponte sobrê o Rio Pdraná

"€

ConforÌne acordado na reunião de hojê nestê MRE. convocada para lratar dos controÌes fÌonteiriços da fulura Segunda Ponte Internacional sobre o Rio PaÌ.aná côn o Paraguai, segue em anexo planla preparada pê]a Vetec/ para aná1ise dos óxgãos intervêniêntes de fÌôntêira. Recordo o enlendimento alcançado no encontro de hoje, seqìrndo o qlìal os órgãôs terão pr:azo até o dia 18 próximo para manifestaÌèn suas opiniões sobre essa proposta inìciaÌ, bêÍì coÍÌo para apÌesentaren eslinativa cla quantidade de servidôres que, em condìções de funcionânênto plênô da ponle, .rêbèl hàì- âì s.-l-çòer.

cordìais saudações, Secrêtárió Rodriqo Moraes ÃbÌeD Subchefe da Divisão da è,Ìnérica MeriCionat II (DÀM-1I) Depdrianentô América do SuÌ I (DAS-Ì) Ministério das RelaÇões Ezteriores Tel: +55 61 3411-8221 Fãr: +55 6l 3411-8219
da

https://mail.itamamty.gov.br/o\ía,/?ae=Item&t-IPM.Note&id=RgAAAACc7jHTDO1...2'Ì106/2013

(MAPA) Fwd: Controles Fronteiiços

Segunda Ponte sobre o Rio Paraná

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Secretário Rod.igo Moraes Abrêu Subchefe da Divisão da ÃInérica Meridional Ï1 DepartaÌnênlo da AÌÌÌérica do SuÌ I (DAS-I) MinistérÍo das ReÌaçÕes Exterlores Tel: +55 61 341I-5221 Fax: +55 61 3 411-8 219

(DAM-

T

I

)

https://mail.itamaraty.gov.br/owa./?ae=Ìtem&t-lPM.Note&id=RgAAAACcTiHTDOi...2'j/06/2013

(DPM) Fwd: Construção

da Segunda Ponte - BR-PY - Rio Paraná - Necessidades

d...

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(DPRF) Fwd; Construção da Segunda Ponte - BR-PY - Rio Paraná Necessidades {a PRF
Enviado: quinta-felra,6 dejanelro de 2011 12:35

rodrigomoraesabreu@gmail.com em nome de Rodrigo Moraes Abreu Irodrigo.abreu@itiimaraty.gov.br]

An€xos:

Para:

Cãio Vern ers lcalo@vet€c.com.b.l, Ezequiel Gerd ChaÍnoro Petersen 235-DPRF-ËSPECIFICAçOES Fl-l.doc (430 KB) ; rls r de 2.pdi (421K8), Fls 2 de 2.pdr (279 KB) ; PLan ha Orçam€ntarià - U-1.xs (117 KB); Segunda PoÌìte Brasjl'Parag^l.doc (31 KB) j Plãnilha oçamentaria - P-1.xls (362 KB)

tve, -9-n De: ÀÌvarez de Souza Sinoes <âÌvarez.simoes"6dprf.gov.br> Dala: 18 de dezenbro de 2009 2lt4a Assunlo: Construção da Segunda Ponte - BR-PY Rio Paraná Para: rodrigomor.aesabreuGqnarÌ.com, caio!âvetec.con.br, victor!Qvêtêc. conÌ. br, pedrosimoêsGvêtec. côÍÌ.br, ÌniqueÌ. souza"6dnit.qov.br, davi. slanÌey"adprf . gov.br, ÌnarceÌo. paivar,?dpÌf . gov. br

Necessidades da

PRF

ConfoÌne conbrnado em reunião ânteÌ.ior, encaninho as infoflnaÇões soÌlcitâdas a respeilo das necessidâdes da PRF facê a construção segunda pontê sobiê o iio Paraná, Ìigando o Brasit ao paraguây.

da

PreliÌninarnìên!ê inforno que a constÌução da nova ponte tÌ.âz bastante preocDpação para a PRF quantô aos aspectos Ìiqados a sequrançâ púbÌica. É de conhecinento de todos os êsfoxços efetuados para combateÌ os diversos ilicitos perpetrados naqueÌa Ìegião.te fronreira, entre eÌes o conlrabando/descaninho, tráfico de droqas, roubo/fuÌto de veícuÌos, entÌe outÌos. Por isso, a construção da referida ponte rectana nedidas de fortâleciÌnento dos órqãos de fiscaÌizacão de de

Anle ao exposto, inforno as necessidades da

pRF: PRE

a) Espâço físico coÌÌìpatível con una Unidade do Projeto seguê enì anexo; b) Reforço do efetivo enÌ específico para a área); c) Espaço para depóslto
80

ripo ÌrÌ, cujâ

cópia

poÌiciais

(necessidade dê novo coocurso

de

veicDÌos removidos;

d) Duas râmpãs para verificaçâô de vêícuÌos de grande para veículos dê pequeno porte; e) Redê de EÌetricidade e
Rede Lógica compa!íveÌ coÌÌì a Unrdade
OCRS

d ser construída;

f) Câneras de ÌÌÌonitordmento e

na êntrada e na saída dâ área a seÌ
o

ql 05 (cinco) viaturas (cânionelâs cle srande porte) pa.a patÌDÌhaÌnen!o dâs adjacências; h) 32 conjuntôs compÌetos de Equìpanentos dê f) Àrmanento e nunição g) ËquipaÍìentos dê TCI
adequâdos adequados ocD;

efetivo e à natureza dâ Ìrdssão;
nova estrutuÌa e nissão a ser desempenhada

httpsr//mail.itamamty.gov.br/owa./?ae=Item&t=IPM.Note&id=RgAAAACc7jHTDO1.,.2jl06/2013

cADERNO DE ESPECttFtCAçOES
UNIDADE OPERACIONAL AVANçADA NÍVEL III

DEPARTAMENTO DE POLíCIA FEDERAL COORDENAçÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAçÃO DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E PROJETOS DE INFRA.ESTRUTURA

CINNANTI ARQUITETURA E ENGENHARIA LTDA

ARQT" ALENCAR BLANCO CINNANTI - CREA 777E.D/DF
ENGO

DALMO BLANCO CINNANÌI - CREA 7962-D/DF

I . RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO PRÉDIO E DA OBRA

Ánens
BLOCO DELEGAC lA = 124,80m2 BLOCO ADIVIINISTRAÌlVO POSTO= 69,88m2 BLOCO OBSERVAÇAO= 1 22,25m'^ BL OCO AÌ O.IAMENTOS = 67 85m' TOTAL = 384,78m'z

CONSTRUçÃO BLOCO DELEGACIA
... Garagem Jardim ... Recepção ... Salas (2) ... Banheiros Adaptados (2) ... Depósitos (2) ... Copa ... Circulação ... Area de Serviço

BLOCO DELEGÂCIA ... Garagem Jardim ... Recepção ... Salas (2) ... Banheiros Adaptados (2) ... Depósitos (2) ... Copa ... Circuìação ... Area de Serviço BLOCO ADMINISTRATIVO POSTO ... Recepção Jardim ... Sala de Serviço Administrativo ... Sala ... Banheiros Adaptados (2) ... Depósito

OBSERVAçAO ... Garagens (2) Sala de Observação
BLOCO ALOJAMENTOS ... Cozinha e Copa ... Alojamentos (2) ... Bânheiros (2) ... Depósito ... Circulação ... Area de Serviço
Jard im

RELAçÃO DE PRANCHAS
PROJETO DE ARQUITETURA Planta baixa, codes e cobertura - bloco Delegacia e Administrativo Posto Planta baixa, cortes e fachadas - bloco observacâo e aloiamento. Planta baixa, coÍtes e cobertura - bloco Delegacia e Administrativo Posto l\y'apa de esquadÍias Mapa de esquadrìas PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO Bloco A - formas, cortes e locaaão B oco A - ArmaÇão dos elementos B oco B - Íormas, cortes e locaçâo B oco B - ArmaQão dos elementos B oco C - formas, cortes, locaQão e armaoão B oco D - forma, cortes e locacâo B oco D - armacão dos elementos PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA Planta baixa. cortes detalhes Detalhes e lista de materiais PROJETO DE INSTA Planta baixa e situacão Detalhês

ARQ PE 01/02 ARQ PE O2l02 ARQ DET 01/03 ARO DET O2l03 ARQ DÉT 03/03

ESTRT ESTRT ESTRT ESTRT ESTRT ESTRT ESTRT

O1/07 O2l07 O3/07 O4l07 O5/07 O6/07 O7l07

PEM 011O2 PEM O2tO2

A O SANITARIA A sAN 0í/02 sAN 02102

RÁ PROJETO DE INSTALACAO HIDRAULICA Locacão e olanta baixa lsométricos ê dêialhes

HID 01/02 HID O2lO2

PROJETO DE INST Planta baixa e detalhes Planta baixa e detalhes

-

O DÊ VOZ E DADOS versão I com o rack no bloco central versão ll com o rack no bloco do aloiamento

vD 01/01 vD 01/01
CFTV-TV O1iO2 cFrv-rv o2lo2

PROJETOS DE CFTV PIântâ bâixâ ê detalhê blindado Pìantâ baixa e detalhes do rack

Ér PROJETO DE INSTALACAO ELETRICA Planta baixa, situacão, cobertura e detalhes PIanta baixa. situacão e detalhes Dêfalhê da subestacão 45 Kva PROJETO
ATMOSFÉRICAS Planta baixa, situaQão, cobertura e detalhes Planta baixa. situacão. cobertura e detalhes INSTALA Ão DE AR coNDrcroNADo lnstalacão de combate a incêndio - GLP - SituaÇão e Loca

ELÊ 01/03 ELE 02103 ELE 03/03

DE SPDA -

SISTEMA

DE

PROTEçÀO CONTRA DESCARGAS
SPDA-tNC 01/02 sPDA-tNC 02102

AR 01/02

01.o0.ooo 01.02.000 01.03.000

- sERVrços TÉcNrcos PRoFtsstoNAts. - GEoTEcNtA - EsTUDos E PROJETOS

1. PROJETOS.

A

projetos a Contratada deverá proceder ao câdastramento total da situação existente a fim de apresentar proposta que atenda às atuais necessidades da edificação a ser reformadal Após a assinatura do Contrato, a Contratada assume inteira responsabilidade sobre os projetos e detalhes apresentados para construção dos prédÌos, não sendo admiiida quaÌquer alegação quanto a omissões de ambos, que venham a onerar a obra; Contratada responsabilizar-se-á pela plena concordâncÌâ entre os projetos complementares e os projetos de arquitetura e detalhes; Os projetos deverão obedecer às Normas da ABNT e serem regularizados junto aos órgãos competentes e posteriormente submetidos ao aceite da DIpROJ/CGpLAM/DpRF, adequando-se às novas necessidades previstas pela reforma, excluindo-se todas as gambiarras e adaptações existentes no local; Todos os projetos complementares a cargo da Contratada deverão ser encaminhados à Fiscalização para apreciação e visto da Fiscalização, sendo uma cópia em papel sulfite e outra em formato digital (CD-R ou CD-RW) no Íormato DWG ou DXF nos prazos a seguir, contados a pârtir da emissão da Ordem de Serviço: Projeto de Fundâções: 10 dias corridos; A liberação da fatura de cada etapa do cronograma Íísico-financejro, referente aos projetos complementares, só será feita após entrega, nâ DIPROJ/CGPLAIV/DPRF, de cópias devida"ì1ente reg:stradas no CREA: Êm caso de obra nova, a carta de Habite-se deverá ser entregue quando do recebimento deÍinitivo da obra; Deverá ser mantido na obra, em bom estado, um jogo completo de cópias de todos os projetos e detalhes, bem como estas especificações, à dìsposição da Fiscalização da

Contratada responsabilizar-se-á pela elaboração dos projetos complementares necessários ao cumprimento do OBJETO do Contrato. Para a elaborâção desses

A

DI

PROJ/CG PLAN,4/DPRF;

Todas as pranchas de detalhes e indicações dos materiais serão obedecidâs, mesmo quando nào reÍeridas nestas especificações; Todos os projetos e detalhes deverão estar em escala que atenda ao Código de Edificações, às Concessionárias locais e às normas da ABNT.
2. APROVAçÃO DOS PROJETOS. PROJETO DE AROUITETURA. Será de responsabilidâde da CONTMTADA, a aprovação do projeto de Arquitetura junto à Administração Regional e junto aos demais órgãos do l\,4UNlCíplO porve;tura responsáveis . pelo assunto, bem como registro deste projeto junto ao CREAJIVUNICíPIO.

o

PROJETO DE TNSTALAçOES ELÉTRICAS. Será de responsabilidade da CONTMTADA a aprovâção do projeto da entrada elétrica padrão, junto à Companhia de Eletricidade do municípjo PROJETO DE INSTALAçÕES TELEFÔNICAS.

teleÍônica e de câbeamento telefônico, separadamente, junto à concessionária.

Será de responsabilidâde da CONTMTADA a aprovação dos projetos de tubulaçâo

PROJETO DE TNSTALAçOES DE COMBATE À tNCÊNDlO. Será de responsabilidade da CONTRATADA a aprovação do projeto de lnstalações de Combate à lncêndio junto âo Corpo de Bombeiros l\4jlitar do lvlunicípio.

Será de responsabilidade da CONTRATADA o registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquìtetura - lVUNlCiPlO e o visto da Companhia de Água e Esgoto de
Brasília

PROJETOS DE INSTALAçÕES HIDROSSANITÁRIAS E DE ÁGUAS PLUVIAIS.

Será de responsabilidade da CONTRATADA
Engenharia e Arquitetura GENERALIDADES.

-

CAESB.

-

MUNICÍPlO de todos os pOêtos.

o

registro no Conselho Regional de

Todos os projetos de responsabilidade da DIPROJ/CGPLAM/DPRF serão fornecidos à Contratada, em disquete 3y2", íotmalo PLT, e em DWG, no final da obra, para execução do ,.AS BUILT,,; Todos os projetos de responsabilidade da CONTRATADA serão executados de acordo com as normas p'ertinentes da ABNÌ, das concessionárias de serviços públicos e dos órgãos responsáveis; Todos os projetos de responsabilidade da CONTRATADA serão previamente aprovados pela DIPROJ/CGPLAI\,4/DPRF, de acordo com o cronograma físico estabelecido parâ a
obra;

Todâs as taxas

e emolumentos, bem como as cópias de todos os projetos serão custeâdos pela CONTRATADA; No término dos serviços, será elaborado pela CONTRATADA, o cadâstramento de lodas as modificações efetuadas na obra em relação aos projetos originais, devendo este serviço ser acompanhado pelos íiscals da DIPROJ/CGPLAM/DPRF; Compete à CONTMTADA, fazer minucioso estudo e verìficação de todos os desenhos dos projetos, inclusive detalhes das especiÍicações e demais documentos integrantes da documentação têcnica fornecida peìa DIPROJ/CGPLAIVI/DPRF para execução da obra; Dos resullados desta verificação preliminar da documentação do projeto, a qual será feita antes da assinatura do contrato de construção, deverá o LICITANTE dar imediata comunicação por escrito à DIPROJ/CGPLAM/DPRF, apontando discrepâncìas, omìssões ou erros que tenha observado, inclusive sobre qualquer transgressão âs Normas Técnicas, regulamentos ou posturas de lei em vigor, de forma a serem sanados os erros, omissões ou discrepâncias que possam trazer embaraços ao perfeito desenvolvimento das obras; Após a assinatura do contrato, a CONTMTADA assumirá ìnteira responsabilidãde sobrê todos os projetos e eÌementos ãpresentados para construção do Edifício, não sendo admìtida qualquer alegação quanto a omissões desles elementos que venham onerar a obra; Os projetos elaborados pela CONTRATADA sêrão submetidos aprovação da DIPROJ/CGPLAIV/DPRF antes do início dos serviços; Serviços extras só serão admitidos quando solicitadôs pela DIPROJ/CGPLAM/DPRF; Para efeito de interpretação entre os documentos Íica estabelêcido que:

à

Em caso de divergências entre os desenhos dos projetos arquitetônicos e o Caderno de Especificações, prevalecerá sempre este último; Em caso de divergências entre os desenhos dos projetos complernentares a cargo da Contratada e o Caderno de Especificações, prevalecerá sempre este último;
8

Em caso de divergências entre os desenhos de detalhês e o projeto arquitetônico
prevalecerão sempre os primeiros; Em caso de divergências entre as cotas dos desenhos e suas dimensões medidas em escala, a Fiscalização, sob consulta prévia, deÍinirá as dimensões corretas; Em caso de divergências entre os desenhos de êscalas diferentes, prevalecerão sempre os de maior escala; Em caso de divergências enire os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais recentes; Em caso de divergências entre o Caderno de Especificações e as Normas da ABNT, prevalecerão sempre estas últimas; Em caso de dúvidas quanto à interpretação de quaisquer desenhos e das prescrições contidas no presente Caderno de EspeciÍìcações, será consultada a fiscalização dâ
DIPROJ/CGPLAN,4/DPRF.

02.00.000
O2.Oí.OOO

- sERVtços PRELIMTNARES

02.0í.í 00

- CANTEIRO DE OBRAS - coNsTRUçõEs pRovtsóRtAS

lof",uà È f,t5 2
\o"- | ' ..., vo.!r

-''-/

serviços que se Íizerem necessários. As construções provisórias, tais como escritórios, depósitos, sanitários executadas de acordo com o Código de Edificações do MUNlCiplO,

A Contratada será Íesponsável por todas âs instalações preljminares relativas à limpeza do terreno, fornecimenio de água e luz, local para depósito de materiais e demais

etc,

serão

02.0í.200 * LtcAçÕEs. PRovtsóRtAs A Contratada deverá providencìâr as ligações provisórias de água, esgoto e energia eletrica junto à Íespectiva concessionária de serviÇos públicos. A Contratada deverá consiruìr fossa séptica provisória para receber os eÍluentes decorrentes das instalações sanitárias do Canteiro de Obras, a qual deverá ser convenientemente esgotada e aterrada após o término dos serviços objeto das presentes especificaçoes. Nos locais onde existir rede de esgoto próxima a obra, a contratadâ poderá optar por fazer a ligaÇão nesta rede.
02.01.400

02.01.401- Tapumes A Contratada deverá manter o canteiro de obras iotalmente isolado através de tapumes em l\,IADElRIT com pintura branca executado em todo o seu perímetro, de acordo com o
Código de Edificações do lvlUNlCíPlO;

-

pRoTEçÃo E StNALtZAçÂO

A Contratada deverá iomar todas as demais providências necessárias para a segurança
dos usuáÍios e a manutenção da higiene da obra.

02.0í.404 - Placas Caberá à empresa Contratada o Íornecimento e instaìação de 03 (três) placas a serem Íixadas em local com total visibÌlidade: PLACA INSTITUCIONAL Com dimensões mínimas: 4,00 x 3,00 m, contendo as seguintes inÍormações: Título da Obra; Executor da Obra; lnformações da Obra: Área Construídâ e/ou a Reformar, Valor do Contrato, lnício dâ Obra e Prazo de Entrega; l\y'arca do Governo Federalì
9

Confeccionada conforme modelo a ser fornecido pela DIpROJ/CGpLAl\,4/DpRF, juntamente com a entrega da Ordem de Serviço, em chapa de aço galvanizado no 18, com tratamento anticorrosivo. A pintura fìnal será com tinta esmalte sintético brilhante, nas cores confoÍme modelo:
PLACA REFERENTE À LEt N" íÍ07196, medindo 2,oo x t,zo m. PLACA INAUGURAL

Colaborador e Agente Financeiro; Marcas da Policia Rodoviária Federal.

fornecido pela DIPROJ/CGPLAIVi DPRF, com dimensões de 60 x 70 cm, em aço escovado com moldura em alumínio e dizeres impressos em "silk-screen".
02.03.000 - LocAçÃo DE oBRAS A locação da obra será de responsabilidade da Contratada e será feita de acordo com os projetos de Arquitetura ê de Contenção de lvlaciços de Terra. A ocorrência de erro na locâção da obra implicará para a Contratada na obrigação de proceder, por sua conta, as modificações, demolições e reposições que se tornarem necessárias, a juízo do Executor.

Deverá ser conÍeccionada conforme modeìo a

ser

TERRAPLENAGEM A execução do movimento de terra deverá obedecer às normas da ABNT e ao disposto no Código de Edificações do lVUNlCiPlO. A Contratada deverá, anteriormente ao início do movimento de terra, observar a êxistência de redes ou quaisquer outros elementos que possam ser comprometidos pelos serviços, conforme previsto em OBSERVAçOES PRELIMINARES - item C subitem 2.a. Durante a execução dos serviços a Contratadâ deverá: lmpedir que as terras alcancem â área pública, especialmente, calçadas, leito das vias e equipamentos urbânos; Adotar medidas técnicas necessárias à preservação da estâbilidade e ìntegridade das edificações e proprìedades vizinhas e da área pública; Transportar os materiais escavados e não utilizados para local aproprìado deÍinido pelâ Administração Regionâ1.
O2.O4.OOO

-

02.04.íOO - LIIVIPEZA E PREPARO DA ÁREA A Contratada deverá executar: Limpeza do terreno compreendèndo os serviços de capinâ, roçado, destocamento e remoção de forma a deixar a área lìvre de raízes, tocos e áryores, pedras etc. Remoção de fossas e sumidouros e relocação de redes elétricas, de águas pluviais, telefônìcas etc existentes no local da obra. Corte de árvores necessários à execução da obra, íeito de acordo com a legislação em vigor e orientação do Executor. Proteger árvores e arbustos existenles no local, a permanecerem. 02.04.200 - coRTES A Contratada deverá executar os cortes conforme determinado no projeto de Contenção

de Maciços de Terrâ, observando as cotas de nível determinadas.
O2.O4.30O

A Contratada deverá êxecutar os aterros

determinados no Projeto de Contenção de l\,4aciços de Terrâ, compactando-os conforme a seguir: Com acompanhamento de firma especializada e realizando ensaios por camada em termos de grau de compactação, densidade aparente e umidade;
10

-

ATERRO COMPACTADO

Confeccionada conforme modelo a ser fornecido pela DIpROJ/CGpLAl\,4/DpRF, juntamente com a entrega da Ordem de Serviço, em chapa de aço galvanizado no 18, com tratamento anticorrosivo. A pintura fìnal será com tinta esmalte sintético brilhante, nas cores confoÍme modelo:
PLACA REFERENTE À LEt N" íÍ07196, medindo 2,oo x t,zo m. PLACA INAUGURAL

Colaborador e Agente Financeiro; Marcas da Policia Rodoviária Federal.

fornecido pela DIPROJ/CGPLAIVi DPRF, com dimensões de 60 x 70 cm, em aço escovado com moldura em alumínio e dizeres impressos em "silk-screen".
02.03.000 - LocAçÃo DE oBRAS A locação da obra será de responsabilidade da Contratada e será feita de acordo com os projetos de Arquitetura ê de Contenção de lvlaciços de Terra. A ocorrência de erro na locâção da obra implicará para a Contratada na obrigação de proceder, por sua conta, as modificações, demolições e Íeposições que se tornarem necessárias, a juízo do Executor.

Deverá ser conÍeccionada conforme modeìo a

ser

TERRAPLENAGEM A execução do movimento de terra deverá obedecer às normas da ABNT e ao disposlo no Código de Edificações do lVUNlCiPlO. A Contratada deverá, anteriormente ao início do movimento de terra, observar a existência de redes ou quaisquer outros elementos que possam ser comprometidos pelos serviços, conforrne previsto em OBSERVAçOES PRELIMINARES - item C subitem 2.a. Durante a execução dos serviços a Contratadâ deverá: lmpedir que as terras alcancem â área pública, especialmente, calçadas, leito das vias e equipamentos urbânos; Adotar medidas técnicas necessárlas à preservação da estâbilidade e ìntegridade das edificações e proprìedades vizinhas e da área pública; Transportar os materiais escavados e não utilizados para locaì aproprìado defìnido pela Administração Regionâ1.
O2.O4.OOO

-

LIIMPEZA E PREPARO DA ÁREA A Contratada deverá executar: Limpeza do terreno compreendèndo os serviços de capinâ, roçado, destocamento e remoção de forma a deixar a área lìvre de raízes, tocos e áryores, pedras etc. Remoção de fossas e sumidouros e relocação de redes elétricas, de águas pluviais, telefônìcas etc existentes no local da obra. Corte de árvores necessários à execução da obra, íeito de acordo com a legislação em vigor e orientação do Executor. Proteger árvores e arbustos existentes no local, a permanecerem.
O2.O4.1OO

-

02.04.200 - coRTES A Contratâda deverá executar os cortes conforme determinado no projeto de Contenção

de Maciços de Terrâ, observando as cotas de nível determinadas.
O2.O4.30O

A Contratada deverá êxecutar os aterros

determinados no Projeto de Contenção de l\,4aciços de Terrâ, compactando-os conforme a seguir: Com acompanhamento de firma especializada e realizando ensaios por camada em termos de grau de compactação, densidade aparente e umidade;
10

-

ATERRO COMPACTADO

Cada compactação deverá ser feita conforrne a destìnação do local, observando o nível de compactação e densidade específicos para cada fim; O trâbalho de aterro e reaterro das cavas de Íundações, lastÍos, caÌçadas, passareÌas, muros e caixas d'água será executado com material escolhido, em camadas sucessivas de 0,20 m de altuía máxima, copiosamente molhada e apiloada, até que tenha obtido superfícies planas, perfeitamente adensadas e compactadas mecanicamente; Após a conclusão do referido servìço, a Contratadâ deverá entregar ao Executor o Laudo de Compactação Íornecido por Íirma especìalìzada.
03.00.000 - FUNDAÇÕES E ÊSTRUTURAS A contrâtâda deverá providenciar a sondagem e os projetos executivos das fundações para o local onde será instalada a obrâ. O projeto apresenta uma situâção especíÍica para um local com solo argiloso e SPT não superior a 10 (dez ). Esta condição deve ser revista e redefinida para cada local específico de implantação de cada obra. Para a execução das fundações e estruturas deverão ser empregados materiais e técnicas que sâtisfaçam às exigências e recomendações da ABNT e conÍorme projetos fornecidos pela DIPROJ/CGPLAN.4/DPRF e as presêntes especificações. A Contratada deverá fornecer à DIPROJ/CGPLAI,4/DPRF, por ocasião da entrega definitìva da Obra, termo de responsabilidade pelos serviços de execução das fundações e estrutura, que assegure a estabilidade e resistência física de todas as construções executadas, por um período de 05 (cinco) anos.

o concrêto a ser utilizado nas Íundações deverá ser fornecjdo por empresa especializada e do tipo usìnado, com FCK de 15 [,4P4, compatível com o projeto de Fundações. A Contratadâ moldará corpos de prova e os encaminhará a laboratório especìalizado para a realização de ensaios ê emissão de laudos. Para os elementos de fundação diretamente apoiados no terreno deverá ser executada a camada de regularização: Em concreto magro; Com espessura minima de: Sob elementos leves: 5 cmi Sob elementos de mâior peso: 10 cm.
Todo
03.01.600 - TMPERMEABTLTZAçÃO DAS FUNDAçóES As fundações (blocos e cintas) deverão ser impermeabilizadas em todas as com tinta à base de asÍâlto.

03.01.000

-

FUNDAçÕES

ESTRUTURAS DE CONCRETO As estruturas em concreto serão executadas conÍorme as normas da ABNT, projeto de Estruturas e as especificaçoes a seguir.
O3,O2,OOO

-

SUPER ESTRUTURA EM CONCRETO ARMADOSUPER ESTRUTURA EM CONCRETO MOLDADO "IN-LOCO".

'1. Concreto para pisos será dosado racionalmente e prepârado mecanicamente, observando-se o tempo mínìmo para mistura de doÌs minutos, contados após o

2.

lançamenlo de todos os componentes na caçamba; A fixação do faior água-cimento e a utilização dos agregados miúdos e graúdos, terão em vista a resìstência e a trabalhabilidade do concreto, compatíveis com as dÌmensões e acabamento das peças;
1L

3.

A concretagem só poderá ser iniciada após a colocâção préviâ de todas as tubulações ê outros êlementos exigidos pelo projeto; 4. Todo o concreto deverá receber cura cuidadosa. As peças serão mantidas úmidas pelo prazo mínimo de sete dias e não poderão, de maneira alguma, ficar expostas sem proteção adequada; 5. O transporte e o lançamento do concreto serão,êxecutados de modo â não causar a sêgregâção dos materiais. O lançamento será paulatino e não deverá ocorrer tempo maior que umâ hora entre o preparo e o lançãmento; 6, O adensamento será obtido por vibÍadores de imersão ou por vibradores de forma, e o equìpamento a ser utilizado terá dimensionamento compatível com a posição e tamanho da peça a ser concretada; 7. A vibração será executada de modo â impedir as falhas de concretagem e evitar a segregação de nata de cimento; 8. A execução das armaduras obedecerão rigorosamente ao projeto estrutural no que se refere a posição, bitola, dobrâmento e recobrimento; 9. Deverá ser obedecida a resistência recomendâda pelo cálculo e sêr executado um jogo de corpos de prova para cada í0 m3 de concreto lançado, sendo os laudos encaminhados à DIPROJ/CGPLAIVI/DPRF antes do último faturamento.

03.02.í00

- coNcRETo ARMADO

03.02.1'10 - Pilares Os pilares serão em concreto armado.

03,02.í20 - Vigas As vigas serão em concreto armado.
03.02.130 - Lajes As lajes serão moldadas "inìoco", do tipo: Tijolos assentados superpostos sem a utilização de argamassa, com capeamento com espessura mínima de 3 cm e máxima de 5 cm; Concreto usinado com resistência determlnada no projeto de estrutura a cargo da Contratada e com espessura que permita a passagem dos dutos das instalações de esgolo, âté o ponto de queda. O concreto possuirá FCK >= 180 Kg/cm2. As barras dê aço para concreto armado deverão satìsfazer às prescrições da norma NBR-6'1 18 ê disposições da EB-3. As lajes serão chapiscadas, rebocadas, emassadas e lixadas antes da pìntura Íinal.

Escadas s Rampas A escada e patamar de ligação das garagens com concreto, conforme projeto de Arquitetura.
03.02.180

-

a sala de observação será

em

A

03,02.í

execução das Íormas deverá âtender às prescrições da NBR-6118' sendo da responsa6ilidade exclusiva da Contratada executar a seus escoramentos e estrutura de

-

Formas

sustentação. Não seÍá admitida, nâ estrutura em concreto armado perda de nata pelas frestas das íormas durante a execução das pêçâs, as quais serão obrigatoriamênte vedadas com mata-juntas. Na estrutura aparente (pilares em "U" soltos e nas suâs paÍtes salientes, não embutidas nas paredes, escadas è rampas) serão utilizadas formâs confeccionadâs com placas de

compensado:

t2

Espessura de 12 mm; Plastificadol Alinhadas e aprumadas; Amanadas de m/mi Em tamanhos iguais, conÍorme local da aplicação
03.02.183 - Concrêto Todo o concreto empregado na estrutura da obra deverá ser do tipo usinado com FCK compatível com o projeto de estrutura, Íornecido por empresa especializada. A Contratada moldará os corpos de prova e os encaminhará a laboratório especializado para a realização de ensaios e emissão de laudos. O aspecto da estrulura de concreto aparenle deverá ler lextura e cor homogêneas em todo o conjunto. As modiÍicações, furos para passagem de tubulações ou demolições parciais da estrutura deverão ser objeto de consulta e aprovagão do autor do projeto estrutural, desde que não implique em alteração do projeto de arquitetura. Não serão admitidas ligâções de concretagem que provoquem aparecimento de juntâs no meio das peças destinadas a perrnanecêrem aparentes. As pequenas cavidades, rebarbas, saliências maiores, falhas ou imperfeições que eventualmente aparecerem nas superfícies, serão reparadas de maneira a se obter as mesmas características do concreto. Todos os serviços de repâros serão previamente âprovados pelo Executor, que inspecionará a execução.
O3.O3.OOO

Todos os elementos metálicos serão tratadoq conÍorme itens 03.03.500 e 03.03.600,
e6te último para as peças aparentes.

-

ESTRUTURÂS METÁLICAS

- ESTRUTURA METÁLICA COMPLETA A estrutura de sustentaçâo do telhado será metálica, Os seus elementos poderão ser redimensionados a critério do pÍojeto de estrutura, desde que seja mantido o partido arquitêtônico adotado, devendo qualquer alteração ser previamente submetida à apreciação do autor do projeto de ârquitetura.
O3.O3.1OO

03.03.200

-

PEçAS PRINCTPAIS

03.03.201 - Perfis Laminados Todas as peqas (vigas, terças etc) terão suas extrêmidades vêdadas, nas empenas. 03.03.300

-

DTSPOSTflVOS DE LIGAçÃO

03.03.301 - PARAFUSOS DE ALTA RESISTÊNCIA Todos os materiais e métodos de fabricação obedecerão à especiÍicação para conexões estruturais para parafusos ASTM-4325, em sua mais recente ediçao. O apeÍto dos parafusos de alta resistência será feito com chaves de Ìmpacto, torquímetro, ou adotando o método de rotação por porca do AISC. 03.03-302 - SOLDA Será utilizada solda elétrica com eletrodo OK 4600 de 3,4 mm,
O3.O3.5OO - TRATAMENTOS Todas as peças metálicas da estrutura deverão ser trâtadas, antes da fixação, com 02 demãos de pintura anticorrosiva aplicadas após o preparo das superÍícies conforme recomendação do fabricante da tinta.
13

O3.03.600

As pinturas serão executadas de acordo com as presentes especificações e conforme

-

PINTURA DE ACABAMENTO

Íecomendações do Íabricante e normas da ABNT. Todas as superfícies a ser pintadas serão examinadas e corrigidas de todas e quaisquer imperfêições existentes nos revestimentos ou acabamentos, antes do início dos serviços. A pìntura será aplicada nas partes aparentes da estrulura e executada conÍorme item 04.01.564.
03.05.000 - coNTENçÃo DE MACtçOS DE TERRA Todos os dispositivos destinados à implantação e proteção da ediÍicação deverão ser definidos de forma específica para cada obra através de um projeto de Conlenção de l,4aciços de Terrâ e determinados no projeto arquitetônico, tais como muros de arrimo, aterros, taludes etc, deverão ser executados em conÍormÌdade com as normas da ABNT, Código Edificações do I\,,ÍUNICÍPIO disposto no item 02.04.000 TERRAPLENAGEM.

de

e o

-

Os dispositivos destinados à contenção de maciços de terra deverão ser executados
seguindo os critérios: Propiciar o perfeito escoamento das águâs pluviais; PÍoteger o edifícid e construções secundárias contra inundações; Proteger o solo contra erosões; Proteger calçadas, canaletas de águas pluviais etc contra soterramento.
04.OO.OOO

- ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO.

04.O1,OOO

-

ARQUITÊTURA.
PAREDES.

04.0í.í00

-

04.01.í01 - ALVENARIA DE TTJOLOS MAC|çOS DE BARRO - Os tijolos de barro maciços serão de procedência conhecida e ìdônea, bem cozidos, textura homogênea, compactos, suficientemente duros para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro qualquer corpo estranho. - Suas dimensões deverão ser rigorosamente de 20x10x05cm, não sendo toìeradas variações, senão as êspecifìcadas nas Normas específicas. - DeveÍão apresentar as arestas vivas, faces planas e sem juntas e dimensões perfeitamente regulares. Suas características técnicas deverão ser enquadrar no especificado pela NBR - 7170. - Os tìjolos maciços serão utilìzados em pequenos arremates dê âlvenaria, caixas de inspeção, pequenos arrimos e aperto das âlvenarias. - As alvenarias de lijolos de barro serão executadas conforme as dimensões e alinhamentos determinados no projeto. - As alvenarias serão aprumadas e niveladas e a espessura das juntas uniforme, não devêndo ultrâpassâr 15 mm. - Antes do assentamento e da aplicação das camadas de argamassa, os tijolos serão
umedecidos. 04.01.102 - ALVENARIA DE TIJOLOS CERÂMICOS FURADOS Os blocos cerâmìcos de 08 (OITO) furos, serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura homogênea, compactos, suficienlemente duros para o fim a que se destinâm, isentos de fragmentos calcários ou outro qualquer corpo estranho.

-

-

Suas dimensões deverãô ser rigorosamente de 20x20x1ocm, não sendo toleradas
variações, senão as especìficâdas nas Normas específicas, Deverão apresentar as arestas vivas, faces planâs e sem juntas

perfeitamente regulâres. Suas

dimensões características técnicas dever-se-ão enquadrar

e

conforme especificado pela NBR - 7171 .

As alvenarias de tijolos de barro serão executadas conforme as dimensões e
alinhamentos determinados no projeto. As alvenarias serão aprumadas e niveladas e a espessura das juntas uniforme, não devendo ultrapassar 15 mm. Antes do âssentamento e dâ aplicação das camadas de argamassa, os tijolos serão umêdecidos. As alvenârias não serão arrematadas junto à face inferioÍ de vigas ou lajes, antes do carregamento total destas, sendo posterìormenie encunhadas com tijolos maciços de barro assentado com argamassa de cimento e areia. Em qualquer caso, o encunhamento somente poderá ser executado oito horas após a conclusão do respectivo painel.

04.01.113 - ALVENARIA DE ELEMENTOS VAZADOS DE CONCRETO. Os elementos vazados, tipo cobogó, serão feitos em concreto armado, pré-fabricados, moldados através de Íormas metálicas. Sua aparênciâ final deverá ser lisâ e uniÍorme, sem "brocas" ou íissuras, de forma a permitir sua utÌlização aparente. Deverá seÍ aplicada resina hidrofugante nas peçâs, a título de Ìmpermeabiljzação. Não serâo âdmitidas peças feiias com argamassa tipo "farofa".
04.O,I.20O

-

ESQUADRIAS.

04.01.214 - ESQUADRTAS EM CHAPA DÊ AçO DOBRADA (p4)
1

.1- GENERALIDADES.

Todo o material a ser empregado nas esquadrias de fêrro estará de acordo com os respectivos desenhos e detalhes do projeto, sem defeitos de fabricação ou Íalhas de
laminação;

Os pêrfis usados na fabricação das esquadrias serão suficientemente resistentes para
suportâr â ação dos ventos e outros esforços aos quajs poderão êstar sujeitos; Os perfìs, barras e chapas de ferro, eventualmente utilizados na fabricação das esquadrias, não deverão apresentar empenamentos, defeitos de superfície ou diferençâs de espessura, devendo possuir dimensões que atendam, poÍ um ìado, ao coeficiente de resistência requerido e, por outro, às exigências estéiicas do projeto. Os períis e suas associações, entre si e com outros componentes da edificação,, deverão conierir absoluta estanqueidade à caixilharia e aos vãos a que forem aplicados; Nas junções dos elementos da caixilharia, sempre que possíveì, será dada preferência à união por solda ao invés do emprego de rebites ou parafusos. Todas as juntas serão esmeriladas e lixadâs com lixas de grana fina; As superfícies de chapas ou perfis de ferro que se desiinem à confecção de esquadrias serão submetidas, antes de sua manipulação, a tratamento preliminar antioxidante; Todas as partes móveis serão dotadas de pingadeiras ou dispositivos que assegurem pelfeita estanqueidade ao conjunto, impedindo a infiltração de águas pluviais; Durante o transpofte, o armazenamento e o manuseio das esquadrjas, serão tomados cuidados especiais quanto à sua preservação: As esquadrias serão armazenadas ao inteiro abrigo do sol, intempéries e umidade; A colocação das esquadrias deverá obedecer ao nivelamento, prumo e alinhamento indicados no projeto;
15

As esquadrias não poderão ser forçadas a se âcomodar em vãos fora do esquadro ou de dimensões em desacordo com as projetadas; A caixilharia será instalada por meio de contramarcos rigidamente instalados na alvenaria, no concreto ou nos elemenlos metálicos, por proóesso âdequado (grapas, buchas, pÌnos) conforme cadâ caso em particular, de modo a assegurar sua rigidez e estabilidade; Os contramarcos serão montados com as dimensões dos vãos correspondentes; DeveÍá haver especial culdado para que as armações não sofram qualquer distorção quando aparafusadas aos chumbadores ou marcos; Levando em conta a pârticular vulnerabilidade das esquadrias nas juntâs entre os quadros ou marcos e a alvenaria ou concreto, tomar as juntas com calaÍetador de composição que Ihe assegure plasticìdade permanente; Antes da entrega dos servìços, as esquadrias deverão ser lÍmpas, sendo removido qualquer vestígio de tìnta, manchas, argamassa, e gorduras; As juntas dâs esquadrias com o concreto serão vedadas com SIKAFLEX 1-A. Í.2-ESPECtFTCAçÃO. P4; Porta de ferro em veneziana, pìntadas em esmalle sintétìco cor a definir.
04.01.226 - ESQUADRTAS DE ALUMíN|O (J1 a J9)

1.í.GENERALIDADES. Todo o material a ser emprêgado nas esquadrias estará de acordo com os respectivos desenhos e detalhes do projeto, sem defeitos de fabricação ou Íalhâs de laminação; Os perfis usados na fabricação das esquadrias serão suficientemente resistentes para suportar a ação dos ventos e outros esforços aos quais poderão estar sujeitos; Os perfis, barras e chapas de ALUI\,4iNlOo, eventualmente utilizâdos na fabricação das esquadrias, não deverão apresentar empenamentos, deíeitos de superfície ou diferenças de espessura, devendo possuir dimensões que atêndam, por um lado, ao coeÍiciente de resistência requerido e, por outro, às exigências estéticas do projeto. Os perfis e suas associâções, entre si e com outros componentes da edificação deverão conferir âbsoluta estanqueidade à caixiìharia e aos vãos a que forem aplicados; As superfícies de chapas ou perfis que se destinem à confecção de esquadrias serão submetidas, antes de sua manipulação, a tratamento preliminar antioxidante; Todas as partes móveis serão dotadas de pingadeiras ou dispositivos que assegurem perfeita estanqueidade ao conjunto, impedindo a infiltÍaÇão de águas pluviais; Durante o transporte, o armazenamento e o manuseio das esquadrias, serão tomados cuidados especiais quanto à sua preservação: As esquadrias serão armazenadas ao inteiro abrigo do sol, intempéries e umidade; A colocação das esquadrias deverá obedecer ao nivelamento, prurno e alinhamento ìndicados no projeto; As esquadrias não poderão ser forçadas a sê acomodar em vãos foÍa do esquadro ou de dimensões em desacordo com as pOetadas: A caixilharia será !nstalada por meio de contramarcos rigidamente instalados na alvenariâ, no concreto ou nos eìementos metálìcos, por pÍocesso adequâdo (grapas, buchas, pinos) conforme cada caso em particular, de modo a assegurar sua rigidez e estabilidade; Os contramarcos serão montados com as dimensões dos vãos correspondentes; Dêverá haver especial cuidado para que as armações não sofram qualquer distorção quando aparafusadas aos chumbadores ou marcos; Levando em conta a particular vulnerabilidade das esquadrias nas juntas entre os quadros ou marcos e a alvenaria ou concreto, tomar as juntas com calafetador de composição que lhe assegurê plasticidade permanente;
16

Antes da entrega dos serviços, as esquadriâs deverão ser limpas, sendo remoli4g''. qualquer vestigio de tinta, manchas, ârgamassa, e gorduras; rdÍlEi tl ' As juntas das ósquadrias com o concreto serão vêdadas com SIKAFLEX 1-A. {È* úT t. -í;-

: i; l? 'r'! :
,

04.0í.230 v+.u t.zJU - ESQUADRIAS c-\rauAt l\tAo t DE E MADEIRA tvttìt Ett\A (P1, (r I, í2, P2, rt P3 e íoì P5) \Èr,. A madeiÍa a ser empregada na execução das esquadrias será seca, isenta de nË, cavidades, carunchos, fendas e de todo e qualqu'er deÍeito que possa comprometer sua duÍabilidâde, resistência e aspecto; Serão recusados todos os eìementos que se apresentarem empenados, torcidos, rachados, lascados, associados a madeira de outros tipos e portadores de imperfeições; As operações de corte, furação e outras eventualmente necessárjas serão executadas com equipamentos mecânicos; As esquadrias e elementos de mâdeira serão cuidadosamente armazenados em local coberto e lsolado do solo; A colocação das esquadrias deverá obedecer ao nivelâmento, prumo e alinhamento indicados no projeto; As esquadrias sêrão instaladas por meio de elementos adequados, rigidamente e Íjxados à alvenaria, concreto ou elementos metálicos, por processo conveniente a cada caso.
2.1.-ESPEGTFTCAçÃO P1, P2, P3 e P5, serão do tipo prâncheta com pintura em verniz poliuretânico em duas demãos, sernibrilhante.

.

04.01.24O. ESQUADRIAS DE VIDRO TEMPERADO ( P6,P7, PB, e J10) As esquadrias serão instaladas por meio de elementos adequados, rigidamente e fixados à alvenaria, concreto ou elementos metálicos, por processo conveniente a cada caso. A contratada deverá segu'r as orientações conforme o item 04.01.308. FERRAGENS, 3.í-NORMAS GERAISTodas as Íerragens deverâo obedecer às indicações e especificações constantes do projeto, quanto ao tipo, Íunção e qualidade; As ferragens serão fornecidas acompanhadas dos acessórÌos, bem como parafusos para fixação nas esquadrias; A instalação das ferragens será executada com particular cuidado, de modo a que os rebaixos ou encaixes para dobradìças, Íechaduras de embutir, chapâtestas e outros elementos, tenham a Íorma das ferragens, não sendo toleradas folgas que exüam emendas, taliscas de madeira ou outros processos de ajuste. Não será permitido introduzir qualquer esforço na ferragem para seu ajustei Para evitar escorrìmenio ou respingos de tinta, as ferragens serão protegidas com tiras de papel ou fita crepe. 3.2-ESPECTFtCAçÕES. As ferragens serão da marca LA FONTE, IMAB ou equivalente; Alem dos elementos aqui especificados, deverão ser instalados iodos os componentes considerados necessários para um perfeito funcionamento das esquadrias; Os códigos abaixo relacionados são dos fabricantes "lMAB".

04.01.242. FËCHADURA

A. Deverá ser rigorosamente observada a distância mínima de 55 mm entre o eixo do
tambor da chave e a chapa de acabamento em contato com o batente. B. Para as portas metálicâs e de madeira;
t7

-

(metálìcas) e Ê1. 1022 - LC (madeira), marca IMAB, LA FONTE ou êquivalente.

01 fechadura de embutir, cilindro de latão, acabamento cromado, ref. iO62

-

LC

04.0í.244 - MAçANETA A. Para portas metálicas e de madeira: - 0í par de maçanetas tipo bola, acabamenlo cromado, ref. 3118 marca IMAB, LA FONTE ou equivalente, B. Para as portas do banheiro adaptado. - 01 par de maçanetas, tipo alavanca, cromada, marca ìMAB, LA FONTE ou equivalente, ref. 1 1 13 - FC- 40 mm.
04.01.245 - ESPELHO A. Para portas metálìcas e de madeira: - 01 par de espelhos, em latão cromado, marca ll\,,lAB, LA FONTE ou equivalente. 04.01.247 - PUXADORES A. As esquadrias l\.4AXlMO-AR serão equipadas comi - Alavanca de comando para cada dois módulos, marca IMAB ou equivalente.

04.01.248 - DOBRADTçAS A. Para portas metálicas e de madeira: - 03 dobradiças de latão crÕmado 3" x 2", marca l|VAB. RODRIcUES ou equivalente.

04.0í.300 - vrDRos E PLÁsTtcos. 04.01.308 - vidro temperado Deverá conter elementos de vedação como frisos, coÍdões de borracha e silicone e ferragens pertinentes. Os vidros serão.de procedência conhecida e de qualidade adequadã aos íins a que se destinam, claros, sem manchas e bolhas, de espessura uniforme e sem empenamentos. Deverão obedecer aos requisitos da EB - 92. As placas de vidro serão cuidadosamênte cortadas, com contornos nítidos, não podendo apresentar defeitos como extremidades lascadas, pontas salientes e cantos quebrados, nem folga excessiva com relação ao requadro de encaixe. As bordas dos cortes deverão ser esmerilhadas de forma a se tornarem lisas e sem irregularidades. .l Deverá ser executadâ lìmpeza prévia dos vidros, antes de sua colocação. Os vidros serão colocados após a primeira demão de pintuÍa de acabamento dos
caixìlhos. As placas de vidro não deverão ficar em contato com as esquadrias. O assentamento será efetuado com massa plásticã de vedação, com espessura médiâ dê 3mm. A massa pìástica de vedação será proveniente da mistura de ìguais partes de mastique plasto-elástico e de pasta de gesso com óleo de linhaça. O vidro será pressionado contra a massa e, em seguida, em ambas as faces, será cortado o excesso de massa de vedação em perÍil biselado, ficando a parte iníetioÍ alinhada com o baguete ou com o encosto Íixo do caixilho. Finalmente, serão preenchidos, à espátula, os eventuais vazios exìstentes na massa de vedação colocada. TRANSPARENTE. Nos locais indicados no projeto serão instalados vidros lìsos transparentes temperado.As espessuras serão de oito milímetros para janelas e de dez milímetros pâra portâs.

18

04.01.3í 1 - ESPELHOS. Serão instalados espelhos com espessurâ de 4mm, lapidados, medindo 40 sobre cada lavatório.

x 60

cm,

04.Oí.400 _ COBERTURA E FECHAMENTOS Os fechamentos dos telhados (platibandas) serãò em telhâ metálicâ, a telha interna, galvanìzada, e a externa, pré-pintada, trapezoidal h= 25mm, espessura de .0,50mm, sobre estrutura em perfis meiálicos. Deverá conter todos os acabamentos de fechamento.

04.0í.407 - Telhas de Chapa Metálica A cobertura indicada em projeto será executada com telhas trapezoidais com altura de 40mm do iipo sanduíche, isolamento de 30mm de espuma rÍgida de poliuretano, Gravia, Perfilor, BRAFER, MBP ou equivalente, espessura de 0,65mm, conÍeccìonadas em chapa de aço galvanizado pré-pintada. A inclinação do telhado será de 10%. Não utilizar serra de disco para corte de telhas; O telhamento será executado com obediência rigorosa às prescrições do fabricante quanto ao sistema de fìxação (parafusos), encajxes, cumeeirâs, vedações e contraventamentos; Os paraÍusos de Íixação serão colocados nas cristas das telhas; Os parafusos de fixação serão do tipo auto-perfurânte com cabeÇa sextavada e arruelas EPDI\,4, acabamento de alta resisténcia a corrosão, tipo Ecosêal. Usar para costura longitudinaÌ, a cada 500mm e para fixação na estrutura, (três por telha para cada Terça); Deverá ser executada vedâção longitudinal em todas as empenâs, entre as telhas e as platibândas, com rufos recomendados pelo Íabricante, e com a própria ielha, no Íechamento com as calhas; As calhas serão gâlvanizadas tipo B n" 18, conforme projeto. As emendas serão feitas com solda elétrica. Pintar as áreas soldadas com pintura tipo zincagem a frio, CRZ composto. Tâpmatic ou equivalente; Os rufos Iongitudinais serão em aço galvanizado, chapa 26 e desenvolvimento de 2Scm;

04.01.500. REVESTIMENTOS.
04.01.510 - REVESTIMENTOS DE PISO, 04.01.51 Í - CTMENTADOS

Nivelamento do piso de terra; Apiloamento umedecimento da superficiei Colocação de guias removíveis que crìârão juntas de dilalação; Espalhamento da camada de concreto, no traço 1:3:6, em volume, de cimento, areia e pedra britada, em quadros alternados (à semelhança do tâbuleiro de xadrez); A espessura da camadâ de concreto deverá ser, no mínimo, de 6cm e dependerá da sobrecaíga que irá suponar; A camada terá de ser Íeita com caimento no sentido dos locais previsios para escoâmento das águas e inclinação não inïerior a 0,5%; O acabamento será obtido pelo sarrâíeamento, desempeno e moderado alisamento do concreto quando ele estjver aindâ em estado plástico; Como o afloramento da argamassa deverá ser insuficiente pâra o bom cabamento do piso, a ela será adicionada, por polvilhamento, mâìs quantidade (porém seca), no traço 1;3, de cimento e areia peneirada, sem águâ, antes de terminadâ a pega do concreto; Quando não for possivel fazer em uma só operação a concretagem da base e o acabâmento da superfície do concreto, essa mesma supêríície precisa ser limpa e lavada
t9

par€ì receber a aplicação posterior da argamassa, no traço 1:3, de cimenlo e areia (com água), no dia imediatâmente seguinte;

As calçadas de concreto indicados em projeto deverão ter acabamento antiderrapante
(áspero), ou seja, com desempenadeira de madeira; A espessura do cimentado deverá ser de 2cm; Nos cimentados externos, o afastamento máximo das juntas será de 2,5m; A cura do cimentado será obrigatoriâment€ feita pela conservação da superfície continua e levemente molhada, durante pelo menos 7 dias após a execução.
o4.o'1.512 - CERÂMtCOS. Os pisos cerâmicôs deverão ser do tipo antiderrapante; Os ladriìhos cerâmicos serão de qualidade compatível com a Íinalidade a que se destinam, bem cozìdos, compactos, de massa homogênea, perfeitamente planos, de coloração unlforme e com as dimensões requeridas no projetoi As peças serão lsentâs de qualquer defeito, apresêntando arestas vivas e retas; Os serviços de colocagão dos pisos ceÍâmicos somente serão iniciados após a conclusão dos revestimentos das paredes e teto do local; O rêjuntamênto será executado usando-se massa do tipo "rejunte pronto", cor semelhante à da cerâmica; setenta e duas horâs após a colocação dos elementos cerâmicos. A cerâmica terá diiÌensões de 30 x 30 cm, PEI-s, da "PORTOBELLO" ou equivalente. Assentamento com folga entre as peças variando de í mm a 1 ,5mm. Fachadãs em ceÉmica 10Xíocm linha Arquitetural da Eliane ou equivalente, cor amarela com rejunte cinza.

04.01.528 - CONTRAPTSO É REGULARTZAçÃO DE BASE Executar lastro em concreto, espessura mínima de 06 (seis) centímetros, com adição de impêrmeabilizante SIKA '1 ou produto equivalente, abrangendo inclusive as calçadas externasl O traço do concreto será de 15 MPa; 04.01.530 04.01.531

-

REVESTIMENTO DE PAREDES. cHAPtSCO.

Argamassa de cìmento e areia grossa, traço 1;3; Será aplicado em todas as supêrfícies das alvenarias e elêmentos estruturais a serem revestidos e/ou pintados; As superfícies serão previamente limpas a vassoura e abundantemente molhadas; A espessura máxima deverá ser dê 5mm.

04.0t.s32

-

EMBOçO.

emboço só será iniciado após a completa pega das argamâssas das alvenarias e chapiscos e depois de embutidas todas as canalizações; Antes da aplicação do emboço, as superfÍcies serão abundantemente molhadas; O êmboço interno será em argamassa dê cimento, cal e areia lavada traço 1:2:5. O emboço externo será em argamassa de cimento, cal e areia lavada traço 1:2:5 O emboço interno para cerâmica seÉ em argamassa de cÌmento, cal e areia lavada traço
1:2.5.

o

20

04.01.533

A. Todos os dutos, redes de águâ, esgotos ê gás deverão ser testados

antes procedendo-se iniciado o serviço de revestìmento, da mesma forma com as válvulas embutidas, devendo serem sanados os vazamentos deteciâdos. B. As pâredes internas e externas, pilares soltos e lajes, conforme indicação em projeto, serão, antes do emassamento e/ou da pintura!finâI, rebocadas comuma argamassa mista única, com cìmento, cal e areia média lavada, traço volumétrìco 1:2:5 na esPessura de 25mm C. O desempeno a prumo e no esquadrejado não poderá seÍ executâdo com o reboco fresco. D. O reboco, após desempeno, deverá apresentar superfície regular, sem fissuras e trincamento. E. O reboco só poderá ser aplicado 24h após a pega completa do emboço, e depois do assentamento dos peitoris e marcos;

-

REBOCO PAULISTA

04.oí.534 - CERÂMtCA Fachadas em cerâmica 10x1ocm linha Arquitetural dâ Eliane ou equivalente, cor amarela (conforme tabeìa de cores principais do projeto de comunicação visual) com rejunte
cinza. 04.01.535

A. Todas as paredes, conforme indicação em projeto receberão azulejos 1S x 1S cm, superfície lisa brilhante, cor BRANCA de primeirâ qualidade, da mârca CECRISA,
ELIANE,INCEPA ou similar: B. As paÍedes, indicadas em projeto para revestimento com azulejos, serão previamente chapiscadas e levarão emboço, desempenado a prumo e esquadrejado. C. Não será tolerada diferença de prumo ou esquâdro acima de 3 mm. D. Os azulejos serão assentados após a execução dos rodapés, com a utilização de argamassa pré-fabricada para assentamento cerâmica, eUARTZOLIT, ARGAI\,4AXl l\,44 ou similar. E. O assentamento será executado de modo a se obter juntas secas rigorosamente em nível e a prumo, com arestas paralelas. F. Não será admitido assentamento dos azulejos pelo sÌstema "bolão". O rejunte será executado com argâmassa pré-fabrlcada, própria parâ rejunte, QUARTZOLIT ou simìlar, na cor BRANCA. 1,5 mm de espessura ("palitado");

-

AZU'LEJOS.

de

04.01.560 - PtNTURA. í. NORMAS GERAIS

Todas as tintas a empregar deverão observar as especificações deste memorial sempre que houver indicação expressa; Nenhuma alteração poderá ser feita nas marcas e nas cores sem a aprovação da Fiscalização. Todas as superfícies a pintar deverão estar secas. Serão minuciosamente examinadas cuidadosamente limpas, retocadas e prepâradas para o tipo de pintura a que se dêstinâm Deverão ser observadas as prescrìções dos fabrìcantes para o aparelhamento das superfícies no preparo e âplicação das tintas, sendo vedada â utilização de qualquer substância em desacordo com aquelas especiÍicações.

21

Deverão ser evitados escorrimentos e salpicos nas superficies não destinadas à piniura; os salpicos que não puderem ser evitados serão removidos enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se removedor adequado. Toda a pintura será executada em tantas demãos quantas forem necessárias a um perfeito acabamento. Cada demão somente será aplicada quando a precêdente esiiver completamente seca. lgual cuidado haverá entre uma demão de tÌnta e a massa, convindo observar um intervalo mínimo de 24 (vinte e quatro) horas após cada demão de massa; Toda vez que uma superficie íor lixada, será cuìdadosamente limpa com escova e pano seco para remover o pó, antes da aplicação da demão seguinte. Ìoda superfície pintada deverá apresentar, quando concluída, uniformidade quanto à textura, tonalidade e brilho.
O4.Oí.565

-No câstelo d'água será aplicado silicone lndustrial líquido, marca Acquella
Baumgart, ou equivalente.

-

PINTURA À BASE DE SILICONE

-

Otto

04.Oí.569 - PINTURA ACRíLICA -As alvenarias internas e tetos dos ambientes especificados em projeto, Íeceberão pintura acrílica l\y'etalatex SherwÌn Williams ou equivaìente acabamento semi-brilho, cor palha para as patedes e branco neve para os tetos, sobre mâssa corrida pVA. -As alvenarias externas, conforme especifìcado em projeto receberão pintura acrílica sobre reboco ou concreto na cor amâreìa conforme tabela de cores principais do projeto de comunicação visuâl e deverão ser das marcas a seguir: CORAL, SHERWIN WlLLlAl\,lS, SUVINIL ou equivalente.
04.01.561 - MASSA CORRTDA - Todas as superfícies internas, onde estìver especificada pintuÍa, deverão receber massa corrida tipo PVA marca Coral ou equivâlente, aplicâda por meio de desempenadeira metálica e lixada com lixa 120, de modo a se obter uma superfície perfeitamente lisa e uniforme, ântes da aplicação da pintura. 04.01.562 . PINTURA ANTICORROSIVA

-As

superfícies metálicas, como esquadrias, marcos, guarda-corpos, corrimãos, elementos estruturais, etc., deverão estar limpas, secas, isentas de graxa, óleo,

ferrugem, poeira, nata de cimento, etc. - Após estarem convenientemente limpas, receberão pintura anticorrosiva com Coralfer Dupla Ação da marcâ Coral ou equivalente, a título de proteção contra a corrosão, antes da aplicação da pintura de acabamento. - As superfícies galvanizadas, comô portase, deverão receber primer SUPERGALVITE, fabricante SheMin Williams, antes da pinÌura de acabamento, de modo a que esta possa aderir convenientemente ao aço galvanizado. Aplicar fundo protetor "CRON,4ATO DE ZINCO" da SIKA ou "WASHPRIMER" da Coral
04.01.564 . PINTURA ESMALTE SINTETICO - As superfícies metálìcas deverão estar limpas, secas, isentas de graxa, óleo, Íerrugem, poeira, nata de cimento, etc. -Após a aplicação da pintura anti-corrosiva, as superfícies metálicas das esquadrias deverão receber pintura em esmaìte sintético alto brìlho, cor azul para as portas, marca Coralit,, ou equivalente, aplicâdo por meio de compressor e pistola. - Será aplicado o esmalte sintetico nas esquadrias, conforme especifìcado no projeto e nos elementos metálico de fechamento da cobertura conÍoÍme projeto de comunicação visual.
22

04.01.600

-

tMPERMEABtL|ZAçOES.

Os serviços serão executados por pessoal especialìzado que ofereça garantia dos trabalhos a realizar, os quâis obedecerão rigorosamenie às normas da ABNT e as
espêciíicações abaixo:

í. coNDrÇÕEs BÁstcAs:

Durante

a

execução

da

impermeabilização será vedâda

â

presença

de

pessoas

estranhas no locai dos serviços;

Quando âs circunstâncias ou as condições locais se verificarem tais que tornem aconselhável o emprego de sistema diverso do previsto nas especificaçóes, serão tais circunstâncias constatadas pela Fiscalização, sendo adotado o sistema mais adequado
ao caso, mediante prévios entendimentos; Os trabalhos de impermeabilização serão realizados com tempo seco e firme; Não será tolerada a penetrâção, aparecimenio ou desenvolvimento de umidade ou água em qualquer supeÍfície, Íicando a cargo da Coniratada as providências necessárias para eliminâr os defeitos; Nenhum trabalho dê impermeabilização será executado enquanto houver umidâde nâs peças a serem impermeabilizadas. 2. ALVENARIA.
,

As duas primeiras fiadas de argamassa de assentamento dos tijolos dâs paredes externas terão adição de SIKA 1 ou equivalente, no trâço 1:20 (SIKA 1/água de amassamento); Em todâs as descidas de tubos pelas paredes deverá ser instalada tela DEpLOyER em toda a extensão do tubo, com uma largurâ minima de 60cm, considerando-se 30cm de cada lado do eixo do tubo.
3. OUTRAS

Todo concreto em contato direto com

dê impermeabilizante SIKA 1 nas proporções de 1:25 (SIKA 1/água de amassamento); Deverão ser observados os caimentos para os ralos com os quais a impermeabilização deverá estar solidáriai Os serviços de impermeâbilização terão uma garantia mínlmã de cinco anos.
04.O1.7OO . ACABAMENTOS E ARREMATES,

o

solo será preparado com adição

04.O'1.701_ RODAPÉS INTERNOS E EXTERNOS.

Nas áreas pavimeniadas com concreto desempenado, serão executados rodapés do
mesmo material, incorporados ao piso e ao chapisco da parede altura de 1ocm; Nas áreas pavimentadas com cerâmica, serão executados rodapés cerâmjcos com 15cm de altura.
04.01.702 - SOLEIRAS. As soleirâs dâ copa e banheiros serão de grânito cinza andorinha, com espessura 2cm;

04.01.703- PEtTORtS. Os peitoris das janelas serão em cinza andorinha largura de 17cm, com pjngadeira e acabamento arredondado para o lado externo.
04.01.706 - RUFOS A. Todas as concordâncias de telhâdos com a platÌbanda serão guarnecidas por rufos

horizontais acompanhando a inclinação da cobertura, conforme indicação em projeto.

B..Os rufos metálicos em chapa galvanizada no. j8 deverão ter largura mínìma de 25 cm, soldados com soìda elétrìcã e Íixados à platibanda através de buchás e parafusos S6. . Fachadas em cerâmica lOXlOcm linha Arquitêtural da Eliane ou equìvalente, cor amarela com rejunte cinza

04.01.707 - Pingadeiras A. Serão executadas pingadeiras nos vãos superiores das janelas e portas externas.
04.0'1.708 - CALHAS

galvanizada tipo B
04.O1.80O

Serão executados, nos telhados com platibandas, calhas metálicas, em chapa n' 1B

-

EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS.

04.0Í.803 - guarda corpo (BARRAS DE APOIO PARA portadores de necessidades especiais).
Serão executadas em tubos de aço inoxidável, conforme detalhes do projeto;
05.00.000 - TNSTALAçÕEs HtDRÁULtCAS E SANTTÁRtAS Para a execução das instalações deverão ser empregâdos materiais que satisfaçam às exigências e recoÍnendações das Normas da ABNT, da concessionária local e Córpo de Bombeiros.

0s.oí.000

O hidrômetro deverá ser assentado conforme norma da concessionária.

- ÁcuA FRtA

e as presentes especificações. Quando não houver rede pública, deverá ser executado um poço artesiano e deverá ser desconsiderada a ligação definitiva com respectivos hidrômetro
O5.O1.2OO - TUBULAçõES E CONEXõES DE PVC RíGIDO Toda a tubulação deverá: Ser em PVC rígido soldável, embutida; Com conexões em PVC rigido azul, com reforço em latão; Com diâmetro mínimo de %"; Distar, no mínimo, 3,00 m das caixas coletoras de esgotos, fossas sépticas e sumidouros; Ser testada anteriormente à aplicação de emboço nas paredes e execução do contrapiso; Não será permitida a passagem da tubulâção pelo piso dos sanitários ou junto a caixas de inspeção de esgoto ou de caixas ou canaletas de águas pluviais. Os WCs deverão possuir os seguintes ramais de alimentação independentes, com respectivos registros de gaveta agrupando os equipamentos: Bacias sanitáÍias + mictórios Lavatórios + bebedouros. No castelo d'água â tubulação será aparente, interna a este, presa à parede através de braçadeiras.

Observar rigorosamente os eixos dos aparelhos, conÍorme projeto

05.Oí.500 - APARELHOS E ACESSóRIOS SANITÁRIOS Todos os aparelhos e acessórios de louça, serão na cor BRANCA.

05.01.50í - Lavatório lndividual Serão íornecidos e instalados os lavatórios: Suspenso, sem coluna, medindo 42 x 30 cm, DECA ou similar, tinha IVIAMJÓ A fixação dos lavatórios será feita conforme recomendações do fabricante.
24

A altura da borda dos lavatórios será de 85 cm; Bacia Sifonada Serão fornecidas e instaladas, conforme indicação na Planta Baixa, linha l\4ARAJO ou equivalente com âs seguintes caracterísiicas: Volume de descarga reduzido (VDR) Sifonadas Medindo 37,5 x 45,5 cm Será Íornecida e instalada no sanitárìo para deficientes Íísicos, nova bacia da CELITE, linha LOTUS modelo 003.093 ou DECA, linha MVENA, modelo P-9 ou similar de mesma qualidade, tais como INCEPA e IDEAL STANDARD, sifonada, com parte frontal do corpo de apoio (pe) recuado em relação à pai(e frontal da borda. A fixação das bacias será feita conforme recomendações do fabricante, devendo ser âdotâdo o anel de vedação, bolsas e demais acessórios de instalâção. Todas as bacias serão novas e dâ mesma marca, conforme cada modelo. Todas as bacias serão providas de assenio em poliestireno ou polipropileno, na cor BRANCA, apropriado para cada modelo. A junta da bacia com o piso será vedâdâ com mastique à base de silicone incolor (transparente).
05.01.503

-

As cubas e as bancadas serão novas, confeccionadas em aço inoxjdável liga 18.8, chapa no 18, conforme indicação nâ Planta Baixa e detalhes, com âs segujntes dimensões: Cozinha e copa: cuba de 50 x 40 x 25 cm - AlSl 3041 Bancada da copa do bloco Delegacia: 2,00x..55. Bancada da cozinha do bloco Alojamentos: 1,20x..55. 05.01.5í I - Tanque Será fornecido e instâlado, conforme indlcação na Planta Baixa, novo tanque de louça, com coluna, na cor Branca, da DECA, modelo TQ-25, medindo 60 x SO cm, ou similar de mesma qualidade e djmensões, tais como CELITE, INCEPA e ìDEAL STANDARD, devendo ser fixado conforme recomendações do fabricante.

05.0í.5í 0 - Pia

,

Tornèira Todas as torneiras serão cromadas, de primeira qualidâdê, da ORIENTE ou sjmilar de mesma qualidade, tais como DECA, DOCOL, FABRIMAR, CELITE e RtO. A altura das torneiras de parede será de: Serão Íornecidas e instaladas novas torneirâs de pressão, conforme as especjficações a
05.01.512

-

seguir:
l\,4odelo
1

193 linha C-50 (CASTELO), com as seguintes caÍacterísticas:

De mesâ, Com arêjador;
De Y2"; lvled indo: Do eixo do registro âo eixo da bica (horizontal): Será instalada nos locais: Lavaiórios individuaisl

1

10 mm:

l\4odelo 1861 , linha CASTELO, com as seguintes caracterísiicas: De parede; Articuladâ; Com arejador articulável com giro de 60';
25

De Y2" x 74": l\,4edindo: Do eixo do registro ao eixo da bìca (vertical): 153 mm Da parede até o eixo da bica (horizontal): 230 mm Será instalada nos seguintes locais: Cuba da Cozinha; Cuba da Copa;
1 130, linhâ PLANALTO, com as seguintes características: De parede Curta Com rosca para mangueira de /." x%" l\4edindo: Da parede até o eixo da bica (horizontal): 115 mm Será instalada nos seguintes locais:

N/lodelo

jard ins;

Caixas de alvenaria nas áreas externas (ver dêtalhe em anexo), paÍa irrigação dos

Tanque de louça.

05.0í.515 - Rêgistro de Pressão A altura dos registros de pressão dos chuveiros, em relação ao piso, será de j,2O m. Serão instalados novos registros de pressão, acabamento cromado, com canopla, da ORIENTE, modêlo 1416-C50 (CASTELO) ou similar de mesma qualidade, tais como DECA, DOCOL, FABRIMAR e CÊLtTE, com as seguintes característicâs: Acabamento cromado; Castelo da mesma linha das torneiras dos lavatórios individuais; Com bitola apropriada para cada caso. Serão instalados nos seguintes locais: Chuveiros - 31"
05.01.5í 6 - Registro de caveta A altura dos registros de gaveta, em relaçâo ao piso, será de 2,10 m Serão ìnstalados novos regìstros de gaveta, modelo í5ío-HO da ORIENTE ou sìmilar de mesma qualidade, tâìs como DECA, DOCOL, CELITE e FABRIMAR, com as seguintes características: N.4odelo ABNT: Bruto; Volante ânatômico; Com canopla; Porca preme; Gaxeta longa; Haste reforçada; Gaveta tipo industrial; Castelo envolvente; Rosca extra-longa:
pela DIPROJ/CGPLAIV/DPRF. Serão instalados no barrilete. Serão instalados novos registros de gaveta, modelo 1510-C50 (CASTELO) da ORIENTE ou similar de mesma qualidade, tais como DECA, DOCOL, CELITE e FABRIMAR, com as seguintes características:
26

Bitola apropriada para cada caso, conforme projeto Íornecido

N/lodelo ABNT; Volante cÍomado tipo C-50; Com canopla; Porca preme; Gaxeta longa; Haste reforçada; Gaveta tipo industrial; Castelo envolvente; Rosca extra longa;
DI

Bitola apropriada para

cada

caso, conforme pÍojeto fornecido

pela

PROJ/CGPLAI\,4/DPRF. Serão instalados nos seguintes locais: Demais ramais não citados no item A anterior. Os registros de gaveta serão instalados na altura de 2,10 m em relação ao piso.

05.01.517 - LtGAçÃO rleXÍVel Serão instaladas novas ligações, modelo 4606, de y2", da DECA ou slmilar de mesma qualidade, tais como DOCOL, CELITE e FABRII\,4AR, com as seguintes características: Cromadas; Flexíveisl Com canopla. Serão instaladas nos pontos de alimentâção de: Lavatórios individuaisi

05.qí.5í8

Chuveiro Serão instalados novos chuvelros elétricos completos, da CORONA, LORENZETTI ou similar, com as seguintes características: Cor BRANCA; Regulagem para duas temperaturas de aquecimento;
Duchinha auxìliar; Suportes para fixâção da mangueira na parede, de náilon ou plástico. Serão instaladas nos boxes de banho indicados em Planta Baixa. Serão instaladas novas duchas manuais, da ORIENTE, modelo 1904-C50 (PLANALTO) ou similar de mesma qualidade, taÌs como DECA, DOCOL, FABRIMAR e CELITE, com as seguintes características: Ducha na cor BRANCAi Com registro e derivação; Volante do mesmo modelo das torneiras dos lavatórios individuais; Tubo de ligação flexível; Todo o conjunto cromado; Cânopla; Suportes para fixação da duchÌnha na parede. Serão instaladas nos WCs para deíicientes físicos, Iocadas conforme detalhe em anexo.

-

05.01.5í9 - Válvula de Descarga A altura das válvulas de descarga, em relação ao piso, será entre 1,OO m e 1,20m. Serão insialadas novas válvulas de descarga, da ORIENTE, modelo ORIENTE SUPER, acabamento VEGA cromado ou similar de mesma qualidade, tâis como DECA, DOCOL e FABRIMAR, com as seguinies câracterísticas: Tipo de botão;
05.01.520

A. Será instalada

-

Caixa d'Água Pré-fabricada caixa d'água em polietìleno, com as características:

-

Capacidade de 1.000 litros; Tampa com trava contínua poÍ pressão;

Acabamento cromado; Com registro; Bitolâ de I %". Serão instaladas êm todas as bacias indicadas na Planta Baixa. A válvula de descarga no WC para deÍicientes fÍsicos será instalada na altura indicada no detalhe em anexo.

Tubo para Llgãção de Bacia Todas as novas baciãs sanitárias receberão novos tubos de ligação, com as seguintes caracteristicas:
05.0'1.522

-

lvlêtá lico s; Cro mados;

Com canopla e anel de vedação; Com todos os demais acessórios recomendados peìo fabricante da bacìa.

05.0í.524 - Válvula para Aparelhos Sanitários Serão instaladas novas válvulas para lavalórios, modelo 1603-C da ORIENTE ou similar de mesma qualidâde, tais como DECA, ESTEVES, FABRII\iIAR e CELITE, com as seguintes características: Sem ladrão;
l\4etá lica s;

Cro mâdas;

Bilola de Y2" . Serão Ìnstaladâs nos aparelhos: Lavatório indìvìdual de louça; Serão instaladas novas válvulas para pia, modelo 1622-C da ORIENTE ou similar de mesma qualidâde, tais como DECA, ESTEVES, FABRIMAR e CELITE, com as seguintes características:
l\,4êtá lica s
i

Cromadas: Com cesla metálica removível para válvula de escoamento, destinada a retenção de residuos: Bllola de 1 Y2" . Serão instaladâs nos aparelhos: Cuba da Cozinha; Cuba da Copa; Serão instaladas novas válvulas para tanque, modelo 1605-C da ORIENTE ou similar de mesma qualidade, tais como DECA, ESTEVES, FABRIMAR, cELlTE, com as sêguintes caracteristicas: l\.4 etá licas; Cromadasi Bilola de 1 Y2" . Serão insta adas nos aparelhos; Tanque de ìouça; 05.01.531 - Sifões Serão instalados sifões, modelo 1680-C da ESTÊVES ou similar dê mesma qualidade, tais como DECA, FABRIMAR e CELITE, com as seguintes carâcteristicas: Metálicos; Cromadosl
2A

Reguláveis; Com dispositivos de vedação; Tubo de saída com comprimento de 30 cm;

de1"x1Y2'.
Serão instalados nos aparelhos: Lavatório individual; Cuba da Cozinha; Cuba da Copa; ïanque de louça.
O5.O,I.600

-

EQUIPAMENTOS

05.01.601 - Bomba Hidráulica com Acionador Quando existir rede públìca, a ligação deverá ser direta do hidrômetro ate a caixa dágua localizado sobre o posto de observaçã0. Quando houver poço aÌtesiano/ o recalque deste para a caixa dãgua superior será feito por uma eletrobombas LúO ou equivalente, com as seguintes características: Centrífugasi Multi-estágio horizontal; ue laoncaçao LLAo, ou srmtlar; Com vâzão e, potência estimadas em 10m3/h e 5 HP respectivamente. O conjunto de bombas será dotado por um sistema automáiico de quadro-comando. As bombas serão acionadâs ou desligadas automaticamente, conforme dispositivo especificado no item 05.0í.603, devendo possuirtambém controle manual.

05.0í.603 - Chave de Bóia (bóia automática) Será instalada, nos reservatórios de águâ inferior e superior, bóia automática com as seguintes características: Para acionamento ou desligamento automático do conjunto de bombas hidráulicas especificado no itêm 05.01.60í; Coniato de nível; Controle de mercúrio reversível' Guia de regulagem.
05.O3,OOO

*

DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

Para a execuçâo das instalações de águas pluviais deverá: Empregar materiais e técnicas que sâtisfaçam às exigências e recomendações da ABNT e da concessionária locali Obedecer ao respectivo projeto e determinações das presentes especjÍicaçôes. Os locais que requerem rápida âbsorção da água, tais como a área para carga/descarga de veículos, em brita, deverão possuir drenos, executados conÍorme projeto Íornecido pela DIPROJ/CGPLAIV/DPRF. Todos os dispositivos horizontais de escoamento de águas pluvÌais deverão possuir declividade mínima de 1% no sentido do escoamento. As canalizações em dutos aparentes deverão ser fixadas e/ou suportâdas por braçadeirâs e/ou perfilados "U" ou bandejas. As canalizaçôes embutidas em paredes deverão ter a sua estanqueidade testada antes da execução oo emboço da superÍície. As canalizações enterradas sob vias trafegáveis possuirão recobrimento mínimo de b0 cm e, as demais de 30 cm.

29

Os dutos verticais serão providos de tubos opérculados (visita) parâ inspeção, localizados imediata e anteriormente a joelhos ou curvas, fixados através de parafusós inoxidáveis e vedados aproprìadamente. As cavas abertas no solo, para assentamento de canalizações só poderão ser fechadas após teste de estanqueidade e declividade da tubuiação.

A instaìação será dotada de todos os elementos
operações de inspeção e desobstrução.
O5.03.1OO

necessários às possíveis e ÍutuÍas

-

TUBULAÇÕES E CONEXOES DE AçO GALVANIZADO

05.03.í01 - TUBO A drenagem das águas pluviais provenientes dãs calhas da cobeÍura quândo apaÍentes, será feita com tubulação e conexões em aço galvanizado, com os diâmetros definidos no projeto fornecido pela Dl PROJ/CGPLAM/DPRF. Toda a tubulação vertical será providâ de tubos opérculados parâ inspeção, localizados imediata e anteriormente a toda mudança de direção.
05.03.300 05.03.301

-

TUBULAçÕES E CONEXÕES DE pVC Tubo

A drenagem horizontâl de águas pluviais será, nos trechos enterrâdos e com diámetro
igual ou iníerior a 250 mm, com tubulação e conexões em PVC rígido soldável. 05.03.504 - Caixas de Passagem Serão executadas caixâs de passagem em alvenaria rebocada com argamassa aditivâda de hidrófugo, coníorme especificâdo no item 04.01.602. As caixas serão providas de tampa removível de ferro fundìdo. 05.03.505 - Grelha dê Concreto Serão executadas caixas de passagem (aditivâda de hidrófugo conforme especificado no item 04.0'1.602) com grelhâs removíveis de concreto, conforme detalhe em anexo. 05.04.ooo - EsGoTos sANrTÁRros Para execução das instalações de esgotos sanitários deverão ser empregados materiais e técnicas que satisfaçam às exigências e recomendações da ABNT e da concessìonáriâ local. Não será admissível o encaminhamento de esgoto à rede de drenagem de águas pluvìais. Todo o esgoto da escola deverá ser canalizado, devendo a Contratada, conÍoÍme cada situação, tomar todas as providências junto aos órgãÕs competentes e executar os serviços: Nos ìocais onde não existir rede pública e houver projeto paÍa sua futura execução: Construir o sistema de Íossa séptica/sumìdouro, obedecendo às normas da ABNT (NB41) e detalhe(s) em anexo; Executar o coletor predial até o limite do terreno, de maneira a propiciar a sua futura ligaqão âo coletôr público; Nos locais onde não existir rede públicâ nem previsão para sua Íutura execuçâo: Obra inicial - Executar o sistema fossa séptica/sumidouro; Nos locais onde houver rede pública: Executar a ligação do sistema da escola com o coletor público.

-

30

05.04.300 - TUBULAçOES E CONEXOES DE pVC Toda a tubulação e conexões serão executadas em PVC rígido soldável marca ïIGRE ou similar de mesma qualidade, com os diâmetros em projeto. Toda a tubu'ação será embuiida no piso e paredes; Todos os dispositivos horizontajs de escoamento deverão possuir declividâde mínjma de

As canalizações e dispositivos embutidos em pâiedes deverão ter sua estanqueidade
testada antes do emboço.

Os tubos de queda deverão possuir opérculos (visiia), Iocalizados imediata

e

anteriormente às curyas. As canalizações enterradas sob vias trafegáveis possuirão recobr;mento mínimo de 50 cm e as demais, de 30 cm. As cavas abeftas no solo, para assentâmento das canalizações só poderão ser fechadas após o teste de estânqueidade e declividade de tubulação. A instalação será dotada de todos os elementos necessários às possíveis e futuras operações de inspeção e desobstruçâo. As iubulações deverão ter as exiremidades vedadas com plugues ou tampões durante os serviços, sendo removidos apenas após a ligação dos aparelhos. Toda a instalação deverá ser convenientemente ventilada, com colunas de ventìlação independentes para: Esgoto primário; , Esgoto sêcundárjo. As colunas de ventÌlagão serão executadas de maneira e evitar qualquer possibilidade dos gases emanados dos coleiores entrarem no ambjente interno do prédio. Os tubos de queda serão ventilados na ,4í'dr}1

cobertura.

05.04.800

-

AcEssóRtos

,/-rY 'e-\ 'r: íâ- lotì
1t'"^

05.04.80í - Caixa Sifonada com crelha '11t..-or Serão instaladas câixas sifonadas em PVC com grelha metálica cromada, da TIGRE ou similar de mesmâ qualidade, com as djmensões: 100 x 150 x 50 mm: boxes de banho; 150 x 2OO x75 mm: iodos os demais locais. As caixas sifonadas, exceto as dos boxes de banho, serão providas de guias em arame
liso galvanizado.

D-,i'

05.04.804 - Grelhas ou crades Todas as grelhas das caixas siionadas serão metálicas e cromadas. 05.04.805 - Caixa de Gordura Serão construídas caixas de gordura prismáticas - CGE, conÍorme detalhe em anexo, de base retangular, em alvenaria e com fundo em concreto pâra receberem exclusiva e separadamente os efluentes de: Cozinha; Copa; LaboratórÌos. As caixas de gordura possuirão Íechamento superior hermético, com tampa removível de Íerro fundido. 05.06.000 - sERVtços DtvERsos Para â êxecução dos serviços diversos deverão ser empregados materiais e técnicas que satisfaçam às exigências da ABNT e concessionárias locais.
31

05.06.300 - CAIXAS DE PASSAGEM

05.06.30'l - Em Alvênaria Tod_os os desvios, nos ramais primários, deverão possuir caixâ de inspeção. As Caixas de lnspeção - Cl e de passagem serão executadas conforme ã seguir: Em alvenaria de tijolos cerâmicos maciçosi Com base em concreto; Com reboco adicionado de impermeabilizante, conforme item 04.01.602; Com cantos e arestas arredondadosl Com tampa removível de ferro fundido. A distância máxima entre as caixas será de 15 m. As caixas de torneira de jardim serão executadas idênticas às caixas de passagem, exceto a tampa, conforme detalhe em anexo. 06.00.000 - tNSTALAçoEs ELÉTRtCAS E ELETRôNtCAS

06.0í.000 - tNSTALAçÕEs ELÉTR|CAS Para a execução das instalaçôes elétricâs deverão ser empregados materiais e técnicas que satisfaçam às exigências e recomendâções da ABNT e concessionária local e conforme projeto fornecido pela DIPROJ/CGPLAilt/DPRF e as presentes especiÍicações. Só serão aceitos materiais que apresentarem classe e procedêncìa impressas. O sistema deverá obseÍvar os seguintes critérjos: Previsão de reserva de capacidade de 20 % para futuro aumento da demanda; Facilìdade de acesso parâ manutenção e previsão de espaço para expansão do
sistema; 06.01.100 - ENTRADA E MED|çÃO DE ENERGTA EM B.T. Será de inteira responsabilidade da empresa Contratada executar a ligação deÍinitiva de energia ao posto, sejam quais forem às exigências da concessionária locaì, em alta (subestaÇão) ou baixa tensão. Caberá à Contrâtada tomar todas as pÍovidências e executâr todos os serviços necessários a compatibilização da rede públìca com a demanda calculada da escola. Será construído abrigo para a caixa de medição conÍorme padrão da concessionária local. Considerar que a rede de entrada, em média ou alta tensão, será pÍeferenciâlmente subterrânea, sendo aérea apenas por determinação da concessionária local. A ligação entre a cabine de medição e o quadro geral de dìstribuição deverá sêr feita com cabo de alimentação subterrâneo e tubulação tipo ÌHV ou equivalente. Existirão várias possibilidades de instalação e ligação definitiva para os locais a serem implantadas as unidades das quaìs podemos sitar:
- Transformador de 45KVA em 380/220v; - Transformador de 45KVA em 220l110v; - Entrâda em baixa tensão através de poste de medição padrão da concessionáriã local em 38Ol22O o0 em 22jl11jvl - Entrada em baixa tensão através de poste de medição padrão da concessionária local em 22Ol11Ov:

A solução adotada deverá ser adequar as condições do local e o orçamento deverá
acompanha estâ solução.

32

06.01.í07 - Hastes para Aterramento A tubulação, os acessórios e os equipamentos deverão constituir um conjunto eletricamente contínuo, ligado efetivâ e permãnentemente à terra em ponlo tão próximo quanto possível da entrada do ramal de serviço. Todos os quadros parciais e geral e estrutura metálica deverão ser aierrados. O âterrâmento da eslrutura metálica deverá ser íeito: Através da estrutura de concreto com barras de açô CA-25 de 12,5mm'; Os blocos deverão estar interlÌgados na equipotencial de solo através de cabos de aço de
80mm'?de seção; Deverão ser executados, caixâs de medição de aterramento nos locais Ìndicâdos em projeto; Quando da instalação da torre de comunicaçâo, esta deverá ser provida de para-raio tipo franklim e luz sinalizadora de obstáculo. O seu aterramento deverá ser interligado ao aierramento da ediÍicação através dâ caixa de medição de terra;
Ate rra m e nto
:

Do quadro de distribuição e seus circuitos: Com resistência <= 10 ômega. Das tomadas: Cabo de cobre contínuo, instalado ao longo dos eletrodutos, interligando das tomadas com as hastes de aterramento. As hastes serão COPPERWELD, com as caracterisiicas: 03 hâsies de cobre; l\.4ínÌmo de 3/8" x 3,00 m; Interligado a caixa de equipotencialização, a qual está interligada a equipotencial de solo; Conectores apropriados. O condutor ligado a terra deverá aiender âs segujnies solicitações: Ser de cobre ou outro material resistente à corÍosão e com reslstência ôhmica não superior à correspondente dos condutores de cobrel Possuir seção mínima de 4 mm2; Todo sistema de aterramento deverá ser equalizado em uma câixa de equipotencialização localizado na parede exierna ao bloco de alojamento. Esta caixa estará interligada ao sisterna de aterramento de SPDA da edìficação através de uma barra de aço CA-25 que saì de dentro da da baldramê para o quadro. Os quadros de distribuição dos circuitos pâra alimentação de computadores possuirâo aterramento exclusivo, inclusive os localizados nas dependências admin jstrâtivas.

o

06.01.3OO - REDES EM MEDIA E BAIXA TÉNSÃO

06.0í.301 - Quadro Geral de Baixa Tensão Será fornecido e instalado quadro completo, com barramento e acessórios de fixação, marca SEI\,44R, ELETROMAR e ESFERA ou similar.
06.01.303 ' Centro de Distribuição de lluminação e Tomadas

oUADROS DE DTSTRTBUTçÃO Os quadros de distribuição

de

iluminação

e

tomadas possuirão

características: Confeccionados em chapa galvanizada: N' 20, se embutìdos; N' 16, se sobrepostos. Pintados eletrostâticamente;

as

segujntes

o cadeado também Íomecido, da marca PAPAIZ ou simìlar, modelo CR-1 de %,,: Placa de protêção dos disjuntores em acrílico liso incolor; Vãos destinados aos disjuntores pelo setor/equipamento a que alimentam, conforme a seguir: Em folha de papel CONTACT aderente, transparente, colado sobre texto datilograíado; A folha será fixadâ na face externa da placa de proteção dos disjuntores, cobrindo-â totalmente. Possuirão quadros de distribuição exclusivos: Circuitos de iluminação externa (postes); Circuitos de alimentação de bombas; Circuitos de alimentâção de computadores (com aterramento em separado). Os circuitos devêrão possuìr potência máxima de 1.SOO Wi As tomadas com potência superior a í.500 W deverão possuir circuito exclusivo; Todos os quadros cÌtados serão localizados conÍorme indicação no pro.ieto fornecido pelâ DIPROJ/CGPLAI\,4i DPRF ou a critério do Executor e/ou do autor do projeto de Arquitetura.
06.0í.304 - Eletroduto Os eletrodutos serão em PVC rígido rosqueável. Cada trecho deverá ter rosca nas duâs eÍremidades. As curvas serão do mesmo material e acabamento dos êletrodutos. As buchâs e arruelas serão de ferro zincado do tipo reforçado, com rosca idêntica à dos

Tampa de âbrir

e

chave ou disposição para cadeado, sendo

eletrodutos. Em quaisquer trechos, embutidos ou expostos, não poderão ser empregados eletrodutos com diâmetro nominal ménor do que %". Não poderão ser empregadas curvas de deflexão maior que g0o. Os eletrodutos, nas juntas de dilatação, deverão ser seccionados e ligâdos através de conector flexível, Os eletrodutos aparentes serão fortemente íixados à parede através de braçadeiras de aço zincado, paraÍusos ê buchas. Todos os eletrodutos, antes da eníiação, deverão ser limpos com a passagem de bucha embêbida em verniz isolante ou pârafina e secos com estopa.

O sistema, na interligação dos blocos, seì'á composto por eletrodutos e caixas de
passagem, instalâdos no piso, com as seguintes câracterísticâs;
ELETRODUTOS Em PVC rígido rosqueável; Com diâmetro mínimo de 2", compativel com o cabeamento dos computadores a que irá servir. CAIXAS DE PASSAGEM ldênticas às especificações no item 06.í0.300.

Cabos e Fios (Condutorês) Os condutores deverão ser de cobre e ter isolamento termoplástico para tensões de serviço para 750V, com proteção Íesistente à abrasão, segundo a norma NB-3, com diâmetro minimo de 2,5 mm. Todos os condutores que passarem pelo piso deverão ser SINTENAX, ou simiìar com isolamento para í.000V, em PVC/80. Apenas serão aceitos os condutores identificados pelas cores: Fase: PRETO, A|\/ARELO e VERN,4ELHO (uma cor para cada fase) Retorno: BRANCO
06.01.305

-

34

Neutro: AZUL CLARO De proteção (terra): VERDE ou VERDE e AN,4ARELO A enfiação deverá ser executada segundo os critérios: Os condutores somente deverão ser enÍÌados depois de: Estar concluída a rede de elêtrodutos rígidos; Estârem já executados todos os serviços da construção que os possam danificar, iais como colocação de telhas, revestimento e esquadrias; Limpezâ e secagem completa da canâlização. Não deverá ser ultrapassado, sob nenhuma hipótese, o limite parâ o númeÍo máximo de condutores por eletroduto, conforme normas da ABNT e da concessionária local. Os condutores serão contínuos de caixa a caixa. As emendas em muflas plásticas e derivações deveÍão ficar dentro das caixas. O isolamento das emendas derivações deverá ter no mínìmo caracterÍsiicas equivalentes às dos condutores uiilizados. Não deverão ser enfìados condutores emendados ou cujo isolamento tenha sido daniÍicado e recomposto com fitas isolantes ou outro material.

e

06.01.306 - Caixas de Passagem A altura das caixas de passagem, em relação ao piso acabado, deverá ser de: lnterruptores das salas: 1,'l0m; Tomadas baixas:,0,30 m; Tomadas altas: 2,20 m; Tomadas médias (inclusive acìma das bancadas): 1 ,10 m. As caixas de arândelas serão jnstaladas à 2,3m do piso. As caixas próximas a portas, serão localizadas no mínimo, â 10 cm dos marcos. As diferentes caixas, de mesma alturâ, serão perfeitamente alinhadas enire sj. Serão instaladas as caìxas de passagem: EIVBUTIDAS Serão em chapa meiálica no 16, estampadas e esmaltadas à quenie, chumbadas na parede; Possuirão olhais para receber eletrodutos rígidos, os quâis serão fixados através de buchas, arruelas ou roscas; Só serão retirados os olhais que receberão elêtrodutos; As caixas deverão facear o revestimento, nìveladas e aprumadas, de maneira â garantir a perfeita fixação de tomadas, interruptores e placa de acabamento.

06.0Í.308 - Disjuntores O disjuntor geral será tripolar, modelo EHB, CA, FB, fabricação ELETROMAR ou simitar. Os disjuntores de proteção dos circuitos serão da marca ELETROMAR ou similâr, tipÕ
QUICKLAG, Circuitos de alimentação dos computadores: Cada caixa de tomadâ possuirá disjuntor exclusivo.
o6.o1.4OO

-

tLUMtNAçÃO E TOMADAS

06.0í.40í - Luminárias Serão instaladas luminárias da ITAIM ou similar, modelo 3050, com as seguintes
características: Tipo calhai De sobrepor; Corpo em chapa de aço pintada eletrostaticamente com tinta epoxi, na cor BRANCA; Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante com 99,85 % de pureza; Soquetes de engate rápido com rotor de segurânça;
35

Guias para fixação da fiação; Para duas lâmpadas fluorescentes de 36 Wi Dispositivo para reator com acesso pela face inferior da luminária, localizado em sua cabeceira. Serão instaladas nos seguintes locais, com o número de luminárias determinado, para cada dependência, conforme projeto fornecido pela,DlpROJ/CGpLAN.4/DpRF: Em todos os ambientes intemos como salas, recepções, posto de observação, área coberta do posto de observação, garagem e cozinha;

Serão instalâdas luminárias da

REEN,,IE

câracterístìcas: Tipo blindada; De sobrepor; Corpo em liga de alumínio, na cor CINZA; Dimensões A=335, B=370, H=3/4" Soquete E=27 Para 1 lâmpadas fluorescentês de 60 W: Serão instaladâs nos seguintes locais, com o número de luminárias determinado para cada dependência, conforme projeto fornecido pelâ DIpROJ/CGpLAM/DpRF: Areas de serviços,internas.

ou similar, modelo RW j612, com as seguintes

características: Tipo calha, corpo e aletas planas em chapâ de aço tratada, pintadas na cor branca, Refletor em alumínio com acabamento especular dfe alto brilho, Alojaemto do reatoi na cabeceira; De sobrepor; Dimensões: Altura - 60mm, Largura - 254ì Parâ 1 liâmpada incandescente de 60 W. Serão inslaladas nos seguintes locais, com o número de luminárias deteÍminado para cada dependência, conforme projeto fornecido pela DIpROJ/CGpLA|\4/DpRF WC"S, corredores e quartos;

Serão instaladâs luminárias da ITAIN/ ou similar modelo BLENDA, com as seouintes

Nos postes de iluminação serão instalados, em cada um, 04 projetores da REE[,4E ou similar modelo ZE-135, com as seguintes caractêrísticas: Tipo Íechadol Corpo, aro, tampa e alojamenlo pârâ equipamento elétrico totalmente produzida em alumínio fundido em chapa de alumínio; Pinturâ esmalte na cor cinza martelado; Refletor interno em chapa de alumínio polìdo e anodizado; Lente plana de cristaì temperado, fixada ao corpo dâ lumjnária através de aro de alumínio com movimentos basculantes, guarnição de borrâcha resistente ao tempo e ao calor. Fechamento por meio de porca borboleta; Fixação por encaixe liso com paÍtafusos para travamento, próprio para tubo de até 4,'
nominais; Soquete de porcelana rosca E-40; Dispositivo, orìginal do fabricante da luminária, para instalação de célula fotoelétrica.

Na torre de comunicação será instalada luminárìa sinalizadora de obstáculo, com as seguintes caÍacterísticas: Globo de cristal cor rubi, rosqueado; Vedação contra penetração de umidade; Para 02 (duas) lâmpadas incandescentes de 60 W;
36

Dispositivo para insialação de célula Íotoelétrica. Serão instâladas células fotoeìétricas com as seguìnies características: Dispositivo para acionamento automático ao anoitecer e desligamento ao amanhecer. As células fotoelétricâs serão instaladas nos seguintes locais: Luminárias dos postes de iluminação externa; Luminária sinalizadora de obstáculo localizada sobre o casielo d'água.
06.01.402 - Lâmpadas Em câda luminária, tipo calha serão instaladas duas lâmpadas tubulares 36W; Em cada luminária blindada será instalâda um lâmpada incandescente de 60W; Em cada luminária BLENDA será instaÌada uma lâmpada incandescente de 60W Em cada luminária dos postes de iluminação externa, com 10 m de altura, será instalada lâmpada de vapor de sódio de 400 W. Na lumjnária sinalizadora, localizada no castelo d'água, serão instaladas 02 (duas) lâmpadas incandescentes de 60 W. 06.01.403 - lnterruptores Serão instalados, em todas as dependências internas, interruptores com as características: [,4arca BITICINO ou similar, linha lVlNlïOC; Tecla fosforescentei Contatos em liga de prata; Resistência mínìma de 10 mega ohms. Os interruptores serão localizados próx'mo à porta de acesso à dependência, a 1O cm do marco na altura de: 1,10 m, nas Salas e demais de pendências;

Tomadas As tomadas bi e tripolares, excluindo-se âs pertencentes
06.01.404

-

computadores,

serão

à rede de alimentâção de dÌstribuídas conforme projeto fornecido pela

DIPROJ/CGPLAM/DPRF, devendo possuir as características: Tipo N,4AGNUS; Redondal Fosforescente. As tomadas sem especlÍlcação de potência serão de 100 W, As tomadas de chuveiros elétricos serão de 4.400 W. Os circuitos de tomadas deverão possuir potência máxima de 1.500 W. As tomadas com potência superior a 1.500 W deverão possuir circuito exclusivo. As tomadas para alimentação de computadores serão: De 25 A; 02 pinos + ierra; Padrão NEIVIA SP.

06.0í.405 - Postês DE CONCRETO, para iluminação externa Com altura de 10 m. Reatores Os reatores deverão ser eletrônÌcos, de partida rápida, marca PHILIPS ou simìlar, compatíveis com a luminária Ìnstalada.
06.01.41'l

-

37

- ATERRAMENTO E PROTEçÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFERICAS (PcDA) As instalações do Sistema de Aterramento e Proteção Contra Descargas Atmosféíicas serão executadas conforme as normas da ABNT, recomendações do fabricante, projêto
06.O1.50O

fornecido pela DIPROJ / CGPLAIV/DPRF e as presentes especificações.
06.01.501 - Captor Será utllizado a própria estrutura metálica do têlhado com captor natural. Serão utilizados barras de aço CA-25 de 1omm de diâmetro como descidas de atenamento por dentro da estrutura de concreto, descendo pelos pìlares e indo até a base inferìor das estacas das fundaçóes. Deverá ser executado dentro das baldrames uma equipotencial de solo que interligará todo o sistema, inclusive a caixa de equipotencìal de ateÍramento dos sistemas eletro eletrônicos da edificação. Serão instaìadas caìxas de medição de aterramento para futuras verifìcações dos níveis de resistêncìa de terra. 06.01.506

As hastes de aterramento serão de cobre nu, com diâmêtrÕ e comprimênto mínimos
estabelecìdos no projeto fornecido pela DIPROJ/CGPLANiI/DPRF. Todas as conexões serão soldadas, com capacidade de condução de corrente igual à do condutor e resistehte a ação do tempo. As hastes serão fincâdas em caixas pré-moldadas, de concreto, com tampa removível em concÍeto, medindo internamente, 30 x 30 cm.

-

Elêtrodo de Terra

Para a execução das instalações telefônicas deverão sêr empregados materiais e técnicas que satìsfaçam às exigências e recomendações da ABNT e concessionária local, conforrnê projeto fornecido pela DIPROJ/CGPLAM/DPRF e as presentes
especificações. Só serão aceitos materiais que apresentem classe e procedência impressas.
O6.02.1OO - CÉNTRAL TELEFôNICA A caixa de entrada será subterrânea. O D.G. deve ser localização em lugar acêssível ao pessoal da concessionária conforme t':.' apresentado em

06.02.000

-

TELEFONTA

projeto.

CAIXAS TELEFôNICAS DE DISTRIBUIçÃO As caixas de passagêm e dìstribuição serão metálìcas, com portas dotadas de venezianas e fundo de madeira.
06.02.200

-

As caìxas de sâída seÍão EMBUTIDAS: De 1o x 'ÍO x 5 cm, com 02 tomadas padrâo TELEBRÁS; Fixadas com o eixo a 30 ou 50 cm do pìso, conforme solicitação da fiscalização; Em châpa metálicâ no '16, estampadas e êsmaltadas à quente, chumbadas na pâredei Com olhais para rêceber eletrodutos rígidos, os quais serão fixâdos através de buchas, arruelâs ou roscas; Só serão retirados os olhais que receberão eletrodutos. As caixas deverão: Facear o revestimento, niveladas e aprumadas, dê maneira a garantir a perfelta fixação de tomadas, interruptores e placa de acabamento; Ser submetidas è pré-Íìxação das tomadas, conforme manual da concessìonária.

06.02.300 - ELETRODUTOS Os eletrodutos serão de PVC rígido rosqueáveÌ, marca TIGRE ou similar, embutidos. Todas as conexÕes serão rosqueadas e as buchas e arruelas serão metálicas.

06.02.400-CABOSÉFIOS
O cabeamento será feito com cabos especiais para insialações telefônicas do tipo Cl
CCI nas instâlações secundárias e CT para a ìigação externa. o6.03.ooo
e

A Contratada deverá execular as lnstalações de lluminação de Emergência

utilizando técnicas e materiais em conformidade com as normas da ABNT, regulamentos do Corpo de Bombeiros Militar local, projeto fornecido peìa DIPROJ/CGPLAM/DPRF e as presentes especiÍicações.

-

tLUMtNAçÃo DE EMERGÊNCIA

06.03.800

-

TLUMTNAçÃO DE EMERcÊNCtA

06.03.80í - Tubulação Será independente da ediÍicação, juntamente com a Íiação. Executada em tubo de cloreto de polivinila com dìâmetro mínimo de 13 mm.
06.03.802 - Fiação Será em cobre com revestimento anti-chama. Possuirá bitola de 14 AWG. A tensão de alimentação será de 12 V, com corrente coniínua. 06.03.803 - Lâmpadas As lâmpadas possuirão potência mínima de 25 W. 06.03.804 - Acumuladores Os acumuladores serão instalados em local de fácil acesso; Se centralizado, será alimentado poí tomada sinalizada com tinta fosforescente, por Llm circulo VERMELHO com diâmetro de 30 cm desenhado com faixa com largura de 5 cm. 06.06.000 - ANTENAS COLETIVAS DE TV E FM A CABO As instaìações deverão ser executadas conÍorme as normas da ABNT, projeto fornecido pela DIPROJ/CGPLAN,4/DPRF e âs presentes especiÍicações. Só serão aceitos mâteriais que apresentarem classe e procedência impressas. A Contratada deverá execuiar apenas a infra-estrutura para futura instalação de antena coletiva para TV e Fl\,4 a cabo no local indicado na PA-o1, composta pelos elementos; Eletrodutos; Caixas de pâssagem de parede; Caixas com pontos de saída; Caixa de distribuição; Caixas de passagem de piso (externâs). 06.06.300 - ELETRODUTOS Os eletrodutos serão:

Embutidos;
De PVC rígido rosqueável; Com diâmetro mínimo de %".

Aparentês; De ferro galvanizado rosqueável; Com dìâmetro mínimo de %".

- CAIXAS DE PASSAGEM Serão instaladas/executadas as De passagem, nas áreas externas, de piso:
O6.06.4OO

câixas:

r

lntêrligarão os eletrodutos localizados nas áreas externas, sendo prevista, obrigatoriamente, 01 no local onde se encontra instalada a antenal ldênticas às especificadas no item 06.10.30í. De passagem, internas às dependências, embutidas em paredes: Serão em chapa metálica no 16, estampadas e esmaltadas à quente, chumbadas na Paredei Possuirão olhais para receber eletrodutos rígidos, os quais serão fixados através de buchas, arruelas ou roscas.
06.07.000 06.07.001

- ctRcutTo oBJET|VO

FEcHADo DE TELEVTSÃO (CFTV)

Estabelecer as diietÍizes básicas gerais para a execução dos serviços de instâlação do sistema de Circuito Fechado de Televisão.

06.07.002

-

EXECUçAO DOS SERVTÇOS

sistema de Circuito Fechado de Televisão deverá apresentar as seguintes características gerais: - gravador de vídeo digital (DVR) com capacidade para capturar, digitalizar, multiplexar, realizâr compressão e armazenar em disco rígido sinais de vídeo composto, provenientes de câmeras de vigilânciai - possibilidade de configuração, via software, de todas as funcionalidades do sislema; - possibilidade de vìsualizaçâo das imagens a partir de estaçôes de consulta conectadas aos DVRS por meio de rede local; - existência de mecanismos que garantem a autenticidade do vídeo gravado, a segurança do tráfego na rede e o âcesso restrito a usuários autorizados; - sistemâ com padrão de cores NTSC. Hâverá sete câmeras instaladas nas partes operacionais do prédio, cujas imâgens são diÍigidas exclusivamente a um equipamento de DVR. O equipamento de DVR é um computador padrão PC, no qual há uma placa de captura e digitalização de imagens. O DVR está locaÌizado dentro de um rack especíÍico na sala de depósito da adminjstração. O DVR desempenha a função de servjdor de imagens. No DVR está instalado um programa especif'camente operacional na função de servidor. O DVR tem a capacidade de entrar em rede Ethernet (aplicação vídeo sobre IP) , provendo imâgens a mais de uma estação (no mínimo duas estações, dìspostos em rede).
Na área de observação, há um segundo computador. Esse computador é responsável pela visualização das imagens geradas pelo sistema e possui um software tolalmente compatível com o software instalâdo no DVR. Em reìação ao DVR, esse segundo computador é considerado cliente. Aindâ quânto ao software do clìente, há a

O

possibllidade de se manipular PAN, TILT e ZOOI\.4 das câmeras móveis que Íican] domos, nas platibandas da cobertura da edificação.

O DVR e os respectivos acessórìos ficam abrigados dentÍo de um rack, especificado
item 06.07.004.

06.07.003
O6.O7.1OO

-

ESPECtFtCAçOES EQUIPAMENTOS

06.07.100.1 - DVR Marca: HISCO Modelo:2060 Caracierísticas técnicas: - Sistema operacional: Microsofi Windows 2000i - Capacidade para capturar, digitalizar, multiplexar, realizar compressão e armazenâr em disco rígido sinais de vídeo composto provenlentes de câmeras pâdrão NTSC; - Número de entradas de vídeo: mínimo de 16 entradas em conectores BNC; - Taxa de Aquisição de Imagem (TAl): pelo mênos 60 (sessenta) quadros por segundo, considerando todas as entradas de vídeo ativadas e a resolução de 32O x 24O linhas (ou superior); - Ajuste, pÍ software, da taxa de aquisição de imâgem por câmara; - Ajuste automático progrâmávêl da taxa de aquisição, por câmara, condicionado ao acionamento de alarmes; - Modos de gravação: contínuo, por agendâmento, por acionamento de alârmes e por detecção de movimento em vídeo; - No caso gravação por detecção de movimento em vídeo, o campo de detecção deverá ser configurável por câmara; Gerenciamento de usuários com possibilidade de estabelecimento de níveis de hierarquia d acesso e configuração; - Arquivos de gravação ÌdentiÍicados por data, hora e local; - Algoritmo de compressão de imagens que assegure uma taxa de compactação média de, no mínimo, 2o(vinte) vezes em relação à ìmagem não compactada e que possibilite a definição da qualidade da imagem por meio do ajuste do nível de compactação; - N/línimo de 02(duas) resoluçõês na aquisição de imagens, selecionáveis por programa; - Sistema de visualização de imagens gravadas ou em tempo real sem prejuízo da continuidade da gravação; - l\4ultiplexação de imagens em tela, com imagens simultâneas de até 16 (dezesseis) câmeras; - Acesso simultâneo ao sistema para múltiplos usuários; - Visualizâção simultânea de imagens provenientes de pelo menos 02 (dois) DVRS; - Operação e configuração remotas via rede local (Ethernei) e linha discada; - Configurâção e controle individual dos recursos de pân, tilt, zoom e preset para as câmeras do tipo domo; - Conexão programável entre os dÌspositjvos de entrada/saída de alarme e as câmeras; - Geração de cópia de segurança remota (via rede local), de modo automático e Programável; - Sìstema de pesquisa por data, hora e local; - Chamada automática para número de telefone previamente programado, condicionada âo acionamento de alarme:

-

41

- Mínimo de 03 formatos para exportâção de imagens: pelo menos o formato AVI para imagens com movimento; pelo menos o formato Sl\,4p oúJpC para fotogramas, formâto
de compactação utilizado pelo sistema; - Existência de mecanismos que garantam a autenticidade do vídeo gravado; - Capacidade de armazenamento do disco rígido não inferior ZOO Cg (duzentos
gigaby'tes);

i

gravação; - Unidade de CD-ROM; 'Unidade de disco flexível de 3 1/2" (três polegadas e meia): - Teclado padrão ABNT e mouse pS2; - l\4onitor policromático com telâ de 14 ,,(quatoze polegadas) padÍão super VGA; - Gabinete padrão rack de 19" (dezenove polegadas) com ventilâção Íorçada; -..E indjspensável que o equìpamento â ser proposto seja de liÁha de produção, esteja disponível no mercado na data de abertura da lìcita;ão, possua marca e modelo especÍficos e seja acompanhado de catálogo técnicó e manual de operação do fabricante;

- Capacjdâde para gravação simultânea de todas as câmeras conectadas à estacão de

Referência : HISCO - l\y'odelo 2060 ou similar
06.07.í 00.2

-

coMpuTADoR (cuARrTA)

Computador pessoal padrão PC com:
- sem placa de áudio - sem caixas de som - placa dê vídeo aceleradora, barramento AGp, GForce ou equivâlente, com 256 lVlB - 512 N,4B de memória RAI\/ ; - HD de 120 GB; - placa de rede padrão Ethernet - 100 N/lbps 3com ou totalmente equivalente - mouse PS/2 - teclado ABNT - duâs interfaces seriais - quatro interfaces USB - fonte ATX - bivolt - monitor SVGA de cristal líquido com 19 polegadas (medida diagonal)

;

- software de manipulação de imagens, compativel com o DVR e capaz de movimentar
as duas câmeras móveis, especificadas no projeto - gabinete mini torre - cabos de conexão de força , vídeo, mouse, teclado, portas seriais e portas USB - sistêma operacional - Windows XP Professional

Referência : Dell ou totalmente equivalente 06.07.100.3 - Rack de 19 polegadas - armáÍio de telecomunicações metálico para abrigo do DVR e HD's êxternos (os HD's externos são opcionais) Referência: modelo RTS 36770 - Metalúrgica Triunfo ou similar RACK 19" DO PARA DVR Localização: Sala de administração do condomínio no pilotis.

írott teÌ
EspeciÍicaÇões gerais
:

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Gabineie padrão dezenove polegadâs, destinados à instalaçâo dos equipamentos ativos ê pâssivos, constituintes do sÌstema de gravâção digital de imâgens.

-

Estrutura em aço SAE 1010 X 1020 #16 cbm pés nivelados que permitem sua acomodação em pisos irregulares. - LâteÍãis removívêis, com aletas para ventilação e travamento com chave. - Teto removíveì, com furação que permite a instalâção de ventiladores. - Portas frontal e traseira, confeccionadas em âço SAE 1010 X 1020, #18, com visor em acrílico cristal , cobrindo a maior parte possível da totalidade da área das portas. Fechadura Papaiz ou equivalente - Dois planos dê fixação (régua) em chapa de aço SAE 1010 X 1020 #1ô móvel e regulável no senlido da profundidade. - Prateleira para gabinete; - Prateleira tipo gavêta para teclado e mouse; - Prateleira para monitor de vídeo; - Acabamento em pintura epóxi texturizada, a pó na cor grafite. - Dois jogos de.tomadas de energia elétrica, fisicamente dìspostos de forma conveniente à alimentação dos equipamenios ativos (pârte posterior da régua vertical) . Cada jogo de tomada com cinco unidades do tipo 2P+T universal. Câda jogo de tomadas, permitindo conexão a diferenies fontes provedoras de energia (energia convencional e UpS, por exemplo) . Um jogo de tomadas com linha de centro a 40 cm da parte ìnÍerior do rack e um jogo de tomadas com linha de ceniro a 40 cm da parte superior do rack - terminal de aterramento na parte inÍerior e nâ parte superior, sem prejuízo de continuidade elétrlca êntre ambos. Os conectores recebem cabos de âterramento entre #16 mm2 e #50 mm2.
06.07.100.4

- Acêssórios

:

Dois micros exaustores, localizados na parte superior. 06.07.200 - cÂMERAS
06,07.200.1

-

Câmera analógica fixa com as sêguintes características

;

- Dispositjvo CDD (charge coupled device") de 1/3" (um terço de polegadâ); - Policromática, com o mesmo padrão de cor do sistema de gravação; - Resolução mínima de 470 (quatrocentos e setenta) linhas; - Processamento digital de sinal (DSP); - Sensibilidade mínima de 1 Iuxl - Controle automático de ganho (AGC); - Compensação de luz de fundo (BLC); - Obturador ("shutteÌ'') eletrônico (mínimo d 1/10.000); - Relação sinal/ruído de 50dB (cinqüenta decibéis) ou melhor; - Sistemâs de sincronismo de linha ("line lock') e interno; - Montagem de lente C ou CS; - Compatível com lentes Auto Íris (DC ou Vídeo); - Suporte de fixação para teto/parede.

Características dâ Iente:

- Alimentação compatível com a da câmera fornecida; - Padrão varifocâl; - Distância focal de 3,5 a I mm (tÍês vkguìa cinco a oito milimelros); - Abertura relativa F/1.4 ou menor: - l\4ontagem C ou CS, compatível com a câmera. - Referência de comparaçãot SAI\,4SUNG - SCC-131 NA / cC-3.S-8.0t\It\1 ou outra marca totalmente compatível e equivalente.

06.07.200.2

-

Câmera analógica móvel com as seguintes características:

- Tipo domo para uso interno;

- Dispositivo CCD ("charge coupìed device") de 1/3" ou 1/4" (um terço ou um quarto de
polegada);

- Policromática, com o mesmo padrão de cor do sistema de gravação; - Resolução mínima de 470 (quatrocentos e setenta) linhas; - Processamento digital de s'nal (DSP); - Sensibilidade mínima de 1 lux; - Lente com comprimento focal de 5,0 a 7,0 mm (cinco a setênta milímetros) ou melhor e abertura relativa F/1.6 ou menor; - Zoom ótico míniiho de í8X (dezoito vezes)e digital mínimo de 1OX (dez vezes); - Auto íris e foco automático; - Controle automátìco de ganho (AGC); - Compensação de luz de fundo (BLC); - Relação sìnal/ruído de 50 dB ( cinqüenta decibéis) ou superiorj - Chaveamento automátiÒo entre modos colorido e monocromátìco; - Controle remoto via interface seriar - Sistema de sincronismo de linha Siine loct<) e interno; - l\.4ovimenlo horizontal (PAN) em 3600 (trezentos graus), sem fim; - l\.4ovimento vertical (TìLT) rnínimo de 70o (setenta graus); - Velocidade mínima entre pré-ajustes ("presets") de 20oo/s (duzentos graus por
segundo); - 32 (trinta e dois) pré-ajustes ("presets"); - Caixa de proteção (SHG120) Suporte de fixação para teto. Deverá acompanhar a peça - câmara holder original da câmera e demais acessórios que acompanham o conjunto.

-

Referênciâ

:

SAN,4SUNG

equivanete.

-

SCC-643N

ou outra marca totalmenle compatível e

06.07.202 - Caixa de proteção para as câmeras de CFTV modelo Baby pratã Referênciâ : Telnext ou similar

06.07"203 - Conector BNC Referêricia : B7OO1A - Metaltex ou similar

06.07.300 - ELETRODUTOS

Dependendo das condições da instalação as especiÍicâções para eletrodutos obedecerão o seguÌnte:

TUBULAçAO EMBUTIDAS EIV ALVENARIAS OU CONCRETO
Eletroduto de PVC rígido roscáveis, Tigre, Fortìlii ou equivalente;
Caixas de passagem: Estampadas, executadas em chapa #16 USG;

Luvas para eletroduto de PVC rígido, Tigre, Fortilit ou equivalenie; Curva: serão sempre pré-Íabricadas de PVC rígido, Tigre, Fortilit ou equivalente. TUBULAçÕES APARENTES

Eletrodutos de ferro esmaltado interna e externamente, pintados na cor cinza, Apolo, I\y'ârvitec ou equivalente;
CaÌxas de passagem: metálicas de chapa cor cinza;
Luva de ferro esmaltado;

#í6

USG, dimensões indicadâs, pintadas na

Curvas: nas mudanças de direção utilizar sempre curvas pré-fabricadas ou caixas de
passagem;

Braçâdeirus tipo união de aço galvanìzado ou circulares de aço galvanizado, SISA, [,4ârvitec ou equivalente.

Será deixada uma previsão de dutos para uma eventual ampliação do sistema de
câmeras, vistoriando áreas comuns nos pavimentos dos prédios. 06.07.400 - cABos Os cabos seÍão do tipo RGC59. Reíerência - KMP ou equivalente
06.O9.OOO

-

SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO

A Contratadâ deverá executar a ìnÍrâ-estrutura parâ Íutura instalação de rede conforme as normas da ABNT, projetos fornecidos pela DIPROJ/CGPLAI\,4iDPRF e as presentes
especificaçõês.
lvlemorial DescritÌvo e Normas

Este projeto contém um documento especíÍico, cujo título é Memoriâl Descritivo e l\,4emorial de Cálculos e cujã Íinalidade é a de descrever pormenorizadâmente os
sisiemas de voz e de dados. O cabeamento atende às normâs ANSI/TIA/ElA-568-8 e ANSt/IIuElA-569-A e seus adendos. Todo o cabeamento estruiurado inierno e os backbones veìlicais de voz e de dados são especificados em câbos UTP categoria SE (conforme adendo ANSI/TlAiEtA-568-8.2-1 ). O sistemâ de cabeamento estruturado prevê a organìzação e a identificação de todos os seus componentes de acordo com as normas NBR 14565 e ANSliTlA,/ElA-606a, sendo
45

que a norma brasileirâ têm precedência nos pontos de divergência, principalmente no
quê diz respeito à nomenclatura e às siglas.
O6.09.OO1 - EQUIPAMENTOS

í

-

PATCH PANEL (ESPECIFICAçOES VÁLIDAS PARA DADOS)

ïodo câbeamento horizontal de dados concentrar-se-á em painéis de distribuição (patch
panel) instalados nos racks. Possuirão as seguintes características: a) tomadas categoria 5E;

b) dimensóes de 1U (4,45 cm) de altura, apropriado à instalação em rack de 19,' (dezenove polegadas); c) 48 (quarenta e oito) conectores modulares fêmeas de 8 vias (Rj 4S); d) contatos de terminação tipo IDC para condúores sólidos entre 22 e 24 AWG, com capa plástica para proteção; e) específico ao crimpe dos conectores de terminação com uso da ferramenta de ìnserção para IDC 110 - "punchdown" ou "freetool,,/,toolless',; f) com aìiviadores de tensão nas tomadas e com limitador de curvatura transparente com pequeno guia para o câbo, encaixando em sua parte traseira, tÌpo IDC possibilitando maior resistência ha sua terminação/conectorização; g) com tampâ protetora (dust cover) Íixada na parte frontal, articulada, passível de ser removidâ e recolocada, não podendo a mesma ser utilizada para a identiÍicação com icones. As peças deverâo suportar ciclos de inserção igual ou superìor a 7SO (setecentos e cinqüenta) vezes na parte dianteira e 200 (duzentas) vezes na parte traseira; h) com etiqueta para cada porta colada próxima aos contatos lDC, contendo as codiÍicações de cores para possibilitar a terminação T-568-A e T-b68-B (universal); i) com suporte horizontal traseiro para cabos - 1 U; j) com palnel frontal metálico em aço de, no mínimo, 1,S mm dê espessura e possuir bordas de reforço para evitar empenamentos, na cor pretâ; k) partes plásticas em termoplástico de alto impacto não propagante, ou retardante, a chamasi l) etiquetas não adesivãs para identificação das portas imprimíveis em impressora laser e com uma cobertura plástica transparente para elas; m) com possibilidade de substjtuição de cada porta individualmente (keystone); n) com local para icones de identificação: o) com contatos banhados com um mínimo dê 1,27 micrômetros (50 micropolegâdas) de ouro na área do contato com o conector macho: p) com todos os acessórios necessários para a fixaçãoi q) com a marca do fabricante e a sua respectiva catregoria impressa na parte fron'tal; r) atendente às normas ANSI/T|A/E|A-568-B e seus adendos, ANSI/TIA/EtA -569-4, ANSìiï|A/E|A-606-A E NBR 14565, com certificado de homotogação UL (Underwriters Laboratories) ou ËTL (Eìectrical Testing Laboratories); Os painéis deverão ter uma boa âpresentação, de forma que seja possível uma fácil visualização da ìdentìficaçâo aìfanumérica dos móduìos. Para tanto, deverão ser fornecìdos e instalados guias horizontais de cabos - í U; Cada módulo dos painéìs de distribuição dêverá ser provido de um porta-etiquetâ para identificação alfanumérica para cada porta RJ-45. Os caracteres de identificação nas etiquetas serão impressos por processo a laser ou jato de tinta com letras pretas; Referência: Tyco/AN/P, Panduit, Siemon ou similar
06.09.002

-

RACKS METÁL|COS
46

a) altura totâl de 789 mm, profundidade de 570 mm e largura padrâo de ô"daqfovelJ
poleqadas; b ) duas opções de apoio, as quais não serão usadâs simultâneameniei 4 (quâtro) pés com altura ajustável e 4 (quatro) rodízios de garío giratório com, no mínimo, 3" (três polegadas) de diâmetro com rolamentos de esferas, sendo os dois diânteiros com travas; ËspeciÍicações gerais dos racks. a) tipo armário, incluindo todos os acessórios para acondicionamento de equipamentos de teleÍonia e de dados; b) fechado; sendo todos os painéis fornecidos com a mesma altura,largura úiil inteÍna no padrão 19"; c) portas dianteira e traseira com chave, sendo a dianieira com visor em acrÍllco ou vidro iemperado; d) proteção contra corrosãoi pintura eletrostática em pó poliester, cinza - RAL 7032, com ieto removível; e) tampas laterais removíveis e fixadas com fechaduras com segredo ou travas que somente sejam acessíveis pelo interior do rack (remoção e lãterais deve ser possÍvel somente com a utilizaçáo de chave com segredo ou com aberturâ da poda frontal); f) aletas laterais para circulação de ar; g) segundo plano de fixâção, com saída dos cabos pela traseira; h) colunas internas frontais e traseiras com furação para Íixação de equipamentos, ambas com profundidade regulável; i) grampos nas duas lâterais Ìnternas para organização vertical dê câbosi j) 160 (cento e sessenta) "porcas-gaiolâ" (no caso dos Íuros do "rack" serem Íeitos para uso de "porcas-gaiola"); k) 2 (duâs) réguas de alimentação elétrica, padrão 19", com as seguintes 6 (seis) tomadas 2P+T, fixadas na horizonial, sobre as colunas internas trâseiras, com espaçamento entre elas de no mínimo 4 cm (quatro ceniímetros) e no máximo 8 cm (oito centímetros), acabamento em pintura eletrostática ou alumínio anodizado, cabo elétrico de 3 x 2,5 mm'(três fios com seção de dois mÌlímetrcs quadrâdos e meio) e no mínimo 2 m (dois metros) de comprimento, capacidade para, no mínìmo 20A(vinte amperes), barramento interno em latão; l) 5 (cinco) frenies falsas ("blanking pannels") metálicas com 19" (dezenove poìegadas) de largura e 1U (uma unidade-padrão útil) de altura; m) terminâl de aterramento na parte inferior e nâ parte superior, sem prejuízo de continuidade elétrica entre ambos. Os conectore's recebem cabos de aterramento entre #16 mm2 e #50 mm2. 06.09.003 - AcEssÓntos pane os nncxs - guia horizontal de cabos - altuÍa 1 U Padrão 19", Do tipo canaletâ vazada, confeccionada em âço, espessura de. í,2 mm, tampa click (trava rápida) ou de encaixe, tratamenio superílcial antj-corrossivo, (fosfaio químico), pintura em epóxi pelo processo eletrostático, cor preta. Referência : Triunfo l\.4etalúrgica ou similar.

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-

SUPORTE HORIZONTAL TRASEIRO PARA CABOS Confeccionado em arame de aço, para instalação atrás de qualquer módulos do râck sem ocupar aliura útil, acabamento em pintura epóxi de âlta resistência a riscos, na cor preta. Referência :Triunïo Metalúrgica ou similar. - guia verticâl de cabos para rack Confeccionado em chapa e/ou arame de âço, com acabamento em pintura epóxi de altâ resistência a rÌscos, na cor preta. Referência :Triunío Metalúrgica ou similar.

-

RÉGUA PARA ToMADAS ELÉTRICAS Dispositivo de acesso à energia elétrica, composto por cinco tomadas di tipo 2p+T, dispostas lado a lado, com isolamento entre terra e partes ativas não inferior a 600 V e com capacidade para 20 A por polo de tomada. Referência: Metâlúrgica triunfo ou similar

06.09.004-cABos E FtOS
Cabos UTP Especificações a) categoria 5, para uso interno; b) compostos por condutores sólidos de cobre com diâmetro nominal (de cada condutor) ente 22 e 24 AWG, torcidos em pares e reunidos, formando núcleo de 4 pares; c) os pares deverão ser mantidos eqüidistantes mediante emprego de separador dielétrico em toda sua extensão; d) impedância característica de 100 Ohms; e) com ìmpresso na capa o tìpo do cabo, que deve ser CM (Communications Cable), CMR (Communications Riser Cable) ou Cl\,4P (Communicatìons plenum Cable); f) com marcações seqüenciaìs em unidades de comprimento, impressas na capa externâ do cabo, no máxlriìo, a cada dois metros; g) com características elétricas garantidas pelo Íabricante para freqúências de até 600 lvlHz; mârcação em todos os íios (inclusive os brancos), ìndicando a qual par cada um corresponde; h) marca do fabricante e sua respectiva categoria impressas na capa externa do cabo; i) que atenda à norma ANSI/TIA/E|A-568-B e seus adendos, com certificado de homologação UL (Underwriters Laboratories) ou ETL (Electrical Testing Laborãtories); j) com a forma de fornecimento em caixas, contendo, cada uma, entre 3OO e 3OS metros aproxìmadamente; O comprimento dos cabos será definido em função da distância de cada ponto de telefonia e dados até o rack correspondenle na sala especiíicada em projeto, As cores dos pares serão as padronìzadas pelas normas supracitada, a saber: AZUL/BRANCO DO AZUL; LARANJAJBRANCO DO LARANJAì VERDE/BRANCO DO VERDE; MARROM/BRANCO DO MARROI\,4. Os fios brancos dos pâres deverão ter marcações na cor correspondente a seu par, por exemplo: o fio branco do par azullbranco-do-azul lerá marcações na cor azul; Referência: TycoiAl\,4P, Panduit, Siemon ou similar
06.09.007 _ CONECTORES DE REDE _ TOMADAS FÊN/EA Especificações a) categoria 5E; b) 8 contatos de termìnação tìpo ìDC parâ condutores sólidos entre 22 e 24 AWGi c) capa em termoplástico de alto impacto não propagante, ou retârdante, a chamas; tipo "keystone"i d) com aliviadores de tensão e limitador de curvalura transparente com pequeno guia pâra o cabo, encâixando em sua parte traseira, tipo IDC possibilitando maìor resistência na sua terminação/conectorização.

-

48

e) com tampa protetora (dust cover) fixada na parte Írontal, ârticulada, passível de ser removida e recolocada, não podendo a mesma ser utilizada para a identificação com
ícones. f) deverão suportar cìclos de inserção igual ou superior a 750 (serecentos ê cinqüenia) vezes na parte dianteira e 200 (duzentas) vezes na parte iraseira. g) deverão possuir etiqueta colada próximo aos contatos lDC, contendo as codificâções de cores para possibilitar a terminação T-568-A e T-568-8 (universal); h) deverão ser apropriâdas à terminação com uso da ferramenta de inserção para IDC 1 10 - "punchdown" ou "Íreetool"/"toolless" i) com contatos banhados com um mínimo de 1,27 micrômetros (50 micropolegadas) dê ouro na área do contato com o conector macho: j) com identificação do Íabrìcante marcado em relevo no corpo do conecior; k) atendente norma ANSI/TIA,/ElA-568-8 e seus adendos, com certificado de homologação UL (UndeMriters Laborâtories) ou ETL (Electrical Testing Laboraiories);

à

Referência: Tyco/AMP, Panduit ou Siemon ou - PLUGUES RJ45 |\,1ACHO

similâr. similar.

Especificaçoes

a) câtegoria 5E, apropriâdo às terminações de cabos e de patch Referência: Tyco/AN/P, Pandujt ou Siemon ou

cords;.-t. |' '30ü'i

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TESTES Certificação do Cabeamento

Serão executados testes em todo cabeamento metálico (horizontal), para verificação quanto à performance, com vistas à certiÍicação de conformidade às características
exigidas na norma ANSI/TIAJEIA-568-8. Antes do início dos testes de certificação, deverá ser apresentado o certiÍlcado de calibraçâo do equipamento dentro do prazo de validâde. Procedimentos Como o injetor é de duas vias, tanto este quanto o analisador pode ser conectado em qualquer dos lâdos do enlace. O enlace será composto pelo conjunto analisador (ou injetor), cabo de manobra (cabo de ligação elemenio ativo-patch panel), módulo de conexão amarelo do painel de distribuição (patch panel), cordão de manobra (patch cord), módulo de conexão azul, cabo UTP Categoria ô, tomada/conector RJ-45, o cordão de ligação da estação de trabalho e finalmente o injetor (ou analisador). Após a conclusão dos testes, os dados armazenados na memória do ânalisador são transferidos para um microcomputador, ficândo os resultados disponíveis em meio magnético, podendo também ser impresso em forma de relatório. A C-ontratada Íornecerá uma cópia dos resultados em papel A-4 e também em disquete ou CD. Grandezas Serão realizadas medições das seguintes grandezas na certjficação do cabeamento horizontal: Comprìmento do enlace em metros (em todos os pares); Resistência de loop dos 4 pares em ohms; l\,4apa de fios - continuidade e poìarìdade; lmpedância dos 4 pares, em ohms; Câpacitância, em pF (pico faraday);

NEXT (Near End Crosstaìk) - atenuação de Paradiafonia, em dB (decibéis); Atenuação, em dB; ACR (Attenuation-to-Crostalk-Ratio). Perda de retorno (Return Loss RL) - E uma medida da energia refletida causada por descâsamento de impedâncias no sistema de cabeamento, é espêcialmente importante para aplicações que usam transmissão full-(uplex. euando componentes do cabeamento, por exemplo cabo e conector, têm valores de impedâncias diferentes, ao passar de um para o outro, parte do sinal é refletida de volta e o sinal que prossegue é mais fraco ( por isso o nome "perda de retorno"). Far End Crosstalk (FEXT) & Equal Level Crosstalk (ELFEXT) (par-a-par e ..power-sum,,) FEXT é o acoplamento indesejâdo de energia do sinal de um transmissor localizado na extremidade dislante nos pares vizinhos, medido na extremidade próxìma. ELFEXT compara o nível do sinal recebido daquele trânsmissor com o nível do ,,crosstalk',(em oposição ao NEXT que usa o nível de transmissão do sinal ao invés do nível de recepçâo). Power Sum ELFEXT leva em conta o efeito cumulativo de sinais em múltiplos pares (transmissão de sinais em 3 dos 4 pares do cabo causando crosstalk no 4" par). Delay Skew - O atraso de propagação (Propagation Delay) e a medida de quanto tempo o sinal leva para viajar de uma extremidade a outra do link. Em sistemas que usam vários pares para a transmissão simultâneâ de sinais é importante que o tempo de viagem seja' o mesmo em todos os pares. Delay Skew é a medida da diÍerença entre os tempos de propagação nos dlferentes pares. Há um limite máximo para esse valor, de forma que se um sinal transmitido é dividido em componentes e cada componênte usa um par diferente, o receptoÍ na outra extremidade deve receber todos os componentes ao mesmo tempo (dentro dessa tolerância estabeìecida pelo delay skew). E todos os outros parâmetros necessários a certifìcação do cabeamento categoria 6 de acordo com ã norma vigente ANSI/ï|AJE|A-568-B e todos seus adendos para a respectiva categoria. Teste Físicô. Prevìamente à certificação mencionada acima, será realizado teste íísico para verifìcação das seguintes condições: - lnversão de pares; - Curto-circuito; - Continuidade.

-

-

INFRA-ESTRUTURA: As instalações de dados contam com um modais de infra-estrutuÍa. Este modal é o tubo convencional. A parte destinada. O modal de duios ocorre para toda a distribuìção dos trechos das áreas adiministrativas Os materiais a serem utilizados na execução das tubulações telefônicas deverão ser rigorosamente adequados às Íinalidades a que se destinam e devem satisfazer às normas específicas da ABNT, da TELEBRÁS e da BRASTL TELECOIV. O eletrodutos deverão ser de PVC rígido da Tigre, ou equivalenle, As luvas, curvas, buchas e arruelas deverão ser de matêriaì e dimensões compatíveis com os eletrodutos aos quais serão ligadas.
.

06.09.008- Caixas de passagem metálicas

1- Serão de chapa galvanizada, ìnterna e externamente. Distorção permitir a fixação de eletrodutos. Poderão ser dos seguintes tipos:

de "vinténs" para

Octogonais de fundo móvel: em chapas gaìvanizadas #14, dimensóes 101x101x51mm (4x4x2")

Na execução das instalações deverá ser seguido rigorosamente o disposto a seguir cuja elaboração se baseou nas normas específicas da ABNT e Telebrás. Referência: Thomeu, Wetzel ou similar.

2- Para a sala de informáiica serão utilizadas
equivalente:

câixas de tomadas da MOPA ou

- Caixa de passagem e respectiva tampâ fixa Íorjadb em alumínio Íef. 143.07 (12x25x7j); - Caixa de tomadas e respectiva iampa articulada forjado em alumínio ref. 145-1-L 2x25x70 (168x185x70); 2.1- Acessórios: a- Suporte com quatro furos para tomadas universal de 3 polos ref. 149151

b- Suporie com quatro furos pâra tomadâs RJ-45 c- Suporte com dois Íuros para tomadas de tele{one padrão

íef.149-161 ref. 149-08;

06.09.009 - Elêtrodutos e conexõês Eletrodutos e curvas e luvas de ferro galvanÌzado só serão utilizados em situações aparentes. Os demais serão do tipo PVC. Eletrodutos, curyas e luvas de Íerro galvanizado interna e externamente, pintados na cor clnza para os casos de tubulação apârenie, sendo os demais em pVC. Referência :Apolo, Mârvitec ou similar, tigre. - Bucha e arruela para eletroduto Elementos de terminação de dutos, confeccionados em material galvanizado. Referência : Apolo, l\larvitec ou similar. - AbraÇadêÌrâ tipo copo para eletrodutos de y4" e1" Elemento de fixação confeccionado, em material galvanizado. Referência : lnca ou similar.

-

06.10.000
O6.1O.30O

-

sERVrços DtvERsos
CAIXAS DE PASSAGEM

executadas conforme a seguir: Em alvenaria; Rebocadas interna e externamente com argamassa de cimento e areia lavada média, traço volumétrico 1:3 adicionada de hidrófugo, conforme especificado no item 04.01.602; Fundo revestido com brita no 2, com dreno; Tampa móvel de ferro fundido, assentada de maneira a impedir a penetração de água e corpos estrânhos. Serão construidas caixas em todos os pontos de mudança de direção da tubulação e/ou a cada 30 m. As dimensões internas das câixas serão definidas em Íunção do raio mínlmo de curva do cabo usado e conforme normas da ABNT e determinâção das concessionárìas locais.
08.00.000 08.01.ooo

06.10.30í - Em Alvenaria Todas âs caixas de passagem de piso das instalações elétricas e eletrônicas serão

-

|NSTALAçÕES DE PREVENçÃO E COMBATE À tttCÊr.roto
PREVENçÃO E COMBATE À tNCÊND|O

O Sistema de Proieção, Prevenção e Combate a lncêndio, deverá ser executado rigorosamente de acordo com as normas da ABNT, regulamentos do Corpo de
Bombeiros N4ilitar do MUNICÍPlO para cada classificação de risco e natureza do fogo,
51

conforme

presentes especifìcações. Para- a execução dos serviços serão empÍegados materiais e técnicas que satìsfâçam às exigências e recomendaçôes da ABNT e do Corpo de Bombeiros [/ilitar do tVUNICÍplO. Só serão aceitos materìais que apresentârem classe e procedência impressas. Deverá ser atendida a exigência de equipamentos específicos pâra combate a cada natureza de fogo, notadamenle os de classe A, B e C. 08.0'l,517 - Extintor Portátil O prédio escolar, além do sistema Íìxo, será provido de preventivos por Extintores, portáteis ou sobíe rodas. Os extintores possuirão as caraclerísticas: Apropriados a cada classe de incêndio e natureza de íogo a exlinguir: Classe A: comum; Classe B: líquidos inflamáveis (Central de Gás e Cozinha); Classe C elétrìcas (casa de bombas); Classe B e C (Laboratórios de Física, Química e Ciências). Localìzação: Em local protegido contra intempéries e danos físìcosl Em local visível e de fácil acesso; Parte superior ã í,60 m do piso; Com a identificação do fabricante; Com etiqueta plástica adesiva com a identificação da escola: Nome do estabelecimento; Endereço do estabelecimento. Com selo de marca de vistoria ou inspeção: Com data de vigência; Dêvidamente lacrados. Os locais destinados aos extintores serão sinalizados por uma seta pintada conforme a seguir: Com êsmalte sintético brilhante na cor VERI\,1ELHA, cor bordas na cor AMARELAI Localizada âcima do equipamento, apontando para baixo.
09.00.000 09.01.000

o

projeto fornecido pela DIPROJ/CGPLAIV/DPRF

e as

- sERVtços

coMPLEMENTARES

-

ËNsAros E TESTES

09.01.200 - TESTES Serão procedidos todos os testes para a verìficação do perfeito funcionamento de: Todas as instalações; Aparelhos e equipamentos: Sanitários; De ìluminação; Bombas etc.

Serão submetidos a teste de escoamento superficìal os elementos: Canaletas de águas pluviaisì Pisos de: Circulações externas; Pátio coberto; Cozinha; Área de serviço coberta; WCs;
52

Boxes de bânho. As esquadrias serão submetidas a teste de estanqueidade, com jaio jogado a um ângulo de 90o em relação ao piso, não sendo aceita a penetração de água na dependência.

_ LIMPEZA DE OBRAS A Contratada procederá à remoção de todo o entulho e detritos decorrentes dâ execução da obra/serviço, devendo efetuar o seu transporte para o local jndicado pelo S.L.U e Secretaria do Meio Ambiente, não sendo admissível a permanência de restos de obra no terreno da escola. Revestimento Cerâmico e Azulejos As superfícies em cerâmica e azulejos, antes da lavagem, serão submetidas à remoção de respingos de tinta e outros resíduos. As superfícies serão cuidadosamente lavadas com água e sabão. Piso em Concreio Polido As superficies em concreto polido, antes da lâvagem, serão submetidas à remoçâo de respingos de tinta e outros resíduos. As superfícies serão cuidâdosamente ìavadas com água e sabão, com a utilização de máquina industrial. Os pÌsos, após estarem completamente secos, serão encerados com peÌo menos 03 demãos de cera incolor em pasta e lustrados, com enceradeirâ industrial, após cada
O9.O2.OOO

emão. Piso em Concreto Camurçado As supeÌJícies em concreto camurçado serão varridas com vassouras de pêlo e lavadas com água e sabão. Ferrâgens e l\,4etais Os meiais cromados ou niquelados, tais como maçanetas, elementos de fixação de divisórias de granito, registro, torneiras etc., serão limpos de respingos de tinta e outros resíduos, com o emprego de removedores apropriados, cuidando para não danjficar as superfícies pintadas de paredes e esquadrias. Para a recuperação do brilho natural, deverão, após a secagem, serem lustrados com Ílanela. Revestimenio em Laminado lVelamínico Os revestimentos em laminado melamínico serão submetidos à remoção de cola, respingos de iinta etc., com a utilização de solvente. Após a limpeza, serão lavados com buchâ e sabão e secos com flanela. gI Vidros Os vidÍos serão submetidos à remoçâo de: Respingos de tinta, com a utilização de removedor. Resios de massa de vidraceiro, com a utilÌzação de removedor e, caso o vidro seìã-iÍõ tipo impresso, utilizar escova macia, cuidando para não danificar as superfícies pintadas de paredes e esquadriâs. Após a limpeza, serão lavados com a utilização de limpa-vidros e secos com fìaneìa.. Aparelhos Sanitários A limpeza deverá ser feita com água e sabão, não sendo permitido o uso de soluções com ácidos. Ferragens, Esquadrias e Caixilhos Todas as Íerragens e caixilhos, tâis como fechaduras, fechos, cremonas, dobradiças, trilhos, carretilhas, châpâs e ouiros maieriais, deverão ser completamente limpos e livres de massas e respingos de tinias, de resíduos de construção. As partes mecânÌcas serão apropriadamente lubrificadas, devendo apresentar os movimentos completamente jvres. Remoção de lvlato
d
I

53

A contratada deverá proceder à remoção de mato, âtravés de capìna e/ou roçado, nos
locais: De todo o terreno; Ao longo de todo o perímetro êxterno do muro/cerca, numa fâixa com 5 m de largura. Todo o material deverá ser totalmente removido e transportado para local apropriado, ìndicado pelo MUNICÍPlO. Desrnontagens de lnstalações Provisórias Ao término da obra/serviço serâo desmontados e/ou demolidos e removidos todos os elementos provisórios que Íoram utilizados como: torres, andaimes, tapumes, barracões, depósito, alojamentos ê sanitários, Serão devidamente removidos da obra, após o seu término, todos os materlais e equipamentos, assim como peças remanescentes e sobras de materiais, Íerramentas e acessórios. Remoção de Material e Entulhos Todos os materiais e equipamentos, assim como peças remanescentes e sobras utilÌzáveis de materìais, ferramentas, acessórios, seÍão totalmenle removidos da obra.

09.03.000

-

LtGAçÕEs DEFtN|TIVAS

09.03.100 - ÁGUA A Contratada deverá providenciar a ligação definitiva da escola com a rede pública de água.

ENERGIA ELÉTRICA A Contratada deverá providenciar a ligação definitiva da escola com a rede pública de energia elétrjca.
O9.03.20O

-

09.03.400 - TELEFONE A Contratada deverá pÍovidenciar a ligação definitiva da escola com a rede pública de telefone. 09.03.500 - EsGoTo A Contratada deverá providenciar a ligação definitiva da escola com esgoto.

a rede pública de

A

09.04.000

- GoMo coNsrRUÍDo ("As-BUlLT") Conlratada para execução da obra deverá íorneceÍ lodos os projetos "as-built" reÍerentes à obrâ/serviço, inclusive o de arquìtetura, conforme determinado no Ìtem
01.03.000 subitem J.

54

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Ìoü.5sé crnp!úo

conuobÌ c.on€r a !ç{ô dr3 o'eüìzâça.i

IitcúscionâÌ dr ÁIniáde (qD. LvÀ ao !oÊsu|l) e À! úgü{ dos Rios klsçü É PüÀú{, d.qudú q& ôoBân o I4o d. Ì{.iDu.

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l2/2t/2qÒ9

12.45

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inEn.ciônâl sobÌ! o Riô Pôrdlá e.r. !'étiN pEocEp.*ar, E ao Fela qúrl ! Policja F.dcBl dúlcidc qú6 a úvr obll $jâ d.sttoâds otcLuíivrÀcrtc oo t! iporc do aÍ845 uôÍ a.iô a.
vciodôs p.radN.

^$lir m 6scllìação dos óíibu!, vêí€lloi lcv.R (!!Ìonóeêis. vlis Âmirid. @.eíont-3c-iâ
r!)oÌocldlrri) c Frd..atl' Rdizrdo-s! o c(htolc

!.ndÕ, o d.úvo

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En snq ! ?ôlícia Ftd.ãl cn!.tdc qu. ã llguDda pôú., Nin úru pL a árla d. co à &r.o l.íd. póihr À ob@iE b 6ileìt!, dêvco i.Ì Írrcjdadis Patá Ârcnd.r npsnÂs . hâriitÒ dô .drsri, dií.ôdrdo, põtiúro, da cdiÍcáçáo dc áEqi rc6.díd!r âo sntrolê

íist

úrio,

q!.ído for

cÉô.

ctúlnidr.lc

è p.ddt!!,

vêlcrlos

ld?!, trDtódclèt8! . oíibú.

rd.rãçiô dè qúc lodôs o! ó€ãai cnvolúdos ntr fiscrliz{çÀo eÍ ár.r d. nünGiF dcr'!'D nnilfBt r-sc totc o trcjcto píerininãr a!Éistado tèlr .FpDsd "Vclcc , dcvcndo id .oNidoldâ o po$ibilidid! dt '!c8!ü.1. Ìloóré" sòr r.!Ìjrizíd! pü. ã
Na rnlÒ! dìànB da psssâgm

.

d. hdor or lipoí

dê vcíc1llos, âlé6l dÕs

p.d.srrer, úôÌa s! o sleuirtë

lnJÉ-akutuÌr:

- sdt d.

ollnddr lo{ájz.d!

no

pivlmF o sop.rior di ediÍcrdô

eotül,

s!ílclèn1ç Fâra

contonú cinm ostíÌNes dc lÍabalho, âléF dc á.êà rca.flada. - saÌd & daqr'o p.r| 06 pollclals, con suilário6 PróPrios vla - i.lú
.

purâ

ò

poriroh. aJmhish ivc!. 6nrrol. dc nonitoEÍncnlo lor c!D.@.
,.!lhâ{ão
do Gr.:ç6cÉ Du,â

- $t0 paÌ!
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podÈstEc. fi.ionÌc l)^ri .oiÌtporlàr stilclênL p'irR comportâi I 0

guic!€s d.

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mliÍrióìlo

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P.ssLe ootpândo

. 5 súúita( pit? @trtlolc nigÍatóriõ dê mtradn dè motoclcljslÂ8. pârâ oIiro,È oi8útório d. ttí.t & molocic-lisÌo! -5

$idias

!ll. prn @nrÍôìc &.ítí!dr dc P.t oi3 q{c E ]]taí lua re$arpn roí n.to de vals .o ôtlÌÉ, s!€cLì1. prú c@poíÚ ür 8!ió,i iiê iBig6so. @n .slrciorârncnto loctllzsdo Çrn áill vizhh!, caú lcc.lso <.bclto, dÔlróo d€ I v!êu pn6 ô!úbbs c ô
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Por

rb.io d. vac oú ônibÌu, s!6cic,n. P!.t gltnpoÍe lO eaiúâs d. jnjeáção' caú *lodonocíto l@lizrdo .r, {t a vtlnht. .{tn !@$ô coô!Ìlo, dÒrldo dè I vtg!3 PM ónib$ . E visa tãtu nü.
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púr csúrõlc d.

À!Íciéno pú! .ôÍaponú doi! 8lictêJ
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d€v.rÁ

Èr pÌojclad!

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rèla3 guúiter de coÂrÌoÌc dc Àurofóvch e moioi. Há

".rc.Pc" pM o3 tclorld $é 9r$ãn pGçibilid2dc d. q!è o t sistto do Éo!ünèntô

,

olgôtódo dc!0ltü dc r.saÌviãà$ . p,{@dihcâtos Eú d..lotÂdÒ3, dcvondo o vd@lo ilr dt cior.do púÍ6 â úc! dc ds.ipè 9lr. â3lard!Í ! oncbsão dÀ5 r"at'albo& ÈejtmdGi. qF !ná
EüiÍiln

p@!n4r
guârilRi dc

ocôP:d! por r.hpo dènrGiado.

- dovâÉ s.r piojúr& vtu púr $
çoíÍo1., ib

tìú

i$gt pro o m'rso

do6 úlomó!È-'r

llüro pos!â e. djvididÒ m dú! pií& dìfdilat- Os qlr.riôiro. br.silèiÌôs c ocÍ!áÌ{o nlaí dütitrhs. seúo diÌocionad$ pat Àr c{biÍr1 côúbrFc r d.uìüd! d{ ocrriúo (bsiM ou altô É! põadú ttÍidici).

mrúr

que o

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Flelíâ I!.r
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paÌr

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rcaü,ârjo d! &Ì6rno pòtu oqucl.B
ã

vcí.!Ìo! ojo:i pòs.sôird nlo thâdú !útorizâ{io !c! prcjotada Í.rür2d{ in6t!ü& tu põí! ür.rior dôl volalos.

cruèr

flonÈiF. ioso,

árcâ dondn dc

d.ômr

qw poss! rli

er

3por.do dô
oporurnÀ

Por 6ú, ! roÍci! &d.nl c!l'Ild. quo, c{50 o pÌojolo sei!, âo frnl. foD. cofto hoje é ôpGeúlÁdo, 6 ènlficãç6cs !l' pEvhE! Iìto .tcv'Íi.D sr
a

co.rtrúi&r s'nultl{àoéllc

Biú de mrdo grsdsrivo, !.icrvuilo-s. úÍc.s pü. súa tonitnrçto

I

nèdidr

@ahol. Ìrigíârórlo

Ír.r.rn tlcessldÀi, Or !aj4 lúò rlriú çdii:.áiLs !s Árca! dc ?.F p.d*tr$, moroci.Uslr!, oc1rpaD{cs dc ôuiooóv.i! è ônibus, .nqüaÌrro úÒ
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.o q&

MPF

I Procurodorio I do

Minístério PiiblLo Fêdêrol

lno

Repúblico iÌ Árl : t(,,&i porona

/'i;E:'!ïò

PRocURADoRIA DA REPÚBLIcA No MuNrcÍPro DE Foz Do lcuAçu/PR

CERTIDAO/CONCLUSAO

Considerando que os oficios expedidos às fls, 714 e 775 não foram respondidos até a presente

data, faço estes autos conclusos ao
Excelentíssimo Senhor Procurador da República Alexandre Collares Barbosa.

Foz do lguagu,26 de agosto de 2013

Para constar, lâvÌei este termo.

MarineialPemrd ' Matriculr 6485-8

-/ì ì0

\ Qru rv-,.r

L- \-.\*-,- '{ô-- g^.5 yr-"^./È

MPF
Mlniíério Públlco Federul
OÍicio
no

Procurqdoriq do Repúblico

no Poronó

Pnocun-aoonn o,q Repúgucr No Murrcípro oe Foz oo leurçu/Pn

í636/20í3,PRM-FOZ
Foz do lguaçu, 27 de aqqsto de 2013

Ao Senhor Nelson Henrique Barbosa Filho Secretário Exêcutivo do l\4inistério da Fazenda Esplanada dos lvlinistérios, Bloco P, lvlinistério da Fazenda Brasilia-DF - 70.048.900

Senhor Secretário,

,
Reitèro o ofício n. 1076/2013/PRM-FOZ e a fim de inshuir

o lnquérito Civil Público n. 1 .25.003.006227/2007.99, com base no artigo
planejamento no âmbito da Receita Federal do Brasil para
humanos futura segunda ponte internacional entÍe Brasil e

80,

ìl da

LC

75193, solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de ô0 (sessenta) dias , informe se existe

o aumento dos recursos
da

e materiais necessários ao adequâdo atendimento do controle fronteiriço
i em Foz do lguaçu/PR.

Collares Barbosâ urador da República

Ministério Público Federal . Procuradoria dâ República ern Foz do lguaçu/PR Avenida das Cêtaratas no 42 - M. Boicy
Foz do lguaçu/PR

-

Cep.r 85.853-000 -Telefone:45

-

3521-4500

MINIS]ERIO DA FAzENDÀ
SECREÌRÌO EXÊCUTìVOOO M]NIS-IRIO OA FAZENDA

oFctoN1636/2013
NELSON HÊNRIOUE BARBOSA FIIHO

ESPLÂNAOADOS MÌNÌ9ÌRIO9, BlOCO P, MINISÌRIO FAZÈI1DA SRÂStlAlDF - 70.0'18-900

ENV/PRMIGU-PR40001399/2013

MPF
minisléÌio Príblico

Procu ro

dorio

Herül

do Repúblico no Poronó

{rootn".

;".

Ì'(p?
"è, i'rig$?'

G

Pnocunaoonrn

ol Repúaucl No

Murrcipro oe Foz oo lcunçu/Pn

Ofício no í637/20'l 3/PRM-FOZ
Foz do lguaçu,27 de agosto de 2013

Ao Senhor

Francisco Gaetani
SecÍetáÍio Executivo do CONAMA Esplanada dos Ministérios, Bloco B, l\4inistério do l\4eio Ambiente Brasília-DF - 70.068.900

-

60 andar, sala 600

Senhor Secretário,

Reitero o ofício n. 107712013/PRM-FOZ e a Íim de instruir

o Inquérito Civil Público n.

1.25.A03,0O6227/2007"99, com base no artigo 80,

ll da

LC

75193, solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dias, informe sobre a

possibilidade

do

desmembramento

do

licenciamento,

bem como

a

necessidâde/desnecessìdade

de aprovação do desmêmbramênto do

licenciamento

ambiental, nos moldes do art. 12, S1', da Rêsoluçâo CONA|A 237197, rcÍe.enle ao empreendimenio da Segunda Ponte lnternacional entre Brasil e Paraguai,
Em anexo: cópias das fls. '1751180

e

192/193 dos referidos

Autos de lnquérito Civil Públlco.

Barbosa dâ República

Ministório Públlqo Fedêral - Proc!râdoria da República em Foz do lguâçu/PR
Avênlda das Cataratas,
n0

42

-

M. Boicy

Fô7.lô ldrâclr/PR

- Cêô

a5 as3-n00

-Têlêfônp 45 -?5)14(ort

SECRETÂRIA EXECIJïìVA DO COl\lAMÂ FRÁl'lClSCO GÁEÍÁl{l ËSPLÁNADÂ OOS tn${StRtOS, ãLO@ B - 6 ÂND - Sr 600

BRASLIADF .

7O.OÊ8JOO

feãí:;€rÌ ô crT 2cìô
,) Ã

I

B:,;

que Édiante se vê. pata lavrêi estê lêrmô

conlGi

l.

Acusamos

o

Íecebimenlo
"

1075 2013 pRM FOZ. encaminhado Jlrave. Ou Oe,paclo -.:erru sv ywlpo!ìru

de cópia do olicio
òttr ngSe W. tõLttfu..

no

:

TNFORI ,IACÀO N" 1108/2013-Ì) PRÔT-

INT.
ASS.

CPLÀM/OLOC'/OPF

pls

J!

em
d.ô

22lQBl2A13, para prestar reòurcos rìtatetlais para a

l-J

Coorde retor d

. i !;.JGíDÊF

-ÌÈ

ra 4226"

'I

'l

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ÌNSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBTENTI E DOS ÂECI'RSOS NÂTURAS RENOVÁ!'NIS DlÌ€torla d6 ü.ênciamênto AmbieDtal SCEN Trecho 2 Ed. Sede do Ibâma - cÌ. Postal re 09566 BrasÍlia - DF CEP:70818.900 e TeÌefone: (6X) 3316-1282 - 1670

r|'Ììs.ibômagov.br

oF 02001,01 1360/2013-85 DILIC/IBAMA
Brasilia,04 de seteÌÌüro de 2013.
Ao Senhor AÌexandre Collares Barbosa Procurador da República do MinistéÍio Público Federal/Prm/F0z do Ìguaçu/Pr Avenida das Cataratas, 42 - M. Boicy FOZ DO IGUACU - PAMNA CEP,r 85,853-000 Assunto: Resposta ao Ofício n. 1077/2013/PRM-FOZ, Inquérito Ciül Públtco n" 1.25.00300622712007-99, no âmbito do licenciamento ambiental das obras da Segunda Ponte Internacional Brasil - Paraguai e seus acesso (Processo no 02 001.00 r 329/2007-98). Senhor Procurador da RêpúbÌica,

Em atenção ao ofício em epígrafe, informe que, conforme disposto no Parecer ne. 0417/COEPE/BMF, exisfe a " obrigação de ondomento hormônico entre os Ìícenciamentos, especiolmente caructerízodo pela Ímpossíbilidade das obras de qualquer das porcelas matéría de Ìicenço de instalação- enquanto nõo emitida, ao menos, licença prévia para as demais obras integrontes da empreendimento"
,

No momento, o EIÀ,,/RIMA do acesso à ponte encontra'se em análise e, após sua concÌusão, verificar-se"á mais amiúde o questionamento efetuado em seu ofÍcio,
Sem mais para o momento, estou à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais ne ce ssáliqs. AtenciosameÌrte, GIS
D

DAM ra da DILIC/IBAMA

IBAì44

pog.

t/l

4n9Ì2013 - 15:24

URGËNT'ffi
MÌNISTER]O DA ruSTICA POLICIA RODOVIAR]A FEDERAL DIRECÃO-GERAI,

OÍïcìo n" 153/2013-DGI?RI

BrasíÌia,DF,

J3

de setembro de ?013.

A Sua Seúoria o Senìor ALEXANDRE COLLARES BARBOSA
Procuador da República Procuradoria da República no Mìlnicípio de Foz do Iguaçu,PR Avenida das CaÌar.ra.. n" 42 - V. Bo:c) 85.853-000 Eoz do lguaçúPR
Assunto: Resposta ao Ofício n' 1075/2013/PRM-FOZ. Rel: Inquérito Civil PúbÌico n" 1.25.003.00622'7 2001 -99.

Anexos: Mem. n' 140/2013-CGPLAM, Mem. n' 283/2013-GAB-SUP, Mem. n" 390/2013CGRH, Mem. n" 459/2013-CGA. Senìor Procuador,

l.

Em rcsposta ao oficio supracitado, comunico a Vossa Senìoria qüe foraÌrÌ

colhidas das áreas responsáveis as infomrações abaixo relacionadas sobie a obtenção de recursos humanos e matedais para a cidade de Foz do lguaçu,4R.

2.

Quaoto ao efetivo de poÌiciâis rodoviiirios federais lotados úè região, por
5o Delegacia./Foz

ìntermédio do Mem. n" 283/20l3-GAB/SUP, o Sr. Superintendente regional informa que houve

um acréscimo de 60% (sessentâ por cento) do efetivo nê

do lguaçu, entre o

periodo de setembro de 2012 a abril de 2013, um acréscimo muito supedor âo ocoÌÌido em toda
a 7" RegionaÌ-PR, que

foi de 25% (vinde e cinco por qento).

3.

EnhetarÌto, a PRI e[tendendo a necessidade de maior írscalização nas regiões de

fronteira, está reaÌizando

ün

concurso público paÌa provimento de 1.000 (mil) vagas paú o

SPO, QuadÌa 3, Lote 5, Complexo Sede da PRF, CEP: ?06Ì0-200 BÌasilia,DF. Fon€: (ó1) 2025-6614. E-mai1:

dìretoraôdpÍLqov.br

crbâ

cargc de policial Ìodoviiírio federaÌ, com lotâção preferencialÌnente nas regjões de fionteiÍa'
Nesse sentido, o SÌ. Coordenador-Geral de Recursos Humanos, por meio do

Mem n" 390/2013-

CGRH, hforma que a üauguração da segrmda ponte intemacional BrasiÌ-Paraguai será levada
eÍn considerdçào na disD-ibu,çâo da Ìolação do5 novo( poüc:ais

,1.
dessa Ìegião.

Em

rcspostas

as

informações solicitadas,

o Sr. Coordenador-Gerai

de

Administração reÌata a existência de ação integrada no âmbito do Ministério da Justiça relativas ao Plano EsÌÉtégico no sentido de fofialecer e intensificar os enÍìentamentos aos ilícitos típicos

Relata, ainda, que foram adquiridas viatuas, amamentos, coletes balísticos unidades móveis de sacarurers para região de fronteiÌa.

5.
6.

e

Sendo estas as infomações colhidas até disposição para eventuais e futuos escÌarecimentos.

o

presente momento, coloco_me a

Atenciosa,'nente,

DiÌetoÌa-GeÌal

SPO, QuadÌa 3, Lote 5, CompÌexo Sed€ da PRF, CEP: 70610-200 Brasí1ia,DF. Foner (61) 2025-66Ì4.

E-úaiÌ: diÍetoÌafadprf. sov. br

uïú>u'r+

j

,t,JlÌat3

Miaisté,rio da Justiça Departamento de Polícia Rodoviária Federal Coodenâção-GeraÌ de Planejamehto e Modemização

Memoraìdo n"

14 0/2 0 13 -C

GPLAÀ4

BÌasiljtDF.
Ao Sçúor Coordenador de Apoio Adminishativo

J6 de agosto de 20Ì 3.

Assunto: Respostâ âo Memorando

n' 851/2013-CAA.

l. Em atenção ao memorando em epígrafe, infonno a Vossa Seúoria qÌre não existe neste Coordenâção'GeraÌ, âlualmerte, projelo com o escopo de realizar obÌâ de engeúaria vinor-rlada à constÌução da segür)da ponte intemacionaÌ entre o Brasil e o Paraguai,
na cidade de Foz do Iguaçu.

EÌÌtretaúto, confonne infomações prestadas peÌa 7o SR?RF,?R no Memora.rdo n" 283/2013-GAB/SUP (cópia anexa), o a 715 Foz do Iguaçu estiá adequado para supoltar eventuaÌ necessidacle de nova Unidade Operacional. Atenciosamente,

2.

DANIEï, ANT Coordenador-GeraÌ

TO

ARAUJO COSTA

PIanej

ento

e

Modemização

D€paúÂmento dÊ PoÌlciaRodovúriâ lederal 7 Supsintêndência Regioal - Pdaná
Gabinete do SupeÍiniendeÃt€

M€moündo n" 283/20Ì3- GA.B/SUP

_
Ao Senhor Coordenador-Getal de PlÂn€jarÌìento
e Modernìzação

Curitíba, t6 de agosio de 2013.

Àssunto: MemoÌÀnclo n" 132D013-CGPLAM- novâ ponte inteÌnscionâÌ Brâsil-Paraguai

Em atên9ão ao èxposto no Memorândo em epígrafe, infoÌmo inicìâlmente s Vossâ Senhoriâ qüe o projeto da nova ponte intèmâcionâÌ na divisa do BÌasil com o PaÌâguai íoì levâdo â conhecimento âpcnas informalmentÕ à administração local da 5"Delegacia Regional ern Foz do Iguaçu.

1.

2.

dos óÌgãos €nvolvidos, encâmiúando detalhes do projeto à coúôcinlento

Destâ forma, no âmbilo dê gestão regional aindâ não há tlatat;va formal, por paÍt€
desta

Superinrendência, ou viabiìizâDdo participação dâ PRF par trâtar dos assuntos afetos à segumnça pirblioa na ftonteiÌa,

Quanto ao questionaÌnoDto postulado pela PÍocu.râdoria da Repúblicâ no Município dc Foz do lguaçu r€f€rent€ a eüstência de planejamenÌo do DPRF para aumcnto de rccursos humanos ! r!üiteriais necessários ao adequado alendimento dessa nova deÌnanda, infomìo q!ê em virtude dâ Ação Cjvil PúbÌicâ n' 5005948-4J.2411.404.7002,4Rem, desdê setêmbro de 20Ì2 o efetivo da Delegacia de Foz lguagujá obteve um acréscimÕ de 60% (sêss€nta poÌ cento), muito emboú o efetivo dâ Regionâl tenhâ acrescido somente em 25% (vinte e cinco), confoÍme
quadro compaÌativo sbâixo:

3.

sEi / 2oìl
66 ?. SRPRF/PR

or.z ttotz
9l
847

ÀlRl20l3'
1Ìl
954
106

Viri!!ão Pc.cent!.1

917

Ness€ sentido, o efêtivo da 5n DelogÂci em loz do Ìguaçìr já cstá adequado para suportaÌ evertual necessjdade de estrutuÌação de nova UnidÂde Operacional, cnketanto, havendo neoessidâde de adeqüêçõ€s na área dc lecnologÌâ pÂÌ expÂnsão dos projctos de videomonitoramento, controle viário e telecommicâção.

4,

Regional

ox650'JllK9 /""'t >'

Mireistério da Justìça Policìa Rodoviária Federal Coordenação-Gerai de Recursols Humanos

Memorando n" 390/2013-CGRH

BrasÍlia/DF. l6 de agosto de 20i 1.

Ao Seúor Coordenador

de

Apoio Administrativo

Assunto: Solicita informâções sobre planejâmento dâ PRF

1. Em resposta ao Memorando n" 851/2013-CAA do dia 26 de junìo de 2013 (em ânexo), i.Jomarnos que, quanto ao investimento mateúal na cidade de Foz do lguaçu, é necessada a ma:rifestação da CGPLAM. 2.
No que diz respeito a esta CGRH, qüaüto ao provimento de efetivo, foi um concurso com 1000 (miD vagas, excÌusivas paú o cargo de PoliciaÌ Rodovirírio FedeÉl. CeÌtâmente, esse processo seletivo, que está. na iminência de aconteceÌ, se!á de capital importância para a recomposição do efetivo nâ áÌea fim. Ressaltamos, ainda, que a irauguração da segunda ponte intemacionaÌ entre BrasiÌ e PaÌaguai seÌá Ìevada em consideração para o estudo de distdbúção do efetivo oriundo deste concurso.

Atenci osâmente,

RO

r-Geral Substituto

at,rlìt 3 < t.t, rr & /áSt' lu'Jb) (r 2r c c p L4 r.r
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1,1

ru).itt:ú./,6.( ÇJin, r
Ía5

MI.íTSTÉRIO DA ruSTIÇA POLICÌÁ RODO\1ARÌA FEDERÁI GA-BÌNETE DA DIRNTORÁ- GEI{AI Coordenação d€ Apoio Administratiyo

tt7/

|

lvÍemoraodo n" /2013-CAA

BrasÍliâ/D| 26 de jüúo

de 2013.

Aos S€l1hores Cooldenador'-Geral de Âc1minìstração - CGA, CoordènadoL-Celal de RecrÌrsos Humanos - CCRH e Coordenador-Geraì de Planejamento e Modemização Rodoviária CGPLAM.

Assutrtõ: Solicita ìnforúâções soble FlâÌìejaìrìento da PRF.

fnuarnia.ho a Vossas Sennolras o rner,o Despacho. por mero clo qLral o Mia-rsrerio

da Justiça remete o Oficio n" 1075/2013/PRM-FOZ, da PÌocuradoria da Repírblica no Paraná, que soliolla iniormações sobre exislèDcìa de planejamento no âmbiio
c1a

PRF com o firn de
â
e

auáentar os recursos huáanos e ìnaledâis nâ crclade cle Foz do Iguâçu/PR, tetrdo eI! vista
futuÌa ìnaugurâção dâ seguDda ponte inteEacional enlre BÌasìÌ e Palaguai, parâ coúeciÌnento mari'esraçào a e. te CabiÌìere. no pmzo oe 20 diâs.
AtenciosarneDte,

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SEPN 106, BL

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"C",lÍojeção
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-W3 Norle,

BrasíÌìâ,/DF

-

CEP ?0740-J03 Fone: (ó

l) 2025,6621

E mail: câaiAdpú'.sov.br

W6ça tct.t26' fzot=

MINISTER]O DÁ JASTIÇA

Processo:

08004.001300/20

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L,Ìe.ecs.do: V rr'.ri- o Pirr lrco l-eder,Jl no j\4urLicipio ae

^ssrììrto:

ÌÌrquérjto Civil rì" 1,25, 0A3.00622'l

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DESPACRO

De ordem, encanilhe-se ao Deparitanento de Polícia Rocloviár'ia Federal çópia do

Oficio 1075/2013/PRM-FOZ, para lesposta ao Midsté1io Pirblìco Fedelal, devêrclo inlormar este
CaÌrinete q!ÊL1to ao elÌvio da inloüÌÌação solicìtada.

Ern l'6 detLnho de 2013.

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.r.í.rï4.

Chele de Gabiìete

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Ministério da Justìçâ Depadanìento de Polícia RodoviaÌia Fedeml Coordenação GeraÌ de Adninistração

Memorando n" 459/2013-CGA Brasília.iDF, 01 dejúho de 2013.

A Coordenação

de

Apoio Administrativo.

Assunto; Respostâ âo Memorando 2013-CAA (26 de junho de 2013).

Reporto-me ao contido no MemoÌtuÌdo-CA-A, datado em 26 de junìo de 2013, em aoexo, que sôiicita infomâções sobre a existência de pÌaÌÌejamento no âmbito da PR-F com o fim de aumentâÌ os recu$os humanos e materiais na cidâde de Foz do Iguaçu,?R, considerando a futura inaugunção da segunda ponte intemacional entre o BrasiÌ e Paraguai.
01.

42. Nesse coÌÌtexto, estão sendo adotadas ações integradas no âmbìto do Ministério da Jusúça relativas ao Plano Estatégico de Fronteiras no seutido de foÌlaiecer e intensificar os enlìentaÌnentos dos ilícitos típicos dessa região.

Assim, informamos que loram adquirìdas viaturas, amramentos (pistolas .40, SMT's .40 e carabinas 5.56), coletes balísticos e unìdades móveis scanlers para regiões de fronteira.
Entretânto, faz-se importante que a RegionaÌ apresente o seu PlaÍio de Açã0, na região, iìente aos impactos previstos em úzão da construgão da nova ponte, evoÌuindo a este Depafiamento suâ demalda por eqúpamentos e infraestrutula, corn vistas ao seu atendimento.

03.

04.

Atenciosamente,

6a :ç - tz',*a I J:

t3

Ministédo da Justiça Polícia Rodoviaria Federal Coordenação-Geral de RecuÌsqs Humanos

Memorando

no

390/2013-CGRH
Brasílio/DF,

c5 de +,1Ì!p

de2013.

Ao Seúor Coordenador

de

Apoio Administativo

AssuDto: Solicitâ i[formações sobre plânejamento da PRÌ'

Em resposta ao Memorando n" /2013-CAA do dia 26 de junho de 2013 (eatreexo), informamos que, qualto ao investimento matedaÌ na cidade de Foz do lguaçu, é necessiÍia a
ma0ifestação da CGPLAM.

1.

2.

No que diz respeito a esta CGRH, quanto ao provimento de efetivo, como já deve ser de conhecimento de Vossa Seúoria, que foi assinado Ìecentemente um contato com o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da UniveÌsidade de Brasília CESPETnB, paÌa a realização de concurso com 1000 (mil) vagas, exclusivas para o caÍgo de PoÌicial Rodovifuio FederaÌ.

para a recomposição do efetivo na áÌea ponte intemacionaÌ entre BrasiÌ e distdbuìcão do efetivo oriundo de concr.rso.

seÌá
num

-ainda, que at{4á.,:"gwaçáo da segunda Ìevada em consi para o estudo de
;

3. Desse Ìnodo, e tendo em vista realizando, pedimos a cornpreensão Administraçâo.

o que este CGRII vem de Vossa

e

a

conírança

no tÌabaLho da

atuaÌ

Atenciosamente,

R]ANO MARCOS FURTADO
de Recursos Hurnanos

/".YI:':0

-1

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i'i ì: i- / /

)

MNISTÉRIC DA JUSTIÇA 'Ol .C L{ RODC /-LA; '.,, FbDLtAl GABN.{ETE DA DIRETOÌA- GERAI
CoordeEação de ApoÌo Adúrrnshahvo

lr4emorando n" /2013-CAA BrasÍlia,rDF, 26 dejuaho de 2013.

t)I

Aos Sêúores Cooìcienador-Geral de Administiação - CGA, Coordenador-Geral de Recursos Humaaos - CGR1I e Coordenador-Geral de Plàrejâmento e Modemìzação Rodolieriâ CCPJ AM.
Assunto: Solicitâ i-tríoimâções sobre planejaEeEto da PRF,

EncaÌninho a Vossas Seúodas o aDexo Despacho. por meio do quaÌ o Mi!ìstério

da Justiqa remete.o Oficio n" 1075/20I 3IPRM'FOZ. da Procuadoria da Republica no Paran4 que sôÌicite iníorÌnações. sobre e)ristência de pÌanej&nento no dmbito da PRF com o fim de
aumentar os recursos humaaos e ma'teriais na cidade de

loz

do lguaÇu,?R tendo em vista a
e

furura inauguração de segunda ponte úteìrìacional entre BrasiÌ e Paraguai, para coohecimenÌo manifestação a e;te Gebinete, no prazo de 20 dias.

a

a
a
SEPN 50ó, Bi. "C", Projeção 08

- w3 NoÍe,
E,maiÌ:

BrasiÌia,/DF

caÀ@dprf.sov.br

-

CEP 70740-503 fone: (61) 2025-662t
.

MINISTÉNO DA JASHÇÁ
MJ/SE

Processo: Intèssado: AssuDto:

08004.001300/20i 3-40

serêllrin Executivã
fl

lúinistério Púbiico Federal no ìvlunicípio de Foz do Iguaçu,/PR

i

fiËiittliliüt

tilfi iilfl

illllilllli

iir

Inquáito Civil

no i.25 .003.0062271200 ,"-99

0e0c,4.co132s,2011-92

DESPACHO

De ordem, encaÌ ÌÍ1e-se ao Depadamerto de Policia Rodoviária FederaÌ cópia do

Oficio 10752013,?RM-FOZ, paÌa rcsposta ao Ministério Público Federal, devendo infoÌmaÌ
Cab:nete qranro ao-enrio da i.nfonnaçào soÌicirada.

este

Em

t:i

de

juüo

de

201'

_-n\
ÌïEnqer-u-SÈp'oiEi--q
Chefe de Gâbillete

5C

MPF
Minlstério Públi.o

Procurodorio

do

Repúblico

HeÍtl I no

poronó

Paocunloonta on Repúeltce No Mur.rrcipro oe

i '; iÌ' ro. oo touoçrlN,J,l*

6$*,h gA

CONCLUSAO

Faço estes autos conclusos ao Excelentíssimo

Seúor Procurador da República Alexandre
Collares Barbosa.

foz do lguaçu,2

de outubro de 2013

Para constar, Iawei este

temo.

Matrícula 6485-8

@ç"psF^gg::l*
or. 1058/13
Curitiba, B de Outubro de 2013.

\í'v'

Y /)^

f''i,},,. ,.

Ao

nrrursrÉnro púelrco Do EsrADo oo panqÍ'lÁ

Centro de Apoio das Promotorias.
Av. Pedro Basso, no 1001. CEP: 85863-756 Foz do lguaçu - PR. TeÌ.: (45) 3573-3959.

- roz Do rGUAçu.

ASSUNTO: Refere-se sobre a inexistência de Economista na equipe técnica

Íesponsável na realização de obra viária na cidade de Foz do Iguaçu/PR. O Conselho Regional de Economia

do Paraná,

autarquia

federal, no uso de sua atribuição de controle das atividades profissionais de economia,

conferida pela Lei Federal no 1.411/1951, na pessoa do seu Presidente, vem, mui
respeitosarnente, pelo p;esente, à presença do DÌgníssimo Representante do [4inistério Público, comunicar, da inexÌstência de economista na equipe técnica em obra vÌária,
nos termos que passa a expor,

Lembra-se do âmbìto de atuação dos Conselhos Proflssionajs/

como entidades de cÌasse defensoras das prerrogativas do exercícìo da atlvidade proflsslonal, possuindo, portanto, deveres restrltos

à

fiscalização, racÌonalização e

dìsseminação da técnica Econômica pelo País, conforme o ad. 70 da Lei no 1.411/51, motÌvo pelo quaÌ, expõe os fatos abaixo descritos:

Observada a competência desse l4inistério Público Estadual, nos

termos do inciso IV, do

at.20

da Lei Complementar Estadual n0 85/99, entende'se

necessárìo levar ao conhecimento de Vossa Excelência

a

constatação da falta de

EconomÌsta na equjpe multÌdlsciplinar responsável pelo EIA/RII\4A

do projeto

de

construção da 2a Ponte fronteiriça Brasil-ParaguaÌ na Cidade de Foz do Ìguaçu/P

Conselho Regionãlde Economìa dâ 6i Rêgião/Paraná

Rla ProÍe$ora

Rosâ

Sâpo6ki,989 - Mercés

CEP

80.810-120 Curir ba -

pR

Fone/Far (41) 3336 0701 Email: corecon-pÌ@côrecon prorg.brl wwcorecón prorg.brl !!W.côreconpLorg.br

CORECONE
CONSFLI]O REC]ONAL

O!

ECONOMLÂ

Acredita-se viável afirmar fundamental
obra em questão, conforme art. 10, inciso

a

presença de

Economista dentre os profisslonais necessários para formar a equipe multidlsciplinar da

II

da Resolução 001/86, uma vez que há

a

exigência de estudos dos impactos socÌoeconômicos a serem avaliados da reÍerida
atividade.

Logo/

o

lvlÌnistério Público

tem como uma de suas

funções

institucìonais a defesa do meio ambiente e está comprometido com a ordem

jurídica

e com os interesses indisponíveis da sociêdade, defìnÌdos na Constituição e nas
leis.

Assim, dentro das prerrogatìvas funcionais do 14inistério Público, suas funções institucionais de defesa, respeÌto dos Poderes Públicos, dos serviços de relevâncÌa pública e dos dÌreitos assegurados pela ConstÌtuÌção Federal, solÌcitâ este
Conselho Regional sejam promovidos os instrumentos de atuação, administrativos e/ou

judicÌais, necessários para apurar

a

necessidade de um profìssional Economista na

equipe de técnicos da referida obra, (Anexo segue Parecer Jurídìco do Processo
Administrativo no 390/13 do CORECON/pR).

Antecipadamente, agradecemos

a compreensão e simpatia

ao

nosso pÌeito, aproveitando o ensejo para apresentar nossas considerações de apreço e alta estima.

253

Consêlho Rêgionâl dê Economia dâ 6ì R€gião/Pãraná
Rua Professora Rosã Saporski, 989

'

À4ercês - CEP 80.810 120 -

Clrlribá

pR

Êône/Fã{ (a1)

3

3I6-0701 - EmáiI coÍecon-pr@corecon-pío.9.br

/

\W.coecon-prorg.br / wwco€con prorg.br

fficoaEcoNE
.ONSÊLNO REG]ONAL DE ECONOM
À

olCO -processo Administrativo COREcoN'PR no 390/20í3. INTERFSSADO: NIlso Rafagnin.
PARECER ASSUNTO: EIA/RIMA Equipê multidisciPllnaÍ'

A/C: Maurl Hidalgo
DATAI 16/08/2013

I

-

CONSULTA

"Sr, Presidente, Comissão

de

Fiscalizaçâo

e

Assessoria Jurídica. Éncaminho para

conhecimento e posicionamento a Íespeito, quanto às providências a serem tomadas...."

-

ANÁLtsE FÁTtcA E FUNDAMENTAçÃo
ReÍere-sa a consulta sobre

a rcalizaçeo de

EFy'RIMA em obra viárìa na

Cidade de Foz do lguaçu ê â inexistência de Economista na equìpe técnica responsável.

É o relatório.
A Constituição Fedêral êstabeLece sobrê a prctêçáo ao meio ambiente:

4rt.225. Todos têm direito ao mêio âmbiente ecologicamente equilibrado, bem de
uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, ìmpondo-se ao Poder Público e à coletividade o devêr de detendê-lo e presêNá- lo para as presentes e fut!ras geraçóes. 5
1o

- Para assegurar a eÍetividade desse dÍeito, incumbe ao Poder Público

t...1

lV - €Xjgil na Íorma da lei, para insÌala)ão de obra ou âtividade ootencialmente cêusadoÊ dê sioniÍicativa deorêdacâo do meio ambiênte. gstudo orévio de I]tpgç!9_eqülgIê1, a que se dârá publicldade;

O novo Código
impacto ambiental:

Florestal Íaz mênçáo

a respeito do Estudo Prévio

de

Art, 11'A. A Zona Costêjra é patrirnônio nacionat, nos termos do q 40 do ar1. 22S da Constituicáo Fêderal, davendo sua ocupaçáo e exploraçáo dar,se de modo ecologicamente sustentável. (lncluldo pela Lei no 12.727. de 2012).
Con5elho Rêglonaldê Economia dà 6r iegião/pàraíá

Â!ã PÍôÍe*orô

Rósà

Sàpô6k,989 tVêrcês,

CEp

8O.8tO-120. Clitibâ - pR

Êone/Fdr (41) 3336,0701 - Email:coíecon

pÍ@coíecon-proB.b./ Úw.corccon p(olg

brl

Sáo sÌ.,jeitos à aoresentaçáo de Estudo prévio de ìmpãcto AÍroienLat _ EptA e ^3ç. Hêtatóri0 A.nbiê.Ìa, - q.[4A os rovos erprêê4dimentos: í rct-rdo -de_tmpacto gela Let no 12.722 . de 20 l2\ . | - com áÌêa superior a S0 (cinquenta) hectares, vêdada a lragmentação do projeto para ocuÌtar ou câmuÍlalseu pode: flnctuído petâ Le no 1ã.727. d;2012j. _ com área de aré s0 (crnquenra) rreaares, óe pãGiZãìããiiã causadores dê signjÍicativa degradaçáo do meio ambiente; íinctuído oêta Let no 12.727. de

l

.

ou

lll -

localizados

carcinicultura ou salinâs culo impacto âfeÌe áreas 12.727 . de 2012\ .

em regiáo corn ad€nsamento de

cohuns.

empreêndimentos de ilnctuído oe a Lei nã

A Lei sobre politica nacional do mejo ambientê tâmbém tratâ do têma,
estudo de impacto ambientali

Art. 8o Compete ao CONAI\4A|

licenciamento dê atividades efetÌva ou potêncialmente potL.lídorâs, a ser cìiièãidõ pelos Estados e supervisionado pelo IBAMA; íRedacáo dada oêta Lei nó 7.804. d! 1989ì

I"

estabeiecer, rnediante proposta do lBAi/ÌA, no.mas

ê

crjtérios oara o

ll - deÌerminar, quando julgar necessárìo, a realizaçáo de estudos das atternatjvas possívêis consêqúências anbÌentais de projetos púbìicos ou privados, rêquisltando aos órgáos fed€rais, estaduais e municipais, bem ass m a entidades privadas, as inÍormações indispensáveis para aoreciâcão dos estudos de imoacto arnbiêntal. s rêsoectiVos reletórios. no caso de obres ou alividadês de sionificativâ deoradacáo ambiental. especialmentê nas áreas conslderadas oâtrimônlo nacional. íFìedacão dadâ oela Leì no 8.028. de 1990ì

e das

Na simples redaçáo dos incisos I e ll supÍam€ncionados, verifica-se que a

os estudos de ìmpacto ambientaì sáo instrumêntos da Política Nacional do l\reio Ambienie, constiÌuído dever Constitucional do Estado e da dirêito da Sociedade a exigência da sua
utilização, nos casos em quê â legislação especiÍica.

Nesse propósito, o Conselho Nacional do Meio Ambiente

-

CONAMA

-,

órgáo consultivo e d€liberativo, responsável em assessorar, estudar e propor as diretrizes

de políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais, deliberando no
ârnbito de sua competêncìa, sobre noímas e padrões compatíveis com o meio ambiente, editou a Resoluçáo no 001/86. Tal normativa tem todo o arcabouço normativo a respeito do
EIIVRIl,4lVEPlA, ao quâ1, por brevidade, faz-se a transcrìçâo:

h,

I

RESOLUçÃO CONAMA

No

00í, dê 23 de janeiÍo de',l986

Publicado no D.O.U de l7 /2/86

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENÍE - IBAMA, no uso das alribuiçÓês que lhe coníere o artigo 48 do Decr€to no 88.351, de 10 d€ junho de 1983' para ;íeívo exercício das iesponsabilidades que lhe sáo atribuidas pelo artigo 18 do mêsmo decíêto, e Considerando a necessidade de se estabelecerem as deÍiniçóes, as responsabilidadês, os critérios básicos e as diretrizes gerais para uso ó implemeniaçáo da Avaliâçáo de lmpacto Ambiental como um dos instrumentos da Polítìca Nacional do lúelo Ambiente, RESOLVEI

o

Migo

1o

- PaÍa eíeito desta Resoluçáo, considera'se imoacto ambiental oualoueí

hurnanas oue. direta ou indirêtamente. afetaml | - a saúde, a sêgurançâ e o bem-estar da populaçáoi ll - a9 atividadG sociais I econômicaa; lll- a biotal jV - as condiçÕes estéticas e sanitárias do meio ambienÌe; V - a qualidade dos recursos ambientais. Artigo 20 - Dependerá de elaboração dê estudo de impacto ambiental e rêspectivo relatórìo de impacto ambiental - Rll\4A, â ser6m submetidos à aprovâção do órgão estadual competente, e do lBAlVlA êm carátêr supletivo, o licenciamento de atìvidades modificadoras do meio ambiente, tais como:

com duas ou mais Íalxaa de aolamento; ll - Ferrovias; lll - Portos e terminais de minério, p6tróleo e produtos q!ímicos; lV - Aeíoportoô, conÍoíme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei no 32, de 18,11.66; V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos colêtores e emissários dê esgotos
| - E8tradas d€ rodagem

sanitários;

Vl - Linhas de transmissáo de energia elétrica, acima de 230KV; Vll - Obías hidráulicas para exploração de recuÍsos híddcos, tais como: baÍragem para ÍÌns hìdrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigaqáo, abertura de canais para navegaçáo, drenagem e lrrigaçáo, retificaçáo de cursos dágua,
abertura de barras ê embocadurâs, transposÌção de bacias, diques;

Vll! - Extração de combustível Íossiì (petróleo, xisto, carváo); lX - Extração do minério, inclusiv€ os da classe ll, deíinidâs no Código de

X - Aterros saniÌários,
perigosos;

lVin€ração;

processamento

e destino Íinal de resíduos tóxicos

ou

Xl - Usinas de geraçáo de eletricidade, qualquer que s€ia a Íontô de energia

Xll -

primária, acima de 1oMW;

Complêxo unidâdes industriais agro-industriais (petroquímicos, side.úrgicos, cloroquímicos, destilarlas de álcool, hulha, e)itração e cultivo de íecursos hidíicos); Xlll - Distritos industriais e zonas estritamente ÌndusÌriaÍs - ZEli XIV - Ëxploraqão econômica de madêira ou dÊ lenha, 6m áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingit áreas signiÍlcativas êm termos percentuais ou d6 importância do ponto de vista ambEntal;

e

e

Co.rêlho Rêgionèlde C<oíomià da 6. RêgIão/pã.àná
Ruô PÍofèssorã Rosa S.porski, 989 - Mercès

,

CÊP 8O_810-l2O

- Curitjba, pR

Fo.e/Faxr(a1)3336-0701 Emâl i corccon-pr@corecon-pror9 br

/ ww co,êco.-pÍ o,9 t, t *

r""gp,k(.a,


êstaduâis comoetêntes:

XVI - Qualquer âtividadê que utilize catuão vegetal, em quantidadê superior â dez
tonêladas por dia.
3ó - Dependerá dê etabo'açáo de esÌudo de iíDacto èmbrenÉte í-osõe.rivô F'lVlA, a seren submetidos à aprovaçáo do tBA\IA, o iceìciaÍnenÌo oe atviJaoeç que, por lei, seja de competênciâ íederat.

Aíigo

planejamento e implantaçáo das âtividades modìficadoras do meio Ambiente resoeitados os crité.ios e diretrizes estabelec,dos por esta qesolJcão e teldo oor base a natureza o porte e as peôuliar dades de cada alividade. Arligo 5Ò - O eçtqdq,qF imoacto âmbientar. atélh de atêndpr a tegi"tação. .m êspecial os p.incípiosrl 'e objetivos expressos na Lei de ootí.ica t\acóna, oo l\,4eio Ambrelte. obedecerá às seouintes oirelrizes oerais: I - ContempÌar todas as alternativas tecnológicas ê de Ìocêlizaçâo dê projeto, confrontândo-as com a hipótese de não execuçáo do projêto; ll - ldentiíicar e avaliar sistemalicamente os impâctos ambientais gerados nas Íases de implantaçâo e operaçâo da atividade; llÌ - Definir os limites da área geográ'fica a ser direta ou indiretamente afetada peÌos impactos, denominada árêa de iniluência do projeto, considerando, em
todos os casos, a bacia hidrogriÍlca na qualse localiza;

Artigo,4o - Os órgãos ambientais cômpetêntes e os óeáos setoriais do SÌSNAIVA deverão compatibilìzar os processos de licencianìnto com as etapas de

ÌV

-

ConsideÍar

os planos e programas

governaÍÌrentais, propostos

'molântâçâo na á_ea de inrlLència do prôjero. e sua corìpatib:lidaoê.

e

em

fixará as dirêtrizes adicionaìs ouê, oelas peculiaridâdes do oroieto e caracÌerísticas

Pa'ágraío Unico - Ao deleíninar a êxecucào do êsÌudo de noacto dÍ-ìb e--al o órqão estaduâl competênte. ou o IBAMA ou. ouando couber. o Municioio.

ambientâis

da área, forem iuloadas necessárias, inclusivê os orazos

oara

conclusâo e análise dos estudos.

Artigo 6o - O êstudo de impacto ambientâl desenvolverá, seguintes atividades técnicas:

no minimo,

as

l-

Diagnóstico arnbiental da área de inÍluência do projêto completa descrição e

análìse dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a cataclêtizx a sìtuaQáo ambiental da área, anìes da implantaçáo do projeto, consÌderando: a) o meio iÍsíco - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos mìnerais, a topografìa, os tipos e aptidóes do solo, os ôorpos d'água, o regime hidrológico, âs correntes marinhas, as correntes atmosféricas; b) o meio biológico e os ecossístemas nafurais - a íâunâ e â Ílora, destacando as espécies indicadoras da quaíidade ambiental, de valor ciêntííico e econômico, Ía'as e ameaçadas de êxlinç{q_g as áreas de oíese'vação perna ìê'te: c) o meio sócio-êconômicoBrt'r . o uso e ocupação do solo. os usos da água e a sócio.econornia, destacando os sítios e Ínonumêntos arqueológicos, hislóricos e culturais da comunidade, as relaçôês de depêndência entre a sociedade local, os recursos ambìentais ê a potencial utilizaçáo Íuturâ dêsses recursos.

CORECONE
.ON9ÉLNO REG ONAL DE É CON O [4IA

REsoLuçÁo coNAMA

No 001,

de 23 4e ianelro de 1986

Publicado no D.O.U de 17 /2/86.

O CONSELHO NACIONAL DO MÉlO AMBIENTE - IBAMA, no uso das âÍibuiçóês oue lhê confere o anioo 48 do Decrêto no 88.351, de 10 de junho de 1983 para efetivo exercrc,o oa6;esponsaoìlidâdes que lne são aíiou'das pelo ârtgo 18 oo

mesmo decreto, e Considerando a necessidade de se estabelecerem as deÍiniçôes, as responsabilidades, os crÌtéÍios básicos e as diíelrizes gerais pâra uso e implementaçáo da Avaliação de lmpâcto Ambiental como um dos
instrumentos da PolíÌica Nacional do [,4eìo Ambiênte, RESOLVEI

Anigo 1o - Para eÍeito desta Resoluqáo, considera_se imoacto ambienlal ouaÌouer alteracão das orooriedades físicas. ouímicas ê biolóoicas do meio ambiente causada oor oualouer forma de matéria ou eneíoia resultanta das atividadês
humanâs oue. direta ou indirelamente. âfêtam: I - a sâúde, a segurança e o bem-esÌar da populaçáo; ll - as ativldadês gociais e oconômicas; lll - a biota; lV - as condiçôes €stéticas e sanitárias do meÌo ambienÌei V - a qualidade dos recursos ambientais.
A,1igo 20

- Dêpenderá de elaborâçáo de estudo de impacto ambientai e respectivo relatório de impacto âmbiental - RlòlA, a serem submetidos à aprovaçâo do órgão estadual competênte, e do IBA[.4A em caráter supletivo, o ]icenciamento dê

atividades modificadoras do meio ambientê, tais como: I . Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamênto;

ll- FeÍoviasl
lll - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos quírnicos; lV - Aeroportos, conforme deíinidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei no 32, de 18.11.66; V - Olêodutos, gasodutos, minerodltos, Íoncos coletorês e emissários dê êsgotos sanitiírios; Vl - Lìnhas de trânsnissão de energia elétrica, acÌma de 230KV; Vll - Obras hidráulicas para exploração de recuísos hÍdricos, tais como: baÍagem para íins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneâmente ou de iÍigaçâo, abedura de canais para navegaçáo, drenagem e iírigaçáo, retificação de cüísos d'água, abertura de baías e embocaduras, transposiçáo de bacias, diques; Vlll - Extraçâo de combustÍvel fóssil (petróleo, xisto, caNáo); lX - Extraçáo dê minério, inclusive os da classe ll, dêÍinidas no Código dê

X - Aterros sanltários,
perigosos;

It4ine.ação;

processamento

e destino Íinal de resíduos tóxicos
a fonte de

ou

Xl

Xll -

CoÍnplexo e unidades industriais e agro.indusÍiais (petroq!ímicos, siderúígicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extraçáo e cultivo de Xlll - Distritos jndustriajs ô zonas estrltamenÌe indusÍiais - ZEI; XIV - Exploraçáo econômica dê n]adeÌra o! dê lenha, em áreas acima de 100
hectares ou menores, quando atingií áreas signiíìcativas em teímos percentuais oú de imponância do ponÌo de vista ambientaÌ; recursos hídricos);

- Usinas de geração dê eletricidade, qualqueí que sejâ prinária, acima de 1014W;

energia

Cônsèlho R.gionãì de tconomia.lâ 6. Rêgião/paraná R!a professora Rosa SapoBk,989 .Mercés - CEP 80 810-120, clriribã - pR
Fone/Far:
(4

t) 3336'0701 - Email colecon-pr@coËcon,píorg.br

/

ww.co.econ- p.oíq.b.

/

estaduais competentesl

XVI - Qualquer ativìdade que uÌilize caruáo vêgetal, ern quantidade superior a dez
toneladas por dia.

Artigo 30 - Depêrde.á dê elabo.aQáo de esn-do de imoacio âmb -ontâ ê rêsôê.r\,^ Blf,4A, a sereì submeridos à aorovaçâo do IBAVA, o icerc aÍrerÌo o;
que, por lei, sêja de coÍnpetônciâ íederal.

",i":,-;;;;;

Artigo 40 - Os órgãos ambientaÌs competentes ê os órgáos setoriais do SISNAL4A

plânejamento e implantaçáo das âtividades modÌficadoÍâs do meio Ambiente, 'espeitados os critérios ê diretrizes estabelectdos por esta Fesolucáo e tendo Do; basê â ratureza o oo.te e as pêcul;aridades de câda ativ,dade. Art,go 5o - O estudq,f,e i-noacto âmbientât. atéÍr de atêrdÊr á teg;s.sq6o. êspecial os o'rrcioiosl'rl'r e objerivos erpressos na Lei de Do ricè Nac,onal do ,4eio "r. A.rbiente. obedêcerá às sêouirÌes direÌrizes oe.ais: I " Contemplar todas as alternâtivas tecnológicas ê de localização de projeto, confrontando-as com a hipótese de não execuçAo do projeto; ll - ldentiÍÌcar e avaliar sistêmâticamente os lmpactos aÍnbientais gerados nas fases de implantaçáo e operaçâo da ativìdade; lll - Definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente aíetada pelos iínpactos, denominada área de influêncìa do proieto, cofsÌderando, em todos os casos, a bâciâ hidrográÍica na qual se localiza;

deverâo compatibilizar

os

processos

de licenciamìnto com as etapas de

lV

-

ConsideÍar

os planos e programas governaÍnenìaÌs, propostos e

eín

lmplantâçâo nâ árêa de inÍluência do prôjeto, e sua compatÌbÌlidade.

Parágrato Unico - Ao determinar a execucâo do estudô de lmpacto ambtêntâl o

órqão estadual competente. ou o IBAMA ou. ouando couber. o Municioio.
conclusâo e análÍse dos estudos.

fixará as dÌreìrizes adicionâis oue. Delas oeculiaridadês do oroleto e ca€cterístÌcas ambientâÌs da área. forem iuloadas necessárias. inclusive os p.azos oara

Artigo 60 - O estudo de impacto ambiental desenvolverá, seguintes atividades técnicasi

no mínimo,

as

Diagnóstìco ambiêntal da área de inïluência do projêto completa descíiçâo e análise dos recursos ambientais e guas interações, tal como existem, de modo a canctêrìzâr a sÌtuaQão ambiental da área, antes da implantaçáo do projeto, conslderando:

l-

a) o meio íÍsico - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos mineraÌs, a topograÍia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d'ág!a, o regirne
hidrológico, as corrêntes marinhas, as correntes atmosféricas; b) o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fâúna e a flora, destacando as espécìes indìcadoras da qualidade ambiental, de vâlor cientííico e econômico, Ía'as e aneaçadâs de êxtinçaq q as áreas de preservação pêrna1ê1tel c) o meio sócio+conômicoÉrl'r . o uso e ocupação do solo, os usos da água e â sócio.economia, desìacando os sítios e ÍnonuÍnêntos arqueológicos, hisÌóricos e culturais dâ comLìnidade, as relâçóes de dêpendência entro a sociedade local, os recursos ambientais ê a potencial utiÌizaçáo futura desses recursos.

.1-'i',t;

@ç,ps:.-Eggfr*

l:#."$

ll - Anáìise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, atÍavés de
identitlcaçáo, previsáo da magnìtude e intêrpretagáo da importâncja dos provávels impactos relevantês, di€crimÌnando: os impactos posìtivos e n€gativos (benéficos e adversos), diÍetos e indiíetos, imediatos e a médio e longo prazos, temporáíios e permanentes; seu grau de reversibiLidadei suas pÍopriedades cumulativas e sinérg'casi a dlslribuiçáo dos ônus e benefícios socials. lll - Definiçao das medidas miügadoras dos ìmpactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despêjos, avaliando a
€íiciência de cada uma delas.

iV - Elaboração do p.ogrâma de acompanhamento e monitoramento (os impactos oositivos e negalivos, indicando os Íatores e parâmetros a serem considerados. ParágraÍo rjnjco - Ao dererminaí a êxecuçáo do estudo oe impaclo Amb.ental o órgâo estâdual competente; ou o IBAI\,A ou quando couber, o Município fornecerá as ìnsÌruções adicionais quê se tizeíem nec€ssádas, pelas peculiaíidades do
projeto ê caracterÍsticas ambientais da área.

Artigo 7o - O estudo de impacto ambiental 3eÍá realizado oor eouioe multldisclolinar habllitada, náo d€pendênte direta oLl lndiretamente do prpponente do proiêto e què será rosponsável tecnicamente pelos resultados
apresentados.

Artigo 8o - Conêráo por conta do pÍoponente do pÍojeto todas as despesas e custos reÍeÍentes á realizaçáo do estudo dê impacto ambiental, tais como: col€ta e aquisiçáo dos dados e inÍormaçóes, trabalhos ê ínspeçóes de campo, análises de laboíatório, estudos técnicos e cientíÍicos e acompanhamento e monitoramento dos impactos, elaboração do Rll\44 e íornecinento de pelo menos S (clnco) ôópias, Artigo 9o
I
estLdo dê jmpacto ambiental o colterá, 1o m,rimo:

'

O íelatórìo de impacto amblental - RIMA reflêtirá as conclusóes do

ll - A descriçáo do projeto e suas altêrnativas tecnotógicas e locacionais, espelificando paía cada um deles, nas Íases de construção e operaçâo a área de influência, as malérias primas, e máode-obra, as Íontes de energia, bs processos E técnica operacionais, os prováveis efluentês, emassóes, r€síduõs de energÍa, os
empregos diretos e indiretos a serem gerados; lll - A síntese dos resuÌtados dos estudos de diagnósticos ambientat da ár€a de iníuência do projeto: lV -.A dêôcriçáo dgs prováve,s ;mpacros arnb:entârs da inplantação o operação oa alivictade, considerando o projelo, suas alÌernativas, os horizo;Ìes de têmlo dê

politicas setoriais, planos e programas governamentàis;

'

Os objetivos e iustificativâs do projeÌo, sua relação e compatibilidade com as

V-A

incidência oos:mpactos e:ndicando os métodos, técnicas para sua identíicação, quantiticaçáo e intêrpretaçáoi

e cr.térjos ad;tedos

coÍnpaíando as difer€ntes situaçóes da adoçáo do projeto e suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não reatização; Vl -A doscriçào do eÍeito esperado das mediáas miligaooías prevÉtas em relacào aos inpactos nogativos, mencionando aqueles q-e não pudeiar ser evitaaos, à o grau de alteÍação espeíado; Vll." O programa de acompannamenÌo e moniloramento dos mpacros,

caÍacterizâçáo da quatidade arnbiental Íutrra oa aíea

de

iníluència,

Vlll

-

Fìecomendâçáo quanto

Pa'ágrâlo ún;co_- O qt[,44 deve ser âpresentado cle ío.rna objeliva e adÊquada a sua compreensáo. As inÍormações devem seí tràduzidas êm linguagem acessível,
conerho Reeio.atde Êconohiã da 6. RLa D or"..o'à Rora sapo ra 989. Me(é! - cEp 808;-t2O-Cu,t.Da . Fone/F.r (41) 3336-o7ot EmàìÌ:corecon pl@ co.econ-pr ôÍs.br !vw..oÉco^ /

comentárlos dê ordem geral).

à

âlternativa mais íavoÍávet (conctusôês €

Réeião/pèran:

'ít2 f , prôrebrr**.**,í*[ì,-

Dc

llustradas por mapas, cartas, quadros, grálìcos e demais técnìcas de comunicação visual, de modo quê se possam entendêr âs vântageÍÌs e desvantagens do projeto, bem como todâs as conseqüênciâs ambiêniais de sua implementaçáo.

Aftigo 10 - O órgão estadual competente, oÌr o ÌBA[44 ou, quando couber, o lvlunicípio terá um prazo pâra sê manifêstâr dê iorma concluslva sobre o RlÌ\,44
apresentado.

ParágraÍo único - O prazo a que se rêfere o caput deste artigo Ìêrá o seu terrno inicìal na data do recebimento pêlo estadual competente ou peia SÉlúA do estLrdo
do impacto ambiental e seu respectivo RIMA.

Aftigo 11 - Respeitado o sigilo industrial, assim solicitando e demonstrando pêlo interessado o RIMA será acessívêl ao público. Suas cópias permaneceráo à disposiQáo dos interessados, nos centros de documentação ou biblÍotêcas da SÉ[.4A e do estadual de conÍolê ambiental correspondente, ìnclusÌve o pêríodo de
análise técnicâ,
S.

1o

- Os órgáos públicos que manifestarem intêrêsse, oL tiverem relação direta

com o projeto, rêcêberâo cópìâ do Rl[rìA, parâ conhecimento e manifêstaçáo' S 20 - Ao deÌerminar a execuçáo do estudo de iÍnpâcto ambiental e apresentaçáo

do RIIIA, o estadual competente ou o lBA[y'A ou, quando couber o l\,4unicípio, deterÍninará o prazo pâra recebimento dos comentários a serem Íeitos pelos óroáos púb'icos e dêmais interessados e sêÌpre que .ulga' lecessá-o ê orãrou"iu u'eâlizaQáo de audiència pública oarã i'fornaçáo sobíe o p-oielo ieus inpactos ambientais e discussão do Bll\rA

Da leitura de referida Resoluçáo e)draem-se os seguintes excertos:

'1. lmpacto ambiental

é

qualquer alteração das píopÍìedades do meÌo

afetam suas ambiente, resultante das atividades humanas que, direia ou indÌetamente'
ativìdades sociais ejgg!0!!Ú.93s.; 2. Atìvidades modificadoras do meio ambiente, dependerão da elaboraçáo ambiental - RIMA' suieitos de estudo de ìmpacto ambiental e respectivo relatóÍio de impacto supletivo' entre elas: à âpÍovação do órgáo estadual competente, e do lBAl'44 em caráter com duas ou mais faixas de rolamento e Projeìos urbanísticos'

Êstradas dê rodagem
acima de 100ha.

nicioais e

seráo 6ubmetidos à 3. O estudo de impacto ambiental e respectÌvo RIMA, ou do Município' dêpendendo da aprovaçáo do lBANrA, do órgáo estadual competente
localizaçáo da obra;

4

Tais Entes Íixaráo as diretrizes

adicionais

que forern

julgadas

e análise dos estudosì necessárias, inclusive os pÍazos para conclusáo

@ç"px"-E^ggll*
il - AnãlEe dos impactrÈ ambientaÌs do projeio

."1|'"iÀuì..

-."'c4? ?\

v Ei i "r> I ^À.

I de suas aÌtErnativas, aÍavés de previsáo intêrpretaçáo da impodância dos prováveis da magnitudê e identiíicaçáo, impactosieÌevantes, discriminãndo: os ìmpabtos Èositivos ê negativos (benéÍicos e adlersos), diretos e ìndìrêtos, imediatos e a médio e longo prazos, temporárioê e
permanÊntes; seu grau

de

reversibilidade; suas propriedades cumulativas e

sinèrg,cas; a disÌribuição dos órus e beneÍícros sociais.

lll - Deíiniçáo das medidas mitìgadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamenios de controle e sistemâs de tratamento de dêspejos, avaliando a
eÍiciência de cada uma delas. lV - Elaboraçáo do programa de acompanhamento e monitorarnento (os impactos positrvos e negativos, indrcando os latoíes e parâmeúos a serem considerados

Parág'alo únlco - Ao determtnar a execLção do estudo de imoacto Ambienlâ' o órgáo êstadual competênte; ou o ìBA|A ou quando coubêr, o Município Íornêcerá as inslruçóes adicionais que se Íizerem necôssárias, pelas peculiaridades do
projeto ê características ambiêntais da área.

Anigo 70 - O esÌudo de Ìmpâcto ambiental será realizado por eouioe multidisciolinar habilitâda, não dependênte direta ou indiretamente do proponentê do projeto e que sêrá responsável tecnicamente pelos resultados
apresentados.

Anigo 8o - Co(eráo por conta do proponente do projeto todas as despesas e clstos reíerentes á realização do estudo de impacto ambiental, Ìais corno: coÌeta e
âquisição dos dados e informagões, Ìrabalhos e insp€çôes de campo, arálises de laboratório, estudos técnicos e cientíÍicos e acompanhamento e moniloramento dos impactos, eiaboraçáo do RIMA e íornêclmento de pelo menos 5 (cinco) cópias,

Ariigo 9€ - O relatório de impacto ambiêntal - RIMA reÍlettrá as conclL.lsóes do
estudo de impacto ambiental€ conterá, no mínimo:

l-

Os objelivos e justiíicativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as

Ì1 - A descriçâo do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando paía cada um dêles, nas fases de construçáo e operação a áíea dê iníluência, as matérias primas, e mão-de-obra, as Íontes dê energìa, os procêssos e técnica operacjonais, os prováveis efluentes, emissóes, resÍduos de energia, os
empregos diretos e indiretos a serêm gerados;

políücas setoriais, planos e píogramas govêÍnamentais;

lll - A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental dâ área

de

inlluência do proieto; lV'A descrição dos prováveis impactos ambientais da imptantação e operaçáo da atividade, considôrando o projeto, suas alternativas, os hodzontès de tèmpo de incidêncìâ dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identlÍicaqão, quantiíicaçáo e lnteÍpretaçáo;

V-A

caracterizaçáo da quatidade ambiental Íutura da ár€a de iníuêncÌa, comparando as diferontes situaçóes da adoçáo do projeto e suas alternativas,
bem como com a hipótese de sua náo reatizaçáo:

Vl - A descrição do eíeito espêrado das medÌdas mitigadoras prêvistas em relação aos impactos negativos, mencìonando aqueles que não puderâm ser evitados,; o
gÍau de aLteração êsperado; Vll - O programa de acompanhamento e monitoÍamento dos impactos:

Vlll -

RecomendaÇáo quanto alternativa mais Íavorável (conclusóês e comêmáíos de o.dem geraD. ParágrâÍo único - O RIMA dêve ser apresentado dê forrnã objeÌiva ê adequada a sua comprêensâo. As inÍorÍnâçóes devem seÍ traduzidas em ling!agem acessível,

à

cônsélho Regional dê É.onomia

d.6r

Região/pàraná

Rla Professorã Roçà SapoBk,989 - Me.cês - CEp BO.81O-120 -

C!rtiba.

pR

Foneltur (4Ì) 3316 0701,

Emaih corccon-pr@corcco.-piors.br

/

\!W.corccoi-proç.b, r *i.co,eánp.o,9.0,

llubtradas por mapas, cârtas, quadros, gráÌicos e demaìs técnìcas dê comunicaçâo visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todâs as conseqüências ambiêntais de sua irnplementaçáo.

Artigo 10

compeÌente, ou o IBA[44 ou, quando coubêr, o prazo para sê rnanìíestar dê forÍìla conclusiva sobre o FLIV]A N,4unicíplo terá um Parágraío único - O prazo â que sê reÍêre o caput deste âdigo terá o seu teímo inicial na data do recebimento pêlo estadual coÍììpêtente ou pela SÊl\4A do estudo
do impacto âmbiêntal e seu respêctivo Rlf,4A.

- O órgáo estadual

apresentado.

Artigo 11 - RespeiÌâdo o sigilo ÌndusÌrìal, assim solicitando ê demonstrando pêlo intêressado o RllúA será acessÍvêl ao público. Suas cópias p€rrnanecerâo à disposiçáo dos interessados, nos centros de documentãçáo ou bibliotecas da SEI\4A e do estâdual de controÌe ambiental correspondente, inclusive o período de
análise técnica,
oÌ" tiverern Íelação direta pârâ RlirA, conhecirnento e maôfiestaqão, com o projeto, receberão cópiâ do e apresentaçáo lmpacto ambiental do estudo de 5 20 - Ao deÌerminar a execução quando couber o Ívlunicípio' o IBAMA ou, competente ou do R|N,4A, o estadual serem Íêjtos peos a prazo pâra dos comentários recêbiÍnenìo o dêterminará oroãos oublicos e de.lais :nteressados e. senpre que jurgar necessá''o orõ'Ììove:á a reâlizaQáo de audié1c€ públ'ca pâra nfo_Í'ìaçáo sob'ê o orojeto e seus impâctos âmbientals e discussão do Rl['4,A.
O.

10

- Os órgãos públicos que maniÍestarêm interesse,

Da leÌtura de reÍerida Resoluçáo extraem-se os seguÌntes excedos:

1. lmpacto ambiental é qualqueÍ alteraçáo das p'opriedades do
atividades sociais e econômicas;

mejo

afetam suas ambiente, resultante das aÌividades humanas que, direta ou indiretamente'
da elaboraçáo 2, Atividades modiÍicadoras do meio ambìente, dependeráo ambiental - RIIVA' suieiÌos de estudo de impacto ambiental e respecÌivo relatório de impacto caráter supletÌvo' entre elas: à aprovaçáo do órgáo estadual competente, e do IBAMA em duas ou mais faixas de rolamento e Proietos uíbanísticos'

Estradas de rodagem com

interesse ambiental a critério acima de'1OOha. ou êm âÍeas considêradas de Íelevante uniciDais e submetidos à 3. O estudo de imPacto ambienlâl e respecìivo RlNlA, seráo ou do Munìcípio, dePendendo da aprovação do ìBAMA, do órgão estadual competento
localizaçáo dâ obra;

4. Taìs Entes Íixarão as

direÌrizes adicionais que Íorem julgadas

e análise dos estudos; necessárias, inclusìve os prazos para conclusáo

@çpnFçoN*
ffijesenvolver'sê-áo,
com as especiÍicidades estabelecidas pela legislaqão;

ii 'i-, X\5'ìr
.-'i,j]d-,

, ""

't:ìuc..

D

a

",i'

no mínìmo,

atividades técnicas de diagnóstico ambiental da área de inÍluência do projeto, inclusive do meio socioeconômico - o uso e ocupaçáo do solo, os usos da água e a sócio-eçonomia,

6. O estudo de impacto ambientalserá realizado por equipe multidisciplinar habilitada. Dentro desÌe contexto, acredita-se viável aïlrmar necessária a presença de

Economista dentre os profissionais necêssários para ÍoÍmar a equipe multidisciplinar, uma vez que há a exigência de estudos dos impactos socioeconômicos da atividade em questáo'
no caso a 2a Ponte Brasil-Paraguei, na Região de Fronteira de Foz do lguâçu-Paraná.

lmportante, contudo, lembrar

o

âmbito

de

atuaçáo dos Conselhos

ProÍissionais, como snlidades de classe deÍensoras das prerrogativas do exercícjo da

ativÌdade pÍoÍissional e Íiscalìzadoras desses PÍofissionais. Possuem, portanto, deveres restritos à Íiscalização, racionalização ê disseminaçáo da técnica Econômica pelo Pais.
Observe-se o que descr8ve a Lei no 1.41 1/51 , sobre a competêncìa do COFECONI

Art 7o O C.F.E.P,, com sede no Disirito Fêderal, terá as seguintes atrÌbuiçõesi

a) contÍlbuir para a foÍmação d€ sadia mentalidade êconômica atíavés da
disseminaçáo da técnica econômica nos diveÍsos setores de economia nacional; b) o.igntar o disciplinar o €xeÌcício da profissão de economista; c) tomar conhêcimento de quaisquer dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais e dirimí-las; d) organizar o seu regimento ìnteÍno; e) exarninar e aprovar os regimentos internos dos C.R.Ë,P. e modiÍicar o que se tornar nêcessário, aïim dè manter â respêctiva unidade de açáo; D iulgar, €m última instância, os recursos de penâlìdades impostas pelos C.R.E.P. g) promover eatudos e campanhEs om prcl da racionalização êconômica do

paísl h) er^anizaí

ê'

e,R,É"P,r

íüÉar rhê

d€€-6€gÊfi€tb+€6i h - íixar a jurisdiçáo e o núínero de rnembros de cada Conselho Reglonal, considêrando os respectivos recursos e a expressáo numérica dos Economistas logalmente regisÌrados em cada Região. íRedaôão dada pêla Lei no 6.537. de
1978)

j)

Ì) elaborar o programa das atividades íelâtlvas ao dlspositivo das lelras a e 9 para sua realizaçáo por todos os Conselhos;

serviÍ de órgão cohsúltivo do covêrno em matéria d9 ecoíomia

pÌoÍi6aslonal.

consêrho Reeionãldê Êconomi. dâ 6:
Fofe/Faxi (4I) J116.0701 -

Reglào/pa.aná
c!íitiba
b r

Âu. P.oÍe$oÍé Rosa sâporski. ese - Mêí.é5 - cEp 80.810-120
Ema

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I

ÌÌ corecon,p.@corecon- pr.o€

/

www

coecoi -pÍ.org.bí / M.co.econpr.org bì

Os CORECON'S, por sua vez, têm papel no auxílio de algumas dessas
atividades, observe-se:

Art 10. Sáo atribuições do C.R.E.P: a) organizar € manteÍ o rêgistro proÍissionaÌdos econonistas; b) fi6calizar a proíssão do economista; c) expedir as caítekas profissionais;

d) auxlliaÍ o C.F,E.P. na divulgação da técnicâ . cump mento do programa rcÍeddo no art 7ô, lêtra i; ( reíere-se as ativldades desc las nas alíneas a e g do
artigo supra mencionado) e) impor as penalidades referidas nêsia Leìi 0 eJaborar o seu Íegimento intemo para exames e aprovação pelo o.F.E.P.

Vê-se que a Lei de regência, dos Conselhos de Economia e do ProÍissionaÌ

Economista, náo contere poderes coercitivos a Íim de possibilitar uma atuaçáo judicial ou

administrativa coercitiva, no intuito lnÍraestrutura de Transportes

de obrigar o DNIT

-

Departamento Nacional de

-,

observar

a

Resoluqão do CONAMA supra citada

e

a

legislação correlata. Outrossim, como Autarquia Fedeíal e, assim, ente Estaial, tem o dever

de comunicar aos órgáo responsáveis pelo projeto a existência de Jalhas e ou omissões, em
atividades administrativas vinculadas, cuio suporte legal, aparentemente, Íoi inobseÍvado.

Nada obsta, também, da comunìcaçáo ao Mìnistério Público Federal e Estadual a respeito da existência da elãboração de EIIVRIMA para a obra mencionada, descrevendo com pormenores

que se entendem presentes E, principalmente, a composÌçáo da equipe multìdisciplinar que formulará o diagnóstico

as

irrêgularidades

ambiental da área de inÍluência do projeto, visto que exìstem impactos socloeconômicgs a

sêf0m avaliadoS.

Ministério Púbiico tem como uma de suas funçóes institucionais a deÍesa do mêio ambiente e está compromêtido com a oÍdem jurídica e com

lsso porque

o

os interesses indisponíveis da sociedade, deÍinidos na Constituição e nas leis.

1iïl\u,..

i!'
Expostos os Íundâmentos, sugere-se a elaboraçáo de oÍícios ao DNIT e
l,4inistérìo Público (Federal

tf

';n;,

It'0,1,.*'

e Estadual), abordando

comr poÍmenores

e critérios técnicos

especíÍicos, sobre o entendimento da nêcessidade de inclusão na equipe muttidisciplinar de proÍissional Economìsta, por enconÍar na legislaçáo ambiontal suporte necessáÍio paÍa êssâ
aíirmaçá0.

Pracurador Jurldíco CORECON.PR

Ministérlo Públi.o Federol Paocunaoonn or RepúeLtc,A No Muxrcipro

MPF
Despacho:

Procurodorio ,do Repúblico no Poronó
or Foz oo lounçu/Pn

ln'ouérito Civil MPF/PRM/FUPR 1.25.003.006227 12007-99 Assunto: Construção da 2" Ponte BR/PY Área temátìca: 4" CCR

Na esteira do despacho deÍ|s.7701771, sobrevieram as respostas aos ofícios expedidos.

A secretaria Executìva do Ministério da Justiça optou

por encaminhar os questionamentos de efetivos para o DPF e para a PRF. cada qual respondeu na forma de fls. 821 e 8271828, respectivamente. Ëm
suma, os óÍgãos informam que existem concursos públicos em andamento para aumento do efetivo e âlegam que as necessidades da 2" Ponte serão
levadas em consideração.

A Divisão da AmérÌca Meridional ll do lúinistério das
Relações ExtêÍìores encaminhou os anexos com as ìnforrnaçôes dos órgão de fronleira (fls. 7811817), em levaniamento efetuado no final de 2009.

CONA[,4A 'o: respondida pelo IBAMA (f1.826). Conforme este, os questionamento

Já a

.nquiação encanirhada

ao

nêcêssidade de aprovaÇão

do desmembramento do

icencÌame

verificados, após a conclusão da análÌse do EIA/RIMA

Desiarie:

fwpF
Minislário Púhliro Faderal

Proçurqdoriq do Repúblico no Poronó
I

1)
das fls. 175/180

Ofìcìe-se novamente cordialmente

à

Secretaria Executiva do CONAI\,IA, com prazo de 60 dias, encaminhar cópia

e

192/193 todas do anexo 01 e Í1. 826, indagando sobre a

possibilidade

do

desmembramento

do

licenciamento,

bem como

a

necessidade/desnecessidade

de

aprovação

do

desmembramento do

licenciamento ambiental, nos moldes da aft. 12, 51", da Resolução CONAMA
237197, rcferenle âo empreendimento da Segunda Ponte lnternâcìonal entre Brasil e Paraguai. Frisar que se pretende uma respostâ que espelhe a posição do CONAMA e náo do ìBAMA, já que o ofício anterior endereçado ao
CONAI\,14

foi respondido pelo segundo, através do ofícÌo 011360/2013-85

DILIC/IBAMA (em anexo).

2)

Oficie-se cordìalmente ao DILC/IBAMA com cópia

de íls. 840/846, para que no prazo de sessenta dias se manifeste sobre a
posição do CoRECON-PR de ìndispênsabilidade da presença de economista
na equipe técnica responsável pelo EIA/RlMA, relacionado ao empreendimento da 2" Ponte Brâsil-Paraguai em Foz do lguaçu/PR.

Foz do lguaçu,

2013.

lexan
P

rbosa
rador ública

MPF
OÍício no 2í 65/20í 3/PRM-FOZ

Procurodorio do Repúblico

Minisilério Públi.o Fêdêrôl

no Pqronó

Paocualoonrl ol Repúslrcl No Mur'rrcipro oe Foz oo lculçu/Pn

Foz do lguaçu,09 de dezembro de 2013

Ao Senhor Francisco Gaetani Secretário Execuilvo do CONAN,4A Esplanada dos Ministérios, Bloco B, lvlinistério do lvleio Ambienie Brâsílie-DF - 70.068.900

-

60

andar, sala 600

Senhor Secretário,

A fìm de instruìr o
no prazo de 6O (sessentá) dias, informe sobre a

InquérÌto

Civil Público

n

'1.25.003.006227/2007-99, com base no artigo 8o, lì da LC 75i93, solicito a Vossa Senhoria que'

possibilidade

do desmembramento

do

licenciamento, bern como a necessidade/desnecessìdade de aprovação do desmembrarnento do licenciamenio ambiental, nos mo des do aÌÌ. 12, 51", da Resolução CONANIA 237197, referente ao empreendimento da Segunda Ponte lnternacional entre Brasil e Paraguai Friso a pretensão de uma resposta que espelhe a poslção do

coNAMA e não do IBAMA, já que o oficìo anterìor endereçado a esse órgão (coNAMA) Íoi respondjdo pelo lBAIMA, medlante o oflcio 011360/2013-85 DlLlcÍBALA

Aienciosamente

Procurador da República

Ministério Público Fedêral - ProcuíadoÍia da República em Foz do lguaçu/PR Avenida das Cataratâs, no 42 - lú. Boicy
Foz do lguaç!/PR

-

Cep.l 85.853-000

-

Telefonel 45

- 35214500

AR
DFST
CONAMA . T'lINISÍÉRIO DO MEIO AMBIEITIE FRÂNCISCO GT€ÌANI. SECRÊÌÁRIO EXECUÌVO DO CONAMÀ

E:ftïJ,i,"#

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600

ENV/PRM-tGU-PR4000264,20í3

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ENDERaço paRADEVoLUçÃo No vERso / ÁDREssE DE REÍoúÊ DÁNs LE vERs

,./:-

MPF
Of

Procurodorio do Repúblico

Minislério Público Federol

no Poronó

Pnocunlooan ol REpúBLtcA No MulrrcÍpro oe Foz oo lculçu/Pn
ício no 21 65/20'l 3/PRM-FOZ
Foz do lguaçu, 09 de dezembro de 2013

Ao Senhor Francisco Gaetani Secretário Executivo do CONAMA Esplanada dos l\rinistérios, BÌoco B, Ministério do Bresílie-DF - 70.068.900

l\,4eio

AmbÌente

-

6o andar, sala 600

Senhor SecretárÌo,

A fim de instruir o
no prazo de 60
(sessenta) dias, informe sobre

lnquériio

Civil Público

n.

1.25.003,00622712007-99, com base no ariÌgo 8o, ìl da LC 75/93, solicito a Vossa Senhoria quê,

a

possibiljdade

do destnembramento

do

licencìamento, bem como a necessidade/desnecessìdade de aprovação do desmembramento do lìcenciamento arnbiental, nos moLdes do ari. 12, S1', da Resolução CONAI,IA 237197, referente ao empreendimento da Segunda Ponte lnternacional entre Brasil e Paragual Fdso a pretensáo de uma resposta que espelhe a posição do

coNAMA e não do IBAMA, iá que o oficlo anterior endereçado a esse órgão (coNAMA) foi
respondjdo pelo lBAlVlA, mediante o ofício 011360/2013-85 DILIC/ìBA[/A

Atenciosamente

arbosa Procurâdor Repúblìca

lvinìstérìo Públìco Federal - PÍoc!radorìâ da RepÚblica em Foz do lguaçu/PR Avenida das Catârâtas, no 42 _ M. Boicy
Foz do lguaçu/PR

- cêp.: 85.853-000 - Íelefonei 45 -

3521-4500

AR
DESTINA
CONAMA. MINISÊRIO DO MEIO AMBIENÌE FRÁNTISCO GÁÈÌÁNI . S€CRÉTÁRIO EXECúÌÌVO DO CONA!,IA

E:ftïJ,i,"#:i"'.J|li$=""s'BLoco

B'6qaNoÁR's

600

ENV/PRM.tcU-PR{000264r2013

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ENoEREço paRADEvoLUçÃo No vERso / ÁDRÊssE DE REÌoúíR DÁNs LE vERs

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DA REpúBLtcA

Procurodorio do Repúblico

Minidérlo Ribliro Fêderol

no Poronó

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No MutrcÍpro oe Foz oo lcunçu/pn

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Ofício no 2í 66/2013/PRM,FOZ
Foz do lguaçu, 09 de dezembro de 20í3

À Senhora Gisela Damm Forattini Diretora de Licenciamento e Qualidade Ambiental Scen. trecho 2 - Ed. Sede do IBAN,,IA
BrasilÌa/DF

IBAN4A

-

70.818-900

Senhora Diretora,

A fim de instruir o lnquérito CivÌl Púbtico n.

1

.25.003.006227 t2A07 -99,

solicito a Vossa Senhoria que, no prazo de 60 (sessenta) dìas, manifesie-se sobre a posição do CORECON-PR de indlspensabilidade da presença de economista na equipe técnÌca responsável

pelo EIAJRI[íA, relacionado ao empreendimento da 2a Ponte Brasil-Paraguai ern Foz
lguaÇu/PR.

do

Atenciosamente,

rês Bârbô da República

Ministério Público Federal - Procuradoria da Repúbllca em Foz do lg!açu/PR
Avenida das CataÍatas, n" 42 Foz do Ìguâçu/PR

-

\4. BoÌcy

-

Cep.i 85.853-000

-

Telefonê: 45

-

3521-4500

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gRÁStlEtRo Do MEro ÀMB|ÉN !Ê Ê Dos ÂEiuRsos
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GISELÁ OÀMM ÊORÁT'TìNI

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oFlclo ll. 216dr2013 gCEN, ÌiqCTO 2 . EO,
BRÀSlLlAlDF
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t0.818-900

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MINIS"N!&TO Do MEIO AMETf,NTE INSÍITUTO A&{SILEIRO DO MEIO AMBIENÏE E DOS AICURSOS NATUSiIS RENOVÁITÌS Dlmtorla do Licoúi@nto Postat Do 09566 B6üa . DF SCEN Trecho 2 EiL Sedè do lbMa -

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nlbiotal

cEP: 7081a-900 e Têlefo@r (61) 3316-1282- 1670

Bw.ib@ govóÍ

oF 0200 1.000709/20 14-34 DILIC/IBAMA Bmsilia,24 de janêiro dê 2014.
Ao SenÌ)or AìexaÌldre CoÌlaÌ.es Barbosa Procurador da Repúbìlca do Ministério Público Fedemì/Prm/Foz do Ig!ôçu/Pr Avedda das Cataratas, n' 42 - M. Boicy FOZ DO IGUACU . PARÁNA CEP.:85.853 000

Assültor Rêsposta Ào Ofício n02166/2013/pRM-FOZ, Licenciamento Âmbiental da Potrte Binaclonal sobre o Rio PaÌãtrá, Ref. IÌrquérito Civil híblico n" 1,2s,003,006227/2007-99
Senbor Procurêdor da Repúblicâ,

Em ateÌrção ao Ofïcio n'2166/20l3/PRM-FOZ, solicito que seja elviada a esta diretoúa uma cópia do documeoto contendo a malifestação do CORECON-P& acerca da equipe técnica responsável pela elúoração dos estudos ambientais do empreendimento em questã0. Taì sollcitação baseÌa-se no fato de quÊ o documento citado não foi encontrado no sítio eletrôDlco do Conselho Reglonal de Ecorìomia do estado do Paratá.
ALeÌrcÌosamente,

THO Diretor

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24/01/2014 . 14108

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