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EN.rE ^MBt Dos R!ìc{rRsos N^TURÁts RrNovÁvErs

Memorando no

5L,

/DILIC/IBAMA Brasília,

ry',ll

de maio de

zoio.

Ao ProtocoÌo Geral. Sr'' Lucianâ de OÌiveim
Assunto: Solicitação de Abertura de Plocesso.

l.

Solicito a abertura de pÌocesso visando o licencianlento ambiental do seguinte
BR-277/PR - 2" Ponle sobre o rio PÂÌaná Empreend€dor: Depaftamento Nacional de Infta-Estrufura de Transportes CNP.I/CPF: 04 892.7071000 l -00

ernpregndime4loì

Atenciosâmente,

Diretorde t.icenc;anìento Arìbientâl

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MINISTERIO DO I!]EIO AMBIENTE, MMÁ BRAS|LEtRo Do MEto aMBTENTE E Dos REcuRsos NATURAtS RENovÁvEts . TBAMA SISLIC ' Sistema de Licènciãmenlô ÁhbiêniâlFèdêrâl

Denominação do Empreendimento: BR-277/PR - 20 Ponte sobre o rio PêÍaná. N" de acompanhamento: 20'1 0.05.020.0069720.

Ìipologìa: Rodov a. Procêsso Arquivado? Não.
Situação do empreendimento: Aguardando Anéllse FornìuláÍo de Abeíiura de Píocesso (FAP). Processo de Regularizaçáo? Não. Coordenação Responsável peto Proc€sso: CGTIúO.

EmpreendedoÍ: Departâmento Nêc onê de lníÍa-EstrltuÍa dê Transportes
CPF/CNPJ: 04.892.707l0001-00.

Data dê Éntrega da FAP:17lO5l2A1A 11.32:3A.

Ìrecho: FronteíÌa B.asii - Fronleira

Paraauai.

Sub-Trecho: Foz do lguaç! - Pres denle FÍanco.

Segmento: 20Ponte sobre o no Pâíanè.

Ëxtenção: ,07 Km.

Clássê da Rodovia: Plânelada

Código(s) PNV (só pâra rodoviâs federais): 2 77bpr90002

77bp r901 02 77bp 19020.

UNIT(s) envolvida(s) (só para ÍodovÌâs Íederajs):

9o UNIT.

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lrll.rrsrenro oo MEro ar/rBrÊNÌE - MMA rrsrrruro enasrlErRo Do MÉro aMBTENÌE slsLrc - sistemã de Licenciamênto anbiental

Ê DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBÁMÀ

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Estado

Mun;cipio

Longitude
054

Latitude
25 22 50.5 S

3i 003w

Unìdades da Federação e m

cipios na área intêrcêptada pêlo tÍecho

Municípios envolvjdos: FOZ DO IGUACU / PR

lntervenção

Observãçào obÍes especiais

Bioma

envolvÌdo

lobservação acêÍca do Bioma envotvìdo

unidadê de Consêdaéão

Competència

Coíredores dê Proteção Ambiental: não Existência de ÁÍeas PÍioritárias para
rea priorìtária

Siodiversidâdê
Observaçáo aceíca da área prioritária

w

MINISTERIO DO I

IEIO AMSIENTÉ - MII]IA

INSTIÍUTO ARASILEIRO OO MEIO AMBIÉNTE E OOS RECURSOS NATURÂIS RENOVÁVEIS SISLIC - Sistema dê Licênciãmênto Àmbìêntâì

Potencial de existêncìâ de cavidade naturais nã árêâ: Náô há

Região HidíográÍicã Regiões HidrográÍicas envolvidas no empreendimentor PaÍaná.

Corpos Hídricos Atravessados:

Píêsença de tearas indígenas nas áreas âIetadas TerÍa indígena:

Referènciâ dê áreas Íombadas, de Patrimônio Hisrórico ou sirios a.qu"otOgi"o"

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lEstimativa dê populacáo atinoida
Estimativa do número cle famÍlias a seíem desapropriaclas: 0. Estimâtiva do númêro de propriedades a sêrêm desapropriâdas: 0.
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Áreas urbânas intêrcêptâdas pêto empí€êndimento
0

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IVINISTËRIO DO MEIO AMAIENTE " MMA INSTIÌUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RÉNOVÁVEIS - IBÂI{A SISLIC - Sistemâ dê Licênciãmento Ambiênial Êederal

Dados do{s) Contato(si Nome

Endêieço
SAN Quadra

Emaiì
03 lole

A

Éd 3315-4135 3315-4033 jair sarmenlo@dn 1.gov br

Núcleo dos TËnspon€s BrasiLia
BRASLLIA/DF CE P:700,10 902

lnformaçõês sobre licenças emìtìdas poí órgãos ambieniais

lnstituição

do documento
Sem

l.íoÍmâ€o.

Sem lnioímação.

Informações sobÍe.êstudos ambientais já realizados DescÍição do Autoria dó
Responsável
Data

ObseÍvações

Sem níoÌmâçãÕ Sem rnÍom!ção

Sem nÍôrmaçãô S€m nfômaç:o

do
lnÍormaçlo. Sem níormãção.

Sem

Sem ifÍormação

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LICENCIAIlIENTO AMBIENTAL FEDER-AL

SOLICITAçAO DE LICENçA Licença Prévia - LP

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DADOS DO REQUERENTE

Nome ou Razão Social: Departamento Nâcionalde lnfG-Estrutuía dê Transportos

Número de lnscíiçãoi 671360
CNPJ/CPFr 04.892.70710001 -00

EndeÍeçoi QUADRA 03, LOTE A, S/N, ED N DOS TRANSP 4 AND
Fax:3315-4050

CEP:70040-902

Ïêlêionê:3315-5410

Email: diretoria.geral@dnit.gov.br Baìrro: SAN

Município: BRASILIA
Estado: DISTRITO FEDERAL
DADOS DO EMPREENDIMENTO

ldentìficador: 2010.05.020.0069720
Nome: BR-277/PR - 20 Ponte sobÍe o rio Paraná

Tipologia: Rodovia
Valor do Empreendimento: Rg 2.800.000.00
lnfoímações AdÌcionais: A obra compreende a construção de ponte sobre o rio pâÍaná enlre Foz do lguêçu e Presidente FÉnco/PY, dos cenÍos de ironteÌra no Brasire no paÍaguai e dos seus acessos desde as rodovias BR-277|PR e Rutâ 7/PY. A extensão dos acessos até as rodovias Íedê€rs tem poí objetivo sêgregar o tráfego da ponie, evrtando-se o uso da infrá-estrutura úíbanâ por taáíego de caÍga e os pÍoblemas operacionaÌs

dêcorrentes da

interação do iráfego loca .Estâ obra visa gâranur o íluxo e a integíâção com o paraguâi, âliamenie compromeudo na
ponte e a seleção do traçado dos acessos são queslões interligadas que seéo deÍlnidas em projetos,

Declaro, para os devidos Íins, que o desenvolvìmento dâs atividadês relacionadas nessê rcquerimento realizar_se_á de acordo com os dados transcrltos no foÌmurárÌo de soìicitâção de aborturâ de processo.

LUIZANÌÔNIO PAGOT
Data de envio da solìcitação: 17l05/2010

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Êsiê documento íoi serado peto poriarde serviços on-L ne do rbama e rem varor c#:"Jffi.#jçìd SCEN - SetoÍ de Clubes Esportvos Noire, TÌecho 02 - Edjíc o Sede IBAMA, Btoco,,C,,, Brasí

18-900.

MrNrsrBnro Puerrco FBoBner
PrrrrnrDonr.l o r Rlnr'rnu<:.". xo lÍrr,r.'icil:o ul Iìrlz oo Ìôr,rqtr/r,tt

OfÍcio

n. Ìtt5

/2Ot OlPRtu/rypR Foz do lguaçu, 12 dê mâio de 2010

Ao llmo Roberto Mêssias Franco Diretor de Licenciamento e Qualidade Ambiental Scen, tÍecho 2 - Ed. Sedê, Bloco C, 1e ândar 70.81 8-900 - BrâsÍlia-DF

-

IBAMA

Sênhor DiÍetor,

A Íim de instruir o
cópias dos autos do Processo n, 02001
.001

lnquérito

Civil Público

n.

1.25,043.00622712007-99, solicito a Vossa Sênhoria, no prazo de 30 (trinta) dìas, 329/07-98, após Íls. 64, pois as peças

anleÍiores já Íoram enviadas em outras oportunidades,

Atenciosâmetl€,

Alúandre Ôaíares Barbosa
Procurador da Fepública

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Documento: 02001.004870/2olo_5g

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INSÍITUÍO BRÂSILEIRO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AÍI{BIENÍE -MMA E DOS RECURSOS NATURÂIS RENOVÁVEIS SISIEMÀ DE CONÍROLE DE PROCESSOS E DOCUT,IEiITOS

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Encaminhamento de Documento DOCUMENTO
No

Documento: 0200'1.00723112010-40 Orisem: DNIT
10

Data: 25105/20
No No

do Objelo:

original: oFíclo

N" 1367l2o1olFc

Assunto: DOCUMENTAçÂO E INFORMAçÃO

Resumo:

BR-277|PR - 2" P1NTE INTERNACIONAL ENTRE FOZ DO IGUAçU (BR) E PUERTO PRESIDENTE FRANCO (PY) - SOLICITAçÃO DE CONVERSÃO DA
EIA"/RIMA PARA ESTUDOS AMBIENTAIS EAJPCA. ANEXO, PROPOSTA DE

TERMO DE REFERÊNCA PARA ESTUDO AMBIENTAL DA SEGUNDA PONTE
INTERNACIONAL BRASIL-PARAGUAI. ANDAMENTO

Remetente: PRESI
Data de

Destinatário: DILIC
2510512010 14t36

Andamento:

ObSETVAçãO; DE ORDEM, PARA ANÁLISE E DEMAIS ENCAMINHAMENTOS.
Confirmo o receb'mento do documento acima dêscriio

Assinatura e Carimbo

ÂNEXOS

DocuüENTo l{Ão possul aNExos

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Documento: 02001.007231/201040

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Á co.stÍuçã'-, dr. Lisina Hi.irelelrica ltaìp'; êirrcio|aÌ. a ;ri.ic: ric ]ì:ì:rrrii:. iiqelaçào {Ìe eltergia. ej]l ì(-)7i. cDntribrÌlt piua o increnjefir!-, iç ciìr,rí:rji!:1ai..t :i t'auna reglooai. e i'rrple:lenrcl nieiidrrs ccnçen:atôri:s leiererte: ;:."ì: ::r J.\rìat.-.1 ambientais teg.ativos pìoliúaÌÌdos !01Ì, 3 Ìo!niaqâc il,l ".tlelh. .:l rc.,.1,-. ,1,. bêr:êgem. dentÍe elas. â a,ltliiiçà.'l di át.as.ìil.iceÌìie5 ì,iìiè 5 i:tiìi::,) iij ÌriiiÉ:a., biológicos erÌr ïerìtri, i,:ìs l)rrsiìeir,l ." pàrr',1ünio.
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dssiÌ1 sen(lo. eüçi,r!-1inhíjiI()s ari.\!ì. !ì.0Ì:j,)s)ia ,.1e lefliro d; Referê::.Ìtt ;:[;; eiábrr'âçâo do:i Esiudos A1ÌltìiÊ,iìtêis . PÌi.r1i: dç Í-cÌniioìÊ ÀmbieniÀì EA,PC.ì. ;io in:.rjr,:r .:i-- .:..:

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MINUTA DE TERMO DE REFERÊNCIA PARÂ ELADORAçAO DE ESTUDO AMBIENTAL - EA E PLANO DÉ CONTROLE ÁMBIENTAL - PCA PAR.À A SEGUNDA PONTE INTERNACIONAL BRÂSIL - PARAGUAI

1. rNÌRODUçÃO Este Termo de Referência - TR, tem como objetivo dêterminar a abrangência, os procedimentos e os critérios parã â elâboração do Estudo Ambiental - EA e Plano de Controle Ambientâl - PCA, instrumentos que subsidiarão o processo de licenciamento ambiental para as obras de'lmplantação dâ Sêgundã Ponte lnternacional Brasil-Paraguai, sobre o rio Paraná, e âcesso, extênsáo de'18 km.

lnicialmente, deverão ser apreseniadas duas cópias do EA,/PCA, uma em formato impresso e outra em foÍmato digital, para análise preliminar e veriÍicação do atendimento dos itens constantes deste Termo de Rêferência (check list).
Posteriormente a esta análise preliminar, caso se revele adequado o estudo, sèrão definidas por este lnslitulo o número de cópias necêssárias do EA, as quais deverão ser enviâdas para encaminhamento postêrior âos Municípios e dêmais órgãos interessados.

EAJPCA a serem elaborados deverão obrigatoríamente atender a itemizaçáo (numêração dos itens) âpÍesentada a seguir neste Termo de Referência, sendo que êsta condição será observada quando da realizaçâo do

Os

check lìst. 1.,I PRocEDIMENÍos oÉ ÜCENoIAMENTo

O lnstituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA procedeÍá ao licenciamênto ambiental do empreendimento, de acordo com o Art. 10", S 4'da Lei N0 6.938/81 e o Decreto 99,274, de 06.06.90, no seu Art. 19o, S 50, ouvindo o Órgão Estadual de Meio Ambiente, doravante denominado OEMA, do Estado do Paraná, e os preceitos do Art. 40, S 1o da Resolução CONAMA No 237197, alêm de outros, obÍigâtoriamentê agregados
ao processo de licenciamênto ambìental. 1.2 REGULAMENTAçÃo APLrcÁvEL Deverão ser considerados todos os dispositivos legais em vigor, a nívelÍederal, estadual e municipal, referente à utilização, proteção e conservação dos recursos ambientais e ao uso e ocupação do solo, sendo que entre êstes deverâo sêr destacados: Resoluções CONAMA n'001/86, 013190, e237197, entre outras.

LeÌ no 9.985, de 18.7.2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação e regulamentação pelo Decreto Federal 4340/2002.
Lei no 4.771165 e alteÍaçóes, que institui o Código Florestal, estabelecendo as áreas considerâdas de preservação permanente.

DecÍeto n' 750/1993, que dispóe sobre o mrte, a exploração e a de vegetaçáo pÍimária ou nos estágios avançado e médio de Íegenêração da Mata Atlântica, ê dá outras providênciâs.
Demais normas aplicáveis ao empreendimento em questão.

Deverão ser considerados todos os dispositivos legais em vigor em nível federal, estadual ê municipal, refêrentes à utilizaçáo, pÍoteção e conseívação dos recursos ambientaìs, e ao uso e ocupâÇão do solo. considerar, ainda, a Resolução CONAMA No 237197 em seu Art. 10o, g 1o " no procedimento de lícenciamento anbiental deverá constar, obigatoriamente, âs ceftidões das Prefeituras Municipaís, declarando quê o local e o tipo de emprcendimento ou atividade estão em conformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação do solo " .
1.3 ABORDAGEM METODOLÓGICA

1.3.1 Estudo Ambiental - EA.

Os estudos deverão ser elaborados através de análisês integradas, multi e
interdisciplinãrmente.

Posteíiormente, a caracterizagão e os resultados obtidos deverão balizaÍ as conclusÕes a serem apresentadas em Íorma de um Diagnóstico Ambiental Simplificado e Programas Ambientais que deveÍão contempler todo o tÍecho, devendo ser adaptado para cada trecho, que estão em fases distintas de licenciâmento e construgão.

Todas as refêrênciãs bibliográficas utilizadas dêverão ser mencionadas no texto e relâoìonadas no capítulo próprio, contendo, no mÍnimo, as ìnÍormaçÕes
referentes a autor, título, origem, ano è demais dâdos que permitam o acesso à publicação.

Caso exista algum tipo de impedimento, limitação ou discordância para o atendimento de qualquer dos itens propostos, sua omissão ou insuÍìciência
deve serjustificada com argumentação objetiva, porém bem Íundamentada.

í.3.2 Diagnóstico Ambiental

O diagnóstico deveÍá caracterizar lnfluência do empreendimento,
socioeconômicos-

â situação ambiental atual das Áreas de

nos aspectos físicos, bióticos

e

ãpresentiados descritivamente, em tabelas, diagramas e gráficos dê forma a facilitar a visualizaçáo destes como um todo. Os resultados dos levantamentos ê dos estudos deverão ser apresêntados com o apoio de mapas, gÍáÍicos, tabelas e fotograÍlas.

Os dados obtidos deverão ser

1.3,3 Apresentação dos Dados Digitais

Textos

Deverá ser entregue ao menos uma via do estudo em meio digital ( foÍmato PDF e/ou documento de texto, preferencialmente em arquivo único, devendo ser evitada a subdivisão do estudo em excessivos aÍquivos, Dados Os dados gerados e/ou utilizados pelos estudos devem seÍ apresentados em formâto digital (CD) em Íorma de tabelas completas, nâs quais os rêsultados Íísico-quimicos, listas de fauna e flore e dados sócioeconômicos, entre outros, devem constar com seus respectivos pontos ou vértices das áreas geográflcas amostradas.

As localizações geográficas dos pontos ou das áreas devem ser aprêsentadas preferencialmente no datum SAD69 no Íormato de coordenadas planas ou
geográficas.

Mapas
georreferenciados preferencialmente no dãtum SAD69 no formato de coordenadas plânas ou geográficas e epresentados, numa escala compatível com as dimensóes das áreas de influência diretâ e indireia da atividade, devendo ser claramente indicada e justificada a sua escolha.

Todos

os

mapas desse estudo deverão estar

Deverão ser seguidos padrões e normas técnicas em cartografia adotadas, propostas e referendadas pelo CONCAR - Conselho Nacional de CartograÍïa.

O refêrenciâmento geodésico dêverá ser efetuado tomando como reÍerência padÍão segundo definição do IBGE - reÍerência quanto a Datum Vertical e
horizontal e demais padrÕes cartogÍáficos. Deve-se espêciÍicâr claramentê quâl sistema de pro.ieção foi utilizado - seja UTM, WGS84 ou outro compativel com sistema adotado no Brasil.

entregues nos formatos passíveis de exportação parâ sistema AÍccis ou compâtíveis com padrão OpenGlS.

Os mapas vetoriais deverão ser

lmagens georreferenciadas, se apÍesentadas, deverão ser entregues em formato GEOTIFF.
Quando apresentados os arquivos em formato CAD deveráo apresentar níveis de inÍormação de acordo com a natuÍêza temática - rios, esiradâs, limites, etc.

Os atÍibutos relacionados a cada elemento gráïico que não puderem ser
identiíicados através de nlveis de informação, deverão ser armazenados em bancos de dados, planilhas ou ÍoÍmatos compalíveis. As feições cârtográficas apÍesentadas deverão estar consistidas quanto à sua topologia e toponímiâs. Adotar padrão de legenda vigente segundo normas CONCAR, IBGE, DSG,

A escâla dêverá ser condicÌonada ao tìpo de empÍêendimento em a predominantementê linear, espacial, pontual, por nível de exigência de acuíácia i e precisão especÍficas de cada classe de empreendimento.
Deverá ser considerada quando da representação de informações na forma dê mapas temáticos o fator unidade mínima de mapeamento, a ser deÍinida segundo escala e acurácia requêÍida.

2. IDENTIFICAçÃO DO EMPREENDEDOR E EMPRESA CONSULTORA

2.í

lDENTrFrcaçÃo Do EMFREËNDEDoR

Nome ou razão social; Número do CNPJ; Endereço completo; Telefone e Íax; Representantes lêgais (nome, CPF, endereço, Íone, Íax e e-mail); Pessoã de contato (nome, CPF, endereço, fone, fax e e-mail); e Registros no Cadastro Técnico Federal (IBAMA). 2.2 loENnFrcAçÃo
DA EÌlpREsA

CoNsuLToM

Nome ou razâo social; Número do CNPJ: Endereço compleio; Telefone e fax; Representantes legais (nome, CpF, endereço, fone, fax e e_mail); Pessoa de contato (nome, CpF, endeÍeço, fone, fax e e_mail); Registros no Cadastro Técnico Federat (tBAMA);

Registros no Cadastro Técnico Federal de todos os técnicos responsáveis pela elaboração do RCA,/PCA, bem como os registros em órgãos ou consethos de classe, quando couber.
3. DADOS DO EMPREENDIMENTO

3.1 CARACTERIZ/ÇÃO DO EMPREENDIMENI O
3.1.1 HistóÍico do Empreendimento Aprêsentar um relato sintetizado do projeto, informando suas particulaÍidades e indlcando os passivos amblentais existentes, por catêgorias, isto é, reÍerentes ao meio tlsico, biótico e socioeconômico.

3.1.2 Obietivos do Empreendimênto

Apresentar os objetivos do projeto de adequação da capacidadê e melhorias operacionais da rodovia, com indicação das melhorias resultantes no sistema de transporte hoje existente.
3.1.3 Justificativas para o Émpreendimento

Apresêntar as justiÍìcativas para o projeto, abordando os aspectos técnicos, ambientais, econômìcos e sociais.
3.1.4 Localização GêogÌáfice

Apresentar mapa com a disposição do empreendìmento em escalâ adequada, usando-se de base cartográÍìca oficial, dê modo a fornecer os sêguintes itens:
Loôalização geográfica da rodovia existente; Locais em que estáo previstas as obÍas;

Malha viárìa existentê; Píincipais núcleos urbanos (vilas, povoados) da Area de lnfluência: Tipologia vegêtacional na Área de lnfluência Diretai Localização das prováveis jazidas, cântêiroìe-obras e áreas de apoio; Principais áreas rurâis produtivas atravessadas; lndicação de interferências considêradas relevantes. 3.1.5 Alternativas de Traçado

ldentificaçáo

e

descrição das alternativas

de traçado propostas

pelo

empreendedor para a implântâçâo do empreèndimento.

3.2 DESCR'çAO OO EMPREEND'MENTO Descrever

o

empreendimento com base nos dados técnicos disponlveis

devendo-se considerar:

Lisiagem e descrição de todas as obras propostas, contendo os tipos de intervenções, extensáo e localização das mesmas êm relação à rodovia;
2) A seçãoÍipo (pistas de rolamento, acostamentos e faixa de dominio); 3) O tipo de revestimento a ser utilizado na faixa de rolamento e acostamento;

i)

4) A estimativa de volumes de terraplenagem compreendendo cortês, aterros, carâcterizândo aìnda as árêas de empréstimos, bota-Íoras, .iâzidas e resuperação do acostamento;
5) A áÍea a ser âfetada por remoção de vêgetação;

6) O destino dos resíduos sólidos, tíquidos e eftuentes das atividades inerentes à implantação do empreendìmento, informando sobre a eventual existência,

42#/*
localização e licenciamento ambienial de atenos sanitários destinados a rêsÍduos, usinas de reciclagem, etc,

7) A oÍigem, quantiÍicaçáo e qualiÍicação ds mão-dê-obra (astimativa) â ser
empregada nas difêrentes etapas de implementação do empreendimento;
8) A localização (prevista) dos canteiros de obra e alojamentos;

9) A localização das áreas de apoio e industriais necessários â implantação do empreendimento;
'10) A

descriÉo dos tipos de veículos, o volume de tráfego e os tipos de carga

transportada esperados na operação dâ rodovia:

11) A localização (pÍevistas) e os tipos de passaÍelas de pedestre a serem construidas;
12) Apresentar cronograma ïisico-financeiÍo do empreendimento.

Todas

as

atividades decorrentes

da

implantação

e

operação do

empreendimento dôverão ser descritas de forma compreensívô|, relacionandoas ao uso dos Íecursos naturais e identiflcando sua inteÍferência com a população local.

4. ÁREA DE INFLUÊNcIA Do EMPREENDIMENTo

4.2 ÁREA DE INFLUÊNC/A DIRETA( AIDI

DeveÍá compreender áreas Íeais ou potencialmente ameaçadas pelos
impactos diÍetos da implemenüação e operaçáo do empreendimento, bem como das atividades associadas e decorrentes. A sua delimitagão deverá ser em íunção dâs câracterísticas físicas, biológicâs, sociais e econômicas, e das particularidades do empreendimento.

4.3 ÁREA DE TNFLUÊNCI/A TNDiRETA (

Att I

Dêverá abranger a região sobre a qual os impactos da obra incidirão indiretamênte consìderando os meios físico, biótìco e, principalmente, o socioeconômico, esle relacionado às possíveis alterações na dinâmìca de uso e ocupação do solo, na dinâmica dos núcleos urbanos e na dinâmica de fluxo rodoviáÍio. A Área de lnfluência lndireta deveÍá abranger, no mínimo, o
território dê todos os municÍpios atravessados pelo empreendimento.

5 DIAGNóSTICO AMBIENTAL 5.1 ME|O FÍS'CO 5.1.1 Clima Efêtuâr â câracterização climática considerando, entre outros, os aspectos de regime pluviométrico e de temperalura ao longo do ano.

5,1.2 Geologiâ Realizar análise desclitiva das áreas ondê êstão previstâs as obÍas (litologia predominante, coluna estratigrálica e grau de alteração das rochas).

Câracterização e localizâção gêográfìcâ prçvista das possíveis jazidas a sêrem ulilizadas para reallzaçâo das obras, para os casos em que o mâterial será provenientê de jazidas não comerciais. caracterização e localìzaçáo proposta das Areas de Depósito de Matêrial Excedente (bota-foras), se houver.

5.1.4 Geomoúologie

geomorfologia da área de implantação do empreendìmento, compreendendo as formas e â dinâmica de relevo, e a propensão à erosão ou ao assoreamento.

Descrever

a

topograÍia, com levantamento planialtimético da Área de lnfluência Direta nos ponlos onde houver grande quantìdade de movimentação de material consÌrutivo para as atividadês de engenharia.

caracterizar

a

Apresentar mapa geomorfológico em escala adequada. 5.1.5 Solos

Apresentar descrição das classes de solo, bem como mãpa temático dessas clâsses, em escala compatível, para a Área de lnfluência Dketa.
5.'1.6 Hidrologiâ ê Hidrogeologia

Carâcterizar e mapear o sistema hidrográÍico da Área de lnfluência Direta.

Caracterizar o regime hidrológico das bacias hidrograÍicas das Áreas de lnfluência, identiÍicando as áreas susceplÍveis às inundações. Verificar as possÍveis ìnterferências das obras nos nÍveis de lençol írêático na Área de lnfluência Direta.
5.1.8 Poluição AtÌnosféÌica

Caracterizar os niveis de poluição a serem gerados pelos gases emitidos pelas máquinas e pela suspensão de materiaÌ particulado (poeira) durante as obras.
5.2 MÊtO B\OT\CO
5-2-2

Florc

Elaborar mapas da vegetação das Áreas de lnÍluência Direta ê lndireta, utilizando-se da interpretação de imagens de satélìte ou, ainda, de estudos eventualmente exÌstentes, de forma a clâssificar as formações nativas apresentado seu estágÌo de sucessão.

de Preservagão Permanente pelo inteÍceptadas empreendimento (nos locais onde estáo previstâs obras), contemplando a tipologia da cobeÍtura vegetal e estado de conservaÉo.
Apresentar quadro das Áreas
5.2.3 Fauna Caracterizar a fauna na Área de lnfluència Direta do empreendimento, sêus "habitats", sua distribuição geogÍáíÌca e diversidade, descrevendo o estâdo e conservação da fauna local e a integridade dos processos ecológicos. pelo empreendimento, apresentando a melodologia utilizada na sua identificação.

-

ldentificaÍ possíveis corredores ecológicos interceptados

As listas de espécies deverão ser apresentadas contendo os nomes científicos e populaÍes, locais onde foram constatadas, e as referêneias e/ou especialistas reportados na identiÍicação dos espécimes.

Os dados soliÕitados para o diagnóstico da fauna e dâ flora poderão ser
ãpresentados por meio de dados secundários. 5.2.4 Áreas Prioritárias para Conservação

ldentificar

e

mapeâr as Unidades de Conservação

estaduais ê fêderais.

-

UC's municipais,

Abordar as possíveis modiÍicaçÕes e interferências que poderão ser causadas pêlo empreendimento nas UC'S interceptadas ou impactadas, se couber. 5.3 ME\O SóCIO.ECONÔM\CO 5.3.1 Caracterizâção Populâclonal Caracterização da população local com eníoque na demograÍia; Caracterização do setor educacional e saneamento básico;

Caracterìzação do sÌstema disÍibuição de energìa eléÍica;

de sêgurânça pública,

telecomunicações e

5.3.2 Ceracterizâção das Condições de Saúde e Doenças Endêmicas 5.3.3. Estrutura Produüva e de Serviços Caracterizar o comércio existente atualmente entre as duas cidades a integradas pela ponte; 5.3.4. Uso e OcupaçáÕ do Solo Apresentar as atuais atividades econômicas das comunidades do entorno das obras, na Área de lnfluência Direta, com destaque para os principais produtos

serem

,

(extrativismo, atividade pesqueira, pecuáriâ etc), bem como Ìndicar as
poiencialidades existentes-

Discorrer sobre os principais fatores de pressáo sobre os ecossistem como atividadês êxtÍâtivistas, agropecuárias, desmaiamenlo, caça ocupação desordenada do território e atividades poluÌdoras. 5.3.5 Reassentamento e Desapropriação

Descrição de todas as áreas previstas para ìndenizagão e desapropriação devido às intervenções realizadas para implantação do empreendimento. 5.3-6 caracteÍização das Comunidedês ïradicionais g/ou Quilombolas Verìficar a existência de comunidades Quilombolas na área de influência do empreendimento, caracterizando-as em câso positivo. comunìdades tradicionais, conforme deÍìnidos pelo Decreto no 6.040/2007, caracterizando-as em caso positivo.

VerificâÍ

a

existència

de povos e

5.3.7 câÍacterizagão des Comunidades lndígênas

Verificar

a

existência

de grupos indígenas na áÍea de influència

do

empreendimento. 5.3.8 Patrimôhio Hístórico, Culturâl o Arqueológico Caracterização das áreas de valor histórico, cultural ou arqueológico, na AlD, ceso êxistentes, a partir do uso de dados secundários.

6. PROGNóSTrcO AMBIENTAL Deverão ser analisados os impactos potenciais do empreendimento sobre o meio ambiêntê, de íorma integrada, considerando as intervençÕes ocorridas e a operação do empreendimento.

A

impactos benéficos desíavoráveis do empreendimento, necessita levaÍ em conta o Íetor tempo, determinando, na medida do possívê|, uma projeçáo dos impactos: imediatos, a médio e longo
prazo; temporários, permanentes e cíclicos; Íeversíveis e irrevêrsÍvêis; e locais, regionais e estratégicos. 6.1 METODOLOGIA EMPRÊGADA Na apresentação dos resultados, constarão:

avaliação, abrangendo

os

e

metodologia de identificação dos impactos: indicação dâ sua valoração (magnitude, importância); a técnica de previsão dê suas magnitudes e os critérios adotados parâ a interpreleção e análÌsê de suas alteragÕes.
Uma descrição detalhada dos impactos sobÍe cada fatoÍ ambiental relêvante, considerado no diagnóstico ambiental; contendo as condiçõês de ocorrência dos impactos, suas magniludes, grâu dê importànciã. 6.2 DESCRIçÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS

A

Deverá ser apresentado um resumo na forma de planilha
levantamento de impactos relacionadog ao empÍeendimento, nas fases dê implantaçâo e operação. Este planilha devêrá conter as condiçóes de ocorrêncla dos impactos, suas magnitudes, gíau de ìmportância e as medidas necessárias para o seu contÍole. Síntese conclusiva dos Ìmpactos relêvantes a sêrem ocasionados nas fases de implantaçâo (adequação de capacidade e melhorÌas operacionais) e operação do empreendimento, acompanhada de suas interaçóes.

7 PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL - PCA Deverão ser propostos programâs integrados para monitoramenio âmbiental na Área de lnÍluência, com o objetÌvo de acompanhar a evolução da quâlidade ambiêntal e permitir a adoçâo de medidas complementares de controle, Os programas de monitoramento dos impactos deverão indicâr e justiíicar: Parâmêtros selecionados para a avaliagão dos impactos sobre cada um dos fatores embientais considerados. Rede de amostragens, incluindo seu dimensionamênto e distribuição espaciâ1. Métodos de coleta e análise das amostras.

Periodicidade das amostragens pâra câda parâmetro, segundo diversos fatores ambientais.

Dentre os programas a serem propostos no Plano de Controle Ambiental, ressalta-se importância da implementação, nâs diversas fases do

a

empreendimento, dos seguintes:

de Gêstão e Supervisão Ambiental, para desenvolvimento, monitoramento e supervisão das ações constantes das Medidas e outros
Progrâma
Programas Ambientais a serem desenvolvidos; Plano Ambiental de Construção, que deverá conlemplar as diretrizes básicas a serem emprêgadas durante a execução das obras e a atuâção de equipes de tÍabalho, estebelecendo mêcanismos eficienies que garântam a execução das obras com o controle, monitoramênto e mitigagão dos impactos gerados; Programa de Prevenção e Controle de Processos Erosivosi

Programâ de Recuperação de Áreas Degradadas e passivos Ambientais PRAD;

-

Programa de Gerenciamento de Residuos Sólidos e Efluentes Llquidos das atividades inerentes à implantação do empreendimento:

cursos hídricos contiguos às intêrvençôes e no canteiro-de-obras) durãnte a fase de instalâção do empreendimento;
Programa de Monitoramento e Controle do Atropelamento da Faunâ;

Programã de Controle de SupÍessáo de Vegetação (a ser implemêntado, conforme Autorizâção a sêr requisitada junto ao IBAMA); Programa de Educaçao Ambienlal, destinado às comunidades lindeiras, e empregados diÍetos e terceirizados do empreendêdori

PíogÍama de Comunicação Sociai para as populações do entorno do
empreendimento; Programa de Prevenção de Acidentes, se couber, em caso de identificaçáo de pontos com aglomerados populacionais e/ou comunidades quê demandem a necessidade de implantaçáo de passarelas para pedestres, ou possÍvel instalação de sinalização horizontal, ondulações transversaÌs, ou verificadores eletrônicos de velocidâde, entre outras medidas de prevenção dê acidentes; ProgÍama de Gerenciamento de Riscos;

Plano de Ação de Emêrgência, direcionado ao transporte de produtos
perigosos; e

Outros a serem propostos em função das singularidades e características da
região.

8. CONCLUSõES Deverão ser aprêsentadas âs conclusões relativas aos estudos e avaliação de impacto ambiental do empreendimento, enfocando os seguintes pontos:

Prováveis modificações âmbientaìs

na região (naturais, sociais ou
e ambientais decorrentes
da

econômicas) decorrentes da ìmplementação do empreendimento, considerando a adoção das medidâs mitigadoras e compênsatórias pÍopostas;

maleÍícios socìâis, econômicos implantação e operação do empreendimento; e

Beneflcios

e

Avaliação

do

prognóstico realizado quanto

à

viabilidade ambiental do

empreendìmento.

9. EOUIPE TÉCNICA

A equipe técnica, devidamente identifìcada, deverá rubricar todas as folhas e assinar a última de pelo menos um conjunto do EA, antes de pÍotocolar no
IBAMA.

Cada programa ambientel deverá descrever a equipe mínimâ para a sua exêcução.

1O. BIBLIOGRAFIA

realização dos estudos, especificada por área de abrangência do conhecimento, de acordo com o que
estabelêce as normas técnicas de publicação da ABNT.

Listar ioda

a

bibliograÍia consultada para

a

í1. AUTENTICAçÃO

O Estudo Ambiental

seu(s) responsável(is).

-

EA deverá ser datado e devìdamente assinado pelo

/tF"V/l)

" rNsrruro BMslLEtRo ooMEtoAMaIENÌE E oos REcúnsõs t.teÌuners aero

MtNtsTÉRto oo ÍvEto AMBTENÍE

MMA

DIRETORIA DE LICENCIAMENÌO AMBIENIAL COORDENÂçÃO GEFJAI DE TMNSPORÌES, MTNERÂçÃO È OAR,ÀS C rvts

SCEN -TÍêcho 2, Ed'tÍcio Sedè - abco C, BÍasfli, _ OF CEp:70.818-90 ) Tel.r(0r() €1 3316n071 F3* (0)c) 61 3307-1328_ URlr htrp:/Álww.lbarna.{

iIEMÓR|A DE REUNIÃo

Locel; IBAMA - Sedê Data:jíl (--:i /2010 Horário: ia'.-'-r .: Assunto:

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Participantês: Lisla Anexa

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Documento: 02001 .007667/2010-3s
Datat

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Diretoria Geral Otìcio n'45êól2010/DG

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6,í.i!Ê*i#ÍÀ.í&Fã
Brasília, 02 dejunho de 2010.

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A Sua Senho

a o Senhor

AbeÌardo Bayma Azevedo Presidente do IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos RecLÌrsos Naturais Brasília - DF

q
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'{

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_ .t " '\',-'/

ó-

Assunto:Reiterar o olicio tr' 1367201o/DG de 24 de mâio de 2010 referentê à BR:27íIPR - 2" Ponte Intêrn&cionâl entre Foz do lglaçu (BR) e Puerto Presidente Franco @Y) SoÌicitação de Conversão do EIA./RIMA para Estudos Ambientais - EA,/PCA.

Anexo: Ofìcio n"

1367i2010/DG de 24 de maio de 2010 referente à BR-277/PR Intemacional entre Foz do lguaçu (BR) e Puerto Presidente Franco (PY)

*

2! Ponte

Senhor Presidente-

Em alenção ao oÍìçio no i367l2010/DG de 24 de maio de 20Ì0, referente à BR27'7lPR - 2 Ponte lntemacional entre Foz do lguâçu (BR) e Puerro PresideDte Franco (PY) leiteramos os termos constantes no documento e aüescentamos ainda" os seguintes aspectos aos já mencionados no oÍïcio em tela:
Considerando os aspectos locacionais, podemos que a área prevista para a implantação do eixo da ponte, tanto no lado brasileiro quanto no lado paúguaio, ocupa uma área de baixo adensamento popuÌacional, e acrescentarnos ainda, o fato da região apresentar allo nivel de antropização. Neste seniido, cabe ressaltar que os asgectos ambientais foram de relevância na escoÌha da altemativa locacionaÌ. E mister mencionâI que â altemativa selecionada para a obra, foi a mais propicia sobre o ponto de vista ambientâÌ e de Fojeto, prcvavelmente inexistindo outa mais adequada para a implantação da PoÍte. Pela proximidade do empreendimento com o Parque Nacional do lguaçu, é aiuda, possivel utilizar-se de dados secundários, principalmente no que se .efeÌe ao diagnóstjco para o meio biótico. Estudos rcalizados para a implantação da Usina Hidrelétrica Itaipu Binâcional podem também contribuir para incremento de infomações que conseqüentemente poderão ser utilizadas como base de dados secundrírios da tegião.

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Edirìciô Núcreo dÕs T.â8pon6 - Fo .j 16 )tI14000 cEpr r00{0.020 - Bnsnii/Dti . Nrw dtr!.lov.bÌ

S^N-S.rord.Aub{üidNdís QüdÍâ ì - LorcÂ

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2.

Neste sentido, coDsidemndo se lmtar'de região com grande quantidade de inÍbrmações/levantamentos, que podem ser disponibillzados paú contemplar os diagnósticos anrbientais dos diferentes meios (Íisico. bjótico e socioeconômico), soÌicitamos a gentileza desse IBAMA, agendaÌ vistoÌia técnica. conforme entendimentos mantidos com o DiÌetor. de Licenciamento AmbieltaVDlllC, Dr. Pedro Aìberto Bignelli, no intuito de pernitir uma melhor avaliação da região, por parte da equipe técnica e conseqüentemente averiguar a possibilidade de
desmembramento do processo de licerciamento da Ponte em Ìelação aos seus acessos.

3.

Desta foÌma. solicitamos a revisão do Termo de Referêocia, considerando a IÌova versão encaminhada por este DNIT, em 24.05.2010, de modo a considerar a reâlização de Estudo Anbiental EA e Plano de ConlÌole AmbieDÌaÌ - PCA paÍa o licenciamento apenas da Segunda Ponte, em substituição ao Estudo de l]llpacto Ambieltal e rcspectivo Relató o de Impacto Ambiental EIA/RIMA, anteriormente demandado. Para os seus acessos solicitamos a continuidade, em caráteÌ independente, do Termo de Referência ora vigente no qual é solicitada a elaboração de EIA/RIMA.

-

-

4.

Diante do exposto, aguardamos deste IpAMA o posicionamento quanto ao pleilo

1

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Atenciosâmente,

Luiz

Pagot erai

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Edificio Núclm d6 ïõnspon.s -

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lilìNrsÌÊRro oô MÊ o AMTENTÉ

CooÍdenação Geral dè Licenciâmêitô

NOTA ÌÉCNICA N" 45/2010-COTRA/CGTMO/DILIC/IBAMA

Brâsilia, 07 de junho de 2010
Do Técnico: Warley Femando Figueìra CandÌdo - Biólogo
Mariana Graciosa Pereira Coordenadora de Transporte

À;

Assunto:

Análise da solicitação de conversão do EIAJRIMA a E^'.iPCA, feita pelo DNIï, referente ao empreend;mento "Segunda Ponte lnternacionaì Brãsil-Paraguai".

Frocesso:
|

N.

02001 .001329/07-98

-

TNTRODUçÃO

A presente Nota Técnìca tem por objetivo analisar o pedido realizado pelo DNIT, através do Oficìo no 1367/2010/DG, reíerentê a conversão de EIAJRIMA a EA pâra o
processo de Licenciamento Ambienial da "Segunda Ponte lnternacional Brasil-Paraguai", conduzido por esie lnstiiuio. II-ANÁLISÉ Através do OÍício supracìtado, o DNIT retratou a urgêncìa com que o assunto é conduzido, principalmente pela obra em questão estar inclusa no PÍograma de Acelerâção do Crescimenio - PAC - e pelas negociações em curso entre os Governos Brâsiìeiro e Pâraguaio. Assìm, cabe destacar, que esta Nota Técnica visa, de forma exélusiva, a âvaliação da viabilidade da mudança pleiteada, do ponto de visto técnico,
considerando desia forma o cenário atuale a legislação ambientalem vigor. lnìcialmente, coloca-se que já no ano de 2007 Íoi emitido Termo de Referência relativo aos estudos que deveriam ser realizados para a continuação do prgcesso de Licenciamento ambiental (EIAJRIMA). A partir desia data, não Íoi dado prosseguimento ao processo de licenciamento por um longo período Entretanto, âtravés do Ofício no 1485/2009/CGMAB/DPP, protocolado no IBAMA no dia 29/10/2009, o empreendedor voltou a se manifestar no interesse da continuação do processo de licenciamento. Assim, em 09/'12i2009, Íoi encamìnhada ao DNIT nova mìnuta do Termo de RefeÍência, mantendo a necessÌdade de elaboraçáo de ElÂJRIMA e estabelecendo o prazo de 30 dias ao empreendedor para manifestação quanto ao teor do documento, a partir do qual a minuia se tornaria defÍnitiva caso não houvesse resposta por parte do interessado. Assim,

t"ìtdàrìa
através do Ofício no 1721201o/D|LICÍBAMA, encaminhado ao DNIT, o IBAMA informou que a náo manifestação por parte do Departamento acarretou na aceitaçâo do Termo de Referência. Desde então, o êmpreêndedor vinha seguindo todos os lramites legais relativos aos procedimentos que deveriam ser tomados para â elaboraçáo do estudo, inclusive tendo obtido a autorização para captura, coleta e transporte de materíal biológico, necessária para o levantamento primário dâ biota. No entanto, no dia 25/05/2010, o DNIT protocolou no IBAMA pedido paÍa mudança no escopo e na tipologÌa do estudo que deveíia ser entregue, pÍopondo a exclusáo ate mesmo do levanlâmento pÍimáno lâ
âcordado para o diagnóstico da fauna.

r

Em rêuniões técnicas realizêdas nos dias 26 e 28 de maio de 2010, entre os técnicos do DNIT, da PROGAIA e da COTRA, a equipe técnìca do IBAMA manteve o seu posìcionamento em relação a necessidadê de EIAJRIMA, com utilizâção de dados primários para o levantamento da b'ota, frisando ainda a importância da elaboração de EIA,/RIMA para que seja garantido o direito de realização de Audiência(s) Pública(s), como preconiza a Resolução CONAMA n" 09/1987. Neste caso, em específico, a rcalizaçáo dê Audiência(s) Pública(s) poderia esclarecer a população Ìocal e demais grupos interessados todos os aspectos e ìmpactos advindos do empreendimento, servindo como fórum legítimo de discussão sobre o projeto êm questão. lsto tornâ-se reìevante prìncipâlmente devido ao caráter internacional do empreendimento ê aos impactos que podeÍão adviÍ da implantação da ponte, podendo êstes últimos influir drasticamente na dinâmica ambiental da região, enlendendo aqui os diveÍsos meios englobados no conceito arÍ'rbìente Aindâ em relação às informações trazidas atrâvés do ofÍcio encaminhado pelo DNIT, que versa pela mudança do tipo de estudo, não se pode aÍiÍmar peremptoriamente que os impactos ambientais no iocal não serão significativos, uma vez que Íaltam subsídios técnicos que só podêrão ser levantados através de um diagnóstico mais completo dâ área. Além disso, considerândo a sinergia dos impactos do empreendimento com os advindos de empreendjmentos já instalados na regjão e até mesmo com os de tutuÍgs empreendimentos atraidos pelo crescimento econômico da região, a escolha pela elaboração de EjÁJRIMA parece ser a mais adequada para esta equipe técnicâ. por Íim, considerando aìnda as ativjdades técnicas mlnimas a serem desenvolvidas na ejaboração do ÊlA,/RlMA, de acoÍdo com Aúigo 60 da Rêsolução CONAMA no OO1/1986, as mesmâs se mostram igualmente adequadas para o caso ora analisado. Pelas razôes expostas, esta equipe técnica entendê que deve ser mantida a decisão inicjal do |BAN4A, ou seja, a que imputou ao empreêndedor a necessidade da elaboraçâo de EIA,/RIMA para a continuação do processo de licenciamento da'segunda Ponte lnternacional BrasilParaguai".

A consideração superior,
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WaÍlgy Fernando F€ueira Candido Analista Ambrental, Mal. 1712545 COTRA"/CGTI\íOi D'LI CNBAMA
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sERVtÇO PIiELICO tjËDeRA,

MìNIS ERIO DO MDIOAMBIUNlìi. MMA
INSTI'TIJ'IO I]RASII-CIRO DO MEIO AMBIDNTE I: DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - ÌBAMA SCËN - TrccìÕ, Ëdificiô Scd. - BldÕ ÈRilia-DFCEP: ?0318-900
Tel.: (oxr) 61 33t5n 293, Fax: (oxx) 61 307'13?8

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URL:

lgp4ryjbsq3g9y.br

OÍïcio

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::/2010 -DILIC/IBAMA

Brasilia'/ -,

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de2olo.

À Sua Senhoria o Senhor Dr. Alexandre Collares Barbosâ Procurador da Repúbljca Procuradoria da República de foz do lguaçu/PR Avenida das Cataratas. no 42, M. Boicy CEP: 85.853-000, Foz do Iguaçu-PR Tel/Fax: (45) 3521-4500
Assunto: Segunda Polrte Int€rnaciotral sobre o Rio PârâDá entÌe Foz do lguaçu e Presidente Franco - BrasiVParaguai.
Senhor Procurador,

Em Ìesposta ao Oficio n"7452010/PRlvÍiFl/PR, enviado por esta proçuradoria ao IBAMA, solicitando cópias dos autos do Processo no 02001.001329/07-98, refercnte ao empÌeendimento "Segunda Ponte Internacioual sobre o rio Paraná", encaminhamos em anexo cópias dos documentos constantes no processo a paÌtiÌ da folha 65, confoÍme solicitado. No mais, coloc-o-me à disposição para quaisquer dúvidas ou iúomações adicionais.

i.

2.

AtenciosoÍÌente,

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DILIC/IBAMA

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MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
INSTITUTO BRASILEtrì,O DO METO AMBIENTE

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DOS RECU&SOS NATURAÌS RENOVÁ

Related Interests

EIS . TËAMÂ Diretoria de Licenciamento Àìnbiental

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DESPACHO N"

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/2010 - CGTMO/DILIC/IBAMA

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Brasilia-.-

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dejurúo

de 2010.

Ào Diretor de Licencienento AmÌrietrtal

Processo: 02001.001329 D0A7 -98 Interessado: Departamento Nacional de Infraestrütura de Transportes

Assúnto: BR-277/PR 2" Ponte Internacional entre Foz do Iguaçu (BR) e Puerto Presidente Franco (Pl) - Solicitação de coìryersão do EIA-/RIMA pârâ Estudos
Ambientais

-

EA,/PCA.

Seúor Diretor.
Reporto-me ao OÍìcio n"1367/20l0EG do Departameoto Nacional de Infrâestrütura de Tì.ansportes - DNIT no qual solicita o desmembramento do ptocesso de
liceociamento ambigntal da Ponte em relação aos s€us acessos, propondo a rcvisão do Termo dç Referência, de modo a considerar a rcaJizaçáo de Estudo Ambiental - EA e plaÍÌo de ControÌe Ambiental - PCA paÌa o licenciamento apenas da Segunda ponte Intemacional, em substituição ao Estudo de Impacto AmbientaÌ e respectivo Relatório de Impacto Ambiental EIIVRIMA, arìteriomente demandado pelo IBAMA, segundo o Termo de Refsrência encarniúado em O9/12n009, por meio do OÍïcio 414/2009 CGTMO/DILIC,{BAMA e tÌatado como definitivo em 23/02/2070, por íÍteio do Ofrcio n'17212010 - DILIC/TBAMA.

-

Considerando que a Notâ Técnica n" 4512010 - COTRÁ,/CGTMO/DILIC/,ÌBAMA não é conclusiva quanto à soliçitação do desmembramento do processo de Ìicenciâmento ambiental da Ponte em relação aos seus acçssos e estlutula aduaneira, recomendo que seja

Ìealizada vistoria técnica na iíïea proposta para o referido cmpreendimerÌto, a fim de subsidiar a tomada de decisão.

À consideração superior,

Fe4rírído Aúgusto Di Flsncd,RiËëiro... CoordenadorGeraÌ - CGTMO,DILIC '

I\,1M4

. IBAMA

Documento: 02001 .01072A2010-7 a

Coordenação-Geral de Meio Ambiente Oíício n". a. /2010 - CGMAB - DPP

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Brasilia,23 de junho de 2010.

A Sua Senhoria o Senhor Pedro Alberto Bignelli Diretoria de Licenciâmènto Ambiental - DILI Bresíliâ/DF

BAMA

Assunto: Sltuação Atual do Projeto Exec de Engênharia parâ Construção da Ponte lnternacional Sobre o Rio Peraná BR 27?/PR, parâ Flns de Reâlizâção dE Vistoria 6m Foz do lguaçu.
Anexos: Uma via imprêssa da situação atu do Projeto Executivo de Engenhâria pare Construção de Ponte lnternacional Sobre o Pâraná - BR 277lPR. Uma via em formato digital do Projeto Executivo de Engenharia para Construção de Ponté lnternacionâl sobre o Ri Paraná - BR 277lPR.
Senhor Diretor,

Versa o presèntè expediente o contrato n0 0411/2009 - Élaboração para Construçâo de Ponte lnternacional de Poeto Básico e Executivo dê Eng sobre o Rio Paraná ligando o Bíasil (Foz do guaçu) e o Paraguay (Presidente Franco) na Rodoviâ BR 277lPR - Lote Unico - Trec i Divisa Brasil/Paraguay - Subtrecho: Foz do lguaçu - Prêsidente Franco - Segmento: 2 ponte sobre o Rio Paraná - Extensão:
14,4 Km extensão estimada dos acessos inc
ndo a Ponte (aproximadamente 745,0 m).

Para o bom andamento do p de licenciamento ambiental e em atendimento à solicitaçáo, via e-mail, do . Fernando Augusto Di Franco Ribeiro, Coordenador Gêral de TranspoÍte, Min o e Obras Civis DILIC/lBAMA, encâminhamos, em anexo, ópia impressa em meio digital da Situação Atual do projeto Executivo de Engenharia para Co ção de Ponte lnternacional sobre o Rio Paranâ - BR 277lPR, parâ Íìns de realização vistoria pelo IBAMA em Foz do lguaçu,
2.

3.

Colocamo-nos a disposição para quâìsquer esclarecimentos que se fizerem necessário. Sem mais para o momênto.

Atenciosamente,

Mêio Ambiente

S^N - SdoÍ dè Nd. - Qudn 1 - lôi. Édifrcio Núdèo dos ^úrquid ÍÍiDsponos- FoD., (ól) r3l5 4000

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70 010-920

- BÉdliã,DF - 9w.dnn.gov.bÍ

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DESPACIIO N'.,/;/2O1O.DII,ICIIBAM,A

PROCESSO:

02001.0013291200't-98.

INTERESSADO: DNiT ASSUNTO: Ponte Intemacionai BR 277 Brasil-Paraguai
Senhor Coordenador Geral,

dêsmembrâmento dos objetos Ponte lnternacional de seu respectivo âcesso e aduaneira; acato à sugestão de Vistoriâ Técnica a qual devêrá se realizar no mênor espaço de tempo possível, inclusive aproveitando Equipe Técnica em trabalho na cidade de Chapecó/SC vìsando à economia de eiáiio.

Após âpreciação do Parecer Técnico da COTRA e de compãrtilhar acerca da falha na abordâgem proposta pelo lntêÍessado quanto ao

Diretor de

$"r,{*,,"",.
IBAMA

SERV{çO PÚBLICO FEDEML MINISTÉRIO DO [/lEIOAMBIENTE - MMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIOAMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS . IBAI\,IA SCEN -T€cho 2, EdìÍíoio Sede - BIoc! A- 1o ândâr BÉstia - DF CEp:70.81&9oo Tel.: {oxr)61 3316i2821745Fai: (0}.4ô1 3316í9S2-URL: hílp/ww.Ìbamã.govbr

Nota Técnica

N" -Í rt- /

I

/2010 - DILIC/IBAMA Brasília,

I

de julho de 2010.

A Sua SenhoÍia o Senhor PEDRO ALBERTO BIGNELLI Diretor de Licenciamento Ambiental
C/C Coordenador ceÌâl de Transpoíê, tt ineração e Obras Civis FERNANDO AUGUSTO DI FRANCO RIBEIRO

Assunto: Nota Técnica sobre Projeto Executivo de Engenharia para a Construção da Ponte lnternacional sobre o rio Paraná - BR 277 - DNIï
Referência: OÍÍcio Coordenação-Geral de MeioAmbiênte OÍÍcio no 679/2010 CGMAB-DPP - DNIT Senhor Diretot

-

Encamìnho para a Vossa Senhoria, Nota Técnica que versa sobre o projeto executivo encaminhado pelo Departamento Nacional de lnfraestrutura de Transportes DNIT, acerca da ponte internacional sobre o Íio Paraná em Foz do lguaçu/PR e seus impactos sobre o componente bìótico. A presente Nota Técnica foj subsidiada por vistorìa realizada na área do empreendimento nos dias 24 a 26 de junho de 2010:

1.

-

.

Ligação lnternacional entre o Brasil e o paraguai, conectando os municípios de Foz do lguaçu e Presidente Franco, através de acesso denominado BR 277lPR, contemplando lote único. Este lote único, por sua vezj teÍia uma extensãó de 14,4 km, extensão estimada dos acessos, incluindo a Ponte lnternacional, esta com
extensão aproximada de 745 m), de acordo com o croqui presente na FIGURA
1.

O PROJETO

Este lote único, por sua vez, é subdividido em três segmentos, a contar como o zero o encontro da nova ponte internacional no lado do Brâsil, que apresenta algumas características distintas:

Segmento 1: situado entre o encontro da nova ponte e o dispositivo de acesso à pontê Tancredo Neves, que lìga o Brasil à Argentina, numa extensão de 2,3 km. A rodovia de

SER'úIçO PÚBUCO FÉDERAL MINISTÉRIO DO MEIOAMBIENTE. MMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIOAMBIENÌE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÂVEIS - IBAMA SCE - Ìrlcho 2, EdÍïcto Ssd. - Btoco A - 1! .ndar BleBlla _ DF CEp: 70.81â_9oo T3l.: {0n) 61 331ê12A2, Fax (O!) 61 33071328 _ UR!: hh,$w.ihaÍÍâ.9ov.l,r

acesso consta no projeto enviâdo ao lbama,como uma sêgão transvêrsal em pista simples, com 2 Íaixas de 3,60 por sentido e acostameúo laterais de 2,50 m. Enire o encontro da nova ponte e o cruzamento da rodovia de acgsso com o prolongamento a Av. Gal. Meira está projetado o Centro d6 Frontêira Brasil/paraguai. Nã referido cruzamênto está projebdo um viaduto, para a transposição desta via local, de maneira a pêrmitir o acesso ao Marco das 3 Fronteirag, Sêgmento 2: extênsão de 2,2 km, situado entre o dispositivo de acesso à ponle Tancredo Neves e o trevo no cruzamento com a BR 469 (Rodovia das Cataratas), o traçado da rodovia de acesso é o mesmo da atualvia de acêsso à referida ponte. Ëste segmento, de acordo com a documentação entregue pelo DNIÍ com previsão de atender o rnaior volume de tráfego. Nests segmento, a rodovia de acesso está projetada com seção transvêrsal em pista dupla, com duas faixas de tÍáfego com 3 ' . m por sêntido, separadas por uma baÍreira de concÍeto do tipo 'N€w Jersey". tis âcostamentos laterais são dê 2,50 m cada. Para o acesso á ponte Tancrêdo Neves, foi projetado um dispositivo em desnivôl do tipo trombeta", complemenlando corn uma alça no quadrante sudoeste para atender o tráfêgo que hoje utìliza a Av. Das Morenitas para alcançar a BR 4ô9 (Rodovia das Cakratas). Na via de acesso à ponte TancÍedo Neves, entÍe o dispositivo de interseção e o encontro da pontê, está projetado o Centro de Fronteìra Brasil/Argentina. No cruzamento com a BR 469 está projetado um trevo de 4 folhas completo, inclusive com vias marginais nessa rodovia. A rodovia de ãcesso passa em um viaduto sobre as pistas da BR 469 e suas marginais. Segmento 3: extensão de 10,5 km, eÍÌtre o trevo com a BR 469 e o trevo com a BR 277, onde lermina o projeto. A seção transversal volta a ser em pista simples (de aoordo com o segmento í) e nelê estão sltuados os cruzamentos com as vias do sistema viário local onde estâo proletados dispositivos em nlvel, do tipo rotatórias alongadas. Na inteÍsêção com a BR 277 está pojetado um trevo de 4 íolhas, com passagem em viaduto dâ Íodovia de acesso sobre as pistas ê marginais da BR 277. - ,

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SERVIçO PÚ8UCO FEDERAT IVIÍNISTÊRIO DO MEIOAIúBIENÌE - I\,4MA INSTITUTO BRASiLEIRO DO MEIOAI\,48IENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA SCEN - ÌGC,lo 2, Edificio Sédê - Broco A - 1e ândar, B6s[ia - OF CEP: 70.A1&900 Tel.: (0r() 61 3316-1282 FaÌ: (OÕd 61 330ã328 - URlr htlp//M.ibame.goebr

FIGURA 1. lmagem de satélite demonstrando o principais pontos de inserÉo inserÉo do projeto construtivo da ponte internacional brasil-Paraguai e o respectivo acesso. lmagem composta, datada de março de 2010, aproximadamente 36 km de altitude.
OS IMPACTOS AMBIENTAIS NO COMPONETE BIÓTICO A maniÍôstação técnica encaminhâda pelo DNIT incluiu informações sobre o método constÍutivo dos segmentos mencionâdos antêriormente- Também incluiu um levantamento da área, que abrangeu o meio biótico pela quai os acessos, ãtravés do prolongamento da BR 277, sua sobrcposição à BR 469 e também a ponte intemacional estão inseridos. Estes lêvantamentos, aliados aos dâdos obtidos na vistoria, permitiram a mânibstação técnica acerca dos impactos ambientais da constÍução do complexo que inclui a ponte internacional, Desse modo, é possivêl apresentar a manifestação sobre a possibilidade, sob a ótica do impacto ambiental no componente biótico, da condução do pÍocesso administrativo de licenciamento ambiental das referidas estruturas rodoviáÍias. Segmento 'l: o aspecto mais contundente deste s€gmento é o próprio rio Paraná, na qual seÍá inserida a ponte Internacional. Ê um hecho a apÍoximadamente 22 quilômetros a jusante da UHE ltaipu, imediatamentê e montanle da coníuência do rio lguaçu, no local aonde existem, no âmbito dos 3 países, os marcos das 3 fronteiras (Brasil, Paraguai e Argentina). Nesie local, o rio possui uma largura média aproximada de 500 m. E uma área altamente antropizada, tanto do lado brasileiro quanto do lado paraguaio, sendo que o lado brasileiro não apresenta nenhum áreas de preservaçáo permanente (APP'S) consistentes. E veriÍicado remanescentes de cultivo exótico de árvores do gènero Pinus, provavelmente P Elliotti, a.om jdade média, espaçados, irregulares, sem indicativo de plantio com pÍopósitos comerciais ou regenerativos de massa florestal. Pouquíssimos exemplaÍes de Araucaia angustifolia estão presentes, num arranjo irÍôgular e esparso. Esta é basicamente a cobertura vegetal que se apÍesenta nesta área do segmento 1, no encabêçamento da ponte.
Fâsü 3 de 5

.

SERVIçO PÚBLICO FEDEML MINISTÉRIO DO NIEIOAMBIENTÊ - MIA INSTITUTO BRÁSILEIRO DO IT4EIOAMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - 1BAMA SCEN -TrBcho 2, Ediflcio Sede-BtocoA- 1. andãr Brasflia OF CÊp: 7o.a1a-goo Ìê1.: (O.() 61 3316,1282, Fâr (oq) 61 3307,132E _ URL: httpJ !v/w.ibânâ.govò.

No tocante ao componente de fáuna terrestÍè, o estado de conseruação . desie trecho do segmento não apresenta condições de sustentar grande diversidáde ou quantidade de fauna silvestre. Em relação ao trecho fluvial, na qual ìrá se inserir a ponte, é um trecho que tem características biogeográficas inìpoÍtantes, devide à _ confluêncla de dois importantes rios da bacia do PaEná, o rio lguaçu e o próprio rio Paraná. E um trecho do rìo Paranâ que sofre as iníuências do barramento da UHE Itaipu à montante, oom os respectivos impactos na fauna aquática que tal barramento .apresentou, pincipalmente no conjunto de espécies que compõe a ictiofauna. Os grupos que ainda se fazem presenle na área da bacia do Parâná eslão os pertencentes às Íamilias Ageneìosidae, Anostomidae, Callichthyidae, Characidae, Curìmatidae, Cynodontidae, Cyprinidae, Doradidae, EMhrinidae, l-typophthalrnidae, Loricarìidae, Pimelodidae, Potamotrygonidae, prochilodontidae, Sciêâênìdae, Serrasalmidae, Soleidae e à OÍdem Gymnotiformes. O canal da Piracema, um sistema de transposiçáo de ictiofauna q.re _ desde dezembro de 2001 conecta os dois lados do barramento da {..i!-{E ltaipu, reduzindo os impactos na comunidade de peixês migradores quê ocorrem nestê trecho da bacia do rio Paraná. Assim, a comunidade itinerantê de ictiofauna que ocorre na área diretamente afetada pela construção da ponte não está restrita a este trecho do rio e desta maneira o sítio construtivo não se constitui, hierarquicâmente, nurn hoÍspoí._ para estes grupos. Segmênto 2 e segmento 3: estes são segmentos terrestres, agrupados pelâ justificativa de que ambos atravessarem áreas urbanas/perìurbanas com estados similares de conservação ambiental e que podem ser deÍìnidas em um conjunto. São áreas d6. expansáo da mancha urbana, que apresentam 4 fragmentos florestais de vegetaçãc secundária de tamanho variável, de no mínimo 2,5 até o máximo dê 6 hectares. Estas formaçÕes florestais possuem potencial de abrigar pequenas populaçÕes de avifauna dpêquenos e média mastofauna, que por advento da construção destê segmentosdeverão ser aÍetados em sua biologia. Para uma contextualização da proporção dc emprêendimento e no impacto permanente que deverá gerar, é importante resr .a que tais áreas estão ainda na influência do Parque Naõìonal do lguaçu, com seus limìtes situados a aproximadamente km destes remanescentes Ílorestais destes segmentos. Assim, serìa impoÍtante compreender e diagnostìcar o cornponenta faunistico destes fragmentos para levantamento dê possível expansão r deslocamento eventual de espécies com comportamento sernÌ-sinantrópico, maì, propensas ao contâto com o ambiente urbano.

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o

PROPOSTA DE ESTUDOS AMBIENTAIS DOS SEGMENTOS A análise da disposição do empÍeendimento, a natureza e o estado d. conservação que os segmentos do acesso e da ponte internacional Brasiì-paraguai s inserêm, permitem o entendimento que, não obstante a sua natureza contínua, linear interdependente, os impactos ambientais na implantação dos mesmos serãn sobremaneira diferenciados. No conjunto dos entendimentos exarados anterìorrnentê, e consequência lógica que o grau de impacto do procêsso dê construção ê operação d_ ponte internâcional, obra de artê específica, se apresenla reduzido quando comóarad à construção e operãção do conjunto imediatamentê subsequente, compreendido pelc^ acessos que completam o empreendimento.

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SERVIçO PÚALICO FEDEML i.[INISTÉRIO DO IVEIOAIBIENTE - MMA INSTITUTO ERASILEIRO DO MEIOAMBIENTE É DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS.IBAMA
SCEN
Ì€1. |

- TÍ€clÌo 2, Édificio Sede - Bloco A - 1' sndar, BÈsília (Oa) 61 331€-1282, Fãx (0)d) 61 33071 328 - URL:

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Assim, o entendimento dos graus de impac{o poderá gerâr a possibJrtidade de divisão das necessidades que se apresentam no processo técnico-administrativo de licenciamerúo. De um lado, se tem o impacto reduzido da ponle intemacÌonal, que, sob a ótica do componente biótico, poderá ser avaliado através de um Estudo Ambiental SimpliÍicado - EAS. Do outro lado, existem os impactos ambientais proeminentes da construção e operaìção dos segmentos dos acessos rodoviários acessórios, que sob ponto de vista do compon€nte biótico, demandarÍam um Estudo de lmpacto Ambiental e respectivo Relatório de lmpacto Ambiental - EIA/RIMA. Dêssa maneira, os requisitos compensação ambiental de obras necessários para prevenção, mitigação graus potencialmente geÍadoras de diferentes de degÍadação ambiental.

e

À consideração superior,

ANTONIO HERNANDES TORRES JUNIOR Analiéia Ambiental DILIC/IBAMA

PásiÍa 5 de 5

L

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
INSTITUTO BNASILETRO DO MEIO AMBIENTE
E

DOS RECÜRSOS NATURÀIS RENOVÁ\,TIS

.IBAMÂ

DireloÍi deLicencianento Ambienral

NOTA TÉCNICA N" i-.i

/2O1()

- CGTMO/DILIC/TBAMÁ
Brasilia, :Â dejulho de 2010.

À Diretoria de Licetciamelto Ambiental

Processo: 02001.001329 12001 -98 Interessado: I)epârtamento Nacional de Infraestruturâ de TranspoÉes

AmbientÂis

- DNIT Arsunto: BR-277IPR 2' Potrte Internaclonal eÌrtre Foz do Iguaçu (BR) e Puerto PÌ€sideÀte Franco (PY) - Solicitação de cooversío d0 EIA,/RIMA para Estudos

-

EA,?CA.

Senhor DiÌetor,

Reporto-me à Nota Técnica no 014/2010- DILIC/IBAMA, e ao Oficio da no 136712010 Dúetoria Gercl -DNIT, em que solicila o desmembramento do processo de licenciamento arnbieltal da Poate em Ìelação aos seus acessos, propondo a reüsão do Termo de Referência, de modo a considerar a rcallzaçáo óe Estudo Ambientâl - EA e Plano de Controle Ambiental - PCA para o licenciamento apenas da Segunda Ponte loternacional, em substituição ao Estudo de knpaoto Ambiental ç rçspectivo Relatódo de lmpacto Ambiental EtAiRlMA, antcriormgnte demandado pelo IBAMA, segundo Termo de Referência encaminhado em 09/1212009, por meio do Oficio 41412009 - CGTMO,DILIC/'IBAMA e tatado como deÍinitivo em 2310212010, por meio do Oficio 1"1722010 - DILIC/'IBAMA.

-

-

Considerando que as exposições tétúcas relativas ao meio biótico contidas na Nota Téonica n" 014/2010- DILIC/tsAMA, são conqlüsivas quanto ao desmembnmento do prccesso d€ licenciamento aqÌbiental da Pode em r€lação aos seus acessos e estruhua aduaueira, além de considerar que "De um lado, se tem o impacto reduzido da ponte intemacional, que, sob

a ótica do

componente biótico, podera ser avaliado atavés de um Estudo Ambiental Simpüficado. Do outo lado, existêm os impactos proeminentes da coDstrução e opeÌação dos segÍÌentos dos acassos rodovifuios acessódos, que sob ponlo dç üsta do componente biótico, dsmadariam um Es!.do de Impacto Ambienlal e rcspectivo Relaório de lmpaclo Ambiental EIA/RÍMA. Dessa müreira, os reqúsitos neç9ssários paÌa prevenção, miúgaçâo e compensaçâo ambienta.l de obras potencialúente geradoras de difarentes graus de degÍadação ambiental"
estabelece, em s€u âÍtigo 2o, que: "Dependerá de elabonção de estudo de impacto anbiental € lespectivo relatório de impacto ambiental - RIMA,

A Resolução CONAMA 001/86

Meio Ambiente - SEMA em caráter supletivo, o licenciamento de atiúdades modificadoÌas do meio
a seÌem submetidos à apovação do órgão estadual competênte, e da SecÌetadra Especial do

w
MINISTÉRIO DO ME1O AMB1ENÏE
TNSfiTUTO BRÀSTLETRO DO MEIO AMBIÉNTE E DOS RECURSOS NATìJRAIS RENOVA\TIs - IEAM,A. DiretoÌiade LicenciâÍÌ€nto Ambiental

ambiente, tais como: I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento...,,, isto é, o licenciamento de obras do setor rodovifuio prescindem da elaboração de um EIA"/RIMA.

Eotetado, a Resolução CONAMA 23711997, em seu artigo 12o, estabelece que: "O órgão ambiental competente definirá, se necessiírio, procedimentos especihcos
paÍa as licenças ambientais, observadas a naturez4 caíacterísticas e peculiaÍidâdes da atividade ou empreendimento e, aind4 a compatibilização do processo de licenciamento com as etapâs de planejamento. ìmplantação e operaçào."

-

"$

10 Poderão ser estabelecidos pmcedimenlos simplifcados para as atividades

e

'

empÍeendimentos de pequeuo potencial de impacto ambienta1...', isto é, a legislação pre\? I instauração de procedimentos específicos e simplificados de licenciâmento observaado-se as
caÌac1erísticad da atividade e o grau de impacto ambiental.

Em relação à aitemativa locaciotal, é opoú]no esçlarecer que o tema foi objeto de tÍalativas ente as PaÍtes @rasil e PaÉguai), ratiicado na Ata da VÌlÌ Reuniào da Comissào Mista Brasil-Paraguai paÌa a Construção da Seguada Ponte lntemacional BÌasil Paraguai (fls .68), constituída pelo Acordo entre o Govemo da República Federativa do Brasil e o Govemo da República do Paraguai paxa a Constn4ão de uma Segunda Pode Intemacional sobte o zuo Paraná, hrmado em Montevidéu, em 8 de dezembro de 2005, promulgado pelo Decreto n'6.676 de 04 de dezembro de 2008.

,

Por se tratar de uma região com elevado nível de arÌlropização, entende-se não ser necessária a elaboração de um EIARIMA paxa subsidid o licenciamento da 2" Ponte -lntemacional eútÌe Foz do Iguaçu (BR) e Puerto Presidente Franco (P9, uma vez que o impacto

-

decorrente da implantação do empreendimento será significâtivamente menor do que o impa.to deconente da implantação da ponte em Ìegião de vegetação nativa primária! em estágio mçsro ou avarÌçado de rcgeneração ou mesmo em região onde ocorÌesse a necessidade de relocação de_famílias e desapropriações em iírea uÌbana. Ressalta-se que se trata de uma aüiliseexclusivamente para a construção da pon1e, excluindo seus acessos e instalação aduaneira.
Deste modo, avaliando os aspectos técnicos, não eúst$óbices, para que o estudo que subsidie o licenciamento da 2" PonÌe Intemacional eotre Foz do Iguaçu (BR) e Puerto Presidetrte Franao (PY), seja um Estudo Ambiental - EA e Plano de Controle Anbiental - PCA em lugar do EIA/RIMA. Recomenda-se que haja a rcalização de reunião pública para exposição

do pÌojeto e dos
licenciamento.

estudos ambientais, considerando

o

desmembramento

do

processo de

Polem há de se ressaltar os quesitos jutídicos e legais, pertinentes à matéia, uma vez que tmla-se de emprcendimento, localizado e desenvolvido conjuntameote no Brasil e em

pais limitlofe. Neste aspecto seria recomendável um posicionamento jurídico da Procuradoriâ Federal Especializada quanto a proposta de alteËção do estudo e do desmembraÍnento do objeto
do processo de licenciamento, tendo em vista os seguintes asp€ctos:

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MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTT
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE
E DOS RECI]RSOS NATIJRAIS RENOVÁ\TE . IBAMÀ DiÌetoria de Licenciamento AmbientaÌ

-

Trata-se de empreeÌrdimento localizado e desenvolvido conjuntamente no Brasil e em país ìimítrofe;

A legislação Paragüâia em seu DecÌeto 1a.281/1996 que regulamenta

Lei n'24311993 da Avaliação de Impaclo Ambiental, exige que em seu ter.itódo qualquer obra viária seja precedida de avaüação de impacto ambientaÌ, cujo instrumelto exigido para a avaliação de impacto é o EIA,iRIMA. Tendo em ústa que a ob€ da supeÌesúutura da Ponte impacta dirctamente o territóÌio paÌaguaio, toma-se necessáda uma anrá1ise jurídica
a

especiÍica, considerando a contovéÌsia jurídica existente.

"Artículo 5.- Soh qctiridqdes sujetas

a la

EVL4

y

consecuente

presentación del EU y su respectìyo RIMA, couo requÌsíto indíspensable para su ej ecución, las siguienÍes :

1I) Obras viales en general. Los EIÁS parc estat ttateüa estalá sujetos
construccìón de Obras Viales.

a los procedimiehtos y nonnas de

"

la

À consideração supeúor

FERNÁ]\iÚO A!.GI]STO DI FRA-íICO"FÍBEN,O oorde;ador-ceÉl de TransDones: Minerâcão e Obras Civis
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IVI\,IA. IBAMA Documênlo:
02001 .01 51 62y201 G.48

Urgentíssimo

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Brasília,

oatâ:

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Oficio

N"

r.

:

DAMÚCGDECAS/ETRA BRAS PARG

em

" de

' ,

de20l0.

Seúor Diretor,

A
brasileira à

pedido dos representântes do IBAMA que integraram a delegação
Rermião da Comissão Mista Brasil-Paraguai para a Construção dâ
<te

)flI

Seguncla Poote sobre o Rio Paranri realiza<la em 15

julho corrente, a delegação

paraguaia foi informada sobro a possibilidade de desmembramento do licenciamento

ambiental do empreendirnento. Foi comunicado que a área jurídica desse Instituto
está analisando pareoer técnico da Coordenação-Geral de Transporte, Mineração e Obras Civis (CGTMO) favonivel à aceitação de um Estudo Ambiental @A) para as

obras da ponte

e de ue

Estudo de Impacto Ambiental/Rolatorio de Ìmpacto

Ambiental (EIA,RIMA) paÍa a construção das respectivas vias de acesso. As
üferenças ente o EA e o EIA/RIMA foraú igualmente esclaÍecidas.

2.

tlo ücenciamento ambiental, a delegação do Paraguai afirmou não vislumbrar impedimentos para a adoção do
Consultada sobÍe
desmembramento

o

pÌocedimento simplificado de Estudo Ambiental exclusivanente para a consEução da ponte. Manifestoq ademais, que os estudos ambientais paraguaios tamUem foram
desrnembrados e que a licença ambiental conespondento ao estudo para a coÍìstrução -'..

Fedro Albedo Biorelli Diiéror ilè Licenc-ramento Ambiental rn-stìúÍo=Bãslíe-iio ao Meió Ambient€ dos Recursos Naturais Renováveis

Anexo: I

i.,

:-

t Jüct . 0c titq

FIS. 2 dO OfiCiO da ponte

N' i. J

DAM tr/CGDECAS/ETRA BRAS PARG

já havia sido emitida.

3. 4.

Segue fotocópia da

Ata da XII Reunião da

Comissão Mista

Brasil-Paraguai, que regist4 enÌre ouhos pontos, as considerações acima narradas.

Com vistas a subsidiar a análise juridica sobre o desmembramento do

licenciamento ambiental da construção da segunda ponte sobre o rio Paraná" muito
agradeceria tansmitir o que precede e o docuÌnento anexo à hocuradoria Federal Especializada desse Instihrüo com
a

brevidade possível.

Cordiais sludações,
-

.t

(JONAS CUII!{AR,{ES FERREÌRAì Chefe, subsrituto, da Divisão da América Meúdional Ministerio das Relações Exteriores

,ì\-------

II

-

rcesso 02001.001329/2007-98

hBpr/www.ibanìa,gov.br/pÌofocolo/pÌoc delahe,pnp lnÌrmJroc=.,.

Processo 0200'í.001 329/2007-98
lntèressado: Depâítâínênlo Naclonalde hfrâ+stnnuía dê Cgc/cpf/mâtr:
Rêsumo Assunto: Licanciamento Ambientsl paÍa a

cor-stE Uèis.
cep:
Tipo lnterèssâdo: Pêssoa FÈicã

Assuntô: Licenciamanto AmbieÍÍãl Data Protocotô; 06-03-2007 10r3i31 Oocumento Odqlnãli Mêmo No32/07 Dilic

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16-07-2010 14-O7-2414 08 57 25

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ElaboÉção de Despacho
Encaminhado Ao D'. BêrnâÍdô paía Epme e

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julio de dos mii En la ciudad de Presidenie Franco Rspublica del Parâgua)" el diâ 15 de diez. se llevó a cabo !a )Cl Reunión de la CotDisión Mixtã Pataguayo - Bíasileia para 1a ccnsrrucción dei segundo puente sobr€ e1 Íio PaÍaná.
í-a lìstâ 0ompleïa cie tos miembros de las Delegaciones de ambos países Íigura como ArÌexo I del presente Acta

La apenura de la reunión estuvo a cargo del Intendente de ia ciudad de Prçsidente Frs!ìco. SeioÍ Miguel Medio4 quién dio la bieaveoida a ambas Delegacicrnes

Posrerio.mente. el Jefe de la delegaoión paraguaya, Seior Andrés Rivarola Casaccia" \iiceminisl-Ío de Obras Públicas y CoÍtunicaciones, saludó a la Deiegacìón Brasilefia y puso a qlosideración ia Agende de temas a tIatôi. Ën calidad de Jefe de la Delegación de la Republica Feduaiva del Brasii, el Jefe de Ìa Di\.isión de A$éÍica MeridioÍrai Íl del Ministerio de Relaciores Exteriores del Büsil. Seior Jonás GÌlima.aes Ferrei.4 agtâdeció la bienvenida y expresó el deseo de iniciar ìas obras de construcción del pueíte en €l pres€nte a.fro. Luego rle ia aprobación de la AgeÊda se trdaÍon 1os siguientes temas:

I-

Següimiento
È€tividades-

e

ioformacióo sobÉ los avancq del cronogrâúa dc
a raiz de 1o conversado sr la ultima reuniólt con poder dar ioioio a las obras en el pÍesente aio 2010.

La delegación bÍasileía comentó que

puenÌç -n los accesos. Corl esto, se üslumbró Ia posibilidad de hacer un cstudio ambiental simpliÍicado coÀ Íespecto a.l puetrle, etr cootraposición al estudio del impacto ambieffai. Êl IBAMA çomentó que €süìvo atralizando esta propuesta a niv€l técnico ) _y_a se cuenta con uD paÍecea favo.able. Sio embargo, dicha Fopuesta está pendieflte de un dictameÌ! po.1a asesoría juridica del mìsmo óígano, paÍa ser adoptada.

eÌ obietivo d€ aceleraÍ el proceso y fueron heohas reuniones en Brasil çon las altas esferas del Gobierno, a hn de acelerar los píocedimientos administrativos para la aptobació[ de la ob.a. Dejando claro que actuaiüìen1.e están cn los límit9s lçgales de piazos de estos Focedimieotas, se cotÇÌuyó que una posibiiidad pudiese se1 eD Ia parte ambiental, tratar de manera separada el

; a deieg.acion brasileõa presento !rB cronogÍama acruajizado de las actiüdades previas al inicio de 1as obras, que se adjunta como aDexo ÌI, considetaado la posibiiidad de aprobaciór, del procedimiento de sepaÍación del lìcenciamier{o aabiental en dos paftes

l-a delegaciór, pãraguaya soiicitó a ia brasilefra que expliquq Ìa diferencia entre

el

Ëstudio de lmpacto A.übiental y el estudio simpliÍicâdo de Estudio Ambientai. SobÍe el puíio. la parte brasileia explicó que er eÌ primer caso está p.eÌista la posibìiidad de iuoienciá Pública, de habér una solicitud en ese seotido. En segundo caso, esta posibiÌìdad no está contemplad4 lo que no impide la realización de\na reunión pública. LÍl ambo. casos los daros ulnicos dcÍestudio son

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La del€gaçión bÍasileiÌa consultó a la delegación Pataguaya si habría impedimentos para ôc€orzìÍ esïe proçedimier[o simplifioado de Estudio Atnbientel exclusivamente dei pucntc. La parte paftguaya exptesó que no exist€n impedimentos legêles y manifcstó que rambien en ct Paraguay s€ han sepaÍado los esiudios ambientales paÍa Ìa construcción del puente y los aocesos. Asimismo, info(mó que los Estì.Ìdios Ambientales ,le Ìa constÍucció del puente está! cotlcluidos y ya se qlenla con la licencia aÍnbieital correspon<iiente, expedida por la Seçretaria del Anbiente (SEAM), lo que será remitidc Ê Ì6 delegación brasjteía poÍ medio clcctÍónico.

La delegación paraguaya solicitó que arÌÌes de la aptobaciór del proyecto ejecutivo, el mismo sea remitido via electÍónica al Ministerio de Obras Públicas y Comunicaciones dei Paragiay para su estudio, de maneÍa que puedan ser inciuìdas algunas sugerencias o conlentarios técniços que puedan sulgir. Los representantes de la delegacìón brasileia conrentaron que no existen impedimentos pata atender esta solicitÌld dejando a cargo de la Comision Mixta refendaÌ el mercioÀado PÍoyecto Eiectltivo.
La empresa PROCAIA hizo entrega deÌ Estudio Ambiental especifico deÌ puente y el -bstudio de iftpactô ,\mbientll (EfA) y sìr respectivo RIMA a Ìos repÍesentantes del D}.rlT.
En cì.rmp1iÌììiento de lo acordado en ocasión de ia última rer-rnión de Ia Comisión Mirra la delegêción brasììeia hizo eot ega en medio {isico y sopoÍe digital de Ia \ersion acrual de1 Proyecto Bâsico.

2- l{odaÌidâd y câracterísticâs de la Licitación.
EÌ Jet'e de delegación paraguaya plaflteó que en el pliego de licitación se incJuya ìa sosibilidad de paíicipacióÍr de empresas constructoÍas paragüayâs debidamente constituidas bajo la legislación de ambos paises, atendi€ndo qu€ se trata de un puente inrenacional aunque sea pagads por fondos del Tesoro brasileio.

iil ietè de delegaciôn brasileia ÍeiteÍó lo eÍp.esado en la última reuoión en el sentido que, de acueÍdo a su entendimietrto actual en la mateú las enpresas paraguayas que desecn participaÍ de la licitación tendrán que tegìstÍaFe en eì Brasil y no podrán comprobar capacidades tecnicas o fioancieras con bage en documentos expedidos por ariÌoridades exÍranjeÍas.
Erì ese sentido, el Jetè de del€gación paÉguaya, se comprometió a realizar una consuìta al C'obierno brasileõo sobre la posibilidad de que en el pliego de licitaüion se i:onsideren ias capacidades y experiencias de üabajos realizados en te.Íitorio paragua!,o
por dìchas eÍnpresas F-l .ÌeÌt de la DelegaciórÌ bíasileia se compÍometió a transmitir esta consulta a Ìa instancia juridica competente de su país coa solicitüd d€ tnÂmite urgente, así como a respondeí ran prorlro te ga el parecer de dicha instaloia sobre la misma.

l-a delegación paíaguaya consultó a Ia delegaoión brasileõa sobre ia modalidad de supen,isiór de ias obras, a Íìn de permilir que la Comisión Mixta ejerza las funciones
previstas en el inciso d) deì ArtícuÌo

Ìï

del Acuerdo

Âmbas deiegaciones acordaron que 1o: detailes de ia supeÍvisión de la obra seráo definidas eo el áebito de la Comisión Mixta, según las recesidades del avance de la üisinâ Fróxirna ldeunióo.
Las Delegacìones açordaron reâiizar la )cII Reunión de esta Comjsión Mixta, en la ciúdâd de Foz de lguaui República Federativa del Brasil, con f€cha teltativa deÌ 9 de sepliembre dei cot ieote aio. AÍnbas l]elegaciones destacarcn ei compromiso de los Gobiernos de seguit aunando s€iaiaron que los países se encuenlralÌ tealizando Ìodos los tÍaba.jos v esfirerzog ÌonÌando Ìodos los Íecaudos oecesarios para currplir e1 compromiso de iniçiar las obras en el n'ies de diciembre del 2010, segúE lo aco.dado e! el ctoDogÍama de trabajo.

)

i"a delegación bÍasilefra agradeçió Ia çálida hospitalidad y cortesia de ia parte pâraguaya ambas Deìegaciones agmdecieron a la Muoicipalidad de 1a Ciudad de Presidente Frlìnc.o. organizadora de estâ reunión. en la persona de sr InteldenÍe.

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For la República deì Faraguay
Por ia Repúbiìca Federativa del BÍasìl

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ANEXO II

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Documento:
02001 .015177 t2010-14

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P
lo.

Diretoria de Planejamento e Pesquisa Oficio no. ìe. )/201OiCGMAB/DPP

Bru.itiu,//l dejutho
A Sua Seúoria o Seúor Pedro Alberto Bignelli Diretor de Licenciamento Ambiental - DILIC/IBAMA
BÉsília./DF

de 2o

Assunto: BR-277/PR - 2" Pontc Internacional eatre Foz do Iguâçu (BR) e Puerto Presidente Frlnco (PY) - EncaminhameDto de Estualo Ambiental - EA e Estudo de Impâcto Ambiental - EIA

Anexo:

digitaÌ do Estudo Ambiental- EA (uma) 1 cópia impressa e em meio digital do Estudo de Impâcto AnbientaÌ EIA e seu respectivo Relalório de lmpacto Ambiental - RIMA

1 (uma) cópia impressa ç em meio

-

SeúoÌ DiretoÌ,
Objetivando dar andan.Ìento ao processo de licenciamento anbiental da BR-277 2o Ponte Intemacional, entre Foz do lguaçu (BR) e Puerto Pr€sidente (PY), em consonância com

t.

-

as definições da reunião realizada no Ministélio das Relações Extciiores, em 13.07.10, com a participação desse IBAMA, DNIT, PROGAIA ç demais instituições representant€s ÌÌo âmbito do processo, informo o que se segue.

2.

Considerando que na referida reunião loi acordado ent{e os pÍesentes, que o licenciamento ambientâl da 2" Ponte htemacionaÌ será conduzido em separado, para â ponte e os acessos, assim, encaminho anexo, (ÌÌma) via impÌessa e 1 (uma) via em meio digitaÌ dos documentos intitulados Estudo Ambiental EA e Estudo de Impacto AmbientaÌ EIA e seu respectivo RelatóÌio de Impacto Ambienlal, os quais contemplaÌnl

I

-

-

Estudo Ambiental (Tomo I - lntÌodução e Diagnósúco Ambiental e Tomo IÌ - Prognóstico Ambiental e ProgÌamas Ambientais) Estudo d€ Impacto Ambiental (Tomo I e Tomo IÌ) Relatódo de Impacto Anbientai Geoprocessamento AÌÌexos

3.

Diante do exposto, coÌoco-me à disposição para quaisquer esclarccimentos que

se

façam necessiáÌios.

Atenciosaúente
1

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sp.ís

Andraos Filho Coordenador-Geral de Meio Ambiente Substituto
Geo sÂx s"; e a.'Ìq-.jtrMi

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I - Ld. a

Edjfi oìo Núdeo dos Tdi Fon.:(6ì)ltÌ5a000 CEP: ?00{0.920-BGilisDF-ìwdú sovbÍ

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ÀDVOCÀCIA GERAL DÂ IINIÃO.ACU PROCURÀDORIA GERAL FEDERÀLPGF PROC(InÁDORIÂ FED€ML ESF[CIALIZADA. IBAMÁ

DESPACIIO N" 0796/2010 - CONEP/Asb PROCESSO No: 02001.001329/2007-98 INTERESSADO: Departamento Naciotral de Infra-estrutura de Transportes - DNIT

Seúor PÌocurador

Chete Nacional da PFE/TBAMA,

Tnta-se de consult4 formulada pela Diretoria de Lic€rciarìento Ambiental, acerca do "desmembramento do Licenciamento Ambiental etrtre a Ponte Intemacional e o Acesso Rodoviário no Brasil". A medida se reputa inteÌessantç ao passo que permite que parte da obra seja reaÌizada sern a necessidade de elaboração de estudo de impacto ambiental e relatório de imtrjacto ambiental. Compulsados os autos, percebeu-se qug o desmembramento não pÍetende que parceÌa do empreendimento, que deveria submeter-se a EIA/RIMA, seja dispensado deste, senão de permitir que a parcela da obr4 para a qual é dispensável o EIA/RIMA seja submetido a procedimento mais célere. A pÉtensão não macula o fundamento do princípìo do licenciamento único e tampouco afronta o disposto nas Resoluções CONAMA n' 237/9'l e n' 349104. No entadto, os pÌocedimentos adotados deveÌão ter tramitação harmônica, a fim de evitar que uma paÌcela da obra seja liberada e outÌa nào seja, o que inviabilizaria o empreendimento por completo. Por fim, insta registÌar que a ânrílise da matéÌia parte do pressuposto de que não há noma de sobredireito que impoúa a aplicação de ìei estrangeira (no caso, a paÌaguaia) na condução do licencianìento pelo IBAMA.
Desta feita, acompaoho o entendimento eslosado no Parecer no 041'712010CONEPIBMF, de lavra do Procurador Federal Bemardo Monteiro FerÌaz, por seus fiìndamentos jurídicos. Sugiro o retomo dos autos à DILIC pam ciência e providêÍcias peÍinentes.

Brasilia, 20 dejuiho de 2010.

Braga Coordenadora Nacional de€studos e Parcceres

. ,,. 1., ?.Alice Serpâ

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ADVOCACIA"GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA,GERAL FEDERAL PROCURAoORIA FEDÊDRAL ESPÊCIALZAOA JUNTO AO lBAiÍÀlCMbio

PARECER N'. O4I7ICOEPE/BMF
PROCESSOT 02001.001329 Do07 -98

INTERESSADO: DNIT ASSUNTO: LICENCIÁMENTO ÀMBIENTAL DA PONTE SOBRE O RIO PARA,NÁ

Ementa: Licenciamento ArÍbiental. Porte sobre o rio Para!á. Divisâ entre BÌâsil e Paraguâi. Não incidôDcia da legislação estrangeira. Desmembramento do licenciamento. Possibilidade condicionâdâ.

Seúora Coordenadora Nacional de Estudos e pareceres,
BREVE RELATO
Truta-se de processo administativo Ìeferente ao licenciamento ambiental da construção de segunda ponte sobre o rio Paraguai, unindo Brasil e paraguai poÌ intermédio das cidades de Foz do lguaçu, no Estado do paÍaná e presidente Fraaco, úcluindo o acesso à BR 277PR.

No deconer do processo, paralisado por Ìongo perÍodo (fls. 64166), foi elaborado teÌmo de ÌefeÉncia para a realização do estudo prévú dã impacto ambiental, corn Ìespectivo rclatóÌio (EIA,,RIMA), em ns. 76184, especie di avaliação àe impacto ambiental inicialmente reputado corno essencial pela equipe técnica (fls. 07).

_

No que importa à present€ apreciação, o DMT requereu ao Ibama ,,o desmembÌamento de licenciânento da ponte e em relação aos scus acessos, propondo a revisão do Termo de Referênoia, de modo a considerar a rcaliz,açâo de Estudo Ambiental _ EA e Plano de Controle Ambiental - pCA pam o ìicenciamento apenas da Segunda ponte, em ao Esrudo de Impacto Ambientat e respecrivo Reìatório de lmpaãro Ambientat lllsqg!ão EIA,RÌMA, aÍìtedomente demandado. para os seus acessos solicitaÌnos á continuidadg em

-

Pro6so n1 02001.0011292007-98

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ADVOCACIÂ,GERAL DA UNlÃO PRÕCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDEDRAL ESPECTALTZADA JUNTO AO tBA ,iAJiCMbio

cará1er independente, do Termo de Referência ora rligente, no qual é solicitada a elaboração de EÌA/RIMA" (fls. 130/132). Ao mesmo rempo, restou juntadJaos autos peÌo DNIT minuta de temo de rcferênçia parc as obËs da segunda ponte, nos termos requeridós pela autarquia.

Apreciando o rcquerimento, a eqüpe técnica da COTRÁ/DILIC (fls. i46) Ìatiflcou o entendimento no sentido da necessidade de elaboração de EIÁ,RIMA, pondeúndo
a iÌnportiância da realização de audiências públìcas. Todavia, referida manifestação não restou ..a acatada pelas autoridades superiores, que deteminaram

fim de subsidiar

a realização de vistoria técnica,

a tomada de

decisão,,(fls. 153/i54).

Em çonsequência, foì exarada a Nota Técnica n". 1412010 - DILÌC/IBAMA (fls. 180/182), na quaÌ cons'tai a) o emprcendimento é composto de um lote único, com extensão de 14,4 km; b) o lote único é subdividido em três segmentos, a cont{ do encontro da

ponte no lado brasiÌeiro; c) o pdmeiÌo segmento liga o encontlo da nova ponle e o dispositivo de acesso à ponte Tancredo Neves, que liga BÌasil e AÌgentina, caracterizando-se como iírea ântropizada, não sendo encontadas AÌPs, sem conduções de sustentar grande quantidade de fauna silvestre e que não se apresenta como local diferenciado para a ictiolauna; b) os segmentos 2 e 3, que ligam, respectivamenteJ o acesso da ponte Tancredo Neves à BR 469 e desta 277, onde termina projeto, apresentando-sç como segmentos uÌbanizados/periurbadzados, com quatro remanescelltes fìorestais e capacidade par.J abrigar pequenas populações de aúfauna.

à BR

o

Conclui a citada nota técnica que ,,de um lado, se tem o impacto reduzido da ponte intemacional, que, sob a ótica do componente biótico, poderá ser avaliado alÌavés de um Estudo Ambiental Simplificado - EAS. Do outro lado, existem os impactos ambienlais pro€minentes da constlüção e openção dos segmentos dos acessos rodoviririos acessódos, que sob ponto d€ vista do componente biótico, demaldariam uÌn Estudo de Impacto Ambiental e respectivo relatório - EIA,Rltr4A. Dessa maneira, os requisitos necessários para prevenção, miligação e compensação ambiental de obras potencialmente geradoras de diferentes graus de degadação ambiental,,. CoÌroborando com a nota técnica (Íls. 183/i84), o Coordenador da CGTMO afirrna iÍexistü óbioes para que seja realizado Estudo Ambi€ntal EA e plano de Controle Ambiental - PCA, em lugar de EïA,/RIMA. para o liceíciamento da segundâ ponte intemacional entre Foz do lguaçu (BR) e presidente Fmnco (py), considennão o
desmembramento do processo de licençiamento.

Nesse contexto, requer manifestação da pROGE ,,quanto à prcposta de _ alteração do estudo e do

desmemblamenlo do objeto do pro""r- d" licenciamento,,, ponderando bataÌ-se de empreendimento localizado 'conjrmtaàente no Brasil e paraguai, teído o último legislação que impõe a realizâçao de EIA,RiMA para obras viiirias. Assim, vieram os autos à Procuradoda.

t
PÍocesso

o breve Ìelato. Segue o pztrecer.

n" 02001.001329/200?-93

ADVOCACIA.GERAL DA UNIÂO PROCURADORÌA'GERAL FËDÉRAL PROCURADORIA FEDEDRAL ÉSPÊCiALZADA JUNTO AO IBAMfuICMbiO

AN

ICÀ

discussão quanto à iegitimidade do desmembramento do empreendimento, nos tennos em que requerida pelo DNIT, tem pot pressuposto a discussão em relação aos eventuais efeitos da legislação paraguaia sobre a obra em questão, na medida em que o interesse do empreendedor é desmembrar o licenciamento para reaìizar diferentes espécies de avaliação de impacto ambiental.

A

No que toca ao tema, tem-se a afiÌmaÌ que a ordem jurídica é a expressão direta dâ soberaniâ, eÌemento indispensável paÌa a çoúguração do Estado como autônomo. Assim, a cada Estado independente é dado instituk as norÍnas - sejam elas rcgras ou
princípios
de seu teÍitório. Dessa forma, apenas a própria ordem jurídica locai é apta a disciplinar as hipóteses - em maior ou menos escala - em que recoúece a vaiidade e inçidência das normas juridicas oriundas de Estados estangeiros, como bem se percebe da análise da Lei de Ìnüodução ao Código Civil, como sói ocorrer, v.9., nos casos de sucessão, regida peìa lei do d,omicíIio d,o de cujus.

-

responsáveis pelo discipÌinamento das atividades a serem realizadas no inteúor

Referida assertiva apresgnta-se ainda com maior pe inência quaÍìdo se trata de normas destinadas a reger o exercício do poder de policia das autoridades púbÌicas, uÌÌÌa vez que Ìrão se adrnite que a ordem júdica eshangeira ioterveúa na dinâmica de poder entÌe o administrado e a Adminishaçào Pública.

Por tais fuIÌdamentos, âssevero oue a existéncia de leeisÌacão no Estado parazuaio impositiva de realização de EIA,/RIMA para obras viá.rias. como sói oconer no caso em comento. em nÂda altera a independéncia do Ibama paÌa determinar quais os estudos adequados para o licencianento ambiental.
Estabelecida a questão preliminar, adentramos no exame meritóÌio.

possibilidade de desmembramento do licenciamento ambiental é foco de críticas por parte da doutrina, haja vista a possibilidade de se converter em inskumento de desconsideração da obrigação constitucional de reaÌização de EIA/RIMA, como se pode, perceber, com aplicação por analogia ao caso em comento, no disposto no artigo 3", $ 40, da Resolução CONAMA no 349/04.

A

Isso poÌque a Constituição atreÌa a realização do estudo prévio de impacto âmbiental à existência de obra ou atividade de significativo impacto ambiental, considerado como aquele capaz de causar reÌevante impaoto no eaossistema. Em muitos casos, porém, a obra ou alividade capaz de causa! significativo impacto é composta poÌ parceÌas matedalmente independentes, em que peso todas volÍadas à execução da atividade centraì, sendo cada Ìrma - qualdo isoiadamentc analisadas - incapaz de causar significativo impacto ambiental.
Púcesso ío. 0200ì 00 | ì2a/2nÀ?.oa

4

ADVOCACIÁ-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GËRAL FEDERAL PROCURADORIA FEOEDRAL €SPECIALIZAOA JUNÌO AO tBAMMcMbio

Nesse camiúar de ideias, admitir o licenciamento isolado de cada parcela componente da obra ou atividade implica a definição de estudos ambientais adequados à extensão individual dos danos causados, fato que pode acaretar a realização de diversos diagnósticos simplificados dos impactos ambientais, desconsiderando que as paÍtes só tem sentido enquanto integantes de um todo, cuja realização não pode prescindiÌ do exame integral e sinergico de todas as etapas da obra ou atividade.

A {ìm de ilushaÌ a assertiva, a situação descrita poderia ocorrer caso - na obra de construção de um porto capaz de causaÌ significativo impacto ambiental a instalação da área industial componente do retropoÍo e as obras de acesso de navios, por si só, causassem reduzida degradação ao rneio ambiente, sendo realizados licenciamentos individuais para cada parcela, sem a exigência de EWRIMA.

Aqui, portanto, admitfu o desmembramento configuÌada burla à exìgência
constitucional de EIA.Â-IMA, afastando, <le forma ilegitima, a necessidade de estudos mais aprofirndados, bem como uma maiü participação da popúação interessada, comumente presente nos procedimentos mais complexos de licenciamento ambiental.

Ilegítimo, destarte, desmernbramento quando este impÌicar em desconsideração da obrigação de realizar EIA,RIMA, cabível para o licenciamento da totalidade da obm ou atividade, caÌacterizado quando cada uma das parcelas licençiadas â parte - isoladamente consideradas - não perfaz o requisito do significalivo impacto ambiental,
Essa não me parece, todavia, ser a hipótese dos autos.

éo

-

Nos temos da Nota Técnica n". 14/2010 - DILIC/'IBAMA (fls. 180/182), que apesar de conlÍadizer a Nota Técnica n'45/2010 COTRAJCGTMO (fls. 146) foi devidamente aprovada e laüficada pela autoridade superior, a obra da ponte intemacional tem reduzido impacto, situação oposta à identificada para a realização das obÌâs viárias de ligação ente a nova ponte e os acessos Ìodoviários. Afirmou a área técnica quç as obras da ponte prescindem da realização de EIA-/RIMA, sendo adequado e süficiente a Ìealização de estudos mais simplificados, fato inexistente paú o rcstante da obr4 cuja complexidade impõe a reaìização de estudos aprofundados.

-

-

Em outras palavras, no caso dos autos, não é â totalidade da obra compreendida coEto a ponte e seus acessos - que necessitâ de EIA/RIM.A, mâs tão somente parcela identilicável do empreendimetrto, sendo o requisito desnecessál.io para a restante. Percebe-se, portânto, que o desmembramento em questão não coDligula bwla à exigência de EIA,/RIMA especialnxente quando tanto o empreendedor (Íìs. 130/132), quanro a aÌea técnica (ns. 180/182) - asseveÍam o cabimento do estudo prévio de impacto paÌa os
acessos rodoviiirios, afastando-o apenas pam as obras de construção da ponte_

Ocorre, outrossim, a tegítimâ adequação do procedimento às padicularidades da obra analisada, providência admitida pela Resolução CONAMA n" 237197 ao prever, em seu artigo 12, qÌÌe o "órgão ambiental competente definirâ, se necessário, pÌocedimentos '7t1,

Prcc6so no 02001 00l12S/2007.98

ADVOCACIA-GERAL DA UNÁO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADÕRIA FEDEDRAL ESPECIALIZADA JUNÌO AO IBAIVÀICI.-,ÌbJO

específioos para as licençâs aÍnbientâis, observâdas a lafureza, ca€cterísticas e peculiaridades da atividade ou empreendimento".

Assim, partindo-se da afiÌmação técnica no sentido da súlciência de estudos ambientais simplificados para a realização da obra de construção da ponte sobre o Rio Paraná acompanhado de Plano de Controie Ambiental @CA), sendo cabÍvel o EÌA,RIMA apenas para as obras relacionadas ao acesso lodoviiiÌios, considero l€gÍtimâ a desigÌlâção de espécies diversas de estudos adequados às particulâridades de cada parcela do empreendimeDto, sendo possível - sob tal aspecto - o desmeEbrrmento,

A asseftiva acima, todavia, não esgola

a questão-

A necessidade de licenciamento conjunto de um empreendimento não está relacionado apenas ao diagnóstico sobre o ecossistema atingido, elemenÌo relacionado aos estudos aÍnbieúais acima comentados, mas, especiaÌmente, à impedir o surgimento de sitÌrações de "fato consurnado".
Em oÌìhas palavms, o camiúar apaÍado das etapas do licenciamento ambientaì - quaÍÌdo se sâbe que o empreendimento apenas se apresentg útil quardo tomado em sua totalidade pode acaüetar a instalação definitiva de uma deteminada etapa, çonstatando-se posteriomente a inviabilidade de paÌcela essencial ao uso efeüvo da obra, circunstância capaz de acarretaÌ pÌessões pela conçlusão integral do empÌeendimento.

-

Situações assim não ofendem apenas o patdmônio dos interessados sejam -j mas vão além paÌa caracterizar injustiÍicáveì degmdação ambientaÌ, uma vez que não compensada peh Auição de uma determinada utilidade.

públicos ou privados

-

É esse o caso dos autos.

Em que pese as parcelas componentes das obras apresentarcm niveis distintos de dano - fato que permite a realização de estudos ambientais específicos -, indiscutivel é a assertiva de que nada adiarta a exìstência de uma ponte quando desconeçtada das respectivas vias de acesso. Ponte sem acesso é ponte inútil, fato que não se pode tolemr. Dessa forma, o desmembrameoto tem como consequência o adiantâmento natural do processo de licenciaÌnento da ponte, eìs que amparado em estudos simplificados, podarÌto, mais céleres, circu:tstância capaz de conduzir à situação de construçâo da ponte sçm o ténnino do licenciamento das obras de acesso.

do "fato consumado" caracterizâdo por evenfual construção da ponte sem a
intermedi.íria.

Nessa perspectiva, o desmembramento não pode ser instrumento de rcalìzaçâo

conclusão

definitiva quanto à viabilidade do restante da obr4 elemento que impõe a adoção de solução
ApesaÌ de pouco prováveì, a mesma observação aplesenta-se cabível para a hipótese contúÍia, ou sej4 para o iÌricio das obras das vias de acesso antes de coúcluído o juízo quanto à viabilidade da ponte.
Pocesso n". 0200ì .00112912007.98

ADVOCACIA,GERAL DA UNIÃO PRÔCURADORIA.GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDEDRAL ESPËCìALIZAOA JUNTO AO IBAMA,/ICMbìO

Os licenciamentos desmembrados, outrossinn, devern seguir de f@Ì.nÀe harmônica e grâduâI, especialinente caracterizâda nÀ impossibilidade de iníaio das obÌas da ponte, elemento da licença de instalação (LI), antes de concluído ao Ím€lnos, o jufuo relativo à viabilidâde ambiental das obras dos acessos rodoviários, snatériâ afetÀ à licença préviâ (LP), âplicando-se o mesmo râciocínio à hipótese contráúa.
Apresenta-se como temeriíria a pretensão de efetiva conshução da ponte antes, pelo menos, da expedição de licença prévia para as obras de acesso rodoviário, sendo ideâl que ambos os licenciarnentos camiúem simultaneamente, diante dos já mencionados dscos.

que atende, concomitantemente, à

O prossegúmen1o integrado dos licenciamentos desmembrados é providêncìa

possibilidade

,

decorrente

proporcionalidade de hxação de estudos ambientais âdequados às paÌticulaÌidades do empÌeendimento e à obrigação de obsewâacia do princípio dâ prevenção.

-

do principio

da

coNcLUsÃo
Ante o exposto, uma vez afastada a aplicação da legislação estrangeiú ao tema, opirÌo no sentido da possibilidade jurídica de desmenbrâmento do licenclamento, a Íim de que sejam estabelecidos estudos adequados às particularidâdes de cada parcela, respeitando-se, todavia, a obrigaçâo de ândamento harmônico entre os licenciâúo@Ìltos, especialmente caracterizado pela impossibilidade do início das obras de qualquer das parcelas - matéria da licença de ilstalação - ênquanto não enitida, ao ÌneÌlos, Iic@[Nçâ pr'évia pâra as demais obras integrantes do empreendiÌnento.
É o parecer. À considenção supedor.

Brasília, 15 d€julho de 20i0.

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Procurador Federal

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Plocosso

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02001.00 1329D00i-98

ADVOCACIA.GERAL DA UNÁO - AGU PROCURÂDORIA€ERAL FEDEML - PGF PROCURADORIA FEDERAL ESPECIALIZADA

-

IBAIíA

DESPACHO

n9 228l2O.IO.PFE/IBAMA/GABIN

3292007-98 Assunto: Lic€nciamento Ambiental - Ponte lnternacional
ne 02001.001

Piccesso

1.

Acompanho o entendimenlo manifestado no Parecer nq 0417 COEPE (ís,

185/190), aprovado pelo Despacho ne 796/2010 (Íts. 191), quo conctui peta possibilidade jqrídica do desmêmbramênto do llcênciamento ambiental do empreêndimento.

2.

AleÍto, no entanto, para

a

orientação

de que o licenciamento dos

empreêndimentos, embóra diferentes os estudos ambientais que os antecederem, seguir em harmonia parâ evitaÍ a ceracterização do.fato consumado", como bem obseÍvado na análise da CONEP.

3.

Encaminhe-se o processo à DILIC paía conhecimento e providéncias.

Brasília,2í

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PÍocúá:Cor cheÍe Nacional - Subslitulo

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PFÊI|BAMA

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. I MìNISTÈRIO DO NIEIO Âi!1BII]NTD - MN4A INSTI'Ì'U1'O IJRASILEIRO DO MEIO AìlIBIÊNTIì E DOS R[(\JRSOS NATIJRAIS RENOVAVIIS - IBAMA DIRDTOIìÌ^ DL LICDNCI^rvlENTO ÁMBIENTAL SCË.N -'lÌecho 2. EdiÍìcio Sede - Bloco C. BÈsitia- DF CEP: 70.8 t8-900 l_el.i(0\r) 6l llì6-1071. l.-i\:(0\x) ól ll0t,l80ì - URLt hup:/ vu\! ibaÌìa.gov.br
91i"16 no 1'..'ìii /2010 DILIC/IBAMA

sËlìvrÇ0 PlJBl,ttï f DDI;R^r.

tJc

Brasitia, A Senhorã Aline Figueiredo Freiias Pimenta Coordenadora Geral de Meio Ambìente - CGMAB Departamento Nacional de lnfra-Estrutura de Transportes - DNIT SAN, Quadra 03, Lote A, Ed. Núcleo dos Transportes CEP: 70.040-902, BrasÍlia - DF ïel: (061) 3315-4185 Fâx: (061) 3315-4083

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de jutho de 2o1o

Assunto: Licenciamento ambiêntal da Ponte lnternacional Foz do lguaçu- presidente Franco Senhora Coordenadora,

'1. Dado andamento ao processo de licenciamento ambiental dâ ponte lnternacional Brasil - Paraguai, informamos que após análise e check list do EIAJRIN/A
apresentado, o IBAMA resolve devolver o documento para atêndimento do exìgido no escopo do ïermo de Referência ênviado pelo IBAMA.

2. Ainda em atendimento ao orientado

pela procuradoria Federal Especializada, do IBAMA, e corroborado pelo Despacho da Coordenação Geral, estamos envlando em anexo, Termo de Referência de Estudo Ambiental a ser elaborado para a ponte lnternacional, o qual deverá ter sua soljcitação feita pelo SlSLlC, seguindo toda a legislagáo ambiental vigente.

3.

Nesse sentido orientamos que deve ser formulado novo pedido de licencianìento ambiental, junto ao SlSLlC, fragmentando o pedldo anterior, definindo os limites a serem contemplados pela Ponte lnternacionâl e os limites a serem considerados para os seus respectivos acessos. Ressaltamos que tais deliberações deveráo âtender âo recomendado no parecer Técnico 04'17 COEPE, aprovado pelo Despacho no 796/2010. em anexo.

4.

5. No mais,
adicionâis.

colocamo-nos

à

informaçÕes

Atenciosamente,

(,
Diretor d

MMA. IBAMA Diretoria de Planejamento e Pesquisa Coordenação-Geral de Meio Ambiente Oficio no. i t, j '! 2010/CGMAB/DPP
Documento: 02001 .020451i2010-69

oara:Zfy'-ij-,.";2Brasilia,

ljde

agosto de 2010.

A Sua Senhoria o SeúoÍ Pedro Alberto Bigrelli Diretor de Licenciamento Ambiental - DILIC/IBAMA Instituto BrasileiÌo do Meio Ambiente e dos Reçursos Naturais Renováveis Brasília - DF

4È&l1r

í, -

f)

- IBAMA.

Assunto: BR-277|PR

-

Solicitação de Licenças Préviâs para
e

a 2" potrte lnterqacional

BrasiWaraguai

também do seu ac€sso.

Anexo: Formúiírios de Requerimento de Licença Prévia.

SeúoÌ DiretoÌ,

1.

Em êtendimento ao disposto na legislação ambientaÌ, e de acoÌdo com o previsto nâ

Resolução CONAMA n'.237, d,ç ),9112197, erLcardfiturtos, em anexo, devidamente assinado pelo

repÌesentante legal do DNIT, os formuÌrários de requeÌirnento referente às solicitações paü

obleoção das Licenças Préviâs, para as obras de implantação da

2,

ponte IntemacionaÌ
e

Brasil,?araguai sobre o Rio Paraná, localizada na BR-277/PR com aproximadamenre 760m também a implantação e pavimeoração do seu acesso com apÌoximadamente 14,0 krn.

2.

Em atendimento ao oficio n' 72412010 DILIC/IBAMA, de 30 de julho de 2010, o

qual sugere o desmembmmento do licenciamento ambiental do empreendimento em epígrafe, solicitaÍnos desconsiderar

o

requerimento de Licença Prévia enviado através

do oÍïcio

no

52912010/CGMAB,DPP de 18 de maio de 2010.

3.
necessários-

Colocamo-los

à

disposição paÍa quaisquer esclarecimentos que

se

façam

Atenciosamente,

Julio C Coorden4dor

Ambiente Terçstr€
Edificio Nú16

saN - sêloÌ d.

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CEP: 70.040-910

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LICENCIAIVËNTO AMBIENÌAL FEDERAL

SOLICITAçÃO DÉ LICENçA Licençâ Prévia - l-P
DADOS DO REOUERÊNTÊ Nome ou Razão Social: Departamento Nacional de lníÍa-Estrúuía de Transportes

Número de lnscrição: 671360
CNPJ/CPF: 04.892.707/0001.00

Endereço: QUADRA 03, LoTE A, s/N, ED N DOs ÍRANSP 4 AND
Fâx: 3315-4050

CEP:70040-902

TêlêÍone: 331t5410

Email: diretoria.geÍal@dnit.gov.br

Bâirio: SAN
lìIuniclpio: BRASILIA

,stãdo: DISTRITO FEDERÂL
OAOOS DO EMPREÉNDIMENTO

ldentiÍicedor: 02001.00,1606/20í0-'l 0
Nome: BR-277IPR - 2' Ponte sobre o Ìio Pâraná

Valor do Empreendlmento: R$ 60.000.000,00
lnformâções Adicionaisr O empreendimênto objeto do presente requerìmênto de Licença Prévia refer6-sê ao projeto de implântação e pavimentação da 2r ponte lntemacional BÍasit/Paraguai sobre o Rìo PâÍaná, com extensão aproximada de 760m
I

Declaro, para os devidos Íins, que o desênvolvimènto dâs âtlvidades rêlâclonadas nesse rêduerimento reallzat.se-á de acorclo com os dados trahscritos no formulárlo de solicitação ate abertura de processo.
LUIZ ANTôNP PAGOÍ Data de envio da

solicikçãot í1108/2010

Este documênto foigeÍado pelo Podalde Serviços On-Linê do Íbãma e têm vâlorcorno documenlo elêtrônico. SCEN - Setord€ Clubes Ésportilos Node, TÍecho 02 - Ediíício Sede tBAMA, Btoco,'C,,. AíasÍlia/DF. CEp:70.S1&900.

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LICENCIAIVENTO AIVBIENTAL FEDERAL

SOLICITAçAO DE LICENçA Licença Prévia - l-P
DADOS DO REQUERENTE Nome ou Razão SociaÍ: Departamênto Nacional dê lnÍra-Estrutura dê Transportês

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1t;)

Número de lnscrição: 671360
CNPJ/CPF: 04,892.707/000í-00

Endereço; QUADRA 03, LOTE A, S/N, ED N DOS TRANSP 4 AND Fax:3315-4050

TêlêÍone:33í5"54í0
Émall: diretorla.geral@dnit.gov,br

Munlcipio: BRASILIA

itado: DISTRITO FEDERAL
DADOS DO EMPREÉNDIMENTO

ldentif icadon 02001.004606/20í0-1 0 Nôme: BR-277/PR . 2' Pontê sôbre o rìo PaÉná

Tlpologlâ: Rodovla
Valor do EmpÍeendimento: R$ 30.000.000,00
lníormaçõês Adicionais: O empreendimento objeto do pr€sonte requerimenlo de Licença Próvia refere-se ao Projoto de ìmplantação e pavìmentação do acesso à 2' ponte lnternacìonal Brasil/Paraguaì sobre o Rio Parêná, locallzado na BR-277|PR, com extensão aproximadâ de 14,0 km.

Declâro, para os devidos fins, que o desenvolvìmento das âtlvidades rolaclonadãs nêsse Íeqr.rerimento reâlizaÍ"se-á de acordo com os dados tÌanscritos no Íormulário de sollcitação de abertuÍa dô processo.
LUIZ ANTONIO PAGOT

Assinatura: ü\i'/

Data de envio da solicitação: 1l108,/2010

L.

Ésiê documênto foigeíado pelo PoÍtalde Sêrviços On-Line do lbamâ ê terÍì vaÌorcorno documento eelrônico. SCËN - Seloí de Clubês Espodìvos Noíte, TÍecho 02 - Êdiício Sede lBAli4A, Bloco "C", Brâsítia/DF. CEpì 70.818-900.

MMA - IBAMA

Documento; 02001.021039/2010-66

Diretoria de Planejamento e Pesquìsa Ofício n"., ir/2010 - CGMAB - DPP

oata;-!L141;;
Brasilia,

L.

de

A Sua Senhoria o Senhor Guilherme de Almeida DiÍetoria de Licenciamento Ambiental- DILIC - Diretor Substituto lnstituto Brâsileiro do Meio Ambiênte e dos Recursos Naturais Renováveis _ IBAMA.
Brasília

-

DF.

Assunto: Publicação do rêquerimento das Licenças Próvia da BR-277lPR lntêrnacionâl BÍasil/Paraguai e tambóm do seu ecesso
Anexos: Comprovante das Publicaçôes no Diário OÍicialda União.

-

2. ponte

Senhor Diretor,

Em atendimento ao disposto na legislagão ambiental, e de acordo com o
previsto na Resolução CONAMA no. 006 e Resolução CONAMA no. 237, encaminho
comprovante das publicaçóes, no Diário Oficiâl da União, do requerimento de Licenças

Prévia, para as obras de impìantação

e

pavimentâção da 2â ponte ìnternacional

Brasil/Paraguai sobre o Rio Paraná, localizada na BR-277/PR, com aproximadamente

760m e também a implantação e pavimêntação do seu acesso com aproximadamentê
14,0 km.

lnformamos ainda, que as publicaçÕes em jornal local de grande ciÍculaÉo

também

foram solicitadâs,

e tão

logo rêcebamos os comprovantes,

os

encaminharemos â essê IBAMA.

Atenciosamente,

iJulio Coordenador
,ìeq

Maia iente Terrestrê
Edifìcio NúclcÒ dôi

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