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DÉPART,\]\{I'N'I-C) NACIONAL DE INFRA ESTÍ{tJ'I-IÌRA I)E TÍd{NSP()RTES.DNI'I'

rurxrs.IlÉnro DOS TR.ANSPOR:r

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LEVANTAMENTo oe truronrunçÕrs aÁslcRs IARAA coHsrnuçÃo DE UMA sEcuNDA PoNTE LtcANDo 0 BRASTL (FoZ DO |GUAçU) E O PARAGUAI (PRESIDENTE FRANCO)

I\i4PFlFIlPR .25.O03.006227 / 2007 -99 Apenso n. 04 (Fìeferente ao oÍícÌo 1712009 _ DNtTì
1

VOLUME ANEXO

nelanóRto

FTNAL
B,

EDITAL- O5O
SETEMBRO.2OOs

I

REPÚBLICA FEDERATIVA DO E}RASIL
DEP]\IìTÀNfEI{TC) ÀI/{CIC)À'AI- DE IÀTFÍ'A-I'!t,rIÌìU'I'UR,A f)E 'I'Iì-\NSP()RI.ES-DNI'T

N4IÌ\ISTÉR.IO f}OS TR.ANSPORTES

LEVANTAMENTO DE TNFORMAçOES BÁSTCAS PARA A CONSTRUçÃO DE UMA SEGUNDA PONTE LIGANDO O BRAS|L (FoZ D0 TGUAçU)E 0 PARAGUAT(PRESIDENTE FRANC0)

RELATORIO FINAL WOLUME ANEXO B

Contrato no 65/2005 Elâborâçã0: ENGf,MIN-ENGENHARIA E GEOLOGIA LTDA'

SETEMBRO 2OO5

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,{PRESENTÁÇÃq

contém os lermos de referência dos rsrlDals PAIL1 o LIVANIA\.ÍENTaI I)Ë INIORAÇOÊ-( BÁ!ÌC^S P.AÌ-A A CONSTRÌJç^.\O DE iA -!Èr-UNl-)A !ONT! LÌcÀNDo o BraAS[ (Foz Do lcL]^ÇID I o PARAGIÌÀÌ (PRFSÌÌ)FÌ.ITT FRA-Nco) Con] a aprecjâçào e aprovação do Relatôrio Preliminar pelo DÌIÌIT. pleparou-se. de acordo con a orjentação do e.lìtal 049iC5-00. este Relatórìo Finâl

Fste VOLLME ANEXO

B

con prazo de 90 dias corridos, firmado pelo DNIT e pela enpresa colìsuhoia FNcE\fl]i-Engenharia e Geologia
São os seguìntes as ìnformâções e eventos do cotÌtrato 65/2005,

Ltdal

. . . . . . . . . . r .

Processo número 5060000621 8/04- 19

Data da licitação: 05/04/2005 Data de .euniãe em Foz do Iguaçu da Comissão Técnica Brasileiro-Paraguaia para a Const.ução da Seguúda Ponte sobre o Rio PãÍaíá 19/04/2005 Data de assinatuta do Conlrato. 17/0612005 Data de publicaçâo do DOU. 2l106,'2005 Data de térmiDo do prazo contratual: 19/09/2005 Data de entrega do Relatório Preliminar:20l08/2005 Data de entrega do Relató.io Final: 19109/2005 Apresentaçâo do ReÌatório em Po o Ptes. Fratco/Paraguai: 24108/2005 Apresentação do Relatório ern BrasiliaDF: 11109/2005
Fazem parte desÍe estudo os seguintes volumesl

Relatório Final Volume Anexo A:

- Atexo Ì. Contagens Volumétricas e Pesquisa de Origem e Destino Resumo - Anexo IL Histórico da Segunda Ponte (documentação) - Anexo III: Ëstìmativas da Demanda de Tráftgo enlre -

o

.
I

Brasil e o Paraguai - 2010-2015-2020-2025-2030 Anexo IV: AÍquivo FotogÍáfico. Anexo V: CD contendo os arquivos do estudo Volume Anexo B - Termos de Rele ència

Pinhais, Paraná, setembro de 2005

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llr-DICE

APRESENTAÇÃO.,. ,, . i0 Indicações Paficulares ........ . ...... j LI Objeto 1.2 Informações paja a Elaboração do Projeto .. .. . . . . .. . ... . . . .. i l2l Abrangência..... .. 122 Demanda.. i 2l Acessos e Lôcalização da Ponte 1.2..1 Seção Transversâl Tipo dos Acessos . .... .. ....6 125 Solüção EstrutuÍalda Ponte ... .. 6 126 Seçâo Transversal Tipo daPonte .. ....6 1 2'7 Centro de Fronteira e Praça de Pedágio. .. .. . .. .6 124 Aspectos Ambientais . .....7 Ì3 Fases de Projeto e Aspectos Metodológicos........ ..............7 2.0 Obìelo e Localização ................... Ì0 j.0 Prazo de Execução do Projeto............... . ..... ... Ì0 40 Termos de Referência... ... ..... .. ......... .. 10 4.1 Objetivos.. .... ...... .. 10 4.2 DisposiçõesEspecificas................... ....... I0 4.3 Ìnstruções de Serviço........ .. ...................... ..... . . I t 4.3 I Estudos de Tráfego. ............... . . t l 4.3.2 Estudos de Traçado.. . .... . I 4.3.3 Esudos Topográficos ....11 4.34 Ëstudos HidroÌógicos .. .12 4.3.5 EstudosGeojógicos/Geotécniços............... ....................... t3 436 Estudcs Ambientais..... ...li 4.3.'7 AntepÍojeto e Projeto GeoméÌÍico. ... . 1,4 4 3.8 Anteprojeto/Projeto de Terraplenagem, Drenagem e Pavimentação.......... . .. 15 4.3.9 Ánt€projeto/Projeto de Obras de Arte Especiaìs..... ................................ . . 15 4.3.10 P.ojeto de Sinalização, Defensas e Cercas. . ........ ... ... . . 2Ì 4.3.11 AntepÍojeto/Projeto de DesâpropÍiação...... ... .................. .21 4.3.12 Projeto de Obras Complem€ntaÍes . ... .22 4 3.13 Projeto de Ìluminação .......... .. . 22 4.3 14 EspeciÍicaçôes, Orçamento e Plano de Execução da Obra . ...........................22 5.0 Relatórios.............................. . ... . ... ............ .......... 23 5.1 Relatórios de Andamerto....... . ......23 5.2 Relàtório Parcial de Anteprojeto. .................. . 21 5.3 Projeio Execurivo..... ........24
. . .

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INDICAÇÓES PARTICULARÌ,S OBJfTO O p.esente termo de referência abtange o projeto execut;vo da ponte sobte o

l.I

io

Paraná, ligando as cidades de Foz do Iguaçu no Brasil e Porlo Presidente Frarco no Paraguai, e do acesso à ponte, no lado brasileiro, desde a rodovia BR-277,IPR, em uma exÌelìsào aproximada de 14,4 krn. consìderando a eÉensâo do traÇadc selecionado pelos estudos

preÌininares (trecÌìos 4, lado brasileiro. e 5. conforlne mapa geral adiante apresentado) Se a escolhâ do projelo lor por oull d al{errali\ a d L\Ìeì5ào \ aria Para a preparação da proposta o Íelatório final do "Le

Related Interests

antaolento de lnfotlrlações Básìcas para a Construção de Uma Segunda Ponle Ligando o Brasil (Foz do lguaçu) e o Paraguai (Presidente F.anco)" deverá ser consLlltado

1.2

INFCR,'I{AÇÓES PARA A ELABORAÇÁO DO PROJDTO

1.2.1 AÌ'rangênc;a
O projeto compreende ponte rodoúária sobre o do Paranâ, a ìníìaestrutura vjátia para posterior instalação do cent.o de frontejra do laCo brasileiro e de praça de pedágio, e os acessos à ponte desde a rodovia BR-277IPR. A exíensâo do acesso até a BR-277'PR tem por objetivo seg.egar o túfego da ponte. especialmente o de caÍga, evitandô o uso da inlÌaestÍutuÍa urbana por tráfego de carga e os problemas opeÍacionais decorentes da intemção do t.áfego de passagem e do tráfego local. A solução proposta pelo estudo prelimìnar incorpora também o tráfego Brasil - d'gentina, que se realiza pela ponte Ta[credo Neves, sobre o rio Iguaçu. A pont€ terá sentido único de tráfego, de entrada no Brasil. sentido Paraguai - Brasil, caÍreando todo o tipo de veiculo, automóveis, camionetas, vans, ônjbus, camìúôes

1.2^2 Dcmanda
AÍaliou-se a demanda na nova ponte. O quadro Ì.2-a contém a estìmativa de tráfego na Ponte Inlemacional da Amizade. em 2005 Tais volumes são consistentes com os resultados de outras contagens realizadas eÌn anos antedores. A composição da fíota de caÍgE com fatores de veiculos, const a do quadro I .2-b
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\rerificou-se também que a maìoÍ dernanda horária aÌcançou 1070 do volunÌe dìário. conÌ distribuição clirecionai de 55./45. valores que peünanecem conslajÌaes com ou senì
motocicletas. Os carninhòes têm alualmente üm compo!1âmerio própdo. motilado pela demanda elevada na PIA e pela orientação da fiscalização Ìra pon{e. Conl a entrada e,n serviço da segünda porle o perfil de variação horária dos camìnhões lende a se noÍÍnalizaÍ . As projeções reaìizadas iodicaram um crescimento médio do tráfego de carga da ordem de 37ô. lgual valor foi utilizado para os demais tipos de veiculos.

1.2.3

Acessos e Localização

d{ Ponte

Quanto à ponte, lbi definido, nos entendimentos entre o Brasil e o Paraguai. que ela se posicionaria na regìão de PoÍo N,teira no Brasil e de Porto Franco uo Paraguai. Foram identificadas. no lado brasileiro, duas faixas. as mais favoráveis. relaÌi\.amente. ao traçado dos acessos, no que se refere à topogrefìa do terreno, à rede viária urbana de Foz. à desapropriação, ao prosseguimento dos acessos no lado paraguaio e à desapropriaçào Estas duas faixas foram designadas como alternativas I (none) e 2 (su1), desde a ponle até próximo à BR-469 (Rodovia das Cataratas), na inteÍseção com o acesso à ponte Brasil Argentina, ern que a ocupação urba,na é mais rareleita, embora não totalmente. compostas respectivamente pelos trechos e 4 do d€senho Ì\.{apa Geral - Trechos, em anexo A paÍtjr da interseção, flnal dos trechos 3 e 4, há duas possibilidades de traçado (trecho 5 ou tÍechos 6 + 7), comuns a ambas as altemativas Estas duas faixas. trechos 3 e 4, no lado brasileiro, constituem as allemativas de posicionamento da ponte e dos traçados de acesso. Algumas obsenações são necessárias para a compreensão do nlotìvo do conjunto de trechos, 3 a 7 no lado brasileiro, que, combinados, perfazem diversas possibilidades dc ttaçado, d€pois da interseçâo de acesso da BR-469 à ponte Brasil - Argentina Os trechos 3 e 4 constìtuem as altemativas I (norte) e 2 (sul) de posicionamento da ponte e de acessos. A Prefeitura de Foz do lguaçu não deseja que caminhões transitem na BR-469. üa de acesso ao Parque Nacional do Iguaçu e às quedas, resenando-a para o tráfego de veiculos de passageiros em geral, e de turismo em particular

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Da BR-469, no final dos tteclÌos 3 ê 4, há duas possibilidades de se âlcançâ. a BR277, complelendo o acesso, \ia 1r€nho 5 ou \.ìa lrechos 6 e 7 O trecho 7 dispõe de projeto básico de engenharia ap.ovado pelo DNIT O lrecho 5 é o preferiCo da prefeilura por várìas razões de ordem utbanistica. Relativamente aos trechos 5 ou 6 e 7 a reconìendação é pelo trecho 5. de acordo conl as indicações da Preleitura de Foz do Iguaçu Quanto aos tÍechos 3 e 4, nos quais estão situadas as aiternativas de Ìocalização de ponle, alternativas Ì e 2, a opção finâl do estudo fui peia altemativa 2- pol1aDto peio trecho 4 Deve ser lembrado clue o trecho 7 (Contornô Leste de Foz do Ìguaçu) iá dispõe de projeto básico aprovado. Caso as obías deste segmento sejan'l iniciadas antes ou durante a eÌaboração do presente projeto pâiece claro que se deve optaÍ poÍ esle segmento Surge dai a necessidade de se projetar o trecho 6. se for obedecida a dìretriz desejada pela prefeìtura de Foz de Igüaçu sobre a íão LÌÍilização da Estradâ das Câtaratâs poÍ

Related Interests

eiculos de caÍga

. . .

1.2,4 Seçío

Transvers.nl Tipo dos Âcessos

jndicado Todos os trechos da ligação forarn previstos como Vjas de pista dupla como no ÍeialóÍio final dos estrrdos prelilninares

1.2,5

SoÌuçâo Estrrtural dâ Ponte

Conside.ando' que o tanal do Rio Paraná é estreito e profundo' com lçLrgura da lâmina d'água em condições nomlais de vazão de '120 m- poderdo chegar a 500 m nas ntaximas cheias. que a profundìdade do rio é de 70 m, que a velocidade de escoânìento varia de 2 a 3 m/s, que o leito do rio e as barrancas são de basaÌto, com elevada resistência mecànica. e rlue não é poÍtanto conveniente executivamente a iúrodução de fundações e pilares no leito do Íìo. o vão central deverá tet compdmento de aproximadamente 440 m Para Yeiìcer urÌ1 vão desla ordem apenas três lipos estruturaìs são plausiveis ponte ern arco, ponte pênsiì e ponte e9àiada. A escolha estâ pendente entre ponte estaiada e em arco

I.2.6

Seção Transversal

Tipo da Ponte

seção proposta prevê duas faixas de tráfego. tÍabalhando no sentjdo Paraguai B.asil, com 3,65 nr cada, acostamentos de 3,00 m e passeios paÍa pedestres de 1,80 m" com largura total de 17,95 DÌ (ver desenho da seção no relatórìo final dos estudos preliminares) Trata-se da seção da ponte BÍasil - ,Argentina, sobre o rio Iguaçu, eIn Foz do Iguaçu, com passeios mais largos, de 1,80 m ao invés de 1.20 m

A

1.2.7 Ceútro

de Fronteira e Pmça de Pedágio
sido

O estudo preliminar deflniu o layout do centro de conttole aduaneiro, tendo

deseúados esquemas prelìrninares de implantação, para visualìzação da suâ concepção Está pJevisto o funcionamento da Policia Federal, da Receitã Fe'derai e da Vigilância Sanitária, contando com áÍeas de eslacionanento' inclusive paÍa funcjonârios' vias de retorno' áÍeas de controle e de verificação fisìca e edificações para as instalações administrativas
destas entidades..

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os investinìentos iniciais O anteproieto dos acessos dôverá conter solucões refèrentes ao ser.r funcionanÌento, considerando que ele enì sua maior parte se desen"olve em áreas urbanas. entendendo-se coÌro tal as soÌuções de controle de acêsso às vias a serem projeiadas e de seg|egação do tráfego de passagenr íelativamente ao tráfego ìocal Con relação ao projeto das pontes as soluções de ponte enì arco e de ponte estâiâda derem ser cotejadas em 'rirel de a' tcprojcto A solução enr srcc metálico é viár'el, frrevendo-se inicialrnenle a necessidade de unì par de arcos que ficar;aD parle inlerìor e parte na regiâo central. superior ao labuleìrcr Quando superiores, os arcos suspendedam o tabuleiro atraves de cabos e. nas denais regiões. o tabuleiro ficaria apoiado sobre colunas metáÌicas clue nascerian nos arcos O fato das baÌ'râncas do.io serenÌ em basalto quase supeúcial là

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orece â soluçâc das fundações dos arcos, onde esforços de grande tnagnilude.

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eÍicais e principalmente horjzontais, devem ser absorvidos Em outras condições de lrrateriâìs para suporte das fundaÇões, a diíicuìdade em cljar corrdìçôes de absorção dos eslbrços horizontais podeia ser fator inviabilìzante da solução. Devido ao fato de que os arcos serão ele'Ìentos portanfes, com ação lìmitada aos seus 4,10 m. seÍão necessários viadulos de acesso onde deYerão ser exeoutados pilares com altums mândmas apÍoximâdâs de ate 50 m. Na solução em ponte estaiada o tabuleiro é supoÌ1ado por cabos. Enttetanto ao invés da combinação de um longo cabo principaÌ e pendurais, corno lras pontes pênseis, o tâbuleiÍo é suportado por uma série de cabos individuais (estais) que co!ìectam o tabrtleiro diretamente

tores. As pontes estaiadâs representam um tipo estrutural .elativamente recenle, tendo sido desenvolvido durante e após a segunda guerra mundial. Nos últimos anos sua ütilização tem
as

se expandido de forma bastante rápida devido à evolução de técnicas e concejtos estrutuÍajs.

Do ponto de üsta estetjco ambas as soluções possibilitarr a c.iação de um nonunìento únìco que deverá- em lrarmonia co o exuberante meìo ambientc em sua

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olta, se tonìar üm
icone da engenharia Para que se possa aÍrmar de lorma conclusiva qual solução é a mais económica e necessário o desenvolvimento dos anteprojetos das duas soluções Desta forma, através do pré-dimensionamento de todos os elementos de infra, meso e supe.estruturas pertencentes às esttuturas permanentes e provisórias, necessárias p,ra a execução- poder-se-ia quantificaÍ os materìais e serwiços necessários para a construção das duas estruturas e colseqüentemente
orçaa as obras com maior Precìsão ErÌì termos de consumo de materjais paÍa a estrutura final, a ponte em atco apresentase com o uma solução bastante competitiva. Entretanto seus custos construtivos são bastantê mais elevados do que os previstos paÍa a ponte €staiada Isto potque a execução do arco exigirá estruturas provisórias de grande poate para seu escommento, provavelnìente através de

toÍes

sifuadas nas margens que possibilitem o estaiamento dos aacos pata os estágjos intermediários construtivos, até que sejam fixados os últimos segnentos para fechamento central, que.vúão a tomar os arcos autopofiantes Já a execuçâo da ponte estâiada é mais eü-uta sendo que du.arte todai as etapas construtivas é mantida a estabìlidade somente pelos elementos portantes pertencentes à estnitura final já agregados, sem a necessidâde de grandes estruturas prolisórias.

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