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O que é Apometria?

5 de março de 2009 por hugolapa

O QUE É APOMETRIA? Autor: Hugo Lapa (Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada"# Apometria é um conjunto de princípios e técnicas que tem como objetivo o tratamento, a harmonizaç o e a conscientizaç o dos m!ltiplos aspectos que movem as energias humanas" #odos n$s somos um agregado de v%rios níveis de consci&ncia" 'sses níveis s o também energias" 'ssas energias podem entrar em con(lito, desequilíbrio, desarmonia, etc com todas as outras" )osso agregado n o é íntegro e (luido" 'le apresenta in!meras (ragmentaç*es, pois n$s mesmos somos (ragmentados de n$s mesmos" +uitas vezes, e,istem partes de nosso ser que convivem em completa diverg&ncia e con(lito com outras partes" A Apometria visa o tratamento dos níveis de consci&ncia e das energias que se irradiam a partir dos níveis" Apometria trabalha com o desdobramento dos corpos, níveis e subníveis" )esse sentido, é possível que o ap-metra desdobre esses níveis espirituais e os conduza a tratamento no plano astral" ',istem espíritos de luz que realizam todo o tratamento dos níveis quando eles s o desdobrados" Além disso, e,istem técnicas para tornar nosso corpo etérico mais male%vel e (le,ível, diminuindo a sua coes o intermolecular" Assim, os doutrinadores podem emanar energias positivas, de puri(icaç o, .s pessoas e realizar todo um tratamento com as diversas energias c$smicas que est o a nossa disposiç o" ',istem v%rios procedimentos que podem ser realizados em uma pessoa para tratamento" /ara iniciar os trabalhos, abrimos a (req0&ncia da pessoa" 1sso signi(ica que sua energia (oi dissociada e ela pode ser visualizada ou percebida pelos médiuns, através da incorporaç o cl%ssica, ou através apenas da percepç o daquela energia no plano espiritual ou plano astral" Aberta a (req0&ncia da pessoa, através de técnicas especí(icas, é possível realizar o tratamento dos corpos espirituais" 'stes s o corpo etérico, astral, mental in(erior, mental superior, b!dhico e %tmico" 2 3tmico n o é e,atamente um corpo, como se diz por ai no meio apométrico" 2 3tmico é a centelha divina presente no 4mago de cada um de n$s, portanto, n o podemos dizer que ele é um corpo, pois esta ess&ncia divina n o est% dissociada da pr$pria ess&ncia do #odo, do absoluto, ou 5eus" Assim, as pessoas podem receber um tratamento em seus níveis e subníveis, através da irradiaç o de energias de diversos tipos" 6ma pr%tica muito comum na Apometria é a cromoterapia mental, que em minha vis o é muito mais e(iciente que a cromoterapia (eita com luzes (ísicas" 1sso por que a mente é o agente universal catalisador de energias c$smicas, ela pode sintonizar com os raios c$smicos que d o origem as di(erentes gradaç*es da energia universal" A mente est% muito mais pr$,ima da energia c$smica do que a matéria, nesse sentido, a energia luminosa mental é muito mais poderosa em seus e(eitos do que a energia (ísica da luz"

)os trabalhos apométricos geralmente h% médiuns e doutrinadores" 2s médiuns s o os sensitivos que procuram captar psiquicamente aquilo que ocorre no plano espiritual para que se torne possível o tratamento" ' h% os doutrinadores, que s o aqueles que conduzem os trabalhos, orientam o que ser% (eito, trabalham com as energias, encaminham os obsessores, estabelecem contato com personalidades passadas ou subpersonalidades para harmonizaç o, etc" 2 ap-metra n o precisa ser necessariamente um médium ou um sensitivo, ele também pode ser um doutrinador" /orém, de qualquer (orma, deve dei,ar sua intuiç o (luir, pois mesmo aqueles que n o s o médiuns podem receber mensagens do plano espiritual sobre qual conduç o devem dar ao tratamento em quest o" 6ma pessoa que se desdobra n o é necessariamente médium" #enho observado que muitas pessoas que acreditavam n o possuir mediunidade chegaram a Apometria e l% descobrem o potencial que possuem" 1sso por que a mediunidade na apometria é vista de uma (orma di(erente" 2 médium ap-metra n o deve incorporar uma entidade e permitir que esta tome 7posse8 de suas (unç*es corporais" 2 sensitivo deve apenas procurar 7visualizar8 o que ocorre no plano espiritual e manter9se mentalmente a(astado das entidades, embora esteja interagindo energeticamente com elas" Assim, a projeç o na apometria n o é apenas astral, mas mental, no sentido de que n o necessitamos do deslocamento do corpo astral até o 7espaço8 no plano espiritual onde reside a desarmonia, em (orma de nível, personalidade passada, subpersonalidade, trabalhos de magia negra, aparelhos parasitas, etc" A Apometria possui um conjunto de técnicas de desobsess o que é muito abrangente e pro(undo" 'u diria que na Apometria as técnicas de desobsess o s o muito mais diretas, elas v o logo ao ponto" 2 doutrinador n o necessita permanecer apenas no discurso com o obsessor, ele pode (azer o espírito ver as conseq0&ncias de seus atos e assim, é muito mais simples que ele dei,e o caminho negativo que est% percorrendo, pois sabe que a lei do :arma ir% peg%9lo de qualquer (orma e que n o h% como escapar das conseq0&ncias dos seus pr$prios atos, pensamentos e sentimentos" A obsess o de espírito é esta que descrevemos acima" Além desta, na apometria, h% mais duas (ormas de obsess o, que é a obsess o de personalidade de vida passada e a obsess o de subpersonalidades" A obsess o de /ersonalidades de vidas passadas ocorre quando a pessoa que (omos no passado n o aceita o que somos hoje em dia, ou possui muitas desarmonias a ponto de estar in(luenciando negativamente a personalidade atual" ; possível ent o invocar a personalidade passada e trata9la através de uma série de técnicas espirituais, que a literatura da Apometria descreve e ensina" Além desta, h% também o que chamamos de subpersonalidades" 'stas s o criadas na vida atual e apenas nesta, através de certas situaç*es intensas e negativas que vivemos e que acionam certos mecanismos de de(esa do nosso psiquismo, criando assim uma personalidade que esteja . parte do processo global do nosso psiquismo e dissociada da personalidade atual" As subpersonalidades podem tomar autonomia e se tornar independentes de todo o restante, percorrendo caminhos di(erentes e criando divis*es em nossa consci&ncia" )ossa personalidade (ica (ragmentada em v%rias partes, que podem sugar nossas energias e entrar em oposiç o e con(lito com a personalidade atual" #udo isto s o (ormas de obsess o que podemos tratar na Apometria"

As técnicas apométricas podem ser realizadas isoladamente, mas é e,tremamente di(ícil e s$ deve ser conduzida dessa (orma por um médium muito bem treinado e com o suporte da espiritualidade, quando h% uma necessidade urgente de algum trabalho" #irando isso, sua realizaç o é apenas indicada dentro de um grupo muito bem treinado, com dirigentes e,perientes e com a mente aberta" 2s médiuns devem possuir o mínimo possível de brechas e todos, sem e,ceç o, devem buscar uma terapia que possa ajuda9 los a se harmonizar" 2bservamos no <rupo +ahaidana que as pessoas que n o (azem terapia (icam muito mais vulner%veis aos ataques do que outras que passaram por todo o processo terap&utico" )esse sentido, uma terapeuta bastante pr$,ima a apometria e que possui muitos paralelos e pontos em comum é a #erapia de =idas /assadas" )o grupo que coordeno aqui em >/ contamos com quatro equipes de médiuns e doutrinadores que trabalham com as técnicas" 'm nosso grupo, ninguém permanece trabalhando se n o estiver se tratando e n o estiver harmonizado" )esse sentido, antes de aceitar qualquer pessoa no grupo, realizamos uma entrevista e veri(icamos se a pessoa est% equilibrada o su(iciente para participar" Apometria so(re muitos ataques dos partid%rios do “caminho da mão esquerda” e seus adeptos buscam a todo custo a desconstruç o do trabalho" 1sso é (eito através do alimento ao ego dos trabalhadores, o (ascínio pela técnica, a sensaç o de poder que o uso das energias provoca, a distorç o dos ensinamentos, o (undamentalismo religioso e de idéias, as brigas, a inveja, o ci!me, a vampirizaç o de energia dos trabalhos e até mesmo a dissimulaç o de certas energias" ?omo e,emplo para esta !ltima, e,iste a possibilidade dos obsessores apresentarem9se como mestres espirituais e transmitirem orientaç*es equivocadas sobre os procedimentos do grupo" ?abe aos dirigentes percebem o conte!do dessas mensagens e orientar9se muito mais pela sua intuiç o, pois o ataque n o é apenas energético, mas também de vestir a mentira com capa de verdade" Autor: Hugo Lapa

Arqui$o da ategoria %Apometria& 'o(")o *+rmi o
/ublicado em Apometria, #=/ em 2@ de (evereiro de 20AB C A ?oment%rio D

'OL,-O *.RMI/O 2 bols o :%rmico é um (en-meno ainda um pouco desconhecido do espiritualismo, mas n o menos real" Eols o :%rmico pode ser de(inido como uma coletividade de espíritos ligados por laços de :arma comuns" 'stes s o espíritos que participaram de cat%stro(es, tortura, mortes, car&ncias ou qualquer circunst4ncia de so(rimento em conjunto" 2 bols o :%rmico se inicia geralmente com um acontecimento marcante na vida destes espíritos que gera muito so(rimento" 'ssa dor (ica impregnada em sua mente e no plano espiritual, ap$s a morte coletiva, eles (icam vibrando ainda naquela sintonia do mal que lhes (oi (eito" 2s espíritos presos a bols*es n o conseguem se desprender daquela situaç o :%rmica, e por isso permanecem vibrando juntos, em contato uns aos com os outros naquela mesma (requ&ncia, e isso em algumas ocasi*es pode se estender por mil&nios" 2s bols*es s o pris*es espaço9temporais de coletividades de espíritos acorrentados em acontecimentos traum%ticos passados" )o livro 7'nergia e 'spírito8 de Fosé Gacerda de Azevedo h% uma série de casos de bols*es que (oram tratados pelo autor com a técnica da Apometria" 2s bols*es est o quase sempre ligados a um encarnado" 1sso ocorre por que alguns membros ligados a um bols o especí(ico podem estar encarnados, enquanto outros membros do bols o est o desencarnados" )a maioria das vezes os bols*es s o

uma tragédia pode n o ser necessariamente causada por um :arma negativo.trema. de amor e (raternidade" . para tanto é necess%rio cultivar o perd o.emplos de bols*es para que (ique mais clara a visualizaç o deste temaI 'o("0e" de guerra: > o (ormados por espíritos vítimas ou algozes de uma ou mais guerras" 'les se ligam uns aos outros por uma sintonia de $dio e rancor contra seus algozes" 2s algozes também est o conectados aos bols*es. etc" )este caso. muito comum ocorrer que os espíritos vitimados pela goétia se tornem obsessores de encarnados nas vidas seguintes" 'o("0e" de de"a"tre" o(eti$o": > o bols*es (ormados a partir de mortes coletivas ou desastres" 'sses espíritos podem (icar aprisionados no momento da tragédia e irradiar vibraç*es de raiva e rancor aos possíveis culpados pela tragédia" ?omo no universo n o (unciona o acaso. e vibram negativamente contra eles" . conectadas a eles" . culpa. é comum que os algozes estejam no centro dos bols*es. assim como em outros. m%goa. o amor e a compreens o" . e as vítimas podem ter sido algozes" 'o("0e" de magia negra: Aqui se encontram todos os espíritos que (oram prejudicados por trabalhos de magias de diversos tipos" 'sses espíritos pedem vingança contra seus algozes. vingança. etc" 6m espírito pode viver todas estas e outras situaç*es coletivas e n o se prender a um bols o. instintos in(eriores. tristeza e. est o quase sempre situados em zonas in(eriores do astral" )o caso dos encarnados.constituídos de espíritos que est o simultaneamente na #erra e no plano espiritual" Huando encontram9se no plano espiritual. e por esse motivo. e geralmente s o o centro por meio do qual giram as cone. muito importante mencionar que os algozes dos bols*es podem ter sido vítimas de suas pr$prias vítimas em vidas passadas. mas por que a miss o daquele espírito se (indou na #erra e ele precisa desencarnar" 6ma pessoa que entra em estado meditativo. podem recepcionar as vibraç*es provenientes dos pr$prios bols*es e também da zona de consci&ncia na qual o bols o vibra" 6ma pessoa pode estar ligado a um ou mais bols*es" 2s bols*es podem vibrar em zonas mais ou menos in(eriores. nem toda aglomeraç o de espíritos est% presa a bols*es :%rmicos" J% coletividades de espíritos elevados que mantém laços :%rmicos positivos. etc" /or outro lado. que (az regress o a vidas passadas. ressentimento. os espíritos pertencentes a bols*es de desastres coletivos n o (oram apenas vítimas da cat%stro(e. avers o. mas sim a lei de causa e e(eito. h% quase sempre uma raz o para aquela tragédia ter ocorrido" /or outro lado. e recebam toda sorte de energias negativas de suas vítimas. hostis e por vezes animalizadas" 2 semblante pode irradiar sentimentos de $dio. toma alguma erva sagrada. tristeza. alimentado por sentimentos como raiva. ojeriza. dor. ressentimento. rancor. preciso dizer que os espíritos n o (icam automaticamente presos aos bols*es" A causa da pris o é quase sempre um apego a situaç o traum%tica. ou realiza qualquer outra pr%tica de estados alterados de consci&ncia pode ter acesso ao bols o ou bols*es a que pertence" <eralmente a pessoa (echa os olhos e observa v%rios rostos com apar&ncias estranhas. os espíritos que integram bols*es est o em resson4ncia com os desencarnados em planos mais densos. avers o. dependendo do :arma que eles geraram" =amos dar alguns e.*es de $dio. rancor.

para podermos evoluir" Apesar dos bons prop$sitos e da vontade de progredir. a esquizo(renia. visando o reajuste perante a sua pr$pria consci&ncia culpada" (Ro1erto Hi"2ino# . cardiopatias cong&nitas.Autor: Hugo Lapa Ger o post por completo D E"tigma" /+rmi o" n)o O1"e""i$o" /ublicado em Apometria em 9 de novembro de 20A2 C 5ei.ando9se arrastar por ímpetos de viol&ncia. assumidos contratualmente no +inistério da Meencarnaç o. quando analisados pelo prisma espírita. nem sempre o espírito no decorrer de uma reencarnaç o atinge a totalidade dos objetivos moralizantes" As imper(eiç*es milenares que o aprisionam . a comprometer por toda uma e. um ou v%rios companheiros de jornada evolutiva" #odo procedimento anti9ético.tens o e o valor de uma dívida moral.ar um coment%rio D ?omo e.emplos. cegueira. de (orma contundente. por vezes. surdez. retardando deliberadamente a caminhada terrena em busca da luz" )a viv&ncia das pai.*es descontroladas. que s o casos de médiuns altamente sensitivos tratados e internados em hospitais psiqui%tricos e que mais lhes prejudica no seu caminho evolutivo" A reencarnaç o. o indivíduo menos vigilante atenta contra as Geis +orais da=ida e dei. enreda9se nas malhasde seus m!ltiplos de(eitos. citamos as de(ici&ncias (ísicas cong&nitas de um modo geralI aus&ncia de membros. assim denominadas por conta dos acessos convulsivos na aus&ncia de alteraç*es eletroence(alogr%(icas" > o quadros so(ridos. termina por prejudicar.impedem9no de ascender verticalmente com a rapidez desejada e. os neurologistas de(rontam9se seguidamente com alguns casos desconcertantes de estigmas reti(icadores L as epilepsias essenciais 9.as no transcorrer das reencarnaç*es sucessivas" A presença de estigma c%rmico re(lete a e. em seus livros. que re(lete energias densi(icadas que se enraízam no perispírito s$ se e. produz comple.a desarmonia psíquica. além de todos os casos de mani(estaç*es mentais patol$gicas. di(íceis e nem sempre bem controlados com os anticonvulsivantes especí(icos" Eoa parte desses en(ermos costuma evoluir para a cronicidade sem que a +edicina atine com as verdadeiras causas do mal" 5iz o 5r" 'liezer +endes. podem ser considerados recursos do mais elevado valor terap&utico. que redunda no mal. entre elas. de acertar. os casos de >índrome de 5oKn e Autismo" /or outro lado. indicando a necessidade de ressarcimento e trabalho reconstrutivo no campo do bem. é a oportunidade que temos de reaprender.ist&ncia a sua vida de relaç o" /odemos enquadrar aqui também. grave en(ermidade respons%vel pela restriç o da atividade consciencial da criatura. etc".teriorizando mais tarde sob a (orma de de(ici&ncias ou en(ermidades comple. requeridos pelo espírito moralmente en(ermo.s mani(estaç*es egoísticas. em bene(ício do pr$prio reequilíbrio espiritual" 2s estigmas c%rmicos.

as cirurgias astrais. n o importando a sa!de.ecutadas com alta técnica e com o emprego de aparelhagem so(isticada em hospitais muito bem montados em regi*es elevadas do astral superior" 'sse é um dos grandes segredos do tratamento espiritual e ser% provavelmente um marco (undamental para a (utura +edicina do 'spírito" (Ro1erto Hi"2ino# Ger o post por completo D Apometria de3ini4)o /ublicado em Apometria em 9 de novembro de 20A2 C 5ei. é utilizada a seguinte pr%ticaI ?oloca9se inicialmente. possibilitando dessa (orma o atendimento do corpo espiritual do en(ermo pelos médicos desencarnados. os médiuns em contato com as entidades médicas do astral" 6ma vez (irmado o contato. e +etron L relativo a medida" Mepresenta o cl%ssico desdobramento entre o corpo (ísico e os corpos espirituais do ser humano" ) o é propriamente mediunismo. tal é a (acilidade e e(ici&ncia com que os espíritos so(redores s o atendidos" 'm virtude de se encontrarem no mesmo universo dimensional. (az9se o mesmo com o doente. (ora de.ar um coment%rio D )o atendimento aos en(ermos. por desdobramento. é apenas uma técnica de separaç o desses componentes" A Apometria é uma técnica de desdobramento que pode ser aplicada em todas as criaturas.Ger o post por completo D Atendimento de Apometria /ublicado em Apometria em 9 de novembro de 20A2 C 5ei. a idade. um método geral. as orientaç*es pr%ticas para a vida. tais comoI os diagn$sticos. que se (aça proteç o vibrat$ria. assim como a descriç o da problem%tica espiritual que o paciente apresenta e suas origens" #orna9se necess%rio ainda. mesmo nos oligo(r&nicos pro(undos sem nenhuma possibilidade de compreens o" . o estado de sanidade mental e a resist&ncia o(erecida" . parte. através de preces e (ormaç o de campos de (orça e barreiras magnéticas ao redor dos médiuns" 2 tratamento dos obsessores constitui um capítulo . assistidos pelos espíritos dos médiuns que ent o relatam todos os (atos que ocorrem durante o atendimento. os espíritos protetores agem com muito mais pro(undidade e rapidez" 2s diagn$sticos s o muito mais precisos e detalhadosN as operaç*es astrais s o e.ar um coment%rio D 2 termo Apometria vem do grego Ap$ L preposiç o que signi(ica além de. (%cil de ser utilizado por pessoas devidamente habilitadas e dirigentes capazes" Apresenta sempre resultado e(icaz em todos os pacientes.

essa técnica (oi de(endida no =1 ?ongresso 'spírita /an9americano. sempre que quisermos" 'mbora n o sendo propriamente uma técnica medi!nica. toda vez que desejarmos entrar em contato com o mundo espiritual" (Ro1erto Ho"2ino# Ger o post por completo D Apometria O in5 io /ublicado em Apometria em 9 de novembro de 20A2 C 5ei. por sugest o. um grande comple.2 &. ao mesmo tempo que. na cidade de Euenos Aires" 'ssa técnica consistia na aplicaç o de pulsos magnéticos concentrados e progressivos no corpo astral do paciente. o 5r" Fosé Gacerda testou a metodologia com 5ona Polanda.ito da Apometria reside na utilizaç o da (aculdade medi!nica para entrarmos em contato com o mundo espiritual da maneira mais (%cil e objetiva. n o era espírita e tampouco médico mas trou.e possibilidades novas e um imenso campo para e. um psiquista porto9riquenho chamado Guiz Modrigues" Mealizou palestra no Jospital 'spírita de /orto Alegre. em A9OB. a observaç o constante dos (en-menos. é médico da turma de A950" 5esde cedo na lida com a 5outrina 'spírita" 5urante o ano de A9O5. aprimorou solidamente a técnica inicial" 1denti(icou9se na época. sua esposa e médium de grande sensibilidade" 6tilizando a sua criteriosa metodologia. a sua s$lida (ormaç o doutrin%ria.perimentaç o se conduzidas com métodos objetivos e sistem%ticos" 1mediatamente. dirigidos por ele" (Ro1erto Ho"2ino# Ger o post por completo D Re"umo de Apometria /ublicado em Apometria em 22 de outubro de 2009 C A9 ?oment%rios D . carinhosamente quali(icado por seus pares de /receptor de +edicina 'spiritual. demonstrando uma técnica que vinha empregando nos en(ermos em geral. obtendo resultados satis(at$rios" 5enominada Jipnometria. esteve em /orto Alegre. de onde partiam o au.ílio e a cobertura aos trabalhos assistenciais. denominado Jospital Amor e ?aridade.o hospitalar na dimens o espiritual.ar um coment%rio D 2 5r" Fosé Gacerda de Azevedo. pode ser aplicada como tal. comandava o seu a(astamento" 2 >r" Guiz Modrigues era um investigador.

UMO 6E APOMETRIA Abordagem de tratamento espiritual criada por Fosé Gacerda de Azevedo realizada através do desdobramento dos corpos espirituais" 2 termo Apometria vem do grego Ap$ L preposiç o que signi(ica além de. pacientes desdobradosN 5 L o ajustamento de sintonia vibrat$ria entre as entidades em di(erentes (ai. hospitais do plano astralN @ 9 a aç o dos espíritos socorristas . podendo9se estabelecer um contato simples e direto com o plano espiritual" Além dessa técnica. dist4ncia do espírito desdobrado Q(ora do corpo (ísicoR. nível ou personalidade pode sentir diretamente as conseq0&ncias das suas escolhas e atosN . a Apometria trabalha outras doze leis.as de (req0&ncia Qonde muitas vezes n o conseguem se comunicarRN O 9 o deslocamento do espírito no tempo e no espaço Qconduz9se o espírito ou algum nível ou personalidade do encarnado para ver seu passado ou seu (uturoRN S 9 A dissociaç o do tempo. 2 9 A aç o . que de(inem toda a teoria e a pr%tica apométrica" 'ssas leis s o utilizadas paraI A 9 2 reacoplamento dos corpos espirituais. um espírito. B 9 A revitalizaç o dos médiuns. medida" Assim. é possível tratar qualquer criatura" A primeira lei da apometria é a lei do desdobramento espiritual" Através dos pulsos magnéticos é possível desdobrar qualquer pessoa Qmesmo pessoas em coma pro(undoR.RE. com a conduç o de encarnados e desencarnados . a Apometria é de(inida como um conhecimento que se prop*em a estudar aquilo que est% além das (ormas de medida convencionais" 5izem os ap-metras que sua técnica pode ser aplicada em qualquer pessoa. ou seja. que s o criaç*es mentais protetoras da psicoes(era do ambiente. pois com a técnica do desdobramento dos corpos e níveis. ou mesmo animais ou plantas. com os chamados campos de (orça. (ora deN e +etron L relativo .

etérico e astral mais male%vel. os micro9organizadores (lorais Q(lores astrais que podem ser implantadas na pessoa e . a arqueocriptognosia Qconhecimento de um passado remoto onde aprendemos liç*es e ensinamentosR. despolarizando sua mem$ria e impregnando sua consci&ncia de pensamentos positivos e elevados" 'mbora esta técnica possa ter alguns poucos bene(ícios. técnica de invers o de spins das entidades QFosé Gacerda estudou muito Uísica e aplicou alguns dos seus princípios na ApometriaR. técnica de destruiç o de bases astrais malé(icas.ados.T 9 a aç o tel!rica dos espíritos que evitam a encarnaç o Qaqui os espíritos que procuram durante muito tempo evitar a encarnaç o. as viagens astrais sob comando Qprimeira lei do desdobramento espiritualR. dentre outras" Além das leis apométricas.istem ainda um conjunto de técnicas utilizadas pelos grupos e codi(icadas no livro 7'spírito e +atériaI novos horizontes para a medicina8 de Fosé Gacerda de Azevedo. técnica de cirurgias astrais. julgamos muito mais e(icaz o tratamento dos erros e so(rimentos do passado do que meramente apaga9los de sua mem$ria" In orpora4)o entre $i$o": )esta técnica. principal obra de re(er&ncia na %rea" 'ssas técnicas s oI 6ia(imetria e Eteriatria: técnicas que consistem em tornar o corpo espiritual. através da percepç o da presença do ?risto que reside latente em seu ser" 6e"po(ari7a4)o do" E"t5mu(o" de Mem8ria: ?onsiste em apagar da mem$ria de um espírito erros e so(rimentos cometidos no passado.ível e perme%vel" 5iminui9se a coes o energética daquele corpo e prepara9o para se tornar mais receptivo . a um novo nascimento terrestre. a magia pega principalmente em pessoas cujo passado (oi dedicado essas mesmas pr%ticas m%gicas a que s o vitimadas na presente vida" Além dessas técnicas. os diagn$sticos psíquicos QtelemneseR. a esterilizaç o do ambiente. (le.s irradiaç*es dos operadores da Apometria. pela atraç o tel!rica do planeta. emanando sobre eles correntes de alta (req0&ncia que circulam por seus corpos sutis trazendo alívio e cura para certas energias deletérias impregnadas" Pneumiatria: =em de /neuma. que signi(ica 7sopro8 ou 7espírito8" #écnica que permite a cura do espírito (azendo9o encontrar a paz e a harmonia dentro dele mesmo. técnicas de imposiç o de m os para cura magnética. a utilizaç o de espíritos da natureza ou elementais nos trabalhos. h% o método da conduç o de espíritos para templos no passado para tratamento. possível incorporar um nível espiritual do paciente num médium e trata9lo mais diretamente" +uitas das técnicas apométricas consistem na incorporaç o ou sintonia de 7(ragmentos de consci&ncia8 em desarmonia de um individuo em sensitivos para o tratamento isolado de cada (aceta psíquica" Tratamento para mago" negro": técnica que gera muita pol&mica. por meio dos comandos do ap-metra. técnica de cura de les*es do corpo astral de espíritos so(redores. e. começam a sentir a atraç o do magnetismo da #erra e s o pu. a ?romoterapia no plano astral e mental Qque dizem ser mais e(icaz do que a ?romoterapia (eita com luzes (ísicasR. a Apometria traz verdadeiramente uma revoluç o nas técnicas medi!nicas" . pois muitos ainda n o acreditam nos e(eitos de magias de vidas passadas ou da vida atual" A Apometria o(erece um conjunto de técnicas que tratariam magos negros e supostamente neutralizam aç*es mento9magnética negativas" ?omo j% dissemos no livro 7Megress o e 'spiritualidade8. sejam encarnados ou desencarnados.

LUIZ RODRIGU ! c(ama)a sua t*cnica de +ipnometria.-.5o de pulsos ma1n*ticos concentrados e pro1ressi)os no corpo astral do paciente.outu1e: E"p5rito em E$o(u4)o Qe. em . demonstrando uma t*cnica $ue )in(a empre1ando nos enfermos em 1eral.celentes vídeos sobre espiritualidade geralR O'. 6onrado Ri1el 7errari. no Brasil o desdobramento induzido por um operador encarnado foi o Dr. parecida com a cromoterapia mental. O Dr. a arte9cura. por su1est5o. este)e em &orto 0le1re. obtendo resultados satisfat8rios.:. natural de &orto Rico. ao mesmo tempo $ue. LUIZ RODRIGU !. radicado no Rio de 'aneiro./. essa t*cnica foi defendida no 9I 6on1resso sp%rita &anamericano. (Apostila da Sociedade Brasileira de Apometria) . ssa t*cnica consistia na aplica. Denominada +ipnometria. dentre v%rias outras técnicas que s o utilizadas em grupos apométricos" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" MAIL: (apap"i9gmai(: om . ent5o presidido pelo !r. ou o terapia aplicada com os 7arcos de luz voltaicos8. Durante o ano de . Luiz Rodri1ues n5o era esp%rita e dele n5o mais ti)emos not%cias at* seu desencarne.ajudam a curar desordens psíquicasR.-. e luminoterapia. na cidade de Buenos 0ires.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D Lui" Rodrigue" in"pirador da apometria /ublicado em Apometria em 2T de agosto de 2009 C A ?oment%rio D Quem primeiro experimentou. um psi$uista porto2ri$uen(o c(amado Luiz Rodri1ues. farmac"utico#bio$u%mico. O Dr. comanda)a o seu afastamento. Realizou palestra no +ospital sp%rita de &orto 0le1re 3+ &04.

principalmente magos negros. so(rer% as conseq0&ncias do seu :arma passado de uma (orma mais direta. j% sabem que seu destino ser% o e.Arqui$o da ategoria %Apometria& E?5(io P(anet+rio e Apometria /ublicado em Apometria em 20 de junho de 2009 C O ?oment%rios D 2 planeta #erra est% muito pr$.” /arte da literatura espiritualista (ala dessas trans(ormaç*es e seus e(eitos sobre n$s" Alguns espíritos j% est o sendo e. deveremos atravessar situaç*es mais duras para abrirmos nosso olhos" Aqui cabe a (rase “Se não aprendemos pelo amor. indicando que o e. pois as necessidades atuais est o (orçando uma revis o de valores que tem o potencial de mais rapidamente neutralizar uma parcela do :arma passado da humanidade" /orém. para l% recomeçar a sua jornada evolutiva" +uito do poder e conhecimento que eles possuem ser% esquecido ou até mesmo impedido de se mani(estar. devido a uma substancial di(erença de (req0&ncia e similaridade de intenç o e pensamento.)o Pau(o: .ílio a planos in(eriores e podem nem se importar com as vis*es ca$ticas do local que os aguarda" )esse sentido. pensamento e sentimento e comece a despertar sua natureza c$smica. aprendemos pela dor. revelado através das obras de Mamatis" 'sse planeta possui uma atmos(era muito densa e seus habitantes encontram9se em est%gios in(eriores a evoluç o que j% atingimos aqui na #erra" 2s grupos de espíritos que n o puderem permanecer na #erra.ilados a outros planetas e es(eras por n o se adaptarem aos novos padr*es evolutivos" 6m desses locais de e. haver% uma mudança na aura planet%ria" 1sso implicar% numa mudança de nosso estilo de vida e na revis o de como nos organizamos em sociedade" +uitas (orças c$smicas estar o atuando sobre n$s e nos au. com todas as oportunidades que a espiritualidade est% colocando a nossa disposiç o. em decorr&ncia das condiç*es mais atrasadas da vibraç o desse astro" 1sso deve ocorrer por que o :arma que esses seres acumularam n o poder% mais ser resgatado aqui na #erra" )a Apometria podemos usar a técnica da #ela 'spiritual para mostrar a esses espíritos qual ser% seu destino caso insistam em burlar as leis de equilíbrio e harmonia planet%ria" Easta dar o comando e mostrar a eles qual ser% seu (uturo.ílio planet%rio pode estimula9lo a modi(icar9se e seguir o caminho do ?risto no planeta" Algumas entidades. ou como dizem alguns.ílio ser% um lugar escolhido pela espiritualidade para a sua evoluç o a partir de agora" 2 choque em conhecer o e. outras técnicas podem ser usadas para esclarece9 lo sobre seu estado atual" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . se n o soubermos aplicar os ensinamentos que est o sendo transmitidos. v o realizar uma migraç o a este e a outros orbes.ílio é o chamado astro intruso.iliando nesse período de turbul&ncia" ?aso o ser humano n o modi(ique seus padr*es de conduta.imo de realizar uma trans(ormaç o no seu magnetismo.

se descortinaram muitas possibilidades de tratamento dos encarnados e desencarnados" 6ma destas técnicas. é trazer a presença do espírito para o aqui e agora. n o importa a condiç o em que ele esteja. o grupo apométrico deve j% possuir algum preparo e e. mais preparado est% o grupo e mais proteç o ele conquistou dos +estres" )esse caso. em estado de hipnose" /odem . outras até mesmo como um mal estar no médium ou no doutrinador" /odem também (azer com que tudo (ique escuro. dist4ncia sem que sejam percebidos" Algumas vezes eles podem apresentar9se como uma sombra. da canalizaç o mental da energia da estrela AURIGA" 'sse método poder% ser mais bem descrito em outro artigo deste blog" 'ssa técnica também pode ser usada para uma personalidade de vida passada.MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. con(rontando9o com seus desa(etos do passado e dando9lhes a escolha da revis o dos erros cometidos e a chance de uma mudança nos rumos de sua e. est o desorientados. podemos acionar os pulsos magnéticos. podemos realizar a técnica ensinada pelo 5r" Gacerda. seu grau de consci&ncia e nem as vibraç*es grosseiras que conservou durante séculos e mil&nios" #odo trabalho apométrico deve ser conduzido com base nos mais altos ensinamentos do ?risto ?$smico.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D A In$o a4)o de E"p5rito" na Apometria /ublicado em Apometria em A0 de março de 2009 C AA ?oment%rios D INVOCAÇÃO DOS ESPÍRITOS NA APO ETRIA ?om a evoluç o das técnicas medi!nicas e espirituais. na maioria das vezes. nas pro(undezas dos umbrais mais inacessíveis. ele comanda espíritos in(eriores treinados para realizar certas tare(as" 'sses espíritos. n o sendo notado e assim.a. podendo realizar seu trabalho anonimamente" )ormalmente. uma subpersonalidade e um mago negro" . através de contagem pausada de A a S" 'sse mecanismo de energia nos (aculta a realizar todo um di%logo e tratamento espiritual no espírito. bloqueando a vis o do médium tornando9se imperceptível. muito comum que os magos (iquem escondidos esperando o momento de atacar.peri&ncia" Huanto mais longe conseguimos descer com os veículos de nossa consci&ncia para trazer um espírito.ist&ncia" /ara realizar essa invocaç o. da hierarquia divina e sob a orientaç o dos +estres espirituais e espíritos de luz" >e o espírito estiver numa vibraç o muito bai. ou até no Abismo. n o é necess%rio que o médium se desdobre com seu corpo astral para adentrar nas regi*es in(eriores" Easta mentalizar a presença do espírito e (azer a emiss o dos pulsos" ?aso n o seja su(iciente e os médiuns n o percebam a presença dele. que é muito utilizada no meio apométrico. ou até mesmo irradiando seu poder mental .

de cores e tipos di(erentes.até mesmo possuir algum implante ou aparelho parasita colocado intencionalmente para tornarem9se responsivos . possível que se apresente alguém que n o seja ainda o líder e que coloque algum espírito como o (eitor do mal para encobrir o verdadeiro autor" 'm algumas situaç*es. em desdobramento astral ou mental" Huando ocorre tal situaç o. devemos chamar sempre aquele que (ez a magia. podendo utilizar algumas técnicas apométricas. é prov%vel que seu idealizador apareça. passam a visualizar certos acontecimentos que podem n o guardar relaç o com o ponto central. que geralmente é o pr$prio mago negro" .: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D 6e"do1ramento /o(eti$o na Apometria /ublicado em Apometria em T de março de 2009 C B ?oment%rios D 6E. dentro do seu nível consciencial e vibrat$rio" /odem ser criadas verdadeiras estruturas astrais. até mesmo desviando9se do (oco do tratamento" >abem todos aqueles que s o versados nas correntes místicas e espiritualistas que o plano astral é pl%stico e muitas vezes responde a vontade criativa das entidades.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. mostrando sua verdadeira (ace" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . (ormas diversas e variadas.s ordens dos magos negros" 'sses espíritos que atuam através dos magos podem montar guarda ao lado de trabalhos de magia e de aparelhos parasitas e cuidar para que estes n o sejam des(eitos" )esse sentido. certas ilus*es podem ser elaboradas para enganar os trabalhadores espirituais e desviar o (oco do real signi(icado de um (en-meno nos planos invisíveis. aqueles que est o zelando pela segurança dela e o che(e deles. ao usar a técnica de invocaç o da presença de alguma entidade. usando seu magnetismo para invocar a presença do autor de tal magismo" As correntes vibrat$rias mento9magnéticas canalizadas devem ser aplicadas para des(azer a ilus o" Huando isso ocorre. observado pelo sensitivo. sustentadas pela (orça do pensamento e da energia" Assim. deve o doutrinador procurar desconstruir a ilus o. veri(icamos que os médiuns t&m di(iculdade de captar os eventos ocorridos" 'm sua sintonia com o plano espiritual.6O'RAME@TO /OLETI!O .

traço. é possível ao médium captar esse (ragmento e incorporar em si. (azer com que um dos médiuns trabalhe harmonizando o corpo astral da pessoa" 2 outro médium pode captar essa personalidade de vida passada que so(reu o trauma e tratar a situaç o traum%tica" 2 terceiro médium pode visualizar o obsessor que procurava tocar a (erida desse trauma e realizar um tratamento nele através das diversas técnicas apométricas" Assim. que passa a mani(estar os atributos daquele nível9 personalidade" Através do desdobramento coletivo podemos tratar v%rios problemas de uma s$ vez" =amos supor que e. e assim por diante" ?omo j% disse. mas sua ess&ncia é 6na e n o se divide" 5essa (orma. ela e. principalmente aquelas que est o dissociadas. ele pode se dividir em toda uma in(inidade de (ormas mani(estadas. qualquer energia do espírito. aspecto. quantos sejam necess%rios para a investigaç o das desarmonias e.)osso espírito é m!ltiplo em mani(estaç o. mani(estando aquela desarmonia. condiç o. a mani(estaç o é m!ltipla. estado etc 2 desdobramento coletivo trabalha através da dissociaç o de uma parte do psiquismo do atendido e a incorporaç o no médium. o espírito n o se dissocia. mas os níveis mais pr$. todas est o de alguma (orma inter9 relacionadas dentro de uma problem%tica mais geral" /odemos. energia etc" 'm suma. mas seus m!ltiplos aspectos que se mani(estaram em milhares de encarnaç*es. (orma. os níveis superiores n o se dividem. dist4ncia com um médium" 2utro médium pode captar outra parte da energia da pessoa e um terceiro médium pode sintonizar com outro aspecto da vibraç o dela.pressar em modos diversi(icados. emoç o. ou até mesmo visualiza9la no plano espiritual e atuar sobre ela usando as técnicas apométricas" 'nt o. em primeiro lugar.iste um obsessor que est% utilizando9se do trauma dessa personalidade para atingir de alguma (orma a pessoa em tratamento" #emos tr&s situaç*es problem%ticas distintas" +esmo assim. revestindo posiç*es di(erenciadas con(orme as necessidades evolutivas de uma época. mani(estaç o podem ser divididos em m!ltiplos e variados aspectos.ista uma personalidade de vida passada que so(reu um trauma muito grande" =amos agora imaginar que e. mas a ess&ncia é 6na" 2 que tratamos na Apometria n o é o espírito em si. pode ser irradiada a distancia e captada por sensitivos" Alguns pesquisadores da apometria (icam com uma certa d!vida sobre a realidade das percepç*es dos médiuns em decorr&ncia de certos (en-menos que a princípio lhe parecem ilus*es ou auto9engano" 6m médium pode desdobrar9se e observar no plano . essa energia est% dissociada do conjunto do seu psiquismo" 5essa (orma. pode ser projetada a dist4ncia e irradiada para qualquer espaço (ísico do 6niverso" /odemos captar a energia de uma pessoa .ista uma desarmonia qualquer no corpo astral" >uponhamos agora que e. mas a energia do espírito.iste e permanece como um conte!do aut-nomo do restante das energias e da consci&ncia da pessoa" ?omo o psiquismo est% dissociado do todo consciencial.imos . temos tr&s situaç*es distintas que est o sendo tratadas ao mesmo tempo" A energia de um espírito pode ser projetada no espaço e no tempo" Huando uma pessoa est% com uma energia negativa.istentes em cada nível. pode se e. mas 6)2 em ess&ncia" 2u seja. grau. que revela muitas coisas sobre ele. tipo.

este trabalho talvez (osse mais demorado e . como personalidades. a partir da mesma entidade espiritual. é a posiç o correta de contemplar aquele objeto. ou como uma (orma de alguém que viveu uma encarnaç o passada e agora est% mani(estando9se objetivamente . mas t o somente est o captando psiquicamente personalidades de vidas passadas de um mesmo espíritoI um %rabe. podemos apresentar uma hip$tese de que toda mani(estaç o de um espírito esteja ligada a alguma de suas personalidades de vidas passadas" Huando um médium observa um espírito. processo t o combatido nos meios espíritas" /orém. poder% conquistar uma perspectiva mais ampla do todo" Assim. pode perceber a presença de um cigano" 6m médium envolvido pode perceber. uma (reira" 2s médiuns menos avisados podem acreditar estar percebendo tr&s espíritos di(erentes. n o é impossível crer que médiuns de origens di(erentes podem acessar dados relacionados a encarnaç*es passadas do mesmo espírito e percebe9lo no plano astral cada um com uma (orma distinta. porém todas estas (ormas vindo diretamente dos seus arquivos de mem$ria espiritual. costumes.plica per(eitamente as di(erentes vis*es e nos (ornece elementos su(icientes para uma intervenç o terapeutica ainda mais pro(unda e r%pida" 2 que ocorre em grande parte dos casos é que esses tr&s médiuns. mesmo limitada pelo tempo e pelo espaço.astral um espírito" 'sse mesmo médium capta a energia dessa entidade espiritual e o en. se um mesmo individuo procurar deslocar seu (oco de vis o e passar a contemplar determinado objeto por outros angulos. ignorando outros pontos de vista que podem ser igualmente v%lidos. mentalidades. em verdade. um mesmo médium pode observar uma personalidade de vida passada de um mesmo espírito e posteriormente observar outra. consci&ncia dos médiuns como tendo a (orma de uma de suas personalidades de vidas passadas" Gevando em consideraç o essa possibilidade. eles cair o imediatamente no erro de perspectiva. que em milhares de vidas revestiu9se de in!meras (ormas e tantas épocas di(erentes que talvez nem possamos imaginar" 1sso seria equivalente a observaç o de di(erentes individuos em posiç*es variadas do espaço de um mesmo objeto" 6m observador poderia observar um aspecto. com roupas. com brilhos e cores determinados. conte!dos e mem$rias em seus arquivos conscienciais" /or outro lado. e outra e assim sucessivamente" /orém. na observaç o da mesma entidade. um cigano e uma (reira" 2utros podem adiantar que. n o est o percebendo espíritos distintos ou inventando algo. comportamentos. embora amor(a. dentro de uma mesma situaç o. pois eles pressupoe que a sua vis o. pode (aze9lo de duas (ormas di(erentesI ou como vibraç o e energia pura. embora limitados em seu alcance" 5e qualquer (orma.erga como um %rabe" 2utro médium. vis*es de mundo etc" #udo isso é parte integrante do arcabouço mnem-nico do espírito. que e. eles est o imaginando coisas ou est o sendo vítimas de animismo. uma terceira pessoa. se os médiuns est o percebendo pessoas di(erentes. com a base de conhecimento que a técnica do desdobramento coletivo nos (aculta. tenha a capacidade de armazenar uma in(inidade de (ormas. um %rabe. um cigano e uma (reira" =amos por um momento supor que nosso espírito é apenas uma centelha divina e que essa ess&ncia espiritual. crenças. é possível encarar esse processo sob outro prisma. o outro perceber uma (aceta di(erenciada e um terceiro observador veria uma terceira perspectiva" >e cada um deles na observaç o de apenas uma parte considera9la como sendo o todo.

quando um tratamento r%pido se (az necess%rio. talvez um médium e um doutrinador que trabalhem sozinhos seja um tipo de interveç o menos e(iciente do que no caso de v%rios trabalhadores (ocalizarem sua consci&ncia no mesmo ponto" 1sso daria maior (orça de atuaç o. pois cria um paralelo entre a %gua enquanto símbolo do germe da criaç o e das e.tremamente !til.cansativo do que as necessidades imediatas do atendido e do tempo disponível para a sess o de tratamento espiritual" /or este motivo.istem mais médiuns (ocalizando um problema. é mais uma abordagem di(erente dentro do que j% se (az" ) o representa uma inovaç o. pois ambos podem ajudar uns aos outros a en. o desdobramento coletivo torna9se e. preciso esclarecer que o desdobramento coletivo também possui as suas limitaç*es" 'm primeiro lugar. n o est% descartada a possibilidade do médium captar percepç*es equivocadas.plicaç*es cienti(icas da Eiologia sobre o desenvolvimento da vida" 'm muitos povos antigos e. pois mais consci&ncia est o envolvidas no processo" Além disso. isso j% é muito signi(icativo do ponto de vista simb$lico. assim como a criaç o de todos os .)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. (ascinaç o ou distorç o medi!nica" )esse caso.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D /2u$a de .atamente uma técnica. quando e.iste essa relaç o entre a %gua e a geraç o do mundo. um grupo de videntes pode perceber cada um deles um aspecto energético e consciencial do atendido e realizar uma harmonizaç o mais pro(unda" )isso consiste o desdobramento coletivo" .as vibrat$rias que podem estar escapando por algum motivo" 2 desdobramento coletivo n o é e. cientí(ico e meta(ísico.ergar as di(erentes (ai. menor é a probabilidade de erro. podemos recorrer ao desdobramento coletivo. >imbolismo em T de março de 2009 C 2 ?oment%rios D A %gua possui um simbolismo muito signi(icativo que merece ser mencionado nesta oportunidade" A ci&ncia a(irma que a vida na #erra teve sua origem na %gua. pois da mesma (orma que observadores em posiç*es di(erentes podem descrever com mais totalidade um mesmo objeto. ser con(undido por obsessores. pois ele nos o(erece a e(iciencia e a rapidez de um tratamento com um conjunto de técnicas bastante pro(undas dentro da apometria" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em .gua /r5"ti a /ublicado em Apometria. mas uma maneira diversa de trabalhar" 5e qualquer (orma. ver conte!dos dele mesmo ao invés de conte!dos da pessoa ou alguma outra (orma de con(us o.

s ondulaç*es constantes que podemos observar e sentir em sua super(ície podemos observar que a %gua responde a esse principio de ondas.tremos dentro de um padr o de ritmo e (req0&ncia" 5evido . Vhristus em Gatin.o do 5ivino e da mesma (orma que a %gua mais tranq0ila de um lago pode re(letir o sol.istente no 6niverso e até mesmo a energia. todos os seres a quem canalizamos essa energia" A %gua crística pode ser utilizada como uma complementaç o do processo de drenagem de energias densas e acumuladas nos seres" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em .: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D O que é Apometria? .teriores e isso s$ é possível devido a sua natureza pura e cristalina que ele possui" Alguns místicos ensinam que os seres s o apenas um re(le. a %gua é um grande condutor de energia elétrica.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. e essas ondas sempre (oram associadas . vibraç o" >abemos que toda a matéria e.seres" 1sso porque a %gua em movimento (orma ondas. pode re(letir com per(eiç o a natureza da 5ivindade" Fesus (oi batizado nas %guas do rio Ford o por Fo o Eatista e desde ent o se diz que o ?risto ?$smico sintonizou com seu corpo e sua personalidade" Fesus atingiu um estado de consci&ncia t o elevado que pode entrar em contato com o ?risto planet%rio" ?risto. que é uma energia que vem diretamente dos planos divinos e banha.s correspond&ncias que podemos (azer com o ser humano" As %guas /rimordiais no ser humano equivalem ao líquido amni$ticoI a subst4ncia aquosa que ajuda a produzir a gestaç o do (eto" A %gua sempre (oi concebida pelos povos antigos como símbolo da puri(icaç o e do re(le. dentro do plano da mani(estaç o. e isso também signi(ica e indica uma associaç o entre a %gua e as vibraç*es que comp*em a vida" A %gua também est% associada . que é a pr$pria condiç o de mani(estaç o da energia no 6niverso" Além disso. onde os discípulos podem se harmonizar com o 5ivino através da puri(icaç o do seu interior" 5essa (orma. geraç o devido . na Apometria podemos invocar a pura e cristalina %gua crística.o divino" 6ma porç o de %gua sem movimento e sem turbul&ncias pode re(letir as (ormas e. é veiculada através do movimento ondulat$rioI a oscilaç o dos e. de vibraç o. ?restus em <rego. nosso interior. isto é. é o ser que tem a (unç o de cuidar do planeta e (azer a mediaç o do orbe terrestre com os planos mais elevados do ?$smico" 2 ritual que posteriormente (oi chamado de Eatismo é uma iniciaç o antiga muito pro(unda. como uma cascata de luz. quando puri(icado.

ela pode sintonizar com os raios c$smicos que d o origem as di(erentes gradaç*es da energia universal" A mente est% muito mais pr$. astral. etc com todas as outras" )osso agregado n o é íntegro e (luido" 'le apresenta in!meras (ragmentaç*es. que s o aqueles que . através da irradiaç o de energias de diversos tipos" 6ma pr%tica muito comum na Apometria é a cromoterapia mental. é possível realizar o tratamento dos corpos espirituais" 'stes s o corpo etérico.s pessoas e realizar todo um tratamento com as diversas energias c$smicas que est o a nossa disposiç o" '. a energia luminosa mental é muito mais poderosa em seus e(eitos do que a energia (ísica da luz" )os trabalhos apométricos geralmente h% médiuns e doutrinadores" 2s médiuns s o os sensitivos que procuram captar psiquicamente aquilo que ocorre no plano espiritual para que se torne possível o tratamento" ' h% os doutrinadores. pois esta ess&ncia divina n o est% dissociada da pr$pria ess&ncia do #odo.istem partes de nosso ser que convivem em completa diverg&ncia e con(lito com outras partes" A Apometria visa o tratamento dos níveis de consci&ncia e das energias que se irradiam a partir dos níveis" Apometria trabalha com o desdobramento dos corpos. diminuindo a sua coes o intermolecular" Assim. desarmonia. níveis e subníveis" )esse sentido. desequilíbrio. . ou 5eus" Assim. como se diz por ai no meio apométrico" 2 3tmico é a centelha divina presente no 4mago de cada um de n$s. e. mental superior.ível. n o podemos dizer que ele é um corpo. nesse sentido. os doutrinadores podem emanar energias positivas.atamente um corpo.ima da energia c$smica do que a matéria. b!dhico e %tmico" 2 3tmico n o é e.istem v%rios procedimentos que podem ser realizados em uma pessoa para tratamento" /ara iniciar os trabalhos. portanto. as pessoas podem receber um tratamento em seus níveis e subníveis.istem espíritos de luz que realizam todo o tratamento dos níveis quando eles s o desdobrados" Além disso. é possível que o ap-metra desdobre esses níveis espirituais e os conduza a tratamento no plano astral" '. e. mental in(erior./ublicado em Apometria em 5 de março de 2009 C A25 ?oment%rios D O QUE É APOMETRIA? Autor: Hugo Lapa (Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada"# Apometria é um conjunto de princípios e técnicas que tem como objetivo o tratamento. através de técnicas especí(icas. pois n$s mesmos somos (ragmentados de n$s mesmos" +uitas vezes. de puri(icaç o. do absoluto. a harmonizaç o e a conscientizaç o dos m!ltiplos aspectos que movem as energias humanas" #odos n$s somos um agregado de v%rios níveis de consci&ncia" 'sses níveis s o também energias" 'ssas energias podem entrar em con(lito. ou através apenas da percepç o daquela energia no plano espiritual ou plano astral" Aberta a (req0&ncia da pessoa. que em minha vis o é muito mais e(iciente que a cromoterapia (eita com luzes (ísicas" 1sso por que a mente é o agente universal catalisador de energias c$smicas.istem técnicas para tornar nosso corpo etérico mais male%vel e (le. através da incorporaç o cl%ssica. abrimos a (req0&ncia da pessoa" 1sso signi(ica que sua energia (oi dissociada e ela pode ser visualizada ou percebida pelos médiuns.

etc" A Apometria possui um conjunto de técnicas de desobsess o que é muito abrangente e pro(undo" 'u diria que na Apometria as técnicas de desobsess o s o muito mais diretas. a projeç o na apometria n o é apenas astral. que a literatura da Apometria descreve e ensina" Além desta. de qualquer (orma. ele pode (azer o espírito ver as conseq0&ncias de seus atos e assim.conduzem os trabalhos. subpersonalidade. através de certas situaç*es intensas e negativas que vivemos e que acionam certos mecanismos de de(esa do nosso psiquismo. personalidade passada. possível ent o invocar a personalidade passada e trata9la através de uma série de técnicas espirituais. ele também pode ser um doutrinador" /orém. mas é e. elas v o logo ao ponto" 2 doutrinador n o necessita permanecer apenas no discurso com o obsessor. é muito mais simples que ele dei. orientam o que ser% (eito.ar sua intuiç o (luir. pensamentos e sentimentos" A obsess o de espírito é esta que descrevemos acima" Além desta. criando assim uma personalidade que esteja . parte do processo global do nosso psiquismo e dissociada da personalidade atual" As subpersonalidades podem tomar autonomia e se tornar independentes de todo o restante. deve dei. ou possui muitas desarmonias a ponto de estar in(luenciando negativamente a personalidade atual" . estabelecem contato com personalidades passadas ou subpersonalidades para harmonizaç o. pois mesmo aqueles que n o s o médiuns podem receber mensagens do plano espiritual sobre qual conduç o devem dar ao tratamento em quest o" 6ma pessoa que se desdobra n o é necessariamente médium" #enho observado que muitas pessoas que acreditavam n o possuir mediunidade chegaram a Apometria e l% descobrem o potencial que possuem" 1sso por que a mediunidade na apometria é vista de uma (orma di(erente" 2 médium ap-metra n o deve incorporar uma entidade e permitir que esta tome 7posse8 de suas (unç*es corporais" 2 sensitivo deve apenas procurar 7visualizar8 o que ocorre no plano espiritual e manter9se mentalmente a(astado das entidades. que é a obsess o de personalidade de vida passada e a obsess o de subpersonalidades" A obsess o de /ersonalidades de vidas passadas ocorre quando a pessoa que (omos no passado n o aceita o que somos hoje em dia. quando h% uma necessidade urgente de algum trabalho" . percorrendo caminhos di(erentes e criando divis*es em nossa consci&ncia" )ossa personalidade (ica (ragmentada em v%rias partes. em (orma de nível. h% mais duas (ormas de obsess o. que podem sugar nossas energias e entrar em oposiç o e con(lito com a personalidade atual" #udo isto s o (ormas de obsess o que podemos tratar na Apometria" As técnicas apométricas podem ser realizadas isoladamente. etc" 2 ap-metra n o precisa ser necessariamente um médium ou um sensitivo. mas mental. pois sabe que a lei do :arma ir% peg%9lo de qualquer (orma e que n o h% como escapar das conseq0&ncias dos seus pr$prios atos.tremamente di(ícil e s$ deve ser conduzida dessa (orma por um médium muito bem treinado e com o suporte da espiritualidade. encaminham os obsessores. na apometria. aparelhos parasitas.e o caminho negativo que est% percorrendo. trabalhos de magia negra. trabalham com as energias. embora esteja interagindo energeticamente com elas" Assim. h% também o que chamamos de subpersonalidades" 'stas s o criadas na vida atual e apenas nesta. no sentido de que n o necessitamos do deslocamento do corpo astral até o 7espaço8 no plano espiritual onde reside a desarmonia.

embora seu potencial de cura seja ilimitado" /neumiatria é o tratamento do espírito (azendo9o e. uma terapeuta bastante pr$. o (ascínio pela técnica. a distorç o dos ensinamentos. sem e. sua realizaç o é apenas indicada dentro de um grupo muito bem treinado. o (undamentalismo religioso e de idéias. com dirigentes e.emplo para esta !ltima. a sensaç o de poder que o uso das energias provoca.perimentar a verdade nele mesmo" ) o h% nada mais e(icaz no tratamento de um espírito do que (aze9lo encontrar a cura dentro de si. no plano astral tudo é vivo e n o se pode ocultar aquilo que somos" A (acilidade de mudança de estado ocorre de (orma muito mais simples e natural do que no (ísico. a inveja.ima a apometria e que possui muitos paralelos e pontos em comum é a #erapia de =idas /assadas" )o grupo que coordeno aqui em >/ contamos com quatro equipes de médiuns e doutrinadores que trabalham com as técnicas" 'm nosso grupo.istentes" . realizamos uma entrevista e veri(icamos se a pessoa est% equilibrada o su(iciente para participar" Apometria so(re muitos ataques dos partid%rios do “caminho da mão esquerda” e seus adeptos buscam a todo custo a desconstruç o do trabalho" 1sso é (eito através do alimento ao ego dos trabalhadores. pois o ataque n o é apenas energético.iste a possibilidade dos obsessores apresentarem9se como mestres espirituais e transmitirem orientaç*es equivocadas sobre os procedimentos do grupo" ?abe aos dirigentes percebem o conte!do dessas mensagens e orientar9se muito mais pela sua intuiç o. devem buscar uma terapia que possa ajuda9 los a se harmonizar" 2bservamos no <rupo +ahaidana que as pessoas que n o (azem terapia (icam muito mais vulner%veis aos ataques do que outras que passaram por todo o processo terap&utico" )esse sentido. o ci!me. com todas as barreiras e. e. a vampirizaç o de energia dos trabalhos e até mesmo a dissimulaç o de certas energias" ?omo e. mas também de vestir a mentira com capa de verdade" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em todo o 'ra"i(: MAIL: (apap"i9gmai(: om @)o e"tamo" mai" rea(i7ando atendimento" om apometria: Ger o post por completo D Pneumiatria e Apometria /ublicado em Apometria em 2S de (evereiro de 2009 C 2 ?oment%rios D P@EUMIATRIA 'sta técnica ainda é pouco utilizada na Apometria. ninguém permanece trabalhando se n o estiver se tratando e n o estiver harmonizado" )esse sentido. antes de aceitar qualquer pessoa no grupo. as brigas.perientes e com a mente aberta" 2s médiuns devem possuir o mínimo possível de brechas e todos. através da descoberta do ?risto ?$smico que reside no centro do seu ser" ?omo sabemos.ceç o.#irando isso.

o material primitivo do qual os mundos s o criados. desaparece" 'stou no meio de um (ulgurante oceano de luz" W"""X ' ent o eu sinto.peri&ncia" 7Uinalmente. algo t o presente e t o real que as pessoas que passaram por tal contato n o tem qualquer d!vida" 2s limites do ego s o a(rou. porém con(erem pro(unda (elicidade a quem as teve" 'ssa é chamada de e. possível elevar o padr o vibrat$rio do espírito a tal ponto que sua altíssima energia o permite ver (ace a (ace a =erdade e encontra9la dentro de si" '. espíritos em intenso so(rimento. o estado primeiro da matéria que se prolonga através do indescritível espaço in(inito.ia.terior e interior parecem (undir9se numa s$ in(inita e essencial unidade de tudo" /or aç o de campos magnéticos muito sutis podemos colocar o espírito nesse estado e dei. despertando para níveis além de qualquer e. é pura sabedoriaN pura ess&ncia vibr%til. de bloqueios. 'u sou o #odo. no centro do ?osmos. um ser mais pro(undo e mais divino brota de minha consci&ncia e trans(orma9se em mim" W"""X >into que eu mesmo estou além dos limites da consci&ncia do mundo" 2 planeta que desde tanto tempo e até agora sempre me acolheu.iste. vingativos. incrivelmente vivo"8 Q/A6G EM6)#2)R" Fesus.ados. muito mais do que penso" . o #odo veio de mim e o #odo chegou a mim" Macha um pedaço de pau. na matéria. vamos dar uma re(er&ncia de /aul Eruton. n o conhece limites. a técnica ser% ine(icaz" 2 espírito deve ter ao menos um pouco de boa vontade e desejo de evoluir" )o plano (ísico essas e. ou seja. ou +estre interno. como se descobríssemos que nosso eu real e interno é aquilo que chamamos de individualidade. radiante" 5evido a alguma coisa muito superior . mas é um eu modi(icado. etc. ilus o. no n!cleo do %tomo e adormecido no interior de cada ser encarnado e desencarnado" 2 eu interior. no evangelho ap$cri(o de #omé diz o seguinteI 7'u sou a Guz que est% acima de todos eles. onde seu ?risto interior estava plenamente desvelado diante de seu ego humano. perversos e com grande :arma acumulado" 5ependendo do grau de absorç o do espírito nele mesmo. ligada ao centro do #odo" /or compreender a import4ncia desse conhecimento. destruindo e recriando para ser desvendado" .peri&ncias s o raras.peri&ncia mística" 2s limites de nossa condiç o humana caem por alguns momentos e entramos na corrente in(inita do 6niverso.pectativa" . criando. aconteceu" 2 pensamento se apaga como uma vela soprada" 2 intelecto se retira para seu devido lugar. auto9hipnose. pessoa sem import4ncia que eu era. por alguns momentos. a consci&ncia trabalha sem ser prejudicada pelos pensamentos" W"""X 2 eu ainda e.a9lo ver por si mesmo. mas sim de nossa personalidade (ísica" .2 ?risto reside em tudo" )o coraç o da gal%. 'u estou aliN ergue a pedra e ali +e encontrar%s"8 2u ainda no evangelho can-nicoI . absorvendo9o na clara luz do in(inito" >e por um momento pudéssemos 7sentir8 o ?risto. a plenitude c$smica" 'ssa técnica n o deve ser utilizada em magos negros. in!til procura9lo no mundo. mas n o h% perda do eu. toda nossa perspectiva mudaria" A vida do mundo é t o pequena e pobre diante da clara luz que in!meras vidas n o valem mais que um segundo com o ?risto ?$smico" . na energia ou na mente" 'le est% além da realidade dimensional pr$prio do reino hominal" Fesus (oi um indivíduo que atingiu o grau de ?risto. um ocultista que passou por essa e. a consci&ncia do eu mais pro(undo.

por toda a eternidade.7'u e o /ai somos 6m8 +elhor do que sentir o ?risto por alguns momentos é encontra9lo permanentemente dentro de si. elementais. magos. passado.ar um coment%rio D I@!ER. o propriet%rio de tudo o que (az" 'm outras palavras. @A APOMETRIA ?ostumamos dizer que as técnicas da Apometria s o em sua maior parte vivenciais" 2 di%logo com os níveis. muito mais do que n$s" Huando eles se deparam com certas vibraç*es.a hierarquia. sua ess&ncia mais íntima e impessoal" Ap$s a integraç o aos planos crísticos. da mesma (orma que os encarnados s o sensíveis . com o perigo dela tornar a pessoa um pouco presunçosa" /orém. sua vis o de mundo é de uma perspectiva bem di(erente dos encarnados" 'les s o muito sensíveis .peri&ncia (icar% gravada para sempre e" ser% como um (arol iluminando seu caminho" +esmo nas encarnaç*es posteriores ele poder% ter uma t&nue intuiç o do que viveu" Autor: Hugo Lapa Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. o espírito naturalmente bai.peri&ncia. de nada adianta permanecer no discurso com os espíritos. invoca espíritos de bai. espíritos.ar% sua (req0&ncia retornando ao seu grau de consci&ncia comum" /orém. etc. personalidades. todos os processos m%gicos que ele concebeu no . mas com a verdade latente em todas as correntes de pensamento. a alquimia espiritual é t o intensa que a tend&ncia é buscar9se ainda mais a vida no ?risto" As re(erencias (eitas ao ?risto nada tem a ver com religi o.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D A In$er")o da" Energia" na Apometria /ublicado em Apometria em 2O de (evereiro de 2009 C 5ei. devem ser apenas parte da intervenç o" ?omo j% aludimos.-O 6A. E@ERAIA. elas as sentem com muito realismo.s energias de seu meio. presente e (uturo" As pessoas n o devem se apegar a essa e. em verdade o pr$prio mago é o senhor de sua obra" 'le mesmo é o dono. condensa energias e miasmas e deseja endereçar para uma pessoa. realidade do mundo material e acreditam (irmemente nela" Algumas pessoas n o sabem bem o que (azer quando se percebem vítimas de ataques de magia negra" >abemos que quando um mago prepara certo ritual. pois eles n o encaram as quest*es l$gicas e dialéticas da mesma (orma que n$s" 'mbora as pessoas levem aquilo que s o ap$s a morte. a e.

sendo ele o autor de tal realizaç o" A energia emanada para a vítima est% também ligada a ele. tratando9se em primeiro lugar os sentimentos envolvidos. n o devemos esquecer de voltar novamente ao (lu. ou seja. é muito importante tratar as vidas em que ambos se relacionaram e acumulou9se um :arma conjunto" 5e nada adianta des(azer as magias e nada tratar com relaç o aos laços do passadoN esses precisam ser harmonizados antes de qualquer coisa" >e a magia de passado é o resultado do $dio. apego. m%goas. chegando mesmo a tecer críticas severas . ele se dar% conta de que tudo o que pensamos e (azemos n o sai de n$s. por laços de a(inidade e sintonia.ando os ap-metras de insensíveis e outros adjetivos n o muito (avor%veis" /orém. pode ser de grande valia para a percepç o correta da dimens o do mal que estava causando" 'ssa técnica n o precisa necessariamente ser utilizada apenas com magos negros. mas consiste t o somente coloc%9lo em contato com as energias que ele est% enviando a alguém e que j% (azem parte dele" 'sse procedimento consiste em inverter a polaridade mento9magnéticaY@ e permitir que a entidade sinta em seu pr$prio corpo espiritual a energia canalizada" #oda vez que seja dado o comando da invers o da polaridade. devemos aproveitar esse momento para estabelecer um di%logo e mostrar9lhe que esse sentimento é uma decorr&ncia de seus pr$prios atos" Alguns podem julgar esta técnica muito direta e so(rida.o anterior. mal estar. ela j% est% ao redor dele" . podemos utilizar a técnica da invocaç o do espírito9personalidade. pois como diz a sabedoria popularI tudo que vai. Apometria. s$ uma quest o de tempo o momento em que essa vibraç o se (ar% presente trazendo todos os e(eitos que ele procurou in(undir na vítima" Huando isso ocorre. sem d!vida retorna" 'la também n o inter(ere no livre9arbítrio do espírito. ta. podemos usar a #écnica da 1nvers o de 'nergias" 'ssa técnica n o consiste em irradiarmos (requ&ncias negativas ao mago ou ao mandante. devemos lembrar que estamos apenas acelerando um processo que j% iria se desencadear de qualquer (orma. n o retornar% a ele. transmutarem suas di(erenças e orientar o arrependimento e o perd o" Huando en(rentamos situaç*es em que um espírito9personalidade n o deseja tomar consci&ncia do resultado de seus atos. mas permanece conosco" >omos os !nicos patronos do nosso destino" 'ssa energia que ele emanou. pelo contr%rio.plano astral ou mental que visam prejudicar uma pessoa tem origem em seus trabalhos pr%ticos. pode ser usada também em obsessores conscientes ou inconscientes" . n o devemos esquecer do retorno ao estado original antes da invers o" A reaç o das entidades a essa técnica geralmente é bem (orte" >entir dores. j% que ele mesmo as est% vibrando" +ais cedo ou mais tarde. é possível que naturalmente ambos venham a des(azer as arquepadias ou goécias" /ara tanto. interessante observar como alguns espíritos que antes julgavam estar (azendo o bem a uma pessoa podem se surpreender com a negatividade que estavam provocando" 2 espírito pode perceber (acilmente o quanto necessita de tratamento e aceitar o encaminhamento para hospitais astrais e zonas de harmonizaç o e descanso" . (azer os dois dialogarem. cair no ch o e pedirem para parar" 'nquanto a polaridade est% invertida.

acreditando9se superiores em relaç o aos demais. por e. entidades so(redoras.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": . preso L tudo de uma (orma mais intensa L levado ao !ltimo e(eito.2utro procedimento possível dentro dessa técnica é a possibilidade de conscientizar um espírito do aproveitamento de uma e. desprezando seus pr$prios limites. trazendo . apegado.emplo. a Apometria é uma ci&ncia espiritual que necessita de muito estudo e pesquisa. todo cuidado é pouco e também toda humildade é pouca" 5a mesma (orma que podemos usar livremente a energia elétrica.peri&ncia e das escolhas que (ez numa encarnaç o" /or e.s vivencias que est o com ele e que ele ainda n o conseguiu perceber" ?om essa técnica. que desejam apenas alimentar seu ego. impondo supostas 7verdades8 . sentir9se pesado. morte" ?om o uso das energias livres do espaço ocorre o mesmo" J% uma linha t&nue e sutil que separa a boa conduç o de técnicas mais poderosas e a sua m% utilizaç o e os prejuízos disso decorrentes" Assim. devem ser imediatamente a(astados de técnicas apométricas. devemos tomar muito cuidado" 2 aplicador da técnica começar a acreditar que o poder emana dele e n o das (orças naturais" .)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om O'. podemos (azer aplicaç*es em v%rios casos di(erentes e cada situaç o revelar% o instante de seu uso" Apesar de parecer (ascinante para alguns. trabalhadores orgulhosos e vaidosos de seu conhecimento. necessita de humildade e desejo pela evoluç o da consci&ncia humana" Autor: Hugo LapaAtendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . tal como iludindo9 se com o poder que ora lhes est% sendo emprestado pelas hostes c$smicas para bene(ício da humanidade. e nesse sentido. essa técnica deve ser tratada com total e absoluta responsabilidade" Huando trabalhamos com técnicas mais (ortes nos tratamentos espirituais. como choques. queimaduras e levar até . pois os e(eitos :%rmicos do seu mau uso podem ser devastadores" /or isso. o desconhecimento de suas nuances e a m% aplicaç o do seu potencial podem levar a estragos de grandes proporç*es. tona . podemos contatar um espírito que acredite no bem que uma vida voltada apenas para o lado material pode ter lhe provocado" /odemos inverter a polaridade e (az&9lo sentir todos os resquícios de materialismo que ainda pesam sobre seus corpos e sua consci&ncia" 'le poder%. preciso desenvolver a consci&ncia de que nos utilizamos de leis de energias que est o além de nossa compreens o. mas principalmente.emplo.

mais leve e liberto das in(lu&ncias densas do planeta" 6m dos procedimentos que realizamos em Apometria e que ajuda muito na diminuiç o desse peso energético é a drenagem das energias" A drenagem é uma liberaç o das energias que (icaram impregnadas no espírito ou personalidade ao longo de suas e. repress o de energias" )a medida em que as pessoas tocavam esses n!cleos traum%ticos. a qual ele se apegou e n o consegue ainda se libertar" Huando o espírito se desprende desses padr*es energéticos. geralmente causados por traumas de origem se. 1sso é particularmente verdadeiro no período p$s9morte. pois ele negava o princípio do renascimento sucessivo" Mealizando a regress o em seus pacientes. ele pode ascender mais rapidamente e elevar9se a um nível de consci&ncia correspondente a evoluç o que ele alcançou em todas as suas encarnaç*es. e.iste um peso :%rmico que acorrenta o espírito bem pr$. que chamamos de 5renagem" 'ssa descarga de energia é o %pice do envolvimento com situaç o revivenciada.ist&ncia" ?omo disse Fesus “Quem vive pela espada. a energia acumulada era liberada e a matriz causal do transtorno era tratada" )a Apometria. ele entra em contato com tudo aquilo que ele realizou ao longo da sua e. mais preso ele est%N quanto menor (or o seu peso :%rmico. para a continuidade de sua jornada evolutiva" 5entro desse processo de ascens o. Ureud utilizou9se de técnicas de hipnose e realizava a regress o de mem$ria em seus pacientes" 1n(elizmente.imo a crosta terrestre.ist&ncias" Através dos pulsos. desde o princípio dos tempos" 2 somat$rio de suas e. de modo que a pessoa pode liberar toda a carga acumulada que n o p-de ser despejada na . ele vai acumulando energias de variados tipos e elas (icam impregnadas em sua vestimenta espiritual.peri&ncias e do aprendizado que alcançou através da consci&ncia de si mesmo lhe ajuda a estabelecer um patamar de consci&ncia mais ou menos alto e que vai determinar o estado em que se encontrar% antes de reencarnar.ual relacionados . podendo até mesmo permanecer no centro da #erra" Huanto maior (or o seu peso :%rmico.Arqui$o da ategoria %Apometria& A 6renagem da" energia" na Apometria /ublicado em Apometria em 25 de (evereiro de 2009 C A ?oment%rio D A vida espiritual é bem mais vulner%vel . mantendo seus h%bitos. perece pela espada”. podemos provocar uma descarga de energias. que se traduzir% no espírito como um alívio das concentraç*es energéticas que acumulara em certo período de tempo" 5urante alguns anos que precederam a descoberta da /sican%lise. Ureud os colocava na causa atual de seus con(litos. usamos o mesmo princípio.s energias livres do espaço e dos planos do que a vida terrena" Huando um espírito desencarna. onde ele encontrar% aquilo que ele criou para si mesmo ao longo de sua vida" 2 espírito que desencarna entra em sintonia com a vibraç o que ele mesmo cultivou. Ureud dedicou9se apenas a regress o a vida atual. seu comportamento e permanecendo encerrado dentro do nível de consci&ncia em que se encontra" +uitas vezes.

como se um peso (osse lhe tirado" Ao longo de nossas e.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'. pois est o na base de nossa consci&ncia" )a Zndia.aram pro(undas impress*es em nosso ser" 'ssas impress*es (icam gravadas em nosso psiquismo. os médiuns podem (azer a ponte através da qual essas energias podem ser liberadas e transmutadas" (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . passamos por situaç*es que dei. porém muitas vezes no plano espiritual n o e. porém. sentimento e aç o.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": . mental e espiritual" Ap$s a liberaç o. o médium pode ser a v%lvula de escape para que a energia seja liberada" 5urante esse processo. na medida em que o médium poderia (icar preso a energia do espírito e n o conseguir realizar de (orma desprendida a sess o apométrica" /orém. nossa mente" Antes de acessar os sams:aras. o médium passa a sentir o que a entidade sente" A princípio podemos acreditar que isso é indesej%vel. uma saída para aquela energia aprisionada" A descarga n o é apenas emocional. mais relacionadas ao pr$prio nível da matéria" 'm algumas situaç*es é preciso um canal mais material para drenar aquilo que pertence ao material" Assim. podemos pedir para o médium (ocalizar nesse sentimento e coloca9lo para (ora" 2rientamos que ele pode também visualizar aquele sentimento saindo de si como se (osse uma (umaça negra que vai dei. e s$ depois tomar consci&ncia deles" Huando chegamos até os sams:aras. criamos uma porta. quando esse elo ocorre. sendo sugado pelas energias tel!ricas ou sendo transmutado pelos espíritos de luz que d o suporte ao nosso trabalho" 5entro dessas consideraç*es. através dos pulsos magnéticos. é possível que alguns questionem que a equipe espiritual poderia (azer toda a limpeza em vez de colocar essa carga no médium" >em d!vida isso é possível.época da ocorr&ncia do evento" Assim. essas impress*es s o chamadas de “samskaras”" 2 terapeuta de vidas passadas Moger [oolger também utiliza esse termo para de(inir essas impress*es b%sicas da consci&ncia" 2 objetivo desse principio é dar vaz o . também podemos (azer a regress o de um espírito ou personalidade no tempo e no espaço e ajuda9lo a ir drenando todo o sentimento acumulado" )esse sentido.istem canais de escoamento dessas energias mais pesadas.s energias que se interp*e aos sams:aras e . mas também pode ser (ísica.ist&ncias. precisamos atravessar essas energias retidas.ando seu corpo espiritual e se perdendo no c$smico. podemos realizar pro(undas modi(icaç*es em nosso ser" Além de dar o comando e realizar a drenagem. elas acabam por se tornar uma estrutura de pensamento. um caminho. o espírito se sente leve.

5o da possibilidade de contato direto com o plano espiritual atra)*s do desdobramento r>pido e eficiente. Dona Iolanda. por =ul1ar um termo mais abran1ente e menos pro)>)el confundir os lei1os com al1o parecido com a +ipnose. $ual$uer pessoa poderia ser desdobrada e sua constitui. utilizando2se da forma de )ontade do operador.as com a +ipnose.5o espiritual ser obser)ada e tratada diretamente por m*diuns e pelos esp%ritos de luz. 'os* Lacerda e Dona Iolanda passaram a in)esti1ar mais a fundo o fen@meno. Luiz Rodri1ues ensinou uma t*cnica por ele denominada de +ipnometria. m*dium de 1rande experi"ncia e sensibilidade. 6onta2se $ue Lacerda testou a t*cnica na esposa. residente no Rio de 'aneiro. farman"utico porto2ri$uen(o. 0p8s seu encontro com Luiz Rodri1ues. ainda )i)a nos dias de (o=e. desdobrada pela aplica. 0p8s o contato com Luiz Rodri1ues. 'os* Lacerda ficou encantado com as imensas possibilidades $ue a t*cnica ensinada por Luiz Rodri1ues oferecia para a medicina e a espiritualidade. a ?. em sua consci"ncia astral.<es do m*dico cirur1i5o 'os* Lacerda de 0ze)edo. e lo1o ap8s os pulsos e a conta1em ritmica de .ar um coment%rio D 0pometria sur1iu das in)esti1a.5o do corpo astral ou perisp%rito do corpo f%sico. ssa t*cnica consistia na emiss5o de pulsos ma1n*ticos. capaz de pro)ocar a separa. pelas semel(an. Dona Iolanda se )iu fora de seu corpo f%sico. 6(e1ando a sua resid"ncia depois do encontro com Rodri1ues.5o da t*cnica apom*trica.Ger o post por completo D Introdu4)o > Apometria L o in5 io /ublicado em Apometria em 22 de (evereiro de 2009 C 5ei. 6om a a$uisi. tornou2se muito mais simples o estudo da . 0 partir desse experimento inicial. Lacerda resol)eu modificar o nome +ipnometria para 0pometria. 0tra)*s dessa t*cnica. Lacerda $uis contar a no)idade a sua esposa.

acreditando $ue estes s5o reais e )i)endo uma repeti.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D Minituari7a4)o do médium /ublicado em Apometria. doença. na tentati)a de )alidar o precioso le1ado $ue nos deixou 'os* Lacerda.5o do plano espiritual. a 0pometria se estabelece a cada dia como uma no)a ci"ncia do esp%rito. seus (abitantes. (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em .composi. 0inda (o=e. a 0pometria sur1iu a partir das experimenta.<es foram realizadas posteriormente. de f>cil acesso a n%)eis mais ele)ados e a planos de consci"ncia mais sutis. as formas2pensamentos e muitos outros fatos ainda descon(ecidos da maior parte da popula.5o de no)as )erdades espirituais. dentro dos pr8prios limites construidos por si mesmos.5o do pensamento (umano. diminuiç o.<es da superioridade do anti1o em detrimento do no)o. suas ener1ias. Aesse sentido. umbandistas e pes$uisadores independentes. a 0pometria cresce e seus adeptos s5o cada )ez mais numerosos. corpos sutis. &or outro lado. Buitas in)esti1a. de todas as formas poss%)eis. etiquetado apometria.5o infind>)el de afirma. em sua consci"ncia. Dr. (> a$ueles $ue preferem conser)ar o anti1o e deter. stes ficar5o presos. esp%ritas.5o. como toda re)olu. por m*diuns.<es realizadas atra)*s desta t*cnica simples e ob=eti)a. 0 expans5o da 0pometria em centros esp%ritas * uma forte e)id"ncia de $ue o con(ecimento mediunico n5o est> se esta1nando ou do1matizando. a a$uisi. 'os* Lacerda tin(a em suas m5os as no)as ferramentas para a constru. capaz de descortinar no)os campos de pes$uisa e facilitar o acesso do (omem a sua real natureza. corpo (ísico.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'.5o de um modelo te8rico do $ue ele mesmo denominou da no)a medicina do futuro. vid&ncia em 2A de (evereiro de 2009 C B ?oment%rios D . De $ual$uer forma. a essencial unidade com a )ida. sensiti)os. clarivid&ncia. mediunidade.

'ssa técnica consiste em promover a diminuiç o da consci&ncia do médium até o ponto de se conseguir entrar no corpo (ísico em consci&ncia e perceber as desarmonias e. pois o (oco da Apometria é o tratamento dos corpos sutis. etc" /odemos ent o vislumbrar todo o c$smico.o do que acontece nos níveis superiores" 2s corpos sutis s o a causa do que ocorre ao corpo (ísico. os elétrons.iste uma técnica na Apometria que se chama “Mini uari!a"ão do m#dium”. desde que alcancemos um nível de consci&ncia capaz de investigar cada vez mais (undo" /orém. também possível diminuir a tal ponto de observar o in(initamente pequeno. n o devemos nos (ocar no plano (ísico em detrimento dos planos sutis. tempo.Antes de qualquer coisa é preciso dei. causalidade. sentindo que nossa consci&ncia interior pode atingir a in(initude do ?$smico. pode atravessar $rg os.istentes em seu (ísico" /ode ver c4ncer. pois o (ísico é apenas um re(le. mas e. visualizar a condiç o dos ossos. chamadas de doenças psicossom%ticas" '. mais notadamente o corpo etérico. a sensitiva conseguiu perceber uma parte da estrutura interna material. também possível. que p-de ser !til para um trabalho de cromoterapia mental que irradiamos na coluna da moça" .ar bem claro que o objetivo da Apometria n o é o tratamento de problem%ticas do nível (ísico. quando entramos num estado alterado de consci&ncia. os %tomos. da mesma (orma que nossa mente e emoç o s o a causa de toda uma gama de doenças (ísicas. in(ecç*es.pandir9se em consci&ncia a tal ponto em que podemos entrar em contato com estrelas.ist&ncia inconcebivelmente pequena" ?omo o espaço (ísico é apenas uma re(er&ncia de nossa consci&ncia objetiva. astral e mental in(erior" Alguns \ogues praticam essa técnica e também alguns ocultistas" #rata9se de diminuir nossa percepç o para investigar o corpo humano psiquicamente" . pois como j% disse. e até mesmo. podemos dispensar as dimens*es espaciais e relativizar tudo. planetas e com a pr$pria imensid o c$smica. uma e.istentes" 2 médium pode passar pela corrente sanguínea. percorrer cada nervo do corpo e assim realizar um tratamento neles" #enho conhecimento de grupos que j% se utilizaram dessas técnicas e tiveram bons resultados no trato de moléstias e sintomas (ísicos" /orém. etc" 2 (ato de (azer9se pequeno n o tem tanta import4ncia" ?erta vez estava realizando a doutrinaç o apométrica junto a uma médium que (aço dupla no <rupo +ahaidana" 'st%vamos tratando uma personalidade passada quando a médium começa a relatar uma vis o sobre a coluna do atendido" 'la conta que percebe uma cor avermelhada na regi o da coluna onde a pessoa diz sentir muitas dores" )esse momento. como as moléculas. é neles onde reside a causalidade desses mesmos transtornos corporais" 5e nada adianta resolve9los e depois voltar a ter os mesmos problemas por precipitaç o de energias desarm-nicas nos corpos superiores" 5evemos sempre tomar cuidado com isso. espaço. apesar de ser algo (ascinante. impurezas. essa técnica de “minia uri!a"ão do m#dium” é apenas um tipo de aplicaç o da (aculdade da vis o psíquica" 6m vidente pode observar todos os $rg os internos de uma pessoa e ver as desarmonias e. pois essa é a nossa natureza eterna" . n o apenas diminuir.

'spiritismo. técnicas apométricas em 2A de (evereiro de 2009 C 5ei. é mais e(icaz quando conseguimos ver. (izemos a invocaç o de uma equipe espiritual de curas (ísicas. quando estamos lidando com espíritos ou personalidades" Apesar de ser um termo amplamente utilizado dentro do meio espírita e espiritualista. pois a problem%tica (ísica e. mas também a causa espiritual que est% por detr%s. doutrinaç o. doutrina espírita.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o do autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D A 6outrina4)o na Apometria /ublicado em Apometria.imas horas. a . uma desarmonia que pode e.ar um coment%rio D 2 termo 7doutrinaç o8 n o é o mais apropriado para a conceituaç o do que é realizado numa sess o apométrica.Além disso. composta por seres de luz que est o designados por espírito mais evoluídos para esta (unç o" 6m membro do grupo espiritual in(ormou que poderíamos encerrar o atendimento. etiquetado desobsess o. temos os melhores e(eitos" (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" pre"en ia( em . pois o tratamento (ísico iria continuar ainda pelas pr$. espíritos. n o apenas a desarmonia j% mani(estada no (ísico. queremos chamar a atenç o para o (ato de que o mais importante é a vis o psíquica que consegue observar o corpo internamente" 5e qualquer (orma. entidades.istir num dos níveis em decorr&ncia de vidas anteriores que precisem ser tratadas" #ratando9se a causa.igiria um disp&ndio de tempo maior do que o tempo do tratamento em si" )esse sentido. doutrinaç o de espíritos.)o Pau(o e on(ine para todo o 'ra"i(: A e""e o (inM NIn3orma40e" "o1re o tratamento om T!PO: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'.

conhecer a pessoa que estamos tratando.istem grupos espirituais que permanecem muito tempo no di%logo com a entidade ou personalidade" Uicam apenas na an%lise objetiva e racional dos (atos e idéias apresentadas. . princípio.peri&ncia" '. pessoa que est% ali pedindo ajuda" . dentro das terap&uticas medi!nicas. sem saber o que (azer em casos mais graves" )a medida em que j% e. que realizam o atendimento aos en(ermos e necessitados e n o d o o valor devido . atuando como alguns especialistas da %rea da medicina que observam o corpo humano apenas como material onde realizam suas intervenç*es e colocando de lado o ser humano revestido pelo envolt$rio org4nico" ?ostumo dizer que técnica sem compai. tudo é mais direto e claroN tudo é vivencial" Aprende9se pela pr%tica e pela e. mecanismo. processo. é muito importante que esses grupos iniciem suas pesquisas dentro de diretrizes que sejam mais r%pidas e e(icientes" As técnicas apométricas v o direto ao ponto. antes de qualquer coisa. ao convencimento. e nossos recursos n o ser o su(icientes para a harmonizaç o e cura" 2bviamente. personalidadeN (az&9lo sentir suas energias. podemos usar milhares de técnicas e mais técnicas. n o é este o sentido que devemos atribuir a este processo" /re(erimos cham%9lo de 7tratamento apométrico8 ou 7conscientizaç o8 de uma entidade" 6ma das principais di(erenças da doutrinaç o dentro das pr%ticas de Apometria é a possibilidade do ap-metra n o se limitar apenas ao discurso. dar a ela espaço para ela (alar e se e. pois se n o houver sentimento nos trabalhos espirituais.istem técnicas mais avançadas de doutrinaç o.palavra doutrinaç o con(ere uma idéia de 7transmitir uma doutrina8 ou 7revelar (atos e conhecimentos sobre um conte!do doutrin%rio8" 5entro da Apometria.pressar" A escuta é muito importante. transmiss o de conhecimento sobre alguma lei. isso j% seria su(iciente para atingir os resultados desejados. necess%rio. como amor. sobrepondo a técnica ao sentimento. seu :armaN realizar a liberaç o de energiasN tomar consci&ncia de sua condiç o" 2 di(erencial da Apometria est% em demonstrar ao invés de convencerN comprovar em vez de debaterN sentir e mergulhar no processo em troca de (alar do que se pode sentir" )a Apometria. a caridade e a compai. o" Acredita9se que. sobre a espiritualidade ou plano espiritual quando estiver dialogando com alguma entidade" 2 ap-metra dever% invocar certas (orças ou energias naturais ou aplicar certos procedimentos capazes de mostrar diretamente a realidade ao espírito ou . até mesmo na Apometria" 2s ap-metras n o devem ser novos cirurgi*es dos corpos sutis. buscando a origem da condiç o atual do espírito" 2 motivo de ele estar aprisionado dentro dos limites que ele mesmo estabeleceu para si e o porqu& o :arma negativo (oi criado L e como (oi criado" Algumas pessoas comentam que a inspiraç o para um trabalho espiritual sério deve vir sempre regrada de sentimento. nenhum ap-metra deve cair no erro do tecnicismo. o e amor pode se tornar obsess o e até magia negra" .

o doutrinador precisa. é mais uma quest o de postura do trabalhador do que da validez de uma doutrina" 5entro da doutrinaç o apométrica h% duas (ases distintas" A primeira é a (ase em que devemos investigar a hist$ria do espírito ou personalidade que pode estar por detr%s de toda a problem%tica tratada" )o atendimento de um nível ou personalidade de vida passada em desarmonia. a reencarnaç o.)o Pau(o e on(ine para todo o 'ra"i(: A e""e o (inM NIn3orma40e" "o1re o tratamento om T!PO: .press o" )esse sentido. precisamos buscar como essa desarmonia (oi sendo criada" >e veri(ica9se que uma personalidade de padre est% causando problemas no casamento da personalidade atual. técnica s o muito importantes dentro do processo. é preciso saber o que (azer. tal como a pr$pria Apometria" /or outro lado. os sintomas e sua vis o de mundo" A segunda (ase é da utilizaç o das técnicas apométricas" 'sse momento deve seguir9se a primeira (ase" )a primeira investigamos o que precisa ser tratadoN na segunda tratamos o que descobrimos que precisa de puri(icaç o e harmonizaç o" (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" pre"en ia( em . a vida ap$s a morte. os corpos espirituais. ter conhecimento e base para tal" . n o é su(iciente. acabam por prejudicar e obsedar aqueles a quem desejam o bem" Eoa intenç o.a n o cabe ao ap-metra. que n o admitem revis*es ou paralelos com outros sistemas" A postura ortodo. qual a crença ou sentimento nuclear que produziu toda rigidez. que é a pr$pria pessoa em atendimento. como o princípio de causa e e(eito. conhecer a hist$ria desse padre.travagantes que aparecem a todo o momento" 5evemos buscar o meio termo entre conservar a base e estar aberto a revis*es dos seus (undamentos" 5e qualquer (orma. muitas pessoas t&m a(inidade com uma corrente espiritual mais do que as outras e nesse sentido. os níveis de consci&ncia etc" ) o precisa ter o conhecimento desta ou daquela religi o ou sistema" 2 ideal é que o ap-metra beba de v%rias (ontes e que seu conhecimento n o esteja encerrado dentro de doutrinas (echadas. apesar de ser (undamental. antes de qualquer coisa. pois amor sem técnica é idealismo cegoN técnica sem amor é intelectualismo vazio" 5evemos sempre procurar o caminho do meio" J% alguns espíritos que tem uma boa intenç o em ajudar os necessitados. importante que todos saibam que a Apometria é uma ci&ncia do espírito e de seus m!ltiplos aspectos e níveis de e. por que ele virou padre. cada trabalhador espiritual s$ deve utilizar9se desta metodologia ap$s um curso de (ormaç o.ar cair na cilada das novidades e. pois este deve ser universalista. os ap-metras podem orientar seu trabalho com base numa tradiç o sapiencial especí(ica" 5essa (orma. o ap-metra também n o se deve dei. mas como n o sabem o que (azer nem que técnica utilizar. com um dirigente e.periente" 2 ap-metra em (ormaç o deve ler toda a literatura disponível e ter uma base em princípios universais.#anto o sentimento quanto .

o desdobramento astral ou mental. pois isso a=uda o entendimento do $ue ela * e como pode ser usada dentro de outras bases te8ricas. reencarna. as faculdades an%micas e mediEnicas. na medida em $ue procura preser)ar a IpurezaJ de um sistema.<es inerentes a todas as coisas podem torn>2los inse1uros em rela.5o dentro de al1umas correntes $ue a ortodoxia seria uma coisa positi)a. !endo a 0pometria uma ferramenta de trabal(o uni)ersalista.ar um coment%rio D 9amos analisar como a 0pometria est> associada Cs di)ersas correntes de pensamento do passado e do presente.5o C )ida. e eles preferem conser)ar uma base de id*ias fixa e aparentemente imut>)el. etc.5o diferente $ue se utilize da 0pometria. estes sim. ssa atitude pro)a)elmente tem rela. podem existir al1umas )erdades centrais $ue s5o compartil(adas por diferentes )is<es reli1iosas e m%sticas e.as. 0l1umas pessoas t"m a)ers5o a mudan. pois toda a )erdade => estaria contida em seu credo reli1ioso ou cientifico. mas $ue podem ser adaptados conforme as id*ias e )is<es $ue uma corrente ten(a a respeito deles. ela foi criada dentro de um contexto (ist8rico particular e. xiste uma no. . em sua ess"ncia ori1inal. sses s5o al1uns dos princ%pios b>sicos $ue de)em ser preser)ados em $ual$uer denomina. D importante situar a 0pometria dentro do contexto dos mEltiplos se1mentos $ue podem dialo1ar com ela.5o. do seu c8di1o moral 3$ue * passa1eiro4 e da mentalidade da$uele po)o. fec(ando os ol(os para tudo o $ue (> de exterior a ele. desde $ue o sistema utilizado le)e em considera. nesse sentido. D natural do ser (umano re=eitar precipitadamente a$uilo $ue ele ainda n5o con(ece. a exist"ncia de mEltiplos corpos e n%)eis de consci"ncia. est> impre1nada da cultura e de seus s%mbolos intersub=eti)os. na $ual possam 1uiar suas )idas e sustentar2se. de)emos focalizar nossa aten. Hoda id*ia ou sistema no)o est> fadado a ser desprezado inicialmente pelos partid>rios do sistema ou paradi1ma anti1o. princ%pio de causa e efeito ou lei do Garma. Isso faz com $ue as pessoas se prendam a uma doutrina. dentro dos seus princ%pios.5o princ%pios b>sicos comoF )ida ap8s a morte 3n5o se pode realizar apometria sem con(ecimento sobre esse princ%pio e suas di)ersas nuances4.MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'. les sentem $ue as transforma. sistema ou con=unto de credos acreditando $ue apenas ele * )erdadeiro. &or*m.5o e dar2l(es o de)ido )alor.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o do autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D Apometria e outro" "i"tema" /ublicado em Apometria em 2A de (evereiro de 2009 C 5ei. ela pode ser aplicada dentro de $ual$uer base. &or mais )erdadeira $ue se=a uma doutrina.a e o comodismo.5o com a inse1uran.

na medida $ue em se )"em como os 1uardi<es da doutrina. sse * um processo $ue )ai continuar ocorrendo na +ist8ria da (umanidade. a posi.ado. A5o aceitam id*ias )indas de fora desse sistema e n5o admitem $ue nada l(es )en(a a acrescentar. Buitas )ezes. 0 $uest5o * $ue a ortodoxia )ai al*m da pura conformidade a uma doutrina. fec(a os ol(os para tudo o $ue (> de diferente do sistema no $ual deposita sua f*. a ortodoxia * pre=udicial ao pro1resso e de)eria ser transformada em amplia. 0o in)*s de estudar a mesma id*ia em outras correntes e doutrinas. 0penas eles podem realizar interpreta.o do )el(o sistema e o transformando.<es e contradi. por exemplo. 0 0pometria. Um sistema mais a)an. Dessa forma. podemos perceber $ue n5o existem muitas oposi. acreditando2se os donos do ensinamento doutrin>rio.ar em seu corpo de con(ecimentos. passam a acreditar $ue apenas a$uela doutrina possui a Iid*ia )erdadeiraJ sobre as $uest<es (umanas.5o conser)adora * t5o 1rande e petrificada $ue os defensores do sistema anti1o precisam desencarnar para $ue uma 1era. di1a2se de passa1em. no caso da 0pometria. * $ue $ual$uer teoria ou modelo te8rico.5o.5o $uando eles assim se pronunciarem sobre isso. O . s8 pode (a)er uma e)olu. 7ec(am2se diante da abertura de no)os campos e restrin1em suas consci"ncias para o $ue => possuem. foi combatido pelos membros do sistema anterior. tra)a2se uma batal(a entre os partid>rios do sistema no)o contra o sistema anti1o. Os ortodoxos em sua maioria. 0 0pometria n5o contradiz o spiritismo ou a Umbanda.a. O $ue essas pessoas acabam se es$uecendo. por ser uma t*cnica no)a e ainda descon(ecida. s5o contr>rios a e)olu. e por esta cren. com medo de ir al*m e p@r em c(e$ue a$uilo $ue acreditam $ue => con$uistaram. 0l1uns ortodoxos preferem con)i)er dentro da dura casca do conformismo ao in)*s de dar um passo adiante e )er al*m do comum e do con(ecido. pro)oca todo tipo de preconceitos e ata$ues de pessoas $ue nem se$uer a con(ecem e tampouco => leram al1umas de suas obras.5o mais =o)em e com id*ias no)as e mais adaptadas possam tomar a frente e buscar no)as id*ias sobre di)ersos temas emer1entes.5o ao seu sistema predileto. &referem estruturas r%1idas em )ez de uma dial*tica de a)an. Ou. a principio.5o do alcance de nossa )is5o.<es. 0ssim.<es.as. &or*m. Ortodoxo * todo a$uele $ue se prende numa doutrina acreditando $ue apenas ela * )erdadeira. Os ortodoxos acabam por ser muito parciais em rela. Os ortodoxos 1eralmente t"m a)ers5o a mudan. 0cabam por criar duras camadas de ortodoxia e caem na pr8pria teia $ue fiaram. eles se prendem mais a letra e a forma do $ue a id*ia em si.Hodo ap@metra de)e fu1ir do erro crasso da ortodoxia e do conser)adorismo.<es das id*ias da doutrina e n5o admitem $ual$uer tipo de paralelo com outras denomina. Isso * o $ue sempre obser)amos ao lon1o da +ist8ria. Besmo $ue al1umas id*ias se=am compartil(adas. com id*ias mais profundas e capazes de responder a $uest<es $ue funcionam de forma mais eficaz $ue o sistema anterior )ai aos poucos tomando o espa. pois cr"em $ue toda a )erdade => foi definida e est> contida em seu credo reli1ioso ou cientifico.

amento da coes o energética dos corpos. $ue * a e)olu. a técnica central da apometria est% na primeira lei.am e)oluir. ent5o podemos perceber seus benef%cios. investigaç o. 0 0pometria n5o foi feita tanto para ser discutida. desdobrando o corpo astral do atendido" Através desse procedimento. mbora possamos debater sobre ela e ad$uirir uma maior compreens5o a respeito de seus princ%pios. la )em trazer no)os fatos e ampliar o campo de )is5o e atua.5o do ser (umano com sua ess"ncia real e eterna.<es espirituais. ou projeç o astral. estimulamos o estado de a(rou.$ue ocorre * $ue ela promo)e uma expans5o destes dois sistemas ou correntes. a lei do desdobramento espiritual" Através dos pulsos magnéticos. é um (en-meno que sempre esteve presente na Jist$ria" J% relatos . (ica mais (%cil atuar sobre ele" 2 (undamento maior da apometria reside da capacidade de desdobrar os corpos espirituais para observaç o.5o espiritual da (umanidade.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'.5o da doutrina sp%rita. (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . 0ssim. s8 poderemos saber seu )alor $uando realizarmos aplica.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D O 6e"do1ramento E"piritua( na Apometria /ublicado em Apometria em 2A de (evereiro de 2009 C A2 ?oment%rios D ?omo j% dissemos. $ue * a inte1ra. !e a 0pometria atin1e seus ob=eti)os. 6omo ap@metras. diagn$stico e tratamento" 2 desdobramento.<es $ue a fa. e trazer2l(e muitas ino)a.5o $ue muitas )ezes se faz a 0pometria n5o tem muita raz5o de ser. no sentido da mel(or efici"ncia das t*cnicas e at* mesmo de sua teoria. a oposi. a=udando os seres (umanos a )i)erem mel(or e.<es pr>ticas e efeti)as. é possível realizar todo um tratamento no astral" 5esdobrando9se o corpo. o Enico pedido $ue fazemos aos partid>rios de outros sistemas espirituais * $ue estudem a apometria e procurem )alida2la ou in)alid>2la na pr>tica. da corrente Umbandista e de outras denomina. pois a 0pometria pode ser complementar a doutrina esp%rita. mas para ser usada.

peri&ncia místicaN T R 5esmaiosN 9R ?omaN A0R '(eitos de subst4ncias psicoativasN AAR /ela ingest o de ervas como a A\ahuascaN A2R Anestesias. do Jinduismo e de outras tradiç*es" 'ssa ainda é uma quest o em aberto" 'sse componente espiritual pode ser dissociado do (ísico" 'm circunst4ncias normais da vida cotidiana esse desdobramento pode também ocorrer" 'ssa separaç o pode se dar em alguns casos.trema eu(oriaN SR )a e. a técnica que praticamente (undamenta todo o saber apométrico" 5a descoberta da capacidade de desdobrar os corpos espirituais surgiram v%rias adaptaç*es e toda uma multiplicidade de (en-menos (oi sendo desvendada" 2 desdobramento da consci&ncia é uma técnica bem simples e. portanto.atamente semelhante ao de corpo astral. apesar de sua simplicidade. os ap-metras devem saber o que (azer ap$s o desdobramento. paira a d!vida da similaridade do perispírito em relaç o aos cinco corpos da #eoso(ia. Vardec n o descreveu esses corpos da mesma (orma que as e. o corpo astral ou duplo etérico dos egípicios" 'ste corpo é denominado em outras tradiç*es por nomes di(erentes" /ara os gregos. da Apometria. s o elesI AR 5urante o sonoN 2R 'm decorr&ncia de hipnose ou regress o de mem$riaN BR Através de passes magnéticos ou outras técnicas de imposiç o de m osN @R )o estado medi!nicoN 5R ?om utilizaç o de técnicas místicas de projeç o astralN OR 'm choques emocionais. pois todo um universo de possibilidades vai surgindo diante de nossa percepç o" Fosé Gacerda de Azevedo codi(icou a Apometria a partir da lei do desdobramento" . por isso.no antigo egito do desdobramento do 7Va8. é o 7psicossoma8N para os espíritas 7perispírito8 e assim por diante" 2 conceito de perispírito n o é e. apesar da descriç o dada por Vardec" Alguns apometras acreditam que o perispírito seria a descriç o dos 5 corpos de que (ala a #eoso(ia" /orém.andriaN para os projeciologistas atuais.plicadas dadas pelos te$so(os dos sete corpos. o corpo espiritual era chamado de 'idolon8" 2s hebreus antigos chamavam9no 7)ephesh8" 'ste é o 7corpo psíquico8 para os rosacruzes da A+2M?N o 7astroiedes8 para os neoplatonicos de Ale. etc" 2 desdobramento é. traumas e estados de e.

para tratamento e puri(icaç o de suas energias" Huando nos re(erimos a 7espaços8 no astral. n o queremos com isso dizer que sejam locais como e.Assim. o corpo astral é um e(eito de uma causa no corpo mental" 2 mental (az vibrar o astral que (az vibrar o (ísico" A Apometria. o corpo astral n o é a causa de tudo que se repercute no (ísico" Assim como o (ísico é e(eito de uma causa no corpo astral. hospitais astrais.iste no (ísico" 2 tempo o o espaço no plano espiritual s o sempre relativizados e respondem mais a orientaç*es da consci&ncia do que a leis (ísicas" BR 2 desdobramento dos médiuns para investigar mais diretamente o estado do atendido. identi(icado esse (oco emanador de energias deletérias. os trabalhadores espirituais podem des(azer a energia presa ao passado. transtornos. e nesse sentido. o desdobramento (acilita o diagn$stico de síndromes. é possível identi(icar as vibraç*es em desarmonia no corpo astral e trata9las antes que se mani(estem no corpo (ísico" Antes de uma doença mani(estar9se no corpo (ísico. continua vibrando num certo plano de nosso ser e permanece l% estacionado. d!vidas. observando seu corpo astral e contribuindo no tratamento do corpo astral e outros (atores que envolvem a pessoa" . medos. trans(ormando a matriz energética" 2R A conduç o do corpo astral do atendido a lugares de tratamento no plano espiritual. ela deve previamente ter uma contraparte astral" 5essa (orma. humilhado pelos guerreiros rivais e (ica bastante tempo nessa situaç o antes de desencarnar" A energia desse passado. nos permite com (acilidade algumas importantes medidasI AR 2 diagn$stico do estado energético e espiritual de uma pessoa" Através da observaç o das energias que envolvem a pessoa e da condiç o de seu corpo astral. por traumas. o :arma acumulado e suas conseq0&ncias para o presente" #rabalhadores desdobrados podem percorrer o passado do paciente e veri(icar quais circunst4ncias s o respons%veis pelo que lhe acomete" #odas as viv&ncias passadas vibram continuamente na psicoes(era de cada um de n$s" 2 passado permanece em interaç o constante com o presente" >uponhamos um guerreiro que (oi aprisionado pelo e. en(ermidades. em eterna repetiç o e resson4ncia.ército inimigo e so(re contínuas ameaças de morte" 'le é torturado e sente muita dor" . através do desdobramento. pois sabemos pelos estudos espirituais que j% realizaram v%rios pesquisadores do psiquismo que nos precederam que o corpo astral ou corpo espiritual é a (onte de in!meras causas daquilo que nos acomete dentro de nossa realidade corporal" Antes de qualquer processo ser gravado no (ísico. até que algo venha a trans(ormar esse quadro aterrador" 'm desdobramento. torna9se muito mais simples seu estudo e a percepç o de sua condiç o num dado momento" 'ssa identi(icaç o é primordial para o tratamento do ser humano. dores. enviamos o atendido a essas localidades astrais. desamonias nos corpos e nos cha:ras. por mais remoto e esquecido que esteja. revelando também os elos perdidos do nosso passado. posso v&9lo isoladamente de seu conjunto. zonas de irradiaç o de energias sutis e outros" Ap$s o desdobramento do corpo astral. estresse. etc e realizar o conjunto de princípios que veremos posteriormente. o desdobramento (aculta a possibilidade de identi(icaç o das causas de v%rias moléstias que assolam dos seres humanos" >e eu procedo de (orma a desdobrar ou separar o corpo astral de uma criatura. espaços de socorro. so(rimentos. apegos. deve antes permanecer um tempo suspenso no corpo astral" /orém.

v&9los. as relaç*es astrais mais claras e a atuaç o sobre as (orças envolvidas s o mais diretas e e(icientes" 5R 2utra técnica usada.plicados. desdobrar o médium e procurar os laços astrais da pessoa com obsessores" Através do desdobramento do médium. as companhias espirituais e busca9se ajuda" A (acilidade na descriç o do que ocorre no plano astral é uma marca registrada dessa técnica" 2 médium passa a ter uma perspectiva di(erenteN um panorama mais geral. as causas (icam muito mais visíveis.*es energéticas. pois os obsessores n o devem ser dei. ou simplesmente que estejam conectados por a(inidade vibrat$ria" )esse caso. até mesmo sem perceber" A pr$pria energia e en(ermidades de que s o portadores pode imantar nossos corpos com a mesma vibraç o" (HUAO LAPA# Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em . di(erindo levemente das primeiras. recorre9se a uma equipe espiritual para recolher e tratar os obsessores" 2 médium pode dialogar com os obsessores.@R 2utra grande vantagem da apometria consiste em desdobrar o corpo astral do atendido. é a possibilidade de desdobrar os médiuns para irem em busca de entidades que tem relaç*es :%rmicas com a pessoa.as e mundanas" /ara tanto. deriva" . as cone. os sensitivos podem deslocar9se no espaço e buscar em zonas in(eriores os espíritos em associaç o com a pessoa" 2 recinto deve estar puro e livre de energias deletérias e o pensamento dos médiuns deve estar depurado ao m%. além do grupo elevar o pensamento aos planos mais altos" Ap$s o recolhimento dos espíritos envolvidos.ados .istente entre o tratamento apométrico e o tratamento medi!nico convencional" ?om o primeiro. os sintomas s o mais bem e.: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D . pode9se mentalizar a (ormaç o de campos9de9(orça para a proteç o da psicoes(era do local. grande a chance deles n o se modi(icarem plenamente e voltar a praticar obsess*es diversas. menos limitado pelas circunst4ncias impostas pelos sentidos (ísicos" 2bservando9se o decorrer do processo no astral. senti9los e perceber as (orças que est o provocando no atendido e como isso se re(lete nele" 2s leitores podem veri(icar a di(erença e. para tratamento e esclarecimento. pode9se encaminha9los a hospitais e organizaç*es do astral superior.imo de tend&ncias bai. observa9se diretamente as anomalias. sendo posteriormente enviados a planos compatíveis com sua condiç o de consci&ncia e energia" 'ssa conduç o a zonas de tratamento é muito importante.)o Pau(o: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# DEDF GCBH I JGBD DCFK O'.

temos de caminhar da teoria para a pr%tica. ao contr%rio.ilia a ir do pr%tico para a construç o e reconstruç o do te$rico" ?ada pessoa pode ter suas pr$prias e. do conhecimento para a con(irmaç o direta deste" A Apometria. talvez seja mais enriquecedor trabalhar com um conhecimento mais pr%tico.peri&ncia. um meio.Apometria e E"piriti"mo /ublicado em Apometria em 20 de (evereiro de 2009 C @2 ?oment%rios D Autor: Hugo Lapa (Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em todo o Brasil) 'stabelecer uma correlaç o entre Apometria e 'spiritismo.perimentar e dispensar mais rapidamente a crença" 1sso n o signi(ica que a Apometria n o tenha sua pr$pria base. possui um aspecto te$rico e outro pr%tico.perimentaç o de suas técnicas" 2 'spiritismo é uma doutrina que procura uma interpretaç o mais pro(unda do cristianismo. devido a pro(undidade e novidade dos dois temas.peri&ncias.iste abundante material versando sobre o tema" Aqui interessa9nos mais as relaç*es entre a Apometria e o 'spiritismo e como estas duas correntes podem caminhar juntas" A Apometria é muito mais uma metodologia de trabalho ou um conjunto de princípios voltados para técnicas do que propriamente uma doutrina codi(icada" F% o 'spiritismo. a Apometria nos orienta e nos conduz para mais perto da base de onde emana todo o saber" ?om a Apometria.tremamente pr%tico e possui abertura su(iciente para a construç o de um campo doutrin%rio a partir das e. que n o se prende a dogmas ou a principios pré9 estabelecidos" ?om uma doutrina codi(icada. é sempre um desa(io. é possível e. n o h% tanta necessidade de crer para depois e. indo mais diretamente a (onte dos . pois e. além de ser algo di(icil. isso por que qualquer conhecimento novo tende a ser inicialmente combatido e rejeitado" ) o procuraremos nesta oportunidade discorrer sobre os v%rios preceitos e postulados do 'spiritismo. ela bebe de v%rias (ontes e se con(igura como um sistema aberto que procura manter sua coes o a partir da e. do que uma sistema" 5essa (orma. ir diretamente veri(icar a validade de cada principio.perimentar. por seu lado. posto que ela (oi preparada para ser muito mais um instrumento. é uma (erramenta que nos au.peri&ncias que v o sendo realizadas com suas técnicas" /orém. ambos equilibrando9se e complementando9se" A Apometria é um saber e. da revelaç o para a e. porém.

além de desdobrar personalidades de vidas passadas e subpersonalidades" #anto o 'spiritismo quanto a Apometria realizam a desobsess o. embora seja crist . mais do que uma religi o ou uma (iloso(ia. base e (undamento da cadeia de (uncionamento dos mundos. embora n o seguisse a risca todos os ensinamentos do 'spiritismo" 5r Gacerda acreditava que o 'spiritismo. mas aos m!ltiplos níveis e subníveis. a tend&ncia dentro dos trabalhos apométricos é a utilizaç o mais generalizada da vid&ncia. transcendente. (ormas e vidas" 2 pr$prio Allan Vardec de(iniu o 'spiritismo como tendo um aspecto moral ou religioso.teriores. mas n o apro(unda em sua utilizaç o pr%tica" A Apometria (undamenta uma boa parcela de suas pesquisas no manejo do desdobramento. no sentido da 7visualizaç o8 dos planos sutis para a atuaç o através de energias e técnicas de depuraç o e harmonizaç o dos níveis de consci&ncia" 2 'spiritismo descreve o desdobramento espiritual. criando uma terap&utica medianímica" 2 anímico e o medi!nico s o duas (aces de um mesmo processo de contato com di(erentes planos de consci&ncia" A Apometria n o usa propriamente a mediunidade. atuaç o de um espírito sobre o outro" Assim. é uma realidade c$smica. que tem suas (raquezas e limitaç*es. apesar de abordar o tema. mas em uma tríade de amplitude irredutível aos seus revestimentos e. a Apometria utiliza o desdobramento atuando no plano espiritual de (orma mais simples e direta" 2 'spiritismo. planos.os e conservadores.iste na Apometria o conceito de desobsess o comple. n o pode ser completo e per(eito" 2 'spiritismo (oi codi(icado dentro de uma metodologia medi!nica. porém na Apometria a desobsess o é encarada de (orma mais ampla" '.a. apesar de ter o 'spiritismo na mais alta conta. ent o podemos considerar que o 5r" Gacerda estava correto ao validar o 'spiritismo como um conjunto de leis e princípios que (ormam uma essencial unidade do real" /orém.ensinamentos do ?risto" A Apometria. mas de todos os grandes +estres do passado e do presente que inspiraram a criaç o das diversas religi*es e correntes de pensamento" 'spiritismo é basicamente medi!nico" 2 componente anímico é praticamente repudiado nos meios espíritas" Acredita9se que o animismo é uma inter(er&ncia da subjetividade do médium dentro do processo de cone. o que se chama de desdobramento ou emancipaç o da alma" )a Apometria o desdobramento n o se restringe apenas ao perispírito e ao corpo astral. que aborda elementos que n o se limitam apenas . suas propriedades e aplicaç*es" /orém. (ilos$(ico e cientí(ico" >e o 'spiritismo n o est% em nenhum destes tr&s aspectos em separado. o sentido que se d% ao desdobramento no 'spiritismo é apenas a saída consciente ou inconsciente do perispírito durante o estado onírico. que pretendem ser o 'spiritismo uma doutrina (echada que n o admite revis*es e avanços" >endo o 'spiritismo uma doutrina codi(icada por uma intelig&ncia humana. de contato direto e objetivo com o plano espiritual" 2 que aconteceria se mais pesquisadores utilizassem essas mesmas investigaç*es com base medi!nica ou anímica para esclarecer a humanidade apro(undando em velhas perguntas e (ormulando novos questionamentos . 5r" Gacerda (az duras críticas aos espíritas ortodo. mas também n o a dispensa caso ela se apresente" /orém. o espiritual" Apometria procura mesclar a mediunidade com o animismo. n o apresenta os meios e as aplicaç*es para a e(etivaç o desse tipo de trabalho" 5r" Fosé Gacerda denomina9se espírita. n o se (oca apenas nos ensinamentos de Fesus.

en)im.ar de ser. item AB.sobre temas emergentes da atualidade] ?ertamente teríamos respostas mais apro(undadas e outras que poderiam escapar da origem da doutrina espírita.terior di(ere da original.” Allan Vardec L Mevista 'spírita. pois o entendimento do ser humano no grau de consci&ncia em que se encontra no presente abarca uma série de campos de conhecimento e compreens o que n o e. apoiando9se em (atos. espíritas mais conservadores perdem um precioso tempo procurando (orti(icar as (ronteiras do 'spiritismo em relaç o ao que h% de e. trazendo tanto um apro(undamento das verdades j% conhecidas. que devem se desenvolver sucessivamen e pelo es udo e pela o+serva"ão.ist&ncias dos 'spíritos" 'm 7A <&nese8. como todas as ci&ncias de observaç o" 7 Assim. compara. quanto novos conhecimentos que n o eram possíveis de ser revelados na metade do século ^1^" +uitas vezes. Vardec de(ine a quest o dizendoI 76m !ltimo car%ter da revelaç o espírita. tem que ser. essencialmente progressiva.istente e d o um revestimento levemente di(erente e criam novidades.istiam no século ^1^" )esse sentido. da o+serva"ão dos )a os que os &sp'ri os lhe p1em so+ os olhos e das ins ru"1es que lhe dão. ao contr%rio.plica “. com novos nomes e (ormas" A casca e. ela d% suporte para que mais e mais (atos e conhecimentos sejam pesquisados. a )im de irar ele pr2prio as ila"1es e aplica"1es. inovador e principalmente. porque a dou rina não )oi di ada comple a. ins ru"1es que ele es uda. mas a ess&ncia do ensinamento é rigorosamente a mesma" 5e qualquer (orma.ar de lado seu r$tulo doutrin%rio (echado e passar a ser uma metodologia investigativa din4mica e pluralista" #alvez a intenç o dos espíritas mais conservadores seja n o permitir que o 'spiritismo seja engolido pelas novidades espiritualistas que aparecem com a rapidez do pensamento e da criatividade de certos autores oportunistas" +uitos aproveitadores de plant o se apropriam de uma base esotérica ou espiritualista j% e. nem impos a / cren"a ce0a( porque # dedu!ida. o 'spiritismo tem.peri&ncia direta ou por pesquisas junto a espíritos mais adiantados. investigador" A base n o (echa o conhecimento. comen a. (echa perspectivas e impede a abertura de novos campos de investigaç o" 2 pr$prio Vardec a(irma “$ %ivro dos &sp'ri os não # um ra ado comple o do &spiri ismo( não )a! senão colocar*lhe as +ases e os pon os )undamen ais.terior a ele do que propriamente concentrar sua atenç o naquilo que tem valorI a ess&ncia dos princípios ensinados na codi(icaç o. em sua origem. Fulho de ATOO L =is o Metrospectiva das '.” Ainda em 7A <&nese8 ?apítulo 1. e n o pode dei. item 55. é que. Vardec e. (ica claro que o pr$prio codi(icador repudiava a estagnaç o e desejava que o movimento (osse progressista. um car%ter progressista. a ressaltar das condiç*es mesmas em que ela se produz. pelo ra+alho do homem. pela via da e. o 'spiritismo deve dei.-. a(irmando que apenas a codi(icaç o de Vardec contém a base essencial que pode ser de(inida como espírita" A verdade é que esse dogmatismo s$ atrapalha o progresso do 'spiritismo. con(orme assinalado nas obras b%sicas" Alguns espíritas mais conservadores s o até mesmo contr%rios ao que denominam de 7obras complementares8. cap" 1. ao contr%rio que muitos acreditam. que nem sequer podemos considerar como princípios .

a vid&ncia. <nose. a 6(ologia esotérica. que em !ltima an%lise. ?abala. mas jamais devemos esquecer que a base do 'spiritismo s o seus princípios e n o a (orma como estes s o apresentados" “A le ra ma a.espíritas. Jermetismo. algumas terapias holísticas com o Mei:i que se assemelha ao passe magnético. tornando as similaridades impossíveis de n o serem notadas" #emos como e. o esp'ri o vivi)ica”" >e os mesmos princípios e leis que o 'spiritismo transmite a humanidade (orem apresentados com uma nova roupagem porém conservando sua verdade. um principio ou lei rosacruz etc" 2 que h% s o tentativas de descrever as leis que regem o 6niverso.emplo a #ranscomunicaç o 1nstrumental. a Megress o a =idas /assadas. das quais os espíritas n o podem mais ignorar" 2bviamente é importante n o dei. #eoso(ia. Alquimia.istem conhecimentos mais pro(undos que se assemelham ao 'spiritismo e encontram paralelo com algumas idéias espíritas. diante do grande n!mero de correntes de pensamento que as ensinam de uma (orma ou de outra" ) o h% um princípio espírita. mais descobrimos que podemos a qualquer momento estabelecer esse contato com o plano espiritual de (orma simples e e(iciente" A Apometria vem demonstrar o quanto podemos desbravar terrenos ainda desconhecidos na pr%tica em vez de permanecermos lendo durante anos livros antigos em bibliotecas empoeiradas" Huestionemos aos pr$prios espíritas se pre(erem conhecer (atos e energias diretamente percebendo o plano espiritual ou se pre(erem apenas acreditar na vis o psíquica que outros realizaram e vejamos a resposta que eles dar o"#udo no 6niverso apro. a canalizaç o ou chanelling etc" #odos estes conhecimentos e pr%ticas est o acessíveis nos dias de hoje e vem trazer uma nova vis o sobre princípios e idéias que o 'spiritismo ensina desde sua codi(icaç o" #udo isso aponta para uma apro. as 'H+s Qas '. um espírito budista. terapia com cristais. descobrir por si mesmas. (lorais.trema no outro pode sinalizar uma (alta de con(iança em si mesmo" 5evemos sempre lembrar que estamos num caminho evolutivo e tudo que os mentores atingiram em grau de evoluç o espiritual n$s também . cromoterapia. 5ruidismo etc] Huanto mais estudamos e praticamos o desdobramento consciente.ima e inspira o contato cada vez mais estreito com uma realidade superior" As religi*es do mundo est o cada vez mais cedendo lugar a escolas de pensamento que prop*em um acesso mais nuclear da realidade do espírito" As pessoas n o desejam mais crer apenas L elas buscam vivenciar. 6mbanda. a psicogra(ia. e. mas s o naturais e n o tem dono" Apesar deste processo. a /rojeciologia. ver a realidade com seus pr$prios olhos interiores" 'sse contato indireto com o plano espiritual algumas vezes acarreta uma perigosa depend&ncia dos mentores espirituais e da equipe invisível" +uitos espíritas acreditam que é muito mais seguro delegar a responsabilidade para os espíritos de luz do que realizar o trabalho" #oda depend&ncia é problem%tica.ar que o 'spiritismo se dissolva dentro desse quadro maior. acupuntura.peri&ncias de Huase +orteR. o pensamento universalista de Mamatis.imaç o do 'spiritismo com outras %reas do saber humano e espiritual. trabalhos de anti9goécia. a 6mbanda e a Aumband Q/roto9>íntese ?$smicaR. qual a di(erença de nomea9los como 'spiritismo. clariaudi&ncia etc. um princípio hermético. a pr$pria Apometria. n o pertencem a qualquer doutrina ou sistema revelado. n o importa a que ela se re(ira" +esmo a con(iança absoluta em espíritos superiores pode indicar uma (alta de con(iança no trabalho que se realiza no centro" ?on(iança e. a mediunidade.

(KGB p+gina"# pe(o eRmai(: (apap"i9gmai(: om O'.A6A..: E"te artigo é regi"trado e n)o pode "er po"tado em qua(quer meio impre""o ou e(etr<ni o "em a pré$ia autori7a4)o da autor: O" in3ratore" e"tar)o "u=eito" > pena(idade on3orme a (ei do" direito" autorai": Ger o post por completo D .outu1e: mudan ade odigo Qe. PA.devemos alcançar" #udo o que praticamos nos centros espíritas deve servir para nosso adiantamento e n o apenas para curas e tratamentos" A evoluç o espiritual através da re(orma íntima é o mais nobre (orma de empregar nosso tempo e energia" (HUAO LAPA# é p"i 8(ogoP terapeuta de $ida" pa""ada"P 2ipnoterapeutaP u38(ogo e e" ritor: Atendimento om Terapia de !ida" Pa""ada" em todo o 'ra"i(: MAIL: (apap"i9gmai(: om Te(e3one: (BCC# JGBD DCFK Qa e1ooM: httpI__KKK"(aceboo:"com_hugo"lapa"S .celentes vídeos sobre espiritualidade geralR Pe4a e re e1a gratuitamente o meu (i$ro TRATA6O 6E TERAPIA 6E !I6A.