You are on page 1of 9

COLÉGIO PEDRO II - CAMPUS SÃO CRISTÓVÃO III

3ª SÉRIE – MATEMÁTICA II – PROF. WALTER TADEU

www.pro!""orw#$%!r%#&!'.(#%.)r
Geometria Plana - Áreas – 2013 - GABARITO
1. (FAAP) As bases de um trapézio medem 80cm e 60cm com altura 40cm. A 10cm da base maior
traça-se uma paralela às bases ue determi!a dois trapézios. "ual a #rea de cada um$
Solução. Os tra!"ios #etermina#os ela aralela estão in#i$a#os na %i&ura. A soma #e suas
'reas ser' i&ual ( 'rea #o tra!"io ori&inal.
( )
( )
( )
( ) ( ) ( )
( )
( )
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·
+
·
+
· · ⇒ − · ⇒ · + + + ⇒

+
·
+
+
+

¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
+
+
+
%
%
cm &&'
%
10 . &' 80
( erior i!) *rea
cm %0%'
%
+0 . &' 60
( erior sup *rea
( sposta ,e ) ii
&'
40
+000
- %600 '600 - 40 '600 - 10 800 - +0 1800
%
40 . 80 60
%
10 . - 80
%
+0 . - 60
%
40 . 80 60
( total *rea
%
10 . - 80
( erior i!) *rea
%
+0 . - 60
( erior sup *rea
) i
.
%. . tri/!0ulo A12 est# i!scrito !um c3rculo de #rea i0ual a π 16 cm
%
4 se!do 5 +0 6 · 4 cm 8 A1 · e
- 12 . A2 · cm
%
. 7etermi!e o 8alor de + - .
Solução. )al$ulan#o o raio #o $*r$ulo temos+
cm 4 16 r 16 r .
%
· · ⇒ π · π
. Se o raio me#e ,$m-
o #i.metro me#e /$m. 0o&o- o la#o AB #o tri.n&ulo ossui a mesma me#i#a imli$an#o 1ue o
tri.n&ulo ! ret.n&ulo. Ali$an#o as relaç2es tri&onom!tri$as no tri.n&ulo ret.n&ulo- temos+
( )
( ) ( )
%
cm 48 + . 16 + . + 16 + - ( sposta ,e ) ii
+ 16 4 . + 4 -
- 12 . A2
4
%
1
. 8 12 5 +0 se!
8
12
+ 4
%
+
. 8 A2 5 +0 cos
8
A2
) i
· · ·
⇒ · · ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·
· · ⇒ ·
· · ⇒ ·
.
+. 9a )i0ura a se0uir P é o po!to médio do se0me!to A7 do paralelo0ramo A127. 2alcule a #rea4 em
m
%
4 do tri/!0ulo AP1 sabe!do ue a #rea do paralelo0ramo é 1+6m
%
.
Solução. A #ia&onal B3 #i4i#e o aralelo&ramo em #ois tri.n&ulos $om 'reas e1ui4alentes- ois
A3 5 B) e a altura ossui a mesma me#i#a. 0o&o a 'rea #e A3B 4ale a meta#e #a 'rea #e
AB)3. Os tri.n&ulos APB e P3B ossuem 'reas e1ui4alentes- ois aresentam 6ases e alturas
#e mesma me#i#a. Temos+
( )
( )
( )
( )
cm +4
%
68
%
A71 *rea
AP1 *rea ) ii
cm 68
%
1+6
%
A127 *rea
A71 *rea ) i
%
· · ·
· · ·
.
4. 9a )i0ura a se0uir o uadrado A127 tem lado 64 "14 "%4 "+ e "4 s:o uadrados de lado 7. A re0i:o
;ac;urada possui #rea 16. 7etermi!e 7.
Solução. O se&mento P8 assinala#o ! a 9iotenusa #o tri.n&ulo
ret.n&ulo is:s$eles #e $atetos me#in#o ;< – 7=. A 'rea 9a$9ura#a
! a soma #as 'reas #e #ois ret.n&ulos su6tra*#a #as 1uatro meias
'reas #os 1ua#ra#os 81- 82- 83 e 8, e #o 1ua#ra#o $entral #e la#o
me#in#o >. I#enti%i$an#o as me#i#as e es$re4en#o a e1uação-
temos+
( ) ( )
( )
( ) [ ] ( )
[ ] ( ) [ ] ( )
¹
'
¹
·
·
⇒ · − − ⇒ · + − ⇒
⇒ · − + − ⇒ · − − + − ⇒ · − − − + − ⇒
⇒ · −

,
_

¸
¸
− − + − ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
− ·
·
· ·
− ·
% -
1 -
0 ) % - ).( 1 - ( 0 % - + -
0 16 - %4 - 8 16 - 4 - % - 1% - % - 1% 16 - % - % ) - 6 ( - % ) - 6 ( - %
16 - %
%
-
. 4 % - . % ). - 6 ( % - . % ). - 6 (
% - . % ). - 6 ( ;ac;urado ret/!0ulo *rea
%
-
%
" *rea
- % % - < ( ce!tral "uadrado *rea
% ). - 6 ( P"
%
% % % % % %
%
%
%
1
%
%
%
.
'. . /!0ulo ce!tral A=1 re)ere!te ao c3rculo da )i0ura mede 605 e .> é sua bissetriz. ?e ? é o po!to
médio do raio .2 @ ' cm4 calcular a #rea da )i0ura ;ac;urada.
Solução. Os tri.n&ulos O?A e O?) ossuem 'reas e1ui4alentes. A 'rea 9a$9ura#a ser' a
#i%erença entre 'rea #o setor $ir$ular OAB e a soma #as 'reas #os tri.n&ulos O?A e O?).
( )
( )
( )
( ) ( )
( )
( )
( )
%
%
cm
1%
+ % '
1%
1' 10
4
'
6
'
8
'
. %
6
'
;ac;urada *rea
8
'
%
%
1
.
%
'
. '
%
5 +0 se! . .A . .A
( .AA *rea
6
'
6
' .
setor *rea
− π
·
− π
· −
π
·
,
_

¸
¸

π
· ⇒

¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
·
π
·
π
·
.
6. A #rea de um tri/!0ulo ret/!0ulo é 1%dm
%
. ?e um dos catetos é %B+ do outro4 calcule a medida da
;ipote!usa desse tri/!0ulo.
Solução. A 'rea #o tri.n&ulo ret.n&ulo ! a meta#e #o ro#uto #os $atetos.
( ) ( )
( )
( )
( )
( )
( )
( )
dm 1+ % '% 16 +6 4 6 ;ipote!usa ) iii
dm 4
+
6 . %
1 cat ) ii
dm 6 +6 % cat +6 % cat 1%
6
% cat . %
1%
%
% cat .
+
% cat . %
+
% cat . %
1 cat
%
% cat . 1 cat
*rea
) i
% %
%
%
· · + · + ·
· ·
· · ⇒ · ⇒ · ⇒ · ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·
·
.
&. ?eCa 7 o po!to médio do lado A1 do tri/!0ulo A12. ?eCam D e F os po!tos médios dos se0me!tos
71 e 124 respecti8ame!te4 co!)orme se 8E !a )i0ura. ?e a #rea do tri/!0ulo A12 8ale F64 e!t:o a #rea
do tri/!0ulo ADF 8ale(
a) 4% 6= +6 c) +% d) +0 e) %8
Solução. )omo o onto @ ! m!#io #e B)- os tri.n&ulos A)@ e A@B são e1ui4alentes- ois suas
6ases ossuem a mesma me#i#a ;7= e o mesmo o$orre $om suas alturas. 0o&o- suas 'reas
4alem- $a#a uma- ,/ ;a meta#e #a 'rea #e AB)=. O onto 3 ! m!#io #e AB. 0o&o os tri.n&ulos
A3@ e B3@ ossuem 'reas e1ui4alentes 4alen#o meta#e #a 'rea A@B. 0o&o- a 'rea #e A3@ 5 2,.
O onto A ! m!#io #e 3B. Assim a 'rea #e A3A 4ale 12 ;a meta#e #a 'rea #e B3@ 5 2,=.
A 'rea e#i#a 4ale a soma #as 'reas #e A3@ e 3A@ 5 2, B 12 5 3<.
8. Gm ca8alo de8e ser amarrado a uma estaca situada em um dos 8értices de um pasto4 ue tem a
)orma de um uadrado cuCo lado mede %0m. Para ue ele possa pastar em %0H
da #rea total do pasto4 o comprime!to da corda ue o pre!de à estaca de8e ser4
de apro-imadame!te(
a) 1m b) %m c) 'm d) 8m e= 10m
Solução. A 'rea a ser asta#a elo $a4alo $orreson#e a um setor $ir$ular $om $entro na esta$a
;4!rti$e= e raio i&ual ao $omrimento #a $or#a. Temos+
m 10 10% ,
14 4 +
+%0
, 80
4
, .
4
, .
) setor ( *rea
m 80
'
400
) Pasto ( *rea H. %0 ) Pastada ( *rea
m 400 ) %0 ( ) Pasto ( *rea
%
%
%
%
% %
≅ ≅ ⇒ · ⇒ ·
π

¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
π
·
· · ·
· ·
.
F. 2o!sidere A127 um paralelo0ramo e A o po!to médio de A1. As retas 2A e 17 di8idem o
paralelo0ramo em uatro partes. ?e a #rea do paralelo0ramo é %44 as #reas de I4 II4 III e IJ4 s:o
respecti8ame!te(
a= 104 84 44 % b) 104 F4 +4 % c) 1%4 64 4 % d) 164 44 +4 1 e) 1&4 44 %4 1
Solução. Os tri.n&ulos #e 'reas IC e II são semel9antes. A a 6ase #e IC ! a meta#e #a me#i#a #a
6ase #e II. Cale a relação+
( )
4
1
b
1
.
4
b
b
4
b
b
%
b
) II ( *rea
) IJ ( *rea
%
%
%
%
%
%
· · · ·
.
)omo ? ! m!#io #e AB- a 'rea #o tri.n&ulo B?) 4ale 1D, #o
aralelo&ramo. O tri.n&ulo ?3) ossui 'rea 4alen#o meta#e #a 'rea
#o aralelo&ramo. Etili"an#o essas relaç2es- temos+

¹
¹
¹
'
¹
· − · ⇒ · +
· ⇒ · +
· ⇒ · −
⇒ · · ⇒ · − ⇒
¹
'
¹
·
· −
· − ⇒
¹
'
¹
− · − −
· +

¹
'
¹
− × → · +
· +

¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
· +
· +
10 % 1% I 1% IJ I ) c
4 III 1% III 8 ) b
8 II 6 % II ) a
%
+
6
IJ 6 IJ IJ . 4
IJ . 4 II
6 IJ II
) ii
6 IJ II
6 IJ III
1% III II
) 1 ( 6 IJ III
1% III II
4
) A127 ( *rea
IJ III
%
) A127 ( *rea
III II
) i
.
10. 9a )i0ura mostrada tem-se uma circu!)erE!cia de ce!tro . e raio medi!do +cm. .s po!tos A e 1
perte!cem # circu!)erE!cia e a medida do /!0ulo ce!tral mede 4'5. 7etermi!e a #rea da re0i:o
sombreada.
Solução. A 'rea #a re&ião som6rea#a 4ale a #i%erença entre a 'rea #o setor e a 'rea #o tri.n&ulo
OAB.
( )
8
% % F
8
% 18 F
) sombreada ( *rea
4
% F
8
F
) sombreada ( *rea
4
% F
%
%
%
. F
%
5 4' se! ). + ).( + (
) Kri/!0ulo ( *rea
8
F
8
) + .(
8
, .
) setor ( *rea 5 4'
8
5 +60
% %
− π
·
− π
· ⇒
⇒ −
π
· ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
· · ·
π
·
π
·
π
· ⇒ ·
.
11. Gma c;apa met#lica de )ormato tria!0ular (tri/!0ulo ret/!0ulo) tem i!icialme!te as medidas
i!dicadas e de8er# so)rer um corte reto (paralelo ao lado ue
correspo!de à ;ipote!usa do tri/!0ulo) represe!tado pela li!;a
po!til;ada4 de modo ue sua #rea seCa reduzida a metade.
"uais ser:o as !o8as medidas 7 e >$
Solução. A 'rea ini$ial 4ale+
%
cm 1%00
%
) 60 ).( 40 (
) i!icial ( *rea · · .
)om o traça#o #a lin9a aralela ( 9iotenusa 9' #ois tri.n&ulos semel9antes $om a relação+
%
< +
-
%
<
+
-
40
<
60
-
· ⇒ · ⇒ ·
.
A 'rea #o tri.n&ulo #e $atetos 7 e > #e4e 4aler a meta#e #a ori&inal. Isto !- <00$m
2
.
)al$ulan#o- temos+
( )
cm % +0
%
% %0 +
%
< +
-
cm % %0 800
+
%400
< 600
4
< +
4
< +
%
< .
%
< +
%
< . -
) )i!al ( *rea
% %
· · ·
· · · ⇒ · ⇒ ·

,
_

¸
¸
· ·
.
1%. . ret/!0ulo A127 represe!ta um terre!o reta!0ular cuCa lar0ura é +B' do comprime!to. A parte
;ac;urada represe!ta um Cardim reta!0ular cuCa lar0ura é também +B' do comprime!to. "ual a raz:o
e!tre a #rea do Cardim e a #rea do terre!o$
a) +0H 6= +6H c) 40H d) 4'H e) '0H
Solução. A7ressan#o as 'reas e $al$ulan#o a ra"ão- temos+
H +6 +6 4 0
%'
F
) terre!o ( *rea
dim) Car ( *rea
%'
F
- +
'
.
1%'
- %&
'
- +
1%'
- %&
) terre!o ( *rea
dim) Car ( *rea
1%'
- %&
%'
- F
.
'
- +
dim) Car ( *rea
'
- +
'
- +
). - ( ) terre!o ( *rea
%
%
%
%
%
%
→ · · ⇒
⇒ · · · ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
·

,
_

¸
¸

,
_

¸
¸
·
·

,
_

¸
¸
·
.
1+. 9o uadril#tero A1274 º 150
ˆ
· C B A 4 A7 @ A1 @ 4cm4 12 @ 10cm4 A9 @ %cm4 se!do A e 94
respecti8ame!te4 os po!tos médios de 27 e 12. 2alcule a medida4 em cm
%
4 da #rea do tri/!0ulo 127.
Solução. Se ? e F são ontos m!#ios- então 4ale a relação+
( ) cm 4 % . % A9 . % 71
%
1
71
A9
· · · ⇒ · . 0o&o- o tri.n&ulo A3B ! e1uil'tero e
o tri.n&ulo B3) ! ret.n&ulo $om .n&ulo #e G0H em B. Os $atetos são 3B e
B).
A 'rea e#i#a ser'+
%
cm %0
%
) 10 ).( 4 (
) 172 ( *rea · · .
14. 9a )i0ura4 A12 é um tri/!0ulo ret/!0ulo de catetos A1 @ 4 e A2 @ '. . se0me!to 7D é paralelo a
A14 F é po!to de A1 e o se0me!to 2F i!tersecta 7D !o po!to L4 com 2L @ 4 e LF @ %.
Assim4 a #rea do tri/!0ulo 27D é(
a) 16B+ b) +'B6 c) +FB8 #= 40BF e) &0BF
Solução. )omo 3A ! aralelo a AB- os tri.n&ulos A3A e AB) são semel9antes e a
ra"ão entre suas 'reas ! roor$ional ao 1ua#ra#o #a ra"ão #e suas #imens2es
9om:lo&as. Fo $aso- )G e )@ são #imens2es 9om:lo&as. Temos+
F
40
F
4
. 10
+6
16
. 10 ) 27D ( *rea
6
4
%
) 4 ).( ' (
) 27D ( *rea
2F
2L
) A12 ( *rea
) 27D ( *rea
%
%
·
,
_

¸
¸
·
,
_

¸
¸
· ⇒
,
_

¸
¸
· ⇒

,
_

¸
¸
·
.
1'. 9a )i0ura se0ui!te4 D é o po!to d i!tersecç:o das dia0o!ais do uadril#tero A127 e θ é o /!0ulo
a0udo C E B
ˆ
. ?e DA @ 14 D1 @ 44 D2 @ + e D7 @ %4 ua!to 8ale a #rea do uadril#tero A127$
a= θ sen 12 b) θ sen 8 c) θ sen 6 d) θ cos 10 e) θ cos 8
Solução. A 'rea e#i#a ser' a soma #as 'reas #os 1uatro tri.n&ulos. 0em6ran#o 1ue sen;a= 5
sen;1/0H - a=- temos+
θ · ⇒
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
θ ·
θ
·
θ −
·
θ ·
θ
·
θ ·
θ
·
θ −
·
θ ·
θ
·
se! . 1% ) A127 ( *rea
se! . +
%
se! . 6
%
) 5 180 ( se! ). + ).( % (
) D72 ( *rea
se!
%
se! ). % ).( 1 (
) DA7 ( *rea
se! . %
%
se! . 4
%
) 5 180 ( se! ). 4 ).( 1 (
) DA1 ( *rea
se! . 6
%
se! ). + ).( 4 (
) D12 ( *rea
.
16. 9a )i0ura a se0uir4 o per3metro do tri/!0ulo euil#tero A12 é 1% e o po!to P é médio do lado 12.
2alcule a #rea do tri/!0ulo AD7.
Solução. Traçan#o a aralela 8A ao la#o B)- ! $onstru*#o o tri.n&ulo
A8A e1uil'tero #e la#o 7. Por sua 4e"- o tri.n&ulo A83 ! semel9ante
ao tri.n&ulo PB3. Temos+
1
4
4
- - % 4 - 6
6
- %
%
-
17
"7
1P
D"
· · ⇒ + · ⇒
+
· ⇒ ·
.
O .n&ulo . me#e 120H ;sulementar #e <0H #o tri.n&ulo A8A=. A 'rea
e#i#a ser'+
%
+
%
5 1%0 se! ). 1 ).( % (
) AD7 ( *rea · · .
1&. 9o ;e-#0o!o re0ular da )i0ura4 a dist/!cia do 8értice A à dia0o!al A2 é +. 2alcule a #rea do
pol30o!o ;ac;urado.
Solução. A 'rea e#i#a ser' a #i%erença entre a 'rea #o 9e7'&ono re&ular e a 'rea #o tri.n&ulo
AB). O .n&ulo interno #o 9e7'&ono re&ular me#e 120H. O la#o #o 9e7'&ono o#e ser $al$ula#o
utili"an#o a 0ei #os )ossenos no tri.n&ulo AB). Temos+
( )
( )
( )
( ) ( )
+ ' + + 6 ( ) ;ac;urada ( *rea ) i8
+
4
+ 4
%
%
+
. 4
%
%
+
. %
%
5 1%0 se! . - . -
( ) A12 Kri/!0ulo ( *rea ) iii
+ . 6
%
+ . 4
. +
%
+ . %
. +
4
+ . -
. 6 ( ) ;e-#0o!o ( *rea ) ii
% 4 - 1% - + - - % 1%
%
1
. - % - % 1% 5 1%0 cos ). - ).( - .( % - - + % ( ) ;e-#0o!o ( Mado ) i
+ % < % A2 +
+
+
. + <
+
<
5 +0 t0 ) i
%
% %
% % %
% % % %
%
· −
· ·

,
_

¸
¸
·

,
_

¸
¸
·
·

,
_

¸
¸
·

,
_

¸
¸
·

,
_

¸
¸
· · ⇒ · ⇒ + · ⇒

,
_

¸
¸
− − · ⇒ − + ·
· · ⇒ · · ·⇒ ·
.